Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12639


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Full Text
PUBIPQI
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AMO XLVIH,.NUMERO 90
[|t ? capital i im\im mi no u pasa rom.
Por ir viwiM adiaaudoi .
Por Mil ditoi dem .......
Por aoi juino dem.......
' ida xaumero avoieo.....




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LUOO
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SABBADO 20 OE ABRIL DE 1812.
tAiA sano I TOBA DA pboviicll
Por trea mesas adiaattdoa .,.*.............
Por leii ditos idem............
Por nove ditos idem ......
Por nm auno idem .*..

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174000
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Fropriedade de Manoel Figueira de Faria & Filhos.

A9 A*BJrm:
O Srs. Gerardo Antonio lves A Fiihos, no Pa: ; Gon^aivea & Pinto, no Marai
Perera d'Aimeida, em Mamangoape; Augusto Gomes da Silva, m Parabyba ; Antonio Jos Gomes, na Villa d* Penha; Beiarmino dos Santos Bnlcio, em Santo Antio; Domingos Jos da Costa Braga,
ern Nazareth ; Antonio Ferreira de Agniarjsim TOyanna ; Francino Tavares da Costa, em Alagoas;; Dr. Jos Martins AJvea, na Baha ; e Leite, Cerquinho d C. no Rio de Janeiro.
MaranjiiyJ'JoaoTfcos de Oliveira & Fimo, no Caar 5 AntostfD de Umos Braga, no Aracatj ; Joio Mana Julio Chivea, no Ass ; Antonio Marques da Silva, noNaU ; Jos JoatiM
mes da Silva, na rata
PERNAIBC-.
ASSiflBLA PBOVINCIAL.
SESSAO ORDINARIA F.M 5 DE ABRIL.
P3EWDENCIA DO Sn. FKRItEIRA DE AGITIAIt.
A mei ii.i i-in a chamela afham-.se presen-
tes o* Srs. depu'ados : M^II Reg, Cuoba e Fi-
guelredo, Ralis e Silva, G s Cavaleanti, Firmino
de Novaes, Salgado Nato, Cund Gonlim, Silva
Reg, Areoncio Silva, Freir Gameiro, Tolentioo
de Carvalbo, Galv) Aleoforado, Gongalves Far-
reira, Alin-ida P^rnambuco, Alipio Costa, Ernesto
Visira, Cavaleanti Ciraboim, Ferrefra de Aguiar,
Amaral. Falippe de Figueira, Viein de Araujo,
Birros Winderley, J. Corro de A'iujo, Corre i de
Araujo, Piala de Campos, Limenhi Lm-, Alen-
car. lieurique Maruede e Oiyopio Marques.
Abre-se a seitj, lija e approvada a acta da
anterior.
O S. 1 Secretar o d coala do seguinte
EY.PEDIKXTE.
PeticSes :
Da ludoro Mirinho Cesar, profesa >r publica de
Tinibanbi, paliado seis meza* de lieeoga cora lo-
dos os vencitneulo*. A' conruisso de petizas.
Od Pereira da Costa & C, arrematantes d* di
vidas do (loado Hiraclio Crastantino de Paula
Montero, pediudo psgamanto da qaaotia de.....
31213 tO, que a thesonran provincial li:ou a de-
ver aquella linado. JA' commissao de orgamento
proviocial.
OjI morador* do povoado d'Agua Fra, oa es-
trada nova de Bebsrioe, pe-lindo que a escola do
fsexo faraioino creada para aquella loealidade va
fuoccionar po lugar para que 1 ji creada. A'
commissio de instrucgao publica.
Parecer :
A,e*mmiss3o do eonstr.uicio e poderes, a
quil (di prsenle a reologo desta aesembla de
20 de raaio de 1871, que nao teodo sido sanecio-
nada, foi devolvida pela presidencia a 13 de junho
do mesmo anno ; considerand) que a suppresso
do offl;io de escrivao o ubell lo da olas do ter-
mo de Goyaaaa, vago por morie do serveotnario
re.*peclivo na i (raz vaaiagera alguina ao publico
servigo, porquanii havendo maior numero de ser-
vaotuarius, as parles serio roais proroptarnenle
dospacbadas ; considerando qu; o oneio em ques-
lio soIBiientsmanie rendoso, e sendo prvido
nao Iharai prejulicadis osdemais escrivaes, por-
quinto se assim aconti^cesse teriam ellas reclama-
do da agsemblt aquella medida ; considerand)
iaaiineote qiie indo sido aberio o concurso para
praQCbiineoto do dilo oDkio diversos preten len-
tes j se mostrara m habilitada; de .joarecer
que ai vieta de taes razoo- seja o mesino projec-
lo regeitado.
t Pio da assenbla provincial da Pernambu-
o, 3 de abril de 1872 C. de Araup. Jo3o
Vi>ira de Armrjo.^Piiitu lit Qnmpm. B*'pr
_ Sao lidos, julj-ados objectos de dftiberacao e
maulad is ioipriutir os seguiotes projaclo< :
A asemblca legi.l itiva provincial de Parnam-
buco, resolve :
c Art. 1.* Fica alterada a U n. 966 do modo
seguinte:
i g nico. A- freguezias da Santa gueda e do
Brejo se limitarlo do molo seguinte : do alto da
balacea pela estrada dos curraes, e dabi en di-
recgi) a Alagoa dos Patos, ficando para a nova
fregiiezia de Pesqueira todas as aguas pendentes
e alenles dos riachos da Q temadas, Taboqni-
nh'j e Bitory. Do refarido ponto da Alaga do.'
Patos pela estrada Apartada Hora e Brejo de Den-
*ro, e desle lugar lambam p9la estrada que segu
para Cavallo Horlo e daqni pela entrada d'Agua-
Fria a pona dcima d.i ssrra das Uatmgas e des-
ta foz do riacho Salgado do rio Ipojuca, poni de
partida da nova Ireguczia.
J ^ Art. 2. Fuam rev.igadas as dispo3ij59s em
cootrarn.
i Pago da asseubla legislativa proviocial da
Pernarobuco, i de abril de 1871.Pinto de Cam-
pasC. Camboim.Oliveira Foiceca.
i A assembla legislativa provincial de Pernara-
f buco, resol va :
Art. !. Fica creado na comarca do Rscife
oQi:io da jastica de curador geral de orphos, in-
terdictos, ausentes, capellar, rasiduos e herangas
jacantes. ^
Ravogalis as dispisigoos eni watrario '
i Pag da assemhik legislativa provincial de
. Pernambaco, 4 de abril de 1872 Ttixeira de S
Gusmaj Lobo.A. Uch>a Cavacanti.
* OIIDKM DO DA.
Entra em dwcus'io o parecer aliado da con-
missao de constituigao e poderes, conformaudo-se
com as razoes porque i prasid(in.e da provincia
deixou de saoccionar o projaclo do anno passado.
que concedia aposentadora ao barbeiro dos esta-
belecimento de caridada e raelhora a do bedel do
bedel dogysoasio Ilarmanegildo Marcelino de Mi-
randa.
O SR. MELLO REG cede da palavra.
Encerrada a discusso o parecer posto a vo-
tos e approvado.
O SR. PRESIDENTE : Conclurado o parecer
por uiti projecto, von consultar a casa sobre se
o mesmo ubjeMo de di-iiberago.
Consultada a casa, o projscto considerado
m olijcio de delibaracao e mandado imprimir.
O SR. F. DE FiGUEROA (pela ordeno) : Sr.
presidente, me parece que a deliberacao lomada
per V. Exe. e de algum modo sanecionada pala
casi nao tem procedeucia, visto como est em
eontradicco roanifesta, oftenio directamente o
art. lo do acto addicional, que regulou a ma-
teria.
Esse art. 15 as?i.ti dispoa : Sa o presidente
julgar que deve negar a sanegao, por entender
que a le ou resolucao nao convm aos inters-
ees da provincia o far por esta f irmuia : Volle
asumblfa legislativa, expondo debaixo de sua as-
signatura as razas em que se fuodou. Nesle caso
ser o projecto submettido nova discusso; e
* se Vi' adoptado tal qual, ou moditicado a> senti-
do das razoss pelo presidenta alegadas, por dous
^Itreos dos voto dos membros da assembla, ser
P reenviado ao presidente da provincia que o sane-
conar. Se nofr adoptado, dIo podar ser no-
vamente propasto na mesma ses^o.
Em vista desta disposico, clara e terminante,
aleado que o projecto nao sanecionado, junta
mente com o parecer da nob:e cointLissao do
constiioic) e poderes, so deva passar por orna
disxusso, e urna vez approvado, como propoa
sji commissao, com as tuodillcages qua ressal-
tam dos fundamentos que leve o presidente para
nagar-lbe a sanegao, deva elle ser reenviado
presidencia para o Un da sancciuna-lo, e nao ser
aubmeliido s tres discussdos da que falla o regi-
ment da casi, o que seria nf/aegao manifesta
do acto addicional.
Fizando esta observago, pa;o V. Exc, que
consulte a easa sobre a sai procedencia.
O SR. PRESIDENTE :-0 qu oooaeionou esta
davida ful a nao saocgo eom|ireheader somente
oma das propongoas do prujocto e nao as duas
otras, qae nao oram impugnadas pelo presiuen-
ta am 03 seus motivos.
Ten'o a n,bre comaiisso de conslituigo con-
clu'-Jo o wu parecer com ura oovo projecto, era
tuau dever. ni f.'tna do re^imento^ consultar
casa sajilgava objocl) da del bsrac) ; porm,
tambsm ti'- logo sentir joa me pareca mais acer-
tado qae a diicasso varsasta somente sobre o
pwacer em ralsgo a f roposigac a> sansejonad,
-------------------------------------------------------------------------
visto como as outras nao liaviam sido ioipugj;
nadas.
O SR. VIEIRA DE ARAUJO : 3r. presidente,
a commissao Je conslituigo nJ-o apresentou om
novo proj'Ctr.
Un Sk. Deputado :Nam devia.
O Su. Vieiua de Araujo :A commissao acai-
tou as razoen em que os fundou o presidente da
provincia, para nao sanecionar o projecto com re-
lago ao seu art. 3', e formulan um projecto qne
coutm gs dous pnoieiros artigos que daixiu de
ser sanecionado ; da surto que em caso algum p le
c projeclo ser submettido a tres discusses para
couverttr-ie da novo em L-i. Ou a assembla ap
pro/a d>' novo por dous tercos as proposigSes vo-
ladas anterionnente do modo por que o oram, ou
a assembia approva por dous tercos* o projecto
devolvido, mas conformando-se cool> razoss da
presidencia.
O acto addicional nao distingue os casos, pare-
ce que o modo de proceder nesta casi, deve ser
idntico, uniforma em lodas as hypolheses. Diz o
acto adJicioml : ser o projeclo submettido a
aova discusso e se fr adopta-lo por dous lercis,
etc.,ora se em um caso o projecto deve passar
por tres dicus-oi-, deva passar em lodos os casos,
porque o aclo addicional nao distingue entre pro-
jeclo devolvido com alteragdes ou sen ellas.
O SR. PRESIDENTE : Sendo o regiment da
casa defectivo, acerca do caso em questo, entan-
do ser necessano esiabelecer-se nm precedente,
que esteja de accordo com o acto addicional. O
projeclo contm tres proposicoas dislinclas, e o
presidente da provincia somente reeusou-lhe su-i
sanego, em razo da urna dassas proposigoas, no
que, por sua votag), acaba esla assembla de con-1
vir. Ora. nao lando sido atacadas as outras duas
proposigoas, me paraca que eslas subsislem em to-
do o seu vigor, e nesta caso, emendo que, destaca-
da do primeiro projeclo, devem ellas ser enviadas
novamente a sancjo. nao sendo para isso naces-
saria, como se soppoi, a approva~o por doos ter
gos de votos conforme o art. 15 do acto addicional.
Pens ser este o meio mais rasoavel e legitimo
de resolver a questo se assim o enteoJer esli
assembla. mandarei obsirva-lo.
O SR. F. DE FIGUElROA-. Sr. presidente, me
parece que o alvitre lembrado por V. Exc. nao
t l>linala de accerJo com o espirito do ari. 15 do
acto addiccional. Tornare a 1er esse artigo, cuja
sepunda parte tem perfeita applicago ao caso
( Um Sr. Deputodo :Faga a aplicagao agora.
O Sr. F. Figukiroa :O projeclo tal qual vol-
on da prosideocia devia <* deva ser submeltido i
apreciago da as-etnbta jnntimeale com o pare-
ear df coirmiis-o. A assembla pesando as razoes
allegadas pelo presdanle, razSes que alias esli
da accordo com o parecer da commissao, mandar
ou nao que se supprima a parta i que se refere
o parecer.
Use Sr. Deputado :E nao fot isto o qoe se
le ?
O Sr. F. dk Figukiroa : Procedeo-se de'om
modo qua eu nao sai qualificar.
Um Sr. Dbtctado :=PJe" ser um erro, nada
mais.
O Sn F. iik Figueira :E' esse erro qoe eu
quero que se corrija.
Um Sr. Deputado :E' preciso que o nobre de-
p alada prove o erro.
O Sr. F. de Figueira :O nobre deputado quer
mais claro do que est ? O qae ftz a assembla?
Approvou o parecer, cuja concluso um projec-
to de ei, esse projeclo loi julgado objecto de deli-
oerago e mandado imprimir II
Ora : estar uto de accordo cora o apio addiccio-
nal ?
Em8m, poderei ser eu qaera esteja em erro; nao
me quero arrogar o dom da infalibilidada, mas
enlendo a-ssioi.
(Trocam-se apartes).
O Sr. O. ds Figueira :A assembla. que a
soberana, decidir como melhor entender. Eu j
disse que entendo que nao deve baver tres discus-
sSeSj^que o projecto deve passar por urna i dis-
cusso, e gu i, sendo approvado, deva vallar saoc-
go, nao haveuda mais necessidade de manda-lo
imprimir, por Isso que nada mais re.-ta fazsr so-
bre elle.
Um Sr. Deputado :Sa o projocto em todas as
partes Ios-e regeilado pela saocgo ?
O Sr. F. de FiguE'Rua :O aclo addiccional ao
distingui, a onde a lei nao distingue n. n) po-
demos distinguir.
O Sn. Presidente : Eo vou proceder desla
maneira, vou mandar tirar a limpo as duas partes
que n> foram impugnadas, para sorem enviadas
a sanegao, e neste sentido consaltarei a casa.
Consultada a casa decide que se proceda pela
forma indicada pelo Sr. presidente.
Entra em discusso o parecer adiado da com-
missao da consliugo e poderes, confcrmando-3e
com as razoes pelas quaes o presidente da provin-
cia negou sanegao ao projecto do armo passado
que conceda privilegio por 10 anoos a Schmoltz &
C. para introduzirem na provincia um novo sys-
tema da laxas de fabricar Jassucar.
OSR. F. DE FIGUEIRA .-Sr. presidente an-
tes de pedir a palavra para discutir o paroaer da
nobre commissao de coustluigao e poderes sobre
urna lei nao sanecionada, parecer que esta a-sera-
bla vai agora apreciar, vacillei entre o dever, que
me chamava tribuna para impugnar esse pare-
cer e com elle o acto da nao sanego, e om mo-
tivo de sincera affaigo, de profunda acatamento
para com o aiministrador qua oapoz o saa .veto i
um projecto da assembla de Pernambaco. Fallaa
porra em mim mais a'to o dever, e eu veaho a
tribuna dar as razos pelas quaes nao posso nem
devo aceiiar as coaclusoas do parecer da nobre
commissao.
Dous casos, S.\ presidente, estabalecea a refor-
ma onstucional, nos arls, 15 e 16, para a nega
tiva da -aneco. <> primsiro diz respailo aos pro-
jectos que oiendem os inleresses da provincia cuja
assembla elaboroo-os; o segundo refere-se quei-
les que prejudicara cu offendem os inleresses de
entras provincias, no caso estatuido no 5 8- do art.
10 do acto aidicional.
Ale o dessa casos, Sr. presidente, ha anda o d
inconstltuciunalidade, previsto e explicada na can
tralisadora lei de 12 de raaio de 1840, que, como
V. Exc. sabe, teva u.ir lira cercear as franquas e
libertades com que mui sabiamente o leghlalor
reformista quiz doptar as provincias.
Slente nesses caso, e ellas do cabimento a
largos commetiimentos, pois licito aos p-esiden
tes de provincia mar do direito" do veto, que tan-
tas vezes nos tem sido fatal.
Nenbuma le posterior, nenhum ido legislativo
cogiiou de cercear ai na mais as libardades pro-
vineiaes, as aliribuigoes das assembleas de pro-
vincia, destendendo a acgSodo poder executivo ; e
meaos que se nao queiri emprestar o carcter
de lei simples ivisos mioisienao qoe apenas
expri.i.tin opinioes individuaes, ueaboma razio
ha pois para que os delegad exergam a soberana do veto a!m dos precitados
casos.
E se assim o se assim deve ser, Sr, presiden-
ta, como exp.icar a acqoiesceacia a cobre com
msso de constiloigo e podare, aj allegarles sem
procedencia que fez o presiloale da provincia para
negar sanopo ao projdtq err, discusso T
Voulero qo4diia b adniaistrador, e depois
veremos, Sr, i:i*diii-*-..,;, se tem' cabimauto o at-
iesado-
B-s o qu'". d:Z o presidente da provincia, e p;ra
aj iua, radas cbamo a aliougo-jU assembla.;
YalW a assambia legislativa provincia),
O present projecto de lai, concadendo no a*U4 reanlo a
n iit.l > ,*.> A ikm.lli I. J' n.a> !(..* ., i > UOIOJ A t
privilegio a Schmaltz & C. para s elles aoda-
rem usar e asseatar un systema le tachas para
engenbo da assacar, da saa invengio, aa4**jst no
caso de ser sanecionado.
ao se Umitando' conceder autoriiacao ao
governo provincial pan conceder dito privaagio, e
nao habitando o por tanto a conhecer e verificar a
bondad* de tal systema, ser elle de inveugo da
Scbmahz & C, e confermdo logo tal privilegio sem
que aquellas condigdes precisas es'.ejo verificadas
pela administraciio, oTansivo dos principios regu
ladoreo. da ooocessao de privilegios, e nao manos
dos.inleresses da provincia, qoando nao bastassa
attender qua para u-ar d'aquelle systema nao tam
Scmalu i C. necessidade de privilegio.
Palacio da presidencia da Pernambaco 13 de
junho de 1871.Dr. Manoel do S smenlo Ma-
chado Porlella.
Anie taes rasdes, em face de taes fa adamemos,
me parece, Sr. presidento, qoe cada vez mais nos
encamiuhames para o completo aniquilamanto Jjs
assemblas de provincia, to liberal e sabiamente
creadas pelo acto addieional.
A raso principal adduziia, e que servio de
base para o veta, poi nao ter a assembla deixalo
a administrag-} a faculdade de examinar se o sy
tema ou invento privilegiado eslava no caso de
merecsr o favor, e se ara bomou mo.
( Ha um aparte.)
Nao sai que se possa interpretar de outro modo
a negativa de sanego, e estas palavras ta) se
limitando a conceder auctorisag')........t nao
habilitando o por tan\o conhecer e verificar a
boniade de tal systema ets. claramente dizem
quaes as vistas da administrag\ qua s parecam
ser cobercitivas da liberdada da assembla, do
tocante concesso de privilegios.
Falla o presidente em principios reguladores da
concesso de privilegios; mas, por qua nao cituu
esses princioias? por qte nao apoatou a lei qua
es estatu o?
Qiaesquer que ssjam eses principios, Sr. pre-
sidente, nao podem eiles cercear as atribuigdes
das assemb is provinciaes, nao podem chegar at
este recinto, nem tragar normar ao aosso proceder
relativamente i materia.
Nao, nao podem, Sr. presidente, por qaa.se (aes
principios exisleos, certamenta dizem elles respailo
ao modo de concedr privilegios pe > poder exe-
cutivo, quando competentemente habilitado pelo
legislativo, da que fazem parte as asseablas
provinciaes, e de neohara rao jo todera chegar
at os corpas legislativos, qaajue tem comaet-ncia
para delegar autorisagoes em .que-aae concejera
privilegios, evidentemeute tem n'i para wacal-'r
directamente esses mssraos privilegios, sffn qua
nenhum estorvo Iba possam oppfJr as regras pa-
ramente administrativas i que se alinda.
O que, pois me parece evidente, repit), qae
semelhaute acto negativo de salco mais ama
lavaso do peder exaocatifo pelos dominies q*ie o
acto addiciorjal tragn s assemblas provinciaes,
mais ama invasio das atriboicias do poder le-
gislativo, da qae fazemos 'p arta! "(tfaitos apoidos).
(Trocam^e iplrtes)'
O Sr. F. de Figueira :E' precisamente con
ira isso, Sr. presidente, que eu venho protestar.
Eu, que aqu mesmo, ha dous aonos, tive ecca-
sio de manifeslar-rae era prol da deseeniralisacao,
emprolda?! franquezas proviocioas; eo, qoe muitas
vezes tenbo pugnado por essa grande idea na
imprensa ; nao podia deixir de vir i tribuna rae-
tidear esse meu procedimiento, raauifestando-me
contra a doctrina que sa deduz do aclo Dresidan
cial, dootrina que a nobre corarai-sa de consli-
tuigo e poderes parece partilbar, mas qua al
tentatoria d'aquellas franquezas., d'aquella drs:ea-
tragao que almejo.
Um Sr. Deputado :=-E a issembla pode con
ceder privilegio por invengio t
O Sr. F. d Figueira :E porque o nao po-
dar? Se pode faze-lo, e tem-n'o feito constan-
temente, cara relago a estradas de ferro6 a ou
tros melh irameutos; porque razio nao poderia
faze-lo com relago a um invento T D:mais nio
guau nos negou competencia para conceder o
privilegio, o qae negoa-nos on nega-nos a presi
dencii palo seu icto a liberdado de coneeie-lo
directamente
Tratando-se da melhoramentas materiaes, cuja
realisagio deva ficar adstricta e sujeita certas
regras e prascricoas, determinadas pela ntilidade
e conveniencia publica, compreheode-se, Sr. pre-
sidente, que a assembla delegue poderes ao pre-
sidente da provincia para conceder privilegios em
circumstancias pre-estabelecila?, sobretudo estan-
do a realisar.o do melh oraraento dependente de
nm contrato que deva ser celebrado cora quem
mais garantas e vantagens offerecer; mas no caso
em questo, senhores, qae necessidade bavia dessa
delegago, urna vez qua tratava-se de om invento,
que a assembla aprecou por si mesma nos docu-
mentos que Ibe foram presentes ?
Repito, Sr. presidente, que somente como de-
legago que o presidente da provincia pode con-
ceder privilegios, e qua as assamblas da nenhum
modo sao obrigadas a dar-Ibes taes delegagdes, e
bem assim que o faci de nio Ib'a darem de ne-
nhum modo implica falta de confianga admi
nistrago.
O Sr. Tolemtino de Carvalhu: Qaizera ver
bem provada essa competencia das assemblas
para conceder previlegios.
O Sr F. de Fioubmba. Nem na conslituigo,
nem no acto addicional o nobre deputado ha-de
encontrar dispo.-icio algoma era contrario d'isso ;
e Se assim como afflrmo, por honra nossa, em
bem das provincias, nos no? devemos assenhorear
dessa atribaigo, por qae n'isso vse am principio
de liberdide para ellas e nos devemos ser ciosos
d'esses principios.
O Sr. T. d Carvaiiio E' reasuma atribaigo
que o nobre deqotado d a assemla provincial.
O Sr. F. de Figueira : Nio sou eu qom a
d ; a assembla lem sempre concedido pnvile-
g os e tem delegado poderes para concdelos,
sem qae anda fosse posto em duvila esse seu di-
reito.
Entra n; mesmo innmeras vezes lem-se dele-
gado podares ao presidente para coacedar taes fa-
vores. Se, pois, a assembla ple dar privilegio
por delegago, lgico qoe o pode fater direcl-
mente.
O Sr. Oliveira Andradb : Nio islo o qua
se itontesti porque quem pode o mais ple o me-
nos ; o qae se contesta i competencia da as-
sembla para conceder privilegio.
0 Sn. F.de Fioueira : E poder o nobre de
potado contestar que a assembla o tem sampre
feito, sem reclamabas, por delegago presiden-
cia *
Dirai mais: poder contestar qoe o tem feito
direetaraento ?
UmSr. Deputado:Privilegio de invengio T
O Sa. Felippk de Figuripqa, : Semelbantes
esses ; e da mais, todos os privilegios em princi-
po roduzem-se um, lodos se origioam da mesma
foate.
Privilegio para construir e explorar um raelho-
ramalo, oa um invento ; privilegio para.introda-
zir e explorar urna industria nava ou rnelborar
ama existente no paiz; privilegia para oa> pagar
taes os quaes impostas, para ffcar isento da taes
oo qtiaas onn?, qua pesara sobre os cidada.es; to-
dos sao privilegios, lados tam em si um corto ca-
lilla da odiosidad!}, lodos decorrem do ammoprio.
alojo, lodos leaden 10 raesmo om,
Perjuntarai ao oobra epotad), que hi tonco
me honroa com om aparte : jera oa nio ara pri-
vezej, e
poslo
privil e
Um S*.
O Sr. i,
el e. e q
assembla t-un-uo concedido mu
la foi negada i sanego i taes actos,
ssera concedido) dilectamente, esses
rputado : Aflamento coro o direito
'icuEi.ioA :Sstoa irgamenndo com
r* ver o nobre ddpatado irgum atar
cotftra. faaddo a direito constituido. Sa o no-
bra daputB) apresea'-a.'-ma no acto adlicional
dispisigio prohibitiva dessa afribuig-io das assem
blas da; provincia, dar-ma hia por vencido, retira
re ludo qftanto t^nho dito.
O Sr T. os Carvai.hj :Mas nos devemos res-
Iringir-noi somente as atiribuiges qae nos sio
marcadas palo act i addicional.
O Sr. F. ok Figueira :E' nessas mesmas at
iribuigoas qoe oa ms faado, porque oo art. 10
do acto aidicional qda eo me u 0.
O Sr. T. de Carvaluj : D'ihi sa conclue que
poda cancelar privilagius ? E lgico /
O Sr F.de Figueira :Coacluindo, Sr. pre-
si lente, rapotirei qua acho qua o acto da presi-
dencia coostitue urna invisto s oossis attribui;
libfios, am cercaimeato s liberdados provine.aas
e contra isto qua entendo que esta assembla de-
ve protestar por sut propria digmdade, adoptando
o p ojelo em discusso tal q ia| foi approvado o
annro passado, e devoivando o ao presidente para
que saneci )o >, publique e exaeute. Nessa sentido
vou- emendar a conclosio do pareeer.
Vai a mesa e ipciido o seguala requeri-
mento:
Seja o projectfl approvado tal qual foi davol-
vido pela presidencia e de novo remedido a sane-
gio na turma do art. 15 do aclo addicional.F-
gaeiroa
O SR. J. CORREIA DE ARAUJO :-Sr. presi
siden:e, petfi a palavra para apresentar lgairas
eousideragois cm sustenligo do parecer, qae ora
sa discute, bees eomo pan ju>titj:ar urna emenda
qaa pretaaJ>offarecer aoari. 1* do projecto, com
.Irtrt nn.'lllA n maninn n*P.saa-ai> *
Se a assembta j
qia concite o mesmo parcaer.
A assembia provincial por acta da 31 de raaio
J i anno passado conceden a Shcmaltz k C. um pri-
vilegio nos seguales ierra- :
c Art. i* Fici concedido um privilegi pelo es
pag da 10 anuos a Seamt.tz & C, para elles
poderera osar e asseatar om sy-tem de tachos
para engeahos de assacar, de sua invengio, naita
provicia.
O presidente da provincia negoo sanegao a este
projecto pelas razoes neiie exaradas ; em 1* lo-
gar porque o projecto estava concebido em termos
taes qaa bao aGtohsava o presidente a conhecer
da convel eocia, da uti!idadi|>da medida pin iie-
gar-lbe ou nio sancglo, isto nao Iba dava a fa-
culdade da extraar as vantagens resoltantes do
privilegio...
Um Sr Dkputad) :Sa era orna aotorisagio.
(Nao apoiaJos).
(Trocam-se apirlas)
O Su i. CoaasiA de Araujo :E' por fcso qoe
presi lente diz : i iduinistrigao nao sTe apre-
ciar as faotageos de um tai privilegio para
cuutratar svjyj eoncessionario.
O Sa. FTdiTiguibo
apraciou, j recoabeceu.
O Sr. J. Correia de Araujo : O presidente
deva por sua vez julgar, o ex me feito pali assem-
bla nao sufficieole.
O Sr. F de Figueira :Mis o presidente nao
pode snppor 3?s.m. *
O Sr, J. Correia de Araujo':Eo entendo qae
pode.
O Sr. F. de Figueira : -Esta ci me tica.
Oirrno Sr. Deputado :E' ama verdadeira ab-
orpgo dasattribuigo 'S da assembla.
Trocam-se apartes.)
Sr. J. Correia de Araujo : Nio ha tal ab-
sorpgo...
OSr. A. Pernambuco :Ista oolliflcar a as-
sembla.
O Sr. J Correia de Araujo : Nao nallMca de
neohara modo a assembla; o nobre deputado
quem quer nuilnic ir o direito de negar a sane-
go.
O nobre deputado saba, e eo j o disse ama
vez desta ctdeira, nao .-ou daquelles que gostam
de conceder autorisagoes aos presidentes da pro-
vincia, mas os nobres deputados na occasiao em
qua eu fallava contra taes aolarisages raediziara :
se o presidente Julgar conveniente, osar -da auto-
nsagio, se nio julgar deixar de osar.
O Sr. F. de Figueira :Quid inde ?
O Sr. J. Correia de Araujo :Se assim pen-
savam os cabres deputados, agora pergoata ao
nobre deputado que acaba de dar-me om aparte,
em taes casos fica oa nio apreciago da presi-
dente da provincia as vantagens ou desvantagens
que podem resallar da autorisago concedida ?
Nao asando o presidente da autorisago por jul-
ga la inconveniente fica nullificada a assembla ?
O Sn. F. de Figueira :Mas a assembla con-
cede essa autorisago qoando quer, qoaodo nao
quer nao coacede ; nio quiz neste case conce-
der.
O Sr. J Correia oe Araujo :Varaos a ver se
a assembla tinha razio pan conceder o privile-
gio sem deixar lroinistrago o direito de veri-
iicir sua conveniencia, sem deixar Ihe i faculdade
de contatar com o concessionirio e dalle exigir
as precisas garantas.
So todo e qualquer acto da assembla provin-
cial fleasse dispensado do exame da conveniencia
e utilidad o publica por panada admioistragio, ne-
nhum prineijio poderia justificar a necessidide
de ser submettrao sanegao. O presidente quaodo
saneciona ora acto da assembla porqoe se con-
vence da ntilidade, da necessidade da medida con-
sagrada no mearao acto.
Quando sa convence do contrario, qoando julga
qua a resolucao opp'oe-se aos interesses da pro-
vincia deve negar a saocgo.
O Sr. Mello Reg : Nao, nia tanto as-
sim.
O Sa. F. de Figueir. ia ; Nos caoos especificados
no acto addicional.
O Sr J. Crrela ae Araujo :Quando o presi-
dente da provincia se convence da qoe ora pro-
jeclo contrario aos iotaresses da provincli deve
uagar-lne sanego...
O Sr. Med Rkgo : Este om caso.
O Sr. J Cbrela de Araujo : Pois bem, o
presidente considera qus o projecto nao estava no
ca30 de ser sanceiooalo, por ser contrario aos in-
leresses da provincia.
Um Sr. Deputado -.Mas a razo principal nao
loi essa.
O Sr. ) OonwlA de Ara lio :Foram doas as
razoes ; primeira, porque o projeoto nio deixava
I berdade administrago para veridear a otili Ja-
de qoe poda resultar do privilegio; seguuia, por-
que nao bavii necessidide CU concesso de om
privilegio para introdnegio do systema de assenta-
raentos de que falla o projr Un Sr. Dkhutadj : Na, dea a razio por qoe
nio en convaoiente.
O Sa. J. CoNrba nK.A,R,AU *Nao era conve-
nante porque o systema qne Soamiltz & C se pro-
'puabam iniasioBr i provincia, j en conhecido
e pritic&doros nobres deputados devem saber
disso ; e se nao sabam, procorem informar "se.
Pi-sso asseverar A esta illostrada asseaibla, que no
eugenlva 4o Sr. bao da Campo-Alegra infepen-
deo'.a de privilegio, Schmaltz c.oUoooo assooU-
meato do seo rvsUma, no 8s.a,eoho do.Sr. tuaf-aa de
Mirenis, a no euijaobia do 3r bao de Msrcds,
tambis inJe^dsnte da ori[w-!|io, SchnalU tu o
mer.ioSs'iiameo'o.
Ora. ti Scbm.allz.iem privilegio, poz em pralica, o
htver p --a conceder-se-lha ura privilegio, aflm
d'elle por exscugio um melboramento que ji
est cui necid > na provincia ?
Um Sh. Daro ado iIsso nao offeode os its-
ressas da piovinc'a.
O Su. J. u baila d'Araujo : Olanle os in-
leresses da lerteiro, offende a liberdide de in-
dustria.
(Trrfeam se apartes.)
OSr. 1.Correa de Araujo : Sehmaltz diz que
elle nao inventor do systema, pan o qual pedio
o privilegio ; dz que o systema de que trata
o de qua se asa na Jamaica, em Coba e em ouiros
logaras.
O Sr. F. dr Figueira :Aoode est isso ?
O Sr. J. Correa de Araujo :Na peligo, que
deve achar-se no archivo da casa.
O Sr. F. de Figueira .Sera bom manda-la
b uscar.
Outro Sr. Deputado :A questo nao essa.
O Sa. Correa de Araujo :Nao ser, mas os
nobres deputados que t m traz este [dreno. O_ nobre deputado disse qae devia
respeitar-se o djfeito de iovengio ; eu digo que o
aobre d-pniado 'concede Ihe om direito que elle
mesrao reouncii, declarando que nio era inventor,
qae pretenda imitar o systema existente na Ja-
maica e era Cuba.
Sa, pois, Scnma.tz nao precisava, como nao pre-
eison, da privilegio para executar o svstema de as-
seotamanio de qoe se trata, e tanto nao precisa-
vi. que collocou diversos issentamentos dasse
systema, nao bavu razio pan se Ibe conceder o
privilegia.
Se nio novia necessidade de privilegio para
Schmalu inlrodnzir o seu syslema, o presidente da
provincia, que nao pJe examinar, que noteve
liberdada de examinar as vantagens que podiam
resultar desse systema.. .
Um Sr. Diputado :A assembla exaniinoa por
elle, e bstanle competente para isso.
(trocam-se muitos apartes.)
O Sr. Presidente :Attengio I
O Sr. J. Correa de Araujo :Ea n5o contesto
qne esta assembla examinasso as vantagens que
poderiam resultar do systerai de assentamentos
que Schmaltz se propunha Introduzir ; nao con-
testo semelbaote c usa, mas entendo qoe o presi-
dente tambera tem e diraito de examinar as vanta-
gens de qualquer medida decretada pela assem-
bla.
O Sr. Mello Reg :Procede por outro modo,
nao por este.
O Sr. J. Coriiea de Araujo : Agora pego ao
nobre deputado que disse que neste acto da presi-
dencia havia orna iavaso das attribuigoes da as-
sembla, pego ao nobre deputado qae me diga
qual o acto desta assembia idntico a este, con-
ceb lo nesies termos.
(Trocam-se apartes.)
O Sr. J. Correa de Araujo :Diz o nobre de-
putido:a assembla tem concedido privilegios
por esta forma, tem dispensado, por exemplo, pa-
Smenlo de impostas.Mas o nobre deputado po-
er con? i I arar o privilegio d isengo de i rapnos
concedido pan exploragao da ama miasma ou de
urna empreza idntica ao de qae se trata ?
O Sr. F. de Figueira :Ea disse qae era idn-
tica T
O Sr. Correa de Araujo :Mas troaxe esse
exemplo.
O Sr. F. db igubiroa :Entre idntico e seme
Ibante, ha mniti dillerenga ; ei disseseme-
Ihante.
O Sr. J. Correa de Araujo :era mesmo se-
melbaote.
Sabe esta casa qae os privilegios por roa pro-
pria Datureza sao odiosos, pois que tratera sempre
ama restricQ^O que importara urna excepgio, e se
*jos privilegies sao odiosos, soliente se devem con-
ceder para iotroduego da um genaro de industria
aova, para urna invengio ou descoberta que d'elle
precise para poder ser explorada.
Ora, Scn.ir.oliz nao precisava da semelbaote pri-
vilegio.
Um Sr. Deputado-.Tanto freoisava, que re-
quere u
O Sr. J. Correa de Araujo : A resposta nao
satisfaz ; tanto nao precisava que praticou o seu
systema sem privilegio.
Um Sr. Deputado Desengaado da que a lei
nao serla sanecionada.
O Sa. J. Correa de Araujo : Est engaado,
multo antes da lei ter sido apreseotada nesta as-
sembla, Scbmaltz tinha j introiozido esses appa-
relhos, nao s em Pernambaco coma no Rio de
Janeiro e na Babia, onde pretenden tambem obler
privilegios que nio coaseguio. Na assembla da
Bahia foi apreseotado am projecto concedendo am
privilegio semelbaote, mas consta-me que esse
projecto foi regeitado.
O Sn F. dk Figueira :Nio foi regeitado, ficoo
em 2.a discusso e elle apresentou no jornal.
O S. J. Corrba de Araujo :Tal vez nao apre-
sentasse o em que veio a regeigo.
Um Sr. Deputado :Tudo isto estranho
questo.
O Sn. J. Correa de Araujo : Tnta-se de exa-
minar se Schmaltz deve obter om privilegio, se o
melhorimeoio da qne se falla de tal nalureza que
moraga um privilegio.
Um Sr. Dehotado :A qoesto outra.
O Sr J. Correia db Araujo :O presideote ne-
gou a sanegao porque entendeo qoe para intro-
ducto desse melhoramento nao era preciso pri-
vilegio, e esla toi a principal risio da nio sanegao
do projecto. Esta assembla pode conhecer, e de
faeto est conheceado das razos da nao sanegao ;
mas nio quairao es nobres dapntados limitar-se
nicamente a primeira razio da nao sanego, ra-
zio qua eu accaito, por qua emendo que o pres-
danle lera o direito, nio obstante o exama da as-
sembla, de examinar se o aclo deve oa nio ser
sanecionado, para o que deve indagar se esse acto
oa nio conveniente aos inleresses da provincia.
O Sr. F. Figueira :Isso quer dizer que o pre-
sdante da provincia urna especie de capitio-
mr.
O Sa. J. Correia de Araujo,:Sem qoe o pre
ideoie se convenga di conveniencia de nm acto
da assembla provincial, elle nao o deva si necio
nar. Isto quer dizer que o presidente deve coas-
acuciosamente coneeaer ou negar sanego as re.
solngoas da assembla.
Um Sr. Deputado : Essa attriboigao limitada
a certas casos.
O Sa J. Correia de Araujo :Um dos casos
em que o presidente pode negar sanego qaando
se convencer qae o projeclo nao conveniente aos
inleresses da provincia, caso este que justamente se
verifica.
Um Sa. Deputado :Mas na diz isto o presi-
denta.
O Sr. J. Corrria de Arau :Nao diz porque
o nobre'deputado nio q-.er lr, ou porque leo cam
maos olnos. (l )
Eis aqui o presidente dizendo qne Schraalti nio
tinha necessidade do privilegio, e lio tinha necei
sidade porque corcp sabido por muitos Srs. de-
nar na provincia, j en conhecido | pntidos, Scboaaiu ja tinhi posto em priiica o me-
ihaxamento.
Um Sn, Deputado :A minhi qaestio qua sse
nao razio constitucional
O Sa. J. Corre-a de An-Auo :B/itio o ficto de
qoe nao era necessario o privilegio, porqae ja en
rllagio a UnQ^lo de imposios ? Creio qae ; en- setj s.jMSjna; qoe riz<>i 4* eonvenienci

mete deve sincciooar esse projecto T Essatbeo-
ria completamente fal sembla deva xalar e muito todas as sois iitribol-
goes, assim timbem nao deve querer qae o pre-
sidente di provincii a quem compete sanceiooar
on nao os seus actos o fag anthomaticamente,
sera exame algara, sem conhecer di conveniencia
pubiici, sem que se convenga par sai vez di neces-
cidade, da conveniencia, di jostig oo acert com
que proceden a assembla provincial.
Por estas considerages, Sr. presidente, cateado
qne o acto da presidencia da provincia negando
sincgio ao projecto deve ser aeceito, como de fic-
to foi pela cora nissio de constiluigio e poderes,
entendo que o seu parecer neste ponto foi acer-
tado.
Entretanto smto nio poder aceeitar o art. I.
do projecto por ella offerecido, nos termos em qoe
se acba. A commissao emende que o presidenta
da provincia proeedeo bem negando sanegao ao
projecto e formulen um outro projeclo rendo
em vista modificar o primitivo, mas na mo-
difieago que fez* me parece que a nobre com-
missao nao chegou ,ao resallado qoe era para
desejar. E' assim que a eommi.-sao diz no art i*:
O presidente contratara com Scbmahz & C.\Nes-
te ponto divirjo da commissao, por qoe parece-me
que a expresso contratar irapoa ao presidente da
provincia a almegacio de contratar.
O Sn. F be Figueira : En isto o qae ea que-
ra observar aos nobres deputados, o presidente
oio quena que a assembla man dasse, qnerta iu-
tor'sigio.
O Sr. J. Correia de Araujo : A expressio em*
pregada no futurocontratarimpoe 10 presi-
dente i obrigago de contntar, nio Ihe deixa li-
vre o direito de o intratar on nio ; por isso von
mandar a mesa urna emenda relativa 10 arl i.
O Sr. F. be Figueira :Est em cmra'diccao.
O Sr. J Correia de Araujo: -Eo voto pela con-
cesso de privilegio, mas snlorisando-se o pres-
deme.
O Sta, Fi de Figueira : -Est em perfeita cen-
tra liegao com o qaa lem dilo.
O Sa. J. Corrma de Araujo :- E i por on es-
toa convencido de qae o pnvileg o nio conveni-
ente ; mais posso estar em erro e por isso nio te-
nho duvida em conceder ao presidente a aotorisa-
gio precisa para conceder um privilegie, fizando
um contracto qae seja vantajoso a provincia ; no-
te-se qae eu nio poslo de autorisagoes, como te-
nho dilo, nas deixo-a neste caso, por qoe sa o
presidenta se convencer qoe Scbmaltz nao poda
continnar a realisar, a praiicar o sen systema sem
essa privilegio, elle o conceder ; se os sssenta-
mentos que foram feitos nio sao os roesnes do
systema para o qual ella pede privilegio, asar da
actorisago e neste caso poden fizar om contrato
cedendo o privilegio para collocacio de taes as-
sentamentos.
O Sn. F. de Figueira :Qae sao da sua inven-
gio.
O Sr. J. Correia de Araujo :==No, sanhor.
O Sn. F. de FiGUEinoA :Qoo sito de sui invea-
gio. est d-pencao.
O Sr, J. Correja de Araujo :Eo disse a por-
co i esla assembla qoe Scbmaltz & C" diziio qoe
na; ero> inventores do meilioramenlo pira o qual
pedio o privilegio, qae qaeriio apenas intruJu-
zir am systema de assentamentos ictoilment-
existente e com grande vanlagera ni Jamaica e
em outras logares. Pois bem, ea nao linba visto
a petigao qae foi apreseotada o inno pissido, lem-
po era que eu nao fizii parte desta assambla.
Eotio Schmaltz & C* me proeoraram pan sen sd-
vogado, me referiram que liohio requerido privi-
legio na Babia e ne Rio de Janeiro, me disserino
que nao erao inventores, que eram apenas intro-
ductores do sy-lema. Faile pois .ob i f do que
elles proprios me disserio.
O Sn Teixeira de S : -En disputada a elles o
invento ?
O Sr. J. Correia de Araujo:Elles a mim eon-
fessaram que na jera se ao invento ifflrmei-o con-
fiado ne que ellas me haviara dito, mas vejo que
na petigio elles se qualiflcam de inventores.
O Sr. F. de Figueira :E exhibirn) eerUAca-
do3 de cmaras rauaicipaea uoanimes de diversas
provincias do sol, qoe estiveram aqui expostos
em cima di mesa.
O Sr. J, Correu de Ar esses attestados podem provar a invengio. Por
este modo tenho justificado o meu voto e a emen-
da que vou offerecer a cousideraca desti assem-
bla.
Vai a mesa e apoiala a seguinte emenda :
Ao art, 1.a diga-se o presidente di provincia
fica aatarisado a contractar.J. Araujo.
O SR. VIEIRA DE ARAUJO :-Sr. presidente.
como relator da commissio de conslituigo, qne
deu parecer sobre o projecto nio sanecionado e
devolvido pela presidencia da provincia, que est
era discusso, corre-me o dever de dar os motivos
pe'os quaes i commissio julgoo qoe o melbor al-
vitre seguir era o que se contm no mesmo pa-
recer. .
A commissao, convencida de qne o previlcgio
concedido Schmaltz & C era constitucional,vem-
mesmo a ventar a questo de constlmcionalidade
do projecto, porque as isscmblis de tudas as
provincias do imperio teem constsetemente asado
da sttribnigio de conceder privileg.os, ora pan
obras publicas, on pan difierenies melborimentos
agricolis, para construegao de estndis etc.. e a
issembla geral anda por esses fictos nio tomoa
eontas s assemblas provinciaes, acerca do modo
porque ellas teem osado dessa attribuigio, revo-
gando lei voladas sobre tal objecto.
A qoesiao de saber-se se as assemblas provin-
ciaes pd-m ou nio conceder semelbantes privi-
egios' por invengio nao veto a pello, porqae,
anda mesrao que o inventor nao seja o conees-
siooirioy basta a simples intmdocgo do melhora-
mento na provincia pan justificar esse privilegio;
por isse porei de parte a qaestio de coaMitocio-
oalidide.
A commissao acsiton as raze^ do presidente da
provincia, que embon eslivesse convencida de qne
a concessojfeita a Schmaltz & C traba jasliSeicao,
em vista dos docomeotos que elles iqui apresen-
taram o anno passado, todivii ealsndo que essa
concesso, sendo feita pelo presidente da provincia,
podi sel-o com eradigas qae lossem mais vaota-
josas; poder-se hia estabelecer mudiante aquella
meio qie, floando marcado no projsclo o pnxo de
dez anuos, os eoncessionarios fossem obrigados
prestir os eselarecimeotos necessar os aflm de qoe
esse melhoramento se volgirisisse, se fosse laso
preciso, podia, por exemplo, se estabelecer qne,
creando-se escolas agrcolas e fazendas modelos,
fossem elles obrigados dirigir gratuitamente os
trabalbos relativos i parte do fabrico do assacar
qae se propuoham melhorar pele sen systema,
ele. Sao condieSes essas que ponera i idiainis-
trago impar quando liveese de fuer i coneessao,
o qae nao se dara se o projecto fosse sancciosi-
do do modo porqoe fot volido.
No parecer a commissio expenda em resamo
os motivos qae teve para aceitar > raioas da
presidencia e modificar o projeoto, aceitando to-
dava a idi principal, qOe era a concesso de qw
se trata.
E"L a parte eo disse que a exprwao-oontri-


eonbocidoe pratieado omelborarnebio nio razio '^ra_havii eseipado i commissio e que i
eonstincioDa ?
( Troco-se :nnit03 apartes.)
O Sr. i. Co:. ia db Araujo :-."nti0 sempre
alie o que i issamblro adopte nm ",r0iacio-em 3.' dis-
p,l,e como, o presume di pro\la'Ci, ttttbomatlca-
a pena de ser irapngnada, porque en"J.'tS
sempre como urna autorisago ; mas. Pt ifr
davidas a commissio nio beuti cu aceitar ai
dsecao DroDosti como emeuii pelo nobre apa-
diego proposta
tido digno secreurlo.
A
m


.1 ~.
i
r
J
fltiri*

*" Sobado 20 it Abril
~
jll flfpfln^i. ,q!?a a 1uei'*J losse encarada
por mu face! AcmlBS^i di emstiToicadino
Ou Su DiiWf ki --Nal Ideando o |acto d*
fmbl. .
O Sft.VKinl m ARAL-ji:-Ni) nallin-ar o
aclo dt nsMMJNl visto que a as funforcelo,
porqoe o prnisit deixoo de saaejjionir esse.
projeeto f-io raiWeis, porque nio bvreraos de
aceila-lo* T
(Troca mu ai irles.)
O Sn. ViBiru dk Ahacd ^Constantemente es
tai antorlaa- ces sao dadu- ningnar t*m pro
testado eaotra ellas."
0 8h. Ges Cavalcakti : Oa o privilegio
conveniente, oa nao se 6 conveniente, eooce-
da ee, nio ha precislo de autorisar a presidencia
a cracede lo, se ni regoite se o proj-clo.
O Sn Vkiradi Abavjo :Eotendo que o coa-
teniente a coneessio.
O 8r. Gei Gavauhht' :--Ei!li concedamos.
0 Sr. Vibiih Dit AnatiM :-Mis aeno que tera
fundamento as tufes do presidente da provincia
qaando aegau a sanccaa, em visia da forma d'da
ao Drojecto.
Un Sa.DETOrADo ;P>>rquo nao dea aatorisa-
Vio Ir presidencia?
O Sr. Vrica db Ajuiyc :Por iue nio d;u au-
tonsago.
0 Sr. F. oe FicuKinoA .Isio nunca foi, nao ,
ceoa ba de ser razao constitucional.
VfJ Ss. Vieiba un Ahaujo:Eisa autorisagao j
oise eso* pode irater vantagens provincia, o que
*e nao di como esta o projecto. Com a conces-
sao ple-se otiripar os concessiooarios a divulgar
# seu raelbo.-ammio, como a conceder outros fa-
vores provincia.
Portanto, desde que sto quaiiq.ae uma que -
lira de forma, enteti-io qae rtSoraa in:onveiente
algum em adopta r-se o parecer da comnalsso.
O Sr. Gobs Cavalcanti :Mis o presidente nao
disse que era contrario aos ioi Tesses da provincia
u privilegio? Para que mais auiorisagi.i ?
O Sr Vi;:iiia dk Araujo :D>sse qie fta con
trario aos intrressea da proviocia. elle na> facnl-
lava meios de ob;er vanugen-, por que nao poda
a admmiir'c/i'i apreciar por si as vanlagens re-
saltantes de-ti' nv-n'n
O Sn. Henrioue Mamede : No; apreeimo-
aqu.
O Sn Vieira oe AnAijo: Bem, nos aprecia-
mos, mas o resultado dessa apreciadlo o pro-
j-'cto como est.
O Sr Alcoforaoo Jnior: Acbo qae ba urna
verdadeira eouiraticgio.
O Su. Vieuia di; ASAUJI :Dasd? que se res
pert a idea capital, moditieado todava o projecto
no sentido d-ui ratoes da presideucia, acho qne
nao ha oconvmie.nl em adoptarse o parecer da
commissa, me-mo porque, como j disse, iodo
orno autorisagi^essa disposiejo 1-gislativa ser
mais vant-j isa jara os ioleresss da provincia a
concessao ile que se trati.
Sr. presidente, vista das razo qae expend,
acho que tenho justilicadj o proco Jim ;n:o da com-
mitsao.
Val a me
E-iiO'la a conalusao do oareeer :que seja r -
pe'tado n projeiio. Mames dt Silca
OSR. A.PE'INAUBUt;0 a slgu'ms o?ide-
rc5es sobjre o parecer.
O Sft VlErRA DK A1UUJ3: 5". presidente,
de> re*p 11 que oppoe-se ao parecer da com-nissao, porque
a cha oel iocoberencia, iit) qae leoilo acc-l:a-
d> a raio-s do pre^ideote da pr-vincia, imcluio
jie o projecto fje de novo remeti-i a -ancjc.
IcomroH&j
ceilou o seu parecer peli^!P,c'Biel-r**->.8*~
P'esdOcia ; se i parecer da cmmiss) ine
nereate, eotao pudraoi i.i.nbem laxar de anhe-
rentes o qae nao julgo is faadamealos qae se
a:nain exaradx ni auh>grapb> do pmjsc) nao
fcanjcionado. Opre-ideate diiqae otnpotia a ai-
rr,niira<1'.io apreciar as vaotageo* de nm lal sys
lema, e por liso, que a assembia oo deveria ccu-
ceder o privilegio.
O Sa. Gdes Cavalcanti :E' bora qae o nobre
(epatalo diga i-so.
O Sr. Vieira ek Araujo :A eommbeio acein
>ta ratao, entei'de que o presi lente ple al exi-
(ir dos coneessi .narioi condicoe^ oa vauuueos e.n
1 ivor da provincia qaand > fitr a concessao...
O Sr. Gos GAVALCAMf :-i-sa nit a ques-
uo.
O Se A. Pernambuco :-0 nobre diptalo ni)
l-oie sabir do i 1-imr. qae ea estabeleci.
O Sb. Vieira de Arauj :Se a questao tola
<.< lrmt, como me parece, se a solucao dada pelo
1 arecer satisfaz completamente por e-se lado a<
alludidas raines nu sei porque no deve ser el!--
ipprovado.
m Sr. Deputado : -M*s so aceita as ra:5s3 da
nao sanelo., a ineooveoiencia do privilegio, como
ijuer q-ie seja elle concedido ?
Trocam-te ouiros ap.iritf).
O Sb. Viera ds Araijo : Maita? vezes nm
|.r >^-J nao saneciooado moliBcado e vai de
novo a sincrl). Nio sc.i roesmo cerno hija inco-
herencia no parecer : se ha incoherencia o > pare-
ir, ella e:-ta igualmente as razSes com qie foi o
projecto devolvido.
Ea entendo qae o privilegio nio coatnrio ao?
interesses da provin:ii...
m Sr. Dbputaw :Soio nao a:eila as razSes
r.a presidencia.
O Sb. Vieira de Abaijo Acho que nao ple
vir Inconveniente provincia de ama concessao
oe nao Ihe traz oous algam.Se.o systema i
om, iproveitem-sedellii os qae qaizerem, e tal 'ez
tea essa eoncessio de privilegio os coneessiona-
"ncsnio qneiram iotrodazir esse melboramenio na
i,'i-tria igricola da provincia.
Por consegjiute acho que naoJn iocohsrencia
nenhuma da parle da commissi, qatndo ser
1 n i as raz.'s da presidencia, e a assembla leu
a-npla facaldade agora do apreciar a materia e re-
solver de novo como moihor entender em sua sa-
btdona.
O SR. A. PIRNAMBUCO abania as deas emit
Has.
O SR. F. DE FIGUEIROA : -Sr. presidente, vol-
ii riboaa, posto que algum tanto constraogida-
mente, para bdm precisar os termos da qnestao.
qne me parece est desviada do terreuo em que
mi se achar collocada...
O Sb. Olym'IO Marques :Q er renova-la ?
O Sb. F. de Figueira : K se o quizer fazer,
l- der impedir-m'o o nobre deputado ?
Nao tere por ventara o direiio de recomecar
.-...antas vetes quizer, nos limites do regiment ?
' O Sn. Oltmpio Marques : .Niogaem Iho conles
u esse lireito.
O Sb. F. de Figieir'a :Pare;ea-me dever ler
-sa conteitatao no sorriso ironiio do nobre de-
polado, qne, nao ser isso, nio sei o qae expri-
me. Se pois o nobre epatado o juer, irei reco-
mecar, e estoa no meu direito, como o nobre de-
putado estar no sea, recomecando ama qaesto
qdalqoer qaantas vezei qoizer.
Sr. presidente, dina ea qQe voltava tribuna
para precisar os termos da questao, e voa faze-h.
A qaesto gada legitima oa lllegiiimamente ?
Respoodo qne illegilimaraenle.
O projecto de le nao era era Qconstirbco-
nal; e cortamente nao 'allegan *so o presidente,
nem o poda allegar.
Tatnbem elle nao cffende interesses de cutra
pro*!!, porque o privilegio nell? eanced ih nio
oltrapiesa em seas (ff-itos os limites desta, e o
presidente nio reccorren este caso.
Finalmente o projecto nio offende os intereses
desta provioeia, porque realmente neonom inte-
resee de orden publica ou privada vira soffrer
eotn a concessao de nm privilegio um melhora-
menti indastrial, desarticular invencao, caso em
a propria consttaicao garante esse privilegio.
Tjmbem o presidente > allegoa essa cffinsa acci-
dentalmente, a como para corroborar a primelra
ratas de refo.qae, como j disse, foi nao lhe ler sido
dada antonsaco para conceder o privilegio, depoi
de nm exame do sysUma, qne se quera privlk-
par.
En o qne disse o presidente :
< Nao se imitando eoneeder aulorisaco ao
governo provincial para conceder dito privilegio,
e nao habilitando-a pcrtanlo conhecer e verificar
a boniadt dt tal tystema, e ser elle de invencao de
Sckmaltz C, e eooferiodo logo tal privilegio
sena qne aquellas con c^des precitas estejam ve-
rificadas pela administra^o ; ofTensivo dos prin-
cipios regaladores d; coac sso de privilegios, e
nao menos dn intereses da provincia, guando
5o bastaste nttender que para uiar daqaelle sys
tema nao tem Schmaltz C. neussidade de privi-
legio.'
Ora, ssnhoies. serio procedentes taes raides ?
Se o presidate nao ponde examinar o systema,
te lio ponle saber se en bom oa mo, lgico
qaeniod.w. nejar saneco ao projecto sobo
\: .tito de i- utilioade.
(Trocam se muilos uparte,?).
-i) Sr. F. de Ficuf.iroa : Se o presidente de-
clara qae nao tere liberdade para examinar a
qaesto em s, eomo cppoz o sen ceo pr nio ca-
recerem Schmaltz & G- de am privilegie?
Se presidente nio poade jalgar se era oa ni?
til e necPSatio 8 ,x\
que trkdSttttM i -----------
Cois eoian, a assemblw provincial, qae fX*,aji [
U4>u qut*:o, que.julgoutntil e necoN*r4o o >&
vilegio, tanto assim.que, d/pojs de djscuir. iros
vetes, approvon o projecto; pois enlao,,d>o, a S'
snibifta provincial b"i di pftr de pin;,5! $aa com-
petencia para concehr privHegie^ ^ \t reconhe-
cer q*ie a questao nao loi ex^jM(j cora criterio,
con*/>|0 Um privilegio para' introdntfi
m Bihorament i J4 contieflidj"* |iralian.
par votar pelas ratSe-, ^ n s&neo>o, quaodo qce se b-tenhim de dar Untos aparte^,
Sn. \ri rjHXD) Jnior:-Perguat-)aejmai's
) qne parecer fivonve'.
O Sn-. Vieiba de Araujo : -Nao esia afcoduzi -
do, nao ba enjeoho que tenhi esse melhora-
moaio.
(Trociui-se multas apsrtes). f
O Sr. Presidente :Ps^j aisnobres 4eataos
del O S. M2LL0 I
Uiiittir raiah Qp'.oao
^f. pre'ideote. VaulflO.pira eatadar-a conveniencia
>fthre a qaesto, iu'.eira- syfern-qnesoqim in'.rodatir ui prdf^^H
r*
eUidad d'
mote de)3p:lo I prevences. Qaero apems ex O Sr. Silva 'Rfoo : -
ranier Ui% O r'i raoJj de pen-ar, b desejo fTroeaarsd aparte
que nio se sappooha que tenho ot*ocao occulia,
nem ontro fl n qae nio seja o de manifestar sin-
le nio diz
o proprlo presiden'^ qaem dectata qne nio ponde"
e.ludir a quesiv, porque a assembla nao Iba
dea libirda^fl para o fuer t
Nao. Sr. presidente, pens qae esta assembl;
nao leve, nam ha de Terir se si mesma, dizendo
qai volou sera exame criieriojo nm tal negocio.
Nio, Sr. presidente, peoso que esta assembla
oi razse inconstituci >aaes, em presenta de allega-
roes que, s Iguana cousa ditera, demonstrara o
desejo do poJer excutivo de tornar millas as as
semblis de provincia I
Sr. presidente, o raeu nobre collega de dlstricfo,
qa se senta aireiu de V. Kxc, na sua argu-
ineota(o altiva e prestigiosa, preieudea sabir e
subir niaito; mas inqaestionavelmenw nao o poude
fazer, rorqae os raios coloriBcos do sol da ver-
dada derretoram-lhe as azas, e elje cahio.
O nobre deputato, depoisde defender com toda
emphase 6 eoihasiasaio o parecer da commissio
ds constiiui(o e poderes, defendendo gualmeoie
as mSes da nio sanecao, adutidas pelo presidente
da provincia, baqueou doloro a nenie, cahio em
mauifesta coDtradcQio.
Gome?ou o nobre denotado por aceitar as ra-
d> .- da nio saneco, por ach^r qae nao havia In-
;onveniencla no projecto, por declarar qne 6* presi
deubiobron acertadamente oppoodoo seu eM, visto
eomo nao bavia careeta de priviteg'aV-W'UH in
veoto, qne nio era de Schmaltt & G. ; ei para co
roar o seu discurso, concluio por ofPJre;er urna
emenda na qnal se aul'-rlsa o pVesWeole da pro-
vincia conceder o memo priviiefio de quetrata
o projecto I I
Foi por isso Sr. presidente qait ea disse qne ah
qas eslava o lenao de AChylles, que afii qne
eslava o ervo aplico da quesio.
O que o Sobre depotalv qner diter, Sr. presi-
den'., fi o qo# realmente disse o presidente da
provincia as r-uas razes, po-io qae acertada-
mente. O qae qoi* dizer o nobre deputado foi o
iue o presidente devia ter dito com toda a (ran
laeza, sera sub'.eTfagios, ni e cramente, isto ,
qae nao tolerava que a assembla legislasse em
termos imperativos sobre sto ou sobra aquillo.
(Apol? do?)
O Sr. ALcoponADo Jumor : Tem tratado a
qaesto mono nem
O Sr. F. de Fir.uEmoA : Ea porem, qae nio
devo nem quTo reconhe:er e-so direito no presi-
dente da provincia ; eo porem, qa nao eocierg\
as mzO's adundas pelo pre'idenle, motivos suffl-
cenles e lgilimos para o rifo ; en-porem, que r
con beca como atiribntci) da as conceder privil-gi is ; en qae linafcnente entendo
que neRhnma.olTrnsa resulta do privilegio em
questio, quer aos iolereses puolicos, qa. ao*
privados; eo, digo, nio posso de xr de regeitar o
par cer da n.bre coDmi*sai, nao tosso deixar de
mauter o privdegi) -tal eomo foi coacedido por esta
inemb'a Schraaltz & G., nio possw deixar di.
sustentar a minha emenda substitutiva, na qaal
pe^o q le seja o projecto reenviado sanecao, de
P'i- de voialo por dons tercas da casa.
Por ea forma, Sr. presidente, julgo camorir c
meu dev.-r de re ar pela digo'lade d'esta fssem
?? .bja, julgo caminhar de accotdo com as ideas que
'- mpr 1a6 dfeid"" e (kffiodar.ei ; juljo -
nalmenle qae compro a roMsa.i que ni c 40 o o o
acto adlicionsl de velfar na gnardi da consti
tui^ai e das leis.
CTeto ter dado as raz-s da minha volt* tri-
buna. E agora, e antes da sentarme, pego dis-
culpa ao n-hre depataio peo 3' districto, ss, ao
co negar, fui a'gum tnn"o acalorado qaando me
dengi S. Exc. para responder nm; aparte.
O Sn. 0. Marques:-Nio m dei por olliodid\
O SR. J. GOHREA DE ARAUJO :-Sr. presiden
u, uTii vez que o mbre deputado pelo I* distric-
to, vol ion tribuna para tratar do pare:or da
C0J1 nissao re ativoao aclo de qne nos teneos ocru
palo, precisando'S terreos da questaie dirigi-
do se prin;ipalmente emenda p>r mim on* ao art. 1 do projeju com que eonclue 8 parecer,
jalgo do mea d^ver volisr tamb -n tribnni para
responder i< poucis con*idera5es que o Sr de-
potado aciha de apresentar.
Por raais de nraa vez diise o nobre deparado qae
o presidente da provincia ns rat6 s de nao s*nc
cao nao declarara qae efa inionveniente a conces-
sao do privilegio...
O Sn F. de Figeiroa :E nao disse.
O Sr. J. Correa de A*aujo :Por mais de ama
vez ouvi o nobre deputado fixor tal afmagio.
Pois bem, com a me*raa auDridade comque o
nobre deputado afflrmoa rae o presidente nao dis
se isso, ea atlirmo o contrario.
Um ?r Deputado : Lela as rat5e3.
O Sn. Correa de Araujo : Vou ler, teir,
am poaco de paciencia.
Afflrmo o contrario do qae o nobre disse, \s\o
, afflrmo qae o presidente reconheceu qae ni)
havia necessidade da .concessao do privilegio, e
qne por tanto ee era inconveniente.
O Sr. Gbs Cavalcanti :-Nai bula is^o, en
qa-ro qae o presileote d-gi qae inconveniente
ao.s interesses da provincia.
O Sr. i. Correa de araujo:Ss um privilegio
e temte odios porque trat ama liraitagao li-
herdale iodividaal, se o ds. que se trata nao ne
cessario segue-se qae I contrario aos interesses da
provincia.
(Trocara se moitos apartes).
O Sr. J. Correa de Araujo .-Todos os privi-
legio* desta ordeno sao (iTensivos a liberdade d
inlnstria, mas qaando nm privilegio tera por fino
a "introdcelo de um melhoramento, qaando lera
por lira favorecer ama industria qae sem elleci)
pode viver, a restriccio qae elle traz supparta se,
tolera-se; concede-se privilegio era taes circams-
tancias mas, dina eu, qne aosim como o nobre
deputado .ffirmava qae o prwidente nio declara-
ra que nio havia necesslda le do privilegio; com
a m*sma aatoridade afflrraava en qne ee dzqae
nao hA necessidade do privilegio, e esta a prin-
cipal razio pela qnal elle negou anecio ao pro-
jecto. (Nao apoiado).
O Sr. TenceiRA de Sa :Nio o podeaia fazer, a
menos que nao fosse contrario aos interesses da
provincia, por essa razio, nao.
O Sr. J. Correa de Araujo : Mas o nobre de-
purado nao v qae conceder am privilegio, qae
restringe a liberdade de indastrta, sem necedade
contrario ao* interesses da provincia ?
O Sr Olympio Marques: E' l oDensivo da
constituic/m.
Outro Sr Deputado!: Nio ha tal restriccio
de liberdade de in'i asina no caso presente.
O Sn. J. Correia de Araujo :D.z o nobre de-
putado que nao ha restrieco liberdade de in-
dustria. Eu quizera qae o nobre deputado me
d ssesse o qae eotende por privilegio, poroto se
o privilegio nio trat orna restriccio, nio nma
exespcio, sa Blo seT o que ssj* privilegio.
Pergont'1, do privilegio em qaestio nio resolta
ama restriccio liberdade que tem o cidadio de
fazer assentamentos para o fabrico de assncar
ignaes aos qae o concesionario tem eito ?
O Sr. F. de Pioueiroa :De sna Invencao.
(Trocam-se maltas apartes)
O Sr. J. Correia de Araujo :En qne vejo hi-
je nm assentaraento de fabricar assncar no eage-
nno tal, posso oa nio fazer um assejtamento igual
no men engenho oh na de quera qner qae seja ?
m Sr. Deputado : Bia davida I
O Sr. J. Correia db Araujo : S, porra, ha
nm privilegio o raesmo nio se d, este privilegio
traz nma restrteeio a liberdade de industria.
O Sb. F. de Figeiroa:Ea concordo com
isso.
i Trocara se mais apartes).
O Sr. J. Corroa de Araujo :Pois bem, feliz
mente neste ponto e-tou de accordo com o nobre
depntado pelo Io districto, e em divergencia cora o
nobre depntado p;lo 4a, qae eotende qne do pri-
vilegio era qnesio uio resalta jrastriccao liber-
dade de industria.
es dazuiUdo*
, rwlra-
. pre-
Como sao muilos. os par;es e mnitas opiniiijs
ea deixo aos nebres depatados pelo i* e pelo !
districto, o trabalbo de resolveren] essa duvida, se
ba oo nio reslricoio.
(Trocam se anda muilos apartes)
Sr. J. Corroa de Araujo :-0 presente pro-
jecto, diz o presidente da provincia ('):
Eis aqu a principal razioqaando nao batlaxse
attender que para introduzr til systema noteetn
&-hmaltz t C. necessidade dt privilegio.
Um Sr. Deputado :Gomo sabia o presidente
qae elle nao liona necessidade ?
O So. J. Correia de Araujo : Nao linlia ne-
cossidade porque j havia introdozido o ten syste-
ma de av-ent meatos.
(Trozam-se amitos apartes).
O Sr. /. CoRRfA de Arau.o : Pois o "nobre
cepotado oa algaem de bom senso, poder dizer
qae conveniente aos interesses da provincia a
rio ni tenho ranwdio sejdt> levour & lessao.
O Sn. J CorbMa De An'ACJo : -;, pois, Sr. p
sidente, em doTls moiiyo ensatada a rao pela
qital f i n gada saOccio ao prontto : prmeira e
principal ruso, nio bavsr ueiwsldade do privile-
gio, e ama vez que nio ba eotessidade da c .races-
sio do privilegio nio sofode deixar de reconhe-
cer qae ello inconventeate aos interesses da pro
vinel.
O Sr. F. de FiotreinoA:A apreciacio fttsa ne-
cessiJade da competencia da assembla.
O Sr. J. Correia de Araujot. -Ea deoej > res-
prnler a lodos os apartes, ellet ni^ me erammo-
dam
.0 nobre depntado acaba de dizer qne a aprecia-
cao da necessidade da concessao do privilegio
da attnbnigao deta assembla. Entretanto oo-
b-e deoutauo tambem eonfesson ha poaco qae o
presidente lera o direiio de jabu. da utilidade de
qualqaer projedo qoe submerWlo saflecao, de
apreciar se elle conveniente aos iateresses da
orovlneia.
O Sn F. de Fic.ueiroa :Nio jsse tal.
Outro Sr. Deputado : I-so esti no acto addi-
cional.
O Sr. 1. Correia de Araujo: O legi-lador
constitucional conceden ao presidente da provioeia,
o dir tre recusar santcoo serapre qae entendes-
o que ura projecto n*> cabrera aos ioleflsts d.a
prov n:ia. O nobre deputido nio o pode contestar
de l o* f.
O Sr. F. Figeiroa : as se o presidente nao
ple apreciar se convroha ou nio...
O Sr.-J. ConREADB Araujo :O presidente da
p-ovncia nao dftse Isso. O presidite disse qae
o prrtjectp bi> permi'ttia, nio dav a administra-
gao a f culdade de ex>mfoar as vantagens do pri-
vilegio, porque decrelara-o logo, mas ni6 disse se
tinha ou nao examinado.
O Sr. ALCoroRAoi Juxior : Nao podia jalgar
ama vet que nao tnha facaldade para Isso.
O Sr. J.-Corrria d'Araujo: Disse qne a a*d-
raini tragao nao polia jalgar da conveniencia da
coaceafe do privilegio, para concldal-o- oa nao,
que o projecto nio fazia depender de um contrito
com os cucessionarfos o privilegio, e nio poda
estabelecer-se condicao nenhama que fosse favo-
ravel ais inleresss. da provincia por occasiao de
urna semelhaote eonces (Trocam-se apartes.)
U Sr. J. Correa de Araujo : Nio podia por*
qoe o projecto concebido nestes termos: fica
Cnncedido privilegio.
C>m que direito a adrainistragio irla chamar o
concessionario pan dizer-lh tendes este privi-
legio, mas medante laes e taes condicita f 0|Dre-
sideDte nao podia mais contratar, o privilegio era
conced lo sem onns alenm para os concessioaarios,
nao se podia erigir dalles o menor servigo, o me
o r favor para a provincia.
O Sr. Silvi Reg : Isso nao tem resposla ra-
soavel.
O Sr. J. CRnEA de Araujo : Parooo-me qne
sim ; ea estoa arguraenando coota conviegio.
O Sr. F. de Figeiroa : Se o p-esidente nio ti-
nha dados para conhecer d> bondade d\ cansa co-
mo resolvar.contra ?
O Sb. j. Correa de Aritujo : O presidente diz
qae o projecto privava a admiistragao de conhe-
cer, isto elle'diz e nio s contesta, portanto a ad-
minislragao-no itnha o d'reitolle estipnlar condi-
gnos alguma--.
O Sr. Ges Cavalcanti : A asserab'a j ti-
nln examinado.
O Sn Correa de Araujo Ma o exame da as
sembla tanto nao por si s sufflcienle qae o le
gis!adr N-nns'.itaciona! dectaroa qae os actos da
asamblea ticavam dependentes di sanegio da pre-
sideocia.
Um Sr. Deputado':^Mis precisoa os casos em'
que poda ser n'ga la *sancgo.
O Sr I. Correa db .Araujo :Q leria ficn'.dade
moi< ampia do que-refe coocedida ao presiden
le da provioeia, de negar a sanegio sempre qae
eoteoder que ara projecto i contrario aos interesses
da provincia.
(Trocamj-se aparees,)
O Sr. J tCorroa de aihuj) :-\Ians collegas. o
a--.to aqui esta, ja o li e o nobre depntado pelo !.
districto !en parte nio teve coragem de ter todo.
O Sr. F. ds Fioueiroa :Ea li e ij** *
O Sr. 1. GorBer de Araujo : Protodsa talvez
isso. A assembla ouvio-o, o nobre dejmtado len
cinco oa seis Hnhas e dea-se por satisfeto
O Sr. F. de Figeiroa :-Li todo.
Sr. J. Correa de Araujo : Talvez no seu
gabinete l s todo, porem, por occasiao da dis-
cus-a naa leu.
O Sr. F de Figeiroa :Leia o nobre deputad
urna, dez, cem mil vuei se quizer.
O Sr.'J. Correa ds Araujo : Ea j li ama vez
e estoa satisfeito.
O presidente dizque o projesto nos termas im-
perativos em qae est nio deixa admiistragao
a Uberdade de apreciar as vantagens da concessao
mft nao dsse qae nao tinha reeonhecilo os seas
inconvenientes ; podia muito bem acontecer qne
o-pt/jsidente da provincia tivesse conbecimento
anterior das vantagens e desvantagens di introdu-
egin desse invento, e entretanto o projecto nao loe
dava ss3 ficuldade.
Polia a:onlecer qne o presidente, qae eolio era
o Exm. Sr. Dr. Portella, ti /esse oonhepioie-nto do
systema de assentamentos de S :hmaltz,e nao o jal-
gasse tal qqe raerecesse nm privilegio.
(Trocam-se moilos apartes.)
U Sr. J. Corbeia- be ARlhjJ): Das razSes de
nio sanegio resulta que o projecto nao foi sane
ciouado porque nio era conveniente aos interesses
da provincia, perqu nao havia n^eessidade do pri
vilezio, e porque conceda ipso ficto nm privile-
gio sera qae a admiistragao tivesse o direito de
jalgar das vantagens on desvantagens para eonce
le-o on nio, conira o que ora pratica.
O Sr. Teixeira de S .-Poda examinar a ques-
to e depois vir assemb'a demonstrar qae o ne-
gocio nao era sasceptivel de privilegio.
O Sr. J. Correa de Araujo : Foi o qae elle
frZ.
O Sr. Teixeira de S : Has ea nao vejo essa
demoastragio.
O Sr. J. Correa de Araujo :Oh I mea colle-
ga I Eisaqoi(.J
O Sr. Teixeira de S : Has nem se diz ah
qaal o systema.
O Sr. J. Correa de Araujo : O systema de
qae tra:a o prij-cto.
Sa o meu nobre collega est tao innoeeo'.e al
esse pomo, enlao nio possivel argumentar.
(Trocam-se muito aparles.)
U Sb. Presioente : Attengao I Assil nao
possivel discutir-se, nem eu posso consentir nisto.
OSr J. Courea de Araujo:-O presideote de-(
via procurar Schmaltz,no entender do nobre depu-
la Jo, e padir-lbe que lhe apresentasse os dados
que liona para conhecer das vantagens do seu
systema para no caso de julgai-o convenirte,
sanecionar o projecto, e, no caso contrario, nao o
sonccionar.
O Sr. Teixeira de S : Porque nio.
O Sr. J. Correa de Araujo : Pois bem, o no-
bre dapntado emende qne o presidente qaem de-
via procurar Schmaltz para e O Sr. Teixeira de S : -Ho havia nada de ex
traordinario, desde que se tratava de nef ocio de
utilidade publica.
(Trocam-se mu tos apartes.) ^
O Sr. Corbea de Araujo : Sr pripiente, en
voa concluir. Poderla ccrescentar mnla cousa a
respeito deste negocio, perqu como disse Schraalts
me proenron para seu advogado e me expoz as
circarastancias em qne eslava, mas nio qnero ra-
zar revelIagSes.
O Sr. Mello Reg : S podern affec'.ar a al-
goem, bom qae diga.
O Sr. J. Correa db Abaujo : Nio, bao aflec-
tam.
Sr. pre.-idente, en tinba dito qae se podia auto-
risai o presi lente da provincia a conceder a
Scbma.tz o privilegio de que se trata-mediante nm
contrato, se por acaso o presidente connecesse que
os assentamentcs de fazer asiucar.de que Schmaltz
se diz inventor, eram diffrentes dos qpe elle tem
collocado ou que estes sio incompletos e imper-
fetos, se para completal-os oa aperfaijAl-os fosse
preciso um privilegio, que em taes clUfcistancias
decltnava da opiniao qae a respeito formo e vota-
va pelo projecto nesses termos; mas vejo que os
oobres depatados nao querem dar essa antofisa -
gao, e como ea tambem nao sympathiso com su-
t irisages, pego a V. Ex. qae consalte a casa se
cansante na retirada de minha emenda ; desejo
retrala e neste caso voto pela emenda do nobre
depntado peto 3 districto, qne conelao rejeltanlo
o pxojeeto e aceitando as razo ?s de nio sanegio.
"Cassultada a casaj consente n refifada da
mendi.
o
ceraraente as minhas idees. I
Emendo, como o mea oobre eollega, deontado
felo I* Kstriclo, qae as raides de nio sanegio di
ni, de qoole trata, nao sutafitsm; pens
mesmo que, on nio preeaebem a* condicgdes em
qne deviam ser regas, ou sao at off-rasivas dt
prerogalivas dtsti assembla ^nio epoiados).
Faz eertameote mo ver, o altor o presidente da
provioeia, em raides da nio anecio de lea as-
sembla nao se limitando a conceder auiorisseio
etc.. etc.Se aao importa este diter ama censara,
significa pelo menos a pefsnaslo do qae"esta as-
sembla exceda de snas at'ribuigoos.
(Trocam-se apaes).
O Sr Presidente :Attengao I
O Sr. Mello Reg:Me parece qae deste mo
do de dizer, nio precisa esforeo para inferir-se qne
a inteocao do presidente era negar assembla,
pe ran t a q-uai fallo, o direito de decretar leis de-
terminativas.
O Sn. J. Correa de Araujo :Nio ha lal.
O Sr. Olympio Marques -.Isto quer daaer o no-
bre deoutado, oaoesl escripto asslm. J-
O Sr. Hllo rfteo Nio sou ea amp quer
dizer isto, d zar as razoes que aqui esta ; oelia
s' c racle qae o presidente negou a esta aaTsemk
bla a faculdade da decretar leis do disposigdV
obrigaiorias.
Ea*ml* nre, porem; o nobre depotado : eo nsV>
estoa dizendo o qae 'psnso cora espirito de can-
sara Acredita at qa? a ioteocio do prelente
na i foi restringir as nosas aitribnigoas, nem des
conhecer os nosaos direitos ; attrioi talo a de-
feit) de rWaegio, tanto qoe, com relagio ao pro
jacto, nio me oppooho a qae boje sjja approvado,
oa regetado o parVdr da commisso, voto por
aqu lio que aos nubres dfpntados parecer melhor.
u Sr. De>utado : Vota por todo ?
O Sr. ello Reg :Nio ligo importancia lal
guma a materia do projecto, exponho aperlas a
minhi opioo sobre as razdes da sua nio sane-
gio. Desde que forana ellas trazidas disensso,
desejo qie ftquera bem coheeidas as minhas idea
Rogo :Mo os proprioo amigos,
o nobre debutado ioi-
0 Sb Mllo
qae dizem isto
Um S*. Dbputado :-E
migo? E bom diz-lo.
O Sb. Mello Reg : Do arrasoado qae aqu
tenho em mi, a0.
Um Sr. Depotado
arrasoado?...
O Sr. Mello Rsco
E n) loraoi amigos do
- em duvida. A minha
qaestio wm o irrasdado, delle qt me e'ton
oCupaudo, nada taaho cora odisiacto norae qae
o lirmou, e at reado-lbe todas as conider.goss
de qae credor.
Nio me empreslem mteneoes que nio tenho.
Um Sr. Depotado : Acredito no qae e.-la di-
zendo.
O Sr Mbtlo Reg: Sa pecco mnitas vetfs, nio
por mi intengao, por aquella minha impunida-
dt, qne ara nob_re deputado pelo segundo distric-
to j outro.dia raer*notou.
(Trocanj-ae apartes.)
Mello REgo :En estabelego apenas urna
susieoto-a segando os verueros prioci-
Se oj> nobres depaladas qaerem tornar a
Stao pessoai, nao coatinuarei, nao quero enlrar
iporsonalidades, nem ferir pessas, as qaaes
nao peg as possiveis atieogoes
Nem rhs^jpp)nho a approvagao do acto flo pre-
sidaote, o.que desejo que se r;coahga, qoe en
rel^pn a dignidade e importancia desta assemb'a,
as raides de nao sanegao da le, esli escripias de
modo pouco conv miente.
iranio a nm dos argumentas apresentados pelo
tnWMistiocto amigo, o Sr. primeiro secretario,
pego-lhe licaog pira dizer que achoo i nproce-
dente, e tambara pira oppdr-lhe ligelra conteiia-
cio.
Disse o nobre deputado que a lei imperativa,
sendo sanceisnada, to'hia o presdante do direito
de apreciar a sua utilidade, deixand) qae se exe-
cntasse ama providencia desneceasari.
Nao pens assira. O presileate poda sera in-
convenientes sanecionar a le1, e depois de esta-
dar os seus mos effeitos, saspender-lhe a execu-
gao e submetter a consideragio desta casa as ra
a respeito do assampto ; des-jo qne nii se ignore zdes do sea aclo, para qae fosse revogata a mes-
I*. It.
3F
i i toft
que descunhego ao presidente da provincia o di
reito de regeitar as leis votadas por esta aisem-
bla, baseando o sea acto em qualquer motivo.
Um. St. Depotado :Por qnalqaer motivo nao ;
por motivos astas, na forma do acto addicional.
O Sr. Mello Rugo -.Veremos qaaes sao os mo-
tivos marcados oo acto addiciooal, qn" servirm
para as razdas que estoa apreciando. Comegam
assim :
Nao ha duvida qae isto qaer dizer, em bon<
termosa assembla foi alm do qae lhe compets.
O Sr. Oltmpio Marques :Nio ba fa'.
Outro Sr. Dbputado :Vai ama sensnra.
O Sr. Mello Reg : Assira parece. Entretan-
to nao direi qae tal fosse o desejo do presideote,
nao creio qne fosse sna intengao censurar e*ta
assembla, mas de sois razo i?, religidas como os
to, seoencivi! isto.
Negar sanegio a orna lei, porqoe nio facu'ti
tiva, nio s na> imoorta serena procedeotes, como
tambera faz crer qae sappda-se a admiistragao
com attribuigdes superiores as desta assembla.
Um Sb. Depotado : Compeli ao presidente
examinar ?
(Ha ontro aparte).
Sr. Mello Regoi O presidente tem maios
para evitar a aecnsagao.
Um Sr. Deputado : Qnal era o meio ne caso ?
OSb. Mello Reg : Explicare! depois. Pur
agora direi qoe o presidente nao pode era dev-
por esta casa em coieeao. a admiBistragio e a
assembla constitueao don* poderes inlependentes,
co ii espilbras de attriboigfoes bem tragadas e de
modoSt um nio poder irapor ao otllro snas epi-
nide e vontade.
(Tro :am-se apartes.)
O Sr. Presidente: Pego ao*nobre depatada
se dirija a mesa <
O Sr. Mllo Reg :-$r. presidente, bem v V.
Exc. que soo le^OUo pela carrente dos apartes...
Estou. exondo a minha opiaiao, como j disse,
isenla de prevengdes, e sera o desejo de fazer cen-
saras......
Um Sr. DeruTAno : -Hilo o qne eo oao acre-
dito. .
O Sr. Mello Reg :Soo, mdrffarente ao jmzo
do nobre deputado.
Os apartes sio tantos... Nem sei mais 0-o.ae
i a dizendo---- l
O Sr. Presioeite;: O nobre depntado, mesmo
alimenta os apartes'.
O Sn. Mbllo Reg:Nk> alimento-o, respon-
do a elle?.
Nao direi qoe o presidente leve a intengao de
mortificar esta ass-mtola, mas a redaegao das
snas razdas, qaando nada, nio est eooveniente.
O Sr. Correa de Araujo : -Nio soube dizer.
O Sr. Mello Reg :Nao digo isto, mas agotad.!
como foi a discusao, compro o mea dever telan
do as prerogativas da casa d que fago parte
(apoiados).
O nobre depotado que me precede! oa diseas-
sio, disse qoe o presidente, negaodo a sanegao
pelo modo por qae o fez, procedeu constitucional-
mete, gaardou as attribuigdes que he confanoo
acto addicional. Contesto isto.
Um Sr. Deputado Contesta e vota por todo I
O Sr. Mello Reg :J disse que nio ligo im-
portancia a materia do projecto.... Minba qo.es
tio consiste no modo porque Ibe foi negada a
sanegio, defend i os prioeipios e os direitos desta
assembla, e nada mais.
Ora, se o presidente nao pode recusar a soa
sanegao a actos deste caso secao nos casos qae
estao expressamen'.e determinados...
Um Sr Deputado :O. aea sao os casos ?
O Sr Mbllo mego :Offensa aos direitos de
ontras proviocas e aos tratados com as nagda*
estrangeiras, offensa a constitnigao, inlervencaa
m casos previstos pelo governo geral, e prejuixo
aos interesses da provincia.
Perianto, j se leixa ver qoe nao lazao ac-
ceitavel, o direr-se oHende os principios qae re
guiara asconcessdss de privilegios, e os interesses
da provincia.
Nao basta dizer isto vagamente, preciso de-
monstrar qae principios sio estes qae regalara as
concessoes de privilegios, o em qae consiste a
offensa aos interesses da provincia.
Um Sr. Deputado da a razio porque nio sanc-
ciona.
O Sr Mello Reg :E' preciso demonstrar em
que consiste a offensa....
Um Sr. Deputado :A nao sanegao bast."
O Sr. Mello Reg :Nio basta o dixar vago, e
preciso demonstrar o sea aadaraento._ Se nm
dizer vago basta para antorlsar a regegio admi-
nistrativa a nma lei desta cm, nenharaa mais
ser sanecionada, a nao ser por uvor e generosi-
dade do presidente. Serapre qoe este qaeira nal-
lificar urna assembla, em cada le qae receber,
escreveroffende os Interesses da provincia. -
Nao possivel. que nos alentados pelo dever e pela
raissio qae aqai desempeobamos, nos cemnte-
me s com allegagdes vagas, e nos deixemas annul-
lar.' E" indispensavel que o presidente em sus
razo -s entre na demon-tragao das proposigoes qae
aventurar, e no se limite a diiero inconvenien-
te aos interesses da provincia.
Um Sr. Deputado :J o nobre depotado reeo-
ahece qae o presidente dea a razio de inconve-
niencia.
O Sr. Mello Rbgo :-D go que aHegou esta ra-
zio, mas nio a demonstran. I
Um Sb. Deputado :O acto addicional nao exi-
ge isto.
O Sr. Mello Rbgo : no acta addicional qne
ea bazeio-me.
Veja o oobre depotado o qae elle dispde:
< Se o presidente da provincia entender (para
negar a saaegio) qae a lei nao convem aos inte-
resses da provincia, o far por esta formavolte
a assembla legislativa provincial; expondo debai
so da sna asaigoatura as razoes em qae se fon-
dn.
O Sb J..Coreia de Araujo : Da nao sani
ci.
O Sb. Mello Reg :E do porque nio eoavem
aos inters es da provincia.
Dizer o preiidenle, para e simplesmenteolfende
os interesses dj provincia nao constitne razio
acceitavel' A aSsembla deve ser esclarecido s0-
bre os motivos deasa offensa de interesses, para
jalgar da procedencia delles, on reconsiderar o
sea acto, oa reeavia-lo ao presidente.
Um Sr. Deputado:Veja o resta das raides
porqoe Scbmal.z nio tinha mais precisio do p evi
legio.
O Sr. Mello Rbgo :Bm qoe se faada para
dizer isto ?
O Sr. J. Correia de Araujo : Em ja esr 0
melhoramento introduzido.
O Sr Mello Rbgo -Acredito qoff-Scbmalu nao
precisasse mais do previlegio; mas conao pdde o
presidente verificar lato, se iii que Dio lew leta-
na lei.
Um Sn. deputado:Dipois de sanecionada I
O Sr. Mello Bboo :Sra, se venfleasse que a
le era sem utilidade....
Um Sr Dbputado :Vamos a solagao.
O Sr. Mello Reg .... que offendia interes-
ses da provincia, irouxesse a o coobecimento desia
assembla os seos estados e opiniao.
(Trocam-se apartes.)
O OR. Mello Reg : Assim teria procedido,
qaando nada, mais convenientemente.
SVoeam se apartes.)
Sn. Mello Reg : Nao vejo qae as preroga-
tivas desta assembli Ajuera otTeodidas cm di-
zer-lne o presidente qne urna le qae volara, tm
diffl maldades de exe:ugi), que, por averiguagoes
(titas, reconheeea ser inconvemeote e desnec-essa-
ra. O qae offande taes prerogativas negarse
o?s o direito de votarmos uraa lei determina
tiva.
era seria novidada o sustar-se na execugio de
urna lei; caso que j se tem d ido.
O Sr Lamenha Livs: Faz-se isto, mas di em
resaltado pagar se cem coo'.os t Mornay.
O Sr. Mello Reg :- E' melhor sustar na exe
cago de nraa lei ra, do que infriogila ; me-
lhor sanecionar orna lei roa, do qne devolva a
esta assembla sem razio procedente.
Um Sr. Deputado : Como prova qae o presi-
dente infringe a lei ?
OSr Mello Reg :Estou fallando em geral,
sera applicaeio a maguera.
O Sr Presidente : Rogo a o nobre deputado
que se dirija a mesa, nio qaeira es'.abelecer dia-
logo!.
O Sr. Mello Reg : Bem v V. Exe. que os
apartes nao sao provocados p ir mim, e qne, al-
guna nao posso deixar de dar resposta.
Erarelagii a materia do projecto. e parecer,
nada direi; votare talvez ao acaso, como me pa-
recer na occasiao.
Um Sr. Deputado : Eolio o nobre depotado
Vota pelo acaso ?
O Sr. Mello Rrgo :Qaero dizar qae nio vera
mal algara em votar contra oa a fasror. Se passar o
previleajro, oio haver nisto inconveniente algara,
nem parda dos intereses pblicos; se nio fr
approvado tambem oenhura mal aearretar isto.
Portanto, posso dizer qne votarei ao acaso, sen
qoe lito mostr irreflexio de minha parte.
Fico cestas consideragdes.
Encerrada a liscusso approvada 1 emenda
que eonclue pela regeigio do projecto, ficando lu-
do mais prejudicado.
Tendo dado a hora o Sr. presidente designa a
ordem do dio e levanta a sessio.
dos den*,
aan 1.
SQ:iE[)D& SANTA l A').-Porpomri<
presidencia da pruvoa, da 18 do eorrem, T
appfovadcs os eslalott03 da tociaiade Sonfa Umm,
fundada nesta cidade.
PROFESSORA PUBLICA.-Por portes* drgw- "
sdencia da provioeia, de 18 do correte, fo>M9aa>-
vida, aeu pedido, a profesior* PlHrameo ftm
a: da Silva, da cadtira de (brofc para *m
Ponte dos Crvihos.
GUARDA NaGIO-aL.-P r porlaria da pre-
dencia da provioeia, de. (8 do corrate;
Foram privados dos poslos, por oio teri tira*
patea e no praso da lei, os seguate tft Hp> dt
13.' ba'allo de iufaniarits ck> municipio dwjnaiT
na: capiuie; da 3* corapanoia Fortnalo Pctta-
deipho Camello Pesnoa, e da 6* Aafcnia. XhooBa
da Silva, e o alfares-Antonio Preire te Sonta *-
teiro.
Foram no.ueados :
Para o 8 batalbio de infantina. 4lp inataido*-
do Reeife : teaeate cirargio, Dr. letoino AagoNP
do Santos M-llo; teaente da f emwpaaOia, trt
Joaqaim los da Costa e Silva, alfares da Sr-, o-1
genio Antopio Francisco da Casia Figoeirda ; lav
nenie da 3', o alfares Joaqaira Lapes de Ameda
alferas da 4a, o guarda Francisco de Avtia-CaotfD
e Silva ; alfares da 6' o guarda Joo Rodrigr* i*
Silva ; capitio da 7", o teaeote Praocisco de P*-
la Soata Leio.
Para o 13* batalla > de infintaria, do rorntcifio
ia Giyaana: i* coropanhia, -ipno o ieraaar
Joao da Costa R'beiro Canto ;. f dita, teo**at>
alferes Vicente Ferreir Bet.arra dos Sn.f.s ; '-
res o guara J 3' dita, capitio o tneme M .n .el da C-sta \'y\-.-
ques de liarvalho, alfares o gnanla Franeisee- l**r-
traiano da Cosa Lima i J.U, capitio c teorse
Laz Gomes Correa de Oiiveir, alfares o gnard*
Manuel Aat- n o liibeire; 5' lita, capitio o lewa-
te Joo Ranal.ibo Cesar de Albaquerqoe, trate
o alfares Ailonio Correa de Araujo : 6* dita, ira-
pit > o tesante Antonio Freir de Sonta itmmr-,
lenle u alferes Arcelmo de Aibaqueruo* M.'.-.-
alferes o gjarda Joventrao ilesa- de Albaerftwr
qua Mall-j ; 6- dita, aliares o guarda (rervasio >-
cisino Qiaresmade Menezas ; 7" dita, tetwMftG*
alferes Antonio de Albnqoerqae Montenegro >
fares o guarda Jjo Kraneis ;o de Aotrade Uto 1
8* dita, teaenl9 o atieres aliaoel Freir de . drade.
A.SNiVERSARIO.- Campelam ss aroaoha 5f
anuos qne ei-rei D. Joao VI voltoa do Brasil cor
Portugal.
CMARA MUNICIPAL D ) REGIFE- O Eveo-
S.\ conselheiro presidente da pravincia dirig1
seguinta offl:io em respasta felicitag.lo da MBOff*'
manicical do Reeifa:
. Palacio da prasidencia de Parnamba-co i e
abril de 1871Illms. Sis.Summ-aente p0Bt^-
ra! pela feheitagao qua me dirigi essa ildasVr
caraira, r-'oreseutanle do rico e populoso mas ..-
po do Reeife, dignando-ie qualill.-ar a micha *&-
UrDisiraoie de jjstleeira, moderada e solicita 9**m
imeresse^proviociaes, eu cumpro o grato ewr
de raaoileslar nesta eccagiio os meus senlime*
de elevada estima esobiio aprego a lodos o-ja-
alheirps membu-s Ja referida corporago, ac
est'arte tanto me de-tingairtm sem qae ttjktm*
(talos para essa f ivor.
< ?.' tambem meo dever pedir a essa i3-7r
edilidarte que, pilos seos rnnnicip Xs agranecimenlos e os votos qoe f*g.a pele *a-
ideciraento e prosperidade desta bella c:ai>,
Deas guarde a Vv. Ss Joilo Jos de Otisttr*
Junqueira. lilao". Srs. presidente e verealoroe C
caraara raunicioal do Reeife. >
GOVERNO DO BISPADO.-S. Exe. o Sr. cuaa-
Ibeiro prtsidente da pnvin:ia recebea do Km.
Sr. Boaeg] governador do bi-pad > o segura 0-
eio :
a Residencia episcopal era O.mil.., aos I', de
abril da I87.Exra. Sr.Teodo r cio de V. Exc. de 10 correle, em o qnal s ajg-
nt de-pedi' se de ratra por te: da brevemeat re-
tirar se para a capital dc^ imperio, como doaieo-
rco repreaeoiaala da nagao, cabe-mt.-, r-p-ia:tM
ao referido ofli:i de V. Exc, agrad.-cer-lbe -
lioso apoio fue V. Exc. serapre presin ao it~
goctos ecclesiaiticos deata d.ocese son o Bes go-
verno.
Fago votos por urna prospera viafen a V
Ex;.Deas guarde a V. Exc.Urna, e Km. iV
conselh-iro Dr. Joio Jos de Oliveira Juaqooifa.
dignissimo prasid> n c desta provioeia. Csaeso
Joao Ckrysoslomo de Paita Torres.
HONRAS bEM MERECIDAS. Ante-Boato.-a?
REVISTA 17IABIA.
ASSEUBLEA PROVINGaL.Hontera reunidos
27 Srs. depalados, abrio-se a sessio.
O Sr. !. secretario lea o seguale exped ente :
Cffl-iios:
Do secretario do governo, remetiendo em origi-
nal o cIBciodo Dr. juitde direito da comarca de
Olinda, acompanbado de urna nota prestando as
ioformacas relativas ao mosteiro de S. Bento.
A' quera fez a requisigao.
Do mesmo, remetiendo a representagao da :a-
mara municipal da villa de Serinhaem, pedrada
qae por coma da prov.ncia se lhe empreste a
qnantia de 2:000 para conclusao das obras do
cemiterio daquella villa.A' comraisso da orga-
meato proviacial.
Petg3es:
Da AOlomo Jos Rodrigues de Soaza, the=oa-
retro das loteras, pedinflo a abolila do impona
de 3 por cento sobre es premios maiires de 400a
A' comraisso de orgamento provincial.
Da Hay uaado da S lya Maia, thesonrelro e pa-
gador da's obras pabliCas, pediodo se consigne
qatti paTa o pagamento da quaolia de 221*800,
que lhe deve a thesoararia provincial.A' coao
missao de orgimanto provincial.
Da Isidoro Manoho Cesar, professor publico re-
movido para a :adeira de S. Jos da Boa-Esperan-
51, pedindo sa consigne ai le do orgamento a
quoH da lojl mensaes para pagamento lo aila-
ga9l da casa em que fuocelona a sna escola.A'
eommisfao de orgameuto provincial,
Da mesa regedora da irmandade de Sos'a Sa-
nbora do Bom Parto erecta na igreja de S. Sebas-
tian da cidade de Olinda, pedindo preferencia para
a exirace&o das partes :da lotera concedida para
a conclosio das obras de saa igreja.A' commis-
sio do orgamento provincial.
Parecer :
A commissio de patigSes, julgaodo nao lhe
competir dar parecer acerca do reqaerimento de
JjioBaptistado Reg, conlereotf do consalado
provincial, pedindo a esta assembla qne lhe
mande pagar a differenga entre seas vencimeoios
e os de laojidor do mesmo consulado, dorante o
lempo em que o suppcanie preslou os servigos
desies funecionarios, de parecer qne seja dito
reqaerimento enviado a nobre commissio de orgi-
maolo provincial.
Sala das commissoas 18 de abril de 1872.Fina
Jnior.Barros Wanderleg.E' approvado.
Ordem do da.
3." discussio do projecto n. 29 deste anno, an-
nexando ao Io districto da freguezia do Pago di
Panella o 12" quarleirioBarbalno hoje perten
cente ao 1.Foi approvado.
2.* dlscassio do projecto n. 33 desie anno, ele
vaodo os vencimentos dos guardas da illura na-
ci pob'lca desta cidade a 800/, sendo 600* de
ordenado e 200* de gratiflcagio.-Depais da ora-
ren os Srs. A. Cari 1 de Araujo (doas vezas) Al-
coforado Jnior e Ratis e Silva, foi aprovada omi
emenda do ultimo destes senhores para qae Baera
elevados a 8004 os vencimeoto3 dos guardas d
illurninacio, percebendo-os coma graticagao.
!. discus-o do projecto o, 8 deste anno, auto-
risaodo o presidente da prov.ncia a crear na casa
de detangio offleiuas para os deientos.Foi re-
metiido a comraisso de h gslaeao, dopois de ora-
rem oaSrs. Alcoforado Janior, H. Mamede e Ol
ve ra Fjneeea.
t* discassio da emenda onarecida em 3* ao
projecto n. 2i deste anno que approva a reforma
da secretaria do g,verno.-Foi approvado.
2." discassio do projecto n. 36 deste aano, cre-
ando malr qaatro comarcas na provincia. Foi
approvado cora ama emendi oreando mais ama
5* comarca.
i' diseassio do pToJecto n. 31 deste auno, conce-
dando loteriss a diversas grejis.Foi approvado
cora diversas emendas.
Para a commissio qne per parte da assembla
lera de apresentar nma falicrtagio ao Exm. coa-
selheiro presidente da provincia foram nomead^s
os Srs. Pinto de Campos, Silva Rego-H. Mamede,
Alcoforado Joniar.
Goncalves Ferteira e ..
A ordem do dia^ara boje : coolrauagio da an I jaobo do aaoo passaio, e depais de
horas da noite; foi entregue ao Bxm. Sr cet
llieiro Junqueira, digno presidente da prov ora. o
diploma de soeio hoeorano da sociedad* patnciie
Doze de Selemaro, por uoaa commi^io ooaeirfa
pela mesma tncieaade, pronunciando um pejoroo
discurso o orador dessa commissio.
S. Exc. responden com as mais litosgeira* c-
lavras a felieitagio da patritica so:iedadf.
O I st lulo Archeologieo e Geagraptiieo P-ro;
bucaoo cooferio lambem ao mesrao Exm. Sr. -
lulo de sen socio h morarlo.
GIMNASIO PROVINCIAL -A coraegar d.- aua-
obSa, estar em exposigao todos os dorara^
dias san'.iflcsdos, das 10 horas da manbaa -
da tard, o musen do gymnasio, sendo ad-.'': d>s
i v;s>ia-lo nio s as familias como aj pessoa de-
centemente vestidas,
MORTE CASUAL-No dia 13 do corrate, (Jo-:-
se baohara no rio Serinhaem, fallecen abi asptv-
xiado o sobdo poriugaet Manoel Joio Pires.
FERIMMENTOS GR.AVES.-No lugar Serrar*,
do termo de Santo Aotio, foi ferido gravee ti,-
som diversos (iros, desfechados de embosca3a. *;
00 dia 13 do corrale, loooceucio Jos d Oli-
veira.
Era trras do eogeobo Campo Alegre, do IB*-
rao de Santo Aotio, Felippe Santiazi Norj fens
gravemente com urna f FraoBsco da Motta, sendo preso em flagrante.
%SSA"SSINATO.-Em Ierras do engeabo Muti-
l, do termo de Santo Aotao, na noule de fl o>
crente, foi assassinado golpes Ce looee o pr**"'
Jila I '<. Ribeiro, sendo antores dasse crlme I*-
saro e Pascoal, escravos do proprietano desse es
genho, os qaaes se apresealaram volaatarlaroT'.-r
aatoridade policial.
TRANSFERENa.A DE FESTA Por too::v
jusiiQcados foi transferida, para qnanlo te ascos-
ciar, a fesla de S. Jos, qae se venera na iare^a te
Corpa Sanio,
SOCIEDADE LUSO BRASILEIRA.-Domtngo ii
do crreme as seis boras da tarde baver a*a*o-
desta cidade tomando nessa occasi.io poste a c-t
directora.
INSTITUW ARCHEOLKI "fi E GEO RAPHI Jf
Foi ante-bonrem entregue ao Exm. Sr. eottseiot -
ro presidente da pro^scia. Dr. J ao Jote de Olive*
Juujoei'a, o diploma de sosia booortno deste ItKte-
lato.
FESTIV|DA rrandado de S. Jos da Agonia, erecta no conveN
do Garre festeja o sea padroeiro, com todo o co-
pleador oas-iv.'l, ocenpaado a iribaoa sagrrda t>
Evaogelno o Rvm. Fre Augusto da ImmiroUd
C'O.-eico e aa Te-Deum o Rvm. Fre leso a>
Santa Thareza.
A' tarde ser exposla aisfl-is, era solemne por
cisl', a "ligera da padroeiro, a qaal percorrna
as ra*: Gamb6t do Carrro, Mathias de Alboqitr-
qae, Morqaez do Harval, Bario da Victoria, Ca-
bug, Larga e E-lreita do Rosario, Imperador, *
Frar cisco. Da que de Caxias, VUcaofe de lobaov
ni. P-n'i.". Livramento, Marsilio Dias, Cor se.
5j3ssona. a rteolher.
OPERACAO D'URSTHRA. Peden-so a se-
guate publicacio :
O Sr. Dr. R. Vianna pralicon boje em asa eoS)-
sollorio (ra do Vigarla n 1 1* andar) sa posees
do Sr. Jos Slveira da Rosa, morador st ruado
Eocaniameo'io n- 3, a operacio l'oremrotoeaa
internat peo instruraeato de Hasoasoavo, pr>
cosso do Dr, Guyoa (de P*ris)
Esia operacio foi reclamada por done e^trsv
taraanlos fibrosos, sendo o mais atitiao e res um
ni parte curva da urethr.i, compilado d'aroa vm~
tula ourinaria de longa dala no torino.
Assisiiram a operagio os Srs Drs. MorUte r
Santos Mello.
A operagio correa sem accidente e o 6o*a
voltoa a p para soa casa. .
TRANSPORTE DE CAJIGAS- >amosem sagald
o acto da presidencia da provincia e o contrato ce-
lebrado rom os Srs. Bell armio do Rogo Barrpo,
Jos da Silva Loy... e Jos Joaqaira Aotaoes, san
o assentamento de carris de ferro sa cidade
Re:if-, destinados ao transporte de cargas,
qaaes se v qae foram gurrdadas todas st
da mais sincia jaatica. Chamamos para
attengao dos leitores :
c Palacio da presidencia de Peraataaooo, it t
abril de 18710 presdante da proviaols, *>
da aatoriueio do art. i* da lei a. WOOdo IS*r
asarua co-
IV
1, pefc
ar.
lerior, 1, diseasaio dos projectos ns, 49 e SO, 2.'lcarron:ia por editaes p;ira a coucems > fcBjv
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4a T+***bum Safcbado SO dt Abril A it72
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sV*.fne Tesa a raesma li qnelie qaa contratarse f cessiio, tari o goveroo a asuldade de resgata-la
menlo a arriada farro en toda t ex Para regalar a.precoj i rewgate se tomarp as
==
la cidade daslioai 01 m
aagagens s mereasrias,
transporte de ge
tendo examioado
nen.j durante oada am dos naos que fjltaram
para exairar coooessao.
53.'Em caso le desacord emre o govsrno
a os proponentej sobra direiios e obrigarJoM de
ambas as artes na execucao desta coocessiji, se-
r a questo resoltida per dous arbitros, um no
mea io palo presidente da provincia e ontro pelo*
proponentes. Se estes nao chegarem a am acar-
do, Hornearas nm tercerro, era qne ambas as par-
tes se loavein, qae deeidtrio a questao*
M.aPira a Taita de caroprimento de qaal-
qaer das clausulas desta eooces.-o, para as qnaea.
nao nstiserera estabelecidas penaa^espaciaes, poda-
r o presidente da provincia impor umita de qui
alientos muris a 5:8004000, conforme gjavi-
dadfi do caso.
25.'A daracao do privilegio aera de 15 an-
nos, como marca a citada lei n. {030.
i6.'Por falta de cumprimento das presentes
eondigSes, os proponentes soffrero a malta de
eem a qainhnt s mil rist para o que aprsenla-
rao para dador pessoa idnea, qne nessa qualida-
as-i;:nar ? mesmo contrato.
t 27.*-A flaneado contrato ser de1S:000j.
/o.3o Jos de Oliveira Junqueira.
PASSAMENro.-Hontetn fcllecou nesta cldade,
o ar -hiteeio allemao Rampack.
LOTERA.A que se acha venia a, t\ a
beneficio do recolbimento de Ignarass, a qual
corro boje.
CASA DE nETENCAO.-ilovimeuto do-asi 18
le abril de 1872:
Existiam (presos) 370, entraran) 2, sabiram 3,
existen! 369. A saber: nacionaes 288, mulberes
13, eslrangeiros 43, escravos 48, esera-vaa *, to-
tal -369.
Alimentados casta dos cofres pblicos 198.
Movimento da enfermara do dia 18 de abril de
1872.
TVve baixa :
Fortunato los Candido, (brouchile).
CEMITERIO PBLICO.-Obituano da dia 17 do
corrate :
Jo Rincro da Silva, pardo, Pernambuco, 60
annos, viuvo, Saato Antonio ; hydropencardite.
Hoarique Soares Pinto, brauco, Portugal, 13 an-
nos, solteiro, Recife; febre amarella.
Maris, parda, Peroambuc, 1 1|2 amo, Boa-vis-
ta ; vanla.
Rosendo dos Aojos CclJo da Silva, pardo. Per-
oambuco, 23 anuos, soltsiro, S. Jos ; tubrculo
puloiooar. -
Amanda, parda, Peraambaco, 2 ano jj, Boa-vis-
ta ; crup.
M*noel de Sruza, branco, Portugal, 23 anoos,
solteiro, Boa-vista; febre amarella.
MauoflCoelb) da Silva, branco, Pernambuco,
i7 amos, solteiro. Boa-vista ; absorcai.
Albioo Jo.- Soares Feln, branco, Portugal, 17
anuos, solteiro, B>a-vista ; febre amarella.
Theopaupa Cavaleaoti Marqaes Guimaraes, brac-
ea, Peraambuco, 39 ano os. casada, Santo Anto-
nio ; insuficiencia das vavoles do berle.
18
Joaqnim Jo de Miranda, branco, Pernambu: o,
16 anoos, csala, Boa vista ; iotero colite.
Antonio Goncalves Aginar, branco, Portugal,
40 annos, solteiro, S de Oliada; anazarca.
Joo Angosto Cruz Cunha, branca, Portugal,
11 annns. solteiro. Boa-vista ; 'ebre amarelia.
Jos Liberato do Nascimento, branco, Babia, 32
aun >s, estado ignora-se, militar, Boa-vista tu-
brculo pulmonar.
J n iu:ni Poules, preto, frica, 56 anuo', Boa
vista, hospital Pedro II; haorapterio.
Mtno-1 Joaquina de Snot'Anna, preto, Pernam-
buc', 33 aanos, solteiro Boa-vista, hospital Pedro
II; bemorrh'gii.
Joaquina Fragosa, pardo, P^rnambac1, 43 annoi,
viuvo. Boa-vista ; ura cancro aa face.
Illamioala, branca, Peroambuco, 5 mozes, S.
Jos ; convulsoe?.
Mara, branca, .Pernambuco, 18 metes, Santo
Antonio; coovulsSes.
Jos, braoco, P r. imbuco, 7 raezes, Re:ifa ; tu-
brculo uiezeoirico.
m sariie propastas presentadas, o oawids a*, aansissde, jne Mr dividida e paga ao prope
#>'h rapar ti c8w, e attanoendo qoe Seto- *
i a de Bellarmioo d > Rogo Barros,
ley e Jos Joaqnim Aoaoesa
t esleaiita a toda acidada e eos arrabal-
. fW4w.iiin"iinl assiir -ervico mais* ntil e coro
liooM'*!*1 'esta capital, e attandendo mais
4ejtftiasneaeao do trabidbo por elle projestado,
rsnsnpeado anier perimeiro, demanda capital mais
gparJJffgo, o qne cintro se deve considerar na con-
td*s vaatagio- presentaos pelos demals
que se offerecem a effeetuar aquella
Pro da um permetro multo menor e
ueate i liaba da esucao da va frrea
cisco ao bairro do Recif -, alten lando
ta ijae os r^f^rilos propnente", re-ervaado-
*# *aa sua primtiira projoslao dirmo de >erem
tridos sobre qiul ju^r outra qoo mais favoravel
|ms aalifeacdes lies qne ' m s dos demais proponentes, ulTaracem
la tras vaniagen era proveito da popalacao,
crpatidade e cofres provinciaes, attendendo.
mtkt tai, seren ellcs iiessoas abonadas e qoe
(zara de todo enaceito e conllioca publica, e at-
mad) floalmenta a que anda equiparada soa
jnyesta as dos demais propunentes e em igaal-
14e coodieo>*. a mea M citada le Ibes da o
le preferencia, cjido ioiciadores da idea, e
shreom elle contratar o raeneionalo assenta
kaate d carris de ferro, mediante as clausulas
SMg ates :
* *. Oe proponentes o:rigam-se a construir
mm fystema de carris d ferro, tendo eomo for;a
aira a animal, dentro ie-ta cidade e sena arra-
fclUo, que partir dos diversos pontos da cidade
atas obrado gran le aa l'assageo da Magadalen i
peste dos Aff gados com dire;co s estafes
4at caminhos de ferro e bairro do Recife, sendo
trimos assentads as i uas designadas pela re
yartBio das obras publicas, de aceordo com os
prepotentes on seus leginmos repreitniaates.
c 4".Na cnnslrocr;o Jas lionas serao obier-
vidas aseondiccoas teobntcas segointes :
$ I*. O systema de irilhos ser o de feada no
aa. asado as roas de Londres.
}; 2*. A bu. U da va ou distancia entre as
faces internas dos tnltius ser de 82 centmetros.
% Z: Nos lugares, onde houver desvio ou
Cnka dupla, a eotrevia ou distancia entre as doas
finfue ser de nm metro.
* $ t>. Os trilhos -erao as-ent idos de um dos
**?* das ras, tle modo qoe nao prajudiquem o
tena ato livre de vehculos e passagairos, Usando
Cali (arfara dos passetos franca para a circolacao
dsa eosoas a p.
{ J. A Imh i ser gerahneate smglela :ora os
muuit* necessarios para o erusameolo do carros
ata tagares qu" o gov--no marcar de aceordo
cmm aa proponeates. as pragas e ruaa de 13
aceros oa mais de largara dispooire! poder a
tea ser riobrada.
i J 0'. A superfina superior dos trilhos devora
tlear uo menino nivel da calcada, de modo que nao
C '.aile a livra circulaco dos vehculos e ani-
altes, quer lougitudiaal, quer iraQ 3*. A mxima largar* dos ea:ro< ser de ura
iro emeortota ceamuetros msdidas- exterior-
asaste, e o mxime comprimen eolra as extra
cat<*tfes das piataf rmas nao exceder de i metros
mSt centine'-ros. Cala carro ser movido por
mas animal uu pordons, dispostos em t segu-
stoum dos nutres, e ser feito da modo, que
indar para adianto e para traz, mudande-se
apeaaa os animis.
I.'(>$ nroaoaentai submetterio approva-
^ do pre-dente ria provincia, no prazo de um
ase*, cootado do dia da as.-ign.tura do seu con-
Cra.de, as planta- dos carris de ferri e os desenhos
fescarros que bDuverem de emprear ais traos-
pus.e.
3.*Os proponemos serUo obri<*d>s dar
em*ca s obras das iinbas e do alargamsoto da
na*. <|U't for designada pela rasarticjn das obras
pafe!k3', dentro do prazo iraprorogavel d 24 me-
nea, a concluir tolos de modo que se faga regu-
larmente o serviro de transporte no prazo, tambem
tat.wvogavel, de 3 ann >j, sendo ambos os precos
easUdos da data do contrallo.
.'S' dentro do pr JS' aa tiver comec> de.f.ow de comec lo for inlerrompilo por mais de
dtt Jas, o pre-idente da provincia declarar cadu-
ca a presente coticf ssao, salvo caso de forca mior,
a1ei S^6.?s remt-ver das ras is trilhos e mais mate-
rtti permanente. <
* V.'A pena de caducidade ser imposta pelo
gsrerno da provincia adninistraliva :iente e sera
dfC^n enca le mais fonnaltdadss, do que commu-
Btuco ac. proponentes, na a seus legtimos re-
pauuaiantaa, de;iisdj que 3car livre para fazer
esta coacnsa qaem preferir, nao podendo os
Bwerf>sadm Retamar indemnsagao alguma sob
Itaiqner titulo que sej.
* .*As obras sern exeeutadas custa dos
ar*>T9nentes, e ne-t\ ci Uda sa res:lverao todas as
qa^.Ses ou dovidas que se suscitaren) enlre elles
a 3 gnverno ou entro o particulares
l*SerSo obrigalos e'tabelecer tantas cs-
ssjfssi q'iantas forem precisas, e c-m boas aejom-
bmscS-'s para o ser vico da cargas; mis em ne-
i&.ilm> caso podar31 construir e iili.-i para qual
^rtver Hnvno oran das praess na largo?.
t8.* O pr nroenles obrigam-sa ter um
aus.*' numero de cantoneiros ou guardas, os
(\u se onipregarao na linpeza dos trilhos e scrao
gectaos em pontos ltermtnalos e no cruzamento
flxr mis, aflm J i avisare n s pessoat qoe traosi-
ura p, A civ;ih e cairo, da approxtmacao
frr tr?n;, de milo que se evitara sioistros e de-
sliares.
M.*Terio ''m circa'aci) o Motero de cir-
r#t Meetsario ao mivimeoto e trafego da lioha,
ife pena de multa de 50*000 nos casos de irre-
ffltriJadii no se-vlc>,o qual ser feito de aceordo
:r t: e que fir deUmnioada no regulamenlo, qne
a jtfesidente da f rovueia coofecionar.
t.'~O pteco das cargas que conduzrem os
Cirros st nanea menos de 16 rs. por arroba oa
l; k il)', man lo receid J era ponto: da cidade, e
Jirs.sealo tomadas oa; barreiras de entrada,-na
dtoennidade da tabella orgaoisada pelos propo-
cew:es e apTovala palo ircsdenle da provincia.
< 3.a Szrl) obrigados transportar grataita-
naatn, ara carros da emprez, toda e qualquer
cien pert'ocao'.e proviocia.
c IV.'Nao podero o-i propooeats, depois de
aatcsiadas u lie ha-, levantar os calgamentos ou
tacer selles -jualquer alterico, sem previa licenca
dt reparticita das obras publicas, salvo caso da
(trr.i maior, era que procodero as coocertos in-
.4tp;Qsavi.'i ngulandade do trafego, parlecipao-
/i ?mmediatamente m-sma reparlicao.
* i5.* Os pKpooeates oo podem alterar por
fliaJ$uer torraa os oiveliraeotos da3 mas, sem
aatiM'icaeo pre;ua da rnparticio das obras pn-
bkcas, a que s poder s^r concedido, qaaodo des-
aa utorisao niia resaltar prejuizo ao publico.
MM s propriedades piiticnlare*. Obtila a li-
oh para alterar o nivelameute das ruis carre-
en* as despszas qoe essas mudanzas occasioaa
rea sor coota dos masmos propoaentes.
16.-*Fario a sna custa todas a^ obras neee3-
aarirt ao complemento das Iinbas, bem como a-
^aiasrepriacoes que forem jalgadas naeessarias, a
faita do goveroo da provincia. Outrosira, serio
iivgados a cooMarvar sua casta os calcameatos
aat roas em que assentarem seus trilhos.
< 17.*-Sarao rasponsaveia pelas despeas que
tevA reparta: dai obras publicas com o resta-
eetaeimeato das roas ao seu primitivo e-tado, se
fir^nalquer circnmstaai'ia a empreza deixar de
BStUfi
* 18.'Todas as vezes que a repartgaa das
obras publicas r-oiolver a construeco oa recoas-
trax^ i do calca nenio das ras, que forera per-
caandas pelos carros da ompreza, neobam emba-
ase ser opposto pelos proponeotes, que nao te-
e 9 direilo de reclamar qualqner indemnisaco
fm faeto de interromper o trafago, em razao das
eretcas construye?, cnrreodo-lhes a obrigacao
deeeU'Jcar os triihos a proporco qoe o calca-
asaste progredir.
19.aAogovemo da provincia (lea o direito
svnemear am fitesl, en:arregado de icalisf.r o
anvwco da empreta e velar no exacto eumprimen-
Xm x preseut '* oad^iooi e^lab .ledas no con-
ssass. podendo ser seus v>ncimentos at 150*000
asesues, pagjs ; elos proponeates, e depois de ca-
gadas as obra'.
20.*Ot propinantes, apenas estabelecido o
ge da linba, serio obng&ios a fazer pro-
ama djagao aono.al da quantia de 1:0064
Simparla ere vmte e cisco eoptos, pelo lempo
en cstrale, metale [ara a mumcipalidaJe, e
ra eom apolicayio especial para melbora
is pblicos desta cidade.
11.* Baatrc do prat) de 22 aanw, e govarao
poder anl:riaro esJabetecimaoto de em-
coogere.
' m 41*Em qualqur poca, depeis de -seaorr-
aavs es priraeiros dez aaa d? daraoao da con-
rsadis liquidas aonalWdos cioeo annos anterio-
res i> a me>iia coosUlutr a importancia de ama
l RROMCA Jl DMIARIL
Tribuual do coui^ierclu.
ACTA DA JUSSAO ADM1NISTATIVA EM 18 DE
ABRIL DE 1872.
?RKSIDBNCIA DO KM. SR. OO.VSBLIIEinO AJtSELM:
FRANCISCO PERKTTI.
As dez horas da raanhaa reunidos os Srs. di-
putados Olinto Bastos secretario ioterioo, Candido
Aleoforadoe Alvaro d'Almeidae depatado sapplente
S Leito, S. Exc. o Sr. conselbeiro presidente
abrin a sesso.
Fui lida e approvada a acta da sesso da 15.
EXPEDIENTE
OIRcio do Exm. Sr. coaselheiro presidente da
proviucia, commuuicando haver tido aciencia por
aviso circular do ministerio do imperio, de 6 do
corrate, que 5. si o Imperador reassumio o go-
veroo a estado ao dia de sua chegada respecti-
va capital31 de marco ultimo. O tribunal resol-
vea que se parlicipasse S. Exc. que licava ia
teirdo.
Olflcio da junta dos corre'.ore3, remetiendo a
cpir-que sa Ihe exigi do ofJuco de 12de dezem
brode 1862. O inbuoal resolveu qaa se offieiasse
juoia para que declare se anda se d o faeto
de qae urna de suas predteessoras se queixou em
-dito offico, se em maior oa menor eseaila, e ou-
trosira, quaes as pessoas que cootra a lei eto tra-
balhando com os corretores, esperaodo que a junta
actual usa da uesina franqueza que a sua prede-
cessora que servio no auno da 1862, apreseatanio
tambera os nomes dos corretores qae cooperam
para semelti3nte abuso.
Distriburara-se os livros:
Diario da Companhia Brasiliao Street Railwsy,
Limited, Copiador de Preme Vinna & r.
DESPACHOS.
'eqnerimatrns:
De W. G. Fennaly, raprejentante da Imperial
Fire losaracce Company da Londres, apresentan-
do urna puv.uraca traduzida competentemente,
aflm de ser regstrala.Seja registrada.
Da W. Olio, apresentando a registro a comea-
ra: qae, como socio gerente da casa coramer-
cial ie Borstelmaon c C, dir a Francisco Anto-
nio Goncaives da Medeiros para caixeiro despa-
chante da mencinala casa.Registre-se.
Da Joo Ferreira Ramos Jnior e Vicioriao Far
reir de Sooza. sabmelteodo a registro o distralo
social da Arma Ramos 4 Victorino.Vista ao Sr.
desembargador fiscal.
Di Aotooo Jos de Aievedo, offerecendo a re-
gistro nomeago da seu caixeiro Per mi oda
Cunha Medeiros.Registre se. .
De Bernardino de Vasconiellos, corretor geral,
sobmettendo a registro o einhecimento doefeelivo
pagamento do impesto de sua prolisso relativo ao
segando semestre do correte exercicio.Depois
de registrada o conhecimeolo, seja entregas ao
saoplicante.
Do Olympio da Silva, replicando do despacho
qae negon-lhe titulo de agente de leudes.Jnte-
se a informarlo da secretaria qae se refere o
sapplicaDle.
De Antonio Jos Ferreira Mantairo e Jos Dias
da Cuuhi, aehaoda-se salisfeita a Juvida da se-
cretaria.Registre-se na firma do decreto n.
4394.
De Antonio Flix Perera e Man el Figueiredo
da Cunha, satisfazendo a exigencia do despacho de
7 de margo ultimo, para que seja admittido a re-
gistro o seu emirato social.-Registre-se, de con-
formidade cora o deereto o: 4394.
Dos administradores da massa fallida de Maga-
Ihes & Irmos, certidao de ser ou nao commer
eiante matriculad: Bento Jo.- da Silva Magalbas.
Certllque-se.
SOBRE IXF0BMAG-*-O FISCAL
Peticao de Gancalo Jos Affoaso, pira se Ihe
conceder tres metes de licenca, deixendo como
sea preposto ao lagar de corretor a Maooel Jos
Alfonso.Como requer, visto existirem na secre-
taria os.documeotos comprobatorios da idoneidade
do preposto.
Dita de Carlos Pinto de Lemos e Vctor Gusri-
aeaa, registro de seu contrato social.Registre-se
na firma do decreto n. 4394.
Dita de Bernrdioo da Costa Campse Francisco
Iglessias Lopes, registro tambem de sea contrato
social.Registre se o contrato na forma do deere-
to n 4394.
Dita de Antonio Jos Rodrigues, Jos Rodri-
gues, Jos Rodrigues de A mor i m e Bernardo Es-
ves, dem.Registre-se o contrato na forma do de-
ereto o. 4311.
Dita de jaaqaim Stmlo ios Santos e Aotooio
alendes Percura da -Costa, demComo pedem. ,
Dita de Silva & Joaqnim Felipoe, dstrato social.
Sasfacam o parecerflical.
Dita de Josqsln Jas ferreira, registro do pa-
tacho Araujo, que passa a denoraioar-sa Fortuna.
Vwha esta petico, qaando fdr submettida a
despacho a de Candido Jos da Silva.
j 8o Sr. Piula Ib filiveira, como ro-
-j raeUe, cooUnuar, e eareoerem (te raapust.i
sosas tsrosMSitt >k ucbstaiua
Na pretenaSo e regVtra do contrato de Real
*! JeajoqjlofFJn8co do Espirito Santo. re-]M ""/ *^l** *'Wi l||lal>
eolbendo a carta de registro do patacho Araujo,
por td-lti venda.O irwanal resol vea
rae es-
man
to qne Caodido Jos Ai Silva ib obrigou a apre
sentar.
Propondo nm Sr. depatado que se exigiese pro
va de serem brasileiros os caixtiros de cujas so-
meijoes pette-se registro, e .ponderndose que
na secretaria do trtbaoal registram-se as oomea-
ces de todos o caixeiros qor nacionaes, qur
estrangeiros, sem qao se exija prova de sna sa
cionalidade, o mesmo tribunal resolvea que nao ie
determinaase a aprauntaclo de prova, pois qne i
ostra repartise fseaomaew exigir jastiflcaeio
seste MBtrsosm orden saviur-seqaslqjer abaso
em preiurw ds faada provisoiil.Voton contra
o Sr. diputado oppleste S beftio.
Dada s ssrs (lie meia da raaaha ), e nada
mais havendo a despaeaer, o Exm. Sr. conselhei
ro presidente encerroa a seario.
Heetfe, 19 de abril d 187."
Belarmno do Reg Barro*.
IIID1
da
PUBLICACBE8 A PEP1D0.
Respondemos io artigo do St. P, de Ol-
veira, publicado do Jrnal cto Recife de
houtera, ou antes ao iotsresse que se cons-
titue juiz em caosa propria e que sempre
difDcil da convencer.
A administricao do Exm. Sr. conselbeiro
Junquaira to applarjdida a toavada geral
mente como confetsa o mesmo Sr. P. de Oli-
veini, agora n tea entender dtspenhou-se
em um aby^mo, por qoe S. Exc escolbeu
a proposta do major IiellarmJo do Reg
Barros e ostros tabre co locatao de carris
de ferro para condoccSo de mercadorias, e
'.lo a do Sr. P. de Oliveira.
Na opino desse Sr. o faci de g?r o ma-
jor Bellarmioo caobado do actual ministro
do imperio o inhabilitava a ser attendido
em um cooracto qae reqaerea a cmara
municipal desta cidade antes da seu caoba-
do ser elevado a alta posicio de ministro..
Ora se essa razio orna futidade ou
urna intriga, a quo Dio vale apuna prestar
aUencao, o qae se diz acerca do modo por-
que foi feito o contracto nao meaos ajus-
to e desarrasoado.
A acccusacao feila a i Exm. Sr. conselbei-
ro Junqueira lii grava, que olloca o Sr.
P. de Oliveira em uma posicao bem dilli-
cil.
Por mais qaeS. S. disfaretsse o despei-
to, de qae se mostroa possuido, em urna
pbrase de apparete moderacio, revdou
bem o proposito de ferir o tono e direito
at a qaem nenbuma colpa linba oem poda
ter } elo faeto de nao ser S. S. attendido na
sua preleopio
Nnuca se procede assim se nio quando
a raz31 recusa a > boas armas da dtscusso
e o interesse vido toma o logar que com-
pete rcflexo o sizudez, empegando tudo
quanlo pode aproveitara sua causa.
A lei n. 1,000 do 13 de junho de 1871
autorison o presidenie da provincia a con-
tractar cora o major Bellarmino e ouiros ou
com quem melbores vantagens offerecesse
o assectameato dos carris de ferro i que
acnta fallamos.
Sempre foi costme raencionar-s na lei
o nome de quem requer o mslhoramenlo
para ser a'tendido no concurso dos pretn-
danles dada a igualdade de circunstancias.
O major Bellarmioo oerecend) ason-
dices de sua proposla, protestoa por pre
ferencia em relagao qae se julgasse m-is
aceilavel, obrigando-se a quaesquer clusulas
a que se quizasse ligar a realisafo ra em-
preza e que elle julgasse poder execolar,
prefetenc < que Iba caba como o que primei-
ro requeren e prom-ovea a id.
Com effiito n3o s aceitoo as cjndicOes a
que se suj-ilava o Sr. P. de Oliveira orno
se snjeitou a entras de qoe resollasam
maior va uta gen a provincia.
Em taes circamstancias e qoereado S.
Exc. observar es p acdenles que se deram
em relacao ao oncurso que se abri pora o
privilegio da condujo decimes verdes
e /nesmo para a estrada do Limodro, quan-
do nao bavia retendente cuobado de mi-
nistro, no poda deixar de dar. preferencia
a proposta do m\jor B tarmino.
PjrtaDto v o S. P. de Oliveira que o qoe
se fez foi o que os antecessores de S. Exc,
tambem enteaderam ser de |at>tica.
Acompasaremos o Sr. P. ds Oliveira em
sua promettida analyse do conlracti.
Z
O Sr. Paulo de Oliveira.
Serei milito resumido na resposta qae
tenbo de dar ao artigo do Sr. Paulo de
Oliveira, publicado no Jornal do Recife de
boje, porque nao tendo elle entrado anda
na apreciarlo do contrato que comigo e
oulro acaba de ser feito, para o assenta-
ment de trilhos de ferro que sinam
conJucgo de mercadorias nesia cidade,
me aguardo para qaando o flzer.
No referido seu arligo, o fim principal
do Sr. Panlo de Oliveira, foi molestar o
Sr. coaselb iro Janqujira, e fazer constar
ao publico, o faci muito sabido de ser eu
cunbado do ministro do imperio.
Com) me parece que as mi -has relaces
de parentesco com um ministro n3o me
inhabilitara, para fazer contratos com o pre-
sidente da provincia, d3j opporei reQeaao
maligoidade do Sr. Paulo de Oliveira e
nem tomarei a mim refutar as invectivas
que fez 3 S. Exc. o Sr. conselbeiro Junquei-
ra, porque o alto conceito de que go.a S.
Efe., nao sodre mingna com a espanga o do
despeito proveniente de pretenges con-
trariadas.
Porlanto, limitar me-he a dizer'que, no
referido contrato, nao me fez S. Esc- favor
algum que cao fosse resultante da lei n.
1003, qae comigo e os Srs,'Antanes e
Loyo, raandou contratar, em igualdade de
circunstancias, a collocagao dos citados
trilhos.
Esta disposico da lei, qoe, em outras
sempre foi consideradapreferencia, no
devia solTrer excepgo mea respeito, pelo
nico faeto de ser eo cunbado de am mi-
nistro.
E' sabido qae fui ea o autor da idea, e o
Sr. Paalo de Oliveira melhor do gne nio-
guem o aabe, porque, em 1870, eocootrap-
do.nos no Ro de Janeiro, e fallrado-lbe eu
sobre ersa idea, offerecea-se-me para meu
socio, o que Dio acceitei per j estar asso-
ciido a oulro.
Nestas circumstancias, seria justo que,
em proveito de outros, fosse ea excluido
da realisagao da idea qae liaba concebido e
conseguido que foeiea effeito ?
Ha veris motivo a reparo se ou fosse pre
ferido, em condigoes menos favoraveis que
aa dos oulros, mas leudo eu reduzido a mi-
aba prepona a termos mais favoravel, nlo
pedia deixar de ser attendido.
Creio, pois, nestae poucas consideragSes
I ter dito qaanto basta para Mclarecer o pa-
] blico.
Exm. ftr. aaialstro
narlaha.
, Ssatur :Dign-i V. Exc. Uocar benigDM vi(
las. para a necesidades qne sofeem o operarios
do arsenal desta provincia de Pernambuco com os
diminuios salarios qae agora vencara o mai r nu-
mero dalles; sobre -carrejados de grandes familias
tesm para sobsisiea'ia destes o pouco. que
i gsaaam hooradam#ste.
Sesnor,; fcilmente V. Eso.,avallar o lastimavel
estado destes pobres anatas ^ oossiderando que a
tabella que regala seas salario.* do son de 1867.
Na veMase. senrtor: se mereeiam naquella poca
tal jornal, boj>, 15 anos datioin. tnereeero maior
jornal, visto q/is, as cireurastaDciassio diversas.
Hoja t'm de menos nm m de Jornal, por
que Ibes sao descontados, o qoe pagam de impos
io. paspa I, dito da emprea de limpeza e asseio, e
o maior msi aiada, e snbido prego de alaguis de
casa, e dos generas alimenticios.
Confiados uo Jusiiceiro e benvolo coracao de V.
Exc., esperam resignados e esperaneosos melborar
de serte.
Recie1^72.
S. para amirth* i JusitQt-jcIo e jalgada
tenga, se esie a pedida carta e
COMMERCIO.
mat;A do naara 19 de abril.
DK IS75
aS 3 1/5 BOBAS DA TABDI.
CotaQoes officiaes.
Assocaramericano baixo UIOO por 15 kilos.
vlcodo de 1* sorie 762 rs. por kilo, hoaie n e
boje.
Algoiaode Siacei 1' sorte 783 rs. por kilo posto
a bordo a frete de 7,8 d. e 5 0|0.
Apoliceda divida publica de t-OrO ao par.
Cambio sobre Londres a 80 d|v. 55 d., 25 1|8
d., e do banco 25 d. por l.
r.l. Pinto,
Presidenta.
Dabourcq,
Secretario.
ALFANEGA
dendiirunio do dta 1 a 18. .
dem ao dia 19. ,
878:293*786
58:943*622
I
937:37*408
Dascarregam huje 30 de abril de 1871
Barca isgleza.Wn^so/iavarios gneros.
Brigae iiglez Qaas of Uu Pleetvarios gneros
Barca saeci-/e6varios geaeros.
Patacho norteallemioHelene dem.
Patacho allemao Btrihe A Paalineim.
Vapir aglezJnritt idera.
Barca ingleza Dolphimidem.
Brigae fraocetSf. Josephe -sai.
Patacho ragles-O'prei'i bacalho.
Patacho portagaei-fiestPiracao-^pedras.
Barca inglezaCoasanrebacalho.
CAPArAZIA OA-ALFANDEtA
Rendimeoto do dia I a 18. 7:8i8|74i
dem do dia 19........ 741*689
Volomes sahidos com fazeVla
dem idem com geaeros diversos
8:590*433
27
2oO
Sorsma 447
___ -
Despachos de exportaco no dia 18 d>
abril de 1872.
Para os portos do exterior.
r So brgue brsileir Victoria, para o Rio da
Prata, carregou : A. P. Lobo 19 barris eom 1,824
litros de aguardante.
Na gilera ingleza Lntona, para o Canal, car-
regaram : aabe Schameuau & C 584 saccas com
34,218 kilos de itfsass,
Na barca Irnceza Jean Bapti&ta, para o
Havre, earregaran : Tisset freres 4 C. 736 sac-
cas com 56,962 kilos de algodo
No navio bespanhol Presidente, para Barcel
lona, carregou : J. J. Geacalves Beltr,ao 747 sac-
cas com 35.T09 kilos de algodao.
^-yfla. barca portagueza Social, para o Porto,
carrXtaram : -E. R. Kabello 4 C. 500 coaros sec-
eos ssJgessn com~B,0 O k'los.
No brigae argerakio Volante, para o Rio da
Prata, earregaram: Araaria Irmos & C 500
barricas cora 54,759 kilos de assucar braoco.
No brigae aoruegaease Jeanette, para o Rio
da Prata, carregou : L. J. da Silva Guimaraes 266
barricas com 26,995 kilos de assuiar branco.
No brigueallem) Rodolpho, para o Rio da
Prata, earregaram Jos di Silva Loyo A F.lho
424 barricas com 48,272 kilos da assucar branco.
No brigae poitiguei Lata I, para Lisboa,
carregou : L J. da Silva Guimaraes 600 saceos
eom 55,000 kilos de assucar branco.
R.ECEBEDORIA DE RENDAS INTERNAS
GERAES DE PBKNAMB'TCO.
aendimeulo do-dia 1 a 18. oO:"02731
Idem oo dia 19..... 4:181891
por sen-
edito, pena de
revlia e astas. Peds defer ment. E. R. M.
Reofe IJ e marco de 1871-Advegado, Jlo
Brrelo.
Via-se Be petico nma estampilba de dtenlos
ris inatihsada oa fraa da lei.
Despacho.Como requer, o escrlvao marcar o
dio. Recife 12 de marco de 1871Brito.
Nada mais se eoniinha em dito original a que
me reporto e dou f.
Reeife II de maros de 1872. Subscrevn e as-
signo. Em f da verdade.
Recite 12 de mareo de 1872.O escrivo Joa-
qnim da Silva Reg. Via se a estampilba na im
nortancia de 200 rs. e inutilisa da as forma da le.
Ero virtode do qual despacho se proceden a in-
quirico (te te-temunbas que dapazeram a respei-
to da ausencia e incerteza do lagar da residencia
do justificado Miguel Arcbaajo da Cansa, o sendo
todo aatboado e preparado me vieram os autos
coucuscs e por mim lidos profer .a sostenes do
tb'or seguiole :
Vislo provar-se pelo depoimeoto das testemu-
ihas, qae o sapplicado Migoel Arcbanjo da Ca-
oba, aeha-se ausente em parle lacerta, bei por
justificada a sua ausencia e passe-se carta de edi-
los com- o termo de 30 di, rieeifd 23 de margo
de 1872.Francisco Aalonwde Brilo.
Nada mais se cootinha sa dita seotenca dada
nos araos, por bem da u.aal se passoa aos justift-
cantes a presente carta de edilos o presente edlal
com o praso de 30 das, pelo tiual se chama e cita
aorfefendo jusiifi;ado, pera qae deotro da 30 dias
compare ;a por si oa por sea bstanle procurador
para se proceder ao9 lermo de conciliaco na
forma da petieo, e Qaalqaer outra pessoa para
qne Ihe faea saber desta raesma cu ac o aflm ds
qoe elle oao rkjne indefeso. O porleiro desta jni-
zo publicar este nos logares mais pblicos desta
freguezia e o atQxar passandi eertldo na for-
ma.
Dado e passado nesta fregaezia lo Santissimo
Sacramento do bairro de Sanio Aotooio da cidade
do Recife, proviocia de Pernambuco, aos 23 de
marco de 1872.
Eu Joaqnim da Silva Reg, es:rivao qae a es
erevi.
Fraacisco Aotooio de Brito.
Ao sello 300 rs. Sem sello ex-causa.Brilo.
Via se a estampilba na importancia de 400 rs. 9
inatihsada na forma da lei.
Nada mais se cootinha em dito original, a qne
me reporto e don f. Recifa 23 de marco de
1872. Subscrevo e assgoo. em f de verdade.
Joaqaim da Silva Rngo.
O Dr. Manuel Tertuliano Taomaz Hinque, juiz
de direito da segunda vara, nesta cidade do
Recife de Pernambuco etc.
Paco saber aos \a o presenta edital virem,
que as aalieocias Jaste juizo sao d'ora em diante
nos sahoad >s de cada semaua ao meio da
Dado e passado nesta cidade do Recife de Per-
nambuco, aos 17 le abril de 1872.
Eu, Manoel Joaqaim Bapiisia, eseriv) o es-
erevi.
T. Hmriqua.
OEOLAMCOES.
Arremitaco no da 30
Paran e o Illa?. Sr. Dr juiz de direito especial
de orphos, ion de ir a pra$a no da 30 do cr-
rente, depois da ;uJien:i,i, por arrematarlo os
nten;lios, armaco, meJcimectos e drogas exis-
tentes na pharmacia a ra do Baro da Victoria
i. 51, aotigmenle Nova, na importancia oe ris
1.399*580, cuj pharmacia val a praca a roque-
iaeoto do invealariatite Jos da Cruz Sintos
) esenptos acham-se para s. rem vistos, em oio
do portairo das audiencias.
Garane-?e o arrenlaraeDto do pavimeoto ter
re, em que se ach3 o dito e-l;ibeleciroent-\
54.638*602
CONSULADO PROVINCIAL.
.lendimento do dia 1 a 18. 71:144*388
Idem o dia 19 ....... 3 04l*ii7
74:185*515
MOVIMCWTO 00 'ORTO,
Navios entrados no dia 19.
NVw Y k 35 dias. pa acbo americano Mary
Ymulton, de 282 toneladas, capitn A. B. L-.th-
rap, eqaipagam 2, carga 1469 barricas cem fa-
rinba de trigo e ouiros gneros; Heory Fors-
ter & C.
OtJrtMfao.
Nao bouue sabidas.
EDITA$.
Pela tbesonraria provincial se faz publico
qae no da 25 do correste vai novameote a praca
para ser arrematada a obra dos reparos da ca-
deia d'Agna-Preta com o augmento de 10 Oto no
valor do respectivo rcamealo, o qual sendo da
quantia de 880*000, ticou lavado a 968*000 rs.
As condicoes para a trremataco sao as mes-
mas j anounciadas.
Secretaria da thes arara provincial da Per-
nambuco, 13 d marco de 1872.
O effleial-raaior,
._________Miguel Affioso Ferreira._________
Pela thsourana provincial se faz publico,
qae foi transferida para dia 25 do crrante a
obra do raha'xamenio da ladeira do Timb oreada
em 7:9*0*000.
Secretaria da thesouraria provincial de Per-
nambuco, 12 de abnl. de 1872.
O olUcial-raaior,
M. A. Ferreira.
O cap lio Frnaisco Antonio oe Bnto, juiz de pez
da freguezia do Santissimo Sacramento do Bair-
ro de Santo Antonio da cidade do Recife, pro-
vincia da Pernambuco, em viriude da lei etc.
Faco saber aos qae a presente caria de editos
virem on delta noticia tiverem que a requarimeo-
to de Caodido Moreira da Cunha, e sua mn'her
1). Candida da Costa Cauro, me foi falta a peticao
do theor seguinte :
Illm. Sr. juiz de paz.Caodido Moreira da Ca-
oba e sua malher D. Candida da Costa Castro,
moradores na cidade de Goyanna,, seudo-lhe ere-
dores da qaaotia de qnatro conios seiscentas e
noventa e clpco .mil qnatroeentos e sessenta e nm
mil ris do expolio de D. liria. Joaquina doSa-
crameoto Cunha, como iodo se v do documento
janU), aue faga citar 'Manoel Archaoio da Cuaha,
Joaquii fts da Conh, Francisco Jos da Caoba,
Miguel Arflhanio da Cunha e suas mulheres, como
herdeiros do dito expolio para na.prlmeira deste
jaiio virem se conciliar eom os sopplicantes e pa-
gar Ibes amisa vel mente a quantia cima fallada, a
como o bardeiro Mignel Arr.hanjo na Cunba, $e
acaa ament em lagar iscerto a so-sahido re-
aaerea os sopaJietates jauiflesr a hm su&encia.
una -de ser eitsdo per carta 4e sdos eom o pra-
zo legal, para o qae requer, os suppfcastM a V.
Pur e-ta sablflegacia se faz pulico que
ocha d.-p salj u i cavallo pedrez que anda-
va vagando pelas ra- da freguezia : quem fof
sea dono aprsente so, que ju-tilcaado, Ihe ser
entregue.
SubJelegacia da freguezia de S. Jos do Recife
19 de abril de 1872.
O subdelegado.
Francellioo Chacn.
Pela suodel^gac.a do F districto dos Afoga-
dos se declara qna se achara legalmente deposita-
das oili aoccras com agaardeote e dous cavallos.
sendo um castaabo e oufo raen e cgo de am
olbo; cajos cavallos e ancoras foram apprehenit-
dos como fuados : qaem pois se julgar com di-
reito a taes objeetos se apreseute naste iuizo den-
tro do praso di 30 dias, a contar da data do pre-
sente, munido da seus documentos, que Ibesero
entregues.
Subde'egacia do 1* districto dos Afogados 18 da
abril de 1872.
O subdelegado,
Mioiel Gomes Pereira Guerra.
COffAHtt HUBtt
HOJE
S n BU A IlO 90 E
AMAHA
D)Jiago 21 de bril
Grande successo
Daaa ultimas representa^es
DA
entusisticamente applaudida opera bulla em 4
actos :
La Grande Duchesse
de Grolstein.
De Offembach
MUe. Mathilde Lafourcade
desempenbar o papel da
Cira -Daqueza
tomando tambem parte
Toda compiuhii
A's 8 l|.
AVISO.
Depois do espectculo haver^fem para Apipu-
cos e boDd para a Magdalena, o qual estacionar
junto da matriz de Saoto Amonio.
THEATRO
Sabbado 20 de abril
Representar-se-ha o excedente e muito applau-
dido drama, de coWjmes militaras, em 4 actos
0 imcortaote papel de 29 sari representado pe
lo Sr. Thomsz Espiuca,
Toma igualmente parte toda a compaouia,
Terminar o espectacolo com a graciosa e ap-
plaudida' comedia em 1 acto ornada de mu3ica
Bol(ja e caximbo
Os bilhetes aeham-ae desde j no esrptorio 4o
tbeatro.
Priaeipiar as 8 i|4.
-
Domingo 21 de abril
As 6 horas da tarda
Prinsera representarlo, oeste ibeatro da dse-
jada, mulo graciosa e senpre applaudida come-
iaeir. 3 wf:s, oran'Sa de mwoa

Toma parle toda a c ssauania.
Terminara o especsacalo asm a (spintoosa eo-
media em -nm acto ornada ss asasica
Bolpa e caximbo
Os bilhetes aebam-se desde j, so eseriptorie do
iheairo.
Principa s 6 horas da tarde.
Na prxima semana, subir cesa O
co drama trgico em 5 aetcs
IRINT'ANNOS
OU
A vida denrn jrgador
VISOS MARTIMOS.
COMPANMIA PERNiMBUGArU
DI
Varega^o eoaielra pMr raptor
Babia em direitora na voka por Araeaj,
Peneo e Macei.
O vapor fppjuca, conMsao-
danie Moora, seguir pars <
porto di Babia so dia 13 do
correla as i hora* da tarda,
voltando pelos portos sa s -
cala cima raeseiesado*.
Recebe carga at o di 19; passSge ros, eseom-
meodas e dinh 'iro a frete at as 1 horas da tarea
do dia da sabida : escrtptorio no Forte do Mat-
os n. II
COHI'VVflIl
DE
Navegapo Brasileira
At o dia tt do correte
esperado dos portos daral o
vapor, Cruzeiro do 9*1, comman-
dante Pamplona, o qual depois
da demora do cosame segnira
para os portos do norte.
Para (retes e passageiros trata se na agescia.
Encommendas de pequeo valor, paso, medida
e tambem dinbeiro, recebe se at a I aors ds
tarde do da da sabida do vapor. Agencia ras do
Gommercio n. 8.
As enc/minenas viadas por este vapor ser-
eotregues ateo da da sahida doinetmo, so es-
criptorioda eompaohia, depois desse t-rmo serio
reeolhldas no trapiche do Dantas
O.Ul*A?.'IIIA
DE
ilv mi ijiuiin i
At o dia ::o' do corrate, 4 espe-
rado dos (ortos do norte o va-
por Cear. eommandaote Rodri-
gues, o qual depois aa demira
do costume seguir para o* por-
tos do sul.
Para carga e passageiros tratase na agencia.
Encommendas la pequeo valor, peso, medida e
tambara dinbeiro recebera-sa al 1 hora da tarde
do dia de sua ;ahida : na sgencia, ras sCom-
mercio n. 8.
As enoommenlas viudas por esH vapor serio
eotreg .es al o dia da .h 11 do m- -m->. as es
criptorio da companhia, e despoi* deste termo se-
rao reeolhidas nn rapiche di Conce io.
Vende se a barcaca niciuoal denominada
< Vernica
lo bem eoastraida oo estalfiro da vd:a de Porto
da Pedras, delotac) de 1 5U0 sarcos de assacar:
para ver ni caes do Ramos, e par trataros roa
do Vigario n. i, luja deeaboi com Ja. Laiz 6e.
Macelo, lote Jiodrigaes Salazar e Jaaqoim di*
Souza Silva Canha.
Atteo(?ao
Vende se a veieira e bem c nstrnida burv;
Pijbidade, appsrelbada e (uompia a navegar, i-
ga em 700 saceos enm as-ocar, achi-se fand:ti
junto ao caes do trapiche Pelonrinbo : quem >
quiz.r examinar dirija sa a bordo da u,< mu -.
para tratar com Carlos da Silva Ara ajo, na praca
do Cirpo Santo n. 4, arma;.e;n, das 9 horas as 4
Ua tarda.
Sai impretenvelinenia ni oa SO d;> orrtr:-
mez o lliale Gracioza, para Aracay, qaem no
mesmo qaizer carregar derija-se ao e.-cnpiorio d--
Rartbolomeo Lourenco na iu- da Midie De<>s o
4 a tratar com o m?>mo, ou com Joio Atvs d"
Quintal; recebe carga al sbado K o correan
mez as 3 horas da lardi',
PALIA'
Para o indicado porto pretende seguir eom nui-
ta brevidada a barca pmtogueza Lin-la, por ter a
maior parte de seu carregamento ergajado, e pa-
ra o resto qne Ibe falla ir .n se com o consigna-
tario Joaqnim Jo.- Goocalves Reltiao i roa do
Commercio o. 5._______________________________
PARA O
PORTO
pretende sabir com pouca demora a barca portu-
gueza Social por lera uuior parte de ;ea earre
gameato eagajado, a para o resto qua 'ha falla i
passageiros, para os quaes lera bons commodos,
tratase coi) o consiguatari > Joaquim J s Gon-
caives BelirS). roa do CosimercMn. 5.
BAHA
O navio allemao Margardht segne em aiaas
dias para a Baha e loma carga para o mesrc<>
porto : a tratar com Estar 4 C. ra do Bom Je-
su8 n. 55.______________________________________
Para Lisboa
Abarca portnguezi atars Lhzh. espita-* A.
S, Goncaives, vai sahir :om brevidade e lera
lindas cmaras para passageiros : trata se crin
E. R. Rabello t C, ra do commercio n. 48, I'
andar.__________________________________________
Para o Rio de latielr*
segne com brevidade o veieiro patacho nacional
Veloz, recebe anda alguma carga a frete : a tra-
tar com Fernandas Irmo imvessa da Madre de
Dos n. 13.
Para
Segu para o relarido porto coro mnita brevida-
de o hfaie O/inda, por ter i mai r parte de sen
carregamento ; e para o resto qae Ihe falta traa-
se com o consignatario Joaqaim J. G. Bellrio
ra do Coromorcio n. 3.
GOMPANH1A PEKNAMBUCANa
ns
JaTcga?5o costeira por rapar.
Mamanguape.
O vaper J/iiaaVuti, eom
m.ndante Julio, ssgnira
para o porto cima nc
di;, 27 do crrante as b
boras da tarde.
_______ Becene carga, encom-
mendas, passageiros e diolieiro a fete ale as i
horas da Urde do dia de ana sabida : eacriptori'
no Forte do Mallos n. l.
LEUDES.
Leilao
DM
PfflMS
Em comjlTWfto*
hoh:
O le atril
A. C. de Abren eoneloiti oasa Ma>
terveoco do agente Pestuw da Val
-r

i


y
pp*

rt*&mmc* ife Sabbado l di AWil 1S11
t
k
/"
eortioento d fazendas ingleza, todas jiroprlas
do mereadf : hoje sabbado 20 do correte, as
4i horas da mania em sea armazem i ra do
Iftfjiay da (Moda.
EMO
DE
FAZENDAS
inglezas, fra.icezas e allemas
Todas proprias (leste mercado
Sef;aada-ft ira 22 do correte
A*i 10 Ii2 HORAS PA MANILA.
Ra do Bom Jess n. 53.
O agente Olveira, far leio por iotervencio de
sea propott') Piobo Borges, de um grande e com-
pleto tortimeoto de i'azeodas inglezas, franeezas e
allemias, consistindo em fardos de algodosioho,
ditos com niadapolSes, chitas, casias de cores, ca-l
Mmira preta, e de cores Boas pannos pretos fl-
nos, panno para mesa, alpaca preta, princeta pre-
ta, chapeos de phantisia, mantas de lia para ca-
ballos, ditas de algodao, algodao azul e outras
mnitas fue odas, tolas proprias deste mercado
xistentea no seo aniigo escriptorio, ra do Bom
Jess o. 33 1* andar, ootr'ora ra da Cruz, onde
ser electuado o leilo, para o qual convdame
speram a concurrencia de seas numerosos fre-
gaezes :
Segunda- feira 22 do correute.s 101|1 horas da
manbaa em ponto, por seren mu tos os lote., no
snpra mencionado encriplono e ra. ___
Importantes movis, om rico chale de ton-
quim e orna grande livraria.
Quinta- feira 25 do correte
O Dr. Ernesto-de A pino Fo^ceca, tendo de fa-
zer ama viagem Curopa, far leilio por ioter-
vencio do agente Mariins de todos os seus elegan-
tes movis e urna importante livrana, existentes
no 2* andar do sobrado n. 7 da raa do Bario da
Victoria.
Sobrado de 3 aalares n. 7, roa de S.
Bom Jess (ootrora rr.a da Crrj7).
Quinta-feira 25 do correte
s 11 horas.
O agente Pinto levar leilo pela terceira e
ultima v;z c obrado cima mencionado, reque-
rimento do- ierd irts da tinada D. loanna J. M.
Pires Ferrei ra, e por maodado do Illm. Sr. Dr.
juizde orphos, o leo ser effec.uado no dia e
Dora cima mencionados :
o escriptorio do referido agente, ra da Cruz
0.38.
AVISOS DIVERSOS
Tributo de gratidao.
Con o maior reccubeeiment, o abaixo assigna-
do agradece aos Rvgis. Sr?. vigario Themistocles
Romae Pertira dos Santos, Agostinho de Luna
Cavalcante de Laceria, Telespboro de Paola An-
gosto, Francisco Alves de Abrantes, Manoel de
Sant'Aona Luz, Manoel Jos de Britto, a maneira
obsequiosa com que offlcarara no funeral de sua
muito presada esposa D. Arcenia Mathilde de nl
bnquerqoe Vasconcelos, que teve lagar no ce-
miterio publico desta cidade. Anda com desva-
necimeuto agradece o abaixo assignado, a espon-
taneidade com que o Exm. Monsenhor Pinto de
Campos, os Rvms. vigario Miguel Americo Pereira
de Souza e fre Alberto de Santa Augusta Cabral,
comparteeram ma:riz da Boa-vista celebrar o
santo sacrificio da missa, por occasio do stimo
dia.
Hermogenes Scrates Tavares de Vasconcello?.
SII
O Dr. E. Vi nna
recemcbegado da Europa, onde esleve
quasi d u annos, aperfeigoando-se nos
onhecirnentos de saa proSssio e fre-
tentn os princ'paes hospiae* de Pa-
ri?, Londres, Brtixellas e Vienna d'Aus
irla, declicando-se com especialidade a
partos, molestias das mulberes e opera-
res das vas gent'.o ourioaria5, tendo
acomps.nbado os professores mais cele-
bres da Franja e Allemanha nestas espe-
cialidades, commanica ao respeitivel pu-
blico desta cidads que abri o seu con-
sultorio na casa de sua residencia, a ra
do Vigario n. 1, 2 andar, onde poder
ser procurado a qaalquer hora do dia
ou da nenie.
Ionaltas todos os dias de 1|2 hora as
2 horas. Gratis aos podre.
Ope*a o estreitatcenf s d'uretra por
mei de electricidade, por um processo
inteiramente novo e sem dr, garantindo
a cura radical em poneos dias.
m
Royal Insurance Company.
I Real compatihia de legaros
de Londres e Liverpool.
CAPITAL
2,00C,000 de libras sterlinas
0D
20,OlX),000000
Com autorisaco do governo.
Segura contra o risco de logo, casas, fazendas,
qaalquer outra especie de mercadoria. O agen-
te nesta provincia
J. O C. Doyle.
33 Rn do Commercio 38
N. B. Para segaros de vida da pessoas livre?
que a companbia tomar em saa ae em Londres
ou Liverpool, o mestno agente servir de corres-
pondente, recebe as propostas, reclamacoes e pre-
mios dos seguros das pesioas aqu residentes para
transmitlir companhia, e entregar aos segurados
o* respectivos titulog.
Oaruar
Tasso Irmos era liqilagio precisam fallar ao
Sr. Or. Antonio Baarqae de Lima, ou sen corres-
pondente nesta praga: na ra do Amorim n. 37.
Desde o dia 10 que ausenton-se .o mualo
*?eminano, qae representa ter poaco mais oa me-
nos 22 annos de idade, eonhecido no Forte do
Maltes por Emiliano, l'oi escravo de Antonio Bor-
des Galvo Uchoa e cria do ex capitao de polieia
Firminq, morador em Maricota, onde tem o mu-
lato mi e manas; de estatura regalar, cheio
do corpo, penca barba no queixo, cor clara, ca-
bellos carapnhos, fall de dente?, os beicos com
signaes de fendas, no brago direito as inieiaes A
M C e um eoragio pistado; so-tnma ir em com-
panhia de um pardo vender obras de flandrea na
Casa Forte, Poco, Apipaces, Beberibe e Olinda :
roga-se s autoridades po.'ieiaes e aos capitaes de
campo a captura do mesmo e leva-lo ra Direta
o. 88, BRAGA & PIMEWTEL
Ra do Barao da Victoria d, 35
Ootrora rna Nova.
Grande deposito de metaes e officina de latoeiro,
caldereiro, fanileiro e fundicao de sinos.
Este grande estabelecimento est sempre serti-
do da alambiques, sinos, bombas de todos os ta
manos do systema americano de cobre e obras de
folhas, tobos de chombo para agua, torneiras de
todos os lmannos laxan de cobre tanto para re-
tinaco como para casi particular, tambera se
encarregam de ollocar e cooeertar, tanto bombas
como eoeanameutos pai agoa, todo isto por pre
coa eommodos e promptldio.__________________
Precisa-se de om afete nesu cidade para
as machinas de costura de Howe (Hcwe Serving
Machine) de Nova-York : para mais plena iofor-
maelo dinja-se a W. E. WaMrman, agenta geral
COPEIROS
Prisa-?e de dous criadoa'para topeiros.
para-se bera ; nesta typoirao^ia fe dir.
Alaga-se urna parla da casa o. So, primeiro
indar da roa do Apollo, muito propria para es-
criptorio, contendo urna sala, tres gran tes quar-
tos e um terraco : ,iratar na mesma das 10 as
3 hrras d?. tarde.
Hotel da Independencia
E-tamioet roa do Imperador n. 32, precisa-se
de i criados para o tervjco da casa, prefere-se
escravo.

A 8 de abril de 187S fngiram do engonha Ri-
beiro, freguezia de Santo Antao, dous asemos,
ambos de nome Manoel, sendo um negro fula, es-
tatura regalar, com buc/) de barba, falla grossa e
arraslada, peroas finas, o beigo de cima mais
grosso e os deotes limados, representa ter 36 an
nos, mais oa menos, levou camisa Je riscado roso,
calca de brim pardo, chapeo de baeta parda, orna
rede e ama viola, que elle tambem toca om pon -
co ; o segando, negro preto, estatura balxa, per
as finas e nm ponco arqueadas, os denles da
frente largos, a barba com cabellos saltiadoa. mui-
to regri-ta, representa ter 28 a 30 onosTlevoo
camisa de madapclo, calca de brim pardo, cha-
peo de baeta parda, e ambos levmm roopa de
algodao da malla : r< ga-se a todas as autoridades
e capitaes de campo a captura dos ditos eseravos,
e condni-los ao mencionado eogenbo, que sero
bem recompensados.
GratificacaO de 100$
Ausenton-se no dia 17 de maio do anno paseado,
do erigenho Ibura da fregoeua dos Afogados, o
escravo Claudino, com 32 annos de idade, estafara
baixa, cor fula, olhos pequeos, pouca barba, na-
riz afilado, tem um dente podre na frente as gen
givas de cima, ps seceos e apalhetados, suppde-se
andar pelos arrabaldes do Recife, como seja Ponte
de l'cr.a e Mangninho: quem o pegar e levar ao
engenho cima, lera a gratificacao mencionada.
Oouvite
Pelo presente sao convidados todos os senhores
que se assignaram como socios da ao:iedade que
tem de ser installida roa Pedro Alfonso n, 31,
1" andar, para comp*reeerem no da 21 do cor-
rente, as 8 horas do dia, para em assembla geral
se tratar de negocios tendentes masma.
s
CONVITE.
A (verdadeira e nnlca) Soc.*. Mac.-.
Cor'-.Liv.'. r. Pop.-. emsenG.*.
O.', convida seos Soc red.*, para
assislirem domingo 21 do correte, s 11
horas da manhaa, discassao e votacao
do proiecto de reforma da Coostit. .
I.-. S.-. i.-.
1
i
i
m
C0N8ULT0III0 H0ME0PATH1C0
DO
Dr. Santos Mello.
Consultas todos os dias das 10 horas
ao meio dia. Chamados a qualquer hora.
VACCINA.
A' este consultorio chegoa a verdadeira
lyropba vac:icica da Inglaterra, e vacci-
na-se s quintas feras e domingos das
10 horas ao meio dia.
Gratis aos pobres.
MRoa do Rarao da Victoria43.
&mmmm-mmm& mmmmw
Noticia proveitosa
Apezar de haverem mu tos estabelecimentos de
ardas e conlinuarem a apparecerem ontros moi-
tos, nao podem conseguir receberem objectos
iguaes aos da NOVA ESPERANCA, pois qae
questo j decidida, o bom go.-to de sens corres-
pondentes e elegancia de seus objectos, tanto que
jaando qualquer senhora por mais caprichosa
que seja, quando quer ou precisa dar expanso
ao seu bom go.-to, da um passeio a NOVA ESPE-
RANZA onde tem a certeza de encontrar o que
dezeja e por preco razoavel; a NOVA ESPERAN-
CA tanto mais augmenta o numero de seas fre-
guezes aos quaes se confessa agradecido, qaaoto
mais esforca-se em corresponder esta preferencia
tendo sempre em vistas reunir o oti ao agrada
vel, isto o bom por poaco preco: isto s se v na
.'viva K-|. ran.ja, roa do Duque de Caxia- nu-
mero 60.
^v ^^ ?^K ^^ ^* ".^ -"^F ^K ^mK. ^^ ^^ ^^ ^K. .^^
0
0
0
0
0
0
0
0
0000$0 00000 000
Fugio nm pardo por noTe Antonio de idade
38 a 40 annos de bigode cavagnac, elle amarello
ja com os pis encbados levando palito de brim e
calcas j disbotada, o paut com um remend as
costas carniza de riscado ji velha chapeo de baieta
pequeo e velho qualquer pessoa que o pegar po-
der leva-lo a ra do aliecrim o. 11 oa no arsena1
de guerra a eotregar a Francisco R beiro Pavo
que ser bem pago.
Os abaixo assignados faiem sciente que nesta
data comprarm ao Sr. Feliz Jos Cae'.ano a sua
taberna que tinha sita na Estrada Nova de Casan-
ga n. 73, tivre e le;embarac.ida de todo activo e
passivo,
Recife, 15 d- abril de 1872,
Cc'ho & Pinbo.
' Programma
Oa testa do pafrlarcha H. Jos
da Agona no convento de N.
*. lo Carino, domingo II do
eorrente.
No sabbado ao meio-dia ama salva de 21 tiros
annunciar a f-sta do giorioso patriarcha, locando
a banda de muziea do 2 batalho de linha as me
Ihores pegas do seu repertorio.
Domingo celebrar se ha a festa solemne estando
a orchsstra sob a direccao do maestro Colas,
exibindo-se a missa que tem por litloNatal.
composicao do mesmo maestro sendo orador do
evangelho o Rvd. padre mestre carmelita prior
do convento de N. S. do Carmo, o Sr. fre Au-
gusto do Immaculada Conceicao.
A' tarde sal r em proeisso solemne o glorioso
patriarcha 5 : 4, N. S. do Carmo, Sant'Aona e
S. Joaqun correndo asrnas da Camboa da
Carmo, Flures, parte da rna do Sol, Bario da
Victoria, Cabog, Lar.ga e estreita do Rosario,
Praga de Pedro II, parte da raa de S. Francisco,
Duque de Caxias, Rangel, largo e ra da Penha,
Livramento, parte da rna de Marcilio Dias, tra-
versa e pateo de S. Pedro, rna de Dorias, pateo
do Carmo a recolher.
A' nonie baver Te-Dtum, sendo e orador o
Rvd. padre mestre franciscano e pregador da ca
pella imperial o Sr. fre Jio do Sania Ttaeresa, e
exibindo-se c Te-Deum composicao do maestro
Colas que lem por tituloEspirito-Santo.
Pede-se partanto, aoa moradores do paleo do
Carmo que luminem saas casas nos dias 20 e 21
do correte, e mesmo por onde lem de passar a
proeisso, qae tenham as janellas ornadas ds col
chas para maior respeito e brilhantismo da pro-
eisso.
Se acba fgida desde o aono prximo pas-
sado a escrava de nome Isabel, preta de 31 an-
nos de idade, natural da Serra da Raz provincia
da Parabyba, a anal oi comprada ao teen e
Pompilio Carneiro M. da Caoha morador na cidade
de Mamanguape, a tem os signaes seguales : al-
tara regalar, grossa do eorpo, rosto redondo,
olhos granles, deotes limados oa frente, teodo
duas cicatrizes bem vislveis, sendo ama sobra o
queixo, nm pooco do lado esqnerdo, a outra do
mesmo lado sobre o hombro ; assim como tam-
bem tem os tras dedos menores do p direito om
pooco abertor para fra. Ha toda presompeo de
ter ella seguido para aquellas bandas am compa-
nhia de om tal Bello, cabra, com qnem a dita es-
crava entretinha relaedes. A pessoa que a pegar
e levar a casa o. 9 da travessa de S. Jos, nesta
ciditde, ser generosamente gratificada.
A flor da 'to Chisez aovamente aperfeicoado
em gasto a a maii alvo possivel, todos os dias as
4 heras da tarde, assim como vende-se a nova
bolaxinha americana a pao eommum toda de me-
Ihor fariana, t roa do Gervasio Piras n. 48, nova
padaria americana.
Para escriptorio
Aluga-se ama sala e alcova propria para es-
criptorio, ou consultorio medico, na raa do Rangel
n. 7 ; a tratar no 1 andar da mesma casa. ^
Qaem precisar alogar nm escravo cnoulo
de 28 annos da idade, reforcado, para todo serv-
ge, dirija-se a roa da Aurora n. 65.
O abaixo ai signado Venr.\ da Nob.\ Ang.\ Caz...
Mate. Core.-. Livr.\ Pop.-, sob aaspieio do Gr.-.
Or.-. do Esp.'. Rlt.-. Brat.-. coja sede a provin-
cia de Peroambnco. o qoal nico e verdadeiro
Veo.-, protesta desda j contra o convite feito no
Diarte de Pernambueo de 18 do crreme mez sob
o n. 88, em que com o ltalo falso qae se apr-
senla convidando a diversos iraaos para compa-
receris no dia 2 i do crreme mez, as liberas
da manhaa, afim de discutir e approvarem o pro-
jecto da reforma da eonstitoigao, e sem dizer aon-
de esta reunio do qne prova ser #ste avi-o fal-
so, lomando o nome de Coracao Livre Popular,
diiendo ser a nica e verdadeira, previne o mesmo
Ven *. ao publico a a lodos os rmos ero geral
qae oio vi airaz deste convite porque sao aquel
les qae perjuraran) a nossa constuoigo, qae tado
tem empregado afim de qne enfraqnega a verda-
deira sociedade Cor.-. Livr.\ Pjp.\ a dual j foi
installada legalmsnle, londo scieocia todas as au-
toridades desta provincia e do imperio, do que o
abaixo assignado em lempo competente tomar
canta de todos os papis e utencilios penenceotes
mesma sociedade, que anda se aeh em poder
destes descfdentes,assim como nunca honre seme-
Ihaote projecto de reforma, pois a saa coostitaigao
est em vigor.
Joaquim Manoel da Silva Mendes.
M\SDAOE
DO
Senhor Bom ^esiis dos Paseos
da matriz do Corpo Sanio.
Em nome da mesa regadora sao convidados nos-
sos irmos compareeerem domingo 21 do cor-
rente mez, pelas 3 horas da larde, para aeompa-
nharem proeisso de S. Jos, qne deveri sahir
do convento de N. S. de Carmo.
Consistorio da irmandade do Senhor Bom Jesns
dos Passos 18 de abril de 1872.
O efcrivo,
'Jo.' Pedro das Neves.
CASA DA FORTM
RA 1* DE MARCO OUTR'ORA DO
CRESPO N 23.
Colea qne paga as sortes
los 20:000^000.
O abaixo assignado tem sempre exposto i ver-
la os felizes bilbetes do Rio de Janeiro, pagande
iromptamente, como costnma, qaalquer premio.
PRECOS.
Inteiro 24*000
Meio 12*009.
Unarto 16*000-
Manoel Martina Finia.
AOS SiOOOnSOOO
Ssto venda os felizes bilhetes da lotera da
lana, na casa feliz do arco da Conceigao, toja di
orives no Recife.
0000000 0000000
0 Alvogdo. 0
O bacbarel Armio Cariolano Tavares 0
S dos Santos advoga, ra do Imperador '/H
> n. 41 l. laudar. W
000000 -0000000
Aluga-se o segurdo, terceiro, qoarto andar
e soto do sobrado n 40 da roa do Bom Jezus,
antiga raa da Cruz, com rouitos bons cortfmodos :
traier no armazem ta dita casa, das 10^3 ho-
ras da tarde.
Precisa-se de om feuor para sitio dMiro aa
cidade : quem estiver no caso falla a ra do Mr-
quez de Olinda n. 7. loja de Oliveira A C.
Para escriptorio
Aluga-se para escriptorio o primeiro andar do
lirado n. 16 da roa do Vigario : tratar no ar-
mazem da mesma casa.
COZIMIKIfiO
Precisa se de nm cozinheiro para casa de orna
familia, cnstaote de duas pessoas : na ra Mr-
quez de Onda n. 39.
Aviso.
Pede-se ao Sr. Manoel G^mes Morir, qae te-
nba a bondade de vir a raa do Sebo o. 37 a seu
negocio.
Prec sa-se de ama escrava para iodo servigo
de casa; de ama s pessoa : na ra de S. Fran-
cisco n. 31.
Urna pessoa conbeclda do eommercio desta
praga, dispondo de algum capital e com pratica
de fazendas, deseja entrar de sociedade em ama
loja, sendo esta as pnneipaes mas do Commer-
cio : quem pretender queira anonadar' por este
ornal para ser procurado.
Sociedade Benetkente Seis de margo
de 1817.
Convidaste aos socios para compareeerem na
casa de suas sessoes no dia 21 do crreme pelas
10 horas da manhaa, afim de proceder-se elei-
go dos novos fanecionarios.
Recife, 19 de Abril de 1872.
J. M. Santos Jnior,
Secretario interino.
Mudanca
Joaqnim Gerardo de Bastos mndou o seu es
criptorio, do primeiro andar para o armazem do
sobrado n. 16, da roa do Vigario. _______
Urna pessoa habilitada cfferece aos possuido
res de eseravos para matrieula-los pela nova lei,
com a paga de 2*000 por matricula a rna Direta
n. 9.
-- Fugio urna cadelinha do reino, sem malha
alguma, toda branca, d por Aurora, a consta qae
fci agarrada na praga Pedro II : a pessoa que
soober dirija-se a rna larga do Rosara o. 20, Ia
andar, que se gratificar.
Sahio no dia 28 de Janeiro deste anno o es-
cravo Laiz, crioalo, de 23 annos de idade. com os
sigoaes segrales : alto, grosso, ps e maos gros-
sas, cara espiohosa, denles limados a a dedo do
p encostado ao roinirao mais curto qne es ontros:
rogase aos capitaes de campo on a qualquer au-
loridade de o pogarem a leva-lo ao engenbo Velho
do Cabo, no sitio Jaoqueira, que sero bem grati-
ficados.
Vende-se a pequea casa da roa do Ale-
crm o. 9 : a fallar oa roa do Hospicio o. 25.
Tasso Irmos & a
receberam nova remessa de cerveia preta e braoca
da acreditada mareaBati.
daHowf Machn? Compaoy, 66, rna da Quitanda,le 19 de abril de j87
Mo de Janeiro. J Antonip Ignacio
Voltaodu hoja do Recife para Boa-vista, raa
dos Piras, dei por falta da urna aseriptnra ji sem
erfelto, urna copia St ama passar a duas letras
inclusas de aceita do Sr. Manoel Mandes Rodrigues
Campado, saccador o abaixo assignado (qna co-
migo trazia) do valor de 1:000* cada urna, sendo
urna a veooer em 1 de malo, a outra a 24 mezas
desta data : roga se a qnem acboo o favor de
restituir ao abaixo assignado, qae gratificar. Re
lula particular de InstrneeSo
primarla, rna Dlrelta n. f 41,
1. andar.
O abaixo assigoado competentemente habilitado
pela instraegio publica desta provincia, avisa ao
respeitavel publieo a particularmente aos pais de
familia, que acaba da abrir urna anta de instrae-
gio primaria ba rna Direta n. 141: primeiro an
dar, onde poder ser procurado ; e desde j se
comprometa a dar o maior adiantameoto e lusas
a mocidade que for confiada a sana, cuidados;
teodo em sen favor a pratiea e metbodo qae re-
ceben em nm dos melhores collegios da Europa,
onde estudou por mais de quatro annos.
Rscife, 8 de abril de 1871.
Justiniano Jos da Costa. .
IROflNA
Ollia elle!...
daMallo.es-
firovincia. o
8 a conclu
Roga-se ao Illm. Sr. Ignacio V.elra
crivao na cidade de Nazareth desta
lavor de ?& a roa do Imperador n.
aqneHe negocio qna V. S. se comprometan reali-
sar, pala terceira chamada deste jornal, em fin
de dezembro prximo paseado, a depois para ja
neiro, passon a fovereiro e abril, a nada eumprio
t por esta motivo de novo chamado para dte
flm ; pois V. 8. se deve lembrar ana este negocie
i de mais de orlo annos, a quando o senhor sai
Obo se acbava no es nesta cidade
O Sr. Boaveotura Jos da Castro Azevedo,
que re idio em Maeei e actualmente acba-se nes
la cidade, rogado a vir rna do Amorim n. 37,
ecriDtorio de Tasio Irmos & C, a negoelo, ou
annnnciar a sna residencia para ser procurado.
A Torre.
Ajaga se am sitio nes** localidade prximo a
igreja, com boa casa de vivenda e banho do rio
frente desta : a tratar na rna do Pires n. 26.
LINDA.
Aluga-se urna ooa casa com bastantes eommo-
dos na roa de S. liento, muito fresca, quintal mo-
rado, perto do ba.itao e da estagio : tratar na
raa do Commercio n. 48.
Fngiram nos tins de dezembro ultimo, da
freguezia do Bom Jardim, termo do Limoeiro, os
esclavos Joao e Barbara, casados, com os seguin
tes sigoaes:
O escravo Joio, natural de Angola, de idade de
48 a 50 annos, altura regalar, pouca barba, cor
preta, olhs verme!hos a famscados, bocea gran
de, eabeca am poaco crescida para traz, alguma
cousa zambro, calcanbar grosso, dedos dos ps
quasi retorcidos, mnilo cortez.
A escrava Barbara, crioula fnla, de 24 a 26 an-
nos, altura regular, bocea grande, denles limados,
seio volumoso, um tasto gorda ; ambos do servigo
do campa : quem os pegar poder leva-Ios ra
do Bario da Victoria n. 69, qne receber a grati
fie a cao de 50*.
Escrava fgida,
Aioda est fgida a escrava Lniza, parda esen-
ra, idade 25 annos, mais oa menos, alta, secca do
corpo, rosto c iraprido, bocea grande, beicos gros
sos, tem falta de denles, falla bem explicado, com
nm ligeiro. descanso no flm da palavra, asa ca
bello grande a gaforioa e partido na Ireote, aoda
sempre com roupa bem limpa e de chale eslam
pado oa caxio, tem as maos bem feitas e os ps
seceos, osa botina-', tem orna pequea costara so-
bre o peito procurando o pe.-coco, e lem em am
dos bracos am sido de Salomo fetlo a tima, as
vezei inculca chamarse Luzia e que forra,
natural do Pillar de Alagoas, onde tem mii e urna
fllh'a, foi escrava em Maeei, de Vasconcellos, Bar-
bosa & Torres, e vendida nesta cidade pelo Sr. F.
R. Pinto Guimaraes ; des xnfia-se que anda oc
culta no Recife por fra de Portas oa Boa-vista
roga-se s autoridades polictaes e aos capitaes de
campo que a prendam e levem a sea senhor Au-
relio dos Santos Coimbra, raa Duque de Caxias
n. 94, oa no Caxang, que se gratificar genero
smente.
Hotel Oliente
Ra do Baro da Victoria n. 52, ootr'ora
ra Nova.
Este acreditado estabelecimento qne por longo
tempo esteve faoceionando na rna larga do Rosa-
rio, acha-se de novo estabeleeido na ra cima,
com saa bera conhecida administragao. Os g-
neros de alimentagao >o de primeira qaalidade.
Becebem-se encommendas e assignatnras, razoa-
veis, lano para hotel como para domicilio. Tem
para recreio, bilhar, piano e jomaos nacionaes e
strangeiros. Adroitte-se hospedegera.
Hospital Poftngnez de Beneficen-
cia em Pernambnco.
Nio se haveado reunido no domiogo 14 do cor-
rente numero de socios sufflciente para constituir
a assembla geral convocada com o fim de pro
ceder se a eleigio de vice-provedor e a de tres
mordomos ; e bem assim de ser apresentado c
rala lorio do ultimo anuo administrado, e dar
posse aos noves metebr-s da juntaadminis'.raliva ;
sao, por isso, novamenle convidados os Srs. so-
cios deste hospital rennirem-se para os referidos
flus no prximo domingo 21 do eorrente as 11
horas da manhaa ; fazendo-se publico que a as-
sembla geral ser constituida com o numero de
socios qae estiverem presentes.
Hospital Pjrtuguez de Beneficencia em Pernam-
bueo 16 de abril de 1872.
Luiz Duprat,
Secretario.
Precisa-se de um mestre de maeeira e de
um caixeiro no pateo do Terco n. 40.
0 Sr. Francisco Jos Arantes, convidado a vir
quanto antes raa da Imperador n.'28, a negocio
de seu interesse.
D. Mara de Cysneiro Freir de Moraes
proprii 'Ha do eogenho Ibura, declara que
nao a pessoa algama; se entretanto si-
guen. -. julgar seu credor apresente-lhe
seas timos noengenho Serrara de Jaboa-
lo onde presentemente se acha.
Armazem de deposito
Recebe-se em deposito, volnmes de fazendas ou
qaalquer oatro genero ao prego imito mdico :
tratar na raa do Commercio n. 48.
Sitio para alugar no Mon-
teiro
Urna boa casa com jardim, agua, e muo fre
:oa a tratar na ra da Craz. armazem n. 54.
Ffecis-se
de um menino para caixeiro de padaria, embora
nao tenha pratica, e um preto ou rooleque para
servigo da mesma : na raa estreita do Rosario no-
rneto 19. ___________________________^__
Precisa-se de um caixeiro com idade de 12
a 16 anuos, e que tenha pratica de taberna :
tr tar oa ra do Conde da Boa-vista nnmero 87.
Esta' fgida
desde margo prximo passado a escrava Agosti
oba, idade 44 annos, mulata, cabello pegado, bai-
xa e grossa, tem cara de velha, gosta omito de
embriagar-se ; consta andar por esta cidade e
seas arrabaldes pediodo roupa para lavar, iotitu
laodo-se forra : pede-se as autoridades pcllcaes
e capitaes de campo a aprebensao de dita escrava,
e leva-la a casa de seu senhor, no Camfnho Novo
n. 118 qde sera generosameote recompensado ; e
sa protesta contra qaem a tiver acoitada com as
penas da lei.
Precisa-se ama criada para o servigo in-
terno de ama easa, e qae ajade a cozinhar ; pa-
gasa bem : quem estiver nesta circunstancia di
rija-se roa da Maogueira o. 5.
Aluga-se
Urna sala com dous quartos na raa do Impera-
dor n. 41 ; tratar na mesma n. 14.
do Reg Medeiro? Jnior.
Precisa-se de um caixeiro com pratica de
taberna, de 14 a lOannos de idade, e qne d fia-
dor a saa conducta ; qa roa de S. Jorge, ootr'ora
PiUr p. m.
As pessoas que livsrem o nome do finado Al-
fredo Varonil Gomes da Silva, como devedor de
qualquer quantia, qnelram tar a bondade de leva-
rem suas contas a roa do Carnario no 1 Boa Vista
junto a padaria do pi francez. Assim como, roga-
se as pessoas qne daram obras de cabellos para
serem feitas ou con senadas ao mesmo finado,
3nando empregado na casa do Sr. A. Delsac, qae
ando os sigoaes cenes de ditas obras ser-lbe-hao
envegues immediatamente.
Sabloca-se o arrendamento do predio a roa
lo Mrquez da Olinda n. 23, coosistndo em nm
rasto pavimento terreo com os fnndos para a
rna da Cacimba, com chagio no centro sendo tam-
bem muito espacoso o andar, o qual tem sabida
ndependente, pudendo ser pelo armazem, pro-
prio para nm grande negocio por atacado, por
er o Ingar o melhor possivfl : tratar com An-
tonio Jos Rodrigues de Sonzi na tbeorjraria 4ai
oterias, ru do Crespo o. 0.
NWAS
Troca-se notas do bando do Brasil e de suas.
filiaos na roa do Bario da Victoria n. 63, istiga
rna Nova, loja de Joio Joaqnim da CosuLeite
C'ommcndador Francisco Jos
da Silva.
0 lente-coronel Joio Valentira Vtlella convida
aos amigas e -prenles do seu intimo e sempre
lembrado amigo Francisco Jos da Silva, para as-
sislirem as missas que tem de serem resadas na
igreja da Soledada no dia 26 do correte as 7
huras da manhaa, trigsimo dia do sea passa-
mento.
aquu!in()deTaijlaferna^^
Joaquina Rosa da Silva Fernn-
des, Maria Thereza Fernandos Bap-
tista, Rosa Maria Fernandes Bap
lista, Jos Joaqun Fernandos, Ma-
noel Filemon Fernaodts, Braz Ja-
noario Fernandes, Estevao Jorge
Baplista, mat, irmias, irmos ca-
nbado a mais prenles do finado Aquilino de Pau-
la Fernandes, agradecem cordealmente a todas as
pessoas que se dignaram acempanba li >o cern-
lerio publico ; de novo convidamos para assitirem
a missa do stimo dia que ter lugar na matriz
de S.-Frei Pedro Goncalves do Recife, das 7 para
8 da manhaa, no dia 20 correle.
D. BalDlna Julia de Barros a Ale
xandre Americo de Caldas Brandao,
agradecem eorlialmente aos sens
amigos o caridoso obsequio que
Ihes prestaran) de acompaohar a'.
o cemiterio publico os restos mor-
taes de saa mii e lia D. Monica
Alexandnna de Figueiredo Barres; e de novo
Ihes rogara que se digoem de assistir a missa do
stimo dia. a qual ter logar na matriz da Boa-
vista, as 7 horas da manbaa, segunda-feira 22 do
eorrente.
__yffHW*i
Laurinao de Paula lves
Lima
Florinda Josephma dos Santos
Lima Zebina Cecilia Alves Lima,
Laurinda Pbiladelpha Alves I. na.
Maria do O' Alves Lima, Joaquim
Miliiao Alves Lima, Joaquim Mili -
to Alves Lima Jumor, Jos Tava-
res de Medeiros, viuva, irmos, fl-
Ibas e sobrmho affim do finado Lanrindo de Pau-
la Alves Lima, sob a pre sao da mais pungente
dor, tendo de mandar celebrar missas e memen-
to por alma daquelle finado, no da 22 do cor-
rente, Irigesimo dia de seu fallecimento, na igreja
do Paraizo pelas 7 horas do dia: convidara para
este acto de caridade christa seus prenles e
amigos : bera como os prenles e amigos do mes-
mo finado.
mmn os mmm mm&mm
8
Ra travessa da roa
das Cmzcs n, % pri-
meiro andar, da-se di-
nhelro sobre peonares
de euro, prata e Man-
ts, seja qual foraqaan-
tia. Na mesma casa com-
pram-se os mesraos me-
taes e pedras.
Uiub dos Azucrins
Coor.*
Magv Sesv ordv Postv Instv Sabbado 20-7
h,oras da sate. M. d'OlindaR.
Viscondede Borbolla
______________________Secretv do P -;-.
Novo hotel da Harmona
n
ommerdal
Acha-se aberto rna das Larangtiras n. 29,
o novo hotel da Harmona Commercial. O pro-
prletario do novo hotel toma ass'goaturas per pre-
gos muito rasoaveis, e manda levar aos as-
signantes em saas casas; oeste hotel baver todos
os sabbados da) 10 boNi dauoute ao amanhecer
do domingo boa mo de vanea, e todos os dias ha*
ver neste hotel papa e caf com leite das 6 as 9
horas da uanhf.a.
.4' ra das Laranselras n. 2f>
Veneravel Ordena Terceira
do Carmo.
Em nome da mesa regedora convido a todos os
nossos charissimos irmos para comparecer-mos
no dia 21 do correte, em nossa ligua Ordem pe-
las 10 horas do da, pora encDrporados assistir-
mos a festa do patriarcha S. Jos dAgonia ni
convento do Carmo, assim como acorapanhar-mos
a proeisso que sahir do mesmo convento as 4
horas da tarde do mesmo dia, para e que fomos
convidados pela respectiva irmandade.
Secretaria da Veneravel Ordra Terceira do
Carmo do Recife, 18 de abril de 1872-
Antonio da Rocha Accioiy Lins,
Secretario.
CRIADO.
Para casa de urna tarr.i'ia constando de duas
pessoas, precisa-se de um criado de 20 annos,
poaco mais ou menos, preferindo-se moleque : na
rna Mrquez de Olinda n. 39.
Escravo fgido
Na noite de 12 para 13 Jo correte fugio do si-
lio Iraberibeira. do ahaixc assigoado, o escravo de
oome Flix, crioalo, e representa ter mais de 30
annos de idade. F-:i comprado pelo abaixo assig-
nado ao Sr. Bernardo Norat, lia um anno, e per
tencea anteriormente a am francez vendedor de
ouro, chamado Simo. E'de estatura baixa, sec-
o do corpo, barbado, o'hes verraelhos, coxi da
peroa direta, e tem o p troncho; e na poca em
que fugio tinha dado urna e.-trepada no mesmo
p, sobrevindo-lhe ama pequea fistula. Levon
ama pequea caixa com roupa de algodao de lis
tras e urna coberta de bala encarnada. E' na-
tural do Rio Grande do Sal, aoode servio muitos
annos, e as costas aprsenla ainda cicatrizas de
tar sido amigamente castigado. Bebe agurdente,
mas poucas vezes fie a fra de seu tstado natnral,
alegre e rallador, ha quasi certeza de qoe se e>
eamiobou para Pernambueo pela costa. Qualquer
Dessoa qae o capturar e o eotregar ao abaixo as-
sigoado, oa em Pernambueo aos Srs. Joio Quiri-
oo de guila" & C. sei gratificado com 30J.
Parabyba 26 de margo de 1872.
Custodio Domogoes dos Saolos.
O abaixo assigoado pede ao Sr. B...., nego-
ciante da roa Direita, qu maode-lhe pagar a
quantia de 150*, adverlindo-lbe que nio recebe
em gneros, do contrario roe expressarei melbor.
____________Domiogos Caodido C. Ferreira,
ATTENCAO
Precisa-se de 300J a juro modieo para pagarse
era prestagSes meosaes de 50* : quera qulzer dar
deixe sea oome e moradla em carta fechada com
as inieiaes F. G. nesta typogrsphia.
Precisa-se com urgencia, di orna
ama de 'eite : na raa DireHi o. f,
on i;m Ponie de De boa siiln n. 9 A.
Precisa-se ae ama aou qda aaiba o-
ziobar, para casa da familia da da
na roa do a sollo o. 51, 1* andar.
AMA
AMA
pessoas :
Precisa-'e da urna escrava, a
cozinbe ra ama livre pan e-
gommar laxar o servieo iaMRM
de easa de familia, paga-sa bem : na roa da Orna
do Recife n. 42, armazem, on no Corredor do Ma-
po o. 23.___________________________________
Precisa se de nma ama para
o servigo de cata easa de ama
pessoa ; tratar na roa da Craz
AMAS
AMA
o. J8, 3 andar.
AM,
de Asnas-Verdes
Precise-se de urna
ama qae
servir a orna pessaa : a tratar
n. 5 qaeira
na roa
Ama de le te
Precisa se de ama ama qae tenha bastante lei-
te, sem tilho : na rna de Margo n. 7 A, !
andar.
Precia te o.ui urgencia
urna ama para todo servigo da
ama casa de pequea familia : i
tratar na praga do Conde d'Eo o. 30, 2a aolar.
AMA
AMA
de de S e 7 anuos :
Vista amen 123.
Offereee-sa orna para
o servigo intento, p is sa
sujeita a garrhar om pe-
qu"no ordenado com coo-
digao dn ter em soa coso-
panbia dous Atrios de ida-
na raa do Conde da D>a
a Precisa *e de urna ama para
\ erzinhar am nma risa de peque-
fl. na f;.ii il.a : i tratar oa roa da
Praia n 33. 2" audar.
AMAs".
n. 32, 2 andar.
Precisa-se de u; milia, preii-riiJ i-je :cra-
na raa et-lreia do Rosara
AMA
seio n. 58.
Precisa- compre e cozmhi para casa <
familia : a l*lar na ra d<>
Precisa-se de urna am. pa-
ra o servigj de casa de p. -
quena familia : i tratar a
ra da Crnz n. 18, n* andar. ^^^^
l'ft-ci-a se ligar ama tnuDer
forra ou e-crava, para raa da
pequena familia, a tratar u
roa da Carieia o. 206.
Pecisi-oe da ama para <
servigo interno e externo da
urna easa de duas pessos
na travessa da Concord'a n. II.
\fc1&*
^%^
ii
de fami
*
Precisa-se de nma ama preferir-
do-se escrava, que compre, eozinbe a
eogomme, para casa de pouca fami-
lia : na raa de S. Francisco n. 54.
Na ra d > Hospicio o. 39 precisa-
se de nma ama para eng tramar, pa-
ga-se bera, agradando.
a -mor aa Paga-se bem a nma boa ama cn-
imiTM^. zinheira, forra on escrava, com
tanto que tenha boa eonducla : oa roa do Pires,
sobrado n 26.
MOLEQUE-
Precisa-se de aro molenae qae saiba comprar a
seja fiel para o servigo d duas pessoas : na ra
do Padre Fionaoo o. 7, sobrado.
ATTECAO
Aos devotos do mez Mariano. Na rna estrena
do Rosario, sobrado de om aodar o. 33, avisa sa
a todas as pessoas que lodos annos eofeilam sa os
oratorios que tem muitas flores de gosto proprias
para enfeitar sendo roas, palmas festoss, bouqne-
te?, palmas capellas e arcos, ludo de multo gosto
e por barato prego ; sendo as flores de panLj,
e de papel e de cera, acontando se com preste: .
Toda a encommnda que se qaeira a vendaos
grosas de folhas de Rosas a mil ris a grosa da
papel e s'-ndo dou radas a 2J00O e eofeiia se vel-
tas com llores de cera para altares e para baptiza-
do.
0 Charolo de O.'.ro reeeheo om eomp'ete sor.i-
tremo de lodos os arl'g"* p r< ftMOaa)*-*, las quaes
roeacioaamos aiguns, "cachimbo.-. ptMalm para
charutos e cigarros da mais verdadeira e'ptima a
ontras qualidades, bolgas para fumo, cigarros a
charutos, fumos Daniel, caporal, wervick, Baepen-
y, Cuy/bano e do ri; para vender em rulos, cha-
rutos de todas a- mareas e melhores fabricanas ,
ph'.sphorcs de cera de toda- as marcas, e ontros
muitos artigos, que bao de agradar a lodos aqut-lies
que frdqueniarein es.e estabelecimento us qaaes
sero bem servidos e por pregos raioavefs.
Roa da Imperatriz n 63.
Parreiras
Sapotizeiros
Larangeir.s
Atocatizeiros
e outras muitas qualidades de arvores fruciife-
ras, e cafas para adornir roas e jardins ; como
sejam as beHas qualidades de acaciai, cedros, pal-
meiras imperiae*, e de outras qualidades ; recom-
menda-se a quem precisar de uranias coohecidas
por palmeiras do leqae qae esli a acabarea se.
Nao preciso dizer quanto ao aeondicionamento
das arvores visto estar sabido qae oo silio do
abrigo ha capricho, assim como roanda-se levar
aos tres barros do Recife livre de qualquer esti-
pendio : a :ratar em O inda, no sitio do Abrigo,
com estagio Teixeira L qics. Hi tambem grande
sorUmenta de ps e semenie* de fl>re.
Fernambuco Street Kailway
Oomp ny.
AVISO
Do da 20 do eorrente em diaole, sahirao da
raa do Bario do Tnumpho (rna do Brnm) car-
ros espesiaes para a raa do Bario de S. Borja
{ra do Sebo) das 7 a 30 at as 10 horas da ma-
nhaa e das 2 e 26 at as 5 horas da larde, al-
tando de l (da Trempe) para a estaca".
Para os passageiros nio se engaaren! com os
carros da lioha da Megdaleoa, ellas f rao as
extremidades ama baodeira braoca com letreiro
Roa do Sebo a a companhia previne a lodos
qna oio restituir passagem i qualquer qae em-
barque oes carros por engaa.
Recife, 18 de abril de 1871
O ragente,
Bernardo Witman.
Cosinhei'O
bom cozinheiro para hotel,
na raa das Larauge.ras u-
Precisa-se de am
paga-se muito bem
mero 29.
Preoisa-se de om feltor pari a estrada de Joio
de Barros : a tratar no armazem da bola imarella
no citio da secretaria da polieia.
Pharmacia de S. Jos
88-Rua de Marcio Dias88
Joaquim Rodrigues dos Citias. pbarmaeenlieo
pela escola de medeeina do Rio da Janeiro a pro-
pietario da pharmacia de S. Josa, i roa da Mar-
cilio Dias n. 88, amiga pharmacia do anuo eo-
nhecido Paranhoa, tem a honra da avisar ao ree-
peitavtl publico que o seo estabelecimenio sea-
se completamente reformado e eonveoienletfleoia
sonido de novas drogas a da lodos oa preparados
offieioaes, com qae posta de prompto aviar qual-
quer recen*. Todo aquella ana quizar hoora-k>
com a soa conflanca, pJ s ficar ixmvenciao qna
sari mnito bem servido peta boa aali4ada da
suas drogas, pela proropudio, scelo a asman
com qoe sao aviadas as reeeitas segando os pro-
ceitos da sna arte.
Mudanpa
J. S. Carneiro da Canha transferio sen estrln*
rio para a raa do Eocantameoio n. S.

-
V
I
T


Diam dt Pernambuco Sbfeido 20 de Abril dt 1872.
5
v

-*
"
Joaquim Jos Gonpal-
vei Beltrao
Raa (0 CoflKiereio n. S, 1* andar.
Saces por todos oa paquetes sobre o
banco fio Miobo, en Braga, e robre os se-
gointel lugares de Portugal.
Amaraje.
Arcos de Val de Vea.
Barcellos. r
All I
Chaves.
Coimbra.
Cofiloa",.
Faro.
Guarda,.
Guimarie*.
Lamegc.
Lisboa.
Mirandclla.
Modco.. '
Ponte da Liosa.
Porto.
Tavira.
Valpassoi.
Vianoa do Castalio.
Villa de Conde.
Villa Nova de FamalicSo.
Villa Nova de PorlimSo.
Villa Real.
Vizeo.
Valenca.
Figueirs.
l'enael.
Regoa.
ll A

frtfsclora das Familias
ASSOGIAgO DE SEGUROS
Mutuos sobre a vida
i'.' nico respotisavel dos dinbeiros desta
associaclo o Banco Rural e Hypotbec.rio do
Rio de Jai eiro e por isso n5i eslao auto
isados oa gentes desta associaco, a re-
cebar por conta delta contribuyes, neni por consecuencia a pas-
sar recibo:) ero ncoie da mesava associa^o,
pelas qiwniias recebidas.
Os Srs. xontritointes dando aos agentes
qoaesqoer qaantias correm-lbe o risco at
qae ellas entreo nos cofres do Banco Ru-
ral, desde qoandi) smente cometa a res-
poasabilidide da mesmo Banco, sendo o Sr.
tbesoureiro o nico autorisado a passar re-
bo em noiD da associago.
Rio de Janeiro 6 fle fevereiro de 1872,
Jos Justiniano Rodrigues inspector ge-
ral.
Companhia
DE
. Seguros martimos
Utilida.de Publica
N5o se tendo reunido hoje nomero le-
gal de Srs. accionistas convidados para a
assembla geral, :i direcc"o novamente con-
vida a comparecerem na qaarta fe ira (17
do correte) ao rneio dia, etti seu escripto-
rio ra do vigario Tenorio n. 6, para o fim
annunciaio ; consiituindo-se com qoalqaer
numero de conformidade com o artigo 39
de nossos estatutos.
Recife 13 de abril de 1872.
Os directores.
Tkomaz Fernandez da Cun/ia.
Candido C. G. Aleo/orado.
OfllLON HAIT
CAKLLEIIBIM
N. 82 RA DA IMPERATRIZ N. 82
Esiorcando-se para sali.-f zer so Ilustrado publico no que relativo for aos trabalhoi
de sua profissSo, c m a raaior promptida >, commodo, e esmere, resolver fazer refor-
ma em seu estabelecimento,e muuir-se do que qjs mercados estraogeiros ba de mfelbor
e do ultimo gnst > mandan lo vir em d.reitura e por sua conta nao s grande qaantidade
de cabellos de todas as cores e tamanho como to 'os os preparados reconhecidos pelas
sociedades hygienicas como os mais uleis a conservado em erobellezamento dos cabellos
naturaes sem prejuizo da sade, acbando-se assim babilitado a fornecer aos consumidores,
por 20 % meos do que outro qoalquer os objectos de pbaotasia para adorno, asseio e
bygiene da cabera indispensaveis ao mondo elegante e em geral a todos que cuidam de
conservar a propria existencia, dtixando de osar de leos, banhas e cosmticos proscrip-
tos pelos bomens de sciencia como capazes de amortecer os bolbos capillares- prodotir
a calvice oo aprestar o enbrasquecimento dos cabellos, e occasio/iar o apparecimento da
cephalalgia, eclampsia, epilepsia e bysteria e outras molestias Cbtaoeas e ervos**.
O pessial do seu estabelecimenio se acba montado com capricho a escolber dos me-
Ihores artistas natoraes e estraogeiros havidos oa p-ovncia entre os quaes e distingoe
Mr. Alfred Belpeche e o Sr. Napo!e5o especialmente destinados aos punteados das se-
ohoras para o que ba demonstrado pericia inimitavtl por ontrem entre dos bavido. A
facilidade eo gosto com que o Sr.-Napole5o executa os penteados mais difficeis tanto
istoricos como de suapbantasia aotorisa a que se o considere como um genio nesta es-
pecialidad.
Os empregados do seu estabele cimento sem excepc5o exclusivamente cada om na
especiaddade que mais amestrado.
A casa recebe por todos s vapores os Bgnrinos da ultima moda de perneados ad-
mittidos nos paizos civilisados entre os quaes prima o sumpiuoso Paria.
O bello stx) eucontrai ni estabeleci*cnto grande e variado sortimento de coqws
de trancas, chignons, normands, coques de cachos, cache peines, toupets, boucles, cret-
cei*e do'que ha de mais moderno e elegante neste genero, perfumaras dos melhor
fabricantes como Lubin, John Gornell, Rimmel!, Artinkson, Le grand Piver, Coudray etc.,
etc., lidissimas fljres especiaes da cabeca pos de ouro, de diamante para pulverisar os
cabellos, fiaissimas escovas de dentes, pente* de tartaruga, e roaitoa outros objectos in-
dispensa\eis a om toilette de gosto.
Os seus coegas encontrarlo a contento os uteDcios de suas proQssBes, thesouraa-
ferros para fiizar, ferros para papellostes cardos ele, etc., qutr em porcSo qaerareta
loe sero vendidos.

Samuel Power Johns-.
ton & C.
_ tua do Apollo n. 38 e 40
*Sfg Fazem sciente aes seas fregueies que teem
S rtudado o seu deposito de machinas a va-
S^t por, moendai e laxas da muito acreditada
fabrica de LowMour para ra do Apollo a.
3S e 40, Qde'coruiauam a ter o ffiesmo sor-
tmenlo do costume.
Fazem scieDte tambem que teem feito om
arraojo com a fundicao geral, pelo que po-
dem offerecer se para asseoiar quaiquer
macbioismo e me Os proprietarios da fundicao geral fa-em
scientes aos senhores de engenho e mais
pessea*, que teem estabelecido croa tund-
ro de ierro e brouie a ra do Brura, jun-
to a euacio dos honrts, onde aprontarlo
qualquer obra de encoramenda cc-m perfet*
qo e prora piidio.
Os me.-mos rogara as pessoas que quei-
ram utiii*ar s de seus servijo* de deixa-
rem s eoeommendas em casa dos Srs. Sa-
muel Pi wr Johaston & C. a ra do Apol-
lo n. 38 40, onde acbarao pessoa habili-
tada cora quera possam entender .
Apparelto para fabricar assnctr, do systema.
WESON CE.NTREFUGAL
llaicos agentes era Pernarabuca a fuodicaj geral.
Para tratar em sea esenptoric a ra do Apollo n. 38 9 iO.
00*] m & wm*
-0 O Auy'.iADO -i
p Ayres Gima $
tem seu escrip:orio a ra Primeiro de 2B
- Mar jo n. 23. g
Criado.
Precs--e de um criad i liirrs cu e=cra"ja. pan
todo servico : no eollegio de Sania Gno^cva n.
22 ra do Hospicio.
Destppareceu dt Apipucos "awi garrota de
rac2 isgItia, cor castanho escaro com mafbas
brancas, est pejada de prlmetra barriga e tem
um cti'fre quebrado : quera delta tiver toticta
queira da-la em Apipucos em casa de Claudio Dn-
beux, ou no Hecie no sea escriptorio no caes 51
de Nvembro n. SS,
.Novo mundo
Com o n. tS fiadou a assigoatura do 2 semes-
tre ; as pej3 roge' no r^c^imento de>te peridico deve as-
signar o 4* semestre5ffl6.
Liviana franceza.
Veade-se a casa -e sitio da estrada dos
Afflictoa n. 23, com bons commodos e so-
lio, o sitio, tem 850 palmos de frente c
1,300 de fundo, murada a frente e parte
Jo iadoa com duas cacimbas, tanque e
mutas arvores de frncto emo saputiseiros
coqoeiros e'baixo para capfm e poco de
excelleote agua para beber; o lugar mui-
to fresco e saudavel, tomando-se muito
recammendavel por ser perto do Recife,
fazendo esta^ao em sua frente a va frrea
do Recife ao Cacto ng: a tratar com An-
tonio Jos Rodrigues de Sooza, thesourei-
ro das lotera.
tO\TUi FOGO
A companhia Indemnisadora, establecid
tiesta praga, toma seguros martimos sobft
oavioae sena carregamentoa e contra toge
mb edificios, mircadorias e mobilias : n;
na do Vigario n. 4, pavimento terreo.

5rf 55 B4 Sebastopol
: purgativa!
i cuscriu *
+*>
DEPOSITO GERAL
NA
Pha maoia e drogaria
DE
Barlholomeii C.
34 Ba Larga do Rosario 43
Na Praca da Independencia n. 33 e compra
ouro, prata e peJras preciosas, e tambem se vendt
obrss de igual especie.
"i. f*V >ot -**;:- *^> ** iT~^ -i*i
9WW
0 bacharel D. Luit da Silveira tem '&>
4g o sen escTifftorlo a raa do Ixperador ,gjfc
fl* n, 3-S, t* andar, onde (.ole - g& rado das 10 horas da manhaa s 3 da ni
'*) tarde, quer para os seus negocios par- V!
j\ ticulare, quer para os qae diiem res- 4ro-
" peito a sua prortsso. 5^/
Empreza do gaz
Pernambuco.
'Esa empreza tem nm liado sortimento de can-
dares, arandelas, pendentes, ere, tanto em vidrc
(crysul) como em metal, e ama vatiedade de glo-
bos dos padroes mais aioderncs e por precos m-
dicos. As amostras podem ser vistas do escripto-
ri3 n. 3i roa do imperador. Cieos para gae do
melhor feitio a 00 rs. cada uir.. As encomnen-
tas podem ser feias por escribo, na rna do Im-
perador junJo a secretaria da polica, ou dirigida?
o abaixo assignado na fabrica S. Jos, que serio
promptamente atlendidas.
Fitas masnicas
Amara', Nbiico C vendem -8ts maern ca
! dverses graos : 00 Bazar Victoria, ra di
Bario da Victoria d. 2.
Leques de pena, ve-
nezianos
Amaral, Nabnc<*& '* ''nlein leques de ten;
gosto venezianos o que ha commodo : no Bazar Victoria, ru:i Nova n. i.
As Exmas. noivas
Amaral, N.buco 4 G. vecdm rir ^ enne t
vestido braceo de blco com veo e -m raogeiras para casamento, eolebas de reta, la e. reda, de croch e de fuMo, (ronhas d?
cambraia de llnbo bordadas ja prompu.* e de la
byrialhp, rrtes de vestidos de seda de tros artinos ; no Bazar Victoria n. 2, ?u uo lio-
rao da Victoria d. 2.
Camisas bardadas pa-
ra senhora
No Bazar Vietoiia vender camisas todas di
lioho berdadas para senhera o que ba ro merca
do de mais gosto. perneados umbem bordado.
arrendados e lins, meias de cores prrprias prn
dormir, lencos de canhraia de lioho U: :..! .- :
aa ra do Barao ta Victoria n. j. ___________
Chapelinas
Amaral, Nabuco & C' vendem chupellos df
velludo para Sr.", sao impcrlanlrs pelo nosto -
preparo, e enejadas no ultimo vapor da Europa
no Bazar da Victoria, ra do Baro da Viitona
n. 2.
CONTRA A TOSSE
X.ROFjE
Linitivo peitorai
DE
E em todas as denc,as da gargiuta, do p*ito e io
estomago, alm disso consume o verdalero e:
peeifleo contra as cousiipacoes, eatarrhs. rcuqui-
do, asthma, tosses nervosas, coq'-e'uohp, etc. tic.
Deposito na pharmada e drogara de Bartho-
ornen & C, ra larga d Rom rio n 3L
Sabonetes baratas
Amara!, Nabuco & C. vcn.!em abneles icg'e-
zes a I-'00 a dnzia em caixinhe, na ra do Ba
rao da Victoria a. 2 (amiga nu X.\a.)_________
VEUDADEUtt
BICHAS HAMBURGUEZS
U.NICO DEPOSITO EM PERSWMP.UCO
53 Hita da Ctiela 5 a,
Primeiro andar. ^______
Noruega
venda tws irmateo
Cerveja de
Verdaeira e superior :
de Tasso Irmaos & C.
Capelinas preas
A ^:OVA ESPEftAXCA raa ao Duque de Csxii?
a. 60, acaba de recebr u;tia pequea qnantidade
de brai-.as chapelinas pretas prepriaa para luto
realmente o que de melhor tem vir,3o ao mer-
cado.
QtWo
COMPRAS.
Compra-se apolc
Da roa Nova o. 23, loja.
da divida provincial
COMPRASE
moedis de onro e prata na loja a rea do Mr-
quez de O inda n. 38.
Uompra-se
trastes dovos e usados: na roa do Impera
dor n. -48, armazem.
wafs
JOAO BA IVA HAMO
Medico pela Universdade de Coimbra
...
Este aatigo e j Lem coaceitoado estbelecimento acaba de ser compietafceiile reformado, qoer em
coas acommodaces, quer em na regimerj interno.
O servico medico-cirargico diario feito pelo propietario; porm em casos gravee sero conso*ios
coros clnicos, escolbidos segundo a especialidade, em qae forem mais con:eitcados.
Os doentes de molestias contagiosas, como bexigas, &era"o tratados em lagar sepsrado.
Ha qoartos especiaes para partariente?.
As operacSes serJo previamente ajustadas.
QoaJquer facultativo pode medicar o doenle por elle recoibido ao esabelecimeoto.
Os proprietarios dos eogenhos, e os possoidores ce moitos escravos traba badotes podem contra-
tar j>or prazo de om anno om oa mais leitos para o tralamento us mesmos; no que obtero um grande
abatimento.
O estabelecimecto pode ser visitado a qualquer bora para que o ptdbfid obttrve a ortem, que
nelle reina, e o bom tratamento dos doentes.
VENDAS
i
a casa da ra dos Geararapes o. 11
o commeudador T^ss**.
a tratar com
Caixas vasias
A NOVA ESPERANCA raa do Duque de Ca
iia9 0.-6O, acaba de rceber um indo crtimente
de eatinhas vasias, sendo de multes tamaobos e
moldes, tendo com -espelhos e sem ellts, proprias
para joias, costara ou ouira qualquer cousa ; i
Nnva ^speranca quem tem._________________
Kelogio.
Vflde-se uro exoollente relogic de ouro m-;.
ebronometro, com IS dias de corda : a trabar aa
'raetnba da Independencia n. 20.-
CAVALLO DE SELLA
Na roa da Intperxrtriz o. 9 l' andar ven-
derse aa bonito -e exceilectc cavailo de
sella.
Engenho.
Vende-?e ou arrendase o engenho S. B>a-Veo-
tura, com safra, e joota a'esta^ao da via-errea de
tibeiro : oe pretendente? dirijam-se a ra do
ivramento c. 14.
I.* ilasse qoarto tndepeodente..............'. 6000
2. .................................. 4000
3. .............................,.... 2^500
4.* para escravos..........;............. l^JOO
Os doemes das tres primeira classes terSo ronpa para a- cama e quarto; os da 4.a tolo tambem
para seo uso.
HeiaS croas boas a 4, Doices de madrepe
rato para puobo a H : a rosa branca nuera
vende, na ra da mperatriz n. 26
BOM NGUCi
' VenSe-se a bem conhecida e acreditada
padaria a roa da Matriz n. 20, por encom-
madoa de tandeado proprieUrio da mestna.
Vende ge nm sitio na esirsth de Btbenbe
de baixo, perieocente o termo de Olinda. tendo
o mesmo 2(0 palmos de frente e algumas frociei-
ras : quem o pretender dirija-se ni i de Paysao-
ii, antiga do Cajueiro, casa o. 23, que eLcooira-
ra com quera tratar.
Vende-se urna *3crava, perfea eqgommader?,
e cozia^eira e propria para ama de lene por ter
este betn abundante sendo a prieseira bair;ga :
atratar oa praca do corpo santo a. 17 urceiro
anlar.
Voltas e brincos
A Rosa Branca acaba de receber nm riquissi-
ao soriimento das mais elegante? voltas para
poteoeo, com brinco* iguaes, inieiramente no-
vidade, e- o preco (az cooia ; manda-se levar
para amostra : na roa da Imperan n. 26, kiia
da Rosa Braaca.
Albuus para retr
A NOVA ESPEtUNC.A mi da Duque de Ca-
xias n. 60, receben bomsortimento de aibuns com
msica e sem ellas.
Vend-3i3 400 palmos de trra com grande
fundo, no sitio n. 21 da estraja de loan ce Bar-
ros : a tratar no me-n. aitto.
E BARATO
Coberiores brancas de lia uoi a 2i00 cad
ura, toalhas de algodo alcoxoado para rGfio mti
to boas a l|300 a dnzia. can braia traoparente
fina a S a pt?a, +ta llores brancas brdala a Cl
peca, madapolto frauefz Boa-wla moito
fino cem 20 jardts a 7io00, tiio do lito M c-
ttiro a 7 a peca, algoiBzit'ho brsr.co a 34 e
algodao T a 5000 a peca : na raa do Gresp
o. 20, loja de Guilherme C. da Cunta t C.
nBv
iifl
E' pacbineb.a
Ceber torea oc laa eacoros a 000 raa
ti roa do Cre?po n. 20, loja d Guilh
Carn"'rn da C"tha A- C.
Ad ARMAZKM
IKl
, ia l! So Sembr rio-o;- M'itincntc>
Calcado francez.
BMltat para ttat*v, n. b*-trw ptllic, : r-
i.vio vaqaea-e paioc, Br.racoe c(in bi^uelra e
t-rnT, |i!i.'a et-Bi 0i.|Oeira vfiniz, biwnc *
pellica triB bc?e c r,-i o-.-, um di>s .tn-
cani^f Suz-r ci-rao e Wat.
l.-iss ros^Uoas, wneu (k-u*, prrneirus e rae.as
i ftieiras para um orarla,
Sipatos de v.< :pia li- *-rn;z rom da de na-
rter, prprioj p,r> t >:'i--, jarlinse baoii..,
lauto (ar >nh r r. nio pata h< rnern.
Sdpatos de boira ha i ..ra homrro, eskora e r.-
nicf.
li lina e ah licad de mnita* 'r.alidades e pr.
jos para nirnin:-* # n nio*.
Sapaii de veri -t-ilat, rarenira. trpete
av liUli:'0 e A': !r::i? 'r.UC'ct t DO'tUgoeZrl.
Perr.marias
Finos extractos, ivi.l.i-. cuia las, e p'.ibfs dtiilrii-e-. i-goa de Rut"* de laria,
gua de eulogne, Jiv6, lonn, lavande, e d*
lOilct, tDlUra pala Ull4 CatitilO, (S ii ttlOt,
ubciatos. i Dinihn a:l.g< delic*dt>s, coa fra*-
loiehoa de extra t-is, : -. -1 u de pnxeia qu...
dude dos ben owohedd i I'..i ri> notes, Ptf* e G:n-
Ira y.
Qainqutlhdriai
Fins art'gw de Pars, -'e dilererie? gotos t
bluntaaia, cuno pja:a >> "HoiaKv :
f.e jues [ira fi-iJi :a- r r: t-a .-.;.,
Levas d? pellica e 8i !* K-cccia.
E-'i-flh.s' d.fTtniiv para ta fe gabinete.
Vi iros iva aos para e>i*ht*.
Ja \ rihas de co !: raa-!;. c ni r: usina.
A bna* e tudri.-.i \ ara rtrraua.
Diversa* ibras de coro Je >i.
Correaiei de plajn ara relogiop.
BoltBl,as e cofres i; I ': v. Iludo.
Diver'ps cbjoctos :r.ia i^iitt.
PeuciucZ, ocoles t te:.;;.:'-- tfe haxo.
Chicote* e beogt'las 'i- i .kfia, 'niina ji:r. >.
Poo:eiraa de tpoi i pri l c e **fi : '
Escva pira eatx : o;., n:cs ttul a.
PtBt s de resifi:n r>oi*< nw*, Pr* ftjM.
Di:.:. dlffcream para cd* '. e lart.a.
Carteiras para total 11 r. drnbi Iro.
Malta, bcleaat teets *'< vittfti.
iait-ia; de rame i ara ;.. >a#n '
Y<:-zMr irao pai ::. :. jar.rlla..
Atjt-jtittrs tianspu!.'- t*ra -.mdMWi -.
Saraadeiras i< dai a ai 'i! u wkafi i
Tiras de molduras d< arada* I-ara qoaoro*.
! ]oadros ja ; p t-t- r*
Estampas ae tinto, Maade> e phaouan.
| E:eiioscopo e con.-, r. :- em Ha* ***>
lOsieeto* ue nagiea) pai innirnt'.
! Uai-hina* da d li-.n-r.:< y!ena i ara cal.
i Berciis de vimes pan. m i alar rriatafc
! i.:; i: para mi o na >
. ih darcx, domino. I aga'i la i* '>
i Can : ,r.L!H> de molai i-'.ra -l.oir.ar criado.-.
KeaUj-'S, aseerdiui-, :. k*nlj* para r%
miraica e 'n;r. : ...,. do qior.. .:-
Iharias dmeei< 6 -'
Brinonedot
^..
Pra criMft.
oaoi ortlmen! i ,..- 6Se decejac de
surte de brinquedo-s farr.,-.-:. is di^ersi-a pi :n
da Europa para ecretnix i i.s msnini
Preqos.
Em wtode d se! rdens le fabrica;,
veode-se lado i presos naratisltm : *w arara-
d' vapor frarc >. rr.a Barao da \
' : "o 7.
:"- ::

01-
o ns de mudr pero a
A Acu-ia Branca roa do Do ;.- de Cr.:a-> i
50 .:-!'. 4e i '.
Lindo* aderen s >'; i' M. x
Fi-eil > di i .;, .i :.,.. re para tu
caf'' -, ::. tb\
Cera^eaoome.....i i lita eom ci:,,-,..-.
Voltaa doorada*. ctir.< _. eo |tflt.
T-: ; j i i tea '
i.
Guar 5 :- lacos ....
.. jai pretas.
f. i-os prttos ecm b
- [reto! de fi'&r
rj.-oit-eofjce |*an- C
:'-:
VcuUH-re s. porta* ue amariiu c .;..j.
nho refor^odn ;d onormidade cetu as psiniss-
da samara as qoi-> inda nao e^:Io tornejadas,
proprias para armazem, com as competentes f?r-
ragpns :'iqoeni qaizer rtiriit--* xn armazem >
madeira Orbaoo, no porto d.i capim.
Uoke miudo
Venc!-se na fabrica do gai, cm S. loti
urna porpo e Hreeze, (ooke miudo); pro
prio para foria de ferreiros e f >rno de cal,
tijolos outros misleres, Preco de cida
saco 430 rs.
.II
A' tSOO
Ra Ja
>
l!'!
n. 1
sem igual.
Chita de cores finas a 200 e 210 rj. o covsdo
na ra Dnqoe de Caxias n. 71.
#####@@@
mk No atmazem n. S, ra rio Bom
W Jest, outr'ora toa da Cruz,
W V..nd-se :
a\ Formas para a?s-ucar e encarega-se
^ de mandar vir da Europa e dos E;ti-
g> dos-Unidos quaesquer machinas e utn-
W cilios para a ?griculiura e industria.
Toma-se fnecramenda? para ladn-
Ibes em mosaico.
O drsempenhi) satisfactorio prova-
do pelas encGmmeodas ja viudas.
9
'V
B.
> P4RA ra .
B'"n:'.-..i porte fcBoneV.
Lindisimo* leQdes -, sadreparok iijolJti -
teiramenta nevos.
C rtinaaa borttalas.
Camieaa bordidta para bes ..
Finas irVias de na par traer,
A Nova speraeca anea tea t
ESAPPAREC. \:\ AS CAUDAS
A Nova Esperanca a rna do Duque de Caxiai
o. 63, acaba de rectl.fr o li de rosa branca, e tarabea) lee virginal, o* u-j
fazcmdesa nancer as -ardas on pacoos.

M
~A' 2^500
itua Madre de Deas n.
1
Attendam
Farello de Lisboa
Vndese no escriptorb d9 Joaqrt'm Gerardo
de Balo, a raa do Vigario n. 16, armazem,
por menos do que em outra qaalqner parte sen-
do melborfazenda:'
- ydnde-ge nm marquezao de ariarelo para
casal .- na ruados Pescadores n. 32.
nico doposito em Peruamboco dos chara-
(o* G. Schnorhsch da Babia, no escriplorio de
Caoba a Manta: vende se de todas as mare*.
por prooa esubelecidoe, e em porcio de 5,000
QtiaGUi vezes vemos cm hndo vestido dt
boa sed e com licdte desenbc?, porm cem ta>
eofeites que Jz?ims eom pcs:o, e pena um ves-
.ido perdido, porque ? por fa!:a de dr ura pas-
seio a NOVA ESPERANZA e comprar enfees
vb sejara adeqtado? a fazeoda: quantas veas* sen-
mea escapar de aigutrj ien;o aromas enjoauvos t
porque f por ca hegartM a XOVA ESPERAN
^A e eoroprarem seas eifracto j o conbtcido-;
Saactas pestcaa cao gastad eu dichtiro e alm
isso ficam dfpgostosis ? psr l5 jectos que Ihe* satUfaca, por nao c.'rem a NOVA
ESPERA.NCA onde encontrarlo o qae 4* melhor
e mais elegante ha no mer.-do, e est oc-r la<
L-rma eooheeida NOVA E&PERANfA que ;un-
do em quaiqaer reuni-i te am tc:to tr.-ei.,
am laco, nm co^ae modetn) f ceta Cria grsjv
qnando se seole escapar de algara lenco ."ua-
vel aroma, qaindo se v dnalmenle cualiner coa
sa xique, ningaem mii* pt'rgjLte d'cudo rti tp
donde veio, cala um responde oa diz eomsig
isto foi da NOVA E3PERAM2A ra Duque dt
Cixias n. 60.
CEMENTO
A' 8^000
Hita da Madre de Deis n. 7
Hotel
Vende-*e o da raa d Laraogtiras o. 38 a tra-
tar no mesmo.
Vacc s
Vendem-fe 4 boas vaccas aailo boas de ei'.e,
las prrstes a parir : na ruada Crar n. O 1 an-
dar ou travessa do Pire* n. 20.
Vnde- se a taberna da ra de Hora, e<
irada de Joai de Barroe, bem afrtpaeza'd,
*Z >Jiiau d 1H 'mesmi,.
Negocio de pechinoha
Vndese' rondo barato orna deetfoc.0 btU
noniida com todt* os perisn-ea, a en raa-u
bom estado, lanto pan irtntfe'ir como qnerecd.i
"i comprador cootiouar alujase a eaaa oade
se acba ameritada, siu no povoado de GameiWr*:
tratar no Progresso do pateo do Ctrmo 9, ?a
i co retamo povoado com o Sr. Arpolim.
As floristas
A M-gooiia receben pelo almo vapor o ota
chora* Ijritu* p-icisartm para fabricar -
f;*. omo sejara :
l;ea.'.",u <* vari' ''ore*.
Bigaj devi*^*01 ** ,lV*r* modellc-e tata-
DRM.
Oihis para mal me iaer.** erava, M
Clices par rosa*.
Bagas donradas par. (1 .re*.
F.:has verdes, encera!*, preja* e dt sotet >:r-
tidisem tamanhi leitio. e^c, etc.
Vttcoas
Vende-=e qaairo de boa rica e moito leita : co
travessa da roa dos Pires o. SOre aa roa 4a Crsi
10. i- tedar.________
estuario para r*4iM*Ja
a s 04>o
E' fenta que val 12#, a reta bratea vetdi
c# ca raa da Imperainx 1.18.
rK
m


6
Dfatti de Pernamt>ae 3i Sabbado 20 de Abril 4# M
ALTAS MV
0*1
SS
mus m fazendas
liquidara na leja
i
Vejfde Chrome.
i RUft DA IMPERATRIZ N. 60
DE
FLIX PEREIBA DA SILVA ftC
.PARA APURAR RIOIEIRO
N;ste importune estabelecimento encontrar o respeitavel publico am avallado sor-
4itntui-> d< fazendas, tanti da luxo como de primeira necessidade, aaquaes se poder
vtad r mais barrio do qoe em outra qualquer parte, aiien lendo as avn Urdas compras
de f .zeodas, assim como jor lodos os vapores qoe ebegaa d'Earopa .ee recebem novos
ortjmenijs da ftaeodas de gosto o una co'leccio dos nrais modtrnos flguriooa, as pes-
soas que negaciaa em pequea ecala podem vr sorlir-ser este estaftalcimenlo, qoe
Se Ih s vendo pelos moaci preers, qoe se compra dos arnwzens agieses-, de todas a*
tuaavl* se dioaimsl.'ss deisaoto ficar peahor. O eslaoei aciment #) Paveo esta
csflfialdBeate abano das 6 doras da maoba s 9 horas dr*oto.
VeaiMaWfiarr* 4e 4 arribas
Mrquez toJQUnii a. ft
a ro -S
Aos jardineros.
A Nm Esperaba acab* a* reeefcaf tfcejMra
especiaos para jardraeiroi, alo aa melbores qoe
tem viudo ao meacado, a ellas antes qoe se aca-
ben.
Brilb5olinas brancas e de cores o
ct'Mh ars. 440 500 .e. .
Orgaody d-i u na s cor o me-
tro a rs.........
Tarulaoa3 Iletradas coro muita
|fe nUm, o metro a rs. .
aaibcaj do c-jrs com eofeiles ao
i ido para babado, o sovado a
Lsriz'hjfr iaigis com litras de
.. sed \ cavada a 890 rs. e. .
, *opiaai -de seda nud-jroas, o
cavado a,l Se'dis toro lisirinhas o corado
a I0'OO e......
Gorgueas da iaa de oma so cor, o
ed*lo a rs., 400 e .
I*; is laigqj a de corda*;, ocova-
. JO .3 AS..........
A"(...i5 Vvrafl-i con listras do
-), 4 cavado 2 800 rs. e .
I.t za>.- lis de tocias as cores
o crjufa a rs.....
!,; :i dedres com listra ao lado
-.,.. habaUinlt', a vara a rs.
A'piCiS .^.Mcvm listras braicas
-i-i sev i a rs.....
| .-',:/. q iaIriobosdeseda.
-.-.;.. Se meaba phao'asia.o eo
*.ud*a re. ......
x u s tecidas com seda, sendo
:.u benitos gofl>j ingleses
" ittuto prqprias na seuboras,
jMtemde viajar, o novado a rs.
Bjnilas la$ihs co cores, oc-
va*.o a rs. 32-i e
Po rjelitas do lia, l'.rgas e lustro-
' o covado a rs. .
Cambiaiis transparentes impe-
lios, a peca.
Organ y- b anes tamo de .sira
* isj
Pos 5:Sraneas para vtslidos e
toiUi-ninos, oiovadoa
4H). 8 Of
ii I rauc de todas ^ co-
. i tui t>o a rs.
. ; :. s a'|:-- s e
-. 700 e
cores cji
GiO
00
640
Merino francez a 4S000 o
cevado,
Acaba de ebegar 4 loja do Papagaio um bonito
sortimento de merics de ores para vwtidos, fa
xenda larga, de ama s cor e de no tecido iotei
ramete doto, tendo verde, aiol I y rio, roa lyrio,-^
cor de eaf e amarello, as cores sao moilo boeitis,
e de aro effeto brtlbaoie era obra, e vaode-se
pelo baraiis4mo prejo de det tast5ee o ralo :
na roa da fmperatfiz o. 40, toja do Papagaio de
Alendes & CarvalM.
IOS PADRES
A Nova E^peram?, roa Doqne de Cairas n\
(9, qnera rende as melfa -rea mera* de laia i a
qwtftidade peqneoa, porianto Has antes que
se aealtem.
Que Fitada I!

1)4000
2;9000
.140080
3-JOOft
35000
3,530o
4^1000
10500
20^00
30000
10800
r
. -
r< >.
F

.
l
')' -
I
/ a
Gorv
d<.
di;
.
. nrn ti i
i n
.-. ; a I 0 e .
tbisjdo coro-
i ; -:: i-ta i hanta-
. v, tjoo > .
o : u o eDJOrpa-
r.i i up :\' ::: ODOSt n-
: ule se la.' co-ado a rs
Para iicivas
rnoito
40SOO
40000
50609
13;>0J
Gor:'.: Ij de sala braoc
t pido, o eovado a
Gto- lena ile b uc mailo alvo ........um
i : iij a.; irpadD, oco-
id a a.....
Sf. : anc maUa aiv), o ova-
ij.tOOt.....30000
A p ns b H--:as lit ;!.= i iis-
. .:; s-i o cova Itr a .
{' I ] ;..: C lOl S a
(' ioad s arar rmss
Colebas d dan ilo la, a mi-
fo de seda ....
C shas de rror* ....
FAZ NliAS BRANCA^.
t',v-s d'. dio ii j amr:ca.o
a 30i)O. 44, H i
fraouBfc d'algod cura 10 ps!-
masd-) largura mulo rncor-
pao. vara a ....
Dito de Hubo oauito eir/orpaJo
com 10 palmas da largara,
metro a 20000,20500 a .
Dito francez mailo fio >, o metro a
AtgodjsiJio eofesiad i p-ra len-
co s com 8 pal-nos de largara
esBoiioeDcorjjsda, o icet o a rs
Dila laucad* cot a mesma lar-
gara o muito en:or alo, o rae
tro a.......
Aloa'.hsdo de liada adimascado
com 8 palmas ce arjjura, o ne-
tro a.......
Dito d algolao cara a aiesma hr-
gora, o metro a
Dito f.lcocboado faiendi de muito
gas.o com 7 palaMS le largura,
o atalro a 10830 o .
Dito transido com 8 palmos de
largura, o metro a .
ALTA NOVIDAOE EM
Cfiigou para a lop do i
so imioto dos mai< modernos cortes de
gorgurSo para vestidos, com delicadas pal-
mas o listas de s>*3, assim como com duas
saias, todas com delicados enfeites de seda
que se vcDiiem a 33000. e 400000, seo o
muito tiooitos vetidos para assistir a bailes
Hambargo de parolinbo teodoos
nmeros unis-baiios at aos
mais sabidos njao vm ao mer-
cado ......
Cobertores de 13opera camas ten-
do de varias qua>id*des .
Ditos de algod5o a .... 028O
10?;00 Colchas de usto para camas,
tanto brancas como de cores.
PARA BOMENS,
Palittsde paono p.-*t> e de casemfrab de
efires sendo mais moderno* e para too* os
i preces e qualidades.
20090 Sobrecasi cus de pannopreto de
toda; as qoalidades .
500, Collets de casemira pta e de
cores .......
- 040, Ditas de gurgurao de sedar lauto
prete como de cores .- .
1-0000 Dios de brim branco. ~ .
Caifas :le case miras de cores Una-
400 do de 60009 a .
Ditas de dita preta de 0*at .
640 "Ditas detbrim branco de ahoeT
30500 a..... 100000
GiO Camisas finas cora peito d'a.'godSo-
de 10600 al .
Ditas com peito de linbo lano fran-
800 ceza.s como ioglezas, de 50300
at as mais Giras que veaa ao-
mercado, ten .o tambera borda-
das e-em ouia faz se grande-
800 differenca em preijo *. .
i Ditas de cinta franceza r.iadiahas
500 faz^oda de gosto i 20300'e .
| Ditas de flanella de cor a 200.0.
500 30000 e ......
I Ditas de tceia de lai muito aas a
80000 Ditas de dila d'algodio a rs 8.0,
10000 e .......
Ser-oulas de panno de linbo .
Ditas frao.ezai de lioho a 203 Oe
Ditas ditas de algodo a 106COe
10000 Collariilios t:rato de linbo como
i de algodo os mais moderno*
qae lem vJm'o ao mercado .
Poobos de linhos Cl mais moder-
dos..... .. .
, Redes para dormir da d erentes
160000 qualidades.....
: Chambres de Chita e de cretone
Meias cru3s frncezas e 'mgkzas
200000' que se venden a duzia a 30000,
at 80000 e.....C0OOO
CORTINADOS
CO Cortina los bordados para camis e
iaaellas, que sevenJera o par a
80, 100, 120 a
Cambraias largasadamascadas para
cor lina los com 20 vaas, peca a
Ditas com 16 varas a .
Damasco de lia a ititaco de seda
para colchas com 8 palmos de
largura, o rov.do a .
Ditos cora 6 palmos de largura
para, cami le solteiros, o eo-
vado a. ......
Colchas de ebroch para camas as
inaL ricas uue km viudo ao
mtreado a.....
Dit s de damasco de la a 100 e
D.us de fusio brauco sendo mui-
to grandes a 50000 e. .
Quera ouizer tomar una boa pilada compre ra-
p Paoto Corteiro viajado oa por viajar, na loja
do^Papigaio rna da tnperalriz n. 40.
-----------r
Eserava
Precisa se de ama qae emenda di coiioha : na
rna larga do Rosario n- 34. ______
Vende-se i taberna da roa da Hora, estrada
de Joo de Barros, beo afregtfezada, e em bo
localidade : quero a praWdo-la dirjase msma.
Vende se na ra das Cinco Ponas n. 82,
latas com 4 libras de doce o mais Saoqae ha oes-
te genero, proprio para mimos e joc um preco
muHio redolido por ser recebida de consignac^o.
Libras sterliaas.
Vende-se no armacem de faiendas de Angaria
f. de Olireira A C. ra lo Commerao o. 41
Machinas de costara.
Cbegaram ao Bazar ersal da roaUniv
I^ova n. 22, am sortimento de' machinas
pira costara, das melbores qualidades que
existe aa america, das quae moitas j s5o
bem conhecid.-s pelras seus actores, (como
sejam : Weller & Wson, G-rpver & Boka,
Srlenerosas, Weed e Imperta** e ootras
muitas-que com a vista- devero agradar aos
compradores.
Estas- machinas tem a> vantageo de fazer
o trahalho qoe trila costureiras- podem
fazer diariamente e cozetn com tanta per-
eic3o como as mais perfeitas cossoreiras.
Garante-se-a soa boa qaarlade e eaana-se
a trabalhar se>m pereicao emmeno de ama
hora, e ts*precos sao to- commodo que
devem agradar aos pretendmtes,
NO
EMPORIO COMMERCIAL
13 Mil Di IMPERATRIZ 15
DE
UlyssdS & Irmao
Nestff j Mi conhecido estabelecimento encontrar o respeitavel publico am peoco
de todo por mdicos precos, e tendo seos proprieUrios resolvido liquidar algons artigos
de que se compoe o mesmo estabelecimento, vende-os por menos do seo costo
como SEJA
Punhos de linbo para camisa a 90OCO a
'i
Vende-se coquee de diversos formatos e cores- '
no Bazar Ticloria ; ra do-Bario da Vrcteno no-
muero f
00 00 0*
fELLEl & (I. I
2 Ra do Boro. Jeau u. 55
Vendem W
*
0
*
0
0
0
0
0
0
*
700
!)60
0
0
0
0
0
0
0
0

Ferro gavalnisado em folhas para le-
thas.
Leite eoDdensado.
Cognac 5! irtioeau.
Vinho de Bjrdeo; em carms :
Tmmard
Vlmay I
Raui Palerne
Penillac
Vinho dn Rbeno :
Scharlacbberger
KjsrteJheimer Berg
Hochkeiraer Berg
Marco Crumer ansese
Kauentbaler B^rg
Steinbergar Cabioet..
Sustento restuuratvo 4a
san ie
PELA 7BRDADEIRA F&fXk
A, l^Barry d'Antia-
Os abaiio assigoado? fazerr- seieite a seos- ft
gneies, qae pelo vapor ingiez .a-PUtia receb>rara
eganda remessa rressa excel>:ute farinha, ooje
oso muito se rec^mraenda para as crianzas, pes-
soas debis e cocvtteseentes. ^ppli.;Tia com raeo-
.obecida van tapera aas cor?itp;>c;,i diarrhea.
.nausea do estomago, toase, escara de sanle,
phthysica, etc. ele. Pteenda ainda peto agradavel
sabor.Uniricoa curra qaalqner.
mmmmmmme
A roa do Commerjiu n. 10, escripto- I
rio de Jos Joaijuim da Costa Liara, en- 55
contra-se para veDder por ccnunodos J*j
precos : ^
Azulejos hespanhes.
Folhas de ferro galvanizado pa-telha- g
do de diversos '.smanhos.
Ditas de dito dito lizas.
Bicas de ferro galvanizado. m
Camieiras d;:o.
Portadas compleias para cantara.
Ladnlbos.
?3 tsec^j flffliE? sisis
Vende-se, era bom astado, meia dosia de ca-
deira?, duas ditas de brao?, duas de balano, um
par de coosoh?, nra sf, e ama jardlneira: quem
pret^ner dirija-se a rna das Trineheiras n. 24
Garrafas de vidro Bacarat para vinho a
50, 60 e 70000 o par.
Gompoteiras a 6# e 70000 o par.
Copos de vidro ftoo para agoa a 40 e
40200 a dozia.
Clices de vidro cor fino para vinho
a 20600.
Meros apparelbos d harac ingleza fina
para jatrtar por 500008;
Pratos e diversas pecas avulsas que se
vende barato.
Jarros para flores de- 3^ i 15000* o
par.
Clices a duzia.
Vidros de ebamin para eandieiro a 20*00
e 2|400a doia.
Globos para candieiro a Itf60* 10800
cada nm.
Bonita qoartmhs hamburgneza a 4|50OO
e 40280 o par.
Escarradeira de vidro a 30909 o par.
Bonitos candieiros de jarro a 160000 um.
Grande qantidade de arandellas para
dependorar a parede, de 10588' a 20000
cada urna.
Temos de bandejas a 70000;
Paliteiros de porcellana braosade 10000
a 20000 oada um.
Lava m3o de z-kreo a 40500 cm.
Algodio mglez para roupa de escravos e
saceos a 380 a jarda.
Tapetes avelladadcs para quatro oadeiras
a 230000.
Um grande espelbo moldura doarada por
aodooo.
Lindos albuns para retratos a~ 1000)0
cadaom.
Bonitos chapeos- de velludo para senbora
a 100 e 12^000.
Aberturas lie lioho para camisa a iO#00O
a duzia.
duzia.
Collarinhos de linbo pira camisa a 60
duzia.
Anquinas de crioa para creancas e m-
nhoras, de 30 a 40000.
Cortes de cambraia branca deeordio co
8 1/2 varas a 30500.
Fronbas de crivo a 560 rs. ama.
Corles de castor para calca a 10280.
Algodio de lista a 260 rs. o corado.
Colxas branca adamascadas grandes a
30000.
Cobertas de chita grandes a 20409.
Superior brim de Ilaaabargo de linbo ecm
10 palmos de largor a S880 a vara.
Bonitas frocteiras c tas, proprias para preseafe a 40000.
Lindos hvros coa extractos e sabonetea
* 20500 e 4#0O0 para preseute.
Oleo pbHoeome' a 60* rs. o frasco,
raoitas ootras perfumaras- qoe se vende ba-
rato, como soja: sabonetes finos a 10200 e>
21000 a dozie.
Chapeos pora baplisadod* erianca a 205O
e 3U8C0.
Coqnes para cabello a 20080.
Cadarzo branco a 360 rs. doria.
Dito trancado-largo a 140*r. a peca con
4 varas.
Caixa de papel amisade a 700 rs.
Dila de 100 envelopes a 400 rs.
Duaia de pentva para alisar a 10600,
10800 6 20000:
Bonitos chapeos de palha com aba f-ira-
da, para homem a 40000 e para menino a
300001
Sortimento da meias para hoaens, senho-
ras e enancas, e morios ootro artigo qo
deixamos de meactonar, e qoe igoalmeitr
vendemos por pre?os commodos.
i
mmmmm
CEIVIJ4
A verdadeira oervtja da Baviera, marea baa-
dwra, de soporior qaaltdad0, vendem Tsso Irmaos
A C armazem da ra do Aaorim n. 37.
i
Especialidade.
Vinho do Porto o melhor a desejar, etn barris
de 10 e 2i>: vende-se no escriptorio de Soarae
Primos, ra do Vigario n. 17.
160000
100000
80000
40500
3000
180fOO
150COO
De bem conheeida marca de Charles Heidsieck
para vender-a na roa -lo Commersto n. 8.
A 7,0U r-s
Vende-se boti.as pira senhora, obra ingleza,
bem taita, pelo diminuto preco ^e 75 : renham\
ra do Mrquez de Olmda, allga Cadeia, n, 50
A, loja de ruiudezas. ___^
Fariuha de mandioca
Superior e muito propria para mesa, em barr
ricas de farnha de trigo ; a 11000 rs* barrica
nos rameos de Tasso Irmao- & C.
wmmmwm mm$
tjfl Charutos legtimos de Havana
J Ditos d nabia.
| D.tos marca=Laporie.
Armazem n. (S ra da Cro;>
O EMPORIO COMMERCIAL eacarrega-se da factura-de roupa por medida, e capn
cba m bem servir aos freguezes, tanto no comprimento de seas tratos, como na baa
qoatidade de fazendas e modicidad-e de precos.
PECHINCHAS DE ROUPA FETFA
O EMPORIO COMMERCIAL vende paletots fraque de casemira fina bem acardos
a 18^000, 200000 e 220000. Palets saceos de casemira preta e de cores de 70OLU a
120000. Ditos de merino prfclo de 70 a 105000. Caigasde casemira preta e de co-
res d e 60 a 120000 cada urna. Golletes de casemira de 30 a 40000. Caioas de brirr.
muito bem feRas de 20500 a 80000. Paletots de alpaca fina de cores, branco e prete
a 20500 cada nm. Cerclas de linbo a 2J800, e de cretone a 10600 cada ama.
Ca Ale castor a 10700 ; superiores pannos finos, casemiras e brins.
EMPORIO COMMERCIAIi
15 Ba da Imperatriz 15
.
Cai-
05000
10SOO
33000
30000
060
10200,1
30009
20000
20000
10600
VESTIDOS.
a\3o um bonito
60000
ESPLENDIDOSOHTISIENTO DE GROSDENaPLS
NA t.OJA DO-PAVAO
Brins u'Angola.
Manlilhas B:asileiras.
Grinde pechincha era panno a 30000.
Saias bordadas a 40. 50 e 60000.
As 3:CC0 saias a 20OOO
GKANDE OFF1CIMA DE ALFAIATE
Ptreira da Silva de C. teem a honra de
participar ao respeitavel publico em geral,
e a seus numerosos fregaeza, que no seu
esiahelecimeiito de fazendas, tem montado
urna magnifica officina de adaiat^, aoade
ee manda faz;r qaalquer roupa de encom-
ran a, tanto para homem como para me-
boos cora a maiur presteza e perfeicio, na
raesnKi esiabelecimenio se enconlra nm
avallado Eortimento d-a todas as fazandas
para a mesraas obras- de encoaamenda, as-
sim como para qualquer 'uto : tambem na
me.-rua officina se encentra o perito mestre
Pedro Celestino Soares d: Carvalho, espe-
cial para fardas, tanto dos Srs officiaes de
guarda nacional como de tropa de linha, os
quaes serio maito bem servidos por modi-
P\iADP0L0 PRANCEZ A 70000.
Na loja do Pavio veo^e se superior ma
dapolio francez pelo baratissimo preco de
70(00 a peca pechincha, roa da Impo-
ratriz n 60, Joja de Pereira da Silva dt C.
MADAPOLO 1NGLEZ A WOO.
Na loja doPavio vende-se madapolao in-
u.:
O verdadeiro Portland: s se vao-le na
ra di Madre de Oea n. 22, armazora de
Joo Martins de Barros.
Rfa'ac fcbar a 2^ e 2#500
No loja do Papagaio. vende-se para acabar saias
brancas a balo a i$ e t*500 r?. sao todas de
panno al cima e lem 3 arcos que forma oma
paqneaa roda, tirando-lhe os reos Mea urna
partsilasaia, e pelo oreg nao ha nada raais ba-
rato, na loja do Papagaio, ra da I uperatnz n. 40
de Mendes & Carvalho.
ESTIME
O Uquor de ammoniaco, das fabricas de gaz,
um dos Estrutms raais reccsmendavel para fer-
tilisar a trra. Ple-se obler na fabrica do gar,
em S. Jo>e, que tem para vender, a 200 reis a ca-
ada.
Gandirieiros econmicos
Os candieiro3 econmicos sio na yerdade de
nveoc.ao agradavel, priva a quena desejar embel
lesar urna sala da fazer dnas daspezas, pois qoe
lirando-se-lhe o deposito onde se conserva o gaz.
torna se nm lindo jarro para Aires : ouem tem
a dagoclia ra Duque de Casias n. 45, e veade
barato '. a elle, porque lera poneos. ^__^__
Oopeiro.
Vende se um moleque de idade de Iftannos,
sadio, 4e lodo servico, e especialmente kom ee-
peiro : trata-se na roa Dnqae de Cairas n. 54, !
andar, s*la daifreote.
ou easamentos e'trai-ndo cada um corte o.glezde superior qatlidada com 24 jardas
competente figurino, Isto ra da Impera-! pela baratopreco de60OlO a peca, egrande
. .1 .U A t\ lrrr\nimlrii r\ Kft IfVlQ
pechincha ra da Imperatriz n. 60, loja
de Pereira da Silva.
MADAPOLO A 30COD A PEQA
Vende-se superior madapolio ingiez cm
12 jardas a 30009 a p(ca, grande pechin-
cha, na loja do Pavio roa da Imperatriz nr
60, de Pereira da Silva 4 C.
triz n. CO.
CAMBRAIAS BORDADAS
liegaram pa>-a a loja do Ha vio as mais
delicadas cambraias brancas com os mais
bonitos bordados, que se vendem a 80000
cada corte, grande pichincha, ra da
Iaaperat-iz n. 60.
Officina de pianos e afinapoes
Acaba de cliegar contratado para o armazem de pianos de A. J. V. Azevedo, nm importante ar-
M ao Sf. Maibias Wesely, natural de Vienna d'Austria o qaal
Frabicante concertador
E tilret o mais perteito afinador de pianos que aqu tem vindo : elle alia am piano eom
tola perfeicao em meos ele urna hora. Tambem laz qualquer concert *m
Grandes or-gos de igreja,
Orgios pequeos.
Realejos,
Caixas de quzci.
Aa penoan qae precisarem de seus servigo, tanto para esta cidade como para o matto,
poiem dirigir saas ordens ao armazem de pianos e msicas de A. J. Ae Azevedo.
Ihruad Bardo da Victoria (vutr'ora ra, Nova/II
A Magnolia, rna Duque de Caxras n. 43, rece
beu um grabde sortimanlo de coijues o mais mo-
derno que da, e vende por menos da qne em ou-
ra qualquer parte.
'"im" A l-VIWD
A^muzm do Campos
28Vxa do Imperador28
Venh&m ver, se hesitanr erer.
[Dj Campos a geral fam, .
Fiquem cerios, ftquem que tos,
Nao c gra^a. nao trama I
se vendo e se cseudo
Djs gneros que o Gampo3 tem \.
' "Seos sabores stu-t jares,
3' qoe se pode ver bem.
Vou mostrar, manifestar,
O que a todos dito ienb<\
Com as prows, asss garbosas,
Que ao publtso dar boje veuho..
Antes que ce-meco d,
N Dos gneros os aomes altanrom.
Diier venho que era vista teaiJc:
Vender barato a dinheiro t
Desta vez: bolaehiDhas, queijp ioglez,
Ca, manteiga, fioo vinho ^
De caj d. ce, arroz, sag,
Presirato.s, paios, touciiho.
Peixe em laiw, feijao, ba^las^
Fructas, does, marmelada^
Lentilhas, licores, er.vitlBth.
E as linguas desejaias I
Meido cate, charutos, rape,
Queijos de Minas, prats e sertao,
nha azoiiu e em \ila leite,
Aletrla, elas e bom macarrao.
De tomate niassa, maie,
Sardinba?. azeitonas d'EJva,
Cervej^, amendoas, eereja,
Legames e aves 9m conservas -
Disto alm, temos nm bom
Sortimento, explendrdo, bello,
Que por temer massaolc ser,
Mencionar boje nao quero.
Si destjo, atiaejo,
Yirem lodos c comprarem,
Pois girante agradar tinto
Qae gratos me hij de fljarein I
Veuham j pois tenho c
Generes de Tantos saberes,
Que agrada, deleita, embriaga,
Os seas paros, agradaveis odors !
Os abaixo assignalos fazem scientaao respei-
tavel publico e com especialidade ao eorpo do
commercio que soeltram em metade dis lacros
na pidaria cita na ra do Visconde de Goyanna
n. *7 dtsde o dia 10 do corrente mea, como do
batane,-) dado nesta data.
Recife, 14 de abril de 1872.
Bernarlo Fernandcs.
Antonio Gonfalves._____
IL\SSES k IRMO
Granie reduepao em presos
Na loja de Ant nio Pedro de Souza Soares, na ra do
Barao da Victoria n. 28, outr'ora ra Nova
E' baratissimo
20000
100^0
50500
30000
90000
50000
20200
30000
Bonitos e finos ntremelos e
babadinhos bordados
'A Agaia Branca rna do Duque de Caxras n.
50, receben novamente um bom sortimento de en-
tremeios e babadinhos bordados, caja superiorida-
de sera conbecida-por quem os qaiier comprar e
diriirir-se a dita loje.___________________
Na pharmacia bomeopaibica da ra estrella
do Rosario n. 3 se dir quem vende 50 acedes da
companbia dos trillio urbanos do Recife a Olinda
e Beberibe, assim como 12 dias da eorapanhia da
.oaiisaeio d'agaa, urna eana par casal, naja
estante para livros e am piano, lodo em itida
capai de prestar Pons servicos
Engenho a vendia "
Vende-se o engenhoJasmim, na comarca do
Cabo, distante ama legua para duas estacSe da
estrada de ferro, tendo o porto de mar maito porto,
bom d'agaa, oopeiro, com nm grande acode n'nm
forte riacho que tm proporcln pira mer sem
prectaar do acod; boas obras de tijotlo e novaa,
macbinismo novo, urna destilacio bem mentada,
am tanque de madeira, ierran*, d'agaa, boa mut-
ua, bem cercado, terreno frtil e com bou pro-
porcoa, B eantUa tm conitrni ?eganle
nem pretender drrija-e ao meamo
achara com quem datar negocio,
VENDE-SE
m terreno com casa, em Bebeberibe, na roa
de Santo Antonio, en jo terrsno tem de frente 100
palmos e de fundas 472 : quem pretender dirija-
se a ra do Cotovelle o. 4.______________
Cal nova de Lisboa
Vende Joaqnim Jos Ramos : ra do Bom
Jess n. 8, 1" andar.
BfDga & Fimentel,
Boa Nova n. 35, precisara de am bom offlcial
de laloelro,
4 3;000
Na loja do PapagajV, a Xrx\ da Imperatriz D. 40,
ka ama grande ac que sp venem pelo baratissimo preco da
"* i?'*"" rod Porti0 roa d* "*6-
*&* *> argodimAnho bom a 3J090.
r rVwade-ae am ecvo mojo, robimo na-
I tafo ; raa 4o Imperaor, 3,' aBaf. a. 80.
Diademas modernos a rs. 500,
10000 e .......
Goqoes de trancas o qae tem vin-
do de mais gosto a .
Gravatinhas de seda com franja
para senbora a.....
Grinaldas para casamentos i 30, e
Rnveziveisenfeitados para coque
Gales de seda de cores,, a peca
de 10000 a ......
Ricos enfeites de blond e flores
para cabeca a ..... 50000
Mimosos leques de osso para se-
nhora a.......
dem idem de sndalo com lan-
tejoulas a.......
dem idem a imitaco a .
Lavas de pellica para homens e
senboras, o par 500 rs., 10000,
20000 e ......
Transparentes com paisagens para
janellasa.......*20OOO
Bicco de seda pretoe branco peca
de 20530 a......70OOO
Fita de setim raaco escosseza lar-
ga, vara a ..... .
Flores arliQeiaes......
M1UDEZAS
Dnzia da pecas de cordio irape-
riaes a rs. ..
Oazia de pecas de trancas de cara-
col brancas rs. .
dem idem lisas a rs.....
ntremelos e babados tapados e
transparentes a peca de 600 rs. a
Resma de papel paulado a 40, e
Caixa de papel amizade muito
superior a rs. 700 e .
dem idem de quadrinhos a rs. .
Gaixas de envelopes finos de por-
celana ars.......
dem idem a rs. 400 e
dem de pennas a rs. 500, 800 e .
Abordadoras para collete, grande
variedade ars......
dem douradas para ponhos a rs.
Datia debaralhoe francezes bsi-
ra dourada a ...... .
Lsmpatinas a gaz a .
3ozias de pares dt meias para ho-
mens a 30500, 50000 e .
50003 Duzia de lalheres com rabo de
osso 2 15 a......
(
baratis-
c
30000
320
400
20C
30000
40500
800
640
800
500
10200
200
500
30600
Dita de ditos cravadoi
simo) a.......
Garrafa de tinta roxa extra-fina a
Potes de dila iogleza a is. 100 e
Estampas de guerra franco-prus-
siana a rs.......
PEUFUMAUAS
Porta-retratos dourados com dois
frascos de extractos muito fino
Garrafa do agua de florida verda-
deira, a.......
dem idem kananga do Japio a .
Frasco com oleo oriza verdadeiro a
dem de oleo philocome verdadei-
ro a rs. 4f0. 500 e .
Rosas com extracto a .
Frasco com extracto ingiez. moilo
superior a......
dem com dito kananga muito su-
perior a.......
Banha ingleza em frascos e polea
de porcellana a.....
dem idem a rs.
Macos de sabonetes mglezeswuito
bonsa rs........
Sabonetes de amendoa muito so>
perioresr a :s......
Cosmetique de cores finas a ra.
100, 640 e ......
Pacotes com pos de arroz fino
a rs. 300, 400 e ... .
Cateas com dito maito fioo la-
oanga a........
Galera dos grandes homens cada
estatua com nm frasco de ex-
tracto a.......
Frascos com agua de cologne a re.
500, 10000 e.....
Garrafas com dita o qoe ha de me-
lhor a 30000 e .....
Elegantes caixinbas com sobone-
tes e extractos de 30000 a .
102CO
60OOO
50500
20600
10000
160
800
'
10200
10200
10200
10000
1#800
10OOO
10200
10000
500
800
300
10000
500
10500
--
. I
OBJECTOS DE PORCELANA
0 qoe se pode encontrar de mais elegante, brioaedoi pamorc,
riado sortimento, candieiros a gu o qne aa de Balsar, e mKm tros
se tornara bogo mencionar.
N. 28 Ba do Bario da Victoria N. |8


ni

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Bian di AhitaiMici -fe., SaMfedo 2 7
X^d
Officiua de alfaiate dirigida
POR
MR. CHARLES LAURENT
LOJA DO PAPAGAIO
A' roa da Imperatriz n. 40
DE
MENDES & CARVALHO
0 que se procurar nesta Ioja se acba e par menos preco, que em qual-
qaer ootro eatabelecimento, e para nSo cansar-mos a paciencia do Ilus-
trado publico com loogos anouncios, s gara olimos ter fazendas de novi-
dade, e de boa gosto, por prego? moito comtnodos, qoem te quizer capa-
citar venbaai oa mandem buscar as amostras, e tambera as mandaremos
pelos dossos caixeiros.
Boa Vista esquina da roa 7 de Setembro
Aijtigo becco dos i^erreiros
RA DO DUQUE DE CAXIAS
(Outr'ora do Queimado)
Este estabelecimento acaba de receber um importante sortimento te diversas fa-
zendas proprias para vestidos, sendo poupelinas de seda, sedas, laas, percales, ditas coa
barras proprias pan babados, lindas cambraias crox. e em fim urna iofinidade d'arti-
gos de moda, tudo proprio para a festa, o que tudo vender por presos iiiteiramenU
razoaveis, em cooseqoencia de estarmos prestes ao fim do armo, e o 65 cao quer te
grande trabalho com o seo balance preferindo tomar dinheiro a fazendas, convida-se
portento ao respeitvet pobhco a virem sortir-se na Ioja do 65 aonde compraro por pre-
coi que nao obterSo em ootro qualqaer estabelecimenlo; em fim ver para crer
BOA DO DDODE DE CAXIAS
(Outr'ora do Queimado)
Rival sem segando
Roa Doque de Gaixia n. 9!, Ioja de ma-
dezas de ,h- Bigodioho contina a vender
todo quanto tena em seo estabelecimento
pelos precos abati declarados, a saber :
Libras de la para bordados a 6<>000
Cairas com superiores guam-
pos franceses a rs. 160
Talberes pan meninos a 20
rs.e 400
Libras de liaba de novello de
o. 80 i 120 a 1,9(500
Le ajos de-cassa com barra a rs 100
Yaras da fraoja braoca para
toalhas a rs. 10
Dozia de meias finas para se-
Dboras a i500
Masso de palito seguranza a rs. 200
Navalbas fazeoda superior a I 000
SCaixas com penoas d'aco a rs. *
3O, 4C0 e 500
Clisas com papel amizade a rs. 700
Dte, dita, dita beira doura-
da a rs. 800
Caixas com eovelopes a rs.
50% 600 e 800
Pessas de fila para coz com 10
varas a rs. 440
Dozia de linha frocisa para bor-
dar-* rs. 400 e OO
Baralbos Iracceze.s moito fi-
nos a rs. 240
Ditos de beira dourada a rs. 320
Dnzia de aguibas para machi-
na a 25000
Libra de pregos francezes a rs. 240
Resmas de papel branco liso a 3500
Ditas, ditas pautado a 40000
Dozias de sabonetas muito fi-
os a rs. 700
Dozia de liaba de carretel
Alexandre a ItfOpo
tiroza de botes madreperola
ara. 500
Cartees de 'inha branca e pre-
ta ars. 10
Thesooras moito finas para
ochas a rs. 300
Groza de botes de lonca
a n. 120
Pares de sapatos de couro
para meninos a 2000
Caixas com 4 papis de
agolbas fondo dourido a rs. 240
Frascos de oleo Oriza supe-
rior qualidade a 14200
Caixas de folba com palitos
de vella a rs. 200
Pessas de fita de Ha para de-
broa de tedas as cores a rs. 320
Pessas de uta branca elstica
para debrum a rs._______________200
MPOUTt.iTK
m B8ii.
Loja de loupa
INTITULADA
PBATO DE ORd
RA DO IMPERADOR I. *7.
O proprieurio desie cstabeleciroento tendo re-
olvido fazer ama comphla liqaida?o de todos os
artifes de qaa se compSe o mesmo estabeleeimen-
to eonvida o re-tavel publico a visila lo, porfjae
arla da admirivel mocicidade dos preco?, nin-
frum deixara do prover-se de porcelanas ttolssi-
ana, louca, vidros e erystaee.
O PBATO DE OURO do pode pregeindir de
meaetotiar os apparelhcs de porcelana doorada
~iiflMoco, cocao par jantar, os gases vende
i barato do que em outra qualquer parte por
Hqotdando.___ p K
Cartas Donradas.
Aseara!, Nabo so A C' vindem baralbos de car-
ia para jofos,-lizaa e doaradas e seolo em porcao
MiraideabaimotoMpreco. No Bar Vic-
aojisv roa 4o Bario d Vietoria n. 1
Roa Daqise de Caxlas n. O
Botinas ingiezas para meninas.
A Ioja 'd'Agnia Branca ra Duque de Caxias
n. 50 receben por amostra urna pequea quanti-
dade de botinas de marroqnim com borracha ao
lado obra mui ba para meninas, e para que te-
nhara prompa sabida a Aguia Braaca esta ve/i-
deodo-as baratameute.
Smaocome
Tnico especial cootra acalvice
Com um bello >ortimento de pe fumara que a
Aguia Branca acaba de receber veto tambem o
apreciadoSmaoconecujo proveitoso efleit
j bem conhecido por quantos o lera asado e ser
anda mais por aquelles que necesitara de saa
alilidada. O continuado nso do Smaocome d o
bom resultado de impedir a queda dos cabellos,
fazo-los renascer e conservar o sea brilho natural
alero de que -tu odor mais agradavel qae d'on-
tro qaalquer inico continua a ser vendido na! oja
: ja Aguia Branca.
Leite de rosas brancas
Excellente para acabar cora as -ardas, pannos e
espinbas no rosto.
Vende-se a 21 o frasco, Da leja d* Aguia Branca
ra Doque de Caxias u. "O.
Bonitas caixas com perfumaras
proprias para presentes
Vendem-se na toja d'Agnia Branea ra Duque
de Caxias n. 'JO.
Agua Florida.
Acaba de ebegar novamente a sfimada agua
Herida de Guislain para tingir de preto os ca-
bellos bran:os. Como sabem os <)ue tem usado
dessa apreciada agua, o sea eleilo nao instaata-
neo porm seu resultado segaro e efficaz. Che-
gou tambem a agua de Topasio para o mosmo flm,
e contionam a ser vendidas a 7a c frasco na loja
d'Aguia Branca ra do Duque de Caxias n. 50.
Molduras dour&das para qua-
dros.
Na loja d'Agnia Branca a rna Duque de Caxias
n. 50 vende-se molduras douradas com differenles
Moldes e larguras, e por preco commodo.
Peanas de aqo bico de laiu; i.
Caixas com 100 penas a 40 Branca.
Bonitas eapellas com veos para
noivas.
Vendem-se na loja d'Aguia Branca a rna Duque
de Caxias n. 50. Tambem se vendem separada-
mente bonitos veos oa mantas bordadas para noi-
vas, e veos de cores para chapeos.
Escumilha preta fina e larga.
Vende-se na loja d'Aguia Branea rna Da a
de Caxias n 50.
Botes
Cobertos de e?guio preprios para carniza?, e por
sua duracao preferiveis aos de madreperola.
Vende se na loja d'Agnia Branca.
Caixinhas com 3 sabonetes finos
a ii, 1J2G0 e 1*300 a caixa.
Vende se na loja d'Aguia Branca.
Meias brancas e de la para
bomens e senboras e de cores para creancas.
Vende-se na loja d'Agnia Branca.
Talagarsa
Seda frouxa e toreal para bor*
dados.
Vende-sa na loja d'Agnia Branca._____________
Lindos leqties.
A loja da aguia braoca roa Duque de Culas
n. 50, receben lindos leqnes de sndalo ornados
com lantijolas de ac e donradas, obras de novida-
de e apurado posto.
TAIIOVIIA
DE
VWATO DE MOURA MATTOS
Nova edifo correcta.
Esta taboada organisada nos nltimos ancos da vi-
da do autor, ge reeommenda tanto pela concisao e
justeza do'meibodo.^orao pela clareza oa expliea-
(o do systema de pesos e medidas o qae valtu a
adopcao expentanea pela Instrucgo publica da
provincia. Estando ba muito esguiada a primeira
edicfo, mandaram iucontioenla os editores fazer
ama nova iropresso, qne est a venda oa Irvra-
ra Universal, ra do Imperalor n. 54. ootr'ora
esquina do Collegio.
A 1,500 rs.
Vende-se dazias de sabonetes inglezes pelo ba-
rato prec.0 de 1J900 a dozia: venham roa do
Mrquez de OJioda, antiga Cadeia, n. 50 A, Ioja de
taiaJezas.
'M
?**>
ERNESTO & LEOPOLDO
N. 2 D Ra do Cahiga N. 2 D
Acha-se montado de forma tal este estabelecimenlo de ioias qae pode
vender ios seus numerosos freguezeg em gfosso e a retaibo e por pregos
mai resomidos visto que recebe de coala propria por todos s vaporea de
Europa. O gosto de desenlio de suas jotes o mais lindo do paiz das
modas, curo de lei, b litantes Terdadtros, esmeraldas, rabias, perolas,
turquezas, saphiras, coral rosa etc. etc. Obras.de prata do porto tanto
para igreja como para servico domestico Convidamos as xmaS. familia*
a visitarem o dito estabeiecimento todoa es dias at 9 bofas da ncii -.
Compra.se ouro, prata e pedras preciosas em obras velhas.
LOJA DE JOIAS
ESMERALDA
Acaba de ebegar a este estabeiecimento um importante sortimento de joias de
ouro, do melbor gosto e qualidade qae tem vtndo neste genero, como cassoletas de
nix cem lettrs de diamantes e pintaras finos, adereces e rucios aderemos com pedras
finas, etc. etc.
Ra do Catouga' d. 5.
Moreira Duarte & C.

ti1
i
Ba Duque de Caxias n. 29.
Os propietarios deste btm montado estrt>eIecimeDto 6cieotiaV respetavel publico dtsta provincia qae ve acham com um variado e completo serti-
mento e movis, tanto nacionaes como esirangeiros, sendo estes escolhidos por om dos
axteios qae se acha actualmente na Europa. O mesmo tem contrastado com os melhores
fabricantes daqaellecontinente as remessas das mais ricas mobilias feitas all.
Na oiliciua tem os mais habis artistas deste genero, e por isso pedem que ve-
nham visitar o estabelecmento, aonde encontrara a realidade do qae acabam de expr*
ue se pode examinar; ricas e completas mobilias de^acarand, mogno, faia, can-albo, a-
marello, etc, ricas e elegantes camas deja caranda, pao setim, amarello, etc., etc., gaarda
vestido de amarello, gaarda loaca de nogueira e de amarello coa lampo de pedra, apa-
radores dedtto dita, peti toilettes especialmente para farer a barba, toilettes de jaca-
randa, amarello, pedra, secreta- as da Jacaranda-e mognocus tortiras ae mogno, san-
tuarios, hears para bordar, fcercos, lavatorios com espelno, de pedra marmore e seus
pertences, cadeiras privadas, bids; etc., etc., e nwitos ontros artigos qne deixamos de
mencionar por sejicrnar enfadonbo
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ROVO E 6RARDE SORTIMENTO
FAZENDAS FINAS

LOJA DO CYNE
DE
FKIIIUM i LOPES
U R 01 lISPEAIRIZ E<
O grande sortimento de fazendas finas qne nll mmente rc^cotra s, qJ3- Ttini*
demos por precos que a todos admira, nos aniin- a cbamarmjs a alten 3> d ? is.'M'i-
numerosos fregoezes. certos de qjae n lb-s Fahar agrado e sinceridvlt dos tiac-
los, Outro sim os presos por qne I rea marcadas algnmas faieo-as s seriio naV
das a din' eiro.
Alpacas lisas acolxoadas rjjdroes lindos | todo escolhido a cap cao e por menos jm
a 5(Ki rs. o covado. [ em qualqoer nutra pirie
Ditas lavradas muito finas a 7CO, 800, Basquinas de seda ric?m ntc 'mfeitadas
e 900 rs. o covado. -20^000.
Ditas lisas bonitos padroes a 440 rs. O Meias para boc.cm. enhora e m?B3*
covado. *"de lo-ios os lamanhos e qnalidades.
lisos de cores diversas a 500 rs.
mi ti superior a 25800 e
Mritos
o covado.
Dito verSo
35000.
Bareges de 15a lindas cores para acabar
a 20, peciriii- ha.
Gaze de seda com lindos padroes p--ra
vestidos e veos boje moito em oso e p >r ta-
ratisHm i pweo.
Dita de se.ila com o assento branco e
bordado de cor muito proprio para soires!
a 20*000 o corte. a
Fil de seda branco. Dt > preto po^
menos prep que em outra parle.
loardanaro* rte iini'o a ir.
Ditos axo hiao>8 jrr. mies a G).
GaCbhtfZ a -35 para acabar.
Carnizas para h >m ns de ->> at 5<5.
Ditas bor Jadas finas a 64.
Ditas ditas para noivos a 10$.
Dt;s p ra rteninos a 2-$.
Colxas brancas g.a-d.s a 8$5r0, dilas *
o^Stn.
Ditas decores moito nperioresa M3tt->.
Mantiibas prelas de seda
H(5OO0,
A' duqueza a 12000.
A' brazileira a 130.
Recebemos o melbor sortimento de gros
denaple preto do melhnr f-biicanie france-
pois nesie geoero podemos garantir aos nos-' Bnf7rP
llrsmante de Hnbo a 2^200 dito a 25u;"
vara.
D'.lo dp Hg dao a l.700 metro.
A.oiioi-lj (e liubo de superior qual**
esmeralda de a 35" O a vara.
Dito d? algndSo a I J^-O1 i vara.
Habido* borda os muito finos.
Dit' s intremeios.
FnsfcBe h*anco mu;!o superior para roo
ra de meninos.
Golliiibas de esgni. bordadas para so
sosnnmerososfrfgiiezes que n5o lemos ri-
val, os presos sSo desde 1800 at 5:500
Groz de coi es da melhor qualid;.de e
presos razoaveis. :,-j8 os nr(^oe e t-manl-o*.
Setios decores dos meibores fabricantes; cortinados para camas de 80, 9,5 at 2f 5
del$a2800, "orari
Ditas Luvas frescas de Ji.uvin a 3^.
Tpeles tara guaniivo de salla para io-
Cambraia Victoria de 4$ at 80 a peca
de 8 I/2 varas.
Dita trausparente fina de 30500 at
O0COO
Mecejana, recebemos novamente esta lin-
Pannos a croch pira guaroigao de saa
muito baratos.
Para lnt>. Alpacas m rca esotoes^
prince/as b m\jun\ cbila preta, da pr-
ale, crep, I3.i prrta :i> a, que ludo Ttnde-
da cambraia qne leito o vestido parece urna, eos por um pr-co dim n-.:o.
Madapolo fnncez para 7 85 )J r0|
i I05OO a peca de 24 Js.
Dito inglez a 55 0 "Se 85 a pessa tm
24 Js..
Casemira para bimns e meninos de
dos padrees e por p-ec<>s baratisnav
Roupas feitas para horoen> gta s>
ment e no Cv.-ne se pode vesvl-'
seda, a peca tem 30 Js. e cusa 180 e
tiSC.
Saias de fastao e de mosselina para la-
tera 30,
Ditas j feitas a 40.
Ditas bordadas a 50500.
Ditas mais finas de 80 e 90.
Cbapeiinbas para senbora de palha de
Italia ricamente enfeitadas pelo baratissimo rato,
preco de 450. \ Anquinbas de r ina das mais m- Cambraias branca com listras bordadas'30 e 40.
a 80 Deixamos de annunciar muias cii'-
Chapeos de sol para senbora com forro de zendas por se lomar enfade nho e n>
seda meito fino. porque oeaoase* r.r.merosos fr-g-i -
Ditoa cabos de marfim. ssbem que o Cy>ne tem pi r sfi m i
Grinaldas para noivas Ticamente infei- barato, e d3j eDg^n?ratarfjrifHP. r :
tadas. *isso venbim ver as fazend-is de (>:-
Tos de blond, sedas brancas, popelinas s5o escolhida* a capricho a
64 Ra da Imperatriz 64
FIGIMREDO ft LOPES.
Grande sitio a vench em Pe-
dras de Yogo
Vende se om sitio oas lasmediagoes de Pedras
de Fogo, do lanar denominadoFigaeiredo, com
ama grande e boa casa de vvenla de tijollo, boa
estribara lambtm de lijoilo, algamas arvores
(rnctifer. s. baixa para capim, agade principiado,
e imroeoso terreno qae offerece propor^OS para
se trabalhar eonstaritemente com 5 oa 6 ejixadss.
O sitio tica annexo ao de Joo da Caoba e outro?,
e o terreno do mesno foreiro. Quero o quizer
comprar peder dirigir-se ao proprietario do mes-
mo, mofador do ecgetbo Taqoara da freguezia de
IgaarMf.
Alerta !.
Ojhem e vejam.
Reparem bem qae na rna do Imperador n. 24
est collocado um larnpio qae se aceode noute
e tem osegninte distico iCcnreitaria do Campos.
Naqaella casa esta eatabeleeida ama confeitaria,
pastelaria, conservaria e culin; ria, alera de todo
mais qne pror.no para urna boa mesa ; de or-
le que, se ama pe;soa tem ama visita inexperada,
nio tem mais do qae ir on mandar aquella esta-
beiecimento ; pois all encontrar sempre, oa per-
qae esteja prompto, oa porque se aproroptara
com a mior brevidade, e segante :
Un lanebe opparo.
Urna sobremesa variada.
Urna merenda agradavel-
Por esta forma j ningaem se deve vezar por
ama visita que nao se tez esperar, pois os prepa-
ratorios da Confitara do Campo?, tem capricha-
do em bem servir a todos qae os tem honrado
com snas freguezias e de certo nao aproveitar a
oecasio das pressas e atropellos para deixar de
servir aquelles qae rerorrerem Confeitaria do
Campos.
Violtos de todas as qnalidades. ^fif
Bordeanx em caixas e em barr*. M
Bonrgogne em caixa?, tinto e branco. S
Rheoo em caixas. Q
Mosel.'e em caixas. 'jbL
Porto ranito fino e velho, e barris.
Sberry em caixas.
Champagne, as mais celebres marcas.
Hungra em caixas.
Cognac, de todos os pregas, porm
verdadelro.
Cerveia preta e branca, ioglexa.
Cerveja da Prassia, marca Leis.
Licor Aya Pana. e
Armazem o. 18 roa do Bom Jess oa-
(r'ora ra da Cruz
i ama casa terrea em chlos pro-
de Mathias Perreira n. 36 em Omi-
na roa do Lima, em Santo Amaro
Sos, na ra
: tratar
D. 4.
Pe6es a Roca m bol e,
Realmente sSo engranados esses pe5es t enge-
Dbosa e distrahe multo eslt nova invenjo : .: na
Xgnoiia a raa Pague de Caxias n. i5.________
Mr las de lbl
A Magnolia roa Duque de Caxias n. 45 rece-
ben dessas meias, moito boas, e vende por menos
do qne em outra qaalquer parte ; a ellas, antes
qne setcabem.
Bom negocio
Vende-se ama urmaco e seuv pertences pro
pria para principiante e por mui'.o barata : ne
pateo do Terco o. 40.
A MAGNOLIA
Nao foi intilmente qae a Magni lia I rae
que de Caxias n. 43 i. escropnksa eteatka Ja
seas correspondentes ns-i diversas partes da F.--
ropa, porque acora tem a sitisfavj e ir r -
beodo seas pedidos, violo execaudos eom tac'
esmero e gorlo, qne se ufana em expc-los ;.--
eiaeao dos amantes do bom, tendo a eeUNB
serem pelos raesmos aprecanos.
A Magnolia, nao est descontente com a f;;-
guezia que tem adquerido em i:o poneo terpo, e
estorba se para muito mus ; vi>to qae tem c 3-
vicjlo de ser cemmoda oes p*e;os de seas trer-
cadorias, zelnza em bem servir a ana Iregazu t
abominar a care-tia.
Ao bello sexo com especiatidade. a Mago:..a
pede que venba ve la pessoalmente agora qne
recebido parte ". ?uas ence rameadas, e preten".
ser raz^avel nos presos totdo a certeza da BjM o
sapprir do que bom e razoavel.
A Magnolia, se se tem esmerado em ttr ma
lindissimo sortimento do qae ta de melhor ao
mundo das modas, por qae cao de-eja qne <
fregoezes sejam mal servidos eui cuira part*
com ebjectos de mo gesto : e assiuj apres:* >e
em mencionar algn?.
Bonitas golliohas e paabo?, traospareates e '.a-
pado?, fazenda muito Ana novidade.
Camisas, de linho moito floo, bordadas e |M-
prias para noivos.
Cbapos de vtlindo e pilba de Italia ultima oti-
la, para senbora e menira.
(Capellinas de cores e preta?, (oovidade)
Ricos erfeites para sed ora.
Bonitas fivelas de madreperola para eolccira
Metos adereces pretos, escoletas, voltas, ere:
brincos e rozetas de gosto moderno.
Variado sortimento de :apellas, booqnets e si-
pos de botes de flores de larangeira.
Flores de cores e preta para cbapos e cabal-
los.
Liobas de todos os nnrxeros para croch e iyp-
daio.
Chpeos de sd e bengallas com bonitos c*
de marlui.
Bonitos chapaos de sol pira cenhora.
Jarros transparentes para flores.
Ricos port Joias, port cundes e porl-moeij.
Bonitas caixiobas com perfamaria, propria para
presentes tendo disticos as tampas. .
Ditas ce m preparos para cosiera, ricaoMate al-
ienadas e com msica.
Bonecas, ricamente vestida?.
Lindas bolciobas de velludo, com (flojo ?-.;
costara e sem elle.
Albans para retratos con eom capa de madre-
perola, marfim, teso e madeira.
Livros de misss, cam capa de madreperla,
marm, sao e tartaruga.
Carteiras de chagrn, :om estojo ptra al|
beira.
Navalhas muito osa?, com cabo de marire >
tartaruga.
Grampos com flor de madreperola, novida.de.
Bonitas caixas de tartaruga para rap.
Sapatos de lia, bordados em lalafarca.
Camisas bordadas para Hornera.
SO* NA
MAGNOLIA
46Rna Duque de Caiiai46
DE
8A' LE1TO, FONCECA A C.
Arroz de casca
Saperior em saceos uiio graados : ees arca-
tens de Tasso Irmics t C.___________________
Vende-se nm carro americano mojto l*e,
elegante, bem pintado e forrado, com qaatro ae-
sentos: lea roa d Aerora i. 65.
-j


8
Divio dt Pernambuco Sabbado 20 da Abril d 1^2
E1
A
V

As colonias lo imperio brltau
nlco
O GOVERNO REPRCSENTATIVO NOS DOMINIOS
COLONIAES DA I.M.I. ATERRA.
(C- nolosfo,)
A primara na/ ons^nls q-se os colono""
teobam vito sobra negic;i>3 privativos a>
Rj-no-Uoi'l) ; os cokra.-.-, qoa c-alariam em
maraa,.reno v-iri:ir*--||iird-idc3 loeaas
em cuja pos se ja c sin >.
Noie-se bem qoe a s- ;,;a"o desse tfroble-
ma parece intrncido sciuie p>r nao ha-
ver na h.storia exempm do una naci eu-
ropea poasuidora de tantas colonias disper-
sas por t)das as mm remitas regies. A>
actuaes relaces eo'.re a Gra Bretanbi e es
es estabelecimentos distante] sao cordiaes
e a al cluosos.
Uoera-os nao somonte vnculos de paren-
tesco, seno tambem Mires-es pecuniarios.
A divi ia qua oneraa Eetropole pro eio das
guerras, pelas qaaes f arara adquiridos esses
longincuos dominios. Ha 40 anaos, tem-se
empregaio as colonias capitaes di nutro-
pole era somraa tal, que va!iam-si era...
2 500:0)0 fraacos as proprie ladea utlrama-
riaas que .ertence a a inglezes domi,liados
na Eoropa.
O ii'imeJro effeilo da sc-r.ar.igao seria dei-
xr o Reino-Uoido uaerado de todo o gra
vanle da divida pub-ji, e tomar aomosnio
passo os colosos Irib jtarios", como o s,i os
Irlandeses, do propietarios estrangeiros e
ausentes.
Nao e r-barga esta ccn?i Jerag.lo q ie a pa-
lavra separacao repita-sn cora frequencia,
sera, comtudo, causar abalo era a uns uera
a outros.
QiiaDdo os chonos qu'zorem emancipar
se devera os ministros da rainha, nao o ira
pedir por raeio da torga. Nest i, assim como
era rnuhos assumpto>, de.xara-se l-.var pela
inercia, regra presente de seu habitual pro-
cedimento, Alguns *o mais adiaote. A
uy3o entre nos e o; Australianos, dizia u-
timamente urna revista ioglezi, elstica:
n3o lucraremos era rurape-.a; ja agpra ne-
nbuma perda n is incommoda.
{Reuue de; Deux Monds.)
ATELEGRAPHK NA AMERICA.ECOD-
tramos em um diario tstrangeiro a seguiole
nntici:
Ac um companliia tele.'raphica intitula ta Ame-
rican Districl T-al-grapn Coropany, cojo fira
promover un servico t;!egrapniconos do-
micilios as condignas e para os usos se
guintes:
* as duas cidades de Nova-York e de
BrO'jka, que pira esse Qm sarao dividida*
em distnctos telegrapbioos, estele-er-se-
ho estages na razo de umi porcada dis
Iricto, as quaes corr accionistas por meio de (ios collocados nos
seus estabelecimentos ou nos lugares onde
teem negocio. A extremidad desses fios
ser adopta lo a ora appareiho que operar
por meio de uraa chave. Urna rotaco da
chave indicar que o subscriptor ou accio
nsta precisa de nm coramissionado, e tres
minutos depois o commiss'onado estar a>
domicilio* Duas rotagis da chave indica-
rao qua se precisa de am polica, e o fanc
cipoano appirecer tres minutos depois no
loca! onde sao precisos os seus servicos. A
qoota para este servico de 2 dollars e
meio por mez com o accrescirao de 73 cn-
timos por cada meia hora em que se em-
pregar o individno que forreo! imado. Quan-
toa polica, o servigo gratuito. >
IMPORTANTE PROCESSO.-Todos os
jornaes francezes fallam de om processo ira-
portante que corre so tribunal correccional
de L'lle, instaurado por fraudes coramlti
das nosf irne-imentos de firdamaotos d cal-
cado, feitos 30 exercilo do norte na ultima
guerra com a Prussia.
Sao 8 os aecusados : MennierSterlin, bel-
ga, rico negociante de pumos, e sua mu-
IherLober. e.x-ebefo do divisao da prefei-
tura do norte -Thorel, oficial maior da. ad
ministracoFrancisco Houz ebefe de tra
baino da intendencin militarH E. Moses,
e 11 rksoo, de LonlresMausfield de Nor-
thampton.
Nos dias 19, 20, 21 e 22 de ma--co fo
o julgamento. Comparecern) fj aecusados,
os 3 ing ezeg foram julgados a revea. Fo-
rm da las 43 testemunhas. Os fornecimen-
tos 'eitos por Meonier Sterlin elevavam-se
somma de francos i:508:0C0..........
(270:000f? 00.
Os conjuges Mecnier Sterlin e Lober op
pazeram a excepcao de incompetencia, o tri-
bunal rejeiiou a, mas os acensados appella
ram, ficanlo o julgaments addiado para 30
de abril.
Os occnszdos teem empregado todos os
moras para demor.ir a decisao desta causa.
No da 27 de marco coraecoa no tribunal
do Sena o julgameato de urna aeco crimi-
na! por injuria e d ffamaco inlenttda pelo
general Tbrocha contra Mr Villemessan, e
Mr. Vitn, o primeiro, proprietario e o se-
gundo redactor do jornal Fgaro Den mo-
tivo a este processo a pcibcaco de dos
artigos, que imputavam ao qneixoso fados
praticados no exercicio dis snas fonecoes,
ofl .nMvos da sua honra e consideraejio. Os
acensado ollereceram-se a provar peranle
o jury a materia dos artigos publcalos.
O CABELLO.Do estudo que um sabio
aliemo fez sobre o cabello, durante annos,
se conrfae oque va ler-se.
Urna cabeca regular de homem tem cerca
de 844:000 cabe.los, e a da mulher 622:000.
As cabeca1* louras contm maior numero de
cabellos que as, de cores escoras. As pri
meira ariam entre 720:000 e 935:000 ca
bellos: as segundas 512:000 e 780:000.
As principaes cansas physicas da perda
do cabello sSo : O abuso da agoa sobre-
- todo qoando o cabello permaneca por tem-
po ensopado ; o oso de agoa salobra e o dos
cosmticos, pomadas e o eos; o costante
de cossar a cabeca, e de levantar o cabello
quando se l, estuda oo medita ; a luz do
gaz prxima a cabeca; e o uso de pentes
baratos feitos de massa,, que queimam o
cabe!I >.
Para conservar em bom estado es?e im-
portante enfoite di phy'sionomia, convem ob-
servar estas presc'ipc5es -^-Pentear-se ao
levantar com om pente bempolido de bu
falo, at que o cabello fique lostroso; osar
agua lmpida e potivel com moderacao, e
um pouco de oleo de ameadoas d .ees, nao
diariamente, e apenas par tirar a aspereza
que produz a agua.
Limpar bem com o pet.ta antes de o-
melecer a cabeca quando se necessita li-
vral-a do p que se apanha do transito das
ruis mac-adaraisadjs, estradas, etc.
CAMILOS DE FERRO NA RUSS1A.-
Tratando da constroccSo rpida dos caml
nhos Je firrt militares na Rossia-um jornal
que temos presente escreve o seguate:
O go ero russo tem tomado desde
I80-medidas para firmar e instruir com-
pletrnento um pessoal militar apto para re
ararj explorar e ''estruir os caminhos de
ferro Pata cs;e fira. foram confiados aos
a :a.inistadores dos caminos de ferro des-
tacamento para serem instruidos em tudo
qua:ito diz respeito quee servico. Em
agosto de 1871, a nstruccao desses desta
cam -nlos liaba a duracSo de dois annos, e
depais resolveu-se que fossem experimenta
dos, reunindu-os para construirem o'um
prazo muilo curio omt pcrgSo de caminho
de ferro.
O problema consista em reunir, por
me > de um entroncamento, que compre-
hudesse cito v.rsies de exlenso, a linha
de S. Pelersburgo (seccSo de L'goro) de
Varsovia, partindo de S. Pelersburgo (nove
verstes). Em cada exiremidade da linha
leviam estabelecer-se estag5es. O Ierren .
ass iz favoravel, era em geral unido em cor-
tos ponto mais embaracosos.
i .Muitos eogeobelros, no numero dos
qoaes se contavj Mr. Ch;chkol, au'.or de
um ralada sobre caminho3 de ferro milita-
r. Sj foram mandados aggregar ao genera!
Aooenkof encarregido da direcgo dos tra-
ballus. Maa-laram-se tambera de S. Pe-
terburgo : I8, tresofiieiaes doeslado-maior
g neral addidos ao estado do transporte de
tropas, e oito officiaes ecolhidos tntre
aqielles qo-, era yirtude de urna deciso
ministerial, foram destacados em 1869, para
se oceuparem do servico dos caminhos de
ferro, e a!m de>tes, os ebefes de estaca';
2., ,um certo numero de erapregados do
telegrjpho. *
O primeiro batalbio de engenheiros de
reserva, e a 22.* divisa > de infamara, des-
ticada das trepas de manobra, foram desig-
nados pa a a execucao dos trabalhos. O
batalloso de eogeuheiros foi formado em dois
meios batalhoas, addidos a cada urna das
duas ompanhias de caminho de ferro, para
dirigir as quacs foram mandados os teen-
tes coronis do e.-tado maior Barmio e Tbe-
repanof.
Apenas est>s destacamentos foram ins-
peccionados pelo ministro da geerra, fize-
ram-n'os marchar, um sobre Ligoro, e o ou-
tro para a ciad; de Karaenka, isto as
extremidades da linba a construir.
t Os irabalhos comearan! a 28 de julho,
as quatro horas da ramba, naquelles dois
pontos. O trabalho dos primeiros dias foi
confiado .'rnente aos dois meios batallabas
cima indicados (ao todo 600 homens): a
22a divisan chegou nos dias 27 e 30. For-
neceu dois ragimentos para o lado de Li-
guro, aonde o seu traballi i comecou a 30 ;
o resto, para as bandas de Kamanka, aonde
o trabalho di infantera s commecou a
31.
a Pssados quatro dias, tinham-se obtido
os seguinles resultados : ? calcada do ca-
minho estava construida n'oma extenso de
6 verstes e meio, os ras collocados n'uma
exteos5o de 6 verstes e meio (2!667 me-
tros). Junto de Kamraka achava-se esta-
belecida urna estago.
c A 4 de agosto no faltavam raais do
que 60 ragnes (128 metros) da caminho
para concluir; tinba se concluido urna pon-
te prximo de Ligoro, a gacio das duas
partes do caminho foi executada no raesmo
da. A duraco dos trabalhos na) durou
por tanto mais de sete das. E teria sido
menor, se os trabalhadores d3 infantera
da i2* diviaio livessera tonado parte nelles
desde o dia 28 de julho,
t Ao terceiro dia de trabalho, os trans-
portes de material puderam fazerse em to-
dos os pomos da liaba j construidos. Des
de 5 at 11 de agosto realisaram-se os tra-
ba hos accessorios para a coocluso. O im-
perador da Russia, que tinha visitado os
trabalhos a 31 do jolho, parcorreu de covo
a linha a 1. de agosto, e decidi que se
tornasse permanente, como communicaejio
entr.3 Psarsko-Selo, Peterkoff e Kxasoe-
Salo. *
t()pr(,) iota! da linha- cuja extenso de
verstes 23 (9:246 metros), foi.compreben-
dendo todas as despezas a compras de ter-
reno, de 150:000 rublos, e produz 17:300
rublos ( l3:o00#0CO pouco mais ou me-
nos ), como preco medio de verstes (1:107
metros).
t E eis aqoi o que fez a Russia. E'
intil accrencentar qde a manaira por
que se proceden a estes trabalhos, 9 a
promptdo com que se concluirn, maravi-
Ihou os homens da scieocia n5o s na
Franca, como na Aliemanha.
FRANQA.O Jornal Oficial publicou a
a seguate le, ltimamente votada pela as
sembla nacional :
c Artigo :." Toda a as3ociac2o interna
cional, que, com qualquer denominaco que
seja, e especialmen e com as de associaco
internacional de operarios, tiver por fim
provocar a suspensao do trbala >, a abol-
Cao do direito de pn priedade, da familia,
da patria, da religiio, ou do livre exercicio
dos cultos, constituir s pelo (acto da sua
existencia e de su:s ramiicacoea no terri
torio francez, um attentado contra a paz pu-
blica.
< Art. 2. Todo o trancez, que depois
da p.-omu'gag.o da prsenle lei, se filiar ou
praticar acto de filiado na : sso'iacao inter-
nacional dos operarios, ou em qualquer ou-
tra associaco que professe as doutrinas e
tenha o mesmo fim, ser pon lo com pri-
zao de tres mezes a dois annos, e em ama
multa de cincoenta mil francos. Poder
tambem ser privado de lodos os seus direi
tos cvicos, civis e de familia enumerados
no artigo 44 do cdigo penal, dorante cinco
anuos o mnimo, e dezo mximo.
i O estrangeiros que se filiar em Franca,
ou praticar acto de filiado, ser ponido com
penas idnticas pela presente lei.
Art. 3 A pena de pris3o poder ser
elevada a cinco annos, e a de malta a dois
mil francos a respeito de todos, fran:ez n
estrangeiro que livarem accitado fuuccoas
de qualquer natureza em urna dessas asso-
ciacas, ou que tiverem scieatemente con-
corrido para o seu desenvolvimento, ou re
cebendo on provocando era aeu proveito
subscriptas, oo proearando-lbe adhesSes
collectlvas on individuaes, ou finalmente
propagando as soas doutrinas, os seos es-
tatal os ou as snas circulares.
c Podero alera disso ser mandados pe-
ranto os tribunaes correccionaes, a contar
da expiado da pena, sob a vigilancia da
alta polica, por espaco de cinco annoi O
mnimo, edez anaos o mximo.
Todo o francez' a que se a
ragrapho precdante ficar, dotante o Mes-
mo tempo, soj -ito as madidas de polica
applicaveis aos estrangeiros, na cooformi
dade dos artigos 7* e 8o da lei de dezembro
de 1849.
c Art. 4." Sr2o ponidos cota um anoo
a seis mezes de prisao^ com urna mufla de
50 a 5)J francos, aquellos qua tiferem
prestado oo alugaJo directamente unf local
para urna oo mais reanies de urna -parte
ou scelo qualqier das aiSociagSes cima
mencionadas, todo sem paejoizo das penas
mais graves que forem applicaveis, na con-
formidade do cadigo peoal, aos crines e
delicies de qualquer natureza de que >e
possam ter tornado culpados, anda mesmo
como cmplices, os presos de que se fas
mencao na presente lei. t
< Ar. ." O artigo 433 do cdigo pa-
nal poder ser applicado, qqanto s pena
de prisra e de multa pronunciadas pe je
artigos precedentes.
t Art. 6. As disposigas do cdigo pe-
nal e as das leis anteriores, as quaes n3o
sao derrogadas pela presente lei, continua-
r a lar a sua execoc5o.
A presente lei ser publicada e afonda
em todas as communas.
MISGELANIA ESTRANGEIRA.
Falleceu era Genebra o celebre naturalis-
ta Francois Julio Pictet, um dos naais di
tractos zologos modernos, antor da um tra-
tado de Paleontologa qua se julga supe-
rior a quaato se tem escripto neste genero.
Era professor da academia de Genebra, de-
putad i ao conseibo nacional. Disponba de
uraa grande fortuna, e gosava de grande
reputaco de homoto de conselho sobre os
negocios pblicos.
O ex-imperador dos fraucezes, segan-
do refere o World, jornal dos Esiados-UaP
dos, venden agn all companhia telegra-
pbca de Ooest-Union ama grande propine-
dade. O imperador tinha adquirido este im-
movel situado entrada de Broodway em
Nova York por 480 mil dollars, venden o
agora por 840 mil dollars.
No dia 16 de marco devia celebrar-
se a ceremonia da transladacio dos restos
da Alexandre Domas de Puy para Vdlers-
Cotterets. Estavam preparados discursos
para ento serem radiados. Alexandre Do-
mas, filho, fal aria na qualidade de presi-
dente da sociedade dos autores dramticos.
** A recento publicacjio das obras com-
pletas de Lavoisier excitou a colera de um
chimico allemSo, Mr. Koelbe, antigo e im-
placavel adversario da grandeza scieatiflea
da Franc. Mr. Koelbe em. urna revista
escreveu qae Lavoisier nao passara de um
chiraico ditillante, um curioso coio mrito
est abaixo do mais obscuro professor .de
qualquer universidade da Aliemanha. A so-
ciedade coimica de S. Pelersburgo protes-
tou solemnemento contra este igoobil em
panho de desconsiderar um grande oome, e
dirigi o seu protesto sociedade chimica
de Barlim. da qual o proprio Mr. Koelbe
faz pane. Este rompen em novas injurias
contra os cbimcos francezes, e as snas
declarares tambem agora associou os cai
micos da Russia. O (om que n'este caso a
sociedade chimica de Berlim assumio forgoo
Mr koelbe a dar suaxlemiss.0 que sem
demora lbe foi acceita.
Descobriram-se ltimamente as actas
das stssoes secretas da communa at 20 de
m io. N'esta ultima sesslo foi que se vo-
tou o incendio das Tu'.berias e da casa da
cmara. Estes curiosos documentos, en-
contrados em urna caixa de madeira no do-
micilio de um dos prenles mais prximos
de Greslier, estavam oceultos debaixo da
urna porcao de carvo de pedra. Foram
depositados no ministerio da guerra, porem
estavam-se tirando copias d'elles para serem
enviados aos secretarios dos conselbos de
gnerra.
No dia"22 de marco houveram novo,
distarbios na escola de medicina de Pars.
O professor Dolboau leve da sabir da aula
em consequencia das vociferares dos esto-
dantes, e foi nacessario collocar urna gran
de forca de gendarmera no pateo, onde se
ellectoaram algumas prisoes. As iges de
patologa foram suspensas. Parece que di-
versos diputados tratavam de interpellar o
m nistro da iastrucco publica acerca d'estas
desordena.
No dia 22 de marco, aniversario do
nascimento do imperador Gulherme, rece-
beu elie, por esse motivo, as felicitacoes dos
membros da fami.ia real, dos grandes dig-
nataj os da corle, dos principes e dos mi-
nistros. A cidade esteve embandeirada e
noule bonve i! ominagao.
Segundo refore um telegramma de
Berne, o conselho federal mandn desmen-
tir a noticia de que o governo francez ped
ra que fossem internados os refugiados da
communa que se achara em Genova.
JURISPRUDENCIA.
A jurisprudencia civil no Chile.
I
Habituados, por tres seculos, a conside-
rar a Europa como a sede suprema da au
loridade, o foco da luz, o centro impulsor
de todo o movimento e vida social, nao
de estrachar-se que anda boje lbe preste
mos exclusiva alinelo, preterindo o esta-
do dos povos nossos conten aneos.
Entretanto certo que, se raoito .ha a
aproveilar-se da cultura scientifca e indus-
trial da Europa, pouco ha da sua orgaoisa-
gao social que merega a sympathia attengo
dos povos americanos.
Com eleito, qae espectculo aos offerece
boje a Europa ?...
O arbitrio,' symbolisado pela espada, a
esladear-se insolente ; oo, mascando pelo
parlamentarismo, a sophismar a consciencia
publica. -,:
Os rancores tradicionaes e mplacaveis das
ragas a proferirem o vot vkiis do brenn
grolez, como a lei suprema das relagoas
internacionaes.
Aqoi a apathia servil do moujik ; all os
bramidos subterrneos dos volcos popula
res em perenne ebuligSo.
Por toda a parte a auachrooica vaidade
da aristocracia decidua ; a spera cobiga da
burguezia pcanba; as convulsoes do pro-
letariado a agonisarde fome.
as crencas o fanatismo religioso e o fe-
tichismo poltico, ou o nihilismo philoso-
pbico e social. ,
ir-se-lna que assstimos s angustiosas
scenas de urna civilisago a desmoronar-so:
]ae o fanstrecht vai de novo imperar, como
aos lempos caliginosos de outt'oia; qae a
-*--------- -----------------------------------------
cenmba ao en torpee i manto e dis-
cao da decrepitu Je.
tro o espectculo que aos offerecs a
FAmerica.
Parece-nos assistir aurora de noro
mundo que emerge do eterno cabos
Na natureza, como ni sociedade, aqoi
ludo joven, forte, grande, ex iberante
de riqueza e de vida.
Ao desprender-so da placala, o iufrate
aspi.a a l.berdade na aurora nial ; e em
s.u primairo balbuc ir airraa a propria
autonoma, udepandancia e d.miada
moral.
Na America, viver ser livre e iudep la-
dele.
O continente de Colombo nao prolon-
gago do vdlho continenla ; era a civilisa-
C5o enropia.
E' sim nova phase da vida da humaoida-
de ; um passo avante do As havaro collec-
tvo em aeu pereuue peregrinar atr.ivez dos
seculos.
S b os iofl ixos da natureza americana, os
elemantos da civilisag^o europea entim era
novas combiaaces. e se maaifestnn so m
tancialmonie transformados.
Se urna ou outra vez o arbitho ujso os-
tentir-se n^ poder, o sed dominio sempre
epbemero : porque todo o organismo so-
cial tende a expellir; esse virus deieterio,
herdado das tnetropoles.
O antagonismo das ragas entre nos nao
tero razo de ser; porque os povos am ri-
canos slo formulas sy.itheti :as era qoe se
barra misa.i ese fian 1,-m todas as race.
Eotra nos nao exist-ma aristocracia, ego-
stica burguezia, esfaimada prolelariai)>>.
Iti s e por toda a parte cidados livres,
iguaeicooscianies do seu diretj e da sua
torga.
Eotretaoto compra confessa-lo, i frater-
nidade americana nao tem sido alimentada
e desenvolvida como devora lar sido.
i) grande principio da soiidariedade das
CtH americanas, robora escripto era to-
das as conscieocias, sin.la noesi firmado
nos fados.
A senil Europa anda nutre .imbiciosas
aspiragas sobre o solo livre da America.
Nao ha muito o Mxico foi invadido palo
hroe da Matz, o Pert e oCbiie devastados
pelo almirante suicida; e aiuda hoja Coba
sangra sob os punhaes dos gloriosos iQcces-
soras do Cidos infanticidas.
Cada vez que a mo da Europa pe;a so-
bre algum do3 nossos rmos a America in-
taira convulsa, desde os galos polares das
regios rcticas, al a ilba vu'canica de sen
extremo meridional; mas a sua graade es-
pa a nao se dcs:rabainba pira allirraar a
soi sjlidariedade fraternal.
E', sem duv.da, porqua, coaceotrada a
sua forca vital as elaboragts in-
ternas do seu organismo, as jovens nagas
americanas uo tem dedicado a sua alteu-
cao a se estudarem reciprocaahiote, a se
conhecerem intlmiraea'.e, a aiqoirirera a
consciencia da harmona das soas ideas e
sentimentos, dos seus rnteresses e destinos.
II
J tempo, porm, que coraece este es-
to li ; que cesse esta estado de segregaco
moral; que se trate de enfeixar os elemen-
tos que de vera constituir unidade da ci-
vHi-^acSo americana.
Para esta obra generosa e monumental
compraz-noi concorrer, na exigua medida
de nossas fon^s, procuraodo divulgar entre
nos o conhecimento do direito e jur.spru-
dencia chilena.
O esludo das leis quo regera as relagas
recipocasdos individuos; que dafin.m os
modos por que ellas se gero ou se exiin-
guem, por certo, o meio mais seguro
para so penetrar na vida iatima dos povos.
Esie trabalho, por sua natmeza dirficili-
mo, muito se simplifica em relacao ao Chile,
visto achar-se codificada a sua bgislago
civil.
O povo chileno comprehendeu que nao
conviuha sua d|0oldaoe e aos seus inte-
resas continuar a rega.-se pela antiquada
legi'sUcao da metropoleo Fuero Jtugo, as
Siete Partidas, o Fuero Real ij Let/s del s-
tilo, e a VetMftflM Recopilacin; que precisa-
va da novo codig que eslivesse ao par da
suas inslituices polticas, de suas necees!*
dadas econmicas, de sua iadole ameri-
cana.
Foi ao Ilustrado Sr. Balio, primeiro re-
tor da uuiversidade do Chile que coabe a
honra do cdigo civil.
Revisto e emendado por urna commiss)
de jurisconsultos, foi este projaclo appro-
vado pelo congresso nacional, protna gado
pelo presidente da repblica, o Sr. Maooel
Montt, como lei da repblica, e posto em
execugao desda o 1. de Janeiro de 1857.
Antes de encetaruios o esludo daste im-
portante monumento legislativo, observare-
mos que, alera do Chile, o Per, a Bolivia,
o Ecuador, Nicaragua, o Uruguay, a Repu-
biici Argentina j Ira aonos possoem o seu
cdigo civil.
Entretanto nos ainda nes regamos pelas
ordenages Philippiuas, promulgadas em
60J, e pelo acervo informe de leis incohe-
rentes, aniitbeticas, gera nadas, confusas e
incompletas, pela mxima parte publicadas
dorante o periodo colonial, e algumas ainda
anttii res a essas ordenages.
Para aquilatar mos o mrito desta legis-
lagao, as-s Iembrar qae as ordenages
turara oficialmente vilipendiadas e laxadas
de intempestivas, superfinas e machinadas
por astutos e infieis compiladores (lei di
25 de maio de 1773, 2., e de 16 de Ja-
neiro de 1775 )", e que.o mesmo Portugal
j repudiou essa legisJacSo, adoptando novo
cdigo.
Porventura falta ao nosso governo capa-
cdade para comprebender esta grande ne
ceisiddde publica, oo empenbo para salis-
faze-la, vito que iranscende a rbita do in-
teresse.pessoahe do patronato 1
111.
O cdigo civil do Chile, comjuanto nao
se poasa considerar perfeito, no nosso
entender, um dos trabalhos desia ordem
que inelhor barmonisa as exigencias da
scien ia com as nacossidades praticas do
foro.
Sj por um lado afastou-se da classiQca-
go tripartita de Gaio, aue Bloudeau e ou-
tros jurisconsultos fzem remontar a Servio
Sulpicio, por outro soube evitar os melho-
dos arbitrarios, como os de Wulleio, Con-
rado Lago Connaoo, Virgilio, Althusio,'Do-
mal e de alguns modernos cdigos, entre
os quaes merece especial meng3o o de Por-
tugal.
Com effeilo, o methodo por elle adoptado,
que se approxima ao de Savigoy e d s mo-
derno.' jurisconsultos allem3es, incontes-
tavelmante o mais racional e o de maior
commodidade pratica.
Aceitando os doas primeiros membros da
il,.
classificacio da Gaio, ojus personarum e
o ejus rerum, subslitue o terceiro, o jus
actionum, pelo tratado das obrigages e dos
contratos e completa a classidcago pela
adjonecao da um quarto meaibroo trau-
do das success5;s causa moitis; preceden
do o to >o carias nog s preliminares que
fazem o ubjeelo de titulo especial.
Pem seguinte modo achim-se, em resu-
mo, distribuidas as materias deste cdigo
TITULO PMLUUUR.
Dt lei, sua promalgigo, effeitos, iaier
pretago techoologa e revogago.
L>vro primeiro. .
Das pessoan em relago sua nacioaali-
dade domicilio, principio e fira de sua exis-
tencia ; das rengos, de familia, esp rasaes
matrimonio, patrio poder, direitos dus con-
juges, dos pas e filhos; das tutelas e cu-
ralea,, e das pessoasjurdicas.
Livro segundo.
Dos bens e sua diviso em corpreos e
incorpreos do dominio e dos varios modos
da adqiiii i -lo a occepago, a accoss3o, a
tradi;3o; da posee, soas especies, molo de
adquir-la u p;r:e-!a ; do dominio limi.ado
o fidei-conaraisso, o uso fracto, o aso e
bjbiugo e as ser vi o oes; das aegos que
nascera do domiui e d i posse.
Livro terceiro.
Das successes causa monis e da doago
inter vivos; nog9s geraes ; successo ab
atstalo ; solemnidaaea e eipacies da tes-
tamento ; institoicSo por titulo universal e
singular ; direito de accrescer ; substitu-
gS ; inslituices toreadas ; rtireito de .des-
uardar ; revoga;ao e lefoiiua doa testamen-
tos ; abertura da accessSo, sua aoeiUgo,
repadio e i .veiU.'io ; execugao d s tes.a-
mentos; carias de consciencia: pntilh pagara aura de dividas hereditarias e tasla-
meotanasDoagas inter vivos.
L:vro guara.
Das obrigacta era geral e dos contratos;
oogas g3raes, actos e declarages de von-
tade, diversas especies das obrigages civis
naturaes, coodicioaaes e molaes, obriga
goea a prazj), alternativas, faculialivas, de
genero, solidarias ; divisiveis e inlivisiveis,
cora ca asa la penal elleilo das obrigaces,
mlarpret;icao dos cootratos, medos de se
extmguirera as obrigages, sologo, novago
jemi sao, corapensago, confuso, perda da
ousa devida, nolddade e resctso, prova
ias obrigigot>, estipulages malrimomaes
e iocedade conjugal,, compra e venda,
permuta, cesso de direitos, arrendaraeoto,
tanso, sociedade, mandato, coramodato,
mu ira, deposito e sequestro, contratos
aleatorios. qua contratos, delictos e quasi
delictos, fiaoga, penhor, hvpotbeca, anti-cr.-
ses, traosaego, prelago de crditos e pres-
cripgo adquisitiva e extractiva.
Por esta simles nomenclatura se pode
ver como o cdigo chileno comprebeade em
saa rbita lodas as materias proprias do
direito civil; bem como os pontos em que
se conforma com a ciassificago scientifica
ou della se atasta.
Cuxnpre, porm, que entremos om mais
individuada apreciago.
IV.
A materia da titulo preliminar nada tem
de peculiar ao direilo civil e, pelo contrario,
comraum a elle e aos demais ramos de
dirdito (invado e publico.
Entretanto, sirvam da attenuanie ao le-
gislador chileno os precedentes abados pe-
los cdigos da Fraoga e de ootras nagas
modernas.
Tambera as compilagas justinianoas oc
copara os seus primeiros ttulos com anlo-
ga materia, mas essas compilagas nao
teem exclusivamente em vista o direito
civil.
Nao coatestamos, porm, a necessidade
e o acert, em geral, das disposiges conti-
das neste titulo. Apenas ponderamos que,
melhor cabidas serian em urna lei especial,
pois que nao sao smenle applicaveis ao
cdigo' civil, e sim a todo comp'exo da le-
gisiago.
V.
Posto que o primeiro titulo do primeiro
livro se inscreva. Das pessoas em relago
sua nacionalidade e domicio. O legis-
lador chileno nao se propoz a defiuir as
condiges de nacionalidade, os modos de
adquiri-la ou perde-ia, limilando-se a reft-
rir-se con-tliuigo do Es ad>.
Sem duvida reconheceu que esta materia
pacular ao direito poltico e estranha ao
privado ; e se assim ascreveu esse titulo
foi smente para o fira de proclamar o gran
de principio deque nacionaes e estrangei-
ros gozam dos raasmos direitos civis.
As dispoaigas relativas ao domicilio, ao
coraego e fira da existencia ds pessoas sao
de grande valor tbeorico e pralico.
E ninguem melhor pode apreciar a sua
importancia dique nos, que deltas carece-
mos em nossa legislago patria; e por tal
motivo nos vemos forgados a recorrer ao
direito subsidiario romano.
A familia se acha slidamente constituida
sob a du la sanelo da religio e da lei
civil.
Paiz essencialmente eatholico, nao poda
o Chile deixar de acettar a ratenengo da
re igio na formarn do enlace matrimonial.
Entretanto, o Estado reserveu-se o direito
de negar-!ba os effeitos civis, em certos
casos, aiuda quando permitdo tenha elle
sido pelas autoridades ecclesiaslicas.
E' 8obreludo notavel, nao s que legali
sasse o casamento dos calholicos, como
que constituisse o sacerdote eatholico,, offi-
cial de registro civil, para testificar taes
casaraeatos, dispensando-os de outra qual-
o>ier solemaidade ou rito.
Comqnanto o cdigo recouliega o poder
marital e abla os privilegios do dote, pro-
cura melhorar, a muitos respeitos, a sorte
das maihores casadas, j autorisando a se
paragao de bens, ainda fura dos casos de
divorcio, j igualando os effeitos civis do
divorcio, j assegurando efficazmente a con
ser vaga, dos bens de raz da mulher em
poderdo mariio.
A maioridade civil ainJa se attinge, como
na lex plostoria, pela idade de 25 annos.
Aos 21 annos, porm, perrailtida a venia
etatis por decreto judicU ; e por virtu-
de da le ella concedida aos vares ca-
sados.
Admiitem-se tres especias da emancipa-
gao ,- a voluntaria, a legal e a judicial. A
primeira s ple ser coneedi a ao filho
adulto, com seu consentimeulo e autorisa-
gao do juiz. A segunda, entre on'.ros ca-
sos, tem lugar so pelo pffeito da idade
completa de 25 anuos.
Se neste ponto o direito patrio se avan-
taja ao chileno, apressando a poca da maio-
ridade, e collocando-a aos 2t annos, como
fazem os cdigos da Franca, Italia, Per,
Bolivia e outros, -lhe manifestamente infe
rior nj parte que fiel s tradijes fj? ro
atesmo considera o patrio poder como
constituido seolo e tdosivamenie, i o aseos
priocipal ftvor do pai. e permita
a ene abandoM qoaodo como qoiter,
oo mante lo radefoidamante alm da maio
ridade do filho.
Harmonisa se, porm, o odigo chileno
com a nossa actod legislacSo, flL0,0<'0 lorni
a filiacJo natural dapendante dd volonUrio
recoohacimenio paleroo ; entretanto, S>enos
severo do qae o cdigo francez que excloe*
completamente os filhos da indagago de
piteroidade, a permiti para, o fim de pe-
direra alimenuos aos pas, nao admitlindo,
porm, outra prova alm da confissio
destes.
A- tutelas e cratelas, testamentaria, le-
gil na e dativa, acbam-se largamente regu-
lamentadas.
Definem-se as diligencias e formalidad
que se dvem empregar aula; da dcferi-las;
os direitos dos tutores e curadores em re-
lago aos bens e pessoas d >s menores, dos
piodigos, dos dementes, dos surdos-mados
e dos ausentes; as incapacidades e escasas
dos tutores e curad res ; as remonaragas
que lea san devidas, os casos de sua re-
raogo.
A nogo de prodigolidade nao se acha no
estado vago e incerto em qu a de xou a
nossa or eoagS > liv. 4 til 103 : precisr-
iD-mte limitada aos casos repelidos de dek-
pidagoqae manifestem falta total depra-
leucia, taes como o jogo babiiual em que
searisquem porgas con3ideraveis de pa-
trimonio, doages avultadas, sem causa
adequada e gastos ruinosos.
Fmalm-mta, o ul.imo litlo deste livro
destinado a tratar das pesaoas jurdicas,
entre asqaiaes smente enumeraas cor-
pnrages e insttuiges da beneficencia pu-
blica.
Nao podia, porm, o legislador desco-
nliecer a existencia de oulra ordem de pes-
soas jurdicas, taes sao as de exisienci' ne-
cessaria, segundo a phrase de Savigny, o
Estado e suas divisea, consideradas como
capazas do direito Se, porm, as excluio da classiQcacio
foi por nao querer que a ellas se applicas-
sera as disposiges desla titulo, nam a cer-
tas classes da pessoas jurdicas qua expres-
samente designa.
Devemns ponderar que, embora pouco
desenvolvido seja este luolo, comprebeade
com tudo importantissrmas disposiges qae
faltam em nosso direito, e que somos tor-
ead s a pedir emprestadas ao romano.
VI
O segundo livro, destinado a tratar dos
bens, contera materia de grande valor, so-
bre que, tambem, em geral,. la.Ira o nosso
direito.
Observamos, que o legislador, determi
oando que a tradico dos baas immoveis e
direiios reaes, menos o de servidlo, se
faga por ioscripgSo no registro publico, tere
emvisla dar o devido complemento ao sis-
tema hypoibecario, j eslabelecido por leis
anteriores.
Felizmente esta publica necessidade ji
fai entre nos satisfeila pela lei de 2' de se-
tembro de 1801 e regalamento de 26 de
abril de 1805, que organisao o registro ge-
ral das hypithecas. e regulara a especialisa-
gao e inscripgl> destas, a traoscnpgo dos
.lulos de iransmis-o dos imnoveis, etc.
NSa smente se acham no cdigo chileno
largamente tratadas as queslas relativas ao
dominio e aos meios de adqniri-lo, cono
tambera as qae se referem posse e aos
meios de adquiri-la e perde-la.
Entretanto dovemos notar que, em mal-
los pontos, este cdigo se afasia do direilo
rraino, tanto na sua nomenclatura, como
nis suas disposiges.
Asskn, as expresses posse nafra/,
jurdica, civil, sao ahi substituidas por
posse regular e irregular.
Os le commissos, posto que a' olidos
em alguns cdigos modernos, sao aqoi man
t dos ; mas, alten lendo-se necessidade de
facilitar a ci.-colago das riqaezas, prohban-
se dous fidei commissos, como doos usa-
frectos successivos.
Os ju a in re, sobre que o nosso direito
tambera, era geral, o o sso, acbam-se ahi
amplaraeate desenvolvidos, seguiado-se, po-
rm, quasi fielmente o cdigo francs,
acerca das tervidas.
VII
A successo ab atstalo, qoe o objecto
do 3o livro. se rege por leis muilo differen-
tes das nossas.
Os filhos legtimos excluem lodos os ou-
tros herdei os, sem prejuizo, porm, da
porcao conjugal que dee caber ao marido
ou mulher sobrevivente.
Na falta de filhos legtimos se divide a
berenga em cinco parles, tr^s das quaes
cab;m aos ascendentes legtimos mais pr-
ximos, orna ao conjuga, e outra aos filhos
naturaes.
Na falta de descendentes e ascendentes
legtimos, a heranga se divide em tres par-
les, urna para os irmos legtimos, oo.tra
para o conjoge, e a terceira para os filbos
Datante.
Na falta de descendentes, ascendentes e
irmos legtimos, di videra se os bens igoal-
meote entre o conjugo e os filbos natu-
raes.
Na falta de todos estes succedem os col-
lateraes mais prximos al o 0 grao.
Mais simples e mais justo no notsu
entender, o systema da legislagio patria,
sobre os direitos Hereditarios.
Allende melhor, ao mesmo lempo, ia
justas especlativs dos membros da familia
e ao direito do proprietario, livre dispo-
sigao de seus bens.
Nem, entre oa, os fi:hos naturaea, de-
pois de egalmerate reconhecidos por seu*
pas, se a;ham collocados em to desnata-
josa posigo, qaaoto aos direitos heredi-
tarios.
Ha casos at em qoe estos direitos achira-
se to imperfeitamente definidos pelo cdi-
go chileno que, difiicilimo ser ao interpre-
te dar soluces seguras.
Assim, no caso de successlo intestada,
em qua ha irmos legtimos, conjuga e fi-
lbos naturaes, qual o quir. hio qoe a este
cabe 1
Em vista da letra do cdigo, diversassio
as soluces qoe se podem dar a esla qoas-
lao. M .
Mas. de crer-sa que a jurisprudencia
dos tribunaes baja Qxado a mais acertada
inlerpretaco deste ponto duvidoso.
Quaoto forma de testar reconhece o c-
digo doas solemnes o testamento abado
e o cerrado, e tres menos solemnes oo pri-
vilegiadaso testamento verbal, o militar e
o mariiimo.
{Confinar w *.)
TV*-DO mamo W4 WJMM1W PS AXtA


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