<%BANNER%>

Diario de Pernambuco ( Wednesday, April 17, 1872 )

Permanent Link: http://ufdc.ufl.edu/AA00011611/12636

Material Information

Title: Diario de Pernambuco
Physical Description: Newspaper
Language: Portuguese
Publication Date: Wednesday, April 17, 1872

Subjects

Genre: newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage: Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract: The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding: Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation: Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities: Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution: University of Florida
Holding Location: UF Latin American Collections
Rights Management: Applicable rights reserved.
Resource Identifier: aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID: AA00011611:12636

Permanent Link: http://ufdc.ufl.edu/AA00011611/12636

Material Information

Title: Diario de Pernambuco
Physical Description: Newspaper
Language: Portuguese
Publication Date: Wednesday, April 17, 1872

Subjects

Genre: newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage: Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract: The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding: Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation: Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities: Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution: University of Florida
Holding Location: UF Latin American Collections
Rights Management: Applicable rights reserved.
Resource Identifier: aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID: AA00011611:12636

Full Text
ANNO XLVIH. HULERO 87


r
fABA A CAfITAl E LSAMS OKDI IA(T SI PA-fiA f OKI.
Por tr*t laezes aiiaaUdos.....- ^,.......... WOOO
Por sais ditos idaaftw.......jt I .......... ^OGG
Por otn nno Meas.. V................ J4J00
i.ad En rimero avoieo...........f ..... i # 120
Propriedade de Manoal
QUARTA FERi 17 DE ABRIL DE IOT2.
PASA MITBO I F91A DA PBOVIICIA.
Por tre meies adunados................
Por tais ditos dem.........
Por nove ditos* dem .........
Por dio son dem........
.....
.....
M7M
i**#00
Mili
"171000
.
-----
*
AO AKMT
a de Faria & Filhos.
---------------------------------------------------

hp
Os Srs, Gerardo Antonio Alvos & Filhos, no Para ; Gonjaives Pinto, no Maralo ; Joaqnim Jos de OUveira & Filho, no Cear ; Aonio de Lemoi Braga, no Artcaqr ; Joio Alaria Jniio Qutm, no Ass ; Antonio Marques da Suva, nonata!; Jos Jostiac
Pereira d'Almeid, em Mamangnape; Augusto Gomes da Silva, na Parahyb i Antonio Jos Gomes, nifvli da Penha; Belarmino dos Santos Bnlcio, em Santo Antlo; Domingos Jos da Costa Braga,
em Nazareth ; Antonio F6rreira de Aguiar, em Goyanna; Francino Tavares da Costa, em Alago**; Dr. los Martina Alves. na Bahia ; e Leite, Cerquinho d C. no Rio de Janeiro.
PARTE OmCIAL
Hnparlo > de polica
i.' seceo Secretaria d polica de Pernimbu-
eo, 16 Je abril de 872.
N. 680 Mira e Exra. Sr. Levo ao conheci-
menin de V. Exc. que, segando consta das part
cipaedas recetadas nesta repartico, foram hornera
reeolhidos i casa de detencio os siguiles in
divdaos:
A' mmha ord>*m, Lwriano, eseravo do raajor
Mirceliuo Jos Lipa?, por ser encentrado depon
da 9 hora* da noute, seno bilheie de seu senhor.
A' ordem do tabdel*ftdO de Santo Antonio,
L^urenco, eseravo do Dr. ADgelo H ariques da
Silva, por sar encontrado depoil de i) horas da
tioute som bi'hete de seu senhor.
A' ordem d> deS. Jj; Luiz, eseravo de Amo-
uio Annei Jaeome, por andar fgido.
A' ordem d da Boa-Vi ti, Maros Kvangelista
Duarte, a reques:c;io do capitao do porto.
Daos guarde V. ExcHlm. e Ernv Sr. con-
elheiro Joio Jos de Ollveba Junqueira, presiden-
te da provincia. chef." de p>1icia, Domingos
onteiro Peixolo.
MHAMBCi);
ASSEMBLA PROVINCIAL.
SESSO ORDINARIA EM & DE ARRIL.
rUSSIDEXCIA DO SU. DR. FKRBEIIU DE AGUIAR.
Ao meto di feila a chamada aeham se prsen-
le os segtiiutes Srs. deputados : Ges Cavalcaole
Arcoueio Silva, Tolenuno de Carvaluo, Ralis e
Silva. J. .Correa de Arauj >, Galvo Alcoforado,
Con* Gondim, O racalvn Prreira. Pinto Jnior,
Silva Rago, Firminn de Noraes, Amara!, Albu-
aaerqae Laeerda, Ernesto Veira, Gomes Prenle,
Ferreira de Aguiar, Felippe Figueir6a, Alraeida
Pernambocn, Aleocar, Heariqae Maniede, Mello
Bago, Vieira de Araujo. Alipio Costa, Gunha e Fi
gaeiredo, e Cioeioato Cimboim.
Abre-se a sessao. lida e approvalaa acta di
anterior.
O Sa. i" Secretario- d conta do seguinle
EXPEDIENTE.
Cilicios :
Do secretario do governo, remetiendo iOexem-
plarea do relalorio apresen.ado ao Exra. Sr. eon-
selheiro presidente da provincia, pelo engenheiro
chafe da repartico das obras publicas. A. des-
tribuir. .
Do mesmo, remoliendo copia do offlcio dirigido
pela cmara municipal desia cidide ao Exm. rara-
sia^nte da provincia, no qual pedenue esta assem
b!a m >rque na le do ornamento ama quoia para
Maprofui dar o canal da T.icaruna, que se acba al-
lerrado. A commiasio de orcunentj municip.l.
Do nwsmo, remeitnJo urna representado dos
moradores ds fregnezia de Aguas Bebas, residen-
tes nos limites da de S. Flix da tilla de Boiqne,
pedindo para serem freguezes desta ultima.A'
commissao de estalistica.
Do mesmo, remetiendo a prbposla da cmara
municipal da villa de Pitrolini. A commisaa)
de estatistica. i
Do mesmo, lemettendi eoias das portaras de
24 de tnaio, 1 3 e 10 de julho, 18 de agoslo, i8 e
28 de selembro e \ de dezcaibro, todas do anoo
prorimo Ando abrindo diversos crditos 3npplemcc
tares, para pagamento dasdespezas do exercicio em
iiquda?aode 1870-71, e bom as.-im da de o de
fevdreiro do correte anno uara occorrer as des-
pe !a do exercicio de 1872-7J. A' commissao de
ore unenlo proviocial.
D) me-mo remelteodo 40 examplare- do balan
e< asinilivo explicativo do'xerchio Bndj, e Igual-
mentido balaoc. > re-nmuJo do 1* seoiestre do
exercicio orrenie. A' dsiribu.r-se.
Petico-M :
D Joaoda Silveira Borges Tavora, pediodo umi
indemnisacao pelo seu irabalh i como procurador
dos presos pobres e esptivos. A' commis^o de
Degociot raunicipaes.
Do Dr. Cypriauo Fenelon Gaedes Alcofcralo,
procurador lscal da tbesouraria proYiOeial, pedin-
do qui na sua aposentadora se cont o lempo de
corrido de I'a de marco de 1867 ao ! de agoslo de
18G8, eiu que esteve f.a do txarcicio.A' com-
Btisto d^ peticS -.
Dos pralicaules da roonrlicao das obras publi-
cas, pedido augmento em seus vencimentos.A'
commissao da ordenado*.
Da irmandade de No.-sa Senhora da Paz da ma-
tritdo- AlTogados, pedind) preferencia naextraecao
das loterias concedidas tm favor das obras da mes
uiamatrz.A' coairais-odeor^am-nio pro Do coae,!0 JjSi Jos da Goita Ribeiro, v.gdrio
da fregaez a da S Jos deata c.lade, pediMd a
concesso de um.i ou mais loteras era favor das
obras da matriz da mos;ni reguezia. -A" commis-
sao de peligoes.
Da Joo Biptista do llego c inferente do consu-
lado provincial, pedind > se Iho mande pagar a dif
(erenca que existe entre os venciiueotos do lugar
que exerc* e os de lanciior que exerceu interina-
mente.A' comoiisa i de petieoes.
De Florencio Itodrigaes de Miranda Franco, es
crivo do jury e execucoes crimioaas de3U comar-
ca, pedinlo se marque uoia graiilicaco como re-
muneracao dos servicos por elle prestados nos pro-
cassoa dos presos pobres.-"-a' commissao de orga-
memo municial-
Do toooote coronel Viente Mmdes Wanderley
nntroa, pedindo ura privilegio por W aaaoi para
cada um, para a colloeaco de irfl" de ferro e
colue.Qio de cargas c pissageiros era velucnlos
airados por cavados on movidos por locomotivas a
por, em dim.-oi platos da provincia.A' com
Blsso de obras public ' De IzidoroHariobo Cssar, professor paboco da
povaagao de Tirabatioa, pediodo pagamnio da
quantia de 1105 que dispeodea cora o aluguel da
casa em que funeciona a sua aoU.-A' commissao
de orgimedlo provincial.
De diversos propnetirios a morad ires as re-
guezias o Kio Pormoso. Un, Barre.ros e Agua
Preta, pediodo a ousiruccao de ama ponte uo rio
Sjriobaem, uo logar do egenho Pao Singue.A'
commissao de obras publicas.
Pareceres :
A eotomiasao de pe com, ex minando e que
e?ti assembla dirigi Rufino Jos .manes de
Fujueiredo, e considerando que a graca que soli-
cita o supplicante pJ-s ser concedida a indivi-
duo? que .-ao empregados pobUcoa, e na i e-lando
o supplicanle nrsse caso por tec.-iio oemiiudo di
oprego que exercia e consideraUJo abu-i''o e pre-
jodicial o conce)er-se ap:s"GUl>ria a individuos
que nao poder ^er considerados empregados p-
blicos, de-parecer quesej iudefi ida a dita pe-
icao. Sala d-s cnromissos, 4 d3 abril do 1872.
Pinto Jnior.Gjnr^ilces Ferrtira.t -B' appro-
Tido
Katr em discus'o o parecer adiado da rom-
nissao de constiluigo e poderes conf rmando se
com as raides com que o presidente da provin-
cia deixou da saneciooar o acia de 11 de maio d>
ando passado.
O SR. CORREA DE ARAUJO cede a paiavra.
Poit.' i votos o parecur, approvado.
Kaira em di-.eo.saao e ilca adiado por pe Ser a
palivri o Sr. Mallo Reg o seguinle parecer :
A eommL-sao de c mlituico e poderes a qnem
fot presante O projecto desta assembla de 20 de
presdante d provincia, aitendeodo a proceden-
cia das razs de nao saneco referentes ao art. 3'
do prjjecto quemgula a aposeatadoria do bar-
beiro da Santa Casa de Misericordia, a que os
seus arts. 1 o 2 nao se achara no mesmo caso
por conterera disposicSes diferentes e soBre cuj)
objecto nao eiiito (pisa o mesmo presidente da
provincia, de parecer que nai seja approvado
o projecio naquella parte, e se de.ligue delje os
tados artigos 1* e 2* para o que oflorece-o *r
inalado do modo seguiute :
t A assembli provincial de Pernambaco, re-
salvo :
Ari. 1 Ser contado para a apcsentadorla de
Hermenagdo Marcelino de Miranda no lugar que
exerce de bedel oo pyraursio provincial o lempo
decorado desde a data em que fai demitl'do do
emprego de amanuense do exlincto lyceu ateo da
era que foi nomeado para o de escriptorario do
mesmo estabnlecicieuto.
Art. i' Flea concedido ao teneote aposentado
do.carpo de polica Jos Coneguades da Silva, me-
Ibora ue sua aposeatadoria ; levndose em conta
o lempo em que o mesmo esteve demitlido.
t Art. 3o Ficara revogadas e dsposco;s em
contrario.
Paco da asaembla* provincial de Pernambuco,
i de abril de 187. jo&o Vieira de Araujj.C.
ie kravjo.P^nto de Campos.'
Kutra em discusso e tica adiada por pedir pa-
lavrao Sr. F. de FigueirOa, e seguinle p.recer da
commisslo de eonstiiuico e poderes :
t A commissao de constiluigao e poderes, a
cujo exame foi submettido o projecto de 31 de
maio do anno pascado, cjucedendo um privilegio
a chmaltz < C, nao sanceionado e devolvido pelo
presidente da provrao bora a concessao do favor outorgado aos conces-
sionarios fosse feila por esta assembia mediante
a apreciagao de valiosos documentos comprobato-
rios do mi-rito e vantagens dos melhoramentos que
se propunbam os mesmos eoncessionarios inlrodu
ir na agricultura da provincia, e de ser um
d'elles o inventor ; todava nao. desej inda a ora-
m.sj.i > que se ponba era da vid t por ura lado que
esta assembla deixe de exercilar, serapre regular
e rigorosamente as altribuicoes que Ihe sao traga-
das pelo acto aidicioaal, e que s> veja por outro
lado no projecto a pratica de urna offrasa a prero-
gaiivas da espbera administrativa ; considerando
altada que o favor concedido, tendendo a garantir
os interesaos dos introductores o meio nnico de
proporcionar a obteccao dos melborameat>s fabris
agrcolas por elles inventados, a quero d'elles se
quizer utilisar, de parecer que se aporove o ?e-
liuinte projecto que modifl:a o devolvido no senti-
do das razos nelle exaradas pelo presdeme da
provincia.
A assembla legislativa provincial de Pernam
i ue. re-olve :
Art. !. O presidente da provincia conlealar
cora S-li i:.iMZ A C. a iuiroduccao de um sysieoM de
assentameulo de tachas de engenbo de assnear de
sua invencao, medanle a vanlagera de serem os
conce siouanos os nicos que durante o prazo de
10 anuos possam permitlir, o uso de sea systema
oesta provincia.
Art. 2.* O presidente da provincia mandar
construir um encamnenlo d'agua polavel e um
cbalnz no povoado dos Remedios pela compaohia
de Beben be, tendo em vista o quo disp5eo6.
do art. 2. da le provincial n. 46 de 14 de juoho
de 1870, e bem assim o contrato celebrada pala
refer la companhia.
< Art. 3 Ficam revogadas as dis.osic5es em
c ratrario. Pago da assembla, 3 de abril de 1872.
uurcJ ti 197^* nao uccioaado c devolvido pelo
Joao Vieira dt Araujo.Pinto de Campos.
Sa lldas e approvadas as redaccoes dos projec-
tos ns. o e 70 do anuo passado.
E' julgadoobjecio de deliberaca1 e mandado im-
primir o segrate projecto :
._ A commissao de'petifoes, tendo era conside-
rado as razoes numeradas na peti;-ao dirigTda pela
l.l na. junia da Santa C.sa de Misericordia desta
ciJade ao Exm. presidente da provincia, que por
sua vez remellen-a por copia assembla ; e al-
tendando que a mesma junta a mais competente
para avallar das necesjiJades inherentes ao servi-
{j dos esiabeleciraeatos de c.ridadeaseu cargo,
de parecer que se adopte o seguate projecto de
le :
A assembla legislativa provincial de Pernam-
buco, resolve :
Art. 1." Ficara creados mais ura madico e um
cirurgio para a Santa Casa de Misericordia
desia ctdade, e sero admillidos par meia de con-
trato com a junta.
Art. 2a ordenado dos medicas da Santa
Casa tica reduzida um canto de ris.
< Ar,l. 3. I. ai a Sania Casa a faculdade de
crear tamos lugares de adjuntos, quaotos sao os
doa mdicos dos eslabelecimentos de caridade
seu cargo, e no o,.-o de vaga dos effeciivos, os
adjuntos tero direiio a ser preferidos na no-
uibaco.
Art. 4 Ser obngada a Santa Casa a con-
feccionar ura regulajaenio que trate da distribui-
rn do servico medico, o qaal devera ser felto de
modo que ao hospital Redro II catba a presenta
diaria de ura facultativo.
c Art. o* Ficam revogadas as dispasicoes em
contrario. .
Paco da assembia legislativa provincial de
Pernambuco, 4 de abril de 1872.Goncalves Fer-
reira,Pialo Jnior.
Vai mesa e approvado o seguinle rea,ueri-
raeuio :
. A commissao de orgamenio municipal requer
que se pee tm com urgencia, por in'.ermedio do
Exm. presidente da provincia, as comas de diver-
sas cmaras mumcipaea que possam existir na se-
cretan* do troverno.S. R.Goes Cavalcanlt.-~
Albaqiierquc Laeerda.
MDM DO DA.
I.* discusso do projecto n. 57 do anno passado,
aunexando a fregnezia de Nossa Senhora da Penhi
de Gaaiellrira diversos territorios das fieguezias
iimiiruphes, e creando as comarcas de Escada e
Jaboaio e termo de Gametleira.
O SR. RAli E SILVA :-Sr. presidente, ctr-
lmeme cbeiu de receios e de escrapubs que ve-
abo a tribuna para justificar o projecto que se
acha em discasso, e de que sou humilde autor.
Digo cheio de receios o de escrpulo, Sr. pres-
deme, porque, jiendu a idea oo prcjecio um potreo
grandiosa, e lirado ae fen: a inieresses particula-
res de alguns amigos 'das diversas localidades
que elle se refere, amigos que lenbo ni mais alia
considerago, na ma,s devo o meu coraras, creio que por pane d'elles
vehemente oppostjao -aqu apparecer, e a minln
voz iraca, libia e nao. autorifada (nao apoiados),
lera por sem davida.de ser sullocada peia d'aquel-
les destnelos oradores qae careados de presligio
nesta casa se pronunciar! contra o projecto com
muita desvuniagem para mim.
Provav.lmeute, S". presidente, airav dos res-
posleiros de.-te salo, alguem de desiie^aa, abun-
dante de relagoes amistosas com os dignas mein-
bros d?-ia asstmbla, se apresentar disperto e
decid,do a embarazar e^bslruir o caramba pelo qaal
leu) de percorrer piojecio nos tramiies por que
deve pissar.
O Sr L*.mecha :Ha Sancpre sua inconvenien-
cia no fallar nisao.
O Sr. Auno Cosr.\ :Nao urna pas3aa s que
pede.
O Su. R.\Tls B Silva :-E-too. cario que a as-
sembla nao se deixar levar por.estes podidos,
as, me jsio me iacommgda, lado Uto ns ooq-
iraria, tudo Isto me enche de receios e de escr-
pulos.
Entrelinio, senbores, qaando me raiordo de
que sobre us meus debis hombros pesa o rigo-
roso dever de nao permanecer silencioso nasta
easa, desde que ao meu espirito se apresentar
qualquer Idea, que lenda a melborar a situacio
dos Intuanlo- desia provincia qae u vio nascer
e qne to indignamente represento (nao apoiados),
qualquer idea que lenda a datar o i. circulo, que
me elegeu, de vaoiagens, de meiboramentos de
que necessita e reclama, eu nao nosso deixar de
alear oeste recinto mioha fraca vazemprofdo
bem geral. Proeder da ontro modo, Sr. presi-
dente, seria enmprir o elevado mandato, que me
fr conlTado, seria n) corresponder espeouva
dos meus coastiiuintes, seria finalmente transgredir
o juramento solemne que prestei em faee dos al
tare3.
Feias estas ligeiras considerac5a3, que nlo ser-
viro senao como urna satisf que fallei, vou entrar na materia do projecto, es-
perando que a casa, com a benignidade que a des-
trague, me oaca.
Sr. presidente, o projecto lem por fita :
i., a resiilugo dos terrenas que pertencendo
outr'ora fregueza de Nossa Senhora da Penha
de Garaelleira, f ,ra o d'eila tirados e aimex .dos
fregueza de Serinhem, pela le provincial n. 9i0
de 11 de junho da 1870.
Um Sr. Dkputado : Naturalmente porque ha-
via nisso vantagens.
OSr. Ratis e Silva :Eu mostrare! que nao
bou vis vaulagem alguma.
2., desmembrar da fregnezia de S. Jos d'Agna-
Prea e aanexar de Garaelleira os engenbas s-
tu .dos margem do rio Serinhem que, neando
apenas 1(2 legua de distancia, e alguna anda me*
nos, da fregueza de Gamelleira, lieara entretanto
na distancia de 5 e 6 legaas de S. Jas d'Ajua-
Prea.
3.*, annexar fregueza de Gamelleira as partes
dos terrenos pertencentes aos engeabos Cachoeira
Liza, Paccas, Alegre e Capoeiras___que perlen
cendo parte a G imelleira, parte a Sarinhaam, (i-
cam entretanto distantes de Gtmelleira da 1 1|2
at 2 leguas e de Agua Preta o a 6, mireando-sc
assim mais convenientes limites entre estas dais
fieguezias.
4.*, desmembrar da fregueza da Escada o e-
genho Vicente Canpello comas 4 propriedade<
delle separadas por seu proprietario, e bem assim
os eogenbos Leo, Dromedario e Oriental, os que<
todos se alemana qaas 2 leguaes pelo territorio
das freguezias de Nossa Sanhara da Penba de Ga-
melleira.
O Sr. Alipio Costa : Qae Ucara assim urna
bandeira de retalbos.
O Sr. Ratis k Silva :Nao bandeira de reta-
mos : Garaelleira ara urna fregueza regular, qui-
zeram reduxi-la a nada e ea quero que sa restilue
o qae Ibs foi tirado.
Um Sr. Deputado : Todos os annos se anda
nessas mudancas para aqu pira acola.
O Su. Ratis e Silva .Por isso mesmo eu dis-
se ha poucos das nesta casa qae as divisdsi de
freguezias se faziam iocoov.raidutemeote, qua nao
se attendia ao bem publico, mas sira as convenien-
cias particulares, ou inieresses eleiloraes.
O Su. alipio Costa d um aparte.
O Sr. Ratis b Silva : O noare deputado nio
quer que eu contine?
O Sr. Alipio Costa :Ple continuar.
O Sr. Ratis k Silva ; S., erear un termo no
povoado e Gamelleira, senda a t Je o mesmo po-
voado que ficara elevado a calhegoria de villa, e
municipio assim ac:rascamado com os engenbas
que sao desmembrados destas freguezias que aca-
ba de mencionar.
6.*, annexar esse termo ao da Escala e com elle
formar una comarca, sendo a sede a villa da Es-
cada, que Qcar assim desligada da de Victoria.
7., crear um termo tambera no povoado da San-
to Amaro de Iaboaio,comp03to das freguezias des-
te oorae e da de Muribeca.
8.' Analmente, crear um termo na fregueza de
S. Lourenco da Malta, un-lo >o de Jaboaio, for-
mando assim urna comarca cuja sede ser o po-
voado de. Santo Amaro.
Eis aqui, Sr. presdeme, a razio porque eu dis-
se no principio do meu discurso que o projecto
cintraba urna idea um poaco grandiosa.
Passarei agora a justificar e analisar cada urna
dessas ideas, e por bam da ordem camegirei pela
primeira.
Sr. presidente a creaco da fregnezia de N. S. da
Penha de Gimelleira, pela lo provincial n. 763 de
11 de julho de 1867, teve por sem duvida como
fundamento a demasa ia exiencio territorial da
fregueza de Serinhem, vindo d'abi a iaipossibili-
dade absoluta de ser o beuethio e-piritual deslr-
buido tempo por acuelles, que delle necessiia-
vam, aeonlecendo que pela distancia em que se
acbava a igreja matriz dos lugares da exireraidade
da fregueza, nao poda ser o pasto espiritual'mi-
nislrado e deslribuido prompla e oppcruinamenie,
visto como a fregueza abrangia ama zona de 14
a 15 leguas de leste a oeste e de pessimos cami-
Eh03 confinando com a fregueza do Braito. Re-
anbecida por esta razao a necessidade_ di divi.-a
da fregueza de Serinhem e da creacao de urna
fregnezia no povoado de Gamelleira, fji esta idea
reasada pela le provincial que acabei de citar,
e gurdalas todas as conveniencias publicas fez-
se a divlso entre as freguezias de Serinhem da
de Gamelleira pela maneira determinada no art.
2 da le de sua creacao.
Assim, Sr. presdeme, licaro concilladas todas
as conveniencias soeiaes na diviso des>as duas
freguezias, so deste modo poda a fregueza de Se-
rinhem ser dividida, > assim devia ser creada a
de Gamelleira. *
Como, pois, Sr. presidente, d'ahi 3 anno<, (era
1870) se confecciona urna le fazendo nova diviso
entre as duas freguezias ?
Como em menos de 3 anuos houve razo plau-
sivo! para essa diviso 1
A razo nica qae poda levar-nos a coaleccao
de urna le alterando essa diviso, ha to pouco
lempo feila, nao poda ser outra senao o creso i-
ment da populaco.
Mas, senbores, a p ipulaco nio iresce em 3 an
nos em tal prgros:-o ; essa diviso, prtame, fot
urna diviso inconveniente, essa diviso foi feila
com a raaior injuslQi para a fregueza de Gimel-
leira da quil se tirou 9 engenhos e o povoado de
Pao Branco, que j nao pequeo.
Da inconveniencia com que foi feila essa nova
divi.-) se conclue que a le provincial o. 940 de
22 dbjunho de<1870 foi injusta, foi contraria aos
inkresses e conveniencias loeaes, nao teve em vil
la oioEin e utilidade publica, nao lem mesmo razo
de ser. Foi injusta, digo eu, porque ella veio ti-
rar dreilos adquiridos do parocho de Gamelleira,
re Inzuido esta fregueza a tal estado depequeoha'
que pela ex'guidade de seus emolumentos fleou o
parecho impossibilitado de viver; entretanto que
queri aoe (osse ouvido acerca delle o Exm. gover
nadorwo bispado, cuja informa^o ja ebegou e
concedida nestes termo : (l>
Vigararii Capitular em Oira la, 21 de marco de
1872.film, e Exm. ir. C >nbacendo eu o justo,
e coBciso reparo (aiienda-se bera ) justo, e
conscioso reparo que o illustrado parlamento des-
ta provincia qntr fazer a freguexia de N. S. da
Penba da Gamelleira, qae, sendo ha pouco creada,
foi logo reduzida um estado de nao ler, oem
para snsteotar parcamente um parocho, nasceado
d'ahidTOittttrsds para o ordinario, sou de pare-
cer que o referido projecto da ve ser posto emen-
euco etc.
D'aqui se v, Sr. presidente, que nio foi sono
movido pelas raiio- de utilidade e cooveniensia
publica que eu apresentei o projecli, pedinlo a
restitaicio dos terrenos que foram lirados da Ga-
melleira, que nao pego senao aqailla que da
razio, qae de ja ljostica grave que se fez aiuella fregueza, injus-
nca unto mais grave quanio, a licar ella assim,
re.luz-se de tal modo que mellior ser suppnmi-la.
Sr. presidente, releva anda dizer qae na 1* di-
visa) que se fez entre Serinnem e Garaelleira, por
occasio da creacae deata fregueiia, se ailendeu
mais aos inieresses, as conveniencias da fregnezia
de Serinhem do qae a de Gamellleira. A fregue-
za de Serinhem, posto que paraca que naquelle
lampo tlcasse com menor aomma de territorio, o
l'ie eu neg, com lulo ficou em melnores coidi-
edaa do que a de Gamelleira, perqu ella licoo
oora os territorios mus aban tantos, de popal jc>,
ilcou com todo litoral, qua como todos sabis ge-
ralmente muda pavoade, e den:ro delta est com-
prehendido o grande e importante povoado da
Barra de Serinhem. Al n disu licoa com o ira-
portaste p.voado de Santo Anaro; Santo Ama-
ro que , Srs, sem modo de errar, miior da que
a propra villa de Serinhem. "li
Assim j se v que anda que Gtmeileira tvesse
uraternin/io ara pouoi mais extenso, o que di-
vido, todava a parle que cou para Sarinhem
da muito raaiores vantagens, porque a parle de
raaior popolaeo.
Alm disto, Sr. presidente, ha nma outra razio
que leva a convencar-me de que a fregueza de
Sariuhem Qeou em inuia melnores condicdei do
fiae a de Gamelleira, que 6 o sen antiqusimo e
i ico archivo, q ie so por si garante a subsistencia
ae vigano, eniiatantu qus a freguezia de Gamel-
malleira, nova como anda, lem archivo, o ren-
d ment consiste to soaisoie oo qae ple peree-
ber dos sa;raraent i qie administra.
Assim j v a casa quao injusta foi essa extir-
so fdita a freguezia de Gamelleira, tirando-se del-
la 9 engaitos um povoado, e deixando a em
e3quileto por assim diz-r.
Passarei a aaalysar e jastincar a seganda idea
do projeclo.
A segunda idea do projecto, Sr. presidente,
desmembrar da freguizia de S. Jos d'Agua Preta
os engenhos retralos a margeai do rio Seriohaem,
a maior parte dalles em distancia de meia legua e
menos de Gamelleira, 5 a 6 leguas de Agua-'.'r-ta.
Sr. presidente, os eageoboi que Qcao situado.
i margam do rio S'hnbem e que o projeclo pede
que li.|uem perencenJo freguezia de Gamellei-
ra sao Pereirinha, Varzea Nova, Varzea-Grande,
Pa)-ang*ae e Caxaetra ; graadis tolos estes en-
genhos, Sr. presidente, Ucara, por assim dizer, a
face d> povoid de'Gamelleira, eutretanlo, licam
a 5 e 6 leguas de distancia da freguezia de Agua
Preta que elles per lancera. Parguato ea agir,
nao ser mais conveniente, nao ser mais justo
qae esses engsnhos Qqaem perteneendp fregue-
zia de Gamelleira antes do que da S. Jai de
Agoa-Preta ? .
Deste modo nao ser o pasto espiritual destri-
buido pelos fiis mais conveniente e opportuna-
meme ? Cartamenle que aira, ni ma podem con-
testar.
Aecresca que alada se dQkulia mais a a 1 ni
aisirarcla do pisto espiritual all nos lempos in-
vernosos, porque como sabara todos ajueiies que
l morara ou que por la lem andado os caminlus
sai ioiransiiaveis nesse lempo.
A couv iiracia e ulilidale publica, de serem
esses engeuuos perienceotas a Gamelleira antes
do que a Agua Preta, esta provado pelo fado qie
alliw d frequeniemen:e vendo-se que os habi-
tame> destes eng-nbos procurara os socorros es-
pirituaes na freguezia de Garaelleira. All vo el-
los assistir ao santo sacrilli) da missa nos domin-
gos e das santificad os, a igr ja matriz de Gamel-
leira recorrem para Lazar seus casamemos e seus
baplisados, ao parocho de Garaelleira quem re
correr no nstame extremo, e entretanto qae
nao recorrem ao sea parocho pela diQjculdad", pela
impotsibill Jade mesmo da ob'.er os soceorros e. rituaes em urna distancia la grande.
E nsm,Sr. presidente, com isla qaero fazer cen-
sura ao paroiio da Agu Preta ; o parocbo de
Agua-Preta, por mus teloso que seja, oa poder
cumpriro seu dever come obrigado,pela distan-
as oca que eslao esses lugares da matriz em que
tem a sua residencia, porquauo, cama j acabei
de dizer, na esiacao invernosa impossivel trans-
porte esses camiobos, e tanto mais impossivel
quaato as necassidades nao escolbem hora nam
lempo ; a qaaljuer har da niute, de da com
a ebuva, com sol exposto a todas as intemperies
da estacao pode o vigano ter nacessidade de ir
levar os soceorros e.-piriluaes suas ovalhas nes-
sas localidades, e cortamente nao o peder fazer
pela distancia em qae esio da matr.z.
A terceira idea, Sr. preeilente, nmr mesma
freguezia de Gamelleira as partes dos eagenbis
Gaxoelra Liza, Paccas, Alegre e Cipoeiras, que
pertencendo em parle a freguexia de Agua Preta
e em parla a de Gamelleira, pede o projecto que
estas engenhos fiquera en sua lotaldade, em sua
integridade perleueenda freguexia da Gainellaira.
Salta aos olhos da quem quer que mora por
aquellas lugares a conveniencia e nteresse publi-
co qae ha em serem esse> engenhos em sua inle-
gridade 1 g'>dos fregnezia de Gimellelra. Na-
o'ium proprietario, Sr. presidente, desejar por
sem dovda que dentro de sea territorio entrera
jurisdiccoos diversas, da maior inconveniencia
qae um engenbo sejipertenceute i duas fregueuaa
ou dous termos.
Todos saneo que os senhore de engenba para
cam seus moradores bzera vexes de pas, sao os
seus verdadeiros procuradores, sao mesmo os seos
orculos ; mas necassidades q.ue elles sentem a
primeira lembr. nca que Ibas occorre ir a casa
da seu proprietario pedir o socorra, esse seccarro
vana de especie, se i soccerro espiritual lem o
proprietario de se entender oui o uirucho de sua
ireguezla, e Isto mais fcil certa.uenie da que
ent.oder-se com o pirocha de ouira treguexia,
cam quem lalvax elle nao lenha relac3es. Sanio
o socooco espiritual, se outra qualquer ne
cessidada temporal lera o proprielario da reccor-
rer aOTlorldadas loeaes do su lermo, e is*o cer-
Uiwenie mais fcil do -o, ie' recorrer, do que pe-
"ie*%o
mente, ha mesmo interesie geral, a idea de con-
veniencia, de inleresse publico.
Oatra razo anda me o:corre, Sr. presidente, e
a distancia em que fbam esses terrenos da fre
E' por isso, Sr. presidente^as faclos ah esli
para provarem a verdade do que aeabo de duer.)
por isso, qne cusa a ha ver sesso do jury na
villa de Serinhem ; par isso que os junas de
guezia de Gimelleira comparado cora em que faeto que moram em"Gamelleira,"e ainda alm,
elles esio da freguexia de S. Jos d'AguaPreti, qQasi sempre deixam de comparecer.
se enriquiceu a freguexia de Seriubara, qua najidir favores a'autorldade'flo lermo extrauho.
prejisava desse aecrescimo, e tanto delle nao pre-1 Nam se diga, Sr. presdante, qae nao baja ahi
cisava que Iresaanos paisa los se havia recoabeci-lo
a oecessidade da ser dividida e della se tirnn esses
mssmos engenhos, esse mesmo povoadj e o mais
lerritorio com que se creou a Ireguezi - de Gamel-
1'tra, sendo que s assim poda ser Douveoiente-
mente oreada a freguezia de Gamelleira.
' Com a* dimnoico qua soffreu a freguexia da
Gamelleira, tirando se della 9 e-jganhos e um no
voado, deliou sa oo estado de nao poder n^r ff*.
gue:ia, e melbor Sita qa a suppriinj>*, |0go.
Qaaodo es/>0 prajeeto foi dado pa.;a a ( discos
sao em am dos dias di sem^q* trazada eu re-
inioresse e convemioia publica, naa, senh)rei,
porque a conveniencia publica nao senao a coa-
vensncia de todos, e a conveniencia da todos se
eompoa da conveniencia de cada um das cRMito3.
A oecessidade qne aaftre um humen, da povo d.vd
ser siUfot* do raesrao modo qii u uella fosse
maii'lejtaii e sentida por ura gracia numero ue in-
dividuos, por urna corporagio ou por nma socie-
daie ; qaalqoer da povo lam dlrelto ao3 benaij-
c:o!, um direilo a)s socorros como tam \ 40019.
dadtintairi.
Dahi j se v qae oj lolaressa particular |j-
isto , a maior distancia da freguezia de Gamel
leira de legua e maia a 2 leguas, nio excede
disto, entretanto que d'Agua Preta dislam '' e 6
legoas.
J v a casa que nesle panto militara as mesmas
coasidaraciMs, as mesmas razGea qua eu acabei
de apresentar acerca d'aqaelles engenbes que
eslo situados margeno do rio Sarinhem e
que eu desejo que fossem para a freguezia de Ga-
melleira.
Passarei a 4.' ideia.
A- quarta ideia, Sr. presdante, desmembrar
da freguezia da Eicada o engenbo Vicente Cam pel-
lo com as 4 propiedades delle separadas por seu
proprielario, e bem assim os engenhos Leo, Dro-
medario e Oriental. Nisto tambem ha convenien-
cia publica, e conveniencia publica por dupla ra-
zo, conveniencia pnblica por que todos esles en-
genhos ficara mais peno de Gamelleira do que da
Escada a que perteacem, conveniencia publica por
que esses eagenhos se internan pelo territorio da
freguezia de Gamelleira qaasi 2 legoas, sen lo que
o parocho da freguezia de Gamelleira querehlo
ir exiremidade della, lera de airavessar a fregue-
za da Escada, o qae bem se v qae um grave
inconveniente.
O Sr. LVMeio Marques : O nobra deputado
esta engaada.
O Gr. Ratis e Silva : Nao estoo, conheco
perfeitamenle aqoelles lugares, san capaz de des-
crever a'. perfaitimente a topographia d'elles.
Nao a Imito que se diga que estou engalo; teuln
ate um raappa, qae simo nao ter Irazido, em qae
posso mostrar a posici era que est o engeuhe
Vicente Campado e lodos os uns eugenlus de
Garaelleira que II-ara ao nascente deste.
O Sr. Oltmpio Marques : Ficam a igual dis-
tancia da Escada a Garaelleira.
O Sr. Ratis e Silva : Distam da Escada tres
legoas, aa passo que de Gamelleira apenas distara
duai.
Eu nao tenho Inleresse nenhum em tirar estes
engenhos de urna freguezia para outra ; eu nao
sen, infelizmente, um proprietario ali, nao tenho
engenho, sou um homam pobre, nao soa nlliencia
de localidades, na tenho par tanto inleresse
nenhum nisto ; apresentei o projecto consignando
esta ideia por que entend que era de inleresse
pubco. Sea casa jnlgar que a ideia nao conve
nienie, que dahi nao resalta inleresse publico, nao
a aceita; teabo cumprido o mea dever, e assim
cilou bem com a miaba consciencia.
As propriedades que foram sepralas do enge-
nbo Vicente Campeilo sao os eagenbos S. Pedro,
Palestina, Pura 1 a, e Araqura ; esses engenhos
lo todos levantados de novo em trras de Vi-
cente Campeilo, por tanto as razoes, qne aprsen-
le;, para qae este engenba pertenca Gamelleira,
militam para qne Mes oqtros tambera ella per
tensara; tanto mais qua nlo, .ea ouvi de seu pro-
prietario que a passar o engealn Vicente Camptl
lo para Gamelleira, devia ser cora luas as quatro
pnpriedades delle separadas
Um Sr. Deputado : O proprietario oppoa-se.
O Sr. Ratis k Silva : Oppda se ?, pode op
pf-se boje-, mas nao negar que me disse isto em
sua propria caza.
Os ensenbos L9ao, Dromedario e Oriental en-
trara aqui somonte, pila conveniencia di estaba-
lecar ama Imaa mais recta nassa diviso entre
Gamelleira e Serinhem, live soooente em vista
d sto e nada mais.
Sr. presidente, podara dizer mais alguma cauza
acerca da 4* idai, mas alera de que anda tenho
de aualysar as outra-, ja me acha um pono (ali-
gado.
Vou a !t* ideia.
A 3.' ideia crear na freguezia de N. Sanhora
da Penha de Gime,i ira um termo, ficanlo o po-
voado deste none elevada categora de villa. A
5.* ideia paJe ser jastlhada ao mesmo le upo qus
a 6.* por que el as se casam perfeitamenle.
A 6.a ideia reunir esse novo termo villa da
Escadi formando cora e;la urna comarca, cuja
s le ser a mesma villa da Escada, ncaudo d'esie
moda desligada da Santo Anto.
Sr. presidente, muitas sao as razdas de utilidade
.publica que melevaaam a condeci deste projecto,
cuja ideia capital e a que est comprehendida na
3.' e 6.* de que estoa tratando.
A Ireguezia da Gamelltdra se acba na distancia
de nave legoas da villa de Seruliie"m cujo mu-
nicipio, e terma perlence.
Sr. presidente, eu seria di pensado de aventurar
consilericoos acerca da incovenieneia de perten
cer" a fregueza de Gamideira ou terina de Seri-
nhem se a casa quizesse rellectir mais seria-
mente acerca disto por que a i razoes de inconve-
niencia sao taes que saltam aos olhos de todos.
Srs., entendo, (e urna verdade ) qua quanto
mais pequeo for o circulo das jurisccoas, mais
bem administrada deve ser a jastQa, maior con
veoiencia dahi resulta a saciedade, maior conveni-
encia resulta aos povos dassa localidade. Quem
desconhecer, Srs. que extraordinariamente diffi-
cil, aue quasi impossivel ir da Gamelleira a Se-
rinhem, percorrer essa distancia de nove le
guas para se ir procurar justica n'aquelia Villa T
Resulta dahi gravas males, a consequencia esta,
qae s se vai procurar jusiiga na Villa de Sen-
titiem quando o prpjuizo grava, para qualquer
caso, por simples olfansa que o individuo solr
em seus direitos nao vo a Villa da Serinhem, por
qua ni vale a pana, mais cusa a viagem, mais
cusim os encommodos que se soffrem nesaa va-
gira do que a perda do direilo.
Parguato, seanores, quem ser que para co-
brar, por exemplo, urna divida de poseo mais de
cem mil ris queira fazer nma viagem a villa de
Serinhem para pr. por l urna queslao I Nao sera
porveulur.a um louco qaem tiver semelbanta idea"?
Ser, sem duvida, um perlado lauco. Todos nos
sanamos que para se propor urna aeco preciso
constituir antes de tudo um advogado, mas o ad-
vogada nao vai tratar de urna quesiao qualquer,
por inui.o pequea que ella seja, por cem mil
ris, nem mesma por duzentos. Eu declaro qae
por duzentos nao vou a Serinhem tratar de cor-
itas questoas, e, por menos, da duzenlos mil ris
nao ple coavr a uragnom lomar .0 patrocinio da
cansa.
J se v, porlaoto, quao inconveniente ^ue es-
leja a freguezia de Gaujelieira pertencendo ao ter-
mo de Serinhem por e-ta simples cansideragao.
Anda mais, Sr. presdeme, como possivnL que
um*aaiz de faci \f da G imelleirawpara Seri.
nbao, dtsiaaie oove leguas, passar la dez. doze.
quinze e mais dias para assistir a. sessao do jury 7
A vida de Serinhem, com pezar digo, villa ami-
ga, a segunJa da provincia, da gloriosas recor-
laoias, sitodiZ9-to, en* om tal daoadeneia, em
astada to esraarecidi que, creio qae nao ser
sotana) mais reanimara Est em tal decaden-
oi, Sr. preidsnte, porque senda actualmente ha-
bitada po: guala muita pobre, faliam-lha mallos
reear.us > quem qaer qae vai villa para exercer
as faoeedes de juta de laclo nao asna alli um K
pedaria para sa asaisteneia IaTTS
coxera para recolher o ^rWlTii -
nalmenta commod eu oivairo, nao a-na u-
mans haMUM ,' ?,Dha,D, 8 *?,* ' pW h"
por multo -s da vdij-, por muito naspitalctros,
em sr "irosas que sajara, podem recebar
r __j>' CsJ os juizas de faci, porqae nao team
^53 'pifa comportar as despezas de to graqd
o aradora u)sp'dagem,
Uai Sn. Deputado : Preferem a molla.
O Su. Ratis k Su. k : l'r.erem a multa e
dahi resalla mais, que esio se desraoralisaado,
isto coacorre maito para desmoralisacaa da socie-
dade ; a mpossibildade qne elles leem de ir Til-
la para exercer as func^oes de jurados os onriga
al a serem immorae<, os obnga a pretextarem
molestias quando elles nao as teem, os obriga a
procurar attestados daquoiles qae nao teem es-
crpulos em presta-Ios, assevarando qje ellas es-
t) doeotes, commeitendo assim um duplo eri-
me, praiicando ama immoralidade.
O Sr. J. Correa de Arauo : Aqui na edade
commette-se o mesmo enrae.
O Sr. Ratis e Silva : Se aiui na edade se
commetle esse crme, cam maioria de razio l.
O Sr. Olympiu Marques : L ba eaia justifi-
cativa.
O Sr. Ratis e Silva : Assim, j se v, Sr.
presidente, qae isso um inconveniente de or-
dem snperior, inconveniente qae nao pode deixar
de ser atiendido por esta ass*eraDla.
Os habitantes de Gamelleira reclamara, pedem,
inslam para qne a freguexia de Gamelleira fique
pertencendo Escada para onde elles poderlo ir
com maior facilidade. A fregjezia de Gamellei-
ra que e-ta baja ligada a Ecada pela liaba ter-
rea offerece transporte mudo fcil, rouiio com
modo, a qaem qaer que precisa l ir buscar jus-
tii.'a, a quem quer que teoha necessilade de ir
all cumprir qualquer dever, qnalqasr funecio
publica sem grave dispendio, sem incommodo
maior de sua pesta e ainda rae-mo sem incom-
mojar amgis da localidade, porque faz se a
viagem suave em ura vragon sem precisar desse
aparato de cavados, criados, carga de badas, etc.,
nao se incoramod's a si nem ao qae l residem,
porqne m Escada aebam-se recursos, tem estriba-
ra para accommodir os cavados, lem botis e ha
mesmo pessoas mais abastadas que podem dar
essa bospitalidade sem grave prejuizo seu.
Ja se v, paranlo, que a necesgidade de ser a
freguezia de Gamelleira reunida Escada f .rman-
do all um termo, urna necessidade reclamada por
toda a populaco daquelle lugar, nma necessi-
dade que nao pode deixar de calar no espirito
desta casa.
O Sn Gomes Prente : O nobre deputado
temjusticado mudo bem o seu projecto.
O Sr. T. de Cauvalho : S admiro a diver-
gencia que ha entre o nobre deputado e os repre-
sentantes do terceiro disiricto.
O Sr. Ratis e Silva : Ea tamben: admira ?
nao sei explicar esse phenomena
Sr. presidente o povoalo de Gamelltira, to si
pelas razoes qua acabei de expender, mas pelo seu
estado actual e pelo qae prometa para o futuro,
merece ser coostuido em termo ; elle tura extensa-'
bastante e est as condigSes de podar ser um
lermo-, de ter alli a justio para quem a bn-qu-
ern suas aeeessidades. O povoado de Garaeder*
creado a puncos amos, pela intluenc a da linba
frrea, prometi para adame um futuro bonito, e
qaaodo se v que lugares em peiores circuns-
tancias, lagares que nao tem seu favor os ele-
mentos que lem Gamelleira esio cralas em ter-
mos, certameote injuslica que senio crie tam-
bem um lermo no povoado de Gamelleira, arir.i
de que, creado elle sejo reunido a Escada para
firmar comarca, porque dahi resultar) todas as
vantagens que venbo de ponderar,e esio no al-
cance de todos.
Sr. presidente, me parece qae acerca da coa-
veniencia, ou utilidade publica das Ideas contida?
no projeclo at a 6.' tenho mostrado a casa da
modo ciare, de modo que creio ter leilo eatrar
em sua conviego que essa utilidade e convenien-
cia exislem. Portanto eu j me adiando um pou-
co cansada deiko de dizer m.-.is alguma cousa d 1
muito qua tioha aiada a dizer acerca da 6* idea,
e passarei a 7.a.
Antes da justificar a 7.' dea do projecto, Sr.
presidente, declaro que lenbo por timbre ser
tranca, e ser claro, devo dizer a casa qae esta
idea n).entrn nos meo* calclas na oceni-
co que c rac.'bi a de crear termo em Gamelleira
e comarca na Escada ; alguna amigos a quem eu
corarauniquei a idea que linba em meat ui sus-
citaran!, me induzirara esta oulra, e ento disse-
ram acharaos conveniente que se crie tam-
bem urna comarca em Jabala>, povoado que es-
ta boje muito grande, muito rico, elevando-se S.
Lourenco a villa Ea nao posso dizer nada por
raim, fallo apenas por uforraacoes que tire de
amigos, as quaes Ulereo a casa, ella que as
aprecie, se entender que a idea boa approve-a.
se entender que nao conveniente despreze-a,
porque nao tomo nteresse neuhum per isso
Sr. presidente, nada mais dirti acarea destas
ultimas ideas, entrego-as ao vosso cr.terio, entre-
go-as a vossa consideranio; mas quanto as ou-
iras que esio consignadas 00 projeclo eu peco a
casa que reflicta um pouco, que ponda de parte
qualquer considerado qu% teaha em contrario,
que atienda smente ao inleresse publico, e vera
que o que o projecto pede o que justo, o
que conveniente e de nteresse geral e assim
spero que o approvem em primeira discos-
sao, ficando qualquer modificarlo qne sa me quei-
ra fazer e que eu accetarei par 1 a 2*. Eu sou
.-urammente dcil, s tomo vivo Inleresse por
(oda a idea da que possa resultar inleresse publi-
co, e o que pretendo cam o meu projeclo.
O Sr. J. Correa de Araujo :O ntbre deputa-
do apreseotoa urna emenda sapprimindo a comar-
ca 9a Escada.
O Sr. Ratis e Silva:Com relacao a ontro pro-
jecto, porqus existia este.
O Sr. J. Correa de Araujo:O outro eslava mais.
adianlado, estava em 2' discusso.
O Sr. Ratis e Silva : hso nao importa Bada.
Eu concina pedindo aos n.bres depulados Qu<-
deixem pissar o projecto em 1* dwcosio eaa"
faro as m)dificac5es qae julgarem conveniente*.
Vai a mesa e apoiado o segtiinte reqneri-
mento.
e Reqaeiro qie o projecto seja renaettido 1
commissao destaiisica para qne cnfrontajado-o
eora os de ns. 6 e 19 deiie anni npreseete um
outro que raelhor satisfaca as necessidades e a
divislo indiciara da provincia. /, Corrfai .f^
ArftiMO.i
O SR. OLfMPIO MARQUES : Sr. presidente,
oo me oppodha a idea corporal do projeeto da
meu nobre c ilaga e amigo deputado pelo 3* dn-
tricto, mas opponho-me a algumss de suas ideas
qae me parecen) inconvenientes: entreunto com..
se offerece agora um reinerimenlo pedindo adan-
lamento do projecio, anro de ser elle remeltido
a commissao de estalistica, para recoociiera-lo de
accordo com outres projectos, creando tomareis
e termos, aguardo-me para dar is razo?* jwj-qu*
dvirjo do meu nobre collega e amigo, quando for
apreseniad i o parecer, e confio ^q* casa fica-
ra convencida de au oroeio deve ser M 1'
diacnssao en^^ Cavoontemoaie, respeiuda
Por estas ri5w limitme agota
requeriraenio, __,..
Encerral a dvU*al, e o reqaenmeoto posta
a ^tos 6 ippfovaao. .^_ ...
!. decusso do projesto . M * i Vl
Srayando o regulanilo eXpediid Pet sfssmnni*
i^rovucia para a secretaria do gomno. t
approvado.
a volar pelo




as ai
- ,



n ~
,
2jl__
rrnambac* * QuaHa fera 17 ** Abril d; 18*<2
'W."TF
r:

!. discas-o do projecto n. 3S de jrando o sabsidi.i e ajuda de ottsto dos meiubris
da asse.ubl provincial na pi-oxltni (atara leg's
latura.E* nparovaJo.
1* discusiio do prejecto q 58 deste anno, aii
toreando o preeUen'e da provincia a tazer m di-
licacois no CODlfiCto celebrado cmi Amfr de
Abrea Portf pira esUbelecmiento do mihos de
ferro ni cidale de ()yanna.E' spprovado.
I." discus-io do piojeeh n. 80 do uno pauado
creando escolas de voalos de S J.>.- V sinfadiadi,
O Sr. pre Tanta a sessaa. _____
---------------'M8BMMIM?i------------
REVISTA DIARIA.
ASSEVIBI.EAVRVLNGl VL- IDate, preste;
8 >rs. d epatad js. abre*** a sessf).
O Sr. 1 secretario leu o seguiote expediente :
Olais :
Do secreta-in do governo, femetleul) copia da
"u'mac) m nistrsla pele- engenbeiro oh-fe da
repsrtn^T rt,5"n-3n< pafrras sobre :> proio-t n
2 deste anoj, que mana con truir ame ponte de
ferro sobre o rio Una m passagera do eageoho Li
meira..V qam fez a fe |u;icio
) mesmo, remetiendo as p'jsiura* em original
da cmara rauoicip*! da villa oo Tiiuruph-.A'
ccraraisso de oe/oci-.o de cana ras.
Dj ii.e*rmi, remMtcalo copia il 11ll lio que diri-
gir ao Exm. presiJQ:o da provine o admtafn-
trador docjj>oaj jrovinciai, acerca de 203 sic-
as cot) al"1 i, Me viera o d i t*eaed>, onde pi-
garfin-os dueiios wexpirlafao, orno proce lent
da provincia di Parshyna, q.i mo \ii dSU ; e
rareconio ao iBMsmo h'xui. Sr. c vuo eute errar-
se naruella localidade mu a-u:- listo |>ra c>-
hrar os dir.:*1 pertenceaH a e-li provincia, <-o
ieit (Testa as A' COiuinis-f.' de o rea me tilo jii'uvit .ti.
PeticSe- :
Oe Julio J-o, pedludo ex'in'cio do imparte i-
2:000 5 sobre caa' le peohores, ou pelo mea.:-
ama redueci?. A' coaim's-aj da orcaineito pro-
vincial.
) C^ecini Slaria de Srqneira Varejo. pre'es-
sors piibiici da pjvuc'io Jo Apipuc. pedisdi 6
wzes de heme com tolos os vencite iioa.A'
f, minisVa > de petieo-'.
D> baeSirel J aquioD Jote de Ga-v.ilho Sqieira
VarejSo. pedindose marque quota na >e do urga-
aeaio para pagame.Ho do que se ihe de*a como
If-nle ae deseaii i oo yy aaasiu provi:ial, defe
d
riinida . $34 cad-tira U < in
que eiilfoU de novo em exer'icio. A' ceiu.'iu ?
de ircameo'to provine al.
Oa coofraria de N. S. da Siledade erecta ua
ireja da ffj;Q aa i* IIavista de-r. c.dale, p>--
oindo a app:ovag.) j seu comnromiss > na parle
i-.ivil.A' Comm;s D.- ir:n:indade le S. J.'^e de Uiba W.r, pedia lo
aporova^ao de ;eo -.jiuprmisso na pane civ..
A' Comit.-S) Je negocio! ecciesiastico-.
Parece r>-^:
A Commissio de or.'enados ]uem fui prsenle
reqoeriiiieuw d purteiro da repartca Jai ubra>
publicas, ped.nli auiim:j de ordeiiao, precsi
para dar seu parecer que seja uvido o dir "eior
da mesma repartiera. Sila d<< caaamii 8^s 1G d
abril de [S7C .fcifvrado lu*iOT. Frun Ga-
mrirs.E' approvade.
A commis-o de ordenad , a qofto foi pre-eo-
te creiueriment dos prs:icau!e> di :e-paftcac das
bras pablicas pedilo augmento de ordenado,
. reci.-a para dar eo parpcer que seja ouvtdo o
dlraetor da me< na re !-.rt;ao.S.la das conmis-
-^js 16 i abnl de 1S72 Alcafiado Jnuior.
freir Gimero.E' approvado.
A WmroSsIo der dar sen parecer s .re a nu'.dit do reqaeri-
uieoio cm que o soldado do corpo de polica Man.fl
Jos dos Aojos, pira pagamento j > Ido a que
lem direlto e qu^ deixoa do receher, por ter cahi-
do ero ex-ircicios lindo-, precisa e rtqaer que so-
bre tal pretengao stja ouvila a taesouraria pro-
?ihcial. Sala Jas sej*o;s da Comrri^sSo 16 de
aoril ae 1871 Marques da Suca- J. Gomia de
Aranjo. E' tpprovado.
Sio julgadoi objetos de deliberapo e randa-
001 imprimir os prefectos ns. 32 e oJ.
Ord-m do lia.
" dicas^aa do projecto 0. i2 dest- anno, aa-
tornando o p.-esideuu da prova:ia aabrirdt'er
ua crditos supplfmenlares ao orcamento segua-
1-. -E' ipoiado.
t.' discurseo do oruje^to n. 1} da-te anno, apro-
vaado dlveri is erad)toe bertos ig ordein da pro-
vincia ao ort;au;ento segjiuip. HT approvado.
! discu ado a mil reis o impo-.to de d mil reis por lo-
nelaJa Je saoaas aivreugas eoapreMdas nj tra
ticj do pjrto dotado no rQB>meao de 1870 a 1871.
Oraram os Srs. A. l'eroambu-o ( duas vazes)
oy-npio Marques I 'res vezo* ) Mallo Reg l dua.<
vezas ) e Jos Cirreia da Arauj), adj o projecto
..( rovadOi
8." discassSo do pro^rt n. 33 di aaii pasalo
rundoa frsguezia da N. S. das Dores d; Timo.-
ubi, desmexbrada a de Itamb.
Oroa o Sr. Oliveira A jira le e oi approvado n
l roecto,manlan1o-o a ttlr a au'.oridil eclcsias-
hca acerca, de sahstiuttivo do art. i.'
O Sr. Qusm) Lobj requera urgencia para ser
Ico o projecto da rejrma do e-nsiao.
Approvada a urgexcii, toi o ?roject)lIi. e dis-
c?nsado da impresio para poler ser dad par
rlem do da, devendoa mpre :< 2.* discoss;". .
Oootlooando u ordea do da foi alaria soprovado
a 3."disco trojecto n, 37 desie anco creando cadeiras ia.inv
i.-ocio elemeatar em divysas localidales
f'orwr-fe dado eog-n)ni pu5li:acl. de alga-
iuj8 emenlas offerecifa* ao proj^clon, 128 do
aon passado na s=ssae Jo l'dj c rreD'-, vio
..'naixo transcrip'.o.
U.na iotena d^ lO:0;i)-5 rs. a farol1 da matr z
t> Petrollna.-o. F.aceci.Firmiao di .Nivaes.
;*icr igua!m-:u;e CDOcea.da urna !<;e;iid.....
t--J:000| rs. pa.-a n abUi da mitr dteidade
' Ciraar S. R.Viei.-a. de M.-lio.
Additivo.
Pica tambero concda urna loleria de 120:00J
tn favor da ?o:;elade Leaenc.'O'e dos artistas
i fiiates. S RI. de Mei'o Reg.
A asserubla legislativa provincial de Pernam-
1 uro resolve :
.\rt. . Fica autoris.ido o prosidente da provin-
a expedir os regulainentos Mftssarios para
irganoar o ensino priinaro e secundario sobn-
- bases que vi > adianle declaradas :
I
i:ns:no panTi-.CLAB.
Art. II. E' livre o ensuio pirnario e secunda-
rio. Pode o nacional ou estrangeiro exercor a in-
ilastria do ensino asm depeodencia de licenoa o
prava de eapacidade profwional, mediante as se-
iiiintes clausulas:
I." Cominunicar denlru em um meza autorida-
il liscals:ulora niais gt iduada do disiricto a dc-
nomlBacSo e o local do estaboljciiuenlo que lioa-
vor fumLdo. o proganima de estados e o pessoal
empreado no ensin, olo'i^adoa renovar a eoin-
innnicacao todas as vft que jualquer alteracao
: deva motivar :
1* ltemetter a luesma auloridadfl ama rdacao
>emestral dos alumnos que frequentaram o esta-
l-;lecimerfto, rom declara-ro da natnralidade, lilia-
co, idatle e* aproveilamento;
:|.* Siibnietter-se a flscalisaeao do inspeclor da
instrnccio publica e seus agentes, a qual terpor
uaico flrrt verilioar si sao guardadas as leis do
paja, o preceilos da moral e as regras de liy-
tiene.
Art. III. Verificada a existencia de um delicio,
a autoridade Iliteraria o coininunicar aojuizeri-
riiuinal competente com as provas .que liouver
olligido.
Art. IV. A infracejio de qualquer das obriga-
ies lixadas no art. 2* sei punida por urna mul-
15 de ."OjJ a 200, imposta administrativamente
pelo inspector da instrucio publica avm audien
ia do conseltio litterario da provineia. cabendo
i ecurso para o presidente dentro em 30 dias co-
udos da notilicaao que -era feila ao intoressado
. publicada na iiuprensa com declaraeao do mo-
tivo que a non ver occasionadn.
I. lnha>ilita<\io pbyica o menor;
2." Ficqiunna de escola particular, ou o'ensi-
110 no (loiiiicilin;
3i IVuiloncia a u/stan-ia,jjuc seta lixada |>>r
acto regulamenlar do gverna segundo o estado
da viaeao nos varios districtos Iliterarios, de unra
escola publica ;
4. Indigencia......
Art. VIH. Aoe indigentes autorisar o ins|ectni
da iustruceo publica, sol informaeao alee delega-
Art. V. O isino privado, ou professado no do-
wieilio do menor, sent de toda insoeccio.
II
E.NE1NO PUBLICO PRIMARIO.
!.
Ciiilifies do entino.
Ara VI. A instrueco primaria Jobriiatoria
para todos 03 individuos livres maiores de 7 e me-
nores de 15 annos. A obrigacao imposta peio art.
i da le n. 369 de li do maio de 1853, qne se-
ment so entender exteniva aos pais, tutores e
.aradores, ser regulada por acto especial do go-
v.u'iio da provincia que eslabelecer mullas appli-
aveis ao nao cumprirnenti da mesma obrigacao,
>< modo de as impor, os recursos e a sua forma.
Art. Vil. Sio motivos de legitima escusa-ao com-
fi-imea'o da mesma obrigacao:
os littorarios, o forneciiniSBtodevoittaario
mas decent, correado a dfespeza aconta do lund
desttuado insiracco pnldka. e, em falla desa|
ineio. pola verba que fir decretada ni orea-
ment.
Aos que forem ior este modo subsidiados lia
aproveita a escusa do art. 7, $ i*.
2."
Insptctfio do eiU'iio.
Art. IX. Aitenoecae do ensino ser exereida
peto presidente da provincia, por um inspeclor,
tres subinspectores e tantos delegados c subdele-
gados littorarios rinantos forem de misten.
At X. Ficain creados o conselho litterario da
provHcia, -o conselho de dislriclo e o conselho de
familias :
l. O-conselno litterarin exercer as aitribui-
roes do actual conselho director, es paladas no
aft U da lei n. 3o'9 de li de maio de 1133, alm
das qne Ihe sao incumbidas peio preMeie acto ;
4. O conselho de distrato regiilai-se-ha pelo
art ti da mesma lei;
:t O conselho de famlias, que se compor.i do
nbdengad l ltcr.uio e dons pais de familias que
lonuam lllbo-ou tuioJado no escola piddiea, nonwa-
d >s pelo inspector; exercer em cada subdivisan de
dislriclo as InaceSee qne, a raspaMo do districto,
competem aos reapeMMs conselhos.
Art. XI Para o lint da liscallsac.11 do ensino, a
provincia ser dividida em districtos literarios e
estes sulidiviJi los em circuios littorarios, cadaum
dos (piiies comprohender pelo menos a zona om
qne Mlsdrem tres escotas de instniceao primaria.
Art. XII. A inspecc ser cxercidaein c;da um
dislriclo p ir BM dolegado e em cada circulo por
um subdelegado, auxiliados aqneile pelocmselln
ile dislriclo e este pelo conselho de familias.
O subdelegado litterario ser nomeado pelo ins-
pector da insUucca-) publica, e nao poden exer-
eer indastria do mismo,
Art XIII. Os salMiispcctores terao seu cargo
visitar e inspeccionar em qtnlquer lana littcraria
da provincia o ensiuo pulilim e pm'ticular, de
qualquer dos graos, oirerec.'.ndo relatorio circums-
lanciado das ohservaedes que to.nh.tni feitoem ca-
da -xcurso e do modo porque' administraiUi o
ensino.
Um acto regulaineniar presereve particulari-
sailainenle as s-uas iunecoes. o modo de as c.xer-
cer e a Hitaren de sitas rolaeoes com o inspec-
tor da instrueco publica a quein sao immediala-
lamente subordinndos.
111
Gln$illmam das escolas, pivvimento e permuto.
Arl. XIV. As escolas serio classjcadas eat l1,
.' o 3.* entrelas, tendo-se a!Pm;o nfwi si'i a*
distancias que as separata da capital, oomo im-
portancia da localidade e:n que forem fnndadas,
ipier em rel.iei divisa 1 civil ejudiciaria, quer
a p ipulaciu, coih aercio e industria.
iista ciassicaco, qu lie 1 c sidMIe da provincia, sninente p ir iei p llera ser
alterada.
Art. XV. 0 provimenlo das cadeiras de I." en
trancia l'ar-se-lia pela forma qu 1 tor pre.sci'rpla em
regulameiito mediante concurso a que somonte
podoi'o conq^rrer, alem d>s que exhibirom diplo-
ma d i eapacidade conferido pela Escola Normal :
1." Os titulados cho griiis sci^ntllicos pelas Fa-
culdades do bnperki :
i.* Os que exliiliirem diploma conferido |io1o
(iyinnasio Provincial;
3 o Os clrigos de ordens sacras ;
," tts hablareis em bellas lottras lilulados polo
Imperial Cullegio de fudro II do Rio do Janeiro ;
o. Os que exhibirem diploma de eapacidade
conferido pilas Escola* Xirm tes do Rio de Ja-
neiro e ahia ;
i." Os que, prestando same das materias pro-
rossadas na Esorda Normal, irom ulgados apaw
para o c Ntcrso jue da mesma senla.
Ari. XVI. Ao presidente da provincia liea com-
jielindo a nome;co dos prol'essionaes qne em
cada um concurso devam ser chamad is a exami-
nar, pidoiid.i recahir a manae o em qualquer
proessor dos estabelecimenfos Iliterarios da pro-
vincia ou em outra ijualquer pessoa devidamenle
habilitada.
Esta nomea?ao somonte ser publicada vespe-
ra do dia eai que houver lugar a primeira prova
do concurso.
Art. XVII. O presidente da provincia^ como o
primeiro inspeclor qne da instrueco, pader
assislir e presidir aos concursos
Art. X VIH. a nomeaco para a* cadeiras da
2.- e '.i.- entrancias sera frita por accessn de entre
os prot'essores que contm-em pelo menos tres.annos
do ex ircioio effecfiv > na entraaeia iinmediatainotile
inferior.
Para o accesso observar-se-hao as segnintes
regras :
Io.. Al ao dia 13 de fevereiro de cada anno,
organisar o inspector, ouvido o eonselho littera-
rio a que seo presentes as inormaeoes que se
possam colher dos varios agentes Ai" inspapc 0.
duas listas de dez professors dos mais habilitados
em a 1.a c i" entrancias, elassideando-os seitund 1
o merecimento de cada um e com declaracao da
antiguidade, l'reqnencia das escolas que airigrrein
e servicos relevantes que possam t ;r prestado ;
i.' Publicadas pela imprensa e remettidas por
intermedio dos delegados e subdelegados litterarios
a todos os prolessores, pidcr qualquer que se
julg.ir prejudicado por nao ser contemplado as
meamos listas, ou.por indebita collocacao, recor-
rer do acto do inspector para o presidente da pro
vincia que, avocando todos os dados que houvc-
re:u motivado o jnizo do inspeclor, conhecer do
recurso e u provean ou nao;
3. Tres mezes d-'pois da pi^jlieaco das lisias,
oeste ser oprazo para a interpisico do recurso,
sern enviadas ao presidente da provincia que, de
entre os proposto*. Horneara os que mais idneos
Ihe parecer-.-m.
Art XIX. A permuta de cadeiras smente pode
vei ilicar-se entre professores de igual entrancia,
e d*i|)is de dous annos de effoclivo exercicio de
c.ila'um dos que a pretenderem, (piando nao
seja jolgada inconveniente aos inleresses da ins-
trueco.
Art. XX. Os ttulos de nomeaeao e permuta
obrigaui as s-jguintes imposicoes que lera 1 o des
lino sobre que providenciin os arts. 28 e 42 da
pie-ente lei ;
1." Os de iiomea-;ao para a I." enlrancia 3 %
de lodos os veneimentos que cotnpetirem ao no-
meado uos quatro primeiros mezes de exercicio,
descontados mnisal mente ;
2* Os de njm.-aeo para i." entrancia 10 /,
igaalmenlo anecadados ;
3." Os de nom naso para a 3." entrae a 13 */,
igualmente arreeadados ;
4.* Os de permuta 5, 10 ou 13 de todos os
venciinentos qne competirem aos que aobtiverem
durante os Anos primeiros mezes de exercicio, se-
gundo a entrancia em qne se verificar a per-
muta.
le por legua.
Os pnu'esaores perceberio alem do ordenado de
WiOOO:
Os de !.- Wtracia, a gratidcaeio de if*000.
. a.> saoiooo.
As pnfessoras pcaeeber) igual ordenado ap
ilos prq|SBSore< e 103 de monos na gratjflcac3o
cnnvs|ionde iie a cada entrancia.
O secretar o dalasaectoria da instrueco publi-
ca perceber l:2iK1 k ordo-ado e 1:2004 de
gratifleacao.
('ala in dos aiannenses percebeni 8005 de
o llenado c 700*5 da gratificar, c
O porteiro. accumulando as funecocs de archi-
vista percober fiir0 de ordenado e 400> de gra-
liiicacuv
O^coatinuo percelir 6004 de ordenado, ficando
s|iaradas as fanCjees de contvnno das de por-
n
l'fitcilafnM C qiatfjcarei
Art. XXV. O inspector da insiruccloambiica,
bw :d004e Jirljuado e liV.VJMikpa-
ikiitt-.' %" v
Os sub-ias|iec!i>res'perceborao, cada um, HWHr
de ordenado e 1:000* de gratificacio alem da
ajada de cusi que Ihe ser arbitrada pelo presi-
dente da provincia segundo o numero de lcg:
que tanoam tfMSSorrer e o estado Asa e
tono.
K'idas escolas poderao sor dirigUlas
._nias profossores, qiiantos se fa.am ne-
i'essiripi Js exigecrias do ensino; e seo prvi-
das por concurso exli'.i .rdinario a que presidir o
presidente da provincia.
I A' este concurso smente serio admittidos :
Professores e professoras de 3* entrancia;
Os titulados pela Escola Normal, Facilidades di
Imperio, Gymnasio Provincial e Imperial Gollcgio
de Pedre-4do Rio de Janawo;
Os.clcriBsa) de ordens sacras.
4.* Os ssjmssores e professoras vencero 1:200
de-enleaslo e 1:200* de gratificacio, accumulan-
do-* as%ratili;ocs que possam ter merecido por
s*rvic/>s relevantes na carreara do magisterio.
ay Elii falta de pessoal habilitado mediante as
provas do concuivo, |>odcr o presidente da pro-
vincia contrtalo no palz ou rra delle mediante
as vantagens que se estipulario por contrato,
3. Km aada urna das escolas-modelos, nao po-
derao ser matriculados mais de 10 alumnos,
preferindo-se para a matricula os que- heuwerem
frequentado por um anno ontras e colas publicas
XIV
Fnno destinado a insliumio publica.
Art XLII. Para occorrer as despezas que de-
vem motivar o fornecimento de vestuario aos, in-
digentes, os premios decretados pela present lei,
a renovaco do mobiliamento das escolas e/cons-
truccao de edificios apropriados ao ensino prima
iv
YHaliried'ide.
Art. XXI. O provimento em eadeira de instrac,-
c"o primaria ser c;isiderado vitalicio dopois de
cinco annos de eleclivo exercicio no magisterio.
Odireito vitalieiedado, allegado perante o ins-'
pector da insirnccilo publica, devora ser reconhe-
cido, mediante prova da effeetividade deservieo,
por urna apostilla laneada no titujo eoH que
servir o proessor.
Art XXII. O p'ofessor, reconuecido vitalicio,
smente pode perder a sua cadeira por sontenca
em processo disciplinar, que ser"* inteiramonte
independente da acensaeo criminal fi que po-sa
ser submettido perante s tribunae.
v
Penas.
Art. XXIU. Alem das penas disciplinaes esa
vigor, Upun sugeilos os professores:
! fr remocao para cadeirada mesma entrela
em que estela, a servir si, dual vetes multados*e
ama vea suspensos, mal cumpiirem os deveres
de seu ministerio;
2. A flemissio e conspquenwexelnsao da cbsse
com impossibilidade de reen rada, se nao houve-
rcm adquirido direito vialicietlade, podendo esti
|iena como a anterior ser imposta ou por meio do
processo disciplinar ou por acto da presidencia da
provmcia;
3." A perda da cadeira:1.*, se cmimereia-
rem no lugar em que exercereino magisterio, 2,
se exercerem qualquer outra industria que os
inhiba de beui. cumprir os seus deveres; 3., se,
si'in causa justificada, interromperem o ensino por
mais de nmtmef.
Art. XXIV. Em acto regulamentar ser regu-
lado o processo, e sua forma, para a imposicao
das penas decretadas por esta e pela le n. Jw, 1 canto,
salvaguardado o direito de defesa e concedido? os i A escola do sexo feminino comprehender oen-
recursos que couberem. J sino de trabalhos de agulba.
Art XXVI. Contimiim em vigor as disposiefles
que regulam a concesso das gratificacoes, que
a lei u. ffifcAJc 12 de maiode'MBI manda a Hen-
der aa Jabiiayin, sulandwulmsa qna 1A1 sio de-
vi las a effeciividade do servia) mas a serviers
relevante* p estados pelos professores em o nu-
mei-M de aunas lisailos na Iul
Alt YXVII. Os professores que regoroin escolas
11 >cturiias para adultos |ierccberao urna gralili-
caro de 6 1.15000.
Til
ManMSai
Art, XXVIII. Fica lunfcido uai monte-pi para
os professores e professoras de instrueco prima-
ria o secundaria,quioonceler peosess viuvas
c iilli is uijuores dos mismos funcionarios.
Arl. XXIX. O funlo do. monte-pio ser consli-
taklo. pelos eguinles meios :
1." Deducca) em cada mez de um dia de todos
os yencimeiitos que aos raesmos funecimiarios
cumpetirom;
2." Jota il 100* |i.ij;i por cada-constituinto, de
una so -i:/, 0:1 ni ii.'uiii- o descont mensal de
3 por cento da sous vcucimentus at perfazer
aquella qitaii*ia :
3." Producto da imposicao deonetnda no art. XX,
I i.
4. Producto de urna leve imposicao que sera
lixada por acto rugulamentar, sobre os ttulos'do
lici'iraeoni e^sein veneimentos:
3." leneliciii liquido do urna loteri de 120:000*,
qae-riea concedida uo monte-pio. e da qual se ex-
tr.iliira annualuiente urna parte.
. lian sitan 1 particulares.
Art. XXX. A iusiiinieio do monle-|iio, para
que deven contribuir assim os prede-sores e pro
l'essons vialieios c un os jubilados, interinse
nao rimlinios, smente pagar pensdes equivalen-
tes as duas loicas parles do ordenado que porce-
berem ac tetnp de seu failecimento, as viuvas e
aos liilios 111 'mires dos professores e professoras
vitalicios e jubilados.
Arf. XXXI. P r nm acto restulamenUr provi-
ilenciara o presiateiite da provincia sobre a orga-
nisaco do iiionfeqiio, adininistrarain, modo d es-
cripiiraeao, eond i'wsj exig veis paca a oonverso
rio fund em apolioes da divida publica provincial.
Art XXXII. Omonle-pio somo.ite pagar; pen-
sfes quatro annos d .mis de sua iundao, nao
leudo direito ellas as viuvas e liUws menores dos
c mlribuintes qne falleeeretn antus d'este p_raso,
que sc- conlulo desdea data di publicaca do
prsenle acto logisbitivo.
Art. XXXII. Omonle-pio smente pagara pen-
sos quatro anuos deoois de1 sua luudacio, nao ten-
il direilo ellas as viuvas e lilhos menores dos
contribuintes que lileccrem antes deste praz >,
que se.-.i contad > deseo a dala da publicando do
presente acto legislativo.
VIII.
JabiUicdes.
Art. XXXUI. Fic.im em' pleno vig r as disposi-
cois qac regulam a jubilaeo dos professores e
pri'fi'ssiiras, eirieiniendu-s ihw gratfiicac o
Concedida por virtu le do arl. 2i da lei 11. 598 de
18 de maio de 18 ii smenle seca :Ute.udida na
jubilaran qiian'loliiiaver sido percobida em dez
anuos do elfeetivo "xeivicio.
IX. ||
SubMituiries.
Art. XXXIV. O inspector da inslrucco publi-
ca e os snb inspi^ctores serio substituidos emseus
impedimentos per-pesso.is idneas de livre nojnoa-
cao do presidente da provincia, e perceberio os
meantes veneimentos que aos tunecionarios elTee-
Uve- conipet us com o abatnenlo de i' "|o-
Os profesores e professoras de qualquer ca-
thegona serio sidistitalilos por pessoasidoneaB me-
diante ejcolha da presidente da provincia sobre
ama lista de tres nomes indicados pslo ins-
Lpjctor,
Os fnnecionarios, assim Horneados, perceberao o
ordenado e gratificacio correspondentes a entrancia
emque devam servir com abatimento de 33 %
Sobre os veneimentos.
Incompatibiliddaes.
At XXXV. Os cargos de inspector da instrue-
co publica, sub-inspectores, regedor do gymna-
sio, direetor da escola normal e professores .p-
blicos de qualquer cathegitria sao incompativ is
oont rraaseqaer outros, geraos, provinciaes ou mu-
nicipaes.
Os que, depois de puidicacio da presente, lei
aceitaren) qualquer outros cargo, entende-se
que ronnnciam os que exercem na instrueco pu-
blica.
xt.
Premios.
Art. XXX VI. Sob proposti dos conselhos de
familia ou dos de districto, dev.damente approva-
da pelo conselho litterario. ou sob proposta deste,
podar a presidente da provincia conceder pre-
mios.
1. Ao professor ou professora que escrever ou
tradii'.ir qualquer trabalho relerenle Instruccio,
de que possa resaltar proveit i aos progressos deste
ramo-de servico ; ,
2. o qne se' distinguir por mitro qualquer scr-
vjco, digno de nota, a cansa da inHruccio ;
3 Ao alumno-indigente, dos de que trata- o art
Vil!, que, prestando oxame das materias: profeasa-
das nio escolas, se fteer recomraendavel pelas
suas ornvas.
-irt. XXXVII. Estes premios, que devem ser
concedidos por conta do fundo destinado a ins
truecao publica, consistirao em dinheiro, Impres-
sao do trabalho ou em objectos d'rrte apropria-
dos a inslrucc o
XH
Creamo e svppressHo de cadeirns.
Art. XXXVIII. Toda localidade que oflorocer
provincia |>or esforres de seas habitantes, on
custo do cofr municipal, o use de urna oasaapro-
priada ao ensino primario, devidamenle mobiliada,
tem direito creac o de ama cadeira.
As escolas sssim fundadas serio eonbecidas
pela denominado de ese Aos municipaes.
Xrt. XXXIX. Por acto do presidente da pro-
vincia, sob proposta do inspector da mstruceao
publica pJem ser supprimidas as cjRleiras do
instraccao primaria qu-, tros mezes depois de
nstallada n o teniam obtido frequencia superior a
12 alumnos.
Art XL Os professores e professoras das cadei-
ras assim supprimidas smente perceberio o orde-
nado, at que sejam chamados a exereieio.
XIII
Instrueco primaria superior.
4 Art XL!. Fieain creadas duas escolas de ins-
trueco primaria superior, urna para o sexo mas-
colino e outra para o sexo feminino. qu fuaccio-
nario no edificio de que se autorisou a constrijcco
na freguezia do Sacramento de Santo Amonio.
!. Estas duas escolas, qne serio consideradas
como as escolas-modelos da provincia, serio mald-
ijadas e decoradas pelo systema adoptado na cor-
te do imperio para mstiticoes de igual natureza.
2. O ensino comprebender as seguintes disci-
plinas:
Leitura e escripia com exercieios declamatorios
8 ealligraphicos.
Grammatica nacional.
Arithmctica em suas-operacOes fundamentaes e
applieacoespraticas em quebrados, deeimaes, com-
plexos e proporeoes.
Systema mtrico.
Instrueco religiosa pela leitura dos Evangelbos
e na-oes de historia sagrada,
Elementos da historia do Brasil.
Nocfies das sciencias phvsicas com applicacio
aos usos da vida.
Desenlio linear, noces de msica, exercicios de
rio. estJjclecido um fundo com especial appli-


cacao instraccao publica que sera constituid 1
icios seguintes muios :
1. 2 OjO addicioniies sobre a reada da provin-
cia i
i. Im.jiisicio decretada pelo art. 20 sobre os t-
tulos de iiouieano e accesso ;
3* 13 0|0 sobre os veneimentos dis professores
de instiniecao secundaria nos quatro primeiros
mezes de exercicio dopois de siu nomeaeao ;
4. 20 0|0eni igual periodo sobre os veneimen-
tos de lodosos demais ompregadosda instrueco
publica;
3. 0 provinciaes nos tres primeiros mezes de exercicio
depois de sua nonieacao;
6.* 10 0|0 sobre o augmento de veneimentos,
descontados em igual periodo :
7.* Uinerenca entre os veneimentos que compe-
tem aos funecionarios ellectivos, que se relcrem
os arts. 33 e 3i, e os que ficam competindo aos
funecionarios interinos, nao sendo appli;avei a es-
tes a imposicao decretada no 2';
8. Producto das multas impostas polas leis e
regulanientos qu regema initroceao publica;
9. Beneficio liquido de cinco loteras de.....
120:000*000 cada umu, qne ficam concedidas ao
fundo destinado a instruceHO pnbliea, devendo ex-
irahir-se annualmenle tres partes de urna loleria
itidependenteinenle de chissificaco na lei do orra-
mcuto;
10. Don.nivos que possam e qaciram as cama-
ras muuicipaes votar instrueco.
11. Donativos particulares.
Art XLIII. Ser regulado por nm acto regala*
mentar o modo de esoripturacio da receita e des
pea do fundo destinado i iustriurao, convertidos
os saldos, que.em cada exercicio possam verificar-
se, cm tu.ilos da dividaprovinrial.
Art. XLIV. Xenhuina porcentagem ser ailri-
atiriliuida as reparticoes, publicas pela arrecada-
ca das verbas destinarkis ao fondo da instrueco
que por nenhuma razo podero ser appl cadas a
lim dillerente.
DlSPO.SigES DIVFRSAS.
Art. XLV. E' autorlsado o emprego, segundo as
circninstancias, de qualquer dos melhodos 00>
nhendos pelos nomes de individual, simultaneo e
mixto
Poder, entretanto, o inspector da nstruecio
PdbUH autorsiir titulo de ensaio o emprego de
cpidquer novo methodo reeommondado, aconipa-
nJiando- por si ou por seus agen es c seguimento
das liccries e verificando o grao de aproveitomen-
jo dos alumnos, do que dar conia particularisa-
damente eoi sou relatorio annao.
Poder-, tamliem como ensaio. antnrisar alguma
011 algumas professoras a admittir matricula
alumnos do suxo'mascntino. menores de dez unos.
Art. XI.VI. O concurso-para o provimento das
a deiras pan o soxo feminino continuar a ser
regulada pelas disposicocs em vigor, observando
se no accesso das-entrneias as regras estibeleci
das pelo art. 18 a respeito dos professores.
Art. XLVII. No concurso para provimento das
cadeiras p;ua um e oulro sexo podo a commissao
examinadora deixar de classilicar o propor aquel
les dos concurrentos que se rovalarem pelas pro-
vas inhabis para o magisterio, cabendo recurso
desta decisao para o presidedte da provineia.
Art XbViU. Seriio feriados as escolas publi-
cas, alm dos das designados 110 art. 73 da lei 11
3o9 de i i de maio de 1833, 0 dia 27 de Janeiro
e as quintas-feiras de cada semana em qne nao
houver oulro algum dia feriado.
Art. XLIX. Ser attendido na jnbiiaco o tem-
po de ser vico em escolas nocturnas, contad. na
razo da terca parle.
Art. L. Em igualdade de condic'S scro pre-
feridos para os empreges provinciaes os cidado?
que, subsidiados pelo fundo desuado instrue-
co tenham frequentado com aproveilamento
urna escola publica.
Art. LI. Aos estabalecimentos particulares le
instruc^o primaria que, fundados a duas leguas
pelo menos de distancia da escola publica mais
prxima, obtiverem urna frequencia de viniee
cinco alumnos, |der ser concedido um subsidio
annuai correspondente frequencia e aproveila-
mento.
Desde que qualquer estabelecimento nestas
condiedes sollicitar o subsidio, que deveser Ihe
concedido polo presidente da provincia, tica sub-
mettido ao rgimen das leis e repulamentos que
regem a instrueco publica. ,
III
B.NSI.X0 rt'BLICO SECUNDARIO.
I
Gymnasio provincial.
Art. LII. O presdeme da provincia dar regii-
lamento ao Gymnasio Provincial, reorganizando o
intrnalo sob as seguintes bases ;
!. O estadio litterario ser percorrido em seis
annos ;
! Aos alumnos que o freqnentarem. inereccn-
do approvac o em cada ama das disciplinas que
formm o curso, ser conferido diploma de ba'
charel em bellas le iras que ser assignado pelo
inspector da instraccao publica, regedor do iuter-
nalo e professor do ultimo anno ;
3* Q ynema de estados sera simplificado, e--
tbeleido um programma obngalorio para os
aspirante ao dip orna de baoharel e nutro facul-
tativo ;
4.* a parte seientilija ficar sb a mmediata
in*pe.'C/lu, direccii e liscalisaeie do iospaetor da
insiraccao publica, corooetiolo ao regedor a su-
perintenleucia de toda oservici econmico e ad-
mioistrativo do intrnalo ;
3.a E' elevada a 50 a retribu ;) mental paga
ao inslato pelos alomaos internos, a 23f a dos
meij-peosiomstas e a 81 a dos externos, devendo
ser o pagamento, como at agora, por trimestres
adiantados e guardada & d:po^|ei do art. 130 in
ftnt da lei n. 369 de 14 de mato' de 1833 ;
6. A ao nis-o gratuita ls. alumnos, j como
internos, ja como meio-peosiotiita*, sateme fer
concdala meninos pobres de. prov&da indili-
gencia, . c's os li rus dos servidores do eitado e os que,
subsidiados pela provinsia cosa cKveslaario con
cedido aos iodigeoles, teqjiam-se fe i 10 recommen-
daveig p-jlas suas provas ;
7.* Plera ser retirados do ineniato os alronos
pitres que, em a* amo de estado, nao tenham
revelado apphcac.i> cu vocafio para as lenras.
t.* Pader ser augmentado ) numero de repe-
tidoras.
Art. LU Os professores perceberio 1:200* Ae
jrdeoado s 1:200* de gratifleacao.
Os repetidores percebsraa 1:000#000 de orde-
Qi-d ;.
Podero ser elevados, em proporcio do s-rvico a
que sao obrigados, os ordenados dos demais embre-
gados do intrnalo.
Art. LIV. Os professores teem direilo : A^
!. ama gratificacio extraordinaria, qaeBio
exceda i quinta parte dos veneimentos, quando se
hjuvrera distinguido no magisterio por mais de
quinze annos;
II. Ao augmento d<< urna ler^a parte do orde-
nado qoaado fore o conservados no magierio de-
iois de vinie e cinco anaos de servico ;
III. A' serem jubilados com o ordenado por io-
letro 00 rjm de vinte e cinco anaos de servico
aetiva ;
11. A' serem jubilados com a parte de ordenado
proporcional ao lempo, qne bonverem servido,
qnaado estiverem impossioilitadis de continuar do
txercicio do magistirio, nio pdenlo gozr d'este
favor antes de icineo annos de exercicio.
V. A' serem jublalos com lodos os vencimen-
(js qaaado Jioaverem servido por mais dez aonos
alem dos qae vio mencionados no % 3*.
VI. A' ser-Ibes attendida na jubtiacio a gratifi-
cacio extraordinaria de que traa o g Io.
j*-.
, Escola normal.
An. I.V. E' ?raluita a iri3tr.:uJa.
Ar. LVI. Sj jjn1ie.)es txiidsnara a malri-
sam,
I. Sabir correctamente as materias qoe se pro
fessara as escolas de instraccao primaria ;
II S.>r maior de 15 annos ;
III. Ni haver soffriJo condemnacao criminal.
Art LVI. (i programma de estados, approva K.
pela lei n. 861 de 10 de miio de 1869, ser exe-
caiala segando urna nova distribuicio d*s mate
ras, procaraado-se que, sem angmeoto do tempo
do estadio escolar, teabam mds desenvolvunento
as q ie se profesara as esco'a; de iostraceTM
elementar.
Art I, Vil. O tempo do exercicio diario de cada
urna das cadeiras seri regalado segando a natu-
reza da disciplina que n'ella se profeisar.
Art. LVIII Ao aloma > mestre qoe, joizj 0.,
coogregaco, se fuer nolavtl pela sua applicacio,
as-iduidae e aproveilameilo, poder ser concedi-
do pelo presidente da provincia um premio que
:onsi(iira era livros ou era qualqjer objecto d'ar
le de-tiii.id" inslrucco.
Art. LVIV. Ooresidente da provincia, far re-
mover o instituto do edflicio em que funeciooa
para outro-que contenta as devida proporqois,
assim para o curso theorico, como para a escola
praiica e exercicios qae se refere o aft. 2" do
Reg. de 3 de juobo de 1864.
Art. LX. Podar ser creada urna cadeira de
msica, deven lo ser contratado o respectivo pro-
fessor mediante a gratificacio annuai que for
ajustada e qae nn poder exceder a 800000.
A frequencia d'e'ta cadeira, que fuocciooar
aos dras e a bora designados pelt c ogregaco,
sera obrigaiivo durante os ires auoos de e-u.u.
Arl. LXI. Logo que o permitan) as circamstan
ca, o presiden! da provincia crear uma Escola
Normal para o sexo femenino, podendo ser apro-
veiiu.is os ac.aaes professores da Escola median-
te Uiiia grmili-.aco aonnal que nio poder s-r
excedente i:000#000.
An. LX1I. Os prjhssore da E*cola Normal
gosaro das mesmas vantagens qae aos do Gymna-
sio Provincial competera, sendo Ihes em ludo ap-
plica veis as disposicos dos arts. 33 e 54.
isposieo geral.
Art. LXIII. O angmeot de veneimentos decre
tal) pela prseme le " o nie com-c.ra a ser
perceoido no ezercijio de 18731874, vigorando
al euii as leis que regem a materia.
Revogadas as disposicois em contrario.
Pac 1 da assembla, 16 de abril de 1872.F. L
de Gusmao lobo. .4. Uchoi Cavalcanti. J. B.
G. Alsi'forado Jamor.
PROFESSOilES PBLIGOS.-Por portaras da
presidencia da provincia, de 13 do correte:
Foi n.mead* f)ernennia Virgs./i das Caideias
para reger nterinimeole a cadeira de instroc{a
primiria la villa do Salgueiip.
Foi removi .<, a seu pedido, o professor publico
I id iro Marialv) Cezar, da cadeira da Tuubaba
para a d S. Jos Ja Bja E-peranca.
GUARDA NACIONAL. -P .r portara da-presi-
dencia da provincia, de 13 do correte, inandou-
se dar guia de passagem para o municipio de Se-
rinhiim, ai alfares secretario do 33* batamii de
lofaotaria do municiplo de Agua-Preta, Francisco
Marioho Falcao da Silva
AUTORIDADES POLI0IAE3.Por poruas da
presidencia da provincia de 4 e lo do crranle fu-
rarn nomeidos:
Subdeiegido, Io, z* e 3' supplentes do 3* dis-
tricto de Stoto AntioI'io Corre 1 de Qaeiroz
Mon'etro, Beroardrao de Senna Teixeira Cavalcan-
t-, Ignacio Teixeira de Mello, Thomaz de Aquino
GDffles.
riIVISO POLICIAL. Por portaria da presi-
dencia da provincia, de 13 do correte, foi divid-
di o districto de Qiipap, do termo de Panella ,
creando se ara 3* districto, emi d^noramacio d
Q)-imadas e os limes segain'.es. priniipiar no
lugar Punta Q lebrada, oude passa o rio Pirangy,
-ubiodo pelo meara 1 a-encontrar a estrada que
segu de Qaipap para Jurema, e d'^bi cortar
ero linha recli ao pico mais alto do monta deno-
minado Torco, e d'ahi em-hnba recta a encontrar
a estrada que segu para o sitio Pai d'Aluo, e se-
guiado our ella at encontrar os limites do dis-
tricto ds PaneUas, (loanI) pe'o lado lo norte e
p iente servalo de limites ao novo districto os que
erara do de Qaipapa.
INSTRUCCO PUBLICA.-Pela presidencia da
provincia, de 15 do correte, foi expedila a se-
guate portara:
0 presideote da provincia, atteodeodo qae os
candidatos ao concurso, barita era 12 de detera-
bro do aono pa'sado para o provimento das ca-
deiras vagas d 1 sexi mascolino, nio salisferara
aos differentes pontos das materias dadas, como
se v das suas respostas ou provas escripias, e
ten lo em vista o parecer da seccao da secretaria
le la presidencia, qie, bem examinando ditas pra-
vas, opina pela nuldade do concorso, e a alien-
deado mais a que a asserobli legislativa provin-
cial tem em vista reformar a astroccao publica,
dindo-lhe novo plana de eosino, resolve aunuar
0 mencionado con-enrse, que tt-jar espacado para
tempo opportano.
SANTA GASA DE MISSRHORDIA.-O Eira
Sr. conselheiro presidente da provincia acaba e
dirigir a seguale carta :
l.im. e Exm. Sr. Darlo do Livramento; Pfo
ve^r da Santa Cisa de Misericordia^- Gonstan-
lo-me que a Junta da Santa Casa de Misericordia
desia ciiiade resolvea mandar tirar o meu retratu
para colioca-lo era uma das salas do recolbimeato
dos Expostos, meu dever appressar-me em agra-
decer referida Junta semelhante honra e dis-
tacQio, omito cima, por certo, dos meus rre.e
cimenlo?, e dos meas servicos i es?s Santa Casa.
A generosidade da Ilustre Jania importar,
porn, um nobre ineentivo para que eu procure
servir, como devo, Santa Casa de Misericordia
do Recife.
t Rogo a V. Exc. que na qaahdadde de Prove
dor, nio so receba os meas gradecimentos, como
que os transmita a lodos os dignos membros da
m;sma Junta.
1 Tenhj a raaior satishciide assignar-me.De
V. ExcMetilo silen-ciso amieo e criado, Joao Jost
de Olivera Junqueira. Recife, 15 de abril de
1872.
TRIL403 URBANOS DE OLIN-DA..V propisi-
i) do que bmteiu diss3mos, sob infirmacoes
1 esperto da assembla geral dos accionistas d'essa
estrada de f^rro, remttem-nos o segrale :
< Sr. redactor da Revista Diaria.A noticia por
V. S. dada no seu Diarto de bou lera acerca da
assembla geral da companhia dos IriUios urba-
nos do Recite Oraia e B.beribe, coni.n uma
Inexactidio qae segucarasnie V/S. se dignar
Teciitiear, amante como da verdade.
1 Nessa noticia se diz ter sido posto em discus-
sao o relatorio, eahual encerrado aquella per um
parecer, ames mocio de um accionista etc.
1 E' de nolar que tal parecer ou mocio j es-
lava sobre a mesa para ser oportunamente lido,
antes anda da ele:;o da masa da aserabla ge-
ral...
< A hexactidio a que allndiraas consiste no
-guite : o relatorio nao chegou a ser poslo em
discussao ; licou este ad'ado para quando a cora
raissio de conlas apreientar o sea parecer; enlio
sim, o relatorio e parecer serio devidamenle apre-
e aios.
Tendo a directora pedido a sua deraissio pe
los motivos que spreseotoa o Sr. presidente di
mesma directora, nao poderia ella continuar a di
riRir a companhia sem que a assembla geral Iba
dase um voto de conSanca : foi isso o qae se
fez, porque o relatorio -publicado nio pada ter
mais lis jugeiras apparencias e cortas explicacoes
dadas parecern) muilo aceitaveis ; entretanto
o parecer da commisio de coolas quando fdr
aore;eniadj, e a discassao que eato hiaver, so
nao desmen'.irera, necessariamenle confirmarir,
mas si enlao, essas favoraveis apparencias...
<( Su Sr. redactor, ele.Um accionista e seu
constante leitor.
NOVO ATHSSEU.-Hije, s 5 horas da Urde,
haver sessio da abortara des irabalhis electivos
desia associacio Iliteraria.
UriLlADE PUBLieA.-Deve Tealisar se boje
a sessio da assembla geral da companhia gde
segura martimos UMiiode Publica, com o nu-
mero de socios que eiraparecer.
ARREMATAGOSS P.10VINCIAES.Vio pra-
ca amanha perante a junta da tnesourara pro
vincial as obras seguintes:
Reparos da cada de Goyanna por 2:493i75<)
D.tos do qusrtel de dita por. i:922#653
Poote do Gaxito na estrada de Nos-
sa Senbora do O' por ... 6:913#200
Coostraccio da cada da villa de
Flores por........ 48:400*000
LOTERA.A que se aena venda al*, a
beneficio do recolbimento de Iguarass, a qual
corre no dia 20 do correte.
LEILAO*.Hoje eflaeta o agente Piolo, o.leilio
de fazendas inglezas, francezas e allemsas, hmpas
e avariadas e obras de prata e curo ; no armazem
da roa do Trapiche o. 48.

CASA DE DETE.NCAO.Movimenl Ai ni K
te abril de 1872:
Existiaia (prasos) 3 7, eotraram 4. sibiran T,
:M:Um 368. A saber: uacaonact 263, mnlhana*
II, estraogeires 43, escravos 47, escravaa *y to-
tal 368.
Moviolento da enfermara di la 15 da abnl aV
1872.
Tiveram balxa :
G, i Inerme E-chWioiismo.
Paulino Jos Moreno-ffbre.
Feliaiaoo Luiz Antonio Apolinar-fcbre.
Tiveram alia :
Jos Gomes de Sani'Aana Cazumb.
Laurenimo Ignacio doa Sanios. ,
Jote Iiaqui-n da Concaici>.
HOSPITAL PEDRO IL-0 Tmrrnftntt ma t-
tabelecimento da 8 ao dia A de abril de W7%
oi de 2S3 existentes, entraran 54, saluram M,
falle.'erara7, existecn29, sendo 181 borneas t IIt
mulheres.
Advertencia.
Foram visitadas as enfermaras estes Oa? a*
8, 8 I/i, 8, 8 1/1, S, 8, pelo Dr. Mola, a *
1/2, 9, 9, 9, 1/2, 8 1/2, 8, 8 l/i, pelo Dr. a-
ltalas.
Fallecidos.
Seohorioba Felippi da Silva ; pbiyiicu paiio-tar.
Jjsnna Mara Maciel ; dearrhea ebrooica.
Francisco Soares Livutiobo; encepbalite.
Aogoste Tony ; chotera-morbu*.
Antonia Mana djs Prazeres ; cachexia.
Harta Beaarra de Ara ajo ; tubreaios pasao-
nares.
C-sma Maria 4a Coneeico; caehexii.
GE.MITEIUO PUULIGO-Obmario i,4U 1 dte
crreme :
Mar:o.s!, branco. Pernambaco, I hora, L *-
vista; ltaoo.
Romualdo, parde, Pernambuco, 2 meiee, Sity
Antonio; convulsdes.
Maria IgQCia, preta, Pernamlnco, 40 jdc -
soiieira, S. Jo.-; variulat.
Francisco Ponies, braac 1, He-p.iorw, 30 &*>?.
casado, B lavisla ; febre amaiella.
Pedio Jj de Freiui, parlo, leruanbuco, O
aooo, solleiro, febre renitente polud.sa.
J.j, pardo, Pe.-uau.buco, 13 mezes, Doa*i-ia .
hepaibite.
Riberio, prelo, escravo, P-roambuco, 17 anaaav
solleir >, B av.sta; f.-hre lypbcide.
J, biaoco, Pvruambucu, 7 das, lioavis'a
espasmo.
Juta, braoco, Peroambuco, 8 mezes, S.J1-.
mar rao.
Aribnr, branca, Prnamboco, 2 annos, Uc.'t .
convnkfi ?.
- 14 '
Jo), branea, Peroambuco, I 1100, Imlrt.
cmvnisocs.
Manoel Joa de Sani'Anna, pardo, Parlarar j-j
20 anaos, csale, Bocvisu; diarrhea.
Aquilino FenwmJes, branca, P;rnambucc, It
ai nos, solte.ro, Recife; clica nephtliea.
'l recemnascido, pardo, Pe.aamaaeo, S*i:r
Antonio, (pag )-
Beruardma O.unpia da Silteira, pardo, Paraar-
buco, 31 anuos, sullelra, S. Jos ; uflamaco.
Wabel, p.roa, Peraambuoo, 8 matea, k #ose .
espasmo.
PUBLICACOES A Htm.
Kntrada de ierro da Victoria
Tendo eocun'rado embaracos pan a encorio
rac.o da compaohia da estrada de farra projc-
para a eidade da Victoria, pt-r cou-a das d .
dades resultaules dos protestos feiot por parta da
estrada de ferio de S. Fraacisco, resolv pan tra-
tar mais deloogas ns rolisacao de tao td aro;-r-
za iocjinbir a um procarador em Londres de ira
ciar directamente ce a a direciuna la |oelU estra-
da de ferro e cao espirar pela deci-io do gober-
n imperial.
Aebaado se acmalioeot* concluido este aecorJ9
e portaoto removidas as dilHcaidades, oovoawei*
recebem-se subscripcs para cjm,)Ieur o em -
tal neceasario para a reahsacio da empreza.
Se bem que as vauugeos de lio proveitosa es-
trada sejam gi-r.ilmeole reconheoida, traoser- >t-
rei para maior esclarecimeoio das pessoas, >r
nio coohecerem os elementos de prosperidad* dis-
ta importaoie empreza, a memoria escripia jt..
Sr. Dr. Manoel de Barros llarreto, ageabeiro m-
cambidj di levan lamento das plaotas e da erga-
nisacio dos urcuu-m ^ os qua.es ia Ioraa>anM-
sentados e ja se a cha o approvados pela govann.
Rogo, pois, as pessi>as que ja sabscreveraan ac-
edes que tenham a bondad* de mandar renovar as
>ua- assignaluras, sem o qae nao Ibea poder ht
garantido o numoro de acj0es p-oid.i- ; Maiat c-.-
aioconvilo as pessoas que aiuJa quiterem ass^g-
oar o ivas ;cciii-.s a se dingreiu ao escriptorii *>
Sr. sor rector G. Patcbeit, na praca do Qawc o.
Recife, 10 de Abril de 1872.
Bento Jos da Costa.
Apnntamtntos sobre a estrada i(nro pr.-iecttuUS
da capital de Pemambuco, pura a interior a
provincia, em direccao a eidade de liarmtrit,
terminando por ora na eidade da ViO&ia, t
assando pelas por taces de Giqui, Pen.-, T-
gtpi e Jaboutao.
A simales in-peccao da cana t pograpb-ca d*
Peroambuco e das pro nocas hmiiropbes musj,
qae iree sio os troocos principaes da rede da 1?
irada* de Ierro, qae deve ser construida, para dar
iocremeolo - files de riquesa desta parle a
norte do imperio, saber ; o do sal, o do norte 9
o do cenlro.
O primeiro tronco, o do sal, j e acba oastraf-
do em uma extensio de 124 kil, (ermuuodo por
ora em Una, e deveodopara o faiuro prolongar-?r
al a tnargem de no S. Fraoeisee, raoiifican!,
para o utenr de Alagoas e para o sal deu wj-
*MH.
O segjcd., o do oorte, que se p'ojecla ctm o
none de estrada do Ln iero, dever pioloagar-se
e ramificar-se para o o ,r:e, em direefio ao ce.iir j
da provincia da Parahiba.
O lerceiro, o do centro, de ver terminar por en
na eidade da Victoria, e prolongar se para a i*;e-
rior da provincia, sen direccao aos serios de la~
j , passando por Grvala, Bezerros, Garnaru e>
Pesqueira, ele.
Essas ir-s zonas de terreno offerecem ncontn-
taveimeme jroporco.es para o estatMlecimeulo io-
craiivo de tres estradas de ferro distiaclas, qne
moiuameoie se auxilia rio, concorrendo datia ser-
ie para a prospendade de.-ta provincia e o* ana*
irmas do orle e sul.
Incumbido da organisacio do projecto, placa:-
orcamentos da estrada de ftrro do eeatro, n da
Victoria, que j Tarara entregues e scbam-M ap-
provados pelo goveruo, reuni os seguintes aponu-
meuio?, que versam especial mente s.bre su ul-
tima estraJa.
onsiderocSes yeraes
A iioDa frrea pmjecuda lo Kucife eidade da>
Victoria, leudo como ponto de partida a capital d#
Pemambu:?, e dirigindo-sa para o interior da pro-
vincia, alastanlo-se do hueral, atravesando os *>f-
terenies povjados, que marginam a actual estrada-
de rodagem, qae commaniia a capital com acida-
de da Victoria, e termioand: per ora ia*sa da-
de incontestavelmente le um futuro prospero,
ofl,reee lucros rameitatos.
Seguino o trago estu.M .. am ramo de Its.f
oeste, perpeodicalarmenie ao la .ral, tem da pr-
correr uma zona de terrenos mal fertois abas--
dantas de producios agrcolas, provenienie* dan
nameroas fabricas de assucar, existentes es to-
da a sua exieasio. Todos esses productos serao
necessariamenle conduudos peta e.-irada de fcrn>
projeciada, vNto nao existir naquell* direccao va
tro m 310 de transporte, alen da aciaal estrada *
rodigem, e nrmente afisiaalo-.-e ella cada vts
mais do bttoral, por onde nao ha me 10 algum n>
navegacao.
Nao sao esses productos as nicas (orates, .o*
bao de alimentar o trafego da estrada de ftrrv.
A eidade da Victoria o centro de um Rjresceoi
commercio de gado e de gneros alimeunctos, pre-
venientes das comarcas visinbas, as qoaes abaata-
cem a capital da provincia, e coneorrem para aa
importantes feiras, que ah sernanaluieata ae Linas
e que sio as mais coocorridas da provincia. Urna.
grande parte do coinmercio de genero, mercado-
ras, e principalmente do algoao de interior da
Pemambuco e das provucia limiirophes do aorta
para a capital, feita pela acta' estrada de roda-
gem, que passa pela eidade da Victoria. A malar
parte do abastec meato de gado para alienertueao
da capital, i Umbera feti as ftiru qu% ali
lugar.
A e-sa posicio vantajosa devino o ai
daqaella eidade, qae actualmente coala uma f>-
polca > de crea de 10:003 mil habitantes, seo*
por esta razio a mais imprtame do i alario: 4a
provineia e o emporio flrestante do comis: ao
do sanie.
Ha mais de qaiois annos, (oi coonruida nasa
excelleme *sirada de rodagem enire a eapiul a
aquella eidade, qne por sua importancia de**
aquella aaoeba, oi o primeiro ceir de opola-*-
cio, qa* recta am ial melhoramante.

* .


*
V
- m
I
t
itfarij dt fernambnot^ Quartar letra 17 'Rr Abril J* 1872
Al* 14 tftdteao de nasfaaeirc* a mercadorla
eii imachuito, a nitral* pn>jecula tero de
MMitf aa grande olfcoH^io de pasaegeiros,
Wgitll't' ca numerosas poracj5es, qne hS>
4f|iafcwm<>finWpalmaQja a, da Jaboato
avejacel aabaorio eeaiiadioa oafheatia dos*tos
Sil^liltbMfto, 4 mo-m^uvelmeol das qie #rwirt eapital, a cas -va de taaier tfflMxli
0et* #ni FntttdoHfl..reata se plttorejco: vallas a moa-
aaejbw, ipan a eircumdiro.
fljtraadd dsenvolvicaenio, que tera (ido i w-
*rada-a jrro ulfiBiinmete coajiraiias era Per-
amfcru ivra bfarera a capiurf con o< dtlTereo-
SHai-JOdi a iulwirbit, meo)* favorecido; pela
arew ^ sao pinirsm os rapemos elementos
Umeip-TdaJt! iu j,iM!iie aotoris a esperar
apee circu-ci da passageiros na estrada pro
jaezada, *i mu abundante.
ffSMM ostra las a eireajaca actual lea regu-
lado de 10a i1 vetes mais do que a qua istia
a. me*.! direcj.v-, aat^s oe ,erem "lia* coa das, mi pjr wta rano os clculos fundado.
Wi:4auu.> oalaiiscos, f.*Tcidoi pt-la actual cir-
Ujo de mnibus e veii.-olos de transporta, qar
draaitam peit estrada de rodagem, bastante exac-
ta* par -aarem adrnittidjs.
Pela ijuefica Jilo, v se que a estrada do Flecife
a victcwrU retiir s vaaiageus da estrada de fer-
rare interior, c.*rao a es Irada d
<*, h vaatigens aindi mal< aursciavjis de en-
tra 1 i ferr de suburbios, eam as de Caranga
a de Olinda, cujas abundantes rendimentos sao
ao oaheeiaos.
H<4#v ponderar, qne a eooflgnracao do ierren
aej:uiod>- c* taciiiiade ao prijioogaraento da estrada peo
jac**; a ser de 30 kil. da-cidadi da V.cto-
acia acta es a povotce do Gravita, situada no fer
t ralle do rio lpr-jaca, por en jas margen i deve
guit a estrada projewda qaaadn, para o fatnro,
fr prolongada, |>erc rrendi terrenos plano1, mu
aflrofMiid > para a na conslrucgao fcil, seauindo
a direccao a lloresi-eota ciiada de Ciruar, al-
iebre p-la amenjlade de sea clima e importancia
4e leu eommereio, locando antes na povoatjio d
B-.-rerros, trasela ;margem do laojuca.
Piaalraente a Injjooriancia da estrada de ferro do
ectfe cidade da Victoria tio me nieitavel qn*1
* aseerobla legislativa provincial,solicita em pro
oiaver melhora'neot;s nportiniea, mircm urna
aabvenca de iOO con ios de r.i- para ani oeaetrncf io de tio ut I e-irada, o que nao se uro
4al< ea-n a o>o4esaia da aairas estradas da fjrro
seaprehenJidn n'stes altimoa nao*, e tambera ja
isa pelo enverno geral iscato dos d:retos do impor
ter.ao toda o material tixo e rodacta na^essario
Itere a coBstrueeo da estrada a Jaboato, e bem
SMipo o carvio para o cast-io durante um ceno
laaaero de annos. Os masmos favores prov vel-
aaeaii' serao concedidos a tola a e.-trada at a Vic-
iar, visio como, guando fjram cjocaJidas *
iset^Ses de -Jireitu a entrada s era projavlada a'
Jlflilin
Cmhulo-dt reniimtnlo provavel da eslruda *
fe ro projectada.
I>'afa4ta de d.d s eft.ntiyfieos exactos, nao pode
laxar de ser appro.ximada a avaliacao do traf^gi
dVe yassageiros, mercadorias s gneros, qne h>
4a#er traaaporlados pila estrada de ferro prafa
iada. K' portante, ne^ta hypothese que vamos es
-iabelecer os seguimas cal:ulos coaorae geralmen-
tese segae era tees caos.
Quund'iie de carja.
Para a avaliacao do rendimento provavel dos
-tretas da C3rgaiajdeve ser transportada pela estra
da de farro nftdeclada, astabelecsreos i serie?
4iealcukjs fundados eaa dados colhidos de apon-
eenMMos tirado*, uns da Asioeiaco Ciom-reial,
4* relai ir o-i do Jnspectjr da tbesourana provin-
cia* do retetorii) da directaria da estrada da far-
ra io liecife ao S. francisco, de out;ibro ulii no,
oulros baseadod nteiraraeate no prolucto do |ie
dagio cobrado as hiarreiras existenies n e-traa
de rajasen?, que communica a capital coni a cida-
4e id Victoria.
O resellado Jo primero calcuh pol) aar coa
deradocomoo minimo, que inconte-tavelaeate
(eta a estrada de ferro de.-da o priaieiro auno, lo-
co depeis 1e soa inaugaracao, o o resultado do
efundoj como o producto medio da me^ma estra-
da atirnteos primiiros annos de sua explaragio
Principiaremos pf-lo 1 calculo.
Nos livr s Ja enuada diaria do assuoar e do al-
te lio existentes na Asaeicij (loaunercial, v-ae
*?.< esses dous productos vmlo ao aereado por
ierra, darame a aliima Ifc71) fjram eonwidos o % pela entrada da
farro .de S. Francisc, 13 '/. P-!s livarsas estra-
a* de rodagem, qae partem da capital.
8q relaiono da directora da estrada da ferro de
5. Francisco, de otitubro uliimj, v se qu9 duran-
te a safra da 1871, for.am trac;.pirtadas p;r e-sa
tutradi de ferro 23,151 toneladas dew-sacar e d-
alg 'dio e durante a de 1870 ) transporta do1 mas-
mas proJuctjs foi d>: 33 3)5 toneladas; como f.s
sa aquella safra excepci'Qil por causa da secca,
teaiareaios para termo de comparaijo es
iiBia.
earga '.ransportala pelas eslradas de r'dagam. e
5 "/, a coodozfala pela estrada de ferro de S.
Francisco, fazanio-se a oecessaria propor^ao, v
se que dorante a safra de 1^70 foram lraosp;r-
tadas 31,i*~> tela las de assncar a de algjdao
pelas esiralts da roigam.
Vejamos enique propjri^o repartida es-a cir
ga eatre as estra Ja J ru'l igem da provincia.
fixistem i estradas da rodagem, que.e dirig'in
ara a eapitai 2 aellas, a do norte ou da Oiinds, e.a
ci as outras ; aqaella pela sua proximidaia i
mu, e essa por achar-se mui prxima e parallel
a estrada da ferro de S. francisco. O oroduclo
tas barrearas dessas duas estrada?, se liara qu-
^ieainuio em rela5o ao d;.s outras, provm, qua'si
ejglu.-ivamenle do nudagio pago por eevalleim
aaasseiadores a carro, por consegQ'nta, qnasi lo
dv o assucar e algodao, vindo ao mercado passa
pelas outras ims estradas, a saber, a de Po-d'A-
va a da Vie'oria.
Para deserirninar en jue propon-oes se traos-
ftri\ n eass productos por essaa estradas, temos
ajaas esdateetawatos colhidos do relatorio do
eaBoeetor la thesiararta provincial dos annos de
70 e 1*71
Nesse relatorio v-.-e que em todas as estradas
ele rnageni la provincia eiisletn barreiras, para
a cobraoc* de utn certo pnlagin pela passigam de
ada anima', e de qualqu-r cirro, cuja arreina-
tara), em lia >a publica e por inennio, aprscnn
s eeyui utes resa:tadM :
A uWiina barreira la es'.raia de Po-J'Allio, a
4a Magdalcns, reod^u no uliino triennio a quan-
Cta de 6:69")Ofl ^noualmente, e a penltima da
aesroa estrada, a de Caxan^a, rauJau 3:870JOOO,
durante o loasrno teinpn, ao pasea que a uitiraa da
sstrada da Vistura, a da Gi jui, proloaio.......
5:7UD00, e a panultima da aaesma estrada, a de
afeoato i^iuaff1. i>.>.
Ai barreiras da Magdalena e a do Gigui, acban-
I>;e muiu peno a capital, o seu reedimento
aeraoge o pedagie de auiraaes e carros de paaseiu
per isso nao ple servir de base para enosso cal
caii. lioraparaudij, ?oL, o reodimeut> das bar-
reiras de Caxang co q o la barreira da Jaboato,
si-aa que o desta ultima superior ao d'aquella,
tiendo jilo talvez a niaior alllueocia de carros de
passeio Jaboato ; podemos, portante, admitlir
4oe por essas duas barreiras, tranaporiada a
esma tuaat dada dti carga.
Ora, VOos precede;itenienta que pelas estradas
4a rodageai, vierara ao maicaJo durante a safra
ata 1870, cerca ds 27,8o toneladas da assucar e
aieodio; par coaasguinte podeanos avallar que pela
Mrala d* retligatn da Victeria foram traoeporta-
eias cai'ialla nono eeiea de I3JJ0O tJBetaila1, e
.M0 p^; as txiu-adu de (Mioila e do SoJ, o que
le cerco te apurado.
Tale a quaaiidaJe le asauoar e algodao iran--
teriade pele, estrada de rodagnm da Victoria, du-
re ate a safra de 1870 : nao pJe ser portento, in-
ferior a pssa quaaltdade o peso do as*ucr e al-
paidio, que era cooduiido pela esfada de ferro
pr.ieclida para a Victoria.
Para a avalafao da quaoiidade de outros pro-
atactes de impartaco a expona,n,aos serviremos
d ados tirados do relatorio da oractoria da es-
trada d tarro de S. Francisco cima citado, o
4a*l aos ajorneca l'a.see tanto mata aeeilaveis,
la. a estrada da torro da Vidria, alan de ter
aidwien-portai' pasdaatos, yie |ai afisien na asna
^'aquella estrada, nao tem a competencia do trans-
,arie por apai.
. i*> referido relaioric vd-se que a quaoiidade- le
tMga, queaii cons.i de aljiolao e da assucar,
iteaa>iirtt aeU ratsma estrada de ferro nua refe-
radas aoaoa tan .regatido peso ig aal ao desses dous
pwdacts^ porianiu, cora ceria, poedmos adrail-
ttr ajfte palo aaaaos. a paesma pceporoa. axistia
salceIs pro.Iacios na airada de farro orejeola-
eaSHfW a VejoU.
Patera, ain.a .pondurar que esaa estrada ha J*
4ar.fJle edA^dMr> da eva, que aciMalmepxe
A traosporte i ^la,eslrada de ferro de 6. Prao-
"opW
reento ao aecordo estabslecido entra a directora
d essa estrada, e o coneissoaario da estrada da
Victoria.
Finalmente con taes dados julgamos poder as-
safCfar que dar se costar, que desde o prlmeiro
anuo da loangoracio da estrada de farro piojecta
da para a cidade da Victoria, haver urna carga
par* ser rreaspoftada, sttpefter-a 3r),W tone-
ladas.
O-segundo calculo para a avaliacao da mesraa
carpe, randada fomente no rendirnento das bar-
reiras, liases sa as segaiotes dedos :
S*a toda a extensio da estrada de rodagem da
Victoria, existen! qnatro barreiras, era que se co-
bra ura pedagiode 10 ris pela passagem de qual-
qner animal de tiro ou de?tro, e igual qoaalia
por cada vebiculo de da as rodas.
Acliando se a prioaeira barrena era Giqai e a
ultima m Tapicur, ambas oaa extremas oppos-
tos da 'irada, esta distaste da capital 6 ti., e
aquella 30, tomaremos para termo-de caooparaoa
o rendimeuto da barreira da Jaboatio, a qaal, si-
tando collocada na distancia de mis de tua toreo
do comprmanlo total -da toda a estrada, e tendo
ura reodiraento equivalente ao termo medio das
nutras barreiras, nos forneca dados usas exactos
para o calculo.
O preco, dnrante o ultimo trieonio da arremata
cao em hasta publica, da pedagu d'essa barreira
tem oreado i:504iCC0 aoonalineate ; o rendi-
mento bruto, sojeite a todas as despetas de co-
branca, lucro dos arrematantes etc., nao pode por-
uato ser inferior a 30 0|0 mais que eala qusnlia.
Admitamos que seja, (6:6001000) quantia esta
igual, segundo estamos informado, ao .producto
brujo nal.
Avalnnloa importancia do pelagio dos dff:-
rentss vehculos, que passara por essa barrtira,
na terca parte do sau produelo total, os outros
dou teros sarao provenientes das pasugens dos
auiuaaas; taremos por conaecuinte 1:650^000 para
o Importe d'aqoelles, e i:930d0O0 para o d"asle;
0 prec i de cada pedagio, como ja viroo1, send >
le O riscada iwo, teremosaor anos 3:660 trn-
sitos de cirros de duas- roda1, puchados por dous
animaes, e 2|0;000 trnsitos de aaimaes de diver
sos myteres.
i carros de passageiros, pagando a raesmo pe-
dagio conjuoetaoieaie cora os.que transportan!
carga, e tanto estes come o aairaae* toHadns
pira o interior, alguns vasios e outros com pouca
carga, avaliaremcs o numero dos carros de pas-
sageiros em eioco por cento dos que condoteni
carga, e os animaas desearregados e carros vatios
na metade do que vo'tam para o interior, por eon-
eguinte, faaenlo as neeessarias raduc^das, lee
raos 26:123 trnsitos de carros de duas roda-,
puebsaos por dous animaes, e>163:090 transitas
de animaes directamente carregados.
Seolo a carga da o n carroade daas roas de
cerca de 300 kil.. e a da um animal direclamante
carregalo de 150 kil., o movimenti de mercado
rias e gneros, que traositam prla barreira de Ja-
boa o, ser de 13.062 tooelada*, condolidas em
carro*, e 2i,750 em animaes, profazando um total
de 37 812 toneladas anooalmenle.
Considerando qae, alera dos gneros e merca-
dorias, qus h ja passara pela estrada de rodagem
da Victoria, a estrada de ferro, qne se projacta na
mnsma direccao, ba de necessariameaite cmdoiir
parte da carga, que actualmente transporta.la
pela estrada de ferro de S. Francisco, como de-
monstrara js prucadeaierasn'.e nio aos atasiare-
m)s da realidada, avallando em cerca da 'aO.OOO
toneladas annualmeote, o movimento de carga na
prjeciada estrada da Vcloria.
Par* a avaliacao da carga kilomtrica, admitta-
nos, cimo geralraeute costuma em casos same-
Ihaalas, que a circulacao da carga ' si effeetna
em urna distancia da 26 kil. raetade da extensao
letal da estrada, l-remoa nesta supp >sica>.....
1060:000 t.nelala-J k lometricas,
Calculando o preco das fretes em 200 rs. por
tonelada e por kilmetro (25 0/0 mais qu-t os pre-
ces mximos d.s tarifas da estrada le f-rro de S.
franeis;..) a importancia to:ai do3 fretes sera de
2I2.030'JOO anouaimente.
Numero de passigeiros.
O calculo provavel dos pasageiros que nao da
circular pela estra la projectada, ; ole ser ava-
llado na filia de outros dados, comparanlo-sa o
raoviment) erttistenle as outras estradas de ferro
aclualmeote en actlvidade com o que outr'ora ha-
va as rae-mas direccaes, antes da serena ellas
construidas; assun como, ten lose em vista a
importancia da lona, que tem do ser atravessada
oela ''-ir.ila prujectaJa, e o numaro de passagei-
ros que actualmeota circula na estrada da roda-
gem que l'ga os pontos extremos do trago, passan
do o-'ios povoados intermediaria1.
A circulago lo passageiros as estradas de
ferro existentes na provincia, em condii;oas ^eme-
Ihmt's da estradi prqaciada para a Victoria,
sea exjgeracao o decaph da que existia na mes-
n direccao antariormeue construeco de taes
estradas e ha bem poucos annos.
Con estes fuudameot s julgamos p.;der admitlir
una eircnlicjh media, por dia, entre as astafSas
extremis e intermediarias di estrada projectada, e
desde ) prmeiro anuo de sua inauguracao, de ce:ca
1 30 pa-sageiros de 1* classe, 100 Je i' e 200 de
31; pr.doz oda reunido um numaro da passagens
diarias de iJa e val'. de 100 viagaos de l1 mu,
Te:egraono elc-
trico .
Dspotas geraes.
Eveo.uaas .
fundo da reser-
va ... .
Toa* -
20:800*000
500 0004000
308:3004000
3:6d#llO
*,60fct00*08
Capital noraioai da empresa i OOOrOOOPOOO.
Rscife acril de 1871
J. de Borres Barrito.
N5o live agora scioci di correspoodtn-
^*a^nja raprJiMd Aptoaia da Att>a-
tjuerqpe, tr publicada DO" Jttrtutf tio fitctf
da 21 de narco ultimo, ae a otis teapu a
ti esse lido, nao ilamwar a rwposii qoe
'"arene a parte qae tet refferencia a tjBim.
N3o vai, portn prejuizo era que s'agOi
ra a;uda a inja4i*}a corr qprt me qu>r, o
msmo Jos Aolwfoalfe AlBoquerqu-, cdmst
coribecido por Jos" "togas, attribnir parti-
cipacio ap processo ara que esieve coa
prometttrJo.
Neriham moiivo UAha pira promover
persegnieSep a este individuo, a ojpom nun
ca de a iporiaacla da datlarar-md sea
i i ruto o.
Asse-^aro, portantn. qoe em toda a qites-
tio ss flgdrci eomo signatarioi rogo peki
iosoac or de quaruir3^, qua deu a quaixa
c Dtra alie.
Nao teoiio por costume perseguir peso
adorna e nroitrrmaaoj a,se cattore Vie-
Bis, que pur suas traoquibernias oao se faz
digoo de qoe algoem com elle se ocoope.
-No rae encuin-'noda o> raesmo dfer qne
son bera coobecido, e oam recei), que de
raim se possa diwr couza qita m aavar-
gtNOM.
Nao sou como Jjs Viegas, qqe. a mira
e. a odos que: e presara, a3a inspira Sai
qo asco e desprwo,
Eogeobo Albuqaerqoe 10 de abril da
I87.
Plinio Augusto Gioa'cante ow reaosio 4efeiiJa coa .mleptndenca ef
tfOtmm mtnsttrt $ provincia, qtu esto
cima das interum da ganancia c espe -
afo.
Denstfifr) flosrl e arff.0 ?
tKaW^a. OBsitt*. qatsj a eUiflM few*ioi
d-^aiacllC3o conwiefcilF, a xcepSo d* Sr.
J Aoiooio Hoto ludo hmw, isto , M
illMaiaa ( par qoa faran 3mpresentes)
e awojrbrris da respecliva directorio, qoe
comparecer a nloteem independencia mu*
>igr pea defegdr og intereises-ria proTm-
Cl,< e P0'0 os ipteresses da ganmeia eda especula^m
A Utad foi 4e arwasba, mas oo im-
broaSr. . que da inelle modo compro
meta seriamente o Sr. Jos Pio'.o ? Pe
coaapraneiiea-0. 08v\ Joa Piolo olloca-
d- a;Hoa de toda jpalfa, reontao de i? ca-
fctere ; cada qdal raa s respailavi4 em
independia e am^- amiitUressen da provin-
cia t gntrra aherta a pecuad4ress6
ple ser tomado corto piBreria.
O.Sr. pravou qae- alera de calculista
m SBirrtuoeo.
Ao teriDioarntof iabm daremos os nos-
sos luuvares ; mas sabe a quera Sr. ?
A Smq. Sr. coeselbeiro prendsiote da pr -
*rWra tjoe-io/M sobftesta dMsto do al-
godio deliberar coa aaoelle criterio ele-
vado * rtfofuoifo.Circuaspecca?, qtu teern
caavacteriiad og actos nuis ifl'sigtiiacantes
ale soa sibia adaiaittracao.
Fiamos qntniisjiain ao Sr. conselbei -i>
Jooqueira qoe e-Sr. e s da malta po-
derlo illudh-.
icaaos aqui por hoj>.
W..
, iifl to
COMMERCIB.
DO
00 de 2' e 4C0 de 3.'
Para a avalbcao da3 passagens kilomtricas,
adniltamis, cono ja foi estabeL'Cido para a ava-
liacaa da carga kilomtrica, que a media das dis-
lanctaj das viageas equivalha 26 kilmetros,
metade da extensao total da hba ; (eremos, poi ,
as seguiotes passagens kilomtricas ; 2.600 de i*
classe, 5,i00 de 2" e 10,100 de 3.'
Sania o prego das passagens icilomeiricas di 83
rs. para os passageiros de 1* class<. 63 r. para
os de 2", e 45 para os de 3* (23 a ,'0 0/0 mais que
os crnvspondenles das tarifas da estrada de ferro
la S. Francisco) o rendimenlo total por dia ser
le :
1'classe 2,600 a 83 rs...... 2I5000
21 3,200 a 63 rs...... 3385000
3" 10.400 a 43 rs..... 468*000
T-.tal diario..,
1 027*000
Par anno teremos um rendimenlo de 374 8o2.
Animaes, bagagens, etc.
Resta anda avallar urna ontra verba de ren'i
ment jae, embora diminuta em relacia a3 cutra,
eomtudo nao deve ser despresada. A importaocia
dos fre'.os de bagagens, animaes de todas as espe-
cie*, armazi-nagens e rendimenlo do telgrafo,
etc., s (ole ser callas, coraparando-a ora o
resultado de outras estradas de (erro, terdo-se em
vala a importancia da estrada projectada, p:r isto
avaliaaios essas Verbas em 43:000/000 annual-
meote.
Renda total por anno.
Reuoiodo os rendimentos parciaes cima des-
ip'.js, teremos>o seguipte resultado :
Importe das pssag^Bs
Frete de carga . .
dem da bagagens, elo'.
374-.83 214:000*000
43:000*000
Total por anno.
631:832*000
tsta, eoji5iir,tcao U que servio de fuada-
Ltcros provaceis da emprezn.
O orcamsnti, feitosegundo as planta approva-
Jas pelo governo, meslra que a estrada pode ser
constrnida com ame qnintia Inferior . .
3,000:000*, *em contar com a economa qae re-
saltara lo ar-nveitaraenio do leito da estrada pu-
blica, ssgaado faculta o contrato. Alera d'isio a
osapreai, sendo subvencionada pelo aoverao coa
a qtiana de 100:009*000, deve o orcamento ser
diminuido de igual quaotia, e se for rralisado o
eotronaaaecto cora a estrada-de ferro da S. Fran
mo, na altura da povoaco de Afogadj?, o capi-
lal da empresa ser muile menor d< qae foi or-
eado, e com a neeessarh economa o capital ia-
di'pensaval par* a construeco das obras piuco
exceder de 3,000:000*000.
As despoias-de cus'eui, iopertaado em carca de
M>C/0 da renda bruta, raclosive a porcentagn
qoe deve ser. paga a compaobia da estrada de
farro de S. Praccisco. o readimeato liquido pair
aaao ser de 313:926*000: o que garantir un
dividendo de mau de 1* Or anaualoenie para o
ojjajtaes realmente empregados.
Pioalmeate, se obeervarmos que os calculo
precedentes ^io baseados em dados estatistlcos coa-
raaBondentes safra colunia em 1871, a qoal
produzio 13 197 T. de alfodao, e 37,195 de assa-
car,; u pasta que somonte o primsiro semestre da
aetnal j renden tS.145 T. de irifodio e 49,465 de
assucar, veremos que o fnlorodesta erapreza ser
dos mais prsperos,
Rfsumo dos orcamenlos approvados pelo Q-wrno.
Extensao total da estrada a' a cidade da Victo-
ria 54 kilmetros, bjtoU 1,44 m., largnra da for-
sacie i;40 o., mnimo das corvas 460 m. e peo-
dores mximos f 9/0.
Terraplenagens. S8ei00f>1600
Pmtes;. .:*. 4t:W000
Bneiros e caes.. fW:080|000
Material Ux. 6^00f>|000
Ider rolante 340:000|000
EiUtjdes. 170:0004000
Omcaai'.. 10O:0OO|000
AS BAL \NQ\S PUBLICAS E OSfi.
DIARIO.
Principiaremos pedin4o qae n5>8e tor-
ne a un prensa, qne deve ser se-opre o or-
go da verdade e da ju tica, oafhoirodefe-
nhjras omsdres onde se regatea de gracas
feias histoiietas. .
O Sr. qoe sabio a lume no Diario da
Peruambuco de hontera, defeoiUndo a it
'ilui^o das Italancas Publicas, comeca o
seu bera arengado r//Mt/Audand) nm gi-
rax no Jornal do Reclfe, pelo rao i o por que
este jornal Qjiicioo io publico a primeira e
segunda sess5es di A^sociac3o Cr/nm retal
ao reiinir-se com ofim de reclamar contra
o estabelecimenode balancas publicas para
0 paso do algo^io. So o Jornal do Rea/e
foi b5o igualmente vordideiro em ambas as
noticias; o mesrao Jornal que he respon-
da ; e apenas diremos ao araii^ que era
quanlo primeira sfssfla S, S. quo seen-
ganbo' dan lo coma pre-enies l(i socios;
j lando s estiverjam 13... 3 um ont".
Para nos nao.tornarmos muilo prolwos
respoodereraas'a todos os pontos do arti
Jtiinho d) Sr. sem os iranscrerermos.
Nao sabemos se o respeitavel orpo de
ommarxio de Peroarabuco S'-dariocom
;is tentativas que fazera alguns 0) sentido
de embarajjr a MMWfai de leis que esto
j sancji madas e en vigor; o qoe etact 1
parea, e que a Associacao Gorameroitl de-
liberoa a respait) das balancas publicas ten-
do era soa frene a respectiva directora
em superior rniioru, e qie a le a que al-
1 de o.Sr. Mtj ap*nas aWddioiM ia, e-nSo
era vigor, por qua para isto lbe falta anda
o essenciala crear) da respectiva repar-
ticu.
A respeito do que ponderou o eommer-
eio era 867 a respeito de balancas pubiiea?,
s temos a dizer, qui o proc:dimentJ aclaal
do m3 rao eommereio oppondo.se boje ao
quepedinem 1SG7, revda q:e, mulfior-
raente esclarecido, mudon deopini). Nada
m:is, nada menos.
Gjrit3st aios.ecclo do a'goiio sirvam aos intere:-
ses dos agricultores e do Asco ; prove o Sr.
ocontrarije eni5o Ihe respon leremos
de fticao.
;\'>. nao ser ttitiJx) taludo publi-
cas que rBorrer'aaniqutltdj a ofrioultura.
como diz o Sr. ?.
O Sr. * qoer fa&er espritj a cusia da
ngricuu.a; damos-ibe um couselho : j que
dtsse trata cousa repolbuda a respeito da
agricultura, tooba a bondade ile provar cora
argumentos serios a verdde di ametade
d-llas ao menis.
Em relago ao que expoao Sr... com res-
peito as defraudaces que Muffae o fisco, e
das quaes tratara os relatorios d) consola
dt*; somante os oaferentes desia repaiti-
Co e aquelles a .uem curapre velar sobrs
estes, Ihe poderlo responder satisfactoria-
mente, Sr.
Engaa se o Sr, * qnando exclama que
espjculadorys pretendem em nome da As-
scciac) Goraraercial fazer vingar murases
inconfestovis era prejeizo da livoora e do
fisco ; engana-se e redondameate. A Aj
Si;ciac5o que nao quer que especuladores,
que por demais se teem exhibido na-seeoa
socialcomo ticsfseam violar seas inte
ress-.s raes ruinos condemnaveis, era nome
de urna I i de triste origera, para nao di-
zermos por ora outra causa, I; que anda
na) schou om rrreeidaniaAjoe a pozesse
em execuco, tanto araeaca ila ser de gra-
ve pejuio ao eommereio. a lavoura, qoe
vos Sr. ta i (jnica e refalsetdameme de-
fendis
- Nao foi em virtude de reclaroacSes da.
agricultura que se creou a lei sobre a-ios-
pe cea a e peso do algudao ; porque a agri-
caltura, como o commorci,' pato as outras
classes emfim de nossa sociedade, nao te
v z ni asseni>la proviawal, onde s a tem
alguns depotadji. ; Jm
Foi espermra d* algnem, 060 necessi-
Jade 4t agcoltora, qoe creoo aqueli
lei.
finir nt o ihreito de
A isto lbe resp^oHtrere-
Neves. E co&trmia t
m sanguisugas do algo-
dao requerend a astembla etc. ele
Somos zangue soga do algodao. porqo
vos queris, e nlp Qodesles ain^a pelo la-
do do algola, lmareeaa
cofres pnbfc|s, ara A qpe na
qae teode4ftJ Sangoesagas. do alfeao
gPiO Gommerc*al, o-ciaBrcio-8ia peso da
provincia vos erdoa a app8troj*ev rapaz ;
astas cera fome sede, nio qoereis perder
a tett, #m(otb; o*>mogo fj^al qwHrr
i-do pede sajao-qoe. lor, urna roati qhwm
balanca PM*fl.
Terrainastea dando Louyores ao Sr^ Jjs4
Antonio Prato por ?r o mico qu* ru -orW
DU o Sr. . ;
pticoA plono.
mofl : *orrri o
pedem dHc us9r
A'Afwcta
Eleitao dos deTOto?, devotas
quj5.t6ea1.dfi festejar o glo-
rioso BantX) Am:iro. pa-
droeifo da fregu zia de
J b-iatai) u >auo de 1873.
Juiz por eleico.
O Ex t. Sr. deserauargaior Jos Felippi de
Sooz^ S3D-
Hl Juica cor eleieio
A Exma. afii-Baroneu da .Vilia-Btlia.
Juiz.opr devoc5o
O Illm. Sr. Manoel Xiier Garneiro da Cu-
nba.
Juiza por devocio
.4 Exraa. Sra. D. iJni'rwrminj, espiado
Illra. Sr. Dr. Bilbino de M ^raas Plnheiro.
Jtu protector
O Illm. Sr. alteres Francelinj Garneiro de
Lacerda.
Juiza protectora
A Exma. esposa doSr. Jos-Ignacio de Sou-
sa e Albnquerqite.
Escrivo p)r eltigo
O Idm. 3r. Francisco Tuoraaz de Barros
Carapelle.
Ecrtva par eleicao
Exm. espjsi do II ra. Sr. Mraoel Xavier
Carnerro d'Albuqaerque.
EscrivSo oor devo^ao
O Illm. Sr. alf res Igoaei) Francisco Gibrai
Cantanil.
EserivSi por dovoco
A Exma. esposa 1> Ulra. Sr. Fraocisco Jos
lia Cosa Moflir.
Mordomoj e raordotias
Tolps.-os propneuries e proprietarias da
fragnezta.
.Procuradoras
Os Ilims. Srs.
Franciscj Marlios Ferrcira dos Santos.
Joaquina Tuoraaz de Barro3 Campallo.
Evaristo Jjs de Fatias.
Pedro Velbodo Bego Barrete.
Laurindo Jj- Flix d'O ivejra.
Tb.'soureiro e procurador gera!
Os da irmandade.
Consistorio da igreja matriz, 4 de feve
reiro de .1872.
Concordo. O vicario,
Manoel Estridulo Munii.
NOlTtlROS.
1.a aoite
Os lllras Srs.
JoSo d'Araujo Pessoa.
Jiaqnim Jos de Srai'Aoni.
Taoraaz Jos ie Sflw".
Eleuterio Borges do .Naseimento.
Jo Ferreira d'Abrett.
2.a noi:e
Jos Calisto da Paz.
Joo Biptista de Cauto.
Manoel Francisco Vidal de Negreiro3.
Joaqnim Nones Vianna Goede3.
Mino l F-.rreira do Naseimento.
3 a noute
Joao Cavalcante '^aujo.
Flix Jisde^Sani'Aooa.
Laorindoli-izirra Cavlcnte.
E loardo Bizrra Cavalcante.
Jos B zerra Cavalcante.
4.a noate
Jos Jeronjrmo de Souza.
Marroel Aftioei- Das.
Joaqoim do -Carava do Souv.a.
Joo Jos de Lucen*.
Joaqoim Lourenco-i*e Barro/
5."" noate
Fraocisco Flix de Millo.
Frajicis:o Gimes d'Olivera Pina.
Franciso Martiniaao do* Stmtos Bizerra.
Jop F.ranaisco de Pit i.
Maaoi Viceate Bibeiro Pina.
Flix Jos Ribeiro.
5.a noute
lonocenc'0-da Coritfa'Goyanna.
Verissimo Eaes.Biirti.oza/
J.s filgiwira ii'Arai-jt> J.yra.
Flix Jos 4 Silva.
Agri fho'flodrrgnf^-da'-Trindade".
. 7.'jH).ate
Fraouiwo All'ioso d'Albuqcerque,
Migawa Aafenaa o'Albaiuerqoe.
Beroato Monde da-Silva.
Anlonio Eogenio llws do Nasciei)lo.
i.*a Antonio AIToaso da Costa CartaHat.
Pranci'co e.Hollarrth GeveMle.
Dionisio da Barros Pe re ra Datra.
Parizio Ribairo de Soaza.' ..
PHivyA oo rtKjira is ua abril.
DE 1*71
I *s 3 1/1 bob a a da tabbi.
Gotac&aa officiae. (.)
Assocar-de sm ?-50I 2|551 rs. por 15 kil ex
poilii a bordo, sabbailo.
f^algodo de G>yanna l* orla 735 rs. par kil),
sabeado.
Caabio *obr Irtorea a 90 i\v. tj {\\ . e 25
1|S 1. por 11.
r.i. Plato,
nmitm*
Dubourt-a,
Ser.rntario.
() Pjf lersahid* arrala, raaetiraos boje' esta
MMa>
Oa 16-
.Asauearroascayado purgado 2a&X> por 15 kilos,
Iwntiio.
A'idtar bruto araeri^aoo Z)OJ e J4350 por
i-a kilos, hiiiitein.
Algjdo>U iuo I" sorto769 r. por kil) posto
a bor.l> a frale do 7|8 d. o 3 0|O, bontem
Assaoda Coiupaubia do Sagaro Martimo 'odem
oiaadora X cada uaaa
aoaW-js bre Loles 90 d>. 23 d 23 1|8 d. e
23 1|1 d., e do banco 23 d. por I a.
Cambiosobro o tv>rtrvpagase! tn Loadraa, 90
d|t. 25 3)8 d. por 11.
Cambio libre Liitwa 90 dfv. 112 0,0 de premia,
hootem e boie.
Frelede alolnde Macoi para Liverpool 9|W
d. e 5 0,0, hootem.
Fretede aviucar MacakV(lanro) para Liverpool
23| e 5 0.0, hea...
P. J. PIlI)Presidente
DoboarcqSecretario.
No hiato S. kil) BnptisUt, para villa do< Tn-
ro?, carregaram : P009. C 1 barra cim I9
litros da agurdente, .
RECKBEDORIA DE RENDAS INTERNAS
GERAES DE PBRNAMBUGO.
Rendimenlo do dia i a l. 41:419x557
dem oo dia 19 Jb016*62:
*3:4lli82
CONSULADO PROVINCIAL.
toodinfcntodo dia 1 a 13. 8l:IIO|82
,dara do di. 15 1:7)JMh
65.901*1*'
ftf
ALFANDEGA
.ten-iimento do da I a lo. .
Idam do dh 16. .
720:20*1383
46:20S16V8
766:4131033
Oaacarregam buje 17 de abril de 1872
8r|fae-lBfr!tQnrnof lie TVri'trarios geaeros
Patacho ailemaoBerthe A Pnnline\iim.
paiachi inglat-jffmt'j Hnltdfm.
Barra IrancezaPrancsvinho.
Barca Durtugona Mara LuizaUfeio.
Barca fraaacta-Voan Baptitta vanoa geoeras
Patacha%iMlriaoa Dw S.cario.
EjcnnalllaiBaa.Uar;'jriA#--fcrio genero-'.
Barca laglaia Magnoliavarios generes.
Bar^a laaglea.-tconi canos de barro.
Barca pftogneaSocialarlna gneros.
Patacho norte-allemaoUelene idem.
Barca aglezaDolphimdem
rigue frao->zSt. Josephefarinhade trigo.
MOVIMENTO DO tMtTO.
Nanos sahidos no dia 19.
Santn? Hiate brasileiro Dens te GmarmV.
capiS) JoSo Goncalves Bei, carga uso-
car e agurdente.
Rio da PralaPatacho allemo Elise, cabr-
ia 1 Lanjje, carira asjocar.
Observa ca.
Nao houveraui entradis.
Soipe-:deu do I ama rao para West hjit
o brigue iogiei tttimhon, captli) Buke.
com o mesoio la tro que trouie de Monte-
video.
EDITIS.
CAPATAZIA DA ALFAXDEA
Rendimenlo do dia 1 a 13. .
dem do dia 16.......
Volurnes sahidos com fazenda
Uem ilem cooj gneros diversas
6:1981303
510|'.30
6:7081938
163
30!
465
"


la
-
Q. nou
loleir
l|do9t seUeiros e loiteiras, sendo pro-
radores
Oa Moas. Srst
Aralptrift Francisco da Costa Frgueir;'
Gttpto^ergio de Far*.
TbeeJoawe de Naaaiewato Valets.
SyanN Eoqiuniiniajio di Pac Portille.
Avaro Rtdrr^es da 9|'ta.
Francisco Ma/tUiiano Beierra dos Santos
Jnior.
Concordo. O vicario,
Mw 1
--------------
barricas a CbrUiiao
.' barricas ordem.
Somma
Brigue inyltz Queen of ihe. Feel, vind')
de Neio York consegnado a J. Pater & C
manifestn :
Agua Florida 100 caixas a Mills Lalhana.
Banha SGQ barris a Pereira da Conlia Ir-
ma )3, 110 a MilU Latharn. Brea 10.) bar-
ris a AKes Maibeus, 100 ordem, 80 a
Soares do Amaral.
Cev.di greladi 0
sen.
['arinha de triso 2
Fo?ao 1 a Sbtw flawk'S.
Grasa 5 birrici aos consignatarios
Keroseno 400 caixas a Pereira da Cuoha
Irmaus, 300 a Soares do Am ra! 2C0 aos
consignatarios, 200 a Abes Maloeus.
Lnoulo 1 fardo a Cbristiin'sen.
Machinas para lavar roupa e uerteoces
i volimes a Moreira Dias.
Medicamentos 202 *3ixas a Henrique F,,s-
tr; 12 a Barlbohmen A C, 2 a Gaors.
Milho 150 saceos a Soares do AmaraI.
Papel de embrolno 700 fardos a Mills
Latbam. Peixe em latas 23 ctixas a Cir-
fneiro da Conbj.
- Patacho brazileiro Veloz, viudo do Rio
de Janeiro, consignado a Fernandes & tr-
ados, manifestou:
Birricas lliai 75 vol irxes coro 600 bar
ricas a J. Licio A Pilho.
Caf 146 saceos os consignatf.rios. 104
a Magalhaes A Irna-, c llosa A- Filhos, 100
a Corga IrtDioa, 100 a Francisco da Cos 1,
50 a J. J, de Aieve-io, 2,1 a Palmera, 25
a Martins de Barros. CnapeGS 1 C3ixa o
Alcoforado Vieira. Cigarros 17 barricas a
Pereira da Canlia.
Ftiuio 160 ro:os aos con?ignUario', 50 a
Sodr da Molla, Uilto em folba 20 lardos a
Palmeira.
Massas 100 cixas e J. J de Azevedo. 60
a Costa Amorira. Milbo 700 sancos a Pon-
tes GuimarSes.
Pedras-^iO toneladas aos consignatarios.
Patacho Jnglez G(-m, vindo de Neath,
C,
manifeslou o
coa-
consignado a J. Poter
seguirte :
GarvSo de pedra 289 toneladas aos
coasignatarios.
fiorca orueguense Gitana, viuda de
Shixlde consignada a Rabe Schmpitthau &
C, manifeslou :
368 toneladas carvo de pedra aos con-
signaras
Detpachot.de exportacao no dia 16 dt
abril de 1872.
Para, os portes o exterior.
Na barca portngu?za .Varia Lnzia, para
Lisboa, caxragaram : E. . liabelio 4 C. 50 pipas
com 2i,000 litros de agurdame. ,
. II glera mgleza Lntona, para oCnal^ar-
regaran : Raba Schauettau A C- I4S siccafwm
16,496-Jiilos da aigodao.
io vaapor ioglez Sfudan', para Liverpool,
carreg*ram : Saaiulers Brcjlxer 4C. 1,073 satcas
com 79.602"Wlna ddjlgode
No naTio'bespapbal Prndenle, para Bsrcel
lona, carregt : J. f. Soacalva Ualtrio 146 -ae-
cas com 10,933 kilos de algodlo. -
So navio pormguez Qearense, para Lisboa,
carregarara : E.' R: labello & C. 46 saecas eoio
3;i7S kilos de algodao.
No natio italiano....., para Marseille, carre-
garam : Keller A C. 1,000 sacaos com 75,000 kilos
de assncar mascavado.
Na barca ingiera Acorr, para Hampton
Roads, carregaram : Hsnrj Forster & C. 1,006
saceos com.7v,502 kilos dJbassncar mascayado.
- No bijgna brasiler FfcforKt, paraeTio da
Prala, carretn : A. de .Ollveira Leite 550 hij^
ca com 11,680 kilos dejissnear branen.
Jjobrigne hepanhol Faran, bara.;0'tito da
Prata, earreRaram : Amcrim Irraitu *'C.'200
saeco9 cora -81,269 kilos" de assncar braeco.
Na baraja nacional Sipre.ite, paia o fttO da
Prata, uarregoiv : F. R. Piflt (iurmaraes 300 bar-
ricas etn 34,66't kilos de asaucar branco.
No brigtte tiaepanhol tgnacita, para o Rio
da Prala, carregou : A Ferreira 6lai*r3es tf
barriaas-com 49,000 kilos de asauoar branco.
Pitaes portado intartoav
Si;baraca D. Aim Sieuptra, para Ma
tnaagnaaa. earragou : Bent P. uiojaraa 1 bar
ril comW litros de aguiraVete.
Na. bareaea Trrumph do Pilar, W Maoo,
arregoa : J. P. da Lo9 floafatts 3 barris da
3* oobi 480 (ros de aRii*rdel.
Na batfraea ldallim, pttt* Mwnaataiile, oar-
reton : Braga Gomes 3 b*reieaaeoa-at)Hiai....
No brigae nacional i^ai paaao fca Grao
da do Sol, eamgarara t kmv JMkm k C. 560
Wrlaas aom 37.W Wei M>M>e Urna.
No blata oaetoa* tnitncntt, aera Araeaty,
oarregoa : royro Breno" 4 barrifla com Wt<
kilos aaa O Illm .Sr. inspector da the.'mraria provin-
cial, em camprimeoto da ordem do Exm. Sr. pre-
sidente da provincia, maaoa fazer pnblfco ipa n
dia 18 de abril prximo vindauro, perania a tajnu
da fazenda da mcsina rtieeouraria se hade arra-
nuiar a quera por men-.s Ib.-r a obra da cJala *
cas da cmara na villa de Flore?, oteada em
48:4001600, e sob as clausula* especiaos abano
declaradas.
As pessoa3 que se propuzerem a esaa arraaa-
ta(o comparecen na rala das sesses da refariJa
jnnta no dia cima mencionado pi'lo meto dia o
campuiemente babililadas.
E para constar se mandoa publicar o prsenlo
pelo jirnal.
Secretaria da theeoiiraria-nretincial da-Parnam
buco 15 de fevereiro de 1871.
O ofBcial da secretaria,
IL A. Ferretra.
Clausulas espeeiaes.
1.'
A obra da casa da cmara municipal a cadeia
da villa de Flores sera frita de conforroidade com
a planta e orcamentos inoto aa imporiaocia da
48.400J000. '
V
O arrematante dar eomteo as obras na- prata
de tres mezes e as concluir no de dezoito, ambi.
contados da data da 1ppr.1vi-.5ao do contrate.
3."
O pagamento ser tiita em seis pre-latoe igaaes
elTeciuanlo-se a prneu? ninndo tiv.T cona*ro a
nbra ; a segunda, qnando hida as paredes do adi-
ticio estiverem um metro cima da sapata sopa
rior do alicerce, a tcrceira (|uand) todas ai pre-
les estiverem na altura j priaieiro andar, a
H'iarta, qoanlo as par- l le recebar a coberla, a qqlnia, qnaniVia cobarta,
lalrdho e icsoftlr)emlreiB promptos.ea sexta
|j 1:111 a obra for concluida.
4."
So para vsricaca do direito qne iv r o con-
tra tinto ao pagamento tacao o
I >r passivel mandar um aajaaabaare aesta repar'-
qho ilrver elle prova-io com r.r.e.-tado ao joaz di
'reito da comarca 3 mais aut.ridades do lugar.
5.'
Em tudo mais se abaaraari 1 regulartMBlo ral
genio da repartieio das obras publicas.
Om firme.
il. .1. Frrreirn
O Dr. Sebastio do Uvgo laarroa de Lacer-
da, jcii de direito especial do eommer-
eio desta cidade do Itjcife da Per-
uambuco por S. U. a quera Deus guar-
de etc.
Faco saber pelo prsent qua n5 praso
de trrata das a contar da data, da publica-
c-o deste, recebe este julzi proponas eiu
cartas feichadas para arrexnaiav^' por vead-j
a qoem mais (ITerectf s 1ro ;.\tliafao dos
e-cravos segeint-s: PMafodes, pard , c< ra
idade de doz-3 anm.s,.po.u;j ;naii ou raieoot,
avaliado por seiseei.tis mil re*, e Francis-
co creoulo de idade de us annos, pooco
majl cu merlo', ifaed |0' qn..tro cenias
mil ris, os quaes eacrivoi v5u .: | r.ca por
execuc3ode Gabriel Ant-wi; de Gislro Qa ..-
taes contra Salvador de Seqneira Civalcan-
to, coja arrematar) sti leita p,la forma
qie determina o artigo prhocira do deorUo
u. I5)I3 do 15 deseitmLr<; de f-O.
E para qae chegoe ab ciiauci.iien'.o de
todos inandei passar o"prt.'.->enie odital, que
ser ifDxado nos lugares do cu lucie e pu-
blica lo pilos jornal.
Dada e passadi nesti cila!e do Recif-1
de Peruambuco, .os 13 cii.s do mez d
abril de lf72.
En Francisco Xavier i;e So:,za Ram n,
escrivo uterino o escrevj.
Sebastio do Reg Barros de Lacerda.
OCLARaCOES
Capitana do pono de Pernamboco 11 J
abril de 1871
AVISO AOS NAVEGANTES
Para sciencia doa navegantes faz- e a pobln-:
gao que se segu com referencia ao pbarolet J
Cbapo-Virado.
Pharolcte do Chapeo Virado. Lalnde P 7' i"
Sul; Longitude 5" 18" 30' 0 lli 1 da Janeiro.
Este pharolete qne se c mp5e de nica c duna*
do ftrro de zt pas do altura -nsteaunda om
hoterna de quatro faces de vidro inedor daitr
do qual se acba o apparelb.i caiadiopturo. MI 1
collocado na ponta do Ch'p -Vn li que daaaara
a 36 S O verdadoiro do cotovult-a do han co de 71:*
ganga, na distancia da 40.6 rcilia- do pbaroi T
tuante que all existe. Sua lar. liza, de cor
branca, e alcaoca tttmo medio 8 railba. Conveui
nao approximar dasle pbarultir-, nwj 1
quer de dia, por (fuanlo ota torso da ponh e es-
tendem recifes alagados qae demandam urna res-
guarda nunca menos de ama miiha. Para il de
[bvereiro de 187.
Conforme.O secretaria da capitana, Aootc
Tavares de Macedo.
O sereiario,
_____________Pecio de Aqoiao Fonsaaa.
De ordem u lii>. &. inspector da tbesuii-
raria de Uzeada desta provioci se fu poblio
qoe existem esa podar do porteiro da aa>aja para
serea vendidas colleccoes das leis o dacieoaa do
governo Jos annos de 1866 a 1870 ; roasulta* da
seccao de fainada do con seibo do oslad da 1844
em dianie, em seis v^mmee ; consaHai 10bre ne-
gocios eclesisticos, em tres volaaaei ; maanal
da eiapragado de faseoda, aexio u>~.o ; aeaea.-
plares do regulamenlo n. 4505 de 9 de abril de
IS7 sobre a arraaadacao do Iiapoale do sollo.
Secretaria da thesourari de tazeada de Par-
nambuco 13, de abril de 1872.
Ser viuda da ofTUial ajr-ior,
________________Minael Jos Piaii). "
C0RREO mu'
Reanlo debat a>b|ect8 rrglstra-
ds ex-Ulealc un ailnihiUira-
c*, pin a poseo abaUo
deca rail aa:
Dr. Fiel h'd da CvvaJbo e Olivoira, ftibafe^
Freder co da Rucba Vieira, Dr. Frnctee Ao|as-
o da Costa. Goaiavo Ollaipio da Miranda Fonioo-
ra, Joviaa Vara da Cancoieau, Dr. Jiaqnim Gra-
ciano 4aArao}\ Manoel Joaouira de gaaua. Mito
Soarea da Aawfim, Tnom Madaira oa-Oaato ia-
piar, vlov do Dr. tlaanat Thoaaa B. Oaaba\aaO.
CorriH di Ponaabao4 abaat aa 1871
O eaearregado da reciura.
A, Goflwa 8llv Rj,ibo%


TUEATBO
GYSIO DR4MTIC0
Qmirta-ifeira 17 de abril
BeaeOcio do prefessor de msica
inIonio flai-t ln Visan
Representar se-ha o inwireesaote e muito a-
plaodido drama em 2 grandes actos
Trrmlr o espectculo com a graciosa e ap-
laudida comedia etn 1 acto ornada de msica
Bolpa e isaximbo
Os intervallos serio preenchidos por
^LINDAS phantasias
secutadas no claineto pelo beneficiado.
O reato dos bilbetes acia-se no escriptorio
tneatro. ,
Principiara as 8 li.
THEATRO
do
'.*
COIPAIIl FRANCEZA
Quinta-feira 18 de abril
Entra eni scen
MHe. Mathilde Lafonrcade
Representar-fe-ba
a opera bufia em 9 aetofl
LA PEBICHOLE
( Msica de Jacqoes OEfembach)
MHe. Laboreado,
desempenbar o papel de protegonista
Tomara umbera parte na opera todos os mais
artistas.
Comecara o especuealo cora a rpereta em i
aeto
Jeanne qui pleure et Jeanne
qui rit
Desempenbada por Mme. Pcppe e Mr?, Hur-
bain, Ganthier e Birbot.
#** Principiara as 8 Iji.
Depois do espectculo haveri empre ura trero
para Apipacos e pontos intermedios.
O camarotes de assiRnatora e encomaendas
entregam-se at ao meio dia.
fumarlo.
Urna camafranoexa de Jacaranda, 4'toilet, i 11
vaiorio de Jacaranda, i guarda-veslidos tarabem
de Jacaranda, i espelho grande 1 banqulchas
de Jacaranda. w
2o quarto.
Um guarda-veetido de mogoo com espelbo, 1
guarda- roopa, tapetes, jarros, i esa de marmore
eom figura.
Sala de detrs.
Urna mobilla d Jacaranda, com i-sof, \ eadoi-
ras de bracos, 2 de balanco, 12 de gtirnicio e 2
consollos, 1 piaao forte, 4 escarradeiras t
rentes jarros para flores.
Sala da frente do 2 andar.
Urna secretaria, *1 guarda roupa, t cama de fer-
ro, 1 lavatorio com pedra, 2 cabidea e I jarra
jom torneira.
gala de detrai.
Urna mesa elstica, 1 guarda-lonca, 4 apparsdor
com pedra, l relogio de pared, 5 veoeuanas, 1
sof, 11 cadeira?, 1 mesa de eostura, i apparelho
de porcelana dourada para janlar, dito para cha
{de bacarai), i garrafas, 4 eampoteirae, 1 porta-
queijo, 21 copos, 24 clices, descaueos 4e facas, 2
galheteiras e bandejas.
No sollo.
Um marqueiio, 1 ber?j, 1 bid, 1 lavatorio de
ferro, 1 balaio para roopa,
nio, 1 laboa le engemmar
easa de familia.
Sexta-1'eir 19 do corrate
O referido leilao principiar s 10 l|2 horas da
manhaa.
EM TEMPO
Aloga-se a referida cara com cu sera as berofei
toria?, constando de caodieiros a gas, peles e
esteiras forro da easa, etc., etc.__________^^
O'Dr. Joaquim de Aqoino Fjnceca fax saber
ao Film. Sr. lenenSe-earosiel foaqatro e Si Cawl.
cante ae Alanqnerqne an* iui easa atada aM
veio o correspondente de 8. S.___________L
"NaPraca da Independencia o. 33 te compra
ooro, prata e pedras preciosas, lambeta se vende
obras de igual especie.
Jote* Bernardo ma Dias 6 Motta, declara ao respeitavel publico
e com especialidade o eorpe do eommerio. qo
nada mais deve da extiacta arma, e te ataen se
jalgar orador apresante sea debito para ser p&ge,
isto no praso de tres dias. Recite 4 de abril de
MOFINA
Olha eeL.
1 carrinho" para me-
e outros objectos de
Attenpao
Pede se ao Sr Candido Jos da Fonceca tenba
a ondade de comparecer na venda da ra das
Cinco-Ponas n. 93 : a tratar de negocio de sen
particular nteretse.______________________
NOTAS
Roga-M ao Illm. Sr. Ignacio V.aira de Mello, es
arivio na cidade de Nazaretb deeta provincia, i
lavor de vir a raa do Imperador n. 18 a conelat'
iquelle negocio que V. S. se comprometten rtali-
jar, pela terceira chamada desta jornal, em flm
ie desembro prximo passado, a depois para ja
aeiro, passou a tevereiro e abril, a nada eumprio
i por este motivo da novo chamado para dte
Oto ; poia V. S. se deve lembrar que este negocie
i de mtis de oilo anuos, e quano o senbor i?
Uno ge achava no es nesta cidade_________
O Sr. Boa ventura Jos de Casiro Atevedo,
que re idio em Macei e aetaaltnente acha-se nes
la cidade, rogado a vir i rna do Amorim n. 37,
exriotorio de Tasco Irmio & C, a negocio, ou
anunciar a sua residencia para ser procurado.
Troca-se utas di banco do Drasi!. e de wat.
nliaes na ra do' Bario da Victoria n. 63, aotiga
raa Nova, loja de Joio Joaquim da CostaLeite
Commendador Francisco Jas
da silva.
O teoente-coronel Joio Valenlim Vilella convida
aos amigos e parent^s do fen intimo e seropre
lembrado amigo Francisco Jos da Silva, para as-
sistlrem as miss8S que tem de serem resadas na
igreja da Soledad9 no dia 26 do eorrente as 7
horas da machia, trigsimo dia do sen pasa-
mento.
MimmamHmmmmmmmammKLS
LEILAO
AQsenton-se do eogeoho Lages, fregaeaia de
tumb, eom deslino a esta praca, o escravo Cae-
tana.de iJade de 17 a 18 annos. cor parda, ja
bocaido, olhos grande, narit afilado, bocea pe-
quea, cabellos carapioaados, e tem ans pannos
braneos pelo pesoooo, sigual bera earactenstioo :
roga-ee as autoridades policiaet sua captura e ao*
'enhores capiles de campo qoe serio bem reepm-
pensados, podendo ser entregue ou oo mesmo en-
genho a sen senh r, oo na Lasa Folie ao Sr. Ma-
aoei ies F.n Urna, eii para isso autori-
sado.

AVISOS MARTIMOS.
Vende se a barcaca nacional denominada
Vernica da Gloria , nova, de Ia viagera. roui
lo bem construida no eslaleiro da vil'a de Porto
de Pedias, de lotaco de 1,500 sarcos de assucar:
para ver no caes do Ramos, e para tratar na ra
do Vicario n. o, loja de cabos cora Joao Luiz de
Macelo, Jos Rodrigues Salaiar e Jjanuim de
Soma Silva Cunts.
DE
Um carro americano de 4 rodas, coberto.
cofa assento para 2 e i pessoas, lansas e
vaiaes para 1 e i cavallos e arreios para
2 cavallos.
SEXTA-FEIRA 19 DO CORRENTE.
A" 1 HORA DA TARDE.
Em frente ao sobrado da ra do Livramento n. 31
Por intervencio do agente Falo.
TlLlir
DO
Sobrado de 3 andares n. 59 da rna de Pe-
dro Aff.DSP, antiga rna da Praia.
O agente Martins fsr leilao por despacho do
lllm. Sr. Dr. juu de direito da I" vara do sobra-
do de 3 andares da raa da Praia, boje Pedro Af-
fonso n. 59, muilo bem construido e localisado
para qualquer negocio.
Stxtafeira 19 do correte.
O leilao ter lugar em orna das salan do mes-
mo predio, &i II h.iras do dia, podendo os pre-
tndenos desde ji examinar o referido predio,
chaves se acbam-se em poder do agente
Pharmacia de S. Jos
88Raa de Marcilio Dias88
Joaquim Rodrigos dos C lias, pharmaceOiico
pela escola de medeeina do Rio de Jaoeiro e pro-
prietario da pharmacia de S. Jos, i roa de Mar-
cilio Dias n. 88, anliga pharmaeia do multo ec-
nhecido Prannos, tem a honra do avisar ao res-
peitavtl publio que o sea estabelecimenlo acha-
se completamente reformado e convenientemente
sortido de novas drogas e de lodos os preparado
offleinaes, eom que posta de prompto aviar qual-
quer receita. Todo aquel le qoe quizer honra-lo
com a rna connanca, pie ficar convencido que
seri multo bem servido pela boa qaalilade de
suas drogas, pela promptido, aceeio e esmero
orm qoe sao aviadas as receitas segundo os pre-
ceilos da sua arle.
A Torre.
Aluga se um sitio nessa leealidade prximo a
igreja, com boa casa de vivenda e banho no rio
(reate desta : a tratar na ra do Pires n. 26.
LINDA.
Alnga-se urna ooa casa com bastantes comino-
dos na raa de S. Bento, muito fresca, quintal mu-
rado, perto do baubo e da estaeao : tratar na
ra do Coromercio n. 48.
Attoneao
Vende se a veleira e bem construida barcaja
Probidade, a?parelhada e promp!a a navegar, pe
ga em 700 saceos com assucar, acha-se tundeada
junto ao caes do trapiche Pelourlaho : quem a
quier examinar dirija-e a bordo da mesma, e
para tratar com Carlas da Silva AraoJ, na pra?a
do Corpo Santo d. 4, armaiem, das 9 horas as 4
da tarde.
cujas
cima,
18.
ou no armatem da ra do Imperador n.
Uten$ao
O bacharel Bento Ceciliano dos Sanies Ramos,
convida a quera for alunado do finado sen pai
Bento dos Santos Ramos, para que no praso de
dias aprsente eerlilio de baptismo e attestado de
subvivencia, para receber o que por verba nata-
mentara Ibe cabe : ra da Gloria n. 85, 12 de
abril de 1872. ______
Aluga-se o primeiro andar e sciao da ra
Encantamento n. o, proprio para escriptorio : a
tr.ilar na roa da Calea do Recife n. 33.
Fagiram nos flns de dezembro ultimo, da
fregueiia di Rom Jardim, termo do Limoeiro, os
escravo* Joio e Barbara, casados, com os seguin-
tes signaet:
O escravo Joio, calara! de Angola, de idade de
48 a 50 annos, altura regular, pouca barba, cor
preta, olh s vermeihos e fuma^ados, bocea gran-
de, cabeca um pouco crescida para trar, algnma
cousa zarobro, calcanhar grosso, dedos dos p
qnasi retorcidos, muito cortez.
A eserava Barbara, crioola fula, de 24 a 26 an-
nos, altura regular, bocea grande, dentes limados,
seio valumoso, ora tanto gorda ; ambos do servic. i
do campe : quem os pegar poder leva-lo a ra
do Bario da Victoria n. 69, que recebei a grati
Acacio de 50 j._________________________________
AQUILINO DE PAULA FERNANDES.
Joaquina Rosa da Silva Fernn-
des, Mana Thereza Fernandas Bap-
lista, Rosa Maris F lista, Jos Joaqa'in Fernandos, Ma
noel Filemcn Fernaodes, Braz Ja-
nnario Fernandez, E>tev5i Jorge
Baptista, mil, irmias, irma^s eu-
nhado n mais parentes do finado Aquilino oe Pau-
la Fernaodes, agradecem ccrdealmenle a toda* as
pessoas qae se dignaram acempanha-b lo'eemi-
lerio publico ; de novo convidamos para assitirem
a missa do stimo dia que tei lugar na matriz
de S. Frei Pedro Grncalves do Recife, das 7 par
8 da rratiha, no di^iOjgrrente^________________
A SooMade Segredo e Amor da Urdm, man
da relebrar missas ns igreja <1a Ordem Terceira
de N. S. do Carmo, .no da 18 do eorrente mer,
as 7 1|2 horas da manhaa, pelas almas da me,
sogra e pai dos Sr?. Francisco Augusto Pacheco,
Alfredo Prisco Barbosa e Custodio Francisco Mar
tos, e eonvida-os, bera como aos mais socios, pa-
rentes e amigos a assistirern esse a:to de religiao
e rari.iade.
Amae leite
Aloga-se tuna ama da leiie ; qot
dirja se a estrada deJiJ
da Barroj, fiM>
ser
i.
soas
Preasa-se as uta asta pa-
ra cotinhar e farnr o msis
__ servlco de rasa d fas* pas-
ca rna do Imperador n. 75, 2* ladsr.
^^^
,. -mar m Precisa-se com nrgeoeia, de orna
ailfjlJB. ama de :eit : na ra D^eiU o. 8,
on em Ponte de Uchoa sllio n. 9 A.
Ka roa da Cruz n. 48, 2* andar, btcumm
de urna ama forra, e onira eserava. ^^__
^m
brado,
Precisase de urna ama pa
eisa de ponea familia :
roa de Hortas n. 30, >
,1.'
Precisa-se ce urna asa qc*
saiba coz nbar e engomaaar
rara casa de familia : na roa
Pedro Affonso n. 29, ouir'ori raa da Praia.
t>
^Ua\
Precisa-se ce oai ama : M
rna do Coronel Sua.-suisa c.
146.
AMA
pessoas :
Precisase ae urna ama que saiba cc-
zinhar, para casa de familia de duas
na rna do Apollo n- M, 1* andar.
Precisa-te de urna eterava, ba
cozinheira e urna livre para en-
.iiilkj gommar e fazer o servico interno
de casa de familia, paga-se bem.: na loa da Croa
do Recife n. 42, armaiem, oa no Corredor do Bis-
co n. 23.
AMA
LEILOES.
AVISOS DIVERSOS
Perguntas innocentes
Pergunta-se ao Sr. presidente da sociedade re
creativa Nova Uoio, se o socio suspenso por V.
S. no recreio de 14 do eorrente inflingi o 5 do
art. 4 cap. 3 ?
Se um socio nao tem o direito de censurar a V.
S. por qualquer falta que commetter'?
E qual a razio de V. S. prohibir de ir aos re-
creios nma pessoa que nao est no caso de fre-
qnecta-los, segundo o nosso regulameoto interno,
e consente que um socio v com outras duas pes-
soas naj roesmas condic3es ou peior ainda? Fi-
nalmente se o cargo que V. S. occopa antorisa-o a
fazer o que entender, como disse no reinlho da
sociedade, ou a cumprir com os nossos estatutos?
Um socio imparcial.
DE
Relogios de furo e de prata para a'gibe ra,
trancelins e correr-tes para os mesones,
algnns objectos ds praia e oj'.ras joias.
HOJE
AO MEIO LIA
Por intervencio do agen'.e Pinto.
No armazem do largo do Corpo Santo n. 48, em
eonfinnarao do leilao de fazendas avariada*.
Manoel da Croz Rosa Carvalbo Filho,
deseja fallar ao Sr. Antonio Joaquim deBri
to, chegado ltimamente oo vapor Paran,
poriendo ser procurado na ra de Santa Isa-
bel n. 5. on no Club Pernambucano, caes
de Vmte Doos de Novembro, n. 26.
GRANDE
IMPORTARTE LEILAO
DE
FAZENDAS
Franwzas e inglesas limp^s
e avaiiidas
HOJE
%o armaiem fa ra do Trapi-
che a. 4S
O agente de leudes F. I. Pinto levar leilao
por ordem de diversc, e por coma e risco de
quem pertencer, nio um grande e variado sor
.tinento de faiendas francfzas e infieras limpa?,
como tambem differen'es fazendas :om avaria de
agua salgada, constan Jo da madapoloes, algod5e-
alpakas, brins, chitas, casemiras linas e saceos vas
1109.
O lei'ao ser eiTeciuado no armasem da ra do
Trapiche n. 48.
Principiar s 10 hora; em ponto por serem
muitos os lotes, alem de qne a 1 hora di tarde
haver outro leilao
prata
de nligus e obras de ouro e
Leilao
Urna burra (cafre) grande e forte.
Hoje
o meio dia
Por interveacio do agente Pinto.
Por ocasiio do leilao de fazendas no armazem
da roa do Trapiche o. 48.
CASA
Traspassa-se urna com 6 quartos, 2 sallas, cor-
redor iodependente, cosiuha e quintal com cacim-
ba u'uaaa das raelhorts mas do bairro da S. Jos
mediante parte de indemnisacio por bemfeitorias.
A tratar na ra Direita n. 81.______
.Nu largo do Forte do Manos n. 13, boiequim
precisase de um eozinbeiro.
O uaeharel Jer nymo Salgado de Casln Ac
cioly lecciona na forma dos annos antecedentes,
pratica do prosessa civel, CDtnmercial e criminal
Aquelles senhores acadmicos do 3 auno em diau
te que quizerem praticar, poderio entender-se
com o Sr. Jos Domingues da Cosa, acadmico do
a anno.
Oo-intieiro
Precisa-se de um cosinheiro forro ou captivo
para casa de pequea familia. A tratar na rna do
marqufz deOoda n. 21 !? andar.______________
Precisa-se de um
mero 230.
Criado
criado : na rna Imperial nn-
Bolieiro francez
Offerece-se om de boa conduta ebegalo ult-
mente de Pam : a tratar no armszem da travs
sa do Corpo Santo n. 23.
Precisa se re um caixeiro para a taberna da
raa Augusta n. 296 que d fiador a sua conduc-
ta : tratar na mesma.____________
Aluga te um escravo para hotel ou qual-
quer servico de casa : na ra do Imperador
n. $0, 3o andar. ^___
Contedo do nomerO 18,
Chegado em t 3 de abril
EDITORIABS.
O "Direito Divino."
A Volta do Imperador.
A Lei de 28 de Setembro.
Os Filhos dos Lavradores.
Profetas falsos.
TPICOS DO DIA.
A Nova Italia.
A Nova Reforma Catholiea.
A Questio Baligiosa no Brasil.
Notas sobre factos eorrentes na Europa.
LITTERATURA.
Carla do Cap. Bartoo sobre a Lilteratura Bra-
sileirs. .
Um poema de Goucalves Dias em ingiez.
Varias notas Iliterarias.
INTERESSESDA AGRICULTURA.
Auxilio do Estado aos Libertos, nos Estados-
Unidos.
Carta do Sr. Conselbeiro C. B. Ottoni, ao Novo
Mundo sobre a Emaoc:pacio dos Escravos.
Cultora em Grande e Pequana Escala, na Eu-
ropa e America.
A fabrica cao do Assucar do Bordo.
A preparacio dos couros dos animaes.
A cabra da Cashimira.
A destruicio das Florestas.
Falificacao do cha da India, outras olas.
INDUSTHIA.
As Prensas hvdrauliea*.
Carros de frete, de ferro.
A ponte de S Luiz, no Mississippi
A Pedra Artificial. t
Vapores pequeos para navegacio fluvial do
Brasil.
MISCELLANEA.
Caru do Sr. J. de Sroza Andrade sobre o Esta-
do dos Indios, no Amazonas.
A Donzella das Qaedas do Rheno : lenda alie
Ma. .
Peregrinos Mahometanos as costss da ai-
macia.
A Edocaio das mulleres.
A celebre causa "Tichb-.-rae."
A Franga: 1870-1872.
Esbozo biograpbico do cel.bre Professor louis
Agassiz.
Os Camponios da Romana.
Esboco biographica do Sr. F. J. Belbencourt da
Silva, fundador do Lyeeu das Artes e OfBcios do
Rio de Janeiro.
Cosmticos Venenosos.
A Disciplina da Experiencia.
Manoel Pardo.
A Semana Santa em Roma.
Negocios Cubanos.
Notas "em geral."
ILLUSTRAC03S.
A Donzella das Qaedas do P.beno.
A Franca, 1870.
A Franca, 1872.
Camponios da Romana indo ao Mercado.
Loniz Agassiz.
grande ponte do Misisipi em S. Laz, no
souri. .
Peregrinos as costas da Dalmacia em caminho
de Mecea.
F. J. Bethcnconrt da Silva.
Prensas hydraulicas (2).
A Semana Sania em Roma. '
Manoel Pardo, um dos candidatos i Presidencia
do Per
A Revolucao em Cuba : typos de gtterreiros re
volucionarios.
Plano de pequeos .vapores para navegacao no-
via!. Liviana franceza. _____________.
Eserava fgida,
Ainda est fgida a eserava Luiza, pjrda escu-
ra, idade 23 annos, mais ou menos, alta, secca do
corpo, rosto omprido, b--cca grande, be'503 gros
sos, tem falta de dentes, falla bem explicado, com
um ligeiro descanso no Um da palavra-, usa ca-
bello grande a giforioa e partido na frente, anda
serapre com roupa bem limpa e de chale estam-
pado ou caxin, tem as mios bem feitas e os ps
seceos, usa botina*, tem nma pequea costura so-
bre o peito procurando o pe^coco, e tem em um
dos bragos um sino de Salomo feto a tima, as
vezei inculca chamarse Luzia e que ferra,
natural do Pillar de Alagoas, oode tem mi e urna
filha, foi eserava em Macei, de Vasconcellos, Bar-
bosa & Tflrre?, e vendida nesta cidade pelo Sr. F.
R, Pinto Goimaries; des'xnflj-se que anda oc-
cnlta no Recife por fra de Portas ou Boa-vista
rogase s autoridades piliciaes e aos capities de
campo que a prendara e levem a sen senhor Au-
relio dos Santos Coimbra, rna Duque de Caxias
n. 94, ou no Caxang, que se gratificar genero
smente.
ESCRAVO FGIDO t
Na noa.e de 12 para 13 do corredte fugio do
sitio Imbfhbeira, do abaixo assignado, o escravo
de noroe Flix, crioulo, e representa ler mais de
cincoeota annos de idade.
Foi comprado pelo abaixo assignado ao Sr.
Bernardo Norat, ha nm anno, e perieneeu anU-ri-
oriraente a um Francs vendedor de ooro, cha-
mado Simio
E' de estalara baixa; secco do corpo, barbado,
olhos vermelhos, eoai da peraa direita, e tem o
p troncho ; e na epocha em qae fngio tinha dado
urna estrepada no- mesmo p, sobrevindo-lhe urna
pequea fstula.
Levou nma peqnena caixa coro ronpa de algo-
dio de listras, e urna coberta de baeta encarnada
E' natural do Rio Grande do Snl, aonde servio
rnuntos annos, e as costas a presenta anida cicatri-
ses de t Bebe : gurdenle ; mas poucas veses nca fora
de seu estado natural E' alegre e tallador.
Ha quasi certeza de que se encaminhou para
Pernambuco pela costa.
Qualquer pessoa que o capturar e o entregar
ao abaixo assignado, ou em Pernambuco aos Srs.
Joio.Qairino ae Agailar A C* sera gratificado
eom 50,000 rs.
Parahyba26de Marco de 1872.
Custodio Domingues dos Santos.
l'i.--ira-so de oraa para cozi-
nbar em casi da pouca fanila:
roa Ve I ha n. 28, sobrado.
Precisa-se de orna ama livre ou es-
erava para o sen ico de orna tasa de pou-
ca familia: na rna do Mrquez de Henal
(anliga ra da Concordia) so'iiadn cor.t:gua
a padaria. N3o se declara o numero j.or
qne a ra oio est nnroerada.____________
Precisa se de mu an ir
o -ervifo de nnt cxa ir una
pessoa ; i tratar na raa a. CtM

AMA
8, 3 andar.
aM
Precire-M) de aaa* qu i.eii*
^ servir a am* pesaos : a ir.iur na roa
de Acnas-Verdes n. 3<), ! andar. _______
Ani' de leite.
No ?obra-io da rna do Imperador n. 38 pwisa-
se de urca boa ama com abaridaMe e bom leile, 4
qoe seja mullur h'E-es'a._______________________
Precisa se de urna ama para es -
gommar : a ruar na pra$* da Inde-
pendencia n. 39. ^^^^
AMA
AMA
Precis* se de urna axt qoe sioa
bem cozinbar : a tratar na praca da
Independencia o. 39.
Ama de leite
ATTENCAO
O abaixo assignado faz sciente ao respeitavel
publico que no dia 10 de fevereiro prximo pas-
sado, chegou a sua casa a mulata Rezena per-
tencente aos herdeiros da finada D. Mathilde Per-
petua Goncalvej, casada que foi cora o Sr. Mi-
guel Francisco da Cunha, e tendo o abaixo assig
nado por varias vezes escrpio ao Sr Jos Duar-
te da Silva donde a dita mulata se aozentou en
procura d urna sua senhora, que roinha
afilhada, a qual e-l em roinba companbia, por
isso vem o abaixo assignado por meio do prezente
salvar sua responsabilidade em foga da mesma
ou qaalqaer aiidente que possa acontecer.
Recife, 12 de abril de 1872.
Antonio Jos da Rocha.
Cozlnhelro.
Para urna peqnena familia que mora em sitio
muito peito da praga, preca-se de um bem co-
zinhere, e paga-se bem, e se for escravo de con-
ducta igualmente se dar um bom salario : a '.ra-
tar no caes do Apollo n. 71.__________________
Consertam serhapos de so: na leja da.Rosa
Branca na ma da Iraperatriz n. 26 : fazem-se to-
dos os concertcs em chapeos de sol, e ha cons-
tantemente grande soitimenlo de chapeos de sol
de seda e de merino para horaens e senhoras, por
precos commodos, e mandam-se levar para amostra
Precisa se de nma ama qne tenba oastanie lei-
te, sem filho : na rna 1* de Marco n. 7 A, 1*
andar.___________^___________________
Precisa-se cum urgencia *
ama ama para todo ser vi c de
urna casa le pequea familia : a
traiar na praga do Conde d'Eu n. 30, t an lar.
Leio
DA
Loja de funileiro contendo obras de (lan-
dres, machinas para o servico, armaclo,
ferramentas em grande porfi, sita roa
da Senzalla Nova n. 16.
Hoje.
O age&te Pesua legatmente antorisado far
lei'ao porconta e risco de quem pertencer da loja
aeima mencionada belecimeuto presta-se a qualquer principiante por
se achar bem sortido e ter poneos fundos. O lei*
fio sera effectuado quarta feira 17 do eorrente, is
11 horas da manhaa, na mesma loja ; ra da Seo-
zalla Nova n. Id.
LEILAO
DE
Bons movis, Dorcelan e fi-
nos crystaes,
SEXTA-FEIBA 19 DO CBRENTE
Por iotervencio do agente Pinto.
No t e 2o andares do sobrado da roa do
Livramento n. 31, casa em qoe rsidio o
Sr. Joaquim Lores Machado.
CONSTANDO DE :
gala da frente do 1' andar, .
Un piano forte, 1 mobilJa de Jacaranda i Luiz
XV, 2 eepaliios grandes, 3 gnarnicdes e 3 pares
da cortinados, 3 castas pata flores, 2 deteaofoa
para ps, i etagars, 3 parea de jarros, 2 Hora
Odas, i bJl, panno da crocr', t peles e
ro da. sala.
fr-
Aloga-se urna parte da casa o. 25, primeiru
andar da -roa do Apollo, muito propna para es-,
criptorio, contendo urna sala, tres gran4es quar-
tos e um terraco : traiar na mesma das 10 as
;i hrras d?. tarde.
Hotel da Independencia
Ettaminet roa do Imperador n. 31, precsa-se
de 2 criados para o servjco da casa, prefere-se
escravo.
A 8 de abril de 1872 fagiram do engonho Ri
beirio, freguetia de Santo Anlio, dous escravos,
ambos de nome Manoel, sendo ura negro falo, es-
tatura regular, com buco de barba, falla grossa e
arrastada, pernas finas, o beico de cima mais
grosso e os dentes limados, representa ter 26 an
nos, mas.ou menos, levou eamisa de riscado rxo,
calca de bsim pardo, chapeo de baeta parda, urna
rede e nma viola, que elle umbem toea ura pon -
co; o segando, negro preto, estatura baixa, pe."
as finas a om pouco arqueadas, os denles da
frente largos, a barba com cabellos saltiadoa, mui-
to regrisU, represeoU ter 28 a 30 unos, levou
camisa de mada polio, caifa de brim pardo, cha-
pi de baeta parda, e ambos levaram roopa de
algodo da malta : rega-se a todas aa autoridades
e capities de campo a captura dos ditos escravos,
e condan-los ao mencionado engenbo, qae' serio
bem recompensados. '_________________
dias do mez passado fngio do engenbo
AvialtTfregoezia de Albandra da provincia da
Paranyba do Noria, e do poder de sea senhor o
teoeote-eoroMl Galerno Accioly da Costa Villar,
um escravo de nome Maiheus com oa signaos s-
Kintes : oor preU, olno castanhos a grandes,
sea umbem grande t falU de denles na frente,
nariz e corpo grosso, caballo carapiobado, asto-
tora alu, barbado, sobraneelfcas espeisas, a de 30
annos de idade, coaduzindo na foja um eavallo
castanh amarelio com orna estrella na tesu, orna
das mios ataes e castrado : rogase porUnto
aps stabaraa eapitiei t campo o eaas appra-
hender 0 lavar ao Keaie a roa do Vigario, ubar-
aa n, 13, oae engeohe 4o mesmo propriatario,
pelo qae serio fKacmUMlM rec0010*0***.
A
Missc
Novo mundo
Com o n. 18 flndou a assigoatura do 2* semes-
tre ; as pessoa qae nio qoizerem soffrer nter-
rapfio no recebimento detu peridico deve as-
signar o 4 semestre5*008.
Livraria franceza.
Atten$o.
Na loja do Collar de Ooro, ra do Caboa n. 3
.\, precisa-se de nma ama para servico de casa
de familia.______________________________________
Erapreza liraYnage.
Perguota se o segrate:
l* Se as casas em qne por ventura Ja estejam
faoecionando os auparemos, tem 08 nio ftlia da
agua nos mesmos ?
2* Se ao esciptorio da tmpreza tem do nao ha
vid reclamacoes pela falU de agua nos mesmos,
e qual o numero dos redamantes T
3* Qual a razio da falta 'agaa, caso tanna a-
vido, se esa falu ji est reparada, a se anda
existm apparelhos funceionando sem agoa "
i* Se no caso de existirem apparelhos faoecio-
nando sem agua, se o contrato primitivo e sua
ennovacio aotorlsam a qae os apparelhos funecio-
nem sem agaa T
a esUt. simples aerguolas, qae nio olfendem a
companbia e nena a seos defensoras, entendemos
qae deve responder para ficar mais acrediuda a
empreza, etc.'
Httel Oliente
Roa do Bario da Victoria n. bi, ootr'ora
roa Nova.
Este acreditado estabelecimeno que por longo
lempo esteve funceionando na ra larga do Rosa-
rio, acha-se de novo estabelecdo aa roa aeima,
jom soa bem cochecida administracao. Os ge-
neres de alimenlago -ao de primeira qualidade.
Recebem-se en:ommendas e assignatura*. rszca-
veis, unto para botel eorao para domicilio. Tem
para recreio, buhar, piano e jornaes nacicnaes
sstrangeiros. Admitte-'e hospedegera.________
AMA
de de 5 e
mero 123.
/ annos :
Uffarece-se urna para
o servico interna, p is se
snjeiu a ganbar uro pe-
queo ordeado com con-
dinao de ter em soa coro-
panhia dous filnosde ida-
na ra do Conde d'Eu na-
\ II \
Precisa-se de ama ama para
casa de hornero olteiro para
cazinhar e fazer com iras : a
tratar na rna do Amnrirn n. 39.
No dia 6 de margo prximo findo sahiram de
Pindoba, comarca de Itamb, Felippe crioulo, de
22 annos de idade, altura regular, corpolento.
nao muilo preto, rosto largo, pouca barba so nc
queixo inferior, ps nm pouco torios em coose-
qaenca de ter tido bixes, e nma marca de cica-
triz de fendas de fogo em um dos bracos ; e Sor*
berto, da me=ma idade pruco mais on menos, cor-
polento, sera barba, bem preto e com falta de
dentes na frente, este pertencente a Jos Ignacio
de Andrade, e eqcelle a Luiz da Silva Pereira :
Rogara as autoridad* a aprehencao dos mesmos
oo aos capities de ropo, que coniuzlndo o
para all serio ceneroararrate recorapen'ados.
__Precira-se ae um cozraneiro ou cozinheira
a ra do Proeresso (Soledade) n. 7. ___________
II
MLEQUE
Precisa-se de um que seja fiel e de boa condne-
u para cnado : a tratar no largo da matriz de
Santo Antonio n. 2, 1 andar.
Hospital Portuguez de Beneficen-
cia cid Pernambuco.
Nao se haveido reunido no domiogo li do cor-
rele numero de socios snfficiente para constituir
a assembla geral convocada com o fim de pro-
ceder se a eleifio de vice-provedor e a de tres
mordornos ; e bem assim de ser presentado o
relatarlo do ultimo anno administra'.ivo, e dar
posse aos noves membr-s da junta administrativa ;
sio, por isso, novamenle convidados os Srs. so-
cios desie hospiul i reonirem-se para os referid s
fins no prximo domingo 21 do eorrente as i I
horas-da manhia ; fazendo-se publico qae a as
semb'.a geral seri constituida com o numero de
socios que estiverem presentes.
Hospial Portuguez de Beneficencia em Pernam
baco 16 de abril de 1872.
Luiz Duprai,
Secretario.
Sociedade liberal nni&O be-
nefioente.
Por ordem superior sio convidados os senbores
so:ios a eompareeerem em renniio de assembla
frl extraordinaria sexta-feira 19 do eorrente as
l|t Horas da urde, aflm da eoneluir-se as mate-
rias qne sa acharo em disenasio, a outras qae taso
de serem subraettidas abem dos interssses sociaas.
Secretaria da sociedade liberal ailo benefi-
cente 16 de abril de 1871
O I* saeretaro,
Theopiito ladro do Rosario.
"Sapotizeirog
muito grandes e bonitos, parrairas e outras plan-
ta? : na *Capun[ 1, % traressf do Ventara a *, a
argero do R'e. .
Novo Attheneu
De ordem do Sr. presidente convido a tpdo o
Srs, socios psra e reunirera boje as 5 horas da
Urde na roa estreiu do Rosario n. 29, 1* andar,
afim de ter logar a abertura solemne dos traba-
lbos lectivos, Recife 17 de abril de.1872
Francisco I. Rodrigues da Costt,
! secretario.
m
Precisa-se contratar urna sentara para enear-
regar--e da educacij de tres meninas era um en-
genho distante da lacio da liba duas legua*-.
Par informacoes dirija-se a raa do Apollo n. 25,
P andar : tratar cora J. S. Caraeiro da Cuaha.
Alaga-se o ! andar do sobrada a rui d;i
Penha n. 29 : a fallar as Cnco Ponas n. 31.
Precisa se de cima ama para
erzinhar em um casa de peque-
1%. _ix ix na familia : tratar na roa da
Praia n. 58, 2a andar.___________________________
Praetsa-saaa um* ama pa-
ra eogomimr para dnas pes-
soas e rilar de nm menino:
tratar a rus Nova o. 12, b ja._______.
A M A
Mfc&
Precisa-se de ama ama para ras de penca
familia: na rna do Amorim n. 17. ___^____
Fiecisa-se
de ama para cotinha
De ama para cotinha
De ama para eozioha :
A' rm da Sdatada n.
.5?.
AMA
i
o. 32
Preexa-se df um pira ca
de bntlia. pr-'-'i nd...-- raatap
va : Di raa fer-tu Jj UuSirio
3 andar.
lili
Os abaixo assignados, declaram ao respeitavel
publico, e com especialidade so corpo do com-
mercio, qae anigavelmente dissolveram nesta da-
ta a sociedade que gyrava nesu cidade de Guy-
anm sob a firma commercial de Ramos t Vicio-
rino, ficando o socio Victorino Ferreira de Sooza,
exonerado pelosocio Joaquim Femira Ramos J-
nior de toda responsabilidade que tinha, tanto nc
passivo como oo active da referida sociedade, a
quem tica pertencendo de era avante os estabele-
ciraentos.
Goyanna, 11 de abril de 1872.
Joaquina Ferreira Ramos Jnior.
Victorino Feneira da Souza.
AMA
seio n. 58.
Pre;ia-?B da nma ama 'H>e
compre e c-izinhe par &is"4
fami'ia : a i-alar na ra do Pas-
Preeua-sa d<* ama ama pa-
ra o aervico de cisa de pe-
quea tamilia
rna da Croz n. 18. n* andar.
a tratar h
de leite
d leite : na ra Direita
Anm
Precisa se de nma ama
n 89, 2* aedar.
seanasa
Ciarntos legitimo* ce Havana
... Daos da Babia.
B Ditos marca^Laporte.
Armaiem n. 18 ma da Croz,
Mudanpa
J S. Carneiro da Cunha transferio^ seu escripto-
rio para a roa do Eacan'..'Uflento nt 'i. ________
Avisa-se
pessoa qne na noite de lo do eorrente ao jem-
prar am corte le hita na loja do Pavo, perdea
i04 (ama sedula) qaeira apparejeor i mesma leja
para Ihe ser entregue.__________________________
Arrenda-se ama olaria situada no lugar de-
nominado Urub : a tratar na mesma.__________
Aloga-se at 30 de setembro de 1872 o sitio
n. I na travessa do Caldereiro, freguezia do Poco
da Panella : na botica n. 19, na praca do Conde
d'Eu. ___________
PEDE-SE
?
Illma. cmara muoicipl qae lance mas visus
para om sbralo no pateo da nbeira de S. Jo^,
que esU ameacando perico aos visinbos com o
oitio desaprumado para cima de doni esUbeleci-
menlos. .
Anreliano Aegusto ae Souza Serrano deixou
de ser caixeiro dos Srs. Cunha 4 Manu, a agra-
dece-Ibes eardialmente as maneiras delicadas com
qae foi tratado e com especialidade ao socio Cu
oha a qoera tribau sua eterna gratldio.
Ol
O Sr. Praociseo Jos Arantes, convidado a vir
qoanto antes i rna da Imperatriz n. Ji, a nsgocio
de sea intereasa
Tem-ae para alogv om pardo de 13 4 16
annos. cotia ha a soffria*l coaeiro : na rna de
Hortain,o4
- ma pjaoa com basiaote prailca, offerece
aos possuidores de eseraios para piatnculalo?
na ferma^a lei cbm motca pag .* M roa'de
Hortas p 9a, sobrade.
Estrada do Luca.
Aloga-se um sitio e casa :ora 3 alas, 7 qua'-
to, conoba fra, coeheira, estiibaria e cacimba,
o sitio proprio para ter vaccas e ser Aataote
grande para criacao : quem pretender dirija *e i
ra do Vigario Tenorio o. 31, 1 andir._________
Aluga-ie o 3o andar e sotao da ru< do Im-
perador n. 73 : a traiar no 2* andar do mesmo.
aaa mam asea mmsmi
a
Ra travessa
Ciros i,
meiro andar, d
nhelro sobre
de ooro, prata e brilhan-
les, seja foal for a qoan-
tia. Na mesia casa com-
pram-se os mesraos me-
taes e pedras.
Pedimos ao Sr. flsc.il da fr-iguezia da
vista o favor de ver uns bo'.equios que veoem
a?nardente na ra do Cico, todo o dia at alu
noite, onde nio paga diieito ; espejamos providea-
c.a?, o que de Cesar, ftaar, i qoe de Daos.
Dos.___________________________________________
-r- ahaixo assignado, rciara aa para a Europa
a trat-r de ;aa sade, e dnranle soa auzeocia
deixa por seus procuradores em 1* lagar o 8r.
Francisco Iglerias Lopes, em t* o Sr. Antonio
Fernandea dos Sanios, e em 3* logar o Sr. Manoel
Francisco Ferreira. e incumbidos da gereocu do
sea esutielecimeaio de liberna, roa da Ssatda-
de n. 3, os sens socios Jos Rodrigues de aaeo-
rim e Bernardo Esleves. Aproveiio o eo#ejo para
umbem fazer nnbliej que julga nadi dever nesu
vrtt} "in lora dla p r ernias -mirahidas al
<5 d<- marco priximc passado, roas m algaaaa a
jalgar ea credor apresente-ihe soa cania no pra-
so de tres dias para ser paga.
Antioin Jos Rodrigues.
Aviso.
0 abaixo assignado perdea no da 12 do cerredle
um vale da quaotia de 300*000, passado a favor
dos Srs. Pereira Carneiro & C em data de 17 Je
fevereiro prximo passado. E como j esteja pa-
go faz o presenta para que em todo qualquer
tempo que appareca, valor neobum tenha seme
loante vale, visto esur pago como cima dea dito.
Recite, J5 de abril de 1872.
___________Francisco Boulbo de Andrado.
Precisa-se de om caixeiro para taberna con
pralica ou Mol Ha : f W 4 Ab?1*'P- l7-
U l'ixu assrguado ;oiuruuuiu o gerente
da companbia Recife Draynage, qoe viudo a sema
na passada.um agente deiti companhia examinar
os apparelhos e enranamentes collocados eos sen
sobrado rna estreiu lo Rosario n, 31, declaren
estar conforme e que ordenasse aos seos inqoili-
qo que podiam mandar deiur as agaas Uanaes;
acontece que os canos ero maior pirte das aroec-
das soldadas com barro pu cemento vasaot, e qne
detiorara as paredes e ass^alhos, portante nada
providencias. Recife 13 de abril de 1871
Jos Mariano da S'lva._________
HOLEQIJ-
Precisa-se de uro moletas qae saina comprar
seja fiel para o servico d dass pessoas : aa raa
do Padre Fionano n. 7, obrado._________________
Cunha & Manta, pelo preaeau declaram
que desde o dia 18 do correte mea de abril, 4*1-
xoo de ser seo c*lxeiro o Sr. Anreliano Angas
to de Seuia Serrano, e de neobum efano coas-
derario qnakjoer tran-a-cio qae o mesmo ttxer
depois desu dau.
ATTEINQAO
Aos devotos do mez Mariano. Na ma trena
do Rosario, sobrade de om solar n. 38, avisa se
a todas as pessoas qoe todos annos enfritaro seas
oratorios que um umitas flores de goato preprias
para eofeiur sendo rosas, palmas fesio>s, boaqne-
tes, palmas capailas e arica, todo' 4a viHe fato
e por barato preco ; senda as flora) la paf.
a de papal e de cara, apronUndo ae coa arastraa.
Tdda a encommenla qae se qasfra faifa-sa
grosas de folhas de Rosas a mil ris a grasa A
papel a sendo Honradas s. 2*000 e enfriase val-
!s ton flore? de era para altares e para baptlsa-
do.
'

'1
i


*

V
\
Diario 4 Fernamimco Quwla feira 17 de Abril de 1872.
9
imiigii n iimii
, I/BaBVlM'BRUM !N. 52
-i (Passando o chafarte)
Aununcia sr 'snhores, de engenhos que por falta d'agua
u mortes de animaes nsto possam tirar,uas safras, que est
prompto a assentar vapores dentro era 8 das do pedido appliean-
do elles as moeudas ja existentes.
Tem em deposito variado sortimenlo de
MOTORES PARA DESGAROCAR aLGODaO
A vapor, agua ou animaos
inelusve alguna que nao prcisam de obra alguma de carapina
pelo que podem funccionar logo que cheguem ao lugar.
FORMAS PARA ASSUCAR
Aquellcs propiietarios quequizerem formas podem desde
j fazer suas encommendas, pois' a casattu em visgem e j
chegado numero sulTU-iente para suprir a todos quantos qneiram
MACH1HISM0S DIVERSOS
nesta fabrica ha deposito de todos os naehinismos empregados
na provincia, e acceita-se eneommendas para fazer "vir qual-
qer machinismo a vontade do cuente.
0OIL0K BDABT
CAN1LMI0
N. 82 RA DA IMPERATEIZ N. 82
Esforzandose para satisfczer ao lnsirado poblico no qne relativo for aos trabalhos
de 90a profissio, com a maior proraptidlo, commedo, e esmere, resolver azer refor-
ma em sea estabelecimenlo e macir-se do qne nos mercados estranpeiros ba de melh r
e do ultimo gusto mandando vir em direitura e por sna corita nao grande quantidade
de cabellos de todas as cores e tamaobo como t?os os preparados reconbecidos pelas
sociedades bygienicas como os raais atis a conservado em embellezarneuti dos cabellos
Datoraes sem prejnizo da sade, achando-se assim habilitado afomecer acs consumidores,
por O % menos do qne outro qualquer os objectos de pbantasia pra adorno, asseio e
bygiene da cabeca indispensaveis ao mundo elegante e em geral a lodos qne cuidam de
conservar a propria existencia, drizando de osar de leos, banhas e cosmticos proscrip-
tos pelos bomens de sciencia como capazes de amortecer os bolbos caplares prodnzir
a calvice on aprestar o eobranqoecimento dos cabellos, e occasionar o apparecimento da
cephalalgia, eclampsia, -epilepsia e tysteria e outras molestias cetaneas enervse.
O pessoal do sea estabelecimento se acba montado com capricho a escolber dos me-
Ihores artistas natnraes e estranjeiros havidos na provincia entre os qnaes se distingue
Mr. A fred Belpeche e o Sr. NapoleSo especialmente destinados aos ptntesdos das se-
nioras para o que ba demonstrado pericia inimitavel por outrem entre dos havido. A
facilidade eo gosto com qae o Sr. Napoleao execula os penteados m3s difficeis tanto
histricos como de suaphantasia aolorisa a que se o considere como um genio nesta es-
pecialidade.
Os ero-pregados do seu estabelecimento sem excepto exclusivamente cada um na
esfdcialidade que mais amestrado.
A casa recebe por todos os vapores os figcrinos da oltiraa moda de penteados ad-
mittidos nos paizes civilisados entre os qaaes prima o sumptooso Paria.
O bello sexo encontrar no estabelecimf,nto grande e variado sortimenlo de'coques
Je francas, chignons, ttornaniis, caques de cachos, cache peines, toupets, boucles, cres-
omflttdo que ba de mais moderno e elegante ueste enero, perfumaras do3 melhores
fabricantes como Lobin, /obn Gornell, Rlmmell, Artiokson, Le rjrandJHver Ornaran etc..
etc., lindissimas llores especiaes da cabera pos de curo, de diamante para pulverisar os
cabellos, fhissimas escovas de dentes, pentes de tartaruga, e mnitos outros -objectol in-
speosaveis a ara toilette de goslo.
Os seos collegas encontraran a contento os otencilios de o?s prafissoes, thesonras-
lerros para frizar, ferros para papellostes cardos etc., etc., quer em po'Qo qoera rtta-
ne serlo vendidos.
Offloina de pianos
afinares
Acaba de chegar contratado pira o srmazem de
pianos de A. J. V. Azevedo, um importante artista
o Sr. Mathias Wessely, natural de Vieona Austria
o qoal
Frabicante concertador
3 talffi o mais perfei'.o afinador de paitos qne
aqu teto vioJo : elle afina um piano eom toda
perfelcio em menos de urna hora. Timbea fa:
qualquer concert em
Grandes orgios ile igreja, Eii J
Orgios pequeos.
Realeos, -ftf
Caixas de roozica.
As pessoas que preci-arem de sena ervicos.
tanto P3ra e>ta cidade coraj para o mallo, podem
diricir suas ordens ao armazem de pianos e msi-
ca. de A. J. de Azjveo.
\l-ruadj Bardo da Victoria-\\
(vutr'ora ra Novaj.
Para escrptorio
Aloga-se urna rala e alcova propria para es-
criptono, cu eoo-uliorio medico, aa roa do Range!
n. 7 ; a twUr n.i 1* andar rta mesma eas.
Quem presiaar alagar nm eero criooln
de 58 anco< de iiad?, reforcado, pira todo s*fri
c?, dirijas a ra da Aurora n. 65.
COMPRAS.
Compra-w apollces *da divida provincial
na ra Ni va o. .'j. I. ja.
COMPRASE
moeda9 de onro e prata na leja da roa do Ifar-
qnez de O inda n. 58.
Compra^- ua portas Uada : na ra larga
do Rosario n. t3. \o\.
y- Cuii un .- nadies tinr.n e usado* : na roa
do Imperador n. 48, arroazem.
VENDAS.
a ca's da roa los Gnararapes o. ti : a tratar com
o ' Mnmepdador T^ss'.
VefiCH;rloj para baptiftaidua
a s E*fzenda que val \i, a rosa branca vende a
8i. as ra da Imperatnz n. 16.
Mr las de tai %
A Magnolia a roa Duque de Can s n. 45 rece-
he.i e$$s meia.", muio boas, e vende por menos
do que em nutra quaiqoer parte a ellas, antes
qn*ejcsbem. _______________
A 1,500 r&
Veode-se duiia de jabonetes ingleies pelo ba-
rato preg) de KoOO a duzia : venbam a ra do
Marqu' z de Otada, aotiga Cadeia, o. 30 A, loja de
raiui?7.as.
- elogio.
Vec:ie--e um :;..' euic relqgio de ouro meio
chronometro, corq 13 dias de-corda : a tratar na
"ncinha ria Indrtendeocia n. 20.
Royal Insurance Company.
Keal eouipaaha te fegur6
de LiOBdres c Uvcrr^of.
CAP TAL
2,000,000 de libras stcrcis
ou
19,000,000*000
Com autorisaco Jo governo.
Segura contra o risco de fago, easa?, fazeoda!,
f qualquer outra especie de mcrcadoria. O agen-
te nesta provincia
J. O'C. Doijle.
33 Rc do Ccmmercio 38
N. B. Para seguros te vila de pessoas livre-
qt>e a companhia tomar em sna 'ae em Londres
ou Liverpool, o mesnno agente servir di corres-
pondeute, recebe as propostas, reclama^oes e pre-
mios dos seguros das pestoas aqu residentes p ra
iransiuitiir companhia, e entregar aos segurados
o' respectivos tirulos.
O ab3ixo asignado deiara ao corpo do com-
rc/rcijem gera>, que ntsu data despeJio-se da
caja dos'Srs. R.icha i C. Rpcife 3 de abr.l de
1872.
Jr-Jn Goccalves Ptreira.
mmm
frmandade de S. Jos da Agona do con-
vento de N. S. do Carmo.
De ordem da mesa regedora desta reneravel ir-
mandad; sao convidados todis os irniov, ex-pro-
veiores, ex-vi;e-provedores e ex-secretarios
comparecerem no coosistorio da mesma qaarta-
feira 17 do correte adm de assistirem a cous lta
para novo provedor de 1S72 a 1873, en virtude
de ter pedido escusa o novo eleito. Sao tambera
convdales todos os irtnos para se reunirem no
consistorio da mesma irmaodade no dia qoiota-
fe:ra 18 do correte pelas 6 boras da tardo, afim
de rennida a mesa geral se proceda a e'eicao di
novo provedor -ue tem de reger a irmaedade o
anno de 1872 a 1873. Recife U de abril de 1872
Jas Joaquim Barbosa da S Iva,
SecreUno.
Aos pais de familia
Fortunata Portes achando-se ntorisada peio
Eira, presidente da ^nvincia para poder, ensinar
est rwolvida a abrir urna aula de iostrnecio pri-
3 aria para o sexo femioino.onda rec-be exitroas e
tambem pensionist. para eosinar cjio lodo o 4:s
vello cuidado, a ler, escrever, contar, gramma
tica fl tambem brdalos, trabalhos de iaa, croeb
de todas as qualicades e flres ; 6Dina-se tam-
bera a piano as meninas que seus pas quizerem
mandar ensinar pois ha na mesma casa piano e
quem eosine com omito go-ta : trata-se do pri-
meka andar de sobrado do pateo do Paraizo o.
29, travessa do Mrquez do Recif.
Dseja-se contratar para um ergeoho, lisunte
tres ligua" da estafo da Encada com urna &e-
nhora para a tdirsafio de tres meninas, e ^ue
ecsine a.' prineirss eras, ari'hnietica, gramma-
tica portujiueza, tradij^jr e a fallar o fraocez e
o inglez, finalmente que nsioe a grograpbia, a
msica e a tocar piano, e todo trabalbo de ago-
lpa. Paga-e generosamente quera sujeitar-se
ao contrato, tendo as qualidades cima mencio-
nada-, e pira ioformacfas dirija-?e roa doCabu-
g d. 18, eu ra da Croz n. 8. Preeisa-se tam-
bem para o mesmo eogenns de um portuguez
(preere-se das libas) para caixeiro de casa de
purgar dorante a safra, e para cuidar do pomar
pelo invern : tratar na mesma casa cima in-
MlPl
A flor do *Pan Chisez- novamente aperfeipoado
em go'.j e o mais aHo pes^ive!, todos os dias as
4 horas da tarde, asMtn como vnde-se a nova
bo'axinha ?mer:cana e pao eommum todo de me-
lhor fariaha, a ra do Gervasio Pires a. 45, nova
padaria americana.
rmasem de deposito
Recebe-te era deposito, veame* de faiendas oo
qualquer outro genero o* preco muito mdico :
tratar na m do 0>mm<^c^o o. 48.
Vaecas
Vende-;e qui.:ro de. boa raca e muito leite : no
travessa do. ra dos Pires n. 20, e na ra da Crnz
30, l' andar.
Engenlio a veuda
Yende-se o engenhoJasmim, na comarca do
Cabo, distante urna legga para duas esta^des da
i-strada de ferro, rendo o porto de mar uito perto,
hura d'agua, eopeiro, com am grande ande n'um
forte riacho qne t prertsar d-> :fad' ; boa obrs de ti;ollo e novas,
machMi^mo novo, u'ma destiia^o bem mentada,
um tanque de ;iale:ra,-e-rana i'apua, boas mat-
tas, bem cercado, terrena frtil e com boas pro-
porc.3;?, urna capelta hera construida e elegante.
Qoem pretender dirjase ao inesmo eogeono que
adiar c m qnem tratar n^g^cio.
Grande sirio a venda em Pe-
viras dy Fcgo
Vende e um sitio as laimediacSes de Pedras
de Fogo, no lusar denc minadoFigaeiredo. com
ama gr;,2d- e boa casa da vivenJa de tijollo, boa
es'rrrini taraNoi de t'jnllo, algumas arvores
fruci:f-r s, ta,xa p?ra canira, agude principiado,
e loomeiiru terreno qae ilerece propor(5s para
se trtbaihar constantemente com 5 ou 6 enxadrs-.
O itlo rica ;tr,n>io ao de Joao da Cunba e outros.
e o terreno do rae'rjt foreiro. Quera o qntzer
comprar poderi dirigir-se ao proprietario do mes-
me, morador no eogeobo Taquara da freguezia de
Igoarss-.
^
Caruir
TasiPlrmaos etn liquil^cJo precisan) fallar ao
Sr. Dr. Anlomo Buar-rae de Lima, ou seu corres-
pondente nena prc< : na ruado moriio n. 37.
Oaixdro
Preeisa-se de um caixeiro de 14 a 16 acnos,
preferindo-se dos chegadds ha penco : na roa dos
Pire n. 43.
Precisa-e de ara feitor par a e'trada de Joao
de Barros : a tratar no arnazem da bola amarella
no oHao da secretaria da polica._______________i
Alagase um preto velbo propno para si-
tio: a tratar na roa dos Quarteis n. 21, 2* andar.
iimimnm ~
ADVOGADO
D*. J.JAQUM COSJHA M AftAJO
WBrt o Imperador67
Baanam siaaii
Para ca de frmilia preeiiVM de nm de i* a
14 annos que eutenda de copetre paga-se pero
sendo de conducta.
ttmo&c.
O abaixo assignado tendo de fazer urna viagera
a Serlnhaem, .detxa por sea procurador e encar-
regado de todos os seos negocios, aeo irmo Ben
to Al ves Macado Guitoar-s.
Jote Alves alachado Miranda uimarau.
NacOssdo Oongp e A fre, nos
Ea abaixo assignado, secretario das cacoes do
Coego e africanos, faro publico, que leado rece-
bido nma ordem de nosso chefe Antoiio de 0:;-
veira Goimariet, cojo se acha rotulo doeote e
prest a dar a alma a Dens, pede a todos e?
seas subditos para compareeerem ca Casa Forte,
onde existe, para- Ihes pedir perdo le lodo? os
seus actos, aihaodo-se j o Rosario avitado, caso
falletj. |
O secretario,
Amonto da ir. va Bravo.
~~ COZNHEIRO
Precisa-se de ara foinbfVff para casa de orna
familia, constante de duas pessoas : ca ra Mar
quez de Olinda b. 3 '"
Sitio para alugar no Mon-
t6ro
Urna boa casa coro jardim, agua. mnito fres-
ca : a trijar C ra 0 Gro?. ajrmaifiD o. 34.
Pedes a liocambule,
Realmente sao engranados esses pedes I enge-
nb?sa e dBtrabe multo esta nova iovenjo : - na
Mgnolia a raa Pague de Caxias n. 43.
Bonitos e finos en treme ios e
babadinhos bordados
A Aguia Branca ra do Tuque de Caxias n.
50, recebes uovamente um fcom :or:imenio de en-
tremeios e babdinhos bordados, coja superiorida-
de sera eocheoida por quem c* qaizer comprar e
dirieir-se dita loja.
Caixas vasias
A NOVA ESPEKANC\ ra do Duqq/ de Ca-
xias n. 60, acaba de rceber um lindo eertimento
de caixiobas vasias, sendo de amitos tamaobos e
moldes, tendo com esvjelhos e sem elles, proprias
para jcias, eostnra oa outra qualquer cousa ;
Nova Esperanca quera tem.
CAVALLO DE SELLA
Na rna da Imperatriz d. 9 Io andar ven-
dp-se um bonito e excrilente cavallo de
sell?.
Vndese seis cadeiras de guarnicio, 4 de
braceswprcpria-i para cortar cabellos, 2 cmelos
iti tamp: de pedras ; todas estas pecas sao "de
Jacaranda ; as-im como-Jon lavatorio com pe-
dra : a tnur a ra Primeiro deJarco o. 14, 1
and*r.
1 AIIO Vil %
DE
VniATO DEMO RA M.VTTOS
iNoya ediijo corred*,
Esta tabeada organisada noe ultimes annos da vi-
da do autor, se recommetida tanto pela concisao e
justeza dofme.hodo, como pela clansula na explica-
cao do y-tsma de pesos e medidas: o qne vafea a
adopeoe XD' nUaea pela iosimccao publica da
provincia. Estando ca mnito esgotada a priaera
edi:(o, mandarara incontinente os editores fazer
urna nova impresso, qae est venda na lina
rii Uni|ersa!, roa do Itnpera-ior d. 54. outr'or
equina! do Collegio.
Fitas ttiacoiiicas
Amarad, Nibneo & a vendan fitas maconca'
de diversos graos : no Bezar Victoria, ra de
Birlo da Vctoria n. 1
Leqnes d pana, ve-
nezianos
Araaral, Sabuco (1 venden leqaes de pena
gosto venegjftBOjL o que tu da mais raoderto <
comaodo : no lazar Victoria, ru Nova 2.
As Exmaa. noivas
Amara], Nboco & C. vender ricos corles de
vestido braneo de blqn e *om veo e flore de la-
rangelras para casamento, colchas de sela, dt
lia e seda, de croch a de fustao, fronbas de
cambraia de linbo bordadas j promptas e de la
byrintno, rrtes de vestidos de seda de cores e ou
tros irjlgos; no Bazar Victoria n. i, raa no Ba-
rio da Victoria n. i.
Camisas bordadas pa-
ra senhora
No Bazar Vletoria vende se camisas todas t
Itabo bordadas para senhera o que ha no merca
9o de ruara gosto, penteados tambem bordados,
irrerdados e Uses, meia* de cores proprias para
dormir, lencos de can b/aia de iiabo bordados :
oa roa do Rare da Victoria n. 1*____________
Chapelinas
Amara I, Nabuco & C veodem chapelinas de
velludo pira Sr.', ao Importantes pelo gosto e
preparo, e chegadas no ultimo vapor da Eunpa
no B..zsr da Victoria, ra do Baro da Victoria
n.1
CONTRA A TOSSE

XiROPE
Linitivo peitoral
DE
WlkQXH*
es #*>- w
Este xarope d'um gosto agradavel mui efficaz
em todas as doencas da gargauu, do peito e do
estomago, alm eisso constitue o verdadeiro es
peeifleo contra as constipacSes, calarrhes. rouqui-
din, asthma, tosses oervosas, coqueluche, etc. etc.
Deposito na pharmacia e drogara de Bartho-
oen & C, ra larga do Rosario a 34.
Sabonetes baratos
Aoaral, Nabuco 4 C vondem sabonetes ingle-
zesa UoOO a dnzia em caixinbe. oa roa do Ba-
rao da Victoria n. 2 (antiga raa Nova.)
ornen
VEKUADEUM
BICHAS HAMBURGUEZAS
NICO DEPOSITO EM PERrUMBUCO
53 Ra da Cadeia 53,
Primeiro andar.

Moscas, masquitus tj es-
trellas.
Amara), Nabnco & C. avizam as Exmas. Sras-
que acabara de receber nseas, borboletas, pas*
saros, lantijcolas, etc. etc. doundes e pratea-
dos para eofeites de fitas para o pescoco, da ulti-
ma moda, e tambem para enfeite de vestimenta
de imagens e de aojo de procinio: no Bazar
Victoria, ra do Bario da Victoria o. 3.
Cerveja de Noruega
Verdadeira e superior : venda nos armazeo-
de Tasso lrmios 4 C.
(Jbipelinas pretas
A NOVA ESPERANCA raa do Duque de Caxias
o. 0, acaba de receber urna pequea quantidade
de bonitas chapelinas pretas proprias para loto
realmente o que de melbcr tem viedo ao mer-
cada.
Albuns para retratos
A NOVA ESPERANZA rna do Daqoe de fia-
xias n. 60, receben bomsortimento de aibuns com
msica e sem ellas.
Venaje 400 palmos de trra com grande
fundo, no sitio n. 24 da estrada de Joao ae Bar-
ros : a tratar uo mesmo sitio.
E MATO
Cobertores braocos de lia tinos a tloOO cad
um, toalhas de algodio alccxoado para resto mui
to boas a 44300 a duzia, canbraia transparente
fina 3f a peca, dita flores brancas bordada a 6
a peca, roadapolio francez Boa-vista muito
fino eom 20 jardas a 7J3CO, dito de dito Moo-
teiro a 7 a peca, algodiozinbo braneo a 3a e
algooao T a 5J000 a peca : i na ra do Crespo
o. 20, loja da Goilherme C. da Cunta & C.
E' pechincha
Cobertores de lia escuros a 2060 cada uno,
na ra do Crespo n. 20, loja de Guilberme
Carneiro da. Caoba & C.
Veode-se seis portas de ainarello de costaoi
nbo reforcado 'de cootormidade com as posturas
da cmara as quaes anda nio etlio tornejadas.
proprias para armazero, com as competentes f?r
ragens : qaem quizer dirija-se ao arroaz|m de
madeira do Urbano, no porto do capim.
Vende-se um carro americano muito leve,
elegante, bem pintado e forrado, cora quatro as-
ientos : na roa da Aurora b. 6o.
Coke miudo
Vende-se di fabrica do gaz, em S. Jos
ama porcio de Breeze, (ooke miudo), pro
prio para forja deferreiros e f.-rno de cal.
tijoks e outros misleres, Preco e cada
82 eco 250 Tt.
1
sem igual.
Chitas da core finas a 200 e 240 rs. o cov&do
na rna Daqce de Caxias o. 71.
-.*# S
No armazera d. 18, ro do Bom flj
Jess, outr'ora toa da Croz, +,
Vtnde-se :
Formas para assiocar e encarepa-se
de mandar vir : Europa e des E-.
dos-Unido qcaesquer machinas e uten-
silios para a .-incultura e iadnstrto.
Toma-te eneommendas para ldn-
Ibes etn mosaico.
O d;sempeoho satisfactorio prova-
do pelas eneommendas ja rindas.
Attendam
0 comrxendadT Manoe avaquira do Reg e Al-
boquerque e sua mulher vendem integralmente
a sna propriedade 4o Giqui com todo o terreno
Ce plantajes, pastagen*, maltas e olaria, preprie-
dade esta propria \>n um eogecho, ou a reta-
ihim ,
ibam.
Engenho.
Vndese oa arreada se o eMeoho S. B < a- Ven-
tura, com safra, e junte a estaeao da via-ferrea de
itibeirio : os pretndenos dirijan se a ra do
Livramentn n. 14.
Copeiro.
Vende se am moleque de idae de r9 annos
adi, di todo frrico, e especialmente bom ce-
pe1 ro : trata se na nra Poi'teidpCazia'; p;S4,- |
*ndar, sal di frente.
Qaantas vezes vemos tm linio ven lo Je
boa sea coro lindos desenhos, potm com ta
eofeites que ltenos com ocs:o, e pena um ves-
,ido perdid", porque ? pnr falta de dr um pas-
seio a NOVA ESPERANCA e comprar enfeite!
qoe sejsm adequados a faznda: qaantas vezas sen-
limos escapar de algam lenco aromas enioativos e
norqoef por Io hegarera a NOVA ESPERA
CA a comprarem sena extractos j lio conbecldo.;
qaantas pessoas nao gittam sen dinheiro e aleo
dirso ficam desgostoess ? por nao conopra.-em ob-
jeetos qoe Ihes salis/aca, por nao hirem a NOVA
ESPERANZA onde oiMMrit^qjMbflWhor
e mais elegante ha
forma conbjflbat O'ft
da em qoaJner n?ti
nm la(o, op eoque m
quando ae sent eeeap
vel aroma, quando si v finalmenle nuabner cou-
sa linde, ningnem mil* perfLte d'oodo fui m
dond* ve, cata nm rtMVwde en 1 comsigo
talo foi a KOT B9WR*T; rus Diqa 3
fjUia? p. $0
AO ARMAZEM
oo
Mu a ao liarao da Vk loria
SJ-Oj^w. Aa NoVaJS.'T
Sempre novos sortitnenirs
Calcado francoz.
Botinas para homens, bom bejttrro pellica, yr
dsvao vaqueta e psnno, dn-aque eom bijai :
verniz, pe ica'eom biqueira ile vem-z, tnz-rro i
pellica Ciii ilheses e com (5ss. tan;o dos fobr
caotes Suzer como de Po'k.
Bota rnssianas, meias butas, perneir-s e meif
p rneiras nsra mnntaria,
Sapaios de vzqueta de verniz com se a .le rpa
deira, prnprios para os sitie, jarlins e bai.bs,
taotopara fpnh'ra d;rno para h-menr.
Sapatus de borracha para lioinem, tubera e me
nio.
Botinas e abetunados de militas qualidades e y:t
jos para meninas e meninos.
Sapatos de verniz, cliail.t, catetira, apt-'e-
avt'liudados e de Maca, triQ'.vits e prt-gjtz Perfumaras
Finos extractos, banhas cofnvtiep*, dees, opia-
tas, e poses dentifrices. agua de l res de laraeja.
agna de edogne, livtea, lorida, lavandti e ce
toilet, tintara para baiLa e cabello, fs de arroz;
sabonetes. s muitos aitip-> delicado1, com fras
quiobos de extraos, tmio de pnmeir (jnsli-
dade dos bem cooheeidos fatitirtctes, Pftrir e O o
dray.
Quinquilharias
Finos artigos de Pari-*, i!e diferentes g pbantasia, como sejam o s Leques para seh< ras e meoitfl,
Lavas de pellica e de fio de Bscoei.
Espeihos difirante1, rara sala e gabinete.
Vidros avu sos para espeihos.
Caix:nhas de co-tura ornada erra Bcsica.
A'buns e quadrinnos paro retratos.
Diversas obras Ce onro ile lei.
Correntes de p!aqu para retornos.
Boicinfcas e cofres de da e de velludo.
Diversos objectos <*e phadtasia cara loiirL
Pencinez, ocoles e beogalla- de Itixo.
Chicotes e bengiilas de baleia, etoni e junco.
Ponteiras de. espuma para charou s e cigarros.
Escovas para cabellos roupa, dtntes e uchas.
Pent s de marBm mni'o ftvo, para caspa!.
Ditos differentes para cabe.o e barba.
Carteiras para notas e para dichdro.
Malas, b? lijas e sacces de viagem.
Gaiolas de rame para pa=sarirho.
V'enezianas transparentes para janellas.
Abat-jcurs transparentes irara caojie i -.
Mamadeiras de dar leite mni fcil i5 :ri^r.cas.
Tiras de molduras docracas para quadros.
Ricos quadros ja premptos com tiaisgen.
Estampas de snto?, cidade.* e ppantanas.
Esterioscopo e cosmcranias cen rieas vistas.
Obieclos oe mgicas para entrelenirru-cii.
Machinas da dilierentes sys'.emas para c'.
Bere;os de vimes para eretalar crisccas.
Cestinhis para meninas de escola.
Jogos^de dama, domin, bagatela e da ?' ria.
Campanhias de molas para chamar crifos.
Realejre, accerdions, vtdroa avulc?s para eos
rooraraas e cairos mnii'-s artigoa te qtuncui-
barias difficeis de mencionar.
Brinquedos
Para criaaca-*.
O maior sormento que <6 pode desejor de toda
sorte de brinquedos fahricados em diversos paizes
da Europa para entretenirxento des msninoa.
Seereio estoinachico
r-.h'.r ''e%:.H*s amqrs
crr.vi i i m qnr ves d'g",
KOltl pero,
;. :
i' pns : ' '.;
.-rrva'ii.s, ernsu*. ea,
-;s;i ,-a, arnr, ..! tiro,
zr.t- ,qutij ii ."'; it- ,
5 ki << m i ni '
:.-,; P, I tgi , ; IX* e ':I'-s,
-s rr :r em a tas,
-<{''l c r.' b-.. :> ,
s-.rni. t..-., |nc i a :
y.ia \ .!- lurrlap, i:fi:e,
v. .I--, aun nJi a- e l^-.ie
H '';i-:; Be i!!il,
C"''-i O ^r: li r -Hi[.-:c::a I
.1 s, n>-a d- ;;,
-' b M M e Ce ;
^Xl'Uff '<<< 1*611 -.
-,i'--. ; i it ps-ajjptri".
L.'.:p. (' c ..' ',a.
^'jtf^r n u fine- c,
..rn i ha' wfia Wtoe,
r em .-. t i.r r rirtate I
K-nleiga Bi"> '-a",
C->, |i .i-, >j. ::l>',
~< pffoftlva | r ,-orad' >,
__ nwrtrs ti- d**j4w.
\, r t"'. s ? 1i.il 'iiho,
j-e.ity BkVii t t'om ' m i ho.
- a:*. alh , ;'. j i tito.
z b?ffi Srijw .trsis'o,
, y-j'tsco, ffrtft:', urd oi.as,
'vas ttti las, : lac^ibhts,
j,7.r:\ fc.S, V. i'!: .Vg'eZ,
_-r ra,te de-'a vi i
'Z.'- ti' v- , di ..- i s,
.' : d .-han ar iKeSfOMi '
_-- SIb "'i-j rllaipnagMt
- vil agre, a !; i bi t.a :
Z.V Ja :.' : !T(C !;: r-*,
\.: tlac e .> .: r ;
" :'-', c -v;,j, rr e s.'; .',
i-:if.aio aufar, ,-
xarrtt Iaa r < !
- I cr:rLt s r j;' a
- 'u hp'.rc zz.tr; sis !
::;.:'".-:-; |ta, - .0 :;'.<,
Jo d*ro ir a sttt e '",
^-.rai vez ijcf o '! .1 Un,
j^iOlO B*tf tu '. ,tr-,
Zl v, r.' r ti fi I traj
adente, e a ty s ;:; !
c.ra, p ^.tem ver cen 'Me e-.-.e-o,
'eventei ci um Baur
20 ir.tutto Ce agradar
-i- oi qnaalo i-a fitr.-.r "
k qoe 't.'S f-MT Marraren;
- que espeta acixt'C' :
r;i rr s qM | pi^a
H i..i da dilo liawr,
-.in p priwrn s qiwrtsmar.
^p- Alerta !
(a
0 hem
Presos.
Em virtude de novas orden? des fabricante*,
vende-se tudo preces baraussiooos : co a-ma-
zem do vapor frarcez, ra c Bario ta Victo-
ria. ootrVra roa Nova aotiero ".
Ob as de madr pero a
A Aguia Branca rea do Du;ae de Caxias n-
nO, acaba de re.ctbtr :
Lindes adereces de madref erth.
Modernos grarrpos de dita.
Fivellas de dita maiores e meo- res pira poteeiras.
cabellos, etj. etc.
CoraeSes cu medlhas de 1 >tl 00) cama;.hea.
Voltaa tiouradas, obra do oltiniQ goste
Est'jos com 3 e 4 tezcuras tinas excelentes pira
presentes.
Guarn'cSes de latos cem broelkn e gramno.
Bonilas franjas prets.
Ga!8es pretas com b' Ditos dosenhos.
Bicos prel'is de d.fferettes larguras.
Bonit s coque grandes de .rana.
6 vejitm.
R'parem bem nn ca r;n J Imperador n. .'.
esti enllocado um ifm in .,ue *e acende ner.;..-
t tft:i o teguinteVistiro iCrof'i'aria do C'-mp'""
Naqaea casa est e "b-lee da utia cn'u'
paste aria, W'D*rv*rii eolia ; >.
no a i qce pro rio para unta ta pesa ; lie cr-
ie que, -e ur a pe-s a i-m qma hita Ti\;.:aU,
nio ti m i ais j qai ir .. n i di t ]neli t-'-
befrrerto ; << ;::...... -ir.-ii-s iu p r-
-" esteja pr.mpto, i perqu se aproatpiara
cero a man r brerldi Je, o gn nti
On lacche opparo.
LT:oa sebremen variada.
Lira mere oda tgrsd
P-r erta Tima ji n-n^of m >e dtve vexar B4ff
UCa vi-:a que lo -i- f-r "pt.r, pi.is es ir"-pa-
ratoris da Cerf itaria'do Campo*, nm c>|.r;cha-
do em tem servir a : .' ? >;:- '.era \. cra!<
e m .-tas fieguez-ias e de tarto r. prceitari a
iccasiao das pressas e: | -ra deixar de
servir apelles qoe reeirr-err: a C rAi:ara o
Campos.
O
f>
i

A' 4^500
RiieX da Madre de Deus n.
Bonitos ports buqaets.
Lindissimos leques de utadrapnrohl moai in-
teiramente novios.
Cortinados bordado.
Camisas bordadas para hornera,
Finas mei?s de seda para senoora,
A,Nova Esperacca ouem lera I I I
DESAPPARECAM AS SARDAS
A Nova Esperauea a ra do Duque de Caxa>
o. 63, acaba de recebpr o bera ernhecido leitf!
de rosa branca, e tambem leite virginal, os pap
fazem desapparecer as cardas cu pannos.
A' 2^500
Ra da Madre de Dens n, 7
CEMEN
K 8^000
Ra d Madre de Dos n. 7
Negocio de pechixuha
Vende-se multo barato a ir. a destilselo bem
xontada com lod'S os pertm.es f ^!fl mu.l>
bom esta lo. tanto para tr.nsfeiir como quereaJo
o comprador continuar alu^a se a CJ^a onde
se acha agentada, sita no poveadodt Garcetlefra:
tratar no Progresso do paleo do Carmo n. 9, ou
oo mesmo povado com o Sr. A"polim,
As [fondas
A Magnolia rrceben pelo ultimo vapor o oue
as senboras ll >ri?t^i pr;ci!are:n para fabricar ti)-
res, coran ssjam :
Pesti:has de varias core*.
B gu de viJros de divers s m "J'l.o! e lama
nhoa.
OR os para mil ae quens e sravof.
Clices para rosas.
Bagas douradas para fl :re*.
Folhas verde.*, eocerala-, trejas e de : res sor-
tilas em tamanho feitio, e c., etc.
Corpinhos de cambraia
A Rosa Branca capncba em ter o que se pode
deeir de meihor em corpnlus de Bbi&riOM cara
braia tranipareote, enfeitados a capricho, e>tio
ioteiraroente promptos, > vestir ; e potemos as-
SJpBr que em parte alguma se eccootram cor
ioaaa iguaes, e pelo preco qae vende a Rota
ranea. Maodaao se levar psra.amostras, ca roa
da fraperttm o S6.
JQ$ ViOi 9 i1n l< Ul > OJO i 'es.
^ Rordean em :a x- ; ' l i?ik .
5 : .rgogne em i-iijs, -.. Irancn.
fl : :.-0.i em f:.X-.
Slos+I tm m
rjj P H) tLUit- fino e v> i;. .< |.,irri<
^ Sli-ny em c. xs.
^ ljcgna un caix-.
S? C'scac, de todos os prj.i, perm o
tverdadetrl
. Ce.*vja prea e br;n:a, rjt-r.
Cerv*)a '. Prns-U. r;.t: US .
*i Uc r .*a P ca.
Arraazeo n. 18 ro Je B rr. ,' foi ow
6 Ir'-r* na Ca Croa r>
A MVGNilLlA
Nao fvi gaul'iioJe coe a M>g que e 'sxhs i>. 3 let e-cri pul i escoba -
?eus t< rres^ondeotes cas diverrai part" di at-
ropa, porque ag-ra tem >; ti-faca > de ir r--
hendo seov pedi-io', \iot'' i-xeentaoimi c m iant i
esuwro e v< t >, qne te i*mh dhj expi -Un , u^re-
ciafjio dos Mnantes do fcom, leof eren; prlm iri-rr.< ^i r< :iams.
A Magnolia, nao ovia t>eoB'nte rom i '.:'
gu'zia ooe em kdqncYId'i ero lio wnca i np", *
eifufCa-te para rt.uiii ini>i- :; qne km t "
viecio d-: se commula o< pte.c^ dt 'uas i, er-
eadnrias, Ul'U em Iaa lerijr a -ca lrrgucz:a -
;b .miliar ;i caretia.
Ao bello onn eom especiabdade. a Uagaotia
pede que venha ve la pt?>..a.inente recebido parte de ser rz avel n-s p'eQos teL.li a "-tea de que o
supprir do que e bem e ratoavet.
\ MtgoeUe, se se tem envra*i em tcr nn
liodi'siTio se-rtiffli-nto do que la de meihor I i
mnnd'.i d;.< m da>, porpe ni-o nej-ji qu s-r.<
fregaeis sejaa .1 aeiviJoi .:.> mitra paru,
com objetos de nit g.--io : e sim apreaia w
em mencicnar algn?.
Bonita* g lonas e pu. N. transt^areates e ta-
pados, f.ztmla tiiiiiio 'io* novidaie.
Camitar, de ntio mu::t lie, t-rrdaias e prc-
prias para n:ivoi.
Cha; eos de v-ltutU e ulna de Italia ultima mo-
da, p.rs sentara e m-ni >.
Chapednas de cores e prel.*, (novidade)
Ricos ei faites para eil.o'a.
[J. :? Uvela* de madr per. la para pulceira.
Melos adweooa pretos, i.coletas, vollas, cruzes
brincos e rojetas de goste tucdero.'.
Variado rn remolde .-af-ellas. bcuqoett a si-
po* de b:i."< d- fl res de larangera.
Flores de c5ies e preta pira :f;peos e cab'l-
:,-..
Lichas e i-tlos os oua er>js pata, croch a br-
dalo.
Chos 8? si e benfA.ias ttii bi-auoacal's
de maffit.
Bocito> ehape'o: de sol par nlii ra.
Jarn-s tr ftito' por; J tas. p.rt .v'f>(t pcrtrinn'-
Booitas-caixiiihi. com ihuiui i, pruafta para
pre-entes lento di-licos oas lampa'.
Ditas r-m prepaius para co-tera, ricamente et-
filiada e > ra nni-ica.
Bonteaa, ncimtnle veriaia*.
Dndas boK-irihas de -lindo, t.m eslijo pora
.-o>''ra e. rem elle.
A.han* pra retrato* .:mi com *apa de madre-
perita, marlim, -sm e m>>.1e!ra.
Litros de raiss, em capa de isadrepere'*,
marlim, -so e tartatnga.
Drieiras de iha^nn, ct-a estojo para fci-
orTa.
avathar muito tina-, com *abo de marfim -s
Izrtaruga.
Grampos com fl ir de iodrep*rji, novidade.
Boinia; caixas de lartaruga para rap.
Sapatos de lia, bordad s em ta.'agarca.
Camisas bordadas para norcem.
SO' NA
MAGiXOUA
4oRa toqui 'ie Cartas45
DE
SA' LE1TX0, I'ONCECA A C.
Arroz de casca
.Superior era saceos ailo grudes: asan
zens e Tasso Irmits

6
ft-M de Ftrnamimo Quarta eim t<7 d< Abril -\e 18"42

ALUS
flpil se Iiqaidam na loja
DO
PAVAO
W
RUADA IMPERATRIZ N. 60
DE
PEREIBA DA SILVA ft C.
1 APCSIAB IHMEIRO
Novts spectaate esiabtlticimeoto encontrar o respsitavel publico ora avallado a r-
l> At inane, tanti de luxo como de primein necessidade, as quaes se podem
v:;,tr raais lisalo do quo em ott-a qaalquer parte, alteodendo as avaladas coaipras
<-1 tow, as;ra como .or todos os vapo-es q"e chegira d'Europa se recebera novo
i..ueat-x de (azend.ts de gosio e una codecgSo do< mais modernos figorinos.as pes-
-"i< q B . s venda p los mesmo; prec $, que se compra nos armszen3 i-'glezes,
fazwttd se dioam jt."s deixando ficar penhor. O estabelyiraento de
n.- aotfuii-fite iberio das (i oras da manba s 9 horas da noite.
Vwto.#.Mii harria *t llifn.; a* ra ^
Marqu de OUed 40.
Aos
Ti

A Nova Esperaeca acaba de raceb^r tbesoura'
especiaes para jatdweiroa, Jto as melhores qoe
te ben).
Icria fraucez a B0 o
cmt.

que
de todas as
PavJo est
l
\
Bfiift atoas troncase de corss o
cjv.do ars.-iiO, 500 .e. .
frr*adj d;uaa s coro me-
tro a rs. .....
I ' -tanas iiitrfda' cora muita
' ntasia, o nutro a rs. .
S 1. dh de c 4-fij com eofoites ao
UJu para baattfo, o covado a
Lioz-ni s iarft* cora listras de
l j.o ov;di^a 800 rs. e. .
I p lina- de soda modernas, o
corada a !63G e. .
s i s ce i strioha-, o co.vad)
i ! 00 e. r ... .
1. wga o de ! 1 de orna s cor, o
a o a rs. 400 e .
DlM lago* e d corda.), ocova-
> a is.......
A : va (secadia cora list;as di
f la, o covado a 890 rs. o .
ii' $ !is;;j de tolas as cores
> eo*adj i rs.....
.a- decores com !i>t 3 ao lado
(i tra t,:lt.)'i jo. a vara a rs.
cu ;:.u! c m lis'ias bia:cas
i-Aiii ? r*.....
i. rzabas&Knq adrinbos deseda,
erado 1 mttopbaa'.a.-ia, c c >
,.i i r.......
. ;.; Bal 1 tea.' - ce seda, sendo
ctaa bal/3 gjitjs iaiezes
maito proprio .(ara sethoras,
ouet mdf ciajar, o 60vado.a rr.
!. :, tis ESaaiobis d<} cores, o c -
va lo a rv. 320 s .
Pu peleas de lia, largas e lustro-
sos, o cavado a r*. .
V. rubrara trasparentes impe-
riaea,ap*ca......
u y- b'anco tanto Ce listras
ci m > lis j......
i'ii- 5-.-S brapos para vestidos e
1 opas da asininos, oeovadoa
r- 4'. 8 ti . .
Tai 1 u itrzoc de todas as c )
' -\ > ': lf o 1 rs-.
F M acof, i ", !e salpic s e
'i metro a rs. 700 e
- i- sr-joalme de cftrea com
d t i'fi .
4 . u-n- r*s mo la phai l -
> 11 -i '.io enoorpa
; 1- up.'sde nenios te^
to liad a iJc! I'ara mi ves
'): gi 31 de a braacj mdfto
I Hambarg 1 de paro linbo (eododos
CO nmeros mais baixos al aos
miis subid)s qae vn ao mer-
501) cado.......
Cobertores le lio para camas ten
6i0 lo de varias qualidades .
jDiios de algodioa .... f|$80
1(J5U0( Colchas da fustSo para camas,
tamo brancas como de cores.
150001 PARAHOMENS,
Piii's de panno prtlo e de casemira de
000 cores sendo m^is m id- rnos e para todos os
iprecos e qualidades.
2jJ0C0 Soorccas eos de panno preto de
toda i as qnalidados .
5:0 Coiletes de casemira preta e de
cores .......
GO Dto3 le gurgur5o de seda tanto
preto como de cores .
1)000 Di os de brim branco. .
Calcas de casemiras de cores ten-
00 do da fiflOO a 14^000
Ditas de dita preta de 60 at 4500.0
GiO Dit^s de brim braceo de linho de
3o500 a......lOfOOO
O'iO Camisas finas com peito d'algodo
deliOat.....3,000
Diia com peito de linbo tanto fran-
800 ceas como ing^ezas, de 3^500
al as mais finas que vem ao
mercado, ten o tambem borda-
das cea ''u.:ia faz se grande
800 dileren;a em pre?o .
[Ditas de chita fionceza oriodiohas
500, tarada de gusto s 20500 e 30000
! Ditas de fl mella de cor a 200 0,
5 JO 30J0 e.....
?000
Ditas da ireia de la muito finas a
Ditas de di:a d'algod.lo a rs. 8.0,
3030o
40000
Acaba da chagar i loja do Papugaio nm bonito
sortimeDio de mritos de coras para vestidos, ti
tanda larga, da ama t cor e de am tecido ioiei
ramsnte doto, tsndo verde, aml Jyrio, ro&a lyrio,
cor de caf e ama relio, m cores sSo muito bonitas,
e da am effeiu brilbaate em obra, e vande-se
pelo baratsimo prefo da dei taiides o-ovalo :
ni roa da Imperatrii o. 40, toja do Papagaio de
M*ada> aXCarvalbo. .
mmm
A Nova Eiperang, raa Duque de Casia n;
63, qoem vende aa malb ras meias de laja : a
qnantidade peauena, porlanto a alias anles qoe
se acabem.
Qdehtadal! '
Quera quizer tomar ama boa pilada compre ra-
p Paulo Contoro vmiA> pq per viajar, na loja
do^Papigaio rui d T-nper.uftt o. 4(T
Esora?a
Precisa se de ama qae tenla de cotioba : na
rna larga do Rosario n- 34.__________
Vendse ui
parte d nma-baa casa terrea, sito na tai da Ten.
tara n. 2 (Capsaga) > a tratar na rna 1* de Mar-
o n. 7 A. f nadar.
Veade-t a tatvenu da r'o da Huta, estrada
de Jo) de Barros, beni afregaezada, e em boa
localidad- : quera *jrsdiriia-i9 a meama.
Veodd.se na roa das Craeo Pomas 0. ^2,
latas com 4 libras de doce o mais fino qae na nes-
le genero, proprio para mimos por um preso
multo redando por ser recebid de eoositoacio.
Gorrupi&o
Vende-se um corrupiio, maito cantador
proprio para embarque oa prosete. Nes-
ta typographia d s 10 horas da manha s
5 da larde. A pessoa que quizer dirija-se
nestes tres dias.
A 3:1)00 RES
Retalhi se a rontade dos cimpradores a
tres mil rh por palmo o terreno, que res-
ta do sit'o Aguazioha e no Porto da .Vladei-
ra, em Bebaribe, com o$n oentos palmos
de fundo : a tratar na ra Primeiro de Mar
co ( ontr'ora do Crespo) n. 12, {," andar.
Libras st'>rliias.
Vende se no armazero de fazendas de Angosta
?. de Oliveira 4C.i ra lo Commerciu n. .
700
c
i"
G
rovado a
h:
'' lVO 1
i !SO0
203O
UOOO
i I
I50OJ
0COO
10300
:iooo
30OUO
0.:0
!0dOO
30003
20000
^20000
10000
:. 1 i .;;,
ryva 'o a .
Ij > gl tttui M :: .; ."; Ju, OCO-
1' a 40000;
39 br,)C mu:i3 bv , u :ova-
: 3500d .....
i M.ad-s i iiia-
.- '.,/: as cara \ s a :
< r.'iuail ;ao 1* ...
* seo de las, a-imi-
aeda ....
vi -.-. : croch ....
!'. Z . AS BRANCAS.
iveas d*a!todo-mlio americano
a 3^iO .;,. .a .
: icaata tf ': / c im !0 pal*
mwdi laigm e n Dito ene
D. v..j.! .....
1 s m) Biuiiu eaoorpado
com t> pa!m x delargu a, o
metro a 20000,20500 a' .
!--i (raaces aauitii do, o metro a
.. goAtwdM eaCdstad 1 p r len-
in s che 8 p;imo do Isi-gura
e in euturpadj, o metro a rs
Dt> tranc!'f eo n a mesma Iar-
^':rj c tui.'i > caoarpa 1 :
ro a.......
Al t bada do liuho adamascado
8pa!H te largue, o ue-
t.-j a.......
Dito d agyocjin a mesma lar-
. o no;:! i .
'j .lctfoo*d 1 faaenda de muito
g v.tt cana 7 oaJw .s de largara,
u ai-iro a |gjO e .
'.) it ti-anc'ij coa 8 palillo; de
labora,' ) me o a .
10'00 "e......105.0
Ser-oulas de panno de linbo 20 00
D3S fran eza? de linho a 208 O e 30000
Ditas ditas do algodo a 10600 e 10SOO
Collart&bos tsn'o. de linbo como
de algoia os Dais modernoi
qoe tem vindo ao mercado .
Punhos de liohos c mais moder-
)0u. nos.......
; Redes pira dormir de d lbrenles
160000 qualidades.....
! Chambres de chita e de cretoe
Meias croas frencezas e inglesas
200000 que se mulera a dutia a 30000,
al 84000 e.....100000
CORTINADOS
OiO; Cortina los borlados para cara s e
jnel ., pne se ven Jera o par a
80. W, I20e 1O0OCO
C mbr iasiargasadamaseadaspara
coiu os com 20 va-as. pega 3 100000
0: ;h com 10 varas a 80000
Dam.c de 3i a ixilac) de seda
(iir.j colchas com 8 palmos de
largara, o iov,do a 40500
:tos com (5 pa'mos de largnra
p." sm le so'teiros, oco-
vodo a.......3JO0O
''<>: :.- ' chWGb para esmasas
raaij ricas oe t;m vindo ao
Bureado a.....180'00
Oit da 'sius.'o de la a 100 e 150100
Odas de fostSo branco sendo mui-
1 fraudas a 5^0K) * 60000
EXrL-lNDDOSO'iTlME.NTO DE OHOSDE.NaPLE
NA 1.0JA DO PAVAO
Brina o'Angola.
Man'bas B.-asileiras.
Gran*e pechincba era panao a 30000.
Sjis b-irdadas a 40. 50 e 60000.
As:i: CO saias a 20000
CHANDE 0FF1C1NA DE ALFAIATE
Pereira da Silva 4 C. teem a honra de
participar ao respeitavel pub;o em geral,
o a scus r.unerosos fregueeaf, que no sen
es'a'oo'ecimeflt de fazendas, lera montado
:ji. li a ofOoina de alfaiatt, aoode
e mana lr qialqoor roupa de encom-
taalo para boraen como para me-
uinaa eoai a inaior presteza e perfeig-io, n>
mesau, etabelecimento sa eeontra am
avitudo rortimcnto delodas s fazjndas
para ai meisaas obras de encooimenda, as-
sia co.co uara qualqoer luto: tamoem na
mesma oflkina s-i encontra o perito meslre
Ptdrj :o esiioo Soares d: Carvalho, espe-
cal para fardas, lauto dos Srs olliciaes de-j
gtnrdj !m.:i.;;i.I corao de tropa delinha, os
quaes ferio miito bem servidos por mdi-
co precj. .
Vende-se bou paisa ros cantadores
reita a. 3, I* audar.
oa rna Di-
Vndese ceqoee de diversos formatos e cores
no Bizar Victoria; rui o rio da Victono no-
muero 4.
IkMER & G.|
w Rui do Bom Jess u. 55 ^
0 Vendem
W Pirro gaTalisado em folha
th Ibas.
Lite condrnsalo.
Ogoac M .rt'neau.
Ifi Vinhi d-; Brdeos em \\x\<
X Tummard
f V ,lmay I
& Haut Falerne
para te-

0
0
<2>
0
0
0
0
0
0
PECHIN
NO
Bachinas de costura.
Chegarara ao Basar ersal da rnaUniv
Nova n. 22, om sortimento del machinas
para costnra, das melhores qualidades que
existe na america, das quaes muilas j sao
bem conhe.cid.s pelos seus autores, 'como
sejam : Welter & Wilson, Grover & Boka,
Slenciosas, Weed e Impertaes e oulras
militas que com a vista devero agradar aos
compradores.
Estas machinas tem a vantagem de fazer
o trabalho qoe trinta costureiras podem
fazer diariamente e cozem com (anta per-
ffigSo como as mais pereitas coatureiras.
Garante-se a sua boa qoaliilade e ensisa-se
iidrabj*^"' ffr"" pnrf..ff,. 1 menos de urna
hora, e < s preeos alo to commodos que
devem apradar-aos p-eiend'>ntes,
Sustento restauranvo da
PEL\ VERDAOKinv FARI.XIIA
A, DuBarrj Orabia
Oa-abaixo aisigaads toaem .scieote a seas fre-
guezes, que pelo vapor iugliiz Iji-Plata receberam
Jeganda remeasa dessa excei'eute farinba, cojo
aso muito se recommemla para as criancas, pes-
soaa debis coovaleacente*, atf>loa-ia cora reco-
obecida vanlagem as coueiipacdes, diarrheas.
nausea do estomago, tos>e, ei-carro de sangaei
phthysto, etc. etc. Preternta anda pelo agradave
sabor.Uairicoa ontra qoalqmr.
m
A' ru-*lo Conmieruf). 10', e?cripto-
rio de Jos Joaquim da Costa Maia, en-
contra-se para vender por commodos
preeos :
Azulejos bespanhes.
Polbas de ferro galvanizado para telha-
do de diversos tamanhos.
Ditas de dito dito lizas.
Bicas de ferro galvanizado.
Cumieiras dito.
Portadas completas para cantara.
LaJnlbos.
GRAN E
LIQUIDADO
X DE Y
Fazendas prehs e ds cores
NO
BAZAR NACIONAL
Roa da Iinpcratrlz a. 7 9
DE
Penillac
Viulio do Rtieno :
Scharlacbberger
KiS'iesheimer 8erg
Hoehkeiraer Berg JK
Marco Cramer ansese a
Kanentbaler Berg
Steinher^er C^bin-f. j^
00000 00 0 00 0000
Vt-nde se, era bora estado, meia dnsia de ca-
deiras, linas ditas de bracos, duas 'da baianco, um
par de consolos, ara MI, e ama jvMioeira: qaem
pret^nlcr dirija-se a rna das Trincbeiras n. 24
Especialidade.
Viulio do Porto o melhor a desojar, em barra
de 10* e 20*: vndese no eseriptorio de Soares
Primo?, ra do Vicario n. 17.
D bem onhecids marca de uarles Heidsieck
para venderse na ra do Compie r jio n. 8.
IPE
Ei v>k3as
Mi;
de Miiaers e ou'.ros
as
i Cofres de ferro
jri^llyad para COpjar cartas.
* Balanzas da pesar,
I Tachas de ferro,
1 Arados Americanos
fUTclUuS, para agricultura.
m Carrinhos de rnao.
Machinas a Vapor
Decimaes, Romanas, ele,
islanhado.
A 7,U00
v ende-se botinas para senhora, obra tagleza,
bem feita, pelo dimicnto preco de IJ, : venham
ra do Mrquez de Olioda, anliga Cadeia, n. 50
A, loja de miudezas.
cemento:
0 verdadeiro Porllaod: s se vende na
ra da Madre de Dos n. 22, armazem de
Jlo Martins de Barros.
1 R'irracibara2^e2500
No loja do Papagaio, vende-so-para acaoar-saias
brancas a balo a U e 2*500 r?. sao todas da
panno al cima e tem 3 arcos qaa forma urna
paqoena roda, tirando-lhe es arcos fica una
parfaita sala, e peto precj od ha nada mais ba-.-j
rato, na loja do Papagaio,roa da Ixperatnz n. W
de llendes. & Carvaluo.
Machinas
Chapas
de
de descaro-;ar algodk, de 10 al 40 serras.
IOT galvanizadas para cobrir casas etc.,
lates1 artigos ver'em-se em
cjios dos importadores.
Shaw, Ha7:8 4C,
*. i ftUA 1)0 MMISSCS.
(aiJTR'ORA MJA OA CBIJZ )
ESTRUME
O Itquor de ammoniaco, das fabricas de gaz,
um dos Estrumes mais reeorernendavel para fer-
tilir a trra. Ple-o obter aa horic do gas,
em S. Jos, qoe tem para vendar, a 200 teis a ca-
ada. a
vJanditMros econoMcos
Os candieiro3 econmicos .-io na vtrdada de
invencSo agradave, priva aanmo dusejar embeJ
lesar un a sata de fazer daai daspet'as, pois que
tirando-se-lbe o deposito onde se conserva o gaz.
torna se am Hado Jarro para floras : quiro tem
a alagnoJia i raa Duque da Caxias 0. il e vende
barato a elle, porque tem poneos.
Meias eruas boas a 4, Bot8es de madreoe
raia para punho a I* : a rosa branca qaem
vende, na roa da Imperatrix n. M.
LOURENCOPEREIRAM.GUIMAIUES.
Vende-se:
Cortes de casemira preta para calca a
20500, 40 e 5-iOOO.
Panno prr to para caigas e pa'ilts a 10500
24, 20500, 30 e 40<.K)Oo covadi.
Grosdenaple preio p ra ves-idos a 10800,
0000, 2-.5C0 e 30OOO o covado.
ROUPA FEITA PRETA
Vende se :
Caigas de casemira preta a 40000, 60COO
e"80OO.
Patots de panno preto a 50000, 70000
e 1O0COO.
Golletes de caseccira preta a 30, 30500
e 40000.
Pautis do alpaca pr.ta 30, 30500 e
40000
Chita a si rs. o cevado
Vende-se:
Chitas fran.ezas largas a 200, 320 e 300
rs. o covado.
Riscadiobos de listras proprios para ves-
tidos e roupas para meninos a 320 e 300 rs.
o covado.
LASINHAS A ICO RS. O COVADO
Vende-se:
Laasinbas para vestidos a 160, 200, 320
e 400 rs. o covado.
Alpacas de listras de cores para ves idos
a 5O e 040 rs. o covado. -
Ditas em quadros de seda fazenda nova
a 800 rs. o covado.
MADAPOLO k 30080 A PEQA
Vaniie-.se:
Pegas de madapolao enfeslado a 30000,
40000, 50000. 50500. 0OO o 80000.
ALGODO BARATO A 30000.
Vende-8e pecas de algodao a 30, 40, 50
e 60000.
CORTES DE BRIM Dfi CORA 10500.
Vene--e:
Cortes de brim de cor para caiga-a 10500
9 20000.
Ditos de ganga a-10000. Ditos de brim
pardo a 10200, J08OO e 20000.
CHALES DE LA A 10000.
Vende-se chales do 13a em quadros a
10000. Ditos de merino eslampados a 20,
30 e 40000.
Caosbrai Usa a 3*000.
Vende-se pegas de cambraia lisa p-ra
vestidos a 30, 40 e 50000.
Das de cambraia Victoria a 30500,
40500 e 50000.
BRAMANTE DE LINHO A 20500
Vende-se bramante de linbo muito largo
a 20500 o mitro- E outras muilas fazendas
que se vende muito barato.
Liqiatfto efe cont s
NO
Bazar Nacional
Rtia da Imperatriz n. t
EMPORIO COMMEflfilAL
15 11II IMPERATRIZ 15
DE
Ulyssas Se Irmo
Ndste j bem conbecido estabelecimento encontrar o respeitavel publico um paocr
de Indo por mdicos preeos, e tendo seus propietarios reseNido liquidar algnns artigo*
de que se corape o mesmo estabelecimento, vende-os por menos do sea costo
COM O SEJ*L

40 e
) para
louga ingleza Qoa
que se
Garrafas de vidro Bacarat para vinho a
50, 60 e 70000 o par.
Compoleiras a 60 e 70000 o par.'
Copos de vidro fino para agoa a
40200 a dnzia.
Clices de vidro de cor fino para vinho
a 20000.
Meios apparelhos de
para jantar por 500000.
Pratos e diversas pe?as avulsas
vende b. ralo.
Jarro? para flores de 30 a 150000 o
par.
Clices de vidro fino para licor a 20800
a duzia.
Vidros de cbacnin para candieiro a 20200.
e 20400 a dozia.
Giobos para candieiro aJ06OO e 10800
cada um.
Bonitas quarlinhas hamburguezas a 40000
e 40200 o par.
Escarradeiras de vidro a 30000 o par.
Bonitos candieiros de jarro a 160000 um.
Grande quantfdade de arandellas para
dependurar a parede, de 10500 a 20000
cada urna.
Temos de bandejas a 70000
Paliteiros de porcellana branca de 10000
a 20000 cada nm.
Lava mao de zinco a 40500 nm.
Algodao raglez para roupa de escravo; e
saceos a 320 a jarda.
Tapetes avelladadcs para qnatro cadeiras
a 250000.
Um grande espelho moldura donrada por
800000.
Lindos albuns para retratos a 1000:0
cada um.
Bonitos chapeos de velludo para senhora
a 100 e 120000.
Aberturas de linho para camisa a O0COO
a duzia.
Punhos de linbo para camisa a 90000 a
dozia.
Collar i nbos de linbo para camaa 60 a
dwia.
nqninas de crina para creanga o ae-
nboraa, de 30 a 40000.
Cortes de cambraia braica de corda com
8 1/2 varas a 30500.
Froohas da crivo a 560 ra. urna.
Corles de castor pata calca a 10280.
Algodao de lista a 260 rs. o covado.
Co xaa branca adamascadas grande* a
30000.
Coberta* de chita grandes a 20400.
Superior brim de Ha m burgo de linbo c<
110 palmos de largara a 20600 a vara.
Bonitas (rocteiras c >m sabonetea de frnc-
I tas, proprias para presente- a 40000.
Lindos livros com extractos e sabonetea
I a 20500 e 40000 para prsenle.
Oleo philooome a 600 rs. e frasco, e
{muilas oulras perfumaras qoe se vende ba-
rato, como seje : sabonetas fines a 10200
20000 a duaie.
Chapeos para baptisadode crianga a 20500
e 305CO.
Coqoes para cabello a 20000.
Cadargo branco a 360 rs. a dozia.
Dito trate, do largo a 140 rs. a pega coa
4 varas.
Caixa de papel amisade a 700 rs.
Dita de 100 envelopes a 400 rs.
Duzia de pentes*' para alisar a 10600.
10800 e20OOO.
Bonitos chapeos r)e pnlba com aba f rra-
da, para horaem a 40000 e para menino a
30000.
Sortimento de meias para homens, senbo-
ras e changas, e moitos ootros artifos qna
deix^mos de mencionar, e qne igoalrrenU
vendemos por pregos commodos.
I
Oran le redne^ao em presos
Na loja de Ant< nio Pedro de Souza Soares, na ra do
BarUo da Victoria n. 28, cuti'ora ra Nova
E' baratissimo
hoa od i rabi sorfautte # SoWBa^aa
rao oe na, e vende por atees d qae em co-
ra qaalqaer parte.
Diademas modernos "a rs. 500,
^ 10000 e.......20OCO
Coques de trangaso quo tem vin-
do de ma3 gosto a 50003
Gravatinhas de seda com fraBJa
para senhora a.....l0OnO|
Grinaldas paca casamentos a 30, e 50500
Enveziveis enfeitados para coqoe
Galoes de seda de cores, a pega
de 10000 a......30000
Ricos enfeites de blond e flores
para jbeca a......50000
Miaiosos leqaes do osso para se-
nhora a.......90000
dem idem de sndalo com lan-
lejmlas a.......50000
dem idem a imiiag5o a 20200
Lavas de pellica para bomens e
seneoras, o par 500 rs., l0oOO,
20000 e.......30000
Transparentes com paisageos para
janellasa.......120OCO
Bicco de seda preto e branco pega
de 20500 a......
Fita de setim maco escosseza lar-
ga, vaaa a.....;
Plores artinciaes......
MIUEZAS
Duzia de pegas de cordSo impe-
riaes a rs. ... .
Duzia de pegas de trangas de cara-
col brancas rs......
dem idem lisas a rs.....
ntremelos e babados tapados e
.transparentes a pega de 600 rs. a
Resma de papel paulado a 40, e
Caixa de papel amizade muito
superior a rs. 700 e . .
dem idem de quadrinboe a rs. .
Caixas de envelopes finos de por-
celana ars.......
dem idem a rs. 400 e .
dem de peonas a-rs. 500, 800 e .
Abotuaduraa para coliete, grande
variedade a rs. -. .
dem douradas para punhos a rs.
Duzia debaralbos francezes bei-
Lcmpaiinas a gaz a .
Juzias de pares de meias para ho-
mens a 355C0, 50000 e .
Duzia de laiberes com cabo de
osso 2 B a ......
Dita de ditos cravados ( baratis-
simo) a.......
Garrafa de tinte roxa extra-fina a
Pote de dita ingleza a rs. 100 e
Estampas de guma franec-prus
siana a rs. ,' .
WCO
60OCO
2(5001-
1000o
M
A vwdadeira cerveja da Baviera, marca hu-
ir, de superior qualidade, venden Tasso Irisaos
C armazem da roa do A norim n. 37.
Fjtfilia de mandioca
Superier e maito propria para mesa, em barr
ricas de farinba do (rife ; a 11*000 rs-, a barrica
laoa aroatens de Tasso Irruios 4 C.
PERFUMA RUS
Poita-retratosdourados com dois
frascos de extractos muito fico
Garrafa de agua de Ourida verda-
deira, a.......
dem idem kananga do Japo a .
Frasco com oleu oriza verdadeiro a
dem de oleo philocome verdadei-
ro a rs. 4 0. 500 e .
Rosas com extracto a .
Frasco com extracto inglez moilo
superior a......
dem com dito kananga muito su-
pe ior a.......
Banha ingleza em frascos e potes
de porcellana a.....
dem idem a rs. ,
Magos de sabonetea inglezes muito
bons a rs........
Sabonetes de amoodoa muito su-
periores a .s......
Cosmetique de corea finas a rs.
100, 640 e......
Pacotes com pos de arroz fino
a rs. 300. 400 e .
Caixas com dito muito fino ka-
nanga a........
Galeria dos grandes homens cada
estatua com anairasco da ex-
tracto a -. '.....
Frascos com agaje de cologne a .
, 500, 10OOf|e ... ..i
200 Garrafas com dita o que ha ds me-
500, lbor a 30000 e.....
Elegantes caixiebaa con sobooe-
70000
30000
320
400
20G
30000
40500
800
640
800
500
10200
10200
10200
10200
10000
10800
10OOC
10200
10000
500
600
300
10000
500
11500
24000
11500
41000
70030



O EMPORIO COMMERCIAL encarrega-se da factura de roupa por medida, e capri-
cba em bem servir aos freguezes, tanto no comprimenlo de seus tratos, como na boa
qualidade de fazendas e modicidad" de pregos.
PECHINCHAS DE ROUPA FEITA
O EMPORIO COMMERCIAL vende paletols fraque de cas mira Moa bem acabado
a 180000, 200000 e 220000. Palelts saceos de casemira preta e de cores de 70000 a
120000. Ditos de merino prtto de 70 a 10000. C:lga3 d casemira preta e de co-
res de 60 a 120000 cada urna. Colletes de casemira do 30 a 40000. Caigas de brim
muito bem feitas de 20500 a 80000. Paletols de alpaca fina de cores, branco e preto
a 20500 cada um. Ceroulas de linho a 2$800, e de cretone a 10600 cada orna. Cai-
ga de castor a 10700 ; superiores pannos finos, casemiras e biins.
EMPORIO C090fRlAdL
15 Ba da Imperatriz 15
LLYSSER I iffiO : -
*
f


ra doorada.a ....... 30600. tes e extractos de 30000 a
WECT0S DE rOBCELANA
0 que se pode encontrar de maia elegante* briqoedos para criangas, completo o ra
nado sortimento, candieiros a gaz o qae ha de aselbor, e maito* ostro* obtectes qoss
as tornara longo menaionar.
N, 28 Ra do BarSo da Yfetorfa K |&


..

'
'V
*&ri d f*feuriKta< w QUw*i eir* T7 t* Abril *Jfc flr.*
Olficina de alfaiate dirigida
POR'
m m CHARLES LAURENT
NA
LOJA DO PAPAGAIO
A' ra da Imperatriz n. 40
DE
MENDES & CARVALHO
O que se procurar nesta loja se acha e par menos prep, que em qual-
qaer oetro estabekciaiento, e para nSo cansar-mos a paciencia do Ilus-
trado publico cono longos annuncios, s garantimos ter fazendas ,de novi-
tade, e de bom gosto, por precos amito csraraodos, quero, se quizer capa-
citar venbam ou mandem buscar as amostras, e tambem as mandaremos
pelos nossos caixeiros.
Boa Vista esquina da ra 7 de Setembro
Anligo b^cco dos Ferreiros
&&&&&
" ;y4s *vS >K-K \\
EEHUSTO LE0P01D0
N.2D Ra do abfcgft N.2D
Acba-se montado de forma tal este est belecimebto de joias que pode
vender aes seas numerosos reguezes em grosso e a relalho e po; precos
mui resomidos visto que recebe de conta propria por todos os vaporee de
Europa. O gosto de desepbo de suis joias o mais lindo do paiz das
modas, ouro de lei, bridantes verdadeiros, esmeraldas, robins, perolas,
terquezas, saphiras, coral rosa etc. etc. Obras de prata db porto tanto
para igreja como para servico domestico. Convidamos as Eimas. famifia
a viitarem o dito estabelecimento todos os das at 9 toras da coil .
Ccmpra.se ouro, prata e podras precicsai em obras velbas.
RA DO DUQUE" DE CAXIAS
(Qutr'ora do Queimado)
Este estabelecimento acaba de receber. om importante suitimento de diversas la
tendas proprias para validos, sendo poupelmas de seda, sedas, lias, percales, ditas coa
larras proprias para babados, lindas cambrabs crox, e em fim urna infinidade d'arii-
gos de moda, tudo proprio para a festa, o que tudo vender por presos uiei-amenu
razoaveis, em conseqoencu de estarmos prestes ao fira do anuo, e o 65 nao quer te;
raode trabalho com o seu bataneo, preferindo tomar dinbeiro a (azendas, convida-st
portanto ao respeitvel publico a virem sortir-se na loja do 65 aonde comprarao por pre
coi que o3o otterSo em ostro qualqcer estabelecimento; era tim ver para crer
RA DO DDOUE DE CAXIAS
(Oulr'ora do Queimado)

Rival sem segando
Ra Doqne de Caxia n, 91, loja de miu-
dexas de Jos Iligodinbo contin a vender
tudo quanto tem em seu estabelecimento
pelos precos abaixn declarados, a saber
Libras de laa para bordados a
Crizas com superiores gram-
po8 rancezes a re.
Talheres para meninos a 240
Tt.
Libras de lioha de novello de
O. 80 10 a
Leacos de cas-a com barra a rs
Varas da fraDja branc3 para
toalbas a rs.
Duzia de meias finas para se-
Lboras a
Mtsso de palito seguranfa ars.
Navalbas faz-ma superior a
Caixas com penaas d'aco a rs.
320, 4CO e
Caitas cora papel amizade a rs.
Dita, dita, dita beira doura-
t a re.
Caixas com envelopes a rs.
503,600 a
Pessa? de fi;a para coz com 10
varas a rs.
Dazia de linba frooxa para bor-
dar a rs. 400 e
Baralhos fraccezes moito fi-
nos a re.
Ditos de beira donrada a rs.
Duzia de agulbas para machi-
na a
Libra de pregos francezes a rs.
Kesmas de papel branco liso a
Ditas, das pautado a
Dazia de sabooetes milito fi-
nos a rs.
Duzia de linba de carr'.tel
Alexwdre a
Groza de botoes madreperola
a re.
Cartoes de lieba branca e pre-
la are.
Tbesonras multo finas para
unbas a re.
Groza de botSes de looca
a re.
Pares de sapatos de coaro
para meninos a
Caixas com 4 papis de
agulbas fondo dourado a rs.
Frascos de oleo Oriza supe-
rior qualidade a
Ornas de folha com palitos
de vella a rs.
Pessas de fita de la pare de-
brom de t das as cores a rs.
Pessas de fita branca elstica
para debrum a rs.
64000
MU mira.
Rna Baque de Casias n 5
para meninas.
Botinas inglezas
A loja d Aguia Branca ra Dnqne de Casias
d. o receben por amostra nina pequea qaanti-
dade de bolinas de marroquim com borracha ao
lado obra mui boa para mteinas, e para que le-
(60 bbam prcmp'a sabida a Aguia Branca esta ven-
decdo-as baratamente.
OS POSPONTOS
flOSOOO
MARCA
DODS P0SFCXTC5
Ol
WDHIPiOT
900000
900000
900000
900000
90,5000
mm ollMiLh
ooroo Hbl
90C00
COMPS USA
FXO NO BRACO DE CADA MACHINA
GRANDE TRIUMPHQ
OBTOO SOBRE MUS DE TRUTa EXPOSITORES. BCLI'W!
TODAS kt GASAS PMJCIPAES SEffl RIMO DE IMOft
LOJA DE
ESMERALDA
Acaba de cLtgar a este estabelecimento um importante s-rtimtwc ce joias
ouro, do melbor gosto e qualidade que Um viudo neete geaaro, como caisoietas
nix com leliras de diamaotes e pinturas bxas, adereces e meios aderegos com ped
finas, etc. etc. .
. Ra do Cabuga' d. 5; t
Moreir Duarta & C.
de
de
ras
EXPOSfCAl)
rs!
I
\
>
400
131500
100
'.O
i#>00
200
1*000
330
700
800
800
440
oOO
Smaocome
Tnico especial contra a ealrlce
Cora nm bello ortiraeco de perfumara que a
Aguia Branca acaba de receber veio tairbem o
aprecwidoSmaoconecajo proveitoso effeito
j bera conhecido por ^qb!i> o tem asado e ser
anda mais por aqueUes que nece8ltao> de so
utilizada. O contionado uso do Smaocome da o
bom resaltado de impedir a queda dos cabellos,
fare alen de qne -eu odor mais agradavel qae d'oa-
:ro qaalquep tnico cootinna a ser vendido na! cja
:4a Aguia Branca.
Leite de rosas brancas
Exoellente para acatar com as sardas, pannos e
espionas no rosto.
Vende-se a i> o frasco, na leja da Aguia Branca
a ra Daque de Caxias n. ."i i. *
Bonitas caixas com perfumaras
proprias para presentes
Veodem-se na leja d'Agnia Bransa run Duque
de Caxias n. 50.
240!
320,
Agua FJorida.
Acaba de chegar oovamente a afanada agaa
florida de Gaislaio para Ungir de preto os ca-
bellos brancos. Como sabem os qne tem nsade
dessa apreciada sgu, o sea effeito nao instaata-
'neo porm seu resultado spgiroe elficaz. Cna-
2^000 pou tambera a agua de Topasio para o mesmo fim,
iO c continaam a ser vendidas a ;fr frasco na loja
35500 dAKnia Branca rna do Duque de Caxias n. 50.
Molduras dour&das para qua-
dros.
Na loja d'Aguia Branea a roa Duque de Caxias
n. 30 vende-se moldaras douradas com differentes
Moldas e larguras, e por prego commodo.
Peanas de ac bico de lan< Caixas com 100 penas a 400 r?. na loja d'Aguia
Branca.
Bonitas capelias com veos para
noiva8.
Venden ie na loja d'Aguia Branca a rna Duque
de Caxias n. 50. Tambem se vendem separada-
mente bonitos veos ou mantas bordadas para noi-
vas, e veos de cures para chapeos.
Esc u mil lia preta fina e larga.
Vende-se na loja d'Aguia Branca raa Daqa
de Caxias n 50.
Botoes
Cobertos de e-gniao proprios para carnizas, e por
sua duraco preferiveis aos de madreperola.
Vende se na loja d'Aguia Branca.
Caixinhas com 3 sabonetes finos
a U, 15200 e 1*500 a caixa.
Vende se na loja d'Aguia Branca.
Meias brancas e de la
40000
700
1*003
500
10
300
120
2*000
240
1*200
200
320
200
ISPORTAftTE
Raa Duque de Caxias n. 29.
0s propietarios deste bem montado sW*recimento 6tie&lifican aorespeitave
res^itavel pabiicu d sta provincia qaa se acham com um variado e eoatpleto sorU-
ment de movei&, tanto .nacionat* como estrangeiros, se osios qoe se acha actualmente na Europa. O mesmo tea contractado com os melbores
fabricantes daquelleconuneote as remessas das mais ricas mbilias feitas aili.
Na oficina tem os mais habis artistas deste genero, e por iaco pedem qoe ve-
nbam visitar o estabelecimento, aonde encontrarte a realidad* do que acabam de e*pr
ue se|)ode examinar; rica e completas obilias de Jacaranda, nogno, faja, carvamo, a-
marello, etc, ricas e elegantes camas deja caranda, pao selim, amareilo, etc., etc., guarda
vestido de amareilo, gaarda louca de nogbeira e de auaieilo coa tampo de pedra, apa-
radores de d'to dita, peli toilettes especialmente para fazer a barba, toilettes de jaca-
reada,-amareilo, pedra, secretabas da Jacaranda e mognocos tweiras ae magno, san-
tnanof, thears para oordar, bercos, lavetorioe coa espelbo, de pedra marmore e seua
pertences, cadeiras privadas, bids; etc., eu:., e muito* ontroe artigos qae deixamoe de
mencionar por sejicrcar enladoobo
Os jurados, p-ra decMir das qfclidades varia^mactata (nao s a reajfif 1a
exctlleu ia da consiruccSo, c mo tambem 3 nperiondade :o trabalho raacl4l m-
ganisar^ra mtre os expositores orna lula de coter, tu que'oa jurados diterminaram
destriboiram os ma.eriaesde que se dviam as
aeconhrceu-se unan irac men le
Que a machit a moderna p tra costara de f mili, de
SINGER MMUHCTURING COSlPaN
alcanc-on nma victoria fcil sobre 'odas as concurrentes, teodo efrrt .idonmi tarifa -' 2 3/4 horas, qoando a imis r?pida das entras lioLa levad) 3 boru p;:a rmattr
mesmo trabalho de urna roaneira muito infeiior.
O nnmTO proporcional de palmos de coswa 'cita em 10 bmi de trabalbo, va
a machina Sirger, era 1,500, necessitado 1.000 a 1,200 ardas de haba ; no fmu.m
ser preciso 3,000 a 4;000 jardas para fazer o me^mo compiime;.to de eostwa c n
machinas.
A PAMT* IIE AE\
O preeo de 3,000 ja-das de Imha................ I#H50
O preco de 1,000 jardas de lieba................ *">r>0
O que mosira nm prejuizo teito pelo meros de 1*0(0
por dia emprego das machinas de ponto de esdea, a;.endo nn um anno de 3fK"' #.
o obreiro nm prejui o de mais de 340, qnan-.ia pela q:.al jde-se quisi com orar ;
machinas.
nico agente m Fernambueo
(Note se bem o numero) yf, H. Cllpniail (Note se bem o n; aier )
4 5 Ra do Imperador 45

HV0 E CRARDE SORISENTO
DK
F/1ZENDS FINAS
LOJA D
l
r
_t-
Loja de louca
INTITULADA
PRATO DE OR
RA DO IMPERADOR N. 57.
O proprietario deste rsubeleeimento lendo re-
solvido fazer una completa liqnidacao de lodos os
rticos de qne se compoe o mesmo estabelesimen
io, convida o restavel poblico a vieia lo, porque
arista da admiravel modicidade dos pregos, nin-
fnem deixar de prover-se de porcelanas fliissi-
nas, tonca, vidros e crystses.
O PRATO DE OURO nao pode prescindir de
roeoeonar os apfarelhas de porcelana donrada
para almoco, eomo para jantar, os quaes vende
' "rato do qnn em outra qualqaer parte por
' liquidando.
Cartas Douradas.
Amara I, Nabuco G. vendem baralbos de car-
la para jobos, liza? e donradas e sendo em porcao
com grande abatinianto de preco. No Bazar Vic-
loria, roa do Bario 4a yicio-lan..
para
bomens e ?enboras e de cores para creancas.
Venda-se na loja d'Agnia Branca.
Talagarsa
Seda frouxa e orcal para bor-
dados.
Vende-sa na loja d'Agnia Branca.
Sapotizeiros
Lirangeiras
Abcatizeiros
Piaheiras
e ontras mnitae qnalidades de arores frnctiferas
e apropriadas para adornaren! ras e jardins, nao
esquecendo aos apreciadores qoe ha grande sorti-
mento de uranias (conbecidas por palmeiras de
leques) cedro do norte, e de ontras qnalidades,
bureiras, caneleiras, as bellas palmeiras impe-
riaes, e as nao esqneeidas casoarinas (conbecidas
por pinbeiro), nm grande sorntneoto de divenas
qualidades de roseiras, accacias, oigonias, ejni -
raeras, petunias ; asim eomo grande numero de
ceblas de flores, qoe se tornara enfadonbo msn-
cionar : a tratar no sitio do Abrigo, em Olind.
com estacio na travessa do Taizeira Lopes.
Lindos leque.
A loja da aguia branca ra Duque de Cixias
n. 30, receben lindos leques de sndalo ornados
com lantijolas dea;o e donradas, obras de n:vida-
de apurado gosto.
FlfillEIREDO i LOPES
64 RA DI IKPEStTMZ E4
O grsnde sortimento de fazendas Qoas que cltimsinente recebemos, qoe *i
demos por precos qae a todos admira, nos anirn a cbamarmos a atten ao d r bi i
numerosos fregnezes. certo9 de qie nao Ihos faltara agraio e roaand-aV wt
tos, Outro sim os presos por que ferem marcadas dgumas fazendas s tetlo v
das a dinbeiro.
Alpacas lisas acolxoadas padrrjes lindos! todo escolhido a capricho e por rr' r

i
a 600 r. o covado.
Ditas lavradas moito finas a 700, 800
e 900 rs. o covado.
Ditas lisas bonitos padroes a 440 rs. o
covado.
Merios lisos de cores diversas a 500 rs.
o covado.
Dito vario moito superior a 2#800 e
3^080.
B a reges de ia lindas cores para acabar
a 280, pecbincba.
Gaxe de seda com lindos padrees para
vestidos e veos hoje muito em aso e por ba-
ratissimo preco.
Dita de seda com o assento branco e
bordado de cor moito proprio para soires
a 200000 o corte.
Fil de seda branco. Dito preto por
meos preco qoe em ootra parte.
Mantbas pretas de seda esmeralda
HflOOO,
A' doqueza a 12000.
A' brazileira a 130.
Recebemos o merbor sortimento de gros-
denaple preto do melhor fabricante francez,
pois neste genero podemos garantir aos nos-
sos numerosos.freguezes qae nao temos ri-
val, os precos sao desde 1800 at 5:500
Groz de cores da melhor qualidade e
preco9 raroavels.
Setios de eores dos melhores fabricantes
de 10 a 20800,
Cambraia Victoria de 40 at 80 a peca
de 8 1/2 varas.
Dita trasparente fina de 30500 at
1O0COO
Alecejana, recebemos novamente esta lin-
da cambraia que feito o vestido parece ama
seda, a peca tem 30 Js. e costa 180 e
40000.
Saias de fustao e de mosselina para fa-
zer a 30,
Ditas j feitas a 40.
Ditas bordadas a 50300.
Ditas mais finas de 80 e 90.
Cbapelinbas para senbora de palha de
Italia ricamente enfeitadas pelo baratissimo
preco de 450.
Cmbralas branca com listras bordadas
80
Chapeos de sol para senbora com forro d j
seda moito fino.
Ditos cabos de mar fim.
Grinaldas para noivas ricamente infr-
iadas.
em qualqoer outra parte
Basquinas de seda rtoaatrta ii f- ff'?"
200000.
Meias para hornero., senbora e rr--y* i
de lodos os tamanhos e qeaRdades.
Goardanapos de linb.o a V..
Ditos airo.hoados grandes a (>.
Cachicez a 30 para a'cahsr.
Carnizas para hom-na de 20 at SJL
Ditas borladas finas a 6.
Ditas d'tas para noivos 100
Ditas para meninos a 'i0.
Colzas brancas grandes a 855 0. \>:<* j
50500.
Ditas decores moito superiores* .""-
Bramante de linbo a 20200 dito : -..'
a vara.
Dito de ilgcdo a 10700 me'ro.
Atolhado de linbo de superior >jr' -a
de a 30500 a vara.
Dito de aigodo a 1060" a van.
Babadas bordados mu to finui.
Ditos mremelos.
Fosto braoco moito superior para *
pa de meninos.
Golliubas de esgoiao bordadas para
nhora.
Ditas de algodao
Luvas frescas de Joovia a 30.
Tapetes para gornicao de salla-para
dos os precos e lmaseos.
Cortinados para camas de 80, 90 at- '
o par.
Pannos a croch para gornicao d. *; a
moito baratos.
Para lato. Alpacas m r'cs v:
princezas bambazina, chita preti. t -.
cale, crep, lia preta fina, qae Uido '
mos por am preco diminalo.
M^dapolio francez para 70 8,5 9,$
110500 a peca de 24 Js.
Dito inglez a 50 60 70 e 80 a pes&a
24 Js..
Casemira para homeos e menic, de
eos padroes e por precos baralifsmi .-.
Boopas feitas para bomeos gr.i rtac -
ment e s no Cysne se pode veoda i
rato.
Anquinbs de cuna das mais a dtrci.-
30 e 40.
Deizamos de annunciar moiiasr>utr;< 'i
zendas por se tornar eofadoobo e u.>
por que, os nossos numerosos fr. g .
sabem que o Cysne tem por cjwtciaa ^>
barato, e nio'engaar seos tregen, n .*
isso venham ver as fazendas do Cy. sao escolhitiasa capricho a
! 5
3)
I .-
Veos de blond, sedas brancas, popelinas
64 Rna da Imperatriz 64
FIGEIREDO ft jLOPES


"
MI
8
Diario dea Per bambuco Quura eit ,J7 d Abril de ioYi
VARIE9AM
; .-
As colona alo Imperio foriiau-
olco
0 GOVERNO ltH>RK3E.YttTV0 NOS DOMINIOS
COLOMAK.i DA INGLATIWA.
(C n'inu-.fo) .
Os indgenas qae nriii os primeiros co-
loaos daAus'ralh eran' savagans de-CoQ-
\ ;r.-avns a loda a i'1i 'lo cmliaca: ira
eos, ignorantes, pjsilaia;aj.e",ou fugiara para
1 o age ou domesiicavia-sa ficim Mita. Eram
poico uuinsroas,a ii.j:i lo, c osucce.leu
era reir da Itaiah, afooltjtro se a oppr-
sa aos Europeas, (oran era *br v-a e sem
riSOO snbjugadis.
Em Nova Zelandia mudava da figura a si-
tuado dos E mapeus e dos i.idigenss. O
Mioris, com chamim se oa birbaros habi-
tantes deesas ilas, sao robustos, euergicos,
capazas de aprender usas e m .ni ti as da Em
ropa. Huilila'am se na manejo la arma?
d; f igo, que Ibes tornees o contrabando m
quan.ilade d.: que n icessitam.
Vivem em ommunbu sob a autorlaie
da res iadgeuas, e -bni am se em perma
necer as trras qua os co'ooos cobijad.
Essas tribus bellicosas, antes da vindi dos
Ejro)Jii>, viv.: em boablidide recproca,
a tal ponto qoaa Maoris da illa meri lioaal
foram txt ruinados palos da ilha do n re.
Estes a:olbera!E-ie os serranis deWaikato,
quanlo j> iaf'ezes dil ta^aja mus esiabslc-
ciment.
A 'rimeira causa !e discordia entre os
colonia e os uaturies fai a oceupaeva de un
terreno vendido p>r uia cabo maori contra
a voilade da sjus su a indinados Anta es-
sas dillknldades fui desdi o caneco eoergi
ca, otu cono lia lora, a poltica do governa
impela!. Os estadistas g atea vita urna
raga v .lente, que, eaa vez de"de:xar-se ani
qulo fcilmente ao na.>do dos Pel.es Ver-
metbae da Amarica do Narte, oa os negros
da Australia, mostrava pandar para cru'.ar
be cm os Earopein. Alislir os indgenas
miii destooaidos no exer fio e na polica,
dar aos mais rob asios trabdho as estrada?,
facnliar das boipitae?, mostrea de escola,
inssbnarias e al eixas econmicas, deci
i. pu magistrados os pleitos provenientes
da co npra a venia de Ierras, onceder, em-
baa, g-nerusas pens as aos chelas de tribus
amigas, foi a poltica prescripta em 1819
ao ga errudor da Nava Zdaudia, depois da
terem os Haoria resistido na primeira guer-
ra. O'cavam era 2.593 borneas as tropas
'v!.'' aquarleldai na iiliado oarle.
leon ou-se ao me-mo lempo utopia
bem co mee.da da coionieaeJ militar. Qoi-
nheolos toldados veteranos receberam pra-
zos gratuitos as trras sujaius a dividas, sob
a condi<;3o de cultiva laso repair os seUa-
gan q mu lo losse mister. O resaltado des-
te ti.itamc-o nao f i uaais fsliz .;os au'podas
do qae na Argelia. Ao cabo Je pou;os au-
no? os soldados labradores desapparocer ni
sem d^ixarem rosto, nao tanda prestado o
bdjj erv,go, nem cultivado um palmo
de trra.
Cbagada a uceas ii da ca.ceder governo
represeutativo Nava Za'aodia, assim como
s mais provincias da Australia, pareceu tai-
prudana deixar ao parlam-nto l*Jl a d-
receo dos negacio; :oncarneatas aos indiga-
nafj, par isso que as despegas da guerra, sa
hobreviesse, onerarmra a matropole. Mas
o maliogro dos esforas empaabados para
coofracaf as duas racas, nao d.j-veria ser
obstculo perpetuo emancipado dos col
dos. O acto real da 18oi crcoa um conse
lho vitalicio de dez membros, urna assem-
bla legislativa eleita por ciaco annos, e divi-
di a Nova Zelandia em seis piovineias, tan-
do cada urna assemb.a deliberante.
O poder execstrv perteaca a ministros
respoasaleia ; o pjrlamento possuia o di
reito d.- reformar sua propria coos.ituigo,
e Ifgi lar sabr todos os assumplos, excepto
na tacante aos Mao.is, He qje o governa
d ii geral tmava s em virtaie das instroc-
Qoes que racebia de Londres. Eita restric
go.de quena'O'Jtrascoastit'jivscoloniaes
uo bavia exeraplo, liana por motivo a avul-
tada consigaacao q ie recer-ia do t:.esouro
imperial a Nova Zelandia. Gostavam Graa
Britanba -nnu.lmente ' 4,000,000 o sol
dn das tropas e a c vilisagao dos iadigenis.
Mas subiram de onto as difficul'kdes,
de fai(,-5.j que foi millar elevar a 7,000 bo-
mans s gujrni.o da ilhi. Teudo-se des-
c .berta minas da oaro em Nova Zalaodia,
ereaceo a popalacjo* Uapugnava logia
trra gastar t rata clibciro com urna colonia
que a albos vistos se aocrescentava em pros
peridide, assim coaaa o parlamento local
levava amia tutela em que eslava, com
reia:;o aos indgenas.
En 1803 levutaram-se os Maorisdodis
trila de Wiiktto Organisaram-se bata-
lhas de liaba e milicias; excedern lodos
os clculos as despazas da guerra. O du-
que deNew.jas'.le, entSo miiaistro*da guerra,
declaro i peremptoriamente qae devia correr
porcoota uaquees a quam utilisavam. O
partamsnto qjiz confiscar as ierras das tri-
bus rebeldes. Ningoem se lite o?poz, mas
fdz-se-lbe sabar que as tropas inglezas eaa
b3icariam para a Europa, se o parlamento
na provesse sob e as de pezasrespectivas.
Entrara se em composico : accordou se em
que um regiment ricaria em Nava Zelandia
custa da Inglaterra, emqoanlo a colonia
c)asigiia:se annua'.menle 50,000 em be
aeficiodos indgenas. Mas d'abi sargo nova
dfficnldade. A' ordem de quem estara
esse regiment, do governador geral ou do
ministro Os colonos declararim qae, se as tropas
inglezas nio obe 'ecassem ao mesmo chefe
que os milicianos, melhor seria que voltar-
sem Dar a Europa. Pegan-Ibes na palavra
governo imperial : da Nova Zelandia sahio
at o ultimo soldado. Estava ent3o a guer-
ra miis acesa. Parece que os colonos nao
o seotirara demasiadamente, at porqae j
eram aiais numerosos q'ie os indgenas Es-
tes nao passam de 40.000, engarnio na ilba
do norte ba 80,000 Earopeus, e o dobro na
do Mil; cjdemars disto nem lodos os Maoris
sao inimigos.
Retirar-se da Nova Zelandia o exercito
britnico, quaodo os indianas anda qae
pouco numerosos mea$avam de serios en-
gos, foi evidentmente um dos actos mais
arrojados di nova poltica colonial la Ingla-
terra. Era impossWel dizer mais resolula-
menleaos nabitaotes de todas as passesses
britanoicas qae somenie em si Qzessem fian-
i". E* ceno que a Nova-Zalandia, de o;a
avante, ser mais tranquilla, estando O3co
lonos na cerieza de que por saa conta cor-
rer lo la a gaerra qoe se fazer; mas n5o
para temar se qae, no caso de risco maior,
solicitem de outra nic3o os soccorros que
uega a nelropole ? na a baveria. des-
hjjjaiiada em deixar a sorie dos Maoris
discripcio dos coleos qae Ibes cubican
as trras ? Os estadistas britannicos nao se
-deixtm guiar por poltica sentimental.
Sir C i. Adderley remata o capitulo de sea
livro, en que t ata dos negocios dos Maori-,
pela mxima dos Rananos: coloniwnon tam
rege/ida sei-tjuan coleada palavras para
placeadas pelo Sr. (jhsdlone em um de
seas di'cur.-os iceica di constituir) des-a
me>taa provincia. < E a nossa legislarlo
sin la o3o attingimos reUge regulares en-
tre a m:-tropo!e e as colonias... Quaaio ha
10'd anaos, liosas maiores Une onaram fun-
dar urna colunia nao se a.-rasentaram sca-
ataras com um rul, em que designavaaa
certa qant>a para un govarmdor, ontra
p.ra um magistrado, oulra para o secreta-
rio, outra para os empregos subalternos.
Reaman ham^ns livres na sarama pre-
cisa para clarara um estado livre em o no-
vo hemispberio Nao calcuiavam cam auxi-
lio artilhial da melropole, e portaolo pr--
ceiiam con celeridadaquasi portentosa, at-
ienta a diuturndade dasviagens nessa tam-
po. Colooisar daoressa em regioes orno
a Nova-Z.'lanlia e Canad nao somante
fjndir ciade e desmoaitar terrenos, tam-
b.m oceupar pura forfa o luaf onde es-
tanciam as iriaus indgenas. Qua diriam
os-selvagens, se soubessem fallar e quei-
xir-se ? |
l'assamasaos diminios inglezas da fa-
ca meridional a provincia do Cibo e a do
rti. isting jen se da Aostrali i pelo fac
to de existirem nutu-rosas tribus da ;iV
rente raja entre o Europeus. Da 703.000
bibilaules a terca parte apenas compoj-se
de brancas, inclosivd os deseen lentes dos
auti/fOS colon >s hollandezas que se.m:stora-
ram com osindgaaas.
Os ..:ais sao H ittentotes e Cafres, pouco
donesUcados. Da cultura da vinha, cereaes
e cracSo de gado p ov a a riqueza de>.as
regiois q je demoram em clima ameno, p-
timo para o temperamento dos Europeos
,\ lavri de ouro e diamantes lera attrabi io
aventuremos sempre aluciados por lucro*
ajean arios,
AJnJa no representativo o governa d)S
-2 estados. Natal possoe urna assembla,
em que de lo.membros 4 sao nomeados
pelo governador": Cabo tem um conselhoe
urna cmara biixa formada po.- eleilores
ceusiiarios. Qaer em umi, juer em outra,
os miais'.ros nao sao respoosaveh eua po-
dem tomar assento. Esta organisago tran-
sitoria, que a chave \da competencia em
q e vivem eurooeus e naturaes, existir
emquanto os c>Iodos aceitarem, visto nao
Ibes naver o parlamanto britannico negado
o direilo de reformar a sua cuDtoic>j
Na circumcnpcSo dos estabelecimentos
inglezes, ainda subsislem duas repblicas
assaz procarias, fuadadas pelos Boers,
origem hollandeza.
Na > a,uizera elles, quasi barbarisados,
como estimo pela noio com mulberes n-
digenVs; submetter-sa lei ingleza que abo-
lira a es ravido.
Em 183j emigranm com os seus reba-
nbos paraalm do rio Orange, e pouco de-
poi; para alam do Vaal ondedero a enten-
der qae qoenam viver idependentes. Nao
era de todo despovoado o territorio (\-ie> de-
mora s margeos do O ange e do Vaal. Alli
estanciav orna poderosa tribu, chimada
dos lassutos, e tatnbam a dos Grtquas, ms-
ticos de raca branca e preta, qae nao leva-
vo a mal a vizmaanca dos braucos
N5o obstante, os Boers Dio cariam em
paz. A industria pastoril que exerciiba-
fia mister vastos tratos de terrenos, assim
iaaa-se alargando na parte que occopivam
osindigeias. Aceodeu-se a guerra : o go-
vernador do Cabotomou patudo a favos dos
Grqaa* entra os H lUniezes; e ou por
arobico ou por desejo de paz, daclarou
ouipreoeudid as possessoes inglezas a
orovincia do Rio Orange. Talvez asseutis-
ve-
os mineiros aceitaran, posto qae com op-
posicla dos Biers. Kolgaram oa Gr.qna
de se ver aasim descaptivados da donini-
cao dos HoliaQdazes, seuiantigos ioimigos.
Protestaran] e.-tes, mu en vio : deixaran
ver a atan;8j derapalliros atrasos Corea
ns coataeceram qaav aisim Gcarian nal.
t'ropuzaram que o pleito foise decidido
pelo Responden-se-lbes qa? eran atabditos da'
cora de Iaglatarra e a r<. i oh 3 de loglater
entre si e
sem a esta determinado os Boers por
rem ah peabof de iraaquiliiuade ; o mais
provavel qua a inaiona oo assenlio. I
o Duque da Newca.ile, ministro das
nas em 18b3, lo desejava dilatar sem ne
cessidade a rea dos dominios inglezes; e
certo deque somante mo armada conser-
var-so hia a receute conquista, fez saber ao
governador do Cabo que a raioha renuncia
va a soberana sobre a provincia do Rio
Orange. <
As duas repabdquetas conimuaram em
guerra com seos limttroplaas selvagens, que
um recoando ante seus adversarios avanta-
pdos cm armas e orgauisa?ao Antevia-se j
qae osea recurso bavia do ser transmigra-
iem para trras qnasi desertas ao norte dos
estabelecimentos europeus:
Taato menos qaeria o governo inglez alar
gar-se para a banda do norte, q tanto nos
confins cnentaes achava-se em nostilidado
iocessanta con os Cafres. As despezas
militares mciia3 vezes passavam de um mt-
Iho eslerlinoannualmenU, onus iosofrivel
pira o oreamento da melropole. Mas, por
este l ido, bavia indubitavel interesse para o
fulu.o, pois a Cifrara indepeudente ioter-
punha-se ao Cabo e ao Natal.
Apoi largos annos de guerra, fot annexa-
da Ca'raria, coja valia aograeatava pela cir-
cumstaucia de ser provincia martima. Os
Inglezes davam tanto apreco vautagem de
asseuboreareaa o litoral qo^, lendo o presi-
dente da repblica de Tr.ansvaal p sto o in-
tento, em 1808, em apodarat-se do maritj
mo o norte de Natal o governador gerl
do Cabo, de accordo com o governo impe-
rial deelarou que se oppora. Nesla frica
meridional onde ainda sobra esparto para
iodos, singular qae se defenda a proximi-
dade do mar a om povo da origen bollan-
deza. Sendo fracoa os Raerse oites os
luglezes desvanece a-se a pretengo da-
qoelles.
cima dissemos como o governo inglez
deixara definitivanante em liberdade a re-
pblica do Rio Orange, renunciando ao pro-
posito de faze-la provincia tributaria, loes
perado successo caamoo a atlen'cSo para
aquella lado : foi o descobrimento de dia-
mautes em larras situadas na confluencia duf
Vaal e do Oraoge, pertencentes aos Gnquas
que, dez anaos aaies imploraram a protec-
5o dos laglees contra as invasoas do-
Boers.
Nao obstante ficar o districto diamiolioo
a 1,200 nidias do Caba, fai gfande a con-
correncia de Europeus para alli. Em se
tembro de 1870 eram 5,000 os Inglezes;
em julbode t87l excedan de 30,000. Os
recem chegados estabaleceram-e como em
terreno sea, com o espirito de organisafio
que Ibes r peculiar.
03 primeiros exploradores em falla de
nm governo, constiaicam ama sociedade
de defesa matea, e cooseguiram manter a
boa ordem. Mas o governador do Cabo en
viou ibes un delegado sea coja auloridade
ra nao admiilia arbitro eslraaha
eu.s subditos.
Ficou nisto a pendencia. Bem sbenos
por q tem est a forca ; mas sao tantas e
t3o contradictorias assercSas, qae noramos
a quem ampara o direiio.
E' claro que nao bouve para os Estados
la frica mridionjl ensejo de tralarem de
organisaco poltica, em- penoJo de traa-
s gao, oceupado en guarras contra os Ci-
fres, en pendencias con os Boers e na la-
vra de ninas de diamantes. Mas para o
Cabo e para a Iaglatarra a instituido da
governo representativo alli e apenas ques-
lo de tempa. No eotanlo os habitantes
nao tocan oo estado actual. Su orgamea-
to est quasi em equilibrio; a divida pu-
blica moderada, nio igoala receita de
doos anuos.
Falla-se em crear qessas regioas orna vas-
ta confederacio qae conprehealer ae re-
pblicas do Rio Orange e Transvaal. Es-
pera-se que os Boers n5o recasari) fazer
parte dessa confedera;! i livre, que Ibes fa-
cililar os mercad js de qua necassian, a
tranquillidade qoe sempre Ihes tem pitado
desde o da de seu apartamento, e a auto-
noma rovavei que foram procurar alm do
Rio Orange. Mas o qa parece o plano s
duas reoublicas ? N3o ba en todo o mun-
da Estado alutn meos conhecilo na Euro
pa, nem ooir qae mais dependa do ar i-
trio de Inglaterra. Tres federacoas que se
liaram melropole sonante pela forca do
habita e por affectoosas recordices, a pri
meira na Anerica'do Norte, a segunda na
Australia, e a te.-caira na frica meridional,
surgen na futuro para os d luaioios ng ezas,
a que nos ba vemos referido. Ani senostra
o desejo que ten os Inglezes de ver cons
tituidas ires entidades analogis aos Estadas-
Unidos sena exacerbado, qae nos nimos
causoaa separado vilenla.
Pertencen a oulra orden de ideas og
paizesde que vanos tratar. Sao estacos
navae ou conmerciaes oa provincias, onde
a uaaiona compa-sa de racaa soan-as.
II
As estac'.s oavaes qae tem a GrS Brela-
nba em toda a parte, a bem de saa mor -
oha militar ou mercante, sio mais depen-
pencias do qua provincias do imperio bri
tannico. Sio Ibes negados os direitos de
slff govemment, ou quaodo maito, conce-
dido com mais oa meos restriccj>**. O
poder conferido ao governo pola cor6a
compensado smenle palos onselbeiros-, al-
guns nenbros dos quaes sao elettoe- pelos
babitantes: cono josio, a respontabilida-
dade cresce con a aotoridada, ' despendi
com a respousabilidade. Para eqoiiibraren-
se os orcamentos desses peqoeoos estabe-
te amentos s3o Ibes mister os auxilios qoe
.has outorga a metropoto.
Paranlo - cada un ebjeclo da tuna con-
ta de perdas e gaaos, cajo resoitado ne-
gativo suscita a idea de renunciar estes do
ninios secundarios.
Para o que serven as eslacoas da costa
occidental da frica 1
All possue a raioba de Ioglaterr qoatro
colonias diversas, sob a autoridadn de um
governador geral residente eoa> Freetowo
capital dt Sarra Leoa, comprehendendo
400,000 indgenas e 200 a 300 europeos,
para os quaes muilo nocivo o aquelle cli-
ma, i
Em tempo da rairaha 1 label os Inglezes
estabeleceram-sena trra de Gome afin de
negociaren en escravos e oaro en po.
Ao dame, abracando as ideas abolicio-
nistas, guardaran essas aetacoas com
jo3tos destinados a pouso das soas esqaa-
'iras empregadas ua repressao do trafego
de escravos. Agora estaado qaasi exdocto
esse commercoi a esquadra das costas occi-
leotaes da Af.ica tem por centro o Cabo da
Boa Esperanca.
Para os Inglezas conservarem-se nessas
paragens, somante um motivo subsiste, e
proteger seas nataraes que msrcadejSo com
os indgenas, Mas a experiencia tem con-
vencido de que ocommercio* aos lugares onde nao predomina a bandeira
ingleza; qaando os negociantes no sea-
tera-se anparados por ama gaarnico, es-
quivam-se a pendencias com maior cui-
dado.
Os indgenas vivem mais tranquillos qoan-
do os europeos achara se distancia tal qae
com o sea soccorro, no possa contar ae-
nbura dos partidos qae se boslilsam.
Na realidade nao tem sido bn estrea la
a inlervenco do governo inglez nos nego-
cios internos das povoacoas nagras, assim
cono n3o se offerece, en clima tio perni-
cioso, espaco actividade de seas coocida.-
dos.
Deix*ria de bom grado toda essa r^gio
aos Francazes, que parecen dar-3 alli me-
lhor. O interesse das estacOes da costa
dfrica cifra-se o despendi nominal de
'* 3,303 que slo liradas sen compeaiaco
bolsa dos cootribuiots da Gri Bretanba.
0 trafego deixoa de existir mragoa t
mercados. Os negros so aveasos a civi
lisaco ingleza, e provavelmente pessimos
consunidores. O mlbor alvitre, po s,
retirar-se de plagas oode nao ba logar para
quaesquer emprezas oo commetimentos.
Mais auspiciosas a sitaaco as ludias
Occidentaes. Alli estabeleceram-se-os pri-
meiros europeos qoe passaran o Atlntico ;
so ilbas ferteis e de dina ca'ido, as nio
iusalob-e. Prodazen assncar, e podem
coo-iderar-se posse soas de "noita valia
smente pelo fado de cobicarem-as a Ana-
rica do f&rte. Dapos dos desastres nari
timos do primeira imperio fraacez, ficou a
Inglaterra o maior quntala as Aalimas.
As numerosas colonias qae oraheper-
tencem na America Canlral elassieaua-se
en seis governoa geraes : a Janaica e seos
annexos, as ilbas de Baria Vento, sendo a
principal Aotigua, as ilbas de Sota Vento,
as Baaamas, Triodade, a Guayoa Ingleza,
compreheodeada ao lodo, i,8a0.0 0 habi-
tintes, dos quaes sele oitavos^so cmaos-
los de negros oa msticos A historia po
litaca da Jamaica oestes ltimos annos mos-
trar o estad) social da mais f-armasadts
Aniilhas. As mais arcan com as mesmas
dilficuidades : a porfia entre brancas e ne-
gros tiberios.
. A constitualo oatorgada- por Carlos (I
aos babitanlss da Jamaica no scalo XVII
compadeca-se con um geverno livre e as-
semblis deliberantes, eleitas pela popula-
?J3. Era.porn, meramen e u-at olygar-
clt a, em que os_ fiienieiros tinhim tola a
largtirza pr*opprirair os escravos, ao passo
que o parlamento inpnial osava, al egando
o prioip o da supsnoriJade, o direiio da
turo Botar o commercio a sau bal prazar.
Ni ausencia dos gran les propriet iras qijeH
r'Sidiam na Inglaterra a atttoriiala lo:,a|
oassop s mos da fe lores e capit iza?, ca-
j ts demasas foram insoppo taveis. .MiUde
orna v.z os negros insurgirain-se ; os ifccra
voa amocambados as mantanbas re isram
a tropas regalares; cada urna revjita rema-
tiva on acaules, fjgueira e forca.
Era naisqae niseravel a estada da po-
palaco ueg.'a, qaanlo aps a iasuriaigaa
dos mocanbos em 1798, os philaotropas da
Gr-B etanba abrirn com extremo de ener-
ga a campanba para abolico da escravido.
Ajxiliavamos na Jimaica os missionuios da
eita dos Bap'istas, que os fazenderros cao-
si ieravam inimigos da orden publica, e os
escravos seos benfeilores. Hivia entSa na
ilba mais de 300,000 escravos, a que a so-
mante estavam commetli los os irabalhos ru-
r lei da emaaci^acJo, a essa colonia coabaram
ioO milbSes de francos deJuzdos dn 500
milboas d.'jlinidas pelo parlamento britan
ni^o a inderanisaca das proprietanos das-
apropriados.
A conseqaencia da emancipico foi ama
lei eleitoral que pefjnittio aos negros liber-
tos a dimissi aj parlaureoto laca!. Ser-
vil esta disposica para usis robustecer a
a .erao das duas ncas. A esse lempo sur
giam limidameale desejos aVanx.ci ao
E lados-Uaidas. A I voira a ao desam-pa
ro, minguava o coran rcio, os negros. Da
pjsse da liberdade, eran mais infelizes do
que sob o jog > da escravido ; para os que
qoeriam v.ver peo traoalho seasujeico aos-
antigis snhoresr polia>aa apenas esiabele-
cer-att-aas hcalidades mais salaras, oceupa-
do, como eram, pelo< faieadeinas as ier-
ras- feriis. Tmhin para si os uagros qne
orna le agraria de-ra ser o coraabnento
da otne o. emancipara.
N,>va losorreicc-e-lava immiKiiie. lr-
rompeu sob ftil prbtex'o. En 1865, de
cHio a process le poica importancia em
que estavamconprebenlidosojnegaos;au.u-
tmaran-se contra as aut.a:idades da orna
paroenw. Interveio a polica para prender
os tortiuleotas; mas a multidao desacalou
as aularidades, iacetvdioa os ediactos nu-
nicipaes- e dispers m.-so pelos campea, onde
muitas fezeudas firaat devastadas, galguas
brancoi assassinada*v Existan eato ua
Jamaicom I soldados, pouca mais ou manos,
dtstribiidos em destaoamantos. Espavori-
ram -e os colonos, temeudo qua se g^oera-
lisassa arevdta, o governador proelainoo
a lei marcial, em viriade da qud reaid-s
em grande sommi foram fozilados propor-
o qua se fazia a soa captura. N i reaii-
dada os revoltosos nao lianam nem. meias,
nem ntnc > de exterminar os fazeoderos.
A pay restabeleceu-se em ta breve tem
po. qae na Inglaterra, tere-se em pooco a
tnsurre i, e poriaao pareceu desaommu
nal a severidade asada pelos magisUaOos ua
represso.
A' vi8ta do acontsetdo, foi exonerado o
governador geral, e a urna com umo de
syndicaacia incumb.o se o exarae por meaar
dos factos occorrilos. Ficoo avengoada-
neote reconhecilo, pelas conclasoesda con
nissao-,. que fra dasnecessaria a applica;o
da peoa. de norta^ a pena de aciales dema-
siada mente frequeata. e em aigsas casos
barbaba no exireoio; e.tnalmaata que o in-
cendio'de um aulheiro de casas fra intil
e desbumaua represalia, ainda eaae taes ca-
sas fossem cnoopmas feitas de paos e ra -
as.
Tamben resaltou dassa revolia a sospen-
Co da constituico liber.il, existente na Ja-,
maica, bavia porto de^duzanios-atiuos. Cau-
veaceiara-se os r.oionos de q-ie ai a has apro-
veitava o governo parlara jalar, resigna ido-
se a un cooseloo consultiva de doze^mem-
bros, seaoVasaisemoregadasnameados pela
cora e seas so nenie eleiuwpoia popudcao.
Este regreso moslra nao coavir s Anilinas.'
a ltbardade poli.ica ? Compre nao arriscar
concuasos antes de conbecer os fados. E'
por ventura colonia essa ilha de Jansici,
onde alguns brancas enfatuadas por seus
priv.legios tem de arrostar negros trima
fizas mais numerosos, igno antes, supers-
ticiosos, seas iguaes porm nos direilos po
uticos? A experiencia de todos os lempa-
nao permilte suppor-se que vivara em bo i
barmania doos pavos ta avessospor costu
raes e babdas. O proario elemento masti
CO que devera servir para uni-los conlribua
para a discordia. To aborrecido pelo ne-
gro, como desprezalo palo bran:o, descon-
tente de sua condiQ-a acial, o radalo en-
volvere de bora giad) em malias, com as-
prnco a chafa ou motor.
Para naocomprehen ier se no mesmo ra
ciocno todas as reg;5as, onde o elamento
alricana acba-se en maioria, digamos desdo
ji, o mais poderoso obstacoio a- melaora
nesle etado de coasas est no carcter or-
gulhoso d .s inglezes. Era ierras quasi de-
serta?, como a Australia, prospera; se de
para indgenas, como na Nava Ziaudiae na
America do Narte, expelios ou extermi-
na-os: mas as ludias occidenlaes, em fren-
te de ama ppolica preta ex:essi/menle
nunerosa, e.irar-se parece-lhe o alviire
prelenvcl. Tem-se por certa que vai gra-
dualmente dimioainda q aumero dos brau-
cos. A Jamaica algara dia canverter-se-ba
en um reino d a negro3, cono o Haily, se
nio parar i.as mos dos Americanos do Nor-
te, cuja actividade iusaciaval e.politici au-
daz superan diffmldades anlogas nos Es-
tados do Sul.
A provincia de Haaduras jaz na Mama
lalitu le que Jamaica e sobre o continente
americano: est sujeilaa o mesmo governa-
.dor eral. s o clima, seno a popalaeS-a de cor preta
o obstculo para os inglezes. Fra llandu-
ras a principio somente notavtl ^elas ma-
deiras que prodozia para a marcenara ; ao
liante o seu frtil solo f ai cultivado e deu
excellentes calbelas de algodj, c sncar, Prometa ser nolavel colonia agr-
cola. Queixam-se os eoropeus de escassez
de bracos, bom sigoal em ora estabaleci-
raenlo qaa comprebeadia 25,000 babitantas
em i61, dala da ultimo receoseamepto.
Mas ainda no despe tou nelles-b.' sedi-
mento di vida poltica. Urna assembla
legislativa ^a nove memoro?, emoo dos
qaaes pertencem administrai;o, um oic-
mento na proporcio de 40 francos por pes-
soas, algumas centeoas de soldados ingle-
zea, pagos pela melropole, vanda de ierras
em vantagens da cora: so a3 condicds
de existencia dessa provincia, qoal ni-
camente (alta a popalafo conveniente para
acareseantar em prosperldade como o Cabo
da B
' - As oulras possessoes inglezas as Indias
Oxideotaes a>, assim o-ama a Jamaica, o
resultada da oulorga poltica col ani A, qiff
suppunba opnl.n ar se tomando, dpois, de examioar.
estes producios: em escasseaedo om dos
dous. extrema a miseria.
Passaaraos em reaeoba todas as colonias
da Gr*reiaba;; aV iambean posstw al-
gamas estaces fflariiimas qne compre
una guerra feliz, as colonias pertenceoles
aos vencidos. Qae lucro^ tem eolhido a
Gr Breanha doarcuipelagVdos Bahanis,
cujJS habitantes ot'ora piratas ou baca-
neiros, vivera hoja prinpalmente com o
pie Ibas renden os despojos dos navios
que'naufragam 'era sau IHoral ? Qae Iba
iinfaorta, sob o actual sjlema ojmoaercial
jr em sua .dependencia iloas iguais a Mon'-
errate, Taitogo, iNa/is, onde a emancipaco
lirou aoa europeas 03 seus trabajadores
sera arrefecer o odio sempra acaso dos ne-
gros contra saus senborss ? Huuve quem
imagiasse que essas pequeas Anjilhas ao
as celleiros tropicaes onda a metropole se
abastece da assucar, tabaco e cafe ; do em-
tanto nem rendara pira satisfazer a suas
despezts locaes.
Un exemplo din idea do que sa > os pe-
ijue.ivs g ivernos tujsas iliiis. Trtola, qae
escapou de ser submergida por um fara-
Cao en 18o7, ten OOaO babitaoles, o rea
Irnanio de iiD/'iO francos, t-ansacc)S
conmerciaes computadas em 203,003 fran-
cos, Resida alli um ato funccioimio que
lanonnaa se presi late e recaba o venci
nenio annoal de 20,0-JO francas.
Em seu oreamento conseguir-se a rjiantia
de ?3.) francos para dispezas mJitaws e a
de i,lo) para obras- p.ibicas Em f8(5o
o marfiiifico d .ualivo de 5,0d0 francos fe-
to peto governo imperial fot1 duspendiio na
conatroccaXi da om tribnal da jiistica.
Na etnlauto essas aia das le a m-aio-
al a mats-paquaua. tiabam,. governos io-
depmdames com urna oo doas cmaras te-
gUlativai. Nao pissavam da pequeas ola-
jgircrsias, onde algaai individuos upprimiaai
,-a populaco. A teudeocia actual do gabi-
nete Drilamnoo renni-las em divises mais-
!iraportanter 'Jm de terem mais consisien-
eia os seus governos, supprinarem se era-
pregos nimiamente numerosos e nmilo pou-
to lucrativo*, augmentar a dignida le s
fttoccoes puMisas e magistraiora- Mas
ao mesmo passo tem-se convencido de que
fallecem os etemeotos para a applicacao do
systeraa parlarmectar, e reveste o governi-
dor a exemplo dti s Jamaica, do poderes
ij-aasi absolutos.
Oovida-se qtae-alicftrn verdadeira pros
oc-ridada as Aialilbas britaonicas. emquanto
a popuiaca '6 componer da negros e mes-
ticos. Os fazendeiro muilo se afanam por
importar coolies da Crina da India e Cey
lao.. Por opimo trabalnadores qae sejam
eses'bomeu> sao asn como os negros,
incapazes, de civilisar^m-se. Aida po.
muito lempo esses dominios estaro sem
natavel vator poltico.
galvL'z as renunciare o governo ing'ez,
excepto algumas qae possuem importantes
porto de escala-,, . Vceote. Trindade,
Nava Provideoci, n> archipelago das Baaa-
aaas, sa na visse a sofreguido com que os
Estados Unais a&assenharariam.. Vai Ibes
pairen, diminuindo as guartiicojSw
A insalubridad do clima lora diz.m.vlo
os-poqueao? destacamentos disparaos as
Indias occidenlaes, em caso de guerra se-
rbffi incapazes de resistencia. Trala-se da
organizar em cada alba forca loca! sutlicien-
para defesa da boa orden, de eigSo que o
oreamento da melropole ten ha a-seu cargo
smenle as despezas da esquadra que no
mar susiersta a laoara da bandeira ingleza.
lias costas da America central passemo-
ao ocano indico.
A dependencia mais nolavel que o mi-
nisterio das colonias possoe alli Ceylo,
com 2,000,00-d de habitantes indgenas em
rente de 3 a 4,000 Earopaas. Ceylaa
menos uraacolouia do que um-. reino seme
Ibante aos que no Indosii -prosperara sob
a proteccao brilinn:ca. Na ha possibilida-
de de exparinentar alli iaslituicoas pa;la-
mentares. qua Importaran Iranqoezas
e'eitoraea aos Cingal, que neuhuma idea
tem da ida- earopa ?
O governador geral accumula todos os
poderes ; lem, cerlo. urna assembli le-
gislativa, mas- dos seas bS membros 5 sao
os foneciinarios principies da ilha, os aais
so nomeados pela cora. Co?.selhos mu-
nicpaes smente exislci uas p incipaas ci-
dades, Colombo Kaiady e Gales.
Q lando os residentes inglezes soluiarana
govornaca'o mais itaeral, responden-Ibes
qaa, sendo ellas lio poneos, lormariara s
nante tima oligarebia escassa em saas pro-
porcas, que ia representaria a maioria
da popuUco.
Mis o orc-araento animal de Ceylo exce-
de de Ib. i.GOl'.ODO, das qua9S Ib......
aOO.000 so distribuidas pelo governador,
sem obngacjb de prestar contas, entre o
servico da guerra e o civil. Cunp e notar
qua a iiha tem prosperado sob o dominio
absoluto melliOiiin de um para outro anno
a agricultura, o commercio, o eslado sociai
dos individuos. Construirn-se poales, es
iradas de rodagem e de ferro, abrram-se
caoaes de irrigagio proveitosos cultura
de arroz. Maltiplieam-se as escolas, reina
a traoquilidade, Oulr'ora era numerosa
guarnido, cojas despezas corriam por con-
ta da melropde. Aclualmanta as tropas
so pagas custa do orcameato colonial, ua
ra o de 2,850 francos por artilbeiro,
,3)0 por infante europ?u e 1.030 por sol
dado indgena. Ao presente asdispezasda
administracci e exerciio em Ceylo nettbam
dispendio occason.m melropole.
Mauricia, essa ilha de Franca que os in-
glezes tomaram nos em 1810, ainla frn-
cezas em sua populado, bem cono nos cos-
iuraes, est quasi as mesmas cond coas
polticas e administrativas. De 320 000 ha
bilanies, 80,'-00 so earaoeuSr 208,003
cooliesnas dos Ja India a contrato tempora-
rio para trabalharen oas fazendas de canaa,
os quaes pela mor parte voltan a saa tena
liado o prazo estipulado. Cs ms so
Chin-, i abas e Lscanos. Haveria ah{ele-
mentos de governo livre: mas os minisirns
inglezes negara insliloicas parlamentares
ao colonos sob o pretexto de serem Fran-
cozes. Ainda est na infancia a organtsa-
Co manici.ial.
Pertencem todos os poderes ao governa-
dor-geral a qaem acompanba um i assembla
legislativa, composta de oilo funcionarios
e mais onze membros escolbidos de eutre
03 p'roprietarios % negociantes de maior sop-
posico. Merece^special meoco a circum
stancia de oslar ainda em vigor nessa remo-
la reg ao o cdigo civ.l francs. No em aa-
to-a sua pr ttperidade uo grande; sua
producco udfea assucar. O alimento dos
indios qae constituem a maior parte da po-
pulacho, consista em arroz, o qual impor-
tado. Qaasi todo o commercio redav8 a
Entre colooias .e estaces ba orna diile-
renca intuitiva. As orraairas teem impor-
taucia, quando coatriboem pare eDgreade-
cineato da melropole sem Ihe serem one-
rosas. As oolras poden custir maito, ne-
nhum reo linelo daren, e na emianto so-
sera de sab do apreco como escalas para a
marinha- mercante, ou pontos estratgico
em lempo de gaerra. Rara vez ama eata-
Co deixa de ser il rstente colonia, salvo
sa nio pijsa de i bota no meio do ocano.
'. Nis nares do txtremo Oriente a Inglater-
ra mantam tres estacas martimas : Sioga-
pour com os seus annexos Penanga Malee-
fea, Labran oa costa de Borneo e Houg-kong
entrada do rio de Carto.
Singapour, demorando na pona da Asia
meridional, um dus putos do mani
uaais avxnujadaaente situados; e portante
incomparavel sua actividade desde qae
franquearam-se ais europeas a China e o
Japo. Muilo tempo Iji dependeocia da
la lia iagieza, porgue o imperio da Iodia
lm colunias suas, semelbaoca dos Estv-
dos euroueus.
Em 48(17 Sing pour, Peaang e Malacca
arwo sujeitis ao ministerio das c lomas.
O orcaraento local paga smente parle da
de^peaa q-ie se faz cora a gaarnico : sendo
o sao tira relrear os piratas malaios, corre
por conta do govern') impenal o desempe-
ubo do dever de proteger os eslabelecimea-
tus -. liorna es das aggrssoss externas. Es-
tas estaees re demasiadamente caras
vi ta do qoe rendem : se Singa pour ntiiisa
o commercio inglez, no mesmo caso nio
esio Peaang e Malacca. Ao menos poder-
se-hia reduzir o excessivo eslado maior de
governo que all existe a propureces com-
paliveis com a saa importancia real.
. Anda mais applicavel esta observacao
a Librean qao os iagicaes cnapraram em
18tb* ao stiltio de Borneo no proposito de
dilatar o commercio nesses logares pooeo
concorridos e defuodir a civilisacSo christ.
Os negociantes de Mancbester, Londres
\ e Glasgow pedirn ao governo qoe lhes
abhsse um mercado na parle da iiba de
BOraeo que no occapada pelos hollande-
zas. Descobfio-se alli ana mina de oarva
de pedra que, convenientemente lavrada,
nuio aproveilaria navegado a vapor, mas
a pessoas qae obtveram a saa coacessao
no soubaram a iroveita-la. To mal cor-
responden a enlacio de Labrean ; espe-
rancas qae mover, qa o ministerio das
cotonas rejeitoa a offairta feita por sir Ja-
nes Brooke, o qual propazera a seus com-
patriotas que bardassem o peqaeno reino
da Sarawak, que abi parla fundara.
Ao presente-Labrean casta animalmente
Ib. 7,430 e rende ifcs. 2,086 : , pois,
asss onerosa. Na esta, provada a necea-
si lade de una es lacio intermedia a Siaga-
poar Hingking. Os mdigenas Ai Borneo
mostraram-se desconversaveis a civisa;j
iagtezi. Em todo o caso custa mais de que
vale ; saa renuncia ni a prejudiearia ao com-
mercio Dglez-..
Hong-kong est em caso bem diereale.
Depois do trata lo de Naakn que entrego a
eeta ilhota Iogiaierra, despenderam-sa
avultadas qaanlias para atlrabir iqoelle
porto navios europeus. Devia ser cm porto
finco, una escala, o imperio do commer-
cio entre a China e a Europa.
Os resultados transcenderam os clculos,
pois o raovimento annttal da navegaco pas-
sa j de $000,000 meladas. 3opposto
seja pouco saudavel o clima, tem alli a Gra-
Bretanba o deposito de tropas que Ihe so
precisas no martimo dn cele-tial imperio
para acudir a qualqoer aggressio dos CQins
3o estes a3ss numerosos em Uong-Kong,
130,000 contra 2,000 inglezes ou america-
nos. Essa avuitada papulacio paga impos-
tos suf entes para as despajas oo admt-
nistraciu civil. 0. oreamento colonial coa-
tribae com parco avuitada para pagamen-
to da; tropas tfjng Kong, assim coma
Singaponr e Liorean, est sojeita aulori-
dade absoluta de am invernador.
O cooselho lagislativo, coraposto de em-
pregados e dfe alburas membros nomeados
pela cora, 6 meramente coasultivo.
As estacoes cima refaridas roram astabe-
lecidas modernamente por effaile do mira-
vilboso iocrem nio do commercio nos con-
Qns do Orienta. Saote Helena lem reprr
sentado papel amiogo, ha ')0 anuos, no
transito martimo da India e do Cabo Eu-
ropa. No lempo dis prolongadas viagens
e-a escita de summa valia ; ao presente
secundaria. A companhia das Indias Orien-
taes formara alli importantes tstabelecimea-
lo com pessoal numeroso de officiaes civis
e militares.
Permanece o mesmo estada de coot3.
nio obstante alo ser j a misma a necas-
sidade. Acha-se alli una guarnico de 480
honcus con algumas pecas antigs, iaca-
pazes de resistencia. Para 6,000 habitan-
tes, ha um governador estipendiado com
50,003 franes, um jaiz com 18,000, om
bspa e tres capelles : E' esca&ado dizer
que sempre realisr-se itficU no oreamento,
pago -cera relu t.ncia pola melropole.
As ilbas Falkand, anda menos povoadas
e lia poqco uleis, possuem o mesmo laxo
de estado-maor. Demoran no caninuj
dos n.vos que navegam em demanda da
cabo de 11 aro ; mas nem todos fazem all
pouso. En-1865 apartaram 70 navios, e
aaesse ana i a despeza da eslacio elevou-se
Ibs. 7,000, sendo de Ibs, 1,100 a receita.
Differente coosa sio as Bermodas qae
completir1 a serie de estacas fra da Eoro-
pa. E' saudavel o cima, La pescado em
grande copia, o porto ptimo e oflereca
praso segnro ndor esquadra. E' verda-
deira fortaleza qoe a Gri-Breanha possoe
no ra >io do Atlntico, perto do litoral ame-
ncauo. Seus habit ates em numero de
1,000 vivem na abaslanca e pagam sem
coaccio os impostos : no seu oreamento
equillibra-se a recaita com a desp-za. L'
certameote o arcliipelago das Berraudas urna
das possessoes mis valiosas da eora bti*
taanics.
Ainla algumas pilavras compre dizer
acerca de tres estacoes situadas nos mares
da Europa, Gibraltar, Main e Haligoland.
Continuar-
TYf DO DlAWO-RUADO flK t& AXU4
J
)
.


N