Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12633


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Full Text

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AMNO JILVIH. NUMERO 84
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i CAPITAl I IffUfllS OIDS 110 SI PiM fORI.' "J
Por trae meza* adeaatados.............. .... 65000
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Por nm uno idem..
Lid* mcmero miso


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SABBADO l& DE ABBlt DE 1812.

PIBA DIITM I I01A DI MfBOA.
Por trea mere adiantadoa i ........ .
Por aeig dito idea. '.............
Por oort dito* ido .............
Por nm tonoidom......... .
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ttfIM
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Propriedade de Maaoal Figueira de Faria & Pilhos.


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' V


SAO AUMmH:
Ci Sr. Gerardo Antonio Alvos i Filhos, no Par ; Gonfaivo 4 Pinto, no Maralo ; Joaquim Jos de Oliveira Filho, no Cijar; Antonio de Lemoa Braga, no Aacatj ; Joio Mara Julio Chavea, no Aj ; Antonio Marinea da Suva, no'Natal; Jos JnatiM
Pereira d'Almeida, em Mamangaape; Augusto Gomes da Silva, -na Parafayba ; Antonio Jos Gomes, na Villa da Penha; Belamino dos Santos Bikio, em Santo Antie; Domingos Jos da Costa Braga,
em Nazareth ; Antonio Ferreira de Agoiar, em Goyanna; Francino Tavarea da Costa, em Alagoas; Dr. Jos Martins Alvos, na Baha ; e Leite, Cerquinho d C no Rio de Janeiro. *
PARTE OFFICIAL.
Ministerio dos neguelos estrant
gelros.
r>F.r.RKTO n. 4,9lt dk 27 M mah;o ds 1874;
^'''11 o tratado paran entreg de criminosos
emtertores entre o imperio do Brasil e a rep-
blica do Paraguay.
Tend se coosluido e assignado em Assumpgo,
aos 46 de Janeiro do prsenle anno, um iraiado
pata a entrega de criminoso* e desertores entre o
o mperioe a repub ica d-i Paraguay ; oachanlo-
se este acto maiuamMe ratilicado, havpoJi->se tro
calo as ratifica g5es oeste cortp, em 26 do corrente
t\. a Prineeza Imperial Kegente em nome de S. \l.
roez, 8. o Imperador o Sr. D. Pedro 11, ha por bem
ordenar que o diio tratado seja observado o cum-
pndo lo ioteifamente como nellt se cootm.
Manoel Fraoci.sco Corre, do craselho de S. M.
o Imperador, ministro e secretario de estado dos
o-gcciosestrangeiros, o tenlu assim eoteodido e
pega para este lirn os despachos necessarios.
Pilacio do Itio de Janeiro, aos 27 das do mez
de man;) d' 1872, 51 da ioleoeadunia e do im-
perio. Pm.wkza I.Mi-EitiAL RaMRTBr. Manoel
Francisco Correa.
Ms a Prioca ra Imperial, herdeiri presampliva
da coro.i, liegentn em nome de S. M. o imperador
o Sr. D. Pedro 11, por graca de Deas e unnime
i' :<} .ii;:i i dos povos, Imperador constitucional e
defensor perpetuo do Brazil, etc.
Paternos saber a todos os que a presente carta
de coofirmagio, approvago e ralincacao virem
que aos 9 das do mei de Janeiro de 1872, con-
duio se e assignon-se na cidade de Asumpgj
entre nos e S. Exc o Sr. presidente da repblica
do Paraguay, pelos respetivos plenipotenciarios,
munidos dos competentes plenos p jderes, um tra-
tado do i-or segrate :
Tratado para a entrega de criminosos e deser-
tores.
S. A. a Prioceza Imperial do Brasil. Regente em
nome do Imperador o Sr. D. Pedro II, e a rep-
blica do Paraguay, considerando qae, para estrei-
ur as relacdes amigaveis felizmente exis'.entes en-
tre o< dous paizes, e .'alistazer ama das mais im-
portantes exigencias qua.resul:am da soa visi-
ohaoga, muito contribuir a adopgio de um sys-
tena de concurso reciproco M adraioistrago da
justica penal, i|ue assegure a punicio dos crimi-
nosos e desertores que te refugiarem no territo
rio de um oa de outro estado, resolvern; celebrar
um tratado, e para esse nm aomearam seus ple-
nipotenciarios, a saber : .
S. A. a Princeza Imperial do Brasil, Regente
em nome do Imperador o Sr. D. Pedre II, a S. Exc
o Sr. Joio Mauricio Wanderley Bario de Cotegi
pe. senador e grande do imperio, raembro do sen
c o'Wln. commendadur dejsna imperial ordem da
Rosa, f ria-cruz da ordem de Nossa Seobora da
Conceuo de Vilf Vicosa da Portugal, de Isabel
a Catholica de Il^spioh?, e da da Leopoldo da
Blgica, sen enviado exirordinarioe ministro ple-
nipotenciario em mis-o especi!.
S. Exc. o Sr. D. Salvador Jovellanos, vicepresi
dentd da tepubliua do Paraguay no exercicio do
poder executivo, ao Sr. D. Gallos Loizaga, minis-
tro e secretario de estado das relaces ex'.eriore.
Os qnaes depois de trocarem seui plenos pode-
res, que foram achados em boa e devida (rma,
eoavieram nos artigos seguales:
Art. 1.* S. A. a Princeza Imperial do Brasil,
Rsgente em nome do Imperador o Sr. D. Pedro II,
e a repobliea do Paraguay obrigam-se entrega
reciproca (exceptuados os seas nacionaes), dos
individuos refoga Jo do Brasil no Piraguay, e do
Paraguay no Brasil, qae as autoridades competen-
tes de um oa de outro Estado bouverem condem-
tU'io ou pronunciado por um dos crunes ou de-
iic.os enumerados no art. 2* deste tratado.
Art. f A extradicao ser concedida pelas se
guint's infracQoes s liis pea es :
1 Homicidio voluntario de qual juer especie ;
infanticidio ;
3* Ferimentose oolras olTensas pbysicas volnn-
tarus de que haja resultado ou possa resultar a
inerte, a runtilacao ou deorraidade de algn
nembro ou orgo, ou grave incommGJo desaude
por mais de nm mez;
3.* Bigamia, rapto, estupro, aborto provocado ;
4.* Parto supposlo, substiiuicao, furto, ou oc-
cui'ii.-o de crianza, simalac^o de matrimonio
para usurpacao de direilos conjugaes;
5.* Sequesira^ao illegal da liberdade natural ao
boinem ;
." incendio, dastruico oa damao causado aos
ciminhos de ferro, telegraphos, monumentos e
edificios da naci e obras publicas ;
".* Ronbo (furto com violencia s pessoas e s
cousas), banca-routa fraudulenta, estellionato;
8.* Juramento falso em juizo, suboroo de leste-
rxuabas;
'.' Apropriacao ou u-o indeviduo, desvio, dis-
srpatjaooo consumo, em todo oa em parte, de di-
aneiros e elTeilos pblicos ou commerciaes, de'
cousas e valores, ttulos, acc.oes e bilbetes de bao
COI oa le sociedades aoooyaas a r.orisa las por
le, administra;o, disposigo on guarda, em razo de
emprego, munus publico oa obrigacao conlrahida
para com o proprietario ;
10. Subtracija i de olbas de autos u de livros
juliciaes ou de doenmentos otlerecidos em jaizo,
ou de livros relativos ao estalo civil, ou s pro-
piedades immoveis ;
11. FalsiUcacao ou alteradlo de moada, intro-
dj..-i;an ou emisso fraudulenta de moeda falsa ;
FolsiOeaco de ltalos de reada ou de ebrigaco
emitJos pelo Estado, de ttulos, acedes e bilae-
(es de Banco, oa de sociedades anonymas antori-
salas por le, introduego e uso desses ltalos e
papis falsificado* ;
Falsilkacao de documentos ofllciaes, sellos, cu-
nt*.*, lampiilias e marcas do Esta i > ou das ad-
ministrares publicas, e aso desses documentos e
obiecos alsili:ados;
FalsificaQo ou altersijo doioaa de qualquer e.-
:ripiuca publica oa particular, litros refativos ao
estado civil uu s prupriedaies iminoveis, livros ou
elfeitos emmerciae?, autos, papis ou assignatu-
ra, oso dessai asripiuras, livros, elTeilos, papis
on asflif natura filsiucados oa alterados, bem como
suppresiO ou invalidajo dos que forem terd.a-
4etros.
12 Oppoco ou resistencia violenta axecu-
v i das ord:ns legaes das autoridades compelen-
tes, tirada da presos do poder da jusii;a, arronv
bameoio da cadd.s.
13. Actos de baraiaria, sedic.o entre a tripola-
i>j, nos casoa em qae individuos fizando parte na
qu'pagem de orna embarcarlo se teoham apode-
rado da mesma embarcarlo com fraude oa vio-
lenta contra o coomaodaote on a tenhan) entre-
fie a piratas, on se teoham opposto por amearas
ou violencia a que se ja defendida contra piratas ;
outrosim qnafcso,uer actos de pirataria eomo tees
qualtdcados pelas leis psnaes do Estado qae ftz a
reclianacao.
IV Os actes contrarios segnranca e digoida-
ds Jas alU* partas oatratantes, que seas nacio-
naes ceraroetterera, pratieanlo sem ordem ou au-
* nrisago seus goveroos. tnstilidids contra os
sub tiros dfcHtra oacSo, de modo, qae aorapro-
iHeU-in a. fiaz ou provcq'Hm represalia*.
Pin eotfiD li lo qae a extrad'rl lambem ser
cjueaid* I*f cotnplieidado ou |irtlciparS(r as
ittfr-TjB* jcioi n'k'ia\ Jsf como t>-U i#a
t.vi \A tmnfi Jfj'gnaio! n1? n l
auca arlijo,
Art. 3.* Em caso algum ser concedida a extra-
dicao por crimes ou delictos polticos ou factos
connexos com ellas. Nao se considera crime po-
ltico nem facto connexo com elle, o assassinato
ou tentativa deste, perpetrado cunta as pessoas
dos ohefes dos respectivos Estados.
O individuo eatregue por qalquer das infr.'e-
c5as s leia peuaes, enumeradas no artigo antece-
dente, nio podera ser processado ou condemnado
por_ crime oa delicio commettido antes da extra-
licao, nem por fado coanexo a esse crime oa
delicio.
Tambera nao poder ser processado ou coa Jera
nao por qualquer ontra ioracQo que nao esteja
declarada no pedido de extradicei), salvo se, de-
pois de puuido ou de absolvido definitivamente do
crime que molivou a exlrad?, deixou passar
tres mazos vem sahir do paiz ou para elle regres
-o j voloniariameote.
Art. i.' A extradiccao nao poder 'ei i'tcar-se
-e o crime oa delicio, pelo qual for pedida, estiver
rescripto segundo as leis do paiz em que o indi-
viduo prouuociado ou condemnado se luuver bo-
m>siado.
ArL 5. As altas partes contratantes coneordam
em que ser) entregues, sem prejuizo da excep?o
do arl. 1.a os cidados dos dsus Estados que, leu-
do commellido em seu paiz algum dos crimes ou
delictos pelos quaes deva a extradicao verilicar-se
nos termos do presente tratad \ refagiarem n
territorio do outro Estado e, para abi rdqaerir os
furos de cidaaao renunciarem sua necionalidade
de origem.
Art. 6,* Q jando o criminoso, segundo as leis do
Estalo a qus perteneer, tiver de ser processado
por_crime oa delicto commettido no outro Esialo,
sero por e-te uliiino cominuuicadas as informa-
les e objeclos comprobatorios do delicto, bem co-
mo qualquer documento ou osclarecimento re-
querido para a \i, criminal
Arl. 7. Se o pronunciado oa condemnado nao
fr cidado de nenham dos dous Estilos contra-
tantes, mas sim de terceiro E-tado, o governo ao
qual fr dirigido o pedido de extradicei) lera o
direito de Ibe nao dar seguimeolo, seno depois de
consultado o governo da paiz a que o individuo
reclamado pertencer, e de instado para que baja
de fazer conhecer os moiivos que poderia ter para
se oppflr extradicao.
Todava o governo ao qual o pedido de exlra-
dico, no caso previsto neste artigo, fr dirigido,
tica livre de recusara sxiradiQSo, comranoicaodo
ao governo, que a pedio, a causa da sua recasa.
ArL 8.* Se o padido da ex couormidade con o prsenle tratado, p>r alguma
das partes contraunies,.e o mesmo pronunciado
oa condemnado for lambam reclamado por outro
ou ouiros governos em virtade de obrigacao con-
vencional de ex'radico, por crimea oa delictos
commeitiJos nos seui respeclivos territorios, ser
o individuo reclamado entregue ao governo, eujo
pedido houver sido receido em pnmeiro lagar.
Art. 9." Se o individuo reclamado estiver soffren-
do proeesso, achar-se detido ou condemnado no
paiz onde se reagiou, por crime ou delicto com-
mettido nesse me momaz, poder asua extradicao
ser deferida at que teobasido absolvido por sen-
tenga definitiva, ou haja cumprido a sua pena.
Art. 10. A extradicao ser concedida nao obs-
tante Mear o crimiuoso por esse faci impossibili-
tado de satis fazer as obrigaco-s conlrahidas para
com particulares, e a estes cabera o fazer valer os
seus direilos parante as aut1 ridades juliclanas
competentes.
Arl. 11. A extradicao era pedida por um dos
dous governos ao outro por intermedio de sea res-
pectivo agoatediplomatico ou consular, e ser con
cedidaem presentada senteoga da cundemnago ou
de pronuncia, de mandado ae prisa o expedido se-
gundo as formulas prescriptas pela le do paiz que
pedo a exiradigao, ou de qualquer outro acto que
tanda tanta forc como esse mandado, e iodique
igualmente a naturezae gravidade dos factos per-
seguidos, a soa peoalidade, bem como a oaciona-
lidade do individo reclamado.
Os documeutos judiciarios apresentados de eon-
formidade com o prsenle artigo sero expedidos
em original, ou por copia auibenlica, pelas autori-
dades competentes do paiz que pede a extradicao.
O seu cnteudo lera inteira f.
O pedido de extradicao devera ser acompanbado
dos sigoaes do individuo reclamado, e qualquer
outra indicago que sirva para se verificar a in-
denlidade de sua pessoa.
Fica estipulado que, observadas as regras cima
establecidas, o governo do Paraguay poder re-
clamar e obter da presidencia da provincia de Ma-
lo Grosso a exiradigao dos individuos que, lendo
commettido no Paraguay Igum ou alguns dos cri-
mes oa delictos eoumerados no art. 2* do pre ente
tratado se refagiarem no terntorri j daquella pro-
vincia, e vice-versn a presidencia da provincia de
fthlto-fJrosso podera reclamar e obter do governo
do Paraguay a exiradigao dos individuos que, len-
do perpetrado na mencionada provincia algum oa
alguns dos ditos crimes ou delictos, se refagiarem
no territorio do Paraguay.
Arl. II Sa os documentos apresentados com o
pedido de exiradigao para se reconbecer a identi-
dade do individuo reclamado, e se os esclarec-
montos comidos para o mesmo Qm pelos agentes
do governo a quera liver sido feito aquelle pedido
forera jnigidos insallicientes, esse governo assirao
fara cooslar dentro do praso de dez das, oa antes
se fr possivel, indicando os novos elementos de
prova, qiij lenbode ser exhibidos para se veri-
ficar a identidade, e o individuo perseguido, se es-
tiver freso continuar a ser detido e nao poder
ser posto em tibardade, salvo se o governo recla-
mante, depois de decorrido 60 das coudos da
data da pnso, nao ti .-er produzldo os elementoi
de prova que ihe tiverem sido requisilados para a
venrieacao da identidade.
Arr. 13. Em casos orgenles e principalmente
quando houver perigo de evaso, cada um dos res
peciivos governos, faodando-se na existencia de
ama .-entenga de condeinnagao ou de pronun ia on
de um mandado de pnso, poder pelo meio mais
prompto t mesrao pelo lelegrapho, pedir e obter a
prisio do pronunciado ou condemnado, com a
coidigo da apresentar no mais breve pra-o, que
nao exceder de 60 das, o documento cuja' exis-
tencia houver sido indicada.
' Art. IV. Os objecios ronbados, os inslramentos
e aiencilios qae houverem servido para a perpe-
tracao do crime ou delicio, e os objet tos qtte Selle
forem cooipronalorios bem como qaaesquer oairos
que lenhan sido apprehendioos ao inuivldio recla-
mado, serio restituidos na meso* oceasio em
que si eeetoar a sua eMrega, e oatrWim no caso
em qae a extradicao, depois de c racedida, nio se
possa realisar em con:equencia da morte ou fuga
do criminoso.
Arl 15. Asdespesas de prislo, s ostento e trans-
porte de iodividoos, cuja exiradigao houver sido
concedida astim como as de consignago e trans-
porte dos *objectos que, nos termos do artigo
precedente, devem ser reslituidos on entregues,
ficaro a cargo de cada nm dos dous Estados nos
limites de seas respectivos territorios.
A despesas de transporte e outra no territo-
rio dos Estado intermediarios tieario a eargo do
Estado reclamante. No caso era que o transporte
por ftg* for jnlgado preferivet o individuo, caja
extradigio houver sido concedida, aera eoodoaao
ao porto que desgaar o agente diplomtico ou
consular 1o g'.veroo reclamante, a cojas expensas
era .ijibaicla. .
Tt 16, Qiando no decurso de u
Estado, ou qualquer entro aclo de insirucgo jadi
ciara, a autovldade complante expedir carias
rogatorias, quo, sero apraseotadas pelo respecti-
vo agente liplGinati:o oa consular e tero segui-
mento, observando-se as leis do paiz, onde a tes-
lemunba ti ver de ser ouvida ou o ac'opassad.
Nio ha vera rostiluigo das despezas a que do-
rara lugar as diliganjias de qua trata o presente-
arlifo.
Ar. 17. Se o comparecimento pessoai de ama
testemOoha for julgado iodispeniavel, o goxarno
de que ella depender Ibe eommuaicar o convite
qae para esse Qm ibe boover dirigido o outro go-
verno.
Sa as teetamunba reqaisitadas consentirem a
paitir, os respectiva* goveraos Qxar> de coavnura
accordo a indemoisagio que Ibes' dever dar o
Estado intereisado pelos gastos de viagem e de,
estada, assim como pelo iocommodo nessoal e perda
de lempo.
Esa testainuahS nao poderlo em caso algum
ser presas ou molestadas, por faci anterior ao
pedido de comparecimento, doraote a sua estada
for,;ala oo lugar onde liverem de ser onvidas,
oem durante a viagem, qaer de ida quer de valla.
Art. 18. As duas alias partes contraanles se
obrigam lambem a nao recebar scientee voluntan-
mente oes seus Fstados, e a nao em pregar ni seo
servigo individnos qoe deserterem do servig mi-
litar do mar on ierra da outra. Os soldados e
marinbeiros deserto, esdeveno ser presos posto
a disposi^o do respectivo governo.
C da ama das altas partee contratantesobriga-se
oatrosim a usar da maior clemencia possivel para
com os individuos que Ibe forem entregues, deven
pelo do menos commuiar o mximo da pena, em
qae tenbam incurrido pela deserge, se esta fr
puoida com a pena capital, segundo a le do seu
paiz.
Art. 19. O pedido de exiradigao dos referidos
desertores poder ser feito pelos respectivos com-
mnadanles on pelas autoridades da froniira ; e
do mesmo modj poder sar effectaada a entrega.
As depezas al a (rooleira, feitas con a prisa).
deiencao, guarda e transperie dos desertores que
liv rem de ser entregues, assim omo as de sen
talaraento em caso de molestia ftcaro recipro-
camente a cargo do governo que effectuar a en-
trega.
Art. 20. O presente tratado vigorar por espaco
de dez aooos a cootar do dia da troca das raclifi
cages qae se realisara oa cidade do Rio de Janei-
ro, dentro do prato mais breve possivel.
Se um anno antes de lindo o prazo de dez annos
nenbuma das altas partea contratante liver nonti
cado olllcialraenle outra a sna intengo de fazer
cessar os seos effaitos, o tratado continuar a vi-
gorar por mais um anno, e assim saccersivamente
de anno em anno at a expiragao de um anno, con-
tado do dia em que urna das partes contratantes
liver feito ontra aquella ooUflcaeao.
Era f do que os respectivos plenipotenciarios
assigoaram o presente tratado em duplcala, e Ibe-
puzeram o sello de suas armas.
Fciie'na ciJade da As.-umpgo aos 16 das do
mez de Janeiro do anno do nascimento de No-so
Senhir Jess Cbristo de 1862.
( L. S. ) Bario de Categipe.
(L. S. ) Carlos Loizaga. *
E seodo-nos presente o mesrao tratado cujo
tbeor fica cima inserido, e bjm visto, considerado
e examinado por nos indo o qae nelle se contera,
e approvaraos, ratificamos e confirmamos, assim no
iodo como em cada nm dos seas artigos e eslipu
lages, e pela presente o damos p r firme e vali-
oso para produzr o sea devdo effeito, prometiendo
em f e palavra imperial cumpri-lo ioviolavelmen-
le e faz-lo cumprire observar por qualquer modo
pe possa ser.
Em teslemunbo e firmeza do que, (hemos passar
a presente carta por nos assignada, sellada com o
sallo grande das arma do Imperio e referendada
pelo mir.istro e secretario de estado dos negocios
esiraogeiros abaixo assignado.
Dada no palacio do Rio de Janeiro, aos 26 dias
do mez de margo do anno do nascimento de .Nosso
Seohor Jess Chris'o de 1872.
L. S. ) Isabel PiuNCKza Imperial Regi.n-
tb Aancel Francisco Carrea.
PERSAHBUCO.
11 lo pr-^we d-n m respeclivos govros ju'gw necwswlo
' la udigode icjieiu** domiciliad ao ouifi,
ASSEMBLEA PROVINCIAL.
SESSAO tRDINARIA EM 22 DE MAE^O.
rilESIDENClA DO SR. DR. TEIXKIRA DB SA.
Ao meio dia feta a chamada acham-se presen-
tes os Sr depntados : Oliveira Fonceca, Barros
Wanderley, Atiplo Costa, Arbuqaerque Licerda,
Freir Garaeiro, Firmioo de Novaes, Toleniino de
Carvalho, Mallo Reg, Lamenha Lins, Cidcinato
Camboim, Eroe-to veir?, Gasmo Lobo, Vieira de
Araojo, Ges Cavalcanti, Gaivo Alcof rado, Aleo-
car, Silva Reg, Almeida PernamDuco, Ferreira
de Agoiar, Slgalo Setto, Taixeira de S, Rana e
Silva, Henriqne Mamede, Gomes Parete, Olytu-
pio Marques, Felippe de Figueira, Pinto Jnior,
Alvaro Cavalcante e Cauba e Figuejredo.
Abre-se a sesso, lidae approvada a acta da
anterior.
O Sr. 1* secretario da conta do segainte
expediente.
Oficios :
Do secretario do goverm, remetiendo copia da
nota de installago e reaniao do collegio eleitoral
da villa do Bom Conseibo para a eleico de seis
depntados provinciaes.Archive-se.
Do mesmo, remetiendo copia da mforraagao mi-
nistrada pelo D. abbade do mssleiro de S. Bento,
era curaprimeal da resolago desia assembla.
A' qoem fet a reqoisico.
Do mesmo, reraeltendo o balang da receita e
desoeza da cmara municipal da villa de Cimbres.
A' commisso do orgameoto rauotcipil.
Petiges-:
De Josephioa Amelia de Alboquerqae Machado,
professora publica, no.nea Ja para a estrada tova
de Beberibe, pediedo qne se mande continuar a
mesma cideira onde actualmente uniciona.A"
commisso de insirucgo publica.
Be Bellarmino dos Sanios Bu cao Fitno, escrive
do jury da cidade da Victoria, pedindo pagamento
da quantia de 1:1208633, que me deve a cmara
municipal da mesma cidue. A* commisso de
rgamenio municipal.
be Dominga Paulina Ayres, professora publica
da cadeira Oe Nossa Seohora da Conceigio dos
Milagrea, pedilo seis meses de liceoga com lodos
os veaeiraenlos para tratar de sua sanie.A' com-
misso de petigcs.
Do major Jo Polycarpo de Frenas, escrivo de
orphos, capailas e residuos do lerrao da Limoei-
ro, pedindo ser traislerido para o lugares de pri-
sairo tabellio e esenvo de orpbos, capellas e
residaes do termo de Bom Jardlm.A' commisso
de petiges.
Do leneate-coronel Manoel Joaquim do Reg e
Aibuquerqoe, pedindo resiuuico do qoe de mais
pagoa ns qaalidade de Dador do ex-ihesooreiro
da repariigo das obras publicas Jos Marselioo
Alves da Fonceca. A' commisso de oroimenio
provincial.
Dos guardas do pnmeiro disirtclo das obras pu-
blicas desta arovioeia, pedindo augmento em seos
vrtnciinenios. A1 conamlsso de ordenado.*.
K' lid, spoiado e mau do imprimir o segninle
?rojeco :
A assenabl'* le'|aiivA proVineial 4e Perp,an-.
bjeo, reaKN ;'

t. Revogada as disposignes em contrario.
Art. nico. Fica pertencendo ao termo da Es-
a ) RDgeoho Caei, actualmente do termo de
Strinhem.
Pago da assembla legislativa provincial de
PwMpbaco em 22 de margo de 1872.amorta
Sufgmo.j^Freire CaiMi'no. >
. O SR. IUT1S E SILVA (pela ordem) :-Sr. pre-
sidente, na sesso do anno passado offereci eon-
sJerago dsta assembla um projecto que teve a
namerago Ce oiieau, no qual pedia a creaco de
duas escolas de instruego primaria para o-sexo
masculino, ana para o povoado le S. Jos da.Ex-
trema da freruezia de Gameiloira, e oatra para o
povoado de rao Blanco na freguezia de Seri-
nhem. Este projecto entrou em primeira di-cus-
sao e foi eno adiado a requerimento de um mam-
bio desta casa, atim de que fosse ouvida a repar-
tigo da instruigo publica ; enlretanto exp.rou a
sesso oo vierun a casa essas informaetSas. Tive
o cuidado de ira secretaria agora a ver se por-
veniura existan l as inforraacoes da repariigo
da insirucgo. publica, mas nada eutrelanio cons-
ta da secretaria. A' vista da nota qae teuho em
mea caderao o pojecto eolroa em primeira dis-
cusso, e porque at neje oo teaham vindo a casa
as inforraages pedidas, tu requeiro que de novo
se pegam com urgencia.
, O Sn. F. de Fir.iKiRA :E*tas informagoes fo-
ram pedidas ba mulo poneos, dias,
O Sa. IIajis b Suva : Pei bem, mas nao ha
inconveniente neobam em se pedir de novo que
venbara essas inforaiacoes cara urgencia.
O Sr. Vieira db raujo ;Nao bou vi; falta da
parte da repariigo.
O Sr. Ratis b Sii.w :lia urgen-.ia em se dis-
cutir esse projecto, por isso requeiro que de oo
vo sejam pedidas essas iof .rmages.
Vai mesa e apon lo o segninle requeri-
mento :
< Requeiro qoe de novo se pega a repariigo
da pslrurgo poblica, com urgencia, as informa-
ges j pedidas acerca do projecto n. 80 do anno
pasiado.Ratis e Silva, >
Posto a votos o reqoeriuiento approvado.
ORDEM do da
Entra era discus-o o patecer da commisso da
rentas e exame de coalas manicipaes, aliado da
sesso de 14 do crreme, por ter pedido a palavra
o Sr. Oliveira Fonceca. no qual se pede a aadieo-
ciada cmara municipal de logazeira acerca da
petigiu de Manoel Torquato Pinto, na qual solici-
cita um abate :orao arrematante da impostos da-
quella cmara.
O SR. OLIVEIRA FONCECA : A peticao de
le te trata foi remetiida a esta casa no correr
da sesso do anno paseado, por excesso de af a za-
res deixou de ter parecer, pelo que fleon adiada
durante um anno ; agora a nobre commisso pe-
de que seja ouvida cmara de lopceira, o que
trari como consequencia neceuana a protelaco
por mais um anno, visto eomo essa informaco ne
t ole chegara lempo de alten lerraos ao pedido em
qaestf.o. Por isso fago ama emenda a conciuso
do patecer, am de que o objecto qae alfada a
commisso de orgameoto, para qoe esta na oc-
casio de formular o orgameoto da cmara de la-
gaieira o tome na devida considerago, quer con-
formando-se com o pedido e fazer de conformila-
de o orgarcento, quer desattendado-o.
Nessa occauo a ca-a decidir sobre o negocio
como entender de ju-iiga, mas o qae nao acho
justo que esta petigao, que j por um anno dei-
xou de ser despachada, fique protelada por mais
um anno.
Vai a mesa e apoiada a seguate emenda :
* h' de parecer que seja a petigo remedida a
commisso do orgameoto municipal, para ser at-
tendda opporluoamenie.Oliveira Fonceca.
O SR. GOES CAVALCANTI : Sr. presidente,
sendo um dos signatarios do parecer qae se dis
cote e soffrendo elle opposigo por parte do hn-
ralo collega depotado pelo quinto districto, nao
po-so deixar de dizer algumas palavras para fuo-
damenta-io.
Sr presidente, a commisso quando pele in-
formages a cmara municipal de logazeira oo
tara em vista delongar o direito do peticiooario,
mas se os fax porque nao se jnlga habilitada a
delTerir ou iodifferr a petigo. O peticionario de-
soa que esta casa Ibe conceda o abate de um con-
to% quindenios mil ris.
OSr Oliveira Fonceca :Parece-me que no-
vecentos rail ris.
0 Sr. Gks Cavalcanti : A arrematagio dos
impostos foi >a razo de.dous contos e qaatrocen-
tos mil ris, o pedido de abale de um cooto e
qoinhentos mil ris, abate extraordinario em pro-
porgo ao valor dos impostos.
O peticionario nao jnntou informagao da cmara
municipal de logazeira, em virtade da qual a
ccmmissii se polesse dirigir para dar nm pare-
cer ; portento, sendo a cmara municipal daquella
villa a coica competente para dizer oeste caso a
respailo da procedencia oo>improcedencia do pedi-
do, en anteado que a c.mmisso, nao estando ha-
bilitada para conhecer da procedencia dos motivo
allegados peto peticiooario, nao podia deferir.
Qae importa qoe a peligo tenba demora em
qaaoto ebegam essas iaformagoes?
Eu enlando que antes ama demora conveniente
do qoe concedermos on deixarmos de conceder
urna cousa qa?pode fundar se em justga ou que
pode nao ter justga.
U.m Sr. Dbputado : Em materia municipal a
casa ni pode decidir sem informagao da c-
mara.
O Sr. Gki Cavalcante : A cmara qae
se trate nao den informagao qae habiliUS3e a com-
misso a dar nm parecer, e assim como poda-
mos nos formular um parecer sem basa ar-
goma? ,
O peticionario janfon nm attestedo da cmara
municipal, mas esse atiestado on informagao nada
diz a respeito dos motivos qae allega o sopplicante.
A cmara apenas diz que nao sendo ella compe-
tente para autonsar o sate qae requer o peticio-
narlo, He rme se dtrija lo poder competente, qoe
a assembla provincial.
E laoto o pewaoaarlo esiara eerto de que eala
casa andara onvir a cmara municipal, que
em sua petigo diz o segninle :qae maalando
esta assembla oovir a cmara deferir como for
de justga.
Portauto. eaateado qu vio ha inconveniente em
mandar- se ouvir va cmara de logaaera. sol)
pena de aolcrisarmos muius veas ama jus-
tlga.
Craio que ditas astas palavras tetka jusniieado
o parecer da commisso.
O -Sil. OLIVEIRA FONCECA :-Do que acaba
le daer o nobre depntedo se eoaelue que a com-
missio leve rate valiosas para dar s parecer tal
como sa cha concebido, i-to pedindo nlorraa-
avkmaia municipald logazoira, eu mesato
- O Sr. Oliveira Fohbeua: Nao sei se trouxe
oa oo, deve se suppor ejue trooxosse.
Se esta prelenso fosse injusta seria muilo.de es-
iranbar qne a cmara represeniasse assembla so-
bre ella, irouxesse ao seu conbecimentn semelhan-
te negocio.
(Trocam-M apartes.)
O Sn. Oliveira Fohckca : A cmara- nio t-
nha qoe trazer ao conbecimeolo-da assembla um
pedido injusto para que esta o indefarisse.
O que se deu foi o segrale : A cmara nao
z que o pedido iojusto, diz que nao
Verificando-se oo haver
sao adiada.
O SK. PRESIDENTE designa a
Isvauti a sesso.
numen, Qca a discus-
ordem do dia a
REVISTA DIARIA.
ASS3MBLEA PROVINCIAL-Hoatem, acbando-
se preseotes 27 Srs. depurados abri-se a sesso.
Foi Itdo pelo Sr. i.* secretario o expediente te-
conceda i gointa
porque incompetente, qae competente a assem- Um officio do secretario do governo, remetiendo
b"a provincial, a qoem daria parte disso. Ora, on offlco em original e diversos papis a elle ao-
seria muito de esiranhar, seria moito censoravel nexos do vigari de S. Caelaoo a Raposa acarea
que Tazando se cmara um pedido injusto, reco- dos limites da fregneiadaquelle oomo, bem corar>
ohacendo ella qae era injusto oo deolarasse isto copia da informagao ministrada -pulo governador
em sua informagao, e anda mais de estranhar do bispado.A" commisso de estalistica.
que fazeodo-se cmara nm pedido injusto ella li PelicSes:
zesse-se de procuradora da parte traiendo ao co- De (Sementino Gongalves de Farias, peoiodo a
nhesimento da assembla sua preteogo. adraisso de am sea filho menor oo gymnasio pro-
0 Sn. Ges Cavalcante :E'bom a:rescentar viocial, corao pensionista da provincia.A'com-
que nao foi a cmara que representou isto. misso de peligres.
ges
votara pelo pedido de ie Car mago* se nao fosse o
motivo >iue lembrei de trazer isso|aneemo naupro-
lelago de um anno.
Eoireiauo teodo a aobre depulalo se referido
aos docoiaenlo aunexos a petico, eu laneando os
oiho sobre Me* mostrare*, qae abi mesmo se acba
fundamento para a preiencii. O peticionario di-
rigi se a cmara pediado o abate de qus se traa,
a cmara diste que nao era competen, qu* nao
conceda abate por ato ser compeienie, ata que
entretanto trna teso ao conbecuneuto da assem-
Wi. A tmara tecooheeen ser tente de jastig i
qae eocarrafian -e espontaneameito, sem sera isso
abrigada, Ma*> ao coibecimenio da asserabl"_
o fado,
O W^> CavaloaME ; -Mas nao tr-uxe.

O Sr. uvbira Fonceca : A cmara dea esto
d. spacli >.
O Sr. Ges Cavalcante :Mas nao o levou a
effeito.
O Sr. Oliveira Fonceca :Isso que eu alo
sei, porque nao sei de todas as represeniagos que
ebegam a esta casa.
Mavendo esta promessa da cmara, de dar esta
informara) a assembla, de chamar a si es in-
cumbencia de representar assemb i a respeito
daquillo qae pretenda o peticionario, elle req le-
rendo a assembla diz muito che o de sicorao a
cmara informar porque a cmara promettea-
Ihe tratar disso.
O Sr. Ges Cavalcante : Mas a cmara nao
mandn informagao nenhuraa.
O Sr. Olivsira Fonceca :Nisso v se a con-
flanga que o peticionario linha na promessa feila
pela cmara, e dahi se deJoz a justga da preten-
30.
Um Sr. Deputado :Nose deduz iste.
O Sa. Oliveira Fonceca :Da mais, o que eu
pedi oo foi qne se reconbecesse desde j a justga
desta pratengo, mas que fosse ella remetila a
commisso de org miento municipal, para quando
se tratar do orgameoto, que parece ser occasilo
azada eopporlnua para se tratar deste objecto.
Um Sn. Deputa:o : Mas a commisso de orga-
meoto municipal ajustaranle quem d esse pa-
recer.
0 Sn Oliveira Funceca : Eslava persuadido
que era da commisso de posturas, e nesse caso
modificare! o meu requerimento no sentido de se
prescindir dessa informagao.
Um Sr. Deputado : E melhor pedir o adiaota-
mento para quando vier o orgaraento.
_0 Sr. Oliveira Fonceca : Do qae tenho dito
oo se deduz ama censura por mais leve qae seja
nobre commisso, al j observe! que ella obrou
regularmente e teve motivos valiosos para pedir
essa informagao, sendo que eu at votara por ella
do mesmo modo que bootem declrei que volara
pornm pedido de iBormages a nio ser a prote-
lagao qus d'ahi resultarla, porque boutem pedia-se
informages para cuja obieoso seria preciso diri-
gr-se o director da instruego publica a Tacaral.j
a Flores e oatros lugares, hoje pede-se inforraacoes
qae nos lera de vir da cmara de Ingazeira.
Depois, diz o nobre deputado qae nao ha pre-
jnizo nessa demora. Ha prejaizos, por que esse
individuo pode durante esie tempo ser demandado,
ser competid) ao pagamento.
O Sr. Ges Cavalcante :Maior prnjaizo ba-
ver se antonsarraos nina injustca.
. O Sr. Oliveira Fonceca :Nao quero que se
autorise urna iajusliga, quero qae cada am de eos
qae se jalgar habilitado a dar um voto o d inda-
pendente dessa demora, apenas o que eu quero.
O Sn. Oliveira Fonceca : Sou por demais
dcil as ooservacos que se me fazem, que me pa-
recem justas. Nao s pelo equivoco qae se deu
aa emenda qae offereci, eoosiderando que oo li-
aba sido a commis.-o de orgameoto que liaba da-
do parecer, como por oolras coosideragoes qae
se (izerara, pego pura retirar a minba emenda e
sobstitui-la pelo seguiole requerimeoto ().
Vai a mesa e apoiado o segaiote requer-
memo :
Iteqaeiro que a petigo volte a commisso,
atim de ser oo orgameoto aalorisada a cmara
a attender ao supplicante como entender de josti-
ga.Oliveira Fonceca.
Consultada a casa consenie na retirada da pri-
meira emenda.
Encerrase a discusso approvado o requer-
rnoslo do Sr. Oliveira Fonceca, ti can Jo prajudica-
do o parecer.
2' discusso das emendas a presentadas em 3a,
ao projecto n. 26 do anno passado creando di-
ver;.s cad"iras de insirucgo primaria.
O SR HE.NRKJUE MAMEDE faz algumas consi-
deraces em justilicsgo do requerimento qoe pre-
tende apresentar, aura de qoe a discaiso Oque
adiada at qoe se aprsenlo oa casa o projecto
de reforma da iosiruc.o pablica.
O SR. PRESIDENTE:Hootem encerron-e a 3-
discusso do projecto, trata se hoje da discusso
das emendas que, segundo o regiment pdem ser
approvadas oa regetadas, nao se podeodo acceilar
mais nenhuma. Prtenlo, o requerimento do no-
bre deputado nio pode ser admittido,
Depois de algumas coosideragoes que linda fa-
zem os Srs. Henrique Mamede e Oliveira Fonce-
ca, consultada a casa e decide qne nao seja
admittido o requerimento.
Polas a votos as emendas*, sao approvadas.
3* discusso do projecto n. 115 do anno passado
aaiorisando o presidente da provincia a contratar
con Joio Cardoso de Araojo, ou com quem me-
Ihores vaotegens offerecer. a eoostruego de ama
estrada de ferro para Bebedooro.E' approvado.
3' discos-o do pro je o a. 103 do anno aassa-
de aolorisaodo o presidente da proviosia a contra-
tar com Jos Correa de Mello, ou com qaem me-
ihores vantagens offerecer, a coostroccio de nraa
poate de madeira sobre o no C-me-von do mu-
nicipio do Bonito.
Vo a mesa e sao. apotedas as segrales emen-
das :
< Km lagar de uiua ponte de madeira,diga se
de madeira no > Ierro.O/i/mnia Marques. >
< Dapoi da palavra rasnavel accrescenie se
marcada no conuau. /", de Figutira.*
Baeerrada a srassio, approvado o projecto
com as meadas.
3? discusso da projecto a. 82 do sano passado
coocadendo duas loteras de cera cootos em beaa-
ikdo das malriaas de Una a Nosa Seohora dos
Montes.
Vio a mesa e sao apozadas as sega inte s mea-
das :
. Ka vez de cem contosdgasesalo e vinte
cont*.Mls e Silva.
Igual favor a bem das matrizes de Gamelleira
e Seriohasm. Satis e Silva.'- Otnha $ Ftftui-
rrdo.
< Igual f.vor a beneficio da igrsja de S. Miguel
dos arrogados. Ucha Cavalc*tiut.Barros Wan-
derley. Gameiro.t
c O itra para ccviclusao das obras da igreja da
Conareiigo bs'.i oidae.Olympio Marque.
Igual fav Jf M cemiierio publico de Ounda.
** po".ente, i "V !
'^..tal faver ftda eooeedido a matrlx de Afaas
^iss. Laceria.'
i i Igual favor para a matriz do Rio Forraos*.
arrot Wamdtrley. Cuaba i Figuemio,~-Aaik
\e Suva.
Da Jos Gor.e-shes de S, pediado o logar de
amanuense desta assembla. A' commisso d
polica.
De Antonio Jovino da Fonceea, professor pu-
blico da i eguezia de S. Jos desta cidade, pedindo
um anno de Jicenga com todos os vancimentos.
A commisso de peligoes.
Foram joigados objecto de dliberago e dispen-
sados da impressio os seguales projeetos:
t A assembta legislat va provincial de pernam-
bu:o resolve ;
Art {.' Fica o presidente da provincia antori-
sado a contratar eom a companhia Recite Drayna-
ge o estabelecimento de t. rneiras as ras desta
cidade, destinadas a exlincgo de incendios, me-
dian' a subvengo de 6:000000 annuats.
Art. 2.a Ficaui revogadas as disposiges em
contrario.
t Pago da assembla 12 de abril de 1872.- La
tnenlia Lms.-J. Vieira.J de Mello Reg.
. i A assembla legislativa provincial de Pernam-
bnco resolve :
a Art. 1 Fica restitoido a freguezia de Nossa
Senhora da Ptnha de Gamelleira todo o territorio
desmembrado della pela lei provincial o. 940 de
22 de juoho de 1870, e acrescentando freguezia
de Serinhem pela mesma lei.
a ArL 2.<> Ficam desmembrados da freguezia de
S. Jos de Agua-Prela, e perteoceodo a de Nossa
Seohora da Penba de Gamelleira os engenbos Pa-
reirinba, Varsea Grande, Varsea-Nova, Pao Saa-
gne e Cachoeira-Grande; segurado d'ahi a diviao
com a freguezia de S. Jo.-.'; de Agua-Prela palos
engenhos Pontable, Caxoeira-Lisa.Poreas, Aegre,
Capoeiras e Furada, os quaes todas perlenceram
integralmente a freguezia de Gameleira; conti-
nuando d'ahi por diante pela diviso existente
com a freguezia do Bonito e es cada.
Art. 3.* Fica lambem desmembrado da fre-
guezia de Nossa Seobora da Escada anida a
de Nossa Senhora da Penha de Gamelleira o
engenho. Vicente Carapello com as quatro pro-
priedadas delle separados por seu proprietario, a
saber: S. Pe tro, Paran, Palestina, e Aragnara, e
mais os engenhos Leio, Dromedario, Oriental, e a
parte do engenho Rainha dos Aojos, qne actual-
mente pertence freguezirrtla Esca a.
Art. 1.* Ficim revogada i as disposigSes em
contrario
t Pago da assembla previne al da Pernamboco,
em 12 de abril de 1872 R lis e Silva. >
Ilequerimenlos :
i Requero, qoe por intermedio da presidencia
da provincia se pega com urgencia informagao a
regedor do gymnasio provincial sobre e numero
de alumnos pagos pela provincia qae frequenlam
o mesmo estabelecimento, declarando-se o nome, a
idade e o 3prove tamcnio de lodos elle, bem como
a data em qae foram adraittidos e em virtade de
aue autorisago. Araujo. E' approvado.
< Requeiro que de novse pegara as inforota
goes solicitadas or esta assembla ao coosulado
provincial era ofllcio n. 10 de 9 de mez prximo
(lodo.Toleniino de Carvalho. E approvado.
O Sr. Iltonque Mamede pede que a oobn
commisso de redaego apreseote a representacao
qne o anno passado a assem )l? daterninoa diri-
gir aos poderes geraes pedindo a dacreligo de>
fundos para a construego de um ranal de desvio
do rio CapibariDe e reconstruegio da ponte da
Boa Vista, bem eomo diversas ou ras providen-
cias.
Ordem do dia.
Parecer adiado da commisso d petigoes de-
clinando de si a compeleooia para decidir acerca
da do escrivode orpbos do termo do Limoeiro,
major Jos Poliearpo de Freias.Foi approvido,
tendo desistido da palavra o Sr. A. Pernamboco.
Parecer da commisso de pe.coas, indeferindo
a em qoe Luizdo Reg Barros, regente do hospi-
cio de alienados solicita a sua aposealadoria.
Foi addiado por 24 hur?s a requerimento do Sr.
Tolentino de Carvalho.
2J discusso do projecto n. 29 deste anno an-
nexando ao 1* districto da fregnezia do Porp da
Panella o It^quarteirio-Barbalho-noje perten-
centes ao 2o districlo da mesma rtgaezia. E'
approvado.
! discusso do projecio n. 38 deste anno
creando na comarca do Reeife o cilicio de instiga
de curador geral de orpbos, interdictos e au-
sentes: Foi approvado depois de orar o Sr. Ratis
e Silva.
3* discusso do prr j co n. 21 do anno passado,
traosferindo para o povoado da Caranda a cadeira
de insirucgo primarla creada para a povoago
de S. Pedro do leras de Pao d'Alho.Foi apara-
vado.
2' discusso da projecto a. 33 deste anno, aato-
risdd o presidente da provincia i conceder tai
mezes de licenca com ordenado ; os proleese/a*
Loarengo de Meoezes Cysoero Bandeira de Mello,
Francelinn Focjaz de Lacerda a Pau'.ioa Domingas
Ayres. F)i approvado com algumas emendascoa-
cedendo ijtu.il favor a ontros empregados, depois
de crarem os Srs. IL Mamede, Pinto Jonlor o
Mello Reg.;
2* difCsso do sproJecto n. 22 deste angjj.ap-
provando o regulamento expedido pelo^ presidente
da provincia era 12 de fevereiro de' corrala anno
para a secretaria do governo, Foi pfoTe.d'
depoia de lerera orado os Srs, Millo ReftfCmas
eie?) J. Cona de Araojo (duas vetes) JfceTb-
lentino d Carvalho eom 2 emendas, a i vSBppri-
miodo o anmente de veooimemos proooit pela.
coarojsso de legislar/So aaa detertoiaadoa ao re~
gnlamento, a 2* supprininio o lugar le cftaial
de gabinete creado pelo mesmo refrmente.
A ora>m do da para heje : conlinaaclo da
anterior, 1* diseasjo das aroteoios ns. 34, 35.
Sft, 43, 44, 45 e 48; 2- dos de na. 10, 15, 17,10 e
21 desle anno, e 39 do anno iassado ; 3* dos de
ns. 24,27 e 32 desde anno, e .li 103 e418 ao
aano passado.
TERMO DE ITAMBE'. Por portarla 4a presi-
dencia da provincia, da i:! da contam, foram Hu-
meados :
Joaquim Martias da Caoba Jaaqnim Paorao de
Alineada e Mello, Jos Serapio Heaerra a MeUa
e Amonio Qaodio Vieira da Mories, para xerea-
rera mtorinameota os logares de Ia labelliao a ae-
crivao do cixel, o da segando ubeldo a escriv .
e djau aaaexQ, de parsrdor, eontador a deiirtbai-
dar do termo de Bom Jardn.
PASS AMENTO -No dia V do curren le den a alma
ao Creador, nesi claaan, o Sr. Bettfa dos Santos
rtaao, preprteWrWlr fi-ttonia al^Ula, dei-


*
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xando livre* 8 etcravoa eos, quasi todos ir
^i___M-m"snss^''"'----------- n f^TFiU^L.'.'^
Ww ***
mvix ai*
-l.
swcsbs;

legando 1:003000 i Sania Casa Je
e cuja irmanjUde filia pane, e f^g^n. ca
am dosifjgfjjnnadosdjB bapti-/^ .
l.NGKI%llAotP-hopU'^s 4, W boraae aoei
da nollOjjtuM iPr>s a fcegoeiia. da S. Fre4
IVdro GWaJWI ^, ftaclfe signal de incendio, qae
Travilf^jdo do loas andares e soto u. 11
Q tua ^ rftrqae* 4 Olinda, pertejctmte ao Sr.
Ceido Alberto Sadr da M >ita, e na'qu-1 tin.ia
.sttoem de niiudesa* o Sr, Dommeos Manee Mar-
ins. .
Apelar das presidencia* tomis?, devido de-
ficiencia d'agua, o fogu consumano tolo o edificio.
.jue ficou redimida um mjoiii rte ruin1.
Das pesqusasela.; pfoefedeu a polica reco-
checeu-se ler o radertdio esmerada na parte sope
rior do predio, e tw ndo'easttal;
H miera pe miifl foi encon'.rito ern meio
das roinasoe'fre (Surra) dj estabalecinvento, con-
loado U::GO0*OOO em dinhairo, cerca de 30.00
un lauras e outros titulo, bera orna u< liros e
''miis papis, inclu-ive as aaolt'ee das eorops-
nliias era que se achava o estabelacimento seguro.
JUQUfirR FilASGSl 3 eeqaete raoe-a**'-
y onde que, en viiiera do FU a para Ilirdeaux,
passou ante-lnot-iii pelo no-s pirio, tendo dalo
aa matas depois de 9 horas do dh, reclamou as
qaedevia levar pira Curaba > 10 e uieia, e aa-
im causn serias e grates atropellos e transtornos
j c iminercio da PVraambnco.
Eaie proeediraenti f uot > mais orador i* can
un, quanio, dem iraaie-sa o pqnete notorio al
dopota Ja 3 h>ras d. urJe, neahu ni pre?sa dvia
se ter dada, codo BHi;nTO8ifl'(Palaa
para bordo aquella hora.
WMul> Muir esta fa>M eensnra qae o eom-
nercio lavru, e qae nfts sancciooano, esperados
e,e a referida agencia, tenio ero os interesaes qae ligara a nossa prac* a do Kio e
(das as importantes praxis europeis, providen-
ciar era ordem a soptir a inconveniente pres-a
do* cominandaoles dos paqoete, preasa que sem
cuvila vii amli aprejaticr oa intereses da
cirasanhia, se nio fir minrala no bara d?
t'IO'.
THStTtO DE SAA.rO A.N'ToMO. A eompa"
nlii* fraocea de operas bnlfaff cania beja neie
ili'iro a ciuioae lo^ressaateoprela -aiyrici
Li Grande Duches*, miuici do- maestro Otfmln-
ob, qae outr'ura fu muiti applaniida efsejada
cese mesmo theatr-j.
IN'STirPO ACHHSILOGIZO E GROGIUPHI-
'.0 Hepeiira )s luje o decurso pronuncalo pe >
Hrm. Sr. conegoFraaci<30 Holiael Perefra d Bri
lo de' iBoYin>* pir b;easiij te In-tituto, por lef sitiidj tion'eai truncado :
t St. presdanla ; ineus respeiiavels cjletr.as.
Os w'rtagios unnimes coa qtlJ mj'h?nrate-,
namando-me a i vaaso eio e uoma^n-lo-me so-
co tffsciivo diia Insiiiuio, fjra.m^buscar-me tu
t jcIIjo e sanio s-ylo, ou'ia ootra'voz .poderosa
rae Hwia otljcado, gaardi e regeior de ni par-
le da gwraja.i que oo< suc.ede ; a aahi v-nh i
rraaanrjsoubadecer ao o#>o mandato, ep-J-a*
miDbis d-iicis o:ci< dipo?icio do lilutn.
i D'an Mo *-"iirtalitgeelw a desanrb'.har, a
rromatter tuto a p'rta. a balbuciar >* p'inielro-
ruiimento- ia> cieno s e das letras ; do o'dhfo
.i iat^iifncias robu IV e ilustradas a oav r a
tii-t>ria pama fl a mator denlas si de-ltea
<;5es t
t D'am lado a iuL.ncia e a aloleceocia w sonhar
e o ; do ooiro lado a experiencia e o labor do
tslulo a ajamar maieriaes para lvm"af novos e
i'erdnraveis m .menlo* a gloria e ao leocme 4o
brasil l
t Tudoisto bello, e ludo ein mira produtuma
as mais graves e magestosas ImpressSas da mi-
cna vida publica, e e-mo o prenuncio de pi-
cas b3ra (elite.sqae temos dian'e de nos.
Agradeco-vu, senhore', a hinr que me ha-
cera feito ; a mim, bainlde cultor das letras;
permetti que, era virlade da vossa i-xtrema b?ne-
volencia, ea tome ftftoto entre v' t me eacba
e orgalbo cora o titulo de voso lollega.
Logo em aeguila o Sr. Dr. Aprigio Gulrraraf
pronuncioa o discurso jae se acha pub icado.
NOVO ATHE.V'EU.Hoje s 5 horas da tarde,
r. ver sesso preparat >ria desta asocia^So, para
.ratar-se de marcar o dia da ab'.rtura dos traba-
ralhos lectivos ; na ra E-treta do Rosario d. 29
'.- andar.
DIARIO DE PERXAM3UCO.-Se chegar hoje o
or americano, desirijuiremj amaoUa u>so
i cuero de segnnda (eir.
JtJIZODQS FEIT05 DA*AZENDA.-0 jota de
i.ireiio dos f-ilos da lateada iransferio saas au-
oieneias para os das te stxta-feira, ou desabba
o qnaodo aqaelles hrem feriados, com^andoas
o civel as 11 horas da. manha, e as do crira;
liepoie daqueas.
'SOaEDADE DOUS^E JULIH. Hver hoj-
-< i h'ras da tarde sessao da socedade painolija
r baa Dom ie Julho, na ra da Lnp'rairit n.
,'i 3 andar.
JUSTO PEDIDO.-Taado da ser enllocada ara-
il i a primeira pedra do jardiui da praga dj Con-
. '.'Su, a commisso en:arregda dis preparaii-
> = di ra da Icperalrir, peda por obsequio a u-
; a moradores a rae-raa ra q-ie embaadeirem
,-. SQM caas, e lluminexi-as oas noites de Dije e
. i.-.ichl.
CiABCB P )VDENCi.f- Rsmeltemnos o se-
{. ule, pedindosua oublica.ao :
< Pade-se ao Sr. Dr. chela de polica providen-
ai pira o segiinle fado, qae pode terpjr liu a
. ; -raco d? algam ;rime.
J.i por du'.? vezes lem un inlivJno, alta n.i-
it fll horas) procaraio urna casa na roa las La-
..n.-iras, atlm de a taes de>horas, pedir ag'a, pa-
i Ij.tur, qae Ihe tera sido negada pelo IMNM
v*.e Lia casa ; liaiitando-se altiraam^nle, tal indi-
i'ji i crusar as protiaildad?s de dila cisa,
ii 8 horas di noile a: d)p>is di hora cima
r..l oda, intanlinio, por este meio receioabem
':: 'alo* a i misino Inqollno, qua v ama anaea
a su Tila, visto timo es-'d" desconheciio, .io
n procurado a soa casa r.ra taes pedidos, e a
iae hora*, e n^sta raa j se lem dado lacios bem
rayentes contra a sesuranca individua.
DECLARAr.AO NECESSAR1A. Os offl:iaes
ir.?ncionalos, em no?sa Revista de 10 dj correte,
como tndo sido oomeados para o 31* batalbio de
mlaiKaria da guarda nacional, foram privados dos
po-tos por nio- terem tirado patentes no devido
t raso.
RA DO PRINCIPE.Moradores desta ra no--
cizem que achara se qaasi miiioidjs de chegarera
. janellas de suas casas por causa das pragas do
. oartel do Hjapicio e os domles do hospital mili-
tar fazerem saas preisdes no meio dos quioiaes
respectivos a qaalqutr hora .do dia. Chamamos
liara isso a aitencao de qaem dever.
SERGHPB.Pelo, vapor Ipojuca, recebemoi hoo
'era joroaea de Araccj at i do crreme.
Achava-se no exercicio n'erino de ch-le de po-
i ca o Dr. Francisco Goncalves Martins, ,aiz de di
reito de Maroi n.
Kaileceri, na villa de Santo Amaro, o conameo-
ador Antonio load da Silva Tarares, ara dos chele-
lo partido liberal na primaca.
ALAGOAS.Por esse raesmo vaper not-vieram
j jroaes das Alagas, at 9 do corrate.
Porara sanceionados como leis da provincia, 03
trofeetbs da assembla respectiva : creando as
comarcas do Pilar e da Palmeira do3 Indias, for-
madas dos termos de Santa Lozia e d Atataia
aiaella, do maoicipio da Palmeira e da Villa Novj
de Qaebrangalo a segundar elevando cldade
villa do Pilar, e i villa a pqvoaeao do Mancy,
A alfaddega de Micei rendeu no mez d mar-
CJ (58:5*^88.
C3MPANHIA PERNAVinUCANA.-Uoje i o ul
timo dia em que recebam carga os vapores Pira-
ima t Jaguanli para os portos do norte sal
..raforme o anaunci da mesma eoupanbia.
LOTERA.A que aa cha i venda a i', a
reoefleeo do reeomimeoto de Iguarasst, a qaal
corre no dia M do corrate.
LELaO. Hoje as 10 horas em pootcf tem de
er rendida em leiiio par intervencio do agente
Finio, a laja da roa Nova n. 50 intitulada Basar
ca Moda.
A 1 bera da tarde efleeiaar o meamo agente o
leiiio das acedes da eoropanhia de .<*oro Utilida-
de Publica e 10 accoes do Banco do Brasil na As-
&oeia;M Coramnrcial.
CASA DE DETBNCAO.*-lKmneBW do dia fl
de abril de 1872:
Bifcto* ( pree > 375 erKrtra I, nblram 2,
*>xlMNli324. A saber: naciooaes 966, mulhere-
II, eau'mif aires II, es era vos 19, esoraraa 3, to-
tal 374.
Alimentados costa doa eoaVea pnbNeoa 308.
Movimeato da enfermara do da II 4$ abril de
1872.
Tiyeram baji ;
Jos Joaqalaj1 a Coim;dHrpf iio do venir*.
^i5^ 5"*^"K0J>Wlft-bribite.
aria Therea da CoieTcio-asphixl.
Iia^aina
I iat|ui n Gome bezerra.
*nte Sabio. '*''.
JASSASlil05.Vieram borda do paquete
francez Gironde; *
Fra'ncisco Cezar de Andrade, Mme.
TjrreS Gallnb, Ruado Pferefra de /rbe*
Sahiram para os pirtos do sul ao paquete
liraaileiro Parntt ; ^mr _., 4a*
Jos da SiIv Arenca, Ji* DjrM|as, D. LtIPI
Maoick-e, padre Antonio S. de tfHs P. l'.ula i.
da Mello a l escrav'a, Jis* Amono de O iveira. Dr.
Laia da Silva Guarni, Dr. Aotmilo Covlho 'tdrl-
rnas, U. G. Sampaio, J laqolm R, deCa^tro SM\
Antotio J.aquim do B.ito. Antonio A. d^ sola
Mascareoh* e sua seah >rs, a'feree J. ia .Si va A-
impro, D. Adelina Malavasia, Dr. Olynpo Oil-
val, Francisco J .tquira G Rodriioea, J. M. ^
eca, 1 criado, e 1 escrfo, hajh S. Go-nes e nm irma>r Bcroardioo dt S.
C. Caopos, JiaquimLaii Coeln, Antonu Beato
ta Silva Coeiho. Tnamiz A. da S. Loureiro, J >e
Manoo! Baptista, R. Mtcnalu, liOTnitralm"
le O. Cabrai, Cicro A. da Silva Carlos, Jos de
Castro, Jjaqui 11 Vieira da Sva. D. Joanna^ap-
tista da Silva, Tilo Rodrigues Fernandos. Manoel
Jos Fernanda Cameiro, D. H-nriqueta Mana
Concei^ao Duarie Diniz, 1 recruta, I desertor da
armad e I pra^a.
Sahiram para a Eiropa no vapor (rancei
tiironie:
Biro da Siata Cruz, sua mulher, i li'hos e 2
cralas, Dr. Jos J laqnifj de M .rae* SarnenU.,'
Aoioaio P1010 Oardofti da Gama, Joaqaim da Cu<
nha M reir. L. A. da Cuuh Pimenta, Ji.-4 J>a-
(uim Taixetra, Joaqnim Srea Ne*e, J >s is'irl-
uaes ;par, alanoel Mireira de Aranji, Manoel
Hirb> Hibeiro, Amonio Teixeira, Josquint C-ietam da
Silva, Bentj Cordeiru.
Vieram do Aracaj e partos intermedios no
rapor brasileiro Sianiuhil;
Aigelo L-^pes da Silveira, Joao BaptiU de Sauza,
Nicolao Tol-miinn da Costa, T -rtuilano de Sonto
Uivt, A. Januario de Vasconcellos Corris.
Rf.i.vtohio (?ci:, o presidente da dirkctohia
DA CiMPANHIA DOS TMLOS URBANOS DO
RECIFE A OL1NDA, TEal E APHESKNTAR NA
SESSAO ORDINARIA,, DA ASSEMBLKA GfiRAI.,
DOS AC CONISTAS DA MESMA COMPANHU, EV
ISOE ABRIL DE 1872.
Senhures accionistas\ directora eler.a em 10
de nvembro do ann> pronzno passado, honrada
p<;r ara momento cera a vossa aoiraQ> para al
ministrar os negocios desta empresa, veto b<>je nejo
urgo dajieu presidente cumprir ui preceiuj d-
cortzia pira cora aquelles que d'ella arada nao re-
tiraram sua conlianca ; vem depositar sea ultimo
irabalhj u) seio dasia assemtf, que jaramente
saber avalialo, qiando apresentaio era condt-
Oes un pouco penozas para mim.
D-.sejo que ao m'eno se honre a delieacao da-
quelles que cara de.sioieresse e probidade serviraic
causa cnaJraura
Foi meu priraatro ialento, logo ao acce;tar o en-
car,* de dire;tor e d presidente da directora 0
a c)inpauhi3hcan'-ocir urna aserabj^i g^ral do?
S>s, ac:ionistas par exjor sen resefva" o rea-.
e;tai.) era jue acrednava :er achaJo esta erapre-a.
Se, parein. por u-u lado essa medida era no uieu
e-pirit; cisslleraia da u'rgena, por oalro ralle-
ciara-me anda os meios e o> alvitres em ordem a
apresen!ir-vas uin trabalho qiie satisfless as ex'
g-n:ias do assumplo, os voj'jS desejos e o mu
dtver.
Ja'gmdo a nda da 1 nprescioi;vel e latal neces-
sidade a oot:o;o da me.o- qu hibilitasseul a d-
recloria a dirigir Os destinos dis'.a compatihia, loi
taca particular erapenho esta lar e e-tabeleitr as
bases 'esta n'g >c:o, o qua cans'uralo lempo, e ;o
ltimamente ot;teva a!gama'taa*a de
esse ponto ; e essa den ora, retardju
a convocai,a d'asemb!i garal.
Nia ser sra proveitp, Srs. >ccioni?ti, rlver
Igumas vistas retropecilvas >obre o paa*i40 de.-t..
coapinhia ; e o|larei acaiaudo todas a.- sus:ept 11
lidades. honrando todos es esforcos, e rtie preocu-
pando snei con as cau-a< qae tee:o determi-
nado os embarazos de h ratera, os de hoje, e o de
arnanha, se por ventara a razio, j d= sobejo.es-
lareciia por dura exoeriencii, nao se i :terposer
entre aquelles qae tudo arredaam e aquees' qa-
de indo duvidaffl. '
Ueditania-se sem preveacao sobre 3 penlo pri-
mitivo de organisaca desla empresa, aobresahera
ao e.'piro 4o hraiin observador vicios1 qae a'te
riormenie d-viam acarretar conflicto d poderes,
difflcilddss le ad ninisiracao e, pT dm, amargos
desengaos, que sao sempre a parlilha da impre-
videncia humana. Deroai ; de ecvalio coro, essts
defeilos de ortnl.-acio avo'taram ax-bg5es menjs
confassaveis, que faram oalras tantas causas do
deslenlo e deslavar cum qae loi recebida 00 ani
mo publico a encorpora$a> desla companbi.
Evidentemente sobre o ponto [jndara;nial de
organisaca, isto sobre o capital cora qae se de-
.ia> datar a empresa, foram laes as hesiiaceS qha
demonstrara loda a loz qae nenbura tetada pre
Itminar se havia eraprebendido; foram tao exiguos
os meios propastos para realisar os irabalhos qae
excluem toda a idea d'e um plao preestabeleci 10
e referente ao iracado das luhas, los" orcamectos
das obras, emflra a cieocia e criterio cora que
te tfevia proceler em negocio de semethanie im-
portancia.
Rejeinda a proposta de OO:000*030, prevaleceu
emti u o peasaraento de darse compatihia o ca-
pital da 330:030*000, cam acoldade de ser eleva la
a o00:000003.
Se crasiderarmoj que d'es^a quantia ter-se-ma
de dedu'.ir :
150 ac$o;s beoeSciarias ao cessiona-
rio A Pono...................
Despezis pela translerencia do privi-
legia..........................
Liencillos........................
Desapropriaeoes..................
Differeoeas de cambio em relaeo ao
pairo normal................
Dtza*yaes...... ...
#i.4A tjoVSf........
IfesiaM de bilheics. ; .
.lamento de cootas trazad.. .
IDX4UOI .1........
i.-e-a lentes .bri cadas na paia
Receida doeK
Saldo em' ctlxa
^W
140
83:7A"l
1.-3U/60.1
8":3*l|roV
CudMIIt noiar qu* a despwa relativa ao irartga
f:i realfiaila nos meteso> maior moviiuen'.o daes-
liada % < (>ar iato prefet a verba cima iafertla.
Era qaamo despula de sobresalente*, foi mvti-
vad pela faUa quf-tfelles havia era deposito, e p ir
nao tereio cf|,aitn alndajjsqne ae'tnnam ene.m-
monaado em juin 1 de 1871, e que s nente os re-
cebemos em principias d'e>ie wz.
Dedua-se, poli, d#expo*icio qae ora aprsente,
os segrate djdos eMatisiico : -xavaiaA
CuMo da trafegoem ft nezas e 20 das; cortar
de i de nlho da 1870 a il de novembru de l?7l
lempo em tpae a aclnar dfretoria tomn porse da
adnjinilracSa.......i36:786/a68
fjjrima;*ri eser- qantia era relacio ansns
d-corridi oee temp^a-ta:i|o que. os *70 dM em
q# fnceronaraas'sais loeiiirnulvas cnstaraffl :
Ta/ee.i rom -itus locomoliv.s *>
rabie lirdi....... 17:88?2i
dem' cota tres ditas durante 91
IM'......... 2l:f>3i36
1.1-ni rom qu.tro ifttas dorante'
!13Jia^.......... 3V.SJ3IJ6
dem cora cine ditas dorarte 6
das......... 2i:K*0l0
dem cora seis ditas dorante 87
dia...... i0:l.)8S0.
real sobre
a sea torno
!S:786*16S
o qae da uno diapeodio proporcona> de 703(13!
ris cort- e traigo de cada Lcunhlrva e dos com-
petents carros, por dia.
De 13 de ovemhro d 1871a 31demar(;.
d*te auno, qae sao 135 das de'idmrastracao da
actual directeria, dispen.len se aaOT o irafeg de
sel Inc..motivas e stti< carros, alm di qdarria
cima relflda de.......4t:716\7l
Mais........... 7:09l#4OO
Cera- a conpra, prazo, decir-
va.i, dormenle e oleo, qae t pfaz
todo..........49:8075371
e que d um d spettdio pf oppreional com o irufejr.
de cada locera-oliva por da, ie 6l5'i9i. e' ler-
realtsado a--im urna economa le 15*'.*l por da
e per cada I se im.otiva ; rest.andj imp.mar es-a
ecoauTiirduraote o tnpo dt aclal admioi^lra-
{io, em ris 13:307ilO.
Cntnpr.atad motar'qno na virta*-triifgo--
esla incluido o ordenado ta (ente, qae. se f-wse
dedotrdo. dra m'la-em f.'xif ris-lr700|W).
Estad? funneeiro'dt Compnnhiit.
AcluanneMM s na prospero .> estado da em
pre, a 1 meno trao ha'r.zio para de;cker se de
sua vitaiidale e dos seus rcursoe.
Qiandi em I da nvembro do anno torox'.ra 1
pas**'lo assoa>io a actual d.-rec: ra a admioislra-
eo u'esta compaohn, veriticat, i h*ver om p?i
voto........... 48:0GJ99G
que, cora as encommamias ja fei-
i, e de qae recefcemas fjctnriis
po-terlormenie, snbh i ^3:473*076
Desprovi.los da numerario para f.zermos fare a
eses comprorai.-fos j cooirahidis ha longo l-m-
p: ; reconhecendo como urna obrigatj de r.onra
re'galar os bilhalM qae em crescido nnmtr.i exis
liam em circu.cao, e cajos portador* de:oai-
J.. reclamaram o pagamento, co hesilarno- em
camprir o njsso mtii imperioso dererem laes cir
cam-tan:ias
F.rraar o cradiw da eampanhiar j estremecido ;
dt-lbe urna autaridade moral; e a*e em-
fltn os reinarse que a con flan 5 sabe proporcionar
quem a merece, laes fjram nissas mais serias
preeceopafCS, ero Biiuacio laoe*pitihosa.
E' escitsel Jizer qie a mais evcra economia
Jevia crastuir o principal artifo di ufas o pro-
grammi, i) coOlicae necessaria do xito qae
oo- empenharanio" fdt cbter.
Sao douWIIJS quatra mezes meio de nosja
admin'slvaijo t temos pago at 31 d msr^.o pro-
ftf> nota offerecidas pela ex npenn'n>ai
-\o '^cnptaro da qtrmnoru v-sa que J despn
5ab5a com i-> Irabalhos d^ssa eiacaaz,i.6riJJ,70,
\{vr.T ti-- ter >:do urca la tola a obra d'arie seV...
Io'.i77i70. ^
Emendo qae se eve cercar de araras o terreno
e augmentar a aria cubera para-a/mazens e para
guardar os carros qne nao esliverena em servica e
qne boje Qcam em grande parte na estacao do Re
fe*; daWTorma se f|B>rr|M>irepago disponi--j
lea para aaofflcinas nkott eslKsio.
Eslann ie teMnbt 9**tra$.
K deHOMiifesia couiVnitnci qae se mande pin
tar a eilatjlo de Baheribe e Mras coolruidas de
madair,-talo como meto de eoiservacao das moa-
mas.
Hamilde Bebtre.
Apetr la negativa cora qae aa da qae o llto
da e.-troVtoo redama serios Irabalhos de oivel-
larneoto. e de uvilioratnoMo das curvas, io isto,
em vista das plantas dsssa estrada, aa opiuii 1 de
ser de absoluta noewssidadf a exeaucia desees
ira'mlii), reclamados nio t pela s.aran(;a d 1
traosito, c.mo pela c nservatjio do Irem rodante.
(Jaau:.i ao teruiniu da aataali no meio da povoa-
oo e f.ira da e.-laco tao viaivel a inconveniencia
q ie Jisso resulu, qae niogaem deix nheCir a nacessidade de alterar a sua di re: ci, de
maueira quu, os trens possam entrar na esia
cao.
Eis o qae a este re O de marco leste anno, o gerente desta eoropa-
nhia u Sr. Dr. G-rvasto R. Cirnpallo :
c Estrada dj U-bsribe- sa estrada na 1 foi
ajabadi, oera eiia pei* direc;ao projeclada ero
couseqoenca, >egu:id > rae iifurmam, de difflcul-
c dadas de dmapropriacAo, e resaefte se dosse-
t guia'.e deferios, qne teriam sitto em grande
t parte carreiilos, se a estrada nio nvesse sido
< lo cedo entregue ao transite publico :
1.* Pandare ronito fres, ebegandb nO,O9
por metro.
1* Palta de largara ufficiente os alter-
ro*.
c 3 o N s cortes da barreira.s que no^oJem
se sustentar durante o invern.
4.* Algumas curvas precisara ser molifica-
das
5* a entrada no poroado de Bebenbe preci-
d*sJrjwK>.. 3*3 ll\ do, coptador do Wtor0 ^^^ ftftial AIla H* ftieetoria, c um vingalor desm-otiite loe
triptor aoonvmo'qiift t.usiu fllrmjir 00 J^raatt i>
Rtb'.: 'que'eirfiesejav eh:er o emp'teaW cora
flm de fwerdivraenos.'
Qae iqaera ale aobre-aviso os seaaoe accio-
oistas^oatra e^ses gritadores poueo esernpuJosaa.
As respostas dos Srs. Samuel Jahoston 4C.
W. J. Havnes, recebi as em 17 de fevereiro d'este
auto e Yaram favjraveis s miahas solicita;5as.
pariicalarmonte a dos Srs. Samufl iohnatoB-dt C.
qae dicia eaperava poder realiaar o emproatirao
sob a taxa de 6 0/0 de juro, reembol-ando-se o
capital em amortisaedes ananas, e, pagando mais
a companbi urna coraailssio de 3 a o 0/0 ais
agentes d'essa nperaelo.
Orto de ob. r o lira que me propuuln, o tn-
teirado daa condicaoes prmeipaes do oegacid, res-
pond aos Srs. Sa'muai Johnsion A C, qae ludo
isso dependa da ap^rovacio da aesemJjioe feral
dos accionistas, c- qae ulteriormente me daria coala
do resuttjd-.i ijae houvesse.
Agaardava-me, pois, p?.ra a prxima reu-aio
da asserab a garal, qaando teria opparlunidade
de expor o resultado a'easas correspaedenciaa, e
ainda de suggarir outros. detolhes, como bera i de
ser o recabi'ii:-nto e o pagamento da erapreslimo
r.-alisa lo eoi ccota corrente sobre alguno banco
d'esta pra^a
En, senhores accionistas, sem reslriecio algo-
ma, exoosto o meu peasamento sobre esse assurap-
te, e vos, a qaem cab? reo!ve-lo, prlo accertd te
urna discuta., esclar-cida, ped inspiraQoas a-
mente a vossa dedicado p"!a cansa coramura.
0!ira$ existente.
Dispendeu-se al IV da nvembro prximo pas-
sado, como ob-erv.-,rei< da baUnijo anne-o
Via farrea de'Olindi..
Itamal de Bebenbe. .
Sem contar coro......
que cnsta n das cenias appro-
vidas em 13 de detembro, qae
elevam esses dispendios a .
J53:6!8746
86.6891304
340:3l8i30
5:1843770
3.3:303102)
30.0004000
6:a00000
3.000 LOO
30.000/000
.11:6513331
Ximo Ptad0'. .
Itesgate


Daverao : comas atratadas.
Contas a vidc.t......
-
38:6493?fM)
6 343#950
4i 93#8oO
. 34:8i33l7fi
7:7183'i00
42:340 106:8843331
Verifica-se pois que fleava eileclivameote ape
nasa qaaolia de3i3:ilo36C0.
Casta pois a comprehender se como assim se
hauvesse procedido, ma essa anomala explica se
pelo rotrahimenio dos grandes capiiB?, 5ie se
mostrarara desconliado, e pela nscesaidade inde-
slioavel que houve por isso de aliiciar-se o- peque-
os com brilhantes perspectivas. Mais outfo erro:
anda bem nao baviase regulado os or}ameutc,
j antecipavam-se maiorea despetas com a acqui
si<;'-ao de ara material mais pesada, mais caro, e
menos accommodado as viscoe utbana, ludo na
prensao do prolongamenlo da liona at Podras de
Fogo.
Ah a iinagina;o de uus correa pareihas com a
iogeouidade de onlros, para deixarem que mais
larde se senlisse a IragiJadd d'ossas compioagoes.
A ninguem dado .Taslar-se irapuuemeaie,
senhores, das leis economias queldevera presidir
semelbanies assuroptos; e se a imprevideoeia dos
que dtvem guiar bastante ega para ousar tal
corametlimeoio, soflrem oa aiereese* geraes, 00
ataliogro de espenativas deslambrante degenera
em impreca'.oes coofa culpados ianoceates.
Parece-me que julgar sensalaicenie as coasas,
raconh-icer-se hoje qae a defJucieocia de eapitaes
para realisaco de todas aa obras necessanas da
empresa, e a existencia onlr'ora de poderes que
ie excluiam ese chscavam em sua eaphera de
ac;ao convergiram para produzir reanlladoa que
agora deploramos, roa que ainda nos dado cao
jurar.
Nao se suppnba que os reodimenios arrecada-
do< desde a abortar* da liaha de Olinda, depois,
da de Bebtriba at 14 de nvembro prximo pas-
sado poleram.nn pane, ser convertidos ato capital
subsidiario para o acabameoto daa obra.
E-ses rendimeotos, qae sobesa a |89:748<80
loram distribuido pelo superintendente qua at
aquella data estove na gestao doa negoet. s da eom-
pattirJa.dj modo asgninte :
Trifefo, ot 14 d nvembro de
1871.......... 136:7863418
Hesgale de bilhetes, dem 14:039*300
Dospezas geraes, dem..... 2!:3z7#379
Sobrefaletties, dem...... 17:*35a6i
Total ri=
Si refiaelirraos qne temos a receber : saldo do
ex thesoureiro........' 10:836s83:
Dito do ex-uaerintendeate, sem
iincluir o saldo da cantas de
carpa e de assignatur**, de qae
ainda nao prestod cntas: 3:0953733
Restiraba) de diroftos..... 7:3363492
Tuta! reis :269306
verilcar-se-ba que apenas temos um salJo'coBtra,
de res.......... 19:2713514
Si nSo fflra a contingencia em que nos acharaos,
de conlrahir um emprstito destinado conclu-
saodasrbras e de serraos por is-o obrigadas a
dstrahir as quautias necessarias pata occorrer s
desperas d jaro e de amonisoclo do capial; po-
deriames, tem receto de ser contestados, apresen-
tar o orcameoto quasi real d receft' e despeza
deste ando Qnancairo.
Tomndose per base os rendimeotos dos majes
anteriores e os dados estaiislicos existentes, teria
raos o eguinte:
Raceila........ .
Trafago e administracio63 por
cehto' sebe' a dita receita. .
Dapredafab do material 9 por cin-
to sobre a rae-mi.....
Dsspezas geraes.......
Fundo de reserva .:....
Dividendo de 8 por cento. .
200:000*003
130:000*000
13:000*000
7:000*000
3:0003000
i-5 00330C8
200:0003000
ter
190:958*671
1:210*031
verificando se a?iro .er resultado
ora dellait de.......
iNeet expasifie esli incluidas as despezaa feitas
em lomo o agosto oroxima panado, na impor-
tancia de 10.803*73-1, e que fosam escrituradas
oes livros da oompaabia tea dezambro paasado,
poa tnr que /raro approrad* fe'* B,0*i a*'-
riooio, aaaim como 1 quana de *7:60S# de 10-
brenlenie viudos da Europa tm At\^ti,i oe-
aija; qnanila essas que nao figurara no" ,,,,05CT
dadoem 14 de navembra de 1871. .*-
A recen da estrada de 15 da nvembro orexi-
m pasudo al 31 de marco (Falle anno sabio i.'% m
"" ,...... 85 311*164 "-
Bm se v qae pata as pessaas entendidas, e
I que sao as competentes para avaliar com jasteza
os fandamenlcs e dedaccCe? qae spreseoic.
nao ha razio nafa que os terroristas perspjcazes
vacleltf m sais justas esperanzas.
Ha uaj coasideracio para q'ne se realnem
lodos os nessos desejas : roe se tenba jaita.
Conc?uz-To das obras 1 mtios de as realizar.
Con:inuir- 00 systeraa de tergivrsgoaa sobre
a carencia cu na da conclusao das obras seria,
alen de urna falta, ama inepcia.
Dixeme-tfcs po s mais de Iluffss ta! respei-
to, e difamo a verdade sera rodeio- : desde a es-
lacio da roa da Aurora al a de O inda e a do pa
te? do Carmo, desde a Eocrazilbada at Deberme,
lodas a obras estio por acabar; e ha urgencia
em as concluir, sb pena d'e ras tarde o dispendio
exceder alera d; qae rasoavelmente ho,e se jlga
necessario.
O systema que aqni denominaran Americana
de tuda fazer ssm esluos previos e luroultuaria-
meate urna couaa detestave!, pois que em sua
formula man syatbet;:a e mais pralica reduz-ae
fazer, refazer e tornar fazer; e pr iaao ju'go
qae sena mais proficuo e preferir] seguir-mo a
div'sa do ijmao Jabn Bull i"e bul well, meos po-
rm bem.
ttayvs da ra da.Aurora.
Fra rauito para desejar qae, ao menos, a pri-
raeira estacao da estrada estiriaae concluida e o-
lereoease ios passi|oiros cammodidade, aceio, a
Uvesoe' depeBdtjnclaa qae sa prestassera para oa
servidos da adreinistracio.
Jalgo que aefiatJroerrvel fuer de ferr|e*sa
obra, pois soa exeeucio aeria mais rpida, mais
etagante, e taire "sem eusto, tilo ex sedease ao tra
balho leno dealvaoaria.
- Nao ka nenhnm eetnda tal rohpeiio ; ma pa-
rece-me qae orna 36:000*000 a M)rMO deria dar exeeuoia i aasa obra; JP
EUac) di Encruzilhaia.
Contiaua serviodo de estacia a pequeda casa pa-
ra esse Um alugada
Runiodu-ee ah todos os trens qne tranzitara
na Imbas. par isao saceede que ha eonstantemen-
ie agglomeraQio de moitos paasagairos neste lo-
E' pois de grande neeeasidade oonatroir-se all
amf ealacio vasta, comsoda e fechada como de
ram ser todas a estarces cea tra es.
Estacio de Olmda.
. Passoe em Oliad a aoaapaubia aro vasta terre-
0, que se preata para a enntruc<;ii de ama gran-
ea eetaca a, das offleina e da arma?e#s de depo-
(faT* alU ha Wtl de twiBWi* JdfP^O l
aorpreben.*
.< sa ser mod ficada, alierando-se a dirercao d-
manetrs i ftcar^in- os' irens guardados na esta-
t cao, e os pa>sa(:eiros serero abrigados a passar
1 por ah ante de loaoaretB o trem.
Alera dessas lnfarma;8-s offlnaes do engenhei
ro, leropro que de exirema neessldade cons-
trnecao de duas bombas nos lugares do Fundi e
Gortj da Madeira, cuii o fin de salvagoard^rem
nesses pontos a estrada de urna innun-iaca e de
sus eon>eqaencias.
O pendore :o exag/eradas, e as curvas li'.
pronunciadas qne chegam a medir raos de 85" era
-nbdas, exig-m lrasalrrosespeciaes, qae, uira rrl
felbOS) IrmauirSo considera el mente as despetas
do traigo, que resu'tam necessariameola da cons-
tante e inaijr deteriorado do material rodante.
Damats: em das de grande concurrencia nesst
arrebalde nio deven, dj estad} actnal da estra
da, previiecermo-nos da for^ das machinas para
apparelhar grandes trvns.
Seria imprudeote' f.tiri lo.
O leiio desea e irada, e tambera o da de Olinda,
precisa em di vareos pontos do ser lastrado de um
moda conveniente e contarme os preceitos da ane,
e f jr;a exigida para as lotomettvs-.eomo condlgo
de seguranca e durajio das mesma*.
Meiof para reahsar as obras.
Reconhecido geratmaole por professos e leig.
o mu esiado das obras e a neeeasidade do as levar
a effeiio, necessidade que s o ceg pod^rao
impugoar, cutnpre estudar e discalir seriamente
esta qoestaa e resole la do nodo que fjr rriais
vaatajosb aor iateresseeda empresa.
Trez ?. os meio que se (ffeiecem vorta
escolha: I.* e!iraio;o de dividendos durante,
pelo menas, trez annus: 2. erniso de mi 80 i
accSes: 3* lean!amentj de um ein;ires.imo d-
160 eolios.
Di-cutirei em dla he cada um dos meios a:im
propas:os eeoafio que vossa resoluto lera o
cucha da naebor ra:a >.
A etimibaco loe dividendos par tai longo
espaco de lempo fatigara j vossa provada paci-
eoeit, e, em vez de rehabilitar o crdito da em-
preza, alimentaria dovidas sobre seos recursos
MO. fuclnro.
E'jue os capitH', quando io forjados a im-
prodocubidade, perdem at o csr-ctor da mais
valiosa mercadera.
I'to pelo lado moral
Em qnanto oalro rrdem ds raz5es, de ex-
periencia coramnm que obras executad fem um
certa seguimeoio ( e nos chamo nests caro, vista
como s podtr;tno9 hir dispondo ds pequeas
sobras, ) termina i,-se setnpre com maior dlspen
do, e res-ectera-se* aflal de uosa certa imper-
feicao.
Dcis; a coi.p8nh:a lem om prazo fatal para
a cou^lasi > de inas obras ; e nao nos devemos
expor.a que, por farja dj contracto celebrado cora
o govroo da provincia, tenba uro termo es? ba-
nevula animadora tolerancia com qt elle tera
cooperado para o bora xito de urna efflpreza teda
fliha de eapitaes nacicnae?.
O segundo meio, isto a emissia de raai* 800
acrao.-s teria em aa applca^ir dais serios incon-
veniente : 1., era couseqoeacia do estado, qnasi
de anarehia, em qae esta companbi infeliz m-.iiic
tem vivido, devida isto paroiciasa a;c3b fe inie-
rosses ihltvidaaes, que rala intentam preponda-
rar sobre os iotereases ceUe:tivos, seria arrtscr o
crdito da empreza exp;rsg venda um crescido
numero de aifoe--, que difflcilmeule em contrariara
compraderes.
Nao deven-,os-tentar ers experiencia.
2* iocotavenienie : accelts s hypoihese de fcil
venda des asaecSea, creioqueaapde aoaaidirar
tal operado fiaancera como prejudicial aos accio
aistaf xis'enle, visto como, tendo ellos al agora
supporud os onns da-empresa, nio devem abrir
.-pajo B'-.'os acJioDlstas, que iriara eopartid
par dos lacr s realisareis, em terem-se exposto
asperjas re.-.:!tantes da demora de capital, e
menos, a essS lobga renitencia moral a a.ue temos
sido : r1 ein na dos.
Acredito ter cora rigorosa imparcla'idad adre-
ciado a desvaniagens da applicac'n dos ois
meios acim* propflsio ? resto dicntif o valor do
ultimo meio, que e o enlprsroo. '
' Prevalicar-sa do crdito qaando as aecessdades
leguiraua o uso ds^td poderoso auxiliar, e qaando
se esta em boa condic5s do solvabtlidad, e que
por isto pode-se reembolsar sera gicncios o'ca-
pital emprestado nao aventurar-se ao emprego
de medidas imprudentes; sim por era jjgo a
ac;5a sia.u'lanea dos dais e'era dios necessario
produca), o trabsfbo e o pftaL
Estes dous facieres, se completando em ina
ac?io reciproca, operara maravilbas econcroJcas
quando dirigidos directamente; eotao apoado m
alavanca poderos do crdito, o trabalho te boje,
pouco productivo, descoma sobre o trabalho- de
amanha, mais remaoerdor .
Tl Q mechanistno do or edito ; c a elle qae
dou preferencia para a obtensio dos mel neces-
sarios em ordem a concluir aa obras da companbi.
.-ilmitiida a bypthese de ser acceila a idea do
emprestirao, e realisado elle, es o orfaroealo
rauito orovavel do anno flaanceiro a seguir'depois
desee tacto
Receila. .
Transferencia de acedes.
Ne>te semestre foram transferidas 116 ae<5es>,
sendo entre estas z> vnulas cora 15 0/0 de pre-
mio, e 91 vendra a', p ir.
R'Stitnirao de direitos.
Na) baslavam j s funestos embarae s ante
oostos pelo deplortvel e cegt sysiema de cen
tralisagio administrativa ao desenvolvimeoto in-
dustrial e econmico das provincias: foi misler
ainda apenar o freio cantrasa.lar, publican-
do se pelo miois'erio das floanas o decreto
a de... de.....de...., qae ordeoava <
compagina* que OTfaMsem aunoalmente > ihe-
souro orna nota dos obje:Ios que tinham de im-
portar, ?ti n de separa declarados livres da pag-*-
raeoto de direitos.
-Em S' essa restr.:i;ao decretada para castigar
os abusos qua se riavn.u e os qae tambera se
poderUm dar, j era ama diflhuidade de mais
unpo-ia .ndu-.iia c-ts jrovincias, se conside-
rarmos, poiao, que essa diffl uldade redubra cora
as delongas e aluu 1.010, veies, que sao vola-
das as nassas siJJctacCe?, acharemos a explicatpio
da denora que tem bavid-j na restitoicao dos di-
reitos de alfralejA c.-ia companhia e tambsm
nio ler sido .nada devo'vida a vista dos ibj-ctos
importar, e que foi env.aia ao gaverno em de-
zembro de 1870, segando urna carta que nos foi
dirigida era 18 de dezembro d 1871 (reeebida
19 de janeiro de 1872 I) pelo Sr. Dr. Sonza Res,
ooso procurador na corte, preciso que appelle-
rno pira a cmara legislativa, alio de ser orde-
nada a restituu;;.. dos dire'tos pagos anteriormente
ao decreto que n^s iseaiava o'esse pigameuto ; e
era qaaoto aos pagos?, era razo de nao termos re-
cetiida aioda autorizacaa anoual, devemos recla-
mar sua resliucio a: gaverno geral.
S b.m un e outros quantia de 7:336*492.
inoiasive o ultimo Iteru enconiioeada).., da 8 avag-
g-s qaq deaeaaaai *m bada*:
Estes Wigtd^s, atod yite oa sea maior oaame-
ro precaem dos reparo tue lio darjdos eflec'-
trvidlde do servio, slio ein estado regula*.
A compaohls possirt niais'ddnsV o'.;ey>. earrocas grandes, e quairo canSBUr
Perjcpcio da pin amento du$ pettsngenr.
Tenha ; uviegio dr qo; u-afalema seguido para
a percepi.u do pagantenlo da pasiagan da nsar-
geia a i:tl leldad--, e acarrala a companhia uac
prejuiao sordo, ma.- avallada ao decurso d ao
asm.
E'(Siabclecer ubre tina bae mcerta ajnal
da duvidosa coafianca de um paasoal numeroso *
fiel f boa exeeutjau da arrecadajo das imporlin-
cias das passageas.
Oalro deve i^r o syste na i adoptar e-
Preumo qae sen lo os bilhetes v lidos jomeoee
dorante sra dia, que sendo os conductoree abn
gedu a regi>trar de valla de cala viagem em noc-
llvro coniiado ao che!- da estaca 1 cenara o es-
mero e valor doa bilhetas que vende/era err. ea-
mtitro ; qne-ooetrdo', ao 'oeaos as eatijCes prloci-
paes : fecha la, de mod qae os aassa^.r.. aie
pes-am euirar para os carros ?.>m>ryie previa.
mente teabam comprado bilbetes, presura ., dia/>
ea, que adoptada essas medida*, pod-asomae evi-
tar maltes abusos e faz^r retener para o eafres
da compaeliia om augmento neal de lecita qae,
al agora lem passado sun proveitcvpura eila.
Qialquer augiceuto de des;e*a par assrgaffat
nina reforma efDcaz nesto sentido ser coraptn-
ado laigameale.
UtfGiori*.
Com inimo aentlmeata recordantes aqai c pa*
sameoto do noso dtaUaeio Cunipaubelro o Sr. Ma-
noel Itibairo Bislu.", i|ue j inferno ao tempe de
110-sa eleica., Il.'ec*u poneos das deaois, v ac
poude nos auxiliar cora a aua aproveiravel expij-
riencla.
Ped c nv dado para sni>tirurl o o Sr. Dr. Esta-
vo Cavaleaoli de Alboqu. ique, que, com touva-
vel prestabilidade inuito nos lera caadjnvaa*
Acaitanlo nos o encargo cam que vu apro-
te dislioguir-nos ui) livemus iliusoas soltre <
dilBculdades vencer 00 desv/mpeiho de aosso
ileveres ; e implcitamente 00 .ibinetlem a SO
irabalho e < proac4es, que deeorreriaro for;j-
saraente da ingrata masaa Wataa,
Nao nos faiion coragero nen dedieacao para o
boro doempeoho dos nos-1- deveres, maa (alia
nos h ja resignado.
Como notorio, a?uroimos a adiDiniitraeode*-
la empreza em condicaes moito criticas ; e e nao
coneguimo cnlloca-la ao nivel dos nasaos ida-
los, toi pela onica razio da que na as era atss-
lutamente possivel, despr.iviJos d; meio', eena
puuco temp, re>tabelecer suas Onanca, rowoli-
dar sua organfsaci >, e propnrciooar-:a* oque ?
o lempa e urna sabia aduiinietrac,) polen tar-
III-
ma* eo no dad-?
he que a juaia ua mesma ta:saararia havia deci-
dido nao 9er a :ompauhia de Olinda roasobrigada
lei provincial n. 956, imao-
. .
200:000*000
Trafego .
Dapreciaco do material. .
Deapczis geraes...... .
Fundo de reserva.....
Jaros de amortisaci do capital.
Temos liquido para dar dividen-
do de 4 por cen:o.....
130:000*003
13:000*000
7:000*000
5:000*000
23:000*000
180:000*000
:OO0*00O
200:000*000
10:000*000
presso do
Conversa) pwsivel p/* >og-
rat'Dt) da dividendo. os paria
da verbadeprecisijao de ma-
terial.......... .
Y-se pci-, que, anda mesmo sob
emprestirao, podemos realisar dividendos de 4 -/
ao anno, qrte coro cerleza aogmeniaro com as
readas progressivas da emprcaa.
Obter-se pais om erapreslimo sob conicds fa-
vorave de pagamento de juro e de smorsaeao
do numerario emprestado, e que de modo algam
nos impnz-ise sacrificios, foi, como j toa (flsse
meu pessoal empenbo, logo ao aasuanr a directo-
ra desta ciropanhia.
Becoaheceodo que nio poderiassos. levantar um
emprestmo no paiz se nao pagando ama taxa mais
elvala de juro, dirig me por caris, era data de
It de dezembro de 1871 ao Sr.;Saiaal Joaastoo
& C. de Liverpool e aqai ao Sr. Wdfcatn L Hayaes
gerente do Load, n aod Braeilian Basic, Lioeted,
pata qne, sobas bases par mim apretentadas,pro-
carasspm cbter na praga de Landres om entere-
amo de 150:000*000, destinado para o acaba-
ment da obras Js companbi de Olinda.
A mrah.il

i
*~~ ^feaBi^LiiaiaiS
___IlMsto
esses cavalbeiros, estmps-
Fianca ptranH a tkesouraita provincial.
O Diario de Ptraatnbnco de 9 da marf > prxi-
mo passado, serpreheodau a directora pela mali-
ciosa iu6uu.e") da aaggeaie, que em urna pu-
blicarla lo rae-ma jornal >he .'azi* o ex-superin-
tendanta desta si npanhia.
M tvava essa bcnepolj deraaastrac;, nio ter a
actual directori 1 se lerabralo de sub souraria a liancique o me^ma Sr. havia presta-
do para poder comecir os traoalhos desla em-
preza.
No acredtavaraos qae nao havia mais razio de
ser para a permanencia d-sees lianc, e per isso,
nao cogitamos de substitu la
Demais, se S. 5. jueria retirar soa lim?, sua
lealdada Mtia aoa*e!bar-he loe prevenase disso
a direct ni 6 depois.....j'olgasse a com toda a
severidade.
Denuncla-se, poisij nesse injusto procediraenio do
Sr. ex-superintendeo'.e a sua roa vantade contra a
directora tranzaru, c ratra a presente, e creio q ie,
contra ludas as faa'a*. ura;. v-z qae nio forero
de sua feicao.
A presumijio qae Uoliarncs sobre a desneces-
sidade dessa lianc, foi c .nrmida pelo iospeetor
da ihesouraria, ero ofisid de t do oorreate dirigi-
da ao gerente desia empanhia, e scieo'.iicaadc
deei
d
em vista do art. 4* da
ter essa fjinea.
O ttstoes judhiaes.
I\eeonhejendo-se pela esriplaracio dos litros
da eoropanhia, existir um desfalque na caixa do
ex-theaooreiro, de 21: 01*275, eropregarao os
raeio afim dea camp rabia ser, sem dem ira, reem-
bolsada dessa q aoua.
Nenharaa oppasig-io :.presentou oSr. ex-thesou-
reiro s no3as reclaraacoes, e realiaou a entrada
de 10:364*440 a: 23 da favereiro de 1872.
Instad.) para concluir integraIraante o pagamen-
to porque se samen obrigado, ofareeeu-aos 2J ac
coas desta co naanhia e mais letras garaatida para
saldar o seu debito.
Tendo conseien:ia a directora de quenia polia
acetiar essa proposta. pela razio de falta de pode-
re, e estando prxima a reuniao da assembla ge*
ral- dd Srs. accionista, decliocu para o poder
compatente a aceiiajo ea recusa dessa pro-
posta.
Conforme vossa delib-racio, e proceder ulte-
riormente a este respeito.
Teodo sido exonerado do cargo de superinten-
dente o Sr. Andr de Abren Pono em flns de ou-
tubro prximo passado, loi convidado diversas v-
aos por esta directora para vir ajastar saas coo-
tas. Era de maoi'esta conveniencia para lai ajus-
te de eontas a preeenca do S-. ex-snperintenden-
te ; e essa conveniencia c toga va a- urna ioet*
neeessidade, visto como baviara certas do-vida nos
reetboa da conta de ooestrnecio, argomas verbas
de deapeza glosar na conta do mea de julho de
1871, e anda a auseneia a*so'nta, no eseriptorio
da direotoria, de conta relativas carga e burie-
les de asaignalnra.
spenson-nas o Sr. ex-saperiaieadeole emaraa
amca conferencia, que loi coneuosid na verica
?aa da conta de coostrueijao ; ms reeosanda se
obstiuadamente a nos esclarecer om suas luzes
ex oheaijoea, e peraistindo em pele? eontas orren-
les, quando elle que as devia ?presentar om re-
fereooia ao movimeoto da carga e asaigo&iuras
ele., loaos fondados., mao grado noaso, e apelli-
do pelo dever do cargo que exertenaos, propor-
Ibe em ame da companbi urna accao, aura de,
elle, judicialmente vir prestar sua comas.
Anda nio tiveram a desojada solacio, as ques-
t5ee asiladas por Luc Coeiho e >ourado, de que
j leudes conhecimenlo pelos relatorios da directo-
ra tranzacta.
Ao ex-prosarador da ompacnia officiamoa em
dala de 4 de Janeiro c'es'.e anno, para apreseatat
seas coalas e ajusto las; mas lendo-oos obviado
urna nota sem as formalidades substaociae, io
sistimos peta apreseolacao de urna cenia correte
em devida frme. ^
Homero reaebemot essa cooia qae, ainda nio
pude ser devidameeie apreciada.
Eil.-tindo pendente a liqaidacao e pagamento de
nma coma de oounumo Je gaz relativa ao mez de
marijo de 1871, econsiaaie da quantia de rsia...
603*700, ti vemos duvida em pagar dita coau qde
atada aiodo-se per Ja ex.-.es si va de gaz, julgamoi-a
exaggerada. ,
Otnarames as Sr. Ths. Neiobygisg f^repte da
eosnraaobia da iileaxnacao pobMea, r-SSMaaad
ama reduccaa raaoavel na qnana pedida ; e U-
veraos o desprazer de ser desittendtdos de um mo
do menos cortar.
Em vista do oceorndo demos conhecimenlo ao
Sr. Neiobbyging que nio estavamos rasolvido A
salisfazer as anas exigencias, e em conaeqaancia
disto, j Col a eoaapaahia citada pan, jodicilmen-
te, pigar essa qnaclia.
Coofio qde esta -companliia cao aera foreada le*
talmente s pagar tao lojaalo como exboibtante
pedido. ...
Tren rofuinte, v *. .
A conrpanhia possne seis locomotivas, a gases
se chara em perfeita e-udc. deviop so zelo do
hbil engenbeiro machan,ce o Sr. Maleta Floran!
Leonora. .. '
igualmente posaoe a compachia trtnti e oito
frV.emis o que podemos
fazer prodigios.
Se comtneltemos ommi-sSe, estamos entre**
de graves culpas.
Superintendencia.
R-couhecendo a directori qae um dos predica-
dos mais oecessarios para o bom d-'sempenb-o c
emprego de superintendente e a probidad)*, 10-
meuu para oecupar e.-se logar o Sr. Dr. Caiagei-
la qae entrou em exercicio no dia 17 de novetro-
bro do' am< prximo paseado.
Depois de estudar os diver-os servidos da ar-
recadacio e despeza, entondeu que era necwa-
rio algumas reformas, ma que nao -as devta 'a:*J
todas de chofre, porque seria difflctl executa-la; t
ol -ndia hbitos antigua e pequeos niere.*ee..
Oservic) da carga era fallo irregolKmeate.
endo os conhftcimentoa exigido pelo an. 30 de
regalameoto de 21 de jnoho de 1870 e irao.*por-
tada em loto o trens em \v g.>ns de > eiaw
apesar daa queixas da aa-sageiros e do raeeo- dt-
s-r damnificada.
Determinou-se que a carga seria transportada
00 trem de carga e uunc.i em wag'.o cota o eae-
sageiros.
Esta medida provocou reclima<;ie dc'pasagci-
ros de primeira'lase, em ger transportar carga em qoalquer trem.
can nho* d ferro ssburbmo nao e pre*
tara trao-porw de carga e bigigera em lodos na
trens porque-alero de ser denecssarto ae Tratara,
grande compltcaijo no servil^), demora aa Ta-
gen qae se saocedero com pequeos intervao
durable a larde.
O grande numero de pagerbs do gavera asa-
cada trem. o passos verbae*, e escripto dados a
dlvrsas pessdas prejudicavain a Cvmpanl>i.
E-te servirlo f .1 regulado de conformidale c< so
o contrato, dando se alguna das de praai e can-
sando-se lodo oa paas do govf'no.
M ir. lou se exigir la- pessuas de measalidase S-
paga estiplala 110 cmralo.
A cada medida que se tomava no ientido da
maior arrecadacaa, de accordo cam eeatrai
appareehm desposto qoe aliiumas vezee> m e't
vavam a queixvse reclamaeOes.
A d.ili -ulil ide, senio iroposstbilidade, queiiBRtr
os conductores para arrecadar o valor daa pasaa-
gens, vendeodo bilhetes ao passaueiros de Otiada
e do Recife em da de alflueochi, obrigoo ato-
mar se a previdencia de exigir a aprsenla^ *'*
mesmo bilhetes na occasiio de entraren u a>-
sageiros nos trena.
Infelizmente essa prorideocia, que muito fa-ri-
loo o servico, s poda ser exeentada as c*\c- t
de Olinda e Hecife poraerem fechada, era lam-
bedo indispensavel oa de Beber ibe e na lacr ex-
iliada.
II uve muita reluctancia, a prim-ioio, da par.t
de Signos passageiros era se pres'.area a eieca-
cio de urna rosolueaa tambera simples .juanl. ae
cesarias, dando origem a confelos que felia-
menle nunca tiverara con lequencia* desagrdate!
O descrdito em que tinham cabiJo os bilaete-
da Conrpaoh>a, pela grande ,emissao, tinha erestk
urna sitoafio corapletameoie imprevista.
Os bilneies que donara curso nos trens eras
os da corapaliaia de BoeJe e os da do Caiaee/.a
0 conductores recebiam oa tilhete desi-.e
eompanhia e os davara em troco, onieo qae i-e
passageiros acceitavam eom rarissimas excepi;'"- -
B' 111 .n f'-ta ditfieuldad* que tintiam os sa n
de ores d verifiearem o ralor de untos bilkr.ta
dilTerentes e trocarjpor oatros qae tinhsa de ser
inaiilisado.
Prohibio-se o recebimen'o de bilhetes de svir-e-
corapanhias ero pagamento das paesageae a f-
dnou-se aos cheles de estac5es qoe t oeaovir
por dioheiro os bilhetes qoe Ibea lossem agreeea-
tados at a quantia de cinco mil roa.
Logo que se den prlBCiplo a execocio desa r-r-
dem os passageiros nio se recusaram a recebar >
iroco em bilhetes.
A extraordinaria abundancia de bilhetes >
bunds, que aciualmeote ht em eirenlaeio tronse
atgnma perinrbacao no errl^o e torneo-e* re-
clo tomar qualqaer providencia a efse raspsiva
Aos chefes de esrariia foi prohibido qoe teav
deasem bilhetes alera dos qae ersm neeeesetlr--
pars a vraigem de ida e tolla de eada passageiT
O coojuoto de boas resolaijoes, com o anonas*
tes* trocar por dishelro, no er :riptorle> da ni-
rec0o, Os bilhetes qne fossem apresentsaae, fn
restabelecer o crdito de trae a principio fosara
os brlhetedesu compasis.
Aos cooluctores foi expreesaroente proMai
deix r de entregar a cada pssssgeiro aniessge <:
bilbete inutilisaJo dado era pagamento Ib tia-
gem. ..
As quesiSas que appareeiaio constaaieraeS
entre o assignantea os condnetorn, *sall >e
aqaelles por offsndidos qaando se Ibes saJaia r-
carta de asslguatura, cas'aram eom as arotsaet-
cis tomadas.
Ho se acceiton mars sssigaatura depommre-a.
5 de eada mez, quando se entrega aes ^edractn-
es a lista dos assigoante. ___
A despeza tem diminuido progresivfeai*
quanto ao pessoal como se pletertUsar sata
folhas de pagamento.
No pessoal qne percebe ordenado, rjoarparat-
do-:e a foib de 1 a 15 de nvembro de l9f% eacs
i WlS a 31 da marco de 87!;e fitoe os neoo-
tos e accrescimos relativos ae ordeaaeo do eaaja-
nheiro ha ama diff irenc 1 de tti&Xr a WDJPWa>
Comparando-se as folhas de pagamento ttrftTUs*
da semana de4 a 10 de nvembro eom a de ti
13 do correte, aaa coo-iderando o numero 6>
.rabalhJdores da conservacio, que tem sida reda-
zid e augmentado bdafrme o settltjo elige, a-
cna-se ama differenca por mez de 1:187*rjfjt>t qrje>
ra dilT-renga cima indicada paraos emprega-
prefaz a economa tdensil do t:637#0Q0.
$0 consuoimo tambera se realis. a s{ga0af tii-
nomiai. o que te cb> ja demonstrado ea oai.'a
parte dels reUtofiq,
isda.ie poda ditar a re-nelt
vefao objetaa com pre V
aseriado, e mejuiiooiirei, porunto,
vio gasto para mostrar qae s tentj
economisar a despeza com o trafego.
O wptio e colee comprado pela sompesis 1
1 tetat PRosrse>

Mi
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J
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;*-______i.
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*A

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f^^^MkkUM^ bto i3* ^^irV*!1"
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tres,
es da
eaasi
ftDta,
He Vida*.
^^U-i-maM JiiUiamb'io ii_i87i -a nm^le
ba'de 1371 ipitmrt
m'., o preei medro1 drfSxBQ,,
fi de 11 Mnehdasr leullnd o o
wriMinJw, 16*)**, mal* rqofil latt'
ajitlMde Candil! *k'.
aSeeade'dailjadtVs o grau 1 aemento-' do swrvlco
a desees-nMief, a o Domar* da inaeftraas
serval, evidnata ua o gasto do carvto-le
Jenfcar --, cwiOf^aiRoi (dimtate a ..percollar
m^Mpf4 ihj ^i i)j*.< .H, U-ca nnyi h dada-aUo-efrivBi'laa .ra tomar parla na elabora
(So tant*. mas eon-arantes do progreso date paiz.
dta-TOIata! 4 jilsirtaco'i ittduslriaes que inci-
tailfin astividtde o p qu nos capfties, (aparaos
<9iWilM.i?aiil, a ntiiila* mas consnaidos
seaecfluaineiii*, -stva h* pivunia completa
sedte dasprovui ; e, era nina oec-ssidada real,
a c:h$U Ja io*li,img6as laes, ja, como ineo de
lar1***- "*" cpala-** .para o* de obra* de
alilada nubli.:t, j pira omenur o espirito le
cosrfUjia, |Ud auigjudirij Je orden e do mo-
raiJo i,i u iwoie-lad- beo urgaoisiida.
'ti ooifp-inhta BMItcleeid*' a ei-la da Vcapi-
e^l'taininn-. ma prova do qua p la o edljiroo
txamdm \ati, se ta encontrn- esse poio ma
sfjal da pane dos paqueaos contr,blales, eii
sida*. -a coatra i>nfc j jMidoib su coineoo, Ua
erada ftor pai.\;s igoisrcas ala una, u aguada
peta impaciencia a inexperiencia de ouiro
#C**H /.tena, rjue -ni) quitara aqu consignar,
aaasaueaia, a oiweieucia publica, lem dado
ld*<-* os rebultados.
Si pois urna vinuie do nessj taiopo aproxi-
mar todas aa classes para eompartilharem a van-
(agraM desse* a, que as etnprezas
aadusimes largamente cfarecem; devenios em
<*opnsajS i concn ar cornos notaos nwihores
ttealimeoius para a realisacia de rasa la uteia e
aii eotreier agitacda perniciosas, que sao sam-
are de deploraveis elle i tos.
O aceno com que devais elafer voso: abantes,
dispensa a iolerven<;ao que mulls senhortas ac-
cioaame9' julgaio dever ter as adiiitnist recto des
aegoeios daeompauhia, sem que por is=o dque a
administraran Menta da tnai* severa :i parpare di Mtatoftx geral dos a;cionistas eaas
mas eomioiaaoes ordinarias e extraordinraias.
Pelos eataiuio* aii i limitados o* pjderes que
*- d*'gae< -iHf*f*T\n ; deTO1* pea e-colhe-la
VetMwai' can7. e auvln-la rom vnsaa pie-
oaeonliaai,'!, rpan i-tu honra edeaperta nobres
autimoios fatjacllea que *i mcmid.
K O preai tantala lireetoria.
Dr. SynfrMio Omlinko.
N. 1.
flft'iao "x'.-'ii/ 'f/ Iw o Si wutpankia triihot albinos d) Rei- a OUdu, em 14 ie
wuembro ile 1871.
Activo
T
3
i
-------7T-
N. U
Deuionstrai^UiafMeeka da roiu|aWfIi
;xpr& I! lito*
wRt.

Auno.
1870
1871
i
| I
Prtilojio..........
ttao ili'ja..........
6?> M..........
:-'ii '.'i-............
Cawxi.............
8MM e*r< ipa :
tiaetafto Pert-ira (fe
Bril, apLeiiador___
Aair de Abreu IW-
w..............
!r r'rmcisj i ie I'ii-
laSaJlej.........
Sobres alen les.......
Oeapeas de material
Jjiigios............
De-p)-ito> judiciaea,
Bfasiliao Slreet Hal-
way Comsaoy....
C Starr 4 C..'.___
Tfein roJaule :

I.M7#58S
1 0444*35
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17 Wi3ii
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.21:000 000


'

rt Ice mol.vas...... 69:141WI
59:o7M558
86:689|
39 wag-!..
Bamal Via frrea de Olinda,
pentea, aiaiota,
etc..............
Milieltsem :c.....


S3;6i8#7ifi
373:50>{00
889:152^493
t,O09:374999
isjrttal
Pasfivo
..................... oOihOOOOOO
f lireetoria....................... 43:0004000
Samuel J.linaiun 4 C. verpuol... 19:1714371
Cre lores g-raea................. 4J:8io442o
'.eras e perda?................. 27:8494203
Ccotaa correnles :
*ete?........................ 373:308800
1,009:3743999
n>crip'or o da junpaDhia, 14 de novembro de
IWI.
O guarda iivro!,
Jotio Siarlu dt Andrade.
N. 2.
[temtmttradloda coma i ludios e perdas da com-
jianhii dos Irillws urbawx do Recife a Olinda,
en 14 de noirinbro de 1H11.
Debito
Oefnezaa geiaes :
alodesta conta desde 18 de maio
tt 1869 a 14 de oovembro de
71......................... 22:3274379
Desperas do trafago :
SaWlt rteau conla d-ade 24 de julho
de 1870 al 14 le novenibro de
i%n, 13 ramea e 20 das....... 123:9825738
Hes?ae i|j billetes :
Peks ne as resgaiarnm al e.-ia da-
ta, desde maio de 17I, I tunes. 14:0395300
IMpMo........................ 27:8494203

.190:3984620
Creduj
Commisao :
Palsquecoiieapnlo
a 63 accaa da pr> .
oseira ':o sai, cu-
jea eb.-cnpii r- a
primitivos realisa-
raw ar*ias a pri
re-ira pi.j5lac.iode
SO/J,..........
H^cea :
l..h*>.>- :
Xavos............. 13.').il3380
gatadoa......... 14:0i94"00
Carga............. 4:303*470
A?s:goaiuras....... 15:7774870
Espresaaa......... 6124600
63050C0

189:7485620
E-eriD!orio da
1871.
ci?aDh;a, 1* de
190:3984620
norembro de
0 guarda lino,
Julo Martn de Animde.

ni
->1. >. *-l ^ J -
* 3
9i'
-l-glISlifS
Mexes.
Jolho.....
Agosto...
SteiDbro.
Outob>a.
N'/retubro
Dezerntoro
Janeiro...
rnvereiro
"Ihtgo...
H::::
iDbfl...
Julho....
Agosto...
Seteuibro
1'otnhro.
N.-vernbro
j rereln da couipj tb*/JMth9rmrtnaoM ' 1:800(1000
7rJ0MQ|Oj
MJO5O1
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10
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Carta. AatipuKmas.
4,004000
2S35S2U!-.
564593*
2045780
2414920
343*170
l4*40q
2364030
1644830
4134460
47650CO
VM5100
1:3%3|060
1:4494100
1:8944000
1.574ISO
l:fj75100
(300
8924000
747401%
8154300
1:4665869
1:8075000
404000
404000
405000
1605000
6O5OOO
205000
405000
BNMD
205000
3250OO
305000
3J4000
1:8005000
7:88HD00
8:6815890
ti6mo
10cf435670
11:8835060
11:812502)
11:89#000
6:7305t.D
aaaicar maseavado.
z Ovarenst para LifhM,
o i CjW> saceosit
r:iiaevaao.
~Sprestf, para o Rio da
tS etul;Sr^.;; P'3'Gu..iiariea 200 Mr
s rt) jutorior.
\ecift, para o Kio Gr&i
ga Kocha 20 pipas coa
leoQoltom JljJ'lelargn KM) caibr* jde qna-
dade, 10 arro-baa de estopa de algodio, 40 arrobas
le estopa da ierra, If Uneees A ferro inglez de
3|8 de grossura, 6 oes de comprimele e 3 de
1 de'ftrra iacloz de 6 bol*
largo, II barras
pol#nadaa de
11:00443 "0
W:75*90
14:0705980
13:8^75890
8:3875630
4:30557O
13:777587(1
6125600 19:0315680 189:7185620
1871
1872
De 15de novembm de*ftl71 a 31 dernftr Novembro
Dewmbro
Janeiro ..
Fevereiro.
Mar?).."..
297J00
5324VO
5O530O
7314920
3125900
10S5WO
2:6115124
2:8081000
2:2235000
1:8505080
6S500O
ssyuoo
tSooo
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fl^6,
!7:7r
14 !4S
^trOllOOO
*7f
ll^SQOSfMO
14:7980
2:6425640 9:9935124
Escriplorioda companbia, 31 de maro) d>> 1872.
29JW 725W5W0 83:5f54
O guWla **&>,
Joo Marlint de AUdritde.
______________________L_
T11ESOURAR1A DE F.A/.NUA.
Da 11 de abril.
Fauam remetudos ao Sr. tiie^ureiro. para serem
pa.s.
0111-i.' da pret ieocia, maulan l.i entregar ao
quarlel mestre do priraeiro balalho de artilhan*
a-quantia de 1305000 para a compra de urna ban
deira nacional. 4
Offlcio do arsenal de maiioba, remeitendo en-
tas na importancia de 684'20 para -irem pagas a
Antonio PraDci'eo das Naves.
Rf]ui-rimallo de Antonio Cirios de1?nho or-
ges.
Heqoerimeoto de Flix de Caouliee da*ila
Lobo.
Reqnerimeoto de Hennenelgida GanlIJa'llaFon-
ceca.
ttequerimento de Jos E-laarJo de Siuia L,an-
dim.
Kequeritnento de Juvancio Aureliano da Gudha
Ceiar.
Reqncrimento de J a Uibeiro da'Vaseonce!-
los.
Requertmento d Leocadio Al xandre da Gon-
ce'^aj.
HtTieriraento de Manoel Joaquini ^In-Silveira.
Poram igaalmpnte remettidoa ao -Sr. pagador
para serem pagos :
lle'iueflmento de Josqnim Feliciano Franciso
Martins.
Requerimento do bacharel Sebastiao Cordeiro
Coelbo Cintra.
Swvindo de offkial-mator,
Manoel Jos Pinto.
?UBUCAC0ES A PEKOO.
O
Ai bu
Hr. Jos \uiouUt le
qucrqiic e sen \roc
fio Jornal do Recife de 21 do correte t-se nma'
correspondencia asignada per Ji Autjoio.Je
Albuquerqu ., na qual, referuJ i-a.1 mim, diz, no
6o oerioi1: que eu lulo Ihe propoetoUaM e fa
cilitava, l'izendo-o naedilnr em minka influencia
para cotn es autoridades da comarca, e que ludo
poda, fazmdo milito valer minha inlimidudc com
o Dr. promotor puoUco, e nao menos com o Dr.
lodo Paulo MoiUeiru di Andrade.
iNj exactoa verdade esta :ai les de ser
procurado p lo Sr. Albuquerque para .-.m s.l.o
gado, sabia, em coaaequeucia de conversa, que
tve com o Dr. Joao Paulo Mooleiro de .Andrade,
estiodo prefeute o raajor Domiogos J se da Costa
8raga, |ue elle nao sena preso antes de colpa for-
ma^Ja, per ter o luiu Dr. J. P. Monteiro de An-
drade is'.o acon3elnado ao juiz municipal supplen-
te, coronel Lopes Lima, que o consulta 1 sobre o
procedimento, quo devia ter, tendo o fundamento
.le tal conseibo o ser o Sr. Albajuerque um pro-
prietario abastado,. dTOlo. por isso toda garanta a
:)-'.oj, e tendo, a'n dsso, lodo o ioteresae em
mostrar-se innocente peranie a s'ciadade. Poste-
riormeu'.e vindo mmlia cia o juiz municipal,
tratando, entre outras consas, do Btocesao j Sr.
Albuqueique, afUrmou-me que nao o prcud^ria.
De ludo i-lo flz scieme ao Sr. Alququarque por
occasio de mostrar-so receioso dd uma priaao.
D'aqui se v que eu nao illud o Sr. Albuqoer-
qae, fazendo o acred tar em influencia imana para
com as auioridades da comarca.
Qaaoto a pane que se refere miuha intimida-
de com o Dr. profaotr pnblico nao a uego ; afflr-
mo porim que ella nao tus faz Desviar do compri-
mento de nossos respectivos deveres, e poaso a pre-
sentar como prova dsso o '-r o mesmo doutor
dado no procesao em quesliu parecer adverso,
qaaodo, secundo mioha opiniao, podia te lo dado
favoravel. Fica pois.demonstrado que Insxscto
o ter eu f^iio valer essa intimidade, tanto mais
quanlo o juiz proccasanle nao est adstriclo ao pa-
recer do promotor publico.
No 8 periodo l se : que eu disseja ao Sr. Al-
buquerque que nao sahisse da casa di major Igna-
cio Viera de Melle e deixasse que outras violen-
c:as contra elle se praticassem.
Nao \ assiin. Eis oque eu disse peranie mul-
tas ue9soas gradas desia cid&e : O d'legido nao
pode prende-lo se nao em trinde de requisicao do
juiz procestante : a pnsao pois nanifestamente
illegol. Em Nazareth deve haver um homem bas-
tante enrgico e corajoso para se oppr aos actos
de violencia e arbitrariedades do prepotente dele-
gado de polica Jodo Cacalcanlj Mauricio Wan
dtrley. No seu caso s iria para a priso arras-
lado. Entretanto obre como entender afeando eu
tranquillo evt minha consciencia de o haver acn-
selhado de conformi-lade com a lei.
Depois .Ih-o o Sr. Aibuquerqne ergue-se da ca-
deira e vo'la-se para o executor da ordem de pri-
rao, a qoem diz : Sr. alferes, nao me entrego
priso, mande arraslar-me pelos seus soldados.
Em seguida exig A* Sr. Albuquerqoe um por-
tador tara a capital, arim de entregar uma caria
miuba ao Dr. J. P. Monteiro de Andrade, chaman-
do-o toda presan. Aols de sabir o parlador, li,
em preseoca do muitaa pessoas, inclusive o juiz
mnnicipaJ, a carta que escrevera ao Dr. Jao
Paulo.
De volts do Recife o portador ironice me um re-
cado do Dr. Jaso Paulo, dlieodo que sHiria aqu
no dia seguintf, oque^Dao se reiiilcou per terem
sobrevindo mcoamuJos graves pessaa de sua fa-
milia, cano outorio. E' pois evidente fue ainda
sobre este- ponto N o autor da cflrresponden-
eia, aa-igoada | el Sr. Albuqnefque, infiel ver-
da *\
No 10.* periodo l-se :queeu nao quz ser tet-
temumka de tamaita immoralidade. ov antes de
um anne, qm praticava urna autoridade. q*e sem-
pre dnpreza a lei por seus caprtchos.
E' ?erdade. Nao fui testemooba do acto do ar-
restan) en to do Sr. Albuquerque para a adeia, nao
porque me laltasse o preciso animo e dsposicao
para Mr com eite tambes arranado, amo decra-
fon o dnlegado de poiieia, mas porque eise lem-
pe, a ps-ditlo do Sr: Albojuerqne, escrevta en
casa do Dr. Joao Bezerra ale Mello diaaa cartas,
anta para o baro de Cloyanna e outra so Dr. J0.1
quim Cirra de Oliveira, narrando ambos o oc-
orrtdo, t ped o do a ate. uluao, de qam se diz
o Sr. Albuqoeniue amigo intimo, que apresa?se
sut'-v/inla para Nazareih. E datnpqoando fui avisado de que o Sr. Albuquer-
que ia sendo arrabiado para cadeaa. linmedia-
UMOka, eonpanhado dos Srs. MaeMe**Mr Aninnki Aureliano Lopes Coutinho. Dr. Joao'Da-
terra de Mello, leneotM Joaqutm Nones Machado
Ooolinho e Orlando"Miquilioo de Almefda, corr e
ao ctvwar airada da roa de Payaaod anconirei
d Sr. alferes Geminiano Alfreco Velioao ala Siivei-
Albuquerque com v*rd*deira sor^rezt miuha,
poi que, at aolao, coohsoia-o apenas de aula,
tendo aiJo ja advogada coatra a Bvm. Sn. D.
Maria BafDasa de LuSena, li j; sua espxaa, no in-
ventario de- seu finado marido o watauie oro-l
Joio Birljjia, o fjjMH^-^tttforaj o Sr. Albu-
querque, pjia q,te >dIJl> a** dd t-rmiuado
esse uegocao uu logo depois n*t, devia (azer-iaa
nao esperar aatnat-Haaate coavu-.
Cond > tH4t'odo tpie nao me arreccio.de um
joJto-d>s-pesgoas hnq'aeTiue, etn'.assTm que vnu u*ar't n meioa
que a lei rrte'fcm*ia,-para htter if) mmi senhol
os meus honurarioa pelos aarvi'Qha pre-ilos cuuij
seu advogado ni (>r/niCo di
ment
do eu
tva
por algum meu desafecto.
Nnarelb, 3! de raarc) de-1872.
Manoel de Macedo.
,
-Uma -expiiettQti
Os qoadros hislorcos da justica de 01 uda
eslo escritos-'portal form que parecen)
dar a coaipreUeudsr que o juii muaidp.il
de Olindi coocedeado me..vst, como ad-
vogado, na ac?3r t Hb^rdade intentada
ctitra ocuilj Pranclsc' das Goagas Sil
gneir-', fez-ine com ato avr.
Protesto contra isto.
Se a advocacia orna industria e como
tal garantida pelo att. 179 21 da consti-
tu gao, se por orliro lado, como beta coi-
diraaa os, ^mts errad )s pelo aullior dos
qoadros tiutoricos, a decrelago de incom-
patibilidada nu exercicio di'advocad a tu
porta um obstacrjtrj a onflin'51 da? parte.,
claro .que o'.Juiz municipal de Olinda,
apzir de xercer a m aba profisso oeU
ci mde, iSo pudii me negar vista ctnn o
pretexto de n3o ser dHMCitiino em Oliada
Alm dis. cura -BQ.nhi fumiia em n^o loa binaos sal-
gados, e neiias uiaoameute (K)ssivel negar se-ojo a vista
pedida.
Mas a prova mJis cabal de que o jota
municipal Je Onda n3o m fez fiv.vr est
em (|ie, depai3 de me bavcr coace li o vis-
ta na aeco de hli;rdado, e sl;>) l > a p t-
ci em que se concedan vista em poder
ib) escrivio para juala-U aos sutos para eu
os fazer com vista, o juiz cooeaiio ao Uo
jmenlo da man constituale apezar do es
crivo informar de estar em seu poder a
peti;3o em qae fftra coacedda a vista.
Creio, pois, que o jolz muoicpal de
Oiinda, negan io a vista que f01 pedida pelo
conseJlieir' Paula Biptrsia, |elo facto db
sar domiciliario ndsta cilade, e m'a COflC1
dendo ai o fez mai> do que corregir um
erro ou arbitrio de su paite.
Recife, 12* ii abril Je 1872
Girm.i Prenle.
tte do Norte, pa Ma-
-.ou : "Tose Barbosa da CarvMio
btrrresj c*a 437 kilos de aasnear rti
nado.
Na baretca Triumpho do Recife, para Macad,
carrujou : Manoel A. Soa 12 barricas com i,172
kilos da aaucar LQcavado.
ftiegftEDOWA Mr, B15W)AS INTflIWiS
GERAES
Readimento do din*
Uta nar/dia* li

J^PpiAWBCO.
I 1 Vil. :i0.ifi8*65;i
rnni
.
;t.3.)'i*7i
'-
33:JArM7t
;r-
tONSUUO PROVINCIAL,
ctdiadiahawo do dial n. 5i.:i35iM
(deudo dia 12...... :i;i05*i9
-
.1
5o.753*il8

COMMRCIO.
PRAU'DO RECFS 12 Dfi ABRIL.
DB lb72.
* 3 1/2 HORAS DA TABOR
Cotages officiae3.
Aasucar bruto americano 23103 por lo kilos,
hontem.
Algodo de Ia sorte 733 ra. por kilo.
Algodo de Mi:e I* sorte 769 ra. p ir kilo po-t <
-a-nerdo -a fraede 7i#d. e 6 OtO, botrtem
Dito de dito dita Tfit n. por kilo posto a boro
afrete de 7|8 e5 OfO/hija.
k.g^dao da Paraliybt 1" sorte 7W rs. por kil.
posto a bordo a frete de 7|8 d e 3'0(0,
bafe.
Fretede-algolo de Macei para Liverpool 9(18
d. e 5 0,0, bontem.
1. P.1 Pinto,
?rsident.
Duboarcn,
SecrTao.
-------
AiFANDKGA
AaoiiB'Hilo do da I a 11. .'isi:7i>7WJ
Idam 00 da 12 39.067*7o:t
ttr8ovf!.'!
___________
Descarreganj hojo 13 do abril de 1872.
Barca.portuguezaLiia- varios geueros.
Patacho norte-allemaoHeleneidem.
Barca portuguezi Mara I.uizndem.
Brigua auslriaco Die Zeveis Rniderfanuha da
., trto- *
Barca rratvaaaa Vta*#)i$vioiw.
Patacho porlugaez/i>i Barca sueciHehemeraadoriaa.
Barca loglezaMagnolia dem.
Barca inglezaDolphim idem.
CAPAfAZlA DA
Rendimento do ia'l a:li.
dem do dia 11 ... .
ALFA^BEiA
4:9135479
5555609
-
r, qw di*se-nes que o Sf. Albuquerqoe ja-***- -saccas com
Volnmes saWdos com fazenda
dem idem eom-genoros diwsos
5:4715088
196"
4t
6li
Somma
Despachos de eZporlapo no dia 11 "d*
abril de 1672.
Para ot porto do exterior.
No twio MaKo OkaHotke, pura Cronstad,
carreiraram : KaHer di C. IW-nmcm cm 11,8715
kilos de algodao
No naTio
pool, carn
Lord Crjttai oct, para Liver
mM c. 370
a na cadeia. Demoramo-nos aigura tetdoo nesse
lagar, onde tamb'ir, esveram o capISo Fraukltro
Altes (le Soura PVa, o Dr. Manoel arara de-Oli-
velra irello eo uwjor orhin\o Braga? e fo en
to uando soube que o. delegado de polica deca
rara que viera de cata dpeato a mandar.nte r
raanr .para a cadeia em compmnhta do Sr. Ahbcr-
qbrqtte.
ftespondendo ao escrlpto, qae- o Sr. Atbnqtrer-
e assignou, s ti ve em vista restabelecer a iet-
ie dos faetn em relacao a minna pasada, e isto
relo ter conseguido, deven'do smente aceres-i
c'eatar que fui convidado para advogado do Sr.'
Nj brifio^rti\>rH"iJMa>U>VI{raaA/ejaaS(!, para
Listoa, c*rrtrao>. : & R. fttrilo A C. 530
-acco.a coa40,422 kilos damsauanr bnno.
Nj brigue sueco Salem, para o Rio da PrJta
caf*rmm : P. Ctmefro 4 C W baftfcts cm
2,30 kn*iale lntil braiico.
ito:|MtMiV) owie-eileddio Eliti, cnK o-nrc
da Ettta a>arr5*ram : Jas da S!a Luyo i,
Fimo 28o barricas com 28,288 kilos de assucar
braneo.
Na 4>nrca ioajlnza JAirsi Ctok, para o Canal
carregaram : Adarason Howe & C l.OO 'axxvs 'Iras de er, 10 varoaa.de eakr* de 6|8, -90
mo 112,500 kilos de assucar masca va io.
Nanos Jrtmdos Araesj e porios intermedios8'nifr, vapor bra-
slMW'tiwJaW.de tt2 fenetoV, c .romaodan-
Is Wllo Gemas da Silva, eqnipageaii 15, earga
-Ufodo e outras gneros ; a cimpinbia Per
nambneana.
Itlo-^rande do SolMdia* patseho n-scjmal Lin
l'Ftor, de 22ttotwladas, eapilio JoaqnimCaeta-
no de'3uia,eqaipigam II. sarga 1vl,000 arro-
bas de carne ; a Hezeode ^ C
Ido de JroH das, biaw nrasteiro Goitaes
& Sanio*, de 440 touei*das, capiiao Joav ll-lle
. xa, ^qnipagen 8, carga arric* asas ; a Fu-
reifa-Viaiina ftC.
MoDtflvioo 35 Aas. pataeo rlema-i EUze, de
123 toneladas, capito Hensch, equipagein 6,
xTinr 143,833 kilogrammas do carne ; a Haltar
Oiiveiradt C.
Monievido-38 das, patacho bepnhol Fomento,
de *J0 tnneladas, capniw Alsina, eqtupagsm IB,
aniastro ; a Amon-n Irmio 4 C.
Rn de>Uaineir2 das, polaca M-paanola Frnn-
cisguta, de 170 tonelada*, carita .fuvean Mir,
e?Bl|Hgenl""'lo, carga cal e outroa gneros; a
Loyo & Filhj
J/aVO sahtdot no mesm Ota.
MamangnapeVapor brasaletro -Gururipe, oom-
mandante Aotuaio Das dvisTJaotos, carga va-
rios gneros, f Z?*Jo X
(lio da BralaUngu* suso S-ilem, capitio F. 0.
Forsell, carga assuear.
nnm.

O inspector da aifande^a lax publico, \a-, ci
aran-I-nJ> para sabbaJo 13 do crreme o leilao
drirartirda taereadorias, atronnciadas uo edita:
d 5 dsate mez, quo 'deixirJm a, sur ''rreoiala-
las.
Alf.nlegi de Pernaixbu'r' I! de abril de 1872.
O innpeetr,
Jnqmm Jti<-.l'~ tII*,;<
------------------------------------------
*r
*i0 4; ra *i-lj / t-m
die afirII de fsri
0 Sr. in.apec.or de saude publica maada iaav
pnblu: para conhecimm'o dos interessados o ef-
lleh-ttbatxo tr80i dirtgtdo e-n 2
de marijo plo'Exm. ir. censelheTo preaideuts da
pnvincia :
Scela i.*Palacio da preidancia da provucia
de Peraambuco em 2 da mino de t8?.
Em resp uta a ana cinsulta comida em oiflcio de
12 da desembro da anuo pas-ado, relativo ao fac-
a abusiva de terem botica indivrletos sem (Mulo
legal, laxando Mgurar euiao re>i>ousavei un boti
cario hahiliudo, tenho a diter-lne que pelo Kxm.
Sr. raioiairo do nnoario. a cu)oconnecamauo ievei
referida eo-jaulta, me (ui deeiarirdo em aviso de
12 deaerfiro oirtmo, qua na di-puslca da 2"
parte do ari. 56 do.negutaineoio de 29 de seiem-
bro de 1831 ocontrara V. S. o corrfctio para le-
m-ihante abuso, que nao conam de ionaa sej
tolerado.
Oulro sim qua nao permiltido lar botica a in-
dividuo qos nao seja tuticario formado, ou qua
uo ttiha liceoc do govrno para esse lira, e que
nao seja tambem dono da botica ; (loando enten-
dido qua o boticario mistas circunstancias nunca
podera abandonar teu eatabelecimeuto sem qoe
deixe pessoa Habilitad i para Uier soas veres, con
forme determint o art. 5i do citado rega'ame to ;
o que tudo cominuotco a V. S. para sos aeieocia
e lina c .nveu.eotes.Daus Guarde a V. S. Jola
Jas-deOHverra Juoj'ieira. Sr. Dr. io.-.peetor da
saude publica.
Oulro sim manda o Sr. iri'p clor de sande p-
blica fdzar scieule ao- Sr*. boiiearios qua na se
acham as circu nstncews'iaditvidas co aviso ci-
ma que lies Ga marcada o pra;o de Iriota das
para atiffaierein as exigencias do citadJ aviso,
sob peca de Ihe srrem comminatras as pena da 2*
parle do art 56 ; e para isso manda publicar a
integra dos aria. 52, Ci e 53 para que mu|uem se
chame ignorancia.
0 escrevente
Jos Eduardo de Sania Landa.
Arta. 52, 5 e 56do regulamento da 29 de se-
tembro ale 1831 :
Art. 52.s bolicaiios dovero admioii-lrar suas
boticas por si pruprio-ve nao uddero ter mais de
urna, on abrir ostra pur sua oonta seta qtta po
nh.un para a- admiaistrar nutros .boticarios igual-
approy^doa pula es; da de m^lidna, segundo as
babilitacoes que para vs^ fin fnen ordenadas.
Art. 84.Os boticario- a drTigoi/tas oao abando-
naro suas batica- un itrogarias'snin que deixem
em seu iugar pes.-oa habilita la jara faxer ua>
vezas, se do ern coraaiettiio em sua au.-eacia por
truca de stib-iancia uu alliaacj de dje resultar
damno, (icario eiies sujeilos sua aali.-faccao,
a n daa dentis penas e/a qua possam tnoorrer.
Arl. 56. Ga boticarios matricuiadjs na confer-
midade desta ragniameiito na 1 precisaui da ucea
(a daa cmara inuni:ipiea o ira exarca.' a pilar -
macia ou abrir botica ; quaporeni as abrirem
sem esuretf matriculad ou jue as tiverem em
noice de uuiierc, al-m da mulla de cen oul res
fachal*ao a'botica. as reinc5*anclas, al.u do Jo
bro da multa, sarao eouliscados oa remedios e vea-
Si los para a de-p-z com a saude publica.
,*dja venda fei
0 Dr. F.amusco di assis de IWiveipaMacie), oa-
valleire da ordem de Ghrislo, jmz da dieeisn
privativo deorphaosd citada da Recife e seu
termo, por S. A. Insjaernl llafeata, em nomo de
S.M- o Senlior O. lladr.' II. Imperador do Bra-
>ii a qurm nue guarde.
Faco saber aas q ie o t)"|,seu*e edital virem, que
oos lerinoa do are l*0i 'dierela aumero 1695 de
l.'i de eetembro de 1169, dentro da praso de 30
das contad 1 da palicacao de.ta, receber este
jbizo prcpstas por carias .-ehadas para a venda
da e- era va parda de aome Mara, perleucenle a
viuwa oaeieira e lilas u.ttl*ax do liaaio ba-
chirel J requerida p ios inierasaaJ
Epara iiw StjSjna ) aqbeainwnto de todo
mande: p.ssar o .presenta que ser atibado ao la-
gar Jo cosiume a pub'.icadD pela tmpransa.
Ddo e passado nsia cilade do Recita aos dez
das do maz de abril de mil oilo cenias e setenta
a dous, quinquges'Iino pri metro'da ladepsndeu-
oia do lmpftro do Bfait
En Joo Tiburct da Silva (oimares, escrivao
Je orJh3os Interiu'o suBsrsvle asrg00.Recife IO
ida abnl da 1874.O escrivao dd-orpnasmurma.
lado Tfifr'<-'tdjJBa Silra GAlmares.francisco
kte Atis Oiiceira Ttcil.
^fmm^mmt^tlsmmmm^mmmmmmmm........
0ECLA8AC0ES.
.---------------------------------------------------------------------- < -i
Consellio M compras de nia-
* oWrWe tmt, as 11
O todlellio no e
libras da manh
diques do estylo,
piada seguintas
10 pacas de-bh da Ruiiai^ duitaa de broclt**
orud, 6 raarria de alaataao da Soecia, 6 arto-
praab as con-
mawPlal da ar-
ados de farro 1
200 palmos de chumbo en
I

argoe 1 1|2 degrosanra, 12 lencoes de ferro in-
glez de J6 da grussura, 6 ps de domprlmeato e
i de Isfgo, ti feocoea de fetro ioRiex d-a TtA &*"
IgrosWra, 6nis de comprtmento e 3 de tinto, 12
'hafrts de farro ieglet de 3 pdlSfSdas db largo, I
llfrffe'gtosura, 10 arrnss 'de grixa do Rio 6rn
de do Snl, i arrobas de ,'mha atcatroada, I u-
zias de limatdas de Iff a 3|4, 2 arrobas de linha
branca, 100 IMhSJ da lisa eameril. 20 duzias de
lapis prelos, Wpocaroa de foHi*, 4r> resmas de
papel pautado, 80 libras da secan- de zinco, 4
arroba de aeeaflte fexe* de ouro, 20 garraas de
tiota de e.-creveiprc|3, 3 dMlas de (atoas de as-
isoalha de poeAfa, e400 ps de trilhos de ferro.
Tarobem o eaiiselho no menr'noado dia 15 do
crreme rtm contrata de igual rma o f jrneci-
ment por (res me^s nodos em juot prximo do
segnnto :
ara os navios da afolada e eslabalecimento
da raarinha.
Lenba em aehas.
Para imperiaes marinheiros e apreo
dizes ditos.
;BWnlias"*e baeta arol lalo o e.:rpo i !|2 pal
ImSa da romprimeato e 3 as mangas inclusive as
paiunoe, camisas ditas tendo o dorpo 3 palmos de
campriraento e 2 as mangas inclusive os punhoa,
^er*d3deedi prea para grvalas.
Para aprendires artiliees.
aaeodoade seda pre la para grvalas.
Para marin a^em.
Camisas da bao.a azul tendo o corpa 4 \\i pal-
mos de'comprimcnto e 3 as mangas inclusive os
panhe;.
Sala das- sessoos doconsslho de compras de ma
uiha de Peraambuco 9 de abnl de 1872.
0 secretario,
__^_______Alexandre Rodrigues dos Aojo*,
"Capitana do porto de Fernambuco 11 de
abril de 1872.
AVBO AOS NAVEGANTES
Para scieuca dos uaveganws fax-se a'pnbhca-
cao- que e segu :om referencia ao pbarolele-do
Chapee Vtiado.
Pharolete do Chapn-Viradn. L-atttrrrre 1*7'45"
Snl; Loogitnde 5 1 80 O io de Janeiro.
listo pharolete quo e compe de nma col uan
de (evro de ii pe de-altura sustentando uma
laatwyia dequatro lacas de vidro incelor dentro
ido qual ge acha o apparelho catadiopluro, est
coHoc.id 1 na pona do Ch p i- Virad que demora
a 3r>S vardadniro do colovello do banco de 3ra-
gacca, na distancia da 40. 6 milba do pharol lluc
tuaote que all existe. Sua tas lixa, de cor
bi*aaea,!e aleacca termo medio 8 railbas. Coovflm
nao approximar" deste pharolete, quer de noite,
quer de dia, por quanio en lorno da pona se es
tndem recites alagados qua demandara uma res-
guarda onnea raeoos de ama mitin. Para 24 de
fevereiro de 1872.
Caof arme. -ecretaria da capitana, Aaolino
Tavares de Macedo.
O secretario,
______________Pecio de Anuiuo Fonseea.
Juiso de orphaos.
Ti-rji-feira 16 do correte, depots da aadiencia
co Sr. Dr. juix de orphaos, se v9ndi em prsga
publica, aTeqnerimentb da viova ioventariante do
tinado commendador Joao, Pinto ds Lemos, o so-
brado d 1 qualro andares sito ra do Torres c,
14, da frtgniia de S. Pudro G >ne-ivj*, arafadd
em 14:000"00 : s pretndanles, podem vfir os
editaea na mao do Sr. Almetda, porteiro das au
dieucia-.
Jiiizo dos Icilos da fazeaila
O Iilm. Sr .Dr. Jajuim G.ncilves Lima juiz
de Dir. Uo a piivativi d fazenda, manda putil c^r
qie a. >uas addienoias daste juizo uru luger
o as srxtas f iras as 11 horas Cu maabaa no m-
nruo columa.
Recif.-, liaia abril de 1872.
U eacrivao
Antonio Luis do llego Brrelo.
qu.
que sampre cotnma pr>diga|i-ar qaMIes
rasarreu a ua alta muiiiilc,-ic.a.
Aproveiando o ensejo, rumsvMhe frideetr
ao direotor da eompnnia SraauMea,xy bavar
promovido Rratnameme o eapseamau as1
nunciado, facilitando-Ihe os meto da asij camo lio pode ratorvad de rilMSar m
voto de sincera s eterna grttrdie diguarem caad,nvalo.
DOMINGO 14 DO GOKlWrlW.
As 6 horas ti a urde
Decima lereeira r,epresentr^u) do enllmsiail:
carnete, applaudido drama-sacre :
I HiLUIIS
DE
mu
H. I8EMRUICTO
ou
o iwumm m jwilu
Oa bilbeies scham-.-e desde ji 00 eav.ripwrw i
tbeatro.
Principa s 6 horas da larde.
N- B. Prpara se o nugaitico drama en .'
actos Triota anuos ou a vida de ana jugador.
_ AVISOSLMARfiMesT
Companitia americana e kisDe-
ra de paqwBtes a vapor.
At o dia 15 do correte e esperado de New-
York por S. Thomaz o Para nm das vapcr|jf|a
cornealhis, o iiua; depoi da demora do oseta
me seguir para osportos do sul.
Para fretes e paesagens, trala-se com os ager.
as Henry Forrar A C. ma dr onayercio n.
COMfANt.V PBKNAMBUiiAA
DE
VaTegar^ito costefra por rapor.
Macei, escalas, Penado e-Aracaj.
O vapor Jugiuwibe, commandaou
GotihPrme, seguir para os por
los cima no dia iodooorrdMe
as 5 horas da tarde. Recebe car
ga at o da 13, "i mrnaerh
nheiro a frete ate as 2 hora* da
escriptorio no Forta dV
iassageiros e
arde do dia da sabida
dallos n. 12.




COSPAMIA FRAiVCm
Sabliado io de
ESTRS DOS ABTIST.aS
Mlle. &tathilde Lafonrcacle
Mr, Chantal.
Primeira repres-enta^ao por eata companhia da
magnifica e desejada ooera bulla em 4 actos :
La Grande Bachease
de Grolstein.
( Msica de Jicqties Offembach) '
Disiribuicao.
L\ Granos Duciikssk Mlle. Lapourcade
Mr. Gamhier.
Mr. Chantal.
Mr Halhleib.
Mr. Hurbaio.
Mr. Sguin.
Mr. Barbot.
Mme. Poppa.
Mtle. Zlia.
Uil*>. Sarah.
Mlle. Cacmlle.
Mlle. Lea.
Mlle. Raohel.
cantimre?, ufllciers, sel-
pagas, itoissiers, payasos et paysanoes.
Principiar s 8 1|4.
Depois do espectculo ha ver seuipre um Irem
para Apipucos e pontos ipteraieiios.
AMANHAA
Domingo 14 de abril
As 8 li/f
Seguada represenlaco
ata opera buffa en 4 acAos
De OUembacb
La Granie Duehosse
O pafeUde. protogodlsta sfrt desemdenhdo por
' ? Ule. LsfoarSadt.
llavera trem deeois do-eepetieealo 1
Fede-se aos Srs. assigoantas e as peaanas qae
aoetmmendaram camarotes o favor die pru:ura-
rem es repeetivo oilhetes at ao meio dia, aflm
de evita' reclamac6es.
-----
rs ooln
Fnlz
Le Prince Paol
Le Baroo Piuk
La General Boum
Le Barn Grog
Nepooiuc
Wanda
Iza
Amelia .
Olga
Cdarlolte
Uoa >santioire
Seignatirs et dames,
dats.
COMPANHIA FEHNAMIUGANA
Varegaco cosleira por rapo*.
Parahyba, Nau, Maco, Mossor, Ar-
caty, Cear, Mandaba, Acarac
Granja.
O vapor Pirapama, comraan
danic, Atrvedo, seguir para
os portos cima no dia 15'dt
cu rente s o horas da tard*
Itecf be carga at o da 13.
cncoktmendas, passagens e di
a ireo) a .1 as horas da tarde do da da
no escriotori do Forte do Mattos n 12.
COMFA.NII1A PEKN.\MDUCANA
a
tfavegag* ov;tetra por vapor
Goyanna.
O vapor nacional Pmrahy-
0'',seguir para o porto ci-
ma no dia 16 do Corrala ;*
9 horas da noute.
Recebe carga, 11111111 1
das, pasaageiros e dinhetro a
no escriptorio do Furia do Mallos n. 12
PAMA O
PORTO
pretende sahir cjm pooea dMuisis a barca por' -
gueza Social por teram i a; parta de seo e;rr-
gamento engajado, e para o resto qaa ihe (arta *
passageiro, para m ijua.-a lem bons ronxnod;-.
tratase coo o consiguatario Jo.iquun J galvea Bellrao. ma do Commercion. 5.

BAHA
O navio allerr.o Margarellie segu em poueos
das para a Baha e toma carga para o mesmo
porlo : a tratar cam Keller 4 C. ra d) Bom Je-
sas n. 55.
1 111
LEILOES.
LFlUrO
DA
o

THE4TR0
\mm 0B4M Tiro
Sabbadn 13 do emente-
Recita extraordinaria
KM BENEFICIO DB
D. Jos' Jforia Zuasol i
Kmprexano da companhia equestre, que (anecio
ou nesia capital, sob a ilirejcao 'de
D. LARGOS CASALI
ftepresaaatar-fe-li* o imaeriante e'inu.to aaaiau-
dido draaaa em 5 acias
flJlfiWTM
Terminar o espectculo com tima graciosa
O reato daa mlVtea avena-te no escriplorio do
tltaalro.
i -PaiMipiar s 6 I [i.
- J
:,
t Ao respeMavel pabJie
UCOTIItiailO IUUUO ^ta\J niqDiff) ^ ^
Oa impwWsV'^wingOT'Ta de*T*JfljTroT
neOeie, alim de podar retirarte paree *-u ipek
natal, aaade lem todae probabilidada-de a,iriorar
a aoa aree>rU tiiuaco.
Coedado, perianto, oa pro\ erblal beoeeoieama
do illuttradapevo pernmbeoano, pera c)a pro-
tecQo apella, espera merecer o aocessarid apiio,
ki
Loja da ra do bario da Viftria o.
denoainaia
Bjzur da Moda
Constando de :
Armacao, bab-i, canlieiros ga?, movis, cofre
de ierro, fazenda*, miudezas, ioiss, divr. -
utencilios, e dividas di esiabelecimento, (gsraa-
liodo-se o arrendamento de todo o pioio.)
HME
3 10 horas
O agente i'.nt.-, autorisado palo proenrador da
lirau Jos de Sauxa Soares & C, levar leilo a
armacao, (uzelas, dividas e mais objeclos acio; i
mencionafios oert ncectes a lc-|a darasNva :
50, conhecida p r Bazar ua Moda sendo q_.
ditas mercadSnas sero veudas para pagameui
dos credorfs.
Os pretndeme? podero nbter qoalqoer infor-
raaco do retando procurador a roa dj Ur-i 13, ou em u eacripiorio do reftiido agette, a tu.
da Cruz n. 38
Leilo
DE

lo acfes da companhia de segaros Uti-
dade Publica e 10 ditas d* Basto u
Brasil.
*
K
HOJE

A" 1 HORA DA TARDE.
Em treme a Associaco Commercial Beoeli-
eeote.
0 agente Pinto levar teilo, precedlla com-
petente autoria; cao, da 10 ao.3a do Banco do
Brasil e 13 ditas dacompaohia' da .egi'js Utli.-
dade Publica, s (1 horas do dia cima dito, ti
aorta d> A^offlat'go Cnmmrci-.l.
LILAO
DE
HTOVEIS
L' IJCA. CRYSTAFT3 E OBJ5CTOS D PRATA
Teroa-feir.1 16 do corfoie.
A S ABE li :
Uma mobilia de itigeo iuuiiu stm censeraada
constando de 12 cadeiras da gaarnico, 2 ditas dt-
br,r, i consol!., j -rditleira oom pedra e i I ptauoo, 4 qaadros iinaortanie>, Jdjraade i
jarros da podra, i par da dlioa vidro van
delabros de criul, 2 caleras de baptnca
rtid, 1 par de esnarradalras de porwt
p*iegrande
Uma mvbilia de jacaraud eem tarta
guareieao. 2 ditas da^racoa, doaseilM
ttm cooi-eedra, 1 se*, 1 lelei--d Jll
mesa elstica de amarello, 1 apparador ie dita, t
guarda-looca de dito. 42-eadjiaa* delata, 4aa-
deira'de balango de dilo, 1 qoariaaeita ala sm*
relio, 17 cadeiras da pao d'ota, Icodtmoda
amarello.
>
A
""
--------------,


ai
1 -
V
4
'^f.fr*r^.-i-fil^J*&JMi4\hiW*
Daas baneai d raogno par jigo, 4 lavatorio *e
araareHo com peora, 2 cidoira oo
china de copiar cartas, 1 oai
parnUiia pornalan*. p.r aja*a^nnqraanlgOWB,n aiui, 1 lapsrelhj para cha da eteotr. prata, gar-
rafas de cristal, campotei.-as, eaHees, copos e oJ
irara.an miinm !'
' Goiharaa d prata para soupa e ek, l salvas de
preta,a par de casHoaea de praia, 1 espivitadeira.
USA DA F0RT6RA
Aes 5:000*
Biihetes garantMoe.
I r a Prinwiro de Mar?o (fr'oM raa
Crespo) q. 23 3 casas do cosame.
gario e facas com cabo da electro prata e e mar- -., ^ to, u^m^
fim, 1 rewolver quasi novo, 1 binculo para tea-
tro, i eosmorama com ai competentes vistas.
O agente Martins far leilo de todos os movis
maia objectos cima, por ordem e conta de apa
faAiHa que se nuirou pira Eoropa.
No segundo andar do sobrado n. 13, defronta
da igreja do Gorpo Sanio, s ti borai do dia ci-
ma. ____.
T Le il a o
DE
Cerveja branca ingiera marca H.
Terca feira I* do eorrente
O agente Pe-lana vender em-leilo, por coala
de quem pertencer, cerca de 16"0 barricas de cer-
veja branca, da acreditada marca H, sendo *>'fS
partea m meias garrafal. Tercafura 16 do cor-
) id Caes de Apollo armazem de Tasso Iroso*
Ar,bam-se venda
oa bilbetea garantido! da
a beneficio 4o recotai-
kaeto da r no sabba-do iOdo correte
PRECOS,
Ililuele inteiro
Hato nete
Em poreo de iOOjOOO para cima.
Bilhete inteiro 5*800
Meio brinete 7X0
Quarto t375
Manoel Martins tfinza.
AVISO IMPORTANTE
Os-aswgoiados, contri risco de togo companbii
kufl.
Sio 'prevenidos que a agencia desta corpanbia >ch
S. J. Soatutoo A C.
38, ron do Coaanercio, primeiro
DE
Relogios de ouro e de prata para lgiberau
trancelins e correntes para os mesmec,
algans objectos fl> prata -e outras joia&.
Quarta feira 17 fio >orretitt.
ao meio da
Por intervengo do agente Pinto.
No armazem do largo do Corpo Santo n. 48, ee
cootiaoico 4o leilo de f tiendas a variadas.
CttAMIHS
IMPORTANTE LEILAO
Pergunta-se com toda a i*-
genuidade
i.0Se t-st no caso de-ser ^otorWede
policial ot individuo que, sendo 'furriel ^do
corpo de polica em 184G, esapalmou cero
incrivel cvniao diversos fardaooenles Jo
dito oorp, eado-lhe a falta atenuaba por
um sargento, que, segando se exprimi
Bocage:
Dizem fwl chuckou, vatk* 2.Se urna vez nonaeado, pode esse in-
dividuo continuar a ser sujdelegado, de-
pois que soiten um preso, de acionalidade
portuguesa, mediante 2-iOOO, descolpanaV)-
se depois, quasdo o interrogar^m, com Din
innocente Albo, ao qoa! attribuio a acetara
ou conivencia na falcatrua, por aaeio dewa
carta sui geatris.
A taes pergontas pede respecta
A alma da sargento Regnaud.

DE
FAZENDAS
Francezas e inglesas limpas
e avariddas
Quam-feira 17 do correte.
i* ariua&eiu da ra r ie o. 48
O agente de leiies F. I. P.nto levar leilo
por ordera de diversos, e- por ata e risco de
aera pertencer, nao um grande variado sor-
tinento de fazendas franela* e inglezas limpas,
como tambera diferentes fazendas com aTaria de
agua salgada, constan 1o > madapoles, algoflCe-
alpakas, brios, chiUs, casimiras linas-e saceos vas
zios.
O leilo' ser effectuado no armazetn da rna do
Trapiche n. M.
Principiar s 10 horas em ponto por serem
mnitos os lotes, alem de que a i hora di tarde
toaver oatro leilo de rebgios e obras de ouro e
prau________________________________
LEUAO

DE
Bons movis, Dorcelana e fi-
nos crystaes.
SEXTA-FEIRA 19 DO CORRENT
Por ioterveneao do agente Pinto.
No Io e 2o andares do sobrado -la ra do
Livramento n. 31, rasa em que risidioo
Sr. Joaquim Lopes ALcbado.
CONSTANDO DE :
Sala da frente do andar.
Um piano forte, 1 mobilia de Jacaranda Loiz
XV, 2 espelhos grandes, 3 gnarnirOM e 3 pares
de cortinados, 3 cestas para lofei 2 dencanens
para ps, 2 etagers, 2 pares de jarros, 2 figuras
das, 2 bolas, pannos de eroebt, 2 tapetes e for-
ro da ala.
Io qoarto.
Urna cama franceza de Jacaranda, 1 loilet, 1 la-
vatorio de Jacaranda, i guarda-vertidos lambem
de Jacaranda, 1 espelho grande e 2 banquinbas
de jacaanda.
2' qnarlo.
Um puarda-vstid! c-'? mc-gno com espelbo, 1
^narfl-ro'jpa. tapete?, jarros, 1 mesa de marmore
com figura.
Sala de detraz.
Urna mobilia de .ia '.irania, com 1 sola, 2 eadef-
ras de bracos, i de t.tlanco, I- de gaamigo e 2
consollos, piano torta, l escarradeiras e dife-
rentes jarros para Aires.
Sala da fit-ite do 2o aodar.
Urna secretaria, 1 guara-ronpa, 1 cama de fer-
ro, 1 lavatorio com -edra, 2 cabides e 1 jarra
com torneira.
Sa. de detrs.
Urna mesa elstica, I .-.rda-lou?a, 1 apparador
com pedra, 1 relogio de p..r*di, '> venezianas, i
sof, 12 cadtira?, 1 r-"sa ae costara, 1 apparelho
de porcelana doors ia para jantar, dito para cha
(de bacarat), i garras, i campoteiras, 1 porta-
ijueijo, 21 copos, 24 clices, descancos deaeas, 2
t'alheteiras e bandejas.
No solo.
Um marqoezo, 1 ber;o, i bid, 1 lavatorio de
Ierro, 1 balaio para ronpa, 1 carrinbo para me-
nino, 1 taboa de eogommar e ontros ohjeeto9 de
casa de familia.
Sexta-feira 19 do corrente
O referido leilo principiar s 10 1|2 horas da
roaobia.
EM TEMPO
Alaga-se a referida casa cvm cu sem s bemfei
lorias, constando de caodieiros a gaz, tpeles e
esleirs forro da casa, etc., etc.
AVISOS DIVERSOS
No largo do Porte do Mallos o. 13, tiotequim
precisase de um cozinheiro. ____________
Oacharel Jer.nymo Salgado de Castro Ae-
cioly lecciona na forma dos aooos antecedentes,
pratica do pro:esso civel, commereial e criminal
Aqaelles senhores acadmicos do 3* anno em dian-
te que qnizerem praliear, podero entender-se
com o Sr. Jos DomiDgo.es da Coala, acadmico do
S anno.
Sr. Eduardo Ramos, estufante da acade-
mia de direito do Recite queira appareeer na Ca-
pnoga, rna das Creoilas n. 63, a negocio de sea
interesse.
Oo-inheiro
Precisa-se de um cosiaheiro forro ca captivo
para casa de pequea familia. A tratar na ra do
marqnez deOlioda n. 21 1.a andar.
Domingo 14 do corrente as onze horas da
roanba ter lugar a beoco da pedra fnndamental
o jardira da Praca de Conde d'Eu coja cerimo-
nia qae se espera seja feita com a malor solemni-
cade e eoncorrencia ter lagar na Matriz da Boa
Vista pela maneira segainte.
Ai onse horas ser celebrada a Missa do eottn-
rce durante a qual tocar a orchestra regida pelo
Maestro Francisco Lbano Co's, qae generosa-
mente se prista a abrilhantar o acto.
Depois ser levada a pedra para o centro do
jardim, oude ser collocada pelos parsoympboi
segnides do Eze. Sr. coneelheiro presidente da
provincia, anctoridades e de mais pesioas qoe
ompireerem, end precedida pelas mosicas
iiacionaes du urpo de puiicia, do 1.a baialbo de
artilfaaria da guarda nacional, gue obsequiosa-
mente foram prestadas pelos tena nioito dignos
Commandantes os Srs. Tenantes Coronis Francisco
Camelro Machado Rios e Dedo de Aquino Fon-
caca.
Hoja a noite tocarao oa Prira algnmae msicas
miliures qae ferio para isso mandadas pelos Srs.
Cotimandanies do batalbo da guarda naeional
n de linha.
Spata-M qae os moraderes da Rna da Impe
ratrix e a Praca facam nma grande illuminaco
nao f lioje como amanbl para o que ae prepa-
ran 6>)BJ afn acsim como para oraareo as mas
fe bandsiras e flores ne da do aisentamento da
pedra.
Pedemos afiancar que teremoa nma futa digno
lo nevo que o faz.
.. Re:if Joeabrilde 1671
O homem voltou l
Amigo apreciador do mrito.
Na 1* columna da 3' pagina do Otario de bon
tem, li com a mais solida e robusta atteoco o lea
artiguinbo sob a epigraphe MohU Pte Ptrt*-
gutz.
Deixaste- nos, velhacio, e emigraste para a ilba
da Ignorancia das trovas, onde at agora tens frui-
do os encantos daqneltns sidos?, qae ea record
com um amor aeryeolado !
E volta-te, api-criador do mrito, voMasle para
dizer-nos que o sr. Braga est coraprehendido no
Ia do art. 16 dos estatutos (?) II
E voltasie, para dizer-no* que a DESTiscgio-te
vam no altura do lugar, ele, etc. I I I
Abencoada jaugada que te trame I
O qae te nao levo a bsm c qae fallando dessa
instituicao atires a catana a gregos e trvanos
L vai o pedacinho de ouro a que me retiro :
To esqufctda ^nstitnicio) pblos homensi
riquecida pelos fins a que se presta.
Um dia vira que os habitantes da i I ha da Igno
rancia das tretas, aldeia frtil, villa dos eavalhei-
ros da decoratao e praias do ifonf Pe, reconhe-
cendo o ten mrito, apreciador do ment, te offo
re(amduas cangalbas e um freio II..
Aden*. Abraca-o-reu da C-715
AttenCfto.
Na toja do Collar de Ouro, roa do Cabuga n. 3
A, preeisa-se de urna ama para servi$o de casa
delfaaUia.
Tfoca-se nota do basco do Brasil de taai.
Olaos na ra do Bario da Victoria n. 63, anga
Nova, loja de Joo Joaquim da CbstaCeit
roa
A sociedade Hegenerac.o tendo
de matdar resar urna msaa de r-
quiem pelo descanso eterno da al-
ma da esposa do soeu o Illm. Sr.
Joaquim Martins Moreira. pelo pre
sent convida aos socios, prenles
e amigos para assistirem a esse ac-
to, que ter lugar no dia 11 do corrate pelas 7
1|2 horas da manbia na igreja do convento do
Carao desta cidade.________
Vi>
MalsOelAntomo da Silva
Ros.
-
MOHNft
Olha eleL
__O Dr. Joaquim de Aqmno Pjoceca las saber
ao Illm. Sr. teneote-coronel Joaquim de S Ca fal-
cante de Albuquerque qae a sua casa anda aae
veio o correspondente de S. S.
_____ _____ i>
__Xa Pra^a da Independencia o. 33 se compra
ouro, prata e podras preciosas, e tambem se vaod*
obras de ignal especie.
A ra do Mrquez de Otiuda n. 40, precisa-
se fallar com o Sr. Jacintho Bjtelbo Tavarea, ut-
limamente vindo do Ceara.________________
Joanoa Mara dos Santos, viuva de Antonio
Manoel Alves -Ferreira, deolau aos crederef de
seu marido, ene est proeedendo o Inventare nos
beos de aeu casal, pelo juizo de orphos do termo
de Olinda, e por isso os chamo para apresentarem
soas coalas no oraso de qoatro dia?, a contar da
data deate, e ee que no conearecerem no praso
marcado, nao tarao direito a reclamaco. Olinda
13 de abril dei87i.__________________________
Jos Bernardo da Motia, Iiqaidatario da fir-
ma Diaa A Motta, declara ae raspeiuvel publico' frente desta
e com espeeialidade ao corpo do coaamercio. que
nada mais d*ve 4a extincta firma, e se algnem se
juigar credorpresente tea debito para ser psgn,
i'to no praso de tres dia?. Recre 4 de abril de
iW72. \
I-----
18
floja. ao Illm. Sr. Ignacio V.eira na Mallo, ea-
erM na cidade deNaaareth desu previnci. o
favor ne vir a ra do Imperador n. 18 a conclnli
aqoee*egocio que V. S. se comprometteu rnaii-
sar, |Mla terceira chamada deste jornaJ, em flm
da deaembro prximo paseado, e depois para ja
oeiro, faaeou a (overeiro e abril, e nada eumeno
i por este motivo de ovo chamado para dte
fim ; pois V. S. se deve lembrar non este negocie
de maia de oito anuos, e quando o senhor sai
fino 86 aehava no es nesta cidade__________
-O Sr. Boaventura Jos de Castro Azevedo,
qae re idio em Macei e actualmente acba-;e nes
la cidade, rogado a vir i roa do Amorim n. 37,
escripterio de Tasso IrmaosdtC, a negocio, ou
annunciar a sna residencia para ser procurado.
A Torre.

Alaga ee um sitio nessa localidade prximo a
igreja, com boa casa de vivenda e banbo no rio
a tratar na ra do Pires n. 26.
V
Joaquina Rernardioa de Castro
Rios e seus fi.lios agradecen) cor-
dealmente a todas as pessoas que
se dipnaram assistir aos oliim**-
suffragios de seu finado esposo e
pal, e de novo rogara a essas pes
soas, a todos os pareles e amigos,
o eandoso obsequio de assistirem a missa do s-
timo da, qne se ha de celebrar oa igreja da Or-
dena Terceira do Carmo, nlas 8 horas da ranha
do dia lo do correte. Desde j anie.-ipain seas
agradecimentos por mais eta prova de amisade,
e peJem desculpa al^nns amigos que por ea-
qneciraento nao tiveram participa?o para o en-
terrameoto.
Jos. Antonio de Car va i in, Ansel-
mo Jesns de Carvalho, D. Antonia
Francedna de Franca Cartalbo e
mais parentes\ agradecem do fundo
do coracao a todos os amigos que
comparecern! para ac"mpanhr
at o ceroiterio o corpo de sua presada mi, sogra
e av D. Lu:za Leocadia da Conceico Carvalbo, e
de novo pedein o caridoso obsequio de assistirem
a mis
corrente, 7 horas, ta igreja do Livrameoto.
ESTAMP1LFAS
oa praca do Corpo Sauo u. *. ar-
Yene
mate
Precisa-!e de nma eneran, Mi
eozinheira e nma livre pan ara*
gommar e faser o aervteo intarnn
de casa de familia, paga-se im : na rna da Crna
do Recite n. 42, armazem, oa no (karnor do Bit-j
po n. 23.___________________________^___m_
Precisa se de nma ama
Hvre ou eaerava, para com-
prar e cozinhar em easa U
paga-se 6em na rna no Vigario n. 26-
AMAS
de casa de farai
do Recite n. 42,
po n. 23.
familia : paga-se b>i
AMAi
Pncisa-ie. de nma para e
nhar em cai de pooca
ra Velha n. 28, sobrado.
Precisa-se de urna ama pan o servico *
no, menos cozinhar : na ra do Vigario a. 8,
andar..
%.!&
AMA
l'rcci>a-e de urna ama pa-
ra o servico interno de pe-
quea lamHii, meaos eezi-
nh.'tr: na rna Imperial n. IV9.
Precisa-se de ama ama boa, forra
ou captiva, que compre e coiiana
bem, para duas pessoas: na rna da
Padre Floriano 7, sobrade.__________________
Preciaa-se de orna ama livre oa es-
trave para o servico de nma c.i-a de pen-
ca familia : na ra do Mrquez de Herval
(amiga ra da Concordia) sobrado contiguo
a padaria. Nao se declara o nomero por
que a ra nSo est numerada. ____^
tff Precha-?e de n-na ama para casa deponca
familia : a tratar na un di Catingan. I, loja.
Attenpao
Pede se ao Sr Candido Jos da Fonceca tenha
a bondade de comparecer- na venda da roa des
Cinco-Pootaa o. 93 : a tratar de negocio de ten
\ particular interesse.__________________________
Aluca-se nm escravo crioulo, asss retaca-
do e propris para todo servico, de cerca de 28 an-
cos : a rna da Aurora n, K.
Pede-se
Arrenda-se urn sitio na Torre com 1,200
palmos de trente e 1,300 de fundo, casa de viven-
da moito boa : tratar com A. de Abreu Porto.
LINDA.
Aluga-ee urna non casa com bastantes commo-
dos na roa de S. Bento, motto fresca, quintal mu-
rado, perto do badho e da estacio : tratar na
roa do Commercio n. 48.
primeiro andar e soto da rna
5, proprio para escripiorio : a
Alnga-se o
Encantamento o.
tratar na roa da Ca*>eia do Recite n. 33.
Hovo betel da Harmona tom-
merefal.
Abre-se naje as 7 horas da noale o novo hotel
da Harmona Commereial rna das Larangeiras
n 29 : baver nonte boa mo de varea,
I8MDM
de Nossa Senhora do Terco.
De ordem do iniz da irmadade de N. S. do Tar-
en convido aos nos? s irmos para se reunirem no
consistorio da matriz de S. Jos aonde funceiona
amesma irmadade, afim de acompaoharem a
procisso do Senhor aos enfermos, no domingo 14
do corrente, as 7 horas da manba.
O secretario,
_________Antonio Ferreira de Oliveira.
O lllMO
Jcao Antonio Ferreira e Joaquim da S'lva Sal-
gueiral, lazemsciente ao publico e especialmente
ao corpo do commercio qae comprara a taberna
sita no pateo da Penha n. 6 do Srs. Santos di
Primo, livre e desembarazada de todo e qualquer
debi'.o e impostes que po?so appareeer at esta
data.
Recile 12 de abril da 1872.
Joao Antonio Ferreira.
Joaquim da .Silva Salgueiral.
Santos & Primo fazem scienteae publico e espe-
cta'mente ao corpo do commercio qoe venderam
a sua taberna sita no Pateo da Penba n. 6 ao Sr.
Joo Antonio Ferreira e Joaquim da Silva SaJguei-
ral, livre e desembarazada de todo e qualquer de-
bito e Impostos que possam appareeer at esta
data, se alguem se juigar com direito a mesma
taberna aprsente seas ttulos no praso de tres
das a contar da data deste.
Racife 12 de abril de iS72.
SaatM Primo.
i peesoa que tiver achado nma patente de alteres
do oalalho de infamara x. ti ae guardas naci-
oaes do municipio do Limoeiro, a qual foi perdida
da roa de S. Francisco at a estacio dos trilbos
urbanos do Recie a Olinda e Beberibe.faca o obse-
quio de restitu-la roa da E^peraoca, no Caroi-
nho-novo n. 30, em frente a estaco da Soledade,
que ser generosamente recompensado.
Manoel Jos Fernandos Barro tem uuia car-
ta na ra de Pedro Alfonso n. 26 A.
CRIADO.
Para casa de ama familia constando de duas
pessoas, precisa-se de nm criado de 20 annos, poo-
co mais ou meos, preferinde-se moleqne : na ra
do Marqnez de Olinda n. 39.
Precisa-se de urna preta escrava para todo o
servico de casa de ama s pessoa : qaem (ver di-
nja-s'e ra de S. Francisco n 21.
Ausentou-se do eogeobo Lages, freguezia de
Itamb, com destino a esta praca, o escravo Cae-
tao, de ifade de 17 a 18 annos. cor parda, j
bacando, olhos grandes, nariz afilado, bocea pe-
quea, cabellos carapinbados, e tem nns pannos
brancos pelo pescoco, signal bem ca acuris tico :
roga-se s autoridades policiaes sua captura e ao*
senhores capites de campo que sero beoj recom-
pensados, podendo ser entregue on oo mesara en-
genho s sea senh r, oa na Cwa Forte ao Sr. Ma-
noe Jos F;uza Lima, que est parause autori-
zado. !
fl-t-il O.ienre
Roa do Bao da Victoria n. 52, jratr'ora
ra Nova.
Este acreditado estabelecmento que tjor l.ngo
lempo esteve fuocciooando na ra larga,do Rua-
rlo, acha-se de novo estabelecido na roa a:ima.
com sna bem conhecida administracoj Os g-
neros de alimentado fio de -primeira qnalidade.
Recebem-se eocommeodas e assignatur, razoa-
veis, tanto para hotel como para domicilio. Tem
para recreio, b Ihar, piano e jornaes nacionaes e
estraugeiros. Admitte-se hospedegein._________
opeiro
No hotel de Europa, roa do Comroer*io, preci-
sa-se de um copeiro.
Ao commercio
Os abaixo assignados participara ao commercio
e em particular a seus amigos, tanto desta como
das diiTerenles pracas com as qaaes tiveram e con-
tinua m a ter relacSee qae por mutao e amigavel
accordo, dissolveram a sociedade que tlnhana sob
a firma de Joaquim da Cunha Meirelles & C. nes
ta praca, a eoat*f de 29 de fevereiro deste anno
em diante, licando o activo e passivo da extincta
firma a cargo do socio Joaquim da Canoa Meirel-
les, completamente olvido e iseoto de toda e qual-
qusr espoosablklade o socio Jusiin i Jos de aou-
za Silva. Jaragua 8 de abril de 1872.
Joaquim da Cunha Meirelles.
Justino Jos de Souza a Silva.
MIRO
Caixeiro
Precisa-se de nm caixeiro que tenha alguma
pratica de loja de looea : na ra larga do Rosa-
rio n. 26.
ATTENCAO
O abaixo assignado faz sciente ao respeitavel
publico qne no da 10 de fevereiro prximo pas-
sado, chegou a sna casa a mulata Rezeos per-
tencente aos berdeiros da finada D. Malhilde Per-
petua Goncalves, casada que foi cora o Sr. Mi-
guel Francisco da Cunha, e tendo o abaixo a nado por varias vezes escripto ao Sr Jos Doar-
t da Silva donde a dita mulata se aoieatoo ea
procura d ama sua seohora, escrava qae ral-
ha aniada, a qual est em minba companbia,
por isso vera o abaixo assignado por meio de ore
zente salvar sna responsabilidade em fon da
mesma oa qaalqne: acdente que possa aconte-
cer.
Recife, 12 de abril de 1871
Antonio Jna d Rocha.
r\ttenc80
O bacharel Bento Ceciliano dos Santas Ramo*.
convida a qoem for afilhado do Inado sen pai
Bento dos Santos Ramos, para qne no praso de
diaa apresante certi lio ee baptismo e altestado de
sobviveneia, para receber o qne por verba tuta-
mamaria I he cabe : rna da Gloria n. 83, 12 de
abril de 1872. _______________________
O acadmico Eduardo Ramos previne ao
morador da rna das Crenlas (na Capnoga), qoe
mora oa ra da Imperatriz o. 53, 9a aodar, onde
pode ser procurado qnalqoer hora para tratar
dos negocio:) do sen interesse. Previne mala qoe
deseja que o dito senhor Ihe appareca, para qae
na: se reprodnzam avisos, qae apezar na nada
significarem, podem prejadiea-lo.
Recife, 12 de abril de 1871 fc
Aos 5:000,5(000.
BUbete* garantidos da pro
? lacla.
Boa do Barao da
Victoria,
Outr'ora ra Nova n. 63 e ctwat
do costume.
O abaixo assignado acaba de vender nos seos
moito felizes oilhetes a sorte de 8004 em quatro
qoartos de n. 149, e um ioteiro de o. 2475 com a
sorte de 300*, alem de outras sortee meoores de
404 e 204 da lotera qne se acabon de extrabir
f231), e convida aos possnidores a virem receber,
que promptamente sero pagos.
O meamo abaixo assigoado convida ao respeila-
vel publiso para ir ao seu estabelecimento com-
prar os moito felizes bilhete, que n3o deixar de
tirar qoaiqoer premio, como prova cora es mes-
moa a anuncios.
Acham-se i venda os moito felizes bilbana ga
raatidos da 7* parte da lotera a beneficio do re-
colbimento da villa de Iguarass, qne aer extra-
bida sachado 20 do correte.
PREC08.
Inteiro 64000
meios 34000
Qoartos 14800
De 4004000 para cima
Inteiro 54500
Meios 247SO
Quartos 14375
Joo Joaquim da Cosu Lett.
Associ^do commereial heni-
fcente.
Nao tendo por falta de numero legal se consti-
tuido hoje a aseetnbla geral desta associaejio, a
mesma direccao convida seus associados para no
sabbado (13 do correle) comparecer no edi-
ficio as 11 horas da manba. Recife 8 de abril de
1872.
P.
J.
Needharo,
Presidete,
W. Trindade,
Secretario.
Coziaheir *
Pre-isa-se de orna para eoziohar para ama pes-
soa solteira : oo pateo do Carmo n. 20, segundo
aodar.
Aluga-se o 3a andar e soto da ra do Im-
perador n. 75 : a tratar no 2a andar do mesrao.
ATTENCAO
O abaixo assignado tendo negociado um cavallo
rudado, grande, cstralo, bom andador balxo, jal
gando ser fartado dito cavallo oo Recife ou nos
arrabaldes de Goyaona, e tendo sido negociado na
povoaco de Grvala no principio de outobro do
anoo passado, appareca quera se juigar cora di-
reito ao dito cavarlo oo engenbo Baraburral da
freguezia da Escada, que enteodendo-se cora o
abaixo assignade e dando todos os signaes e ferro
do referido cavallo Ihe ser entregue.
Jos Peixoto do Reg.
Fugiram bos fios de dezembro ultimo, da
freguezia do Bom Jardim, termo do Limoeiro, os
escravoa Joo e Barbara, casados, eom os seguin
tes signaes:
O escravo Joao, natural de Angola, de idade de
48 a 50 anno*, altura regalar, pooca barba, cor
preta, ola s vermelbos e furnridos, bocea gran-
de, cabera um poueo crescida para iraz, alguma
coasa zambro, salcanhar grosso, dedos dos ps
quasi retorcidos, mnito cortez.
A escrava Barbara, erioula fula, de 24 a 26 an-
nos, altura regular, bocea grande, dentes limados,
seio volamoso, ura tanto gorda ; ambos do serv;
do campe : quem os pegar poder leva-Ios ra
do Barao da victoria n. 69, que recebera a grati
fieacao de 504.___________________
A PREMIO
D-se a premio 2:0004000 por hypotheca em
predio : na rna Direita n. 106 se informar
pessoa. _______________
Aloga-se a padaria de Tigipi com todos os
utensilios, tendo casa para familia e banbo no
fundo da mesma casa : quem pretender dirija-se
a mesma, oo oo pateo do Tercuo. 40.
O Dr. Jj-e Jcajuim de Moraes Sarment pe-
de desculpa aos amigos de quem nao pode despe
dir se pessoalmeote, e participa s ptssoas que
tiverem algum negocio com elle, que devera diri
Eir-se ao esariptorio de seo filho o Dr. Luciano de
[oraes Sarment, roa do Imperador o. 29.
Criados
No hotel de Europa, ra do Commercio, preci-
sa-se de criados para todo o servico de casa.
Estrada do Laca*
Aloga-se um sitio e eaaa com 3 salas, 7 qoar-
to*, eoanba tora, cocheira, estribara e cacimba,
o sitio proprio para ter vaneas e ser bastante
graode para criacao : qaem pretender dirija-sai
roa 4o Vigario Tenorio s. 31, f andar.
Hospital Portugoez de Beneficen-
cia en Pernambuco.
Sio convidados os socios deste hospital a com-
parecerem a atserabla geral, que devera ter la-
gar no prximo domiogo 1 do c irrente, as 11
horas da manba, afim de se proceder a tleico
de vice-provedor, lugar vago pelo falleeiraento do
que hsvia sido eleito, e a de tres mordomos em
sobitituic&o aos que declinaran das suas nomea-
5d>.
Em segnida ser-Ibes ha apreaentado o relatorio
di anno prximo passado e o parecer da com mis-
sao de exame de coalas; e bem assim tomarlo
posee dos mus carg oa aovos aaambros da juau
administrativa.
Boaplial Portngnex de Beneficiada em Pernam-
buco 9 de abril de 1872.
LuiX Duprai.
________________________Secraarw._________
< ai4no
Precisa-se de na na na da Larangeira n.30.
2" ANDAR.
Aloga-se o 2a andar do sobrado n. & da rna
Dirette, com eommodos para qnalqoer familia:
tratar ea venda do Besara predie.
COSI^HEIRA
Precisa-se de orna eozinheira e prefere-se es-
crava : no Ia andar a ra de Morquez de Olind
0.40._____________________________________
Attengo,
Fartaram do abaixo assignado ama caixa de
rap de tartaruga eom ama chapa de ouro na
lampa com as ioiciaes V. I. M. B. : roga-se a qual-
quer pessoa a quem for offerecida, o favor de ap
prehende-la e levar ra da Concordia, easa de
Jos Conegundes da Silva, que ser recompensado.
Chegou
Cera em vellas, de Lisboa, de todo'sorilmento
roa do Vigario n. 19.
Desappareeeu do engenho Belio-moote da co-
marca de Pao d'Alho, na qaiota-feira santa, 27 do
mez de margo prximo passado, um escravo de
oome Germano, cabra, altura regalar, levando
tres modaa Este eseravo faziam 10 dias que seu
senhor ha va o comprado ao maj>r Firmfno Ca-
valcanti de Albuquerque, tendo este o comprado
ao Dr. Jos Evaristo, medico, do Brejo da Areia,
ofncial de marcineiro, foi cria do referido dou-
tor, e snppde-se ter seguido para o Brejo da
Areia, onde uasceu, bastante ladino : prevno-
se aos senhores cima, bem como a qualquer ou -
tra pessoa, que o apprehenda e leve ao sen se-
nhor o Dr. Antonio Martina da Caoba Souto-maior,
no eogeobo Bello-monte, ou no Recife a ra da
Imperairix n. 3, qae ser recompensado.
"Terdese
do dia 1C as 9 bom da noite do largo do
Corpo Saato al a Torre pela linha dos
bonds, dous instrumentos de cirorgia, sen-
do nma grande tesoora e orna pasta de
gomosa elstica, tendo ear ama estremidade
orna bola de esponja e na ootra orna peca
oetallica : gratifica se bem qoem entre-
gar na botica bomeopathica roa Nora nu-
mero 43.
CU'ti d o Fraocisco Martins, J, Francisco Martins e Augusto Fran-
cisco Martins, ferldos da mais pro-
funda dor pela infausta noticia qoe
receberam de ter fallec lo em Por-
tugal sea prezado pai, rogam a
seus parentes e pessoas de sua ami
zade o caridoso obsequio de assistirem as missas
qne mandam resar por saa tima terca-feira 16 do
correte das 7 as 8 horas da manhaa, pelo que
desde j se coofessam oternamente gratos.
Ceciliano do^
O ba -harei Bento
Santos Ramos, D. Mara Bernardina
dos Santos Cbagas e Antonio Fran
cisco das Chagas, tunos e genro do
finado Beato dos Salos Ramos,
sinceramente agradecem as pessoas
que se dignaram acompanbar ao ce-
miterto publico o cadver de seu prezado pai e
sogro ; e convidara aos seas amigos e aos de sea
finado pai para assis'i.em a missa e memento, que
no dia 16 do corrente, pelas 7 horas da manha,
se ha j de resar na igreja do Paraizc pela alma do
mesmo fioado.______________^_^___^___
Marcelino Jos Lopes Jnior,
Henrique Poppe da Silva Lopes,
Jos Bernardo Penincha e Candido
Veira da Cunha, convidan) a fami-
lia do fallecido Manoel Ferreira
Barbosa, bem eomo a todos os seas
amigos para assistirem urna missa
por eiles mandada celebrar na igreja da Santa
Cruz, as 8 horas ra manha pela alma do mesuo.
ir

D. Lodovma Ferreira Barbosa
agradece as pesssoas que acompa
nharam at a sepultara os restos
mortaes de sea sempre chorado es-
poso Manoel Ferreira Barbosa, e
convida os para assistirem a urna
missa de requiera que tem de ser
celebrada na igrea da Sama Cruz, as 7 horas da
manba de segunda-feira.
fajri-misn*4i.m*J* aanWJB.JaWMai..
Bernardiao da Silva Costa Lampos, tendo de
ir ao Rio de Janeiro, e d'ahi para a Europa, e
nao podendo despedir-se de todas as .pessoas qae
o honro com a sua amisade, pelo seu estado de
sauda o nSo permetir, vem por este meio pedir
desculpa a todos, e ofTerecer seus ervicos em
l.ist.-o e Porto, onde pretende residir dorante sua
ausencia de ta provincia. _
Hontem 11 do corrente dessappare:en da
porta da loja da ra da Cadeia do Recife, uui ca
vallo com cangalba, pequeo, de cor rozilho, com
os ps e mos nm pouco incbados, tendo do lado
direito a marca L M : quem o achar leve a ra
da Cadeia do Recife n. 66, que ser gratificad-i.
ESGRATO FGIDO
Na nonte de 12 para 12 do corrente fugio do
sitio Imberibeira, do abaixo assignado, o escravo
de nome Flix, cr.oulo. e representa ter mais de
cinc lenta annos de idade.
Foi comprado pele abaixo assignado ao Sr.
Bernardo Norat, ha um anno, e pertenceu anteri-
oriniento a nm France: vendedor de ouro, cha-
mado Simo
E' de estatura baixs: secco do corpo, barbado,
olhos vermelhos, coxta da perna direita, e tem o
o troncho ; e na epocha em que fugio tinha dado
urna estrapada no mesmo pe, sobrevindo-lhe urna
pequea fistula.
Levou ama pequea caixa :om roupa de algo-
do de listras, e urna eober'.a de baeta encaroada
E" natural do Rio Grande do Sn!, acnde servio
muios annos, e as costasapreseota anida cicatri
ses de i.r -id) an'.igamente castigado.
Bebe gurdente ; mas pnesas veeei flea fra
de seu estado natural E' legre e faalor.
Ha quasi certeza de que se en:aminhoa para
Pernambuco pela rosta.
Qualquer pessoa que o ;ptar?r e o entregar
ao abaixo assignado, on em Proambuco aos Srs
Joio Qairino ae Agailar & C sera gratificado
cora 50,000. r?.
Parahyba26 de Mar?o de 1872.
Custodio Domingnes dos Ssntos.
Cozinheiro
Para urna pequea familia que mora em sitio
moito perto da praca, precisa-re de um bom co-
zinneire, e paga-se bem, e se for escravo de con-
ducta igualmente se dra nm box salario : a tra-
tar no caes do Apollo o. 71. _________ '
Consertam se rbapos de so! na loja da Rosa
Branca na ra da Imperatri: n. 26 : fazem-se to-
dos os concones em chapeos de sol, e ha cons-
tantemente grande sortimenio de chapeos de sol
de seda e de raerlo para homens e senhoras, por
precos eommodos, e mandam se levar para amostra
No dia 6 de roar.o prximo rindo sahiram de
Pindoba, comarca de taoab, Felippe crioolo, de
22 annos de idade, altura regular, corpulento.
nao muito preto, rosto largo, pouca barba (b oo
queixo inferior, pes nm pou:o torios em conse-
quencia de ter lido bi-os, e nma marca de cica-
triz de fondas de fopo em ora dos bracos ; e or-
berto, da mesma idade pouco mais ou menos, cor-
polento, sem barba, bem preto e com falla de
dentes na frente, es.e pertencente a Jos Ignacio
de Aodrade, e eqaelle Loiz da Silva Pereira :
Rogam as autoridades a aprrhenci dos raesmos
on aos capites de campo, qae sonluzlndo-os
para all sero geoerosameoie recompensados.
WL Arrha I... Diga .. Arrha id infinito... jtV
S Arrha ao infinito... Arrha ao infinito. 2
ftso... ^3. m
Preci-a-se de um eozioheiro oo eozinheira
a roa do Progresso (Soledade) n. 7.
A'uga-se urna exceiieote escrava : na roa
da Gloria a sahir da rna da Maogaeira, terceira
casa pintada de braceo.
Fara esenptorio
Alaga se urna sala e orna alcova para escripto
rio, na roa do Raoge! n. 7 : a tratar no Ia aodar
da mesma casa.
Aloga se o 3'
da rna Duque de
mesmo.
andar e soto de sobrado n. 44
Caxias : a tratar na loja do
Criado
Pracisa-se de ut> eriaflr-: na -na da Anrjra o.
73.
4
*
Precisa-e de omv'atra
qne compre e cozinhe i -
ra nma casa de nm>ea
familia : na rna n v ,.
Sama Rita n. 41.
AMA
o. 18, 3a andar.
Precisa
o servico
pes-o
e de nma a para
de unta ca* d- uina
a tratar na ra d. Cr u:
Amde ieite
Aluga-se nma ama de Ieite : qoem
dirija se a estrada de Joa > di Barro?.,
qnizer
itio n
rr
tfc
AMA
Precisase de orna para cozinha'
e ensaboar, ou som-nte par* '
zinhar : oa roa da Cadeia NV a
n. 13.
Precisa-se de orna ama.
que saiba cozinhar com
limpeza e pereci, para
casa de peqaena famili. .
a tratar a ra do Bar;,
da Victoria, outr'ora No-
va, n.
%1&\>
Precisa-se de ama
\ vre oo escrava para casa
ra
sol.
pequea familia
eslreita do Rosario fabrica de
a tratar oa
chapeos e
soas
Precisa-se de orna ama p,-
ra eoziohar e fazer o mais
servlc. de rasa de duas pe-
na ra do Imperador n. 75, 2a andar.
Wfc
m -n*a> m Precisa-se eom urgencia, de ama
A-1TJM. m ama de Ieite : na roa I) rula o.:,
ou em Ponte de Uehoa aillo o. 9 A.
de
urna ama qne saiba *
tSM
pessoas na rna do Apollo n. ol 1.a andar._____
Na roa da Cruz o. 48, 2a aodar, prensa-**
de urna ama forra, e ootra escrava.___________
Aluga-se ama escrava para rosinhar e
lavar sendo para easa de pooca tamil a
quem a preteoder dirija se a roa o;treita do Re -
sario o. 47.
i M A Precis*8e
n. iU.fi. sinhar para casa de familia de
AMA
^^^
lirado.
Precisa se de ama ama pa-
ra casa de nooea familia :
oa ra de H'rtas o. 30, ?-
de Pedro Affonso n.
Precisa-se de Urna ama qtf
saiba cozinhar e engomma-
para casa de familia '. na roa
29, outr'ora roa da Praia.
Charntos legtimos de Havaoa
Ditos da Babia.
Ditos marcaLaporle.
Armazem o. 18 roa da
Cruz,
\muwt
\
mwmmmmmm
Pedaos ao Sr. fiscal da ti^;'T-:: da Boa
vista o favor de ver nns to'.equins quo veodem
agurdente na ra do Cisco, todo o da at alta
noite, ende nao paga direito; esperamos providen-
m, o nae e de Cesar, Cesar, i que de Daaa,
Dos.
O abaixo a>signado, relira-se para a EorpT.
a tratar de sua sade, e durante sua suzenn;
deixa por seas procuradores em Ia lug.r o Si.
Praociseo Iglerias Lopes, em 2a o Sr. Aatooi-
Fernalides dos Santos, e em 3a lagar o Sr. Manw'
Francisco Ferreira, e incumbidos da gerencia ii-j
sea estabelecmento de taluroa, roa da Soleda-
de n. 46, os seus socios Jos Rodngaes de Amo-
mu e Bernardo Esteve. Aproveito o tosejo para
tambem fazer publico que julga oaJa dever nes'.a
oraca nerr. fra della por cootas cootrabidas a'.e
15 de margo proxirxo pascado, mas se alguem se
juigar sea credor aprseme-Ihe soa coola no pr#-
so de tres das para ser paga.
Antonio Jne Rodrigue?.
MOLMJE
Precisa-se de um qoe seja fiel e de boa fondo-r-
ta para criado : a tratar no largo da matriz de
Santo Antonio n. 2, Ia aodar.
COMPRAS.
Compra-se apollces
na rna Nova n. 23, loja.
da divida provincial
COMPRASE
moedas de ooro e prata na loja da roa do Mr-
quez de Olinda o. 58.
VENDAS.
A 500 ris a cento de cebollas novas de
hoa : vendp.se na rna da Moeda o. 39.
Lia-
l'eoes a Kocambole,
Realmente sio eogracados eeses pedes I eage-
nhosa e distrahe moito esta nova ioveacio : > aa
Mgnolia a rna Doque de Caxias o. 4S.
a casa da ra ios Govarapes o. I i
o commeadador Tiss.'.
a tratar eja
Yende-se a bareaca oacwoal denominada
Vernica da Gloria nova, da 1* viagasn. moi-
to bem coostroida oo eataleiro da villa de Porto
de Podras, de lotaciio de 1,800 saxos de assucar :
para ver 03 caes do Ramos, e para tratar na raa
do Vigario n. 5, loja de carros eom Joio Luiz ae
Macedo, Jos Hodrigoea Salatar e J >aquim ae
Souza Silva Cuaba.
Vesdiarloa paral bapllaadaa
E' fazenda qae val U#\ a rota branca veode a
8J, oa raa da Imperatoria
n.M.
I
sem igual.
Chitas de cores Anas a 203 e 240 re. e novado
na roa Dame de Canias a. 71.
Metas roas boas a t#, botSe e auirape-
rbla para nonos a U : a rosa branca qoem
veo le, na raa da Imperatriz a. M.




m
D.afcift id* FernaAibric* f- Sabba4o 13* de Abril lie 1873
5'



Wffl^l?(ltfeiate dirigid* |
POR
MR. 0BM|S LABRENT
LOJA DO PAPAGAIO
A9 ra da Imperatriz n. 40

di:
MENDES & CARVALHO
.
O que se procurar tiesta roja se acha e por menos preci, que em qual-
quer ootro estabelecimento, e para nlo eansar-raos a paciencia do Ilus-
trado publico com longos annuncios, s gara alisos ter fazeudas de novi-
dade, e de boo gosto, por presos muito c-jmmodos, quera se qizer capa-
citar venham oo mandem buscar as amostras, e tambera as mandaremos
pelos nossos caiieiros.
Boa Vista esquina da ra 7 de Setembro
-Atigo btcco dos Ferreiros

AO
RA DO DUQUE DE




(Outr'ora do Queimado)
Este esUbelecimento acaba de receber om importante sortimento de diversas I*
etidas proprias para vestidos, sendo poupehnas de seda, sedas, laas, percales, ditas con.
barras proprias paca babados, lindas cambras crox, e em fim urna iufimdade d'arti-
pos de moda, ludo proprio para a festa, o que ludo vender por presos DteiramenU
i aioaveis, em consequeccia de estarmos prestes ao fim do anno, e o 63 lo quer te
grande trabalbo com o seo balado, preferindo tomar dmbeiro a (azndas, convida-st
portanto ao respeitvel publico a virem sortir-se na loja do 65 aonde comprarao por pre
coi que nao obterao em ootro qualquer estabelecimento ; em fim ver para crer


A O 6S

ROA DO DOE DE CAXIAS
.


(Outr'ora do Queimado}

Rival sem segundo
Roa Duque de Caixia o. 91, loja do ma-
dezas de Jos Bigodinho contina, a vender
todo quanto tem em seo estabelecknenio
pelos precos abaixo declarados, a sabftr :
Libras de laa para bordados a 64000
Caizas com superiores gram-
pos francezes a rs. i 60
Talheres para meninos a 240
rs. e 408
Libras de linba de novello de
c. 80 120 a 1^506
Lencos de cas?a com barra a rs 100
Varas da fraoja branca para
toalbas a rs. (O
Dozia de meias finas para se-
nhoras a 4,5500
Masso de palito seguranja a rs. 200
Navalhas fazenda superior a 15O90
*> Caixas com pennas d'aco a rs.
320, 4C0 e 590
Caixas com pape! amizade a rs. 760
Dita, dita, dita beira doura-
da a rs. 800
Caixas com envelopes a rs.
303, 600 e 80S
Pessas de fita para coz com 10
varas a rs. 44$
Dazia de linha fronxi para bor-
dar a re. 400 e 596
Baralhos francezes multo fi-
nos a rs.
Ditos de beira dourada a rs.
Dazia de agulbas para machi-
na a
Libra de pregos francezes a rs.
Resmas de papel branco liso a 30300
Ditas, ditas pautado a 40000
Duzias de sabonetes muito fi-
eos a rs. 700
Duzia de linba de carritel
Alexmdre a I$000
roza de bolSes madreperola
a rs. 500
Cartes de linha branca e re-
la a rs. 10
Thesooras muito finas para
unbas a rs. 300
Groza de botes de loc;a
a ra. 120
Pares de sapatos de corjro*
para meninos a WJ
Caixas com 4 papis de
agulbas fando dourado a r?. 40
Frascos de oleo Oriza supe-
rior qualidade a 14200
Ciixas de folba com palitos
de vella a rs. 200
Peesas de fita de 13a para de-
b"om de todas ?s cores a rs. 320
Pessas de fita branca elstica
para debrum a rs. 200
MI llffi.
Ra finque de Caitas a. *
Botinas inglezas para meninas.
A toja d'Aguia Branca ra Duque de Caxias
o. 30 recebeu por amostra urna pequea quanti-
dade de botkias de marroqaim com borracha ao
lado obra mu ba para meninas, 6 pan que te-
nham protnp'.a sabida a 'guia Branca esta ven-
dendo-as baratamente.
Smaocome
Tale* especial contra aalvlce
Com irm bello fortimento de perfumara que a
Aguia Bracea acaba de receber veto tambem o
apreciadoSmaocooecijo provei'.oto elleiio
ja nen ceuhecido por quantos o tem usado e sera
anda a*\- por aquell-- ,Ub neceerilac de sua
utilidada. O continuado aso do Smaueoice d o
bom ressKado de traf>erJir a q.ieaa dos cabello?,
fsie los renaseer e conservar o seu bruno natura!
alero deque en odor^ raais agradavel que d'on-
tro qualquer tnico continua a ser vendido na; oja
:da Aguia Branca.
Leite de res8s brancas
Encllente para acabar co;n as sardas, pannos e
espmhas no rosto.
Vende-se a o (rano, na leja da Aguia Branca
rna Daque de Caxias o. 50.
Bonitas caixas com perfumaras
proprias para presentes
Vendem-se na loja d'Aguia Braasa rn Daqae
de Caxias n. 50.
Agua Florida.
Acaba de chegar novamente a afamada agua
-240 -1 ri-la de Gmslain para tingir de preto os ca-
;-)i| bellos braceos. Corno sabsm os q;e tem usado
dessa apreciada agua, o sea endito nio instant-
neo porm seu resultado seguro eeffijaz. Che-
gou tambem a agua de Top&sio pan o mesmo fim,
2i0 con'.iunam a ser veadidas a ~f c frasco na loja
d'Aguia fBraoea ra do Duque de Casias n. SO.
Molduras dour&das para qua-
dros,
Na loja d*Agnia Branca a raa Duque de Caxias
n.-aO vende-ee moldaras docradas com dfferentes
Moldes e largura?, e por pr?o jommodo.
Peonas de aqo bco de lauca..
Caixas com 100 penas a 400 rs. na loja d'Aguia
Braoea.
B^aitaseapelias com veos para
noivas.
m
:>
^RS
ERUCTO ifc.-IEOFQLDO
N.2D /fi^iCatai* M."** ^
Acha-se montado deforma tal este st..beleciraecto de-joiaA .aue pode
veoder aos seos nemerosos fragMtes em grosso e a retaln e por precos
mo resomidoi visto qoe receble coito propria por todot os vapore! de
Eoropa. O gosto de desenbo de suaa jotas o mais lindo do paiz das
modas, curo de le, brilhantes verdadeiros, esmeraldas, rubios, perolas,
turquezas, sapbiras, coral rosa etc. etc. Obras de prata do porto Unto
para igreja cono para aorvico domestico. Convidamos as Exmas. familia*
a viatarem o dito estabelecimeato todos o das at 9 boras da noil .
Compra.se ooro, prata e podra preciosa em obras velbas.
DE JOIAS
ESMEUALDA
Acaba de ebegar a este estabeleciojento um importante srtimento de joias de
ouro, do meibur gosto e qualidade que ten vindo neste getieru, como cassoletas de
nix com lettras de diamantea o pintaras fitas, aderecos e eio& aderecos com pedras
finas, etc. etc.
Ra do Oabuga' d, o.
Moreira Duarte & C.
Noticia proveitosa
Aperar de barerem rauilo? esubelecimentos de
njtdas_e continua/tai a apparecerem otros mui-
to, do podera conMfair recebecem objecios
igoaes aos da NOVA ESPCRAXCA, poi que
queft-So j decidida, o bom gosto de seus oorres-
poneatus e elegancia de seus ubje<5tos, unto que
qnaadj qualquer senhora por mats caprichosa
que seja, quncdo quer aoT1 onaner parte
ao seo bom #*sto. da um passeio NOVA 'ESPE- '
RANCA coa* tem a certeza de encontrar o qoe
leieja e p-jripreeo ratoevel; a NAVA ESPERAN-
C\ tanto iiia.s aitgatenta o numero de seu- fre
Koezes aos ;ua*- se confessa agradecido, quanto
taais esforoa-te em corresponder esta preferencia
leodo seaifiM em vistas reunir o ttil ao agrada
vel, isto o bom por joncopre^e: isto-s-ae v na
Nova R-|ieranca. a ra do Dmciue de Caria- nu-
mero 60,
COQUES.
A -Mapaolia, ra Duque de Caxias a. 43, rece-
bw umf rabde sortimenio de coques o mais m-
erno que na, e vende por menos do que em ou-
Atbendam
-5000
Vendem se na loja d'Aguia Bowea a rna Duque
de Caxias n. 30. Tambem se vendem separada-
mente tionitos veas on mantas bordadas para noi-
vas, e eos de cores para chapeos.
Quacas veres vemos im lindo resudo de
boa >r i. e com Utnius deseobos, porm com taes
nleites aoe diienos com nos o. e pena nm ves-
ldo perdido, parque ? por feto de dar am pas-
selo a *OVa ESt^ERANCA -e roatprar enfeite*
flne ejam adeqaade fazenda: quintas vetea seo-
timo^ escapar de ;Jf um lency aromas eojoativos e
Dorqo*-* por nao begarem a NOVA ESPERAN-
ZA e cooip-arem seus extraelos j to coDoecdo;
juao&s pessuac i.j gum fea Uiuheiro e aim
disso ficam desgostosis ? por ao comprarem ob-
jectos ESPERASCa onde tacontrarao o qne de melbor
< nuis elegante ba no merudo, e est por tal
urroa x-atiieida a OVA ESPBBANCA qne qnan-
do em iioalqoer reunio se v4 nm nonito -enfeite,
nm i*f/>. nm coque moderno e com wrta graca,
quando se sent escapar de algara len?o agrada-
vel ariwaa, qnindo se v finalmente aualquer cou-
sa xiqa", ningnem mais per grate il'ondo ro ou
donde vejo, cala nm responde ou diz comsigo
isto fci da NOVA ESPERANZA a ra Duque de
Casia. 60.
Caixas vasias
A TOVA ESPERANCE ra do Duque do Ca
Xiaso. 60, acaba de receber aro lindo sortimentc
de oaixinhas vasias, sendo de muilos lmannos e
raoMes, tendo com e-palhos e sem elUs, proprias
para joias, costura oa outra qualquer cousa ; -f
Nova Esperanca qaem tem.
No aimazem n. 18, ra do Bom
Jess, ootr'ura iua da Cruz,
Viiide-a :
Formas para ass?ncar e encarf a-se
de man lar vlr di Europa e dos Esta-
doi-Unidus quasqoer machinas e oten-
cilios para a ?gricultara e industria.
Toma-se encommendas para ladn- ,pv
Ities em mosaico. \
O dsempenho satisfactorio prova- f*
'/ do pelas encommendas j viadas. w
o
1
m
Cambraia duas largur&s
a ais fina e azulado mais lindo qne re tem visto
m cambraia transpafeote, tres varas faz saia e
casa uinho, a rosa branea qaem tem : na ra
la Imperatriz n. 26.
LOPES MACHA
t
Vende-se (por seu dono se ter retirado para
Europa) um rico, elegante e commodo carro
arreios e pertenoes, chegado ba poueo de Pars :
para ver em casi de Carlos Leing, traves-a do
Jasmioi ns. 17 e e tratar ra do Mrquez de
0 linda n. 62.
"I
MUS POSPONTOS
S#Sil!
o .ri .
MAIU
SINGER
SOOOO
0Oot>C0
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904003
IC^'OO
9Gtf(00
BOUS P0SP0RTOS
SINGER
'lUlIi'iB
mu
tavaa^ni
9.000
COjIIPAIVIIIA
FIXO NO BRACO DE CADA MACHINA
GRANDE TRilPHO
OBTIDO SOBRE M4IS )E film EXPOSITORES, KCLIISM
TOBAS AS 4ASAS MMim m IIWO HE \WM
i
\
EXPOSICA HE ALIONA
Os j'irados, p ra decidir das quadade a- Tanas ma. linas (alo s a mpeito da
excellencia da cotistroofao, c mi t^mh^tti di npeioridajdc o trabalho rxitcutado), or-
ganisaram tntre os expositores urr.a lula rfi coser t destribuiram o materiaesde que se diviaoi usar
Ri:ionhcceu-se unnimemente
Que a machina moderna pira cotillea de familia, de
SINGER lNUFCTURiNG C0MP6NY
f (Tectiado orna larda em
i hops para eifcotat o
alcanfoo caa victoria fac! sobre todas as roncirn'Dlos, tendo
2 3/4 boras, qoando a mais rpida das cotras linba levad i
mesmo irabsloo de urna maneira mui.o inferior.
O nuajt-ro proporcional de pslmos de cosura 'ei' a machina SioRer, era 1,500, necesfitdo 1.000 h 1,500 judas de luba ; no enlretaf^
ser preciso 3,01-0 a 4.000 jardas pa-a fazef o mesmo comprimeto de costura com a
machinas.
A POJVTtt llf3 CAIEA
O prego de 3,000 jardas de lir>he................ IKHW
pre.;o de 1,000 rdas de nba................ -JoO
O que roosira un prejuizxi reno pelo roetos de lOCO
por dia emprego das machinas de pomo de cade, 'azondo fm um anno de 300 dif.,
o obreiro um piejui-o de mais oe 310, qaantia fdi qcal pde-se qoasi comprar q^atro
machinas.
nico agente em Pernambuco
(Ntese bem o nomero) "\Y. H, Ohlpincllt

45
Rn
a
do I
m pe r a ii o i
Note se tero o numero)
45
SORTIBERTO
DAS FINAS
NA

f*
1/
D
n
11:
V
64 BA Di
SEVfPEHATREZ U
de fazendas fioaa que oltiman ente receben
0 grande sortimento ,.c ,.wn,o UUa. .JUC uiubm
demos por preces que a todos admira, dos anim. a rbaioarmos a alien ao i ootMl
numerosos freguezes. certos de -;ie c3> bes faiar gralo e sincaridd.' ros a*.
tos, Outro sim es precos por que .rem marcadjs algemaa faxedaa s aeri
das a din-eiro.
i a o un \-
IMPORTANTE
Verjde-ee Da laja d'Aguia Braaca raa Dj-jo
te Caxias a 50.
Botes
Caberlos de e?gaio proprio psra aarias, e por
staa dara?eo pretaiveis mi de madfeperola.
Vepde-se na ioja d'Agaia Branca.
Caiiinhas com 3*atoneles nos
a l, IHOO e i cafxa.
Venda se na Joa d'Agoa Sraoca.
Meias brancas e de la para
horneas e tenhoras e de core* para creaacaa.
Vende-se oa loj* d'Aa-aia Branca.
Tahgarsa
Seda froma e lor^ti para a>*r
dadas.
' Vende-aa oa loja d'Aguia Branca.'
Loja de louca
I.NTITLADA
PHATO DE OBd
i Chapeos enfeitados paraJ*senboras os mais mo-
, derno- e de mais gosto que' tem vindo a esta pra-
I c* proprias p sao raioaiwie de 6*, 7, S, 9/, 10* e 12* ris,
o visa faz t, alm de mullas oatras fazeadas
qae tambera se vende barato, como sejara: eam-
waia braoea e de cores, bouroeus para senho-
j rae, bramaste de liDbo, bro? branco e de ocres.
! percales muito floas, moderaos padrees de chita*.
lina*, madapolfles de todas as qualidades, pannos,
i eaeH>irag. peits de liobo, para camisas de l>o-
: mena, enfeitee de cabera para senhoras e meni-
nas, e outras molas fazendas qoe se vende bara-
; to. s a raa alreita o. 55, loja de fazendm.
Rnra acabar a 2$ e 2500
Ko laja do Papafaio, ven Je-ge para acabar saias
braocas a bal ao a 2/ e 2*300 rs. sao todas de
paono al cima e tem 3 arcos que forma ama
Queimando hmtimmo ^^S%g*X>SSi lcLZ>
So.xfiumpho da Boa Vista, '^fi!^'**^1*"
tf-llua da IiHperarli- tO
Grande e variado sortimento de fazendas finas
como R'jam, ricoos cortes e em pecaade sedinha
oriente,adline, p upelinas, alpacas lavradas e de
Travessa do Corpo
Santo n. 25.
Venle-se machinas a vapores locomoveie de for-
a de i. 3, i e 6 cavallos e seos perteoces, pedras
de moer milbo, arreios para carro para doce cae
Eseumilha preta fina e larga.. *'"oscomretfapc*-
rs.
Alpaias lisas acolxoadas p-dres lindas
a 500 rs. o covado.
Ditas lavradas muito finas a 700. SOC
e 900 rs c covado.
Ditis lisas bonitos patroes a 4i0 rs. 0
covado.
Merinos lisos de cores diversas a 500
o covado.
Dito verao mnito suoerior a 2800 e
30000.
Bareges de la lindas cores para a;ab
a 280, pecbincba.
Gaze de seda com tirulos padr5es para
vestidos e veos boje mnito em oso e por ba-
ratissima preco.
Dita de seda com o asseno branco (
bordado de cor muito proprio para sniref
a 20^000 o' corte.
tede es Ihido a capricho epoi neooa om
ero qualquer rufrs parle
Rasquiuaa <> seda rieam nta infeitada i
204000.
M ;de trios <,t. !am-phos e qualidades-,
Goardatiapo) de itabo a .
i Ditos a', o l')a.l(.s pr.inde a (U.
Cacbioei a .1* para aoabar.
i Carnizas para hon ns Je .';..,,' ,"..;
Ditas Lor Jadas Oati a *.
Di,a, ditas para noivos a I0j.
lulas p ra meninos a 20.
Colzas brancas grandes a 85J0, dttM a
por
UUA DO IMPERADOR N. 37.
O proprietario desia estabelecimeato teodo re
sorrido fazer ama completa liquidaco de todos o.-
arligoe de qne se compe o mesmo estabelecimen
lo, convida o resuvel publico a visita lo, porque
avista da admiravel modicldade dos oreos, bio-
ene Msar de prover-se de porcelaoaB fiulssi-
icas, looca, vidros e crystaes.
OPRATODE OURO nao pie prescindir de
rneaeiaaar os apparelhM de porcelana dourada
para almoco, como para jaour, os qoie? vende
mais baraUi do que em outra qoalquer parte por
Mar liquidando.
Vende-se
A cata a Praia do Caldelrelro n. 21, com 2
alas, eaxlaha fra, quintal morado e cacimba,
edificada mi terrano proario : a tratar ai rni de
Marcilio Pias, ootrtfa rn Pyeiu o. w
Sapotizeiros
l^raigeiras
Abacatizeiros
Pinheiras
e oatras muitts qnaliiades de arvores ractiferaa
e apropriadas para adornaren) ras e jardins, nao
esqueceodo aos apre;ladnres qie ha grande sorti-
mento de uranias y-onlucidas por palmeiras de
leques) cedro do oor.e, e de oulrai qualidade*,
looreiras, caaeltiras, as bellas palmeiras impe -
rlaes, e a) nao esqaeeida; cissarinas {eoobecidas
por piobeiro), um grande sortimento de diversas
qualidadei de roseiras, aseada, bigooias, ejui -
merias, petunias ; atsim como grande numero d*
cebla* de Horas, qne se tornarla enfadonho mo-
ciooar: a tratar no sitio do Abrigo, em Olinda,
com esta rio na travessa do Teixeira Lopes.
Lindos leques.
A loja da aguia branca i ra Daqae de Cixias
o. 30, receben lindos leques de sndalo ornados
com lantijoias iaiqa t dograda?, nbri* de novldj-
i? t apurado fostx ,
isiras, ranadine com lisras'de seda, laDxaha a a a ^"^
cassas, eambraias lisas, orgaody, madapoiio fran- *eenles ^ Ao/es 8 roaig bonitas em
cez, grosdecaples preto de toda a qaslidade, man- ma'( ^ ^ quaiid ides e cures diferentes
uihas a braeeira, bournns, ricas saias bordadas, vindaa d nm dos maiores e.nabelecimenlos
5!? 1^&$4^^ dTgaero 0 Tro ii!!sr*S
grande variedade era vestidos brancos bordados Assegura-se o bom esUdo dessas semen
chapeos de velludo para senhoras, bramante d t9S P's (5ne plantadas em a semana prosi-
inho.ditode algoG-, felesi de llnho, esgaile, ma passada eet9o todas nascidas.
crrola^estrtKVei:: V^J, W$ As p^oas qae-qui.erem enriquecer sea^
deas fazendas saoadmiraveis alm das seguiotes J,rdlD8 devem aPProVltaf a OC^lSlSo diri-
pecoiocbas: grcsdeoipies preto a i*600 o cova- gindose ra do Imperador n. 54 Livra-
lo rtspjs de velado para senhoras a 10$ e 12*. ria Universal oode se acbam ditas semenles
t^J^^rttf^^ com a de.cripf3o das flores respectivas,
bordados e de cores i 3*, alpacas de lisiras cora
lastro a 500 rs. o eovno. lanztnhas a 320 e 400
rs. o covado, faiao japonet- murto lrgo para ves- Chegou a verdadeira linba de carri'.eis de 200
5.. ^"t 0V V l(L*'1*8 p,ra ra?" 3*' J*rdM a ,0} cawi,il *a** ponida de
coixas com barra a 6#, bolsas pin vagem a diversos numero*, a vooUde
** e **3W, orgaady branco-para vestido a 640 rs. rs.. s na roa Jtvia-brao:!
a vara, ricos ortos de vestido braasos com 16 n. 26.
melros, de babadinhos a 7*. ditos com 4i metros -------------Tvrrr-----
T superior a b*. bavedo grande e variado toril-
aoento em chitas, cassas, madapolSes, r upas fetas
bnn. carem.ras e mallos arfcos que nao mencio-
namos, ludo oor minos JO por eento qne em oatra
LiETem carriteis
do comprador, a 80
i raa da Imperatriz
escuras
de superior qualidade e coitos bonitos, o pre;o
commodo, do-se amostras com penhor : na roa
da I:nperatrz n. 26,1 ..ja da Rosa branca.
qualquer parte
FARlA & LEMA.
Ti as bordadas
Ricas e superiores tiras bordada
trasparentes, eooia mnito chique
, tapadas, <
e par barato
. na loja da
osa-branca a ruada Imperatriz n. t.
ereco, diosaupecas para imostr
osa-branca rna da mi
Bonitos e iuoa ntremelos e
babadinhos bordados
vA^i- BrMC* "* d *q9* de Caxias n.
SO, recel>ea noVAmente nm bom sortimento de en- "Specialldade.
tremolo e babadinhos bordado?, cuja saperlorija- Vioho do Porto o melbor a deseiar.
de sera conheciia po," JBera es qa'zer pomprir e ieiO- e ): vende-se no eaSri tfT tm
irig Fil de seda branco. Dito preto
menos preco qne em outra parte.
Mantilbas pretas de seda esrcerald
IHBOQ,
A' doqoeza a liOOO.
A' brazileira a 134.
.Recebemos o melbor sortimento degros-
denaple preto do melbor fabricante france?,
pois neste genero podemos garantir aos nos-
sos numerosos ngoezes qoe n3o temos ri-
val, os precos s3o desde 1800 at 5:500
Groz de cores da melbor qoadade e
precos razoavels.
Setins de cores dos melbores fabricantes
de l& a 800,
Cambraia Victoria de 45 at 8tf a peca
de 8 J/i varas.
Dita trasparente fina de WWO at
ljfOO
Mecejana, recbenlos novamente esta in-
da cambraia qoe feito o vestido parece orna
seda, a pee* lem 30 Js. e costa 18 e
24OC0.
Saias de usio e de mosselina para fa-
ier a 3,
DiUs j feitas a i.
Ditis bordadas a 3*300.
Ditas mais finas de 85 e o .de
Ditas decores muito superiores a 5r>00.
Eramante de liobo a 00 dito a 8H00
vara.
Dito de lg.dao a l7(X) roeiro.
Atoilbarla de liebo de superior qnali-1*-
a 3|500 a vara.
D.to d= algodSo a 15-50 "> a vara.
Sbados borda toa muito linos.
Dit s inlremeios.
Fstao tranco mnito superior pars rr-
pa de meninos.
Golliiibas de esgni i bordadas para se
Lbora.
Ditas de algodSo
Lavas frescas de Jouvio a 3^.
Tapetes para guarnido de s!la para to-
dos os prec-os e t^iraaoLos.
Corteados para camas de 8iJ, 90 i' 2*"'(J
o par.
Pannos a croch para guarapo d salia
mnito baratos.
Para lu. Alpacas m r pos cantes,.
priuctifas bimbazii', rbita preta, de pre-
cale, crep, I3.< prtta fina, qoe ludo vende-
mos por um preco diminuto.
M dapn!3o francs- para 70 S 9 10#
i 10500 a peca de 21 Js.
D.to iaglez a j 60 70180 a pessa com
24 te..
Caseairs para homens e meninos de
dos padrCes e por presos baratissimos
F.-jupas f-itas para homens graide sorti-
Chapelinbas para senhora de paiha de 'ro^nto e no Cy.-ne se pode vender la-
Ilalia ricamente enfeitadas pelo baralissimo ,alo.
pele
preco de 150.
Cmbralas branca com listras bordada;
a 80
Cbapos de sol para senhora com forro de
seda mnito fino.
Ditos cabos de roarfim.
ttrinaldas para noivas ricamente infei-
tadas.
Veos de blond, sedas brancas, popelinas
i
Ar,quolas de c'ioa da* mais modernas e
30 e 40.
Deixam s de nnonciar muitis outraa Pa-
read -s por se tornar enfaicr.no e mesmo
por que os nossos numerosos fregaez?s >i
sf.ben qne o Cy.-ne tem por cjrsleuia vender
barato, e ni engaar aeos fregoezea, e por
isse venb m ver as fazendas do Cysne qo
sao escocida a capricho a
64 Rna da Imperatriz 64
FIOIEIREDO a LOPES
&


...-.


~.l.p.. ., -.
.. .ir.,.,
**!*
/'
6
iate de Frn&Uiimc*- Sabbwio 13 d Abril le 1W2
s
liquidam
FAZ
na loja

- -Verde Cnroma.
V#de se om.barris de 4vrbu :
Mwivz do Olinda n. 40.
Los j
sl


RA Di IMPERATIZ N. 60
DE
PEREIBA M SILVA 8: P1R t APURAR
Xeste niporUiiie eslaelecirnento encontrar o raspeitavel publico ona avaltado sor-
tiiW^ ea4 r m?j barato do que em otitra quaiqu r parte, attendendo as avu tadas compras
tf .z&iiia, assim como jor tjios os vpo-es qp chpgim d'Eoropa se recebem novos
S!ijlii$ de (aseadas de g'jsto ejio^a co'Ie'cco dos mais modernos flgorinos, aa pes-ij
A tuva E*perao*a%*dW^PfcrHwic*fV
espeeiaes para jardineiros, sao ai melhores que
teui viado ao meacado, a artas rales ijtu se -ac-
ferino fraacei a \$m *
l HP" d* ch**'r ioil do-rapadlo am fcame
ioriaieoto de memos de eotes par* reatlaos, (a
tenia larga, de ama .- cor e de m tecido iotei
i anate novo, teDdo verde, atol lyrio, ro?a Ijirk),
eor de caf e amarillo, as Cores sio nJmto be # de ara efleito brilhante em obra, e tande-se
pelo baratissiroo p#eg>> da dei to5es o cavado :-
Da roa da (mperatriz n. 40, toja do Puaaaio de
Mendes 4 Carvalho. ^^
AOSIADRES
seas s< 'i s rende p -los mliaran i pre<;,s, qoe se compra nos armazens rglass, .de tedas s
t!jB se doamiit:;s Jixando ficar penrhor. O est bel^f i meato' de flayio eat
uatement taxio das'6 boras da manha s 0 horas da noite.
A Nova Esperane,.a roa Duque de Caxias n
quem vende as- aaelh res meias de laia
Biamumas trascas da a rs. O 50 e. .
Otsq-Jy di una cor o me-
IfO 3 f;i.......
Tjrfanas strarias cora muila
p tests, o metro a rs. .
ais de c rea com enfeites ao
la4e 4wra babado. o aovado a
Lv-1-fih.is largas com liaras de
*>6 o eovado S K) ts. e.
P pacato i '3'5 e. .
Sti cem listritilia-', o covado
* I4HW e. .
Gorguees de lia de orna so cor, u
ceta lo a rs. 400 e '. .
i.<3 Ja-goi e de corda j, o eova-
do a rs.......
i .s li-.v-ad-s on lis tras de
-seda, o< vado a 800 rs. e .
Himim lisas de todas as cores
< .i3< decores c jirc babadiobO'. a van a rs.
| pcari acal com lisuas -bra.cas
* r.9v4 i h rs.....
t. ::: abas com q :adrinb03 deseda,
eaele de mullo ajiaausia, o o
t is.......
L .-'. nb s teci la- com seda, sen Ju
ca* u:iL)S g>l)s iu^iexes
ttio proprias para fr.noras,
qoeftnde viaar, ocoadoa rr.
Kjflitas 13ajinh s le cores, o c -
we a rg. oO e .
|liras de Isa, i^rg3< e lustro-
ftat-, o eovado a i j. .
ibralaa .trsnspoierii^s impe-
?*3ss.apec.a......
v-. b tnc tanto e l.siras
n fia >......
aJ.-aocjj para Mttdos e
r< im'"-.* ftt muiros, o (ovado a
ft< II S i! .
1431 -i ni i rauca ilij ludas as co-
i/ .' >.''<..
' ti >. i ado1, o m*lro :i rs. 700 e
Kf-u corea coaj
Id c v ,! >n |'J .
. -' Di n ; Bi?t!)is9Htof c irtal 'i u :a bhanti-
i.a 13.000 e
3- ef ;ori ;! :i Bo:orpa
u ra n npss I > m maos t n-
- I i desea, co-ado a rs
^!ara ii-v
1 le sea !iro..Oj
v:;.'f-;) do. o vio a .
r i br?i i Rtoito alvo O
i a......

(uaolidade pequjffV;
te acabem.
potanto ellas antea
1S
DKMtU
i Ilamburg i de pur liaba teodo dos
6't0 nmeros mais bmos al aos
m ii- subidos que \m aa tner-
501) cado........
Cobertore de lio-para camas tea
6i0 do de varias qualidades .
, IHtos de algodJo a .... {280
i(5500 Colchas de fuaiJo pira ctmas,
taoto brancas como de co.es
1*009] PARAHOMENS.
Palttts de panno prtt-) e de casemira de
2)5000 cores sendo m^is m )d rnos e para todos os
,precos e qualidades.
250C0, Sobrecas eos de pauno preto de
todas as qualidades .
5*0 Golletes de casemira preta e de
cores..... .
O'tO Diloiilegurfcuro de seda t< uto
preto como de cores .
I 000 D\ os de brim braoco. .
Caigas de casemiras de cores ten-
400 do de ,500") a 14^000
Ditas do dita preta de 6)5 a! i"0C0
."'O Di 1 s de brim brar.co de linbo de
3j500 a......iCmO
OVO Camisas fina? com peito d'algcda
de 1,5600 at......3"0C0
Ditas com peito do linbo tanto fran-
800 cezas como ing'ezas, de 3*500
at as mais Gnas que vem ao
mercado, seo ..o Wiwbffla borda-
das e em :uia (az se grande
800 dtTeren?a em paflfo .
1 Ditas de chita franceza rrJodichas
500 faz'iida de. gosto i 25r:00 f 3,5000
1 Ditas de fhmea de cor a 2|J0 0,
500 30U0 e......3i550o
Ditas de meia de la muito finas a 4(5000
?000 Dasde dila d'atgod3oa 13000 e......4*5iO
Sor-oulas de panno de linbo 1 24'. 00
Ditas fran ezm de liino a 28 O e 35' 00
Hitas dilas de algodSo a l56 1*000 Collsriihos tan'o de linbo como
de algo.:a.) os aais moderno*
700 que tem vino ao mercado .
Ponhos de linhos O; cais moder-
)60! nos ......
; Redes para dormir de diferentes
164008! qualidades ...
Chambres de chita e de cretoie
M ;as ernas fr^ncezas e iogl^zas
20r>C0 qoe se vpndem a duzia a 35OO0,
'at 84000 e.....10*000
CORTINADOS
C-j.-iiaaios bordados para cam s e
janellas, qoe sevenJem o par a
8*, 10*. 124 e I6|00
CaHibr2j9 largas adamascadas para
cortinados com 20 a as, pega a 103000
Das com Ib' varas a .. 84000
as egoinies aaae t-n do Radie
ra do Paso'd Palrta t ; beccodo
u. i, ra da oViwataeea n. II : a tratw 400 o
Coaiineodador T;u.-o. v
So>3X
Qile Pitada! I
Qiem qiiir tomar urna ba pitada comprara*
p PjuIo Cordeiro vMji dn;Papiai.i mi \ I tij*atru n. 40.
E^jfravu
Precisa se de urna qe enieoia p eozioha :
roa lama dn Rosario n^t.____4'
,-e uoi -giti noi~ogai
ni
Veode- te um siliu nos Aiogados com du>s
casas que deilao para a ra do Jlotocolomb. e
maiaoaira no m-.ij d sitio enira ,ds arvornilM^
toi > Brtradj, e em terreno preprio : a tratar Sa
travs*:! da m: tnz d Santo -jjtnt >nio n. ti.
inas de costura.
Ch*garajm; ao Bazar csal da roaUniv
fWva n. 22,-gra sortimeato del machinas
p*ra costara, das melhores qoilidades que
Xiste aa amejica, das quaes maitas j s3o
MU eonbedd s pelos seos autores, como
^n: Wslter & Wilssn^ftwer & Boka,
Slencioias, Weed e Iafexats e outras
mutos qoe o m a vista deverio agradar aos
compriwoaes.
slas machinas tan a vantagem de fazer
o -IrateaHho que triota eestureiras podem
r diariamente, e cozem com tanta per-
o como as ais pareKas coaoreras.
ote-so a sos bea.qaslidade e ensioa-se
alrabaihar com-pes(:i0aqi menos de urna
hora, e 1 s pregos e'o to commodos qoe
devem agradar aos p'eteodentes,
:
EMPORIO COMMBfrClAL
lii IEH D ipiM tf
Neste j bem conhecido estabelecimento encontrar o respeitavel publico um peaeo
de tudo por mdicos presos, e teedo seus preprieUrios reeolvido qidaralguniartigoa
de que l coape o mesmo esUbelecmeio, veode#jf)j meaos do m\ uao
COMO SEXt
pirte de urna boa cana terrea, sito na roa da Ven-
tura n. 2 (Capunga) a tratar, oa ra Io de Mar
$> n. 7 A. t* andar._________ _______
_ Veode-se a taberoa da h da osa,"slirada
de Jn) de Barras, bem afregnezida, e em bi*a
Ineilldad* : qoem .1 pretenl-! "?ina-so rasjmi.
Vende-se um carro americano de 4 rodas,
novo, muito leve e alegante : tratar aa roa-da
Aurora d. 26.
VeuoV se oa ra das Cincq* footas n. 81,
latas com 4 libras de doce o um> ilao que ha nes-
te (tenro, proprio para mimo* e pir um -prefo
IBM 1 ile ons"
muito reduzdo por er re<*[
ilionsiTtiscSo.
orrupio
Pochos 4e linio -para cansa a 94000 a
duzia.
Collariobos de liuho para camisa a 6| a
Aeqoinas de enea pir creangas e w-
nhoras, de U a 4*000.
Corles da cambraia branca de cor dio coa
8 1/2 Taras a 3*500.
FroBbas de crivo a 560 ra. bm.
Corles de castor pan calca a ftlttO.
Algodo de li?ta a 260 rs. o corado.
Co'hb braeca *dioja8ca''as graade a
a r 2*800.3*000.
Coberlas de chita grandes a 2*400.
Superior brim de Hambaf go de linbo et
10 palmos de largora a 2*800 a vara.
Bonitas.-lfockiraa.cim jabonetes de fine-
tas, proprias para prsenle a 4*000.
Lindos livros coa extracto< e sabonetea
a 24380 e 4#000 psia presente.
Oleo pbitocoon a 800 rs. o (rasco,
Garrafas de vidro Baearat para vinoo a
54. 6* e 7*000 o par.
Compoteiras a 6* e 7*000 o par.
Copos de vidro bao para agoa a 44 e
44200 a doza.
Cauces de vidro de cor fino para vinho
a 2*000.
Meios apparelhos de loriga ingieza fina
para jamar por 504000.
Pratos e diversas pegas avulsas que se
vende b. rato.
Jarro para flores de 3* a 15*000 o
par.
Clices de v.dro fino para licor
a duzia.
-Vidros de chamin para candieirrr a 2*200
e 2*400 a duzia.
Gtobos para candieiro a l*t300 e 1*800
cada um.
Bonitas quartinhas hamborguezas a 45000
e 44OO o par.
Escarradeiras de vidro a 3*000 o par.
Bonitos candieiros de jarro a 164000 uraJ murtas ootras perfumaras que se vende ba
iO
5oOO
[ g i mui'.o
' > a
'i
u hr;rrCj man; ..v >, uva-
i J500 .....
I p : fcr acas !i-l J.-.S i *ilc-
r. s a. o : i :
eilas c mi i s a .
i ..; mas .
e damasc; de Ja, a iiiii-
) da seda ....
i as Je croch ....
FAZEXDAS BRANCAS.
- d'al^odao'inlro americaL'o
5200. 45, 5:5 o
fc..,: sote !' Igo .: i com 10 pal-
asd largura e at;ito eocor-
, ), rara a......
Iflaia d: 'ir.li) DBlKo encorpado
Coa 0|ia!(ii)< de largura, o
metra j 24000,2*500 a .
I ''.-;. !' il : ;: ', 'i metro a
aiaoeti bo enfesta 11 pn ler.-
Ciai 8 palmos de largura
latoeocorpal). o oetru a rs
i>Jv traogdj e-jai a ratina \?.c~
gara e mui'e en-:or{,-a le o no-
oo a.......
Mn3udo da liao-j ad mascado
. 8 pa!m)S de largura, o ne-
lr a.......
3!l.5 si:/.!, o raelro i ..
j".ochoado fazenda de muito
gjf'OfOm 7 pal o a dq l-rgurr,
tro a \?A )0 ? .
trtttuyAii com 8 palmos de
tersura.) o metro a .
3*500
4000
34000
(4600
I5fi0t>
4000
13800
34000
34000
9;0
J42UO
34OO0
25000
24000
16600
45500
2Q00
185(00
15*100
6*000
Damasco de 13a a imitad > de seda
p3ra colchas com 8 palmos de
largura, o goyado a
Ditos com ( palmos de largura
par i im le solteiros, o eo-
vado a.......
Colchas de caroch para camas as
iiiii- ricas tu li-m vindo ao
mercado a.....
Dittsde damasco de liia a 10* e
D.las de fcslao branco sendo mot-
n grandes n 54000 e. .
EX.K.EXOIDOSOHTIUENTO DE ROSDENaPLiS
NA LOJA DO PAVO
Rrins o'Angola.
Mantilhas rasileiras.
Grande pechincha em oanno a 34')O0.
Saias bordadas a i*. 55 e 65000.
As3:C0O saias f 2500O
GRANDE 0FF1C1NA DE ALFAIATE
Pereira da Silva 4 C. team a boora de
participar ao respilavsl publiio em geral,
e a seus r.uaaerosos fregoez^s, que ao seu
es'abelecimet^to de fazendas, tem montado
urna magnili;a officioa de ailaiate, aoade
< manda faz r qnalqoor roupa de encom-
mea Ja. lauto para homens como para me-
ninos com a niaur ireslt-za- e perfeigo, Q)
mesmo estabelecimento se eocootra um
avultado sortiraento de todas s fazHidas
para as roesmas obras de encoseminda, as-
sica como oara qualquer mo: lambem aa
nit.-La olficiiia se encootra o perito mestre
Pedro Celestino Soares d; Carvalho, eme-
cial para fardas, tanto das Srs officiaes de
guarda nacional como, da tropa de linha, os
quaes lerao maito bem servidos por mdi-
co prega.
Vnde--ne nmtoirupiSo.- mnito cantador
proprio^pl8a embarque ou:piiesente. Nes
ta lypogfapbMi d s 40 ho*a da maoti'aa s
5 da tarder- A pesso que quizer dirija oestes tres das.
' Uina boa casa torrea
VeuJc-se una boa casa terrea sita ra do
D'.sterro n. 10 em frente de Sania -Therexa, em
Olinda. construida de pedra e cal. em solo pre-
prio, com bons commodos para familia, lendo 0
palmos de frente 80 100 de foDdo, ponco raaij
ou meio--, tendo 1 grandes salas, 5 qoaitos, soiao'
eem bons commodi s, c itnha fra, qnartos pata
escrvo, alpendre em toda a largnra da casa, a ai
grande quintal murado rom cacimba r boa apia,
moiios rvuredo< fiuciiferos e-uno-boo vtTencj
podeado se at divid la em dua casas, visto offe-
recer propoigo s p-n; ieto : os pre'*ndeu;e) po-
dem examina la ao tugar cima, e dirigir-? >
ras do Vrscoode de fnhaama, oulr'ora Rajigel a.
7, t ou 2* andar, que abi sebaro xom qnem
tratar.________________________________- '
A 3:000 RfilS
Relalha se a vontade dos comprado!es a
tres ujil ris por t-atmo o terreno, que res-
la do sito Aguazinha e no Porto da Madei-
ra, em R^beribe, com oito centos palmos
de fondo : a tratar na ra Primeiro de Mar
go ( outr'ora do Crespo) d. 12, 4. anda
Sustento rebtiurativo da
saaiie
pela ve8D.%i>f::u P'.\n.TJHA
II' A, MSm] il'Arat
Os abaisioasaftgnarto3 far--i scienie a seus fre
gueies, qaefelo voMdzIh7 /.-PUila receberam
eganda remessa d essa excelente farinba, enje
oso ronito m rteommenfla para as crfaneas, pes-
soas debis convaleseenies, applicada com reco-
ofcecida vaatagem as eon. nausea do estomago, losae, escarro de saogae.
pbthysica, etc. etc. Pretenda .linda pelo agradavel
ahcf.Umricoa oatra qnaliBer.
mm&% mmm mmmm
A na do.Coromeriio d. 10, e-xnpto- 1
B rio de ios Joaquio da Costa Maia, en- S.
cuntra-sa para vender por commodos |
B preeos :
Aiule)os bespanhe*.
Pelhas de ferro gatvaniado para telha- 1
M do de diversos tamanhos.
Ditas de dito dito lias.
Bieas de- ferro galvanizado.
3B Cumieiras dito.
ES Portadas completas para cantara.
M Ladtilhos. W
smmmwmwmwnmmm
GRAN E
LIQUIDAClO
Fazendas freas c e cores
NO
BAZAR NACIONAL
Ra da Emperatriz a. 79
Grande quaotidade de arandeilas para
dependorar a parede, de 15500 a 25000
cada urna.
Temos da bandejas a 7*000.
Paliteiros de porcellana branca de 1*000
24000 cada um.
Lava m5o de zirco a 4*060 um.
Algod5o mglez para roupa de escravos e 4 varas.
rato, como seja : saboaetes finos a 1*200
2*000 doza.
Chapeos para baplisadode crianga a 2*500
e 34510.
Coqaes para cabello a 24000.
Cadargo tranco 360 rs. a dozia.
Dito trado largo a II rs. a pee com
saceos a 320 a jarda.
Tapetes avellndadcs pira qoatro cadeiras
a 255000.
Um grande espelho moldura dourada por
805000.
Lindos albons para retratos a 10*O?0
cada um.
Bonitos chapeos de velludo para senbora
a 104 e 12*000.
Abertaras de linbo para camisa a 10*000
a dozia.
Caixa de papel amisde a 700 rs.
Dita de 100 envelopes a 100 rs.
Dozia de pe&les para alisar a 1*600.
1580C e 2400O.
Bonitos chapis ^e palba com aba f ira-
da, para homem a 1*000 e para menino a
3*000-.
3brtimento de raeiaspara homens, sentao-
ras-e criangas, e mwtos ontros artigos qo*
deixmes de.mccieoar, e que igualmente
vendemos por pregos coomdos.

DE
Awtm sr -rli m.v
Vecde-( no armazem de fazendas de ao
t. .1o Olveira & C. na !o Commercm o
B
usa
mm
Vede-se bons passaros cantadores
reita u. 3, t* andar.
na ra Di-
de MiHiors e outros
etc.
>
Cofres do ferro
JL QIi\ 3aian
Tachas de ferro, lSllQbaao.
Arados Americanos
ijraCleS, para agricultura.
Carrinhos de mao.
. Machinas a Vapor
M-GiU Xb je descarogar lgodo, de I0 ale 40 seiraft.
Chaoas de ferro
galvanisadarpara cobrir casas etc.,
gs(6 rtigos ven'em-se em
asja los impor.adores.
Smaw, Uawkks de C,
(ocarWA mU b* Caut-)

Vndese coquee dPtversos formatos ,e cores
no Bazar Victoria ; ra do Baro da Victono nu-
muera 2.
khah & ti
0 Ra do Bom Jeau-a u. 55 Jj
g Vendem, m
W Ferro gavaloisado era felbtH para le-
0 ,hV:
B
i

0
m
Leite condnsalo.-
Cognac Martineau.
Vinho de Berdebs em eaixls
Tonmard
Volraay I
Hint Falerne
PeoiHae
Vinho do Rbeno :
Sctiarlachberger
Ki^esheuner Barg
Hochkeimff Berg
Marco Cromar ausl
Rauentbaler Berg
Steioberger Cablnet.
M/
0
0
0

0
0
0
0
00000 000 00 000
Vndese, em bom estado, meia ansia de ca-
deiras, duas ditas de bracos, teas de balanco, um
uar )le CQnsol<>s, um s-f, e ama iard,ineira: qnem
pretender dirija-se a ra das Trincheiras d, 2i
'Arroz de csea
Saperior em saceos mnito grandes : nos arma-
teus de Tasso Irmios & C
De bem 5onaoidaMrca de Charles Heidsieck
pra vender-se na rn> do Cemajerio n. 8.
A 7,000 rs
Vndese boticas para senb-ira. obra Ingieza,
bem falta, pelo diminuto pre^o de 1f : venham i
ra do Mrquez de Olinda, antlga Cadeia, n. 5(
A, loja de minJasat.__________'
A2:2O0 jis
:^Vend3-se a 2*200 r*is o saco de tm-
oba de mandioca : na rija do Livramento
38, Baliza. a
O verdadeiroPoftiasd : 6 je-ven ie na
roa da Madre de Oeoa n. 22, armazeo d.t
Joo MarltQS de Barros.
LOURENCO PEREIRA Al. GU1MA1LVES.
Vende-se:
Cortes de eaf amira preta para caiga a
2*500, 4* e 5900.
Panno pr*to paracalgas e pa'ittea 1*500
'2*, 23500, 3* e 4*000 o eovado.
Grosdeoaple preio pra vestidos a 15800,
2*000, 2500 e 3*000 o covadrv
ROUPA FE1TA PREFA>
Vende se :
Caigas de casemira preta a 44000, 65000
8*000.
Palitots de paono preto a 55000, 75000
e 105000.
Golletes de casemira preta a 3*, 3*500
e 45000.
. Palts de alpaca preta 3*,. 35500 e
iOOO.
Chitas a 9%0 rs. o corado
Vende-se:
Coilas franceza* largas a 200, 320 e 360
r?. o eovado.
Rtseadiobos de* trstras proprios para ves-
tidos e roupas para meninos a 320 e 360rs.
o eovado.
LAS1NHAS A 160 RS. O C9VAD0
Vende-se:
L3asinhas para vestidos a 469; 200, 320
e 400 rs.j) eovado.
Alpac3S*de--listras de cpres para ves idos
a 500 e 640 rs. o eovado. -
Dilas em guajiros de seda fa-zenda nova
a 800 rs. oaa*ado.
MADAPOLAO A 3*000 A PEg.A
Veode-se:
Pecas de madapolao enfestado a 3*000,
450OO, 5*000. 5*500. 6*000 e 85000.
ALGQDAO BARATO A 3*000.
Vende-se-pegas de aigoUSo. a 3*. 4*. 54
e 65000.
CORTES k>E BRIM DE Cf A 1*300.
5iarjiie.se ;
Cortes de brim de cor para caiga a l*50ft
o 25600.
Bitos de gan^a a 1*000. Ditos de brka
rpardo a 1*200, 15800 e 2*000.
CUALES DE LA A 14000.
Veode-se chales de 15a em qoadros a
14000. Ditos de merino estampados a 25,
34 e 4*000.
Cambraia Um a 3000.
Vende-se pecas de cambraia lisa p ra
vestidos a 3*. 4* e 5*000.
Ditas de cambraia Victoria a 3*500,
45300 e 5*000.
BRAMANTE DE LINH8 A 25500
Vende-se bramante de linbo muito largo
a 2*500 o metro. E outras muilas fazendas
que se rende muito barato.
Liquidacao de coat s
NO
Bazar Nacional
Ra da [mperatriz n. 72
O EMPORIO COMMERCIAL eacarrega-se da actora de roupa por medida, e capn-
eha em bem servir aos fregmwas, tanto no eomprimento de seus tratos, como na boa
qaalidade de fazendas e modicidad* de pregos-. ,
PECHINCHAS DE MJPA FEITA
O EMPORIO CCMMERCIAL vende pa'.etot fraque de casemira ftoa bem ac-jbadoi
a 184000, 204000 e 224000. Paletts saceos de casemira prela e de cores de T^OOO a
125000. Ditos de merino preto de 74 a 105000. Caigas de casemira preta e de co-
res de 6* a 12*000 cada urna. Golletes de casemira de 3* a 4*000. Caigas de brim
muito bem feitas de 2*500 a 85000. Paleftots de alpaca fina de efires, branco e preto
a 24500 cada um. jCeroulas de linbo a 25800, e de cretone a 1*600* cada urna. Cai-
ga de castor a 1*700 ; superiores pannos finos, casemiras e bnus.
EMPORIO COMM-ERCIAIj
15 Hua da Imperatriz 15
I




(ranie leducpao em pr8?03
Na loja de Antonia Pedro de Souza Soares, na raa do
Bai&& da Victoria n. 28, cutiera ra N*>va
K baratsimo

-dllJA
A verdadeira eerveia da Bavieca, marca bao-
eira.-ee-aoaerior quaHdadi vendem Tanotratlo
C, armazem da roa da Amorim n. 37.
. .... .i > ii un i>
li^no em Beberibe
Vende-se um terreno junio postada Bebera,
com duas frentes, na margera do rio ; a tratar
eem A. de A. Porto.
Diademas moderaos a rs. 509y
**OO0 e.......24OC0
Coo/ies de trangaso que tem via-
do de mais gosto a 55003
Gravatinhas de seda com franja
para senhora a.....lO^O
Grinaldas para caaamentos a 35, e 5*500
hir-.veziveis enfeitados para coque
Galoes de seda de efires, a p?a
de 15000 a '......3*000
Ricos enfeites de blond e flores
para cabega a....... 55000
Mimosos leques de osso para, se-
nbora a.......9*000
lem idem de sndalo com lan-
tej ulas a ...... 5*OC0
idem dem a imiiagao a 2*200
Lavas de petiza para homens e
senhoras, o par 500 rs., lloOO,
24000 e........ 34000
Transparentes com paisageas para
janellas a.......12*000
Bicco de seda preto e b.-aoco pega
de 2*500 a ....... 1*000
Fita de setkn maco escoesezalar-
ga, vana a......3*000
Flores artfflciaei......
U1UDE2AS
Dozia do pegas de cordao impe-
riaes a rs. 320
Dnzja de pegas de trancas de cara-
col trancas rs...... 400
dem idem lisas a rs. 20C
ntremelos e babadas tapados e
transparentesapecadeOOOrs.a 3*000
Resma de papel pautado a 44, e 44500
Caixa de papel amizade muito
superior a rs. 700 e 800
dem idem de qnadriobos a rs. 640
Caixas de eovalopes Anos da por-
celana ars....... 800
Idem idem a rs. 400 e 500
dem de peanas a rs. 500, 800 e 4*200
Abotuadaraa para collete, grande
rariedade ars...... 200
dem douradas para ponhos a rs. 500
Dozia debaralhos francezes bei-
ra dourada a......3*000
Lampatinas a gaz a .
Jazias de pares dt meias para ho-
mens a 3*500, 5*000 e .
Duzia de lalheres com cabo de
osso 2 B a......
Dita de ditos Gravados ( baratis-
*irae) a .......
Garrafa de tola roza extra-fina a
Potes de dita ingieza a rs. 100 e
Eslampas de gutna franco-pros-
siana a rs.......
(VER FUMA RAS
Port-elratosdourados com dois
frascos de extractos muito fko
Garrafa de agoa de florida verda-
deira, a.......
dem fdem kananga do Japo a .
Fraajc^ com oleo oriza verdadeiro a
dem de oleo philocome verdadei-
ro a rs. 4(0; 500 e .
Rosas eom extracto a _. .
Frasco com extracto inglez moito
superior a......
dem com dito kananga moito sa-
perior a.......
Banha ingieza em frascos e potas
de porcellana a .
dem idem a rs......
Magos de sabonetes ingWaes muito
bons a as. ... .
SaboueHs-de amendoa. mullo
. periore es. ,
Cosmetieoe de cores lisas a
100, 640 e.....*.
Pacotes com pos .de saroz Sao
a rs. KO, 400-e.....
Caixas com dito meilo fino ka-
nanga a. .......
Galena do-giamdes homens ceda
estatua corn um frasco de ex-
tracto a ....... .
Fraseos com ?goa de cologne a re.
500, 1*000 e.....
Garrafas com dita oque ba de me-
lbor a 31000 e .....
Elegantes caixinhas com sobone-
tes a extractos de 3*000 I .
iJKO
6*000
5,5500
256K
1*000
160
800
t a.
1*200
1*200
il**
14G00
11800
.1*000
1*300
1*000
00
SAJOOO
> a -
1*500
4I0OO
eiJECTOS DE P0HCEL4NA
I VBm.
O qne se pode encontrar de mais elegante briqoedos paracsianca, iMnpleto e va-
riado sortimento, eand;eiros a gaz o qoe ha di amor, e mailod oatros o^eje|o%4p%
e tornara longo mencionar.
N. 28 Ra 4o Bario a Vfetoria K, 18

' i.
!*
'


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4.


un
"
*hfi 4% IfiMAaMbMe &*l>a4o <* i. Mil U <*#*
*'
__
Klttli^.
Retare* topa qa* w.H i lmoerador a. 14
esta, eoilocaao uto lampu que se aceode neut*
e teta o seguais distlot. Ccnfeiiaria do Campos..
Naqnella easa esle'tabetecida urna coofelta'ria,
pastelaria, conservara e culia ra, alea de tode
oais que pro rio pura urna boa mesa ; de or-
te que, se una pe.-so tem ama visita raexperad,
nao tem- mais do que ir on mandar aquella esia-
belesimenlo ; pois all encontrar sempre, ou p r-
qae. esteja prompto, ou porque se apromp;ara
com a maior bravidade, o segrate :
Un linche opparo.
Uma sebremesa arlada.
Urna merenda agradavel'
Por esla forma j ningoem se d*,ve vexar por
uma vi ,ita que nao M fi esperar, poi* os prepa-
ratorios da Gufcitaria do Campos tem capncba
do em bem servir a todos que os tero honrado
com suas fregueiias e de certo nio aprontar a
eeeasiao das pressas e atrepello* para .deixar de
servir aqaelles que lecrrerem Confeitaria do
Campos._______________________________
Aos dois mil palitots
NA
Loja de Paulo Guiraares
Grande sorliraento de palitots de todas
as qualiddes os qtiaes se vende por precos
baratissimos, e com especiadade de alpaca
preta e de cor proprios para acdar em
asi.
Palitots d'alpaca aobrecasacos e saceos a
000 e fOO.
AO AR.MAZEia
DO"
Roa do BarSo da Victoria
N. 7-Odtr'ora ra Nova_N. 7
Sempre novos sortimentos
Calcado francez.
Bolinas pira homens, bom bezerro pellica, eor-
davo vaqueta e panno, duraque com biqueira de
vernii, pe. ca com biqaeira de verniz, bizerro e
pellica com ilhoses e com botos, tanto dos fabri-
cante? Suzer como de PcHak.
Botas rus.-tanas, meias botas, pernearas e meias
p< me iras para montara,
Sapalos de vaqueta de verniz com scla de ma-
deira, proprios para qs sitios, jariins e banbos,
tanto para senhora como para boinem.
Sapatos df borracha para homem, seofiora e me
odo.
Botinas e abotinados de muitas qualiddes e pre-
sos para meninas e meninos.
Sapatos di verniz, eliarlat, cazemira, tapetes
avrlludados e de tranca, francezes e portugueses.
Perfumaras
Finos extracto, banhas, cosmticos, leos, opia-
tas, e pptes deofrices, sgua de flores de laranja,
agua de eclogoe, divina, florida, lavande, e de
toilet, tintura para barba e cabello, pos de arroz,
sabonetes. e mnitos artigos delicados, com fras
quintos de extractos, ludo de pnmeira qoali
Eecreio estaioftcMoo
i sobrecasacos e saceos a I jfj"dos bem coaheidos fabricantes, Pivar e Con
i.00 e 6000.
Ditos de panno fino sobrecasacos e saceos
Ditos de ditersas qualiddes sotrecasacos
e saceos de IdOO) a 6*000.
Calcas de casemira preta de %5 a i 80300.
Ditsdabrim decores de 500 rs a 20000
Golletes de casemiras preta e cor d 10600
a 50000. .
Fazendas
Grosdenaple pretj superior de I>300 a
30000 o covado.
Seda prela lavrada a 20030 o covado.
Moreantqae preto a 20200 o covado.
Chitas pretas 320 e 360 rs. o covado.
Lll pretas 360 e 400 rs o covado.
Chitaa escoras e claras 160 e 400 rs.
o covado.
Casemira preta 30500 e 40000 o corte
''caifa.
Officioa d'alfaate
Mandsm-se fazer obras por medidas feitas
debaiso da direccSo d'ntB perito mostr, ga-
fante- se f zer muito raais barato do qae eos
entra qtialqaer parte.
Nf mesmo estsbeleciaiento se encontrar
una completo sortirrento de fazendas, pro-
f ris para liomens.
48 Ra da Imperatriz 48
JUNTO PAOAR1A FRANCESA
Quinquilharias
Finos artigos de Pars, de differerftes gestos t
pbantasia. como sejam os segointes:
Leqnes para senhora e meninas,
Luvas de pellica e de ti j de E;coea.
Espelhos differtu.e para sala e gabinete.
Vidro< avu'sos para espelhos.
Calimbas de sellara ornada com msica.
Albans e quadrioh'.s paro retratos.
Diversas ebras de curo de lei.
Correntes de plaqu para relogios.
Bolombas e cafres de jeda e 'le velludo.
Diversos objectos e pantana para toilet.
Pcncioez, oculos e beogallas de luxo.
Chicotes e beng illas de baleia, canna e junco.
Pontt-iras de espuma para charutos e cigarros.
Escovas para cabellos, roupa, df ntes e unhas.
Peot;S de marfirn muito fios, para easpss.
Ditos diferentes para cabello e barba.
Carteiras para notas e para dinheiro.
Malas, b&lcas e saceos de viagera.
Gaiolas de rame para passatinbes.
Venezianas transparentes para jaoella.
Abat-jours transparentes para candieiros.
Mamadeiras de dar leite mu fcil as criancas.
Tiras de molduras douradas para quadros.
Ricos quadros ja promptos com paisagens.
Estampas de santos, cidades e phantazia?.
Esterioscopo t cosmtrames com ricas vistas.
Obieclos oe mgicas para entretenimento.
Machinas da dillerentes systemas para caf.
Bercos de vimes para embalar criancas.
Cestinlas para meninas de escola.
Jopos, de dama, domino, bagatela e da glorie.
Campanhias de moles para chamar criados.
Healqcs, accerdious, vidroe avulsas para ees
n.cramas e oulres mutos artigos de quinqui-
fbarias difficeis de mencionar.
Brinquedos
Para criangas,
O maior sortrKenlo que se pode desejar de toda
erte de brinquedos fabricados em diversos paizef
da Europa pan*, entretenimento dos nios.
Presos.
Sua dn Livpmento n. 20
Parias & Gomes rentflV,am so pobco que
cabam de realisar a mudan(4 de seu estabeticl-
mento silo a ra tuque de Cixias n. 73, para a.
rna do Livrameoto n. 30, onde se podera encon-
trar um urudosertraento le (alendas, pelos pre-
cos mais rasoavets possiveis, come -sejam :
'^mbraias de cores a 20 ris o covado.
i '.tas muito finas a 80 e 320 rs. o covado.
Lia e alpaca a 490 e 500 rs. o covado.
Chitas escuras a 240 rs. o cevsdo.
Ditas muito fina e lindos padrj; a 296 e 320.
Madapolo fino c 51 e of 800 rf. a pr'.;a.
Dito muito lino a 6i.
orosdenaples pr-eto de todas as qua!ida.des.
trim de cures e pardo.
Camisas fraoceas e ing'ezas.
Casemiras de tres e preta.
liamburgos, cambiaias brao-^s traasparentes -
Victoria de todas as qualiddes; todo por precos
es mais razoaveis possiveis e por menos que ea
oatra qnalquer parte.
^ Vnoos de todas as qualiddes.
^ Bordea use em caixas e em fearris.
2 Rjurfogue em caixas, tinto e tranco.
*9 I'heno em caixas.
PyrTo emluoCnnoae velfco, em *arrij. [| NegOfiO 6 p66liU (jSL
naaros fre|ezes e amicfS
cav bem o que vos digo,
=:ulta atieuca, pois, ves peco,
rorqne a anYtt'c ar ja cornejo :'
c-inguas secos mnito novas,
Hrjilbjis, cuD;i-rv(t(ivas,
3pi.va, arxo?, s,ai,
tras.queMo lorfri:
salame, caf; ftijio,
o gostoso macarro 1 -
wap, bage?, peixe em latas.
Hmate em massa, batatas
rpieza ginebra fina,
xarmelada genulna I
rein calda fructas, azeite,
^abos, amendoas e leite;
Hfiucinho fino, aletria,
ende o sabor se aprecia !
ozes, massa de sag,
o hom dore de .caj ;
.velits, finas lenutias,
:,aras, peitorae* pastillas,
^ate, doce de araci,
>ljofar mu fleo ca,
y.' re rival esta j.Jadr,
at em sabor randaje I
KSQteiga fi." a. cacao,
poces, gftfas, bacalbo,
o preulni is prcurades,
-marots tio desejados.
>rei.n.ies e fino vioiio,
ajun.- i.uvn bom comtnho.
xa i>, a!r, -, qeijo prsfo.
c bom '-ijao rarrapato,
'f'i'u:jii. :.irriias, sard uhf,
zov.s cebii-^. bolacbintii-.-,
>intii.is, n bo ingez,
_-nrade d.--;.i vez I
q**1"'' Pf"*> L'" qQe temos,
> iil# chati ar podemos I
0e Miaas queijo, champagr*, .
0 vinagre, a fina baaba :
,nda ut'.i : temos licores,
gito fiuos e dr saberes;
^assa?, cerv.js. -.ha>,
rervadoce e ;..lci\
^efinad- --i;.'.', t,
>rarota Qji t i \]
ees cbarut. s rejal-a
O # cheiro c:: l.ivsia !
seazoes esta", t to. (ue,
o devo ma.-sc e ser,
e-ma vez que o meu fin?,
2mo neste umpn rnim,
- vtcler mu.to barato,
idete, e a tjdos grato I
r, pois, c o; e;pero
i-irem ver ctm qnt- esmero,
i-nvenlei c um Bazar-
zo intuito de agradar
HJdes qaanto ca entrarem,
- qae dos gneros comitrarem,
que espera acontec :
nda mais que ippelec.a
"iodo do dito Bazar,
Orpie nroprio quaresraar.
Zm* liquidapao de fazendas
Ku* dj Duque de tfr s
(Antiga do Queimado) 71.
. flores lioas a 380 e 40 r*s. o covado, leocfs de Irnho ii-, > em caixmhas a 3i e
4*06 &ttt*' P 3ft31tilpy.ktS e Pi alealnai d- dnas largura/ proprios para Uallus o e-a a I'if0 mein',
mao/fojio Bno a U500,5|, 53Q0, 6 e 6fWi> pee. (Ilu f-'an'-p-. a fi* 7j m c 10, dUn
' jarJa i 500 rs, cortes s Ca?i Ira tina a .1*000, algodu Je n.-U ^r.'prlo pai.. escrvea a ttO is. u
rovado. gagas pnoprias para roupa de liomerr e meninos a 320 o covado, chales estampados rico- a
i* e 5*, ditee com lisla.de seda a 5300, fustao braoco para ve.-tido de seobora e ruupa de mi-'
nipos a 320 o c^vad^o alpacas, da corea lavradas linas a 500 rs. o covado, lecgm com barra de cor
l a i e i*iOj) a duzia, sargelitr. para furn a 2C0 rs. o covado, se ai traeco a 210 rs. o como,
chitas floas a 210, ?80 e 320'o eovaflo.
i_L----------,--------.----
K NOVA K-sPEftANCA rna do Dtaaaw de Das
r CO^jacab1 de receber urna pequua> %uaa)*(e
de 1k4Tius diapelioas preue propala para luto
realmente o que de mtlhor tem viada a tarr-
ea lo.
AIbuu3 para mh js
A iWf 1 KSMEM t.Nj \ rM d i Daqnt *t *
xas n TO, i.-,:.,.- i>:r:-i-r'i.<. tuto o lUnc.s
mnsica <3 .-rui ellar,
- Veod.- iui i aiii.- dB ierra cum ra fnmo n sitl u. ii iu e traa de J *. Bar-
r"- : iit<' mi nii- -itjo.
I
.J.na*
-----r~r~
Farioha de. l&jidioca
Supeoier a anjta propria para mesa, era barr
Ticas de, faf.'nha de trigo ; a 11*000 rs. a bar/ica-.
nn* armazern (Te Taso trrr.aox ft C.
A
I
I
;:a
Nao foi iiuiimente que a Magai lia i ra U:i-
. Wtlsjjm Huwe & C. teeui ura vender o se-'que de Caxas n. 43 f-z escropuKsi escoib3 rt<
goiste : seus ccrreponlentes as diversas partes di Eu-
* W.encripXon3Cog t HM para 20*000 ropa, porque agora tem a alisfac> de ir rfet
' t a a* bendo seas perillo*, vinio exeeuados .in
\inpp laux esLeri.-. ?. l' a duiia. etraern e got
anio
ue se ufioa em expo-los apre-
za de
Fu tfta brauco
B' -liepado o verdAdnn fusta i braior ik
do, ir Mirio para rmpa de neano e ca>-at^paaM
''e -PiiinTa, novidadp, e da >->e aiu.-U-- ; s^
rin o l.pperatriz n. 2fi. i^ja da Rosa-rrf*.
Fqomas para ch.it>o?.
De sedas elaMieos com continuas, o {C*f> "
i.'' in .11 : aa ra da 'iv|>era|riz e. ti >j la Ko-
a l!r*CC.
E anja de eed de >res
Lindas franjas de cores de seda de toixs t '
' i res, liliim i p wM para < nfritar casaqoingr-- **<-
hp Bnfdtaux esfieep a td*. duzia.
; > s eus armazensuiv^< oe pedra de todas ciaclo doj amtntes dn bom iolo a certas
jafiels-w, e precos raz^iT.i-. serera peles mesmos .r-ciaoos.
i O k af iDglalerra. ; A Magooa, nao esii descontente com a
l>-,.,t,_n : 14 rDa rfn c, mm.-rrii.
?ereira da Cunha Ir-
lides : aa ra da imperalnz n. 2C, kja
Branca!
*- Um
!
nxaos
A' ru. do Marqutz de Otad a o. 21,
Vendem o segointe:
Aororai cora arejs de ftrro.
A,o 1* Suecia.
O en de linbaca.
Cerveji branca, rriarya p t'el'a.
Alcatrio de fcoa ifuatrlad?. '
Caxa de brinq'iedos de ma^leira.
Prfoeamerjeaivs para harpas.
Conservas do,carn em Ist.-;s.
Cevada em sacas.
Coxins de linhn.
Ob as de ma(ir peroia
A Aguia Branca roa do Duque de Caxas n.
30, acaba de receber :
Lindos adereces de madreperela.
Modernos grampos de dita.
Fivellas de dita maiores e menores para polceiras,
cabellos, eti. ete.
Coracdes ou medallas de dita com camapheu.
Voltas douradas, obra do ultimo gosto.
Estojos com 3 e 4 tezouras finas, excelentes para
presentes.
GuarnicSes de lacos com breches grampos.
Bonitas franjas pretas.
Gal5e.s pretos com b> naos desenlies.
Bicos pretos de d.Arenles larguras.
Bonitos coque grandes de tranca.
Em virtud* de novas ordens dos fabricante,
vende-se tnde precos baratissimos : no arma-
zem do vapor francez, ra do BaTlo da Victo-
} ra- outr'ora ra Nova Damero 7.
VKHIfABEIKA
BICHAS HAMBURGUEZAS
NICO DEPOSITO EM PERNAMBUCO
53 Ra da (adela 53,
Prlmeiro andar.
Moscas, masquitos e es-
ti ellas.
Amara!. Kabuco 6t C. avizam as Exraas. Sras-
qne acabara de receber nseas, crbeletas, pas-
Sherry em caixas.
s
*
%
ucor Aya pana. q
Armazem n. 18 roa do Bom Jesu< n-2
tr'ora ra da Cruz w
00 -WS&M* 000000
0
0
0i
saros, lotrjoula?, etc. etc. dom-ides e pratea-
dos para erfftites de fitas para o Descoco, da ulti-
ma moda, e tambera para eoeiiede vestimtolo
de imagens e de anjo dp procissao: no Bazar
MV 1 lili
Victoria", roa do Bario'da Victoria n. 2.
Vende-se arto barato ama destilac.ao bem
montada cora todos os pertenoee, e em mmlo
Champagne, as mais celebres mareas, m
fllDffriA TTl PAITA*. ^^K
Cognac, de todos os precos, Eertn s 0i*om "!i lmt0 Para f*!*-' cmo qendo
verdadeir *"""- k\< comprador continuar aloga se a casa onde
Cervefa nrea e bran-a incleza *l?e acba ?*.sila n povoaio de Garoellelra:
Cerve a da Pruss" raa'rca^Le!.. 0 a lralar D0 Prc"9S0 do P*<> do Carrao n. 9, eu
Licor Aya Pana. ^^ -S '.no fne!"n<' pecado com o Sr. A-polim._________
Armazem 18 roa do Bom Jesu< n-* Cerv^ja de ISorueea
Verdadeira e superior : venda nos armazens
de Tasso lrraios 4 C.
Fitas masnicas
Amaral, Neboco A C vendem litas mscenicas
de diverses graos : no Bazar Victoria, ra do
Barao da Victoria n. 2.
Leqnes de pena, ve-
nezianos
Amara!, Nabueo A C. endera leqnes de pena
gosto venezianos o qae ha de mais moderno e
comroodo : no Bazar Vieteria, rna Nova n. 2.
As Exmas. noivas
Amaral, Sabuco 4 C vendem ricos corles
veslido branco de tlun e com o e fl"res de ta-
rangeiras para casameiiio, coronas de seda, de
la eda, de croch e de fosto, fronbas de

l 2^500
Ru fre-
guezia qoe tem adqueridn pm lo pooco t- mpo, e
e;f;rca-e para muito w;i ; vi-io que tem coa-
vicjao de se- comm.^a a s pre{o; e suas mer-
cad. ri,i-, z'! iza em h'fl serv; a sia fregnexla r
.. L miuar a care tu.
Ao betoatS1 eom especial djde, Magnolia
peda que Beaba vi la p. s.-a>mi>ie agora q e te:"
, recebido parie de .'Os eacernneuta, e prct^nd;
, ser raz avel nns p-egis tend a certeza de qns o
supprlra de ijie hom e razof.vel.
A 'Migneda, se -e tem e-m- ralo em tot UM
i:;di-:iuio ?<: :!,<> lo que^ I a da in-lli i no
rnuniu das mii.s, p porjue u.'i ies-*ji qu ttu
fregoezjs sejar, mal serviln eai. mitra pul,
o>m oblect- de ir. i g'st;
pm rrifO-Monir aigan?.
Bon'ta- pi:!.'itji) e puados, traa-^arebles e la
palos, errJa tiuit fioa novidade.
'CWlHa*, de li.ho tf.utj fino, boi daJas e prc-
prias para n.ivos.
Cha; de Vil'ndO e paifaa de Ulia u; i ua mo
da, para s;-eh .r- e meni a.
Chapellnas de edr-s e preta?, (oevidade)
Bic s enf-iles'pa'a -er hora.
B.'LiUs Bveias de tnar p?rJa paia palceiaT
Me'Oi aderpeos patios; c.-50'eUf, v:lta, cruzc:,
brincos e roteas de gosto iu-.-Jeiao.
Cartas Douradas.
Amar-!, N.beco & r. vr.dem baraiko^ t -ar-
I' para j-w >#. liza- e o ral .s p .-enJo 1 u ; ira
com grande atiainent- dr |irifi. Xa B J..r V -
1 r-r, roa !> Bariu da V.r-o ia n 5
"liSATO
CiLelores brauco- dp laa Anos a 2*-3u> caj
um, toamaJ d- at|< rite aleilvdx | a/a .>. mu-
lo boa* a 4*400 a lufa. eansraM irart>ir;*
lina a 3 a ptf, 4a| II rp besaras fc.-iia.'a a 'f,
a peca, mada(0iij*raiei B-a-vla .--oilo
apreia-s "cn c m -0 ja'das a 75tO, d 10 de di>i 4 c-
tsiro a 7i a |i>ca^ aig-ranriiih'! hraeeti s '* e
alg.i a 1 T a 5iltiO a | v. :0 iijt itp Oiiil.crn.p C. da Quaaa A C.
Vende se c un pit-juiu. a Uma Jo kivtjM
sila do largo di a];.r.,n"z do Erval o. ".boa ambo
dees t>:lnaif* e variis obircto.
pm rama
.Irraral, Kai.i*i & C. HttfM paMna ct-.r:-
nu.v. c '';,' ,;;,,; ,",,,,,,.,,. ,, sai pr.ra pe (ar,t quartus, hailpl e saotuar :
fir&**^m!**P^t*WW r.up ha de mais comtnod* e agradavei i: s J-.
d; de bo08i4eaJtf fJ/"g' -4*. lortllio e alcaeu* t.ara refrescar e krorrr*r a
&! 8^000
Ra da Madre de Deas n. 7
A' 4^500
de Des n. 7
L^
Benitos ports buquets.
Lmdissiaos leques de madreperola moldes i*
tetramente novos.
Cortinados bordada*.
Cemisas bordada para homem,
fina meias d s*a para seobora,
A Nova Esperacca uuero le 1 I 1
DESAPPAREgAM AS SARDAS
A Nova Esperanza a ra do Duque de Caxas
a. *3, acaba de receber o bem conhecido sene
^ de rosa branea, e tambera salte virginal, os qnaes
aiein desapparecer as ardas on pannos.
cambraia de lioho bordadas j byrintho, cortes de vestidos de-seda de cores e ou-
iros artigos ; no Bazar Victoria o. 2, ra no Ba-
rao da Victoria n. 2.
Camisas bordadas pa-
ra senhora
No Gazar> Vietoria vende se camisas todas
Imbo tardadas para sesmera oue ba no merca-
do de mais gosto, perneados tambera bordadosj
arrendados e lisos, meia de cores proprias parca
dormir, lencos de caminata de linbo bordado-]
ua roa do Bario da Vietoria o.
------1
CONTRA A TOSSE
I.4ROPE
Liante peitrai
DE
Este xarope d'am gesto agradavel
-ero teda as doeacas da garganta,
estomago, aMm
-
PP
Flores decores e pretas para chapeos e Putei-
los.
Liuhas de toics o nmeros para croch e bir-
dalo.
Chifosdescl e leDgallas cera bjaitos cabos
de marhm.
Bonitos cbpi'o- ds sol para senhora.
Jarres trac^paretles para'fljres.
Ricos port Iotas, porl csrtorse port-mooty.
Bonitas caixiiha- cum perfumaria, prepria para
presentes tendo di:Usos oas tampa<.
Dilas er-m prepsrus para costura, ricamente en
fettadas e cem rtvi.-a.
Bonecas, ricimette vestida-.
Lindas bo.'cinhas de velludo, com estojo pira
cosiura e sem Me
Albnos para retratos con cora capa de madre-
perola, marfirn, -so e madeira.
Livros de atiesa, ..--,m capa de madreperela,
marlirn, ;so e tartaruga.
Carteiras de ctagno, com estojo para algi-
beira.
Xavalhas muito Bobi, com cabo de raarfim e
tartaruga.
Grampos coro fl;r de midreprrola, novid^de.
Bmitas caixas de tartaruga para rap.
Sapatos de laj, bordados em lalagarca.
Camisas ludadas para homem.
SO' NA
MAGNOLU
4oRa Duque de Caxias46
DI
S.V LE1TO. FONCECV A C.
Oaiitlitcir s ecmomlcos
Os candieiros eoe-raices sio na yerdade de
invencao agradavel, priva a quem desejar embel-
lesar uma sala de fazer duas despezas, pois que
tirando-se-lte o deposito onde se conserva o gaz.
torna-se um lindo urro p^ra llores : quera tem
ortilao e alcaeu* p:
bocea, oe B.aar Victoria
ra o. 2.
i ua do Barao da
COBERTORES
E' p (Vincha
O tiertores d^ laa e?:uro 5*000 -a m.
s amad Crespo n. O. d-ja de Guul
C.irneiro da C'nha & (;.
Veode-se sus pi na Ce MOaralta di aatfas-
nb.o ref. rcada de ccn'oiaiifaite c m ;s K:ara
da cmara as quacs arad* eau estio tert*.;aa,
proprias para armaavm, eom as eoinpet".*?- fer-
rt'.gtns : quem quizer dinj-.-seao araiAi*ae
madeira do Orbana, no pono do capirit.
Vende-se duas moradas de casa foce-
nas, urna na iravos.-a di* M,.r:yrioa e ca'.r en
rna dos Pcaxeres : tratar na ra [ttptvil B.
fifi, junto ao nrirs.i.i i|iip di di- rr.aj r Jo-rS"
Vende se irr Juna- or pat ce j<-*r*i:
na ra do Amorim n ift ^^_____^
Veade-'p loziJ }< salc-neie* incipies jk< ba-
rato prer;) de 1*500 a dezia : venbam ra M
Mrquez de Olinda, aotiga Cadeia, n. ? A, lf-J de
miuJeza?. __
No ni nhn a (na d>, Cato, ha .r **-
der excehinte gad i mr a-i g.ie, inuit
MU no pa-ii ha (
tratase ali din o enduro do nip-.- engfaS -.
le cambraia
C'irpinhos
A Bosa Branca capncha im ter o que e ]::
desejar de melhor em eerp nh1 de flmssirca caos-
a Magnolia roa Djqtie"deCaxias d. 43, e vende braia trautparente,enfei:ados a eapricb,\ i
barato : a e!le*, porque tem poucos.
do
Ghapelinas
As floristas
A Magnolia receben pelo ultimo vapor o que
as senhoras fbristas pracisarem para fabricar ft>
mni-efflcaz res, orno sejara :
perto e doj Pestbas de vanas cores,
dsso conettae o verdsleiro es i Bagas de vidres de d vers s madellos e lama-
ecifleo contra as constrpac6es, catarrhes. ronqni- nhos.
dio, astha,Heeees nervosas, coqueluche,-etc. elo. Olhis para mal-rae queres e eravo.
Deposito na pharraa;ia e drogara de Barthe-' Clices para rosas,
meu & C, roa larga do Rosario n 3i. Bagas douradas para fl re.
Folbas verdes, enceradas, prejas e de :ores sor-
Sabwietes baratos 'td"era umwfl3 6 ,ei i0'^et
inteiramente premplos, t vestir ; e podenco aa-
segurar que em parte alguma se eneantris t'_r
p nh' a iguae*, e pelo preeo qae vende a Reta
Branca. Mandam se leva para amostras, ia na
da Imperatriz n. 26,
Amaral, Nabnco & C. vendem sabonetes ingle-
Amoral, Xabuco AC* vendem chapelinas de^*?8 *** *^t* em caixinta, oa roa do Ba- \m:) js9|tdottld
Iludo para Sr.', sao importaates pelo jro*tn -ft]* d> vofia i '(""g* N jva.) | \ talgf riphn .,.,
Vende-se
velludo para Sr., sao imporianxes pelo yogta^j<* 0> lggria a Z'taouga rn > ^ jva.)_______^_ f telegraiho eietrico, tudo novo e do melher autor
preparo, e chairadas ao ultimo vapor da Europa j Vead-se um oj e uma carree hora deste genero e urna ma-hraa a vapor de (orea de
no Bazar da Victoria, rna do Sarao da Victoria listado : a tratar oa roa da Palma n. 19, eom sen tres cavados : a tratar com Aodr de Abren
a. 2. I dono Hanoel Jos de Miranda. mo.
ESTRUME
0 liquor de ammonico, das fabricas de jar. >
um dos Esfraimes mais reoon mendav! para ftr-
tilisar a trra. Tle-se rbier na fabrica *> gar.
em S. Jos, que tem para vender, a SCO rtit a ea-
oada._________________________________
3riis de Ifci
'- A Magnolia ra Duque de Caxi.s o. *-'' nee-
bea deseas meras, mnile bra, veadp*r mees
do que em entra qoalquer parte a eu, ante;
que se i ca bem.





a
K
6.a

TA GERAL




i

251
s

DOS PREMIOS DA W. PARTE DAS LOTERAS CONCEDIDA POR LEI PROVINCIAL N. 47 i,

Ii, A BENEFICIO OA IRMANDADE DO SENHOR BOM JESS DA VU SACR4, EXTRAHIDA EM 12 DE ABRIL DE 1872.
X
I
S. P PJEMS.
i 6*
12
20
23
31
33
36 a<
37
39
43 .
44
49
50
55
39 _
70 10*
;i 6*
76
81
66
!o
96
100
10
44
19 i
99
31
35 ~
39
47 __
49 *
M 6*
90
94 a
269 .
36
41
0
6*
N?. PRMS.
211
46
50
31
32
53
56
60
6i
62
70
71
75
77
83
87
89
92
318
20
-23
25
28
34
37
39
40
4$
43
19
51
60
69
72
73
74
79
f6
-
n





i


8
Dit*i dt Pfnbuo6 Sobado 13 dt Abril 4 182

-t
YABIEDADE
REUTOMO APRESURADO AO EXM. SrNHK3.I-
DBNTK D.V PROVINCIA DO PAR PELOS ENGE-
NHRIR'S JlTI.fAO II CMIHA DK MIRANDA K
AfiTONIO M.INORL CONCALVIiS TOCANTINS,
SOBRE A EXI'L 'IUCJO DO RIO TAPAJS.
(ConimuagSo)
Pir t da a prte se ennntra pe-Iras, que
ora surgsm sape.ficie da3 aguas, ora II-
cara submersas, p/odoziado grandes rede
mo olios cu reb jos.
Outras V3?e< 3s >guas despenham-so so-
bre r ctiedos e rebrillara em eachfie.
Convem precisar aqai o seatido da pala
vracacboeira.
era serapre se encontra verdadeiramen
te cauhoeiras oo cata-lupas, isto descarga
de grande masa d'agoa despenhindo se
para ura nivel rajjito inferior. Quando se
diz cachoeira de Apuy on B>bur, por
que oestes pontos a navegado .-e torna
raais diffic I; na ter Jad?, porm, esli
maior ddBcuMade provein mais da tstrjite-
za, lorlaosidado e obsirucgo din canaes
do que da grande e repentina d-ITerer,ga de
nivel.
Na descida do rio a itavgacle anda e
inconteslavelmant-a m is peri^osa.
Pola su,: im i dascripgo, qn acabarnos
de dar, V. Exc. tari idea de quilo .traba
ihosa e dispen liosa a oivegscia to Alto
Tapajs.
Enirelan'o, ra principio d > verlo qaasi
toda a popnlscfrdo Baixo Tpa.s penetra
pelas cactreJras para occupar-se da extrac-
gao da borracha.
Ha familias, qoe fazem, viagem di doui
coezes e mais para cbpga'r ao ponto onde
eem le xr.r-sa durante essa estag.o.
0 lando se pensa que estas viagens s
podern ser feitas em canoas deepeqoena lo
taca; que sao preciaos dez. vint e rnais
iDbns para tiipola-!as: que maior parto da
carga consta apenas de mant-mento indis-
P'Qsavel para o consumo ; quando se pensa
que os artigos de primeira necessidade
ao poi pregos elevadissimos o que estas
viagen, a'm 1e perigoas, si> demorada*;
deve-se logo ca'cularque o lucro da borra-
cha Jilo poder cobrir l5o desproporciona-
das (espesas, e que o commerci i aqui se
ach ora con ligues roni desvautajosas. In-
feliznvjre e.-ta a verdadef
A populado qua se eraprega ni extrac-
to da borracha as cachotras di Tapajs,
para vndela aus regalo'S, n3o polo obier
c n;m obtam effectivamente seno ura lucro
pnraramte illi:sorio.
Quando regressamos de Buhar, um se-
ringueiro vir em n passagem dascachoeiras.
Relatramos este fado p)rque pinta ao
vivo a maneira de viver daquslli gente.
Este bomem fahi era umi pequea canoa
trazendo comsigo toda a sua familia, que
se '"ora;, un ha de mulher, um Gibo menor
de 5 anuo?, cairo de 3 e oulro ainda de
peilo.
A Ralbar guiava o lemo e elle a proa, e
o filbo maior toma-a cuidada do menor.
No fim do di i, depois de muito traba-
'ti3r, armavam a reda na praia e dorraiam
Iranqnillamente ao retento.
Cont -nos que trabajara todo o vern
quo txlrahira 10 arr:bas de boriacha, mas
que a entregara t><1i ao patr5o, e testan
rJo-!he menos de 203000 ria em dinbeiro !
Era esra t'do o lucro, que obtivera, sof
trendo rudes trabalhos, passando priva-
res e expondo a cada momento Das ca-
choeiras a vida de sui mu'her e ten os fi
Ibos.
Note se que este homem, bom trabalba-
dor, possue no baixo Tapajs excellente
casa, terrenos fertillissimos, e urna boa
piantaco de caff.
Meia duzia de negociantes ou lavradores
mais abastados locipletarase com o traba-
Ibo da populago india do Tapajs, que vive
em eomp'.eta ignorancia de S3US inieresses
e de seus direitos.
Assim a popullo de urna das mais ricas
regies Jo mundo, vive quasi na miseria e
na desmoralisagol
Os tiomens mais sensatos, porm, j se
vio desengaando des3a irresistivel fasci-
nar), que os arrastava para os serin-
ga83-
Vimos varias casas, cojos propriotanos
tinham abandonado o tranco da boractaa-,
para oceupar-se da lavoura, naa quae rei-
na a abundancia e o bim estar, '0 espirito
da familia se dese^volve ; oa ^''qqs recebem
e-luca^o maij regular, 'a moral reivindi-
ca o seu direito, pi)K)Ue a independenci',
e a paz e felicidad* domestica nanea deixam
de vir coroar o', esfrCos do lavrador,
III
icio e abandonar caas t drante o verSo
para dffpo's ctmcar pma vida aovi.
No entaoto corita se j afgaus eegehcte
de canna pira fabrico de cachaca e mel.
Alifufls lacadores, convencidos de qoe
delicio o lucro proveniente da borracha, se
een tltimaoieate dedicado cultura do
caf, cuja exportado annaal superior a
300 arrobas.
Alm d'isso fazena rogas e outras planta-
Qes, como a do taba;o, que repotado
por elevado pre$o, nobta pra?a e que Ibes
de.xi bom resu tado.
As trras d Tapajs, em gerai, prestam-

maco cosopleta nos ostnmes e em todo a
syatsjia de vida, e sera* ellos felises.
provm.ia.
W) r ro ver-se alguias pequeas fa-
zendas de gado. Mesmo em algumas ma-
locas de indios mai civilizados encontra-se
creacio de caraeiro?, pars, patos, gallinhas
e a!g.:m"s caberas de gado vjccura.
G:r Imente os indios Mondurucs s3o
bjstao'.e trabilhadures, e em saas malo:as
serapre se eocontra be a farinba, peixe e
carne da cafi mo|uedo.
Eno dcixju de causar-nos impresslo o
fado, que observamos, de as muiheres tra-
balharem mais que os homsns, o que nao
acontece |;o'o interior, sraente entre os in
dios. Os homens ordinariamente deJcam-
se caga e a pesca, exercicio* suaves, e
maadam as mulleres para trabalhos de ro-
cas e dj oolbfita de uas plantacos etc.
Os dados estilsticos, que podemos co-
Iher sao mui incompU^s. Procuramos oMe-
los olieial e paiiicularmonte, mas nao io-
nios bera siiccedidos, apesar de nossos es-
forcoa. Eiles senm de incorjle'tavel utiii-
ade n3o .- para o gverno como para o
commyrciu.
A villa de Itaituba, que esi sitaada a 4.
-19'-25" de Lat. S. e i.23'JO"
da Loag occidental do meridiano do Rio
de Janeiro, margeno esquerda do Tapaj,
c.raia 33 casas, a maior parte delias Cober-
tas de lelha e bem construidas de encellen-
ta materiaes.
A igreja mairiz est bastante velha e ar-
ruinarla ; achando-se comprada a coofctruc-
co de umi outrj, que j- tem as piredes
la rente e as duas lateraes levantada* de
podra o cal,' para cuja conctele j existe
no archivo da se:retaria do- governo nm
plano, p lo que deixamos de entrar em
mai res minuciosidades a respeitO;
Em loio o mun.cipio ha aptnas urna es-
cola deensino primario para o sexo masen-
lino, na seda da villa, a qnal oi no atajo
pas.ado f.equcniala sraente por sete
alumnos 1
Segundo a n ta, que nos foi ofllcialmen.
le fornec;da ; elo coliect r, se coma deniroj
da villa de Itatuba 8 ci.-as de commercko,
sendo 4 nacionaes e I estrangeiras; eexis-
tindo f a mais 7, e em lo Jo-o municipio
19 canoas de regalos, que vo. ancualmen-
te negi ciar a!m das cacoeiras; e 7 lejas
a ubulantis, empregadas no cummercioxdo
guaran uom a irib dos Maraes.
O rt ndimento da co lectoria, de Janeiro
de 1870 a juobo de I --71 foi de rs. 6:0^1
As mercadorias alli sao vendidas por pro-
cos exagerad s, principalmente nascachoei-
ras, onde os gneros de primeira n-cessida-
de sao comprados a caprcoo do vendedor.
Assim, o prego da farinba oscilla de 5 a
103 is., e Jo peixe secco, de 14 a lS> e as
veses a 20,-5 rs.
Os curvbanos vm annaalmenbd Itai-
luba comprar o guaran, que vendido
por 60 e 800000 reis a arroba.
Hoje que se acba estibelecida a navega-
i;lo directa para Itaituba, tudo mudar de
face.
Ha ver completa revohigo no systemade
v.da dos habitantes do Tapajs.
A navegago a vapor iacontestavelmen
te um d"s elementos raais poderosos de
civilisaclo e progresso, mximo quanlo
emma de um ceDlro, onde se pode encon-
trar todos os recursos..
O commercio, qu-i al hoje I i mita va-se
praga de Sanlarem, se desenvolver mais
fcilmente, a em pouco tempo lomar maior
incremento.
Com a navegago directa evita-se a bal-
deagaa das mercadorias no porto de San
tarem : ha diminoigo as despesas e lem-
po, e por consequenoia, poderlo os com-
merciaijtes em Itaitoba vender suas merca-
dorias por menor* prego. O rio se t-rnar
ma>.'-> c-"lihccido ; a nossa praga estar mais
ao fado Jas oceurrencias comraerciaes, nao
faltarn e pecoladores, que ali se queiro
estabehfer;' hovera concorrencia; appare-
cei talvez o espirito de associago, e.por-
tanto, m;ior alUuencia decapitaos: maior
desenvnlvimento de ci^ilisago, e, conse-
gintemeote maior numero de Dragos livres
para o trabalbo Em nina palavra. os pro-
ductos de exportago cresceroj ao liiplo e
ser*) distribuidos pela3 pragas de Santa-
rem e Para.
O commercio'.alli ainda est circumscrip-
lo a um circulo mui limitado.
E' porlanto preciso a concorrencia, urna
das phases da liberdade, para exlincgo do
O Tapajs, que em satrfjeio enterra ta>
la riqueza, offirece oa) nato campo da
estado jo espirilo investigador.
as praias d'Itaituba, alm de grandes
rsrielades de aeixos rolados de qoaiU, en
contram s muitos foseis perlencentes ao
irrreao carbooifero.
Especies difererates de jpirifer e produc-
tos, ootros perlencentes i) familias au-
tilid, genero Nautilos, Orlbid gaoero Ortbis
Rybjochonellid genero Atrypa etc.
se a lodo o genero de cultora propria desta S de Iiaituba constamos que o illostre
O ollD1.'a do Tapajs tempera lo e o ca-
lor OKjiierado por constante virago. O tber-
^'''inelro, desde 8 de novembro a 18 de
4ezembro, oscidava de 2-L a 29. cenligra
dos. As fe!xes, que em alguns lugares da
provincia lornam-se endmicas, apjarecem
alli poucas vezes, o isso mesmo na poca I monopolio, eem o que nao poder haver
em que o rio coraega a ndiar, a que os
habitantes chamara repiquete.
As riquezas naturaes comidas em seu
seio sao immensas ; entretanto os morado
res do baixo e alto Tapujos, em geral, en-
tregara se exlracgo da borracha e fabrico
de guaran
A saUa existe em grande abundancia e
poneos sao os que se dedicara extracgSo
deste producto.
O oleo de cupaiba o a caslanha, que
tambern podiam concorrer para a recei'a da
provincia, e que se encontra em grand
quantidade, nao tem qnem dalles se oceupe
sendo a saa exportado qaasi nnlla.
Ricas madoiras de construcgSo existem
as maltas virgena do TapajJ, como o p-
d'arco, maiapioiraa a ostras muitas de
grande prego em nosso mercado.
Ahi tambero se nota txtensas minas de
calcreo, que abrangem ama rea de mui
tas milhas quadradas, proprias para o H-
brico da cal. .
OSr. Silva, negociante em Santarm, nos
ioformou que na pedreira de Ip-Pixuna
ttm-se encontrado marmore, e nos dea ama
amostra de gypso j calcinado, de qoe nos
affirmcu existir no rio Copary ama grande
mina, qoe se estende a mais de 9 milbas.
Alm da cal, poderemos ter muito boa
podra de cantara, talvez em nada inferior
a que nos vam de Portugal.
E nossa opinio qoe as minas calcreas,
alli existentes, constituem urna das princi-
pies rquenas do ro Tapajs.
A agranitara, porm, est em om com-
pleto atraso como em qaasi lodo o Brasil,
e principme.te nesta provincia onde a
ambigio iilosoria da borracha az desprezar
prrgresso, civilisago, industria, agricultura
nem mesmo I bordado de aego.
A concorrencia urna potencia, que d
vida e animago actividade social e, se-
gundo a ex oressSo de 1 mtesquieu, a al-
ma e o aguilho da industria.
E' ella incontestavelmente o elemento
principal de toio o .ystema mercantil, e
debaixo de qualquar ponto de vista, qae se
considere, constitue um dos principios ge -
r.dores da ordeno das sociedades.
A concorrencia traz o estimulo, torna a
industria mais fecunda, e ella por si s
constilue um dos elementos de prospenda-
de, as associagas oncorrem por seu tur-
no para a civilisagSo e progresso.
A falta de bragos livres para o trabalho
parece-nos resultar antes do modo de viver
da popularlo.
Geralraente, cada indio do Tapajs no
p Je viver sno debaixo da tatella de nm
patrio, a quera confia toda a saa existencia
assim como obedece cegamente, assim tim-
bera s d'elle espera a alimentagio, a ves-
timenta, etc. e d'abi proveen a ociosidade,
os rais costamos e a completa indelle.e..-
ga para conmigo mesmo ; d'esta forma o
trabalbo d'esses homens consiste apenas
no emprego da forga bruta. S3o rerdadei-
ros aalomalos, que s fazem o que se Ihes
manda e ordena.
Logo que alli penelrarem os raios da ci-
vil isag3o, que.Ibes flzerem compreheoderor
foros de cidado, de bomens bvre e iode aQuento,
pendentes, poden.'o viver sobre si, tornan-
do-se responsaveis pelos seos actos; quaado
coofeneirarem-?e dos deveres e daa obri-
gacoes, que contrahiram psra com Deas e
para com a sociedade, entoba-ertraosfor-
professor Hartt colleccionra urna quantida-
de de fosseis para enriquecer om gabinete.
No tgarap Bom Jardira colhemos mudas
amostras de calcreo, algumas de qoarti e
quatro zoopbiios fossiliferos.
No Pared i encontramos multa vsriedade
de gres, nns molles, ootros de grao fino 9
bastante duros.
Nis praias do Painim apenas acbamos al-
gumas amostras de res ferrogiaoso e qaartz
agatha.
Em urna barranca margena direita, tres
milhas cima do Paraim, encontramos pe-
queas pedras mui buhantes, de salphn-
reto de ferro, enterradas em orna carnada
de chute bastante moMe, que forma va a
narranca, abrangendo nsaa peqaena exteo?
sio.
A tripolago, que nos ouvia faltar as
riquezas do rio Tapajs. jufgoa que fossem
di mime-, e, escavaudo con* mais aaco,
fez ama boa- colbeita d'esse mineral.
Urna mil Iva abano do Painrm existe wna
tilia, que a presenta o aspecto de urna for-
taleza, formada qioaei de um s bloc de
Porpbyro.
Na parte eocachoeirada o rio alarga-se
con3ideravemente : grande numero de
i'.has, semeadas aqui e alli, parecer fechar
Ihe completamente o corso.
Ahi- encontramos paredoes de Porphjrro
a seotelbanga do maros-, como se fossem
feitos pela m3o do homem.
Bloct minen:03 de pedras com restas
mais on menos vivas e eaire estes ora, que
mais cnamou a oossa aitongo, pela orma
regular,, que asTdctava de orna pyraaide
quadrangular.
Infotmaram-oea- que oo-teito de um cer-
rego as proxiatdades da cachoeira de
Coat, algumas pessoas banaaa tirado coro.
Apezar de nosso boos desejos tivemoea
inl'elici-'ade de ecoontrar o eorrego ebeie,
porque o rio tinha crescido-mutis de I,m30.
O Sr. Silverio de AIltMlqsMrque Agaiar
Leverger, natural de G yaz. e pralico na
minerago do onro, nos ^coapaohava tra-
zendo urna balea para estao- pesqoizas.
AssAveram-ooe que no- rio S. Manoe-,
um doe maiore* aSoentes da margem dizei-
ta do Tapajs, alguns Co-yaba-nos tem tin4e
onro, e-o Sr. o^verger fea nos o favor de-
mostrar urna- pequea porgo que ba*via
comprado, traaarJa d'esse no.
Posto que para nos a existencia do ooro
u3o seja a menor fonte> de riqueza, som
tudo a ambicio, qae se desenvolve na pe~
puiaoo, traz em resulta Jo nao ao a infloao-
cia de trabajadores coinu tambem a de
capilaes.
Fbi assim qoe a provincia de Minas Ge-
raes tornou-se em pouco lenapo ama das
mais populosas e florescenles do Brasil.
O Tapajs designa no Amazonas por daas
bocas formando nm grupo de varias ilbas.
Em todos os roteiros de viagem na-pro-
vincia se faz constantemente a mesaaob-
servaco relativamente a todos os ootros
ros
Poderse, pois astabelecer como nmfacto
geral a forraac5>. de deltas foz dos-gran-
des ros do valla do Amazonas.
Sabe se que as te nome deriva-se doar-
cbipelago, qua jaz i fox do Nde*. porqoe-
allecta a forma triangular semelbante ao
delta quarta leitra do alphabeiogrego.
Depois do Ni lo observo u-sa o meamo
pbeQoraeoo na foa de todos os grandes rios,
que desaguara no mar, entre os quaes cita-
remos o Ganges e o Euphrates na Asia, o
Niger o o j citado Nilo na frica, o Rbo
danoeoRheno na Europa, o Mississipi,
Orenoco, Amazonas e ouiros muitos na
America.
No valle do Amasooaa, onde os rios
afluentes sao ionumeraveis e extensos como
os maiores que desaguam no mar, obser
vaso serapre os meamos pheoomenos, co-
mo na jomegio do G iam com o Moj, do
Xing com o Amazonas etc.
Estas ilbas, formadas pelos depsitos se-
dimentarios transporta Jos pela corrente do
rio, cobrea se, por fim, de trra vegetal,
bastante expessa para deixar espacO ao li-
vre delenvolvimento das arvores, qne n3o
tardo em vir sombrea las.
A primeira ilba formada desvia a correte
das aguas, e oulra ilba se forma, o emtim
o arebipelago pela acgo incessanle das
mesmas causas naturaes.
V
De Itaituba fomos at o Bom Jardira,
iguarap que desagua urna milha cima
d'esta villa.
Este nacho alias de um curso bastante
extenso, abiio o sea leilo pelo meo da mina
de pedra calcrea at ama profandidade de
6,0160.
O leito, as margeos, o terreno adjacente,
todo formado de excellente podra mm
propria para o fabrico da cal.
E' este, pois, o tereeiro ponto onde a
mina Qae flor da trra: pois j notamos
que olla se mostra tambem a descocerlo
era enormes massas, primeiro no morro de
Ipapixana, margem direita, 20 milhas
abaixo de Itaituba, e depois flo Parelio,
ma.gem esquerda, cerca de 7 milhas cima
de Itaituba.
Alm destes pontos, pessoas, qae nos
merecem conflanga, ioformiram nos que
tambem se encontra flor da trra no foro
do Garanasal, 3 mi! -a abaixo do Ipapixnna,
que' todo formado ia calcara^, o no mor-
ro de Camich-peteca, quo se encootra na
esrada, qua vai s trras do Mat*, cerca
de 4 milbas distan e da margem esquerda
do Tapajs.
Po Je-se, pois, com rai3o suppor que a
rea comprebendida enire as linbas, que se
cortara nos ponlos indicados, tena* por
base rochas calcreas.
As rochas de sedimento apresentam se
ordinariamente em grandes massas eexten-
sao, e posstvel que aqai tamban a mina
se es leo da alm do poJygono figurado, e que
o proprio Tapajs como o Boa Jardn sao
lenba aberlo sen leilo aJravez
d'esta rocha. A mina, porm, se acba
coberta em toda saa extensSo. de ama es-
pessa carnada de ierra vegetal mais ou me
nos profunda, e em todo o caso sullkiente
para a livre vegetaclo das natas.
rC'Ojp-qner qua saja, basta a parte, que
eitJ a deweberto para alft-rnir-si qoe a
mina realmente grande, profonda, de fcil
exploragSo per se acharv 41or da trra, e
de fcil transporte por se achir margem
do rio.
Deixamos de aoncionar aqui ouiroa pon-
tos, ondoso alliraia haver a me-raa subs-
tancia, por nlo nos olIerec;rem moilo era
d-to essas alegiges.
Tambera n3 ) qos desdidamos de procurar
marmore ao menos solo a forma deslalac
titea e stilagmites, como costoma ha
ver as grutas formadas en ierren os d_s a
natureza, mas por falla de lempo, cjtno
dissemoj, deixamos di proseguir as pes-
qnizas mais minuciosas.
N morro de Camich-peteca, porm, se
encontrar prova?elraele grutas era que s
descubra forma de Stadaetitea e marmore,
conhecido oa art estatuaria pela denomi
oago de alabastro Cilcareo, e empregado
de preferencia pelos amigo par fabric r
grandes alampadas destiaa-a a dar iuz
paluda e misteriosa om seu leispios.
O emprego da >edra calciroi pira ofi
brico da cal, nos parece urna M-do.iru de
uulidade real, pois geralmeut'? *ibiJo qui
cal o diversos ciuarmos ..iooleweirto.a io-
di-peniaveii para a eonstrucglo lano de
obras publicas como particolre-, por c m-
segumte o consumo* d'este arlig' DTrnitu
csosideravel.
Levados por estas coneiderago as submei^
temo4 ainda Asclarecid^1 attengo di V.
Exc. algum>s reffexea s )U-<> estas materias.
E*" pini3o noa qae a-idiilra -fvle
tirar pande parli Tapajov cranlo m ujVo e- va^>.lano ra-
mo de commercio
A- ajafgem d-o Igarap Boro' Jirdira exis-
tem dous-poquenus fornos, e<>struidos afe'
adobos v-ro&seiros e cobeito* de hgeiro
tacto de ftraa. Amljos sio, o/ico mais oj-
|menos, da*- mesmas- dimensr'MS collocado*
solare as carnadas -Je psd a ca ca-rea
MbJimos wb d'eiles-e aclinoosnm dia-
rceiro Ue -J.',&S\) o al'on de S.NNfiD, o que
Ibe d a inji^oilica-ite opac 1j-Jo de O me-
tro* cbicos. /
tiada nm dte-sles farmN disser;>Bvnos te~
asaltaste iBeoo de j09MH'f' e, aim re se
tsr sobre iw&a mina oahvirea ines>r,oi<"vel,
estalainbem jjroto a t.^a-as maUa-s. oude
se eocontra er>ibuslvei sm graue abun-
dao>ia.
Qiando o foroo est- eheio atass-se-he
fogo, a coinbnstao confeat ojr ^>, e no
fim de ion ->das a cakinagao o-' cora-
piel.
Cada forria* t3m fiado regula-nnenlo
930-IsOOO ^tqueires dw cal e, prtanlo,
cada forno pode produ-zir annoaHjnisnto
2o,00'.l-,ueirs; o om lia-iluba lera sido
vendido razie da l?5 )*;* poucu naais ou
men-oa-cad' fiieire.
Ora no lUoajda o jornal de un trabalha-
dor, al aq-ii, uanca aliro^io a lat>'\ dia-
rio a ^soppond porro\ iraesmo ojm seja
elevlo ao do&ro* podaaMa fjzer por cada
torno o cal cilio- s^guim da despesar pro-
ducto aanual:
inoceita.
25.9fttial:]iietn*d c^vfOO
Des pozas.
Jornai de dea. homens- a- ~i$
dorios.
Diwsas.
Entre as cacboairas eneontra-se as malo-
cas Monducur', denojiuadas fiobo/, da
Montanha, da Maoqoiaha, Poota Groase,
Rato, Curng, Bacabal, Baa-ViSta, Jacar-
canga, Irjr, etc.
Fura do Tapajs esti triba coacorreu
tambem com gente ua para formar varias
outras povoages; mas a maior parte dos
uranducuiTW acha se agora flxada na grande
taba das Campia i.
Ai viveof ind'pendentes, seguodo oj
seus antigos cos-mes, ns, empregando-se
na caga e pesca e era algoina indujtria agr-
cola, obedecoodo niiir a seos proprios :a-
pncuos do qua s rdeos de seus Tu-
xuiias.
A taba corrapd se de mullas malocas pe-
queas, collocadas i pouca distaeeia urna
das outras e communicando todas en-
tre si.
Est situada i mar-jera direiti do Tapa-
j, om lano distaute do no, na linba que
separa a grandes florestas amaznicas dos
campos geraes, que vo at Mito Grosso.
Todo os annos, no vero, oa guerreires
.Muuducors armara -se e vo bter outras
iriou eom ijuem nao teem rolag-as de paz
o aiMisada.
Amigo costme Tu>y cons-agra raaio.'
consideraos ao guerreiro, tfft mii valente
se mostra1 nos c?>mbates; alm de?4?, po-
rm. outras razos principias iucfiaut os
.Wanducui* a es^as correrias,e comve-
meuoia de possuir orna certa exlens3> de
terrotono em- que possam carar hvremente
seu> euco tirar nimigos nem concurrentes ;
e o iiHeresse i)V aprisionar os rilbos e nwi
Hiere da* IribttS mimiga, os quaes fioai
sendo-tratados econiderados como fazendo
parle da propria tribu Monducurs que as-
gloria da lobir o mazaoas e de traaatr
os Andes al Qnilo ; o mesmo qae expul-
sara os Holiaodezes do Xmg, e qae se en-
cooiravs sempre na vangaarda de lodos os
combates, que sa feriram para sustentar a
nova e dbil colonia contra as correras e
assaltos dos Tapinambs a outros iaimigos
do nome porluguez.
Baena deicreve, segando Berredo, a en-
trada de Pedro .Teixeifi no Tapiji peto
modo seguidle :
Encarrega (o govercador e capillo gene-
ral di estaio do Maralo e Pari, Fran-
cisco Coe lio de C rva Ir.) ao capilSo Pedro
Teixeira resgates de escraos indgena bra-
vios pira o trabalbo material da capitana.
Parle eatecarato da eidade con om rali-
g.oao capucho. 26 soldados e avallado na-
mero de iodio3. Chega a alda dos Ta-
puyasss: sabe que estes teem tratos com
us indios Tapajs no rio, qae dalles extra-
he o nome: enderezase para i; entra
nelie obra de doze legoa ; descobre em
ura sitio alcatifado de vigosa re va, ameni-
zado por urna nasceete de agua a mais crya-
taliaa, e cerca lo de frondosas arvores; o
Tapajs } notic ados dosla visita palos
eas amigtas Fapuyo*s3 a quera etie gene-
rai!),-nt) subornava.
Ach i>eri-v..|o acolbimento e ata trato
meaos bioin ; o (nal, segundo a aoas
pesioizas ihe pareceu veroaimil lero-oo
i-l-I iH'nio as poss9ss5e eastelhana, onde
havji esiado. De tem-se- alli pooco tem-
po : a"joista algnmas estrrvas de pallinba e
;nc u -i de gemir maliz, e poneos escrawa
p.irqne os Tapaic>s raras vaos toleran o
uso de e commular homens- p r mercado-
ras.
A ti i r dos Tapaos, que todos, entre
sim-vai engross*3do todo os annos as suas lanl0> conjidtram como valeolee generosa.
6 MOjOOQ
iaX)i5k)00
&,000OO*
Ls&ro annofli.. tiOW)500i*
luem examinar os-olementos d'este cal-
ceao vara j^e as daspt'ais s3o tomadas ao
mximo, e a receilai aai raioirn,. e nao o
encooirari de ceno exagera-lo.
Assim o cusi dn pro luega i de cada al-
queire d cal veaka. ser 400 ris,. porteen
rednzir-se a mniio< menos ; u.-n cap.iaJ de
8 no 10 contos empregado ti'a.-la ia-losiria,
pode produzir b-i fim do auno o ava.lido
lacro do l.OOtodOOO.
I dedzmBU porm, n na- pcpduvgSk) em
raiior escala no aeharia c-jflsnmdor n->
municipio, a loria necessarianiant de cir-
corascrover-fO a um circulo mui tinulidn.
A cal saria para Itatiub imporiauto ar-
tig> de expotaiSo ; mas. as condigos
actoaaa o fre;e absorveiia-t-ido a locr-.
A explorago, porlraw, d'osta rica nana
pela industria depaai-o sobre lulo do
frete.
Camprebendemoi toda a importancia
d'esta problema, ola osao-jo aventura-
nossa opiniao sobro a maneira de resol-
ve lo.
O commercio sera dnvida, mais habi-
litad) para auxiliar com sua experiencia e
pranca os bons desejos da a Iminislrago.
Sa nao houver p -ssibili tada. do reduzir
O freto a ponto de baver vantagens para
essa in lastria, a mina calcrea ser um
thes'ouro perdiJo por inn tos armos.
Tambem nossa opinio que ser mais
ventajoso espoliar a padra calcrea tal rojal
sahi da mina, ara ser applicida ao fabri-
co da cal era Santareho, Beln o Outros
centros de maior consumo, porque a pedra,
depois de reduzida a cal, no aio da cildea
gSo t ma um volume duas ou tres vezes
maior.
Calculada n'estas condigas esla impor-
tan e indos ha poder sosientar .concor-
reacia com a CjI importada do exterior ; e
se se desenvolvsse em condigas vantajosas
e em grande escala, talvez a-pooulag5o do
Tapajs se appcasse de preferencia a ella,
vista como a extraego da borracha no m-io
das cacbeiras exige sacrificios inauditos e
traz comsigo o grave ioconveoieute de con-
vort-;r populagas fixas e agrcolas em hor-
das errantes e desmorJiaadas
Os aitores, quo se tera consagrado ao
esludo das tribus indgenas do Brasil, as
con.-i leram toda; oriundas de duas ragas
distincta, qae sSo a dos Tapuyos e a dos
Topys; esles procedendo de aJgum ramo
da raga caucsica, e aquellos da grande ra-
ca monglica.
Os MmJaranu, por seus caracteres phy-
sicos e moraes, p ir sus ndole e costumes,
e por saas tradicoes e crengas, procedem
endeniemenie tos Tupys, e talvez sejam
boje em todo o valle do Amazonas a mai>
aobre reliquia desea gran le e infeliz raga.
Desde o principio do seculo actaal (18-17)
Ayre3 do Casal dora o nome dj Moodori-
canii ao extenso e opulenta terrilrao, que
med ia entre o Madera e o Tapajs em
Jlonra da tribu MunJucur, qoej.eoto
gosava da t da preponJeraocia aessas re-
gies.
E' u/na tribu industriosa e activa ;,,,va-
-lente na guerra e'inJomare!; amiga ful,
otas tambem iniraiga terrivel quinJd pro-
voca la.
No baixo Tapaj' existam as povoages
de untaba, Cury. Santa C oz, etc., prove
oientes em graqdv p^rle des trb\
tileiras.-
A habttago dos-giierretros. nao campi
n;is, o separada oa das roiiihere. Para
aquedes -i nstrueiaxim e'p^cie di cuartel,
extensa casa coberta ile-paifea on le esten-
dem suas-redes s vezes em- numero- de 80
100, o nuil-: a-cceudem urna fogueira
era cada iftervalo rJe-da*S re1es.
Encontramos o velno Toxatta da B-obur
gravemente doeute, deilado em urna redo
ira fraila de oulra tan. que eslava sua' mu
Iher, o entre ellos arda onslauteuaente
ama foguaira mes io durante sa-dia.
Este indio, de foroows alalaticas.tinia o
peilo e rosto pintado de jenipapo e assim
tambera a mulher e mais genio da ma-
loca.
Era frente dos quarteis os Manducara.
iumpineiros levaniain oulro casaro destina-
ado s mugieres"e s- blbas dos gnerrei-
os; a< criaagas de tenra idade e aos au-
naos decrepito.'.
Lago que o mrunw (judio pequeo) ..de
xanejar o arco, transferid > da casa das
mulneres para a dos guerreinoa.
A crianga supersliciosa do fjtic.0 aioda
se-acha prcitdainen! arragada no espirito
ieSlOS s-vif-) ,is.
O'feitceiro, qae-at-os fin* da sejulo
passado era. punido da mono-entra as- na-
jtfpaa mais eolias da Suropa, asada o boje
i entre os MunducunH das campias.
2O.St0.lJ0)| Se algum^ pesso ae contiderago cabe
doenle o a eiii'erimdude se musir rebelde
acgo dos-remedios, os parantes e amigos
nao tirdaan em suspeitar feign. O coran-
deiro, que elles denominara* pag, proen-
rando alaslar de s a respouianilidade do
moelei firmar suspela. A! dore de insistir*oeste
peusaiEnto, os aanigos do. doenle chagam a
conveuioar-se de que algum dos dasaHactos
realmente a c&nsa de sMas soffrimaiiios e
esse rlogo olnado como o foticeiro> Emo
i]uatro ou cinco d'entra alies toraam as ar-
mas a dirigoavse para a maloca, residencia
do iadigitado.. Em qaalquer par'aa tnde o
encooirem,. em pleno daa.. rodea Jo ou nao
de amigos e parentes,,cbegam-sQ-a elle e
moiflin.
0 propros parenbes da vdaa, s vezes
o pai, a ro3i, ou tilhc, nao ousam levantar
a menor reclamag^ nem qu-^ta e guardam
silencio profundo.
O cadver enlo arraslado p.ra um
campo distante. 9 ahi rednzflo a craza,;.
Por mais singulares q,oo .noa parecara
estas aberravea do espirito humano. 1180
nos devem soiprender, porque nagQes mais
civilisadas carcavam do maior apparato,. o
to maiores torturas eataa atroaes eiecu-
ges. a-
Oisseraa-nos qu ha anns os Munducu-
rs e-peravam quo os chrit3os se retiraj-
sem dos seringaes para ento antregar-so a
estas trastes vingangas. Agora, porm, nae
goarlam reserva alguma, animados pela
inBerenga dos regilss, c/ne por ahi *to
traficar.
Quan-lo o Munducoi mata o raigo, em
combate, coita Ibe a cabega, que traz o a maloca como tropho. extrahe Ihe oswio-
los e os olbos e a expecuidadosamente ao
fum&iro por varras dits successivos.
E ta oparag3o feita cora tal Babilidade,
que a aabjga conserva se com a cabe'hira
toda e quasi cem a cor natural.
Era lugar dos olhos c.-llocam breu no o i
ficio e airavessim dous denles de cuta, de
tal sorte que a cabega consoiva certo ar
animado.
O vencedor leva este tropho de maloca
em maloca, e em toda essa marcha trira-
phal receido com distinego e proclama-
do valetta entre os guerreiros.
S a muito cuslQ desfazm so destes tro
phos, e s vezes os vonJein aos regai;se
aos raros viajantes, que ousam por alli pe-
netrar.
Se o Mapducun moilo em combate,
seus o sos t-3o piedosamenle racoihidos e
em um certo e determinado dia reunem se
os companheiros de guerra e prente psra
prantea-lo,. e commemorar seus fe t s e
suas virtudes.
Sao mditos os Munducurin das campi-
naa ; intiepii.s cagadores, aflaigoados aos
chriai s a qu.ra recebem com agrado
quando penetrara suas malocas.
Os negociantes do Tapaj consideram
todos os desia trlba .corno' muilobon3 fro
guezes, trabajadores e liis a seus compro-
raisaos, e nestas eendigss podem- auxiliar
ellicazmente a communicago da provincia
do Para com a de Mato-Gfosso.
Tinham apenas d'cornclj dez a&pos de-
poisqus Francisco Caldaira Castalio-Branco
lan.ru os fundamentos desta lade de Ba-
lem, quando panetrou no rio Tapajs (1028)
o mais dislincto de todos os officiaes da ex-
padijSo porlogueza.
Fallimos da Papiro Ttixir. o mesmo
que paa ir levar a Miraoh-o a.noticia do
feliz resultado da expedigijo -da Castello-
Briu:o naj recsioa embrfnaar-sa em invias
maltas; o mesmo. qoe, frente lio um pe.-
fn3<)Conservou-se pormuitcs aaoos, e boje
* lci 1 mente se encontrara vestigios deil.
Era I70O hispo Dt Fr. Joio de S. Jos.
.rouge benedictino, em visita pastoral oa
di'.cece. cnegou al rio Tapajs, e falla
iessa irib como j aendo existido, aem
com tudo di*?r qua fim levara.
iiVssa poca ainda oo Mnnducnr-is nao ti-
nham conquistado o valle do Tapajs, onde
hoje dominara,- e portelo sera funda-
mento a oprai-t, geralrnente adrtittida, de
que os Tapaj- fram por elles extermi-
nados.
N*i eremos qoe os inJes Tapaj chega-
ram a domioai- somonte a fz do re, em
Suitaretn, boje eidade, ende tinham sua
principal tafia, as margsns da extensa ba-
ha de Vdla-Fraeea, por an.e os encontrara
Pedro-Teixeira.
E' de suppos que esta: importante tribu.
unge-de ser extermina ja, s fixara nes-mis-
ses, que-os padres da cotnpanhia da Jescs
est-boeceram a margena do Tap-je
Una peqoeua, alda, situada junto i ei-
dade da Sanlarem, a oitima reliqcia qu-
ilos laa dessa. tribu, que dea sea neme a
todo o rio.
Aiada boje, pargoaiando-ge aoa habitan-
te. catno se chama o rio- em lingua Tupy,
respondemT-'ipay Paran (rio do* Ta
paje*), ou entoParani-Pixuna(rio pre-
t -) e particularmente don o nome ie Tu-
p.yiia SaotaceaB, porqoa ah existi % prin-
cipal lana.
Parece quo-os Mundocori, que appare-
ceram pela primeira vtz.no rio Medeira, des-
cerara das vertentes al-a f/, passaodo de-
pot para as margeos da-Tapajs, e levando
da vencida liante de si as tribus, qie en-
cooiravam era sua pas&agem, e vierais a do-
minar completamente '.oda a extensa regii
que me ieii entre os dous rios.
.\ tribu, dos Mau-v ainda numerosa, ap-
piica-se i importante cultura e fabrico d
guaran, de bravia e errante qne era, foi
.lomada, d zem, pelas Munducurs, que
forga do constantes ataques abrigaran, a
fixar-se e esiabelecar re!ages com os chria.
los.
O avasmo se d>i dos Apiac.*, qae babi-
tam o- Alt) Tapaj. e que sao um podereao
auxiliar aos Cnitib.nos, qie lodos os ann*
descera compra do guaran.
Os Munducacis exterminaran a bella
tribu dos Parm'.ins, e agora persegaam
com ataques repetidos oa Parintintins, sjc
aadam vagando entre o Tapajs e o Xiag
s vezes estes indgenas apoarecem em
poquenns grupo?, e logo desappareeeaa, seo.
nu'.ica lixarse, porque receiam encontrar
iaimigos S--S Mun lucors e nio espera,
enciratrar amigos nen. proUdores. entre os
christos.
Eraa em grande auraero as tribus ind-
genas, que ba ura sculo hnbitavam o Tapa-
js. Claremos entre outras as de Uaro-
ps, Apaunuari^s, Mamitas, Amanajs, Api-
enrs, Moriv;, Muquiras, Jacareoaria,
Amju.ris, Apecuris, Seeecoris, Paren-
los, Necuris, Surinanas, M -tuari. etc.
O hispo D. J >3o do S. Jos, linha dito :
Bastara um sertio de qualquer rio, e
nao dos maiores, para povoar Portugal (co-
mo est habitado o Minbo) desdo Ajamante
a Tuy.
Chega do s margeos do Tapajs excla-
mou ella: Rellioia o leilor sa bastara om
no para povoar Portugal, sobejariam as 60
leguas do Arinos para oceupar as 80 que
cootm na sua maior longiiude o reino das-
de Ayamonte. a Tuy.
Os padres da compauliia de J'?us funda-
ran urna missooa g.anda taba deTupaj,
e Mano.I da Molla Stqueira cl!o:ou aua
cusa um fortim, cujas ruinas existem
aind>.
Assim dominaran os portugueses a fz
lo Tapaj?.
Ogovernador ecapitSo general, D. Fran-
cisco Xavier de Men tonga Fortado. creon a
villa do Santarm, de ennformidade com a
lei de 6 dejaoho de 1755, qoe raaadava
elevar catnegora de legares ou villas, se-
gundo a ioa, importancia, todas ss aldeiaa
missiona las pelos padres da companla, fl-
cando sujeilos jursdirgSo do ordinaria.
Esta lei cuj execugo fui iacumbiJa ao ca-
pi) general, irnsa-o do marquez de Rom-
bal, j denuntiava O pensamento dsate ce-
lebre ministro da expulsar esta orJem re-
ligiosa, como do fado oxpulsou, dis domi-
ios da Portugal e Brasil, no anno de 1759
Achando-se ot portuguesa fortificades
em Santarm, comegaram, como entlo era
de cO'lume, a invadir os serls o ploran-
do os indio de tribus mai fra:as, e redo-
zinJo-os escravidio.
J vimos que os Tapajs reprovavam
esta mi-iuidade, quando em suas aldeas pe-
nttrpu Pe tro Teixeira, que t adavie nlo jal-
gnu conveniente agred>los.
qacQo desaga6JiW e atytns iqdipy lave a
(Continuar u ka.)
TYj. uu ouwo^ntA w uyiiu* us mxu

k




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