Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12637


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Full Text
I
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i*NO XLVi. NUMERO 88
2f8

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UU A CiPITll I LHGA1E3 OIDS IA0 SI PASA FOSO.
Por mi mu adiantadoi .................. 6)10)0
Por Mk diti klem .............. HWQO
Por na asno idem............ .......... 24J00O
* *da maero avniso .............. 990
- .-! -1 r.-1fc'
QUIlTi FEIRA 18 DE ABRIL DE 1812.
----------^i------------------1-----------------------------------------------------_
FA1A DXITIO I FOJLA DA FB07HCIA.
Por trea mezes idiaaudoi .- ,
Por leii ditoi dem. ....
Por novo ditos idem ....
Por am anuo dem .
.......
. fSHOt
. ionio
. *7#0W
DE PERMJ
Propriedade de Manoel Fgneira de Paria & Filhos.
A AOIITII:
O Sra. Gerardo Antonio Alvee Filhos, no Para ; Goacalve 4 Pinto, no Maranhio ; Joaqnim Jo6 de Olivin & Filho, no Geari ; Antonio de Lomos Braga, no Arecitj ; Jlo Mara Julio Chavea, no All ; Antonio Marinea da Si]va, noNalai; Joe Jaitino
Pereira d'Almeida, em Mamanguape; Augusto Gomes da Silva, na Parahjba; Antonio Jos Gomei, na Villa da Penha; Belaniino doa Santoi Bulcie, em Santo Ano; Domingo Jos da Costa Braga,
em Nazareth ; Antonio Ferreira de Agniar, em Goyanna ; Francino Tavarea da Cotia, em Alagoaa ; Dr. Jote Martina lveo, na Baha ; e Leite, Cerqninbo d C.
no Rio de Janeiro.

PAUTE OFFICIAL
Ministerio dos cstrangelros.
Trotado de eommercio cm o Paraguay.
(Con tin nagio)
Art. IB O- producios de toda a especie, impar-
t lo? directamente nos portos do Bra-il ou do Pa-
r u.y pelo? navios dd moa ou da oatra poteu-
Ci), palerio ser deapachaos para coa-uno, Uan-
Bit), reix jorl; gio, oa fiualmauta postosera deposi-
ta a voniade de mu djuis oa consignatar.os, sem
que pir i*so fl|uem sujetos a onrosou maiores
.:eilo3 de arraazoaagem, Vcrificagia, Qicalisa^>,
oa cairos encargos da c.siua uatureza, > gue
ajuillesjue estiverem sujaitis ai inercadarias
transportadas em oavijs n.icionaes.
Art. 17. As mercadorias de" qualquer espacie
que (oreai exportadas do Paraguay eai navios bra*
z:leiro, ou do flratil em navios paraguay os, na
seria suj titas a outros direitos era forra ilidade
de s.ihida do que aquellas que foreui raposos is
exportadas em navios nac onaea, e goairio, debai-
X) de urna ou de oatra baodeira, de todos os pre-
mio.', restituigao de direiti.saaou outros favores que
sao ou I jrera concedidos, ra cala uca dos doui
paiz:s, navegagio nacional.
Todavia exceplua-se da e-tipulagio precedente
0 asi pos a dizer respailo aos ioceutvus particu
lares ds que a pesca nacional ou vier a ser ob-
jeclo em um ou cairo paiz.
Art. 18. Os navios brazileiros que entrarem nos
['irlos d> Paraguay ou de les ssbirera, e os navios
paraguay is, na sua entrada ou sabida dos porbs
u > Brazil, ai) astari) sujeitos a direitos da aoo-
ragem, t uieligera pilotagem, bausa, caes, quaren-
tina, porto, pitaros ou outros que pesam sobre o
rasco da embarcarlo, diversos nem maiores do
q j i aquellas a que si) sujeitos ou forem sujeitos
os navios da naci mais favorecida.
Os d.reitos de navegagio, de tonalagara e outros
q fj sio percebidos na razio da capacilade do na
vio, serio cobrados, quinto aos navios brazileiros
nos portas do Paraguay, segando as declararles
enunciadas m manifest ou outros papis de bor-
do : a raesraa regra ser observada quanto aos
navios paraguayos nos portos do Brasil.
O favores oa fraaquizi<, que fazsm o objeclo
do prsenle artigo, nao se esiendem i quoia que
pagam ou deverao pagar os navios, em rano do
uso que fitem ou fara> dos molhai construidos
qasr por emprezas particulares, quer pelo estado ;
onseguiotemsote os navios de ambas as par s
contratantes deverao tkar sujeitos as condigojs
oa tarifas que si) ou forem flxadas pelos empre-
zirios oa pelo governo aos navios esirangeiros ;
guari meote a este respeiio das conces:5e>
(U(h)rftadas i na;io mais favorecida.
Art. 19. As alias parles contratantes, dssejando
promover e facilitara niveja;io a vapjr ntreos
(i-artos dos dous'paizes, quer directa qaer em tran-
sito pelos rios rie Pranse Parag'ay, eoncordam
em conceder s linhas^de vsporestbraileiros cu pa-
rjguayos qae se emprejarem no servido regular e
peridico de transportar pissageiros e mercado-
rias entre seus respectivos portos, lodos os favores
privilegios e franquezas qus tenham oulhorgado
ou venbam a outborgar a qualquer oulra linba
navegagio a vapor, e couvm em qae fijaem
de.-de ja garantidos a^s vapores subvencionados
pe!o governo brazileiro, que actualmente navegara
d: parlo de Mmlevido ao de Guiaba com escala
pelo de AssumpQao e outros intermediarios, os se
gaintes favores :
< 1* Serio isentos dos direitos de ancoragem,
tonslagsm e oatras psgas oa direitos impostas aos
navios mercantes. ,
2* Serio dispensados de dar entrada as alfan
degas ou reparii\;oiS liscaes do Paraguay em que
Djuem, para largar ou recuber passageirts, oini
vez ^ue nio tragara carga para esse porto, deven-
do a autoridade do lugar prestar se a visita-Ios,
djsle o na cer do sol at i 10 horas da noute du-
rante o eslo, e at as 9 horas da noute durante o
invern, e no aclo da visita a bordo, perraitlir o
de-embarque dos passageiros e de sua bagagem,
e declara-los desembarazados para seguir via-
gIU.
o" Xos portos para os quaes trouxorem cirga,
sarao admittidos i immediata descarga pelo seu
manifest, e a despacharem nova carga que hajam
de recebar sera fiaren) sojiitos a escala, tendo
3sim prefereacia sobre quaesquer outros navios,
e tamben: todas as demais franquezas que
nao sejam contrarias as leis da repblica ;
4* Ser-Ihes-ha permettido serem visitados, finia
a descarga, com o resto tes sobresalentes a bor-
do, sem obrigaejb de depo3i 5* Poderao sabir dos portos paraguayos a qual-
qaer hora da dia oa da nouti, observados os re-
gulamsntos para a po'.fcia dos porto3.
6* Serio isentos de direitos pelo carvio impor-
tado para o seu consumo, e os navios qae trooxe
rem esse carvio serio isentos dos direitos de an-
coragem, toaelagem, registro e guindagem, quanda
sabirem em lastro.
Art. 20. Serio consideradas embarcares bra-
zileiras nos portos do Paraguay e embareacoas pa-
rsifayis neo portos do Brasil aquellas que forem
1 .-.-suidas, tripo'.adas e navegadas, segundo as leis
dos respectivos paizes.
Ar.tSl. Os navios brazileiros no Paraguay e re-
ciprocamenti os navios paraguayos no Brasil, po-
Uerio descarregar smente nma parte do seu car-
regamento no primeiro porto que entrarem, e de-
pais dieiglr-se a outros pontos do mesrao estado,
rom o resta do seu carregamento para descarre-
jia-lo sem pagar em cada nm dos portos outros
uem mais elevados direitos do qae aquellas que
podsriam pagar os navios oacionaes em cirenms-
nnias an.hgas : o meirao prioc pi ser applica-
do ao eommercio de escala destinado a completar
us carregaraeutoa de retorno.
Art. 12 As altas partes contratantes concordara
em qu) as disposiSes do presente tratado nio se-
jam consideradas applicaveis navegara) de ca-
botagem, ist) qae te efhctaar entre dons por-
tas situados ambos no t-rritono de urna dellas ;
coo-eguiniemeate esla navegacio ser regalada
pelas leis peculiares dea tbos os Esta los.
Todava, se urna das alus partes contratantes,
derogando d seos direitos de navegicio relativos
caboiagem, conceder a urna terceira potencia o
tieneflciodessa oavegagio a oulra poder recia
mar o mesmo benefhio, g-aluitamente se a :on-
cessio honver sido gratuita, ou mediante ama
nrapensacio equivalente se a concesso houver
sido condicional.
Art. 13. Em tuda quanto diz respeito a eolio-
eacio dos navios, seu carregamento e descarga nos
partos, bahas, enseadas e ancoradourua dos dou,
Estados; ao uso dos armazens publicas, balancas
giundas'.es e outros semeliantes mecanismos, e era
gsral quantc a todas as f^rmal'.dades de ordttn e
dd polica a qae possam estar sageiloi os navios
da eommercio, suas inpclaces e carregamentos,
nio sera concedido aos navios nacionaes em cada
n-m dos 3 eaUdos, privilegio oa favor alguna qui
o nio saja igualmente aos navios de oo'.ro estado
dado a vontade das avilas partes contratantes qie
a eiae rosptito os navios brasileiros e paraguayos
sejam tratadas sobre a base da mais perteita igual-
di ds, guardando se, po n, astx!epc5es estabele-
cidas oo presente tratado a respailo dos vapores
dos"! paizes que se eipregarera em servico da na-
vegacao regular o peridica,
Art. 2i. Os navios perlemojtes aos HibJitdt o
cdadaoii d nina das loarles couiratantes, que
tro estado, ou que, em consequencia de arribada
f rala ou de a varias verificadas, entrarem nos
partos ou locaren as costas Jo oulra, ni) flcaro
I0JJK3J a dirat) algn do nivegago, qualqaer
que sej a sua deDorainacaa, salvos os^direitos de
pra.icagera, phaias e outros que representaren)
servlC').' prestados por ialustras privadas, com
unto que essas navios ni) eSaetaam operado de
eommffrcio, quer carregaado, quer djscarregado
mercaduras. '
PoJerio transferir para bordo de ou'.ro navio ou
depositar em erra, observadas as cautelas estaba-
lecidas as leh fiscaes d)s respiciivos paizes, a
l-itaiidada ou pirte do seu carregameuto-pira evi-
tar a parda de suas mercad >nas, sem .que dalles
se possam exigir outros direiios sanio os que pro-
vierem do fela da ni vi-a, do aluguel dos arma-
zras e do nso dos e?laleiros pubbcos, necessaros
pira depositar as mercadorias e reparar as avarias
do navio.
Para este eiTsito Ihes serio concedidas todas as
facilidades e protecta--, assim como para ss prove-
rem do vveres e flearem habilitados a continuar
sua viagem sem obstculo cu estorvo de qualida-
de algaras.
An. 2o. Nenbuma das altas partes contratantes
admit'.ir em seus parios piratas ou ladrojs de mar
e arabas sj obrigtm a perseguilos por tolos os
raeios a ;ea alcance, assim como os que forem
convencidos de complicidade desse crime, ou oc-
cullaraj os beos assim roubad.s.
Os nivios, mercadorias e effsios pertencantes
aos subditos e cidalaos de urna das 2 ajtas partes
contratantes que boaverem silo lomados dentro
dos limites de sua jurisdiccio ou no alto mar, e
forem conduzlos oueoconirados nos partos, rios,
enseadas, ou Labias da dominagio da oulra, se-
rio restituidos a seus proprietario?, procuralores
oa agentes dos respectivos governos, mediante pa-
gamento previo, se f >r caso disso das despezas de
reprez i que forem determinadas pelos trlbuaaes
competentes, e quando o direito de propriedade
houver sido provado perante esses meamos tribu-
nas* : fleando entendido que a reclaraacio deve-
ra ser feila dentro do praso de nm anno pelas pro-
prias partes, seus procaradores e ou pelos agentas
dos respectivos governos.
Ari. 26. As altas partes contratantes canvra em
i| is tero mutuamente o direito de estabelecer e
manter cnsules geraes, cnsules, vice-consules e
agentes consulares as cidades, portos e outros lu-
gares de seus respectivos territorios qae estiverem
absrtos ao eommercio esiraogeiro e onde for au-
torisada a residencia de tres agentes.
Ejses agentes, qualquer que sejasua categora
nao poderao exercer suas fuaegojs, antes de ha-
verem apresentado snas cartas patentes ou ttulos
de noraeaci), e de obtido o exequtur, o qual Ihes
ser concedido gratuitamente na formaestabeleci-
da nos respectivos paizes.
A vista do dito exequtur, as autoridades admi-
nistrativas e judie arias do bagar de sua residen
cia os reconhecerio no exercicio de suas funcedes
consulares, e os farao gosar immediatamente das
prerogativas, privilegios e honras inherentes aoseo
cargo no respectivo districto consular.
As abas parles contratantes reservam-se o di-
reito de recnsar o seu exequtur is cartas paten-
tes ou ttulos de nomeacio con-ular assim como
de retirar o que houver sido concedido ; mascon-
vm ao mesmo lempo, para qua esse direito possa
ser ex.Tcido sem qae perturbe as suas relacoes
de boa harmona, em darse conbecimento das ra-
zoes que tenbam motivado a recusa ou a cassagio
do exequaiur. ,
Art. 27. Os cnsules geraes, cnsules, vice-con-
sules e agentes consulares gozario, em ambos os
paiies.dos previlegios, uengoese inmunidades con-
cedidas, ou que forera concedidas, no paiz de sua
resitencia aos gentes consulares da nagio mais
favorecida, e es.ee al.nenio da isengao dos aloja-
rasnlos militares e de todas ascoulnbuigOes direc-
ta-, taato pessoaes como de bens movis e sumo-
tuarios, salvo se taes agentes forem cdadios do
paiz onde residi;em, ou se nelle possuirem bens
iraraoveis, ou exercerem eommercio ou qual qaer
industria, por que, nesses casos, Ocario sujeitos
s mesraas laxas, encargos e contribuigSes que as
outros particulares.
Estes agentes eslarao em completa independen-
cia das autoridades locaes em tudo qaanto disser
respailo ao exercicio ds suas fuucg5es.'
Al.n disso, se forem subditos do Estado que os
noma, gozario da iaamunidade pessoal, excepto
pelos crimes que, seguodo as leis do Brazil, ni)
admitiera Qanga; e, sendo negociantes, nio Ibes
poder ser aoplicada a pena de prisio sena i par
fados de eommercio, e em cao algum por divida
proveniente de causa civil.
Nio sendo subdito do paiz ara que residirem, e
nio xercendo nelle eommercio ou industria
nio podero serobrigad)s a comparecer como tes-
temunha perante os tribaoaes do psiz de sua resi
dencia ; quando a justiga local tver necessidade
de r.ceber delles alguma informagao jurdica,
davoi pedi-la p^r esenpto ou transportar se ao
seu domicilio para receb la de viva voz.
Poderao collocar por cima da porta exterior
de sua casa o escudo das armas de sua nagio com
a seguale inscripgio : Gsnsulado, viceconsu-
lado, agencia consular de.........; e lambem
poderao arvorar a bandeira nacional na casa con-
sular e nos escaleres que os transportar as aguas
lerritoriaes no desempenho de suas funcg5as, con-
formando se quanlo ao uso desies sguaes exterio-
res com as leis e eslylos do paiz de sua resiJeucia.
Art. 28. Era caso de morte, ou impedimento ou
ausencia dos cnsules geraes, cnsules, vice-
cnsules- ou agentes consulares, o empregado con-
sular mais graduado da residencia consular ser
de direito adrailtidoa gerir interinamente os nego-
cios do estabelecimento consular, sem embarago
ou obstculo por parte das autoridades locaes, as
quaes pelo coutr.rio Ibes precario todo o auxilio
e favor, e Ibes asseguraram durante a sua gestas
o gozo de lodos os direitos, privilegios e imraun-
dades estipulados na presente traudo em fayer dos
cnsules s vice-consules.
Art. 29. Os archivos consulares serio inviola-
veis e as autoridades locaes nio poderio sob ne-
nhurn pretexto, devas3ar ou sequestrar os papis
que delles fizerera parte e que sempre deverio es-
tar completamente separados dos livros -e outros
papis relativas ao com nercio ou industria exer-
cidos pelos cnsules, vice-consules e agentes con-
sulares respectivos.
En caso de morte de um agente consalar, sem
substituto desigoado para ncarregar-se-do archi-
vo, a autoridade do lugar proceder imraeJiata-
menle apposigao dos sellos no mesmo archivo,
na preseega, se fr posslvel, de um ajenie coaau-
lar da oatra nagio notoriamente amiga daqaella a
que pertenca o llaado ag rate consolar e de dons
subditos oa cdadios do paiz do consulado, e, na
(alia destes, de duas outras passoas notaveis do
lugar, as qaaes cruzaram os ?eus sellos com os da
sobredti autoridade. Dest83 actos lavrar-se-ha
termo em duplcala, um d)s quaes ser enviado
ao cnsul a que fr subordinada a agencia eoo-
F:ca di dorado que a autoridade local e o agenta
eoaslar da nagi) amiga e as oatras passoas cha-
madas, no caso do paragrapho precedente, a por
os sellos no archivo, deverio absolulamene abalar-
se da examinar ler ou de qualqaer modo tomar
conhecimente dos papis, do.(mentos e de qoal-
parle do archivo con-
qaer outra cou'a qna fai^s.
SQ i'ando os archivos bcuverem de ser entreguei 1 do pas, *oa harfetras oa a seus
ao agente de^ignidO para aubot.tur o Uadas, o [ vidamenta aotorisados.
ga da autoridade local e das outra.a pessoas qae
tiveram assisiido sua apposigao, se se aebarem
presentes no lugar.
Art. 30. Os cnsules geraes, cnsules e vfce-
consules, na falla de agente diplomtico da raa na-
gio, poderao reciprocaraeote dirigir-w s astjii
dades superiores da toa residencia oa :o gova/no
do Estado para reclamar contra aaaiquer iiitricsjao
dS> tratados ou conven^Sas existentes entra,os
dous paizss, que livor sido cammettida pelas auto-
ridades ou funecionaros do dito E-tado, oa contra
qaalqaer abus) de que sa_queixarem os seus con-
cdadios, e tambem poderao proteger oIB ialmeile
os interosse* desies peranti as autoridades iucages
e empreg'r os meios necessariospara cbter promip-
la justiga.
Arl. 31. Tidas as vezas que entre os proprfe-
tari j3, armadores ou seguradores uio bonvar cok-
vengio especial para a liqoidagio das avarias qae
soffrerera os navios ou mercadorias em vas *
para os portos de um d dous Estados, ser
essas avarias regaladas peles cnsules re-pe.ci.v
os qaaes tomaram conbeciraeato dellas se nio il-
terassarem sena) a individuos de sna na;io.
Se catros habitantes do paiz onde us cnsules
residirem forem partes interesadas, cabera a*s
consales em lodos os casos o designar os peritos
que tivarem de regular os avarias; a liquidagaa
ser fei a amigavelmenic, sob a direegao dos coa-
sales, se os inieressados aisso consenlirera, e, em
caso contrario, par intervenga) da autoridade local
eoupelente.
Art. 32. Em lulo quinto diz respeiio a polica
dos portos, ao carregamento e descarga dos navios
e segoranga das mercadorias, bens e til '-tos, os
subditos dos dons paizes serio reciprocamente su-
jeitos s leis e regulamentos Umtoriaes.
Os cnsules geraes, cnsules, vice-consules ou
agentes consulares, serio exclusivamente enear
regados da manutengao da ordem iorna a bordo
dos navios mercantes de sua nagio; deedirao
todas e quaesquer cooteslago s que sobrevierea
entre o capitio, offlciaes e os individuos qae por
qualquer titulo que seja estiverem compreheodi-
dos no rol da tripolagio e especialmente as que
forem relativas a soldadas e a execugao dos ajus-
tes mutuamente celebrados.
As anloridades locaes so poderi) inlervir quta
do as desordens occorridas a bardo das uivi-as
forem da tal oatnreza qae pertarbem a ordem e
a tranqaillidade publica em ierra ou no porto, oa
3uaodo aellas estiver. envolvida alguma pessdaj
o paiz oa estraoba tripolagio.
Em lodos os demais casos as sobreditas auto-
ridades se limitara) a prestar apoto efflcaz aos
agentes consulares, se estes o requisitarem, para
mandar prender e enviar para bordo, oa conda-
zir provisoriamente cadeia, os individuos ins-
criptos no rol da tripolagio, que por qualqaer
motivo julgarem conveniente all recolber.
Arl. 33. Os cnsules geraes, consolas, v*9e-con-
sales e agentes consulares podsrao mandar pren-
der e remetter, ou para bordo, en para seo res-
pectivo paiz, os mariuheiros e todas as outras pes
sas que (iserem regularmente parle da eqnipa-
gem dos navios mercantes de sua naga), que nao
sejam considerados como passageiros, e qae ti-
verem desertado dos ditos navios.
Para este m deverio dirigir-se, por eseripto,
s autoridades locaes competentes, e justificar,
pela exhibgio do registro do navio e da matricu-
la da equipagem, ou se o navio j liver partido,
pela copia auibealica de taes documento?, que as
pessdis reclamadas faziam realmente parte da
equipagem. Em vista desta nqaisigio assim jus
titlcada, nio Ibes poder ser negada a eotreg de
laes individuos.
Ser-Ibes ba, a!m disso, presiado todo auxilio
e asistencia para a busca e prisio dos ditos de
seores, os quaes seria deudos as cadas do
paiz, a pedido e a cusa dos cnsules, at qae
esses agentes acbam occaiiia de faze-los partir.
Esta dalengao nio poderi durar mais de ses-
senta das, e decorridos elle?, ser o encarcerado,-
mediante aviso previo de tres das, posto em l-
ber Jade, e nio poder ser navaraente preso pelo
mesmo motivo.
Comtudo, se o desertor houver coramettido
qaalqaer delicio em trra, a sua entrega poder
ser sustada pela autoridaie local al que ) tribu-
nal haja proferido a sua sentenga, e que esla te-
nba tido plena execugao.
A's alias parles contratantes convm em que es
marinheros e outros individuos da equipagem,
que forem cdadios do paiz onde oecorrer a de-
sergio, stjam exceptuados das estipalagSes do pre-
sente artigo.
Arl. 3i. Qaande nm navio pertencente aa go-
verno oa aos subditos ou cidad das altas par-
tes contratantes naufragar ou dr a costa no lito-
ral da outra, as autoridades locaes deverio pre-
venir dooccorrido aos consoles geraes, cnsules,
vice-cansules ou ageaies consulares do districto
onde se dr o sinistro, ou daqaella qua estiver
mais prximo.
Os cnsules geraes, cnsules, vice-consnies ou
agentes onsulares dirigirio, por si ou polos de-
legados que para tal Ora nomearem, todas as ope
ragSas relativas ao salvadego dos navios de sua
nagio que naufragaren) ou derem a costa no lito-
ral d) paiz da sna residencia.
A ioterveogia das autoridades locaes so poder
verilicar-se nos dous piizes para facilitar aos re-
feridos agentes consulares, ou aos seus delegados,
os soccorros necessarios, manter a ordem, aran
tir os iateresses dos salvadores estranho3 equi-
pagem, e assegurar a execugio das leis especiaes
do Estado qae teoham de ser observadas para a
entrada a sabida das mercadorias salvadas, rtses-
lisagao dos impostos respectivos, e decisio das
questoas derivadas do) sioistros, se neilas estiver
inleressado algum subdito ou cidadao do paiz on-
de o consol residir.
A intervengia das autoridades locaes nesses dif-
(erenta3 casos nao dar direito percepgao de
despezas de qaalqaer especie, excepto as que exi-
girem as operagoas do salvadego e a conservagio
dos salvados, assim como aquellas a que, em caso
idntico, eslariam sujeitos os navios nac.ona>s.
Na ausencia e at a chegada dos agente-: con-
sulares ou de seus delegados, as aot>cid*des lo-
caes deverio lomar as medidas neeessarias para
a prolecgio dos individuos e conservagio dos sal-
vados.
Em caso de duvida a respeito da nacionaiida-
do dos navios naufragados, as sobreditas disposi-
cies do presente artigo serio da competencia ex-
clusiva da autoridade local.
Fiea alm disso estipulado que as mercadorias
salvadas nao serio sajmtas 10 pagamento de di-
reito algum de alf ndega, seoio m caso da serem
destinadas a consumo Interno.
Arl. 35. No caso da merie de um subdito oa
cidadao de nma das altas partes contratantes no
territorio da outra, as autoridades locaes compo-
nentes deverio immediaiameote noticia-la ao con-
sol geni, consol, vice-consol oa agenla consular
que residir no lugar mais prximo do fallecimen-
to, e estes agentes, por sua parle.se forem 03 prl-
meiros a saber do faci, deverio particpalo s
aatoridales locaes.
No caso em qae o fallecido nio tver dexado
testamento oa nomaado teatamenteiro, competir
juelles agentes consalares e sos delegados que
para esse nm nomearem, exsreer todas os actos
necessarios para a arreoadago, guarda, eooser-
vagio, adminislragii e liqmdago da baraoga, e
para a sua entrega, de conf>rmtdtde com as leis
min-latartas d-
os referidos agentes consulares, nos casos cima
indcalos, preceder aos actos eguintes:
1.* Pdr os sellos, qaer ex-afflcio, quer a reqae-
riraento das partes iniaressadas, sobre os effeitos,
movis e papis da dafunto, preveoindo com ante-
cedencia a autoridade local competente, para que
ella, se o juigar conveniente, assista inella ope-
rsea-i, e croza os seas sellos com o qae o coa
sul houver posto, e desde eolio estes duplos sel-
los nio poderao ser levantados senio simultnea-
mente, salvo se a autoridade local, (endo sido pa-
ra este objtcto convidada pela agente c,a-alar,
deixando de comparecer n > dia marcada.
2.* Orgaaisar o inventario da harangi. em pre-
scaga da autoridade local competente, se nalla
enieder que deve iotervir.
3.* Arrecadar e conservar em boa guarda os
bens e valores da heranga, e mandar proceder,
de eonforroidade coa os usos do paiz, venia das
beos movis da berang, que estiverem era risco
de deteriorar; 10, ou quando a sua venda fr palo
agente consular jnlgada ntil aos ioieresses dos
herdeiros do finado.
i. Administrar oa liquidar a heranga sem que a
autoridade local intervenba nestas eperagSes.salvo
se algara cidadio do paiz onde se dr o fallec*
T-ento, ou algum subdito oa cidadio de terceira
oagao, in'eressado na heranga, recorrer pina os
tribnnaes do paiz, da decisio que o agente consu-
lar houver proferido, porque em tal caso ser a
questio submeltida ao julgameoto aquellos tri-
Daoies, figurando o agente onsulsr pnate elle
como representante da heranga, e a lijaidtgio
di heranga ni) podoi ser concluida sena) de-
pois de hav*r sido proferida a sentenga, ea de
estarea as partes concilladas.
Entretanto os agentes consulares serio obriga
dos a mandar annunciar a mora de seus naci-
oaes em um dos joroaes qua se pablicarem no
seu districto, e nao poderio fazer entrega da be-
noca e do sea producto aos herdeiros e a seus
mandatario.', sanio depois da pagas todas as di
vidas contrahidas pelo finado no paiz, e depois do
prazo de um anno, contado da data da nnblicagio
do fallec neo to, sem que reclamagio alguma le-
oha sido apreseotada contra a heraoga.
No caso em qae e fallecimenio se verifique em
lugar lio distante da re-ideocia do cnsul que
este ni) possa ir pessoalraeute ou mandar, sob
aa responsabilidad a, pesad i de sua conllinga
para proceder A arracadagi) liquidagaa da ba-
raoga, dever a autoridade local competente, de-
pas da Ihe baver dado aviso do caso e das snas
circunstancias, lomar cuota da herangt para in-
ventarla-la, realizar a venda dos baos movis e
eaviar a importancia total, eom dadaega i apenas
das castas jabelaras ao cnsul, qae lea da
guarla-la en deposito, como fiea dito no uane-
ro lerceiro. O consol po-lera dirigirse autori-
dade local, aflm de promover o mais prompto aa
daraeolo passivei daqaelias operagdas.
ArL 38 Os cnsules genes, cnsules e vce-con-
eules poder) decidir aoMcvettMate as desaven-
as 0>a sobrevierara entre os seus nacionaes a
respeit) de negocias ommerciaas, todas as vezes
que as partes des-j.rem sabmstter-se voluuuria-
menle ao juizo arb.tral de seu cnsul e masifesia-
rem par eseripto est saa iateagi >, a em tal caso a
decisio arbitral do cnsul, logo depois de h >mow
gada pela autoridade local competente, lera peran-
te essa mesma autoridade todo o valor de um do-
cumento obrigatorio, com forga execuliva para as
parles oteressadas.
Arl. 37. Taria valor legal e poderio fazer f em
juizo no paiz da residencia do consol, os ates-
tados, traducgdes, cerliddes e legalisagoas que
passarem e forem revestidos do sello do consula-
do, comanlo que taes actos se refiram a factosou
con rangosa inlarvindas entre cidadios de sua na-
gi), en sejam concernentes a pessoas estable-
cidas oa coasas sliaadas oo territorio de sea paiz.
A estipulaba) cooiida oeste artigo ser alera dis-
so appllca la aos negicios qae intaressarem aos ci-
dalaos oa sabditos da urna terceira nagi), qua se
achem accidentalmente sob a protaegaa de um con-
sol br.ileiro ou paraguayo.
Art. 38. No atoita de determinar com precsio
as atlribuigo s dos cnsules geraes, cnsules, vi-
ca-consulese agentes consulares, e de prevenir
qna'qaer dovida que possa suscitar-se a respailo
das immunidades e prerogativas onsulares,as al-
tas partes cootrataolos convem em adoptar e se-
guate principio gara) :
Aos cnsules gerae3, consoles, vice-consules e
agentes consulares pertence como attribuigio ex-
clusiva e esseacialmente reservada a seus cargos,
o velarem na proteegio e desenvolvimento do eom-
mercio de seus coacidadiosnos logares de sua re-
sidencia ; e alera dessa attribaigao cabe somonte
aos cnsules geraes, coasules, e vice-cjnsules, mas
da modo subsidiario, ds falta da agsote diplomti-
co, a faealdade de iotervir nos negocios qae se
prendam a ioieresses que nia sejam paramante
eonmerciaes e derivem de quaesquer relacSes com
oa subditos oa cidadios do aaiz oa eom o goverao.
Pica, oalrosim, estipulad) que os coasules ge-
raes, cnsules e agentes consulares, assim como 03
agenies diplomticos, subditos, nivios de commer
ci e mercadorias do Brasil sera) da plano admi-
tidos a gozar" no Paraguay de lodas as franquezas,
privilegise immunidadesou'orgadas anaci mais
favorecida; e, por outro lado, qae as estipulagOas
do preeente tratado serio app'.icadas no Brasil de
conformldade com a execugio mais favoravel que
f.'i- i i.ii a Ali%anllsi i/anl i>ia rnfl ftn4T(-)4 i,(llr>hra-
lado sera feiu na cidade do Rio de Janeiro dentro
do mais breve praso possivel. I
En lesiemaobo do qae os plenipotenciarios res-
pectivos assignarara o presente tratado em duplir
caa a Ihe puzaram o sello de suas armas.
Foito na cidade de Assumpgao aos 18 das do manto vigente, porquaata. a Isi citadi de carcter
mez de jaoeiro de 1872 permaaenie, o favor que e la concada aos w*
da iei o. 590 de 9 de maio de 186i, per iere so-
menta caixeiros brasileiros, segundo se v de mu-
requerimentos; pois que Lise pJe eonsiderar
revugada a referida Iei, pelo faci de nao estar a
1 isengao de qua se traa reproduzila u do orca-
(L. S.)--Sardo de Cotegim.
(L-S.)-r
Carhs Loizaga.
E sendo-oo! presoole o mesmo tratado, coja loor
tica cima inserido e bem vj-to, considerado a exa-
minado por nos ludo o que nelle se contera, o ap-
proramos. racliflc3m)s e confirmamos, assim no
todo como em cada um dos seus artigos e estipa-
lagSes, e pela presente o damos por firme e valio-
so para produzir o sea devido tffiito, prometien-
do era fe e palavra imperial cumpnl-o inviolavel-
mente, a f.zel-o camprir e observar por qualquer
modo que possa ser.
Em lestemunba e Orraesa do que, fizsmas pas-
sar a prsenle caria por nos assignada, sellada
com o sell) grande das armas do Imperio e refo-
rendada pelo mini-tro e secretario de estado dos
negocios estrangeirjs abaixo assignado.
Dada no palacio do Rio da Janeiro aos 26 das
do mez do mirgo do anno do nascmento de Nos-
so Senhor Jess Chrlsto de 1872.
(L. S.) -Isabel, Princkza Imperial TAegsnte
Manoel Francisco Correa.
SS SaUSfSft {? ^^ iJ,";** H-1 r** '' f1'*
fr dada s clausulas idnticas dos ajustes celebra
dos com oatras oagoes e que, alm dos favores
concedidos por essas estipulagSes, os agentes di-
plomticos a eonsnlares do Paraguay os seus ci-
dadios, navios de eommercio e mercadorias, go-
sarao de plano de lodas as franquezas, privilegios
a immunidades qae f)rem concedidas nagia mais
favorecida.
Art. 39. As alias partes contratantes declarara
e estipulara:
i.* Que se um oa mais sabdilos.oo cdadios de
uia dos dous estados vier a infringir algum dos
artigos comidos no presente tratado, os ditos sub-
ditos ou cidados serio pessoalmente responsaveis
sem qne por isso a boa harmona e a reprocidale
sejam interrompidas entre as duas oagdss que so
obngara a nao dar proteegio ao infractor.
1 Qae se, d jsgragadamente, urna ou mais de
ama das estipulagdas cuntidas no presente traalo
vierm a ser de qaalqaer modo violadas ou infrin-
gidas em prejuiso de urna das altas parles con-
tratantes, esta dever dirigir oulra parle urna
reclamagio apoiada em urna exposigao da facas
em documentos e provas neeessarias para estaba
lecer a legitiraidade da queixa; us nao poder
autorisar npresalias nem declarar a guerra senao
se a reparagao pedida houver sido recusada ou ar-
biliariamente negada.
Art. 40. O prsenle tratado ttcar em vigor du-
rante dez annos, contad >s da dia da troca das ra-
tificagSea ; se um aono tniea da expiragao desse
praso, nenburaa das al as partes eooiralaaies an-
nuocar por ama dacianoio oflliial a sua in-
tengio de fazer cessar oa seas effeitos, coatinuar
o dito tratado a ser oarigatorio al a expiragao do
anuo que segnir-se i refarida deelaragio oficial
que lizer ama das partea.
Todava fiea estipulado qae, aesmi no caso em
3ae se verifique aquella declnelo oos termos io-
:ca los serio por ella aonulladas e abrogadas lio
so nenie as Miioolagoes deele tratado que se rere
rem ao oooarsvreio e navegagia ; oootinaarao a
subisii ea direitos garantas ontorgados aos
cnsul^ nablitos e eialios das dais sltis par-
tes oa.i(raaute'. emqaaoio oatra cousa ni) for as*
senUd. e commum aecordo,
An. U, A Iroqa Governo da provincia.
KXPEDIKNTE DO DIA 21 DE FEVERS1B0 DE 1872.
Actos :
O presidenta da provincia, attendendo ao qae
requareu Mara da Assumpgio da Lima Alraeida,
profesiera da 3.1 eadeira da freguezia da Sinto
Antonio desla cidade, resol ve prolongar por mais
dez das a licenga de qae est gasaado.
O presidente da provincia, atindanlo ao
que requeren o tenante reformado da guarda na-
cional Joaqaim Falippe da Costa, resoive cunee-
der-lhe nm anno de licenga para ir Europa tra-
tar de sua sade.
O presidente da provincia, altendendo ao que
requereu o desembargador Alvaro Barbalha Ucho>
Cavalcaali, resol va concader-lha dous mezas da li-
cena com veocmenUs, na forma da Iei, para
miar de sua saje.
OfBcios :
Ao Exm. presdeme da Bahia.Defenndo o
requerimento do aaspegada da $.' bottlbio de ia-
fantaria do exercilo, Manoel Theraseo de Jess,
rogo V. Exc. ss sirva da providenciar no sentido
de ser ministrado por quem competir, um docu-
mento que prova haver a referida praga marcha-
da para o Paraguay, como allega, na qualidada de
guarda nacional dasigaado pelo baialbaa da iofao-
tana dessa provincia.
Ao doPiauhy. Dsfariodo o requerimento do
soldada do 9.a bitalbio. de infamara Tuomaz de
Villa Nova, rogo a V. Exc. se sirva providenciar
no sentido de ser prestado am documento qae pro-
ve baver aqaella praga, como allega, marchado
dessa provincia para a campaoha do Paraguay oa
aono de 1867, oa qualidade de voluntario da pa-
tria.
Ao commandante das armas interino, man-
dando conservar no depasito de recrutas o deser-
tor da armada Amonio Jos da Silva, visto nio
haver no porto navio de guerra onde possa ser
recolbiJj, como solicitou o capitio du porto em
offlcio de banteaa, sob n. 8.Offlcioase ao capiio
do parto.
Ao mesmo.Convindo ao servgo publico qae
continu em diligencia no termo de Iagazeira, at
sigua la ordem desta presidencia, a forga que all
se acha sob o commando do capitio Joaquina Pinto
do tego Barros; assim o comraunico i V. S. para
seu conbecimento Comraunicou-se ao Dr. ebefe
de polica, ao delegado respectivo e ao referido ca-
pitio.
Ao Dr. chefe de polica, dizendo em resposta
ao seu offlci) de h)ntem, sob n. 313, que sari pro-
p)s:o i assembla pro vi acial o augmsoto da orde-
oado que indica para os mdicos da polica.
Ao mes.no Mande V. S. o ilusoureiro dessa
repinicio osa dos neg>ciantes August) F. de
Oliveira & C, tomar um saque de 3U39 francos a
388 rii.s a a 60 di as de vista a favor do ministre
brasleiro em Pars ; devendo o saque ser feilo em
I.1 e 2.a n. envan lo V. S. as letras esta pre-
sidencia, a ti n de terem o conveniente destino, de
canformilade com o sea offlcio de 20 do correte,
sob n. 325.
Ao inraector da thesaurara de (nenia,
maodaodo pagar a Alolpbo Fernandas da Silva
Manta, avista da conla junta em duplcala, a quan-
lia de 8j, proveniente do aluguel de ama lancha
qae forneceu crvela a vapor Mag para das-
aia.trrag.il da mesma por occasiao de sua sabida
dasie porto.
Ao mesmo.Teado nesta data autorisado o
conselho de compras do arsenal de guerra, de eon-
forroidade com a sna ioformagio de 16 do crran-
le, sob n. 91, a promover o fornecimento dos ob-
jeclos constantes do pedido junto pir copia, com
destino capella da fortaleza de Itamarac era
sabstituigio de ontros que por estarem inservivais,
forara dadas era onsumo ; assim o commuoico
V. S. para os fias convenientes.
Ao mesmo.Tanda oesta data autorisado o
director do arseoal de guerra a effactuar directa-
mente a compra de 796 metros de sargem a Pe-
reira, Irmio & C, pelo prego de ii res o metro,
para serem empregados nos forros das fardas qae
se esti fazenda para o 9." baialbio de infamara,
era vista da urgante necessidade que ba desse far-
damemo a da demora qua h i ver no fornecimeoto
se a compra se effectaasse por meio do conselho
respectivo, com as formalidades da le ; assim o
comiuunco V. S. para seu coahecimento.
Ao mesmo, mandando pigar, em vista dos
documentos juntos, ao commandante da fortaleza
de ltamarae a qoaotia da 2|000 despendida eom
o transporte de nm soldado invalido e de um cabo
de esquadra que o acorauanhou para esta cidade.
af! n da ser recolhido enfermara militar.Con,
municou-se ao eommaodaue das armas intenno-
Ao mesmo, dizendo em resposia ao i libio de
16 do correte, sob n. 94, qae mande foroecer ao
commandante do presidio de Fernando de Noronna
dez vaccas qae serio destinadas producgi9 du
gado vaccam oaqaella ilna, para oode deverio se-
guir al o dia 8 de margo.
Au mesmo, approvando o contrato celebrado
para o firnecimeclo de fazandas neeessarias ao
fardaraeoto destinado ao 9.* bataibio de infamara,
em vista du parecer da secgio respectiva e da
conladorii, e das ponderosas e acertadas razdas
addusidas por essa thesoararia, em l*ze da pro-
cedencia da rectamaga do direcltor do arsenal de
guerra, fazendo-se o pagamento sob responsabili-
dade Oa presidencia": ceno de que sala data pe-
dase de novo ao ministerio da guern o augmento
de crdito para a verbaArseoaes,
Aa inspector da tha ourana provincial.
Coramanico i V. S. qae o chele da reparlioao das
obras publicas, reconhacando a necessidade de
eonsiruir-se mais ama bamba no primajro laoce
da estrada de Una colonia da Pimenteiras, orea-
da em 26J, autorisou o engenhairo do 2.* dis-
reto.
ciantas as circumstaoeias dos suppltcanlea, ai
se poda entender aaoullada soaio por dupo igi
expressa. Entretanto, para tornar se eff-ctiva essa
isengio, compre qae es supplicaoies provea ae-
rante essa thesoararia, qae o caixeirea a oa se
referem os registros do tribunal do eommerc
sao os aicos qae possuem.
Ae mesmo, aatorisando-o a mandar |
nos termos de sua ioformagio da 17 de cerna, a
Sizeaando Hilario Ramos, professor da aula noc-
turna da p ivoagio d .a Mon.es, es veocimeatos a
que tver direito.
A> mismo, mandando pagar a Frasease-'
Xavier Cavaicaoii Lra, de aecordo eom o eertii-
cado da repartigio das obras publicas da SO 4a
crranle, a quantia da 369/39?, por ler falto en-
trega definitiva da bomba reconstruida na estrada
de Ilapessoma a Pasmado.
Ao mesmo, mandan lo entregar a Manoel
Bernardo das rirgens, como joiz da irmaadada da
igreja de Nassa Senhora do Livramenio da cidade
do Rio Formoso, em vista da saa ioformagio da
19 do correla, o beneficio da primeira parle da
buena exirabiJa em favor das obras da dita
igreja.
Ao mamo, maodaodo entregar, depois de pres-
tadas as devdas cootas, ao vigario da freguezia de
Seriahiem, Geoaiao G mes Pereira, o producto da
lotera exirahida em favor da respectiva nutrir,
para cujas obras aaturisoa-se a despera.
Ao commaodaote saparior da vdla da Floro-
dizendo em res;osta ao sea cfOcio de 10 de cr-
reme que Uca approvada a saapeosio do tenla
coronel Laureoliao da Vasconcelos Calaca Bntlo,
commandante do batalhao n. 3.1 da guarda nacional
a vista dos motivos xpostos no Jilo offleio.
Ao director do arseoal de guerra, approvan-
do o contracto celebrado para o foroecimeoto eV
fazeodas neeessarias ao fardamento do 9.* batalao
de intantaria, a visia da procedencia de saa recla-
magio em offblo de li do correal, a de coafor-
midade eom a ioformagio da inspector da thesoa-
raria de fazenda de 17.
Ao mesmo, autorisaod i a promover a aequi-
sigio dos objactos constaaias da relagio juoia,com
destino a capaila da fortaleza de ltamarae, em
substiiuigio de outros dados em consumo.
Ao mesmo, maodaodo foroecer ao director
do hospital militar para oso da respectiva secre-
tara os objeclo i constan les da relagio junta
Commuoicou-se ao commaodaoi das armas.
Ao masmo, approvaodo a deliberagio, qae.
ltenlos os motivos qae expoz em sea offlcio de 17
do correle, tomou da comprar a Pereira, Irmaoe
C* 796 metros de sargelio a ViO ris o metro para
forro do fardamento para o 9.a batalhao de inten-
tara.
Ao jmz municipal de Flores.A' vista da lar-
rainane disposigio do i.* art. 1.* do decreto a.
2033 de 20 de setembro prximo lindo, senda in-
compalivel u cargo de jmz municipal com o d *
qualquer autoridade policial, deve Vme. passar a
respectivo suppleola a delegada d'easa termo; fi-
caodo assim respondido o sea uQicio de 26 de d>-
zembro prximo fiado.
Ao eugeoheiro ebefa da repartigio das obra*
publicas, daclaraodo li car ioteirado pelo sea ti-
lda de 19 oeste mez sob o. 19 de baver aaioris.-
do o engeobeiru do 2 districto a mandar execu-
lar pelo arremalaole respeslivu a coostraccao e
uma bomba n cassaria oo primeiro lance da os-
tra da de Una a Colonia de Pimenteiras, oreada em
25i000, conforme a dispos cao du artigo 82 d>
regulanento d'essa repartigio, de 31 de jolbo da
1864.
Ao commandante do corpo da polica, man-
dando engajar ou referid) corpo, sendo idneos,
os paizaoos, Agoslioba Jas Ferreira, Fraaeisc
Pereira Naves e Cosme Juaquim de Santa Lins, !-
3ue tralam seus cilicios ns. 85 e 87, de 19 e 2o
o crreme.
Ao commandante do presidio de Fernando.
dizendo que se provideociou oo sentido de se r-
meilor para all no vapor de 8 da marco daz vac-
cas para produego de gado vaccam, aliento o qu-
expoa o mesmo commandante em offlcio de 31 da
Janeiro ultimo.
Ao capellio do cemiterio publico de.-ta cida-
de, dizendo, em rasposia ao sen ofllcio de 19 do
correte, que a nomaagao do sacbristio do mes-
mo cemiterio compele cmara municipal, em
visia da disposigio do artigo 6." do regulamenlo d*
5 deste mez, que revegon ae-sa parle as citadas
por S. Rvm. no sobredilo ofQcio.
Aos agentes da ompaubia denavegagio bra-
sieira, mandando dar tr.nsporte a r at o Para
por cootado ministerio da lazenda oo vapor espe
rado do Sil a Vicente de Mello Wanderley Maciel
PinheiiM, comeado inspector da alfandega d'aqoei-
la pro vi acia, assim como a deus fllnos menores >
um creado.
Despachos :
Companbia Urasilian Siree Railway Limited.
Informe o Sr. engenbeiro Uscal da companbia Bra-
silian Stree Ralwjy.
Francisco Alves de Moraes Pires Juoior.Passo
portara coucedeodo am mez de lieeaca eom vea-
cimenlos, na forma da Iei, para tratar da toa sau-
de.
Antoni) Vasco de Algoncz Cabral Daferilo
com offlcio desla a tbesonraria provincial.
Padre Genuino Gomes Pereira.Como raque.*,
devendo prestar coala: opportunameota pan re-
ceber o producto da lotera.
Dr. Grigorio Lipparone.Informe o Sr. inspector
da tbesouraria provincial.
Joaquim Gerainiano de Arroda.Deferido com
offlcio desta data a thesourana provio il.
Joio Caeano de Magaihaes.Pasas.
Coronel J >s Angelo de Moraes Reg.Entre-
gue-se medanle recibo.
Manoel Bernardo das Virgens.Da'rido com -
offlcio desla dala a thesoararia provincial.
Virgil;o Vietra da Cosa Pialo.Nio tem logar
o qae requer.
VicsDle Ferreira Gongalves da Silva.Por ora
nio ha vaga'.
EXPEDIENTE DO SECRS3AAI0.
A Dr. cgefe de polica, remetiendo, de oreara
de & Exc. o Sr. conselheiro presdeme da provin-
cia, os pases para que possa transitar as estra-
das de ferro do Racife a Cax&og e a Olinda o Dr.
Luis Jos Corroa da Sa medico da po'.leia.
Ao gereote da campanaia feroambucana,
man lando, da ordem do mesmo Exm. Sr. darOte-
sagem de Estado a proa at Areaj oo arimeiro
vapor qae pan all seguir a ilermeltno Fnoiis"
Gregoiio.
EXPEDIENTE DO DA 22 DE FEVSIUIB0 M 1872.
Actos :
O presidente da provincia, toodo esa vista
proposta do pralico mor das barras e porto desta
cidade, annexa ao offlcio do capitio de 18 do cor-
rate sob n. 7, resoive n imear o primeiro pratk- >
Herculaoo Jos ItoMrigues' Pinheiro pan servil
internaiuento o lugar de ajudante do inesn
trelo a roaodir exeoutar essa obra pelo respectivo ,..
arrematante na forma do arl. 21 d> rognlamanto cuinrFizeram-so asoocustariks coinmua^aj tos-
de 31 de jnlba de 1806, segando offlciou em 19 do O presidealc da praviucia, temi od v
crranle. proposta du director geni uterino da inanruc^'
Ao mesar. Dando provimeoto aos recursos publica, em offlcio de 15 to corrale sob*
da J)equlm G-miniano de Arroa e Antonia Vasco rosolve. na conf.)rinclade do art 7/ da le av 9
le-Argonat Cab, .1, recoraraando V. Syiue mao-1 de 14 de maio de 1853, exonerar o bacharol
A de oonaidera-l-js sanios do pagMiento'le 10 por Manoel Ue Barros Wanderley do cargo de
Qealo n; acta'. Biarcjcio, como dtspoa o art. t." (do luterano 4o dUtricto do Rio Formoso pac
.


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t! iflf3 tltf1"8 K rtrnir>0c* t- Qyfcia fe.ra 18 Abril de 1812
- -^'"l ";___ -..... "*-!*- ,/ *..... ^l ------~1^_ "'------;- ;
*m
ver mudado-asna rosiitattei do moMtp disiriete.lj>rov:ocil4;sdi d *04i eorrr\iiHob n. 18, re
" diiwtor goral"rBlc"1:io diola oom-ar n pruno! r P'OVr.o da roo arca d.
. immiinicou-se ao
instruc<;*M|ii'u.
O piJUHi da pro acia, ros lv nomear
Mara PreJKRSeVViteUa dos lautos para reger n-
n>riiamen*#li>lera dir Cantinuo Novo dcsla ci-
iladu, medUsde a gratifica c i o animal de OOOJOOO.
Fizcrani-sc as ncoessarias communicagoes.
O presidente da provincia, teiido ein vista
a proposirdu dNerlor.gci-al U;i nstrncio publica
e:it olicio de 1*> do eomn *sob ri. 3*. resolve
jia conformidad* do art. da le n. -t6> de 14 do
inaio de IKo, nanear delegado litterario do di-
trie do Rio Formoeo o cidadio Leoncio H beiro
Caninos de Va-ronseHos. Communi .-uu-se ao di-
rector geral a iustrucao publica.
Ollcios :
Ao Exm. du actor da facnldade de diroite
desta eidade. para tfiie informe cerca da Urtica
pedida no requ-rmento junto peto continuo da
ni-'ma faculdadc Joaqun Jos Fonrcira de Al-
nieida.
Ae Exm. director ?ral dos indios dirig indo
inforniarGes dreumaUnciadas sobr q cometido na
iiubhea^w> ohfitHda insurla no Joruiit do iPrife
junio -sob a epigraphe Ao governo de S. M. e
ao presulouto da provincia ni qual sao os indios
da-aMeU Riacho do Matlv, apresentdos cerno vic
timas de cspfd.iea r
Aour. chele de polica, dizendo era respis
U toseu olcio h. 3M de uoutem datad que nes-
ladata otlieiou an roatiandante superior dos inii-
oiripi s da D-ia-Yisla e 0 iriciirv, am de que ad-
virta o capitto Zjfiriuo ( mrilves do Lima (iran-
ia que nli tjteravel que ello Intuito as praga*
do batallto n. il sol se u c minaada interino a
proTorarciii eoullirtos rom as de polica, convindi
qafe'V. s! reomnteue ao delegado de (hirienry
jue cao se repitam tacs lirio-, elle rena o- do-
cumentos e pr.>v.i< comprobatorios de ficto e os
nvie ao juiz de direito a'im de que procela con-
tra os desotdeiros e ctlpado*, OHeion-se ao
eoitimnndante superior no sentido de advenir o
oflcial de que se tr.iia.
Ao iiiesiiio coMiiunicando-lhe ter fallecido
no din 18 d crrente ao hospital militar nnJe es-
lava ein (ratamente, de viriolas confluentes osen
(enriado civil Joa |uiin Jos de Fi-eitas que se aclia-
va ao servico do fjrte do Buraco.Deu-sc scien-
ia ao juiz executor de sentences.
Ao inesmo, aecus: ndo a reecpciii do seu
fflrion. Iri8 d-21 do -orrentc em iue parteci-
pa os feriinentd* fetos as pessoas de Manoel Bor-
des do Nasciineiito < Leandro Jjs.' de Oliveira,
uapielle por Joa | lim Vieira, e ueste por Joaquim
Manoel dos Sanb s e Sabi i > dos Sanl is.
Ao niesino. aren-aado a reeeprao d i sen
>fOio de 21 do ciH-reHt- sob u. :ii7, a que veio
annexa ainfunnaco dad pelo delegad i do ter-
mo de R'inbre* a*rca da materia da publicacSo
inserta no Uberal n. "i!.
Ao inspector da tiieseuram de (atonda
oandsndo p gar n Augusto C ors a quantia d
"><>j7!W rs.. proveniente de med camentos forne
idos .i enfermara de aprendices menores do ir
seal de guerra, d raute os mezes do outubro
ile?"mbro do anu pus-alo. Couimtvicon-s a
drecUir daqnelle arsenal.
Ao insneetnr di thfisoorsra provin al,man
dando pa.ar ao hachare! Ilenrique IfameJc Lina
'. Almeida, eoutiatante da confeeo di alin>
tiack da provincia, a s-punfli presarlo, a que
i ii direito, visto laver lorne-i.la as reparVcoes
provindaes 05 cxemplares neenssarkw do referido
aliiianack.
Ao mesnM, retnctti do as contas d 1 curativo
leUo no hospital Pedro II aos presos pobres da
\isa de Dete:ici>. atacada da varila. nm de se-
rem pagos, de eonRinnidade coin o parecer da
> 'iitadoria dessa thes iirara, e coin as precisas
ic<>s, as qnantias nel as mencin idas.
Aomesm. tran-uii lindo para os !:n con-
venientes Oxemolai-es impressos do rcgulameiro
expedido em 12 d> con ente, liara ser observado
na secretara da presideni ia.
' Ao inesin >, deleniviiando que. de eonformh
dade com o parecer da cuntadora dsssa ihe-ou-
raria, annexo i sua mforaeao de l'.t do corruile
.-i>b n. 97, mande pagar ao tenente reform ido de
polica Jiia'inim II Tenan Pereira Caldas, i) tlilT;-
1 en de soM a que liver direito, proreniente di
luclliorauento de sua refornia concedido poU lei
proTinciid n. 1,03(5, de M de jnnho do aimo pas-
Ao mesino, para que entregue a Julio dos
Santos Ferreira Barril, presidenta da soeedade
i'.'tf Artistas Mechinicose Liberaos, como j;i se de-
1 nninou por ofllcio de 8 do corrente. a quantia
de 'cOO'JJOW, qii" se acha em deposit ne.-sa tlie-
soaraiia, para a constru;5o da obra do l.yseu do
oles e ofllcios : cargo da ursina sociedade. alm
da de 6:3661009 produeti da su'iscripcao da
i'ommiso do eammerelo. Comrancieou-ao 10
1 residente da referida so-riedado.
Ao mesmo, comninnican 1> para os fins con-
\cjiemes, que achando-sn e:n bom estado de con
servaeio a bo ib:: da slradade Itapeisitma Pas-
irtado, e estand 1 terminado o preso di reimorisabi-
lidade do respectivo arrematante, mandou-se pas-
;.ra este ccrtiieado da entrega delnitiva dessa
bra.
Ao regedor do gymnasio, mandando admit-
lr naqaelle estabeleeimeuto, median;" as condi-
ii"BB a que se refere a sua Informaco de 7 do eor-
1 ente, o menor Joao Gctulio da Silva Chaves..que
'''Ter permanecer alli durante este anno s-
> oente.
Ao cliefe da reparticao das obra- publicas,
darando em soluoao ao seu ofllcio de 20 do cr-
tente atb n. 61, que pode consultar o contratante
exeeodki das obras de que anda precisa aquel
I- acude, oreadas em P:'i":iao0i, ou se quer a
n.H'iso do respectivo contrate, corto de que nesta
lata se mandou saster a arremataeo das ditas
- Firas at ulterior decisao do mesmo arrematante.
- restar na arremataco alludida.
Ao juiz municipal de Carnarn, dizendo em
j 1 ;,K8ta a 1 seu ofllcio de l.*i do corrente, que para
;".eile tormo ja foi pomeado uin delegado miliur,
iue deve ir acompanhado de 20 Bracas de pol-
a, c que quanto despersao da orc'i da guarda
1 acional nao acliou-a conveniente, visto estar o
1 "goeio affecto a decisao da presidencia
Ao eonimisjario vaccnador, acensando o re-
bimento da chave do compartimento da aliando-
vi, na qual funecionava 1 reparticao a seu cargo,
donde fra transferida provisoriamente para o
consistorio da igreja de Nossa Senhora da Concc-
ao dos Militares.Hemetteu-se chave ao geren-
ie da empreza da canalada da alfandega, o deu-se
ciencia thesouraria de lazenda.
Ao juiz municipal le Iguarassii, dizendo li-
cir interado pelo seu oBeio de 20 do corrente,
haver Vmc. nomeado a Emilio de Souza Caval-
ante, para exercer interinamente o lugar de
partidor e contador desse jnizo em sabstitui^ao de
Joao Laiz de Almeida Hibeiro, que falleceu, de-
vendo enviar, para ser reproduzdo nesta capital,
o elital pondo em concurso a serventa desses f-
Ticios.
despachos :
Ernesto de Carvalho l'aes de Andrade.Infor-
me o Sr. Dr. director das obras publicas.
- Felismina Candida Borges Leal.Informe o Sr.
l-rovedorUa Santa Casi de Misericordia.
Galdino Jos Francisco do Espirito-Santo.Re-
inen do ao Sr. commandante superior da guarda
nacional do municipio da capital, para mandar
sttisfaxer.
Padre Joao Baptista Pereira de Mello.Ao Exm.
vigario capitular para informar.
Joao Paulino Marques. Pi'mJc acceitar submet-
t*ndo-sc a decisao do governo imiierial nunto a
i-outinuaco na capatazia o sem prejoizo uo direi-
to que tem conservado seu lugar de ofilclal de
'escarga.
' aqnin Antonio de Carvalho. Informe o Sr.
inspector da thesouraria provincial.
Maria Ignaca da Conceieao.Nio tem lugar o
que requer a supplcantc.
Maria Theodora da Costa Alvos Ferreira. In-
lorine o Sr. inspector da thesouraria de fazenda.
Qnteria Mana da Assumpcao. Informe o Sr.
provedor da Santa Casa de Misericordia.
EXI'EDIFXTE DO MCttCAJIlO.
tlBcios :
Ao administrador du correio, declarando que
S Exc. o Sr. on-elhero presidente da provincia.
tica inteirado de haver S. S., corao participou em
"llicio de hontem, passado o exercicio do seu car-
1,0 ao contador dessa admmistraeao Vicente Fer-
reira d 1 Poreiuneula, visto acliar'-se servindo na
|.re?ete sossao do jury.
Ao gerente da "eotapanliia Pernanibucana.
afcusamio de ordeni da presidencia, a recepcao
dos exemf.li'.s vndus aimexos ao seu olflcb "de
'20 do caliente, do robt^- i > api-asentado a assem-
l'l--a ger; d 13 accionistas dessa oompanbia em lo
' 1 c -.i-rente.
Ao mesmo, deolaraudo de ordem da presi-
dencia, qu pudo l'azer seguir para os portes do
nirte e sul os Vapores ij'"< e Mnivtak.
Actos:
O presidente da provincia conformindo ee coro
a proposta- do procurador ffieai da thesoararia
ICab' badnrel -Anr Ov^aoit de.Albuqoerihib
para, o lugiVvigo de alf.^nie o mesmo pr.jen
radw flscai iiarnella fom.ifca.Fizeram-se as ce-
cessarias cawmuoieacoes.
O presidite da pravineia, attentenio aoque
requeres & commlssao centralDate de Setem-
broresolva na cootonnidade do decreto o. 27JI
de IS d dezembro de 1860, art. 27 | 1, pprovar
o seas novo stitato.
O presidente da provael, attendendo ao qae
re^nereu Joaquira Felppe da Costa, tenente reter-
m anuo ds lceofa para ir a Earopa trtt&r de soa
S3-le.
O prarideate daproviocia, aitsndendo 89 qae
reqnerea Francisco Atees de Mories Pires looijr,
inordonto do jylo de n eailicidade, resolve conce-
der-lha uin mez de liceo^i cjm vencimentos na
forma da le para tratar da tua sa le.
O presidente da provincia, aiteadesdo ao qoe
requereu Jo- Pohcarpo de Freilas Jnaor, escr-
v interino do termo de Serinhasm, resolve con-
ceder I he quiete dus de licenc* para tratar de
negocios de seu particular mieresse. .
OTkins:
Ao Exm. presidente d > Rio Grade lo Norte,
-oliciundo a expeigio de ordeas #ara ser remet
Oda ao* cofres da tbesonrara provincial a quao-
t>a da 414126 rs., que ?e acha reciihida no cofre
te depsitos de cartas precatoria expedidas contra M^noel J >a-
yuun Fernandes de Az^velo, ahi residiinte para
cobraaea di imposto de carrosas do exer-.icio de
1861-1862 e 1863-1836.-Cunmunicou se atbe-
sturaria [iruviaial.
Ao nwsrao.aeco'and) a rA.*ep(3o da dos
xe ni re* du relitorio com que fu aberta a as-
4o ordinaria da assembla legislativa da.juela
provincia em 12 di outubro do aune pa-sado.
Ai Exm. presideote do Maranhao.Ooaxn'u-
niaudo Ihe que o bacharel Joao U roano AI ves
M.ic.el (toelaroi era offlei 1 da 2i do mez passado,
aceitar o cargo da chele de pcixia dessa provincia
liara qae lora oo.vieado por decreto do 10 do dito
lO-Z.
Ao coronel commaodante dis armas interino,
declarando ter noi termos de sua'ioformafao de 12
do corrente sob 0. 17, cmsertiio i|oe o tenente
J l i- bii..iti.ii da lofio aria Alfredo da Costa
Weyae cojminae addi lo ao segundo da
iiesma arma at marj) vndooro, vislo estar ser-
viuio de agente des:e batalhao, e tar da prestar
jjutas.
A' thesouraria, de fazeoda, approvando
nos termos do art. 22 1* do regulamento de 19
de sete.oibro da 1860. a proposia auaexa ao sea of-
licio de 21 do correte tob d. IOS, biti P'lo ins-
pector da alfandega para admis^icomoeffl:iaesde
descarga suprauurnprarios ao< eidsdSos Joao d
Prado oa Cmara Saotiagoe Augusto Tneobilo da
Caoba Peroe, rfla ser o nnmero daqueile-
empregados msulBciente para o servido de descar-
ga? da 03Vios e uutros trabalbos.
Ao mesmo, para que manda entregar ao
capital qaartel ioetre do commanSo superior d
uuicipio da Bia-Vi-ti. o-i a quera, por elle for
autoriaato a q-iant>a de PSiOOO, en que =5o or^a
4 i os bvro.', txpedieoie do roo?rao cemmando su-
perio:- e dos reiecuvjs oon^elhis Ue qualdlcago
C'Timonicon-se ao suprantado commandacte su
pi ir.
Ai nssaOj ci-nmucicaudo qae o barhi.rel
Jo- Maria Freir Giraeiro Jnior deixon o exer-
cici 1 do cargo de promotor putlieo di comarc
do Liroo?iro, psra temar assento na assembla pro-
vinca!.
Ai mesmo, mandando p-gar, em vi-ta do3
dous prets esptciaes, qae remelle em duplcala,
os veocimeotos a que tem direito o cato de esqua-
drj Antonio Manoel o Nas-ri u-nto e soldados JoN
ge Aveliino de Smza e Anta no H morio Sures,
todos do segundo biialbi da intantaria. Com
ioqccou ss ao cirone! cmimacdicte das arma
iok-rino em resuosta ao seu offi:]o de 22 do cir-
rente seb n. 213.
Ai roejico, mandando abonar p3ra adan-
lamento ao tenente do dcimo pnrr.eiro baplhio
la icfintaris a Hilo ao segando da misma arma,
res meza' da olio pira ser descontado pela quin-
ta parte, enroo permute 0 art. 2'i da lei d. 311 de
i de eotnb-o de 186**.
Ao ma-mo, determinando que pagua ao ge-
rente da cornpanhia pernambu-ana a quaotia de
II:I6663. proveniente di sobvencio do mez de
Janeiro nlim >, cora que o governo imperial auxi-
lia dita cimpanhia, nao devendo, porra. lal paga-
mento reali prineirainente che-
gaeta o< portes Jo norte o vapor Jajuaribe.
Ao iuspector da thesouraria provincial, de-
terminanda que mande diantar a Rozalina Olym-
p3 Ueierra de Me 11, prof:sscra numeadi para
Agoas Bellas, mediante llanca idnea, nos termos
do art. 23 da lei o. 309 de li de malo de 1833, a
aoaotia de300 que ser dereiBfda de -eus ven-
'l.tcnbs
Ao mesmo, mandando pag-r Jor Vicente
'odinho, como solicita o eommandatite do corp:
de poli:ia em offlcio le 21 do csrrenle, a quintil
de 1:281/000 proveniente ds 267 pares da burze-
guins qie foroeceu aquello corpo, em virtude de
jootrato cjm elle celebrado.
Ao commandante superior do Recite, recorn
mee lando a expedcao de snai ordees para ser
dispensado do servico activo da guarda nacioaal
at a reuniao do conaelho de qualifita^ao o guar-
da de- 3o ba'&ilio Adolpbo Roberto Hoop, visto
Hitar em-eu favor a e- isa de que trata o art,
13 o da lei o. 602 de 19 de seteabro de
1850.
Ao commandante do corpo de pocia, anto-
risando-o a mandar ali'tar no corpo sob sen com-
maado, se forera idneos,'os paisanos Manoel Elias
Niceto e Joaquira Gongalves de Medeiro*.
A caara municipal de Girnhuns, decla-
rando era solocao coosclta da mesraa cansara,
que o imposto do g 21 do : n. 30 da lei provinih!
n. 1013 de 13 de junbo do anno passado sobre
depsitos e nao sobre -espiritoscomo por
erro de rapressao foi publicado na colleccao de
les do referido anno.
D'spachos:
Abiixo asignados moradores da ra Imperial.
Nesta dala se expede orlem no sesudo que re-
quer o supplicante.
Alfredo Ramos Chaves.|Deferido cora offljio
desta data ac Sr. in^peztor da thesouraia de fa-
zenda.
Antonio Severiano de Mello FalcSo.Requeira
o supplicante a assembla geral legislativa para
qae tome ama deliberado sobre a lei de que se
queia, on requeira a assembla provincial, qoe
poder, se entender conveniente, revogar a isposi
cao ;.Iludida.
Andr de Abreo Porto.Comparesaosupphcn-
te praca do dii 29 do correle.
Aagusio Cear da Cunha.Passe portara coa-
ced^odo proroga;ao pelida por dous mezes to-
ra nte.
Aotooio Francisco de Moura.Nao tem logar o
que requer.
Angelo deF.Jis Correa Cesar. Informe o Sr.
inspector da tbesiutana provincial.
Bento An'.unes Oliveira Liberal.InfoYme o Sr.
engeaheiro ebefe Ja rep.rticiu das obras pu-
blicas.
Companbia Pernambucana. A tbesonrara de
fazendi com offlcio desta data.
Datniogos Ferreira das Neves Guimaries.In-
forme o Sr. insp'.ctor da thesouraria provin-
cial.
Francelino Aves da Silva. Nao tem logar o
que reqaer.
Francisco Caroeiro Monteiro.Eotregae-se me-
diante recibo.
J ar.im Ftlippe da Co!a Sim.
Joao Pereira da Si'va.Inform o Sr. Dr. ebefe
de polica.
Joao Paulo Rosa Cesse.Informe o Sr. director
do asylo de roendicidade
Jacintha Avelina daCraz,Iedeferilo.
Manoel Pedro Evangelista.Apresentese o sup-
plicante na praca do da 29 do corrente.
Manoel Ignacio da Silva Braga.Eotregne-se.
Manoel Aotooii Ribeiro,indeferido vista da
informaco.
Quinne Joaquim Madeira Pa;se.
Quinao Joaiuim Madeira.lo tem lugar 6 que
requer, visto estar prescripla a divida.
Sociedade Patritica Poza de SatembrcPasse
portara na forma requerida.
Vctor Jos da Silva.Nao tem logar o qae re-
qaer.
PERHAMB0OR
V eDcjS', do projeto n. 33 deitt tnOo, siU>] Sjfct le ponto e.sje jn.no recelo ao observar e
V.nrideoie da provincia a eonceler H | aoo tdrar qoe ; o algodao o mals tributado dos
r.osso, goertis de xpariacvi, o mau de-J BUDISTA aILRUl. -
ASSSMBLEA PRVINCIAL. Hootem, presentes
29 Srs. d-pitudos abre-se a sessao.
' O Sr. 1* secretario lea o segaiots expediente :
O.Ucqs : ^~>
Uo eere;ario do governo, reMKendo capia do
acto de 9 do correute, pelo qntt o Exm. Sr. pre-
sidente da provincia mnovou por 3 anuos o cen-
trado com a companbia pernambucana de nave-
gario cometa. A comohsao de legislacio.
Ite mes*, remet'.endn copia des coniraetos ce-
lebrados cos o bario ala,Soledad* para a coustru
ccao da estrada da ferro do Recifc ao Limoeiro, e
on Wiliaes RawAnsoa alterando a planta e per-
fil quanto ajncelo da tinha construida do Recite
a Aeipuros com a qae segu deste ultimo ponto ao
Caranga.A quem fez a requisicao.
Do mesmo, remet.endo u posturas addieioaaes
da cmara mueifrpal da eidade da VictoriaA"
cornmKsai de negocios de cmaras.
D 1 mesmo, remetiendo eopia da informacSo mi-
nistrada pelo chafa da reparticao das obr> publi-
cas, acerca das duas pootes da que trata o projec-
t# n. 73 do anno passado. A' qom fez a requi-
aicao.
Do mesmo, remetiendo copias das informacSes
101111s1rad.1t peto ebefe da reparti(O das obras pu-
Misai. e do eogeoheiro da comoaolna de Beben-
be, acerca dos chafarises existentes na frrgaesia
de AlTigado.A' qjem Li a requisijao,
Peiicoes :
Do cooego Joi Chrisostoroo de Pawa Torres,
pedindo se marque na I- do orcaraento a quota de
4:(KiGsr paia a conclosao das i bras da igreja de
S. Paaro Martyr de Olinda.A' comraissao de or-
riraento provincial.
De Fraucisco Vieira de S, ex-praca io corpo
de polica, pea'indo pagaan-nto da qaanUa de___
loOOoa qual tem direito, de sui gratitkaeao
de volan'ari.'.A' :oraraisao de crJenados.
Parecer :
Foi preseote coraraissi) de consttaicSo e po-
deres ama iodicacao as-iguada por alg ins ilus-
tres deputados, em qoe pedem ,qiii esta assem
blea Domeie urna u:mmis-aa, que em seu nome fe
hcite o Etm.Sr. comelheiro Juaqueira ^elo modo
porque se tem bavijo na adraioimracaj da provin-
cia.
A commlssao de cooMtncao'e poderes nio ven-
do na referida iudicayo cnusa que possa contra-
riar Consttuci, e as leis, eotende qae eila 00
caso de ser adoptada, tinto maix quanto febcia-
5es desta naturesa parecem j fazer parte dos
esiylos deta asseinbla, qie alias cominetterii
ama injustica relativa se recasasse ao actual ure-
sideate da provincia o que sa tem feilo a outros,
oao mais credoras, nem mais dignos do que o
Exm. Sr. conse;heiro Junqueira.
Se a actvidade e a apiidao, a jatic;i e a leal-
dada.'sao conicS.s essencaes para malear o
apoio dos partidos aos governo representantes
das suas ideas 00 poder, niuguera de certo as re-
ne e.-n mais subido graa que o aclaal pfsidente
de Pernanbuco.
Sao tantas as neces'silades publicas imperiosas
accumulanvs6 de dia para da problera trativos tio impreteriveis, que saber escolber en-
tre a .aellas as mais argentes, e dasejtdas e pre-
ferir entre estes os mais adoptav>i, un dos maisj
recnditos .-egredos do genio.
Perspicacia de intuicao, facldade da apauhar a
intima relacao das coasas, e traduzir promptamen
te era fados os legtimos corolario, sao evidencias
que se tem revelado na administracao do Sr. coa-
selbeiro Jaoqueira, caja modestia, bem looge de
andar explorando minas d^ popularidades epho-
rairas, que se liiongeiam a vaidade do hornera,
comprometiera o dscoro do govtroo, nio tem vi-
sado e^ta gloria se to a de mere:er o b jid con-
ceito geral dos homens sensatos, e iraparciaes, que
p-.la verdade, e pela jotca cestumam afferir
os incritoi e os .-erv.ccs d quem governam,
Nao sj governa 'e nai administrando, e nao se
administra, marmenta em urna trra, onda qaasi
ludo requer o pod-roso auxilio do governo para
raover-?e se nao chamando em torno" da admiai:-
\-:p-> todos es eleraentis conectivos, e faiendo
qu nbosirj da acQio aJmin:strativa iodos que se
njosirarem aptos para cooperar no bem lOai, que
o bem da todos.
Governos qae se solara, como a aranht no cen-
tro di tea, e que nSo fazera consistir seus meios
de conservacao, se" pi na forca descarnada, e
e nica da autoridade e nao na cansara moral de
todos os htnuns que collaboram do mesmo casspi
e professam as megmas ideas, sao destinados a
perecer, sem attingir o lim de sua mis ao.
Feliz neote o Sr. smselbeiro Jinquein, sam sa
rruicar a justirja ai exigencias di seu partid),
tem-se com elle confundido no esforjo supremo dt
.realisar na pratica todos 01 sus principios.
Pelo que respeila a sua administracao, niogiem
se mostrou ainda mais etesejoso de acortar ; nin-
gaam miis activo no eumorrasut) de seus de-
veres.
Tem no correr de sua admiuistragao procurada
punir severamente o crime,e rotear da seguran-
cas a vda, e proprieJade do cidada ; enviando
cora a maior prnmptid > auxilio d? f cei as auto-
ridades do interior da provincia, para perifga-
c;ii dos criminosos, maitos dis qaaes e dos.mais
celebres, bao sido ca turados. Mesmo nesta, ca
p:tal, onde os assassioa'o: e teota:ivaj de morte sa
haviam reproduzdo com aiguma Irequencia, as
consas vio consideravelmente melhorando, gracas
i providencias enrgicas que fez sdopiar o pre-
sidente no sentido de desarmar'osjdjscols, que por
abi arTrontavam a nos-a cvilisacao e monlilade
cora o uso e abaso constante de punbaes e de ou-
tros instrumentos do crime.
A ultima reforma indiciara tem sido fielmente
exeutada e escrupulosamente nomeado os sup
plentes dos juites muai:ipaes, e as autoridade-
policiaes.
A piz, iha nao s da ndole donosso povo,como
da poltica moderada, e jasta iovariavelmente
praticada pela administracao, reina por toda a pro-
vin:ia, sendo visivel o arrefecimento das paixoes
polticas, de qae o silen:io da impreosa adv.rsa
prova asss conveniente.
Tem S. Exc. curado do andamento de varias
obras publicas, qau acbou encostadas, mandaod
dar preferencia as mais urgentemente reclama-
das. Providencion para que fossera reparados
certos ediflcios desta capital, onde fanecionavam
repatlicjSes geraes e provnciaes, e que se acha-
vam em euado nao correspondente dignilade
das fuocees : todos esses reparos se fizeram cora
a maior economa.
U-formou, em virtude de aatorisaco legislati-
va, alguroas repart ;oe provnciaes, em ordem a
attenler ao augmento progresivo do trabalho e a
maior forma do servico.
Nimiamente escropaloso na df-crelacao da no-
vas despezas, e nao fazendo sena) aquellas para
EXPEDIENTE DO SECRETARIO.
OCVo
io inspector da thesouraria provincial, coro,
muDieando, de od; da prosideccia, que a bom
ba do i* lenco da estrada de Una a Colonia de P-
menleiras foi oreada era !(UJ, e nio em 26J,
como por engao se deolarc-o bo cilicio de 21 do
correte.
qoe linba autorisaco, tem procurado zelar os co
fres pblicos, de modo que as qnantias proven en
tes do eraprestimo, feito com o Baaoo do Brasil,
ue estavam disposicao da presidencia para
dar-Ibes destino e aoplicaco de urna maneira
ampia e iodelermioada, como ss v do ar,. 41 da
lei o. 99a, foram por S. Exc poupadas, existindo
ainda intactos mil contos de res,
Nio desconbecido o zelo com qae pr.carn
salvaguardar os' interesses provnciaes em rela-
cao empresa Reafe Drainage e a tolas as ou-
iras que existera presenieoieai'j.
Al o aforroosearoeolo desta bella ciJade me-
recen os sens cuidados, ja mandando fazer um
jardim publico, qae de grande conforto servir s
fadigas diurms d uossa popuiacao, ja auxiliando
a cateara municipal no empenho de remover ludo
o que poda damBicar o asseio e salubridade.
A iostroccio publica, como Analmente lodos os
ramos da publica administracao, tem seriamente
oceupado a atiencao do Sr, eonselhairo Jnoquera.
caja administracao, se esa Jao carta dnracao tem
sido iacontestaveimente fecunda em expedientes
u'ilissimos, largos e profundos .vestigios deixara
de soa passagem, se permaaecesse mais tempi.
A rapidez com qoe se revesan) as admiaistracdes,
urna das mais graves eafermidades de qae a'cer-
cam as provincias I
Em nma paiavra, er a commissao de constitu-
cao e poleres que esta assembla approvando a
indicar i, interpreta eimenle o voto publico, e
satifaz os encargos qoe Ihe impde a tulella da;
liberdades, e dos direitos de seos committentes,
direitos e liberdades que o Exm. Sr. conselbeiro
Joao Jo.- de Oliveira Junqueira tem sabido res-
peitar. Sala das eommisfdes, 16 de abril de 1872.
Pinto de Campos.Joao Vieira de Araujo.C.
d'A'aujo.Poi aeprovado. t
Sao julgades objeclo de deliberacao mandados
imprimir os projectos nJi3 e 86.
Fui :iJa e approvada a mensagem de condolen-
cia dirigida ao Padre Santo de Roma, em vista da
delberacp tomada anteriormente pela assembla.
0KD2M DO DIA.
i.' dlsu-so das emendas oflerecidas em 3.* ao
prejeito n. 9 deste anno, mandando admitir no -
gymnasio, come alomaos gratuitos, diversos me- fannual, desfallecer esmagada
ores.Foi approvado.
.enejar n, ordenado a diversos foneolonarios pu
,,;iMl*-Fo approvado com algumas amead*s, de-
Pi# Po Marques, Ralis Silva, F. de Pigoeifrja, Ges
1 Cavalcanti e Barros Wanderley.
1 discassao do prejecto n. oi deste anno, re-
formando a in-truccao publica.Foi aoprovado e
disMBsade o intersticio a requerinwoto do Sr. P.
de FigueMi.
2 disinseio da emenda offareeida em 3 ao
projec.o n. 12 desta anso, aoe.flx* a forca {.(M-
ciel.Deine de vour-se pof (ana de numero.
A ordem da dia para naje : ecntionacao da
anterior, 1.' diseoasao 4) projeeto n. 37 do auno
passado, 1 do de n. I da 1670, t* do de 0. 51
deste auno, V do de n. 29 deste anno.
S0CIEDAD8 LUSO BRASILBIA.-Por porta-
ra da presidencia da provincia, de 16 do correte,
foi nomeado Carlas Eduardo Mulhert presidenta
desta sociedade henefleeote.
PR0F2SS0RBS POBL'fCOS.- Por portara da
presidencia da provincia, de 16 do corrente, forara
uomeados para rger la erinamento cadeirasde tas-
ttaccio publica : Antonio Vieira de Berros, a de
Timbeaba ; Clara da Costa Menezes, a dos Afligi-
dos ; Mana Presciliana Vietla dos Santos, a de
Apipucos ; Ariftldes Newton Seldaoba de Alencar
a de S. Jos de Araripe; e Raymnndo Caetano de
Alenear Rodovaiho. a da Tabocas do Ex.
S"i:iEDADB PHILANTROPICA DOS ARTISTAS.
Por portara da presidencia da provincia do 16
lo cpr/enie, foi. nomeado Mimel Alves Barbosa
Sobnohe para directm* dsta soeieede.
ALirORIDADES POLIClAE*.-Por portaras da
presidencia da provinea, da 4 e 16 do corrate,
foram nomeados :
Subdelegado e 1 sapdlente do disiricto de Sinto
Amiro das Salinas.M-ijor Lait Aagasto Ceibo
Cintra, e Frencisc Pacheco S.are1.
Subdelegado da freguezia dos Minies.Bachirel
Antaoja Borge* Leal.
IX Io e i* supplentes do delegado do lermoda
Boa VistaManoel Jas de Oliveira, Antonio Ma-
no de Am rim, J0S0 Caetano Rodovalbo da A'en-
car.
Sablelegado, i, 3', e 8* Inpplentes do 3 ds-
tricto do termo da Boa Vista.Francisco Antonio
da Conceieao, Antonio Adelioo Mendes, Antonio
Correa Jacques, Maruniano Gomes de Souza.
Delegado, i, V e 3' sopplente3 do termo de
Snto Aotao.ot Rufloo Bezerra Csvalcante, Dr
Francisco rina de Qaeiroz Barros, Joao Cirti
de Queirot Monteiro, Joao Florentino de Gs Ca-
valcanle.
Subdelegado, Io, i'afr snpplentes dol'd-triclo
de Siinto Anio.Joao Corri Be Qieiroz Monteiro
Keroardino de Senna Te.xeira Civalcinte, Ignaeio
Teixeira de Melio, Thomaz de Aqnroo Gorae.
1*, i e 3o suppleotei di snndelegado 1 2* dis-
trelo de Samo Antio.Vicente Mtria de Hollan-
da- Cavalcame Wanderley, Fianciseo de Abreo
Pereira.
Sabdelegado. I", 5 e 3 supplsnte do distric:o
da Petrolina.B meraldo Capertfno de Arapio,
Joaquim Lopes da Silva, Lucilo Benicio Itodr.-
gues C c 10. Cleroeniiao Femanies Colho.
Sabdelegado, i; 2*e 3* supplentes do dislri-jto
do C3DojIo.--Joo Coelho Rodrigues, AotoniavNery
de Amorira, Jis Luiz Gimes, Manoel Llemenlioo
Rodrigues <3olho.
FEBRE AMARELL4. Com o excessivo calor
dos ltimos das appareceram no ancoradouro de
navios algaos caeos de febre amsrella, qae eslava
quaei exuacta. Pelas autoridades competenta.s
tem sido postas eoi pralica as maJidas de desin-
feccao de navios, e ontras aconselbadas pela tiy-
giene. O apoarecimento do mal proveniente das
condiecfcs athmosphericas, e nao se pode attribuir
a outras circumstaneies. O anno passado a fobre
amarella duroa tambera at abril.
Querer tornar as autoridaies respoasaveis por
alguas casos de f-lire amarella reamente -lanar
as regras da juslica.
ISSTITTO HISTRICO E PH[LOSOPHICO.
Hja 10 hiras de manhia ha seso desta socie-
dade h'uraa tasaaltM da Faealdade de Direit).
S0CIED\DE AHIA.N\ DOOS DOUS DE JU-
LHO.Sabbado (30), as 3 horas da larde, dave
haver seso desta sociedade, na ra da I nperatriz
n. 43 lerceiro andar
CAPTURA.Pelo delgalo de villa Belia foi
preso e reeolhido a respectiva eada, G incale de
Castro, coBhecido por Manoel Flix, criminoso de
diversas nortes no termo dos Milagrea da pro-
vine a do Caer.
CLI -ICA CIRURGICA.-O Sr. Dr; Malaqjas
Antonio Gonealves, cirurgiao interino do hospital
Pelro II, praticou no dia 16 do cotrent; s o ho-
ras da tarde, em um doente que fura recolhilo
qaelle estabelecimento, a iesarticuardoetcapuh-
hunvral, reclamada pe o esmagamenio do b-*j
pruduzilo pelo trem de carga da va-terrea a*
Grala. Odenle foi cbl-roforraisads, e a op;ra-
co corren.sem accidente algura. Foi ajadaale do
operador o Sr. Dr. R. Vianna.
REPESttNTACO. Dimos em seguida a re-
preseotac;o qoe, pela Assaciaeo Coraraercial Be-
ne:ente d'esta provincia, f i entregue a S. M. o
Imperador, em sua passagem por a ai, cora des-
tino ao Rio de Janei :
No momento em qaa V. M. I. tem a ventara
da recjlber-;a ao seio do psiz, de que o primeiro
Magistrado, feliz .por ter completado a mais fruc-
tuosa e memoravel viagem em que revelou ao ve
Iho mando de par com os mais pro fondos ontie-
eiraentos s qualidades lyplcas do verdadero chefe
Conslitacional; no momelo em que todas selas-
ses, todas as prolissoas, todos os corpos e asso-
8aroe, justamente ilvorccados pela preseee;! do
grande Rei-uidado quem a providencia confino
a terca parte de um coatinente, se confundem para
competencia trazer V. M. T. os mais sinceros
e ardeotes tributos de amor e de respeto : nao
poda a Assoc'seao Commercial Beoeflcente, inter-
prete e orgo de urna illastre lasse qoe tio era
grande parte concorre para promover e fomentar
o crescimento da riqueza publica, deixar escapar-
Ibe a prosperada occasio de misturar com as suas
saudacjs os votos que faz pela prosperidad* d'esta
granie provincia, gemina das mais preci sas que
adornara a cota de V. M. Imperial.
t Pcrnambuco, Seubor, visivelmeute talhado
grandes destinos. exteoso e ubardade de seo
solo, a merecida estiraacao e riqueza de seus pro
duelos e, mais que tudo, a sua posicio geograpbiea
sao vali as garantas de sua futura prospendade.
Assim os poderes pblicos emprehendara resolutos,
e ebeios de robustacoonanca, os grandes coramet-
limentos de que,depende inevitavelmente o pro-
gres 1 Por mais e mslhor qae V. M. Imperial cooheca
e-tes urgsntes necessidades, por coja satisface
tanto recaraam os altos inleesses da agricultura
e do commercio ; por mais que os poderes pabli
eos se tenbam mostrado desvelados em dotar a pro
vincia de reaes e proveitosss melhoramenios, j
metiendo hombros a realisacao de urna linba ie;e-
graphica qae deqiro em pouco abreviar as rela-
qek da nos-a importanU praga com oa'r.;s di
Imperio, j fazendo es'.udar os varios systemas do
melhoramento do porto, j promoveodo o prclon-
garaento da linha frrea que segne em demanda
do S Francisco ; oao sero sem Tracto as instan
cas que se bajam de fazer e os votos qae se ha-
j*m de formular'perante o governo Imperial pela
prompta realisacao de medidas qae esli pediodo
todas as energas da resolocio.
Em record las solicuude do governo jalga
a Associaco Commercial desempenbar ;e de um
dever ; e o faz alentada pela esperanza de qae
nio serio os seus reclamos infructuosos.
i Neceseidade do primeira plalna' sabidamente
o melhoramento do porto Bastantemente espa-
Q)So para abrigar os navios que o demandara, o
porto de Pernambuco precisa antes de todo de am
trabaiho activo de desobstruyo qae Ibe fi acces-
so aos vapores traosaianeos e uutros transportes
de alto bordo. Sem jolgar aos varios systemas
que vio sendo lentamente esludados, peosa a As-
sociaco qae nio ootro o melbarmenti reali-
sar ja e ja.
< U systema de docas, actualmente em prospectos
lera o grave incoaveniante do preeo qoe se tara
ncomportave! navegacio, afugentando-a pelo ex
cessodo ouus e en:arainbandc-a i butras regioes
em qae encontra e.n melbores coadicas de Iretes
productos similares aos nosso?. A desposa de
dascarregar e earregar qae boje faz a navegacio
de cerca de S0 scbllings por tonelada, sena ele-
vada 18|3C. por esse apregoado systema.
*Qoando se redacte que o algoao, o producto
por excellencia da provincia, o que mais atirabe a
navegacio, boje grandemente cultivado era quas
todo o mundo plantador, faz-se intuitivo qae ana
vega cao preferir basca-lo oade mais isencSas e
menos encargos Ihe sejam cllarecidos. A' falta
de compradores, qoe ser a natural coDsequeoua
da difncnldide do transporte, os precos perderio
na cotacao; e essa rica industria que, gracas a
am conjUBCto de extraordinarias circamstancias,
elevon em poneos annos a exportajao de seus pro-
ductos de 23:000 S00.000 fardos, termo medio
pela competencia
cito de iii"nsade iranspjric, tente o qie em m.;>
larga escalla se cultiva no interior da provincia.
A liOcoldede de transporte por um lado e por
ontrooe aneargoe da imposieio que est tajadlo
por laxas geral e provincial sao causas j ion t
tllenles para ter o productor sob a mais afkliva
prselo.
_ Oa nos resignemos ver diminuir a proauc-
cao pela competeoci de prodoctos similares no-
grandes mercados, on ji e j eoide-so em remover
as cansas de decadeneia qae esli a amoscar
agricultura e com nercio. E' doloroso confossar.
mas necsairio lar a coragem da dize lo ; tal
9 poder productivo dos paite* algodoeiros, san
iaee a tantas as isencoes qae o aleaiam e deeen-
volvem, que aeolheiu de I'arnambuco ponen infloe
sobre os grandes mercados. Basta recordar qae
emquanto produzimos, termo medio, 200:000 lar
dos de 5 arrobas, os Esiados-U tidos produzam
3 ||2 millidos de L .11- de lo amlos.
< Lembre-se aioda o governo imperial de qae o
nosso forniida-'el competidor da America encootra
na sua robusta orgaoisacao social os meios de
conceder grande iavonra as mais desejadas fa-
cilidades. Iteauaiilissimos os pregas de traospor-
le, gracas 11 na verJadelra rede de lionas terreas
que lodos os das se esteodein e eoirecoriam i
procura da productos, oaigoli daqnelia proce-
dencia nio est sageito neohuraa laxa da expir-
tagao. E' aspira que o productor da Uaio pode
recolher por nma mesms quantidaJe de proicfos
o triplo oa o qaadraplo do proveilo qae vea
tocar ao productor brasileiro. As instituigdes de
crediio agrcola, habilitadas fizerem lavoura
os sapprixent03 indispeo-'aveis cultura di ierra;
a perfeicio e extrema baratez! dos instrumentos
agrarios; fazem o resto.
Quanto triste, senhor, recordal o Sao estes
os oossos competidores; 'e nos somos um paz
aovo; opaleulado por urna admravel natnreza, rico
de seiva, mas pobre d*esses grandes recursos qa
operam raaraviihas. Qaasi tudo est entre us
por fazer; estradas, telegraphos, institol(BM de
crdito agrcola, isenco de laxas, toli apena*
um eosaio.
Reconbecidamente, a primeira quesla a
rsolvr em bem da grinde lavoura a de estra-
das de ferro qae se iosambam de sapprimir as
grandes distancias que separara os ceniro pro-
ductores da centro do cmiaerch. O prolinga-
mento da que eneamiam para o S. F.ancisco um
grande passo, mas nao aioda o qua se dave de-
sejar. A direccao pouco conveoiente, qae se deu
e?sa grande linha, a Urna da nenhnm proveito
para o alto sertio de Peraambuco. A linha for-
rea planciada para o Ltmoeiro, que deve vir a ser
ama das mals importantes arterias di nossi rea-
ktQio, nao vai er iuellas dsslembradas regios
que sao depositaras da lama riqueza.
e Una e outra, mediant" coaces-Sos e equiva-
lentes eompensagoes s respectives emprezi-, p-
dem e devem ser dous grandes troncos de ramili-
cac.i, que permutara ao vapor invadir o centro
da provmcia arrebtar Ibe as riquezas qie pos-
sem, fomentandi um verdaleiro renasciinneti
agrcola.
t A diminuico progressva das taxas de ex-
poriacio nao a-sumpto manos digno de acurado
estado. F.' ,1 ama imposicao de qoasi I "i 0/0 que
eslo sogeilos os nossos pro lacios pela laxas ge-
raes e provnciaes. E' de primeira intuicao qae.
em concurrencia com productos similares que go-
zara da ni.-.is pfo 111 i-eixjiio, a cindie;o do produc-
tor brasileiro, a rmis desfavorecida no grandes
mercados qae s) o< reguladores do prego. Si o
producto d'eslas taxis voltasse a cumular o
capital da prodacci, perraittiodo agricultura a
reoovacSo anoua dos eus meios de aegio, evi-
deata que nao deixariaraos desaproveitados, resig-
nadamente inertes, fertilissi nos campos em que
nuo:a rossou a mi do himem.
Especialmente para a industria algoloeTa, a
imposicao actual de todo o ponto vetatorli.
Cultivado era grande paite grande di-tincia do
centro comraercialjdo Recife, o algodio que produ-
zem os nosso3seri5es, eque alias pr-ma pea excel
lencia de suas fiaras, custosamen'.e (rao'pnrtadd
sobre animses por caminbis irregulares accideuti-
do?, peraosoj de atravessar em nao poucas para-
gens. Nao sendo raro que o produc.or se vej
obrigao dar um hrdo por outro que manda ao
mercado, oscilla o prefi mais baixo do transporte
entre 23 30 1 Estimado em 90O0 o prego, calentado pelo
mi.o, de orna arrobi, produz urna carga de 10
arrobas 903000, a capa, dednzJ) o free e arina-
zaaag^ro, qae pode ser estimado era 30000, vri-
flca-se ein saldo de 60J0O0 para o agricultor.
Calculadas ai taxis sobre o producto bruto da
90500!), o systema actual de ImposijSss o se-
guinle:
Direitos g?rafs:
9 0/0 SilOu
D reitos provincial! :
i 0/0 3*100
j di prodacgSo estraegeira.
11*700
Resultado este que equivale quasi 20 0/0
sibreToloo, sendo aste o proveiio que recolbe o
productor depois de pago o transporte.
t Causas extraordinarias, p)uco estudadas em
seas ellsitis nataraes sobre o cnvimente do cojso
mercado,tiibara iaflaeociado para em certo'tempo
elevar cima de toda prerisii bem entendida o pre-
go ao algodi brasileiro. Primeiramente a taerra
civil que em cinco annos pesou como um fligelfo
obre os cirapos da Uoio Americana, estancando
todas as tintes do trabaiho; e depois a guerra
que em desafronia aos bros e altos interesses do
imperio nos sentimos obrigados levar ao co-
rago do Paraguay, trazando como inevitavel coa-
sequen :a a descida imprevinda do cambio, urna
apoi outra, derara em resaltado os vaotajosos pre-
gas que attmge o algodo. A primeira ds
cansas a tu apuntadas toha obngade o competidor
mais forrcidavel no suppnmento das industrias
manafactureiras a retirar-se bruscamente dos
mercados eoropeas dexando Ihes um vacuo im-
possjvel de preen;ber; e a segunda, trazendo o
natural depreciamento da moeda fiduciaria do
imperio, e cinsequente perturbagio em todas as
relago is econmicas, deu aos producios um valor
pessgeiro mas proveitoso a grande lavoura.
t Si ento tiohara as taxas a sua razio de ser,
justo qae, acompaohaado a oscdlago dos pregas,
se retraham em gradual diminaigio quando estes
se aproximara da sua cotagao natural. Ura sys-
tooa invariavel de taxas seria a mais cruel apptica-
gao ao imposte; e para as circamstancias excep-
cionaes do nosso mais valioso artigo de exportagao,
este candemnavel systema revestirla o carcter e
natureza de prohibitivo. .
t ConGaote Da sabedoria e patriotismo do go-
verno geral, eu;a a associagio esperar que ama
revisio da laxa de exportagia nao se far de-
morar.
Pois qne de passagem nos referimos ac cam-
bio e i conseqanle perturbigo que as alias t
baixas mprevinidas produzera em todas as relagoes
econmicas, nio devemos deixar sem refhxan. o
notavel desequilibrio qae o governo imperial tem
concorrido para manter entre as pragas do impe-
rio e nomeadamente entre as de Pernambuco e
Rio de Janeiro.
* Sabido corao que o corso do cambio sobre
os mercados europeas se modifica segundo as ne-
cessidades das remesta*, nao parece de boa politi-
ce fnanceira que, exislindo em Pernambuco insti-
toigoes de crdito em estado de bastar soperagSes
cambiacs ao governo, sejam ellas de ordinario ef-
feciuadas na Rio de Janeiro por avulladssimas
somm?s, em quanto que Peroambuxi raras vezes
teca operagio d'este genero.
Dous funestos effeitos d'abi decorrem. A re-
raessa da graodas sommas para o tnesouro nacio-
nal raz como resultado a escassez do numerario e
inevitavel alga do juro quando, a serera aqui rea
lisadas asoperagoes miadas ao governo na po-
porgao do dinbeiro era ser na thesouraria de fa-
zeoda, reeotrariam para a circalago sem abalo e
darano do commercio. Evitar-se-ha assim qae o
commercio exportador se veja i c ir tos intervallos
na esiago da colbeita em a necassidade de pro-
ver-se de numerario na praot do.R o de Janeiro,
pagaro ionteis despezas de transporte e premios
do seguro.
t a preferencia concedida para as referidas
ope:aco;s das estabeleiiruentos bancarios do Rio
de Janeiro, motivando urna d oWeoga no cimbio
das duas pragas que ni pira dtsprezar, traz
ao agricultor da Pernambuco o depreciaraento do
sen prodocto pela alga constante do cambio.
1 Sa nenhuma razao econmica accnselba qae
a praga de Pernambuco, a mais aproximada do
mercado europea, seja escomida para intermedia-
ria em todas as operagoes do governo, muitas
avultam para qoe se Ibes realisem por sea inter-
medio as qae forera compativeis cm os recursos
da thesouraria de fizenda. Evitar-se hia por este
modo am Intil moviaento de sommas considera-
veis, a escassez de numerarlo tantas vezes'sentida
em nossa praga e a attunde do nosso cambio sem-
Dre desfavoravel prodcele.
Vos vede?, senfioT, que t- o iuteresse pobhoo
que sri.i;ifa*r.ese tot *pf eacsan*.- A> (', >J>
ante V. M. I este imperfuilistiaje e ui:-^?:eiW
qcelfo ?e sert 1<- ee-<*tdi!s*, "rnig^nvc- ruaits
. V. M. 1. a mais prtfuaJa a tieustjs. timas
gem do rauito qae nos inenina de> eniigav,dar
amor e de respeilo o cheh a igualo de Imperio das
Santa Crot.
t Recife 23 de roarg de 187^-PWs 7) ith Jht-
dho% presidenta; iot ia S'ltm ieeyo,' viw-pren-
dente; Jos Heunque Ti inda Ir, seeret>ri* .tas
cisco Ribeiro Pinto Guimares, Ibesdweita: OJW-
liam O/te, Pedro Goncaltet Privan Stcffv, tnm-
phrey Hnlhanay Suift, Mancrl Jttfr Carneiro--
AN.N1VERS\RI0S.-Fah jn anuos de iladfc-
o rei da Dinamarca.
Amanha faz 5o aunes 9 re ia Ifollanda v
completou -se 212 aosa que en ferio a priraem
batalba entre Portuguezee e II dlassdezes nos ansa-
tes Guararspes.
EXQUISITICE FISCAL Informam-nos cfM
Sr. Hscal da freguezia de Santo Aotooio Seto umbV
Udo diversas pessoas, sempre que grande a lidade de cisco posto as pones das casas pera sey
cooduzil) pela hcifu Drainuge, eobopreiextudue
i^-norarao-. P^recenlo-nos exquisito esse stsi-e
imam js pira elle a atteagao da cantara ea-
nicipaT.
AGUA DE V CHI.- Qt Srs. Caaha & Miirt.
ra do Mrquez de Olloda 11. U prim?iro andar,
acabam de recaber porgao de Agaa de Vicb.,**#
fontes D:>brc, a qual veodeaa
din psjaeao lu:ro para acreditar essi nova An-
te, em nada Inferior ouiras di mesmo iujias"-
Eta agua mineral ura estmateme indis peo.*:.:"
higiene dos estmagos traeos e que Uro d L.-j-
0 id de digirir as abroemos, bem c-ims, por -u*-
propnedde* alcaliao-terro-gaaous, de ion. .-
o sangos.
E-sa ag.1.1, qne 6 recommeodida pela nih&a
era lodos os casos de frequeza do estomago, ;s.-
luradi com o vina >, nao ha altera a cor e ae'f .av-
trario d-liie sabor estiecial. i
RecoxmenJarnos-le aos oossos leiloreav
GABNETE PORTCGUEZ DE LEITURA.-&D
nome desta imoortaoie assnciegio liiiers.'.a
commis-o mmeeda entregou S. M. o ImpMc.
a secaioie fehcitaco
Senhor.Acorninissio nomeida p> la societ-**
do Gabinete. Portuguet le Leilura de Peroafnti.-c.
desempenhindo emi satisfigo a sua honn^a
miss-i, felicita a V. M 1 e S. M. a Imperaren!
pelo feliz regresso de VV. MM. II. a esta atesesev-
la e hospitalera trra da Santa Cruz.
1 Senhor I -O contentamente qoe V. M. I. i-
visou era todos os semblantes do pavo Percamc*-
ani. despensa pomposas exiressojs por sa-ae
desta c inmiss), que pos.-uide dos mesmo sea--
mentos em nome da corporago que reprasesv*,
cm aprescuiar suas resp?ilosts hotoeoagen* ao
.n marcha que pela sua lustragao i.nlo :< >.w
uogoio eoj iota a Earopa.
Beijaudo as uosjle V. K. I. e de S. 1? a ts-
Deratriz, e-ti oinnussio implora a prute:ga&dk
Todo Poderoso, para VV; MM. II. e sua imv
familia
BiTRADA OS FERRO DA VICTORIA.-Ccnr-
iej:or enearregido de lomar as issinatura a
pessoas que des^erem sib;crever aegoas des-
trada de ferro do Racifa a Samo Antao, 3r.
Joao da Croa U-iceJo, e nio o Sr. Geo-ga Ptica*.
que se cha impossibiliudo. O Sr. Maeedo t-4*-
ser procurado diariamente ac meio dia na ?rea
do commercio.
SI.SISTP.O.Ante-hantem ao chegar o rrea* eV
carga ue Olila estagio da ra da Aurera. e
quando se tratava da esaogaur as carroeas, ea
dos seus trabalbadoras, Joio Cilho de A'ane.
altando de urna deltas falioo-lhe o equilix..".- r
eatsdo fii esmagado o brego direito. Opacie:*'
oaduzido ao-ho.-pitel Pedro II foi ahi ampntac*.
onde se acha em (ratamente.
NAVIO ENCONTRADO.O patache Inatej >
entrado liuuiem, eocontrou o. lat. 9* W S. o "|-
21* 6' de Greenw.ck com a galera iugleza rars:-
cem, declarando o respectivo eommaodantr- **r
procedeote d Londres e dirigia-se ao Japao.se-
do que lud ia bem a bordo.
PI IX. Ten lo se dado alguna erros tati-
iMaes na resposts dada por S. S. Pi IX menea
gem enviada pelas'associadas do Cora gao de Jasas-
e seu director, o Rvm. padre Mis:a, repeUaeb-ift
baixo :
e AmadasQiltas en Jess Consto, sade e *-
goapostilica. Nio loi sem granda consola^
que temos a meo agem por vos escripia e assiga-
da os v.speras de oosso jubileo pooiiOoal, a {al'
oiaraviibisamente recomimoda os rosaos tt--
meotos de religii e pedade. Por ella aqmlau-
11:0; o espirito de amor e de t de qae so. aa>
madas para com a igrej e esta S Aposte&a ;
tomamos cm eoatilaregai a loavavel emal.
que a exempld Jas santas mulbares, cojo Mise
insigne a ig.-ej* veoera, fi havois abaUo^d-:
por era platica ; crafessamus o nosso recoutMw-
mento pelo affecto qne para com a nossa pessaa,
ji em cu r.s obras pas e votos elevados De.
vos baveis empeorado em te raer patente. Asoix*
cu-, aadas ti has em Jess Cnriste, louvacdc ac
Seobi: esses t iptiraao^entH correspoadeis a di^nidadia da --a~
associagio d'Aquelle, a cujo nome vos aclLe.-:s.
enebemo-cos de jubilo em manifestar pela ire*:,-
te caria 0'santmeaios e grattdo qae nos ana-
mam, e que os obsequios de amor para com
justamente daspertavara. Ao Divioo ttedem- ;r_
porm, deprecamos que, com os eopiosos dvij u
sea corago, v.s retrili, e assim em sna gn
-os confirme e f jrifique, -ii a da qae oeste umio
em qae a 3ata igreja d bite-se era graves per-
seguigoes e porfiadas lotes, vos de vossa par^v
por sua a.-sistencia ajudadas, tambara possae M
ura quiohao de lutas e tribulagoas, e com a c>ea:e
no premio celeste as sustentis com alegra t
parqie da accordo omvosco tambera nos ap*e-
seaiarm o'osequlos e seotimaotos Gliaes o piecVsO
director de vossa associagio e ontros respeila varoaa e mulberes dessa eidade, que devido >
callados da redaego do peridico-CalW...
no' graogearam libaralidadVs, a taet pessoas tx
bera enderezamos o affecto de nossa caridad t>
gratido ; e para todos, 4o toado d'alma, impio.-a-
raos 4t grag is celestes a proteegao do Senhor, ?-x
qaaoto, confiamos que os eiforoos de 6s t;a>
uoem-se e sa encaminbem para depreca* a -'.se-
mencia D.vioa e btm merecer da relgiio a ds
igreja de Dos, nos em teste nonho de part.-u.rf
benevolencia e como annuncio de toda o rei j-.. e*
patrocinio, v6, amadas Qlhas em Jesns Ch:..-
i Codas e cada urna de per si, ao vosso director
e qoantos ontros, cuja assigoatara enegoa ai
o>, s voisas e s suas familias, enviamos de '.
limo do corago a nossa beogio apostlica.
a Dada en Roma, em S. Pedro, dia & de oar;c:
do anno da 1872, vigsimo sexto do oosso imii -
ficado. >
LOTERA.A qae se acha i veo da a l-;
beneficio di recolbimemo de Iguarassu, a fal
corre no da SO do corrente.
CASA DE DETE.NCAO.-Movimenlo do dia t
le abril de 1872:
Exisliara ( presos) 358, erdraram 3, sahiraot a.
axisiem 3i. a saber: nacwnaes Jtt, nnl?.eTt*-
12, estraceeiros i3, escravos i5, escravas > Sa-
l 366.
Movimentc da enfermara da dia 16 de abrir *
I87.
Aiimenudos casta dos cofres publico) :<<
T.veram baixa :
Auiomo Soares da Rochafebre.
Mtooel Joio Macielden.
Jos Jiaqnira da Sioi'Anuaindigestan.
Mara, escrava de Jos Coelhj-febre.
Tiveram alta :
F, ancisco Jo- de Mattos.
Jo Alves Barbosa.
PASSAGEIROS.Sahiram para o sul no rapor
ingl-z Gladiator :
iimoel Aoiooio Cepard), Mlchior Amberg, Ja
mas Bavios, J is Roque, Thomaz Mtt>w, Ei jart
Crasiti k. Joba Haatlev, Daaiei Coklie.
CEMITEIUO PUBLICO.-Obitauto Jjda i" eV
correte :
Jos, braoco, Paraamboco, 8 meses, Dos-Vista r
gastro intente.
Racardina Pares Csmpen Jecime da Gara
branca, Peroarabueo 38 anees, solteira, Boa-% s-i
tubrculos [oimonares
Lodgsro, branca,' Pernamnueo, .9 deas, Baav-
Vista; espasmo.
- 16-
Mooiea Ai-xandrina de Figueiredo Barros, siria-
ca, Rio Grande do Norte, 61 aooos, viova Gnfti.
braocho pnenrainita.
Carite Leopoldina Machado loateiejre,
ca, Pernambuco 33 aooos, cazada, Bat-Vista
-.rite agod.
Margenda Mtria da Cmceiglo, parla,
ojio, idade ignora-se, casada, & lat; bsdw
pesia.
Manoel I'ohcarpo, da Los, pardo,
39 annos, casado, S. Jos abeteso.
Mar i 1 da Caoba, preta, 30 annos, solteira, a
noraia.
Taeotonie, eseravo, preto, Peraamboeo, 3&
ao*, wlteive, I Vista ; oepetUe.




w
^ -' I -
S"tUi4* & femai^ol QomU eira !8 de Abr! di 872
<

t'i.Ti IfatfaJeC anata), parda, Paroaabuco,
(Obra iff*im*.
tfnapf, fglHbv Santo AMMb ;
' -lfcriw^j|^||f*at)acti, 3 du, ai tff;< um p^J"po"r terhi) M^pa*rn,i e"ae
'I ^JWooolo rae reporta-Ej Jjaquim Haruaio
iParera
lb4'.dy 40 IIJKJ,
i) as:
*b*rt
nana
fmmmkwt
-' t'----------------;---------------------
vi""," aVMf M'ftEARCOJJB B. t
.i )%-iLtospftE J. ff i;
.nal I r |T r-
- *>** Sr.lp. ffanDel do Reg Barros So
Laao.em vf>m (MMae> Thersina, pof
xias, ckegou a esta capital d > S. Ltj no 41a _
de mea wriMio,a borde do vapor P miare prdcc
denudo tloeaii.
S- Ex<\ awa'lecanda. liospedagA que Ihe foi
eneredda na pataciiT da presidencia, e na casa
* Bim. Sr. esmwtergador Antonio Franci eo e
Saltes, diputado a assemlila geral pelo Plauhy,
t*wi lugar ne Sote1; da Europa, o aegue para o
sul a tomar pos*; da presidencia da provincia de
Santi Catharina, no vauor Para cin iua vagem
da'ewte, 4)Me .parado at amahlrTa.
Sen espade boje para fazormrm rertas trans-
cripcoes do Piauhy e da- Patria, foa peridicas
BU! se pijcaui uauuella cioado de TliereMiia,
cabe-aos apenas tk'iiois do artigo criado daBe-
vista di Jornaesjwder dixer algutnas palavras
en reUeoa. S. Exc, e a ua despedida do Pi -u-
*4vjM) l*ff*r a pnvtTiacao da provincia.
'froUtii! Sr. Br Manoel do Reg un cava-
Iheiro delinea, de trato ameno o maneiras delica-
das, como era pessoa. verilicainas. S. Exc. dopois
de passar a adimiiistM|ao ao4 vice-presidente, re-
Cuban proras da aplaco e rocoiiheciuiento dos IV
auliyens' pi-eatianoans, assiin como um lauto lian-
3note que Ihe foi o. Fenecido pelo gtande partido
everdad den sempre inequvocas provas do um adminis-
trador honesto, llais:rado, e piuui-**!, qm
r* aovo na vida pi.blica, soubti conler-s ante os
botes ferinos e insultantes de" una opposio,ic> dos-
anfreada e sobre modo descominuaal.
A' S. Esc, pois, desejamos prospera viageu e
que na sua nova presidencia de Santa Catliarina
merece dos bonicos de beni. quanto uierceeu dos
tiju* piauliyausos.
S. LUIZ 29 DE MARCO DE 1871
HOBCKM 1LLUSTRB I i
II
Cumquan'o 8. Esc. o Sr. Dr. Manoel do Reg
forros de Souza Leiio tivesse seguido no vapor
Po. coa) dest no aos purios do sul, rumariiniis o
dever que a uossa t > desmentida independencia
nos upe, isti do provar qae s escrevemos o
que sentimos i|uer na presenca. quer na ausoncia
tiaqualle a quein nos relerttnos.
feudo no passadu n. 13 dessa folba, em artigo
editorial, d to o que pensavamos oom referencia
ao Exm. Sr Dr. Manoel do Reg, e diulo em re-
wsla um bim efaho-ado artigo da Pateta, peridi-
ca qne se p.ibca n. cidade Tneresli; boje trans-
cffreBdo, igualnn'nte em revista, nm artigo do
Pinmhy, ontro peridico daquella cidade, qoelam-
bem faz a descTipcJo do lau o banquet-i off^rocido
aS. Esc, lian como 'a noticia la feHcitaoSo que
Ihe dirigi a cmara da capital daquella provin
ca. diremrs :
> govcvno imperial deve altender mu to para
cisas manii'esla$e, que deixam entrever o des-
peita, e i.:i as (-alunmias do urna opposicao
frejietica e arrojada, que se mostra altiva na pro-
vincia pela protecca: que, de publico diz, Ihe
garanlida per um personagem da curte.
O que se le na Imprmsa n. 3i2 de 29 de feve-
reiro prximo passaJo, a prova inais exuberan-
te do procedimeulo audacioso d; nina opposicao
tac"io.-a e que cyniament alienta contra a paz
a iranquillidade publica, sem guardar memo o
ecatamenlo devidoao principio de autoridade sus-
teutaculo principal da ordem e inslituicoes jura-
das c inr rescindivel regulador de lodosos parti-
das polticos.
Todava S. Exc. o Sr. Dr. Manoel do llego, re-
cebeu pruvaa de apreco e subid i dedica.ao ; por-
auanlo, al;in desse lauto banquete, e feUcttacao
da amara, cerca de 30 cavalheiros prestimosos,
U'Ddo a sua frenle o distincto cliefe, Dr. Simplicio
de Souza Mendes, o acompanbaratn al.^umas le-
guas de Tlieresina at o engenho Flores do Sr.
tenenle-coroiir-l J,i (.anda dentre ellos, 10ou 12 chogarama cidade
de Casias d'onde r Acmieni S. Luiz, S. Exc. tevoao embarcar, no
dia <"> de cadente r.iarvo, guarda de honra o o
tiiais^qne Ihe era devid), alin de ir dexalo a
Lordo S. Exc o Sr. Gomes de Castro, desembar-
gador Salles, chafe le polica, Dr. Alvos Maciel e
ouiros eav.ilberos, que anexar da ebuva que nes-
se dia cahio, e nao obstante a delicadeza eoni que
o Lib-ra! r. 12 de saiibado 23, destribuido a 21,
rerebeu o hospede illustib.
9X*K O B.S.H. SU. CONSELHEIRO SAYO LOBATO
VKR, E ADMIRAR SE.
Qtadros historeos da jttittca de Olinda.
Tereeira parte.
Atiesto, que o Dr. ifino Cielito da Siloa nao
tesid' nestafregnezia desde que etirou se para o
ht> de Janeiro no auno de 1810. 0 que afHrmo
cm fe do meu cargo. Subdelegacia de polica da
Ireguezia ds S. F.-dro M.'riyr de OJnda, 8 de f jve-
reiro de 1872.Jjie Eustaquio Maciel Montairo,
sa&delee'ado em exercicio.
Do Rv.ti. cura da freuuezia da S de Oiiada.
AiUtfe quo mi > eoaheeo como parnckiano ao S .
Or. Ruflne CoeMh) la Siva, e nem me consta que
tenka domicilio neste carato, lia fiie pjroclti,
feslor nalo'i cansa e.rimims. Oiinda, 9 da fev-rei-
ro de 1872.9 cuiadas, padre Jos Vaz Gui-
tarras.
j; pre*ileutjd untada qualiucaijaoda (regue-
aia de S. Pedro Mariyr de Olinda (era virtuiu do
daspaih).)-Tneotouio Jesnino de Oliyeira Rosal
les, alferes secretario do 9.* baialhao da guarda
aaeiooil do montopio- de Olinda a e^critao do
fuizo da paz da freguezia de S. Pairo Mariyr, em
wrljde da lei, ele.CertiQco que revendo o livro
da qaatiflsaQao de v dantas desta freguezia, nao
cmMa ler sido quclificaij o Dr. Rufino Coilho da
SUta, ao crrante auno, hem como no auno passa
da, e na ler reclamado nada a respailo. O
rifendo veriude. e ao dito livro de qualifhacio
enf wtor ma repon i. Eu, Tlioatoaio Jesuiuo da
Oltrlra It jzellis, a escrevi.
Do presidente da junta de qnalifleacao da fre-
guezia. da S de Olinda.Elaarlo de > C-Kr*!,
ci:rvo ititerioo 6i iuiz de paz do curato da S,
em vifiuie da le, ele.CoruSco que revend) e
livrji da qualirj;acao d" que o Dr. Rufino Cielito da Siloa fosie qualifizado
nu auno le 1871. e. nem no prsenle onno de 187%,
to constando timbem d'alet que o aetmo Dr. fi-
aene a mtnor recltmacaO; O referido verdade. a
mu la ei -rever sobrevo e asaigno aos 10 de fe-
rbreiro da 072, a eu, U1ard) de 3a Correa, es
rivio interino, bscrevi e aiigaei.Edoardo de
Si Corr3,escrivo interino.
Do vif ario da (regaezia de S. Pedro Mariyr de
Oiiada.Sei que o Sr. Dr. Rufino Coiho da Siloa
jm: mamap' dla termo ; a quanto ao tea do-
nicdt, tuiie nada im coma que possa airmar.
Fregaaaia 4e 3. Pedro Mariyr de Olinda, 14 de fe-
weiro da 1872,-0 vigario, Miguel Amerito Pe-
re ra da Soma
mu, ir. Dr. juizi denireiio desla comarca.
Felitps M looei do Cristo Leal vem requerer a V.
S., se sirva de mandar eertihjar pelo escrivao eotn-
ptiienia, e tbeor verbo adverbum do provimento
por V. S. proferid} em sua ultima audiensa, da-
da ao primeiro do corrate mez, cam retacao aa
jale municipal alnetivo daste termo ; assim pede
V. S. doferimenio.I 1. M.- Olinda 10 da fe-
vereiro de 1972 ( eslava noillisada a eslampilba
e duiemos risFelippe Manoel da Cristo Laal.
Certifliue.Olloa 19 de fjfereiro de 1871
Kiranda.
Joaqnim Harrailo Candido das Cbaga}, osen*
*io privativo do jary, erlme, eivel, comraereio a
2.' ta*elliao do termo de Oiiada, por S. M. Impe
Hat e Coastliueiooil o Sentar D Pedro II, qae
hi gairde ate. C;rtili;o, qm em objervancia
n deipac'i) retro, revendo o protocolo das audi
Kiai de jaieo de direito, dalle consta o provi-
anoolo pedido por crtidM, qa do Iheor seguin
14: Na nssma aidieoeia foi declarado pelo Dr
lilis? direito que aesta data havia offerecido ao
ctladaa Luiz i j Usgo Barroi, lareeiro sapplente do
" Jolz aranieipal paca aiiendar at psssoaa e daspa-
ctiire qai lite fxsa requerido na jurisdicao da
juito mutiieipal vijio qae o mes no Dr. jalz de di
tvt eoitMerawa cama pedidos.......e como
***l*hr $ um adtr jund^ao, M aotos que forem
praticidir pelo Dr. H>ifin$ QoWw U 8a,>u
muuicqiaf do/etm, em nuanto tto titer residen
ca netfa cttii emboen At termo, e tu'donstrvar
ausente, e semdtmiHo no territorio com]rek\mdi
i* no termo. Nada ais e eontlnha era dito pro
Cesdo das Chafa?, epriviq dojnry sntTrerivi, o,
aesigM pof Mar *^*i>'i*** ejfcpikba-
de dozootos ra, hMhliMl* ) Olioda 12 de r*ve-
reiro de 1S7IOeacrivo d jury, loaqom Her-
milo Qiadido das Coagac.Nada raaia se oootioha
no duc miento qae aaa (oi apreseotado para zeda-
iir a piaaenw napUea tura, qae me vai tara eou-
sa que duvida i*c toalarida a coacertai* aa Ur-
. ma do aatyto, a pe mm tthaUao Miblao sute
cripta e assigoada nasta cidade do ueua ae Per
aaaabaco ao* 4 at* da aMte>aaMMav*aa
aioiaeoto de oossa Snao Jeaoi CUriite de
Sobacrevo a **igDA R-ieifa L^Ui i
Em teatemuabo da variada-1 attvaa tea )
Francisce Baptiata da Aimeida.Camlgo tatllio
iaiertno.-P.idrj Aiexaodriao.iWMMBvLtt.
MUaa
ha para taia ln\f*r do coofeccionaf' l||M6i Vapor Joftez Studant, capitSo Gell^
le oa Acotla. .I E' aula preteoclo lio estulta como a da Liverpool?apor ioglex Gladiator, com-
escaiar o ce de ^m dos falla a mybe- miodaote S. William, torta Mancar, al*
Ptfcawteut neje aqai # f. W.
fltfa l7.de abrit
nld iq
!&
-------'---------------------'------ teia*Afa
tena** ^aatla br .m at.
COMPaVWHA
NORTHERN.
i r V
- P esouraria poriocial ae fai pobtieo
da 25 de corrale val uovameote praoa
arrematada a obra dos reparo* da ea-
teta a"aiaa 9itu nm -aaa|ate> valor do ufaaaiiin iiamadiiiij, o ajoal_sendo_ da
d9V||MijYM3ev
i caodfSaa pama arraaaataaioate as mes
ja aaauteiatea. a atebav a
te
Balancas pabeav
Em resposta ao noeso arlqao, paUieate ae Dia-,
no de boaiem, apparecau uio Sr. W. qu* nao
aiiaatoa idea, por qua, em vez de contestar ae ra-
zos qua apraseaiamos em favor do esubeieoimen-
to da< balancas publicas, contaotou-se em fazar
uso das chufas de do goslo e do inaalto.
Ede recurso i o alinao dos qae Jse emprega
quando se est em pobreza da argumentos proce-
dentes.
Portanio, Oca patente, qae necn os nuis afervo-
rados impugnadores das providenoias^ qaa davem
coDtuslam ..que o au commercio fco viciosa
e irre^ularraeDle.
Basu-nos isto, para termos toda a vanlafem na
discasso, e nao carecemos iasislir no que di*
sernos.
Cumpre aos, poie, desta vez lamentar ramate
que o !>r. \V. balesse tanto em falso nos diversos
pontos do sea artigo.
E' cousa que seriamente se possa dizar, que a
Associacao Csmmereiai, qae em 1867 pedia ba-
lances publica*, nao eslava bera informada-?
O qua se d boje, em relacao ao algodo, nao
o inesrao que se dava najuelle lempa?
Nao importa que a maioria da directora dessa
associagao esteja boje de opiniao mudada. A con-
sciencia publica recenheee, qae ana maioria ex-
prime sem duvida nm pensament mal) de ule-
reases particulares do que garaes.
__ Dos cozo membros que se dirigiam em e&mniis-
sao a presidencia, aponava-*e, mano* dous, que
par consiieragois de anisado talve, eniraram na
caravana, oauros que por i, on por alguem esto
irados ai negoiiaQoes.do algodao.
E nao pode ser jaiz imparcial.o Juz qie inlfa
em causa propria.
Alm disto, nem toda directora adversa as
balances publica?, entre elles ha algnaa qne a
consideram providencia necessaria e que nao Haz
entraves ao commercio.
Nem se qu ira fazer valer a opinio da maioria
da directora em prejuizo da manifesl'acao solemoe
da grande e multo grande maioria dos socios da
associacao coraraercial; que se absleve de tomar
parle oa quesio da represenlagao, provando as-
sim qne nao quera ideotlflcar-se cora ama frac-
cao, que advoga nteresses menos rasoaveis.
Q e forca tam o facto da nao ler bavdo presi-
dente que executasse as leis existentes, sobre a
inspeecao do algodao ?
Entreunto, est mal informado o Sr. W.
O Sr. onselh'iro Dogo Velbo cuidoa de exe-
cuiar a lei n. 963 e al preparou o respectivo re-
lamento, que na leve lempo de expedir.
O digno vice-presidente, porm nada fez a res-
peiio, e nem exeeulou outras leis, que ul-imamao-
la teem sido executadas, por que, como correte
as aamioistracoss nterin .s ijuasi que se limitam
ao expediente comraum.
E' (ora de duvida, que desd qua a presidencia
saaccoaa urna le, a sua exscucio obliga-
toria.
P le bver demora na execocSo, os tiabadboa
rtgu aineatares podem ser fulos com vagar; mas
coodemoa-la a nao excncao perpetua,Joo licito.
Nao ha de ser reclamagos com carcter de pre-
tendes a irapor normas a alta administrago, que
inutilisa'' leis.
A niuguera flea mal auferir lacros dos cofres p-
blicos, em remuaeraco sbente dos servaos que
prestar.
O que Qca mal sao outras coasas.
Honra ainda ao Sr. Jo.- Pinto. Os advogados
de urna cu*a m, o acomm-dtem 1
Anda L-ni I Sobe assim no concedo publico.
rundo tetf Mi i. A , Ajante.
Mills Lalkan C
qoaolia
te
* *'9mWmMjan"i artm pre-viBCiai
oambnco, 13 de marco de 4871.
l07000^00Q#^t________mgmfi AlT.nso ftrrelra
l P qaa foi t/aasferida para o dta K de correte a
Na praiima asrbaaa. aufclri i scena o magoifl
u
A vida de um jogador
THETRO
(VM\ASI0 DRiMiTICO
O beneficiado Antonio Marlios Vianoa partici-
pa ao respeilavel pablico qua se dignou acceilar
vado a 968^010 re. bilbeites a sau beoe.leio que por motivo justo,

bralo rabaxamaino da ladeara do Timb oreada
m 7:920*000.
CbmpanliafteDix Feraain- JS^AtSV%r^ d'Per
-aa

ltete
Torfta riseos mafitimw em mercadorias, freas, ,
diflbairo i risao e finalmente de qualquer teto- '
rtia, em vaporea, navios a vea ou barcaijas, a
premios luoo aaodMos: a roa do Coaaraarcio
mero 3i.
SEGURO CONTRA FOGO
The- LivBrpoot & Londnn dr -Glob
loeuraoca GnpMj.
Satandera Brothers & C.
11Carpo Saatoif
THE ALLIANUS BR1T131I & FORSliiN.
Life and Fu-e Aasaraace Cimpeoy eatabelacida
em 18W. Capital 0,000,000 bbras euerlioas.
Os agenta* desla coiopaabia tomam seguros
contra fofo sobre predios, gneros e fazeadas; e
pagam aqai prejuizos davidameate provados.
Rabe Scbmettau C
Corpa Santo a. 151
?RAUA DO RBCtKB 17 DE A3R1L.
DEIM
ar y 1/1 >a*s DA'Tiinr.
Gotacdes offlciaea.
tlftodao de 9 sene H9 ra; por kilo.
Algodao-de Goyanna i sor te 749 rs. por kilo
horten.
Cambio sobre Londres a 90 d|v. t5 l|i, H *|8
e25 d. por 14. e de-baaeo 95 di pjr li
'"arabio sobre Pbris 99 div. 375 rs. por franco
Frote de assucar daqui para New Ynk 40t a &
CtO.
Duboorcq,
Pelo presidente.
Leal S;ve,
Palo secretario.
CpitadH do tforto' de Pernambnco 11 d*
abflt da 1871
i: AVIO AOSiAVEfitANTBS
ara cieno das oav*a>nte* faz-^e a. aabiica-
* se aegae cam r-eareacia aa pbareleie do
. o Virado.
Pnarolata do Chapeo-Virado. Lmttude t*"7' 45"
Sul; Lougiuada B* t 30 O Mr> te Janeiro.
Este pn.aroleie que se coanada te ama colamna
de ferro de i2 ps de altura susleoiando ama
lanierna de qoatro faces de vidro incolor dtatro
do qoal ae acaa o appareiho catadiopiuro,- est
oollocado na pooU do Cb pea-Virado qua demora
36* S 0 verdateko do coto vallo do banco da 3ra
gaaca, na disiancia de 40,6 ailhas da pharol fj-jc
tuanu que all exiate. Sua- luz flxa, de cor
branca, e alcanca termo medio 8 milbas. Coovem
wo appreaiwar duale- pharolete; qtwr de- aoile,
quer de dia, por aaaato etn torno da pon, se ca-
lende m recifes alagados qae demandara ama res-
!;uarda nunca menos de urna mllhi. Pr i'i de
everelro de 1872.
Conforme.O-secretarla ti* capitana, Aaoiim
Tavares de Hatedo.
O secretario,
Bedo de Aquiob Podseca.
AXFANDEGA
dandmaou do da 1 a 16. .
dem do dia 17. .
766AI3033
37.100*032
803:313/1113
Dsscarregara h." 18 de abril de 1872
Patacho portugoexJlajirufao varios gneros
Escuna allomaaMaroarehe- -vario? jgeners.
Sarta lgleza,Hftjno/iatariot getero9.
Barca auec-iHetevasios^aoaaos.
BrigeHoglezQuen o Ihe FleeP varios gneros.
Patacho norte-allemioDeleiteiieui.
Patacho allemoBerlhe & Pauliae aara.
i.rca inglczaDolphimidera
Barca franaezaFrancois Mdem.
alacho ailKinaoJosepkfarinii.t de trigo
Biigue francozSt. Josephevinho^.
Barca porluguezaSocial i'dem.
CAPATAZIA DA ALFANDEUA
aeodmenio do da 1 a 16. 6:708(933
dem do dia 17........ 1*324
7:0:30*259
Volumes saludos com fazenda
dem dem com gneros diversos
O Sr. i e as balao^as publicas.
Ii v-p latiendo esse Sr. boje a um artigo
do Diario de liontem acerca da corfvanieti-
cia do estabelecimenlo de balances publicas,
o faz lo desasadamente qae n5o merece
ra resposta seria, se todos quaDtos lessera
a sua lira Ja estivessem no caso do redozi la
s suasjusUs e mesquinhas propor^es.
Admira bastante qae a ignorancia e o n-
teressa srdido so ostentem t5o impvidos.
Dizer que as leis de creatjo da iaspec
C"io e a capalazia do algodao na eslo em
pleno vigor e revelar a mais crassa incapa-
cidade para reapoader a quem quer que se-
ja sobre a questao qae se agitoa.
Se o Sr. W nao sube como principiasse
a sua resposta, ainla mais se compromet-
teu quando se derramou em coosiderac8S
to frivolas quanto fra de proposito no
terreno da questlo.
0 Sr. W por mais simplorio que seja, ou
queira parecer no pretender conseguir
qne se acredite constar o commercio d
pernambuco do um pequeo numero de
socios da respectiva associacao, alguns dos
quaes inleressads que arrastaram antros
por con 1 ascendencia e motivos muilo diver-
sos do-' verdadeiros interesses que devem
guiar o commercio em licita e regalar es-
phera de ac?5o.
O Sr. W sobre ser pouco serio de to-
do animoso para negar com lodo displante
faitos reaes e incoa testa veis queigoora.
As3in que existum realmente reclama-
coas dos agricultores desde muitos annos a
favor da inspeecao e peso officiaes, e nao
precisa demonnrar tambem que os inters
sesdo sj sao defraudados com a ordem
actoal de cousas, por mafc zelozos e vigi-
lantes que sejam os agentes de lazenda pu-
blica.
0$ empregados do consulado provincial
nao sao culpados dos prejuisos qne aoffre
a renda publica no commercio do algodao
como feito actualmente.
A cousa preparada de modo que na
falla do peso ollicial a nscalisacao inexe-
qoitel.
O Sr. W. nao conseguir provar que de-
fende ama causa coiomum e solidaria a ao
ser par* alguns qne perderiam trmto com
as bataneas publicas.
A iospecelo e o peso s3o hoje obrigato-
rios com as desvaotagens de poder ser ar-
bitraria aquella eeste prejudicial e damno-
so aos agricultores.
Na) melbor que sendo aquelles actos
obrigatorios sejam Jeitos por quem inspira
confianza, offerece garantas e responsabi-
sa-se a ndemnisar qoalqoer prejuiso qae
por ventara possa vir a soffrer o agricultor
oa o negociante ?
Ninguem de boa f dsixar de responder
pela affirmava.
lN5o demonstram a inconveniencia das
balanzas publicas, e duem apenas o con
mereio nao quer.
At ratoes porem da sopposta inconve-
niencia n3o pslem ser allegadas pela im-
prensa.
O mais que refere e ir. W irrisorio.
Erpliqae-se claramonte o negocio, e nao
se pretenda em v3o que os poderes patu-
cos represeaUnles de todas at classes, cha-
mad itMerQSsad^j em quanii especulaQao
Somina
ll
379
Despachos de exportaedo no dia 16 dt
abril de 872.
Para, os portos do exterior.
No navio sueco Charlotlte, para Cronsiad.
arregaram : K-ller & C. 3o saecas com 2,6'i8
kilos de algodao. *
Nu navio Lord Coltngd, para Liverpool, car-
regou : A. FrancCo Gorga 50 sacca com 4,272
kilos de algodao.
Na barca ingler Lord CoHmgerades, para
Liverpool, carregaiam: Saunders lrother & C
469 saccaa com 3i,684 kilo* de algod).
No vaper ioglez Gladiator, par Liverpool,
carregaram : A. F. di Oliveira C. 33 saccas com
ti,9io kilos de algodao.
No navio hespanbol Presidente, para Barcal
lona, carregou : J. J. Goacalvas Baltro 180 sac-
cas com 13,325 kilos de algodao.
Na barca portugueza Diana, para o Porto,
carregarara : Gomes de alanos Irmaos 18 saccas
com 1,039 kilos de algodao ; para Lisboa Baltnar
Oliveira & C 55 couros seceos salgados com 636
kilos.
No biigue brasilera Victoria, para o Rio da
Prata, carregou : A. de Oliveira Laiie 100 meias
barricas cora 7.QJ9 kilos de asmear branco.
Na barca nacioml Sipresle, para o Rio da
Prata, carregou : F. R. Pinto Guinares GO bar-
ricas com 6,971 kilos de assucar branco.
No brigne hespanbol gnacita, para o Rio
da Prata, carretea : A Ferreira Guioiaras 60
barricas com 6,763 kilo? de assucar branco.
No vapor inglez Studant, para Liverpool,
carregaram : Saunders Brothers & C. 219 saccas
com 16,973 kilos da algodao.
No brigae alleraaj Rodo'.pn-, para o Rio da
Prata, carregaram r Jo da Silva Layo dr F.luo
400 barricas cora 46,628 kilos da assucar branco.
o brigue portugus Billa Figaarense, para
Lisboa, carregaram : A. M. Machado Jnior 300
laaccos com 39,550 kilos de asencar maacavado.
No brigae porlaguei Lata I, para Lisboa,
carregou : J. da Silva Guimares 1,400 saceos
com 10,400 kilos de assucar mascavado.
Para us portaos do interior.
Na barcada Triumplm. para o Natal, carre-
gou : I. D. da Cuaba Lagea 5 saceos cera 394
kilos de assucar retinado.
RECEBEDORIA DE RENDAS INTERNAS
GERAES DE PERNAMBUCO.
(\endimento do dia 1 a NL '. 43:436*182
dem ao dia 17...... 4:158*530
Per
i
! O t
O ofSoial-maier,
A. VaiMira.
^_^
VJLVi'l-V
foi transferida o espectculo que baria de ler la
gar hontem para qaTts-"feira vindonra, pelo qne
pede descolpa ao respeavel publico.
Tife e a bareaea nacional denominada
Vernica da Gloria nova, de i" viagero. ioui
lo bera construida j>o e-ialoiro da villa de Forte
de Pedras, de I jtag; de 1,500 saicos de aarocar:
para ver ao eses do Ramos, e para tratar na roa
do Yiprio1 a. 3, toprt rabos com /oao Luir de
ajcedo, Jos Rodrigue Salazaf e joaquim
Sonza wlvaCablia.
Attenpao
Iw-ofdem-Ou iHan Sr. inspector da- tftesoa-
raria de Uzeada desta provincial ae faz publico
quefertsro tim podar do porrBIrotla meirna para
serem veadidaa oollacc8''s: da> tais e eaisoes do
gbverod dos anuos de fttli a 1870';' consultas da
secrjao da'f>tnMa< d*-onBlhO d estado de l8i2-
era diante, enriela volme*; consullas sobre ne-
gocios ecelesiaslicos, em ires volMbea ; manual
do empregad) de faaenda, aexto' torco ; e ex am-
piaras do regularaeato n. 4 SOI da 9 da abril de
1870 sobra a arracadas-So do Imposta do sella.
Secretara da tltesourar* de fazenda de Per-
nambuco 13 de abril da 1872.
Servindo deofflal-maior,
Maaoel 1 Pinto
aata Casa de nieerSeordla do
eriffe.
Pela se.-reiaria da santa Basa se taz sciente' que
no dia 16 do correte, petas 9 horas da manha,
no saiao da caaa doa expostos (ara o Sr. ihasou-
rairo pagamento do trimestre de Janeiro ;narc/i
lindo samas quetri.axeremcomsigo as criarrees
que Ins (arara oonftadaa;
Secretaria da Santa Casa de Misericordia do '
Reeife, 10 de abril de 187*.
O eserivo,
Pedro Rodrigues da Sonza
O administrador da recebe loria de rendas
internas geraes lembra aos senhores de escravo
e mais pessoas designadas nos 51 a 5 df> ari. 3'
do regulamento. n. 4835 do 1* de dezembro de
1871 e que oi devem dar matricula, que o fa-
gina desda j afim de que no ultimo mez nao sof-
fram grande demora os ponadores das rela{5ee,
as q-iaes devem conter 03 nomas de lodos os es-
cravos, ainda mestno qne" j eeiejam matriculados
em virtudrdo regulamento 4129 de 28 de margo
de 1868.
Recebedoria de Peraambuco 4 de abril de 1872.
M..u.ni Caraeiro de Souza Laierda.
THEATRO
Vende se a veleva e bem conalruda barraca
Probidbde, a.psrelbada a prompta a navegar, p
ga em 700 saceos cora aasacar, acha-se fuodeada
junto a caas do trapiche Pelounaho : quem a
qaiaar examinar dinja-e a bordo da raasma, e
para tratar cora Carlos da Svtva Aranjo, na pFtca
do Carpo- Santo n. 4, armaaem, das 9 horas a*-4<
da tarde.
Sai moretarivelraeote n da 20 do correte
mez o Rale Gracioza, para Aracaty, quem no
mesmo quizar carregar derija-se ao escripiorio de
Dartoolomeo Loorenco na ru < da Madre Dos n.'
3 a tratar como mesmo, on cena Joo Al ves de
Quintal; recebe carga al sbado 20 do crrante
mez as- 3 horas da tar*>.
COMPANH1A PERNAMBUCANA
oa
Uaregat;5o osteira por vapor
Babia em direilura < na volla por Aracaj,
Peiedo e Afaei.
G* vapor pnjuca, comraan-
dante Maura, seguir para o
porto da Babia no dia 23 do
correte a- 4 horas da Urde,
vallando pelos portos de en-
cala cima mencionado'.
Recebe carga al o dia 19, passageiroa, ene ora-
oaendas ediohsiro a frete al as 1 horas da tarde
do dia da saluda : escrtptorio no Porte do Mai-
03 P. 12. __________________________
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE,
Navegando costeira por vapor
Porto de Gallinhas, Rio Formoso e
Tamandar.
O vapor ParoAff*!seguir pa
ra os portos cima no da 20 do
correte ameia noale.
Recebe carga, eneommendas
passageiros a dinheirc a frete at
as-2 horas da urde : a. escripiorio do Porte do
Mattos n. 12.
COJIPAMHlil
DE
Mavegapao Brasileira
At o da 22: do correte
esperado dos portos do sul o
vapor, Crute danta Pamplona, o qual depois
da demora do costume seguir
para os portos do norte.
Para [retes e passageiro3 tratase na agencia.
Eneommendas de pequeo valor, peso, medida
? tambem dlnheiro, recebem se al a 4 hora da
larde do da da sabida do vapor. Agencia ra do
Commercio n. 8.
As encmmeodas viodas por esla vapor ser
entregues atoo da da tbida do mesmo, no es
erioloroda companhia, depois desse t-rmo serc
recolbidas no trapiche do Dantas
PARA'
47:594*712
GOrTOtLADO PROVINCfAL.
dendimiotododiil a I. 65.901*rl30
dem doo a. 17. f.Mf. J 1:705*407
Vi
67:606*237
M0V1MENT6 SB POnTO.
ifortoi mrodos ao dia 17.
Terra-Nova -38diae, patacho ingle: Osprey,
de 144 toneladas, capitao W. C Taylor,
eqoipawm 8, carga 3,55! barricas com
bacalao; J^brjjton Pater A G.
Letth77 dia, barca italiana Patestro, de
800 toneladas, capit&o BQelitto Zoleue,
eqoipagem 13, carga carvJo; Bur-
le de C.
Goreoto repblica e Nicaragua (Anaeric*
Central)ll diai, brigae inglez Maed
liaran, de 28loailadas,capii5o E. Re
charda, eqoipagem) 11, carga madeira; ao
naesmo cipitSo. Vete refreacar e segu
para Falmontti.
Nmuoo toJ* no vmmo iia
BahiaHiatfl braaileire S*bralmst, capilio
Aotoaio G. Pereir*! carga a.Mooar,
compahdh nmn
uitd-feira 18 de abril
Entra etia scena
Mlle. Mathilde LafourcaJe
Re^resentar-.ke-ha
a opera bufia era actos
Li PERIC1I0LE
( Msica de Jacques- Offembacii)
.Mlle. Lafoorcade.
desempeobar o papel de protogonista
Tomara tambem parle na opera todos os mais
artiaiae.
Comecar o espeeiacalo com a opereta em 1
acto
jeanne qai pleure et Jeanne
qai rit
Uesempenhada por Mme. Poppe e Mn>, llar-
bain, Gauthier e Barbot
Principiar as 8 1)4.
Depois o espectculo haver sempre um trem
para Apipases e poutos interne los.
Os camarotes de asgatura e eneommendas
entregam-se at ao maio da.
lili ..
THEATRO
G\.H\4SI0IW4iliTICe
' Suliliado 2 de abril
Representar-so-ha o excellente e muito applau-
dido drama, de costumes militares, em 4 actos
t MLortaoie papel de S ser representado pe-
lo Sr. Tbamaz Eapraea,
Toma, igualmente parte toda a cojopaaaia,
Terminar o espectculo cora a graciosa e ap-
plaudila coartadla en 1 acto ornada de msica
Botya e caximbo
Os bilhetw adbam-se desde j no escripiorio do
Ifcertro.
Prindpiafia S 1|4,
Domingo 21 de abril
Ae O borat a tarde
Primeira represetMa^ao, neete ujeatro, da dase-
jada, mnto graoioaa e aenpre apwaudlda c*ma-
dia em 3 artos, oro!* de ansie*.
O
Para o indicado porto pretende seguir com mui-
la brevidade a barca porlugueza Linda, por ter a
maior parle de seu carregamento engajado, e pa-
ra o resto que Ibs falla trata se com o casigna-
tario Joaquim Jote Googalves Beltrao ra do
Commercio o. S.
Porto pa Dsboa
Vai sabir em poneos das para os porios cima
a barca porlugueza Diana, recebe alguraa carga
a pasaageiros, para os quaea lem exoellenies com-
modos : a Halar rom os consignatarios no Forie
do Mattos n. 13. ou con> o eanuSo a hirdn.
PARA O
PORTO
pretende sahir com pouca demora a barca porlu-
gueza Social por ter a maior parte de seu carre
gamento engajado, e para o resto que Ihe falla <
passageiros, para os quaes lem bons commbdos,
trata-se coa o consignatario Jiaqum J s G .?
calves Baltro. ra do Commercio o. S.
BMM
O navio allemo Uargartthe segu em poucos
das par* a Baha e loma carga para o mesmo
porte : a tratar com Keller & C, ra do Bora Je-
sik n. 55._______________________________
Para Lisboa
A barca porlugueza Mam Luiza, capito A.
S, Gancalves, vai sabir com brevidade e lera
liadas cmaras para passageiros : trata-se com
E. R. Rabello & C, ra do commercio a. 48, Ia
andar.
Para o Alo le Janeiro
segu com brevidade o veleiro patacho nacional
Veloz, recebe ainda alguma carga a frete : a tra-
tar com Fernandos Irmo travesw dril adre de
Daos n. 13_______
Para
Segne para o relarido porto eora raaila brevida-
de o biate Oiinda. por ter a maior parla de san
carregamento ; e para o resto qne Ibe falta traa
se con, o consignatario Joaquim J. G. Beltrao
rna do Commercio n. 6.____________________
Portos do norte
Est a carga para os portos do norte, Cunha
Rio Grande e faca, o biate S. Jcoo Baptista, a
tratar na ra do Vigario a. 13, ou com o raeslre a
bordo.
livrana ds direito. iH'^aara, Uistina,
ra do laipfrad-r o. 48
etc. Ka
000 saccaa com fafliihi de trtJr)
mellirres e li:rn ootrlteCfdas natc
Sintiagc.
do CMIe, da
datfonacu
Hoje
10 luraa d;i fuaaMa em poalo.
O agente Pestaa (ara Uito por coala e ri-er
de quem pertencer de 500 sacias cora arinhadr
trigo do Chile, d^stmbarcada ar ooiaU mu.
das nem couhscidaamarca, pnhs Srs paderoa,
serio- Tendidas em lotea a vstale doa eearavra-
dores. Hoja as 10 horas da asantsa rao armazva
do Sr. joa Pnarte das Nevea. no ttm do maftd .
Bous movis, Dorcelana e ir-
nos crysteep,
SEXTa-FOKA i9 DO CORREItT
Por iolervisBeao do agente Pioio
fie 1 e a andares de obrado da roa 4o
LivrameBto n. :Vl, rasa em que risidio o
Sr. Joaquim Looes Mtttmio.
CONFIANDO DE :
Sala da (rtMe ffaadar.
H* pina forte, 1 rrwllilia V )aaraod Loi:
XV, 2 eaaeios grandes, 3:foara*(0> 3 parar*
de eoriaadoi, 3 cestas para Airea, i deacaaco?
para p-, 2 etagars, i parer da jnrroa, 1 Aforas
tidas, % Bofaa, pannos de crete', i tapeta* e for-
ro da sal*.
1* qnafio.
Urna cama franceza de Jacaranda. 1 lotfaf, I la-
vatorio de Jacaranda, 1 guarda-ve.-,idus aarob-n:
de-Jacaranda, 1 eapttio gractf? e 2 baafjDlDba
de jacaraodv
* aria.
Ura goara-veatido e mogn; con espelbo. 1
guardaroape, tapetes, .jarros, i mesa d* araaori*
eom Bgura.
Sala de detrar
Um* roobfHe da aacaraad, coaa laoav cadei-
ras de- bragos, i de balaof >, 12 da-|q>raat*o e S
cnsul loa, 1 piano forte, 4 escarradeiraa e diffe-
rcutos jarros par a>n's.
Sato da fente do 2 aadar.
Uina-secreiaria, 1 guarda roup, 'cama de fer-
ro, 4 lavatorio com i>edra, 2 eaatdas e I jarra
:om tonnira.
*- I a Ae delrar.
Urna mesa ela-sica, I goarda-loocr 1 pparador
com pedra, 1 retogio de pared;. 5 venenases, I
sof, ti cideiras, 1 rae;a de costura, Hpparelh>
de porcelana donrada para jamar, dt pata efca
(de bacar!), 4garrafas, 4 campoieira*, Iparli-
queijo, 24 copos, Z clices, de.-cangos de facas, 2
galheteiras e bandejas.
Nu soia>.
Um marqaezo, II bt-rc->, 1 bid, 1 lavatorio da
ferro, 1 balaio para napa, I carrinho para a-
nino, 1 taDoa ii engaumar e ontro* objectos da
casa de famiKa.
Seti-ftira 19 do correrte
O referido leilo principiar s 10 1,2 feM da
manha.
ES TEMPO
Alu^a-se a referida cara com tu sem is ter&Ni-
lorias, ronstando de canJiPiros a ga?. tapete.* a
steira forro da ca*a. Ne.. ele.
LFIliO
DE
Um carro americanD de 4 rodas, coLert >.
com assenio para 2 e \ nessoas, ln;as 0
vaiaes para le cavallos e arreios p^ra
2 cavallos
SEXTA-FEIR\ ii) DO CORRENTi:
A' 1 HORA DA TARDE.
Em frente ao sobrado da ra do I. vr..meoi l >!
Por inierveng 1 do apante Pista.
llLuES.
M
FAZENDAS
HOJE
*H de fc>rll
A. C. de Abre* far~ leliio por ietervenfao do
agente Pestaa de om esplendido orliraento de
fazepdas ioglezas, todas proprias do meieado :
no;e qninta-feira 18 do correte, s 11 horas da
manha em seu arataaeci ra do Maznes de
01 nda.
Toma parte toda a cottoaahia.
Terminar o espectaenk) eom a espiruueea w-
medh> em um acto oraada de mesita
Bol^a e wlHiiho
Os toitbetoa acbajB>*a desde la,.no ascriptorio do
lllejtrfl.
Principa is 6 horas da tarda.
MPOHTAHWLlI
Sobrado de ;> aadares n. 59 da roa de .>-
dro Afl'.nsn, litiga ra da Praia.
O geme Hartius jar leiiao p^r despacha d.<
lliui. Sr. Dr. juiz de direito da I' vara do aora-
do de 3 andar* da ra da l'r- 1, boje Pedro A-
iiinso n. 69, muilo bem construido e loealu-ad
para qualquer u-gocii.
Scxta-feira 191 do torrente.
O leilo ter lug:r em nica das sala* do Me-
ma predio, s 11 Ii,t3> do Jia, podendo o.h pre-
tendemos desde J* examinar o referido predio
cujas cbaves seacbMir.se em poder do ages
aciuia, ou no aimaiem da ra do Imperador n.
48.
AVISOS DIVERSOS
._______________________________________________a*,-------
Arremitacao no da 30
Parante o Ulro. Sr Dr juii de direit" epe;ia
de orpbos, lom de ir a prac no da O do cr-
renle, depois da and enca, por arremaiacaa o-
ntenetlios, armaoo, medicara, ntos e drogas exis-
tentes na phirmacia a ra doBari da Violn-
n. 51, amiguaenie Nuva, aa .mpurlancia na re -
11.399*580, cuja pharmaea v riaenio do iuveotananle Jo.- da Cruz l*MM
Os esenptos acham-se para serem vistos, ein a..*'
do porleiro das aodieiciaa.
Garan e-se o arrendiroento do pavimem t-r
re, em qua ae aeba o dito estn-lecimento.
O abaixo asignado socio-gereo'e da eaea
commercial de Jos Luia Gou^alvds Ferreira >A
C, vera pr meio do prsenle agradecer cerdea:
mente aos lllras. Sr. Dr. cttef" de polica, ;n*|.--
tor do arsenai de toariuha. D.*. delegado, ntaj.r
Justino Rodrigues da SiUeira actual subdeV,:.!
desta freguezia e a todas aa mais auihcrii-'- -
que to aoiiva a sabiamente preataram a va-
liosa coadjuvaco, am de que o incendio, dad
ltimamente no predio contiguo ao di sea aala-
belecimeato nao o reduzsse igualmente a ciau*.
por cujos-soccorroi so coofessa summameo pe-
nborado. Oetro sim. agrade:a igualmanie a t>
dos 8eus-amios oae da espontanea voznada pr-.>
taram para dilo Um sens valiosos ser*^. ga-
rantindo ibas por esae acto de Ilimitada pbilaa
irophia, seu eterno recoobecimenio.
Reci.%, 16 de abril de 1872.
Jusuino A.ves Farnaades.
Tributo de gratidlo.
Coa o maior recoubeeinaenio. o abaixo asigna-
do agradece aoa- Rvois. Sra. vigario Tliemi3locle<
Hono Pereira dos Santos, Agostinho de Loo
Ca va Icanie da Lacerda, Teles-inoro de Paula Au -
gusto, Francisco Alves de brante, Manod do
Sant'Anna fcnz, Hanoel Jos de Britto, a maner.
obsequiosa oom que omciaraai no funeral da an
muito presada esposa D. Arcenia Maibilde de aI-
busjuarqoe Yasconcalloa, qu* uve lugar no ce-
mitario pnalieo desta cidad. Alada ceas esva-
necimeuto agradece o abaixo a nieada, a espoa-
tanedade com que o Exm. Huasenhor Pinto u-
Campos, os Rvms. vigario Migutl Amerieo Partir i
de Souza e frei Alberto de Saeta Augusta Cabra',
comparecern) matriz da tVivvista celebrar >
santo sacrificio da missa, por oocasiio do aetim>
dia.
Ilermogenes Scrates Tavares de Yaaeonceli. .
Previeaae ao conmlado d* pottagelei a eapiti-
Dia do porto que ao Ib* fc* a|re**tad algor.
documento de aiam-el Goaa** Blbe de Jeannuia
Gimes dos Santoa Man W*dei *oo ftfc,
assim ooao sa alga** peasoas a* acharem a(K-
dasadaa daat a docuaianjos quiaar reantoic ao sr,
deoo, ser* graiiBeau, pdente denglr-se ae beca
da Bola. o. 14. _____.____^_____
DE
Livros
Qoinla-feira 18 do corrate
0 geate Mariias rara leila* de orna Importaste
----------- __ ,^;gg|-------
C'ASMeV,
Tra*J*g*>** o> ,lom Q"**9. **"**> *>'
r MsfiniaanM, uoaaeba t flwitf coa **-
kndente, uonhaba qmnMi coa
ba n'ama das meihoies rpsa 4* bairro *>
medianl* parte de it^natsa^o pot "
A tratar na ra Oireiu a. ^

U
fe
*-j*


_:*>iar fe: r9*m Qqinta feitvl* *brtt fe-?!
*m

_
OU DI rWTDU
Ao 5.-OOO
JBketes garantidos.
iffcnBiro Mareo (atr'ara i
Atu#me-r. j feo (ootr'ort roa <
Crespo) n. 23 e casas do costme.
AckajB-M i vend os bilhetas garantidos da
7' parte di lotera;, a beneficio de recom-
meoto da villa de Igoerass (f), qne se estrahi-
ra no sabbade JO 4o torrete mez.
PRECOS.
BillMte muiro #000
Meio bilhels 3*000
Al-ano #00
Em porcio da 100*000 paira tima.
Bilhete inloiro 8*500
Meto bilhete t#7B0
Qnarto i*375
______ Manoel Martbn Fiaza.
COPEttOS
1 O'Dr. Jeaquim da AW'QQ F^nceca tai altee
ao-frto.-Sr. tenente-cercnel Jeaquim d Si GatVal-
canta de Albuquerque o_Ml(e>a xm aioda ao
vaia-o-coTratpoBdwHf d 8E
paga-se bem ; _esta typoaraprni fe dir.
No largo da Pone do Mallos n. 13, ootcquim
precisa-se de um osinheiro. _.mm
Obaeharel Jer^oymc Salgado de Castro Ae-
cbly leceiona na forma loa innos antecedentes,
pratica do prosesso cwel,-canmerciil e criminal
Aquellea senhores acadmicos do 3* anno em diao-
to que qaiwresn pralaar, poderao entenderse
eom Sr. Jos DemingMs da Costa, acadmico do
3 anno________________________________..
hotel oa qoal-
do Imperador1
Aluga-se ura escravo para
qner servico- da casa : na roa
n. 50, 3* andar.
CASI DA FORTUNA
REA DB MABCO OOTRORA DO
CRESPO N 53.
I'nlea<*iiiepaga as se>r los 20:000^000.
O abaixo asag_ado tem taaopre exposto a "en-
U o* falas slbeles do Rio de Janeiro, pagaad<
pompamente, como coetuma, qualqaer premio.
PRECOS.
Intairo 54*000
Meio 15*009.
Oaarto '6*000.
_______________M.tnoel Martins Finia.______
AOS 6:0004000
lati renda os fclizes bilbetes da lotera da
Sania, na casa feliz do arco da Coneeicio, toja d
-arivns no Recife.
* Abogado. *
M O fcacbarel Armio Cariolano Tvares 9.
_S dos antes advoga, rna do Imperador f
W. n. 41 L |andar. __;
Esta' rugida
desde man;.' prximo passado a escrava Agosli-
cea, idade ii annos, muala, cabello pegado, bai-
xa enrossa, tem cara de velba, gosta muito de
embriagar-se ; consta andar por esta cidade e
seus arribaldes pedindo roepa para lavar, imito-
lando-se forra : pede-te ae autoridades pcllciaes
e .apilaos de campo a aprehendo de dita escrava,
e leva-la a casa de sen senhor, no Cam'oho Noto
n. 118 qoe sera generosamente recompensado ; e
ae protesta contra qi.em a tiver acoitada com as
penas da le.
Ht Prteisa-M uuii eri.. para o servico in-
terno de ama casa, e qne ajude a cozinbar ; pa-
ga-se bem : quem estiver nesta crcnmsiancia di-
rija-fe a rus da Mangueira p. o.___________
Aluga-se
Urna sala com dons qaartos na ra do Impera'
dor n. 41 ; tratar r.a mesma n. 14.
As pessoas que tivereru o nome do tinado Al-
fredo Varonil Gomes da Silva, como devedor de
qualquer quanlia, queiram ter a bondade de leva-
rem suas cocas a ra do Carnario no 1 Boa Vista
junio a padahado pao (rancez. Assim como, roga
se ae pessoas qne deran obras de cabellos para
serem fe tas ou con seriadas ao mesmo tinado,
guardo en pregado na casa do Sr. A. Delsnc, que
dando os signaes cenes de ditas obras ser-lbe-bao
entregues immediatamente.
Sabloca-;e o srrendamento do predio a roa
do Mrquez da Olinda n. 23, eonsistndo em nm
vasto pavimento terreo com os fondos para a
ruada Cacimba, com cbagiono centro sendo (am
bem mrjito espacoso o aedar, o qnal tem sabida
!__ependente pdenlo ser pelo armazem, pro
prio para nm grande negocio por atacado, por
ser o lugar o melbor possivel : tratar cem An
tonic Jos Rodrigues de Sonza na thssonraria das
loteras, rna do Crespo n. 6. ________
C0Z1MR0
Precisa-fe de um cozinbeiro para casa de urna
familia, ce asante de duas pessoas : na ra Mar
qnez de Olinda n. 39.
8 0 Dr. R. Vianna
recemchegado da Europa, jnde asiera
qoasi dous annos, aperfeijoando-se nos
5 conbecimentos de sua roflssSo e fre-
| qrentou os prinrpaes bospitaes de Pa-
rf, Lnndres, Bruxellas e Vienna d'Ans-
ra, dedicando-se com especialidade a
I partos, molestias das mulberes e opera-
"'es das vias gento ourinarias, teudo
_ acompi.rjbado os professoces mais cele-
I bres da Franca e Allemanba nestas espe-
cialidades, comminica ao respeitavel pu-
a blico des la cidado que abri o sen con-
I saitorio na casa de sua residencia, a ra
do Vigario o. 1, i andar, onde poder
M ser procurado a qualqaer hora do dia
HP on da noate.
Consultas todos os dias de 1|2 hera as
= 2 hora?. Gratis aos podres.
Opera tos esireilamenlos d'urelra por
aj| meio de electriciilade, por um processo
J inteiramente novo e san dr, garantindo
a cara radical em poneos dias.
Aluga-se urna parte da cas o. 25, primeirv'
andar da roa do Apollo, maito propna para es-
criplorio, coalendo urna >ala, tres iranes qaar-
tos e um terraco : a tratar na metala das 10 as
3 brras da tarde.
Hotel da Independencia
Estaminet roa do Imperador n. 32, precisa-s*
da 2 criados para o servjco da casa, prefere-se
escravo.

Aos 5:000,5000.
Bllfcet gjirantIdo? da pro-
nuncia.
Bua do Barao da
Victoria,
Outrora ra Nova n. 63 e casai
do costume.
O ab;ixo assignado acaba de vender nos seas
maito felizes uilheles a sorte de 800* em quairo
quartDS de n. 140, e un inteiro de n. 247o com a
sorte de 300*, alem do erras sortes menores da
\0* e 20* da lotera qae se acaboa de txlrabir
1531), e convida aos possuidores a virem receber,
qae prompiameni-j serao pagos.
O mesmo abaixo assignado convida ao respeita-
vel publiio para ir ao sea eslabelecimento com-
prar os muito felizes bilbetes, qae niod6ixar de
tirar qoaijaer premio, como prova com es mes-
mos aanancios.
Acbatr-5e a venda os maito felizes bilbetes ga
raatidos da 7' parte da lotera a beneficio co re-
colhimento da villa de Igaarass, qoa sera extra-
bida saecbado SO do crrante.
PREC08.
ltiro 6*000
motos 3*000
Uaartos 1*800
De 100(5000 para can.
x'oiro 6*500
Sitios a*7o
Qcartos 1*375
Joao Joatrnlm da Oaau Leita.
rala particular de lastrticco
primarla. m Dlrelta n. 141,
1. andar.
O abaixo assigoado competentemente habilitado
pela instrnecao publica desta provincia, avisa ao
respeitavel poblteo e particularmente aos pais de
familia, qne acaba de abrir ama anta de instrac-
fio primaria na roa Direita n. 1*1: primeiro an-
dar, onde poder ser procurado ; e desde ja se
eompromelte a dar o maior adiamntenlo e lases
a mocidade qae for confiada a seos cuidados;
leudo em sea favor a pralica e metbodo qne re-
ceben em nm dos melhores collsgios da Europa,
onde estudou por mais de qaatro annos.
Recife, 8 de abril de 1875.
Jottiniano Jos da Cosa.
Dr, Pereira da Molla
A 8 de abril de (875 fogirara do engonho Ri-
beiro, freguezia de Santo Aoio, dous escravos,
ambos de nome Manoel, sendo nm negro fulo, es-
tatura regular, com bneo de tarba, falla grossa e
arrasiada, pernas finas, o *eieo de cima mais
-grosso e os dentes limados, representa ler 26 ao
nos, mais oa menos, levoa camisa de riseado rxo,
eal<;a de brim pardo, chapee de bseta parda, ama
rede e urna viola, que elle lambem toca ura pon
co 4 o segando, negro preto, -estatura baixa, pe!
as tinas a am poaco arqueadas, os denles da
frente largos, a barba eom cabellos saltiados, mol-
i regrisla, represeota ter 18 a 30 t.nnos, levou
camisa de madapolao, calca de brim pardo, cha-
peo de baeta parda, e ambos ievaram roupa de
algodao da matta : rega-se a todas as autoridades
e eapitaes de campo a captura dos ditos escravos,
e condari-los ao mencionado engenfao, que serio
bem recompensados^______________________
a Prc* da ludeiieodenaa 33 ae compra
onro, prata e peoras preciosas, e laebaia se node
obras de igual especie.
ma'Dias *
e cem espec
tiqaidatano da tir-
so respeitavel pnblico
do commercio. qae
OHa elle L
Roga-sa ao Illm. Sr. Ignacio V.aira di Malla, es-
irvo oa cidade _e Natamh detu proTincla, o
faTor da rir a ra do Imperador n. 18 a conchxh
tqaaile negocio qoe T. S. se comprometten reall-
sar, pela terceira chamada deste jornal, em fin
NOTAS
mar Precisa-ss con* fgeacl, de nota
nada mais dtve da exiinct firma, a te tlgaaaaaa. JiAumhro ymrinn punda, a wtepoia. jara ja
wpr credor aprsenla sen debito para ser paga, 04,ro' paaton a teTerejro e abril, e nada comprto
sto no praso de tres das. Recite 4 de abril de P01'*8'?"'* de novo chamado paratBtc
18.
wwaaa^av
Uf i
"'! i
Pede se ae Sr Candido Jos* da Fonceea tenha
a -bondade de comparecer M venda da rna das
Qnee-Peotts o. *3 : a tratar de aegoeio de leo
particular interesee. *"'
Em dias do mez passado fugio do engento
Avfalta, freguezia de Albandra da provincia da
Parahyba do Norte, e do poder de seo senhor o
leoenle-coronel Galdino Aecioly da Costa Villar,
am escravo de nome Hatheas eom os signaes se-
guales : eor prtta, olbos castachos e grandes,
bocea tambera grande e falta de dentes na frente,
nariz e corpo grossos, cabello earapinfaado, esta-
tura alia, barbado, sobrancelbas espessss, e de 30
anuos de dade, eooduzindo na fuga um cavallo
castacho amarello com orna estrella na testa, ama
das miDS branca e castrado : roga se portanto
aos senhores eapitaes de campo o tacan appre-
bender e levar ao Recife a roa do Vigario, taber-
na d. 23, oa ao engenho do mesmo propietario,
pelo que sero generosamente recompensados.
Instituto histrico e philoso-
phleo pernambneano.
II'je as 10 horas do dia rsunir-se-ha esta so-
ciedade em ama das salas da faculdade de direito,
devendo todos os socios que se acham no gozo de
seo3 direitos comparecer a sesso.
GratificacaO de 1UU0
Aasentoo-se no dia 17 de maio do anno passado,
do engenbo Ibura da freguezia dos Afogados, o
escravo Claadina, com 32 annos de idade, estatura
baixa, cor fula, olhos pequeos, peuca barba, na-
riz afilado, tem am deote podre na frenie as gen-
givas de cima, ps seczose apalhetados, snppSe-se
andar pelos arrabaldes do Recife, como seja Ponte
de Ucbda e Mangninho: quem o pegar e levar ao
engenho cima, ter a grstificacao mencionada.
uonvite
Pelo presente sao convidados todos os senhores
que se assignaram como socios da so:iedade que
tem de ser instailida roa Pedro Alfonso n, 31,
1 andar, para comprecerem no da 21 do cor-
rente, as 8 horas do dia, para em assembla gerai
se tratar de negocios tendentes masma.
CONVITE. i
A (verdadeira e nica) Soc. Mac.*.
, Coa-.LtT,. e Pop.-, era sea G.-.
O.", convida seos Soc.* rect.-. para
assistirem domingo 21 do correte, as II
horas da maobia, di?casso e votacao
do prejecto de reforma da Conslt. .
/.-. S.-. 1.'.
MADAPOLAO FRANCEZ A 7.JO00.
Na !oja do Pavo vende se superior ma
apolSo francez pelo baratissimo preco de
7K 00 a peca pecbmcha, roa da Impe-
ratriz n. 60, loja de Pereira da Silva 4 C.
MADAPOLAO INGLEZ A 6,J000.
Na loja do Pavo vende-se madapolao in-
glezde superior qoslidade com 24 jardas
pelo barato preco de 60OCO a peca, grande
pecbiocha roa da Imperatriz d. 60, loja
de Pereira da Silva.
MADAPOLAO A 3(51(00 A PECA
Veode-se superior madapolao ingiez com
12 jardas a 3:5000 a peca, graode pecbio-
cha, Da loja do Pavo ra da Imperatriz or
60, de Pereira da Silva & C.
ALTA NOVIDADE EM VESTDOS.
Cbegou para a loja do Pavo um bonito
sortimento dos mais modernos cortes de
gurgur3o para vestidos, com delicadas pal-
mas e listas de seda, assim como com duas
saias, todas com delicados enfeites de seda
que se vendem a 335000 e 405000, sen 1o
mDito bonitos vestidos para assistir a bailes
od casamentos e trazendo cada um corte o
competente figorino, isto roa da Impera-
triz n. 60.
CAMBRAIAS BORDADAS
Chegaram rara a loja do Pavo as mais
delicadas c-'-aias brancas com os mais
bonitos be- -xvi, qae* se vendem a 8000
cada corte, grande pichincha, rna da
Imperatriz n. 60.
Medico operador e parieiro
Ru do Imp arador d. 43.
Noticia proveitosa
Apezar de haverem muitos estabelecimentos de
modas e continuaren a apparecerem ootros mui-
tos, nio poden conseguir recebaren objectos
igaaes aos da NOVA ESPERANCA, pois qae
qaeslio j decidida, o bom gosto de seas corres-
pondentes e elegancia de seos objectos, tanto qoe
qnaoda qualquer senhora por mais caprichosa
qae seja, quaodo qner ou precisa dar expanso
ao sea bom gosto, di nm passeio a NOVA ESPE-
RANZA onde tem a certeza de encontrar o qae
dezeja e'por pre$o razoavel; a NOVA ESPERAN-
CA unto mais augmenta o numero de seas fre-
guezes aos quaes te confessa agradecido, qnanto
mais esforca-se em corresponder esta preferencia
teodo sempre em vistas reunir o ntil ao agrada
vel, isto o bom por pouco prego: isto so se vd na
Nova Esperanza, roa do Duque de Caxia- no
mero 60.
*<>?? m& mm ******
^OTN80LTORIHOMEOPATHICO __
"S no
Dr. Santos Mello.
Consullas todos os dias das 10 horas
ao meio da. Chamados a qualquer hora.
VACCINA.
A' este consultorio cbegou a verdadeira
lympha vaccicica da Inglaterra, e vacci- K
na-se as quintas-ierras e domifgos das Wt
10 horas ao meio dia.
i Gras aos pobres. S
Wt 43-Roa do Bario da Victoria43. W-
_ __ _-_^ __ _^- __ _^ ______ _ftt'A)t
^WWWWtWl. WM.M "* "!. *fTf w
Fugio nm pardo por nome Antonio de Idade
38 a 40 annes de bigode cavagnac, elle amarello
ji com os pas encbados levando palito de brim e
calcas j dbotada, o palito eom nm remend as
costas carniza de riseado ji velha chapeo de baieta
pequeo e velho qualqaer pessoa qae o pegar po-
der leva-lo a roa do altoerlra n. II oa no arsenal
de guerra a entregar a Francisco Ribeiro Pavio
qae ser beo pago.
Ausentou-se do engenho Lages, freguezia de
lumb, com destino a ata praga, o escravo Cae-
Uno, de Idade de 17 a 18 annos. cor parda, ji
tugando, othoe grandes, nariz afilado, bocea pe-
quena, cabellos esrapinhados, a tem nns pannos
brancos pelo pescoco, signal bem caracterstico :
roga-te ae antoroad>s pohciaes sua eaptura e aos
senhores capities de campo qne serio bem recom-
pensados, podendo ser entregue ou oo mesmo en-
genho a seo senhor, ou na Casa Forte ao Sr. Ma-
am*A* Fiau Lima, que.est pin ama autor!
sado. q___AA_-A i'\)il__________
Pharmacia de S~ Jos
88Ra de Marcilio Dias88
Joaqun Rodrigos dos C lias, pbarnuceotieo
pela escola de meeena do Rio de Janeiro e pro-
pietario da pharmscia de S? Jos, rna 4a llar-
cilio Dias o, 88, antiga pharmaeia do amito co-
nheeido Paran nos, tem a honra de avisar ao res-
peitavti pnblico que o seu esubelecimente' seria-
se completamente reformado e eonvemeetemente
snrtido de novas drogas e de todos os preparados
officinaes, eom qae posta ae prompto aviar qual-
quer recetta. Todo aqaelle que quizar hewa-lo
com a sna confianea, pode fiear convencido qae
seri multo bem servido pela boa qualiJade de
uas drogas, pela promptidio, aceeio e esmero
erra qoe sao aviadas as receitas segundo os pre-
ceptos da sna arte.
lttencao
O bacharel Bento Caeiliano dos Santas Ramos,
convida a quem for afilhado do finado sen pai
Bento dos Santos Ramos, para que no praso de
dias aprsente certidio de baptismo e attestado de
subvivencia, para receber o que por verba testa-
mentaria iba cabe : roa da Gloria n. 85, 12 de
abril de I87S. '
Contedo do nnmerS 18.
( hegado rna tt de abril
EDITORIAIS.
O "Direito Divino."
A VolU do Imperador.
A Lei de 58 de Setembro.
Os Filhos dos Lavradores.
Profetas falsos.
TPICOS DO DIA.
A Nova Italia.
A Nova Reforma Calboliea.
A Questao Religiosa no Brasil.
Nous sobre fados correntes na Europa.
UTTERATRA.
Carla do Cap. Burton sobre a Litteratura Era-
sileira.
Um poema de Gongalves Dias em ingiez.
Varias notas liuerarias.
INTERESSESDA AGRICULTURA.
Auxilio do Esudo aos Libertos, nos Estados-
Unidos.
Carta do Sr. Conselheiro C. B. Ottoni, ao Novo
Mundo sobre a Emancipacao dos Escravos.
Cultura em Grande e Pequea Escala, na Eu-
ropa e America.
A fabriexcao do Assucar do Bordo.
A preparado dos couros dos animaes.
a cabra da Cashimira.
A destruicio das Flore-tas.
Falsiflcagao do chi da ludia, e ontras olas.
INDUSTRIA.
As Prensas hidrulicas.
Carros de frete, de ferro.
A ponte d S Luiz, no Mississippi.
A Pedra Artificial.
Vapores pequeos para navegado fluvial do
Brasil.
MISCELLANEA.
Carta do Sr. J. de Sonza Andrade sobre o Esta-
do dos Indios, tro Amazonas.
A Donzella das Quedas do Rbeno : lenda alie-
roaa.
Peregrinos Mahometanos as cosUs da Dai-
macia.
A Edneaclo das ronlheres.
A celebre causa "Tichboroe."
A Franca: 1870-1872.
Esooeobiograpbico do celtbre Professor Louis
Agassiz.
Os Campooios da Romana.
Esboco biographicD do Sr. F. J. Bethencourt da
Silva, fundador do Lyeeu das Artes e Offlslos do
Rio de Janeiro.
Cosmticos Venenosos.
A Disciplina da Experiencia.
Manoel Pardo.
A Semana Santa em Roma.
Negocios Cubanos.
NoUs "em geral."
ILLUSTRACOES.
A Donzella das Quedas do Rbeno.
A Franca, 1870.
A Franca, 1872.
Camponios da Romana indo ao Mercado.
Looiz Agassiz.
A grande ponte do Missisnpi em S. Lniz, no
Missouri.
Peregrinos as costas da DaJmacia em caminho
de Mecca.
F. J. Bethencourt da Silva.
Preosas hydraulicas (2).
A Semana Sama em Roma.
Manoel Pardo, um dos candidatos Presidencia
do Per-
A Revolucio em Cuba : typos de guerreiros re
volucionarioa.
Plano de pequeos vapores para navegacao no-
vial. Llvraria franeeza. __________________
, Novo mundo
Com o n. 18 flndon a assfgnatura do 3* semes-
tre ; as pessoas que nio quizerem soffrer nter-
rupgao no recebimenlo deste peridico deven as-
signar o 4* semestre- ojooe.
Livraria franeeza.
Attencao.
Na loja do Collar de Ouro, rna do Cabnga n. 3
A, precisa-se de ama ama para servico de easa
de familia.
Sociedade liberal uniaO be-
neficente. ..
Por crdem superior sao convidados os senhores
tonos ecmpareeerem em reuniao de assembla
geral extraordinaria sexta-fira 19 do corrate as
6 I|2 horas da Urde, afim de concluir-se as mate-
rias que se acham em diseussao, e outras que tem
de serem submettidas abem dos interesses sociaes.
Secretaria da sociedade liberal ono beoefl-
eente 16 de abril de 1871
O 1* secretario,
Theophilo Podro do Rosario.
Sapotizeiros
mnito grandes e bonitos, parreiras e ontras plan-
tes : na Capunga, i travessa do Ventura n. i, a
margeno do Rio.________________
Deade o dia 10 que ausentou-se o mulato
Geminisno, que representa ter poaco mais oa me-
nos 22 annos de idade, 4 eonhscido no Porta do
Maltes por Emiliano, ro escravo de Aateaio Bor-
ss Galvio Uehoa a cria do ex capitio da polica
irmino, morador en MaricgU, onda tan o mu-
lato mii a manas; de estatura regalar, ebeio
do corpo, penca barba no queixo, cor clara, ca-
bellos carapinhos, falta de dentes, os beicos com
signaes de feridas, na braco direito as mieiaes A
M C e ura coragio pintado; costuma Ir am eom-
paihia da um pardo vender obras de fhndres na
Casa Forte, Poeo. Apipnces, Beberibe e Olinda :
rogase s autoridades poeiaes e aos capities de
campo a captara do mesmo e leva-lo i roa Direlu
a. 88, qne aa gratificar.
O abaixo assignado pede ao Sr. B..., nego-
ciante da rna Direita, qne mande-lbe pagar a
quantia de ISO*, advertmdo-lhe que nao recebe
am gneros, do contrario me expressarei melbor.
Um i pois V. 8. se deve lembrar que asta negocie
i de mais de oito annos, e qnando o senhor tm
abo aa atban no ea neata ttda(p___________
O Sr. Boaventura Jos de Castro Azevedo,
qne re idio m Macelo e aemalmente acba-se nei
ta cidade, rogado a vir rna de Amorra n. 37,
e.'erijsartodefaaso Irruios 4 C. a negocio, ou
anonieiar a sna residencia para ser procurado.
A Torre.
Alnga se nm sitio nessa lecalidade prximo a
igreja, com boa casa de viveoda e banho do rio i
frente desta : a tratar na rna do Pires n. 26.
OLINDA.
Aluga-se ama ooa easa eom bstenles commo-
flos na ra de S. Bento, muito fresca, quintal mu-
ndo, perto do bauho e da estarlo : i tratar na
roa do Commercio n. 18.
Aluga-se o pnmeiro andar e solio da ra
Encantamento o. 5, proprio para escriptorio : a
tratar na roa da Calea do Recife n. 33.
Fogiram nos flns de dezembro ultimo, da
freguezia do Bom Jardim, termo do Limoeiro, os
escravo* Joao e Barbara, casados, com os seguin-
tes signaos:
O escravo Joto, natural de Angola, de idade de
48 a 50 annos, altura regular, pouca barba, cor
Sret, olh's vermelbos e fumagados, bocea gran-
e, cabeca um ponto crescida para traz, alguma
cousa zarabro, ealeaohar grosso, dedos dos ps
qoasi retorcidos, mnito eortez.
A escrava Barbara, erioula fula, de 24 a 26 an-
uo, altura regular, bocea grande, dentes limados,
seto volumoso, um Unto gorda ; ambos do servig
do campe : quem os pegar poder leva-Ios ra
do Bario da Victoria n. 69, que receber a grati-
ficacio de 50*.___________________________
Traca-se nota do banco do Brasil e de saat.
aliase na ra do Bario da Victoria n. 63, aatiga
roa,Nova, loja da Joto Joaqnim da CeetaLeita
4__nnnMB_r^_^MWBawn^^^^^Mnsi_Bn^a_
Coainiendador Francisco los
da lira. "
O terrete corone! Joao Valentn Vilella convida
aos amigos e parentes do sen intimo e sempre
lembrado amigo Francisco los da Silva, para as-
sistirem ss missss qoe tem de serem resadas aa
igreja da Soledad? no dia 26 do correte as 7
horas da manhla, trigsimo dia do sea psssa-
meato. ______
AQUILINO DE PAULA FERNANDES.
Joaquina Rosa da Silva Fernn-
des, Mana Thereza Remandes Bap-
tists, Rosa Mara Fernandes Bip
lela, Jos* Jesquii- Fernandes, Ma-
noel Ftlemon Fernandes, Braz Ja-
noario Fernandes, Estevao Jorge
Baptista, mi, irmias, irmios cu-
nbado a mais parentes do lnado Aquilino ne Pau-
la Fernandes, agradecen eordealmente a todas as
pessoas que se dignaran accropanha-l. : o cern-
ferio publico ; de novo convidamos para assitirera
a missa do stimo dia qne teri lugar na matriz
de S. Frei Pedro Goocalves do Recife, d as 7 para
8 da rnannia. no dta 20 eorrente. __
A Sociedade Segredo e Amor da Urden, man-
da celebrar missas na Igreja da Orden Terceira
de N. S. do Carmo, no dia 18 do eorrente mez,
as 7 1|2 horas da manhia, pelas almas da mi,
ogra e pai dos Srs. Francisco Acgusto Pacheco,
Alfredo Prisco Barbosa e Custodio Francisco Mar-
tina, e convida-os, bem como aos mais socios, pa-
rentes e amigos a assistirem esse a:to de religiao
e earidade.
*_H*nMBaaa_-KianBaaa-f-an-aam-aaaa
Dr. Antonio Borges da
Fonceca.
O bacharel Francisco de Assis
P. Rocba, tendo de mandar dizer
urna missa de reqaiem pelo desean
go eterno da alma de sen finado
amigo e prente o Dr. Antonio Bnr-
ges da Fooceea, convida aos amigos
e parentes do Ilustre finado para
assistirem : o que tera logar na Igreja de Santo
Amaro no dia 18 as 7 horas da manba.
Escrava fgida,
Anda este fgida a escrava Luiza, parda escu-
ra, idade 25 annos, mais ou menos, alta, secca de
corpo, rosto cjmprido, bocea grande, beicos gros-
sos, tem falta de dentes, falla bem explicado, oom
nm lignito descanso no fim da palavra, usa ca-
bello grande a gaforiua e partido na frente, anda
sempre com roupa bem limpa e de chale estam-
pado on caxio, tem as maos bem feitas e os ps
seceos, usa botinas tem urna pequea costura so-
bre o peito procurando o pejeogo, e tem em um
dos bracos um sino de Salomio feto a tinta, as
vezei inculca chamarse Luzia e que forra,
natural do Pillar de Alagoas, onde tem mii e urna
filha, foi escrava em Macei, de Vasconcelos, Bar-
bosa 4 Torres, e vendida nesta cidade pelo Sr. F.
R. Pinto Guimaries: desronfia-se que anda oc-
cnlta no Recife por fra de Portas ou Boa-viste :
roga-se s autoridades pohciaes e aos capities de
campo que a prendam e levem a seu senhor Au-
relio dos Santos Coimbra, ra Duque de Caxias
n. 94, ou no Caxang, que se gratificar genero
smente.
ATTENCAO
O abaixo assignado faz seiente ao respeitavel
publico que no dia 10 de fevereiro prximo pas-
sado, chegou a sua casa a mulata Rezena per-
tencente aos herdeiros da finada D. Mathilde Per-
petua Gongalves, casada que foi com o Sr. Mi-
guel Francisco da Cunha, e lendo o abaixo assig
nado por varias vezes escripto ao Sr Jos Duar-
te da Silva donde a dita mulata se auzentou ex
procura d urna sna senhora, que minha
afilhada, a qual e-t em minha companbia, por
isso vem o abaixo assignado por meio do prezeDle
salvar sua responsabilidade em fuga da mesma
ou qualquer aiidenle que possa acontecer.
Recife, 12 de abril de 1872.
Amonio Jos da Rocha.
Hotel Oriente
Roa do Bar5o da Victoria n. 5_, ontr'ora
ra Nova.
Este acreditado eslabelecimento que por longo
lempo esteve fnoccionando na ra larga do Rosa-
rio, acha-se de novo estabeleeido na roa a:ir_a,
com sua bem conhecida adrainistragao. Os g-
neros de alimentagao >o de primeira qualidade.
Reeebem-se encommendas e assigoaturas, moa-
veis, tanto para hotel como para domicilio. Tem
para recreio, buhar, piano e jornaes nacicnaes e
astrangeiros. Admitte-se hospedegem.________
Hospital Portiigucz de Beneficen-
cia em Pernamboco.
Nao se baveado reunido no domingo 14 do cor-
rente numero de socios snfflcieote para constituir
a assembla geral convocada com o fim de pro-
ceder se a eleicao de vice-provedor e a de tres
mordomos ; e bem assim de ser apresentado o
rotatorio do ultimo tono administrativo, e dar
posse i- -os membrss da junta administrativa;
sao, p novamenle convidados os Srs. so-
cios de-. pitsl reonirera-se para os referidos
fias no prximo domingo 21 do eorrente as 11
horas da manhaa ; fazendo-se publico qoe a as-
sembla geral seri constituida eom o numero de
soeos que esiverem presentes.
Hospital Portuguez de Beneficencia ?m Pernam-
bueo 16 de abril de 1872.
Luiz Duprat,
Secreterio.
Avisa-se
pessoa que na noite de 15 do eorrente ao :om-
prar um corte le chita na loja do Pavio, perdeu
I0 (orna sedula) queira appareeor mesma loja
para lhe ser entregne._____________________
Arrenda-se orna otaria situada no lugar de-
nominado Urub : a tratar na mesma.
Alnga-se at 30 de selemhro de 1872 o sitio
n. i na travessa do Caldeireiro, freguezia do Pago
da Panella : na botica n. 19, na praga do fJbnde
d'Eu. _____
PEDESE
Illma. caman municipal que lanee :nas vistas
para um sobrad no pateo da ribeira de S. Jos,
que est ameagando perigo aos visinbos com o
oitio desaprumado para cima de don es'.abeieci-
mentos.
Aereliano Aogosto de Sonza Serrano deixou
de ser caixeiro dos Srs. Cunha t Manta, o agra-
dece-Ibes cardialmente as maneiras delicadas com
que foi tratado e com especialidade ao socio Cu-
nha a quera tributa soa eterna gratido._______
s
I
O Sr. Francisco Jos Arantes, convidado a vir
quanto antes i ra da Imperador n. 28, a negocio
de seu interesse.
D. Mara de Cysneiro Freir de Moraes
proprietaria do engenbo Ibora, declara qoe
nada deve a pessoa algama; se entretanto al-
guem se jalgar sea credor apresen te-! tie
seos tita'os no engenbo Serrara de Jaboa-
tlo onde presentemente se acha.________
Os abaixo assignados faxem setenta que nesta
data compraran ao Sr. Feliz Jos Caetano a sua
taberna que tinha sha na Estrada Nova de Caxan-
g n. 73, vre e desembaracada de todo activo e
passivo,
Recife, 15 de abril de 1872,
Co'ho di Pinbo.
Vaccts
Vendem-se 4 boas vaceas muito boas de leite,
duas prestes a parir : na ra da Croan. 50 1* an-
dar ou travessa do Prea n. 20.
Precisa-se de nm caixeiro para a taberna da
roa Augusta n. 296 que d fiador a sua condue-
la : i tratar na mesma.
r .V .
ama de .'Ite : e-rta Pima a. 8,
oa em i'uata^r lyaa-'sdlwfc^rn _________
Ni roa da Cruz n tf/T alidar, precisa se
de ama ama for," e entra eserav.
brado,
Precisa-se de orna ama pa-
ra asa d i Doea familia :
na roa de Hortae a. M, -
AMA Precisa-se 4a ama ama q piba co-
txm.A. innlr? p,ri eia ga fciatlte dT dnas
pessoas : na roa do Apollo n. 51, i* andar.
i II A O Precisa-te da oroa eserav, boa
\ 'VI \ \ C0X'Dbeiri e urna livre para en-
xi.lTlzi.L7 gommar e faxero servico inienjj
de casa de familia, paga-se bem : na raa da Crax
do Recite o. 42, armazem, oa no Corredor do Bis-
po n. 23.____________
A II" A Pncaa-so de orna para cou-
II M nhar en casi de ponca familia:
ii a rna Valba n. 18, sobrado.
Precisa-se de orna ama livre oa es-
crava para o sen ico de orna tasa de pou-
ca familia : na roa do Marquz de Henal
(antiga roa da Concordia) sobrado contiguo
a padari. Nao ae declara o nomero por
que a ra n.o est numerada. >
7 jr Precisa se de orna anta para
\ 11 \ o serrlgo de un a casa da urna
XI. i"l il. pessoa ; i tratar na roa daCmx
o. 18, 3* andar.
iU Frecise-P o urna asna qne oacira
*-i_l servir a um* psasoa : a tratar oa ma
de Acuas-Verdes n. '>), 1* andar.
Ama Aq leite.
No sobrado da roa do Imperador d. 38 precisa-
se de urna boa ama eom ibnndaou e bom leite, a
que seja mulrrec. honesta.
Precisa se de una ama para eo-
gommar : a irtUr na pragt da Inde-
pendencia o. 39.
AMA
AMA
Prerisa-se de n-*a ama qu- s*iM
bem cozinhar : a tratar na praca c%
lodepeodenc a o. 39.
Ama de leite
ESCRAVO FGIDO
Na non te de 12 para 13 do eorrente fugio do
sitio Imberibeira, do abaixo assignado, o escravo
de nome Flix, crionlo, e representa ter mais de
cincoenta annos de idade.
Foi comprado pelo abaixo assignado ao Sr.
Bernardo Norat, ha um auno, e pertenceu anteri-
orimente a nm Francez vendedor de ouro, cha-
mado Simio
E' de estatura baixa; secco do corpo, barbado,
olhos vermelhos, eoxa da perna direita, e tem o
p troncho; e na epocha em que fugio tinha dado
urna estrepada no mesmo p, sobrevindo-lhe urna
pequea fstula.
Levou urna pequea caixa com roupa de algo-
dio de listras, e urna coberta de baeta encarnada
E* natural do Rio Grande do Snl, aonde servio
montos annos, e as costas apresenta anida cicalri-
ses de ter sido antigameote castigado.
Bebe agurdente ; mas poucas veses fica fra
de seu estado natural E' alegre e rallador.
Ha qnasi certeza de que se encaminhou para
Pernambuco pela costa.
Qualquer pessoa que o eaptnrar e o entregar
ao abaixo assignado, ou em Pernambuco aos Srs.
Joao Qairno de Agailar & C ser gratificado
eom 50,000 rs.
Parahyba 26 de Margo de 1872. .
Custodio Domingoes dos Santos.
I
No dia 6 de margo prximo findo sahiram de
Pindoba, comarca de Itamb, Felippe erioulo, de
22 annos de idade, altura regular, corpulento,
nao muito prelo, rosto largo, ponca barba no
queixo inferior, ps nm pouco tortol era cense-
quencia de ter lido bixes, e urna marca de cica-
triz de feridas de fogo era nm dos bracos ; e or-
berto, da mesma idade ponen mais ou menos, cor-
pulento, sem barba, bem preto e com falta de
dectes na frente, e9'.e pertencente a Jos Ignacio
de Andrade, e eqcelle Luiz da Silva Pereira :
Rogam as autoridades a aprehengao dos raesmos
on aos eapiiaes de campo, que coniuzindo-cs
para all serao generosamente recompensados.
Precisa se de urna ama que tenha bstanle lei-
te, em flibo : na ra 1 de Marco o. 7 A, t
andar.
A II i Precia se com urgen ia de
\ yl \ urna ama para lodo serv go de
il 1TX il urna easa de pfqiena familia : a
tratar na praga do Conde d'Eu n. 30, 2* antar.
AMA
de de I e 7 annos
mero i 23.
UlTeiece-se orna para
o servico Interne, pis se
sQjeita a gaahar nm pe-
queo ordenado eom oon-
dicao de ter em sua com-
panbia dnas Olbos de ida-
na ra do Conde d'Eu a_-
Prec;sa-se de urna ama para
casa de homein solteiro pira
caziLh;,r e fazer compras : a
tratar na roa do Amorim n. 39.
Al I" Precita se de urna ama para
VI \ eoxDDai' em oata easa de peqoe-
-' I il na familia : i tratar oa roa da
Praia o. 53, 2' andar.
Precisa-se de orna ama pa-
ra engommar para dnas pes-
soas e tratar ce um menino :
tratar a ra Nova n. 12, loja.
Mtfe
Precisa-se de urna ama para casa de pone
familia : na ra do A mor i m n. 17.____________
Precisa-se
de ama para cozinha
De ama para cozinha
De ama para cozinha:
_______________A' ra da Sole.dade n. 52.
Air a Precisa-se de urna pira casa
II A de familia, preferindo-se escra-
liJ. il va : na roa estrea do Rosar.o
o. 32. 3o andar.
AMA
seio n. 58.
Precisa-te de uina ama qne
compre e coziuhe para eaaa de
familia : a t-atar na ra do Pas-
ra da Cruz o. 18, u anlar.
Precisa-se de urna ama pa-
ra o servigo de casa de pe-
quena familia : i tratar a
Ama de leite
Precisa-se oe ura cozraheiro ou cozmheira
a rna do Progresso (Soledade) n. 7.
Precisa-se contratar cma Tenbcra para eacar
regar-se da educagao de tres meninas em ura en-
genho distante da tagao da liria deas leguas.
Para informag5es dirija-se a ra do Apotlo n. 25,
! andar : i tratar com J. S. Carneiro da Caoba.
Mudanza
J. S. Carneiro da Cunha transferio sec escripto-
rio para a roa do Encantamento n. ii.
Estrada do Laca.
Alagase um sitio e casa eom 3 salas, 7 qoar-
to, cozmba fra, coebeira, estribara e cacimba,
o sitio proprio para ter vaceas e ser bastante
grande para criacao : quem pretender dirija se
rna do Vigario Tenorio n. 31, 1 andar.________
Aluga-se o 3o andar e sotao da u do Im-
perador n. 75 : a tratar no 2* andar do mesmo.
miiiE.
Ha travessa da m
das Crezes n, % pti-
meiro andar, da-se di-
nheiro sobre penbores
de onro, prata e brlfaan-
tes, seja fnal for a quan-
lia. Na mesma casa com-
pram-se os mesnos me-
Ues e pedras.
Precisa se de cma ama de leite : na raa Direita
a 89, 2 andar.__________________________
Precisa se alosar Una ranlbtr
forra ou eaera, para casa da
_ 'pejuma familia, a tratar na
ra da Cadeia n. 06.
8
S
Charutos legtimos de Havana
Ditos da Babia.
Pitos marea=Laporle.
Armazem n. 18 ra da Cruz,
1
Pedimos ao Sr. fiscal da freguezia da Boa-
vista o favor de ver nns boteqnins qne vendem
agurdente na ra do Cisco, todo o dia at alta
noite, onde nio paga direito; esperamos providen-
cias, o qne de Cesar, Cesar, 9 qoe de Dos,
Dees.
O abaixo assignado, retira-se para a Europa
a tratar de sua sade, e dorante sna ausencia
deixa por seus procuradores em 1* lugar o Sr.
Francisio Iglerias Lopes, em 2* o Sr. Antonio
Fernandes dos Sanios, e em 3* lugar o Sr. Manoel
Francisco Ferreira, e incumbidos da gerencia do
seu eslabelecimento de taberna, i ma da Ssieda-
de n. .6, os sens socios Jos Rodrigues de Amo-
rim e Bernardo Esteves. Aproveilo o eosejo para
tambem fazer publico que juiga nada dever nesta
orara nem fra delta por coalas contrahidas al
15 de margo prximo passado, mas se algoem aa
jalgar sea credor apreseole-lhe soa coote no pra-
so de tres dias para ser paga.
Antonio Jos Rodrigue*.
MOLEQUE-
Precisase de um molenoe qne saiba comprare
seja tfel para o servico de dnas pessoas : na roa
do Padre F/onaoo n. 7, sobrado.______________
Caoba & Manta, pelo presaaia decteram
que desde o da 15 do crreme mez dt abril, dei-
xou de ser seu caixeiro o Sr. Aureliano Augus-
to de Sema Serrano, e de neohum effeito eonsi-
derario qnalquer transaegio qne o mesmo fizer
depols desta data.
Precisa-se de nm caixeiro para taberna com
pratica on sem ella : a roa do Amorim n. 17.
Preclsa-se de um mestre de maeeira e de
ao caixeiro no pateo do Terco n. 50.
Ciub dos Azucrins
Ceow ,
Magv Sesv ordv Postv instv Sabbado 207
horas da noole. M. d'OlfoJa9.
Viscoodede Borbolela
____________________Seefet do P. f-
Novo hotel da Harmona
Commerclal
Aeha-se aberto i roa das Lirangiras n. 29,
o novo hotel da Harmonia Commerclal. O pro-
prietario do novo hotel toma assigoaturas por pre-
sos muito rasoaveis, e manda levar aos aa-
siguantes em suas casas; neste botel baver todos
os sabbados da 10 brat da noute ao aroanhecer
do domingo boa mi de vacca, e todos oa dias ha-
veri nesie botel papa e caf com leite das 6 ai 9
horas da manhaa.
.4- ra da Larangclraa 99.
Manoel da Croz Rosa Garvalbo Filbo,
deseja fallar ao Sr. Antonio Joaquina de Bri-
to, ebegado ltimamente no vapor Paran,
podendo ser procurado na ra de Santa Isa-
bel n. 5. oa do Club Pernambneano, caes
de Vi-te Dons de Novembro, n. 94.
ATTENCAO
da
Acs devotos do mez Mariano. Na rna estrella
do Rosario, sobrado de uro andar a. 35, avisa se
a todas as pessoas qoe todos annos eoftitam se oa
oratorias que tem multas Borra de gosto proprias
para enfeitar sendo rosas, palmas feeld*, tanque-
ta?, palmas capellas e reos, lado de mnito geto
e por barato preco ; senda as flores de pao,
e de papel e de cera, aprontando se eom presteza.
Toda a encaramen ia qns se queira venda-se
grosas de folhas de Rosas a mil ri a graaa da
papel e sendo douradas a 2*000 e enfeiia-s* Tai-
tas com flores de cera para aliares e para I"
dos.
I
O Charuto da Ouro recaben ma complete eorti-
rreoto de todos osartigos para fumante*, das qaaea
mencionamos alguna, cachimbos, ponteiraa para
charutos e cigarros da mais verdadeira espuma a
ontras qualidade*, boleas para lomo, cigarros a
charutos, rumos Daniel, caporal, werrkk. Baen*a-
dv, Cuyabano e do rio para vender asa relee* eka-
rios de todas as mareas e melhores fabricantes ;
phospborcs de cera de todas as mareas, a entro.
muitos arilgos, que hiode ugradar a todos a^asea
qne fraqneniarem este esUheieeisMnta oa anee
serio bem servidos e por precos rasoareis.
_____Ra da Impera trii p <_._____
Bolieiro francw
Offerece-M nm de boa coadoeta okefada all-
mente de Para: a tratar M areasteas ia traves-
sa do Corpo Sanio n. 25. i

.
^


i-__-_ni




'
;;J>iarj* d% FeriWimtraQ ,t- Quinta feir# 13 de--^ril d* 1912
3!
I1IIP H
i

l/tlllOflRtJM!W
H(jE|ap9ando o cfaafariz)
71 nifW'KWiuo o cnaianzi;
AhiunciW 4W leares, He eirgenlios que po falta d'agua
ou mortes de animaes nao possam tirar suas safras, que est
prompto a assentarVfWe8Sinfn>tni 3 das do pedido applican>
d elles as moendas ja existentes.
Tam ni deposito variado sortimenlo de
MOTORES PARA DESGAROCAR aLGODaO
A vapor, agua ou animaes
inclusve algnns que nfto precisam de obra alguma de carapina
pelo que podem funccionar logo que cheguem ao lugar.
FORMAS PARA ASSUCAR
Aquellcs propiietarios quequizerem formas podem desde
j fazer suas encommendas, pois a casatm em viagem e j
< he gado numero sulliciente para suprir atodosquantos queiram
M1CH1HISM0S DIVERSOS
nesta fabrica ha deposito de todos os aiachinismos empregados
na provincia, e acceita-se encommendas para fazer vir qual-
quer machinismo a vontade do cliente.
Offieina de pianos e
anapoes
Acaba de rbegar contratado para o armazem de
piano* de A. I. V. Asavedo, .um imoortante artista
o Sr. Matas Westely, natural de Vieooa d Austria
Frabicante concertador
K lalw o miis perteHo afinador dt pianos qne
aqni tem vindo : elle aOoa ac piano eom (oda
perteicao em mecos de ama hora. TaostMJ faz
qualqper concert em
Graades orgios fle igreja,
Orgia paquaos. *
Realejo?,
Caixae de rooxlca, '
Aa pessoss que precisaren) de ttai ervigos,
tanto para et* tidade com) para o mallo, poJem
dirigir suas ordena ao arraazsm de pianos e msi-
cas de A. J. de Azevedo. H \
li-ruado Bardo da Vtctoria-W
(vutr'ora ra Novaj.
Alagase um preW velb*> proprio para si-
tio : a Matar na ra dos Qaarteis n. i, 3* andar.
Kfcftfl masnicas
AJsaral, Nbeo r C. tendera litas mVc>m
de diversos graos : no Bazar Victoria, ra d<
atrito da Victoria a. 1 -
lWftdfrfeeftrVv*
COMPRAS.
Compra-se Ipollces da divida proviactal
na ra Nova o. 53,1 o ja.______. _____
COMPRASE
moedas de oaro e prata na loja da ra do Mr-
quez de Olinda d. 58.
Comprase rias portas asadas : na ra larga
do Rosario n.
M, loi.
-----------
lilil HAIT
CABELLHIRO
N. 82 RA DA IMPERATRIZ N. 82
Estorbaodo-se para aasfazer ao Mostrado publico no qne relativo Cor tes traba!hos
de soa profisslo, com a -maior prompti3j, coramodo, e esmere, resolver fazer refor-
ma em sea estabe'tcimento e munir-se do qoe nos mercados estrangeiros ba de melbor
e do ultimo gosto maedando vir em direitura e por soa conta nao so grande quantidade
de cabellos de todas as cores e tamanho como tsJos os preparados reeosecidos pelas
sociedades tygienicas como os mais otis a conservado em embellezamento dos cabellos
eotoraes sem prejoixo da sade, acbando-se assim habilitado-r, fornecer aos consumidores,
por 20 % menos de que outre qoalqaer os objectos de phantasia para adorno,"asseio e
hygiene da cabeca indispensaveis ao mundo elegacte e ern-gera! a todos -que cuidara de
conservar propria-existeacia, deisando de usar de leos, banbas e cosmticos proscrip-
tos pilos bomens de sciencia como oapazes de amortecer os bol los espillares prodszir
a calvice-oo apresssr o enbraaqaecimento dos cabellos, e cccasionar o apparecimentc da
ephlalgia, eclampma, epilepsia e bysteria e ootras molestias cutaoeas e nervosas.
O pessoal da-seo estabelecimento se acba mentado com capricho a escolberdos me-
Ihores artistas natoraes e estrangeiros havidos na provincia entre os quees se distragae
Mr. Alfred Iielpecfce e o Sr. Napoleio especialmente destinados aos penteados das se-
nhorcis para o que a demonstrado pericia iaimitavel por outrem entre nos navido. A
facilidade e o gesto com que o -Sr. Caplelo eaecata os penteados mais itSeeis tanto
historeos como de snapbaotasia autorsa a que se o considere como os genio nesta es-
pecialidade.
Os empregados do sea estabelecimento sem excepclo excltwivatceote cada um na
especialidade que- mais amestrade.
A casa recebe por todos os vapores es figurines da ultima moda de penteccos ad-
mitales nos- paizes civilisados entre os qoaes prima o sumpluoso Pari.
0 bello sexo encontrar no estabelecimento grande e variado sormenio de coques
de trampas, chigitcHs, normanas, cuques de cachos, ca.de peines, toupets, boucler, eres-
cenes do-que ba de mais moderno e elegante oeste genero, perfumaras dos melbores
fabricantes como Labin, John Gornell, RimaelJ, Artinksoc, Le grasid Pc-er, Coudrcy etc.,
etc., lindissimas Bores especues da cabeca pos de ouro, de diamante parapulverisar os
cabellos, fiaissimas escovaa de dentes, pentea 6o tartaruga, e maitos cutres objectos in-
dispeacaveis a on toilette de gosto.
Os seos coHegas encontrarlo a contento es utenciHos de suas profisses, tbesonras-
lerros para friiar, ferros para papei'.ostes cardes etc., etc., quer em. por cao qscra reta-
,t,o ser5o vendidos.
Hoy&l IasnriTice Company.
Real coHfMiahla de segaros
c l. CAP TAL
1000,000 de libras sfcrKnss
ou
O,00O,00OOO0
Coa autorisao do governc.
Segur* contra o risco de 'og->, casas, a:enda?,
e qualqoer ou:raespe:ie de mrcaderia. O agei.-
te nesta provincia
J. O C. Doyle.
33 Rn do Commercio '38
N. B. Para seguros de vida de peasoaa livres
que a conpanhia toman em soa !a em Lcndres
cu L'verpool, o meeico agente ser7ir de corres-
pondente, recebe as propostas, reelamacdes e pre-
mios d?s-aeguros da$ pessoas aqui residente? pira
transtoitttr. corapanbia.e entregar aos segurados
respectivos ttulos.______________________
Aos pais de familia
Fortnala Fortes acbando-se autersada (ieio
.-t::m. presi4onte da sroviacia para poder, ensinar
sl resolvida.a abrir ama aula de msiraccio pri-
Sariaparaoeexofemiaio.onde recebe externas e
tamben pensmista?, para osinar com todo o d*s
vello e cuidad}, a ler, escrever, contar, gramma-
Usa e tambem bordados, trabalhos de lia, croco
le todas as qoalidades e flores ; ensiaa-fe tam-
bem t piano e meniras qne seus paie quizerem
mandar ensinar pois ha na oesma casa piano e
iuem ensine com muito gasta : trata se no pri-
ineirc andar de sobrado do pateo do Panizo n.
JO, tr.vessa do Marqaez do Recife.
Caruarr
Tuso i ruaos em liquidacao precisam fallar ao
Sr. Or. Antonio Bnarque de Lio., ou sen corres-
pondente nesta praija : na ra do Atnoriro n. 37.
Oompra-se
tras'es noves e usados: tu ra do Impera-
dor D. 48, arnazem.
VENDAS.'
a cesa t)a ma ios Guararapes n. 11: a tratar con
o commeudador Taae\
Vestuario para baptizado*
a S^pOw'
* fazenda que val iif, a rosa branca vende a
US, na ra da Imperatru n. 16. _
Melas de hl i
A Magnolia ra Duque de Caxias n. 45 rece-
4ea deseas meias, rauito boas, e vende por menos
do que era outra qnalqner parte a lias, antes;
qne se catem. _
Relogio.
Vende-se uro excellente relogio d ouro meto
ebronometro, com 15 das de corda : a tratar na
Pracmha da Independencia n. 20.
Vaccas
Vende-^e qaatro de*boa rao* e muito leite : no
travesea da ra dos Pires D. 90, eea roa da Cruz
50, 1' andar._________________________
Eogenio a venda
VeaJe-se o engenheJasmim, na comarca do
Cabo, distante ama 4egua para -anas esta^oes da
estrada de ferro, tendj o porto de mar muito perto,
bom d'agua, oopeiro, com um gTande a^ue n'um
forte riacho que mm proporcao para oer sem
precisar do p/jud'.; boas obras de tijollo novas,
mkebinismo nevo, ucna desttiaeao bem ventada,
uro tanque de madeira, serrara d'agna, boas mal-
tas, bem cercado,'terreno frtil e com teas pro-
porroc-s, una capca bem construida elegante.
Qcem preteoder dirija-3C ao roesmo engenbo que
aefear com qaem tratar negocio.
(9
Oabaixo asignado declara ao corpo do coto-
icercio em gerai, que neeta da'.a defiteiio-se da
iasa dos Srs. fijcba 4 C. Re::fe 5 de abril dt
Jcao Gosca'ves Fereira.
brande sitio a venda em Pe-
dias de'Fogo
T.-nJe se om-sUio oaa moediac&ee de Pedras
de Fojo, ce lugar cenonnadoFigaeirede. cohi
ama gra&de e oca casa de viveoda de tijollo, boa
estribara Mrobeci de lijlo, algamas arvores
tructif-ircS. toarxa para capim, acnde principiado,
e iaimenso terreto que ofiferece propop^StS para
-se trabalbar coDSUnteuienie um 3 ou G enxadas.
O sitio ca z-n.tx.il ao de loao da Cunba e ootros,
eo terreno do nestro forerro. Que o quizar
comprar podara dnrigir-se ao propnetario do raes-
mo, morador no eogeobo Taqnara da freguezia de
Igoarasf.
ATTINtiO
Deseja-se ceeiratar para ara engenne, Jiitante
tres leguas da e-ta^ao da Escada cora ama
I Bbora para a edaeaeo de tros meninas, e que
[eneiBe ai priuetras lettra^, arillimeca, gramma-
tica .portuguesa, a traduzir e z fallar o francez e
o inglec, nnalmejite que ensioc s geograpbia, a
msica e a tocar piano, e'todo trabalbo de agu-
Itia. Paga-se generosamente quem sujeitar-se
ao contra:o, tendo as qualidades cima r.:r;io-
nada--,-c- tura icforma^des dirija-e ra doCabu-
g o. t>S, eu roa da Cruz n. Precisa- se tam-
bem para o mesmo engenb-j de um pertaguez
(prefere-se das llhae) para ea&eiro de casa de
purgar durante a nafra, e para acidar do po.tiar
pelo ioveroo : tratar na mesma casa cima in-
dicada.
Feoe*; a Kocambole,
Re:..roeo;.5 sao engranados esses peoes I enge-
Dheea e dutraae multo esta nova invenjo : si na
Mgoolii a ra Beque de Caxias n. 5.
Bonitos e nos ntremelos e
bafeadinhos bordados
.A Aguia Branca a ra do Duque de C:-.xia? n.
50, receben novaroente um bom sortimento de n-
tremelos .e babaiohos bordado?, coja superioriia-
de sera conbecida por quem os qaizer comprar e
diriBir-s a dita loja.
Caixeiro
Precisa-se de um caixeiro de i', a 16 annoe,
preferiodo-9e dos ebesades ha pu.-:: na ra dos
Pires n. 15.
Precisa-se de um feitor para a estrada de Jcao
da Barros : a tratar n armazrn la bola aoareJIa
co oito da secretaria da polica.
mmmmmmmmwm
ADVOGADO
Da. Joaqcim Correa de Arauo
6JRra. do Imperador67
v uitiiUUU
A flor do :^o Cbisez novamente aperfeicoado
em goc e o mais alvo pos;ive!, todos os diaa as
i- horas da tarde, assim como veode-se a nova
bolaxioha jmericana e pao commum tudo de me-
l or fariaha, ra do Gervasio Pires o. .43, cava
padaria americana.
" 11.< i i
Armazem de deposito
Recebe-se em deposito, volnmes de fazenda ou
qualquer outro genero ao preoo muito mdico : ,
tratar pa ra do Commercio p. i8.
Caixas vasias
A-KOVA ESPERANCE ra do Duque de-Ca-
xiaw:. 60, acaba de receber um lindo sertimento
de cai:-:inhas vasias, sendo de mnitos tamanbos e
moldes, tendo com espelhos e em elle?, proprias
parajoias, cotur oa outra qualquer cousa ;
Sova Esperanza quem tem.
CtllLLO DE SELLA
Na ra da Imperairiz d. 9 i andar ven-
de-sc um bonito e excellente cavallo de
sella.
Vndese seis cadeiras de guarnican, i de
bracas proprias para eortar cabellos.., 2 consol
com tampos de pedras ; lodas estas pocas sao do
Jacaranda ; assim como doas lavatorios com po-
dra : a tratar ra Priraetro de Marco n. 1, !
andar.
Engento*
Ao commercio g
Os abalxo assignados participara ao commercio
e etn particolar a sans amigos, tanto desta como
das difireme praeaa com laqaaes liversm e con-
tiaOam a ter >eUces qne por mu'.no e amigavel
aceordo, dUsolveram a aociedade que tinbam sob
a firma de Joaquira da Cacba Meireiles & C nes-
ta praca, a ei,nt?r de 9 de fevereiro deste anoo
em diante, fkaodo o activo e passivo da extracta
firma a cargo do socio /oaquim da Cucha Meirei-
les, completamente solvido e iseot.1 de toda e qual-
rjuar tesponsabilidade o socio Justina ios ie Sau-
zi Silta. Jaragua 8 de abril de 187*.
Joaquina da Cunba MeireUe*.
Jastino Jos de Souza e Silva,
Aoga- e a padaria de Tigip- com todos os
atencilios, tendo cas par familia e banho no
fondo da mema casa : qaem pre>i.1er diriia-se
a mejioa, oo o pajj| do Terco n. ia
CRIADO.
Para caaa de frmilia precisa-se de um de i* a
54 annos qae entenda de eopetro ^p^ga-se bem-
budo de conducta.
AtteugSo.
O abatxo asfignado tendo de fazer orna viagem
a Serlnbaem, de;xa par sea procurador e eocar-
regado de lodos os seus negocios, seo tratao fien-
lo Alves Ua:bado Guiraares.
_____Jos Alves Machado SoimarSes.
cirio para alugar no Mon-
teiro
L'ma boa casa com iardim, agna, e maiio fres-
roa a tratar na ma da Cruz. armizi?m o. Si.
COSMAMA
Ven de-se por commod) preqo om excellente
cosmo rama com as vistas mais importantes d-
Europa, btm como das guerras franco-prussiana
e do Paraguay, tendo alfamis vistas sacras i*
liado effeito. Juntamente se negocia doos rxag-
niQeos realejos : a tratar na ra do Ds jue de
Caxias c. 17, loja da Victoria.
r i m
Para escriptorio
Alugase urna sala e alcova propria para es-
criptorio, en consultorio medico, oa roa do Range!
n. 7 ; a tratar no i* andar da mesma casa.
Qaem precisar alagar um eicravo criouio
de 28 acnos de idade, reforcado, para tPi? JWvi
?, d.!rlj,-W a roa da Aurora p. 05.
Vndese oo arreoda'se o engenboS. U o-Ven-
tura, com safes, e junte a estae&o da via-ferrea de
Ribeiro : os prelendentes 'dirijam-se a ra do
^.ivraraento n. !."
Oopeiro.
nerianos
Amaral, Nabaeo & C endem leques de pena
l0*^ MMIJanos' o qoe ba de mais modereo t
VnmmfVo.Ruar Victoria, roa Nova o. 2.
As Exmas. noivas
Amaral, Naboeo & C. venden) ricos corlee de
braneo de bton 'a eom veo e flores de ta-
is pira casamento, colchas de e4aj de
i seda, de croch e. de fusilo, frouhas de
cambraia de linbo bordadas j promptas e de la
byrintho, ertes le vestidos de seda de cores e on
tros artigos no Razar Victoria n. t, ru nb fia-
rlo da Victoria n. t.
Camisas bordadas pa-
^3ifi/senlLora
No Baur VlelBtia vende ?e camisas todas de
llsmo bordadas para tenhera o qne ha no merca-
do de mais gosto, perneados tambem bordados,
arrendados e lisos, meias de cures proprias para
dormir, lencos da cambraia de linbo bordados:
oa roa do Bario da Victoria 0. z.
Chapelinas
Amaral, Naboeo 4 C veodem ehapelioas de
velludo para Sr.*, sao importantes pelo costo e
preparo, e chegadas no ultimo vapor da Europa
oo Bazar da Victoria, ra do Bario da Victoria
n.1.____

CONTRA A TOSSE
XAROPE
Linitivo peitoral
DE
9 *<
te xarope d'um gosto agradavel mu eficaz
m todas as doencas da garganta, do peito e do
estomago, alera maso constase o verdadefro es
pecifleo -contra as consttpacSes, catarrhos. rouqui-
dio, asthma, toases nervosas, coq'jelucNs etc. etc.
Deposito aa pharmacia drogara de Bartbo-
omen & d, ra larga do Rosario n i.
Sabonetas baratos
Amaral, Nabuco & C. voodem bonetes iogle-
xes a 11300 a duzia em caixinbs, oa ra do Ba-
r&o da Victoria o. i (aliga roa Nova.)
Eeoreio istomnchico!
i

Af>ARMAKM
po
Roa do Bario da Vtoria
N.7-Otitr'owruaMova_N.
Sempre novoa lortimentoa
Calqado francez.
Botinas para iliMna, bdm bwerro pelica, u r
davio vaqueta e psnno, duraque cesr. ; ]uel'a dt
vartit, pellica com blqueira rta vercn, bizmo t
pellica cem ilho?es e cara boiSe?, tanto ios (tri-
cantes Sowr corto de Pbralr.
Bots rossiaoae, meias bous, perneiris e xeiai
p- rueiras para montara,
Sapatos de vaqueta de vernit com se la de ma-
deira, proprias para os sitios, jar 1.os e baobes,
tasto para fenhora como para hornera.
Sapatos de borracba para hornera, secfiora e xt
oioo.
Botinas e abotinados de muitas qnaliades e pre-
sos para meninas e meninos.
Sapatos de verniz, cbarlat, cazemira, tapete*
avdludados e de tranca, francezts e petuguezes.
Perfumaras
Finos extractos, banhas, cosmtico?, olees, opia-
tas, e poses dentifriees, agua de flores de laranja,
agua de eologee, divina, florida, iav^nde, e de
toilet, tintura para barba e cabello, pos de arre,
sabonetas, e mnitos artigos delicados, coi (ras
quinhos de. extractos, turto de primara quau-
dade dos bem coabocidos fabricantes, Pivar e Coa
dray.

Quinquilhrias
pnno f
1EKBADE1RA
BICHAS HAMBURGUEZAS
NICO DEPOSITO EM PERNAMBUCO
3 Raa Ja Cade! 5 3.
Prirneiro andar.
S-
Moscas, masquitos e e
trellas.
Amaral, Naanco 4 C ewtzam as Exmas. Sras-
qoe acabara de receber st5sca$, borboletas, pau-
saros, lantijoajhs, etc. etc. doorados 6 pr&tea-
dos para eafetaes de'Rtas para o pesclo, aa util-
osa moda, e -tambem para enfeite do vestimenta '
de imagens de aojo de procisso: oo Bazar
Victoria, rna do Baro da Victoria o. ?.
rJAras frtgctzea e aoiig'S
CUVi tein o <|u- vu dig",
Ituiia it'Lv'iG po:.-, \o* pe^o,
s *cuuc ar j eisce^i :
r-vf n -_: .:b?, O.LifMVi-, (\;
-sii-ea, *r..r, sal toa,
. c-fras.qneijo Icni'if ,
>^!irr-', '-af-5.. jar,
; ;ci!:!0 u.-c::a'. !
-ap, bage?. (>*: ea; latas,
-gmate rio ms.-.'a, batatar,
F-cg!>za gr.bra fto,
-iru.eiaia geouiaa !
fr:\! Crtldi .UfUS. iltilf,
>.ib.r, aoitioiis t lt;te;
: atiabo fin.', a.le:rii,
ct.de o tibor st apre:ia t
^fZ'S, rra^a ds ?g,
^ Um d5 e de cajt; ;
.velies, ruiai Itnuiha,
;j,*ra, |tH(raes patuihaa.
Bate, S6-( tt ar.jt
>ijo!ar niU lico ct.a,
../m rival nesta ;id*de,
~y. tro sbir raridade i
ssnteiga tina, rada,
tees, gcias, batanSi,
;s presuntos arwaradM,
pvcatrata ta oearjaiat.
>rfmioes t fio-) viatk>,
BoiUi novo aom :oarbo.
.-a;os, alho', qvfijr (tato.
S bom leij" ;atrapa <,
oaisBOD, ii aovas ceboUf. Lolacbiuti.r,
>:t;tinjs, Bib0 lugiez,
_srirde de _';r.t, pt, de qae IflOtot,
Z lodc-a ciiari.ar pbiltma !
t Miuas qonjU| chrr.ta|Le,
Gerveja de Noruega.
Verdadeira e superior : a venda nos arrossens
4a Tasso lrraaoa 4 C.
Qiapelinas pretas
A NOVA ESPERANZA rna do Duque de Ctxias
a. 60, acaba de resaber nma pequea quant; i adi-
da bonitas capeiinas pretas proprias para luto
realmente o qne de nelbor tem viudo ao mer-
cado.
Albims para retratos
A NOVA ESPERAftijA rna do Duque de Ca-
xias a. 60, receben bomsortimectc de aibuoe com
msica e-sem ellas.
Finos srt'go? de Paris, fle differente
Ebantasia, como sejara os seguintes:
eques para senhora: e meninas,
Luvas de pellica e de fio- de Escocia.
Espelhos differeuie--, para sala e gfcL:e.
Vlaro? avu'sc? p;ra espelhos.
Caixichas de cu-tura ornada com mc:::a.
Albnos e quadriabos paro retratos.
Diversas ebras de ouro de lei.
Correles e plaqu para relogios.
Bolcinhas e cofres de seda e de ve'.ldo.
Diversos efejectos de phsntasia nara toiitt.
Pencinez, ocolos e uecpallas de luxo.
Chicotes e bengallas de baleia, canua e jaoeo.
Ponteiras de espuma para charutos e tigarr;?
Escovas para cabellos, ronpa, df ntes e unb=.<.
Penus de raarfim muito finos, para caspas.
Ditos dlfferentes pira cabello e barba.
Carteiras para netas e para disheiro.
Malas, bslc^as e saceos de viagem.
Gaioias de rame para passariohos.
Venezianas transparentes para jantila?.
Abat-jours trnsparenies para cand::rr=.
Hamadeiras de da? leite mu fcil as ruceas.
Tiras de molduras douradas para (jt'iroj.
Ricos quadros Ja premptos com i'U'sag^ens.
Estampas de sastos, cidades, e bhaottuas,
Esteriosccpo e coinirama com ricas vistas.
Obiectos ne mgicas para entretenirceeto.
Machinas da difierenies systeraas para caf.
Berros de vtees jara embalar eriaocas.
Caattokaa para merJnas de escola.
Jopos, de dama, oramO. bagatela ?: Ba gloria.
Campauhias de molas para charaer cria.i:=.
Realejo*, -accerdious, vidroa avulsos para eos
moramwe outros muios artigos de quinqu
Ihar-ia* dBoei de menctonar.
Brinquedcs
Para oria-ncas,
O maior sortimento que se poda desejar de toda
sorte de btinqoedos fabricados em divanoa paize?
da Europa para ectretenimento dos. msninos.
- vicagre/i lita bacba .
.Oda mais : temos IffOre,
p.r:iHi fino e dt mnt* ,
^sa-'. c-rvija, rabif-,
. v;idice e rij->c--.
^elcad'i atwarar, -o.
>raru!a Oaa c?r. i .'
r-s cbarut s rfalia
- *O ctyro trebr^sia !
sazs f>:a-, Mi pe; q ;e,
j,".., e\o n:a-?aae -tr,
^oa vei qoa c c^u Bm,
-";re: i-- '.'.rapo rsnai,
.. v sdi: rsaiu barata,
R-ikblS, e i 'a'l late !
sra, | ..ir, : os e-ero
^rea ver car. ;. t-zt'o,
pe ir'uo d< afsaJar
-i dos quaoio : eotrarim,
- i t dof | '..res ctti,r ae e5j t:J l 'tile",' '
"t'-1?. mala qa< ipf*trct
-:jdo do dito Hi - u e proprio a qairts>ar.

Alerta

V^nd-se 400 paliaos de ierra cora grande
fundo, no sitio n.ii da estrada de Juo ce Bar-
ros : a tratar no mesmo sitio.
i BAR4T0
Cobertores braoeos de la nos a 500 cad
oro, toafeae de algodo alcoxoado para rosto mui
to boas a 4^300 a duzia, cambraia
Presos.
Eos vir'.ude ds t-ovas ordens, dos fabricaoU*,
veoe-re tudo Bratjoa bara.issimos : to a;tna
zem do vapor rasctz, rea do t'ario aa V'.'- Caaaao*.
ria. otr'ora ra Nova nunjero ".
0,li6in e vejani.
At-parcsa Um que ns. *o-. d emperador n. -.
est culloeado oo taclia qu^ >( aceode a aooto
e tem o if|oitto sal-; iCcafriajlaJa Campos.
Saquttla eaaa, en* uUhtleeida :ma ertSaHana,
faft'iai!a, rorrorvw.a < eolia '- : '-';'
tnaia qoe e 'irona par., um* boa saast ; ae 'or-
le ;:--, iftufepaH um nma isitt iaazpraa
I nao terr. >al da qa u < asaada ijueiu *?
: beleslnmito ; pois all .Mitrara sempre, w p r-
'[ue 'jateja prompto, bo torvje N lata*! '
cero matar Lrevidade, u cgoiaM :
'"i iiu-Jte oi'i(iru.
Una tounseu vari; -
l'ma an-renJa ifrii'-c'.'
Poi esta toroj'. [anlajueBa n t-.e vexat ;.r
ama visiu que ai se faesperar, ac i> v
ratorioa oa CeaUUaria la CaenpM, tesa aapt
Ido em rB-, servir a t ; 'a acarj
cje tf.s trbguezias e de eetto aic apravettaia
oeoaaiio da pressas e al para aVixar :
lelats qoe rec-rrerem ? C Bnsana ti
servir afa;
Obi-as de ladr- peroJa
A guia Branca raa do Duque de Caxias n-
SO, acaba de rerer.r :
Lindos adtorecos da raireperfij.
Moderaoa-graropos ce dita.
F'veHas de dia maiores e roeoo^-es para pakeiraa,
caberlo?, ele. eta,
Coracoes ou rnedlha9-de dita oa '^.maLea.
Vcliae douradas, otra co uitmo ajosto.
Bstojas com 3ei tezouras riuas, exae.ieL'.e* :an.
presentes,
fioartiicoes de la^os cora broches e grara;-^s.
we^s:j5.'*>^*-*
fieb s le
' i ....'. ;--.'.
ITj./ em "-
SSL'
>! 3 rasii lia tar/nc, a bairi*.
s-rr-; <" '.: s
I ce otras
transparente, i Bonita* franjas pr-e:s.
floa i peqa, diaores brancas bordada a 6* j'aloee pretos soa b r,iv desenbo?.
a peca, roadapolao francez Boa-vista maito [Bicos pretos r.t> C&rea^ largur
fino com 19 jardas a ^4300, dito de dito tton- Bunitcs eoqtw. graodaa de trang
teiro iZii a pe?a, algodaozinho brando a '> e
algodo T a oiOOO a peca : l na ra do Crespo
n. 20, loja de Guilherme C. da Cumia 4 C
E peehmelia
Cobertores de lia eeaaros a 2G00 <:ada uta,
na roa do Crespo a. 20, loja de Guilbermc
Cameiroda Cnoha 4 C.
o
Veae-se seis portas de'aiuarello de costaai
ssbo reforcado {de cooformidade com as postoras
4c cmara as quaes anda nao esto teruejadas,
proprias para armazem, cora as competentes fer
racen : qaetn quizer dirija-se. ao armazem de
madeira do Urbano, oo porto o capim.
Veode-se um carro americano muito leve,
elegante, bem pintado e -forrado, eom quatro as-
saaios : na ra da Aurora a. 3.
Coke miudo
Vande-se na fabrica do gac, em S. Jos
urna forflo de tirtese, (ooke miado), pro-
prio para forja de ferreiros e breo de cal.
lijla e outros mistares, Preco de cada
eacco 2S0 rs.
ranga.
0
(arana:, ae todee a ::t | ">
^: C..( '.
i >:; a ore;a br,-. tu
: :> Pro-i-.. :i. ,. '.,.%
! .. :or .-; i P*oj.
. trontem n. :;- roa do Bmi :--Ji
:-' t* rna Cit:
>
i
A MtiSWX
Na- M raatiimeaM qce a '.; |;.a i na lu -
q;;e ce i.kciss t. 13 i-z e-er ..-, n
saos cerra-pondeotts ras ii*r-a partaiaa :- -
|ropa, porqoe agra tea ;.,-!' ;, t K .
jbeoa seu t.:. u .;;c. c,im ,w ,
., esnanro e goto,qoa se afana -;;-.
eiarf coi sieantai ai i ir, -
.ser, pcioa mermoa a(ree>aa -.
A VafoaNa, cao asta deseoatsate roo: a fr-
gnezia jm tem adqueid.. rm ssa Bs-oco i i.
|f..rcaMe para rcuo ouh w ; qoe laa (
inccao de ser eootaiada a.~ ; ejm .,- VJ
|eadoriaa re--a esa bao servir t ?ua
iaar cara lia.
Ao bello io .ara t-r..-..',...-. HenN t
pe*- qut veal va la pats atioeut -,..a
.
m
sao ii t -
:r-i .
Vende-se um moteque^ de id*de de H> aonos,
sadio, de todo servio, e especialmente bom ce.-f
peiro : traU-se oa ra Duque de Caxias o. 34, i
andar, sala da Ireule.
BOM NEGOCIO
Ve^de-se a bem conheeida e acreditada
padaria da roa da Matriz n. 20, por encom-
mados de lande d proprfeurio da mesma.
Venda- estrada de loao de Barros, bem afreguezada, r
em boa localidade : quem pretender dirija-se i
mtsma.
Vende se um sitio na-estrada de Beberibe
de baixo, perteoeeoie ao termo de Olinda. teodo
o mesmo 210 palmos de frente e algumas froctei-
ras : quem o preleoder dirija-ie ra de Paysao-
d, aotiga do Cajoe.ro, casa o. 23, qae encontra-
ra cem quem tratar.
- ______________________________________________________________________
Veode-se urna eserava, perfeita eigommadeira,
e coziohtira e propria para ama de leite por ter
este bem abundante sendo a primera ba.-r'ga :
atratar na praca do eorpo santo n. 17 terceiro
andar.
Na farreada boraeopatbica da ra estreita
do Rosario c. 3 se dir quera veode 30 acedes da
corapiobia dos tr.ihos urbaooi do Recife a Olinda
e Beber Le, assim como 12 dilas da compaobia da
eaoaiisacac dagoa, orna cana para casal, ama
esunta para livros e um piano, todo em estado
capar de prestar boos serviros.
sem igual.
Chitas de corea Moas a 200 e 5W n. o corado
na roa Daqne de Caxias a. 71.
; 2^500
Rna Madre de Bcbs n, 7
No aimazea o. 18, raa do Bom
Jes as, outr'flra roa da Cruz,
Vfiide-ge :
Formas para assmcar e en:arega-fe
de mandar vir da Europa e dos Esta-
dos-Unidos quaesqoer machinas e otsn-
ciKos para a agricultura e indostria.
Toma-se eocommenas para ladn-
Ibes em mosaico.
O dsaempenho satisfactorio prova-
do pelas encommendas ja v^.'j-.
r'fit-
Attendam
Hotel
Veode-se o da roa di( {^rscieir> n, 30 *tr-
jar oo mef tno,
*. Quantas 'vezes vemos cm linio mti4o de
boa seda e com liados deeenbos, porm cem tas*
eofeiles qae dizeoos com nosco, e peas um ves-
,tdo perdido, porqoe ? par falta de dar um pas-
seioa .NOVA BSPERANQA e comprar eefeites
que sejsm adequados afazenda: quactas vezes sen-
limos Escapar de algom tonco aromas enjoatiyos e
porqoe f por cao ebegarem a NOVA ESPEhAN-
C_A a eomprarem seos extractos j tao conhec:do=;
qoaotas pessoas n8o gtstam tec dinheirc e airn
disso flesro desfoMoM ? por nao romprarem ob-
jectos que Ihes satisfaca, por nac hirera a NOVA
ESPERANZA onde encoctrarao o qce e tnehcr
e mais alegante ba no raerad-. a est por tai '
forma eanbeeida a NOVA ESPER iSQ K que qoior
do em qoalqoer reuniio sa v cm. benito enfeite,
om la^o, nm coque moderno e com certa graca,
quando se sent escapar de aigura ienco agrada-
vel aroma, qnando se v Analmente ou.ijaer cou-
sa xiijua, ningaem mais parguce donde ro ou
ojdj veio, cala nm responde oo diz comsigo
istoToi da aOYA ESPERANr* aroA-Paioe de
Caxias o. G0.
A' 4^500
Rea a Madre de Beits n. 7
PARA M!VilB0S7~
Bonitos ports buquets.
Liodissiracis ieqaes de ssadreperola koliea tc-
ieirameitte bovos.
Corticado* tordados.
Camisas b.Ttjdas para htmen,
Finas meias de seda para, senhera,
A Nova Esperanca caem tem .' !
npQAPOiriFritT 'n cinr.u l*nS" "",,,: V" mena agora *u i ,
Ub.hiArfAlUiVA.tI Ab bAKlJA ifwbido pane J-^ uas ^accm-Bcda# e v
A Hova Espe.ranca a ra do Duque de Caxias; ser raz av-eJ o s it; : leed) a rerieza e
o. t, acaba ta receber o bem conbecido laMajaapprir do qoe e bom e r.-.: *-.<;.
de roa branca, e tambera Jeite virginal, os ;uses 'a Magociis, -e se ice ,,-,.... em ter lti
fazem desappareeer as ardas cu paooos. j liniftiir.o sortimento do qae ta de mtibor >
mundo das n.dfe j. r j.e r.'. wu que h". i
Irtguezes ie;ara mal servido. culta pan*
com objectos e nio poslj : t a ;n apraiH -'
em mencicuir aisjeMtf.
Bmitti goli^baa e ptmaor, :.-t-parales e la>
pa-ios, naenda moito i; e L.-...ad*.
Camisa*, de llano autti Coi, bardadaa e !?
pnas para anivw. *'
Cbapoa de vdiodo e paa dt UaU nliin-a cj-
d. par: s-;r.'iora e o-cL j.
Cbapeloaa de com e prn.. cov,dde|
R'Cs eof-tles para ieibora. '
E-cs liveiss de madr.perJa ira jlcetra.
.eios adert<,'08 pretas, cafoleU*. vohae, rro:*.
C.'.c' e r:ie;;.s de gos;o Bwdatao.
Variado ?cr;i ..enio de capeiia*, uqaats
p? d botGes de flirts de iariL-gsira.
Floree de cOres e pretis tara .-hapos e cabf!-
Lobas de liaos os numeres pata croeb e bir-
Cbio! de Kl e beogallas cim bajitos cabos
de maium.
Boc.ws cbjpfoi de tal para -frhra.
Jarres iraospareite? p,yg fljre-.
P.ioo- pert Jotas, p-irt rariSa e port-mooey.
Bi.oitas eaixiLha-t com perumia, propria j
presentes teodo dsticos cas taropa<.
Das a/ra prparos para eeftflra, ricameiw cO-
ferttlat e .::n moiira.
Beaeaai, ri:meote vtlidas.
Loadas bo!:ichaa de vtudc, d.a tsfcjo p*a
costuia e sem eile.
A baos para retratos :on com capa de madre-
P*rc!... oaaifim, .-so e madeira.
tivros de ii,isa, csbi capa da madre pero.',
rTitCT). u-so e tartaruga.
Cartei.'is t Lar:o, c -ura.
avalba moi;
lartaiofa.
Grarepos ex r.x de madrtpt a, awviiiaae.
B.-.nas <,, ,.s t laruruga pa.a rapa.
9apatos ce a, bordad s em t..agarra.
Cami-as Lardadas para bomem
SO' XA
MAGNOLIA
4Rua Dttqu* de Cartas46
CE
SA' LEITO, I'ONCECa i C.
A' 8000
Ra da Madre de Dos r. 7
Negocio de pechinsha
Vende-se moito barato uma desafean btro
montada com tefes os perten:e?, e em meto
bora estado, laoto para irDsferir como queicadc
o comprador coolinuar aloga se a Csa cale
se acha assentada. sita co povoado de Gameiklra:
traur co Progresso do pateo do Carmo n. 9, on
no mesmo povuado cora o Sr. Aocliro.
-/ fforrtas
A M^goa receben pelo ultimo vapor o aue
as senhoras ljrisu? pricisar.7i par* fabricar fl>
res, eom) sjam :
Peiihas de vanas caie?.
B-gii de vi'rji e ditera s mdicos e tama-
oho?.
Olh>s para mil me qarre e jtvo. ;
Clices psra rosas.
Bigas acaradas psra ti,-re?.
Folhas verdes, eoceralas, trejas e de :;res sor-"
lidas em lamxnn>e feiiio, e C, ele.
i a si-
para
Cdfpinhoa de cambraia
A Rosa Branca capncba era ler o que se pof
desejar de melbor era enrpiohos de Bnissiraa cara
braia transparente, ecfei:ados a capri:bo, eao
nteiraraente promptos, vestir ; e polemos as-
se;urar que em parte aiguraa se encerrara cor
oinboa iguaes, e pelo proco que vende a Rota
Branca. Mandaraa evar para amostras, na ra
] di {mperatriz o. 28.
fica--, :cm bo de marUa e
Sai
Arroz de caica
Superior em saceos nnito grandes : aas
:ecs 0 Tasse IrmSos di C
aaai


6
Diii d Perfiam*!^ Quilla feia IB'Je Abril H 4*2
LTAS ISOVfOADES EMENDAS
Que se liquidam na loja
PAVftO
A RUADA IMPERATRIZ N. 60
DE
FLIX PEREIBA DA SILVA
Vente CfawS" fi
Veada-ae em bsrrU d 4 ajmfc u
Marque de Oliod* a. t.
Ai*
A No Esper
especiaos Mk '
tem vindo w r
bem.
^*H-
**
er theiotf!
as melhores que
antes que se ac-
O
ae.
PAR L APURAR DIAIIEIKO
Nste importan'e estabelecimento encootrar o raspeitavel publico om avuludo sir-
timcr.n de fazendas, tamo de luso como de primeira necessidade, as qoaes se podem
vendar m:is barato do que em outra qualquer parte, attendendo as acuitadas compras
de f//.endas, assim como jor todos os vapores qoe chegam d'Enropa se receben novo
aortimeolea de laaeaJjs de gosto e umacolleec-So dosmais maderno flgurioos, as pes-
soas que nf gociaru fu pequaoa escala podem vir sortir-se este estabelecimenlo, qoe
s vende p-los mesmo; preces, que se compra nos armazens iogleies, de todas as
lias se do-ano )str?s deixando ficar penhor. O eslabeleciaento de Pav5o est
r Tibantemente aberro das t lloras da manba s 9 boras da noite.
Heria fraacei a
TOI tNVAa
!.

Bi entinas fcraocas e de cores o
^ covado" a rs. 440. 590 e.
Orgaodj ddu.ua s> coro me-
tro a rs. .. .....
TarUOnM iiitridas coro muita
ph Htasia, o metro a rs.
Su Uns de ores com enfeiles ao
laio para babada, o covado a
Li&zinaas largis com listras de
seda, o covado a 800 rs. e.
Poopelinas de seda modernas, o
covado a 10(500 e. .
Sedas com bstrinha, o covado
a 10400 e......
G "srgar o ;s de la de urna s cor, o
CCta Jo a rs. 400 e .
D.los !a-goj e de corda), o cova-
do ;i rs.......
A';. .as itvrad.s com istias de
ia, o corado a 800 rs. e .
: i i Ii3as de todas as cores
i" iadj a rs.....
- >- decores com \\ir3 ao lado
ra italtadinho.-. a vara a rs.
; zii com listras braicas
i .);;(! j a rs.....
I i? com qaadrinhosdeseda,
lo de muito phan'asia, o co
....< rs.......
L :/: Qbs leeidas com seda, sendo
cora bonitos go^t-jj inglesas
muito proprias para er.boras,
Bjnitaa laaiinius do core?, o c -
vado a r. 320 e .
Ponpellaas de I3, largas e lustro-
sas, o covado a rs. .
Cambraias transparentes impe-
r... s, a p-ea......
... v- banco tamo de !istra
L I I li-SJ......
Fuj ?s broncos para vtstidos e
- de meninos, o i ovado a
. 4<1l. Si).' .'
i n i iranc i de todas ..- c -
int tr } i is.
n s, i :. pie s e
. i u metro a rs. 7UU e
de -raiic :; le cores com
; 'i.:: i D '' istdO CCTIi
l) ii; .. arras h mu ia pqanta-
s:a 5" 000 o .
Gurgti es:or T':i o po ;0rpa
o ;! n.upas i'1 meninos1 twi-
do mea :a de seda, o cocada a rs
Acaba d chejai i loja do Pajajaio o bonito
sortiraeoto de meriew a core* para vdtiidoa, a
zea Ja larga, de ama w cor e e am tedio iaiti
ramente novo, taado rde, Mal lyrio, ra. l^fio,
cor de caf e amarallo, a cares si muito booitu,
ede um efeiio brilhanle cm obra, e vaode-se
pelo baratsimo prec: de dei tasiSts o ovad :
na ra d, laaperairii n. 40, loja da Papaaaio -de
Hamburgo de paro linbo teodo dos
640 nmeros mais baixos at aos
mais subidos que vm ao mer-
500 cado........
Cobertores de 13o para camas ten-
640 do de varias qualid ides .
Ditos de algodio a .... 1^80
10500 (Colchas Tie fustJo para camas,
tanto brancas como decores.
l/JOOO] PARAHOMENS.
Pahtts de panno preto e de casemira de
20000 cores sendo mais andemos e para todos os
presos e qualidades.
20000 Sobrecasacos de panno preto de
todas as qoalidades .
5,0" Coitetes de casemira preta e de
cores .......
610 Ditos de gurgurSo de seda tanto
preto como de cores .
I#000,Di os de brimbranco. .
Calcas de casemiras de cores ten-
400 do de 60000 a 140000
Ditas de dita preta de 60 at 1500^0
640 Ditas de brim braceo de linho de
3J500 a......100000
i Camisas finas coro peito d'algodo
del0OOat.....1*000
Ditas com peito de linbo tanto fran-
800 ceza.- como ioglezas, de 30500
at as mais finas que vem ao
mercado, ten lo tambem borda-
das e em duzia faz se grande
800 differenca em pre^o .
Ditas de cbita franceza miodinbas
500 fazenda de gosto i 20500 e 30000
Ditas de flaneila de cor a 200-0,
30000' e......- 3050o
iiSANES
A Nova B.Deraaca, iu Duque e Gaxias
13, i quero vund* aa naalii >iet aaaias da lata : a
quaetidade pequea, porunto a Uaa aaiaa qne
se acabero.
Qae Pitada!! r
Quera quixer ioaaar ama boa pilada compra ra'
p Paulo Gordairo ajado on por viajar, na i loja
doPap gaio ni* dt Imperatrit o. 40.
WCfflNCHAi '
NO
EMPORIO COMMERCIAL
m DA lfUiHI 15
lyssas & Irmo
Neste j bem conhecido estabelecimenlo encontrar o respeitavel publico um peoco
de tudo por mdicos precos, e teodo seos proprietarios resolvido liquidar ;lguns artigoa
de que se compSe o mesmo estabelecimente, vande-oa por meaos do neo custo
cano seja
Esorava
Precisa se de ama que emenda da cosinha :
ra larga do Rosario n- 34.
ni
parte de ama boa casa terrea, sito na ra da Ven-
tura n. 2 (Capuoga) a tratar na ra i* de Mar-
co n. 7 A. ( andar._______________________
' Venae-se a taberna 4a raa-a Hora, eslraa*
de Joo de Barros, bem afregneada, e em boa
localidad* : qoem a praapde-la dinia-se a raetma.
ra das
Vende se na ra das Cinco Ponas n. 82,
latas eom 4 libras de doce o mais fino qne ba nes-
le genero, proprio para mimos e pir um prec)
muito reduzido por ser recibido de consignacio.
Corrupi&o
Vende-se om corrupto, muito cantador
proprio -para embarque on preanate. Nes-
ta typograpbia d s 10 boras da manb3a s
5 da tarde. A pesso que quizer dirija-se
oestes tres das.

i
i-'c'IU !.:n;i3
de
mnito
soda branco
o covado a .
b i. nuil i alvo
40300
40000
30000
I06OO
15000
gu;i I
eoo
Grosdti.a.i::
covado a ......
Dito la>go muito encor ac, oco-
vac i a ., ,
Setiti: riranc m'nitj aiv o ova-
do: 500e.....
AlpaCi....;! js i inita-
c'i< ... : > 3 .
ellas iui s
C irtii : s > ra camas
Coletas d >:,.< j de iis, a i;r,i-
tsr~.j .! i seda ....
Colchas de cinch ....
FAZ'NDAS BRANCAS.
I' i i inbo americauo
a 3^200. 4 5. :>> e -.
manto d'algodo coa 10 pal-
i: >s do largura e muito eocor-
. '-ara a.....
L ':.j d3 linbo cauto cncorpado
com 10 palmos de largura, o
metro a 20OO&,l;>da' .
Dito francez muito fino, o metro a
A odosinho enftitado psra len-
(oes com 8 palmos de largura
e muito encorpad j, o meu o a rs
D;to trancado con a otesma lar-
gura e raui'o eocorpado, o me-
tro a .......
Al ainado de liu^io adiiuiscado
com 8 palia >s Je largura, o me-
tro a _, .
Dito du ir )'i?. j om a mesmaiai:-
gura, o metro a 20000
D.lo slcochoad) fazenda de tnaito
gjS'ocora 7 palmos de largura,
o metro a H8X) e .
Dito trancado com 8 palmo* de
largura," o metro a .
500
Ditas de meia de la mullo finas a
80000 Ditas de dita d'algodo a rs. 8.0,
10000 e ......
Ser-ouias de panno de linbo i .
DiUs fran: czas de linho a 208 O e
Ditas dita de algodo a 10600 e
10000 Collariolios tanlo de liobo como
de algoi) os a ais modernos
700 qne lem vindo ao mercado .
; Pondos ae linhos Ct. mais moder-
980 nos .......
i Redes para dormir de dillerentes
160000 qoalidades.....
Chambres de cbita e de cretooe
Mi'ias cruas francezas e inglezas
2110 100 que se wndem a duzia a 30000,
at 80000 e.....
CORTINADOS
OVO Cortinales bordados para camis e
junellas, qoesevenJem o par a
80, 100, 120 e .
C*mbr;iaslargasadara33cadaspara
cortinados com 20 va-as, peca a
40000
105(0
20lOO
30COO
10800
Libras sterliaas.
Vende-se no arraaxem de (azendas de Angasia
t. da Oliveira 4C, i roa lo Commerciu n. 42.
Mscluiias de costura.
Cbegaram ao Bazar ersal da ruaniv
Nova n. 22, om sortimento de] machinas
para costera, das melbores quahdades que
existe Da america, das quaes muias j sao
bem conbecid.s pelos seus autores, {corno
sejas: Weiler & Wilson, Grover & Boka,
Silenciosas, Weed e Impenaes e otras
muitas qne com a vista devero agradar aos
compradores.
Estas machinas tem a vantagem de fazer
o trabalbo qne trila costureiras podem
(azor diariamente e cozem com tanta per-
(eicSo como as mais pereilas costureiras.
Garante-se a sua boa qualidade e ensina-se
a trabalhar com perfeicoem menos de orna
hora, e os precos s3o to com modos que
devemagradar aospretendeotes,_________
Sustento restaurativo da
satirie
*EL\ VBltDADEtP. \ FARIXHA
A, Dh Barry d'irabia
Os abaixo asssignados faifn scieote a seus fre
guezes, que pelo vapor inglez l.i-Plula receberam
Segunda ramessa d'essa exceeote tarinha, cajo
aso muito se recommenda pira as criancas, pes-
soas debis e convalesceDies, spplicada com reco-
ohecida vantagem as consiipagdes, diarrhea?,
nausea do estomago, tosse, escarro de.sangue,
pbtbysiea, etc. etc. Prefers! anda pelo agradavel
sabor.Uniricoj outra qualqutr.
Vende-se bons passaros cantadores
reita u. 3, t# andar.
Vende-se coquee de diversos formatos e cores
uo Bazar Victoria ; ra do Barao da Victono nu-
rauero i.
na ra Di- ( A' ra do Commerio n. 10, esenpto-
ro de Jos Joaqnim da Costa Mais, en-
contra-se para vender por commodo3
precos :
Azulejos bespaohes.
Polbas de ferro galvanizado para telha-
do de diversos taroaohos.
Ditas de dito dito liza?.
Bicas de ferro galvanizado.
Cumieiras dito.
&a 0 w& m ** i EffiacompleU9 para can,aria-
i iis i i. o a xwwummwz
GRAN ,E
Garrafas de vklro Bacarat para vinho a
50, 60 e 70000 o par.
Compoteiras a 60 e 70000 o par.
Copos de vidro fino para agoa a 40 e
40200 a duzia.
Clices de vidro de cor fino para vinho
a20OOO.
Meios apparelhos de loara ingleza fina
para jantar por 500000.
Pratos e diversas pecas avulsas que se
vende b.rato.
Jarros para flores de 30 a 150000 o
par.
Clices de vidro fino para licor a 20800
a duzia.
Vidros de cbamin para candieiro a 20200
e 20400 a duzia.
Globos para candieiro a 10600 e 10800
cada um.
Bonitas quartinbas hambnrguezas a 40000
e 40200 o par.
Escarradeiras de vidro a 30000 o par.
Bonitos candieiros de jarro a 160000 um.
Grande quanlidade de arandellas para
dependorar a parede.de 10500 a 200001
cada urna.
Temos de bandejas a 70000.
Paliteiros de porcellana branca de 10000
a 20000 cada um.
Lava mo de zioco a 40500 um.
Algodo inglez para roupa de escravos e
saceos a 320 a jarda.
Tapetes avelladadcs para qoatro cadeiras
a 250000.
Um grande espelho moldura doorada por
800000.
Lindos albuns para retratos a 1000 DO
cada um.
Bonitos chapeos de velludo para senbora
100 e 120000.
Aberturas de linbo para camisa a 100000
duzia.
Punhos de linbo pora camisa a 90000 a
dozia
Collarinhos de linho para camisa a 60 a
daxia.
Anqainas de crina para enancas o se-
nboras, da 30 a 40000.
Cortes decaaabraia branca acorlo coa
8 1/2 varas a 30500.
Fronhas de crivo a .%60 ra. urna.
Cortes de eastor para ca!?a a 10280.
Algodo de lista a 280 rs. o covado.
Colxas branca adamascadas grandes a
30000.
Cohortes do chita grandes a 20400.
Superior brim de Hamburgo de linho cea
10 palmos de largura a 20800 a vara.
Bonitas frocteiras c >m jabonetes de frac-
tas, proprias para presente a 40000.
Lindos livros com extractos e sabonetas
a 20500 e 40000 para presente.
Oleo obilocoao a 600 rs. o frasco, a
muitas ontras perfumaras que se vende ba-
rato, como soja : sabonetes finos a 10200
20000 a duxia.
Chapeos para baplisadode enanca a 20500
e 30569.
Goqoes para cabello a 20000.
Cadarco branco a 360 rs. a dozia.
Dito trancado largo a 140 rs. a peca coa
4 varas.
Gaixs de papel amisade a 700 rs.
Dita de 100 envelopes a 400 rs.
Duzia de pontea para alisar a 10600.
10800e20000.
Bonitos chapeos de palba com aba ferra-
da, para homem a 40000 e para menino a
30000. .
Soriunento de meias para homens, aenbo-
ras e enancas, e mu.ios oottos artigo qoe
deixsmos de mencionar, e qoe igoalmenta
vendemos por precos commodos.
Ditas com 10 varas a
255001 L",ob
Damasco de la a imitago de seda
1O0GOO
160000
100000
80000
skELU & C.
5 Ra do Bom jess u. 55
* Vendem
W Ferro gavalnisado em folhas para te-
Ihas.
I. ;itc condnsalo.
Cognac Marttaaau.
Vinho di Burdeos em caixis :
Tommard
Volmay l
Haut Falerne
Peoillac
Vinho do Rheno :
Scharlachberger
Kisdesbeimer Berg
Hochkeiraer Berg
Marco Crumer ansese
Kaueatbaler Berg
Steinberger Cabioft.
0
*
*
0
m
*
0
*
i
0
&
40500
3O0O
180COO
150COO
G000
00000
10800.
30000
S30OO
060
1200
30000
20000
10600
para colcLas com 8 palmos de
largura, o covado a .
Dilos com 6 palmos de largura
par caro i de solteiros, o co-
vado a.......
Colchas iid chroch para camas as
mais ricas cue km vindo ao
marcado a .....
Dit'sde damas'.ode la a 100 e
Dtas de fosto branco sendo mui-
, to grandes a 50000 e. .
EXPLE.ND1D0.S0RT1HENT0 DE fROSDENAPLE
NA I.0JA DO PAVAO
Brins d'Angola.
Manlhas Brasileiras.
Grande pechincba em panno a 30000.
Saias bordadas a 40. 50 e 60000.
As 3:C00 saias a 20000
GRANDE OFFCI.VA DE ALFAATE
Pe reir da Silva de C. teem a honra de
participar ao respeitavel publico em geral,
e a seus numerosos fregueze?, que no se
esiabelecimeoto do fazendas, tem montado
urna magnifica ollicina de atraale, aoade
^e manda fazer qaalqoer roupa de encom-
menia. tanto para bomens como para me-
ninos com a maior presteza e perfeico, no
mesmo estabelecimenlo se encontra um
avuitado sortimento de lodas as fazendas
para as rae-roas obras de eneomraenda, as-
a como para qualquer luto : tambem na
mesma oifiema s^ encontra o perito mestre
Pedro Celestino Soares de Carvatho, espe-
cial para fardas, tanto d03 Srs oiliciaes de
guarda nacional como de tropa de Jinba, os
quaes sero m.jito bem servidos por mdi-
co preco.
Vende-se, em bom estado, meia du3ia de ca
deira?, duas ditas de bracos, dass de balaoco, um
par de coosolos, um ssf, e ama ardlneira: queco
pret'nder ilirija-se a roa da? Trioeheiraa p, t
Especialidade.
Vinho do Porto o melhor a desejar,
de 10 e 20*: vende-se no rscriptorio
Primos, ra do Vigario n. 17.
em barris
de Soares
De bem conbecida marca de Charles Hedsieck
para vender-se na ra do Commerjio n. 8.
A 7,U00 v,
obra ingleza,
l : venbam
Cadeia, n. 50
de Milners e outros
etc.
Cofres da ferro
* OilQaS parj copar cartas.
Balancas de pesar, Decmae8, Roinana8>
Tachas de ferro, e8laDhad0.
Arados Americanos
IJraaeS, para agricultura.
. Carrinhos demao.
Machinas a Vapor
MaCinaS de descarocar'algoso, do. 10 at 40 serras.
t'llapaS de terrO gaiWnsa.ias para cobrir casas etc.,
Entes artigoj veniem-se em
casa dos importadores.
Siuw, Hawkes de C,
H. 4 BA DO BOM JESCS.
(ootr'ora roa da Cruz )
Vndese bolinas para senhora,
bem feila, pelo diminuto prego de '
ra do Mrquez de Olioda, amiga
A, loja de miulezas.
CEMENTO.
O verdadeiro Portlaad: s se vende na
ra da Madre de Deas n. 22, armazem de
Joo Martns de Barros.
Rira acibara 2$e2#500
No loja do Papagaio. venl-se para acabar saias
brancas a balo a 2i e 2500 r-. sao lodas de
panno at cima e tem 3 arcos que forma urna
paqoena roda,' tirando-lbe os arcos tica urna
parfsiiasaia, e pala prec,) ni? ba oada mais ba-
rato, na loja do Papagaio, ra da I&peralnz n. 40
de Mendes & Carvatbo.
ESTRUME
O liquor de ammmiaco, das fabricas de gaz,
um dps Estrumes mais recominendavel para fer-
tilisar a trra. PJe-se obler na fabrica do gaz,
em S. Jos, qne tem para vender, aOO res a ca
oada. i
Uanditieiros ecDfrOjaiccfe'
Os candieii os econmicos sao na verdajde de
invencao agradavel, priva a qnem desejar emba
tesar urna sala de fazer duas despeas, pois qae
tirando-se-lhe o deposito ood se conserva p gaz
torna se um lindo-jarro para flores : qaelem
a alagnolia ra Duque de Caxias n. 45, e vende
barato a alies, porque tem poneos.
eias cruas boas a 4, holSes de madrepe
rola para pnnho a if : a rosa branea qoem
vende, na roa da fmpertriz n. 4b\
r
A Magnolia, roa Duque de Canas a. 48, rece-
beu nm grabde sortimento de coques o mais mo-
derno que na, e vende por manos do qne ao ou-
Lra qualquer parte.
LIQUIDADO
Fazendas pretas c de cores
NO
BAZAR NACIONAL
Una da Imperatrlz
n. Si
DE
30, 30500
LORENQ 1PERE1RA M. GUIMARAES.
Vende-se:
Cortes de casemira preta para calca
20500, 40 e 5000.
Panno preto para calcas e paiitts a 10500
20, 23500, 30 e 40000 o covado.
Grosdenapla prelo para vestidos a 10800,
20000, 2J500 e 30000 o covado.
ROUPA FE1TA PRETA
Vende se :
Calcas de casemira preta a 40000, 60000
e80OCO.
Palitots de panno preto a 50000, 70000
e 100000.
Golletes de casemira preta a
e 40000.
Paiitts de alpaca preta 35, 30500 e
40000
Chitas a SO rs. o curado
Vende-se:
Chitas francezas largas a 200, 320 e 360
rs. o covado.
Riscadinbos de listras proprios para ves-
tidos e roupas para meninos a 320 e 360 rs.
o covado.
LASINHAS A 160 RS. O COVADO
Vende-se:
LSasinhas para vestidos a 160, 200, 320
e 400 rs. o covado.
Alpacas de listras de cores para ves idos
a 500 e 640 rs. o covado.
Ditas em quadros de seda fazenda nova
a 800 rs. o covado.
MADAPOLO A 30000 A PEQA
Vende-se:
Pecas de madapol5o enfestado a 30000,
40OOO, 500O. 50500, 60000 e 80000.
ALGODO BARATO A 30000.
Vende-se pecas de algodo a 30, 40, 50
e 60000.
CORTES DE BRIM DE CORA 10300. '
Vende-se I
Cortes de brim de cor para calca a 10500
9 20000.
Ditos de ganga a 10000. Ditos de brim
pardo a 10200, 10800 e 20000.
CUALES DE LA A 10000.
Vende-se chalas do la- em quadros a
10000. Ditos de merino estampados a 20,
30 e 40000.
Cmbrala lisa a 3000.
Vende-se pecas de cambraia lisa pra
vestidos a 30, 40 e 50000.
Ditas de cambraia Victoria a 30500,
40500 e 50000.
BRAMANTE DE LINHO A 2500
Vende-se bramante de linbo muito largo
a 20500 o metro. E outras muitas fazendas
que se vende muito barato.
Liquidado de cont s
NO
O EMPORIO COMMERCIAL eacarrega-se da factura de roup* por medida, e capn-
cha em bem servir aos freguezes, tanto no comprimenlo de seos tratos, como na boa
qualidade de fazendas e modicidade de precos.
PECHINCHAS DE ROUPA FEITA
O EMPORIO COMMERCIAL vende paletols fraque de casemira fina bem acabado
a 180000, 200000 e 220000. Paletts saceos de casemira preta e de ccres de 70000 a
120000. Ditos de merino preto de 70 a 105000. Calcas de casemira preta e de co-
res de 60 a 120000 cada urna. Colletes de casemira de 30 a 45000. Calcas de brim
muito bem feitas de 20500 a 80000. Paletols de alpaca fina de cores, branco e prek
a 20500 cada um. Ceronlas de linho a 2800, e de cretone a 10600 cada urna. Cal-
ca de castor a 10700 ; superiores pannos finos, casemiras e brins.
EMPORIO COMMBttCIAL
15 Ra da Imperatriz 15
k RMO
ATTENCO
Grande reduc?o em presos
Na loja de Antonio Pedro de Souza Soares, na ra do
Barao da Victoria n. 28, outr'ora rna Nova
E' baratissimo
20000
100^0
50500
30000
Bazar Nacional
Ra da Imperatriz n. 72
mm
0 eommendador Manoe Joaqaim do
bnquerque e sua molher vendara
a sua propriedade do Giqoi cot t
de plantacoas, pastas;, maltas e ol
dade esta propna para om aagtjgko, tu
Ibam.
Al-
CERVEJA
A verdadeira cerveja da Baviera, marca ban-
deira, da superior qualidade, vendem Tasso Irmos
& C, armazem da ra do Amorim n. 37.
Diademas modernos a rs. 500,
10000 e .......
Coques de trancas o que tem vin-
do de mais gosto a .
Gravatinhas de seda com franja
para senbora a.....
Grinaldas para casamentos a 30, e
Enveziveis enfeitados para coque
Gales de seda de cores, a peca
de 10000 a ......
Ricos enfeites de blond e flores
para cabeca a '. 50000
Mimosos leques da osso para se-
nbora a.......90000
dem idem de sndalo com lan
tejoulas a....... 50000
dem idem a imaacjto a 20200
Lavas de pellica para homens e
senhoras, o par_500 rs., 10oOO,
20000 e.......30000
Transparentes com paisagens para
janellasa ;......120000
Bicco de seda prelo e branco peca
de 25'J0a......
Fila de setim macp escosseza lar-
ga, vara a ..... .
Flores artificiaos......
M1UDEZAS
Duzia de pecas de cordao impe-
naes a rs. .
Dozia de pecas de trancas de cara-
col brancas rs......
dem idem lisas a rs. ... .
Entremeios e babados tapados e
transparentes a peca de 600 rs. a
Resma de papel pautado a 40, e
Caixa de papel amizade muito
superior a rs. 700 e .
dem idem de quadriobos a rs.
Caixas de envelopes finos de por
celana ars......
dem idem a rs. 400 e .
dem de peonas a rs. 500, 800 e
Abotuaduras para crlete, grande
. variedade ars.....
dem douradas para punhos a rs
Duzia debaralbos franceses bei
ra doorada a.....-
Lamparinas a gaz a ffMM
Oozias de pares de meias para bo-
mens a 30500, {10000 e U009
50003 Duzia de talberes com cabo de
osso 2 B a......5050
Dia de ditos cravados (6 baratis-
.gimo) a.......206ov
Garrafa de tinta rosa extra-fina a 1000c
Potes de dita ingleza a rs. 100 e 16(
Estampas de goerra franco-pros-
siana a rs....... 800
70000
30000
Farinha de mandioca
Superior e moito propria para mesa, em barr
rtcaav4a lai*a%a da trigo ; a 11*000 rs. a barrica
nos armazens da Tasso Iimios & C

320
400
20C
30000
40500
800
640
800
500
10200
PERFUMARAS
Potta-retratosdourados com dois
frascos de extractos muito fino
Garrafa (. agua de florida verda-
deira, a.......10200
dem idem kanauga doJapio a 10200
Frasco com oleo orna verdadeiro a 10200
dem de oleo philoome verdadei-
ro a rs. 400, 800 e 1#0U('
Rosas com extracto a l#80u
Frasco com extracto inglez moito
superior a......40OOC
dem com dito kananga muito su-
perior a ...... 10200
Banba ingleza em frascos e potes
de porcellana a.....10000
dem idem a rs......
Macos de sabonetes inglezes muito
bons a rs........
Sabonetes de amendoa muito su-
periores a .s......
Cosmetique de cores finas a ra.
100, 640 e......
Pacotes com pos de arroz fino
a rs. 300, 400 a .
Caixas com dito moito fino ka-
nanga a........
Galera dos grandes bomens cada
estatua com om Irasco de ex-
tracto a ...... .
Frascos com agua de cologne ra.
800, 10000 e.....
200',Garrafas com dita o jue ha de me-
500! lbor a 30000 e.....
Elegantes caixinhas com wbone-
30600! tes e extractos ce 300(0 a .
500
600
300
11000
500
l#500
20000
11500
4|000
71030
OBJECTOS DE FORCKIM
O qoe se pode encontrar de mais elegante, briqoedos para iiriaacas, completo.e va-
riado sortimento, candieiros a gaz o qne ha da melhor, ramio outros tfesictoi qn
ae tornara longo mencionar.
N, 28 Ra do Barfio da Victoria M. J8
'
w'-


n
,*


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i

1
-.
i
*
liift U Pimhkbttt- C-'^u.nl rana1d,AlrT t^at2
&
Offieina de alfaiate dirigida .
POR
MR. CHARLES LAURENT
LOJA DO PAPAGAIO
A' rua da Imperatriz n. 40
di:
HIENDES & CARVALHO
O que se procurar nesta loja se acha e por menos preco, que em qual-
quer ootro estabelecimento, e para nao cansar-mos a paciencia do Ilus-
trado publico com longos annuncios, s garantimos ter fazendas de novi-
dade, e da bom gosto, por precos-mallo commodos, quem se qoizer capa-
citar venbam oo mandem buscar as amostras, e tambem as mandaremos
pelos nossos caixeiros.
Boa Vista esquina da rua 7 de-Setembro
.A aligo becco dos Ferreiros


RUA DO DUQUE DE CAXIAS
(Otttr'ora do Queimado)
Ml< estabelecimento acaba de receber um importante sortimento de diversas la-
zendas proprias para vestidos, sendo poupelmas de seda, sedas, laas, percales, ditas coa
barras proprias para babados, lindas cambraias crox, e em fim urna infiaidade d'arti-
gos de moda, tudo proprio para a festa, o que tudo vender por presos inteiramentt
razoaveis, em consequeacia de estarmos prestes ao fim do anuo, e o 3 nao quer te:
grande trabalbo com o >eu balaceo, preferiodo -tomar dinheiro a fazendas, convida-se
portaBo ao respeitvel publico a virem sortir-se na loja do 65 aonde comprarlo per pre-
ces que nao obterao em otro qualquer estabelecimento; em fim ver para crer
RUA DO DOE DE GAXIAS
(Outr'ora do Queimado)

Rival sem segundo
Rea Duque de Caixic a. 91, loja de rciu-
dezas de .13s I! godinho contina a vender
indo quanto lea em seu estabelecimento
pelos precos abaito decorados, a saber:
Libras de laa para bordados a
4]lias com superiores gram-
pos francezes a rs.
Talheres para meninos a 240
rs. e
Libras de liaba de novello da
o. 80 120 a
Lencos decassa com barra a rs
Varas da franja branca para
toalhas a rs.
Dazia de meiag finas para se-
choras a
Masso de palito seguranza a rs.
NavalhS fazenda superior a
S Caixas com penaas d'ago a rs.
320, 4C0 e
'.usas com papel amizade a rs.
Dita, dita, dita beira donra-
' a r?.
Caixas com envelopts a rs.
50, 000 e
Pessas de fita para coz com 10
varas a rs.
Duzia de. linba froaxa para bcr-
dar a rs. 400 e
Baralhos francezes rxuito fi-
nos a rs.
Ditos e beira dourada a rs.
Duzia ce agulbas para macbi-
na a
Libra de pregos francezes a rs.
Resmas de papel branco liso a
Ditas, ditas pautado a
Dozias ie sabonetes muito fi-
nos a rs.
Dozia de linba de carmel
Alexndre a
Croza de bolees madreperola
a rs.
Car toes de liaba branca sf re-
ta ars.
Tbesooras muito
cnbas a rs.
Groza de botoes
a rs.
Pares de sapatos
para meninos a
Caixas com 4 papis de
agulbas fondo dourado a rs.
Frascos de oleo Oriza supe-
rior qualidade a
Caixas de folba com palitos
de vella a rs.
Pessas de fita de la para de-
brom de tedas as cores a rs.
Pessas de tita branca elstica
para debrum a rs.
finas para
de louca
de couro
60000
(60
400
lii*)
oe
l
4*500
200
1*006
-300
700
soo
800
440
300
240
320
24000
240
35500
46000
700
1,5000
500
10
300
120
20000
240
1*200
200
320
200
PORTANTE
Loja de louca
INTITULADA
PRATO DE ORd
re-
RUA DO IMPERADOR N. 37.
O proprietario deite esiafcetecimento (codo .
olvido fazer urna completa liqoidacao de todos os
artigos de que te corapoe o mesmo estabelecimen-
to, convida o restavel publico a visita lo, porque
ansu da a&niravti aiodfcidade dos preco?, ain-
gnem deixar de prover-se de porcelanas finsi-
mas, lonja, vidros e crvsues.
^0 PRATO DE Ol'R nao pude prescindir de
j58B pira poco, como para jamar, o quaes vende
sais barato do que em outra qualquer parte por
star liquidando.__________
Cartas Donradas.
Amaral, Nabuso & C-* veudern baralbcs de car-
ia para jogo.s, lizas e dourada3 e sendo em porcao
o grande Jbatimanto de preco, Ho Baiir Vic-
toria, rua de- Bario da Violan. 1 ^r
m Bim
Rna Duque de Caxias n. 5
Botinas inglezas para meninas.
A loja d'Agnia Branca rua Duque de Caxias
o. 't recebeu por amostra urna pequea quanli-
dade de botinas de marroquim com borracha ao
lado-obra mu boa para meninas, e para quete-
nham prompta sabida a Aguia Branca est ven-
deudo-as baratamente.
Smaocome
Tonto especial contra acalvicc
Com do bello -ortimenio de perfumara que a
Aguia Branca acaba de receber veio tambem o
apreciadoSmaoconecajo proveitoso eeiio
j bera conbecido por quantos o tem usado e ser
anda mais por aquelles que necessilam de saa
ulilidade. O continuado nso do Smaoeom da o
bnm resaltado de impedir a queda dos cabellos,
faze los renascer e conservar o seu briiho natural
alm de que rea odor mais agradavel que d'ou-
tro qualqner tooico connua a ser vendido nal cja
:da Aguia Branca.
Leite de rosas brancas
Excellente para acabar coro m sarda, pannos e
espmhas no rosto.
Vende-se a 21 o frasco, na loja da Aguia Branca
a rua Dnque de Caxias o. "JO.
Bonitas caixas com perfumaras
proprias para presentes
Vendem-se na leja 'Aguia Branca a rua Baque
de Caxias n. SO.
Agua Florida.
Acaba de ebegar novamente a afamada a^ua
florida de Gutslain para tingir de preto os ca-
bellos trancos. Como sabero os que tem usade
i dessa apreciada Agua,, a seu eft'eito nao instanta-
neo porm seu resultado segaro e efficaz. Cbe-
gou tambem a agua de Topasio para o mesmo fim,
e coanuam a ser vendidas a 7 c frasco na loja
d'Agnia Branca roa do Duque de Caxias n. 30.
Molduras dour&das para qua-
dros.
Na loja d'Agnia Branca a rua Deque de Caxias
n. 30 vende-se molduras douradas com differentes
Moldes e larguras, e por prego commodo.
Pennas de ac,o bico de lanqa.
Caixas com 100 penas a 400 rs. na loja d'Aguis
Branca.
Bonitas eapelias com veos para
noivas.
Vendem se na loja d'Agnia Branca a roa Duque
de Caxias n. 30. Tambem se vendem separada-
mente bonitos veos on mantas bordadas para noi-
vas, e veos de eres para chapeos.
Escumilha preta' fina e larga.
Vende-se na loja d'Agnia Branca rua Dj}o
de Caxias n 30.
Bot5es
Ccbertos de esguiao proprios para carnizas, e por
sua duracao preferiveis aos de madreperola.
Vende-se na loja d'Aguia Branca.
Caixinhas com 3 sabonetes finos
a i l, 1J200 e U300 a caixa.
Vende se na loja d'Aguia Branca.
Meias brancas e de la para
bomens e senboras e de cores para cranlas.
Vende-se na loja d'Aguia Branca.
Talagaraa
Seda Irona e torcal para hor-
dados.
Vende-se na loja d'Aguia Branca.
Lindos leques.
A loja da aguia branca rna Doque de Cixias
n. 30. recebeu lindos leques de sndalo ornados
com lantijolas de a(o e douradas, obras de novida-
de e apurado gosto.
*Si
.

ERNESTO & 3B0P0LD0
N.2 D Kua.-do Gabir^ N.2D
Acha-se montado de forma tal este esU-belecimetrto de jola que pode
vender ao eos nameroros Ireguezes em grosso e a retalbo e por presos
mui resamidoa visto que recebe de coota pronria por todos os valores de
Europa. O gosto de desecho de suas jotas o mais liado do paii das
medas, curo de le, brlhactes verdadeiros, esmeraldas, robins, perolai,
tnrqaezas, saphiras, cora! rosa. etc. etc. Obras d prata do porto unto
para igreja como para servigo domestico. Convidamos asExmas. familia*
a visitarem o dito esubelecimento todos os dias at 9 horas da coit .
Ccmpfa.se ooro, -prata e pedra precios** em obras velba.
WBOMsmm
ESMERALDA
Acaba de chegar a este estabelecimento um importante, s alimento de joas- 4e
curo, do meltor gosto e quaiidaje que tem vindo neste genero, amo cissu.etas e
nix cora lettras de diamantes e pinturas finas, adereces e meios aderemos com pedras
finas, etc. etc.
Ittia do Cabuga' d. 5.


Moreira Duarte & C.
COSTURA
A
DOUS POSPONTOS
f9S^0
KOUS POSPOTOJ
MARA
900C0
901000
90000 5.
90000
900C0
eco SINGER
90^000 90C OMPJlWHIA
FIXO NO BRACO DE CADA MACHINA
GRANDE TRlUiWHQ
OBTIDO SIBRE M4IS.DE TRim EXPOSITORES, ISCHIHI
todas ti m$ mmnm neste im de wmu
i*
Os jurados, pira decidir das cualidades de varias madinas (nSo s a respete i>
excellencia-da constrpcgSo, como tambera da stiperioridade >io trabalhj executade), er-
gsaisaram tntraos expositores urna lata de coser, em que os jurados dttcrmin^rai .,
dslrFboirem os matertees de que se dtviam tsar.
ftconhecei&e unnimemente
Qm a machina moderna pira costura de f;niil;', de
SINGER RANUFXCTURING COlPAKY
kancoa ama victoria fcil sobre-'odas as concurrentes, tendo tLct ado cm larefa ra
2-3/4 taras, qoando a mais rpida das entras linba levad > 3 horr para execu:r )
mesmo trabalbo de urna roaneira tr.ui'uj infrior.
0-aomero proporcional de palmos de costura feita em 10 h'ras de tral'albo, cea
a macba Singer, era 1,500, necesitado 1.000 a 1,200 jardas de lir.ta ; no entretanto
ser preciso 3,000 a 4,000 jardas para fazer o mesmo coicprimeito de cosiura c:ci
HjtdfaWM.
A POSTO DE CAMBA
O prego de 3,000 jarda* de Inlia................ I 050
O preco de 1,000 jardas de nba................ $oZ0
O qae mo&tra nm prejuizo certo pelo mecos de IjOCO
por diaeooprego das machinas de ponto de-cadea, (azendo iid nm tono de 300 Js.
o obreiro om prejuiro de mais de 310, quantia pela qnai fde-se qoasi ccnifrar qcatro
machinas.
nico agente em Pernamfauco
ptese bem o oamero) W. H. Ohapmail (Note se bem o norcerc]
45 Rna do Imperador 45

TABO A A
DE
VIIIATO DE MORA MATTOS
Nova ediglo correets,
Esta taboadi organi9ada nos ultimes anuos da vi-
da do autor, se recommenda Unto pela eoneio e
justea dojmethodo, como pela clausula na explica-
cao do systema'dc pesos e medidas; o que varen a
adopcaoe xponnea pela instruegao publica di
provincia. Estando ha muito esgotada a primeira
ediego, mandaran] incontinente os editores fazer
orna nova impresso, qae est venda na livra-
ra otveral, rna do Imperalor d. 54. ontr'ors
ergotea do Collegio
1
Rna Duque de Caxias n. 29.
Os proprietrios deste bem montado estabelecimento scienlifyam ao
respeitavel publico dtsta provincia que se acbam com um variado e completo sorti-
mento de movis, tanto nacionats como estrangeiros, sendo estes escomidos por om dos
sosios que se acha actualmente na Europa. O mesmo tem contractado com os memores
fabricantes daquellecontinente as remessas das mais ricas mobilias feitas all.
Na officina tem os mais babets artistas deste gnero, e por isso pedem que ve-
nham visitar o estabelecimento, aonde encontrado a realidade do que acabam de expr'
ue se pode examinar; ricas e completas mobilias de Jacaranda, mogno, faia, carvalbo, a-
marello, etc. ricas e elegantes camas deja caranda, pao tetina, amare I lo, etc., etc., guarda
vestido de amarello, guarda louca de ngueira e de amarello com tampo de pedra, apa-
radores de dto dita, peti toilettes especialmente para fazer a barbe, toilettes de jaca-
randa, amarello, pedra, secreta ia da Jacaranda e nognocus lureiras ae mogno, san-
tuarios, thears para bordar, bercos, lavatorios com espelho, de pedra marmore e seus
pertences, cadeiras privadas, bids; etc., etc., e muitos ontros artigos que deixamos de
mencionar por sejtcrcar enfadonho
.

Wnvo E fiRAM SORTIMENTO
FAZENDAS FINAS
LOJA
v
(9 1
fci.
h
2m>
A 1,500 rs.
Vende-se doxiaa de sabonetes ingiezes pelo ba-
rato prego de 14600 a dazia: vennam rna da
Marorez de O.iOjfla. antira Cad?:a, n. 50 A, loja de
miuezas.

WHIREOO & LOPES
84 U DI IMPERATRIZ 64
O grande sortimento de fazendas ticas que ltimamente recebemos, qne xtzit
demos por precos que a todos admira, nos aniau a chamarmos a alten 5o d; toisc
numerosos fregoezes. certos de qae nao Ihes faltar agrado e sincend.de :os -no-
tos, Outro sim os precos por que ftrem marcadas algumas fazendas l lerto v das i dinbeiro.

Alpacas lisas acohoadas padrees
a 500 rs. o covado.
Ditas lavradas muito finas a 700, 800
e 900 rs. o covado.
Ditas lisas bonitos padres a 110 rs. o
covado.
Merinos lisos de cores diversas a oOO rs.
o covado.
Dito ver5o muito superior a 2.>8G e
30000.
Bareges de lia lindas cores para acabar
a 280, pecbincha.
Gaze de seda com lindos padr5es para
vestidos e veos boje muito em oso e por ba-
ratsimo preco.
Dita de seda com o assento branco e
bordado de cor muito proprio para soires
a 20(5000 o corte.
Fil de seda branco. Dito preto por
menos preco que em ontra parte.
Mantilhas pretas de seda esmeralda
dltJOOO,
A' duqueza a 12000.
A' brazileira a 13(5.
Recebemos o melhor sortimento de gros-
denaple preto do melhor fabricante francez,
pois neste genero podemos garantir aos nos-
sosoumerosos/regoezes que nao temos ri-
val, os precos sio desde 1800 at 5:500
Grcz de cores da melhor qualidade e
precos razoaveis.
Selios de cores dos melbores fabricantes
de 14 a 2(5800,
Ombraia Victoria de 4(5 at 84 a pega
de 8 1/2 varas.
Dita transparente fina de 3-3500 at
10(5000
Mecejana, recebemos novamente esta lin-
da eambraia qae eito o vestido parece urna
seda, a peca tem 30 Js. e cnsta 184 e
2440C0.
Saiaa de fnstSo e de mosselina para fa-
zer a 34,
Ditas j feitas a 44.
Ditas bordadas a 54500.
Ditas mais finas de 84 e 94.
Cbapeliuhas para senbora de paiha de
Italia ricamente enfeitadaa pelo baratissimo
prego de 154-
Cimbraias branca com listras bordadas
Chapeos de sol para senbora com forro de
seda muito fino;
Ditos cabos de mar fim.
Orinaldas para noivas ricamente infei-
tadis.
Veos de blond, sedas brancas, popelinas
indos: tudo escolhido a capricho e por m;r.c :. i
em qualquer outra parte
Basquinas de seda ricarirnte infeitadas a
20^000.
Meias para hornera, seabora e mee s i
de lodos os tamanhos e qualidades.
Guardanapos de linbo a i?.
Ditos a'.cochoados granees a C5.
Cachinez a 30 para acabar.
Carnizas para hora-na de 20 at 34.
Ditas borladas finas a (.
Ditas ditas para noivos a 105.
Ditas para meninos a 20.
Colxas brangas grandes a 805':o, d;:;.s a
50500.
Ditas decores moito superiores a SttiOQ.
Bramante de linho a 20200 dito a 23;-
a vara.
Dito de algodao a 10700 metro.
Atoalbado de linbo de superior ntliA-
de a 30500 a vara.
Dito de a'godso a 10600 a vara.
Babados bordados muito finos. .
Ditos intremeios.
Fusto branco muito superior para r
pa de meninoe.
Gollinhas de esgoiSo bordadas pera *e
nbora.
Ditas de algodSo
Luvas frescas de Jouvin a 30.
Tapetes para guarnigSo de salla para :c-
dos os pregos e tamanhos.
Cortinados para camas de 84, 90 at 2 4
o par.
Panoos a croch para guarargio ds s a
moito baratos.
Para lut?. Alpacas m r'ns ctr.'Z*f,
princesas bombazina, chita preta, de re-
cale, crep, 13a preta fina, que todo ver >-
idos por um pre/o diminiio.
MadapolSo francez para 74 80 9J. '?|
11450 a pega de 24 h.
Dito inglet a 50 64 74 e 80 a pessa con
24 Js..
Casmfra para bomens e meninos da
dos padroes e por pregos bsraisimt*.
De-opas feitae para bomens greoiie sc:i-
mento e s no Cysne se pode vene>r t-
ralo.
Anquinhas de c'ina das mais modernas *
34e44.
Deixamos de annonciar raaHis outris 'i-
zendas por se tornar eBfadonh e mete >
por que os bossos nomerosos fregopzef ;i
sabem qae o Cysne lera por cystema ve r
barato, e nao engaar seas Iregaezes, e
isso venbsm ver'as faModas do Cysee qi
sao escolhidas'a capricho a

M Rna da Imperatriz 64
FIGIJEIREDO & LOPES

m


8
Diario da Pernanibuca Quinta feira 18sd Abril 4 1872

.'
LITTERATBIA.
Reforiui eleitoral. (a)
.')." CAtlT.V
Illm Rxm. Sr, constihero Joao Alfredo
Concia de Oliveira, ministro do imperio.
NSo swid) coriieaes isnossas retaceas
pessoaes, tenho, altn dis'o, nocessidade de
transpor a fruotira do autagosismo, qao.
politicamente nos separa, para dirigir esta
V. Exc
Li comainteressr-, que me saggere o
a-su i po, o relaurio de V. Ex-.'., na parte
coo&rMBta fi irin i e oiioral; e nao con-
cordando com o que mimos ajuizadores di
zem, de que ;i indicaco nada coulem
de importante vou duer a minha opi- mpossivel se torne qoalqner "partido apo-
entao, a fixag5o por acto legislativo, de modo
que seja regularauente aproveitado para a
composicSo do eleitorado de cada parocbia
o aamoro mais aproximado possivel da tota-
lidade dos cidadaoa, em condigoes conitita-
ci naos de o ser.
Escusado tazar eu ponderacSes sobr
o alcance poliiico dessa medida ; e basta di-
zer, que, adoptada ella, alcaflcar-se-ha, don-
t> da constituido, e da harmona com os
p_ mcij'ios liheraes, sem os perigos desab
verilo de ordem, ou de ab on;3o de classes,
pela demagogia, a nica vaotagenisria, qoe
nos poJeria off-irecer o syslema directa,
qaer d> alta; quer do baixo censo, sem al-
gum dos seus inconvenientes, isto ; nm
eleitoradot5o numeroso o respeilavel, q ie
ni3o raspeito, tim.ndo Igualmente a lber
dade de lembrar o quer me parecer condu
cente ao flm por todos di'ejado 5 melho-
ramento dt nosso estado poltico.
O processo di qualifioa;,3o posto cargo
d; um pessoal, cilios actos n3o seressintam
Exc, e de fervor exclusivista, c m 1 digo eu,
departido, judici03am-nte por onde deve
comecar a reform, afim da que u'aniemj
se n3j poaba fora do concurso eleitoralc-
dadSo algum, que esteja ciustitucionalmente^j
no goso de seus direitos p >liti;os, e se tlw
deva por isso, garanlia de pleua liberdade e
ejercicio.
Cooem cortar de uina vez esse grande
abuso, que todos os partidos porfiadamente
c.mmtt'em, exprionit 1 -j n;sta ass'rg'o
ja :tancio^a e cynica: temos por nos a -gua
lificaco!...
Ja em iSXi. indquei a matricula livre do
ciidSo, em subsidatelo ao processo da
qjatjfiudvSo, como um lemedio s altera-
res escandalosas desta, pelo espirito par-
tidario dos qualiicadores.
Gorti-utie, a matricula seria a'na boje
preferivel qualquer outro processo de ba-
bilitscid eleitoral, sendo como o mais
simples, e o mais conforme com a liberda-
de poltica do ciialao, se nao livesse con-
tra si o indifferenti-.mo.Oti o abstencionismo
poltico, em que a populacSo activa tem ca
nido deploravelmente, ja pelo desillas5o, j
pelo temor de se constituir alvo de perse-
guigesdas agentes, do poder.
Qaando o lempo conveu :er todo o cda-
do: por mais fr;ico o desamparad >, que
seja, qoe a absteag3o poltica, cu o n3o
exerccij de sua liberdade de" iotervir pelo
t'o/o-*nos negocios da communhao urna
tilla grj e; entao sim, nenbum outro pro-
cesso pode satisfazer tanto, como o da ma-
tricula, livremenie feit>, den'ro de um pra-
zo dado, para as babiliuges eleitoraes.
Presentemente, porra, o qae se faz pre-
ciso como V. Exc. o indic?. o eu ja cm-
gigDei no art. 1 do meu projecto de 1863
melborar a orgaai.saco das mezas, e de
todo o mais pessoal encarregado da qaalib-
caco dos votantes, e recursos respectivos.
A conferencia de ttulos aoscidadSos qua-
lificados votantes, indicada anda por V. Exc
em seo relatorio, e j por mim tambem con-
signada em o referido projecto, urna me-
dida importante de in^lboramento, porque,
nao so tende a cortar os abusos das mezas
eleitoraes, no recohecimento da identidade
dos votantes, como a prevenir os escndalos,
que os partidos se tem avesado, da intro-
dacfo do3pliosphoros -, oa individuos
n5o qualificados na parocbia, para tomarem
o lugar dos propros qualificados, e exerce-
rem por elles, eventualmente ausentes, o di-
reito de veto.
Previniodo os tumulto.5, a3 lulas frenti-
cas, e a desvirtuar) das eleicSes, de que
sao origem esses dous abusos, sao, po3,
os ttulosum melh )rameato coosideravel
em nossa pratica eleitoral.
A fixa;3o defin tiva do numero de oleito-
res para cada paiochia.iodicadapor V. Exc,
fkando o augmento, oa diminuig3o, depen-
dente de acto legislativo, se por um lado
tende a prevenir o articio, com que 03 par-
tidos, por meio dos presidentes e assemblas
de provincia, tiram, oa d5opreponderan
ca eleitoral no dbtriclo certas e deter-
minadas parochi is, alterando a3 circumscrip-
Coes tenliori.ej e o numero de eieitores
estas, por alternarles e periodos, confor-
me a confianza 00 desconfianca, qae, pelo
Byrtema actual, Ibes inspiram as maiorias,
o'u as influoacias locaes; por um outro lado,
sem cortar de ama vez o a>uso (porque o
espirito de partido tambem vicia os actos
legislativos) apresentar re. altados, que bem
pouco se conformaran! com a origem e a
natureza do reg:meu representativo.
Assim, se atiendermo3. qo6 a represen-
tac3o nacional tem por bsse e por fonte le-
gitima opovoo5ooterritorio; seat-
tenlermos! qoe a n)resc(nci o decadencia
do territorio, e conseguhtemente de suas
fraccoes, depende essencialmente da popo-
lago, qoe o babita ; e que esta augmenta,
ou dimiaue, natural e progressivamente
por rauitas e variadas causas, de maior ou
menor permanencia, bavemo3 de reconhe-
rer, qoe a fixag > definitivado namero de
eieitores para cada parochia, o qual deve
estar na razSo nuaierica de sua po,ulac3o
00 da massa geral dos cidadios activos,
urna medida de reslriccao lei do progres-
so, ao3 avancos legtimos da opinio; e con-
seguintemente;vessa, ceste ponto, ndo-
le constitucional do nosso rgimen.
E oeste caso, se o ministerio, de que faz
parte V. Exc, nao tem vistas de Ierro ao
eonsenanlortsmo anaclironico, nem de in-
transigencia com o principio liberal, como
tem comec-ado maniteslar-se, pelo sentido
de algamas reformas promellidas, bom ser,
qoeem substituido de urna tal fixac3o,
adopte a de um numero certo de votantes,
para cada eleitor; augmentan lo 00 dimi-
naiido naturalmente o numero destes, coa-
forme o d'aquellei, indopendente de acto
do govemo ; pncrevendo-se, para isto, a
formacSo das se;soes primarias, pela ordem
dos quarteires, no acto da qaalificagSo,
como se acba consignado em meu projecto,
conlendo cada seceso o tal numero certo e
votantes, para base de cada eleitor.
Para qae, porem, nesta' xaejo, se acer-
t com o numero mais ajustado s conve-
niencias do syslema, bom ser um recorso
aoi dados estatisticoi, procorando-se antea
de tudp, conbecer, por meio destes, qual a
razio numrica existente, na massa dos ci-
dados activoa, entre oa meramente aptos
para o voto primario, segunde a nossa cona-
titoicSo, u os qae rennirem os qualificativo
necessarios para o eleitorado do i" grao.
Conbecda a raxJo numrica, far-se-ba,
derar se politicamente delle, e dominal-o
e peraaie o qual, conseguintemente, nao se-
jam 13o comnuns, com a esperanfa de xi-
to, as candidaturas ofliciaes, oa dos centros
directores dos partidos, n3o recommenda
veis pelo proprio merecimento,
Na ausencia, porm, em que lastimosa-
mente anda estamos, de da|os estatisticos
apropriados; e nao convincro adiar a refor-
ma, ou a soluco, por ete simples motivo,
poder-se-ba fazor a fixacjlo pela presump-
fio, que offerecer a massa popular'de cada
parocbia, *de encerrar em si mi-rror, ou
maior numero dj ?pli5es ao eleitorado,
segundo a maior ou menor diltus3o de ins-
trueco, o gro*de prpsperidade commam
9 ascoridico js de livre exerekio de inefus-
tria, ou de_jiberdde profissional, em que,
por veritur'a^se adiar toda, ou parte della.
Xembro este alvitre legal, porque, na rea-
lutade,-nem todo o voto primario tem o
nesmo valor intrinseco. no C'.rso da opi-
io ; sendo cerl), que, na balanga repre-
sentativa, uiuio menos pesam, e na cons-
cicncia publica em muito meuos importam,
30 votos, por exemplo, de analpbabitos,
ou d 4rabalbadores do campo, mais 00
menos sujeilos influencia seohorial do
grande proprietario, do que 30 votos de
pro!essores de qoalquer gr) de instruc-
Co, de commercintes, ou de artistas, que
oxercam as sjias profissesas cidades,
villas, e povoacSes, oteiramente hvres de
afluencia superior.
Na 3ss"3tag3o poltica, o que se requer
imDrescindivelmenie, que cfda cidado
activo concorra com oseu voto para a cons-
tiiuiccao dos poderes pblicos, assim como
correlativamentecom a sua arma para
a defeza d 1 Patria, com o sea bolodirecto
ou" indirectopara as despezas do Estado.
Mas, assim comoa arma do soldado
bisonbo ou cobardenao tem a mesma ser-
venta, que o do veterano, ou do valente :
assim como o boloindirecto do campo-
nio asalari?donao se eqoipara contribu-
alo directa do millonario, oa do proprieta
rio, ou do industrioso abastado; assim tam-
bemo vot> do cidado inculto e de coodi
(3o hum lde, nao tem o mesmo valor,
que o de ntelligencia cultivada, de virtudes
cvicas, e de posic^o independente.
O alvitre legal, pois, de dar valor relati-
vo ao voto primario, segundo a aptido de
cada massa de votantes, afim de qae, por
esse modo indirecto, enfraquecida e contra-
pezada a forca brota e subornavel, se rega-
le praticamenlepelo eleitorado do 2o grao
a verdadeira igualdade jurdicopublica
no organismo democrtico, urna medi-
da, n3o so de justiga destribnitiva, como
de alta poltica, tendo so por si a virtade
deecclectisare conciliar as duas escolas
extremas, que to irritante e desatinadamen-
te se combatem, com perigo crescente da
civilisagao e do progresso : a do censtaris
tko e do universalismo directo..
Esse valor pode ser Gxado por cifras,
quer na expresso passiva do voto, pela
lista supp!ementar=do systema proporcio-
nal,quer em sua expressao activa, como
acabo de indicar.
Neste ultimo sentido, e sob ama ontra
forras, alias engenhosa, posto que de medi-
da merame .te censitaria, j se acba elle
adoptado na Prussia, onde sendo o voto
primario exercido as tres seccoes comma-
naes, organisadas pela escalla do censo,
succede que o namero dos votantes da Ia
secejio, composta dos que pagam mais alto
imposto, at farrnar o terco do censo com-
munal, mnilo inferior ao da 2*, compos-
ta dos conthbuintes do medio imposto, at
formar o outro terco censitario, e, finalmen-
te, o djsta, muito inferior ainda, e em
maior proporgo, qoe o da 3a e ultima sec-
C5o, qoe abraoge todo o resto de contribu-
tarios de menor imposto, at locar a niwr-
salidade, sendo por ella representado o ulti-
mo tergo censitario da communa. Entre
tanto, que cada ama desias tres seccois
d smente um terco de eieitores do 2o
grao, por cada communa.
Desto exemplo poderao vantajosaroente se
aproveitar os reformadorescensitaristas, 1
sem o odioso recurso das exclames;
sendo evidente, qae a representad o nacio-
nal, por esse modo, seria o resoltado de
urna jnsta combinaco de torcas, e de urna
certa equilibradlo de classes, sem probabi-
bdade de ser urna por ootra sobrepujada
bruscamente, ou absorvida por simples bu-
perioridade numrica.
t* A divisio das paroebias em districtos
eleitoraes, indicada ainda por V. Exc,
quando o numero de seus eieitores exceder
um certo mximo, 0S0 tambem, mo
expediente ; urna vez que, 'nem a accSo do
voto se restrinja circunscripr;3o territo.ial
do districto, podeodo a escolha recahir em
qualqaer elegivel domiciliario da parocbia,
nem cada chapa contenba maior numero de
eleito-es, do que o marcado para o mesmo
districto ; como ainda se procede na Prussia,
em as referidas seccoes communaes.
Adoptada a.divisSo, sera" conveniente fi-
xar-se para cada districto certo namero de
eieitores proporcionar ao da parocbia, como
por exemplo o de metade, um terco, uro
quarlo, um quinto etc., do.total, que dever
dar esta segundo for de vinte, trlnta, qua-
renta, ou cincoenta eieitores; ou melbor,
fixar-se logo o namero de 10 para cada
districto, de modo qoe, tantas vezes contiver
a parochia este numero de eieitores, qoan-
tos districtos nella se crear; devendo, nos
casos de fraeco, addicionar-se esta ao ulti-
mo districto ; e nos casos em que as paro-
chias, por peqoena, no chegoem a dar
eete numero de eieitores, formar-se dellas
um.80 districto. completando-se este na-
mero com annexaco de territorio da paro-
cbia limitrophe, que mais prximo es-
ttver,
xo da lista da eieitores. untas ordena de
sopplentes, quaotos torea 01 dtatrictot, t
que estjver dividida a parochia, dereco
cada pndem conter um numero dt *vffg
tes, Igual ao numero de eliitores do caprp
to, coja numeraejo wrff*poB4pf.
Parecer primeira Uta, qtit se daM
complicac3o neste processo; mas, se atten-
ilermos, qoe cada lisia, final, nao contar
maior numera de inscriptos, para eleitore se
supplentes. do qoe a adaptada no proces-
so actual, smente para eieitores, veremos,
que toda a compli :ago se reduz numerar
com um simples algarismo, cada ordem de
supplentes, tanto na confceft) das chapas.
como na aporacSo, a que se proceder.
Entretanto servinlo as ordens sopplamen-
tares para suprir, oa preeneber as vagas,
que a eleicSo de certos candidatos, por to-
dos os districtos de ama mesma parocbia
possa occasionar no eleitorado, dispensarlo,
por esse modo, om outro escrutinio, qoe
para tal preenchimento se tornara necessa-
rio. e traria, cortamente, maior complica-
gao, e alteraco no retallado.
Se neste -sentido (mais ou menos) for
confeccionado o projecto, e passar a refor-
ma, posso d'antemo aventurar! que memo-
raremos coasideravelmente, em rilagio ao
processo sctoal; sendo certo, qoe as mino
rias, n3o dos districto?, mas das paroebias;
qoe derem mais de dous districtos, tero
sempre probabilidade de represeutaco no
eleitorado ; dependendo isto, nao da arden-
cm as luctas, mas do tino- as combiaacoes
das {chapas pelos directores eleitoraes dos
diversos districtos suffrsganeos da paro
chia.
Tendo o lapes do clcalo de vencer ao
ccete, a tctica ao tumulto, e a estrategia
das listas aos quebrntenlos de urnas, as
assembla eleitoraess. nos ayancaremos as-
simmuitono caminbo do aperfdicoa-
mento, aproximando-nos gradualmente, pe-
la pratica, do syslema proporcionalulti-
ma express3o de liberdade poltica em ma-
teria eleitoral.
O effeito, porm, ser inteiramente di-
verso, fuuestissimo, e fatal, e mesmo in-
cootitsucional, se a aecodo voto, e com es-
ta a sua computabilidade,for circanscripta
ao districto, e qSo ostensiva toda a paro-
chia, na elei.o do eleitor.
nao pareca V. Exc, que isto mera
conjectura; porque o renhimeoto das lutas
eleitoraes oa paroebias peqoena de um
so districto, onde todo o eleitorado tenha
de ser a eilura exclusiva da DMioria em
paralello eum o movimeoto estratgico, po-
rem pacifico, das grandes parocbia, dividi-
das pelo modo orna indicado, vira- confir-
mar, na pratica, oque tenbo aventurado,
concernentemente a elei;3o primaria.
estas poucas drsposiges, se addicio -
nar-sa algamas ootras relativas eleigo se-
cundaria, sendo a principal e impresciodi-
vel, qoe o voto de eleitor, nao podeodo ser
dado numero maior de candidatos, do-que
o dos deputadoa, qae os- districtos aetuaes
podem eleger, se nao restrinja, todava, em
so a acgo eleitoral, ao rustrido, e possa ser
computado- com os de ootros districtos- na
apuragao geral da provincia, o resultado
nao ser completamente satisfatorio, pooco-
aproveitaodo s proviocia de ao s dis-
tricto, mas a perder de vista melhor, aas
provincias de mais de dous districtos, do
que o do processo da votacio dos dous tar-
cos pela eleicSodirecta tensitaria adop-
tado na Inglaterra.
Opinando por esse modo,, com referencia
as ndicacesj feitas por V. Exc em seo
relatorio, n3o deio de observar, porau
que mais aperfeicoada seria a reforma, se
nella fosse logo adoptado osystema pro-
porcional, segundo a norma original
por mim o fie rea da a S. M. o Imperador
aos mais representantes da n*caoem
(a) As qoatro primeiras cartas sobre o
assumpto, e dirigidas aos conselbeiros Na-
buco e Zacariasforam publicadas nos Dia-
rios to 17, 21 e 22 do julbo, o de .18 e
19 de ouiubro do anno pastado.
Divididas assim as paroebias, e n3o sen-
do limitado o voto do ciddlo, em soa ac-
cao eleitoral, e conseguintemente em sua
computabilidade, ao districto, sera de til
prevoslo, qoe a cdula de cada volante
contenba, ordiaamente numeradas bai-
6
o Diario de Pertutmbtko de 30 de setem-.
bro de 86, coja traoscripcao ver V. Exc.
na carta, que ltimamente dirig ao Exm. Sr.
conselheiro Nabuco, da qnal envi copia
V. Exc, e o projecto de lei, que publiquei
no Diario de 8de maio de 1663, e trans-
crevi no tolheto, que om- esta igualmente
remello V. Exc, oa dovida se j, oa nao,
o possue d'aqui, quando o publiquei em
1866.
Submetto a norma V. Exc, e recom-
raendo-a, porque alguns escriptores, qae,
posteriormente as minbas publicacos, bos-
quejaram, ou snbstanciaram o systema, fi-
zeram-no com sappresses, alteracae?, oa
desSguragSes taes, que, ser com. ellas
posto em pratica, tornar-se-bia elle emba-
racoso, e defectivo.
Emilio Girardin, por exemplo, na pes -
quiza de um mechanismo do soSragio uni-
versal, que desse representaclo s mino-
ras ; pouco importando, como elle mes-
mo o diz, qae por elle ou por outro, fosse
achado, visto que todo o mundo o procuraba,
applcavel nao smente Franca, mas
successivamente todas as naces; tendo
adoptado a o-ganisagao das seccoe* ekito
raes mltiplas, de suffraganeidade premis
eua, como se acha litteralmente no meu
trabalho 'acadmico em o referido Diario
de 1852 ( dizendo en tambem, que o meu
systema nao s para o Brasil, mas para o
mundo); tendo acceitado o voto unitario,
pura e simplesmenle, sm a lista supplemen-
lar, qae i. o remedio essencial para os ca-
sos possiveis de concenlraco de votos em
um namero de candidatos inferior ao dos
elgendos; e tendo, finalmente, prescendi-
do da fixicao legal da quota electiva para
cada elegendo, qae, tanto serve para regu-
lar a eleicSo, como para igualar a represen-
taca >; em vez de recompor, ou melborar,
com as suas suppress5es, o systema tfigi
nalda representac&o das mionasni
razao de suas torcas, destruio-lbe completa-
mente as bases, formando das ruina-r-Yer-
dadeira antithese; visto que, deveodo os
represntaotes ser tirados das maiorias re-
lativas na escalla descendente da votago,
at completar o namero prefixado, s se
farao praticamente representar, em concur-
rencia coa as maiorias, as minoras mais
numerosas da escalla ; ficaado as menos
numerosas com os seas voto! inatilisados,
e assim privadas'fJa represebtacao propor-
cional ; dando-se, alm disto, desigualdade
de volor representativo entre os represen-
tantes.
O conselheiro Jos de Alencar, qoe em
seu opsculo publicado em 1868 com a in-
troduces aotdatada de Tjuca em 1866,
quanio para essa corte,onde fez elle asna
publicacSo, remetti 120 exemplares do meu
tolheto, apresenta te, tambem, como re-
construir do systema, depois de muito
abundar'em eradicio, j reproduzindo
como original, mamaras prescripcjfcs e
enunciados do meu projecto de lei, e con-
siderages cootidas no final 'do tolheto,
Hire, com antiphrases, com objeccoes alheias
trazidas e destruida! por Stuaat Mili, a .-caita
i aoidade do voto, por k mesmo antes
catatma, com a fiacio legai da quota
'* eleJvai (por elle, denominada -elegivel}
V) a eleicao de 9N:orei j sabstitqiodo ;
Iota sapplementar por m processo osten-
siva de formac&o de turmas, longo e tumul
tuarij, qoe sendo ao mesmo lempo dj ac-
cLimaco e de escrutinio, ni o um nem
outro e ; por qoe, afinal,pir eilo se ad-
miiteque o volante nj vote 00 mes-
mo candidato, j por el.e aprocado osten-
sivamente ni turma (pig. 19J); e para a
eleicSo da deputad-s, soccorrenio-so do
voto mltiplo e completo, dado tambem
por tarmas de eieitores, formadas anda
ostensivamente por designarles partidarias
00 campo eleitoral, quer todivia, qua baja
fixago legil de qu>ta electiva, em relacaa
s.n;r.te aos eieitores das tarmas em seu
englobamento e n3o aos vot >s por estes da-
do ; os quaes, sendo em multiplcala,
como no processo actual, miis represjntam
cifras do que personalidades: de
mod) qoe torna-se eleitoralmaote ephem;-
ra a representando proporcional das lurrais
partidarias, viudo smente. a ser determin -
d* definitivamente pelo collegio aparador
central, extrabindo este, d'entre os candi-
datos; que maior no.mro de vot s, ou de
cifras, reuair nis turmas di mesia) daslg-
oag3>, tantos depu'-aios, quantas vezes a
refe ida quota estiver comida-ua totalidade
dos eieitores da mesma designado.
Por este processo, o merecimento pes-
soal de um candidato, a soa superioridade
piix&es partidarias, e o seu modesto ci-
vismo, de nada aerveco, para o fazerem
eleger, diante da osteosividade das turmas,
formadas, como ha 1 de ser sempre, por
inspiracoes calorosas;... e, qaando, das
tarmas de cada designado ibo sejm dados
votos de predilecc3o, em numero inferior
quota electiva, mas em globo- superi r. pela
votaco promiscua de todas as turmas das
diversas desigoaces, neste caso atoda, t3o
raro como ba de ser entra nos, naas que evi
den.emente indica nacionalisacSo- do
candidato, ha de ser este preterido por
um outro de muito menor votaco ; onica-
meofe porque foi esta alcangada dentro di
turma partidaria de orna s designacSo.
Fra deste caso, o mais importaste, sem
duvida, do systema- representativo-, pode
dar-se om outro de menor, porm tambem
da grande importancia, qual o deum> can
didato predilecto e inarredavel de urna
qoota partidaria de elehores, da qual seria
impreterivetmente o representante, se o
voto do eteitor fossematara ser pre-
terido por om outro sem predilecgo em
qoota alguma da turmay s porque os
ele lores, sendo obrigadoa ao voto mlti-
plo, compleKiro as suas eUapas, iocluindo-
nellan, por suggestdS cabalsticas, ou com-
placencia, 00'sob os auspicios da solidario*
dade do partido.em abstraxstao,o nome
deste ultimo-aaodidato ; a vuio elle a oblar,.
assim, alguns votos de m:sobre aquella
ootro de plena conian;a e predilecgo d'a-
quelh quota figurada.
Aqui, fie 1 destruido completamente o
prestigio das quotas, to salivar no syste-
ma proporcional, pela opin3o particar, que
ellas exprimen!,- e restampao^. por assim
duer, no representas nacional.
O* casos de votaco igual antre os candi-
datos das tarmas da misaw designacSo,
ser3o tambem em grande escalla; e ao pro-
cesso da sorte, que, sem du?ida alguma,
altera e illude o principio eleutivo, baseado
na confianca, ter de se recorrer, repetidas
vexes em cada eleicao. para a- desgnaoslo
definitiva dos depulados, na proparg.ru das
bootas.
Em ultima analyse, o metbodo do con-
selheiro Alencar, alm de nao s r appro-
priado ao escrutinio, um anmaranhamen-
to tal deser e nao ser, qoe em lugar de
xito, trar infallivelmente, com as fraudes
que lbe sero familiares, o descrdito e o
desastre do sys&ma proporcional, se por
por minha parte, eu classificaria este pla-
no entre oe maiores progrvssos, que se tem
(tito aU hojt na theona t na pratica do
governo.*
(2) teja-se a 900 JeracSo, qae fiz sobre
O mesmo airare, acceilo peto Sr. Aubry
Yitet, na ultima carta, qoe dirig ao Exm. Sr.
eonselbeiro Nabucoe publicada nos Danos
de 18 e 19 de ootubro.
J v, pois, V. Exc. que n3o arrouba-
do por cbimeras, e enfunado de amor pro
prio, e siin naconvieco iulima (qne j boje
tem por propicia a do philosopho maij no-
tavel da Europa, na scien;ia do govemo)
da que a minha norma oncerra o que ha
de melbor cogitado em piano eleitoral, e
de maior solidez em materia de governo,
que eu me atrevo recommenda la V
Exc, na occasiSo presente, em qao trata
da reforma ; ficaado cargo do conselhei.o
Alencar, cujas m3os ebegir esta, se for
publicada, a demoostragao do contrario,
como publicista de espbera, orader de Torga
e de encantos, e depotado, em era ooier-
vadorindependeute, liore, e estremec
dimente amante d) rgimen democrtico.
Vou concluir, fazendo ainda urna obser-
vac3o:
Com o necessario e inlspensavel aug-
mento do namero dos deputidos e sena-
dores para as provincia;, ni ravSo do aug-
mento coasideravel, que tem lido a po u-
laco do impeno, em geral, e da certas
provincias em epeeial, conforme, de ha
muito, reclama o art. 97 da nossa consti
inicio, nao ser tambem fora de proposi.o;
para couipluar a cara do nosso ruinoso
e.-.tado poltico, que a cmara dos Srs. de-
patados,modificando o seu rgimen interno,
;.>r siYva, qoe a eleicao di comniis.-o espe-
cial de verfica^o de poderes seja fela, vo-
tando cada Se. deputado bornate em um
tergo, ou em um s dos eteg-ndos da com
miso ; para que assim se- ovitera as no-
meacTie de coiomissescegaiaenle parti
darias, e se no-reproduza immoralidade
qae jalemos, por muitas vezes testemu-
naido, de serem annnlladas, por es-pirito de
partido, eleiges- legitimas, e approvadas
duplcala falsas, como sedeu, j na i fallo
na ultima eleicSo de senador peloRi i Gran-
de do Norte, coja responsabidade n5o
pesa sobre a cmara dos Srs. epatados,
mas em I8G7 com ae dos colleg t>s le Ga-
Iranbans, o oatros do-4o districto desta pro-
viocia, por onde nos- apresentamos- ambos
contra a infidencia e aeco official, sendo
V. Jxc apoiado pelo partido con-
servador, e eu pelo generoso partido liberal
denominadogenuino.
Com estas medidas, podemos dizer com
toda a segoranoa, que o estado gerat dos
nossos negocios tomar3o face muito- mais
isoogeira, e ficar coajurada por dilatados
anuos, e tal ve* para sempre, a revologo do
fjizil, que tantas pprehenses tem causado
nos todos os Brasileiros.
DescuUe-mo V Exc. se, vencendo a
minha repugnancia pessoal, por amor da
causa poblicaP tomei a liberdade de escre-1
ver-lbe esta ; o que nao faria, se na 1 tora a
crise eminentemente ameagadora, nao s
do partido, como do principie liberal, que
tenho a dita de-professar, e de defender dis
pendencias do censo, s, verdade, boje,
mas com a esperanga de franco e editicativo
apoio de urna bea parte de meas compar-
tidarios, genuinos liberaes de crengas, nao
vidos do podea
Sou De Y% Exc.
Nao vs qae a loa qoe no cao vagaeia
Pallid e trete sobre o mar brilhaodo,
Qaai vrgem santa merencoxia e bella
Chora de aeloros per te nv cbotaado ?
NSo vs qu as ondas que 110 mar ae agitSo
As votes ternas da gentil soreia,
Roiao gomando por le varen louca
Da praia eran na revolt areia ?
Oh I porque choras mioha flor querida ?
Comtempla os campos,que ebeirosa alfombra!
Que doces cantos I qoe saudosaa aves I
Otela frescura deste olmtro i sombra !
Oomo balangSo da montanba oe cedros!
Como eslremecem nos jardins as rosas !
Como esvoaco palo ar catando
Aquelles ba idos de araquis formlas l
Escuta, escata como gema a brisa
Serena doce perfumosa e meiga,
Por entre as serras orvalbaaio os valles
lia jando as flores, perfomaodo a veiga f
N3o vs as ares qoe no bosque trinSo?
As borboletas que no ar se xpraiSo ?
As ardentas que no mar fluctuo ?
As rjseas nuvens que no co desmaiio t
Nao vs Os campos ? as florestas virgeos T
A serra, os vaies, o roebedo, os montes9
O terno e grato suspirar dos rios 7
O doce e grave murmurar das Lotea ?
NSo vs os raios qae so v3o samiodo
Do sol no occaso irislaroso e late f
NSo le commove o batoocar das matas T
NSo te nternece o suspirar do vento ?
Pois todas essis maravillas santas
Que amor mspirSo da mooso divma,
ChorSo creaba por te verem triste
Em quanio eo> gemo por le amar ceeoaa.

Olha n3o chores- aabsl dos montes f
A' teu ninbo de amor, teus dfeces lares,
Eu prometi por Heos se me promettes
(uat;uzir-te, meo bem, se oio chorares.
Vamos, n3o trema .' tua m?ii querida
J te espera clorosa do cacoioho,
Pergotando as coHinas se teviram
Como a-rolinba qae pardea o ninho.
Parece que j ouco nao-mon.anhas
Onde a-larde mea bem o sol se so.ae,
Tem mimoso irm3ozinbo impacienta
Como om lonco a gritar belo teu nome.
Vamos, nao chores zabel dos montes !
A teu ninho de amor teus doces lares-,
Eu prometi por Deus se promettes
Condazir-te, meu bem. se nao chorares.
Patricio aliento, e venerador colbga.
Nabor Curneiro Dt Cavalcanli.
Recite, ti do jolho de 187T.
Ao longo l no fundo da floresta
Atravs de um penhasso qoa se ergua,
Como o aojo das nrxites no deserto,
Urna nuvem-de fume apparocia.
Logo aps avistei urna casiaha
Envolvida da nonte nos-vapores
Era ali qae mora va e-tal meoina
L deixai-a viso dos meas amores...
iNo Campo.
Jo meu distliwto amigo Dr. Blisiario
gusto de Moras*
Wi-
fatadade lie dermos apphcacao.
As aniidactas, tirando a madureza da re- ^Era ama tarde dessas
ftexo, pela soffreguid3o, que as acompanba,
qoasi sempre germino taes resillados I.... ;Quaodo dos montes atravez se inclina
O sol que morre ao despontar da la.
Cheia de encantos de
tardes lindas
tristezas Da,
Com a sua erudico em silencio, p.;r mais
algum temp e- menor fervor pela aureola
de innovador, faiia o Sr. Alencar um
servigo inestima*el ao systemj proporcionad,.
do qual, sem duvida, seria elle no Brasil,
quando nao o \primeiro-. como ante o
inventor sem mim parece inculcar se, o
mais soberao e notavel expositor I...
Em nome da nova seita, dos proporcin
nalistas polticos,ifteraes dos- i/ieroes.qae
b3o de ser por excellenciapara todas as
pocas e para todos us paizes, sabidos at
dos claustros, da conservadoria, fago votos
para qua o (Ilustre publicista, retrabind---
um pouco o seu legtimo amor-proprio,
mude de laethodo, e acceile cavalleira e
generosamenteo meu em original, que
j tem servido, e pod 3 ainda servir de
modelopara ambos os graos eleitoraes ; e
com todo o vigor de soa argumentagao, e
luzdios ornatos de seo bello estylo, o sus-
tece, odesenvolva, e o propague I.....,
Sir om grande servio feilo. ouo acredi-
to pamente,- nao s ao paiz, como huma-
nidada I...
Em corroboracao do que avango, vou re-
prpduzir palavras de Stuarl Miliaa apre-
ciag > do systema, como plano de Tbomaz
Har, que tambem o substanciou, depois de
mim, adoptandoa unidade do voto (effei-
tivo), a lista supplementar*a fixaco le-
gal da quota electiva, e os collegios (ou se-
Cbe>) eleitoraes mltiplos, de suffraganeda
di prpmiscua ; e d ff;riodo apenas, insigni-
ficantemente, e para um pouco peior, no
alvitre da apuraco (i)
Este grao de perecao na representacao
ttnha parecido impraticavet, (diz o publicis-
ta insigne noop. 7.j aleo da em que um
homem de grande talento, capaz ao mesmo
:empo de vistas estensas e geracs. e de com-
binarles de detalhes pratiejs. (ou de otoplas,
sa fosse brasileiro) M. Thomaz Har, pro
vou as ua possibilidade, trocando, para con-
seguir isto, um plano, que figurou em um
projecto de acto do parlamento, plano que
tem o mrito, quasi sem igual, de desenvol-
ver un grande principio de governo, de
urna maneira, que tanto aproxima da per-
fetco idealo objecto especial, qne se ti
nha em vista, quanto.atltnge forluitam'nte
(e eu dtreilgicamente) muitos outitis
objeclos de quasi tanta, importancia.* (E
na folba seguate):
Eu ouso predizer, que tanto mais se
estudar estas obras (a e 1859 de Thomaz
Har, e a de 1850 de Hnr Kawcei) quan-
to mais sentirse ha, nao s que ponto i
este planopraticavel, como qua immensas
% sao as suatyantagens. Ettas o sao um
j impugnando, cono creerlo de Tboamual pomo, < le tal sorte numerosas, que.
Nos verdes campos dos sertei d'Ameaica
Dissa fecunda-regio das flores
Onde osuso?ro- da., florestas virgens-
Proclama Deus a 1 espirar odores ;
L quando gema a zabel no basque.
E cinta terno o rouniaol no prado,.
E chora alflicta no floresta a rola,
E folga ai-agro oa campia o gado ;
Que os bezerrnho3 saltitando berrSo,
Que as vaccas mugera aos beijar lambende,
E urra o- touro acompanando as vaccas
Que tristes volvem ao currai gemendo ;
Qaaado nos srros os macacoa pul3o,
Qjando voseiao os atoc as penbas.
Qaaado se esconder os pres as grutas,
Qaando se evadem os tat* das brenbas.
E saltSo, berrSo no serrote 03 bodes,
Ovelbas, cabras na relvosa vargem,
Ter/ros cordeiroa do saudoso rio
Pastando alegres na sandosa margea;
L quando pula o bacuraa na serra,
E grita agudo o gaviSo no monte,
Ouvindo 03 chos do pastor errante
Aos sons pungentes do gemer da fonte ;
Ah nessa hora de perfume e gracas
Que t-rntas flores de ventura fncsrra,
Quando as sombras dos vergeis amenos
Parece ogeoua se envolver a trra;
Vagava inciuto contemplando a relva
Que se estendia na gentil campia,
Quando diviso suspirosa e linda
Danhada em prantos divinal menina.
Era a filbinba de um pastor perdida
Qoe a fonte vndo se banbar jni,
En'.ouquecara nam irando as flores,
Ebria de aromas contemplando a la.
Ao v la cos I que apparigo sublime !
Cborava o aojo a se assombrar de mim ;
Mas eu rendido seo chorar divino
osei beija-la me expressando assim:
Porque te aisoiubras creancinha bella,
R ,sa dos valles, virginal, formosa ?
Quem nestes bosques te persegue oh! vrgem
Porque solocas minha flor mimosa ?
N3o As que aragem que subtl perfuma
Dos teus cabellos a doorada tranca,
De olentes flores te cobritilo 6 seo
Gjme por ver-te. SQluoar cranla t
Gvmcaeio
187.
Pernambucano, 15 de abril de
PeUrkO Quedes.
Meu segrcilo.
Escuta doozella meus carmes ardenles,
Etre-as cadentos de um co sem primor
Escota o segredo d*am'alma ferida
Por setra espedida da aljava de amor.
De cores sombras se veste a campia,
Dos mares a ondina soluca gemidos,
E brisa suspira por entre a folbagem
Da basta ramagemdos bosques floridos.
No ar, fresco e puro, parece qao paira
Torpor qae desvair sentirj e dores,
E o manto de estrellas do azul firmamento
Momento momento vacilla em fulgores.
Os mansos ribeiros nem mesm> palptala.
As feras dormitara nos antros medoohos,
E os valles se cobrem de brancos vapores
Que o somno das flores mstsam de sonaos.
Os montes negrejam alm, na horisonte ;
Silente a tonte, dormenies as aguas;
G 01 seres aliados tranquilos repoosam,
E ossylpbos nem ousam soltar suas magoas.
Qae grato silencio I. Em ondas de ealeio
A noute em seo meio hisculta o nasceote,
E a la, das nveos exguendo a cortina,
Da fronte divina lbe nostra om crescente.
Noprado.nos bosqoes.oos valles.nos montes.
Nos ros, as foutes, nos campos, aas flores,
Enlorna-se a urna dos magos segredos,
E os genios dos medos segredam-se amores.
E as folhas se movem, e as aves se agitan,
E os sylphoa palpiam con doce emoeio ;
E 01 labios das flores mil beijos suspirara,
E as lymphas deliram de amor, de pahua.
E a noute se veste de flacidos lomes,
g inflados perfumes rescinde a amplida.-,
E em vagos murmurios, sublimes deeocaot >,
N'utn teclrico canto desfaz-se a soidSo.
Escota: n'ess'hora, de amor, de poesa,
De grata magia, de meiges sonbares.
Que busca minh'alma, n'u n candido aoceio,
Pousar no teu seo, melbor qoe os altares.
Sa ouviste o segredo d'ama alma ferida
Por setta expedida da aljava de amor ;
Vem, corre, nao tardes, matar-me o desejo:
Concdeme nm beijo don labios na flor.
Abril de 187i, vrJH
? ??
TTCP'DO DIARIO-RA W4>0Qli P8 GAXlAa

-

I


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