Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12655


This item is only available as the following downloads:


Full Text
i
1

fettA A CAPITAI I lGAMS OIDE AO SI PICA POBTL
Por tra lames adiaotadoa .
Por aeis ditoa idem ....
Por na miso dem......
C(fctrero ivolao. ,

MB
AMO XLVIII. HUMERO 106
<*z^>
SEXTA FEIRA JO DE MAJO DE 1872.
PAU DUT10

.
i -
t5000
i20OOO
14x1000
120
Por tTM mezea adiaotadoa
Por Ma ditoa idem. .
Por aove ditos idem
Por am auno idem .
A...

DA PBOVIICIA.
-
#7M

lOffla*
17#0W
Propriedade de ffianoel Figneira do Faria & Filhos.
Oe Sri. Gerardo Antonio Alvea d FUhoi, no Para ; Goncalve d Pinto, no Maranhio ; Joaqnim Jos de OJivirt d Fiiho, no Cear ; Antonia de|Lemoa Braga, no Anear/ ; Jlo Maria Julio Chavea, no Aseo ; Antonio Marinea da Suva, ho'Natal; Jos Joatint
Pereira d'Almeida, em Maraanguape; Augusto Gomes da Silva, na Parahyba ; Antonio Jos Gomea, na Villa da fmlljk; Belaraaino doa Santoa Blelo, em Santo Antlo; Domingos Jos da Coat Braga,
em Nazareth ; Antonio Ferreira de Agaiar, em Goyanna; Francino Tavarea da Costa, em Aiagoaa ; Dr. foa Martina Alvea, na Baha; e Leite, Cerquinbo d C no Rio de Janeiro.

*
PARTE 0FFICIAL
Kaparllr/'io de polica
*.' secio.Secretarla* da polica de Peruambu
co, 8 de maio de 1871.
N. 793. lllm, e Exra. Sr. Levo ao conbeci-
meato de V. Exc. que, segundo consta das part
cipacoes reeebidas ne.iti repa.-tic.ao, foram hornera
recolbidos ca di vidaos :
A' miaa ordem, Js L)uren$o, vindo da pro-
viacia da B.hia, por denuncia de str sentenciado
a galas perpetuas na provincia do Cear e ser in-
dignado como autor de div-rsas mortes no Ouri-
enry.
A ordem do subdelegado de Santo Amaro das
Salinas Mina dos Smos Dolgado por embriaguez
e cioias a moral publica.
O sobdilngid de Santo Antonio por offl;io des-
ta data me parteeipon qae tomn hootem no da-
melo de sua jarisdiejo orna arma defesa do po-
der de Vctor Al ves que foi aproveitado para o
servico do exrcii>>
Dios guara a V. Exc. -lllm e Exm. Sr. D-.
Manoal do Nasci ment Machado Portella, vioe
presiJentrt da proviucia.O chela de polica, Do-
mingos HtUetro Petxoto,
DIARIO DE PERHAMBUCQ
RECIPE, 10 DE MAIO DE 1872.
Noticias da Eiaropa.
1 i jalera deoois de meto dia fundeon no lamaro
o vapor inglez Artel, procedente de Liverpool por
L;sbi, tendo sahido d^ste porto no dia 2i de abril,
dez horas depois do Zembra, tambem inglez.
Dos jornaes de Lisboi de 24 e de carta do nos-
80 correspondente nessa cidade, colbeo&os o que
segu.
HESPANHA.
O estado de revolia em que se acha a Ilespa-
nhi nao couseolu a qoe durante o dia 23 se re-
cabes lem em Lisboa malas de Hespanha, Pars e
LouJre?, apenas alguns tdograinmas se recabaran)
durante o dia.
Oj despacb)s receblos pelo Zembra diziam que
se liona verilicado, como ja se receava.um levan-
lenlo eral dj partido Carlista dando vivas a
Cartel Vil e morras aos libarais ; que appareciao.
guarrhas de paisaoo? rmalos em Navarra, Gii-
paz*oi, Teruel Lioo e Huasca, sendo algn? ban-
do? eommandados por eccleiiastico? ; o governo
hespaobJ havia tomado as providencias mais ri-
gorosas para suffj;ar a rebellii, por maio da tor-
ea, e cootava com a apoio do exircito, qoe pro-
mettia secundar e!ll;azmente os seos esforco?. Os
partido) libarais coice'ntram-ae em torno da bao-
de ira da libar la le pira se opporem invaso di
principio mooarchicoabsolutista. Os proprios ra-
(iicaes qua as ultimas eleicoes, se haviam allialo
com os carlistas, para se auxiliaren) junto da urna,
dasapnrovaxi o niovunonto di insurreico, e pro-
malta a oppor-se-lhe com lodas as suas forjas.
O deputado? t-l utos pelo pirulo carlista, ha-
viam res olvido adoptar umi poltica de abslogio,
abandonan lo o eoogresso.
O antigo caodilbo d > partido absolutista em II '3-
Mlha o general Cibrara, reprovara o plioo de
iuiurreiqaj do duque de Madrid e havia protestado
solemnemente contra tao insensato moviraento.
Dz-se que o principe D. Carlas, duijue de Ma-
drid estar na froot-ira hespanhola, depoiido rao-
v.mento igaora-se em qne ponto se acha mas sabe-se
qua auinpiuhado peio g-ueral rancez Catbeli-
neau. C-'nsentrara se em Ronceualles numerosos
bandw de guerrilha, allm de protegerem, segundo
parece, a entrada do princioa D Cirios em Has-
paoba.
Foi balido um baodj em Navarra, e fsito pri-
sioneiro o padre qua o commandava.
Bul >j i foi declarado em estado de sitio. Nao
tinham sido interrorapidos nem o servico de ca-
oimtics da farro, nem o dos telegraphos; nica
mete liona ha vid j um atraso de duas horas no
fem correio, o qoe (ez com qua as malas fleassem
demorados em Bidajoz vate e qnatro horas.
A elegi pan o senado deu 110 a 130 sena-
dores alTactos do governo coatra 50 ou 40 da op-
posigao ; o general Espartero foi eleito por Ma-
drid.
N) dia 22 hoove orna reuniao dos senadores e
depulados eleitos da maioria e approvaram a can-
di Jatura do Sr. Hios llosas para a presidencia do
congresso.
O rei Amaden tencionava abrir pessoalmente
a ses.-So legislativa e ler o discurso da cora; a
impreosa ji cometa a discutir o projecto do dis
carao da coii, queja l>\ appresentado em conse-
Iho de minisiros pelo Sr. Romero RobleJ, seu re-
dactor.
Sagondo as informagoes da Poltica qoe nao fo-
rim desmentidas pelas folhas ministeriae.o gover-
declara que tomara providencias eflkazes para
o raslabelecimenio da ordem ; este paragrapho
devora ser modificado, por ter sido redimido antes
da subleva^o car.ista ; o governo prometa a re-
forma de algomas leis orgaoicas; pretende pro
por a reforma da le eletoral, subsiitoiodo o go-
veroo o soffragio universal directo pela eeicao in-
directa, fystama qoe seguido para a elai^ao do
senado, em que os eleilores votam nos compromis-
sarios enearregados da elaicSo dos senadores.
O governo promette i reforma das leis que es
tabeleceram o casamen'o civil, e das queorgauisa-
ram os trbnnaes jadi:iae>, e a inslitoicao do jury
para certos e determioados delictos.
J lermioou o conflicto entre o governo hes-
p&aool e o da repub ica de Venezuela, qne inti-
aiara o ministro hespanhol a sahir'do torritorio da
repoblica
O governo de Venezuela para provar queeram
nicamente :-e dar os passaportes ao Sr. Fiorent, mandou horas
dapois^de^te embarcar, ir,ar a bandeira hespanhola
que foi saodada era seguida com urna salva de 21
tiros-.
INfiLATERIU.
A* elei^ej geraes devem etlectuar se em outu-
bro prximo.
O escrutinio eletoral abre se as 8 boras oa ma-
nb e eecerra-se s 4 horas da tarde ; de modo
que o operarlo, a quem a reforma eletoral fran-
qu90U a urna, nao eocootra anda aborto o escru-
tinio qaindo vai para o sea trabalho e j o acba
encerrado quaodo delta volta
fi' impossivel em Inglaterra fazerem-se as elet-
^jas a) domingo, como se praiica n'ootros panes
cooslitoconaes, porqoe a abstengo do irabalbo
ao domingo bisiaot* rigorosa.
Ni cmara dos commuos Sir Charles Dilke qoiz
obviar a esles ioeonvenienles, propendo que o es-
ratieio eitivesse aberto at 8 horas da noute;
mas os libarais mioisteriae, para nao contraria-
rem o governo, e os tories por ouposicaj atado
qointo seja alarg-r o direilo de suffragio em favo:
do povo, regeitarim a proposta por 106 votes coa-
tra 980,
O Sr. Porster pedio em no me do governo que
respondeocia trocada ntreos dois governo?, como
nao -ijuiz iodicar a poltica, qoe tenciona seguir o
gabinete inglez em quaoto o governo americano
nao responder a ola de Lord Graoville de.20 de
margo.
4 Todo pirem, parece confirmar as espe/ancas de
qoe as dif-.uldadej entre os EstadosUudos e
a Gran-Bretauhi lambem soln?io prompta e satis-
faloria.
Na cmara dos deputadjs dos EntadosUodos
o Sr. Paters faz urna oroposta formal para qoe o
governo americana nao percista as reclamabas
coocernmtes aos prejuizos inJirectos, ea proposta
fil maula 11 pela assamble a cim.iiisslo dos ne-
g icios estrangairos.
Assegura-seqoe acomraissio na sua maioria
favoravel proposla do Sr. Paters.
FBAN JA.
J terminaram as sesadas dos cnoselhos gerae?.
Tolos votaram raeosageos ao Sr. Tniers, uos por
Tniers e rolo re-t;inel cimento da repubdea ; oo-
tros por Tbiers e palo seu governo.
E' destituido de funlamento a nolicia publi-
cada pela imprensa iogleza da ter o governo alle-
mao, dirigido urna nota enrgica, com o carcter
de ultimtum exigiodo o desarmamenio immediato
da Franc e redueco nos orcimantos militares,
por considerar esses actos uecessarios para ga-
rantas da paz e da divida, sob pena de nova oecu
paci de territorio.
Parece porem, que sempre ha urna nota n'este
sentido, mas redigida em termos amigaveis e sem
carcter de ultimtum.
TURQUA
Dizem de Constaotinopla qua foram acolhidas
:om satisfaejio as doclara^oas da nota circular da
Ruj.-ia relativas s obras da defeza do porto de
Sebastopol; em que o principe de Gortschak )ff
declara que tao? obras sao semelhanle? s qae
defeodem a baha de lodos os portos commerciaes,
e nao leem importancia alguma militar.
O governo otiomano conienton-se com esta de-
claragao e respoodeu qoe elle, pela sna parte, nao
tinha ieo(o de armar as costas da Torquia, no
M ir Negro.
AUSTRO HUAORIA
O Sr. Schmerlmg^atacaodo ltimamente na pri-
meira cmara do rexhsrath austraco a poltica
do gibineie Auersp-rg protesiou especialmente a
proposito da poltica estrangeira do gabnate, con-
tra a altitude da Austria com a Italia.
Na Italia produzram seosaejh as palavrai do
Sr. Schmarlmg, as quaes se nao tinba dado impor-
tancia em Vieana ; e o representante italiano pedio
explicacd'S so govarno austraco. O conde de
Andras-y declarou que perliiba a poltica de ami-
ade com a Italia iuaugurada pelo Sr. de Baust, e
|ue estava resolvlda a persaverar nella-
A agtacao eletoral na Bohemia tea tomado
tal intensidade, que obriga o governo a tomar pro-
videncia? eaergicas para mallograr as manobras,
com cujo auxilio fendaes a achaques queram ex-
ercer pre sao illegal nos oleitures. As fraudes
mais frequente?, sao vendas .muladas a> trras
nohe?, para dar ao? compradores o direito da
votar.
Na agitaba) schajua o impalvo vem principal-
mete dos graodes proprietaros, quasi todos ex-
tranhos nacionalidad^ bohemia, e enriquecidos
palos despojos dos vencidos as lucias secolares
qoe tiraram Bohemia a sua independencia na-
cional.
Querem a restaurarlo dos seos privilegios feu-
daes, imposivel com o raoder.no direito popular,
liberal e coostituciooal. N'um manifest eletoral
publicado por nma sociedade de Praga, composla
dos membros mais opulentos da aristocracia,
aconselbam ellos ao soberano uue se livre da
pres-o dos seus coose!hero., o que equivale a
aceoselbar um golpe de estado.
Calebraram-se no dia 7 de abril os espon-
saes do principe Leopoldo da Baviera, com a ar-
cbiduqueza austraca Gisella, no palacio real de
Olfen, em presenta da familia imperial.
As duas cmaras da D.eta Hngara felicita-
ran) a familia imperial d'Austria por esta aianca
com a familia real da Baviera.
Eocerrou-se no dia 10 de abril a sesso
da Dieta Hngara, lendo o imperador-rei o dis-
:urso de encerramento. A ceremonia effeetnou-
se no palacio real de Bode. Quando o presdeme
da cmara annuoeiou esta deciso, declaroo um
depotado da extrema esquerda o Sr. Madarasz,
que, segundo a letra da lei de 1848 a cmara
devia ser encerrada em Pe3th e que poi conse-
guinte nem ello nem o seu partido assistiriam a
sessao real..
ALLKMA.NHA.
Foram approvadas depois da terceira leilura as
convenQSss consolare? da Alleminha com a Italia,
Hespanha, o America Septemtnonal, e o traclado
da commerclo e navegacao com Portugal. Termi
naram satisfatoriamenta as negocales para o tra-
tado postal entre a Allemanha e a Hespanha, e j
foi assignado o compelante tratado redoziodo bas-
tante'o porteamento das cartas.
Dosmenle se o boato publicado por algn?
joroaes allemes e austracos de que se havia cela-
orado um convenio entre os governos da Allema-
nha, Aostria, Inglaterra, Italia e Turqua, na pre-
viso de que o principe Carlos da Roumania; des-
te convenio exluisse a Russia.
E' desmentida a noticia de um eola:a matri-
monial entre o rei Laii da Baviera, e urna fllha do
principe Fr. derico Carlos.
O cooselho fedaral discotio na sesso do dia
9 de abiil o reUtorio das commissoes- reunidas
acerca do do Sr. Luke', votado pelo parlamento,
na ultima sesea >. Esa proposta lempor fim dotar
a Allemanha com um cdigo civil uniforme, e para
ser convertido em lei necessario modifl.'ar um
paragrapho a um artigo da coosiilu.so imperial.
O conseibo nao tomou deciso alguma, e devjl-
veu a proposta s commi3s5es para se fazer novo
relatorio.
__ Dizem de Berlim qne na convencao com o
Loxemburgo a respeito da exploracio da reda de
caminhos de ferro luxemburguezes, sera inlroduzi
da urna eslipula?o em vr.ude da qual o gran-du-
cado continuar a fazer parta do Z illverein.
Eaeerrou-se a 11 de abril a conferencia epis-
copal de Fulda, depois de ires das de dalibe.-ac.oes.
O episcopado far cenhecido o resoltado da confe-
ren:ia em pa?iorae3 publicadas simultneamente
em todas as dioceses.
PORTUGAL.
__O governo deu ordem ao generaUeronymo
Maldonado, commaodaote da 4" divso militar,
para mandar guai nacer a fronteira, por .causa do
raaviroento carlbia.
Abre se a sessao, sendo lida e approvada a acta
da anterior.
O Sr. ( secretario di coala do segaiote
IXPKMBim.
Offlitos :
Do -itrelario do governo, re metiendo copia da
informsco ministrada pelo engenhero chafa da
repartico da? obras publicas sobre o projecto n.
2 de.-te aono, que manda construir urna ponte de
ferro sobre o no Uoa na pissagem do ecgeoboLi-
meira.A' qoem fez a requisico.
Do mesmo, remetiendo as posturas em origina!
da cmara municipal da vida do Triumpho. A'
commisso de negocios de cmaras.
Do mesmo, remetiendo copia do offlcio qoe di-
rigir ao Exra. presidente da provincia o adminis-
trador do consulado provincial, acerca de 200 sac-
cas com algodo, que vierara do Penedo, onde pa-
gara n os direito? de exportarlo, como proceden-
tes da provincia da Parahyba, quando sao desla ;
e parecen Jo ao mesmo Exm. Sr. conveniente crear-
se naquella locallade um agente liscal para co-
brar os diritos perteocaotes a esta provincia, so-
licita desta assembla as necessaria? providencias.
A' commisso de orQamenlo provincial.
PeliQSes :
De Julio Isac, pedilo extinecio do imposto de
2:000 sobre casas da penhores, ou pelo menos
orna reduceao.A' commisso de ornamento pro-
vincial.
De Celacioa Mara de Siqueira Varejo, proles-
sora publica da povoaco de Apipucos, pediodo 6
mezes de licen^a com lodos os vencimentos.A'
commisso de petigoes *
Do bacharel Joaquim Jos de Carvalho Sequeira
Varejo, pedindo se marque quota na lei do orna-
mento para pagamento do que se Ihe deve como
lente de deseoho do gymnasio provincial, desde o
dia em que foi sapprimida a soa cadeira al o
em que ventrn de novo era exercicio.A' com-
misso de ornamento provincial.
Da contraria da N. Senhora da Soledade erecta
na igreja da fregnezia da Boa-Vista desta cidade,
peJindo a approvaco do sen compromsso na
parte civil. A' commisso de negocios ecclesi-
asticos.
Da irmandade de S. Jos de Riba Mar, pediodo a
approvaco de seu compromisso na parle civil.
A' commis?o de negocios ecclesiasticos.
Pareceres :
A commisso de ordenados, qoem foi pre-
sede o reqoerimento do poneiro da repartico das
obras publica?, pediodo augmento de ordeoado,
precisa para dar seu pareeer que eja onvido o
director da mesma repartico. Sala das commi?-
sdes, 16 de abril de 1872. A'coforado Jnior.
Freir Qameiro.* E' approvado.
A commisso de ordenado, quem foi presen-
te o requerimento dos praticaote? da repartico
das obras publicas pediodo augmento de ordena-
do, precisa para dar sen parecer que seja ouvido
o director da mesma reparii ;o. Sala da com
missSes, 16 ds abril de 4871 Alcoforado Jnior.
Freir Gameiro.tK' approvado.
A commisso de fazeoda e ornamento para po-
der dar seu parecer sobre a materia do requeri-
mento em que o soldado do corpo de polica Ma-
noel Jcs dos Anjos, para pagamento do sold a
que lem direito e que deixou de receoer, por ter
cahido em exereicios fiados, precisa e requer que
sobre tal oretenco sep oovida a thesourana pro-
vincial. Sala das sessoes da commisso, 16 de
abril de 1872.Afargue* da Silva. J. Correia de
Araujo E' approvado.
E' liJo, julgado objecto de deliberado e man-
dado imprimir o segaiote projecto :
t A commisso de peticoes, a qoem foi presente
o reqoerimento de Francisco Americo de Arago
Rabelm, conductor do 5* dislricto da repartico
das obras publicas que solcita 6 mezes de licen^a
com vencimentos para tratar de sua sade, lendo
examinado com a devida altenco o mesmo reque
rmenlo e achando justo oque reiuer o soppii-
caote, de parecer que se adopte o seguate pro-
jecto de lei:
A assembli legslatva provincial de Pornam-
buco, resolve:
t Art. nico. Fica concedido a Francisco Ame-
rico de Arago Rabello, conductor da reparlico das obra? putolicas 6 mezes de liceo-
;a com todos seus vencimentos para tratar de soa
sade onde Ihe convier.
< Revogadas a? disposi^das em contrario.
o Sala das commissSas, 16 de abril de 1872.
Pinto Jnior.Goncalves Ferreira.o
ORDEM BO DIA.
i.' discusso do projecto n. 42 deste auno auto-
risando o presidente da provincia a abrir diverses
crdito? ao oreamenlo vigente. -E' approvado.
I." discusso do projecto n.43 do3te anno appro-
.vando os crditos aberto? pelo presidente da pro-
vincia para occorrer a diversos servi$os por defi-
ciencia das verbas consignadas no oreamenlo vi
de !0000 e a le deterraioou
osto de 1000, como que se
mod.1 que esses homens flquem
ifferenca para mais que lem de
itVff'qtf timbea se reTOgaf
ne i ioterpretaco neste caso
ario. 'A quesiao portanto da
faco qoest < dislo; so o nobre
que o projecto deve ser religido
aiivo, eu aceito qnalquer emen-
reseutar, mas me parece qne,
co, est em termos.
BO :Aeh) qae essa restiiuico
(Marquis :No da restiluico
gente.E' approvado. '9
i.' discusso do projecto n. 44 deste anoo redo-
siodo da 10 a 1*000 o imposto sobre tooeladas de
alvarengas e canoas empregadas no trauco do
porto.
OJSR. ALMEIDA PERNAMBUCO. Manifestase
contra o projecto.
O SR. OLYUPIO MARQUES. Sr. presidenta
urna vez que a impugnaco que fez o nobre daputa-
do reduz-se a forma porque foi redgido o projecto
em discusso....
O Sr. A. Pkrnambuco:A innUlidade do pro-
jecto.
O Sr. Olimpio Marques : Voa mostrar que nao
ha intilidade no projecto, nem me parece que a
commisfo podesse servir-se de ootros termos.
Como sabe a casa, a lei do ornamento de- 1870
71 creou o Imposto de i0000mar looelada de al
vareoga e canda empregada no servico do porto: O?
d nos de Ivarengs e canoa? sempre pagaram esse
imposto na razo de 1*000, quaudo se poblicoa
a lei eievaodo-o a 10*000, a assocacao commer-
cial reclamou contra ello a mostrou que era um
imposto prohibitivo, que absorvia qoasi lodo valor
da materia tributada. Este anno veio Bova recia-
maco dos cottibuinl93 dessa imposto, e a com-
misso tendo de apreciar as razSes porque foi con-
sigoado na lei o imposto de 10*000 e nao 1*000,
vio qae nao Wouve e/ro de redaeco, ou pelo me-
nos parece nao le havido, porque na lei est es-
cripia a verba de i0*000, e nao de 1*000. Nao
Se o mp
para o foto;
pede red1
cem
O nohra
interpretando,
importa ama re
forma, e eu
epatado en
de modo interpr
da que qoeira
como esta o pn
Du Sr. Da
nao de dlreitfll
O 8n Olt
o qua se lala.
O Sr. GuBDMfiu.voiii:A quesio se assem-
bla poda concd-r rednccdei.
O So. Oltmpm^Maroues : Desde qoe se convier
qoe hoove lojusnca na decretiQio dassa imposto,
que duvid bafne a axsembia pode reparar essa
Bjastic?.
Un Sr Dpur.o: flouve am perfeilo engao
O Sr. lymho Marouf.s:?arece que houve
engao, mas nae e-i p-ovad^ isso; porque o au-
tograpbo coniaj a, verba de 10*000.
Nao ha antro, me i o, ou aaiquilar urna indo-tria
licita e neces-arta ao e:>mmercio, ou ento al op-
tar o recurso oo*e a ommis.-o adoptoa.
(Ha um apaa)
O Sr. Olyupso Marqi ss : Nao fico questo da
redaeco, mas digo que ambos os meios prodozem
o mesmo effe.to, porqoe tambem se revog ioter-
prelando, como; o nobre diputado sabe, e se a re-
vozaco'se d aa-te projecto. Unto vale qos ella
-eja em termof iolerpretatvos. como em ontro3
qoaesquer. Aobo isto iadiffsreota, mas se o ooore
depotado nao jelga assim, nao pooho davida em
aeeitar a emenda.
O Sr. Ai.meida Plrnambuod insiste oas obser-
vaco.'.? que fez -contra o projecto.
O SR. OLYM?10 MaRQES :-Sr. presdante,
oas poncas pafcvras que voa dizer agora, talvez
conveoca ao nobre depotado de qua nos nao po-
damos usar de outro meto seno este de que usa-
mos.
O nobre depotado disse que deviamos na lei do
oreamenlo mencionar eata resttnico da que trata
o projacio. Ea procurel, para nao oceupar a ca-
sa com ua projecto especial, hac/r mo desie
meio ; tratei de verificar se era isso possivei, ma?
vi em nosso regiment o seguale : ( :)
Nao serao admittido? na? leis da orcamentos,
qoer provincial, quer ranoielpal, emendas sobD-
abatas, oaemaisacoas e remiss s da dividas, sem
qos leoham silo primeiram.mte iniciados em pro
jectos especiaes, adoptados em tres dis sussoe?. >
O Sr. Mkllo Reg : Emeodas, nao sao i lea?
da commisso; esta poce consignar no oreamenlo
e o lem f ito.
O Sr. Olimpio Marquss : -Mas veja qae o ae-
gondo membro do artigo est subordinado ao pn-
meiro.
Diz o artigo no fim que preciso qae es?as ideas
sejsm coosigoadas em projecios especiaes, adopta-
dos em tres diseussdes.
Ora, desde que o regiment diz qoe essas re-
mssoes de dividas e abales devano ser aprsenla-
dos em projectos espaeiass adoptados em tres dis-
cussSas, n? nao podamos mencionar esta reluc
gao ou abale na lei do oreamenlo.
Creio qne nesta parle tenbo respondido ao no-
bre deputado.
Agora respondo ao aparte do nobre deputa Jo,
que disse que a assembla nao poda remitur di-
vidas.
Um Sr. Dbputado :J se tem feito.
O Sr Olyiipio Marques : O regiment airante,
como o nobre deputado a'aba d'a \r, o caso da
assembla fazer ama reinsso de divida, est en-
tendido, quando vir que issojuslo, como no caso
de que sa trata.
Portanto, qual o meio ? Nao ha outro, o
projecto.
Agora, quaoto a redaeso se o nobre deputado
emende que elle deve ser redigida de modo inter-
pretativo, maode urna emenda na segunda discus-
so.
Parecen.e qne o projecto est redigdo era ter-
mos de merecer approvaco, porque sa a assem-
bla ple remtttir umi divida por urna lei inter-
pretativa, p le rerait'i la por urna lei derrogaloria
de outra; mas nao fago quesio, aceito a emenia
na segunda discnsso.
O SR. J. MELLO REG .-(Nao devolvea o seu
decurso.)
O SR. CORREIA DE ARAUJO: Sr. presidenta,
como signatario do proja;to em diseusso apresen-
lado pela commisso de orcimeoto devo dizer aio-
da quatro palavras em rasposta ao meu nobre col-
lega que acaba de sentar se.
A commisso de fazeoda e ornamento ten lo em
vista a? razoes allegadas em um abaixo assignado
dos proprietaros da canoa? e alvarengas recla-
mando coaira o iropo?to de dez mil ris, decretado
oo 38 do art. 16 da lei do orsameoto de 1870
1871, e atieodendo a qne nao era possivei que o
legislador de ento quizasse rasoavelmente lancar
o imposto de 10*000 sobre tonelada de canoas e
alvarenga?, parque esse imposto seria em alguns
caso? superior ao valor da materia tributada.
O Sr. Mkllo Reg :Neste caso no.
O Sb. Corrkia dk Ap.aujo: Em aJemos caso?
polla ser superior, al fas?e a ca oa al vareo-
ga qoe o impoito laocado fosie sopenor ao valor
della.
O Sn. Mello Recio :Estou bem formado dis-
to, nao .
O Sr. Corroojia os Araujo :Podia muito bem
ar em alguus caaos o imposto superior ao *alor
da materia tributada ; quaodo por examplo a ca
oda ou alvareoga estivesse deteriorada dizia en
a commisso de fazenda e orcamonlo, altale o lo
esla considerado, atlendedo i qae ao orea-
menlo segaiote se redunio eise imposto a mil reas,
quanlia que sempre tiolia sido cobrada no? exer-
cicio? anteriores, pensou, e- penson rasoavelmaste
que tinha havido engao na deeretaco do impos-
to de dez mil ris. Assir* pensaalo a commsso
entretanto nao af-mou que tal eaaano se hou-
vesse dado, mas mea digno collega deputado pelo
primeiro dislricto, qu fez pane da assemVa na-
industria l-
qne o simples facto da elevaco do imposto em nm i ho,e nin3,c, ,rjl.ndQ.gP ,,
orQamenlo e a dimmui?So no er.m-n rt.flf 15^ "y*"6*/ KMmmmm
na. da d.re.to ao contribuinte de vir reclama? pe-1 AsZ 0 a' temo^aSf A
raote a assembla o abate ou restituicio do que I J^m'<*1g 2" *ggj
nMnnnaArl<.i^rm, w i,. fA.m. i "f1- reparar urna toiusuca
i?l por forma'
pegn no exercicio a&terior. Nao,
algaras. Quando, pora, Sr. presidente, o aug-
menio d-j_ no^ojio Jal as a pomeira vista se
coobeci qoe nao era jns'fvel qne estrmarna m-
lenco do legislador elevar por tal forma esse Im-
posto, o contribuinte tem incontestavelmente di-
reito de reclamar, de pedir a restitaico desse ira
posta, e a assembla lambem tem direito da nao
attender a equidade do pedido. Mas se a assem-
bla recusar procede rasoavelmente ? Procede
com jostica ? Pois esta assembla que tem conce-
dido lanos abatas, tantas restituicoss, podar re-
cusar a resttuico em nm caso como o presente,
quaodo nos todos estamos convencidos de que
hoova engao t Crelo qoe oo.
A commisso, porm, nao dispensou os contri
buintes do pagamento do imposto de 10*000, e
oo dispensou porqoe quera qoe esse imposto fo3-
sa redando a 1*000, quera suj^ita-los ao paga-
meoto do imposto anteriormente existente; por
isso diise a commisso qoe o imposto fleava redo-
zido a 1*000, para qua os cootribuintes flcassem
anda oorigados ao pagamento dessa quanlia. Se a
commisso dissesse que o? contribu otes ftcavara
dispensados do pagamento do imposto decretado
oo i 38 do art. 16 do oreamenlo, elle? fleavam
iseotos de todo e qnalquer imposto, do de 10*000
e do de 1*000.
O Sr. Oltmmo Marques : Esla que a ver-
dade.
O Sr. J. Correa m Araujo :A commisso que
oo quiz isto, que quiz obngar os contrbuntes ao
pagamento do Imposto de 1*000 qua sempre pa-
garam, apresentou o projecto reduzindo o impos
lo, a se a exprrs-:reduzirnao Dem cabida,
o projecto ple ser emendado era 2 discusso, o
nobre depntado ou qailquer entro pode apresen-
taruma emenda, eu mesmo a apresentarei tor-
nando mas clara a redaeco do projecto.
0 Sr J Mello Reg : Acbo que est muito
cla*a.
O Sr. J. Correa dr Araujo :Se quizerem mais
clara anda nao teremos duvida, a aots\ iulenco
esta.
Um Sr. Deputado : O projecto nao deferio a
petQo.
O Sn. J. Correa db Araujo : Determinando
qne o imposto loqge de ser de 10*009 de 1*000
oo se differe?
O Sr. J. Mello Reg : Nao, porque nao se
ple mais diminuir nm imposto que nao existe.
O Sn J. Correa de Araujo: Dasde que se
diz que o imposto nao foi da 10*000i mas sim de
l*0OO....
O Sn. J. Mello Re60 : Nao se trata mais do
imposto, trata-se da divida.
Sr. J. Corra de Araujo : A divida o que
, tenio o resollado do imposto?
O Sr. J. Mello Reoo : Nao se ple deferir ss-
oo pela remisso da divida.
O Sr. J. Correa de Araujo : Mas nos nao
queramos conceder remisso da divida, porque
desse modo licam os contribuinte? dispensados
do pagamento de todo o imposto.
(Trocam-se apartes).
O Sn. J. Correa de Araujo: -Pois bem, em 2*
discusso tornaremos isso mas claro.
Um Sr. Deputado :E' preciso que parta deste
principio : o qoe vamos fazer um favor.
O Sn. J. Correa de Araujo : Nao neg, mas
um favor qoa eu emendo qne rasosvel, que eu
enteodo que da equidade, e entendo assim por-
que o nebre deputado eonfessou que s nenie
por engao do -eu escrevente se elevou esse
imposto a 10*000. Seria muito duro qoe pre-
valecesse o engao desse individuo, anda mesmo
depoi? de conhecido I
OSr. J. Mello Reg : Sem duvda.
OSr. J. Correa de Araujo : Se o nobre de-
putado diz que noave engao deeretanJo-se um
imposto excessivo. bem v qae a restituirs nes-
sa eircarastancia nm favor justiflcavel.
O Sr. J. Mello Reg :Mas o meu engao nao
justifica a lei.
O Sr. J, Correa de Araujo : Mas d lugar a
qua toroe-se justa reclamac.ao e justiQcavel o fa-
vor qua nos queremos fazer.
O Sr. J. Mello Reg :E' dora a lei, mas lei.
O Sr. J. Correa de Araujo :Eoteode ento o
nobre deputado que nao se pode remediar nm en-
gao dasla ordem, s porque existe em urna lei T
8'rocam-se aparte.').
Sr. J. Correa de Araujo:Pois bem, am
favor qae na fazeraos, roas favor justiflcavel.
Se apceseotamos um projecto especial foi, como
j disse porque quizemos aujsitar os contrbuntes
ao imposto de 1*000, como pagavam anteriormen-
te ; nao nos reservemos para dar parecer a este
respeito por oecasio do oreamenlo porque, como
o nobre deputado sabe, o regiment desla casajex-
pressamente prohibe que no oreamenlo se 33
seotem ideas desla ordem
O Sr. X Mello Reg :O projecto nos termos
em que est podia ser consignado no orcameoto
porque nao se refere a abate?. *
O Sa. J. Correa de Araujo :O noere deputa-
do eatenle que nao se refere a abata desde que
nos declaramos qae um imposto que era de 10*
tica sendo 1*000 ?
direi-
iDjusca nao iaiam
i favor; o precedente nao pode aaansur, pecase
trata-se de fazer jusiica, e eu oo Moja oaerBfoJo
da facer astica. Desde qoe io ilup i mi u
nobre depotado reconhece que o acto
acbo que nao deve haver eserspate ea
O qoe constitoe mao precedente faaer favor,
fazer injostica.
O nobre depotado disse qae o precedente auto-
risaria reclamarais idnticas, e Aeoeioooo ama
de que vou traiar.
Na lei do orcameoto de 1968 a 1869 se decreto?
o imposto de 40 por ceoto sobre trapiches alfin-
degad^s. O? proptielarios desses trapiches recia-
maram a assembla; e de que meio lancon mo a
commissu do orcameoto para reparar essa injos-
tica ou esse imposto oneroso? Daixando na le d>
o cimento, que teve de confeccionar para o anoo
iegonte de decretar o imposto de 20 por centi
que sempre foi laceado sobre os trapiches olfao-
degados; de sorte que esses proprietaros de tra-
piches que pagavam SO por cent i pagaram, ver-
dale, 40 por eento em um anno, mas no segaiote
nada pagaram. Foi orna reparaco que a iiiot-
Dla fez, reparaco qoe n? nao podemos laxar
agora, porque sendo o imposto decretado em I*,
nao ha meio de n? reduzrraos o de 10*000 de
modo que os contrbuntes flquem iodemoisados.
Um Sr. Deputado : Seria preciio supprimir o
imposto por 10 anuos.
O Sr. Olimpio Marques-: Sem davida. Por-
tanto nos nao temos '.miro meio sanio o consig-
nado no projecto.
(Trocara-se apartes).
O Sr. Olimpio Marques:0 imposto de 1:000*
sobre casas de vender plvora de que falla o oo-
bre deputado nada prova para o caso ; porque
nada pro lu'.io, e por isso foi rednside. O qoe se
deu f o o seguinte : teodo a assembla decretado o
imposto de 2:000*000 sobre casas qae vendessem
plvora na cidade, os eootribuintes deixaram da
pagar, porque nao havia na cidade quem Tendea-
se plvora; por isso reduxio se o imposto a fOO*,
que recaba sobre taes casas fra da cidade. Nao
ha panlade.
Se, pois, o n obre depotado reconhece qoe houva
iojustica no imposto de qoe ae trata, e te a coa-
misso tambora o recoobeceu, nao havia outro
meio a empregar seno a confeceo do projeeto.
Eoeerrrada disca-sio o projecto posto a
votps approvado.
2* discusso do projecto o, 39 do anoo passado
creando a fregnezia de Nossa';Senhora das Dores
de Timbaba.
O SR. OLIVEIRA ANDRADS fax alguma? con-
siderares em josiiflcaco do projecto.
Kncerrada a discusso, o art- 1* do projecto
approvado
Art. 2* A nova fregnezia ter por limites o: do
disirieto do mesmo nnme.
O SR. OLIVEIRA ANDRADE. justifica a sua
emenda.
Vai a meza e apoiado o seguinte substitutivo :
t A nova fregoexia compor se-ba do julgado ds
paz do mesmo oome e do de Cruangy, Ofrtwira
Andrade. >
E' tambem apoiado o seguinte requeiimento :
Reqoeiro que seja ouvido o governo do hs-
palo acerca do artigo substitutivo sem prtjuzo
da prosete discusso,Correa Gondtm. >
Encerrada a discusso, approvado o reqoeri-
mento de adlameoto.
O SR. GUSMO LORO pede urgencia para ser
lido o projecto de reforma do eosiao poblico.
Approvada a urgencia o pn j-cto lido e julga-
do objecto de deliberaco, sendo dispensado do
impresso em avulso para ser consignado na or-
dem do dia.
3* discnsso do projecto n. 27 desta anoo
creando cadeira? da iestruegso primaria en di-
versas localidades da provincia.E' approvado.
Dada a hora o Sr. presidente desiga a ordem io
dia e levanta a sessao.
poeodo, poriauto, a commisso interpretar o art. Iquelle lempo, nfflrroou que houve engao, e creio
PERNAMBUCO.
ASSEMBUA PROVINCIAL
SESSAO ORDINARIA EM 16 DE ABRIL.
PRESIDENCIA DO SR. FERREIRA DB AGUAR.
Ao meio dia, feita a chamada, acham-se, presen-
tes o? seguimos senhores deputados Galvlo Al-
daiXisaem experimentar a le sobre o escro'iolo se-
e'eto; a mvocou o perigo dis desorden nocloroi
aa eorabatter a proposta.
A ouesto de letig'o eom oa Estados Unidos lea
sido obieclo de difJ^otate? interpUoOea na sassao yaicantt
aldia11loa eamara dos commuos! OSr. Gla-1 Lio^ ,, tyrriia de Araoio, Aip-jquarque
ditoia p>o 6|?W>tt aj^wn^t por ora a corojo oiywplo Marqqaf,
mei'la Peroambuco, Go? C;va)cD'e, (Jitvoira Fon
caca, Goncalves Kerre,fa, A. Crrela de Araujo,
' Reg balgaJo Nano, La
rjUrtOaii Brros Waniier'.ey,
Lamenha
Lacerd
do orQirrjento, qual era o recurso de que devia lato,
car mo t
Um Su. Dbputado : Rmisso da divida.
OSr.Olympo Marquis :-Se a commissopidia
propor aTemsso da diNa, podia tambem pro
por a suar educcio, r/orqu? quem pode o mais pode
l/j menos.
. O Sn Almrioa Permamduco :Nao, porque
alterar urna lei que j nao vigora.
O Sr Olympo Marque? :-D:z onobredepuUdo
qae se nao pode alterar nma lei qae ja nao vigora ;
este prine',uo nao e to absoluto como o nobre de
puiado, pansa; a lei anda vigora, no caso de que
se tcaia ^oraue os nmduos que foram iribatados
a>ij. nao obsdeceram a le, anda nao pagaram,
Worreram psra o presidente da provincia.
Se passar este prinoipio de que urna le de or-
camento nao pode ser alterada...
O Sn. Almeioa Pbnambuco : E principio ver-
dadeiro. ...
0-8 Jltmpio- Marque'.Eoiao nao ha meio
ds remediar um erro, du lei do orcamsoto T___
O Sr. Almeja PBtiNAMBU.-.o : -Ha a remiasao.
O Sr, (Xijipn Marquk .-Se a assembla ple
que se ple afflrmar, porque nao possivei qw
se quizasse elevar um imposto de dez toatoja a
des mil ris 1 E' am possivei, todos sabemos o
lugmeatodo iropo.-to, a assomba pJe elevar o
imposto de mil ris a cera mil ria; mas pargun-
la-se, proceder ra?oaveimenU assembla quan
do assim proceder 1 Iocootestavelmente nao.
Nos pojemos pira remediar as nacessidades da
provnc, para procurar occorrer ao sju estado
floaooelro, que realmente mo, augmentar os
impostas, mas nesse augmento devemss gaardar
urna certa proporcio que passa Jusliflcar o nossr.
acio. Desle, porem, que um imposto de 1*000 so
eleva a 10*000, n? damos direito com isto a,o
eontribninies fazerem o qae llteram nasta naso ;
oo pagaram o imposto, procurara demora; a ac*
gao do juizo e vem reclamar peralta a assembla,
reclamar com razo e com jusi'.^a a restiluiflio de
9*000 que se l.es qur oobrar por engao da
quelle a quera o nob'; deputado pelo 4* dislricto
eoDftou a copia ^ orcametb, segundo j o de-
elarou.
M" v nobre d potado temendo o precidn,.e_de
e '-ceder-se ama restituicio nesus otreumstancu?
u ob, uv.Mpiu aiAKgur.3 -^ ------------- ..--------- ",..*." .ni^.m m sia mol- um va or una ao uo uuiqok iriDuiauo.
> diste, podipdo q mais,
O. Sbv i. de Mello Reg:Nao se pode
nuir o Imposto de ama le j revocada.
OS. J. Correa dk Araujo:Tao justas pare
ceraju a assemble as reclanuefies feitas pelos
peticionarios, que no aono seguale nao teve
a menor duvida em decretar a dtroiouico do ira
posto na propria lei do orcaoteoio. No?_ actual-
mente nao queremos decretar a dimrauico, que-
ramos decretar a reslituigao dajuelle imposto para
qoe seja cebrado na razo do.i000 e nao na de
10*000. E* este o pensataeolo da commisso, se
a casa acceitar volar pelo projecto e ento na
2* discusso poder offoiecer as emendas neces-
sarias, se nao acceitar tola contra, eom o sea
juizo, sem davida mais esclarecido que o da com-
misso, esla se conorma luleramente.
O SR. J. MELLO REG : (Nao devolvea seu dis-
curso).
O SR. OLYilPJO. MARQUES :-As observaeoej
que o nobre depujada fez anda nao me conven-
cern).
Eu son daqoelles que, aempre que sa UlU aqu
em precedentes, reclamo ; poique nao goslo dos
maos precoienta que aqu, as vezes sao avocados
quando se pretende faier puros favores com
orejaizo dos cofres provlnciaes eu com prejuiza de
ierceiro. Mas quando se trata da reparar nm
erro,,,
Um Sr. DEPOTAno: Como prova que ouve
erro.
O Sr. Oltmno Marques:-O nebro deputado
acabo, de dizer que por engao mencionau a verba
de 10*000, quando sua ioteaoo era escrever
15000.
(Trocara se multos aparta?).
O Sr. Oltmpio Marques ;Se assim foi segue-
se que houve erro, e desie erro resultoa orna io*
iastiga.
Um Sn. Deputado:Porque ha iniusticaP
O Sr. Oltmmo Marques :Vou mostrar, porque
na iojustica.
O imposto do modo porque foi vo.ia.de equiva-
lste ao valor da materia tributada.; os donos des-
ses objactos para pagarem a imposto precisara.
dispdr da raercadoria, ou por outra precisara da
um valor ijoal ao do objecic tributado. &a, ppt-.
REVISTA DIARIA.
ASSEMBLA PROVINCIAL. Bbotem abri-
se a sessao achando se presentes 29< seahores de-
putados.
O Sr. Ia secretario leu e seguinte expediente :
PelicSes :
De Abilio Continuo, pediodo um privilegio por 40
aonos para montar n'esia provincia- ama fabrica a
vapor da fazer papel da todas as qoaJidades. A'
commisso de commercio e obras pubMeas.
De Antonio Valenlim da Silva Barroca, pediodo
um privilegio para, montar n'esta provincia, orna
fabrica de fazer vidros e louca.A* commisso da
obras publicas.
Pareceres :
A commisso de polica a qoeea foi prese! o
reqoerimento de Manoal Figueira de Faria A Fi-
lhos pediodo a prorogacao por dois annos do mu
contracto pare a publicaoio dos debales d'esta u-
sembla; altendendo a que nao tem sido eslylo
prorogar-se tal contracto, bem como que da coa-
correncia pode resultar vaniagens para a oofres
proviociaes de parecer qae seja in^seooorMa a
mesma petco.Sala da sessde? da aseaos II11
legislativa provincial 8de auio de 1871/. /. Jet-
reir dguiar.Joaqun* Correa dAwmjo.J. B.
Tolentino de CarcaUto.S approvado,
A commisso de fazeoda e orcameoto, a quem foi
presente o requerimento em que Antonio Jos de
Azevedo, commarciaule eslabelecido roa de Ba-
ro da Victoria com armaiem da piaoaos e ootros
instrumentos e de msicas oacicnaps e eslraofei
ras, propondorse esubelecer aeata cidade umi od-
ciaa em larga ascala de gravara e impresso de
msica de composico nacional e estringeira, pedo
para poder Levar a effeilo o sea intento, aos em*
presumo & 20:000* sem jaros, qae obriga a reo-
galar em cinco presucoas annuaei a a garantir
com o sea eaubelecimento actual qae se acba qui-
te com a praca bem como com a oltcioa qoe ter*.
di moatat o seas aeceesorios, sojetlando-se, aleja
disso, a oatras condieOas como aejam a flscalk*-
co por parle do governo acerca do estado de seu
estabelecmeato, a aceitaco oo mesmo de oooei
meos de oilo orpaios aas quaes se obriga aeo-.
aiaar a ane, sustentar, vestir, e dar ama grao-
c-aoo correspondente aos seos servieos, e o (or-
neciraento aos estabeleciraeiitos pblicos d educa..
cao desta capital de dotas exemplares de lodu as
snas publicacoes, qur oaeionaes, qur esjtvatfei-
ras, para o esludo dos respectivos edocaneo:
altendendo que a industria qae o sappticanto oa
propa a introdaxir alm de nova no imparte,
de noMteslavel vantagem para a provincia
pelo espaco qoe abre as vocaede? como pela
cao de urna profiisao ariisiica d> ioeootalaea
raerecimenio ; a attendenlo qae pelos espectajojJas
de gravura a impraisio qoe aeojopanbaram ole
requerimento mostra o suppJioanie a eoaoaaTta
aptdo para levar a edeilo a sen proposite ; de
parecer que se adopte o seguinte projecto do la:
A assembla legislativa provincial de Partaasla.-
co, resolve :
Art. i* Fica o presidente da proviftela aulori-
sando a emprestar median'e flanea a A*-touao
Jos de Azevedo, commercianie i:+ Dr4Ca.art
quanlia do !,0:(>imOJia lia -;, &&*&*
as gaioie-, c/>ft4iotw *.
dje
;M*'..,o mesmo empraboowlros
ue eflectuado, em cineo &***$
eduundose a Banca na proporcao o rjaf


1 A finar uea cnlafl-s, dentro do mesmo oUtralqr qae.aorudo

pTMtf de 3 loos orna oft:ioa em larga escala d.-
Cravura e impressao de msica oaelooal o we
trant etra (
\ A asmtnrf no estabelecimeoto e conservar
em eoosamaprenditagem nnoea menos de 8 or-
phos qae serlo por elle sostenalos, vestidos o
remunerados conforme os seus serbos e aprovel-
tamento. Esta ibriga^o dorara por 10 asnos.
*". A Toroecer a bibliotoeca provincial e -todos
os eaUoeleeimentos aublioos ne edacafio esta
provincia doos exemplares de todas as toas pu-
bHe*c5es muiicaes, quer aaeiooaes quer estrau-
aelraa. .
Art O presiden da provincia podera irapor
* so dito Atevedo aunsquer outm coodic5es que
jatfar neceasaria* para fater eTfejlivas assaas
obrigacfos, eom sejam a electa apolieacao da
quaniia empresta** i funtftcio da ofllcina e a Us
caliaatlo do astado da mesan, emquanto estlver
elle em dtbite para tea a provincia.
Rehogadas as diaposiqSes 'era contrario.
Sala das sesses da commissao, 6 de maio de
1871.Jf, i Silva.- Otfiira Ponceca
V reeoerimento do Sr. Alipio Coste o pro -
jacio di i titilan da inipressao.
Ordem do dia.
5* diseasso do projecto n. 7 deste anno, apto-
mando o presidente da provincia a modilcar o
contrato da estrada Orarara o* Srs/Henrlque Mamede, Pinto Jnior
e Cunha e Figoeiredo, ftcando a dtsoassao adiada
pela tora para passar .ce a S* parte da ordem do
dia.
Continuando a diseusso doart. 16 do o#ca
meato provincia (reeeits) foi eMe approvado, de
Sois de orarem os Srs. H. Mamede, 1. Corre, A.
sroaanaco, (Ses Csvslcaote e'Lameoha Lins.
Forano ainda apnrovadoa os arts. 17 e 18. _
A ordem do dia para hoje- : continuacao da
antecedente, 1* discussao dos projeetos ns. 80 e
V, 3' das de ns. 4o e 69 todos deste anno.
MINrSTBfllO D'J IMPERIO. A' directora da
FaenMafe de Wreito do Hetife, foi efpedi lo o se-
guite a*le :
Rio de Janeiro em 2J Se abril de 187S.IHm.
e EKffl. Sr.Pol presente a S. M. o 1-nperador o
offl;:o de 21 de marco ultimo era qae V. Exc. re-
lata o que oeeorrera por oceasiao de apreeotar-
se pela seronda vea nessa faculda le para defeta
de lbese<, a flm de obter o grao de dootor, o ha-
chare! D. Luide Saun da Silvira.
c D exposfcao feita por V. E*c resolta :
< Qae o dito barharel, attrbuindo ma vonta
de de seos examinadores a reprovajie qoe soflreo
em 1870, quando tivera a mesma prtteaeao, en-
tender dever denaggravar-se da presumida injus
tija insultando da modo descommonal, j pelaim
prensa, ja pessoalraente, a doas delles, o conse-
Iheiro Praneisco de Paula Baptista e o Dr. Tar-
quinio Braulio de Souza Amarante ;
c Qae foi posteriormente adraittido pela congre-
f icio a tirar pontos para defender theses, sera que
iivssse apparecilo reclarnacio alguma at o dia em
qae se procedea ao sortsio dos lento que deviam
examiaa-lo ;
t Qae aproxlmando-se o dia marcado para o
acto, tora declarado pelo 2 dos referilos lentes,
em sessao da eongregacao convocada a sea pedido,
ci loe ser possivel servir eorao examinador n
mencionado acto ; faiendo a mesma deelaracao os
lentes eonselheiro Francisco de PaOla Bapli>ta e
Drs. Maooel do Nascimento Macbado Portella e
Joio Capistrano Bao U ira. de Mello Filho ;
t Qae averbados de suspeitos os ditos lentes.
nd restara nomero suffl Mente pira se proceder
ao acto no dia designado, nem em qualjuer outro
que fosse marcado ; pareeendo a V Exc. assai
diCBcil que ajuelle bacbarel leja examinado nessa
facnldade pelo modo por que se tem pronunciado
na qaestao os demais lentes.
Termina V. Exc. consultando se deve ser mar-
eado dra para defesa de tbeses j, oo na ferias
fjtura?, de cooformidade cora o aviw de 27 de se
terebro de 1870, e asim tambera se o dito baca
re dte ser admittido a defender as mesmas the
ses ou apreseotar novas.
Oovida a scelo dos negocio? do imp?rio do
conseibo de estaao, o mesmo Augusto Sensor ha
por bem mandar declarar :
c 1* Que o bacbarei D. Luir de Souta da Sil-
veira nao po-Je ser privado do direito que the ga
rantido petos estatutos, de defender theses para
dos, pois qieoenboma disposi^j legal Ibe veda
o exerciciu desse direito ;
t' t* Qjeos lentas nao podara, rt9ta do decre-
6 n. 2879 de 23 de Janeiro de 1862, dar-se de
-a-peitos no oaso de qae se trata ;
< 3# Que, dada a impossibiiiiade de se reunir
numero soffhieote de Lestes para que o acto
re possa realisar, deve recorrer-se providencia
dn *rt. 47 dos estatutos, relativa aos concursos ;
t 4* Qoe, nSo tendo sido o adiaraento do acto
motivado pelo pretendente, convm qo V. Exc
desde ja designe dia para o mesmo acto, que nao
jcd- *f dffindo para o fim do aooo, acei aodo-s?
ait"-'S qaejafirarc ,nr elle apresentadas.
t D os guarde a V. Ex;.i-o Alfredo Canea
di (Ha-eir.Sr. dire:t.r da facnldade de direito
to llec>fe.>
JURY.Fuiccionao na lutrta-eira esse triou-
Dai sob a presidencia do Exra. Sr. desembargador
Metano Santiago, eatranio em julgameoto Sabino
2 io CU maco da Cruz, pronunciado oas penis do
rt. 205 da cdigo criminal.
O cometi de senten^a foi composto dos Srs.
re-ionio da Rocha Accioiy Lins, Joaquim Jos do
:'.e Antonio Goncalves Pareira L'raa, Jos Piretti Seve,
-Francisco Silva Reg, Dr. Manoel de S1 jueira Ca
valeante, Anioaio Jos Ribeiro de M-oraes, Firmi-
n Hercnlano Batista Ribeiro, Francisco Martin<
:poao, Manoel Jos Dantas Jnior, e Antonio
a.agosto Ferreira Lima.
A Veza foi incumbida ao Sr. advogado Leopol-
dno Antonio da Fon.-ca ; e, seodo adraittida pelo
- -nselho de senteoea em soas respostas aos q-iesi-
:os a justificativa do art. li, foi o reo absolvido.
RENIAO.-Para domingo (12 do corren'e) as
11 da manha sao convidados a se reuuirem, na
casa n. 43 primeiro andar da roa do Imperador
os Srs. offkiaes honorarios doexercito, voluntaros
da patria, do corpo de sale, e aquel les qne-, em-
ora nao tendo as be aras do posto, assi-t.rara a
campaoha do Paraguay, para diacusaao dos estatu-
ios do Moate-Pio respectivo.
V4P0R AMAZONE Este paquete francet s
deve ser esperado em oosso porto, segando o an-
eando da respectiva agencia, de 19 do eorreole
em diante.
JUNTA DE QUALIFICAClO No dia 19 do
corrate deve reunir-se, no'consistorio da matriz
de S. Jos, o eoaselho de qaalfieaco para revisad
dos guardas naciooaes alistados oessa parochla.
NOVEN .LComtcam hoje ooute as novenas
do flsalrito Santo, na sua igreja da freguezia de
SamnTaotonio, senlo a msica e versos ioteir-
mene novo*.
d* ^rnamb^lJ5 .C" SeW telra 10 d Maio d 18^2
.
am
importantes IJenaJcitsfet e proajettll fazer
iivts s ramos di publica administrsQad.
Coasignaremos em breves traeos os feitos de
SANTA CA3% BA MISERi:0.iOIA.-Por ter
ido bon'.em dia santo, deve ser boje celebrada a
sessao da junte adminisiaiiva, na presente semana.
SaNTO ANTAO.Lanos no Correto da Victoria,
de 27 de abril:
Depois do julgameoto de Belarmiuo Francisco
de Salles, eoodeauado a 14 anuos de prisad che-
gou oos ao eoobecimenl3, de qae s sua prisSo foi
devida aos esforcos do digno e illastrado promotor
publico desta comarca, o Sr. Dr. Jos Antonio
.-Sorreia daSilva.
< A borribilidade do as"assioa!o de Lourenco
Caraleante d'A'boquerqoe, condasio seas autores,
a lagares moi distantes ds perpetradlo do erirae,
onde flrmaram sua residencia; porem, longe elles
de pensar que a proaotora publica de Santo Aoa >
eraincancavel, foi nm dos criminosos, Belarmino
Francisco de Salle', trazido ao ibeatro de seas hor-
rores, onde acaba de receber das raaos de om jury
seoseeneioso a sua puoieao.
Em Batnnte da prorineia do Cear, foi presu
Belarmino de Salles, e a sna prisas deve-se as
infatigaveis deligencias do lustrado promotor pu-
clico desta comarca o Sr. Dr. Correa da Silva.
Ao goveroo do paiz compre, remunerar 3ervi-
cos teo valiosos a cansa publica.
Ao goverao do paiz cumpre. distinguir ser-
veolnarios como o Sr. Dr. Corris da Silva.
1NAS GBRAE5.Cobo bastante prazer traes-
eraremos do Notietador de Mutas, j rnal que se
publica na cldade de Oaro Prelo, o seguinte artigo
da retcelo acerca do Exm. Sr. Dr. Joaquim Pi-
res Macbado Portella:
< Retiren-se hontem (23 de abril) desta capitel,
com destino a corte, o Exm, Sr. Dr. Joaqnfm Pire?
Macbado Portells, digno e illostraod administrador
desta provincia, que vi tomar assento na cmara
temporaria, lendo pasjado a administracao ao %
rice-presidente, Kxm. Sr. Dr. Francisco Leite da
Costa Belera.
S. Bxc. o Sr. Portella oo enro .espaco de 5
nteies e 11 das qu dirigid os negocios d esta pro-
vincla rereltoo os dotes aB om wtelligencia es-
clarecida e orna aelividade e amor aa trabalbo
digna de merecido elogi e da gratidaoJos mioi
rol, qoe vetrj.eou) prazer reiirar-sn o bsb'.! admi-
S. Exc no curto periodo de sua administracao,
para que Bqii.i bem gravados na memoria dos
mineiros, e cerno orna jU'ta homeoagem ao me
rito, os beoeieios qoe Ibe foram eooferilos.
t Aim e\i avallado e variadissimo expediente
ordioarra, a qoe S. Ex:, dea sempre prompta so-
iscio tere de por em execoQic a lei da reforma
jofficiaria, oomeando os snb-titatos dos joizes de
direito, dos jaiies mnnicipaes, promotores, adjoi
tos muitos mpregados da polica.
c Acbaado em completo abandono a catncqaese
e civilisacao dos iodisenis ex steotes as satas
d esta provincia, dea S. Exc as mais acertadas
providencias em ordem a qae esses infellses indi
genas tenham conveniente innruccao e eotrem
para o gremio da civilisafio, prestando-fhe os
serrinos qae dos mesmos se tem o direito de es
panr.
NSo nos fazemos cargo de entraren mais am-
pias eonsiJeracdes sobre este assnmpto, que j (oi
detidamente tratado em artigos publicados n'esta
Moa.
c Tomando em seria attencSo a iostrnecio pu-
blica da provincia de reclamava providencias
promptas e fScaxes, s. Exc. logo nos primeiros
das de sna admiaistracio, foi incansavel nos
metes de prever de aceommodacd"?s convenientes
as diversas salas, tanto de instruecao primaria,
como secundaria dVta capital, e para a Tuodaco
da escola normal, decretada pela assembla pro-
vincial.
i Sem qae fosse mister fszer acquisicao de novo
predio, come era opiniio de muitos, S. Exc,
guiado por severa ecooomia, ti com admiravel
bom seaso, ceasegnio esse desidertum, sem grao
de dispendio, adaptando o edificio do antigo lioen
mineiro, outro predio da ra las Mercez, ambos
perteocentes provincia, aos lias a qae liona em
vista, econsegoip o perfeitamente. m
Esuado aotorisads por le! provincial a crea-
cao de am mozso nesta cap.tal, S. Exc. empre-
hca 1eu desde logo levar a vante a idea, e dirigin-
do-se io liv dualmenie a todos os mineiros qoe
podan contribuir para a realisaco do seo peosa-
mente, sem distin -cao de partidos, conseguio o
que a omito" pareca om impossivel, e qoca ama
qaiflsera, e ao dia 25 de marco prximo passado
leve o prazer de inaugurar o mue > mineiro com
uo avallado numero de amostras importantes nos
reinos animal, vegetal e principalmente oo mi-
neral.
i Cumpriado o precedo do rt. 4 4.* da lei
de 12 de agosto de 1834 e do art. 3.* da de
! o. 1769 de l de abril de 1871 expedio o regula-
men'.o o. 62, no qoal d oova organisaco a ios-
troeco pobiiea da provio:ia, exigindo matores
habilitaooes do professora'o, retribuioda os s:r-
vicis de modo a poder ob'.er se pessosl idneo,
garantindo-lhes o futuro, e estab-^lecendo urna As-
calissco c-nergica e proficua. Ete regulamento
parece satisfacer plenamente as justas aspiran5*s
d.i mineiros.
c Coofeecioooa e regulamento para as obras
publicas, de modo a simplificar os negocios e a
poderse dar prompto expediente as multiplicadas
re:laracoos sobre obras publicas que chegim
diariamente ao conneciment) da administracao.
Expedio tambem o regulamento para o corpo
policial, para cuja eonfeeclo acercoo-se de tres
cidadcs prestaotes e conbe'ced res da materia, e
consta-nos que este trabalho aprecavel pelo
meihodo, clareza e previdencia em tudoqoe atti-
nente ao servido, teodo sido codificadas todas as
dispo ico-? legislativas qae se acbavam esparcas
pela ro'lecco das leis minelras.
No dia 1S, finalmente, e na vespera de passar
a admioistr^So, S. Exc. o Sr. Dr. Portella teve
ainda o prazer de iostallar a aula norma', e ver
f jncciooar em salsa decentes, pe fjitamente rao-
biliadas, com todos os utencilios proprios, s aulas
de instruecao primaria de arabos os stxos, por
elle e taDeieddas no pavimento terreo do edificio
da repartirlo de instruecao pub'ica, e ioiciar-se o
novo yaiema de oosioo adoptado pelo Sr. Antonio
Pinheiro de Anoiar.
Era viia dsti siogela e resumida noticia dos
feitos do Exm. Sr. Dr. Portella, duvidamos que
h ja ora s mineiro de coracao bem formado, e
amigo de sua provincia que nao se lembre cora
reconhecimente de to distincte administrador.
< A ilinstrada cmara municipal d'esla capital
compenetrads dos reaes e relevantes servidos por
S. Exc. prestados em bsm dos ioteresses da pro
vineis, em ama rspre-entacao na qual rememora
de modo o mais honroso o pouco que levamos dit<,
dirigida ao goveroo ger.il, pede com instancia a
cooservaco n'esta provincia, do adnioistradcr
que to bem comprebende seus deveres, e aeha-se
animado de ti o bons d.-sejos de levar avante a
brilbmte carreirs j encelada.
Fazemos sinceros vo'.os pelo regresso de S.
Exc. a esta provincia, a fim de qoe possa ver me-
drar e fruenfkar as ementes que laogao n'esta
ierra abenrpadi, e realisar os demais beneficios
que :inha em mente, e que, por falta de temponao
Ihe foi possivel por em pralica.
Desejamos a S. Exc. o Sr. Dr. Portella e sua
Ex"na. consorte prospera viagem.
PENSAME.STOS. -As faltas de urna molher aos
vinte aonos convertem-se em vicios aos trinta, em
ndlcularis aos cinecenta.
Nunca feia a raulber que sabe vestir-se.
Mortifica as mu heres o pezar de ecvelhecer
para ellas, passar os quirenta anno?, dar salto
mortal.
Malhers e diamantes nao deven ser vistos
a luz.
Muitas vezes succede que o meioor amigo de
um homein suamulher.
Con'ortes que se estimam amam se quanto
mister para serem felizes.
Valem muito mais as mulherfs estando sos do
que rmnidas; os homen?, p"lo contrario, lucram
aproximanlo-se uus aos outros.
O iotere-se motor principal das acedes da mor
parte dos bomeos, cede oas mulheres o passo
vaidade.
A vaidade as mulhere", que procede do seu
desejo de agradar, muito menos funesta so-
oiedade, do que a soberba dos bomens, que
fro::o de Seu egosmo.
O maior castigo para mulher vaidisa e horneo
soberbo casa-lo3.
Mulher vaidosa oio tarda em tornar-se ridicu-
la ; hornera soberbo aborrecido de todos.
Mulber que despreza seu sexo, raais depressa
iuquina-se de seas vicios do qae imita soas vir-
tudes.
Parde menos a roulher passando por ignorante
Jo que adietando dasatua.
Milita* malberes |lm a economa por consa bai-
la e abjecta, proprla de plebeas.
Asseio, ordem e regolaridale, sao bases da ver-
dadera eeoaomia.
Nada coatnbue raais pan o bara regiment de
urna casa do que o sea asseio e a censervaele
dos objectos necessarios vida.
Piuca valia parecem ter estas co'ims ; mas em
urna familia eao inestimaveis suas vaaUgens.
ARTISTAS ARISTCRATAS.Caiaramse com
altas personagens, as seguintes artistas:
Eilsa Hensier, cantarna, com o rei Fernando
de Portugal.
Hsnriqueta Soutag, cora o conde Rossi.
Marieta Alboni, com o eoade Pepoli.
M. Eber, contralto, com am archiduque de
Austria.
Mara Tag'ioo, dansarina, com o principe de
Windisgraetz.
Mara Taglioni (a celebre), cora o coode Giben
de Voisioi.
Sophfa Lore, cantarics, eom o principe de Lie-
chtheassteio.
Nathalia Frasini, caotarios, cora o prioeipe de
Wurteraberg, Irmo do rol
Ada Winaos, eaotarioa, eom o principe de Tro
bet-kol.
N. Visconti, eaotarioa, coa o conde de Belgio-
joso.
Giorana Viscoote, eaotarioa, com Pielro Man
zoni.
Amaa Retorcci, eaotaroi, eom o eoode Bere-
isffte.
Francilla Pixis, cantarna, com o marjoez de
la Cecilia.
N. Farelli, cantarna, com o marques Viseonte"
Ajanl.
Julia Grisi, eaotarioa, eom o viscoode Meley.
V 'dita Grisi, canterios, eom o conde Barni.
Sopbia Cruvelli, camarina, cera o bario de Vi-
goier.
ndelaide Tessl, eaotarioa, eom o coode La-
ches!.
Adelaide Rislori, marqoeza del Gr :1o e marque-
sa de Capraoioa.
Paalioa Eues, eom o bario de Rhaden.
Heoriqoeta Werzer, eom o conde Macan'.
G Boscbetti, dancarina, eom o marqoez Spi-
ooH.
MarieHa Gizzanga, eaotarioa, com o marqoez
Malasploa
Adelina Patti, eom o marqoez de Caux.
Maria Balde, con o laque de Frias.
Anoa Lagringe, eom o conde il Statowieb.
MOSAICO.No Chile pub'Jcaai"* cioocenta e
tres peridicos
Durante o mea de feverard veeinaram-se
em Nova-Yor|c 41,401 pessoas.
Seis mil milhdes de aldete se consomem
annnalmente nos Estilos Unidos.
No Eqaador s ba tres eilades as qoaes
se publiqnem peridicos: Qaifo, Gmyquil e
Cuenca. jg>
A Repblica Argentina eoota lio sement
livrarias em Buenos Ayres, Rosario e Cordora.
as ootras ciades nao se veodem livros.
Acaba de morrer em Pars a rrulher qoe du-
rante a revolucao de 1843 repressntava as pro
cissSes publicas a densa da Lberdac Tioba
ama tarerna e pesava 462 libros.
No decurso do anno ando deram-se 19 exe
capes esptaos ni Allemauha. Qaatro das vied
mas eram malberes. Dos detenove, onze feram
decapitados com o machado, dous gailholinados e
seis entercados.
Diz om jornal de Novo-Orteaas qae teas ou-
viii follar de ama machina cariosa, iuveotada
pelo professor Fabeas Erbsn qae'erapregiu vate
e eioc annos em aperfftioa-la.
E' ama machios de madeira e gomma elastiea,
qae falla distiaetameate e com o mesmo som da
voz fcurnana, por mete de am teclado sobre o qoal
a molher do ioveator apeia seos dedos. A forma
garal do apparelho asma caridade, qae represen-
ta a dos palmdds, cea ama gaagaata e urna boc-
ea provida das afrentes partnj que Vervem para
formar a vot, inclusive es amos e a liogua. Essa
raaravilha do espirito de venci vai ser exposta
eonosidade aaMca.
O ultimo estratagema de um aononciaate
excede prevareteseBte era fineza d eoocepcia a
lodo, o muito qae at hjje se tem.imaginado para
aonooeiar. Consiste a idea em am subscripto
amarello, da mesaaa (rma e ojeBJies que os
qae se empregam neste paiz para W despsehos
lelegraphieds, dentro do qual vai incluso urna tira
de papel, em que se W, com coacisao itlegrapbica
qoe tal corapandia veode em sea srmasem de tal
roa o mate exeaisilo cha do mundo, em pacotas
de libra e por tal prego ; ou entio chapeos da 0%
tima moda, etc., etc. Como de sappor, a ieav
branca, fax rir a quena recebe, que guarda subs-
cripto psra mostra-lo a seus amigos, os quaes par
sea turno riem-se e celebrara a idea, eampriodo
se deste modo os desejos do annaociaate de fazer
ehegar cada om de seus aonn netos ao coobeei-
raenio de muit-s pessdas.
Um joalheirode Woreester coostruio ama
machina a vapir, que indubitavelmente, a me-
oor de mando. E' fsita de ooro e prate e o miior
dos parafusos que segoram suas pecas, lem de ta
manbo 1/80 de urna pollegada,
A machina, caldeira, regulador e bombas esta
incluidos o'um espago de 7/16 de urna pollegada
quadrads, e sua altura tolal de 5/8 de pollega-
da. Para dar ama meibor idea de suas dimeosSa,
basta dizer que o coojnncto pie ser completa-
mente coberto por um dedal coramum de alfaiate.
A machina s, nao pe* quioze gros, e entretan-
to est completa, como se pode verificar t-xami
nando-a detidamente ao microscopio ; ple ser
posls em mov ment eochendo de agua a caldeira
e applicandolhe o fogo, pois esr provida de val
volas e todas as demais pegas que taa as machi-
nas ordinarias a vapor.
Qiaoto ao namero de cavallos de brea de qoe
capaz a nova machina, nada oes diz o cons
tractor ; nao obstante, nissos clculos nos fazero
erer qoe daas moscas, coaveaieotemeote appare-
Ihadas, produzirao maor trabalho qae a tal ma-
china. Esta entra em movimento e contina Bel-
lo, durante varios minutos, simplesmeotecom orna
goita de agua, na temperatura do calor da mo.
A eslebre causa de Ticbborne nio o pri-
inalro era o nais maravilhoso txemplo de im-
postora qae ofterece a historia da mesma logia
trra.
No seclo XV, Limbert Simnel, honem do po
vo, fez-e passar pelo coale de Waiwic, fi ho do
daqne de Clareoee, eoeomron muitos partidari il
com os qoaes resisti s tropas reaes, sendo der-
rotado na batalba de Snke em 1487 ; porra por
ton-se tao phjlosoj.hicamente depois de sna der-
rota, que aceitn ora posto na cozlnha do rei, Ba
qual servio at sna morte.
Perken Warbeck, ontro impostor, pretenden
ser Ricardo, doqae de Y.rk, fi.'bi) do rei Eduar-
do IV.
Deseo barc:o na Irlanda em 1462 e sustentan
urna carapacha, sendo derrotado em Kent, logia
trra, em 1493. Dous ataos ma3 tarde reappa 4.
receu em CattfWifU, fazendo-se chamar o rei Ri-
cardo IV.
Fe;to prsicneiro em 1498, foi entercado a 23 de
novembro de 1499. Finalmente ; ha mais de mo-
ta annos. um lonco chamado Tboro, que bavia
sido solt de ara hospital de doodcs por jalgarse
que esteva carado, restitoiodo-se-lle aalmiois
tragio de seos beos, apres*otou-ie nada meos
que como o salvador da humanidad?, e qoasi de-
fronte dos maros da ealbedral de Caotaaria foi
adorado como Cbristo, por roilhares de pessoas
qoe ioandaram o condado de Kent.
Morreu de um tiro, que !he disparoo o corooel
Boy, me fra maodado com sea regiment para
apazigaar o tamulto : morte benfica, pois, qce
com ella.cessaram as hostilidades, qae d'o&tra
forma teriam causado muitas victimas entre
aquelles faoatieo, es qaaes se dispersararo, des-
de que viram qoe seo Christo nao era impenetr-
vel s bala*.
CARUAh.-Pedem-n:s a pub'icajaodosegaio
le trecho d'uma carta desla cidade em 2 do cor-
rente :
f Nao me eogaoei, qaaodo em miraba primeira
missiva escripia pres?a, disse-lhe pareeer coota-
giosa a loucura dos fidalgos, qae para esta iofeliz
trra viobara revestidos do carcter da antorida
de ; e para provar a ex acudid do meo dito, voo
cootar-lhe o seguinte facto escandaloso e revolan-
te ha poneos das presenciado nesta cidade, e para
9 qual chamamos a attengio dos qae deven) cu-
rar principalmente da raoralidade do oosso loro.
c Teodo cb"gado ao conhecimento do Dr. juiz
municipal deste termo Antonio Paulino, qae o
n<.-ffensivo cidadio Joio Cbryso3t)mo assignra,
na qaalilade de camarista, ama representagio
centra os desmandos e arbitrariedades ortica dos
pelo mesmo juiz, enteodeu este qae o meihor e
mais seguro meio de tomar ama viogaoga, seria
atacar em pleno da e pe ante multas pessoas o
mesmo Joio Cbrysostomo insaltando-o arosseira-
mente, o descarregar-Ihe urna bofetada, se de
qualquer modo fosse repellado, plano este realisa-
do no dia 24 de abril de 1871
E assim que se degrada e se desraoralisa a
raagistratara em o oosso paiz.
* E.' verdade que todos os espectadores dessa
aggressao, e qae nao se caneara de referi-la a
juem queira oavir, sao ananimes em asseverar
que o juiz municipal obteve ganho de causa, por
loe terem sido retribuidas pete aggredido daas ou
tres bofetadas de superior quilate ; mas em todo
caso am facto virgem neste lagar e talvfz raris
eimo na provincia, pelo qae demanda promptas e
dfienzes providencias, adra de impedir a conti-
Busgio do estado ver Jadeiramente ealamiteso em
qae se aeha o teroso, todo esperamos dos que
em tees coujnncturas tm nao o direito, mas
aioda o imperioso dever de minorar os males qae
nos afOiaam.
LOTERA.A qae se aeha venda a 3", a
beneficio da matriz de Caruar, qual corre n>
dia 11 do correte mez.-
CASA DE DETENCAO.-Movimenlo do da 7
de maio de 172 :
Existiam (presos) 361, ntraram 2, sabiram 7.
Mi 1 tem 3S6.
A saber : naoionaes 253, malberes 9, estran
geiros 41, eseravos 48, eseravas 3, total 356
Alimentados a asta dos cofres pblicos 298.
Movimeato da eafermaria do dia 7 de maio de
171
Teve baixa :
Hermioo Jos Qaaresma, erysipells.
COLLEGIO DOS GRPHAOS.-Movimento no mez
de abril : Existiam 92, existem 92.
COLLEGIO DAS ORPHAAS.- Mjrimento no
mesmo mez : Existiam 154, eotraram 6, existem J
160.
30 de dezembro de 1833.-0 lrit>inil reaolrea' clara sem effs.to a decisao de f: 30, e manda
qae se camprisse a rdco;nroenda,"i(o de S. Eic. i que se proceda oa forra dos deeraos citados, ten-
Do prosdeote e secretario tore, rra-ltendi o bule'.iro, das cotac'S offlciaes, Concluida a leilara do relatero da antecedente
da semana de 23 de abril prximo passado a 4 do junta dos correctores, e sendo adiada a decisao
corretePara o archivo. | da representado do corrector Francisco Jos bii-
Dos sobreditos faoccioarios aecasaodo a recep- reir, qae ongiaoa os offlcios da actaal janta de
giodooffleio qua seloeairgio em o l* do cor- 30 de margo e 23 de abll, o Em Sr conselheiro
presideote
do dia.
encerrou a ses9o. s 11 horas e raeia
r. ra-
reate.Pol maodado para o archivo.
O livro de registro da c arreanjndenci offlcial,
regularmente escripturade at ara. 75.
Disttribaira-se os ssgobites lirros :
Copiador de Rabe Sclumettaa C
Dito de Laiz Gongalres da Silva A Pinto.
Cslxa da eompanhia Braziiiaa Street Railrray
Limited.
Remerimaartos -.
DESPACHOS. *
De Gaspar Antonio Vleira Gaimariea, scieolifi-
cando para que se tacara as devidas ellminag5es,
baver despedido os seas esixeiros Basilio da Ro-
cha Olivera e Nudo Alvares Pereira da Fonceca.
Fagam-se as devidas annotacoest
De Joaquim Jos da Costa Fajoses Jnior e Jos
Lanreotino de Azevedo, (untando, come nicos
represntenles da fir aa fallila de Pajosos Jnior
& Azevedo, plena qailagao dos credores em dita
firma, adra de se Ins conceder sua rehabilitagio
coramereial, qae Ibes fora denegada pela au-eucia
d'esse doumeoto.Joate-se a petigao eom os pa
peis qae acompsnham ao processo a qae seref e-
rera os sapplieaates.
De Francisco Mamede de Almeida, pedindo de-
mis-o do cargo de corredor geral.-C>mo re-
qaer, remetleodo o sapplicaote os seos livros
secretaria, e Picando sabsistiudo asna fiaoca du-
rante o prase legal.
De Mearos & C. (rplica), sobre serem improce-
dentes as exigencias do Dr. ollcial maior, relati-
vas ao registro da prorogacad id pran de duragao
do cootrato social de dita firma.Juntera es sap-
plieaates a petigao que coolm Os despachos do
tribunal de 4 e 11 de abril prximo passado e a
ntermagio da secreten >, i qae se referen) esses
despachos.
Iof ormagao do Sr. Dr. offlcial maior em corapri-
mento do despacho de 2 do correte exarado oo
l/reaaerimento de Olympio da Silva.Deferido, em
cooformidade da ioformagio,
COM INFOnMAQAO BO SR. DKSF.MBARGAD0B FISCAL.
Reqoerimenlos:
De Fraaeisco de Gnsraio Guiraarae>, Jos da
Silva Das e Marcelino A ll, contrato ds sociedade.
Regislre-se o eoatrato na forma do decreto o.
394.
De Manoel Nudos da Fanceea, matricula de com-
mereiante Foi adiada, i pedido dos Srs. Alvaro
de Almeida e S Leite.
Summario Ando qae, i ex-offl:io, se proceder
contra Maia & Espirito Santo, contendo ama re-
presentegio do Sr. Dr. offlcial maior sobre preten-
goda de frmulas que houveram para senjulga-
msnto.-O tribunal, a vista da nota in fronte, de-
TABELLADO RENDIMENTO DA ALFANDEGA DE PERNAMBUCO DO MEZ DE ABRIL DE
872, ORRENTE ANNO FINANCEIRO, COMPARADO COM O DE IGUAES MEZES DOS
. DOUS ANNOS LTIMOS. ,
SESSAO JUDICIARIA EM 6 DB MAIO DE
1871
?aasrotNCiA oo kx*. sr. ooitSELtranto A.
RETT!.
Secretario Julio GuimarOet.
Ao meio dia declaron-se aborta a sessao, estn
do reunidos os Srs. desembargadores Silva Gui
maraes, Reis e Silva e Motta, e os Srs. depala-
dos Olinto Bastos, Candido Alcoforad, Alvaro
a sappleate ai Leitio.
Lida, foi approvada a acta da sessad passada.
O Exm. Sr. cooselheiro presideate oegou prori-
meato.
- O eserivio Albuqaerqae registrn o ultimo pro-
testo de letra a 4 do presente mez, sob o n. 2562;
e o eserivio Alves de Brito a 30 de abril ultimo
sob o n. 2495.
ACC0RDA0 ASSINADO.
Appellaote Joio Affoaso forra, appellado Fran-
cisco da Silva Cardoso.
JULGAMENTOS.
. Juito especial do conmercio : appellaotes reos
Teixeira Marques & C, appellados autores Men-
dos Azevedo A C. ; juizo os Srs. Motta, Res e Sil-
va, S Leitio e Candido A'coforado.Foi confir-
mada a sentenga appellada.
Juizo municipal e do comraercio da villa do Ca-
bo: embargante Gaspar Cavalcaote de Ahoqaer-
que Ueha, embargados a viava e berdeiros de
Jjo de S Albuquerque ; jaizes os Srs. Reis e Sil
va, Motta, Alvaro e Olinto Bastos. -Ordenoa-se a
deligencia proposta pelo Sr. desembargador Motta
de ser oavido o carador geral por parte do menor
Oly rapio.
Appellaote Manoel Joaquim-Gomes Braga, ap-
pellados Henry Forster 4 C, appellantes Seixas A
Borges, appellado Francisco Lsilo de Carvalho.
Adiados pelido dos Srs. depntados.
PASSAGEM.
Do Sr. desembargador Res e Silva ao Sr. des-
embargador Molla : appellaote Joaquim Fraocisco
do Espirite Santo, appellado Candido Jos da Silva.
Do Sr. desembargalor Res e Silva ao Sr dea
embargador Silva Gaimaraes, juiz certo, appellao-
te Jos Maria Palmeira, appellados Antonio Laiz
de Oliveira Azevedo & C.
Do Sr desembargador Molta ao Sr.derembar
gador Silva Guimaraes : appellaote Antonio Joa-
quim de Gouveia, appellado Vicente Ferreira de
Veras ; appellaute Gabriel Antooio, appellados
Jos Joaquim da Cuoba A C
Entarroa-aa a sessao 1 hora da larde.
Importaro
Dreitos de consumo.....................
Dito de augmento de 40 /*,34 O/o e 28 0/f>.
Dito de dito de 30 /.. 25 /o e 2 O/o.......
Ditos addicionaes de 5 %.................
Expediente de 5 /. dos gneros livres de di-
reitos de consumo.....................
Arraazenagem. 1.........................
Despacito martimo
Ancoragero.............................
Exportacao
Direitos de lo % do pao brasil.............
Ditos de 9 % de exportacao...............
Dito? de 2 1/2 % idem.
Ditos de 1 1/2 6/e do ouro em barra.......
Ditos de 1 % dos diamantes...............
Expediente das capatazias................
Jaisrtor
Renda da typographia nacional............
proporcional por verba......
uxo......................
adhesivo.................
Emolumentos ..........................
Imposto de transmissao de propriedade, x sa-
ber :,de 5 0/* da venda de embarcagao...
Dito de 1 % da arrematagao de bens movis.
Extraordinaria
Receita e eventual.......................
Depsitos
Depsitos de diversas origens...........
Dizimos da provincia das Alagas..........
Dito da provincia da Parahyba............
Dito da provincia do Rio Grande do Norte.
Contribuago para casa de caridade.........
1871 1872
741:636*132
184:801 355
3:629*617
136:617*640
5:076*883
3:923*787
7:474*750
307:029*480
83*700
1*000
2*000
1:400*400
777*310
55*000
20135
1-559*764
1.447:044*025
Alfandega de Pernambuco, 8 de maio de 1872.
1,394.090*935
32:096*177
18:286*617
6*629
2:56.'l*317
1870 1871
319:876**66
106:858*415
1:0345400
59:509*727
2:167*491
9:717*718
6:353*230
146.978*321
734*809
1*000
13*800
i)i63O0O
3GOt30
2*074
572*511
655:446*412
428567
5:418*000
8:01.1*43'.
36*07*
l:53?*i7.1
1869 1870
398:312*925
147:330*692
2:507*370
78:983*983
2:347*500
896*183
5:508*000
219:973*752
839*780
765*000
50*0.0
83*i00
1:051*200
71*070
518*140
1:109*143
670:877*666
860:498*138
7:303*043
11:630*337
325*030
879:756*568
Servindo de chefe da 2a secgio
Anselmo Jos Pinto de Souza.
COMMUNICADOS.
Tribunal do comsnercie.
ACTA DA SESSAO ADM1N1STATIVA EM 6 DE
MAIO DE 1872.
PRESIDENCIA DO RIM. SO. OONSELHURO AHSELJI0
nuNcrsco ronETTt.
As dez horas da monis, manidos os Srs. de
patadas Olinto Bastos, secretario interino, Candido
AJtoforado, Alvaro d'Almeida e denotado supliente
S Leitio, S. Exc o Sr conseibeiro presideote
abri a sessao.
Foi lida e approvada a acta da sessad de 2 do
correte.
EXPKDtBNTS
Offlcios:
Do Exm. Sr viee-presidente da provincia, lem-
brando o cumprimeuto, Da parte qoe ter relativa
este tribunal, do disposio 00 decreto c 337 de
a directora da instruccao publica
e o meu artigo de 4 do correrte
O Sr Dr Joio Jos Piolo Jaoior, director da
iostroegao publiea desla provineia, julgando-se of-
fendido em o mea artigo publicado oo Diario de
6 do correte, proposito do qae se passoa no dia
4 ca assembla provincial, nio se quiz dispensar
de vir imprensa responder por si, e em parte por
sea col hado, ao que naquelle artigo disse eu.
Comegou o Sr. Dr. Pinto Jnior dizendo, no sea
\ artigo inserto oo Jornal do Reate de hontem, qae
eu me incumbir 4e demonstrar, talvez sm o
querer, a razao porque o sea cunaado se empe-
nbara na dis:o*sio havida na assembla, propo
sito de urna emenda por elle offerecida am pro
jeeto que creava escolas de instruegao elementar
em varios lagares, emeoda qae eonsignava a idea
J, da remeci da cadeira da Estrada Nova de Bebe-
ribe para a Eocrozilhada de Belem.
Nem me incumb dessa demonstragio, nem tao
pouco eu disse qae o caabado do Sr. Dr Piolo J-
nior, a presentando aquella emenda, tivesse era vis-
ta outro intereese simo o que se refere ao bem p
blico.
O qoe disse, e repito, foi qae o Sr. Olympio
mostrara-se zangado pelo facto de ter eu censura-
do a directora da instruegao publica, oa occasiao
em que combat a sua emenda, e que disso dera
prova respoodendo ao mea discurso com am oa
tro em que nao me poupara mos tratos.
Isto a para verdade, e do alegado pelo Sr. Dr
Pinio Jaoior em tal assnmpto S. S. me permittir
qae, sem offensa, en decline para o juito dos meas
collegas de assembla, qae testemanharam essa
triste oceurreneia.
Nenhama davida techo de qae ferara os factos
que refer que determinaran) ss aggfessdes do
Sr. Olympio, visto eomo aoles disso nunca entre
os bouve oennuma divergencia, nem eu jamis
offendi esse Sr de modo autorisar o sen inslito
procedimente oa assembla.
Respondida assim a primeira parte do artigo do
Sr. Dr Pinto Jaoior, tratarei da segunda, qae se
refere proprisraeote i S. S.
Disse o Sr. Dr. Pate Jnior qae ea julguei ter
feito censuras directora da instroecao publica.
Nao julguei te-las feito, nao Sr, Sr. Dr Pinto
Jnior ; fi las, e, fazendo-as, ozei de um direito
que tioba, quer como deputado, qaer como eida-
dao de um paiz livre, em que todos podem e de-
vem manifestar os seas sentiraentos eom relseio a
qualquer ramo do servieo publico, sem qae eom
isso ofrenda oioguem.
Como depotado corria-ms e corre me o dever
de vellar oa guarda das leis; e cortamente nin-
guera dir qae a le o. 970 de 10 de abril de 1871
foi guardada, relativamente cadeira de instrue-
gao elementar por ella creada para a Estrada Na-
va de Beberibe I
A assembla provincial creou essa cadeira, ae
bem me record, reqaerimanto don moradores
daquella localidad*, recooheeendo a necessidade
qae della havia ali.
A cadeira ponco depois foi provida ; e a respec-
tiva prefessora, sob o ftil pretexto de nao ter
aehado casa na locaiidade designada oa fei, mta-
betecen a sua aula na Enerusilhada da Belem,
onde j bavia ama escolla publica.
Isto importava e importa ama iofraegio, e ce>'-
tameote o Sr. Dr. Piolo Jaoior nao o -negar, nem,
o negon oo sea artigo.
Disse o Sr. Dr. Piolo Jaoior qae a raiuha cen-
sara nio liaba procedencia, porque S. S. redama-
ra do delegado Iliterario da Capanga a madaoga
da escolla para o logar qae Ihe assignalou a lei;
mas S. S. iocambio-se de refutar a sua assergao,
pois qoe, oo offl:io que dirigi ao Exm. presidio-
te da provincia em 30 de marco deste anno, deca-
roa qoe apenas reclamara coaira o abaso em
agosto do anno passado, s se lembrando de insis-
tir na sna reclama cao em 30 do referido mez de
margo deste anno, isto selle mezes depois da
primeira reclamarlo, e depois qae oa assembla
proviocial foram pedidas informagoes respeilo
desse oegecio 1 !
J v, pois, o Sr Dr. Pinto Jnior qae nao foi
precipitado oa ceosura; que a iz com toda a razio;
e que ella tanto mais proeedeale quanto bem
sabido, e d isso me ioformou algnem que mora na
Estrada Nova de Bebente, que ali ha casas para
alugar, se nio perfei'aaente acommodadas ao
myster de escola, ae menos capazes de se irem
prestante s primeiras exigencias de nma aula
que comecava funecionar, e que por via de re-
gra teria poneos alumnos.
O fundamento de nao haver casa pois, men
ver, inteiramente desarasoado, e prova d'isso,
prova mui brilhante, o decidido empenbo com que
3e procurou conseguir da asamblea a remocao da
cadeira da Eslrada Nova de Beberibe para a En-
crozilhada de Belm, onde, ja disse, havia e ha
ootra cadeira.
O que rae paree, era todo esse oegocio, que
a protessora da Estrada Nova, ora estabelecida
em Belm, '.era padriohos que se inleressara pela
sua cooservaco o'este ultimo lagar, e esta sup-
posicio tanto meihor fundada quanto son teste-
munha de ter visto e ouviJo algem, aparentado
com essa profe-sora, que ea nio conhego, solicitar
de alguns Srs. depulados vistas benvolas para a
emenda que eonsignava a citada remogio.
Disse o Sr. Dr. Pioto Jnior, oo fioal do sea ofQ
eio derigido ao Exm. presidente da provincia, que
marcara ctala protessora o praso de 30 das
para, sob as penas da lei. transferir a sua escola'
para a Estrada Nova de Beaenbe.
A portara qae isto deiermioou tem a dala de
30 de margo ; estamos 9 de maio, e entretanto
informam-rae que a protessora aioda est fooccio
nando na Encruzilbada de Belm I
A' vista d'isso poder ainda negar o Sr. Dr.
Pinto Jnior que essa protessora tem padrinhos de
muito valor 1
Nio foi, porra, por esse nmeo facto que lavrei
a censara, tambem a formulei pelo facto nao
menos extravagante de ter o delegado Iliterario da
fregurzia da S de Olinda atistalo o exercicio
dessa professnra, estabelecida na freguezia da Ca
punga.
Sobre esta parte nada disse o Sr Dr. Pinto Ja-
uior, posto que fosse taaabem motivo para a cen-
sura que flz na assembla.
Eatretanto isso verdade, e para prova-lo, se
fr preciso, recorrerei ao testemunho do Sr Dr
Francisco Augusto da Costa, delegado litterario da
Capooga, que disso me informoa, oo escriptorio
d'este jornal, ha cerca de am mez, perante varias
pessoas.
Bem v, pois, o publico e o Sr. Dr Piolo Jaoior
qae aio flz a censura aeriaraente, sem previa re-
fiexao, ou sem cenhemenio exacto e completo
d'aquillo sobre qoe fallei, eorao insinaoa o Sr. Dr.
Pialo Jaoior no penltimo pertedo do sea artigo
Sai que o Sr. Dr. Pioto Jnior procura satisfa-
cer o meihor que poda, segundo as suas valen
tes tercas, os encargos de director da nstraegao
publica de ama provincia importante como esta ;
dou d'lsto testemunho, porque teoho seiencla de
qae, sob muitos pontos de vista son adoaioistracao
tem sido zelosa e iatelligente. Nio Ihe posso, po-
rra, renler as armas na queslao da professora
da Estrada Nova de Beberibe, pois rjue presumo
ter carradas de razio, o que meihor decidir o pu-
blico qae lea os nossos artigas.
.Recfe, 9 de maio de 1872.
Felippt de Figutira Farad.
PUBLCAME* A PEDIDO.
ASSBMBLrU PROVINCIAL.
() lllm. S. Uedaetor.Toflo sido con-
vidado para ama poletnioa coa am dos re-
dactores desse jornal, peca Ihe a iosertfo
no de amanbSa do communicade qns earr.
Qaaato ao meo discurso qoe o acomp:-
rjb.a, se qoizer faie-lo publicar em ligrjid
ao commuaicado, dispenso a sua poblicacio
qaaodo se pablicsren os trabaibos da sess5
em que foi ella proferido, bsslaado fazer a
necessaria referencia.
Caso nio possa ser assim, fafdf devoV
ver me tado.
De V. S. atiento venerador e criado.
Olympio Marques da Silta.
Li, mas nSo reli, o commaoicado, inserto
oo Diarto da bontem, e assignado pelo Sr.
Felippe de Figueira Faria, oo qoal este Sr.
me cbama urna polmica joroalistica e pj-
me entre as ponas do segoiole dilemmi:
oa ir para a casa de deteocad, se me qai:er
respoosabilisar pelas injurias qoe diz ter ea
irrogado si e i reda celo do Diario na
sessao de sabbado ; oa aea ob;igtdo, por
qualquer forma, m dar Ihe ama satis fa^o
plena pelas mesmas ajara*
Teobo maito em qae me occop-r para
o3o querer perder o mea lempo em cma
polmica com o Sr. Feppe. Nem lenbo
gloria em vencer, aioda ama vei, i este Sr.
Limito-me a ufterecer apreciado do pu-
blico e em resposta i todo quanio elle e a
redaccSo do Diario j lem d"o e possam
dizer mea respeito, o discurso qae pro'e-
ri na sessao de sabbado e que adianto fa;o
publicar.
Do mesmo discurso ver o pubTco qae
n5o iojuriei o Sr. Felippe, oa a re lcelo
do Diario, e que nio u>ei deeipressio pe't>
qoal me alo polesse respoosabilisar com a
mioba assigoitara, como faco agora e sm
precisar de prevalecer-me das haunidades
de deputado, e se do meio para o s do
discurso fui meaos cariJjso para com a
redacto do Diario, foi isto devido aos
apartes atrevidos e provocadores do S\
Felippe: entretanto, quem tiver lido o c:>m-
municado deste Sr. pensar que eo o bju
riei. Nio v?rda4e ; tanto que o Sr. Fe-
lippe, indivi iuasanio as injurias qae ae
altribuio, s meociooou a exprsalof* ta
de criterioempregada por mim com refe-
rencia ao artigo do Diario qaa prateodea
censurar o meu procedimento na assem-
bla.
Nem eu tiaha preveagio alguma contra o
Sr. Felippe, como insina elle, referlod.o-se
dous incidentes bavidos na assembla : o
primeirr, relativo um projecto nio sacc-
cionado que conceda om privilegio a Sma'tz
i C, e o segondo, orna censura por
elle feita, sem o menor fundamento, ao
director da iostracclo publica.
No primeiro, apenas tomei parle para
mandar urna emenda qae cooc'oia pela re-
geifio do projjcto, emenda que nfo pre:i-
sei justiScar e que foi approvada, secdo re-
geitada a de S. S., qua propoz a approvz-
fio do projecto e orn doas vezrs, jatfi-
cando-a.
J v o publico qie, se d'abi podesee
provir despeito, ni) seria de mim contra o
Sr. Felippe.
No segando, mostrei a improcedencia das
suas censuras, feilas sem prova e aie son-
trapro luceotemenle, porque o qae o Sr.
Felippe altribuio ao director da tnstro -r;5o
publica, foi jostamenle o contrario d'ainil'o
que elle tioba feito, por molo qoe a cen-
sura importava um elogio. Nessa occaslo.
orna vez que o Sr. Felippe tin'ia mostrado
certa aoimosidade con'ra aquello honrado
foneciooario, respoodi-lbe com algoma ?i-
vacidade; provoqnei-o a apresentar factos
e pro vas, e defend i esse honrado fonecio-
oario, injustamente aggredido, de modo
que satistjz a assembla, reduzindo o Sr.
Felippe ao silencio. Car.stou-rxe que o Sr.
Felippe ameagou-me com o sea co
Diario, mas nio fe: eEfectiva a amear,?.
Aioda desta vex flcoa vencido o Sr. Fe-
lippe, e tive tanta pena delle que nio rx>
dei publicar o meu discurso, como nao fa-
ria publicar o de sabbado se nio fosst in-
slitamente provocado por S. S. no corx-
muoicado que me retiro.
Nio me vaoglorio com certas victo:>s.
Nio havia, pois, motivo pessoal pan tftst
ea procurasse insultar o Sr. Felippe ; c
qoando na sessij de 2 do correte, pro-
posito de urna reclamagio sobre doos apar-
tes, qoe me foram attribuidos, cbamei a at-
tengio da commissio de polica para o modo
incorrecto porque estave o Otario publican-
do 03 debates, fi-lo em lingo-gem modera-
da e conveniente e sem offeoder qoem
quer que fosse. Estava bem longe de sep-
pr que o Sr. Felippe procorasse n'aqcfelia
occasiio defender o Diario as tiibona
que, nio o podendo fazer, fojse aggrt dir-
ime Da sua Revista e em termos inconve-
nientes e injuriosos, nio s i mim ceme i
assembla.
Foi isto qae dea lugar ao discurso qce
tanto o irritoo.
Creio ter dado ao Sr. Felippe urna res-
posta digna de mim e do publico i qoem
me dirijo.
Nio Ibe posso, porrrj, dar a sati-faglo qce
exige com ares de valen to.
E quanto iniimagSo de obrigar-me a
d-la por qualquer forma, afDrmo-lhe devde
j que por tal faofarrice nio o levarei po-
lica, e que Qca livre ao Sr. Felippe prece-
der como bem qoizer, certo de que pro-
ceder! em qualquer caso como me amo-
selharem o brio eopunlonor, porqae pro-
curo pautar todos os actos de miaba vida.
Jar-lhe-hia aos conselhos, se m'os pe-
disse.. ..
Recife, 7 de maio de 1872. *
________Olympio Marques da Silva.
() Posto que a pessoa quem se refe-
re o Sr. Dr. Olympio Marques da Silva faca
parte da redaego do Diario dr Pernam-
buco, e teoba tido conhecimento do cunte*
do do artigo cima, pede a lealdade, com
que costumamos obrar em tal assompto,
qas a resposta, qoe cortamente ba ds ter
o Sr. Dr. Olympio Marques, s venas luz
da publicida.de em outro n. deste jornal.
Assim procedendo, damos arrhas do nosso
empenbo em manter os contendoras m
mesmo pe d igualdade relativamente arjg
seas artigos, salva a dcstioccio qoe fazemo?
entre communicados i publicar.'des pedido.
Devems acresceotar qae nio pabiieamsg
desde j o discurso, que alinde o Sr. Dr.
O'ympio Marques da Silva, nio s porijet
isso dos imp ssivel agora, como tambem
porque causara transtorno ordem 6 rega-
laridade da poblicacio dos trabamos legis-
lativos
Recife, 8 de maio de 1872.
A fEsuogo.
#
MtKKk


11
c

fi mPmtmmbuc Sexta itin 1 d M*i d 1872.
3
=
AfBilia universal
Jaraal que eleve servir de ergio
a gruje Assoelacio cai versal
dos Maeons.
OSKUFIM.
O se* m inspirar os borneas os ssntimentos
ao benevolencia e da fraternidad uoiversae?, sera
ecsepcJo de paiz, de cotumes e de religio.
Em Iodo hornera, qnalquer que elle seja, a raa-
. aorta s hoora o horaem, sena atteogao essas
fiabas de deraareacil:) mais oa menos profandas,
estabelecida?, entre os membros da sociedade ha-
nana, por esses factoi denominados : nascimento,
condigio social, occupag5e<, nacionalidades e reli-
fi5es dirersas, asos e eostames.
Ella easina que urna f religiosa cortamente
oeceasatia ao bomem e digna delle ; mas, sem a
preleogo de eocerrar-lbe o espirito e o corago
era tal systema, de prefarebcia tal ontro.
Ella nio conhece mais qae urna religioa de
lodos o horneas de bem, a religio das obras e do
reconheclmento.
Ella combate cora energao pbanatismo a su-
perstigo ; nio censara, nem combate regiio al-
gn ; respeila todas as crengas.
Reunida pelos lagos de ama amijale fraternal,
a Associaga Universal dos Magoo>, marcha para
a sabedoria, esroagando os prejuijos da ignoran-
cia e das paixoes degradantes do vulgo.
Aqai, o hornera vera precarar o horaem, deixau-
do la fra as opiDidss e as crencas.
O Macn s pede ao sea irraovirtaJe, huma-
nidaie, beneficencia, fidelidade palavra e ao ju-
ramento.
Publica se ama vez por semana, na raiao de
*5| por semestre, pagos adiantados.
*|Ter oo frontispicio todas as armas e symbolos
da masonera.
1." tiragem......... 2000 ejemplares
Redactor principal e propietario, Manoel Ribei-
ro Rarreto d&Meoeics.
Sabscreve-se a ra da Imperatriz n. 22, S* an-
dar ; ra do Rom Jess n. 2i, e ra do Torres
n. iO.
O l numero.
Saair i luz ao da 21 de junho prximo vin-
douro.
Rio da Prata, cmegou : P. M. Miury 450 bar
rieas com 50,102 kilos de assucar braoco.
No brigae inglez Eleonor, para Canal, car-
regaram : Ailamson Hcrwie & C. 600 saceos com
45,000 kilos de assucar maseado. >
Na ban inglesa Acor, para llampton Road s
carregaram : J. da S. Lojro & Pilbo 830 saceos
com 63,750 kilos de assucar malcarado.
No briftue americano Rodrigues, para Balti-
moro, carregaram : Henry Forster & G. 2,800
saeeas *,om 21,000 kilos de assaetr maseavado.
Na barca franeeta S. Andr, para o Havre,
carregaram : Keller 4 G. 1,321 coaros seceos
salgados com 20,342 kilos.
cara os por tos do interior.
Na barcaga Henriqueta, para t Rio Grande
do Norte.-carregaram : Fraga & Rocha 2 pipas
com 960 litro de agurdente. Para Hacaiba, Cos-
ta k C. 10 meias barricas com 608 kilos de assu-
car braoco ;.Fraga & Rocha 1 barrica com 62
ditos de dito.
Na barcaga Dous Amigos, para Mossor, car-
regaram : L. 6. da Silva Piolo 10 pipas com
4,800 litros de agurdente; M. de Barro?, para
Muri, 4 barricas cora 400 kilos de assn:ar
braoco.
RECEBEDORIA DE RENDAS INTERNAS
GERAES DE PERNAMBUCO.
ftendimento do da 1 a 7 14:9304671
dem do di* 8 889*110
15:819*781
CONSULADO PROVINCIAL.
ftendimento do da 1 a 7 28:492*416
dem do di 8...... 3:209*003
31:7021019
COMMERCIO.
Boyal lasurance Company.
Real companhia de seguros
de Londres e Liverpool.
CAP TAL
2,000,000 de libras sterlioas
oo
20,000,000*000
Com autorisajo do goveroo.
Segara contra o risco de (ogo, easas, fazendas,
e qoaiqaer oatra especie de mercadoria. O agen-
te nesta provincia
J. O'G. Doyle.
33 R do Commercio 38
N. B. Para seguros de vida de pessoas livres
qae a companhia lomar em sua sede em Londres
oa Liverpool, o raesio agente servir de corres-
pondente, recebe as propostas, reclamacSes e pre-
mios dos seguros das pessoas aqai residentes para
trausraiitir corapanhia, e entregar aos segurados
os respectivos ttulos.
The Alliance Britisk Fo
reign.
Life and Fire Assnrance Company estabe-
lecida em 1824.
Capital 5,000:000
. -- agentes dessa companhia tomara segaros con-
tra fogo sobre predios, gen-ros e fazendas, e pa-
gara ajui prejaizo3 devidamente provados.
Rabe Schamettan & C..
Corpo Santo n. 15.
Segaros contra-fogo
COMPANHIA
NORTHE
Capital........20,000:000*000
Fondo da reserva .... 8,000:000*000
Agentes,
Mis Lathan Coi_p:i_la Phenix Pernam-
bucana.
Toma riscos martimos em mercaderas, frotes,
dinheiro risco e finalmente de qaalqaer nata
reza, em vapores, navios a vella ou barcagas,
premios muito mdicos: ra do Commercio nu-
mere 34.
SEGURO CONT!
The Liverpool & London 4 Glob
Iusarance Company.
Agentes :
Saanders Brothers C.
11 Carpo Santo11
PRACA D3 R8C1KB 8DEMUO.
DE 1S72.
4S 3 1/2 HORAS DA TABDI.
Cotaces officiaes.
Algodo1* sorte 790 rs. por kilo, hontem.
Din de iita 783 rs. por kilo.
AlgoJ).-mediano 735 rs. por kilo.
Ditosegundo-667 r?. por kilo.
Ditosem inspeegao 762 rs. por kilo.
tifMBo da Parahyba 1 sorte 803 rs. por kilo
posto a bordo a frele de 3|4 d. e 5 0|0.
Cambio sobre Londres 90 d|v. 24 1|2 d. por 1*.
Cambijsobre Portugal a 90 d|v. 115 0|0 de pre-
mio, hontem.
Dito-3obre dito 90 div. 118 OjO de premio, boje.
P. J. Pinto,
Presidente.
Dubourcq,
Secretario.
MOVIMIENTO DO PORTO.
'Natos entrados no dia 8.
Montevideo18 das, barca brasileira Ra
pida, de 594 toneladas, capillo Belmiro
Baptista de Sonza, equipagem 16, carga
animaes, e outros genero?, a ordena.
Navios saludos no mesmo dia.
Portos do Nprto- Vapor brasileiro Para,
commandante Felippe Francisco Pereira,
carga assucar, camele ontros generas.
Porto por LisboaBarca portogueza Social,
capito Augusto do Carmo Braga, carga
assucar, algodo e outros gneros.
Natos entrados no dia 9.
Rio Granie do Sol 3i dias, brigre brasi-
leiro D. Mauricio, da 225 toneladas, ci-
pito JoSo Rodrigues dos Santos, equipa-
gem 10, carga 10352 arrobas de carne;
Amorim Irmo & C.
Liverpoolpor Lisboa,20 dias, sendo 15 do
ultimo porto, vapor inglez Arriel, de
722 toneladrs, commandante H. Jones,
equipagem 23, carga, fazendas e outros
gneros; a Mills Lathan & C.
Maco,13 dias, flate baazileiro N. S. dos
Navegantes, de 85 toneladas, Qapito
Joo Antonio de. Figueredo, eqoipagem
8, carga sal e mais gneros; a Bjriuulj-
meu Lourenco.
Barcelona45 dias, snmaca hespanhola, Jo
ven Adela, de 110 toneladas, capito
Antonio Cestell, equipagem 10, carga
vi.nos; E. A. Burle C.
Rio de Janeiroti dias, brigue inglez lean
Goodycde, de -911 toneladas, capito Ja
mes Davis, equipadem 8, carga caf ; a
Loy, Observa gao.
At ao meio dia nao bouve ahidas,
Francisco Faustino de Brillo, capito eomaftdaa-
H inlerio do 1* batauW de JAfailarta da
Sara itcional At masieipio do Reee, pre-
sioeat do conselho de qaaliflcagio da paracbia
de S. Jme, et& virtade da lei, ete.
Fago saber qae ao dia 19 do corrate, aa 9 bo-
raa da maah ee reoairi ao eowistorio da igre-
ji matriz de S. Jos o conselho de qaallfjcagao, de
conformidade com aa nstruefoes de 21 de ontu-
bro de 1850, e arligos e y do deereto n. 1130
de 12 de margo de 1853, para a reviso dos guar-
das naeieoaes alistados aa mensa paroebia,
E para ebegar ao conbeelmento de lodos
quera intereasar posta, mandel passar o presante
qae ser publicado pela imprensa e afiliado nos
lagares mais pblicos da respectiva freguezia.
Qaartel do eommando interino do 2* batalblo
de mfantaria da guarda nacional do municipio do
Recite,-7 de malo de 1872.
Francisco Faustino de Brito.
PECLABACOET
Pela tbesonraria provincial se faz publico qae
foi traosferlda para o dia 16 do correte a arre-
matacio da obra do rebaixamento da ladeira do
Timb oreada em 7:920*000.
Secretaria da tbesonraria provincial de Pernara-
boco 2 de maio de 1872.___________
O commandanu do 6,s baialbao da guarda na-
cional do municipio do Reeife, pelo presente faz
publico qae na lerceira domioga do corrate mez
se reunir o conseibo ds qaaliQcago da paroebia
dos A (loga dos, no consistorio da respectiva matriz
aQm de dar principio a seas trabalbos : devendo
og portanio, as partes nelle interessadas allegar os
seus direitos na forma proscripta as InstrncgSss
de qae tratara os decretos o. 722 e 1130.
Recite, 3 de malo de 1872.
SANTA CASA DA MISERICORDIA DO
RECIPE.
A Illma. junta administrativa da sania casa da
misericordia do Recite manda tazar publico qae
na sala de saas sessdes no da 10 do correle,
pelas 3 horas da tarde, tem de ser arrematado a
quem mais vantagem offerecer o sitio do Rosarinbo
n. 3 pela quantia annual de 300*.
Secretaria-da santa casa da misericordia do'Re
eife 7 de maio de 1872.
O escrivo,
Pedro Rodrigues de Souz
EDITAES.
O Illm. Sr. inspector da thesouraria
provincial manda fazer publico qae em
cumprimento da ordem do Exm. Sr. vice-
presidente da provincia de 4 do corrente
mez vo novamente a praca no dia 16 do
mesmo, para eer arrematados por venda a
|-quem mais der, os ferros velhos existentes
no quarlel de Santo Amaro, visto ter sido
insufiiente o preco de 160 por arroba of-
ferecido por Andr de Abren Porto.
E para constar se mandou publicar o pre-
sente pelo jornal.
Secretaria da thesouraria provincial de
Pernambuco 6 de maio de 1872.
O oflleial maior,
r Migusl Affonso Ferreira.
ALFANDEGA
fteaJiauato do dia t a 7 .
Idsm do dia 8 ,
294:294*638
42:233*946
336:530*584
Oescarregam boje 10 de maio de 1872.
Patacho inglezMaris Blo:k -varios gneros.
Br.gue inglezMugiladem.
Brigae portuguez-So6erano-idem.
Brigne fraocezSt fierredem.
Barca oortuguszaSaphirapedras.
Lugar og'et-Sarah SmiA^-carvao.
Brca lng;zaDolphimdem.
Barca francezaS. Andr varas gneros.
E-cuna allerala/wnanwe/ varios gneros.
Barca porluguezaImperial idem.
Patacho austracoDioa- S.carvo.
CAPATAZFA DA
Renliraeotu do dia 1 a 7 ,
dem do dia 8 ,. .
ALFANDEGA
. 3:334*789
. 602*756
3:937*545
Volujies sabidos cora faaeada
Ms:n ilera com gneros diversos
Somraa
270
31P
589
Despachos de exportaedo no dia 7 dt
maio de 1872.
Para os portos do exterior.
No patacho allemao klmuth Catharina, para
o R o da Prata, carregaram : P. Carneiro 4 u 50
pipas eom 24,000 litros de eachaga;
No navio hespanhol Beluario, para Barcal-
lona, carregou : J. J. Gongalves Beltro 340 sae-
eas com 25.317 kilo de algodo.
.ia barca portuguesa Gratidlo, para Lisboa,
cu-regaram : Amorim Irmos 4 C. 300 saceos com
12*06 kilos de assucar maseavado E. E. Rabello
4 C. 751 sacias com 24,135 kilos de algodo e 951
saceos eom 71,325 kilos de assucar masoavala.
. T 0fTl0 icioaa! S. Lutz, para o Rio Qran-
4 te Sal. carragoa ; L J. da Silva Guimres
iOO.ftarneaj om 44,356 kilos de assucar branco.
No navio hespanhol Merino, para o Ra da
Prata, earregaram : Balthar Oliveira 4 C 200
barrica cora 24,437 kihs de assucar branco.
.\>pUacw bollanJez Elena Anua, para o 1
0 Dr. Sebastio do Reg Barros de Lacer-
da, jcti de direito especial do commer-
cio desta cidade do Reeife de Per-
nambuco por S. M. a quem Deus guar-
de etc.
Fjco saber pelo presente edital e delle
noticia tiverem qu por este juizo pendem
uns aotos de execuco de sentenc.a entre
Tasso & Irmos como exequentes e Jos Lo-
pes Machado cerno executado e para paga
ment da mesma execucjio foi penhorada a
quantia de 773)5000 existente no deposito
publico proveniente de urna escrava do i xd
cutado e aecusada a penhora em audiencia
de 2 de maio do corrente anno, pelo solicita
dor Rodolpho Joo Barata de Almeida pro-
curador do exequote como se v do se
guinte requerimento.
Requerimento em audiencia aos 2 de
maio de 1872, em audiencia do Dr. joiz de
direito especial do commercio Sebastio do
Reg Barros de Lacerda pelo solicitador Ro-
dolpho JoSj Barata de Almeida procarador
dos autores foi aecusada a penhora feita em
dinhelro ao execntado por carta precatoria,
e requerido que Gcassem assigoados os 6
dias penhora, e 10 ao3 credores incertos o
qae foi deferido pelo jniz precedido o pre-
go. Extrahi o presente do prolocollo das
audiencias (junto a precatoria.
Eo Fran;isco Xavier de Souza Ramos es-
crivo interino o escrevi.
Pelo que chamo, cito e hei por citado os
credores incertos do mesmo exentado para
qde dentro dos.10 dias referidos se apresen
tem neste juizo requerenio o que fox a bem
de seu direito.
E para qae chegoe ao cenhecimento de'
todos mandei passar o presente edital, que
ser aflixado nos lugares do cu.tame e pu-
blicado palos joroaes.
Dado e passado nesta cidade do Reeife
aos 6 dias do mex de maio de 1872.
Ea Francisco Xavier de Soaza Ramos,
escrivo interino o escrevi.
Sebastio do Reg Barros de Lacerda.
Ernesto Machado Freiro Pereira da Silva, teneute-
coronel honorario do exercito e commandante
do 4* batalho de infantaria da guarda nacional
do municipio do Reeife, etc.
Fago saber qae em virtade do disposto no arr.
9* do decreto n. 1130 de 12 de marco de 1853,
tenho convocado os cooseloos de revisa) e qualitl
cacao dos guardas oaciooaes das fregaezias do
Pogo da Panella e le N. S. do Rosario da Varzea,
disirictos do batlbio sob mea' eommando, os
quaes se reunirio dos consistorios das igrejas ma-
trizes daqaellas fregaezias as 9 horas da maoba
do dia 19 do 'Jorrete para o lira de darem prin-
cipio a seus rabalnes, qae durarlo 15 dias eoo-
cali vos.
E para qae ebegae ao conhecimeoto dos inle-
ressados maodei fazer o presenta edital qae vai
por mim assijtnalo, o qaal seri publicado pela
imprensa e afflxado nos lagares mais concorridos
das ratorida reguezias.
4* battlMo de infantaria da guarda naeonal do
Recite i da maio de 1872.
EraatKo Machado Freir Pereira te Silva.
Tribunal do eoflunercio.
A secretaria do tribunal do commercio de Per-
oambaco faz constar, de conformidade com a dis-
posigo da ultima parte do artigo 461 do cdigo
eommere al, qae a 2 do preseote mez foi registra-
da a carta do patacho naeionai Fortuna, de 241
toneladas, o qaal perteoce a Joaqoim Jos Fer-
reira.
Secretaria do tribunal do commercio de Pernam-
boc 7 de maio de 1872.
O i-fAcial maior,
____________________Julio Guimaraes.
De ordem do Ilia>. Sr. Inspector da thesou-
raria de fazenda de.-ta provincia se faz publico
para conhecimeoto de quera interessar, que no
dia 8 de janbo prximo vindonro peraote a mes-
ma tbesonraria sero arrematados por quem mais
der os arreodamentos ananaes que devem ter
principio no 1* de julho deste anno, dos proprios
naeionaes abaixo mencionados sob os precos tam-
hem mencionados.
Os pretndanles devero dirigir saas propostas
em cartas feixadas ao Illm. Sr. inspector at s 10
horas do referido dia.
Secretaria da tbesDararia de fazenda de Per-
nambuco 7 de maio de 1871.
Servindo de rfflcial-maior,
Manoel Jos Pinto
Relagao do3 proprios naeionaes a qa se refere
o annuncio cima.
Casa terrea n. 21 sita na roa de
Santa Thereza 126*000
dem idem n. 19, idem idem idem 150*000
Iiem idem n. 10, idem ia Agaa.- -
Verdes
COJPAMBLUL
DAS
Messegeriefe. martimos.
At o dia 11 do corrate mez espera-se da Eu-
ropa o vapor francez Sndh, o qual depois da
demora do costume seguir para Buenos-Ayres.
tocando na Bahia, m de Janeiro e Honlevido.
Para eondigdes, fretes e passagens trata-se na
agencia, roa do Commercio n. 9.
Para este porto seguir em procos dias o te-
laura patacho nacional Garibaldi: para carga e
fretes trata-se com Tasso fftaos 4 d, ou eom o
capio Custodio Jos Vianna.
N. 17;04O
LEILOES.
COUPAVIIIA
M
Navega^ao Brasileira
At o dia IR do correte
esperado dos portos do norte o
vapor, Cruzeiro do Sul, comman-
dante Freir, o qnal depois da
demora do costume seguir pa-
ra os portos do sal.
Para fretes e passageiros trata se na agencia.
Encommeodas de pequeo valor, peso, medida
a tambem inheiro, reeebem se at a 1 hora da
tarde ao da da sahida do vapor. Agencia roa do
Commercio n. 8.
As eneemmendas viudas por este vapor sera
entregues al e dia da sahida do mesmo, no es
eriptorio da corapanhia, depois desse Urmo serao
reeolhidas no trapiche do Dantas
Para o Rio de Janeiro
egoe eom brevidade o veleiro patacho naeional
rWoz.'iecebe aioda algnma carga a frete : a tra-
tar com Fernandos 4 Irado travessa da Madre
de Dos n. 13.
Para o Araeay, em diretunra, sabe com
brevidade o palhabote naeional Mina Amelia, ea
pitao e pralico. Francisco Thomaz de Assis; j
tem parte da carga engajada, para o resto trata
se eom Antonio Alberto de Souza Agolar, a roa
do Amorim, rmales n. 60, oa eom o' capito a
bordo.
Sobrado de doai aodares o. 11, oa
roa Direita
dem idem o, 71 da raa do Padre
Floriano
Armazem o. 1, sito no Forte do
Mattos
dem o. 7. outr'ora 22, Hern
173*000
305*000
320*000
180*000
1:313*000
O capito H. W. Voss da barca ailema /. F
Pust, entrada oeste porto por causa de avarias
recebidas quando tundeada no lamaro por abal
iroamenio com a galera inglez River Clyde, pre-
cisa cootralar com quem por menos flzer, pres
taudo a necesaria flaaca e marcando um praso
para acaba los, os eoneertos de qae opcessita o
dito navio, conforme as declarages dos peritos,
as quas podem ser examinadas no consulado do
imperio germnico, aonde se reeebem propostas
em cartas fechadas al o dia 6 do corrente ao
meio dia. ______________________^^
Para o Rio Grande do Sul
Vai carregar brevemente o patacho nacional
Singular ; para carga frete trata se com seos
consignatarios Amorim Irmios 4 C._____^^^
PARA 0 PORTO
Seguir com muila brevidade a bem eonbecida
barcaga portuguesa Saphira da ter a maior par-
'e de saa carga prompta : para o resto da carga
e passageiros traia-se com os consignatarios Tho-
maz de Aqaioo Fonceca 4 C. succes.-nres, roa
do Vigario o. 19, oa com o capito, oa praca.
LEILO
Utili-
DE
5 aeces da companhia de segaros
dade Publica
SABBADO II DO CORRENTE.
A's 11 horas da manha em ponto
O agente Pinto competentemente aatorisado,
far leilo por eoota e risco de quem perteneer,
de 5 acedes da companhia de segaros Utilidade
Publica.
Em sen escriptorio roa da Craz n. 38.
LEILO
DE
Movis lou^a e crystaes
Espelbos, vasos e pisaos
TERC\-FEIRA 14 DO CORRENTE
Por iotervenclo do agente Pinto.
No estabelecimento terreo do sob'ado da
roa do Imperador n. i, onde fanccivDaa
o Club Pernambacano.
CONSTANDO Dfi :
Um excellente e raagoifleo piano quasi novo, 1
dito com aso, 1 mobilia, 1 devan e 2 poltronas, 2
cadeiras de baiango, ii ditas de vime, venecia-
nas, jarros para flores (neste artig ba 10pares
ricos e de gosto moderno) espelbos de diftereates
tamanbos, relogios de mesa <.- de parede, candit i-
ros, mesas de jogo, elagers, quadros, tocadores.
Urna mesa elstica, 1 gaarda-ionga, 2appara
dores, cadeiras de diflVreutes qualidades, mesas,
louga para cha e jantar, finos crystaes, frucieiras
de metal, i jardioeira e muilos outros objectos
qae estaro patentes aoexame dos concurrentes
na vespera e da do leilao.
Principiar s 10 horas.
Pede-se ao Sr. Joolasemiro da Silva Machado-
caixeiro do Sr. Angosto Cesar 4a Abren, o favor
de vir ao progresso do pateo do Carato a. 9, con-
cluir o negocio qae ba mais de oaa aaao u j
para acabar.

AVISOS DIVERSOS
PARA O
PORTO
preteode sahir com pouca demora a barca portu-
gueza Social por ter a maior parle de sea carre
gamento engajado, e para o resto qae Ihe falta e
passageiros, para os quaes tem boos commodos,
trata-se coaa o coosignalario Joaquina los Gon
galves Beltro, raa do Commercio o. 5.
Pelo presente se faz puolipo a quera uie-
re.-sar possa que a Exma. commisso de polica
da assembla provincial contracta a pobcagSo
dos debales e .doi annaes da mesma assembla
a iennio'ae 1873 e 1871,
Os pretendemos devero apreseniar saas pro-
postas em carta fechada at o dia 13 do correte,
as 11 horas da maoba, em qus se proceder a
abertura das mesmas.
Secretaria da assembla legislativa provincial,
8 de maio de 1872.
O offlcial maior,
___________Jas Cardse de Qjeiroz Fonceca.
De ordem do Illm. Sr. inspector da thesoura-
ria de fazenda desta provincia se faz publico qae
recebe-se propostas para a venda, que ter lagar
oo dia 15 do correle mez, porania a junta da
mesma thesoararia, de urna porgo de pedra bru-
ta e lavrada, qae se acha ezposta oa arca que d
eotrada para a mesma reparticao.
Secretaria da the:ourana de fazenda de Pernam-
buco em 8 de maio de 1872.
Servindo de ofQcial-maior,
Manoel Jos Pinto.
THEATRO
rsii
il
Quinta-feira 9 de maio
As 6 horas da larde
Terceira representago de importante, moralis
simo e entusisticamente applaudido drama-ira-
gico em 3 epochas, 5 actos e 6 quadros, intitu-
lado :
TRINT'ANNOS
OU
A vida de um jogaior
Terminar o espectculo com a muito applaud
da bexiga om 1 acto ornada de msica, e daasa
VIVA O EXERCITO
E
Viva o dnqua
Principa s 6 horas da tarde.
Os bilhetes acham-se desde j oo escriptorio do
theatro.
PARA O
Rio Grande do Sul
Para aquelle porto deve seguir sem demora o
brigue nacional Arroyo Malo, navio de primeira
classe, por ter prompta a maior parte do sea car-
regaineuto, fallando um re: lo de carga, para o
que deve tratar-se com Jos Victorino de Rezende
C. escriptorio raa do Marquen em ennda oa
Par o Rio de Janeiro
Para o porto cima deve seguir o patacho na
ciooal Linda Flor, navio de primeira classe ; para
carga trata-se com Jos Victorino de Rezende 4
C, escriptorio ra do Mrquez de Olinda nnme-
ro 60._________________________________
F. Meyer, capito do logro allenjo, Man-
darn vindo de Antuerpia com carga de vidros e
outros gneros com destino a S. Franelsco, entra
do neste porto com agua aberta, precisa para
o acorrer as despezas do concert do mesmo na-
vio risco martimo da quantia de quaren a
coates de ris poaco mais oa menos sobre o cas-
co, frete e carregamento do dito navio, menos
dez fardos com papel e 200 barra com alvaiade
que j se venderam aqu : olleras em cartas fe-
chadas sero recebidas no consulado do Imperio
Germnico at o dia 10 do corrente mez ao meio
dia. r
AVISOS MARTIMOS
tOMPlMIIl
DAS
Messageries Maritimes
Conforme os avisos recebidos da agencia prin-
cipal no rio de Janeiro espera-se o paquete Ama-
zone, commandante J jret, do dia 19 do eorrente
em diaote. Depois da demora do costuma seguir
para Brdeos, locando em Dakar (Gore) e Lis
Para condieSes, fretes e paasagins, trata-se na
agencia, ra do Commercio p. 9.
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
Varegacio eostelra por vapor.
Macei, escalas, Penedo e Aracaj.
.0 vapor Giqui, commandante
Martins, seguir para os por-
tos cima no dia 18 do corrente
as 5 horas da tarde. Recebe car
ga at o dia 1 i, encommendas
nheiro a frete at as 2 horas d
escriptorip no Forte d<
INSTITUTO ARCHE0LOGIC0 E GEOCRPBIA-
CO PBlBW
Para conbecimento dos interessados se
faz publica a segninte disposigau dos auditi-
vos aos estatutos desta casa:
t Art. 16. O socio effectivo que por um
anno deixar de comparecer as sestees do
Instituto sem cansa participada, considerr-
sela eliminado.
Haver sessao ordinaria sexta feira, 10
do corrente maio, pelas 11 boras da ma-
nb3a.
ORDEM DO DIA
Pareceres e mais trabalhos da commis-
L 'itara de nm relatorio do Sr. Dr. Bap-
tista Rigueira, sobre o local do redacto do
Rto:Formoso.
Secretaria do Iostiloto, 2 de abril de
1872.
J. SOARES D'AZEVEDO
Secretario perpetuo.
O respeitavel publico enconlrar a rna Pri-
meiro de Marco d. 14 no primeiro andar, sob a
denominago de Bonqael das Damas um bem
montado estabelecimento da raindezas, objectos de
phantasia, perfumaras e obras de cabellos que se
vendem por presos muilo commodos.
O Bouquet das Damas tem grande vantagem
de receber directamente da Europa todos os seus
artigo?, e por is?o acna-se habilitado vender por
menos prego que qnalquer ootro estabelecimento
que nio estiver as mesmas condkcoes. O Bon-
qnet das Damas nao adopta o sedico eostnme de
pomposos annoncios com que costumam attrahr
o publico, e jmente o convida a coibioar os
pregos e qualidades de saas mercadorias com' os
de outros estabelecimentos, e convencer se da ver
dade que acaba de annnnciar. Depois da ebega
da dos paquetes da Europa scientiQcar dos novos
artigos qoe for reeebendo. Para mais commida-
ds das Exmas. familias o Bouquet das Damas es
tara aberto desde as 7 horas da manha s 8 da
nocle.
Mlle. Marie Lavergne, scientiflea as saas Exmas.
clientes que conliPa no misier de sua proflsso
de penteados e modas de cabellos para cojo tim
tem habis artistas; assim como conserva urna
sala cora as commodidades precisas para os pea
teados das Sras. servico este que ser feito pela
aonuciante ; ra Primeiro de Margo n. Ii, pri-
meiro andar.
Oliciaes honorarios do exercito
Achando-se confeccionados oa eatalatoa fara
monie-pio, sao pelo presente eoawidaM m ln.
officiaes honorarios do exercito, vataRatta V
patria, do corpo de sande, e aquelles ajM, i
ra nao tendo as honras da posto,
campaoha do Paraguay, para tHeeitei e mee-
mos estatutos, domingo 12 do corrite as !*)-
ras da manha : na roa do Imperador W, 1*
andar.
O f secretario iaoriao.
Ma/or L Ciatra.
GABINETE MEDICO CHWH61CO |
Di: lynacio Alcibiam ftlleto Ki
Pode ser procurado a qualqoer he- Ij
ra do dia on da nouie, prestaado-aa
aos chamados fora da eidata aom to-
da a promptdao. Pratiea qualquer
opperagao.
Da eonsnltas das 6 as 9 toras Aa
mafibaa : a raa Nova n. &
Gabinete portugus
de leitura.
De ordem do Illm. Sr. presideou 4a aaaaaat
deliberativo convido os membros deste eoasslbo
a reuoirem-se em ses-ao ordinaria seau-leira 10
do crreme, as 6 horas da tarde, aa sala da* res-
pectivas seses.
Secretaria do conseibo deliberativo do Gabiaete
Portugoez de Leitura em Peraambaeo 7 de nuij
de 1872.
Antonio Augusto dos Santos INmio.
_________________! Secrtaario.__________
A luga- se a casa terrea
n. 108 rna da Gloria, freguezia da Boa-vista :
na ra da Madre He Dos o. 16 se dir eneas ala-
ga, e quaes as eondicde.
AttenpaS
Precisa se de una ama para toda
casa de praca familia : na rna do
G.iyauna n. 129, easa de azul j >
oserriea le
Visjooied.
Hospital poruguez de benefi-
cencia em Peruambuco
Os amigos do fallecido Antonio Domiofuea Par-
reir, e os membros da junta administrativa Aaate
hospital sao convidados assistirem a missa do s-
timo dia, qae por alma do mesmo tallecido lea de
ser celebrada no oratorio do hospital, ao sabbado
11 do eorrsnts, as 7 horas da maoba.
Hospital poruguez de beneficencia em Peraam-
baeo 8 de maio de 1872.
Loiz Dnprat,
Secretaria
CASA
Urna familia estrangeira precisa de ama easa
que liver bastantes commodos, seja con sitio oa
quintal murado, mas sen lo perto dos bonos : a
tratar na ra do Commercio n. 48, armazem.
Lima & Ris
parlicipam ao respeitavel cor.,o comroerciai desta
praga, que o 8". Augusto Sim.-s Nuoes de Sonu,
detxou de ser sen caixeiro desde boje. Recite 6
de maio de 1872
II
Nesta lypographia se precha fallar, o
mais breve possivel, com os Srs :
Tamerlao de Aibnqoerqae Nascimento.
Tenente Clemente Francilio Tavaraa_____.
Amonio Jaciotho Borges.
Manoel Peregrino da Silva.
Coronel Francisco Antonio Pereira da Silva.
Augusto Hygino de Miranda.
Dr. Manoel Joaquim Silveira.
Uopeiro
Preeisa-se de um copeiro no hotel francez, rna
das Larangeiras n. 10.
passageiros
iarde do dia 4a sahida
lanos n. 12.
Para o Porto
Depois de pouca -demora n^ste porto dever
seguir viagem eom destino aquelle a veleira barca
portogueza Imperial; tem grande parte de seu
carregamento engajado, e para o resto que Ihe
falta e passageiros, aos quaes offerece muito bong
commodoj, trata-se com Soares Primos, rna do
Vigario n. 17._____________.
Para o Rio-Grande
do Sul.
Seguir dentro em poneos dias o patacho naeio-
nal Brmfioa, por j ter prompta a maior parte d
saa earga ; para o poueo qne Ihe falta, qae reee-
ber a frete razoavel : trata-se eom Bailar. Oli-
veiro 4 C. a roa io Vigario a. l, l* andar.
COMPANHIA PEBNAMBCANA
DR
avegaeo eosteira por Tapar
Parahyba, Natal, Maco, Mossor, Ara-
caty, Ceari, Mandabu', Acarac e Granja.
O vapor Ptrapama, comman-
dante Azevedo, seguir pan
os portos cima no dia 1S di
correte as 5 horas da tarde
Recebe carga al o dia 14,
encommendas, passagens e di-
aheiro a frete al as 2 horas da tarde do diada
sahida : no escriptorio do Forte do Mattos n. 12.
Para o Rio Grande
i do Sul
pretende segoir eom maita. brevidade o palhabote
nacional Jotetn Arthur, tem parte de sea carrega-
mento prompto : para o resto que-lbe falta trata-
se oom os seas consignatarios Antonio Luiz de Oli-
veira Azevedo A C. no sen escriptorio raa do
Bom Jess n. 57._________
companhia pernambcana
de:
Navegacdo eosteira por vapor,
Porto de Gallinhas, Rio Formoso e
Tamandar.
O vapor Parahyba seguir pa
ra os portos cima no dia 10 do
corrente a meia nouie.
Recebe carga, encommendas
passageiros e dinheiro a treta at
as 2 horas da tarde : nj eseriptorio do Forte do
Mattos n. ii.________
COMPANHIA PERNAMBCANA
DI
favega^o eosteira por rapor
Mammguape.
O vapor Goruripe, com
mandante Santos, segoir.
para o porto aeima a"c
dia 11 do eorrente aa .'
horas da tarde.
________ Recebe earga, encom-
mendas, passageiros dinheiro a frete at s !
horas da tarde do dia le saa sabida : ascriptork
do forte do Mattos n. 11
D-se 5C000 rs. mensaes, pelo aluguel de um
escravo que seja bom copeiro e tenha boa con-
ducta : a tratar na praga da Concordia numero
I, armazem. i
cuxeiro
Precisa-se de um menino de 10 snnos de idade
qae tenha alguma pratiea de venda, prefere-se
brasileiro: na travessa do Peixoto n. 30, em fren-
te a matriz de S. Jos.
AVISO.
O abaixo assignado, sechor e possoidor de sitio
da Cruz na matriz da Varzea, por eo cpra qae fex
a Romo Sarapeo Gomes, euja escriptura foi pas-
sada as olas do tabeio S, tendo effectiva-
mente pago irmandade o respectivo landemio;
declara que nao vendea nem de qualquer maneira
traosmittio a ningoem saa dita propredade, e pro-
testa desde ja reagir pelos meios legaes eontra o
catalleiro de industria qoe abosando da -na
longa ausencia, proveniente de grave molestia qoe
sofri, se diz criminosaaecte dono da referida pro-
predade. E' verdade que existi a Mirueira, mais
as autoridades no exerchio da lei acabaram com
ella.
Reeife, 10 de maio de 1872.
Felippe Santiago Cae aleante de Albuquerqut.

C4UTELLA
COM URGENCIA
.Na ra do Livramenio n. lo, precisa-se fallar
negocio .que nao ignoram com os seguimos se-
nhores:
Livino Brasiliense do Rjgo Barros, engenbo Ca-
tende, freguezia de Agua-Preta.
Joao Manoel da Fonceca Lins, engenbo Riacbao.
Vicente Jjaquim Pereira Maior
Avisa-so aos compradores do bem conhe-
cido e acreditado rap Area-Preta qoe re-
parem nos botes e meios botes pois qae os
ba de rap de outra fabrica e nome diverso,
e com papel da.mesma, cor e cojo desecho
se pode confundir com os daqaelies.
Os apreciadores que quizerem do verda-
deiro rea preta devem para n3o ser en-
gaados verificar que os botes tragara o
nome de meuron & c. e a designa.ao de
AREA-PRETA.
Para
Segae para o referido porto eom muita brevida-
de o hiate Olinda, por ter a maior parta de seu
carregamento e para o resto qne Ihe falta traa-
se eom consgnauno Joaquim J. G. Beltrio
raa do Commerofoi. 5
Do engenho Magauast, termo da villa da
Eseada, ansenton-se em dias do mez de abril, do
anno 4e 1870, o escravo Proiopio tendo os sigoaes
segointes : altura de 56 e 1|2 pollegadas portu-
Suezas, mnlato claro, cabellos crespo*, cara re-
onda, tendo as macaes do rosto altas, espadt
do, falta de denles queixaes do lado direito, sen-
do os demais rombudos, limados os de cima, ten-
do nm da frente, e de baixo sabido. Presme-se
achar-se o escravo cima referido na fazenda
Castanbio no lermo da cidade da Russia,
na provincia do Cear, no entretanto bem pode
succeder que se ache nos sertSes desta provincia,
pelo, qne recommendams eaptnra de seme-
jante iscravo, oflerecendo 400*000 de gratn-
eago, que ser entregue a quem eonduzi-lo ao
engenho aeima referido, ou na cidade do Reeife,
rna da Madre Deus ao Sr. Bernardino de Sena
Ponina!.___________^^
Ama de leite.
Preeisa-se de ums ama eom bastante leite :
i tratar na raa da Imperatriz n. 50. Nao se faz
questao de prego, ______ _
Trocam-se
notas das caixas filiaos do baneo do Draiil, com
pequeao descont : na foja da rna do Mrquez de
Olinda n 58.
Aluga-se
Dinheiro
A pessoa qae pero Diario pode nm cont de
ris a juros de 11(2, pode dirigir-se a roa Duque
de Caxias o. 69. ^_________,______-_______
Sociedade Ho_tc Pi popular
Pcrnaubucano
De ordem do conselho almimstrativo do mes-
mo, convido a lodosos oossos irmios a compare-
eerem na sede da mesma no dia 12 do eerrette,
pelas 10 horas da manha afim de ouvirem a
leitura do relatario semestral, e tratar-so de ne-
gocios argentes da mesma sociedade.
O 1* secretaria,
Manoel Duarte.Vie;ra Jnnior.
CosikaMra
Preeisa-se da nm
|KaV f.
BA
fiaa-
nma casa terrea com estr baria, mareen do rio,
sita no Mangainho ; a tratar na raa io Vigario
o. 31.______________________
tos Ira-Sos da Irniaadade do
Divino Espirito Saaio.
Lembra-se aos irmios daquella irmandade qne
devendo ter lagar no dia 19 de maio prximo fu-
turo, eom toda a pompa, a festa e procsio do
padreeiro, e como manda o artigo 11 J 4* do coro-
promisso da mesma irmandade, qae cada irmao
deve ter urna capa, faz-se portanto o presente o j
caso de qne os irmios qneiram comprar, oa man-
dar fazer ditas capas, le entenderis so eom e es-
crivo da irmandade a ra 1* de Mareo, outr'ora
do Cre>po n. 17, naioo qne tem a fazenda apn-
priada._________________________________
Eacargo de consciencia.
Urna pessoa qne perden no sabbado a qnan a
de um cont e cento e tantos m ris da Camoda
do Carmo raa Direita, r/ga qaem tenha acba-
do Ihe restila, qae ser generosamente grandes-
do. A pessoa que perdeu pode ser procurada na
ra de Lomas Valentinas n. 46.
CAIXEIRO
Precisa-se de urna pessoa de 16 a 20 annos que
tenha bastante pratiea de molhados e qae d Oi-
dor de saa endueta : quem reunir estes requisi-
tos, pode deixar carta fccbali eom as inieae: S.
t. nesta lypographia, para ser procorado.
Mobilias de aluguel
Aluga-se eoaslantemente mobilias oomosstii o
qnalquer traste separado, por proco eomsaodo, o
tambem se alugam cadeiras, qaalqaer qne aoja a
qoaaUdade, para (estas oo offlcioo fnebres: na
raa do Baro da Victoria (outr ora Nora), anom
lea do Plato s,57eol,
1
1



-y ,


u.
mk n Foimn
. Aoa 5:000*
Bilhetes garantidos.
4 fitMBMko de Marco (outr'ora ro o
tno)B. 23 8 casa do costme.
O a****** asaignado, tendo rendido nos Moa ti
itsaastisnetse ostro quartos o. 913 com 5:000f,
done meios o. 1325 cora 100*000, e outras sones
da 40*000 10*000 da lotera que se acaboo
da eairabr (1*), convida aos possuidores a virem
recesar aa ojaformidade do costume sem descoci
iaW
i/jiBi ii venda oa bhetes garantidos di
** paa das loteras, a beneficio da matriz de
Cmaro* (3a), que sa extrabir sabbado II do
correte mex.
PRECOS.
Bilhete inteiro 6*000
Me bilbeta 3*000
Qnarto 1*500
m porcia da 100*000 para cima.
Bilhete inteiro 5*500
Meio bilhete 1*750
Qnarto 1*375
Manoai Martina Fina.
CASA DA FORTUNA
RA 1* DE MARGO OUTR'ORA DO
CRESPO N: 43.
Unlea ' los 20:000^000. .
O abaixo asignado ten sempre exposio ven
4a o fWrfiw ribetes do "Rio de Janeiro, pagandc
proapUulMCile, como wrturoa, qualquet gremio. -
PKECOS.
Inteiro 21*000
Meio (2*009.
Qnarto 16*000.
'Manoel Marilns Froxa.
IKaVi* a# Vmtmtue -* Qe3d teif* '! Mfl* liTl
r,T":,~~B^~.~^*
-
r-
FABRICA. DE MACHINAS
A* Ra do Barao do Triumpho ns. 100 & 104
OUTK'ORA BRUM
CarJozo & lrmo I
AViSaM aos Sr. de engentaos e 10 pabliiso em geral, qoe teem reoebrdo da Europa,
grande flrlimeuto de ferragens pare engentes e para lavonra, e quwsquer ontros uzob
e mistares da indcstria agrcola, o que tolo vendem por pre'cos razoaves.
VAPORES horiaootaes e vorticaes ja bem connecidos nesta provincia c lora della,
osmeltaores que teem viudo a este mercado.
MOENDAS completas de diversos tarnaabos, obra umita forte e beta acabada. ?
MEIAS MOENDAS para asseatsr em grades de medeira.
TAXAS de ferro fandido e batid* de diversos tamanhos.
RODAS D'AGUA de diversos tamaohos.
RODAS DENTADAS de diversos tamanhos qoalidades.
FORMAS para pana d'aasacar, qoe esperamom poacos das grande porcSo, e aquel-
es seohores qne dellas precerem, podem desde j dar suas notas.
CONCERTOS.Goncertam -om promptidae qualqoer obra oa machina, para o que
teem sua fabrica bem mentada cora grande e bom pessoal.
ENCOMMENDAS.Mandam vir por encommenda da Europa, qualquer machinis-
mo, para o que se correspondes! coca urna respeitavel casa de Londres e com um dos
melhores engenheirosde Inglaterra; incuaibem-se de mandar assentar ditas machinas,
e se responsabilisam pelo bom trabalho das mesmas.
RA DO BARaO DO TRIUMPHO NS. 101, 102 E 104
FUNDH^AO DE CARDOSO & 1RMO
ATTENCAO
Pr'Cisa-se de orni. ama pret j je iade para
coslotur e comprar para casa de ternilla de duas
Seesoas: quem qoiwr dirjase a esta typographia
as 10 horas da man lia as 2 ia tarde.
Na Praca da Indepep.iiencia n. 33 se compra
onro, prata e pedras preciosas, e tambera se vend
obras de igual especie.
As pessoaa qne nao qaeree solrer urna inter-
Ynpco no recebimento deste peridico devem as-
sieoar desde j o qnarto samestre.
R3.-5*000
LlVRARIA FRA.VEZA.
Assgnatura do segundo aono principiando com
o a. 15.
.-12*000^
Os novo? assigoantts recebero gratis os n?. 19
'i. H do primeiro aono.
LlVRARIA FRANC'ZA.
Peridico religioso, pobcado mjnsalmeote em
Lisboa. Assigoatara para o qnarto anoo
Rs.-6*000.
LlVRARIA FRA.NCEZA
Mil N 010
Aos 5:000$O0O.
msheea garantidos da pr o-
Tlnela.
fina do Barao da
Victoria,
Outr'ora ra Nova n. 63 e casa*
do costume.
fellzes
Aenam-se venda os mnito
i.
bhetes ga
niRidos da i' parte das loteras a beneficio da
' uatrrc de C&raar qne era eitrahida no
4ia sabbado 11 do crreme.
PRKgos.
Inteiro 6*000
meios 3*000
Qu artos 1*500
De 1004000 para cima.
Inteiro 5*500
Meios 2*730
Qnartos 1*375
Joao Joaauim da Costa Leita.
Aiuga se urna caca grande que carrega
UOO t-jollos : qaem pretinder dilijase a rna Di-
. reiu n. .28.
Precisase de um moftque de 12 a 15 annos
do Rangel n. 9.
Precisa-se um moleque de 12 a (5 annos
para servco externo da padaria da ra do Ran-
f e I n. 9.
CAIXEIBO
Presiaa-se de um caixeiro com prat'a
berna, preferiodo-se portngaei; a tratar
de Hortas n. 12.
de
na
ta-
ma
JCarope Hydrocotyia Azia-
tica
A hydrocotyia aziatica urna planta que
se acba muito a miudo em Mauricio. Borbo,
Siogarope, Bormaim, Madras, e outras pro-
vincias das Indias Orientaes onde desde
moitos annos est empregada com a maior
efGsacia contra as diversas molestias de
pelle, taes como o lichen, o eczema, o acn,
o pruriio, o pemphigo, a lepra vulgar, a
elephantiasis, as ukeracoes scrofulozas ou
jsyphilitic-is, assim como contra todas as
doencas codhedas debaixo do nome gene
rico darros. Experiencias numerosas feitas
pelos mdicos dos hospitaes de Pari>, sobre-
!-.udo no hospital de-S". Luiz, destinado es-
pecialmente ao tratamento dos doentes deste
_#enero de molestias, provarao a efficacia
rJesa planta nos casos aignaladcs cima.
Deposito Pharmacia Americana dej'errei-
rajMaia & Q., ra Duque de Caxias n. 57.
CeJce de ^ Sob-nitrato de
Bismutho
O janinaitrato te Bismutho um destes
rarosedieamentos que podem-se qnalihcar
ce bivoicos.; com effeito se emprega com
um 8utfe:0 sempre assegurado contra to-
das as ezSee das vias digestivas, taes como
c.irrheas, disenterias, gastritis, gastral-
gia, dores do estomago e da barriga, ul-
.'.'rcrdes dos intestinos. (Cada vidro acom-
panba urna coiher que a doze.
Deposito Pharmacia Americana de r er-
rara Maia & C, roa Duque de Caxias o. 57.
tilico estalelecimenlo neste genero
Bna do Barao da Victoria n, 16
A este estabelecimento acabam de ebegar os lindos cbapos a ingleza, de aba larga para
meninas, ariigo qne t se encontra neste estabelecimento ; recebemos tambem bonitas cbapelinas
de veludo grande phanusia, chapeos de gase faren-ta de novidade, cbapos de velndo e de paiha
enfeitados a capricho ; recebemos tambem beija flores natnraes proprios para perneados e veo
grandes para cbapos ultima moda. Portante, convidamos as Exraas. Sras. a viaitarem este es-
belecimento qne se acba perfeitamente sertido.
SEGUROS (MA FOliO
IMPERIAL
W. G. FENNELLY RA DO COMMERCIO N. 38 Io ANDAR
Fugio do engenho Ribeirio, freguezia de Santo
Antio o escravo Manoelcom os slgnaes segnintes :
negro prelo, estatura baixa, pernas finas e nm
penco arqueadas, os dentes da frente largos, a
barba com cabellos salteados, muito regrista, re-
presenta ter 28 a 30 annos, leven camisa de rna-
dapolo, alga de brirn pardo, chapeo de baeta
parda, e levon roupa de algodo da matta: roga-
se a todas as autoridades e capitaes de campo a
captura do dito escravo e condml-lo ao mencio-
nado engenho, que serio bem" recompensados.
Compromisso
Irmandade da Sanlissima Trindade erecta
no convento de S. Francisco desta ci-
dade.
De ordera da men regedora desta irmandade,
convido a todos os irmaos para se reunirem em
mesa geral no dia 12 do crreme, pelas 11 horas
da rtaahaa, a lira de discutirem o novo cotLpro-
misso, eujo projecto acha-se patente a todos os ir-
maos ana q aueiram examinar no consistorio da
irmandade das i as 7 da tarde.
Consistorio da irmandade da Saolissima Trinda-
de, 3 de maio de 1872.
O secretario,
Manoel Goccalves Agr.
Do engenho Mapau-
ass
no termo da Escada, do major Uarcionillo da Sil-
veira Lins, furtaram na noite de 3 para i do cor-
rente mei de maio nm cavallo de sella com os
signaes segnintes : cor castanba, tendo nma man-
cha branca no lado e-querdo, ps a raaos calca
dos, velho, ferrado com letraM, frente toda
aberta, e anlador de baixo a meio. D-se 100* a
qaem der noticia certa do referido cavallo e da
pessoa, em cojo poder for elle encontrado, na roa
da Aurora n. 9, on no mesmo engenho.
Precisa-se
de l:G0O* a jnros de i i|2 sobre hvpothe:a
qnem quizer dar annnocie para ser procurado.
Comida
fra
Prepara-e
do Paral io n. M, andar.
para ..<.
com aceio e promptidio : no pato
G^nde oficina de mttaes
BRAGA & PIMENTEL
RCA NOVA N. 35.
Nesta oflkina trabalha se em encanamec-
tos d'agua, de latoeiro, caldereiro e fanilei-
ro, tem srtimento de bombas de n. 0 a n.
8, alambiques, tasas, torneiras, vlvulas,
tubos de chumbo, sinos obras de folha, ba-
cas de ferro estanbadas, cobres de engenho, i
Aluga-te a o da 1W1. oa
com $ qnartos, 2 salas, cozinba externa, quinta
em aberlo, tem banho na frente e commodo ?lu-
guel : a tratar oa rna estreita do Rosario n. 17,
escriptorio, 1 andar.
('opeiro
Precisa-se de um bora eopeiro
1 52, andar.
oa rna Nova n.
Sociedade Nova Unio
Pelo presente o convidados todos os socios a
comparecerem as 3 horas da tarde de domingo 12
do correte mez, para tratar-se de assumptos re-
lativos a mesma sociedade.
Secretaria da soeiedade Nova Unio, 7 de maio
espumadeiras, cadinho para fundicjo : todo' de 1872.
por prego commodo
qcalquer trabalho.
e promptio para
Martins da Silva,
1. secretario.
Medico.
s
Precisa-se alogar on comprar nm escravo
que seja sadio para carregar fazendas, saga-se
bm na rna ("o Condena Boa-Vista n.
O Pr. F. 6. de Andrade Lima, tendo
aberto sen consultorio, na casa de sua
residencia, na ra larga do Rosario n. 40,
2 andar, pode ser procurado a qualqner
bora. D consultas todos os das das 7
as 9 horas da maoha, e de 1 as 3 da
tarde ; grates a: pobres.
Alaga-se o segando andar e sotao : na rna
da Senzala, pintado e caiado de novo : tratar na
rna do Commercio n. 48.
Tasso rmaos & C.
receberam nova remessa de cerveia preta e branca
da acreditada marcaBatao.
10
0
*
i
0
0000 000 000000
0
CONSULTORIO HOMEOPATHICO
n
Dr. Santos Helio.
Consultas todos os dias das 10 horas &
ao meio dia. Chamados a qualquer hora. C
VACCINA. W
A' este consnltorio ebegon a verdadeira /&
lympha accicca da Inglaterra, e vacci- c
na se s quintas feras e domingos das
10 horas ao meio dia. Ak
Gratis aos pobres. S
43-Roa. do Bario da Victoria43. W.
Traspassa-se urna das melhores padarias desta
cidade, unte por sua poicao local, como por ser
muito afregnezada e por ter excelentes acoramo-
ces; quem preteoder pule procurar informa-
jfs no armazem de farinba do Sr, Joo Qjirino
de Agnilar.
Hypotheca em predios
Se dir quem d at 23:000*000 rs.
com bypotbecas em caos nesta cidads,
arrabaldes, ou em predi) agricora. ni
ra do Imperador n. 14 segado andar,
das 11 horas da m.nhia a 1 hora da
tarde.
000000 00000 000
N. 589,040
Moflua
Barreiros
Pede-e ao Sr. Francisco MariDho de Barros on
alguem por elle, qne tenha a hernia ie de mandar
roa da Cruz a, 37, concluir o negocio que sua
merc nSo ignora, certo de qae em qnanio o cao
fizer nao ser tirado deste jornal.
------------------------------- ----------.
Pepsina medicinal adocada
O melhor preparado para coaibater to-
das as tiwlestias do estomago. Cada frasco
aconpanbi urna colber de prata, dose que
ee deve Jomar.
Deposito Pharmacia Americana de Ferrei-
ra Maia & C, roa Doque_de Caxias n. 57.
Tintura da China
Para ungir os cabellos, barbas, bigode? e
reijtci-lbej a cr natural, em
i minutos
Entre todo* m preparado* chiroicos desiinadop
i ccIoTlsaeo do eabello, deve a Tintura da Chi-
na, por ana teperioridade, decapar nm dos mals
tiaetos lifaiva. Ella di ao cabello a cor qne
te deaeja, tem o damnifler, mais antas o conser-
va e fortifica.
Deposito ni pbarmacia americana deFer-
t Maia *C rol Docjw rje Caxiai n, 57
Escravo fgido
No da 4 de novembro do anno passado de
1871, ansenton-se da casa do abaixo aswgnado, o
escravo Antonio, mstico, idade 20 anuos, com o
signaes segnintes : alto e secco do corpo, pernas !
e bracos um unto finas,, rosto redondo, olbos:
grandes, dentes mnito porfeitos e bonitos, ps e
raaos regalares, nariz afilado, cabellos crespos, |
agora qae est bufaodo, bom trabaibader de
otaria e consta andar nesta cidade: roga-se as au-
toridades policiaes e capitaes de campo, a na
captura e a entrega-Io ao sen senbor, que se;
bem gratificado.
Aogados, 29 d abril de I87.
Jof Buarque Lisboa.
0
Imperial fabrica
DE
[Rap areia fina da Bjhia|
- DE
Momia & C.
O abaixo assigoado, nnico agente dessa
fabrica, avisa ao publico qne tem aborto
o deposito de dito rap no sen escripto-
rio rna do Viga rio 21, ende as fre-
gxuz-it, encootrarlo empra a quantidade
qoe precisarem.
Rsc K 9 de fcbnl as I72.
m J)oniBfos Alve Malhtas. M
5
TBILHOS URBANOS
DO
Secife Olinda
e Beberibe.
Convindo qne o parecer da eommissao, de exa-
fce de coptae seja apresentado na i* tetsio da as-,
semfcla geral dos senhores accionistas desta com-
paaaia, e nao o podendo ser na sessao marcada
para o da 6, como foi anouneiado, lera lugar essa
seBso no dia 16 de maio crreme, no eecriptorio
da compantia as 10 heras da manba
Recite 1 de maio de 1872.
O !, seereurio,
L. Jos de Miranda
000'000000- 00000
O Dr. Sarment Filho, medico opera- ~k
dor doHospital Pedro II, de volta de sua S
viagem Europa, contina no exereieio
de sna profiao na casa de sna residen-
cia rna do aperador n. 29, 2* an-
dar, onde todos na da* d cnsul as
| da? fi ao meio dia
M AWM'&M'M'-'&MSK'Xkl*
*5* WMwMmmwwwM
nmmwmmm
lula partlcnlnr de laatrnccSu
primara, ra Dlrelta n, 141.
1-' andar. .
O baixo assigoa lo competent-emente habilitado
pela instrueco pul lica desta provincia, avisa ao
respeitavel poblieo e particularmente aos pas de
farmlia, que acaba de abrir nma aula de iostrac-
^Se primaria na rnu Direila n. 141: primeiro an-
dar, ende poder ser procurado ; e desde j se
eoupromeffe a dar o maior adiantamento e luse?
a mocidade que for confiada i sens cuidados;
tendo em seu favor a pratica e metaodo que re-
ceben em um dos melhores collegios da Europa,
onde estudon por ir ais de quatro annos.
Recife, 8 de abril de 1872.
Jostiniano Jos da Costa.
Offereee-se ama pessda habilitad*.que da HaDca
a sua condnta, e sol eiraj'de idade de 40 annos. para
administrado de qcalquer engenho: quem precisar
dirija-se a ra do Rangel n. 51.
500:000
De graiificaco a quem der noticia ceru dos
escravos abaixo mencionados :
Pedro auzenton-ie em 29 de agosto prximo
passado com os signaes segnintes: cabra escaro,
?.lto, reforcado, tem as esoaduas largas e pernas
compridas, estes sismes sao silientes, tem nma
pequea belidia no olhe direito, falla descansada,
levon chapeo de feii.ro preto copa redonda, camisa
de baeta azul.
Liberaliza, auzeuton-se em 28 de agosto do
mesmo anno, esta bastante clara e tem olhos
zoes, eabello amarello, nariz chato, estatura bai-
xa e feia, falla descansada. E' provavel que es-
tes andem amanados, que pois ha razo, porque
fogiram para estarem em completa liberdale,
ambos tem ponco mais ou menos 24 a 23 annos
de idade. Vieram 'do Aracaiy para seren aqui
vendidos. Sao naturaes do Rio-Grande do Norte;
sem duvida ta > de terern mndado os nomes :
qnem destes der noticia certa, receber a gratifi-
cjgao cima, na roa do Barao da Victoria n. 44.
mmmmmmmmm mwmm*
m CONSULTORIO MDICO- %
38 'IRRGICO M
DO DR.
A.A.CYS\EIROnFlll,rAri
A' ra do Imperador n. 42,1* andar
D consultas tod:s os dias das 9 horas
ao meio dia.
Chamados, por escripto e qualquer
hora.
Especialidades : mole: tas do appare-
Ibo respiratorio e circulatorio, lesdes do
ligado e doene;.s dos pantanos.
s
$waa mmmmmm mmmm
CNSUL TORIO HOMEOPATHICO.
no
BR. CASAMOVA
Lajgo da matris. Ja Santo Antonia ti. 2.
Consultas e visitas a toda ahora. Medicamen-
tos e carteras dos melhores fabricantes.
Jos daConceicao Oliveira Figueiredo, esta-
belecido com toja de joias no arco da Conceicao
do Recife, roga aos seus devedores o obsequio de
he pagarem o qne Ihe estao a dever, certas de
que aquelles qne o nao fizerem at o fim do cor
rente mez, obrtga-lo ho a recorrer aos meios ju-
die i aes. Recife t de maio de 1872.____________
Criada portugueza
Offerece se passajem a urna mn'her portugueza
qne qoeira ir para Portagal no fim deste mez em
companbia de ama familia, para cuidar de urna
menina at o Porto : a tratar na rna do Qaeima-
do n. 94, loja das 6 portas.
Precisa-se de ama pessoa para fazer o ser-
vico de fachina: na padaria da roa do Rangel nc-
mero 9.
CASA
Precisa-se alugar nma casa para pequea fami-
lia, as seguintes ras: Soledade, Principe, Proges-
so oa immediacoe.- a tratar na ra do Passeio o.
58.
Alaga se urna, casa na Capanga, multo fres-
ca e com commodos para familia : tratar no
mesmo Injar a ra dis Crionlaa n. 23>
desde'o oltimo de Janeiro deste anno a preta The-
reza, de idade 60 annos, ponco mais oa menos, al
tara regular, secca do corpo, e pelo nso que tem
de vender no taboleiro tolos, verdaras e frtetas
do sitio, tem urna coroa na cibeca, algnms cos-
taras nos bracos e peitos provenientes de erysipe
las, poneos on nehuos dentes na frente, fal'a m
pouco apressada e embarazada, e por co-tum-
q'irsi semrre anda de cachimbo na boc:a, levon
vestido e chale preto pelo luto de sen senhor Ma-
noel Ferreira Antones Villaca, de qnem ella diz a
deixra forra, consta ter andado aqu na Recife e
nos arrabaldes, e n'timamente ter ido para o Rio
Forraoso em companhia de alguma pessoa a titulo
de aow : pede-sea todas ss autoridades policiaes
a capitaes de campo de apprebender e leva-la
roa larga do Rosario o. 42, e entrega-la viuva
do mesmo cima, que se gratificar.
"siulieiro
Com urgencia precia se de um cosinbeiro e um
criado de 12 a 14 annos para servip de mesa,
paga-se bem : :.ratar do- sitio n.- 2 antes da
igreja de S. Jos de Manguinfio.
Alaga-se a l(.ja *da casa da ra de Lomas
Valenlinas a. 55, aDtia Aguas Verdes, a 18^000
mensaes : a tratar na thesouraria d*s loteras.
Casa para
Alaga-e o palacete da
alugar
rna da Aurora n. 32,
pertencente s filhas do fallecido Dr. Dantas : a
tratar oa rna da Imperatdz n. 14, 2* andar.
1
i
Alaga-se o 1 andar do sobrado da rna ee-
troita do Rotarlo n. 12, prefere se escriptorio eo.
eartorio : a fallar o.i loja do mesmo sjbrad\
Escrava
Preiea-se alagar ama ama- sscreva qne saiba c>.
snbar e eogoramar; traase e paga-se bem; rna
de Vigario n. 16,1 andar.
WOFINA
' Olha tile!...
Rof a-se ao Illm. Sr. Ignacio V.eira a Mello, es-
:rivao na cidade de Naiareih desU provincia, o
favor de vir a rna do Imperador n. 18 a conclu'
aquella negocio qne V. S. se comprometten reali-
sar, pela terceira chamada de-jte jornal, em fin
de deiembro prximo passado, e depois para ja
ueiro, passon a teveretro e abril, e nada cumprio
e por este motivo de novo chamado para diu
m ; pois V. S. se deve lembrar qn* este negocie
i de mais de oito annos, e qnando o senhor mi
flho se acbava no es nesta cidade_____________
O Sr. Boaveotor Jos de Castro Azevedo
qne re idio era Macei e actualmente aeba-se oes
la cidade, rogado a vir rna do Amonm o. 37,
escriptorio de Tasso irmaos A C, a negocio, ou
aonnnciar a sna residencia para er procnrado.B
Aluga-se
a'casa terrea sita no pjvoadn denominado Duarte
Coelho em Olinda, qne tem frente de aznlelo com
bastantes commodos para familia, tendo 3 wla, 7
qnartos, cosinha fra, casa para escravos, galli-
nheiro, cacimba, quintal mnrado e porto para o
fundo com terreno at a camba : tratar ccm
Domingas Heoriqne Mafra, no mesmo logar.
Precisa-se alagar ama escrava que saiba
bem cozinhar para cao de pequea familia :
tratar na thesouraria das loteras, rna Primeiro
de Margo n. 6, 1 andar.______________________
Viajante da Victoria
A gndola, viajante da Victoria, encetar a
sua carreira para aquella cidade no dia 9 do cor-
rente, partindo de Jaboaiao as 6 horas da tarde
e voltando no dia 12 as 3 horas da tarde. Os
passageiros que queiram segpir devem partir do
Recife no mnibus das 4 horas da tarde do dia 9.
As passagens 1 ida oa volta serio 8C00 do
Recife a cidade da Victoria.
Os passageiros que qu.z-mem seguir nontro
qnalquer dia devero entender-se no R?c fe com o
proprietano dos mnibus, e na Victoria com o
da mesma gndola.
Todas as quintas-feiras segnir para a mesma
cidade e voliaode nos domingos as mesmas horas
como nos dias 9 e 12 do crrente isto al o se-
gundo anDuncio.
FugM no ais 15 de abril prximo passad o
es;ravo Sebastiao, crir alo, de idade 20 a 22 anuos,
pouco mais ou menos, e-tatura regalar, grosso,
rosto redondo e carnudo, olhos regulares e^rasos,
nao tem barba : pede-se a todas as autoridades
policiaes e capies de campo de o spprehender e
leva-lo no engenho PitimLsito villa do Cabo, a
entregar ao seu senhor Domingos Alves Pereira
Monteiro, ou no Recife ra do V'gari? n. 3, 2*
andar, escriptorio de Manoel Alves Ferreira & C,
qne se gratificar.___________^_^__
."'recisd-se de um caixeiro de 12 a 16 annos
para taberna, portuguez, e qae d conhecimento
de sua conduca, e que tenba pratica : na ra dos
Pires n. 40, taberna nova.
CASA
Alaga-se ama escolente casa de sobrado per-
feitamente asseiada e com acommodaedes para
grande familia : na Ponte de Ucha, junto a pon-
te. Qaem pretender pode dirigir-se ao armazem
n. 5, na e-eadinha da alfandega.
ALUGA-SE
Alaga se o 2, 3a, 4" andar e soio do sobrado
n. 30 da roa do B.m Jesns : amiga roa da Cruz,
ccm commodos para grande familia : tratar no
armazem do dito sebrado das 9 horas do dia as 3
da tarde.
A c-mpanhia Recife Draynage previne aos se-
ohores qne j a ara dos apparelhos que na roa
do Imperador d. 26, e em Cinco Ponas as offl-
cias da corapanhia, acharao caixdes bem cons-
truidos, pintados e arqueados de ferro para o
ajantamento dacisco. Preco i& c da uriK_______
O abaixo assigaado, morador ra da Pal-
ma, com eraprego de carrosa, constando be qae
na outro de igual nome, declara que de boje em
dame se assiguar
Manoel lo de Miranda e Silva.
D. Rita Maria Firmina de
Almeida e D. Mara Fran-
cisca de Almeida Gomes,
viuva e filha de Josqoiro
Lopes de Almeida, mam
dara celebrar algumis ruis-
sas na matriz do Corpo
da manha do dia II do
corrate, primeiro anniversario do fallecimento do
dito marido e pai ; e p ra esse acto de religi > e
caridade, ccnvidam as pessoas de sua amizade,
parentes e amigos qne feram do finado.
^lummiaim mi1!aiaranac
Santo >oias N. 120:000
O Sr. Jos Maria Mendes qneira ter a bondade
de vir a cffkina de Jos Jaciniho Thoraaz, con-
':. Precisa-se de um caixeiro com bastante
pratica de padaria que d conhecroento a sua
conducta : roa da Gua n. 54.
Tasso Irmaos em liquidacao, (atea publico
qae por fallecimento do Sr. Honorato Joseph de
Oliveira Figaeireio tem cessado os poderes de
ama pro cara ci qae tinham dado ao mesmo fina-
do para rtceber judicialmente de varios devedo-
res, e qce necham entro procurador es' hije aa-
torisaJo para proseguir no (6ro seno o lllm. Sr.
ccroael Rodolpho J^o Barata de Almeida e com.'
conste que alguem procara receber os dbitos
que estav&m a cargo daqaelle finado : por meio
deste prciistamos proseguir criminalmente contra
quem quer que fr.
= Affram se alguna terrenos do sitio denoini-
nado Pctatnbo, entre Olinda e Btberibe : a tratar
em Olinda ra da Bicca de S. Pedro Martyr na-
mero '2.___________________________________
Fr?ei?.T-te ccstureiras na casa do Bom Pas-
tor : roa da imperatrz n. 3._________________
?a!iic no da 28 fle Janeiro dcsiH anoo o es-
cravo Lu:, crioaio, de 23 annos de idade, om os
signaes seguales : alto, grosso, ps e mos gros-
sas, cara espiebosa, denles limados e o dedo do
p encostado ao mnimo mais curto que os outros:
roga e aos capitiesde campo on a qualquer au-
toridad de o pegarem e leva-lo ao engeuho Velho
do Cabo, no sitio Jnn jueira, que serio bem gran
licados._________________ '
- Dsela-se failar aos Srs. Bernardo Augusto
Lopes Silva, Jos Ferreira Pefxo'o Magalhaes, Lnlz
Pereira Go;l7es da Cunha e Antonio Gonc^'ve!
Vianna : na roa da Vigario n. 19.
O Sr. Tbeotoow da Silva Vuir, morador
no engecho Saco da freguezia de Ipojnca, tem
urna carta na rna do Vigario n. 19._____________
AOS 6:00(M000
alio i venda o Wixes hilhetcs da lotera di
iana.na essafeJixdf jo.da CoBceico, W4(
wiw no Bacj*.
laga-se
nma casa acabada de fazer no principio da Es-
trada Nova, perto ia ultima estacio des bonds,
tem acccmmoda';5es para nma pequea faroila,
on para rapazes solteiros : tratar no mesmo lu-
gar, primeiro sitio a direita d?pois da primeira
bomba.
Caixeiro
Ajoga-se nma escrava para todo servico de
casa : na rna do Imperador n. 50, 3 andar.
A's autoridades potciaes e aos capitaes de
campo.
Ansenton-se desde o dia 'SO do passado, do so-
brado da raa do Imperador o. 38, o eabra Ma-
noel, cozinheTo, de idade 38 annos, de estatura
baixa, com ponca buba, e com nma cicatriz no
olho direito, cojo cabra foi escravo do Sr. Fran-
cisco Mamede de Almeida e toje de Francisco
Baptista de Almeida, tem mii na Torre e irmaa
ra Sant'Anna, e pelo qne elle dizia saproe-se ter
ido homisiar-se em nm dos engenbos da Escada
doSr. Bario deUtinga, seo antigo senhor velho.
Prctesta-se, po!s. contra qnem o tiver acontado, e
roga-se as ditas autoridades de o appreheader e
levar casa cima, qne ser generosamente re-
compensado.
O abaixoastigoado declara ao cerno do com*
mer:b que veodea sua taberna sita a rna do Ro-
sario da Boa-vista a II ao Sr. Miguel Antonio
Coelho de Almeida : quem se jnlgar cora direito a
mesma, apresei'.e suas conias no praso de tres
dias para serem pagas. Reeife 6 de mus de J872.
Antonio da Costa Telieif >..
AMAS
roa da Cade! n. 6.
Vf*'!i de la sera va, bn
ornbeira e nm*'li^re para en-
gommar e facer o seiicj taierio
de casa de familia, paga-se bem : na i ua da Crol
do Recife n. 42, armazem, ou no Coiredcr da Bis*
po o. 23.________________________________
Precisa se alugar ana roulber
forra oa escrava, para casa e
pequera familia, a tratar aa
Precisa-se de urna ana para cozinhar,
ferindo-se escrava : na rna do Crespo n. 7.
pre-
Independencia n.
Precisa-se de osa ama pa-
ra comprar e coziebar para
ponca familia : na prca da
27 e 29.
n. 20 1* andar.
Precisa-se allogar urna ana
ama para casa de ponca fa-
milia, a rna larga do Rosario
m Precisa se de nma ama para cosi-
nbar e engommar em casa de familia
de daa< pessoa*, a tratar oa rna Nova
de Santa Rita n. 49 e 51 na rna de S. Joao sobra-
do que lem dous lees em cimt do portao de frrro.
m Precisa-se de nma ama para cozi-
nhar e engommar para casa d fa-
milia de daas pessoas : a tratar na
rna Direita o. 3, andar.
ANA
Precisa ss de ama ama para eo:i-
nbar e engonmar: i tratar na roa
do Bom Je-as n. 66. primeiro andar
Precisa-se de ama para an-
sio ha r, fazer as compras e
outros eervicos, para casa de
familia : tratar na ra da Soledade n 34.
%%<*>
Mnj\a
5, segando andar.
Precisa-se de nma ama pa-
ra cosiuhar para casa de pon-
ca familia : raa da Aurora n.
Precisa-!"" ra o servico de urna ca a da
nma p?soi : tratar ni rna
da Cruz n. 18, 3* andar.
Ama engomm deir*
para urna pequea firallia : precisa-se de ;,'..:.:
urna boa engomraodeira livreou escrava e ce Na
conducta : a tratar na rna do Encanttiaeuio a >,
primeiro andar.
Precisase de uma para casa Ce duss
pessoas: na iravesa de S. Pedro n. 4.
AMA
AMA
Precisa-se Je urna ama forra j
captiva, qae compre, cozmhe e tu-
g mme, para caa de ponca famili;. :
na raa le S. Francisco o. 54.
Na rna dos Pires, sobrado o. 26,
piga-se bem a nrm boa ama qne co-
zinhbem, firra ou escrava.
Am de ieite
Precisa- se de orna ama qae tenba bastante iei-
te e seja radia, para criar ama enanca : a tratar
na roa do Bom Je-as, armazem n. 40, on oa Pas-
sabem da Magdalena, largo do tha'arit, segando
sitio a direila, cu n grades e porto de ferro Dic-
tado de preto.
Precisa-se de uma ajia forra on e.
AMA
AMA
Praia n. 38.
Precisa-se de uma ama p ra
casa de meco solieiro : na roa
de Pedro AITooso, amiga rna da
AIIA
Precisa-se de ama prefennoo-
se escrava, p ra casa de poora
famila : rna estreita do Rosa-
rio n. 32, 3 andar.
Ama de leite
Precisa se com brevidade de nma ama de loite
para mimentar ama erianca ; paga-se bem : na
raa estreita do Rosario o. 43, 1* andar.
aodar.
Precisa-se de ama ama na rna do
Rosario Estreita n. 20, primeire
AMA
Precisa-se de ama para lodo o ser-
viro de uma caa de praca familia ;
praca da Independencia n. 27 e29.
AMA
TiO, X andar.
Paga-se bam a ama ama qae 'avr,
engomrne, compro e cozinbe para tres
p9s: AMA
Aliga-se ama ama pa-
ra cozmha, e engomrr.a
com perfeicao, mnito II-
geira e aceiada : a traur
na praca do Conde a'F.j
d. 22.
Precisa-se de uma ama que compre e Coz:-
i!?e para uma casa de pone* familia : na raa do
llora Jess, outr'ora ra da Cruz n. 53, terceiro
andar.
\ \'t A Precisa-se de uma ama que saibatn-
iXiIi.a gnmmar, e entenda slguraa eonta de
cozinha, e mais servidos de casa : na rna da lo-
peratriz n. 80.
Precisase de ama ama para o servico inter-
no e externo de ama casa de ponca familia : a
tratar na rna do Commercio n 44. secando andar.
Precisa-se de nma ama para casa f
familia de daas pessoas na raa do
Apello o. 51, primeiro andar.
Pr ei-a-se de nmaama
de meia Mad*, escrava
oa livre, para ensaboar e
e .'Zinhar em casa de aco-
ca familia: na raa da
Cadeia nova n. 13.
Preecisa se alagar nma ama
ara o servico de tres pessoas :
a roa das Trincbeiras a 44, 1*
AMA
AMAs
f.ndar.
AMA
Na raa do Hespido a. 50, pre-
cisa-se de ama ama qne saina
perfeitamente eozinbar.
ATTENCAO
Anda se contina! a fomecer almoco e jantar
para fra na ra estreita do Rosario sobrado n.
35. As pessoas que quizerem dirijara-se i mesma
casa que se cira os precos : manda-so levar em
casa dos asignint?s e Lz se mais em contado
qae em ou'.ra qialquer parte e lado coa aoek>.
% ravessa da ni
das Crozes n, 2. pri-
meiro andar, di-se di-
nhelro sobre penhores
de ooro, prata e brilhii-
les, seja qoal for i qiian-
tia. Ha mesma casi coi-
pram-se os mesaos me-
taes e podras.
IKI4NDM
DO
Divino Espirito Santo
Teado principio sexta-feira 10 4t carraalra
noveoas do nosso Divino Padroeiro,
Precisa-se de nm caixeiro para laberaa, com
idade de 12 a 14 annos, e qae d conbecimento de
san conducta : a tratar no pateo de S. Pedro na
mero L
COSli\HEIRA
Precisa-se de nma perfota fosinheira para casa
estrangaira : tratar na rna do CMMpercio o. 16,
escriptorio Jo corrector Stepple, on o Passsgem
da Magdalena! sitio de Heoriqne OettN.
nossos irmios eompareerom en noaw ajtrrb na
indicado dia. e os de mais a seguir, patea I Mrai
da tarde, para asslstirem ao reJardo l
tambera a todas aa pessoas qne torea
afectaos para serem vestidas as
atafiMf, qne venkam dar seni nemes aa eaaa do
oasao< irmlo ex-jult Antonio Angasto das SaajN
Porto, .na praca da fndefeoaeacia, alai ia ana
darem r.ivdas de (atara.
Secretan,'* da irmandade 6 as maia ia IBTt;
Oaaerivia.
Antones Gojasariesv
>


sae
Dai m **rnaml>iic Sexta fera 10 de Mao d 1872
._ .ir_______/.
Rui DO BRUM X 52
(Passando o chafarz)
Annuncia aos senhores, de engenhoa que por falta d'agua
ou mortes de animaes nao possam tirar suas safras, que est
prompto a assentar rapores dentro em 8 dias do pedido applican-
do elles as moendas ja existentes.
Teta em deposito variado sortimenlo de
MOTORES PARA DESGAftOQAR aLGODaO
A vapor, agua ou animaes
inclusve alguns que nao precisam de obra ajguma de carapina
pelo que podem* funccionar logo que cheguem ao lugar.
FORMAS PARA ASSCAR
Aquelles propiietarios que quizerem formas podem desde
j fazer suas encommendas, pois a casatm em viagem e j
chegado numero suficiente para suprir atod<>squantos queiram.
MAGH1RISH0S DIVERSOS
fiesta fabrica ha deposito de todos os aiach'.nismos empreados
na provincia, e accea-se encommendas para fazer, vir qual-
r(aer machinismo a vontade do cliente,
" AVISO IMPORTANTE ""
Os assgora-ics, contra risco de ogo &a mpanhia ngieza
SSo prevenidos que a agencia tiesta cnpanhia acba-se transferida aos Srs.
S. I Jobnsten & C.
W. G, Penndlj,
38. Toa do Comaercio, pritsfciro andar
tfOtfO ARMAZEM DE FAZENDAS
COM
GRANDE OFFICINA DE ALFAATE
Dirigida pelo bem conheckk e dftincto mestre
L4US14NO JOS DE BARROS
Ra do Mrquez de Olinda n. 40
Frederico Pinto < C. acabam de abrir e?te nevo estabelecraaento e psdem a
reqneeciado respfiitavel pnblice que encontrara completo e sempre renovado sertimen-
to de pannos, miras pretas de cores as mais mordenas da Europa, velludas, gor-
gnroes, merinos, alpacas, brins-de todas as eres e qtKlidades. Na mesmo ha completo
e variado soraeoto de fazeedes franeexas, ingezas, aUemes, suissas e baoibtiitraezas, e
todas se vendem.-pGr precos mdicos, afina de acredtese este novo ajazem.
Samad Power Johus-
I Ra do Apollo n. 38 e 40
PSo especial.
Pao especial e pao corsroam todos os dias s i
horas da tarde, endo de farioha especia! e o
mais bem irabalhado pos-ivel : na raa de Gerva-
sio Pires n. 45, D0Va padaria americana.
Maooel Ignacio dos Santos Peiiol", declara
so respeiuvel publico e com especialidade ao cor-
po do commerrio que lem Ju-to e contratado com
) Sr. Manoel Bzerra dos Santos a armago da
casa sita na Ladeira do Varadoaro a. 28 : quera
se jalgar com direito a me?ma dirija-se a raa de
S. teoto, taberna do Sr. Jos Hygioo Mcoieiro no
prazo de tres dias.
O inda, 1 de roaio de 4874.
Caruar
Tsso Irmaos em liquilacSo precisam fallar a
Sr. Dr. Antonio Buarqne de Lima, oo sea corres
pondente nesta prac,: amado Araortmn. 37.
Casa.
Aloga-se o- i* anJar da easa sita rea do Vi-
gario n. 5, tenlo o duo andar eommodos para fa-
milia, e tambem erve para escriptorlo : a tratar
na iravessa do Girpo Santo n. 55, *rraazm.
Corluhelro
Precisa se de um cozinheiro : a tratar no becco
da Boia n 8.
Parreiras
Sapotizeiros
Larangeiivs
Abacatizeiros
e ontraa tsaitas qnalidades de arvores fructfe-
ras, e ootras pira adornar mas e ardas ; como
sejam as bellas qualidade de aca;ia<, cedros, pal-
metras imperiae?", e de ontras qnalidades; recora-
jnenda se a qnern precisar de uranias coohecidas
por palmeras do leqne que eslo a acabarem se.
Nao preciso dizer qnaoto ao acondicionamento
das arvores visto estar sabido que no sitio do
abrigo ha capricho, assim como manda-se levar
aos tres bairroa do Recite livre de qualquer esti-
pendio : tratar era Olioda, no filio do Abrigo,
com estacio teixeira Lipes. Ha tambera grande
sorlimento fie ps e sement de fl>re?.________
Preciza-se.
Para pequea famil'a singar um sitio na soledade
ou na estrada do arreial e que flqae junto de
aigoma estaca > da v.a frrea a tratar no largo do
Corno Santo n. 19 1. apdar.
Armazem de deposito
P.ecebem-se em deposito volnmes de Prendas on
qualquer ouiro genero a prf co muito mdico : a
tratar oa ra do Commereio n. 48.
E
j
l'm ofDcial de ariilharia do excrcito portuguez,
natural de Lisboa, na or de .'lo annos, de ba con-
ducta tanlo moral corro civil, bacharel em scien-
cias mathematicas, c cngciihanas, tendo servido 7
annoa como engenheiro do ministerio das.Obras
Publicas, drgindo ou coadjuvando importantes
obras, tees que ponte.*, estradas etc. em Lisboa,
Santarem, Coimbra, Faro,* sempre com louvor, e
realisado a construcc/o de obras notaveis para
particulares, casas de Mizericordia e Cmaras Mu-
meipaes, ha vendo percorrido lodo o reino no exame
das pravas de guerra, arsenaas e fabricas do go-
verno, desoja vir para o Br. zil, caso encontr van-
tajosp emprego para qualquer empreza ou com-
panhias, eu mesmo como engenheiro de qualquer
provincia, cmara munipal ou outra qualquer
corporicao. O Dr. Manoel de Pigueira Paria, na
typographia do Diario de Pera mbuco encarrega-
se de acceitar qua'quer proposta e dar mais alguns
csclarcrimenio*.
gratioa-S8
No da 27 de abril prox;mj pas ado, fagio do
sitio do sea sechor, do Giqni, freguezia dos Aflo-
jados a escrava negra de nome Mara, tendo con-
dnzido bastante ronpa incluindo para sea uso um
pao preto fino da Cesta e tcndJ os slgnaes se-
gnin es: MIHTO GORDA, rosto peqoeno, bastan-
tes cabellos brancs, jnlga-se qie passeia do Gi-
qui a'.e Jjboaiao. portanto rfcomraenda-se as au-
toridades i'Olic: es oa a quem caeduzr a > sea
respectivo dooo.na raa do Rangel n. 61, que se-
r generosamente recompensado.
VrNDAS.
nico doprsito em Pernambuco dos chara-
tos G. Schnorbusch da Bahia, no escriptorlo de
Cucha & Manta : venda se de todas as marcas.
por precos e-Ubele:idos, e em porcao de 5,000
para cima se dar descont : na ra do Marqaez
de Qlinda n. 40.
Copeiro.
Vende se um maje que de idade de 19 annos
sadio, de todo servicoh e especialmente bom- ce-
peiro : tratase na raa Duqne de Canas n. 34. i'
andar, sala da frentti.
Vende se
saceos de 20
Goerri.
fancha maiio
caas por 51
boa da ierra em
no armazem de
,\ao ha mais cabellos broncos
Tlnturaa .lapoucia
S e nniea approvada pelas acadeaias de scien-
cia, reconhecida superior a toda que tem appare-
cido at h je. Deposito principal roa da Cideia
do Recite boje Mrquez de Olinda n. 51, 1 andar
e e.m todas as botica- e casas de cabelleireiro.
Predios.
Roa do Bario da Victoria
!. 7-0atr'ora ra Novv_N. 7
Sempre novos sortimentcs
Calqado francez.
Botinas para homens, bom bezefro pellica, :or-
davio vaqueta e panno, duraque com biqueira d<
vernir, pellica com biqueira de verniz, bizerro f
pellica com ilhoses e com betoe?. tan:o dos fabri-
cantes Suzer como de Polak.
Botas rassianas, meias botas, perneiras e melas
p- riit-ira? para montara,
Sapatos de vaqueta de verniz com scla de ma-
deira, proprios para os sitios, jar lins e banhos,
tanlo para entura como para homem.
Sapatos de borracha para homem, sennora e me-
nino.
Botinas e abotinados de muitas qnalidades e pre-
ces para mer.nzs a meninos.
Sapatos de verniz, cliarlat, cazemira, tapete^
av:lludatfos e de tranca, francezts e po'tcguezes.
Perfumaras
Finos extractos, baDhas. cosmeticos, leos, opia-
:as, e poses dentifrices, agua de flort-s de laranja,
agua de cclogne, .livina, florida, lavande, e dt
tuilet, tintura para barba e cabello, pos de arroz,
bonetes, a maito: rtigos delicados, com Iras
quinbos de extractos, ludo de pr^meira quali-
dade dos bem coabcidos fabricantes, Pivr e Con
dray.
Quinqilharias
Vende-se os predios na Camba do Carmo n. 2,
ra das Flores o. I, travessa da mesma n. i, e
ama mei-agua na praca da Concordia n.' 2 : a
tratar com Jos Igo.cio de Avlla ra nova de
Santa Rita, serrara a vaprr.
IIOTI
Na pharma:ia americana a raa Daqae de Ca-
xias n. 57. prcisa-se de am rfflcisl cot praca.
Peae-se aos devedores da toja de calcado n
37 da ma do tvvraraento, pertencente ao Sr. Fer-
reir lunirr, que venham pagar os seas dbitos
quanto antes, do contrario serao chamados a juizo.
Bilancas ecimaes
Me reir Dias, avisa a seus freguezes que j re-
ceben as balanzas deciraaes de tor?a de 360,. S00
e 1000 libras tendo as nliimas rodas de ferro :
vende em sea armazem a ma da Croz n. 26.
Basar Victoria
Amaral, Nabnco A C, vendem :
Chapelinas para senhoras, enfeitada3 cern gosto
e asseio.
Chapees de pa lados com elegancia.
Complete sortimento de espelhos, perfamarias e
fl-jres para noivas, chapeos e calcja.
Rieas estampas a fumo e coloridas de Imgens e
paysagem. etc, etc.
Cachimbos de verdadeira espuma.
Tapetes de velludo, de carneiro e de cocj de di-
versos tamanaos.
Estojos para barba proprios para viagem.
Gol alias epunhos bordados e arrendados.
Tesouras para unbas, costara, abrir casas e jar-
dim, do conhecido fabricante Joseph. Rodgers.
Bstojos nara crochet do mesmo fabricante.
E mnitos ontros oljocos de gosto proprios para
fazer-*e presente.
ira RA DO BARO DA VICTORIA N. .
<2S&
Faz scieate aos seas freguezes qae*eem
madtdo o -sea deposita de maehlnas va-
por, noeedas e taxas da muito acreditada
fabrica de LowMoor para ra do Apolle a.
38 e 40, onde continan).* ter e mesmo sor-
limeeto do cosame.
Faem .;.-ienie tambora qce teem feito u arraojo cora a fundicio^eral, pelo dera machici-rreo e mesmo garan lo.
S
Apojrelbo para fabricar assaear, da systeraa.
WESTOJJ CENTREFWAL
nicos agentes em PraarobacoA fundico.geral.
Para tratar em sea ecfjpiorio a roa do Apollo o! 38 a iO.
Os preprietarios da fsndicao geralfa?em
scieotee aos sen/aores ecgenho mais-
pessoas, ^ne teem estabek?cido urna f:indi-
co-de'Terro e brouze-< Tua do Bruro, jan- *5r
to a e^tacao dos boni?, onde aprobara "^
qualquer ibra de eccoementa cera prfei- ;Tx.r
tjao e:promp:id. /
Os mesmos rogara pessoas que qoei- ^^v^.
ram Btilisar se de seus eerviros de deixa- yjfc.
rem as encommenJas en casa dos Srs. a- '3-
rauel Pi;wer Jobastuu fe (1 a rea do Apol- >S^
lo n. 38 e 40, oode acharao pessoa btbili- "gS
I tada eom quem pessara -?'.en?r-se. "lS^
m
Rogarse as pe-sQ3s que esli devendo con-
ta4e IWiYt eitincia Arma de Cbrystiani & Ir-
mjit, hf je i. nh'rystiaoi, de virem pagar os sens
defeijoa p4ra e*ifar jae sejam eficomroodtios por
ea-xetros i porta. wsrao algans que te azem
esqueeidos; do contrario ver-se-ha obrigado a
fazer ama relaco' destes para serem
pe" jarnaei. ________^____
chimados
Atten^o,
O abaixo acaigndo- veide o tea oome teste
Diario para ir a roa do Imperador b S8 pela
qaamia de WtfO, e como ignora qcem seja esse
eredor, ple appareeer ai .Apipueot aoodo o
mesmo stabelicldoba muitos annos.
- Joai Machado Brando.
Alaga ae am tino na travisa de S. /oio oa
Estrada d'Agaa.Fria, com eommoJos para wqna-
DA fami fa; & tratar com a 3ra. D. Mara Mfda
Jaoa flaNnirias na ma da Goia n. 30, no Recite.
Jlo largo" do Forte d Jatlto p, 11, boteqnim,
pt "^#a-e de o coiiirheiro.
Hospital Portuguez de Beneficen-
cia em Pernambnco. *
Tendo este hospital de adrnittir am escriptuM*
rio para os tr;balbos lia secretarla, sSo ecnvidad'os
o pretenderles a eotKkrem-se com o abaixo
aaaigoado para cbterera ct esclareeimenloa res-
pectivos e poderem bazejr a suas propostas, que
terio de ser apreciadas e jaiataas em sessao da
Janta administrativa.-
Hopiial pjrtug'uez de BeufbeBC.'a ero Percara-
inca 6 de malo de J871
Luiz Daprat.
Secreiario,
Fogio di roa ao Hospicio n. 5i, oa
foi furtado, um cao deraca de Terra Nova,
muito oovo, e preto, tendo o cabello com*
prdq e crespo : qcem dtlie dr' noticia
exacta ou reslitoi-jo p?r recempeesado.
Do engenho Sete flancho', fregaezia da Escad,
1ermo da cidade da Victoria da priviicia de Per-
aambaco.'fugiram os escravos segutotes :
Eod dias Ue ontubro 1e <^>," o escravo Luix,
crtonlo, de idade de 30 annos mais oa menos, ai*
tura regular, de bro cerp;, cor praia, tem pa pelo rosio. denles limados, bem frito fie pese
mos, perna3 grossas, pouca barba, muito ladino,
e arr.fac.ad i do a-raathiei, foi comprado aa ci-
da-le do Rec.fe ao portugoec o Sr. Antonio los
Vieira- de Scuz3.
No da 4 de fevereiro de 1*68, o escravo cabra
!e nome Leiz IgDacio. de idade 38 annos, mais on
menos, altura alguma coasa mais que regalar,
cheio do cojpo, imal-ado, olhos pequeos, nariz
afilado, cara oexigosa. ppTaas .grossas, bem feito
de p?. u(k. meio cremelo, cabellos de negro,
mas nifio s4ito, anda com es ps um tanto para
leniro, YU.gro-sa, detrtee limados, tem um ca-
lombo na p esqaerda, chama-se Lb:, mas o
tratara per ignacio, 11--.-. u um cavallo alaa&o eom
cangaiha ; comprado a eitade do Recite ao por-
ugu.-z o^Sr. Antonio,Jos.V-ioira deSoaza.
So domingo dia de Pasohoa de 1870, a -ec-crava
5ita, cabra, di idade d 29aanos, mais oa menos,
Je bom corpo, altura baixa, iemalmada, pertos re-
..jalares, bem.parecida, roto curto, bocea peqoe-
:.-. tem ama -barroquiaia naural no queixo, deo-
jsoeha, cabdllaf-ichaim, aa ab-rir de ladj o cabel-
lo e o uao t-.m amarradu, c-js grande?, paaos
pelo rosto ; comprada na ridae do rtecife ao por-
..ag.cez o Sr. Anonio Jos .Viaira de Sodzp.
.Em dias de rbril de 187!, o-cscravo Joa, crk?n-
lo, ie iiad*ii<. annos, omm ou meaos, altura
rflfft'sr, cor treta. stc:o do ia, eu:e limados, vesgo de aui dos olbo--, enteo-
te de c.vinha e -da engcmmsdo, tem rcai ou p-
renle aa cidade 4e Olioda, mte star acontado ;
comp^do na cidide do Recife &> Sr. Jovino Ban-
deira.
,No dia 9 de ata! dest crrente anno de 1872,
o rcfivj Tbomaz, crioulo. de idade de 40 aonu,
oatis ou minos, alara regular, corpolento, cor
fula, calvo, barbad^ j pintando na-barba, penas
abadab, pernas grossas. espadado, muito can
tador. Jalla descantada, ps apalheiados, poacas
pintts !e ir-xiga no rosto ; comprado na cidade
do Rts:fea# porlogaeto Sr. Antoio ot Vieira
de Sonza.
So mesms dia 9 de airil desie corrale anno de
I87i, o es*rao Joo. nos, rcaig ou menos, de t*a altara, cor bn fcla,
earu>ma baria, denles nados, olhos empapaca-
)9, enteode.$ ;uco de ler, {alia grossa. cansador,
i;i mai no o^ar de Urtiga, fregaezia de Grava
Li .cjmprado s Miguel de u, morador no mesmo
Iq^ar. Rcgav*^p i?, a todo.os seohores eapites
de campo oa qualquer pes>oa qua pmsa appre-
h6^dolos, levjB-l.M no dito tegoabo Sete Ranchas,
;ce .pir cada um escravo serao generosameiHa
gratificad w.
(Josinhei'o
Alaga-se um par feito eoainheir para hotel,
oa casa particular: i .tratar a ra i. Baro da
Victoria b, fi. _________________
tosaio^ama
De recente gado esta praca, con dtino
para a Earopa, preprietar do cosm jrarrj, cf-
tfnre:ido venda t-.m aviso por ene mesmo jornal,
disde eise da etuSa ao exaros dos qae qaizerem
fater acqaistcao do msem : na roa Daque de Ca-
Xli b. 117.
Fines artigos de Pars, de drlerentes gostos *
pbantasia, comq sejam os segtiintes:
Leqaes para senhoras e meninas,
Luvas de pellica e de fio de' Escocia.
E--pelhos difireme,-para 'ala e gabinete.
ViJros ava sos para espelhos.
Cariabas d costara ornada com mostea.
Aibuas e qaadrinnes paro retratos.
Diversas coras 5e onro Je lei.
Correntes de plaqu para relrgios.
Bolcinbas e>cofres de seda e-de velludo.
Diversos objectos de pbantasia para loilet
Pencio.-'Z, oculos e beogalias de luso.
Chicotes e beng'allas de baleia, canna e Janeo.
Ponteiras de es*putiTa para charutos e cigarro?.
Escovas para cabellos, ronpa, dntes e unbas.
Pent s de marfirn qiui'o finos, para caspas.
Ditos diferentes para cabeilo e barba".
Carteiras para notas e para diobeiro.
Malas, belcas e saecos de viagem.
Gaiolas de rame para passarii-bos.
Veoezianag transparentes para janeas.
Abat-jours transparentes nara candieires.
Mamadeiras de dar'Ieile mu fcil as trianeai.
Tiras de moldaras douradas para quadros.
Ricos qnsflrcs ja proraptos com paMgens.
Esumpas.de santo?, cidades e pnaoiazas.
Esterirscopo e costeera^as c^m ricas vistas.
Obiectos ae mgicas para eniretenmcnt^.
Machinas da ditlarentes systemas para ci.
Berros de vimes para erotalar criancas.
Cestohis para meninas de escola,
logo?, de dama, domin, bagatela e da gloria.
Campanhias de molas para chamar criados.
Realejos, acccrdicu?, vidros avuls: para c-^s
morama e <.u;r.,= muitas aaiigos de qoipqui-
Ibarias difflceis de menclooar.
Srinquedos
Para criancas,
O maioi sorlimento qne se pode desear de ".oda
sorte de brinqnedos fabricados em diversos paizes
da Europa para entretenimento d:s msn'cos.
.Rival snu r>gruido
Roa Dotjoe rle'Caixia n. Pl, loja de mic-
Jezas de J) Igodii.bo ronint a vender
[i 'o quaiito tem em stu tsUbdecimemo
pelos prreos abaixo declaredcs, a saber :
libras de laa p?ra bordados dJ(.C0
C'ii-s com superioies gram- .
pos fratcezci a rs. CO
Talberes para mcniiios a i'iO
rs. e 4C0
Libras d li hi de noveJIo de
a. 80 120 a l#';GO
Le3(0! decas?a com barra a rs lOO
Varas d-, franja branci para
'.oalbas a i. IH
Duzia de neias finas para se-
aboras a ldu'K-0
Masso de paulo srgen n;- a rs. i<>
Navilba fazenla superior a i#H/J
Caixas c<>m penaas d'aco a r.
320, 410 e -r; 0
Caixas com papel amizade a rs. 7o.)
Dita, dita, dita beira doura-
la a rs. <%0
Caixas com envelopes a rs.
500, (100 e MI
Pessas de fita para coz cem i O
varas a rs. 40
Duzia de linba frouxa para tor
Jar a rs. 4C0 e CO
BaralhoS francaes moilo fi-
aos a rs. tio
Dit's <%e beira dd\ir
Duzia de ?giiinas paa aiaihi-
aa a 25000
Libra de pregos francezrs a rs 210
Resmas de papel brrro M a .'l-lK)
Dits, ditas pautad.) a \'X ')
Duzias de noobetec il;;:o fi-
aos a rs. T'-*3
Draia de lii ha de carriel
Aiix.i.dre a
fjrota de bo.es madreperola
i rs.
Carles de jinha branca t pre-
la a rs.
muito fian para
Thescnras
ithas a rs.
Groza de b'.ifes de Icofa
i rs.
t'tres Je sapatos de Ci-t#t>
para meninos a
Cixas com i parts re
agulbas fundo douraJo a r>.
Frascos de oleo Oriza s p -
rior qualidade a
C-ixas de folba cem pal tos
le vtlla a rs.
Pescas de Cta de 13' pa-a de-
bruin de t das as tres a rs.
Pess?s de fita bucea elstica
pata d'brtim a rs.
I 000
. m
300
no
i.)
Itt
O i
320
500
Pretjos,
Raa do Gmpo n.'SO alpacas mercladas com bar-
ras a 300 rs. o covaao dita lisa de uda a cores
a O rs. o covado grande pechiacha leja de
Gailfaerme C da Cuaba & C,
"Superior chocolate.
De ledas as roatidades al; i libra I I no
mazem Fidelidad?, ra do Imperador o. IV.
ar-
Urna encllente escrava, bonita dgara, moga
(28 annos) e sem vicin, est a venda a roa do
Carnario n. 3. E' perita engnm.radeira, e emen-
de de todo o servico. Pode se tratar todos os das
de 7 horas ao rrlo dia.
Attenpao
oOO rs. o cenro de sebollas novas de Lisboa
na roa da Mo^da n. 39, Recir<>.
VENUE-SE
Retalba se nm terreno na estrada de lelo de
Barros por barato prego : tratar oa praca Inde-
pendencia n. 39
Carrinho ameriCdno,
Vende-e nm carrinho ameri:ano cora 1 rodas..
i asaento?, langa pirra do-as cavallo?, arre:c3 e
vara' para ora. Est era perfeim estado e pintad u
de oovo. -l}aem pretender pJe dirigir-se ao caf
Imperalrit, qws achara pestoa competente para
mostrar e tratar do negocio.
58500
A pega de algoaao azul avariado eom 56 cova-
dos a 31500 a peca, de graca : na ra do Cres-
fte-D,-SO, loja do Guilherroe C da Cunha & C.
R^p fio Princesa
A'ik'j* da ma Primeiro de Margo o. 3, da viu-
va Gar..i:erme da Silva Gnimares & C, acaba de
chega^p afamado Rap fino Princez da fabrica
de Lisboa, o qnal maito se recoameada pela sua
excellente qualidade ; para elle chamamos a at-
tengao 4.o Srs. eoosnmiJores; adverando-Ihes
qne, so aos os depositar:"? nesta cidade e que tan:-
bem eeotinusmes a vender o rap qne designa-
do pelo ltalo de
Piincepe Alberto.
Vende-se
Daas vaecas mailo novi e g rd;s. amb.s pre
nhos; para tratar na rus Thom de Sonza n. 4.
oa na ra da Roda o. 15, e para velas no viva
ro do Muniz, as Cinco Ponta?.
Em vtNcde de novas ordens drs fabricante,
vende-se redo pregos baratissimos : co arrra-
zem do vapor francez, ra o Barao da
ria. onlr'ora ra Nova ntmerc 7.
.T.-'o
Feoes a Uoca-mbi.-le,
Reslmeeta sio engragados esse? pedes frge-
Dho?a edisirabe mui'.o esla nova Ujvwcao : : aa
Mgnolia a ra Dnqoe de Canias o. i?.___________
=* N. 18 ra da Cruz, r aO-iar, ren gru ic-
glezes, vnl. s de enCommenda ; ba pceos dt-
resto.
Vende-se o sitio si:o na trave-.-a dos Rerredi')?,
freguezia dos ArTogados n 31, hoje becco da tra-
vessa dos Reoietics o. 18, era clj> proprios :
quera o p'reieier ectada-se com o sea propie-
tario no sobr3do da ru de S. Pranc ;o de:a ci-
dade n. 10.
m\ m\mm.
Bonttos pofts tn-jnets.
Linissimes Seques de maroperola tco!l! n-
teirarrente novo*.
Cortinadcs bordados.
Camisas btriadas para LmtF,
Finas rceiis de seda para seobor?,
A Nova Esperatca auem :tm 1
DESAPPAREC-AM AS SALDAS
A Nova Espernga a ra do Duqoe de Caxias
63, acaba de irt-ctbtr o bem CGLhecde le:t
A A
A-maz.-m do Campos
28Ra do Irrperador8
Venham ver, se he^um ter,
Do Can pos a gcral fama,
Fiquem cer:os, (iiuem qutio?,
Sai c graga, cao trama I
" P se venlo t se c raendo
D.s generes que o C*S pos tem :
Seus sabore, seas ti *,
E' qae se |d ver t..
"cu mostrar, manfe-isr,
O que a loloi dito u hh'-,
Com a? pr.va?, a??' garliosa?,
Que ao pabitco dor luje ww*.
Antea que coraego d,
. r> i go- rs o? l me alttaeirf.s,.
luz r viiiic qv. ca vista tenbo:
V.nder tent a lrheiro I
De-ta ver: buta-hrcha, qi-ij-.) irgMt,
Clii, ir.aiiieiga, fino vinho ;
!De caja dief, airi'? mo,
Presonio*, paios, looei li1.
Peixe em Lt.*, friJJh, batata,
Fructas, '.'.' ?, :r rmelada,
Liiitlha, licite?, errilba?,
E m Ihignii dffjdda I
Moido caf, cbarutof, r*;,
Qae'jos de Minas, prato e hv.o,
auha azoite e erp latas lei:e,
Aleiiia, ''.les? e tora vacan i?.
De t.irii,- iri"->, mate,
S-rdi.ha?. -:. aasd'Elvas,
Cervfja, arneudcat, cereja,
- L'gtirres e tve! em corvai-
. Dst3 alem, ten<"> ur bom
| Sorlimento, tspteaiido, bella,
Qoe por tener n.issantt ?er,
jenci;s^r hoje nao qnero.
S de> j mj alaiejo,
Vt'ffi i'J.s i mprarem,
T \~ f >rt:to agradar tanto
Q\i .-.:_ o-d Lio de flcareni i
Vcnhaa.-ii ;-v!i kafc c
Geaer s de laolct rtbi2;'j
Q-ie igtriu d'.lfci', ttrbi-i
Sdehina de costura
. Vende-se ama raach'na de castura de Snger,
de.doua poapecto, em bor estado : na raa da lm-
peratrizo. 63, loja da miadezas.
Vende-fe am bom oa vallo udadtir e corlo
qaem (auer dirij^-se i ra do CalJeiPiro n
COMPRAS.
onjpra-se ^plices da aivtda provincia!
na raa Nova o. ^3. loja.
(Jompa-se
tragas novos asados: na ra do Impera
der n. i8, arroazein.
moedas de ouro e prala na loja da raa do Mar-
quez de Olinda P. 58.
ompra-se 3 pares de cxiIjos pira
portas de sallas, sendo de imarello, coros,
oa com algom aso: tratar oa roagdo luir*
tjiiez de Olioda. loja de ferrageas n. 4i,
Gempra-sa rm e.-cravo que eol^nda de pla
tacCei; na roa plraita. o. 93, ^ acia/.'
Veoa-ae ama esa ttrre na :u< dj Amp
ro em ornda, terrena proprio. lera 3 qusrtos : a
traiar na roa de S. Jure n. 88.
Vende-^e farinba maito E~a da terr^ toi
sacr.oa de 20 cuias por POOO : ca irmazem de
Guerra.
Cavallo
Vecde-se nm Irado cavallo ailar e muito
bom de carro e cabriokt : tratar na ra Nova
n. 45, lija.________
Vende-se por eemmodo prego a pequeaa
casr da rna do Atecrim o. 9 : tratar ni ra do
Hospicio n. 5.
Telhas 'Je zrnco
Na cidade de 0: nda, casa anreia, junto ao
Sraicarn.veade-se telhas de zlow, novas e com
u palmos de comprimenu, pelo mesmo prego or
qne se compra no Rec.fe.
tem viado ao meacade, a ellas antes que se ac
teto.
Noticia proveitosa
Apezar de baverfm muiloj eslabelciment-5. d6
tntdas e contlnuarera a apparecerera nalrcs mui-
tos, nao poiem conseguir receberem cbjectot
guaes aos da NOVA ESPERANZA, pois q-.e
queslao j decidida, o bem gosto "de seus cerres-
pendentes e elegancia de seus objeclo?, tanto qne
qnando qualquer senbnra per mjis caprichosa
que seja, quando quer-cu prci?a dar expan-
o sf u ocio gosto, d nm passcio a NOVA BPE-
RANC.\ ende tem a certeza de en:cn.rar o gue
dezeja e per prego razcavel; a NOVA ESPERAN
CA tanto majs augmenta o numero de seas fre
guezes aos quaes se eonfessa agradecido, quanf-
mais etterga e era corre.-ponder esta preferencia
tendo sempre em vis.aijfeMur o til ao >grada
vil, itto o bom por x-uco preg/: i?to ?c ?e v na
Xova Etptracca, i ai de Duque de Cara cu
mero 60.
Attendam
JlOtO
IXOOl
IAJOO
1*0-'J
Oa
boa seda e cera nd.s
eofeites qne dizeos
ntas vetes vamos um
n-Jo vistt'cdc
eni-os, porm cctnUat
com Bco, e pena um ys
,ido perdida, porque ? por falta de dar era pas-
eio a NOVA EsPERaNCA e corar-rar ffeite;
aue sejam adecuad.: afazeod: qaantas ve:-s sen-
tiraos essapr de iijom lengo aromas eyjiivo; e
porque ? por tao ebegarera a NOVA ESPERAN
CA e compraren] stas extractos j :&o abrekl*;
oatotas f,essca co gs.Mara co ifnhefro e 'ir
uisso n'cra de'gottosss ? por nao compraren :t-
NOVA
. ..BOJ
e raais. e.egante La co 'mr:c, e a\i p.r 1*1
iVrma eooheeidl a NOVA ESPERANZA que uu:.c-
do em qaalqaer reuuo se <- ura toci.o ct-.''.e..
am lago, um coque moderno e cem rajirafa.
quaedo te sent ecapaz de algura lenco agrada-
ve' sroma, qaanJo se v finalmente cualjner coa
:a xique, ningrtfm msis pergobte d'ccflc F?i ct
t Velo, caa um rejpcoJe cu d'z ccm-lg.
isto foi da KvVA ESPERANCA ra Dnqt de
Cxias n. 60.
uicav um uc-|SJiiujs i por ano correr, ere .
?eS!.?a$ ihii! saliffas. P" cao hlren a NO'
SsPERANCA onde nconiriraa o que de meit
Aqo de Miio
Vinde-se
a easa V Rab S*m po 9a*io o. 13. r -
Caixas vasias
A NOVA ESPERA.Ng.A roa dq Duque dt Ca
tas n. 60, acaba de receber ara lindo seriimealo
Je caixiahas visiss, ecdo de muitos umtwi
moldes, tendo com e?pelhos,e fem eilt?, prcuriti.
para jotas, cuitara oa buira quslqner j^afa ; a
Nova peranca qaem tea.
AHraiMj para retratos
.1 NOVA ESPERANCA raa do Daqae de Ca-
xiasn.60, recebes bonjicrlHeniodeAibci-:oo
imnaieae sem ellas.
inscripgiM as lampas, e ptr baratos SVffos, a
r;:a 1* da Maigo n. ti, l* andar.
Per fu mar tai finas:
Pomada alpacp, vaso grande
Ditai rruit' lha era lata da ataii de laVl
Ditas dita mais pequeas
Oieo ori?a superior qualidade, fraco
Dito da sccieJade Oygienica, dito
Diio bjbo?a, frasee grande
Um grande e bello sorlimsoto de ptrlamana:
francetas-e ing'eza?, qne ludo ?e vendd por arte s
rtui raz3aveis a ra l dr Margj o II, andar.
Obra? de cabellos :
As Exmas. Srs. encontrara Matare nm bel!)
sorf-meote de-coq'Jes.caihipainoa e traegas, e li p...
tes. era <6 a venda corro para a.'ugar : oa ra l*
de Margo n. U, 1 anj.-.r.________
Gi\nues de ph^plutto de
cal de Men^eJ
Mdi:amento di-I oa? doenga dos otte* dia-
rhea? crnicas e diabetes (Racbitimo e exclleo'e
fortifleador.
" DEPOSITO GERAL
>a ?barraa:ia e drogara de Rartbolomeu C
raa larga d: R>sario n. 31.
Xnrope de fgiOs dePai
Preparado por B^rth-.-loosea 4 C.
Ant-fi" e ccnccitudu medicamesto para a Cira
das m e:>!i d s or^s lefpiriUli* tino .
phli-ica, brODchrs, art'm, etc., e anda applica-
i) cem opt.mcs re.'u't:dos ni eerbutn.
DEPOSITO CB^.IL
Napbarraacia e drogara i rna Lrga 4o Hit*fo
curr..i:o 31.
Contra o >lieumalismo
Irnp'.astro r!o honjero pubre
__ Ese impiatro que ni Inglattrra Km mererid.
:ao granie a-:o!h!racn*.-> considerado infall.vtl
"ara a cara da; dorts iheumatica,
DEOSITO GERAL
.Ni f-harrcacia e dr g.rla de Daiibolomea 4 G.
rna larji do Rosario n. 34.
RHogio.
Veud-se nm exeelento relegio 4o onro
aeio chrcntmeiio eom 15 dias do corda, porfolio
regulador : na piacinba da Independencia i. SO
Vende-se bons pea do parreiras de toda* u
qualidadef, laraogoiraf.'ftfaoira?, pinheitu, o ala-
ga se orna excelieolo escrava para toia o aervico
de urna' casa de familia : na ra da Cadota otr
:.xi da loja de chapeos lo Sr. Castro Amasa.


s
iaiit d Peraamirooi Sexta eira 10 da Maio l 1872
s
4LTAS NOVIDAOES EJI VAUNMS
Que se liquidam na loja
DO
PAVAO
A RA DA IMPERATRIZ N. 60
DE
FLIX PEREIBA DA SILVA ft C.
PAR. APURAR III \lli:iKO
Neste importante estabelecimento encontrar o respeitavel publico nm avultado sor-
tmente de fazendas, tanto de laxo como de primeira necossidade, as quaes se podem
vendar mais barato do qae em oatra qaalquer parte, attendendo as avultadas compras
de fizendas, assim como por todos os vapores qoe chegain d'Earopa se recebem novo
iortimento8 de fazendas de goslo e orna collecco dos mais modernos figarioos, as pes-
soas que negociam em pequea escala podem vir sortir-se este estabelecimento, qae
se Ibes vende pelos mesmos presos, qne se compra nos armazeos iaglezes, de todas as
fazendas se dio amostras deixando ficar penhor. O estabelecimento do PavSo est
constantemente aborto das 6 boras da mauba s 9 horas da noite.
640|
500
640
1500
10000]
Brigantinas brancas e de cores o
covado a rs. 440, 500 e. .
Orgacdy de urna s cor o me-
tro a rs. .
Taratanas listradas com muita
phantasia, o metro a rs. .
Saltanas de cores com enfeites ao
lado para babado, o covado a
Lanziohas largas com listras de
. sed, o covado a 800 rs. e. .
Poopelioas de seda modernas, o
covado a 10600 e. .
Sedas com listrinhas, o covado
a 10600 e......
Gorguroes de 12a de ama s cor, o
corado a rs. 400 e .
Ditos largos e de cordo, o cova-
. do a rs.......
Alpacas lavradss com listras de
seda, o covado a 800 rs. e .
Laniinbas lisas de todas as cores
covado dk n.....
Cassas de cores com stra ao lado
para babadinhos, a vara a rs.
Alpacas azui com listras braacas
o covado a rs.....
Lnziabascom qoadrinbos deseda,
se;ido de muito phantasia, c co-
vadoa rs. ...... .
Lai zinhas tecidas com seda, sendo
caa bonitas gestos inglezes
maito proprias para secboras,
qaetemde viajar, o covado a rs.
??'jitas ISasiohas de cores, o ce*
vado a rs. 320 e .
PoupeliBas de 13a, largas e lustro-
sas, o covado a rs. .
Cambraias transparentes impe-
riaes,ape?a......
Organdys branco tanto de listras
como liso ... .
Fo8t5es brancos para vestidos e
roupas de meninos, o covado a
rs. 400, 800 e .
Tarlatana branca e. de todas as co-
res, o metro a rs. .
Filos brincos, lisos, de salpicos e
lavrados, o metro a rs. 700 e
Cortes de granadino de cores com
18 cavados a i :' e .
Cortes de medina mathisados cem
bonitas barras e muita phanta-
sia a 150000 e .
Gurgures escaros amito encorpa-
dos p*ra roupas de meninos ten-
de msela de seda, o covado a rs
Para noivas
GargarS-j de seda braaco muito
eueorpdo, o covado a .
firosdenaple.- branco maito alvo o
covado a ......
Dito largo muito encorpado, o co-
vado a......
Setim branco muio alvo, o cova-
do *2$500e ..... 30000
Alpacas br ocas listadas iaita-
code seda, o covado a .
Ricas capellas com vjs a .
Cjr'.inad:.s para camas .
Colchas de damasco de 13a, a im-
t-'.ao de seda ....
Colchas de croch ....
FAZENDAS BRANCAS.
Pocas d'algodosinho americano
a 30200, 40, 50 e .
3rmanto d'algodo com 10 pal-
mos de largura e muito encor-
pado. vara a .....
Dito de lioho muito encorpado
com 10 palmos de largura, o
metro a 20000,20500 a .
Dito francez maito fino, o metro a
Aigodosinho enfestado para len-
coes com 8 palmos de largara
e muito encorpado, o metro a rs
Dito trancado com a mesma lar-
gura e muito encorpado, o me-
tro a .......
Atoalhado de linho adamascado
com 8 palmos de largara, o me-
tro a .......
Dito da algodao com a mesma lar-
gura, o metro a .
Ditoalcochoado fazeada de maito
gosto com 7 palmos de largura,
o metro a 10800 e .
Dito trancado com 8 palmos de
largara,' o metro a .
ALTA NOVIDADE EM VESTIDOS.
Chegou para a loja do Pavo um bonito
sortimento dos mais modernos cortes de
gurguro para vestidos, com delicadas pal-
mas e listas de seda, assim como com duas
saias, todas com delicados eofeites de seda
qae se vendem a 350000 e 400000, sen 'o
muito bonitos vestidos para assistir a bailes
oa casamentos e trazendo cada um corte o
competente figorino, isto roa da Impera-
Iriz n. 60.
CAMBRAIAS BORDADAS
"hegaram para a loja do PavSo as mais
delicadas cambraias brancas com os mais
bonitos bordados, que se vendem a 80000
cada corte, grande pechincha, ra da
Imperatfiz n. 60.
JSTRUME |
O liquor g ammonieo, das fabricas de gaz,
o dos Ettrumes mais recoiwruendavel para fer-
tilijar trra. Pde-sa obter oa fabrica do gaz,'
em S. Jos, qoe leo para vender, a 200 reis a ca-
sada.
10280
400
640
640
800
800
500
500
80000
10000
7.00
960
160000
200(300
640
40500
20500
40000
10600
150000
140000
150OCO
100000
Rara acibara 2$e2#500
No loja do Papagaio. ven Je-ae para acabar saias
braocas a balao a )J e JlMO rs. sao (odas de
panno al orna e lea 3 artos gae forma ama
paquena rota, tirawlo-lae os arcos fiea ama
porfeita sai, e pelo preso nao ha nada mu ba-
rato, na loja do Papagaio, roa da Imperatnz o. 40
de Mendes & Carvalbo.
A 3:000
Na loja do Papagaio a ra da Imperatriz n. 40,
ha ama grande qoantidade de palitots pretos de
alpaca qae se veaiem pelo baralissimo preco de
3/000. por ser grande porcio roa da Impera-
trii n. 40.
ftPecaa de algodiofinho bom a 3<000.__________
30000
3050o
40000
105CO
20COO
30000
10800
Hambargo de paro linbo tendo dos
nmeros mais baixos at aos
mais sabidos qae veto ao mer-
cado........
Cobertores de 13o para camas ten-
do de varias qualidades .. .
Ditos de algodao a .
Colchas de fustfo para camas,
tanto brancas como de cores.
PARA HOMENS,
Palitots de panno preto e de casemira de
20000 cores sendo mais modernos e para todos os
I procos e qualidades.
20000 Sobrecasacos de panno preto de
todas as qoalidades .
5C0; Golletes de casemira preta e de
coros .
640 Ditos de gurgurSo de seda tanto
preto como de cores .
10000 Di os de brim branco. .
Calcas de casemiras de cores ten-
do de. 60000 a .
Ditas de dita preta de 60 at .
Ditas de brim branco de linho de
30500 a ......
Camisas finas com peito d'algodo
do 10500 at.....30000
Ditas com peito de linho tanto fran-
cezas como ioglezas, de 30500
at as mais finas que vem ao
mercado, tendo tambem borda-
das e em duzia faz se grande
differenca em preco .
Ditas de chita franceza miudinhas
fazenda de gosto a 20500 e .
Ditas de flanella de cor a 200.0,
30000 e......
Ditas de meia de lia maito finas a
Ditas de dita d'algodo a rs. 8C0,
10000 e ......
Seroulas de panno de linbo a .
Ditas framezas de linbo a 208OO e
Ditas ditas de algodao a 10600 e
Collariohos tanto de linbo como
de algodao os mais modernos
qoe lem viudo ao mercado .
Puchos de linhos os mais moder-
nos .......
Redes para dormir de difirante*
qualidades.....
Chambres da chita e de cretoce
Meias croas francezas e inglezas
qae se vendem a duzia a 30000,
at 80000 e.....100000
CORTINADOS
Cortinados bordados para camas e
janellas, que se vendem o par a
80, 100, 120 o .
Cambraias largasadamascadaspara
cortinados com 20 varas, peca a
Ditas com 16 varas a .
Damasco de 13a a imitagao de seda
para colchas com 8 palmos de
largura, o covado a .
Ditos com 6 palmos de largara
para cama de solteiros, o co-
vado a.......
Colchas de caroch para camas as
mais ricas qae tem viudo ao
mercado a.....
Ditas de damasco de lia a 100 e
Ditas de fusilo branco sendo mui-
to grandes a 50000 e. .
EXPLEND1D0 SORTIMENTO DE GROSDENAPLE
NA LOJA DO PAVAO
Brins d'Angola. >
Mantilhas Brasileiras.
Grande pechincha em panno a 30000.
Saias bordadas a 40, 50 e 60000.
As 3:000 saias a 20000
GRANDE OFFICIXA DE ALFAIATE
Pereira da Silva & C. teem a honra de
participar ao respeitavel publico em geral,
e a seus numerosos freguezes, qae no sea
estabelecimento de fazendas, tem montado
orna magnifica officina de alfaiate, aonde
se manda fazer qaalquor roupa de encom-
menda, tanto para bomens como para me-
ninos com a maior presteza e perfeicSo, no
mesmo estabelecimento se encontra am
avultado sortimento de todas as fazendas
para as mesmas obras de encommenda, as-
sim como para qaalquer lato: tambem na
mesma ofcina se encontra o perito mestre
Pedro Celestino Soares de Carvalbo, espe-
cial para fardas, tanto dos Srs officiaes de
guarda nacional como de tropa de linba, os
quaes sero maito bem servidos por modi-
60000
10800
30000
30000
960
10200
30000
20000
20000
10600
160000
100000
80000
40500
30000
180COO
150000
60000
Que Pitada!!
Quem qaizer tomar ama boa pitada compra ra-
p Paulo Gordeiro viajado on por viajar, na loja
do Papagaio roa da Imperatriz n. 40.
kELUI k C.
Ra do Bom Jesua u. 55
Vendem
Ferro ga?alnisado em folbas para te-
Ibas.
Leite condneselo.
Cognac Martineaa.
Vinbo de Brdeos era eaixas :
Tommard
Volmayl
Haal Falerne
Penillac
Vinho do Rbeno :
Seharlaebberger
Kisdesbeimer Berg
Hochkeimer Berg
Marco Cramer auslese
Kaaeatbaler Berg
Sleinberger Cabinet.
#$$&& 00 0 00 006
TAMO IIIX
DE
VI ATO DE MOl'RA MATTOS
Nova edicSo correcta.
Esta (aboada organisada coa ltimos anuos da vi-
da do autor, se recommeada tanto pela eoncisio e
jasteza do|metbodo, como pela clareza na explica-
cao do systema de pesos e medidas; o qae valen a
adopcao espontanea pela inslrugo publica da
provincia. Estando ba maito esgotada. a primeira
ediccao, mandaran iucoutineute os editores fazer
ama nova impressio, qae est venda na Kvra-
ria Universal, ra do Imperador o. 54. outr'ors
esquina do Collegio.
VEHDiDEIKi
BICHAS HAMBURGUEZAS
NICO DEPOSITO EM PERiSAMBUCO
53 Rus da Cadela 53,
Primeiro andar.
Libras sterliaas.
F. de Oliveira 4 d, i roa to Commerclo n. 4
gu:
i*.
A MAGNOLIA
MACHINAS
DE
COSTURA
Cbegaramao Bazar Universal da roa No-
va n. 22, am sortimento de mad.ioas para
costura, das memores qualidades qae existe
na America, das quaes moitas j aio bem
conhecidas pelos seas autores, como sejam;
Weller A Wilson, Grover 4 Boka, Silen-
ciosas, Weed e fmperiaes e outras muitas
que com a vista deverao agradar aoa com-
pradores.
Estas machinas tem a vantagem de fazer
o trabalbo que Irinta costureiras podem
fazer diariamente e seozem com tanta per-
feico como as mais perreras costureiras.
Garaote-e a sua boa quadade e ensina-se
a trabalhar com perfuigo ens menos de orna
hora, e os precos sao t5o commodos que
devem agradar aos preterHentes.
s
s
10, esbripto-
istt Maia, en-
par commodos
roa do Commeriio >
rio de Jos Joaquim da
eontra-se para vender
preeos :
Azulejos bespanbes.
Folbas de ferro galvanizad para telba-
do de diversos tamaohos.
Ditas de dito dito lizas.
Bicas de ferro galvanizado.
Camieiras dito.
Portadas completas para cantara.
Ladrilhos.
Fariuha de mandioca
Superior e tr.nito propria para mesa, em barr
ricas de farinba de trigo a 11*000 rs. a barrica
nos armazens de Tasso Irmios & C.
PECHINCHAS
NO
EMPORIO COMMERCIAL
13 RLA M IMPERATRIZ 15
DE
UlyssdS & Irmo
Neste j bom conhecido estabelecimento encontrar o respeitavel publico oa ptoeo
de todo por moh'icos precos, e-tendo seus propietarios resolvido liquidar algons artigo*
de. qoe se compoe o mesmo estabelecimento, vende-os por menos do sea casto
COMO SE JA
Garrafas de vidro Bacarat para vinho a
5(, 65 e 75000 o par.
Compoterras a 65 e 7000 o par.
Copos de vidro tino para agaa a 45 e
45200 a dozia.
Cauces de vidro de cor fino para vinbo
a 25000.
Meios apparelbos de louca iogleza fina
para jantar por 505000.
Pratos e diversas pecas avnlcas qae se
vende barato.
Jarros para lores de 35 a 155000 o
par.
Clices de vid/o ano para licor a -28O0
a duzia.
Vidros de chamiu para candieiro a 25209
e 25400 a duzia.
Globos para candieiro a 15609 e 15800
cada om.
Bonitas quartinhas bambdrguezas a 45000
e 45200 o par.
Escarradeiras de vidro a 35000 o par.
Bonitos candieiros de jarro a 165060 om.
Grande qoandade de arandellas para
dependurar a parede, de 15500 a 25000
cada urna.
Ternes de bandejas a 75000.
Taliteiros de porcellana branca de 1*5000
a 25000 cada om.
Lava mi de zioco a 45300 am.
Algodao inglez para roupa de escravM e
saceos a 320 a jarda.
Tapetes avelladadcs para qoatro cadeiras
a 255000.
Um grande espelho moldura doarada por
805000.
Lindos albuns para retratos a 105000
cada um.
* Bonitos chapeos de velludo- para senhora
a 105 e 125000.
Aberturas de linho para camisa a 1O50OO
a duzia.
As floristas
A Magnolia receben pelo ultimo vapor o
fSi
para
que
bricar fio-
as senboras floristas precisaren)
res, como sejam :
Pestilbas de varias cores.
Bagas de vidros de diverses modellos e tama-
nbo9.
Olhos para mal me-queresiCcravos. Z
Clices para rosas.
Bagas douradas para flores.
Folbas verdes, enceradas, prejas e de eores sor-
tidas em tamanho e feitio, etc., etc.
Mtlas de luli
A Magnolia roa Duque de Callas n. 45 rece-
ben dessas meias, multo boas, e vende por menos
do que em oatra qaalquer parle: a ellas, antes
qoe se acabem.
Candieleiros econmicos
Os candieiros econmicos sio na verdade de
invencio agradavel, priva a quem desojar embel
lesar uiia sala de fazer duas despezas, pois que
rando-se-lbe o deposito onde se conserva o gaz.
torna se am lindo jarro para flores : quem tem
a Magnolia ra Duque de Caxias n. 45, e vende
barato : a elles, porque tem poneos.
co prego.
MADAPOLO FBANCEZ A 75000.
Na loja do Pavao vende se superior ma-
dapoln francez pelo baratissimo preco de
75C 00 a peca pechincha, ra da Impe-
ratriz n. 60, loja de Pereira da Silva & C.
MADAPOLO INGLEZ A 65000.
Na loja do Pavao vende -se madapolo in-
glez de superior qnilidade com 24 jardas
pelo barato preco de 650C0 a peca, grande
pechincha roa da Imperatriz n. 60, loja
de Pereira da Silva.
MADAPOLO A 35CO0 A PEQA
Vende-se superior madapolo inglez com
12 jardas a 35000 a peca, grande pechin-
cha, na loja do PavSo roa da Imperatriz nr
60, de Pereira da Silva & C.
a casa da ra ios Guararapes a. 11 : a tratar com
o eommeudador Tasso.
Vende-se nma escrara, perfeita engommadeira,
eonnheira e propria para ama de leite por ter
eete bom abundante 0800 a primeira barriga :
tratar m "pra^a do eorpo santo n. 17 terceiro
aalar.
CEMEOTO.
O verdad iro Portland: s se vende 01
roa da Madre do Deai n. 22, annazem de
.Jo5o Martins de Barros,
Nao foi intilmente que a Magm lia i ra Du-
que de Caxias n. 45 fez eseropalosa escolba
seus correspondentes as diversas partes da Eu-
ropa, porque agora tem a satisfagas de ir rece-
bendo seos pedidos, vinio execntados com tanto
esmero e go-to, que se ufana em expo-los apre-
cia cao dos amantes do bom, tendo a certeza de
serem pelos mesmos apreeiaaos.
A Magnolia, nao est descontente com a fre-
gunzia qae tem adquerido em to poueo tempo, e
esforga se para muito mais; visto que tem con-
vicio de ser commoda nos presos de suas mer-
cadorias, zeloza em bem servir a sua fregnezia e
abaminar a careca. > .
Ao bello sexo com especialidade. a Magnolia
pede que venba ve la pessoalmente agora qae tem
recebido parte de suas encommandas, e pretende
ser razoavel aos precos tendo a certeza de qae o
sapprir do qae bom e razoavel.
A Magnolia, se se lem esmerado em ter um
lindi9simo sortimento do que ba de melbor no
mundo das modas, porque nao deseja qae seus
freguezes sejam mal servidos em outra parte,
com objectos de mo gosto : e assim apressa-se
em mencionar algn?.
Bonitas gollinbas e punbos, transparentes e ta-
pados, fazeada muito fina novidade.
Camisas, de linbo mnito fino, bordadas e pro-
priis para noivos.
Cbapos de velludo e palba de Italia ultima mo-
da, para senbora e menina.
Cbapellinas de cores e preta?, (novidade)
Ricos eofeites para senbora.
Bonitas fivelas de madrepercla para pulceira.
Melos aderecos pretos, cacolelas, voltas, eraxes
brincos e metas de gosto moderno.
Variado sortimento de capellas, bonquets e si-
po? de botdes de flores de larangeira.
Flores de cores e preta's para chapeos e cabel-
lo?.
Liobas de todos os nmeros para croch e bor-
dado.
Chtpos de sol e bengallas com botutos cabos
de marflm.
Bonitos cbapos de sol para senhora.
Jarros transparentes para flores.
Ricos pon Joiast porl candes e porl-money. -
Bonitas caixinbas com perfumara, propria para
presentes tendo dsticos as tampas.
Ditas enm preparo? para costura, ricamente en-
fetadas e com msica.
Boneeas, ricamente vestidas.
Lindas bolcinbas de velludo, eom estojo para
costura e sem elle.
Albune para retratos com com capa de madre-
perola, marflm, osso e madeira.
Livros de m9sa, cem capa de madreperol*,
marflm, osso e tartaruga.
Carteiras de chagrn, com estojo para algi-
beira.
Navalhas muito finas, com cabo de marflm e
tartaruga.
Grampos com flor de madreperola, novidade.
Bonitas eaixas de tartaruga para rap.
Sapatos de laa, bordados em talagarca.
Camisas bordadas para bomem.
SO* NA
MAGNOLIA
46Ra Duque de Caxias45
DE
SA' LEITO, FONCECA C.
Fitas masnicas
Amaral, Nsbuco & C vendem Gtas maQonicas
de diversos graos : no Bazar Victoria, ra do
Baro da Victoria o. 2.
Cartas Douradas.
Amaral, Naboco <\ G.1'vendem baralhos de car-
ta para jogos, lizas a douradas e ;eulo em porcao
jom graade abatimento de prego. No Bazar Vic-
toria, ra do Baro da Victoria n. 2.
BOKf AMBOS
Amaral Nabuco & C. vendem :
Entremeios transparentes e tapados, fronhas d
labyrintho e bordadas, lencos, penteadores, camisas
para senboras todas de linho, tjdos estes artigos
sao bordados a agulba com gosto e esmero, e o
sortimento vanadlssime, no Bazar Victoria ra
do Baro da Victoria o. 2.
Vestimenta para crianzas
Amaral, Nabuco & C, receberam ltimamente
ricos vestidinbos de fu.-to e de cambraia borda-
dos e enfeitados com go?to para meniuas de di-
versas iddes, e de fusto, alpaca e cachemira
para meninos, camisas para meninos de 4 a 15
annos de idade, no Bazar Victoria, Roa Nova n. 2.
Cal de Lisboa
Vende-se da ultima chegada no vapor Claribel
e por barato preco : na ra do Amorim n. 66.
Cerveja de Noruega.
Verdadeira e superior : venda nos armazen:
de Tasso Irmaos & C.
A' loja da praca da Independencia ebegou nova
remessa do muito acreditado rap Paulo Gordeiro
viajado: vende-se a i800 ris a libra. dem
commum a IJ200, gasse grosso a i600. dem
fino a 1*600, Rocna a 0CO, Rolo francez a
42500, Lisboa a 3600, Rolo da Babia a 21, Prin-
ceza da Bahia a 1*200, Amarelinho a 2*000. Ven-
de-se em libra e a retalho, na mesma I ja o. 5.
Para a Europa
As mais proprias cadeiras de que nece?sam
os Srs, passageiros, sao as de vime, e vendem-
nas Pocas & C ra estreita do Rosario a 9, junto
a igreja.
HlROSfcl
De primeira qualidade, marca Devoes con
tinuam vender Pereira da Cunha Irmaos em pe-
quenas e granles porpes e a preco commodo
ra do Mrquez de Olinda n. 21, 1* andar.
Arroz de casca
Superior em saceos maito grandes: nes arma
zens de Tasso Irmaos & G.
Prezunto
de Lamego a 400 rs. a libra e 880 o kilo : ven-
dem, P&fas & C, roa estreita do Rosario n. 9,
junto a igreja.
Em casa de Tiseet freres, na ra do Com-
mercio n. 9 ha para vender :
Agaa de Vichy das fontes Haubeiwe, Celestin?,
Grande Grillo, Hospital e Me3dames, em eaixas
de 50 garrafas.
Agaa de Chateldon, excellenle agaa de meza,
em eaixas d 50 garrafas.
Agaa de Vals das fontes Presiense, Magdaline,
Desire, Sanie Jeao, Rigolee e Donimique, em
eaixas de 24 garrafas.
Ccgoao das mareas: Blanchy frres & C
Royer Guillet & C.
Martel ffres*de Velros.
Charutos de Havana,
legtimos, de diversas marcas, e per preco com-
modo ; receberam Bourgrad A C. i rii do Mr-
quez de Olinda n. 15. ^_____
E especial
Rap marellinho Priaceza do Rio de Janeiro,
cuja qualidade muito superior ao fino rap
Priaceza de Lisboa ; vende-se a ra Primeiro de
Maarco n. 6, chacotera Imperial.
A. Bonniot e C.
Cbegou nova remessa de verdadeiro afamado
cognac supra, nico deposito em casa de Henry
Wlmer, roa da Cruz n. 13.
Vende se ama casa na roa Jogo da Bola n.
15, sita cidade de Olinda : quem quizer dirija-se
ao Varadonro junto a igreja de S. SebastiSo.
Espanadores de peonas
Recebem-se eneommeulas para qualqaer por
io : i ra do Vigario n. 1,3 andar, sobrado
narello.___________________^_
Botinas de cor
Superiores botinas de eor para senboras' obra
do ultimo gosto, e chegadas no ultimo vapor, a
6*500, e para meninas, tambem de cores a 0*,%
de eufiar, obra forte, a 2* : f a Rosa Braooa
quem pode vender por estes precos, roa da Impe-
ratriz n, ae.
Punbos de linbo para camisa a 9#000 a
duzia.
ColUrinbos de linbo para camisa a # a
dozia.
Anqoinas de crina para enancas e se-
nboras, de 3 a 44000.
Cortea de cambraia branca de corlo com
8 1/2 varas a 34800.
Froqbas de crivo a 500 rs. ama.
Cortes de castor para calca a 14280.
Algodao de lista a 200 rs. o covado.
Colxas branca adamascadas grandst s
34000.
' Cobertas de chita grandes a 24400.
Superior brim de Hambargo de linho cem*
i O palmos de largura a 24800 a vara.
Bonitas froctiras c >m sabonetea de frac-
tas, proprias para prsenle a 44000.
Lindos Hvros com extractos e sabonetas
a 24300 e 44000 para presente.
Oleo pbscome a 600 rs. o frasco,
mokas outras perfumaras qoe se vende ba-
rato, como seja : saboaetes finos a 14200
2400O a dos.
Cbapos para baptisadode crianza a 24500
e 34500.
Coques para cabello a 24000.
Cadarzo braceo a 360 rs. a dozia.
Dito trancado largo a 140 rs. a pega com
4 varas.
Caixa de papel amrsade a 700 rs.
Dita de 100 envelopes a 406 rs.
Duzia de peales para alisar a 14600,
14800 e 24000;
Bonitos cbapos de palha com aba ferra-
da, para bomem a 44000 e para menino s
34000. .
Sortimento de meias para bomens, senbo-
ras e crian?as, e mu.tos oolros artigos qos
deixsmos de mencionar, e qoe igaalmenSr
vendemos por precos commodos.
O EMPORIO COMMERCIAL eacarrega-se da factura de roupa por medida, e capn-
cha em bem servir aos freguezes, tanto no comprimento de seas tratos, como na boa
qaahdade de fazendas e modicidade de precos.
PECHINCHAS DE ROUPA FEITA
O EMPORIO COMMERCIAL vende paletots fraque de casemira fina bem acabado*
a 184000, 20^000 e 22SO0O. Paletots saceos de casemira preta e de cores de 74000 a
124000. Ditos de merino prtlo de 74 a 104000. Caigas de casemira preta a de co-
res de 64 a 124000 cada ama. Colletes de casemira de 34 a 44000. Calcas da brim
maito bem feilas de 24500 a 84000. Paletots de alpaca fina de cores, branco e pretc
a 24500 cada nm. Ceroulas de linbo a 24800, e de cretone a 14600 cada orna. Cal-
ca da castor a 14700 ; superiores pannos finos, casemiras e brins.
EMPORIO COMMERCI1L
15 Ba da Imperatriz 15
ILYSSES i RMiO
GRANDE REDUCCAO EM PRECOS
Na loja de Interno Pedro de Souza Soares, na raa
Barao da Victoria n. 28, outr'ora ra Nova
MUITA ATTENGO
do
Completo sortimento de fitas de
sarja, de todas as larguras, co-
res e precos.......
Redes enfeitadas para sanboras.
Coques de trancas o qae tem vio-
do de mais gosto a .
Diademas modernos a rs. 500,
640e........
Grinaldas para casamentos a 34, e
Gales e trancas de seda de cores
a peca de 14000 a .
Mimosos leques de osso para se-
nbora a.......
dem dem de sndalo com lan-
tej ulas a...... .
dem dem a imitac3o a .
Lavas de pellica para hemens e
senboras, o par 500 rs. e .
Transparentes com paisagens para
janellas a.......
Bico de seda proto e branco peca
de 2S500a......
Fita de setim Maco escosseza lar-
ga, vara a ..... .
Collariuhos bordados para bomem
duzia a ........
dem dem lisos a.....
Guaroicocs de marflm e madrepe-
rola a.......
Temos de tbesouras em elegan-
tes caix'nhas a 64000 e .
MIUDEZAS
Duzia de pecas de cordo impe-
riaes a rs. .
Dozia de pecas de trancas de cara-
col a rs........
dem dem lisas a rs.....
Dozia de cartes de liaba preta e
branca a ...... .
Groza de grampas cabeca de vU
droa.......
Resma de papel paulado e liso a
44000 e .......
Caixa de papel amizade maito
superior a rs......
34003
24000
54500
34000
94000
54000
24200
340OO
124000
74OOO
34000
84000
740O0
24000
94000
320
400
20C
120
I4OOO
44500
700
dem idem da quadriohos a rs. 640
Caixas de enveopes finos de por-
celana ars....... 800
dem idem a rs. 400 e 500
dem de peanas a rs. 500,800 14000
Abotoaduras para collete, grande
variedad* a rs. 200
dem douradas para punbos a rs. 500
Dozia de baralhos franceses boi-
ra doarada 1...... 34600
Lamparinas a gaz a 14200
Dozia de talberes com cabo de
osso 2 boies a..... 54SOC
Dita de ditos era vados ( baratis-
simo) a....... 24600
Garrafa de tinta roza extra-fina a% 1|000
PERFUMARAS
Garrafa de agua florida verda-
deira, a.......1420c
dem idem kananga do Japio a 14200
Frasco com oleo oriza verdadeiro a 14200
dem de oleo philocome verdadei-
ro a rs. 400, 500 e 1J0O0
Rosas com extracto a 14800
Frasco com extracto inglez muito
superior a......14000
dem com dito kananga muito su-
perior a.......1|000
Banha ingleza em frascos e potes
de porcellana a rs. 500, 14 e 2J000
Macos de sabonetes inglezes maito
boas a rs........ 600
Sabonetes de amendoa supe-
riores ais....... 300
Cosmetiqne de cores fins a rs.
100, 640 e......11000
Pacotes com pos de arroz fino
a. rs. 300. 400 e ... 500
Caixas com dito mnito fino ka-
nanga a......1 i#500
Frascos eom agua de Colognea rs.
500, 14000 e.....14000
Garrafas com dita o qae ba de me-
lbor a 34000 e.....44000
ESPELHOS DE MOLDURA
De todos os tamaohos e de todos os procos, moldaras para quadros, bonclas de
cera, briquedos para enancas, candieiros a ni, tchamins e globos, sapatos de trinca
e casemira preta, e urna enfenidade de miudezas que se vendem por preco* resu-
midos,
!


N. 28 Ra do Baro da Victoria N. 18


I
ti
'
:1
Offlcina de alfaiate dirigida
POR
MR. CHARLES LAURENT
LOJA DO PAPAGAIO
A' ra da Imperatriz n. 40
DE
HIENDES & CARVALHO
O que se procurar nesta loja se acha e por menos prego, que em qual-
quer ooiro estabelecimento, e Dar nao cansar-mos a pacieacia do Ilus-
trado poblico con longos annuncios, s garantimos ter fazendas de novi-
dade, e de bom gosto, por presos muito commodos, qoem se qoizer capa-
citar venoam ou mandem buscar as amostras, e tambera as mandaremos
pelos nossos caixeiros.
Boa Vista esquina da ra 7 de Setembro
.A ntigo becco dos Ferreiros
3B
AO
RA DO DUQUE DE CAXIAS
-
(Outr'ora do Queimado)
Este estabelecimento acaba de receber um importante sortimento de diversas la-
sendas proprias para vestidos, sendo poopelinas de seda, sodas, laas, percales, ditas coa
Darras proprias para babados, lindas cambraias crox, e em flm urna infinidade {Taru-
gos de moda, tudo proprio para a festa, o que tudo vender por precos inteiramentt
razoaveis, em consequencia de estatuios prestes ao Gm do auno, e o 65 nao quer te)
grfido trabalho com o sen oalanco, preferindo tomar dinheiro a fazendas, convida-ai
portento ao respeitvel publico a virem sortir-se na loja do 65 aonde comprarlo por pre
01 que nao obteio em outro qualquer estabelecimento; em flm ver para crer
RA DO DOE DE CAXIAS
(Outr'ora do Queimado)
Rival ^em segundo
Ra Duque de Caixias o. 91, loja de
mindezas de Jos de Azevedo Maia e Silva,
conhecilo por Jos Bigodinbo, contina a
vender todo que tem por menos do que
em ootra qualquer loja, a saber :
Correles pretas de borraxa
para senbora a
Garrafas de agua Florida ver Ja-
eir a
Caixas com obreias de massa a
Frascos com macaca perola a
Pacotes com poz de arroz fa-
zenda fina
Pares de boles de osao
para pnobo a
Sabooetes de bolla muito fino
a 460 e
Cartas de alfioetes de latio
razenda boa a rs.
Carriteis de retr^z preto com
2 oitavas a
Capacho de palha muito boni-
ta a 600 rs. e
Frascos coui oleo Piocome a
500 rs. e
Pares de sapatos de tranca
para menino a
Pessas de tiras bordadas a
5 DO, 600, 800 rs. e
Frascos com agua de Coloaba
muito boa a rs.
Gravatas pretas e de cores a rs
Pessas de trancas modernas
de todas as cores e todo o
preco
Libra de areia preta muito
boa a
Novellos de linha com 400
jardas a rs.
Livros da misso abreviada a
Silabarios portuguezes a rs.
Cartas com 100 contas im-
presas a
Caixas com 30 novellos de li-
cba gaz branca a rs.
Gaitinhas para ro.enio.os a 40,
60 rs. e
Caixas coa 12 frascos
cbeiros a
Caixas com 6 sabonetes mili-
to finos a rs.
Pentes para segurar cabello
de menina a 200 rs. e
Chapeos brancos para bapti-
zados a 2-5500 e
Copinhos com superior banha
a 200 rs. e
Frascos com oleo para cabel-
lo fazenda fina a rs.
Frascos com oleo Baboza a
500 rs. e
Frascos e garranchas de agna
de Colonha a
Frascos com verdadeiro azeite
para machinas a rs.
Redes c m contas paria segu-
rar cabello a rs I
Latas com banha de Piver a
200 rs. e
Garrafas com agua Celeste
muito fina a
de
10500
10300
40
200
500
200
240
80
600!
700!
10000
105001
10000
500
4(0
160
60
10500
400
10500
500
80
10500
800
320
40000
320
320
10500
500
400
320
15500
Coke miudo
Vende-se na fabrica do gaz, em S. Jos
urna porc3o de Breeze, (ooke miudo), pro-
prio para forja do ferreiros e forno de cal,
lijlos e out:o8 misteres, Preco de cada
sacco 250 rs.
Vende-se
as seguales casas : roa do Padre Nobrega n. 1,
na do Passo da Patria n. 1, becco do Caldeirairo
o. 8, roa dos Gaararapes n. 11 :t a tratar com o
eemmendador Tasso.
CM?as de meia com pe'
Vonde-se calcas d mela com* p, de algodas e
de teda, meias de seda para padres, capeles do
exereito, eonegos etc. lo Bazar Victoria, ra do
Parlo da Yictori d, 3,
a mi ham
Ra de Duqne de Caxias n. 50
Receben:
Lindas caixinhas com os neeessario para [mar-
car ronpa, sendo abcedano e natneracao, frascos
com tinta preta e encarnada, pioceis etc. etc. o
que de certo novidade em tal genero.
ovos coques grandes com bonitos desenhos
vindo entre elles alguna enfeilados com lilas e flo-
res ; assim como bonitos crespos.
Aderemos encarnados de madreperola.
Crines pre'.as com enfeites doarados e oniras
brancas de christal.
Casas de pedra e cal muito
baratas
Urna senh" ra viuva tendo de madar-se para lo-
ra desta cidade, vende urna casa terrea em terre-
bo proprio, na ra Imperial, tendo dnas salla., 5
qoartos e quintal, por om cont e qoinhentos
mil ris, cnjo alngoel de 15 a 16*000 mensa!,
e 13 meias-jgaas tambem na rna Imperial, na
trrvessa da Bandeira, igoalmente em terreno pro-
prio, tendo cada urna dellas urna pcrta e janella
na frente, a excepcjio de nma que tem duas ja-
nellas, e todas urna sala e dous quartos, dez das
quaes tem terreno atraz, que abrindo se nma
porta, pode ter o sen quiatal ; vende-se a 300*,
seo algael mensal para 7*000 e a de duas ja-
nellas para 8*000 ; mas quera quizer ama ou
duas sero vendidas a razio de 600*000 e a de
duas janellas por 700*000 rs. Estas casas estao
edificadas na roa Imperial, bem perto donde ac-
tualmente param os bonds. J quem ti ver pouco
dinbeiro, pde-se cbamar proprietario cu morar
em casa propria. Os pretndanles dinjam-se
ra das Triocbeiras n. 48, a casa do Sr. solicitador
Burgos, o qual e: t aulorisado a contratar, mes
mo a praso com garanta idnea.
Smaocome
Tnico especial contra a ealvlce
Com am bello sortimento de perfumara que a
Aguia Branca acaba de receber veio tambem o
apreciadoSmaoconecnjo proveitoso effeilo
j bem eonbecido por quantos o tem usado e ser
ainda mais por aqaelles que necessitm de saa
utilidad*. O continuado uso do Smaocome d o
bom resaltado de impedir a queda dos cabellos,
faze lo3 renascer e conservar o sen brilbo natural
alm de que seu odor mais agradavel que d'on-
tro qualquer tnico continua a ser vendido na! oja
:da Aguia Branca.
Leite de rosas brancas
Excellente F>ra acabar com as sardas, pannos e
espiabas no rosto.
Vende-se a 2* o frasco, na leja da AgniaBranca
ra Daqne de Caxias n. 50.
Bonitas caixas cora perumarias
proprias para presentes
Vendem-sc na loja d'Aguia Branca a rna Duque
de Caxias n. 50.
Agua Florida.
Acaba de ebegar novamente a afamada agua
florida de (uislain para Ungir de preto os ca-
bellos brancos. Como sabem os que tem asade
dessa apreciada agna, o sea effeito nao instant-
neo porm si'u resaltado segiro e eftlcaz. Che-
goa tambem a agua de Topasio para o mesmo fim,
e continnim a ser vendidas a 7* c frasco na loja
d'Aguia Branca rna do Daqae de Caxias n. 50.
Molduras dour&das para qua-
dros.
Na loja d'Aguia Branca a roa Duque de Caxias
n. 50 vende-se moldaras doaradas com differentes
Moldes e largaras, e por prego commodo.
Peanas de ac bico de lanca.
Caixas com 100 penas a 400 rs. na loja d'Aguia
Branca.
Bonitas capellas com veos para
oas.
Vendem-se na loja d'Agnia Branca a rna Buque
de Caxias n. 50. Tambem se vendem separada-
mente bonitos veos ou mantas bordadas para noi-
vas, e veos de cores para chapeos.
Escumilha preta fina e larga.
Vende-se na loja d'Aguia Branca ra Duqa
de Caxias n 50.
Botoes
Cobertos de e?guio proprios para carnizas, e por
sna duracao preferiveis aos de madreperola.
Vende-se na loja d'Aguia Branca.
Caixinhas com 3 sabonetes finos
a 1*. 1,1200 e 1*500 a caixa.
Vende se na loja d'Agnia Branca.
Talagarsa
Seda fronxa e torcal para l>r
dadof.
Vende-se na loja d'Aguia Branca.

LOJA DE JOIAS
IVJi
Acaba de chogar a este estabelecimento um importante sortimento de joias de
ouro, do melbor gosto e qualidade que tem vindo neste genero, como cassoletas de
nix com lettras de diamantes e pinturas finas, aderemos e meios adereces com pedras
finas, etc. etc.
Ra do Cbuga' n. 5.
Moreira Duarte & C.
ERNESTO & LEOPOLDO
N. 2 D Rna do Cabug N. 2 D
Acha-8e montado de forma tal este estabelecimento de joias que pode
vender aos seos numerosos fregnezes em grosso e a retalho e por preco*
mu resumidos visto que recebe de conta propria por todos os vapores de
Eoropa. O gosto de desenho de suas jotas o mais lindo do pas das
modas, ouro de lei, brilhantesverdadeiros, esmeraldas, robina, perolas,
turqoezas, saphiras, coral rosa etc. etc. Obras de prata do porto Unto
para igreja como para servico domestico. Convidamos as Exmas. familia*
a visitarem o dito estabelecimento todos os das at 9 horas da noil .
Compra.se ouro, prata e pedras preciosas em obras velhas.
ABHAZEH DOS LEOES
Ra Duque de Caxias n. 29.
Os proprietarios deste bem montado estabelecimento scientinVam ao
respeitavel publico d-sta provincia qus se achato com um variad j e completo sorti-
mento de movis, tanto nacionats como estraogeiros, 9endo estes escoltados por umdos
sosio8 que se acha actualmente na Europa. O mesmo tem contractado com os melbores
fabricantes daquellecontioente as remessas das mais ricas mobilias feitas all.
Na oficina tem os mais habis artistas deste genero, e por isso pedem que ve-
aham visitar o estabelecimento, aonde encontrarlo arealidade do qne acabara de expr'
ue se pode examinar; ricas e completas mobilias de jacarandi, mogno, faia, carvalbo, a-
marello, ele, ricas e elegantes camas deja caranda, pao setim, amarello, etc., etc., guarda
vestido de amarello, guarda louca de-nogoeira e de amarello com tirapo de pedra, apa-
radores de dio dita, peti toilettes especialmente para fazer a barba, toilettes de jaca-
randa, amarello, pedra, secreta'iai da Jacaranda e mognocus tureiras oe mogno, san-
tuarios, thears para bordar, berecs, lavatorios.com espelho, de pedra marmore e seus
pertences, cadeiras privadas, bids; etc., etc., e muitos ontros artigos que deixamos de
mencionar por sejicrnar enfadonho
fmne se vio um processopnais perfeito e que at-
iteras da eseripturacao.
A laa cor lindissima e nao precisa de cnida-
0 algim para se conservar no tinteiro sempre
a mesma edr, sem borra, crsta, boldr on sem
Au utas mazellas inherentes i todas as tintas
A agora conbeeidas, anda mesmo dos melbores
alores estrangeiros.
Sobretodo, este estimavel producto nao ataca a
unai de ac, antes pele contrario, a penna
qiur am esmalte dourado que, sendo interes-
iati, assas proveitoso.
Ii tinta, nao sendo especialmente para copiar,
1 comtudo duas, tjes, on mais copias um ;mei
moii de escripia ; preciso, porm, deixar-Uw
,pap*l beii molnao sem o enxugar com o mata-
orrao, porgue nao ha o risco de borrar. Para se
nr mais de ama copla, nao se agglomeram tan-
ta fblhas quantas copias se querem tirar, maa
a-M com o original tirar urna tantas quantas
iMUMJam, sem qoe o original flqui prejudicado
ti ai xtrafiSea.
Occorre aqui dizer que, para copiar importa
iluta intelligencia e habilidade, sem o que a me-
ter Unta nio satisfai, e o deleito recae sempre
abre a tinta, qne nanitas vexes qoem menos
tus tem.
A dupla qualidade desta tinta extremamente
pncavel. pois que evita que em qualquer es-
riptorto luja mais do que urna tinu para os di-
nc* miiteres.
quinto i saa durabilidad!, nio ha a oppor
(Mor Itvida poii que se tinu dipoia da t-
criptt soffre o choque de cidos fortissimost en
se decompflr; 'ora, se os cidos nao tem aecao so-
bre ella, muite menos a accao do tom, a Pod9
destruir; isto plaosh'eL ,
Nio s ao commeixio qne es men producto
veio ser til; os profesgores dos eollegiM, investi-
gando todos os meios para o adiantatuento dos
seus discpulos, tem approveittdo esU tinta, que
com relo a acharas: apta para desenvolver o
Sosto nos educandos, em eonseqaencia da beleza
a cor e facilidade de correr na pequea pela saa
liquidez. Ha exemplos de enancas que havia
muito tempo tinham urna repugnancia extrema
para a escripu, logo qoe foi admittida esta tinta
no coliegio, apoderou-se dellas a curfosidade e o
gosto, e ponco tempo depois o seu adiactament
era manitesto.
EsU tinta, i par de UnUs vantapet;., tem um
nnico inconveniente, deteriora-se ao conuco de
oatra qualquer; cenvm pois U-la em tinteiro
isentos do menor vislumbre de entra tinu, e evi-
tar escrever com a penna soja de urna prep&racao
diferente e incompat vel; verificando isto, cao ha
razio pera se usar di tinu que nio teja g VIO-
LETA KXTRA-FISA DE MoNTEIRO.
Observado.
Diversas falsificacdto e semelhancas tem appi
recido, cuja durabilklade doviose. Os Srs.
compradore podem uviur o engaso irifindo-se
a catas circumspecUi,; e pedindo a ticu qut en
fabrico
1. L Montare,
GRANDE LIQUIDADO
Fazendas e chapeos de sol de seda
NO
Bazar Nacional
Ra da Imperatriz n. 72
DE
LOURENCO PEREIRA M. GUIMARES.
Lqnida-se
Grande ortimenlo de chapeas de sol de seda, alpaca e merino
A SABER :
Chapeos de sol de alpaca a 3.->000 e 4000. Ditos de merino a 40500. Ditos de
seda a 54, 80000 e 100000.
Vende se um grande sortimento de chapeos de castor para bomens e moLJS, e
de todos os Umanhos a 20500, 30000" 30500 e 4000.'. Ditos de pello a U 2#5GC
e 30000.
RA DA IMPERATRIZ N. 72.
ROUPA FEITA PRETA MADAPOLO A 30000 A PECA
Vende se : Vende-se :
Calcas de casemira preta a 40000, 60000 Pecas de madapolao enfestado a 30000,
e 80OO. 40OOO, 50000. 50500, 60000 e 85 00.
Palitots de panno preto a 50000, 70000 ALGODO BARATO A 30OUO.
e 100000. Vende se pecas de algodo a 30, 40, 50
Golletes de casemira preta a 30, 30500 e 60000.
e 40000. CORTES DE BRIM DE COR A 10300.
Palitots de alpaca preta 30, 30500 e Vende-se:
40000. Cortes de brim de cor para calca a 105OC
Chitas a 00 rs. o cevado jt0g-de gaDga, im) Dilos de briflD
venae-se: ^ do a ,^200 i^soo e 2W00
Chitas francezas largas a 200, 320 e 360 ^ CHALES DE q^ a ,,5000.
r'n.S?I-w' a v Vende-se chales do Ha em Medros
Riscadinbos de l.stras proprios para ves-, looo> Dilos de merD estanjp3d,Jg a u
tidos e roupas para meninos a 320 e 360 rs. 3 e 4^000.
1 ambrala Usa a 3 O O O
Vende-se pecas de cambra ia lis- p.ra
vestidos a 30, 40 e 50000.
Ditas de cambraia Victoria a SjpjO.
40500 e 50000
BRAMANTE DS LINHO A 20500
Vende-se bramante de linho mni;. large
a 20500 o metro. Eoutrai muitas fazenda
que se vende muito barato.
o covado.
LASINHAS A 160 RS. O COVADO
Vende-se:
Uasinbas para vestidos a 160, 200, 320
e 400 rs. o covado.
Alpacas de listras de cores para vestidos
a 500 e 640 rs. o covado.
Ditas em qoadros de seda fazenda nova
a 800 rs. o covado.
_
Cofres de ferro de Milfler8 e owro.
* remjas para copar cartM#
BalailpaS de pesar, Dedmses, Romanas, ele.
Tachas de ferro, e8Unhad0.
Arados Americanos
Ura eS, para agricultura.
Carrinhos de mao.
Machinas a Vapor
MaCinaS ^ descarocar algodlo, de 10 al 40 serras.
CliapaS Qe leiTO gaiv,nisad*8 para cobiir casas etc.,
Estes artigos venJem-se em
casa dos importadores.
Shaw, Hawkes A C,
K. I RO of BOM J1SUS.
(outr'oraroa da Cruz) ^^_


8
4

Diario de Pernamtac Sexta era 10 di Maio. di 1872
VARIEDADE
Julia de Trecoeur.
{Reeue des Deax Mond's).
(Cootinoaco do o. 105)
Meo caro, urna coUsa terrivel, ac-
crescentoa M. de Moras. Esiou completa -
mete apaiiooado. Qaandie.la me lanc
nm olbar, qaudo hs aparto a mo, quralo
sea vestido mu toca, sinto que em mhhas
veas corre nm philtro. Eu ouvira faliar
dessas especies da agitacoas, mis najas ti
nha experimentad') n inca. Confesso te que
rae arrebatam, ao mesma lempo f.zem-me
desesperar, pjrqne nao poss) me dissaadir
de qpe ha mil probabilidades de ser desgra-
cada esta paixlo e p.recame em verdad*
qoe trarei late por ela em quanto me bater
o corceo.
Que aventara f exclamou Lucan que
retomara toda a sua gravidade. Isto mui-
to serio... muito serio t... Deu alguns
passos pelo sali, absorto em reflexSes que
pareciam da urna natureza sombra.
Julia saba que a amas ? perguntou de
repente.
Cortamente qae oo. Nao Ih'o dira
sem primeiro prevenir-te. Que es me fazer
o favor de ser o raeu interprete junto de
sua mi ?
Porm... sim... com muito gosto,
disse L-ican com certa hesitaco que foi
percebida palo amigo.
Acreditas que sej cuiil, noverda-
de ? perguntou o conda com um so.-riso
contrafeito. *
I-mili ? porque 1
Primeiro, porque muito tarde.
Sem duvida que um pooco tarde.
Jaita est muito comprometida, mas sem
pre desconfiei am pouco da sua vocaco...
Alm disto, nestas imaginaces atormenta-
das, as resolacas as mais sinceras da ves-
pera toraam-se fcilmente em desgostos do
dia seguate.
-Mas tu davdas que... que ea Iba
agrade ?
Porque n5o Iba agradaras ? Es bel-
lo... leo< trinta e dous aanos... ella tem
dezreis. s um pouco miis rico do que
ella... Tudo isto magiificol
E porque h;-sitas em servir-ma ?
Nao hesito, m s q ie le vejo seria-
mente apaixonado, Dio estis acostumado a
isto e temo qua um tal estado leve-te com
rapidez a ama determinado lio grave como
o casamento. Urna mulher nao urna
amante... Assim, poi?, antes da dar este
passo irrevogavel, pegi-te que reflictas
anda.
Mea amig>, disse o conde, Dio quero
e creio sincerrraaota que nipsso reflactir.
Conbeos miabas iJas. As vardadeiras
paixas dizem a ultima palavra e eu nem
lepbo certeza de que a propria honra seja
contra ellas um argumento solido. Quanto a
oppor-lbas a razo, apenas urna brinca
deira... Djmais, vejamos, Lucan, o qua
ha de loucura no fa.to da eu casar-me c urna pessoa qae amo? Nao vtjo em qie
seja necessario de'xar de amar ama muher.
Dize-me : pjsso cootar comligo ?
Completamente, disse Locao apertan-
do-!he a mo. Fiz as minQas objeccSes ;
agora es toa s tuas ordens. Vou agora
mesmo fallar a Clotilde. Ella deve ir ver a
filba eslt tarde. Vem jantar hoja comnos
co; agarra te, porm, a toda a tua firme-
za, porque em'i n o successo muito in-
certo.
Nao foi difficil a Lucan ganhar a causa
le M da M >ras pecante Clotilde. Oepois
de o tar (Motado, n5o sem interromp lo
miis da orna vaz com exclamacSes de sor-
preza, disse :
M eu Deui 1 seria orna felicidade! Nao
smente este casamento destre projectos
que me magoam, mas reunem todas as con-
dicoas da felicidade qae eu sonho para mi-
aba fiiha, e demais a amizade que o liga a
Pedro traria naturalmente urna recencilaco
futura entre Julia e sea padrasto. Tudo
isto seria mu;to bom, mas como esperar
orna revoluco to completa e repentina oas
ideas de Julia NSo deixar talvez que eu
termina miaba mensagem!
Sabio palpitante de anxiedade. Encon-
trn Juba s em seu quarto, experimentan-
do ao espelho sua roupa de novica: o su-
dario e o veo qae deviam occallar saa opu-
lenta caoelleira achavamse sobre o leito,
estava sinplesmente vestida com a looga tu-
oica de 15a branca, cujas dobras eslava a
endireitar.
Corou ao ver entrar sua mi, depois
disse sorrindo: ___
__ Cymodoce no circulo, nao verdad*
minha mi'?
Clotilde nao responden; pozera as mos
em urna attituda sopplicante a chorava
coniemp'ando-a. Julia entio se commovida
com esta dr mnd), doas lagrimas rolaram
de seus oh os e atiron-se ao pesclo de
sua nii; depois, fazendo-a sentar-se, dis-
se-lhe:
Que qaeres ? sntoma tambem peza-
rosa, porque emfim ea amava a vida...
mas, parte a minha vocaco que muito
real, obedezo orna verdadeira necessidade...
Nao ha outra existencia possivel para mim
seno e3ta.. Bam seu.. urna falta; fai
nm pouco douda... NSo devia daixar-te.
ou ao menos voltar para tua casa depois do
teu casamento.
Agora, depois de mezes, depois de an-
nos, 6 isto possivel ? dize En marrara
de vergonoa... Apparecer a teu marido ? !
com qae cara! Elle deve detestar-ma I A
resolecSo est tomada... Eu mesma, qoem
U
Ha algaem, rtplicoa Clotilde,''com ti-
midez progressiva^alguem qae tu conbecei
perfeitamecte e qae... e qae te adora.
Julia abri seas olbos ebeios de admira-
cao e depol) da ama carta pansa de refle-
x5o :
Pedro f perguotoa ella.
Sim, murmaroa Gloilde, paluda do
jffl cao.
As sobranceras de Julia coalrahiram-se
docemaale ; ergea saa fronte encantadora
e co\i alguna momentos com os olbos flxos
sobre o tacto ; depois, com am ligeiro mo-
vimeato de membro.s disse em tom cerio:
E por que n5o ? Tanto vale como oo-r
tro Clotilde dgixou escapaz am leve gri-
to e tomando as daas m5os da Giba:
-Queres ? perguntou ; queres mesmo ?
verdale ?
Ptrmittes-me qae he lere esta res-
posta ?
Sim, mas convem mudar o texto, dis-
se Julia sorrindo.
Obi minba baja filbinbaI exclamoa
Clotilde cobrindo de beijos as maos da Ju
lia .. Mas rapete-me anda qae verdade,
que na i mu 1 irs amauha da opioiSo...
NSo; disse firmemente Julia com sua
voz grave e musical.
Meditou um poaco e perguntou anda:
Ama-me verdaderamente esse rapaz ?
Como um doudo ?
Pobre omem I e espera a resposta ?
T emulo.
Pois bem, preciso acalma-lo. Ama
nhSa continuaremos a conversar...
Precise por em ordem esta minha cabe-
?a; co aprehendes qae depois destes aba
los... Mas' tranqaillisa-te ; estou deci-
dida.
o i indo Mme. de Lucan ebegou sua
casa, Pedro a esperave na sala. Tornou-
se pal.Jo ao ve-la.
Pedro I exclamon offegaote, abrce-
me I vou ser saa mSi com resperto, se
me faz favor, com rejpeito, accrescentou
rindose, eraquanto ella a apertava contra o
paito. M.is tarde faz a mesma festa ba-
rooeza de Pers que foi chamada toda a
pressa.
Mea amigo, disse-!he a baroaeza, sin-
to-me encantada... encantada! mas olbeque
me afoga I Sim, sim.. muito bem, meu'
rapaz... mas veja que vai afogar-me... cui-
de de si, meu amigo .. cuide de si... Lin
da pequea I foi urna aegio gentil I C um
coracao de oaro, em ?amma I E depois
tem bom gosto, porque o Sr bello, mai-
\'i bollo, bellissimo ( Afina! duvidei sempre
que, no momento de cortar os cabellos,
elU p.ao refleciissc... e na verdade ella os tenH
admiraveis, pobre changa I
E a baroneza bjnhou-se em prantos ^de-
pois, dirigiodo-se ao conde, entre sotacos:
O senhor tambem nlo ba de ser des-1
gragado, entre parentbe89s, ella urna'
deusa !
M. de Lucan posto qua vivamente irapres-
sionado com estas sceuas da familia e so-
breiudo pela alegra de Clotilde, racebee
com mais calma eie acontecimento iaespa-
rado. Alera da mostrar se em geral pouco
prodigo de expaosee publicas, lidia no
fundo da alma inquietacao e tristeza. O fu
turo deste casamento lbe pareca maito ia-
certo e sua profunda amizade pelo conde
se incommodava con isto, Nao ousava di-
zer-lbe, por un sentimento de delicada
reserva para com Julia, tudo o qua pensava
de seu carcter, loteuton repeUir como
injusta e parcial a optnio qna delta fazia ;
mais emfim recordava-sa da creanca endia
brada qua outr'ora conhecera, in vazes ar-
rebatada como toSo> ontras vezas- pensativa
e recoihida em urna reserva soraoria; elle
a imaginava tal comi a descrevaot depois,
creaeida, bella, asctica; depois. via-.i ar-
rojar de repente o veo aos ventos, coma a
monja fantstica do Roberto a entrar rpida-
mente no mundo : de todas estas impras-
soes diversas compunba saca> querer urna
figura de chimara* e da esfinge que lhe
era diloimo alliar a idea da felicidade do-
m estica,
Falloa-sa em familia, d&rante toda a noi-
te, das coaiplicacoes qae este projecto de
casamenta poderia originar, a dos me >s de
evita-las, M. de Lncan.eotroa nesses data-
Ibes de muito boa vonada,. e dcalarou qae
se prestara de coracSo a-todas as acoomutuo-
dacas que sua n ira desejasse. Tal pre-
caucaQ nSo devia ser intil.
Clo'.ilda foi ao coavenlo no dia saguiote
de manhSa. Julia, depois da ter escutado
com. urna indifiereoca um p#uco irnica a |
mandia, em ama amiga residencia de fami-
lia, para onde Clotilde tambem fot aps a
partida de Julia.
IV
Vaslville, dominio pat.-i.uonil da familia
rie Locan, est situado a pouca distancia do
mar, sobre a costa occideotal da Fmisterra
normanda. E' ama babitaci> de. elevados
teotos e de sacadas da farro lavrado, qae
data do tempo de Luiz XIII e substitoe o
antigo castalio, cojas ruina servara aioda
para a decoragSo do parque. Ac'aa-ae
occolto em ama dobra da camiobo muito
sombra, precedido de ama loaga avenida
de vahos olmeiros. Sea aspecto singu-
larmente retirado e melanclico poi' caosa
dos bosques espessos qua o envolvem qaasi
de todos os lados. Essa densa malta mar-
ca sobre este ponto da pennsula o ultimo
esfo'go da veg6tacSo normaada.
Logo qae ah se penetra, a vista estende-
se de repente, sem obstacalo, sobre as vas-
tas planicies arenosas qua formara a esplana-
da triangular do cabo La Hagoe; campos
cheios de bervafaes, constrocc&es da pedra
sem cimento, aqu e ali ama cruz de grani
lo, direita e esqoerda ondolacas Ion-
giaquas do oe'jaoo, tal i paisagera severa,
mas grandiosa que se deseuvrj! ve de rpenle
sob a plena luz do sol,
M, de Lucan nascera em Vasivifle.- As
poticas recordaces da infacia se oMS-tara"
vam eca sua imag nacSo com a poesa natu-
ral dasse sitio e Ib'ctornavans caro, la ali
todos os anuos, em peregrinagem a pretex-
to de cagar. Smente dapois b sea caw-
atento reaunciara a este habito o corceo
para u5o deixar Clotilde, a quei a fil&a
relioha em Faris; eslava, porem, oonveacio-
nado qae se en ierran a m ambos nesse retiro
darn te nma estaca >, logo* que recobrassem
sua libe.rdader Clotilde na > conliecia V-astville
senao pelas descripcas, eotbosiastieas de
seu marido; amava esse logar pelo qae
dolie ouvia dzer e tinha-o de ante mo por
am sitio encantador. Entreunto qoaodo o
carro qae a tomara na estafSo penetrou, ao
cabir da noute-,. por entre colUoas cobertas
de matio, no declive da sombra avenida
qua conduzia ao oasteo, sentio ama ira-
presaio de fro.
Meu l);us! mea amigo> disse x'm-
do se, om castalio de- Udolpho este sao
castalio !'
Locan descalpou o caetello como pode, a
declaro o qae eslava prompto a dcixal o n&
dia segointe ser ella nao o aebasse com
mlhor aspecto aa erguar do sol. Dahi a
poaco adorava o j> Sua felicidade, tas-
conlrafeita at entSo,. axpandio'sa livre-
menla pela priaaeira vez nassa solidio ai
reani.non-a com urna la^.encantadora. Da-
sejoopassar ahi a invern e esparar Jalia
que devia vallar Franca no deeorrer do
anno seguate; Lucas oppoz-se a paooo-
a esteprojacto, qpe lbe padeca de um he-
saa fiiha, quando recebeo, em ama bella
manbSi de maio, esta caria datada de
Pana:
< M.oha querida m3i.Basta de Suissa t
J maita Suissa Eis-me aqui. NSo le
iocommodes. Bem sei quanto gostas de
Vaslville. Ahi estaremos urna dasias ma-
abSas e voltaremos i untos todos nos. no ou
looo. Paco-te somante alguns dias para
prepararaqoi no!sa fitura casa. Estamos
uo Grande ILtel, Eu ao quiz ir par toa
casa por muitas razoas, nem tambem pira a
casa da minba av, qua eqlratanto offere-
cea-m'a maito gracosamenta,
c Ab, mea Deas 1 oleas caros filbos...
nio possive!... para um bote! I nao e
conveniente I NSo-podem tacar em um
hotel. Viobim morar em mioba caea...
Mea Deas ficirao mal accommodados...
faltaro commodidadea... NSo sei mesmo
como bai de alimeota-los porque a miaba
coziobera est de cama e o mea imbcil co
Jteiro sta com un, terso! ; entre paren-
trjesrs f Tambem nao se deve chegar de
tal fof.ua, Cahem-rae como dous vasos da
fhreef.-*. NSo se pode hnaflinir isto I O
Sr. paesoa bem, mo amigo... Nem se
p erg o ota... fcil da verse. E tu, minhi
bella ffar t Mas nm wtro, um verdadei-
ro astro f Cxolta-i.e ? Fazes-^ne mal aos
olbos! 3o- traas bagagrs? BnftmV o que
desejam ? Baveaaos de colloca-as m
sala... Rba-lha o meu quwtu. AMgarej
urna criada e um' c*;bairo.. -- C.eiara qua
me-nio incommodaur nada, nada, nada >or
conseguate, ao acei'v'am s.
' -M.s a explicacao desla snita volts-?
Ei-!a, NSo te eausa aborrecimtuto a Suisa
man aaigo ? parguealai" a mau marido.
r > k- Suissa Dorrece^-me rasoondeu-m
ust echa fiel. Pois beta, vamo-nos. E
partimos.
t-Comele e perturbada at ao fancto d'al-
icaoom o pensamento de abragar-ly.
< jblia.
- P. S Peco a M- de Lucan q a me pSo
caaae medo.
Os dias qae se sepiram fram deliciosa
menapreencidospor Clotilde. Desarroma-
va eMa propria as caisos que se succedam
sem terrupcao a arromiva- o qua coat
nliam--apm as soas maos de mi. Daso-
bravaiAbrava-, acariciava essas saias, esss
esse roupj fina e perfumada,
j toao urna parte, como ulu
ac da Cha.. Locan,, nm pouco
. a sorprenda a meditar com amcr
s lindas al faias-i.
s ealrebariaa- ver o> tavallo d-a-
seguir de pevto as roaias; dava-
asscear e coeversava cora ella.-. Enchia-
de flarea-e ramos, verdes- o aposento dest
nado ao joven casal.
Esta abre de felicidad*-teve fcea cedo-
Sea feliv lerme- OAo das depoii de so
cuegadc-a-Paris^ Jolia esoreveo-ha-que ella
roismo excessivo para cma parisiense, a-a-o man comavara sabir nessa ooule, e
que eslariam em-Cheraouri? no da segra-
te de ccanhSa. Ec. a aslaci* mm prxi-
ma de Vaslville..
ClotMe dvspoa/se natoralmenla- a ir bus-
ca-Ios na seu carro.. M.da Lucan depois
de caotbaoar esa ella^jolgou nao dever
acompwha-la,. Temen emb.irarar as pri
mairaa-aipansas da voa, e, oSoquerendo-
entretato que Ma podesse interpretar sua
ausencia como falla da affeciuosa- -olicituda
resoivaa ir a savalio ao encontr dos via-
jantes.
Ccsriam ca- primairos das de junhc\
Cto rlde sabis.maito cedo, fresca e radiarle
coma a aurora. Deas horas mais tarde
Lucan punba-se a caaainho ; seo cavallo ia
'boca nsavm ma sansaco de- a paaso. Sao enc:>at. os espioheiros per-
acabon, comtado, por adx>etal-o,seotadoee-]
feliz por poder emmaldarar nesse sitia ro-
en ntico o romor.ee de seos amores.
Caidon de atlenaar o qae essa bafeitagO'
poda tar de demasiada austeridades,.facili-
tando a Clotilde algumas relacoas -aa visi-
nnanca e praporcionando-lhe o> vez em.-
quando a compaabia de saa mi. Mme. de
Pers prastou-se de boa vontada a esta com
biaac.ao, posto o campo Iba fosse feralmen-
te repslsivo e qae Vastvide en particular.
transa a sana- olbos coa carcter siuistre
sjppunba ouvir rumorea pelas nwralhas a
gemidos nocamos no bosque. Dorma
sobrasaltada a sempre coa duaa talas accaw
saa.As magnifiaas peobaa que bordara a cas-
ta .a pouca distancia e ;joe proesravam faza
ia admirar,
lorosa.
- BellissiaM dira ella, maito sel va-
ve m a b sol lamente selvagem entretanto
isto m; faz mal.... Parece-ae qpe estou
no alto das lorrat de Noaaa Senbora
Demais, meas filbos. o amor enene todo de
belleza e en compsabendo parfeitamente o
seu contaatamento.,.descalpe-me, pois, se
nSo pudor c.nnpartilhar... Nunca, ea me
poderia extasiar diante de am paizcomo
este. (osto do campo como os ontroa,
mas isto aqai nao campo, deserto,
Arabia Ptrea, a> nao sei que... E. quaoio
ao castalio, mm amigo, com pasar o digo,
omcovil proprio de criminosos..... Pro-
cura bem e ver que a4guem j foi asaassi-
nado aqui.
Nao, minha cara senbora, dtzia Lo-
can rindoconbeco perfelamente a historia
do minha samilia, posso garantir-lhe...
Pois creia, mea amigo, que assassina-
narraco que he faz sua mi dos transportes tram alguem aqai.. em cerlo tempo.. bem
e de alegra do sea noivj, tomou um ar
mais serio.
E teu marido o que pensa pargun-
tou.
Est raarav hado.como tojos nos.
Vou fazer-te ama perg-auta singular:
elle pretende assistir a esta casamento r
Se qoeres.
Escota, minha. boa mizinha, e nao te
a 111 gas por emquantj.. Eu sei que mais
da, menos dia este casamento nos deve
reunir a todos...mas deixe-me tempo para
habituar ra a esta -idea. Conceda-ma al
guns mezes para fazer esqoecer a antgi
Julia e para ea mesma e verdde ? nao qaerea isto?
Qaero, sa de lea gosto, disse Clo-
tilde suspirando.
Pego-te... diz-lna que peco a ella tam-
bem,
Dir-lhe-hei ; mas Pedro est ahi,
Meo Daos! onde!
Deixei-o no jardim.
No jardim! que imprudencia, minha
mi! As mulberes aqu sao capazos de
"sabeseo tornar a velo nesta casa... "Em-1 despedaca-lo como a Orphau, porque *l!e
saba orno isto era f icil amigamente.
fim... de qnalqaer modo, eu seria um em-
barace terrivel entra vos!
Ma's, minha querida fllba, disse Co-
'tilde, n-ngem te detesta; serias recebida
come o filbo prodigo, com transportes...
Se le custa muito entrar em minha casa,
se temes eacontrar ahi pezares ou jalgas
qae os levas para l... Deas sabe quanto
te engaas t Mas se comtudo ta o temes,
ser isto rjzSo suficiente para te sepultares
viva e despedacar-me o corceo ? NSo po-
derlas voltar ao mando sem tornar minha
casa e sem affrontar todos esses embarazos
qoe te assastam ?
H i para isso um meio bem simples... to
o sabes...
Qual ? perguntou tranqaillamente Ju-
lia ; casar-me ?
Sem davida, responden Clotilde, ag
tando docemente a cabeci e baixando a
voz.
Mas, mea Dana! qae illusSo, minha
m5i! ainda qae ea o quizesse, esloa longe
disto, nSoconheco ninguem... niagiemme
conbece.
aqal decididararale nSo passar por santo.
Mandaran) prevenir M. de Moras, qae
veio a toda a pressa. Julia pdz-se a rir
qnando elle apparecea, o qae facilitou sua
entrada, Foi muitas vezes tomada, duran-
te esta entrevista, dos accessos dasse riso
nervoso to til s mulheres em circumstan-
cias difficeis. Privado de tal recorso, M. de
Moras contentoa se com beijar tmidamente
asbellas raaos de sua prima, faltando-lha nes-
sa occasiSo outra eloqaencia; entretanto
suas bellas feic5es masculhas resplandeciam
e seus grandes olhos azues humedeceram-
se de feliz ternura. Como que pareceu
deixar nma ioopressSo favoravel.
NSo o tinha coosiderado sob estepoa-
to de vista, disse Julia .sua mSi. E'
realmente magnifico... ser am soberbo
marido.
O casamento realisou-se tres mezes mais
larde sem apparalos e em intimidado. C
coDde de Moras a sua joven esposa part-
ram nessa mesmi noute para a Italia. M.
de Lucan tinha dexado Pars daas ou tres
semenas instalara-se oo fundo da or
As cartas de Julia sua mi erara fra
quentes. Pareciam um verdadairo diario de
viagem redigido de um modo exquisito,
com sorprendente origioalidade de estylo e
onde a vivacidade das impressSas era cor-
rgida por essa irona altiva ISo pacaliar au-
tora. Julia fallava muto lacnicamente de
sea marido, do qua! alias nao dizia seno
muito bem. Quasi sempre bavia um pos/
scriptum rpido a benvolo dirigido a M. de
Lucan.
M. de Moras era m lis sobrio as des-
cripces. Pareca ver s soa mnlher na
Italia. Lisongeava saa belleza qoe aug-
mentava, dizia elle, ao contacto de todas
essas maravilhas da arte, das quaes estava
empregnada; lonvava Iba o gosto extraordi-
nario, a iotelligencia, e mesmo o carcter.
A este respeito liaba ella extremamente
amadarecido e acbava-a quasi demasiada-
mente grave para saa idade. Estes detalhes
encantavam Clotilde e acabavam de encher-
he o coraco de ama paz que nanea co
obecera.
As carias do conde nao eram menos tran-
quilizadoras, tanto acerca do fatoro, como
do presente. Julgava bom, dizia elle, nao
instar com Julia a respeito de sua reconci-
liaco com o padrasto ; conbecia-a, porm,
disposta a isto. Demais, preparava a com
vagar para isso, fallando-lhe habltaalmenle
da antiga amixade que o unia a M. de Lu
can, da saa vida pissada, da suas viagens
e dos perigos que ambos haviam partilbado.
NSo somante Julia esculava eslas narrac5;s
sera desagrado, mas muitas vezas as provo-
ca va, como se lameolassa as pro pri as pre-
vences e procurasse motivos para esque
ce-la>-.
Vamos, Pjlades, fatla-me de Orestes 1
dizia-lhe.
Depois de ter passado na Italia todo o
invern e urna parte da primavera. M. e
Mme. de Maras visitaram a Suissa, decla-
rando que ahi ficariam at meiados do esli.
Lu;an e sua esposa tiveram a idea de ir-
Ibes ao encontr e de apressar assim orna
reconciliado qae desde esse momento pa-
reca apenas qaesto de forma. Clotilde
prepara'va-se para ttbmetter este projeoto
as entradas normandas
fumam o campo e desprendem da espaco a
espado nma nev cr de rosa sobre as mr-
gaos do camiobo. Profusa) doplantas.no-
vaa, coi) s talla das de flores syivesires, C3bre
aa faces dos vallados. Tudo isto, ao ale-
gre fulgor do sol da manba, urna fasta
para os o 1 los.
M. de Lucan ao da va, entretanto, contra
seu costume, senao unu,aUenco distrahida
ao espectculo dassa rieooba natureM. Es-
tava preoecupado. em um. g o qoe a assus-
lava, dOiproaimo encontr com soa,ealeada.
Julia fra para seu pensamento to fort:
obsasso. qoe fiean nalle urna impresso
exagerada.
Em vio intentaca dar-lhe as. verdad iras
p*oponc.5es qoe afioai de coalas, eram as de
ama creanca, ouar'ora creanca terrivel, boje
liba prodiga. ILabiluara-se a dar-loe em
sua imaginacSo ama importancia mysleriosa
e ama especie da poder (atalv do qual Jiili-
cilmenta poda dospoja-la. Bia-se de sua
propria fraquaza ; irriiava-se outras vezes,
mas experiaaenlava urna aitago misturada
de curiosidade e da vaga inquietado no
momento de encarar essa esphnge, caj
somora smeme bavia por tanto tempo lbe
perturbado a vida a que vinha agora em
pessoa senlar-se eoi seu lar..
Urna caleca de^coberia, empavezada com
chapellinhos da sol, apparecea no alto de
urna collina ; Lucan vio ama cabeca iocli-
aar-se e nm lenco agitar-se fora do carro
poz immediatamente o cavallo a g-lope.
Quasi no mesmo instante a caleta paroa e
ama moga saltoo rpidamente na estrada ;
voltoa-s para dirigir algemas pa'avras aos
seus companbeiros de viagem e encaminhou-
se ssinaa ao encontr de Lucan. Nao
qnerendo deixar se vencer em cortazia,
apeou-se, daa sea cavallo ao creado que o
segua e dirigio-se aprassaio para a moca
qoe elle nSo reconhecia, mas que era evi-
dentemiote Julia. Ella dirigi sa para ella
sem ap'essar o pas*o, como que deslizando,
com um ligeiro movimento do lalhe flexivel.
Ao approximar-sa, afastou seo veo com am
rpido gesto de mc e Lucan pode eacontrar
nesse rosto joven, nesses grandes olhos
am pouco sombros, no arco alongado e
correcto das sobraocelhas, alguas traeos da
creanca qae bavia conhecido.
Quando o olbar de Julia encontrn o de
acra, sua tez p-UJa tingio-se de purpura.
Sandou-a muito baixo com am sorriso de
ama graca afiactaosa.
Weome t disse.
Obrigada, sanbor, disse Julia com
orna voz cuja sonondade grava e melodiosa
impressonou Lucan ; amigos, nao as-
sim ? E ella estendeu-he suas daas mos
com resolug5o encantadora.
Approximoa-a docemente para abraca-la,
mas lamendo sentir um pooco da resisten-
cia nos bracos sbitamente eateiricados da
moca, se liraitou a beijar-lbe o pdnho no
lagar onde nSo o cobria a luvs. Dep)is,
affectaudo contempla-la com ama admiraco
polida, qae era alias sincera:
Tenho realmente voolade de parguo-
tar-he, disse sorrindo, a auem tenba a
honra 45 fHar.
Acha-ma crescida ? perganton ella,
mostrando seos denles deshmbrantes.
Admiravelmente, disse Locan, admi-
ravelmente. Comprehendo perfejtamente
Pedro.
Pobre Pedro! diase Julia, estimi-o
mudo NSo o fagamos soffrer por mais tem-
po... Vamos. Dirgiram-se entio para
a caleca, diante da qual M. da Moras os.es-
parava, e oamiohando ao lado om do ou-
tro :
Qoe lido sitio, proseguio Julia...
e o mar faca perto ?
Muito perto.
Daremos am passeio cavallo, de-
pois do almo;o, oao verdade ?
Cora muito gosto ; mas deve estar
hormelmeute fatigada, mioba cara meni-
na, .. Per da -.. minba cara... A pro-
posito, como quer qae a chame ?
Chmeme seobora... foi to m
menina !
E tete am aesso de riso repentiao,
gracioso, ais nm pouco equivoco, qoe he
era familiar. Dapota clavando- a VuZ :
Pode vir, Pedro, o sea amigo neo
amigo.
Deixou os doas trocarem entra si cor-
Jeaes apertos de mo, atirou-ss para o
carro e retomando seu hgar junto
mir dise abra?andp-o:
.Mmhi mSi, 'passorr-se ludo muito
bem^^. Nao verdade Sr. da Lucan ?
Muito bato, alirmaa Lucan rindo-se,
axcepo alguns detalhes.
Ota I o seahor muito diDoil de can-
tentar, disse Julia, envolveno-se em ana
capa.
Instantes depois, M\ de Lucan galopaba
ao lado .la poninholaemqunlo que os tres
viajantes da caleca se entregavara a urna
dessas con'/ersaces espansivas qoe succe-
dem s criser, cujo desenlace foi feliz Clo:
t-lda, possuidora desde ento de todos os
seus amores,, nadava em um co acul.
A senura est rsuito linda, minba
mi, disse Jal. Com orna fiha lamanba
como eu, rapreheosivol | E abra^va-a.
ocan, tomando par"- na conversaco e
mostrando a pajsagem a Silla, intenta va re-
sumir comsigo saas impress5es sobre o que
acabava de passar-se. Emsumma, pensava
como sua enteada, que tudofra muitr>bera,
posto 3io ter idocom perfaicSo. A perfei-
gao f.a encontrar em Julia urna mulher in
g.-.naa que se lan^asse expansiva ao pesioco
do padrasto, rindo-se com elle da sua im-
prudencia de criaopa estragada pelos mi-
raos ; roas nanea esperava que Julia tivesse
modos tae sizudo. Mostrra-se em taas
c rcumstaocias o qae se poderia esperar^ de
urna nalareza coiao a sua: (ara graciosa-
mente amigavel ; j verdala tinha dado a
esta primeara en trovista um certo tora dra-
mtico a solemu... Err.-romanl ca, e,
como Locan o era tambem soffrivelmeote,
esta pbamasia nao he bavia desagradado.
Alm disto, seotira-sa agradavelmente
sarpread:d pela belleza da ?lme. de Moras,
qae era toa elieito* arrebatadora. A cor-
receo severa da seas traeos, o brilbo pro-
fundo da-seus olbos-azoes, careados d* lon-
gos cilios negros; singular barmooia de
suas formas, nao eram as nicas nem soas
principaes sedueg-js: devia sau attraclivo
raro e pessoal a usaa especie de graca es-
tranba, mistorada da. flexthilidade e torc,
qae davam am certo encasto aos seas me-
nores movmentos.. Nos movimontos de
sua physionomia, em seu andar, nos gestos
tinha a natural soberana da mulher que nao
sent nu so ponto fraco em saa belleza e
que mo-va-se, desenvolve-ae expande-sa com
tjda a liberdade de urna criaaga no bergo
ou de urna (era aos bosques. Tal como
era u5o.tinha a menor dilficuldade em ves-
ur-se :. os mais singelos vestilos se ajusta-
vam em seu corpo-coa urna preoiso elegan-
te, que fazia dixer baroneza da Pers, am
sua linguagem inexacta, mas eipressiva:-
Seria cipaz de vastir-se com urna luva da
Saecia !
No mesmo dia e aos segantes, Julia-con-
quistou noves titulas s boas grapas de M.
de Locan demonstrando um vivo gosto
pelo caslello do Vastvle s seos sitios visi-
n'ios. O caslello agrados-he pelo seu es
ivlo romntico, pelo seu jardim ornado de
cannicos > moda amiga, a teixos aparados,
pelas alamedas solitarias do parque e seus
bosques raalaacolicos ebeios de ruinas. Ex-
tasou-se diante das grandes planicies co-
bertas de moutas, acontadas palos ventos do
ocano dianta das arvores da ramas torc
las e convulsas, dianle das altas penhas de
granito cavadas palas vagas eternas.
Todo isto, dizia rindo-se, tinha mulla
odividualidade, e como ella tinha tambem
em graoie quaotidade, senta-sa em sea ele-
mento. Encontrara sua patria, era feliz,
sua mi a qaem pagava em elusoes apaxo-
nadas toda a sua divida de ternura, era mais
feliz ainda.
A maior parte dos dias ropas ava em pas-
seios a cavallo. Depois do jantar, Jolia,
com esse humor alegre e um pouco febril
que a aoimava, narrava as suas viagens,
parodiando de u na maoeira alegre suas
exaltagoas e a frieza rea .i va da sau marid i
diante das obras primas d'arle antiga.
Illustrava suas recordac&es por scenas de
mmica em que exhiba orna destreza de
fada, urna energa de artista, e por vazes
urna galantera de diibrete. Urnas vezes
com urna flor, outras com um pedago de
seda ou ama folha de papel fazia um pen-
teado napolitano, romano, siciliano. Ra-
presentiva scenas de algum bailado ou de
opera, atirando para traz com o p, trgica-
mente, a cauda de seo vestido, accenluando
fortemente as oxc'amagoes banaes do lyris-
rao italiano:O ciel! crudel! prfido! O
dio! perdona I Depois ajoelhava-se sobre
ama cadera, imitava a voz e os gastos da
um pregador que tinha visto em Roma e
qoe pareca n) t la sofficientemenla edifi-
cado. Em todas estas aliitades diversas,
ao perda um tomo de sua gnea e as
mis cmicas posc5as, gaardava a ele-
gancia.
Aps estas loncurasretomava o seu arde
rauha-enfisliada. Sib o encanto d > mov -
manto e dos prestigios desla brilhanle na-
tureza, M. de Lucan perdoava voluntaria
mente a Julia os caprichos e as singulari-
dades de que era pro liga, sobretodo com
referencia a seu padrasto.
Em geral mostraya-se para ora elle o
que fra desde principio, amigavel e polida,
com certo toque de irona altiva; tinha, po-
rm, muitas variantes. Locan sorprenda-
nle por vezes o o bar Oxo sobre elle Com
ama expressodolorosa e qu-s fJvoz. Um
dia, affasiava com brusco ;tado*a mo que
Ihji offerecia psra l:jUaa-la a apear-se ou a
subir W3i. barranco. Pareca fugir daa oc-
lc,wiM de se encontrar a sos com elle, e
1 quando ao poda escapar a alguns. momen-
tos da convaraacio, daMMrava, ora na
mo estar irritado, ora urna impertinencia
moteja dora.
Locan pensava qoe a aoca iprobav a
si mesma o desmentir saos antigs senii-
mentos, e que julgava dever seo dar-lbaa
de lempos em lempos oa penhor de Adeu-
dada. No enlanlo agradecia-lbe o resanar
s para elle essaa signaes eqoivocos, sea
perturbar a tran?oi.lidade da ana mi. Ea
summa, pouquissma importancia dava a
esses symptomas. Se havia ainda oaa dis-
posiges aleciuosas de sua enteada oa
pouco de lula e de esforc, era da parta
desse carcter altivo om iraco desculpavel,
urna ultima relolancia, qoe feria desappare-
cer dentro em pouco, radobraodo de delica-
das atlencoes.
Cerca de duas semanas depois da ebega-
da de Julia, boave om baile era casa da
marqueza de Boisfresn^y, ea aeu castalio
de Boisfreaoay que Sea situado a daas oa
irea leguas da Vast*ille. M. e Mae. da
Lucan mantinbam retacees de visinbanc
com a marqueza. Foraa a eale baile cora
Julia e sau maride, os borneas em am co*-
p, as (iaas senbaras, por aosa de seo
vestidos, sos na caleca.
Pala voila de meia noile Clotilde tomo-j
de sua de parte seo marido e mostraodo-lhe a fllba
que walsava no sa o visinboaom aa offi-
eral de marmba:
Silenciov meu amigo, dsse-llie, estou
com urna dr de cabeja terrivel, e Pedro
aborrece-se moptalmente; mas r.s nio te-
mos eoragem de levar Joiia to cedo...
Quer .*azer-ma oa favor ? fique para leva-la,
porque eu e Pedro no3 retiramos, deixaaoi-
Ihes a saleoa.
Pois sim, mioba querida, disse Locan,
podem ir.
Clotilde, e M. de Moras sabiram immedia-
tamente.
Um instante mais tarde, Jclia. passaodo
sdeobosamente por entre a mullida> que
se affastava como para dar pa:agem a am
..ojo de luz, erguea a fronte lobeibi e :e:.
uzwsigaal a Lucao.
Onde ost miolia mi ? pergantoa-
Ibe.
Lucan informoa-a ene doas patarras da
combioaco qae trabara feuo. lia ciaro
repomino passeo nos olhos da moca; soas
sobraocelhas eorugaram se ; erguea ligei-
rameate os hombros sem responder e tor-
nou a entrar no baila, abrilo passagam
com a mesma insolencia tranquilla. Aban-
donoa-se de novo aos bracos de uta oflkial
de inarinba e parec i feliz no turtno da
sen asplendor. Seu vestido de teiie dava
com euTito soa belleza om esiranho (al-
gor. O-seio e oa hombros- sahhdo lhe do
corpiabo com ama especie de descuido cas-
to, tinbam na a:wmago da dansa a fra e
lustrosa pureza domarmore.
Lucan pedio-lba ama walsa ; ella basitoo,
mas c insulta ido sua memoria, ceri:ncou-se
qae nao tiuba anda esgotado a bata dos
officiaes de raancba que se tiaham ptecipi-
lade-por esquadras, sobre to rica praaa.
Ao lira de urna hora cansca-se de ser admi-
rada pedio o earro. No veslibul*/ qaan-
doeavoiviase ea sua capa, seu padrasto
quiz arada-la.
Nao preciso, oa ha peco, disse coa
impaciencia, os- borneas ao entaodem nada
disto... absolutamente nada! Dapoielan-
cou se no carro com certo ar de enfado.
Quaado os eavalfos conwcaram a caminbar,
disse ella mais suavemeala :
Poda fumar, snior.
Locan agradeceu-lbe a permissae sem sa
sproveitar dalia; depois, arranjasda-sa como
boca visinbo:.
. Eslava muito bonita esta noile, minha
cara rx.eni.ia 1 disse-he.
Srabor, disse Julia com- um tom de
voz indolente mas affirmativo probibo-lba
acbar-me bonita e prehibo-lbe que me cha-
me mioba cara me.rii/.!
Saja, disse Locan. Pois bam! naj
bella, nao me cara e nem urna menina.
Quanto a menina, nc, disse ella enr-
gicamente.
Envulveo-se em seu veo, cruzou o* bra-
C s sobre o seto e accoamodoa-se no canto
onda os raios da la vioham a espatos sal-
ti tar por sua alvura.
Pde-sa dormir ? perguntou
Porquaino ? Cerlamenle. Quea ;qua fe-
che a vi 1 raga ?
Se na faz favor... As miabas, flores
nao lhe causaro mal ?
Nenbnm absolutamente.
Dapois de silencio :
- M. de Lucan ?! charoou ella.
Minha senbora...
Explique-me por favor certos usos,
porque ba cousas que eu nao comprehenae
bem... Ser admissivel, ser conveniente
que se deixa vir de nm baile, am junto do
outro, s dus horas da madrugada, ama
mulher da minha idade e om homem da
sua?
Mas, obs6rvou Lucan, com carta gra-
vidade, eu nao son nm bomam... soa o
marido de sua mi.
Ah sem duvida o marido de mi-
nlia mi, disse medindo estas palavris com
urna voz vibrante, que fez Lucaa roceiar al-
gumaexploso. Mis, pareceodo dominar
urna vi lenta emoco, proseguio com um,
tom quasi jovial:
Sim, o marido de minha mi, e
mesmo, segundo minha propria opioio, om
mo marido para minha mi.
Segn lo a saa opinio, disse tranquil- .
lamente Lucan. E porque ?
Porque o senhor nao lhe convm de
modo algum.
Consultou saa mi a este respeito, mi-
nha chara seabora? Parace-mi que ella
jaiz mais competente cesta causa.
Nao preciso consulta-la... B;sta ob-
servar os doas... M nlia mi ama
crealura anglica, eo senhor, nao.
Eoto o que sou ?
Um rom mico, um homem contrafei-
to, o contrario della, finalmente. Mais dia,
menos dia, ha de trahi-la.
Nunca, disse Lucan com um pooco de
severdade.
Est bem ceito disto, senhor ? per-
guntou Julia dirigindo-.be um olhar do fun-
do do sea capuz.
Minha cara senbora, respondeu Lucan,
padia-ma ba pouco qae he dissesse o qoe
conveniente e o que nao ... pois bem :
nao q conveniente que lomemos, a senbora,
saa mi e eu, minba mulher para texto de
ama brincadeira deste genero, e por con-
sepiencia convnieale que nos calemos.
Julia calou-3a, ficou immovel e ftchou os
olbos.
:i
\





-
-

r-

{ Continuar-te-ha,)
TY^-DO OlARi RA UOQli P5 WXU*


Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID EKBJOM6WB_AP25ZQ INGEST_TIME 2013-09-16T20:29:29Z PACKAGE AA00011611_12655
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES