Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12677


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Full Text

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* fU A CAPITAL E i&AUI OIDE 110 SE PASA POBTl
Por tren mase aduaUdot ..... tunt*)
Per 8e3 ditos idMQ................... ,**
Pr,rnm.----L3................... 12^000
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Por nm anno dem., "i...............
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Propriedade de Manoel F

-
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<* Sr. Gerardo Antonio Alves 4 Filio*, no Pari ; Gon$alvei d Pinto, no Maralo
Peroira d'Almeid, em Mamanguape-; Augusto Gomes da Silva, na Parahyba ; Antonio Jos Gome9, na Vida'
*> Nazareth; Antonio Ferreira de Agaiar., em Goyanna; Francino Tavare da Costa, em Alagas;' Alvis a
vfif'- *.
T~
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M A
Joaqnim Jote de Oliveira .Filho, no Cear ;|\otcio"de .Leaot _
1 *---- #,> ac*o ; tolo Marii.iolio ChiTM, oo Au : Antonio tvqauMan, no NaUl; Jo** Jn*t(a#
em Santo Antio; Domingo! Jo* da CoU Braga
PARTE 0FFICIA1.
SE?A".IIOS DA mSlDKNCU DE 1 DR JULHO DR 1872
Aoaixo as-igmdos guardas di illunrainar;3 o
pobca desta cidade Iaorme o Sr. direc-
tor das obras publicas.
JVnlonio Franciscp de Madeiro?.Passe
se'portaria aa forma requerida.
Tauente-corooel Amonio Francisco de
Sjoza Magallies.Fomeca-se.
Baro da Sol dade.Informe o Sr. ios-
f/ectar da tliesoararia provincial.
Francolina Forjaz de Licerda.Uderido
wai oi-io desta data, dirigido a tb-jsoura-
ri.i provincial.-
Jos Gong-ilves Beltrao 4 Irmao.Sim pa-
gos os direito* nacionaes.
Jjs Mana Ferreira Braga.Informe o
Sr. Dr. chef) de polica.
Jos J-iaquim de Mello.Informe o Sr.
oiigadeiro commandan'e das armas.
Jo5o de Lima Gomes. Gomo requer.
L'ogenbeiro J< sepb Werthi.Ficam expe-
didas as ordeas para ser pago o suppii-
esnte.
Mili A Liodelino.J foi negado provi
ment ao recorso interposto pelo suppli-
canto.
Conego Manoel JjSo Go i es.Informe o
Sr. inspector da thesouraria de fazenda.
Manoel Rotulo de Cirva bo.Entregue-
so cao bavendo inconveniente mediante re-
cibo.
Secretaria da presidencia de Pernambuco, 5
J- (albo de 187*.
O portefro,.
Stliino Antonio Roiriguts.
llep.irti^ao da polica.
2.' seceo.Secretaria da polica de Pernarabu-
10, o 'le julbo de 1872.
K. 1076. Illm, e Exid. Sr. Levo ao eonbeet-
meuto deV. Exc. que, segundo consta das partici-
pavas recabidas aoje nesu reparlicao, f >ram hon-
tn recolhidos casa dedeten^io os seguate* i a-I
d.viduos :
A' iiinti ordein, Satarnino Leite di Silva n Joa
j\. i- Sioi'Ain*. sentenciados vindos da Villa-
8el!j, disposiQo do Dr. juiz da direito executor
do seQlenca.-.
Daus guarde a V. Eic. I Im. e Exm. Sr. des-
-id r; i ir Francisco de Faria Lamos, digno
presidente da proiucia.chete'de polica, Fran-
cisco Tetxeha de S *
Ihoramento e prosperidad, e isto tul) am pura
perda principalmente da rnesma proviocia.
V. Exc, pois, com boa parabybaao, eal-
minis^rador illuslrado e zelojo, prestou com essa
Siuegao um ervico relevantissimo todo em
gara!, pelo ou.' conqnistou a 'estima publica ; e
por esta razao os commercian.t .desta masiua
pra^i com grande reosijo por terem prximo o
termo htsl da degrada^o do eommercio, con-
gratulara com V. Exc. pelo porvir auspicioso que
aguarla esta iropornte provincia, merecedora,
iem duvida da mais decidida e ardeata proteegao.
Parahyba do Norte, 22 de jucho de 1872.-
Francisco Alves de Souza Carvalbo. Custodio
Domingues dos Santos. M. Roubach & Cahn.
Primo Pacheco Borges.Victorino Jos RiposQ.
AugusM Gomes e Silva.
O Exm. Sr. Dr. Joa fivaristo, possuido da
maior emcr;.i por esta miaifestagio honrosa do
distinelo corpo cummarcial dasia praea, respondeu
do modo seguate:
Senbores.Acho-melsobre-maneira penhorado
pela honrosa annifestacao, que acabiis da dirigir-
me, cornD dignos representantes do coramercio
dista capital, expressameat para isso commissio-
indos.
Felicito ma per Jtaver da alguaia sorte ligado
a lo.-u noma ao importaota malhoramento de
m
QlaBIO OEPEBNAMBUCC
REGIiE, 6 DE JULIIO DE M*.
\>lelas do norte do ioaperlo.
'Ihegou don: vii da Granja e escallas o vapor
ora.Mleiro Pirnpamt, trasendd datas: do Cear 27
Je juon>, do Rio Grao le 2 e da Parahybi 4 do
corrate:
CIABA,
Ta Jo sido exooerado o bacbanl Prxedes Taeo-
lulo da Silva de promotor pablico da comarca do
lrato, (oi uora.:ido pira o substituir o bicharel
i laqaim Lipes de Alcntara lilhar.
N) da 2i> de junho (allecea, aa capital vic-
i.na da anng palecunsntos pulmonares, o Dr.
Mauoel da Cuuha a Figaairedo. ,
RIO GRANOS.
Nada occorrou digno de mnr;ao.
PARAHYBA.
No da 2o do j.inii i toniou conta da redeas da
t i;:i:-ii-:rai;ao da provincia o Dr. Heraclito Graya.
Leraos n^| Jornal :
O corpo commercial desta pm\i envioa do
da 22 de junh i ao Exm. Sr. Dr. Jos Evaristo da
Oaz Gouv, digao vice-presidente da provincia,
urna co nmissiio composta dos negociaoies corn-
il sadaior Francisco Alves de Suuza Girvalho,
Primo I'acheco Bargas, Augus'.o Gomes da Silva,
f.jslodio Domiogues dos Santos e Miguel Roubacb,
c^m o li.n de (eliciu-lo por ter saucciooado n'a-
quolle da a le a. i'.'l, eoviada pela illusirada as-
iembla provincial, giiraotindo os jaros de 7 por
reato i emprea que se orgaoisar dentro ou fra
do imperio pan construir a errada de ferro desta
capital ao centro da provincia, cujo privilegio foi
conceiido pelo governo imperitlaos Srs. conse-
Iheiro Diogo Velho Cavalcanti de Albaquerqae,
Dr. Aai-io Silathiel Garaeiro da Guoha, e enge-
ohero Andr li-b hk;i', de conormidada com o
iio'.v-'. n. 4838 de 15 de dezembro de 1871.
Essa elicitacio foi lida pelo Sr. Augusto Go-
mes a Silva, e do theor seguate :
Exm. S. Dr. Jos Evarinto da Cruz Gouva.
Us commemanles desta pra^a dos e-colheram,
para que em ssu nomo viessemos felicitar a V.
Exc. pela prompta saocgio que acaba da conceder
a le provincial o. 453 da boje datada, garautindo
7 por cento estrada de ferro do Conde d'Eu, que
va i ser construida desde o porto desta cidade al
Alaga-Grande, em virlude de privilegio outhor-
gsdo pelo decreto n. 4838 de 15 de dezembro de
1871.
i Nao ofTrendo mais delongas esta importante
quastao, vista depender a organ>sacao da respecii-
va companhia, segundo e-itarr.os bem informados,
desta garanta, que encarnada aa regeneradora
le, f-ita pela iliu.-tre e patnplica assembla legi
laliva provincial, removeu o obstculo ; de es-
perar que nao tarde a execoco do caminho, de
farro, cuja companbia deve usces.iaiumenta reunir
condicoas proprias para astegurar a realisagao, e
collocar a empreza sob um aspecto mais favuravel
ao iateresse geral.
t Assim lieara a pro'ocia dotada de commuoi-
ca^oss mais rpidas, maia freqaeoies, e mais em
harmona com a rdante actividade da epocba.
l'ra dos cavalbeircs, a quem foi concedido
directameute por privilegio esta empreza, fllo
itfjt provincia, aliamenia coliocado no imperio,
a conbecedar, dos nossis verdaderos ioteresses,
sa acha presboiemnte na Earopa prom-ivendo a
orgaoisaeio ca orapanhia j por seas precedeo-
iea honrosos ios olT;rece a verdelrx garanta de
nralidade i>ara a prompta a certa reaiisacio
4dste ca.niab) de-ferro, que, bem dirigido, como
i de esperar que o seja por proissiooaes para
ijo habilitado?, vai collocar oossa? commiioica-
eoes cora o interior oo melbir pe possivel.
< Gomo V. Ex^, aahe, inoumeras iio as vaota-
geas e benecios que, d'ali resullsra, pois o ca
minbo de ferro connderado como meio de civi-
1.sacio, de admitiistraijao a c' goveroo, por facili-
tar as relacfi'M cfllciaes e da sociedade, com pres-
teza apezar de ser sea O n principal todo indus-
trial, agrcola e ommercial por estibelecir com
rapidez e se;urD5i o transporte dos prodactoa
para o mercado.
Com a sane?o de*ia le V. Exe. eoncorreu
aB:ar.menie jara ligar por esse caminho mdalo
. o interior con a capital, cojo ejmraereio, rtora
saatadj pir a' aesta sol une o acha
i -lad), abatllo, ./.'aanalo, por circularem por
i..ps arteri;.s as Ricas productoras qie aqui
IbYiiin coc'orjir e eoaorrer para o sau me-
que >e trata sanecionando a lai que consigna a
condiccao da sua realisacio. Com Uto, porm,
procurei apeaas sasfazer os beoeiicos intuitos do
goveroo imperial palomeados ao decreto o. 4838
de 15 de dezembro do aaao passalo, assim como
coadjuvar em seus patriticos esforjos os illus-
tres cencessionarios da ampreza, a assocar-raa i
(Ilustre assembla proviocial em o oobre empenho
da concorre/ para a regenerado iadu='trial da Pa-
rahyba.
Em noma^pois, desles zeloios a diligentes
promotores do progresso matara! e moral da nos-
sa patria, aeailo c.m gosto o vossos obsequiosos
cumprimeatos, fazendo es mais ardeatcs votos para
que, quaotos antes, entremos oo goso das immen-
sas vaotagea?, que oos promette e assegura esse
bello commettioaaoto, aaico, aa opiniao geral, ca-
paz de impedir com rapidez a provincia as vias
de prosperidade a grandeza, a que tem o diroito
de aspirar, e que.de certo; atliogir cjm ampio
deseuvolvimeoto da agncaliura, do commercio, da
todas as lodnstrias. Palacio da presidencia da Pa-
rahyba, 22 ds ionho de 1872. Dr. Jos Eoonsto
da Cruz Gouviii.
< No da 25 de junho foi presente assambla
legislaiiv\provincial e lida pelo Sr. i secreta-
rio Dr. Moraira Lima, ama felicitacio do corpo
commercial desta prac.a a mesma assembla, por
ter patriticamente votado o projecto que coh.-ti-
tue a le provincial n. 453 de 22 do crrante raez,
garantindo os jaros de 7 0/0 a empreza da via-fer-
rea que deve eonstituir-se desta capital ao interbr
da provincia, da qual sao concessionarios os Srs.
conselheiro Diogo Velho Cavalcicti de Albaqaer-
qae, Dr*. Aoisio Salathiel Caroeiro da Cacha e en-
geoheiro Aodr Kboa.es.
- "< Damos em seguida a-iateg'ca-.da axiDia feli-
citaejio : **.-
a Senhores membios da as^ambia legislativa
provincial. Os abatxo assignados, ommerciantea
estabelecilos Desta prac.a, chelos de jubilo e
grande contentamento, veem respeitosmente de-
por neste recinto am voto de gratido pelo im-
measo beneficio que acabis de fazer provincia,
dotando a com a patritica le o. 453, sanecionada
e mandada publicar naje pelo Exm. Sr. vice-pre-
sideote da proviocia, Dr. Jos Evaristo da Cruz
Gouva, que, filho tambera desta trra, e compe
netrado da sua immediata imp jr'ancia, a saaccio-
nou logo, aSm de prodazir seas d .'sajados e bene-
ficos fffaitos.
i Permitti, Sniores, qne os, por maio dasta
rc'preseotacao, vos saudemos como mui digaos
eleit is do povo, do qaal tambem oos orgulham^s
de fazer parte por lerdos perfeitameDte calculado
e compreheodilo a aossa ver-la letra a calamitosa
situado, approvaodo esta lei.
< Das le o anno passado foi ella iodicada como
a nica medida de urgencia e de salvalorio, para
ter logar a organisacao da companbia, qne deve
execatar os trabalbos da estrada do ferro do Con-
de d'Eu, que tem le ser construida desde o porto
desta cidade at Alaga-Grande, em virtadedo pri-
vilegio concedido pelo decreto o. 4838 de 15 de
dezembro de 1871.
< Com tao oobre prosedimeoto acabaos de ar-
rancar a provincia da degradadlo a que foi ar-
restada pela aeco di lempo se nao pelo aban-
dono.
a Apreciando nos este camin)3 de ferro como
am mensageiro feliz e prompto do progresso e
desenvolvimento da industria, agricultura, enu-
mrelo e civilisacao da populacio, nao podemos
permanecer indiferentes lio grande aconteci-
meoto, que pos termo a um estado de incertezas,
que so nenie e racorria para demorar og trabalhes
da refenJa estrada, cuja soluco alinal p.rece so
depender desta lei de garanta.
< Achando se a provincia em multo alrazo em
relami as oatras snas Irmaas, a sua agricultura
deahada, e o sea commercio desiaimido e quaii
paralysado pelas cansas que nio igaoraas, s
rauto esforca poder fazer voltar a prosperidade
futura.
< Et(e systema de cpmmaaicaQ3es interiores,
certas e rpidas, deve amito e podero3ameate coo-
correr para restaurarla agricultura e commercio,
que ha rauito lulam con a adversii.il>.
c Assim, pois, estando a provincia ainda sem
grande cultura, industria, commercio e popala-
mais rpidas, mais frequeoies, e mis em narra i-
oa com a actividade que reclama a po:a, cujo
peasameoto capital o ferreoxarr.l, uoic i meio
que ple concorrer com a verdadeira efcacia
para a completa satisfar > de suas aecessidades.
E foi esta obra de regen-racao que iniciastas,,
eoviaolo eU lei da garaatia de 7 0/0 sancQo,
que foi logo coocedida.
< Tudo is'.o anouncia um grande progresso, que
tem tambem ama grande importancia civilisadora,
porque tende a desenvolver o trabtlbo, os osos, 9
co.-tames de nossa populacao, por causa da suas
iocessanles communicafSes.
1 0 estado permanente da degraJacao, e os era-
ba reos que al agora temos acarretado, Dio po
dem ser destraidus sem urna proteccio valiosa,
que de prompto core esla estado de coasas, qaa
torna o interior estraoho a capital.
c O beneficio, por4m, desta estrada da ferro
regularisar a administragia, a iodastria, a agri-
cultura e o commercio etc. etc., fraseado a pros-
peridade para todos em geral, e especialmeote para
as classes pobres, cuja edncaco se completa as-
sim com man facilidade oobilitaodo-as pelo ira-
balao. ,
A sua importancia evidente e de primeira
iniuicio, e offerece-nos sem duvida garantas de
prosperidade para o futuro.
f Seolo o camin)j i ferro, como a respeito se
pronuncien passoa aulorisada, destinado a mudar
a face domando, visto.qae considerado como
,ii-iio de civilisacao, origera de riqueza e da mora-
:is(4o universal, fra de toda a duvida qua seas
beaeflcios s3N^ocalcalaveis, qaer poltica, quar
moral. qu?r econaraiomenta fallando.
E' elle um meio indirecto do augmento da
pro la cao do orftmercio directo, da colonisaciu
voluntaria, e de inme^os beaeflcios qaa reduo-
lam em intarei3e da psovincia.
Os abaixo asslgoaOos pedem, pois, qne por
e->te tao sablime novo aceitis os seus eordeaes
a veriadairos seaiimenioi da gratido, de que se
achara possudos para cora esta Ilustre e patria-
tica assembla cujas mambros com tada a cor-
(ezia e respeito dirigam seus aceros campri-
meatos,
^ < Parahyba do Noria, 22 de junha de 1872,-
F. A. da Saaza Casvalho, Custodio Domiogos
dos Santos, 11. Roaback & Cuba, Augusto G. e
Silva. Primo P Bargas, Victoriao J Rspos.i, *n
toaio V. de MagalheSdt C, Joaquim A. P. Vi-
nagre & C. Jos G. Qaiotall, A. Angelo Fer-
nandes, Gulmaraes 4 S, Jos F. S. Jsrge, lippe Estrella 4 G, Luiz F, Leal, Ai^'pho E
Soares, Antonio F. M Sa Suva; Josa G. Qiintella
Jnior, H. do Oliveira Lima, M. da Oliveira Li-
ma Juoaior, fos I. Montairo, Francisco G. VI.
la Poneeca, Tnomaz H. da Silva, Jas A. M. Dial,
Adriano dos Sanios Pereira, Antonio C. de A. e
Albuqaerqae, Aotoaio A. R. da Mosquita, Fran
cisca de A. Braga. Domingos .S. da Azevedo,
Joo B, de Magalbiss, Manoel A. Pires C,
Antonio J, Teixeira, Maaael Groba Parlo 4 Car-
valbo, J, P. da Vasconcelos, Umbeliai J. de Bar-
ros, Jos L. da Silva, Albuquerque 4 Irmao, An-
tonio de H, Das Paredes, Justmiano L. da Silva.
Cbristsvo da H. G Das Paradas, Tnomaz L. C,
Silva, Jes A. da Figuelredo, Pedro de A. Mara-
abio, Antonio J de B Moraira, Jos de A. Man.
Antonio C. da Silva, Antonio F. da M>ti, Manoel
R. O Cabacolo, Daniel da C Cerdeiro, Braz J. V.
de Lima, Alexandrino J. Marques. Benedicto L
Costanbola, Luz da Silva Baptista Jnior. Per-
gemino A. T. Franco. Francisco F. Lima, Jos F.
lo Reg, Antonio J P. da Silva, H. Nieraeyer 4
Ailpio, Bernardo Norat, Fernando A. de Meoezes,
Ernesto A. Paula. >
A assembla legislativa proviocial, tendo por
orgao sea presideale, o Exm. 'Sr. Dr, Meira Uso
riqaes, declaroa qua a felicitarlo supra fura re-
cetada por essa orporaejio com especial agrado
e r:onhscimea(o, e deiermiaou qae tosse archi-
vada.
> No da 22 de junho, por tarda, ama 1 asila
passeata, levando na fraote tres bandeiras, ama
nacional e duas de oacoes amigas, precedida de
tres bandas de msica a acompanbadasde immen-
so povo percorreu as ras desta capital, am de -
moastragao da regosijo par ter sido saucciooado o
projecto de le que garanti os "juros de 7. i
empreza da via-ferrea qaa tem decnstrair-se desta
capital ao interior da provincia, dando vivas ao
Exm vice-presideole da provincia, patrstica
assembla legislativa provincial, aos Exms. con-
selheiro Diogo Velho, e Dr. Anido Salathiel, aos
habitantes desta capital, ao som de inaumera
qaanlidade de foguetes e varias girndolas.
< A passeata demoroa-se algum tempo em
freota do palacio da procidencia, onde resida o
Exm. Sr. Dr. Jos Evaristo, e da easa do Exm. Sr.
Dr. Meira Henriques, digoo presdante da asseaf-
bla proviocial.
Esta maoifastaeo publica proposito de tao
graodioso commettimento qae ha de contribuir
poderosamente para o progresso e angrandeei-
raento dssia provincia, dispersou sem qae hoa-
veii'a o menor disturbio qj perturbasse sua
missao.
c Foi norneado chafa de polica interino desta
provincia o oosso amigo Sr. Dr. Maooel Coelho
Ciotra Jnior, o qaal, no dia 28 de junho fiado,
prestoa juramento e eatrou em exercicio do seu
cargo.
< Realisoa-se, 00 dia 30 de junho o embarque
le nosso amigo Sr. Dr. Miooel da Silva Reg, ex
chafe da polica desta provincia. de sua Exm,*
familia na vapor costeiro Iptjuca, com deslioo
ao Caar.
a Ape.-ar do da chuvoso que fez, S. Exc. o
Sr. presidente da provincia a grande numero de
amigos occorreram ao seu embarque, dand)-lha
assim esta derradeira manifestacao de apreco, de
qua se toroou eredor pelas dislioctas qualidadus
que revelou ao poaco tempo qae residi entre
n?.
< Desejamos qae venios bonanzosos o condn
BahiX; e leite, Cerqninno 4 e. no- Rio de /aneiro.
tao^tlj^^'^^oi

a liinr
qresoitr,,

por miqi.
rJmll i,en?i9 iMoiara-cs archivos e tomaos dos' cBconta e sie palmos de te.rM sita na extee>)
qreeiro^qtwo pairim^ V.,,. _nai, I MB'w e-,(wu|olia>ilitao'de ornecer dados pf- o oioial ou no muro do mosteir e S. Beat
Isisie pies>teoeote emlpre.-8*^0519 r<* .Maes- iiom,, Particular oo teeho
'Jiaoio *o?ail mota. c/K t* '?ri
r
cB*ces. do>tr-^' v*<9*;.
_ ***-. .y-^T> s% ouSpridaj. lefontaro.
14* f. oom o b/eve apostol!ti,dt V#e setembrq, de
18 i, a n ratio da exiguidads de pusioal, aiha da
pn tibigao lo sjuticiado, mla Oiier qua o Sr,
l)r juir. de Iirt, <] ja trat.o mesa\p quesito,^
r aso miinigo iaflno gratuito (fallaado coto, o
ma 1 subido acatam^at)).
40 3, ficalraentti qae por ntilidade publica, dai
piase da vir;e 3 qjiatra palmosil* terri campa-
iha dos trilitos*mbaots p^r simples arrendamento
leit em 8 n covembro de 1870, atlendeodo ur-
(stjcia da o>ra, e obrigadi a eompanhia a sollci-
<>r por nos o intermedio, liwn^a do goveroo para
cellbrar-se i coatcato da aTorameotn da mes'ma
teru por ella pretendida, pela mesma forma e con-
dics fese B um tarrean compaaiiii Saata Tne-
rez^ para lciflc*^to da'faoriaa do gaz, sendo em 8
de aoviimpr.' do mesmo aaao.
j' bem doeograaSeemeato da edifieagao da ci-
das, conce-i p sse de 150 brabas e 57 palmos de
terfa ao mijir J > i jaijuin Aitunas ontros em
20 le roarg. de 18Tt e [ara o masmo Qm a Jos
fiabas da 01 vetra, em Bos da Janeiro do corren!,
dependeodo lodos dliceoca do governo, par* eb-
tarara o afc rimeotd* qua pretendam daa mesmas
trras.
jen guarde V. Exc. "fjsteiro de S. Beoto
de liada, 17 de iu.irg> e 872.-Iilm e Exm.
ir. conselRiiro Joo Jos de. Oliveira Janqoeira,
malte digno pre>idrtnteda.rovipca.-Prei Eugenio
i' g-jnf.i Ki: ..... -t~ ~-- e aam deseja desfa mesafa. cidade ale Olioda, perteoceate ao
wentraw ma h'colajitfca, de quera'faco o mais desfa" Anj,4 de Abreu Porto, M?ooel 1o-e DajUN-iiUi:
conceito, por ser tsi*raaaha do seu com- j0S Joaqnim Antaoes, Jos Baotist Btaga,^ Joa
orTe
portamento
zam ao porto de sen destino, e qae seja lio feliz
em sut aova com missao, como o foi oesta pro-
viocia, qae jamis se esquecera do eavalbeiro
prestimoso, que hourou com visita tao rpida. >
PERNAMBCO.
ASSEMBLA PROVINCIAL.
be
Documentos sobre a ordena
nedlctlna.
Cidade de Olioda, 15 de marco de 1872.-Illm.
e Exm. Sr.Para salisfazer a deliberarlo da as-
sembla provincial, ordena V. Exc. era offlcio de
8 do corrate qae informequaes os motivos
que obligara aa permanencia daeaptiveiro ao pes
soal qae formava outr'ora a escravana perteocao-
te ao mosteiro de S. Benlo desta cidade.
E' sabido qae os institutos regalares esli san-
tos da prestacio de contas dos respectivos bens
as instaacias do poder judiciario ; e por isso ve-
mos es patrimonios das oatras asso:iacoes reli-
giosas mais ou menos bem guardadas e adminis-
trad ts com 03 provim'ntos dos provedores, em
qaaolo que os das ordeas claustraes, alias opulen-
tos, sao esbaojados e coasuraidos sem explicacio
decente, como se realisou com a da ordem carme-
lita nesta cidade, e o mesmo vai acontecendo com
o do infeliz mosteiro benedictino.
Por essa isencao legal de estarem a admmis-
tracao dos bens doados e applicaQao dos legados
pios fora da alfada do juio secular se coaservoa,
p>ir dezeaas de anaas, esesadida a decisao capitu-
lar de 15 de Janeiro de 1811, que, a-signada pelos
mais conspicuos e sabios filhos da ordem, alforrioo
a naraerosa eseravatura dos patrimonios especiaes
dos rooslairos de Olinda e da Parahyba.
Nao sei explicar como deesa acto tave scieooia
o ex-juiz municipal desta termo o Dr. Eduardo
Augusto de Oliveira, mas afQrmo que o denunciou
ao governo, offlciando ao Exm. Dr. Manoel Cle-
mentioo Caroeiro da Caoba, entao na vica-presi-
deacia da proviocia.
Sompre coosiderei acertado o alvitre d'aquelle
magistrado, por entender qae se tratava da um
negocio em qae devia intervir o governo geral ou
provincial, ainda que nenliuraa solacio obtivesse
da commaaicacio faite.
A imprensa da proviocia se oecupou desse as
sumpto em principio de 1870, e d'elle lambem Ira
toa na cmara dos Srs. depuiados o Exm. Sr.
Alancar Araripe na presente legislatura.
O que ceno que se dando tanta publicidade,
a decisao capitular at hoja tem sido letra morta e
os monges benedictinos se vio locupleaolo sem
ao menos explicaren) o valor que Ibes merece o acto
praticado palos seas antigs 1 rmaos.
Daraais, versando o negocio sobre um acto, que
alTecta em grande escala a existencia e alminis-
(raco do riqaissimo patrimonio parcial ds ama
ordem claustral, recoonecidaoftlcialraeote pelo as-
tado, me parece qae i fazenda publica pertenoe
acetalo ou mpugna-lo ; e o sea completo si-
leacio a respeito me convence ser esta o mais po-
deroso motivo da permanencia do mal causado
aos iofelizes libertos em 18)1 e aos seas desgrana-
dos descenderles.
E' esta a inforraacao que posso prestar i V. Exc.
quem Deus goards.Iilm.-o Exm. Sr. cmsnhei-
ro presidente da provincia.Qnnno Jos i* Mi-
randa, juiz de direito da comarca de Olinda.
lia. a Exm.'Sr.Ile.poodendo no offlcio de V.
Ex*, datade de 8 do Brrente, e hoja reeebido, te-
nhoa lixar |aa.s escravos daste mosteiro oo se
contervam t o captiveir, e que a bem da lavoara
a di caramei do trato de Iha* distribuir trras por
amadamen o.
Obs gaai de a V. Ex:. Mosteiro de S. Bao lo de
Oata, 17 de marco de 1871'. Illm. e -Exm, Sr.
capsIheiro 'oo Jos de Oliveira Junqneira, ipui-
10 digno prssidenie*da provincia.Frei Eugenio
de anta Ki colas/tea 1 S, D. abbade.
Qdade d Ex*. Sr,Caauprndt o que V. Exc. orden por
ofaWio de 13 la met uliimo Ando, iuformarei o que
M acerca (oquesiio: Saos legados e as doa
i;fl< 1 faltas 11' mosteiro d S. Denlo d>ta cida-
de sao ou nao onerosas, e no'caao affirmalivo,
*e fces oolices teera sido compriasadrar de
se observar a reselupo da assembbla 'provincial
em ses p s-ll i<> mesmo mez.
V. Etc. sib'ane.p mosteiro de Olinda faz parte
da effgreg^J Beaadetina deste iauoari, qa foi
a fl*w PoBOf! pela bulla de S. S. P. Leao
liinL^ l/lOil BMMiAAnjVr\ ttia 4 1
-----.* "j,nilr?ao abbadial e'por ou- jot(Wm Alves e Harrasnegildo Barbosa de Alme:-
d^um uBtfMs-^ftAAw oitasUde d-dueetor ^Xfe da esqoadra pelo preco e aaantu d-a
Desejaudo. eotreliot), satisfazer as ordene de V. p,..^.,,.. ,om.-
Exc,. fC4 acompanharcora o presente a copia de .JSS'SL" ?,!,I ^T^'llol A"S '" 7
orna* tabella qae vi, mas boje desapoarecd no fVnU.,1 i 2* BaD.t0 8i tu,a'0 *
corpa da igreja moaistica. e pela qual se conhece" ll?!^""? Si> d,9 ae">,0;.9 quarent,
qu^as-obrigacSe espir tuaes que seraanalmen- I ItTJL Vi!? "** "J,1^ d?'""T*' "**' '
te iocumbia ao moste.ro-3liodease. ^^ff "d'" d." ?^ peI,e"r'.en,e ""f
esnecessario alarmar que taes missas io Ta^.'^r" \,1*>a* dfl "airn. sendo
sao celebradas e que o callo divino prestado pelos i Z^LnTto'JPfJL tl^Zl, 0^8/.
|MSLR.& ^^SKSK^S^gis, 03C.VSO

familias e fiis que viiBssislir' raissa em S. Beo-
lo no dia 8. da dezembro. A iraagem da. Virgsm
1'nmac.ulada soja, aBandonia o atirada em um
dos altares lteraes imraundo, sem urna vela ou
Imperial e Coostitaclal o Sr. D. Pedro Paqaeru *
Deus guarde, etc.
Certifico qne, sondo me pessoalmenteapresenta-
indicio special que indique ser "dia'dVadoMc'io ?P",!a rf^pif.4^ lii?,1 cornirca; UaiQ'
1 tino /ose de Miraona, o processo rime entre par-
tes autora Rufina Mara Maooella, reo D. Froi Mi-
Doei'da Cooceicio Monte, por elle me (oi ordanado
*juQho de 4817, coacedeodo.Ihe as
ft.iaiM, drivilglo,etc. quegosa.va a.J
oo rs 00,1'-o 'fe ame mastairoa do imperio
se abrissam aulas de theologia e philosophia etc.
era beneficio da mocidade. Taes eondicSes nunca
foram ians idas, aaoto mais satisfeias do mos-
teiro olmdi Dse ; qae, se estabelecende oelle por
deiibersgao lo goveroo imperial a antiga academia
de sciencias jurdicas e soelaes, ahi permaoeeeu
al 1852; sendo n^ssa anno transferida para o
auligo pataco dos govarnadores da capitana.
Se dissa q a a mudanza sa litera por insistencia
dos prelal >s da ordem allegando a necessidade de
se reparar d arruinado mosteiro.
No meriu estado perraan ceu al que em parte
foi eoucertalo em 1841 dorante o abbadessado
trienoal do Ir. FellppePaira mas se Hadando a
administran,! desse m.nga se saspaadaram os al-
legados ioncertos, e o tempo e o desmazelo vio
coocluiod i, sua tarefa coadjuvados pela maldade,
como se vto com a destruigao da lapida commemo
rativa da resdiiicaeio em pa/te realisada e d) des-
apparecjmei to dos quadros e retratos dos aoiigos
e grave) mooges, qae oroavam sali da entrada
do editliio e outros factos bem caractersticos e na-
lavis. I "
Hoia 'Dea ao meos se conservara os concertos
feilos pur iquelle ex abbade, que de mais nada
raparon na igreja e na bem ulhada saehristia, so-
bre a qaal llca a bikliolbeca, anda boje opulenta.
Esta pane do mosteiro ameaca completa desmoro-
oacio e assim acootaceodo, alera da parda desse
accessori) do templo monstico rico emmiod'obra,
ss aniqaiar 1 a preciosa colleccTio dos esenptos
dos P. P. di igreja e ontros livros de primor, all
abandonado 1 pilos setaaes benedictinos olindenses
bem difhrentes de eerto dos contemporneos, D.
Petra, I. Gueraoger e oatras celebrilades em
ren>a<
III01. e Exm. Sr.Em rasposta aos qaesitos
coastaotes da copia aaaex ao offlcio da V; Ex:.,
cu,os remsi idos mosteiros a regra benedictioa se
sustenta como honra e gloria do caiholcismo.
O pairan., ni o particular do mosteiro de S. Beato,
oesta cidade se compO) alen das alfaias, para-
meatos ( o Uros objeclos necessarios ao culto, de
ouro e prat, de grandes valores, em propiedades
urbanas e ristieas.
D'a luellai sao Desenove sobrados e 27 casas
terreas, sen lo os predios em sua mxima paria
situados nx oidade do Recife ; e dos da segn la
indicagio s 1 os eogeohos Mxssaripe, S. Beraardo
e Goia, acia faxeoda de extensas trras denomi-
nadaJaguiribena termo de Iguarass, um si-
tio em Bebei ibe as margenado rio do mesmo nome,
urna grande s)rte de trras do lagarRemedios -
oa ejotarca de Pi d Albo, urna outra ds trras
cooecida pir Terra Nova aa comarca da Naza-
reth, ara do trra tora dos maros e cerca do
mosteiro, d versos foros oo centro desta cidade e
por issoarbaoos, ama fazeoda de noma Gramame
situada na iroviocia da Parahyba, e duas oatras
creco?s de gado vaecum e cavallar chamadas Ja-
guano* e Jnramba dos sendas da proviocia do
Cetra.
Dipaulei.tes do mosteiro existen as capellas do
Moola nos irrabaldes desta cidade e dos Prazares
distante dais leguas ao Recife. As trras em ro-
da dessa ig.'ej Ihes pertencem como logradoaros
e serventa*, etc.
Sara davila alguma nessas larras esli os en-
gento* S. liento, Oiteiro de Pedra, Campo Alegre,
Santo Anto lio. Varonesa, que me consta serem fa
reros ao niosteiri.
Essa riqusima sescio do patriminia e,ra em
parta costeada par numerosa escavaria, a qual
libertada diada 1831 perraaoece al e presente,
ni o sei se -egularou criminosamente com oj seus
descendemos oo eapiiveiro.
Nao posso deslindar a V. Exc. qual a perte i*-
se fiatrinio lio, que foi adquirida pelo irabalbo e
esforcoi pr.iprios do instituto benedictina, e qual
a que adqt ino por doar;58s dos primitivos lona -
tahua dos ios poriuguezes ot de simples particu-
lares com es onus piw e obrigatorios.
E-tou coovucileq'ie a actual D. abDide asura
o lera (eito prestando es esclarec memos exigidos
por obeilieicia a Y. Exc. e rejpeito davido amis
poeresa;e::presio do" poder publico na provincia,
como a saa,assembla legislativa. .
Sa o jui; 1 da provedoria iasprecimasse as or-
deas regab.re* e claostraps com attribuicSes
que tem o: s ordea< lerceira*, irmiodades contra-
ria', aprefnutia a V. Exs. ama minuiosa ex-
posico da ingepj do patrimonio benediciiti nesia
provincia 1 faruecena arespeitaval assembla pro
vlnciai elenentos mudj valiosos para sa eoobecer
i luz do di 1 se o mosteiro de S. Benta tem ou nao
camprllo 33 coadir5ss imoistis nis-legalo3 alias
ooosidarav is, que Un bio sido fel.-s.
da dogmtica iovocacio (ao querida oi impto,
Mcbe de pasmo e iadignacao aos .catholicos pre-
sentes no-santo sacrificio.
S pste o procedimento dos mooges era lio
augusto da para o catholioismo, aos domis san-
tifcalos o desacato formal.
' Faro somante daclaraciosem odio e cora pezar,
pois, ainda acredito muuo no futuro das fraudes
e seculares inMituicdei catholicas.
O mosteiro benedictino era Olio Ja, excell-ntssi-
rao senhor, a verdade exige que o diga, esl irre-
mediavelmeale corrompido e parece aates o fes-,
tira dos sele peecados morlaes dd que a sant i mo-
rada-de pios varpes -onde se daveriaro occaprJ
com o cuito divino e com o bem do oroximo, co-
mo ja o dissa um des prelados da ordem. J de
looga data o mal qaa afilige o desventurado mos-
teiro, pois, dirigindo-ma a um senador do impe-
rio noticiando-lhe a existencia da decisao capitu-
lar de 1831 que libertara os'escravos do mo.-tairo
de Olioda e.da Parabyba,me fui respondido qaeelle
(seaador) eonbecebdo ha mais de quareota annos
passados o mosteiro de Olinda j ahi layrava a dis-
sipa^ao e escanialo, mas qae igoorava o ion
emancipador e djue dalle tratara 00 seaedo. la-
feliimeoie a morta veio emmudeeer a "palavra io-
dependeqte desse oohllissimo cenador..
Peco a atiengao de V. Ex. pari o doeumanlo
n. 2, cajo contrato, se realisaodo teria toda
importancia ao edificio que se compde igreja
do mosteiro e da carca extensa que a rodaia.
A integra das .prejadiciaes escripturas as li ne
respectivo cartorio. Nao posse discortinar as van-
tagens para .o instlalo religioso- oem paran esta-'
do como detanpa'recimanla da carca do mosteiro. 4
Talvez que o actual D. abbade, parte contraanle,
as saiba explicar
Prasahtameate o mosteiro se conserva de certo,
exiatindo o seu pessoai qud se comfpSe da tres
monges con residencia nos engaos oa fazeodas,'
ponderan lo de mais a V. Exe que nao teobo
scienea do beneplcito do governo imperial ao
breve aposiolico.de 25 de setembro de 1838, sem-
pre invocado pelos benedictinos qu ndo censura-
dos por falta de curapnmeiio dos onus dos lega-
dos pios.
Senhor, profundamente son obrigado a me
pronunciar lio severamente contra o mosteiro de
S. Bento em Olioda ; mas o laca com pleoacoos-
ciencia do que digo, e o documento u. 3 que en-
vo com o presente grada a fon; 1 do principio
moral que domina no pessoai desse. infeliz claus-
tro, e para coja rehabilitado nio distingo vereda.
Outra e bem diversa sera a minha exposigao se
(osae ouvido sobre a ordem franciscana desta ci-
dade.
Vaotajoso e muito vautaj 330 seria aos inters-
ses religiosos da provincia se as ordens benedicti-
nas e carmelita de Olinda ambas livessem com os
respectivos patrimonios o destino que aqui leve
a congregado de S. Felippe Nery.
E' mteiraments dosconbecido o destino que lev*
a receila do riqaissimo patrimonio especial do
mosteiro de S. Beoto de Olinda, o qual desond-
rado e livre de dividas como ao goveroo declarou
o actual D. abbade, por elle>dmiaistrado com
o pessoai de doos vigorosos e nao inutilisados
mooges.
O culto religioso Dio prestado, as igrejas de-
I pendentes da ordem esli arruinadas e alguns
concertos aellas feitos como' oa do Monte sao coad-
juvadas par esmolas e loteras, etc. Actos de be-
neficencia nio se apoota am s, salvo se tem essa
denominaeio, que o actual D. abbada ordencu de
algumas mesquinbas esmolas distribuidas por ami-
go cosame do mosteiro a algumas familias po
brea e indigentes.
Morador do lagar ha seis anno?, filho obscuro
da velba academia jurdica da Olioda, ligando im-
portancia e respaito s ioslituiedes religiosas na
qualidade de coaveocido catholco, hai assistido
cam reparo para as admioistraedes desse mosteiro
e as vejo sacceJendo amas s oatras sempre
paor.
Tanho plena scienea de factus succadido3 Des-
se desgranado mosteiro, que enunciados nio se-
riara acreditados par inadmsslveis, quanto mais
praticados em um institnto catholco apostlico
romano.
Nopoderei jurar, mas de convicio arraigada
pens que no mosteiro de S. Bento de Olioda
existem doacoes e legados onerosos, Dio sendo
campridas as suas condi{5es.
Um inquerito iusto e rigoroso palantaaria escn-
dalos, que haviam de pasmar, envergonbando a
calholicidade peraambucaoa.
Por este modo informando a V. Exc. terei pee-
cada por fraoqueza, mas Dio por falta da ver-
dade.
Deus guarde a V. ExcIllm. e Exm. Sr. con-
solbeiro presidente da proviocia. O juiz de direi-
to da comarca de Olinda Qumfno Jos de Mi-
randa.
Tabella das missas semanarias que se decem di-
zer neste mosteiro de S. Bento de Olinda.
Terca urna missa portodi a igreja catbolica lo-
dos os das. Prima urna missa a seganda-feira pe-
los 00SS09 irmao- dtfuotose bemfeitores. Urna mis-
sa pela alma de Gaspar Figueira e sua mulher.
Urna afosa do sabbalo a Nossa Senhora da Con-
ceicio pela congregado e provincia. Matutinal
urna misa por alma de Jorge Lopes esua mulher.
Urna missa por alma de Francisco Das Dslgado.
Urna missa por aima da mulher de Francisco Di as
Delgado. Urna missa por alma de AIToa-o da Si-
qn-ira.
extravagante 1'.Urna missa Paixio de Cura-
lo pela alma de D. Luiza. com R. Duas missas a
CooceiQio da Saotisslma Senhora pela alma de D.
Luiza, cora R
Extravagante 2." Tolos 03 dias ama-raissa pe-
las almas da donatario da capella de Nossa Se-
nhora dos Prazares e dos soldalos que morreram
na guerra dos tiollandezes.
A presente nota f i eopiada com perfsita exac-
tidi de um quadro demonstra iva que exista no
corpo da igrej monstica, retirada ha pouco lem-
po para lugar oceulto.Miraoda. t
Es:nptu'a dearrenlameoto qua faz o D. abba-
de do mo-teirn de 3. Bento, frei Eugenio da Santa
Escolstica eSi, de cento a cincoeaia. braca es

qna extrabisse por certMao a pecas do dito pro
cesso, as qaaes pelo mesmo ju z ma forana apena-
das, o que tndo. da forma, modo e raanera se-
grate : .' '
Illm. Sr. Dr. "juiz manicipal do." Recita.-Ruflai
Mana Manoella, nooradora qne foi em trras da
propriedade S, Baoto, e actaalmeule homisiada a o
engenho Jguatibe desle termo, tendo justos roo! -
vos para queixir-se e'ootra o D. Abbade Frei Ma-
ooel da Cooceicio Monjes o vera fazer por esto'
juizo ; e toara qae a saa mieixa Ihe seja lomada.'
passa a iostrui-la de contormidade 'com o dispon
nos arts. 78 e segdotes do Cod. do Proc. Criminal.
Toado a qaeixisa ha aooos, edificado era Ierras
da. propried tde S. liento ama casa de pedra- e cal-
para sua residencia, com o cpnsentimento do Ab -
bade qae entao existia e do procurador rio "
teiro, quera perienceessa prnpr'"*rf? B*8 mo".
rava sera opposicao alRO *" Abbade d.Mai
succa*ores. a po? ter sido ama humilde e-flel rva do referido
Mosteiro Mas, poj lnMicidade da qneixosa, o
querellado Frei Mooel da Conceicia. Monte foi
eleito palo capitulo abbade do dilo Mosteiro oesta
provincia. Apenas o querellada, como tal, chego
"na propriedade do Mosteiro onde resida a'queixoa*. .
procurod com eVieus e alTagos captar a.bsoevo-
leocia desta para flos que bonesiidade exige qaa
se nioatentim ; porem como a qneixosa sa>oa\.<
qnizesse brestar de bom grado ser sua auxiliar
em negocios taes, revoltoa-se contra ella e desd
entio esquecenlo se do seu carcier religt03.
btscou pretextos para.vntgs7 se.da- qneixosa,n>\
por mais d urna vez soffren silenciosa e resigna-
damente is suas injeras e amaacas.
Vendo o qoeiellafio ana "as provocarles e arraea-
gas niu.prodaziam o efsilo desejad*. mtimou pes
aoalmente queixosa para que dentro Ueoft bor.:#
sahisse das ierras do Mosteiro, desoecupande a
casa em qua morava ; e como a queixosa, ora
lagrimas oos olhos, Iha fizase sentir qaa a cas..
era sua, e qae ella nio poda mudar se com tan'.
rapidez, o que, porem, faria com a brevidade fqu
podesse, somante para evitar os dissabores qu
tao immereci lamente eslava experimentando, ella
recanhecendo que nem mesmo essa ameaca do
mova a queixosa do sea honesto proposito, disss-
Ihe com voz spera e gesto iracundo qae, s*
naquelle dia ella se Dio retirasse da casa, elis
vina deitar-lhe o teeto em t-rra, mesmo quando
a queixosa dentro estivesse I
E de tacto, dous dias depoi3 de lio faribuoda
ameaga, oa malrugala de 21 de Janeiro do cor-
rente anno, achando-se a queixosa com sua familia
dormiodo traoquillaaoeote, visto que nao suppunha
anda o qaerellalo capaz de ura 1 tal atrocidade-.
foi despertada pelo eslrondo das tethas e madeira'
do tecto de sna casa que cabiam, e pelas estrepi-
tosas gargalhadas qua acompanhavam a queda da
taes objeclos.
Ella e saa familia dominadas pelo terror qae
sempre inspira ara acto semelbaole, no estado
em qae estavam nos seus leitos sahiram espavorida-
mente por ama das ponas que conseguirn! abrir.
e foram procurar asylo e proteccio no engenho
Jaguaribe, onde ainda se a'hara bomisladas. O
querellado, de cojis garras pode felizmente quei-
xosa escapar se uessa oceasi, mandn cooJaz."
parte das telhas da casa para sua habitacia, a
deixou a raesraa casa abena como eslava, entre-
gue pilhagera dos scelerados qne o ajudaram a
praticar tio revoltaote (delicio. E porque o que-
rellado com este procedimento, que se acha evi-
junto denciado pelo corpa de delicio, tenba commet -
tido o crime de ronboespecilic?do no arl. 269, com-
binado cora o art. 270 do Cod. Pen., vem a queixr
dar a presente qaeixa, sflm de qne elle seja punido
com o mximo das penas do citado arl. 269, vist
se terem dado as circurastancias acijravante* d <
art. 16, i., i"., r>., 8*.. 13, li e 17 00 mesmo
cdigo.
A qaeixosi, jurando ser verdade tudo q anta
allega, avalia o damno causado -m 4 conload*
ris, e offerece para ta3lerauohas Thom Cslestin
da Cosa, Manoel Thoraaz da Albujuerqae, Fran-
cisco Xavier dos Santos. Maooel. Barbosa da Silva,
Jos Ferreira, Eusebio Frsoci'co de Abreu e Cria*
plm Heoriqae de Hoilaod) Chacn, os 6 pnmeiws
moradores ne engenho Jaguarih? deste termo. e<>
uliimo soldado de polica do desiacamaoto des..
villa, qae eolio all se achava.
Perianto pede a V. S. se digne mandar, qns
autoada e jurada a presente, se proceda o >umm.
rio, citado o querellado se estiver no termo, para,
vira-sistir a elle con pena de revrlii, a iolimadas
as testemaohas com peoa de desobediencia para
comparecerem do dia e hora que V. S. hon ver d
desigoar para a ioqoiricio dos mesmos.E. R. M.
O advogado Joio Francisco dg Amaral.A. J.-Io-
lme se as testemaohas para comparecerem no da
6 da marco s 9 horas da manhaa oa casa d<
minha residencia, e tambem o querellado se ht
encontrada no termo, para assi-nr e verse pro-
cessar na forma da le. Iguaras-u 2i de favereir
de 1872 Cavalcante Villar. Interrogatorio do reo.
E logo no mesmo dia, mez e anno retro decla-
rado, em casa de residencia do Dr. jaii munici-
pal Joio Carlos Augusto Cavalcanto Valle?, oad<
eu escrivio do seu cargo fui fiodn, ah prsenle <
reo o D. Abbale Frei Manoel da Ciaceici.i Mont-
livre de ferros e ?em eoafio alguna, pelo juiz
Iha fsi feitoo interrogatorio segulnte : ~
Perguntado qaal sea nome ? Resportleu cho-
mar-se Frei Manoel da Canceico M me D'ond-
natural? Da villa de Proprr. Onde 1 asida ou
mora ? No Mosteiro de S. Benio de Olinda. H.
quinto terapo ahi reside f Desde jutho de I8ft>.
Qual a sua prolissao on meio de vid 1 ? A nvsi.
de sen estado. Onde eslava ao tempo em que s
diz acooleceu o crime ? Na sua ca-a h fasendi
de Jaguaribe do Mosteiro. Conhece a- p ssoas qa
jurarara neste processo ? II> qiant) tempo f
Responden conheeer algunas li < p..-uco 'eii'po -1
oatras Oos dias em que jurar.v. 1 -n algur^i
motivo particular a que aitribn 'T'-'-^' qumx. *
Respondan attnbnir a pwsen' qi-ixi a tnst
vindicta que delle pntendeu tirar o b. A!.bal>
da Parahiba Fre Felippe de S. Luiz Paira, por -
haver declarado seu immg) desde o lempa 4:*
ella interrogado tomoa coat da Abbadia da.*
-
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--*..

MOTILADO 1
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Ven*v*D*Tm Sabbatlo
6 de Jutao 1872


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.ajuV** 're -rHe Tem ractos a
pfo^ot1* ..fovaj.'qoe ejulitlquamoa mostrara sua
il\efS *<#-dales, acompanl.ada a*i doc^mos que
aortseotava tequeria se juntas^ *. lUt0s do
nroeeso; o qae (01 delerido pelo juiz.
Ka* no nda ra>.U respcudeo, wm lhe loi ,-.
* VoV*>. rf'"* ail 'vrar<> pwseoto aunque
i,udo pulo reo ao depoi de lhe ser Iido a
"aar conforme, do qae dou Eq Luiz Fer-
odas da dita religilo 1 I-.* "
j.sft'twun da casa ae .M ,. -" Angosto Cava cante Veliez. F
*"" icio Monte, IX Abbade.
da Cote,/
Osdoes
tos, improperios e aftrontas com .que ero






,- de duelx ru Invectiva a V*rU Ru.-
;<>vpttei' t|h09- ^ co5ecmenlo jue
ML:tu.. ao po-c? "sj^x
cora**', P'4 qae^egoodo testemuntiiT? e
-.iern '>s don* per tos por esle Juno meneados,
"ra aili;irein o datnia e prejaizooa vistura, que
*e pnx^ije a eojrnif iranio na casa ra qaea-
lio) dir- '"" """l'camsnte irat -$ta ""Jila fcoodade, e nunca d ~ ^-iran palavras quo n,}(i.& mesrao levemente
le*tt-la.
S apoei;.) kiniameote para o honroso testemu-
t.bi d coosciencia do Mostrado senhor colgador,
qa igujliaente estev* prsenle, e oui aquellas
mus fXprernH.
Sim, sllai foram oo seo r mnreitot o Rvdm. padre 0. At*ade.da Pa-
rahybs. frai Felippa de S. Luiz Pairo, e por elle
mesoio ministrados corao urna arma poderssima
roe no (oloroso conflicto- de-on dotar-ihe sua fa-
ro.liacon a uuanua de :<**i)eu; .quatilo exig*
d pele eapitao Mnoei Francisco de S.uza Leao, que
ogo def.jis de sua chairada da Parahyba, escrevea-
roe a curta, que cnereco para ser apreciado, em
qo* se .ipre-sontacomo nosso medianeiro pacifica
oer, e procuroa-oae mesmo no Moilairo par ess-
nm, mat. coma coodiiod* dar-lheaquella >aer vena k,- acouladn e erido, com cortante aitrra-
*oe da infamia, da vilama, da impudicicia e da
p .i -moine aa casi a A. nao
apresto'.oq, "ooibo fundameato daqne'le acto, jeoao
iniriga* di-sitencas, carao agora tem o arrojo e
impodttccia de batea-lo na immoradade a mais
revojtati e ?
Nao sti coilige d'ab que foram insinuac5e*, que
f j'a-n sngge>l5ef de algutm, qoe necesW'.a de com
paobeiro o'ic seos publess desmando.*, para Ibe
w ttenoada, a crimiolidade f
E' daeiD/rar, pirunto, do Sr. jolgador, qoe me
caostere Itmpo das hediondas manchas, prodaii
dss pea immunda e ptre laiaa, que inconsidera-
da e irrefliAidamenie ;obre mim se preiendsu
- Ubcar.
Ni Dtp: o no do d<'i>;elhameBto; mandei des
elhar a asa in qussiai>, (iorqu*, sendo toda nos
xa, com s ib-jiin-cle j'J'tifi juoi, e dando por f*-
vor e graca aculljiuieoto nella a libarla Ruffa, que
i< ir i*<> iner no urnbnm direito tioha sobra a re-
tunda cata, era-me livre della fater o que me
aproavease, e mandei a destelhir, como anico
i-i de laacar di cerarao de nossa fueoda
urna mnili.-r nossa benel'.iada e protegida, que em
vuinpeussrjao a )s hosso favor*, (razia enredada
iodi a Jr ae daqaelle lugar, motivando grandes
di-crdia-, t caosando-me vivos de?g33tos, como
in;l:-o : e i-n raesra: liz depon de esg)tados os
ri-Gurios, que-me ugger prrejtrxflieote 30 das para o despejo, fl-idoa os
' ..ni!', -1 -. i. e mais ootros 30 dias, quande Ibe
..-rvflrri q.K' por motivo algam a s:ipporlaria
tuai m lugar. E entao, depois de completos
mm* ojOtnos, fji qi- mandei praticar pelos noisos
Beravo, alii resijentes, o acto do d6stelhimntp,
rieoaoik ai me-rao lempo que otitessem por tal
rvmeira, ue nao hiuvesse o menor damoo ; o
1 'ITicta ni, c:mo consta da vesloria feila. E
oem a A. .,...,,,, enlos posse e dominio daqael-
laeau, par quaot) ni^,^ dMr.me quejS uoha
raH*a aseobira d) Iiihiiinan, P>,3 dar-lhe mira-
da e.-o aeo eogenho, e que ia tratar de muar-si
o que la iben/ci qoaudo pela segunda vez fo
o nada para o despejo, asseveranio ella qu nao
! na atolla e sfplii'Ja do lobaiuao, para onde se proponha mo-
u >i ; e qoe, tij devendo sahir para baixo das ar-
v es, dese-lha u mais 30 dias, aflm de avisar
- a filha e ao sen berafeitor, que se achavara na
' i Jiyba, e dar lampo a qoa estes afliessem bus-
Gomo pai-, quer hoja a A. chauar-se ao do-
i lio a senhorio daquella casa T
nde lhe rein, oo qusm lhe den em um uj-
i.ui 'recio da pedra e cal ?
A- leateiDUDhas, pela A. apresentadas, depoz6-
c o fac) do destelhameoto ; mas nao o direito
i ; f.'[rielad? ; ornas disseraui qae nao sabiara
- : lera sil i pcriencia.colragqueouviamdizerijue
>i de Kaitoa, confeisando todas ser o solo do
u-i-.iro ; mas estas racimas lestemunbas, sendo
wk d mg.-nlu Jaguaribe, para onde se havia
hii, la Jo a ex-nosta escrava Rufi'ia, nao deixa-
;. o amis Ja se tornar sospeitas e improflcuas
: IViai p p i.-t lODiOei.
icaa Jr' s rain, que foram mandadas p-.lo Sr.
epqenho, a quem .erviam, teslemunbar o faci
i. :- Ida na; d:zia respeitc.
'j.ras ii',i,,is de certicareui ama cousa, desdi-
- ::-'i- logn, uretfxiandu que nao sabem jurar fal-
: toda-, ecnfl.o, evidentemente terem sido so-
i- rnada pelo proprielario, que, ou para aervir ao
i a lompidre o Hvdm. D. Abbade da Parabyba, tu
ra tirar urna triste desforra por j lhe haver eu
er. iido e cniregado ao fiscal de Iguarass nn-
1 if que elle quena cevar era nossos rocas (como
l 3io juj leo) prestou-ihe estes servidos e oa-
". lao alheios de lugar e posijao que occupa.
" lena iiiuio valer e calar no animo ) Mus-
a i Sr. D~. julgador o depoimento do Rvdm. pa-
< !;. Abb.dt da Parahyba, eeu mesrao para ere
.: inihua cn-.ioraco deveria erapenhar me
.-r-lhe toJ. ir.iojrtancia, se por ventara nao fus-
paOJica e e.-;andalosa a prteccao por elle em-
.jada a h vor da A., es^uecendo-se, al s, de soa
gio, que cjm tanta gloria tem atravesado
jngo periodo de trese seculos e a qaemi gnomi-
sameuie apunha-la com tal procedimento.
Ferido U mais acerba e pungente ddr, son fjr-
iOj a dizei que elle mesmo, que, desvirtuando
.. sua digui lade|e o seu carcter, deixa desd; jsneire
i oa atibana, para tomar a paito ama questao,
ije tem coherto de vergonhae inligaaqo ais ver
deiros aiiiigo! ed esponsores do nos-so instituto.
E' elle ni: srao, que em pessoa vai pagar as cus-
uu da > i-'.ai la que se procedeu a requerimeato de
ae Rufina. E elle mejuvj que ajusta advogado.
E' elie uiesmo, que reve:iindo-se do nome e da
pea soa da ..-nossa escrava Rufina me arrasta co-
i-no de vilipendios a este tribunal da reos e mal-
leiiore.'.
E" li- m sidera^a ti-.- ser a nica parle por lodos eonhecida.
vai jurar coulra seu irrao de habito e religlao,
iiaetn prole* ia publicamente enxovalliar e raetter
na adeia, contra a sua religiio, quero por seu
jurainriiio du-apropria do predio, que elle mesmo
hze-a, ,'iviio seu administrador eom todos os obrei
- c naieriies da religij,-como foi exuberante
m-nte provado na justifica^ao, que dei, e f> jul-
rada por sectenca.
V i*ia l iha escapa, sem o sentir no juramen-
lom/Srfr lortfoii.v que, como administrador da-
la far-ui,a, eocarregado pe'o D. Abbade de
ra > Rlio. fre Jiaqulm do Desterro, dea li-
hru Sodaa o consenso de lazer ama casa de
llrae cal, jaeimporta um faro perpetao : o que
ropodem o< mesmos abbades fazer, sem o consen-
so do conseiho do Mosteiro, como determinara a<
ntttwk leis no livro 2" eonst. i; 5 e const 3* $$
y e 37 ; e st m a approvagao do governo imperial,
'P nlo ord.ioara as leis civis que nos regem : a
:ud i tseo fez graluiaraente e por favor ; o que se
ir.-iduz -ro i--'ti, mais claros e expressivoialie
Den, deu um 1. n de raz, sem o poder e fraudu-
lentamente, o a fraude a nioguem deve proteger I
L lhe escapa, que toda aroadeira da coberta da
-asa. |n- sem duvida alguira importa em mais
ce .'fiiji'Ki l. a ltalo mesmo de graga, nao po-
(i-rn os aohades dar sera a consulta e o consenso
to coii-eirio. egundo prescrevem as acias eonflr-
j.l.. ibd fra por elle prodigaiisada gratuita-
meme I
l.a lhe e>cpa, qae trocara o servico de tres of-
li : irrii veiho, e da escrava Anna, qoe n'este tempo
atida nao eiam possuidos pela liberta Rufina : e
- p 'lo para os geas respectivos ltalos, qae seja-n
.; ri-enlados I
Li h'. escipa, que, tendo ella apenas de liberta
nin .-.uno e tanto, j possuia estes escravos e fun-
d; cornsp'ii Jantes a fazer ama cata de pedra e
a: f,i In- e-capa, que a telha para a dita caza
*>r* cada pelo Moraes de (ohamao, qae j nao
<;-', para sr chimado, alm de justical-o,
siii.i lo alus < jnia de quasi todas as teslerauobas,
jpre noiel na juitificaco, e queviram fazer se
j -u-l a caua f ecire os qaaes a viava Anna do
Ff! .r, que loi d'.iqaella {azoada, denominado Ni-
'. a quera elle D. Abbade, entao administra-
.i.r da dia fuenda tomou aquellas telhas com pre
do mosteiro. ^t<\a ^e apro-
** e qte os ujol-
tyioa oa ota-
moMeiro,
taiup.' ''*
reato na
i ad*m3ircic iiyi'iWUo abbade Pr.
____, a, ivuritf o Desleir; 1M -'eit,peda e mais ma
-vin
Srjj^cBiDraoao -^ e"c 'steuianh do norae de
alftn dosob'*,r05- "*i(> 1% o0 pedrero,
EDrenio e Gfpnm?, ^lies da liberta Rufina, qoe
^. teafr eri es rafa de mosteiro, como carpi-
a Tj^ *ftmij e Angele, escravos do mosteiro,
o""-jjnatto da fazehda cortam s madeiras,
i.i>Arioe qae era nesse lempo eicra-
berto, qt*.as porus foram feitai era-
.o-se amas taaois que rormavam a caixa
'iwjaT'aada da torre do convenio do Onda,
Feipu': "'" m r -;;."^va^. (ae taml^ Fr. Felippe compron urna ou duas
ciai-in fide snsrrawre, ;oseortvlment,;,fljMf'*M' qat f'Urm: "qoe as telhas foram liradas
mus labios verdade, qoe o ^oora>'*: *?iu casa em que morn Nicolao, sendo aue tam-
abafaT Ex abundinli coris os t '-> rtem frsente a ^munha e am faci que sa
soa ea por tanto qae desvirto o ;efemunBo da '"
mea irmao collega: elle'preprio se tem cagado
"r'r. los* de Santa Julia, i qaett empegara o oos
teiro na lempo de sua Aija^i HUB *{'* P'i'1
do, quase todi tfoa engetft'ai, qae pode, Cfl*/
sub prior, que Wra. sabir da rNpectr>* casa; e^s-
lii esia-oa instlflHeao apreeentada o, ajwWBw
do me-cio Fr. Jos*. ... .,
Dond,tse v, que emaora es affjstos e PJ!*ib
arraitenl o D. Abbade dvParihyba o*em- *'
Palroi4trar taes J?60*^
iosenivolment
an Wtre Fr.'
am ponto tal, que nao enchergt s seus deiatlnos.
* e chefro na amargora>de roioha araa : o'elie
Uraento am fllho desuiturado, que veodo a so*
mai, a religio Benedictina, ferida d urna longa
sterilidade defldhar e quasi perecer a" aopro ma-
ligno de doatrioas temerarias e de*, la Joras, vae
offerecer aos en nimigos o-hervado puaOkl
para ser desfeixado un sea. semimorto corafio, e
romper lhe a saa ultima "fibra vital. 0i SI ras
I6ra dalo'descortinar o futuro, e conkeeer, -qua
tanto o arnstariam as paixfies, e a sede do dinhei
ra I Entao, sinj, euto ea nao heotaria um s roo
menlo em tomar o honroso lui-a do ps do filh
prodigo ; e em nome da religvao Benedictina ea
derramarla sobre este filh* iaorato os tbesour
f* ni e'ippe e Ansa Marta Soares, viuva
Ok 'ao, qi* j}j qae (otesiando a viuva ler
de:.Nico!*^,. ,j0 compado as telhas com sea
sea **'7|i. era livr coadozilas ou vende-las,
dinM'*!3?"*, p piippe, allegando que a casa
jj-qua t-fi ,>e as tenas tambero erara, e
era do roosv^o^ Tjim dbter as telhas."-oi ex
prefeadeada -v*por Fr. Pelpper mpoiilo-lbe
pellida da aiedw miry^-'^-A8e >
que se ealasse e jei oai ^ &i
o qde, ez a v"Ve8^ar^n4 oUvria' do mos-
ouiras temas foriuftkU-.w do
^'l^^nfa e au. isso mesmo, is.o a
mosteiro em OliO*. u,a|n Km 0 jad cra
a-i cooducao das lha (^ e0mo supe-
sobre este filh* ioatato os iu^u.j... "'-"--> mosteiro.
cora seis.eont'-deydo fetas era tav|
por elle 'exigidas; coeopraria ,
rls, nao urna casa, qua ere toda nesstf proprieda
de, mas a vergonha, o opprobno, e talvez a pfo
pria vida da religlao Benedictina.
Si sou portanto criminoso, nao por i
aiguiB pealguem fizesfe; aaJPuV?k/ery oie.ri'V^opeYa jusiificaca, que apreseotei : assim o
sabem todos os habitantes d'estes coutornos; mas
porque algum tanto cotrhecedor das paixSes^ne
guei-me a entregar ; a bolsa da minbi religio
quera quera estorquil a cora a arma do vilipendio
dd perjurio, e do mais acrisolad desmando, que,
sobre si proprio apootando. ameagava ferirme,
disparando-a : e este mortfero golpe, qae j mais
pareca exeqnivel mnha calma e tranquilla
rasao foi infalizraente desfeixado, porquera, venda-
do de frvidas paixoes, j nao eoehergada e>ae a
cruel arma tinha por alvo a si propri<\ e barbara-
mente feria o seo coraco I I Sou eu, verdade,
quera pablica e vergonhosamente t m sido arras
lado ai tribunal do crimee da icfiroia. Soa ea
que, em ama petro de qaeix* fui vilipendiado do
modo o mal atroz, virulento e iaeou -bivel; mas
sou u igualmente, que seniindo me ukdar no im-
menso pelago dos prazeres, que se derramara so-
bre )i que sodrera a perseguicao por amor da
justira, palpando os grioaldas, que se roe lacera,
sem se o querer; tocando emfiro o mea trlampho
e a miohaghria com o depoimaoi) das testemu-
nhas do mmha ju tillcacaa, sinto tambem rompe-
rem se as fintas do riel espelho'alma, brolaram-
rae dos olhos e:pontaneas e gostosas lagrima*, e
eis que choro o meo irrao, que se perde e qne se
abysma no immundo charco, em que quera pre-
cipilar-me; eis qae desejo ser Dos, para com seu
omnipotente braco salval o-d'essa vergonha.
Di que'veaho de expender, se v'clararaente,
que a casa por mim mandada destelhar, nao sendo
proprielade de ijuem qoer qoe represente, oa fi-
gure era nome da ex nos>sa escrava Rufina, e sim
dj Mosteiro, queo fiz era sea proprio slo, corao pre-
val, e i-o Jos aireos defendo : e nao podendo al
nacii solfrer daraoo n'aqaillo, que lhe nao penen-
ce, assim.lcomo livre a cada um usar, corto lhe
aprouver, de sua propriedade, nenhnma crimina-
lidade se me poda imputar pelo acto qae mandei
praticar, nao resalanlo d'elle prejuizo algum
como se v da vestcria'feita) seoo ao dono da
(asa que, seudj a rel.glao Beoed,iMlioa, irame
ceeidameniereprejonuda por miro, e nao qoer re-
rparaQc do damno proprio. '
Nisio [lois firmado, nutro a esperanza de miuha
despronuncia, e pe$9 somente a condemnaco da
A. as cu las, perdoando Iheasioveciivaseooppro-
brios qu- me lancou, para ser feita a jostica.
Pr, Man .el da Concoicao Monte. D. Abbade
Illm. rtevm. Sr. D. AbbaJe F/. Manoel do Monte.
Kogeubo Jiguaribe 31 de Janeiro de 1862. Che
gou pessoa qae esperava-nos, e a acha fio sitio
da S. Urttllo, chega bnUoU dirposto, maireta.
luto a nao accommodar-se, mais eu como promelti
a Vo-sa Il-vrn. acabar com isto de maneira que
nao lhe fique mal, empreguei t-jdos os meos a
m,u ai'-aocepara com esta pessoa, asempre con-
segu alguma cousa, assim espero que Vosea
Revm. venba a esia nossa casa aflm de ver se po-
demos coocluir luJo isto em bi pa e provar ura
lia a estima e considerado em que tenlio ao Revm!
Sr. D. Abbade. Ornis digne-se dar seas suas
orJens, e disponba de quem com estima de Vos-
.-., Revm.
Amigo sincero e obrigado Manoel Francisco de
Souza LeSo. Reconheco ser verdadeira a letra e
firma retro e dou fe. .Villa de Iguarass 2* de
maree de 1862. Era (eslemanbo de verdade, esla-
va o signa l_ publico.
O labsilia publico Liiz Ferrera Bandeira de
Mello. Numero quatro.Res duzentos.Pagou
duzenios reis de sello.Iguarass 2i de margo de
de 1862.Menezes Silva Ramos. Termo da de-
clararlo que faz o Revm. ex-geral difluidor pri-
meiro Fr. Joaqun) do Desterro.
Aos 11 dias d.' in'z de raargj do anuo de 186,
nesta villa de Iguarass, comarca do Recife, pro-
vincia da Peroarabuco, em casa de residencia do
Dr. juiz municipal Jjo Carlos Augusto Cavaloaote
Vellez, onde eu escrivo da seu eargo ao diaole no
meado fui fiado, e seado ah corapireceu o Rvra.
ex geral dHiuidor priraeiro Pr. Joaquim do Des-
ierro, a quem o dito juiz deferia o juramento aos
Santos Ef ngelbos, era am livro dalles em qae pox
sua mo direita, encarregaodo-lhe qne d -baixo do
mesmo jurameuto declarasse tulo quaoto o D.
abbade Fr. Maooet da Conceiijo Monte requereu
era sua pelico de folbas dnas; cujj jararaento,
sendo por elle aceito, assim o prometieu cumprir ;
o qual o segaote :
Declaroa qne, sendo abbade era 1851 a 1831,
nenhura consengo dra a Fr. Felippe i S. Laiz
Paim, que enio era procurador das casas e ad-
ministrador da fazenda Jaguaribe, para fazer a ca-
sa de que se trata, accrescentando que o mesrao
Fr. Fehpps nunca Ibe commumeri o ter-se feito
essa casa, qae somenle agora -foi que soube ser
feila de pedra e cal, mas que, nao obstante Fr. Fe-
lippe nao Ibe haver eommunicado a existencia
dessa casa, todava elle soube de sua existencia,
sem qne indagaese se era de taipa ou de pedra,
ignorando al* o local em que fira edificada ella,
vi" to como lhe disseram, qoe ella havia sido feita
no local em qoe Nicolao, escravo que fura da fa
zeoda, livera urna casa.
A requerimento do advtgado D. ahhade decla-
roa terem-lbe diio qae Fr. Felippe fura quem II-
zera a c: sa de que se traa, mas qae igoora se foi
saa casta oa da fazenda.
Da:laroa mais qae Fr. Felippe administrava
fazenda de Jagaarbe, no tempo em que o decl-
rame era abbade, sem qae fiase nomeado por con-
s"'lio de soa ordem e minos por consenso sea,
mas que ella declarante nao se oppoz, deixaado
qae elle cealinuasse a adrainisira-ls, valo como
para l tinha ido por sna vootade.
E por nada mais saber e nem .declarar, deu-se
por concluido o presente termo que a-signa eom
o jaiz e advogado do D. abDade.
Eu Luiz Ferrera Bandeira de M -i: >, essrivao
do crime, o escrevi.Cavalcanie;Vellez.Fr. Joa
qoim do Desterro, ex geral 6 definidor priraeiro,
Joo Raptisia do Amara! e Mello.
Primeira testemunha, Fr. Jo> de Santa Julia
Boielho, com 38 annj de idade, natural da pro
vincia da Parahyba, e morador no mosteiro de S,
Bento de Olinda; dos eostumes disse apenas o
respeita como prelado de sua ordem T mas que
nenhuma intimidado e nem independencia tem com
o mesrao, que o obrigue a dizor o contrario da ver-
dade; tesiemunha jurada aos Santos Evangelio--,
em am livro delles em que poz saa mo direita,
e promelteu dizer a verdade do que soubesse e lhe
fosse perguntado. E sendo inquerido sobre os
ileos da peticao folbas duas, que.Ibe foi llda.
Disse qua sabe por ver e ser o superior que re-
gia o mosteiro de Olinda, na ausencia do D. ab-
bade Fr. Joaquim do Dasierro, ao lempo em que
as trras da fazenda de Jaguaribe se edifkou
ama casa defronie das ruinas da casa em qae mo
rava Nicolao de Ssuza, faitor que foi da raesma
fazenda, sendo que a aJificago foi feita nesle lugar,
por allegar o administrador da mesma fazenda Fr.
Felippe de S. Luiz Paira, luje D. abbade da Para-
byba. qae o mosteiro :inha aecessidade para con-
servar as fruteiras da fazenda Jaguaribe ler orna
casa habitada no mesrao lugar em que leve a
casa do feitor.
pisse mais qae, sendo a casa edificada para o
Dmetrjj
So%"Fetipp8
. urna pe
ielagi) ao ultimo tem qoe, edifi-
pewa pirque fica*to, que ten-
xtado a oecassidade de con-
tara botar sentido e gv Jaras
, t**^*- /r* F-*i?%,-'- i^4
casa umrfchrpjiana, prJa e liberta do Braitain,
por protecgo ae Fr. ftlippo, a qual. sendo filha
de Rufloa, irotnte luSaa, que se aiada era capti-
va, elle lesteraunha naa se records, e loda mais
familu de Clirisliana, comiioado-se a familia da
parda Candida com um li ra de nome Antonia,
ambas captivas do mcsteiro, e w,* do pardo Cy-
prlaoo, irmao de Qhrisiiana, o Ijual pardo tambem
era captivo de mosteiro, e que tola esta gente
qu se achava denaixo da proievjijao de Fr. Felip-
pe' niuhum foro pagou e neei era possiv i p-gar,
porque os escravos uo pagatu a seos seobores a
habiiag) que Ihes dio e os liberto' recebiara por
esm.'la a morada que lies davao mosteiro e de-
pois de todos continuaran a morar ah sem obri
gagiio alguma, recebendo os favores de Fr. FaKp-
pe, seu especial proleflor, accrescentando elle tes-
temuaha, que, lendsido proenrador do-'msieiro
por espago de cinc i ou seis aooos ponco mais on
menos nunca oahecau Chrsana nem os man-
bros de sua familia coma forejros do mosteiro, o
que bem se vedo* [ivros de.rrecadagio dos ras,
rend e alugues da casa do mosteiro.
E mus nao disse e nem Ibe foi pargantado e
Iido o seu depoiwjetito o a:hou conforme, que o
assign >u cora o jrx e o advogado do asur-
can le,
Ea Luiz Ferrera bnJeira de Mello, escrivo, o
escrevi.Civalcanie V|ez. Fr. Jos de Santa
Julia Botelho. Joo Bapusia do Araaral e Mello.
Termo da declaragao qu% presta o D. Abbade
fre Felippe de S. Luiz Pata, sendo-lhe deferida o
juramento aos Sanios Evangelios. Aos ele das
do'mez de margo do anno de inilolto centos <;-
senta e dois, nesta villa de Iguaras), comara da
cidade do Recife, provincia |de Peraambuco, ;m
casa da residencia do Dr. juz municipal J.o Cir-
ros Augusto C.valcanto'Velkz, onde eu eserrao
do seu cargo an dame nomeado fui vtodo.a'ii
comparecen o D. Abbade fiel Felippe de S. Laiz
Paira, a quem o}uiz deferio o jrraoaenio aos Sin-
tui Evanhelhos on am livro delles. era que poz
soa m) direita, encarregaodo-lhe que debaliK do
mesmo jurameoio rospondess: a lado quanto-'e-
querej Rafina'Marla Manoel era saa peligc a
fo has duas; cujo juramento endo por elle acei-
to, assim o promelteu cumprif e o qa- se segu.
Declaroa qae a casa de qoe trata a peticionaria
Rufina Mara Manoella foi edificada ern o teupo
que era Abbade fre Joaqun de Banierro, e elle
declarante procurador do Ifosteiroa, que leve lu-
gar 6o segando noo do trienio do mesrao Alibi le;
toe a edificago loi feita s ex^usas-da dita pe
ticiooaria, sendo que ellp declaraos apenas lhe
dor flu Mustciro a madaira dn teclo e uyiaes; fa-
vor este que os gerentes das fazeuW .Jos'.erro
r.r -este termo -em qne eom elle asslf*'vfi o de
earante >v<,gado oa peticionaria e o rao. En
La f Ferrera Bandeira de Mello, Escrivo do en
m>. o eser.vi. Cavaeaole Velles. Frei Felippe de
S. iniz Paim, D. Abbade da Parabyoa, Joo Frao
clsto do Araaral.Frei Manoel da Conceicao Mon-
te,D. Al bada.
Vifto sstes autos, e sendo ceito qoe o crime de
damde suppoe o requisito da ser alheio a proprie-
dadtida unificada oa pertencer a oalrera que nao
aqnelle qoe adamniGcar, sendo erto qne vfsta
das ro ras dos autos e dacumeotos offerecidos por
umae oalra parte, contestado, com legitimas
(nomenos, o direito da A, sobra a casa de cujo
daino si trata, e assim nao sendo reconheeido e
i Desairo verso o direito da propriedade da parle de
A. daixa de ler base o supposio crime, a por isso
julgoim irocedenie a queixa e eondemni o A. nae
eastas.-'Por afflaenea de trabaljio deixou o pre-
sent prieesso de serba mais lampo despachado.
Esta bei por publicada aa mo do escrivo. Igua-
rass trese de agosto da mil oito ceotos sesenta e
dois Joo Carlos Angosto Cavaealcanle Vellez.,
Nada m;Js se continha em ditas pegas que me f
ram ordenadas a extrahisse ;ht ceidlo as qntes
me foraia apuntadas, peio Sr. Dr. juiz de direito
da coma-ca, do processo por elle aprasentado, ao
qnal me reporto e vai sem cDusa qae da vida fa-
ga, a qt al entregoel ao mesmo juiz coa o pro-
cesso d'onde esta extrahi.
Dado t passado nesta cidade de Olinda, termo e
comarca do mesmo nome, da provincia da Per-
oarabuco, aos cinco dias do ncz de abril do
anno do Sescimenio de Nossq Senhor Je;as Curis-
to de rail oito ceios setenta e dois, quinqnages-
simo primeire da independencia do Imperio do
Brazil. Eu Joaquim Herraillo Candido das Chagas
Escrivo do jury do termo de Olinda a subscrevi
e asssigno por estar conforme. Era ( de verda-
de. O envo de jury. Joaquim Hermllo Can-
dido das Chagas.
dEVISTA BULEIA.
xio de i-.-'.' ii i i regie ) qae as ditas lelha; fo-' mosteiro, devia ser como foi edificada com mate-
tem faite u i s a aquellas pessoas que loram stf-
vas do Mosteiro como uoAca a arranhos que
cessitadameote olmpeirm; que asielhas dessa ca
sa foram dadas a peticionaria pelo falecid coro-
ne! Manoel Perera da Mira as, que as tab>as das
portas e jaaellas foram por el.e declaran!! com-
pradas com dineiro da peticionaria na roa da
Praia era e armazem de Jos Hygino de Miranda
d'alli coniuzdas em urna caua do capillo Joo
Baptisia do Araaral e Mello, aqual foi traz da a re-
boque com as wboas pelo eaooeiro Maaorl Lobo
de Carvalho, de cujo facto tem scieniia Co-
lurab-j Perera de Moraes : que os lijlos iner das
paredes' externas qaer internas foram na aor par-
te fabricados no eugenho Iobaraan com ocoa-en-
umento e cosdjuvago do referido coronel Moraes,
e o retante comprado no Recife, condisido am
canoas para Olinda e d'ahi em qaartaoi para o
lugar da casa, e qae ludo islo, alsm de ser de ao
lorie iad publica, evidentemente se collije dos li-
vros de escriptarag&o da fazenda de Jagaarbe,
por qaanlo, devendo os Abbades no relatorio qae
razern no fim de sea trieanio, denominado istado,
mencionar todas as obras e reparos que fizan du-
rante o sea tempo, se essa casa bouvesse sida cons-
truida a expensas do Mosteiro necessarianjeule o
Abbade de enio frei Joaquim do Desterro i leria
consignado.como tal em seu relatorio, que foi es
eripio por fre Jos de Santa Julia Bolelto e por
elle declarante levado ao captulo como (rocura-
dor do referido Abbade, podendo elle declarante
aCQrmar qae a dita casa nao foi m racionada nes-
se relatorio, o que se pode verificar com atxbibi-
;ao do livro do e-;aao-, que deve exis.ir no ar
chivo po Mosleiro; e larabem com a exihgo do
livro de re:eitas e despezas relativas a esse tempo
e concernentes aos negocios da fazenda de Ja
guanbe.
Declaroa mais a reqaerimento do advjgado da
peticionara que coslume do Mosteiro conceder
gratuitamente o terreno necessario pnra habita-
cao das pessoas que foram escravas do I mesrao
M isteiro.
D-ciaron mais que o material qae exista de urna
casa em que morou Nicolao, escravo que loi do
Mosteiro, foi por elle aproveitado, em o lempo ara
qae foi Abbade nesta proviuela, para consiruccao
da armazem do novo forno de fabricar cal qae el-
la declarante fez, sendo que, nao chegando as te-
lhas dessa casa para a coberta aesse mesmo ar-
mazem elle tomara peticionaria ciocoenta a tan-
tas que nao resiiiuiu.
Declaroa finalmente qae o lagar am que sajadla
edificada a casa da peticionaria fra a pedido des
la cedido para essa lira por elle declarante, qoe na
qualidade de procarador do Mosteiro achara-se
nessa oecasio na Uzeada de Jaguaribe, e que o
Abbade frei Joaquim do Desierro, passando pela
fazenda nessa epocha, vin a casa j feila e elle de-
clarante lhe disse de quem era
A requerimenio do D. Abbade frei Manool da
Conceijo Monte, respondeu que sdppda o Abbade
e o procurador, qaaodo totorlsado por este bstan-
le para dar permissio para edifleagao da pedra e
cal sem qae seja preciso licenga escripia em livro
competente e auiorisada por cooselho.
Declaroa mais que os obreiros que trabalharam
oa casa da peticiooaria foram Jos Gomes, Eugenb,
e Cyprian), Hluo da peticionaria, os qoaes por, se-
rem escravos do Mosteiro, a messma peticionaria
Rufina retribua com os servigos de dois de seus
escravos; e mais o escravo Tbom qoe trabalhan
do em aa domingo no ladrilbo da easa ef 1- dncla-
rante a gratiflcou com urapataco a urna garrafa
de vinho.
Declaroa mais ser elle declarante qoem consen-
t d, a pedido da peticionaria, na troca dos ser vi-
cos dos escravos desta com os da fazenda.
Daclarou mais que na epocha em que se edili
con a casa da peticiooaria ella j gosava mais
de am snae dos" foros de liberta em virlade de
deliberacio do captalo, receben lo a carta oo lem-
po era que elle declarante era Abbade, por haver
ella requerido o cumprimento daquella delibe-
raco.
Declaroa mais qae os escravos cajos servigos, a
peticionaria dava em troca dos da fazenda eram de
nome Caetano, a Anna.
Dactaron mais nao saber precisamente declarar
se os escravos de Mosteiro e pelo mesrao libertado
tero direito a exig rem des te logares para a soa
habitago, sabeodo qae de cosame cooseder-se-
Ihes.
Declaroa fiaaimenie qae a mesma peticionaria
nunja pagou (Oro do terreno da casa do Mosteiro.
E por nada mais declarar mandou o jaiz eojer-
FESTA DO SENHOR BOM JESS DAS CHA-
Paraiza, celebra-se a lestividade do Senhor Bom
Jess das cttiizas, c m aqaelle esplendor e edrllca-
go, que a respectiva irmandade sde sempre d3r
aos sens netos religiosus.
Na mi: sa solemne, a qual S. Exc. Rvraa. o Sr.
hispo diocesano e o Exm. Sr. presidente promette-
ram comoarecer por convite especial da snpradita
irmandade, ora o Rvm. Dr. Francisco do Reg
Maia ; nc> Te-Dcnm oRvji. Juvencio Verissimo dos
Anjos, e boje uoite o Rvm. Jos Esteves Vianoa.
E' sacerdote cfficiante o Rvm. vgario da Ca-
pinga.
A orcheslra sob a direccao do maestro Colas
eiei-utar;, a missa denominadaSanto Cbristo e o
7 Dum Espirito Santo.De madrugada resar
se ba urna missa, e depois do Te-Deum qieimar-
se-ha nra pequeo mas lindo fogo de artificio.
IRMANDADE DE S. PEDT-tO.-Reunida ante-
boniem em mesa geral, a irmandade de S. Podro
elegeu para provedor, por onanimidade de votos,
S. Exc. Rvma. e Sr. bispo diocesano. Com este
acto, alias acerladissimo, provou aquella irmanJ2-
d-, composta em sna maioria de saceidoles, a
considerado e aprego em que a Iido S, Exc. entre
o respectivos irrao.
EXEQUIAS.flantem leve lugar, na matriz de
Santo Amonio, o tfficio fnebre mandado celebrar
pela Socindade Patritica Doze de Salembro, pelo
eterno repens do Dr. Francisco Pires Machad^
Portella, primeiro presidente qae foi daquella So
, andada.
U iliastre liaado Dr. Francisco Portella era tho
deua previncia, a descendeote da familiaMachado
Portella.
Nascido a 27 de ootubro de 18J9, desenvolveu
desde os seus prroeiros anuos decidido gsto
pe as letras, e profissao medica tard-i adoptou cora vantajosos progressos e felizes
raMliadav.
Seguindo da provincia qne o vio aascer para a
Europa s 20 de margo de 1836, bachareloo-se em
letras na capital da Frang aos 25 de raaio de
1857.
Animado pelos primeiros laureis que actbava
de colher, froctos verdadeiros de seu gosto e dedi-
cacao pelos estados, o joven brasileiro erapeona-
se era novo certamen Iliterario pelo qual cons -guio
aiada bscharalar se em scieneias a 26 de agoslo-
de 1858.
Chegado era o lempo do da seieacia, pela qual effeclivamente nutrir o
mais decidido gosto, a medicina, onde robustecido
pelo i previos estados de que achava se preparado,
fez verdadeiros progressos e obteve os mais vania-
' i"> resultados, cooseenio donlorar-se na Facul-
de de Medicioa de Pars aoe i de agosio de
1864.
Conseguido o" fim a qoe se destinara com lo
boas auspicios, foreoso Jhe-era regressar aos pa-
trios lares, onde se fazia mister mitigar as const in-
tes saudades dos que Ibe erara conjuntos pelo;
lagos de parentesco e pelo aprego iue Ihes me-
reca a pessoa do joveo Dr. Francisco Por-
tella.
Eil-ciivamenlo ragrassando ao Brasil em selem-
bro de 186a defeodea iheses e habililou ae no
exercicio da predisso de medico em seu paz
natal, na cidade da Babia, a 8 de outubro do dito
anno.
E voltando a Pernambuco exerceu desde entao
a medicina sempre bemqoisto de seus collega,
qoerido eslremecidamenta de lodos os seas pa
remes e gcralmente apreciado por lodos qoe, no
exercido de saa disiiocia prefissao, solicilavam
seos desvelos e dedieacao.
Acudindo, por vezes, aos instantes reclamos d*
amigos, dirigi-se a provincias visinhas para
fim de praticar ditficultosas operagoes que eram
cuofiadas sua pericia,'tino e dedicado empenho
que sempre moiirou era ser Dallas bem su.cedid -.
como quasi sempre o cansegaio ser.
Deeidindo-se a c mstituir sua residencia oo Rio
de Janeiro, depois da perda de sua earinhosa mi,
da quem foi sempre extremosamente amado, se-
gua para a Corta a 13 da abril de 1871, e all foi
recebido pelos seos e pelos amigos da u fainiha
com inequvocas provas de estima e considerago,
icroaudo-se em pouoo conbecido a apreciado das
'principaes familias do Rio de Janeiro.
A-seutad'i, porm, eslava nos altos decre
tos da Divina Providencia qne com sonco lerroi-
aassem os dias do Dr. Francisco Portella naqueiie
lugar onde pareca espera-lo o reponso de seu
restos moraos.
Atacado de nma febre rebelde porosa lucia
de seas dedicados collegas e amigos, terminou
seas das a 5 de junbo de 1872, deixando amar-
gurados de dor lodos seus prenles, e feridos da
mais puugenie saudade seas numerosos amigos
apreciadores de sea carcter e virtades, de que
foi dotado.
O grande nnmero de assisieotes s exequias
que celebra rara-se palo eterno repouso de sua
alma beafazeja atiesta a estima e considerago de
que foi sempre credor.
A pompa cem que procuraran) manifestar seas
verdadeiros sentimentos por to sentida perda
aquellos por quem era lo devoiade o filustre fi
aado, igualmente atiesta o aprego em que linhara
sna pessoa.
A igreja irajavaem geral vigoroso e pesado luc-
io : rguia-so no centro della um soberbo e mag-
nifico cenouphio fie forma oilavada leudo 40 pal-
mos de aliara, 20 de comprimento e 16 de largnra
feehande toda a obra um rico zimb.ro, no 1*
plano do qoal )iam-se os seguimos proverbios:
* A vida i um ponto entre iuat eternidades.
A vtrtude espalka suas flores na tetra: mas
tem as raizes no ceo.
O pensamento da eternidade e balsamo a nvi
da, consolacao na morte. >
< A morte fecha as portas da vida, e abre as da
eternidade.
.4 virtude, bem como a flor, exhala perfumes,
anda depois de murena.
O justo nao morre, transplanta-se da tena ao
seio de Dos.
A virtude do homem, bem como a roza, i cer-
cada de espinhos. >
Dos eoroa a innocencia dos justos.
Duas bandas de msica loearam funeraes no
principio e fim da cerimoniareligiosa.
Alem da Exm. familia do iliastre finado, assis-
tiram ao acto S. Exc o Sr. presidente da provincia
chafes de reparlicoa", commandantes de difterenles
corpos^eoronssiJes de rtilTrentes corporagoes e
mais pessoas iradas.
Qaeira o co qoe as fervorosas sopplicas da
igreja, unidas s dos fiis qae prantearatn saa
morte, sejat) con Tenidas na eternidade em bene
flcios do eterno reponso daquelle que ,bem as me-
receu.
A ierra Iba seja leve,
INSTITUTO HISTRICO E PH1LOS0PHICO-
S-rado per iu^os motivos anuuliada a ultima elei-
g&o a qua se proceden n'esta sociedade para saa
nova d.rec'.oria, ella occopou se na sna sessio or
diara de ante hontem d'asse objecto, leodo sido
leito- :
Presidente. Honorio H. Corris da Brito.
Viee presdante. Joaquim A. Barros Gaimarae*.
1 Vice-presidenle Manoel J. Ferrera. L*
Sscretario. FrdriCo A. Borg.2 Secretarlo
Jos M. Alves da Silva Thezoureiro. Jos
de Atevedo e Silva. Orador. Albioo G. Meira
da VascoDcellos.
Substituto. Jos Gomes Coimbra.- Commisso
de syodleancia. Azevedo, F. Cdice ira a A. Gr-
oe. Commisso da radaego. A. Maira, Ban-
deira de Mallo e Palma. Commisso de sontas.
F. Codieeira, J Gualbertn B. Chaves.
INTERNATO E N. SENHORA DA PENHA.-
Pedera-nos a iraoscripgao das seguintes linbas, que,
sob o ltalo d'esta noticia, pnblicou um jornal de
Alagoas : No dia 13 do crrante, as 8 horas da
noile, reuni o Rev. padre Tertuliano Jos dos Sao-
tos Palury, professor de latim desta cidade, em
sea eollegio, am grande nnmero de amigos entre
os quaes se acharara as pessoas mais gradas desta
localidade, para assi-lirem a fundaco solemne do
sen intrnalo.
Depois de um bonito discurso, qae S. Rev. pro
aancioa visivelmaate ommovido e qae foi seguido
por oatros de seos alumnos, ficou inangnrado o
eollegio, qne se denominar : Intrnalo e extr-
nalo de Nossa Seohora da Peohs.
< Em seguida o distincto director olT-receu am
copo d'agaa a seus amigos e convidados. Fize-
ram-se muitas saudes e durou o divertimanto at
s 11 horas da noite.
< Praza aos cos, que o Rev. Patury, qae tanto
amor e dedicagao tem mostrado pela santa,causa
da educago da mocidade Penedanse possa vDr em
breve tempo coroados os seus esforgos pela eres-
cante concurrencia de alumnos, qae lhe batam s
ponas do eollegio solicitando o pao da sabedoria.
O que esl muito reconheeido qae o Rev.
Patary tem decidido gosto e nra applicago aos
negocios da iostruego publica, o que urna
grande vantagero para o bom xito do sen lenta-
men, visto que larabem nao Ibe falla a bastante
intelligeocia, para o desempenh > professional,
qae todo se lem dedicado. >
INSTITUTO ARCHEOLOGICO- A commisso
especial para proceder ao exame de iovestigago
sobre a ideotidade do crneo, qae se prsame ser
do padre Joo Ribero Pessoa, raariyr da resolugao
le 1817, convida aos socios e mais pessoas, que
qaeiram assistrr continaag) da conferencia
medica, para qae comparecam na secretaria do
instituto no dia 11 do correle pelas 12 horas da
manha.
QUESTAO RELIGIOSA, Em a nossa 8.' pagina
comegamos a transcrever boje o foiheio publicado
no Rio de Janeiro sob o (talo A igreja catholica,
o bispo diocesano do Rio e o maconismo, irabalho
este aevido a pana do Ilustrado sacerdele daquelle
bispado Joo Esberard, professor do seminario
episcopal de S. Jos. Chamamos para elle a ailen-
go dos leitores.
AGUAS BELLAS.Dasfa villa nos e3crevem era
14 de julho:
E' inexplcavel o jubilo de que sa achara pos-
suido os habitantes d'esta localidade, com a ios-
tallagao da nova villa e posse da cmara munici-
pal que teve lagar no dia 15 do andante roez.
Como era este ura fado da alia transcedeocii
poltica, aleos incrdulos havara qae puuha.m em
dnvid.i a realisaglo desse magno desidertum,
pela morosidade que traosparecia da parle da c-
mara municipal de Buique, era nao serpootual no
cumprimento de seas deveres.
< Mas, gragas attiade enrgica que em todo
ejse negocio tomou o digno 3r. major Manoel C.
de A. Lacerda, (presidente da cmara) (iveinns o
snmmo prazer de vermos frustada s prophecias
desses augoreiros de nova especie.
t A fesia da inaugaraco, qae elevoa cathego-
ria de villa, a de municipio ndependenle, ami-
ga povoago de Aguas Bellas, esteva imponente! Na
vespera (14) fez-se anoauciar o grande acontec-
manto do da seguin e, por diversas girndolas de
fogo do ar, Ireraulando na frente do edificio di-
versas bandeiras das armas imperitas.
A'* 5 horas da minhi do dia 15, oavio e o
estampido de novas g'ratidc-las que troavara ao
ar.
Urna viva aniraago enio desenvolveu se na
popalago, que pressurosos corriara ao cumpri-
raeato de seas deveres. De feito, hora aprasada,
se aehavam no paga da nova cmara os vereado-
res e immenso numero da pessoas de diversas
classes da sociedade ; ah reunidos dirgiram-se
na raelhor ordem possivel igreja matriz aflm de
ouvrem urna missa solemne qae previamente ha-
via mandado celebrar pelo, digno vigaro, o Sr.
major Lacerda, em aegao ;de gragas ao Tolo Po-
deroto, por ver coroados do mais fe'iz xito os
seus incansavtis esforgo*.
Depi, v.jTtaram ao pa^o da cmara, e a 1.1 i
presantes o vice-presidenle da cmara municipal
de Buique e seu seirtlirio, lavrou-se com as so-
lemnidades do estylo o auto de installago da nova
villa, e em seguida deferio as raaos do presiden-
te e mais verealores eteftos o Tespeclivo juramen-
to, declarando aps este acto, estar" impossada a
nova cmara, pelo qae toraavam os mesmos ve-
readores os seas logares.
Nesta occasilo o Sr. maj:r Lacerda prooun-
ciou o segninte discurso :
Seobores IE' cora o raai? vivo contentaraenie
que ergo minha frac a e dbil voz para congrato-
lar-me pelo triurapbo qae ohtivemos de ver boje
installada a villa de Aguas Bellas, e impossada a
cmara municipall O da 15 de jnabo sar sempre
memoravel para os Agoa balense, porque marca
a era ero que para sempre cimos ITvres da tu-
tella de Buique. Senhores, lutei e lutei com sa-
crificios e diflkuldades para ebegarmos a nosso
desidertum, porm, hoja rendo gracas ao Todo
Poderoso pela victoria alcaocada.
< Immediameota collocado na presidencia da
eamara desta villa, cont coadjuvado por voz, Sr.
vareadores e collegas, erguer a venera central de
Pernambuco do marasmo em qae tem jazido ha
doze annos a esla parte, e colloca-la a par da=
mais adiaotadas de suas irmas, porqua, senhores,
nenhoraa gosa de mais elementos e fecundidade
que. Agnas Bailas I Passemos nma esponja sobre
o passado, a tenhamos somentf em mira o futuro,
e para isto basta somente termos por divisa a
uoio e frateroidade.
Dizer-vos os beneficios a vanlageqs que nos traz
a separaco do Buique repetir aquillo que todos
vos sabers, a aasegaro-vos, como um dos merobros
desta cama'a, que lado farei para que quanlo an
tes seja criado o foro civil, porque s assim Aca-
remos lltres de ama vez das vagens e sacrificios,
que somos obrigados tolos os dias a fazer ao Bui
que.
A' patritica assembla provincial do biennio
pasado devenios render nossa gratldo eterna,
porque a ella qoe devmos hoje nossa emanci-
pago.
Nao posso Andar sem levantar, ora nome de
meas muoicipes um voto de horxeoagara aoExm.
Sr. Dr. Manoel do Nascimento Machado Portella,
vice-presidenta da provincia, nao pela ordem
que expedir para a inslallagao da villa, corao
tambem por ler sido o presidente qae sanceionoa
a lei, que eievou Aguas Bellas villa ; e nnidos
ergamos vivas
A' Regie do Estado.
A' prosperidade do Brasil.
A' S. M. o Imperador.
< Ao vice presidente da provincia.
< Aos habitantes de Aguas Bellas. >
Falln em segondo lugar o Sr. vgario Fr. Pe-
dro da P. Paes e Paiva, em lereeiro o Sr. advoga-
do Jos Cypriano ; houveram doas discursos mais,
do profissor interino Freltas e do negociante Luiz
Jos A. da Costa. CDamamos attengao dos lei-
tores para a 8* pagina, onde vao inseridos esses
discursos.
kM,i W|
es, sendo
porte*, 06 jornaei, cora 210
porte e i amostras eom i pd
Para Fram;i.
314 carias com .TO portes.
Id jomaos com 3
1 amostras cora 4 pertes.
Para Inglaterra.
588 cartas com 589 portes.
5 jornaea com 3 pones.
Para Portugal.
648 cartas eom 711 portes.
41 joroaes, com 183 pones.
Para Italia.
19 carias com 11 portes.
I seguro coto 1 porte,
NAVIO ARRIBADO. Informa-nos o ar. eom-
mandanie do vapor Pirapama qae achavase arri-
bado na Parahyba, cora agoa abarla, o patacho al-
leroo Adtline. que do nosso porto sabio para a o
Rio da Praia. ...
CLUB PPULAB. As sess5es desta sociedade
passaro a ser celebradas nos saldes do sobrado B.
2 do Caes Vmte a Dous de Noverobro.
CMARA MUNICIPAL DO RECIFE. Teodo
passado para esla corporagao, em virtnde do avi-
so n. 283 do ministerio da fazenda de 27 de luout'
de 18io, os foros e laaderaios sobre os lerretw*
de marraba, qae eram antes disso pagos i cma-
ra municipal de Olioda, sao convidados os possei-
ros dos referidos terrenos a apreseniarem seos li-
tlos para serem devidamenie registrados.
MISSA FNEBRE.-Segnoda-feira (8) lera lu-
gar, na igreja da Con:eig;.o dos Militares, a missa
palo descaogo eterno do Sr. Sebastio Antonio de
Mello llego.
NOVO ATHENEU Na quinU-feira as 6 horas
da tarde hoave sesso ordinaria desta associago.
Lau-se o s-guinie expediente: os ltimos nmeros
dos seguintes joroaesAmerica alustrada, Mov-
ment, 6 de margo, Bocea Holl, e o primeiro c
do Jornal do Commercu, offerUdis por varios
socios. Recebidos com agrado mandon-se archiva.'.
Ura officio do socio Biraaoo Liadolphe de Meo-
donca pediodo jastiflcagao das suas fallas,
attendid".
Foi approvado o socio effaclivo o Sr. Theopbi.o
Moreira Guerra. Eairando-se na ordem do dia
obieve a palavra o Sr. Rodrigues da Costa para
desenvolver a Iheze segninteO duello ser contra-
rio ao direito natural ? Dever ser permitido na
nago civlisada ? liespondendo n-galivamen:c
demonstrou que pelos principios da raor-al, da
religio, da philosophia e do direito natural nao
se poda admillir e qae era banido e al punido
em quasi todas as nagoes callas. Os Sr. Regneira
Cos-a e Argemiro Galvo sostantam opioio coq-
traria, sendo estes combatidos pelos Srs. Rodri-
gues da Costa qae anda prodazia argumento
justificativos da sua opinio e pelos Srs. Vicenta
de Lemo, e Gaspar Druromond qae alliaram-se
a douinna do defensor da iheze. Achando-se a
hora adianlada e havendo mais alguns socios ins-
cnotos foi adiada a discusso para o dia 12.
Deterraiuou-se larabem convocar orna sesse
extraordinaria para amanh as II do da, afira tie
se tratar do parecer da commisso de exauua
sobre do balaoceile da ihezooraril.
LOTERA.-A qoe se acha a venda e a 11 a
beoeficio di igreja de Nossa Senhora da Fenha
desta idade, que corre no dia 11.
:CASA DE DOTENCAo.Movimnto do dia i
de julho de 1872 :
Exisliam (preios) 297, entraran) 7, 'sanio t.
exislera 303.
A saber : oacionaes 207, mulheres 11, estrac-
geiros 41, escravos 41, escravas 3, total 303
Alimentados costa dos cofres pblicos 246
Movimenlo da enfermara oo da 4 de julho de
1872 : f
Tiveram alta :
Rodrigues Mara de Lima.
Saluslano, e-cravo de Jiao dos Sanios Fragsx
PASSAGEIROS.-Viudos da Granja no vapor
Pirapama.
Dr. Joo d'Albuquerque Rodrigue, sua senhora
e 2 escravas,D. Aotonia G. P. Pesoa de Figne.-
redo 7 Alhos e 1 escrava,Joa mira Francisco d'A-
raojo Canda e 1 creado,-Bonifacio Daodato Foc-
lanelles,Alfredo Mettom de Souza Leo,Joio
de Souza Lima,Ignacio Ferreira Gimes,Anto-
nio Anlunes de Moora,Francisco Jos da Silva.
Benedicto da Silva Gaido e 1 creado,Antonio
Gongalves da Cosa e 1 criado,I). Phereza de Je-
ss C. dos Sanios 1 Albo e I criada,Edeardo
Correia dos Sanios,JustloiaaiNunes da Mello,
Joo Aatunesde Miura,Raymuodo Feroira dos
Anjos,Manoel Nuoes Vieira,Francisco S. da
Costa,Izidro Ferreira Maia,Joo Gongalves da
Cunlia,Francisco P. da Sooza Nev-,Bernar,-
dino C d'Aimeida.^Preciliaoo Lins d'Albuqaer-
ooue,I). Eulalia da Silva Torra,Luiz Fernan-
das Torres sua senhora 1 canhada e 2 criados,
'Beato Piaheiro da Costa,Jacob Francisco da
Silva,Isabel Mara da Coneeo,=Amaro Brrelo
de Albuqqerqoe Maraobo,Jovoo Cesar Paes
Barr-to,Slaooel Joaquim B. Bidob,-Thomaz Au-
oio Nuues Brrelo,--= Joo Adeliuo Perera Rocha,
Flix Gomes d'Araripes.Joaqoim Ignacio I <
reir,eonego Gregorio Ferreira Lastosa o 1 cria-
do,Francisco Freir d'Araujo,J.ao de Setua
Carvalho,A. Augusto de Carvalha,A. Augusto
Rodrigues Selle Jnior,Caetano Brand,Lulgar-
des Poggi.2 pragas e 1 preso,2 escravos a es-
tregar.
PUBLICACOES A PEPIDB.
.4os Wrs. que asitlstlraai exe
qiilas d finado Dr. Francisco
Pires Hachado Portella, no
da 5 de Julho na igreja da
matriz de Santo Antonio. (<)
a
Faz aquelles que opprime a frrea noile
Paz a seas restos....................
A. P. de Castillto
.........................Sonho breve
Qae te esvae como a nevoa e deix a
(magoa
Tendo abysmos que se abre..........
Theophilo Braga.


Foi approvada pela cmara urna indicaco do
seu presidente, o Sr. major Lacerda, dirigindo
dona votos de felicilago, saber : um ao Exm.
Sr. constllieiro Ttieoduro Machado Freir Perera
da Silva, pelos relevantes servigos que presin ao
paiz, com relago a magna quesio sobre o ele-
mento Servil ; a ouiro ao Dr. juiz de direito Ben-
jamn Pina Nogue.ra pelo modo honroso porque
se lem cooduzido n'esta comarca.
A' 1 hora da tarde encerrou-.-e os trabalho,
dispersaodo-se o grande numero decidados que
all se aehavam cara commamorarem to faustoso
aconteciraenlo. Realmente ser de eterna recor
dago para oa Aguas -bellenses o dia 15 de juntio,
por isso mesmo que marca era de sua enunci
paco. >
DINHEIRO. 40 vapor Ptrapona Uouxepara :
Alfredo & C. 5:W9#000
Baltro, Oliveira & C. 942*000
Jos Laiz Perera da Costa. 800*000
Conha Irmos. 700*000
Perera da Silva & C. 543*340
Moreira Reis & C. 500*000
Joo Jos da Caoba Lagos, 142*000
Albairo, Oliveira A 400*000
Joaqoim Jos Gongalves Belirao. 318*620
A Caor. 100*000
ESTATISTICA POSTAL. Telo vapor francez
Sindh, expedlo a adminisiragao do eorreo malas
para a Europa, ceDleDdc/1869 caria? com 1852
Senhires Quescena esla aqueassistimos f-
O que nos diz o corago nesle momento ?... O
que vimos fazer naste lagar santo 1... Oh, Sr,
pois este templo sagrado onde se entam os can-
tigos de jubilo, onde a creatara rende ao Creador,
ao soro dos hyranos sagrados, o sea preito de bo-
raenagem e adorago, esl de lato 1...... E vn,
Sr ., aeompanhaes o luto da igreja tambem I.....
Qoe, Srs, este logar de alegras sanias turnea-
se boje templo de dores e de seotimentos T......
Ah, Srs., foi a transiego deste muooo para o
onlro I... Este monumento qae se erfue pesado
de do e cercado de cirios, nem isto signillca, nem
ao menos encerra o cadver da pessoa por quem
vimos hoje orar. Este cenotapbio apenas ama
cummemoracSo pela pessoa qae j desappareceo
da ierra e qae nem a vos foi permittido. que estae
silenciosos lembrando-ves de-lie acompanlu-lo no
momento em que a trra fechou o seu corpo a
receben a saa baranga.
E' aqm Srs., qne preciso fallar, ante este
cenoiaphio lgubre e funerario que se deve re
flectir ; nesie momento Srs., qae a philosophia
deve vir fexplicar os seas sysiemas absurdos, a
aqu Srs., que o pobre ignrame Ibe poder res
poder: eitudo se resume na p e depois su na
ierabranga.
A philosophia cbrisla que s apona o cammho
espinhoso da viriude para o futuro eterno, asa
sim, nos ancha de intimas commoccoss osnossos
congoe, e impoe esse dever de caridade qae neja
o faseraos jtarabem por amsade.
Srs., a vida qne sumiu-se na escarido de am
tmulo, o corpo que hermticamente fecnoa-se
para a vida sob urna branca pedra de marmoto
ou negra loasa, e coja lembraoga hoja nos con-
grega nesle lagar foi de um mogo asys conbecido
de lodos.
Foi a do Dr. Francisco Pires Machado Portella.
E' depois da morte que se deve fallar do hc-
rae.n ; e'en segurada esse costuras que os Egyp-
cios antes de al rarem o corpo valla, juigavaro
do mareciraeuto do morto se era digno oa nao da -
sepultura.
E' puraote a crep da morte qae se apagara lo-
dos es odios e reseniroeotos, se os ha.
Nos nao estamos neste caso. O Dr. Francisco
Pires Machado Portella, como bem a sabis, era
excellente e extremoso Albo, bom rmo, computo
cidadao e ura dedicado memoro da grande scieu-
cia da vida, da medicina.
Srs., o Dr. Francisco Portella, formado em me-
dicina pela faculdade de Pars, onde sempre aa
seas merecimenlos e tornaram bem visto de lenta
e condiscpulos, leve de, concluida sua carreira,
recolber-se ao seio dos seos.
apois de haver-se recommendado nesia pro- *
vincia por sua intelligencla a estados, comotn)e-
() Dsixou de ser recitado bste discurso V" C
ter-se acabado larde o acto fnebre.
'!
/
PA6INACA0INCORRETA
1 MUTILADO I
aaw
i KGmT
*


>



1

iari d PernanMio
:n
tiiee opa-ador, vio se obrigado a voliar ao paiz
oale avia receido donrofamuole o Na gru de
Douwr censelho dos eollegas; de volta oatra vei
j alo foi lomete a familia qae o reeebia alegre
* nos transportes da amigado, ana timbera toa
provincia que jhivia reeolhido o frueto deseas
labores e 9 baria considerado entre os seasotelli
(antea mdicos; rio ento cntioaoa na saa vida
laboriosa, precnraudo com seu estado alliviar as
d Aras qae nos encostran) a todo os momentos e
occasies.
Kaira-os prazeres e os carinos dos seus, toda-
va nasse moca uradoniiaava am desejo ardente
de ir residir na crie, suiretanto o amor santo de
mai qae 9 abracar de sua volta de Pars nao loe
perman essa novo separaco de^oeeessaria. Foi
esta, seahoree, a razio porque o finado Dr. Fran-
cisco Portella ubeJeceoo as seatimeotos do co-
rceo reprimi esie dast-jo, acompanbando saa
viHuosa mi al o ultimo momento de vida. Foi
so depois da marte de sua mi quo 90 relirou para
o filo 4a Janeiro onde foi dignamente acolbido re
presatando o seu nome am dos estudiosos med-
aos, esercendo com disiic?io a sia sciencia pra-
tiea.
S segurameaie auadoauc dolorosa e ler-
rivel aleaocada na viar*ra qae fe;: a S. Paulo, pa-
ra pratiear ama 01 araeo. Dj volta dassa pro-
viaea sentio-e logj o r. Franeiseo Portalla ata-
cado de ama febre que p-*rioliea nos primeiros
das. Pee retirar-se a eooselbos dis eollegas para
a Tijuea, e aem h er alta ociado os resaltados qae
esperava se transportou para Nova Fribargo.
Fot ah, sensores, que teve o desenlace fatal e
trale da mora do D Francisco Portella, qae
velo amargarar os seas prenles qao Itie eram
to affeiooados assi n orno seas amigos.
Desde a saa volts comecouo seu martyrio en-
tre a vida e a mors, sorrindo-so para aqoella.com
certeza, e iriite peanie esta teve da ceder apezar
da (idos os inaudius esforc/ts e dos intervalos de
vida e esperan? apresentou a lei fatal e impres-
ciadivel da vida, a morte.
Fiaoa-se o Dr. Francisco Pires Maohado Portel-
la ao; 32 aonos da idade.
. pia de taala for$a da mocidade I...
Retira se dos seas, procura ama scena vasta
onde deva e poasa oppirecer e d* repente dsap-
parece de seus olhos tuda o qae Ibe pareca pro-
manar a mocidade eo estado e morra em tristes
agonas leudo apenas junto a si o s-u irmao o
r. Joaquim Portella.
Senhore?, que seoaragao triste e condolente nao
noria essa, que leiabranc.as nao lila haviam de
pairar tie-ses ltimos oslantes ds vida, que re-
irla*5es saadosas nao devanara aggravar mais
os seus momentos, longe dos seus!...
Sanhores, se nos causa sentiroento a morte da
creaoja para quem, pode se dizer que anda se
se&am ficblasas lorlss do raunlo, se dolorou
mente sente-se a aun do aociio que piragnaou
na tarra e para o qial o muudo crrou as portas,
a qae como a f.illia saaea que cabe da bastea, o
qu nao sa podar ilizar daquelle para quam na
vio da idade, s v um hirisjale e co lmpido e
azul, a trra coberi 1 de ll ires, algumas das quaes
tari de eol'aer a di aleonas qoe lera de gozar e
glorias qae a^p ra o u> sa instaauusamente ar-
raigar a essa vista Jo=iun)braola?
K para quem lie 1 a wutaraplar 01 ierra sobre
a victima da mona, essa perspectiva, qae senli-
meato intimo nao Iba comprimir o coraclo I
Parea, sensores,, ba.ua. nao prescrusiemos rays-
tirios que se acharo aloi de zjs. J dubramos
os joelbo?, Qzemos u oiaee de amigos, agora ati-
r.iic urna paiavra saodosasobre a memoria des-
sa eute resignemo-r 13.
A "oeiedade Dote d Setemom compenetrada
dos marecimantos d; fallacilj Dr. Francisco Pi-
ros liactnio Portella o hwia eseolhido para seu
i-or>idenle, e hoj! sQtida no trigasiau da da
mora da saa ex-prsidjute presta a sua memoria
uta tributo da veua-aolo a religiosa amisade.
A ^ua familia tila repetimos-Iba os nossos
mjis.cindjlenies soatioientos pjr ajuelle qae sa-
bic-ij ai't.-rnidido foi achar a 1130 de paleo
eioc* mai qaa lano vdarara por elle na trra.
' Sara ain dus bemavealurados.
Rooifa 3 de julh 1 da 1872.
F. C.
Sabbado 6 de JuWio d* 1872
3
SAUDADES
*." liORTE PREMATURA DO TRENTE DO ESTADO*
MAIOB
C'emente Francilio Tavarcs.
i, A' shu desolada familia.)
Qae irista fatalidad ?,.. morrer quaado
Wai precisava- viver ?... tD joven,
e quaado a fortuna Ihe sorria, e
p?r ;a afaga lo cora mil caricias 1
mis, ab. I que til* era-justo
t E o justo ozo morre,
Para a outia vida corre,
Dizen lo ao mundo um Adeus!
........
io um justo da vi la so despede
Y. seu corpo se vai p'ra sepu tura;
Dalia este dormiado aqni na terra
Acordando pr'o c> sua alma pura I...
O (Kirdlo ficou para o crima, mas nanea
o castigo para a virtude.
Onde est o principio de execac3o no
adoptivo crime, que se qoer dar ao major
Feitosa, Cbaves, Silveira, Tavora e Miguel f
Na compra de ama macbiaa de iitographar,
na incompleta abertura de nma chapa, ob-
jectos dos prezos, e abandonados ?
C mesrno que estivessem juntos, o que
poderiam provar, alera de urna intenco,
aailhares de vezes fallivel e inexequivel ?
Qual o artigo de lei qae puoe a iotenfio ?
E se o houvesse, oio estaramos todo*
derramados em am mar de miserias, mi!
vezes superiores is qae j temos ?
O qae val o querer sem nada se baver
feito ?
Todos nos nao seriamos ricos, se o de-
sejo nos trouxesse o cabedal ?
Nao teriamos ama corda, se a intenso
de a possuir a collocasse em nossas caberas?
Sirn, sim, esempra sim.
Juizes, a fallibilidade de bomens, nio vos
tira o direito de humanidade, enxugae e
cobr: oem o proprio veo da lei a lagrima
da mSi, a fome do Gibo e a vergooha da
esposa.
Ordenando igualmente que sejam justifi-
cados innocentes os infelizes de Fernando,
qne nem asombra de tal crime Ibes
impregnada em soas frontes.
Tereis assim feito Justina, e tranquilla
alma.
Para se coodemnar esses bomens, ser
preciso que o juiz dispa a toga, e tome a
capa de carrascoFormaes palavras de am
distincto desembargador da relaco de Per-
nambaco.
Elei^o
DOS DEVOTOS Ot'K "AO DE FESTEJAtl NOSSA
SENUOBA DAS DORES NO CONVENTO DE S.
FRANCISCO, NO ANNO DE 1871 A 1872.
Juiz por eleigio.
O Illm. Sr. coronel Aadr Das de Araujo.
Jaiza por eleiclo.
A Exma Sra. D. Ignez Corroa de Araujo.
Juiz por devocao.
O Illm. e Exm. Sr. Dr. Manoel do Nascimento Ma-
cbado Poriella.
Juiza por devocSo.
A Exma. Sra. D. Anna de Santa rsula.
Juizas bemfeitores.
Os Illms. Srs. :
Desembargador Francisco Djraimgaes da Silva.
Joo Luz Ferreira Kibeiro.
luizas b^mfetoras.
As Exraas. Sras. :
D. Leonor, espesa do Sr. Augusto dos Santos
Porto.
D. Hara Jorge Pereira do Reg.
Jnizes protectores.
Os Illms. Srs. :
Dr. Leopoldino de Gusmo Lobo.
Dr. Attcandre Pereira d > Carino.
Juizas protectoras.
As ExmaS. Sras. :
D. Anminciada Jorge dos Passos Miranda.
Baroneza de Muribeca.
Escrivao por eleiQao.
O Illm. Sr. Dr. Francisco Jos Cyrillo Leal.
Escriva por elei^ao.
A Exma. Sra. D. Amalia, esposa do Sr. Joaquim
O.into Bastos.
Escnvao por devocao.
O Revm. (ra Joo da Sania Tnereza.
JSscrivaa por davogao.
A Exma. Sra. D. Zulmira Bastos.
Juiz perpetuo.
O Exm. Sr. barao de tinga.
Juiza perpetua.
A Exma. Sra. D. Senhorinha Emilia Jorge.
Mordomus.
Os Iilras. Srs :
Jos dos Santos Neves.
Antonio Correa de Vasconcellos.
Antonio Luz dos Santos.
Francisco Libanio Colas.
Dr. Cosme da S Pereira.
Alfredo Nonato Siclils.
Jos Rufino Climaco \ Silva.
Francisco Antonio de Albuquerque Mello.
Mordomas.
As Exmas. Sras.:
Esposa do Illm. e Exm. Sr. bario da Campo-
Verde.
Viuva do Illm. Sr. Candido AiTonso Moreira.
D. Candida, esposa d Illm. Sr. Dr. Sarment.
D. Josephina Jorge Pereira do Carmo.
D. Mara Angosta Huett Jorge.
D. Seohorioba Ribairo Crnz.
D. Joaquina Daltra.
O tbesoareiro da devogo.
Fre Ludgero do SS. Nome de Maria.
Commisso da resta.
Alfonso Lucio de Albuquerque Mello.
Antonio Fernandes Jorge.
Cesario A. Cardo?o Ayres.
Apolinario Luiz da Carvalbo.
Rodolpho Xavier de Souza Fonceca.
Joo Antonio Gaseadas Jnior.
Ex-proviocial pr-gaardio.
?t Nicolao do Bomfim-
Nao cborerao-lo, pjis I sa eoire nos
Nujseu rpido passar foi boni christd*!
Foi am justo, e correuda vida a estrala,
Para dar nos exemplos de orac3o !
NSo choremo-lo, p os I Nao leva anathema
No ligeiro passar da vida impara :
Nora chafurdou-e era iaraa de torpezas,
Bol de eus fti eieita croatura 1
A'siu, pis, limitamos qossd pranto,
Nao digamos que levj fina escura;
Pois sa o corpo dorma qui na trra.
A.ordou para o co so'aitna pura!
3-Jolbo.
A. L.
todos
No Sft precisa da oloqum.iia para gutaer,
nem (5o poa-*o de nstraojio para quaixar-se.
A dor ensma a primeiraj o desespero a
segunda.
Nestas condices, pois, so acbam os a-
fifli/.'j, tjue, sem o s:rara. o> qaerem cons-
umir criminosos por sdalas falsas, a des-
peito Blasmo da ture ra eT.es. era seu favor
Osus e a lei.
A ai<,,dizaaoj s, por as haver re-
vestido da urna tal restgoagSo que mesmo
i daapeit) de ouvirem cborar, a esposa, os
fii'MS de iovolta com a propria fome.
Como christibs esperam resigoados o fu
taro de soas sortes.
E a.lei, porqae poiem 'ramonte trans-
itii' por entre ella, sem qae encontrem,
aioia em seu? rniis vertiginosos effeitos
popsada para o lugar de ua r>i.ii3o.
Q que a lei nao duljagaei nugaera pode
distinguir.
Pois bem, aoide e.;i a verdadeira inter-
prelaeSo desta lei, que irva para caodem-
nar esses infelij^s ? P|
No quero .*
Nio; cima da U s Deu.i, o a"Rjtf.do-
' quero- est o inferno.
. Prmam se os rimas em sua matar seve-
!.'' porem r.ic'rjs^criem para gloria.
des aah$o\ci m criminosos, do
a condetnn i'
;
OOMMERCIO.
PRACA DJ RECIPE 5 DE JLHO
DE l72.
Al 3 i/3 HORAS DA TARDB.
CotacSes officiaes.
Assucar americano purgado 5700 e 25750 por
13 kilos, liT.ni.
Assucar americano bruto bom 2600 por 13
kilos, bontem.
Assucar americano bruto 2^500 por 18 kilos,
bontem.
AssucarCanal 2*100 por 15 kilos, hoje.
Algodol" sort'779 rs. por kilo, bontem.
Cambiosobre Portugal a 60 d|v. 118 0|0 de pre
mo, hoje.
Cambjo sobre o Rio de Janeiro a 8 d|v. t|40|0
de descanto, boje.
Descontde letras 8 0|0 ao anno, bontem.
Diio de ditas 9 0| ao anno, hoja.
r.J. PlUtO,
Presidente.
Daboarcq,
Secretario.
ALFANDEO.A
ftaodimtQto do da I a 4 .
dem do di? 5 .
171:306*975
39:368/820
210.-G75J795
Descarregam boje 6 do jjilho de 1872
Vapor ioglezStudeni varios genero?.
Pa'.acho allemoAmorvarios gneros.
Patacho inglezSntenellodem.
Patacho inglezElfrida bacalbao.
Barca inglezaLavtma dem.
Barca aus'.nacateoot-farinna de trigo.
Birca ingloza Kedrondem.
Patacho hollandezAlbertoidem.
CAPATAZIA DA AI.FANDEtA
aendimento do da tai. 2:377/000
dem do da S........ 481/676
l:358/675
SAHIDAS DE MERCADURAS.
Voiumes cabidos com fazenda -132
dem idem cem genero* diversos 346
Somtna 478
raes Irmao. Carnauba 56 saceos a Pe-
reira Vianna t ., I barrica a 1. A. iaf
doax. Carneiro 1 a F. X. dos Santos. Ci-
garros 9 barricas a Pereira Carneiro k C.
Couros salgados 63 a Burlamaquj Artojo
<& C, 30 a Maooel Marques Piolo, fl a
SDraes AlrmSo, 211 a Killer d>'C, fli a
iveira Filhos C.
Gommi 6 saceos a Alheiro Oliveira & C.
Genebra 200 Caixas a ordem.
Roupa 2 hmIh a J. A. Bradoox.
Sola 440 meioa a orden. 200 a \\i
Goncalves da Silva & Pinto, 21 a S Liito
A Irmos, 531 a Moraes & Irmao.
Patacho portuguez vaxd.v, vindt ie
Lisboa, consignado a E. R. Rabello, mkni-
festou:
Agaa ingleza 1 ciixa a J. I. Ribeiro. Azei-
te 45 barris aos consignatarios, 30 a Amo-
ro) IrmSoa, 16 a Souza Bisto. Axuleijos
52 caixotes a Doarte Campos.
Cal 100 barricas a A. Ferreira Baltir,
50 a Canoa Irmao & C. Calcado 4 caixas
aos consignatarios. Chooricas 50 barris aos
meamos.
Esleirs 1 eneapado a Barros Jnior 4 C.
Farelio 335 saceos a Goncalves BeltrSo,
25 a Tasso Irmlos.
- Imageas 2 caixas a Ferreira da Cunha.
Linbaca 1 barrica a J. F. Biltencourt, 1
a J. I. Ribeiro. Livros 1 caixote a G ngal
ves Beltro.
Medicamentos 13 voiumes a J. F. Biltea
roort, 12 a J. I. Ribeiro, 8 a M. Barroso de
Mello, 6 a M. Al ves Barboza. 5 a Bartholo-
meu de C -, 3 a Caors, 3 a Ferreira 4 C,
2 a Ferreira Maia. Movis 15 volumei a
Costa Pereira, 1 a L. liopral. Ditos de
ferro 5 caixotes a Dasrte Campos.
Papis 1 caixa a Antuoes Guimares. Po-
leame 2 caixotes a Goncalves Beltrio. Por
eos 1 gaiola a Baptista.
Toucinho 190 barris aos consignatarios,
50 a Aqaino Fonseca, 3 a Rodrigues Meo
des, 20 a Palmeira.
Vehs de cera 60 caixas a Aquiao Fonse-
ca, 40 aos consignatarios. Vidros 1 caixa
M. Alves Barb/za. Vinho 31 pipas e 36
barris aos consignatarios, 3 i e 15 a Souza
Basto. 38 e 15 a Cinta Amonio, 13 e 10
a Rodrigues Mendes, 12 e 5 a Amorim Ir-
mao, 2't, 25 e 2 ancoretas a Connives Bel-
tro, 11 barris e 51 ancoretas a Jos Gui-
Iberme A C, 25 barris a Aquino Fonseca,
2 a L. i. da Silva Guimares, 1 a Caors, 1
a M. Alves Barboza, 1 e 25 caixas a I. Bas-
tos de Oliveira".
mclmmM

De ordam dotenb
obras a capaiazia da,
quom ioieressar posi
do vapor ingiai *
os 5 e 6, eonsigo
tam exieroament"
O }
^^^ 'Bastaqnio
onsuiado provinfti
COMPAiNHIA PEWAMBCANA
fai'Mn. por vapor
Mamaogsiape
O vafor Cmerifte, com-
BjQie,.SaoO. secaif
para' porto Mima ao
dia l2*o corrette m t
rioraa dt tarde.
Recebe carga, encoai-
diheiia i fre
d de siuMUda, eifTiooric
i---------------------- ii
COjHPAXHIJt
DAS
Despachos dc.exportagSo no dia 4 ie
jalao de 1872.
Para os portos do exterior.
No navio portuguez Ceres, para o Pono,
carragou : J. J. Gonijalves Beltrao 35 saceas com
2,747 Rilas de algodo.
No va-por inglez Stuient, para Liverpool,
carregaram : A. F. de O.iveira 4C. 94 saceas com
5,531 kilos da algodo.
== Na barca sneca Cnrl, para o Canal, carre-
garam : Raba Sehmetua 4 C. 25 saceas com
1,80*3 kilos de Igodo.
Na escuna nacional Amalia; para o Rio da
Prai, carregoa : J. Vctor de Rezende 500 sacco3
com 21,500 kilos He farinha de mandiica.
Na polaca hejfianhola Bella Dolores, para o
Rio da Prata, carregou : P. M. Maary 50 barricas
com 5,866 kilos de assncar mascavado.
' No navio inglez Lavima, p\ra Liverpool,
carregaram : L. J. da Silva Guimares 800 saceas
com 60,000 kilos de a-sucar masca vado ; Saonders
Brothars & C. 3,400 ditos eom 255,000 ditos de
di lo.
REOEBEDORIA DEPRENDAS' INTERNA?
GEUAES DE PERNAMBCO.
Rend-manto \ dia 1 a 4 5:522588
dem do dit 5 ... 2:5961637
8:119*225
CONSULADO PROVINCIAL.
dendimanto -do dia 1 a 4 39:7321740
Idem do di.-. 3......' 13:3331912
53:0661652
MOVIMENTO DO PORTO
JVaft'os entrados no dia 6.
Granja e portos intermedios8, dias, vapor
brasileiro Pirapama, de 312 toneladas,
commandante Azevedo, equip^gem 30,
carga algodSo e outros gneros; a com-
panbia Pernambocana.
Marseille, Gibralt^r, Tenerife e S. Vicente
66 dias, sendo do ultimo poito 26,-vapor
fraocez de reboque Satellile, de 33 tone
lados, commandante Feraud, eqoipagem
8, em lastro ; a Tisset frere. Veio re-
ceber cirvao e segu para Buenos-Ayres.
Babia3 dias, barca ingleza Iledbreast, de
311 toneladas, capil5o Walsh.equipagcra
10, em lastro; a Johnston Pater & C.
Observafes
NSo ho:;veram sahid|g.
Apparece ao norte um patacho.
EDITAEs
O Illm. Sr. inspector da thesonrarla de fazen
da desta provincia, em virtude do offlcio da presi-
dencia da me;ina de 22 'do mez pasaado, mauia
fazer publico que no dia 6 do eorronte mez, pa-
rante a juma da mesma thesonraria serlo postas
em hasta publica para serem arrematadas por
quem mais der 5,000 libras de plvora Saa qae
se acbam em deposito no Forte do Buraco, servin-
do de basa aos prelendenies aarrematacao a quan-
tia de 400 rs. por cada libra, e franquear amos-
tra nesla secretaria, na qual deyem apresentar
-uas propostas em cartas fechadas, debidamente
selladas, at 1 hora di tarde do referido dia.
Secretaria da thesouraria da fazeada d P i -
namboeo 1* dejulho de 1872.
Servindo de offieial-maior.
Manoel Jos Pinto.
Por esta rapartigo avlajj | aoj
eontribuintes que coraega oFr do
vindonro a correr o praso legal atrai
ment sem dependencia de milu dos impeal >9 da
decima urtana, fl 0|o sobre o reaorinento d9s"pr*.
dis de cnrporafdes de mjo raorta, e 6*J
litro de agaard ote, relativos ao 2 seine
anno floanceiro correnta'la 187172, ineorreodo
na multa de 6 (>|rj aqnelles que cao r fi m|
esse pagamento dmtro do rpesm >.
Consulado provincial, 23 de maiOxde!t87z.
O administrador,
___________ a, C. Machado Ros.
Juizo dos feitos da
faaenda,
BscrlTi Bandeira
\o dia do corrate depnis das audiencias
do respectivo juiz e%ea sakstiloto, as \.l horas do
da, ir a praca o segninte :
doVco^daSa S* a'aVL^'i^"^ Tfrancez C omandnte
1 PrIa- 3?-Somer, o qual depois da'demora do^costum.
seguir para Brdeos, tocando em Dakar (Gore)
a Lisboa.
palmos de freoK. 52 ditos da fundo, 2 salas, 3
qurs, ooaoha fra, quiote! morado, em aUo
e^udo, "-/-3-a" rn flOiOw, oir pagamento 0T
exeeaeo contra.ioxenrio da Silva GusmSo,
dem ra da Koo>a n. 41, com M palmos de
frente, 38 dito9_ i.e fundo, % saias.Tl qnartos, ac-
riolla fura, qaintai murado, em mao estado, ava-
hada em 40000(i r<. para pagamento da execu-
g> cooira Antonh Franeisco Macota.
dem ra da-Hotos n. 83 (oatr'ora 83 ) com
12 paraos de frente. 60 d.tus de fundo, 2 sala,
2 quanos, coznha fra, qnintal murado, eaciraba
em mo estado, avahad* em aOfJjgOOO, para paga-
mento da exeeucio contra Fritcisco de Souza
liego.
dem ra Naya de Olinda n. 14, com 23 pal-
mos de frente, 60 dit" deJoado, 2 salas, 2 quar-
ios, oozioha dentror quintalea aborto, avallada
em 4O0J0O0, para pagamento da execugao eon-
ira Cara Tneodora da-Fonceca, como snecessora
de Francisco Josf do AmaraL
Recfe, 3 de ju ho de 1872.
O uliciador da fazenda provincial,
________J. Fumino Corroa de Araujj,
Messegeries maritimes.
At o dia 11 do crreme mez espera-se- da Eu-
ropa o vpor francas Senegal, o qual depois da
demora do costume egair para Bueaos-Ayres.
tocando na Babia, Rio de Janeiro e Montevideo.
Para condiedes, frates i passagena irata-se na
agencia, roa do Comraeroo n. 9.
At o dia lid corrents mez espera-se dos por-
gara ceaai^s, fretes e passagans,
agencia, ra do Comrooreio n. 0.
irata-se na
sal.
lOHPi\IIIl
DE
Navegado Brasileim
Dos pollos do norte esperado
at o dia 9 do correte o vapor
Para, coamahdanie Carpinter,
o qual dupois da demora to cos-
tume seguir para- os portos do
Para carga e passageiros'trata-se na agencia.
Encommendaa da pequen] valor, peso, medida e
tambem dinheiro, recebem-se at i hora di tarde
do dia de sua sahida : na agencia, roa do Com-
mercio n. 8.
As enoommjalas viadas por e>ie vapor serio
eotreg :es at o dia da sa'iida do mesmo no es-
cripiorio da companhia, e depoi- deste termo se-
rio reeolbidas no trapicho Dantas.
CORHEiO GERAL
Heladio dos ol>|eetos rtglstra-
dus exlscutes oa admiaistra-
da> crrelo deata provin-
cia, gfarfi as pessoas abalx.
declralas:
Adolpha Leal Ferreira. Aureano Pires de Cam-
pos. Antonio da Cunha Faria, Antonio Joaquim de
SintoLima, Anfnio Liiz do Reg, Boavontnrj
Rodrigues da Afnjrim, Casemiro Jos de Oliveira
Miia, Cesario M. Francisco dos Prszeres, Eneas
de Arroxtrllas Galvao, Fior.*bello Jo Ferreira da
F., F.rmio T. ditCamara Saotiago, Dr. Franeisco
Domiag-ues da Silva, [)r. Getulio Augusto de C
reSerno 'Joaquim G. Vieira Guimares (2), Joa-
quim Lopes de Alineida, losa Joaquim Fernandes
(i), Jos Lopes de Oliveira, Joio F. de Caxia, Joao
Ficuodes de Castro Menezes (i), Joao Macedo do
Auiar.il, Dr. Joa P. Mooieiro de Aadrade, L'opil-
do Francisco da SiUa, Lourengo de Hollanda e
Souza, Manapni Ribeiio da Lapa, Manoel Duarte
Ferreira Ferro, SI .noel M, Marqtla3 Mariz, Nico-
lio T. dos Santos Tiieodoro Maduro da Fonseca,.
Viuva Je Joaqouo da Gonha Reg Barros.
Correio de Peraambuco Io de julh) de 1872.
O 'n:arregaa do reg Uro,
A. Gomes da Silva Ramos.
GtiRli'^WiiATMJO
Sabbulo 6. de jullio
Beneficio dos artias
Representar- ie ha o magnifico, apparatoso e
multo appiandido drama de grande espectculo,
em 4 ac;o :
Iiha de ti. Miguel
Para o indicado porto segu em poneos dias o
patacho porluguez t Mickietense j tem tras paN
les da carga engajada e pira o reslo qae Ihe fal-
ta e passageiros trata-se com os consignatarios
Ferreira de Almeidac C, a ra Madre de Dos n*
36, srmszem.
Forto per Lisboa
Paraos incados porto i pretende sabir com a
possivel brevidada a barco portngueza Ceres, na-
vio de Ia classe, por tar a maior parta de seu car-
regamento engajado, e para o que Ihe filia, que
recebe a frele eommodo e pasaageiro3, para o?
quaes tem aceiados conmodos, trat-se com o
consignatario Joaqaim Jos Goncalves Beitrao
rna do Commercio n. 80.
11 VU Utl.IU.l.
Terminar o espectculo com a linda comedia
em 1 acto, ornada de msica
Berlha d casligo
Principiar as 8 1|4.
O resto de billetes, acha-sa no escriptono do
Ibeatro.
Os beneficiados durante os htervalloj irn ar.s
camarotes cumpriinentar as pessoas que se digoa-
ram acceilar o espectivo bilhele.
Vapor brasileiro pirapama, vindo da
Granja e escalas, manifestou :
Algod3o 1881 saceas a Si Leilao Irra3o,
64 a Rocha Leal & C, 20 a Jos Luiz Gop
co, 38 a A Iriaoo Castro ic C, l a Maaoel
M. nto, '6 a Keller .
Barricas fl barris vazios 5 e 13 amarra-
dos a Joaquim Jos Gocalvos Beltro.
Carne e qoeijos 8 votumes a Caoba 1r-
m9os 4 C l ao D\ Luiz Aatonio Pires, l
a Maaoel J. R. da Cmara, L a Alheiro Oli-
veira & C, % a Manoel M. Piulo, i a Mo-
A cmara municipal deata cidade faz
publico, para conbecimento de qaem inte-
ressr poisa, qae por farrea doaiiso a. -
do ministerio dos negocios da fazenda de
27 de junho de 1865' ficaro pertencendo
ao municipio do Recife os foros e laude-
mios sobre os terrenos de marinba que an-
tes eram pagos cmara da Olinda, e pelo
presente convida a todos os posseiros dos
referidos terrenos a apresentarem seas"!
talos para serem devidamente registados.
Pa^o da cmara municipal do Recife 3 de
julbo de 1872.
Ignacio Joaquim de Sinza Lao,
presidente.
Augusto GaiQ0 de Figapireio,
oili.-ial maior serviudo de secretario.
Secgao 5." Por esta secretaria se declara a
quam interessar possa, qae aos 4 do corrate mez
foram eondrmadas ppr S. Exc. o Sr. presidente
da provincia, e publicadas nesta secretaria, as
senteocas di respectivo jalz commissario nos
autos de modlgao e legitimagao das posses deoo
minadas Cassu, Mina?, Firmeza, Cauto E cu-
ro e Jaguarib, do municipio da Eseada, perteo-
cenis. ao coronel Francisco Antonio de Barrosj
e Si va.
Secretaria la presidencia de Peraambuco, 4 del
julho de 1872.
O secretarlo interino,
Adolpho Laaae&ha Lias.
THEATRO
GYMAS10 DRAMTICO
Domingo 7 de julho
A's t3 hora3 da tarde
Ultima repressniagao do muito applauddo dra-
ma de grands espectculo em 4 actos :
Genoveva de Brabante
Terminar o espectculo com a-graciosa e muito
applaudida com odia em t acto
0 csixeiro da tavema
THEATRO
m\xm dkam \m
Qaarta-fem 10 de julho
Alt noYidade.
i irsos (Jijases, raeantemente chfgados a es-
ta capital; assefiaran.-se e.im o empreiario o Sr.
Da-Giovaani pia darem aigomas representarles
de semnamhulis no, espiritismo e ciimica recrea-
tiva, e a celebro perfuraclo da barriga de um
bomem.
Nesias represeotacoes toma parle a campanilla
dramtica com algumas comedias qae multo sa-
listarao os amalias deste bello passatempo.
r\i\ y\v rr^^.rt^ 7}
iliUll/L L.uOdlvi
H
T.raaDlto natural
NA
Ra (lo Commercio n, 17
Primeiro andar.
Todos os das atis das 4 horas da tarde as 10
da iioiiie, e en> dias sanliQeados das 10 horas da
manba as 10 la sonta.
AVISOS MARlTIMeS-
GOMPiNHLA PERNAMBIK1ANA
DE
*avega$i eosteira fr Tapor
facei, escalas, Penedo e Aracaj.
O vapor Giqui, commaadanu
Martins, seguir para os por
tos cima no dia lo do crrante
J as B horas da tarde. Recebe car
f ga at o dia 13, ocommendas
4mheiro frte at as 1 horas
6a tardado da 4a sahida -. variflorio c
do attos n. 11.
Baha.
O velairo hiate nacional Gatibatdi segu para c
porte cima uestes dias com a maior breVidade
posstfel por, estar com parte do carrega ment
prorapto, e para o resto trata-se com Tasso Irmus
St C, roa do Amorim n. 37.
PARA O
PORTO
Vai sahir em poneos dias a galera .Vara Fuma
i" t para carg e pa^igeiroi aos quaej olTerece
icellentes commodos, tr;ita-se tm Sosres Primos,
ra do Vigirio n. 17. ____________________
COJHPANHIA
DE
Dos portos do sal esperado
at o dia 8 do correla o va-
per Dalia, com.iiandante Felip-
pa, o qual depois da demora do
costumt seguir para os portos
do norte.
Encomraendas de peqoeno valor, peso, medids
a tambem dinheiro, recaben se at a 1 hora da
tarde do diada sabida do vapor.
A3 enc?mnr,n1as vindas por este vapor sero
entregues ateo dia da sihida do mesmo, no es
erotorioda compauhia, depois d;sse urmo sero
reeolbidas hd trapiche dj Dantas
Para fretes e passagxiros tratase na agencia
roa do Commercio n. 8.
CO.MPANH1A PERSAMBCAJA
i
avegaco costelra por Tapo?
Parahyba.NaUl.Maco, Mossor, Ara-
oaty, Geari, Mandahn', Acarac e Granja.
O vapor Pirapama, comoian
dante Azevsdo, seguir pars
os portos cima no dia 15 de
correle as 5 horas da tarde
Decebe carga al o dia 13,
enconmendas passageiros e di-
aheiro i frete al as 2 horas da larde do dia di
sahida : no escriptorio do Forta do Mattos n. 12.
t*^>
/*t
mm's
Rio Grande do Sol
Para o leferido porto pretende seguir cora bre-
vidade a barca pormgui'za Arminda por ter pane
da carga engajada, e para a que Ihe falta trata-
se com o consignatario Joaquim Jos Gongalves
Beltro, roa do Commercio n. o. ________
LEII.0ES.
FA.ZENDAS
MII)EZAS
SEGNDA-FEIRA R DO'CRREME
A's 10 l|i horas em ponto.
Annnio Lopes Rodrigues, nio tendo concluido
o a I-.oj em virtud: r3 n.o t?r polid despa-
char as suas mercaduras por falla de lempo a
agora tendo despachado ditas mereadorias, e pre-
tendenda brevemente mudar-se para o armazem
sito ra do Mrquez da Olinda (oulr'ora Cadeia),
[ara leilao pelo agente Oliveira, por intermedio de
sea preposto Piobo Borg-'s, de um grande sorti-
mento da fazendas e miudezas propnas deste
mercado, existentes no seu amigo arimzem ra
doVigarion.il, constando de extraeros, leos,
banha, agua de cologoe, litas, papel, voltas, gr-
valas e 1-dc.os; assim camonm variado sortimen-
to de fazendas, b-^m como camisas bordadas,
chapeos para homens, ditos para senboras, bonets
paaa meninos, carabraias, panno tino, easerairas
de dovos padrdes, basquinas, capas, las, chitas,
cassas e muilos ootros objecios de gosto, para o
que convida e esper;. a concurrencia de seas
numerosos fregoezes, seganda feira 8 do corren-
te As 10 1|2 heras da inaohaa, no sopra-atencio
nado armazem rna. ____ _______
DO
Engenho Monte de Oiiro
SEGUNDA-FEIRA lo DO CRREME
AS 11 HORAS DA MANHAA
MUTILADO
Por mand m. 8r.Dr.joii aci.
especial do commercio desta cidade, r-.-jue i
enlo dos administradires di raassa faHMa de Si
queira Pereira, ovagenta Olivara pree**\ a
aovo leilao por imerven;o de seu areaosl naja
Jtorges, do entnho denominado Monte deOarv.
silo ao termo de Ipojuca desta provincia, o qual
foi penhorado.-pof exeeacio de ditct administra-
dores vinva e Berdeiros do Dr. Ignacio lleryi
Foneeea e adjudicado a indicada ma-u.
A'S II HORAS EM POMO
No ajetlMefio do referido ageote a rva do ton
Jess (itr'ora Cruz) I andar n. 83, oade os Sr*.
prelendetrtes podera tiaver as ioformaeSM
sarla?.
MOVIS

DE
Objecos de ouro e movm
Sapdo adere eos, brincos, palseiras, trancaam*
correatoes e correales para relcaic, aoneia, i -
versos movis constanda de nma mobilia de Jaca
randa- modello anligo, eadeiras avulsas, I totet,
baqpa da Jacaranda, camas fraueexas de amarelle
e Jacaranda, 1 lustre de gaz, 1 cofre, 1 gtfarta-
roupa de amarello, 1 guarda louca, 1 espete
dorado, 2 qaadros grandes, am sanciaario de
/olla e mullos ootros objecos qae sero vendidos
pelo maior pree.
TERCA-FEIltA 9 D*>CORRE.TTE
O agente Martins far leilao de objecos de oow
e movis por coala de orna familia fue se ret-
roa para a Europa, os quaes sero vfndidos ao
correr do MarteHo. ?
VNo armazem da ra dolmperadir n.48, as II
horas do dia.______
LEMO
M3 ilIOVEIN
louca e vidros
Urna mobilia de magno eom ISjcadeiras o>
guarniQe, 2 ditas de bracos, 2 eousolos com po-
dra c sof, 4 qaadros reos representando as 4 es-
tacos do anno, t seile de Jacaranda 1 guarda
roupa de amarello, I comuioda d moguo, 1 par-
la-licor com munea, 1 lastre de gaz, 1 rico par de-
jarros, 2 pares da btenlas com piogentes, 1 dito
com ps de metal e z sofs estrenos.
Urna cama franceza de amarello, 1 lavatorio ie
amarello,.! marquesas de di lo, 1 pete gratos, I
guarda-tonei de amarello, 14 eadeiras da dito, 1
mesa elstica da dito, 2 apparadores de d:, i
quartinbeira, 1 apparelho de porcellana para jao-
lar,* 1 dito para almogo, garrafa., copos, carnes,
computeiras, 1 candieiro de gaz, 1 gamao a 6 po-
dras marmores para jardim
Quarta feira 11 do correrte.
O agente Martins far leilao por coma e ordeaa
da ama familia que mudou de residencia de todas
os movis, louca e vidros, existentes na casa .n.
22 da ra Sale de Setembro, antigo becco dos B-
reiros, as 11 horas do dia.

-
i '.
Louca, vidros, crystaes, orna' machina io
costara e ruuitos oulros artigos
QlNTA-FEIRA 11 DO CRREME
No edicio que foi theatro d'Apollo, sito i
ra do Visconde de Itaparica n. 26.
agente Oliveira far leilao por Intermedio de
sea preposto Prahj Borge-, por ordem de urna fa-
milla qae se retiruu para a Europa, constando da
urna exeellente mobilii demogna cora lampo rf*
pedra, 1 rica cama de Jacaranda para casal, g
a-veslidos, grirda-ronpa,' commodas, guarua-
Iuuqjs envidraQados, apparelhos nquissimus pata
almogo, copos dj cryslalT^ealieej,'garrafas da
crynal, venetianas, 1 estante para livros, 1 spp>-
radores, computeiras e muilos oulr;s ubjeclos ae
casa de familia.
O leilao principiar s 11 horas em pon, por
serem muilos os lotes.
O mesmo agente vender no mismo ediffet
amas pegas da estopa e balance grandes e pe-
queas. ,
AVISOS DIVERSOS
Agradecimento
Oabaixo assignado, possaldo do mais prufundu
reconbecimenlo, vem por recio da presente mani-
festa^o, agradecer em geral a todas as autorida-
des superiores e inferiles, pracos, particulares e
amigos, os seccorros que presiaram Ihe na noite
de 28 do mez prximo pa-.-ado por oecasiS? do
incendio da loja de miudezas n. 70 da ra da Im-
peratriz contigua a cusa n. 72 da mesma ra, onde
lao somente tioha o abaixo assignado seu esla-
belecimento de fazendas, como tambem era saa
propria resileona c ni -ua familia.-
A promptida e actividade com qae esses las-
portantes seccorros f .ram prestados por almas
hem-Asejas deve o abaixo assignado b"je nao s a
sua existencia, a de ana inuiher, filhos e sata
pessoas da familia, como a minoracao dos prejui-
zos qae soffreu em seu ealabelecimenlo por urna
lal causa, visto a rapidez e proporedes que tomou
o incendio referido.
Em particular, e por urna tal emergencia, con-
fessa o abaixo assignado mnilo dever a'oidr.
de e zelo dos lilms. Srs. Dn. chefe de polica, da-
legado e teneute-coronel subdelegado o districi >
da Boa* vista Dacio de Aquino Fouseca, qua por-
tou-se como um. perfaito cavalleiro, e un '
merciantes e particulares, Flix Pereira da S !va.
em caja casa foi recolhida ja sua familia e j as
f.zendas salvas da sea eslabeleciraento, loaquim
Ferreira Lobo, Francisco Jo Gongalves da Silva,
Jos Tergiro Goncalves Fialho, Lniz da Silva Fer-
reira, Francisco Rodrigues dos Santos, Jeo Fran-
cisco Martina, Joaquim Theodoro Gorrera da Si -
va, Joo Francisco Aniuoea, Jos* Redopiam dj.*
Sanios, Jss Lopes Alheio e Joo Ferreira
Santos, e outros da cajos aomes presentemente
nao me tecorda.
O abaixo assigoado recoBhace a jpequenbtz da
sua posicao ; entretanto aguarda a opportup Jade
de a lodos provar sua gratilo. Becifa '> de jalao
de 1872.
Loureuc. > Pereira Menes Buimaraas.
casTd
Aos 5:0001
Bilhetes garantidos.
i ,oa Primeiro de Mar?o (ontr'ora roa do
Crespo) n. 23 e casas do costuma.
O abaixo assignado, tendo vendido nos sen le
.Ixss bilheies dous meio? n. 600 coa 8 sortes da 404000 e 20*000 da lotera qae se aea-
oou de extrihir (10"), convida aos possoid
a virem receber na eonformidade do eoitnme seta
lescobio algam.
Actaam-se a venda os biibeies garaatidos o
13- parudas loteras, a beneflcio da nova igrej*
de Nossa.Seohora da Paoba (11*) que se extra-
hir na xta-feira, 12 do corrente mez.
PrlECOS.
Bilhete inteiro 64000
Meio bilhete 34000
Qnario 14300
Em porcao de 1004000 para cima.
Bilhele inteiro 54900
Meio bilhete 24750
Qaarto 14375
___________ Manos! Martins Fiaz.______
as Ao commercio -
O abaixo assignado declara ao publico e-
cialmenle a6 corpo do commreio, que nesla data
vendeu o sea deposito d pao e bolacha, sito so
largo da -Penha n. 8. ao tf. J >aqaim da m
Salgueirai & C livrej*:'liembaraQado da io I
debito q'fM-pos apfBfcer al esw dala.
Reeife.2 ao-JoJho de 1872.
Joaquim Goncalves de Azevedo Mata.
Pede-se a M. M. L. a DonJade de anote
Mtisfizer o importa de ama encommenda qae fax
para o da 24 de jouho, na roa da Imperainz ro-
mero 50.
rUBKl
<*




N







II
Feitor
Pre-.lsa.-se de aoi f.iiloi n> h,tel 4. Apipacos !
a traur no o.eamo hotel, oa ua roa do M
".(Miada o. 83, i' andar._________
Trooam-se
sotas das caixaa fl'iaoe do basco do Srasil, core.
Bedtano descont : na lija da ra do Marjaez de
Oitt& 58._____________________
Para evitar dunda*
O tUcalda froguezia da Boa-vita peda ao au-
tor de unaa reclaacio asignada por um do povo,
nsem ha dtw ao Diario de Pernambuco, com re-
lajo t appraiajm le porcos. se digne declarar
se a lluuida-rtelamacao a elle fe refere.
Jetouymo Jos Ferreira______
I*reeisa-se diTaTlrabalbador: na reflna
Vio di. roa larga do Rosario n. 3._____________
Alejandre dii Caoba Coelbo Cataoho convida
a lodos oa irmoa prc fessos da irmandade de San-
ia Cecilia para eomparecerem no consistorio do
Livranierto, onde futeciona a mesma, para se Ira-
ur de negocio de importancia, no dia 9 do corren
te me:, a* 10 horas do dia.
Padre portuguez
OnVrece-se nm ecolasiastico portuguez habili-
tado i .ara capellio e preceptor da menino?, oa oa
[ Carvalbo na roa Nova n. 26.
A casa commercial que na cldade de Goyao-
oa tero gyrado anros eom a Arma Ivo Antonio
de Ai:.drade Luna Sobrinho, contict desde o
1* de julho em diaole com oj mesmos socios e o
mesmo negocio, dabiix i da firma :
IVO SOBRINHO.
. O Sr. Melquades Antones de Almeida
qaeira vir i eiu typographa concluir o pa-
gamento do. alugoel da casa em qaa mora
em Olinda.
- nico dopatalo em Pernambuco doa chara-
tos G.'>8chnorbnsch da Bahia^ no escripWto d>
Canha & Manta : venda se de todas as marcas,
por preeos e-Ubelecidos, e eoaporcao de 3,000
Sara cima se dar descont': na roa do Mrquez
b Olinda n. 40.
A lioiica popular n. 77, da roa da Iroperatriz
para a mesma roa o. 69 e 71, continuara a unc-
cionar, com quaolo ainda nSo esteja prompta.
w O Dr. Sarment Fi-
Iho, cirurgio do hos-
pital Pedro II, de vol-
t de sua viagem a Eu-
ropa, contina no exer-
cicio de sua proissao,
na casa de sua reside
cia a ra do Impera-
dor n. 29
2
Padre intonio Tavares Dor-
. nellas
Pedro Goncalves Pereira Cselo
convidalas pessoas de sna amizade
para fazerem o caridoso obzequio
de assislirem a ama missa, que se
ha de celebrar na igreja matriz da
Boa-vista, pela alma do seo (loado
amigo o Rvd. padre Antonio Tava
res Dornellas, as 7 1|2 horas da roanbaa de 6 do
crreme, qnadragessimo dia do sea talleeimeoto
em Lisboa._____________________
^^AnnaSnaTiarqtie^ra
vares, alteres Gercioo Mar-
Dos de Oliveira Cruz, Rav
monda Lanra de Araujo
Oliveira, mulher, georo e
enteada do Bnado teuente
Clemente Pran:ilio Tava-
ves, convidam aos eus amigos e prenles para
aaeiatirciu s mtssas que icaadam rezar por alma
do finado, ao dia 8 do correte a- Choras da ma-
ntisa, na igreja da Conceico dos Militares.
Sebastto Antonio de Mello
Reg.
> Manoela Augusta de Men-
doea Mello Reg, vinva de
Sebastiio Antonio de Mello
Reg, agradecendo cordial-
mente as pessoas que se
prestara m a assistir ao en-
terramento do ten finado
marido, taz seienle aos sens parentes e amigos,
que a missa do stimo dia ter logar na Concei-
cio dos Militares no dia 8 de correte as 8 i/2
horas da nvnha.
0 Boiiiet tas tanas
Roa Har* 14
Salao.de cahelleireiro
A' lojade.fliodeM8e no 1 andar.
Bouqott dai Damaa^lem para vender a aeni
freguezes nm grande sortimento de perfumaras
dos melbores fa%ricantj| da Enropa.
m sorlmento completo de obra de cabello de
laxo, feito e de eoeommenda, coja cau tena.bebis
artUua; nm dHo de lava de Jouvin, caixinha
para oslara, lbum para retrato, grvala de ulti-
mo g'ostoVr botnwt e senhora, abotoadura de
cllete, fitas de seda de todas aa cores, .faites
para vestido, tem toda mereadoria do ultimo g-
lo, nm sortimenlo de iore lisas de seda, eparti-
Ihos para senhora e files, e t imbem oatros artigo*
do ultimo gosto, que os fregueses visitando o es-
labeleciraento podero apreciar, alem dos preeos
baratos, a boa qualidade das oercadorias. O sa-
li tem babil offleial para fazer a barba e cortar
cabello. ___.
Interesse
O Sr. Jos Alves Machado Guimares queira ter
a botidade de vir a ra do Imperador o. 28, a
negocio de sua conveniencia.__________________
NOTAS
Troca-se notas do banco do Brasil e de suas
filiaen tu roa do Bario da Victoria n. 63, antiga
roa Nova, loja de Joao Joaquira da GostaLeite
Traspasse de loja
Trtspassa-se a bem coobecida loja da ra Da-
ane de Casias intitulada Fragata Amazona;, ga
rantudo-se um anendamento por seis annos :
;aeui pretendtr nm boa casa e bem situada, di-
rija-se mesma a entender-se com o socio geren-
te da aciaal firma.
Alugase o armazem e 1* andar da casa da
roa to Vigario o. 3, aonde teve e-tabelecimento os
Srs. Johuston Pater A C : a tratar com o proprie-
jario Mmoel Alves Goerra. '
Na Praqa da Independencia n. 33 8c compra
ooro, prata e pedras preciosas, e tambem se vendt
< tn- de igaal especie.
SHI6 W3J3IWMM
3
Na travessa da roa
das Crazes n, 2, pri-
neiro anidar, da-se di-
aiielro sobre penhores
de ooro, prata e brilhan-
(es, seja qoal for a qnan-
lia. Na mesma casa com-
al pram-se os raesraos me-
! taes e pedras.
SteusBn m<&n wmm
400^000,
Da-se a qnsniia cima a quem apprebender os
cscravo<< Manoel Ricardo e Piel, qoe fugiram no
dia Vi de maio desie anuo : o i* da provincia
do Cnar, e veio para esta pequeo, cabra ataio-
^do, cabel'os cacheados, ps pequeos, baixo,
bom ;orpo, bocea lascada, coro pouca barba no
qneixo, e pouco hjgcde, representa ter 30 annos,
ladino, e gosta de andar limpo ; suppSe se ter le-
vado em sua eotnp;.nhia urna mulher de nome
Rachsi, alva, com eabfllos cortados. Fiel, cabra
.-Uro, idade de 27 sanos, altura e corpo regula-
res, cabellos earapiohos, andar vagaroso e espi-
gado tem falta de urna uan em um dos dedos
granies dos pe, um buraquinbo no nariz encos-
tado a venias, proveteme e um couce de ca-
vallo, poaca barba ; levou em sua companhia urna
oinlber de noroe Feiismina. de cor alva, eoro boro
caballo. Da-se metade da gratifkacao cima a
jiiem levar qaalqacr am desles escravo a en-
j;enh3 Magauass, Iregoezia da Escada, ca no Re-
cite, roa do Cabug. n. 18, casa de Manjel Jos
Ferreira Cruz.
Sociedade Patritica Dose
de Setembro
A eommissio central desta sociedade agradece
cordialmente as pessoas que a seu convite assis-
liraro as exequias qoe mandn celebrar pelo fina-
do Dr. Francisco Portella, e as diferentes assoeia-
(des qoe all se fizeram representar por soas
eomraisfles.
Secretaria da Soeiedade Doze, de Setembro,
Je julh) de 1872.
Loiz Gon^alve da Silva,
______________________I* Secretarlo,
Precua-se logar on> es:fv par ^vieo
de eozioha : no patee do Terco o. 63, padarif. Ha
mesma easa preeisa se de um toroeiro._________
Unillo Uommercial Benefi-
cente,
Teodo a commissao esearregada de confeecio
nar os estatutos desta sociadade conchudo os seas
trabilhos, convido, de ordem do Sr. presidente, a
lodos os sennores socios a eomparecerem na sede
da socieda le Recreativa Nova Uoiio, ra do Ba
tao da Victoria, pela 10 horas da roaohia de
domingo 7 do correte, afim de em tesaio proce-
der-e a leitara dos uMtrnos estatuios e oilberar-
c o que for cooveoi<%t. '* ^ -
Secretaria da soeiedade Uniao Commercial Be-
oeficente i de julho de 1872.
O 1* secretario,
J. G. de Medeiros Jonior.
CABO, 1POJUCA E ESCADA.
Advngado.
O hachar! J.io Goniaga Bacilar tem
eriptorio e residencia oa vilU do Cabo
| rna Duqne de Caxias o. 21.
Eoearrega-se de causas civeis, crimes
i commerciaes, bem como de defesas pe-
tte o jar y nos termos supramenciona-
Jos.
Precisase de urna ama para cozinhar e po-
tra para eng .majar : na ra do Corredor do Bis-
po o. II. ______
cria no
Pricisa-se de am bom eriido para casa de ho-
rnea solteiro, paga se bem : na roa do Marque:
de Oloda o. 20.
Desde o dia 6 de jaoeiro do anuo passado
qae nsentoa se da cus de sea senbor na roa da
Crui, a eserava Thoraazia, crioula, com 96 a 28
anus de idade, baila, eorpolenta, cabera chala,
beif s grossos, maos bem fetas, com as juntas
doi ledos ealejadas, peitos grandes, ama marca
redoada em nm dos bracoe, ps meio cbatea ;
detjnfla se andar por estes arrabaldes acontada
poi m Portuguez, ja teas sido eoeontrada em Ca
xaof a e Ja queira : roga-se s autoridades oo a
qnetu a appreheadr leva-la roa da Cruz n. 23,
oo a ra de Hortas o. 14, que serio bem recom-
pon ados.
m
Ns rna das Trincbei-
rss o. 50, andar, pre-
cias ae de nma ama pa-
ra comprar e eozinhar.
AMA
Precisa-se de ama ama para
comprar, cosiohar e engominar,
na roa larga do Rosario nome
ro 36, primeiro andar.
AMA
Precisa-se de ama que saiba cozi-
nhar, para casa de bomem solteiro :
na roa do A moriro n. 39.
Ama de leite
Preeisa-se de ama na ra de S. Jorge", outr'ora
Pilar, o. 131.
Predsa-se de urna ama para eo-
_ ziobar e engommar para casa de
familia de daas pessoas : a tratar na ra Oireila
n. 3, 1* andar.
19L1
Ma
Precia-se de ama ama para
nbar: na rna do Cotnvelln n. 139.
eozi-
8 rvico de casa.
Paga-fe bem a am mole joe oa pardioho de 11
annos para servico de casa : oo 1* sitio murado
o. 2, antes da igreja do Maognioho.____________
Co8inheiro e engommadeira
Paga-se bem a nm bom cosjuhelro, e a nma es-
erava que seja perita engommadeira : oo 1* sitie
mnrado n. 2, antes da igreja do Mangoinho.
Attent?a5
Preeisa-se fallar eom o Sr. Manoel de Oliveira
Ferreira Gaimsraes, natural de Portugal, cidade
de Guimares, a negocio de sao interesse, em vir-
tede de cartas reeebidas dalH : na roa do Impe-
rador, loja n. 54. __________
Ht para alagar um escravo cnuolo, assa,
reforcado e capaz de todo ervico : oa roa da Aos
rora n. 65
Fugio no fim do mez de novembro do anno de
1869, do eogenbo Goit, sito na comarca de Na-
zareth, a eserava Tbereza, de 30 annos de idade
pouco mais oa menos, com os signses seguidles :
cor mulata bem clara, bsixs e grossa do cor-
po, rosto redondo, olbos castanbos e grande?, na-
riz am unto chato, bocea grande, denles grandes
e cangallos, cabellos meios loaros e eaxealos
para as pontas, bracos e pernas grossas, ps cur-
tos e grossos, com algumas cicatnzes de relho
as costas.
Igualmente est fgido desde o dia 26 de feve-
reiro do corrate anuo o escravo crioalo de no-
me agostinho. de 10 annos de idade pouco mais
oa menos, e os slgnaes segutD'.es : cor bem pr-
la, alto e grosso do corpo, resto redondo e car-
nudo, o.bos pretos e grandes, nariz chato, boc-
ea grande, beicos grossos, representando doas
beicos do lado de cima, eom falta de denles na
frente, cabera comprida e calva de diante para
traz, principiando a pintar tanto no cabello como
na barba, pernas fiaas, ps torios apalheiados,
eom urna cicatriz em um dos regeitos dos ps,
Este escravo foi comprado a Pedro Garca,
morador no seriio do Sabogy, e j fez ama sahi-
da com deslino ao sertio e foi preso em Bom
Jardim da comarca do Limoeiro.
Rogase a todas as autoridades policiaes, oo
mesmo pessoas particulares, que os prender e con-
dozir ao referido engenho Goit, a serem entre-
gues a sea seohor o major Cbristovao de liol-
laoda Cavalcaote de Albuquerque, ser por cada
am gratificado com 200*000 rs.______________
Seguros martimos e
terrestres
A companhia Fidelidade de Lisboa, toma oa
sua agencia em Pernambuco, segaros martimos e
terrestres, dando oestes ltimos (debaixo de sua
mesma respoosabilidade) o stimo anno gratuito
ao segarado : n. 44, ra do Marqaez de Olieda
o. 44.
Ao commercio
Oa abaixo assigoados declaran ao publico e es-
pecialmente ao corpo do commercio qae nesta
data eompraram ao Sr. Joaqaim Goocalves de
Azevedo Maia, o sea deposito de pao e bolacha,
sito oo largo da Peona n. 8, hvr e desembara-
zado de qualquer debito qoe possa appareeer
at esta dala.
Recife, de julho / 1872.
_________ Joaqaim da Silva Salgaeirtl A C.
tilub popular
Pelo preseote declara-se aos socios do Club Po-
pular qoe as sessoes respectivas lerio lagar da
presente dala em diante oos saldes do sobrado o.
2 do eaes 22 de Novembro (mir'ora Ramos), nao
havendo alteracao algnma quaoto aos das e boras
das ses>d"93. Recife 4 de julho de 1872.
Manoel Francisco de Barros Reg,
t* secretario.
Han mmm
Assignatojra pan o segando anno
I2J000 ris.
lalrrarU trance.________
Escravo fgido
Anseotoa-s* desde o dia 14 do errreote o preto
cre'O lo dt oome Hodolpbo, idade 26 aooos. poneo
mai'cu menos, estatura regnlar, olbos v'gos e
tem nm geilo oo andar; foi escravo de Luiz de
Oliveira Lima, babil, sabe lerecosioma intitular-
se como forro, tem andado pela Soledade, Cisco, e
ca ioOoa de Olioda ; quem o pegar traga-o oa
roa Direita n 16, qoe ser recompensado.
- Pede-se cmara mamada! que lance suas
vistts para um tiscal qae existe Jjesta freguezii,
que j tem por costume pegar os' bichos qae an-
dan i vagando, assim como oo dia 27 do mez pas-
sadi elle maedou pegar duas porcas, sendo urna
parda e oatr prenheJ indo os danos procurar,
diste elle, venba de tarde: indo os donos s tarde,
disse elle: as porcas, ama fogio e a outra arrems-
loo se por 000.
Um do povo.
Ama de leite.
Precisase de urna ama sem filho : oa roa do
Cnioveuo a. 129.
lili
21, 2* andar.
Precisa-se de urna ama de leite
na rna do Mrquez de Olinda o.
AM*
Precisase de atoa ama qae sei-
ba perfeitarrenti! c ziuhar : a tra-
URGENTE
lar na raa do Hospicio n. 50.
AMA
Precisa-se de urna para casa de bo-
mem solteiro : a tratar na ra da
Praia n. 40.
Preeisa-se de nma ama para pequea fami-
lia : os rna de Hortas d. 94.
AMAeTSr
de nma para cosinbar em
homem solteiro, na loja das 6
ponas am frente do Livrameoio.
NesU typographa se preci*a fallir com
urgencia aos corres?ondeles dos Srs. abat-
i mencionados, para evitaren) a suspensio
do Diario.
Antonio Jo; de Castro, em Bom-Jardim.
Cmara municipal de liuique.
Dita dita de Pao d'nlbo.
Dita dita do Granito.
Dita dita de Goyanna.
Vicente Ferreira Tabosa, cm Frecheira.
Pedro Vctor Bonletreao. no Cabo.
Jos Pedro Velloso d Silveira, em Gaael-
Antonio da Cimba Pereira Brandlo, en
Agua Prea.
Paulo Cavalcanle de Albuquerque, dem.
Joaquina Venancio Caldeira, em Bezerros.
Dioniio Ferreira Jacobina, no Altinbo.
Vigarii Frri Pedro da PorificacJo Paz t
Paiva, em Agoas Bellas.
Flix Ribeiro de Carvalbo Jnior, em Ou-
ricury.
Rodopiano Florencio de Carvalbo Calumby,
no Brejo.
GASA DA FORTUNA
RA 1* DE MARCO OUTR'ORA DO
CRESPO N. 23.
i 'alea que paga aa sortea
Aos 20:000^000.
O abaixo ai(rnado tem sempre exposto i veav
la oa felizes bilhetee do Rio de Janeiro, pagaad*
irompumeote, como costama, qualquer premio.
PRECOS.
loieiro 24*000
Meio 124009.
Qoarto :6#000-
Manoel Martins Pinta.
AMla
Precisa-se de unid ama bja cozinhetra
para casa de homem solteiro : oa roa
do Livramento n. 6.
'lanoel Pereira de Carvalbo
Precisa-se fallar eom urgencia a este senbor a
negicio de seo interesse : oa ras Doqoe de Ca-
xiai o. 75.
Cavalio furtado
Hootem por volta de 2 boras da tarde foi furtado
da escada do sobrado o. 79 da ra do Imperador
um cavado miso, de cooro branco, de tamaohu re-
colar, castrado, de 8 para 9 annos, ja teodo al-
gn? denles, principiando a quebrar por ser de
eogeotm, teodo na Bartll"* J.* BiUaUBjyyf'fr1
nos peitos da colleraToe JSrns tenlo aaTos cas
co3 das maos raxado pelo lado de lora, pertenee
ao Sr Jos Matbias da Pooceca 'enhor do engeobo
Caito de Marieota, qae gratificar qaem o en-
tregar ou delle der noticia na mesma casa o. 79.
O cavalio foi furtado sellado e eofreiado, sendo
o selim de pouco oso e lavando como manta nm
coaro de bode eom cabellos crespos, a qoal for-
rada do nnio para traz com panno de manta.
Desappareceu hoje ao meio dia de filio das
Almas em Belm, urna mulatinha de 2 i|2 annos
de idade, por occasiSa de levar'nma saia e chita
preta ao oulro sitio confronte ; sappde-se ter sido
coodozida ou roubada, levoo vestido de chita en-
carnada, sem camisa ; as autoridades por, e roga
caso se teoha perdido e va ella ter polieia, o fa-
vor de a maodarem levar ao dito sitio qoe se pa-
ga rao as despezas, e a quem della ter noticia
exacta gratificar se ha com generosidad^_______
0, Dr. R. Vi mua -fi
^fc Medico operador e parteiro, recen- ti
%R/ temeote chegado da Europa, unde de-



dicoo-se a cirorga, partos e especial- qv
mente as molestias e operac5ea de vias ^
mo ourinanos, tem o seu consulto-
rio i rna do Vigario n. I, segundo an-
dar, onde d consultas do 1|2 dia as 2
boras, gratis aos pobres.
Pode ser procurado a qualquer hora
do dia oo da nonte.
Ra do Vigario o. 1. 2 andar.

Enfilo SolJade
Esle engenho sitoado oa riheira de Gititoba,
a margen do rio Camatagibe, de grande extensao
em terrenos os melhwes que se pdern deejar
para a cultora de cannas; ae eom agua e tem
proporte para se levaour roais dous engenhos
d'agua guarnecidos coro ricas maltas. Esta pro-
priedtde venda se al arreoda se, e tambem d se
terrenos para levantar tutros eogenhos pelo tempo
qoe te conveocionar : a traur com seo proprie-
uro o largo do Corpo Santo n. 17, primeiro
atwiai'
Si^1cBI5oSmptSib5

s
DO
Dr. Santos Mello
r3--Roa do HarSo da Victoria43
Rssideaeia mesma raa n. 7, 2 ao-
4*.
VueeJoa toda i as quintas felrai e do-
tioiiee.
Gratis aos pobres.
No dia 4 de agosto do anno passado aoseotoa-
se do engenho Camaragibe o escravo Vicente, de
idade 40 aooos, catira, de ahora reguiir, tem
todos os dente, e sao limados, tem cicatrizes de
ferida que teve oas pernas, e tem manchas bran
cas nos pos e oas mos, bem ladino que costuma
involver-se em presepios, julga-se qae esteja em
Montes de Una oa em Goyanna por ter l pare-
les: rogase as antoridades oa a qoem o appre-
bender leva-lo ao Recife ao Sr. Jjs de Soasa
Barreiro', na ra da Comuanhia Pernambucana
o. 2, que serao generosamente recompensados.
Precisase ee urna criada
geira, para cozer e engommar :
do Commercio n. 38.
para casa estran-
a tratar oa raa
MOFINA
Olha elleL
Roga-se ao Iilm. Sr. Ignacio V.aira ie Mello, es-
:rivao oa eidade de Nazareth desta provincia, o
favor de vir a roa do Imperador n. 18 a rooclu'
iquelle negocio qoe V. S. se compromettea reahV
sar, pela terceira chamada desta jornal, em fin
ie dezembre prximo passado, e depois para ja
aeiro, passou a tevereiro e abril, e nada camprio
por este motivo de aovo chamado para ditc
im ; pois V. S. se deve lembrar qoe este negocie
de maia de oito annos, e quando o aenhor aa
3ho se acbava no es nesta cidade_____________
Uopeiro
Preci-a-se de om copeiro no hotel de Apipneot;
a traur oo mesmo hotel, ou oa roa do Mrquez
de Olioda o. 53. I* andar.
505000
Na praca da Independencia o. 33 se d de gra-
tificado a quem apresentar a eserava Mamo-
na, pr ta, de idade mais de 80 annos, bulante la-
dina, com falta de denles, estatura baixa, tem sido
por doas vezes encontrada eom nm balainbo oa
roa da Anrora em direccjio da via-ferrea,oo eolio
em Santo Amaro; em todo o caso parece qoe deve
estar por aquellas immedia.oes, est ausente des-
de 6 de fevereiro.
O abaixo assignado leudo de ir ao centro da
provincia cobrar soas dividas nos lugares segua-
les : Ltmoeiro, Vertemos, Barra de Ignacio lava-
re, S. Tbom, S. Jos de Pjc, Laga do Mon-
teiro, Afogados de Iogizeira, Bom Cooselho, S.
Jos* do Piane, Baixa-Verde e Srrra do Teixeira,
offerece-se a algon* commerciaotes qae tiverem
dividas para os mencionados logares e que seiam
cobraveis, e as qaeiram mandar recebar, Hedan
te ame mdica poreentagem, podem dirtflr-se
roa da Imperatriz o. 78, Toja.
Mantel Joaqaim Das.
Aluga-ae orna
orna easa de familia :
Passagero) d. 36 a
eserava para o se
traur raa de
?$
Os procuradores de Franciso de Albuquer-
qae e Mello pedem aos credores do mesmo o fa-
vor de apreseotarem snas cintas no praze de 15
das oo srmazem da roa do Commercio o. 5,
Antonio de Albuquerque e Mello, atm d serem
conferidas e verificadas para se proceder a am
bataneo peral e apresenur-ss o resaltado ; assim
como latonero fazem o mesmo pedido aos deve-
dors do mesmo, tanto da praca como, do mato,
a viren pagar seas dbitos.
Recife, 3 de jalho de 1871________.
Francisco de Oliveira Franco declara qae o
hilbete de lotera do Rio de Janeiro o, 3997 da
94 lotera do Mome Po dos aervidores do estado,
pertenee, metade a*,Mara SenhonoRa de Oliveira,
resisldenie em Portugal. Recife. 4 de jalho de
1872._____________________________________
Precisa-se de om perfeito eazinheiro, forro
oo escravo : oa roa da Aurora o. 49.
Aluga-ae
o 3* andar da casa da raa do Aroorim o. 39, eom
oommodos para pequeoa familia ; a tratar no ar-
mazem do mesmo. .
Companhia de sega os Phe-
nix PernambucauB.
Os Srs. acciooisUs sao convidados a reunirem-
se no dia 6 do correte ao meio dia na casa da
companhia, a raa do Commercio o. 34, para ibes
ser apresenUdo o rotatorio do anno findp e tra-
taren) de elegerem a directora.
PernambucOj 3 de jalho de I87
Os directoras,.
J. H. T>ipdad2&
Luiz A. Siqueira.
F. F. Borgea.
Loja
1raspassa-se o arreodameoto da loja da raa do
Baio da Victoria n. 45 : a tratar na mesma.
Co8nheiro e feitor
(recisa-se de uro eozinheiro e de om feitor, oa
roa do Hospicio o. 84 : a tratar na mesma casa
oa tu raa do Crespo o. 4, escrptorio de Alcafora-
do k Irmao.
%^V
Precisa se de urna mulOer
idosa para cozinhar: no pa
leo da ribeira o. 13, Uberna.
Preeisa-se de urna ama pa
ra cozinhar em casa de bo-
mem solteiro : a traur na
rna Dnqoe de Caxias n. 73, loja.
^>\*
Agencia.
AMA
Precisa-se de nma que euzmhe e
engomroe : na rna do Visconde re
Pelotas (ant'ga Aragao) n. 37.__________________
Preciase de urna ama para comprar,
cosinbar esengommar para casa de ama s'pe->oa
tratar na ra ds Roano estrella n. 10 2 andar
Precisa se de urna ama torra ou eserava
para o serv c. > interno e externo de urna casa de
ponea familia : tratar na roa do Commercio
o. 44, 2* andar.
Ao commercio
Ca abaixo assignado i scentificam ao respeitavel
cor jo do commercio qae ceropraram ao Sr. Mar-
cos de Almeida Lima o esUbelecimento de mo-
ma los sito no pateo d9 Terco o. 11, livre e de
sembara^ado de qualquer debito : quem se julgar
eoni direito ao mesmo queira oestes tres dias en-
tenler-se eom o Sr. Marcos de Almeida Lima. Re-
cife 4 de jalho de 1872.
Mi nervino Francisco Lobo.
Francisco Ignacio Lobo. _____
Gosinbeira
Precisa-sede urna mnlher forra oa eserava qae
aeja boa coziuheira e engommadeira para casa de
faujlia : a tratar na ra Dujue de Caxias
loja.
n. 93,
Fugio do abano assignado, morador na cida-
de do Pilar das Alagoas, o escravo segurte : Be
neiicio, cabra, ccr vermelha, idade 21 annos, es
utura regular, ebeio do corpo, faltam loe os deo-
les ds frente, teve ama ferina era nm p, a qaa!
sarando deixon bem vitivel. a marca, padeiro,
bom reroeiro e toca algaos instramentis de mu
sica, seodo o qoe mais usa a cirmela. Teodo-se
evadido oo dia 16 de fevereiro do correte anno,
fui visto depois disso oa eidade de Maeei, e cons-
U ter seguido para Pernamhoeo eom destino
asseotar praca, diiendo ser forro : pede-se as au-
toridades policiaes e oapitaea de campo a captara
do dito escravo, gratieando-se generosamente a
quera o apprebender e entregar oo Recife ao Sr.
Antooio de Moara Rolim, e nstta cidade ao abaixo
assignado.
Cidade do Pilar das Alagoas 15 de ionbo de
1872.
Jos Alvet de Agoiar._______
Escravo ungido
Aazenton-se desde 13 de maio prximo passa-
do o preto Alfredo, de trinta e tanto aooos, es
tatar, alto e magro, olbos grandes e tem na
geito oo andar, perfeito e ziobeiro e foi eseravo
do Srs. Adriano *. Castro, e oltim mete do Sr.
Jos Joaqaim Goocalves Batos, costama andar
neja Capuoga e Pojo da Panella, e consta qae j
fui visto oa cidade de Olinda ; estes sao os pon-
tos aonde elle tem andado : quem o pegar tra-
ga o a roa Buque de Caxias o. 91, loja do Rival
sem Segando, qae ser bem gratificado,
Criado
Na rna de 8. Fraaeio n, 72 pleeisa-se de
crudo eseravo e de ama criada portegaeza
estrave.
um
00
OBANME
LIQUIDACAO
Bazar da Moda
R na do Baro da Victoria o. 50
Dos aegoiotes artigos, saber:
lias e alpacas a 500, 600, 700, 800 e 906 rs. o
covado.
Hedinas de cores a U200 o covado.
Sultio de core?, nova fazeuda de la cem listras
de teda, a loOO o covado.
Gurgures de lia, novo gosto, com 4 palmo.- de
tari-ara a 1J .
trelon de cores a 300 rs. o eovado.
Fustoes e piquees de cores a 640 rs.
(amorata de cores com barra a 700 rs. a vara.
Chapeos de velludo para senhora, de 59000 a
loOOO rs.
Eitos depalha a 3, 10/e 12.
Eitos para meninos e meninas de 24800 a \i.
Saias brancas j feius para- Sra. a 3''>00,
I'itas ditos bordadas a 9* e 15/
Bleas para hemem e seobora, de 64, 74, 84 a
12,1000.
I oros com listras a 124.
Chapeos de ol (Paragoo) para homem, de 104
124 e 16|.
E itos de abo de marfim a 124C00, 154000 e
16/000. ann
Cambraias Vi:loria e traospareotes de 34800 a
84 a peca.
TJiUjde lioho de diversos preeos, assim como
arti os para casamento, como sejam :
Camisas bordadas para homens e senhora?.
Froobas de esguiao e eambraia de linhi bor-
dadas-
Cortinados, toalbas bordadas e colchas de cro-
chet.
I-a oos de crochet para eadelras, sotas e pianos.
Esguiao, selecia, breUobas de linho e fil de
aedi.
I a-quines de de seda, sahida de baile e ootros
artigos de moda
Ilnxevaes para baplisados.
itm desles artigos tem om variado sorlimeuto
de nlodezas que vende por baratissimos.prejos,
como sejam :
Fitas de sarja, gargurao, setim e velludo.
B icos e rendas de lbvriotbo, crochet, linho t
sedi.
Grande sortimeoto de trocas e franjas de seda.
Leques de seo imitando marfim.
Crampos de formato de rosa e imitando tarta
roa.
tilos pretos.
Objectos para lulo, a saber :
Fomo parajehapo, brineos, alfinetes, casoletas
vo'as e correles para relogio.
\ariado sortimeoto de botoes para vestido, pu-
nbese clete.
1 raneas de la e algodo.
G nnde e variado sortimeoto de perfumaras
dos priocipaes perfumistas da Europa e muilos
oot 'os objectos que oio menciona por tornar-se
enf.dooho.
mn
Aos 5:000*
Bllheff garantidos da pro
rinda.
Roa do Baiuo da
Victoria,
Ottr'ora ra Nova n. 63 e casa*
de costumfy.
.acha-se venda os muilo felizes bilhetes ga
raa idos da 13* parte das loteras a beneficio da
igreja de li S. da Penha, que ser extrahida no dia
tex u-feira 12 do correte mez.
PRECOS.
Irueiro 64000
Meios 34000
Uturtos 14600
Da lOOOOO pan cima.
lmeire 54600
Meto*. 1I7S0
Qaartoa 14375
Joio JoacnjzB da Coste Leite.
AMA
Precisa-se de urna ama
forra oo eaptiva, qoe sai-
ba cozinhar, e paga se
bem : no pateo da San-
ta Cruz n. 6, padaria.
Precisase de nm agente nesta cidade para as
macbiuas de costnra de Hovre ( H we S< wing M
chine ) de Nova-York. Para mais plena informa-
cao dirija-se a W, E. Waterman, agente geral da
Howe Menme Company, 66 ra da Quitanda.
Rio de Janeiro.
Monte-Pio Portuguez
Conselho flseal.

De ordem do Sr. presidente do c. n-ellio, convi-
do a todos os Srs/cooselheiros a reonirem-se sao-
bado 6 do correte pelas 6 i|2 horas da tarde,
oos saldes do Gabioele Poriuguet de Leilnra, afim
de em sessao ordinaria apreciarem o relaiorio e
balancete apresenUdo pela directora, e perteo-
cente ao trimestre lindo, de abril a junh'o prxi-
mo passado.
Secretiria do cooselho fiscal do Moote-Pio Pr-
togaez em Pernambuco, 3 de julho de 1872.
Maooel Flores,
Secretario.
Precisa-se de urna ama forra on
eserava, que saiba cozinhar e engom-
mar, para urna familia de duas pes-
aiiaia soas, pagase bem : no pateo da ma-
triz de Santo Aolioio n. 4, ou na rua.da Ventara
numero 12.________________________________
>a ra da Aurora n. 67.
2* andar, precisa-se de duas
amas, sendo nma para co-
zrhar em easa de pouca
familia, e outra para o ser-
vico interno.
m
AMAS
Acha-se aben desde o l*
anta nocime da villa da Escada.
do corrente a
AMA
Na ra do Imperador n. 16,1*andar,
preeisa se de urna ama para engommar
para duas pessias pajea-se bem.
Joaquim Jos Oonpal-
ves Beltrao '
Roa do Commercio d. $, 1 andar.
Saco por todos os paqaetes sobre o
banco do Minbo, em. Brapa, e sobre os se-
guintes lugares de Portugal.
Amaran.e.
Arcos de Val de Vez.
Barcellos.
Beja.
Chaves.
Coimbra.
Covilb.
Faro.
Guarda.
Guimares.
Lamego.
Lisboa.
Mirandella.
Moncho.
Ponte de Lima.
Porto.
Tavira.
Valpassos.
Vianoa do Casieiio.
Villa de Coode.
Villa Nova de Famaiicao.
Villa Nova de PonimSo.
Villa Real.
Vizeu.
Valeoca.
Figoeira..
Peoafie!.
Regoa. _____________
ALUGASE
A casa terrea sita a roa d s Praz-res
tratar oa raa dos Coelhos o. 5.
o, 42 :
7M71
O Sr. Jos Alves Machaco Guimares, 6 pela se
gunda vez chamado a vir roa do Imperador n.
28, a oegoeo de sea particular ioteresse.______
O abaixo assignaJo declara qoe vende-se
em Beberibe de oaixo, no sitio Funaao, trras a
retalho, por prego commoio : quem quizer diri-^
ja-se ao memo logar a iratar' na taberna da es-
trella. .
'. Sidronio Angosto de Hollanda Soares.
Pede-.-e a pessoa a queui for olloreeida urna
booiU pooteira de espuma, do formato de urna
meca com um gnnde ambre, cociendo ama chapa
de ouro, o favor de apprebeode-la e leva-la i roa
do Mrquez de Onnda o. 15, qoe se recompensa
r generosa mente.____________________
Joio Bapusta de Aibuquerqae, po' ler en
eontrado igual nome, resoiven mudar para J">
Baptista da Silva, e como de novo toro a encon-
trar ootro de igual nome, d'ora em diaoie ee as-
sign-r Joao BaptisU Aves da Silva.___________
O absixo assignado scieotiSca ao respeitavel
corpo do commercio que em-3 de juobo prximo
passado dea sociedade a seu irmo e aotigo ca-
xeiro o Sr. Jos Mana Rgieirc, em aeu eslabele
cimento de molhados no pateo do Carmo n. 9, cuja
firma gyrar na razio de Ribeiro & Irmo.
Reeife 4 de julho de 1872.
Manoel Jos Lniz Ribeiro.
* CONSULTORIO H0ME0PATH1CO. *
DO X
DR..llSi^OV4
Largo da matriz de Santo Antonio
o. 2.
Coosuitas e visites a toda a neta. Me
dicaoaentos e :arteiras dos melbores fa-
I bricanirs.
Precisa-se de um dos pequeoos chegados da
Europa para caixeire de uverna no Aplpucos:
rm estiver nesUs condiede! dirija-se a povoac.o
lito lagar, tratar eox Joao Felisardo de
Amono.
5
m
m
*
l
m
m
i
Pede se ao Sr. Prospero, que coodoz em sea
carro passagairos para Pao d'Alho, qae appareca
raa da Roda o. 60 a oegocio de particular inte-
resse^_____________________________________
Precisase atugar nm moleqne de idade de
12 a 16 aooos para servico de armazem : oo caes
do Ramos n. 18.____________________________
Hotel da Indepen-
dencia >
Ra do Imperador n. 32
Precisa-se de doas eseravos de 18 a 20 annos
para o servico da casa._______________________
PAO ESPECIAL
Pao especial e commum iodos os dias, as 2 i/2
horas da tarde aaairdo f. roo, podenio os fre-
guezes compra-lottoda quente, sendo feito de tan-
nha especial, assim ei roo o pi chioez : na roa
de Gervasio Pires o. 45, nova padaria Ameri-
cana.
s
Mathem'iticiS
O abaixo assignado, bacharel em roa-
Ihematicas, abrir um corso de arilhme-
lica e geometra no di 3 dj jn'ti > prxi-
mo futuro. Os senhores''sin taitas que
pretenderen! fazer exame em fevereiro
ou ra irf>, e quizerero roatricular-se, de- JH
vem dirigir-se easa da residencia do H
mesmo abaixo asignado, sita ra dos 9
Pires o. 18, cuja eutrada pela ra da 91
Concei';;io. B|
Bernardo Pereira da Carmo Junjir. !
mmm asa &m wmm ras
AOS 5:000*5000
Kstao veuda os felizes bilhetes da lotera a
una, na casa feliz do arco da Cooceico, toja ce
nrivos no Recife.
EnKOmmadeira.
Precisase de ama ama para lavar e engommar:
a tratar na raa 1* de Marco o. 7 A, I* andar.
Precisa se de aro hortelao para om enge-
nho fa tratar na ra Imperial n. 5 2* andar.
Tintura da China
Para tingir os cbelos, barbas, bigode e
restilui-lbes a cor natural, em
2 minutos
Entre todos os preparado cbimicoa destinados
i eolorisacao do cabeilo, deve a Tintura da Chi-
na, por sua superior idade, occopar um do mais
distioctos lugares. Ella d ao cabello a cor qoe
va e fortifica.
Deposito na pbarmacia americana de Fer-
reira Maia dr C roa Dnqae de Caxias o. 57
COMPRAS.
C0PR4SE
moedas de ooro prata na loja da roa do Mar-
qoez de Q.inda n. 5._________________.______
(Jompra-se
trastes novos e osados: na ra do Impera-
dor d. 4, armazem.
Compra se am barro para carroca : oa fab: :*
do gaz, S. Jos. ________________
Eserava
Precisa-se omprar urna qaa saiba
engommar, paga se bem : oa ra da
o. 26. loja.
cozinhar e
Imperatriz
tf

No antigo armazem
de agencias da raa do Imperador n. 16, compra-
se effeetivamente trete nado e novo.________
Compra-s ciau caixilns para jaoeltas da
peitonl : na botica da praca dj Coode d'Eu o. 19
ao entrar oa raa do Aragi".
VENDAS,
Desappare^a o nervoso
Os homen- qoe fodrero de nervoso oas miel es-
cialmente quaodo escrtvem inteirament preju-
dicial ; mas, qnereodo ver-M livre desse mal, ve-
ntura a Nova Esperaoea e compren om annej "
elctrico qae o mal desapparec; assim tambem
a senhora qoe soffrer de, igual mal cooar^rv*
urna palsetra elctrica e reara perfeiumea* f*
boa ; todo io so se eocontra 04 Nevi Esperance
roa Doqoe de Caxias a W.

A
/
J MITIUI l



Divio d fdjtoambDO Sabbado 6 de Julho d 1872
5



RA DO DUQUE DE CAXIAS
(Outr'ora do Queimado)
Este estabelecimento acaba de receber om importante sortimento de di ver ai la
sendas ptopriaa para vestidos, sendo poapehnas de seda, sedas, 13as, percales, ditas con
barras pioprias para babados, lindas cambraias crox, e em fim urna infinida de d'arti-
gos de moda, tudo prjprio para a testa, o que tudo vender por precos ibteirameok
rawaveis, en consequencia de estarmos prestes ao fim do anno, e o t>5 nao quer te.1
grande tiabalho com o sea balanco, preferindo tomar dinbeiro a fazendas, convida-s
portante io respeitvel publico a virem sortir-se na loja do 65 aonde comprarao por pre
coi qoe ii5o obterlo om ootro qoalquer estabelecimento; em fim ver para crer
RUI DO DOE DE CAXIAS
(Outr'ora do Queimado)
Rival t-em segundo
Roa Duque de Camas o. 91, loja de
miudezas de Jos do Azevedo Maia e Silva,
onbeci le por Jos B godinho, contina a
vender tildo que tem por menos do qoe
emoutra qoalquer loj, a saber :
Correo.es pretas de borraxa
para seniora a I500
Garrafas de agua Florida verda-
deira a 40300
Caixas com obreias de massa a 40
Frasco com macaca perula a 200
Pacotet con poz de arroz fa-
tenda fin 500
Pares de botes de osso
para ponho a 200
Saboaetes de bolla muito fino
i 160 e 240
Cartas de alfioeles de lai5o
azenda toa a rs. 80
Carriles de retroz preto com
2 oiUvas a 000
Capacho de palha muito boni-
ta a 600 rs. e 700
Frasca com oleo Philocome a
500 rs. e 1*000
Pares de sa patos de tranca
para menino i 1(5500
Pessas de tiras bordadas a
500, 600, 800 rs. e ltfOOO
Frascoi com' agaa de Colonba
mnito bo.i a rs. 500
Gravatas pretas e de cores a rs 4( 0
Pessas de trancas modernas
de todas as cores e todo o
preco
Libra de areia preta mnito
boa a 160
Nevellos de linha com 400
fardas a rs. 60
Livros di missao abreviada a 10300
Silabarios portugotzes a rs. 400
Cartas com 100 contas im-
presas a 10500
Caixas com 30 novellos de li-
aba gaz branca a rs. 500
Gaitinbas para meninos a 40,
60 rs. e 80
Caixas con 12 frascos de
hejros a
A .W
10500
800
Caixas com 6 sabbrites moi-
to finos rs.
Pentes para segurar cabello
de menina a 200 rs. e 320
Chapeos brancos pira bapti-
adoe a 20500 e
Copinhos com superior banba
200 rs, e
Frascos com oleo para cabel-
o fazenda fina a rs.
Frascos com oleo Baboza a
500 rs. s
Frasees e garrafiohas de agua
le Colonba a 10500
Frasee* com verdaiieiro azeit*
para machinas a rs, 508
.Redes cum contas para segu-
ir cabello a rs
Latas com banhs de Piver *
iOO >s. e
Garrafas com agua Celeste
oiito fina a
Vende se na ra da Commercir
xho do Porto e Xeiw. 'le superiores qualidades,
indos de Londres em furris de oitavo.
$* **&*** *m*m
Roa de Daqoe de Caxias n
Receben :
Lindas caixrohas cora o necesssrios par [mar-
tcar roopa, sendo abcedario e nuineraeao, frascos
i com uoia preta e encarnada, pioceis etc. ele. o
qoe de ceno oovidade em tal genero.
Novoa coques grandes com booiios desenhos
vindo entre elles alguns enfunados com fitas e flo-
res ; assim como bonitos crespos.
Aderecos encamados de madreperola.
Croies preas com enfeiles dourados e ontras
onceas de cbrisial.
Casas de pedra e cal muito
baratas
Urna seobora vinva lendo de mudar-se para f
ra desia cidade, vende urna casa terrea em terre-
no proprio, na roa Imperial, tendo daas salla, 2
qoarios e quintal, por nra cont e quinhentos
mil ris, cojo aluguel de 15 a 16*000 mensal,
e 12 meia-agoa< tambera na rna Imporial, na
irrvessa da Banaeira, igualmente era terreno pro-
prio, lendo cada urna dellas orna perta e jaoella
na frente, a excepcao de urna que tem duas ja
nellas, e tedas ama sala e dous quartos, der da*,
quass tem terreno atm, qne abrindo se^nma
porta, pie ter o cen qniatal ; vende-se a 500*,
sea aluguel mensal para 7 000 e a de duas ja-
nellas para 8J000 ; mas qnem qnier- orna ou
doas sero vendidas a razio de 6M*TO0 e a de
duas janellas por 7001000 rs. Estas paas estao
edificadas oa roa imperial, bem, perto donde ac
toalfaente param os bonds. J qnem liver penco
dioheiro, rde-se chamar proprietario ou morar
em casa propria. Oa pretendentes dinjamse
raa das Triucheiras o. 48, a casa du Sr. sulicitadur
Burgos, o qual est aotorisado a contratar, mes-
mo a praso com garanta idnea.
Suiaocome
Tonteo especial contra a calvlee
Com nm bello sortimento de perfumaria que a
Agoia Branca acaba de receber veio tambem o
apreciadoSmaoeonecojo proveitoso effeilo
j bem conbeeido por quanios o lera usado e sera
anda mais por aquellos que necessilam de sna
utilidad. O continuado uso do Smaocome d o
bom resultado de impedir a queda dos cabellos,
fare los renascer e conservar o sen brilbo natural
altn do que seu odor mais apradavei qne d'ou
tro qoalquer tnico continua a ser vendido na! c)a
:la Aguia Branca.
Leite de rosas brancas
Excellente para acabar com as sardas, pannos e
espinhas no rosto.
Vndese a 2* o frasco, na-loja da Aguia Branca
ra Dnque de Caxias o. 50.
''{Bonitas carias com perfumaras
pf oprias para presentes
Vendem-se na loja 'Aguia Bran:a rna Daqne
de Caxias n. 50.
Modernas e lindas csaquinhas
par senhoras
A aguia branca ra Duque de Caxias n. 30
recebeu urna pequea quandade de lindas casa-
!)! mWk
A TRANSA
DEUS R.
tes
14
\HOS
LOJA DE JOIAS
ESMERALDA
Acaba de ebegar a este estabelecimento um mportante sjrtimento de joias de
puto, do melbor gosto e qoalidade qpe ta indo neste gnero, como cassoletas de
nix com leitras de diamantes e pintoras finas,***3Cos e meioa aderecos com pedra*
finas, etc. etc. *
Rna do Cabuga' n. 5.
Horera Duarte & C.
1MAZEM DOS LEES
Dj Purto,
Madeira,
Borganha.
Amoi
X'rez,
Fu'.(DO,
Malvas il
Das goinles marcas:
Si. Lambert,
St. Jolien.
St. Estepe,
La Jjor,
Vend.ma Cbaleao Marg-ux,
Cbateau l sir.
Cbateau La Rose
E Cbateau Languiale.
rdeos
I
CHAMPAGNE
Ao gosto de Londres e de Pa.is, marcas moito superiores
0 magoifico sortimento de vinhoa cima decript >s furam fabricado? de ^tfi a
1847, e escomidos, com part' ular recommenda^ac, por um ptimo entendedor, l <
grandes deposlios das docas de Lor.d esG'rautc-se as qnal ddes e vende- e a pro-
cos moito mbdicos para animar a pedir nova rertessa.
,
40000
3*0
o9n quinhs de laa' branca primorosamente enfeitada>
conf setim de cores obras essas lo modernas
quo lindas. A prov*dssa verdade esi_no apre-
eo qne Ihes esio dando as Exmas. apreciadoras
I do bom.
A Aguia Branca
NA
:0
1 '* o re C- r-a-a __o o> a> a 4
2^
= g
D ^ V C5 ^ V g-O Sii
[ -s r^ n ti m -S
73
s

:* S
lina Eliaque de Callas n. O
receben bonitas b^lsinbas com necessarios para
crochel.
Aguiheiros de os-o com aeulnas e catio para
ditos.
Paptl verde liso e lislrado para folbas de ro?as
4 "<' ^'t0 **e corS fara flre'-
1t)owf i Dito uno verle e pardo para c -brir os talos das
n. 22 vi- roas.
Dito de estire de c >res para fl re?, sombra, etc.
Lindas bonecas irritadas, e ontras com rosto,
loaos e ps de porcelana.
Modernos adere^ m de madreperola.
Ditos de Glagrana donrada com camapbeos.
Ditos pretos, go-t > rateramente novo.
c.ruzes demadreo'Tola.
Delicadas carteiras com capas de marm.
Ditas pequeas proprias para lembrao^a.

&
-1 u a ^ ts l: M
*tft5?a*e.ls 2
Ra Duque de Caxias n. 29.
Os propietarios deste bem montado estabelecimeoto scientificam ao
respeitavel publico dista provincia qne se acbam com um variado e completo sorti-
mento de movis, tanto nacionats como estraogeiro, sendo estes escolbidos por nm dos
sosios qnese acba actaalmenU na Europa. O mesno tem contractado com os melbores
fabricantes daquelltcontinenle as remostas das ma i ricas mobilias feitas all.
Na officina temos mais habis artistas dests genero, e por isso pedam qoe ve-
nham visitar o estabelecimento, onde encontrarao t realidade do qoe acaban de expr'
ce se pode examinar; ricas e completas mobilias do Jacaranda, mrgno, faia, carvalho, a-
marello, ele, ricas e elegantes camas deja caranda, pao setim, amarello, etc., etc., goarda
vestido de amarello, goarda loufa de nogueira e do amarello com tampo de pedra, apa
radores dedto dita, peti toilettes especialmente para fazer a barba, toilettes de jaca-
randa, amrdlu, peira, ietretaria; da,ja^ttdi t ^BQgpo^usiureiras ae mogno, 5^n-
tnarios, tKars pira bordar, ber'cos, lavatonS'com^ispWBO, d?pedra mrmore e "eus
perteuces, cadeiras privadas, bids; etc.v etc., e muitos ontros artigos que deixamoa de
mencionar por se.tersar enfadonbo ___________
MfflAS
DE


V "* ? O x -
tt B lile3
C V m Q. 3 Z X-
&
2,
5'
AGUA DEWTRIFICE
DO
DR. FIEBRE.
.-v Aguia Branca rna do Duqne de Caxia* n
50, reoebeu eeaa apreciavel agua dentrifk-e do Dr.
Pierre, coja superiVide bastante coubenoa.
Vende-se
um sorado de dous andares, sito roa da Moda
n. 19, e os terrenas qne fkam os fundos. Tem
(rente para a travessa da Compaobia Pexnambu-
eana e capaeidade para deus armazeoi proprios
para recolbimento de algodo ou quaesquer ou-
iros gneros, por ser perto do embarque : tratar
em casa deTasso lrmao< A C.

Adamson Howie
k C.
Vendem:
@
a
#
Cerveja Basa, mn barris pequeaos.
Superior cogna-, era barril. ^^
Viobo Xerez >dem. '*?
Cbarutos de Havana. ^j-
No aeu armazcm, ra do Commeicio sy
. t). mm
$
Cimento.
O fedaJetro Ponland Inglez ; : se vende na
roa do Aoiorim n. ,19, e mais barato que em ou-
tra qnalqnar parta._______________________
O XOYO
Cerveja de Noruega
Verdadeira e superior : a venda nos armazens
if Tasso Irmaos & C. >
A verdadeira cerveja da Batiera, marca bao-
deira, desn.ierior qualidade : vendem Tasso Ir
nao 4c C. em seo armazera da ra do Amonte
a. 37.
PIANO
Jiilzo erlmiaial
FEU)
Dr, los Tilo \al>ueo de iraqo.
RIO DE JANE1R0-I872
J volme encadernado
$0OO.
Livrariu fr..nceza

Vende-se um piano de armario ji osado,
porm em bom estado, e moito barato,
proprio para qoem quiter apprender, qnem
pretendel-o dirija-se a Olinda roa do Am-
paro 0. 17 sobrado.
Grande pe?hiuclia.
Coiieles de caseraira, muiio boa fazenda e lin-
dos padroes a 3, d tos de brim nroco snoerior a
tj paieiot" brancos de fusio a 4 : na ra d o
Baran da Victoria n. I i.
lamanco8 do Poi to
Vende ?e tamancos do Porto para bemes, se
nhoras e rapaz, fazenda especial pira a chuva:
na roa da S^nziila N^va n. I.
t I
SINGER MANUFACTIRING COMPAMY
Grande reducto de prepon !!!
U! 901000. 90OOO. 90^000
AVISO ESPECIAL
A alta repotacSo obtiia pelas machinas fabricadas pelo
tem levado diversas pessoas a fabricar mia oes qne ellas vendem qoasi sempre sob
pretexto de serem ellas fabricadas pelo eystema Singer.
&NE.NHU.UA MACHINA IX-
Oi; II K" LECIflalA SE
NAO LEVA ESTA MARCA FIX.4
1
WQ BRACO DA MACHINA.

Sarauel Power Johus-
ton & 0.
HRua lo Apollo n. 38 e 40
Fazeni scienie as seus frrgue^e^ que leeir.
modado o seu deposito de inacbinas a va-
por, motndas e laxas da muilo acreditada
fabrica de LowMoor para ra do Apollo n.
38 e 10, onde coBtmuam a ter o mismo ?or-
traieolo do costme.
Kaze.ro sienie tambera que tetm (eito um
arraojo cora a fundieau geral, pelo que po-
dem ollerecer se para asseniar qoalqu.ir
macbiniroo e roesroo garant lo.

w
I
Os proprieiarics da fpolii.o peral farem
scieois aos senhole* de eKf,l1 e tDi,<
pessna-, que leem eslabelecido um. lam.-
.;io d>- ierro e brouze a ra do Hrum, jun- v?S
io a e>iai;.i dos bond, on te ai roularao -\
qua'.qner obra de enciwaiwoo c u> pertri- f.."
cao e promp'.ido.
Os rr.e-mos rogara as pw*>a que qnei-
r^m uti^r ?e de >eus servito- de deisa-
rem a eocorro^tda em casa o* &r*. Sa-
muel P.wer Jobnsion 4 C a ra do Apol-
la n. :$ e iO, onde arnarfio pe oa habtli-
udj curo qucn oussaro enifnder m,
ADDarelbo para fabricar tssnrar, do systema.
nicos agentes em PernamDU'>a (uudi(,'a) (/=r..i.- f .
Para tratar em seu escriptorio a ra do. Apollo c. 38 a W.
PARA EVITAR COTRA-
FACC0E8
TODOS OS
DA ARca.
NOTEM-SE BEM
DETALHfc*
MARC4 DA COMPANHIA
A companbia, desejando protegereus amigos e frfgnezes contra as imiucfs, tem
adoptado a marca cima representada.
Previoe-ie ao prblico de nao amprar macbinai, que d3o levrm a ir arca da
companbia.
W- H. CHAPMAN
BNICO AGENTE
N. 45 Ra do Imperador N. 45

AC e ferro em vergoiuba:
ARADOS e grades pira lavrar a trra.
BOMBAS americanas.
CAMAS para meninos, solteiros e casados.
CARRINHOS Je m5o.
CHUMBO em cano, lenco1, barr? e mcric'o.
COBRE em lenco-*1* e armellas.
lOMES de M iner e onros.
COUBOS pieparad.is.
Cl.MfcNIO de Foitiand.
CHAPAS para cobrir casar.
- ELECTBO-PLAT-: em obras fiaa*.
iLNXOFRE. limalha e salitre para rogoenfro?. '
ESP1N(ABDA=, rewolte-s e p;sto!s
ESTANHO, em vergoinha e barra?.
FOLIIAS DK FLA.NDHES, grades e paqoeoilu
FOGES americanos e iiiglez^.
FORMAS para purgar adcar.
FELTRO p -a Cl-ietras-
MACHINAS a va.or.
t
ti
ir

O verdadero Portland : s se vande na
roa da Madre de Deus n. ti. armazem de
Joao M.rtiu* de Barros.
a casa da rna do* Guararapesn. ii : a iratal ora
o commendador fas".
Moeda de ouro
Na rna do Apollo a. SO vende-sa libra oas.
Ci*a Cv ni gran-Je lerrtno para
edificado
Vende-se orna excellente casa terrea r,a roa do
Vi<( linde de G >yanna n. -"**, cofti om magnifico
tetr ij com trente para a raa do Bario de S. Bor-
ja : r pretndeme* podem disigir-se escadinha
da ilfaodega, rmaiem n. S, que se dar os ascla-
re:santo* necessarios.

Veode-se urna caoi prpna> fiara carrejar
arri> r-B -apim : ir*lar oo p^'''," W t*aiw '
ua.va de l'.bioo D. .
Arroz de caso-a

Saperiora lceos moito grande?
m- de Tacto roslo? & C
pe: arma-
-2sf
& 2 s
DITAS de lava' raupa e piej^tt^.
DITAS da collar fo:r)f' est'var lg)d (macacos.)
DITAS de descroc-tr a'godao \apor.
LEOS, azi es, sabSo e ti inca!.
PAPEL de d.v.rsas fia'ida-iti
PEZ S f.anwzes de tidos os ttman'1 os
PRENDAS para copiar 'artas.
TACH >S estivaJ s.
ZINCO em folias li-as e forrada.*.
Fazendas baratas
arg) a 94 a Ju;ia.
! -
LB>C03 de-imlx flooi coro barra de Cor, sU
POI-U^AS a IfiOO o covado.
SEDINH.*S a 1*400 o c<>vad<>.
CAMISAS Bordadas a GOfOK) a dozia.
VESTlIXrS de pbanUaU a to#00O.
A' loj da Tar.jaeu, roa .\da n. 9.

MOTILAN I

1
I UEfrH .


V

Ofenta i Pimm*ufli Sbbado
wn
ALTAS NVIDAES
bANOES PECHMCHAS
1LOJA DO PAVAO
ra da Imperatriz n. 60
Na
PEREIRA DA SILVA & C-
Para as festas do mez de junlia
?: ira da Silva d C. teodo recebido am grande sortimento da fazeodas de lia
Jta b a goio, cosa os padres mais aovos qae tem viado ao mercado, teem resolvido'
mpt\-is, por precos maito baratos com o anico flm de agradar aos seos nomerosos
agwzet: e apurar diobeiro, de todas as azendas se dao amostras deixande penbor. oa
XBtuiam se levar em cara das Exmas. familias. T" uu
LAASINHAS
Pato vende de'ijadasalsaciaoas de to-
te ae-c^-es com muito lastro e delicadas
JBfcs u.atisados a seda, proprias para os
afeites e babadinhoa a 15500 covado.
Ditas lstradasa sila, sendo as mais de-
wH r\ etam viadj jo nnrcado a 15300
lo.
DrtlicHtiS laSsiohas cora muito brilho e
fl&iooas do seda a l 000 o covado.
Ditas com listras de seda larga e muito
Drpidv 3, com delicadas cores a 800 rs.
* cavado,
?tas niaito delicadas com listrinhas de
wj a 560 rs.
9 *to, pira os enfeites e com cores muito
Gdds a 500 rs. o covado.
litas di ti.-tras miudinbas qom fios da
SKfr, que Iba d muito brilho, tendo de to-
es as cores a 500 rs.
fergarjes de 15a, de urna s cor, tendo
Sand-i muito moderna a 400 rs.
mas lisas de urna s cor, tendo de
,/as i cores a 400 rs. o covado.
Alpacas lisas de todas/as cores a 500 rs.
i ; id >. L
La"< :;i!is ila cre3 com delicados qnadri-
i teda tendo de todas-as cores esen-
to modernas a 800 rs. o covado..
flrgoriee asues de lia, com delicadas
i trancas lavradas sendo o que ba
.. is novo no m-rcado a 640 rs.
; lis alpacas de seda com delicados
?* '"es >i muito brilho, de goslo inglez
i. O rs.
i :d31.3: inhas de ama s cor, sendo
as cvres.cotnofejam : verde e asul,
:!> Ifri-', cor de canoa, cor de rosa, fcran-
com lis'.ras da tu asma cor a 800 rs. e
V9.
Grande sortimento do fazendas de todas
x cres, e diereales qaalidades a 320 o
prado e 400 rs.
os de la trasparente tendo do to-
as clres a SOOts.
POUPEDNAS
) P. vo vende as mais delicadas poupeli-
de v.-rdadeiro linb e seda, sen lo com
oes futrado, e os mais delicados que
vio ao mercado, havendo de todas
900 o covado.
i I ffer tit 3 i padroes, para aca-
. a tiG.
!o ;:t rfix'S para la'o a 14'SOO.-
AOVAS SEDAS A 25500
,vjo recebeu una nova remessa das
linda sodas para vestidos com s mais
. crjs o mais delicados desenbos
!ks, etn urna io cor, garanlindo-se
seda pura o que seria fazend para
le 3000, a n) se ter eilo urna grn-
i% compra o liejuida-se a 25500 o covado.
caos PRETO
Pavo venda letnpre grosdtnaplepre-
i' ?ara vestidos eeudo sotfrivel a 1 rJUOO o

Di"o v?;n coa otirel'i branca a 25000,
Dito mu Lo tcorpado9-6 uiuito largo a
USO,'. 35 oa.
Oi: era Ledo de gn; guijo sendo fo-
sada nuil > ncorpada a 34000 e 45000.
Seda prita aviada muito encorpada a
IfOOO.
5R\ MAN IRA LE>"COES
O Pavio .me superior bramante de ai
fadd ;triiic- .almos de largura, que s pre-
sar le 1,1/4 vn para que lenco!, metro a
4flBC<) oo vara 1; .
B ) do linho por% superior, muito etcor-
pdi: com i me.:ma largura a vara 25400.
s francczes muil) Anos a 25500 e
... .
t de Hamborgo e panno de linho
s -20 e 30 varas e para toaos os precos
i idades.
P.ci de brefcnba de puro linbo, tendo
ID ja das, feoi precos mais baratos que
. tem vrstr.
Pcnhs de flnissifflo esgaio ou celesia
0;
n de liciima oiltsia, tandu 3U jar-
. te a 3&J000.
^!i,;i'!;a \o adamMcado com 8 pjlmos de
Jirgaf3, a v.ra a 2^00P.
D.io da linho sup3rior, a mesma largara,
IMXX
Dit'> lian;.'do sen ser adamascado, mas
Sito eacorpardo a 1(5600.
.lanapjs tanto grandes como peque-
* a 3.59'Jt a duzia.
AL'JaDAOSINHO.
i\3o vejde pecss i algod5osinho
Mprtcaoo com 16 jardas pelo barato prego
I 0.
Dito nuito melbor com 18 jardas 40000
americano muito encorpardo ccm
ih a 5|000, 550 e t>'#000.
bit > largo marca T, s^ndo o mais fino
^8 tem indo ao morcado proprio para
)i t jar da a 280 e 3;0rs.
LMMHUidc pi.a lechos sendo muito
*;i^^^^B|P ^ palmos de largura,
i-^Kbr ma largura, sendo tranca
i, e el.:o e coipado a l/SO. .
i:assas fran:ezas
G Piv'o ve de fl.iissimis cassas francc-
Wt com a i '.nais delicadas cores, sendo
uatraJi's ed lloras, fajeada cbegada pelo
tiiri> i;)or a 4J) rs. o cavado.
D'.is fraaceas Qaissmas padres min-
4b a 40D "S. ) covado.
ttt-w d diiIiTcates gostos a 320 o
Gi.MIl iAS-URANGAS
O-?iv3j viide cambijas vardadeiras
.' -varas cala pa?i, seado fazenda
loboiro a 4(J000.
a WV) e ('1000.
i .aa com 10 y aras a 6J0OO e 7jOOO.
PANNOS FINOS.
O Pavo tem am grande sortimento dos
melbores pannos finos qae tem vindo a
este mercado, sendo preto do mafs fino at
ao mais baixo, assim como ditos zoes,
verdes e cor de caf, proprios para palitos
e fardas, qae se rendem mais barato do
qae em oatra qoalqaer parte, por ter gran-
de porco.
SAIAS.
O P.avJo vende am grande sortimento
de saias brancas muito bem bordadas, ten-
do 4 pannos cada urna pelo barato preco
de 40500. F
Ditos ricamente bordadas com 4 pannos
cada ama a 60000.
Ditas j feitas com folbos macueados
sendo muito fios a 30500.
Ditas da mesma porm mais abaizo a
20(00.
Ditas tambera j promotas sendo de 15a-
sinha de cores com barras enfeitadas a 30OOO
e 40000. ,
ESPARTILHOS.
O PavSo vende os mais modernos espir-
tilhos de todos os tamanhos 6 sendo os
mais modernos qae tem vindo ao mercado
a 40000 e 50000. '
GASAQUINH03.
O Pavo vende modernissimos casaqai-
uhos de seda preta, muito bem enfekados
a 10000 e 20000.
Dito de croch brancos a 60000.
Ditos por terem algom defeito a 30000.
Ditos de fil muito fino a 120000.
BORNU'S.
O Pav5o receben am grande sortimento
dos mais rices bornus, tendo brancos e de
cores que vende a 160000.
MEIAS PARA HOMEM.
O Pav5o tem um grande sortimento de
meias croas para hornera qae vende em
dosia a 40000, 50000, 60000 at 10OOO.
Ditas para meninos de todos os tamanhos
de 30000 at 60000.
Ditas para senhoras sondo francezas e
irglezas, tendo tambem muito encorpadas e
bastante largas de 50OCO at 120000.
Ditas para meninas de todos os tamanhos.
TAPETES.
O PavSo vende tapetes grandes para sof
proprios para 4 cadeiras a 250000.
Ditos muito bonitos avelludados para
duas cadeiras a 1O0COO.
Ditos para o mesmo fim, ou para ao p
da cama a 70000 e 80000.
Ditos pequeos para janellas a 40500.
Assim como grande sortimento de pan
nos de croch proprios para encost de
sof, de cadeiras de bracos, oa de balsnco,
ou de guarnigo tudo por precos muito ba-
ratos para acabar.
CAMISAS.
O Pavo acaba de receber grande sorti-
mento de camisas ioglezas com peito de li-
nho para todos os precos e tamanhos, que
vende como pecbincba por ter grande por-
Cao.
Ditas com peitos de algodao das mais
baratas at as melbores que veem ao mer-
cado.
Ditas francezas de chitas miudinhas com
os msis delicados gjstos.
Ditas de meia de algodo e de la.
LENCOS.
O Pavo vende finos loceos de cambraia
branca abainbado?, em dazia a 20400.
Ditos finissimes tambem abainbados a
30COO.
Ditos com delicadas barrinhas de cores,
garantindo se serem fixos a 20000.
Ditos finissimos de embraia branca, tan-
to proprios para hornern :oa o para senbo-
ra, sendo fazenda qae sempre se vendeu a
60000 e qnida-se a 40000.
LENgOS BORDADOS
***** ** ** *****
hlILHi 4 C
Ra do Bom Jess u. 55
Vendem ,
Ferro gmlnhido em' folhas [un
tbas. r "
Leite coadensilo.
Cognac VtftiaeM.
Vinoo de Bordeot em caixas :
Tommard I
Valmay I <
Hant e alema
Peoillac ~ k
Vinho do ftbeno :
Scharlacbberfer
Ki9 Hchkeimdr Berg
- Marco Crter ansese
Kaneotbaler Berg
Steioberger Cabioet. i
**************
Libras sterliaas.
Veadfl-se no armasen) de fazendas de Augu
9. de Oliveira 4 C, i rna lo Commerdu n. 4
i i

f
JL
FAZENDAS BARATISSMA'S
NA
Loja do Papagaio
A"%A DA IMPERATRIZ N- 40
s propnetanos deste bem conbecido estabeleoneoto scJentificaaiao respeitavelpo-
plico qae acabara da receber am completo sortimento do qoe ba d* mais moderno, em
laazmhas, alpaca?, cortes de seda e popelinas, tudo do melbor gosto. ass imcomo :
espartilbos, vestuarios pa meninos de lia enfeitados. veos de BltV de seda brancos e
pretos, e mais.
Qaando parece qae nao ha mal* novldade a
descobrir, nem objectos de mais pbaotasia, alm
dos jae tem apoareeido at agora, eis qae a Nova
Esperanca recebe os mais elegaotes e mais mo-
deraos, de forma qoe hadispeosavei aos apre-
ciadores do bom apparecerem conslanleme>vHAr>
dito estabeleeimeoto afim de usarera o qae ha de
mais chiijui no mando das moda."; agora mesmo
a Nova Esperaoga receben os em tao grande
qaaniidade qae mesmo nio sabe por onde come-
car ; pelo altirao vavor chegado da Europa aca-
ba receber os seguintes, anda nao vistos neste
mercado, como sejam :
Meios aderemos (te tartaruga.
Palseiras e cruass de lartaroga.
Lindissimos piaceaz com arcos de madreperola e
marSm.
Delicadas bengala de Doieornio, (f imitagao)
Bonitas gaarniedes de seda para senhoras.
Lindos chapeos de palha escara (oovidaie).
Esees artigos nao se pode fazer ama idea del-
les sem que sejam vistos ; por sso a Nora Espe-
raoga ,a ra Duqae de CaxiAs n. 69, aprea-se
em convilar a todos geralmeote, e com especian
dade ao bello sexo para vir aprecia-los.
Queris fazer am presente f
Queris preparar ora vestido ?
Queris ter ura bom ebeiro em vosso toucalr 1
Queris um lido leqae de qoalqaer qaalidade ?
Queris om uno oleo tnico oa banha para vos90
cabello ?
Nao indaguis nem procuris era outra parte, por-
que correris o risco dejros caosardes e nao en-
Sonlrardes dirig vos logo a Nova Esperanca, ra
laque de Caxias n. 63, onde tereij a certeza de
acbardes e por prego rasoavel.
Nova remessa
Aqoeiles engragados peSes que dan?am lora
quarto de hora mais ou menos, mostrando diver-
ses caracteres, a Nova Eiperanga receben ulttma-
mecte.
Nao se arrependam
E'- certo que qaalquer pessoa, quando compra
um frasco de extracto, banba, ou oleo, um enfeile,
um leng, urna fita oa outro qoalqaer objecto ,
desaja qoe seja bom e da moda ; pors, quasi
sempre temos o despraaer de ver essas pessoas,
desgostesas e arrependidas, e porque ? por nao se
dirigir-.-.i a .nova loja da Magnolia, raa Duque d
Caxias n. 43, que quem Ibes pJe supprir de
boas extracto?, de am' liado eofeite, flaalmeote,
daqoillo qoe bouver de melbor e de mais elegan-
cia oo mundo das modas.
Sofrera' quem quizer
" MACHINAS
DE
COSTURA
Cbegraraao Bazar Universal da roa No-
va n. $:, om sortimento de machinas para
costura, das melbores qualidades qae existe
na Ameiica, das quaes mnitas j sa i bem
conbecidas pelos seas autores, como sejam;
Weller (t Wilson, Grorer 4 Boka, Silen-
ciosas, Weed e Impe/iaes e outras inuitas
qae com a vista dever3o agradar aos com-
pra dore.
Estas machinas tem a vantagem de fazer
o traball o que trinta costareiras podem
fazer diariamente e eozera cora tanta per-
feicSo cerno as mari perfeitss costureiras.
Garante-,e a saa boa jnalid.vjee ensina-se
a traball ar com perfeo em menos de orna
bora, e rs precos 68o lao comraodos qoe
devem agradar aos pretndanles.
Lavas de pellica branca, s.
Camisas bordadas para senbora.
Setins de todas as cdres.
Sedas pretas listradas.
Cretones para vestidos.
. Damascos largos carmesin.
Camisas francezas e inglezas, lisas e bor-
dadas.
Cambraias brancas victorias para todos
os precos.
Bramantes de linho e de algodo para
lences,
MadapolSes inglezes e francezes de todos
os precos e largoras.
Fazendis pretas de todas as qaalidades
como sejam : Crep, cassas, merinos, bom-
bazinas, cantao, princeta,alpacas echitas.
Lavas branca de flo de Escossia.
Popelina branca lavrada.
Grosdenaples pretos finos.
Baptists mnito modernas.
Cretones para cobertas, cor fixa.
Baetas e flanellas de cftres.
Barejes com listras de seda para enfeite
de vestidos.
Cambraias brancas transparentes de todas
as qaalidades e largaras.
Atoalbados de linho e algodao -brancos e
de cores.
Saceos de viagem avelladados.
Tapetes avelladados de todos os tama-
nhos. .
Fil de seda branco e preto, liso e de
salpico.
Fil de linho branco e preto.
28 Pelo qae fica especificado se \, qae o estabelecimento est bem sonido, de entras
muitas fazendas, qoe deixamos de mencionar, para n3o dos -loroarmos enfadonhos.
N3o declaramos precos. mas n3o deixamos sabir fregoez algum por servir.
Oficina de alfaiate.
Dirigida por Mr, Charles Laarent hbil mestre alfaiate. Grande sortimento de
pannos pretos, azues, casemiras pretas e de cores, cortes de collete de gorgnrao, e am
completo sortimento de roapas feitas de todas as qualidades.
Os presos sito menores do qoe em qualqoer oatra ofDcina. Na
JOA DO PAPAGAIO A' BA DA IMPERATRIZ N. 40 DE MENDES i CABVALHO
s6i
'Earioha de nib'idioca
Snperioi' e muito propria para esa, em barr
ricas de farinnade trigo ; a li rs. a barrica
nos armarios de Tasso IrnTios *:.
l^OOU.
Vende-ss fapatos de tpele pelo barato preco.de
U : veabim ao Itival do licc.L- n. SO A, laja de
miuileza.
Padaria
Qoautas pessoas vamos sofrer de oervoso, e
com espenalidade as maos I os anneis eleiricos
de Royer, cura infallivel para semelnante mal,
e porque se nao faz uso delles ? talvez essas pes-
soas onrem o seu effeito, e- que a Magnolia, ra
Dugoe de Caxias n. 45, reeebau desses collares,
e deseja que cada urna dessas pesoas comprem
o seo, alia do ver-se livre de am mal qua Da
realidade lo iocommodo.
Vende-s? a padaria da Casa Forte, pertencente
a Gabriel O. Campo : para ver na mesma, e para
tratar cora Tasso lrm3os A C.
Em casa de Tisset freres, na ra do Coai-
mercio n. > ba para vender :
Agua dti Vichy das fonle3 Haobeiwe, Celestin?,
Grande G illo, Hospital e Mesdames, em eaixas
de 50 garr tas.
Agua de Cbateldon, excelleate agua de meza,
em eaixas ii SO carrafas.
Agua d< "7iU das fontes Presiense, Msgdaline,
,Desire, Ssnte Jean, Rigolette e Donimique, em
eaixas de i garrafas.
Ccgnac das marcas : Blancuy freres A C
Royer Guille! & C.
Martel freres de Velros.
28
Nao ha mais dvida
Quem tem mellares e mais modernos artigos
de mal e ph' Caxias n. 43 ; pois que acaba de reeefcer, alm
de cutros wuitos objectos que se loroa enfado-
nbo mencionar, os segaiotes : meio adercos de
raadrepr( la, brancos e de ores, meios ditos mi-
taod< coral, agulheiros de madreperola e marflm,
ernaes de dito e dito, balalos com preparos para
costura, cintos modernos (r.owil i le) ebapos de
pallia de cdres para senhora, bengalas de uni-
cornio (mitaca.) Com dabo de madreperola, ricas
camisas bordadas para senbora e para nomem e
adere:;..s de marflin.
O Pav3o vende finissimos lencos borda-
dos para raSo sendo de finissimas cambraias
de linho ricamente bordado, sendo fazen-
da qae sempre se vendeu a 40009 e 50000
e liqnidam-.se por se ter feito ama grande
compra a 10600 e 20000.
CHAPEOS DE SOL.
O Pav3o vende chapos de sol de para
seda com barras tendo de todas as cores e
sendo com cabos de canoa e mnito leves,
fabricados no Porto, senda fazeoda qae
vale 11j5000 e liquida-so por ter urna gran-
de porco a 1O0OCO.
Ditos com de!icad:s cabos de marfim a
163000.
Ditos pequeos proprios para senhoras
e meniaos a 80OCO. -
Ditos de alpaca com armaco de ebapo
de soi de seda a 40000 e 40503.
PUNHOS E COLLARINHOS.
O P.vSo tem grande sortimento de pu-1
nhos e coilarinhos de linho e algodo, pro-
prios para bomens qae vende por preco
mnito barato.
CASINETAS ENFEITADAS.
O Pav3o vende cortes de casinetas en-
testadas de a!gjJ3a de qaadros, para cal-
Cas pelo barato preco de 10000 o corte.
A mesma fazeoda em covado tendo duas
largaras que tambem serve para roopa e
vestidos de escravos-a 610 rs.
BRINS.
O Pavo tem grande sbrlimento dos ver-'
dadeiros brins de angoLa, proprios para
calcas, collaese palitos a 10003 o covado.
Dito muito buoito imitaclo a 800 rs. o
covado.
Brins brancos de linbo dos melbores fabri-
cantes que tem vindo a este mercado, de
I0OOO a vara at 40000.
Brins de cores pira todos os precos e
qaalidades.
Ditos pardos de 640 rs. a vara at 10)00,
Dito pardo liso muito encorpado, para
roupa de escravos a 400 rs. a vara.
Na Magnolia
E' gramente a resposla que se d, qaando al-
guem pergoota, onde eneontrare um lindo sorti-
mento de leques ? urna rica eaixioba com msi-
ca para costura ? um liado albam ? um objecto
de yo-ta para fazer um presente ? onde pcdeiei
achar um completo sortimento de objectos de mo
da e por precos eommodds ? sempre a res-
posla, na nova Irjida Magnolia, ra Doque de
Caxias D..45.
Cuidado.
0< collares Royer, tao privativos das eonvoi-
s5es q:-.s iriancas'e garanta do feliz desenvolv
menlo della?, porm, mister qoe sejam verda-
deiros e novos : muilas vexes, vemos pessoas com-
prar-m e neDhum resallado ober, porque f por-
que nao teem o cuidado de procararem dos ver-
dadeiros, as-im a Magnolia ra Duque de Ca-
xias o. 45,' que receDeu desses collares, e offe-
rece aos ais de familia garantindo -Ibes o real
desenvolvinaento de seu tfleo.
rmazem do Campos
r*a 9o Imperador.
O CAMPOS, ineansavel em agradar aos sens
nomerosos freguezes e amigos, administrando i
todos distrortfo-e deleiks, acaba de transformar
capriebosaa ente o seu arraazera em um centra
de rbcbeio e dsucks para os desejados e festi-
ves dias dt Santo AntoBio, S. Joao e S. Pedro,
pelo que ptomeiie-satisfazer convenientemente a
qaalquer exigencia por ma3 peregria* que seja..
Convencido, oois, da soperioridade de seos gene-
ros, o CAMPOS, ?em boje do alto da iroprensa, de
b*mpanhia em panno, flispertar os habitantes des-
u bella cidaie e seos adjacentes a virem, quantj
amtks. prev;nir-se alm domis, do seguiute :
manteiga ingl9za e franceza maito lina, queijoi
flameogos, pratos, londrinos, e do sertao; vinnos
finos, os mais requintados em sabores que tem
importado esta cidade, cerveja de diversas mar-
tas, champagne, cognac, cidra e entras raoias
qoalidades de'cores estomacaes; presuntos para
iambre de superior quaiidade, de % 7, 8 e ii
Horas; palos, liuguicas em latas, tombos de porco,
avas e legumes em c nservas ; linguas inglezas
em latas, salame de Lion ; gelas, doces seceos e
em calda, pissas, ligo; nnzes, ameodoas, bola-
xinbas em latas-e urna infinidade da acipipes que"|
excita e deleita, a par de muila mndicilade nos
precos, ^ue se pode fazer ama ideia exacta do f 3-
pleodido sortimento qoe est a 'exposicao de
amautes do r.om. fazemlj-se diariamente.'
DUAS VISITAS ao armazera do Campo3, sito
roa do Imperador o. 1S.
Segunda remessa do multo desejado doce de
golaba da oidade de Campo?, do Rio de Janeiro,
no armazem do Campos, nico possuidor Basta
cidade deste doce j (ao precuai.-iio em todas as
provincias do imperio.
Recreio aprasivel !
Fogos! rogos !
O Campos
tem um varia lo sormento Je fogos chioezes, inof-
-feosivos s criangas, que vende pelo casto.
Venbam o pas do familias mucir-sa destes
ioteressaotes diveitiraentos, para os seus pe-
queos saudsrem estes tres dias cm que o pra-
zer se maoifesta em todos os semblantes.
GRANDE
DE JDIAS
O CORAQlO DE OURO
Liquida suas joias por tercie acabar o estabe-
lecimento, ha
das entradas.
N.2D
grande redcelo mesmo nospreqos
Ra do Cabug N.2D
i

LIQUIDACAO
2(1 II DO G 1.21
'
Cambraia traospareote fina a -5800, 3^,
35500.
D.ta victoria finas a 3,-?800, l&, W5QL
Dita de forro a t fiOO, 2t, a pgaT^
Dita de cares a 2'0 e 280 o covado.
Bramanie de lioho com 4 largaras a
2800 a vara.
Dito de-aljgjdjojwfr i largfj.'j 3 fji6Cl.' *"*
a vara.
adamascado a i$8Q0
com lislras a 3)9500 a
avariado a 45500 a
Atoalhado de linho
Laasiahas de padrees modernos a 500 e 25, a vara
rs. o covado. Cambraia'branca
Chita eom barra a doqueza a 400 rs. o peca.
co^ado: Algodo marca T
Baptista com n;irras propria para vestido peca.
de (ultima moda) a 560 rs. o covado. Dito de differentes marcas a 25800 35400
Mussulma branca a 300 e 400 rs. o co- 45500 e 55 a peca. '
** .. v Madapolao avariado a 45500. 54, 65, a
NaDsue lisa para vestido a 240 rs. o ce-peca. '
Va* v u u ^ h Dito francez fino a 7550O, 85, a pee?
Cambraia braa.-bordada a 65 a peca.! Lencos de cambraia de linho abalaba-
l'oupehoa brama com flores propria para dos em caixiohas a 35, 35500 a dazia
casamento al 5800o covado. r Ditos do algoda com barras a 15400
Colchasd fosto a" 25 urna. a duzia. ,
Cobertores de laa finos a 255O0, 35. 85,' Ditos' de- esgoio maito fino Brandes a
Bnm branco de nho fino 15, 152(0 a. Xfi e 655, a drzia.
". mM Chapeos deso de seda inglezas com 12
Dito pardofiuo 400 e JOO rs. o covado. | basteas a 95, om.
E assim como muitos outros artigos qae torna-se enfadonho mencionar e alm
dijso m grande sortimento do roopa feita de tocias, as oualidades por precos aae
admira; e aos negociantes fora da capital em atacado com o'desccnto de dez por cento
Na Ioj e armazem de fazendas de Guilherme C. da
Ounha & Comnanhifl.
BAZAR NACIONAL


HITA PARA TOiS
Todos devem cortar daqui este aoauncio e tra-
ze-lo na carteira oa livro de lembrao^a, como con-,
sa de graude ulilidade,
PORQUE "ELLE
indica onde cora certea se pode encontrar oa en-
commen Jar om bom presente qne de improviso se
queira maudar a qoalioer p8sja,
ASSIM COMO
indica elle onde se poder encontrar nm fiambre
bem preparado, ama empada, am gaiheaux de la
reine, ura maug th, nm pudn;, am bolo Uno, oro
po de 16 e urna inlluidade de bolos e pastis di-
versos, ptdprios para lancha, sobra-mesas e rae-
rendas
A LEU DISSO
ntica mais onde se eocontrar sempre : froctai
do terupo tanto naeionaes como estrangeiras, drkes
seceos e em calda naeionaes e esirangeiros, licores
e vlobos Unos, conservas alimenticias e excitantes,
bolaxiohas e bolinhos para cb e ootros muitos
objectos qae se tornarla por demaU enfvlonha
saa inteira discripcao
E FINALMENTE
para qne se possa fazer am juico aproximada
SO' INDO PESBOALME.N'TE
a confeilaria do Campos
Roa do Imperador n. i\.
Tome-sa bem a cautella de que, a frente deste
estabeleciment) se acha collocado om lampeio qne
se conserva aceso noote, at as dez boras.
Arniazem do Campos.
Nao a mais cabe;los bran-
cos.
Tintara Japoneza.
S e nica approvada pela aeaJemia de scieo-
cia, reconbecida superior a toda que tem appare-
cldo at brje. Deposito principal roa da Cadieia
do Reoifs hoie Mrquez de Onda n. 51, an-
dar e em todas as boticas e casas de tabaei-
reiro.
Verd deiras bixas h3m-
bur^uezas
nico deposito em Pernambaco : o. 53 raa da
Cadeia n. 53, primeiro andar.
O proprietano do Bwar Nacional, Lourenco Pereira Mendos Goimapes, declara ao
respeitavel publico que recebeu grande sortimento de fazendas, para sua loja na roa da
VENDE-SE
a tiverna sita 'roa do Amparo o. 7, na cidade
de Olinda,, cuja taverna est bem afregaezada, e
mesmo por se achar colkcada em ponto sublime ;
boa occasiio para om principiante : quem qui-
zar effectuar a compra dirija se roa dos Gua-
rarapes o. 70, qoe achara com quem tratar.
Vende-se
pane uh ama ea*a terrea sita roa da Ventora n
i, Capuoga : a tratar na raa 1* de Marco o. 7 A
! andar.
Mobilias
Na rna Duque de Caxias (antr'ora das Crozesi
o. 15, armazem da trastes, vende se mobilias oa-
clonaes e estrangeiras, assim coma oft'ras avalsat
por preco com mojo.
II BltEl
Claro, parificado e" transparente, em barricas
graudes de 10 e 11 arrobas, o melbor qoe se pode
desejar para o fabno do sabio : nos armazens de
Tasso Irruios ^ C. ces do Apollo.
Veade-se
ama boa casa terrea, rhjs proprios, com 5 quar-
tos, 3 salas, cjzloba externa, am grande quintal
plantado e murado, sita na Capunga, ra' das
Creoulai n. 6 : tratar oa ra l de Marca n. 7 A,
1* andar,
Imperatriz n. 72.
NOVIDA.BE.
Vende-se fustSo branco para vestidos di
senhora e roopa de meninas a 360 rs. o
covado.
cassa fr\n:ez\ a' aio rs.
Vende-se cassas francezas para vestidos
de senhoras e-meninas 240 e 320 rs. o co-
vado.
LAASINHAS PAR V VESTIDOS A' 160 RS.
Vende-se llasiohas para -vestidos a 160,
240, 400, e 500 rs. o covado.
CORTES DE CASSAS A' 25400.
Vende-sa cortes de cassa de cores 25400
para liquidar.
CHITAS FINAS A 320 RS.
Vende-se cuitas fracoeiM finas escaras
e claras a 320 e 360 rs. o'covado.
CaAIBRaIA TRANSPARENTE A' 35000 A
- PEGA.
Vende-se pecas de cambraia tran parme
Snas a 35000, 35500, 45000 e 55000.
Pepas de cambraia Victoria a 35500,
4000, 45503 e 55000.
ALPACAS DE CORES A 440 ItS.
Vende se alpacas de cores para vertidos
a 440, 500e640rs. o covado.
TIRAS E ENTREMEIOS BORDADOS
. 25000,
Vende-se ntremelos e tiras bordadas
para enfeitar vestidos brancos a 25000 e
25500, 35000 e 45000.
SAIAS BRANCAS A' 25000.
Vende-se saias brancas e de coros para
senhora a 25000 e 3000.
CHALES A' 15000.
Venie-se chales de 13a a 15000, ditos de
merino estampados a 95000, 35, 45-i 65.
LENgOS BRANCOS A 15500
Vende-se lencos brancos com barra a
15500 a dosia, ditos de liabo a 25500 e
45000 para liqoidar.
CORTES DE BRIM A' 15500. para
Vende se cortes de brim de cor
caifa de hornero a I550H cortes de ganga
a 150C0, brim de cor a 320 e 400 rs. o
covado.
ATOALHADO A' 5000.
Vendo-se atoalbado para toalhas a 1500O
e metro.
Bramante de 10 palmos de largura a
15800 e 25500 o metro.
MADAPOLO A' 35C00.
Vende se pec.as de madapolJo a 34000,
45000, 4550, 55000 e 65000.
COBERTAS DE CHITAS A' 25000.
Vende-se coberias de chita a 25C0O
cada nma,
ALGODAO A' 35000,
Vende-se pecas de algodSosinbo a 350C0
45000 e 55000 a pee?.
ROUPA FEITA.
Vende-se camisas branca 25000, 25500
35000.
Serootas a 1500Q, 15500 e 25000.
Palites de panno preto a 55000,t75000
e 1050C0.
Palites de alpaca preto e de, coros a
25500, 35000 e 35500. '
PEXFU.HARIAS PARA LIQUIDAR.
Vende-se frasco com pomada franefi-
xa a 200, 320 e 500 rs.
Vende-se ora saboote fleo a 200 e 320.
Vende-se om irasco d'agna de cologne a
240 e 32") rs.
E outros moitos extractos. fino* que se
vende sem reserva de preco, no Bazar Na.,
cional, na ra da Imperatriz n. 72.

nftran
Mr
-
MUTILADO


<* P#jmaml>co ibU \
< j

It

.

f
I".

n


I
i MU
BBIIHAWTE
MEURON&G
AVI8A11
acs compradores do bem conheeido e acreditado rap
REA PRETA. que reparem nos botes e meies botes,
pcis que os ha de rap de outra fabrica e nome diver-
so, e com papel da mesma cor, cujo desenlio se pode
confundir com o d'aquelles.
Os apreciadores que qnizerem do verdadeiro REA
PRETA, devem para nao serem engaados ver que
os botes tragam o nome de MEURON & C e a desig-
nado de REA PRETA.
MEURON & C.
i
Liquidado.
Leao de todo ou de parte do grando
armazem de tintas e drogas medicinaes
da roa do Imperador o. 22. A iroposst-
bilidade en qae -est seu proprtetario de
dirigir pes^almente este estabelecimento,
qae pode ser fcilmente convertido-ern
pharmacia, ohriga-o a pa.-a-lo a ootrem.
Est bem sonido, nada deve, e nao
tem comprmiisso algum, e por isso ecai- i
tam-se pro postas moa veis par* o seu
raspasso.
Os pretndenos dirijaiu-se aooesmo :
armaiem para er o ion balando, -e abi
mesmo pojeri. deixar tan propoetas em i
cartas fechadas.
Colares Royer
centra as -convultj&eo e -a favor
tia dentculo.
A Apui. Branca ra Duqu de Casias a. 30,
re^be por iodos os vapores fraoeeies oerta quaa-
i;1ade desses apreciavels colares Royer, e por isso
est sempre pnvida dos raes tos. Ja bem co-
rneada a atilidade desses colares Hoyer, e mesmo
z necessidade quedadas enancas os trazerem ao
\ eseoco para a cfies, e cootareio com fcil deoticao. 'Bsses cola-
res Royer qae te .vendeos na loia d'Aguia Branca,
a roa Daqoe do Casias n. i0, tan nmecidamen-
tK se Jhes chamaraSalva-vida das criaecas.
Bielas de la
para hooiens e senhoras
A Aguia Braica a ra Daqoe de Canas n. 50,
.'-.ceben moi tinas meias de la para borneas e
tcdoras,ecotoo sempre vendo-as por pweo com-
modo.
LUJA DE MAS
Esquina da ru do Cabug n. 11
Coafrouid i o pateo da matriz de Santo Antonio
O dono rieste impoitante estabelecimento acaba de aformosea-lo, enriqoecendo com
os grande e belto wwiitaeoto do joias modarna*, e de apurado goato como sejam : Bo-
nita* cazoleta e b. iucoa de nix, brilhanw e ptm practotat, etc., continoa a receber
de Pars, por todo* os paquetes novo sortiroeoto, e encarrega-se de mandar vir qualqaer
eDCommenda. Convd-e as Exmas. familias visiUrem o dito estabelecnaento, o qoaj
estar aberto noite at 8 horas. Vende-so por procos mui commodos, e garant-se a
qnalidade do ooro.
to armazem do Vapor
Fraare. ra do Ba>
ro da Victoria (on-
tr'ora ruaVovs) u 7.
Ao armazem do Vapor
franccz. rna do Sa-
rao na victoria (oh-
tr'ora ra !VoTa)a. 9
Calcado francez chegado de novo.
Muito boas botinas para bomens, para senhoras, meninos e meninas.
Quinquilharias e perfumaras
Brinquedos para crianza
Xovos sortimeotos de no sera nnmer.0 deste artigo para
maia resumidos que poasivel, no armazem do Vapor Prancei, roa
Nova n. 7.
entreter as crianzas, todo a precos
do Bario da Victoria, outr'ora
ARMAZEM
DO
CAMPOS
Itei n Imperador n. 28.
Fnmbre?.
Presamos.
Salames.
Cbearicaf.
Conservas.
Sardinhas.
Amendoaj.
Choco Ule.
Araruu.
-oiei.
Batatas.
Arroz..
Paios.
Caf.
Figos.
Cb.
Msnteiga
Licores.
Doces.
0elfa.
BaDha.
Rap.
Gal.
Feijo.
ingiera e frarce-
28
BLfAR
Vndese un uom bilbar com seus pertences:
a trsiar a roa lrgi do Bosario o. 31.
FABRICA DE MACHINAS
A1 Eua do Barfto do Triumpho (ra do BrumJ ns.
100 104.
CARDOSO & IRMAO
A"VISAM aos Srs. de eDgenhos e ao pnblico em geral, que teem recebido da Europa,
grande sorlimeoto de ferragens para eagenhos e para lavoora, e qaasquer oulroa oeo
e misteres da iodcstria agrcola, o qoe todo vende por pregos raaoaveis.
Formas para assucar Slaie 8alvaQisad,! d dn,6rsos ,ara8"
Vfl?inrAl horizootaes e verticaes j bem coahecidos tiesta prKiocia e lora deHa,
aPUi CB os melbores qae teem vindo a 69ie mercado.
ill.l/t)llllem acabada.
DdeaS mOedaS p,ra icrJBbUr em grades de madeira.
XaiXaS e lerrO e ferro fQm0 .e batido de di?efflo tamanhos.
iiC CiaS U agUa de diversos tamanbos.
OaS dentadas e diversos tamaobos ti qualidades.
Pr>n/>orfTlfi '(--ODcertam com promptido qaslquer obra ota machio... Dar o qr<6
vUlil/Ol lo teem sua fabrica "bem montadax^m grande e bom'pessoal.
T^BlfTiTUTUt*T1 dft ff ^aD^3{0 v'r Pr eDCommenda da Europa, quatquerm*-
Xuic^UlllllicilUaS cbioismo, para o que se corresponden? com ama respeita-
vel ca de LoDdres e com od dos melbores engenheiros de Inglaterra; iGc.unbem-e
de mandar asseotar ditas machinas, e se respoDsabilisam pelo bom trabalbo das mesmas.
RA DO BARIO DO TRIUMPHO NS. 101,102 E 104
FUS DACA O DE -CARDOSO & IRMA O
ceta, aves em conserva?,
cerveja de todas as marcas,
tjuaijes do ?erto, pralo, IU-
mengos, snisso e londrine,
teite ondensado, aramia
em laU'. finetas em calda,
cbarotos dos melhores f*
hricaatas, massss para so-
p8, aieite djee, cebolla?,
ateos, loueintio e mu infi-
dade de gneros e acepipes deleitaveis e por pr<><
qos asas comandos, que s se visitando diaria-
mente o armazem do Campos, que se pote crer
de qua s eUe o nnico que esta habilitado
a feroeoer, vontaie dos amantes da gastrono-
ma, poros e saboreaos generas alimenticios t I
E' muito commodo \
i> Gaanpoa, ameo qoe
procura desveltadamente
agradar aos seas fregu
res % amigos, conside-
rando qae amitos delles
( e o pnblico en feral;
daicam de vir ao seu
arvazem por morarem
mate longe, prsta-se a
mandar levargratis-qual-
qaer genero comprado
em seo armaren), qner
dentro da cidade qner
nos sens suburbios, pois
qoe para esse fin tem
um moleqne aptcl...
Finalmente
o Campos ca > qoerendo
dar.-aassada e sem dis-
^"^ traiif e deleitar a todos
pede aos ad'ptoe do pa- *
ztr da vida de virtoj ao
sen armar-b aSm 1c
examinarem o canspleto
sortmeoto qoe se acba a
iiisposicaa ido
leyeilavel f oUco
f \
Terrenos a' venda
Na estrada dos Afilete?, sitio n. 22, que foi l-
timamente snbdiTidido por tea propietario, ven
de-se Iotas de trra a ventada dos compradores,
a prego raxoavel, e bem assim duas casas as
mesmas trras. A' vista de sua ai:ua;ao esses
terrenos offerecem proporcoes auno vantajosa^
para qnem qnizer edificar boas casas de campo ,
a localidade convida oa concorrentes, pois na freo
te do dito sitio ba a estaeao da estrada de ferro
do Caxang, qae offerece fcil e barata condc-
elo para materiaes, 3 para passageiros a 100 e 200
rs. em t* e 2' elasse. Arrabalde apra-ivel e salu-
bre onde ha urna igreja quasi defronte do dito
sitio, qae offerece vantagens incontestaveis para
boas catas de vivenda. Os pretendentes podem
entender-se com Tristo Francisco Torres nos do-
mingos e santificados no referido sitio, e nos das
atis na rna do Imperador, armaiem d. 48.
ATTENCAO
Ra do Imperador n. 51.
O Manoel que fot caizeiro de finado Domingos
da Suva Campos est estabelecido eom um vasto
armazem de viveres dafronte do Campos ou jante
a sala das audiencias, e prometi vender mais ba
rato do qae ostro aaalquer ; lambem avisa aoi
Illms. senhores chefos de familia qae i seu arma-
zem chegado um variado sorlimeoto de ezcel
lentes bolacbiobas proprias pira serem osadas
com o verdadeiro cb aljfar e cb prele, qoe so
se encentra no armazem Uniao e Commercio, de
Manoel Joaqum de Sonza Cinba.
Alerta!
Chicotes e rebenquee
Acaba de chegar do Rio Grande do Sai, a
lind-' ebicoiM e rebenques de transa e aoja-
lbados de prata, que se vendem baratos fan.
acabar : Bo R:val do Recife. ra do MuqaeB*
OjiodaA 80 A.________________________
- Lehntaiin Frres veudeBt
libras sierlinas : a' ra 4m
Crespo u, 16, prjmeira anay
A 4^600 rs.
Vende-te sacos de mnlto bom milho : oca-
oazens rna do Amorim e eaes do AfeHc. *
essoa Irmaos & C
li
Vendem-se no escriptorio de Amorim. !ras*#
C., i roa do Bem Jeius a. 3, outr'ora ra Quem nao comprara
0 qoe valle I2S000 por S$SM
Meias ingletas muito eneorpadas p-ra sesiMn*
a5500 a dnzia, ou 500 rs.-o par. Na loja dtaft
portas em frente do Livramento._______________
Vende-je coqueiroa pequeos no rilMc
Cafund : auem pretender compra-ios din.ia __
estrada de Joao de Barros.
Vende e ama mobrlia
na roa Nova o. 23, toja.
toda de jaearaafc
E<
.ponja
Finas esponjas para toilette, e propna para _-
var motis, .vend
0.1
nj Bazar Victoria, raa San
Ac^es da companhia de Be-
beribe.
Vende-ae dez accoes da companhia de Beberi-
bo : a tratar na rna do Hospicio n. 41, das 7 as 0
horas da rnaabaa. e das 4 da tarde em dianle.
Vende-se manielga ingleza a 00 rs. a libra
oo a 1/100 o kilo : na raa de Pedro Atfjnso o. 1,
outr'ora rna da Praia.
llDrSr
o estabelecimento denominado ROY D'YVETT,
na raa estreita do Rosario n. i'i, por sen proprle
tario pretender retirar-se para a Europa; o dito
estabelecimento tem muitos commodos para fami-
lia e est bem afreguezado ; a tratar no mesmo.
A 24000
O Rival do Recife receben grande tortimenlo
d coqnes os mais bonitos e modernos qne tem
vindo ao mereado, os qnaes vende a 2009 por
ter grande qoantidaile; venbam a raa do Mrquez
de Olloda. antiga 4a Csdea n. 60.
Movis
Na ra do Vigario n. 7 1* solar, Cdl
pira vender mobilias completas de tases*
(obra simples e re Ulna), commodos *
leyes, gua-'da-vestidos, toucadores Ar -rig-
no e Jacaranda, cadeiras de faia, de ...-
eizar. ditas para* iiianos, etc., etc.
Vndese a taberna da roa Imperial a. 136.
com poueo? fondo*, propria para qaal^uer p_r
uipiante ; o motivo se dir ao comprador.
Vapor usado.
Vende se um vapor ds torca de qnatro eavaJtw.
de ptima coostruccao, e em mutfo bom oso, pw-
prio para engeobo de assucar oa qualquer o_n.
m^ter : a tratar no armazem o. 23 da traves
da Corpo Santo.
Vende-se
um sobrado de um andar e sotao no principia te
ra de Aguas-verdes o. 14, com portij para i
roa de Moras i a tratar oa roa das Tr._c!__s--
o. 43, fabrica de cigarros.
Vende se umapjrfD de prata em pa
velha e uova :' na ra 1* de Mtc<) n*'S.
POTASSA
Da Rassia, nova, ero harris ntelros c meiw ;
veodem Pereira daCunha Irmos, tua do Mr-
quez deOlinda n. 21.
Terr.no a venoa
Mara Francisca da* Chagas Costa P/isoa, v*-
va do tenente-coronel Manoel Comello P de o terreno qne possoe na Capurrg., o quai .-
trema com trras do Sr. alteres Antonio i:f? f
beiro de Moraes pelo sut > poeote. e te o Da>cec-
te cora a cambO) do Mmguinbo. O m<= rao f^-rre-
oo tem a necessarias ptopvt%Mt |*a neHa
edificar a_ grande piedlo e sitio, por ter 253
palmos de frente e 4S0 de tundo, e praode, !
tagem de ficar quasi contiguo a e f^-k da v,a-
ferrea. Os preltndeote- podem d.ng'r se a rea
do Visconde de lobaoma (ouirVra ra do Raa-
gel) casa n. 31, 2* aodar, que acharo com g--te
tratar.
BORRACHA
Bainha das fundas!!
Esta nova invencio de fondas a mais perdla
de todos os systemas conbecidos at boje, nao to-
do molas, nao enferrnjam, nem quebram, pcw-
tam-se a ledos os movimentos to corpo, prectoa*
para vlagens a cavallo. Uoico deposito na ptiai-
macia americana, de Ferreira Mala & C, ra Dc-
qne de.Caxias n. .17.___
Vende-se
Um sobrado de Din ondar e solo, sito a roa de
Marcllio Dias n. 131, com bastantes commodos
para grande familia, lem grande quintal por to-
mar parte de qnintaes de duas casas vislnhas,
formando par isso ta grande qnadro todo arbori-
zado : tratar no caes 22 dr Novembra n. 2.
Kerosene
^'De pno'ira qnalidade, mi
dem Pereira da CuDha Irmc-,
de Olioda n. 21.
aOevoe. ven-
roa do Marqc^*
Leite
Na roa do Cabug n. 18, esqaioa para o [
la matriz de Santo Antonio, va-de se le-te pi
t 400 rs. a garrafa. Garaote-ae a boa quatafed*
i continnaco da venda durante teda o aano.
K>S PREMIOS DA
6:
LISTA GERAL
10


J
iARTE DAS LOTERAS CONCEDIDA POR LE PROVINCIAL N. 330, A BENEFICIO DA IGREJA DE NOSSA SENHORA DA CONCEICiO DOS MILITARES, EXTRAHIDA EM o DE JU.HO DE 1872.
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98
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NS. PREMS. VS. PREMS.
913 4 1083 64
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26 1100
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37 31
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90 84
92 85 -
97 86 -
98 89
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67 64 64
NS. PREMS.
1279 64
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25 904
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NS- PREMS.
1432
37
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15
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34
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NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS.
1609 04 1813 '4 1012 64 243 64
11 64 14 13 50
19 20 _ J8 51 o*
29 t04 24 31
40 64 33 _. 33 67 *-
44 - 34 ' 37 6
59 36 04 38 -- 73
63 43 64 47 - 75
68 64 _ 48 . 98
70 66 - 80 _ 312
81 71 81 ^ 14
83 77 83 ^^ 19
86 90 _> . 84 ^ M
89 96 89 04 26
90 1900 __ 90 64 27
91 6 92 29
1700 15 2107 37
17 _. 19 20 ' 47
18 _ 21 26 v 49
20 _ 23 30 50
32 __ 24 33 56
38 _^ 38 42 r- 59
39 ^mm 45 44 104 64
40 04 49 46 64 66
43 64 54 47 77
44 GO . 48 78 .
48 _^ 66 59 86 404
57 "74 62 87 64
63 _ 76 64 1415 04
66 - 92 72 18 64
70 93 u 20
73 96 82 22
76 97 84 .-"- 27 ioo4
86 2000 22CS )7 4
91 1 17 43
92 * 21 10
99 ~ 1 6 , 36 ^~ 2
NS. PREMS. MS. PREMS. NS. PREMS.
2465
56
57
58
60
63
7
79
81
83
89
93
95
97
2003
5
14
23
28
29
31
37
43
49
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61
70
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78
80
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5
11
13
34
39
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64
I
I4
64
2644
33
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25
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49
50
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93
94
95
2804
9
14
- I 34
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104
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04
64
104
64
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86
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97
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5
11
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59
66
68
91
93
64
04
64
m
I
OS


2
m TmTKAwibn ~m Sabbado 6 i* Julho d 18T2
YARIEDADE


6
EfSAGKM Di) PflESIDE.VrE DA REPBLICA AR-
GENTINA AO ABRIR A SKSSAO DO CONGBESSO
KSKCTIVO KM MAIU ULTIMO.
lloarados Srs. senadores e depotados.
Cabe-me a honra de abrir as sessoes do
actual periodo legislativo em meio da paz
yirofcnla de que feralmente gozara as na-
!, e da tranquiliidale e ordem que pre-
valece eut todo o te-ritario da repblica.
Nossas ralages intornacionaes conservara-
se sob o mesrao p Ja harmona e aruizade
em qae a deixastes ao encerrar vdssas an-
teriores S3SS8S.
Creio cae posso assiin aBrma-lo apez;
a interpretago que o goverao do Brasil
deu ao tratado de alliaaca em suas applica-
coas definitivas ; porqae, alera d> solemne
protesto faite por aqaelle governo de man-
ter-se nos termos da allianz, e de ser saa
wtencd, como nossa, conserva-la, estSo
cU permeio a reciproco interesse das duas
naeSes aladaseat mesmo tjam de ver de
decoro coatrahido peraute o mundo de oSo
larminar por um rompimealo hostil a* boas
rdacftes ene as uoiram como alliados con
tTanm inimigo commoro.
Matares interesas tem sido debatidos ea-
tro nages poderosas sem ameag de guerra;
e nosso devjr, como ser nossagloria,
egrnar os raeros conciliatorio e procurar
os caminos mais proprios para satisfazer
todas as aspnagojs lag.tirais.
Primuir> que i\d > llevemos pflnuadir-
003 da qiu> aossuS amigos alliados est.)
asumios loa aiesinos senlimentos de que
toemos osteotigo, e de qae ajustigali
oitar suas prolongos desia o momento
era que Ite for olla demonstrada.
0 ministro das relagos exteriores levar
ao voseo conheciraentn. tolos os docamentos
a qaederam lugar as negociagoes ultiraa-
nwnte intentadas com o governo do Para
tfuaj.
Sinto a maior satisfaga") em annunciar-vos
qV8, sob os auspicios di media;3o argenti-
oa, pode analmente reaiisar-se na vizmha
Repblica Oriental do Uruguay a reconci-
i ;;.":) das friegues que se guerreavam sem
"1ro resltalo pratio mala do qoearrui-
:t o paiz e suscitar davidas sobre sua
lidia para o proprio goverao. Tanto
into estove ao alcance do mad.aior ar*1
iliu'>, procuroa-se guarJar os principios
'.!.. lamentaos do governo representativo
i^: ublicano nos ajustes que produziram
lii, quaesquer que fossem as concesses
reclamadas por lio oppostos interesses.
Podamos, pois, esperar com toJa a con-
tenga, que sombra da paz conquistada,
s instituicoes se restabelecero, e assn-
caita rpido incremento a prosperidade da-
rruella naco.
Interior.
O nnico faci que -ameacara perturbar a
trata qaillidade do paiz durante o tempo da
.vossa ausencia, foi a revolugaa de Cor-
rientes.
Altas moas de conveniencia publica, a
blUvde urna le que autorizo a mobilisaga
das milicias sem dar logar a recriminacoSs
e conflictos da atlribuigoes, e consideragas
rivadea de crcumstancias locaes, aconse
.baramao poder executivo deixar entregues
sea propria aegao as disseugoes de Cor-
rientes, producidas por eleizoes de duvi-
dosa legitimidade, para nao comprometter
as rendas e a paz da nago.
Nao i te-viniio, porm, oflkialineote,
a nao obstante que devia fazer esorgos
pacficos para restituir a tranquillidade a
essa provincia ; eaviau-se com este designio
urna coramissao composta do contador geral
ta oaco Dr. Santiago S. Cortiaez e do co-
ronel D.Julio Roca.
Ad chejjar, porm a commissao, tinha j
o batalbC' de guardas nacionaes de Goya
aposto as armas depois de um combate,
liaveniose com isto pacificado a provincia,
a qual acaba da proceder a novas eleic^s.
Via-ferrea, lelegraphos e caminhos
A trela, emprehendida por es'.a repar-
lto do governo, da prolongar as liohas
erreas reclamadas pelas largas distancias
que separara entre si os povos da repbli-
ca, tem continuado com vigor, teodo-se
onseguido j addicionar mais algumas mi
ibas de tr Ihos aos que exisliam.
A via-ferrea para o Rio IV est prxima
ao seu tiin, contando com mais de 00 kilo-
cetros de tr.lbos collocados. A julgar pelo
pro,'resso de suas oaras creio poder asse
gurar-vos que car terminada por todo
este anno.
Avanza, tambem, rpidamente a conslruc-
c.3o da via-ferrea de Mercedes a Concordia,
nao obstante os inconvenientes 'do seu tra-
jelo.
Davo annunciar-vos com satisfacSo que,
em cumprimenlu da urna de vossas ultimas
ieis, poz-.se em concurso a construeco da
grande obra da via-ferrea para Tucumam.
As propostas foram abortas com a devida
sol8mnidade, e esto em estudo na repar-
in;o competente.
Se a isto ajumronos as moitas milbas de
Tiaf-ferreis cora que Buenos-Ayres tem
augmenta lo osea systema de viaQo, e as
novas lindas projectadas, qae tocam j sua
execocao, nesta mesraa provincia, podere-
caos sentir-nos satisfeitos por nao navermos
desanimado ua tarefa do progreso que nos
foi incumbida.
A rede de lelegraphos toca j os Andes,
Salta, Corriente, e Alto Uruguay, barendo
percorrido grandes trajelos depois da ul-
tima vez qae tive a honra de dirigir-vos a
paiavra.
O telegrapbo transandino deve inaugu-
rar-se poi estes dias pondo-nos falla com
o Pacifico.
O aso do telegrapho introduzio-se 15o
promptameote em nossos hbitos, e sea
xercicio tem chegado a ser de tal impor-
tancia, que o namero actual dos telegra-
fistas nsollicieute, sendo de toda a ne-
cassidade triplicar em muita de suas li-
onas os los conductores, afira de qne a
correspon leticia no se parause ou soffra
demoras.
Esta celeridade das commaoicacjJes est
exercendo j urna grnnJe influencia civili-
sailora, noral e poltica as povoaces
Serve aos interesses do commercio e desen
volve ao ruesmo tempo o sentimento de fra
ternidade. Em um da do mez passado
parliram de Buenos-Ayres 200 lelegrammas
destinados a dissipar os sustos que a appa-
ioo da labre em Montevideo havia des-
pertado n; s povoagoas do interior.
Os caminaos de ferro eraprehendidos
tstao j em sua maior parte termiaados.
Daqoi em diaola o cuidado da administracSo
ser, nao Unto ebrir oatros ivos, mis
toosuiiJai o existauta.', pois, pela natura
las mootanhas oa pelas inondaedes produ-
zi las pelas chavas as planicies, estio ex-
pstos a deteriorar-se.
Nao devo terminar esta parte da miaba,
mensagem sera deixar consigoiionella nm
fado que da maior traoscenleflitm para o
paiz. Reflro-rae navegato do Barmejo,
conquistado j para o commercio e navega-
c3o, mediante oj esforcos feitos por ama
companliia que, por sua constancia e pelo
xito qae parece ter Cjroado seos trabalhos
bem merece da nacta.
. A corrente de emigraco qoe acode an
noaimante a nossas praias tem-se mantido
sem angmento, nem diminoicao sensivel.
Sem embargo ella se distribuir boje menor
do que antes, avanzando at os distnctos
ruraes desta proviocia, oa remootando o
Paran e o Uruguay em busca de trras
feriis.
As colonias e estabelecimentos deste ge-
nero em Santa F augmentan) e prosperam
admiravelmante, pudendo dizer-se qoe sio
j um facto conquistado, e que sea rpido
cresciraento transformar aquella provincia
em ama campia de variadas culturas.
Devo, na o obstante, chamar de novo a
vossa aiteof.5o para um facto capital. Nao
attrahiremos a emigrarlo em vastas pro
porgues, pem ser ella um elemento da ra
ijido progre-so de ordem e bem estar em
nossa economa ioterior.se n5o offarecermts
e dermos ao emigrante a ierra em lotes
adequa los e em propriedade segara. Ha
ternto'ios incontesiavelmeote nacionaes, e
oao pode- luver iQcoaveo.ente'em qua o
h arado congresso legisle sobra elle mesm->
oesti sesso, afim de saiisfazer aquella
grande neces.-idada.
O poder executivo vos sunraetter desde
j um projecto de le creando urna repart-
cao para a venda e disiribitigo de trras
nacionaes.
A repartigo da agricultura faaccioaa j
sob a direcejo de pessoas idneas.
Censo.
O censo da repblica vos ser mni bre-
vemente apresentado impresso. Suas ci-
r verdade.
O ceojso d menos de doas habitantes
por milha quadrada. senflo que 217 podem
viver na Blgica no mesmo espago ; e qu
quinze o termo medio nos Estados-Unidos.
Este facto da disseminago de nossa po
pulago, que explica moitos de nossos phe-
ooraenos 'sociaes e polticos, devia ter-se
presante ao decretar as leis concernentes
distnbaigao das ierras nacionaes, assim
como as que exige a represso do vandalis-
mo que se exarce em lerril-rioj desertos,
embarazando o commercio, deslrando pro-
priedades evdas e engendrando, como ama
eufermidade dos espiritos, a desconfianza,
que paralyza todas as funcg5es sociaes. A
mesuia immigrago se detem ante as exage-
ragoes do rumor publico, e o desertor
mautem-se solitario sustentado pela atmos-
phera dos pavores que cria.
Ha para mim um dever manifestar peran-
te o paiz mea sentimento pela recente se-
paragao do ministro que deixa como actos
seus na vida nacional: os cdigos civil e
mercantil; o primeiro censo da repblica e
a rede de telegraphos. O Dr. Velez Sara-
field, deixando, por saa avanzada idade, o
ministerio, retira-se igualmente da vida po-
ltica : jnlguet, pois, que esta circamstancia
excepcional e seus prolongados servijos
me autorizavam a consignar estas palavras
em saa boura.
Fa senda.
Ha urna proporgSo quasi regular de aug-
mento annual as renda?, que corresponde
ao desenvolvimento sempre crescente da
riqueza. A cifra 42.675 000 pesos f-rtes,
arrecadados em 186'J bavia alcanzado em
1870 a li.83i.000 pesos; e pelos mezes
decorridos no presente anno, podemos cal-
cular qae esta proaor;3o sustenla-se.
NSo obstante isto, em 1871, debaixo da
perlurbago produzda pelo fecbamento das
priucipaes albodegas, experimentoo a renda
urna baixa de 2.151.000 pesos fortes rea
tivamente ao anno anterior, o qne, addicio-
nado aos excessivos gastos ocasionados
pela rebellio de Entre-Rios, forgou a admi-
nislragao a recorrer ao crdito para fazer
frente aos gastos ordinarios e extraordina-
rios impostos por dolorosas necessidades.
Entretanto para mim satisfactorio dizer-
vos, que, raedisnte a craflanga que o go-
verno inspira, acudiram ao ibesouro cap-
taes em quantidaae superior demanda, e
sem o incentivo de um premio sobido, pois
ltimamente o fixju o minuterio no mais
baixo que se conhece.
As alian legas de Entre Ros apreseotam
um augmento de mais do dobro do qae ao
tes nellas se cobrava, justificando assim a
:.'-p.'.ari',-], que vos manifestei em mioh<
ultima mensagem, de que em brave tempo
poderiam resarcir sa os ga>tos da guerra
com a paz daquelh importante provincia.
as alfandegas deSinta F oota-se igual
mate un augmento de renda, qae moslra
que a rallo do progresso poe all em movi
ment os producios, altrahindo as impor-
tag5es.
E' igualmente mui notavel o crescimeoto
que tem tido a reala nacional na provincia
de S. Jo5o. -
Nao menor a melbora que tem tido
nosso crdito, no exterior durante o anno
passado. Tiansmitti vos em minha anterior
mensagem de abertura a noticia, que acaba-
lamos de recebar, de ter-se negociada em
Londres o emprustimo de irinta milhes.
Um i emisso La. consideravel poda cau-
sar all depreciazao de nossos (lulos de di
vida; o tino, poraa, com que esta grande
operago foi dirgida pela casa a que est
incumbida deu o resultado de melborar o
nosso crdito de dia em dia, ebegando a
urna altura que jamis bavia attingido. Est
j realizada a melado da somma emittida, e
a ouira melada se lo-ha no resto do corren
te anno. A realizazo gradual evita-nos o
pagamento de juros sobre dinhelros a qae
alo p .demos dar immediato emprego, e ao
mesrao lempo nos proporciona mais do que
necessitamos actualmente para os objeclos
da lei qae autoiizou o emprestimo. A
somma existente em poder do governo ex-
cede a seis (Dilbes de pesos fortes, e te-
mos em Londres Ireseutas mil libras ester-
linas postas a premio
Todos oa servigos pblicos, civis, oa
militares sao pontaalmente cubarlos pela
Cdixa nacional.
O exereito asi pago at marzo".
Bela primeira vez temos estatistica geral
do commercio exterior, interessanle traba-
tbo q .e, do presente anuo em liante, alean-
Zara a possivel perfeigo.
Anda se acha era estado 1 obra do
porto da Buenos-Ayres, e pendente de ama
res.luci|H4'S'-L.'U';-J provincial.
Os terrenos para a alfandega do Rosario
estao comprada, e a reparticio dos enge-
aheiros terminar por estes das os planos
dos edificios, qae iraaudiatameat* se hs
de construir.
Educof&o.
Devemos acbar-nos mais satisfeitos com a
marena da edacacao. Para promove-la
combinan-se a aego do goverao nacional
e o das provincias; a do Estada e a dos in-
dividuos.
Os collegios fuoccionara com 170 pro-
fesores e 2600 alomaos ; e a escola or
mal de preceptores do Paran j conta 00
alomaos mestres debaixo da direcgSo de
um babil profe^sor deste ramo. Urna esta
listica qaasi segura d as escolas 80,000
meninos, qae a cifra aproximada do qae
ostenta o Chile, Estado sudamericano qae
mais perseverantes servigos tem feito oeste
senlido. m
A proporgao entre os habitantes e os
educandos parece desta vez seguir regras
moraes. As duas provincias mais amigas e
classicamente civilisadas, Buenos-Ayres e
Gordova, na > se achara, como deveram i
frente da discusso da educago popular.
Urna, sob a influencia, do commercio e da
vida moderna, outra sob a inspirago reli -
giosa, fazem ambas poaco em favor dos
desbordados de toda a cultura. As qaatro
provincias litoraes q ie goz^m de maia con-
tacto com o mundo exterior alo sa fazem
ootaveis neste sent le por deseovolvimento
algum positivo, seatindo-se os espiritos
mais apaixonados por apoderarse do me-
canismo do gorerao do que por dirig-lo
p-ira objeclos uleis, taes como a distribai-
Zo da edacagSo e da trra entre as grandes
maorias que as nao possaem.
E' as remotas provincias do norte oa
as de Oeste, onda a educago do povo
preoecupa nesta momento os anime de
tolos: Em S. Luiz, S Joio, Meadoza, Ca-
tamarca, Tucumao, Sallo e Jujuy exigem-se
edificios para as escolas, decretam-se leis
creando rendas para saa sastentagao, e as-
pirarse ao premio destiaado proviocia qae
coasiga apresentar no senso de suas esco-
las ura numero de meninos igual ao dcimo
de sua populagp.
Como explicar este phenomeoa ?
Ser que um ando de civilisagJo mais
arraigado impede as duas provincias prin-
cipaas de apaixonar-se por oolro mais con-
forme com as aspiragas democrticas do
que blasooam ? Ou. acaso, a propria dis-
tancia em qae se acham das costas e pon-
gos a qoe as expe a ignorancia armada
em vandalismo com pretextos polticas, in
citar as outras a combate la em saa fonte
o povo, a maioria, qae a destitoigo e o
deserto, bio tornado ao atrazo primitivo?
Sa mettermos em conta a distribuigao ter-
ritorial dos habitantes, teremos de coovir
em qae estamos condemnados a ver cres-
cer a massa da ignorancia, a nao serem os
esforgos qoe j principiara a faier-se para
combate-la. Notou-se receatemente aos
Estados-Unidos qoe as escolas normaes nio
proviam safficieatemente demanda de
professores. Nesse anno aogmenlaram-se
quarenta. Nos necessitamos de ama em
tacuman para o norte. Em Saotiago ba
um cullegio qae tem a seo cargo prover
de ni9stres. Conviria tal vez em S. Luiz
dar esta forma saa casa de educago.
Necessitamos trabalbar muito neste sen-
tido. Novos milbares de meninos ebegario
a idade da edacago cada anno, agora e
sempre ; e si j ti versemos escolia para re-
cebe-loa aern por isso progredtriamos. E
entretanto nao basta o augmento aooail de
alumnos as escolas, o qual, vista do in
teresse despertado em algumas provincias,
pode calcular-se em mais de 8000este amo.
E' preciso fazer todo o esforz para qae
esta onda ascendente nao baixe e mostr
os abysmos de incuria, de egosmo e impre
visaoqae eslo a nossos ps.
Quera aspira gloria de chamar-se na-
gao deve viver tanto no futuro remoto como
ao presente, mais alm do qoe alcaocam
nossos olbos. Um paiz extenso e despo-
voado, habitado por massas igaorantes e
desmoralisadas, pode prodozir certa som-
ma de riqaezas qae satisfaga as aspiragbes
de a guns, e engendrar a independencia qne
produz a ausencia de corapressbes sociaes ;
abi, porm, se estar incubando o germen
das enfermidades qoe bao de prostra-lo ou
aoiqoilla-lo um dia. Com quarema nilHoes
de habitantes, com doos mil asnee de ci-
viiisaga, e com a mais rica historia em
acontecimentos, ahi est a Franca submat-
tida ao terrivel juizo do xito. Qoeria li
herdade, e creou despotismo ; qaiz en-
graudecimenio e foi cercada; e al boje
nao sabe ao qoe ater-se quanto forma do
goverao. Porqae havemos os de te.- mais
coafianza ee somos menos prudentes, e
eremos ter tanto saber como os qae sac-
cumbem ?
Tem-se impresso algans linos destina-
dos a augmentar o cabedil de conhecimen-
to de nossos concidadaos ; e em iogaa
em qae t3o poaco se- publica, devemos li-
dos (actos qae entrara nesia categora. | uaa horas paisoa olbando para
O alterna adoptado de ter ioege das como se estiv;ra entretdo contemplando
povoafnes a liaba fortificada de frooteiras,
embon diraiouisse as distancias r relazisse
i defea, exounba oratudo a iavasSss
songear-nos de que algama coosa chegae a
nossas raaos. Convirii, no intuito de esli
raular a produegao, oa antes a traduego
de livros, pdrrao-nos de accordo cora as
outras seccBes do cominete qae faifam a
nossa lingua.
Fundaram-se este anno vinte bibliotbecas
em cidades e povoaces qoe anda ha ooaco
careciam dallas ; porm, apenas fundadas,
f se lula com a difficuldade de encher soas
estaotes com materia ioteressante, om, mo-
derna, e ao alcance do maior numero. Mil
bibliotbecas em loda a America, (e ha ou
tras tantas paroages) e duas mil subscrip-
ges de lodos os seas Estados, acendenam
facaos de luz para todo o continente. Cro-
mos qae Veoezaela, Chile, Per e alguns
oulros E tidos entrariam neste plase
para elle fossem convidadas. .
A exposigo de Cordova foi encerrada
depois de haver produzido os resultados
que se esperavam, e qae sio j visieis as
puvoages do interior com a presepca de
machinas at entao descoabecdas,a iatro-
duego de novas callaras e a preoccopagio
industrial di da aos espiritos. Insista em
crer que a exposigo teria sido mais atrae
Uva e ruidosa em ama grande ciJade-como
Buenos-Ayres, mas que foi mais util em
Cordova apezar do seu afastamento ao li
toral.
O rotatorio do ministro da in-truego pu-
blics vos aera brevemente apresentado, e
nelie enoontrareis o compleme.ilo destas
breves indicagojs. Devo entretanto con-
signar aqui como facto primordial do anno
decorrido a solemae ostallago do obser-
vatorio astronmico, qae se verificoa em
20 de outabro ultimo.
Querr.
O eiat.>rio desu repuPzSo yjji ia*ruir
defep, expuna a
peques)is mis repetidas, que ora. quaoto
inofficafies por se lioiilir^ra a roabos, man
trabara o alarma qn% telegrapho propaga
eceotlplica. Au.tina grande invaso da
alfucur veio, porm, raostrar a ellicacia
dajcftlh systeaia, nao so porque compellio
o barb.ro a intentar urna poderosa invaso
como palo completo escarmeno que exp-
riraentc o.
A frenteira avnzala.sari, pais, raantidi.
e j do lado norte de Santa Fe se adiantou
al o R*y, na (jpsta do Paran, espadndo-
se em liaba recta a sua esquer la at apoiar-
sa no monte coah^cidi pal Impeneirapel.
Com esta operago conseguic-e abrazar
dentro la linha defen !i la a maior parle do
paiz suelto c^lo.iisag* i, di oinuinlc-se a
extensa a da frontera, daMoO legias, que
aoteriit monto tinha a 43
O servigo das froute ras fiz se. como
sempre, mediante tropas reculares e guar-
das auionaes, cora as dilficuldades'iobe-
reute" a este systema que sa angmentam
porque carecemos anda de leis para re-
monta do exercito. Necess tamos prestar
siierrticiz ttanela a est assorapto,
alirn da evitar que se busque r'inedi aos
ma'es sentid >a, adoptando disposigas que
imaeden ou coatrari.m a legitima acgo
nacional.
Dsdo 03 pontos remotos a q;o no ebe-
^a o g( verno do um paiz, at o systema
militar prussiano, o d ler, a obrigagSo e a
necessilade de defender a propriedale e a
vid i. qnando sio atcala}, ou a m'.egridade
e a honra nacional, repoosara sobre cada
nlividiio da sociedade, seja qual for a for-
ma do governo
As povoigSes novas, nestacomo na outra
Amanea, armaram-se desdo o primeiro dia
de sua existencia para defen ter-se, e .
qumdo se constituiram em nagas, ffceram
desta dsfoxa local um systema de defeza
commura. denominando-aguarda nacional
O exercito regular p la sappri-!a ou eso-
nera-la ; toda a vex, porm, que aqaelle
nio estaja em proporglo com a oecessi lade,
a unive-salulido d<*s cidados constitue o
exercit) nacional,chama se ellemilicia,
landwa)- oa reserva. Toda a liraitacao.
pois, qae se ponha ao poder nacional mi i-
tar sob'O o uso di guarda nacional, suic-
dar a nagao, e fazer nascer por forga aquillo
qoe, C' m tantos sacrificios destruimos on
i'eutralisamos entre todos, isto as ra'l:-
cias que com Ramrez o Qaeiroga subleva-
rara o aarz e raantiverara a guerra cons-
tante las provincia; as de Buenos-Ayres
eommandadas pelo general D. i o Mranel
Ro.>as durante 20 annos, e as vinte mil
lanzas le Entre Ros < ordens do capitio
general Urquiza. A guerra civil do 50 an-
uos na la mais foi do que a amiga milicia
localisada s t> um caodilho.
.Sai iioao sasceptiveis. se h manifestado
os anteriores coogreseos em deixar ao exe-
cutivo as suas legitimas e necessarias facul-
dadaa, pelo temor da qae se reproduzam
as pastadas tyrannias militares. Permit-
aM, pi rm, recordar que lloara sement um
and) minha administrazo, depois que te-
obais voltado aos vossos tares, terminadas
as taris deste, para pedir-vos que deis
leis claras e singellas, para qoe o pode;
execotira exarca de ora em dame o poder
coerct vo da oacao.
Todc os povos da trra tam confiado a
este rano o poder militar; e os Estados-
Unidos, apezar de suas instituicoes repobli-
nas o faderaes, e de suas tradigas to pro-
fundamente civis, logo que ditaram sua
consltiicSo, saneciooaram as leis de 1792 o
95, poido, em todos os casos, a milicia
nacional, sera intervengan, de outro poder,
ara a voz para sempre, s ordans de seu le-
gitimo chefe, o commandante das forgas de
mir e erra da oagio. E' essa alli a nica
lei de uterveozBes. NSo se pode fazer
destes acloca de coerego um juizo de 2 **
iastaoc.as, corao ontr'ora se pretendeu, urna
perantn o ordinario, que o executivo, e
outra em appellagio perante o congresso,
para aauter vivas as forgas, os olios em
ota e assitaazoes mais perigosas, incerta?,
qaando n3o se trata de destru r, com gas-
tos do drineiro e de sango a, a obra do pe-
der que primeramente interveio.
Era que p vo e em qoe lempos bauve
institai;es semelhabtes ?
Pec->vos tambera sancconei o projecto
de la: je recrulamento militar que vos foi
submettido. Sua simplicidade assnstoo a
mu'tos Consiste era reconhecer o princi-
pio da igoaldade ante o dever da defeza,
propor:ionaodo deste modo a forraagao do
exercit) populagaio era cada provincia. O
resto S9ria por agora regulamenlar e su-
jeit j a combinazes diversas.
E' pira mim lisongeiroannonciar-vos que
escola militar fuocciooa com o mais com-
pleto ecito ba nm anno, e qne os habis
professores que a dirigem preenebera sa-
tisfaca ament os fius desta ins'.ituigo,
que sai. : dotar o exercito de otliciaes scien-
tificos. j que a arte da guerra, pelo mate-
rial qu i reqaer e seas poderosos raeios de
destruii;io, p5e o valor ao servico da scien-
cia e da geaio. As ultimas guerras euro-
peas dissiparam ama nnvem, no que nada
per le ; humaoidade ; o saber seu guia
at nos campos de batalba oode antes o que
se osteilava era a forga, aiada que he-
roica.
Pela primeira vez, ha 10 ano as, conse-
gue-se ^oe o pagamento do exercito, qaal-
quer que seja o ponto em qoe se ache, es-
teja em dia; estando com antecipago o
vestuario nos lugares de sea acampamento.
Est ;e procedeodq a > reconbecim rato do
Rio Nejro, no intuito de fa;ilitar a execu-
Z5o da lei que proraulgasse sobre froatei-
ras, a (;ual ocrapa, era empenho, a atten-
gao da administrago.
Sr?. senadores e deputados :
Tent apresentado era poucas palavras o
qnadro da sitaaga poltica e administrativa
da nagiio, e espero que vosso patriotismo e
vossas luzes venbara dar ao pa pulsa ra marcha de progressa e civilisazSo
qoe tetaos encelado.
No emanto, tenho a honra do saadar-
vo*.
Drdrando aberta as sess5es ordinarias
do coo|;rasso legislativo da nagSo.Buenos-
Ayres, 3 do maio d 1872.Domingos F.
SdrH!tto.
a-mo
Qaa ocano maior do qae
re f
disse por fim ; nio ba remedio
ra
e
das
ocano.
ras da
-E
SUicidO
passoa ama peraa por cima da sa-
Ne3te njora-rato sentio qae o afferravam
polas costas.
Voltpu-se, e viu ura bomem junio a si.
Na'ple dist'njuir bem as feiges do
recem-chegado. C ruagiva a anoaecer ; a
ra era estrella e o quarlo eslava quasi s
escoras.
Quera ? perguotou Ricardo."
Eu, responleu aquella aomam. Ea,
que vira para Madrid ba seto mezes. J
soubt da desgraza... Porm, que fazer!..,
Paciencia. .
-Mas...
-Passemos j ao assorapto. Disse ea a
V. S qoe vim para Madrid ha sote mezes,
o agora accrescentaroi que esto.u ao servi
go de um sujeito inulto rico, que viva u;
Garabancbel Alto.,. Eraflm, isto nao im-
porta ao caso. Es.la tarde vi V. S. no pis-
saio de Racolatos, segoi-o, e reparei que
ontrou para ajui. Ii a subir, porm dete-
v-me um amigo, com qaem etive cava
qaeando a' agora, e...
Porm, hornera poderei saber.. !
Da certo. Li vam s craegar. Q fim
di minha vmJd saa casa n) outro que
o do pagar he urna divida que para com W
S. coatrahi...
Ricardo conheceu a voz daquella hornera,
n3o se recordlo, porm, da qaara sena.
humera continuou :
Aqui Ib'js trago udas.
. E coinegou a contar dinbeiro aobre a me-
sa. Ricar:o eslava f*a da si, e lambroa-
se dassa Provideoeii tia nomeada as co-
medias, no3 romances e na vida social.
Eia O senbor as cuutar e ver se
esto cenas, disse o estranho porsonagom.
Urna, das, tres, quatro .. m suraraa, vin-
te e quatro que atirou ao galo. s5o vim6 e
quatro, e urna qoe me atirou, s5o viole e
cinco. Ahi est o >eu dinbeiro. Saude.
Duas lagrimas se deslisaram como chumbo
derretido pelas faces do amigo eitroma.
Quando quz abragar aquello que Ihe de-
volv.-, o diuaeiro com o qual o havia ferdo
oa fronte j o bomem liaba desapparecido
O letar, certo, j adivnbou que aqaelle
bomem era o lio Roque, o jardineiro.
VIH
Por mais que Ricardo e esforgou pos
averiguar onao servia o lio Roque; nao po-
de coosegui-lo.
A patroa do nosso bero socegoo, disse-
iba que podia pagar-lbe o imparte do mez
quando quiesse. *
Era sso davido posizo que Ricardo
adquiri.
Com o dinbeiro que o jardiaeiro Ihe ba-
via restituido, comprou ura elegante vestua-
rio de vero o apresentou-se ao lio de LaSo.
O to disse ao sobrinbo que Ricardo era
um galbardo mozo, e que o faria um se-
cretario to elegante como o fidaigo mais
fidaigo de Hespanba.
Ricardo adjuirio tal paixo polas gatos e
jardioeiros, que n3o faz outra cousa seno
comprar gatos de todas s> cores e flores de
todas as familias, para poder dar beijos no
focinha dos primeiros e dinbeiro aos que
cultivara, as segundas.
Os seus amigos dizem-ihe qae est louco
E Ricardo responde sempre deste oa de
modo igual.
Quererao acreditar que entre seie ou
oito millionarios nao encontrei um que me
emprestasse cincoenla mil res, quando cho-
gnei a Madrid ?
Quererao crer que um pobre jardnei-
ro me tiroa do to grave apuro, devolfen
do me om dinbeiro que ihe havia castado o
seu saogue ?
E os amigas somera, e Ricardo chora
com freqiiencia, e o mando gyra, gyra
torna a gyrar 1
e
LITTERATRA.
CJNCOENTA MILBElS
(Conclus5o)
O pulir mogo assomou janella e pen-
sou na posteo que poderia casUr-lhe dar
marg ua Correspondencia para ama gaze-
liltia do da ieguinte.
A IGitEJA CATHOLICA, BISPO DIOCESANO DO
IIIO DE JANEIRO E O MACONISMO, PELO PA-
DUE /OAO ESBERARD, PKESBYTEHO SECL'LAH
E PnOFESSOll DO SEMINARIO EPISCOPAL DE
-S. JOS.
Duas palavras ao leitor.
No dia de margo do coi rento aono bou-
ve, no Grande-OrieBte ao valle do Lavradio,
grande e lu/ida fasta magonica em hoora
lo seu gro-mestre, o Exm. Sr. visconde
do Ric-8ranco, presidente do crmselho de
ministros e ministro da fazenda.
T mou parte nessa fosla o Rvd. Sr. padre
Jos Luiz de Alraeida Msrtins, pronuncian-
do perante o pora magooico, alli reaoido,
ara discurso oo estylo da ordem, oqual
foi depois dado luz da pub.icidada com o
nomo de seu amor.
O facto de apresentar-3e publicamente
um sacerdote calholico como memoro da tal
associago, conderanada pela igreja, e como
qoe alardeando o mesmo sacerdote o pouco
ou nenhum caso que fazia das censuras ec-
clesiaslicas fulminadas tantas vezas pelos
sumaos pontfices, oao poda cortamente
deixar de escandalisar os liis, e chamar a
attongao da autoridad diocesana para o de-
lnqueme publico.
Foi justamente o que acontecen.
O Exm. e Rvm. Sr. D. Pedro Maria de
Lacerda, muito digno bis po desla diocese,
usando de seos legtimos poderes, cassou
ao Rvd. padre Martina as faculdades de con-
fessor e pregador, e Ihe dirigiu urna carta
aflectuosa e paternal, repassada de dognra
e caridade evanglica, rogando a S. Rvma.
qae dsse aos liis ura exemplo de obe-
diencia autordade da igreja, snbmetten-
do-se aos seus decretos, e desligando-se de
urna sociedade que el'a tanto roprovava.
Este acto to simples de S. Exc. Rvma.,
cnjjjustiga foi reconhecida pelo proprio de-
lnqueme, corno e lo o deciarou pela ira-
prensa, excitou entretanto as iras da mazo
nana, qae'tomou o padre Minios uebaixo
de sua o Ha pro'.ecgo, e sa incumbiu Je sua
defeza.
O Grande-Oriente do Lavradio rennia-3e,
pois, no dia 10 de abril, sob a presidencia
do seu gr -musir, o Sr. vscoade do R.c-
Braoco, e em sesSao plena deliberou pro-
testar urbi et orbi e reagir pela imprensa
contra o acto do Exm. prelado fluminense.
Ao mesmo lempo convidou o Grandc-
Unente ao valle dos Baoediclinos a acom-
panaa-lo nesse sau empentan,fazeodo causa
commum cora elle e tomando parto na Inta
que sa ia emprebeoler contra o mesm
prelado.
A adnesle do Grande-Oriente ao valle
dos Benedictinos nao ss fez esperar; e con
geral applaaso de todos os macos, os dou*
Orientes, qoe ha muito andavim desaviados
por dissenges intestinas, congragaram-so
nesse dia e apsrtarasa>se fraternalmente as
mos.
Isto, digamo-lo de passagem, fez-nos lem-
I brar qoe Merodea e Plalos, qae eram ini
migos figadaea om de ootro, fizeram as pa-
zes e se reconciliiram ao dia em que se
tratoo de imraolar o Filbo Unignito de
Deas, Josas Christo Senbor Nosso, como
no-lo testifica o evangelista S. Lucas, di-
zendo : Et facti sunt amici Herodes et Hia-
tos in ipsa dii: nam antea inimici erant
ad invicem.
Comegoa, pois, da parte da maconaria,
urna guerra descomrauual pela imprensa.
atacando-se viroleatamente o Ilustre prela-
do fluminense. As leis mais comesinbas da
civilidade e cortezia, aceitas entre cavalbei-
ros qne prezam a sua dignidade, foram n-
deeorosamente postergadas pelos escripto-
res migons, que deste modo anda mais
comprometteram a causa, j de si pessima,
que pretendan) defnder.
Em defeza do Ilustre prelado sabiraa a
campo varios cavalbeiros, qae sustentaran
a quest na saa verdadeira altara, a altura
dos principios, e refataram peremptoria-
m ule as aecusages dos seas adversarios.
Entra os artigos catbolicos qae foram pc-
blicados sobre esta renbida qaesta, deve-
mos citar os do Rvm. Sr. cooego Manoel da
Costa Honorato e os de M. S., no Jornal
da Tarde ; os do Nazareno, no Movinwnto.
e varios oulros em anonymo ou com pseu-
dnimo, ao Jornal do Commercio, Comi
do Brasil e Diario do Rio. O Apostlo,
orgao da clero fluminense, atacoo com
energa os principios magonicos e den om
brilhante triumpno causa catbolica.
No mais forte da refrega. tambem s*
deseemos arena do combate, e piblica-
mos no Jornal do Commercio os artigo
que ora coleccionamos no presente opas-
culo.
Qoer nos parecer que estes arligos tam-
bera fizeram alguna bem ; nio s pela agra-
davel impresso que produziram nos catbc-
licos fluminenses, como anda pela celeuma
e agitagao que exclaram no campo magoni-
co, que ebegoa a procurar pretextos para
nos levar a juizo.
Boas oa raaos, elles abi v3o, como os
escre vemos.
Esperamos que os catbolicos fluminenses.
a quem os oferecemos, serlo indulgentes
para comnoseo e nos perdoaro algans de-
feites.
Ao mesmo tempo Ibes agradecemos d.
intimo d'alma a viva sympathia e adbes3o
que tantas vezas nos manifestaran ou de
viva voz ou por meio de eartas oa pela isa-
prensa.
O nosso reconbecimento ser eterno.
Padre Joo Esberard.
Rio de Janeiro, 16 de maio de 1871.
PRIMEIRA PAUTE.
Nalureza da lula catholico-maconHa.
I
A magonara, em seas antros infernaos,
acaba de agolar os seos caes raivosos con-
tra a igreja ealbolica f...
Convocados em suas tenebrosas cana?,
sob a presidencia de om dos mais altos
funecionarios do estado,qoem tal dira f
tomaram os obriros da iniquidade a so-
lemne deliberago de perseguiris a todo
transe, sem recoar dunle de meio algum.
anda o mais indecoroso, ao venerando -
digno prelado desla diocese de S. Sebastio
do Rio de Janeiro, o Sr. D. Pedro Mari a
de Lacerda.
A magonara, se bem o disse, melbor o
fez.
Forteraente colligada uom o protestantis-
mo e a impiedade, aquella tenebrosa seita
que infecta a face da trra e avassalla o
mundo ioteiro, est, pois, sustentando pela
imprensa, contra a primeira autordade ec-
clesiaslica desla diocese, ama guerra injus-
ta, cruel, medonha, atroz e furibunda f...
Nunca, nanea tal se vio entre nos.
A pessoa sagrada de S. Exc. Rvma. tem
silo desacatada e at vilipendiada de om
modo indigno, descortez e desabrido por
urna caterva de horneas sem f nem reltgiao,
sem lei nem conacieacia, sem principios
nem moraHdade, para quem todo o meio
licito, todo o ataque honesto, todo opro-
cedimenlo decoroso III
E nem sequer Ibes sobe s faces o ru-
bor/...
As vestes roxas do pontfice do Senbor
bao sido vilmente salpicadas de lodo, apa*
nbado as sargetas das ras por ama mal-
ta do bandidos da ordem moral, que, em-
boscados por de gando urna gyria que Ibes propria, abo-
sara com audacia da imprensa, essa tribu-
na universal, na phrase de Lamartine, e
no se envergonham de converte-la em pe-^
loarinho infamante e ignominioso da honra,*
da virtude, da religio da moraHdade!
E em suas' conciencias endurecidas pelo
vicio nem, sen tem sequer o pungir da
cruel remorso I...
II
Anda nao todo.
Sob os oomes de jesuitismo, lazarimo,
ultramontanismo, e oulros qaejindos, a
magonara tem mandado brutalmente ag-
aredir todo o clero calholico, socolar e re-
gular, e insulta-lo atrozmente petos seas
assalariadoj, n2o poopaodo nem ao veneran-
do chefe suprema da igreja catbolica, nam
a cada um dos respeitaveis membros da
grande hierarebia eclesistica.' Todos tem
sido aiTrontosamente enxovalhados pelos
sycopbantas da magonara, todos, papas e
cardoaes, patriarebas e primales, arcebispos
e bispas, abbades e sacerdotes, em urna
paiavra,a clero inteiro I
Os inculcados erectores de templos ao
trabalho e viado, mas na realidade de-
votos fervorosos da ociosidad e do vicio,
esgotarara do ha raaito o seu xecbeado,
abuodaote e nauseabundo vocabulario de
injurias e doestos.
Mas precisara continuar a enxovalhar o
clero, afim de 4fazerem jus somma pecu-
niaria com que os remunera cada ama de
suas ollic.-. respectivas ; ei-los, jpofs, ahi a
repetirem o a rapiaarem quotiaianameate
os inesraos insultos as mesmis chufas, as
mosmas amabilidadei; as masmas descom-
posturas contra os ungidos do Senbor I
E quando melliar Ibes pagara, tanto mais
insultan e descoropam, e lano mais se
a Imiram'ent) da liberdade de qae gozara,
alardeam cora maior cynsmo a sua impu-
oidade, e se ext siara ante a franqueza de
seu carcter e a indo penitencia de soas opi-
nioesl... (Coniioaat ae-ba)*
Yf-L!0 U1AK10 ttUA Do uuyuB uk jaXusT *


PAGINACAOINCORRETA
-


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