Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12659


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Full Text
AMO XLViH. NUMERO 110



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MA lUTIO I OIA DA PfiOTHCIA.
Por Croe omzm idiioUdM
Por mo diioi idem. ....
Por novn ditos dem .
Por am anno idem .

#7tt
ISJSOt
MAMBUCO
f
Propriedade de Manoel Fignelra da Paria & Filhos.
-
AO A
..

O Sn. Gerardo Afitoaio Alvos & Filhos, no Par ; Goncsives Pinto, no Maranho ; Joaqoim.Jote de Olivdira & Filbo, no Gear ; Antonio de Lenioi Braga, no Artcety ; Joio Mara Julio Chaves, no Ana ; Antonio Marones da Suva, nonata!; Jos
Pereira d'Almeida, em Manunguape; Augusto Gomes da Silva, na Parahyba; Antonio Jos Gomes, na Villa da Penh; Jelarmino dos Santos Baldo, em Santo Antio; Domingos Jos ds Costa Braga,
em Nazareth; Antonio Ferreira de Agoiar, em Goyanna; Francino Tavares da Costa, em Alagoai; A!ve.s d C, na Bahia ; e Leite, Cerqainbo & C. no Rio de Janeiro. 3
' ----------
PABTEOITICIAL
Coamand das armas.
QJJAB.TEL GENERAL DO COLMANDO DAS ARMAS
NA PROVINCIA DE PERNAMBUCO 14 DE MAIO
C 187.
GRBBM DO i>IA N 6!2.
O brigadeiro eommandanta das armas declara
sem efMto, nao j a sua ordera do dia n. 621 le
10 do corrate, ci/nsi-ieran io ausente por excesso
ile liceng o Sr. alfares aggregad) a arma de ra-
an! ra addido ao 9 bataho dessa raesraa anin
Luis los de Soma, cora > o respectivo edita) de
chamamento, e determina qoe o mesn Sr. alferes
seja considerado doeir.e ni villa di Triumpbo. en
vi-ti da participagio que Iha dirigir a 23 de
abril ultimo, aeompanhida de anotad) do facul-
(atiro da gdarda nacional da loeahdade, em o qaal
faz rer que o mencionado Sr. afires, p;lo seu
e azar viagem e de reeolaer-se a esta capital.
(Assigoado). /imilio Luiz Malltl.
I informa- Ni impedimento do ajuianle de
aas Luiz Jeronymo Ignacio da Sanios, tenea'e.
Co'ninaib saperior
CUARTEL DO C SIMANDO SUPERIOR DA GUAR'dA
NACIONAL DO MUNICIPIO DO RECIPE, 1 i DE
M.VIO DE 187 i.
Ordem do da n. So.
O Ilion. Sr. e**on*l commandanle superior, man
da sablicar para eonhacimento dos corpos sob seu
oamattio, qae o vicapridente da provincia
mandoo por pdrtaria do Io aggregar ao 8* bi-
taluin de i-ifioiaria o Sr. callao do batalhlo
n. 26 JaioHsariqae .1 A biqu>r jus M 'II j, e pelo
de 8 tudo do corrente mei ao 3* bataibio o Sr. al-'
tires Henrique da Silva Antones, pertencante ao 2*
brtilbii, ambos da provincia da Parahyba dj
Norte.
uirosim, lendo-se c-io-i 1-radj impedido o Sr.
mijir Antonio Bernardo (j i metro, coramandante
interino do 3* b italha i di infamara, por se achar
D) exereieto de vareador, determina o rae-ro> lllm.
Sr. coronel commandante suporior que o Sr. ca-
pi.io fiscal Jo 11 irn Ubi n d i Gismlo asuma o
commanlo do batalhi) mediante as formalidades
ds es'ylo.
Rodolpho Joo Barata de Almeida
Coronel ebefe de ssiado-maior mie.-ioo.
DIARIO DEPERNAMBUCQ
IIEC1FE, 13 D.S MAIO DE 1872.
Vapor Herrfmack.
Amanheceu hontera fundealo no lamari) o va-
por americano Merrimack. iratrad) dalas : de
New-York 23 de abril, do Amazonas l* e do Para
8 do crreme.
Nada adian'am as noticias dos Estados Unidos
i que recebemos por va de Lisboa
AMAZONAS
Trahalbava com regulandale a assembla pro-
vincial legislativa do Amazonas, e os Lycnrgos
amasonenles agaados pal idea de desenvolver os
elementos de riqueza qui a creagJj amantoou no
Grande Valle, liuhau apresenudo diversos pro-
j->cto3 de lei, enire os quaes merecera-nos espe-
cial msniv i os segnintes :
N li.Au'.orisando a presidencia da provincia
a deapenler de lo a I8:OOJW com abertura de
urna estrala, eom 60 piluns de largura pelo me-
o)1, que partido da f.z-nla nacioual que fl:a
ruargim direita do R>o Brauco, v desembocariuo
pontj roeior do embarque, salvas as tres arris-
cadsimas cachoeiras daqaelle rio ;
K. 16. -AutorUando a pre-idencia da provincia
a contratar ora a compaaaia fluvial do AltoAma-
zonis urai sexta linht d nivegajao a vapor para
o rio Juru. deveado os vapores em cada una das
viagens transportar at vate rezes, aflm de facili-
tar-30 a creago de gado vacc in nos rios Juru
e Solimdes;
N. 17.Marcando o prazo decorrido de 1* da
agos;o ao lim de novembro de cada anno para ler
lagar a salga do piraruc u*>s rios e lagos da
provincia ;
. 2J.Antorisando a presidencia da provincia
a contratar com ama cjm^iuhia, que concede-
r ama subven ;o, o esi' liaba de navegaoo a v.ipur directa da Europa
para Manis, aflm de comummar-se a emancipa-
nao do commercio do Amazonas do ominoso jugo
que sobre elle (az pesar o commercio do Para ;
. 21.Antorisando a presidencia a conceder
premios pecuniarios aos vnd)res da provincia,
que apresentarem no morcado da capital cem al-
?aeire3 de farinha e cincoeuta de arroz ou de
eiio ;
Ns. 2o e 26 Antorisando o contrato, dentro
00 fra do imperio, de vinle e cinco padres mis-
sioaarios qu se iocumbam da caieebese dos in-
dias selvagens e d) esiabMecimnto de ncleos de
colonias iodiginas em diversos puntos de ferlilis-
sima provincia.
O Sr. Manoel Jos Cardoio libertou na pia
biptismal, por 106000, ama creanga que nasce-
ra escrava, e de qae elle e sua senh)ra foram pa-
Orinhos.
PARA.
Lexos no Otario do Gram Para :
i Na raid "Ligada de 25.do passado Dsutragou
defroote do Cocoal granio, a 2 m'.lhas de Santa
rtn, o vapor pruano Cecilia,i\a segaira de no3*o
porto para ojie Yqaito i. Navegava o Cecilia em
'ooate clarl e serena, cora a pressao de 45
1 bra3 de vapor na cal leira, acerca de dnzentas
jardas de trra, qoial) s 3 horas da madruga-
da batea com a proa n'um tronco de arvore qae
lava mmerso no rio, o qaal abrio-lhe um rom
fa) por onde entrara a agua com gran le f)ri;a.
Navegava i vapor em dez"bra{as d'agai. Vendo
qae serta impossivol onerva-lo a nado, porque
media muita agua, deu o commandante ordem
para correr sobre a costa onde ocana, asta-
meate qurado a agua ja conejava a invadir o
qjartel da machina
Horas depois pa*sou pelo lugar do sinistro o
vapor Joao Augut'.o da compinhia llavial paraen-
se, coja tripoiacao ajudou a Jescarregar o Cecdta
e iomoa a sea bordo os nufragos.
O Cfcilia parten :ia ao Sr. capillo Th>moteo
Smira, do exercito poruan), ora em viagem na Eu-
ropa, e eslava por qoarenta e tantos cornos de
rii.
* Celebrou-Je rnoiem (3; com toda a pompa e
explendor a inaugurarlo solemne da ompanhia
de aprenlizes arti3ce3 fundada em o nosso arse-
nal de marinha por iniciativa do distincto Sr. ca-
pillo de fragata Girneiro da Rocha, inspector do
mesmo arsenal.
t.A fasta aurahio alli maita gente, qoe ronsa-
grou eom sua presenga a soleranidade d) acto,
a?sociando-se pompas com que celebramos
urna iosfiluiso christaa, que prometa Iaz para
o espidi e para o coradlo dessas pobres cran-
las, qae a mmgja de bns vegetan na mais cras-
a ignorancia e na min omple'a miseria.
A's 9 horas da man.oia, presentes quasi Oda*
as autoridades civis e militares da capital, cele-
Drou-se urna mis-a na capilla d) arsenal, offl-
ciando o Ttvl. Sr. pilf Baaelica Thira .la Gu
naa e Mello, capeilio laquells e Formavam na capaila a eompanhia da apreadizss,
que j r uta dezesete alumno?, e os educandos ar-
urtces d) ar.-enal de guerra.
a Depois do Sacrifici) Incruento dirigirm se a<
i"-- "ai prdieotes ao quartel dos apreodizes arti
fice, o qual eslava loxuosameote adornado esm
vistosas bandeiras, anriflimmas o fiares. Aillo
Ilustre Sr. capiti) de fragata Garneiro da Rocha
leu urna alloocao em f.'raa de relalorio sobre a
creacao dt'companhia de aprendizes ; o secreta
rio da companhia, o Sr. A. Jos de L-mos, lea o
acto do governo relativa a essa institaicao, e o
aprendiz artfice Rodolpno de Araajo P.nto prole-
rio un discurso ao acto anlogo, indo depois os
aprendi;;?s um por am cumprimentar oSr. presi-
dente daprovincia a beijar o annel ao Sr. bispo
diocesano.
Foi entao visitado o quartel pelas pessas presen-
tes, que almiarara a mtelligencia com qae tado
foi disposto para qae as interessantes creaoc.as
acbaoem aili o comfort, que de ve Ibes ser ema-
lael) para o trabalho ,
< Ilauve depuis nm sumptuoso banquete offe-
recido aos seas onviialos pelo Sr. Inspector d)
arsenal, n'ama espaQosa sala ds saa residencia.
A mesa tomarara lugar, alera da* autoridades e
convidados, os operarios do arsenal, arfiflees e
educando;. Timamos nota dos sguintes toasts :
e Do Sr. capito de fragata Garneiro da Recha,
aos cavalheiros q a accadenlo ao seu convite con-
eorreram para abrilbantar aquella acto ;
Do Sr. Dr. Gordeiro de Castro, ao Sr. cap-
rao de Irajfata Cirneiro da Rocha, inspector do
arsenal ,
DaSr. Carneiro da R);ha, ao heroico povo
paraense ;
I) > Sr. Dr. Corleiro de Castro, aos operarios
da eivilisacao, a corporagao de artistas do arsenal
de marinha ;
t Do opsrario Sr. Croz, ao inspector do arsenal,
coja illustragao e tino administrativo imprimiam
|aelle estabalecimento ama animacao, qne pre-
nuncio ds grande desenvoiyimento ;
Do Sr. 1* tenente Cardim, mestranri das
ofllcinas do arsenal pela cooperarlo dada a>s tra-
bamos da aiariohi ;
D) operario Sr. Geraldo Lbalo, em agradeci-
meata ao Sr. Dr. Jos Hsnriques Cordeiro de Cas-
tro Jnior;
c Do Sr. comraanJanle Teles, ao Ilustrado ca-
valbeiro e brioso e e.-f rril) mariabeiro o Sr. ca-
pito de fragata Manoel Garneiro da Rocha ;
Do Sr. Garneiro da Rocha, em agradecimento
am dos berss da cam^anha do Paraguay, o
Sr. commandanle Telles de Menezes, indigitalo
para com nandar a companhia de artfices ;
Da Sr. Telles de Menezes, ao Sr. Joo Diogo
Clemente Malcher ;
Do Sr. Carneiro da Rocha, s excellentissimas
senhoras presentes ;
Do Sr. Telles de Menezes, aos b'avos ofJQciaes
do exercito brasileiro;
t Do Sr. Garneiro da Rocn, aa bravo general
WanJerley Lins, o esfargad) liJaior da loodaria
campanna do Paraguay, nm dos mais frvidos ope-
rarios das gforias naeionaoa.
< Termlnou esta fests am qairto de hora de-
pois do meio dia.
O arsenal estava artsticamente de orado com
alameda:- de palmeira?, trophas de armas e ar-
cos de bandeiras. A orche3tra militar de infante-
ra II9 tocou durante a celebradlo da mise, no
banquetee dorante a nonte. >
t Faz boje (7) anuos o Sr. visconde de S. La-
saro, que ha aonos reside em Portugal. Para que
a data de seu anniversano seja celebrada com as
bengos de desgranados qoe se tornam felizes,
raand)u o nobie titular entregar as cartas de li-
berdade ao; seu* es:ravos Carmeliaa, Carolina,
Ignez, Amalia e Frederico.
PERNAMBCO.
ASSEBL-uA PROVINCIAL.
SESSAO ORDINARIA EM 18 DE ABRIL.
PRESIDENCIA DO SR. FERREIRA DE AOUIAR.
Ao meio dia, feita a chamada, acham-se, presen-
tes os Srs. deputados : Marques da S.lva, Teixei-
radeSa, Amaral, Arcooco Sil/a, Gusmao Lobo,
olentino de Carvalh), A. Carrea ds Arauj), Gal-
vao Alcoforado, G33 Cavbante, Pinto Jnior,
Almei-iaPemambuco. Cincinato Camooim, Ucbi
Cavalcante, Ratis e Silva, Firmino de Novaes, Al-
buquerque Lacerda, Alipio Co'ta, Cirra Gondira,
Felippe Figna.ra, Gongalves Ferreira, Henrique
Mamede, Silva Reg, Ferreira de Aguiar, Pinto de
Camp)*,Gomes Prente, J. Correada Araujo, Visa-
ra de Araujo, Barros \Vsnderley e Salgado Netto.
Abre-se a sesslo, sendo lida e approvada a acta
da anterior.
O Sr. t secretario d conta do segainte
EXPEDIENTE.
Offlcio3 :
Do recetario do governo, remetiendo copia da
informaglo ministrada pelo Exm. Sr. governador
do bispado, acerca do projocto n. 25 da 1870, re-
lativamente a Igreja de Santo Antonio da villa de
ItambA' quera fez a reqaisica).
Da mesmo, dizendo ha ver o Exm. Sr. governa-
dor do bispado ex'gido dos parocbos respectivos
inforraacSes precisas, afira de eraittir sen parecer
sobre os projeclos ns. 16 a 26 deste anno.ln-
teirada.
Dj mesmo, remetiendo por copia a ioformaclo
ministrada pelo ebef j da repartilo das obras pu-
blicas, acerca das peiic5es dos guardas do 1* dis-
trido daqaella repartlcao, e de Andr de Abrou
Porto.A quem tez a requisic.
Do mesmo, remetiendo copia da inf rmacio dada
pela cmara municipal da cdadede'Olinda, acerca
do reqoenmcnto com um documento, no qual Jo-
s Domingnes do3 Santos pede por aforamento
perpetu o terreno que arrendou aquella cmara.
-A' quem fez 3 requisicao. '
Parecer :
A commi'-Io de obras publicas, quem foi pre-
sente a peligio de Ernesto Augusto de Almeida,
que solicita desta assembla privilegio para cons-
truir urna linha frreo, movida pela Torga aninsal
qne partindn do sobrado grande da Passagem da
Magdalena, com ramal pela Torre, v terminar na
Varzea passanlo pelo Caxang, considerando que
semelnante privilegio cffende os direitos garantidos
na I-i n. 856 de 5 de janho de 186S ao contratan-
te da estrada de ferro doL:moeroe bemassimque
olleode o art. 23 do contrato celebrado em vinu-
de dessa lei ; de parecer que seja iodeflrida a
dita peiigao.
Sala das cornmisso, 18 de abril de 1871 F.
de Figueiroa Firia.Jos Francisco do Amaral.
P. 0. de.Ratis e Silva.
Pica adiado por ter pedido a palavra o Sr. Viet
ra de Araujo.
Sao lidos, julgados objeelos da dsliberagio e
maudados imprimir os tegnintes projactos:
t A commissio ds negocios ecclesiaslicos, a
Juera foi apreaentado o compromisso da irmanda-
e do Tnumpho do Santis-imo Coraglo de Mana,
de parecer quo dito compromisso est.no caso da
ser approvaJo cora as alteraeSes propostas -pelo
Exm. coaego g>vernador do bispodo e mais as que
se soguera ni segainte resoiuoio :
a A assembla lejIslalUa provincial ile Pernara-
buo, decri-t ;
t Art. !* Via approvado o cmiproniisao la r-
m nlad? 3 a t'rluraph) do Santiasimo Cora cao de
Mana, erecta na capella dj Senljjr Bom Jess dos
PnreJ A'U ctJ3 da ciiale da Nazareili, oa as al
I teragdes propostas pelo Exm. governador do bis-
pado e as segnintes :
1 No art. 6a supprima-se s palavras o can-
didato posto que casado vvenlo separado de sua
mulliar, po Jera entrar de irmlo por si s nente se
assim Iba convler e o declarar no resosetivo ter-
mo, caso en que saa mullier nao fijar sendo
iraaia.
2.* No tim do 1.* do art. 9', accrescente-se
e os menores de 21 annos.
3.- O 2.* do art. 22 seja substitu Jo pelo se-
grate .% 2 presidir e regular os trabalhos das
mesas regedaras, conjuncta e geral, maniendo a
ordem as discnssSes, concedendo a palVra aos
irruios seguindo a ordem porque for pedida, em
cada materia tres vez es, e aos autores de emendas
e re |uerlmeDtos quairo, e pela ordem tantas quao-
tas ihe forera pedidas.
i.* No art. 23 em lugar da pjlavradesem-
pennodiga-ssdesempate em logar das palavras
o primeiro lugar do evngelhodiga-seo pri-
meiro lugar d > lado do evangelho. O mais orno
est.
i Revogadas as disposigSss em contrario.
t Sala d s coramiss", 15 da abril de 1871
Cunha e Figueiredo.Firmino di Novaes.
A commissio de obras publicas, a qusm f >
presente a peligao de Manoel Policarpo M reir de
Azevedo, emprezario ds abertura e canalisagao do
rio Giyaona, solicitando desta assembla privilegio
por lempo de 50 annos para estabelecer vapores
da rtboqae n'aquelie rio, mediante a paga qae for
coovencionada com as parles interessadas, atien-
den i o que sendo nimiamente extenso e nao poneo
estreito o canal do dito rio, lorna-se por isso dfll
cil senlo imoossivsl a navegaglo por elle a vela,
de parecer qae nao se polendo contestar por tal
motivo a uiindade do estabelecimento all de va-
pores de reboque, seja defirida a petigao de Ma-
no'-'l Policarpo, adoptando-se o seguate projeclo
de lei :
A assembla legislativa provincial de Peroam-
buco, resolve :
( Art. 1* Fica concedido Manoel Policarpo
Morelra da Azevedo, oa a quem melhores vauta-
gens ofareeer o privilegio par 50 aonos para esta-
belecer vapores de reboque n? canal e rio da ci-
dade d? G ynna, aflm de facilitar a navegaglo
d'aquella cidade al a foz do mesmo rio.
Art. 2." O coocassionario nlo poder sob pre-
texto alguna exigir subvenoao para tal empreza
dos cofres da provincia e pelo servigo do reboque
que nao ser obrigatono, receber a paga que con-
ven:ionar com os dooos ou mestres das embarca-
g5es qne pedirem auxilio aos seas vapores, nos
quaes poder transportar cargas e passageiros at
o littoral em qae faz barra o mesmo rio.
Art. 3.* O presidente da provincia no contra-
to que fzer com o coicesisonaario, contrato que
flcar dependente da approvagao desta assembla,
estipular condigoes razoaveis para sua boaexe-
cugo.
Ari. 4. Ficam revogadas as disposigdas em
contrario.
. Sala das commiisiSes, 15 de abril da 1372.
Jhao Francisco do Amara!.Ratis e Silva.F. dt
Figueiroa.*
c A commissio de justiga civil e criminal, a
quem foi presante a peligao junta, em qua Amo-
nio Severiano de Mello Falclo, eicrlvio de orpnlos
do termo de jimbres, peda qoe eta assembla re-
vogua a lei n. (010 de 13 de jucho do 1871, que
Ihe tirou os cfDcios de tabelliao de notas e escri-
vio do civel, que eram exercidos commnlativa-
mente pelo peticionario e o s9rventuario sea com-
paoheiro, considerando que nao s a actual divi-
slo dos olicios desses dous funecionarioa occasio-
oa urna desigual destribuigao de raentis, porque o peticionario apenas exerce o offl
ci j mencionad >, ao passo que seu companheiro
lem a seu crg) conjuacto e exclusivamente es
olicios de tabelliao de notas, e escrivao de prove-
dorias de capella, residuos e da execug5es civeis
e crimes, como tambera que os interesses, qnr
privadas, quer pblicos, solTYem com a existencia
de ora s tabelliao no termo de Cimbres, da pa-
recer que seja defirido a pretenglo do peii:ionario
de onf rmidadi com o projecto que submette
C3nsideraga desta assembla :
A assembla legislativa provincial de Pernam-
buco, resolve :
< Artigo nico.Fica revogada a lei n. 1010 de
13 de junbo de 1871 na parte em que supprimio o
offl:io de 1 tabelliao de notas, annexo ao doescri-
vo de orphaos do lermo de Cimbres. Revogadas
as disposigoas em contrario. Sala das eommis
ses. 18 de abril de 1872.1. G. Canea Garneiro.
Goes Cavalcante.Toltntino de Carvalho.
A commiss) de instruega publica, eonfor-
maodo-se com as razdes expendidas na petigao que
Ihe foi presente, de Josepha Mira da Conceigao
.Minios professora de instrnegao primaria, jubi-
lada em virtuda da lei n. i:( de 10 dejanh) de
1837 e considerando que sera grave injustiga, nao
poder denegar a peticionaria a gratiflcagao re-
querida, e isto em virtude do que dispe as lei*
de 13 de oatubro de 1827 e 14 de jumo de 1849,
e do modo porque tera sido sempre deferidas as
peligros* de tolos quantos naa coniigo's da peti-
cionaria, teera viodo perante esta assembla, re-
clamar igual gratifleagao, de parecer que se
adopte a seguate resoluglo :
a A assembla legislativa provincial de Pernam-
buco, resolve :
i Art 1. Fica o presidente da provincia auto-
risado mandar computar na jubilarlo da pro-
fassora Josepha Mara da Conceigao Martn*, a gra-
tifleagao a que se referem as leis da 15 de outu-
bro de 1827 e 14 de julho da 1849, correspondente
a terca parte d) ordenado a que tara ella direito.
Arl. 2* Ficam revogadas todas as leis e dis-
posigoes em contrario.
c Pago da assembla legislativa provincial de
Pernambuco, 18 le abril de i%7&Alvaro U. Ca
vahante.Alcoforado Jnior. GusmCio Lobo.
O SR. GUSMO LOBO:Esta qnestao, Sr. pre-
sidente, est destcala. O parecer danobres ommis-
so de r leados, a qjb o honrado deputado acaba
de fzer formal impugoagao, seguramente nao foi
bem entendido. Elle nao conclniu por um acto
interpretativo ; nao foi o sen peasamento, nem po-
da ser, extrahir da 4ei qae regula ai aposentado-
ras o direit-aser nellas imputada a gratifleagao
de que se trata.
Fixemos antes de Indo os termos da qua3tao. Fi-
xemol-os aolre de ludo que outra nl> a razio
da divergencia que se tem manifestado.
Concede a lei provincial, de que se trata, urna
cena gratifleagao aos empregados que, contando
mais de 30 anuos de servigo, os conlinuem pres-
tar.
(Trocamse apartes. )
Mais ciara nlo poda ser a lei. Evidentemente,
ella nao concede a graiittcagao se nao eom aclau-
la da continuadlo dos sarvigos.
Um Sn. Depuudo :Por conseguinte o projec-
to contra a lei.
O Sr. Gusmao Lobo : E' iirecosavel que pelo
rgimen legal nlo pode ser a gratifleagao imputa*
da na aposentadoria.
Um Sr. Depurado : Eolio estamos de accor-
do.
O Sr. Gusmao Lobo:Nem oatro jodia ser o
pensaraeoto do parecer. Si elia virtude da disposi-
ci da lei devesse a gratncar-o ser levada em
cmta oa aposentadona, nao hiveria que ^rovilen,
ciar para um caso especial, tilo se tratara e,ntIo
sioo do applicar a lei.
Mas ouira a qaosiSo. da f-a au iralJ( sa-
ber si a gratificado e da i1 raalurew qua. enten-
?didacomo reajijgrs.cJ^ da seivlgos pre^tlQi,
nao eofto premio e e.timuloi novos servigos, da-
va ser Imputada na ajosentadorla.
Da ontro modo nlo penseu a nobre coajm ssaa.
""USE a leitor* a"9"' do parecer qna a illus-
tra coomisso quiz piopor ana nova medida le-
gislativa para regalar a aposentadona do< funecio-
nana* e quem se trata; nao amaamterpretagao
o qaawf ella prop s.
Era, ais, dasoecessario o esforga do nobe de-
potado ipelo |. districto para demonstrar o qus
ningue-u oontastou, nem a commissio o>contesta ;
e que a gratifloaglo por mais de 3.) annos de
servigajA proviniia nao levada pelas leis em vi-
gor a Uta da aposenta dona.
r- onjtro o alcance do parecer ; sam outras as
saas vistas.
As gratifleagoes concedidas aos empregados pi
blicoi, o sao como esiimulo ao sertico ou como
pagamento servigo i prestados. Urna de nata-
resa transitoria, aeompanbanlo o exercicioe lot r-
rompen lose com elle ; outra permanente e, nes-
te caso: nada tem com effictividala do servg >
Um la. Deputado Porque a gratifleagao ou
relativa ao servigo actual oa ao servigo passado.
O 9*. Uusmao Lobo :E' d'ah que vsm a dis-
tinegao. A gratifleagao, oa paga servicos j pres-
tados, e neste caso esta a d) qua se trata, ou es.
lmalo novos servigw.
1)4n. Deputado :Todas as gratfleagoss sao
pro labore.
O Se. Gusma) Lob) :Nem todas io,concedi-
das pt% labore ; urai a qae acompanbi o exer-
cicio, otra a de natureza permanente que, em
lodo caso, compete ao empregado.
Sao principios estes mu no conbecidos.
O Si. Gun;alve.< Fkiireira : Nao apoialo.
O Sa. GngVAo Lobo : Vena talho a dootrina
do aviso de 13 de aovembro de 1954 o qual,
refariodo-se a qu-sto da saber se deviio ser
computadas as professorss as gratifleagoes qne
Ibes foram concedidas por acto legislativo de 1827
explican que semelhinta gratificarlo, nlo sendo
das qae se esneedem p-o labore mas de carcter
permanente, devia ser levada emeonta na jubila-
gao.
Nansa diga que a dootrina deste, e de ouiros
aviios, somanta applieavel a classa da profasso-
ras em razio da exigudade ds seas vencimentos.
M) sena esta urna razio plausivel para qua se
ha ntandtsse contar na jubilaeao urna gratiflea-
gao qaalquer. Outro e muito elaro o lundaoen-
lo dadontrioa; o aviso de 1854 expressameota o
declara e explica, e qae, si Ha gratifleagoes qae
sao em regra inseparaveis do exercico, outrss ba
|ue iadependeo) dalle, e sam desta natureza as
qae si coneedem por sarvigos (apoiados).
Asskn qoe, si reconbego procedentes algumas
das o3ervagss trazidas a este debate pelo honra-
do desatado do 2* districto, outras sio mamfas-
tarasoli) injnridlcas por contrarias aos principios
regaladores da materia.
Coarenbo qae, reconsiderado o projecto era 2'
disenssao, sa faga extensiva a dontrina todos os
empregados que.atliogildo a 30 aonos de servigos
continseo A prasul-os; poder-sa-ha mesrao fixar
um pYasvtjne o empragado leva servir alen dos
30 annos para qoe Ihe seja levado em eoata'a gra-
tifleagao que a le Ihe concede por servicos presta-
dos ou, o qne sena molhor para evitar desigual-
dades sempre odiosas, mandar contar proporeio-
nalmenta na aposentad;.ria a gratifleagao de 3) an-
nos por maneira qus s a possa percebar inte-
gralmente o fuoecionario que em 10 annos da ex-
ercico perceber a gratifleagao. Sio oatros tan-
tos alvitres que, acautelando conveolaotamente o
interesso pnblieo, respeitam os direins dassa im-
portante clas3e em que preciso var, nao merce-
narios qne ficam pagos com o salario do da, mas
velbos servidores do Estado, carregados de serv-
gis qne, em regra, ni) podem gozar muito tempo
do favor da urna aposentadoria que ibas ebega to
larde.
Triota annos de servigo pnblieo querem dizar.
em regra geral, urna viia inteira que sa votou ao
iotertsse geral (ipoiadc) ; queremdizer una lon-
g vida montona, di% por dia sugeita inflexi
bilidade do poolo, obngagSes da toda a natu-
reza.
A aposentadoria nao um favor; um direito
(apoiados). E' preciso nao ver urna qnestao de
mieresse particular ra cada um caso da aposen-
tadoria ; e nem i idos os interasses particular as sao
inejnfessaveis.
Muitas vez s o interesse publico anda de par
com o interesse particular ; no caso snjeilo...
O Sr. Go.vgu.vKs Ferreira :Qjod probndoos
est.
O Sr. Gusmao Lobo : Tratase da regular urna
ou mais aposentadoria!; e ba am real interesse
publico em que nao se jara concedidas com desat-
teogio direitos adquiridos.
O Sn. Go.vg.axvEs F.rreIra d am aparte.
O Su. Gusmo Lobo :Nao estejimos ver em
cada urna pretenglo urna offensa ao direito, ao
interesse pnblieo. O interesse publico nlo pode
ser o ioimigo irreconciliavel do interesse particu-
lar bem entendido, d quelle que sa acolbe som-
bra da lei.
(Ha um aparte.)
Assurapto este, Sr. presidente, em que a ques-
lo de economa nao sinia de am valor mnimo.
Sei qne, considerada permanente a gratifleagao de
30 anuos, far-se-bio mais custosas as aposanla-
dorias. Mas advirla-se qae 30 anuos nao passam
debalde para a vida ds am empregado ; a pro-
pria lei o reconhecec. qaando manda abonar aos
qae hoaverem prestado servigos por tssse prazo
urna gratifleagao extraordinaria.
Argumeotou a commis-io, e meu jaizo por
muito cabida analoga, com a regra j flxada por
leis da provincia sobra as gratifleagoes que com
petem aos profassores pblicos por 12 a 15 annos
da servigo. Sendo enas gratifcagdes o premio de
ssrvigos, emndense qae deviara ser considera-
das de natureza parmunenta para ojie fossem ia-
clulas na aposentadoria.
A gral fleagio de que se trata da mesma na-
tnreza. C-nrapre, pois, flxar regras que mslboram
a aposentadoria dos que a bonveram merecido.
Seria poueo rasoavel dar ao empregado ama
gratifleagao, qaando elle atlioge ao lempo da
aposentadoria, para Ih'a retirar iuteiramente com
o exercicio que presumidamente nlo deve ser du-
sjdotiro.
Q ando a le lixa en 30 annos o prazo ex givel
para a aposeutadoria.reconhece implcitamente que
ao termo d:sse numero de annos votados ao ser-
vigo publico, o empregado est em rogra geral n
habilitado de continuar a prestagao de seus ser
vigos.
Si a le manda cootar urna gratifleagao aos que
por excepgao esta regra, continuaren) servir,
justo que na aposentadoria Ihes seja esta gra-
llcagao levada emeonla em todo oa em parte.
O empregado qae servia 35, 40 annos, sao deve
ser aposentado em condigoes iguaes i daqoelle
que somenie servio 30 annos.
A materia do projecto tem sua importancia.
Evidentemente, a legislagao provincial precise ser
completada neste ponto.
Aoprove-se, pois, o projeclo, aguardando se a
2* disenssio para o molidcar e corrigir de ma-
neira que se flxera regras geraes qae sejara appli-
caVeis a indos os fcineclonari)s provincaes.
CIIDI-'M ) DIA.
, 1" discusslo do projeet^u. 39 deste anno, auto
ruando o nresilan'a di prov ocia a Qanlralar com
Jcaqoira Qavaleanta de Albuqaerqua, ou com
quem raelhras eondiradss olfereoer a oonstragao
d? ai Mirada para o oorte 4 provnola at ao
Ingar denomina lo Salgadinno, que extrema eom a
provincia da Parahyba.E' approvado.
2a diseussi) do projecto n 42 desta anno, anto-
risando o presidenta da provincia a contratar com
a Companhia Recife Drainage a collocaglo de tor-
oeiras as ras dasta cidade para o servigo dos
incendios.
Vio i masa e sio approvadas as segrales emen-
das :
< O contrato nio podar ser celebrado por mais
de des annos.Araujo.*
c Art. addilivo. Pica revogada a autorisacao
coocedida presidencia para ereagao da companhia
da b)mbeiros, sendo o imposto criad) para tal tira
applicado ao pagamento da sabvengao de qae
trata este projecto.Lamenha Lint.*
< Depois das palavras Recife Drainageac-
ere iceote-ss : ou cem quem melhores vanlagens
cifirecar.Figwiroa *
t Em lugar da 6:0001, diga-se 5:000*\-Cor-
reia de Araujo.*
O SR. PINTO JNIOR manifesta-se contra a
emenda que revoga a aulorisagao para crear um
companhia de bjmbeiros.
O SR. LAMENHA I.I.NS manifesta as razies
porque apreseotou a sua emenda, declarando que
nao faz questio por*ella, e pedir mesmo'a saa re-
tirada, a vista da opioio manifestada pala casa.
Consaltada a casa, cnsente na retirada da
emenda.
O SR. VIE1RA DE ARAUJO. r,Sr. presidente,
peJi a palavra para justificar ligeramente o meu
voto contra a emenda qua manda reduzir a sab-
vengio a 5:0004.
Por oeeasio de se confsecionar o regnlamento
da companhiaRecife Drainaga apressntou ella
urna proposta para fazer o servigo de que trata o
projecto, mediante a quanta de 6:0004, 4:OUOJ
qae seriara dados pela presidencia e 2:0001 pelas
companhas da seguro, se estas concorressem com
esse auxilio ; depois entendendo-se a companhia
com as de seguro, estas se recusaran) a presta-lo.
No regulameoto, expedido para o servigo daRe
cifa Drainage senio me engao, oa em am acto
da presidencia se determinou esta eircumstancia,
isio que a proposla seria aceeita se a companhia
podesse obter das dos seguaos os 2.6004. Ora,
receio que reduxida a snbvengio a 5:0004 se torne
a aulorisagao inexeqaivel, porque a companhia que
a nica pretenden: exige 6:0004 por esse ser-
vico. Sena melhor. estabelecer como mximo a
qoantia de 6:0004, porque se o presidenta poder
contratar por menos u fara, nie tic ando assim a
aatorisagio inutilisada.
N s e sentido mandarei ama emenda.
Vai i mesa e apoiada a seguinte emenda :
Emenda ao floal do arl. i mediante urna
snbvengio qne nao podara ser maior da 6:000000
annuaes.- Joo Vietra *
OSR. A. CORRSIA DE ARAUJ0 di as ratss
porque apreseotou a sua emenda, e pede para re-
tira-la, o que Ibe concedido.
O SR. F. DE FIGOElftOA pede tambera a reti-
rada da saa emenda.
Encerrada a diicnssio, approvado o projeclo
com as emMdaa dos Srs. Joio Vieira, e Correia de
Araojo. i
2a diseussio do projecto n. 9 de 1870, creando
a fregaezia do Seohor Bora Jezos dos Allictos no
Ex.K' approvado eom as segnintes emendas :
t Substitutivo ao 20. Digj-se : com a da
Leopol'ina seguindo da barra fio riacho Arara, em
linha recta fazenda da Alagoa Grande, fleando
esta perisnceodo Leopoldina, e d'ahi a fazenda
Ipnaira, junte ao riacho do Espirito-Santo. Oli-
ve ira Fonceca.*
< Substitutivo ao 3*.Biga-se : com a do Sal-
gu oro pelo riacho do Espirito-Santo cima at a
serra do Araripa, servindo o mesmo riacho de li-
mite s duas freguezias.Oiivetra Fonceca.*
1' diseussio do projecto n. 8 deste anno, anto-
risando o presidente da provincia a estabelecer na
Casada Deten gao as offl inas que julgar conve-
niente.
Verificara lo-se nio haver numero, flea a diseus-
sio adiada.
O SR. PRESIDENTE designa a ordem do dia e
evanta a sessio.
SESSAO ORDINARIA EM 19 DE ABRIL.
PRESIDENCIA DO Sil. DR. TEIXEIRA DE SA.
Ao meio dia, feila a chamada, acham-se presen-
tas os segnintes Srs. deputados, Vieira de Araajo,
Gej Cavalcanli, Olympio Marques, Goacalves Fer-
ieira, Albuquerque Lacerda, Henrique Mamede,
Freir Garneiro, Ratis e Silva, Almeida Pernambu-
co, Galvio Alcoforado, Alipio Costa, Vieira de
Mello, J. Correa da Araujo. Cunha e Figueredo,
Correa Gondicn, Silva Reg, Pinto Jnior, Fallppe
Figneira, Amaral, Correa de Araojo, Ucnda Ca-
valcaati, Leopoldina Lobo, Tolenlino de Garvalho,
Teixeira de Sa, Firmino de Novaes, O-iveira Fon-
ceca e Barros Wanderley
Abre-se a sessio.
E' lida e approvada a acta da anterior.
O Sr. 1. secretario d conta do seguinte
EXPEDIENTE
Offlcios :
Do secretario do governo, remetiendo em origi-
nal o afeio do Dr. juiz de direito da comarca de
Olinda, acompaonado de urna nota prestando as
ioformages relativas ao mosteiro de S. Beato.A'
qnem fez a requisigio.
Do mesmo, remetiendo a representagao da c-
mara municipal da villa de Serinhiem, pedindo
que por conta da provincia se Ibe empreste a
qoantia de 2:0004 para conclusio das obras do
c-m lerio d'aquella villa.A' commissio de orga-
menio provincial.
Petigdes :
De Antonio Jos Rodrigues de Sooza, tbesourei-
ro das loteras, pedindo a aboligio do imposto de
5 por eent's -bre os premios maiores de 4004-
A' commissio de orgaraento provincial.
De Haymaodo da Silva Mata, tbesoureiro e pa-
gador das obras publicas, pedindo se consigne quo-
la para o pagamento da qaaotia de 2214800, que
Ihe deve a tbasouraria provtaeial.A' commissio
de ornamento provincial.
Da Isidoro Marinha Cesar, professor publico re-
movido para a eadeira de S. Jos da Boa-Esperan-
ca, pedindo se consigne na lei do orgaraento a quo-
tade 154 meosaes para pagamento do alaguei da
casa em qnefuneciona a sna escola.A'commis-
sio de orgamenlo provincial.
Da mesa regadora da irmaodade de N saa Se-
nhora do Bom Parto erecta na igreja de S. Sebas -
tilo da cidade de Olinda, pedindo preferencia para
a extraegio das partes da rotera concedida para
a conclusio das ooras da saa igreja.A' com-
missio de orgamento provincial.
Parecer :
a A commissio de petigoss. julgando nlo Ihe
competir dar parecer acerca do reqoerimenlo de
Joio Baptista do llego, conferente do consalado
provincial, pedindo i esta assembla qoe Ibe man-
de pagar a difTerenga entre seus vencimentos e os
de lanoador do aesmo consulado, durante o tem-
po em qae o supplicante prestou o servigo d'estes
fanecionanos, de parecer qoe seia dito requeri-
meoto enviado nobre commissio de orgimento
provincial. Sala das eommissoes, 15 de abril de
1872. -Ptale Jamor.Barros Wanderley.V ap-
provado.
ORDEM DO DIA.
3.a diseussio do projeclo n. 29 d'esle anno, an-
nexanlo ao 1.* districto da fregoezia do Poeo da
P.uella o lt qoarieiraoBarbslbohoja perten-
ceote ao 2.* districto da mesma (reguezia.E' ap
provado
1.' ducassio do projeolo o. 35 d'esle auno, ala-
dos guardas da illuminagio
a 6604 de ordenado e 2004


vando os vencimenlos
publica d'esta cidada
de gratifleagao.
Vio mesa e sio apoiadas as seguales emen-
das :
, Em lugar de 8004 -diga-se 7004 3e gratiBea-
i gao.A. Correa de Araujo.
, Em logar de 7004-diga se 8004 de gratifira-
glo.-flaf e Silva.
I OSR. A. CORREA DE ARAUJO justifica m sna
emenda.
O SR. ALCOFORADO JNIOR combate as
emeodas.
O SR. A. CORREA DE ARAUJO insiste as ra-
zdes apresentadas.
O SR. RATIS E SILVA :-Mande ama sub-
emenda do nobre deputado pelo 2. districto, e
, passo a )U!iilica-la.
Concordo com a opiniao do nobre depntado
quanto qualifeagio que quer dar a esses fune-
> cionarios, tambem snpponho que elles nao pieru
ser considerados empregados pblicos. A saa oo-
j meagao nio foi dada pelo presidente da provincia,
! e jlo director da reparligao das obras publicas,
nio pagaram diieitos de seus ltalos, por isso pt-
rece-me que nio plem ser considerados emprega-
dos pblicos ; portanto enttndo qne a remunera-
, ci de seus servigos deve ser-Ibes dada a titulo da
gratifleagao.
O Sr. F. de Fioueira : Mis porque T
O Sr. Ratis e Silva : Porque nao sio ejnpre-
g dos pblicos.
Nio posso, entretanto, concordar com o quan-
tum determinado na emenda do nobre deputado,
porque 7004 como gratifleagao paga muito in-
significante.
Sr. presidente, se nio fosse o receio qae ea te-
nho de augmentar a des pez a da provincia, achau-
do-se os seas cofres em mo estado ; se nao fosse
mesmo ter observado constantemente a repugnan-
cia qne tem a casa em votar por despezas no sen-
tido de se augmentar ordenados, ea nlo mandarla
a emenda consigoando tmente a quaolia de 8004,
manlaria nma emenda no sentido dse consignar
ama gratifleagao lal qual reclamara os peticio-
nar:)?.
Mas considerando que, com effeito, os cofres
provincaes nio pdem supporlar grandes despe-
zas ; considerando que lalvez a minba idea nio-
seja abragada pela casa ; circumscrevi-me a pro-
[r orna emenda quamia de 8004000.
Sr. presidente, a paga de 4804 para os emprega-
dos da illuminagio to ridicnla, qae nio poda
descer mais, porque mais do qne isso ganba
qualquer trabalbador, qnalqner ganhadtr de ra*.
O Sr. A. Corra de Araujo :Menos_ de 8004
ganham os juizesda trra, os promotores.
O Sr. Ratis e Silva : O que M segu d'ahi
que sao muito mal pagos.
Nio ba oingnem que possa viver com 4004 ;
anda o hornera solteiro san familia nenbuma, vi-
vendo com toda a parcimonia, nae possivel qae
passe com 4004 avista da carena dos gneros de
primeira necessidade e dos alaguis das casas.
Dave-se ailender, senhores, qae esses empregi-
dos teem nm trabalho mnito pesado, trabalham de
dia e de noite, trabalham toda a noite na vigilan-
cia e cooservago da illuminagao pnbiica, e anda
de da elles nlo plem descangar, perqu teem
de ir reparligd dar conta do servigo que fize-
ram, e teem mesmo necessidade de occapar o res-
to do dia em tratar da vi la, visto qne os venc-
meatos que team nio sao sufflcientes para saa
raanatengao.
Firmado nesta convicglo eu mandei a sub-emen-
da, e eslarei prompto para votar por outra, se a
casa entender que deve ser maior a gratifleagao
desses homens.
Encerrada a discus*Io, approvado o projecto
com a emenda do Sr. Ratis e Silva.
1.a diseussio do projecto n. 8 deste anno, anto-
risando o presidente da provincia a estabelecer
na casa de detenglo ollieinas de trabalho.
O SR. ALCOFORADO JNIOR :-Sr. presidente,
com grande consirangimeato qua me .levanto
para justificar o voto que pretendo dar contra o
projecto em diseussio ; porque sa acha elle Arma-
do por nm collega quem tributo muita estim, e
com quem desejava estar sempre no melhor ae-
crdo.
Mas cima d'eslas consideragoes est o qae ea
repoto o cumprimeolo de nm dever, e por amcr
d'elle foi que ped a palavra.
Pronunciando-me contra o projecto, nio se pen-
se, Sr. presidente, que eu desconnego a importan-
cia e otilidade da medida qae elle consagra..
O Sr. Henrique Mamede :E' do que s trata
agora, da otilidade.
Outro Sr. Deputado :A qnestao da pralt-
cabilidade.
iTrocam-se anda ootros apartes.)
O Sr. Alcoforado Jnior :Sr. presidente, ea
pego i V. Exc. qoe me manteaba o aso da pala-
vra : nio teoho pratica da tribuna, e assim nter
rompido nlo poderei continuar.
O Sr. Presidente : Eu tenbo pedido tamas
veies aos nobres deputados que nio interrompa u
ao orador. *
O Sr. Alcoforado Jnior :Dizia eu qjue voti-
va contra o projecto nao porque fosse opposto a
idea que consagra, e ao contrario, por isso mesmo
qne adopto a idea, e desejo v-la realisada que
me epponbo, porque vagamente concebido como
est orfcfrido projeclo, nao s inntil como at
inexequvel debaixo de certo ponto de vista.
Intil porqne j temos ama lei antorisando o pre-
sidente da provincia a fazar as reformas conve-
nientes na casa de detenglo, e entre as reforma
est sem duvida a necessidade do estabeleciment >
de cfQcinas para o trabalho dos presos. relo qae
lei n. 511 de 1861,
Um Sr. Deputado :E ba nm prpjeeto nes-e
sentido.
O Sr. Alcorado Jnior : E' verdade, alera
dessa lei ba o projecto 99 de 1868, eoncedendo aa-
torisagio mais ampia e completa, projecto qae foi
remettido i commissio de legislagao para laterter
parecer, sem duvida, porque a sna materia im-
portante e cenvam qae seja maduramente estada-
da.
Ora, se j temos lei e nm projecto mais comple-
to, nio sera inntil o actual t
(Trecam-se mullos apartes.)
O Sr. Alcoforado Jnior :Os apartes nao ii
iocoinraodam, urna vee qae nio sejam dados si-
multneamente.
Nio basta Sr- presidente, dizer pura e simpiea-
mema flea o presidente autorisaao a eslabeactH"
offlenas na casa de detenga) preciso aute\ie
tudo determinar o modo e as condigd.s.
Aoode pretenda o ilustre antor do projeclo
qua sejam establecidas as oLcinas ?
Actualmente nio ba na casa de delengSo aspag >
apropriado para ellas, internamente, e qaando possa
ser aproveitado o pateo ou a roa do lado .do sui
preciso tazer obras que ma pareceos demandar
grandes despazas.
' O Sn. Oltmpd Marques :Alm dlsse precis
mudar as condicoes do estabelecimento, qae de. v
de ser Casa de Detenglo.
O Sr. Alcoforado Junwr : E' veraade, mas
admitamos, que possa ser urna e ouira cousa, ist >
detenglo e penitenciaria, convir esta systema
mixto ?
Mais de espago exaraioarei este panto, por ora
trato da indagar o qae neeessario materialmente
para execugio do projeclo, e se a despeza lal qne
possa er feila sem sacrificio dos cofres.
A dispeza como j dlsse avallada, e sendj
poueo lisongairo o astado de oomsj Haaogas, a:'.i;
-



^
m*
2

^i

khi\ mtitor
K
--------------',-
Qittrta fera 15 d Maio d 18*32
^f
55EST3p.jp:------------~ "
3ae nao datemos fazi-la, -toto mais qanl) tal
espezaque se destina ao estabelecimau 4i nwa
penitenciaria, giral, e ola dsva ser eita pala
proTi03l*r\r
O *0'"imi||reprenD,.iq e-ti ass-embli tos
poderes garass pira qaa fosssm feitas pelos cofres
geraes aa daspaziJ con i a'im-ntag) di presos,
ordenados iralpregadj' etc., e ni) ser como
hojs qar-sa quia prr>*a- fag\ demszis qae
esto no raesma caso, si> muito mais avalla-
das I
Paitas eitas onuderaclM occupanna hai da
qaastao debaixi de oa.ro ponto de Vista, sobre o
qjai tanua algum \s daviJas.
El oJosei para ora* pre.- eitabeleeila o tra-
balho, se para te Jos-----
O Se Hkxriqus^Iaiisds : Para todw os qas
q Direre jo.
O Sb. Alcofoaio Jumos :Creio qae Bao te-
moa atlribuigio par obrigar a.i trabalha presos
coademnidos prsio simples por exemplo.
Um Sb Deputado:Nio urna imposigao.
O Sr. Alcokobaoj Jusior :Se ni) e uraa im
pasigio, se o trabalha facultativo, coovir ese
systema ?
" PUli"B*afflt*pMSo ootalla grUfle nmero de
presos eonvir estibelecjr o trabado para un-
deixando oatro*, lalvez ai raaior parte, na occiosi
dade ?
Nio eonviria antes, em tez de offliinas para o
trabalbo em comraum, o isolaraento, oa o trabalha
celular ?
Nio son part iario dests syslera i, b je cociera
nado em todos os pases cultos, mas lalvez fosse
preferirel ao que sa qur estabalecar in.omplela
mente.
Este assampto vasto, e como por ora aterro
go, reservo-me para dar-lhe desiavolvi-a>nta de
pofs da respoua:
O Sb. Hknriuk Mamede :O argumento con
tra prodceme, eu mostrare!.
OSa. Alcoporado Jnior : Dem, eu espero que
o nobre deputa Jo rae esclarece, e como sou 1 > i
bem natural que vote pelo projecto, se fr con
vencida d* erro, oj deuruilas as observaQS-s
que tenho feita.
Teoha sida par tantas vezes interrompido, que
me impossvel conservar certa ordera em meu
discurso, e j nao sel o que dizia.
Un Sb. Deputado :3 nobre deputado. nao qner
apartes.
O Sr. Alcofohaoo Jnior : Nao rae encom
modam os apartes, mas ao tantos e tio longos
que parecem discurso1.
Prguotav* como devia ser establecido o tra
balbo, i obrig .torio ou oi.
Na Casa de O lencaa como saben os nobres de
pntados, ha condamnadas, pronunciados e preso
para correegio.
Qaanto aos pnmeiros nao techa duvida, a
quanto aos outros ea.eodo que se Ibes alo pode
impdr o trabalbo, e d'ahi o inconveniente que j
pontei de (harem a maior parle dos presos na
o:iosldade.
E's porque, Sr. presi lente, tenho em vistas es
tas consideradoi% e o molo p.-atico de re usar
idea do projscto, coosilarel-o tambera iaexequivel
debalxo de certa paute de -asta.
Crntentorae por ora com eias refljxe"?s, e se o
srojecto pausar a segunda discuta, me reserva
rei pira dar-thes o desenvalvmeota jue eiigam.
Um Sr. Deputado : Reft>x5H muito jad-
e'o-as.
SR. H. MAMEOE : -Sr. precente, como ig
natario do projecto em discuta), ac Jo ao recia
mo do nobre depatad) pelo I? disliico, qua ac
Da de Impugna lo.
A primeiy di'jussao de ura projact), orno ?ab,^
V. Exj. deriaadaa venfi;ar a sm uiiliJaJe.o ao-
rre depntadj levantando ae para combater o que
*e discote, est claro que negoa a ?ua utildale
mas de suas palavras is!o nao a deprehenJe por
qae o nobre deputado oo n>ga a utilidade ecoa
>eni?ncia da materia do projj:io, ass'm pois como
cqndemna-lo em sna priraeira discussao Porque
cao espern o nobre deputado a 2a discusso do
projcto para entlo _combate-b, para e:neada-lo
eomo julgar conveniente ?
Nio aeha V. Exc. quj er isto raais consent
neo com os precedentes estabelcciJos nusta casa ?
Ea creio qae !im.
Qae o proj cto til e conveniente supponho
rae nenhum dos nobres daputados deixar de e
e wnhecer.
ji Sr Deputado :A idea .
O Ss. H. Mamede :E de miaba parte d.-claro
;ne, se apresentei este propeto foi fascinado pela-
deas consignadas no relatorio da presidencia cora
f.'a;ao a este assampto. Realmente achei qne
^eria por de mais triste para c conservarmo3
urna Casa de Deterieaj som avaltaio amara de
;re03 sem que alH tnuvase trabalho para a jaal-
s qae qoizessam trabalbar.
Vemos qne ha ponoo se deenvolveu al ama
molestia nova completa nente entra n', a berbtrt,
e qae a cansa, s?ganJj dizaD os mdicos Li a
ta'ta da trobalb) para os de:eotos.'
A'sim, Sr. presidente, aposentan lo o projecto
tai dis'.ussaj ea ras persuad qaa prstva um
v-vp a previncia.
O Sb. Alcoforadj Jc.nior : Fago justica as
:oas intenso?s do nobre dsputado.
O Sr. II. Mamede : D-sse o nobre deputado
oae exisf mil lci da 1861 dando antorisagao ao
:. .'dente da provincia pira Tazer estas e oatris
reformas na Sasa d> dtn?ao. Declaro que igno-
ro completamente a existencia desta lei, ple exis-
tir, masen a de??onhf3; o qne eei queem
?5 (soube o depois de ter aoreseotato ,sto tra
15!ho) 'apparecea um propilo e;tabele:endo na
as de detengao nna pjnenciaria, cujo projecto
11 enriado a comnissa da legislado para s;bre
i.e dar parecer, e at hoja nao aprosentou pare*
cer algum.
?ergnntou o nobre depatado aona preteniia
a e3tabeleeer as oIB'iaas. Respoulo-lbe que no
r.e mo lugir aonde ellas ja existiram es'.ab-.'leci-
i! pelo administrador da]ule e3'.ab3leclmeuto.Jj
Se j existiram all c!D'u3 estabelecidas pelo
ininistrad^r, claro qae p dem existir sendo es-
uoeleeidas pela provincia.
A despeza nao grande, creio que com oito ou
Qx tontos de res podessetcos ccniprar os nten-
: os neeessarios.
O Sb. Olykpio Marques : Pos n5? I
O Sb. H. Mamede :Sem duvida neatrnaa pi-
Jeremos cot semelhante joaatia effactur a des
"*a reclamada.
Um Sr. Deputado :E o material t
OSr. H. Mamede;-.O presidente provideociar
a esse re?pito no regulamato que der.
Un Sr. Deputado : Nos podemos fazer e-la
dspeza ?
O Sr. H Mamede :Enteado que sim.
Um Sb. Diputado :E' ella provincial ?
O Sa. H. Mamede: Eatenlo que a pode aos
tazer, assira como estamos ,'azendo outros qae s3a
geraes. E' urna pequea despeza qua fazemos
em proveito da provincia, despeza que ple ser
nenbuma, conforme jeja o regulamento expedido
pela preidencia.
Perguntou o nobre deputado sa o trabalbo sera
: rigatorio para os presos. Respondo, que o tra
oalno livre, ser somente para aquellas qao qui-
zerem trabalhar e fazer o sen peculio,
O Sr, Aliofqrado Ju.viob : Ento a medid,,
nao completa, poriue muitjs presos Bcim na
oeciosidade.
O Sr. H. Mamede:Mis os que qiizerem tra
L-alhar, os qne desejarem formar o aeu peculio
'rablbarao, e eston certa qae ser a maior parta.
Um Sr. Deputado : Porque ge acabarim as
ffljinas que all exislam r
O Sb. H. Mamede : Nao sai.
Tendo dado ao nobre deputado as explicacoes
pedidas com relaflo ao projecto em discosso, eu
que sou sempre dcil as advertencias que se me
fazjm com relacta a projectos por mim apresen-
ados, mandarei um requerimenlo mesa pedwdo
iue o mea projecto com o de n. 99 de i8GS'sejam
enviados a commissio de lef laco par^stbre el-
les dar o sen parecer e apresentar ara trabalbo
perfeilo, j que o nobre deputado julga qae o mea
est imperfeito, o qae na verlade confesso.
O Sr. Alcofotudo Jnior : Nao disse qne o
trabalbo da nobre depntido era imperfeito, mani-
festei as minbas duvida?.
(Trocam-se apartes.)
OSr. H. Mamede: Apresentei nma simples
aotorisaclo porque teaho coaflanct illimitida na
admnisiraco.
Um Sb, Deputado : Ah temos n a qaesto
de connaoca 1
O Sr. H. Mamede :Nao faga queslao de con-
tianca, mas emendo que com ama simples autorisa-
ao dala pela assembfa e a respacliva quna volada
oo orgamente, a presidencia poderia acudir a se-
melhao/e nacessidade, e a expedir os neceisarias
reguiamentos.
Portanto, fluda o mea discurso mandando me-
.*a o requerimenlo de que falle!, curto de qne a
casa o adoptara.
Vai masa e apoiado o egninte raquerimen-
Rsqaoiro que o projecto c. 8 desle ano) junta
mente com o de n. 99 de 1868 sejam enviado a
ammfssSo de legialajao para, dar o sea pareie*.
S. R.-//rtrrr/B JffWoV.
W9.
=:
=
-
s=
^i^^iSKISIi
-r .Oijestudeio
..'Hi-^que s-
sas importante; nao preteniia filiar sobre elle ;
ne sabia que neje erw disertidd; mas te*tjft
feto urna obseracao quando orava um ios bo-
bres deputados, qus me precedern, e sendo ella
"contestada comprometH-me a mostrar a improce-
dencia da contestlo. Pfcdi a pallvra sosente
em satisfai^ a esie compromisso.
Saguudo creio, a ioieasao do nobre autor 4p
prjesto nao qus se estbetela na casa de deten
c.Io ama peniteociMit proprlamente-dicta, de ra>
do qae a provincia senjarregoe de fazer cora
qae os presos condemnados a p-i -lo com trabalho
cumpram est pena, e nao a de pnio simples,
em ene tem sido conmutada por alo ha ver entre
mu urna penitenciaria. O qne sa preteole faei
:itar o trabalbo aqaelles presos, que a elle se qni
zerem dedicar- '
Tamos o exemplo do que existia na casa de de-
tenfSa.
- Um Sb. Deputado :Isto e novo.
OSR. 0LIV8IBA FO.VCEGA:Nao novo qae
os presos possam trabalhar, ellas actualmente te:-rn
a taculdade de azal-o, mas tracta-sa de Ihes faci-
litar os recursos de que precisam.
O administrador da casa de detanco, campads-
cido da sorte dos detns, faeultava-lhes os miios
de trabalharem; comprava a sui propra casta o
instrumentos e a materia prima, qaa Ihas forneola
por aJiantamento ; para sso foi preciso conlrabr
debito*, qne elle depois teve de fazer tim grve
pr>-ja'z. seo, a poal> de nao poder continuar a
fazar essacbra de ciridade.
Palo excossivo excrupulo com qae procelia, afim
da qae era os detentos, nem outra qnalqaer pes
s,a su-ppo'esse, que el- eslava se loeopletaado
custa da trabalbo d'aqaelles infelizes, toda a vanta-
gem era para estes, al gana das qaaes s vese-
renniara as mios do mesmo alminlstrador peque-
os peculios de cera, dnzeotos mil ris, e mais, em
jaaat) aquel le nao clugava a ser i a le anisa lo do
capital despendido.
Homens que para all linhara entrado viciosos
vadlo.', sera ambara offl;io oa modo deceots de
vida, ate orno detentas pabres e sem reenrso
eram atimeatados a casta dos cofres pravmsiaes,
aprendiara um.offlcio, comejivara aeer alimea-
taios *aa propria costa, ganbavam cora qae
comprar aigunn consa de qne necessitavam, e
sahiara com arameio seguro da subsistencia.
Vi5--) que a idea de promover-.se all o trabalho
lo inconveniente, nem nma iofraccaa da lei.
Um Sr. Deputado :Ni) veja qae hija necas-
sidale da fazer u na despezi importante para tar o
irabilha voluntario.
O Sr Ouvira Fo.vceca:A de pez* estar em
relacio cara o trabalho que houver: por exemph,
o material para o fabrico de sapa os ser comprado
em raaior ou menar quiotidade, segundo for maior
on menor o numera dos-detento?, que se delicarem
ao'ma-smo fabrico.
O Sr. ACcoforado Ju.vior f quando elles nao
qnizerem, nao irabalham?
O Sr. Olivkira Fonceca : Elle3 hao de querer.
O Sa. alcoforadoJnior:Nao razao.
O Sr Oliveira Fohcbca : Refiro-me aos exem
t-tos, argumento com os fado?.
Um, Sr. Deputado :Segnn lo os factos e^tan
Informado la qua mu;tes nao queriam trabalhar.
O Sr. Obiveira Fonceca : -Os que nao quizaren
nao trabalbarao. Multas ir.ibalbavam, tan:o que
havia urna toja de sapatos fabrindos nicamente
aa casa de de'.eacia. Eis a razio porque deni-
uuio cansleravelmente naquelle tempo a despezj
que a provincia fazia cora a alimentario dos deten-
tos.
Esse trabalho era, portanto, vantijoso aos cofres
proviaciaes; era vaatajosoais detento, qaa ganha-
vam dinh-iro, e pardiim o habito da ociosidade.
S qaem p>rlia era o almiibtridor a quam o
detentas nanitas vazes d-.ix ivam de pagar o qua
se-lhes-flavia adiantado. Alera di?s > elle capri-
-ima ara' pagar pelo trabai'a dos detentos um
poueo mias do qaa estes ganhariam f a da prisao.
O resalude disso foi, como j disse, ser o admi-
nistrador obrigado a fazar sacrificios.
O psjacto qner estabalecer o qne antes exilia,
o que s poder fner-se custa di provincia,
poriue nem o actual administraJor, nem outro
qaalqaer qaerer encarregar-se disso.
J sa v, que nao intil o projact;; ao contra
rio, alem das razoes' apre-entadas, a medida pro-
posta tea urna influencia muito beaetica em re i-
jo hygiena da prsa; parque o trabalho ura
meto hygienico poderoso.
Coaciuirei com a seguiota observacao. O ira
baliao era tao proveitoso, e tao desojado por mai
tos detentos, qne algnmas vezas o administrador
castigava a falta commettida por algum de'.I?.
prohibnlo-lhe qne durante um oa mais das se
reauisse aos companhe:ro3 a tomar parte no ira-
Oalho. O individuo que eslava a:o?tumaloa Ir
trabalhar em um logar mais eoac/w, e mais
arejado, em companhia da ootro, vendo se depois
recluso entre as quatro pequeas paredes de uaa
cllala, senta se castigado.
Encerrada a diseussao, approvado o requeri-
menlo do Sr. H. Mamede.
2' discusslo da exenta o ta reci.! a em 3', ao
projecto n. 22 do governo, que apprava o regula
menta expedida para a secretaria da governo.E'
approvada.
2" dscassio do prjesto*. 46 deste anno, crean-
do mais quatro comarcas, na provincia
E' approvado o artiga 5., bem como os demais
ad titivos segnintes :
Fica elevada cathegoria de commarca o termo
de R.trreiros.S. R.A. Salgado.
Rea tambem creada a comarca do Boro Conse-
Iho, que comprehender os municipios de Papaca-
ca e A.zuas-Bella.S. ft.Vieira de Mello.S.
Regi.Lacfrda.J. de Mello Reg.
3." discussao do projecto n. 31 deste anm, con
cdanlo ama lotera da 120:0005 igreja dos
Martvrio3 desta cidade, e ontra a de S. Francisco
de Olila.
Vae a me?a e o apotadas as segnintes emen-
das
Ignal favor a matriz de S. Jos do Racife.Ges
Cavalcante.
Igual favor irmandade de N. Sra. da Luz erec-
ta na igreja de S. Jos de Ribaraar.S R.Pinto
Jnior.
Igual favor matriz de Petrolina.Firmino Ai
yooaes.E' approvado o projecto com as emen-
das.
OSR. PRESIDENTE designa para a commissio
que tera de apresentar a Mieitacao qu6 a as-em-
b'.a resolveu dirigir ao Exm. vice-presidente da
provincia os Sre. : Pinta de Campos, Silva Reg,
H. Mamede, Goncalves Ferreira e Alcoforada-Ja
nior.
Dala a hora levaata-se a sessao.
SE\ISTA DIARIA.
ASSjSMBLEA PRaVINllAL.Hontera abrio-3e
a sessat, acbaodo-se presantes 23 senhores de-
putados.
O Sr. Io secretario lea e seguiote expeliente :
Ordem do da :
l1 discussao do projecto n. 80 desle anoo, ap-
provando o contracto celebrado pelo presidente da
provincia cora Beilarmino do Raga Barros e outros
para o estabelecunenio de trijbos de-ferro fias cuas
desta capital com destino ao tran^port? da merca-
dorias.Foi approvado. ** *-
l."*discn-sao do projecto"n. 79 deste nno'," auto-
risando o presidente da provincia acorjodtr pri-
vilegio a Scbraaltb & C. para introduzirem na pro
vincia um novo systema de cla89flcaco do as-
sucar.Foi regetado, depois de orarem os Srs.
Tolentino de Carvalho, F. da Figueira, Ratis e
Silva e_Oliveira Fonceca.
1.a discussao do projecto n. 78 deste anno, au-
lorisando o presidente da provincia a jubilar com
ordenado proporcional o padre Francisco Saabra
professor na freguezia de Bazerro3.Foi appro-
vado.
i," discosso do projecto o. 86 desle anno con
cedendo a Antonio Valentim da S:lva Barroca pri-
vilegio para estabelecer urna cu mais fabricas de
louca e viaros.Ficou_ tacao. .
3.' discussao d > projecto n. 69 ueste anno, des-
annexando do oIBciode contador e distribuidor ge-
ral e anaexando ao de orpbos os fetos da pro-
vedoria de caaellaso residuos.Foi approvado um
substitutivo, cando uependente de nova volacao
O Sr. Vieira de Aranjo obtendo urgencia para
interromper a ordem do da, o parecer da com-
missio dejlegiilacao acerca da contracto celebrado
pelo presidente da provincia com a corapaubia
Pernambucana.
Fico uadiado, por leT pedido i patavra o Sr. A.
Pernambuco, depois de regeitada a urgencia pro-
posta pelo Sr. Vieira de Aranjo para a diacusso
inmediata do partear.
3.' discussao do projecto n. 90 da 1867, divi-
diodo a freguezia de Garanhuos.
Oraram os Srs. Ratis e Silva, Vieira de A*aojo,
e Vieira de Mello, Asando a discussao ad.ada pala
hora.
! d?ca;s3a do projecto a. 71 deste anno, qae
urca a receta e Oxa a despezi municipal para o
faturo exerciclo.
Dspois de orarem os'Sfs. Cnrra de iftj a.To
hmirie de Carvalho, Goss Cvaleatnaa^Qniri Pa
reate, encerrou-se a diseursio sobw o artigo V
rKe r a fif 'feudo em to4>M os seus plragraphos
per falta de na mero.
A ordem do da para boje : conliqna^fo da
anterior e L" iscassio do projecto n. Stro anno
pasudo. ^
DELEGACIAS LITTERAfIAS-PrporUrias da
presiMfciagMroviacia,de il do corrate, forana
creadas .-eu etega-ias litterarias, sendo*: duas
oa fregpeiia de Tamandar, tsndo par de ama a
povoacla la Ona, e a entra a-de Propriadade, e
por limitee' os dos jaizados de paz dessas povoa
co-s ; duaiita villa de Limoairo, tendo por sede
uaiii a povoacao de Padre Tapada, e a ontra a de
Malhanh., v por limites os das preditas povoa
gois ednis na villa de Garanhao*, tendo por
s-Je urna a povoaco de Palmeira, e a outra a de
Correntae/e- por limites os dos respectivo jua-
dos de paz.
GUARDA NAOO.tAL Por portaras da presi-
dencia da prov nci, da 13 do crranle :
For ira borneados para o 40' balalbao de iolan-
taria, do nmaieipio de Ipojoca: Seompannia,
capilla o lente Jaio Emiliano da Costa Aibu-
querqae ; 4" dita, alteres o guarda Uaosl de B ir-
ros Cavalcante ; S* dita, alfares o sargento Jas
Anloaia Per ira Jaaior ; 6a dita, tenente o altere-
Antonio Luiz de Mello Marques ; 8* dita, tenente
o alteres C salino da Caoba Torrea o, alteres o
guarda Hermmo Laurentino de Aodrade Jnior.
Foi transferid*, -eu aaedido, para o lervico da
reserva, fkando iggregado ao 3 batalbo" respec-
tivo, o leante di V crapannia do Io etquadrio
de cav.liara, do municipio do Recite, Sebastiao
Aff;aso lo Reg Barros.
DiSl'i;CTO DSUBDELEGACIA.-Por portara
di presnleoeia da provincia, de 13 do corrate,
foi creado ora disirtcto da subdelegada no termo
da iJjiqus, cora a denominaco de Carrero, e os
meamos limites do jnizads de pai desae ame.
VAPOR SINDH. Seguio hontera para Baha
e Rio de Janeiro, rebosado pelo vapor americano
Merrintack, o vapr fran*ez Sindn, di Roba da.
Borlo', mediante 7:000|0O0 se o reboqne s fr
al a U.hia, e 15:000*000 se fr at o Rio de Ja-
neiro.
DINHEIRO. O vapar americano Merriiack
traux- para o Sr. Joaquira Jas Gancalves Bltrio
:t'-8:'070, e para os Srs. Amorim Irmos & C.
2-V76!70
DIPLMALA.A' borlo do Merr'tmack passou
h intem para o Ro de Janeiro o Exm. Sr. conse
Ibeiro Azambuja, mini.tro brastlero removido da
repblica de Venezuela para a do Paraguay.
ACCAO' LOUVAVEL.-O Exm. Sr. bario da
L'vr.iueate, proprielario dos vapores Camaragibe
e Molegut, tendo jnsto o trabalho de reboque do
vapor trancez Smdlt e da condcelo das ma'as,
do lugar em que s aebava esse vapor tundeado
>t onosso porto, mediante 6:000*, ev.tanda com
essa sua deliberacao que se impozesse preco ele-
vado p ar aqueile servico, e vendo coroado de fe-
liz fx lo a sua .issercao de que o Camaragibe por
.-i s podia trazsr o Sindli, declarou hontem aas
Srs Tisset frres, agentes da companhia das Mes-
sagaries Iraperiaas, qua nada qneria receber pelo
erv;c) presta Jo, visto eomo traba muito prazer
em soccarrer gratuitaosebie ura navio de meo
amiga, collocado em apuros por circnmstancias
extraairdioarias.
O acto do Exm. Sr. bario do Livramento dig-
no de tanto maior louvor, quanto S. Exc. tioba
accedido ao prego proposlo pelo Sr. cnsul Tran-
cez, e nenhum esforca poupou para que o Sindh
oso promptamente saccorndo, como o foi.
JURY.Sob a presidencia do Exm. Sr. desem-
bargador Rigneira Co-ta (aoccionou bontem esse
tribunal, entrando em julgamento o preto Fran-
cisco, escravo da tenente-coronel Alexandrioo
Martias C >rreia de Barros, pronunciada as penas
do art. 269 do cdigo criminal, combinado con o
arl. 34 do raesma cdigo.
O conselho de senteoga leon eomposto dos Srs.
Jos Gancalves Pereira, Jos Barbosa de M-randa
Santiafo, Joaquira Vaz de Siqueira, Dr. r'rensisco
de Paula Sales, Francieo da Silva Reg, Jos Pe
relti Seve, Franeiseo Jos Raposa, Jo Praacisco
Je Sales Baviera, Francisca de Paula Gm^alves
da Silva, Joao Antonio de Mello, Emiliano Ernesto
de Mello Tamborim e Antonio Pires Ferreira.
A daleza foi incumbida pelo Exm. Sr. desera-
Uargador presidente do tribunal ao Sr. Dr. Van
na, visto acbar-se incomraodado o advogado do
reo, sendo este afiaal aasolvido, em confjrmidade
Jas re partas dadas aos quisitos formulados sobre
o faele, qua ao mesmo reo era atiribuido.
SOVO MUNDOPtlo Merrimack veio/bonjem
n n. 19 deste jornal illuslrado, qne se publica em
New-Y*irk. Como sempre tra-z elles lindas e mo-
mentosas gravnras, entre as quaes se notam os
retratos de S. M. o Imperador do Brasil, e de Mar-
se, o ioventor da telegrapbo electrieo, e ontras, e
rticos bem elaborados sobre diversos assnmptos.
Contiauam a tomar-se assignatnras na livraria
franceza, ra Primeirode Marc,o n. 9.
A.NNIVERSARIO.CorapleUm-se hoje 44 annos
que abrio-se o Curso de Sciencias Jurdica? 'e So-
c tJi s da Cidade de Olinda.
CORRECTOR DA PRAC V.Acha-se concurso
cam o praso de 60 das o provimento do logar de
corrector de oossa praca, vaga pela "demissao pe-
dida pelu Sr.' Franci-.ca Mamede da Almeida.
nXUSTRACAO HE3PAXH3LA.Acabara de
megar os o?. 13 e 16 do |ornal madrileo Ilustra-
cCo Hespanhola e Americana, que cada vez se tor-
ua mais intaressante e apreciado, j pelas lilas t
delicadas gravnras, e j pelos bellos e agradaveis
artigas} dos raelhores esenptores bespanhes. Con-
tn a assigoar se na ra do Bom Josns n. 5 p-i-
meiro andar.
VAPOR lPOJUA.-Proeedente da Baha, pelo
Aracaj, Paoedo e Micei, ebegou h antena tarde
ste vapor da Companhia Pernambucana, trazenio
jornaes do ultimo porto at 14 do corrente.
Do 1 de abril 8 de maio forana raalrhula-
ios, na alfandega de Macei, 86! escravos e 35 li-
bertos nascldos depois da lei do elemento servil.
O Jornal de Penedo diz o segain'.e :
Na nonte de sexta-fera 20 de abril, entraram
larapias pelo telhado das lojas dos Srs. Jszoino Pa-
torye Antonio Marelra Lemcs, arrombaram o for-
ro da madeira dessas lojas, e carregaram o dinhei-
ro que emeontraram as gavetas e alguma3 fazen-
das.
A matricula de escravos que proiede a alfan-
dega desde o I" de abril at o da 13, j se eleva-
va a 212 matriculados, dos qaaes 115 do sexo mas-
colino 97 da feminino;- quaoto a iJade 4 sao de
uieno3 de 1 anno, 28 de 1 i 7 annos, 38 de 7 a 14
annos, 31 d; 14 a 21, 69 de 21 40, 22 de 40
30, 14 de 30 60, e 6 maiores de 60 annos; qaan
to ao e tado188 solteiros, 20 casados e 4 viuvos;
qaanto a proflsso 114 agrcolas, 5 artistas, 77
jornaleiro, 15 sem oecupac.o e 1 intil; qaanto
Analmente a residencia 74 urbanos e 138 ru-
raes.i
c At a mesma data se havia matriculado ape-
nas 4 Albos ii^res da malher escrVa
Na noule de 21 de arJril, em occasiao que se
faifa pr: i da igreja do Rosario nra lea de
olleras com ajuntamento de pov, tora feri jo m
talmente por um tiro de pistola sobre o oaviio
menor-Candido Piatjeiro Dantas.
- f Attribao-se o crtme ontro menor de nome
Minae!, qae com o offenddo tinha antigs rix/a.8.
*qual desde aquella data desapparecera da casa"
oode se achava aggregado.
A enchente do rio S. Fran:iseo oeste anno j
exceden do anno pas9ado*qoe foi grande
INSTITUTO ARCHE0LO31CO E GEOGRAPIU-
CO.Dsve reunir-se, m sessao ordinaria, na sex-
ta-teira 16 do corrente, para ouvirajeitora, pela
Sr. Dr. Baptista Regueira, da Memoria sobre o lo-
cal do reducto de Rio Formtso.
TP.ILH03 URBANOS DE OLINDA.Amanbaa
deve reunir-se a assembla geral dos accionistas
desta, companhia aQn de ouvir a teitura e proce
der se approva;So do parecer da commisjao de
sontas.
MODAS.Lemos no Jornal do Commercio, de
Lisboa, a seguate descripcio das ultimas modas
de Pars:
i Os jomaes francezes de modas entaam bym
oos de alegra, saudando a chegala da estago
mais agraJavei do anno. Dizem qno os renovos
das arvores sorriem em lodw os ngulos de Pa
ras; que as violetas, 09 jacintbos e as rosas liga-
dos em grandes festSas balsmicos, nao t 90 en-
contrara era todos os mercado; de fiares, mas tam-
bera egi todas as ras.
Falizes parisienses qaelpodem ter jardins e
mercados por to ioterassaJa administra^io municipal constanteraen-
te procura dotar a populagio cora as commodda-
des e"mdidas bygenicas, propnas da capital de
urna nacao civilsada.
Entre ai f.izniat, chamadas de pbantasia,
qne o PelU-Stin'. Tliomai vai expor vetfda.'a
mais da moda ser ??m duvida urna que lefi por
omw-a cuenmir/enne, adrairavel tecido de seda
lio flho e flaxivel, que, sera se amarroiar. passa
por um annel, e rivalisa pelo brilho, com os mais
bellos setins, Hoje o grande chique da moda sao a>
salas sera gorama, e muito flexiveis, aah'odo por
debaixo das tnicas, i maneira do "trajo antigo,
qua msate aob miibares da pMtaa, das roupas
rozagantes, deixavam desechar as formas do
corpo,
Esto mnilo era v,,ga as tnicas bordadas de
elebemira falsa, de poult de ton, de tuseor, e do
deaomraido crepon da China,amadas mais boni-
tas creafoea do Petit Soint-Tkma*, a qne pro-
raerte, desde o sea debute, tornar-te soberana no
imperio da moda.
Nada piSde igualar elegancia dos tufas das
tnicas de ewpon da China en do tussor, e das
mangis-dolman taitas dessa fazenda sedoa e Bri
Ibaote, rica ou mesmo pesadamente bordadas era
**, a dalo. O corpo do vertido com abas cor-
tas, appance por baixo do dolman, a que forma
gracioso aspecto.
As tnicas, com corsage e dolman, fazem-se
de todas as cOres. As de edr de caf cora leite
sobre'safa de taya cam 2folhos cor de castanba,
sao multo bonitas; Dem como as grisperle sobre
grh-ardmse, e Haz sobre edr de troleta.
" O bom tom exige qae as saias de baxo, de
fazendas mais fortes, sejam de cor mais escara qe
a da tnica.
- Dlzm os jdraaes qae b vestaarlo mala mo-
da, da presente eetaeie, o chale arredondado,
formando bournous, de cachemira, cora o fundo
de ama s edr, azol claro, violeta, verde, ou edr
de paponla ; com ricos bordados brancos de seda,
chato formando barra da largara de 30 centme-
tros. O azul celeste on encarnado sao pruprtos
para grande toilette; tambem se uzara chalas pre-
tos, bordados cores.
Os dolmans ioteirameote bordados tero sem
duvida a preferencia. Fazem-se de seda e de ca-
chemira.
_ Os chapeos para o pampo e para de manhia
sao de palba grossa ingltza, branea, de forma a
raarmbeira, mas com as abas levantada, e guar-
necidos a roda eom Utas de faya preta, e com nma
uta da largara de 3 centmetros roda da copa,
e alado ao lado. Parecer muito simples este cha-
peo, com todo por era s adoptado pelas senho-
raa legantes da priraeira saciedade de Pars.
Usar-se-hio este anoo moitos piqus ganga,
cotins de lnho, e alpacas bordadas soutache, As
enhoras teem adoptado geralmente as macbioas
Wbeeler & Wilson de Seeliag. Nio ha sala do
high Ufe onde nio se veja essa machina aperfeicoa-
da, que por nra novo apparelbo faz franjas (efU*)
nos viezes; o que at ao presente aioda nao se
tinha conseguido, segando afflrma madama J. Cha
ville, na su ebrooica qniazenal de modas. Podar-
se-ha, portanto, assim obter rani lindos enfeites
para vestidos, qner de viezes de seda franjados,
ou de estophos de phanta PROCLAMAS.Forara lidos no dia 12 de maio,
na matriz da freguezia de Santo Antonio, os ie-
guintes:
1* dennneiacSo.
Jaaqnim Jacinta > de Abren Mello, viavo de
Claudina Mara da Conceicao, com Virginia da
Penha Franji, eJucanda do collegio das or-
phSas.
Thomaz Candido da S.lva Mello.com Jjanna Ma-
ra da Coneeicio.
Jo9 Francisco de'O'.iveira Lima, com Maria He
metera de Lima Ferreira.
J^annim, preto Af'ica; 7* aono, seUwro, Bo--, que e*We e.-nSoR une aegam a rebabilild-
vieta.*ipilal .Pedro II ; mterIte. o Mm,t
h >% /u-e ??* n S,-? parud0' Pfr^ara" Olllb -ki-eMseraador do caatmetetade M 11>6,
buco-, SO-ando?,soliro, BjJ-vilia; hospilaT Pedro remeiteod) a relacio da sete Uw wllados na al-
l ; tubrculo pulmonar.
Antonio da Costa Ledo, branca, Portugal, 23 an-
nos, folteiro, Boa-visla, hospital Pedro II; febre
amarella.
Jaaquim, escravo, preto, Afri *a, 60 annos, sol-
-telro, Graca : alcolisma ebronico.
- 13 -
Joaqun Gaedes, preto, frica, 64 annos, soltei-
ro, Boa-vista ; febra perniciosa.
Mara da Coneeicio, preta, Pemarabnco, 30 an-
nos, sollera, Boa-visU, hospital Pedro II; tubr-
culo pulmonar. *
Antonio Tbomaz, braoco, Portugal, 27 annos,
casado, Boa-vista, bnsptial Pedro II:. febre ama-
rella.
Mara; preta, Pernambuco, 16 mezes, Boa-vista,
deoticio.
Virginio, pardo, Pernambuco 2 annos, Recife;
hydrocepholo.
Maria, escrava, prela, 30 annos, S. Jas ; con-
genio cerebral.
Augusto dos Santos Mello, braneo, Pernambuco,
28 annos, casado, Boa-vista ; dabeles.
Balbina, escrava, preta, Pernambuco, 28 an-
nos solieiro, Santo Antonio, bemorrhagia intes-
tinal.
cnRONICA JUDIHARn.
TRIBViVIL DA RELAMI.
SESSaO EM H DE MAIO DE 1872
BS1DBNCIA DO EXM. SB. C0XSELHEIR0 CAETANO
SANTIAGO.
Secretario Di: Virgilio Coelho.
As 10 horas da manbaa, presentes os Srs. des-
embargados Gitirana, Lourenco Santiago, Doria,
Almeida Albaquerque, Domisgues Silva, procura-
dor da corda, e Souza Lelo, fallando o Sr. des-
embargador Regueira Costa, por eslar presidiado
o jury, abrio-se a sessao.
Passados os feilos deram-se os julgamentos se-
gaintes:
RECURSOS CRIMES.
Recrreme, o julzo' de dreito do Recife; recor-
rido, Francisco Baptista d'AIraeida.Juizes os Srs.
desembargadores Gitirana, Souza Leio, Almeida e
Albaquerque e Doria.Improcedente.
Recorrent?, o joizo de direito do Crato ; recor-
rido Joo Koflno Martins.Juizes os Srs. desem-
bargadores Gitirana, Souza Leao, Almeida Alba-
querque e Doria.Improcedente.
Racorrenle, o juizi de d'reito do Recife; recor-
rdo, baebarel Francisco Telxtlra de S.Juizes os
Srs.'desembargadores Gitirana, Lourenco Santiago,
Almeida AJbaqaerque e D^ria.Improcedente.
Recrrante, o juno de direito do Recife ; recor-
rido, o padre Francisco Loiz de Carvalho.Juizes
os Srs. desembargadores L^urenja Santiago, Al-
meida A'buquerque, Soaza Leao e Doria.Impro-
cedente.
Recrreme, o joizo da direito do Crato; recor-
rido Jjs Francisco da Costa.Juizes os Srs. des-
embargadores Lourenco Santiga, G;iira, Dara
e Almeida e Albaquerque.Improcedente.
Recrreme, o juizo de d.reito de Palmares; re
eorrido Jaaqoim Cyriaco de Brito.Juizes 03 Sr?.
desembargad ares Lourenco Santiago, Soaza Lean,
Almeida Albaquerque e Gitirana.Improcedente.
Recrreme, o juizo de direito de Penedo ; recor-
rido, Mauael Borges Protejo?. Juizes os Srs.
Dara, Alm-ada Albujaerque, Gitirana e Souza
Leao.Improcedente.
Recrreme, o juizo de dreito de Oloda ; recor
Manoel Jovrao da Cruz Maniz. com Mana Ame- rjja, Maria ADtunia da Conceicao.Juzes os Srs.
lia de Hallanda Cavalcanii. f desembargadores Diria, Souza Leao Gitirana, e
Romao Jos betune, com Aolonia de Sonza Lonrenca Santiago.Improcedente.
K
1 Em presenta desfa testa da natureza, diz a
Saison, a vida parisiense coraeea a animar se; e
as seahoras entragam se ao; trabalhos da toilette
de passeio, para si e para seas Albos.
< Em Pars o tempo tem-se conservado desagra-
dave! e./ria.
Casrro.
J)annim Lucillo de Siqueira Varejio, com Deo-
linda Mara Ribeiro Bastos, vinva de Manoel Ribei-
ro Bastos. t
Alfredo Laiz de Barros, com Thereza Carolina
da Fjnceca.
2" denancla^lo.
Adolpho Pereira Csroeiro, natural de Buenos
Ayres eom Candida Branca Munz Machado.
Lniz Mirtins Cabral, viavo de Banifaeia Maria
da Cooieljio, cara Ceciliana Francisca da Silva.
Gustavo Nanes da Fonceca, Africano livre, com
Maria do Rosario.
Bernardino de Oliveira, natural de Portugal,
vinvo de Francisca de Paula MuOiz, cera Maria
Clara dos Pa'sos Gamz.
Aotanlo Ferreira'da Costa, natural da Paraby-
ba, cora Jasepha Josephina da Carvalho.
Amaro Xavier, africano, livre, com Paula,
crioula.
Baebarel AugustoCarlos Vaz de Overa, natu-
ral da Parahyba, com Ignez Marlnbo.
3* dennociacio.
Fesberto Ferreira de Oliveira, nalnral do Ma-
ranbao, com Anaria Claudina de Oliveira.
Jas Ptrera Lima, com Cocstanca Ferreira
Ramo*.
Antonsjp Pereira Barge?, natural da Parahyba
com Mara Paola dos Santos, nata-a! de Parlo de
Pedra era Macei.
Manoel Francisco Monteiro, com Goilhermina
Araancia Pessoa de Vasconcelos.
Js Mara de Vasconcellos, natoral so Porto,
com Josepha Alvares das Prazeres, tiuva de Mi-
noel da Costa Ventura.
M Malina Maria de Monra.
Msnael Francisja das Reis, natural de Portugal,
viuvo de Gerirudes Maria Baptista, com Maria
Roa Baplista.
LOTERA.A que se acha venda a 4', a
beneS-io da igreja de S. Pedro Martyr de Oiinda, a
qual se extrahir no dia 20.
CASA* DE DETE.NgAO.-Movimenta do dia 13
de maio de 1872 :
Exislam (presos) 330, entraram 5, sahram 9,
existen) 346.
A saber : naeionaes 242, mnlberes 8, estran-
geiros 42, escravos 48, escravas 6, total 346.
Alimentados a custa dos cofres pblicos 287.
Movraeato da enfermara do dia 13 de maio de
1872
Teve baixa :
Jio Pedro da-Sva, bronebite.
Beilarmino da Gasta Pereira, desioteria.
Teve alta :
Vicente Ferreira Santiago.
Caetano Jas Antonio.
Jos Jaaqoim de Oliveira.
PASSAGEROS.-Viodos da Bahia no vapor
Ipofuca:
Manoel Severino Daarte e sna senhori, L-ger,
Iieai i-ju-s Chave--, Manoel Loiz Carneiro de Alba-
querque e 1 criado, Avelino Lniz Pereira da Ca
nha, Francisco Antonio de Vasconcellos, Diogo
elemente, Antonio Raymuodo Pereira e Francisco
de Salles.
Viudos do Para no vapor americano Merri-
mack :
Maria B. Fernn les Lope* e J;o Henriqne
Dutra.
Sabidos para o snl no vapor americano Mer-
rimack :
Dr. Tri-tao Henriqne Costa, deputado Mello Re-
g e sna familia, baebarel Jas Mendes Pereira
de Vasconcellos e 1 menino, Antonio Nascimento
Borges, Dr. Augusto Fredenco de Oliveira e 1 es
cravo, Manoel dos Santos Barros.
CEMITERIO PUBLICO.-Obitaario da dia il de
maio de 1872:
Antonio, preto, frica, 80 anno3, S. Ja-; diar-
rhea.
Um anjo, ignora-se o nome, Santo Antonio, man-
dado pela polica.
Antonio Jas do Lima, preto, Bibia, 70 annos,
solteiro, Bai-vista, hospital Pedro II; intente chro-
nica.
Jos;
annos, solteira, Boa
Jaaqaim Lapes, braneo, Portugal, 39 annos, ca
a*) B;a-vsta, hospital Pelro II; febre arna-
ella.
Joanna, paria, Pernambuco, 4 aunes, S.
varila.
Lea, branca, Franca, 23
vista febre amarella.
Antonio, pardo, Boa-vista, hospital Pedro II;
nfuma;o nos 'en'.esnos.
Joanna Maria da ConceiQio, parda, Pernambu-
co, 45 anuos, viuva, Recife ; hepatite.
Ange'ica, preta, frica, 25 annos, sollera, Santo
Antonio ; diarrhea.
F,-ancis:o, parlo, Pernambuco, 19 mezes,P050;
palmonete.
12
Maria, parda, Pernambuco, 3 mezes, S. Jos; es-
pasmo.
Miria, branca, Pernambuco, 13 das, S Jos ;
eoavaiaoaa.-
Apolinario Jas Lourenco, branca. Pernambuco,
23 anno, solteiro, militar, Boa-vista; tubrculo
pul nonar.
Bernardina, preta, Pamambuco, 16 aunas, [sol-
lera, S. Jas ; congestla cerebral
Jan Graveloar, braneo, Hallanda, 34 annos, ca-
sado, Boa-vista; febre amarella.
Amonio, oran:o, Pernambuco, 11 mezes, S.
; tarioia.
Lourenc.0 Santiago.Impr
Recomnia, o Juizo de dreito de Pao d'Assucar;
recorrido, Miguel ArchaDjo d'Oveira.Juizes 03
Srs. desembargadores Saaza Leao, Lonrenco San-
tiago, Doria e Almeida e A buquer.jue.Improce-
dente.
Recrrante, o c.ronel P.dro Vieira Jnior; re-
corrida o juizo de direilada comarca de Paulo Al
fonso. Juze3 o< Srs desembargadore3 Souza
Laao, Gitirana, Almeida Albuquerque e Doria.
Improcelenie.
AGGRAVO DE PETICO.
Aggravante, o visconle de Sua?9uoa; aggrava-
do, 0 juizo.Jaizes os Sr?. desembargadores Souza
Leao, Doria e Gitirana.Adiada.
APPELLACAO CR1ME.
Da jary da Iraparatriz.Appeilan'.e, o juizo ;
appellado, Joao Fabricio Gomes de Salles. Man-
dou-e juntar a acta.
PASSAGENS.
Do Sr. desembargador Gitirana ao Sr. desem-
bargador Lourenco Santiago :
Do juizo municipal do Recite.Appellaote Ma-
noel Isidro por 9eu carador ; apptllado, Francisco
Manoel de S qnera. Appellante, Joaquina Silveno
de Soaza; appellado, Joaquina Duarte Coelbo
Da jallo municipal da Parahyba.Appekme, D.
Joaquina Gomes da Silveira; appellado, Joio Jas
d'AIraeida. Appellante, Jos Ignacio Nanes Fre
re ; appeilados, herderos de Manoel Games da
Cmara Lima.
Do jaiz municipal de Angicos.Appellante, Mi-
gue! Francisco da Costa CaxaJo; appellada, D.
Anua Jaaqnina. Xavier de Castro.
Da ju;zo mucip-,| do Recife.Appellante, An-
tonio Jos de Castro; appellada a fazenda .
Do jory de Fire.Appellante, o jaizo ; appel-
lado PeliX Jos de Lima.
Do Sr. desembargador Lourencu Santiago, ao
3r. desembargador Almeida Albuquerque:
Do jiizo municipal de Campias. Appellante,
D. R la Candida Vianna; appellado, Eupbrasio
d'Arrala Cmara.
Do juizo municipal de Pesqueira.Apnellan'e,
a prela Quiteria ; appellado, Afexandre Saturnino
d'Albuquerque.
Da julzo municipal do Recife. -AppeMantes, her-
deiros de H.-rculaiao Daodato d03 Santos ; appel
lado Maaoel Januario de Barros.
Do Sr. desembargador Souza Leao ao Sr. des-
embargador Djria :
'Da juizo municipal do Rtcife. Embargantes,
herdsiros de Sebastiao Antonio Paes Barreno ;
embarcado, v3conde de Suassnna.
Ao Sr. desembargador Gitirana :
Da juizo municipal lo Ass Appellante, Vi-
cente Ferreira da Fonceca appellado Manoel d9
Mello Maatenegro Pessoa.
Da juizo municipal do Recite. Aopellante, o
eons.ui de Portugal; appellada D. Maria Joaquina
d'Oliveira Campo?.
DELIGENCIA CRIME
Aa Sr. desembargador .promotor da justida,:
Da jury do Recite. Appellante, Belcbior dos
Reis Pavao; appellada, a Justina. Appellaote.
Joio Caetano de Magalbies ; appellado, Jos Pau-
lino Lopes d'A'raeida.
Do jury da Goyanna.Appellante, o joizo ap-
pel laao, Manoel Vital de Negreiros.
Do jury de Iguarassij.Appellante, o juizo ;ap-
pelado, Jos Francisco do ascimenle.
Do ju-y de Csjaz?iras.Appellante, o j aizo ; ap-
pelladc, Manoel do O'.
Da jury de Tamboril. Appellante, V.dal Ray-
mundo da Costa Piaheiro ; appellada a ju-lie/.
DELlGENClJfCIVKL.
Ao D-. carado" geral :
Do juizo municipal de Cimbres Appellante, a
cmara municipal; appellado, Panialeao de Si-
queira Cavalcante.
Assignouse dia para julgamento dos teitoj se-
gnintes :
Da jary da Lavras. Appellante. o jaizo ; jp-
pellada, J io Ignacio de Vasconcellos, Appellante,
o juizo ; appellado, Manoel Anteoio da Silva.
Do jury da Parahyba. Appellante, Antonio
Thomaz ; appellada, a jastica. Appeliantes, Salus-
tiano Laurano de Pcntes e outros; appellada, a
j us tica.
Do" jury do Crato. Appellante, o joizo ; ap-
pellado, Jos Carlos de Souza.
Do jory do Pilar.Appellante, o joizo; appel-
lado, Joao Jos Dutra.
Eneerroj-se a sessao a 1 l|i da tarde.
ACTA DA SESSAO ADM1NISTATIVA EM 10 DE
MAIO DE 1872.
?RESIDE.NC!A DO .EXM. SR. CONSELHEIRO ANSELMO
FRANCISCO PBRETTI.
As dez horas da manhia, reunidos os Srs. de-
parados Olilo Bastos, secretario interino, Candido
Alcoforado, Alvaro d'Almeidae depntado supplente
S Leilo, S. Exc. o Sr. conselbeiro presidente
fandega d'aonella provincia no mez da abril pr-
ximo psssado.Para o archivo.
Offlcio do mesmo cotwerwtfor.ireroetteodo co-
pia da carta de registro do blata Mrquez do Her-
val.0 tribunal resolveo qui fosse archivada de-
pois da registrada.
Jornal offlcal de ns. 93 a 97. Para o ar-
chiva.
Di tribuirn) se os tres segnintes lvros '.Co-
piador de Joainm Jos Goncalves Bellro, dito
de Cardse & Irmao, dito de Carlos Alves Bar-
bosa.
Foram prsenles trer lvros prolocollos do ex-
eorretor geral Francisco Mamede de Almeida, por
alie levados secretaria.O tribunal resolveu qae
fossem examinados na secretarla, proeedendo-se
na forma Jo estylo ; e ontrosim, qne o referido
ex-carretor apre;ente os seus lvros roanuaes, qoe
devem tambem ficar sujeitos a igual exaroe. E
resol ven mais que se deelarasse vago o offlcio e
3na se mareasse no respectivo edital o praio Ae
ous mezes para o preenchlmento da vaga.
DESPACHOS.
Peticio de Francisco Ignacio Pinto, aposentan-
do conhacimenlo de lar pago o Imposte de sua
proflssio de agente de leilSes relatWo a exercleo
de 1871 a 1872.Seja entregue ao supplicanle o
conhecimenta depois de registrado.
Da Clonado Ferreira Caio, Mara Rosa de Mello,
Jo^Targino Goncalves Fialho e Joao Pereira da
Silveira, snbmettenda a registro o sea contrato
social de capital e industria.Vista ao Sr. desem-
bargador fiscal.
De C Cilio & C pedindo que se Ibes eertiqoe,
I.* se Chanada Ferreira Cali, Maria Rosa a>
Melh, Jos Targno Goncalves Fiailua a Joo Pe
reir da Silveira apreseotaram a registro o sen
contrato social sob a firma de C Cali & C. ; 2\
se Joio Pereira da Silveira, socio pbarmaceaiiee,
o eocarregado do servico interno do respectiva
estabelecimente denominadobotica popular.
Certiflqaese.
De Jos Maria Marrocos Mende?, aposentando
a registro orna escriptura de contrito sme-nop*
cial.S'ja reg.-irada.
Informacio do Sr. Dr. offlcialmaior :
Sibre a nova Dance aposentada pelo agent de
I i loes Joao Chrysostomo da S.lva Jitahy, deca
rando nao baver exemplo que aatorise a ser aceita
seraflhanie flanea.O tribunal retolven qae en
oftlciasse ao conservador da provincia do-Cear
para que a lhnc,a do dito agente de hiloes se
etfectu- na forma do estylo e com o requisito qne
consta da presente informacio.
Para se providenciar no sentido de que onlro
empregada que nao o offlcal Reg Rangel, actual-
mente enfermo, ofllcie nes autos de rehabilitadlo
de Faj zes Janior & Azevedo, afim de poder ser
eumprido o despacho de 6 do corrate.O tribu-
nal designou o ofOcial Farias Torres.
Para que se fa<*a desapparecer a divergencia
qoe existe eotre o primeiro e segundo exampiares
do contrato social de Marcelino 4 C, cujas condi-
coes 2." e 8.a nao conferem.Tem logar o regis-
tro, depois de desapparecerem as diSerencas qne
ha entre 03 dons exemplares de que trata a pre-
sente informacio.
SOBaE PARECERES DI SR. DESEMBARGADOR FISCAL.
Matricula do commercin;e Manoel Nunes da
Fonceca.Como requer.
Contrato de dissolucn da firma B nrgzrd &
PariaRegistre-se, na forma do decreto n. 4394.
Ilem idem de Joio Pereira Pedrso & Irmao.
Registre-se na forma d 1 decreto n. 4394.
Relatono da passada junta dos corretores, coja
lellura se fhaalisou na ultima sessin.O mbonal
resolveo que se offleiasse junta, dando se-lbe a
resposla qoe foi deliberada oa uliima e oas prece-
dentes sessoes, sendo vencido o Sr. supplente S
Leitio acerca de dous dos tpicos da rtsporia em
qufsto.
Sendo 11 horas e meia da machia, e nao baven-
do mais nada a despachar, o Exm. Sr. conselheiro
presidente eocerrou a sessao.
PUBLIGACOES A PEDIDO.
abri a sessao.
Foi lida e approvada a acta da sessao de 6 do
corrente.
EXPEDIENTE
Com 1e3pacbo da presweSeia da provincia pa'ra
ser idformada urna pelicia de Manoel Gomes da
Cruz, recorrendo jara o conseibo de estado da
decisio deste tribunal que denegon lbe rebabili-
tacao commarcial.ResoUen o tribunal qoe se
informasse S. Exc. o Sr. ptesidente da provin-
cia,' que elle negon rebabilitaclo ao supplicanle
Manoel Gomes da Cruz e qne nao mandn lomar-
Jibe por termo o recurso a vista do art. 8." jj 1.*
do decreto n. 1597 de 1 de maio que permute lal
res
uro das decides o ".tribanaes do eommercia
A obra do paco da assembla
provincial.
Sob a epigraphea obra do pafo da assembla
provincial, foi hontem publicado um artigo seD o
p^eudonnom 1 Juslus na qnal se pretende ce-
monslrar qae o contratante da obra do pa;o da
assembla tem direito a benevolencia da assembla
provincial, para tornar ma3 frisante ese dreito
nio vaclla era afllrmar que o orcamento da mes-
ma ib'a tem erro da calculo, de roelica-a e aceres-
cimo de trabalho, depois de fazer multas conside-
rajoas sobre os preco |ele.tentares, que servirio
de base ao mesmo oramento.
Em moha defeza abaixo trancrevo a informa -
cao que dei sobre o requerraento que o contra-
tante enderec-ra assembla provincial.
Pur ella ver o publico qne nio fui illcgico, em
ininhas coaclusoes, como malignamente assevera
JuUus.
Quanto aos erres de clcalo e de medidlo, qte
Juslus tanto avoluma, com o fim de chamar a ,:
tenco da illustre assembla provincial, permita-
me que lbe diga, que, no regulamento das ebras
publicas, est isto prevista, quanto, porm, aos ac-
crascitos de trabalbo Ihe direi tambera que o con-
tratante tem direito a ora orcamento snppleraen-
tar, como ha pouco se verilcou um no valor de
mais de seis contos de res, de coja quanlia j foi o
contratante embolsado, como Juslus nao ignora.
Ora, sendo esta a praxe seguida nesla repart
Co nao era preciso encommodar a assembla pro-
vincial, sobre este ponto, porque no regnlamenio
jas obras publicas e nos actos da pre-idencia se
acha soluccao satisfactoria essas omi9s5es.
Eis o parecer :
Recife, 13 de maio de 1872.MK&
Jos Tiburcio Pereira ae Magalhaes.
N. I39.-Illra. e Exm. Sr.Abril 18 de 1872.
Cumpriodo o desj'acbo de V. Exc. exarado no
offlcio ioclnso do Sr. secretario d'assembla
provincia1, solicitando informacio acerca do re-
querimenlo de Jos Ignacio d'vila, arrematante
da obra do paco da assembla' provincial, permit-
a V. Exc. que em minha informacio ebserve a
raesma ord-ra que o supplicanle estabelecen em
sua reclamacao.
O primeiro ponto da reclamacao do snpplicante
funda-se no prego do tijollo calculado no orcamen-
to em oo.-tao a razio de -i o milheiro, allegan-
do o supplicadte qne tomei este preco servindo-
me da base o contrato feto por esta repartirlo
para faroeciraemo d'esse material era pequeas
porre-, o qual tem encarecido de modo que s o
tera podido obter por 33J0OO.
Sem qserer por em duvida a assercio do
snpplicante nio posso todava dexar de notar a
improcedencia d'essa allegacao, porquanto se para
pequeos forneciraento, como diz o snpplicante,
essa repartirlo achou qaem coniratasse a e-se
material per aqueile prrc > fura de davida qoe
para tao avuitado fornecimeoto tambem elfe fizesse
igual contrato. Qaanto porm qnestio de trans-
porte devo dizer qoe o contrato feto por esta re-
parlicao, para fornecmento de tijollo S o mi-
lheiro, obrigava o contratante a entrega-lo nos
parles prximos s obras e por sao nio tem ra-
zio o suppplicante de fallar sobre o transporte
urna vez que a obra em execocao acba-se mar-
gem do no Capibaribe, jaoto a om ponto de des-
embarque.
Portanto me parece qae sendo o suppJcanie
bastante instruido do preco desse material nio po-
dia deixar-s illndir como qaalqaer inexperiente,
3 foi sem duvida fundado nessa experiencia qae o
sapplicanla aniraou-se a dar o abale de 8 0/0 so- >
bre o orcamento da obr.-.
Qaanto, porom, comparaclo que faz o supplt-
cante de prego de metro cubico da obra de aive-
naria do muro do jardim do Campo das Pnncezas,
calculado por 18*000, como o da obra do pago, e
dabi tira argumentos para provar o sea prejaiao
por ser mano mais baixo aqueile maro d 1 que as
paredes do paco; devo -declarar que, quando orcei
a obra da pago, aqueile prego era rasoavel, mas
recoohecendo qne, na verdade, como diz o suppli-
ante, o prego do tijollo tem augmentado, son
primeiro eonfessar que a desproporcao netada
pelo supplicante. E' par asta razio que acabo de
orear o metro cubico de obra de alvenaria em
paredes para o edificio da Escola Mdelo por
22*000.
Neste ponto aj:bo attendivel a reclamagio do
snpplicante, embora seja um dos casos fortuitos e
imprevistos. Finalmente, correspondiendo tola a
obra de alvenaria grossa 4a parte do orgamento,
como se v da copla Inclusa, nio possivel qoe,
pela differenga do prego, d'ella resalle o grande
prejoizo que allega o supplicanle.
Diz anda o snpplicante .que, tendo se calculado
o volume totaldas paredes, se dedazo o corres-
pondente aos vios das portas e janelias, allegando
que dahi re-ultou Ihe gravissimo prejuizo, porqae
construir paredes carridas, nao o mesmo qoe
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fera*** de Mir 4* 1872
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abrir ios, tuvtedo o exsesso da trbitko ser
amfttosatto cama dianme) do* v^laaM doi
ditos vaos. Ada ira que o ppiieaat* apraaaot
este argumenta sabeoda qao, teada o4*flo Me-
normente ai grande v*s. nao ara poaaival .ue
M calculasse o volme total aam tal abat oseato,
rt ueua de iuexicdio no calculo. Aecresee qae,
teado a prela um metro d*ejjes *eiro do que o da pureds do pou -a pastura era
reUcio ao volaos construido, deJuiindo di-.to quj
CoaSaaaoo o sopplieanie a ana analyse sobre
os prefo dai obraj do pica, para demonstrar o
mu p/ajaiiotfhanaa, da insgaifleaotissima a quao-
lia da i4:OJ7i)60, em qoe iuapartam as obra? da
eajttco, roiijuj, .Ungido e cornijas das diversas
partes do edificio, e concillo dizendo q je nem com
9 duplo tfessa qaantia so pode realisar taes obras.
Concordo qaa seja este trakalho mais delicado e
demorado, e por coasegaint# o mais impertinente,
alo posso, poraa, saber quites os dado em que m
faodou o supplieante para cal;ula-io ao duplo,
quiada ainia nao dea cornejo a ellas; a, sendo o
supplieante Ci amastrado e exparieste aeslas
otra, por eerto nao daiiaria de observar esta
Terca quando previamente xamiaoo o orgaraaato,
da qual leve ama copia em sea pader. Assim,
pois, nao possa deixar de cousiderar como infun-
dado semeluanie calculo, pareoeodo exagerado o
recelo i aupoticante que, lalo estudado o orga-
meulo e plano da obra, iulgou a sua exeeugo vaa
tajosa com o abite de 8 Traciaodo do forro de zimborio, tambem allega
o sapplicanta grave prejuizo, mas aem damoajtrar
em que consiste elle, visto como anda nao dea
cometo essa obra, limitando-se argumentar
cam a elevaejo do prego da madetra da amarello
para as cmbalas e grande numero destas para
dar ao forr> a forma cylindrica.
Em resposla direi que fot em vista destas diffl-
.coidade- que calcuiei a 10/000 o metro qua Irado
.do forro eom estaqns, devendo dizer qae, coinpoa-
do-se este de duas parle?, uuia ornada e outra
lisa nos vaos, dei o mesmo prego toda a supert-
ela por con pensado.
Qaanto purm, a coberta do zimbonoen que o
supplieante faz reclamacao, sendo da ferro gal va
nisado, deve vir da Europa, reconheco a saa vera
cidade por consr-me qae este genero sabio raais
30 por ceoto dos presos nos marcados estrangai
ros, ficto que nao poda prever. Fallando o sup-
licante d preep de 10/000 calentado para cada
metro correte de pedra de Lisboa, para degros,
assevera que Ibe custoa o daplo iacluindo no pre-
) real, o transporte, direito e commis?5es. Nao
lenbo dados positivos para contestar a assercao do
supplieante sai devo declarar que toraei as me-
lhores informarlas para basear-me no prego desse
material, qae deria vir do estrangeiro, podando
acrescentar qao recaotemenie se foz a escadaria
do pavilbao do Carapo das P.incetas de maito b
pedra mululinha a razio de6/730 o metro corre-
le, portanto na parece que nao existe a despro-
porgo notad pelo supplieante quando compara
esse prego com o de 9/030 dado para o cordo de
muradojirJim do Campo das Princezas, visto co-
mo sao outras as dimeosoea, e devo declarar que
a pedra do gradil do pago da asseaabli sendo da
mesraa dimensa do jardim fui calculada a 20/000
o metro carrete quando a leste esla por 9/. Aio
da a resjeito dos procos das pedras e lagos do en-
tablamento da cornija diz o supplieante qae tendo
sido avllala por 9/500 Ihe cus lo u 16/000. A
e-ts ponto tenho respondido com as mesmas ra
zoes dadas sobre o prego dos degros accreseen-
undo que para f ,r.nar os oito cantos da cornija
oram a< medidas tomadas em duplcala de modo
que comparado ao orgamento com que o suppi-
canta cuntraiou apeaas baver urna differenga de
17S0O0 pira cada um canto
E' justa a reclamagao do snpplican'.e sobre, os
gatos da farro precisos para unir e segurar as la-
ges da coro ja e sendo ara augmento de obra nao
calculado no orgamento devo asr sua importancia
paga, li convem declarar q .o foi da proposito e
para evitar contestaos qieno orgamento dessa
obra supprimi a vera geralmente admiltida nos
orgimenios subra a denominago de despezas im-
previ-las ou eveotuaes, por quaoto nao sendo pos-
siwl calcular exactair.ente essa verb3, julguei
m?is acertado pagar-36 ao arrematante como pre?-
creve o arr. 82 do regulamento desia reparligao
todo e qualquer augmento de obra maadada fa
zer._
Nao lein fund^menu a reclamago do suppli-
eante sobre a* portas e janellas, visto como elle
nao empregou loboas de maiores grossuras e ne.;i
pele provar que a maojl'obra foi mal calculada
Diz tamben) o supplieante que as biodeiras de
Ierro firam calcaladas em 30/000 como para
qu'.lqaer casa partioular. Na verdade que se se
trata-s d i um p-queno edificio e se quizssse com-
prar no p.iz aigamas bandeiras de ferro das di-
menceA marcadas no projecto seria difflcil tbter
por quelle prego, mas tendo o arrematante de
mandar vir nanitas obras da ferragens da Europa
oade o ferro lao barato me parace que o prego
djoagamento regal.r.
Admira a reclamago do supphcante sobra ca-
bros e ripas cuj i prego anda quando fasse baix
tacara bern compnsalo com odas lelhas sobre
as qaaes felizmente nada allega o suppli-
eante.
Pinalmnnte, direi a V. Exc. qua considerando as
razoes pelo supplieante allegados a aclividale e
i'o com que tem trabalbado e mesmo o encare-
cimento <1 alguos matar aes seria de equidada
dar os 8 por cento que ella abateu nesse contrato,
aun de nao embarazar ou demorar a concluso
de urna obra lo urgeulo, e qae tem precedido
com irania celaridade.
Deas guarde a V. Exc Illm. e Exra. Sr. con-
selbeiro Joao Jos da Oliveira Junqneira, presl
denta da provincia.O engenheiro chefe oj- Ti-
bu ir ig Peniri de iagalhues.
PRAA DO ttSaFAUDEMAIO.
kl i |/| HORA DA TAHDl.
Gotaces olficiaes.
Cambio sobre Lomaras W di*, ii 1|2 d. por 1/,
Cambio sobre Suusa a 90 d|r. 383 rs. por
franco.
P. I Pinto,
ft Presidenta.
Dubourcq,
Secretario.
ALFANOEGA
aadiawoio de di 1 a 13. .
dem do da 14.
469:408/879
44:769/096
514:177*97*
Descarregam buje 13 da maio de 871
Vapor ioglezZsgbravarioaceneros.
Barca por|aaguezaImpmaf-Jnem.
Barca nacional Rpida idenr.
Vapor auaericaao Mkrrimak mercadorias.
Brigue portaguezSo6ranopedras.
Patacho tnglezIsabel baealho.
Vapor inglezAri/mercadorias.
Lagar inglezSarah Simth varios gneros.
Patacbo inglezMan Block-mercadorias.
Brigoe francezSt. Pierre:.sm.
Escuna allemaaIininunuel dem.
CAPATAZIA DA ALFANDEGA
Rendimento do da ( a 13. 5:583/469
dem do dia 14........ 840/684
6:416/144
Volnmes sahidos com fazenda
dem dem com gneros diversos
Somma
140
15i
92
Royal lasurance Company.
f4el coiupanhlia de segaros
de I.djiJres e Liverpool.
CAP TAL
2,0o0,000 de libras sterlinas
OD
20,000,000/000
Com autorisago do governo.
Segura contra o risco de fogo, easas, fazendas,
e qualqner outra especie de mercadoria. O agen-
te nes'.a provincia
J. 0. Doyle.
33 Rp. do Commercio 38
N. B. Para segaros de vida de pessoas vres
que a companhla tomar em sua sede em Londres
oa Liverpool, o mesno agente servir de corres-
pondente, recebe a propostas, reclamagSes e pre-
mios dos segaros das pessoas aqai residentes para
transmittir corap-.nhia, e entregar aos segurados
os respectivos titulo?.
The Ailiance Britisk Fo
reign.
Life snJ Fire Assurance GompaDy estabe-
leci la em 1824.
Capital 5,000:000
"_ Os agentas dessa eompaabia tomam segaros con-
tra fogo sobre prediru, gneros e fazendas, e pi-
ga:u aqu prejuizos devMamente provados.
Rabe Scbametlau & C.
Corpo Santo n. 15.
Seguros contra-fogo
COMPANHIA
NORTHERN.
Capital. .
Fundo da reserva
. 10,000:000/000
8,000:000/000
Agentee,
jKllt Lathan C.
Importaeo.
Vapor americano [merbmak, vindo de
Neto ForA- e Para, manifesou :
Chapeos volamos a S. P. Johuston
de C.
Papsiaria I csixi a Lailbacar de C.
Ojelos diversos I caixa a J. P. H. de
Fretan 1 a E. A, Borle dt C, 18 a Per-
oambaco Street Riilway.
gSebo 1 caixa a ordem.
Vapor francez sin mi, vindo de Br-
deos e Lisboa, manifesou:
Amelias 2 caixas a ordem. Azeite doce
leal!. Leideo. A maces pira chapeos
de sol 2 caixas a Maiioel d C.
Batatas 100/2 caixas a J. J. Gorjcjilves
Beilrao.
.Calcados 1 caixa a Paren e Yiaoaa.cC C.
-l afordem, 1 a Goncalves Irm5os AC.
6 a i. L G mc.lvai Ferreira & G., S a J.
4- de Araujo, 1 a Gb. Lecler;, 4 a Satyro
S. da Silva, 3 a Jjaqaim Pereira Anotas.
1 a D. T. Bistos, 1 a Lyra & Vianna, 1 a
M indes Lobo de C 1 a Vaz de Leal, c >goic
30 caixas a Keller & G., I aTurpin, cerve-
ja 3 caixas a F. eoral, coos'ervas 3 caixas
a H. Leilen, t aTurpio, CJllarinhos 1 cai-
xa a Pinto da Silva d Gasco, colla de pe
xe 1 caixa a H. Leidea. crystaes l caixa a
A. J. de Azevedo. chapaos 1 caixa a J. L.
Godgalves Ferreira de G 2 a Alves & G., 1
a costa 'Jaia i G a Maaosi F. P.uto, 1
a J. Ghristiaai. 1 a Silva & Cirdoso, 1 a
Moreira Dias, 5 a E A. Burla i C la
Francisco Ramos, 1 a J. M. dos Santos
Aguiar, catilaria I caixa a J. L. Goncalves
Ferreira d C.
Dn gas 1 caixa Bartholomeu C, 2 a A.
Gaors,
Ferragens 1 caixa a Moreira Oas, 1 a
Mano^l de A. Ma :e i >.
Joias e relogios t caixa a Lehman Frra-.,
5 a A. Hyvernat & G oleados 1 caixa a J.
A. da Motta Guimaraes, objectos para ctaa-
ruteiro 1 ciixa a RiymuaJo P. de Si-
jueira,
M)das 1 caixa a.Ib. Christiansea, 1 a
Carueiro Vianna, 1 a Augusto Prto, 1 a
Bastos Olivara de C., 2 a S Leitao & C ,
1 a Costa Irm8os & C, 1 a Cun*ia & Man-
ta, 1 a Jalo Ramos, 1 a Soaza e Si de C., 2
Mreira Dias, 1 a D. T. Bastos, 1 a Anarl
Nabuco d G.f 1 a Lobmau Frres. Man-
teiga 40 barris o 60/2 a Souza Bastos de C.
M a-tarda 1 caixa a Turpin, miudezos 5 cai-
xas a D. T. Bistoi, 6 a Oliveira Sobrinho,
i a L'iden Weydman G., 3 a J L. Gen-
calves Ferreira d C, i a P, Gaelpbe, 1 a
Vaz Jnior d C, 1 a Souz e S deG., 2 a
J. M.Santos Agniar, 1 a Bastos Oliveira A-
C, 3 a Costa Irmios d- C. machinismo 1
caixa a E. A. Burle de C.
Palles preparadas 2 caixes a Oliveira So
brinho, 2 a Moffhard Moltler d G-. 1 a J.
L. Goncalves Ferreira & G. 2 a J. A. de
Araojo, 1 a Maturino Barroso, e a D. F. Bas-
tos! a Souza e S t C, 1 a Moora Perei-
ra C, a Para Irmos; papel e livro3
caixas a J. Nogueira de Souza de C, 4 a
Walfredo & S.oza, 1 a Moora Pereira d C,
queijos 30 caixas a Co la Irmaos d G., 2 a
Loiden W. d C., 23 a Souza Bastos d C,
2 a J. T. da Besta, 4o a A. F. de G3rva
Iho, 6 a A. A. Lebre, 22 o Corga, 13 a J.
J. Alves, 5 a A. G. Pires & G., 13 a J. S.
do Amaral, 65 a J. M. de Barros & Filho,
2 a Turpin, 100 a ordem. Quiequilharias
5 a Lailhacar de C.
Roupa 1 caixa a A* Caors, rolba 2 bar-
ricas a Monbard M. d C.. 1 a Mearon de
Companhia.
Xeci Jos diversos 1 caixa Moreira Dias,
1 a Adriana Castro de C. 2 a Monbard M. i C 6 a Keller de
G. la Viiiva Goilherme da Silva Guimar5es,
1 a H. Leger, la A. C. de Vasconoellos,
2 a Silva e Gardoso, 1 a irma Daudign,
2 a E. A. Burle de C ; 3 a Porto da Silva &
CascJo, 2 a Oliveira Sobrinho & C, 1 a
Moura Pereirade C, 1 a Madama Adoor, 1
a Costa Irmos ^ C 1 a Augusto Porto
6 C, 1 a Mendea Azevedo & C. Dit03 de
seda 1 caixa a Wmoel & G., la T.
Aqaino F.4C, l a Leiden W. fc C la
J. r. Moutinho, 1 a irma Vila.l a ordem,
3 a J. L Gongalves Ferreira & C-
Vidros 1 caixa a Tarpin, vinhos 2 barris
a Manoel D. Rodrigues, 9 a Cretton, 6 a
Turpin, 8 a Leideu Weydman de C 1 a
Vaz Jnior de C, 4 a 11. Leiden, 8 a Cbris-
tiansen, 100 caixas a Miguel Joaquim Car-
los Cardoso, 6 a Tarpin, 50 a Saondres
Brotbers d C, 8 a E. A. Burle de C., 25 a
Christianse.-
Pariqba de trigo 200 barricas aos consignata-
rio.-!. J, I
GAxAjcaixat Ta* Leal
LitaaJh ds (arrol caixas a Siaw llavrkes.
vros 3 caixas a Da Lailhacar. Loaga 4 biwicas a
J. A. Pereira, 1 eaiza a Grandin.
. Maateif a 115 barril e H* n*ts ditos aos eon-
tlfMtBftae, 80 9 100 a Pereia Garoeiro, 40 e 60 a
Sooia gasta, 40 e iO a Rasa (V Filrn, 21 e 25 a
Alves Lebre, 20 e 30 a Casia Amorim, S 13
fcbaston Pata/, 49 meioiaCoata Irmos. Mar-
mores 1 caixa a A. D. Pioto. Medicamentos e 4rf
gas 7 volaraes. i^osdem, Q.i}tn, 3 A Caria Ir-
graos, 3 a Silva Ramas, 3 aos eoilgnatano;, 2 a
Bartoelomea k G, 1 a M. Alves- Barbo. Ma)as S
caixas a Vaz Jaoior, 1 a M.. iauba* de. Mello.
Miudeaas 12 eaixas a S Uao i Coiaabr, 6 a
Bulo Oliveira, 6 a D. TaHUita Basto, 3 a H. I.
Roben, 3 a P. E. Robarle, 3 a Paria Irmaos 3 a
Lapes Machado, 3 a Will, 1 a Aivas & C, la
' Ferreira lanior. 1 aS. S. da Silva,,Moveis 2 caixas
a Moreau, 1 a Tasso Irmos.
Papel 10 eaixas a T*uo lrmaa?, 6 a Vas Jaoior,.
6 a RegorJ, 3 aos' coasigoatarios, 2 a Magalbaes
& Irojo, 2 a Pereira de Si guaira, 1 a Boargard, A
C, 1 a Santos Agaiar, la S Leitao & Cimbra,
1 a Abreo Macado. Dito de embralbo 112 fardas
aos consignatarios, 65 a. Goncalves Bel trio, 44 a
J. I. da Coala. Perlamarias 5 caixas a S Leil>
A Coimbra, 4 a Paria Irmaos, 3 a Vaz Janior. 2 a
Basto Oliveira, 2 a Vaz A Leal, l a Costa Irmol,
1 a D. M. Mantos. 1 1 Iziioro Basto, 1 a Lopes
Machado, 1 a Soasa e S. Porcelanas 12 caixas a
S Leitao & Coimbra. 4 barritas a 1. A Pereira.
Preges 2 cairas a Paria Irmos.
Queijos 40 caixas e 100 oaixinhas aos consigna-
tarios.
Sardinbas la caixas a Magalhes & Iratao.
Ttcidos 12 volamos a Keller, 8 Wild, 8 a Lindan
Weidmana, 4 a Baarte Rodrigues, 1 a Cramer
Prey, 1 aos consignatarios. Tintas 18 barris a S
Leitao & Carabra, i ordem, 1 a Silva Paria, 1 a
M. Alves 3arboza.
Velas siearioas 6 fardos a Magalbaes & Irmo,
200 caixas a Oliveira Acevedo, 10 a Monleiro Ro
cha. Vidro m p 4 barris aos consignatarios.
Vidros 6 volames a S Leit) & Coimbra, 2 a J.
A. Pereira. Viabo 5 caixas aos consignatario?, 12
* 1 barril a Tasso Irmaos.
Companhia J^iienix Pernam-
bucana.
Toma risco maritiraoi ai mercadorias, fretes,
diobeixo risoo e liaalinenie de qualoaer nam-
reu, em. vapores, navios a vella oa barcacas,
premios maiio mdicos; .1 ra do Commercio nu-
mero 34.
SEGURO CONTRA FOGO
Z Ib Liverpool d London d Glob
nurance Company.
Agentes :
Sarotidera Broihera d C.
11Gwpt Suato11.
Despachos de exporlaco no dia 13 di
maio de 1872.
Para, o portos do exterior.
Na barca tranceu Uaurica, para o Havre,
arrogarara : Tisset freres A G. 50 saccas com
3,728 kilos de algodo.
No vaoor ioglez Artel, para Liverpool, car-
regaram : M. Lathan C 1.900 saceos com
142,500 kilos de asaaear mascavado.
No vapor inglez Zembra, para Liverpool,
carregaram : Saaaders Brothers & C. 300 saceos
eom 2i,300 kHos de assacar mascavado ; Viava
Bastos 700 ditos com 52500 litas de dito.
No navi i saeco Frmtiftg, para e Canal, car
regaram : T. JeTeries & C. 800 saccas com
60,000 kilo3 de assucar mascavado.
No patacho portaguez Destino, para Lisboa,
carrejaran! : L. J. da Silva Gaimares 100 saeoi
com 7,500 kilos de assucar massavado.
No brigae portaguez SapAira, para o Porto.
earrearam : T. de A. Foaseca A Saccessores 400
saceo; eom 7,300 kilos de asnear mascavado e
500 couros seceos salgados com 6,000 kilos.
No brigie americano Mar y Honrton, para
Hampton Boades, carregaram : Heary Forster A
C. 1.600 saceos com 120,000 kilos da assacar mas
cavado.
i\o navio germnico Velteriger, para o Rio da
Prata, carregaram : Garvalhj A Nogaeira 189
barricas com 2,906 kilos de assucar mascavado.
No patacbo allemo Ahnuth Cathariaa, para
o Rio da Prata, carregaram : P. Carneiro A C. 420
barricas com 41,25.0 KI03 de as ucar masoavado.
No patacho hoanJez Elena Auna, para o
Rio da Prata, carregou : P. M. Mury 100 barr-
cas com 12,093 kilos da assucar branco.
r'ara os portos do interior.
Na vapar nacional Giqui, para Macei, ear-
regn : L. A. da Costa Siqueira o" barricas com
U k'loj de assacar reQnado.
o vapor nacional Pirapaim, para o Acara-
da, carregaram A. P. Ferreira 2 barricas com
170 kilos de assacar braoeo ; J. J. Goncalves Bel
trio ll barricas eom 823 ditas de dito ; F. J. de
Soaza Braga, para o Cear, 5 dit>s com 295 ditos
Je dilo ; Maraes Irmaos, para Granja, 10 ditas
com 182 ditos de dito ; Sonsa Siqueira. oara o
Cear, 10 dilas cam 627 d tos da diio ; J. Finlan-
ds J :< Santos 20 ditas com 1,232 ditos da dito.
Nataiaie nacional S-Jolo Baptisla, para Ara
caiy, carregau : J. F. dos Saalos 2 barricas com
120 k os da assucar branco.
No hiata nacional Aielino djs Anjos, para
Aracaty, carregoa : A. Sargia de Maraes 6 barri-
cas om 383 kilos da assucar braaeo.
No brigue nacional Galgo, para o Rio de Ja-
neiro, carregou : F. R. Pinta Gaimaies 1,500
sacos cam 112,300 kilos da assucar branco.
No hiate nacional D. Luiza, para Maca,
carregau : i. Aoaslacio de Albuquerque 2 barris
cam 192 litros ds agurdente.
tnCEIEDORLV DS RENO.\S INTERNAS
GERAES DE PERNaMBJCO.
Aendimento do dia 1 a 13. 27:239973
aatfb dia 11. 1:160*768
28.700*711
CONSULADO PROVINCIAL,
aendimento do dia 1 a 13. 41:516A36o
(dam do dia 11..... 4:27^/195
48.8 26 560
sessOes da referida junta no da cima men-
pelo nuio dia, e ompetaoterneQ-
litadas.
:MP constar san>a|dou publinar o pr-
state nek)jornal.Secretaria datbesouraria
provincial 4 Pernnnbaco, 14 de Maio de
1872.-0 official s^aior-Migoel AlTooso
Ferreira.
cioqadjp,
te Mit
O lilm. Sr. Hjipector da tnosouraria proviu-
cial, ees cu-npnmeoto da ordem do Exm. Sr. vi-
je-preiidente da provinaia da 13 da corrate mez,
manda raier publico qae 00 dia 6 de junha pr-
ximo vindouro te ba de arrematar parante a jao-
u da raesjns thesoararia a quem raiis der o im-
posto de 57 rs. por litro de agurdente da pro-
vincia consumido as comarcas em qaa existem
collectorias, pelos pregas annuaas abalxo decla-
rados :
Olioda.....554000
Rio Formoso. 3021000
LWnoeiro .... 337^000
Gaianna.....51 #000
Pao d'Albo. 30i#0.0
Palmares. 3J2JOO0
Iguaraisu. 211*000
^bo.....2934000
Santa A ni lo. 58SO0O
Naaareib. 450*000
Itatub .... 3oo*000
As arrfimata
contar da 1* de julho do correte anno a 30 de
janho de 1875.
Al pessoas qae-se propozerera a astas arremala-
edes comparecam oa sala das sessSas da referida
junta no dia cima indicado pelo meio dfa e com-
petentemente habilitadas.
Secretaria da thesoararia provincial de Per-
oambaco 14 de maio de 1872.
O ufflaial raaior,
Migael Alfonso Ferreira.
I O takelfto sera exeeniado a partir do *us
JiontoJ eitremos para o centro.
s pagsemos sarao sitos eso seis pretiaffes
JgoaasrcUtesponieat cada ama aam saxto da
importancia 'olal, quando os trabamos executados
cotresponderera a essa qqaniia,
' 8.'
ira ludo maiaqne aqoi nao yai eipecieado
legnir-se-h o que reipeito1 dispSs o refnlamen
lo Ha 31 d julho de 1866".
Conforme,
Miguel Ajfonso Ferreira.
O Illm. Sr. inspector da tneaoonria provin-
cial emeamprimento da.pr Jera do Exra. Sr. vice-
presidente da provincia de 13 do correte mes,
manda fazer publico que no dia 29 do correte se
ba de arrematar peraota a jama di (azsnda da
mosmi thesoararia a qaem mais der o imposto de
2*500 rs. por. cbeca. de gado vaceum consumido
oo municipio do Reed.-, avahado em 67:100* an-
uuae.
A arrematacao ser feiu por tempo da tres an-
uos a contar do 1 de julho do correte anna a 30
de janho de 1873.
As pessoas qaa se propozerem a cao compareQam na sala das sessdss da referida
junta no da. cima iudicado pelo meiodia e cam-
petentemeote, hab lila las.
Secretaria da tbesoararia provincial de Per-
narabuca 11 de maio de 1872.
O official maior,
Mieuel Affrano Perr^ir.
= O Illm. Sr. luspecur da udsouraru provin-
cial, em cumpriraento da resolacao da junta da
fazenda, manda fazer publico, qae no dia 13 de
junbo prximo futuro, parante a mesma junta, se
na de arrematar a quem por menos Azor, o farne-
cimento das medicamentos e atencs precisos
enfermara da casa de Daten?o. por lempo de um
anno, a contar do de julho do corrente anno a
30 da janho de 1873.
As pessoas que se pnp-z rera a esta arremata-
Qao, comparecen) oa sala das sendas da referida
junta, no dia cima indicado pelo maio dia, e ;om-
petentemenie babil.tadas.
Secretaria da thesoararia provincial da Pernam-
buco 11 de maio de 1872.
O o.lkal maior,
M. Affooto Ferreira.
O I'lm. Sr inspector da thesoararia provin-
cial, em cumprimento da ordem do Exm. Sr. vice-
presidente da provmcia de 13 do corrale manda
fazer publica, que no dia 29 tambem do crreme
sa ba de arrematar per.-.nt3 a junta da mesma the-
soararia a quem mais der o peiagio da barreira
de Mareos, oreado em 1:5123 annuaes.
A arremaiaca ser fi>itapor lempo do um anno,
a contar do Ia de julho do presente anno a 30 de
junho de 1873.
As passoas qua se propozerem a esta arrema-
taba comparecam na sala das sessdes da referida
junta, no dia aiixa indicado ao meio dia e com
patentemente hab litadas.
Secretaria da ihasouraria provincial da Per-
oambia,:o, 11 de maio ele 1872.
O ofncial-raaior,
M. A. Ferreira.
MOVIMENTQ DO PORTO.
aYapios enlraios no da 14
New York por S. fhomaz e Para21 dia*,
vapor americano Merrimack, de 2030
toneladas, commandanteSloconi, equipa-
gem 70, carga varios gneros; Hen-
rique Forster & C.
Baha por Penedo e Maceio10 dias, aendo
do ultimo porto 14 boras, vapor brasi-
lero Ipojucd, de 350 toneladas comman-
dante Moura, equipagem 30, carga vari-
os gneros; Compannh Pernambu
cana.
Rio Grande do Sul pela Bahia19 dns,
sendo do ultimo porto 6, escuna brasi-
lera Amalia, de 186 toneladas, capito
Roberto Pinto de Magilbes, equipagem
8, cirga carne ; Manoel da Silva Miia.
Navios sahidos no mesmo dia.
Rio da PrataPolaca bespanbola Francs-
quita, capillo Jayme Mir, carga assucar.
Rio Grande do SolPatacbo brasileiro S.
Bartholomeu, capillo Custodio Antonio
da Silva, carga assucar e agurdente.
de-kRio de Janeiro e portos intermediarios-
Vapor americano lerrimack, Gommao-
dante Sbcom, carga a mesan que trou-
xe dos portos-do Norte.
Rio da Prata e portos iutermediosVapor
Francez Sinhal, commandante Massenat,
carga parte da que trouxe dos portos da
Europa.
Lugre inglez Rio Grande, vindo do Havre, cm
signado a E. A Burle Ando ntrico 3 volames a Crand n. Dito sul-
phunco 4 volases a O. Toixaira Basto, 2 ordem.
AlQoetes 1 barrica a Vaz A Leal, i caixa a D. Tai-
xeira Basto. Alvaiade da tinco 10 barris a Bar-
tholomeu A C, 10 a U. Alves Barbota, 6 aos con-
signatarios.
Btalas 600 gigos aos consignatarios, 300 a Alvos
Lebre.
Cachimbos de madeira 2 eaixas a Boargard &
C. Calcado 2^aixas a Araojo A (L, 2 a S Leitao
A Coimbra, 1 a Moura Pereira, 1 a Wild. Camisas
3. caixas aos consignatarios. Cavilhas de ferro o
eaixas a D. Teixera Basto. Champarme 23 eaixas
a Aires Lebre, 20 gigos a A. P. de Oliveira. Cha-
paos 14 caixas aos consignatarios, 4 a \\Md, 3 a
Mello Lobo, i a Cramer Frey. Cofre 1 a J. B. dos
Res. Coares 4 caixas a Wild, i aos consignatarios
Couve em conserva 2 barris a Leiden,
Espelhcs 7 eaixas a Yaz & Leal, i Santos
Agujar, 11 Pacheco de Azevede.
EDITAES.
tSO Illm. Sr. inspector da thesduraria pro-
vincial em comprimento da ordem do Etm.
Sr. Presidente di Provincia de 43 o cor-
rate mez, manda fazer publico que no dia
6 de jnnbo prximo vindoaro, se ba de ar-
rematar pe ante a jaula desta thesoararia,
a quem mais der, os impostos proviociaes
(menos o disimo do gado vaceum) as co-
marcas emjjue nao existem collectorias, e
pelos pregos ananaes, abaixo -declarados.
B>a-Vista'................ 7350000
Cabrob.................. 73400O
Tacarat
Bonito...................
Caruar................
Brejo.................*..
flores ...............
Garanhuas................ 2:750^000
Buiqae...................... 2:7500000
7331000
3:6270900
3:6230000
3:255#0O0
3:0550000
O Illm. Sr. inspector da thesouraria
provincial mana fazer pualico que em
comprimento da ordem do Exm. Sr. vice-
presidente da provincia de 4 do corrate
mez vio novamente a praga no dia 16 do
mesmo, para ser arrematados por venda a
quem mais der, os ferros velbos existentes
ao quartel de San! > Amaro, visto -er sido
insufi:ente o prego te 160 por arroba of-
ferecido por Andr de Abreu Porto.
E para constar se mandn publicar o pre-
sente pelo jornal.
Secretaria da tbasouraria proyincial de
Pernambuco 6 de maio de 1872.
0 official maior,
Miguel Alfonso Ferreira.
De ordem do Illm. Sr. inspector da alfande-
ga, faga scienle aos dono? ou consignatarios das
mercadorias depositadas nos eptrepostos particu-
lares, abaixo meDciauados, a virem despachar,
dentro do praso da 30 dias, na forma do art. 18
do decreto n. 3217 de 31 de dezembro de 1863,
Qndo o qual serio considerados abandonados, e
vendidos em leiio, seta que ibas ligue -direi o al
gum a reclamar.
Traoi:he Canha.
Marca 11 L 4 C, 26 barris de dcimo e 16 ditos
de quinto com vinho vindos lo Porto na barca
portugueza Social, o. 23, entrado em 18 de julho
do anno prximo pssado, consignados a Rocha
Lima A C, guia n. 31.
Dita Litr. 100 garrafoes com genebra, vindos de,
Hamburgo no patacho ioglez Alice Berntijatel, n.
68, entrado em 9 de setembro de 1871, consigna-
dos a Tasso Irmaos A C.
Trapiche Angelo.
Dita J G B, 22 barricas com eerveja, vindas de
Liverpool na baroa i'Jgieza Olive Brach, n. 383,
entrado em 26 de Janeiro do anno prximo pssa-
do, e consignadas a Manoel Joaquim Gomes Bra
ga, guia o. 275.
Dita Scbidam J T C gangen 550 rasqueiras com
genebra, viadas de H.mburgo no patacho ameri-
cano Kannebre, n. 391, entrado em 9 de jnnho do
anno prximo passado, guia' n. 413.
Trapiche Barao do Livramento, caes do Apollo
a. 45.
Dita S. M. 400 libras de metal velho, tirado do
patacho norte-allemio Fides, entrado arribado em
21 de janho de 1870.
1." eccSo da jlfacd.'gi 14 do rcaio de 1372.
Servando de chufe,
l'iruainu los de Oliveira.
Aluga-se o sobrado de um andar n. 6, ra
da Mangueira, entrando a loja : a tratar ra do
Aragio, casa n. 35.
< Illm. Sr. inspector da thesouraria provincial
em comprimento da ordena do Exm. Sr. vice-pre-
sijente da provincia de 7 do correte, manda fa-
zer publico qae vai navamente a prai;a no da 8
de agosto prximo vindoaro, para ser arrematada
a quem por menos ftier a obra do segando lanjo
da estradajde Una a Capoeiras, oreada em.....
22:0005000 e sob as clausulas abaixo apiadas.
As pessoas que se propozerem a essa arremata-
do comparecam na saladis sessrjas da referida
junta no dia cima inencioaado, pelo meio dia e
competentemente habilitadas.
E para constar se mandou puplicar o presente
pelo Jornal.
Secretaria da thesouraria provincial de Pernam-
buco, 10 de maio de 1872.
O offliial-maior,
^aPf"/ Affonso Ferreira.
Al* eipec"
qpMUi especiaes.
t.
O sagumlo lao?a da estrada de Una a Capoeiras
de 2202,90 metros de extenejio oa importancia, de
22:000*000 aera axecalado de conformldade com
0 respecvo orcamaaio e desanos junioa, appro-
vados pelo presidenta da provincia e inslrocao
do engenheiro eacanegado da scalisagio dos ira-
balhos.
. I*
O arrematante dar cornejo aos trabalhos no
prato de trinta das, e os concluir tro de detrito
mezes, contados ambos da data do contrito.
OECLARACOES.
SANTA CASA DA MISERICORDIA DO BECIFE
A Illm, junta administrativa da Santa Casa de
Misericordia do Racife. manda fazer publico que
na sala de saas sessoes, no dia 16 do mez de
maio pelas 3 horas (da tarde, tem de ser arrema-
tados a qaem mais vantagens offerecer, pelo
lempo de um a tres annos, as rendas dos predios
em seguida declarados.
ESTABELECIMENTOS DE CARIDADE.
Roa da Guia.
Sobrado de 2 andares n. 57. 600000
Ra de S. Jorge.
Sobrado de um andar n. 30 20J00O
Casa terrea a 92.......240*000
Roa dos Guararapes.
Casa terrea n. 85.....' 96*000
Largo da Campia.
Meia agua n. 3....... 96*000
Ra da Soledade.
Casa.terrea n. 72....... 96*000
Ra das Calcadas.
Casa terrea n. 30. '. 217*000
dem dem n. 3i.......181*000
Roa da Virajao.
Casa terrea n. 7........194*000
Ilemidemn. 9 ...... 225*000
Ra de Horlas.
Sobrado n. 94.........601*000
Loj do sobrado n. 41......123*000
Roa 'de Santa Tbereza.
Casa terrea n. 4........14740O0
Casa terrea n. 7. .......OiJOOO
dem dem n. 5.........1715000
Ra do Baro da Victoria.
Sobrado de um addar fc 57. 2:000*000
Roa do Gabag.
Sobrado de tres andares n. 3. 1:900*000
Raa da Alegra.
Casa terrea n. 7........362*000
Boa to Padre Florianno.
Casa terrea n. 65......219*000
Travessa do Calabonco.
Casa terrea n. 2........186*000
Roa larga do'.K i-ario.
Segando andar do sobrado n. 2i A 402*000
Terceiro andar, idem......244*000
Segando andar do de n. 21 402*000
Terceiro andar, idem......244*000
PATRIMONIO DOS ORPHAOS.
Larga do Paraiso
Primeiro andar do sobrado n. 29 25j*000
Segando andar idem......201 000
Primeira loja de travessa.....124*000
Sagunda dia......... 76*000
Raa de Rangel.
Casa terrea n. 56-......4015000
Praga do Conde d'Eu.
Sobrada de dous andares n.. 15. 1:200*000
Parnameirim.
Sitio n. 1..........600*000
dem n. 3 do Rosarinho.....300*000
Os pretendentes devero apresentar no acto di
arrematacao as saas flaneas, oa comparecererx
icompanhados dos rospectivos fiadores.
Secretaria da Santa Casa de Misericordia do Re-
rife, 11 de maio de 1872.
O escrivao,
PcdroRodripues de Souza.______
Pela thesouraria provincial se faz publico que
foi transferida para o dia 16 Jo correle a arre-
matacao da obra do rebaixamento da laJ-ira do
Timb oreada em 7:920*000.
Secretaria da thesouraria provincial de Pernam-
buco 2 de maio de 1872.
COMPAMHRAMEZA
Quiata-feira 16 de maio
La Grande Duchesse
de Grolstein.

As 8 l|i
llavera como da costuma um trem para Apipa-
eos e um bond para a Magdalena.
THETRO
fiYMNiSIO RAM ilCO
Quarta-feira 15 de maio
Recita extraordinaria em beneficio do actor
Francisco Ignacio Guerreiro
Representarse-ba pela primeira vez nesta cida-
de a bella e interessante comedia-drama em dous
actos, iraduegao do francez
Seguir-se-lu pelas meninas Riosas, a chistosa
comedia em 1 aelo ornada de msica
PDLO E VIRGINIA
Termiaando o espectculo com a graciosa come-
dia em um acto ornada de masica
A
O beneficiado.espera a proteceo dos seus ami-
gos...
Os bilhetes pausados para 8 de maio teem en-
trada nessa noute.
Depois do espectculo ha ver um trem para
Apipucos e pontos intermeiios.
Principiar s 8 1|2.
PARA 0 PORTO
Seguir eom rnaltk brevidade a bMoobeciii
bareaca aportuguexa Sapkirm pee lar a maior par-
lo da saa carga prompia : para o rwlo4a carga
e passageiros traia-secom rnnslgUliai Tlm
marTrAqnino.Fonceca a svetmnurm, t raa
do Vigario d. 19, ou cora o_pi^, na praca.
Para o Rio
do Snl.
ande
Seguir dentro em poneos dia a patacho nacio-
nal Brmfka, par j ter prompia a maior parte de
saa carga ; para o pouco qae lhe falta, qae rec-
bela a frute razoavel : trata-se com Baila/, CMi-
veiro A C roa do Vigano n. 1, 1 andar.
COMPANHIA PEUNAMBUCANA
pe
Navegando costara por vapor .
Goyauoa.
O vapor nacional Paraky-
ba, seguir para o porto ci-
ma no dia 16 do corrente as
9 horas da noute.
Recebe carga, encommen-
das, passageiros e daheiro a
frete : no eseriptorio no Forte do Maito* n. 12.
COMPAINHIA PERNAMBUCANA
Navegando costetm por vapor,
Porto de Galliuhas, Rio Formoso e
Tamandar.
O vapor Parahyba seguir pa-
ra os portos cima no dia 20 io
corrente ameia nonte.
Reeebe carga, encommendas.
passageiros e diaheiro a treta at
as 2 horas da tarde : na ascriptorio do Forte do
Mattos n. 12.____________________________
Para o Araeay, em diretitora, sahe com
brevidade o palhabote nacional Mana Amelia, ca-
pito e pratieo Francisco Thomaz de Assis; j
tem parle da carga engajada, para o resto trata-
se com Antonio Albsrto de Soazi Agaiar, a raa
do Amorim, armazeaa. 60, oa com o' capio a
bordo._______________
P^r
Segoe para o referido porto com rnuiia brevida-
de o biate Olinda, por ter a maior parte de tea
csrregamenlo ; e para o resto qae lhe falta trata-
se coqi o consignatario Joaquim J. G. Beilrao
ra do Commercio n. 5.
PARA O
Rio Grande do Snl
Para aquello porto deve seguir sem demora o
brigue nacional Arroyo Malo, navio de primeira
classa, por ter prompta a maior parte do sea car-
regamento, faltando um re.'to de ear^a, para o
qae deve tratar-se com Jos Victorino de Rezende
& C, eseriptorio ra da Mrquez de Olinda nu-
mero 60.
Para o Rio de Janeiro
egue com brevidade o veleiro patacho nacional
Veloz, secebe ainda alguma carga a frote : a tra-
tar com Fernandes A Irmao travessa da Madre
de Dos n. 13.
COMPAaNHlA PERiNAMBUCANA
M
VaTegaeo costeira por rapor.
Parabyba, Natal, Maco, Mossor, Ara
caty, Cear, Mandabu', Acarac e Granja.
O vapor Pirapama, comman-
danta Azevedo, seguir para
os portos cima no dia 15 do
"P crreme as 5 horas da tarde.
HBSl Recebe carga at o da li,
^* encorxmendas, passagense di-
aheiro a frete at as 2 horas da tarde do Jiad..
jahida : no eseriptorio do Forte do Mallos n. 11.
AVISOS MARTIMOS
COHPAMHIA
DAS
Messageries Maritimes
Conforme os avisos recebidos da agsnTa prin-
cipal no rio de Janeiro espera-se o paquete na-
zone, commandante Joret, do dia 19 do corrente
em dianta. Depois da demora do costme seguir
para Brdeos, tocando em Dakar (Gorej e Lis-
boa.
Para cendicoes, fretes e passagans, trata-se na
agencia, roa do Commercio n. 9. _________
Para o roo
Depois de poaca demora oeste porto dever
seguir viagem com destino aquella a veleira barca
portaguea Imperial; tem grande parte de seo
carregamento engajado, e para o resto que lhe
falla e passageiros, ao> qoaes offerece maito bons
commodoj, trata-se com Soares Primos," roa do
Vigario n. 17.
Porto"
O patacho portuguez Lidaor, capito Conha,
recebe carga e passagsiroj : trata-se com os con-
slgnstarios E. R. Rabello & C, ra do Commercio
n. 48.
Para o Rio Grande
do Snl
pretende segnir com muia brevidade o palhabote
nacional Joven Arthur, tem parte de seu carrega-
mect i prompto : pura o resto que lhe falta tran-
se com os seus con^ignaUrias Antonio Luiz de Oli-
veira Azevedo A C. no sea eseriptorio ra do
Bum Jess n. 57.
lOUiM\UIl
DE
Dos portos do sul esperado
at o dia 22 do corrente, o vapor
Cear, commandante Eustaquio,
o qual depois da demora do cos-
trale se guir para os portos do
norte.
Para carita e passageiros trata-se na agencia.
Encommendas do pequeo valor, peso, medida e
tambem diaheiro recebem-se at 1 hora da tarde
do dia de sUa sahida : na agencia, roa do Com-
mercio n. 8.
As encommendas viadas por este vapor serio
entregaes at o da da satiiia do masmo, no es-
eriptorio da companhia, e daapois deste termo sa-
rao recolbidas no trapiche Dantas.
Para o Rio de Janeiro
Pana o porto .-.cima deve seguir o patacho na-
c.nal Linda Flor, navio de primeira classe ; para
carga trata-se com Joto Victorino de Rezende A
C, eseriptorio roa do Mrquez de Olinda nnme-
ro60._________________________________
COMPANHIA PEKNAMBCANA
DE
Savega$o costeira por rapor.
Maceio, escalas, Penedo e Aracaj.
O vapor Giqui, commandante
Marlins, seguir para os por-
tos cima no dia 15 do correte
as 5 horas da tarde. Recebe car-
ga at o dia l, encommendas,
oassagairos e diaheiro a frete at as 1 horas da
;arde do dia da panada : eseriptorio no Forte de
Mattos n. 12.
BAHA "
Para esse porto seguir em piucos dias o ve-
leiro patacho nacional Garibaldi: para carga e
fretes tratase com Tasso Irmos A C, ou com o
capito Custodio Jos Vianna._______________
Para o Rio Grande do Sul
Vai carregar brevemente o patacbo nacional
Singular; para carga frete tratase com eus
consignatarios Amorim Irmos A C .
PARA O RIO DE JANEIRO '
Seguir imprelerivelmente domingo 19 do cor-
rente, o brigue nacional Galgo, recebe alguma car-
ga miada e eseravos a frete : i tratar com Fran-
cisco Ribeiro Pinto Guimaraes : roa do firum
n. 96. _______________________________
Lisboa
O patacho portuguez Destino vai sahir breve por
ter mais de dous tercos de carga ; para carga a
passageiros trata-se com os consignatarios E, R.
Rabello A.C., ra do Commercio n. 48-1*.
LEUOES.
DE
1176 saceos, sendo 728 com assucar uva
riado e 448 quasi vasios, parte do car-
regamento do brigae ingles Berta Ci-
rington.
HOJE
A'8 11 boras da manhSa em ponto
o trapiche da companhia
Na praca do Corno Sanio.
Edmundo Pnillips, capito do brigae ingles to-
rta Carington,, arribado n'este porto por foro
maior, levar I lo com. liceos* do inspector da
alfandega, em presenta do emprajado da mea a
repartlcao para o um nomeado, com aaaisltocia
do cnsul ioglez, por iatenensao d agente Pinto
,
*

9

I

*


::

e
4
IMMM feira )5 Ja Mio de 4851
cporcoou risco de qaem pertencer de 1170
ueen, seado 718 con assucar avahado e 4V8
quasi vastos, parte do cairagamaoto do referido
tongas, qa*l aoba no trapiche da companai
Urao do Corpo vSanto, onde se effcciuar o leriao,
ata H taado dia cima dito.
LEILO
30 HOTTO
Espolio de Antonio Jos de Aranjo.
O IIId. Sr. cnsul pjnuguez tendo de liquidar
eepolk) do subdito poringaez Antonio los de
Araojo, far leillp por iotervencao do agente Mar-
tras de orna easa com daas salas, ara quarto, co-
mha e copia, um cavallo e diversos objectos exis
tecles em sea estabelecimento no Bollo, praia de
Nuareth, tudo pertenceute ao dito espolio.
mmi:.
A's 11 horas do dia no Bono.
Leilie
DE
II caixas com presuntos, 5 ditas com qaei-
jos (endrinos e 50 barris com manteiga
' in|Ieza.
Hoje
A'S 11 HORAS EM PONTO
O afete Pestaa far leilao por conta e risco
de quem pertencer, dos gneros cima menciona-
do, os quaes ser) vendidos em lotes a vontade
dos compradores no dia quintaeira 16 do corren-
te, s II dons da maoba em ponto, do armazem
a. i B ra do Apollo.
LEILAO
Faz-ge leilao dos livros e armacSo da loja
que foi do fallecido Antonio Domingoes,
iros do Imperador o. (57.
Ha muiios e bons livros de direito e preparato-
rio, por isso sao convidados os Sr?. acadmicos e
evdanles a coneorrerem a este leilao, que, por
intermedio do lelloeiro Pestaa, lera logar qaioia-
feira 46 do crreme.
Leilao
Em continua$k)
HOJE
Altee & C, continuarlo o sea leilao por nter*
venci do agente Pestaa, de ara completo sorti-
ateotode raiadezas, perforaras e ferragens, todas
proprias deste mercado, boje 3 11 hora? da ma-
nta*, em sea armazem roa da Cruz n. 54.
LEILAO
DE MOVIS
Lou<28, crystaes e vidros
SEXTA-FEIRA 17 DO CBRENTE
Constando de :
I3m excellente pianoo, com muito poaco uso, 1
jDobiiia de raogao a Lniz XV, 2 espelhos ovaes
ile crystal, figuras de brooze, ricos jarros para
flores, l iDjpjTtaQte relogio com pedestal de
marmore, 2 pare de laoterna?, diversos qaa-
dros, 1 cama ranceza para casal e 2 candiei-
ros a gaz.
m guarda-rcupa de amarel'.o, 1 guarda-vestido
de dito, 1 corxmcda de mogno com pedra. 2
roarquezoes estreitos, 1 cama de amarello para
menino, 2 ban ambas e eabides de parede.
Urna bem construida mesa elstica, 1 guarda-lou-
ea, 2 apparadore?, 1 marque7a, 10 eadeiras de
faia, 3 eadeiras para menina?, 1 antiga commo
da e oratoria, camas de ferro, 1 marque) o
largo, 1 novo apparelh} de poreellana ingleza,
i dito de lonja ordinaria, garrafas, campotei-
ras, callees, copes para agua, I apparelho de
poreellana lina para cha, i urnas de metal para
cha, e muit03 outros 'bjectos de gosto, que fo-
rao de ama familia que se retirou para a4Eu-
ropa.
foaquim Antonio Pereira, tendo se retirado para
Europa, far leilao por intervengo do agente
Martin, de todos os movis e vidros cima exis-
tentes no 2 andar do sobrado n. 40 da roa larga
do Rosario; onie foi sua resiCtnca; principiando
s 10 horas do dia cima.
avisos DIVERSOS
0.ST1TTQ ARCHEOLOGKO E GEOCRPBIA-
CO PEMAIBECAIIO
Para conhecimento dos interessados se
faz publica a seguinte di-posigaa dos additi
vos aos estatutos desta casa:
Art. 16. O sacio effectivo que por um
asco deixar de compare;er as sessoes do
Instituto fem cansa pani:ipada, considerar-
ee-na eliminado. *
Secretaria do Instituto, 22 de abril de
4872.
J. SOARES D'AZEVEDO
Secretario perpetuo.
Se verdade que a entroza professora da
encrazilbada de Bsllera, onde a seu bel pruer
tem aberio a saa aula, :ern recebido os seus orde-
nado! como se estivesse em exercicio de sua ca-
(Stira de Agua-fria, avist de attestaios graciosos
do delegado Iliterario da fregnezia da S de O,in-
da, pergunta se ao Sr. Dr promotor se ella tem
encrrido na* penas da le.
A!uga-se a casa terrea s IOS da roa da
Coria da Boa-vista : na ra da Madre de Dos o.
16. dir-se ha qnaes as condices.
INSTITUTO ARCHEULOGIG E GEOGRA-
PHICO PERNAMBUCaNO.
Haver sessSo ordinaria sexta feira 16
do correnle maio, pelas II horas da ma-
nhaa.
ordem no DIA
Pareceres e mais irabalbos de cemmis-
eoes;
Lsitara de nm relatorio do Sr. Dr. Bap-
tisia Rigueira, sotre o local do redocU do
Rio-F.rmoso.
J. SOAHES D'AZEVEDS.
_^________________Secretario perpemo.
CRIADO
P-ecisa-se de am criado no 1 andar do sobra-
do n. 48, na ra das Trinebeiras.
Bernardo Jos de Araujo, declara pelo pre*.
f nie, nada dever nesta praca oa fra delta e qae
indo a Portugal, deixa por seas procaradores, em
1* lagar, ao Sr. Jos Cardoso da Silva Pisto e em
2* ao Sr. Man:el Teixeira Bastes.
Reeife. 14 de maio de 1872.
FABRICA DE MACHINAS
A1 Ra do Bario do Triumho ns. 100 104
OCTROBA bruj
Cardos & lrmao
AVISAM aos Sn. de eogeohos e ao publico em geral, qae teera recebido de Earopa,
grande sortimento de ferragens para engeohos e para lavocra, e quaesquer ootros otos
e mtsteres da industria agrcola, o qoe todo vendem por precos razoaveis.
VAPORES horizontes e verticaesjbem conhecidos oeu provincia e > eHi,
os melbores que teem vinio a este mercado.
MOENDAS completas de diversos lamaabos, obra moita forte e bem acabada.
MEIAS MOENDAS para asseotar em crades de madeira.
TAXAS de ferro fondido e batido de diversos tantohos.
RODAS D'AGA de diversos UmaiAo.
RODAS DENfADAS de diversos tamaobos e qualidades. .
FORMAS para pSes (Tassucar, qoe esperam em pomos das grande porejo, e aquel-
es senhores qpe derlas precisarem, podem desde j dar snas notas.
CONCERTJS.Cincertam com promptid5o qaalqoer obTaoa macbina, para o qoe
teem sua fabrica bem montada com grande e bom pessoai.
ENGOMMENDAS.Mandam wir por encommeoda da Europa, qualquer macuinis-
mo, para o qoe se corresponden! com ama respeitavel casa do Londres e com am dos
melbores engenheiros de logia trra; incambem-se de mandar asseotar ditas machinas,
e se responsabilisam pelo bom trbame das mesmas.
RA DO BARIO DO TRIUMPHO NS. 101,102 E 104
FUNDIGO DE CARDOSO 1RMO
luico eslelecimento neste genero
Ra do Baro da Victoria n. 16
de aba larga para
bonitas cbapelinas
A ene estabelecimento acabam de ebegar os lindos chapeos a ingleta,
meninas, ar.ipo que j se eneonira neste estabelecimento ; recebemos tambera
de veludo grande phantisia, chapeos de ga-e fazenda de novidade, chapeos de velndo e d palha
enfeitados a capricho; recebemos tambem beija florts natoraes proprios para perneados e veos
grandes para chpeos nltima moda. Portanto, convidamos as Exmas. Sras. a visitareis este es-
belecimento qae se acba perfeitamente sertido.
SEGUROS CONTRA FOGO
IMPERIAL
__________W. G. FENNELLY RA DO CO.MMERCIO N. 38 Io ANDAR
Do engenho Mapau-
ass
Fogio do engenho Ttibeirao, freguezia de Sanio
Anlo o escravo Manoelcom os signaes eguinles :
negro preto, estacara baia, pernas finas e am
poaco arqueadas, os dentes da frente largos, a
barba com cabeltos salteados, muito rentan, re-
presenta ler 28 a 30 annos, evoa camisa de ma-
dapolo, cal(a de brim pardo, chapeo de baeta
parda, e levou roupa de algodo da matia: roga-
se a todas as autoridades e capitaes de campo a
capiara do dito escravo e eonautl-lo ao mencio
nado eogenljo. que serio bem" recompensados.
Com brevidade.
Precisa-se de cma ama de leite : na roa da So-
ledade n. 32, oa na ra da Cadeia do Reeife nu-
mero 2.
Troeam-se
ao'.as das caixas i.iaes do banco do Brasil, com
Dequeno descont : na loja da ra do Mrquez de
Jiinda n. 58.
Aluga-se
ama casa terrea com estr baria, margena do rio,
o. 31.
no termo da Eseada, do majo.- Marcionillo da Sil-
veira Lins, fartaram na noite de 3 para 4 do cor-
rete mez de maio am cavallo de sella com os
signaes seguintes : cor casianfca, tendo ama man-
cha branca no lado esquerdo, ps e raaos calca
dos, velho, ferrado com letraM, frente toda
abena, e anlador de baixo a meio. D-se 100 a
qaem der noticia certa do referido cavallo e da
pessoa, em cojo poder for elle encontrado, na roa
da Aurora n. 9, on no mesmo engenho.
Frecisa-se
de 1:0004 a joros de 1 12 sobre hypothe-a
qaem qaizer dar annuncie para ser procurado.
Comida para fra
Prepara-se com aeeio e promptidio :
do Paraito n. 19, andar.
no pateo
Medico.
O Dr. F. 6. de Andrade Lima, tendo
aberlo seu consultorio, na casa de sua
residencia, na roa larga do Rosario o. 40,
2# andar, pode ser procurado a qualquer
hora. D consultas todos os di as das 7
as 9 horas da manhaa, e de i as 3 da
tarde; grates aos pobres.
8 9
Tasso
lrmaos & C.
Precisa-se alogar oa comprar am escravo
qae seja sadio para ca regar fr.zendas, paga-se
bem na raa do Conde'da Boa-Vista n. SjB.
00 *& 0 **&#&*
CO.N8ULTORIO HOMEOPATHICO &
do 2
Dr. Santos Helio.
Consaltas todos os das das 10 horas ti
ao meio dia. Chamados a qualquer hora, v*
VACCINA. W
A' este consultorio ebegoo a verdadeira fi
iympha vaceicica da Inglaterra, e vacci- ?
na-se s quintas eiras e domingps das O
10 horas ao meio dia. A
Gratis aos pobres. ^
43-Roa do Barao da Victoria43. Wt.
4r00#af0 ftfttt$$ ATTENeiO
P'reeisa-se de ama ama preta j de idade Dar
cozntur e comprar para casa de familia de daas
pessoas: qaem qaizer dirija-ie a eiia typographia
das 1Q horas da manh ia as i da tarde.
Na Praca da Independencia n. 33 se compra
ouro, prata e podras preciosas, e tambem se veadi
obras de igual especie.
de InstrneeSu
DlrelU a. 141,
Aula particular
primarla, na
1. andar.
O abaixo assigoado competentemente habilitado
pela instraegio publii a desta provincia, avisa ao
respeitavel pufelteo e particularmente aos pais de
familia, que acaba de abrir ama aula de iostrac-
co primaria oa roa Iiireita n. 141: primeiro in-
dar, onde poder ser procurado ; e desde ji se
eompromette a dar o rnaior adiantamento e I uses
a mocidade que for confiada a seus cuidado?;
tendo em sea favor a pratica e meihodo qae re-
ceben em am dos melbores coll?goi da Europa,
oode esludou por mais de qaatro annos.
Reeife, 8 de abril de 1871
J asturiano Jos da Costa.
300:000
De graiiflcacio a qaem der noticia certa dos
escravos abaixo mencionados :
Pedro auzentoa-ie em 29 de agosto prximo
passado eom os signa seguintes: cabra esenro,
alto, reforcaee, tem as espaduaa largas e pernas
eompridas, estes signies sao silientes, tem orna
pequea belidia no cl'ie direito, falla descansada,
levou chapeo de feltrc preto opa redonda, caaisa
de baeta azul.
Liberalma, anzenUa-st em 28 de agosto do
mesmo anuo, esta bastante elara e tem olhos
azues, cabello amarel o, nariz chato, estalora fcai-
xa e feia, falla descansada. E' provavel qae es-
tes andem amaziados, qae pois ha razao, porque
fugiram para estarein em completa liberdade,
ambos tem poaco maii on menos 24 a 25 annos
de idade. Vieram do Aracaty para seren aqu
vendidos. Sao natoraes do Rio-Grande do Norte;
sera duvida Iij de terem modado os nomes:
qaem destes der noticia certa, receberi a gratifi-
cacao cima, na roa do Bario da Victoria n. 44.
CONSULTORIO MDICO
CIKRGIC0
DO BR.
A. A. lVSVEIR) DE;
s
A' roa do Impiirador n. 42,1* aodr
D consultas tod)s os das das 9 horas
ao meio dia.
Chamados, poi escripto e qualquer
S" hora.
Especialidades : moletas do appare-
lho re-piratorio e circulatorio, lestes do
I ligado e doeneas dos pantanos.
ttM %& 1
CONSULTORIO HOMEOPATHICO.
DO
R. (ISl\OVA
Largo da matriz ce Santo Antonio n. 2.
Consullas e visas i toda a hora. Medicamen-
tos e carie/ras dos m loores fabricantes.
Jos a C-joceicao Oliveira Figaeireflo, esta-
belecido com loja de oas no arco da Conceicao
do Reeife, roga aos >< us devedores o obsequio de
i he pagarem o qae Ih: esto a dever, certos de
que aquelles qae o nao fuerero at o Am do cor
ronte mez, obrigi-lo bao a recorrer aos meios jo-
diciaes. Reeife 1 de maio de 1872.
Aluga-se a loja da casa da ra de Lomas
Valentinas n. 55, antiga Aguas Verdes, a 18&000
mensacs : a tratar na tbesouraria das loteras.
Aluga-se
orna casa acabada de fazer no principio da Es-
trada Nova, perto da ultima estaco des bonds,
tem acccmraodscSes para urna pequea famila,
oa para rapazes solteiros : tratar no mesmo la-
gar, primeiro siiio a direita dspois da primeira
bomba
Precisa-se um moleque de 12 a (5 anuos
para servico externo la padaria da raa do Kan-
gel n. 9.
111 llll^lVI
D-se 50*000 rs. niensae?, palo alagael de uro
escravo que seja bom canjeiro e lenha boa con-
ducta : a tratar na praca da Concordia numero
I, armazem.
lria da.
Precisa se de urna criada estraogeira on brasi
leira, que queira ac:ompanhar ama familia que
se relira para o Manraho paga-se bsm : na rui
do Coronel Suassana, outr'ora roa Augu.-ta nu-
mero 177.
receberam nova remessa de cerveia preta e branca
da acreditada marcaBatao.
HH-iMiii
Hypotheca em predios
Se dir qaem d al 25:000*000 rs.
com hypotbecas em casas nesta cidade,
arrabalde?, ou em predio agrcola, ni
raa do Imperador n. 14 segndo andar,
das 11 horas da manhaa a 1 hora da
tarde.
1
Escravo fgido
TRILHOS URBANOS
DO
Becife Olinda
- e Beberibe.
Convindo qae o parecer da coromissao de exa-
me de comas seja apresentado na 1* setso da as-
sembla gera! dos senhores accionistas desla com-
pachia, e nao o podendo ser na sessao marcada
para o dia 6, como foi annanciado, ter logar e3?a
maio crreme, no escriptorio
ses&ao no dia (G de
No da 4 de covembro do armo passado de
1871, aaseo'.ou se da casa do abaixo assignado, o
escravo Antonio, mistico, idade 20 annos, eom os
sigoaes seguintes : alto e secco do corpo, pernas. da_comP_Dni ** 10 heras da manaa.
e brames am tanto finas,, rosto redondo, olhos.
grandes, denles muito per'eitos e bonitos, ps e !
raaos regalares, nariz afilado, cabellos crespos,'
agora qae est bocaado, bom trabalhador de
olaria e consta andar nesta cidade: roga-se as au-
toridades policiaes e capitaes de campo a saa
captara e a eotrega-!o ao sea senbor, qae ser
bsm gratificado.
Afogaos, 29 de abril de 1871
Jos Boarqe Lisboa.
Reeife 2 de maio de 1872.
O !, secretario,
L. Jos de Miranda
*
*
3
Imperial fabrica
Dr. R. Viduna %
Medicotpperador e partefro, recen- Om
temen le c hegado da Europa, onde de-
dicoa-se a cirargia, partos e especial-
mente as molestias e operares de vi as
geno ourmarias, tem o seo consulto-
rio ra do Vigario n. 1, segundo an-
dar, onde d consaltas do 12 dia as 2
hora*, gratis aos pedrs.
PJe ser procurado a qualquer hora
do dia oa da noute.
Roa do Vigario o. 1. 2" andar.
Alagase a easa terrea com sollo, sita i raa
ala Anrora n. {03 eom bastantes cemmodus e agua
a eompaohia de Beberioo ; pre;o 500/ por an-
uo : trata-se na mee na roa a. 105.
Rap areia fina da Baha*
i
DE
Morena & C.
O abaixo assignado, nico geme dessa
fabrica, avisa ao publico qae tem abena
o deposito de dito rap so sea escripto-
rio a raa do Vigario n. 21, ende os fre-
gnezes encontraro sempre a qoantidade
qae precisarem.
Reeife, 29 de abril de 1872.
Domingos Altea Maiheus.
O Dr. Sarment Filho, medico opera-
dor doHospital Pedro II, de volta de sua
viagem Europa, contiotia no exercicio *
de sua prorissj na casa de sua residen-
cia raa do Imperador n. 29,2* an-
dar, onde todos os das d consol las
| das 9 ao meio dia.
AOS 6:0004000
stac venda os felixes bilbetee da lotera di
ania, na casa feliz do arco da CoBceicc. 5ca di
'Brim no Reeife.
EO
Saatissimo Sacramento da Matriz da Bo>
Vista.
Em virtude do dupesto no artigo 39 do compro-
misso de-la irmaodade, sao convidados es irmos
a se reunirem em mesa gerai no dia 19 do cor-
rele pelas 10 horas da manba, para o lira de se
eleger a mesa rege de ra qae tem de dirigir a ir-
mandade no anno ccmpromissal de 1872 1873.
Consistorio da irmaodade do Santissimo Sacra-
mento da matriz da B a-vista, 13 de maio de 1872.
O escrivo,
Simplicio da Crnz Ribeiro.
Aluga-se
ama casa acabada de fazer no principio da Estra-
da Nova, perto da ultima estacao dos bonds, tem
accorornodaces para ama pequea familia, oa pa-
ra rapazes solteiros : a tratar no mesmo lagar,
primeiro sitio a direita depois da primeira bomba.
Precisa-se
NT120:(X)0
Precisa-se saber onde a effhina do Sr. Jos Ja-
tiatho TflOtDaz.
*
*
I
N. 18 Ra da Cruz
1 ANDAR
Relogios inglezes, vindes de
encommend?, ha poucos de
resto.
FEITOR
Na roa do Imperador n. 38, segando andar, pre-
cisa-se de um bom feitor para tratar de am pe-
queo sitio.
Est fgida
desde 7 do correte de madrugada a escrava An
tonia, preta, de idade 20 e tantos annos, estatura e
corpo regalares rosto redondo, cabellos carapi-
nhos, falla apressada, falta de (liles, tem pannos
no rosto, sabe ler, engommae cose bta, tem ama
liiba de cor fula, forra, da idade de 6 annos, mais
oa menes, consta qae ten andado a cfferecer se
como ama.'intitulando-s* fjrra : qaem appreben-
de-la e levar roa da Cadeia do Reeife n. 50, es-
criptorio dos Sr. Leal & roslo, ser generosa-
mente gratificado.
Ausentaram-se da casa de sea senbor Manoe
Goeles de afeara da cidade de Areia da provmtia
da Parahyba, os escravos seguintes :
Pedro, de idade de 26 annos, de cor preta, sol-
teiro, crioalo, poaea barba, estatura regalar, roslo
redondo, ajhos grandes, dentes da freo peifeitos,
e cotro d nome Miguel, mulato, 36 annos de
idade, barba serrada, baixo, secco do corno, rosto
om pouco comprido, olhos grandes, falto de si-
gnos dentes na frente, cabellas nm poneo corri-
dos, e tem urna cicatriz em urna das manhecas
da mi : qaem os prender pode entender se com
o Sr. Jos Mariano de Alboqaerqoe, qoe seri pago
de sea trabalho, e recommendase a captara a to-
das asan toridades poluiaes.
Para pequea familia, alogar um sitio na Sol-
dale oa ca estrada de Arraial e que flqae junto
de alguraa e.sUcao da vja-ferrea : tratar no Lar-
go do Corpo Santo d. 19, andar._________
Precisa-se
de ama ecz nheira a ama engommadeira, para
casa de pequea familia, prefere-se escravas : a
tratar oa Capaoga, raa do Lacerre n. 6, oa na rsa
do Commercio n. 48, 1 andar, das 10 horas da
manba as i da tard?._____________________
Maooel Todrlguos da Silva Filho faz scienle
qae nao empregade da casa de sea pai o Sr
fazer Manoe i Rodrigues da Silva.
Na roa Imperial n. 28, precisa se de ama
muiher llvre oa escrara para vender na roa, e
j paga te bem.
Musica6
O professor de msica Antonio Martins Vianaa
morador na roa da Pas n. 28, leccicna msica,
piano e canto, todo e qaalqoer instrumento de
sopro, indo por commodo preco : as pessoas que
qnizerem se aatorisar de seos prestimos, podem
o procurar em saa residencia, das 9 horas at as
det da manba, das dua* ai tres da larde.
l*recie-ae
de am menino de 12 a 14 annos para caixeiro :
no pateo do Carao o, l se dir qam prteisa.
C4UTELLA
Avisa-se aos coaipradores do bem coobe-
ido e acreditado rapi rea-Preta que r&-
parem nos botes e meios botes, pois que os
ha de rap de outn fabrica e nome diverso,
e com papel da rntsma,por e cojo desenlio
se file confundir ;om os daqaelles.
Os apreciadores -que qnizerem do verda-
dero rea- preta ievem para nao ser en-
gaados verificar qoe os botes tragam o
nome de meuron ce a designado de
AREA-PRETA.
MOFINA
Olha elle!...
Roga-se ao Illm. Sr. Ignacio V.eira da Mell, es-
rtfio na cidade de Naxaretn deeu provincia, o
favor de vir a ra do Imperador n. 18 a roneoi
aquello negocio que V. S. se omprometten reali-
sar, pela terceira chamada deste jornal, em flm
le dezembro prximo passado, e depois para ja
neiro, passoa a fevereiro e abril, e nada enmprio
s por este motivo de novo chamado para ditc
Qm ; pois V. S. se deve lembrar que este negocie
i de mais de oito annos, e quando o senbor mi
flho se athava no es nesta cidade
O Sri Boavemura Jos a Castro Azevedo
qae re idio em Macei e actualmente acba-se nes
ta cidade, rogado>a vir roa do Amonm n. 37,
escriptorio de Tasjo Irmios & C, a negocio, ou
aonunciar a saa residencia para Aluga-se
a casa terrea sita no povoado denominado Duarte
Coelho em Olinda, que tem freute de azlelo com
bastantes commodos para familia, tendo 3 safa', 7
quartos, eosinha (ora, casa para escravos, galli-
nheiro, cacimba, quintal murado e purtio para o
fundo com terreno at a camba : tratar com
Domingas Heoriqne Mafra, no mesmo lugar.
Precisa-se alugar urna escrava que saiba
bem coziohar para ca tratar na ihesonraria das loteras, ra Primeiro
de Marco n. 6, 1' andar._______________
ALUGA-SE
Alagase o 2a, 3*, 4* andar e soto do sobrado
n. 30 da raa do B.m Jess : antiga ra da Cruz,
eom commodos para grande familia : tratar no
armazem do dito sobrado das 9 boras do dia as 3
da larde.
Tasso lrmaos em liquidacao, fazem publico
que por fallecimecto do Sr. Honorato Joseph de
Uliveira Figueirelo lem cessado o.- poderes de
ama procaraco que tintura dado ao mesmo lina-
do para reeeber judicialmente de varios devedo-
res, e que oenhum oulro procurador esi hoje ao-
torisa lo para proseguir no loro seno o Illm. Sr.
coronel Rodolpho Ji>o Barata de Almeida e como,
conste que alguem procura reeeber os dbitos'
qae estavam a cargo daquelle finado : por meio
deste protestamos proseguir criminalmente contra
quera quer que fr.
AMA
AMA
= Afforam se aiguns terrenos do sitio denomi-
nado Peixinho, entre Olinda e Beberibe : a tratar
em Olinda raa da Bicca de S. Pedro Marlvr na-
mero 2.____________
Sahio no dia 28 e Janeiro deste anuo o es-
cravo Luiz, criouio, de 23 ancos de idade, om os
sigoaes seguintes : alto, grosso, ps e maos tros-
sas, cara espinhosa, denles limados e o dedo do
p encostado ao mnimo mais curto que os ootros:
rogase acs capitaes de campo oa a qaalquer a-
toridade de o pegarem e leva-lo ao engeLho Velho
do Cabo, no sitio Junqueira, que serio bem gran
ficados.
A's autoridades po.iciaes e aos capitaes de
campo.
Aoseniou-se desde o dia '20 do pisado, do so-
brado da ra do Imperador n. 38, o cabra Ma-
noel, cozinheiro, de idade 38 annos, de estatura
baixs, com pouca birba, e com urna cicatriz no
olho direito, cujo cabra foi escravo do Sr. Fran-
cisco Mamede de Almeida hoje de Francisco
Raptisia de A/meida, lem mi na Torre e irraa
em Sant'Anna, e pelo que elledizia sap[5e-se ter
ido homisiar-se em um dos engeohos da Eseada
do Sr. Baro de Utioga, seu amigo senhor velho.
Prolesta-se, pois, contra quera c (ver acontado, e
roga-se as ditas autoridades de o appreriender t
levar casa cima, que ser geVrosamente re-
compensado.
Escrava
Presisa-se alugar ama araa escrava qoe saiba co-
sinhar e engomroar; traa se e pags-se bem ; a raa
de Vigario n. 16, 2." andar.
Tifrtu-gittflTi 1-f-i ^T*^**! "**" "I lilWB
16 de MAIO DE 1872.
A familia do Mlecido Mancel Fer-
reir Ramos mandar celebrar al-
gumas missas por sua aima na igre-
ja da trdera terceira de S. Fran-
cisco, e convida es pareates e ami-
g s para assisrem,. no dia 16 do
correnle mez, pelas 7 horas da ma-
nba. l'aoniversano de seu falleelmento. ____
O MAJOR SALVADO DuS SANTOS Md.NTEIRO
CAVALCANTE.
D. Anna de Siqueira 2ava!cant
e Seus Gibes, cridos da mais pro-
funda dor pelo fallecixecto do seu
muito amado marido e pai, Salva-
dor dos Sanios Monteiro Cavain-
le, rogara aos seus p.-.^ntes e ami-
gos e <:ds amigos do fallecida o ca
ridoso obsejuio de ass.slirem a rr.issa i.' sotimo
dia que mandara resar p.ir saa alma s.'xta f-ira
17 do crreme, as 8 hora* di manba, na matriz
de Santo Antonio, pelo qae es serio etercarueo
te grato?.
Cuzinha
Precisa-se de am ajadaote de cozmba aceiado e
qae possa, na aasen:ia de cjzioheiro, tomar con-
ta de urna cozinha : a tratar na ra das Flores n.
37, sobrado l* anar.
As pessoas que nao qnerera soffrer urna n!er-
rapjo no recebimento deste peridico devera as-
signar desde j o qaatto samesire.
Rs.-SJOOO
-LIVRAltIA FRANEZA.
AMAS
Recisaie de ora escrava,.!)*
'nheira e urna livre para en-
!ommar e fazer amic > interso
de casa de famifia. paga-se bem : na ru da Croa
d Reiife s. 42, armazem, oa ao Coi redor do Bis-
po n. 23.__________________
eclsi se alogar ama mnlher
rra ou escrava, para casa e
pequera familia, a tratar na
Precisase de ama ama para eounhar, pre-
ferindo-se escrava : na ra do Crespo o. 7.
Precisa-se allogar urna ama
ama para easa de pooca fa-
milia, a raa larga do Rosario
D. 20 1* andar.
Precisa se de orna ama para eosi-
nhar e engommar em casa de familia
de dua* pessoa, a tratar na raa Nova
'de Santa Rita n. 49 e SI na rna de S. Joio sobra-
do qae tem dous ledes ero cim doportio de ferro.
Precisa-se de ama ama para eczi-
nhar e engommar para easa de fa-
milia de duas pessoas : a tratar na
roa Direita n. -i, 1*. andar.
Ama de leite.
P.-ecisa-se de nm? ama eom bastante leite :
i tratar na roa da Imperatriz n. 50. Nao se fas
quesio de preco, ^_____
Precisa-se de ama ama pa-
ra o servico de orna ca-a da
ama pessoa : tratar na ra
da Cruz o. 18, 3 andar.
Mfcfc
Ama engommadeira
para urna pequea familia : precisa-se de alagar
ama boa engommodeira livre oa escrava e de dm
conducta : a tratar na ra de Encantamento n. 5,
primero andar.
Precisase de urna para casa de dnss
pe.isoas: na irave-s d S. Pedr<> n 4.
AMA
i || roa i
\ VI 1 P: bem
ZUTlii. ziohbem, l
Oos files, sobrado u. iC,
a nmi boa ama que to-
forra ou escrava.
Ama do eite
Precisa-se de urna araa qae tenha bar'ante 'ci-
te e seja sadia, para criar orna enanca : a mtat
na rna do Bom Jeras, armazem n. iO, oa na Pas-
sabera da Magdalena, largo do chafariz, segundo
sitio a direita, con grades e porto de ferro pin-
tado de preto.
Precisa-se de urna preterrado-
se escrava. p ra easa de potra
fama : raa estreita do Rosa-
rio n. 32, 3 andar.
Attenpao
Prtelsa-se de una ama para tola o servico de
caa de pooca familia : na ra do Visjoode de
Goyanna n. 120, casa de azulejo.
AMA
Precisa-se de urna para lodo o ser-
vico de'uma cisa de penca familia ;
praca da ladependencia n. 27 e'29.
\ M K Precisa-se Ce urna ama que saibaa-
^l Ji a gommtr, e enteadi a/guroa censa de
cozinha, e mais servicos de casa : na ra da Im-
perairiz n. 80._________
Precisa-se de ama ama
de meia idade, esersva
oa rrp, para ensaboar e
cozinbar era easa de pen-
ca familia: oa roa da
Cadeia-nnva n. 1-1
AMA
Na ra do Hospicio n. 50, pre-
cisa-se de urna ama qae saiba
perfeilimente cozinhar.
\n\
Pagase bem a ama ama qc
lave, engotrme, compre e'cozmtie,
para ama pessoa : na ra de Aguas-verdes n. J9,
3" andar._______________________________
Precisase de nraa ama para casa de familia
de daas pessoas : a tratar na ra d Cabug n. 1,
loia.
W\
\
Precisase de urna ama pa-
ra cozinbar e comprar para
casa de pooca familia : a
traiar na ra estreita do Rosario n. 3, drogara ho-
meopalhica.
Precisa-sa de urna araa de leite : a tratar na
rna Direila n. 8, cu na Ponte de Uoha n. 9 A.
Precisa-se de urna ara.i
na rna do Baro da Victoria
n. 28.
%^.
AMA
Pre:isa-se de ama ama livre oa t
era va para tolo o servico de nma casa
de pequea familia : na ra Baila n. 31, paga se
fc em.
Precisa-se de urna aaia para comprar
e cosinhar : na pr.ca Ja ljdepeojenc>a
AMA
numero 20.
11A
Precisa-se de urna ama para
casa da mora soileiro : na rna
de Pedro .-' rf.jcs antiga ra da
Praia n. 38.
Preeisa-se de urna ama pa-
ra cosiohar e [comprzr : na
ra do Crespo n. 18, segando
AMA,,
Precisa-se de urna ama para pouca
milia : na ra de dorias n. 70.
Precisa-se de urna ama de leile para criar
ama menina: tratar na prac. do Conde d'Eu o.
7, segundo andar.
L\
Precisa se de ama ama de
i\ boa condacta para andar eom
meoinos: a tratar na raa da
I, sobrado de uro andar, prximo ao
Matriz n. 2_,
deposito do pao Ramooda.
Assigoatcra do segundo anno principiando com
o n. !3.
Rf.-12000.
Os novos a-signantes* receberio gratis os ns. 19
2i do primeiro anno.
L1VRAHIA FRANCZ4
Peridico religioso, pjb.icado msnsalmente em
Lisboa. Assignatara para o qaano anno
Rs.- 64000.
LIVRAP.IA FRANCEZA
X 120.000
O Sr. Melquades Antones de Almeida
qaeira vir esta typograpbia, negocio nr-
geDte.
Olaria do gaz
a olaria do sitio Viveiro do Moniz precis,
de irabalhadores para fazer telbas, paga-se bem.
A modieta italiana ;>m a honra de parlioipar as
lenhoras saas frepozai que actualmente mora
travessa da roa Duque de Caxias (antiga das
Cruzes) n 2, segando andar, e que pode acceitar
todas encommendas da nltima modo de Italia e
Faaaca. _______w
Offi(irece-se
nm rapaz portogaec (hegado aplaco, para feitor
de sitio : qaem.preeliiar dirija ae a raa do Rangel (
n. i, tuto-
Urna parda de boa ctndocia qne cozinha bem
se offerece para caa de hornera solitiro: po prin-
cipio da roa Imperial casa terrea n. 4.
Furto de roiua.
Segunda-feira 13 do crtente, sabiedo e escravo
Antonio da casa de sea senbor, afi de levar al-
guma roupa de senbora para eog. mmar-se, volteo
dizeodo ter ella desaparecido, oa por te-la deixa-
do por esquecimeoto em alguma parle, on- por te-
rem-na roabado ; per isto pede-se a quem della
noticia tiver qne faca o favor de entrega-la a roa
da Cadeia Nova n. 1S, ou a roa das Trinebeiras
n. 18, qae ser generosaraec'e recompensado. A
roupa consta do segrate :
5 camisas de senbera, sendo ama de canbraia
lisa com o taibo todo de renda e grades, tendo na
frente o nofte de Mara e em baixo com renda e
bfeo e as ontras de madapolo tino tambero de
reoda e grade, 2 casaveqaes de pregas, tambem
de madapolo fino com renda, 3 olarlohos para
hornero, sendo dous bordados e nm liso. Tu Jo
tato ia envolvido em am lenco de cambraia gran-
de, rOio, com palmas brancas.
Precisa-se alugar ama caoca de 500 a 600
lijlos e om escravo de meia idade : na raa de
Pedro Alfonso n. 49.
Precisa se de ama ama
boa cozioheira para easa
de hornera soileiro, cojo
servic/i comprar, cozi-
nhar e tratar do aaseio
da casa, paga se bem : a
tratar raa do Mrquez de Olinda n. 14, das 9>
horas da manhaa as i da tarde.
Precisa-se de nma araa para engor-
mar e cozinbar : na raa do Cano n. lo
AMA
Tintura da China
Para liogir os cbelos, barbas, bigodes t
restitci-lbes a cor natural, em
2 minutos
Emre todos os preparados ehimicos destinados
clorisacao do cabello, deve a Tintura ia Chi-
na, por sua superior ida de, oecopar om dos man
dislioctos lugares. Ella d ao cabello a cor que
se deseja, sera o damnificar, mais antes o conser-
va e fortifica.
Deposito na pbarmacia americana de Fer-
reira Maia A C roa Duque de Caiias n. 57
Mobilias de lugnel
Aloga-se constantemente mobilias completas
qnalquer traste separado, por preco commodo, e
tambem se alugam eadeiras, qaalqoer qoe seja a
qoantidade, para testas ou ollicios fnebres: na
ra do Baro da Victoria (ootr'ora Nova), arma-
zem do Pinto ns. 57 e 58.
IUU
DA
Precisa-te com urgencia fallar com o Sr.
Satyro Emiliano de Meira Vasconcelos : na rna
Nova n. 57, armazem de mobilias.
de
Saolissima Ttindade erecta do convento
S. Francisco desta cidade.
Convida a todos os irmios da dita irmaadarfe
para sessao da mesa geral, quinta feira 16 do cor-
rete as 6 horas da tarde, para eontiaoacio'da
discusso do novo compromisso.
Consistorio da irmandade d i Santisiima Trindad
13 de maio de 1872. _
O secretario,
Manoel Goncalv* Agrt.
gratiflea-se
No dia 27 de abril prximo pastado, fngio do
sitio do sea senbor, no Giqnia, freguexta dos Affo-
gados, a escrava negra de nome Mara, Hado eon-
dnzido bastant? roopa ineluiodo para mi oso as
pao preto fino da Costa e tend os signaos se-
grales : MUITO GORDA, rosto pequeo, bastan-
tes cabellos braocos, julga-se qne pstela 4 G-
qoi at J loridades policiaes oa a qnem coodonr ae sea
respectivo dono, na roa do Ranga! a. 61, toa ta-
ri geae rosa mente reeompaaaaa, _____
Na padaria (ranean, raa da Imperatriz a. SO,
precisa-se alagar om preto para entregar pi?<



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PARA EVITAR O\TRl-
F.4CCOE9 N0TEM-SE BEM
TODOS OS i[ rwii; s
DA IRei.
Desapparicfu lo engeuho C3beca (fe
*-gro fregoena da focada nod'a.6 de malo
corrate, im e. cravo de nome Maximianq,
cor pret, altata raga'ar, groiso, fcem es-
padado, idade ii annos, sem barba, le.-la
pequea, e Itm o dtdo da mi esquerda
enoosiado a min'mo cortado pela jonta ;
j tenlo sido de outra fegida pegado no
Recife efte escravo. ccrjfesscu que ganhava
na roa e pe-n itava do corredor do esaip-
torto do barao de Nsiaretb, de quera foi ea-
cravo. Quem o pfgar pie entregar no
escriptono do Sr. Birnardino de Sena Pon-
tual roa da Madre de Deus o. 36, ou do
eogenho cima dito qa ser generosamen-
te recomDencado.
Mudanza
O abaixo assignadj dec'ara ao respeita
vel publico e cooo especia.idade aos seus
reguezes, que madoo o sea estabelecimen-
to depadaria.daraa doLivrameoto n.32para
ra de Pedro Affongo, ootr'ora ra da
Pra:a n. 47, ende se acba prompto a satis-
fazer q a'qoer pedido concernette ao seu
trafico e na msma casa se vende os o en-
ci ios da padana da ra do Livrameoto-
______________BtirSo Sobnnbo.
Convida-se. lo prcptvtario en procurador
da cisa d. SO da na do Dique a ccmp;rfcer no
pateo do Terco n. 38, rara receber a cbave e os
alugueis da mesma al esta dala, Piz-se" este an-
puncio eio razio de nao se saber a sui morada,
fsti no pn<. de* 21 h Recite, U de maio de 4872.
HOTEL DA INDEPENDEN JA
Kua di Imperador o. 34.
isa-se le nm bom cosinheiro paga-fe bem.
anged Vkcauis;,. lej-ini da viga dti l'a.eo d.>o tj oro P*ioift.ra/o dos i
_ 5!i,(*'** e* *M do watt'abni, to__s Ser ,.. Babia, tu dt
temo eieravo Pro* teado oa itgoaeefCuaha & Maula : ven lj re de todas m liareis.
aHara da 5% a fat polkgadaa portn-1 por. preces e tabeleldes, e embracde. 3,0X0
mulato claro, cabellos crespos, cara re- pra cia se dar desecnu : n roa do Mrquez
de Olind n SO. ____________-
M ha mais cabellos broncos
ida, tendo as maces do rosto altas, aspad
oe, falla de denles queixaes do lado direilo, an-
do .o denait roaibndos, limados os de cima,.len-
conm da frente, e de baixo sabido, Presome-se
tebar-ge o-esc/evj cima referid na fazendi
Castanho do termo da cidade da Russi,
a provincia do Ceari, no enirctamo bem [ie
socceder qae se ache as ler'oes 4etti provincia,
elo qae reccmmeodamos captara de ttm
manto escravo, offereceodo 400*000 de gralii
acia, que Ser entregue a quera eooluzi-lo ao
eogeoho cima referido, on na eidade do Kecife, i
roa da Madre Deas ao Sr. Beinardioo de Seos
Pontnal.

o;00 rs.
Rege se ao Sr. Torres Bandttra, lllbe do Sr. Dr.
Aotonio Raogel de Torres Baodeira, campra o qne
lem promettido na roa Livramooio d. M.
Tlnnraa laponeza
S e nica approvada>pefas acaJ<-nias de cien-
cia, reconhecida sopdhor a ti.da.oue tem^jinare-
cido at h je. Dejosito principal a ra /Cidoi
do Recife boje Mrquez de Olinda n. 5i, l*aodtr
e em todas a? boticas e cafas de cab>-lleirero.
Predios.
MARCA DA COMPAMIA
adontiiTS?.*,^6*jaDdo prote?er eu3 ami8s e frfge2es contra as nt5es,em
auoptaoe a marca ac.ma represeniada.
com>a2?aV.De"6e a PbllC de D3 COm?rar ffiacbinas ^ nSo a maree da
W- H.
NICO
CHAPMAN
AGENTE
N. 45 Ra do imperador N. 45
Escrava fgida no dia 8 de maio do cor-
rente anno.
N> dia 8 de maio as 7 boras da note, fugio a
e-crava Maria de idade de O annos, cor fala fs
cure, esia ba.-ianie amarrlla, rosto largo, baixa,
uro pouco ci rpolenia e mal fena, olbar espinudo,
lenies perfe'tos,tlevou vestido de chita escura
miwJinba e eom um babsdo, casaco, frouxo da
outra chita timbem e?cura e ebaJe de la'de qta-
dros tudo isto j defb.udo, esta negra veio a pon-
co do matto, e negra bruta, fci comprada a nm
tal Sr. Travaso< do Bom Jardira. J fj| vi ta na
ra da Uoo on na liba dos Ratos e ra do Prin-
cipe peJe-se a qaem a p gar o favor de leva-la a
leja da Rfa Branca ra da Iraperatriz n. 26 qne
sera gratificada cora 20*000.
Armazem de deposito
SReceben-ge m deposito volnmes de fazendas'ou
a quer outro genero a pr<$o mnito modho : s
_mn rna doikimmerco n. 48.
6;O0O s.
OSr. Heoriqoe Alves da Sflva, IrmSodoSr.
tirito, escriva dos protestos dirija-se a rna do
fcrvramonto n. 33 para concinir certc negocio.
Pr fessur
Um eslrangeiro otT-rrc-co-se para Ictccionar nao
o na lingua italiana com toda a peifwcao, mais
anda as primeiras lettrac da lingo fraocez e
Cavallo
Vende-.'q um linio cav.llo .$n.!ad Da einhmeiica comorerclal : quem petender p!e Dom de ca
vfr a travsa da ra Duque de Caxias (amiga das ^< l(i*-
Vend?-e os predios na Cimba do Carmo n 1.
ra dai Flores n. I, trav*s=a da me*ma n t, e
ama mei-a'gua na praQ da Cpccordia n. : a
tratar Cura Jos Ignacio de Avilla ra njva de
Santa. Rita, serrara a vapor.
B llancas tfecimaes
Me reir Das, a vi-a i seos reguezes que j re-
ceben as balanjas declmaes de torca de 300, .'iOG
e 1000 libras tead as ultimas rodas de ferru :
vende em seu armazem a rna da Crtz n. 2<5.
Retalba se um terreno na estrada 'de Ju > de
Barros por barato prujo : tratar na pratja Inde-
pendencia p. 39.
carro e cabriclet:
mnito
a '.:;..r na ra Nova
C'Ue-) f. J,-i-aadr.
Trsca-.'e notr. do baoco do Brasil e desca
Olas; na ra do Barae da Victoria D. ^3, ntiga
Nova, loja de IoSo Joaquina da CostaLeite
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4 \
O
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Fugio da roa ou Huspicio n. 54, ou
M furiaoo, um -.lo de raca de Terra Nova,
multo novo, e preto, tendQ o cabello com-
pr:do e crespo : quem delt dr noticia
exacta oq rest?lni-lo ser recompensado.
= A letra de J.ao Baptisia da Albuqusrque,
qne se acba em DDdar de Antjo Jacinlho de Me-
Seiras Saro&a,o Jjnior, acba-se paga-por Jola Vic-
.orina da S,lveira, e jomo nao esteja de nosse
de dita ietr.i, avija-se pelo presente pra nao se
negocio H-um.
Carur
Tasto Irmaos em liqniJacio precisara fallar ao
pr. Dr. Antonio Buar jne de Limj, oo sea corres-
poodentenesta pr?i : na rna do Amorim n. 37.
COMPRAS.
Compra-se 'plices
na rna Nova n. JS. loja.
da divida provincial
Tfclhas de zinco
Na cida Je de Oliada, casa anuiola, jomo ao
Seminari-1, veBde-se teltas de zinco, novas e con,
II piimos de comprimento, pelo mesmo prego por
que e compra n" Ree fe.
Compra-se
tras'es novos e osados: na rna do Impera-
dor n. 48, armazem.
Compra-se um e-cravo ijue entenda de plan-
tac;&es i na rna Direita n. 93, 2* andar.________
Precisa-se
soterrar a ebra em qoatro volnmes O Thesoorc
precioso, de ora^Ses escolhi las para todas as ne-
eeisidades da vida christaa, pela condessa de An-
dclarr revisto correcto e augmentado por Mr Mar-
i t, arceblspo de Ton*s.
Roga--se s pe-so3 qt e^to devendo con-
tas de Irvros extincta finr.a de Cbfystiani & Ir-
maos, ?e J. Cbrystiaoi, tle virem pagar os seua
debites p*ra evitar qne pojara encoramodados por'
caixeircs a porta, e mefmo alguns qoe se fazetn
esqaecjdos; do contrario ver-se-ha obligado a
fazer aa reanlo destes para serem chamados
pet'-s.jornaes.
Escravos fgidos
Fogiram do engenho Tabatioga de cima, comar-
ca de Xazareth. na io;te de 7 do orredie, os se-
gointes escravos :
Tuema;, mulato, de idade 42 r.no?, ladino, al-
io r*-regular, cabellos ituma ia es'.irados, Tos-
i tatbado, falta it Seotes, cotpo secco, perna
3 I ?.ra raarcs cicatriies, pes bem feitos e seceos,
- para. Jos, preto, iJade 38 uns, boa aUar-a
cahsllos qarapinhos, rosto barbado, bom corp,
em -em aso das peroas e n'oasa canela orna mar-
ca de urna cba^a, r3 grans bem feies, fol
vestido com :oupa de algndio tranco e etfa-suja.
Altxandre, preto, idade-40 aones, aitura etiorpo
ref ular, ueiios Sirapinbos, roto barbado, fa'ta
de denles, oes eccos e apatbsta.Jos, f.i *estiJo
c.-Kii roopa d serv:fo de campe e cbapo da con
re : roga-*e as autoridades iiolieiaei e aos capi-
. net de cawpo a captara des mesmos escravos,
i i>ngD!o-se ao sen senher Jcaqnim Dias fiorba
giaeqneHe enp?oho, onde seuratfficar
C0MPR\ SE
moedas de caro e prata ta loja da roa do Mar-
qnezdeOHnda n. 58.
Comora-se urna escrava moca que cozinhe e
engime: na praga da Independencia n. 20.
Burro ou cavallo
. Precisa se comprar um burro en on cavallo
que es:eja acostomado em earroca : ea ra d\i
Besario* da Boa-vista n. 53
o.
i lanos
Comprara -se diarios ca roa da lmperatriz n.
VrNDAS.
O
2 *
-I .= 3
so-
E6
si-
. m
= o
Vende-sepor preci moito oommodo o engnho
Lage Fomiosa de primeira satra, sito marg^m do
rio Pircngy Grande no distrieto da Colonia de Pi-
'menteiTas distante da estacio de L'na'.i leguas por
onde tero de prssar a estrada do governo mcenie e
eorreite, com safra nova, animaes de roda, Mis
Sjeos, cans e tendo excedentes trras para plau-
tacjft, mattai virgens e bem cercado com a van-
Vgem-tde IBoer con agua do rio com muita faci-
Naide para cujn fira t roa se o ofve! para a difl-
cacao-da obra, quem pretender dirija se a Maga-
Ibaes Mendes k C. n> rna Direita n. 57 ou ac
referido eagenho, qqe achara com qnem tra'ar.
Remalho Ortig2oEc* de Queir*
AS FARPAS
AVISm
9
>> Vi^ \^.- Vfc
GABINETE: MEDICO CiUCRGICO
DO
Dr. lynacio .itctihdts Velloso
Pode *er proeorado a qoalqoer ho-
ra do da on da noj:e,' prest2ndo-se
aos chamados f.'ra da eraaw :om to-
la a promptido. Pratica qualqaer
opperaco.
Da consolas das 6 as 9
mashaa : a ra Nova n. 45.
Manoel Ignacio dos Sanios Pei^oto, deoara
so respeiuvel publico e cem especialidade ao-or-
po dj commerclo que tem justo e contratado.cox
Sr. Manoel &:zerra dos Santes a armacao da
casa sita na Lajei/a do Varadonro n. 28 : qcem
se julgar com direito a mesma dirija-se a rna de
S. Benlo, taberna do Sr. Jos Hygino Monteiro-no
prazo d tres dias..
Oiioa, i de maki Ce 187.
Nula typograpbia se pre-na fallar, o
mais breve possivel, com os Srs :
TamerJSo de Albaqaerqce Nas;imPDto.
Aowdo Jacinlho Borjje?.
Macuel Peregrino da Silva.
Ccrosal Francisco Antonio Pereira da Silva.
Acguslo Hygico de Miranda."
Preeiza-se.
Para peqoena familia aiugar um sitio na soledade
ou na estrada do arreial e qae fijae jnnto de
.gama estaca i da va frrea a tratar no largo do
C^rpo Santo n. 19 1. andar.
O a baixo assiguaJo avisa ::o e com es-
peculidade ao respea>el co;, ,;omoaerao,que
eQdJdefawTnraa viagem .^u Europa, deixa
escarregado de seas negocias osSrs. Joao da Sil-
y_ Legadas. C^eano Ciraco da Costa Morera
Jwo Axioaia oesia praca, porsra se algnem se julgar -credor
presente eus blMos a; o da 22 do correte
mu, a roa da-Senila-velba e. 90. Recife H de
maio de I87i
__________Domneos Manoel Mrin'=.
PtHN.\MBUCO STKEET SlLWAY A.C
AW&
Sifueda fera 13 u.' crrante,o sarros d nba
daJfl^dalena, patiio de I6em 16 minntos-das
i e aO da manbaa at as 11 e 38 da noule t>MD-
te Mas as horas de 1 e 14 e 8 30 de manbaa,
5 o -18 di u'rde aandD baver caros
de b em 8 rainntos.
RIM dia lambem erao supprioidos os carros
da ra o Sebo.
Escriporio da compaohia. 11 de-maio de 187 eslo edDMda na ra Imperial, bem perto donde
t) gerente,
Bernardo Whitrasn.
O
Famtos da perigrinajao de S. M, o Imperalor do
Brasil pela Europa. Edigao brasileira, com um
prologo 000.
Escripia em ettyte pissete e mordaz este livrh
abo toroa-se recommendavel aos brasileiro-per-
tug'ieies e brasileiros-poruguezes.
Vend^-se as principaes livraria< de>;a ctadi
Casas de pedra e cal
mnito baratas
Urna senhora viava tendo de muoar-se para
fra da-sidade, vende ama saa terrea era terre-
no (irfrio na rifa Imperial, tendo 2 salas, 2
qusrtoe quintal por lOOj&OO, cojo alugoei
de lo i J.c rs. mensaes. e-18 meias-aguas um-
bem na roa Imperial, oa travessa da Bandeira,
igualmente era terreno proprK'. :eodo cada ama
dellas ame poru e jaoeta k frente, a excepeo
de orna -qce nm duas -anelU-i t todas urna sala e
doas qaartoa, dez d>s qoaej lm terreno atraz, qae
abrindo se ama poru, ple ter o seo quintal, veo-
de se a 386G00, sea alugnel menal para 74
e a de 2 jaoeHai para 8J00 rs.; mas qaem qni-
zer ama ou doas tero vendidas a razo de 600
e a de doas jasellas por 700/800 rs. Esta 9 ca A(fo d Miiao
de superior qoalidade
Vende se
i m casa de Bbs Schamett3u & C : pra^a do Cor-
po Santo p. 15.
PAR* NOIVOS.
Bonitos ports buquet?.
Llnlissimos leques de madreperola molles in-
teiramente novos.
Cortinadas bordados.
Camisas bordadas para hercem,
Finas meias de seda para aechara,
A Nova Esperaca uueic tem 1 I
DESAPPAREgAM AS "SARDAS
A Nova Esperanca a rna do Duque de Caxias
n.'63,- acaba de receber o bem conhetido lene
de rosa branca, e tambem leite virginal, os paes
faiem desapparecer as sardas oa p&Gnos.
Aos jardineiros.
A Nova Esperanca acaba de recebT Ihesonras
especiaes para j.irineiro?, sao as melhtres que
tem viedo ao meacado, a eas antes que se aca-
bem.
Noticia proveitosa
Apez.ir fie haverera muilos es.taboleclmentcs de
insdas e continua-em a apparecerem outros mu
'.os, nao poem consegu'r re:ebercm cbjctos
'gnaea ans-da NOVA ESPERANCA, pois qie
laeftao j decillida. o bom gosto de seus corres-
pondentes e elegancia de seus objeclo?, tanto que
qnand.1 qnalqner senhora por miis capri:bosa'
que seja, quando quer ou precisa dar expsn,3"
ao seu bom gosto, a um passelo a NOVA ESPE-
RANCA onde lem a certeza de enccn'.rar o que
iezej e p:r preeo razoavtl ; a NOVA ESPERAN
CA tanto mais augmenta o numero de seas fre-
gaezes m qaaes se confessa agradecido, quaur
mais esfor;a-se em corresponder esia preferencia
endo seropre em vis'.as rennlr.o til ?.o agrada
vel, isla c tem por peuco preto: IsM so ?j a
N'ova E-pt.-anc,, roa doDupe ie Casia- nn
mero 60.
Qr.Jiu'i ih)*phato e
cal de Ment 1
'amento ntil ca duoc-s djs osm,, dia-
tiaa,s troBkas e di.Letts iRachitimo e execlleote
fortiflfdor.
DEPOfITO GEBA'-
Xa pbarm^cia -e drogara de Bnhj! .meo, C
rna larga do Rosaril n. 34.
XiFOpe de g'ioes o Pa'
Prepaiado p r Bai.lj- lomeo A C.
Ant'go e c. r.cti:uido r: tJicameoto para a cir>.
!a< m lestiis d s orgaos re;piruUrici oto a
phi-i, broncbiier, asi ma, eir., e a oda applica
do com ojitici's re>a't>ilo< o 1 e-c. rbnlo.
DEPOSITO GE'tAL
Na i'fcarmasia s dnguia i ra larga do Rorio
nntrero i. 4
Cont-a o 1 bumalismo
Impiasiro do homem p/bre
E!e imp.'astri que na Inglaterra tem merecili
to grande acolhiratnio considerado ia/allive
para a cura das dores rbenmatica,
DEfSITO GKRaL
N'a ph3rmacia eflrg.ra de BmIu lomen 4 C.
_______na larga do R.-sfrio n. 34.
Lovas ii prilu'a (ara r.on.eOi, .-ti bina e me-
ninas, chegada* ptlo u'i mo vapr r; a rna t%
Marco 0. II, 1- andar.
Um ioJj sjrtiiotBto de caixinba erm pe:lu-
manas, d.tas c. m preparo* para cuoraa, troli
ia-cripes as iaanpa<, e pr.r baratos pre ra I de Marr;.) n. 14, ,ur.
Pe fumarias lo; :
Pvteada a-pac?, va;o frsrde /00-!
Dirs n,iiit-aa.- em lata de irais de libra ?#(H')
Dis Itlia liai-\pqtp-<5 u>0
0l*o otisa touerr qiuJan*, 'rasco li**W
DiIj da stciedde Oyglerlca. di;u 1#>0.8
Dito b.bosr, fraso gro-te 7C0
l'x prate e bellc sott mcio de perfonarias
!rsrjCP!a u iog'ezas, qr>e :udo >t vt-nde pr |.rer:s
mni raz vci a ica d.. 14.ij.. t 14, andar.
Obras de cafilof :
As Exroas 5ra. tnvwitulo sempre um bel a
fort'meuiu de enqiM'fi.ra-.bip lian e trocs, e u j-e-
!H, era ^ a venda 011 o para alutjar : na roa ;
le tfa't>i d. i i. ar.dar.
LIf>E9
*DE
Direito criminal
PFI.O
l;RAZ FLORENTINO IENHQUE DE
Sf-ZA.
Na 1 vraria Ecoormica de los Nogneira de
S.oza, :ua I'irne r- de Mi'ro (antiga do Cres-
\ ) n. i, achare vend a segunda ed rio de;a
nteressar.te ebra, tontenlo nao -6 trd os npss-
celos de direi"i cnmini.1, iublicad>s un vida -,
auior. mas trobem uina r;;o ited.ta ubre 1
ar| t* do eadigo ciimmal b oan maice dos tnm-
T.aric de cada iicac, o qnai mnito (aciliu a pro-
cara das materia.
E-ia obra, r. iiarcenle irarre?5* em Para, for-
rea ura vorame de 383 parirs as a;ham iiscuda iriuia* das principes quts;* :
' i re: ro criTiinal bnifleiro; e por km mu ;>
^e rer.ir,mfnda ais Srs f:ii.iao:es da Facnldade
de Direipn, e em feral a tedas as pessoas qne *
dedi'.'am ao "tndo dete ;Ao rsapCIMS ramo :
jurispri)dec.:,a ra:ria.
V ndv'e caa v lame err I n chara a 7
snead>-M*dt> 1 8j0r>o.
rasv
Amara!, Xsbcc 4''.. \t4tm :
Chape.;c.-.s p.-.ra tt.h.;as eu!tiai
e asrei'.
Chapees de p ha e velludo
tadi s ci-m (JegiBCia.
Compuse s.r!;rfl-iitrt de esptih ibre- para ccivas, elafos e rsifa.
i- Enra
c.m g^s'.j
para ltaMr*% tei-
ridas Inigeos
Ricas e;'.aiT)as a :rr.i e e
pay-agim. tft, ele.
CaebtmbbS de verdadeira esrnrra.
Tapetes de ve;!ud\d ;rLe:ro t 1e cco de ii-
fics teigaeltM'.
Ki paja barba proerio4 pan viafcaa.
is ';- berdsi- ,iind- .
Attendam
Qnanas vezes vemos tm linio irDtidod
boa eda cora lini sdeaenhes, poim cora tc-
eufeites qae izj-os com nos.-o, e peca ura ves-
tido perdido, peron ? pr r f^lta de dsr um pae-
tefo a NOVA ESPERANZA e eomprar efefeJtes
qne sejam ,-dequado? a fsieuda: quanias vezes s^a-
timos escapar de .-.gara, lento are mis enif.atrrjs
porque ? por nao ctegaiem a NOVA ES1'EH.\>
CA a ccmprarem seus extractes ja lio ceoh c
quanta3 pasteas cao gast,am sea dinheiro a'rr.
disso cara desgotteais por nSo cemprartea i>b-
jectos qne Ibes satityftea, ptr nao hirem a ROVA
ESPERANCa ande eocontraro o que de meihor
e nus eiegacia ba no meriado, e ts: p : ta
firma conae.-ia a NOVA ESPERANZA que mun-
do era qnaJqaer reanio se v um ocnito enfile
am la?, nm oaqoe modero 1- 9 com certa ";,
luanao se sent escapar de algara clco agrada-
vel aroma, fjaando -e vg lioalmenie ocaljuer c^u
sa xiqne, nEceici mai? pergunte fondo rol on
donde vela, caa nm responde ou diz comsig-.
isto foi da, NOVA ESPERANCA ra Dnqne o>
i^sxias n. 60-
Oaixas vasias -
A NOVA EPcHANCA roa do Duque de C*
lias n. 60, acaba ae rcber um lindo ortiraenw
de caixinhas vasiae, >eno de mu tos umaahcs j
moldes, tendo com espeifaos e sem e'les, preprias
para jolas, eostora en .outra qnalqner coosa ; a
NoVa Esperanca quem tem.
Albuns para retratos
A NOVA ESPERANZA roa do Dnque r'e Ca-
xias n. 60, receben b^sonmento de albuns com
aiusica e sem ellas.
G
I'-?-:- para DOhi. (M ora, i-tnr casas e ,-:-
iim,' do cetbee do fabrmoit J< sib. Regtrs.
E-: ; r:.rs srocbet do imsbmi UlricuMe.
' :::. rjOtros tbjertOi Os g,. plCpricl (i:i
J"ier- e prwAlo*
ftlTA L'O SARAO I A '< 1 (Mi 11
itns
ras a SOOrs.
-. ','.'.' rs..o ..-.
Goilberrae C :>
'?. M ', t tri
: -ai--. : ti ri
.::, \ C.
ead
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efe* acto
A
44500
s.
Vtn'e a
s e n..;..j
1 ;
mazees a -tua c Anorta o
T-sc-a I nao- A :.

.' r., bir-
la 1 >-
1^ n
D- 1.
ce- do Ap'..:, I
(osnbeiro
p/iVa a-se da are
ge] b. 9.
o padana da rna do Ran-
Aa. Mp KestKurjco Per-
De ordm do Ch.-. e R#P.*. Ir/. Ven.1, da Ang.-.
Lcj*. RtttauroiCo \Pernambttcana coovidoa todos
os Jrin.'. aa--erM e presentes para a aefAV extra-
or Irm/. De>g.'. deve ter lag-r no domingo 19 do
carrete as II horas do dia, oari o lm de se
toour ero coasidera^o qs ataqo.es dos utiramon-
tanaae jezuiu-, aoa aassos sublimes principios,
dado nJiimaroeote na corte d 1 Rio de Janeiro, em
a pewoa do flssro Resp.", Ir.-. G'.-. Orad.-, iatr.-.
da Gr/. Or. commendador padre Almeida Martina.
Seem-. 13 de maio de\i872. (er.-. prtrf..)
i. Almeida,
Se:reUrio.
Am Irmttm da Jraaft4atfe do
Divino Ksplrko xnfo.
Lembra-se aos irmaos dafnea irmandade qne
devendo ter logar no dia 19 de mai? prximo fu-
toro, cena toda a pompa, a festa e proeftio do
padreeiro, e como manda o jrtgo II g 4o do com
premiso da mes.iia irmandade, qne cada irmao
aere lar ana capa, faz-se porunto o presente nu
eaa ie qae os Irmlos qoeram comprar, rn man-
dar (aaer mus capas, ie emenderem-e com o s-
eriTio da Irmandade a rna de Marco, pntr'ora
'i
Am ufficial e artirharia do exercitoportuguez,
nautal de LjsMa, ma or k 3S annos, e boa con-
ducta tanto moral como civil, bachure! em scien-
cias cwthematicas, e engenharia*, tendo ^en-ido 7
annos como eng/3iiheiro do ministerio das Obras
Publicas, dirigindo ou ccadjnvando imptrtantes
obras, raes que pontes, estradas etc. em Lisboa,
santarem, Coimbr, Faro, aempre com loavor, e
realisado a construecao de obras notaveis para
pai!iculares,-casas de Mizericordia vamarasMn-
nutipaes, ha vendo percorrido iodo o reino no exame
da* pracas de guerra, auas e /abricas do o-
vemo, deseja vir para o Hrzil, caso encontr van-
tajoso emprego, para qnalqner empreza ou corri-
panhus, ou mesmo como engenheiro de qualqaer
provincia, cmara munLipal ou outra qualqaer
corporao. O Dr. Manoel de Figueira Faria, na
typographia do Diario de P*rnambiico encarrega-
ee de acceitar qualqaer proposta e dar mais alguns
eeeiareeimentoe.
coiio do eoinmercio que nesta data tem vendido
o tr'ota beccoa Lingaeu aos -Srs. Antonio da
silv? Castro Gimes e Maocel Gomes da C^ta *
qoen se Julgar credor tenna a bondade de aura*
sntaraeus ttulos para serem verificados pelo ven
dedsr. Recife, lo de maio de 1872.
Manoel Tavares de Lima.
t- No becco dos ourgos d. 7, segundo andar
texriomaroulher para lavar e engommar.
Bseravo
Preeisa^ede um escravo por alague! para o
servido externo de padaria, paga-se bem : na rea
estreiu doflosano n i?.
actualmente param os boods. )i quem tiver pou-
co dinheiro pode-se chamar proprietario on mo-
rar em easa propria r os oretendentts diriUm se
1 ka .... j. s. ', ^
vtcoe-re laiiiii,a nuitu
sacc de SC -ai,s : KtW
Goerra.
boa Ja lena tm
r-j arir.az-T.i lo
annh>.aii':r.er.no.
Vence-'
i a-'i=n:;-.
vaj'i' para
("e c:v
Impera ir 2. que S-^ra ps,
mostrar i- tratar ijj ns(,' co.
; .-i carr i' 1 ti
leaac con i r..:.-
ratagl r, arteiei t
M, E u prr.Viiu -!'Jo e pii.iaj 1
Q;?m prr> D4.r |J 1 iiigJr-M .
-ii
cfa^pi-i
eu.s- par<
Vhinf, ,.....<, .. ------"i UJ V'u\nut vs uirteuueuits O r IJffl Se
dor Burgos, o qnal est amormado
mesmo a praso com itarantia idnea.
a contratar,
- Lenmann freres, vendera libias sierliua?, ou-
ro e prala nacional e tjiortngtez
Engenho.
Alega ae o segundo andar ta rna de D. Ma-
na Cesar. oturTera Senza^a Nova n. 30, maito
fresco e eDmod sala e tres aartt, eostoba e dispeo-a
na mesma casa.
a tratar
pb!.co tacentrara a ra
Gil
Precisa-?e de nm a'gene(ne8a cldade para
as machinas de cosara de Howe SewiDg Machio) de Nova-Yirk. Para mais
plena informacSo dirija-se a W. E. Water-
mao, ageoie geral da Howe Machine Chb
p?ny. R.a da Qailacd d. 66". Rio de Ja-
neiro.
A:ba-*e auzenle df casa desJe dezembre de
aooo passado o escravo Fiel, de aaco, i baixo e
tero ponca barba, os albos quasi sempre moito
vermelbos, e mano palrador : qaem tleile sou-
Oer ou der noticia qaeira dirigir.se ra Duque
ae Caxiai n. 3, ou lmperatriz 0. 16, 2 andar,
quesera recampeasaja. .
-.1 ,D1piiare.c1 dj *i0 de Jo4t"M Carneiro,
na estrada dos Aflicto*, a escrava parda de nome
Mana, cottoma andar de cabellos peoiead^ e eal-
r-..... jada, julga-sa ear acatada em casa de atonem
do&wpoa.l^pp.coqw nm afaieoqa apro- o qaal Pra. j em ,01 Msa. '
/8f?e''*ve' M"':"-u juctuirara a ra Pr'-
meiro de Marfn n. Ii no denomujajao de -Bouqaet das DAmas um btin
montado esiabeieciAeom de miudezag, objectoa de
phaptasia^ perfuaiir.'AS e*obra de cabeiloi que venden por pr<,cjs m.lito commodo.
O Bonfjae'. das Damas (em a grande vaotagem
de receber direetimenie di Europa todos os feu
artigos, e por a.-o acba-se habilado vender por
menospreso que qualqaer ootn estabeleciroealo
que nao estiver as mesmas ondiccfiea. O Boo-
qnet das Damas pi adopia o sedien eoflome de
pomposos annoaao* com qoe costomam artrahir
o publico, e fomente o convida a combinar o
j-recos e qualidade de suas roercadoria com es
de outroi esubelecinentcs, e convencerse da ver-
dadp qoe acaba de enunciar. Depoig da choca-
da do pa.iaetes da Europa seienlificara dos novos
Mtjjjoaaneforrecebeodo. Paramis conmuta
da fas buar. faiwas o Bouquet das Damas e-
tara aberto desde as 7 horas da machia as 8 da
noule.
Hile. Mario Lawgne, seieafea uVass Bxmas
clientes qne contina 00 mster de sua ore9ii
de perneados e modas ae cabelles para cuio fin
lem habis artillas; aasim como conserva urna
sala con af commodidades precisas tura 01 oa
leadoi das Sras, aonrjen iste qn aera falo peta
Vende:e on orreoda-se por um ann. o engenho
Barra de fibresta na fregneiu de Bonito, distante
llegcas daestacao de Agua-preta, d'igaa, esi
bem montado de obras todas nova.', bea aoeoda
e vareis, e e-xcellente roda d'agaa, distilagi'com
alambique de cobre tambem nove, boas ttrrag de
plantado para 3,003 paes Ce asucar ananaes.
matas para dtrrubar, e cercado para refajar eres-
cido numero de acimaes: fara informar, rna
Angosta e. 2I0, e para tratar no mesmo eogenho
nde -se urna pbarnsacia cem poneos fundo?
em Tima das principies mas Jeito cidade, a fre'
guezada, propria para lgam principiaos oa me=-
mo para algou esubeleelii, e que qeira mudar
de tocalidade : o pretndeme dirija-s* a ra d.
Boro lesns n. 21, i andar : a tratar comj?,>min-
goi Jos da gilvi. +

Tod's '. .''-'
re-o di car leu 1
sa ae gradee DI
indica cdi
cortar daqei -'e mnnncio e Ira-
3B ivt de ieii.brinra, e-no c-: i-
ijl !aile.
rOQUE Ei.LE
::.'. 1 H rodo e0''ootrar en e"-
commeodar am bwa pr?Ple qse e imnrovi ;
qoe:ra mancar a qualjuer C'Waa,
_ AS5I1 COMO
ind.ca e.e onde se poder! encobar am f,ni-
bem pre arado, urna emi-ada, ura eaakntn V '
m a^iM. pudm. ou bS Sno B.
pao-de o una lofloidade de bolos e miIu' 1
torsos, p.-ct.-i! para"
recd? .
e pastis di-
eche, stlre-mefas e n-
. ALEM MiSO
lojcaual evi seea.v.traia.ciDre free-as
do umpe tanto nacenae emo iraoiolra* w
ecos e em calda na:iooaes e fs-rangSko, I,?, n,
beaxianas e
objeetos
tua iot
1'OLt.OS
Mogio,
Veade-ie um excelleote reit-gio Je onre-
meio chronometro com 13 dis de cprda, oerfeito
regalador : na praclnha da Independencia p. 2 0
In8trum>ntos de msica
Vande-se no qoartel de polica uro instrumen-
tal completo para banda militar, tm imito bom
estado : quem10 pretender dlrija-se ao diio auu-
le das 10 ai i horas da urde, vt ichu coto
qaem trilar.
2---------

m-
Cal a man neva que ha no mercado virado neki
altuno vapor entrada m 10 do forrete rcez o>
maio, e vende-w aaaii barato qneen outra par
te : na ras do Apollo 0. M armazem dt Rodri-
fnos A Mar lia*.
IPATAI INCORRETAl
CARLOS DUBOIS
Vabe/fe'' retro
Tem exposto a na em sen estalele cenlo
ra oa J-roreraiM c. 16, prliaeiro aniar um
grande e yanido-sr-rtimemo de coques os mai
moderoo*-viudos pelo ultimo vjp r
iilenfo! Aenfo! Alienlo"!
Lgodaf5i imporiaote !
RA DA MADRE DEUS N. 0.
Chitas, madapoitie-. ilgodoc?, cambraias, laas,
una*, chceos de so!, brins, roupa feita, e nui-
les arijos qoe pela tua diversidide toroa-se e-
radoDho mencionar. Prjos por menos 30 0,0 do
sea vaior^ garanie-se a boa gialldade a .': anda.
,=- Venle se o rslbe?clmeno de moibados si
to na rna deMarsilio lias o. 99 : os preieodenles
diajam-se a mesma cas*.
CALCAOOS
da trra.
eS?r.''fL*144W)i *'m e : no
coilar da BaUba a raa da Imparatrix 0.63.
~.TePdtse aty ca8a terreb sitaaru!
exciianus.
P-ta eba e c otros mn m
E KI.VALIIBNTB
para que se pessa fazer um juizo aorciin-adn
.SO'l.VDOPESSOALMENTB **
. Kitt::ar> do Cam-.os
r.ua de Irr.r,r*c*o: o. ii
em a caoieha de que, a frente d*,i.
?e ccpytrva ceso a guate, ate as 0.1 bora.
-~ V^oAC'ic
f^-me-se bem
-- si-brido u. J, da ra d>9 Borjt.-.,
^!a^:r(}aBo,vyu-'',rwc'>".
K i" ue Lisbo.i
rf.M^'f, :h,gkT "''""'an-eote da mais acredita-
oa tat-rtra .vt-oataac o ?nj8deiro rap da IJtfc
Vende-se
Piano
tstreita do Rosario ?. 26, qrjstt ; pr^tenit
dinjMe i roa do Imperador, armaze/
m 16,
-1 Pin; (l-m.sa. anda tan han
estado : ca ra Treu aai,, 9m
5J50F
A pe dos a 86W. a i i, i de graea : ni roa do Cro-
pe o, 20, loja do Guiiberme C da Cuaba & C.
Ven4e-se a 3J : 00 CoU
da lmperatriz n. 63.
Rafeba-iraa



3
Oan.
ftuo QujjH' leira 45 d* Mk) l i^t'
?

ILTiS NOVIDDES M FAZENBAS
Qpe se li PAVAO
A RA DA 1MPERATRIZ N. 60
Di
FLIX PEREIBA DA SILVA
ac.
Rara ac .bar a 2$ e 25Q0
No loja .do Papafato. fHl*-ie pan *ea>ar ata!1
bTMcas i balo a2f ti/900 tt. o Mu >
panno at cima e lem 3 reo qae Ibrma n*u
peqoea roda, tirando-lbe os arwi fica orna
prfetta Mia, e pelo preco nao ba aaa *? ba-
rato, na loja do Ppafa;o, roa da Impertira n. 40
de tiendes & Camino.
A 3:000
Na loja- do Ptpagaio a roa da Imperatriz a. W,
ha ama grande qoantidade de palitots prelos de
alpaca qae se ventera pelo beralissimo proco da
3 #000. por er grande porcSo i roa da Impera-
trk a 4a
flPecas de algodioiinho bora a 3*000. ^^
PAR APURAR IMLVIIEIRO
Neste importante estabelecimento encontrar o respeitavel publico am avaltado sor*
timento de fazendas, tanto de laxo como de primeira oecessidade, as qaaes se podem
vend r mais barato do qae em outra qaalqaer parle, attendeodo as avahadas compras
de fazendas, assim como por todos os vapores que chegam d'Enropa se recebem novos
sortimenlos de fazendas de gosto e ama colleccJo dos mais moderaos figurinos, as pes-
soas qae negociam em pequea escala podem vir sortir-a* este estabelecimeato, qae
se Ibes vende pelos meamos presos, qne se compra nos armazens bglezes, de todas as
fazendas se dio amostras deixando flcar peobor. O estabelacimento do Pavo est
constantemente aborto das 6 boras da manba s 9 horas da noite.
Brilbantinas brancas e de cores o
covado a rs. 440, 500 e. .
Orgaody de urna su cor o me-
tro a rs.......
Taratanas listradas com maita
pbmtasia, o metro a rs. .
Sultanas de cores com enfeites ao
lado para babado, o covado a
Lanziohas largas com lUtras de
sed?, o covado a 800 rs. e. .
Poopelinas de seda modernas, o
covado a 10600 e. .
Sedas com listrinha?, o covado
Hambargo de paro linbo tendo dos
640 someros mais baizos at aos
mais sabidos qae vm ao mer-
500 cado .......
Cobertores de 13o para camas ten-
640 do de varias qualidades .
Ditos de algodao a .... 10280
40500 Colchas de fusto para camas,
tanto brancas como de cores.
100001 PARA HOMENS,
Palitots de panno preto e de casemira de
20000 cores sendo mais modernos e para todos os
presos e qualidades.
a 10600 e......20000, Sobrecasacos de panno preto de
5C0
640
400
640
640
800
800
500
500
GorgurSes de 13a de orna cor, o
covado a rs. 400 e .
Ditos largos e de cordSo, o cova-
do a rs.......
Alpacas lavradis com listras de
seda, o covado a 800 rs. e .
Lanzinbas lisas de todas as cores
o cavado a rs.....
Cassas de cftres com listra ao lado
para babadinhos, a vara a rs.
Alpacas nal com listras brancas
o covado a rs.....
1/jnziribasconi qoadrinbos deseda,
sendo de muito pban'.asia, o co-
vadoa rs.......
Lanzinb ateridas com seda, sendo
com bonitos gastos inglezes
muito proprias para secboras,
qne t m de viajar, o covado a rs.
BjdUs 13ajinh;s de cores, o ca-
vado a rs. 320 e .
Po-'psllaas de 15a, largas e lustro-
sas, o covado a rs. .
Carabraias transparentes impe-
rtes, a peca......
Organ :ys branca tanto de listras
c:mo liso......
FostiDM brancas para vestidos e
ai de meninos, o covado a
rs. 400. 800 e ... .
Tarlatana branca e de todas as co-
re?, o metro a rs. .
s brincos, lisos, de salpicos e
a'.r-do?, o metro a rs. 700 e
Cortea de granadme de coree com
mdes a 1:0 e .
Cortes de medina mathisados com
benitas barras e inu'ta. phanta-
fcia a i3 OO e .
GurgorOea esuuros muito encorpa-
i i p ra roiipas de meninos ten-
do mesla de seda, o covado a rs
Para ik ivas
GorgorSa de seda braco muito
encorpado, o covado a .
G'oso'enaple branco nuito alvo o
covado a ., .
' o largo muito encobado, oco-
vado a .....
Setim branco maiio alvo, o -:ova-
.doa2$500e.....
A'pacas br-ncas listradas iaiia-
ciio Je s+'a, o covado a .
Ricas capelias com v s a .
Cortinados para camas .
Colchas de damasco de la, a imi-
tco de seda ....
CoLcas de croch ....
FAZCNDAS BRANCAS.
Pa?as d'algodofinho america.o
a 30200.- 40, 50 e .
3rinaate d'algodo com 10 pal-
mos de largura e muito cncor-
pajlo. vara a.....
Dito de linbo muito encorpado
com 10 palmos de largara, o
metro a 20000,20500 a .
Dito francez muito flno, o metro a
Aigodosiho entestado para len-
Coes com 8 palmos de largura
e muito encorpa.do, o metro a rs
Dito trancado com a mesma lar-
gura e muito encorpado, o me-
tro a...... .
Atoalhado de linho ad?mascdo
com 8palm)S e largura, o ne-
tro a.......
Dito de algodao com a mesma lar-
gura, o metro a .
Dito alcochoado fazenda de muito
gosto com 7 palmos de largura,
o metro a 10800 e .
Dito trancado com 8 palmos de
largura,' o metro a .
ALTA NOVIDADE EM VESTIDOS.
Cbegou para a loja do Pav3o um bonito
sortimento dos mais modernos cortes de
gnrgur5o para vestidos, com delicadas pal-
mas e listas de seda, assim como com dnas
saias, todas com delicados enfeites de seda
que se vendem a 350000 e 400000, sen 'o
muito bonitos vestidos para assistir a bailes
on caeamentos e trazendo cada am corte o
competente figurino, is'.o roa da Impera-
triz n. 60.
CAMBRAIAS BORDADAS
Chegaram para a loja do Pavo as mais
delicadas cambraias brancas com os mais
bonitos bordados, qne se vendem a 80000
cada corte, grande pichincha, ra da
Imperatriz n. 60.
140000
150OOO
100000
30000
3050o
40000
105CO
20COO
30000
10800
700]
960
160000
200000
60
40500
20300
40000
30000
10600
150001
todas as qoalidades
Colletes de casemira preta e de
cores .......
Ditos de gurguro de seda tanto
preto como de cores .
10000' Di os de brim branco. ~. .
Calcas de casemiras de cores ten-
do de 60000 a .
Ditas de dita preta de 60 at .
Ditas de brim branco de linbo de
35500 a ......
Camisas finas com peito d'algodo
de 10600 at.....30000
Ditas com peito de linho tanto fran-
cezas como inglezas, de 30500
at as mais finas que vem ao
mercado, ten .lo tambem borda-
das e em dazia faz se grande
diferenca em preco .
Ditas de chita franceza miodinhas
fazenda de gosto a 20500 e .
Ditas de flanella de cor a 200:0,
30000 e ......
Ditas de mela de 13a muito finas a
80000 Ditas de dita d'algod3o a rs. 8C0,
0000 e ......
Seroulas de panno de linbo a .
Ditas fran-ezas de linbo a 208OO e
Ditas ditas de algodo a 10600 e
10000 Collarinhos tanto de linho como
de algodo os mais modernos
que tem vindo ao mercado .
Paohos de linhos os mais moder-
nos .......
Redes para dormir de differentes
qualidades.....
Chambres de chita e de cretone
Meias croas francezas e inglezas
qae se vendem a dozia a 30000,
at 80000 e.....100000
CORTINADOS
Cortinados bordados para camas e
janellas, qae se vendem o par a
80, 100, 120 e .
Cambr.ias largasadamascadaspara
cortinados com 20 varas, peca a
Ditas com 16 varas a .
Damasco de 13a a imitado de seda
para colchas com 8 palmos de
largura, o covado a .
Ditos com 6 palmos de largara
para cama de solteiros, o co-
vado a.......
Colchas de chroch para camas as
mais ricas ,ue tem viado ao
mercado a.....
Ditos de damasco de 13a a 100 e
Ditas de fusto branco sendo mui-
to grandes a 50000 e. .
EXPLENDIDO SORTIMENTO DE GROSDE.NAPLE
NA LOJA DO PAVO
Brins d'Angola.
Mantilhas Brasileiras.
Grande pechincha em panno a 30000.
Saias bordadas a 40, 50 e 60000.
As 3:000 saias a 20000
GRANDE OFFICIXA DE ALFAIATE
Pereira da Silva A C. teem a honra de
participar ao respeitavel publico em geral,
e a seus numerosos fregaezes, que no seu
estabelecimento de- fazendas, tem montado
ama magnifica officina de alfaiate, aonde
se manda fazer qaalqaer roupa de encom-
menda, tanto para homens como para me-
ninos com a maior presteza e perfeic3o, no
mesmo estabelecimento se encontra am
avallado sortimento de todas as fazendas
para as mesmas obras de encommenda, as-
sim como para qualquer luto: tambem na
mesma officina se encontra o perito mestre
Pedro Celestino Soares de Carvalho, espe-
cial para fardas, tanto dos Srs officiaes de
guarda nacional como de tropa de liaba, os
qaaes sero muito bem servidos por mdi-
co preco.
MADAPOLO FRANCEZ A 70000.
Na loja do PavSo vende se superior ma-
dapol3o francez pelo baratissimo preco de
70100 a peca pecbincba, roa da Inope
ratriz n. 60, loja de Pereira da Silva 4 C.
MADAPOLO INGLEZ A 60000.
Na loja do Pavo vende-se madapolo in-
glez de superior quslidade com 24 jardas
i el o barato preco de 60OCO a peca, grande
pechincha roa da Imperatriz a. 60, loja
de Pereira da Silva.
MADAPOLO A30OOOAPEgA
Vende-se superior madapolo inglez com
12 jardas a 30000 a peca, grande pechin-
cha, na loja do Pavo roa da Imperatriz nr
i 60, de Pereira da Silva C.
Qiie Pitada!!
Qnem qpizer tomar ama boa pitada compre ra-
p Paulo Cordeiro viajado on por viajar, na loja
do Papagaio roa da imperatriz n. 40.
AftAAl AA (SA AttAAA
MUER & ti
Ra do Bom Jess u. 55 "^
Vendem
Ferro gavalnisado em folhas para ta-
inas.
Leite condnsalo.
Cognac Martillean. V
Vinho de Brdeos em caitas : &
Tomraard
Volmay I M
HantFalerne A
Pemllac
Vinho do Rheno: 9t
Seharlacbberger A
K9 Hochkeimer Berg W
Mareo Cromar ansese A
Kaaeoibaler Berg S
9t Steinberger Cabinet.
***** *********
VERDiDFIRi
BICHAS HAMBURGUEZAS
NICO DEPOSITO EM PERNAMBCO
53 Itaa da Cadela 53,
Primeiro andar.
Libras sterliaas.
Vende-se no armaiem de fazendas de Angosta
. de Oliveira A C. a ra lo Commerelu n. ti
60000
10SOO.
35000
30000
960
10200
30OOO
20000
20000
10600
160000
100000
80000
40500
30000
180COO
150000
60000
A MAGNOLIA
As floristas
A Magnolia receben pelo oltimo vapor o- qae
as senboras floristas precisaren) para fabricar lo-
res, como ssjam.:
Peslbas de varias cores.
Bagas de vidros de divers.s modellos e taaa-
nbos.
Olhos para mal me qaere e cravos. "
Clices para rosas.
Bagas donradas para flores.
Folbas verdes, enceradas, prejas e de :ore9 sor-
tidas em tamaho e feitio, etc., etc.
Metas de lu i
A Magnolia roa Do que de Cazhs n. 45 rece-
ben dessas meias, muito boas, e vende por menos
do que em outra qaalqaer parte : a ellas, antes
qae se cabera.
Candieeiros eeoaomicos
Os csndieiros econmicos sao na verdadede
invencao agradavel, priva a cuem desejar embel
lesar urna sala de fazer duas despezas, pois qoe
tirando-seiba o deposito onde se conserva o gaz.
torna se am lindo jarro para flores : qoem tem i
a Magnolia i roa Doqae de Caxias n. 45, e vende
barato : a elle?, porque tem poneos.
Nao fol intilmente qae a Magoi lia roa Du-
que de Caxias n. 45 fez escropulosa escolha
seas correspondentes as diversas partes da Eu-
ropa, porque agora tem a satisfaca de ir reee-
bendo seas pedidos, vinlo ejecutados com :tanto
esmero e gr-to, que se ufana em ezpo-los apre-
ciadlo dos amantes do bom, tendo a certeza de
serera pelos mesmos apreciaaos.
A Magnolia, nao est descontente com a fre-
goezia que tem adquerido em to pouco tempo, e
esforga se para muito mais; vkto qoe tem con
vieco de ser commoda oes presos de sos mer-
caduras, zelnza em bem servir a soa fregaezia f
ab minar a caresta.
Ao bello sexo com especiahdade. a Magnolia
pede que venba ve la pessoalmente agora que tem
recebido parte de uas encommendas, e pretende
ser r.'.z avel nos precos tendo a certeza de qae o
snpprir do que bom e razoavel.
A Maganlla, se se tem esmerado era ter um
lindissimo sortimento do que ba de melhor no
mundo das moda9, porque nao deseja que se?
freguezes sejam mal servidos em outra parte,
cora objectos de mo gosto : e assim apressa-ae
em mencionar algn?.
Bonitas golinhas e punbo?, transparentes e ta-
pados, fazenda muito tioa oovidade.
Camisas, de linbo muito flno, bordadas e prc-
prias para noivos.
Cbapos da velludo e palba de Italia ultima mo-
da, para senbora e menica.
Cnapellinas de cores e preta?, (novidade)
Bicos enfeites para senboca.
Bonitas fivelas de madreperla para pulceira.
Melos aderecos pretos, cacoletas, voltas, cruzes
brincos e rozetas de gosto moderno.
Variado sortimento de capelias, bouqoets e si-
po* de botoes de flores de larangeira.
Flores de cores e pretas para cbapos e cabel-
los.
Liadas de todos os nmeros para croch e bor-
dado.
Chpeos de sel e bengallas com bonitos eabos
de marfim.
Bonitos cbapos de sol para senbora.
Jarros transparentes para flores.
Reos pon Jotas, port cartoes e port-money.
Bonitas caixinbas com perfumara, propria para
presentes tendo disticos as tampas.
Ditas cr ra preparos para costara, ricamente en-
fetadas e com mnsica.
Bonecas, ricamente vestidas.
Lindas bolcinbas de velludo, com estojo para
costara e sem elle.
Albuns para retrato* eon com capa de madre-
perola, marfim, dsso e madeira.
Livros de missa, cm capa de madreperoK
marfim, dsso e tartaruga.
Carleras de chagrn, com estojo para algi-
beira.
Kavalhas muito finas, com cabo de marfim e
tartaruga.
Grampos com flor de madreperola, novidade.
B mitas caixas de tartaruga para rap.
Sapatos de laa, bordados em talagarca.
Camisas bordadas para bomem.
SO* NA .
MAGNOLIA
45Ra Duque d Caxias45
DE a.
SA' LEITO, FONCECA 4 C. ^
MACHINAS
DE
COSTURA
Chegaram ao Bazar Universal da rna No-
va n. 22, ara sortimento de machinas para
cos'nra, das melhores qoalidades qae existe
na America, das quaes moitas j sao bem
coabecidas pelos seas autores, como sejam;
Weller 4 Wilson, Grover 4 Boka, Silen-
ciosas, Weed e Imperiaes e ootras moitas
qae cora a vista devero agradar aos com-
pradores.
Estas machinas tem a vantagem de fazer
o trabalbo que trinfa costureiras podem
fazer diariamente e cozem com tanta per-
feico como as mais per'citas costureiras.
Garante-fe a sua boa qaalidude e ensioa-se
a trabalhar com perfri.fio em menos de orna
bora. e os presos sao to commodos qae
devem agradar aos preten'^ntes.
..l^llil
* foa do Corarrerjio i. ;'), esenpto- I
rio de Jos Joaqaira da C>sta Maia, en- 2
contra-se para vender |> <* commodos 9
presos :
Azulejos bespaches.
Folbas de ferro galvanizada para telha- |
do de diversos tamanhos.
Ditas de dito dito lizas.
Bicas de ferro galvanizado.
Camieiras dito.
Portadas completas para cactaria.
Ladnlhos. H
mmmmmmmmwmmmm^
Farinha de mandioca
Superior e o uitp propria para mesa, em barr
ricas de farinha d trigo ; a II000 rs. a barrica
nos armazens de Tasso Irmaos & C.
EMPORIO COMERCIAL
15 Mi DA IMPERATRIZ 15
DE
Ulyssas & Irmo
Nste j bem conhecido estabelecimento encontrara o respeitavel publico um pence
d tndo por mdicos precos, e tendo seus propietarios resolvido liqoidar algnns artigo*
de que se compe o mesmo estabelecimento, vende-os por menos do seo casto
COMO SE JA
Garrafas de vidro Bacarat ara vinho a
U, H e 7|000 o par.
Gompoteiraa a 6j e 7)9000 o par.
Copos de vidro Gno para agaa a 14 e
4|$200 a dazia.
Clices de vidro de cor fino para viobo
a 20000.
Meios apparelbos de loaga iogleza fina
para jantar por 50^000.
' Pratos e diversas pecas avulsas que se
vende barato.
Jarros para flores de H a 150000 o
par.
Clices de vidro fino para licor a 0800-
a dozia.
Vidros de cha min para candieiro a 20200
e 20400 a dozia.
Globos para candieiro a 10600 e 10800
cada um.
BoDitas qaartinbas bamburgaezas a 40000
e 40200 o par.
Escarradeiras de vidro a 30000 o par.
Bonitos eandieiros de jarro a 160000 um.
Grande quantidade de arandellas para
dependarar a parede, de 10500 a 20000
cada urna.
Temos de bandejas a 70060.
Paliteiros de porcellana branca de 10000
a 20000 cada am.
Lava mo de zinco a 40500 am.
Algodo inglez para roupa de escravos e
saceos a 32D a jarda.
Tapetes avelludadcs para quatro cadeiras
a 250000.
Um grande espelho moldara doarada por
800000.
Lindos albuns para retratos a 100030
cada um.
Bonitos chapeos de velludo para-senbora
a 100 e 120000.
Aberturas de linho para camisa a IO0COO
a duzia.
ESTRUME
O liquof de ommontatjo.'das fabricas de gaz, a casa da raa dos Guararapes n. 11
para fer- '<
am dos 5i'ruius mais recorr raendavel
alisar a trra. Pde-se oblar na fabrica do gaz,
em S. Jos, qne tem para vender, 1 OO res a ca-
ada.
a tratar com
o commeudador Tasso.
Vende-se ama eserava, perfeiu engommadeira,
eozioheira e propria pan ama de leite por ter
este bem nbiadaote sendo primeira barriga :
atfaUr na praca do eorpo santo n. 17 terceiro
aalaj.
CEMENTO.
O verdadeiro Portland: s6 se vode na
raa da Madre d Deas a. 22, armazem de
Jo3o Mar de Barros,
Fitas masnicas
Amaral, Ncbuco & C. vendem fitas maromea
de diversos graos: no Bazar Victoria, ra do
Bario da Victoria n. 2.
Cartas Douradas.
Amaral, Nabuco & C." vendem baralbos de ear-
ta para jogos, lizas a douradas e renJo em porcao
:nm graade abatmanto de prego. No Bizar Vic-
toria, roa do Bario da Victo'ia n. 2.
BORDA IIO
Amaral Nabuco & C. vendem :
Entremeios transparentes e tapados, fronlus de
labyrinlho e borda Jas, lencos, perneadores, camisas
para senboras todas de linho, todos estes artigo?
sao bordados a agulha com gosto e esmero, e o
sortimento variadissimo, no Bazar Victoria ra
do Bario da Victoria n. 2.
Vestimenta para crianzas
Amr.rai, Nabuco & C, receberam ltimamente
ricos vstiJinhoso fu.-tio e de cambraia barda-
dos e enfeitados com gosto para meninas de di-
versas iddes, e de fuslao, alpaca e cachemira
para meninos, camisas para meninos de 4 a 15
annos ce idade, no Bazar Victoria, Ra Nova n. 2.
Pondos de linbo para camisa a 91000
dozia.
Collarinhos de linho para camisa a 60 a
dozia.
Anquinas de crina para creancu e se-
nhoras, de 30 a 40000..
Cortes de cambraia branca de cordSo con
8 1/2 varas a 30900.
Fronhas de crivo a 560 rs. ama.
Cortes de castor para calca a 10280.
Algodio de lista a 260 rs. o covado.
Colxas branca adamascadas grandes >
30000.
' Cobertas de chita grandes a 20400.
Superior brim de Hamburgo de linbo ce m
10 palmos de largura a 20800 a vara.
Bonitas frocteiras c tas, proprias para presente a 40000.
Lindos livros com extractos e sabonetei
a 20500 e 40000 para presente.
Oleo philocome a 600 rs. o frasco,
moitas ootras perfumaras qoe se vende ba-
rato, como seja : saboetes fines a 10200 a
20000 a dazia.
Cbapos para baptiaadode crianca a 20500
e 30500.
Coqnes para cabello a 20000.
Cadarzo branco a 360 rs. a dozia.
Dito trancado largo a 140 rs. a peca coa
4 varas.
Caixa de papel amisade a 700 rs.
Dita de 100 envelopes a 400 rs.
Dozia de pentes para alisar a 10600,
10800 e 20000.
Benitos chapeos de palha com aba forra-
da, para homem a 40000 e para menino a
30009.
Sortimento de meias para homens, senho-
ras e enancas, e muitos ontros artigos qae
deixamos de mencionar, e qoe igoalmentr
i vendemos por precos commodos.
Cal de Lisboa
Vende-;e da ultima chegada no vapor Claribel
e por barato preco : na ra do Aroorim n. 66.
Cer/veja de Noruega.
Verdadeira e Superior : venda nos armazens
de Tasso Irmaos A C.
E especial
Rap amarellinho Princeza do Rio-de Janeiro,
cojii qualidade ramio superior ao fino rap
Princeza de Lisboa ; vende-se a ra Primeiro de
Maarco o. 6, cbapelerla Imperial.
A. Bonniot e C.
Cbegoa nova remessa de verdadeiro afamado
eogoac supra, nico deposito em .casa de HcDry
Willmcr, roa da Cruz n. 13.
Vende-se
Duas vaecas muito novas e gordas, ambi.s
Hhos; para tratar na raa Thom de Souia n.
ou na roa da Reda a. 15, e para reas no vira)*
ro do Muniz, as Cinco Pontas.
Pedes a Rocambole,
Realmente sao engrecados etsw pedes I enge-
ahou e distrahe mallo esta nova invengao : 6 u
Mgpolia a rna Baque de Caxias n. 45.
Per pr
ODdan.
Colla
eommodo : 1 Ta do Marquei de
armazem de Braga Gomos 4 G.
'-
A' loja da pra^a da Independencia cbegou nova
remessa do muito acreditado rap Paulo Cordeiro
viajado: vende-se a 10800 ris a libra, dem
eommum a 1#200, gasse grosso a 1^600. dem
fino a 1*600, Rocba a I6i0, Rolao francez a
4500, Lisboa a 3600, Rolo da Bahia a 2, Prin-
ceza da Bahia a 1J200, Amarelinho a 2000. Ven-
de-se em libra e a retalhn, na mesma I ja n. 5.
Para a Europa
As mais proprias cadeiras de que nece os Srs, passageiros, lio as de vime, e vendem-
os Pocas & C, ra estrella do Rosario n 9, junto
a igreja. _____
De primeira qnalidade, marca Devees con-
tinuam vender Pereira da Conha Irmaos em po-
quenas e granies pom;5es e a pre^o oommodo :
rna do Mrquez de Olinda n. 21, 1 andar.
Arroz de casca
Superior em saceos muito grandes: na arma
zens de Tasso Irmaos & C.
Preziinto
de Lamego a 400 ra. a Hbra e 880 o kilo :
dem, P5cas 4 C, raa estreita do Rosario
junto a igreja.
ven-
n.9,
Em casa de Tisse freres, na ra do Com-
mercio n. 9 ha para veader t
Agua de Vichy das sutes -Haubeiwe, Celestins,
Grande Grillo, Hospital e Mesdajnes, em caixas
de 90 garrafas.
Agaa de Chateldon, excellenle agua de meza,
em caixas d 80 garrafas.
Agaa de Vals das fortes Presiense, Mjgdaline,
Desire, Sante Jean, R'golette e Donimique, em
caixas de 24 garrafas.
Ccgnac das marcas : Blancby frres A C
Royer Guillet & C.
Martel frres de Velros.
Espanadores de peonas
Reeebem-se encommondas para qualqaer por-
eio : ra do Vigario n. 1, 3 andar, sobrado
amarello.
A HERONA POB EXGELLENCU
oo
MOYO HEZ MARIANO.
Approvado pelos
Eiui. Rvms. Srs. Arceblspo
e Dlspos do Brasil.
pela conejo.
Dr. Manoel da Costa Honorato.
Acha-se venda nae principaes livraras desta
idade i
Prec/i J#000. _____________
Vende-t ma taberna em poni peqnenc,
muito boa para qoam quizer principiar : na esta-
ci de SanfAMa, da calcada alta : a tratar na
mesma.
0 EMPORIO GOMMERCIAL eacarrega-se da faotora de roupa por medida, e capri-
cba em bem servir aos freguezes, tacto no comprimento de seas tratos, eomo na bo->
qualidade de fazendas e modicidade de precos.
PECHNCHAS DE ROUPA FEITA
O EMPORIO CCMMERCIAL vende paletots fraque de casemira fina bem acabado
a 180000, 200000 e 220000. Paletots saceos de casemira preta e de cores de 10)00 i
120000. Ditos de merino prfclo de 7 a 105000. Caifas de casemira preta e de co-
res de G0 a 120000 cada ama. Colletes de casemira de 30 a 40000. Caica de brim
moito bem feitas de 20500 a 80000. Paletots de alpaca fina de cores, bwtnco e pretc
20300 cada um. Ceroulas de linbo a 20800, e de cretone a 10600 cada orna. Cal-
ca da castor a 10700 ; superiores pannos finos, casemiras e brins.
E3IPORI COJJUIEHCIAIi
15 Ba da Imperatriz 15
imm & no
GRANDE REDUCTO EM PRECOS
Na !< ja de interno Pedro de Souza Soares, na na do
Bauo da Victoria n. 28, outr'ora rna Nora
ATTENGO
Completo sortimento de fitas de
sarja, de todas as larguras, co-

lindes enfeitadas para seonoras.
Coqnes de trancas o qoe tem vin-
do de mais go.to a . 30003
Diademas modernos a rs. 300,
20OCO
Grinaldas para casamentos'a 30, e 50500
Cales e trancas de seda de cores,
a peca de 10000a .... 30000
Mi.nosos leques de osso para se-
90000
Idem idem de sndalo com lan-
50000
dem idem a imiiaco a . 20200
Lavas de pellica para borneas e
senhoMS, opar5GOrs. e . 30000
Transparentes com paisageos para
120000
Bico de sed& pre-to e branco peca
de 20500 a...... 70000
Fita de setim Maco escosseza lar-
30000
Collariubos bordados para bomem
dazia a ....... 80000
dem idem lisos a..... 70000
Guarnig:s de marOai'c madepe-
20000
Temos de tbesouras em elegan-
tes caixinbas a 60000 e . 90000
MIUDEZAS
Dazia de pecas de.cordlo imp-
rtaos a rs. . 320
Dazia de pecas de trancas de cara-
400
Idem idem lisas a rs. 20C
Dozia de cartSas de linba preta e
120
Groza de grampas cabeca de vi-
10000
Resma de papel pautado e liso a
40300
Caixa de papel amizade moito
700
640
800
500
10000
200
500
dem idem de quadrinbos a rs. .
Cateas de envelopes Cnos de por-
celana ars.......
dem idem a rs. 400 e .
dem de pennas a rs. 500, 800 e .
Abotoaduras para collete, grande
variedade ars......
dem douradas para punbos a rs.
Dazia de baralbos francezas bei-
ra dourada a......30600
Lamparinas a gaz a 10200
Duzia de tameres com cabo de
osso 2 botoes a.....50500
Dita de ditos cravados ( baratis-
simo) a.......
Garrafa de tinta roxa extra-fina a
PERFUMARAS
Garrafa do agaa florida verda-
deira, a.......
Idem idem kananga do JapSo a .
Frasco com oleo oriza verdadeiro a
dem de oleo philocome verdadei-
ro a rs. 400, 500 e .
Rosas com extracto l .
Frasco com extracto inglez moito
superior a......
dem com dito kananga muito su-
perior a.......
Banha ingleza em frascos e potes
de porcellana a rs. 500, 10 e
Macos de saboetes inglezes muito
bons a rs........
Saboetes de amendoa supe-
riores ais.......
Cosmetique de cores finas a rs.
100, 640 e ......
Pacotes com pos de arroz fino
a rs. 300, 400 e ... .
Caixas com dito moito fino ka-
nanga a......*
Frascos com sgaa de Cologne a rs.
500, 10000 e.....
Garrafas com dita o que ha de me-
lhor a 30000 e......<*|0W
206OO
10000
10200
102OC
10200
10OOC
10800
10OOC
i0oo
20000
600
3*0
10000
500
OO
10500
ESPELHOS DE MOLDURA
De lodos os umanbos e de todos os preco?, moldaras para qoadroi, booclas de
cera, brmqaedos para criancas, eandieiros a gas, chamms e globos, sapatos de trinca
e casemira prtta, e ama enfenidade de miudeas qae se vendem por preco* rea
midos,
N. 28 Ru do Barto da Victoria N. J8




-
'i '
'
..



H
N
Oficina de alfaiate dirigida
POR
MR. CHARLES LAURENT
NA
LOJA DO PAPAGAIO
A' ra da Imperatriz n. 40
DE
HIENDES & CARVALHO
O que se procurar nesta loja se acha e por menos prego, que em qual-
qner outro eslabelecimento, e para nao cansar-mos a paciencia do Ilus-
trado publico com longos annuncios, s garantilos ter fazendas de novi-
dade, e de bom gosto, por presos moito commodos, qoem se quizer capa-
citar venham ou mandem buscar as amostras, e tambem as mandaremos
pelos nossos caixeiros.
Boa Vista esquina .da ra 7 de Setembro
Antigo becoo dos Ferreiros
RA DO DUQUE DE CAXIAS
(Outr'ora do Queimado)
Este estabelecimento acaba de receber om importante sortimento de.diversas ta
lendas proprias para vestidos, sendo poopelinas de seda, sedas, 13as, percales, ditas con
barras proprias para babados, lindas cambraias crox, e em fim urna inBnidade d'arti-
gos de moda, tudo proprio para a festa, o que tudo vender por presos ititeirament(
razoaveis, em consequencia de estarmos prestes ao fim do anno, e o 65 nao quer te;
grande trabalbo com o seu bataneo, preferindo tomar dinbeiro a fazendas, convida-K
portanto ao respeitvel publica a virem sorr-sena loja do 65 aonde comprar3o por prt
coi qne nao obterao em ootro qualquer estabelecimento; em fim ver para crer
A ~
ROA DO DDOUE DE GAXIAS
(Outr'ora do Queimado)
15500
500,
200
Rival em segundo
Raa Daque de Cafadas n. 91, loja de
miodezas de Jos do Azevedo Maia e Silva,
conbeco por Jos Bigodinbo, contina a
vender todo que tem por menos do que
em oulra qualquer loja, a saber :
Correntes pretas de borraxa
para senhora a
Garrafas de agua Florida verda-
dera a
Caixas com obreias de massa a
Frascos com macaca parola a
Pacotes com poz de arroz fa-
zenda fina
Pares de botoes de osso
para punbo a
Sibooeles de bolla muito fino
a 160 e
Cartas de alfketes de latao
tazenda boa a rs.
Carriteis de retr.z preto com
2 otavas a
Capacho de palba m-jito boni-
ta a 600 rs. e
Frasco; com oleo Philocome a
500 rs. e
P para menino a
Pessas de tiras bordadas a
5D0, 600, 800 rs. e
Frascos com 2gia de Coleaba
moito boa a rs.
Gravatas pretas e de cores a rs
Pessas de trancas m idernas
de todas as cores e todo o
preco
Libra de areia prela muito
la a
Novellos de linba com 400
jaldas a rs.
Livros di m'sso abreviada a
' Silabarios portuguezes a rs.
Cartas com 100 contas im-
presas a
Caixas com 30 novellos de li-
nba gaz branca a rs.
Gaitin'ias para meninos a 40,
60 rs. e
Caixas con 12 frascos de
ebeiros a
Caixas com 6 sabonetas moi-
to fios a rs.
Pentes para segurar cabello
de menina a 200 rs. e
Cbapos brancos para bapti-
zados a 25500 e
Copinbos com superior banha
a 200 rs. e
Frascos com oleo para cabel-
lo fazenda fina a rs.
Frascos com oleo Dboza a
500 rs. e
Frascos e garrafiohas de agna
de Colonha a
Frascos com verdadeiro azeite
para machinas a rs.
Redes c.m contas para segu-
rar cabello a rs
Latas com banba de Piver a
200 rs. e
Garrafas com agua Celeste
mnito fina a
A A itAXCV
Ra de Duqne de Caxias n. 50
Receben :
Lindas caixinhas com os necessarios para [mar-
ear roopa, sendo abeedano e numeracao, frascos
com tinta prela e encarnada, pinceis etc. etc. o
que de certo novidade em tal genero.
| Novos coques grandes com bonitos desenos
1)300 i viodo entre el le alguns enfeitados com filas e L-
40 re ; assim como bonitos crespos.
'00 Adereces encamados de madreperla.
Cruzes pre.as com enfeiles donrados e entra?
brancas de christal.
Casas de pedrae cal muito
baratas
Uxa senhora viava tendo de mudar-se para f
ovri ra desla cidale, vende urna casa terrea em terre-
~ i no proprio, na ra Imperial, tendo dnas salla?, 2
iqaartos e quintal, psr um cont e qoinhentos
SO mil reto, cujo alogael de 13 a 16000 mensa
le 12 meia=--gaa- tambem na ra Imperial, na
nn trrvessa da Bandtira, igualmente em terreno pro-
naf
700 'nellas, e todas urna
quaes tern terreno atraz, que abrindose urna
1A000' Porla'. P^e ler seu Qniatal; venda-se a OO,
tenio cada urna de!la urna puta e janella
! a frente, a excepcao de orna que tem duas j-
sala e c"gus q-iartos, le das
1500
1(5000
500
4(0
160
60
10500
400
1500
500
80
10500
800
320
40000
320
320
10500
500
400
320
10500
Coke liudo
Vende-se na fabrica do gaz, em S. Jos
urna porfo de Breeze, (ooke miado), pro-
prio para forja de ferreiros e forno de cal,
lijlos e outros misteres, Preco de cada
sacco 250 rs.
C'l^asdemoia com pe'
V.nde-S'i caigas de meln :om p, de algodo e
de seda, m?ias de seda pira padres, capeles do
xercito, eonegos etc. Po Bazar Victoria, roa do
Barita Victoria n, 3.
Veade-se
nm sitio com ptima casa, jardim e pomar, enea-
a ama das
menlo dagua, e proxim)
da via-ferrea do Caxang
da Ponte de UcWa n. 30.
tratar no
esiaQoes
principfo
sea aluguel mensat p?.ra rOOO e a de duas ja-
nellas para 84000 ; mas qnem qnizer nma on
duas serio vendidas a razio de 600^000 e a de
duas janellas por 700000 r?. Estas casas eslao
edificadas na raa Imperial, bem perto donde ac-
tualmente parara os bonds. J qoem tiver ponco
dinbeiro, pde-se chamar propietario on morar
em casa propria. Os prenndentes dinjam-se a
ra das Trincheiras n. 48, a casa do Sr. solicitador
Burgos, o q'.ial e.-t aulori.-alo a contratar, mes
mo a praso com garanta ideuea.
Smaocome
Tnico especial contra a calvice
Com nm bello sortimento de perfumara que a
Aguia Branca acaba de receber veio tambem o
apreciadoSmaoconecujo proveitoso effeito
ja bem conhecido por quantos o tem u>ado e sera
ainda mais por aquelles que necessitam de sua
atilidade. O continnado uso do Smaocome d o
bom resnltado de.impedir a queda dos cabellos,
faze lu renascer e conservar o seu bri 1 h natural
alen de que seu odor mais agradavel qne d'on-
tro qualquer tnico continua a ser vendido na! oja
:da A guia Branca.
Leite de rosas brancas
Excellente para acabar com as sardas, pannos e
espinbas no rosto.
Vende-se a IJ o frasco, na leja d Aguia Branca
rna Daque de Caxias n. 50.
Bonitas caixas com perfumaras
proprias para presentes
Vendem-se na loja 'Aguia Bran:a rna Daque
de Caxias n. 50.
Agua Florida.
Acaba de chegar novamente a afamada agua
florida de Gaislain para tingir de preto os ca-
bellos brancos. Como sabem os que tem nsade
dessa apreciada agua, o seu effeito nio instant-
neo porm seu resaltado segjro e efflcaz. Che-
gqp tambem a agua de Topaaio para o mesmo fim,
e coniinaam a ser vendidas -alte frasco na loja
d'Aguia Branca ra do Duque de Caxias n. 50.
Molduras dour&das para qua-
dros.
Na loja d'Aguia Branca a na Duque de Caxias
n. 50 vende-se molduras domadas com differentes
Moldes e largaras, e por preco commodo.
Peanas de ac bico de lanqa.
Caixas com 100 penas a 400 rs. na loja d'Aguia
Branca.
Bonitas capellas com veos para
noivas.
Vendem-se na loja d'Aguia Branca a roa Duque
de Caxias n. 50. Tambem se vendem separada-
mente bonitos veos on mantas bordadas para noi-
vas, e veos de cores para cbapos.
Esc um i I ha preta fina e larga.
Vende-se na loja d'Aguia Branca raa Duqa
de Caxias n 50.
Botdes
Cobertos de e=guio proprios para carnizas, e por
sua duracao preferiveis aos de madreperola.
Vende-se na loja d'Aguia Branca.
Caixinhas com 3 sabonetes finos
a U, 1*200 e 1*500 a caixa.
Vende se na loja d'Aguia Branca.
Talagarsa
Seda Irona e toreal para bor-
dados. !
Vende-se na loja d'Aeuia Branca. i
JOAS
ESMERALDA
Acaba de ebegar a este estabelecimento utn importante sortimento de joias de
ouro, do melbor gosto e qoalidaJe qoe tem vindo neste genero, como cassoletas de
nix com lettras de diamantes e pinturas fioas, adereces e meic3 aderemos com pedras
finas, etc. etc.
Ra do Cbuga' d. 5.
* Moreira Duarte & C.
ERNESTO & LEOPOLDO
N.2 D Rna do Cabug N.2D
Acba-se montado de forma tal este estabelecimento de joias qne pode
vender aos seas numerosos fregaezes em grosso e a retalho e por preco*
moi resumidos visto qne recebe de conta propria por todoi o vaporea de
Europa. O gosto de desenho de snai joias o mais lindo do paiz dai
modas, ouro de lei, brilbantes verdadeiros, esmeraldas, robins, perolas,
turqnezas, sapniras, coral rosa etc. etc. Obras de prata do porto tanto
para igreja como para servico domestico. Convidamos as Exmas. familia*
a visitarem o dito estabelecimento todos os dias at 9 horas da noil .
Compra.se ouro, prata e podras preciosas em obras velbas.
LIQUIDAQSO
DOS LEES
Ra Duque de Caxias n. 29.
Os proprietarios deste bem montado estbelecimento scientifioam ao
respeitavel publico dcsta provincia que se acham.com um variado e completo sor-
ment de movis, taot naciona;s ctmo eslrangeiros, sendo estei escolhids por nmdos
aosios qne se acha actualmente na Europa. O mesmo tem contractado com os melhores
fabricantes daquellecontinente as remessas das mais ricas mobilias feitas alt.
Na officina tem os mais babets artistas deste genero, e por isso pedem que ve-
nham visitar o estabelecment, aonde encontrarSo a realidade do queacabam de expr'
ue se pode examinar; ricas e completas mobilias de Jacaranda, mogno, faia, carvalbo, a-
marello, etc, ricas e elegantes camas deja caranda, pao setitn, amarello, etc., etc., gnarda
vestido de amarello guarda louca de cogi.eira e de amarello com tampo de pedra, apa-
radores de d'to dita, peti toilettes especialmente para fazer a larba, toilettes de jaca-
randa, amarello, pedra, secreta- ia da Jacaranda e mognoous tureiras ae mogno, san-
tuarios, thars para bordar, bercos, lavatorios com espelho, de pedra marmore e seus
pertences, cadeiras privadas, bids; etc., etc., e moitos ontros artigos que deixamos de
mencionar por sejtcrnar enfadonho
A 35000 A PECA
Fazendas e cbapos de sol de seda
NO
Bazar Nacional
Rna da Imperatriz n. 72
DE
LOURNQO PEREIRA M. GUIMARES.
Liqaida-se
Grande sortimento de chapis de sol de seda, alpaca e merino
A SABER :
Chapeos de sol de alpaca a 30GOO e 4#000. Ditos de merino a 40500. Ditos de
seda a 5(5, 80C0 e 10$000.
Vende se um grande sortimento de chapeos de castor para bomens e meninas, e
de todos os tamanbos a 2#500, 3)5000 30500 e 4#)0 Ditos de pello a 2)5 24500
3,5000. F
RA. DA IMPERATRIZ N. 72.
MADAPOLO
Vende-se:
Pecas de madapo!3o enfestado a ?jOCO,
4,5000, 50000. 55500. G0OOO e 80'. 00.
ALGODO BARATO A 30010.
Vende se pecas de algodSo a 30, 4 5, 30
e 60000.
CORTES DE BRTM DE COR A 10500.
Vende-fe:
Cortes de brim de cor para calca a 10'JOC
o 2 OOO.
Ditos de g^nga a 1,5000. Ditos de b;
'pardo a 141200, 10800 e C.0OOO.
CHALES DE LA A A 10000.
Vende-se chais do 13a em quadns a
110000. Ditos de mrito estampados a ?0,
30 e 40000.
f'ambrah lisa a 3^000
Vende-se pecas de cambra ia lisa p ra
vestidos a 30, 40 e 50000.
Ditas de cambraia Victoria a 3$500,
40500 e 50000
BRAMANTE m LINHO A 20500
Vende-se bramante de linho moito largo
a 20500 o metro. E outras muitas fazendas
que se vende muito barato.
ROPA FE1TA PRETA
Vende se:
Calcas de casemira preta a 40000, G4000
e 80OUO.
Pautla de panno preto a 50000, 70000
e 100000.
Golletes de casemira preta a 30, 30500
e 40000.
Palitts de alpaca preta 30, 30500 e
40000.
Chitas a 900 rs. o corado
Vende-se:
Chitas framezas largas a 200, 320 e 360
rs. ocovado.
Ri8cadinbos de listras proprios para ves-
tidos e roopas para meninos a 320 e 360 rs.
o covado.
LASINHAS A 160 RS. O COVADO
Vende-se:
Laasinhas para vestidos a 160, 200, 320
e 400 rs. o covado.
Alpacas de listras de cores para vestidos
a 500 e 640 rs. o covado.
Ditas em quadros de seda fazenda nova
a 800 rs. o covado.
tuca n vio nm processo|mais perfeito e qne at-
aja i tal forma a satisfzer as exigencias mais
ivwai da scripturaclo.
i raa cOr hndissima e nao precisa de caida-
o alfum para se conservar no tinteiro sempre
ou a mesma cor, sem borra, crdsta, bolr on sem
)di Mtas mazellas inherentes todas as tintas
t agora conhecidas, anda mesmo dos melhores
tores estrangeiros.
Sobretodo, este estlraavel producto nao ataca as
anas de ac, antes pele contrario, a penna
ijttir om esmalte donrado que, sendo interes-
ante, asss proveitoso.
la tinta, nao sendo especialmente para copiar,
i ccmtudo duas, tres, on mais coplas nm :n,ei
tpois de escripia ; preciso, porm, deixar-lhe
tpapal bem molhado sem o enxugar eom o maU-
orrio, porque nio ba o risco de borrar. Para se
rar mais de urna copla, nao se gglomenRB tan-
ta fc-lhar quantas copias se querem tirar, mas
ts-ia com o original tirar ama tantas 'quantas
iil*Mjam, sem que o original fique prejadicada
las ntrac5es.
Occorre ajui dizer que, para copiar importa
iKita intelligencia e habilidade, sem o que a me-
lor Unta nao satisfaz, e o defeito recae sempre
obr* a tinta, que muitas vezes qo*m saenoe
tija tem. '
k dupla qnalidade desta tinta extraamente
ereiavel. pos qne evita que em qulfl es-
hplcrio baja mais do que urna tiata tan os di-
rioi misteres. ^
tmquanto sua dorabilidade, nio ha a opc?-r
|M o| livULa pola qui #U tina dapcis dt es-
cripta offre o choque ie cidos fortissimos, sea
se decompdr; ora, se es cidos nio tem accao so-
bre ella, muito meooi a accio do tompe a pds
destruir; isto plauarnil.
Nao s ao commertio que eate meu producto
veio ser til ; os profesores dos collegioa, investi-
gando todos os meios para o adiantarento dos
seus discipolos, tem approveitado esta tinta, que
eom razao a acharam apta para desenvolver o
osto nos educandos, sm conaaquencia da beleza
a cor e facilidade de orrer oa pequea pela sua
liqntdez. Ha exemploi de crsn?as que havia
muito tmapo tioham i.ma repugnancia extrema
para a escripia, logo q ie toi admittida esta tinta
no coliegio, apojeron-e 5 dellas a curiosidade e o
gosto, e pouco lempo iepois o sen adiadamente
era.manitesto.
Esta tinta, par de 'antas vantagans, tem um
nico inconveniente, eteriora-se ao contacto de
outra qualquer; cenvm pois te-la em tinteiro
isento* do menor vislumbre de outra tinta, evi-
ever com a penia suja de urna preparadlo
*.e incompati ,'el; verificando isto, nao h.
a se osar de tinta que nao soja a VIO-
TRA^FINA DE MNTEIRO.
Observado.
faltffieacSes Mmeihaaeat tem appa
caja durabilidad* domdoat. O Sr.
ores podem evitar o engao dirigindo-s
sircumspectas, e pedindo a tinta que o
i. C. Itottro
I
I Cofres de ferro de Milaer8 e onlro8
rrouyaS para copiar cartas.
Balanzas de pesar, DflCmiM, Kmn^ m.
Tachas de ferro, e8UBnaao.
Arados Americanos
* (iraQeS, pUi agricnitnra.
Carrinhos de mao.
Machinas a Vapor
JaCinaS de descarocar algodlo, de 10 at 40 sema.
OhapaS de ferrO gawansad para cobrir casas tc,
Estes artigos vendem-se em
casa dor importadores.
Shaw, HAYfKES d C,
X. i RA Da BOM IKSDS.
(outr'ora ra da Caos)
4
__




8
di Ptrnambuc QuarU eia 15
1872
_L
VAMEDADE
GLUTON.Dos rnaai-rfo Cluk
Naval transcrevm >s o segainte :
Eno 21 de dezembro do sano fiado te-
ve lagir a experiencia offi tal d'este navio
couragado da marinb* iogteza, em frente de
Maplio Sanls. O Gtelton orna formila-
vel machina de guerra para ataque e def -iv,
tem lorre girante da ysieraa Coles, a qoi!
monta daas pegas' d' 25 toneladas, de 12
p .llegadas, qne carregam p?U bocea, e ln-
gara projsctis do peso de 690 librase dis-
tancia de 4,0X) jardas, com a carga di 7-5
libras de polvon.
f O navio roi coQSirailo em Chitan, e
as machinas em Cirtonhead, as officina? de
MM. L'ird Brnthers ; sio semelbantes as do
navio Vanguird, da torca nomiail de 500
cavallos, poden1> desenvolver a forga de'
3,000, como teve lugar na experiencia. Tem
daas belices de G iflitb, de 4 abis, e I i
ps de dimetro. As caldeiras s3 > cinco
com 46 farnalbis, e tem 192o tohos, e
orna superficie de ajoecimento de 9,500
ps quadrados.
,c Ni occasiao da experiencia o navio ti-
nba bordo todos os sens p sos, excen-
go da plvora, e sgaos sobredientes de
pouca importancia ; o calad) d'agua avante
era 18 ps e 5 pollegalas, a r 19 p* e 5
1/2 poll-gadas.' A velocidade media obt.da
em seis corridas a tela af>rgi de vapo
foi de 12,108 milnas, sendo a press3anas
caldeiras i7 libras, o vacoo no coniensidor
27 1/2 pollegadas, dando as machinas 81
voltiS por 1'; com melada da torga de va -
por em qoatro corridas obteve-se a veloei-
dide media da 9,872 milhss, sen lo a pres
85o 28 libras, o vacuo 28 pollegadas, e
dando as machinas 25 voltas.
EKPLOSO. Um espant so sinistro oc-
correa n'uma das diligencias que fazem o
servico entre N troo a Licaqoillc (Franca)
Dapois de haver modado o tiro em Miallet.
tinhase posto a camicho, qiando se novio
orna explosio foruaidavel e saltn feito pe-
dacos o vehculo. A explosi succederam
gritos de dor, os re inchos dos cavallos,
que deitaram a gihpe sam qua o conduc-
tor poiasse conte-los. Por fim pararam os
cavallos ; dos restos da diligencia sabia
uaoa negra fumara ia. A uJiram logo moi
tas pessoas para apigar o incendio e soc-
correr as victimas, qua foram encontradas
com os vestidos ardendo e harrivelmente
maitratalas.
Pausado o primeiro abalo, p&de averi
goar-se as causas d> siajsioo. Qaanio pi-
maemSiint Sand, receoea o contador,
lias mos da urna pessoa, om embrulno,
contendo seteou oito kilogrammas da pl-
vora, que devia ser enlregne em Miallet
N'aqaella oceas 3o ia a diligencia sem nin
guem, 6 como estava ohovendo, o conduc-
tor poz dentro o embrnla >. Qoando ebe-
gou a Miallet nao se lembrou de o entregar
oade devia, e, entretanto, o trem encheu-se
de viajantes.
Entre as pessoas qne ficaram ao centro
da diligencia, havia tres costureiras, una
das qoaes levava um calorfero para 03 ps,
e como a incoma'oda^se o embrulho collo-
cado em cima do bmeo, ecuja conteni
ignorava po lo em baiso, moito proxmo do
calorfero.
N'islo, o conductor, que se tinha esqua-
cido compietamenta da ioenrahancia, sabio
para a almo da, e no interior sebio outro
viajante, un carteir.
Mal que a diligencia principiou a andar,
inflimou-so a plvora, foseado o estrago
que referimos. Tres dos vi jantes est5o
sem esperanzas de vida
COMER POR SERINGA. Ha em Berlim
um esubaleciraento destinado a fornecer nm
calda econmico a s pobres de q .alqner
especie : o prego do caldo mnimo, e
aili \5o os verddaros pobres eos vadios,
\:' aquellas que, em summa, se acbam
desprendas de meios para matar a foma.
Aconteca* porm, qua os fregezes a
maudo fartavam os pratos, as colheres e
quae^quer utensilios que podiam haver
inao, e muilas vezes, dapois de tomarem o
caldo, retiravamse sem pagar.
O dona do estabalecimeoto para obstar
aos furtos, mandou fazer ornas mesas com
cavidades, em forma de pratos ou gamellas,
e prendeu as colheres mesa com cadeias
da farro. D'este modo impossivel que
lae surripiem os utensilios da mesa.
t'ara obviar a que os fregezes aba!
Pois orna comedia igual. acaba de te re-
presentar em Abilena, o o problema resol-
v* da fado, ao acreditar o que escreve o
Abitene Chroniclt :
O asstssiao de Kalley foi enforeado ba
pouco tempo, e o seo corpo enterrado a
ponca distancia do cemiterio da cidade.
Na noote immediata do enterro, Mr.
Ja nson, marcador de animaos, residente
em Texis, regressava da soa costumada ins.
pecg) aos sem rebanhos. Faiia um luar
magnifico. Approxiraando-se de Abilena,
noteu algaas movimentos susp ihsda parte
da trea pessoas que pareciam remaxer a
trra, em um sitio solado.
Apeoo se, preoieu o cavallo a urna irvo-
re, e procuron um local d'oode podesse
ob-ervar sem ser visto. Recoubeceu que
os tres trabalha lores susp.os eram dous
mdicos multo conhecidos em Abilena. e
om negro. A p com que este n'.im Ira
balhava, ten lo tocado em am corpo duro,
disse om dos mdicos: Ei-lo ahi, e instantes
depois deseoterraram um -caixSo e abr
ram-n'o.
Em segaida faz se oevir o tic-tac mn.-i-
cal de urna batera gal>ani:a, e o mexador,
com os cabellos erngdos e o coracjto pal-
pitante, vio ergoer-se o sopphciado de den-
tro do caxo.
O negro entao, mais asust i lo qu elle
propno, comecou a soltar gritos angustiosos,
-t SI mcio disse-lbe nm dos-mdicos.es
capaz de attrahir a alte igao dos moradores
le Ab.lena. i Ao masmo tempo o ootro
medico deo umi pancada com cma alaban-
ca na cabeg no negria, o qual oahio logo
por trra e o3o se mexen mais. Os m-
dicos examin ram-n'u, e om d'elles disse :
Est mono. Depois de tereco consultado
entre si em voz baixa por Ijqos instant'S,
os mdicos retirarais do caix i o corpo do
s!ip,ili:iado, e em seu lugar collocaram o
do negro, continuando em seguida as soas
oparagoas galvnicas no corpo do primeiro.
O corpo desle comegou logo a agitar-se
em m 'violemos convulsivos ; os mdicos
abriram a bocea do enforcado e n'ella a in-
troduziram um frasco ; pozaram-lbe a mao
sobn o c rj;3>, e dissaram com um ar de
suprema salistag3o : Bate naturalmente.
Ao cabo de alguns instintos o ex-enfar-
cado respooJ.a as pergorTtas que os med
coslhe diigiram.
Daclarou que o morrer enforcado era a
cousa mais agradavel possivel ; qua as prr
mairas convulses succedia-3e promptamen-
te orna titillago delicio .a, qae se propaga-
va ponco a pouco*pdr todas as regios do
corpo.
O sen ment ia desapparecenio gradual-
mente, apszar do qua urna parle do cere-
bro pareca conservar a sua vitalidad-1.
N'uma palavra, o moment) mais feliz da
vida quando se morre pendurado n'uma
corda
O resuscitado estava n'estas altaras da
sua historia, quando um golpe de vento fez
cabir o chapeo do mercador de animaes.
Ab-ixaodo-se para o paabar, fez estalar um
ramo. Ao ruid i, os dous mdicos fogiram
pela direita, o ex-anforcado pela esqoerJa.
e o marcador correlo em direcelo a a ca
vallo, siltou para cima d'elle e aa3toa-3e
todo o galope.
As autoridades de Abilena comegaram
urna in;esliago. >
A acreditar o que menciona o j rnal ame-
ricano, segae-se qae se pode restituir a
vida a am enforcado, que o morrer enfor
cado a cousa mais deliciosa do mundo, e
que todos devem desejar morrer euforcado3.
Alero d'isso, v-se que desnecessaria a
inocolago.como se vio na comedia que se
represeotou em D. Mana II.
E' pois este facto digno de merecer a
atteugao da scienc>a II
DESGRAQ* SOBRE DESGRACA.Urna
folha franceza faz aseguinte re agode um
caso bem commoveole :
Aiexandre Poney tinha mulner e ora
Qlbo anico. Qiano rebenou a guerra
prossiana, o filbo, que tinha a idade d > ser-
vigo militar, foi eDeorporado n'uma Joateria
movel e parti para Bourges.
t Escrevia regularmente a seos pais. Um
da a carta n3o era da mesma letra, nem a
seguate, nem as outras. O pai inquieto
vai a Boorges; o filho tinha sido entrralo
na vespera.
c O desgragado pai passou dous das
junto a cova do filbo, d'oode o tiraram a
forja, para o levar para o caminho de ferro.
;c O comblo em que ia levava barris de
olvor
p5e-se, fandando-se em qoe eslava n>
trra italiana, e fot por tanto Iba portaoce.
O melhor divdirem .a contaodt ao
meio.
CENSO.Segundo o censo recente da
popalac3o na Prossia propriamente dita,
canta esta de 2,901:074 habitages, qae
conteem 5.152:890 familias, compostas de
12.051:23 i bomense 12.490:776 iflulherV,
ista m total de habitantes de........
24.642:336.
- Como em 1867 a popabgSo da Prussia
era s de 23.971:337 almas, aogmentoo em
4 anuos, apexar da guerra com a Franca,
quasi uns 3 por 100 da soa populacio. A
provincia de Branderaurgo, bode esti Ber-
im, qoe quasi duplicoo em dez annos, a
mais favorecida.
Nos domis estadoi q ie cooslituem boje
e imperio al'emSo, ha pelo meos ootros
16 mil no is de alremles, e 13 as nagoas
germnicas do imperio austro-hngaro.
Qae seria da Europa no da em qae por
meto de urna altianga possivel entre Berlim
e S. Petarsbargo a Allemanha'tivesse carta
branca para se estender at ao Danubio e a
K.'iiia visse livre o caminho de Coastanti-
nopla ?
Sltl\EZW-Balzic, ainla mailo rapaz,
foi visitar ni pessoa a qu -m n9o conhe-
cia. Por engaito, em vez de entrar no ga-
binete do Sr. N., empurroo a porta d'um
quarto de banbo, na occasiao em que a es-
posa do dono da asa sabia d'agua.
O futaro autor da Comedia humana n3o
perdeo a cabera, e para salvar a silaacao,
riogi o-se myopa e disse inclinando se gra-
vemente deante di Venas:
E' ao Sr. N... qoe tenho a bonra de
fallar ?
CRIOSIDADE.Urna das curiosidades
da California sao as cidaJ ;s abandonadas.
Ha a!guns annos descobno-se oiro na regiao
de Grafs-Villey : n'algumas semanas cons-
truio-ie a cidade de Meadow Laka, que
cantou 4:000 habitantes. Ao cabo d'algun-
mezes vio se que as mioas na eram bastan
te ricas para sustentar aquella populacho,
e tola ella abandoaou o paiz.
A cidade est boje completamente abando-
nada n'um valle deserto, e cooverte-aa r-
pidamente em ruinas. Um viajante qne a
vlsitou recentemente fez urna interessante
descripvo desta singular e moderna cidade
mora.
A IMPRENSA FRANCEZ\.E' curio *a
urna no'.a publicada em Franca, acerca da
antigmdade dos peridicos daqoelle paiz. A
mais antiga destas publicaces a Gazette
de F ranee, q ae coata 2*2 annos, desde Lniz
XIII. Segae-se o Moniteur com 83 annos,
fundado em lempos de Luiz XVI. Depois
o Journal des Debis, no consulado, com
70 annos de vida. O Conslilutionnel vive
ha 57 annos. O Uitivers na 51. O C/tan-
van 41. La Pre&se 38. O Sitole 37. La
Patrie 32, e o Rays 2$
Durante o imperio fundaram-se o Fgaro
ba 19 anuos, o Missager de Parts 16, a
Opinin National i i, o Monde 13,0 Temps
12, a France 11, o At-enj National 8, o
Journal de Parts fr, a Libert 6, o Francais
5, o Pars Journal 5, o National 4, o Soir
4, o Journal officiel 4, a Cloche \, e O Rap-
pe 2.
Os damais peridicos L'Ordre, Bien fu-
blic, Republigue, XIX *, Siicle, Gazette de
Pars, Radical, Courrier le France Cor-
saire e Evenement nao coatam um aono
Nao ha c-pital algama da Europa que
tenba mais peridicos.
jolvura ; urna lagulha fez sallar todo pelos
mandou fabricar urnas so- ares, e Poney fica com
do e a cabega aberla ;
mente dorante oito das
sem sem pagar.
rmgas, onde deitalo o caldo "qne ha de
ser foroecido : chegam os fregueses, vem
os criadas com as serBgas, e seriogam o
caldo as gamellas e logo estendem a m3o
para receber os 10 ou 20 res qoe casia
cada rag3o ; se o fregnez o3o pag, o criado
immediatamente applica a seringa a gamella
esorve o caldo, e o fregoez n3o pode pre
gar calote, porque v sumir-seo caldo, que
jde antemSo saborea va.
Assimo ouvimos coular, ese n3o ver-
dade, ben trovato.
ALUGUEL DE CASAS. O periodo das
mudangas de abril d'esta aono manifestou-
sa em Barlim com o aspecto da a o a verda
deira calamidad > publica.
Centenas de familias, forgadas a largar as
casas em qae habita* am, nao podem adiar
outras. Ha acampamentos as pragas e as
ras. Os arrendamantos elevamse exorbi-
tantemente. As casas que, dous aanos atrs,
se arreo Javam por 500 thalers, valm boje
2,000.
O ATTENTADO DE BARP. Parece que
o autor dos cinco assassioatis commettidos
na commnna de Barp fu Mano, o correo
rural, genro dos dous velhos, marido de
urna das victimas e pai das duas enancas.
Acuna se-lhe no braco ama nodoa dasangue
' o o aeu terror e dasmaio
casa toroaram-o snspeito.
o peito esmigalha
padeceu horrivel-
emorreu.
A pobre mulher, qoe j n3o liaba nem
marido nem filho, pedio urna indemnisagao
companhii.
< A assistencia ja:iiiea ajudoa-a e o pro-
cesso julgou se ltimamente do tribunal de
Toulon. O advogado, para convencer os
joiz.es, contou a historia da da la morie. A
desgranada estava presente ; ficou t3o com-
movida, que teve de se deitar quando re-
gressoa da audiencia, e no dia segninte es-
tava morta.
q.iando ebegoo a
BRINDE. O banqueiro alie mao Oppe-
nheim offereceu ao imperador no dia de
seus annos om magnifico centro de mesa da
prata massissa e cinzelado, representando a
batalha' de Gravelotte. Alternando n'este
rico preseBte, o soberano mostroa que elle
mesmo l> teria meios de fazer um 13o
somptuoso brinde.
AS DELICIAS DE UM ENFORCADO.-*
Nio ha muito lempo assistia o publico da
capital a represenlagSo de orna comedia em
3 actos, no theatro de D. Mana II, intitu-
lada Historia de um enforcado.
O publico rio e applaulio a comedia.
Vio, emsceoa, res olvido o problema de
tornar vida om enforcado.
O* peridicos dos
dos seguiotes fo-
qaeimou-se a fa-
DOZE INCENDIOS.
Estados Unidos dio conta
gos, en're outros muilos :
Em Louisvijje Indiana,
brica mais extensa de carros de caminho de
ferro que havia na Uai3o ; calculam-se as
perdas em meio milho de dollards.
Em Watertowa, Nova-York, queimou-se
a casa de um rico fazendeiro, tendo que
sahir elle e a familia meio ns Para sal
var os fiihos qurimou-se um pouco.
Em Baltimore, Marylaad, ardenm t es
fabricas, avahada orna em 80,000 dollard,
em 70 000 a ootra e em 38,000 a terceira.
Em Pbiladelpbia qoeimoa-se um theatro
de mins strel, ava'.iado em 50,000 dollards.
Em Altona, Pensylvania, quejmou-se a
maor parte de oto bote-I, calcolando-se as
perdas em 60,000 dollards; e em Roodoot
do mesmo estalo, arden completamente on
tro, avahado em 24 000 dollards.
Em -B'oklyn bou ve tres incendio, ascen-
dendo as perdas n'um d'elles a 25 000
dollards; as dos ootros .foram meoore*.
Finalmente, em Nova Jirsey rdea urna
fabrica de cristal que va'ia 40,000 dol-
lards.
QUESTO CURIOSA. Os governoa
fraocez e italiano tratam actualmente ama
quasl3o cariosa. Um archealog) francez
descubri perto de Mentoo, na fronleira
italiana, o esqueleto de um bomem fos il
em perfeito estado, especialmente a cabega.
Ogoverno francas, por conta d> qual se
faziam is escavagoas, mandn qae levassem
O esqaelelo para Paria; mas o italiano op-
MORAL EM ACgAO.Mais do que as
recepgftes de Thiers no palacio do Elyseo ;
mais do qae os projectoe dos mooarcbicos
para a prxima campanba parlamentar; mais
do que as eonsptragdes dos booapartistas,
preoccapa nestes momiolos a popo ag3o de
Pars as representagoas da nova opera bofa
La tirnbale d'Argent.
Ora qoerem saber os meu3 leitores o qoe
a Tirnbale d'Argent ? Pouca coisa, orna
posigao moral; todo o argumenta gira sobre
o voto de castidad que lizeram os maca-
bros melmanos de certa associagao pbilar-
commonica, com o fim de conservar a voa, e
os inauditos esfjrgos que as suas aman es e
esposas fazem para os oorigarem a quebran-
tar o voto. As 8dicc5es chegam. at ao
ponto de qoe urna dallas, cojo papel repre-
senta .Hdame Jade, dolo das plateas pari-
sienses, se despe em presenga d i publico
para dar maior realce s suas patavras pro-
vocativas. Urna salva de applausos, bravos
e outras manifestares de pbrenetico en-
tusiasmo acompanba sempre por parte dos
espectadores* esta scena moralis-ima.
Que importa que seis departamentos fran
cezes esve^am aioda guarnecidos pelas tro-
pas prossianas ? Qae importa que a patria
se revolva no lodo da bumilbacto e da mi-
seria? O essrncial tributar adoraglo e
loiroi bella Aspasia, encantadora Judie,
que de semblante puro e innocente como o
de um aojo, diz peralte um publico de mi
(bares de espectadores obscenidades, que
repug'iariam no mysterio d'um boudoir.
E' esta a prostituyo d'um povo procla
mada com descaro face do mundo, e o que
assim perde toda a nogSo da sua dignidade
e dos seus deveres moraes, nio s est mal-
lo prximo da soa ruina, seno que a me-
rece.
SCIENCIA.O commaodaote de artilha
ra Sr. Caroa, sabio chimico do museu de
S. Tbomaz d'Aqnino em Pars, publicou um
curioso estado relativo influencia prolo-
zida pala aegao do fri na cristalisagSo do
ferro. Das experiencias qne fez deduz con-
clusbes, que estSo em opposigo cem alga
mas das dirersas op:ni5es expostas, e reco-
ohecidas at agora como certas pelos chimi-
eos modernos.
Una das qae o Sr. Carn considera como
errnea e filha t d'um pr'econceito.' a ad-
miltida geralmente de qae a resistencia do
ferro e do ago diminue medida qae desee
a temperatura.
J os Srs. Sanarmouth e Li Cbatelier de-
monstraram que as rupturas dos e'xos nos
caminhos de ferro devem ser motivadas
pela mi forma das pecas ou pela mi quali-
dade do [erro empregado n-llas. S?ria ind-
lil querer aprsenlsr com causa dos acci-
dentas as vib~ac5es q ia fazem ao ferro cria-
lallho e frgil. O Sr. Carn oega igual-
mente qae seja fondada a opiniSo qae at-
iribue aos grandes fri as a propriedade da
cristallisar o ferro e tornal-o quebraligo.
Segando as suas experiencias, excellentes
barras de ferro expostas a temperaturas
comprenendidas entre zero 18 graos por
mais de qoatro mezas, nio apresentaram
sigues de crista lii.agSo, e demonstram a
mesma resistencia.
Por mais qae sejaa dignas de chamar a
atUngo as experiencias do celebre chimico,
nio nos pirecem 13o minuciosas e profondas
como'merece um listado desle genero para
formular om juizo definitivo.
E' quasi certo que os metaos sa qoebram
t>m mais facilidadn pela aegioda um g an-
te fri. E am laclo geral nenta obser-
vado que a dureza dalles acrese, e com
alta diminue a sua resistencia.
Talvez sa devasse i "boa qualade das
barras de ferro empregadis peloSr Caroa,
q ie estas nio mare isse.ii oa diversos graos
Je resistencia as soas experiencias.
Por islo diz talvez explcitamente que
quando o ferro ao augmenta a sua fra
gilidade ceniideravolment) com o fro. F.
pois p:o.avel que as baixas temperaturas
o3o exarg im a sua acg3o sobre o ferro ner-
voso, nem alteren, de nsnhum molo a sai
estructura, mas qu) pelo contrario obrem
ooiavelmeota sobre o ferro cristalino e aug-
mentem a sua frgil i Jada. N A* caso, ere
mas que o sabio ctimica tem raz3o, sem
'jue por isso seja (asacertada a crengi ge-
ral sobre esta ponto.
Esperemas qae oatros estados e expe-
riencias succas-iivas deierminem bovoj a iian-
tamentot neste importa ite aesu opto.
NAVIOS PERDIC'OS.-O m nislra da tna-
ri .ba noi te-ainarioiuo puboeou ama esla-
istica d'W navios le vapor perdidos oas
aguas dos Eslados-Uaido< dorante os annos
da 1S68, 69, 70 e 71. O qailro muita
lognbre.
Na costa doAtlailicohau e 38 desgragas
por incendios, 18 por explosbas. 3t par
choques e 15 oaulragio.. Naa aguas qoe
desembocam ai bhiado Mxico, 8S por
incendios, 25 po; ei.ploses, 37 poreboqoes,
187 por submers3c e 2 por naufragio : ic-
tal, 339.
Nos lagos, 23 por incendio, 17 por au
iranio e 3 por sub aarso : total, 69.
as costis do Pacifico, 2 par incendios e
8 por naufragio, fa;:endo um graade total de
526.
As perdas materi tes avaliam-se em dol-
iards 13 373:850, e o numero de Vidas per
'.idas eil'.ula seno borrival algarismo de
1155. islo mais de cma por da uesse.*
quatro annos.
A lo lo is'.o accreiceoti anda o ministro
que >s dados nao esli completos e que a
realilade aioda maior.
CATASTROPHE.-A Independencia liel
ga .la conta de umi nova calastropbe oc-
corrida em Bruxell is no dia 27 de margo
ultimo na grande Ubrica de fiagio de S.
Gil, que ba dous anoos foi qua-i desl uida
por outro accidente anlogo ao que boje no-
(ciamos.
A's 8 horas da ronhn urna tremenda ex-
ploso prodozio ter.*ivel abalo as casas con-
tiguas i fabrica, envendo de consternlo
os habitantes dos bairros visinhos. Esta
eommogao (o produzda em conseque acia
de baver rebentado a grande caldeira de va-
por do estabelecino auto, aquai e^talou com
tal impelo que fez desabar a gigaol.'sca
chami > da fabrica ao masmo tempo que
saltavam com estrepito faites mil esiilhas
lodos os seas vidros.
O eaxagadouro limado ao lado das cal-
deiras foi comple ament desiruido e as
suas madeiras voaram em padagas, algans
dos ^aaas aram ter a urna distancia con-
ftdagateL
Passados os pricieiros momentos de con-
fusa e espanto qou succederam i catastro-
pbe, de tolas as partes aecudiram muitas
pessoas para orgat isar promptos soccorros.
Em poncas horas tiraram das ruinas
seis cadveres horrivelmeate motilados e
doze ferdoe qua foram transportados ao
hospital.
S um bomem teve a fortuna de sahir
illeso debaixo dos desirogos que ao abate-
rem baviam formado urna especie de abo-
bada sobre a sua oabeosem que urna po-
dra Ibe focassa.
As perdas mateiiaessao immensas.
A causa do desastre attribu -se ao ma-
cbinisia nio ter doitado sufiiciente agua na
caldeira.
E* para notar a fital coincidencia da que
oa auno antes e no mesmo dia se dra
anlogo desastre eccasiooado pelo mesmo
dia se dra anlogo desastre occasiunado
palo mesmo descuido na referida fabrica.
LITTISlATaU
Crdito real
NOSTBA BES AG1TUR.
(ConclusSo)
Ello; que ao presenta apenss vivem, ten-
do sempre ante si temerosas perspectivas,
alongam olaos desfallec los em demanda da
auxilio, que ser a sua redempgio. Quam
Ibes acudir ?
O emprestimo de que esii carecidos ha
de se efectuar sera garanta, a juro mdico,
com reembolso que n3) pirla.be as suas
evolugo'es.
Somente assim poleria lavrar a ierra
iranquillamente, liares do receio de verem
ofructo de suas fadigas absorvido pela
usura, ou de perderem o prodocto de suas
economas accurou.adas no decurso de lar-
go tempo.
Por este programan j se v que a agri-
cultura n3o pede pouci.
Talvez a exignucia pareja demasiada,
articulando a quem se tem sujeitado a todos
os rigores da dependencia. Sa fosse im-
pos ivel satisf.ze 11, nem por isso deTxana
de ser verdade que d: ouira maneira nao
pJe salvar-se e prosperar como a outras
industrias.
Vil alo des:ommanala sua aspirafSo,
nem e impraticaval prover sobre os mehs
de satis zo la. |.
A pratica dos ootros pies nos est mos
traado reme lio cjuv niente e segaro para
ext rpago do mal >
Ni Prossia, nos diversos Estados da Alie
mantia, n i G licia, na Franca e na Blgica o
crdito real espargeb muilos annos, seus
beneficios, e cada dia desenvolve e alarga
o espago aberto sua benfica influencia.
Tem, portanto, a agriculldra sobeja razio
para aguardar deferimento la justa pre
(anclo.
IH
O ganisado coa o se acha,, o crdito em
nosso paiz, nio offerece i agricultura o au
xilio queem 8us necessida-les deiej e so-
lcita. Nem poderia, se qoisesse, mostrar-
se-lha generoso e de boa aveoca.
P, eso i soa roda de Ixioo, cala um de
*
seus movimentos para descaptivar-se los
lagos qje tbe toliiem aliberdade de acc3o
malbarata-lbe as forgae a o coodux a perign
ao qual, apaas assome, deve com empenho
tratar de esqolvir-se.
No Brasil a exparieacia muitas vezes se
ha repe ido.
O crdito coaamercial, representado por
bancos de circulago e deposito, se ha visto
em dura tribulaga tods as vezes qae tem
querido ampliar os- seos fivjres i industria
agrcola. PaJ :-ca largo lempo OS effeitos da
sua generosidide imprudente, e ao cabo ou
morre como fallido oa sujeita-se i trans-
f rmagao em que parda mnito do soa n-
dole.
Dasi'aite, pretenlento praticar o bem,
alo satisfaz o seo proposito nem em vanta-
gem do san cliste, nem em prurito pr
prio.
Ao passo qoe sacrifica-se a si proprio,
a propriedade real tsm sentido peiorados
os seas vezamos, tem descid a decadencia
cabenlo-lba tambara o direito de queixar
sa da la-i q-ie Ihe ofierecera arrimo.
Qaem se lembrar dasnitimos lempos em
que o Banco do Brasil vivau propfiameote
coma estabalecimeoto de circolagSo, depa
rara um exemplo dasta verdade. Lamen-
ta vel facto, cujas conseqaencias b3o de doe-
aindi depois de decorrido longo p-riodo I
Assi n havia de socceder necessa amen-
t. O espirito da iastituigio nao Ihe pcrmittii
iranapi^r os limites, em que escrupulosa-
mente devera circumscrover-311. Oasou
passar alm. Succoaaa Ihe o.^ne provi
deo:ialmonte succede aos, tetretarios qae,
surdos aus alvi.res da prudencia,' p.sier-
gam a lei e far>m o dever.
A inlostria agrie >la np pode fazer mais
do que se ha ubservada paca desempeobar
so do3 seus compromissos. Por mnito que
se afane em trcbalbar, por grandes que se
aro o productos qae remuoer,em suas fa-
digas, cor austera qoe se mostr omeeono-
uiisar os seus rendimen'o ser Ibeha im
possivel remir suas obrigagSes no prazo
instituido, seginio as regras adoptadas.
Sujjiti-sa, no emianlo, ao impossivel.
obregi-se a pagir joro suprior a 12%
compromoito-so a pagar ocapi.al da diviui
no fim de poucos mazas. Prepara por suas
pr.iprias m3os a pardigio, e nos seus suf-
frimeotos n3o tem muita rz3a para qoei-
xar-so da eslraoha influencia.
Nao censura, simples observado,.
Misero de quem se v na temerosa alterna-
tiva ou do suicidio o do descrdito I
Os proprietarios prediaes querem cap-
taesque se reproduzam, n3o precisara de
Jinheiro que sa consuma esterilneole. S
monte salisfaz-mdo aquella cond'glo, poler
crescer e prosperara soa industria.
Mas os seus recursos permittem-lbe ape-
nas pagar melada do qoe ora dispon lem
com os iioceorroi que o crdito Ibes presta.
Mas a lentido dos processos a qua est
vincalado o seu trabalho Ibes prohibe ce e-
brar contratos que sehajim de preencher
em tempo limitado e prximo. Mas a ap-
plicagSo qoe tiveram os seus capitaes,
fixa los permaoeaiemente sobro a trra, n3o
admitle pagamento do total da divida con
trabada de urna s vez, em somma aval
lad.
Quam Ihe satisfar os dse os ?
Ha capitalista qae qaaira e possa empres-
tar-Ibes a 7 ou 8 /. quanda no mereado
moaetario a taxa aceita por todos excede
de 12 /, e tendo a subir muito mais, se
Ihe for addicooada a poreentagem do com
missario 1
E anda mais. q tal ser aquella que quei-
ra ou possa ter o seo dinheiro em m3os
ostranhas para reembolsar-se em pre3tagas
pequeas, espagadas e por longos pra-
gos?
Ha destarte obstculo a um aecoroo
entre a propriedade agrcola e o capital.
Separa-os toda a distancia de interes-
ses qae so nao podem barmonisar, que
temem formar contrato que, nSo combi-
nando-se perfeitamente com a natureza de
suas operages, Ibes occasioae decepgao ou
ruina.
Descobrir o meio de rea'izar a oni3o de
interesses qae se bostilisam, terminar essa
repugnancia que colloca-os em extremos op
postos, sem quabra da indole de cada um,
com satisfagSo completa de suas. aspirages,
com vantagem reciproca, alcangar a solu-
g3o de problema 13o arduo, qoe, antes de
achada, parecera inac;essivel perspicacia
do proprio Arcbimedea.
O feliz e perpetuo consorcio do capital
com a industria agrcola parecera umi des-
sas utopias em que se ombevecam os pes-
simistas do mondo real, qua de;f Jiram se
das decepgBes que ahi deparara forjando
feituras de chimerico optimismo.
Era, no enlamo, bem simples.
Bastara que apparecesso um intermedia-
rio que se incombisse de conciliar as par-
tas divergentes, mas que alealdade e ao
desinteresse reunisse os valiosos predica-
mentos de intelligonte e zeloso, de activo e
providente.
A esse intermediario cabara o papel do
amigo, que, no seu desvelo, ludo previne e
ecautola, qoe allende ao presente e se ap
parelha para o futuro, no'propasito de pro-
mover o bem dos objectos de sua afaig3o e
poopar-lhes desgostos ouinfommodo.
Nao ficariam ahi as funcg5es desse inter-
mediario.
Teria de incambir-se de todo o trabalho
que hoavesse de cabsr industria necessi-
tadi, de um lado, e ao capital solicitado,
do outro, aplanar as difficaldades qua Ibes
dem obstculos que impedissem o accordo.
Desde modo o contrato, de antes havido
por impraticaval, se realizara com preste
a, encombinag3o exacta das conveniencias
monas e aprazftnenlo inteiro das partas.
Era bem simp'es, di:sem)S. Era-o como
fora o descobrimento da America, como
lem sido a resolugto do todos esses pro-
blemas, cuj '3 effaitos traduzem se as la-
las conquistas qoe a civilisacto ha accamu
lado no decurso dos seclos em beneficio
da hnmaoilade, para salisfago de suas va-
ras necessidades, consnbstanciadas com a
prop ia existencia do bomem.
Vamis Yer como proceda o diligente
e perspicaz iotarmediariO para alcangar de
seo generoso iotento 03 resoltados dse
jados.
IV
O capital afeito a nSo abrir es cerraos da
bolsa sen3o qaando esli satisfsitos os seas
clenlos, n3o pode prestar o sea assentimen
to a conveng5es qae Ihe o3 atlondam is
eventualidades de lacro qae devem de seu
aso resultar, e nto coitenhamas condg5os
de absoluta segranos **& as Q^aes Mr
Ihei-bia peri)joso dir m pso.
Qaando se Ibe offerecem tran
qae, com difOcoldade, recebe 12 %
da mais, ningMl|al||ere qoe, eaqoecido do
sens interesses, resilva-se a entregar-se t
quem loe propanba metade das vantagens
que ordinariamente logra.
E, tam sobeja razio, assim procedeodo.
Capital trabalho 'aceumulado costa da
vigilante eajpaomia : padir-lbe servgos mb
ratribui-los proporciooalmeate, pretsadar
quo siciilij.ie-so, qua contrare a sua too*
dencia legtima para aagmentar na razio da
importancia desses servgos.
Ninguom, portanto, espere qoe om dii o
capital d ixe-86 lev?r por autores qua nio
sejam iasp radas por sua propria convenan*
ca. Quando se entregam, ha certeza de
quo, feilar as cantas e bem aprec alas as
circumstancias, est convencido de ser-'.he
vaalaj asa a operagio, a cojos effeiios conce-
de o seu auxilio.
E', pois, a essa estrada, ioflaxivel ea sea
poposito, qoe dinge-se o intermediario
para prestar seus boas officios aos p'opris-
larios prediaes, Sua intervengao leade a
nada menos que po lo ao servido da lavoa*
ra em modo tal qoe o oso do capital satis-
faga as mas necessidides sem enera la, e
ao mesmo tampo compense os seos servicoi
na devida proporgi >,
E" um verdadeiro problema. Est resal*
vido sem quebra, ofaosa oo damoo de
jualqaer doi iuteressados.
De parte a parte a vantagem perfeita.
Preencbem se as condigoes da perfeito coa-
irdt>. N nguem faz favor. Niogoem dava
obseqaio.
A frmula empregida pelo intermediario
de tal natureza, que combina a lentidl*
comque*reBov3o-se os capitaes empregados
na cultura di trra com a necessidade, em
que est o capitalista, de emprestar orne-
te qaand), sobre o juro avanfajado, livor
corteza de reembolso e facaldade d reali-
zarlo.
O intermediario satisfaz o dezejo do pro-
prietario predial e a exigencia do capitalis-
ta, empregan lo conjunctaje inseparavelmen-
le estes dous meiospagamentos por anntti-
dade$, letras hypothecanas.
Recebendo dos possuidores de capitaes a
qaantia que Ihe querem confiar, e interme-
Miario enirega-lhe um titulo seu qoe vence
jaro ceno, irarasmis>ivel por traJica, pi-
gavel as pocas qua f tem determinadas,
avanlajado om a probabilida le de um pre-
mio avallado na oceasi3a do pagamento.
Por garanta Ihe d primeiro hyp taeca
sobre tolos os valores que possue, oo pro
prios ou pertencentes aquellos, a cujo favor
transige.
A aegurauea pois, quanta sa possa de-
sejar.
Estes ttulos qae obrtgam o intermedia-
rio entrega do juro decorrido leu todas
as qualidades necessarias para circuladlo,
como se cotas fo-sem, emittidas por om
banco, meo ispigamonto vista,
Sendo passados ao portador, sua trans-
ferencia escusa endosso. i itervengio da um
corretor, verbas de escriptoraco, pagamen-
to de sello.
Como taes, as letras bypotbecaria3 sao
oegociaveis como as apolices daHvidi, pu-
blica, e com maior facilidade; porque, para
serem transfoiidas, nao obrigam a desposas,
nem mnima perda de tempo. E por-
tanto, em qualquer occasi3o pode o seu
portador transigir com a sua importancia e
reembolsar-se do que Ihe custaram, segun-
do as condigoes do mercado monetario.
O capitalista, adqairindo letras bypothe-
carias, nSo se preode ao prazo qae pres-
crevera, nem tem de stijeitar se i obrigi-
gio, que ihe seria incoramodo e prejudicial,
de esperar que, em sorteio, Ihe caiba a
vez do pagamento. No mesmo dia em qoe
as tiver recebido, pode passa-las a oairas
mos, e, recobrando o seo capital, entrga-
lo a novas evolugoes.
Dasl'arte evita a peior eventualidad-) a
que em quaesquer circumstaocia baja de
sujeitar so o capital circulantea immobili-
dade.Sa houvesse de esperar pelo sorteio
ou pelo termo dos dacennios, mencionados
na letra bypothecaria, a transagio qae assim
ffoaxms o dinbeiro nio serii, por certo, con-
veniente ao capitalista.
Concorrem, pois, na letra bypotbecam
qualidades qoe devem attrahir os capitaes
prudentes, que nao goslio de aventurar se
era emprezas arriscadas, onde o eevado
jiro nao compensa as probabilidades di
perda, anda quanlo pago pontoa'.mentes,
quanto mais as contingencia, lio freqoente,
da aniquilagao at do principal por bajea-
rola, fallimento ou outras cansas communs
as transaegoes ordinarias.
Pode, alm disto, urna letra hypotaecaua
ser de 13o pequea quaotia, (00#, por ex-
emplo, que os mais modestas baveres terio
incentivo para empregarem se em litlos
de reoda como esses, ondejas economas do
operario acbam applicag3o segura desda o
primeiro da em qae assim se empregam.
e com a certeza de mudar da emprego em
Ihe con vi ido, pela prompta venda de sene'
lliiuias ttulos.
Convem notar que essa facilidade de dis-
par da letra bypothecaria importa um dos
mais poderosos atlractivos para o^capital cir-
culante.
Prescindir elle de maiores lucros se li-
vor a certeza de que, dada a occasiao e a
convenan ia, nanbum obstculo tollier Ibe-
ha a facaldade de dirigir para ootro ponto
qae mais olil Ihe pareca o dinheiro embar-
cado em orna empreza oa confiado ao uso
de um mutuario ou depositario.
Rounerase dasl'arte na letra bypotheca-
ria as vanragens do dinbeiro posto i mi,
como quanlo est em cofre, e as do dinbei-
ro qe vence juro, como qaando empres-
tado. A nica demoia em realiiar o sea
va'or consistir no tempo preciso > soa
transmissio, fcil como a de nanbum outro
litlo de crdito oo offeito mercantil.
A letra hypotbecaria, carta'de liberdade
d gamos assim, para a propriedade predial
redazida i mosquinos siloacio, a qoe a ve-
mos, de mendigar o favor e a caocio di
industria mercantil. Vem a realizar-se a
verdade do^te axioma, que em operagSes
de crdito nio tem tido a appltcagio que
deve mplus est cautionis in jrt quam
persona. ,

I
t
>
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I
-
i
YP-LH
LA
DO DUQUE DE.QAXIA

*


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