Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12667


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Full Text
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AJINO XLVIH. NUMERO 118
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MA A CAPItAl K 1UGAH2S 051)1 VIO SI PASA POIft.
for tres ames adietados (............... 000
Por Mis ditos dem................... 124060
Por offl auno dem..................., S-WW
ada atunero uiso ...., '. .,. 1 130
i
SEXTA FEIRA 24 0 MAIO DE 1811
paia Dimo 11oa da pbotuol
Por tres meses adiantadoi
Por Mil ditoi dem. .
Por aove ditos idea .
Por om iQoo idea .

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SOMi
17#0W
R1VAMBIC0.
de Hanoel
Os 3n. Gerardo Antonio lveo A Filaos, no Par ; Gon$*ivoi A Pinto, no Maralo ; Joaqoia Jote de Oliveira 4 Fho, no
Pereira d'Abaeida, em Mamangoape; Augusto Gomes da Silva, ni Paraoyba ; Antonio Jos Gomee,
eira de Faria & Filhos.
T
tonio de Lemot Braga, noAracaty ; Jlo Mara Julio Chavea, no Ass ; Antonio Marqiiei da Silva, no.NaUl; Jos JojUm
la da Penha; Belarmino doa Santos Baldo, em Santo Antio; Domingos Jos da Costa Braga,
ea Nazareth ; Antonio Ferrtirt de Agoiw, em Oovonna; Francioo Tavares da Costa, e* Alagoas ; Alves 4 C, na Babia ; e Leite, Cerqoinho 4 C no Ro de Janeiro.
1
Sr.
Sr.
parte orrapiAL.
torerui) da prorlacla.
DESPACHOS DA PRKSIDKNCIA DO Dl\ 5l Qg MAIO.
Abaixo assignados, agricultores, e preprietarios
residentes oa reguezia e termo da Espada.la-
eruie ao Sr engenbeiro li-cal da estrada de (erro
4u Racife i S. Francisco.
Antonio Basilio Ferreira Barros.Passe portarla
renuvrauo supplicaole para a cadeira da fregu-
zia da Boavista dasta eidade, creada pela le o.
400 de 22 ds abril ultimo.
Amonio Pbiladelpbo Parer Datra. Preju-
dicado.
Aureliano Augusto de Vascoocellos. Preju-
dicado.
Aoua Bezerra Cavilcaota da Silva Cjsta.In-
fiaie au Sr. director geral da iuslrucco pu
tonca.
Antonio F.rmino dos Aojos. -laforoma ao
coromandante do corp> de polica.
Aaioaio Goncalves de Ouvaira.Informe o
io.'peetor da thesouraria provincial.
Alt raso do Rege Birros.Passe portara con-
eedeodo a licjoca oa forma pedida.
Bernardo Teixeira de Moura.Informe o Sr.
director geni da iuslrucco publica.
Caetano Jjs Aoloaio. I afirme o Sr. Dr. chefe
da polica.
Francisco Ci alo da I" raceca.Em vista das
itorraats oo tem lugar o que reouer o'suppl-
caote, lieaodo-lbe taita a faculdade de allegar em
aizu a materia de su reclamagao.
Fulden Brothers.Deferido com ofllio desta
data dirig lo a thesouraria provincial.
Hjraeoeg;l lo Marcelino de Mirauda. Informe
O Sr. inspector di Ibesonraria provincial.
Heoriquet* Amelia de.Meoexes l.yra. -Passe por-
tara conceload i a lie anca requinta, com ven-
cimentos na forma da le pira tratar de sua
sade.
Jos Antonio Barbosa.laforrae o Sr. inspector
di tbesoararia defaienJa.
J oo Feruaudes Vianaa.?asse portara, ramo-
van lo o supplicania para a 5' cadeira da fregue-
zia da S. Jos, creada pela le lOiO de ii de abril
do correle anoo.
Jaao Al vea Bezerra Cavalcante.Informe o Sr.
coairaaodanta superior da guarda nacional do mu-
nicipio de Limoeiro.
Jiciaibo Heliodoro Alves Cavalcante. Preju-
oteade.
Joo Ferreira Vilella de Araujo.Nio lera la-
gar o que reqaer.
Jos firmioo Kibeiro.Informe o Sr. director
geral da inslrucco publica,
Jos F.rtaino Ribetro.Informe o Sr. director
geral da iorucoo public*.
amonio Florencio le Piho.Sejimjentregues
nuliante recibo.
Luiz Carlos de Carvalh > Paes de Andrade. In
forme o Sr. director geral da instruyan pu-
blica.
Mara Presciliana Vilella dos Santos.Passe por-
tara al forma requerida.
M.guel Archaojo da Silva Braga.Informe o Sr.
director geral da lo.-traccio publica.
M.noel Bezerra de Camino.luorme o Sr.
inspector da tbesoararia de (azenda.
M ia i-I Coelho Casado Pontes.Subsiste o des-
pacbo de S9 de abril ultimo.
Mara Paes Brrelo.Informe o Sr. provedor da
Sania Casa de Misericordia.
Pjdro Itatis d'Inojosa VarejaoInforme o Sr.
dimeior geral da lostruccao publica.
(Jubalina Amelia da S.iva. ;' i-v _porlara re-
moveodo a supplicante pura a caJera de Malln-
S.cretiria da presidencia de Pernambuco 22 de
oalo d^ 1872.
O portero,
Silcino A. Rodrigue.
Di: Carolina Francisco de Lima Sanios.
23
ku,\o assignados alumnos Diestros da escola
normal.-Indeferido.
Aotooio Heraclio da Silva Paula.Passe poria-
ria, coucedendj 40 das de liceuga.
Bj:baref Antonio Jos Kodrigues du Cuias.
A" v.sta da informa^o oa > lem lugar o que requer
o supplicante.
(Julavo Pereira da Male.laforme o Sr. Iri-
gadeiro comraanJante uas armas.
I-iljro Jos dos Sanios.laforme o Sr. briga-
deiro commaodaote das armas.
Jjs Targiuo Gongalves Fialho.Informe o Sr.
commaaaaote superur da guarda nacional do mu-
nicipio de Olioda.
Mina Candida TheoJo: Alves.Pa9se portara
nomeanlo a supplicante para reg ir ioterimmeuie a
cadeira de 1" letras do sexo femenino do presid <
de Fernando.
.' ^Secretaria da presidencia de Pernombaco, 23 de
feto de 1872.
O porleiro,
Silvino A. Rodrigues.
EDITaL.
2'seccao.-Secretaria da presidencia de Per-
nambuco 22 de maio de 1872.
Por esta secretaria se faz publie', de conformida
la com o disposto no'art 1 1 da decreto n 4668
ds 5 de Janeiro de 1871, que foram recebidas a*
\ieles dos cidados abaixo designados peiindi
o provimeuto na serventa des cilicios de Io tabel-
liao e escriv) de orphaos e mais ann^xos do ler-
tno de Itamb : Balluino Amando Freir, Can-
dido lionealv.-s de Oliveira, lente Christivao
. rancisco de Paula Cavalcante, Minoel Uves
Maciel.
O secretario.
Elias Frederico de A. e Albuquerqne.
*bril nltimo com o Sr. jDbarmaceatico civil
Braz Marcelioo do Sacramento.
U oaesmo brigadeiro deterojirn, em ese-
ta do aft, f40 do regolamento que bai
toa cora o decreto a. 19Jde 7 de marco
de 1S5!, qne os cipallSes dos balaihis de
lofaoleria i e 9', faQim do sohredilo hos-
ttal o ervico qoe loes incumbido n) ti-
tulo 4' capitulo 3 do citado regulamaot)
por semanas alternadamente, e o que estiver
de servido, s poder ausentar-sa do esta-
oeiacimoDto por mo.ivo justo e com licen-
ca do rescectivo Sr. director^
(Assigoa<|r). fmilio Luiz Mallet.
(Et conforma). Benlo Luiz da Gimi, major
graduado.
Repartl^o da polica.
2.' sefioSecretaria da polica de Peroambu-
:o, 23 iie maio de 1872.
N. 86S. lllm, e Exm. Sr. Levo ao coobeci-
ut'iito de V. Exc. que, segando consta das part-
cipagoes recebidas basta reparii^ao, nao f>i boniem
recolhido casa de delncio individuo al-
gara.
Deus guarde a V. Etc Mu. e Exm. Sr. Ma-
noel do ascimeoto Macha-to Portelia, digno vice-
oresideote da provincia. O cbefe de polica, Do
mingo) Sonteiro Peixoto.
s
Cominaudo das armas.
QAHTEL GENERAL DO COMMANDO DAS ARMAS
KA PROVINOA DE PERNAMBUCO 23 DE MAIO
de 187.
ODKM DO DA k 625.
O brigadeiro comman laute das armas
faz publico a guirnic) para o sju coili:ci-
nwaiu e devidos bns:
1.' Que por motivo de molestia, o Ex o.
o Sxm. S gjaeral iapector dos corpos do
exercito neta provincia Carlos Helase d;
O.ivsira Nery re^olvea Da data de bontem
suspender a inspeccSo dos referidos corpos,
conforme declarou em offi-io n. lii
3. Que na referida data se mandou
desligar do i battlbS > de infantera, ao qusl
, se acbava addido, o Sr. atieres Maoo:l Bra-
sil de Oliveira, que segu boje para a pro-
vincia do Ceai a reunir-se 30 balalliai 14
da mesma arma a que perleoce.
3." Que acaba da apreseniar-se vindo
4a corte no vapor Cear, o Sr. lente
phamaceu.iOi Liiz F| >scul stgaaJo peio ministerio da gamra para ser
vir no bospHat militar desta gu\rnc3j.
4. Qjeem virtude da apreseotacSo do
nuncioaa io Sr, teneuta pbirmiciutico,
rsaceadidj o contrato celebrado a 13
OlflRIO DE PERNAMBUCO
KFJI7E2DE MAIO DE 1872.
O voto de gracas
Publicamos ti mano, oeste lagar de honra, pre
cedio de algumas palavras e considera^oas, o
discurso cora que a cora abri a sesso parla-
mentar do crrante anno, e no qual se aeh a ayo-
'hese do estado do paiz, e o pregramma do gabi-
nete Rio Brinco, programma que nao senouma
cabal demonstrado da continna^o da politica
franca, digna e elevada, de que se tem feitoorgam
e execulor o ministerio de 7 de marco.
Ni cmara vitalicia o Sr. cooselbeiro Zicarias
de Gis e Vasconcellos, esforcado paladina das
ideas liberaes, interpellou o ga'binete proposito
da sua recoraxosico, verifcala no mez de aJonl
prximo tiad i, e os Ilustres sanadores que fazem
ou fiziam parte desse gabinete dorara plenas e sa-
tisfactorias exolicacoss, que, embora oo tenham
sido aceitas palo mterpallante, que certaraeo'.e re-
usara quass qiar que ellas fossem, demonstra-
rara cora toda a evidencia que o peosaraanto po
litico do ministerio nao fleon abalado, coma alias
ji o linlu demonstrado.o supraeitado discurso da
crOi, com a moljtliag.o por que passoa o psssn-
al dos ministros.
Dis explicaces, que hont?m publicamos resu-
midamente, era nossa 8* pagina, se eviloacii que
o gabinete Ae 7 de ruin; >, rrae nos arraiaes qae
Ibe traciram os acontecimenios parlamentares do
aun) proxitin lindo, aguarda iranqaillo e calmo os
qae se Ibe possam antolbarna sesso qae se abri
a 3 de maio, e que procurar vencer os obstculos
que por ventora vaobi encontrar era seu cami-
obo, cora a mesma pericia, eaargia, e circunspec-
to que se aleve as memorareis latas que sas-
tentou para doptar o paiz cora as reformas indici-
ara e do elemento servil.
loquestionavelraeole o gabinete lera de encon-
trar esses obstculos, de qu> fallamos, na recalci-
trante oposigaodealgans Srs. deputados, que, ain
da nao coavencido3 de aua foi triste e desolante o
papel que represeutaram no anoo proxim liado,
em meio de una populadlo que reclamava unni-
me pelas reformas que se quera decretar, sem
duvda proseguirlo no seu iresloncado empenrio
da derrubar o gibiaele, nao obstante a grao.le
m ivr'a qae o apoia em ambas as casas do parla-
mpnlo.
E' grandemente laraeatavel qae con'.inae la-
vrar uo seio do partido conservador urna tal dis-
cordia, qae s pode ser prejudicial ao paiz ; e se
Imito fora fizar u:n apello aos s30'.iraeDtos d>s no-
ares oposicionistas da cmara temporaria, pelir-
Ibe-biamos qae,era Dome dos mais sagrados prin-
cipies do part lo da ordera e da libirdade, sacri-
li;assem uo altar da patria 4sei pequanos odios,
ames peaaoan do qae de is e principios, que
tanto mal fazem sem nenham bam proporcionarem
sociedaie brasileira.
Foram-sem duvda esses penenos olios, essas
recalcitrantes discordia1, que seguramente j i per
deraru al a sua mais intima raso des?r, que de-
lermiuarara o S-. Paulino de Souza, declarado che-
fe di opi-icao parlamentar, apresenlar na sesso
de loJo corente,am requenmento pediodo o addia-
mento da discusso do or{miento de 18721871,
at que o gabinete dsse a; ras5es da sua recom-
posicao.
O discurso do Sr. Pauliao de Soaz, era justifica-
caid'esse reqaerimenlo, fjj certaraeats um dis-
curso de requintada oposi^o, e as suas asserqdos
ao liveram outras vistas se nio dar um owfsa
mate no gabinete.
Raspoaderam-lhe, alara do Sr. presidente do con-
seili), o Sr. ministro da mariDha, e o ex-ministro
da agricultura, tomando parte do debate, que pu
blicamos hoja em n^ssa 8.' pagina, varios outros
senhores deputados.
l'ir.-.ia adduzidas as mesmas ra oosantarormea
te dadas ao senado sobre a rec\>rapoicai ministe-
rial ; e e>sas ra-oes que da todo ponto saiisfazem
ao- hus exigeot-'s, longe de accilmarem os espi-
ritos altanados dos opposicioni-tas di caraira tem-
poraria, rcrvira ipelo contrario para os exircebar
anda unis. pitar da linguagem malerada, digna,
e circunspecta em que fofara expendidas.
Tal o estado de desvario do grupo que a des
tacou da maioria da caraira loraporana, i|ae em
corto modo est elle d; accordi cora os opposicio-
nistas liberaos do senado, que entretanto forara ma-
nos pretenciosos na saa lalerpellac/io ao minite-
rio.
Cumpreporera notar, e (atqpo-lo con certa si-
lislago, quo o gabinete nao se tera encommodado,
nem davo encora.mo1ar-se c un essa opo3;ap sys-
tlnmatica e eapnchisa ; e que, garantido palo
apoio das duas cuas do par amento, J.ve e ha>de
levar ao cabo a sua arda i, mis gloriosa miss> de
refirmar as leis mencionada* na falla do tbrono.
N'e-se e.upenho a maioria da cmara .terapora-
ra o auxiliar efUczmente, e esse auxilio nao po-
der de loma algurai ser prtjadisadopala mino-
ra, a despeiio dos seus esforcos em sentido con-
trario.
Q te o ministerio dispSa de maioria, e maioria
o i uaros.i, prova-o a facilidada cora que foi eleila
a comrais'so de resposta falia do tnrooo, cora-
misso de sua eraanc, qae, l igi n da 16,
apresantou o projacio de voio de gracas em pleno
e completo accordo de vtas com a falla do tbrono,
de -jus eile.em ceno modo um fic-siinilo, que diz
indo em prof da harmona de vistas de qne temos
fallido.
Sam daviJa esse dicuraento ser impugoado
pel minora, solTrer acrrima opposiQo dos d;s-
silantes; mis mait) Ircito suppdrqae esta-
nao colherao o trhirapho que almejun, e pelo qual
trabalV10- ottlliaoJj finjis que m-lbor lora
achassem emprego em bam servir o paiz.
tis o projeeio de voto da grasas. Por elle se
certificar.) os nossos teitoras da veracidade do
que levamos dito, e se eoiiveieero de qae as
ideas abi kUiilas sao lo lias poras, qoio saas
e pofas slo as dn gabinete da 7 de marco, ere-
dor do apoio de todo o paiz.
Siah-ir 10 prazer %aa V. M. Imperial ma-
nifest* ao abrir a presente sesso da asserabla
geral exprime um seotimeaio grato oi;i). que
nelle djscobre seguro penbor da constante harmo-
na dos poderes coDstitncionaes, conicao radis-
pensavel da nossa vida social.
f Ssndo o anniverrsarlo de lo fautoso aconte
cimento motivo de regiSijo para todos os brasilei-
ros, este regosljo hoje se aagmeota, porqae elle*
vem qe o aso da acaldada ontorgada peloeorp
legislativo pira V. M. Imperial sabir do imperio
trooxe o restabelecimento da preciosa sale de
S. M. a Iraperatriz, cara espoia de V. M. Im-
perial.
Effectuando V. M Imperial a vugem e re-
gresso patria com feicdade, cibeaopiiz rendar
gracas a Daos por ia> assigoalado favor.
t O baoevol e obsequioso acolbimento que V.
M. I-nperial encontrn entre todos os povos qoe
visitou, eoostilue justo motivo de salisfacao e re-
conheeiraento para o novo brasileiro. Elle apraz-
se do tributo consiaera5o nrestado aos rele-
vantes dotes do seu primeiro representante,
A tranquilidade de que goson o imperio sob
o giverno da Princezi Imperial ll-neaia, muito
presada Qlba de V. M Imperial, e os trabalhos
concluidos na ultima sessio legislativa, da i era
verdads cabal damonstrago do bomsenso nacio-
nal do criterio da ioclyta princeza, e da firmeza
das nossas in'titaicoss polticas, as quaes apenas
em meio seculo j-nos consolidaram como robasta
e possante nachuahdaie.
A cmara dos deputados deplora os soffrimeo-
tos de elgnmas das nossas povoaOas, etn,M0se-
quencia do rigor e das irregula'idades da ultima
esta^ao; sendo tolavia, agradavel a noticia de
qae em geral satisfac;orio o estado sanitario.
Na certeza da solicitada do governo era mi-
norar males de semelhaute natureza, a cmara
dos deputados prstala os raeios necessanos para
obia-los no futuro, qaaoto fir aossivel.
t A eonticuacio das boas Telares do imperio
com as outras potencias ara ficto summameote
lisoo?eiro no paiz, e honroso ao governo.
< Compre esperar que o governo, sempre diri-
gido por sentiment03 da jasliQ e raalaa conside-
rado, sabara manler essa desrjivel concordia,
amiga beoellca da indistna e do commercio.
t Frates inesgotaveis de go-os e lberdade para
os cidados, e de grandeza e segaran;! para os
estados, a industria e o corarairen arapliaram in-
defJnidamente a materia das exploraos is, e ma-
diant a prodaecio e a permuta flzaram dos po-
vos activos colaboradores da felicidade de caita
no.
O go'verao de V. M. Inperiar, compenetrado
desta verdade, e pralicando-a pela benevolencia
do nosso trato comas demais potencias, testerea-
oha sentm-'ntos generosos, que a nacu ap-
plande.'
t Os jutas d a Repblica do Paraguay sao dqvos documentos
da lealdade e jastieja com que brocede o governo
brasileiro, respetando os seus compromissos.
t Observadas as condiedis do ira'ado do de
maio de 1865, e salisfeito o accordo preliminar dos
aliad js, a cmara dos depotados sent que esses
ajuste snseitassem dnvila3 e reclamacao da par-
le do governo argentino ; mas ella confia que o
00330 alliado far justga ao Brasil, mantendo-se
joalteraves os vnculos de araizade, como ambos
os estados convm.
c Recoraraenlano V. M. imperial a solidtule
dos representantes da natco & reforma da le das
eletcoes, da guarda nacional e do recrutamento,
demonstra qn) attentaraento o governo cura dos
grandes assarap'.os nacionae., e sa ioleressa
pelo aprfaifcoamanto das iosliluicoes patrias.
A cmara dos dspulados, interprete das ne-
assilades publicas, reconhace a importancia das
reformas apoatidas e coacorrer para a sui rsa-
liueio.
Bazeada a nos a firma de governo na allelo
popular, cumpre qae esta sja a expresjo de um
voto sincero.
Para is30 convera arre lar a fraule e a vio-
lencia, ratoc-inl > rces da experiencia.
< O estado vintajoso dis rendas publicas cir
cQrastaacia mu animadofa para o paiz, a quem
assim ca-o se exlube a elii 'ia das institaif 'S que
do ao povo socego e eres cante prosperidade.
t O excesso da receita sobre a despaza," auspi-
cioso indxio da fartilidade do no;so s o, e prova
do bom emprego dos meios concedidos pelo corpo
legislativo em favor do commercio e da produc-
a faz nos esperar que cora discreta economa
possam ser altradidas a eduracio do povo, a lavou-
ra e ou"ros ramos da nossa industria, provendo se
coojunclamente ao estado do meio circuanle, e
demais necessidades da administradlo da .i-
zeada.
< O governo de vossa mageslade imperial, lena-
brando a elu :ae>o popular, sasciti o curaprimea-
to de um grande dever.
As'im busca o governo habilitar todas as
classes sociaes a conhecer e julgar a marcha da
admioi'lraeo publica, e moslra a sincerilade da
sua f do rgimen representativo.
t Adquirir bracos uteis empenho digaodi
patritico ministerio que promoveu a liuuiniiaria
le da 28 da setambro, e a realisa raspeitindo in-
leresses legitimas e dissipanlo infundaios re-
eeios.
< A magnitude da relorraa que alterava a cr-
ganisarcio do trbalo o devia despenar appreban
soas; a circumsp?cQao porn do carcter brasi-
leiro acalmou-as, o permittio o pacifico triurapho
da idea regeneradora, aceita con favor pela opi-
ni) nacin il, dan lo agir irrecosavel lesiemuDlti
dasta asjerrco o concurso dos proprietarios asn-
elas para a bi execuco da Iti, concurso alias
esperado, e decoroso ao seu patriotismo.
E' da mais subila importancia o desenvolv
memo da nossa riqueza; e como dos maios de
comrauuicavo depende esse desenyolvmanlo, de
que resultar popula;o maior sommi de bena,
coraprazem-se sr inraeiia'os representantes da
naco de reconhecer loavavel diligencia do ga-
vera o imperial pele melhoramento da nossa va
;o.
i Pira este lira elles prestaro o auxilio com-
pativel cora as forcis doa cofre pblicos.
Si a limuaco das nossas rendas nao cansen
te que desde j comino las vas da transporte pe-
oetrem todo o interior do imperio e ulilizcra as ri-
quezas alii rev adas, todava a uacao v sat afei-
ta os tentames do giverno nesse grandioso in-
tuito.
t E le traduz-se no assiduo cuidad > com que o
governo procura eslender essa arteria de ferro
desloada a levar da orla inaritina, onde por ora
a activiJada 3e coacentra, a vida e o polimenlo
nossas regios centraes, assim como as longm-
quas frooteiras do o*te, onde arada a placida
quietadlo do deserto separa-nos de povos predi-
postas a raanter coranosco fralamaes e proveito as
relacoat.
i S>nbor Prosigamos sob a divina prolecjao ;
e o nos-o destino corresponder mageslade da
Amrica, nao exhauta, mas ja engrandecida, ape
as del.bada pel civiisicto.
Dsus dao creoa para estreitos desenbo o
ampio territorio quo os dous gigantas das>-"agaa>
biohtra e quisi circumdain, nem pan nvjsq,u'-
ohos falos abi uni, sob o aecrdo foUa, di hbcf-
dada cora a mooarcba, .un povo n>dc,da mesma
raca, fallando a masan lioguagaia brisado 0.a,
mema (.
ste faelo providencial aa* denuncia o es
lo porvir di Bras.l, oosa cara patria.
I M imperial, frente da naci favooea es-
*r; t abrinde a accail sesso legislativa
a ivos eirnmettimendos em proi desta imps-
itUlwwb osaaspcios do principe egregia-
rasolato ni snsteotaQi) da iolependeacia
ea, e fortalecido pela sabedoria de V. M. im-
pert a quem i cmara dos deputados respeito-
saoK ite satida
i'a das cmjTiisia*. 16 ie maio de 1872
T A ne Gojil -A. S. Carnero da Cunha.
.l---------------------------
lolelas do snl do Imperio.
Amanbeceu hontem fuadeado no laraaro o va-
por frtocet Amazone, tiazendo datas do Rio da
Pral at l{, do Rio de iineiro at 18 e da Baha
at ti do crreme.
En.o que colbemos dos ^roaes e cartas :
columbk .
Fun^cioaava o oogresso da Uoio. ReiBa a
piz e a repblica segu urna marcha prospera em
lodos os sentidos.
Foi eleito presideate o cidado Dr. Manoel Mo
rulo Toro.
Faileeeu em Bogot o general Smctos Guttier-
re. A's po nposas ex.qinas que ie Qieram ao il-
luslra cidadio, as-istiuin mais da tres mil pes-
sas de todas as classes. A caman dos represeo-
lante* discuti e approvo i o projecao de mandar
enllocar oa sala de suis reuniss om busto de
raarrapre do geaaral.
Dnijatia-se outro projeeio eoncedendo urna pen-
sao -ao ye a-r.iI .1 iaj Antonio Paex.
Naoeaado fui apreseotido o projeeio de crear-
se uro d.-tncto federal e a idea de reformar-se a
constiugao.
PKRU*.
Acava-se em Lima o general columbiano Jos
Antonio Paez.
Saas compatriotas all residentes (ffirecerara-
ibe m a explendidojiaiar aoqual assialirara, o que
a eap:tal tem de mais illustre entre dacionaes e
eslraogeros, qae festejaram de ama manera dig-
oa ao venerando e illustre campeao da lberdade
da Columbia.
rta estrada da ferro de Chancay dous trens
se chicaran), resultando a mora de seis pea-
as.
Na provincia da Huarochri um bando da sal-
teadoras iavadiram a povoiyo de S Jerouy.no,
onde Coco ndiaram toda a so re de d"predaces,
na a polica deu-Ihss c.ioi e captaroa a tres dos
ficiooiis ura dos quaes en o cli-fe.
l)is?4ivjra-se a companhia Calla > and Lima Ga-
iflL uar lar a assembla geral de aecioaistas re-
soivu vender o peridico desie oome o mate-
rvJ da impreosa. Passludo a oniraa mos, o jor-
nal soffrera modiflcacde .
Os operarios da alfandega de Callao subava-
ram-se, fiosloque sem deiooasiracdes hosj, os-
tra o sysiami que os regia e linba-os leduzido a
coadunas p oico faveraveis.
A municipiiidade de Lima, trata de ama pro-
posta qu Ihe foi feita por alguna cidados e que
lem por acbr com o monopolio da compaobia
de gaz, e cflorecer eidade urna luminacao por
pre eos mus commodos.
Aopareceu ua capital ura novo diario intitulado
La lYaiion.
bOLIVIA.
A naci sa acha em completa paz.
Apresentara-se candidatos I presidencia da Re-
publica Mrales, Rendona e Qievlo.
O governo nomou urna commisso nacional
encarregada da classiQcacao e liquida^o da divi-
da interna.
Celt-brou se com a Sociedade do Progresso o
contrato para consirucoo de ara camiobo ds fer-
ro de Sama Cruz ao Paragoay, foi approvalo o
contrato para a cons'.racc,o da onira estrada de
La Paz at a fromeira.
Hi prooastas para novas vas frreas de Ari-
|ioa T.t caca e de Iguipe a Oruro.
Traia-se da unir a Bolivia ao Per por urna li-
aba telegrapbica.
C mecou a funecionar a compacbia de vapores
uo rio Titicaca,
O Yavary e o Yapar j sulcavam suas agua?.
Em Cochabimba sentto ?e oa nouie de lo de
margo ura pequeo tremor de trra.
O governo noradou o general Celedono Avilla,
comraandante em cbefe das torcas que devem
reunir-se na fron'.eira do sul, e ordenou que dos
departamentos daquella fromeira se concentras-
sera as torcas da repblica, inclusive a guarda na-
cional.
Estas medidas foram tomadas em consequeacia
de recio de urna iovaso argentina.
Os arsenaes receberam ordem de prem a dis
posigo do general Avila, os petrecbos e arma-
mento que livessem em deposito.
CHILE.
Foram descobertas novas minas na provincia de
.lacinia, a seis leguas de distancia da povoacas
de Chincbio.
A' eslas minas, denominaran) Caracolas del
norte e das experiencias at agora feitas tem-se
verificado que ellas po-suera muito maior riqueza
que os Caracoles do sul.
A prata encontrada em quaotidade supera-
bundaute, o terreno est cortado por urna inex-
triacavel rede de veas desle metal.
O governo tem animad-, a exploracio, deixindo
at de cobrar os direio< de posse.
All ia para elle consideravel numaro de minei-
ros e exploradores.
Appareceu a varila era Sonora.
As copiosas chavas e umita geada, qae Diu-
rnamente lem cabido, prejudicoa muiio a U-
voura.
Un temporal em Portillo causou grandes pre-
juizos e f z tres victimas.
O ministro da faz-rada, o Sr. Gamillo Cibo pedio
saa demisso por estar doenle.
la inaugurar-3e nw gran lioso monumento eri-
gido memoria do illustre geoeral O'Higgios.
D. Sautiago Llndsay foi nomeado enviado ex-
ira'Tdmario e ministro plenipotenciario junto ao
governo da tolivia para coucluir as questdes pen-
dentes entre amaos os juizes.
No departamento de Arinco novas e muito im-
portantes descobertas da minas de carvo se lm
eilo.
O chile marcha brilbantemenie na aenda do
progtjfcsso, da civilisacao e da lberdade.
O prasidenie da repblica fez saber a munici-
palilade da Sanctiago que, para dar maior desen-
volvimento ao progresso e bem estar do paiz, pre-
tenda fazer ama exposicao nacional, para a qual
sero convidadas todas as meos di Europa e da
America.
Os horticultores e outros fornecedojet da gene-
ros de consumo em Valparaso, nao quizeram
sabraalter-se aos impostos que a municipalidale
ltimamente lancou sobre seus producios, e de-
pois de urna enrgica reelamacd, eonatituiram-se
o'uma sociedade com o titulo A unid) a (orea,
e foalarara ura jornal El Pueblo.
A' vista da atinada qae esta claase toraou, a
mnoicipalida le discuta as uiodiricaces exigidas.
A Soeiedtde de Agricultura trabalha activamen-
te para reuniros pro lucios qae ten de ser en
viadas para a prxima exposicao do Per.
Parti para Bravit o enviado extraordinario,
do Ca e, JJ Saactisgo LinJsay.
Nov.is e Imporlantes minas de oarvio de pa
A emigragao para os modernos Caracola eesce
de da em da.
Vai ser construida una liaba telegraphice entre
Canqnenos e o porto de Curanipe.
Est muito adiantada a conslrucgao da estrada
de ferro da Concepcin.
As machinas da traeco do systema Tompson
tm sido experimentadas com bom resultado, e
definitivamente adoptadas em diversos pontos da
repblica.
Ciegara a Valparaizo a fragata ingleza Zelandie
procedente de Nova Zelandia, tendo soffrido um
formidavel temporal. #o qnal foram arrebatad .s
pelas vagas o capito Kiog, o despenseiro e um
doa passigeires.
A corveta nacional Chacabuco eslava de volta
de sua Yiagem de Dstruccio as cosas da Pata-
gonia. Seu commandante remeiteu ao quartel ge-
neral da marinha um relatorio dos trabalhos da
expedigo, no qual d conta das importantes ex-
plorages hidrographicas que fizen.
O celebre bandido Guamaya iofeston os Andes.
O commissario da polica da frontaira chilena
d- i-lhe caca e prenden quatro borneas de saa
qudrilha; elle e es outros salteadores evad-
ram-se.
Nos Aodes a varila lem grassado com inten-
sidade.
Tem-se dado algaas desastres nos caminbos de
ferro, mas sao de poaco vallo.
Os jesutas, esses torvos agitadores, apezar do
pouco efleito da suas manobras no Chile, ltima-
mente promoveram ura conflicto em Valparaizo
por occasio de darse sepultura a ura irlandez
chamado Copphiger.
Varios amigos do finado trataram de seplta-
lo no cemiteno protestante, quando o intendente
da policia, a pedido de dous padres, ordenou que
fosse o cadver removido para o cemiterio catbo-
lico. 4
lato dea motivo iadignacao dos prenles e
amigoi do finado, que todos erara protestantes ; e
.o descrdito enaque ln os lazaristas cabido fez
com qoe o povo lomajse o partido daquelles. Fe-
lizmente a ordem nao foi perturbada;
A municipalidade de Coclem'u decida qae os
cemilerios pblicos do municipio passassem a ser
administrado' por agentes seus.
O orgo lazarista La Libertad Calholic i revol-
tn-se contra esta deciso qae chama nm violen
lo despoje da< propriedades da igreja.'
O celebre trgico Rossi parti para CaHi, no
Per. Sua permanencia eaire o povo chileno foi
nm triurapho oo Laterrompido. Antes da partir
dirigi urna eloqaentissima carta de despedida
jaelle illastrado e bospitaleire povo, era en jo
seio deixou o grande artista as mais agradaveis
recordaces.
No trajecto de Sanctiago a Valparaizo foi o Sr.
Ros-i acompaohido pela melhor sociedade da
capital.
Todas as provas da apreso Ihe foram liberali-
sadas.
paraguay :
O represeotaols da casa ingleza de Warnig &
Soos, em Assnmpco, receben ordens para propdr
ao governo paraguayo a constraeQao de calcamea
to, iraosways, e a empreza de iliumiaacao a gaz.
Sabia a lame, na capital, ura jornal intitulado
El Orare.
Sea programma consignarle exclasivameata
aos interesses commerciaes, fugindo de loda a
questo poltica.
Diz urna cana, dirigida La Repblica de
Buonos Ayres, que em Il, por causa de jogo o
juiz de paz e o cura iravaram-se de razes, e
foram a vas de facto, armado o padre de ccele
e o juiz de um espeto de farro.
O padre perden a partida, e quando acudiram
aos sen? gritos, j o reverendo tinba levado urna
tremenda sova.
Na campanha tinha apparecido a febre com
man character.
Foi pleito senador pelo districto da capital o co-
ronel Frederico L. Baez.
Fallecen no dia 16 da abril a me do marechal
Lope e foi sepultada na igreja da Triodade perla
da capital.
Bat-rim-se em duello o Dr. Gallegos e D. Mi-
gel Maeias. redactor Pueblo, ficando o primeiro
ferido. Este duello teve por causa um artigo do
dito jornal que offeodia a dignidade do exercito
argentino.
urna cana da Assnmpco para Baenos Ayres
lava noticia de diversas prises, por motivos po-
lilc-?.
Eotre os nomes dos presos cilava-ss os de Riva-
rola e Serrano.
RP.PUBLICAS DO TRATA.
No dii 3 toraou posse do governo da provincia
de Buenos Ayres o dovo goveroador eleito D. Ma-
riao Acosta.
A 6 o presideate Sarmiento abri o congresso
argentino, dirigindo-lhe e mensagem do costume.
Neste documauto o presideote, depois de haver
assigurado que reinavo a ordem e a tranqnilida-
le em todo o territorio da repblica, passando s
relacoes externas, (xprime-se assim :
t As nossas rejacos iolernacionaes conservo-
se ni mesrao p de barmooia e amizade em que
as deixastes ao encerrarem-se as sessas anteri-
ores.
Creio poder afDrma-lo apezar da interpreta-
cao que o Brazil deu ao tratado da alliaoca as
soas appiicaces definitivas; porque, alm do so-
lemne protasto feilo par aquella governo, de man-
ler-so nos limites da alliaoca, e ser animo sea,
como tambera nosso, ccoserva-li. abi eslo o
rateresse reciproco das oaces alindas, e at um
de-?er de decoro cootrabido parante o mundo, a
opporam-se a que terminen) por nm rompimen-
to h-ostil a? boas reiages que nos nniram como
alliados ontra o ioimigo commum.
t Interesses maiores tara sido debatidos eotre
nagdes poderosas, sem o triste recurso da guerra
e nosso dever, como ser gloria nossa, esguiar
os meios concitiatori u> e buscar os camiobos qae
podem levar-nos ao ponto em que Ii juera salisfel-
las todos as aspiracoes legitimas.
i O primeiro de todos periuadirmo-ncs de
que os nossos amigos alliados esto animados dos
mesinos sentimenios de que Osemos ostantacio, e
de qna a jastieja limitar as suas pretences, ape-
nas ella nos saja demonstrada.
< Teoho a maior salisfacao em aonunciar vos
que, sob os auspicios da mediaco argentina, pode,
tioalmente realizar-se na vizinha Repblica Ori-
ea:a| do Uragaay a reconciliar;io das fraeces
que se faziam a guerra sem omro resoltado pra-
tico que nao o de arruinar o oaiz e suscitar duvi
das sobre a sua aptidao para governar-se a si
:nesm). Al onde isso depeoden do mediador
argammo, procuraram gardar-se nos ajustes de
paz os principios fundimentaes do governo repro-
seninivo republicano, quaesquer qua fossem as
concessas reclamadas por intaresses lo oppostos.
Podemos, pois, esperar confiadameo'.e qne a som-
bra da paz conquistada se consolidado as insii-
tuices, e a prosperidade daquella uaco tomar
rpido incremento.
Depois de ter tocado na ultima revolnc,ao de
Corrientes, o presideate c
votvimeoto qae t.m lidj
de estrada de
eitadaado.
de urna vi)
legrapbos,
Corriente^ % S^FTruguay,
o grande deseo-
teiegrapbicas e
que sa eslavam
ra a grande obra
o. A, r le da te-
ao Andas, Salta,
e o telegraph) tran-
sandina tfcve ioaagarar-M por estas das, poa^0.
iljv %*w p-" ^ -^>* v.w iuwjj"j w^ p
dra tea sida aejcoberias 0- deparlamaoto da Coa- nos MU com o Picifieo.
c9oioo, QiaiOo ieQaif?io, diz qae | sua. orrite
nao havia lid) augmento nem diroinuicio seasiv* i,
mas que sa ia di.-inbaindo melhor. d:rigiat#a-M*
para os c,olios da provincia de Buems Aym
subindo o Paran e o Uraguay em busco t tor-
ras feriis. Annooci tambera um projeeto ere-
ando urna repartco para venia e distribucao d
trras publicas.
1> -clarando achar-se j mpresso o censo gara',
que effeciivamente'fii publicado dous diaa depois,
expa que o resaltado dos seus algarsrao?, qaa >
approxirao quinto possival da verdada, da mea
de d:u? haln mies por milha quadrada, ao puso
que oa Balgica vivem 217 no mesrao espato,
que 15 sao o termo medio nos Sesudos UaiOo*.
I Como bomeaagem aos relevantes servicia do Dr
Veloz Sirafilvd, a quem a reoobhca deve o codi-
go civil e o militar, o pri neiro cerno e a r le le
legraphica. o presidente uesie documento solame
annuocia com pezar a retirada daquebe cidada
| do ministerio e da vida poltica. Passando ao es-
tado da fazeoda publica, observa :
II i nma proporcSo quasi regular de aogsneat-
as rendas, que corresponde ao deseavolviraeato.
semnre orogre'sivo, da riqueza. O total de....
i i2,67o,000 pesos lorias arrecadados em 1869 che-
gara em 1870 a ll,83l,OOJ, e pelos mezes decir-
ridos no anoo prsenle podemos calcular que esta
propor^ao se sustente
E mais adame :
< Nao menos notavel a melhora qne o os-j
crdito teve nq, exterior durante o anoo paande.
J em raeusagem aoterior vos transmiiti a noticia
de haver-sa negociado em Londres om empresa-
mo de 30,000,000 pesos fortes. To consideravel
emis-o podara cansar all urna depreciacao do*
nossos ttulos de divida ; mas o Uno com qae asta
gran la operagio ten, sido condazida pela casa a
qn.il est confiada, dcu em resultado melborar o
nosso crdito de dia para dia, chegando a urna al-
tura que nao attingia antes Est ja realisadc
metade da -o ama emiltida, e a entra m- tale
ser do correr do anno. A re.alisacao gradual
poapa-oos o pagamento de jaros sobre diabeiro
a que nao podemos dar applieaco immediata. ao
passo que proporciona mais do que actualmeatv
necessiiamos para os objectoa da le qne aoDrisvii
o empresiimo. A sonima existente em poder d >
governo passa de 6,000.000 pesos f irles, e lasaos
em Londres 300,000 libras esterlinas.a jaros.
i Todos os ser vicos publico, unto eivis com
militares, sio pootaalraenla pagos pelo tbesour-
nacional. O exercito receban os seus sidos al
msreo.
Fallando da instrnego publica, diz o presideate
que cerca de 80,000 meninos frequeotaoi as esco-
las, e consigna o facto, realmente, singular de se-
ren as duas -provincias mais adanladas, Bnoaae-
Ayres e Cordova, exactamente a* qae bobos cui-
dador prestara n'este imporiaotisanio servco.
Pelo qoe toca no exercito, meniagetn limta-
se a rpidamente expr o systema ie defasa da?
fronteiras contra os Indios, e a ponderar a nacas -
sidade de concentrar o commando dt guarda oa
cional as mos do gaverao geral. A guerra
civil de 'M aoms loi sustentada pela localitae>
das milicias debaixo de varios caudilhos.
Como se tera visto do referido tpico, o presi-
denta Sarmieoto ponea importancia ligou que
to ruscitada com o Brasil par causa dos trata-
dos do Paraguay, considerando como uma.daa qj
podem e devem ser amigavelmeota r solvida?.
Esta linguagem moderada oo poda agradar &
imprensa opposicioaista, que se apraz ea entran
decer as difflculdades da uaco para achar auto-
res erros bo governo. A Nacin, por exemaio,
tratando duramente loda a meus ge o, com refe-
rencia |uelle tpico, nega iue as relacoas nter
nacionaes se acbero no mesmo p, e diz :
Antes o Brasil era nosso alliado ; agora a
allidnca e.-ta rota, e na atuiude que assumero o-
aogos amigos ha quaolo basta para despertar a
meditado du3 homeos de estado.
t Aotes o Paraguay se resgoava a recoane-
cer o nosso direito, hjje protesta contra a o:cu-
pacao do Chaco, e espreila as complicacdas.
t O Chil) installa-se oa PaUgoaia, a B Mi va
dispula -dos os nossos territorios hmilropbes, e os
fados, de enfundo-se cada vez mais clarameni-.
parecem accumuUr-se para procurar urna solufu.
t A mtwma Inglaterra nos pede a reviso de
senten^as pruferidas palos nossos trbunaes com
todis as formalidades da le, emquaolo um in'en-
dente do Chile ua P.ilagonia oppe o velo as ie.
do coogresso.
Se, como diz a y acin, o norisonle est lio cbei>
de complicacas e carragado de nuvtus, se a Re-
publica Argroliua se v assim, arneacaOa de laotos
poBios, serla hu urna raa > para acooselbar Uo
e prudencia ao governo, e nao pra es.iuiula-lo a
actos violentos sem provucacao algama
A referencia feita pela Marin i Bolivia parece
ter por fundamento ama noticia alias anda ai
confirmada, de haver o governo daquella repnbtici
creado urna nova provincia de Oran, em lerniui.
disputado pelos Argentinos.
.No Estado Oriental nada oceorrera qne pos?'
intfre.'Sar-nus politicamente. O Telegrapho Vari -
timo d como pr. vavel a nomeacio do Dr. Jo-.
Mara Muooz para ministro de esirangeiros.
Na capital davam se anda alguas casos de fe-
bre amarella, mas cada vez mais raros.
IIATTOROSSO.
Sao de 25 de abril as ultimas datas.
Depois de escrupuloso ioquarilo por parte da
policia, fura relaxado da priso o cidadio Joaquina
Jos Pereira, vulgo Joaqnira Ourive?, entra queja
nao se descobrra o meoor indicio de parcipacao
oo assassinato do teoente-coronel Lauraao.
Com as chavas desabra grande paita da strra
oa estrada da Chapada, peto qae loraara-se o
iraosito all d llicl e perigoso.
No dia 17 de marco fura lanzada com todas as-
formalidades do estyio, a primeira podra da awv*
matriz da Cornmb, sob a invocacio do Divia.
Espirito SaDlo. Coosta que o templo deve ter UO
palmos de comprimenio e 62 de largura.
A bordo do Antonio Joo seguir para Goma-
ba e Villa Mara, em commisso especial da atr-
vico m litar, o secretario do commando das ar-
mas daquella provincia, alteres Joio Antonio 6
Avila.
Em 4 do passada fura dispensado de inapecctf-
o r os batalbes ns. 20 e 21, estacionados na ca-
pital, o coronel Manoel da Gima Lobo d'Eca, em
cnotequencia de sen nao estado de sale dn
pedido que dirigir presidencia.
Refere a Siluac.Ho de 2 i de marco.
< Depois do cortejo do dia 23 de mire,o e aa
preseoca de numeroso auditorio, o Exm. Sr. Dr.
Cardoso Jnior. D'ura elojueote discurso, deeta-
ron qoe ii fatec entrega das cartas de librala
a io los os escravos do Estado existiles oa pro-
vincia em numero de 62, que presentes so acba-
vam de conformidade emn o que disparen a M
n. 2.010 de 28 de setembro do anno passado, S.
Exc. convfdou o venerando bispo desta diocete
para encarregar-se de conferir por suas mi* o
titulo de emancipara a cada nma daqncllas crea-
turas orestes a abrirem os olhos i Inz da lberda-
de. S. Exc. Rvm, depoli de algnau hesilacie,
visto como entenda qne a transraisio das cana?
compela prixeir antorade civil e miliur d*
provincia, acrc presidenc^ e, com lagrima aoaclbos, den a ea-
da um d3S Mcravos n diploma qna o* vai Ut-tiMi'
zir M commanhao sdeiaL O acto f H a^ Q'
libertos. rccobenJo a carta b^ataei o anual *
pastor a faziam urna gennflexi) ao retrato *>
primeiro emancipaJor di America o SaUS- M.
o Sr. D. Pedro U. '


jl ..ju.m.
PPHI


-----
_-
-------
Um m?

t rrnnmiao Se*ta fira 24 d Maio di 1812
-. ,jt\

Derara-se mii ai segrales manomissSas.
O Birlo ae Aguap'hy alforri-a seu* eaerav^s
Francisco, pardo escoro, de 38 sooos de Ida-
de, Prudeant, arioulo, do 40 annos, e Luiz pardo,
de 10 annos.
O Dr. S Iva Pereira a un eacrm de aoae M>-
ria parda d 18 unos da idade.
O Dr. Augusto Cesar de Padua Fleury seus es-
eravos Tuomat, crioalo, de 23 anoos de idaie,
Thereza, parda escura, de 18 anuos, e Mara Joao-
aa, parda escara de <) anoos.
O tenenie-eorooel Castalio ama crianza nascida
antea da le de 28 de setembro.
OOYAZ.
O di#85 de margo, anniversaro do jararoenlo
da constiiuico foi solemnemente commemorado na
forma do costme.
Noticias da Leopoldina disea ter sido lancade
s aguas do Araguaya o vapor SUneiio. Riere
minueiojarniute este acootecimeoto > Alto Ara-
g*iyn Dapol* de dizer que o Minriro viera des-
manchado de Londres e l fra-arma o e Gravado.
e de descrever o estaleiro, acereseaota:
A deseiJa do vapor agaa foi, feliz e sem ac-
cidente apeiar da ler elle percorrido toda a ex-
tenjo do eslaleiro, porque, comqaaala tija afora
a estaco das aguas, o rio est cora ludo extrema
mete baixo. i
A' i bora da tarde tres tiros de artilharia ao
nnneiaram acs tilintantes que o novo vapor ia
deixar para sempre sen leito era trra para tra-
batnar no das aguas.
r Por ama feliz coincidencia haviam crpgido oa
ulumi semana barco* e igarits de Junipensen
dos Maeacos; porto que s;rve no Espirito Santo.
do se Gran-*-', Itacar. S. Jos, Luir Alves
Siata Maria, at Ja Rscente navegado da Cnx-
libamos aqoi um bote um cargara eom carreja.
ment de vveres, de raed) qua todis as povaa$5
do Aratu.iyi estavam representadas As barran-
ca* estavain cubertis de povo, testemnnhss da
dsseida do primeiro vapor que se arma na trra
f'yaoa para aavagar as aguas do grande rio. e
qae Dus hi de permiltir ser o primeiro annsi
la ama looga sene que as ger.ieoes futaras em-
preyarao para transportar o fructo de sea irabalho,
q aaalu as .ttavgeas do Araguayt liverern a popu-
lacaa que ne.'ias c.ba. O vapor sollo de sais
ti-3s tremen ni esulriro, como quera vacilare
te evia oa nao perc jffer o plano iuclinala que o
epatara d'agna ; comeean a mover-se cora lea-
lidio, bem depressa gemeram as cavernas e com
am ruido sardo seme hante ao de am trov.ii loa-
grajao, pr^duiido pelo atrito das chapas de ag>
as vigas de aroeira. elle precipitou-se sobre a
c-rreira, e passaodi como ama sombra ruante
dosolbis dos espectadores que o saulavam cera
vuas cabio ais agaas do Aragaava, d'unde na
leve mais sabir.
A ceremonia di bencao do navio tera lu
par depiis que elle recebei a machina e tiver
conclaido as obras moras e eousia-me mesiao
qae ser adiada at a ooca da fasta de S. J i?,
por sr este santo o patr rao do vapor.
A inesma folba escreve o seguate :
O Dr. Pereira do Lago, chefe da coramis^ i
de eegenbeiros qae veiu em servico as cach mus
do Tacautins e Araguay escreveu ult(jBamea'.e ai
D\ Uoalo de Magainies pe 1 iuJo-:tie qae Iba rntu
as e o capuja Gimes Pinheiro, ojoa abria a es-
trada do serta) de Laiab, a tira de com elle con-
tractar a estrada das cachoeiras. O eapito Pi-
nheiro nao o j le fazer este aoui p.r e-tar fu
dioio um eageoho do a-'sucar esn sua hzenda
mariftin do Araguaya.
1 ut'-:n porm isfoi do norte o Sr. Fran-
cisjo Augu!i P.oheirj Cangui;, bom^.T, activo
enrgico, mteirameat acostumaJ> com os i <
sos sertdes, qual vem entenderse con o Dr.
louto de Migalhes, a fi n de qae este o recom-
meadasse aos engeoheiros, visto como pr.ipo-' se
a emprohen 'er a abertura da estrada ; soube-se
qai que o Dr. Con lo receben com maita satis-
farjao e que o vai detpa:hir >em perda de tsmpo
para eateo ler-se coro os engeab-'iros e dar co-
mer}) a estrada. O plaao olT;recido pelo Sr. Gto-
|M o seguinte : a estrada, partinl > ce Sania
Mina acompanbar o v.i'le do Araguaya pela
tnargem direita at a Pedra Branca, lagar en
que vai ficar o destacamento e al leimenlo dirig
c; por fre Savia>, e o ojvo pre-ilio que spanlo
aqui consta vai ser faodado p"lo Ilustrad) e pa-
;-iotico Exm. Sr. Dr. Ant^ro.
A estrada atravessa ah o AragaijT, e p>la
tr irgem esquerda desee at Arroyos, abaixo de
"las as cactioeiras.
O plano do Dr. Cinto era que a estrada se-
r use desde Santa Miria at Arroyo, sempre
. i margem esqaerda ; o Sr. Caoguc ojioo qae
-.oocordava qne a estrada aspira tirana mais cur-
ta, mas qae tioha o inronvaaiente da passar bem
Palo meio d'O* indios Ciiaps, e qia portanto so
v^ria a servir para passoas qae .uJe-sem eatraf
:om abultado numero de camaradas. Ao passo
qae segaiodo pela raarg^m direita vai pa-sanlo
por terreno boj i occapido j por fazeadeiros d-
fido, los quass-o ultimo :\ a 16 lgui< do n vo
resid o e que guando passa para a margem es
ria ness. altura ji est e33 t?rra dos Apioa-
(i ,e inais para o uirte dos Voarob?=. o? quae-
i aodam em pvte 7estiios, e criim animaes di-
::>e-tieas, e sao muito trataveis.
Consta qae o Dr. Couto aMltoo este pla e
i oll^recer considerado da MBOtWtio de
ti genheiros.
s. PAULO.
A'caorjam a N do correte as u'.Tias dalas:
Fofa saoccrooada pela presiten-ii a lei pro-
vincial concedendi privilegio a drailh Jos P.res
utros, para a eOBStraecio de lima estrada de
i rro de hi'.nia e-treita, qae, partiudo da H'a
! Belm de Jundiahy encontr a estrada de f rro
'< Jandiahy a Santo*, oa dinji-se a oatra es-
ta'a.
Detia haver no dia 2S, em Piracicaba, oma
r^aniao, a que d.'.viam assistir diversos fazjnie'ros
linaaMt, para tratar-se da cooMruf?io de um
Tamal de estrada da farro eotre Cafari e P.ra-
icabi.
Com referencia estrada da Rio Claro, es-
rev o Dtirio de S Paulo dj 33:
i Tendo a comoanhia Paalista, em vir.ule de
1 ja contrato, direito de prelereucia em iguaade
cood:c8es para o prolongameoto da estrada de
!'ro4e Campias ao [lio Claro, ama tei exclai
6 a comoanhia .npl-za. sirnos infirmados que o
^r prndente da provincia, a vista da desi'tencia
'-ita por esta companhia, dirigile, en data d<-
27 do correla, ao presidente da Pautista, ex'gmdo
raalisar a obra de qae se trata, n.-. termos da
.-opiata Jos Srs. barao da Limeira e Dr. Joo
-rancisco de Paola Souza, que servio de base
tara a apre:i;.t7o e -desistencia por parte da cun-
paehia ingleza, oa m condir^oes mais vintajosas,
li-ji de S. Exc. deliberar a reipeito cara a promp-
ildo que raquerem os ioteresnes da provincia. E'
de ep?rar que a compaobia Panlista, fi par seo
nteresse, j como erapreza patritica que
prompta soiucao solacio a esta negocio, i
A estrada de rodagan para Santos eomecou
a dar transito para carros no dia 2rj, se bem que
caoestive-se em :om ts'.ado anda o aterrado d>
;ubatao ; abi, ptrm, fanecif-nava a linha farrea.
Continoavam ianndadai as vaneas pruXiraas
ca capital; na Ponte G~ande a agu atrave3 terrado, e, atng idq.qaasi o ass.ulho da ponte
flaLoz, amear^ava invadir ai casas as partas de
!garaas datgaaesj se vum canoas.
Esereveram da villa de S. Carlos do PiDhal :
Estamos com os nos.-os cafzaes muito carre-
jados, e oa lavradores, como de ver, regijijam-
m extremamenie com este faci, pota a!m d'ee
ser agradavel em si, depondo moito a favor do
domo Urritorio.depois dos dons ltimos anoos prin-
r'pafmeUte, pois p ir isto j s? cnheiequa a geala
cao fex comno'co o que f-z com o a tros povos;
alen desta raxn, repilo, certo que os ditos la-
bradores se expanden) na esparauja de terera fol-
iadas as flanip?, cndilo essenefal para a pros
peridide e desenvolvim-'nt" di ira^a'lio agrcola,
?erladeira base de todos os oatros.
Em Sorocaha appareean^o primeiro numero
de nm novo peridico,O Ipmema
Fra ali fundada, em 1 do pausado, per Fernan-
do de Souza Freir e Antonio Elesbo, da Costa o
Silva ama sociedade para- venia de cavalhadas e
tropas de l.tas reraetlas do sul, o qae, no en-
tener do Soroctbano, urna vantagJh mais para
os estancietros, os qaaes, sem se intoramodarem,
poden veader seus animaes na fcira daqu^lla ci-
da de.
Noticia o Ipauema haver sido pronunciado,
pelojulzde direito da -ornara, em pro;esso de
reapoDsabilidade, o escr^a) de orphos do termo
de S. Roqae, Jos Maria Rodrigues, como Incnrso
lo art. 154 do cdigo criminal.
A safra de a^odao era Soroiiba proroe'.tia
ser excelleote pela abundancia e boa qaalidade.
Fon praticado um roubo de d-nbeiro e de
varios geueros parlencen'.es a Jos Monrao, es celecido ca estrada da Limeira, aitngindo a___
1:200#, mais on menos, o valer dos cbj'Cto3 sub-
irahidcs. Nao te sabia anda cot certeza qoaes
tramos autores do en rae.
Cncava estar era deploravel e-U4 a es-
.-..ida entre Sreiris e Aia.
Fallecer en Piaiaraonrungaba o eapitalieta
ali fMdenta Ae*oaki Leite da Caoba Car*s.
Narfgati Je Agua C.h'c* Tira assassiaa
du 'Milaqaia Caries da S'lya pior am preto -fag-dn
de Piracioaba, aa oc^asiao eot que ia a VKUuia
eaplara-lo. O assassino foi logo preso.
Abnrara-se ae transito no dia 5, dous planos
da S-rra, que esiavam em reparos. Continuar-
se hia a aaiar a pe no qoarto. a contar de Santos,
que foi o qae soffrea raaio'es estragos.
O presidente enviara 4 biblioteca popular a1 sentenrja pelo juii de direito, foi solt a 30 do pas
legislarlo completa da provincia de 183o a 185*7
e dona voluntes conteni a discussai da le servil
as cmaras temporaria e vletalicia. Ao mesmo
eslabeleeimento f rara offerlados 10 volunes pe
redaitor do Pa/isu, Alfredo Giimarae.-.
O jaii de direrte da comarca de Taobit,
Dr. Sebastiio Jos Pereira recebara ao dia 30 do
passado, urna penna de ouro, qae lee foi eniregue
por ama coMMssao composta dos Drs. Rodrigo
Silva, Falco Filho e Lios de VasconeeHos, como
sigoal de apreci e consideraco pelos servicos que
pr ,-iuu a causa publica como chee de polica da
provincia.
Refere o Crrelo Paulistano :
t Um davotado a oigo da rastraeca i popular
inta ]ue vao oa provine a as escolas nocturnas gratui-
tas, offereceu a Loj.-. America umi porgo de
syllaboros, para o m de serem distribuidos pelas
ditas escolas. >
Ld se no Diario de S. Paulo :
v Consta qae a typcgraphia do Pdulistn, jornal
que se publica em Taabai, acaba de soll/er urna
violencia, qual a da baralbarem-se-lhe os typos,
parte dis qaaes, dizem, f .rara atirados a um'cor-
rego prximo ao estabeleci i.eulo. >.
C'.'nstava qae se pr'eparvjm graades festas
em Sorocaba para a inauguracao dos trabalbos
da estrada de ferro da ompanhia S >rocabana,
que se realisar no crrenle mez.
A cmara municip ti de Campias putera em
concurso a lluminacio ag.z da cidade.
FaJIeceram em Sorocaba 15. J. Peca---.ha, e
era Campias o fazendeiro'los Fortunato de Car-
valbo Sam.iaio.
Ni dia 3 c Sr. Autodio Justino de Assis to-
mara pos-e do cargo de inspector da alfaodega de
Santos.
Noticia o Commercial:
t Sobra a occurrencia do dia 29 eoramunuaav
nos o egainte: As 4 horas da tarde poaco mais
ou rasaos, ura marinh;iro da barca ingleza Junes,
que se acha atracada ponte la estrada de ferro,
rabiojo preso da bord e avistando o eapito na
referida p nte, avancou para elle rmalo de urna
faca, do qae resaltou ser ferido na cabega por
um tiro de rtwilver que Iba disparou o eapito.
Logo que teve onhecimanto oeste fasto o Sr.
delegado de polica Joao Nepomuceno Freir, que
se achava em servco na eadi, iacontuen'* di
rigio-;e ao logar.ftz o competente carpo de delicio,
maniauJo reco'hsr o ferido Sinta Casa.
O capillo nao foi presi em fligrante, e a au-
tondade trata de instaurar o processo na forma
Ja nova le do inquerito policial para ser remeltido
ao promotor publico. >
Pela polica da provincia do Paran fra le
raeltdo ao delegado de Santos o criminoso de
morte Filaielpho Dernard... de M.ttos.
E .tra no d a 7 na j le le porto a corveta de
guerra Ba'tiaiui, sob o carneanto da eapito de
fragata Nogueira.
Relativamente linha f?rrea do Piracicab,
iranscreveu o Commercio de Sents d: 8 a seguin-
te noticia do Crrelo Paulistano do dia antece-
dente :
Em cintlrmacao do que ha dias aanuacimos
a nftpeiiu, accrescentaraos Mi com prazer a se-
pilite- DOtieil confirma nos fot comaunicada de
Piracicaba em data da 3 : %
t Pirateaba vai ter a soa estrada de ferro. O
ramal itaaoo projactado e )\ esperado de Iaiaia
taba a Cipiv.ry e>ender-se ha a: e ti ctiade
eiu:o > ro-ia leoaaa distante da u'tinn.
O capital nacessario, orQido a e-n, em.....
G'VhOOls on 3(009 aices, ?em despeza da fe a
rolante, qae ser c ituano, j is todo >ab cr.p o
S ni reuna) do dia 23 de abril forara tnnda
mais de 200) accoss.' .Vio se p-do girautu d-
jura', e di-peasa-se a approvijlo do gavera >.
porqie ua simples ac:ras:un di Co:uptuhi.t
ttuaaa.
i E' o primeiro municipio do Brasil que reane-
sa e traa da fuer a saa e-trada da Ierro sem pe-
dir o enir fivor aa govarno : rogimis apenas
que nao nos pooln obsta ;ulas O aatir da idea
o Dr. Jos E tas Pachaco Jordai.
CmsUva qne o Sr. Manoel Pereira Jirge offa
recra a cmara municipal, sera tniemnisacao al
gU'ma, os terrenos de sua propriedade qae foe n
aeoessarlos para a abertura da nova e-trala para a
Barra. O mesmi fizara a 3r. Maaoe! Loare 150 da
Racha, por si e pelo Sr. Joaqun Gaspar Lilera
com relaco aos que possuem ao correr do actual
caminha.
Sh a epigrapha Viagein /orgiit, rtlere a Ri
vsIj Co nmeraal de 7 :
t No dia 2 do corrale entrn ne-t' porto a
lan:ha (le bocea abarla) Martin 1. trazenlo a sau
bordo tei tripolantes, tenda ura o raes'.re que era
de mfo.ridal', e li.ho di proprietarlo.
Ten lo sahido a laucha, do porto de Santa Ca-
tharina em bU'ca da iiha Itap:coroia, onde reside
o proprieiario, loi ao approximar-se esta, sor-
prenliJa por um forte temporal qae obtig u-a a
eirrer at a barra de-la eiaade por e dias, em dous d)< qaaes manlivaram os trpolanie-
comp'eto jejum. Felizmente etto eatre nos saos t
salvos.
Piiratraeootrado ni rio Tanandaatehy o ca-
dver do bahiaoo Feliciano David. Soppacha-ie
qoa este infei se havia sucidila.
A toja rmconica America resolver abrir pre
leccue populares uo recinto.da sua offiema, ma'
sendo asreuo'oes iateirimen'.e desp'das do carcter
raaeouici.
Fallecer em Sanios uaw mulhar de nome
Maria Marca.a, conlandi 10> aonos de Hade.
Coa-lava que o Dr. Francisco Praxeles de
Anlrda P^rteac nvia apre-an'.vl) presidencia
di provincia umi p'oposta para cous!rac<;o h
estrada da ierro de Campias aa Rio-Caro, me-
iijula privilegio duraate 6-1 anaos e garanta d
jaros obre o capital da 3,000:000 p.r 10 aonos
to s nenie ; obritaaio se a applicar tolo o licr
liquido que exceder a 10 por cauto indamnisa-
cao do que a provinva damenl.r, e e(T;cuila a
ademoisac.i, a appear o que. ex:eder a 12 /
metale aa proioogaraeuto da e-trsda, raelads a
reducijao das tari/i*!* mesma estrada
Constava mais qt? o presidente cfQ;'ra logo"!
direcioria da c.mpanhia Paul sta, envaodo-'.ha t-
pa da mesma prop:s:a, para gas dec>diss%e se que*
na encarregar >e da empreza as caad j5 s pro-
pinas, caso em qie Ihe cabe praf-reacu p>r vr-
lude da sea coura:j, oa em oa'.ras miis vaniajisas
a provincia.
Le-se no Coneio Paulistano de 12 :
t Ja se vai comprehendendo qae o viuho naci
nal p le ser esplend Ja realldade para o muaici
pi da capital e para grinles zonas di provincia
em condicSes semelbantes. Ji se co;a oeste mu-
uicipio e era oulros poato da provincia, como
Baihlm de Junliahy e Mogy das Orate*, nfurea-
dps iniciadores di HaWeeote ialu-tna, senlo cf
seus prodactosmelhorados dia por d:a. J -S) co-
ohe:idos na provincia e fra d'elia os nomes de
algans de-tes producioras, Sr. Xavier Pinheiro
Dr. Ignacio de Araujo, Rocha L'o, Marcelino da
Silva, Scavero e oatros.
Do Dr. Igoa:b de Ar&ijo, que possuaum no-
tavel estabelecimenle no Brsz, freguezia da capi-
a!, tanto para a cultura da ova coma para o fa-
brico do vnho, recebemos recentemante amostras
aoubilissimas e varisdat de vintio, agaarlente e
cognac. E' incansavel ente predacior, e a vista das
amo-tras, sobreludo vista do seu estabelecimen-
t), '.' imp:ssivel duvidar da prospera carreira qu
dentro era ponco-se ha de abrir em S. Paulo para
esta ramo de industria.
O Sr. Ignacio de Araujo fabrica seus vinhos
de modo a p los em parale lo com es viohos por-
tutueies, tendo conseguido de Portugal receila
exaclis, no intuito ds 'bter a con-ervacao da v -
uh\ que enlre nos o grave ob:tacalo ante o qoa
estacara os prlocip'aotee. Resta qua aos esforz-
dos iniciadores da industria corresponda o apoi 1
publico, deixando-se de parta a pertmacia da ruti-
na que em va de regra oppoe se a todo qnanto
novo e da ierra. E' talvez esla o mximo obsta-
calo que ha a iransp-, para que as siog-oras
promessas da acluaiidade sejam em breve bniban
le realidade
Refere a mesmi folhi que as aguas dr Tiel
iam ser brevemente saleadas por um pequeo va-
por, destinado a transportar mtennos e productos
da olaria denominada B m-Reiiro, importante esla-
beleeimento montado a margem do rio, 00 bairru
da Lut. O dUo vapor j mava em Santos, log
que se restabelecer o transito nos planos.inclina-
dos da sarra, Ir sulcar as aguas do Tiel, uue al
boje nao teeai condecido embar'icies muifo maio-
res do que as pirogas dos indgenas.
Urna carta reeeba de Piracicaba d.zii qu-1
peseoas entendidas haviarjj verificado al a exis
tencia de urna mina de ca/vac de pedra ia chuca
ra do Uado Joo M rata, sita n arrabaldes >
cidade, em terreaos de oedregmihe.
Noticia o tpintma de Soroco!) 1 :
4- O anttgo nrg icianie desi praca lo-lfcAnonio
lu E-pirilu Santo 'eva Ba seis mezes a desgraj
de eolouqaecer. Mmso e pacifico s a provacacao
lile fu lo ahir do sea estado inoffensivo. Pois
bem, ha dias fot elle pracessado por faz-sr ons feri-
mentos em urna malher sos visiaba. D spr man-
ciado pelo Dr. iuiz maoicipal e sustentada esta
sado. No dia i do conrate, porm, foi de novo
recolbido a priso, efftcloada em sea domicilio
iom o app-.rto da forcii de nm offl-ial de justici.
< Assegaram-nos que o prese nao recebsu a ti
de colpa, aera lavrou so 9 competente mandada
de pnsao para a captura do oreaaV criminoso ;
vao ja seis dias que osla o lafaJn na cadeia, na
cltsse dos que pagam o sustento ecarcerageor
pelo proprio bolso. E' jasado* pobre hornera, e*
tunado pela sua honradez e tem algans bees. Or,
desde que nao penuria a ordem e o socego pi
Mico com a sua mucura, entendemos qae un
seto te arbitrariedad a di autoridades
L se na mesms folba qae o preso Jos Pa-
reira Gomes, assassino da tafelli Arexandrina Das
[niara suicidan-ge. Para esse elfaito dirigir-sea
latrna na occa-iao em q ia seos coiapaaheiros dor-
miara e tentara enf.irc.ir-se cora um lencjl qte
amarrara s grades da jaaella ; e e.-tiva quasia
expirar quando foi socorrido pelos antros d-
teoto.1.
Diz o Lorinense que o rio Parahyba regorgl-
tava taoln, que era de suppor qae suas aguas a
tivessem causado etragos em algn- lugares ba
xos, porque as do eon 1 lentes aeliavam-se repl-
talas e a encbealepare.'ia augmentar.
Fallecer o lente do i." batatnao de infm-
liria, Joao Jus de Toledo Ribas, que f.zia parir do
coiitLngeMe de hnha naqnella iMvincia. Era oa
tufal da de Mmas. Fizera a camoanha oriental do
Uruguay, de 1864 a 176a, e toda a do^P.raguay.
onde assistira a raoitos combates como uVial de
artilharia, J;atiag lialo-si4 eatra ou ros, ais de 16
e 18 djulo de 1866 em uai ba'.eris de fogaetas
de guerra.
Ass stiram ae sea sahimaato o presideata da
provincia e majtos otUjia^s do. ex-/-ii-', la guarda
naeional e do coroo da permineies. Preslra-lhs
as ultimis hoarai u n. guarlaco n marica, que
se acbva posltda pirt de sje^resi leusia.
F..lle:n tamba a e giarla-livros da caixa
flliil do Bine) do B a-ii. J- An'jnio Thomaz Ri-
meiro.
En dan de :>~* J > pa<41> escevetam da S.
Seo.ntia 1 ao Diario de S. Pani>:
Una canoa ] e van* de Uaatuba carregala
da trabalhidore* (.ara a e>tradi da Sintos virou se
na altura do Mate da Trigo,inorrealo tres escra-
v s e salvaodi-se os oux-is a uad) pira nina es
Leira. Pacdau sa a canoa com todi a btgagem
Dau-se islo ha 4 cu 8dias.
Nasesaao do seuaJo de 16 da correte houve o
segointe :
Entrn em 2' dUcussao com o parecer da mesa
n. 422 a proposicc da cmara dos Srs. depata-
das aatorisaaa>i o govarm para eooceler ao juiz
muoicipal e de rpbaos du termo de Jagaary, ni
provincia de Misas Genes, Augusto de Barros Co-
bra, um anno da l:cenca cora todos os vencimea
tos. Porta a votas nao foi approvada.
Saguio era '." discnsslo, e foi rejeitada, a pro-
posa da cmara dos Srs, deputados, mencionada
no parecar U mesa n. 42), que autorisa o gover-
no para conceder ao jaiz de direito Mareos Cor-
rea da Cun ira Tamarindo, um anno de liceuca
con '...Jo- os veociraeatos para tratar sua de
saiiie, ende Ihe convier.
Enlrou em 3' diseusso o projecio do senilo,
regulando a promo?o dos oin :ia -s*da armada.
Oraran os Srs Leiio di Cunna, presidente *a
cooseih), Sayl) Lio 110, Pomp) e Oitaviano.
0 Sr Leitao da Cumia fuadaraeatoa e mandn
a mesa o seguate requerimento :
t Raqaeiro que o projecto va a eommissao de
naraha e guerra, para iulerpr seu parecer.S.
R. Lata} da Cun'i.
Fu lid apiado a po-ti en di-cus^). ,
Fmd 1 o debite nao Lle sersujailo vo'acia o
requer un o por ni) haver j numen lega'.
Na sassi)da caara dos deputados de i3
toram lidos e remaltilos s comraissss respeti-
vas os seguales projecto^ :
A asamblea garal resolva:
Arl. Io A coacessao de privileg.os pelo poder
execativo lira sujeita sseguiotes condiedes :
1 I* Abrir-st-Qa con.'Hirso para a eoneessao do
privilegio oa por iniciativa da administragla quan
do o julgue conveniente, ou em virlude de reque-
riinaato Ja pane.
< 5 2 Niedital para o cooaarso publicarlo
govero as cliusulas e oaas a qa- dea sujeita a
coacessaa e as eoodices beoeflciarias sibre qae
aa de versar a concurrencia.
i "3" as condieSs beneficiaras deve n ser
ajTcfdrtiM as qia se referirem a naraieza do seis
v,-;> pres'alo ai pablico oa a utidade e afirrao-
seameoM da respectiva cilade ou provincia.
1 4o fo edital se cUssilieirc essas condlc5es
pela ordem da preferencia, de modo qae da sim-
ples aeeiaco resulte a gradaaco do concur-
rente.
5o Deeorriio o praso do concurso que nao
ple ser menor de 30 das para a corte e 90 para
as proviaeiis, se proceder em hasta publica ar-
rematacao do privilegio.
6o A roaia-.ago se far no jaizo de di 'eilo
iijie forem reraet ia-os os papal- pelo respectivo
raiisiio e sera adjudicado o privilegio ao con-
currente qae Terecer maiores vaniagens confor
11- as e iridi;ii.-s do edita!.
'S 1' As di-posie<3as anteriores nao prejudicams
faculdade que exerce oexeeutivo de ladefirir qual-
juer reqnerimen'.s pedrada conces-So de privile-
iiio, desde que u.- o ju'gae necessario ou conve-
liente.
4.rt. 2o A patente ce invenco, impropriamen-
te chimada privilegio, sera db ora avante conce-
d la pelo polar j id.cario sob as seguintes candi
oes.
I l0-feqaereaJo alguem ao juzo eivelpara
provar'sua iovancao e obler patente, se passarao
editaos cuando a i'aell s qae por ventura tenham
maargo, a oppor a saaesfslo di patenta para v-
re;n cora elle no praso improrogavel de 30 das,
t % 2' Finia o praso e oppostos en nao embar-
gos, o requerente eklbir a sej descobrimenlo 00
nv-oio, com todas as particularidades, plaaias,
daseahos e modelo'; qae deem exata idea do mes
mo.
3' S'gair-se hao 03 termos da aceio sumua-
a cve!; e se o jaiz deeidir qae o requerente
effectivameate descoDrilor, Iba mandara passar a
caria patente.
% 4# A patente confere ao de-ssobndor todos
os dlritos reaes e garaat < 5* Nao se conceder patente, nem privile-
gio ou qualquer direito de resiricjao, a respeilo
Ja introdcelo d? machinas; as dez primeiras
porm que forem inlroiuzdas em cada provincia
serlo isentas de direilos de mporlacao.
t Arl. 3' Fiisrn revogada? as disposic5ei em
onirario.
t Sa a das ses?3es em 7 de maio de 1872.-7.
de A lenca r. o
A as ernbla gerai resolve : *
c Art. Na organisacio e rgimen das eompa
ohias e Sociedades an nyaas, assim eivis como
mercaotis. observar-se-nao as dispisicas da le: n.'
1.083 de 22 de agosto de 1860 e deraais Iegis!3c8"
era vigor, com as eguinles modificaedes :
t l. Aos presdenos das provincias e na f -
ma dos regulamenios do goveroo, incumbe auto-
risa r e approvar os estatuios dae eompanbias ou
sociaddes amaymas qae se organisarem as pro-
vincias, para execncao de obras e servis decre-
tados pelas respectivas assemblls proviaeiaes no
e.xercicio de suas attribaicoes constitaicionaes in-
sluidas as estradas de ferro, linhas telegrphieas e
canses de navegaclo, qua na servlrera a ontra
provincia, salva a disposicio do art 10 10 da le
o. 16 de 12 de agosto de 1834.
2* As companhias ou sociedades anraymas
bawer-se-bio por eonstiiaidas para os effeitos la
gaes desde qae sejam antorisdas e approvadas,
registrados e publicados seas estatutos ou enrip-
iaras da amula Ci ; e os ltalos ou eaotelias de
acedes que emtirem podero ser negociadas
e coladas Ingo que estejam realisados 3 *), do sen
valor, derrojado nessa parte o art 2* i 5* da cita-
da lei n. 1, 83 de 1860.
f 3* A substiiuicl) e reeleicio dos directores
m ra-rabro? di gerencia oa aduvnistraco das
companbias, sociedades anonymas e dos bancos,
regalarse-ba pelos estatuios respectivo?, fleand
rev galo o arl. 1*-S II e 13 da citada le n.
1,083.
4* Para a eleicl) de directores oa ratmbros
da gerencia 00 administra cao das eompanbias ou
sociedades anonymas, serlo adrautidos, votos por
arocuracao cora poderes especiass, comanlo qne
'stes sejam conferid-? a accionistas e que um
mesmo proeorador n repreieatepor mais de nm
accionista.
B0 Aos bancos permittiio empreiflrera so-
dre penhor da aoas proprias acc&es, as quaes, no
.*ao de nao ser paga a di'ida deverao ser ahieia-
oas i va de execnc'io, segando as rieras p-raea
w* h* de nu Hila le do contrato de peoh .r,
Art. 2 Picara revogidaa as disposieSas e-n
eontirto.
ala das sesadas, 13 Ja maio de 1872 An
4n&> Pigueira.
Jhssa rassraa sessao o Sr. presidente noraeia
(A'a as seguintes commi-soas permanentes os Srs.
fazeuda.Jio Cardoso de Menezes e Sooza
Mo Manoel Pereira da Silva e Kay nuado Ferrei-
r d Aranjo Lima.
iPensdfso ordenados. Angelo Thomaz da Ama
al, Aoizio Silattiiel Caraeiro da Cuohi e Antonio
'andido da Rocba,
" lusttea c/n7.Izi 1ro Borgea Msoleiro, Francisco
Januane da Gama Cerqneira e Joo Capistrano
'Bandeira de Mello.
luslica criminal. Tristi de Alea:ar Araripe,
Jas Beato da Cunba e Figaeiredo Janior e Luz
Joaqmm Diqie-Estrada Teixeira,
Diplomacia. Buiav-ouD AOgasto de Maga-
Ibaes laques, Leonel Martiniano de Alencar e An-
tonio da Silva Prado.
Ammblas prwinciaes Fausto Augusto de
Aguiar, Joo Mendos de Almeida e Antonio Fran-
cisco Ptnbelro.
Cmaras municipnet. Antonio Luii Affinso de
Carvalbo, Joaquim Jacin'.ho de Mendooc, 1 e Igna-
cio Juaquim de Souza L).
Commercio, industria e arles. J is J ajuim de
Lima e Suva sobrinho, Francisco Belisario Soares
de s raza e Augusto Fredarieo de Ulivaira.
Agricultura, minas e bosques. Franciieo de
Pauu Tiledo, Ildefonso Simo as Lopes e Barao de
Aracagy.
Kshiiisiiiu, Bolonisacao, entchese e eioUisdfio
dts indios. Joaqaira Jo Campos da Co la Mu-
deiros de Albuqaerque, Jsrony.no Mximo Noguei-
ra Reido e Custodio CirJoso Foutes.
Iiislrucco publica Luiz Carlas da Fooc:a,
Aotm o Ferreira Viaana e Jalo Juvencio Ferreir*
de Aguiar"
Obras publi:as. Tneodoro Machado Freir Pe-
reira da S iva, Paulrao Josa Soares de Soaza e
Diooy-io Goncaives M irtms.
Sa'ie publica.Bario da Villa da Barra, J >s
Bernard no da Cunta Hiueaourt a J. a|u u Pe-
dro da M-lli.
Negocios ecclesias',icos.io%qa\a Pinto da Cam-
pos, Manoel Jo? de Si j-ie.ra Mandes e Jus.iuo Do-
roiogaes da Silva.
Redaccao de leis.-ljI> Evangelista de Nagrei-
ros Saya) Lbalo, Jos Ctiman N 'guaira Valie da
Gam e Banjamin Rodrigues Pdreira.
Na sessio Je 16 foi a imprimir o seguate pa-
recer :
% A commwsli de coastituxo e poleres, a
quera firara presentes as >:pias authenticas das
acias dos col'egios de Macei Santa L zia do Nor-
te, Porto Cilvo, Porto da Pelras, Pas
ragibe, Assenbli, Pilar, Atalaia e Irnaarainz, que
fjnnam o 1 islricto el toral da provincia da>
Al'gis, na eleigii a que se- proceden a 17 de de.
zembro do anno prximo passa Jo, para o preen-
ctrimanto do lugar que vagra, nasla augusta ca
mar, pela nameacio doSr Jaiiatlio Paes da Man
Jooca para o lugar de senador do imperio, leado
cumpridi o preceito do art. 7* do regimeato, vem
dar coata do resaltado do exame jura fez Jos man-
ciaoaloi loumentos e da acu da aparacio ge.-al,
remanida igaalmeate eommissao, n) Iba tem si
lo oBereeidas quaesqaer reclamacoes :erca di
processo a dita eleico.
Compareceram nos eolleglos referidas 653
eleitores, deixaodo da faae-lo 173. Da|nlles ob
tiveram : o Dr. Bernardo Antonio de Mlonjea
Castello Bramo, 613 votos; o Dr. Antonia Toixai-
fa da R)cha, 11 vot03; o coneg) AlToose de Al-
fbuaer]ae Millo, 5 votos; o Dr. Pedro Aatonio
di Cista Moreira, 2 votos; o padre Aotonio Jos
da Coat) 1 vota ; o advogado Jos Corroa da Sil-
va Tara, lvolo e o Dr. Jua Francisco Nogueira
Castello Branco 1 voto. Um eleilor deixou 00 vo
ta-, laagaado na urna cdula em branco.
O processo eleiioral orrao regularmaule, e
por'.jo'.o a eommissao de parecer:
t i. Qie -e jalgua lega! a vaiacao dos eollegqs
do 1 dis.ncto das Alagda oa eleic) d< ura depu
tado era subslituicao do Sr. Dr. Jacinlbo Paes de
Meadoaea, nornaado senador di imperio.
3.* <)ue sej rejoohec'io deputado pelo mas
mo districm e provincia o D\ Barnirdo Aatoaio
de Mendooct Castello Brinco, e con> tai admitti-
do a prestar juramento e tornar assaalo na camira.
Sala das cammissdas, era 16 de maio da 1872.
Conde de Biependy.Theodoro da Silca.Arau ,
jo Lima, t ,
Chimamo" a a'.teneao dos leitores para a diseus-
so poltica havida nessa eamara no da 16, a qaal
publicamos em nassa 8.a pagina.
Parearla imperial de 19 forara namealoj :
6. vice-pre^identa da provincia do Maranhao,
Jos de Alaaeids Mirtios Costa.
Cavalheiro da orJem da Rosa, Emilio Shoest,
saWito belga.
Firam naturalisados : os subditos portaguezes
Francisca GraQalves Fonte*, Joaquim Mana de
SiaiaLobo, Jjs do Carino Leal, Man iel Antonio
Candeira, Minoel Caetano dos Passos, RiearJo da
Silva Goimaries e Salvador Mandes,
Por decretos de 27 de abril e 15 lo corren
ta mez fez se mare do foro de raoro algo com
exarcicio na c:'a imperial :
A' Ernesto da 3unha de Araujo Vaaaa.
A' Antonio Maai-. Bwrreto de Arago e Francis-
co Mans Birreto de Aragl).
Foram nomealos cavalheiros da ordarn^ deS.
B.-nto de Aviz o eirurgio da divisla.Dr. Joi Jos
Vieira e o capltlas-tenentas Francisco Gaulari
R Jim, Pedro Jos Alves e EJuardo F*bi) Pereira
Franco.
Fvram coneadidas as segainies pen>o>s: de 3b$
raeosae', sara pr-juio d) meio sal la, a D. Mana
Leopoldina dus Sanios Jobim.
Da igual qaaoiia a Z ilraira Amelia de Mitias
De2IS meusae> a D. L^ura Avelinr. da Fouce
ea A'eoforado, sea prejuizi do me.o saldo de seo
marido -
De I8f njaasaes a D. Fioreona Alves Gaima-
rles da Abre a, se a prejuiz) do meio sold de sea
aibo.'
De 84 mensies 10 major honorario do exercao
Bt- ulano1 M i-iias da Rocha.
A maia ba Je 2' cla^e, de-igaada ni ir'., y das
!n-trucc5es a que se refere o decreto n. 1,579 de
14 de marco de IP35 aZeferino Jos a Silva.
Por decretos de 11 da correata tiveram la-
gar os.seguales dospa:hos :
A'fandeg de Peniambuco.F^cim demittidtf*:
o chefe de scelo Faustiao Jos das Santos, os 1
essripturarios Ricardo Pereira de Faria e Joao
Laroeira Las Soriano ; o ^ dito Joo Carlos Au-
a^ioda Figaeiredo; os Io* confereote.s" Francisco
de Paula Goncilvss da S:lva, Maocel Paregrino da
Silva, Florencio D)mingues daSsl'a, Cirios Au-
gu*to Lias de Souza e Mmo;l Soares Fortuna ; os
" ditos Hehodo-o Feroandes da Cruz, Joaquim
Ignacio de Carvalha Menlonc, Moo9l Anlonij
Viegas Janior, Cicero Brasilcirode Mal i, Juaqaiai
da Costa Ribeiro eHircaiano Cezar Ottoni, eo
porteiro Lylio Marianno da Albnqaerqae.
Forara aposentados: o chefe de scelo Luiz
Francico de M'llo Caval:anle, os 2" confarentss
Jos Mara Cezar do Amaral e Jos Tnomaz de
Aguiar Pires Ferreira, eoajudaote do porteiro
Manoel Simplicio Ccrti Leal.
Faram nomealos ehefes de sec{o, o 2o eonfe
real" da alfandega do Rio de Janeiro Pedro Lopes
Kodrigaes eo gnards rar di d: Siatos Cario'
Eduardo Biedel.
1" escriturarios, c da tlitsourara da masma
pruvinca Jos Gailca'ves Medelros e o chefe da
scelo dia'tanlega do Mi.-anblo ba:harel Livioo
Pinio Brandio.
2o escriptnririo. o 8" da So Rio-Grande do Sul
Caries Augasto Cezar Piaisant.
1" conferentes, o I* da do Pari Jos Anfeeia
do Oateiro, os 1" da da Maranhao^los Ribeiro da
Cnoha e Raymnnda- Ferreira Birbosa, o cfflial
da secretaria da ibesourana do Maranbao Manoel
Antonio R dngaes Pinheiro e o ajudanle addido
do iope:tor da alfandega d3 Parabybs Frranciseo
das Chagas Galvao.
i" eonfereoles, o > escrip'.urario Eroeslo Au-
gasto de A'hayde, o 2o eonferente d R'o Grande
do Norte Affonso de Paola Albuquerqae Maranhao
e o 2' d:lo da do Maranhlo Joao, Jos Hanrijues,
o Io da daParabybi Julio da Gota Ci-ne.
Alfmdega do Maranhao. Foram nauseadas:
chefe de seccio. o 1" iscripturario Vicor Annibal
de Mallos.
1" escriptnrarios, es i" Isidoro Juven.io da Sil-
va Ramiros e Primo Pereira Lapa.
Io eonferente,,o 1* escriturario Antonio Cort.
da Aguir Janior.
Guarda L.-, o chea de stccJo adlido Ignacio
Jos Alves de Sooza.
A'fandeg do Para.? ii demiltido o Io eonfe-
rente Fraacbco Affoaso Ferreira e n, meado par
o substituir o.l da da- A'agas Ftlix B 0:
Vtanna.
Alfandega dat Alagos..-FA nomeado 1 eon-
ferente o adminirtrador ds capaozias addido In-
wc-ncio Saljistiano da Silva.
Alfandtga de Santos -F namealo guards-nor
9 guarda-n.r do M.ranbao Joao Ac'i Gogoy.
P.\- i-'v. ii znesma Ja;a furas eajijjidj o
3o eseriatorario da alfandega de Peroambuco, Joa
' quim AHifne J* 6 i**na 1, eos liis disnaizein
Jos Fnnjisco S^bo-ff'.r e Luiz da Veiga Passc-a ;
eexpsdio-se orjjw neaoararia de f.tanda da
'queila proviacia, afina de seren tteimiiiMos-e pro-
hibida a entrada na referida alfandega, aos se
guintes despachantes Ludgero Teixeira Lopes,
los Maria Braga Jnior, Amara de Barros Cor-
rea, Antonio Thaoloro dos Santos Lima, Joaquina
Antonio Carneiro, Jiaqaira Fi-an:isc> Praoco,
Jo Burle, Jos Francisca de Paula Rimos, Vir
filio J s da Molla, Ai'lph) Teixeira Lopes, An-
tonio Jos Leopoldina Arantes, Antonio Machado
Gomes da Silva, Ceciliano Ridrigues do Passo,
Francisco Mireelioo "do Amamal, Joo da Silva
Guiruares, Joaquim Card isa TVyres, Jae B^ioar
di Michel' Jnior, Jos Pereira de Mkaada Canha,
Jos da Silva Nev, Ricardo Pereira de Sini'Aa-
na, e-Tb maz Girret.
Pr portarla de 14 do correle ooncedeo-se
ao c rurgio-mr do divislo ref>rmado, Dr. Ma-
noel do II-go Mieelo, prorogacao por lempo in-
determinado da lie mci com qae se scha para re-
sidir na Europa.
Por decreto n. 4,959 de 8 Jo crreme mez foi
concedido a Arnaldo Jos Pinto Serqueira e Ernes-
to do Prado S-ixas autorisac) para incorporaren)
sob a denomioacio deCompanha Rio Granden
se de Navegacao a Vaporuraa onpanhia desti-
nada a proover a navegado a vapor entre a ci-
dade do Rio de Janeiro e as do Rio-Grande e Por-
lo-Alegre, na proviacia do Rio-Grande do Sal; a
companha denomma-se Companhia Rio Graa-
danse de Navegacao a Vapor.A directora tem a
sua sie na cid de do Rio de Jtueiro.
O (i n de ta corapanhii prouover e navegaca
a vapor entre a cidade do IV.) da Janeiro e as do
Rio-Granda d) Sol e P rio-Alegre, erapregaodo
neila embarcabas movidas pir |uelle agente, nao
excedaodo o sea calada a 8 ps em completo cir
regamenu ; ficaodo as-im fa Minadas as entradas e.
sabidas na barrado Rio G.nde, e viagens direc-
tas at Porto Alegre.
Alera desta navegacao e sem faltar a ella, pa-
darlo ser empreheodidas oatras v agen;, uraa vez
qne Jallas resulte banefici. comoanhia.
Para fuer esta navagcii a companha procu-
rar adquirir lr*s vpires apraprialos e o raai-
material necessario. .Nocsodecia appare;er
yiconvenieote grave, ser) prefjridos vapores do
systeraa.Tiajano.
Ha ver meosalmeote duas viagens ire a cidade do Rio da Janeiro a as do Rio Grande
e Parto-Alegre, as qutes principiarla logo que
lenham sido adquiridos os vapores cinvenientes.
O capital da compaoha ser e 1.200:000*', re-
preseniado por 6,00 a:co-s de 2iJ0 cala ama,
4.0C0 das quaes ero em:tiJas na praei do Rio
de Janeiro e 2 000 na provin:!a de S. Pedro di
Sal, senlo preferidos, ni caso de cracurreocia, os
negociantes que enlre ellas teem relacf-'s babi-
tuaes de commercio.
Por decretos de Ir do cTrente foi aposenti-
do, a sea plido, o 1 orniiil da respectiva secre-
taria de estalo, bacharel Antonio Acbillei da Mi-
ran ia Varaji), com o ordenado proporcional ao
lempo de se-vico, na confirmidade dos art. 20 e
21 di decreto n. 4,459 de 22 da abril da 1868.
Fonra promov] : a Io offl:ial o 2o, bacharel
Cesar O-taviano de Oliveira.
a 2o ofB.'ial, o amanuense bacharel Luiz Fran-
cisco da Foatiura L'ms.
Pir portara de lo do correle foi promovido
a amaouense o praticanle di masma secretaria,
Gratu rao Viein de M-llo Co'ho.
Por decreiM da raasrai lata de 13, foi dispen-
sado, a seu pedida, o juiz de direito Banto Luiz de
Ouvaira L'-a a, do carg da ch-fe de polica da
proviacia do Rio de Janero.
Foi nomeadu para o mesmo cirio o juiz de di-
reito Luiz de Hollanda Ca val cao i de Albuquer-
que.
Fj Sesi/nada ao jaiz de direito B nto Luiz de
O.iveira L sboa a Cirairca de S. Jilo do Principe,
de lJ entrela, na p'ovracia do Rio de Janeiro,
para nella ttr exereiiio.
Foram removid .3, a sau p'didc, o juiz de da-
lo Joaaui n da S >va Ramalho, da comarca de Ita-
jihy para a de Ligas, araoas d; Ia entrela, na
provincia de Sania Caihanna.
O juz de direito Miniel Mtrtias Tirre;, da se
Aiiu i, para a primaria dis ditas amare**.
O j nz mniepa' e-de orph.ios, biclarel J)|i
Fir.nioo de II landa Cavilcaati, dos termos reun
dos de Sabora e Tilu para os de Sobral e San
Qtii3ria; tolis na proviacia di Ceara.
Fu aom-adojuz de diraiuda comarca de Gaa-
rapuava, na provincia do Paran, o bichare! Jos
Antonio de M>o!on?a.
Foi reconduzido o bichare! Mraoel do N.asci-
raeuto T ix ;ira no lugar de ju:z municipal e de or-
phos do lera da Victoria, na provincia da Ba-
n;a.
Foram noneados jaiz's municipaes e de or-
pblos:
O biebirel Jianuim ViCterina Ferreira Alves do
termo da E-t-e', na provincil do R'o de Ja-
neiro.
O bacharel Jas Doaaioga's da Silva, do termo
le Oirada, na provio-ia i- Praambaeo.
Obie^Te! BO'o J >s Av-s Viaona d) termo
de Cimpina Gr.ioae, na provin:ia da Parabyba.
O baebarel Joa 1 Tnomat Aroaad, do termo de
Manc, na mas oa n'nvinfiU.
hachar : Jos Ta-oin da Silva dos termas
reun las do Primipe I opsrial e la dependencia, na
pioviuca do Piriuhy.
Foi nomealo Io juz sabstitao da cipital da pro-
viocii do Maraobi o baebarel Antraio Augusto
da S Iva Janior ; ficando Na ellrito a sua nomea-
cao aalertor para juiz sub-tituto da 2* va-a eivel
da comare de Aleao'.-ira, na mesma provincia.
Foram coneedidas, na coaformilae do art. 44
do decreto n. 738 de 23 de noveabro de 1850, por
lerem completado 20 aonos de servco effactivo :
Ao oIUvo! mnor aa secretar.a do tribunal do
corr-raereio da corte, bichare* Joao Alfaaso Lira3
RogOfira, a g'aiitica;ao de mais 600*.
Ao eseript ura rio da mesToi seeretaria, Gaspar
Antonio da Costa Ljai, a -!e mais 400*.
Fez-se roer: da serven', a vitalicia dos resp^ctl-
voi offl'ios, para qua frarn nomealos proviso-
riamente pelos.prssid-o'.e* :
A' S..ve.-,o R>y labelliao e escrivo de erph s e ausentes do ter-
mo de CaT' lina, na provn:ia di Maranhlo.
A Mmasl da.C)*U Pereira, dos de 2 tabelliao e
escrivo do cri;ne, eivel e exacuQOas do lerrao de
Amarante, na provincia do P.aGhy.
Aa roajar houorano do exarcit 1 Rodrigo Augus-
to da Gama e Costa, d> da part Jar do ja'zo mu-
nicipal e de orpbos do tarmo di capital d3 pro-
vincia do Para.
Foi designado, rja caformilade do decreto de 5
de abril de 1836, o eapito Aaloalo Rufiao de Men-
doac^a para exarcer a- faoccdis de majir do b>-
talbao de inf-.otfria o. 19 da guarda nac-mal da
provincia do Cear.
Em portara de 14 do corrrente faram con-
cedidas a lames S. Gonaeil, engeoheiro de sccqo
da reparlica dis elegraph -s, sais mezas de liceo-
ca com veneimento, e nos lermis do i; art. 2o
do decreta a. 4,484 de 7 de marca de 1870.
Era parlara de 14 do correte foi exonerado
a sen ped Jo Jos da Souza Robas do lugar de di-
rector a colonia do Assunuy, pnvincia do Pa-
ran ; sendo nomealo por outro de igual data,
para lubslitoi-lo, Jjaqaim da Soaza B.rges A:-
cioly. r
Por oatr de io, tam;.em>ilj correnta, foi exo-
nerado Jiao Jos de Carvalbo da lagar de tbesoa-
reiro da adrainistracao do correio da provincia de
S. Paulo; nomeaodo-se am igual dala, para subs-
titu-!), Fernando Laite da Foacaea.
Era ludo correnta uclironse ao direitor
da faculdade de direito do Rec.fa, em solucio do
seu offiia de 2i-an mt| passado, qua, vala do
disposto no arl. 3 do nguiamento qu baixon
com a portara de 5 de maio de 183a. o concurso
'a que se lem de proieder para o provimeoio do
lugar de professor substituto da cadeira de lin-
guas du curso de preparatorios annexos mes-
ma faculdade deve versar tambera sobra a lingua
porluguea.
Em la deolarou-se se;n efelo, na eonf.irmi-
dale do art, 17 do decreto n. 4,302, de 23 de de-
zembro de 1868,. o dterelo de 2 de novembro do
anno pas-ado, qae removed, a pedido o jaiz mu-
nicipal e de orphos, bacharel Jos Francisco
Ucboa Cavaleaati, dos termos reunidos de S. Ro-
que, Una e Piedad?, na provincia de S. Paulo,
para o da Estrella, na do llio de Janeiro, visto nao
ler entrada em exercicia dentro do nrazo legal.
Foi escciriido sead >r pela provincia do Rio
de Janeiro o Sr. conde de B_tpenly.
Pelo reioisteno do imperio foi expedido o se-
guinte : x<4
Em 2 de maio coamoBicou se :
Ao presidsnte da pravJocia da Parabyba ter-se
requisilado do- Dinbterij ta fazenda a expedicao
das necessarias ordens, a&ai da ser po-to a su
disposiglo, e dep'-is entregue s pe-soas incumbi-
das das obras da nutrir da villa do Pilar, o pro-
ducto das duas I itorias concedidas pelo di ralo
legislativo n. 1,031 rkfl d; jaaho de 1860 para as
raesmas obras, |M|as-:iin sasteita a solicila-
oao consianie o pea d 10 de fevereiro pro
xirao Mto.Fez-ee ao tataUlerio da faieola n
sobreita reqoisiejo.
A'directora da raont>-aie g#rl 4a-'eonomia
dos servidorea do Esla lo, em respota ao ofiLia>
de 29 de ravereiro prximo finio, pelo qual expia-
do e:Urem os laldes e bilais pagos de htnfia
exirahidas em sea beneficio, aos anaos d< 1838, a
1857, damnifcalos pela bumd-* e eupim.sem sa
podorem pre-lar a qaalquer veriflcac-i. nHicitoq
aulorieacij para a queima, por I r o ih'soaro na-
cional suscitado duvida, nao obstiaie a p-esenp-
?o dos cin :o ann is, aos termos do art. II, % 3.
da tsi d. 1114 de 27 de seterbro di 18a0, sobre a
conveniencia da medida lundaoda se em que a
referida dsposicao nao poda derrogar a- d: d -
reito, segando as qaaes a pres:ripcX> e da 25 as-
nos para os menores e indelinida para os loare?,
desassisados e qaaesquer oatros qaa, pr.vi ,us adminislracio de sua p^ssoa e bsoos eslrjira sujw-
tos a tutela e curadora ; qaesendi procedeates
taes razoes para nao se aui-insar a qu-irna dos
referidos laldes, coovera qa se proceda aa exaioe
lambrado pala direciiria, Uvrand -H auto e de-
positando talo em cofre de metal, en le penaane-
ca, sem quoq>ele sea e-udo einiamivt te
papis do arch.ro da e-tabelecimenii, deveadi-sa
para maior saguraac, l.-ocir sobra os mssuBo
Jo;u nenios qualquer substancia contraria i < r s-
tencia e propagaco do cap n.
Raraettea-.se as presidente da provincia de Prr-
aaraboco o requarimeuto e mais papas emeer-
nentes ai pedido de uraa peaso que faz habet
Mina Hr.-ii la 1, ali n de qua o niesiin presidente,
ouvidis p -ssoas lidedigaas e re-.orreiido a lody a
frates de bia ioforraaci), esp"ci(l|Je servievs
prestados pala sapplicaote, e declare o sea estada
e necessilales.
En 8 concadea-se ura aoa> da lioenc;, raro M
respectiva congrua, ao c raego da S d- Utinda,
Joo Baplisia Pereira de M-llu.
Pelo ministerio da Ju-tira f mira exaedidas a
seguintes avisos :
R ) de Jmeiro, em 2 Je maio de 1872.:..d. e
Exm. Sr.Fm presente a S M. c imperador o ol-
ticio a. 17 de 20 da marco ulum 1, no qual esia
presiJeneia suboattau a HM4nseii do giv+rao
imperial as segaiutas infidas.-!.* Sa para presi-
dir ao jury pode ser chama Jo o juiz de dirilo da
comarca inaii prxima, posto que pr n.'enta a
provincia diversa.2." Se lien o apru otar <%
luizas da direita com leslemanlias era oroeesso
crirae.E o mesmo auguuo st-nhor maula darta-
rar a V. Exc. que a priiuaira duvi la esla n-so -
v.dw palo aviso n. 630 de 29 An dezimbro da lt"-
e quinto a segunda qae o viso 0. 4*22 de 1 de
oaiubro da 1868 deve ser entendido de aererdii
com a i uperial re:olucao a qne se refere o de II
Je oo'ubro do anuo passad ; podend > > jo;, e-ro-
sar-se a qualquer depoiuiemo crimina: u-- tw
trelos termos ah mencinalos.Daos gnards a
y". Excafano. Antonio Duarteir Kzectlo. -Sr.
preside ne .da provin ia das Alagoa* 1.
Rio de Janeiro, 2 de mu de ls7 2 I loa e
Excra. Sr.C)innuoic)u V. Ex. en offlsio J- tt
.lo mez passado, que s seguuiie< dnvidas n*ci>
tadas pilo Juiz ue paz da Irega'-zii 1 N. S. do Ao-
sirio dos Qianlis : 1* Aas casUs por \*tat lei-
to em um preto, que appareeera mi tos*, de.esa
ser cntalas cumi detarmina a uinma on d spoe
a pennliiraa pane do arl. 179 do regim-oio de :. de
ma'e 1 de 1833; 2.a se os penlis vaa-.a.n ca oir.ho
qaanlo taes diligencias lera lugar tara dos limilea
da sede da dislriciaraspiadera essa pre.-iieca,
quanio a priraeira, qae as costas naquelle rato
sao as mencionadas na lerceira parte do artiga e-
udo pira exames cadavricos ;e_quaolo a se-
xuala que nada tendo disposta o rasmo remen-
lo, neahuma graiifleacio pode ser atona la of
peritos a titulo da ciuvnh oa es'ada.E S. M. o
i aperador manda approvar a deci><> proferida
por V, Ex;, p ir couforan disposi^i -iu qae se
ella fundou.Dans guarde a V. Exe.Jonor/Av-
tonio Dttarte de Xzecedo. Sr. presideace da pra-
viocla do R o de Janeiro.
ti Rio de Janeiro, en 16 de maio de 1^72
Illm. e Exm. Sr.-Cim ^IBcio n. 2 790 de 24 de
oulubro d; anno passado, remellen V. Ex ana
requerimento, 00 qual Joio da Silva Braga, ta-
bslio e escrivo do termo de Jaguaiao, repre-
sealou contra o jaiz de direito da Cotw, qte
Ihe vedara, sob pena de responsabilidad* e deso-
bediencia, o exereieio de sea ffl rio fra da oda-
de ; porque lambem serve o do registro gTa! da?
hypotheeas, que priv:ivo, nica e indivisiv; :
deveado o servenluario respectivo fanecianar das
6 horas da manilla at 6 da Urde em todos os
dias nao feriados; e estando, por virtale do art.
12 do regularaeoto o. 3,453, de 26 de abril Ce
186), incumbido exelasiva e pes-ualaeota da es-
irlpiur.cao e nuraaricio de ordem do-Proio-
collo iue, sob pretexto ou moiivo a'gnra, aio
ple sabir do escriplurario respectivo. E S. M
a Imperador, a quem foram presentas aquella
representica 1 e mais papis qae a acimpanharac,
bauva por bem dicidir que o decreto que eotar-
regra o sapplieaote do >ervic> do fcg'stro aa-
! uutou a aitribuicao que j gosava, de exerer o
le escrivl) dentro do termo; couv.ad fofm,
que uestes casos se auxilie elle de aatiVM ">, 1
Usados-as termas do art. 5.a de citado rfgn'a-
i.- tu, en le f .ra o registro provisoria, que r-td*>
er transferido para os meemos livr -. O qa*)
commnaieo a V. Exc p.ra ftzer con-nr aa d1' 1
-erveutuaria Dana guarde a V. Inc.Manen
Antonio Dunrte de Azevedo. Sr. presidente cj
provincia do Rio Grande do Sil.
Limos no Jornal do Commercio.
< 0 Sr. Dr. Virlato Bmdeira Doarte, com jc-
nsdiclo criminal no 4.* dstr.cto, profe.io banivao
senteuca no processo insiaaralo aoe aut< rt-t e
;omp!:ce' da filsificacaa de letras do thesoun o>
que ha tirapos demos natteia,
Pelos interrogatorios feitos na pol-cia, nr ;<:-
rer da iastruccl) preparatoria do proee s, r-
injuento, e por consslo dos acensados, rf 1
sou-se que as letras falsas forara feilas pelo ir--
pre or Joao Ignacio Martins Maia, em numero de
cenio e lanas,.concorreodo com as desperas 4a
liU ficacla Ji Goneilves de Gouvdi, e ieiroa:-
zindo se na circulara Antonio Aiolpbo d- A-
meida Figuoiredo, Mraoel da Silva Lima, Fra---
Uoao Allomo Machado, Manoel Pereira deri-
gueired 1, a Maniel Jos de Oveira a Smza.
Alera da* duas letras falsas presentada? u
thesoaro, conforme n^ticirno, provon se qoa ia
letra de 2:000, n. 3360 a qae se venca err.^ V
de novemaro, caucinala a Jos de Maraes lt-
xeira, era tambara falsa, b>m como ontra de'.. .
I2:0J0, offerecida a desmonto a Jos Mortira
Vellulo.
Fu rana proneneiados a prisio e livraroentf,
eomo incursos no art. 174 do cdigo oriaM,
Jalo Ignacio Minias Mia e Jas Gonrtlws de
Goavi, e no art. 175 os co-ros acia meo:ra-
nadas.
t Ridolpho Candido do Valle, emprega^j na
casa commercial de Caetano Valle & C, HMBWla-
cidosrua Maaieipal n. 12, repreneodra asi-
h-ntem i 10 horas da noate, o escravo Maxirar.
natural de S. Paulo. R.-s m len-lo este de OKdo
insolente, manlou Rololpho chamar un or ir.;-
para conluzir preso o escravo.
Vendo apparecer o u bao cha nado, qae ra-
zia comsigo um cempanheiro, Max a.o loveMn.-
repentin enle contra R i >lpln, e com nina la i
de poata fe.i;-a morlalmeote na regio do cen-
co.
1 Em seguida/precipitanJo-se pela ercad?, ?-
appareeaa a:s clti is dos urbano?; mas, se!
perseguido, foi preso era urna lavtroa do Urg-t
Santa Rita, junto da cnji porta se oacontroa afc
eora que fra perpetrado o erime.
1 Pelo relator.o do Ss. P.rtelia, du o Pon
han), sabemos qua nos anoos de 1868
foram librtalos em dez rauoiiipbi da
de Minas 946 escravos.
< Eu'.re os municipios qne mais se disl
colaj-se Ilabra, que apre^eouo 187
manumillidos, Barbacana 169 e Piranga_,
no municipio do Rio Nvo foram libarlos "
< Escrevem-nos da liarra-Mmsa :
Tem sido tanta a afluencia de nessoas a
dar matricula os escravos e ingenuos 616o* lt-
vres de inuiher escrava nascidns desde 28 d<
lembro de 1871, que s nenie nos dias 19 e 30 r \
abril prximo pissada foram dados i matrieo:a
le.-te muaicipio 2,664 escravos e 118 ingenua.., a
que a maor parle dos Srs. fazeadeiros des le scc
oicpio presiao-se do bo% vonlide a ciiar e eoo-
car esses ingenuus, desejo que em tod a os cun 1
lugares desle Imperio sigam o aeento eieaaplo,
que en espero acontecer
O Sr. Chr.-iovo Jos dos Santos alforr< o <
pardinha Adelade, de 8 aonos de ida le, filh oa
sua exescrava Autonia, por elle tathbam libe'fi-
da ha tempes >
Eis as noticias commercuas da .altuaa dan :
0 cambio sobre Londres contfc 1 a 24 e bd**o
d. para o particular.
1 E' aindajisonjnixa a pasicio das apohce.i at-
raes de 6 ptiTcj^Bnjos arecos Mgalaaa d
1:0264 a 1:030* JPtieiro.
1 As de erapnKio nacional da 1068 leen -1-
cancado 1:120 e 1:123 a dioheiro.
< O mercado de acedas coMiona a apresentar a
mesma animagao anierior; notase, parees aaajas
Qrnjaza dos preces eo geral.
\





usm naoUfii se*b> .(* w <*; i* iHH
=
,Ju ac$t}*s dj Bau:> 1) Bri, pir exarepto,
scV-i u 1,11 & 31* a 374 ia pr*nie aoneiro
el Ji eiawhU,4earn*d> ferto# iIw1*1
a iO* 0 5"i JR) a praz H 'ja apsau haute rae-
prei pira ti aec3)3 dainea Surt qn
aleaseirara W S premio a dian *ro
A abunawia eeetara eaatfaaa en w -
a*r*eS*r esileicwtM team regala#a de 6 a J
i tdtaBaseiMt)) boj?
na oap.uMi.deaanimli-laliHtm Brasiloi-
Oi >: o capital- Je 2)0:000* ))), divididas em
s\0)) la 489 jOJOiu-la ama. Oftra da coinaantiia
^etpvirar.privilegio para a fabricacaj dinu-
niui e nta'-tia te mil jira, aproveitauli se para
e fl^B las anchioaa ai au aper(eit;iaia< qae
luja.
iOhjIj Je gneros de iaaportaci teve
novimea de pauai Mofes.-e.
< Eoirarara dua} c r^as Je sil, urna das qaie-
al sanii-U e o aira pir cnla praprn CmU
alera dissi i vala de ioO.OOJkoogrjnvoisa pre-
$ ja* ai tr-.avpiroi.
O-tpreoM dite g>aara c otaaara recalar
li-XW i 1*10) pa caruas em pnraeiras ni j e
4a 1*150 a 1*800 para laisi gnulas em primei-
rare sega :das nos.
9* viaiios da Uelilorraaeo haa de experimen-
ta.*. Wffl Jjvjh, ralnra sealvel em sua pacii,
porque al 80 pipis, viaho brinca, marca E P.ivat
por S.Jncqiies e 131 ditas idem, masa marca'
par Unioni da Maraelha, qaa campanbara a exis-
laacia em primelra raao, faram vea idas a prj ;js
.que oio traspiraran).
Fai de pejo-aa interesa* o mavimanto di
aereada da generas da pan.
i D* Mgili apena) veaderam p-quenis late*
* 10*503 pira cjasamm e a 10*700 para Parra-
gV* A etUleae a nai xxca la de 5,53) fardos.
c Paae> se fs em caf. As valas de3tas d as
limitaraaisa a i,600 sacias para o Giba da Baa
Esparanf i a a ti)-) ditas para as parlas do'noria
9 impero.
i As ntralas la iateriar caatintnm a ser pe-
quenas; -re ira a* haj a existencia em cerca de
<75,O00 saccas.
Nia b -uve ateracaj na pjsicao da cama se;
a,-cijos precis oanauain a regalar de 3* a
3*103 pan as la Riu-Graole e Js 2/600 a 5*200
para n di Rii da Prita.
A ex-steicia hija la carca la 191,000 ai-
rabas, dis quies 190,300 dj Bi) Ja Prata a 600 i
Un GrauN.
Di Bienes Ayres eotraa o S. M.ilheus can
11.000 arrobas que incluimos oa algansmo da
existencia total.
Apenas o raeread) da assucar alTireceu mi-
;fl>aatj raais juo regular, sera que co n tula se
o;tasse alierajaj nospregn. o
baha
Niia aaeorrao na da 20, qaamrefi men-
!Vottc3as do aorte do Imperio
Amanb-ccu '.ambem bantem em aassa porta o
vapar bra-i!eira Para, trazaulj datas: da Ama-
xoaas 9, da Para 26, la iliraalla 18. do Gear
20, do ilu G auda 21 a da Pir^by'oa 22 da car-
raatv'.
it.vzKtas.
Caatisaa/a arta seas iraba tus a assembla le-
g.slat.va praviciil. i'.impriaa as deputaJas o
eu auniito l-gislinh irecaitas da que ha da
Boee*sarjaiaeale derivar a pr.!spjrid3da da Grao-
de Valle.
Ee o; projeelea apreentadas ultiraaaaente ha
a re-:st'ar os ;f natos:
N. 25.-I-enpuala_ de tola o impasta provin-
cial 3 man.cipii. p ir I >3{o Je 10 loos, o alga-
4a j, tabaca, arr./, cal faiji), mba, .iriiha de
qaalquer qualiia!, iWiiii, m.'l e agurdeme de
canm, qt toreo le produ-caa ia or viniia.
N. 23.2levauda a eitbagaria da vil.a a fre-
gueia Je I^.lia.
H. 27.Auiorisaada o ^averna a contratar 13
sacer.so.rs da r>ns das ranc:;canas observan-
tes ou carmelitas di3eai^as para a catecaese de
indios 8e!vg-Ds.
Y 30 AlteranJo o art. 8o da lei o. 211 de 12
de aiaio de 1871, autarisanio o erapresarii da
abastecimenta da carne verde a v.mla-la at 600
n. o kilogramo .
Oi>nj>cti cara a liuha de naveg^cia a vapor
<"ntre o Amawnas e a Europa eslava em discus-
\
A 3ubv?: .Na di? i de Eoafo Felippa J '.- de Moraes a -
sasiinru "Da mulhr Paula Mananoa de Moraw,
om tres Colpas le '.ercl>, dol quaes morrea
iaiatjoeaieate. D.>'aveii{i3 danie;tica.> deter-
atioar^na eiia de-graci. O infeliz as^assino tai
pres.> pela su sagro, Felicia /(Taosa Rio
Heve'.
:la dia primetro da correte funleaa em
Manis o v.u >r Pua, ama estli a) servida da com-
mit.-.i'i brarileira Je limitas com o Pe .
Ni I \ anearon na me*rao parto o vapor
Pisador, l-vaa i a r^b>que am, barco com mer-
ca'ioiis.i para o Pai'.
Desde o dia primeira do i/rrente fai sus-
penst a pub'ic.Q) do diario de Maaas Jornal do
Norte
A re;ebadaria provincial irrecadou no m
de abril a qu.n-.ia de 27:I5#701
Seaco:
Para a provincia...... 2l:90o33
Pai a a s 3IB labia fluvial 5:31aS769
I'AII
3 sta provincia s enconlramos o seguate nos
jariiae da era ait 1 :
"Geleoron-se hauien (II), no sa'ao da Prac:
aCwaatrc > ir n fia extraordinaria la asse.n-
!>di j-ni I n aeciaoi as da campanhia fluvial de
Alta-Aaaz)6i*, oavocada a reqoerimento da di-
versos acciou. tis para tratar-aa da tollo la mes-
ma e imptqhi i e m una das comenhias de nave-
gagli c-t bl-'eidsi nesia preea,
t A' sessio, qae foi aberta 1 hora e 20 minu-
tos da tarde comparecern 118 accionista", pos-
suidares de 2/380acede] e representando 220 vo-
to?. Pre- I i seseao o Sr. Dr. Atigu-to Thiaga
Pinto, s aervtawn le secretarios 03 Srs. commen-
dador Alvaro i'i ito Je Pontea e Soaza e Dr. Emi-
lia de Maraes )i i.'
L*da a acta J ? ssaa ordinaria da assembla
gerl que Uve lugar a 17 de margo a pesia em
di-"i:!> :. -.a reh'c'ia eoala loa o Sr. Jo |pi i
Pires da Costa a rerdde de um trerbo da acta
t Dea o S;\ 1" secretario explicagoes que pro
Vram a vera 111 le lo trocho em cantestaco, e-
guinJi-.-e-lli com a palavra o* Srs. Jas de las-
tra Preitas e Ji.- Jaaqaim da Ftoseca queconlir-
maram o asarlo da Sr. secretarla.
A acia fai anprovJla tal quai eslava redigida
0 a Sr. Prts da os! hanve por bem relirar-se
t da sessio.
L'u epots o Sr. Io secretario am re.quarimea-
ta de d.versos accionistas para que fossa convo-
cada ama r uui.ii de asseuib'a geral para ser
Bella d cali Ja a ideia qaeaveatavam de fasaa da
campauhia.
Por p;i'.s da direclaria apresentou o Sr. dir
cor Pedro Aotepio Michalo a saguiuta informa-
^i) da raesma diiectoria acerca da (usao pro-
posta :
A directora da companhia fluvial do Alto-
Am>zoaas, convidada paja Ilustre meza da assem-
bla geral, para informar a raspeilo do as umpto
do reqnerimento de diversas acciaotas, pedino
a Baveeacao de urna reumo extraordinaria, auna
de tratar-.-e da fusa de?ta companhia con a llu-
vial paraense ou da Amazonas, vem apresenlar a
?ossa consideragaa o resultado de sea estado so-
bre a nr-fria snjeita.
E' e-ta o>recioria de parecer, que nao deye
ser adoptada gemelhaata resolucio, porquanlo nao
se dio os casos previstos no art. 1).' t a 4 dos
estatuto*.
i Se os accionistas quando a companhia sollreu
aperlada vapor tPur', julgaram de conve-
niencia a cantina gao de sua existencia.
a Se convencidos das vantagens que resultara
ao commercio pela cancurreocia dos meios de
transporte de snas .mercadarias, nao duvidaram
tiubscrever as acgfus, que eslavam por emittir,
com a certeza de empalar seus capitaes som pre-
mio por algum taeopa;
< Se o prejuizo resultante da perda do vapor
oo val.r ds res 261:178*170 fot amor-
tisade era daus aanos;
E* tv.ienie que os capitaes empregados nesla
empreza, tem necessariamente da coroeer a per-
cebar o premio correspondente ao su emprego,
des le qaenao existe mais tai nrajaiza para amor-
tisar.
Accroaee que par informagSas dirigidas a es-
i direetam, te n os Srs. accionistas de lutar com
a seria resistencia das respectivos Doderes da pro-
vincia da Amazonas no caso de vencer-ss esta
fas.i, qae aQaal s.poder realisar se pala ras-
cisao ae todas os contratos celebr dos com aquel-
Ja pravin;a.
D rectora da campanhia avial do Alto-Ama-
tanas no Pare, em 11 de tjjaio de 1871. Os di
rector.^,tiliasu Hmida Silva,Pedro An-
tonio Machado.ityCQMiit awra.
Paz-se em ducuuao o reqnerimento e a io-
formagio. Sr ^^M
i Erguou-ae o 3r. Padre Mi*do para declarar
qae a directora ab'tiveKt-se.de desenvolver a *|a
infarmagJa por esperar qae o autor do requer .
menta articalasse as rar.5:s de conveniencia pn-
blica que o todaziram v proppr a fnsio.-
t Dissa que aguiravtfi Islwss, que hvi
de spgair-se, pira justificar rrfeJhor a opwfao da
directoria.
t ia boave quera tomasse a palavra, pelo qae
o Sr. presidente encerroa a diseossao.
t Proeeienla se a vota^io verifleoo-se qae ti-
nha sida unnimemente appravagia da directoria,
finada pr.'jadicada a osteria da raqaerimeoto.
t Depois o 3r. Pelrio Machado palio que, visto
visto nao estar prosete o Sr. Alexaodre Paulo da
Brillo Araorim, nao tomasse a assomba ger* ca
ahecimento da appellagia qaa para a mesraa as-
sembla fez ajua la Sr. do acto da directora qaa
o ieraittto do cargo de gerente da companhia em
Manis, adiando j ligamento desse acto para a
primeira renniSo.
i Resalveo o Sr. presilaote que a vuta da Job-
trina da art. 19 des estatatis, nao poda a reu-
n ai actual tomar conhecmeato da appallacio a
suspende a a sessa .
* A cilade de lloyobanba, capital ia departa-
raaiti de Loreta (Perd) contam 1,192 casas co-
bertas de palhie 191 oh irlas de telbas.
< Em 185i apenas tinha 1 casas cobartas cara
telhas.
t As 1.686 casas sia Infriadas par oita mil e
tantas pessoas.
Tem 36 ras, urna espa^osa praga em que se
levanta a c.t'ndrai e ama praga menor em qae
est construida a capella de Perdo.
i M.yibiraba lem daalmsote oita barrancos,
qas era todos os sentidas avalara e ioatr era a
armoaia dasta farinosa papalagao.
f Naufragaran) domiaga ao raeio dia, d.-fronio
la Es cali alia, corea di 10 bracas Ja lera e a
2 ou 3 bragas do cter IIt-m da capitana do
parto, n'uraa canaaque viaba da Magaary carre-
jada de achas ds liaii.i port ga-z Mauoai da
Sil va .Terra e a i-a lia G;rlo!ina Francisca de Asis.
11 a ravoltas as agaaa di Gaijar a a cauaa,
j perto da trra, encheu-sa d'agua e a(Taadou-se
a De ierra vio-se -par raimeniis apparecerem
no maia das ondas as cabegas dos nufragos, que
iam arrastadas pela crrame.
t Oap#s perdeu-sa da vista o laelii Terra em
luanto qae apparecia Garloliaa atracada amar-
ra d'araa las alvareigas aacoralas defronta da
alfandega, ende fai salva por am bote do cter
rinhairo, era qaaota am oscaler Ja vapor iSaare
la companhia depaavegagio a comraarcio da Ama-
zonas, o oriraeira que se apromplau para prestar
se'Cirros, procarava salvar o dasvjolurada com-
panheira de Gordilma, 11 oa appareceu inais.
c .Vlaaoel da Suva Terra sahira ha das da pa
dreira da Sr. bacharel Francisca" d8 Sauza, d'oada
era trabalhadar, e ia hontera para o Val de-Gae3.
\fitalilala dea ln outro lira. Carchna, que
perJeu tula o qua possuia, encontrn na carida-
la das pessoas que ti varara conhecimento da des-
iragi da que fora victi.ua, allivio s suas dores.
A iofelil cr atara foi recilhida ao Hilel da Gom-
morca, dos Srs. E. Leluc & G., on le ama das
hospedes, a Sra. D. B.Tiba Haas, deu roupas para
que da adiase o fc.o cara que sesalvira.
)s proprietarios da hotel e os cavalhairos que
all eetavam reunidos, lavantaram lago entre si
um i snb-cri|>gao, eaj prodaeto deve ser entre-
gue a naufraga. Acgrto nobre merece ?er co-
ohecida, parque revelacio das bans seutiraan-
(as das que a praticarara, qua tem na cansciencia
o premo de saa laspir.igio, que aOroquea-los
contra as farpisitas d'uas epigramraas bagaes
d'uns qudam, qua ani aoiam a redicalarisar as
a-goss generosas de qae oi sao capbzss.
MARANHAO.
Damas era seguida a a ariigo da Pa/s para
a qual chamamos a attango das leitores:
t Gaotrista e ravolt\ o tacto que esi no domi-
nio pubiici do gravissiraa atte.i'ada praticalo cin-
tra urna Jas typagraphm le?ta cilad', a ;ypa-
graphia Sttorim i'. Mitin, aalo se iraarimj o
Meqruph), e tanto maior a indignagaa publica
quindo 0^ autores da crraa foram fflciaes e ca-
d:les da o' bataloio ; isto merabroi do carpa a
quam o governoconfliu aguarda da uissas vi-
das e propriadades a manuteigo da ordem pu-
blica.
Foram esses railitares sn'a-hontera s 6 li2
horas da tarde a referida iypographia, o eucon-
tr nto apenas o administralor della poseram era
pratiea o seu FaieDto, pendrando violentamente
na otHcina, de3truiado lypos, aixas, cavadas,
mezas ele, e, como o iaoif n-ivo administrador
gritasse por soccorro, foi esp-racado I
f Ijv ,--:] a e-te crime as mais graves cir-
cums!anci..s. O jornal de si nada hava dita
contra 03 que so j ligaran offaadidas, pesar de
serora elles muila coalemnados Dlas passageiros
do Pura ; a borae o lagarao canir do dia e ra
muia freqaentala; o facto de querer urna f.-rca
que passava prestar siccarros, Q que fo' obstada
pelos aatires do crime, e sobretado a pasigao des-
les, de quera nao se podara mais esperar uraa
aggresso desta ordem.
E' urna veidide qua malta a zetas na im-
prensa alguraa3 pe?soas_8ba-an da liberdide de
exprimir os seus pensaentos, ma3 contra isa ha
a propria iraorensa, u aas tr.buoaes oada esses
abuso o punidos severamento.
t Nesta quesiao do 5o baiallia taraos exomplas
listo; se ten sida publica I is .artigas centra o
procediraenlo dos offlciaes do 5o bata'.ho, todos
Jevi lamente responsabilisado3 o a maior parte
assignadas, mu.tas outras t a sabido em deCesa
dos mesmi.s cffl :iass.
Aecresca mai qae c jaraalismo de-ta cidade,
em seas artigas ediloriaas, poupou quaoto poule
esie batalbio, no qual ss ha quem proceda lao
erimioosa e levianauaaate, ha officiaes Briosos que
honrara a farda que ventera.
< E assim -'gno da mais ju.-ta censara e de
rigorosa puniga o monstruosa facto qua pratlca-
ram esses officiaes e cadetes,
t O Exd. Sr. vico-presid-ra'.a, a cuja conaeci-
menta foi levado o faca pela representagaa que
abaixa publicaraas procedaa com eoergia que
muito a honra. S. Exe. prenleu immediataminte
os deliuquenles mandn desliga los do corpo a
qua perlenciam e remelte-os amaahaa para o Rio
a ai-posigo do Sr. ministro da guerra, a cuja
eonhedaienta vai levar o occofrkia.
&' assim concebida a representagaa da im-
prensa raaranhj-e contra o crime que acaba-
mos de relatar :
Illm. e Exra. Sr. desembargador Jos Pereira
da Graga, vice presidente da provincia em exer-
cicio. O eoBselno directar e soaios da A3Sociag3o
Typographica Maranhaose, typographas e pro-
prietarios da typographias desta cidade vm muito
respetosamente expor a V. Exc. ura f.iclo inau-
dito praticado por offl.'iacs e cadetes- do 5* bala-
Ibo de infantaria, contra a typographia onda se
imprima o jornal Telejrapho, propriedade do Dr.
Raymando Ab lio Ferreira Franco. J
a Foi esafflciua hontera pelas 6 1|2 horas da
noJite invadida par um grapa dos ditos officiaes e
cadetes que derribaran) e quebraran) as caxas
de compasigo, espslharam os lypos palo chao,
os empastellaram, espancarara o administrador da
casa, e se mais nao lizeram foi por terem aecudido
diversas pessoas do pova qua obstarara a conti-
nuagao de lamanho vandalismo.
i Os abaixo assignados, Exm. Sr., asando de
urna industria garantida pela constitaigao, para
cojos abasas ha na lei a punigao, veem-se hoje
expo3to3 a parda de sua prapriedade, cessagi
dessa industria, e al em risco as suas vidas, pois,
a reaego contra actos desta natureza nao se p
Je avahar quaes sejam as conseqaencias.
t Mas os abaixo assignaJos depositara, em V.
Exc. pleoissiraa confianc.a, e esperara de V. Exc.
medidas to enrgicas que Ihes sirvaml de cample-
ta garanta. Contam qae V. Exc. nao daixar im-
pune o grave allantado praticado por aque.les a
qaem est confiada a vida e fazenda dos cida-
dos.
i Os abaixo asignadas absteem-se de entrar
em mais apreciagSas do faca qae acabam de ex-
por, porque eslao certa qae v. Exc. provideacla-
r entra os seas aalores com o vigor e prorap-
tido qae o caso com urgencia pede. Maranho,
16 de maio de 1872.
Antonio da Richa Barba, presidente ; Jaaqaim
de Parias Guimares, vi:e-presidente ; Jeai Fran-
cisco Bezerra de Menezes, Io secretario ; Francis-
co Bezerra de Henezes, 2o secretario; Antonio
lasiino de Mesquita, thesoureiro; Felippa Franco
de S, redactor gerente do Liberal; Ignacio Jos
Ferreira e Jos Mara Correa de Farias, eraoreza-
rios do diario Publicador Marankcnse ; Taemisto
eles Arauaa, presidente e redactor da Pas, Ma-
noel Francisco Viauna, Pires, adraioistrador do
Paiz ; Antonio Jaaqaim de Barros Lima, admi-
nistrador**) Publicador Maranhens ; Joaquina
Luiz Carlos Barbosa, administrador do Telegra-
pho ; Antonio Ribeiro 'dos Santas, administrador
do Liberal; Joaquina Antonio Luiz da Paz, Jos
do Amara! Caldeira, Francisco Mariano Franco de
S, Ladislao dos lt G na, .osa Arcuanjo Gam-
boa. Jolo.Matbeas de Alraeida, Mariano, Aager de,
SoAaWe*es, CVi'taio V|e de; Canlpos, Aalo-
taso *neto d Aaevedo. Aatoij JosCdos Aojos
Paira/Jjaquim Canuto Lapa, Rufino ose de ala-
gaihaes Barbo, los Gaetaao de Almeida, Ray-
raundo Atloai) do Ceruara, Antonio Plorindi-de
S.&aiwelMBs, 04ros Aives dos Santos Car-
los Jeffnr* da Silva, Htntwtrio Jos Pereira, *oa
Jos Pereira, Joia Antonio da COita Santos, Anto-
nio Augusto Nasas, Maaoei da lesos Cuoha,Qai-
rioo R. F. Braodao, Virgilio R. F, da Milla, 5a
iurnino Ramos da Caoha, Francisco Marqae das
Neves.
< Sao estes os officiaes e cadetes que
83o remettidos presos para o Ri >, em con-
sequeocij do attetatido contra a typographia
do TeUgrapho. Pfestts casos empre
bom pbcar os noiQes dos que se affastam
do dever, para nao seren incriminadas os
innocentes. Sifo os Srs i
t Tdnentes.
Virginio Napolelo Ramos.
Antonio I\ lymaodo Miranda de Garvalh).
Poaeiano Ferreira de Souza -
< Aiferes.
Julio Cesar ds R8's Falclo.
Alfredo Vicente Martins.
< Cadetes.
Francisco Eurazio de Toledo.
Filadelpbie de Aleacar Sucuf ira.
Raymundo PdWio Rosklin-da Silva Martins.
Alfredo de Alboquerqa j Bello.
Antonio Feliciano P< ralles Falcan Jjnior.
Lemos mais r.esse jornal :
* t Aberto o isslameiito do padre Cyrillo,
vigario da villa do Pa;o, tto qual estao ins-
tituidos tstameQteiros os Srs. Severiano
Angosto Marques, Jo3) Mano .-I Pereira
Lornb'a e Manoel Jo.- da Cunba, vio-se que
deijkou livres os seus escravos menos urn i.
Sao seis esses escravos e chamam sa Adria-
na, Jorge, Jaciotho, Licinio, Militina e Mi-
rinbt. A escrava Mria servir a L?oior
Jesaina Ribeiro Cyrjllo, e por morte desta
ser livre.
< Tem ebegado mitjr;aes para a empre-
sa de ferro Carris dasla cidade, de cuj
realizarlo nSo falto qu.em davidassf. Pre-
tendem os empresarios construir um ramal
da rampa do iargo de Palacio, ras do Tra-
piche, Estrella, Mar ;ilio Das, Forra osa, a
entroicar com a linba principal no largo do
Carmo. Para isto pedem a presiJencia qas
seja prorogtdo o prazo para a collocacSo
deste ramal, o que justo. 03 ramaer
da liaba de bonds n3o podem ser sojvitos
ao praso da liaba principal, porque o esta
belecimeoto deles depeole de certas esta-
dos e circunstancias, que o trafego, o ang
ment da p palacio etc. q e aconseham
Escrevem nos de S. Bento:
Passon-se em data de 8 do corrente
pelo juizo municipal, desta villa carta de
manomisso em favor de Mathias, escravo
do Sr. Jo5o Carlos de Souza S >ares Jnior,
precedendo para isso o processo do arbitra-
manto permrtiido pola lei de-28 de sstera-
bro ultimo, art. 4. | 2." A iai-mnisaeo
do valor de Mithias foi fixada ea um con
to de r5is, e da sentenca proferida pelo D.1,
jaiz de direito homologando o mesmo aroi-
tramenti, nao appelloc. nenhuma das par-
tas rateressadas. E' o primeiro caso de
a.'fjrria Toreada nesta coma-ci e UiVm na
provincia. Consti-me quo vai nppareci-
outro caso em S. Vicente Ferrer, rehtiv) a
datis escravinhos qua j estao depositada
reqoerimento da mi deiles, a qua', se-
guQdo rae asseveram, fot \\ reaettida pira
essa cidade lira de-ser vendida.
PUL'HT.
No dia 23 de abril assumio ss rede s
da adminijt agio da provincia o Sr. Dr.
Pedro Affonso Ferreira.
CEAR.
Era S. Bernardo 'grassavam com in-'
tensidade febres de mo carcter.
. Lemos no Cearense:
* S. Exc. Rvma. pretende srair a visita
pastoral oo mez de junbo prximo. Eis as
fregaezias da diocese qie v3o ser yisifadas:
Aquiraz, Circavel. Aracaty, UniS) S. Ber-
narda, Limoeiro, Pereira, Boa-Vista, Ico La
vras, Missao Velba, Milagres, Jardi.o, Bar-
balba, Creto, S. Jos di Sana deS. Pdro,
Varzea Alegre, Tena, Cacoeira e riacho
do Srague.
Para a comarca de Sobral, onde e-to
grassando i titeos a raen te as febres de m i
carcter fordm tomadas esla3 providencias:
Foi nomeada urna coraraisSo sanitaria
composta dos Drs. Vicenta Ahes de Pal]
Pessoa, Antonio Joaquina Roirigues Jnior,
Joao Felippe da Cunha Ban teira de Me lo,
roroncis Joao Tiioai da S Iva, Joaquim Ri-
beiro da Silva, tenentes coronis Diogo Go-
mes Pireate e Jos Gamillo Liohires, major
Miguel Francisco do Monte e capitSo Fran-
cisco Marcal de Oliveira Gondim, para soc
correr os pobres que forem accommeltidos
do mal.
Ordenou-se a cmara monicipil para
contractar os dous mdicos 3rs. Francisco
de Paula Pessoa Fiibo e Helvecio da Silva
Monte, para meditte a gratiScaco de 3005
mensae? se encarregarem do tratamiento
tos indigentes.
f Ordem a tbesouraria de fazenda para
autorizar a coliectoria geral de Sobral quo
despeada at 4 cantos de ris com o paga-
mento de remedios e di'as que firem
proscriptos pelos respectivos mdicos con-
tratados.
Se a qu3ntii r insuficiente, ser aug-
mentada. >
< Na Pacatuba o Sr. Vicente Gomes de
Oliveira Costa e sua soohora D. Senhorinha
3orjQ.es de Oliveira, concedern) liberdade,
sera compensado alguma aos seas escravos
s-gointes: Mara de 43 annos, Misael de
14, Escolstico de l, Sabina de i I, Torca-
to de 10 Miguel de 9 e Mari a de 6.
RIO GRANDE DO NORTE.
Em 21 escreve nosso correspondente
do Natal:
c O grupo do facinoroso Jesoino de tal,
CompatibiKdarie da dooi odadados, qae
wrciam funcgQes de jaiz monicipil aotem
pb en tjae foraoj atados* .
A administraijjo coDta cooiegoir o re-
eonhecioiento de seus caai qw te erjpregado roelos^jitrem'M.
Jfi se'xbaoB presentes JO deputadps
presidericiaes, e at ahora el que Ihe e8-
escrevo anda n3o chegaram do centro 4
representantes, que se sppunba'votaium
contra oa incompaveis e qoe virdam for-
mar cora os 7 presentes urna maioria inde
pendente.
V-se qoe nao foram baldados os es-
forcos do presidente da provincia, e nem
a viageta que diera ao sertSo.
*** t'nda desta vez vai confirmar se a
npiniSo d'aqaelles, que acred tam na omni-
potencia do governo. >
PARAIIIUV.
Lemos no Jornal:
De ama carta qua recebemos da Ca
baceiras, escripia por pessoa fidedigaa, ex-
trahimos as se^uintes noticias, que provam
os senlimentos hamanitarios e philaa Tpi-
cos de amigos prestrnosos daqaella loca
lidade :
O nosso amigo Rvm. vgario Renovate
Pereira Tejo libertou cinco escravos, um
c dos auaes bavia comprado o anno passa
do p.r t:OO)JLO ; ni raesaaa occasiSo
"t o nosso digno amigo tenante coronel Au-
c ionio de Barros Leira libertou tambera
cinco escravos; por occasiao do inventa
rio do nosso fallecido araigo capito Ani-
celo Pereira de Castro, sua saudosa con-
t sorte e seo digno fiih), nosso amigo Ma-
noel Melcbiades Pereira Tejo, bbertaram
i una escrava e urna cria ; fi alente a
Exaa. Sra. 13. Auna da Costa Rtaos.
irmaa do nosso referido amigo vigario
Tejo, libertou tarabem um escravo.
Ricammendatnos benemerencia pa
blica os autores de actos to dignos de
api'rco e considerac3o.
PERNAMBUCO.
qr
=
=
cunhado do celeb'e Jos Brilbante acaba
de assassinar a Francisco Lim3oziobo, irmSo
do infeliz Honorato tambem assassmado pelo
mesmo gr ipo no districto do Pat no dia
25 de dezembro do prximo passado
e Consta qae o Sr. Or. ebefe de polica
expedrra nastes dias novas e mais terminan-
tes erdens para a prisao dos assassinos qae
al boje tem, infelizmente, malogrado as
diligencias contra elles ordenadas.
t No termo de Pp dos Ferros foi cap-
turado no dia 28 de abril o famigarado Ma-
noel Ferreira dos Santos antor de diversos
crines: esse Luiz liomes acensado por
crime de rouba, em Pao dos Ferros, por
ferimeatos graves, na cidade de Souza da
Paranyba por homicidio e no termo de Mi-
lagros do Cear por tentativa da morte.
AminbSa deve ter lagar a 1.a sessio
preparatoria da assembla provincial, cuja
abertura fora adiada de 25 de marco pr-
ximo pausado para 25 do crrante mez.
c Esta reunilo disperta o mais viso inte-
resse em coosequeQua a qaestfo ia-
&E"\71S'A JJMEI,
ASSEMBLA ROVINIAL.-iknieai ibrio-se
a jasso a:aane prejentcs i\ Sr. deputada.
O Sr. 1.* ,-ecretarii lea o degaiale expediente ."
OlBcios :
De secretaria do governo, reinetieoJo copias,
naa s da reijneriiBeata da Dr. J i- J isqalni la-
vares Balfort, encarregado da Mnfec{io da estatis-
tija desta provincia, peflo proiogigaa qae Ihe foi
eoticedida por uiais um auno, para a entrega dos
seus tralmhas, camo taaib;io a informar;..'! min s-
irada ul re V qaeu) fez a requisigio.
Di mesmo, remetiendo copia ,da informacao
dada pela ihe^aararia provioei;i!, a:erca da gra i-
ll:a^> que diz ter direito Fraocisio Vidra de S.
aliada do corpa de pjlicia.\' quem (tz a re-
uisigo.
PetiQes:
De Antonio J s de Azeveda, pedrada um privi-
legio p%r 23aanos para inptar am groare uala
ama offl:ina do gravara e impr;ssa de msica.
A i'.amrm.^a) de uli a- ;,,,:; 'J-.
[>i AL'Xodrina de Liiua e \lliaquerqae, pro-
fe'ssora d*ios:ruccao primaria, pedidla a sua ju-
hilago coaa oa vensimen'.s correjpondante ao
.en tempo de servi^i. A' snotaitslo de peli-
(da.
Pareceres :
A commissao di obras publicas, tnndo examna-
lo a represenlacao inclusa, que,- em forma de re-
in:rimenio, dirigir-a a e>ta assembla Alt -in Pa-
terjon & C., sobre varios pelido da privilegios,
para a iolrodnccao de melharamentos no fabrico
la a;sncar da canoa ; considerando quo nada lia
qaa deferir em dito reqaenmento, po s que os ses
S'gaatarios-'naU olicilaram, a!:n das vistas pa-
triticas da assembla para o assumpto das refe
rldos privilegios, cam qae diz im e'.le qae nao pa
d?m concordar, por isso Ijua ferom direitv
adquiridos e poam entra ves livre industria des
apparelhos usa los no dito fabrico de assucar
de parecer que sejv archivada a dita representa-
gao ou requerimento.
Sala das conferencias dai cbmmi^oes em 22 de
raaio da 1871.F de Figueiida.Ralis e Siloa.
J. Francisco do Amaral.E' approvado.
A commissao de commercio e obfas publica,
para emittir parecer acerea da petigo era que
Miooal Bastas de Abreu e Lima impetra d'esta as-
sembla ura privilegio par 30 annos para con-truir
um ou mais trapichas, sobre agua, no cae j do
Apollo, lia) de embarcar lodo o assucar e' algo-
da que tiver de ser exportado desta proviacia
para as outras e para o estrangeiro, nao se achan-
J > habilitada em tal ussaxpia, requer qae sobre
ella sejam ouvidas a asociagia commerclal be
oeacente e a hes uraria provincial, por iolarme-
J*3 do presidente da pro/iucia, remetiendo se-llies
copia da referida petice.
S.h 'a~ eonferanias di- co-ami5>oe3 em 2 de
raaio de 1872.F. de Figueua.-Ratis e Stlva.-
J. F do Amaral.S approvado.
A conmii-ade obras poblica*, tpada exami-
oaJo urna petig&o era que Antonio da Reg Pacbe-
ca Jaaior solicita desu assembla ara privilegio
por 25 anno, para fundar e rxilarar ama ou
mais fabricas de nusaico para lalnlhi e aznlejas,
considerania que esja ama industria ratera-
mente nova cuja iotrodo:gao oa provincia coa
vera auxiliar, pois que dola deorrero muilas
vantageas p:.ri o publica 3 de parecer que seja
deferida dita petigla cam o seguate projecto
de lei :
A assembla legislativa provincial de Pernam-
baco resolve:
Art. 1." Fiea o presidente da proviocia antori-
sado a contratar cara Antania do llego Pacheco
Jnior ou com quem raelhoras vantagens cfljreeer
a fanlago e exploragio de uraa ou raais fabricas
de preparar misa'cas para lalnlha, e azulejos,
podjndo conjedef-ihe o privilegio exclusivo at
20 annas.
t Art. 2.* Ao contratante garantida a isengao
de imp.stos, quer. proviociaes qier manicipae,
tanto para os ediGcios do suas fabr.cas, orno para
os produetot d? me3ma, pelo espigo de 10 aooos,
contados da abertura aQkiat das rassraas fa-
oricas.
Art 3. O contratante ser obrigalo rectbsr
nos seus eetabeleciraentos dorante o lempo do
privilegio, 10 meninos tirados dos crpbaos cargo
da Santa t.-a da Misericordia, aos quaes educar
e dar meios de subsistencia, ensinando-lhes o
fQ:;o oa arle praticida as sabraditai eslabsle-
jimentos.
Uaico. fja contrato ser regalado o modo
como sero educados e eninalos os ditos orphlos,
coja apnodisagem na pader exceder de 5 anno-
sera remaueragio.
Art. 4.* O contratante fi;a obrigado a abrir
sua primeira fabrica na pn-o improrogaverde
daos annos. contidas da assignatnra di contrato,
Ihando igualmente entenlido qas os favores da
preseole lei s aproveitaro as fabricas qne forem
abertas 00 iotervallo de cinco aanas, contalos da
(nesmi assignatura do eontrato.
An. 5." Bavogalas as di-pasigds era contrari..
Sala das cammissfles, 22 de maio de 1871. F.
de Figueiroa Farm.P. G. Ritis e Silpa.Joo
Francisco do Anaral.
Acommiss) de policia a qaem fai presente
uroa indicaga para que se revaguem os artig s
additivos ao regimeoio desta assembla de 6 de
abril de 1832 e 9 de-raaio de 1862, considerando
que nao sao smente estes artigas additivos, qne
cirecera ser revogados e qne alera delles difieren-
tes disposiedes da regiment sSo carecedoras de
reforma, de parecer qoe se nomeie urna cora-
raissa a lira de estadar a mesmo regiment epro-
p6r as alleragoss e refarmas que parecerem con-
venientes, atira di serem apreciadas na sessao
ilnioaTi.Aguiar.Araujo Tottntincs
h.' approvado. Foi approvado um requerimeot cfferecido por
alguas Srs. depatads, para que a assembla de-
s'gae ama commissao, qoe \ boje raesma cura-
primentar o Rxax e Bvra. b3po dioaesaao pela
saa feliz ebegada proviocia.
Para a commissao foram nooneiios os Srs. Tei-
xeira de S, Gaedts 6ondim, Alipio Costa, Silva
Bega Firmfno de Nones.
R Ufflbem appfvado o seguate requorimenlo :
Reojaeiro qne a aobracomniisao de polica teja
incumbida ole rever o regiment desla
~JoSo Vuira.
E' approvado.
Ordem do di*.
Ia discussio do projeeto n. 80 deste ano, qae
approva o contrato felto com, Bellarmino 4) Reg
Barros e outros para o establecimenio di carris
de ferro aas ras desta cilade para o transporte
de carfas-ebagagens.
Oraram os Srs. Oryrapto MarqaeS e Vieira de
Aran jo, fkanlo a discasso adiada por falta d>-
outaer.
A ordem da dia para baje : eontinaa^ao i*
anterior e 1* dUcasao dos prejectos ns. 92 e 103
desla anno.
PROFESSORE5 PBLICOS. Por portaras da
presidencia da provincia, de 21 e 22 do corrente :
Poram removidos os prafessores pblicos : Joia
Fernandes Vi.mni, da cadeira de Garaobnns para
a 5* da fregaezia de S. Jo- k Reefe ; Antonia
Basilio Ferreira Barros da cadeira de Palmara
era Garaobuns para a da frexaezia da Boa vista do
Becife, creada pela lei n. 1,010 de 12 deste raez ;
Umbelina Amelia da Silva, da eadera de Verten-
tes para a de Ualbadinba; e Mara Preseiliaaa Vi
ella dos Santo?, da ca leira de Milhadinha para a
de Pilar de Itamarac.
Foi nomeida 01ra reger interinamente a eadei
ra do presidio de Fernando da Morocha, Mara
Cindrda Theolora Alves.
PREGADOREi. No TeDeum, qae leve logar
aote-boniem, na igreja dn Divino Espirita Santo,
pela feliz chsgada de S. Exe. Rvm. esta capital,
foi pregador o Rvm. Jos Estoves Vianoa; e no de
hoje, qae deve ser estoada na entrada solemne da
mesmo Exm, Sr. na S Episcopal de Oada, pre
Kid.>r o Rvm. Dr. Laiz Ferreira Nabre Pelinca, vi
gario de atareth.
Estas sacerdotes qae de boa vontade se presta-
ram para maior solemnidade dssses actos, foram
contemporneos do Exc. Rvm. ni seminario de
Olioda, onde o nmmo Exd. Sr. se matncalon cura
o nome de Aaioaio G inga I ves de Oliveira Jnior,
no dia 6 de fevereiro de 1861, sib a reiloria da
Rvm. chantre Camello de Andrade, sacerdote, que
presloo aquello seminario servigos alias relevan-
lissiraos.
DINHEIRO.Os vapores brasileiro Para e frao-
cez Amazone troaxerara para .
Bailar, Oliveira & C 30.000)00
Muron 4 G. 20.000/000
Jo- V.ctoria 1 de Resende & C. 10:000/000
Joaquina Jas Gangalves Beltro. 8:iSOSO00
Pernra Vjanna 4 C. 6:100000
Francisca R. Pinto Guimares. 6:300i000
Manoel Francisco Mirqoes. SMOOJOOO
Pereira Carneiro 4 G. 4:500G00
Lelmam frres. 1:0;0')()0
Joaqnim Gerardo de Bastos. 2:8802000
A. Hyvernat 4 G. 2:i,00i000
Jao Licio 4 Filho. 2:300*000
Jos Fraocisco Poggi de Figneirlo. 2:281/000
Jo da Gooceigaa de Oliveira Fi-
gueirlo. 2:000/000
Tbomaz Icfferies. 1:900/000
Miguel Jas Alves. 1:200/000
Tasto Irmaos. 1:000/000
Jos Rodrigaes de Siuza. 900/000
Birrs, Mendes 4 C. 83/150
Dr. A. Herculano de Souza Banlera. 8005000
Fernn les k |rn*V 793/000
FrancHeo lo da Cuta Giimaraes. 76/000
J. O. G. D yle. 600/000
Souza Junquein & G. 600/000
Dr. Joao Tham da Silva. 00/000
Vianns & Guinaraw. 3S8/000
Ja.^ Francisco da Rocha. 210/000
Casimiro D. Vieira Junior. 100/uO.)
Garlla Mara da Coneeico. prota,
40 annos, viav, Kecfo ; eytum.
Rosa Waterbo, preti, PersaaaMO,
solleira, P. go ; estupor.
9
THESOURARIA DB FAXCNOA.
Dia 23i$ maia,
Foram remett.dis ao Sr. Uieeearero san M-
rern pagos:
Offlcias :
Da presidencia, mandando pagar anitaam-
pezi- feitas pelo alouxirife lo iJ*pUl Hit Jar
mez or. xirao paisado.
lia juizo de orohac, reqariM* "fi **
qoanlia de 136/220 a Linreog Garfia t Qmi
ioz.
Ueqoerimenlos :
De Biriboluir.ea 4 G.
Da Fraga 4 Rocba.
De Joao Roberto togosto da SAfa.
De Jo- Marcelino da Ro;a.
Jo.- Vicenta Godioho.
Leonel Antonio da 3:lva Sereno.
Meodes 4 Carvalbo.
Maura 4 C.
Foram remeitidos igaalaeate ao Sr. iiigaiar
para serem pagos:
Requerimento do bicharel Manoel Lopes da C-
oh Maciel.
Serviodo de offlcial-raaior,
ManoeUo Pinta.
PU8CAC0ES A PESW8.
Itamb
PASSAGEfROS.-Vmdos do Para na vap-ir na-
cional Para :
Leop-.ldo Amonroaf, Emilio Diogeoes ia Ol.vei
ra. 1 praga da exef^fta, Jos dos Santos Meves,
Alhanazo Ja.- da AlmOda, Damiogoi Lucas da
josla, Manoel Antonio Birrora, Jos Antonia de
Aranja, Diaraodus Tinoco, D. Marta das Neves
Gime e 1 crala, JtodiOQ J>s Fernandos, Dr.
Francisco de As.-is Cor a Lira.i, Garlos Garcia,
sua senhora e 2 filho*, D Anionio ds Miedo Gas-
ta bispo do Para e 1 criado, Aotouio de Maeedo
Gusta Sabrln, Dr. Q. S. L' bato, Antonio Daan,
Jaa Evaristo Citanh>, Ignacio Ji Pereira, Jas
Faastina da Suva, Manoel Gil Csstelle Branca e
saa s abara, Mana Olympia Oasteh 1 Brando.
D. rUyrauuda Joaquina de Aguiar, D. Ilermeliua
Carolina de guiar, capita Antonio G.rlos Jo S, -
va Piragibe, lente Virginia Xapoleo Rama1,
Oto Antonio Raymuoda Miran'a Garvalho, dito
Pon-iana Ferreira de Saaza, aiferes Jalio Cesar das
Reis Fjlca, dito Alfreda Vicente Minias, cadete
Francisco Eaphrasiu Tillado, dilo Filadelpha Aleo-
car Sucupira, dilo Riy.nialo "Publeo Raschlin
Silva Miulero, dita A.frea Je Albuquerqaa Bailo,
dtfo Antonio Feliciana Peraltes Falca i Janior, de-
pniado Domingos Jas Pinto Braga Jnior e 1
criado, majar B b rio Ferreira Casta Sampsio e
sua s^nhoia. alfe.-es Loureoce Jos Amora e sua
senhora, Jacinlho Manoel da S Iva, Antonio F.-levo
Pialo da Silva, D Jiaoni Gartrudes Vianna e 1
crala, 23 escravos a ealregar, 12 pragas do exer-
cito e 11 ditas da armada.
VinJos do sul, na vapor francez .-Imazone :
Henriqne da Silva Brando, Aniouia Domingues
Marques Ramas Ji az rajan Ji Jiovaimi Angela,
Gilloto Vincerzo, H9orique da Raga Barros, Er
nesto Athayde, Joaquina Laiz Gangalves Peona,
Jo Raymundo de Araojo Salgado, Amero Jo
Daart-, Carlos Re le e 1 filho, Ignacio Ferraz,
Antonio y L'araas, Orrco Guiseppa.
Sihidos para a Baropa, na mesmo vaoor :
Vctor Grandim, Eliza Gueon, Joao Barbosa
1 ordeiro, li ubach Maunc, Bernard Genel, Caben
Wiaimaaa. Dr. Enesto da Aquiuo Fonceca e sua
raalher, Aaton.o Duarte Garaiiro Viaoaa, O.-ka
Falveisen e 1 menor de 12 anuos, Joseph Siman,
Gerardo Alsiaa, Minael Radrigues de Mradanga,
los, Antonio Baibisa. Joaqnim Gaetano de Girva-
Iho, Joaquira Simoss Jos Santos, Jaaqniai Ja. de
A. F.nceca, Ramiro Antonio da Costa, J0S0 Fran-
cisco da S.lva, Jo Ridrigaes da Silva, Aflbnso de
Araci, Gnilberrae Jo.- Ferreira, Firmina Antonio
Souta Maicr Riposi, Ma: I Taoraaz J1S1V3,
I! 11:1 de Mello e Si.va, Aotinio Jas de Araujo,
Ueaedicto Vaz Ribeiro, Dr. llerraogenes Scrates
Tavares de Vascoacellos, can.-go Tranquilino Ca-
bra! Tavares de Vasconcellas, Anbal Alvis dos
Santos, Joaquim B. da Guana, Garlos .-'gostuho
Galzio, sua rauiber e 2 f|lhe>, H. Hirlgne, Biogio
Antonio, Laigi .Maatefasc-a, Angela Gagitelmim,
Bonielli Giovanni e 2 filho, Manoel Jo; de Molla,
Aolonio Luiz Soar6*, Jos Rodrigaes de Souza, Ja^
Antonio de Araujo, Maaoei Aaioaio Barreira.
GEM1TERIO PUBLICO.-Obtuiri) d) dia 21 de
malo de 1872.
Joo, branco, Pernambaca, 6 annas, G ac ; ro-
bre perniciosa^
Manoel, bralm, Pernambaco, 2 e meia annas,
Recifa ; bexigas.
A'ntonio Bindeira de Mello, branca, Pernambu-
co, 38 annos, casado, Boa-Y-ta ; encephalile.
Francisco, branco, Pernarabuc, 6 mezes, Santo
Antonio ; espasmo.
Hyppolito Gassiano, prelo, Pernambuco, 37 an-
nos, casado, B a-Vsla; pblysica pulinmar.
Mara dos Anjos do ascimento, parda, Pernam-
buco, 17 innos casada, Baa-Vi-la ; tubrculos
pulmonares.
Jos, branco, Pernambuco, o annos, S. Jos ;
varilas.
Prira Cretina, branco, Franga, 10 anno?, solteiro,
Boa-Vista, haspital Pairo II; febre amarella.
Mano t\-, branco, Pernambace, 11 mezes, S. Joss
hepa'.ite.
E cygdia da Canceigo Barges, preta, Pernara-
baeo, 26 annos, saltera, Pga; phiyaca.
Zsferioo, parda, Peroambauo, 6 aaaos, Recite ;
ttano.
Joo Pedro Pessoa de Mello, branco, Pernam-
baco, 70 annos, viuvo, Santo Antonio ; ioanigo
senil
Pedro Felippe, preto, frica, 40 annos, solteiro
Boa-Vista ; congesto.
M- M -
Argeaerre, branca, Franga, 3o ana as, soltaara
Boa-Vista; febre amarella.
Eugenio Ray, branco, Frauga, 37-annas, casada,
Baa-Visla, hospital Pedro II; febre amarela.
Joao Nicols, branco, Italia, 25 annoe, solteiro,
Boa-Vlsti ; febre amarella.
M. Geraldo das Praibres, parda, Petaambuw,
36 aaaos, solteiro. Bu Vista, phtysica Urifea.
Maaoei, branco, Pernambaco, 3 mexes, Saalo
Antonio; canvulsdas.
Anglica Maria da Cancelga, branca, Pernam-
baco, 30 anuos, vi uva, S. Jos ; varilas.
Bento, escravo, pardo, Pernambaco, 51 annos,
casado, S. Jos j eclampsia.
Valentim, escravo, preto, Pernambuco, i6 an-
nos, solteiro, S. Jo ; bexigas.
Victorino, escravo, preto, frica, 90 anuos, esta-
do igoara-se ; aaazarca.
Manoel Ignacio de Oliveira Lobo, branco, Ba-
ha, 72 aanos, casado, Grag; meletiz.
Vaiefio, branco, Peraambao, 2 mezes, Varzea ;
et pasmo.
ioaqniM, preta, Pernambaco, 3 aaaos, Gitca ,
Constando-me, na vtspera da atah ra-
tirada de Itamb para esta ciliada, faa o
Dr Joaquim Francisco Calvacante Lina, mea
esaffecto, bavia dita ao major Joao Ahrares
de Carvalbo Cesar, mea sogro, qaa o Mico
motivo de minha viola para esta cidade,
era estar eo deven lo nesta praga de qm-
torze a quinse cotilos de rii$ (II) a oa
naeos credoref se terem racusado a vender-
me mais gneros prazo ; venho declarar
pelo presente artigo que at esta dita nula
devo pessoa algoma desla praca oa I6ra
delta.
Se, poim, o Dr. Joaquim Friacisco Ca-
valcante Lins, nSo ficar aii.-feito cm ata
minba declaracSo, e se quizar justificar para
com aquellas pessoas a quem S. S movido
por sentimentos que aio quero quatificar,
iiiz despresig:ar-me na carrera comraer-
cial qne sigo, pode dir gir-se aos comraar-
eunlds desia pragj coa os quae< tenho li-
!o !r.n=srr,ij-s e ; aber dos m ,ho ou alo pago inl.'grtimeoia todos os
m.'us dbitos, pudendo, ao coalrario, faxer
publi:ar os noines de ni' tas crodores.
Recife, 21 de msio da IH7i.
Antonio Henriqne Je Souza Gomes.
() Sara c .nhecer, n m mosmo de vista,
ao operador de estrllame itoa. de irethra,
pela elecincidiieo S-. Dr. R. M. Vianna.
embora livtsse ce.teaa do que as celebre.*
noticias de que o)*) loh o cu;aado eraos
ile la^a sua; qtiizcomtilo salval-o, pro-
inrciooanio lbe sabida, anda qua estreita,
par onda polaasa elle sa-rae, do enleio
em quem.leo se.
Eutao, pracarci soparar o operador das
noticias do operadorDr. R. Vunna, attri-
buindo.a re paasabilida lo .irlas pessoa*
eslra'nbss o albea 3 prossio.
E' sno quando appa'e; boiitem no Dia-
rio o proprio Sr. Dr. R M. Vianna, cna-
maa^lo soasas Uesoperacaes, e laxando de
diabriieso meu ai 12 n*ei to no Diarii
de 2 do crreme I
S:me hante a aqnalle que c/u raminbo de
afogar se, fila coiu os deutes. mos dequ:m
o procura salvar... o Dr. Vianna, em ?t*
de ?gradecer-me, app^rece em publico ff mkodo-ma e promefoarlo o impossi-
vei I.....
Deixalo-bei abi. O publico illuslrado
ba de l'jzer jusgi qaem a -iver: ou a
me;.tira lata uu a \trade severa.
Proseguirei em rainh.s aaalyses.
Pr. Francisco Gtrono de Lima Sanios.
CCMMEBCIO.
PRACA D3 PITCOT J3PKMAIO
i' 1B7I
aS 3 1/ HORAS DA TABUa.
Cotaco ir.es.
Assucarmascavaiia p irg-da 2*730 por 15 tilos,
boatw.
A-sacar americana bruta 2J1J por 15 kilos,
boutem.
Ass'icarbrota Canal ?j>OC' por 15 kilo, hooivm.
Ci'.iiliij sJie Lj.cj 90 div. 2i 3 3 a. por I".
P.I Pi
Prcsldaatt.
Dubourcq,
Secretaria.
ALFANDOA
toaaiciiclu do dia 1 a ii. .
: :.:a tic i'u 23
871:762*2
21:786*547
89):3i3*8i7
Oscarrejisra hojs i de maio de 1871
Lagar rcgl -zSj-fA Snuthferio e canos.
rigae boilandezAlidavir os gneros.
Birca franceza-GoiiD/ivariis gneros.
linca iuglezaA/in.YriJ-fiiioba de trigo.
Barca ingleza Wiircli o' Ihe 7>jii-aiacnui.raa.
Barca inglezaFleleringbacalbi).
Vapor francez.-lw^roacfarias gneros.
Pataeh a dinamsrqaezArced idem.
Bngue icglezagialadem.
CAPAIAZI.V DA ALFANDEGA
Rendimento do dia I a 22.
Idam do dia 23.
Volamos sabidos com fazenda -
lljm Jara ca geaeros d:ersi
11:7M|71'J
207*092
11:962*811
So orna
',9
IV
3I&
Despachos de exportaedo no iia 22 i*
maia de 1872.
Para os portos do exterior.
Naiutaaja hespaaboia Antonuta, para .-r-
cellooa, carregaram : Bahhar Oveia & C. 298
saccas cem 21,493 kilos d- algodio.
Na barca ingleza Indiana, para Valp..raiz\
cirregarara : P. Carn.-ra 4 C. 609 saceos eoni
1,V,0(38 kilos de assncar branco.
_ Na barc iogleu Eleonor Gracia, para o Ca-
na', carregaram : Adainson Hanvk A C 400
caceos cora 30,000 kilos de acucar masMvad .
No brigoe p-rnoguea Saphira, para o Perto.
carrearam : T. de A Fooseca a Saecewoiai 10T
saceos com 75,000 kilos de asquear branco.
- Na barca portogu- to, carregaram : Soares l'riinoa 550 saceea eom
41,290 kilos de assucar branco.
Para os portos do mterior.
No brigae nacional Krroggjlalo, par o lti >
() lomo quer que as ooticias i que sa
rTere o Illm. Sr. Dr. Caroliao Francisco da
Lima San'.oi tenbam sido publicadas em
nossa Revista Diaria, jalgamoa da nosso
dever declarar qne nao nos fonm ellas re-
metlidaspelo Sr. Dr. R. Vianna, nem Uo
poaco se chavam escriptas por letra deste
senbor.
Faiemos esta declarado para qoe Dio
sejam as ditas noticias attribuidaa ojaeaa
aos parece nenbuma parte ter tomada Mt>
las.
Recife 23 de maro da i87i.
1 Briaccto


.
Km d
**"* ^KKXo i
Mtn 24 d Martf d 1871
#o Sol, carregou P. R. Wato Gormarles
131 barricas eom (6,937 kilos de assuear marea
ado j J. Vtcesc de Releo le 200 ditai co 12,033
dito* de dito.. i
No hiate nacional Rainha d>s Arijos, para
lacio, eaj-r#tran : Catn Irmoi 4C 18 bar-
ricas eom 1,030 kMes de auaear branco.
* Na barta n> donal Rapiio, para o Rio de Ja-
neiro, carregararo : Car 'albo & Nogueira 4( 0 sac
coa eom 30,600 kilos de assucar branco.
nECEBEORIA DE RENDAS INTERNAS
GERAES DE PERNAMBUCO.
alo do da i a 52. 43:763* 151
i o di* 13. 1:01*1*90
44.777#6il
CONSULADO PROVINCIAL,
adimeolo do da I a 21. 73:0374715
Idea do di* 13...... 4:5161917
77:5541642
HWHMENT0" DO PORTO.
Mam* entrados no dia 23.
Tara e portos intermedios6 dias vapor brasilei-
ro Para, de 1310 sonelaias, eom manda me Pe
lippe Franeisco Pereira, equipagem 70, carga
diferentes gneros; a Henry Porsler k C
Rio de Janeiro e Babia* 1)2 dias, vapor francez
Amazone, de 1907 toneladas, cummaodante Jo-
re. equipagem 120, carga varios generes; a
Tisset Frere.
altimore-31 i'm<, barca ingleu wmtfred,e
319 toneladas, eapitao Rofle, equipagem 13, car-
ga 1:914 barricas eom farinha d3 trigo ; a Pae-
hps Brotbr A C
Rio de Janeiro15 dias, barca fraoceza Raoul, de
364 toneladas, capillo Eguy, equipagem 13, era
lastro ; rusel Prere.
Navios sahidos no mesmo dia.
fortos do norteVapor brasileiro Ce ir, comman-
dante Eoauquio F. Rodrigues, carga diferentes
gneros.
ordeaux e portos intermedios Vapor francez
Amazone, commandante Joret.
P -rtoBarea portuguea Saphira, eapitao Jos P.
da Cuoba, carga assncar e outros gneros.
detmpennario os papis nrlncipaes.
A's 8 l|1
Haver como da ejtams vtk Wn para Apipo-
coa e uro bend para a Kagdatetia.
ECITAES,
Por esta inspectora intima se ao dono on
-consignatario de 10 caixas e 31 meias ditas eom
traques da India e 22 barricas eom azeitona ap-
rehendidas pelo cooferente do caes do Apollo no
que, dentro lo praso improrogavel de 15 dias, ve-
nna requerer ou allegar o ]ue (or a hera de sen
d'reito, produzir soa Mesa, e v*r proseguir todos
os mais termos do protesto, sob pena de, se o nao
tizer, proceder sea revelia oa forma do art. 746
do regulamento de 19 de setembro de 1860.
Alfaodega de Pernambuco 22 de maio de 1872.
O inspector,
Joaqnim Jjs de Oliveira.
O inspector oa alfaodega taz ptiDlico que no
-da 27 Jo correte, depois do meto dia, porta da
mesma repirticao, sero vendidas era ba-ta publi-
ca, livre de direito* ao arrematante, 10 ciixas e 31
meias ditas con ten do traques da Todia, pesando 129
tilos no valor offlcial de 1935500, e 22 barricas
eom azeitona pesando 117 kilos no valor offlcial de
I1J709 ; as qnaes .iram apprehendidas do caes
do Apollo pelo conferente Eurychia Mondim Pes
una no d>a 16 do presente mez.
Joaqaim Jos de Oliveira.
DECLARACOES.
Consulado Provincial
Por esta reparticao avisa-se acs respectivo!
centribnintes, que coaieca no 1* do mez pnximo
vindouro a correr o prazo legal para o recebi-
ment sem dependencia de multa dos impastas da
decima urbana, 5 0|0 sobre o rendimeolo dos
predios de corperacoss de mo morta, e 60 rs.
por litro de agurdente, relativos ao 2o semestre
do anno Cnanceiro correte de 1871 1872, in
correndo na multa de 6 00 aquelles que nao rea-
.-arem esse pagamento dentro do me>rro_ praso.
Consolado Provincial 23 de maio de 1872,
O administrador
N. C. lachado Rios.
aDMiMSTRACA') DOS CORHEIOS DE PERNAM-
BOGO 21 DE MAIO DE 1872.
Malas pelo vapor Cear da Companhia
Brasileira.
A correspondencia que tem de ser expedida
boje (24) pelo vapor cima mencionado para os
i-,: >s do sol, ser recebida pela maneira se-
gui^.e :
Kajis dejomaes, iropressos de rjaalq-jer nata
reza, e cartas a registrar at 2 turas da tarde,
carias ordinarias at 3 horas, e estas at 3 l|2 pa-
gando porte duplo.
As cartas e jornaes qae se dirigirem ao Rio da
Prata pagarlo previamente, aquellas a tacha de
300 rs. par 15 gramraa3 oa fraccao de 15 gram-
ma?, e tes 40 rs por 40 grammas ou fraccao de
40 grammas. na progresso estabelecida as ta-
bellasC e D aunenas as iostraccoes do 1* de
dezembro de 1866.
O administrador,
Alfonso do Reg Barros.
THEATRO
.YHWSIO DtUHATIC
GRANDE NOVIDADE !
Sexta-feira 24 de maio
Recita extraordinaria
Beneficio do artista Riosa o saas daas fihas
Ordern do espectculo.
!, Parodia do Orpbeu ornada de masua e dan-
u pelas meninas R.osas, intitulada
Os dous infernos
2. A comedia em 1 acto pelo Sr. Gaerreiro e
oa sennora
As pragas do eapitao
J. Daeto bespanliol pelas meninas
Os ais do coraqao
4. Walsa dedicada 3 meninas e dansada pe
lii mesmaa denominada
E' muito linda
5.* A comedia em 1 act) pelo Sr. Guerreiro,
Fionndo e D. Eufrasia, int talada
Ai que chalaba.
C* e ultima parte o uudevilie ornado de rca.-i-
ea e dani>a em qae tanto agradaram as menina,
iiii'.a.'ado
O soiree do carnwal
Principiar s 8 1|2
Os baneiiiiados esperara a proieeci) do pobco.
O resto dos bilbetes aeha-sa no escriptorio do
Cht-ttro.
Depois do espectacolo haver um trem para
opacos e pontos intermoJios.
THEATRO
G0VAHBI.4 FRANCEZA
S i BU % IIO nE
Domingo 26 de maio
'(Grande successo)
Ultimas represeniag5e9
DE
BARBE-BLEU
Mlle. Lafoarcade
E
Mr. Gautiiier.
prxima semina
La Belle Hlne
OPERETA EM 3 ACTOS.
De Offembach
AVISOS MARTIMOS.
Para o Rio de Janeiro
Aeha se a carga para all o patacho Helios, e
tendo > mai r parta da carga prorapta nio se p
de demorar. Quem quizer carregar no mesmo
trate eom seus consignatarios Tboaaz de A quino
Fonceca & C. uccessore.
Vapor para Hamburgo
m Segundo cartas recebidas pelo vapor
Cear provavel que o vapor allemio
Rio eom excelleotes aceommodacoes para
passageiros chegue aqni amanbaa (24 da
malo) para tomar patsageiros, Unto como
carga para Hamburgo em direitnra.
Para passageiros e (retes trata-se, do
caso de chegar, eom os egentes Keller &
C. rna do Bun Jsus n. 55.
8
8

*
8
sexta rir 4 do correte, is 10 ori da raa-jhli
tm ponto, ao.ajipra roeaci--n^do tcrliitorir ro a
LMto ~~
i3 narradoa cota 2 us eom fono da
1IO JE.
s 1 horas.
O agente Pestaa far leilao por conta e risco
de qoem pertencer, de 25 amarrados marca M P
C, eom 200 caixas eom fgos da China araados
de agua do mar, viodos de New-York no navio
nglec Pred. E. Scantmel, entrado neste .porto
do carente mez, os qnaes terao vendidos no
ala cima sexta-feira 24 do correte, s 10 (lo-
ras da roanbia, no arrrazem do Atines.
COMPANHIA PERNAMBCANA
DI
VaYegaeio ostelra por vapor.
Mamangaape.
I O Tapor Corvripe, eom
mandante, Silva, seguir
para o porto cima nc
dia 28 do torrente as f
horas da tarde.
Recebe carga, encom-
mendas, passageiros e dinheiro a frete at as 1
horas da tarde do dia de sua sahida : escriptoric
do forte do Mattos o. 12.__________________
COMPANHIA PERNAMBCANA
n
Navegacdo costeira por vapor
Goyanna.
O vapor nacional Parahy-
ba, seguir para o porto ci-
ma no dia 26 do corrente as
9 horas da nonte.
Recebe carga, encommeo-
das, passageiros e di&heiro a
frete : no eseriptorio no Forte do Mattos n. 11
COMPANHIA PERNAMBCANA
DE.
Navegacdo costeira por vapor,
Porto de Gallinbas, Rio Formoso e
Tamandar.
O vapor Parahyba seguir pa
ra os portos cima no dia 31 de
corrente ameia nonte.
Recebe carga, encommendas
passageiros e dinheiro a frete at
as 2 horas da tarde : m eseriptorio do Forte do
Mattos n. 12.
COMPANHIA PERNAMBCANA
DI
VaTtga$5o costeira por Tapor
Parahyba, Natal, Maco, Mossor, Ara-
caty, Cear, Mandaba', Acarac e Granja.
O vapor Ipcjuca, comman-
dante Monra,* seguir pan
os portos cima no dia 29 de
corrente as 5 horas da tarde
Recebe carga at o dia 28,
encommendas, passagense di-
Qheiro a frete at as 2 horas da tarde do diada
sahida : no eseriotorio do Forte do Mattos n. 12.
COMPANHIA PERNAMBCANA
DE
?avcgaco eosteira por vapor.
Macei, escalas, Penedo e Aracaj.
O vapor Jaguaribr, commandante
Gcilherme, seguir para os por
tos aciraa no dia 29 do corrente
as 5 horas da tarde. Recebe car
ga at c dia 28, encommendat
passageiros e dinheiro a frete at as 2 horas
arde do dia da sahida : escriptorio no Forte d<
lanos n. 1?.
Para o Porto
Depois de pouca demora nesle porto dever se-
guir viagem eom destino quelie, a velsira barca
portugueza Imperial, tem grande parte de sea car
regaraento engajado ; e para o resto que lhe falta
e passageiros, aos quaes tfferece muito bons eom-
modos, trata-se eom Soares Primos ra do Vi-
gario n. 17.
PARA 0 PORTO
Seguir eom muita brevidade a bem conhecida
barcada portugueza Saphira por ter a maior-par-
le de sua carga prompta : para o resto da carga
e passageiros irata-se eom os consignatarios Tho-
maz de Aquino Fooceca & C. saceesfores, rna
do Vigario n. 19, on eom o capitn, na praca.
Para o Rio de Janeiro
Para o porto cima deve seguir o patacho na
cional Linda Flor, navio de primeira ciasse ; para
carga irata-se eom Jos Victorino de Rezeode &
C, escriptorio ra do Mrquez de Olinda nume-
ro 60._____________________
Far
Segu para o relsrido porto eom mni:a brevida-
de o hiale Olinda, por ter a maicr parte de sen
carregamento : e para o resto que lhe falta trata-
se con. o consignatario Joaqaim J. G. BeUrao
ra do Commerc'o n. 5.
Para a Baha
Para este porto seguir era poucos dias o navio
Uda, para carga e fretes trata-se eom Keller &
C, ra do Bora Jess n. 55.
LEILQES.
O
DE
Urna barrica eom bacas de porceaDa eom
vlvulas.
Hoje
Ao meio dia.
Por interveacio do agente Pinto, em ou escrip-
torio, ra da Cruz n 43.
mu i
DE
Importantes miodezas todas de costo, la-
vas de javin, la para bordar, ricos pen-
tes de travessa e de am esplendido sorii-
mento de 'erragens, como sejam, caca
rolas, frigideiras, facas, colberes de me-
ta!, ditas moito finas, ferros de engom-
mar, cbaleiras estanbadas, fecbadaras, e
encbada (rios).
(Para encerr* ment de factura)
HOJE
AS 10 HORAS DA MANHA.
O preposto do agente Oliveira far leilao de om
grande e explendido sormeoto de oiadezas
ti

erragens, eonsislindo em lavas, lia pira bordar,
rpen'es de travessa; cacarolas eslanhada*, rigidei,
cas, facas, ditas de poma, colheres, ditas aas-
tbaleiras eiiaohadas, fechadirras, enchadas e on-r
tras amitos arligos existentes ni na amigo aseria-
I orio, roa ti) Boro Jess n. Si Ia todar onde se-9
eOestnado o leilj, para o qaal soeTidam e spp j
|rm a oon'.Qrreniia de seas numerosa fregws
LEILAO
DE
Objectos de oorivesana cristofles, constan-
do de ricos faque ros, salva, casticaes,
palmatorias, galbiteirot, qnebra-ns, co-
lheres, garfos, facas, trinchantes, serv-
eos para cha, cestas para p5o e froctas,
licoreiros, verdeaox e outros moitos ob-
jectos qne estarao ao exame dos com-
pradores no dia do leilao.
floje.
O representante do onrivesario ertsu fie, tendo
de retirar-se para o Rio de Janeiro, do prximo
vapor, levar a leno per ioterveoco do agtnte
Pinto, os objectos cima deseriptos, existentes na
loja da rna da Imperatrlz n 2, ontr'ora Pavilbio
da Aurora.
Principiar s 10 1,2 horas en ponto.
Leilao
DE
90 barris om potassa nova americana propria
para retinar assucar.
2 bataneas americanas para pesar ecuros, poden-
do pesar at 2300 libras ; sendo 1 nova e 1 j
osada.
Urna porcio de chamices para candieiros.
Urna porco de coleiras para barros.
O agente Pestaa far leilao, por conta e risco
de quem pertencer e em lotes vontade dos com-
pradores ; dos objfcics cima declarados, no dia
25 de maio, s 11 horas do dia, no caes 22 de No-
vembro, armazem n. 2, por baixo do gabinete por-
tuguez.
avisos DIVERSOS
Sitio em Olinda
Altiga-se por pref.o rasoavel urna boa
casa, commodos para familia, e eom nm
i ptimo sitio, contendo muitas e variadas
fracturas e excellente agua potavel. 0 si-
tio situado na roa do Amparo e ao lado
direit) da igreja. Pode ser visitado por
qoem o quizer alugar, sendo que abi mes-
mo acbar-se ba eom quem tractar, oque
tan bem poder ser feito na ra Duqne de
Caxias, nesta typographia.
IIIIIII \
Avisa-se sos compradores do bem conbe-
cido e acreditado rap Area-Preta que re-
parem nos botes e meios betes, pois que os
ha de rap de outra fabrica e nome diverso,
e eom papel da mesma, cor e cujo desenbo
se ple confandir eom os daqaelles.
Os apreciadores que quizerem do verda-<
deiro rea preta devem para nSo ser en-
gaados verificar que os botes tragam e
nome de mecron A c. e a designado de
AREA-PRETA.
__Tendo-se perdido ira eaderno contando os no-
mes de a gana devaore da casa a'joias du
Aonel de Oore, preprietarios Jos Joaajt a G-n-
fMves Barros & C ; vera por meio deste, pedir
a ;eos devedores, que, nao paguem conta algn-
ma sem que sejam rubricadas pelos seas propie-
tarios.
\mmum
DO
9. Sacramento do Rielfe.
De ordem de nosso irmo juiz eoavldo a todos
os irmios reunirem-se no consistorio desta ir-
mandade, domjogo 26 do correte, pelas 11 horas
da machia, anm de se proceder a eleicJo da me-
sa reged.-ra qne tem de fnneeionar de 1872 a
1873.
Consistorio da irmandade do SS. Sacramento de
Recite 20 de maio de 1872.
Jos da Silva Loyo Sobrinbo,
_________________Escrivo.
Urna muiber ainda moca offerece-se para
servir em urna cata de familia, pddeodo ser em-
pegada no aceio da casa, servico de eos tara oa
mesmo para tratar de criancas : quem precisar
dirija-se ra do Mrquez de O inda, oulr'ora
.adeia, na loja de miodezas n. 50 A.
MQFrNA
Olha elle!...
Roca-sa ao Iilm. Srjgnaeio V.aira da Mallo, ea-
aivaonacidad*4lllireth desta provincia, o
favor de vir a nu do imperador n. 18 a coneini
iquelle negocio que V. 8. se eomprometteo raali-
sar, pela terceira chamada deste jornal, em fiav
de dezembro prximo passado, e depois para ja
aeiro, passou a fovereiro e abril, e nada enmprio
i por este motivo de novo chamado para ditc
am ; pois V. S. se deve lembrar ana este negocie
i da mais de oito anuos, e qnanco o senhor tas
8ho se acbava no es nesta cidada____________
O Sr. Boaventura Jos da Casiro Azevedo
qae re idio em Macei e actualmente acba-se nes
ta cidade, rogado a vir roa do Amorim o. 37,
e.'criptorio de Tasto Irmos C, a negocio, ou
aonanciar a sna residencia para Aluga-se
AVISO
Rogamos aos nossos asignantes, que se
acbam em air:so nos psgamentos respecti-
vos, qae mande.m saldar seus dbitos afim
de evitarem que Ibes teja suspensa a re-
messa do Dicri. ______________
Sociedane harmona
Luso-Brasileira.
Por ordem do Sr. presidente convido a todos
os socios afim de se rennirem em assembla ge-
ral para tratar de negocios argentes a mesma so-
eiedade no dia 23 do corrente as 7 horas da
tarde.
Rtcife, l de maio de 1872.
Joao Gongalves Fc-rreira Seve,
1* secretario.
Abafase flauta e clarioeto, por preso cpm-
raodo : na roa Velha d Santa tta n. 71.
Nao a mais cabellos braH-
COS.
Tintura Japcneza.
S e nnica approvada pela academia de scien-
ci8, reeonbecid superior a toda que tem appare-
cido a neje. Deporto piioeipal rna da Cadeia
do Recita hoje Mrquez de 0:inda n. 31, 1 an-
dar e em todzs as botijas e casas de cabelle!-
reiro.
Verdadeiras bixas ham-
burguezas
Uaico deposito em Pernambuco : n. 53 ra da
Cadeia n. 83, primeiro andar.______________
Arrenda-se
Precisa-se arrendar nma c'aria que teoha bom
barro e porto de embarque : quem tiver dirjase
ra de Santo Amaro, taberna de Manoel Ramos,
na Caputiga. ra das "raonlas n. 22, ou annuncie.
Irmandade
DO
Divino Espirito Santo,
Roga se a todas as pessoas qae tiverem comas
eom a irmandade de'apre-enta-las no praso de
oito dias afim de serem pagas depois de examina-
das. Consistorio 21 de maio de 1872.
O escrivo,
__________________Antones Guimaries.
Sociedade Nova nio
Nao havendo Comparecido numero sufflciente
de socios para a sessao de 13 do corrente mez,
?5o de novo convidados os mesmos eomparece-
rera as i horas da tarde de domingo 26 tambera
do corrente, para tratar-se dos mesmo3 assump-
tos, para que bavja sido convocada aquella reo
nio.
Secretaria da Scciedade Nova Un ao 22 de maio
de 1872.
Mariins1" secretario.

baratas
Se roandardes fazer ama porta aqd eom o di.
obeiro qce vos ba de castir comprareis .monas
portas americanas multo bem feita?, D)-arBazem
da bola amarella no viito da secretaria de poli -i.
ENGENHO.
Arrenda-se nm engenho novo movido por ani-
maes, em local qae se presta i mover eom agua,
o qual situad) ao term> de Bonito, distante da
estaco de Una 3 oa 4 legras, de bons commodos,
eom proporjSes para safrejar 2,000 pies por ter
bastantes trras e excellente?. Existe ereada nma
safra de 1,010 pies que se venJe a quem arreo lar
o engenho : a* tratar cem o proprietario do mes-
mo, no engenho Monte-Alegre, vislnho ao engenho
Catende.
a casa ierre, sita no pivoado denominado finarte
Coelho em Olioda, que tem frente de azo'elo eom
bastantes commodos para familia, tendo 3 sala, 7
quartos, eosinha (ora, casa para escravjs, galli-
nbeiro, cacimba, quintal murado e pnrto para o
fundo eom terreno at a eamba : fatar eom
Domingas Henriqne Mafra, no mesmo Inirar.
Escrava
Presisa-se alugar nma ama escrava que saiba co-
sinhar e eogomraar ; trata se e paga-se bem; roa
de Vigario n. 16, 2.' andar._____________
AMAS
Precita'e da ama escrava, Ua
eotinheira e nma livre para a*-
gommar e ratero servic) Miar**
de cata da familia, paga-se he : oa ra la Croa
do Recite n. it, armazem, oa a Cuireikr do Bto-
po n. 23. ,_________ *
o. 20 I* andar.
Precisa-M allogar nata
ama para casa'da aoaea fa-
milia, a rnar larga Ao Rosario
Precisa aa a aava ama pwra eoei-
obar a engomnur aat casa de familia
l de dnas pessoas, a tratar oa ra Nova
de Santa Rita n. 49 e 51 oa rna de S. Jjo sobra-
do que tem doos ledes era cim da portio do Ierro.
Precisa te de ama ana para cot-
nhar e engommar para casa de fa-
milia de daas p ra Direita o. 3, I* andar.
AMA
Precisa-se de urna ama de kW : a tratar M
rna Direiu n. 8, on na Ponte de Ucboa a. 9 A.
Precisa-se alogar ama ama forra oa aaerav
para eoziohar : na roa do Bario da Victoria, fa-
tiga ra Nova, n. II.
AIS
Precisa-te da daas anua
sendo nma para eoziohar
ontra de leite, tem ftlho :
na roa dn Tisconde de Gcy-
anna o. 129. '
ASI A Sr
ciro andar.
Precisa ** da daas, nata
para eogomnado, Mira
para coaiahar :- tratar
ua do Vigario a 3 ter-
I
Esta' fgido
desde o dia 30 de abril finio, tendo sahido do sitio
das Almas, do becco do Bombal, o escravo Lau-
remino, preto, representa ler 35 annos de idade,
ponco mais ou menos, rosto todo crivado cem vi-
siveis marcas de bexigas, de baixa estatura, tem
urna bar&inba no queixo, costuma mudar o nome,
asa sempre de aplcala, e tem nos ps marcas de
cravos,4evou comsigo cal^a branca, dita preta,
e nmpalelot preto velho ; o dito escravo veio l-
timamente do engenho Itanheoga e all era escra-
vo do fallecido major Ignacio dos Santos da Pon-
seca, ja foi encontrado perto do dito engonho, no
lugar Xan-do carapina ; fura tambera encontrado
no bairro do Recite no trabalho do carvao, e depois
dos chafarizes da roa Imperial e Afogados venden-
do agua : quem apprehender [de entregar no
mesmo sitio que ser generosamente recompeo-
sado.
Joa5 Pereira Rabcllo Braga.
Silveria de S. Jos Braga, viuva de Joao Perei
ra Braga, convida aos amigo) do seu sempre lem-
brado marido, para assistirem a urna mista no
convento de N. Sra. do Carino, que teta logar as
8 horas do dia 27 do correle, anoiversario do
sen passamento.
wMAm'mmmmawmmmmamntmmmma,,
O contelbeiro Caetano Jos da Suva Santiago
saa fiiha D. Angela Mattoso Santiago Bandeira
de Mello, vinva de sea presado genro Antonio
Bandeira de Mello, dep. U de agradecerem a sens
prenles e amigis o obsequo de terem-no acom-
panhado ao ceraiterio, e de assistirem all os lti-
mos fufragios que se lhe prestaram, rrgam-lnes o
especial favor de assistirem a missa que lhe man-
dam rezar por soa alma na matriz da Boa-Vista
na segunda feira 27 do correte, as 7 horas da
roanha, 7* dia do sen fallecimen'.o, eom o que
eteroisario seus agraCeciroenks.
Recife 2i de maio de 1872.
Manoel Ignacio de Oliveira
Lobo.
Mara Barbara Ferreira
Lobo, agradece a todas as
pessos que lbe flzeram o
caridoso obsequio de acora-
panhar al ao cemiterio
publico os reslos mortaes
de seu presado marido Ma-
noel Ignacio de Oliveira Lobo e de novo Ibes pede
o favor de a.'sistirem a missa de Reqntem que
ter lagar no dia 27 do corrente s 7 horas da
mnha na igreja da Soledade.
Escravo fagido.
Ansenton-se desde o dia 13 de maio corrente o
preto crioulc, de dome Alfredo, representa ter 30
a 40 annos, estatura alta e magro, perfeito co-
zinheiro e foi escravo da Arma Airiaoo & Castro
e nltimamente do Sr. Jos Joaqaim Gongalves
Basto ; ecnsta andar aqni pela cidade : quem o
pegar qoeira traze lo a ra Daqae de Caxias u.
91, loja do Rival sem Seguado, que ser gratifi-
cado.
tiga do Aragio n.
Precisa-se da ama i-ara
comprar e eosrabar : rna
do Visccnde de Pelotas, an-
37.
fctl
r?^if^tt??.
URBANOS
oo
K
Eecife Olinda
e Beberibe.
Cjntinoa o troco de biltietes s sextas-
feiras, smenie, porm das 10 as 12 horas
da manbSa, e nSo das 12 s 2 horas da
tarde orno al aqoi.
Escriptorio da compaDhia 18 de maio
de 1872.
O thesonreiro,
Jos Fortunato dos Santos Porto.
Do engenho 3al',inho da freguezia de Una fugi-
ram no dia 1* de Janeiro do corrente anno os pre-
tos Benedicto e Joaqaim, este eom 32 annos e
aquello eom 48 annos de idade.
Joaquim de estatura regalar, nao tem barba,
muito regrista, e j por varias vezes fogira para
o Recife, onde ora criado, e dizia ter mi viva
Siossuidora de escravos ; ple ser que desta vez
Dsse para Macei, pois dizia que a mi ocudara-se
para aquella cidade.
Benedicto baixo, eheio do carpo, desdentado e
eom muiu barba; foi arrematado no Recife na
praca do joizo do eommercio em virtude de ama
execnoo contra o Sr. Jos Pinto da Costa ; morou
por muito tempo no eogeofao Itapirema de cima
(ou do meio) da comarca de Goyanna ; e em on
ira fgida qae fez o anno passado esteva e>condi
do enco mezes em tres ladeiras na fregnezia de
Iguarass. Gratiriear-se-ha generosamente a qoem
apprehender qaalqner am dos metmos escravos e
os entregar qner no snpradito engeono Sainado,
qaer na eidade do Reeife aos Sra. Leal & Irmo,
roa do Mrquez de Olinda o. 56.
Por ordem do Illm. Sr. presidente d'as-
semb!a geral, convido os Srs. accionistas
para se reanirem no dia 24 do corrente pe-
tas (O horas da manba"a, afim de continuar
a discasso adiada em sess5o de 20 deste
mez.
Recife 2! de maio de 1872.
Joao Joaquim Klves,
Io 8e:retaiio.
HORARIO QUE DEVE REGUAR A.MA-
NHA DE MANHA.
I. Do Recife 5 h. 30 m. Encrozhada o
b. 45 rr. Varadonro H b. 5 m.
3. Do Recifd 6 b. 2 m. Campo-Grande
6 b. 24 m. Carmo G b. 43 m.
2. Do Recife G b. 15 m. En.rozilhada
6 b. 30 ro. Carmo 6 b. 55 m.
2.8 De OQda 5 b. 25 m. Encrazilhada
5 b. 45 m. 6 h.
1. De Olinda 6 b. 10 m. Campo -Gran-
de 6 b. 24 ro. 6 b. 30 m.
3. De O inda 7 b. O resto como de
costme.
Urna hora depois da testa haver ontro
trem se n5o se dr complicjcac- cora a hora
dos ordinarios.
Recife, 23 de ma;o de 1872.
O escripturario,
Sant'Anna.
Na estagao da ra da Aurora compram-se
dorraentes de^itleica osicuplra cora iO paimos de
eomprimeato, 8 polegadas de largura e 3 12 ditas
de espessara Compra-se. tambem alguns eom 10
polegtdas de largura.
O escriturario,
___________________Sant'Anna.________
Pernambuco Street Kailway
De hoje era d.ante os carros da iinba de Santo
Amaro passaro pela ponte da Boa-vista, em lu-
gar da ponte de Santa Isabel.
Fica supprimido o carro Estaco de Olinda.
Escriptorio da companhia, 16 de maio de 1872.
O gen me,
Bernardo Whiman. .
Precisa se de nma ama para casa de familia
de dnas pessoas : a tratar na ra do Cabaga e.
I. I"ja._________________________________
Pre;i>a-se de ama ama nicamente para
cozmbar : na rna Thom de Souza n. i, oatr'cra
ra da Lingoeta.
AMA!-
Precisa-se d nma ama para tratar
ama petsoa ; na ra du Vigario
29, 2* andar.
MA
sobrado.
Precisa-se de urna ama para comprar
e eoziohar : na roa do lUigei a. >,
AMa."
nna ama para c m-
para daas prssoas :
do Bario da Vietor.a
Precisa-se de
prar e cenohar
tratar na ra
d. 9, (ontr'ora rna Nova).
Precisa-se de orna ama \ ara cozmhtr t en-
gommar para casa de pouca familia ; a trtaJ*t*
roa de S. Francisco n. 12.
Precisa-se de ama ama para comprar co-
ziuhar; na roa i) ViscooJe de Pelotas, amiga da
Arapao. n. 37.
AM
ix
Precisase de urna
S. Franeisco n. 51.
ama : na ra oa
Em S. Jus do Masgai-
nho, sitio n. 2 eom porlo
de ferro, precisa-se da
nma ama que seja boa
eogommadeira, a ontra
para servico doroestteo a
a'gum ensaboado, e se forem eacravas de conduc-
ta paga-se bem. ________________________
AMA
AMA
pessoas :
Precisa-se de urna ama qne saiba eo-
ziohar, para casa de familia de daas
a tratar o a roa do Apollo n. 51.
Fugio oo dia 15 do corrente um cavallo cas-
tanbo multo magro e castrado, sem marca de
ferro, tinba ama peqoeca ferida no lagar do sellim.
e s tinba urna marca de cabellos brancos na tes-
ta : qoem delle tiver noticia se servir avisar nos
Coelho?, casa n. 10, que ser gratieado.
Do eogenho MacanasU, termo da villa da
Bseada, aasenton-se em das do mez de abril, do
anno 4e 1870, o escravo Propio tendo os sigoaes
segnintes : altnra de 56 e 1|2 pollegadas portu-
gueza, mulato claro, cabellos crespos, cara re-
donda, tendo as macaes do rosto alias, espadan-
do, falta de denles queixaes do lado direito, sen-
do os demais rombndos, limados os de cima, ten-
do um da frente, e de baixo sahido, Presame-se
achar-se o escravj cima referidj Ga fazenda
Castanho no termo da cidade da Rassia,
na provincia do Cear, no en'.retanio btm ple
suceeder qae se ache oos Eerioes desta provincia,
pelo que recommendamos captura Ibaote escravo, cfferecendo 400000 de gratn
ca^ao, qae ser entregue a quera conduzilo ao
engenho cima referido, on na cidade do Hecife,
roa da Madre Deus ao Sr. Bernard:Eo de Seua
Ponto al.
Tasso Irmaos & G.
receberam nova reraessa de cerveia preta e branca
da acreditada marcaBato.
Escravo fgido
No da i de novembro do anno passado de
(871, ausen'.ou se da casa do abaixo assignado, o
escravo Amonio, mstico, ids.de 20 aoBoa, coro os
signaos seguintes : alto e >ec:a do corpo, pernas
e brac:s um tanto finas., rrsio redondo, olhos
grandes, denles muito perfeitos e bonitos, ps e
mos regulares, nariz afiladi, cabellos crespos,
agora que est bucaodo, bom trsbalbador de
olaria e consta andar nesta cidade: roga-se as au-
toridades polieiaes e capitaes de campo a sua
captura e a entrega-lo ao sea senbor, cae ser
bem gratificado.
Afogados, 59 de abril de 1B72.
Jote Ba-.: ;.-.< Lisboa.
Precisa-se de ama ama para o servio in-
terno de ama casa : na ra da Aurora d. 3-'i.
m -mir a Precisa-se*de ama ama qae co-
mJvJLim. zrahe e eompre, agradando paga-
se bem ; na rna do Mrquez de Olinda (amiga
Cadeia) n. 54, armazem.
^W
Precisa-se de ama ama pa-
cozinhar em casa de poa-
fam lia : na ra de Pedro
ATonio n. i, antiga da Praia.
Precisa se de ama ama para easa de bc-
mem solleiro ; n rna de Pedro ArTonsT n. 42.
AMA
Precisa-se de ama para cesinbar, na roa da La-
rangeiras n. 30._________________________
Acha-se zeote de casa desJe dezembre #e
anno passado o escravo P.el, de naci, baiio e
tem pouca barba, os olhos quasi sempre ma'to
vermelbo.', e muito palrador : qoem delle son-
aer ou der noticia quelra dirigir-se i roa Duque
de Caxias D. 43, oo (mperairiz n. 16, 2* aadar,
que ""Ti recompensad.
Preciza-se.
eiedade
4a
ao
Do engenho Macan-
ass
no termo da Escada, do major Mar:icnt)lo da Sil-
veira L>ns, fartarara na noite de 3 para 4 do cr-
reme mez de maio um cavallo de sola cora os
signaes segrate* : cor castanba, tendo nma man-
cha branca no lado e-querdo, pes e mos ca'ca
dos, velh-i, ferrado eom letraM. frecte toda
aberta, e aniador de baixo a meio. D-se iOO a
quem der noticia eerta do referido caval'o e da
pessoa, em cojo poder far ee encontrado, na rea
Lda Aurora n. j>, on no mesmo engenno^________
Coziuhro
Para casa de pequea lira.a precisa-se de om
bom cozinheiro e comprador: do raes do Apollo
o. 69.
solao
Preeisa-se le nm moleqne para easa de dous
mocos estrangelros : tratar na roa da Cadeia
n. 36, armazem.
Aluga-se
ama eserava propria para cozinbar e comprar
na ro* do Principa n. 34.
Alaga-se o sobradinDo de ura andar eom
no largo da Penba n. 12.
Dr. K. Vimna
Medico operador e parleiro, recen-
teraeote chegado da Europa, uode de-
dicoa-se a cirorgia, partos e especial-
mente is molestias e operarles de vias
gento ounnarias, (em o sen consulto-
rio ra do Vigario n. 1, segando an-
dar, onde d consultas do 1|2 dia as 2
horas, gratis aos pobres.
Pode ser procurado a qaalqner bora
do dia oa da nonte.
Rna do Vigario n. 1. 2o andar.
>a padaria da roa Direia n. 84 precisa-se
de om r.apaz para segando cajxairo-.
O B.-uque.t da; Damas raa 1 de Marco o.
14, i* andar, acaba de receber de Paris os mais
modernos e lindos chapeos de palhs de Italia para
'chora, ditos da mesma piria, de velludo e de
leeido para meninas, tinta para marcar ronpa,
tintara para Ungir cabellos, bonitas gnamcBes de
bolees para abertara e pannos de :amisae, as bem
conhecidas lafnlm cora bicha lina intiiulada de
familia, h;eos e rendas, nm be'fo soniraeoto de
gales de algodo e de seda para enfeites de ves
lelos, sapatos de tranca, de velludo, de lapete, e
charlot, qae todo vende por presos muito com-
modos.
Para pequea familia alagar nm sitio oa
ou ca estrada do arrri
a'goraa estaca) da v.
C,rpo Sanio n. 19 I. _
yp itheca em predio*
Se dir quem oa at 25:0O0|OO0 rs.
eom hypsluecas em casis nesta cidade,
arrabaldes, oa en predio agrcola, na
ra do Imperador n. 14, segnodo andar,
das 11 horas da manhia a 1 hora da
tarde.
Caixei o para botica
Precisa se de um eom bastante praliea pharm.v
ceotica : carta fechida ;i m as iniciaos 7.7.1 ao
escritorio desta typographia. __________
*
m
%
O agente de Ieii5es Francisco Igoaeio Piao
raudcu seu escriptorio da raa do Bom Jesns o.
3S para a sal) da frente do primeiro andar do so-
brado o. 43 da mesma roa, entrada pelo barco
da Liogueta onda pd9 ser procurado das 9 ho-
ras da manhia s 4 da tarde, e desta hora esa
dame em casa de sai residencia roa dos Gaara-
rapes n. "6. ,
Gratuitamente
no Monte!ro, sitio de Jote
D-se barro cavad.)
Pio-lr'gaes de Sooza.
Mobilias de lugnel
Alaga-se encsmenteme mobiliai completas a
qaalqarr traste separado, por preco crmaaodo,
tambera se alogam cadeiras, qualqaer qae seja a
qaamidade, para fasias ou offlciot fanebres: aa
raa do Baro da Victoria (outf'ora Nova), rma-
le m do Pinto ns. 57 e 58.
Criado
Anda se codidui a foroecer almojo e jamar
para fra na ra estrena do Rosario "sobrado n.
3o. As pessoas que quizerem dinjam-se mesma
casa que se dir os precos : mandase levar em
casa dos assignaotes e faz-se mais em coma do
que etn outra qaalqner parte e todo cora aaefo.
jfaraalngar
Precisa-se de urna escrava para o serv p inter-
no e externo de nma easa : a tratar na' rna do
Cabaga n. 7, 3 andar, entrada pela rna das La-
rangeiras.
Santa caa da misericordia.
No hospital dos lasaros necessita sede no ser-
vente, dando-se comida, cara e ordenado, prefere-
se hornera solteiro: a tratar ora o regente no
mesmo hospital.
Antonio Duarte Carneiro Vlanna, tendo de ir
a Earop, deixa por seas bastante* procuradores,
em l lagar p Sr. Antonio de Souza e Si, em 2.a
dito ao Antonio Alvos do Cont S Jnior, e em
3.* dito ao Sr. Jas Lopes Davin, e como sea ad
vogado o Illm. Sr. Dr. Maaoel Joaquino Si'veira.
Recife, 18 de malo de 1872.
Precisa ce de am criado ie 12 a li acms
copeirj e mais algum ^ervico de easa, piafan se
escravo e paga-se bem : no caes do ApaHaa. W
Armazem de deposito
Rectbem-se em deposito volamos de fatendas aa
qualquer ouiro genero a preco ataito mdico : a
tratar na ra do Comraercio n. 48.____________
Precia-se de am rapas para caixeiro con
16 a 18 anas de Idade qze tenha praliea para
taberna, dando hdor da saa ciadocta : traur
na ra do Bom Jasas, oatr'ora raa da Cruz a. 23,
3* andar.________________
A sociedade Uuio Beoctkeow aaa Coctastraa
or rrd'm da directora envida a ladee aa aoeiaa
para eomparecerem na sala da saaa eeeeSaa para
se tratar de negocios tendentes i afeita i socieda-
de no dia 28 do crreme as 8 horas da noite.
Sala da sociedade Uniio Doaatraats doa Co-
cheiros 22 de maio de 1871
1* secretan* Inaarino,
_________________Jas Jatta da Vetga.
A pessoa qae aaouoeoa para tomar 1
de proearar na ra do Viscoode de Gv
9, qae dir quem lem.
Cosinheira
Prensase de ama : aa roa da parador aa-
raero 26. _______
Joaiuira Caeuoo de Carvmlbjo, tsdo-aa ta-
tirado para a Europa, deixoa como procaradoras
de sens negocios, Lueiaao Fe indas da Soasa,
Joao Quirino de Agaillar a Daaatafos Piato da
Freius. Pede desculpa por a tader despedir-
se de sens amigos e ofTiraaj rasa i
em qaalqner parte qne a ac
r.tcite, 51 de maio dtfi
*




d^rrBamJC>nco Sexta feira 24 de Ma di 187

1UMH
Pnie-se a* Su. Aotooio de Paala e Bello qoe
qaeira qaanto antes eoneluir o oeoelo da wu
. particular aerease : na eocheira da roa Nova
a 59. ,
Ha pan aar o ra da Aurora a. 65 sin
eacrivo d 28 ariaos de idade disposio para todo e
gaalgnar artigo.____________________________
Precisa-te da quinta de 3:00Oj0O rs. a
joros de am pot cenio ao roex, pelo espaco de
am anoo : qoem livor e quizer fazer este negocio
qtieira anoaalar sua mradia, oq deixe carta fe-
chada nesta typopraphia com as iniciaos C. M.
-* Roga-ae s pe^soas que esto devendo cun-
tas de livros exmela Arma de Chrystiani & Ir-
mies, boje J. Chrystiani, de virem pagar os seas
dbitos pra evitar que sejam encomraodados por
eaixeiros a porta, e mesmo alguns qoe se azera
esqoeados ; do contrario ver-se-b a obrigado a
fazer Orna relacao destes para serem chamados
pelos jornaes,
****** &&&mm
S Imperial fabrica
DE
,Rap areia fina da BihiaJ
Mor (ira & C.
O abaixo asignado, onico agente dessa 9k
fabrica, avisa ao publico que tero aberio jfik
^ o deposito de dito rap do sea escripto- 7
jR-rio a ra do Vigtrio n. 21, ende os fre- 9
guezes eococtraiao seuapre a quantidade >*k
X Wt Recife, 29 de abril de 1872. <&
0 Domingos Alves Malheas. Q
^j^ ^"e^-^l^ ^"^"N ^mr>, ^**\^m^ ^b^V^"^ .^^^^V^"^ ^^/^P^
Est fgida
desde marco prximo passado a escrava Agosti-
r-ba, idade ii annos, mulata, cabello pegado, bai-
xa e grossa do corpo, tem cara de velba, gosta
iduii de embreagar se, eoosta_aodar por esta ci
dade eseus arrabaldes pedindo" roopa para lavar,
intitulando-se forro : pede-se s autoridades po-
liciaes e capes de campo a apprebensn de dita
escrava e leva-la casa de sea seobor, no Cami-
Bho-novo n. 118, que ero generosamente recom
pensados. Se protesta coaira quera a lver acou
uda com as penas da lei. _____________
Fetta da Santissima
Trindade
Por orden da mee rfgtd ra convido a todos
os Irmaos para assitttfBav as esperas, fe?ia e Te-
Dium da nossa Padroer, a qual lera lagar pela
forma sega inte :
Sabbado 25 do crrante so mel di) ser an
uncado por urna salva de 21 titn a vespera do
dia da Sauissima Trindade ; as 7 horas da tar:e
entrar o acto das ver peras; no domingo de ma-
drugada haver mista resida ; as 11 boras da
maohaa entrar a festa, sendo a msica eoroposi-
cao do professor Francisco Manoel L. dos Santos,
coja regencia est confiada ao Ilustre Jos (>>elho
Barbosa, os solos sero exucutados pelos ine.rures
artistas desta cidade e por particulares amad.ire.-
da arte, que bondcsamen'.e se prestara a abrl-
Ihaniar o acto. Depois do Evaagelho o Sr. Can Ii
do L. Rodrigues de Lima pr deferencia ao re-
gente da orchestra execuiar em saa flauta urna
phantazia de sna crmpoMco sobre motivos da
operaI Do Forcarl-dejis do que subir
tribuna sagrada o muitn se- ito pregado* Fr. Julo
de Santa Tberexa ; as 7 horas eotrara o Te-Deum,
cuja msica compo icao do mesmo maestro Coe-
Ibo Barbosa, ir.tnula.la Sanussirai Trindade, sendo
orador o bera conh dre Leonardo Joo Grego. Ero todos os actos lo
cara antes e depois a msica o 1 haialbao de
infantaria da guarda nacional do Recite.
Consistorio da irmandale da SS. Trindade 2i de
maio de 1872.
O >ecrelari",
M. G. Agr.
Hotel aa Independencia
Precisa-se de um escravo de 18 a z9 anuos
A pessoa que quer aiagar, oa quera quizer
a casa e sitio no Monteiro qae .foi do Sr. Domin-
gos Rodrigues dos Pas.-os, dirija-se a rn da Impe-
ratriz n. 21, vito que os (has senbore- qaea que-
riam .para ilug caira pesso, e ate o presente nao tenbam vindo,
talvez a pedido de alguem, so pata causar raais
prejoize I________________________________
Ignorandu-se onde residem os Srs. Manoel
Pacheco Moreira e Joaquim Jos Pereira Alhandra,
pede-se aos meemos senbores qae comparecam na
iandicao da Aurora a negocio de sen interesse.
ALUGA-SE
metade de urna casa na ra Jo Visconde de Albu-
qnerque, a pe seas espazes e sem ter bomem e
com pouca familia : quem quizar dirija se Boa-
vista, roa do Visconde de Alboquerque n. 47, on-
tr'ora da Gloria, que achara com quem traiar.
Attemjao
Ha urna pessoa com 25 annos de idade, e com
pratica de veader em estabelecimeoio de seceos e
molbados, o qnal deseja empregar-se : quem pre-
tender es seas servicos, por um ordenado muito
limitado, [oJe procurar na ra do Mrquez de
O!inda, antiga da CaJeia a. 43, onde abonaro a
identidade da pessoa pretndeme.
No engenho do abaixo assignado foi parar
nm vallo castanho, pertencente i Manoel Mari-
nbo, morador no Brejo da Madre Dens, que all
foi deixado por un sea portador de nome danza :
o mesmo abaixo assignado previne ao Sr Mari-
nbo que nao se responsabrlisa por algum estravio
que possa haver era dito cavallo. visto o furto
que bfja ba de caviles, em grande escalla, o que
c.'nguem rrais ignora.
Eagenbo Prazere- l de fbril de 1872.
Joaqoim Aives de B.
Procisa-se saber oesta' typograptiia
quem o procorador da senhera professo-
ra publica D. Leoncia de LaDa Freir,
U'gocio de seu iottresse.
&&&&&&&&&&&&&&
8 CONSULTORIO HOMEOPATHICO. X
i:R. CAMAX0VA
0t Largo da matriz de Sauto Antonio &
* ^
Consu'ias e visitas a :oda a hora. Me- **
* dieamenus e carteiras dos melhores fa- ^
JJ| bricacte?. 0
Pao especial
F^o especia! e commcm iodos rs dias as i ho-
r^s da tarde, de Birlaba especial : na ra de Ger-
vasio Pires o. i3, nova nadara americana.
para fervico externo de cas.
Irm-inaade do S 8 crameri-
to di matriz de Santo An-
tonio.
Em virtude do art. 41 do ompromissn, sao con
vidados todjs os ruaos da ir mndale do S. Sa
cramenio da matriz de Saoto Antonio para se
reanireiu do consistorio da inesaia irmandade, n*
domingo M dj correcta mez. s 10 horas da
manbaa, atira de se constituir a mesa geral que
tem de eleger a mesa regedora para o anno com-
promissial ue 872 1873.
Consistorio da matriz do bairro de Santo Anto-
nio do Recife, 23 de maio de 1872.
O escrivao
_______Francisca de Souza Reg Monteiro.
Aluga-se
Alugi.wmeUie Ueuma 'casa na roa do
Viscond d'Aluquerqoe, a pessoas .espazes
e SHtvter boaswn cora pouca famto :
qnfrqTiiz Visconde d'Aibs'iaerqie n. 47, ootr'ors da
Gloria que rehar com qneor. tratar. -
Urgentissimo
Dse a saber quem i3 Df sta c dade os
corresi ondentes dos senbores abaixo men-
ciona ios, porque se Ibes desejs fallir o-
bre negocio de interesie :
Joaqoim Jorge Figutira da Silva, em
Goyanna.
Jos Alves Pereira, em Gravat.
Jjaqnim Venancio Caldeia. em Bizer-
ros.
CoristovSo Bizerra de Menezes, em Bo.
nito.
Dr. Antonio Epaminonda de Barros Cor-
reia. em Caroar.
Coront.l Jo de Carvalbo Araujo Caval-
caote, em Garaobons.
Vigario Pedro da PoriflcacSo Paes e Pa
va, em A.-uas-Bellas.
Marcolmo Antonio Xivier, em Ingazeira.
Rodopiano Florencio de C. Cilomby, no
Brrjo.
SebastiSo N. Accioli Lins, em Rio For-
moso.
Ohtas avadadas a 160 e 200
o covad
Ra do Crespo n. 25.
Vende-se
ama casa com bastantes commodos para familia e
eicravos, com um pequeo sitio arbotisado e cer-
cado, tendo boa cacimba, lita na pnvoacio de A-
pipueo, ptrto da estac?o da linha frrea ; a tra-
tar na loja da ra do 3arao da Victoria n. 2.
Vende-se nm checheo muo man-
so, cantador e elegante : proprio para um
presente : quem pretender dirija se ao es-
criptorio de.-te Diario que acbar com quem
tratar.
i!
Parreiras
Saptizeiros
L'irungeir s
Abicatizeiros
e outras truias qna'idades de arrees frnrt'ff-
ras, e cetra. para adornar ma< e jardios ; enme
sejam as bellas qnalidades de acaiia-, cedros, pai-
meiras imperiae.", e de outras qualidades ; rt-com
menda-se a quem prrclsar de uranias contundas
P"r palxieiras do leque que esto a acabaren) se.
Nao preciso dizer qnanto ao acoodidoname.ru
das arvores visto estar sabido que no sitio do
abrigo ha capricho, assim como manda-re levar
aos tres bairros do Itecife livre de qualquer esti-
pendio : tratar em Olinda, no sino do Abrigo,
com estaco TVixeira Lipe. II* timbera grande
c-rilrrr*ntft de p's e ement'>< de ti re.
Cavallo
AVISu
Santissima Trindade erecta no convento de
S. Francisco desta c dade.
Convido hc-i irmos desta nir.nJ.de para con-
tinnacao la d:ScassSp o novo coicpromisso, quar-
ta-feira 29 do carrete pelas 6* horas da tarde.
O secretario,
MsnO'i Goncalves Agr.
Aluga-ie
nma :asa trrea com e".:
sita bo Mangaicho ; "a;
c. 31.
rm
-ia, margem do rio,
n tv.\ do Vigaric
Monte-po popular pernam-
bucano
De ordem do irrtao director convido a to-
dos os nossos irmaosa comparecerera co da 26 do
correle pelas 9 horas da macha oa igrej do Es-
pirito SinD, paramentados de suas msigoa?, afim
de assitirem a missa solemne que tem de ser ce
lebrada em honra de nossa padreeira a Santissi-
ma Trindade. Bera como em seguida a assembla
geral na sede de nossa asscciseao, aflm de ouvi
rera a leitura do relatorio seme-tral, que deixou
de ter lugar no dia 12 do correle por falta de
numero l?gal dos irroios.
Secretaria da aso;iacao Monte-pio popular per-
nambuco, ii de maio de 872.
O 1" secretario,
Manoel Duarte V.eira Jnior.
mwmm mmmmmm
Pharmacia e drogara S8
ffl DE I
m Pedro Maurer & O, I
i O b:ixo assignado parti:ipa ao respe:- H
lave] publico qie desde o dia 2 de abril 9f
^5 prximo passado passea a penencer-lhe S
flf o e-:sbelecmen!o de Pairo Manrer ft C. ^
gj na ra do Biro da Victoria, tuir'ora rr.a g
H Nova n. 2b', comprtl.enienjo-se lodo o S
al activo e passiTo da mesrea ca-a. O abai- SI
K| xo assignaio que desde muiosacnos tra- I
S balhava naquelle etabeleeimento c mo 5
I pbarmaeeoubo e chirci;o promttte e ga- |
gg ranle aj publico em gera! e aos s^trnres fW
~ f.culutivo- e:n parusolar da er"i-los B
I betn com a devia [romplidao e fideli- $3,
j^ nade. \ rasa -:.r::.nj3ra a gyrar ti- fiK
S so da ir.4 Peor Murer & C. j~r
J. Kirehhofer.
mmm mmmmmmm &m
8:t:o de Paranamifim
Aloga-se a qnem convier.
C osta essa propntdaUe de urna pequea casa
terrea com 13 palmos de frente, e dividida ea?
dnas S3las, cinco quartjs, eozlnha e copiar ; a'm
desta :em rrais oufa ea^a cum 3ma sala, dotlf
(juartos, ;och=ira e estribara. Esta propiieade
esi su f. maltratad, perqu os bons aquilinos
sujam, desircem, derrjbam o arvoredo, e creas
para qaeimar e vender, cada plactam, antes no
acto de destejar a propriedade disfrucara qcanlo
podein, levando o que lio
trcuxe;am,
as frac-
mmm
MiM


Nesia yfo^-ai >; a so r.reci3a fallar, o
rnais breve posvel, com os Srs :
Antonio laatu. B rgw.
Coronel Frn;is j i.aioni "Pereira da Silva.
Aogualo Hygiro e Miranda.
GABIN7K MBDIC3 C1RRGIC0
DO
Dr. limado Mctbhies Velloso
Pode, ser procurado a qaa! iner ho-
ra da ata ph da noute, prestando-se
aos chamad'ps fora da cidale jora to-
?;. prompiidac. !'..:-. -ualquer
'PP^tajo.
la coosn us da <". a- ,; r. ras da
rr.atnaa : a rila Nova n. 3.
U
II
11 W II ii Ul
mm k rna
ss Crsef. b. i, pri-
m a,&r, fivsc di-
O abaixo assignaJo avisa ao publico e com es-
pecialldale ao respeiaiel corpo do eommercio.qoe
tendo de fater nma viagein para Europa, dexa
encaTegado d? seus negocios o Srs. Joao da Sil-
va llegadas, Caetaco Ciraco da Costa Moreira,
Joo Antonio da C i-:a Moreira Julga nada dever
nesta prac, poreVn sealgnfm se julgar ertdor
aprsente seos titulos at o dia 22 do correte
mez, ra da Senzala-velba n. 90. Reeife 11 de
maio de 1871
_______________Domingos Manoem.rtin?.
O Houquet das Datras faz scieote ao respei-
lavel publico que coniioiU no corte de cabellos
ra i' de Marco D. ti, andar.
PrrMu-Mi aiugar urna casa terrea com bons
commodos e quintal, na Soledade oa Boa-vista : a
ratar na ru da Cadeia do Rtcife n. 33.
Feitor
Prcl-a-se na rna do Commercio n. 38, pr-
meiro andar.
Vende-se nm lindo cavlio andador e mnito
bom de carro e cabriolet: tratar na ra Nova
n. 43, leja.
Afigades
Vende-se urna casa de pedr e cal, com dous
qnartos, 2 salas, cozinha fra e quintal, na ra de
S. Miguel d. 123, onde chamara Alerrinho : a tra-
tar a rna do Cabng o. 2 B., a chave acha-se para
ver na easa junto a mesma.
Modernas e lindas casaquinhas
m\ par. senhoras
A agola branca ra Duque de Caxias o. 30
receben nma pequea quamidade de lindas casa-
quinhas de laa branca primorosamente enfeitadas
com setim de cores, obras essas tao modernas
quio lindas. A prov dessa verdade est no apre-
eo qoe Ihes estao dando as Exmas. apreciadoras
do bom.
Collares Royer
A aguia bran;a, > ra Dnqne de Caxias n. 50,
contina a reeeber por todos os vapores francezes
ama determinada quantidade desses apreciareis
collares, contra as conv.ut:5es e a favor da denti-
ca das crancas.
_i_
Escravo fgido
Auzentou-se da casa de sen senhor o escravo
Julio, de naco, idade 30 annos, altnra regular,
p< grandes e bem chatos, ora qnarto desloeado
signal bem vesivel, soda serapre encostado em nm
pao ; fui escravo do Sr. Gustavo dos Prazeres
Brainer de Sauto Aniat, cujo escravo foi vendido
oesta prar;a quaodo o Sr. Bram re'.irou-se dessa
cidade para a du Recife : levou diversas ron-
as, um sem e cabezada em bom estado. Quem
o pagar leve o a roa de D. Mana Cesar, ontr'ora
Senzaa .Nova n. 30, qu ser bem recompensado.
O respeitavel publico encentrar ama P rr-
meiro de Marco o. la no primeiro andar, sob a
denominacao de Bonqaet das Damas um bem
montado es'abeleciTecto de rciadezas, objectos de
phantasie, perfumaras e obras de cabellos qae se
vendem por preos ramio commodos.
O Bouquei das Damas tem grande vaotagem
de reetber directimenle da Europa todos os seus
artigos, e por laso acha-se habilitado vender por
menos preco que qualquer ouiro estabelecimento
que nao esliver as mesmas condiccoes. O Bou-
qcet Gas Damas nao adopta o sedico costume de
pomposos atnoncios com que costumam attrabir
o pub:ico, e smente o convida a combinar os
precos e qualidades Jle suas mercadorias eom os
de putroj. esiabelecimentos, e convencer-se da ver-
Jade que acaba de anouo-iar. Depois da chega-
Ja dos paqceies da Europa scieniilicar dos novos
artK09 aue .-r recebende. Para mi$ ommida-
\t das Exmas. familias o Bauquet das Damas es*
tari abero desde as 7 coras aa macba &,8 da
nome.
Ml!e. Marie Lavrrgne, cientifica aa suas Exmas.
cuentes que cntiia no mister de sua prcfisso
de penlejidos e medas ue cabellos para cujo flm
.es habis arUslas; assim como conserva urna
sala com as commodidades precisas para oa pen-
leados das Sras. servido este qoe ser felo pela
anouciante ; ra Primeiro de Mareo o. 14, pri-
meiro andar.
Alnga-se o Io andar do s.brdj n. 5 da rna
Imperial : a '.ra'.ar uo andar lerreo oa na fabrica
de vinagre sita na travessa do dito sobrado.
Anda es! para ugar-e^o V andar e so-
tao do sobrado Ja ra das Trincheiras n. 3i, com
commodos para familia : a ra'.ar na ra da As-
sompeso n. 8.
FHECISA-sS de nma muib-r limpa e sama
de bons cosmmes, para ama secca de nma crianQa
de !1 n : a iraiar na ra estrena d Piosano
n. I, das {i Yi n> jj maLha em diante.
Precisa ?s d; i
;ua do Racgel n. 0.
m ;u*noeira : na padarla da
A!ag.i-se a l.ja i... cas da roa ue Lomas
Valenlinat d. 53, amiga Agcas Verdes, a 18000
mensaes : a '.ra'.ar ca thsopraria das loteras.
fas verde?, portas, eaxflhos e oulras cousa- mal-.
Tem urna graade cisiona, tanque e bomba, cuja
agua potavel e liaa es'A boj i reiuzida a charco.
Tem urna ba'xa planta *a ds capim cheia de mal-
to Tie o Inicnvenienle de p^rarem os trens
defroute do p^riao que pezr de ser de ferro e
novo, e;! quebrado p r trombaihs das earreca.
Tambeo era a m visInhaaQa da estaco, a qaa!
sendo cousiraiia de forma a cao devass&r o sitio.
hoje p.-la brmlaie do chefe, tej arramado a^
taboas para improvisar janellas,' deMrniodo ja
parle do muro divisorio, e as cerca; guarufidas
som arcos dr fj.-ro para mais commojamette tre
partm n?.s arvores e divertir-s, reuciedo-se
para esse f:m os patusco1. Alug% e a qaem o
inizor, cora a seBaifjb ce o n?.o tornar em lam-
pina, coaserva-lo limpo de matto e qae p.gne o
alag.:ei com dinheiio : os pretenderes podem
dirigT-se all para ve reo, e para tratar lechare
a boiididc de mandar a pnca do Para::o c, 2i:
oa a raa do Barao oa Victoria n. )8.
Alaga se o armazem do socrado da roa do
Bom Je us n. 16, outrora da iuz: a tratar na
coofpitr.ra defronie.
Oaixeiro
Refinadores.
I
de m, pr*ta e hrilhan-
le^ seja qaal or a qnan-
. Na mesma casa com-
pn&-se os mmm me-
taes e pedras.
nnnmKiMiWMii
Trpcam-se
bo^s das calxas iaes do banco d) Draiil, cora
oeqoeno descont : oa Iota da ra do Mrquez de
OUndan. 88. '___________- *
-* Na Praca d* idependeccia n. 33 se compra
onro, prata e pedral iNciosa, e tambera se vende
ebras de ifua' ecpeefe. -
Precisa-se de refioaores : na raa de D. Mr.ria
Sesar, oinr'ora Senzala-nova, n 30.
Aos pas de familia
A profesora da qniaia cadera da fregjezia de
S. Pr. ?e1ro Goucalves, Mara Florentina de Gee?
Ci volcante, faz scienie aos pas de familia que a
sua aula te ach aborta desde o dia 29 d:> corren-
:e, na ra do Vigari j p. 5, 2' andar ; e pretende
'ratar sns alumnas c>;o cij cnidato e :'!o, n-
sinando irms tambem o preparo de Gores aniti-
eiaes
Prtc$a-.e e um caixeiro de 12 a ii naos,
que teDba urlica de tantrna : na raa, do Rangel
n. 36.

0 abaixo assigaado vai Europa e durante
a sai ausencia dexa por seus orocuradores nesta
prca ex 1 lugar sea mano Joaqaim Antonio Bar
b.sa, 2 Paulo Jo3*Gomes, 3o Jos da Costa B:spo;
e cjra procurafo especial para pode-lo represen
tar em todas as suas qnes'.oes civeis, erimes e
commerciaes ainamente o Sr. Jos da Costa Bis
do ; aproveila a ocasio para pedir desculpa a
lodos os seas amigos por nj poder despedirse
delles, o por c-:nsfcqaescia da fna ranida
viagem.
lote Amonio Barbosa.
lUi
Para acabar
De nm grande soruraenio de chap is de todas
as qualidadade; na praca da independeccia n.
38 e 40.____________________________________
Vende-se
am sorado de dons andares, sito roa da Moda
n. 19, e os terrenos qoe Acara nos fundos. Tem
frente para a travessa; da Companhia Pemambu-
para recolbimemo da algodo oa quvsquer ou
tros gneros, por ser peno do embarque : tratar
em casa de Tasio Irmaos & C.
COMPRAS.
GAIXURO
Na p^tana da roa Direita d. 8i pre:;sa-se de
nm S'fl)[ido f.aixe'ri.
fMHKIHA
Precisa-se de urna rauiner forra ou escrava que
seja boa cozuhira e engommaeira : a ;ra!ar no
aio de Jorga Tajso em io.- di Mangaipbp.
Precisa-se de am menino para ea'xeiro com
pratic oa sem e'Ja : na padana do pateo do Ter-
co n. 63.
Manuel Jo o La,.; BiIi-iAj pe o prsenle ue-
clara o.ai as duas pro;u;a;ors que den ao Sr. Jus-
tino Mariios da Atoeida para poder reeeber de
seus devsd-ircs em Garatlhira fkam de aenbua
effeito. Recite 22 de mam de 1872.
Ainga-se nm sjbradlcbo de nm andar muit
fresco, propro para rapazas solieiro-, ou pequea
familia, em Santo Amaro : a tra:ar na uliima loj
de faieda da ra do Livraraento.
NOTAS
lo banco do I
CUaee na ra do Pari da Victoria n. 63, wsgt
roa Nova. Jija de JoSo Joaqun: da >)staLe>'*
Trcca-se notas do banco do Brasil de snat
Compra-se ?plices
tm 'ua Nova n. ?3. loia.
da divida provincia
COWPKi-SE
moedss de ouro e prata na loja da roa do Mar
qaezsle O inda n. 58.
CUM?HA-S aid ecrau que sa.bi btu, tt
jorrar para familia de duas pesioas' p?gi-se bem
se agradar: rna do ApoUo o. 4.
atunim.
Urna pessaa vinda do mallo, precisa comprar
nraa casa defrco'.e da estaco das Cin-?o Pontas,
stodo qae algum prcpiietario qaeira vender di-
rija-se a me-ir.-i roa n. 82.
'Jompra-se ~T"
trastes novo? osados: ta roa do Impera-
dor d. 48, armazem.
VENDAS.
Padaria
Vod*-se a palana da Casa Forte, pertenceiie
a aorir Campo : para ver na mesma. e para
tratar cura Tasso Irmios & C
Pechincha em Corti-
nados a 7^000 rs;
O Pavo compren orna grande quantidade
de cortinados, delicadamente bordados,
proprios para carnes e jicellas, que vende
pelos baratos precos de 7^0CO, 80000,
90060, e 1O0COO o par, sendo fazenda
que vale 50 por cento mats, e vende-se por
este preco, per ter se feito urna granie
compra em leiio, como se fessem ava ja-
dos, mas garntase, que esto peifeitos,
iste ra da Imperatnz n. 60 loja de Pe: ei-
r oa: S Iva A. C.
CA1IBRAUS BORDADAS V 60000,
70OCO, e IO0COO
0 PavSo vende "Bnissimas cambraias bran-
cas :om delicados bordados a lan de cores,
tendo com bunitos raminhrs matisados e
salpicos de cores, sen'io mi i dos e graodes
e vendem se a 60000, 700^6 100000
por se terem comprado como avarisdos, m^s
garante-se que esto perfeitas, isto roa
da Imperatriz n. 60 leja de Pereira da Sil-
va dr. C.
CHITAS PRETAS AVAR1ADAS A'
30500
0 PavJo vende chitas pretas variadas
tendo 38 cavados cada pega, pelo b?ratj
preco de 30500, garante-se que estao for-
tes, peclrincba roa da Imperatriz n. 60
CASSAS PRETAS AVAKIADS A'
50000
O Pavo vende pecas de cassas prtas
avariaJas tendo 40 varas pe!o barato preco
de 50000, pecbincba ra di Impe
ralriz n. 60.
CORTES DE CAZINETAS COM A VARI i
10*00 rs.
,0 Pavo vtnde corles de cazicetas de
qadrinbos proprio? para ca'c^s e roupas
de meninos 10OO o corle de calca oa a
610 rs. o cevado, tendo 6 pjlmos de lar-
gura, e sendo esta fazenda tambera multo
propria para roupa de escravos e vestidos
da prelas, islo roa da Imperatriz n. 60,
toja de- Pereira da Silva A. C.
CHITAS COM TOQUE DE A VARIA
200 rs.
O PavSo vende chitas de cor fi:as c um pequeo toque de alaria 200 rs, o
covado, ra da Impervtrii n. 60.
PARA VESTIDOS DE LUTO A' 610 RS.
O Pavo vende merino prto enfestaio,
de pura tan, proprio para vestidos de loto
e tambera serve para roupas de homens e
meninos, por ser urna fazenca mnito leve
e venciese 640 rs. o covado, por ter sido
c&mprada como avadad?, mas afiancase
que et perfeita, na loj* de Pereira da Sil-
va &: C. ma da Imperaii: n. 60.
Chita avanada.
lia loja do Pavo veede-se superior chita
verde lisa e com lie. psqueno toque de
av.aria, peto baralis.imo preco fie 200 rs
o covado, ou 60000 a peca com 36 ova-
dos. E' grande pecbJDcha; ra oa Im
peratriz n. t0.
PECHINCHAS.
Kua do Crespo n. 25
Cuitas variadas a 110 e 160 rs. o covado.
Madapolao avariado a 0o0, 415C0 e i #R00 a
peca.
Dito f aoeez com 20 varas a ".
Cooerlaa adamascadas a 2i.
Cabiaia-transparenia a itOQ e -'.i.
Dita victoria a 4/, i#500, bt, eju 0 varas a
PAR NOIVADOS.
Bonitos ports buqnets.
Lindissimos leque de madreperola mol les in-
teiraraente novos.
Cortinados bordados.
Camisas bordadas para horaeu,
Finas meias de seda para Tenhir,
A Nova Esperap.ca doem tem I I I
DESAPPARECAM AS SARDAS
A Nova Esperanca a ra do Duque de Casias
n. 63, acaba de reeeber o bem conbecido lene
de rosa branca, e tambera leite virginal, os fute
faiem desapparecer as ardas on pannos.
Aos jardineires.
A Nova E aspeciae para jardineiros, sao as melhores que
ten viedo ao meaca.'o, a ellas antes que se aci-
bere.
Attendam
Qaactas vezes veraos cm lindo vst:'od(-
boa seda e com lindes desenlies, porm cera tae-
eofeites que diieno? com nos:o, e pena um ves-
,ido perdid", p-^qoe f por falla de d>.r nm pa*-
seto a NOVA ESPERANCA e comprar enfe.tes
que sejam adequsdos a fazenda: qnanlas vez's sen-
timos escapar de algum leo?o aromas enjoaiivos e
porque f por nao ebegarem a NOVA ESPESAN
CA e compraren) seus extractos ja to coobfcido-;
qnantas pess.s nao g?stam seu dicheiro e 'i!c;t
disso Acara desgostosi? ? por nao compra'em rb
jeetos que Ihes satisfnea, por nao hirem a NOVA
ESPERANCA onda encontrarlo o que de rrelh ir
e mais elegante ha no mercado, e est pur ta>
forma conhecida a NOVA ESPERO'C.V que qosn-
do em qunlqaer" reuniao ze v um cnito wfrite
am lajo, um coin moderno e. ctm certa traca,
quaudo se sent escapar de algara enco agrada-
rl aroma, qusndo se v lioalraente cual uer cot
sa xique, ninguem rais pcrgnnte dVndo foi tu
donde veio, cala um responde ou diz corosig
isto foi da NOVA ESPERANCA a ra Duque de
Caxias n. 60.
Caixas vasias
A NOVA ESPERANCA rna do Duque de Ca
xias n. 60, acaba de reeeber ora lindo aertimrai*
Je caixinhas vasias, sendo de mellos tamanhos e
cana e capacidade para dous armazens proprios -molde., (CDdo com'e-:peihos e sera ellcs, prorrias
para jotas, costura ou outra quaiquer i-.usa ; a
Nova Esperanca quera tem.
Albuns para retratos
A NOVA ESPERVNCA ma do Daque it Pa-
xias n. 60,- reeebeu bomsortiraento de ubmas :cn
msica e sem ellas.
Qaendo se abre um nevo estabelectaeTto de
modas ou s? concerta algum outro Sova l'.-f-
racr,a ra Duque de Cax:as a. C" eol)cea-*(
ni espectava para cbserv:.r os obj'ct de ii s
estbelecf:oQ''"s e ver se sao de qnsiidade oa
perfeicao mejbires ou gases aos seos e para to
caso de s'r:m m-lbo;e? e msis aperTe '.s <
Nova Es-Tanca tomar urna Tcao e d..r ,i-.:..
um passo avante vi-t- qu el'a com j tem d V
empregar todos os meios al-c de saU-Iaz r sua
cnn?tane fregu-:z;a mandando vir o q:e Ce
ihor houver no mundo das mod.s; mi oaa .' :
a Nova Esperas ;a qnando verifiea o*oijtrl'.-
desses estabelrcimen:os a que se refere fi-a des
gostoss e trite por cenhecer que cada iwovei-
ion em cbservarrlje^tos de mao giste, enrc el i
anna-se em ter co'-si.' ?eod art!go* f.ban
tasia que sem medo de errr p.de se d!rr os e-
Ihires que lera rfsdo a es:e mercado a p r pre-
go bem raxnaveis sgora xesmo acaba de reeeber
os segnictes :
Eatremeii-s e babidiehos bo^Jado?, scrtimfDO
in!is5io.
Entrimeics cera tr-s e ?e;; t-rsr, nev!
B.mitc enfeitrs psra ctb?;?.
Delicados rbtposiohos para bapt'sado?.
Bonitas saMQleta de plaqi.
Mens de seda pra baptisados.
Di!3s dr E:;;::j arrendaJa; para f:uh rr?
meninas.
DUas de Escocia de eflres sendo li;:aas
Lampariws para santuarics.
Jardineirat propriaa para iaej, ala dj vi Jade
E catres muitos artigos qaa a Nova E
dexa de m-:nci:.ra los para cao se temar mas-
Mete,
AO AMtti
lina d" Bario da Vi,una
NT.7^0.tr'n.ni Nf'.a_N.7
Snmpre no^o ortMBeitf( Calcado francs.
Bjf'na? para fcrrr,ns, hn: truifl aelltea, ir-r-
l-.vao rsqufta e p?rn, dnrarce ci tt tijn'i'a de
erni, pe ica ,-,m tOrji-ira r wm't, tirrr
pellica com linares e c :i i oiCes. uaie dos fbn-
cante? Sszt como Ce Polak.
Bnis roMiaa<, meias Iku? .ereetris e meta
p'roeiras para mrniaria.
Spales de v?(jueu de vernii eom seta d rta
deira, proprios pjr.i i i fiu-s, ,- u:% e Ll: ,
'arto para nnli.ra ene pfra' lunem.
Sapatos de borraetu para homen, tut e
niar.
B lina? e ab-iinadc-s de m-ailas (realidades e pre-
c.-s para meninas e renincf.
Sspatos de rerait, cliarlal, carerrira, tr:s
iv Hulado- e -1e irarn, Tr-ncei* t p-'tngn.
Perfumaras
Finos eziracto. banba*. cosmttico', leos, ota.
a-, t fo?es dfvttfriem, e:i* Im de iaran-a,
ima d* c< l.-igi"-. firiee, lene, la-ndf,-1 e<
'.oei, tiurura para.brta ". ? ''-. !" Si *'''
saboLe!e. a noiloa kttiffoa dahtaw, cora lr-
laieeos c extractos, tuto da pr a-ria .-ni...
lade dos bem eoiBecidct kbr:cantea, Piv*r t Cea-
dr*y.
duinquilhrias
Fino artigo', d*. Ptn*. d dirT-rwies gostci a
: >: n'asia, etino f-jain n HetBM :
Leqeea para "-r.h- :'.- rr -> han.
LvVa dr pr-!'i:a "Te Ii "'f ;, -:a
K-i -!li oiffemr*", par v g i.xe(.
ViJro-- avt h* pan fpe'hfl. .
Ca x thas rio cu-!:;a orae cm rrnsica.
\ ba e naadHafi r;'" rural*.
D'.rersas t-brarde taro de U
' rrentes de plaine" :..ra rtSdfta*
B -T.la> e etm de ita e nv ve'ludo.
1-ver-os objeclo 'e pnanta tara toilel.
Penclne, ocelo e befifaJta* */ laxe.
- I : fallas d>- b*leia. rapo t jorc.
P.Reirs de esprea para rhsrnU4i e fifr'
Esc i'ee; s de marea atara Sd, p.; tMpaa>
Dito Ttrertes pira ofr* ii f r:.ri-a.
!arteiras pata sm' e t%r? dtal* re.
Hala, b-'aas e ta ;i".: lis de art me para passw.i h' .
'co z ii as ;. tOr| ii ale pan |aa*.';.
AUt-joors -.rdn-parr:-c para c-ndn'rr.
ttamadeiri; drdarleite r*ei '*'! a erf>arai
Lrss de m Id are c. an ;.: i i (je4ri .
Hlcrs qusdr-s ja prurpiP! nm !S!">ffr.
{vstampas de Sontr, cnid- e pbalaaia*.
E*terioscopi e eoqarrae>a< .-nr r;.-** vi-t.
Oo'ecios ue maptee paia (eoeMMawi*.
t :' >, (-;- ::. : 'Tra rafr.
Barcos ^ie vr-. para erria'ar etlaae.
'.':r f ,-,..-.,, .,,,.,
i ?'---. It d tata, di mir, bafatel i d* aawie.
CB>Tanbns d<. m |a pr caamar erado-.
Searpj', aeccrdini, victro uns i ,?ra c
momnr-as e c-atrn '' lil rl ; a* qr l;-. -
Ifcar :< d'SIrefs de Bceaeioaat.
Eriaqnedos
Para crianfaa.
0 mai'r scr'Jmtto qne ie fHde de-;ir de |pi
arte d urjaqqedoa fabrK*aof r..~ r-<* : .:-*
ia Eor.ipa para er.'r'-'.f ntuli i. rr-r r. a
Presos.
Err. ':'.,' de D( l . - Hkti caL: -.
v.r.:- e 1 ... i '- BM .:. : M rr .-
J :i. C' vapor franc r r::a io Car: da ."
cu] de Ben t!
\.--,
""/:.'. a: ras f'c.p,- u qm.*. t a
; ;.- 1 .' > !. rt t.ne t r Be;
r.rP'.T" -lEf A',
X.; r^r.r:": ri-, e frt-r a ee .iih1'
:.<". Isrga !i rii>e 3i
Xir,p de ir o do
'.'f'fr.:s! p"r !'. : I 'orri ,
.- : :.' :; .-ri rr- :aiw -i ; i
':.- t >[:, s u ,.; vi ;.t r
. h-oii-r. te, a-: rr-a. e '.. e aii
. ?:.'..:,:-;' :>( rbc>
; r ;f* i.
da ferro.
ia e: p .. i :. '>rga
con 1 Tf -.i.
u Jtt fr ' h nTvnai
I: rp *?'U' (> . i
K,t rop !;- qa r . i .'..-::.
gn Dd< *i \t iret: e .-. !
ra a cv.r l "- rr-' ' ^o 1
TO GET
i r V' * rma . eirf- r v i..-
- i. lana il V -,'
Jo
ar
. a etn
frffl ?
i ia p..;?-
i awi
Veode se a i, i500, H, 5#800 e 6i : s ni
Colar da l'-au:.., a ra 3a l-iiperalnz b. ti 3.
nico dop1 s>to en Pernmbneo aesehar ;
tos G Schnerhasch da Babia, no eseripterio de
Cunha 4 NLata : vende se de todas as nnrcis. I
por precos etabelecides, e em poreio de 3.C-0O
para cima se dar descont : La ra do Mrquez
de Olmda n. iP.
Vende .-e por pr^j nato co.cm. o engfnb
Lage Fo:mo:a de pnmelr. safra, Ao mrg-m de
no Pirangy Graude no diar'iio da Colonia de F
raeoieiras distante ds estj;5a de U
onde tem de p<>ssar a e-:ra ia do g
correrte, cem safra nova, atimr.es e rodil bol
maceos, caos e tendo cejtenita ierras para plau-
'ajoss, aia vit(ens e bom cr*.*do cem van- \ ,,m fAr
iage;a de mosr con agaa du o eom multa fac-1 a t-ltl,
Udade rara enjo flm i roa 8e o itel para s MitJ
'^?o da obra,' qaes pretender dirija-so kiuga-
Ibes Mendes A C na ra Direita n. o* cu a;,
referido eaceoho, que acbara eom qo'm tratar. _
Morei'a lias,
^us fr'gaezes que
h!nas ar Ij
xp:errvdor.
Eftai achicaj
!-;. d; latai e x;
DOtos ara rr.:.:;
sio trr. to ra pr
:sm a tomar roe
r opa i
t. ren ': a ras
jo espora Sf
;r.r::
raa
K ar.sj
r r.V re*btras de-ejada rr.-
p, :'..:r.do allaa eeta t^-
^ra a un rea: obre a c~-
.er.-r cv rate de rice i
d circ-.r p<(a de r
s para >s pejPi- qne tt 6"-. -
p para arar r Fngommar. ki
/fvprerrf Vr ;hi qon ftel
JCern da (i-, ma t lempo (JM
ce enclug.r p f,-der-p nr-
, Colonia c Pi tft-.jw M_iDu e 0 at:0 ,^ WfU^
verno'&e^^n^iK ,*& !**?***
J i. KoreiraDias
itn>rr.60!e em ra .rroazem a roa
r. Sil e t^e ? r pr.;i entrando o
fl
Predios.
Veode-se os predios na C tmba do Carreo n. 9,
raa d Flores n. i, t vasJ da mesma o 1, e
urna rat:-Rua r.a prs ;.i a Concordia n. 2 : a
tratar coxd Jos fgoaeio de Avii'a a ru o?va fle
Santa Rit, errara a vsper.
g'nte
G'" .*>. emlto3ei J. 97.
> .Rnc'fHvijootae pa- tima de hah-io.
i/ra- a *rr era ec'xao ds a^Ia prtwri-i
- ,n rprisrlte-ro.
Excillente aea^MyaS ^ D?ra M d(? -e,he m
.Ma e, moc*. eudokei |' A> f brtcaata Cbr f
ioao. reeolhida, no ico de Mi'>> "T'iifc.
otnhM para moer caf a 2500.
Saiu brancas a il.
Corpinhos bordados para sentara a 3.


dH
Salitre e barbaate
O 52 tem par* veader urna grande porcao de
sau-e e barbante de l qnaliJae, or prejos ba-
rtij'ioK- : os ro do Barao it, Vfri p. "1
Veule-se cma escrava ino
lava e eos*, lado com perfe
tero vicio alpum ootri axaqaes t di' exceli^oii eoo- j
dnc'., c qua e garau.a. O ucico motho arstat
ver.da eta nao qnere.r ir para f rauxo para ontt".
sua senhora tem Je mnda'c : para vfr e tratar i
na rna da Sabia Cu? o. 3.
Agu K'nria vadetia.
\Jacbl- pira eopar ,*!rts,
:haci-.'s de vdro para aaietn a faz.
oaudieiro? para g-/
Vende-se liados candieiros de brr-Qte. per pre
jos inferiores ac que eustarau;: raa o' impe
rador c, 31, escrp'.crio da eaip"Z3 d. gaz.
SITIO
Engenh?.
"tcie-se ur negjiio n.alic ccamaAo o ttt'-
L.r _.;,, acia i ta esu{ij de Una qaatrv e-
; g..;..-. Nao t:ti comileto de obras prr ?er tiu a
! primflra afra qoe m.t, wi* \nn imuea letji
.'' ? 'j: vr:..- qaiJe e ijiu ata. Vea a* se
^.il....!.-,:^,..! -,:e : sfra Jada, mk.'i
cj pr: ,' i, ^ ;-,. : a ,,iUt oomm)f..
iS, t rs itfvrmar i ro
rea Aogaata B.-280
Veade-se>r si; o siaaic Ca travesa de S-r.;-
Aiea"
qire
mi
ds, bs3tan: rvces d:> frudas e li-rrtno para
p*ao!ac"es e b#xa p.ira rpim, erro, boa agua di
beber: tratar na ra do Con:mer:o d 10 V
andar.
uoaro a Salinas n. i\ deabmlaa4lt-dacii>,f V
|U tica p?r.u da Eslavo di Encruha'.i do Ca> .. .
aiobo de ferro de Olind, cora, boa ca*a de viven-1 ^ cluj e vi
Vinho vFtf
V"tLje-3t orna casa de pelra e ca! aia0a2
Ulumameale, na esira Ja nova de Ber.er.be. bco
muilo bons commodos e com mais de cerr ptlm-"
de leras pfiieoce:ies a ruesma casa, para, qc^m
quizer edi;-ar : a tratar na raa do Rauge! n, 18,
Luyas de pellica
S i --JA Dl'Qrjfi DE CAXIAS-.H-3
Angnxtd PottJ neebea pe) paqaM ^^
no o sonimanlo de lavas de penj er.-a baKT
' oa? rooderoas de seda preu.
i.!.-, 'de superior a ifO r. gr-
: : i.k ;ua d. r.aagd n. 37.
C.mto^ ?..iil.cd.
Salitre rtticido.
Eozofra.
Ctrvfja, Lio.
itw, Sforir1.
Idm Noruegi.
dem, Caristiania.
Tin-a em barrea*.
Tintara para el ee
T.u'a de temer.
F.rtBba de maaeioca
PRas novas,
a pr preco eooimodea, ao anrizea
n. I3r da raa de Dr-m.ogo *^ Pire, u-
; .ra S
i


-J
man d Femaifcimt* *Sexla feir t\ d Mrf"^ UTAS NOVIDADES FAZEIMDASl
Que se liquidam na loja
DO
"PAVAO
A RUADA IMPERATRIZ
,. DE
FLIX PEREIBA DA SILVA 8: C.
PAR APURAR llAHKIRO
Neste importante estabelecimento encontrar o respeitavel pblico om avultado sor-
lmenlo de fazendas, tanto de laxo como de primeira necessidade, as qoaes se podem
vend-r mais barato do que em outra qualqaer parte, attendendo as avaltadas compras
de fazendas, assim como por todos os vapores qoe cbegam d'Enropa se recebem novos
sortimeatos de fazendas de gosto e ama collec?3o dos mais modernos Agricos, as pes-
soas que negociam em pequea escala podem vir sorlir-se este estabelecimento, qoe
se Ibes vende pelos mesmos precos, qae se compra nos armazens hglezes, de todas as
fazendas se dio anustras deixando ficar penbor. O estabelecimento do Pavio
constantemente aborto das 6 boras da manba s 9 horas da noite.
Hambargo de paro linbo tendo dos
nameros mais baixos at tos
.1:000
Lanzinbascom qaadrinhos deseda,
sendo de muito phaoiasia, o co-
vad a rs.......
Lanzinbas tecidas com seda, sendo
com bonitos gostos inglezes
muito proprias para senboras,
que tem de viajar, o covado a rs.
Bonitas llajinhas de cores, o ca-
vado a rs. 320 e .
Poopelinas de lia, largas e lustro-
sas, o covado a rs. .
Gambrias transparentes irape-
riaes, a peca......
Organlys branco tanto de listras
como liso......
Fnst5es brancos para vestidos e
rcnpas de meninos, o covado a
rs. 400, 8C0 e .
Tari ii >na branca e de todas as co-
res, o metro a rs.
Fs br- neos, lisos, de salplcos e
lavrados, o metro a rs. 700 e
Cortes de grandmele cores com
18 covsdos a 120 e .
Cortes de medina matbisados com
bonitas r arras e maita pbanta-
sia a I5000 e ....
Gorgorees escaros mui'.o encorpa-
dos p: ra rnuprs de meninos ten-
do msela de seda, o covado a rs
Para noivas
Gorgur5o de seda branco muito
encorpado, o covado a .
Grosdenaple b^nco moito alvo o
cova Dito laigo muito encorpado, oco-
^ado a......
Settm branco maii.) alvo, o ova-
do a5500e .....
alpacas brancas Ustiadas inita-
co de se la, o covado a .
Ricas capellas com v >s a .
C -rtinadis para camas .
O 'chai d damasr j de laa, a imi-
tafia de seda ....
has de croch ....
FAZENDAS BRANCAS.
Pecas d'alcodaofinho america-o
a 30*00. 40, 50 e .
Br. T.ac'.a d'lgodSo com 10 pal-
Di s de largura e muito encor-
nado, vara a.....
Dito d9 linho mnito encorpado
cora 10 palmos de largura, o
metro a 20000,25500 a .
Dito francez muito Ano, o metro a
Algodosicbo entestado psra len-
Coes com 8 palmos de largura
e muito encor jad >, o metro a rs
Dito trancado com a mesma lar-
gura e muito encorpado, o me-
iro a.......
Atoaihado de linho ad mascado
com 8 palmos de largura, o ne-
tro a.......
Dito de a'god5ocora a mesma lar-
gura, o metro a .
Dito Ucochoado fazenda- de muito
g.s-ocom 7 palmos de largura,
o ; 1ro a 10800 e .
Dito trancado com 8 palmos de
largura, o metro a .
MADAPOLiO FRANCEZ A 70000.
Na 'oja do PavSo vende se superior ma
dapo;o francez pe'o brratissimo preco de
70(CO a peca p. chincha, ra da Impa-
rat iz n 00, loja de Pereira da Silva 4 C.
Na loja OAip.aKatQ t rut ** Imperatriz n. 40.
ha urna grala^qnaajdade de paliioj^relos de
alpaca que M veniem pto baratsimo preco flr
3*000. por ser grande porcao i roa da Impera-
trii 10.
; P. cas de algodoiiobo tom a 3*000.
KEI1EII t ti
Ra do Bom Jess u. 55
Vendem
Perro gavaloisado era folhas para te-
ibas.
Lsile condnsalo.
Cognac Martineta.
Vmho de Bordeo; em caius :
Tommard
Volmay I
Haoi Flerne
Penillae
Vinho do Rheno :
Seharlachberger
Kis^eshetmer Berg
Hochkeimer Berg
Marco Crumer ansese
Kaaentbaler Berg
Steinberger Catinet.
t
800
800
500
500
80000
10000
700
960
160000
200000
GiO
40500
20500
30000
10603
150001
MADAP0L.0 INGLEZ A 60000.
Na lo';a doPvao vt-nde'-se madapolo in-
glez de superior qu'.lidada com 24 jardas
1 el j barato prego de60OCO a peca, grande
pechincha rna dalmperaliiz n. 60, oja
de Pereira da Silva.
mais subidos qoe vm ao mer-
cado .......
Cobertores de lio para camas ten-
do de varias qualidades .
Ditos de algodao a 10280
Colchas de fusto para camas,
tanto brancas como de cores.
PARA HOMENS,
Pa'.itts de panno preto e de casemira de
cores sendo mais modernos e para todos os
precos e qualidades.
So brecas, eos de panno preto de
todas as qualidades ,
Colletes de casemira preta e de
cores .......
Ditos de gurguro de seda tanto
preto como de cores .' .
Di os de brim branco. .
Calcas de casemiras de cores ten-
do de 60000 a 140000
Ditas de dita preta de 60 at 150OCO
Ditas de brim branco de linho de
30500 a......100000
Camisas finas com peilo d'algod j
de 10600 at.....3*000
Ditas com peito de linho tanto fran-
cezas como ioglezas, de 30500
al as mais finas que vem ao
mercado, ten .'o tambem borda-
das e em duzia faz se grande
differenca em prego .
Ditas de chita franceza mindinbas
fazenda de gosto a 20500 e 30000
Ditas de lahella de cor a 200.0,
30000 e......3050o
' | Ditas de mela de ia muito finas a 40000
Ditas de dita d'algodao a rs. 8C0,
10000 e......105CO
Seroulas de panno de linbo i 20OO
Ditas fran;ezas de linbo a 208 O e 30000
Ditas ditas de algodao a 10600 e 10300
Collaribhos tanto de linho como
de algouo os mais moderno*
que tem viudo ao mercado .
Puuhos de linhos o> mais moder-
nos .......
Redes para dormir de d.ffcrentes
qualidades.....
Chambres de chita e de cretooe
Meias cruas fr.ncezas e inglezas
que se vendem a duzia a 30000,
at 80000 e.....100000
EXPLE.NDIDO SORTlVIENTO DE GROSDE.NAPLE
NA LOJA DO PAVAO
Bros d'Angola.
Manthas Brasileiras.
Grane pschincba em panno a 30000.
Saias bordadas a 40, 50 e 60000.
As 3:000 saias a 20000
GRANDE OFFICINA DE ALFAIATE
Pereira da Sirva 4 C. teem a hftnra de
participar ao respeitavel publico em geral,
e a sens numerosos fregueze?, que no sen
es'abe'ccimento de fazendas, tem montado
ama magnifica ofcina de alfaiate, aonde
remanda fazer qoalquer roupa de encom-
menia, tanto para bordens como para me-
ninos com a maior presteza e per?ec5o, no
mesmo estabelecimento se encontra um
avallado sortimento de todas as fazandas
para as me-mas obras de encommenda, as-
sim como para qualquer lato: tambem na
mesma ofcina se encontra o perito mestre
Pedro Celestino Soares de Carvalho, espe-
cial para fardas, tanto dos Srs ofQciaes de
guarda nacional como de tropa de linba, os
quaes serio maito bem servidos por mdi-
co prego.
MADAPOLO A 30000 APEGA
Vendc-se superior madapolo inglez com
12 jardas a 30000 a peca, grande pechin-
cha, na loja do Pav3o ra da Imperatriz nr
60, de Pereira da Silva C.
***** ** ** ****
Eibras sterlioas.
Vende-se no armazem de fazendas de Angosta
9. de Ollveira & d, rna lo Commerclu n. ti
A MAGNOLIA
As floristas
A Magnolia receben pelo ultimo vapor o qne
as senboras floristas precisaren) para (abriear flo-
res, como se) ara :
Pestilbas de vanas core.
Bagas de vi J ros de di ve.'s s modelios e tama-
nhos.
Olhos para mal me qneres e cravos.
Clices para rosas.
Bagas donradas para flores.
Pulhas verdes, enceradas, prejas e de sores sor-
(idas em tamanh) e feitio, etc., etc.
Melas deliii\
A Magnolia ra Dnqne de Cazi n. 45 rece-
ben dessas meias, mnito boas, e vende por menos
do qne em outra qnalqner parte a ellas, antes
qoe se scabem.
Oanditleiros econmicos
EMPORIO COMMERCIAL
\ m Di IMPERATRIZ 15
DE
Ulyss 38 & Irm&o
Neste j bem conbecido estabelecimento encontrar o respeitavel publico um peocc
de tudo por mdicos precos, e tendo seus proprietarios resolvido liquidar algons artifot
de qoe se comp5e o mesmo estabelecimento, vende-os por menos do sea ctulo
COMO SE JA

64000
1,5800
3000
3^000
9fiO
1^200
3,5000
2<000
2^000
1,9600
a casa da roa dos Gnararapes n. 11
o commeudador Tasso.
CEMENTO.
O verdadeiro Portland: se'vende na
ra da Madre de Deas n. 22, armazem de
Orculos delphicos
,b este titulo acabara de er impressas cin-
coenta pcrgnotas e re^postas para entretiraento
de r>"ui'es familiares as nou'ei de Santo Anto-
nio. S- J< o e S. Pedro.
sas pergnntas e re-po.-tas inteiramente nov:s,
sao iatere.-sante3 e divertidas, sem qne offendam
conveniencias ou regras... de boa sociedade.
Sem seren propriarr,eote o qne entre nos se
cbamam sones trat .in de desvendar misterios e
segredos, ntimos pensamentos e futaros succes-
scs.
S mpre adeqnidas as respostas expressaro
mnitas vezes aqnillo qu nao se atrevera a dizer.' Joo Martins de Barros,
a nao ser em brinco, servindo o oihar on o modo'
de dizer de darlhes torga necessaria para aquel-
es a quem sao dirigidos.
Cada baralhinbo cusa 11500 e acbam se ven-
da na livraria Eeonomi:a ao p do arco de Santo
Antonio, e ontras.
A SOMNMBULA
.Novissimo livro de sortes para as nontes de
Sante Antonio, S. Joao e S. Pedro.
Acaba de ser publicado o livro cima, o qnal
contera nma linda collei'cao de bonitas, inleres-
santes e chistosas sortes e igualmente nma col-
ecco de recitativos compostos por grandes e
Samados poetas de.-ti epocba.
Cremos qne este livro um dos melbores in-
tretimentoi para as reanides familiares das iSo
festejadas e sprecUveis nontes cima ditas.
Actaa se venda a 1000 na livraria Econmi-
ca ao p da arco de Sanio Antonio, e em ontras.
Os candieiros econmicos sao na verdade de
inven^ao agradavel, priva a qnem desejar embel
lesar urna s.i'.a de fazer Inas despezas, pois qae
tirando-se-lhe o deposito onde se conserva o gaz.
torna se um lindo jarro para flores-: quem tem
a Magnolia ra Duque de Caxias n. 43, e vende
barato : a elle?, porque tem pouco?.
Nao rol intilmente qne a Magndia mi Dn-
qne de Caxias n. 45 fez escropnlcsa escolha
sens correspondentes as diversas parles da Eu-
ropa, porque agora tem a satisfaga; de ir rece-
ben Jo sens pedidos, vinlo executadoscom tanto
esmero e go:to, que se ufana em expo-los apre-
ciado dos amantes do bom, tendo a certeza de
serem pelos mesmos apreciados.'
A Magnolia, nao est descontente com a fre-
gu zia que tem adquerido em lao pouco t-.ir.p--, e
estorba se para muito mais; visto qae tem con
vtc^o de ser commoda nes precos de suas mer-
caduras, ztl.iza em bera servir a sna fregnezia t
abominar a care-tia.
Ao bello sexo com especialidade. a Magnolia
pede quo venha ve la pessoalmente agora que tem
reccbdo parte de inas encommendas, e pretende
ser razavel nos pregas tendo a eerteza de que o
snpprir do que bom e razoavel.
A Maguulia, se se tem- e.-merado em ter um
lindissiu-.o sortimento do- qne ba de melhor no
mundo das moda?, porque nao deseja que sen'
freguezes sejam mal servidos em outra parte,
com objectos de mo gosto : e as:im apresea-se
em mencionar alguns.
Bonitas gollrahas -e punho?, transparentes e ta-
pados, fazenda muito tina novidade.
Camisas, de linho muito uno, bordada.e pnn
prirs para noivos.
Cbaios de velludo e palba de Italia nltima mo-
da, para senhora e meoia.
Chapellinas de coros e pretas, (novidade)
Ricos enfeites para senhora,
B. Ditas flvelas de madr Melos aderemos pretos, escoletas, vollas, cruzes
brincos e rozelas de gjSto moderno.
Variado s-.rtr.nento de cap-jilas, bonqnets e si-
pos de boioes de flores le laraogeira.
Flores de cSres e pretas para chapeos e cabel-
los.
(Jobas de lados os oumeros para croch e bor-
dado.
Chpeos de sel e bengallas com boaitos cabos
de marQin.
Bonitos chapeos de sol para senhora.
Jarros transparettes para flores.
Ricos port Jotas, port cartoes o port-moaey.
Umitas ealzinbs com perfumara, propria para
presentes tenJo dsticos as tampas.
Ditas erna -. naros para costara, ricamente en-
felt'.-ias e com uiu:ica.
Bonecas, ricamente vestidas.
Lindas bolcinbas de velludo, com estojo para
costura e sem elle.
Albuos para retratos com com capa de madre
per jla, marim, dsso e madeira.
Livros de missa, cm capa de raadreperoK
marlim, dsso e tartaruga.
Carteiras de chagrn, com estojo para algi-
beira.
Navalhas muito fina?, com cabo de marm e
tariarnga.
Grampos com flir de madreperola, novidade.
B mitas caixas de tartaruga para rap.
Stpatos de Ia, bordidos em talagarla.
Camisas bordadas para boraera.
SO" NA
MAGNOUA
45Ra Duque de Caxias45
DE
SA' LEITO, FONCEC.V de C.
COSTURA
Cbegararoao Bazar Universal da ra No-
va n. 22, om sortimento de machinas para
costura, das melbores qualidades que existe
na America, das quaes maitas j sao bem
conhecidas pelos seos autores, como sejam;
Weller & Wdson, Grover dr B)ka, Silen-
ciosas, Weed e Imperiaes e entras muitas
que com a vista devem agradar aos com-
pradores.
Estas mac! as tem a vantgem de tter
o trabalho que trinta coftureiras podem
fazer diariamente e c"zm cjtn tanta per-
feic3o como as mais perf itas coslureiras.
Garante-sea sua boa i|ialiddee ensina-se-
a trabalhar com pe'fci.i fm menos de urna
hora, e os precos s5o 5) cornal dos qoe
devem agradar aos pretend -ves.
^^hp^i 'mmm
al A ra d Commernon. :-., e-*,r;pto- m
gr rio de Jos Joaquim da C la M33, en- S
I contrase para vender ^.- commodos 8
| precos : jS
5 Azulejos hespanhe?.
Fdlbas de ferro |aivaniiado para telha- Wt
M do de diversos tamanhos.
Ditas de dito dito lizas.
I Bicas de ferro galvanizado.
Cumieiras dito.
I Portada? completas para cantara.
I Ladrilhos.
Garrafas de vidro Bacarat para vinbo a
H, U e "0000 o par.
Ccmpoteiras a 6$ e 7,0000 o par.
Copos de vidro fino para ?gua a 40 e
40200 a dnzia.
Clices de vidro de cor fino para vinho
a 20000.
'Meios appareihos de louca iogleza fina
para janar por 50^000.
Pratos e diversas peg;s avulsas que se
vende b rato.
Jarros para flores de 30 a IBjOO o
par.
Clices de vidro fino para licor a 20800
a dnzia.
Vidns de chamin para candieiro a 20200
e 20400 a duzia.
Globos para candieiro a 10000 e 10800
cada om.
Bonitas quartinhas hamburguezas a 40000
e 40200 o par.
Escarradeiras de vidro a 30000 o par.
Ponhos de linho para camisa i #000 a
duzi.
Collarinhos de linbo para camisa a 6f a
duzia.
Anqnifias de crina para creancaa M-
nboras, de 30 a 40000.
Cortes de carabraia branca de cordo coa
8 1/2 varas a 30500.
Fronbas de crivo a 560 rs. urna.
Cortes de castor para calca a 10280.
AlgodJo de lista a 260 rs. o covado,
Co'xas branca adamasca'as grandes i
30000.
Cobertas de chin grandes a 20400.
Superior brim de ttaniburgo de linbo & m
10 palmos de largura a 20800 a vara.
Bjuilas frocteiras c na tabjoetea de fru-
tas, propriaa para presente a 40000.
Lindos livros com extractos e sabonetas
a 20500 e 40000 para prsenle.
Oleo pbilocome a 600 rs. o frasco, a
Farioha d8 mandioca
Superior e Tuito propria para mesa, em barr
ricas de farnha de trigo ; a 11*000 rs. a barrica
nos armazen? de Taso Irmaos 4 C.
Grande quan'.idade de arandellas para
dependorar a parede, de 10500 a 20000
cada urna.
Temos de bandejas a 70000.
Paliteiros de porcellana branca de 10000
a 20000 cada um.
Lava m5o de zinco a 40500 um.
A'godo inglez para roupa de escravos e
saceos a 320 a jarda.
Tapetes avellodadcs para qoatro cadeiras
a 250000.
Um grande espelho moldura dcorada por
800000.
Lindos albuns para retratos a 1000.0
cada um.
Bonitos chapeos de velludo para senhora
100 e 120000.
Aberturas de linho para camisa a 1O0COO
duzia.
Fitas masnicas
Amara', N.-bnco C. venJem fitas micimca-
le diversos grao?: no Bazar Victoria, ra do
Baro da V Ctoria n. .
Cerveja de Noruega
Verlalefra e snperior : venda nos armazeo
de tasso Irmaos & C.
a tratar com
Canlnho americano.
Vende-se nm carrinho americano com 4 rodas,
4 asientos, lanca para do as cavallcs, arreios e
varal para nm. Est em perfeHo estado e pintado
de novo. Qnem pretender pode dirigir-se ao caf
Imperatriz, que achara pessoa competente para
mostrar e tratar do negocio. _____
Graude peehincha.
Colletes de casemira, mnito baa fazenda e lin-
dos padrSes a 3j, ditos de brim branco superior a
?i paletots brancos de fustao a 44 : na rna d o
Baro da Victoria n. 14.
Vende te nma machina de coatara de don
pospontos, a qnal tem pouco aso ; na CaaoMa do
Carmo o. 4.
ESTRUME
O liquor de ammoniaco, das fabricas de gaz,
nm dos Estrvmes mais recorrmendavel para rer-
tilisar a trra. Pde-se obter.na fabricado gaz,
em S. Jos, que tem para vender, a 200 res a ca-
ada.
Vende-se ama escrava, perfeita engommadeira,
cozinheira e propria para ama de lete por ter
este bem abundante sendo a primelra barriga -
atratar na praca do corpo santo n. 17 tereeiro
andar.
FAZENDAS E ROUPA
FEITA
Ra do Baro da Victoria
numero 14.
Panlaliao & Irmao tem a honra de prevenir ao
respeitavel pnblico qne acabam de abrir nm esta-
belecimento de fazendas e offlcioa de alfaiate son-
de se encontrar sempre nm variado sortimento
de fazendas e casemiras pretas e de cores de de-
licados pairoes, pannos Anos, casemiras inglezas
e franeezas, gorgnrdes para eoliete. brins de linbo
o mais fino qne ha no mercado, etc. etc. Garan-
tndo-se aos seas freguez'es toda a perfeicao as
obras por ser o mestre da offleina de alfaiate in-
signe em sna arle.
Vende-e farinha mnito boa da Ierra em
ecos de SO calas por 5*000: na armazem do
Guerra.
A' l>ja da prsQi da Independncia chegou neva
remessa do muito acreditado rap Paolo Cordeiro
viajado: vende-se a 1J800 ris a libra. dem
comeara a 1*200, gasse grosso a 1 600. dem
floo a UGOO, Roma a 16 0, IWfio franceza
44500, Lisboa a 3,000, Relo da B hia a 2i, Prin-
Ceza da Bahia a I200, Amarelmho a 2*000. Ven-
de-se em libra e a reislh", na rceMEa I ji n. 5.
especial
Rap amarellinho Princeza do Rio de Janeiro,
enja qualidade ma.lo superior ao fino rap
Princeza de Lisboa ; vende-se a rna Primeiro de
Maarco o. 6, cbapeleria Imperial.
A. Bonniot e C.
Chegou nova remessa de verdadeiro afamado-
cognac supra, nico deposito em .casa de H\nry
Willmer, ra da Cruz d. 13._________
Pedes' a Rocambole,
Realmente sao engranados esses pedes 1 enge-
nhosa e distrahe mnito esta nova nvenco t na
Mgnolia a ra Duque de Caiias n. 4o.
Roa do Crespo n. 20 alpacas mezcladas com bar-
ras a 500 rs. o covado dita lisa de todas as cores
a 440 rs. o covado grande pecbiacba loja de
Gnilberme C. da Cnnba & C
VENDE-SE
Um grande sitio na travessa da estrada dos
Remedios com ama grande casa de vi venda pro
pria para numerosa familia, est em bom estado,
tem nma magnifica capella, mais duas pequeas
casas no mesmo sitio proprias para feilores ou
escravos. o sitio todo murado, est bem planta-
do, contm grande quantiiade de arvores (mel-
feras e nm encllente viveiro e um bom porto de
desembarque : tratar na roa Tnom de Soaza
n. 4 onl'ora roa da Lingneta.
VENDE-SE
Retalba-se nm terreno na estrada de Joio da
.Barros por barato preco : tratar na prac. Iode-
I pendencia o. 39.
Arroz de caica
Superior em saceos muito grandes: nss arma
zens de Tasso Irmaos & C_________________
Era casa de Tisset freres, na ra do Com-
mercio n. 9 ha para vpoder :
Agua de Vichy das fontes BanDeiwe, Ce!estin,
Grande Grillo, Hosp.lil Me3dame.=, em caixas
de 50 garrafas.
Agna de Cbateldnn, excellento agua de meza,
em caixas d-SO amias.
Agua de Vals das lontes Presiense, Magdane,
Desire, Sante Jeaf, R'golette e Donimiqce, em
caixas de 14 garrafas.
C.'gac das marcas : Rlanc'-y frres & C.
Royer 6-aillet & C.
Martel f, eres -le Velros.
Bonitos candieiros de jarro a 160000 um. mnitas ontras perfumarlas lese v rato, como seja : sabonetcs fieos a 10200
20000 a dnzia.
Chapeos para baptisadode enanca a 205OC
e 305CO.
Coques para cabello a 20000.
Cadarzo branco a 3G0 rs. a dtxia.
Dito trancado largo a 140 rs. a ptea ees
4 v;ras.
Caia de papel amisade a 700 rs.
Dila de 100 envelopes a 400 ri.
Duzia de pectes para alisar a 10600
10800 e 20000.
Bonitos chapeos de palha com aba f rra
da, para homem a 40000 e para menino a
30000.
Sortimento de meias para bomens, senbo
ras e crianc, e mu tos ortros artigo? qna
deixemos de mtncionar, e qu? goaliltDU
vendemos por precos commodos.
n
O EMPORIO COMMERCIAL eacarrega-se da factura de roupa por medida, e capn
cha em bem servir aos freguezc?, tanto no com^rimenlo de seus tratos, como na bo#
qualidade de fazendas e modicidad- e prtcos.
PECHINCHAS DE ROUPA FEITA
O EMPORIO Cf MMERCIAL vende paletots fraque de casemira fina bem ac^do*
a 180000, 300000 e 220000. Puletts saceos de casemira preta e de cores de 70000 :
120000. Ditos de merino prfelo de 70 a 10000. Calcas de casemira prtta e de co-
res de 00 a 120000 cada um?. Colletes de casemira de 30 a 40000. Calcas de bnm
muito bem feitas de 20300 a 80000. Paletots de alpaca fina de cores, branco e prett
a 20500 cada um. Ceroulas de liuho a 2)800, e de cretone a 10600 cada orna. Cal
Ca de castor a 10700 ; superiores pannos finos, casemiras e brins.
EMPORIO COMMBBCL1L
15 Ra da Imperatriz 15
A pega da algodao azal avariilo cora 56 cova-
dos a 5500 a peg, de graca : na roa do Cres-
po n, 20, loja do Gailherrae l da Cunta & C.
Grande liquidado
NO
ROYO BAZRD MODA
A
Ra do Baro da Victoria o. 50.
O novo proprietario desle estabelecimen
to desejaud) liquidar as fazendas existen
tes resoiveu fazer grande abatimento em
sens precos a ssber:
Cambraiohas de c: de 640 o metro
400 rs.
L5as para vestido da 000 o covado
400 rs.
Ditas de 10 a 500 rs.
Ditas de 10COel04OOa 700 rs.
Ditos de 10600 e.10800 a 10300.
Fost5es de cores para vestidos de 10200
o covado a 640 rs.
Nansoukde 640 a400rs.
Poil de Franca de 640 a 4(0 rs.
Cintas de palha para Sra. de 10OO a
200 rs.
Gravatas Regate para homem de 30 a
10000,
Gravatas preta3 e de cores de 10.00 a
400 rs.
Saias brancas para Sra. de 80000 a
30500.
Dittas de cor de 53 a 20500.
Riopes de cambraiaa de linho de 360 a
200000.
Cortes de cambraia de cor de 80000 a
3JOG0.
Chapeos de velludo de seda de 150 por
70000.
Dilos de 100 a 50000,
Camisinhas para Sras. de 20 a 500 rs.
E nm grande sortimento de miudez s e
perfamarias qoe liquida por menos 50 0/0
da sea valor,
Assim como tem a honra de annunciar
qoe j recebMi liudissimas e ricas chapeli.
as e chapeos para Sra., basquinas de seda,
camisas para bomens, Sra. e meninos, celleri-
nhosetoslhas detodss as qualidades, brins
para calca flanella branca e de cores e outres-
moilos gneros, propcios deste estabelleci-
mnto os quaes vende por precos commo
doai*
LL\SSE8 4 !RMO

GRANDE REDUCCO EM PRECOS
Na loja de Antonio Pedro de Souza Soares, m rna do
Faino da Victoria n 28, outi'ora iuaNova
Completo sortimento de fitas de
sarja, de tods as larguras, co-
res e precos.......
Bedes eLfcitadas para senhora?.
Coques de trancas o que tem vio*
do de mais go:to a 50003
Diademas modernos a rs. 500,
640e........20OCO
Grinaldas para casamentos a 30, e 50500
G.-loes e trancas de seda de cores,
a peca de 10000 a .... 30000
Mimosos loques de osso para se-
nhora a...... 90000
dem idem de sanda'o com lan-
tejfulas a.......30OGO
dem idem a imitacao a 20200
Lavas de peluca para homeus e
senboras, o par 500 rs. e J0OOO
Transparentes com paisagens para
janellasa.......120000
Bico de seds proto e branco peca
de 20500 a.....: 70000
Fita de setim Ma o escosseza lar-
ga, vara a......30000
Collarinhos bordados para homem
duzia, a.......80000
dem idem lisos a.....70COO
Guarnices de marfim e madrepe-
rola a.......20000
Temos de thesooras em elegan-
tes caixinhas a 60000 e 90000
MIDDEZAS
Duzia de pecas de cordo impe-
riaes a rs. ; 320
Duzia de pecas de trancas de cara-
col a rs........ 400
dem idem lisas a rs..... 20C
Duzia de cartoes de Imha preta e
branca a ....... 120
Groza de grampas cabega de vi-
dro a ... ..... 10000
Resma de papel paulado e liso a
40000 e.......40300
Caixa da papel amizade maito .
superior a rs,..... 700
dem idem de quadrinhoa a rs. .
Caixas do envelopes Pnos de por-
celana ars....... SOU
dem idem a rs. 400 e 500
dem de [ ennas a rs. 500,800 e 10001'
Abotoaduras para collete, grande
variedade ars...... H)C
dem douradas para ponhos a ra. 500
Duzia de baralhos fz ncezes bei-
ra dourada a......30600
Lampar inas a gaz a 10200
Duzia de talheres c.m cabo de
osso 2 boles a.....50601-
Dila de ditos cravado ( barats-
imo) a.......
Garrafa de tinta roa extra-fina a 10OO
PEUFUMARIAS
Garrafa de agua florida verda-
dera, a..... 102OC
dem idem kananga do Jap3o a 102C(
Frasco com oleo oriza verdadeiro a 10201
dem de oleo pbilocome verdadei-
ro a rs. 400. 500 e 1 JOOt
Rosas com extracto a 41800
Frasco com extracto inglez maito
superior a ^ ItJDOC
dem com dito kananga maito su-
perior a.......10OOC
Banba ingleza em frascos a potes
de porcellana a rs. 500, 10 e 2J0OO
Macos de sabonetas inglezes maito
boas a rs........ Wl
Sabooetes de amendoa supe-
riores a :s....... ItO
Cosmelique de corea finas a rs.
100, 640 e......i#QOO
Pacotes com pos de arroz fino
a rs. 300. 400 e ... 100
Caixas com dito maito fino ka-
nanga a........iHOG
Frascos com gua de Colofnea rs.
500, 10000 e IHOO
Garrafas com dita o qoe ba de me-
lhor a 30000 e.....4J0OO
V
ESPELHOS DE MOLDURA
De todos os tamanhos e de todos os precos, molduras para quidros, bonciis de
cera, brinqaedos para criancas, candieiros a gaz, chamins e globos, sapatos de traiaca
e casemira preta, e ama enfenldade de mlodezas qae se vendem por pwcw f
midos,
N, 28 Kua do Baro da Victoria Nr 18





*
1
-f
Fnlmlwc^^'erfi feirc 24 <*.rJK^.dt9 de cbegar a este estabejecimeoto um importante s )rtimcnto de joias de
raetbor gosto e qualidaJe qne tem viodo neste genero, como cazoletas de
lettras de diamantes e pintaras finas, 8deFecoB e meios ade/egos com pedras
etc. etc.
Ra do Cubuga' n. 5.
Moreifa Duarte & C.
RA DO DUQUE DE CAXIAS
(Outr'ora do Queimado)
Este eslabelecimento acaba de receber om importante sorlimento de diversas la
leudas proprias para vestidos, sendo poopelmas de seda, sedas, las, percales, ditas coa
barras proprias para babados, lindas cambrai3S crox, e em flm urna infiaidade d'arti-
g'js de moda, ludo proprio para a festa, o qne tudo vender por preces ioieiramenU
Tuzome'f, em consequencia de estarmos prestes ao fim do anno, e o 65 nao quer te;
grande trabalho com o sea bataneo, preferiedo tomar dinbeiro a fazendas, coovida-st
portado ao respeitvel publico a virem sortir-se na loja do 65 aonde comprarao por pre
(O qce Dio obterSo em ootro qualquer estabelecimento; em fim ver para crer
AP

ROA DO DUOUE DE GAXIAS
(Outr'ora do Queimado)
usoo;
200
500
200
80
!
600
700
10000
15500,
Rivctl >eni segnio
Roa Duque de Camas n. 91, loja de
fuiodezis de Jos di Azevedo Mu a e Sdva,
coobeci lo por Jos Bigodinbo, contina a
vender todo que tem por menos do qoe
em ontra qualquer laja, a saber :
Correntes pretas de borraxa
para ser.bora a
Garrafas deagaa Florida verda-
deira a
Cixas com obreias de massa a
Frascos com macar perola a
Paco tes com poz de arroz fa-
xenda fina
pares de botSes de osso
para panho a
S bonetes de bolla muito fino
a 160 e
Cartas de alfioetes de laio
fazenda boj a rs.
irritis de retruz prelo com
2 o'.tavas a
Capacho de patba muito boni-
u a 600 rs. e
Frascas coui oleo Pbilocome a
500 rs. e
Pares de npatos de tranca
para menino a
Pescas de tiras bordadas a
5J0, 600, 800 rs. e
Frascos com agua de Coionba
itoito boa a rs.
Gravatas pretas e de cores a rs
Pessas de tranjas nndernas
e todcs as cores e todo o
prego
- L bra de areia preta muito
boa a
Nuvellos de linha com iOO
jardas rs.
L-vros di m'sso abreviada a
tr- Silabarios portugaezes a rs.
Cartas com 100 contas im-
presas a
Caixas com 30 novellos de li-'
ha gaz branca a rs.
Gaitin'ias para meniaos a 40,
-0 rs. e
Caixas coa 12 frascos de
beiros a
Caixas com 6 saboneies moi-
;o finos a n.
l'oQtS para, segurar cabello
e menina a 200 rs. e
Chapeos bramos para bapti-
zados a 2$8O0 e
Copinbos cuaa superior banha
a 200 rs. e
Frascos com oleo para cabel-
'o iazenda finaba rs.
Frascos om oleo Babaza a
500 rs. e
Frascos e garrafinhas de agea
de Colooba a
Frascos com verdadeiro azeite
para machinas a rs.
Redes c m coolas para segu-
rar cabello a rs
L^tas com bauba de Piver a
iLrJ rs. e
Garrafas com agua Celeste
minio fina a
i i nm
50
Coke miudo
YtDe-ie ca fabrica do gaz, em S. -3 >s
ama porfi de Breeze, (ooke miado), pro-
prio para forja de ferceiros e forno de cal,
tijolos e outros mistares, Preco de cada
aacco 250 rs.
Ra de Daqne de Caxias n.
Receben :
Lindas caixinhas com os necessario* para [mar-
car roopa, sendo abeedano e numerario, frascos
com tiola preta e encarnada, pinceis ele. etc. o
qne de cerlo novidade em tal genero.
I Novos coques grandes com bonitos desenhos
14300 vindo entre elles algn- enditados com fitas e fio-
40 res ; assim como bonitos crespos.
Aderec. Cruz ? pre:s com enfe:es donrados e entras
brancas de cbristal.
Casas de pedra e cal muito
baratas
Urna senhora vinva tendo de mndar-se para f
^in ra desta cidade, vende ama casa terrea em terre-
jto proprio, na ra Imperial, tendo duas salla?, 2
quartos e quintal, por um cont e qninhentos
mil ris, cujo alague! de lo a 16,8000 mensa!,
e 12 meia-2gua t.imbem na ra Imperial, na
trrvessa da Bandtira, igualmente era terreno pro>
prio, tendo eadi nroa dlas urna ptrta e jacella
na frente, a excepcao de ui:n que tem duas ja
aellas, e tedas ama sala e doos quartos, dez das
quaes tem terreno alraz, que abrindo se ama
porta, ple ter o seu qui:lal ; vecd.--se a $00i,
seu alngnel mental para 7 000 e a de duas ja-
?ellas para 8000 ; mas qne.ii quizer nma cu
duas serio vendidas a razau de 6UO4OOO e a de
duas janellas por 700*000 rs. Eilas casas eslo
l'xrirwi'edificadas na ra lmperi.it, bem perto donde ac-
ipuuu taainjenje partlB os bonds. J qoem tiver pouco
dinbeiro, pJe-se chamar proprietario ou morar
500 em casa propria. Os pretenderes dinjamse
i( q ra das Trincbeiras n. i8, a casa do Sr. solieador
Burgos, o qtial est au lomado a contratar, mes
mo a pra-o com garanta idnea.
Smaocorae
Tnico especial contra a calrlce
Com nm bello sortimento de perfarnaria que a
Agola Branca acaba de receber veto tarebem o
apreciadoSmaoconecajo proveitoso eftVilo
j bem conbecido por qnanlos o tem usado e ser
anda mais por aqaelles que neeessitam de sua
utilidad. O continuado oso do Saiaocome d o
bom resultado de impedir a qneda dos cabellos,
faze los renascer e conservar o sea brilbo natural
alen de que son odor mais agradavel que d'on-
tro qualquer tnico continua a ser vendido na! cja
:da Aguia Branca.
Leite de rosas brancas
Excellente para acabar com as sardas, pannos e
espinhas no rosto.
Vende-se a 2 o frasco, oa leja da Aguia Branca
roa Duque de Caxias n. O.
Bonitas caixas com perfumaras
proprias para presentes
Vendem-se na loja d'Aguia Bran:a rus Duque
de Caxias n. 50.
Agua Florida.
Acaba de chegar novamente a afamada agua
florida de Guislain para tingir de preto os ca-
bellos braneos. Como sabem os qne tem nsade
dessa apreciada agua, o sea effeito nio instaata-
oeo porm seu resaltado segiro e efflcaz. Che-
gou tarebem a agua de Tupasio para o m&mo fim,
e eontinusm a ser vendidas a 7t c frasco na loja
d'Aguia Branca roa do Duque de Caxias n. 50.
Molduras douradas
dros.
Na loja d'Aguia Branca a rna Duque de Caxias
n. 50 vndese moldaras douradas cdoj dlfferentes
Moldes e largaras, e por preco commodc.
Peanas de aqo bico de lanci.
Caixas com 100 penas a 400 rs. na loja d'Aguia
Branca.
Bonitas capellas com veos para
noivas. .
?
GHANDE LQUIDACAO
Ra do Duqi de Caxias n. 73
AUTGA filO QUEIMADO
Camisas de lioho francezas e inglezis, fazenda de 60*000 a duzia a
48,500 J.
Ditas inglezas sem collarinho a iffCQO.
Ditas com pequeo toqae de mofo a 35 e 3oOO.
Ditas para meninos a '2 Ditas para senhora a 20500
Cortes de cassa de cor com 8 varas a 4$000.
Cassas de cores a 240 rs. o covado. .
Ricos cortes de medinas proprias para baile.
Na loja de Antonio de lloora Rolini i C
GRANDE LIQUIDACftO
Fazendas e chapeos de sol de seda
NO **
Bazar Nacional
Ra da
I
n/ 72
GUIMARAES.
Imperatriz
de
lourenqo pereira m.
L'qnida-se
Grande sortimeoto de chapjs de sol de seda, alpaca e merino
A SARER:
Chapeos de sol de alpaca a 34600 e 4^000. Ditos de merino a 4)9000. Dftoe de
seda a 54, 80000 e 10*000.
Vende se nm grande sortimento de chapeos de castor para Lmeos e bdjd(4, t
de todos os tamaitos a 2)5500, 3*000 3*500 e 4*00 J. Ditos de pello a 2* 24*00
e 34000.
RA DA IMPERATRIZ N. 72.
ROUPA FEJTA PRETA
Vende se:
Calcas de casemira preta a 4*000, 6*000
e 8*00. ^^
Pautte de panno preto a 5*000, 7*000
e 10*000.
Collete8 de casemira preta
e 4*000.
A 3*000 A PECA
de alpaca preta 3*, 3*500 e
a tOO re. o covado
MADAPOLO
Vende-se:
Pegas de madapolSo enfestado a 3*CO0,
4*000, 5*000 5*500. 6*J00 e 8*100.
ALGODaO RARATO A 3*000.
Vende se pegas de algodao a 3*, 4*, 54
a 3*. 3*500 e 6*000.
CORTES DE RR1M DE CORA lWO.
Vende-se:
Cortes de brim de cor para calca a 1*500
o 25000.
Ditos de ganga a 1*000. Ditos de L:ia
Palitts
4*000
Chitar
S!!a,Tanzaslargasa200,3Oe360,
rs. o covado.
Riscadinbos de listras proprios para ves-'
tide
o covado.
CHALES DE LA A A 1*000.
Vende-se cbal s de la em qoadrci a
tPTtmTdemiM l'"*na'*
c aiubrali lisa a 3#000.
LAASINHAS A 160 RS. O COVADO Vrnde-se pecas de c^mbraia lisa para
Vende-se : vellidos a 3*. 4* e 5*000.
Liasinbas para vestidos a 160, 200, 320, D tas de cambraia Victoria a 3*500,
e 400 rs. o covado. 14*300 e 5*0C0
Alpacas de listras de cores para ves idos BRAMANTE D LI.NHO A 2-5500
500 e 640 rs. o covado. Vende-se bramante de linbo muito largo
Ditas em qaadros de seda fazenda nova' a 2*500.o metro. E outrat muilas fazendas
S
5HII1D
a 800 rs. o.covado.
que se vende muito barato.
160
60
1*503
400
I 500
500
80
1*500
800
320
43000
320
320
1*500
500
400
320
Antiga fabrica de pi.inrs de Joflo Yigne^, successo:
Jos Rhigas.
Grande IlqildacSo por cansa murianca
AVISO
r.ac;. n e f m sevonda mo, vende-se mais barato do qne custon, at o fim do correte
; assim como mn-ica, movis, etc.. etc.
A -abi dr tfcfl'"r, vindo pe'a barca Joo Bupttt, om completo sortimento de-piano ga-
ranilo, da ca-a Erard, piano de canda com sordas platinada--. A casa est aberta tea 9 oras do
dia as 9 da noite, para as familias que qoeiram esperimeoiar algum piano e ver as msicas, ele. ex.
raer
m
l ci'*,
TC'"*:' 'i^"?. yi^i4l "' t* s t&A
m


AVISO IMPORTANTE
Os asspgurados, contra risco de fogo na compaDbia ngleza
IMPERIAL
^ S5o prevenidos que a agencia des'.a companhia acba se transferida aos-Srs.
gBj? S. J. John-ton dr C.
fg|s W. G. Fenoelly,
Iggi 38, roa do Commercio, primeiro andar

para -qua-
1*500
De primeira qualidada, marea Devoes con-
:mnam vender Pereira da Canha Irmios em pe-
quena e gran les paredes e a preco commodo :
a roa do Marquer de Olinda n. 21, Ia andar.
A 45500 rs.
Vndese saeos de multo bom milho : nos ar-
queos rea do Amorim e caes do Apollo, de
Oisoa I.mos & C
Vendem se na loja d'Aguia Branca a ra Duque
de Caxias n. *0. Tambera se vendem separada-
mente bonitos veos ou mantas bordadas para noi-
vas, e veos de cures para chapeos.
Escumilha preta fina e larga.
Vende-se na loja d'Aguia Branca ra Dj a
de Caxias n 80.
Butdes
Cobertos de asguio proprios para carnizas, e por
sua duracao preieriveis aos de madreperola.
Vende-se na loja d'Aguia Branca.
Caixinhas com 3 sabonetes finos
a 14,1*200 e 14300 a eaixa.
Vende se na loja d'Aguia- Branca.
Tabgarsa
eda fronx e toreal para bor-
dado.
' Vende-se na loja d'Aguia Bracea. ,
ANTI-ASTHMATICO
. E^Pi:CI VLIII1UE
DE
BARTHOLOMEU 8: C.
Pharmae uticos premiados em diversas exposicebs.
Nao olhanlo smente as especalagoes, destinamos parte da njssos estados e oto*
servaces a descoberta de composiges com medicamentos novos, oa com os poneos, oa
anda nSo experimentados, para procararmos obter a cora, oa ao menos orna sensivel
modifi:a(,3o, na marcha dos terriveis padecimentos qoe affligem a bumanidade, que at
boje tem zomhado dos meios condecidos medicina.
As molestias dos pmmoes, e dos demais org3os da respirado, consideradas das
mais graves por so-.s funestas consequeccias, e qae infehemente, sem qoe setocheca
a cansa, lan'.o se vaj desenvolvido entre n?, nos tem merecido principal atiendo, e
temos a ellas dJspen.a.uO as mais aturadas inquirieses.
Acabamos de forme'ar om preparado de moi agradavel gosto, e portanto de fcil
applicacJo.a todas as pessoas, qoalqoer que seja sea sexo e idade, qae expomos ao pu-
blico sob o nomeElixir sedativo peitoral anti-asthmatico;qae sendo um compost
(.rincipalmenle de bases vegetaes, produz effeitos calmantes immediatos, sem conter a
menor qmntidade de opb e seas compostos, oa os emticos, de to perigosa applica-
f3o:
O Elixir sedativo peitoral a/i-asthmatico tem as precisas propriedades para de-
bellar promptamente as affeccfcs da garganta, do peit, e mesmo do estamago, e na
astbma e coqueluche, em que j tem sid > bastante experimentado, o Elixir tem apre-
sentado os mais satisfactorios resoltados. .
Nao menos proveito temos obtido como yeradeiro especifico as constipafoes,
catarrnos, deflusos catarrbosos, e todos os mais soffrimentos das vias respiratorias.
NoDca apresentanos preparados nossos aopoblico sem experimenta los nos hospi-
taes, e agora foram os mais satisfactori js possiveis os resoltados qae obtivjmos com o
aovo Elixir, como frojam seas distioct <$ mdicos.
Esperamos a continuado dos bons resaltados do nosso novo preparada, e fiar
satisfeitos nossos esforcos, se elle vier^reeneber a lacuna que ainda e resente de im
verdadeiro especifico para molestias tSo graves.
Applicaqao
Urna co'.her das de sopa de 4 em 4 horas para os adultos, e das de cha para as
crianzas, puro, ou com agua, ou em infuzSo de flores de malvas.
DIETA
Dorante o aso do Elixir precisa comer com modcracSo, fugir de todjs alimentos
cuja digestSo labori:sa, e preferir aa carn?s assadas, po, arroz, aves, algum verdu-
ra, leite, ovos, e moi pooco vinho, esempre pouco espirituoso, abster-se de caf, jal-
gados e oliosos; e ter cuidado de cobrir o pello com fanelU.
iir-tii-rMHiii
34Rua Larga da Rosario34
PERWAlflBUCO
Samuel Power Johns-
ton & 0.
Rua do Apollo n. 38 e 40
Fazem seienle aos seus fregnezes que teem
modado o sen deposito de machinas a va-
por, moendas e laxas da muito acreditada
fabrica de LowMoor para rna do Apollo n.
38 e 40, onde continuara a ter e mesmo sor-
mento do costme.
Patem seiente tambera que teem feito nm
arranjo com a fundicao geral, pelo qne po-
dem offorecer se para assentar qualquer
machini-mo e mesmo garant lo.
Os proprietarios da fundicao geral fa-erc
scientes aos senbores de ecgenbo e mais
pessoas, qoe teem estabelecido nma fnndi-
;o de ferro e brouze a rna do Brom, jun-
to estacao dos bonds, onde aprontara j
qualquer obra de encommenda com perfei-
Os mesmos rogam as pessoas que qoei-
ram tilisar se de sens serrinos de deixa-
rem as encommendas em casa dos Srs. Sa-
muel Puwer Joboston & C a roa do Apol-
lo n. 38 e 40, onde acbarao pessoa habili-
d
\
tada com qoem possam entender se.
Appirelho para fabricar assncar, do systema.
WESrON CEiNTKEFUGAL
nicos agentes em Pernamboco a fundi(o geral.
Para tratar em sea escripiorio a roa do Apollo n. 38 40.
MTA Pili TODOS
Todos devem cortar daqui este annnncio e tra-
te-lo na carteira o o litro de lembranca, eomocoo-
sa de grande utilidade,
pomiuE :elle
indica onde com certeza se pode encontrar ou en-
commendar nm bom presente que de improviso se
queira mandar a qualquer pessoa,
ASSIM COMO
indica elle onde se poder! encontrar nm fiambre
bem preparado, nma empada, om gatheaox de la
reine, um maugetb, um pnding, om bolo fino, nm
pao de lo e nma infioidade de bolos e pastis di-
versos, proprios para lanche, sobre-mesas e me-
rendas.
ALEM DISSO
inlica mais onde se encontrar sempre : troclas
do lempo lano nacicnaes como estraogeiras, d;es
seecos e em calda naciooaes e esiraugenos, licores
Rua do Mrquez de Onda n. 50 A,
Antiga da Gadeia.
Tem para vender oa segamos objeetos absix i
declarados, como sejam:
Carreleis de linha de 300 jardas a 60 r-., sapa-
paliohos de la para crisnea a 140 rs., ditos fieos
a 320 rs., sipatoi para bornea e seanon, avela-
dados a 1400, ditos de tranca U300, latas
com baoha a 80 ra, ditas fina a 160 abo'.nada-
ras para cleles fios a 320, ditos a 500, 1*000.
e i500, duzia de pborpboros de segaren^ a
100 rs. a dnzii, frascos de sndalo ver ladero a
14000 rs., ditos de ag* divina a UtOO, dito
agna de madalene a 1*200, ditos de agua de et~
logoe a ICO rs., dos a 'andes a 5.0 rs., Mire
meios a 600 rs. a pca, ditos mais finos a 800 rs.
e viobos finos, conservas alimenticias" e excitantes, 'l?*" {f0 \m ~ tJStf'JESfZ
bolaxinbas e bol ,bos para e ouiro. juiu | >e '%^'iJg& TwSLfl
objeetos qoe se tornara por demais
iua lnleira discripcao
E FINALMENTE
para qoe se possa faxer om juito aproximado
80' IIS DO PESSOALMENTE
a confsitaria do Campos
Roa do Imperador n. 24.
Tume-se bem a camella de que, a frente desle
estabelecimentJ se acba collocado om lampej qoe
se conserva aceso noate, at as dez horas.
- Vode-se fogo para S. Joao, fogo do a
UC'JO a dnzia, pistolas de 5 balai a l^OQ a di-,
zia. ditas de 4 balas a 1J280 a daxia, titas de 3
balas a 500 rs. a duzia, rodinbas de salas a 500
rs. i dnzia, fjgnetinh miados para meninos a
28; rs. a dotia : na roa Imperial n 249.
qual se yende indo barato
ao Rival do Recif: n. 50 A.
venc
r. Vende se o aromen) de looca fioa e i rima-
ra da roa do Bario da Victoria d. 49, ootr'tra
rna Nova, a dinbeiro ou praso coa garante a
voatade do proprietario, vende-se cora toles ts
fundos on com poneos. Vende se todas is looca*
existentes no dito eMabeleeimenlo para ftier h-
quidacao, por pre^o razoavel, per ter o propmla-
rio de fazer ama viagem para tratar de su. sao-.
de: quem pretender dirija se a dita casa a tratar
com o proprietario Jos Hara Gooeaives Viera
eolmafies.
Farioba de mandioca a 24 o saceo
da Madre de Dos n. 7.
oa rna




I/.*-"
&
Dij d FnUkm^Of Sexta feir* 24 de Maio d 187
J
kmmm geril
CMARA DOS DEPUfADOS
8E5SAO CU 1E MAIO-
O Sr Pkreira da Silva (pela^ ordem) :
Acha-ae a ordem do da di hoje dividida
era doas parles. Na'segund: fot inc!lilaa
discossSa Jo ore-; meu to, qoe riio ficou tir-
minadi na spssIo passjtfa, -' nm d )S as-
suuiplas nwi> ittjjwimie.v .rw-Hiimendados
ana ialiu-jnuf pjla constitoigla
p.;MiCJ. d.)'i(-sroi por sus mtarcza, por-
tento, urgente'.
Bista esta simp.es cmsioWa-;!) para se
conuectfr que deve aau d-bate preferir a j\o-
dos os outros, taolo mus q jan lo os pro
ecos coojunctameati laclaidos na prionir
parte da ordena di da na-) sao de grande
pooderaglo.
E se esta raza), aus de nimio peso ulo
basusse para qoe eu pe disse a V. Exc. a
paiavr na proposito de requsrer sua urgen
ca; alterando a ordeno d) da. outras de
mais elevada caiegor a mover-me hiam na
presente conjuaoiura.
A sitoagJo poltica actual nlo ple ser
para oinguem objecto dettiilo e claro. (A-
poiadoa). O horisoote para mailos est du-
vidoso, p.ra outros desfavoravel ao mi
nisterio, para seos mismos adber entes car-
regase de sombras espessas. (Apoiados).
C'nvm a lodos r.8, miuisterh e cma-
ra, esclarece la, desaraivia-ra. (Apoialos).
O ministerio *ij tiui.r a .-essao pascada
no meio do frjclioaamsnto do part jo eos-
senador, uaanime nesia cmara, ec impido
des fe o principi). Div,dio-se em doas par-
cialidades, q .asi igaaes em numero, e qi.
s ama poltica cautelosa e prudente con-
seguira de novo congracar.
Modificou-se o miuisleri) em meiado di
abril diasantes Ja abertura do piilam nto
^adaram-se ir es djs mim-tros, e sua sub-
Uuiglo recahio em ires cuidaos pertencen
es ao seio da parcnLdade em rauorii de
alguna vitos e que su>tattlavi a situarlo.
Nao ooove ititelligenca previa corn a
a regras do sys-
(rcele dissiden e p ra se itfectuar u coa
gra menlo "Nao se tratoa de ihancar qoa,
.OD^lido em ei o projecta sobre o ele -
iaeot) servil, que fora o pont) da partida
i*a divisio, obrigido lodos boje, como e-ta-
m $. quer a defendamos, quer a eoaaba-
tesseraos, aexecut-'i fiel e e;crupulosa
maule (apoiad s); na) se lrat)J de urna
combiuaglo, de um convite no intuito de se
desobnr um meio ^raco, uigno e brioso
de se combinar sobre a mareba a respeilo
do foluro. (Apoiados).
Reorganisado o ministerio, at boje uao
deu saiisacoes ao parlamento, particular-
mente cmara temporarh, representante
directa e inmediata do povo (apoiados). ex-
plicando-lbe as causas da modificagio que
soffrra, e a poltica que pretenda seguir.
(Apoiados).
Procede-se votaco di masi e comis
se da camira, e muitos pou:os votos da
maioria demonstrara en a fraqueza do minis-
terio, e urna tal qiai fut da confiang pre
cisa para a harmona indis aensavel entre os
poderes execitivo e legislativo.
Qaalqoer go erno tetara logo de pf a
limpo a sua situagio. (Apoiado.-). Aprssar-
se-hia indagar por ama volago franca se se
Ibe conservava flel a maioria da sessao pas-
sada para bem gerir os negocios pblicos.
(Apoiados). Seus apoio leal na) podena con
tinuar no poder, segando as mais simplices
normas do systeraa representativo. (Muitos
apoiados).
Infelizmente coatenlou se o ministerio
com esta sitoagSi dabia, singular e inexpli-
cavel. Parece que s quer vegetar, e nSo
vivar, porque pa a viver precisa ser forte e
robusto, com conQaoga sincera da maioria.
(Apoiados).
Nao convm a) piii qoa a situacio assim
cootin) oscurecida. Assim nlo consegui-
r o miois eri) os meio? precisos nan go-
verna-lo. (Apoiid)). Assim njpodero os
representantes di mc5o re solver a < grandes
refo mas que urgem. cmo a eleitoral par-
Ucuiarmenle. (Apoiado>).
Para se faz^r ao paiz qualquer beneficio
mister barmouia e conLnt,1! mutua. (A-
poiados).
Neste estad i de coosas necessaro pro-
vocar manifestacio da maioria em relaco
ao ministerio, j que eil, miisinteressado,
nao a exige espout.oeamenle. (Apoiados).
Nao ser preferivd a umi mogo que se
suscite de confi-mca, e que interrompa a or-
dem do da, aproveitar a d3Coss3o do or
Carnelo para o fazer ? (Muitos apoiados).
' este o meu pensar, e fundado nos
precedeates desta casa, levanto a quesillo.
Rsqueiro urgen:ia desde j da discussio
do orcamento, para alterar a ordem do da,
e encetar-se immediatamenld.
Se a cmara adherir ao meu requer men-
t, dar urna prova de que quer esclarecida
a situacJo poltica, para q terio, se conseguir maioria sofBciente, go-
veroar como deve ; e qoand j a nao teoba,
resolver o poder competente o que julgar
mais proveitoso ao paiz. (Apoiados).
TravaJo entj o debate, ple-se estaba
lecer a questo de confianza, e decidir-se de
que lado se a ha boje a miiorii.
N3o se trati 'n3is do pissado, sim do
presente e do futuro, sim do servigo do
paiz (Apoiados)
gis a ma.eria dorequerimento que eu di
lijo a V. Exc. para o submetter cmara.
(Maito bem).
Consaltada a cmara resol ve pela affir-
mativa.
Cootioa a 21 dscosso do orcamento
para o exeretcio de 1872 a 1873, na parle
relativa despeza do ministerio da ma-
rinea.
Vem a mesa, lido, apoia lo, e entra em
discuss-j o segointe requerimento :
c Requeiro o adiameato da discnss'o do
orcamento para depois qaa o miaistsrio ex
puzer cmara os motivos da recomposi-
Cio porque passou, estiverem distribuidos
o relat ri)s.Paulino de Souza.
O SR. DARTE DE AZEVEOO (milis-
tro da maiiuba):Sr. presdeos, appiauto
os desejos que tem o Ilustre deputado pela
provincia do Rio de Jineiro, de ver bem de
finida a situafio preseate. Nao pode ser
agradavel cmara, nlo pode ser agradavel
ao governo. e rauito menos ao paiz um es-
tado quilquer mcerto de coosas polticas.
E' do nosso interesse sabermos em qae
grao estamos da confianza publica, e quanto
devemos esperar delta pan os grandes
commettimeotos da presente sessio legisla-
tiva., (Apoiados).
Agradeco, portanto, ao nobre deputado
pelo Rio de Janeiro o ensejo qae me trne-
se podes* declimr
lema represeotativff.^'
.0 nobre depotido dea orno base da n-
cessidade qoe tinha a cmara do adiamento
apoiado a urcumslancia de u3o estirem an-
da istriboid-is os ralatorios, e de n3o ter-o
goverao se pronunciado acerca da recompo-
3C3 > do gabinete.
Sobre o primeiro ponto, direi que em
lempo al$om os relatorios se distribuiram
mais codo do que comecaram a ser na pre-
sente sesso.
O Sr. Paulino de Souza :Mas distri-
bu.ram-se sempre antes do orcamento.
O Sr. Ministro da Marinha :E sobre
a re;omposca do gabiuele em occasi
ppoiluna, duraute o correr deste discurso,
net de Jar as devidas explicares cmara
d )8 Srs deputados.
De que se lr*ta*i presentemente? Da
fNnasaio do orcamento do anno pasfiado,
para coja justificacio todos os retatorioa e-
to distribuidos, porqoesSi os da anno
passado. Gonsegaintemente, para a des-
peza decretada, o que se determinava no
orcamento que se vai disco'ir, assim come
p*ra a receia oreada, oa ill slres deputados
possuem todos os dados precisos para a
diseostto,
J v, portanto, V. Ex;. I a camira que
esse motivo nao pode ser julgado proce-
len'e.
O gverno, parm, pede 4,000:0005000
le angment) d) despea. Coao justificar
esse proced mmio, se a cambra nao sabe
joal a po'iti -a do gabinete, visto como teo-
io havido recomp >sivo mioisierial, ainda
nenhumi ptlwri se disse cmara dos Srs.
depuiados a esse espero ?
sta qoesto envolve dous pontos de de-
bate. Um a do.vi la em que por ventura
possa estar a cunara dos Srs. depntados
sobre o pretendido augmento da despeza.
o outro a fall de esclarecimentos qie o il-
lu*tre deputado pela provincia do Rio de Ja-
neiro tenha sobre a politice do gabinete e
dos m tivo3 que determi iaram a sua recom-
posico.
O nobre dopotido e a cmara n3o igno-
ram que o augmento de despeza em relac3o
s cir^u.uslin;ias ordin iras, pedido no or-
Camenio qm se vai discilir para o exerci-
ciu de 18721871, provea ue datas e de
aaoos anteriore, e de servicos em que o
illustre deputido como iniciador da po'itica
de 13 de julho leve de intervir.
A guerra do Paragitij trooxe-nos encar-
gos mo'to maiores do que os ordenados.
Concluida ella ni)6*1 possivel retirar desde
logo as nossas forcas de mir e trra, que
al i estacioniram, e que alli ainda estacio-
nad. Estabelecimento? de constrnecoes
mvaes e de macbiuas determinavam despe-
zis como as que se fazem na ilba do Atajo.
O Sr Paulino de Souza : M is no anno
passado.
O Sr Ministro da Marinha Ainda
agora a despeza que nos oramos para o
xercicio de' 1872 a 1873 inferior des-
peza votada pira orcaouato anterior, q lelle
que se discute. Portanto nao boave. nem
ha na real-da Je augaoenlo de'despeza sobre
os orcameotos fei'.os por coaselho do illas-
tre deputado pela provincia do Rio de Ja -
neiro; pe) contrario ba diminuico. O
augmento em relaco s despezas ordena-
das, exceptalos o estado de guerra, ou
antes o consequente ao estado de guerra,
em que nao podem ser diminuidos desde
logo os gastos da naco.
O Sn. Paulino de Souza :A questSo
nao essa: definir a situaco poltica.
O Sr. Ministro da Marinha :Oa I coa
segu um grande resultado. O illustre de-
putado diz pie a qoestto nao esta; logo,
esta questo um pretexto, porque eu de-
mon.treique o orcamenta n3o tem augmen-
to de despeza em re.00 ao que se dava
anteriormente.
O Sr. Paulino de Souza :-4,000:0003
di mais.
(H i muitos a >artes).
O Sr. Ministro da Marinha : Bem,
Sr. presidente, eu lomo o couselbo dos I-
lucres deputados. Para que havemos de
estar discutindo esia questide o-camento,
se o n >bre deputado tem conciencia de
que se pede aquilio que necesario gas-
tar.
O S. Padlin) deSouz\ :Nao, seubor
0 Sr Ministro da Marinha :. e
nao fonnulou por isso o seu voto de des-
confianga ao ministerio ? A questo pa
ramate de conrianja, sem ralagao algiima
cum o orcamento.
O Sr. Pereira da Silva :Essa que
a verda eir queito q m se debate.
O Sr. Ministro da Marinha : -Eu n3o
duvido discutir com o n)bre deputado a
respeilo do voto de censura que elle no i di-
rige.
Entende o illustre dopuiado que houve
loaoooiideraclo para com a cam expenddr desde logo os motivos da recom-1
posicSo ministerial; mas o Ilustre deputado
sabe que anda n3o se d?o a opportunidade
de sernelnantes expl;acoss serem dadas.
Segundo os estylos do parlameuto, desde
que a modlflcaclo se opera no st-io de um
ministerio de credo pMilico da cunara, n3
se exhibera os motivos da reco*mposic5o,
senSo por occasio de ser o miaisterio in-
terpellado a esse respeilo. Nao se fez, por-
tanto. umi exc^pcSo para a cmara dos Srs
senadores, pirque alli foi inqui ido o gover-
no sobre us causas da reompoiicSo m-uis-
lerial, e os Ilustres deputados uo nos de
ram a opporlnnidide e o prazer.
O Sa Coei.ho Roduigl'es : Ei dei.
O Sr. Ministro daMarinhv: ... de
pedir essa* explicaedes, paOido a coja sa
tisfaco ttfjamos acudido.
O Sr. Paulino de Souza : NJo nos
davam sessoes para isso.
O Sr. Ministro'da Marinha : = En lio
essa ma s urna razSo para que as nossas
declaraciS nao hoavessem silo feitas.
O Sr. Paulino de Souza' : E' urna
deltas.
O Su. Ministro da Marinha : S"5
porque n3o houve sesso, o nobre deputa
do uiesmo eocarrega se de demonstrar que
nao f i possivel at agora darem-se as ex-1
plicaces.
O Sr. Coelho Rodrigues : N3o hoove
se sao, e ni que hoove eu fiz esse pedido
e fai considerado como m devaoeio.
O Sa. Ministro da Miunhv : Demais
estando em discussa osorcamen'.os, e to
d*> a falla do throno de ser discutida mili-
to prximamente, nessa occasio seria mais
opportuoo e mais regular rstituir se o de-
bate so re a poliliCi do governo. Qpe
oecessidade, pois, tiuba o ministerio, sup-
pondo dMCtinanfas com qu oo poderia
contar, precipitar explic3c6s qie dentro
Sis o facto de recomposicio ministerial,
ra accrescentar que nlo influio na aitaa
o po itica do paix T
Mas desde qtie o nobre depatado dovda vos de ofdem pob'ica. (Apatados.) bisa
flanea poltica, Sr. presidealu. Dio ques-
tio do earas feias ou bonitas, oSa queuSo
do najaoro ; deve ser inspirada po- ra iti
cea de jasticaro procedimeoto do governojio poacoa das dara, expmdo, sen3o.a po-
de qailquer acto emqaanto por ventara ellellilica do governo que ora bem couhecida,
das cansas porque o ministerio se recom
poz, apezar de serem tao conbecidat, e de
terem sido expendidas na cmara vitalicia,
levo declarar a S. Exc. qae a enfermidade
do meu illustre collega, o S*. ex ministro
da justica, e opportunidade qae para essa
occasio tiveram, atientas as circumstancias
mais de umvvez reveladas, de sabirem do
gabinete os dignos ex-ministros da gporra e
da agricultura, deram lagar a essa retirada,
qae nio prejadicou o estado de coass exis-
tente.
O Sr Nebiasj EotSo sabiram porque
acbaram a porta aberta ?
O Sr. Ministro da Marinhv. : Maitas
v.jzes ac mece isso. V. Exc. sabe qae em,
qaalquer modiflcac3o mioisierial, por pe-
quena que soja, ba ensejo mais fcil e me-
nos prejudicial para deixar o goverao...
O Sa. Neoias : A sabida de um impor-
tou eoto a sabida de dous outroi.
O Mi. Ministro da Mabinhi : ... a
quem n3o sapporta esta posiga > seno como
grande sacrificio.
O Sr. Nemas e outros Srs. Deputados
d3o apartes.
O'Sr. MnstbOda Marinha: O nobre
depatado mesmi (dirigiolo-se ao Sr. Ne-
bias) olarece me exemplo disso. NiO po-
dendo S Exc. perma,aecer n i gabinete de
16 de julbo pelo seo, m> estado de saode,
todos os ministro., desse gab'.uaie o acom
panharam.
(Ha apartes.)
O Sr. Nebias : Nio mo faca tanta
honra.
O Sr. Ministro da Marinhv : N3o
hoove o lira r*z3) a presentada. Aloeceu
o nobre deputado pela provincia de S
Paulo, mimbro do gabinete de 16 de julho.
e po.- isto retiron-se delle, sendo acompa-
nhado palos seus nobres collegas, que De-
nbuma ootra razio tiveram para isso, a nlo
ser a de acharem a porta aberta.
Um Sr Deputado : Dissolveu-se o
miaisterio.
O Sr Mnistro da Marinhv : E' ar-
gumento com razio de mais. Sa n3o foi
violado o syalem parlamentar, com a re
i ala de um ministro a quem segairam
todos os mais, como possivel que pela re-
tirada de uaroa mais miaislros. fleando a
maior parle dalles, e nlo bavendo mndanca
na situac3o polit'ca, se houvesse modificado
o rgimen parlamentar ?
Nao tem razio pois o nobre depotado da
censurar o procedimeoto dos meos ex-col-
legas, quando todos os seus fizeram mais
ainda do qoe isso, abrindo-lhes 8. Exc. as
portas de par em par.
O Sr. Nebias : Tenho tanta razio que
o Sr Tbeodoro est calai'raho (Risada?.)
Um Sr. Dsputado : E' qae nSo podem
fallar doos ao mesmo lempo. (Ha algans
apartes.)
O Sr. Ministro da Marinha : Eaap-
pello para o testemunfio do nobre depatado
por Pemmbuco e elle dir se retirou-se do
ministerio por dissidencia com seas colle-
gas, ou se motivos da outra ordem, iodiff j-
rentes po itica do gabinete, determinaram
a sua retirada.
O Sr. Theodoro Machado : Pego a
palavra.
O Sr. Ministro da Marinhv : Sr.
presidente, eu sou daquellos que deploro q ie
o partida conservado.- estej desunido.
O Sr. Coelho Rodbigues : Tenbo sin-
cero pezar de nlo poJer apoia-los como no
anno passado.
O Sr. Ministro da Marinha : Lamen
to, Sr. presidente, qne os passos dados
para o congracamento dos membros do
partido conservador tivessajn ficado sem
resaltado ..
Um Sr. Deputado : Dados em se-
gredo.
O Sr. Ministro da Marinha : ... em
lodo o caso, pareen, tara alguem de carre-
gar com as conseqneocias da dissilencia
(Ha a guns apartes.;
O Sr. Paulino de Soza : Preeump- j
Co e agua beata,, cada am loma a qoe
quer.
O Sr. Ministro da Marinha : Desde
que a le de 28 de selembro, que foi a
grande baodeira da dissidencia, tornoa-se
objecto ioacessivel aos odios e iocrepac5)s
dos grupos polticos, suppuz, Sr. presiden
le, e suppuzeram muitos que estaba acaba-
da a divergencia no seio do partido con-
servador. (Muitos apoiados.)
O Sr. CosrA Pinto : O governo nlo o
eotendea assim, nem o nobre ministr para
a nossa provhcia.
O Sr. Ministro da Marinha: Sinto
qne o nobre depotado diga-me que eu nlo
o entend assim, para a provincia de S.
Paulo, e neste ponto invoco o testemanho
do oobre depatado pelo Io districto daqaella
provincia (dirigind^-se ao Sr. Rodrigo e
Silva), que vejo infelitmantena dissidencia ;
elle nos dir se assim aprecia o mea pro-
cedimento.
O Sr. Rodrigo e Silva : Nlo aprecio
de corto. Peco a palavra.
O Sr. Co/lho Rodrigues : PtfCo lam-
be rao. a paiaVra.
O Sr. Ministro'da Marinha : Repo
tava, Sr. presdeme, terminada a lata que
se travara na dis;osslo da lei de 28 de se
tembro, que foi, como j disse, a bandeira
da dissidencia, porque esta nlo podia sub-
si lar di seio de am partido onde nlo ba
divergencia de ideas, e ainda porqae, Sr.
>residenie, as pequeas qqest5es domesti-
cas nlo podem infloir de maaeira a crear
divergencias em qoalqaer partido. Nos
bons lempos do systema parlameo'.ar re-
preseolativo, calavam-se todos os rancores.
desappareca o resan neuto palas peque-
as coasas, e sacriticavam-se at desgostos
profundo ao predominio das opinias.
(Apoiados.)
Um Sr Depotado : NSo abnsava o
governo.
(Cruzam-se apartes.)
Sr. Coelho Rodrigues : NSo oos
alteremos, vamos com calma.
O Sr. Ministro da Marinha : Mas
qual boje. S-. presidente, o motivo das
noisas divergencias ?
O Sr. Duque Estrada Teixeika ; NSo
temos conau;a no governo. (II i muitos
aparto.)
O Su Ministr) da Marinha : E por
qo uo tendea confiaoca no governo ? Sois
obrigados a dize-lo. A desconfianza deve
ter orna base conbecida e legitima; funda
se em orna razSo precdante de qaeixa, alo
em antipalhias oa rancores.
O Sa Ocgus-Estrvda Teixeira
6 insinuaoio, e nao digno do parame
O Sa Mini tro TMarinha : K coa.
o sc5o nasta casa, j o honrado ministro
deliQio-3, co'locaolo ma entre os dissiden-
te. Amia usa vei o mea digno amig
i sua bise.
O Sr. Duoue Estrada Teixeuu : Esta
base achiri nos desastres daalmnistra-
Cao.
OSn. Ministr) da Marinha : Pois
viole discuta comnosco essa propocl)-
Oa nobres deputados tem obngigiu de i-
z-irem p irqoe Ibes falta a conflanc Davaao
declarar ni) temos confimea em v* po'
que nlo sois coosirvadores, q porque nlo
representis os intaresse3 legitima di par-
tida) conservador.
O Sr Coelho Rddbigues : Eisihi o
mea sugredo.
O Sr Min.str) da Maiuniia : Mis
deveii dize-lo e prova-lo de modo que
deixe ju-iirl-adi a argniglo, afim de qua
e-ta n3i seja biviJ< pur insubsistente ; de-
veis diza-lo da molo franco, coma d:tr-
miaQ3o e exame dos fados, para que se
possa avahar da justiga oo injustiga da a;-
isaffo.
Quaes sao hoja, orna vez qoe escaparam
aos nobres daputadis a razO>s allegidas
coo'rao p-ojecto de I i acerca do estado
servil, os mitivas addozdos pira jistifica
rana sua p)*cJo em frente do gibineti?
S lar as p'rerogativas consti ucionaes.dueua
>s nobres deputa ios I
O Sr. Duque-Estrada Teixei.ia: Un
toto ae conriang u) la discute ass'm.
O Sr. Ministro da Marinha : Deve se
liscutir assim porque es.e o ex-.r^ioio da
iefeza para, injustas ^ggressoes nesla terre-
ao. Condemoar sam debate, condemoar
sem ja gamento. Nos nlo receiamos a dis-
cusslo (tpoiados.) Sa formas (-ruzm-
retirar, mas pelos na fus legtimos, de oj-
tro modo ua...
O Sr. Coelho Rodrigues J deviim-se
te; apreseniado aqu pediodo um voto de
confiaoca.
O Su. Ministro da Marinhv :... po-
,ue, S#. presidenta, o pai e a cora ten
le pronunciar sua opiailo entre nos, e (i-
cai consignado de que lado est a (OStica
li causa. Foram violad is as prerogativas
da cmara, com), de qua mado? Parqne
o projeclo do lei de 8 de setambro de
1871 foi apre tituico a outro di cmara dos deputados
que dispuaba quasi a m urna coasa ? Porque
a reforma jndiciaria nlo se discuti franca-
mente ? Porqaa os relaiorios oo si) di-
tribuidos? Fioalmiote por que o ministe-
rio se recompaz sem qoa ainda exfiibisse
cmara os motivos dessa rdcomposiclo.
Eis os artigos apresentados, e a cada um
dalles, permitta-me o nobre deputado pelo
Ro de Janeiro, que responda qae nlo sig
oificam mais d \m meros pretextos
(\p;artes e apoiados.) Sabe a cmara a
.storia da lei de 28 de satembro da 1871,
e recoahace quaem materia tai grave, qual
foi o assumpto do projeclo que felizmente
hoje lei do paiz, devn o governo tomar
bem explcito o seo penjmenlo
. E par qae preteaderia o nibre membro
que em' materia de tanta magntode se pri-
varse o governo da facu.dade constitucional
da apresentar propo tivo ? Pois se aqoelleqae usa do seu di-
reito nlo offeode a uiaguem porque deso-
jando o goveroo, em ama proposta da le,
i^b.bir suas ideas, hvia de offender a c-
mara dos Srs. depntados?
Comparada a reforma indiciara de baje
com o projeclo que passon na cmara dos
diputados, v se qoe houve alteraces,
certo, mas nlo lass que a molifiquem e--
sencialmeote, a nlo ser na separaclo ma3
profunda qae se fez eotre a jastica e a po-
lica, objecto das aspirabas de todos os
partidos do paiz.
Demais, os conservadles tmham disco-
tilo amphmsnte a reforma judxiaria nesla
cmara e no senado, e quem nlo via, Sr.
presidente, que a solicilude que os nobres
deputados mostravam pe i discussa dis
emendas do sealo era am ensrjo simplo;-
meate psrabastilidades ao governo, e, per-
de-se me a expressio, um meio protela
torio ? (NSo apoiadot.)
O Sr. AndradeFigueira:Hoave con-
viccois muio sioceras e profundas.
O Sr. Ministro da Mah:nhv :Qian'o
recomposigo mioisierial e ao objeclo do
orgamento j me expliquei.
Tenbo mostrada qoe os fondimentos do
voto apresentado pelo nobre deputado sao
dd t9Joiuaprocedentes, e qne a propria mo
gao de tal maneira inadmissivel que o no-
bre depatado exige orno condigSo princi
pal da discusslo do orcamento ama cir-
cumitancia queja se vericaa, isto a dis-
tribuco dos relatnos : porque, como j
disse, os relatorios do anna passad) sao os
qae justificam a proposta em discusao.
O Sr. Paulino de Souza :Qail justifi-
cam!
Sr. MiNisnu da M\rinha :A ques-
tl), portanto, levantada pelo nobre deputa
do puramente de confianca (apoiados),
sem relacia com os interesses do servig
publico. Como um .voto simplesmente de
confianga, elie ha de ser di calido esab-
melti lo votaglo. (Ha apartas.)
Se, p irventura, e em resaltado delle a
dissidencia como os uobres depuiados a
chamam, prevalecer, ea deplo.-arei este
grande suicidio do partido conservador.
(Oh! ohl reclamaiis comf rgi) Este gran
de suicidio do partido conserva lor, repito,
parqae, o par ido que ssm motivo legitimo
se fracciona, para que parte delle diga aas
amigos do governovol contra vos sem
razio e sem causa (apoiados e nSo apoiado?)
nlivosachaem culpa algama, mas nao
posso deixar de cooleainar-vos...
O Sn. Costa Pinto : -Qaem disse isto ?
O Sr. Ministro dv Mvrwha:... o
partido qoe procele por esta maneira con
fesse que incapaz de governar, e d di
reito justiga da historia para rejeitar a il-
legitimidade da sua conducta, e accasar a
iniqudade della como a dos algozes que
sacrificjm os maityres de urna nobre iaa.
(Muito 'bara, mnito bem )
O SR. RODRIGO SILVA :-Sr. presiden-
te, tenbo necessidade da explicar um aparte
qae de;, ioterpellado pelo meu mostrado
amigo o S.\ ministro da jostiga.
S Exc. d;clarou que uobi dado provas
deque desejavaseu cangracament) comaos
co na provincia de S. Paulo, e appellou
para mim que confirmei a asseveracio. Eo
diga e r pito, o nobre mnistro dea-se todas
as provas pri icipalmente depois da reorga-
niS'Clo ministerial de que desejava sincera-
mente este coogragameBlo.
OSr, Coelho Rodrigues:Merece elo-
gios por isto.
O Su. Rqjmuoo Silva :Qaanto minha
fezme a devid justig, reconhecendo assim
a lealdade da meu carcter. Continoarei
neste pinto (Muito bam, m uto bem)
O SR. THEODOR ) DA SILVA : -Come-
;o agradeceodo ao illustre depatado pelo
Rio de Jineiro o hiver prooorcionado ao
meu h aura lo amigo o Sr. ministro 1a jas
tiga a oecasio pira explicx cmara os
motivos qae d.-iermiuaratn a modifleaelo
do gabin le de 7 da marco, parque deste
modo hniliioa-io9 igualmente a manifestar
a causa qua t ve pira retirarme desse ga-
binete, no 'qual sempre entrelive relagSes
de cordial amizade copa os meos col-
legas. -
Respeitando o direito que tem o parla-
mento de inquirir dos motivos por que or-
ganisam-se, nnliflcim-seoa dissolvem se os
^abiaets, direito qae resguarda a mareba
regular dos negocios pblicos; porqaa a di-
rerc-o da all a lminislraglo e da ata po-
ltica depende das retacOa? em que esteja o
governo e tada ao paramento, oa ter-me-bia apressa-
lo a inic ar este debate, se porvenlura
esta ioici '.iva caubesse aos minstr.s de-
missionarios; mas orno V. Ex:, bem sabe.
Sr. presidaote,osuossos es'.ylas pulimen-
tares s permiitnm-me expirar a respeilo
depais que alguem da cmara zesse a nter-
pe.laclo s unu h >ja formulada pele illus
tre deputado do Rio de Janeiro.
Quer pelo que j n dito oosenido palo
Sr. presidente da cooielbo, qaer pelo qae
acaba de trazer ao sea -.onheamanto onobre
ministro da juslca, a cmara S)s ter pie
aacertezi de qae o acontecimmto pjileo
i que u.e tonho re'eri lo, a madificaglo do
gabinete da 7 de ma ea, nio leve por cau
sa dissenlimeato de idis pihlicas entre os
seus membros, nem trouxe com coas>
quenca ;a men-r alteraglo na prog amrai
politco assentado e mantido at eato pelo
mesm) gabiaeie.
Veri(i;anio esle ponto, o direito de exa-
me e scaiisagl i que exerce o parlamento
est satis eito ; ella alca habilitado a reg
lar suas relagoas com o goverao c ma en
tender e o sua sabadoria. Exigir mais que
i.to, ampliando aquello direito at a inqui-
rido dos motivos ntimos qae possam ter
lido eUes oa aqielles mioistros, e que blO
pertencim aos que licaram nem aos que
sabiram, por soa ii3ture'.a de ra ivos nti-
mos ; nigir qoe elles descerrem as portas
dasconftrencias ministeriaes, ao qae nem
uos nem ootros tem direito, parece-me pre
tangi estrauba. 4, felizmeate, assega-
ro cmara que nem taes m tivos hoave,
pois os que oc:. rreran para a midificagio
do gabinete podem ser todos expostos ao
seu conheciroerito.
O Sn. Ministro da iustica : Apoiado.
O Sr Theodoro da Silva ;E>ses mo-
tivos, posto j fossem patenteados ao sena-
di, e coobeca-os a camira dos S*s. depa
lados, eo refer-los-hei. ntilkanloo que
ha pouco disse o meu nobre amigo o Sr.
ministro da jastica.
De longo lempa qae:xava-;e o Sr. con-
selbero Sayo Lobato de qa o seu estado
de sai'de nao Ibe parmillia co Hincar a ge
rir a pasta da jastica. porque duraate as
lides parlamentares da sessio passada julgou
ebegar as portas do tnmulo e poriant),
nSo dever-se-hia expiars novas lides desti
sessao. Com aotecadocia, preveoindo dis-
to ao Sr. presidente do onse.bo, pedio
por lin sua demisslo.
Cmsiderado este pedido palo ga'iinale,
nessi occasiao suggerio-e em sea seio a
idea de modilcar-sa o mesmo gabinete pa-
ra a realizaco do grande desidertum po-
lileo da consolidaco do partilo conserva-
dor...
O Sr. F. Belisario :Entlo houve con-
sulta ?
O Sr. Theodoro da Silva :El, Sr. pre
sidenle. confesso a V. Exc., mais de urna
vez manifest' a raeus collegas desapego
posicSo de ministro (apoiados); entend
sor moa dever d lealdada para com o
neo pulido, adheralo conveniencia de
sua eonsoidaci-), como adaeriram tolos os
meus collegas a idea tSo'geoerica e patrioti
ce, pedir p)r miaha parte ao Sr. presiden
le do consoLin a minha demis-3), para qae
tivesse S. Ex;, mais largueza emcombini-
C5>sqi3 assegnrem a reazgo daquelle
grands pansamento poltico.
Tendo sidt) atteaiida, s me resta o des-
gosto de ver qoe o procedm;nto di/ao dos
meas ex-collegas, e oo qoal eu os acompa-
nharia, para alcangaren a grande aspiraco
di consolidaglo de n.sso partid), por mo
tivos indepndenles de soa vontale, alo
fosse bam succedido.
Dadas e'tas explicagos, Sr. presidente,
qae sao fandadas em estricta verdade b3to-
rca, dispenso-me do discutir com o Ilus-
tre dsputado pela provincia do Rio da J^nei
ro os malivos ifiiodados com que procu
rou justificar a desconfianga que manifeslu
ao gabinete de 20 de abril, E' inteiramen
te escusado que eu declare a V. Exc. que
taln en profundo desaccordo com o no
bre depatado, cujo procedimento provoca-
dor de umi crise ministerial as actuaos
circumstancias, reputo grave erro p li ico
A minha posicSo est detioida; por mmoa
honra, por meas senlimentos generas)S, e
por prev.sao de acontecmentos polillos,
cuj respon^abiiilade pesar sobre a dissi-
dencia. bei de apoiar o gabinete de 20 de
abril at a extremilade.
as condicoes actuaes, quan lo ergoe se
ama baodeira subversiva, em toroo di qual
podem no futuro gropar-se todas o despei
tos; quando por isso mesmo conyinhi, ho-
je mais qoa nunca, que dous paai los cons
iitu;onaes abafassem divergencias intesii-
aas, se onsodassem e fortalecess9m, pa
ra qn pela sui matva flsaasagla cooti
nuassem a servir nago. como at boje o
tem feito, dandj Iha as institi^ss que
tem, liberdade que goza e a ordem de que
carece, deploro qae nlo tivessem lido xito
os sioceros esforgos feitos pelo gabinete
para a duseada consolidadlo do par do
conservador. (II i diversos apartes. )
Feilas estas declaragres, Sr. prest lente,
nada mais tenbo qoe dizer. (Muito bem ;
muito bem.)
O Sr. VISCONDS DO RIO BRANCO
(Presidente do coaselho) (Silenc.o):Com
parec bojs nesla casa para camprir o dever
ue apresenlar o relat >rio dos negocios da
guerra, obedecendo ao avi>oque V. Ex. Sr.
presidente, se dignou dirigir-me. Em la-
gar da me ser permitiido o desempenb)
deste dever...
O .Sr Presidente: -Y. Ex, ple apre-
sentar o sea rehtorio, na forma do estro,
e depois tomar parte sa dtscasslo.
O Sn. ViscondkJ oo -Rio Branco (prosi
Jente. do consftbi)):S V. K- ftmU.
desde qae tenbo> palavra,passarei a offsn-
cer i considerago da cmara algueses o#-
servag5ss sobre a mogao poltica qne toi
mandada mesa, e objecto de tao;
do debate.
:1
Nos termos em que se -cha concebido
este requerimenio (lendoo), trata-se sorte-
te de orna questlo da crdem de esclareci-
mentos. O autor da mogio entende qoe
nio se deve p oseguir ni discosslodos or-
gamentos, sem que sejam distibaidoi todos
os relatorios, e se dm 4 cmara dos Srs.
uepotados explicarles a respeilo da muden-
ca que occorreu no pessoal do ministerio,
loformlo-me, porem, qae os nobres depu-
tados deram ao sea requerimento o carcter
da ama questlo de confianga (Motes spoia-
d is.) Apresentaram-no sim. lesmeQte com
um meio de manifestar a a ministerio qoe
este nlo merece a confianga dos aotores da
mogSo e dos qae com elles se combinaran
pira esta plano poltico.
E' soh este ponto de vita qoe eu peco
hcenga S cmara para appreciar ea breve*
p da vi as o procedimento dos nobres depn-
tados.
Diclara-se qoe a dissidencia sobraviode
o anno passado subsiste entre o gassoeie e
una parte di cunara dos Srs. debutados ;
d :clara-se nao s que os nobres depoudo*
peaslo hoje como penso boje cosilo ptt-
importmte< quesii -s aqu debatidas, ssas
ainda qoe elm j nao dzemas reslricg538
de eoto, e sim acham-se em completo de-
saccordo com o ministerio, qoe Ibes nio
merece conliaoga algunas.
Sr. presdeme, se os nobres deputados
quenam, pa a entrar na discussao do orce-
menlo da mariotia, sciarecimenlos ampios
por parte do governo, como qae Ss.
lxs. n3o reconbecem timbem a necessida-
de de dizer ao paiz os motivos por qoe
assim procedem, prona ando eass cris
ministerial, ou un conflicto entre o gabine-
te e a iiaro dos Srs. d putadas ?
O que nretendem os nobres depatad : "
Forcir a r-Irada do gabinete ? Ms com
qae vistas ? Aspirara os nobres depassdos
ao poder as circumstancias acluies ?
Vozes.Est visto.
O Sr. Visconde do Rio Branco (presi-
dente do conselbo):Julgam qae poderlo
constituir ministerio que cont com maioria
e possa saii.-fazer as uecessidades publicas'
Um Sr. Depotado : O partido unido
sem dnvida alguma satisfar.
O Sr. Viscontoe oo Rio Baancg (presi-
dente do conseiba):E' indispeosa el qoe
os nobres deputados maoifes'.em os fuoda*
mantos em que sa firrala pare conflarem
na unio do partido conservador operada
sob os auspicios da dissidencia, visto
que o ministerio se acba apoiado no sena-
do pelas sommidades du partido nnservi-
dor. (Apoi nas e na a apoiados) E' facto
notorio, senbores, e retiro me a cavalheiros
que naa poderlo negar aqoiHo que tem dilo
ios mmbros do gabin ale e a moi'.os de
nossos amigos polticos.
Sr. presidente, qiaaio se provoca OH
conflicto semelbaole, na a basta dizer qae
se tem espera ira de org.ioisar um ministe-
rio muiio forte, muito hbil, qua passa
vencer todas as difficuldades que allis os
oobres deputados lauto exagerio em sua
imaginagn.
Eu nao quero com mentar o jnizo desfa-
voravel que em tal procedimento se mo -
Ira para a maioria desta augusta cmara.
A despeito dos esforgos qae temas em-
bregado para provar que a dissidencia do
anuo passado nlo tem tpje rato de ser.
qoe a pulica di raiiisteno m derada e
essencialmer.ie conserv(dorados nobres di-
putados enieudem qoa ha am muro de bron-
ze entre elles e o gabiuele, e todava, acre-
lilao que, se fass-iu ciamados ao poder e
aqu se apreseniassi-m cerno mioistros, sa-
ri ma acorapanbidos pela maioria da camaia
e que i-sta Ibes prestara o mesmo apoio
ios hoje nos presta I
Vozes : Eaamos com a maioria.
O Sn. Peheirv. da Silva: Naa um
apoiadJ da maioria tem o ministerio f
O Sr. Vi conde do Rio Branco (presida-
te do coiiselao) ; Sr. presidente, o paiz
tem direito de saber quies sao as vistas
dos nobres deputadas. Qoerem o poder?
E' urna aspiracla legitima ; en Ibes reco-
nheco tilentis e patriotismo. Mas dizei-
nos, dizei ao paiz. quaes slo s vossas vis-
tas, quaes os vossos principios, como coat-
prehendeis os grandes interesses actuaes
da nossa pairia ? por oulra forma ou rae-
loor do qae o gabinete qae tanto oo*liH*is
desde o aano passado ?
R* necessaro qoe a resposla seja proap-
ta e explcita, para que a naci possa ds-
cidir entre o gibiaete e os seas adversarios
se com elTe'to a maioria da cmara con-
traria ao gabinete.
Mas porque raza -s nobres deputado*.
em vez do meio irregular qae adoptara
para provocar urna crise nlo gairdaraa a
discassi i do voto da gngas, qoe devia ter
lugar dentro de dous ou tres dias, drame
a qua! pod.-riam manif siir todo oseopen-
sameoto ? Porqm tanta soffregoidio ?
Sara porque podem cliegir alguas depota-
dos, que enfraqaego a relagl.a em q ie oes-
te moma no se acba a dissidencia para
com a outra parte da cmara ?
Qoando se traa de negocio to grave,
assim q ie de vena proceder os nobres depa-
rad >s i T ndes couscieucia de qoe ba oras
maioria nesta cmara a favor de vossas as-
pirages e de vosso procedimento centra
o gabinete ? Eolio porque tanta pressa,
porqm nlo esperaste o voto de frac*, por
que nlo queris dar lempo a qoe tantos de
oossos Ilustres correligionarios que fati
posslo tambera tomar parte neste grande
debate ? Qaeram o nobres deputados aprc-
veitar-se de orna maioria eventual? (lUk)
apoiados e apoiados.)
(Troco-se apartes entre os Srs. Paulino
de Souza, Paraobos e outros.)
(Conlinuai st-h.)
"
''

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