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Diario de Pernambuco ( Saturday, May 11, 1872 )

Permanent Link: http://ufdc.ufl.edu/AA00011611/12656

Material Information

Title: Diario de Pernambuco
Physical Description: Newspaper
Language: Portuguese
Publication Date: Saturday, May 11, 1872

Subjects

Genre: newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage: Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract: The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding: Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation: Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities: Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution: University of Florida
Holding Location: UF Latin American Collections
Rights Management: Applicable rights reserved.
Resource Identifier: aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID: AA00011611:12656

Permanent Link: http://ufdc.ufl.edu/AA00011611/12656

Material Information

Title: Diario de Pernambuco
Physical Description: Newspaper
Language: Portuguese
Publication Date: Saturday, May 11, 1872

Subjects

Genre: newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage: Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract: The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding: Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation: Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities: Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution: University of Florida
Holding Location: UF Latin American Collections
Rights Management: Applicable rights reserved.
Resource Identifier: aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID: AA00011611:12656

Full Text
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AMO XLVIH. NUMERO 107 *rsl -h *<*'
-Si-i----------------------------------------------------------------------------------------------i-------,-----------
fkU A CAPITAL E (VSABS 052E SAO SI PACA PON.
Par tro man iantsdoa .'.............. 6,5000
fm seis fftos dem................... J2000
Por wn iaho ida*..................... ii^OOO
,CdWMiivnk **#<
"* t- rr*t
SABBADO il DE MAIO DE 1812.
1/ K*
i*,:
Por tres mzes adiaotadoi
Por Mil dito idem. .
Por aova ditos idem .
Por tu* anuo idem .
PA1A D1IT1Q t rOKA DA PB07CIA.
......... . ;
......
........ .......
i
*0#WS
171009
Propriedade de Manoel Figueira de Faria & Fillios.
AO AOES1WI:
O Sra. Gerardo Antonio Atas 4 Fhos, no Pari ; Gonfaives & Pialo, no Maranhio ; Joaqnim Jos de Olivelra A Filho, no Ceari ; Anlonio de Lamen Braga, no Aracaty ; Jlo Mara Joo Chavea, ifo Ass ; Antonio Marijnei da SiJva, no'Nafii; JoU Jasias
Pereira d'AImeida, em Mamangnape; Augusto Gomes da Silva, na Parahyba ; Antonio Jos Gomes, na Villa da Penha ; Blamino dos Santos Blelo, em Santo Antio; Domingos Jos da Costa.Braga,
*em Nazareth ; Antonio Ferreira de Agoiar, em GoyanDS ; Francino Tavares da Costa, em Alageas ; Dr. Jos Blartins Alves, na Baha; e Leite, Cerqninho & C. no Rio de Janeiro.
PARTE OFTICIA!.
f averno da provincia.
XPKDIEMTB DO DA -'j DE ADRIL DE 1872.
O01 :ios :
Ao camraapdaote das armas commaoicaola
' para -ti conbecinaeoto e direcgls liver oesta data
as-cnid-a a almimstragio da provincia, na quali-
dade de 2. vice-presiJente, por ler da seguir para
z Corta o Exm. Sr. cousellieiro Jola Jas da Olivei-
ra loaqueira, a fin de tunar a*.-eato Da cmara los
Srs. de^.ii.; J s. Fizeramse as domis comrauui
ca.oas.
Ao mesoio, re;omraendnda a exoedigao de
suas ordens ao sentido da achir-se postada hoja as
3 turas da tards do ces 22 de navemoro um ba
taiho. para fazer as honras devidas ao Exm. Sr.
ronselheiroJio Josa de Oliveira Junquera, -
presidente de-la provincia, que segu pan a corte
da imperio tomar assento Da ornara teoip arara,
providenciando taiibsm para qaa a fortaleza do
bruta W a salva di costnroe, quan-lo demaudar a
barra ov.ipor,>m que vai o mesmo Ex n, Sr.
b-t aehos :
Acaa Francelioa di llego Barros.Passe porta-
ra renovlo a supplicante para a cadeira da po
voaro i C-poeiras.
Antonia S 'are? de Sauza.Sej posto em liber-
dads, vista ter provado isencio legal.
Jola Ferreira Valala.Como requer, e eotre
gna-se os documentos mediaote recibo.
.Valen'.'m Innoeencin dos Santos. Seja posto
em liherdide vino ser meoor de 16 aooos.
EXPEDIRME DO D'.A 29 D2ABUl.DK 1872
Acto :
O vice presidenta da proviacia, atindanlo
ao querejurfu Aigib le Fajos Correia Cesar,
Brincante da thesouraria proviucial, resol'e coa
ceder-ihe O das de hceng cam vencimentos pira
ir provjoc'.a da Parahioa buscar sua familia.
Calcios :
Ao presi lente da provincia do Maranho,
pelinla providencias pira que sejam prestados
documentos comprobatorios, como o cabo de esqua-
dr.i Jorga Manoel Corpo de Daus, e o amperada
Jola Pedro dos Prazeres, ambos dj 2a batalha de
lam'. tria do exercit >, seguir-n para a campanha
do Paraguay na qaalidada de gutrda Daeional
dasigoadoi dessi proviacit, on.Tme allegam
ellas em suas petigdes.
Ao Exm. e Rvm. gavarnador da bispado,
pira emitir o seu paree r acerca do substitutiva
caTirecido ao ari. 2 do projacto n. 39 do anaa
passado, jun'o por capia, aun de ssr satisfeita a
resioQio d,i assem.'ila I jg sl.u.va .provincial c>m-
tida eai oflDcio do re-pactivo 1 secretario de 20
do corrente. *
Ao D.\ Claalioo dt Araujo Gaimarae?, en-
-ul de Portugal, aecusando a recapcio de seu of
tico da 24 do corrale, comuiuoicando lar anear
regado os negocios do masmo consulado ao chan-
cellar Dimingas Maria Gongalves, durante a an-
sencia do referilo Sr cnsul, a quero, aprovei-
lando a occi3iao, renova os >eo protestos da a-
umae onsideraco. Expedirau-se as necesa-
rias caiinaai:m' ?.
Ao inspector da (hewuraria de fazenda,
tranmittin1o, para os litis convenientes, as cinco
inclusas ordena do dia em duplieata, sob n. 813
847, expedidas pela repartiQo do ajadants ge-
nara!.
Aos Srs. Fredsnco Yonla 4 G, tran I i' via de lettra de cambio na importancia de
1:1005 a 3 das de vista, cintra L*a:on Bank of
Londju, a seu favor para pagamento do gradea
ment e pondas, remedidas Ciim destino ao jardim
da (irapo das Priocezas.
FXPEDIENTE DO UMUTAMO.
O3i;i03 :
Ao- gerente da compaubia Peraambucana
luandanJo, de orJdm d^S Ext o Sr. vice prn-
denle da proviacia, dar passagem a r atoa Pa-
rahyba, no vapor que segu amaobaa para os
parios do norte, a Aag-la F j Carrea Cesar.
Ao riiesrao, mandando, de ordem do mssmi
Exm. Sr., dar passigem r it o Rio Graode da
Nirte, no vapor que para all segu aminhiia, ao
bachar?! Pergemino Saraiva de Araujo Galvo, se-
cretario nomp^d a para aquella provincia.
Ao me>mo, maulando da ordem do rcesmo
Exm. Sr., dar transporte proa at o Araeaj, no
vap:r que segu para all amaobaa, a Minoel
Y ira ae Andrade.
Oespachis :
A-;t)a'. > F-i ix Paes do X cimento.Junta ao
anterior, *eji re.aiettido aa Dr. chafe da polica,
para informir.
AlexaaJr na Maria do Espinto-Sanlo.Dt-farida
com ofll -i.j deta data ao Sr. gerente da compaohh
Parnambu'aaa.
Antonio G>mej Senaa.Infirme o Sr. Dr. chefe
da polica.
Clsmeniin) Al ves de Aguiar.Xaa lem lagar o
qaa requer o supplicante na primeira parte do
pre;eo!e requ^nmenlo, e quino a segunda, so
pjder ser deferida depois qae apreseotar titulo
egal cam o qaal pravo dever-se-ln?.
Dimiogis Gamas Ce Aguiar.RaraettiJo ao Sr.
commaodaote d> presiJio de Fernando de Xiro-
nua para atteoler ao upplicanle.
Pa Informe o Sr. inspector da tbesouraria provin-
cial.
Capitao Gabriel Germano da Aguiar NI miar-
royos.Inforaie o Sr. inspector da tbesouraria
provincial.
Bacharel Jaao Bautista de Siqueira Cavalcaoti.
S:m.
Taante Joaquira Manoel da Silva e Si.For-
ueca se.
Jos Ana;taco de Olive ra. Informe o Sr. Dr.
chefe de polica.
Soasa. Passe portara na
taria removenlo a supplicante cara a cadeira de
primeiras letras da povoagao da Allianc da fre -
guezia de Nazareth.
Bertmo Lopes de Aranjo.Informe o Sr. rege-
dor da gymnasio provincial.
Alforei Cbrispiaiana Boarqae de Macedo.Ia-
forme o Sr. Dr. juiz de direito da comarca de Ga-
ranhoas.
Claudia Dabeux.Inform o Sr. inspector da
thesouraria provincial.
Francisco de Assis Monteiro Passoa.Passe por-
tara prorogando a !icea.ca de que trata o suppli
jante.
Flix Alves da A'btiqierque* Ialefarilo por
na> ter prvido o qie allega.
Firmia Rodrigue Bindiira. laforma o Sr.
provedor da Santa Casa de Misericordia.
Capitao Gabriel Germano de Agaiar Montar-
royos.Infirme o Sr. inspector da theionraria
provincial.
Joao de Camino Soaras Branlo. Iaforme o
Sr. eogsabeiro cbsfe da repartila das obras pu-
blicas.
Teneote Jo- Rabello Padilba.Forneca-se.
Major Jio Jas Gimes.Firnefa-ae.
O mesmo.Forueca-se.
O mesmo.Forneca-se.
Ja Ribeiro de Vascan:ellos.Eacaminhe-se.
Majar Jts Puliiajpa de Frenas.Sim.
Jos Feliz de Araujo.Iaforme o Sr. comman-
daole do corpo de polica.
Jospha Claudina Saares Villela.Iuforme o Sr.
directo/ geral da in-tructao publica.
Jilo Baptista Cordeiro. Passe portara na for-
ma do estylo,
Jaaiuim Tiaadoro da Vasconcellos Arago.In
forme o Sr. director geral da instruccao publica.
Jaaquim Maoric:o Gingalvoi Rosa.Passe por
tana na forma requerida.
Jaciotha Avelina da Crus. Concedo a liseoga
psdidacam ordenad) smente na forma da le.
Madesto do Rsgo Baptista.Remeltido ao Sr. Dr
director geral interino da inslrnccaa publica para
aitender ao supplicante nos termos do sna infor-
aia.'i i de 16 de marco ultimo, sob o. 97.
Dr. M inoel Teixeira Peixato Iafarma o Sr. ins-
pector da tbesouraria de fazenda.
Manoel Anton;o de Jess.Informe o Sr. inspec-
tor da tbesouraria d- fazenda.
Miguel Archaojo de Mendonca. Informe o Sr.
director geral dainstraeja publica.
Manoel Antonio Ferreira Braga. fio lem lugar
o que requjr o supplicante.
M.ra Candida Theodora Alves, Informetj Sr.
director geral da io Maria Candida Tneodora A ves.Iadefindo.
Manoel Calha Casado Puntes. Eotregue-se me-
diante recibo.
Rosendo Jos da Silva Rasas.En 26 da marga
ultimo f:i remeltido para a tbesouraria de fazen
da o requenmenta a que atiende o sapp.'icante a
lira de ser effecluadao pagameuto que solicita.
da
F.ioceca.Deferido cara ofQ
G -rente da corapanhia Per
Coanniaudo das armas.
OARTEL GENERAL DO C0MMANDO DAS ARMAS
NA PROVINCIA DE PERNAMBUCO 8 DE MAIO
DE i87.
03DE1I DO DIA. N 160
O Brigadeiro Commandante das armas faz cons-
tar a guarnirlo o seguinte.
Que a c mar do dia 1. deste mez se considere
desligado da deposito de recrutas o Sr. leneote
honorario i* exercto Fabriciano Xapo'eo do Reg
Barros, qae serria o emprego de ajudaole de or-
dens da presidencia, e jue nesse mesmo dia pas-
soa a ser incluido no dilo deposito o Sr. capitao
tambera honorario Autricliano de Torres Gallindo,
que substituio ao mencionado Sr. lente no refe-
rido emprego.
Qae a 7 do correte fez sua apresentaeao n'este
quartei general o Sr. atieres Manoel Farreira Gui-
maraes vindo da provincia das Alaga-, onde se
achava doeate, e ca recalhido ao seu batalho
i.' de infantaria.
(Assignado). fmilio Luiz Mallet.
JCmformj.). No impedimento do ajulante de
ens Luiz Jernimo Ignacio Jo SViioj, lente.
DIARIO DE PERNAMBUCO
Joao Francisco
firmado e?tylo.
J.a Gmcilves da
<-";o deata data aa Sr.
uambusana.
Jnqaim Pairo Brrelo de Mello Reg.Sim.
lo- Clemente la Silva. Informe o Sr. Dr.
chafe da polica.
Manoel Tertuliano Tnomaz Henriques.Informe
o Sr. Inspector da ihese iraria de fazenda.
Maria Francisca Bezerra Cavalcanti. Passe
portara removendo a supplicante para a cadeira
de primeiras letras da pavoac/io da Rogariobo em
Pao d"A bo, creada pola Isi o. 1,040 de 22 de abril
prximo lio 1 >.
Manoel Tnomaz da Albajuarque Maranhao.
Intonsa o Sr. Dgenneiro chefe da repari cao das
obras publisas.
larcolina Maria da Conceicao.In deferido..
Minoei Games Pereira Guerra. Infirme o Sr,
director geral da inlracgoiiublica.
Pocas & C.Passe partira na forma d es'ylo.
Rulioa Bella da Amor Divino.Deferido com o
offlcio desta data a Santa Casa de Misericordia.
Tb?o!indo Augusto do Reg. Informe d Sr.
cammaodante superior da guarda nacional do
municipio do Itenfi*.
Taaente-coronel Alexmira Auga3lo de Frias
Villar.Fornepa-ie.
O rae3mo.-Forne5a.se.
O mutuo. -Fornega-S'!.
Aun Cirolina Cezirde M>'lo.Inderid".
Americo lympio da Maeed. Deferido com
oficio de'1.a dala dirigidla ibiourarl provin-
cial.
Anaa Carolina Cesar
Anaa Sementina de
da Malp,.Indefendo.
Sauza Barros.Passe por-
HECIFE, 11 DE MAIO DE 1872.
.\otfcias do norte do imperio
Amanbacau bontem em nosso parlo o vapor
Cruzeiro do Sul, irazendo datas : do Para Io, do
Niaraobo 4, do Cear 6, do Rio Granda 8 e da
Parahyba 9 do correte.
AMAZONAS.
Chegara ao porto de Manau< a 16 de abril 0
transporte da gaerra Matsilio Das, cooduzindo
as commis-oes de limites entre o Brasil eo Per.
I'AR.
A presidencia da provincia saccionou e publi-
can as guiles leis provinciaes :
1." Autorisando o governo da provincia para
mandar urna cammisso de engenheiros a ilha de
Maraj, aura da estudar o estado e os efTeitos da
rauundaca, em que se a:ba aquella ilha, fazendo
voltar all a mesma commhsao na poca em que
se acbarem completamente seceos os campos
2.* Autorisando a reviso e alterado das ios-
trucefos exp.dilas para o servige da ponte de
podras.
3 Autorisando a presidencia para, das verbas
de daspeza da lei do orgamento vigente que nao
tiverem applicaqao, despender a quantia de cia-
coenta cootos de ris cora a eonstruccao de casas
para escolas na capital.
4.' Aboliodo o naposlj de 8G0 rs. por alqueire
de farinha, creado palo % 2o do art. 3o da le n.
694 de 2.1 de outubro de 1871.
5.a Aularisando o governo da provincia a man-
dar entregar os maieriaes da ermida de Naza-
reth, quanda f; demolida, iroaandade que se in-
corporar e lome o encarga de canstiuir urna ca
pella na projectada praea do Buulevard.
A mesma presidencia negau sanegao s leis
provinciaes do orcamanio da receita e despea da
aro7incia e autorisando a rescisao dos contratos
da companbia II viai Paraease, pelos motivos se
guiles:
a Volie a assembla legislativa provincial.
. Teodo sido eliminados da presenta projecto meot
de lii as verbas necessarias ao pagamento das
subvencoes da compaohia fluvial Paraense, e ten-
do a assemb a amansada a presidencia rescin-
dir os cootratis da mesma campanhla, qniz obri-
garcom a suppreso das mencionadas verbas a
resciio dos ditos contrato pela presidencia, in
vadiodo as.-ini de un moda formal e niuito expl-
cito as attnbuigSes do pcdtr administrativo, o que
torna, sem duvida, inconstitucional o presente pro-
jecto.
c O* coulrataotes s podem ser rescendidos, oa
por ccordo das Juss pares contratantes, ou oo-
mo pena imposta palo poder competente, nos ter-
mos das mesmqj oontratos.
Poriaato, autorisando a asserabla rescisao
dos contrates da corapanhia fluvial Paraense e
suppriminJa desde loga as verba1 para paganien
to das respectivas subvenidas invadi a esphera
da administra ca e quiz iautilissr os contratos naa
a dita cimpaniii tam catn a provioeia, \hl, fa
de iflluiga; qae AaiSl iva de hivr verba para
pagviaeBto do servido ia qnu|*bH pj >ontr,,(QS
deixao e esiir.
vinciaes; desde qua, paren, taes subvangoes na
se poderem pagar por falta ds verba cessam ai
ditas obrlcac5;s, desapparecem os contratos.
c Por outro lado o projecto offende aos interes-
aos da provioeia porque logo qaie forem rescin-
didos os contratos coma corapanhia lavial Pa
raense, ou logo que ella deixar de receber as
suas subvencoes, o qae importa o mesmo, arras-
tara a provincia a um pleito "nos trrbuoaes judi-
cianos, onde sem duvila. o governo lera de per-
der a a cela, porque a rescisao dos contratos nao
pie ser imposta seoao nos casos previstos p -i js
mesmos; fleando par esla forma a provincia obri-
gada a^nde nnisar-5es alm do orejaizo que a mes-
ma provincia sulf.eria com a falla de navegaclo a
vapor, s
O presento [ rajado de lei, autorisando a pre-
sidencia a rescindir os contratos da companhh
lluvial farsese por ter ella ieixaio i* cumprir
suas obrigacies.invadi as atlhbuicdes do poder
administrativo, raaico c rapetenta para conhecw
das irregularidades da corapanhia e impr-lhe as
penas qna estiverern delerrainadas nos contratos.
< A sssembla, pois, consliluiodo-se llscal do>
contratas da referida corapanhia e auiorisando
penas que a eslarera determiaadas nos mesmo;
contratas, senara da competencia exclusiva da
administragao indpendente de aotorijaclo do pa-
der legislativo provincial, sabio fra da espbera
das sua? atihbuig5es e invandio a esphera do po-
der administrativo, sendo portanto inconstitucio-
nal o projactj de qae se trata.
O rio Gaam, sahindo do sea leito, innan-
don todas ai margeos de nm e ontro lado, dei-
(ando por trra cerca de dazentai e casas e cau-
sando prejuizos por ora iacalculaveis.
No patacho francez ilvagnan chegarau
cam toneladas de trilhos para o cararaho de ferro
entre a rna do Imperador e a de S. J0S0, cons-
truido pelo emprezario da conslraecao do ces da
Marioha, para conduzir atea para aquella obra.
Ds volta de sua viagem Camela, cngara
capital no no dia 28 de abril, o bispe dioce-ane.
A Boa Nova, jarnal religioso, diz o seguinte so
bre essa viagem:
< Da volta de sua visita pastoral s parochias do
Tacantns, trouxe S. Exc. Rvm. consigo alguns in-
dios de ama Dova tribu qae comee-n tmida e pe-
ridicamente a fazer apprig5es, desde agoMo de
1869, na margena esquerda daqueile caudaloso rio
na aliara do sitio chamado LVns, algumas leguas
cima de Bailo.
E-le faci de extrema importancia no ponto de
vista ethnographico, -o anda ans debaixo do as-
pecto religioso e social, alientas as boas disposig-s
que aonunciam estes aborngeoes para serena al-
dados e catequizados.
Esta tribu chamava-se Apeiac. Demora por
traz da ierra do Ti acora, as immensas chapadas
inexploradas que inedeiam entre esta ierra e o rio
Xioga. E-tes Iodios sao da mnilo boa presenca,
rostos ovaes, olh as rasgados em ameodoa, e feigoes
regulares ; vivos, iolelligentes e de ndole man'a.
rifo sio de cor de cabra, como oa Chavantes, nm
to membrudos ; mas ciaros e de compleigao na-
tural. Marcara as faces com duas linbas arro-
xeadas, que comegam no meio da palpebra inferior
e descera parallelas al abaixo ia mandbula, onde
se lerminam com ligeira volta para fra. Esta
marca feita com tinta de genipapo (Genipa Bra
siliensisj embebida na' cutis por meio de picadas
que uesta fazem com um espiono, e s a recebem
os adultos, depois qae dio prova de f irga physica,
derrubando urna caga flaxada. Fazem larabem
um ligeiro furo na parte inferior das orelhas e na
parede interna que separa as foaaas navaes.
c A lingua, que fallam. muita eupboniea, sera
aspiragdes gutluraes, e inteiramente diversa das
linguas e dialectos cunh -ci los das outras tribus,
a E' verdad) que Castelnean e Martius failam
de uns Indios denomioades Apiacs (no mappa do
nosso N emeyer Apiucs) que demorara s mar-
geos do Arioos (alto Tapajz). Mas alem de ser
moralmente impossivel que esta tribu tenha emi-
grado do Tapajaz para vir estabelecer-se as pa-
ragens do Tocautins, obra de dez graos geographi-
eos para o poente, alravessando em sua passagem
as tremendas hordas dos Mondurucs, Canjes,
Apinags a outros povos lerczes, accresce um ar-
gumenta decisivo, a nosso ver, contra a idaotidtde,
a saber, o da lingua, pois que a altribuida por Cas>
telnean e Martius aos Apicas das margena .do Ari-
oos, inteiramente diversa, e nada tem de com-
mum com a que fallam os dovos Indios recente-
mente descoberlos. Assim, segn lo o vocabulario
que S. Exc. Rvm?. poude organizar dos poucos
das que tem estado com estes Iodios, elles cba-
mam o sol lili' e a la nun, as estrellas tirim, o
cea gabov, o vento aplen, a agoa paru', o fago
cumpol, o trovo imeret, o relmpago jami mttu',
o vero iramu', o barro grewa, o malo ifud, o
espelho orenn, a espingarda karey, etc., e estes e
todos os ootros vocabulos sao sem analoga algu-
ma com o dialecto tupi fallado pelos Apiacs ou
Apias, assim como com os das ontras (ribas
compreheodidas na Glossarlo de Martius. Por
onde concluimos ser os oossos Apeiacas ama tribu
at aqni completamente deseonbecida.
t Parece ter sido recentemen'e attacada por
outra que cha mam Aulecs, a qual combate a c-
cete, modo de fazer a guerra da que os nossos
bons Aoeiacs fallam com horror, pelo grande
estrago que eclre elles produzo. Se sonbessem
elles o que a nossa civilisaco tem engendrado
neste punto I
A nova tribu parece ser numerossima.
Eram mais de 500 na primeira apparigao, e causa-
ran, grande terror ao pobre Canillo e soa f imi-
lia, habitantes do Sitio Urub'. Mas, gragas aos
bons tractos deste humera chao e earidoso, forana
voltando depois em turmas menos numerosas, mas
sempre diflerentes da primeira.
O sea chefe supremo se chama Mompira, mogo
esvelto, bravo, alegre, casado com duas malheres,
e que tnosira-se desejoso de vir com toda sua
gente eslabelecer-se na raar|em doTocantin?.
Os doma Indios que esto agora ne-ta capital
sao capitaneados pelo chets Jangra, casada com a
joven Obighi. Esta a alojados em casa dos Itvds.
padres capuchinbos, era companbia do Rvm. padre
fre Miguel Aogelo que acompanhou a S. Fxc.
Rvma. na excurslo ao Urub, em salisfacio s
ordens da pre idencia, que tem-se mostrado so-
licita em promover a ealeques.
Oxal que a mesma presidencia seja efUcaz-
auxiliada pelo governo geral neste grandioso
erapenho, e que possamos ver era breve naa mar-
gens do Tocanlins ama (brscente colonia t
Tendo-se concluido as obras de melhara-
meoto mandadas fazer Da eapella do edificio do
arsenal de marraba, devia ella ser inaugurada so
lemnemente jaa dia 3 do correle.
Cantinaavam a grassar com lntens]dad3 as
febres de roa) cara:ter era Jagapefaba, Pacai Ja-
or Si e Bayio. '-
Em viagem para o Man, onde pretendan! ',
fundar ama colonia de parcaaro,, loratn capiPVa-
dos 5 escravos fgidas d& eap'iai,
A 24 de abril Ch*BAram a porlo de Belem
as cahoneiras bra*iWKs Ut*r>;quevDiate Felippe
n da estrada de farro do Madeira e Mamor O
vapar JEjiiiuraJar j est alem de Saito Antonio,
as proximidades da gran le eaelneira, onda ha
de ser um dos trminos da via farrea, ampregado
oa condoegio da vivares para os l-abalhadores.
O otate americano Silrer Spray, qae conduz a
seu bordo, desarmado, o vapor Mamori. para ser
empregao na navegigaodo rio Mamor, alem da
via farrea em principio d'exacugio, e-tava ainda
na Exaliaeio, qnando por all passoa o vapor Au-
gusto, ba coisa de quinz; das. En face das diffl-
culdades a superar para subir o Madeira, resolvea
o capital do SHcer Spray fazer rebocar o biate
pelo Anguila at cima de Sanio Antonio, duas
milhas ua grande cachceira, e cerca de quatro-
ceotas e nocoeota milhas da Exaltagao. O rebo-
qii fai coniratado par 3 030*000
Eil de-de ante-honiem 22 nonte ancorado
em ooso porto, de valia de saa viagem ao rio Ma-
deira, 0 vapor Augusto, pela primeira vea snlcon
as agaas do Amazonas e do san mais rico afft len-
te. E' ioteressante a descripgo desta viagem,
porque a regina p'-rcorrida pelo vapor das mais
ricas do Valle do Amas-mas, sem ser entretanto das
mais conhecidas.
O August) sahio de S rpa no dia 2 doco-ren-
te s 2 horas da tarde e as 6 horas penetravaoa fi
do no Madeira. E' explandida aili nitureza, que
eoire as mais peregrinas galas ostenta os mais
opulentos ibesooros qae podem desafiar a activi-
dade humana. Na dia 5, as 6 horas e 30 m. da
manha ancorava o Augusto em Exaltagaa, cerca
de 300 milhas da fe do 'adeira. All estava fan
deado o biate norte amsneano Silcer Spray da
Nacional B alivian Compuoy, p qual ha perla de 4
mezes estava retido a meio caraioho da franteira da
Bolivia, pela mpecuo-a carrente do Madeira. O
Augntto sabia da Exallagio 8 horas da nauta
rebacanda o Siker Spray, e as 6 h. 15' da tarda
de 7 passava por Baetu. A's 7 hars da noute
rebantou no rio urna hornvel tempestade. Cerrn-
se cdmplelameo'e o lempo, ebuvia a cantaros, e o
vapor singrava as agaas revaltadas do Madeira
guiado pelo clara a do i relmpagos. A's8h. 15
minutos leve de fundear, por ser arriscada a via-
gem em taes circunstancias. Cerca de duas horas
depois, palsada a tormenta, segiu o Augusto via-
gem rio cima, sempre rebocando SilverSpray, no
qual batera urna vez durante a tempestade. Faram
de pou ira.tita os prejuizos causados poresta
abalroagao.
As duas embarcagoas passaram ao meio dia
de 8 por Carapanatnba e s 4 hars da madrugada
de 10 aneoraram no Grato. O invern rigoroso
unja a engrossado com as copiosas chavas o volme
das aguas da rio. A correte era de 6 a 7 milhas.
Em taes condigoes pauco caminho venciam as duaa
enabarcagCes. Parto de Btetas arrebentava a bom-
ba d'ar d'uma das machinas do Augusto, pelo qae
leve elle de deixar o Silver Spray. Era no da 12,
e esta va m 10 milhas ayuem das Abelbas e 350
alem de Exaliagio. No dia 13, s 5 horas da ma-
nha ebegou o Augusto a Bam Jess d'onde sanio
s 8 horas 4Tjouie, com deslino a Santo Antonio,
onde fuodeon s 9 horas. Em Santo Antonio, que
esl 700 milhas de Serpa, fez os mais urgentes
reparo* de qae careca-Ibe a machina e receben
carga para Exaltagao. Descendo o Madeira passou
no Crato as 6 1/2 horas da larde de 14 e ancorju
em Strpa s 8 horas da manhaa de 18.
A axtracg:o da borracha tem attrahido ae Ma-
deira urna populaga, qae avultada, se a compa
rarraos cam a que babitava-ibs ha cinco annos as
margeos cobertas das mais loxariaote vegelagio.
E' porem nmade esta popolaga. Os lugares es
culoidos pelos vapores para pontos da saa escala
sao pela rnaior parte casas soladas, perdida? no
meio da fbresta, distantes nmas das outras leguas
e legoas. De Baetas para :ima raro encontrarse
um brazileiro. Negaciamos, regaioes, seringuei-
ros e at os remeiros das ubs sao bolivianos. En-
tretanto da Bielas fronteira da Balivla rega ain
da o Madeira mas de cera legoas de territorio bra-
zileiro. Os negociantes bolivianos trazera de seu
paiz os iodios, que muito fcilmente obim em cu
mero avultado. e realisam pelo trsbalho a corn-
mnnho social, que se ha de consolidar de dia
para da com as novas conquistas do progresso e
da paz.
t O Augusto deixon em Santo Antonio sen enge-
nheiros da va-farrea do Madeira e Mamor, que
icavam a seguir para alm das cachoeiras, ailra
de lamarem a direegao dos irabalbos d'esla im
.orlante empresa. Havia noticias de tar o vapor
Explorador transposto com feliz successo as pri-
me ras coebeiras.
< Um dos botes qae ltimamente chegaram de
Goyaz traoxe-nos noticias da cammisso de explo-
rago -s do Tocanlins e Araguaya. Recebemos urna
carta datada doApiasgs 2 de abril, que d as
seguioies informagdes.
Os Ilustres Drs. Pereira do Lago e Benjamn)
Fraoklin estavam j no Bacury do Araguaya, en-
tregndole com ardor aos estudos e trabalbas que
lhas forana commettidos pelo governo nac anal.
Da cac'ioeira do Itab:ca a Bncury, faram n'uma
mentara, srroslando rail riscos, porque aconselhou
o pratico Pimental, que di-se qae a laucha vapor
nao poda ir alm das cachoeiras, mesmo porque
elle na 1 padia coodazi-la.
i A's ultimas datas, porm, j estava a lancha
em Apinags e devia seguir no dia 3 da corrente
para S. Jao do Araguaya.
tonTo sr*'M i** negocianie uii Aa
~* nih C,<1i*Ti**'e> iDeriDI,0 am ,oxic. Jao 011-
m\ a proprielaria da hatel Universal, na
ciaaoo^a* ,ehrai por desgostos de familis.
...J*- alfandega renden no mez de abril.......
W.JWJM6.
Lemos no Diarto do tram Pera :
comp'.uiiia im obrigagao para eom o.fjd. Vem nos de Santo Antonio a noticia de que con-
verno porgue realce subvenf,^ dos ofres j>f9- i lioaaoj cota regolaridae o trabalhos prelimin
Guiada pelo pratico Tiburcio de Souaa Lima,
qae j pasara pelas cachoeiras na lancha a vapor
do Sr. Dr J. V. Cauto de Magalbea, trauspoz a
a lancha depois de penosos Irabalbos as cachoeiras
do Arrepeodido, Tortinho, Tartarugueiras, Jos
Correa, Ca;boeir Grande do Tocanlins, Pona e
remaosio do Bacury. Para pastar o pnmeiro pon
to gastou dous das, no segando e trceiro um, no
qaarto um, no quinto dous e na Bacn y d us.
Conven nao confundir Bacury de Itabo* com Ba
cury ds Araguaya, que nao cachoeira. O re-
inanso fui passado 00 dia i do crreme.
c A iancba vapor transpoz as eachoeiras sem
soffrer o menor desastre. O Sr. Henriqoe Di.s
Martin, fl.ho do Sr. capillo Constancio D as Mar-
tina, ioterroropeu a sua viagem e presten a tripo-
lagao do sen bote, a qual se eompoa de 20 pessoas,
para trabalhar na lancha al poder ella passar as
cachemiras. Tamben preslaram mnita bons serv
gos os Srs. Joao Ayres da Silva Joca e Jbo Af res
da Silva Masearenhas.*
t Eu liie reoomenendo estes nomes que citei
diz-nos n'oma carta o Sr. tenante V. Baptista de
S)U.zav commanlan'.e da lanchaporque os outro*
que. uor aqni tara passado, ae tora negado at
(Br'aeeer-nos carne, e a qae lemos obudo por
am prego exbdrbitanle.
< O estado sanuito do pessoal da commis9o
excellf'jte.
MABANHO.
' losiallon *e no dia 3 do corrente a aisembla
provincial, fijan 1o a mesa composta dos Srs.: Dr.
Jos Fraociaco de Viveiros, presideote; Antonio
Cazar Catanbede, vice presdanle; Drs. Francisco
Doaiingues.da Silva e Arlstidei Augusto Coelho de
Souza, secretarios.
A oova cammisso da prtca do commercio
fleon asiim compota : presidente, Vinhaes; se-
cretario, Augusto Nones; "o thesaureiro, Jos Da-
minguea Moreira.
Para a companbia de navegago chegara o
novo vapor Alcntara, construido na Inglaterra,
medrado 120 pea da comprmante, 18 de bocea, 8
e l/ de ponlal, e 6 da calado 'agua ; andando
\i milhas por ora; e teado accommadac/aes para
20 pasiageiros de t' classe.
. J- Falteceiam, na capital, o anligo rjegoajlanta
Amonio J >s de Azevedo, e o ! escriplorario da
alfandega Jos Gnerino de Gss.
A alfandega rendeu no mez de abril.......
258,8494159.
Em tesiataraento libertaran ara escravo cada
um, Antonio Jos de Azevedo e Alberto Coelho de
Sauza.
Lemos no Paiz :
No j jw commercial desta cidada agttava-se
urna questo em que eram partes, de um lado o
Sr. Dr. Frebrourg, ageote consolar de Fraoga e de
oulro o Sr. M. A. dos Santos, coma consignatario
da barca froceza HenrttU, que para aqui ironxe
aai carregaoseoto de carvo por conla da compa-
ohia brasileira de navegago vapor.
Ninfraganlo esta barca na entrada da barra,
fez o Sr. cnsul vender os salvados e arrecadou o
dinhsiro realisado, 1:780*000.
O Sr. Sant?s veio sen turno reclamar e3sa
importancia, a qual de'ia ser remettida para a
(oglaterra.onle so devia liquidar o seguro.
Oppoz se o Sr. vice-coasul, por ter ordem de
seu governo para remetter ao ministerio da mari-
nha todas as importaocias de salvados.
t Replleou o Sr. Santos, e responden o Sr. vice-
cnsul que mandare cobrar o dinheiro em Fran-
g para oode o havia remeltido.
< Levada a quesia aojaizo commercial, fai o
Sr. vice-consol compellido fazer eotrega do di-
oheiro, e cerno arada se recusasse, expedio o juiz
manlado de peonara contra os bsos do Sr. vice-
cnsul, o que fbctuou se.
a Julgou o Sr. vice-consul qaa este procedimeD-
to tolo legal era ama ofleflsa 00 seu plido, e por
isso offlciou ao Exm. Sr. presidenta da provioeia,
declarando ter arreiado a bandeira de sus nago
cessado as relagoes com o governo, at ulterior
deliberarlo do ministro francez no Rio, cojo co-
nheciraeoto vai levar o occorrido.
t Para defender os dlreilas dos subditos france-
zes, caso seja oecesario, apresenton o 3r. vice-
coosol presidencia da provincia o Sr. vice-coo-
snl de Inglaterra.
Fui demais su ceptivel o Sr. vice-consul de
Frang, pois sabe que o cargo que aqui oceupa
nao Ihe d as imraunidades que se arroga. As
nossas autoridades enmpriram o seu dever.
Ver o Sr. vice-consul que o sen ministro
nao lhe approvar o proeedimenlo que acaba
de ter.
t Escrevem-nos de Miritiba :
< Fallecen no dia 13 do corrente nesta villa o
capillo Francisco Jas da Foicca, chefe da gran-
de e honrada familia-Fonieca.
Era o Qoado nm dos hroes que, sempre flel
ao governo, conbatea denod idamente os rebeldes
naj s ne.te, coma en outros lugares desta pro-
vincia, sendo ento presidente e commandante das
armas o coronel Lola Alves de Lima, hoje duque
de Caxias. Estando ceno ha largas annos, foi de-
pois atacado de bylropesia, que ba mais de qua-
tro annas o trazia prosudo n'nm leito de dor.
Sua morle foi geralmente sentida por todos os
habitantes desta villa, a qoem presin muitos e
valiosos servigos.
t O alferes Raymundo Maia da Carvalho, acen-
sado como mandante de urna tentativa de assassi-
oai-a contra o delegado de polica do Rosario, Ray-
mundo Francisco Macbado, praticado em 22 de
margo da 1859, foi por diversas vezo9 submetiido
ao jury do termo do deliel i e ounca pode ser jul-
gado, porque dos 104 cididcs qualicados para o
jury 80 eram impelidos como juizes, peritos, tes-
temunhas (> estas monlavam em 32 I ), prenles
do ac:usado e do offeodido, etc.
% En visla disto foi transferido o julganento
para o termo de Icat da mesma comarca, onde
leva lugar no dia 15 do corrente.
Presidia o tribunal o Sr. Dr. Morato, era pro-
motor o Sr. Dr. R. Reg e defensor o Sr. Dr. La-
peraberg.
Comegou o interrogatorio ao meio da e ter-
minou s 4 horas e 45 minutos da tarde. A lei-
lura do processo esteodeu-se at a meia noute, e
os debates al as 8 horas da maoha. O coaselho
depois de ama hora le confereocia absolved un-
nimemente o acensado.
< O presidente do tribuna! appellou, e mandou
passar alvara de saltura.
1 A deciso do jury do Ical nio se pola cas
siQcar de ajusta, porque sobreest hornvel crime
nunca se fez tada luz.
PIAUHY.
Deixon a administraga da proviacia o le-
nent9 coronel Osorio, 6* vicepresidente.
Este vicepresidente, sendo do partido liberal,
fez muilas raudaogas no mundo ofBcial principal-
mente oa polica.
Tinba chegado o 2" vice-presidente, Taeotonio
de Sonza Mendes, que consta por cartas ter as-
sumido a presidencia.
Fallecaram o tenente-coronel J0S0 da Deo3
Moreira de Carvalho, e Antonio Maria de Souza.
_ Tem chovido extraordinariamente em toda'a
provincia.
L-se no Amtgo do Povo :
Noaono nanceiro de 1868 a 1869, segando
urna n iia amiga existente em nosso poder, maia-
ram-se para o consumo publico da cidada 2:975
rezes ; em 1866, conforme oannexo n. 11 ao re-
latorio de 1868 do vice-presideote da provincia fa-
ram martas .'fe281 ; no de 1870-70, segundo nma
nata que se dignon fornecer-nos o Sr. Elpidio Ro-
sa, escrivo da collectoria provincial, o numero de
rezes foi de 3:075.
c Duranta o aono financeiro prximo passado,
segando anda urna nata do Sr. Elpidio Rosa, forara
exportados os seguimos geasrospor esla praga :
se fcilmente, segando annancia o referido coatra-
lante.
Desde o da 13 do correte principioa a tra-
balhar a serrara sobre a direegao do hbil mi-
chjoista John Robertson.
Cbegou ni dia 5 de abril, e tomn poese da
cargo 00 dia seguate, o Dr. Braalino Candido do
Reg Mendes, juiz de Direito da Tberezina.
Obtendo ama liceoca dias depois foi a .'axias
buscar a sua familia.
Escrevem-nos da Parnahyba em 23 de
abril :
< Temos tido este anoo om invern to rigoro-
so, acompanhado de grande enchente do rio, qae
nao ha lembranga de igual nestei 40 annos atraz f
Nos roezes de feveriro e marco choveu todos o.
dias e nontes I As roas da cidade esli constan-
temente alagadas I nanita easas tam se desmo-
ronado e grande numero ameagam graeda mina.
Entrou e vai correado na mesmo estala o mez de
abril.
CEAU.
A directora do Club Cearenu, novamente
eleila, comp5e-se do< Srs.: Victoriano Augu-t
Borges, presidente ; Laais San J, ihssonreiro ; di-
rectoresSevernno Ribeiro da Caoba, Dr. Anto-
oio Meodes, Goilherme Racha, Caoba Moreira e
Dr. Joao Moreira.
A directora da AssociacSo Commercial leon
assim coraposta : presidente commendador Lniz
Ribeiro da Caoba, vice-presideote tenente-coronel
Severiano Ribeiro da Cunha, secretario Joao Cor-
deiro, theioureir a Manoel Francisco da Silva Alba-
no, directores F.ancisco Jaaquim da Racha, An-
tonio dos Sanroz Braga, Minoel Pereira Va-
leote.
Tinba voltado para S. Bernardo o Exm. e
Rvm. Sr. bispo eleito de S. Piolo.
A alfandega rendeu no mez de abril.......
133:144*249 rs.
Lemos no Pedro II:
. t Escrevera-nos do Pereiro em 4 de abril: c O
invern por aqui vai deudo immensos prejnizos;
alm de ler deixado os agricultores sem rogados,
as eacbeotes dos ros tem lvalo os legames dos
poocos que existem : Nio ha mu tos das anda
arroohou um agude do alfares Manoel Laurenra
de Sant'Anna que deu prejui'os extraordinaria?,
lano a seu dono de qoem earregon, alm de ca-
iros muitos objectos, diversas pegas do engenho e
nm carro, e i outros proprietarios habitantes na
margem do rio por onde despejoo se aquella im-
menso peso d'agua.
c II-'-ia forma, sendo o anno lio ahondante em
ebuvas iofaiiivel a eseassez de legomes e por
certo decrescer no prego o dizimo de mina-
gas. >
RIO GRANDE E PARAHTBA.
Nada occorreu digno de mengo.
porto o
dePor-
Kfollelas da Europa.
Hoolem tambem amanheeeu em nosso
vapor inglez Zembra, portador de joroaes
tugal de 14 a :3 de abril, qae sabio de Lisboa pon-
es s hora? .aotes do Ariel qne chgon ante bontem.
Da revista dos jornaes colbemos o qne segu.
qae, renoido ao qae bootem publicamos completa
a serie dos fados ocearridos de II a S4 de-
abril :
Algodo
Famo
Goaros
Sola
Palles midas
Escravos
Ras e vaccas
Cavallos e eguas
< A collectoria provincial
arb 14:230
art) 536 22,32
5:116
6:612
165
27 '
240
18
rendoa diraoie o re-
>
ferido anao32:038*246 ris; sando
Imposto de 2| rs. sobre rez verde
Imposto de 500 rs. sobre parca
5 "|o sobre arb. de algodio
Dilo sobre fumo
Dito sobre couros
Exportago de es:ravos
Meia siza de ditos
Exportagad de animaes
40 *|. sobre agurdenle
Decima urbana
Casas de fazendas seocas e molbados
Lajas de ouro e prala
Bilhar e escriptorio de advogalo
Tabernas, ag-augues e padarias
Boticas .
.Negociantes ambulantes
Emolumentas
10 *|. sobre empregoa provinciaes
Fiaoga admiolstraliva
Folha corrida
Mallas
Divila activa
L-se no Despertador, pequeo jornal que acaba
de apparecer na Taerezina :
- Tendo o Sr. David Moreira Cal las celebrado
um contrato com a cmara municipal desta capital,
em virio Je do qual tem da dar explicagoas publi-
cas sobre este systama, duranta tres mezea, mar-
coa o mesma Sr. David o da 10 do correte, pelas
ti liaras di raaona* pra ler lig.r a ! confe-
rencia, na casa da cmara.
Mais logo serao distribuidas rail tabellas ^,8 re. I
6:1505000
411*500
5:027*533
254*765
2:975*374
l:35(l*00a
1:731*000
286*000
512*000
2:692*490
940*000
210*000
161*000
79*000
60*000
50*000
4:146*420
1:736*311
60*000
6*600
83*000
3:111*641
duogio, pelas ..naes poderj qualquer pe^soa joiif-1K *7;;;;4J 9 iod'o"
HRSPANHA.
Um telegrama;a olflcial do governo hespanhai
aoouncia o levantamento geral dos Carlistas no
domingo 21 noile, ao grito de vira Carlos Vil e
morram os liberaes. Apresentiram-se guerrillas
da paisanos armados em Navarra, Gaipuzcoo, Te-
ruel, Len e Huesca, algumas das quaes comman-
dadas por ecclesiasticos.
O governo adopton as providencias mais enr-
gicas para acabar iramediatamente com a rebellio
e castigar severamente os sublevados.
Pir mandado julcial f >ram presos os membros
que compunham as juntas carlistas de Madrid,
Valladolid, Zamora, Burgos e outras capitaei.
O exercilo e o voluntarios da liberdade, os ci-
rabineiros e a guarda civil perseguem os subleva-
dos com o maior embasiasmo, e o governo tem a
certeza de acabar em poucos dias eom a insur-
reigao.
O levantamento nao cansn sorpreza, pois j ha
bastantes dias que era esperado, e at se dixia
qual era o dia em que se devia verificar ; e alo-
prensa desde a vespera que tocava o rebate, e
prevena o governo
Segando voz publica o da me de Madrid es-
tava em Bayona, e sea irmio D. ARunso de Bonr-
bon y Este, que seivio nos zuavos pontificios sabio
de Junes com destino as costas de Hespanna, e
deserabarcoa era Oran.
O ministro do fomento, seguodo diz o Imparcia!
havia mandado chamar os directores das compa-
ohiai de farro, e dissera-lbesqae entrando no pla-
no dos sublevados corlar as liabas lelegrapbicae a
as linhas feoeas, qae era conveniente fazer re;o-
Iher o material circulante s eetaedes prioeipees
aioda qne d'ahi resoltasse ama mterrapcao tem-
poraria no servigo da via.
Os depalados carlistas em una reumao qae ti-
nham celebrado antes, resolver adotar ama pol-
tica de abslengo, contra o pareeer do Sr. Noceda'.,
uao tomando parte as dekberacpes do coa-
gresso.
Os radicaos que os joroaes ministeriaas lem ac-
ensado de alliados dos carlistas, nao s na Iota .
eleilwal, como no terreno da larga, na primeira
occasio em qne estes appeHassem para ella, pro-
testara enrgicamente, por meio das suas acedes
oa imprensa, contra os propsitos libertieiiaa que
a voz publica snppde aos partidarios de D.
Carlos, e aconselhavam os a qne desisiissem
delles.
Crafossam qae a responsabilidad) do movimen-
to, se vier a realisar-se per tenca em parle a a go-
verno, qne cora o seo sysinema de ganhar ele.go.-s
privou a menora carlista de muitos representan-
tes que deviam legtimamente senlar-se no con-
gresso, mas accrascentam que isle nao bala par*
absolver o partido da insurreicao, a que pares
querer recorrer, quaude dentro da* viaa logia.*
tem meios para lazer valer os seos direiuas, ea>*r-
tidos que nassa campanba de daaaggravos para a,
jusliga e at para a deceoeia goveruamental e
promptos a auxlia-lo.
O Sr. Sardoal, primeiro alcaide de atadrid, a
eommaodante toral da milicia naciooal, oRVreoeo.
em nome dos volunurics de Madrid sustentar eaar-
gicaraeota a ordem.
Todos os voluntarios de Haspanha elarecerao
o seo concurso ao governo contra a tultlevacla.
carlista.
Q general Caliera proleslou soleranemeoie ca-
ira os pr.jectos do duque de Madrid, e nio appro-
va o levantamento dos seus partidarios.
O rei tencionava abrir pessoalmeme o parla-
mento, e fazer a leitura do discurso da c-.ro.
FRANCA.
Daily Telegraph annancia positivamente qae o
bario da Arnira irooxera a Versailles nm uluaaa
lum da Prnssia, considerando que a lei da reorga-
nisacio do exercilo, e o discurso do Sr. ThtMi
come ameagas de vinginga exigindo a redcelo
dos armamentos e das faroas militares ; aob pasa
de ser o territorio fraocez novamcale occapao
pelas tropas alinales par garanta fia divida e da
paz.
Este nlmati'-^ acht.je desmentido, test pela
impresa'ol)B,0 pe|0 goverao oglai, que.aejrafo4
00 parlamento nao ler coDheeimen'O alguo i"a-
quelle documento diplomalQO, A4**aW"ia qae
^despacho do Sr. t amarle muito pacifteo.
es paaporte eoire a fttt-
l
luBnll J


3

__
[fdH6 *" r*> e
Sabbado 11 d.
1812
t
? a Blgica, a nos porto do canal d> Mancas. P'ilceare o c*so de una, janpanbia da roo
de sappr qae a Hespaeti, a Italia*. StKsa ^ttanattstftjue ,i hftaaWfc odHWgal |
miMo de
- V i
*

qoeiram
O daqaftlMrof lie dea a. sua deailBa de em-
baixador eaa Loadres, por 'motivos de nteresse
pessoal. Atada se nio sabe quem ir substi-
tuir.
AI.I.KM\NH\.
n parlamento allemo approvou no da IS os
tratados consulares celebrados con a despeaba e
coa a Italia.
O tratada de coureacao celebrado entre Porla-
Sil e o governo alicario dea origem a o debate acerca das disposic5es relativas i exfra-
dio;io.
O Sr. de Bennigaea tinua proposto sn adha-
menta a este artigo prescrevendo que nenhom ei-
oaiao allemao posta ser extradjcto, qntlqaer qne
seja o caso qae se aprsente. Este aMitameuio
que era inatil seraelhinte clausula qtre j eslava
prevista na legisla ci anterior.
AUSTRO-HUNGRA.
O imperador re encerrou no dia 16 como esta-.
va anounciado, a sessio da Dieta da Hungra. O
discurso saperia! ra manifest exclusivamente'
hngaro-; falla so des negocios- do reino, pondo
em relevo os beneficios do passaio e mostrndole
sabio de reeriminacoes a proposito das complica-
t6m ae ameacana o X. tur a.
ladrea, come um des mais importante* resalla-
dos da sessl) a organismo jodie al e e separa cao
da ustica e da adrainistraca. Registra o melho-
ramelo progresivo da silnacao tioaneeira qne
permiuia, semo auxilio de novo i impostas, consa-
grar crditos importantes a Instruc^io, as obras
de utilidad geral e a inetitoicao das militas na -
cionaes.
O resultado negativo do ultimo periodo da se>-
lo, destinado a le eleitoral, iue a esquerda nao
deixea Votar, (em apenas ama carta mensao no
discurso imperial.
ITALIA.
Sua sabdaoe frz ua allocncio ao receber al-
guna ceios de estrangeiroi no Vaticano, como el
les Ihe pedisam a barcia paoal para os calholi-
cos de todo q universo, sua saafidade fez urna bre-
te oraca abeocoando Portugal, a Hespanha, a Al-
lemanha (os velbos catholicos merecerara-lue o
espirito de neacio*) a Austria, a Blgica os caibo-
lieos da P, (onia^da Irlanda e das Aroericas ; e ao
deitar abeoco sobre os. catholieos franceres fez
ama allasio ao partido do Sr. Veaillot, e' disse
que elle olvida totalmente as leis da caridade.
O orgio do Sr. Veiullot mostranJo-se sentid)
coco a admeosucao diz :
As palavras do santo padre, sao urna censura
inesperada a opiniao que representamos e no-
impjssivrl dissimular que consideramos essa
censara como exclusivamente dirigida a no-
a Somos flUios obediente; o nosso principal e
c anico empenho obedecer. Ss o nosso pai e
joit acha que nao podemos dar a nossa obra o
< carcter reclamado pelo interese da igrej, di-
la hemos por terminada e desapparecere-
mos.
Oxal qn< o facam como prcmettera ; mas du
vidamos. As palaVras de Pi IX censurando a
acrimonia du foihas ultramontanas foram a o I h i -
das ora vagos rumores de approvaco.
Dii-se qao o santo padra proaeitea* allulir na
primeira audiencia publica que dr ans inconve-
nientes que. provera para a igreja da exaggeracao
de certos orgaos catlicos.
O Sr. Visconti Venusta d'sse as cmara?,
qne nao tencionava pnbl car os danenlos diplo-
mticos rela'ivos a Roma.
O governo quiz provar, nao capa nota=, mas com
fastos que o papado era respetado as suas altri-
baicOes esplrituaes.
0 so icitude pelo pontiliee e palos interesses rel:gio-
so% mas manifestaran! ao mesmo lempo desojo'
de ter com a Italia reUcoss cordeaes dando por
nase a essas relacSes a nnica bae possivel qae
adii faltos consunamado. Ti des as potencias
revelara a poltica de apasiguamento.
O governj italiano envin ao sea represen-
tante em Bruxellas ama n*ta aitenciosa, mar enr-
gica, am de chamar a atteo;ao do governo belga
para certos (actos qae apesar de poaco importan
IM tm si dio i poltica da Blgica com a la Italia
cr pouco amigavel.
O governo italiano qaeixa-se do modo singular
porque estabelecea a sua residencia em Boma a
ezafo belga, da liognagera hostil que usara com
^. iulia a-maior parle das fclhas catholicas be'ga^
da attitude branla dos ministros iuanlo, na c-
mara dos deputaios, e no senado furara desappro-
vadas pela opposicJo as aggresoes publicas con-
tra o governo de Vctor Manoel.
I.NGLATBIIIU.
0 5r. B. Cochrane levaotou n'uroa .d1s ultima*
sea-8ei da cmara dos commuos um debate ex-
:ensisimo a proposito da sociedade internacional
Perjiuntava que providencias tencionava o goer-
co :omr cmtrajualla sociadade, qie cada da
?ede- -ivolve rasis, ameajandoa Inglaterra de pe-
- jaaotosos.
.-sp.ndeu Mr. Fawet, d-^pulado por Brstoi
i.iaaio qae quando a sociedade pra.icar a:tcs pn
l Jos pelas leis, estas tero a mais vigorosa applica
cao, mas que p&r emquanlo ca ha razj para cas
. par. PolML-amente, punir os raembros da Iater
naciMal, seria praticar um acto de m poltica.
imporuncia d'aiaella sociedade, funda-se em
;a!-03 principios economices. Tiiiham promtttido
2o povo qulotio no augmento da rqueza nacio-
ualj e Como, ha um quarto de seculo qae esta
resee, e elle contina a j;zer no mesmo estado de
-.seria, quiz descobrir por que raeios poderia che-
i*r a melhorar a sua po?i,-..>. A Internaciunal
i roroette melhora la por meio da interveoc,o do
-Mao. Purtanto neces-ario converter o povo
; ideas econmicas mais jutas, fazer compraheu-
>r ao operario qae o estado ao [ule mudar a-
vaircSts da sua existencia e que deve cootar
rorasigj se qujr eliiorar realmente a sua pos-
eo.
OSr. Broce, ministro dn reim, deciarou ser da
. i.niao de Sr. Fawcet. O incidente naj progre-
sa.
No da 16 a cmara Ids commuos approvou
por S89 votos contra 139, apesir da resistencia lo
governo, urna resolucejio apresentaia por Sr. Mas
ey Lopes alim^de ofeter melbor raparlicao dos ira
..-.otos e reduc) dos encargos que pesam obre
..s proprietario?.
O cheque ao gabinete foi aeolhido com applau
sos nos bancos dos conservadores.
A memoria apresentada pelo governo ingle:
a comxisso arbitral de Geoebra acerca do nego-
:io Alabama, diz que "urgi urna delntelligencia
entre o gabinete de Londres e o de Washington a
respeito dos pre^nizos indirectos pedidos por este,
e inanifesta a esperauca de que termine antes de
15 de jnnho. A Inglaterra tenciona indicar os li-
mites dos prejuizos directos e reserva de todos os
reus direitos na qaestio dos mdirectos.
Assegura-se que a commissao da cmara dos
representantes americanos parece favoravel re
'.irada das reclamacoes iniirect?.
O Dailu Ntws diz qae o Sr. Gladslone ser
derrotado na qnesio do bil relativo universi-
dade de DubliD, e neste caso pedir a ?ua demis
sao, sendo subsutuiao pr um gabinete conserva
dor.
As eleicSes geraes sao em oulubro.
PORTUGAL.
Em x3 do correte escreve nosso correspon
oeste da Lisboa :
Foram as ertes de novo prorogadas at ac
3m do raez, desde 20 que tinha sido o termo da
primeira prorogacai. Sr preciso anda decre-
tar terceira, porque a cmara dos pares, qne sa
da tem podido fazer pnr falta da assnmpto, agora
qne principia a oeenparse da disensso das me-
didas tribotarias qae tem passado na casa electi-
va. Calcula-se era dom mil contos o augmento
de reeeita provenienle das propistas de lei, qne ja
foram approvadas .na samara dos depntados Se
o ifUctl, pela approvaco do ^njuneto d'ellas
nao flear xiincto completamente (o que alias en
iravanos planos do ministerio e constara do nota-
billslmo relatono com que o Sr. Fontes Vielra de
Mello preceden as proposta-), flcar ello em muitn
atteauad\ E* esse o principal intuito do governo;
e diga-se na verdade, o tambera da opposicio,
qoe nansa a hoave menos faccio=a. Por eonfls
sio iaeospeita dos propries ministros, a opposicao
digna de todo o louvor, pelo civismo com qae
ss tem havido, deixaido de lado as questd^s poli
ticas, para nao crear especie alguroa de embira; >
on impedimentos marcha regular dos debates.
< Espera-se a todo o momento o vapor transpor-
te do estadoo India, com S. A. O Sr. Infame D.
Angosto, o bata hao de caradores d. 1 do exerclto
de Portugal, qne se tinbi expedido quando eons-
tou em Lisboa qae alguas orpos do exercito da
India Pirtuguera se tinbam revolucionad >.
< O vapor Ind>a hontem telegrapbara de Malta.
Eslo a postos os reboeadores, e algn? vapores
flaviaes, para esperaren! o India ra da barra.
Alguns ftsi-jo* se prepararam para celebrar o re-
gresso do irmo de el-rei.
Novos boatos de nsurreigo militar as tropas
ex-
pira
ir servir na ludia, ter asaltado e anteagade o ca-
pii s ouiras irreguterlade de mapberdlBeele.
Vendcwe qne d'eatas noticias nio rece la o in-
vern telograaima,
Que to atrasadas taes noticia?, o qae Ihss
nao lira a gravidade, e que em todo o caso sio
posteriores i tio fallada ra--urreicjio da India, a o
qae mais deploravel atada, partirem estas no-
vas insnbordinacdea da tropa expedicionaria. Em
quanto nio Bear assentado a- abolilo de corpoa
especiaes para o ultramar, teremoi sempre destes
desagatsados.
E* mister qae o exercito seja ara so; o que les-
taqae alguns dos seos corpos para o servico colo-
nial, como a iogli trra faz ; comosefej ha poneos
metes com o batalbio de cacadores p. 1, do qaal
nao honve a mais lev* quefera de disciplina.
Os depntados qnerem e precisfc ioterpellkr o
gWrno sobre as cousa da fodia ; mas as ioier-
peUa^Ses Oeam addiadas ; as dscussSe sobre es-
te interessante assnmpto sio todos os dia* procras-
tinadas, porque o miaisiro da marinba e tramar,
alias bomem de muito talento, orador insigne, e
asaslaboriose, o Sr." Jayme lonlz, e muito acha-
cado, e de muito dbil eonstRuicio, e a tnaior par-
te da terapo nao pode comparecer as sesudos do
parlamento.
O Sr. os alaria Eofeoio da AVaefda per do
reino, vigorosa inteiligencia, que pot mais de urna
vez tem sido iadlgitado para entrar non cooselnos
da corda, foi hontem attacado de m insulto apo
pleiieo, na cidade de Evora, onde possae grandes
propriedades rottes.
Um trem xpresso parti beatam mesmo pelo
camioho de ferro de sal para levar ihe o Or. Abel
Maria Jordn, atim de ver se anda possivel sal-
var a. existencia desle bomem iliuslre. Oxal.
O Sr. Jos Mana Eugenio o mafor proprie-
tario agrcola de Portagal. E* provedor da nacio-
nal casa pia de Lisboa.
< A agencia telegrapbica Havas, vai lomar gran-
de deseovolvjmento em L sba, onde ja tinha ama
succursal importante.
f Supponbo que tem isto relacao com a proxi-
midad* do estabelecimento da linba submarina
para o Brasil, com ama eeaci) na Iha da Ma
deira, onde j, at o tim de correte anno de 1872
deve estar submergido o cabo telegraphieo.
< Fez-se publico aiiai en tod*os os jornaes, qae
o Sr. btro de Man, soncessionano de ama linha
telegrapaica submarina oas cestas do Brasil, nao
duvida vir a nm aciordecom Mr. Despechar, com
o qual o governo portugus celebrou um contrac-
to provisorio para o estabelecimento do cabo tele-
graphieo entre Portugal e o Brasil.
< Oe Pars, em telegramma de 15 de correte
comroamcaram o segrate que todos ts jornae
reprodaziram :
t Parir, lo A conferencia diplomtica dos re-
preeentzoles de Franca, Portugal, Italia, Brasil
Dinamarca, reunida ne sabbalo sob a presidencia
do Sr. de Reroasat, declarou aulla e sem etfeo a
concessao reta era 1866 a issociacao Balesirlni
para o est^beleeimento de um cabo submarino en-
tre Portagal e o Brasil, com raralBsacdes para as
Antilbas. Foi concedida eondicionalmente a nova
concessao a um; eompaohia iogleza. >
Para outubro ou novembro de 1873, estaremos
pois em corcraun eac.o telegrfica com Peroam-
buco. Babia e Rio de Janeiro.
< Um despacho simples de 20 palavras nao ex-
ceder a 20JOOO res fortes.
Continua anda a emigracao para a LuUiaoia
(E-tados Unidos) a fazer-se em grande escala ; os
agentes eogajadores illudera os emigrantes diien
do-lhes que vio ser transportados para o Brasil, e
e elle- apreseolam se no goverao civil de Lwboa
com passaporte para o Bras 1, os qaaes passapor-
tes sao troca Us por ouiros ultima hora, em
virlude e nos termos dos regolamentes.
Alguns emigrantes de:laram-se illulido",
dente M*. Gillot, vice preaidente do coate-. por oalri:Qaal ser p periodiCD
ho tdmlnistrjtivo. prireMiro se ab tenha de relatar casos ^i
MaU de dois ter^s das acc5es sobs-
criptas achaa sereprpsetaiiis peles accio-
piistas presentes em virtode
qoe Ibes foram conferidos pelos acciooistas
aijseates, foram Horneados escrutiadores
os Srs. Degraoge e Keller, e secretario o
Sr- B. .Martina da Silva.
i Constituida a saesa tonara se as se
guiotes doliberagoes:
t l. Qae os subscriptor** da primeira
serie das acedas realisassem iatdgr<*la*Mte,
at ao fia do prximo mes de maio, a im-
porta ocia da saa subscripto:
3.* Qoe o coaaeroo administraiivo pro-
cedesse emissio das ootras qaatro series
das accoea :
< Quanto aos ass awnmptos presen-
nao embarcam, porque ninguem pie obrigal-o
Urna parte da iiupreosa faz sentimentalismo e
lastima-se, ootra trata a qaesto de um modo
mais TO;itive.
c Qaanij a tsu, a raais ssnsata nao jalga que
a culiivacio des terrenos nclitos de l*. rt -gal,
seja a panacea qne nos salve Je-te desfalque de
bracos e populacao valida, qae os transportes gra-
tuitos (ou pareceodo o ser) nos es'lo arrancando
todos os d as aos ceotos, aos mistures de todas as
provincias e dos Acore,
< A qaesla) est no modo peh qual se preten-
der colonsar o Alemtejo e todos esses exieusos
tratos de terreno inculto qne urna poderosa com
pacha nacional se propSs arrotear, como por ve
zes Ihes tenbo dito.
i E' preciso que ao colono seja promeitido nao
f o salario do seu trabaltn ceno ; mas qae Ihe
dera a eperaoca de vir elle a.ser proprie:ario
custa de probidade e de trabalho.
ii Ora o trabalho aqu nao falla mas nao pas
s-.m de 300 res diarios oa salarios dos trabalha
dores; tem de 700 reis diarios es salarios dos
operarios e como isto sem esperanza de meho-
rarea, meio grara porque v;u v^iiar fortunas
feitas da America.
A quesiao nao ser o clima da Nova Orleans
doeotio, nem mais ou menos insalubre para os
poriuguezes o do Brasil.
.Nao cora predicas e lamentagoTS qae se pO
am prego na roda da eurgracaVoera levantando
excessivamente os emolumentos e sello dos pas
apones como se alvtroa e espalhoo."
t Golcnisem caos no-sos vastos terrenos incul-
to, mas cora ura bom fystema. que a emigracao
aitennar-fce-ha.
t Nunca acabara, porque est na ndole aven
turosa dos de?cobridores do carainhj da India, e
dos primeiros
Cruz.
povoadores das trras da Santa
a A imprensa italiana e a nespanhola tem enca-
recido com merecidos gabos, apontando-o como
exemplo aos seus, este nobre empenho de arroiear
e cultivar os terrenos inculto, como em Portuga
se pretente fazer. Oque, s^bre lado, iraportin-
tsixo aseoar no systema a s-gu:r para ]ue
essa colonisaclj desvie a torrente da emigracao
qae nos despova a trra. H-i de obter e man h r
Ihas os pire:eres das commis-oes da administra-
(o publica e de agricultura da cmara dos depu-
tados sobre a approvaco 9 saoccao legislativa que
a companha naccn I requereu tara os seos e-ta-
tulos E' muito seasalo o que a!li se ex^5e.
E proposito :
< As Lltus publicas da Portugal tem agora
o'estes unimos das estampado ara annuucii da
poderosa companhi ingleza The Brazilian Coffic
Eates Compiny Limited, sob ccatrato com o gi-
verno imperial brasileiro. C3pal em libras ster
Iraas 250:000, em 2o:000 accSes de 10 libras
cada urna. Tem o capital pago 5.000 destas ac
gSes. Trata-se de emittir ii 20:000 ac^oes res
tantes.
< A succursal desta companha em Ltsba e
Porto o Lando a & Brazilian Bank Limited.
t Escaso de manaar-lhe o prospecto i em-
presa porque dive ser ahi' bera connecidj. Refe
re se aos grandiosos trabalbos de coico saca i
cultura j feiles e planeados na grande fazenda
Angltca sita na provincia de S. Paulo u'esse impe-
rio.
Os eapiaes correra para oada os dividendos
sao mais prcraettedores.
Oicapitaes nao es:utam senmenialismos nem
a voz do coracao, et:, etc. Ora 03 .dividendos
o'esta empresa sao garantidos em 7 por cento du-
rante as primeiras fresamos. Mas a companha
promette estar habilitada a pagar 20 pir cent a
por anno sobre o capital nominal da companha.
Contra isto qae nao ha prisa nem racioci
nio possiveis I E como o seculo calculador, ca!
calemos tambem e colonlsemos cora clcalo. Alias
a emigrici) vai para onde Ihe acenaram os lacros,
e os eapitaes tambem 1
i Foi approvada hontem pela cmara dos de-
patados a convenQio consular com o Per, e o
tratado de commercio com a Allemanhs. Tambero
fot approvada pela cmara a eonvencSo telegra
plica com a Hespanha para a redcelo do prego
das participarse.
t /i foi apresentada pelo mini-tro das obras pu-
blicas a proposta para ser o governo aoterisado a
proeeder aos regalsemos necessanos para a
emissSo de vales pelos nossos consulados no Brasil,
por qaantias at lOOaOOJ. Parece qae v preraio
da emissio nao exceder a 4 por cento. Anda
me parece caro. Todava a medida til e facili-
tar as namensas remessas de peqnenas quantias
a muitos individuos portuguftes que ali esto e
desejam mandar mensahdades a saas familia, Ptc.
* lio governo propoz a approvaco dos estatu-
tos do Banco de Guimaraes, como banco do emis-
sSes de deposito e de circularlo. A accBes esta \
j coa o premio de S^JOOrs., e na5 apparecem
no mercado.
t Tambem, idntica propost foi ha dias apre-
sentada em relaclo ao Banco Nacional Portuguei.
Sobre este banco l-se o seguate em todos os
ornaes desta raanbaa.
A asjmb!a geral do Banco Nacional
Portuguez reunio-se ao dia 20 na sede do
jorro-
rosos, pormenores de criaMa, snjcMjos,
>ess3es >*e tribuaaes crimiaaes, as circula-
dos poderos sUnoias dos furtos industriosos oa dos roa-
bos y olentos, as falsificare* do firmas, as
manobras dos falsos moedeiros, a dosordem
qae bouve na roa da til, o pugilato de
amas poecidoras de infitna especie no eco
X, o curativo qoe se foi fazer no banco do
hospital civil ao cautelleiro fufo p r ter
brigndo n'ama tasca do Bairro alto coa o
marinbe'ro betttro, o desastra qoe soflree
o operario A da fabrica do Sr. B e os por
menores da amputadlo qne hbilmente Ihe
fez d'iia brr;o ou d'uma perna o facul-
tativo G.
< Qaaiaa de ser o prime'ro? Esse neces-
sariamente irruinase ; os outros jornaes,
jados para a ordem __dp dia, a assembla em vendo as barbas do visinho a ardor, dei- tugal ? Tenho to la a confan^a em que ao
de Ga eoosiaram aqni ha das, citando-sa rprio:i- mesmo Banco, occopando O logar de presi-
approvou plenamente todos os actos pratica
dos pelo coQseibo administrativo.
c Fiada a sessio, reonio-se s qoa'ro
horas da tarda o coprselho administrativo
estando i resentes os Srs. Gillot, Keller,
Degraoge, artms da Silva e A. Meister. O
Sr. Sallut vice presidente do cooselbo adm;-
otstrativ', oocupon o logar de presidente.
ConBrmaram-se as delibera^ -s do cofjselbo
administrativo deParisem data de .26 de
marco ultimo, em virtode das quaes foram
(torneados os Srs. Moise Vaatier, presiden-
te do coaselho administrativo ; Gatlot vice-
presidente, o presidente di snccorsal di
Paris E. Booo, secretarlo; Keller e God-
frat administradores delegados ; B. Mar-
ti Os da Silva, administrador delegado junto
s Ij da sociedade, com os poderes de
rot-reseatar ocoaselho administrativo em
todos os actos da sociedade, e A. Meister,
delegado adjunto.
O Sr. Martrns dea conta das differentes
medidas lomadas para a instailag5o do BaO-
co. Oconse ho approvou essas medidas,
bem como as despezas feitas e as qae hou-
verem de f3zer-se para o mesmo fl o. Ap-
provou igualmente a norneacSo dos empro-
g.i(ios,j feita.'pelo Sr. Martina da Silva,
auctorisando-o a nomear todos os mais que
jal jar necessarios para o servido do BaDeo;
e deu um voto de loavor aos administra-
dores de Lisboa pela pruJeu'.e econ mia
que tiabam empregado oas despezas feitas
para o estabelecimento do Banco, e final-
mente encarregou os mesmos admiuislrado-
res di proceder desde j impressao das
aeces do Banco.,
Nio bavendo mais assnmpto algum a
tratar fechoo sea sssos 4 e meia horas.
Tem havido agora successivos con-
cert, Sucede sempte isto depois qae o
tbeatro lyrico fecha as saas portas.
t No Diario de Noticias de boje I i ama
cariosa descripejid da estatua que all' se
est fazenio de am dos m^i res valtos da
historia brasil-ira :
Em breve estar coecluida em Paris a
estatua do eminente estadista Jos Bonifacio
de adrada Quando o impertirr do Bia
sil este ve n'aquella cidade, am dos cava-
Iheiros da saa comitiva assignou o contrato
com o disimilo estatuario Rochei, auctor
da estatua equestre do imperador, e que se
acha coliocada no largo do' Roci, no Rio
de Jiceiro. Parece'que o monamento
memoria de Jos Bonif icio importar em 55
contos de ris. Sobre um plintho se mos-
tra q hroe, de p, tendo era cmi das m3os
o manifest q-.ie elle redtgira, annonciaodo
ao mundo a independencia do Brasil. Este
plintho repoasa sobre um pedestal, com
qoairo figuras alleg Ticas no ngulos, re-
presentando a Justica, a Ujtegridade, aSci
enca e a P,es a. Todas as estatuas sao de
bronze, pesando 180 009 kilogrammas, A
estatua principal mede dons metros e qua-
renta centimetros de altura. O estaturo
recebeu as mais minuciosas informal,0s e
alguns retratos meito parecidos do grande
Jos Bonifacio, sendo um d'elles tirado pelo
Sr. conselheiro Pjrtalegre, acta3l cnsul
geral Jo Brasil n'esta capital. 0 monumen-
to deve ser collocado no largo de S. Fran-
cieco de Paula, no Rio de Janeiro, defronte
da roa do Ouvldor. Esta bomenagem
memoria de bomem lo Ilustre foi suscita-
da por alguns patriotas, que para aquello
(im abriram ama sbscripcao poblica. O es
tatuario j deu pro va d sua capaiidade, e
de esperar que satisfaga a delicada incum-
bencia de que foi eacarregado.
oliima hora ( 23 noote) acere-
cenia o nosso correspondente :
c Levantou-se ba 15 dias em Lisboa urna
especie de cruzada contra o mercantilismo
dos jornaes, e quasi todos tm moloado a
saa sd.-a neste me!. A gazeta do Povo le-
vaotou a antiphona ; seguio-ee-lbe a Revolu-
cao de Seem&ro; fallou o Jornal do Com-
mercio, e tem coniinuado a qoestac, por
ora so dootrinaria, o Jornal da youle. A
guerra principal feita facilidade com qua
se narram todos os crimes, todos os suici
dio?, sem os precisos correctivos para que
de taes narragOes lerulte proveito pira a
educado do povo.
i Depois o apparat) typographico a cha-
mar o olbos e a attenco para essas atro-
cidades de que todos os dias dSo noticia as
foihas da Europa, e mesmo da America
Os pormenores, as autopsias, as circunstan-
cias mais aproprialas para escitarem a ima-
ginaba) de gente inculta, a crearen nos
malvados a miseravel emulado do cyaismo.
Ora as grandes tiragens das folbas diarias
e a sua barateza torna as mais perigosa
Nunca hoave tantos suicidios era Portugal
como dos de que as Moas de 10 ris con-
tara circumstanciadamente estes casos de
deploravel alh.-inacjio. As -epetidas ex-
posifoes oa abandono de creancas recem-
nascidas s portas das casas da capital, oas
esoadas, e mesmo na ra merc do pri-
meiro c5o fiminto, tem crescido em oome-
ro apezar de ter a polica promettido pre-
mio e segredo a quem deoancir os oa as
de inqaentes. Por ora s um individuo
ganhou o premio ; e ss exposifbes de re-
cemnascidos sio qusj todos os dias, e dias
ha em que as o'bas cootam de duas a de
tres I Se a misericordia de Lisboa difficul-
tou a admiss3) clandestina de engeitados,
por mui rasoaveis c olives, a miseria e a
deshonra, anima se com os continuados bo-
letins dos jornaes baratos, donde consta a
impuniJade das pessoas deshumanas qoe
assim expoe as cranlas, impunidade que
resulla de n5o ser possivel collocar m
agente da polica a cada porta de escada,
nem a todos os cantos mais escores da
cidade.
E' contra este mo systema de publici-
dade quem tem apparecido muitos artigas
bem pensados. Maa isto, mutatis mutandis,
ama questSo parecida com a dos coogres-
so8 dos amigos da paz. Qaal seria a nagao
que pnmeiro desarmasse os seos eiercitos ?
tam as uas de md ba. Accdrdo 1 Falla-se
aqui da necrdos entre as diversas empre-
sas jernalislicas como se ra coosa muito
exeqaival I Em todo o cato a diacuasio
um proteste, ama expiado publica, um
desafogo da honrada consciencia dos qae
andam aooos a amaos por astas galea e ga-
ledes da imprensa, em que tantas vezes se
veem obrigado a sacrifici-Ia 1
Esqoecia-me dizer-lbe que as folbas de
hontem noote, ao su lltima hora da-
vam j Badajoz em estado de sitio. Nem o
caminbo de ferro neo o telegrapho, de
Madrid para aquella cidade tinhara sido in-
terrompidos. Temos pois a revoluto Car-
lista a doi passoa da praca de Et vas, so-
bre a ntissa frooleire.
< O nosso de ver seria fazer marchar para
a raa orna columna de observar;:o. Far-
se-ha ? Greio qoe sim, sob pena de? fazer-
mos am mo papel. As cmaras estio
abortas e que o nao estivessem, ninguem
depois recusara ao governo o bil de n-
demndade por qualquer medida extraordi-
naria qae tomasse, em presenca de circom-
tracias extraordinarias e imprevistas
c O India deve ebegar a Lisboa a 23 ou
26 do correte. Vem a seu bordo S. A. o
infante D. Augusto.
c Parece que o nosso consol geral em
M ratevido, o conselheiro Augusto de Fa-
ria, brevemente regressar por se terem
aiii aggravado os seos padecimentos.
t So boas as noticias do archipelago de
Cabo Verde; sao pessimas as de Timar;
cootinuava a epidemia das bezigas. Satis-
factorias as de Mico ; menos ms as de
Gui. Devia ir brevemente a cachea o
gobernador ratificar a paz com a tribu do
Choro.
A da Iadia portogneza, como j oa mi-
aba de hontem Ihe disse, nao sSo boas,
Os salteadores continuavam m suas depre-
la i;oes e malfeitos de iodo o genero.
< E' digna de nnoc/to entre muito; arti
gos qoe ltimamente se tem escripto a pro-
posito da tmyraQo (e de que mis exten-
samente me occopava na rumba de hontem)
urna carta para o Jornal da NoUe,. escrip-
ia por nm h#ed >r do Alandroal (Alent
p ), o Sr. Jos Lino Nuoes de M jura. En-
tre nanitas observaos discretas, le se os
seguirites peri idos que acho muito verdadei
ro, a proposiio dos terrenos incultos deste
pai.7. :
c Urna causa mui'.o forte se d para
a conservarlo das charnecas, e que tambem
est na m8o do governo destrui-la, S5o as
toaradas.
E' um estimulo entre os grandes lavra-
Depois de acertadas, relenoes sobra o
drelo que ssiste'ao oslad.), era nome da
til Jada pub'ici, da dxpropriar es terreno
Jespresadas, descrovemos um exemplo dig
no de imitar>se e qua j todos citara ao Alen-
tejo com elogio, mas que poocos, em yer-
dade tem'procorado imitar:
* c Atravessai o Tejo em direccSo ao Bar-
reiro, tomai lugar n'um wagn e paaseai
at Evora. veris em breve, nessas paragens,
a m3o cuidadosa do pobre fazar brotar a
feftilidade de trra anda ba annos impro-
ductiva ; oevireis soas alegres canches, e
se os pergontardes, oavii-lbe heis abencoar
o seo beafeitor; esse ca-albeiro que to
bem soube comprehender a missao do rico
na trra o deputado por este circulo, o
Sr. Jos Maria dos Santos. Porque nao o
imitae?, riejs e opulentos lavradores de Por
appello qoe o governo Ibes faca correspon-
der) com a dignidade e abnegado de bons
e verdadeiros patriotas. *
< 'fado isto bem trazido e bem peo
sa>lo. O qae urge que de tantos alvitres
se* opte por algura, mas quinto antes; por
qae isto n3) pjde nem deve assim conti-
nuar. A correte da emigracao para a
America espantosa, em quinto dois terco.
talvez do oosso territorio eslaopor arro'.ear
anda I
Na sesso da cmara electiva de i6 do
corrente. foi approvada a proposta do de-
potado Barros e Canba para se proceder a
am in juero parlamentar acerca das causas
que determinara a imgraejio.
i Este assnmpto tem silo largamente
estudadooas duas causas genricas na Gr-
Bretaaha, na Alkmaoba, em Franca, na Hes-
panha e na Italia. O remedio nao pie ser
rpido. Alguns s3o peiores do qoe a pro
pria emigraejo. Estude a -amara, proceda
com energa o governo e cooperem todos
qui se n3o a desviaren), de todo, pelo me-
nos a poderlo aitenoar consideravelmente
t Vai reunirse em Berlim urna conferen-
cia internacional postal, proposta pelo prin-
cipe de Bisraark. Iijver realisar-se logo
qpe estejam approvadas as convences po3-
taes com a Hespanha e com Portugal. Esta,
como hontem Ibes dizia, j foiapprovala pela
commissao dos deputados.
S mre a anoullacjio das 'conce-ses feitas
Ballestrioe pira o estabelecimento de um
cabo telegraphieo sobmarino para o Brasil,
a que rae refer oa mi ba carta de bdniem,
annuliai.'.o feita na conferencia de Paris, em
qae estivam representadas as naces ma3
directamente iateressadas diz o seguin e urna
fo!ba d; L'sboa :
Tom grande importancia esta noticia
dores o a paramento das racas do gado bra-
vo, e nos cartazes desses divertimentos re-
trgrados e barbaros apresenta se serapro
o oorae do lavrador como urna garanta da
pureza do gado. Estes anmaos precisan)
de grandes extenses de terreno para pas-
tagens, por isso, necessariamente, os lavra-
dores ho de jolgar sempre pooca aquelia
cbarneca e faro a degencia para adquirir
a que posssm para esse fim-
c O goverao probibindo esse diverlimen-
to, aniqoilla esse estimulo, porque j nao
ba lugar de se saber qual foi o lavrador qoe
melhor cocro de bois deu para esta oa
aquella praga, e rednz a gado de trabalho
esse que b'jo at ser corrido 5 e 6 annos,
s serve para matar borneas, e cavallos.
c A moral tambem se resente e nao se
lima de cerio a edpcagao e a Ilustrado nes-
sas diversds.
Noutra parte, o articulista, que n3o
um escriptor de profisso, mas que e.creve
com muito bom senso diz :
Em Portagal urna grande parte de ter-
jeno est inculta, e apenas servem para
pastagens e mnita p: rgao para manadas de
gado bravo: esses terrenos pertencem em
geral s cmara, juntas de paroebia e
particulares; como deixam pouco ou ne-
nbum interesse, as cmaras e juntas tem
esquecido qae, sendo arrotead--s e cultiva-
dos, oo fim de poucos annos. ellos saberiam
ser gratos a essas corporales, augmen-
tando-Ibes a reeeita, pois qae, chamando
Dragos de todas as partes, offerecendo-lbes
vaotagens, taes como a livre cuitara por 5
annos e no fim delles ama peqnena renda
a iongo prazo oa am foro mediocre, pro-
porcionaado-lhes alfaias etc., teriam sem
duvida muitos homeos uteis a demandar
esse grande bem; lucrara o estado, porque
essas outr'ora charnecas, convertidas em
silo feral, podiam pagar a soa decima
anda que beneficiada; e seria til para o
agricultor," porque d'ali tirara os meios de
subsistencia para si e sua familia. Mas o
que vemos nos ? Leguas de terreno, sem
urna arvore, coberio de estril mato, mos-
trando aos vindouros a incuria da geragao
presente : anda soccede mais; como esses
terrenos sao quasi despresados, as soas
extremas ebegam a perder-se, no que mu
to lacram os lavradores couQuantes, pois
que assim vo dilatando as pastagens dos
seas gados, e cautella vao guardando com
os seus creados es.ei terrenos pacificamen-
te conquistados, como ha tantos exemplos,
O d alguns sei.
* Isto am quadro fiel do Alentejo e
da grande parte mesmo da provincia de Ex-
tremadura. Bem aproveitado, o Mioho,
E>83 sim.
< Vale a pena oovir mais:
< Visto a incuria e desleixodessas cor po-
ra goes, e ao goverao a quem rmpete com-
pelil-as a assim proceder e estabelecer um
processo simples e breve' de reivindcagao
para poderem haver o qua por indolencia
perderam, e quando para tal se nao achas
aera com forgis, ou os terrenos extorquidos
se achassem em m3os poderosas, deveria o
goverao chimara si a trra inculta, por meio
de urna companha ou qualquer ootro al-
vitre entrgala a bragos laboriosos, e esses
bragos, e esses homens inexperiectes se-
riam outras tantas victimas gao tiraramos
das garras da escravido.
porjae nao haven 1o "difficuldade, da parte
do Brasils de certo as n3o havero go-
verao portuguez pode ter a certeza de que
anda ueste anno comegar a immerso do
cabo submirioo para o Brasil, qae oo fim
d 1S72 .negara a M deira e no fim de 1873
ao continente ameriesno.
Nao carecem de ser indicadas as van-
tagens da coxrauoicag3o telegrapbica entre
Portogal e o Brasil.
O actual oncessiooario Mr. Deopecber
parece ter em vista om accordo com o Sr.
baro de'Mau concessionario de urna linha
telegrapbica na cos'.a do Brasil.
J foi destribuiio no parlamento o Li-
tro Branca mandado coordenar pelo minis-
tro dos negoiios estrangeiros o Sr. Andrade
Corvo para informar cabalmente os repre-
sentantes da nago ice-rea das negociag.-s
dipionatcas, j ;oocluidas, cojos dojamen-
tos se poism sem imoaveniente publi-
car.
c Trata das negociagoes com a Inglaterra
acerca da esca'a alcooca este terceiro vo-
lume; o segund) trr as nigociagSes dos
tratados de commercio, e o primeiro pare-
ce qae ser consagrado aos assomptos pu-
ramente polticos. Os doos primeiros v5o
ser disiribjidos brevemente, e formarSo com
o 3o urna colie:g3o muito interessante e
til.
Anda se cao sabe quem virasnbstitair
o Sr. de Oneg'ii, arcebispo de Damiet3,
nuncio de S Santidade. Est exercendo
estas fuocges desde que esse diplomata sa-
bio de L'sboa, o auditor da nunciatura, Sr.
Luigi Mattera.
r'BRNAMBCO.
REVISTA DIARIA.
*A5?EMBLS\ PROVINCIAL. Hontem abri-
se a sesso achanio se presentes 29 senhores de-
pdtaior.
O Sr t 35ere;ario leu e seguinte expediente :
OfBiJS:
Dj eeretano do grverno, remetiendo copias
das inforraajoes ministradas pelo chefe da reparti-
co das obras publicas e eogenheiro Qscal da es-
trada de ferro do Rsolfa a S. Francisco, acerca do
privilegio qae'pede Aodr de Abreu Porte A"
qaem fez a reqwsicSo. ,
Do mesmo, remettendo por copi ainformajao
ministrada pelo director geral da instrac^io sobre
a preten?.o d) professrres pblicos Francisco de
\5Sls Mmte ro P-:?oa e oatro. A' qaem I-.i a
reqaisigio.
Do mesmo, remetiendo copiada informag-ao mi-
oistrada pela jama administrativa da Santa Casa
de Misericordia desta cidade, sobre as pretendes
do porteiro e barbeire dos estabelecimeotos da
mesraa Santa Casa. A' quem fez a requisi-
CJH.
Do roe-roo, transmitiiodo por copia a informa-
co do chefe da reparticao das obras publica, a
respeito do projaeta n. 79 que autorisa o presiden-
te da provincia' a contratar a factura de urna es-
trada de rolagem do Rio Foranso povoagao de
Garaeileir.A' qaem fea a requisicio.
Do mem'i, remetiendo um reqoenmento da c-
mara municipal da villa de Petrolin, na qaal pe-
de nma quoia para a censtraccio dos altares da
aova matri:. e acabamento do cemiterio pu-
blico da mesma villa.A' commissao da orga-
mento.
Do mesmo, remeneada os balances da reeeita e
d reth'oo exereicio Je 1870 a 1871, e orgameuto do
exereeio de (871 a 1872,A' commissao de orca-
meoto municipal.
Do mesmo, remetiendo por copia as informa-
go3 que prestos o inspector da ihesoararia pro-
vjncial o&re as pretenges de Sebastie Jo! da
osta Trigueiro e Vicente Ferreira da Costa Mi-
randa.A' quemf;Z a requislo.
Potigo :
De Jo- M gael do EspVito Santo, administrador
das obras da capella de Noasa Senbora do Rosario
da villa do Cabo, pedindo am auxilio para a con-
clusa) das clras Ja rassma igreja,A' commissao
de orcaroeo.o provincial.
Parecer? :
A commissao d< ommenio, Artes, e Obras Pa-
nucas a soja apreciado foi sugeita a peticio de
Antonio Valea'im da Silva Barroca, selicitaado
esta assembla um privilegio por 13 aonos para
poder fundar, e estabelecer nesa eidade fabricas
de loaga lina e de vidros, de modo qoe os seas
captties empregades (qae nao serio da pequeo
valor) ti quem garantidos contra a concurrencia,
que por ventara dara lugar a ini:iacao da idea,
desde que f'ase, oa comecasse a ser ella posta em
pratica, nao tendo entretanto at boje sido lera-
brada per algaem ; tendo estadado com toda a at-
tenco a materia, que Ui objecio da prelencao do
sapplicaote; e considerando qae sempre de
grande vaniagem e atilidada para a provincia, o
estabeleci-uento de eupreus desta ordem, nao sajenie desenvolvern, e armara a iaduslrla.
qae iloda aetia era eosbryio oo piit. p>r assia
4zer; mas Umbem proporcionara erapr"go, e ir*-
balbo aos sea* babitasMet, 40iUs)Ij ds'arte
classe pobre, e op 3ra ra naci si-guro e l>awto le
vida, de qae unto precisara : coosideraad* qae
esta industria solicitada nova na provioeis, por
qoe nio possae ella fabrica alfanas, de faz r loa
ca Roa e vidros: considerando Baalmenle, qne o
peticionario, ao passo qae nio solicita sobveacio
algaraa dos cofres proviaeiaei, oflerece p-lo con-
trario provincia lacoolestaveis vaotageas de ia-
tere a adopcao dn seguate projeclo de lei, que obott-
te i coosiderioio desta usembla.
E' jnlgado objecto de deliberacao e dispensado
de impressao o seguinte projecto :
Art. l. Pica concedido a Antonio Valentim da
Silva Barroca, am privilegio per tO aanos para
fundar, e estabelecer por si, on por meio de eom-
psnhia qae incorporar, ama oo mais fabrica de
fazer louea lina e vidros.
Art, 2.* A coneessio deste privilegio s ipro-
veitar as fabricas, que o concessionsrio fandar
dentro do praso de 5 aonos a contar 4a t o lica-
co deu, poca, da qaal se eoaur o lesspa o
privilegio concedido.
Art. 3.a Os edificios onde estiverera e-ta!*>c-
das as fabricas, eom suas dependencias, Orars
iseotos por espaco de 10 annos do importo da de-
cima, e de outros quaesqaer mpostos provinciaes
oa maoicipaes.
Arl. i. F.cam isenlos tambem dos dir tos It
iotp rucio os materia** e ateneilios necesarios
psra a (undacao, e esubelecimente das referidas
fabrean.
Ari. 3.* O empresario obrigado ai.r m.tar o
edificio para a primeira fabrica, que finid, r, faie-
la funecioaar no prazo de dous aonos, contal s da
publieacao da presente lei.
Art. 6.* Ficam igualmente empresario, e seus
subrogados obrigaos a admittir, e receber r
orde i e eseolba do presidente da provincia :n
cada ama d saas fabri:as de 6 a 10 raeno'ts
apr collegio des orphaos, os qaaes servirlo por espac.0
de 3 anno, lendo apenas direito a nma gra',:" -
c3o de 28 annos por diante arbitrio do emp-esa-
rio, seodo traladrs qnanto ao alim'Dto e roupa
cai-U do eslabeleeim'nto, e p-lo asvasa njjdo,
porque o sio no collegio, a'onde Matas)*.
A-t. 7.* Fiados os tres aonos de apreodisa(em,
conlinmroellesno estabe'eeimer.to comoofll: a-^,
mediante o ss'aro, qne for contralado coto a pre-
sidente da provincia, sendo anda alimenta! s, e
fornecidos de roapa para o trabalho casia do
estabelecimento, at qae attiojara sua m.: r.-
dade.
Art. 8. Fica entendido qoe a i*en;3o d irr-
postos e direitos, de qae cima se trata, tarar
smjnte pelo tempo do privilegio concedido.
Art. 9.* Revogadas ficam as disposiroes em con-
trario.
Salla da< eommissSes da assembla prova'i-1
de Pernambuco, 10 de maio de 1872. Pt'drc 0aa
diano de Ralis e Silva.Joo Francisco do Ama-
ral.
Ordem do dia.
1* discussio do projecto a. que t)a*l a
800J000 o ordenado do solicitador dos Maa da
fazenda provincial.Foi approvado.
2' discussio do projecto n. 39 deste aon acto-
risanlo o presidente da provincia a contratar eom
Joaquim Cavalcante de Albnqnerqne a aaaVae-
cao de nma estrada de ferro lasas capital ao x-
tremo norte da provincia.Picoa adiado, ptd ado-
se ioformacSes, depois de orarem os Sis. A. Cor-
rea de Aranjo, F. de Figueiri, Conha e Figaeireo
e llaitis e Silva.
Continuando a 2* discussio do orea ment pro-
vincial, foram aoprovados os arls. 19, 20, 21, 22,
23, l, 23, 26, 27, 28, 29, 30. Meando adiadj, p r
empate na vota rio. o de n. 31, que concede nm
emprettimo de 1:0014000 ao padre Piaaatm J o
de Azevedo para consiroir e aperfeiQ ar macbioas
Uhierapbieas, depois de orarem os Srs. Pinto J-
nior, J. Corrda de Araujo, G. Lobo e Olivaira Fo-
ceca.
A ordem do dia para boje : continaacao da an-
terior, Ia disenssao dos projectos ns. 35, 71, 78 e
86, e 2' do de n. 26, todos deste anno.
FREGUEZIA DOS MONTE5. Na matriz Jesa
freguezia deu-se principio aos exsrc.cios mri*n-
nos, no dia primeiro do correte a< 6 hnns da
tarae, tendo continuado nos demais dias eom edi-
fleagi) e zlo religioso dos eoncorreote.'. Os di-
versos cnticos, qae por essa occisiio all m o::i-
gem a Mae de Deas, sao acompanhados a u>u-::<.
Aos domingos ha pratica pelo Rvm. vigario e baa>
qI) do Santissimo Sacramento.
FACUCDADE DE DIRECTO.-Qaarta feira pro-
xima (13 do correte) deve defenler tnees para
obter o grao de doator em direito o Sr. hachan!
D. Luiz de Souza da Silveira.
CAPTURA DE CRIMINOSOS.-Caasuado ao it-
legado do termo de Garanbnns achar se haaaWa-
do no dislrlcto de Palraeira, vindo das martas da
colonia de Pimenteiras, am grupo de criminosos,
ordenou elle ao subdelegado respectivo qae p im-
se cerco ao lagar e eapturasse ao man r oumt.-o
Dosudvel de criminosos. Reallsado o cerco, taaran
os criminosos tenaz resistencia, sendo iNal :r-
sos 4 dos do grup>, am dos qiaes graver': fr-
rido.
RA DO FOGOPedem-nos para haaif
tengao do Sr. fiscal da freguezia de SaoU AnUaio
para o lamaral existente no canto do ,.orado
grande dessa roa, qae inhibe os moradores ara
elle entrar.
COMARCa DO CABO.Escrevem-nos em Ja'a
de 9 de corrente:
f No dia 7 deste mez leve lugar a segund.". ses-
so do jury deste termo, sob a presidencia do jan
de direito da comarca. Dr. Luna Freir, e sendr
promotor publico o Dr. Andr Cavalcanti. ata-
ranta doas dias tiveram lugar qualro ju'ga.. eat. s
seguales:
< Ba-tisno de Magalbies Castro s Joio Jcar.sim
de Figaeirdo Janior, accasados por crime de
ameacas, tendo por advogado o Dr. A. Jastion de
Souza, foram absolvios.
i Olympto Mancel Camillo, acensado por erice
de fenmentos, tendo por advogado o Dr. J. G n-
calves da Ro:ha, fu coodemnado a ara m.z de
prisaj e multa correspondente metade do tempe,
Maximlano Jo da Silva, pronunciado peh mis-
mo crime, e sendo defendido pelo advogado Jo
Paulo do R. Brrelo, foi absolvido.
t O ausente Domingos Jo das Neves, acta-
lo por crime do offensas physicas, foi condinn-
do a um anno de prisao e malta corres pone, o ;e
a metade do tempo.
Con*ta que deixa de ser convocada a rrgen-
da sfsso do jury do termo de Ipojaca, per no
haver processo algara para ser sul.meUid: ,qI-
gamenlo. _
DIARIO DE PERNAMBUCO.Se chegar b ;e"
vapor francez Stndh destrihuiremos amancaa o
nosso numero de segunda feira.
DINHEIRO.O vapor brasileiro Cruzeiro Jo Sl
troaxe para:
Keller A C. 33:000500"
Joaquim Jos Goncilves Beltrio 6.299*i7i
J. J. Gimes. 3 777*500
A. Hyverna. 3:000iHl
Jos Rodrigues de Souza i.iuQtQOQ
Francisco de Barros Janior 4 C. 2:000|0<
Joaquim Geraldo de Bailo?. 1:1001000
Oliveira Filho & C: 800*000
Manoel da Silva Sampayo. 700;
Miguel Jos Alves. 600*000
Fr!ga & Racha. 600*000
Arminio & C. 500JJ000
GOVERNO DO BISPADO.-Pelo vapor Par. re-
ceben o Exm. e Rvov Sr. copfgo goveroador do
bispado comm.aoicac.ao offlcial do Exm. 'a Rvtu.
Sr. 3. frei Vital Mara Goncalves de Oliveira. que
para esta cidade adevia partir no vapor la 13 do
jorrete, qae se espera a 21 oa 29.
DE UNA A CAPOEIRAS.-Informara nos c.ue
a estrada de rodagem coraprehendida na parte da
viacao publica, qae tem aqaelles pcvoados por
pontos de limites, a:ha-se em pessimo estado de
conservado, tomando o transito por ella >enao
impossivel, ao menos penosissimo de prosete.
Da mesma Informacao colbemos qoe a conter-
vacjio all pratica la ltimamente cifrou se em
abater os camalboes abertos no leito da estrada,
aplacando o ; mas nio tendo esta sido, eoao caat-
pria devidamente arelada, nem baveolo as vallas
lateraes em ana extensa a longitudinal pastad i pe-
la competente recitftacio, tem acontecido qae,
mesmo com as poucas chavas qae tem cabido, o
lamaral em orlem a proluzir o effeito cima
aponiado, vi sem salida, e com o pisar dos aoimaes em transi-
to frequente tem j inalilisado aquella servia da
cooservacao.
Com vista a competente repartigio, esperamos
it solicitade do Sr. Dr. engeaheiro chefe das obras
publicas qae verificado o laudo desta ioformacio,
dar as providencias necesarias a sitaaejh, qae
ella aecusa.
JURY.Nao ruuccionoa ante hontem (qaioa-
feira), eue tribunal, cuja sassio deveria ser pre-
sidida pelo Exm. Sr. deaembargador Almea a
J
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Sbm ** PnmmJ>a<* Habb&da U d litio da
Amaquerqoe; o anal compasenlo nio pol
abrir a mssma seuio, i Mu 4a namvo leg*J de
Srs. jaizes de fasta'
fjoonloMote 44xn bwMia dt faeceioaar pelo
Mew sotiro, l-mlo eabik a presiJaeoia dtet-
elo ao referidj Sr. daie-nhirgador; qa entra-
taaO proceden a o oro sorte1raom;toanotar.
NOVO ATH2NS0.- Rsuoio-se na qnrta Mra
oaata eu aseooiacio soo presidencia do Sr.
Argemiro Gil vio.
__-f-eaeretarradaB eonta do segainte expe-
diwt* : 1 Tiloma- RefuticSo das doutrioas da
Batan, ontro-Qjsstao asada nica em 1871 acar-
ea da refirme do sarao jar) lieo, e q n'timo na-
tfm * America Mostrada, olfortado p>r um so-
la, 43 iliee apresentada* por varios sccios que
sao enriada* a co.aroissl i de revisao. Tornaran)
aJtenI0.Ss Sr-. Aatraio Cleraentino A. Lios, Joa-
qiirn r*. Mia''j, Praaciaco Rogo Tojcaao da Bri-
u. Miaael Btlihaior Diognei Jnior, Siphreaio
Ajuiolano Paz Paridla. Passando-se a ordam do
da-aire se a disea*aio da segrala these de di-
recto pnWioo : Q ul ara o malhor systeraado
ehaiio ? O Sr. Rigiolra CisU deseorolr a
questao sustentan! o o sviteraa da elaioSo iadiree-
ts. anisado se a esta opiaio o Sr. It tingues da
Qitli a jjpoQlo-se o Sr. Vieeate de L^mo.
Aebando-se a hora adiaotadi (ni a
  • cassio
    adala Bcaalo co n a patarra os Srs Vieaole da
    Limas, Li-b>a, Jjo Amsrieo, Argamiro Gal vi)
    luirlo Jtfioa, Gupar Drenan mi, llgueira
    Costt, e sortead) o Sr. Juveatino Lima qte aseo
    tha a segrate tbooe histrica :Qaaes as caaua
    da elevac) da piJar pontifical ;qa* a o:igjm das
    frutadas e que os seas rasultadoj e effeitot t
    cjavoaad ama sessi extraordinaria pira hoja as
    5 ora da urde aQ de tratarle de negoo!
    urgentes.
    LOTKRIX.A que se acha renda a 3', a
    befleio da malrn de Caruar, qoal corre
    boje.
    CASA DE DETENCAO.Movimento do dia 9
    e maio de I87i :
    Existiera (presos) 3i8, entrn 1, sahiram 4,
    ex:item 345.
    A saber : naeionaes Mt, nralheres 10, estran
    giros 41, eneraros 43, eseraras 5, tota! 3i*
    Alimentados a casia dos cofres pblicos 281.
    M irimeato da enfermada do dia 9 de raaio de
    1372.
    Tare baixa :
    T orn, e da Cnnba, More.
    PASSAGEIROS. Viudos do porios do norte no
    vapor nacional Cruzeiro da Sul :
    Arman I I. Liooa, Antonio da Silva Rolrigies,
    Joaquini Mandes, tsnadicto Vai, Bmtrairdioo
    .' do* 8 otos, Joao Riymuai i Miri n<, Roseado
    Frauei'co Runos, lente coronel Fernando Aires
    da j. V., Mnosl J^s Pareira Marinh), Antonio
    Cyprianj da Olivaira Bntos. Policiano Sm Per-
    namouco*, Vicen'3 Gime? da Amjrim, Valirina
    Antonio do Na-cimaot;, D. Auna da Aleocastro
    Autr*n e uma criada, Raymundo Costa Brabo, Pe
    dro Antonio da Lloaa, l') Rodrigues da Silva,
    Diaa d'1 Ja lh, J.i!)in3 Muniz da Laceria, H Nie-
    mayr, Antonio Minoel de Castro, Dam:lrio Guar-
    reiro, l)' Ferreira da Novaes, Aadr Avelino dos
    Santos, Rar^o da Mara, e nm criado, Pedro Fer-
    reira Braulio, Jja|uim Uaximian) Pe-tana, e 4
    eicravoi a en'.regjr.
    Seguem para o sol :
    Exm. r. Dr. Auguro Olympio Gjaoas da Castro
    Exm. Sr. s!aior Sfeuisi Goocilva e sai familia,
    d-H-.-uliariii ir Aoior i Franoi-co de Salles, Dr.
    Haraclto flraQi, e sna familia, Antonio -Braz da
    CatanbeJe, M guel Lisboa, Dr. Vicenta Al ves Ro-
    drigues d3 Albaquerqae, Fre-t:o Cario* do Pi
    olio, Amojio Pinto Simdas, Rayaran lo Moral de
    Oiireira, capitao Maooel da S. Ro Dr. Domingos Jos Rodrigues e sua seabora, pa-
    dre Francisco, Dr. Domiago3 Ribolio da Silva.
    Vinlos da Mamimguapa ao vapor Cwurtpe:
    Dr. Joao de Alboqaerque Hirinoao e um cria-
    do Paira Frelerico de Almeida e Albaqnerqne,
    Eneas Lidiano da Almeida Maranbo e um criado,
    Francisco fhvahanle de Albuquerque, Antonio
    Darlo, Joo Doria, Vi ce ole Jorge, Jos Rodrigu-s
    Card03o, Vicente Fnzola, Jos Antonio Domingues
    da Figueiredo, Antanio Frascisco Lias, Manoel
    Costa Linoi e Gooria Gatmazier.
    Sabidos para os portes do norte no vapor
    Para :
    Bacharel Fernande3 de A. Ferreira c i escravo
    Emiliano de C. Souza e 1 criado, Manoel Joaqnim
    de ArruJa, Ji dos Santos Naves, Minee! G. Por-
    to, Samuel Wiel, Maneel Francisco de O. Barros,
    Francisco G M. da Fonseca, Victorino Jo* Rapo
    so, Sebasiiao E. Carneiro da Cuaba, D. Domeneu
    G. Giovano, G. Gaiseppo, G. Gui-opten, Fraacisco
    Pcreira Cardoso, Jo. Rodrigue; G. e 1 recruta.
    CQMMUNICADOS.
    ASSSMBLV PROVINCIAL.
    Sob a epigrapba cima e em resposta ao
    rasa artigo da 4 do correntj, o Sr. 0ym-
    pi Marqaas di Silva, qus pelo nome nada
    p;rid, publicou ao Diario da boja um pri
    moroso esoripto, to ellegmte ni form,
    qao mimoso m peosamento.
    Em a'lenfao ao publico, e smente ao
    pubcj. ven'io responder esse escripto;
    mas coavoii que diga antes de tudo
    esie Sr. Olympio qae se algam de nos
    maree* o riJiculo, de qae S9 a;ha recbeia
    do esse escripto, nao sou certamente ea,
    porm sim qaem lavroa am tal documento.
    Coaidcoa o Sr. Olympio dizmdo qae n5o
    liaba tirapo para perder comigo, nem t5o
    pou:o almjjiva gtahar anda urna victoria
    sobre mim !
    Nao teta tempo para parder ? I... Real-
    mente coovm que a.polica tome nota dessa
    de;!arar;3o, porque, nlo sendo o S.*. Olym-
    pio do umero dos advngidos que mais
    trabalbam no foro do Racife, pdj s?r, sera
    ser milagre, que eitej compondj as tias
    de a'gama nova rede da pescar Gamellei-
    rtdaa.
    N3o quer perder sen tempo comigo I ?...
    Faz muito bsm ; dave emprega lo no parti-
    cular interesse de alguos no vos constituin-
    tes, iguaes aos que lave la-para as bandas
    de Seriabam.
    Nao quer gaa'jar anda urna victoria so-
    bre mim ? I.....Q iaei foram as qao al -
    canfjou o Sr. Olympio? Onde e como tive-
    ram elUs lugar ?
    , Qaerer o Sr. Olympio referir se s can
    sas que assigoihi como motoras da insli-
    ta e descomedida aggressJo qae me fez na
    asseabla proviacial ?
    A prim-irt de3sas Ciabas foi a censara
    qaa tk um p:es dente da provincia pelo
    fiacto da ioconstitucioni'mente ter negado
    anc(,So uma lei da assembla.
    Qaand) Sz a censara, nesaprovti o pare
    cer de nmi ommissj da assembla qae
    aceitara os fundamentos do veto presiden
    eial, e cff -reci ama emeada consignando a
    idea de ser aprovado o projecto nao sm;ch-
    nido para oivameota se? enviado sandio,
    aos termo; do acto addicional
    Es?a minba emenda n > fui aceita; en-
    tretanto foi aprovada ama outra assignada
    pHoSr. Olympio, sen lo corto qae foi ella
    originvJa da ama combinarjao de varios Sr.
    depulados.
    OSr. O'ympto, porm, pre3am?5oso como
    , ialgou tsr comido os loaros de ama vic-
    toria, sera se lembrar de qae, nao ten lo
    fallado, irrogava ama iijaria assemblt,
    sappanlo a capaz de receber inspiraedes
    dos seos bonitos olbos.
    F'i regeitada a minba emenda t Mis o
    que prava Uso?... Certamente nao pro va
    qae do da qae toi- qaaotos lerem oj debates
    bvidos o S9ssJo em qae foi tratada a
    qiesto di qae osa ocoupo, por-sa-bao do
    maa lado, acbaro qae fallei em nomo da
    le altrajada, em p?ol do direito constrtoeio-
    oal offandido.
    Nao foi, pois o Sr. Oiympio,qaem m > ven-
    cea oeeae oegoeto; vencea-me a qaestio de
    conaaova, em bydca de ha ealfai, que
    moitas vezea se apreaeoia onda n3o cha-
    mada. Ser veoeido aashm, n5o ser der-
    rotado, n3o perder ama victoria: antes
    ganba-!a.
    A segunda cansa qae assigaalei no mea
    artigo de 4 do correte, e da qoal sea du-
    vida o Sr. Olympio ha-de ter extrahido a
    saa segunda victoria, foi a censura qae fiz
    i directora da instraccSo publica, propo-
    sito de se ter estabalecido na Encruzilbada
    de Bilem ama escola publica, creda pela
    lei n 790 para a Estrada Nova de Bebe-
    ribe.
    Na sessSo de 13 de abril, em qae se tra-
    to u desee negocio oa assembla, expaz o
    qae bavia. Diase: que a cadeira creada pala
    lei o. 793 en necessarla localidada in-
    dicada nessa le, onde haviam moitas crean-
    qis do sexofeminito ; qae seria cruel obri-
    gar essas crianzas caminbarem cerca de
    meia logoa para chegarem Encruzilbada de
    Belem ; a qae finalmente era mui injaila a
    transferencia da cadeira para o logar indica
    do naemeoda, sobre todo por qae, a adopcJo
    desta, ao paaso qae ia privar de iu slrucgio
    elementar ai filbas des moradores de \gaa
    Fria, dara bmis outra cadeira a Encruzilba-
    da de Belem, onde j havia ama.
    Foi nessa occasiao qae censorei a direc-
    tora da instrucfao publica pelas razes qae
    j dei.
    O Sr. Olympio responden ao mea peque-
    o e iasigaificante discurso cora ama prosa-
    pia incrivel, em termos virolentos, e com
    ares de espadachim. N9o lbe qaiz responder
    para nao azedar mais a discusso, e a ornea-
    da do Sr. Olympio, apadrinbada com a as-
    signatura do Sr. deputado Teixeira de S,
    foi approvada.
    Mas o qae prova isso ? Constituir isso
    ama victoria para o Sr. Olympio ?
    Por maior que seja a sommade respeitos
    qae me mereca a assembla, sempre disse
    e bei de dizer qae ella vence me nuraeri-
    cameote, como sempre vencea em toda a
    parte o maior numero, mas poacas vezes
    tem o poder de convencer ma.
    As deliberaces desse Areopigo nem sem-
    pre podem convencer, porque nem sempre
    a jostra falla por seos labios, visto como
    dissemelbantes tem sido as suas resolutas
    em^casos anlogos, occorridos em dias di-
    versos de ama mesma sessio legislativa.
    Nisto nao vai censura assembla. Todo
    o mundo sabe que a matoria de taes cor-
    porales politicas qaem faz a lei; mis
    todo o mando sabe tambera qie essa maio-
    ria est subjeita variaba j numrica, isto
    . ninguam ignora qae urna maioria de am
    dia pola ser minora no dia seguinte.
    E' alii que eu me fundo para dizer e re-
    petir que nem serapre falla a justica pelos
    labios de taes corporales, visto como
    procedimeQto diverso em caso3 idnticos
    forzosamente diz que ba injusticia em algum
    delles.
    Uemis, varias circurastaacias contribui-
    rn! para qae a emenda do Sr. O ympio
    fosse approvada. Em primeiro lugar so-
    bresabio o nome do padrinbo, o Sr. depu-
    tado Teixeira de S, qae gosa d6 muitas
    syrapalbias. Era segundo lugar aparecen
    na Assembla, como disse no meu artigo de
    bontem, alguem aparentado com a profes-
    sora da ^strada Nova da Babanba, inte-
    ressando-se vivaman'.e, ca ante-sala, porque
    alguns Srs. depalados fossem bonavolos
    para com a emenda.
    Eis porque foi acceiti a emenda; eis
    .porque o Sr. ^Olympio presume ter ganbo
    uma victoria sobre mim; mas o Sr. O yra
    pi dave sabar qae de presumpgo e de agua
    benta cadaqualtomi aporcaoqut quer.
    Disse o Sr. Clympio qae nao tinba glo
    ia em vancer-ma ainda uma vez I
    J mostrei que nao me vencea vez alga-
    ra a ; por tacto o sen ainda uma vez mui
    to pretencioso, e nem no campo da jastica e
    do direi'.o, do li:ito e do honesto, me po-
    dar vencer o Sr. O'ympio.
    No que me vence esse Sr.; no qua ella
    venceu, vence e ba de vencer todo o
    mundo, 6 no modo de ordir as malbas da
    rede em qae coslama apanbar Gamelleira-
    da3. Abi sim, o Sr. Olympio d cartas e
    joga de mo, assenboreando-se de todos os
    trumpbos.
    Disse o sr. O'ympio que se limitava pu-
    blicar o seo fam-jso d scurso, como Qnica
    resposta mim e RidacfSo do Otario,
    e qae o publico viria qae nos nlo injarioa
    na Assembla.
    Lamento qae o Diario nao tecba podido
    publicar immediatam^nte esse elloquantis-
    simo discurso Elle ha da vir, porm, nirae
    na iraprensa, e ne3sa occasiao hoi de anno-
    ta-lo convenientemente, afim de destacar os
    tpicos qae continuo considerar injurio-
    sos.
    Tambem bei de remeter esse discurso,
    essa obra prima do genio da eloquracia, pa-
    ra algam musen de arcbeologia, adm de
    qae as garacSes futuras a) percam tao bel-
    lo especimam da oratoria.
    Disse o Sr. Olympio qae nao tinha] pre-
    vengan contra mim, J mostrei qae atiaba e
    qae ella nasceu das censuras qae fiz doos
    de seas contra-parentes, por causa dos
    qaaes o Sr. Olympio sup5e trazer o rei na
    barriga.
    Em vio esforgar-se ha esse Sr. por fazer
    cer o centrario. Ninguem ha que o co-
    aiecendo u3o faga jastiQa aos seas nobres
    "S9ntiment os, ao sea bello ciracter.
    Disse ainda o Sr. Olympio qae nao tinba
    publicado um sea discarso com pena de
    mim 11
    Pena de mim I ?,.. Qqe irrisSo I
    Sabe o Sr, Olympio quera merece co a-
    paixao, qaem carece do perdi, da pena,
    da commiseraco de todos ?... Ea voo di-
    zer Ih'o :
    Merece compaixJo, excita piedada, faz
    pena, o advogado qae, assenhoreando-se
    de uma procurado em branco, assignada
    por um iueliz bomem, manda-a encbar
    sea bel prazer, e fas azo d'ella para reda-
    zir indigencia esse infeliz t
    Merece compaixao, causa pena, qaem
    por am acto tao vil e degradante pronun-
    ciado as panas do cdigo criminal, como
    esteltionatario I t
    Merece compaixSo qaem, s por compai-
    xao de am jaiz, pode ser despronunciado
    em t5o vergonhoso proMSSo. por crime tao
    nojento 11
    Qaem assim procede, qaem assim se
    acha maculado, qae tem carencia do per-
    di, da pena, da compaixao publica t!
    Esse alguem, Sr. Olympio, nao son ea.
    Esse algaam s pode ser qaem buo tem,
    como ea, o orgalao de dizer qae levanta a
    fronte at as nuvens, sem me da de ser mo-
    ldado pelos aguaceiros que aellas se con-
    ten. Esse alguem nio pode ser qaem,
    como ao, tem o desvanec ment de dizer
    qae ao seo passado, corto sim, mas mo
    qae o
    deslo e honroso, nio ha ama nodoa
    faca corar i
    Ponto conheco o Sr. Olympio, a por isso
    pouco sei de soa vida publica. Antes da
    saa inslita agsrassio aiada menos o conhe
    ca, e por isao jolgaei-me atendido com o
    qae disse eese Sr.
    Passe o Sr. Olympio ama revista minu-
    ciosa oa soa e oa aunas vida publica; coa
    fronte e comete o sera o omb paseado;
    e dapois veoba eoti) dizer ao pabtico qoal
    de nos excita eompailSo, qnal de nos cansa
    Sana, qoal de nos necessita do perdi pu
    lico.
    Doa-the todas as possiveis aotorisafies
    para assignalar na minba curta vida publica,
    de pouco ais de cinco annos, nm litio
    siquer que ma deedoare, urna nodoa da
    qnal ea dava aerar.
    IrriteS-Si coas o sea disearso, disse o Sr.
    Olympio. E' exacto, irritei-me, por qae,
    como j disse, sabia acerca di Sr. Olympio
    lgoma coasa manos do qae boje sei.
    H >je, j n3o estoa irritado; acho-me cal-
    me a o artigo do Sr. Olympio, digno de
    si, orno elle disse, ainda maia veio acal-
    mir-me, olo tb porque pode dir maior
    corso a saa leitura, franqoeando-lha as co-
    lumnas do Diario para as qaaes, recorreu
    esie Sr., nao obstante a falta de criterio de
    soa redacfJo, mas tambem porque esse ar-
    tigo am inqualificavel esse et non esse de
    Sr. Olympio.
    Sin, boje estoo calmo. Tinha-me jolga-
    do offendido, porque suppuz dorante algam
    tempo qae o Sr, Oiympio liona direito aos
    meas respeitos Eoganei me porm ; e bo-
    je, pensando diversamente, tenbo qaase pe-
    zar de baver provocado bros qne...( meia
    paiavra basta, ao bom enieodeodor)
    Confeaso-me quasi arrependido de ter
    escripto que obrtgatia o Sr. Oiympio'r
    dar-me uma sattsfaco.
    Nio careca mais d'essa satisfazlo, por
    qae nao poeto ter melhor sati-faco do qae
    a de poder dizer bem alto qae nao ba macula
    na minba vida publica.
    Alm d'essa satisfago, elevada e cobre,
    ainda tenbo outra qae a de poder appel-
    lar para o publico, e dizer-lhe :
    Gooheceis mim e ao Sr. Olympio ; jul-
    gai-nos pelo qae temos feito, pelo qae de
    nos sabis I
    Ha muito qnem n3o possa fazer am tal e
    to consolador appello, parque a voz da
    consciencia lbe bradar: cala-te, bypocri-
    ta infeliz!
    Eis o qae eu tinba dizer por agora,
    Recife, 10 de Maio de 187-2.
    ________Felippe de Figueira Faria.
    JtrM5i7
    COMMERCIO.
    ?HAVA DO HKCIKjs 8 DE MAIO.
    DE 1872.
    4S 3 1/ HORAS DA TARD.
    CotacQes ofllciaes.
    Assucar bruto americano baixo 2 100 por lo
    kilos, era 8 do crranle.
    Ditodito dite SJ300 por 15 kilos.
    Acucar de Macei 4706 por 13 kilos posto a
    bordo,
    Assucar do Rio Grande 2*501 e 2J552 por 15
    kilos posto a bordo.
    n/oteo da Parahybi 1' sorte 790 rs. por kilo
    posto a bordo a frele de 7iS d. e 8 Ofi,
    em 8.
    Alg >dao da Macei 1' aorte 797 rs. por kilo posto
    a bordo a frete de 7|8 d. e 5 0|0, em 8
    Cambio sobre Londres 90 div. i 1|2 d. por la,
    hoje.
    Desoon'o de letras 9 0,0 ao anno.
    P.J. Pinto,
    Presidente.
    Duboofc^,
    Secretario.
    ALFANDEGA
    Aendimtnto do dia 1 a 8 .
    liain do dia 10 ,
    336:530*584
    43:597*723
    330:128*307
    Oescarregam boje 11 de maio de 1872
    Patacho austracoUtva S carvo.
    Barca ingleza Dolphim i de no.
    Eioana allemiawaaif varios gneros.
    Patacho ioglez Maris Blo;k varios gneros.
    Brigne portuguerSoberano idem.
    Brgae franceiS Pierreliom.
    Barca poriugueza Imperial idem.
    Lugar ingle!Sarah Smith\iem.
    Bngae nglez .1% i la Meu.
    Vapor ioglezZembra gneros.
    Barca nacionalRpida animaes.
    Brigne ioglez iade Giodytaz varios gneros.
    Vapor iogletA'ielidem.
    C.4.PATAZIA DA
    Etendimento do dia i a 8
    (dem do dia 10. .
    ALFANDEA
    . 3:9374545
    .. 427*226
    4:3644771
    Volamos sabidos com fazenda
    Idem idem coa gneros diversos
    Somma
    195
    418
    613
    Despacho de exportaco no dia 8 dt
    maio de 1872.
    Para os portes do exterior.
    No brigne portngnei Saphira, para o Porto.
    carrejraco : . J. da Silva Maia 10 pipas com
    14,800 litros de agurdeme ; T. de Aqnino Fon
    seca e Saecesso.'* 700 saceos com 92,500 kilos de
    as-ncar branco.
    Na barca ingleza Acn, para Liverpool, car-
    regou : A. F. Corga 106 saccas com 8,663 kilos de
    algodo.
    Na barca francea Maurica, para o Havre,
    carregarara: Tisset freres & C. 87 aaces coa
    22,521 kilos de algodo.
    No navio nacional S. Lu:, para o Rio da
    Prat, de do Sal. earregen : U -i- da Silva Gui-
    mares 100 saceos com 7,397 kilos de aisucar
    branco.
    Na polaca baspanhola Francisquita, para o
    Rio da Prata, carregarara : J. da S. Loyo & Filho
    421 borricas eom 43,490 kilos de assucar branco.
    No navio hetpaahol Despejado, para o Rio
    da Prata, carregon : J. J. Goncalves Beltrao 600
    barricas com 65,260 kilos de assucar masjavado.
    No patacho allemao Joieph, para o Rio da
    Prata, carregarara : P. Carneiro & C. 30 Sairicas
    eom 3,243 kilos de assucar braneo.
    w'a barca portagaeza Gratidio, para Lisboa,
    carregaram : E. E. Rabello & C. 415 saceos com
    31,125 kos de assaear mascavalo. .
    No brgae americano Rtnnger, para Balti-
    more, carregaram : Henry Forsier & G. 100
    saceos rom 75.000 kilos da antear mascavalo,
    Ns lugar nglez Madacafe, para Eslados-ni-
    dos, carregaram : Johneton Pater & C. 700 gat-
    eas com 52,500 kilos de assaear mascavado.
    No patacho allemao Aimuth Catharina, para
    o Rio da Prata, rrenram : P. Carneiro 4 C. 50
    barris de 3* com 7,200 kilos de me!.
    Para os portos do interior.
    No hiate nacional liara Amelia, para Ara
    caiy, carracaraa : P. Jos da Silva 15 barricas
    eom 1,67% Kilos de assaear branco ; A. J. Paulo
    de Carvaltw 45 meias barricas eom 2,181 kilos de
    assucar branco.
    No patacho nacional S. Barthotomiu, para o
    Rio Granle do Sal, carregeram : Araorim IrmSot
    4 C. 403 barricas com 39,303 kilos de assncar
    braneo.
    No brigne brisileiro Inirtpilo, para o Rio de
    Janeiro, carregaram : P. Vlanna & C. 400 saecos
    coa 30,000 kilos de assaear braneo.
    ECEBEDORIA DE RENDAS INTERNAS
    GERAES DE PERNAMBUGO.
    ften*mento do dia 1 a 8 15:8104781
    (dtt4 a SO. 2:6334224
    MQVftUNt-u BO NW
    ttotio* entrtdu no da $.
    Rio Grande do Sul15 dias, lagar brasilei-
    ro imha, de 3f9 tooeJadas, capitao Ao
    gasto Venceslao dos Swtes. equipagem
    H, carga i.OO* erraos- de- earne ;
    Reiende & C.
    Navios sonidos no intimo dia.
    MarseloeBrigue fraooes Francois e Mari*,
    capitao Lany, carga assaear.
    fiarnos sntra tas no da io
    Mamafigaape12 horas, vapor braeileiro
    Cururipe, de tti tooeladas, commao-
    dante Antonio Dias dos Santos, equipagem
    7, carga algodio; corapanhia Per-
    oambucana.
    Portos do norte9 dias. vapor braeileiro
    Cruzeiro do Sul, do ,|Q0 toneladas,
    coaarAtodaoU capiao^enenteTeiTe, equi-
    pagem 6i, carga diffirentes gneros; i
    Haory ForsterdrG.
    Liverpool por Lisboa20 das, sendo do
    ultimo porto 15, vapor ioglez Zembra,
    de 620 toneladas, commandante R. Pear-
    ae, equipagem 21, carga fazendas e ou-
    tros gneros; i Saooders Brothers de G
    Navtos saludos no 'jmhu dia.
    BaltimorePatacho omericsao Redeviug
    capillo A. F. Suoo, carga assucar.
    Rio da PrataPatacho allemo, Joseph, ca-
    pito Ricke, carga assaear e agoar-
    djBnte. ^_
    THEATRO
    C0MPA1HI.4 RAUCEZA
    HOJE
    ti
    E
    Faculdad de Direito
    De ordaa do Exm. Sr. director faco ptbtieo que
    quaiia fera, 15 do crrante, s 11 horas da ma
    nhaa, ter logar a defen de ibese do bacharel D.
    Loiz de Sonta da Siveira:
    Secretaria da Paenldade de Direito do Recife,
    10 de maio de 1872.
    O secretario,
    li 'U inorlo B: d M*nM.
    Gaetaao Gyaco da nJosia M-jrira, mejor e
    com mandante interino do 1 batalbao de
    infantarla da guarda nacional do muoici
    pi do Recito e presidente do conseibo
    de qualiacagao da fregnezia de Santo An-
    tonio.
    Faco saber a qaem interesar qae em vir-
    tade da lei e seos regoramentos tem de se
    reunir o conseibo de qaallca?8o e revisSo
    da guarda nacional da fregnezia de Santo
    Antonio no dia 19 do crreme as 9 horas
    da maobaa no consistorio da respectiva ma-
    triz.
    E para constar mandei afiliar este edital
    no lugar competente e publicar pela im
    prensa.
    Castao Cyriaco da Costa Mor eir.
    A cmara municipal da cidade do Re-
    cife em sess3o de 8 do correnta attenlendo
    ao que loe solicitou o Instituto Arcbeologico
    Geograpbico Pernaaibucano resolveu madar
    o nome da roa dos Ossos na fregnezia de
    S. Jos pelo nome deroa de 24 de maio.
    Paco da cmara municipal do R ecife 8 de
    maio de 1872.
    Jos Mara Freir Gameiro.
    Pr6-presdente.
    Augusto Genuino Figuerdo.
    Secretario interino.
    OECLARACOES.
    O administrador da reeebedoria de rendas
    internas cera??, scientiftea aos contribnintes do
    imposto nesjoal, qae oeste correata mez de nnio
    que se fiada o praso do pagamento, sem multa,
    do 2 semestre do ezercicio de 18711872, depois
    do que ser pago cora a mulla de^6 %
    Reeebedoria de Pernambaco,' 10 de malo de
    1872.
    Mtooel Curc.eiro de Souza Laeerda.
    ADMINI3TRACA0 DOS COHREIOS DE PEAMRN-
    BUCO 11 DE MAIO DE 1872.
    Malas pelo vapor Cruzeiro d> Sul da Corapanhia
    Brasilelra.
    A correspondencia que lera de ser expedida
    hoje^l!) pelo vapor cima mencionado para 03
    portos do sol, ser receida pela mane ira se-
    grate :
    Majos de jomaos, impresas de qulqner natu-
    reza, e cartas a registra' at 2 horas da tarde,
    cartas ordinarias al 3 horas, e estas at 3 li2 pa-
    gando porte duplo.
    As cartas e jornaes qae se dirigirem ao Rio da
    Prata pagarlo previamente, aquellas a lacha de
    300 rs. por 15 grammas on fraejo de 15 gram-
    mas, e estes 40 rs. por 40 grammas ou fraccio de
    40 grammas. na progresso estabelecida na ta-
    bellasC e D amexn as iastraccoes do 1* de
    dezembro de 1866.
    O administrador,
    Alfonso do Reg Barros.
    ICO
    THEATRO
    GYJNiSIO DRAH
    HOJE
    Sabkido 11 de mu)
    Impreterivelmente
    J orla e penltima representadlo de importan-
    te, mjraHssimo e eniihasiasticaniente applaadido
    drama-tragico em 3 epocha;, ti actos e 6 qua-
    dros, intitulado :
    TRINr ANNOS
    OU
    A vida de nm jogador
    Terminar"b espectiienlo com a muito applandi-
    da bexiga em 1 acto ornada de msica, e daasa
    VIVA O EXERCITO
    E
    Viva o duqus
    Principiar s 8 l|i.
    Os bilhetes achim-se desde j no eseriptorio do
    theatro.
    AMAHaA
    IV
    l
    18:4531009
    Domingo 12 de maio
    As 6 horas ds tarde
    Aiada qae chova.
    Q.iiuta ultima represeniaco do drama-tragico
    Trini annos
    A vida de um jogador
    Terminar o espectculo com o interessante e
    muio applandido en.re-acto conrieo, ornado de
    nrasiea e dansa, execo.Udo pelo S. Florodo, de
    nominado QD/J
    Joaquim sacrislo
    assistindo i represeaU(2) do drama-sacro
    OS MILAGRBS DE SANTO ANTONIO.
    Principiar s 6 berta da tarda.
    N. B. Os bilhetei vwdidoi pera qolnu-feira
    tte> entrada ne esf ectSasoio 4 sabbado 41 do
    maio. j i * o- f
    siiniino
    AMANHAA
    Domingo 12 de maio
    A pedido geral.
    (Grande succeaso)
    Duas representarles da opera buffi em 4
    Sstf actos:
    La Grande Duchesse
    de Grolstein.

    Mlle. Lafourcade
    detempenhar o imporunle papel da
    Ciria-Dnqueza
    As 8 l|l
    Depois do especlacnb haver trem para Apipo-
    eos e bood para a Magdalena, o qnal estacionar
    junio da matriz de Santo Antonio.
    PEDE SE
    As pessoas que encommendaram bilhetes, qne
    os procuren) sem falta at ao meio dia..
    AVISOS MARTIMOS
    COHPAtfHIA
    f DAS
    Messageries Martimas
    Conforme os avisos reeebidos da agenjia prin-
    cipal no rio de Janeiro espera-se o paquete Ama-
    jone, commandante Joret, do dia 19 do torrente
    em diaoie. Depois da demora do costume -seguir
    ara Brdeos, tocando em Dakar (GoreJ e Lia
    Para conditSes, fretes e pasaagens, trata-se na
    agencia, roa do Commercio n. 9.
    Puro o Porto
    Depois de pouca demora oeste
    porto
    uepois ae pouca aemora ocsie pono dever
    seguir viagera eom destino aquello a veleira barca
    portagueza Imperial; tem grande parte de seu
    carregamento engajado, e para o resto que lbe
    falla e passageiros, ao; quaes offerece muito boo?
    commodoj, trata-se com'Soares Primos, roa do
    Vigario n. 17.
    Para o Rio-Grande
    do Sal.
    S.'gulr dentro em poucos dias o patacho nacio-
    nal Brmfica, por j ler prorapta a maior parle de
    sua carga ; para o pouco que lbe falta, qae rece-
    bar a fre.e razoavel : trata-se com Baltir, Oli-
    veiro 4 C rna do Vigario n. 1, ! andar.
    COoMPANHIA PEILNAM11UCANA
    Navegando costetra por vapor
    Goyanca.
    O vapor nacional Parahy
    ba, seguir para o porto aci
    ma no dia 16 do corrente as
    9 horas da nonte.
    Recebe carga, encomraen-
    das, passageiros e dinheiro a
    frete : no eseriptorio no Porte do Mattos n. <2.
    .ciL
    wm~
    COiMPANHIA FERNAMBUCANA
    DE.
    Navegagdo costetra por vapor,
    Porto de Gallinhas, Rio Formoso e
    Tamandar.
    O vapor Parahyba seguir pa
    ra os portos cima no dia 20 do
    corrente a meia noute. .
    Recebe carga, encommendas
    passageiros e dinheiro a frete at
    la tarde: no eseriptorio do Forte do
    Mattos n. 12.
    DAS
    Messegeries martimes.
    At o dia 11 do corrente mez espera-se da Eu-
    ropa o vapor francez Sindh, o qual depois da
    demora do costme seguir para Buenos-Ayre?.
    tocando na Babia, Rio de Janeiro e Montevideo.
    Para condlcQes, fretes e passagens trata-se na
    agencia, roa do Comtnereio n. 9.____________
    Para o Rio de Janeiro
    egue com trevidade o veleiro patacho naeional
    Veloz, secebe ainda alguma carga a frete : a tra-
    tar com Fernaodes & Irmao
    de Dos n. 13.
    travessa da Madre
    Para o Araeay, em diretitora, sabe com
    brevidade o palhabote nacional liana Amelia, ca
    pito e pratico Francisco Thomaz de Assis; j
    tem parte da carga engajada, para o resto trata
    se com Antonio Alberto de Soozi Aguiar, a rna
    do Amorira, armaren o. 60, oa com o' capitao a
    bordo._____________________________________
    O capitao H. W. Voss da barea allema /. F
    Pust, entrada neste porto por causa de avarias
    recebldas quando fonleada no lamarlo porabal-
    iroamemo com a galera ingleza River Clyde, pre-
    cisa contratar eom qnem por menos fizer, pres-
    taudo anecessaria fliBja e marcando um praso
    para acaba los, os eoncertos de qae necessita o
    dito navio, conforme as deelarajas dos peritas,
    as qaaes podem ser laminadas no consolado do
    imperio germnico, aonde se recebara propostas
    em cartas fechadas at o dia 6 do correte ao
    meio dia._____________f____________________
    PARA 0 PORTO
    Seguir eom multa brevidade a bem conhecida
    bareaca portuguesa Saphira por ter a maior par-
    le de sua carga prompta : para o resto da carga
    e passageiros trata-se com os coasigoatarios Tho-
    maz de Aquino Fonceca & C. snceessores, roa
    do Vigario n. 19, ou com o capitao, na praca.
    Encargo de consciencia.
    Uma pessoa que perdeo oo sabbado a qnantia
    de am cont e cento e tantos mil ris da Camboa
    do Carmo ras Dreita, roga i qaem leos acha-
    do lhe restii, qne ser generosamente grati&ea-
    do. A pessoa que perdeo pode ser procurada na
    rna de Lomas Valeolioas o. 46.
    CAIXERO
    Precisa-se de uma pessoa de 16 a 20 annos qne
    leaba bastante prtica de molhados e qne d fia-
    dor de sna eoMocU : qaem reaoir estes requisi-
    tos, pode deixar arta fechada coa as ioieiaes S.
    tf. neeu typoimpnia, nata ser procurado.
    ParaoOb Grande do Sul
    Tai earregar Drfvnoaente o palacio nx
    SmiitAr ; para carga frete traa se coa
    coasignatarlos Amonm rosnos A C.
    PARie
    PORTO
    pretende sahir com pouca demora a barea i
    gneza Social por ter a maior parte de sea earm
    gaoeato engajado, e para o resto qae fee M
    passageiros, para oa qaaes toa boas MBaodoe,
    irata-se com o consignatario Joaoaa Joai Gon-
    calves Beltrao, rna do Comaercto 5.
    PARA O
    Rio Grande do Snl
    Para aquello porto deve seguir saa deaora o
    brigne nacional Arroyo Molo, navio 4* priaair
    classe, por ter prompta a maior paria do san ear-
    regament.', (altando am resto de carga, pa
    que deve tratar-se eom Jos Victorino de Rea
    & C, eseriptorio a rna do Marqaea de Oiioda i
    mero 60.
    Para o Rio de Janeiro
    Para o porto cima deve seguir o patacho na-
    cional Linda Flor, navio de primeira elasaa ; para
    carga trata-se com Jos Victorino de Reseode a
    C, eseriptorio roa do Mrquez de Olinda oosm-
    ro 60._____________________________________
    F. Meyer, capilo do logre aJteaio. Wm-
    darin vindo de Aninerpia eom carga de vidros
    oatros gneros eom destino a S. Francisco, entra
    do neste porto com agua aberU, precisa para
    o-correr as despezas do concert do mesmo na-
    vio risco martimo da qaanta de qaarena
    costos de ris pouco mais on menos sobra o cas-
    co, frete e carregamento do. dito navio, aaaos
    dei fardos eom papel e 206 barris coa alvatade
    qne j se venderam aqu : olferias ea cartas fa-
    chadas serio recebidas oo consulado do knperio
    Germnico al o dia 10 do correte me* ao
    dia.
    COMPANHIA PERNAMBUCANA
    DE
    SaTegaeSo costetra par Tapar.
    Macei, escalas, Penedo e Aracajrj.
    , O vapor Giquid, coa
    ^4v Mai un.-, seguir para os
    tos cima no dia i4oi
    as 5 horas da tarde. Recaba ear-
    __' ga at o dia 11, eocommeadat,
    passageiros e dinheiro a frete at as 2 horas s
    arde do dia da sabida : eseriptorio no Forte 4a
    Mattos n. IV
    COMPANHIA PEHNAMBCANA
    01
    VaTegafSa eoaielra per
    Parahyba, Natal, Maco, Mossor, Ara
    caty, Cear, Mandahu', Acaraeo e Granja.
    O vapor Pirapama, eoaaaa-
    dante Azevedo, segnirpara
    os portos cima no dia 15 4o
    corrente as 5 horas da tarde.
    Recebe carga at o da 14,
    encommendas, passagens a di-
    nheiro a frete at as 2 horas da tarde do 4a4a
    sahida : no eseriptorio do Forte do Mattos n. 11
    Para o Rio Grande
    do Sol
    pretende seguir cora mnita brevidade o palhabote
    nacional Jovem Arlliur, tem parte de sen carrega-
    mento prompto : para o resto que lbe falta trata-
    se com os seas consignatarios Antonio Luix deOii-
    veira Azevedo 4 C no seu eseriptorio rna do
    Boro Jess n. 57.
    PaT^
    Segu para o referido porto com mnita brevida-
    de o hiato Olinda, por ter a maicr parte de sen
    carregamento ; e para o resto que lbe falta trata-
    se con, o consignatario Joaquim J. G. Beltrao
    ra do Commercio n. 5.

    BAHA
    Para esse porto seguir em poneos dias o ve-
    le.ro patacho nacional Garibaldi: para carga a
    fretes tratase com Tasso Irmaos 4 C., ou coa o
    capitao Cnstodio Jos Vianna.
    LEILOES.
    LEILaO
    Ultli-
    Mobiliaa de lugnel
    Aluga-M constantemente mobilias completas e
    qnaiqner traste separado, por preco commodo, e
    tambem se alugam cadeiras, qnaiqner que seja a
    qnantldade, para fastas oa offlelos tunebra : tu
    ra do Bario da Victoria (outr'era Nova), araa-
    tem do Plato es. 57 e 58.
    DE
    5 aeces da companbia de segaros
    dade Publica
    HOJE
    A's 11 horas da manbia em ponto
    O agente Pinto competentemente autonsado.
    far leilo por conta e risco de qaem p'riencer.
    de o acedas da corapanhia de segaros Uiilidaae
    Publica.
    Em sen eseriptorio ra da Cruz n. 38.______
    LilLO
    DE.
    Um relogio dourado, 8 cadeiras,! marvjue-
    za, i carien a, 2 banquiobai, 2 cadeiras,
    i espellio, 2 caixas com ho^eopalbia,
    1 armario, 1 mesa de piano, 2 bab>
    com roupa osada e algama loaca.
    Espolio de Antonio Goncalves de Agaiar
    O agente Martins far leiiio por ordea doSr.
    con.-ul Porlogoez, d os movis e mais objectos ci-
    ma, perteoeeoles ao espolio do subdito portognez
    Antonio Goncalves de Agaiar,
    Segonda-feira 13 do correle
    A's 11 horas do dia, no 2* andar do sobrado n.
    45, da ra do Apollo.
    LEILAO
    DE
    Um cahriolet americano de 4 rodas, coberto.
    com assento para 2 e 4 pessoas, para 1
    oo 2 cavllos e arreios*
    1 ditolde duas rodas com arreios.
    TEKCV-FEIIU 14 DO CORRENTE
    a' 1 hora
    No Caaapo das Prlaeeaas.
    Em frente do predio a. 1, onde fanceioaoa o
    Clab Pernambneano.
    Por intervencao do agente Pinto.
    Por occasiao doleuao de movis, lenca vidrts
    e mnitos oatros objectos existentes no paviaevo
    terreo do mencionado predio. ______
    LEILAO
    DE
    Movis louca e crystaes
    Espelbos, vasos e pisaos
    TERC\-FEIRA 14 DO CORRENTE
    Por intervencao do agenta Pinta
    No estabelecimeoto terreo .do sobrada da
    roa do Imperador n. 1, onde fanecicnou
    o Clab Pemambacaso.
    CONSTANDO DE :
    5 Ua exeellente a mogniflo piano qnasi tavo, 1
    dito com oso, 1 mobilia, 1 devan e > pottrenae, 1
    cadeiras de bafaoco, li ditas de vaw, veaatao-
    nas, jarro para flora (neete arttg* na Waaree
    reos e de gosto moderno) espelbos 4a4iBafaaa
    tamanhos, relogies de mesa de partee, aadtti-
    ros, metas de jogo, eUgers, qaada, Saananas.
    Uma mesa elstica, 1 goarda-teoca, Saeaara-
    dores, eadeka de difiranles eaandadea, aaeeat,
    Iones para cha e jamar, fladi crysuat, micaaru
    da meUl, 1 jardinaia .a moitas outres objaettM
    qae esurio patentes ao axama doa eoaearraatM
    na vespera a da do leilo.
    Principiara, is 10 horas,
    #


    Leilo
    M
    Uai piano, I mobilia de jacarana!, espelho,
    jarros, larrideiras, 4 guarda-locCJ. i
    mesa elstica, 2 ipparadores, 24 cadei
    ras. ditas debalanco, 1 casaa para 2 pes-
    soas, llocadir, i berct. i cabides, loo
    5 vidros e crystaes.
    Un carro americano, i s. liti e arreios, I
    carribo para menino, i bomba, 1 mi-
    coina do ostura, cmdieiros e. maitos
    ootros objectos perlencentes a casa de fa-
    4Dlia.
    TERCA-FBIRA 14 DO CORRENTE
    A'S U HORAS
    egeote Pinto autorisado por urna familia, qoe
    tnndoa de residencia, levar i leilo os movis e
    mis objectos cima deseriptos, os qaaes sera,
    transportados para o armazem do sobrado da rna
    do Imperador n. 1, onde funccionou o Clab Per-
    eamboeano, e por oeeasio
    4'aqneile estabelecimento.
    do leilo dos movis
    FABRICA DE MACHINAS
    A' Ra do Barao do Triumpho ns. 100 104
    OVTRORA BRUM
    Cardozo & lrmao >
    l lk '
    AVISAM aos Sri. de engeohos e ao publico em geral, que leem recebfdo da Europa,
    grande sortimento de ferrageos para engenbos e para lavoora e qoaegquer oolroa
    8 mistares da industria agricola, o que todo vendem por piscos razoaveis.
    Precisa-se de ama ama prota j de idade para
    cozionr e comprar para casa de familia de anas
    pessoas: qnem quirer dirija se a esta typographia
    das 10 horas da manbia as 2 da tarde.
    2- Na Praca da Independencia n. 33 se compra
    ooro, prata e pedras preciosa?, e tambem se vende
    obras de igual especie.
    111
    MOFINA
    Olka tile "I...
    de Helio, es-
    firovraci. o
    B a foncTot
    uzos
    AVISOS DIVERSOS
    - / ~ *
    Declarado necessaria
    Por engao do nosso caixeiro foi ncluid
    Siontem em annancio nosso, chimando di-
    versas peaeoas a esta typographia, e Dome
    -do Sr. Dr. Maooel Joaqoim Silviira, pelo
    qoe dos apressamos a retirar o sen nome
    daqcella lista, pediodo-lhe a esse amigo
    desculpa._____________________
    SSTiTO ABCBfiOLOGICO E GWCRPDA-
    CO PEMAMBCANO
    Para corJbecimento dos interessados se
    (as publica a seguiote di-posice dos additi
    'vos aos estatutos desta casa :
    c Art. 16. O socio effectivo que por um
    son deixar de comparecer as sesgues do
    Instituto sem causa participada, considerar-
    se-na eliminado. *
    Secretaria do Instituto, 22 de abril de
    1872.
    J. SOARES D'AZETEDO
    Secretario perpetuo.
    Novo Atheeu
    De ordem do Sr. presidente convido a todes os
    Sis, socio* a se reaoirem hoja (II) as 5 horas da
    tarde para em seseao extraordinaria discntir-se
    materia de grande interesse social. A directora
    pede a todos os socos o comparecimiento a bora
    marcada.
    Recife.lt de abril de 1872.
    Rodrigues da Costa.
    Precisa-se de co-tureiras para trabaibarem
    .oa oficina: na rna estrella do Rosario, casa do
    .Roy d'Yveto', n. 14.__________________________
    AiDga-se o segando andar da roa de D. Ma-
    ra Cesar, outr'ora Senzalla Nova n. 30, maito
    fresco e commodo para pequea familia, ama
    -sais e tres qnartos, cosinba e dispensa : a tratar
    na mesma casa.
    VAPORES horizentaese verlicaas j bem conbecidos nesta prometa e ora della,
    os melhores que teem vindo a este mercado.
    MOENDAS 'completas de ditersos tamaBhos, obra mutU forte e bem acabada.
    MEIAS MOENDftS para assentar em grades de madeira.
    TAXAS de ferro ondido e batido e diverso tamanbos.
    RODAS D'AGUA de diversos tamanbos.
    RODAS DENTADAS de diversos tamanbos e qualidades.
    FORMAS para pies d'assucar, qae esperara em poneos dias grande porcMl e aquel-
    les seohores que dallas precisarem, poden desde j dar sois notas.
    CONGERTOS.Conceitam com promptidio qualquer obra oa machio, para o que
    teem sua fabrica bem montada com grande e boa pessoal.
    ENGOMMENDAS.Mandato vir por encommenda da Europa, qnalqoer macbinis-
    mo, para o qoe se corresponden! com urna respeitavel casa de Londres e com om dos
    mehores engenheiros de Inglaterra; incumbem-se de mandar assentar ditas machinas,
    e se responsabilisam pelo bom trabalbo .das mesmas. %
    RA DO BARaO DO TRIUMPHO NS. 101,102 E 104
    F.UNDIQO DE CARDOSO 4 1RMO
    as
    tilico estabelectoenlo neste genero
    Rna do Barao da Victoria n, 16
    A este estabelecimento acabara de chegar os lindos chfeos a ingiera, de aba larga para
    meninas, ariigo qae so se eneontra neste estabelecimento ; recebemos tambem benitas chapelioa*
    de veludo grande pbantasia, chapis de ga*e azeoda de novidade, chapeos de velado e de palha
    enfeitados a capritno; recebemos tambem beija florts nataraes proprios para perneados e vus
    grandes para chapeos ultima moda. Portante, convidamos as Exma?. Sras. a visitaren) este es-
    belecimento qne se acba perfectamente sortido.______________^_^____^___^_____
    SEGUROS CONTRA FOGO
    IMPERIAL
    W. G. FENNELLY RA DO COMMERCIO N. 38 Io ANDAR
    Precisa se de ara c?.ixeiro de 16 a 25 aanos :
    na roflnacao da ra D. Mara Cesar n. 4.________
    C0SINHEIRA
    Preeisa-se de ama perfelta cosinheira para casa
    estrangeira : tratar na ra do Commercio n. 16,
    seriptorio Jo corrector Stepple, oa na Passagem
    da Magdalena, sit-o de Henriqoe Oetlli.__________
    Frecisa-se
    de nm moleque pira ajudante de cosinba : no ho-
    tel do Universo, ra do Commercio n. 2._______
    6:000 rs.
    OSr. Henriqae Alves da Silva, irmo do Sr.
    firito. escrivaa dos proiesto, dirija-se a ra do
    Livramento n. 33 para concluir certo negocio.
    5;000 rs.
    Rogase ao Sr. Torres Baodeira, fllba do Sr. Dr-
    Antonio Rangel de Torres Bandeira, cumpra o qoe
    lem promettido na roa da L ramelo n. 33.
    Est fgida
    des."' 7 do correnta de madrugada a escrava An
    loan, preta, de : ale 20 e tantos annos, estatura e
    eorp regulares rosto redondo, cabellos carapi-
    nhos, falla apressada, falta de dente?, tera pannos
    no rosto, sabe ler, engommae cose bem, tem ama
    ti.ha de cor fula, forra, de idade de 6 annos, mais
    oa menos, consta qae tera andado a offereeer se
    como ama.'intitulando s firra : quera apprebeo-
    de-la e levar roa da Cadeia do Recife n. 56, ee-
    criptorio dos Srs. Leal A lrmao, ser generosa-
    mente gratificado.
    O respeitavel publico encontrar a roa Pri-
    meiro de Marco n. 14 no primeiro andar, sob a
    enominacao de Boaqiet das Dama? ara bem
    montado estabelecimento de miudezas, objectos de
    pbantasia, perfumaras e obras de cabellos qae se
    vendem por presos maito commodo*.
    O Bouqaet das Damas tem grande vaotagem
    de reeeber direetimen'.e da Europa todos os .-cu-
    .art'gos, e por isso acba-se babilitado vender por
    menos prego que qaalquer outro eetabelecimento
    . qaet das Damas nao adopta o sedico costume de
    -pomposos aononcos cora que co?Himam attrahr
    o publico, e rnente o convida a oxbinar o<
    freces e qualidades de suas mercadorias com os
    de outros estabelecimntos, e convencer-te da ver-
    dade qae acaba de anaunciar. Depois da chega-
    da dos paque:es da Europa cieutilicar dos novos
    rticos nne for recebendo. Para mais commida-
    i das Kuraa-, faraias o Bouijaet da< Damas es-
    tar aberto desde as 7 ti ras da manbia as 8 da
    noute.
    Hile. Marie Lavrgne, scientiflea as saaa Exmas.
    -tlieoies de perneados e modas Je cabellos para eojio flm
    *ea habis artistas; assim como conserva um
    sala eim as cemmodidadee precisas para oe pen-
    ieado< das-Sras. .servijo este qne ser feto pela
    nnaiiante.; i rus Primeiro de Margo o. l, pri-
    meiro andar. ________________________
    Do eafeobo tagauassu, termo da via da
    Escada. aasentoa-se em das do mes de abril, do
    joto 4e 1870, o es era v o Pro;opio tendo os sijroaes
    Escravo fgido
    No da i de novembro do anno passado de
    1871, anseoton-se da casa do abaixo issignado, o
    segnipte : altura de 56 e 1|2 llegadas porta- joscravo Amonio, nHti?o, iiade JO annoe, com os
    ueas, mulato claro, cabellos crespos, cara^ re- s^gnaes segrales : alto e secco do corpo, pernae
    e 'bracos um tanto nae., rosto redondo, orbos
    Fogio do eogenho RiberSo, freguezia de Santo i
    Anto o escravo Manotlcom os signaes segrate :
    negro preto, estatura baixa, pernas nas e ara
    poaco arqueadas, os dentes da frente largos, a
    barba com cabellos salteado?, maito regrists, re J
    presenta ter 28 a 30 annos, levon camisa de ma-' no termo da Escada, do major Marcionillo da Sil
    Do engenho Ma(?au-
    ass
    dapolo, calca de brim pardo, chapeo de baeta
    parda, e levou roupa de algodo da matta: roga-
    se a todas as autoridades e capites de campo a
    captura do dito escravo e conduzl-lo ao mencio*
    nado engenbo. que seo bem" recompensados.
    Compromisso
    Irmandade da Santsima Trindade erecta
    no convento de S. Francisco desta ci-
    dade.
    De ordem da raen regedora desta irmandade,
    convido a todos os irmaos para se reunirem era
    mesa geral no da 12 do correle, pelas 11 horas
    da rnaahaa, aftra de discatirem o novo coipro-
    misso, cajo projecto acha-se patente a todos os ir-
    maos qae o qaeiram examinar no consistorio da
    irmandade das i as 7 $& tarde.
    Consistorio da irmandade da Santissima Trinda-
    de, 3 de maio de 1872. -
    O secretario,
    Maroel Goncalves Acra.
    veira Los, furtaram na noite de 3 para 4 do cor-
    rente mes de maio nm cavallo de sella com os
    signaes segrate! : cor castanba, leudo urna man-
    cha branca no lado e-querdo, pos e roaos calca
    dos, velho, ferrado com i letraM, frente toda
    aberta, e aniador de baixo a meio. Di-se 100 a
    quem der ooiicia certa do referido cavallo e da
    pessoa, em cojo poder fer elle encontrado, na ra
    da Aurora n. 9, oa no mesmo eogenho.
    Krecisa-se
    de l:C0Of a jaros de 1 1,2 sobre hypothe
    quem qaixer dar annnncie para ser procurado.
    Griinde officina de mttaes
    BRAGA 4 P1MENTEL
    RA N-VA N. 351
    Nesta offina trabalba se em eccanamen-
    tos d'agoa, de latoeiro, caldereiro e funile-!
    ro, tem sortimento de bombas de o. 0 a n. |
    8, alambiques, taxas, torneiras,
    Comida para fra
    Prepara-se com aeeio e promptido : no pa'-eo
    do Paraito n. 19, 1* andar.____________________
    Aluga-se a casa 7 1 da titit de Bemtica,
    com 5 qaartos, S sala?, cozinha externa, quintal
    em aberto, tera bacbo na frente e commodo ? u-
    gjel : a tratar na ra estrella do Rosario n. 17,
    escriptorio. 1 andar.
    ('opeiro
    Precisa-se de nm bom eopeiro
    52, andar.
    na raa Nova n.
    tobos de cbnmbo, sinos obras de folba, ba-
    cas de ferro estanhadas, cobres de engenbo,
    espnmadeiras, cadinbo para fundido : todo
    por preco commodo e promptic3o para
    qsalquer trabalbo.
    Medico.
    5
    O Dr. F. G. de Andrade Lima, tendo
    aberto seu consultorio, na casa de sna
    residencia, na raa larga do Rosario n. 40,
    2o andar, pode ser procurado a qualquer
    bora. Da consultas todos os dias das 7
    as 9 horas da manha, e de 1 as 3 da
    tarde ; grates aos pobres.
    Sociedade Nova Unio
    Pelo presente sao convidados todos os socios
    vlvulas,' comparecerem as 3 horas da tarde de domingo 12
    do corrate mu, para tratar-se de assnmplos re
    lat vos a mesma sociedade.
    Secretaria da sociedade Nova Unio, 7 de maio
    de 1872.
    Hartins da Silva,
    _________________________1. secretario.1'
    Precisa-se alogar oa comprar um escravo
    que seja sadio para carrejar fazenda, paga-se
    b?ro na rna do Condena Boa Vista n. 26.
    I Alnga-se o segando andar e soiao : na raa
    _ da Senzala, pintado e caiado de novo : tratar na
    |. ra do Commercio n. 48.
    Tasso irmaos & C.
    1
    $
    I 0
    *
    C0N8LTORI0 HOMBOPATHICO
    DO
    reeeberam nova remessa de cerveia preta e branca
    da acreditada marca Bati.

    *
    m
    0
    *
    Dr. Mantos Helio.
    Consaltas todos os dias das 10 boras
    ao meio dia. Ciumados a qoalquer hora.
    VACCINA.
    A' este consultorio ebegou a verdadeira
    lympba vaecieiea da Inglaterra, e vacei-
    na-se s quintas tetras e domingos das
    jtt 10 horas ao meio dia.
    SK Gratis aos pobres.
    SNA/4:3~Rua doBwio d* Victoria43.
    Hypotheca em predios 5 000000 000 000
    Se dir quem d a' 25:O0010O0 rs.
    com tiypotbecas em casas nesta cidada,
    arrabaldes. ou em predio agrcola, ni
    ra do Jraperador n. 14 segodo andar,
    das 11 boras da manha a 1 bora da
    tarde.
    s
    onda, tendo as macaes do rosto altas, espada
    do, Xalta de dentes qacixaes do lado direito, sen-
    do os demata rombudos, limados os de cima, ten-
    do na da frente, e de baixo sabido, Presorae-se
    achar-ae o escravo cima referido na izeoda
    Caeunbao no termo da cidade da Russia,
    na provincia do Cear, no entretanto bem pode
    succeder qne se ache nos eroes desta provincia,
    pelo qne recommendamos a captura de seme-
    Ibaole escravo, eflerecendo UtOdOOO de gratifi-
    .'j<;o, que aera atrege a quera coodazi-lo ao
    eogeobo cima referido, oa na eidade do Recife,
    ru da Madre Deus ao Sr. Beroardino de Sena
    PoHual.
    IXtlHO
    Precisa-se de oa menino de 10 sanas de idade
    qne tenba alguma pratiea de venda, prefere-se
    tiraseiro: na travesa do Peixolo o. 38, em fren-
    pt a matriz de S. Jos.
    gesposta ao n. 120.000
    O afca'xo assignado teno lido no Diario de
    tooDtem um annnoeio do Sr. Jos Jacioiho Thomai
    (qae ni lecho a honra de conbecer em qne
    ebama ana offleina o Sr. ot alaria Mendes
    Dar negocio de sea nteres*, e eomo algumas
    nnamai posean confundir o nome de nm com o
    do Uro, pede ao referido Sr. Tnoauz, para
    ter auid xplieiio no sen apooncio, declarando,
    ao mtmu, onde fcaoiu a peasoa a qne se refere,
    me enteoda cora o abaixo asignado, pode
    procara-lo raa do AUlho o. 17.
    Jos Marta ""reos MeaJes-
    Criada.
    Precia-se de ama preta para criada ; co bo-
    te) do aiveno roa do Cemmwio n. .
    grandes, dentes maito .perfeitos e bonitos, pi e
    m5o.i regalares, nariz afi&d}, cabellos cres3os4
    agora qae est bufando, 4 bora trabalbador de
    ofaria consta andar neeta cidade: roga-se as au-
    toridades policiaes e cjprtee de campo a sna
    captura e a entrega-Io ao sea senhor, que ser
    bem gratificado.
    Afogados, 29 de abril de 1872.
    Jos Buarque Lisboa.
    TRILHOS BANOS
    DO
    Recife Olinda
    e Beberibe.
    Convindo que o parecer da comorifSo de exa-
    me de contas seja apresentado ca i' t>etso da as-
    sembla geral doe senbdres aeciocis:as desta com-
    panbia, e nao o podeDdo ser na snao marcada
    para o dia 6, eomo fui annunciado, tei logar essa
    sessio no dia 16 de maio correte. c escriptorio
    da companbia as 10 heras da manba.
    Recife 2 de maio de 1872.
    O 1,' secretarlo,
    L. Jos de Miranda
    00000000000000 000 000000 00000
    Imnarill fartpfj* 6 Wt Dr- Sarment Pilbo, medico opera- IUI|lcrial IdUrird | g dor doHospital Pedro if, de valia de sna S
    5 viagem Europa, contica no exercicio J
    j|) de ui proD8i na casa de sua re-iden- fm
    w ca raa de Imperador n. 19, 2* an- m
    dar, onde lodo* os das d cnsul as W
    || das 9 ao meio dia. W
    000-00000-000000
    AOS 5:0004000
    Sitio 4 venda os Mista bflbetes da lotera da
    Jaaia. na casa feliz do arco da Conceieio, toja di
    wtva no Redfe.
    0 DE 0
    BRap arda fina daBihiaJ
    DE 5W
    i
    DE
    Morara & C.
    O abaixo assignado, nico agente deesa
    fabrica, avisa ao publico qae tem aberto
    o deposito de dito rap oo seu escripto-
    rio raa do Viga rio n. ti, eade os fre-
    jSK gnezee encontrarlo sempre a quantidade
    S qae precisarem.
    Wt Recife, 29 de abril de 1872.
    QL Domingos Alves Mathens.
    Domingos da Costa Gnimaraes declara ao
    respeitavel publico eom espeeialidaJe ao corpo do
    commercio qae comproa a armacao da casa sita a
    roa de tanta Cecilia n. 27, o Sr. Manoel Gomes
    d Silva Morim, livre deseabereeida de qnal-
    Iner debito, por isso so *Juem se jalgar com
    reito a raearaa retame oo praso de cito dial.
    Recife, 10 de maio da 1871.
    r loga -se MDi escrava
    o. se-
    na roa" do Pnpeipe
    Ao publico
    Auwntoarse so dia 5 do corrate, di easa o. 30
    do caes Capibaribe, o menor lirre Manoel Barbo-
    sa, pardo escuro, eom os signis segrales: ca-
    bellos earaniobos, idade 12 aanos, poaco mais ou
    menos, dtntes largos pa freate, sendo cavalgados
    ons sobre outrof, dado* inimoi dos ps virados
    para fra, falla malo taatrada, mapa maito eo-
    xovalhada, tem mi em Ignarass e no sitio aa
    traressa do Costa desta cidade: roga-se a quem o
    aiprehender qne o entregue cata snpri mencio-
    nad*, que sera recompeoiade.
    Aula particular de Instrucco
    primarla, ra Dlrelta n, 141,
    t. amelar.
    O abaixo assigoade competentemente habilitado
    pela iostruc^o publica desta provincia, avisa ao
    respeitavel publieo e particularmente aos pas de
    familia, que acaba do abrir orna sua de iostruc-
    cio primaria na ra Direita o. 141: primeiro su-
    dar, onde peder sor procurado ; e desde j se
    eompromette a dar o maior adiantamento e luses
    a mecidade que for confiada a seus cuidados;
    tendo em sea favor a pratiea e meihodo que re-
    cebeu em um dos melbores collegios da Europa,
    onde estudoa por mais de quatro annos.
    Recife, 8 de abril de 1872.
    lustiniano Jos da Costa.
    Offerece-se urna ues.-a habilitada.que d flaoca
    a sua conduta, e solteirade idade de 40 annos. para
    administradlo de qualquer eogenho: quem precisar
    dirija-se a ra do Rangel n. 52. ____________
    Roga-se ao Illm. Sr. Ignacio V.eln
    erbio na eidade de Nazareth desta
    favor de vlr a roa do Imperador n.
    aquele negocio que V. S. se comprometten reali-
    sar, pela terceira chamada deste jornal, em fin
    de dezembro prximo passado, e depois para ja
    aeiro, passoa a fcvereiro e abril, e nala cumprio
    s por esta motivo de novo chamado para dlt:
    Im ; pois V. S. se deve leiflbrar qna este negocti
    4 de mais de oito annos, e quando o senhor sai
    Bho se achava no es nesta cidade
    O Sr. Boaveutura Jos d que re idio em Maeei e actualmente eha-se nes
    ta cidade, rogado a vlr i roa do Amonm n. 37,
    escriptorio de Tasso Irm2os&C, a negocio, ou
    aonunciar a sna residencia para Aluga-se
    a casa terrea sita no pivoado denominado Duarte
    Coclho em Olioda, que tem frente de azulelo com
    bastantes commodos para familia, tendo 3 sala, 7
    quartos, cosinha lora, casa p.ira e.-cravos, galli-
    nbeiro, cacimba, quintal murado e pono para o
    fundo cora terreno al a camba : tratar com
    Domingas Heorique Mafra, no mesmo logar_____
    Precisa-se alagar ama escrava qae saiba
    bem cozinhar para cata de pequea familia :
    tratar na ihesouraria das loteras, roa Primeiro
    de Marco n. 6, 1 andar.
    4MAS
    de casa de fami
    io Roerte n. 42,
    po o. 23.
    Precisase de urna escrava, tf
    eotiobeira e orna livre para aa-
    ihiiu1^ gomrosr e fazero ar^i tniamo
    de casa de familia, paga-se bem : n roa da Cre
    do Roerte n. 49, armaiem, ou no Corredor d ta-
    po o. 23. _____^__^_.
    Precisa se alogar ama antier
    forra on escrav, para casa da
    eqnera familia, a tratar ta
    roa da Cadeia o. 6.
    Precisase de ama ama para counbar,
    ferindo-se escrava : na raa do Crespo o. 7.
    pr-
    ^mS
    o. 20 1* andar.
    se ailogar orna ama
    para casa de poaca Sa-
    rna larga do Rosario
    Precisa se de orna ama 'para eost-
    nhar e engemmar em casa de familia
    de duas pessoas, a tratar aa rna Nova
    de Santa Rita o. 49 e 51 oa roa de S. J-.io sobra-
    do que tem dons Ie5s em cim do poni de furo.
    Precisa-se de ama ama para cozi-
    nhar e eogommar para easa de b-
    milia de duas pesaoas : a traur na
    rna Direiia n. 3, ! andar.
    AMA
    AMA
    500:000
    De graiiflcaco a quem der noti:ia certa dos
    escravos abaixo mencionados :
    Pedro aozentou-ui em 29 de agosto pn-ximo
    passado com os signaes seguiotes: cabra escuro,
    ?.lto, reforcado, tem is esnaduas largas e peroas
    compridas, estes sigaes sao salientes, tem nma
    pequea belidia no (Ihe direito, falla descansada,
    levou chapeo de feltro preto copa redonda, camisa
    de baeta azul.
    Llberaiina, anzentou-se em 28 de agosto do
    mesmo anno, esta i bastante elara e tem olhos
    zoes, cabello amarello, nariz chato, estatura bai-
    xa e feta, falla descancada. E' provavel qne es-
    tes andem amaziadcs, que. pois ha razo, porque
    fugiram para eslarem em completa liberdale,
    ambos tem poaco mais ou menos 24 a 25 annos
    de idade. Vieram do Aracaty para serem aqni
    vendidos. SSo nataraes do Rio Grande do Norte;
    sem duvida li> de terem randado os nomes :
    quem desles der noticia certa, receber a gr.ti-
    eacao cima, oa raa do Bario da Victoria n. 44.
    mmmmmmmmm mu
    m CONSULTORIO MDICO- V
    m CIRRGICO a
    DO dr. m
    Viajante da Victoria
    A goadola, viajante da Victoria, encelar a
    sua carreira para aquella cidade ro dia 9 do cor-
    rete, partindo de Jaboalio as 6 horas da tarde
    e volundo no dia 12 as 3 horas da tarde. Os
    passageiros que queiram segoir devera partir do
    Recife no mnibus das 4 boras da urde do dia 9.
    As passagens le ida oa volta serio 8C00 do
    Recife a cidade da Victoria.
    Os pissageiros qae qu z;rem seguir noatro
    qualquer da deverao entender-se no Rec fe com o
    proprieiario dos mnibus, o na Victoria com o
    da raesrra gndola.
    Todas as qointas-feiras segniri para a mesma
    eidade e voltaode nos domingos as mesmas horas
    como nos dias 9 e do crreme isio at o se-
    gundo annqqcio.__________"_________________
    Pngio no da 13 de abril prximo passado o
    escravo Sebastiao, criculo, de idade 20 a 22 anuos,
    pouco mais oa meaos, estatura regalar, grosso,
    rosto redondo e carnudo, olhos regulares e rasos,
    nao tem barba': pede se a todas as autoridades
    policiaes e capiles de campo de o apprehender e
    leva-lo oo eogenho PitimL sito villa do Cabo, a
    entregar ao seu senhor Domingos Alves Pereira
    Monteiro, ou no Reeife roa do Vigaria n. 3, 2*
    andar, escriptorio de Manoel Alves Ferreira 4 C,
    que se gratificar._______________^^^
    Ama de leite.
    Precisa-se de oms ama com bastan!- leite :
    i tratar oa roa da (mperairii n. SO. Nao se faa
    questo de preco,
    Precisa-se de ama para co-
    siohar, fazer as compras a
    ouiros -ervcos, para casa de
    tratar na ra da'Soledade n 54.
    familia
    5, segundo aodar.
    Preeisa-se de ama ama pa-
    ra r.osiohar para easa de pes-
    ca familia : roa da Aurora o.
    Precisa-se de ama ama pa-
    ra o servico de ama ea-a de
    nma sanea : i tratar na roa
    da Cruz o. 18, 3* aodar.
    fcUfe
    Ama enrommideiM
    para ama pequea fimllia : precisa-se de aUgr
    ama boa eng iramodeira livri o", escava t t : i
    ccoducta : a tratar na roa do Kucar umei.io o. ~>,
    primeiro aodar.
    AMA
    Preci-a-se de urna para <..** a :?
    pessoas: na rave'sa de S. Per' a 4
    Precisa-se
    captiva, qne
    gomme, para
    na rna le S.
    de ama ama turra oo
    compre, t>fZinb e *o-
    casi de pou:a famia :
    Praosisco O. 54.
    AMA
    Na ra dus Pires, sobrado n. :.,
    p:ga-se be.ti a iirm boa ama que o-
    zinhebem, firra oa escrava.
    CASA
    S
    A. A. CYSNEI10 DE ALBLQUERQUE
    A' ra do Imperador n. 42,1* aodar
    D consaltas tod ;s os dias das 9 horas
    ao meio dia.
    Chamados, por esenpto e qualquer
    hora.
    Especialidades: molestias do appare-
    Iho re- piratorio e circulatorio, lesSes do
    ligado e doeneas dos pantanos.
    mmmmmn
    CONSULTORIO HO.MEOPATHICO.
    DO
    SR* (ASiVOVi
    Largo da matriz de Santo Antonio o. i.
    Consultas e visitas a toda a hora. Medicamen-
    tos e carteras dos melhores fabricantes.
    Jos da Gonoeicao Oliveira Figuc:redo, esta-
    belecido com loja de joias no arco da Cooeeicao
    do Recife, roga aos seas devedores o obsequio de
    Ihe pagarera o que Ihe estao a dever, certos de
    qae aqaelles que. o aio fizerem at o flm do cor
    reate mes, obriga-lo bao a recorrer aos meios u-
    diciaes. Recife Io de maio de 1872.____________
    Criada portugueza
    OITerece se passagem a uroa rao'.ber portngoeza
    qoe queira ir para Portugal oo flm deste mez em
    companbia de ama familia, para cuidar de ama
    menina at o Pono : a tratar na ra do Quma-
    lo n. 94, loja das 6 portas.
    Aluga-se urna casa oa Capuoga, multo fres-
    ca e com commodos para familia : tratar nc
    raesrao lugar a ra dis Crioolas o. 25.
    teiuheiro
    Cora urgencia precisa se de om eosinbeiro e uro
    criado de 12 a 14 annos para servido de mesa,
    paga-se bem : tratar oo sitio d. 2 antes da
    igreja de S. Jos do Manguinho.
    Aluga-se a
    Valentinas n. 55,
    leja da casa da rna de Lomas
    aoliga Aguas Verdes, a 184000
    mensaes : a tratar na thesouraria das loteras.
    Aluga-se o Io andar do sobrado da raa es-
    troita do Rosario n. 12, prelere se escriptorio en
    cartorio : a fallar oa loja do mesmo sobrad^.
    Escrava
    Presisa-se alagar umaaraa escrava que sa.br. Ci-
    sionar e engoromar ; traa se e paga-se bem ; roa
    da Vigario o. 16,1" asdar.___________________
    Aluga-se
    urna casa acabada de fazer no principio da Es-
    trada Ncva, perto da ultima estacio des boods,
    tem accoramodaooes para ama pequea fami la,
    oo para rapazes solteiros : tratar no mesmo lu-
    gar, primeiro sitio a direita dspols da primeira
    bomba.
    BOTICA
    Jos Rodrigues di> Sooza Croz di C deelaram
    que deixon de ser seu carxeiro o Sr. Alfredo Jos
    Ferreira.
    Recife, 8 de maio de 1S72. ^______
    No Lirgo do Firte do Maitos o. 11, boiequim
    precisa-se de um ce siobeiro.
    Aluga-se urna excelleote casa de sobrado per-
    feitaroeote asseada e cora acommodaedes para
    grande familia : na Ponte de Ucha, junto a pon-
    te. Quera pretender pode dirigir-se ao armazem
    o. 5, oa e-cadinha da alfandega._______________
    ALUGA-SE
    Alagase o 2, 3, 4* aodar e soiao do sobrado
    o. 30 da roa do B m Jess : antiga ra da Cruz,
    eom commodos para grande familia : tratar no
    armazem do dito sobrado das 9 horas do dia as 3
    da tarde.
    >Q)
    1 ?*/'
    D. Rita Maria Firrama de
    Almeida e D. Maria Fran-
    cisca de Almeida Gomes,
    viuva e fllba de Joaquim
    Lopes de Almeida, man
    dam celebrar algumis mis-
    sas na matriz do Corpo
    Santo pelas sete horas da manha do dia II do
    torrente, primeiro aniversario do fallecimeato do
    dito marido e pai; e para esse acto de religio e
    caridade, convidam as possoas de sua amizade,
    parentes e amigos que foram do finado.
    Ama de leite
    Precisa-se de orna ama qae tenha bastante
    te e seja sada, para criar urna crian;*
    a ir ui
    na ra' do B us, armazem n. 40, ou na Pas-
    sabera da Magdalena, largo do eha'ariz, segoodo
    sitio a direita, con grades e portio de ferro pia-
    tado de preto.______________________________
    Precisa-se de urna ama p i r
    casa de meco sjitoiro : na ra
    de Pedro Alfonso, aoliga roa da
    AMA
    rraia n. 38.
    \ A
    Precisa-se de nma preferraao-
    se escrava, p ra casa de pe oca
    famila : ra estrella do Rosa-
    rio o. 32, 3a andar.
    Ama de leite
    Precisa se com brevidade de urna ama de .'ene
    para raameniar urna crianca ; raga-te bem : oa
    roa estreita do Rosario n. \3 ! andar.
    Attenpao
    Precisa se de ana ama para toda
    casa de pouca familia : na rna do
    Govaona n. 129, easa de azulejo.
    o servico de
    Visjoode de
    AMA
    Precisa-se de ama para todo o ser-
    viejo de urna eaaa de pe oca fami a ;
    prac.a da Iidepeadeocia o. 27 e29.
    Precisa-se de um caixeiro com bastante
    pratiea de padaria que d conhecimento a sua
    conduca : rna da Guia o. 54.
    Tasso Irmaos em liquidaco, fazem publico
    que por [aHecimenlo do Sr. Honorato Joseph de
    lixeira Figueirelo tera cessado os poderes de
    urna procuracao que tinhara dado ao mesmo fina-
    do para recebar judicialmente de varios devedo-
    res, e que nenhnm ootro procurador est he je au-
    torisa lo para proseguir no loro seoo o Ilm. Sr.
    coronel Rodolpho Joo Barata de Almeida e come
    eoosie que alguem procura reeeber os dbitos
    qae estavam a cargo daqaelle finado : por meio
    deste protestamos proseguir crimiualmeote contra
    quera einer que for.
    = Allorsm se alguas terrenos do sitio denomi-
    nado Peixioho, entre Olinda e Beberibe : a tratar
    em Olinda roa da Bicca de S. Pedro Martyr nu-
    mero 2.
    Pr?cisa-*e costureiras na casa do Bom Pas-
    tor : roa da Imperatriz n. 3._________________
    Sahio no dia 28 ce Janeiro deste anno o es-
    cravo Luiz, crionlo, de 23 annos de idade^ com os
    signaes seguintes : alio, grosso, ps e mos gros-
    sas, cara espiohosa, dentes limados e o dedo do
    p encostado ao mnimo mais cario que os ontros:
    rogase aos capites de campo oa a qualquer au-
    toridade de o pegarem e leva-lo ao engeuho Velbo
    do Cabo, no sitio Juoqueira, que serio bem grati
    Eeados.____________________________________
    _- Deseja-se failar aos Srs. Bernardo Augusiu
    Lopls Silva, Jos Ferreira Peixolo Magalbaes, Luiz
    Pereira Gonc,iles da Cunha e Autooio Gonca'ves
    Vianna : na raa da Vigario o. 19. ____
    O Sr.
    no eeger-ho Saco da freguezia de
    urna carta na ra do Vigario n. 19.
    Theolonio
    Si
    da Silva Vieira, moralor
    Iprjaca, teo
    A's autoridades policiaes e aos capitSes de
    campo.
    Ausentoa-se desde o da 20 do passado, do so-
    brado da raa do Imperador n. 38, o cabra Ma-
    noel, ewraheiro, de idade 38 annos. de estatura
    baixa, com poaca buba, e com urna cicatriz no
    olho direito, cojo cabra foi escravo do Sr. Fran-
    cisco Mamde de Almeida e h -je de Francisco
    Baptista de Almeida, tera raai oa Torre e irm-:-.
    em Sant'Anna, e pelo qae elle dizia supi5e-se :er
    ido homisiar-se era um dos engeohos da Escada
    do Sr. Barao de Utioga, sea amigo senhor velho.
    Proiesta-se, pois. contra quem o liver acontado, e
    roga-se as ditas autoridades de o apprehender e
    levar casa cima, qne ser generosamente re-
    compensado.______________
    Furtaram bootem 10 do correte mez da roa
    de Jarquez de OIbc'j, nm cavallo rodado como
    seguate sigaaes : cseo do p direito braceo e os
    ires mais pretes, o qoal suppoe se acbar-se em
    algnma das eoxeiras desta eidade, quem o a apre
    bender qqeira entregar no escriptorio da mesma
    roa o. 5o 1* andar e;ue ser recompensado.
    N. 18 Rna da Cruz
    1 ANDAR
    Relogios inglezes, vindes de
    enecnimend, ha poucoe de
    resto.
    O aDaixo assigoado ueclara ao corpo do ce.m>
    merco que vendeu sua taberaa sita roa do Ro-
    sario da Boa-vista n. (I ao Sr. Miguel Antonio
    Coerao de Almeida : quera se jalgar com direito a
    mesma, apreseste suas coritas n j praso de tres
    oas para serem pagas. Recife 6 de maio de 1872.
    ________________Antnnio da C'>sta Teixeira.
    Precisa-se um rooleque de 12 a 15 anuos
    para servico externo da padaria da ra do Ran-
    gel n. 9.
    laca ilcianiii ua tle Figuclre
    do Barros.
    Joio Firmioo de Barros extreraamente pungido
    pelo passameotode sna mal respeitavel madnoha
    a Sr*. D. Momea Alexaodrina de Figueired.i Bar-
    ros, e teodo demandar celebrar ama mis a pelo
    repooso de sua alma, no dia 16 do correte, pelas
    7 horas da raaaha, na matriz da Boa-vis, con-
    vida a todos os seas amigos e aos parentes da mes-
    ma finada asis urea a esse acto de caridade
    evanglica. ________^____
    AMA
    30, 2 andar.
    Paga-se bara a urna ama qae ave,
    engomme, compre e cozinhe para tres
    pessoas : na raa de Aguas-verdes o.
    Precisa-se de urna ama que compre a eos
    r.he para araa osa de poac\ familia : oa roa do
    Bora Jess, outr'ora ra da Cruz o. 53, tercuro
    andar.
    AM.A
    Precisa-se de ama ama qae saiba to-
    goramar, e emenda alguma cousa de
    cozinha, e mais servicos de casa : oa roa da lm-
    peratriz o. 80.______________________________
    * Precisase de urna ama para o servico ioier-
    oo e externo de nma casa de pneca familia : a
    tratar na roa do Cimmercio n 44 "unto aodar.
    Preoisa-se de ama ama para casa Ce
    familia de duas pessoas r oa roa do
    o. 51, primeiro aodar.
    AMA
    Afollfi
    AMA
    Prtcisa-se de urna ama
    de meia idade, escrava
    ou livre, para ensaboar e
    eozrabar em casa de poa-
    ca familia: na rna da
    Cadeia nova n. 15.
    AMA
    andar.
    Preecisa se alogar orna ama
    para o servico d ires pessoas :
    na roa da< Trincheras n. 14, 1*
    i 1 f. i ro rua
    A It'T \ ci?arfe de
    il ."J. 1 perfeiMme
    Na rua do Hospicio n. 50, r.re-
    ama ama qoe saiba
    ment eoziohar.
    Pie'csa-se de urna ama para lomar eoota de
    ama casa de familia de orna s pessoa a tratar
    oa rua estreita do Rosario o. 10 2* aodar.
    A M A:
    va, leja o. II.
    Precisa-se de orna
    eu escrava, que teja
    heira : paga-se bem,
    ama forra
    boa assv
    a roa No-
    ATTE\CA
    At'.i se continua a foruecer almoco e jaettr
    para fra na rua estreita do Rosario sobrado a.
    33. As pessoas que qnizerem dirijam-se i meoa
    casa que se casa des assign intes e f que em outra qualqoer parte e todo cora ajeio.
    asa ana am anuir
    na
    pri-
    di-
    a liV.
    O Sr. Melqoiados Antones de Almeida
    qaeira vir esta typographia, negocio ar-
    gente._____
    Precisase de nm
    gel o. 9.
    Cosinbcjro
    aa padaria da rna do
    Rao-
    5fi;500 rs.
    , O Sr. Joo Hermenegildo Xavier da Salles leona
    a boadade de com ucencia comparecer a roa do
    Livrameoto n, 33 a negocio de seo pariieolar io-
    teraaw.
    COM URGENCIA
    do Livrameoio o. 16, precisa-se fallar
    que nao ignorara com os seguales se-
    Na roa
    a negocio
    nbores :
    Liv:co Brasilien'e do Reg Barros, engenbo Ca-
    teade, freguezia de Agua-Preta.
    Joo Maaoel da Fooeeea Lras, eogenho Riachao.
    Vtente J.'aquim Pereira Maior
    Dinheiro
    A pessoa qne pelo Diario pede um cont de
    ris a jaros de 1 1|2, pole dirigir se a roa Deque
    de Caxias o. 69.
    Xa Iravessa da
    das Cnues n, l,
    nieiro andar, da-se
    nhelro sobre penhores
    de ooro, prata e brilhan-
    tes, seja fial for a qian-
    ta. !Ya nesaa casa com-
    pran-se os nesnos ie-
    taes e pedras. J
    i
    D-ie 50*000 rs, mensaes, pelo alague! e sr
    escravo qoe seja bom caojairo o taska boa con-
    ducta : a tratar oa pra?a da Concordia numero
    1, armazem. _________________________
    Uopeiro
    Preeisa-se de um eopeiro oo hotel francez, rna
    das Laraofairas a 10.
    ecletfade <
    rernaaakttcaao
    De ordem do cooselho aJminutraiivo do aast-
    mo, convido a todos oe oosaoa irmiot a rompan
    cerem oa sede da mesma no dia 12 do eormtev
    r>Us 10 horas da maoaaa aflea de oaatossi
    leiiora do relatario seaaaetral, a tratarse a ae-
    gccios prgeotcf da mesma aoeladaa.
    O 1* aaoMarla,
    _________Maneo! Osarte VWra Jalar.
    Preeiu-se da ama ama de Ma : a tratar sa
    roa Direiu n. 8, ovas Pea* U Deada ata.

    "t



    Diario d Fernambuoo
    - Silb
    ado i I de Ma o da 1872
    ,
    Pao especial.
    Pao especial o pao eorsmam loics os dial M
    horas da tarde, teodo de farinha especial e
    mus hem trabalbado pos ivel : na ra de Gerv
    sio Piras o. 45, nova padaria americana.
    IV. 17,040

    DE
    SINGER MAiNUFACTURING un
    Grande reducpo de presos !!!
    ! 905000. 90#O00. 90$000
    AVISO ESPECIAL
    A alta reputado obtiJa pela3 machinas fabricadas pelo
    MR Iffl.lCTlffiG MM
    ilanoel [guaci dos Saotos Peiioto, declara
    so respeitivel publico e com especialidade ao cor
    po ti commercio qae :em |.i.-to e coolralado cor
    > Sr. Manoel Btzerra dos Santos a armado di
    cata sita na Laleira do Varadoaro n. 28 : quem
    se iulgar com direito a rhesma dirija-* a ra de
    S. Beoto, taberna do Sr. Jos Hygloo Mooieiro no
    praro de tres da?.
    Oiioda, 1 de maio de 1873.
    a 1 Sr. Juio Ciseoiro da Silvia Machado
    aixeiro do Sr. Augusto Ceiar de A-brea, o favor
    . M yir ao progreiso do paleo do Carmo o. 9, en -
    tluir o oeg co que ba mais de um auno ao la-
    para acabar.
    f t I
    Caruar
    Ti.mo Irroos em-Jiquidacip precisara rallar ao
    Sr. Dr. Antonio Buariue de Lima, oa sea corres
    pondenie nesia praga : oa roa do Amorim n. 37.
    Preciza-se.
    Para pequea familia alagar om sitio oa soledade
    ou na estrada do arreial e que fique junto de
    a'gaaia estaca) da v.a frrea a tratar do largo do
    Corpo Saoto o. 19 I. andar. _____________
    Armazem de deposito
    Recebem-se em deposito volomes de frendas oa
    qaalqaer ootro' genero a prego amito mdico : t
    tratar na rua do 'ommercio 0. 48.
    Dfficiael honorarios do exercito
    Achando-ie ooBfeecionados os Ututos para o
    monte-pio, lie -pe! presente convidados os Sr->.
    offljiaes honorarios do exercito, volnn'arica da
    patria, do corpo de saade, e iquelles que, ero to-
    ra cao leudo i< honras do posto, assi-tirara a
    campinhi do Paraguay, pira discusso dos as-
    moi estatutos, domingo 11 do correle as II rio
    ras da manha : oa roa do Imperador 0. 43, 1*
    O 1* secretario interino,
    Hajor L Cintra.
    tem levado diversas pessoas a fabricar irniagoes que elUs vender quasi serrare seb
    pretexto de serem clls f.bricadas pelo systetoa Singer.
    NENHUMA MACHINA 81V-
    SE
    CER E" LEGITIMA
    NAO LEV\ ESTA MARCA VIX.4
    \ BRACO DA MACHINA.
    PARA EVITAR GO'.TRA-
    F4CCOES NOTEM-SE BEM
    TODOS OS
    DA Mo 1.
    i:riMii..
    DA C0MPANHIA
    i
    Tin cllici.il do ariliaria do exercito portuguez,
    natural de Usina, na urde 35 annos, de beta con-
    ducta tanto morar corro civil, hachare! em seien-
    cias iiiathciiiatieas, e engenharias, tendo servido 7
    aunes como ongoohciro do ministerio das Obras
    Publicas, dirigindo dh roadjuvr.ndo importantes
    obras, taes que pontes, es trallas etc. eui Lisboa,
    Sainaran, Coinibra, Faro, seoipre com loavor, e
    realisado a construccao de obras notaveis para
    particulares, casas de Misericordia e Cmaras Mu-
    nidpaes, hnrendo percorrido iodo o reino no exame
    das pencan de guerra, arsenajs e fabricas do go-
    venio, destja vr para o Wr zil, caso encontr van-
    idoso emprego para qualqucr emprea ou com-
    panhias. ou mesmo como engenheiro de qualqucr
    provincia, cmara muni ipal ou outra eraalquer
    corporacao. O Dr. Manoel de Figueiroa Faria, na
    typographia do Diario de Pern-imbuoo encarrega-
    se de acceitar qua'quer proposta e dar mais alguns
    csclarecimenlos.
    I
    GABINETE "MEDICOCIRURGICO
    DO
    Dr. lynacio Alabiada Viiloso
    Pode aer procurado a qualquer ho-
    ra do da oa da oouie, prestndose
    ios chamados fura da cidade com to-
    da a promplidao. Praiia qualquer
    opperagio.
    Di consoltai dis 6 ai 9 h ras da
    masba : a roa Nova n. 15.
    Urna familia eslraogeira precisa de urna casa
    que ver bastante! commodos, aeja cora sitio ou
    quintal murado, mas senlo perto dos bonds :
    Talar oa roa d-> Commercio n. 48, armazem.
    Lima & M:
    A compaubia, dejando protegrselas amigos e fr. guezes contra as imiugoes, tem
    adoptado a marca cima representada.
    Prewne-se ao pr.bco de n8j comprar machinas que io levem a marca da
    companbia.
    W- H.
    NICO
    CHAPMAN
    AGENTE
    N. 45 Ra do Imperador N. 45
    BOTICA
    -Na pharma:ia americana a ra Duque de Ca-
    xias n. 57. precisa-se de ora ofnVial cou pratica.
    Pece-se aos deveekres da toja de calcado n
    57 da rea do Lvrameoto, prteosme ao Sr. Fer-
    reir Jopt, que ventura pagar es seus dbitos
    qnanto ar,t>. do contrario serao chamados a juizo.
    parucipam ao respeitavel corpo commercial deita
    arica, que o S-. Angosto Simds Nnoesde Souxa.
    deixou de ser seu o-ilxeiro desde boje. Recite 6
    de maio de 1872
    Vende-se hons p"es de'parrtiras de todss as
    qualidades, laraogeirae, fgueiM^rpinheiras, e sin-
    ga se lima exceHeul^ <*crava para t;do ser vico
    de urna casi de farrVia : oa ra da Cadeia pus
    eima da luja de chapeo- do S". Castro & Aniuces.
    Umc-i dop :u rut Peroaot ueo dos chin
    tos G Sctinorhusch Ji Bahia, ni escnptnrio dr
    Conha A Maula : veoJ le de todas as m- ress.
    por preces e latelecido, e em p tco de o,000
    para ci ni se dar descont : na ra do Mrquez
    de Olinda n. 40.________^
    Nato lia mais cabellos -broncos
    *Tlo(uraa faponeza
    S e uaica pprovada pela acadei ias de filen-
    ca, reoonhecida superior a lmla"j- tro appare.-
    cido al h-J. Debito principal ru.i da Cadei.-
    do Recite hoje llarqaez de Olinda n. 51, 1* and; >
    e era t' dis as boticas e casai de cab^llelreiro.
    Predios.
    Vende-e o* predios na Gamboa do Carmo n. 2,
    ra das Flores n. 1, travest da mesnia n 1, e
    urna mei-agoa na praca da Concordia n. 2 : a
    tratar cora Jos Igoacio Sin'a Rita, serrara a.varrr.
    B.ianyas oecimaes
    Mcreiri Das, avisa a seus fregaezes qae j re-
    ceben as ba'anc.a-> leeiroaes dr torga de 300, SOO
    e 1000 lijjfas toado i ultima* roila< de ferr :
    vende em sea arroazm a roa da diz n. 26.
    tasar Vktorii
    Sen :
    sethDras, enruladas cera gosr
    para senhora?, enfei-
    Sudlsla.
    A modista lul'aj i- n tu ora de participar as
    erh"ras soa? I -. t >.?taalraente mora
    na raa Duque t- ; > (aigi das Crnzes) o. 2,
    egando andar, ..- 6f iceilw todas encono-
    tenlas da u Dow ; > u be I1 ia e Franca.
    L
    ote-s r.
    Um estraT.'cT ::..-:.:;-c pa.a leccionar nao
    s na lingua ita!'na com toda i perfeicao, mus
    acia as prim.-a< lettras di lingoa fianceza e
    na aritbmetica eoraraercial: quem pretender pode
    yir na roa Dui'.i J9 Caxias (antiga das Crozet)
    B. 2, 2 andar.___________________________
    Aluja u.o ?:'..j oa travesa de S. Jols na
    Estrada d*Aaaf.i, coro commolos para peque-
    a fami ia; tratar com a 3ra. D. Mara Magda-
    oa Gnimare- na raa da Guia n, 30, no Recife.
    A4
    d
    irlios da iriuaudade
    Divino EspfrU* Manto.
    Lemfera--e aos irmlis daqaetit irmaodade que
    dtvtnco ".r lugar n^ da 19 'te tn.i i prximo fa-
    taT, .ca loia a pompa, a feU e prncisiao do
    padreairo. e cjm mana o arfigo t | i do cora-
    protnwo ere :r jma. caoa. faz-se porlauto > presente nu
    c'c de qna nwijt queiram c.unprar, ou raan-
    c*r .'iier d'-US ai?.', .r totemlarria >e com o ts-
    eri'iio da irfc.at'ladi- a ra 1 df Mar^O, outr'ora
    d; C't~;>'j a.t7, rir.:>-qn t-ca fazenda ipro-
    ^r;ada.
    \
    r
    rt ab xo a.-sioco.^rft4n r e Widlf do sitio
    da Qrt na imirz da Vrza. par ;onpra que fe:
    a Rftrr.ij ;,.nvH;a Go^n-a, cuj e-croiura (o pas-
    tada oa n.'a.- J<< ujS% io Sa, jeo'Jo effeetiva-
    Xtt!-j:a ;.-gt ir:Tndadf o respectivo laademio ;
    dftlira i;.:r n;.:..vt.\.; a oain de qualquer mineira
    traosmitu > 4 uiogjeui si> diu oropnedade, e pro-
    testa desde jare>gir psios meios legies contra o
    cavalleiro de inditstrla que"atusando da roa
    lonja aoseacra, proveolents de grave mclestii qae
    sofri, se diz ^rimiaceaoiecta dono di referida pro-
    priedade. ' verdad* qae existi i Miraeira, mus
    Maatoridades ooexerri'io da Iri a:abaram com
    ella.
    Recife, 10 de maio de 1872.
    Felippe Santiago Cavaicale de Albuquerque.
    Hospital Portuguez de Beneficen-
    cia em Pernambnco.
    Tendo este hiyptal de admiltir um escriptura-
    rio para os tr>balbos da secretaria, sao convidados
    os preienJectes a entenderem se cen o abaixo
    assigoado par obterera os esclarecimentos res-
    ppetivos e poderem buear as suas propostas, que
    terodeser aprecalas e jalgaias em sesso da
    junta administrativa.
    Hospial Portuguez de Beneficencia em Pernara-
    buco 6 de maio de 1672.
    Ljz Doprat,
    ' ____________________Secreiario.
    Furrio i roa :o Hospicio n. 54, ou
    foi fartaoo, nm c5o de rafa de Terra Nova,
    muito novo, e preto, tendo o cabello com-
    prido e crespo : qoem del:e dr noticia
    eiacta oo restitoi lo ser recompensado.
    Roga-se s pessoas qae Mliu oevendo con
    tas de livros extincta arrai de Cbrysiiani & Ir-
    ruios, b( je J. Chrystiaoi, de virem pagar os seus
    dbitos pra evitar qoe sejara enocraroodados por
    caixeiros a porta, e mesmo alguos que se fazem
    esquecidos; do contrario ver-se-h obrigado a
    fazer orna relacao dests para serem chamados
    peles jroaes,
    Atteucao.
    O abaixo assiguado vende o ea nome nese
    Diario para ir a roa do Imperador o. 28 pela
    quantia de 911*500, e cmo ignora qaem seja esse
    credor, pie apparecer em Apipucos aonie
    mesmo estabecido ha-mnos noo?.
    J Machado Brando.
    1TTHUI
    Do engenho Stte Rancho?, freguezii di Eseadi,
    termo da cidade da Vicliria da proviicia de Per-
    aamboco, fugirara os escravos soguintes :
    Era dias de oniubro "le i867, o escravo Loiz,
    crenlo, de dale de 30 annos mais ou mend%, al-
    tura legular, de bim corpo, cor preta, tera panos
    pelo rosto, dentes limados, bera feto de ps e
    rnos, pernas grussas, peuca barba, maito ladino,
    e ameaeado do asmathici, foi comprado na ci-
    di-le d Recife ao porluguez o Sr. Antonio Jos
    Vieira de Scuza.
    No dia 16 de fevereiro de 1868, o escravo cabra
    ie nome Luiz Ignacio, de i-Jf.de 38 annos, mais oo
    meos, aliara alguma cousa mais que regalar,
    cheio do corpo, iMtaimado, olhos pequeoos, nariz
    afilado, cara bexigosa, percas gros>as, bera feito
    de ps, anda meio corcuodo, cabellos de negro,
    mas meio taita, aoda cora os ps um tanto para
    dentro, falla grossa, dentes limad;*, tem om ca-
    loraba na i a es jutrda, e chama-se Loiz, mu o
    tratam por Ignacio, leveu um cavillo alasao com
    cangalha ; comprado oa cidade do Recife ao per-
    ugat-z oSr. Artcni Jos Vieira de Sonzi.
    No domingo dia de Pasc'noi de 1870, a escrava
    Rila, cabra, de dada de 20 annos, roais oa menos
    de bora eorpo, altara ba.xa, ismalraida, peitos re-
    golare?, bem parecida, rosto cono, bocea peque-
    a, tera urca barrequioba natnral no qaeixo, den-
    te- limados, ps pequeos, naega empinada, ri-
    sooha, cabello pichaim, osa abrir de lado o cabel-
    lo ie o nao ti m amarrado, clhos grandes, psno-
    pelo rosto ; comprada na cidade do Recife ao por-
    luguez o Sr. Antonio Jor Vieira de Sooza.
    Em dias de abril de 1871, o escravo Joio, criou-
    lo, de idal* de 22 annos, ma:s ou menos, altara
    regalar, cor oreta. sec:o do corpo, oenbuma bar-
    ba, dentes limados, vesgo de um dos olhos, eoten-
    de de otinh e de engommad', ten mii ou p-
    rente na cidade de Ooda, onle estar acoutado ;
    comprado na cMade do Recife ao Sr. Jovino Bao-.
    Jeira.
    No dia 9 re abril tote correte anno de 1872,
    o escravo Tiiemaz, crioulo. de idade de 40 aanos,
    mats ca rnenoj, litara regular, corflolento, cor
    lula, ca'.vo, barbado, j pintando na barba, peitos
    abelludo, pernas gro.-sas. espadado, muito can
    tador, falla descancada, ps apalhetados, poucas
    pintas de bexiga no rosto ; comprado na cidade
    do Ret;fe ao portuguez Sr. Aotsoio J< Vieira
    de Souzs.
    No mesmo dia f de abnl deste correte anno de
    1872, o escravo Joo, crionlo, de idade de 22 an-
    no?, mais ou mecos, de boa altura, cor bera fola,
    oenhuma barba, dentes limado, olhos empapana-
    do?, entende pouco de ler. falla IFOKI, cantador,
    (em mai no logar de Llrtigas, (regnezia de Grava
    t ; c.-mpra !o a Miguel de tal, morador no mesmo
    logar. Rcga-se, poi?, a todos os senhores capites
    de campo oa qoaiquer pessoa qua possa appre-
    henie-los, leva-ios no dito engenho Sele Ranchos,
    qce por cada um escravo serio geoer3samente
    gratirieadi?.
    Cosinheiro
    Aloga-se um
    oa casa particular
    Victoria n. 22.
    perfeito cozinbeiro para hotel,
    tratar a ra do Barao da
    De recente chegado esta prafa, cora destino
    paraa Earopa, o proprietario do cosmorame, of-
    ftresido venda em aviso por este mesmo jornal,
    desde esse dii expCe ao exame dos que quizerem
    arer acqaisttao do mesmo : na ra Duque de Ca-
    xias r. 117.
    CAIXEIRO
    Precisase de um caixeiro que tedia pratica de
    hotel : na i oa do Commercio n. 2, w
    Aloga-se urna escrava para toce strwco oe
    casa : na ra do Imperador n. 50. 3* andar.
    Gabinete portuguez
    de Ieitura.
    De ordem do Illm. Sr. presidente do conseibo
    deliberativo convido os membros deste couselbo
    a reunirem-se em esso erdinaria sexu-feira 10
    do corrate, as 6 heras da tarde, o sala das res-
    pectivas sei'Oes.
    Secretirii do eonselbo deliberativo do Gabinete
    Portuguez de Litnra era Pernambaso 7 de maio
    de 1872.
    AotQio Augusto dos Sanios Porto.
    ___________________1 Secrtaarjp.
    -^iuga-sea casa terrea
    o. 108 raa da Gloria, fregueza da Bia-vista :
    na roa da Midre de Dos n. 16 se dir quem ala-
    ga, e quaei as coodir5.
    Hospital portuguez de benefi-
    cencia em Perita mbuco
    Os amigos do fallecido Antonio Domingo Fer-
    t^iri, e os raembrui di junta administrativa deste
    hospital sao convidados a assistirem a mlssa do se-
    tino da, qae por a'oj i* toesmo tallecido tea de
    ter celebrada no oratorio' to hospital, ao sabbado
    11 do correnti, as 7 be tu! da manb.
    Hwpiul porfognez de bfn*flienc era Pernam-
    >0C0 B de maio de 1872.
    LuizDoprif,
    ScrttirlP.
    Aaba-:e luzeoie gi- casa de.-jr uezemniu ue
    inno passadb o escravo Fiel, de nac;ao, baixo e
    tera pouca barba, os' olnos qua-i sempre maito
    vermelho', e maito pilradcr : quera delle sou-
    ber ou der noticia qaeira dirigir-se ru Daqae
    de Caxias n. 43, oa Imperairiz n,. 16, 2o andar,
    que sera recempens'ado.
    .\cho convenientedeclrar que, acbando-ie se-
    guro o predfb n. 53 da raa Marsllio Dias, na com-
    paUtua Imperial de legaros cwntra foge, de qae
    Mente neeu cidade o Sr. W. G. Fennelly, (na roa
    da ^ofjjercio n. 38) e surcedeodo damniflcar-se
    eom o ineandio que honre na casa contigua de n.
    55, na nonie de i para 5 do corrente, /orara
    promptamente altendidas ai justu reclimacdes
    qae fu ao dito Sr. Feanelly, o qail masdou logo
    fuer os opsertos precisos, como era de esperar
    do mesmo Sr, e da comoanhia je qaem aeent
    jUeife, 9 de pilo de 1872. H *
    i- i!, {jorges Pioiz.
    AIXKCIi
    Precisa-s de nm agente nesta cidade pan
    as machinas de costura de Howe (Howe
    Sewing MacaiDe) de Nova-York. Para mais
    plena informacao dirija-se a W. E. Water-
    maD, agente geral daiowe Machine Cjid-
    psny. Roa da Qoitanda n. 66. Rio de Ja-
    neiro.
    Trocam-se
    nolis du caixi fi iaes do banco d) Draijl, com
    pequeo teteonto : na loja da roa do Mrquez de
    Olinda n. 8.
    Aluga-se
    Nesla typographia se precna fallar, o
    mais breve posivel, com os Srs :
    TamerOo de Altmqoerque Na;cimento.
    Tenente Clemente Francilio Tavares.
    Antonio Jacintho Borge?.
    Manoel Peregrino da Silva.
    Coronel Francisco Antonio Percira da Silva.
    Augusto HygLo de Mirznd%
    CAUTELLA
    Avisa-se ?os compradores do bem conbe-
    cido e acreditado rph rea-Preta que re-
    parem nos botes e meis botef?, pois que os
    ha de rap de outra fabrica e neme diverso,
    e com papel da mesma, cor e cojo desenho
    se pode confaodir com os daqaelles.
    Os apreciadores que qoizerem. do verda-
    dero arca preta devem parauso ser en-
    gaados verificar qoe os botes tragara o
    nome de meufon & c. e a designado de
    AREA-PRETA.
    gratiflea-se
    No dia 27 de abril prximo pas ado, fugio do
    sitio do sea seohor, no Giqnia, fregoezia dos Affo-
    8idos, a escrava negra de nome Mara, tendo con-
    nzldo bastant- ronpa incleindo para sen uso um
    pino preto fino da Costa e tend) os slgnaes se-
    gnlnres: MUITO GORDA, rosto pequeo, bastan-
    tes cabellos braceos, julga-se qce pssseia do Gi
    qua at J.boato. porianto recoromenda-se as au-
    toridades Loliciaea oa a quem endunr ai seu
    respectivo dono, na ra do Rangel r. CI, que se
    ri generosamente recompensado. __________
    Companhia liianpa
    DE
    seguros martimos e terrestres
    estabelecida na Bahiaem 15
    de Janeiro de 1870.
    CAPITAL..Rs. 4,000:000/000.
    Toma seguro de mercadorias e dinheiro
    a rico martimo em navio de vel'a e vapo-
    res para dentro e fra do imperio, assim
    como contra fogo sobre predios, gneros e
    fazenda?.
    Amaral, Nabu'co .& C, ven
    Cbapelinas para
    e asseio.
    Chapeos de pa'ha e velludo
    tades cora eleancii.
    Completo orliraen'.j de -espelbo?, perfjmariai e
    fljres para noiva?, chacees e calca.
    Ricas estampas a f.imo e coloridas l Iuigens e
    paysagera. ele, eir.
    Cachimbos de verdadrira espuma.
    Tapetes de veihid\ ie :arneiro e de coco de di-
    versos tarcni) >..-.
    Estfijos para batba croprio para vingero.
    GoCiohas e puchos bordados e arrendado?.
    Tesouras para uoha?.cosiora, abrir casase ar-
    di), do cGnbecidu fabricante Josepb. Rodgers.
    Eslojos para crochet do mesmo fabricante.
    E moitos outros or-je-ctos de goslo proprios para
    fazer-'e nreseiiie-.
    RA DO BARAO DA 71CT03IA N. 2.
    PdUL'rvlVAIMS.
    BaJItoi port-i tu^net?.
    Lldissimos leqaes de madreper.U radies
    teirimeute notos.
    Ccrtlnados fcordados.
    Camisas bordaJas para h.rr.en-,
    Finas meias de seda i :a *er.r. r,
    A Nova lisper era ! !
    D88APPARKCAM AS S\lll.\S
    A Xov -per anca ra do Ui>que de Carras
    n. 63, acaba de recebi-r o bera coLhetido .
    de rosa bianca, e i a rabera Ir-.:e vi'gnal, os
    faem desappirt-cjr as -ardas on pr.,.
    Aos jardineiros.
    A.N.va BsDcranea acaba d> receMr MiMna
    csceciaes pira iartnen , >a is rce'ii.res
    tera viado ao ntcacao, .1 r.is :._us jue ? ac-
    bem.
    Noticia proveitosa
    Ap.iar de haverem uaf.oi estibataataHMi d*
    ru>dai e conlinuaieui > a,>,..re:tiein iu.iios rcu-
    lo, nao podem cn-egar 'e.s
    guies ans da .NOVA r.SI'ItAXCA, pois >i-e i
    luisiac j decidida, u li u g< ?'(! de poudeuiei e elegancia de mu i:jeius, tanto qnandj qualqu-r .-.i,ii ra per w capdobjsa
    que seja, quando q'jt-r >u prec.sa dar f-xpra-ij
    ao seubi.ra gosto. da um i-asre.) a .NO\'A ESI .-'-
    RAHCI ende tem a Orle* d* srfetnr o un
    lezej e pir prec;o ni; avd a XOVA Ell'IRA.V*
    CA tanto irais au^mt-cu o Luneode MBl >'e-
    guezes aos qnaes >e bbSlMfa agradtciJc, quan.i
    mai e.-fjrca se em corre?o(n'.'ir eitt pNNNBC a
    leudo sempie era v.- s rtanr (. util :> >fT".i-
    vel^ ist' , o bom [iir ; nen pr p : lM > se > el
    Nova R-p^-rai:.;, a roa < Do ;ne de (;-j\.ia lia-
    mero CO.
    Attendam
    Ra do Crespo n. 20 alpacas me;clai!as om bar-
    ras a 500 rs. o cpvaio dita lisa de luds a- eores
    a 440 rs. o covado grande pechiacba k-ja de
    Goilhsrme C. da Cucha'& C.
    Urna excelleo e escrava, b-miia figura, meca
    (8 anno>) e sem vicfo?, e=: a veca a ra a
    Camaro n. 3. E' perita engorar admira, e eoten-
    de de lodo o servioo. Pode se tratar todos os lias
    de 7 hora ao neio dia.
    Attenpo
    500 rs. o cen:o de sebtllas novas de Lisboa
    na ra da Mo*da n. 3'1, Re.-if.
    VENIE-SE
    Retal ha ?e nm terreno oa estrada de InSfl de
    Barros p;r barato prego : tratar oa prsca Inde-
    pendencia n. 39.
    Uariinlio americano.
    Vende-se nm carricho arr,eri:ano cora i roda?.
    4 acento?, tanca pira deus cavallos, aneio.- 1
    vara' para am. Esi em perfeo esisdo e pintado
    de novo. Qnem.pr>-,cdir jle irigir-se ao cal
    Imperairiz, que act.ara pvtoa eompsieute puta
    mostrar e tratar do negecio.
    ie
    -1
    Quanta vezes verte? un irlo v-.- li:
    boa seda e c^ra licii s '.::.-;.(.., iMMaictA
    ecfeiles qoe dizero* ra o?*, e pena nin 1 -
    ,Mo perdida, porf|i* 1- A- !., *m ;-a;^
    *io a NOVA iPEItA>C* tnii rar -if-:-s
    qoe sejam adequaj. > ^ lazm ifc : :i lian mfi
    '.reos encapar de ;.'.;. ;::: . j ai.1-'.- *
    p rque f por nao ebvgareu a NOVA ESPIRAN-
    5* e erraprarem WM extra,-i 1 a lio cnrttortv ;
    quaulas pesstas nao g?s!am seu i uheiio illfl
    disso ficara desgo.-to>5 ? par niu MRprar*d t-
    ectos que Ibes latisfifa, (ir l h lera 1 .\" .'A
    ESPERANZA onde eacootrarln o n' de rreh r
    e mais elegante, ha co rr.vr-'adn. ^ i;a Kf tal
    lurM c iilisiida a NOVA EPKRaNCA qoe in-,--
    do e:n iiualouer reun.ao .^e id ara benito ei.f .:..
    ara laco, nin cojo nwdetno e t< m certa gfijl,
    quando se sent escapar N ligan lenco ifidi-
    vel aromi, quando :-e *d tinaiwttia ualjut-r cou-
    sa lqoe, niogaera rciis peigMM 'mdo ftl 3
    Joode vi'io, caa um rerpobde on r!'z ir-n,-.
    isto foi da NOVA ESPERAN'CA a :ua Da
    Cxiasn. 60.
    Caixas vas ias
    A NOVA E.^I'EltANCA rea do Duque
    xir.s n. 00, acaba de reo-.f er um lindo crlirr.- l ,
    le caixinhas vasia?, lendo de n,ute> UMMnb 1
    molde?, tendo com e'ptil'rse -era tiits, pr'jr.a
    para jria?, costura ou OO'.ri qnarqon* c a:a;
    Nova Espcranga quera tem.
    Albnns para retratos
    A NOVA SSPERVNC.V, rna |j Duque de Ca-
    la? n. 60, recebeu DoouutKi nto ic a:buns ^a
    msica e sem ellas.
    COMPRAS.
    Compra-se apolices
    na ra Nova n. S3. loja.
    da divida provincial
    umpra-se
    tras'es novos e asados: na raa do Impera
    di r n. 4b, armazem.
    HASE
    mcedas de onro e prata na loja da roa do Mar-
    qaez de Opda n. 58.___________
    Compra-se 3 pares de caixilhos para
    portas de sallas, sendo de amarello, novos,
    on com algom uso : tratar oa raado Mr-
    quez de Olinda, loja de ferragens n. 44.
    Compra-se um e-cravo que enieoda de plan-
    acoes: na roa Dire.ta n. 93, 2* andar.
    Compra-se urna escrava moga que e.izrahe e
    engem0 : na praga da Independencia a. 20.
    Burro ou cavado
    Precisa se comprar am barro tu an cavallo
    que es:eja acosioraado era carroga : na ra d
    Rosario da Boa-vista n. 53
    VrNDAS.
    consTirACo
    F!tKl
    Itll
    lllll

    DEIMT1S)ICS
    Virilllu
    tefftftl
    ile.
    ^r0PUft4T/VE$ <<
    5f 55B4 Sebastopol'
    Q_
    (H-
    llkfiWf
    1 trti*r*i.r

    SALTE
    DEPOSITO GERAL
    NA
    Fha nweia e drogara
    DE
    34
    Barthofome-u
    Ra Larga do Rosario 43
    Vende se ama caa terrea na rua do Ampa-
    ro em Olinda, terreno proprw, tem 3 quartos a
    tnur di ro de S. Jorge o 88.
    oma casa terrea com estr baria, i margen? do rio,
    tita do Manguinho ; i iratar na ros &) V'igario
    p. 31.
    VENDE-SE
    Venden o sitio silo na travessa dos Remedi?
    fregaewa do* Abogados n il, hpje heeeo da tra^
    veisa dos Remedios n. i 8, em ebo* proprios :
    quem o pretender tnienda-M com o sea proprie-
    tario no sobrado da rna de S. Prancii;o desta el-
    dade t,IO. j i !
    A pega ds algodio :al avariado ::ra 56 cova-
    dos a ofoOO a pega, de ra;a : na raa do Cre-
    pe o, 20, loja do G.iiihorme (j da Cao ha Si '"
    Kqp fino Prioefsa
    A' lija da raa ftimtito de Mareo o. j'. h v >
    va Gaiiterms da Si va Qnaniaes i .:., acaba d;
    chfga-o afarcido t.i^ tino Priacez* da fabiic*
    de Lisboa, o qua! mallo *l rerjimtQls ptli sai
    excellente quaiidde; ssrs elle chamara! a at-
    tengo fios Srs. ccnsaoiidores ; advef'indj-lbes
    qae, qtks os deposirari.s ce-:a cidade e que tam-
    ben] conjlnnamos i vender o tap qae e designa
    do pelo litulo de
    Pir.f'epe .Vberto,
    rjadas I
    tl2o,
    Vende-st
    Dais vuMts rauta nov..s eg r j; s, arnb: s pre
    nhos ; para IM* na raa Ttain de 5-uza n. 1.
    ou na rua :a Roda o. 13, e para ve.as no vivei
    ro do Munlz, as Cra :o Vunta*.
    Peoes a Kocamb le,
    Realmente sao engrajados esse? peoes I eage
    nhosa e distrahe muito esta nova intenjio : : na
    Mgnolia a rna Dmue de Caxias n. 4i.
    Venie>e usn bora na vallo andad, r e tordo
    qoem qoiier dirija-se rna do CalJer'iro o 48.
    Cavallo
    Vende-e um iac emito aodader e maito
    bom de carro e cabriolet: a trat.r ca rua Nova
    n. 45, lija.
    Telhas Na cidade de Ounda, casa amareila, jacto ao
    Seminrto, yeade-se lelhas de zilco, n* vas e cora
    ti palmos de comr.rimen!
    que se compra no Re- fe.
    pelo mesmo pre;o por
    A de sure.i;r aoaidade
    superior qo
    Veode s
    em casa de Rbe Schame'.'aa A C
    po Santo o. 16".
    frajd do Cor-
    Veode-se duas moradas de :: o CaT.angl
    defrnte da padaria, sf ado araa de pedn e cal,
    com trinta e tactos pa ras Je fr.c.e e itsMtfi e
    Untos de fundos; e a oa:ra de taipa era o mes
    mo lamanho, em ci,3c?*f,'rti'es : es precedentes
    pode dirijir-se a ratJrbper.a!, def.-oote do Vildi-
    vinn djLiioivora. ca?a t6irea.
    A 4^500 rs.
    Vende se saeos rio man b;ra re Iho : n-s ir-
    maieas rua do Amoritx e c;es da Aro ;>, de
    T-soa I ncs & :.
    tolf.i s,ei|ierior.
    Por pre-co comm-.-du : a roa ao hVqa.z
    Olinda n 50, armazem de Briga (St'ices o C.
    le
    Instrum utos de msica
    Vndese no qaaTlel de polic a um 'irslrome-
    tal completo para binra n i ta-, nm rtnito boa;
    e*iado : quem o preieud. r (*.,-,ji.se ao dito quir-
    tel das 10 as 5 h ras da ure, qr-e a:1: r r*
    quem tratar.
    Vende se por tara;. prego s pi'lM de ua.'
    terreno no lagar-denominado Pfxtnlro, cr.pri:
    par igrfcnrtnra, tm pDimrfaffes da v..!a quf
    tr.z agua pira Olint', rioa cene daestagaj de
    OlindaFundie do rio Beberibe, om bastan
    les fundos, a U, 3# e | o paliro : qcem prele%
    der dirija-se i rna do Yaradourp, fjarira de c-
    Srros, i iriMr etm !^r> Ma>t;i-rtno'dos Satt >i
    kb.
    ~ VbBde-se farinca multo boa da trra em
    saeooi de iu faii por 8|#00 : 0a armizem lo
    vBerra.
    n
    Cal i mais nota que ha co merrad; viedo pele
    ultimo vapor entrado em 10 do corrente mez de
    maio, e vende-se rasis. oaiaio rju em oatn par-
    te : na raa do Apolo D. 30, arrxuea u* Rodri-
    gues & Martiss.
    A = maz'"-m vio Campos
    2SRua dr. Ifflper;.(?or-8
    Vtnham ver, se hesit-m crcr.
    Da Campos a geial *m>,
    Fiquem cerxis, 0 juera (natos,
    Nao g grga, nao irana 1
    S se veulo e se c do
    D s gem-.cs que o l ,ip J'm :
    Bm saborea, *'u tcjinf,
    E' qui- -e ,oue ve (.
    Ven mostrar, u,aL.fc-ur,
    , O qUC- a tolS dito d 1:11',
    v in as pr.vs, a-.i p: il is;.
    Qae ao publico d*r lj n i.. .
    An|e aos ". I i'
    L- g Dir vi shc je -m vista teuho :
    Vender I ...o a dirbeiro I
    D--ta viz: t.lichinha-, :>:; cglez,
    Cfc, manteig, lino \.;.:.. ;
    De cj d.ci-, irrcz, sri.
    Presemos, palo*, lonCihrj.
    Peijte em latas, f >jao, batatas,
    Fructas, -. n:.rraelada,
    Lentiltus, Ries, ervilhai-,
    E li Ir. -
    Moldo ca.', ebaroios, rrif.
    Quejes de .\,as. cyl i
    iiauha izoite e em latta leiie,
    Aletlia, peleas t tora n?..c De t.:.:- n , n.ale,
    S^rdinha*. :-:ooas d'Elva?,
    Ctjvtj, urtr.Hm, cer^-ja,
    L'guri'..- e aves em conservas-
    Disto ale*rrt, times un
    ? -rtimenm, exptendido, b.io,
    jue per terrer nss:ante ;er,
    Mencionar hoja na joerc.
    Se de^ j j altr.ijo.
    Viren t.'d. c4 cou,prarem,
    Pois gana: raor tanto
    Qae gratos rae feto de frar.rr I
    Ventura ; pois i.Lhw ri
    fiener s de lentos sibcr;.?,
    Q ;e agruJa, deieil, er. briaga.
    O secs pcrr>, .igmdaveis eder s !
    Luva u* pellica para :cu,:a, Mellara t i i
    nina, chegada* pilo u:. mo vapor; a rua ! ce
    Margo o. ti, 1' andar.
    Um lindo siriimeo'.o ce :a!.\ithai cem perfa-
    raariis, d.us c.m prepsr-.s (ara ceitnras, tend
    ia-cripgoe- na lampa*, e pr baratas prg^s. a
    roa 1* da attffa n. 14, 1 udar.
    Perfumaras linas :
    Pomada alpaca, vaso grande
    Ditas moit linas era lata de rtais de tra
    Ditas dita mais p. queras
    Oleo orisa soperior qujlidr.de. 'rasco
    Dito da soeiedade Oygienica. dito
    Dito bobosa, frasco graude
    Um grande e bello lortimjEUi de perlu
    *
    ti1 i
    11100
    UO.J
    "'.i
    iar:;s
    raucfiis t ingieras, q;:e:ndo -e ver.de por pre; <
    mui razo;.veis a ma f e Magj n 14, 1* anda:.
    Obras de cabellos :
    As Kxmas. Sras. encontraro stmpre nm be :
    sortmeolo ^e coqu^s.cachipaicos e trucas, t -<\--
    les, nem s a venda como para alagar : na raa l*
    de Margo n. 14. 1 andar.
    Gi'inul&> de \>h phuto de
    cal de Mente)
    Medicamento til as d&ecj.s d>s o?.H;S, Ufe-
    rheas crnicas e diabetes {Rach t:e
    fortifleador.
    DEPOSITO GEKA'.
    Na pi:arraa:ia e drg.iia ce liarthoiomcn A C
    rua larga i) RnavriJ n. 34.
    Xnrope de gtiikn duPa
    l'rtparado por Uarib. onoeo A C.
    Aniigo e couceiiuado med cirmou para a cura
    das m Ir'ti^s d s igaos resp.r.terioi coao a
    phtiriea, bronchitef, a.l" ma, ele anda ipplica
    do com optimoi reo.'udo n: e-.c.rbuto.
    DEPOSITA GE^AL
    Xa pba macla e drogara i roa l-rga do (losar P
    nuicero i.
    Confia o lieumHtismo
    Irap'js'ro do hornea p->bn
    E'te implastro qae na I->g'arefra tem irnUfl
    tac granle acolli mentr. :..ns Jeradj infalhtel
    para a cura das dores Tt.enmatiraa,
    DEPOSITO GERAL
    Na pharmacia dr gana de Baiibclocen A C
    ra larga do Rosario o. 34.
    R-cgio.
    t- VVuJe-se um excellente reiogto i am
    meto chrcoometro coa 15 dM i* oorda, yMvMm
    regulador : na pracinha da Imkpwenita n. 10
    L4fdw t dtret.o commerciai pelo Dr. Bru
    Florentina Hee.riqM i Souia.
    cha-s i venda ena obra na linaria aeaeai-
    ca de Jos Nogurira de S;ia a roa l* te Marg
    n. S, intig do Creipo, pwe-i 7# em brotara,
    8/ eacidernido.



    5
    OmW de Fenambnoi Sabbado 11 di Maio t 18T2
    i
    4LT4S N0VID4DES EM MEMAS
    Que se liquidam na loja
    PAVAO
    I RA DA IMPERATRIZ N. 60
    DE
    FLIX PEREIBA DA SUVA & C.
    m PAR. APURAR IIIVIIi:iHO
    Neste importante eatabelecimento encontrar o respeitavel publico a* avultado sor'
    Ximento de fazendas, tarto de laxo como de primeiri necessidade, as quaes se poder
    vendir mais barato do que em ootra qoalqaer parte, attendendo as avultadas compras
    de f izeadas, assim como por todos os vapores qoe cbegam d'Enropa se receben! novo*
    ortimentos de fazendas de gosto e ama collecc5u dos mais modernos flgorioos, as pes-1
    soas que negociam em pequea escala podem vir sortir-se esta estabelecimento, qoe
    se Ibes vende pelos meamos precos, que se compra nos rmateos ioglezea, de todas as
    fazendas se dio amjstras deixaodo ficar penhor. O estabelecimento do Pavao est'1
    constantemente aberto das 6 horas da manba s 9 boras da noite.
    Brigantinas brancas e de cores o
    covado a rs. 440. 500 e. 640
    Organdy da urna so cor o me-
    tro a rs....... 500
    Tarlatanas listradas com moita
    ph mtasia, o metro a rs. 640
    Sultanas de cores com enfeites ao -
    lado para babado, o covado a 10500
    LanstoAat largas com listras de
    sedt.o covado a 800 rs. e. 1)5000
    Poopelinas de seda modernas, o
    covado a 1*600 e. 2,5000
    Sedas com liatrinba?, o covado
    a 10100 e......20000
    Gorgo.ro js de 13a de orna s cor, o
    covalo ars. 400 e SCO
    Ditos aigos e de cordo, o cova-
    do a rs....... 640
    Alpacas lavradis com listras de
    seda, o evado a 800 rs. e 1,5000
    Lancino ;s lisas de todas as cores
    o covadj a rs..... 400
    Cassaa decores com Natal ao lado
    para babadinuo?, a vara a rs. 640
    Alpacas azul com listras braacas
    o covadj a rs..... 640
    Lloarabatom q jadrinbos deseda,
    sendo de muito pbantasia, o co-
    vadoa rs....... 800
    L?QiiQbtt iecidas com seda, sendo
    em bonitos gjstos inglezes
    Xnaito proprias para senhoras,
    que temde viajar, o covado a rs. 800
    Bonitas ISajinhaa. de cores, o ce-
    vado a rs. 320 e .... 500
    Poopelinas de 12a, largas e lustro-
    sas, o covado a rs. 500
    lambraias transparentes impe-
    riaes.apeca......81JOOO
    Qrgandys branco tanto de listras
    como liso .......
    usloes braacos para vestidos e
    roapas de meninos, o covado a
    rs. 400, 800 e 10000
    rlatana branca e de todas as co-
    res, o metro a rs. 700
    s brancos, lisos, de salpicos e
    lavrados, o metro a rs. 700 e 960
    rtes de granadino de cores com
    18 covados a 124 e 160000
    rt3s de medina matbisados com
    bonitas barras e mnita pbanta-
    sia a 15^000 e 200000
    rguroes escaros mnito encorpa-
    dos para roapas de meninos ten-
    do msela de seda, o covado a rs 6 iO
    Para noivas
    Gorgorito de seda brauco muito
    encorpado, o covado a 40500
    Grosdenaple branc:. maito alvo o
    covado a......20500
    Dito largo muito encorpado, o co-
    vado a......40000
    S.tim braoco maio alvo, o cova-
    do a 20500o.....30000
    A'pacas brencas listradas ioita-
    gao de toda, o covado a 10600
    Ricas capellas com veos a ,. 150000
    Cortinad..s para camas .
    Colchas de damasco dcl&a, a imi-
    taco de seda ....
    Colchas de croch ....
    FAZENDAS BRANCAS.
    PQas d'aigodao-inho americano
    a 30200, 40, 50 e 60000
    Biiaan d'algodo com 10 pal-
    nns d? largura e maito encor-
    pado. vara a.....10800
    Dito d; liuiu muito encorpado
    com 10 palmos de largara, o
    metro a 20000,20500 a 30000
    Dito francez maito fino, o metro a 30000
    Aigodaosinho enfestado para len-
    coes com 8 palmos de largara
    e muito encorpado, o metro a rs 960
    Dito trancado coa a mesma lar*
    gura e muito encorpado, o me-
    tro a ...... 10200
    Atcalbado de linbo adamascado
    com 8 palmos de largura, o me-
    tro a ....... 30OOD
    Dito de algodo com a mesma lar-
    gura, o metro a 20000
    Dito alcocboado fazenda de maito
    gosto com 7 palmos de largura,
    o metro a 10800 e 20000
    Dito trancado com 8 pemos de
    largura,1 o metro a 10600
    ALTA NOVIDADE EM VESTIDOS.
    Cbegoa para a leja do Pavao om bonito
    sortimento dos mais modernos cortes de
    gargurao para vestidos, com delicadas pal-
    mas e listas de seda, assim como com duas
    saias, todas com delicados enfeites de seda
    que se vendem a 350000 e 400000, sen Jo
    muito bonitos vestidos para assistir a bailes
    oo casamentos e trazendo cada um cort o
    competente figurino, isto roa da Impera-
    triz n. 60.
    CAMBRAIAS BORDADAS
    Cbegaram para a loja do Pavao as mais
    delicadas cambraias brancas com os mais
    bonitos bordados, que se vendem a 80000
    cada corte, grande pichincha, ra da
    mperat. iz n. 60.
    ESTRUME
    O liquor de ammoniaco, da* fabricas de gaz,'
    om dos E$trume$ mais recommendavel para fer-
    tiliiar a trra. Pie-ae obter na fabrica do faz,
    em S. Jos, que lem para vendar, a 800 reis a ca-
    cada.
    Hamburgo de poro linbo tendo dos
    nmeros mais baizos ata aos
    mais sabidos qae vm ao Uler-
    eado.......
    Cobertores de lio para camas ten-
    do de varias qoalidades .
    Ditos de algodao a 10280
    Colchas de fustao para camas,
    tanto brancas como de cores.
    PARA HOMENS,
    Palitts de panno preto e da casemira de
    cores sendo mais modernos e para todos os
    presos e qoalidades.
    Sobrecasacos de panno preto de
    todas as qoalidades .
    Colletes de casemira preta e de
    cores .....
    Ditos de gurgorlo de seda tanto
    preto como de cores .
    Di os de brim branco. .
    Calcas de casemiras de cores leu-
    do de 6|000 a 140000
    Ditas de dita preta de 60 at 150OOO
    Ditas de brim branco de linbo de
    30500 a..... 100000
    Camisas finas com peilo d'algodo
    de 10400 at.....30000
    Ditas com peito de linho,tanto fran-
    cezas como inglezas, de 30500
    at as mais finas qne vem ao
    mercado, tendo lambem borda-
    das e em duzia faz se grande
    differenga em preco .
    Ditas de chita franceza miodinhas
    fazenda de gosto a 20500 e 30000
    Ditas de Ihoella de cor a 200.0,
    30000 e......3050o
    Ditas de mela de lia muito finas a 40000
    Ditas de dita d'algodio a rs. 8C0,
    10000 e......105CO
    Seroulas de panno de linho a 20COO
    Ditas francezas de linbo a 20800 e 34000
    Ditas ditas de algodao a 10600 e 10800
    Collarinhos tanto de linho como
    de algodo os mais modernos
    qae lem vindo ao mercado .
    Punhos de linhos os mais moder-
    Ri^ftilM W e $#500;
    braceas^aoir7#el3aO0 rVao todas *
    panno at cima e WHf.3 ateos qne forma ota
    paquena roda, tirwo-lb os arcos dea ama
    parfsita sala, e pete prego n3 ha aada mais ba-
    rato. ii Ibjats Papigaio, ra di Imperatni n. 40
    de Mendos & Carvalbo.
    A

    Na toja do Papifate a ra da Ineeratriz n. 40,
    ha ama grande qnantidade lo paJftots pretos de
    alpaca que se veo#em pote baratsimo preco le
    34000. por ser arando porco i ra da Impera-
    triv n. 40.
    BPecae de algodiostoho bom a 30000.
    Que Pitada!!
    Q iem qaizer tomar ama ba pitada compra ra-
    p Panto Cordeiro viajado on por viajar, na loja
    do Papagaio rna da loperatriz o. 41
    Jr^K^pr.^KTK ^^^K JW^P\
    hELLER 4 C.
    Ra do Bom Jasas u. &>
    Vendem
    Ferro gamlnisadn em fothas para te-
    Ibas.
    Leite eondensado.
    Cognac lartineaa.
    Vinbo de Brdeos om caixts :
    Tommard
    Vorinay!
    Haal Paleras
    Peniilac
    Vinho do Rbeno :
    f. Scharlachberger
    Kisdesbeimer Berg
    Hoehkeiraer Berg
    jfK Marco Crnmer ansese
    . Kanentbaler Berg
    Wt Steiobergar Cabiaet.
    ##8 0& 0flr: Wt 00 00
    TABOilll
    VI AUTO DEMO'JRA MATTOS
    Nava edijo correcta
    Esta taboada organisada nos ltimos annos da vi-
    da do autor, se recommenda tanto pela eoaciso e
    justtza do'methodo, como pela clareza na explica-
    cao do systama do posos e medidas; o qoe valen a
    adopcao espontanea pela ro9traego publica da
    provincia. Es lando ha muito esgotada a prkneira
    ediccao, mandaram incontinente os editores fazer
    ama nova impresso, qne estar i venda na Hvra-
    ria Universal, roa do Imperador n. 64. ontr'ora
    esquina do Collegio.
    VEKD.VDEIKA
    BICHAS HAMBURGUEZAS
    NICO DBP06IT0 EM PERrtAMBCO
    53 Rna da Cadela 53,
    Primeiro andar.
    MACHINAS
    DE
    SUBA
    Coegaram ao Bazar Uq versal da roa No-
    va o. 22, om sortimeoto de machioas para
    costora, das melbores qoalidades qae existe
    na America, das quaes moitas j s8o bem
    conbecidas pelos seas autores, como sejam;
    Weller & Wilson, Grover & Boka, Silen-
    ciosas, Weed e lmperiaes e outras muitas
    qae com a vista devero agraar aos com-
    pradores.
    Estas macbinas tem a vantagem de fazer
    o trabalbo que trta costoreiras podem
    azer diariamente e eozem coro* tanta per-
    feigSo como as mais permitas costureiras.
    Garas4e-se a soa boa qua 1,.-Je e easioa-se
    a trabalbar coro perfego em menos de orna
    hora, e os precos sSo lio roma .dos que
    devem agradar aos pretenrientes.
    afflaHP3,-:sea0
    A rna do Comrcer^o c tO, esenpto-
    rlo de Jos Joaquioi da O .-.la Maia, en-
    contra-se para vender per commodos
    precos ;
    SAzalejos hespanhe3.
    Folbas de ferro gaivaotiado para telha-
    do de diversos tamanho
    Ditas de dito dito liza.-.
    Bicas de ferro galvaniaado.
    Camieiras dito.
    Portada* completas para cantara.
    Ladnlbss.
    s
    nos
    Redes para dormir de differentes
    qoalidades .....
    Chambres de cbita e de cretone
    Meias croas francezas e inglezas
    que se vendem a dazia a 3000,
    at 8#000 e.....10,9000
    CORTINADOS
    Cortinados bordados para camas e
    janellas, que se vendem o par a
    8, 105, 120 e 160000
    Cambraias largas adamascadas para
    cortinados com 20 va ras, pega a 10,5000
    Ditas com 16 varas a 80000
    Damasco de 12a a imitac3o de seda
    para colchas com 8 palmos de
    largura, o covado a 40500
    Ditos com 6 palmos de largara
    para cama de solteiros, o co-
    vado a.......30000
    Colcbas de chrocb para camas as
    mais ricas qoe tem vindo ao
    mercado a......180000
    DiUs de damasco de 13a a 100 e 150000
    Ditas de fustao branco sendo mui-
    to grandes a 50000 e. 60000
    EXPLEND1D0 S0RT1MENT0 DE GROSDE.NAPLE
    NA LOJA DO PAVO
    Brins d'Angola.
    Mantilbas Brasileiras.
    Grande pecbincha em panno a 30000.
    Saias bordadas a 40, 50 e 60000.
    As 3:000 saias a 20000
    GRANDE OFFICINA DE ALFAIATE
    Pereira da Silva & C. teem a honra de
    participar ao respeitavel publico em geral,
    e a seus numerosos freguezes, que no sea
    estabelecimento de fazendas, tem montado
    ama magnifica ollicina de alfaiate, aoode
    se manda fazer qoalqaer roupa de eocom-
    menda, tanto para bomens como para me-
    ninos com a maior presteza e perfeicio, oo
    mesmo estabelecimento se encontra om
    avallado sortimento de todas as fazsndas
    para as mesmas obras de encommeda, as-
    sim como para qoalqaer lato: tambem na
    mesma officioa se encontra o perito mestre
    Pedro Celestino Soares de Carvalbo, espe-
    cial para fardas, tanto dos Srs. ofciaes de
    guarda nacional como de tropa de liaba, os
    quaes sero maito bem servidos por mdi-
    co prego.
    MADAPOLO FRANCEZ A 70000.
    Na loja do PavSo vende se superior ma-
    dapolao francez pelo baratissimo preco de
    70100 a peca pechincba, i roa da Impe-
    ratriz n. 60, loja de Pereira da Silva 4 G.
    MADAPOLO 1NGLEZ A 60000.
    Na loja doPavo vende-se madapoln in-
    glez de superior qailidade com 24 jardas
    pelo barato preco de 60OCO a peca, grande
    pecbincha i roa da Imperatriz o. 60, loja
    de Pereira da Silva*
    MADAPOLO A30OOOAPECA
    Vende-se superior madapolao inglez com
    12 jardas a 30000 a peca, grande pechin-
    cba, na loja do Pavao roa da Imperatriz nr
    60, de Pereira da Silva & C.
    Vende-se orna escrava, perfeita engommadeira,
    cozinhetra a proprla para ama de leite por ter
    esto bem abundante toado a primelra barriga :
    atratar oa praea do eorpo santo n. 17 ter cairo
    alar.
    Libras sterlioas.
    Vende-se no armazem de fazendas de Augusta
    f. de Oliveira 4 C, rna lo Commerctu n. 4).
    A MAGNOLIA
    As floristas
    A M.ignolia receben pelo ultimo vapor o qne
    as senhoras floristae precisaren) para fabricar flo-
    res, como sejam :
    Pestilhas de vanas cores.
    Bagas de vidros de diversas modeos e tama-
    feo*.
    Oltns para mal me qaeres e eraros. 2
    Clices para rosas.
    B>igas dtoradas para flores.
    Fulhas verdes, enceradas, prejas e de ores sor-
    tidas en tamanbo e feitlo, ote., etc.
    Mtlis delata
    A Magnolia raa Duque de Caxb o. 45 rece-
    boa deesas meias, mnito boas, e vende por menos
    do qne em outra qoalqner parte a ellas, antes
    que se acabem.
    Oandieiefros econmicos
    Os eandieiros econmicos sao na verdade de
    invencio agradavel, priva a qnem desejar embel
    lesar urna sala de fazer dnas despezas, pois qne
    tirando-se-lbe o deposito onde se conserva o gaz.
    torna se um lindo jarro para flores : qnem tem
    a Magnolia rna Dnqne de Caxias n. 45, e vende
    barato a elle?, porque lem poneos.
    Nao foi intilmente qne a Magnc lia 4 ra Dn-
    qne de Caxias n. 45 fez escropnlosa escolha
    seus correspondentes as diversas partes da Eu-
    ropa, porque agora tem a satistaci de ir reee-
    bendo seus pedidos, vindo execotados com tanto
    esmero e goto, que se ufana em expo-los apre-
    ciarlo dos amantes do bom, tendo a certeza de
    serem pelos mesmos apreciaaos.
    A Magnolia, nao est descontente com a fre-
    gnezia qae tem adquerido em lao ponco tempo, e
    esforca-se para muito raau ; visto qne tem con-
    viccao de ser commoda nes precos de anas mer-
    cadura?, zeloza em bem servir a sna freguezia e
    abominar a caresta.
    Ao bello sexo com espectalidade. a Magnolia
    pede qne venha ve la pessoalmente agora qne tem
    recebido parte de snas encommendas, e pretende
    ser razoavel nos precos tendo a certeza de qne o
    snpprir do qne bom e raxoavel.
    A Magnolia, se se tem esmerado em ter nm
    lindissimo sortimento do qne ha de melbor no
    mundo das modas, porque nao deseja qoe seas
    freguezes sejam mal servidos em outra parte,
    com cujelos de mj gosto : o assim apressa-se
    em mencionar alguns.
    Bonitas gollinhas e panno?, transparentes o ta-
    pados, fazenda mnito fina novidade.
    Camisas, de linho mnito fino, bordadas e pro-
    prias para noivos.
    Chapeos de velludo e palba de Italia ultima mo-
    da, para senbora e menina.
    Chapellinas de cores e preta?, (novidade)
    Bicos enfeites para senbora.
    Bonitas velas de madreperola para pnleeira.
    Melos aderecos pretos, cacoletas, voltas, ernzes
    brincos e rozeias de gosto moderno.
    Variado sortimento de capellas, bouquets e si-
    pos de botoes de flores de laraogeira.
    Flores de cores e prous para chapee* cabel-
    los .
    Liohas de todo* os nmeros para croch e bor-
    dado.
    Chpeos de sel e bengallas com bonitos cabos
    de marflm.
    Bonitos chapeos de sol para senbora.
    Jarros transparentes para flores.
    Ricos port Joias, port candes e port-money.
    Bonitas caixinbas com perfumara, pfopria para
    presentes lando dsticos as tampas.
    Ditas com preparoa para costara, ricamente en-
    fetadas ecom msica.
    Boneca, ricamente vestidas.
    Lindas bolcinhas do velludo, om"atojo para
    costura e sem elle.
    Albans para retratos com com capa de madre-
    perola, marfim, dsso e madeira.
    Livros de miasa, esm apa de madreperola,
    marllra, Cuso tartaruga.
    Car tetra* de chagrn, com estojo pira algi-
    beira.
    Navalha* mnito fina*, com cabo de marflm e
    tartaruga.
    Grampos com flor de madreperola, novidade.
    Bonitas caixas de tartaruga para rap.
    Sapatos de lia, bordado* em lalagarca.
    Camisas bardada* para boaaen.
    SO" NA
    MAGNOLIA
    46Ra Duque de Caxias45 ~ -
    r DE
    SA' LEITO, FONCECA 4 C.
    a casa da rna dos Guararapes n. li : a tratar com
    o eommeodador Tasan.
    CEMENTO.
    O verdadeiro Porlland: s M vtode oa
    roa da Madre de Dos n. 22, innazem de
    Jo5o Martins de Barroij
    Farinha de mandioca
    Superior e imito propria para mesa, em barr
    ricas de farinha de trigo ; a UjOOO rs. a barrica
    nos armazens de TV- > Irmaos & C.
    EMPORIO COMMERCIAL
    i; M M URUHE 15
    %
    Ulyssas Ivmio
    Nate ja* bem conhecido estabelecimento encontrar o respertavel paMtoo om peoco
    de todo por mdicos precos, e tendo seos propietarios resolvido liquidar algn artigos
    de que se compe o mesmo estabelecimento, vende-os por menos do aeo coato
    (OHO SEJA
    Garrafas de vidro Bacarat para vinho a
    50, 60 e 70000 o par.
    Compoteiras a 60 e 70000 o par.
    Copos de vidro fino para a coa a 40 e
    40200 a duzia.
    Clices de vidro de cor fino para vinho
    a 20000.
    Meios apparelbos de louca ingleza fina
    para janar por 500000.
    Pratos e diversas pecas avulsas que se
    vende bsrato.
    Jarros para flores de 30 a 150000 o
    par.
    Clices de vidro fino para licor a 20800
    a dazia.
    Vidros de chamin para candieiro a 20200
    e 20400 a duzia.
    Globos para candieiro a 10600 e 10800
    cada om.
    Bonitas qoartinhas hamborgoezas a 4,5000
    e 40200 o par.
    Escarradeiras de vrdro a 30000 o par.
    Bonitos eandieiros de jarro a 160000 um.
    Grande qnantidade de arandellas para
    dependerar a parede, de 10500 a 20000
    cada urna.
    Ternos de bandejas a 70000.
    Palileiros de porcellaea branca de 10000
    a 20000 cada om.
    Lava m5o de zinco a 40500 um.
    Algodao inglez para roupa de eseravos e
    saceos a 320 a jarda.
    Tapetes aveiladades para quatro cadeiras
    a 250000.
    Um grande espelho moldara doorada por
    800000:
    Lindos alboM para retratos a 160OX)
    cada om.
    Bonitos chapeos de velludo para senbora
    a 100 e 120000.
    Aberturas de linho paca camisa a 100000
    a dozia.
    Fitas masnicas
    Amaral, Nabueo 4 C. vendem fitas maromea
    de diversos graos : no Bazar Victoria, ra do
    Barao da Victoria n. 2.
    Cartas Douradas.
    Amaral, Nabueo & C* vender baralhos de car-
    ta para jogos, lizas a douradas e .-eaio em porcao
    :om grasde abatimento de prego. No Bazar Vic-
    toria, rna do Bario da Victoria n. 2.
    BOKHADOS
    Amaral Nabueo & C. vendem:
    Entremeios transparentes e tapados, fronhas de
    labyrintho e bordadas, lencos, perneadores, camisas
    para senhoras todas de linho, udos estes artigos
    sio bordados a agnlha com goEto e esmero, e o
    sortimento variadsimo, no Bazar Victoria ra
    do Barao da Victoria n. 2.
    Vestimenta para crianzas
    Amaral, Nabueo & C, receberam ltimamente
    ricos vestidinbos de fu>to e de cambraia barda-
    dos e enfeitados com gosto para meninas de di-
    versas iddes, e de fustao, alpaca e cachemira
    para meninos, camisas para meninos de 4 a 15
    annos de dado, no Bazar Victoria, llua Nova n. 2.
    Cal de Lisboa
    Vende-se da ultima cbogada no vapor Claribel
    e por Darato prego : na ra do Amorim n. 66.
    Cerveja de Noruega.
    Yerdadeira e snpsrior : venda nos armazens
    de Tass Irmios A C.
    A' loja da praga da Independencia chegou nova
    remessa do muito acreditado rap Paulo Cordeiro
    viajado: vende-se a i800 r.s a libra. dem
    commnm a 1*200, gasse gresso a 1*600. dem
    fiao a 1*600, Rocha a 1*600, Rolo francez a
    4*500, Lisboa a 3660, Rolo da Bahia a 2*, Prin-
    cesa da Babia a 1*200, Amarelinho a 2*000. Ven-
    de-se em libra e a retallio, oa mesma I ja n. 5.
    Para a Europa
    As mais proprias cadeiras de qne necessitam
    os Srs, passageiros, sao as de vime, e vendem-
    nas Pocas & C rna estreita do Rosario n 9, junto
    a igreja.
    De primeira qnalidade, marca Devoes con-
    tinuara vender Pereira da Cuaba Irmaos em pe-
    quenas e grandes poredes e a preco commodo :
    rna do Mrquez de Olinda n. 21. 1* andar.
    Arroz de casca
    Superior em saceos muito grandes : as rma-
    teos de Tasso IrmSos & C.
    Prezunto
    E especial
    Rap amarellinbo Princesa do Rio de Janeiro,
    enia qnalidade mnito superior ao fino rap
    Prmctia de Lisboa ; vende-ie a roa Primeiro de
    afaarco o. 6, chapeleria Imperial.
    A. Bonniot e C.
    .Chegou aova remeta de vw4adairo afamado
    cognac sapra, nico aposito en [eau aHenry
    I Wulmer, rna da Croa n.i3.
    de Lamego a 400 rs. a libra e 880 o kilo : ven-
    dem, P5?as & C, rna estreita do Rosarlo n. 9,
    junto a igreja.
    Em easa de Tisaet freres, na rna do Com-
    mercio n. 9 ha para vender :
    Agna de Vichy das fontes Haubeiwe, Celestins,
    Grande Grillo, Hospilil Mesdame?, em caixas
    de 50 garrafas.
    Agua de Cbateldon, ezcellente agna de meza,
    em caixas da 50 garrafas.
    Agna de Vafi das fontes Presiense, Magdaline,
    Desire, Sante Jean, Rigoletle e Doaimiqae, em
    caixas de 24 garrafas.
    Ccgnac das marcas: Blancby frres & C.
    Royer Guillel & C
    Martel frres de Velros.
    Charutos de Havana,
    legtimos, de diversas mareas, e por preco com-
    modo : receberam Bourgrad 4 C ra do Mr-
    quez de Olinda n. 15.
    Vende se ama casa na ra Jogo da Bola n.
    1S, sita eidade de Olinda : quem qnizer dirija-te
    ao Varadonro junto a igreja de S. Sebastiio.
    Esppadores de pennas
    Recebem-se eneommenlas para qoalqaer por
    K: ra do Vigario n. 1, 3* andar, sobrade
    arello.
    Botinas de cor
    Superiores botinas de cor para senhoras' obra
    do ultimo gosto, a negadas no ultimo vapor, a
    6*500, e para meninas, lambem de cores aWe
    da ailar, obra forte, a I* : ( a Roaa Branca
    quaa poda vender por estes precw, roa da lmpe-
    ratrUn,2.
    Ponbos de linbo para camisa a 90000 a
    dazia.
    Collarinhos de linbo para camisa a 60 a
    dura.
    Anquinas de crina para creancas e se-
    nhoras, d 30 a 40000.
    Cortes de cambraia branca de cordio con
    8 1/2 varas a 30500.
    Fronbas de crivo a 560 rs. nma.
    Cortes de castor para calca a 10280.
    Algodao de lista a 260 rs. o eovado.
    Colxas branca adamascadas grandes i
    30000.
    ' Cobertas de chita grandes a 20400.
    Saperior brim de Hamburgo de linbo cera
    10 palmos de largara a 20800 a vara.
    Bonitas frocleiras ca jabonetes detrac-
    tas, proprias para presente a 40000.
    Lindos livros com extractos e sbonete*
    a 20500 e 44000 para presente.
    Meo philocome a 600 ra. o frasco, a
    moitas ootras perfonarias qne se vende bt
    rato, como seja : sabonetes finos a 10200 a
    20000 a duzia.
    Chapeos para baptisadode erranca a 205OC
    e 3*00.
    Coqoes para cabello a 20OO#.
    Cadarzo branco a 360 rs. a dola.
    Dito trancado largo a 140 rs. a peca con
    4 varas.
    Caixa de papel amisade a 700 ra.
    Dita de 100 envelope a 400 ra.
    Doiia de pentes para alisar a 10600,
    10800 6 20600.
    Bonitos chapeos de paJba com aba forra-
    da, para bornea a 40000 e para menino
    30006
    Sortimento de meias para bomens, senho-
    ras e enancas, e mnttos outros artijos qoe
    deixamos de mencionar, e qoe igoaknentr
    vendemos por precos commodos.
    I
    O EMPORIO COMMERCIAL eacarrega-se da factura de roopa por mtdida, e sapri-
    cba em bem servir aos freguezes, tanto no com primen to de seus tratos, eomo na boa
    qualidade de fazendas e modicidade de precos.
    PECHINCBAS DE RWA FEITA
    O EMPORIO COMMERCIAL vende paletots fraqoe de casemira fioa bem acabadoi
    a 180000, 200000 e 220000. Paletots saceos de casemira preta e de cores de 70OCO a
    120000. Ditos de merino prtlo de 70 a 100000. Galeas de casemira preta e de co-
    res de 60 a 120000 cada nma.. CoUetes de casemira de 30 a 40000. Caicas de brirx
    muito bem feitas de 20500 a 80000. Paletots de alpaca fina de cores, branco e pretc
    a 20500 cada nm. Ceroulas de linho a 20800, e de cretone a 10600 cada orna. Cal-
    ca de castor a 10700 ; superiores pannos finos, casemiras e brins.
    EMPORIO COMMERCIAL
    15 Rna da Imperatriz 15
    ILYSSES 4 IRMiO
    GRANDE REDUCGAO EM PRECOS
    Na loja de Antonio Pedro de Souza Soares, na raa d
    Barlo da Vietoria n. 28, outr'ora ra Nova
    MUITA ATTENCO
    Competo sortimento de fitas de
    sarja, de todas as larguras, co-
    res e precos.......
    Rides eofeitadas para senhoras.
    Coques de trancas o qne tem vin-
    do de mais gosto a 50003
    Diademas modernos a rs. 300>
    640e........20000
    Grinaldas para casamentos a 30, e 50500
    Galoes e trancas de seda de cores,
    a peca de 10000 a .... 30000
    Mimosos leques de osso para se-
    nbora a.......90000
    dem idem de sndalo com lan-
    tejoulas a.......50000
    dem idem a imitago a 20200
    Luvas de pellica para homens e
    senhoras, o par 500 ra. e 30900
    Transparentes com paisagens para
    janellas a.......120000
    Bico de seda proto e branco peca
    de 20500a......70000
    Fita de selim Maco escosseza lar-
    ga, vara a......30000
    Collarinhos bordados para hornero
    dozia a......- 80000
    dem idem lisos a.....70000
    Guarnieres de marfim e madrepe-
    rola a.......20000
    Ternos de thesouras em elegan-
    tes caixinbas a 60000 e 90000
    MIUDEZAS
    Duzia de pecas de cordio impe-
    riaes l fg. ,,-,.. 320
    Dazia de pecas de trancas de cara-
    col a rs........ 400
    dem idem lisas a rs. 20C
    Duzia de canoas de hnha preta e
    branca a ...... 120
    Groza de grampas cabeca de vi-
    dro a ....... 10000
    Resma de papel pautado e liso a
    40000 6.......40500
    Caixa de papel amizade muito
    saperior ara...... 700
    dem idem de quadrinbos a rs. 640
    Caixas de envelopes finos de por-
    celana ars....... 800
    dem idem a rs. 400 e 500
    dem de pennas a rs. 500, 800 e 10000
    Abotoadoras para cohete, grande
    variedade ars...... 200
    dem douradas para ponbos a rs. 500
    Dazia de baralhos francezes boi-
    ra dourada a...... 30600
    Lamparinas a gaz a 10200
    Duzia de talheres com cabo de
    osso 2 botoes a .... 50500
    Dita de ditos cravados ( baratis-
    simo) a....... 20600
    Garrafa de tinta roxa extra-fina a 10000
    PERFUMARAS
    Garrafa de agua florida verda-
    dera, a.......I02OC
    dem idem kananga do Japio a 10200
    Frasco com odo oriza verdadeiro a 10200
    dem de oleo philocome verdadei-
    ro a rs. 400. 500 e 10OOC
    Rosas com extracto a ... 108OO
    Frasco com extracto inglez multo
    superior a......10000
    dem com dito kananga muito sa-
    perior a.......10006
    Banha ingleza em frascos e potes
    de porcellana a rs. 500, 10 e 20000
    Macos de sabonetes inglezes maito
    bonsars........ 600
    Sabonetes de amendoa supe-
    riores a is....... 300
    Cosmetique de cores finas a ra.
    100, 640 e......10600
    Pacotes com pos de arroz fino
    a ra. 300, 400 e ... 500
    Caixas com dito maito fino ka-
    nanga a........ 10500
    Frascos com agua de Colognea rs.
    500, 10000 e.....10500
    Garrafas com dita o qae ha de me-
    Ihor a 30000 e.....44000
    ESPELHOS DE MOLDURA
    De todos os tamaohos e de todos os preos, moldaras para quadros, boBtclas do
    cera, brinquedos para criancas, eandieiros a gas, chamins e globos, sapatos de tranca
    e casemira preta, e orna enfenidade de miudezas qoe se vendem por precos
    midos,
    N. 28 Ru do Bario da Victoria N. 28
    j

    t



    ____,- -.1______
    SE
    , III- I I
    V
    4
    ,
    Piri* d P*rH4msttic Hablado li d &.ie U#t>*I
    ' =
    !
    Officina de alfaiate dirigida
    POR
    MR. CHARLES LAURENT
    LOJA DO PAPAGAIO
    A' ra da Imperatriz n. 40
    MENDES & CARVALHO
    O que se procurar nesta loja se acha e por menos preco, que em qual-
    qaer oatro estabelecimento, e para nio cansar-mos a paciencia do Ilus-
    trado publico com longos annuncio?, s garantimos ter fazendas de novi-
    dade, e da bou gosto, por precos moito coramodos, qnem se qviizer capa-
    citar venham oo mandem bascar as amostras, e tambera as mandaremos
    pelos dossos eaiieiros.
    Boa Vista esquina da ra 7 de Setembro
    A ntigo becco dos Ferreiros
    RA DO DUQUE DE CAXIAS
    (Ontr'ora do Queimado)
    Este estabelecimento acaba de receber oro importante sortimento de diversas la-
    sendas pro pr i as para vestidos, sendo poupeimas de seda, sedas, las, percales, ditas cea
    oarras proprias para babados, liadas cambraias crox, e esa 6m urna infinidade d'arti-
    gos de moda, todo proprio para a festa, o qoe todo vender por precos inteirameott
    raioaveis, em conseqoencia de estarmos prestes ao fim do nno, e o 65 n5o quer te;
    grande trabalho com o sen balance preferrado tomar dinbeiro a fazeadas, conv+da-st
    portanto ao respefcvel publico a virem sortir-se na loja do 65 aonde comprarlo por pre
    coi qne n3o oberSo em ostro qualquer estabelecimento; em fim ver para crer
    RA DO DOUE DE CAXIAS
    (Outr'or* do Queado)
    Rival fem segunde
    Ra Dnqoe de Caixies n. 91, loja de
    miadezas de 3ose de Azevedo Maia o Silva,
    conbeci lo por Jos Bigodinho, contina a
    vender todo que tera por menos do qae
    em outra qaalquer loja, a saber :
    Correniea pretas de borraxa
    para sed hora a 10500
    Garrafas de agua Florida verda-
    dera a 1,5300
    Gaixas com obreias de massa a 40
    Frascos com macaca perola a 200
    Pacotes com poz de arroz fa-
    zenda fina 500
    Pares de botoes de osso
    para punho a 200
    Sabonetes de bolla maito fino
    a 40 e 240
    Cartas de alfinetes de latao
    fazenda boa a rs. 80
    Cirriteis de retroz preto com
    i oitavas a 600
    Capacho de palba muito boni-
    ta a 600 rs. e 700
    Frascos eoui oteo Philocome a
    500 rs. e 10000
    Pares de sapatos de traeca
    para menino a 15300
    Pessas de tiras bordadas a
    3D0, 600, 800 rs. e 10000-
    Frascos com agua de Colonba
    mnito boa a rs. 500
    Gravatas pretas e de cores a rs 4(0
    Pessas de trancas modernas
    de todas as cores e todo o
    preco
    Libra de areia preta moito
    boa a 160
    No vellos de liaba com 400
    jardas a rs. 60
    Livros da misso abreviada a 10500
    Silabarios portogoezes a rs. 400
    Garta3 com 100 contas im-
    presas a 15300
    Caixas com 30 novellos de li-
    nha gaz branca a rs. 300
    Gaitinbas para meninos a 40,
    .0 rs. e 80
    Caixas con 12 frascos de
    cheiros a 15500
    Caixas com 6 sabonetes moi-
    :o finos a rs. 800
    Pentes para segurar cabello
    de menina a 200 n. e 320
    Chapeos braocos para bapti-
    zados a 25560 e 45000
    Copinbos com superior banba
    a 200. rs. e 320
    Fraseos 'com oleo para cabel-
    lo fazenda fina a rs. 320
    Frascos eom oleo Baboza a
    500 rs. e
    Frascos e garrafinbas de agua
    de Colonba a 15500
    Frascos com verdadeiro azeite
    para machinas a rs. 300
    Redes cem contas para segu-
    rar cabello a rs. 400
    Latas com banba de Piver a
    200 rs. e 320
    Garrafas com agua Celeste
    mnito fina a 15500
    Coke miudo
    Vende-se na fabrica do gaz, em S. Jos
    urna porc5o de Breeze, (ooke miado), pro-
    prio para forja de ferreiros e forno de cal,
    tijolos e outros misteres, Preco de cada
    sacco 260 rs.
    Vende-se
    is seguales casas : ru do Padre Nobrega 8. i,
    roa do Passo da Patria n. 1, becco do Caldeirairo
    a. t, roa dos Guararapes n. 11 : a tratar eom o
    emmendador Taaio.
    Oleas de meia com pe'
    Voode-M calcas de meta eom p, de algodo e
    de seda, meias de seda para padres, capeles do
    exercito, couefoi etc. No Bazar Victoria, ra do
    Bario da Victoria n.J,
    A ACHIA R11A
    Raa de Daqne de Casias n. 50
    Recebea:
    Liadas eaixiohas com es necessarios para [mar-
    car rcapa, sendo abeedano e naroeracao, [rseos
    com tinta preta e encanada, pioceis etc. etc. o
    que de eerto novidade-em tal genero.
    Novos eoqnes grandes com bonitos desenhos
    vmdo entre elles alguna enfeitados com Utas e fio-
    : res; assim como buoltos crespos.
    Aderemos encamados de madreperola.
    I Crozes pretas com enfciles donrados e onlras
    ! brancas de christal.
    Casas de pedra e cal muito
    baratas
    Uada senbora viuva tendo de madar-se para fu-
    ra desa cidade, vende urea casa terrea em terre-
    no preprfo, na rna Imperial, tendo dnas salla, i
    iqnartos e quintal, por m cont e qninhentos
    mil r'is, cajo alogael de lo a 16*000 mensa!,
    e 12 meias-aguas tambera na raa Impnrial, na
    trrvessa da Bandeira, igualmente ern terreno pro-
    pino, tendo cadJ uma deltas nma perta ejanea
    na frente, a exeepcio de orna qae tero dnas ja-
    ?ella?, e todas ama sala e dous qnartos, dez das
    'quaes tera terreno atraz, que abrindo se nma
    1 porta, pode ter o sea qniutal ; vende-se a 5O0s,
    i sen alogael raensal para 7 000 e a de dnas ja-
    I aellas para 8000 ; mas quera qaizer ama en
    duas serio vendidas a razio de 6004000 e a de
    duas jaoellas por 7004000 rs. Estas casas esto
    edificadas na rna lmpeiiil, bem perto donde ac-
    taalmente parara os bonds. J qaem tiver poaco
    dinheiro, pie-se chamar proprietario oa morar
    em casa propria. Os preteodentes dinjam-se
    rna das Triocbeiras o. 48, a casa do Sr. solicitador
    Burgos, o qnal e-t aotorisado a contratar, mes
    mo a praso com garanta idnea.
    Smaocome
    Tnica especial contra a calviee
    Com nm bello -ortimento de perfumara que a
    Agola Branca acaba de receber veio tambera o
    apreciadoSmaoconecojo proveitoso effeo
    j bem eonbecido por qoantos o tem asado e ser
    anda mais por aquellas qne necessriam de sua
    utilidad". O continuado aso do Smaocome d o
    bom resultado de impedir a queda dos cabellos,
    faze los renascer e conservar o sen brilho natura!
    alera de qne feu odor mais agradavel que d'on-
    tro qualquer tnico continua a ser vendido na! o|a
    :da Aguia Branca.
    Leite de rosas brancas
    Exceente para acabar com as sardas, pannos e
    espinbas no rosto.
    Vende-se a 24 o frasco, na leja da Agnia Branca
    i rna Onqne de Caxias n. 30.
    Bonitas caixas com perfumaras
    proprias para presentes
    Vendem-se na loja 'Agoia Branca rna Duque
    de Caxias n. 80.
    Agua Florida.
    Acaba de ctaegar novamente a afamada agua
    Herida de Gaislain para Ungir de preto os ca-
    bellos braocos. Como sabem os qne ten nsade
    dessa apreciada agua, o sea efleito nao instant-
    neo porm sen resaltado segiro e efficaz. Che-
    gou tambera a agua de Topasio para o mesmo fim,
    e continuara a ser vendidas a 74 r frasco na loja
    d'Aeuia Branca raa do Duque de Caxias n. SO.
    Molduras douradas para qua-
    dros.
    Na loja d'Agaia Branea a roa Duque de Caxias
    n. 50 vende-se moldaras doaradas com differenies
    Moldes e largaras, e por preco eommodo.
    Pennas de aqo bico de langa.
    Caixas com 100 penas a 400 rs. na loja d'Agaia
    Branca.
    Bonitas capellas com veos para
    noivas.
    Vendem-se na loja d'Agnia Branea a rna Duque
    de Caxias n. 60. Tambera se vendem separada-
    mente bonitos veos oa mantas bordadas para noi-
    vas, e veos de cures para cbapos.
    Escumilha preta fina e larga.
    Vende-se na loja d'Agaia Branca raa Duqa
    de Caxias n 50.
    Botdes
    Cobertos de esgnlao proprios para carnizas, e por
    sua duracao preferiveis tos de madreperola.
    Vende-se na loja d'Agaia Branca.
    Caixinhas com 3 sabonetes finos
    a 14, 1**00 e 14500 a ealxa.
    Vende se na loja d'Agaia Branea.
    Talagarsa
    seda fronxa e lorcal para bor-
    dados.
    Vende-se na loja d'Agaia Branca.
    !
    LOJA DE J01AS
    IU1
    Acaba de ebegar a este estabelecimento um importante sjrtimento
    ooro, do mefbor Rosto e qoalidaJe' qoe ttm vinde Mste genero, como
    nix com lettras de diamantes e piolaras finas, adereces e meios aderecos
    finas, etc. etc.
    de joias ^e
    cassoletas de
    com peoras
    Ra do Ctbuga' d. 5.
    Moreira Duarte & C.
    ARMAZEM DOS LEES
    Ba Duque de Caxias n. 29.
    Os proprietario deste bem montado esubelecimecto scientifir.am ao
    respeitavel publico -Hn provincia qae se actiam com una variado e completo scrli*
    sent de movis, tanto r.aciooa sosios qoe se acha actualmente na Enropa. O''mesmo tem contractado com os melhores
    fabricantes daquelUcontinente as remessas as mais ricas mobilias feitas alli.
    Na officina tem os mais babets artistas deste genero, e por isso pedem qne ve*
    oham visitar o estabelecimento, aonde encontrrrSo a realidads do que acabam de expc r'
    ue se pode examinar; ricas ecompletas mobilias de Jacaranda, mogno, faia, carvalbo, a-
    marello, etc, ricas e elegantes camas deja caranda, pao setina, amarello, etc., etc., guarda
    vestido de amarello, guarda lenca de noguera e de amarello com tampo de pedra, apa-
    radores de d tu dita, peti toilettes especialmente para fazer a barba, toilettes de jaca-
    raod, amarello, pedra, secreta'as da Jacaranda e mognocas tureiras oe mogno, san-
    tuarios,, thears pira bordar, tercos, lavatorios com espelbo, de pedra marmore e seos
    portences, cadeiras privadas, bids; etc., etc., e muitos ontros artigoe que deixamos d
    mencionar por sejtcrnar enfaonho
    cea m vio um proeesso{mais perfeito e qae at
    i2]a da tal forma a satisfazer as exigencias mais
    tviru daescriptnraelo. .
    k nt cor lindissima e nao precisa de cuida-
    o aignm para se conservar no tinteiro empre
    am a mesma edr, sem borra, crsta, bolr oa sem
    odu estas mazellas inherentes todas as tintas
    .'* agora conbeci das, ainda mesmo dos melhores
    torea estrangtiros.
    obratndo, este estimavel producto nao ataca as
    boas de ac, antes pele- contrario, a peona
    dqolre nm esmalte dourado qae, sendo interes-
    aste, asss proveitoso.
    lita tinta, nao sendo especialmente pira copiar,
    l comtudo duas, tres, ou mais copias ana mes
    pon de eaeripta ; preciso, porm, deixar-ike
    t papel bem molbado sem o enxug&r com o mata-
    oirao, porque nao ba o risco de Dorrar. Para se
    irar mais de nma copia, nao se agglomeram lan-
    as lolhas quintas copias se qoerem tirar, mas
    u-m coa o original tirar ama tantas quantas
    ;adiMjam, sem qoe o original fique prejudieado
    talas extracoes.
    Occorra aqol' dizer que. para copiar unporta
    tiita intelligencif e habilidade, sem e qne a roe*
    aor tinta ai saliefai, e o deleito recae sempre
    r a tinta, qae maitas vezes qaem menos
    nipa tem.
    i dupla qnalidade desta tinta extremam ie
    ereeiavel. pois qne eviu qae m amlajaer es-
    iriitorio naja mais do qoe asa flota pan oa da-
    <(r*oi misteres.
    Iqoanto sua durabilidad, nao ha a oppCr
    ItuiortavMa poiqMWt iiu i
    eripta soffre o choque de cidos fttrtissimost sem
    se decompor; ora, se os cidos nio tem accao so-
    bre lia, rauite meos a aceio io tompo a ped
    destruir; isto pUoaiTel.
    Nao s ao commercio que este meo prodneto
    veio ser utfl; os profijssores dos collegins, investi-
    gando todos os meios para o adiantaknto de s
    sens diseipnloB, tem itpproveitao esta tinta, qne
    eom rulo a acharara apta para desenvolver o
    Sosto nos educandos, em conseqoencia da belea
    a cor e fecilioade de correr na pequea pela sua
    liquidez. Ha exemplos de epancas qae hav.a
    maito tempo tinham ama repnguancia extrerra
    para a cripta, logo jne ni admittida esta anta
    ao coliegio, apoderou-se deltas a carosidade e o
    gosto, e ponto tempo depois o sea adrantamea't
    era aanitesto.
    lela tinta, par de tantas vantagens, tem cm
    nico inconveniente, deteriora-se ao contacto e
    outra qtalquer; cenvm pois te-la em tinteiro
    isentos do menor vislumbre de outra tinta, e evi-
    tar escrever eom a penna snja de ama preparado
    differente a ineompativel; trilcaado isto, nio ha
    razio para aa asar de Unta qaa nao saja a VIO-
    LETA EXTRA-FINA DE MUNTEIRO.
    Observapao.
    ttsafaas faJsificacot leaMthanau tem anpa
    reoido, aoja dnrabilidade davido*. Os Sra.
    oomp/adow podtta evitar o engao dirigindc-zi
    casas erreum!jetas/ e pedfndo a tinta que n
    'Oibrico
    v.- 1. . Monieirc,
    ERNEBTO & LEOPOLDO
    N. 2 D Ra do Cabug N. 2 D
    Acha-se montado de forma tal este estabelecimento de joias qoe pode
    vender tos sens numerosos freguezes em grosso e a retalho e por precoa
    mui resumidos visto qoe recebe de conta propria por todos os vapores de
    Eoropa. O gosto de desenbo de snas joias e o mais lindo do paix das
    modas, ooro de le, brilhantes verdadeiros, esmeraldas, robins, parolas,
    tnrqnezas, sapbiras, coral rosa etc. etc. Obras de prata do porto Unto
    para igreja como para servido domestico. Convidamos as Exmas. familia*
    a visitarem o dito estabelecimento todos os dias at 9 horas da noit .
    Compra.se ooro, prata e podras preciosas em obras veihas.
    .GRANDE LIOUlDACfiO
    DE
    Fazendas e chapeos de sol de seda
    NO
    Bazar Nacional
    Ra da Imperatriz n. 72
    DE
    LOURENCO PEREIRA M. GUIMARES.
    L:qnida-se
    Grande sortimento de cbapos de sol de seda, alpaca e merino
    A SABER :
    Chapeos de sol de alpaca a 3^600 e 40000. Ditos de merino a 45O0. Ditos de
    seda a 50, 80000 e 100000.
    Vende se nm grande sortimento de cbapos de castor para bomens e meninos,
    de todos os lamanbos a 20500, 30000, 30500 e 4000j. Ditos de pello a 20 2-j5O0
    e 30000.
    RA DA IMPERATRIZ N. 72.
    ROUPA FE1TA PRETA MADAPOLO A 30000 A PECA
    Vende se : Vende-se:
    Calcas de casemira preta a 40000, 60000 Pecas de madaptlSo enfestado a 30000.
    e 80OCO. 40000, 50000. 505CO. G0COO e 80100.
    Palitots de panno preto a 50000, 70000 ALGODAO BARATO A 30000.
    e 100000. Vende se pecas de algodao a 30, 40, 55
    Golletes de casemira preta a 30, 30500 e 60000.
    e 40000. CORTES DE BR1.M DE CORA 10500.
    Paliiis de alpaca preta 30, 30500 e Vende-se:
    40000. Cortes de brim de cor para calca a 10500
    -.^ .. m 25000.
    r. o ceTado Dt0| de g>nga 1|000 Ditos de fcra
    pardo a 10200, 10800 e i 0000.
    Vende-se:
    Chitas francezas largas a 200, 320 e 360
    rs. o covado.
    Riscadinbos de listras proprios para ves-
    tidos e roopas para meninos a 320 e 360 rs.
    o covado.
    LAASINHAS A 160 RS. O COVADO
    Vende-se:
    Laasinhas para vestidos a 160, 200, 320
    e 400 rs. o covado.
    Alpacas de listras de cores para vestidos
    a 500 e 640 rs. o covado.
    Ditas em qoadros de seda fazenda nova
    a 800 rs. o covado.
    CHALES DE LAA A I0OOO.
    Vende-se chales de 13a em qoadros i
    10000. Ditos de merino estampados a 30,
    30 e 40000.
    canabraia lisa a 3000
    Vende-se pecas de cambraia lisa p;ra
    vestidos a 30, 40 e 50000.
    Ditas de cambraia Victoria a 30500,
    40500 e 50000
    BRAMANTE DI LINHO A 20500
    Vende-se bramante de linbo moito largo
    a 20500 o metro. E ootra> maitas fazendaf
    que se vende muito barato.
    filil
    a &. *, E.g.8ira
    9 sK
    00
    Cofres de ferro de MilM, oulro,
    rroUyaS par, COpar cn-tjj.
    Balanzas de pesar, DflcmiM, Romana9, elc.
    Tachas de ferro, e8Unhad0.
    Arados Americanos
    IjraaeS, para agncoltara.
    Carrinhos de mao.
    Machinas a Vapor
    MaCinaS ^ descarocar algodio, de 10 al 40 serras.
    Chapas de ferrO ga|vanisadai para cobrir casas etc.,
    Estes artigos vendem-se em
    casa dos importadores.
    Shaw, Hawkes d C,
    H. 4 *Vk DO BOM JSS.
    (OCTO'ORA RA DA CfiZ ) ^^



    8
    Diario da Pt*j*mfcuco Sabbado 11 d Vlaio d* 187* 1


    .
    UTTEEATURA.
    0 MONTE DA SCIRNCIA.
    AO MRU PIUMO E AMIGO ADOLPHO DE OLIVEIIIA
    MAClEI.
    Allegara ()
    Era a estacf) do sano, em que ,a risonba
    Serenidade h ar, ia 1 m .ment,
    Os que jnncam o chao diversos fraclos,
    A ammella fa.bagain do arvoredo
    E o attractivo eacmio fugitivo
    Daooorano iespradoi rata e doce
    Contemplado a turte n s conndaua ;
    Era esta urea eslgjj : e sos, e entregue
    A' varios peosaaaenios, eu vaga va
    N'oma regio romntica, encmala,
    At que emfioa o comiso iostinclo
    Ao cansago cedsu, brecha be daodc.
    E ea sobre a escarpa bronca e ruin isa
    EotSo seutei-me de akantil musgoso,
    Aonde o farfi'har da< varita folhas
    Que Cduidtu oas a.-vores, d'envolta
    Co'o espadaar uaonoloni das aguas
    L o longinqao rumor coofaso e vago
    Di cidaue disianu raansamante
    Concilioii-me n e'pirilo agitado
    No mais completo placido socego ;
    o brando somno, dos m riaes amigo,
    Si apoiWou de mina pouco e ponco,
    Emquanto eu me entrgala distrahido
    Ao doce e a mu se stnar. qoe tudo em torno
    Branda e naturalmene mi inspirava.
    De sbito me acbei n'uma planicie
    Extensa e dilatada, em cijo centro
    Levantiva se om monte, como d'antes
    Albures eu nao vira :ella coalhada
    Estava de urna numerosa turma,
    Que mormente de j voi se compunba :
    Mu tos dos ques avante proseguan!
    C'.'a mas viva expresso do ardor no rosto.
    Nao obstinte ser ngrcine, escabroso,
    Em dillerenbs pontos o camiobo.
    Tal.ez, os qoe primero co:uegaram
    A' galgar este monte nlo distantes
    J ilgavaai-se do tumi; mas, ao passo
    Que vidos avancav m, novos montes
    Em dura successo se Ib'anteponham:
    E os comes d,s mais altas, que principio
    Elija liabais r.caso descoberto,
    Urna como que b'se pareca
    D'outros*t que afinal, seu despeito,
    O snoi-te se perda nos espatos.
    ^ui ntiil absorto, ea conlemplava
    Tac bello qudro, quando d'improviso
    Eis q ie se iB9 afi,'ura o meu bom Genio.
    t O Moni.', qae ab vs, que se te aololba,
    (Assim fall u-rae) di S;;cncia o Monte.
    No cume est o Templo da Verdade,
    (.uja frente se eleva a!m das nveos
    E cuja linda face exorna e cobre
    Un veo de pura luz. 0;ha o progresso
    Dos seus sedar.os. cala-tj, e observa.
    Ea vi que- a entrada nica que havia,
    Regalar para o monte era urna porta ;
    Porta dos I oans se cbamava.
    Urna mulher guardava a, na appareoca
    Meditabunda e grave, cojos labios
    Sem cessar se maviam, como si algo
    Para si repetisse; era a Memoria.
    Nesta prtmeira porta penetrando,
    Surpr'hendi '.o fiquei, atordoado
    Por um estranho murmurar continuo
    De mil speras vozes disonantes,
    Que paulatinamente ia crescendo
    De modo t taimante ensnrdecr-me ;
    E esse rumor s; eqaiparava apenas
    Co'a confusSo histrica das lingaas
    Na Torre de Nabal. A entrada era ardua,
    E pedregosa, e por demais dfBcil,
    Pelos montees de lixo que incessante
    Gdiiam l de sobre o alto do monte,
    E peas mii ruiaas desabadas
    Da antigos edificios que os romeiros
    Eram forgals transpr continuo :
    De maneira que un;, nimiodesgostosos
    Por ura comeco ta1, reiroaediaoj
    E nao tentivam m'is subir o monte ;
    Ernquanm qae outruS, tendo assoberbado
    Esta difficuldade, nlo mais titiham
    Animo de ir a'm,e n \s de?troc Do onlulbo para log i se absentando
    Faavau pira a maltida abaixo,
    Co'os maiores assomos de importancia
    E de satisfaga) e de conlanto.
    Qiasi mei) caminbo monte cima
    Vi invio matagal, de um lado e d'oatro
    Caberlo de perpetuos nevoeiros,
    C rtado por diversos Iabyrintb03,
    Cruzadas aveni Jas e passeios
    Tortuosos e maito emmiranhados
    De sarcas e de syhas pontiagudas;
    Era o Bosque do Erro. Nesse instante
    As tristes vozes eo ouvi de moitos"
    Que perdidos all, que desgrralos
    facteiavara sem rumo, abaixo e cima,
    Cbamando-'e uns aos ou'ros e tentando
    Se desembarazar, porm debalde.
    Suas fronde os bastos arvoredos
    Algores espa!hav3m no aamioho,
    Sobre o qaal permanente espessa nevoa
    Pairava, p)rm nunca t5o espessa
    Que penetrada muita vez nao fosse
    Pela luz qoe subid flammi-spirava
    Do fulgido semblante da Verdade.
    Na pa/te mais risonba e pitt resca
    Do bello Minie da Sciencia estava
    Moi graciosamente collocado
    O Kios q ie das Musas, cujo officio
    Era tranqaillisar os viajantes,
    Distrah.r seu espir'to e desl'arte
    Reanimar seus passos mal seguros
    Co'os suaves e harmnicos accentos
    De soas harpas immortae?, divinas.
    N3o, por cert d'aqoi muilo distavam
    Os Campos da Fcelo, bem matizados
    De um pomposo esteudal de agrestes flores,
    Que granel despintavam as devezas
    Co'o maior vico, os ares impregnando
    De om aroma agradavel, esquisilo,
    E ostentando vicosas, bellas cores
    Quaes nunca eu vira em nenliom oatro clima.
    Via-se aili tambxn da Allegoria
    A Alameda, capricho sombreada,
    Oode a vivida luz meridiana
    Se assemelbava de um luar argnteo.
    Istocontinba um ar, um quer que fosse
    De romntico e bello para aquelL-s
    Qae na contemplaclo todos se enlevam.
    As veredas e ras se tornavam
    Sinuosas, dedlicas, por cansa
    Das intricad.s voltas, ou zg-zags,
    Qae all formavam, rematando sempre
    Cois as lindas, symbolicas estatuas
    Das Gracas, das Virtudes, on das Musas.
    Dapois de atiento eu observar ludo isto,
    Volv os olbos (mais atiento anda)
    P'r'a turba multa, que a escalvada eoco?ta
    () Extr. de urna prosa iogleza, de Bar-
    Uatd.
    Vingava com alian ; e vi entre illa
    Um mancebo de airosa compostura,
    Ar vivo, lyncea vista.penetrante,
    E um tanto altivo e arrebatado em todos
    Os movimeotos sena: este era o Genio.
    Elle, qoa agnia ao las, se arremessava
    No surto immenso pelo monte cima,
    Deixando os compaeros, que ficavam
    A contempla lo com invaja e pasmo ;
    Su! marc'ia, por'm, dsigual.era
    E i[i[;-rrpm?ida por cen mil caprichos:
    Qiando o Prazer no valle descanlava,
    Elle se msturava em seu cortejo ; ,
    Qjando o Orgulho acenava para o abysmo,
    Elle s aventjrava /Joitamente
    Al as suas bordas vacilUntes.
    E elle segoia senpre por desvos,
    E por caminbos inda n3o trilba Jos;
    Assim da estrada se affistando tanto,
    Qaeo compaohelros sem, iaili os maii deben,
    NSo raras vezes barto o ultrapmavam :
    Contemplavam n'o as Mu as parcialmente,
    A Verdade, porm, o sobre seobo
    Como que n3o gostosa carregava,
    E virav Ihe o rosto muas vezes.
    Assim gastara o Gn'o as sb's forcas
    Em excntricos vos mis queinuteis,
    Quan.'o ama ontra figora se me antolba
    De aspecto em lud nimiodlerente ;
    Tal era a Ap:>lca$So, que se arra^tava
    De conthiio co'um pisso lento e Brme,
    Fictos do mon e no alto cume os olbos,
    E fleogmaticamente removendo
    As pedras qoe obstr^iam Ihe a passagea :
    T que vio aps si moitos daquelles'
    Qoe principio zoora am do seu curso
    Enfadonho e moroso ; no entretanto
    Poucos eram, bem poneos, os que o moote
    Sobiam com constancia igual sua:
    Porque, alm dos eslorvos do caminbo,
    Eram as mais das vezes impellidos
    A' regessar por orna numerosa
    AlluviSo insana de Appetites
    E de Paixres crufis e de Prazeres,
    A' cuja tenaz forca obedecendo
    Esmoreciam logo ;3, bem que s vezes
    Volvessem ao caminbo, redobravam
    As suas asperezas, par cia
    Mais empinado ento, mais alto o monte*
    Os fructos (que eram d'antes lio aalabras,
    E lo refrigerantes, e t3o doces)
    Asparos, mal gustosos se tornavam;
    Escurecia a vista para logo
    E o p em cada est&rvo, por mais Tova
    E peqceno que fosse, tropegava.
    Eu vi, nao sem surpreza, ea vi que as Musas
    Cujo particular e nico encargo
    Era animar e estimular aquellos
    Qae subiam o mmte, descantavam
    Do Prazer as Latadas muitas vezes>
    Aompanbando os infelizes que eram-
    Pelo reclamo das Paixoes instados,
    A' qiem seguiam e por quem con tinao
    Abandonados eram, ocesmo qoando
    Perdiam o alto piacaro de vista.
    Eolio en^arnicados os tyrannos
    Suas cadeias redobravam s bre
    Os misero! captivos, e os levavam
    Para as Celias escoras da Ignorancia,
    Ou para as Mms5:s negras da Miseria.
    Entre os innumeraveis seductores.
    Que affastar pretendiam os sectirios
    Da Verdade dos tramites do Estudo,
    Um havia de aspecto lo humilde
    E tentamens iSo fracos que me honvera
    Pasado sem qui o visse ou parcjbesse,
    A' nio serem os tristes, que de farros
    Imperceptvelmente carregava;
    A Indolencia (tal era o nome delle)
    Longe de prosegairjamis as raas
    Do caminho passoo, se contentando
    Com retardar o passo, assim fazendo
    Procrastinar o fim que nao poda
    Fazer abanlonar: seu loque liaba
    Um poder sem-lbante ao da tramelga,
    Qoe o animo entorpeca do3 que cahem
    Sob a sua influencia. Os infelizes
    E^cravos seus o rosto inda voltavam
    Para o Templo, e aspiravam cbegarnelle,
    Porm... como que o ctalo escorregava
    Sob os seus ps. e viam se no abysmo
    Antes que suppozessem, que julgassem
    Ter por ventura de lugar mudad i :
    A placidez serena, que principio
    Via-se-lhes no r slo, pouco e pouco
    (a degenerando, ou condenen lo
    N'um pallido lang.ior, que se naesclava
    De profunda tristeza, mais profunla
    Qjaodo tombavam na Crrente escura
    l)a In Jgnirjcancia, 18o dormente
    Qaal de immoto pal e agua estagnada,
    Que brisa alguma perpassaado encrespa
    E que murmurio algum si quer anima ;
    Al que afinal lomba resvallando
    N'uma especie de margelado e morto,
    Onde os amedrentados pissageiros
    Sao despertados pelo choque horriral
    E se'pnltados logo aps no Golpho
    Do mido Esquecimento. D'entre tolos
    Os tri les e infelizes desertores
    Dos camio'ioi directos da SciencU,
    Os que menos capazes pareciam
    Devolver, de tornar, eram por cerlo
    Os pro;elytQS da rida lodolencia ;
    O miseros escrav.s do Deleiie
    E das Pa;x5es prevaleciam se aiada
    Do momento em que estavam seus tyrannos,
    Entregues ao lorpw, ao somno entregues,
    E fagiam s vezes, por ventora.
    Do frreo jugo seu ; mas o dominio
    Da Indolencia fatal era incessante, .
    E raras vezes resi ta, aiada
    Que mais que intil era a resistencia.
    ^ ==
    E abencoo o hermitio no claustro fondo.
    Em todo o coraadL qae reconhece
    Miaba influencia, eo possuo orna ara ,
    E estou sempra-p esente todo aquello
    Qae me deseje. Pude a Sciencia eigoer-te. allucini as imaginaedis novas, do veolo, da
    Ao Apogeo, mas s i mim dado
    A saa felicidade condozr te, JT
    Assim benigna me fallou a Dausa,
    E ea ancioso Ibe estendi os bracos
    Com vehemencia tal, com tal transporte,
    Qued'aqoella modorra despertei-me.
    J os fros serenos'-gottejavam
    Em deredor, ji as sombras do crepusc'lo
    Eovolviam subtis toda a paysagem.
    Pressuroso tornei, toroei aos lares ;
    E meditacio eaj silencio.
    Calmo e tranquillo, reseivei a noute.
    mocas, repito, aio em ge ral ilealistas ;
    seus amores n5o teta carpo... Perguntas
    da quem ou de que deves ser eiumento?
    Pois sai de todo esse romantismo vago que
    1872.
    Franno Cismontano.
    VARIEDADE
    falla de Trecoeur.
    Depois de haver tndo isto contemplado
    Lancei os olhos para o cume, aonde
    O ar era sempre animador e puro,
    K estrada sombreada de looreiros
    E de mil oolras plantas sempre verdes,
    E o folgor que vivaz reverterava
    Da tersa face da propicia Deusa
    Coo qae circumdava os seas sectarios
    Da urna r'a aureola bnlbante.
    (Recite des Deux Mondes).
    (Cootinuacio.)
    Aps momentos, Locan vio urna lagrima
    desprender-se-lhe dos longos cilios e desu-
    sar sobre sna face.
    Meu Deus I disse elle, causei-lbo mal,
    mioba lilha. Peco lbe sinceramente qoe me
    desculpe.
    Guarde as saas descolp, dissa a mega
    com urna voz sarda, abrindo- bruscamente
    seus grandes olbos. Quero tanto as suas
    desculpas como quero as licos I..... Suas
    lices! porque merec en tal Iramilhacio ?
    Nao comprehendb O que ba de mais inno-
    cente qae as miabas palavras, e quer que
    lbe diga 7 Tenho a culpa de estar aqu a
    sos com o seobor... de ser-lbe obrigada a
    fallar lbe... de nao saber o qae dizer-lhe ?
    Porque me expem a isto ? porque exigi-
    rem mais do qae posso fazer ? Calculara
    d mais as minbas forgas I'... Basa... Ji
    de mais a comedia que represento cada
    dia... Deus sabe se me sinto causada-1
    Lncan dominou com difculdade- o es-
    panto doloroso de que se acbava poesoido.
    Julia, disse em&m. te ve a hondada de
    dizar-me que eramos amigos, eo acreditei
    ...pois verdade?
    N3).
    Depois de ter atirado esta palavra com
    orna sombra energa, Julia envolvea-se toda
    em seos veos e ficoo durante o resto do
    caminbo mergnlbada- nao em um silencio,
    que M. doLucao perturboa.
    VI
    Depois de algumas horas de somno in-
    quieto, ergeu-se no da seguate o Sr. de
    Locan com fronte anooviada e sombra.
    O comeco de novas hostilidades, que lbe
    havia sido t5o manifestamento declarado,
    j presagiava para o seo repooso novas
    nerlubagues e para a felicidade de Clotilde
    novas maguas, ti, pois, de novo entrar
    no terreno das agita go as o dientas, que por
    largo lempo tanto mal Iba caosaram, e que
    desla vez nao tluha meio do evita-las. Na
    verdade, como nao. desesperar para sempre
    desae carcter indominto, que a idade e a
    razio, tantos aftectos e sentimentos deica
    ram impassivel em todas as prevengees e
    com todos os seos olios? Gomo entender
    e sobretodo coma superar o sentimento
    cblmerico, ou antes a maDia qae se apode-
    rara dessa alma concentrada, e qoe oella
    erescia ponco e pouco, ameactado de re-
    pente irromper com furiosa violencia ?'
    Clotilde o Julia ainda n3o tinha appa-
    recido. Locan o; passear no j iruim com
    o intento do respirar aioda orna vez. paa
    de sua querida soliJao, ameagada de tera-
    peslade sbita. Na eitremidade de orna
    monta de cannigos, avistou o conde do Mo-
    ras com o braco apoiado ao pedestal de
    orna velba estatua o os olhos fixos. no
    cb3o.
    O conde nunca fra sonhador; mas de-
    pois de sua chagada a 9astvB), t'mba em
    mais de urna oxasio donado Locan perce-
    be-lbe disposices melanclicas, alheias de
    todo ao. seu cara ter. Latan, entretanto,
    estava dasasocegado : mas como nao gosta-
    va de ser forcado confiiencias, deixara se
    de interroga-l,
    Ao encontrarem-se, apertaram as rolos,
    ^Voltaram moito Ur4e esta neite ? per-
    gunton o conde.
    As 3 horas.
    Obi powrol... E' verdade, agrade-
    go-te pela tua condescendencia para com Ju-
    lia... Como proceden ella comtigo ?
    Moito bem.. disso Locan um tanto
    singular como sempre.
    Oh I singular... natural.
    Sorrio-se tristemente, tomou o braco de
    Lucan e levoa-o para os labyrintos dos can-
    nigos.
    Diz-me. meu caro, aqai entre n,s o
    que vem a ser esta Julia ?
    O que vem a ser, meu amigo ?
    Sim, que mulber miaba mulber ?
    Si o sabes, podes fazer-me o favor de di-
    zer-m'o ?
    Como assim?... Ali que devo per-
    gunlar.
    - A mim ? disse o conde; cousa que
    absolutamente ignoro. Miuba mulber
    enigma que ni o decifrei ainda. Eacanta-
    roe e assustame... E' singular, diaias ?
    E' mais do qoe isso.. pbantastica. Nao
    deste mundo. NSo sei com quem casei-
    me... Lembras-te d'aqaella (ormosa e ge
    lada creatora dos con;os rabes, que ergua-
    se noote para entregar-se orgias nos ce-
    miterios ?... E' absurdo, mas oo entretan-
    to o que me vem idea.
    O olbar desvairado do conde, o risa con-
    trafeito com qua acompaohava as palavras,
    commoveram profundamea'.e Lucan.
    Entio, s infeliz ?
    prosita, do meu \elbo castello, das mi-
    abas florestas, das minhas ruina >, porque
    Julia ama todo isto) S zelozo princi
    plmente desse culto fervoroso qae ella vo-
    ta memoria d > pai, Uve disso prova rebo-
    teo mais ai dente ce sua pafxSo.
    Faz bem o qae tue dizes, disse Pedro
    de Moras, respira ado alliriad ; e entretanto
    mim mesm i disseri tudo .rsti... Mis se
    ella me n5o ama... amar... amar um da...
    e se n9o fose a mim Se desse a ouiro
    tudo quanto me recaba.' Meu amigo aceres-
    centou o conde, cojas bellas fe g&es contra-
    biram-ae, mtala Dia pela mioba propria
    mo I
    Apaixoasdo, e ent3o ea j n3o valbo
    nada ?
    To, meu amigo ? disse Mora* conmo-
    vido... vs a mioba contonea I Havalo-te
    (raquezas vergonbxMa... Ab r porque conbeci
    outro serimioto qua nlo o da anisada !
    Ella >6 corresponte it qainto se lbe d;.\
    fortalece esa vez de enervar: a nica
    paixao digoa da um temem,..n3o me aban- |
    iones nunca, meu amigo ; ser> o meu
    nico comolo.
    O sino que aaounciava a hora do-almogo,
    diacaot os ao cabello. Julia dizia-sc fatga-
    la e doenta. Com este pretexto, asa re-
    serva silenciosa, suas repostas mais qae
    seccas s perguntas pulidas da Lacaorpas-
    ;saraaa A principio sem atiraStir a alteogo
    de Miras oode Clotilde; durante o da
    porem, entre os diversos accidentes da
    vida domestica, o tom agressivo de Julia- e
    seus gestos bruscos doram na 'kta. Locan
    tiuba a predencia e o bom gusto de paro
    cer nao vewas: cada q-ial gaardou para si
    su proprias impressas.
    O'jantar foi neste lia mais serio que o
    Onde qqjzer... ao bosqae, ao a:wo,
    se quizer. +.
    As collinas cobartas de mattas Mrvim 43o
    prximas ao castello, que orlavam com urna
    cinta de sombra um dos lados do patei. O
    Sr. de Lucan e Julia entraram no primeiro
    caminho que se Ibes apresentoo ; Julia,
    porm, nao tardn a deixar as sendas eo-
    nbeciJas para ir ao acaso, de urna arvore
    outra, perdendo-se por gosto, balendo as
    moatas com tima bengala, colbendo flores
    ou ram a, parando extasiad* dianie das co-
    lumnas luminosas qne ealii m a espagos so
    bre os tpales de musgo, completamente
    attonila c m o movimeuto, com o ar livre,
    com o sol, com a sua mocidada. AO lando, leito'ras,
    atiranlo ao coaipanharo express&es dejjra-
    ciosa camaradagem, interpellagoes luaqu-
    nhas, gracejos da crianfa e fazia resoar o
    bosque coa a meloda de suas ruadas.
    Admiradora da flora sylvesUv, colhera
    p neo e poueo om verdadeiro feixe, coja
    carga o Sr. de Locan acceitova resiguao:
    ven'io que elle f-jonjava-se ao peso, sentou
    se oas raizes * um carvalbo para f.ze?,
    disse elle, selecfJi deste misterio. Pjz
    eoti os eolio o molbo de bervas e flores
    e couaecoa a por fora o que julgava' manos
    digno. Entrega va a Lucan, senlaio a al-
    gons passos, o que jfofgtva dever faser par-
    e do raraslbete derjrJilrvo, motivar*) com
    certa gravitado a preferencia que dava a
    cada urna das plantas que t-xaininava.
    Tu, uiina rio, estis maito mag?dl..
    iu a.nt i linda, moito curia I., tu teus mo
    ebeiro, tu, a t > estpida- r
    Dapuis passando bruscanante a ootra
    ord'ra de idti o que nao deixoa de inquie-
    tar a Lucan, disse.
    F.)i o senrV>r, n8o - verdade, que
    acooselbou a Peiro que me f&llase franca-
    mente ?'
    Eu I que idea !
    Foi'por forg o senbor. Tu, coat
    nuou ella- dirigiudo-se s ')Ci-, tans cara
    ueual. A couversago camo eui ura turre- .de doeute, muito boa nouta f Sim, foi o
    Feliz d'aquelle qae
    Gtlgar o Monte I
    parmiitido
    Erfl qnanto que d'est'arte
    Eu exclamava, es qoe se me apresenta
    Urna forma sem par, um todo ignoto
    Da aagelcas feiges meigas e bellas,
    Qae me intetrompe:
    f Mais feliz d'aquelle
    A' quem a s3i Virtude' induz e guia
    A' do Cootemamento calma Estancia I
    Que I (ret-arqui lbe entio)
    Habita o valle ? >
    Pois a Virtude
    < Abi me enconlram (disse) j
    Ea iliumino o Monte ; eo estimulo
    O milico, o borgoez oo sen trabalbo,
    E na maditacSa inspiro o sabio :
    Anda no borborinha da cidade,
    Nao se pode ser mais, responden o
    conde aperlando-lhe a mo com forca.
    Adoro-a e tenbo ciom.es... sem saber de
    quem, nem de qoe. Ella &3o me ama.,
    oo entretanto ama... deve amar. Como
    o-Io em duvida ? Bem ves, a imagem
    da propr.a paixo ; o fogo da paixao trans
    parece as pajavrrs, nos olbares, no aangoe
    das veas I... E junslo mim a astatoa
    fra do tmulo.
    Realmente, msu amigo, disse Locan,
    sopondo qa> exageras o ten infortunio,
    Na realidade creio qoe a ponco se reduz.
    Em primeiro logar ests seriamente apai-
    xonado pela primeira vez em toa vida, pare
    cerne; ouvitei fallar maito do amor, da pai-
    xo, talvez esperasses delles exiraohas ma-
    ravilbas. Em segundo logar, devo obser-
    var-te qae as mocas raro s3 > maito ipaixo
    nadas. Essa freir de qae te pareces qaei
    xar pois, em taes casos, fcil de explca-
    oo escorregadio, e foi Jalia-que para-l- le-
    vou-a, sem qoe alias jugasse fazer mal.
    Gistava a sua vea ciiticaiem um menino
    de oito a dez aonos, :i lio da marqaeza de
    Hoksfrenay, qie muito a inccrmmodra na
    vespera, mostrando no baile a sna carinb i
    insolente eaMraodo-se agradavclment*omo
    ama oar-apeta no mei i da dacsa * ae as
    ;dos borneas e aos- vestidos das mocas. A
    rnarqjaeza estou*avada risO'Com essae de-
    liciosas travessuras. Clotilde inlervei), alle-
    gando docemeoto,. cono dwcolpa, que esse
    me 'no era filho nico.
    N-\o 1 motivo oastaor*,. para ai aose-
    .r-se a sociedade coua. uavgaroto de miis,
    disse Lucan.
    E' verdade que,. contiauou Jaba aban-
    donando a sua opoio, desde qae sea. pa
    draslo acceUva..esl. gaMlmote sabido
    que as enancas criadas am mimos sao as
    que se tornam raelnores.
    H'j suas eioapges^ disse frixnente
    Locan
    Nao as coohego, disse Julia.
    Mbu Daus! exclamo.Peiro M*asem
    tom conciliador, com razao on nao e&tamu-
    lo em moda faaer-se as vontades s crean-
    Cas.
    Pois urna moda arimioosa, drsse Lu-
    .can^ Out'ora davam-lbes pancada ocreava-
    |so bomens.
    Quem-temguaesdisposigas a3o m-
    rese ter filaos... e niaa-os lem, disse Julia
    com um olbar directo que aggrava^a ainda
    a inteogSo pouco co;tez, senSo cruel de
    saas palavras.
    Lucan empallidecau; os olhos de Clotil-
    de encheram-se de hgrmas. Jrba, emba-
    ragada com o propaio trumpbo, sahio da
    sala. Sua m-, dapois de flear alguna mi-
    nutos com o rosto occoito nas.m3os, levan-
    tou se foi ter com ella.
    E verdade t meu amigo, disse o Sr
    de Moras, quaodo acbou-se s com Lucan,
    o qae se p issoo enma ti e ella hontem
    noote ?... Ainda ba pouco disseste-me algu-
    ma cousa... oas absorto como eslava uas
    naiolias coujecioras exornas nao prestei. at-
    teugo. O qae sa passou?...
    Nada de gravi(i.de. Apenas me con-
    venc que nao me perdoa o ter substituido o
    lugar de seu pai.
    Oque me a;o.as.elbas, Jorge^ Sarai o
    que quiserles
    Meu amigo disse Lucan pondo-lhe
    affactuosaraeni as m303 nos hoobros, nao
    te olendas; mas a \ida em comaaum oes-
    tas coodigoes diflicil. NI) esperemos al-
    guma sceoa irreparavel. Em Pars pode-
    mos ver-nos sem i nc jo veniente. Aconselbo
    que a laves.
    -E se ella n5 > quiser ?
    Dir-lbe-hia francamente, disse Lacan,
    olhando lbe para os olbos, teuho que tra-
    balhar esta noote, nao baver nada. Al
    logo, meu anigo.
    O Sr. de Lucan eocerton-se na sua bibli-
    oteca. Urna hora depois Clotilde procu-
    rou-o. Via que el a hivia chorado muito ;
    ma; a moga estendeu-ihe a fronte com o seu
    mais temo sorriso. Emquanto elle a bei
    java, murmurou simplesmente em voz
    baixi.
    Pcrdoe-a I
    E a encantadora mulber, relirou-se apres-
    sada, eaoadeodo a sua propria emogo.
    No dia seguinle, o Sr. de Locn de p,
    como castumava maito cedo, trabalbava,
    havia j muilo lempa, juncto da janella da
    bibliotbeca, que abria-se pouco cima do
    jardim Na ficou pouco sorpreso vendo
    apparecer o rosto da enteada entre a faina,
    gem de madresilvas, que enroscava-se. aos
    lavrados d9 ferro do 'blelo.
    O Sr, esl muilo occopado? pergonton
    ella com um tom de voz encantador ?
    N3), resp^ndeu levantando-se.
    E' que est um tempo sobarbo. Qaer
    fir passear commgo ?
    Quero.
    Eit5o venha... Como aromtica
    esta madresilva t E colbeu nlgumas flores,
    qae atiroa pela janella Lucan com orna
    risada. Elle po-as na casa d. bati com
    am gesto de qaem nao comprebende o que
    sepassa, mas tamban como de quam nao
    se incommoda.
    Encontroa- com as suas geiras vestes
    da manha, escarvatio a areia com o pezi
    abo agjl e impaciente.
    Sr. de Lucan, d sse em tom alegre,
    mioba mal qaer, que ea seja amavel para
    com o senbor, mea marido quar, o co ttm-
    bem, pens eu, por esta razo qae eu
    tambem quero e passo asseverar lbe qae
    sao maito amavel qaando me empjnao em
    se lo... ha de ver s I
    Ser po3svel ? disse Lucan.
    Ha de ver, mea senbor I.. responden
    ella, fazendo-lbe com immenaa graga uroa
    reverencia tbeatral.
    All O UV/I9) DLii nwo wevJ| xavii uo o*iviiu- ww**mv*** lUiMUBl
    gao sem interferencia sobrenatural. As' E aaade vamos, miaba scubera ?
    senbor por forca... Suppo-lo-bram mergo,
    ao ve-loe o senbor muito cruel, mai
    to tyrannic i.
    Faros-, disse Lasan.
    Afinal nao Ihe qoero mal. leve razio.
    ?edro, coiialo, mtailo fraco commiga.
    &>sto que om nomina- seja um bomem...
    No emtanto- muito bravo, n3o &T
    Mitoy d'sse Lucan. E' capaz da mais
    eslrema energa.
    Assim parece, e co emtanto comigo...
    nm anjo.
    E paran ama-a.
    E' maito provavel! Olhe qoe ba fl)-
    res.muit) cuitosas... Dir-sa-hia qoe-esta
    unja mo;mha!
    Creio que a senbxa ama ao-aa*a bom
    Pedro, uo f
    E'. muito provavel tambem.
    Depois d peque ia pausa, meneando a
    cabega :
    E porque o amara eu ?...--
    Boa perfuma, disae Lncani. porque
    elle -muito-digno de ser amado, porque
    tem todos os mritos, intelligencia, coragao
    e al belleza.... emboa porque- a sen hora
    casou-se com elle.
    Sr. de Lucan qaer qae lia confesse
    urna cousa ?
    Confesse.
    Essa vagem . Italia Coi moito m
    pM mim.
    Gomo assim ?
    Suppoaba qua- antes do. meu casa-
    mento nao me acreditava inleiramente faia,
    mas acreditava-me vulgar orno as outra.
    Sim e entio I
    Eiito I viajando pela Italia, atravez
    de todas aquellas record3ces e de todos
    .i.jidles marmores 15) admirados, fjzia
    comiso exlranbas reflexas... Dizia mim
    aaesiua que alia -i todas as princezas e deo-
    sas do mundo aotigo, que fazam enlooque-
    aer o> pastores e os res, por amor das
    quaes baviam guerras e sacrilegios,, eram
    mais ou meos creatu/as do meu genero.
    Accudio-aae ento a idea fatal da minba
    belleza. Comorebeoch qoe dispooba de um
    poder excepcional, qae eu era urna cousa
    sagrada que na devia trocar-so por um
    prego vulgar, quo su pjdia ser o galarJao^..
    que sei eu ? de urna grando aego... ou
    de um grande exime !..
    Lucan ficou um momento interdito pela
    audax ingenuidade desla liaguagam ; ro-sa
    entao.
    Mas, minba chara Julia, disse elle,
    note bem: a senhora engaase de seeulo...
    l nao estamos no tempo em qae se fazia
    guerra pelos bellos olbos de urna dama...
    Emfam, falle a Pedro, elle possae tudo
    quanto prec so para forne.'er-lbe a grande
    acgSo que procura; quanto aa crme creio
    que a senhora deve renunciar a elle.
    Cr? dissa Julia. Pois faz mal, accres-
    centoo rnio-se s gargalbadas, erafim, est
    vendo, digo-lbe todas as bucaras que me
    passam pala cabera. crea qaa nisto sou
    amavel, no ?
    Extremamente amaval, disse Luaan.
    Continu,
    Com t3o preciosa animago, meu se-
    nbor I... disse ella levantando-se e acaban-
    do a pbrase com urna mesura; mas agora
    vamos almogar. Racommendo-lhe o meu
    ramalhete. Leve com as flores para baixo...
    Passe adiante, senbor, e pelo caminho mais
    curio, porque estou om um appalite de-
    vorador.
    Lucan tomou o caminho que ia mais di-
    reto ao castello; a moga segu o com passo
    gil ora contarolando orna cavatina, ora
    dando-lbe inslracgoas novas acerca do mudo
    de segorar o ramo, ora tocando-o de leve
    com a baug-i'a para fazo lo admirar algum
    passaro pausado nos arvoredos.
    Clotilde e Pedro os esperavam seatados
    em um banco diante da porta do castello
    A iaquietagJo piolada na; saos semb'aatis
    passou ao ruido alegre da voz de Julia.
    Apenas os percebeu, a moga liroa o ramo
    das maos de Locan, correu para a"m3i e
    atrou-lbo no regago a sna colbeila de Ai-
    res.
    Minba mii, disse ella, demos um ex-
    celente passeo. Dvertl-me maito e o Sr.
    de Lncan tambem... e depois elle apro
    veitou maito com a miaba conversag3o...
    Abri lbe uns horisontes fe descreveu com a
    m3o ama grande corva no espago para in-
    dicar a immensidade dos borisontes qne
    abrir ao 8\ deLucau). Depois, pechando
    a m3i para a sala de jantar, e aspirando
    com forga:
    Oa I esta cozinha de minba mSi, qua
    aroma que tem
    Ta boa disposigo de espirito, pox em
    jubilo o castello, nao desmea'io se dorante
    o dia, e cousa almiraval, coalinuoa no en-
    tro dia e nos das segn.kit s, sem alteragao
    seasvel. Sa Julia alimen'.ava ainda algans
    reMos dos seus, jqtraclaveis enfados, tioUa
    a o meada, a bonfrade de reserva-loa a paxa
    si e de supporta-los /osinaa. Mais de orna
    vez viram-n'a voltar %% suas excarsoes so-
    litarias com a frtete sombra e o olbar ai-
    oistro ; mas paona de parte estas disposi-
    goes iuqoetadoras apenas acbava-se em fa-
    milia. Era sobretodo amavel para coa
    Sr. de Locan, to qual coobecia que detia
    sudas reparacoes. Cbegava a tomar-lbe o
    temoo sem muita descri;3o, cbamando-o
    frqaeoteente para passeioa, dasenbos di
    lapefaria, musija a qoatro mSos, as veiei
    para nada, mi si rbeamente para lira-lo do
    logar, em que ealava ; poauo-se-lbe diante
    das jauellas e fazendo-lbe a meio de soat
    pergenias extravagaotes. Todo
    nto era en cantador: o Sr. de Locan a isio
    prestava-se c>matcenle, no qua alias ne-
    nbuia mrito tiniia,
    A baroneza de Pers veio. no entretanto,
    passar tres das em casa da Giba. Inlor-
    maraa-n para logo coa todas as minado-
    sidade a mudaoca, operada no carcter de
    'J ilia e so sen tracto para o sea padraito.
    Tesiiiiuwj das ama veis at tengo as que ella
    prodiga lisa va ao Sr. de Lucan, a baroneza
    dmonsirou- vivo conten amento, apezar de
    erceber-se vestigios de seas antigs pre-
    vengods coa ira- a nata.
    Na vespera da sabida da baroneza loram
    convidados alguns viznbos a jantar, no in-
    tuito de obsequiada, pois moito ponco se
    iavacom a iuliaaidada da familia e gostava
    aii'iwoa lamifite- dos extranhos. Deram-
    lbe, pois em falla de lempo para mais, o
    cura de Vastville, o preceptor, o medico o o
    coliector de iua jos:os, b ispedes babituaea do
    castello e graudea admiraderes de Julia.
    Era poiaco, sem devida, no emtanto bas-
    tava para fornecer baroneza o enseba de
    vestir-se etiqueta.
    Julia, durante ojaotar, empeahoa-se, ao
    que parece na conqotsta do cora, candido
    valbo que se deixava fascinar pt4a viziaba
    tomo que com om su lo jovial, A moga
    fezia-o coaer, beber e rir.
    Que serpete, sao assim, senbor
    cura ? disse a haroneas.
    E' moito amavsi; disse o cora.
    A metter medo,,accrescen'.o a baro-
    neza.
    A' noute. depois do ornas voltas de valsa
    Julia, acora -armada pe!-, marijo, cinto o com
    a-sua bella voz melodas inditas, caneos
    nacionaes, qoe trooxera da Italia. Urna
    dallas recorava lbe orna tarantela qae vira
    daosar por mulheres de pr.cida. pedio ao
    marido que a locasse. Contava fomesoo
    lempo com animago como a tarantela era
    daocada, indt&ando rpidamente passos, gas-
    tas a titudas ; depois arrestad* de repen-
    te pelo ardo? da iiarrscio, disse :
    Espere^Pdro, vou dausa-la... E
    mais simples.
    C lbeo a canda do- vestido roe a emba-
    ragava e pedio mi qoe a segorasse com
    alnates. NO entretanto estava activamente
    oceupada: bavia sobm larein e sobra os
    aparadores vasos ebeiosde flores e verdura:
    ueUes escotbia com a mao esperimeotada,
    odiante de nm espeibo paohaa entrelagsva
    mais ou menos confusamente nos maguficos
    cabellos flores,, ervae, cabos espigas, todo
    que os dedos colbam. Coma a cabaos.co-
    roada desso- deadama espesso e garrido,
    veio col locar-se no meio da sala :
    Vamos, meo amigo, disse ao marido.
    Este tocou a taraotela, roe comegava por
    um como que bailado lento e grave, qae
    Julia execuiou com menojos magostatices,
    abrindo e-cerrando, como se fosseoa gri&al-
    das, os seus bragos de bailadeira indiana,
    depois, priporgio que-o ry-tamo aoimava-
    se, locava no soalbo com os passos rapados,
    multplices, om a Qeaiibilidad selvagem
    de orna baccbanle em flor : de sobko, ter-
    miooo por om desusar prolongado, que la-
    vou a oflegante al onde eslava, o Sr. de
    Luaan, sentado diaate della. Abi dobron
    um, joelbo, levou as mos cabeca com om
    gesto rpido, e, meneando z, cabega inclina
    da, desprenden a cora aos pos de Locan
    como urna chova de flores, duendo em toa
    doce e como gracioso prsito.
    Sanhor U*.. depois do qoe levanten-*
    se, sempre a> des.isar-se, atirou-se a ama
    poltrona, tomn gravemente o chapeo do
    cura e com sUe abanoa-se.
    No meto dos appian-os e riso?, qoe es-
    turgiam na sala, a baroneza approximoo-se
    aftavelmente de Lucan na canap que occo-
    pavam em comroum, isse-lbe com voz
    baixa.
    Eulo, meo caro seobox, qae novo
    systema este ? Digo-lbe qoe preftro antes
    os seos modos amigos I...
    - Como, minh. senbora ? E porque
    razSa ? perguulou simplesmente Lucan. .
    Antis porm qoe a baroneza se boavessa
    podido explicar, soppondo qne o preteo-
    desse, Jalia leve nova pbantaaia.
    Decididamente abafo, disse ella, se-
    nbor d-me o sen brago,
    A mg< sabio e Lucan acompanbon-a.
    Parou no estiblo para cobrir a cabega
    com o seu grande veo branca, besitoo na.
    momento entre a porta do jardim e do pa-
    leo e depois, tomando urna resoIncSo.
    disse :
    Na Alameda das Damas, li qoe esti
    mais fresco I
    A Alameda das Damas, qoe era o pas-
    seo favorito de Jaba, abria-se em frente da
    aven da na outra extremidade do pateo.
    E
    da eutre a escarpa pedregosa das colimas
    e beira de um grotSo : pareca haver sido
    um fosso do antigo castello. Um regalo
    corra no fundo do groto com murmurio
    tristeia perder-se em om pequeo agode
    ensombrado de salgueiroa e guardado por
    doaa velbas nymphis, s quaes devia o
    sitio o seu nome con-agrado pelas amigas
    legendas do lugar.
    A' meio caminho do paleo do aguda,
    ruinas de maraibas e arcos partidos, restos
    de alguma loriitkagao exterior, alastravam
    a encosta da collin-a ; no decurso de algons
    passos, estas ruinas a^ompanbavam a sen-
    da, com as suas espessas barbacis e der-
    ramavam sobre ella com os seus festoas de
    bera e silva tma massa de sombra, qae a
    noote transforma va em trevas eacurissimas.
    Dir-se-hia que a passagem era interceptada
    por om abysmo. O aspecto sombro deste
    local nao deixava de ser um ponco diminui-
    do : ama areia fin e aecca cabria a sfoda
    bancos rustica arrimavam-se contra a es-
    carpa, emfim declives cuberas de relva,
    oe de ciam at a barroca, estavam ebeios
    e jacintbos, vio otas, roieiras miudas, cojo
    aroma desprendale e conservava-se qeaja
    alamela como aroma do ioe.io,d80trQ
    da igreja.
    Continuar-u-ha.
    YP-CQ PUtUO RA DUQVfi Pti UJU"

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