Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12626


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Full Text
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AMO ALVIII. HTTj 77
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ffl A CAPITAL K lSASSS 013 SAO SE FACA POBTE.
Por tres nwres adiatitado*
Por mi ditos idem .
Por om anao dem.. .
I>ada mamero avako
60O0
IS4000
14^000
220
SEXTA FEIRA S DE ABRIL DE 1872.
m
PA1A DimO I TOBA DA PHOfiSCIA.
Por b-oi meses adiantadoa
Por Mi ditos idem. .
Por novo ditos idem .
Por um aso idem L
J7M
ISHOf
*0#Uo
I7#000
MAMBUCO
6
Propriedade de Sanoel Figueira de Faria & Filhos.
________________________________________,___________________________ -

A ACdttn:
Of Sn. Gerardo Antonio Alves 4 Filhos, no Para; Goaealves Pinto, no Maraase- ; Joaqoim los de Oliveira d Fho, no Cear ; Antonio de Lemos Braga, bo Aracaty ; Joio Mara Julio Chaves, no Ass ; Antonio Margnet da 3iln, noNaUl; Jos Jntin9
Pereira d'Almeida, em Mamangnape; Augusto Gomes da Silva, na Parahyba ; Antonio Jos Gomes, na VDla'w Penha; Belarmino dos Santos Baldo, en Santo Antio; Domingos Jos da Costa Braga,
em Nazareth ; Antonio Ferreira de Agaiar, em Goyanna; Francino Tavares da Costa, em Alagoi Dr. Jos Martn Alves, na Babia ; Leite, Cerqninho & C. no Rio de Janeiro.

PABTE OFFICIAL.
^^-<
Heparti$o la polica
2.' seccao-Secretaria da polica de Pernambn-
co, l de abril de 1872.
N. 621 lllm e Exm. Sr." Levo ao cooheci-
aumo de V. Exc. que, seguado consta das part
cipacdes recebidas uesta repartacao, forara hornera
recomidos i casa de deiengo o seguntes iali-
vidaos :
A' orJim >Io subdelgalo de S. Jos, Minoel
Lopes djj Santo, por cnrae de olleusas physlcas,
e ioaquiu), escravo de Jao Mina dos Saotos Al
meidapor ter >i lo encontrado depois de 9 horas da
n ". a sem bilhete de sen senuor.
A' ordem do da Boa-Vista, Antonio, escravo de
Laiz di Moraes jomas Ferreira, por fgido, e Pe-
dro, escravo de Clonada Ferreira Cato, a reque-
naienio deste.
'.r oicie de hoatem communicou-me o Dr.
jaiz de direito do segaado districto de-la cidade
qae na mesma data niaadou por em liberdads
Joio > jaras de Mello, por bave-r cumprido a pena
de pnso a que se acbava condemnado; sendo
i) :'. qianlo a mulla nao esl ella anda liqui-
dada.
Hornera foi tomado pelo subdelegado de 5. Jos,
um compasso a Jdmoal da Costa Bandeira que loi
aproveilado para retrata.
Para completar as iaormacdes que miuistrej
V. Exc. em inrahas p.tries dianas sob us. 545 e
'-'<\ do 22 e 27 de marco aUimo, acerca do alie-
nado Domingos de Hollaoda Cavalcante de Albu-
querque, em data de 23 do diio mez, dingi-me ao
provedor da Santa Casa de Misericordia, pedindo
i.;.' me informare, si, quando o referido alienado
loi recomido ao hospicio em Olinda, em viriu Je
de requisicio minha, recebeu commuaicac.o de
alguns dos erupregados do mesmo hospicio de que
D jaiiogos de Holanda entrara all fando leve on
B .' smeal*, e no caso afflrmalivo, si elle prove
jnr aeu couhecimento desse faci esta reparti-
r i, aflm de se proceder a corpo de delicio e
mata diligencias ordenadas pela le, e em resposla
remetleu-me aqnelle provedor a copia do offlcio
que abaixo se segu.
Deas guarde V. Excfilm. e>\ Exm- Sr. coa-
seiueiro Joio Jos de llveira Jaoqaeira, presiden-
te da provincia. O chea de polica, Domingos
Um'.etro Peixoto.
lllm. Sr.Era resposla ao offlcio de V. S, data-
do de 27 do correle, cumpre-me informar a V.
S. que, na occasiao, em que visitei pela primeira
vez > alienado Domingos de Holanda Cavalcante
de Albuqaerque, observei apaas algumas ligeiras
dsconacoes ao rosta, e as ruaos o que atinbui a
lucia que, sem duvida foi preciso estabelecer en-
tra elle e a larca publica, alim de po lo em segu-
raaca.
.\essa occasiao nenhum eropregado do estabele-
Cimeato fallon-me da existencia da outro ferimen-
to al.n das escoracOes ja meticicnadas. No da
20 do corrate foi o alienado Domingos de Ho!-
Unla accommettido de leanos, nesse mesmo da
em hora j adianiada da nolte recebi coramuni-
cai.'io desse acontecimento. Nao uavendo enio
possibilidade de medcalo, ltenla a demora que
costuma baver no fornecimento dos medicamentos
para o tnspicio de alienados, alm de na i baver
uiais trens para Olila, dirig rae no di i segunle
pala roanhaa para o hospicio, onda verifiquei que
o infaliz Domingos de Hollaoda estiva accoram-t-
iiio de ttano trauraalico. F eolito que um dos
eafermeiros me fallou de urna ferida que linha
H lian la aa regiao lombar.ex.iminanlo o observei
uaia solufSo gio, essa solurai de conlinuidade era de forma
e.'perica e tm parte coberta de urna crosta
negra.
Foi essa em minha opioio, a fera que deu
lustra manifestacio di ttano. S, porm, Do-
mfugos de Ho'Uuda eutrou no hospicio levando a
solacio de ccntinuidale acim descripta, ou se foi
e:!a originada uo estabelecimen'.o, nao o posso
'.zar, por quanto, sendo a regio lombar ordina-
riamente coDerta pela ronpa', nao teudo os em-
pegados me fallado de seroelhante ferida, nem o
propno alienado se tendo queixado, me era mpos-
sivel tela observado em semelbanles condic-
ca.
' liesta-me anda ponderar V. S. que as pes-
simas cond(oas hygienicas do estabelecraenm, o
tampo hmido que atravesamos, baslariam pa^a
prouiir o ttano espootaneo, se nao hotwesem
sjiucSes de conlinuidade, qua determinassem o
appareciraent) do ttano traumtico. Em con-
ciusao, pois, direi : se exista semelhante feriraen-
to, quando Domiogos de Hollanda foi recolhido ao
hospicio, o qoe nao posso afflrmar, ceriotara-
btffi que aggravou-se o san estabelecimenlo pelos
choques repelidos e movimenlos desordenados a
que o levava o sen estado de loocura.
E' quanio tenho a iof^rmar V. S., deixando de
reaietier o resultado do ejame a que procedemos,
por ter ja sido reraellido ao Exm. Sr. provedor.
Rcife,30 Je icario de 1872lllm. Sr. Dr. Manoel
de F.gueira Faria, digno mordomo de mei no
Hospicio de alienados.O medico, Dr. Ermro Cesar
Continuo Conforme.Pedro Rodrigues de Souza.
FEFJAIBliOO,
ASSEMBLSA PROVINCIAL.
S23SAO ORDINARIA M 10 DE MARCO
raSHDMOIA DO SR. FERIIKIRA DE AGUIAR.
(Conclusao)
O SU GONCALVES FERREIRA : (nao devol-
Vu seu discarso.
O SR. OLIVEIRA FONCECa :A queslo que
os occu|i* est, Sr. presdeme, assaz discutida,
Dio que eu me dispens.-ria de pedir a palavra,
se nis fo'S ode.'ij i de responder a um aparte
djli pelo obre deputado pelo 1 districto.
O Sn. Gusm.vo Lob) :E ple-sa pedir a pala-
vra pora res.jt.nler a um aparte quando o orador
a quera f > dado, j rejpondeu 1
U Sn Oliveira Fo.nceca :Nao estou adslricto
a esta resposla, tenho o direito de apreciar o ar-
gumento, que o notire depuiado adduzio, e mos-
trar a sua improcedencia.
Disse o nobre deputado : os jaizes qae jslgam
do (acto sao iacerlos, e 01 que Julgam do direito
i artos, a prova o jury. J
O jurys funecioaa nos proceasqs crimej, enao
em todos.
Temos juizes eerlos para jnlgar do acto as
causas cive3, as comrnerclaes e at o julgamento
de alguos crimes da exclusiva competencia dos
magistrado*. .
Davo aecreseentar qne os peritos nao juizes do
tacto, nao proferem urna senienca, apenas do om
parecer, que legando am principio de direito, nao
passannociem julgado.
Um Sr. Deputado :0 juiz nao faz seno ho-
rao <>i,t as eraciutoes do corpa,de delicio.
0 Si. Oliveira Foxceca : -A seotenja com que
se ]-o.!gi o auto docoTpo d> delicio, serve para
auihenica-lo, mas o juiz que tem de julgar
aaaal livre na apreciado do ficto.
A> f jocedes dos peritos muito differem das dos
Jaizes arbitros, os quats como jaizes pMerem
i.'ateacas, qae alias precisaqi do homologa^o.
Antes de concluir drei nm palavra sobre [o
poolo principal da questio.
O que se fez creando o lugar de mdicos do
corpo de polica foi facilitar o encontr da ficul-
tativos com qnem se Qzessem com a mtior preste-
za possivel os exames mdicos ; que s autorida-
des policiaes cabe promover. jaiz (armador da
culpa, quilquer autonlade qae presida aa amo
lera por lei o direito de escolher os peritos, mas
t-ncootra muna diOlculdada em encontra-los de
prompto.
Os mdicos da polica judicra vao todos os
dia secreuha de polica, e all se-demorara al-
gumas horas ; est visto que ellos nao se presta-
riam, nem senam obrigados a isso, se nao fossem
remunerados.
A facilidade que dah resulta, e que se desajava
obier em uada abtolutaraenie contradi s leis do
processo.
O SR. A. CORREIA DE ARAUJO (nao davalveu
seu dicurso.)
O SR. SILVA REG :Sr. presidente, nada po-
derel accrescanlar ao que j disse, porque parece-
ine qua nenhumas coosidera^das se apreseotaram
qua batessem rasoavelmenle aquellas que foram
apresentadas pelos que desejam que o projaclo
nao passe, porm, ped a palavra somante para
responder ao mea nobre collega que acaban da
fallar, quando apreseniou a ila de qae^Osse ser-
vico poda sor feito peles mdicos do corpo de
polica.
Folgo de ver o mea collega reconhecer a naces-
sitiada de haverem mdicos que se preslam de
prompto ao servico dos corpos de dalicto, a ques-
lio da necessidale est resolvida, s se trata pos,
de saber quaes os mdicos que devem satisfazer
essa neiessi dada se aqueles ou se estes.
O Sr. A. Correia de Araujo : Eu disse que
se a queslo do projacto era somente pela facili-
dade, podiam os mdicos do corpo de polica tra-
zar essa facilidade.
O Sr. Silva Rkgo : Isto o que resta provar;
e para o qua e.-sa nova idea ?
OSn. A. Correia de Araujo :Para o caso de
qnererem os nobres deputados aceita-la.
O Sr. Silva Reco : Mas o nobre deputado nao
a aceita ?
Segundo a emenda apresentada pelo meo dis
tinelo collega, a quesls nao est mais no campe
da necessidade, porque parece que elle esl con-
vencido della. Vemos, por tanto, que a qaeslo
versa sobre quem deve fizer esse servfco.
Diz o nobre deputado quesera mais ra-oivel
jue ul servico fosse fe;lo pelos mdicos do corpa
di polica, mas parque o mea nobre collega nao
reparn na difflculdade que ha de prestarera-se
os mdicos do corpo de polica a essa servico.
OSr. A. Correia ds Araujo :Qaal ?
O Sr. Silva Rbgo :Os mdicos do corpo da
polica esli snjeilos a um regulamento...
Um Sr. Deputado :Provincial.
Outro Sr. Deputado : Que nos podemos re-
vogar quando quirermos.
O Sa. Silva Reg :Isso queslo ruis com-
plicada. Maa nao podein contestar qua esses ma-
dieos estao sajeitos a um regularaento.
Um Sr. Deputado : Regularaeolo dado pala
assembla provincial.
O Sn. Silva Rkgo : Digo qua ha impossibili-
dad porque aquellos mdicos eslo sujeiios a
am regulamento militar, (nao apoiados) estao su-
jaitos ao regulamento do corpo, s offleacs, rece-
bem sold, gratifcaco e as vanlagens correspon-
dentes, esto snjeilos aos toques em boras dadas,
as pri-as dos olliciaes, ao rgimen e disciplina
do corpo de polica.
Um Sr. Deputado :Een digo que urna sine-
cura, o lugar de medico do corpo de polica nao
tem que fazer.
O Sr. Silva Reg :Qoer negar qua sisal m-
dicos esto sajeitos a um regulamento militar ?
Crtio que o nao poda e desde esle memento ji v
o meu oobre collega que uo deve pasaar a idea
apresentada por impossivel, e olTensiva a descipli-
na necessara ao corpo de polic a.
Sira, Sr. presidente, os mdicos do corpo da po-
lica, em vhta do regulamento a que esli sujei-
tos, ou de outro que se tiver da fazer, que sempre
ba de sujeila-los a certo ragimenmililar, nao po-
dem jamis substituir aquslles outros.
Obngar esses mdicos a fizer os corpos de d-
llelo, e pensar os eridos qua vo a poiicia, alem
das obrigaedes que ihes impoem o sea regula-
mento ; que.er o impossivo1, alem de crear con-
flictos entro o cotnmandanle do corpo e o chef
de polica : diz o comm?.ndante, preciso agora dous
mdicos, diz tambera o chefe de polica, ba neces
sidade de que ellas venham para a secretaria pres
tar os seus servicos. J se v, porlanto, que ha
irapossbildade absoluta, ba impossibilidade da
facto e de direito.
Eu devo afflrmar ao3 nobres deputados que tara-
bem tenho zulo pelos dnbeiros pblicos, e muito
zelo, e se por ventara disse qoe a despeza era in-
significante, nao foi porque entendesse, que mesmo
sem utildade devia ser feta, mas sim porque alem
de insignificante era necessara.
Devo anda dizer aos meas nobres collegas qae
nao considerado pessoal que me leva a votar
contra o projecto (apoiados), tatito que nem cosbe
co os mdicos de polica.
Um Sr. Diputado : Nioguem disse isso.
0 Sr. Silva Reg : Pode ser aproveitavel a
esonomia do nobre deputado, mas nao da maaeira
porque elle a aprsenla : como merabre da c -m-
misso de flxacao de forga tenho nma idea um
ponco semelhaole, e talvez a aprsenle opportuna-
meote, Isto nao quero qoe os mdicos do corpo
de policia se apreseotem a fazer os corpos de de-
licio, quero, ao contrario, que os mdicos da po-
lica se pre tem, se f.r possivel, a qualquer servico
do corp > augmeniaodo-se-lhes o ordenado.
Um Sr. Deputado : E acaba a queslo Ideando
uns e outros.
O Sr. Silva Reg :Em todo caso, tenho idea
de sopprimlr dous desses mdicos do corpo de po-
lica. Portanto, j se v que ha da -minha parta
voniade de economisar os dinheiros pblicos.
O meu nobre collega que (az parte da commis-
so tambem est de accordo comgo, i-lo temos
a idea de spresentar no projecto de tixacao de
forra a suppressao de nra os dous dos actuaes m-
dicos do corpo de polica, e a razao qae parece
que tres mdicos nao sao necessarios, pir isso que
sabido qae os soldados de polica sao carados
oo bosp;tal de misericordia, e ah ba mdicos es
peeiaes.
Ma parece, portanto, que basta um medico, quan
do muito dous para inspeccionar os soldados e sa-
tisfazer o mais a que estao obrigados.
Um Sr. Deputado: Um muito bastante..
O Sr. Silva Reg : J v pos o nobre depu-
tado qae ea tenho idea de supprmlr, mas nao os
mdicos de qua se traa, porqae pens que essa
suppressao alem do mais, effeade os mteresses p-
blicos ; e nao pudendo por consegualo combinar
com o nobre deputado, pelas razoes apresentadas,
isto pela impossibilidade absoluta,' pela impossi-
billdade de facto, por isso nao acoeiloa sua idea,
e enlendo que ella nao pode mesmo ser aceita pela
cas*.
Vai mesa e apoiada a seguinte emenda :
f Ficando os mdicos do corpo de polica obri-
gados a prestar os servidos qua actualmente pres-
tara 03 de polieia.A. Correa de Araujo.
O SR. A, CORREA DE ARAUJO (nao devolveu
o sea discurso).
O SR. LAStENHA, L1NS oppoe-se a eaenda.
O SR. ALCOfRADQ JUNiOR faz algumas coa-
O SR. A. CORREA DE ARAUJO (oao devolveu
seu discurso).
A discnsso tica a liada pela hora.
O SR. PRESIDENTE designa a ordem do da e
levanta a sesso.
siderac^s
SESSO ORDINARIA EM 18 DE MARCO.
PRESIDENCIA DO SR. DR. FERREIRA DE AGUIAR
Ao meto da, feita a chamada, acham-se presen-
lei os Srs. deputados Ralis e Silva, Alcoforado
Jnior, Atiplo Costa, Areoncio Silva, Albuquerque
Lacerda, Firraino de Novaos, Mello Reg, Vielra
de Aranjo, Cortea Gondim, Goncalves Ferreira,
Henriqua Mamede, Barros Correa, Alraeida Per-
aambueo, Taixeira de S, Oliveira Foncec, Alen-
car, Pinto Jnior, Ferreira de Aguiar, Freir
Gameiro, Ofympio Marques, Lamenba Lins, Go-
mes Prente, Silva Reg, Felippe F.gueiri, J.
Correa de Araujo, Oliveira Aulrade, Gjsraao Lo-
bo, e Salgado iNelto.
Abre-se a sesso, lida e approvada a acta da
anterior.
O Sa. Secretario d conta do seguinle
EXPEDIENTE
Offlcios :
Da secretario do governo, remetiendo por copia
o offlcio dirigido ao Exm. Sr. presidente da pro-
vincia pelo provedor da Santa Casa de Misericor-
dia desta cidade, no qual pede a creaco de dout
lugares de mdicos para o Hospital Pedro II.A'
coramisso de petiedes.
Do mesmo, remetindoos balancos e ornamen-
tos da recelta e despeza da cmara mnniclpal da
villa do Cabo.A' commisso de orearaento mu-
nicipal.
Do mesmo, remetiendo os orcameotos e balan-
eos da receita a despeza da cmara municipal des-
ta cidade. A' commisso de orcamento munici-
pal.
Petiioas :
Da Paulo Jos de Oliveira, em qae pede um pri-
vilegio por .'(.) anuos para armazeuar e transpor-
tar o< productos agrcolas desta provincia.A'
commisso de petiedes.
De Joaquim Thaodoro de Vasconcellos Arag \
professor publico na villa do Limoetro, pedindo a
sua jubilago. A' commisso de peiiyoas.
Do Padre Francisco Seabra de Andrade Lima,
professor publico em Bezerros, pediudo a sua ju-
bilacao. A' commisso de pelicdes.
Sao lidos e julgados objeclos de delberaco e
mandados imprimir es seguales projecios :
a A commisso de legislacao, a cujo exame e
parecer loram sabmetlidos o regulamento exped
do em data de 12 de fevereiro do correnie anao,
reformando a secretaria da presidencia, e o acto
de 25 do mesmo mez, qae altern o pessoal da
ihesouraria provincial, reconhecendo a conve-
niencia do servico publico que determina as refe-
ridas reformas, e considerando que os ordenados
marcadas ua tabella annexa quelle regnlamento,
apesar do louvavel espirito de economa com que
foi orgaoisada, nao compausara devidamenie a re-
duccao de vencimenlos que soffreram os empre-
gados da menciona la secretaria com a converso
dos emolumentos, qae percebiam, em renda da
provincia ; entende que devo ser adoptado o se-
gonte projecto de le :
t A assembla legislativa provincial do Parnam-
b uco, resolve :
Art. 1." Fica approvado o regulamento de 12
de fevereiro do correlo anuo, expedido pelo pre-
sidente da provincia, reformando a secretara do
governo, alterando a tabella a elle annexa com o
augmento de mais 200,5000 por auno as gratica-
coas do secretario, offlcial maior e chefes de sec-
c5es, e lOOOOO a dos primsiros cffl:iaes e por-
teiro.
Art. 2.' Fica igualmente approvado o acto da
presidencia de i' do mesmo m.i, acerando o pes-
soal da thasouraria provincial.
c Revogadas as disposiedas em contrario.
i Paco da assembla legislativa provincial da
Parnamouco, 18 da marco de 1872.Joaquim di
Mello Rigo.Henriqae Mamede.
t A assembla legislativa provincial de Peroam-
buco, resolve :
Art. 1 Fica creada orna escola notum- ai
cidade de Olinda, freguazia da S.
t Art. 2" Ficam re rogadas as disposijocs em
contrario.
Recife, 18 de marco de -1872.Gomes P-
rente-
L-se e approva-se a redaeco do pnje:to n. 3
deste anno.
ORDEM DO DA.
Continua a 2* discusso do projeeto o. 18 do
anno passado, sapprimindo os lugares de mdicos
de polica.
O SR. SILVA REG :Sr. presidente, a jasti-
i;ua razao lera tanta forca que por mais que
seja a iotelligencia humana, jamis deixa de cur-
varse peranle ellas.
E' por isso que vemos os sustentadores do pro-
jecto em discusso fundados em coasiderac,des que
julgaram importantes, imperio.-as mesmo, mostra-
rera-sa depois da discusso convencides de que
essas considerares nenhum valor tem.
O Sr. Vieira de Araujo :Nao eu.
Outros Srs. Deputados : Nem eu, nem eu.
O Sn. Silva Reg :As tres considerares apre-
sentadas na casa, pelas quaes se votava pelo pro-
jecto, eram : 1*, ser elle inconstitucional, 2.* ser
intil a existencia dos medicas, ; ser a despeza
geral e na poder ser decretada pela assembla
provincial.
O Sn. F. de Figueiroa :Essa a minba nica
razao.
O Sr. Silva Reg :Mas entretanto, com a dis
ca.so, se convenceram esses diguos collegas qne
suas razSes nao podiam prevalecer, nenhum valor
lnham. (Nao apoiados).
O Sr. Mello Reg : -Qaemaisse isso ao nobre
deputado '
O Sn. Silva Reg :Digo en, Sr. presidente,
porque depois da discusso apresenta-se urna emen
da, que isso prova e pela qual votam os que sus-
tenlam o projaclo.
O Sr. F. Figueiroa :Ea voto contra.
0 Sr. Silva Reg :Ao menos fallaram a favor
della susiendo-a, senao lodos, alguns, emenda que
importa provar-se que houve da parle daquelle
que impugnam projecto urna victoria uioral.
(Nao apoiados).
A emenda, Sr. presidente, signidea que j nao
inuiil o servico que prestam os medicoa de poli-
ca, a emenda significa qae nao despeza geral,
e que quando o fusse, era ella necessara e deva
ser votada, como eaaitas ouiras.
O Sr. Mello Rkgo : A emenda nao significa
isto.
O Sr. Silva Reg :Sigoiflaa, porque autorisa
que o servia seja feito pelos mdicos do corpo de
polieia, cuja despeza se diz geral, *
( Ha um aparle.)
U Sr. Silva Rbgo:Significa ainda.a emtnJa,
Sr. presidente, que nao inconstitucional a ic*ia
d'aquelles que sustentan a necessidade ai serviq
dos corpos de delicio, por mdicos especues .
emenda reconuece essa necessidade.
A qnesto por lano, Sr. pre-dente, a mea ve:,
redaz-se hoja a duas, queslo pessoal e qass-
lao econmica; queslo pessoal pj/qua i
tirar o servico destes e dal-o aqneleg.
O Sr. A. Correa de Araujo :Ser^ mas rama-
oeracsio,
O Sr. Silva Reg : mostrarei qo- ni0.
Queslo economa pQfqjg 9,-,ien4e-se o'aa se faz
urna econ^ia d, 6eiB ll| ,e3, 8eQB eic'ar pra;u.
'^tf o senvlgo, porgue aquelles otjjrsji metos
vic fazel-o sem despeza nova para os cofres pro-
vinciats.
A qoesiao psoal Sr. presidente, parece qae
neabana imporiiaeia tara, nam aelaa no espirito
dos nobres depatados, porqae acredito qae consi-
"derara lio habilitados, lio apto* para ease servi-
co a* atedeos da polica como os do corpo d po-
lica por tanto, esta q iesiio me parece vencida. A
qoesiia. por lano, nao i pessoal, Oca pois redo-
ta deputaloa queba realmao-te economa?
Um Sa. Deputado : Pelo menos parece.
O Sr. Silva Rkgo : Me parece qae nio, por
estas eoosideraedes. Os mdicos do corpo de po-
lica teom veocimantos, por servaos qaa Ihes fo-
ram doterminados e aos quaas sa preslam
UmSr. Deputado .Servico qae a asssembla
pode determinar qae seja augmentado.
O S. Silva Reoo : Ntnguem negt isso. Mas,
anianh^disem elles, e cora justi;a : coi temos
agora eocargoi mnito autores, no* foraos soire-
carregados de servigos superiores as Dostai for-
Q is...( nao apoiados) ".amo que assembla quar
agora nos pagar a mesma quanlia ?
Um Sr. Deputado :Nam que elles carregaasem
o qmrtel as costas.
0 Sb, Silva Reoo ; Por tanto, parece que elles
deverio vir a esta assembla pedir am augmento
da ordenado, augmento de ordenad) qne, a mea
ver, ldsio, por qua realmeate o servi(i de qae
elles m va, me ambir i muito raaior, e la vez de
maior respoosabilidads
Asura jue essa ecommia apparenta deixar de
realisar-se, a baver, como ea creio, eomo afirmo
mesmo, Inteira j isiica nos raembro* desta casa.
Alem destas considerares, Sr. presideate,
preciso atteoder se a circunstancia de ineompati-
bilidade em que de passagem toquai, preciso le-
var-ae mnilo em coma essa ineompatibilidade.
Qjal a possibilidade, Sr. presdeme dos mdicos
do corpo de polica presiarem-se a ease outro ser-
vico, servico aue davo ser feito por mdicos qae
existam eneclivameota, em boras determinadas na
reparti(o di polis a ? Un de duas, ou elles dei-
xarao *S cumprir oiii^.o's jue Ihes jj in-
herente* em viriude j regalase 11 do carpo da
polica, eojis faacctoei, a certo respnto, sao im-
portantes, ou daixaro de satisfazir aos encargos
da repardeo da polica, qae sao tambem muito
importa oles.
Um Sr. Deputa ao :E os actuaes medicas estio
serapra na reparlicio 7
O Si. Silva Reoo : -Dt vera estar; e j disse
que nio bom se argumentar coa abasos.
Dssda qae os mdicos astejam, como dee estar
( e oeste sentido pode-se al eraandar o regola-
ment respectiva) desde qae sslejam na poiieia
de certas a cenas horas elles cuaapririo suas obri-
gacoes, prestarao relvame* servan a p lela e a
humanidad*; e jamis urao lempo para se oc-
capar dos servicos qae reclamara a oslada dalles
em reppnicio diversa, a;resceado Sr. presidente
qae os servicos de aos e oairo mlicos sio iolei-
ramela dislioclos.
Eis por qoe afirmo qaa otes existe economa,
nem as ooesideraedes apreses***** psio* sMtsra*
deputados'nesia casa sao procedis*, apesar de
reconhecer qae Ibes sabeja intelligeacia e talento.
J o diste, repito qae os medico* de carpo de
polica sio militares, sao offlciae* do corpo, e nao
isso quest > insignificante, jue/iao da regu-
lamento, qaesto de disciplina e muito impor-
tante. Os mdicos do corpo de polica devem estar
em certas e determinadas boras em seo quinal;
( Trocara-se apartes.)
O Sb. Vieira de Araujo :S3e offlciaes, rece-
bem sold e gratitlcac/ies como os outros, eslo
sajeitos a urna disciplina precisa e necessara.
Um Sr. Deputado : Aonde esl isso T
So. Silva Reg : Lsia o regulamento do
corpo, vera que elles esli sujeilos a toque, estio
sujeitos a serem chamados em certas occasioes
para inspeccionar soldados que vio para e corpo
a cada momento, e a muius oairas obrigacoas que
coosiam do regulndolo.
Portanto Sr. presidente, impossivel realisar-se
o que pretende a orneada, impossivel physica
a moralraente, alera da qae como fica demonstrado
ni i ha economa se irlo por ponco terapo.
O Sil A. Vieira de Araujo : -r-Porque nao ha
economa ?
O Sr. Silva Reg : Pelas razOes que j apre
senlei.
O Sn. A. Vieira de Araujo : Por que podem
pedir augmeuto de ordenado? I
O Sr.Silva mego ; E appello para o futuro.
Nestas coodicOes Sr. presidente, enlendo que o
projaclo nao pode passar.
Aguardar-me-hei para fazer mais algumas con-
sideraedes, se por ventura da novo apparecerem
outro; que devem ser combatidos.
O Sr. Vieira de baujo : Sr. presidente eu
despernara de fallar anda onlra vez sobre o pro-
jecto para manifestar que nio linha acceilado a
ogiaiio do nobre deputado, pelo V* districto, qua
nao me havia convencido della, nem da impor-
tancia das considerares apresentadas pelos que
tara combatido o projecto, por que em apartes
prctestei desde logo qne nao poda de modo alguno
admitlir que o projecto em disseussao nao devesse
passar tal como est. Tenho necessidade, porem
de sem tocar nos argumentos que j foram pro-
duzdos nesta casa responder a algumas considera-
res que ac bou de fazer o oobre deputado a
que rae reliro.
D.s.-e o nobre deputado qoe os sustentadores do
projecto nao consideraran] innles os servicos qae
pre-iara os mdicos da polica, por qae ara dos
membros desta casa havia apresenlado urna emen-
da uo sentido de ser essa servico feito pelos m-
dicos do corpo d polica,
O 3r. Silva Reg : O que ji era urna con-
O Sn. A. Correa de Araujo : Somente para
facilitar.
O Sn. Vieuu- da Araujo : Sem baver incon-
veniencia entre a opinio a'a juelles que intendera
que se deve supprimir os lugares de mdicos de
polica e aquellos que apoio a emenda, eu creio
qoe ella pode ser sustentada com vantagem, nao
s por que satisfaz essa necessidade, que o nobre
deputado ju!ya tao urgente da conjervago dos
raediocs de polica, como tambem conveniente
pelo lado da ecouomia que de semelhante adopeo
resonara para os cofres pblicos.
Os que de tendera o projecto nunca disseram qoe
es;es servicos dos mdicos da polica fossem un-
tis, creio que nenhum'aveatnru esta proposiejio.
O Sn. Silla Reg : Disse-se qne erio uten
por isso que o cdigo do processo obngava os
uedicos em geral a prestar esse servio*,
O Sr. Vibira.dk Araujq : Bem, Bodiam diier
que nao eram lio urgentes, e os servicos desse
mdicos oio sio taes que nio podessera ser desem-
penhados por outro modo.
Mo nao importa recunbeeer a ioaiidade do
; i,
5 : rae uo tom procedencia a argomentajao
Ct, u :ri; dflpntado na parte em qua diz que os
, )-pa da polica fioatao muio sobre-
,- .o coa o servigo que a emenda Ibes attri-
b ;: por gia o corpo da policila nio lera hospital,
r5o iaii ama emfermaria, qaasitodo elle est dei-
l'.nO'jo em destaoamentos pelo interior da pro-
vincia, e evstiaJo apenas um pequea numero de
pilcas nesta capilal, nio ha necessidade de Ires
mdicos nesse corpo.
O Sr. Silva Rbgo : Estamos de aacordo nessa
idea, unto qua ea quero supprimir algam dos
,ra99^S9C,>fpod9,>(>lida extraordinario, rso facara exerticlo calligrapbicos durante o tercer *
se recoohecB a prrmeira v.sta ; logo nao marto anno do cuno
que se eocarregue a esles mdicos, como faz a o SR. G. lBO justiOea o segrate requer-
emenda, oservreo que boje prestam os de poli- ment : i^umi
ei* o o n < Requeiro qae seja o projecto remettido com-
0 Sr. Silva Rbgo :-Mas a emenda reconhece a mi8,i0 de iostruccao pnblitiT
necessidade do servico Jos mdicos de polica. Encerrada discussio approvado o requer -
O Sr. Vibiha roe Araujo :Ninguem dasconhe- nienio
eeinteiraraeate a necessidade dos servigosqua; %. discossia do woiecio_n_ill.do anao passado
eriwrp """>'. 'O dos fugares; emendo que antorisaodo o presidente da provincia a mandar
esses lagares nao precisara ser conservados, que ; construir 3 pequeas poetes na villa de S. Joj
sa lamis, coasideraado se que os mdicos do d'Agoa-prela.
corpo de polica tem tempo bastante e se podem | esR. J. CORREA DE ARAUJO :-Sr. prwi-
prestar perfeitarpeate ao chamado das autoridades dente, tenbo por tres vozes reqoerido o adiamanto
para a factura dos corpos de delicio, serviodo ao ae dffereaies proteclos que envolvem despeza* ;
mesmo lempo no corpo. O regularaeolo respec- tenho motivado esses adiamenlos com a falta de
livo nao tal que oorigue esses mdicos a perma-1 dados qae tem esta assembla para coobecer a re-
necerera constantemente no quariel, a irem all celta e despeza da provincia, visto que anda a
todo o momento pelo contrario, 93 lugares de me-: coramissio de orcamenti nao apresentoo o respec-
dicos do corpo de polica sao hoja reputados urna tivo project. nem lio nouco leva os elementos
verdadeira censura, os aue os occapam vao ao
censura, os que os oceupam
Juartel algumas vezes, e uo sei se todos vio l
ariamente.
O Sr. Silva Rkgo .-Diariamente.
OS*. Vieira de Araujo : Podem eitar l al-
gura lempo, mas isso. nio os inhibe de serem cha-
mados para os corpos de delicio quando for neces-
sario.
D'sse o nobre deputado qne a emenda ia ofTen-
der o regulamento do corpo de polica, acabo de
demonstrar o contrario.
A lei qae creoa os medie >s do corpo de polica
estabelecea no art. 5* que o presidente palera
sob cartas bazes dar o respectivo regulamento,
bases que sio estas: (l.)
Nio rae coosla qu j esse ragalamento tenha sido
confeccionado.
O Sr. Silva Reg :- Isso nio destroe a necessi-
dade.
O Sr. Vieira de Araujo :Nio sei mesmo se o
presidente da provincia podar somante cora an-
torisacio desta assembla fazer um regulamento
para esse caso. O presidente ple fazer regula-
meatos rafarent-'s a servias provincies, mas o
servico a cargo das autoridades polteiaes nao sio
servicos proviiclaes.
O Sr. Silva Reg:Nao sio servicos provin-
cies ?
O Sb. Vibira de Araujo : Nio sio, e desde
que nio sio servicos provincies o presidente nao
p le fazar o regnlamento.
O Sr. Silva Rbgo : Eoto nao poda 'fazer re-
galameoto para o corpo de polica.
Mas tem se entendido que o corpo de polica,
por isso que pago pelos cofres provincies,
provincial e deve ser reglalo por leis provin-
cies
(rroeam-se apartes.)
O Sr. Viriba db Araujo :O servico d*s raedi-
eos da polica emende com a administracio da jas-
liea, qae geral, logo o presdeme nio pode fazer
regul amentos para esse servico.
Um Sr. Deputado : Nao deem como coma li-
quida, qae o eorpo de polieia perteneeote a ad-
mini'traco geral.
Ota. Viriba d Araujo:Disse o oobre depu-
tado que os mdicos do corpo de polica logo que
fossem enearregados desse servico viriam a essa
assembla pedir augmento de ordenado. Mas, Sr.
presidente, s porque esses mdicos se podem jal-
gar com direito a augmento de ordenado, segue-
se que esla assembla tenha obngacao do Ih'o
dar? Isto nem lera fundamento, desde que se re-
conhece que elles nio prestam servicos taes que
nao possam ser incumbidos de outros com a re-
muneracao que boje se Ihes d. A' vista destas
considerares, Sr. presidente, enlendo que nio ha
incoherencia no procedimento daqnelles que sus-
tentando o projecto votam pela emenda que apre-
senion o nobre deputado meu distincto collega de
districto.
Tambem se coasideroa nesta casa a suppressao
desses mdicos como ama questio de conDaoca.
Se se considera questao de conflaoija essasuppres-
tio, a emenda do nobre deputado vera "Salvar a
magna questao...
O Sr. A. Correia de Araujo :Foi a razao da
emenda."
O Sn Vieira de Araujo :.... porque se julga-
se qua negar meios de administracio a polica
supprimir os mdicos que servem para os corpos
de delicio, prova-se a essa necessidade dando em
lugar de dons mdicos tres.
A commisso de forca policial per raeio de um
de seus dignos membros declaroa que tambem
fazia questio de conflanga contra a emenda que a
apresenlou o nobre deputado, porque tendo 'a
coramissio ideas a respeito da conservacio ou nao
cansar vaca o dos medhos do corpo de polica, de
alguma sorte ficra embarazada para apresentar
o projecto, se a emenda passassa. Eu nao enten
do assim, e por isso voto pela emenda apresentada
pelo nobre deputado.
O SR. F. DE FIGUEIROA diz qae solicitou a
palavra para fazer urna declaracio de voto pro-
posito do projecto em discusso.
Quando se discuti em 1870 o projeeto qae
creou os lugares de medico da polica volou con-
tra elle, pela nica e suficiente razio de ser au'.o -
risada nelle urna despeza geral por coma dos co-
fres provincies.
Coherente comsigo mesmo vota hoja pelo pro-
jecto qne extingue essos lugares, anda pela mesma
razio que motivou o seu vol de emao.
Pensa que a assembla nao deve estar a auto-
rlsar despezas paramente geraes por conta dos
mlnguados recursos Ba provincia, e sempre que
se tratar de cercear essas despezas, estar ao- lado
dos pugoadores dessa idea, qne acba tanto maior
acolbimento em seu pensar quanto, por occasiio
da discassao do ornamento provincial, pretende
offerecer emendas sappressivas das quot&s- para
foroa policial e congrua dos coadjutores,, qpe di-
zem respeito seguranza e ao culto publico ; e
portanto sao despezas que devera correr por eonta
dos cofres geraes, alias roui favorecidos pelos opi-
mos tractos qae se colhe em Pern&mbaco para
elles.
Eocerrada a discussio, o projecto posto a vo-
tos e regeilado, coasidarando-se prejadicada a
emenda.
O SR. 6USMA0 LOBO declara qae votara peto
projecto, se fosse presente volacao.
3.* discusso do projecto u. 111 de 1870, auto-
rizando o presdanle da provincia a contratar eom
(rien Evangelista de Oliveira ou com quem, me-
ihores vaoiageos crTerece?, a consirucca de urna
estrada de ferro de Agua-PreU Leopoldina. E
approvado.
2.a discusso do addtivo offerecido em 3.a ao
projecto n. 56 do anao passado, creando am dis-
trilo de paz na cidade da Victoria.
O SR. RATIS E StLVA ;Sr. presidente, vi qae
quando se discuti e/te projecto, duvidas se levan-
taran) na casa acerca da conveniencia de servir o
districio policial como limite ao novo districto da
paz, neste sentido as opiniSes se dvidiram : e
porque ple succeder que a ausencia do nobre
autor do projacto possa prejudica-lo, en por essa
razio peca o adiamanto para quando ella esliver
presente.
Vai mesa e apelado o seguinle roqueri-
uvrat.a :
1 Requeiro o ada ment da dis:nssao do artigo
al que seja presente o prmeiro signatario, do
projecto.Ralis e Silva.*
Encerrada a discussio, o requerimer',,} apero-
vado.
project, nem lio pouco leve os elementos
precisos para o confeccionar.
6 Sr. Ratis b Silva :Estamos gastando lempo
Intilmente.
O Sr. J Correa db Araujo :Nio son ea o cul-
pado ; v quem toca... O projeeto autorisa o
presidente a mandar construir tres postes.
Um Sn. Deputado : Pequeas.
Outro Sr. Deputado :Pequeas e em riachos.
0 Sr. Ratis e Silva : Riachos que intercep-
tara a coramunieacio durante o-inverno.
0 Sr. Jl Correa de Abavjo : -Ponte* pequeas
e em riachos...
Um Sr. Deputado : Urna n'um riacho at de
lama.
O Sr Ratis e Silva :Isso o norae do riaeho
O Sr. J. Correa de Araujo : Bem, pode se
ajuizar, pelo que consagra 0 projecto, que a des-
peza q ,e se lera a fazer com essas pentas peque-
a, porqae ama ponte sobre um riacho ponco po-
dar costar ; mas o quanto custario todas ellas,
nos nio podemos desde j com eerleza determi-
nar, visto qoe nao sei qne se tenba procedido ao
orcamento dessas psotes, nem que a respeito
d'ellas naja estudo algum. Anda mais, Dio me
consta que essas pintes sirvam para ligar estradas
ou eamiohos pblicos, sao pontos sobre riacho*.
O Sr. Ratis e Silva :Liga urna commanicacao
dentro da villa.
O Sr. J. Correa de Araujo ; Eolio negocio
puramente muoiciDal.
O Sr Ratis b Silva : Mas a cmara nao pola
faier a ebra.
O Sr. J Correa de Araujo :Se a cmara nio
pode, o n bra deputado peca esta assembla
qne antorise a provincia a facer nm empreatimo
cmara. 1
O Sn. Ratis e Sila :A provincia ja nao lem
om emprestirao ?
O Sr. J. Correa db Araujo :Isso oulra
eousa, emprestimo coalrabido pela provincia. O
nobre deputado pec,a esla assembla qne auto-
rise a thesourara provincial a emprestar cmara
respectiva a quantia necessara para essa obra.
0 Sn. Ratis e Silva :E' preciso que a cmara
peca.
O Sr. J. Correa de Aram -loflua o oobre
deputado para qae a cmara aprsente a prc-
posia. A cmara que pega nm emprestimo para
fazer essas pontes, porqae se si? es'as pontos ma-
nicipae?, deve a despeza com a soa cons'-rncca
correr por conta do cofre municipal ; e se o cofre
municipal nio pode fazer essas pontes, poder a
provincia emprestar, mas nunca mandar faz las
sua casta.
O Sr. Ratis e Silva :E as outras que pre-
cisaren] ?
O Sr. J. Correa de Araujo :As outras que
tiverera iguaes necessidades, que pesam tambem.
O Sr. Ratis e Silva :Se a cmara pedir.o
emprestimo, 0 nobre deputado sera o prmeiro a
negar seu voto.
Sr. J. Correa de Araujo : Talvez ; e me
convencer que se nao deve autorissr o empresti-
rao, votarei contra elle ; era todo o caso o que
emendo qae nao uSVSrs valar por coma dos
cofres provincies despezas puramente mni-
cipaes.
Nestas cireurastaocias eu vota contra o projecto:
nao pedirei o adaraaoio della p ir rao vejo que
nao involve despeza propriaTient 1 provincial,
quer sesobrecarregar a provincia eom urna des-
peza municipal, qual a de pequeas ponies so-
bro riachos e dentro de urna vilu.
Portanto limito-me a volar conlra o projecto.
O SR. RATIS E SILVA :Sr. pies; lente, ape-
zar da cruel opposicio que se las a este projecto,
amor dalle, nao iosso desampara-lo.
Um Sr. Deputado :E' fado f
O Sr Gusmao Lobo :O algos foi o Sr. i* se-
cretario.
O Sr. Ratis k Silva : Tena visto qae esta
assembla se oppioe quasi sempre a ludo qnaoto
medida que sa pede a bem dos matulos. (Nao
apoiados.)
mdicos do cVoo" ta^Uaia. J-tscosio do projecto ^ mo ^a i---
314, YiEoA de Araw) ;-Qas oaumerodos delermlnaudo (jue g| sj^ ^attO! WhSHfci^s,
oppo-

Um Sn. Deputado : Contra isso provam as es-
tradas qaa temos.
O Sr. Ratis e Silva :Apenas tenho conheeido
boas disposices aqai para se votar a favor de es-
tradas de farro qnando nos pro)actos se diz qoe o
presidente fica aalonsado a contratar 'aes obras
cora quem memores vanlagens offerecer. Fr.i
disto votase sempre contra lado, nunca valem as
razoes qae sio aqu expendidas em favor de qaal-
quer medida. (Nao apoiados.)
E' fado que est, verificado, est se vendo agora
mesmo.
Um Sr. Deputado : Isso zelo que o nobn
deputado lem pelo sen projecto.
O Sa Ratis k.Su,.v* :E' zelo qae tenho peU*
ioleresses da localdade que rae elageo.
Sr. presidente, na l4 discusso j mostrei, e te-
nho consciencia de qoe mostrei com evidencia a
necessidade u/genia que ha dessas tres pequasas
puntes na villa de Agua Preti, crea mesmo,qae
quem conhecer a loc*lidade nao poder contestar
essa necessidade ; al chamarei em apoio disto
teslemunho de um dos nobres deputados qae
promotor publico em Agua Preta, e el e aqai de-
clarou que a construccio dessas tres ?equeni<
pontes eram ama necessidade e necessidale ar-
gente.
O Sr. Correa db Arvujo :Ea nao. contesto.
O Sn. Ratis k Silva : Poi3 se nao contesta
para que esl se oppondo 7
O Sa. Correa dk Araujo : Ponjne ama des-
peza municipal.
O Sr. Ratis b Sh.va :Mas, se nos aqai s* qat-
zermos votar sobre despezas qaa sejam paramenta
provincies, ficara todo o mano privado de bene-
ttoios, parque as cimaras nio podem por certo
occorrer as necessidades dos seos municipio?.
0 Sr. Correa dk Araujo : Pow eom o asea
voto fica, porque eu so voto para que se faeam
oelos cofres provincies despezas provincia**-
OSn. Ratis e Silva. :Estou certo que'fica-
rao com o voto do ncUre desatad o ecom os da
raa'.oria da casa, ma* ea tenho con3eienci* qae te
nho enmprido o mea dever.
Um Sr Dentado Como lodos.
O Rn. Rats k Silva :-Ea nio laoco a e asa-
ra a ningaam, estou fallando ds irim. ostro as
necessi\a VTesanio, peco os meios para prover essas neces-
I sida le?, cejara-os, o que hei de fazer T
Um Sn. Deputado :-3|m o ln,0 CWDP?*
lenta nao este, ,_ ___
'".o.ep.a,, mpr^mo.

(1 iHBTj


r**
OSr. CflftfiJh.uR ABSiii>:^Ejram.>-Bfoi4*L.:
can polo empresta.
O Sr. Ratis k Silva : Assim
denotado se ano -. '*'adO 7
...ts f ri!.vA r E' por essa razo q-re
...vd yilWifi a despea-i tapaos eufroi pro-
-*lpei.is.
(Trocam-ae apirt>%)
o Sr. Ratis k Silva : A provincia.contrahio
Um eropresiimo par provr as necestidoies das
diferentes locaiidlue.
Cu Sn. DEPUtM: Para satisfuer as despe-
zas provincia?*, aquellas a que est brigada.
O >n Ratis k lVA -Mis qaaoJo as amaras
nao podera fazer as despeias para cccnrrer as ne-
Tcssidades que os sens o)onie:pios senlem, dfcvm
li^ar osseus hahilant's privados das satifacoe*
des-as nejessidades por longos annose ai Sara
sempre ?
O Sa. Corrka de Aluno :A provincia quan-
do nao pola, lambem nao lica piivada de satis fa
a-r as rasa neressidsdes
O a. Rati r Silva :A provincia nnBca Ac
frivada porque rearo recurso de Tootralrtr enr
prestimos.
un Sr. deputado : O nibre' deputado sabe
qae ha 'ulta do mcioa.
Oa. Kats e Sup.* :Sei qae tu falla de
nsei-.-s, mas, vejo tarahtm qae a dspeia mnito
peqaena, qae ni) essa pequea espeta cora a
eoosu-uccao de ires insigo li notes pomes que vaa
abismar a prviacia.
O Sr. A- Per.vambdco : E-*se argumento de
pe^oeaa* ((m t-m falto uassar mua enu'i
Genio Sr. Dstotabo: Qianto easiam Mes
ponte* 1
O Sr. Ratis e Sia :Eu nao sou engenhelm,
ma* ereio que cada ama deesas poetes poler
custar 2 ou ires cantos de reis.
(Troeam-'n asarles.)
O fp. Iath e ?ilva :J mostrei aqai qae os
rii-hos de que falta o proj:cto, posto jae tejam
riachos e nu nos caudalosos, as cbeias, ao lira
po da invern elies sio laes qae embarrila Cjin-
p!flt*BfH9 a entrada na villa, qof polo lat d>
norte qoer'pe'o fado do sol, m ha rucara sesmo a
einunniMagio do* habitantes dentro da propria
villa ; j flz ver qae ba um riacho ao s', oatro
ai qffe e um q'ie corta a villa ao meio, ebara-
c nio a commanicacia- da um lado para obsto d?
ri-p.
I'm ?n. DFPurAD') :Se f issemos a fazer pontes
eri loldS os /lachos, aoode lasos parar
O Se Ratis k Silva :Nio fuer pontes em
tolos os riachos f.ize-Ia aonde sai do absoluta
neeessiiade. Nao se ple CeiXar ii "e:unheer
jue hf n-ce?ilade urgente ix e'lriicjia des.-a-
o 'otes, porque pelo invern Oca a villa, por assJm
dir.er, interuicia, nao se pjls entrar aella, nao se
pl- transitar mesmo dentro da vi la.
Um Sft. Deputado : Por aasa da lima ?
O r. Ratis e Silva :Nio quira o c bre d?-
[ia'a;o lanzar o ridiealo sabr d qae e-tou JUduJo.
, Sr. presilent, nao s-\ a raza) di :tt a dgs-
p?zi muni:- pal qne venha embiracar a sati f'.ci
-^si decssiSalls oroitissmi para aqui-lia l-ca-
lidade; vejo qadlemjre seterndaib aqu aaior;-
sacao pira se gastar aiiiheiro des Cofres pravin-
ciaj can menramentns inaienaes da ouir.ts lo-
i'idade; pirq'ie rano nai se hilo tambero
g ra conc.-ler que se gasto alanm iiiliia da
provincia com esse p-jueao nv'liiraiifiOiio Ji se
pele para a villa dd Agaa Prea ? Y jo que-'
irn sem r.irao, aoia prevencio que a casa j.i
MiniajoQtr tudo qianio Aprajat) da ponles.
Tioeipalineri1.; se apresentado por uia (i>
apoiaois).
P.KK1 valor craio qae rrerecam os meus pro-
:ectos qae pedem pontea.
Cu Sr. Depltaoo : i' porjuj lovolva espa
tas, a qoitao de economa.
Sn Ratis e Silva : Aspir, S*. presidenU-,
lJd p) nobrd d'pulal\
O Sr. J. CoiIRkk de Aralji :Nila -f.qien, Jei
i'. as r. z5e. pi>r]ne bao reqneria.
Sr. Ratis e Slva : Sappcz qae ia reqoerer
i. aliaaeato.
A 'tst* destas confiJeragOjs, Sr. pre-ilente,
j ligo 'I snecessario cissar-me rrnis em orovar a
leMssuladja ii medida que pede o projicC.
0 Sb. J. Correa ds Araiji : Sr. "presiienle,
:- que vil.va contra o orejelo em discassj
- ae eni-nia qae a despea qa9 elle acarren-
> ri municipal e n) prov.acial, qae a provincia
?tva obrigidi a fazer as pontes quo o pro-
'. pd!a. .
o'iibre depr.tido qne me proceden na tri-
:: i z dilTereiites eooaiderafaes tra favor do
" i, a concluio dizenlo qae parecia-'ne qae
. ioii-poico de-la aserobl caira os pro-
j relativos a ponte?.
I'il.i ininba pane declaro ao nbr't depulalo
' ; ;i!;i a melho.- b?a ventada a tolos OS pro-
,a 5 -o ,) 7.u respeito a ponte', porque conhe
i a v-1 necessidae e a utilidade qae t las pres-
: mas alten lo a que as pQtes que devem se.
- i casta dos cofres ronoicipaes nao a devem
peld provln;i^es, e vice-versa.
:r.aem pr>ci*.i raais de ponles do que a prj-
-i', entretint', s ella as tiver da con-t ur uo
i ir s moniopklidades um auxilio para esse
i: n.
\ mucicipal'dade de Agua Prfta, que tera urna
r>edasaa oropria, torne- as prelsas mrdidas, ba-
i M'a-se a fzer a despea necesaria ctra essas
ntas unii vei qae ellas sao pro(;rini'.-nie muoici-
as.
O nobre deputado ssjg prffetBBHFfi
.-"cipaiidaoes iem o direito de
iiute"
i il ^rnamac* ^il l\fh '5 d Abril dt 1872
-qc
L
i*'*
ftA
pedir a esta as-
nMi a creacSo de impo-tos quando os seus
i-n amentos nao forem suffi tientes para satitfa-
a.' ^e snas necessidade3; a manicipilidade pode
'.i r o augmento dos irapistos ealssentcs para
ornar miis importante a sua receit, para ticar
--hiiiuda a satisfazer assim os mtlhorinentos qne
re-lama o sen municipio ; a rr.unicipalidade pole
;.'- 1a pedir a esta assemo'a que a autonse a con-
i'bir nm emprestimo^ p>n por este modo poder
i -oniover a realisacao de qualquer melhoramenio
\inda ha bem pouco lempa o nobro deputido
'^be que a cmara d>ia cidae coetraton un
mprestimo, e uto empre-timo nao pequeo para
isfazer a nma das necessidades mais imperiosas
-oo mnoi-ipio, para construir nma casa de m. r-
ax E porque razio a cmara do Recite nao
veto peJir aos cofres proviociaes qae lhe deseen)
meios para satisfazer essa necesHdade 1
O Sr. Rat;s eSilva :A camera do Recfe tem
nfros recursos.
O Sn. J. Correa de A raijo :Os recursos qne
pm a cmara do Recia sao snperiore9 aos que
te,n a cmara de Agna Prea, mas tambem as
te-'pezas da cmara do Recife sio mnito snpe-
riores.
O Sn. Ratis e Silva :Nem ha propcrclo.
O Sr. J. CotRE\ de .Araiio :Nao hi prrpor-
cio, diz o nobre depntado ; mais veja qae se a c-
mara d'Agua Preta nao pode com os sen* recursos
construir essas tres pontes, a cmara do Recle
com o seu recursos trinbtm nao pode fazer o
mrcalo, contrahio para esse llm nm erxpres
timo.
O Sr. Ratis e Silva : E a cmara do Recle
se cooi-eden.
O Sr. Correa de hraujo:Nao se conceden til,
a cmara foi quera contrahio o empreslimo como
banco do Brasil.
O Sr. Ratis e Silva :' Porque essa cmara
pode f '.z r e<-e- contratos.
O Sn. J. ConR.v de Abacio : A cmara de
Agna Preta faca tamb?m um contrato com nm
pirticolar com nm propietario do lagar.
O Sr. Ratis e Silva:Nao pode, p.rque nao
tem reenrsos.
O Sr. J. Correa de Abaujo : Pec,a a assembla
na augmecte os seas iropostos, qae crie nevos,
qne a habilite a satisfazer todas as necessidades
do municipio, peca a provincia que lhe empreste
Igama quaniia para esse llm.
O Sr. Ratis e Silva : -Qaando vi mtalos gri-
tim contra oa impestos existentes, como se hi de
crear en'ros?
O Sr. Jos Ccrreia d'Arauo. Ento fique a
"illa d'Agua Prea sera as tres pontes, tanto mai-
jaanto o nobre deputado disse qne pelo invern a
villa ca intran.-itavel por cans da lama. As
pontes por certo nao iro mudar as tondices da
i .calidadc, nao farao desaparecer a lama.
O Sb. Ratis e Silva. Pica intransitvel por
cauza dos rios.
O Sb. Jos Correia d'Abaujo. Pasia-se o rio
em peqnenas balsas, cam as etc.
Sao estas as cenrideracots pelas quaes voto con-
tra o projeeto, Do porqne leDba indisposico
oontra oa projeclos apresentados pelo Bobre depa-
lado, oa por quera quer que seja. Pode o nobre
depulldo flear certo de que voto contra qnalqrier
projeeto qae mande fazer pelos cofres provtnciaes
despezai municipaes; islo seja elle de quem fr;
peco ao mea dis tinelo collega agnarde o meo pro
.ediroenio para entao julgar-me.
Encerrada a discasso o projeeto posto a vo-
l* e rejeitado.
1* diseosiio do projeeto n." 8i do apo pasia*
'o ciVti lento dms lo'erias de I JO emt** em fi
mr d ntriis i'aK WAlSe.,ho-a J s
lale*.
. Vjjo ajn ia ejaoopp/'vadaio?-"-galitetl
das: # -aj-ti
' fgual favor" a fnatfiz de S. Pedro al rryr
Olioda.>'Goiiv 'Pftnl. *'
Igual coaceso para ctneasSe das f*W*<\'
raatrii de Logfia dos Gilos.JUrWo ftyo. .
fr-mo ementa tfl.-rfco o pr.-l^cev n.* t des;e
anno j approvaio em !.* di?n*o. Jioia t
Siltn. i
fgnal faror a Ifreja do 'Citemio de
Autopio desta Cidaie. -PMtO 3uH*r.
i Ao art 1." dHse : era vei de uas.
a depois da palawa ntes dtgi-se outra aj
da mairiz de Taearat, e outra em f.vur
Flore-ta.Si/tvj Hrfo. n
c Outra em favor da matriz do L;moeir. Go-
mes Purentt. _i._^B
Igual favor a matrfi" do Papcaca.Hveaa
Foncaa. ^^
Encerrada a dtscussao, -ppro/idj o projeeto
cora todas as emeadasr
.' discussao do projeeto n. 101 do auna pas-
BBdVHMMHSojB o rreiMnN da Provincia' a cotr-'
tractar com Toeoio Cavalcanii da O iveira Ma-
eiel, ou cora qaem melhares vantagens oflVeeer,
a coBstraccao de urna ponte que ligae a llha de
luwarac ao cootin'nie.
Vai a m- zi e apoada a segaint- emenda :
Su jpriiaa-ie o nome de Th>olilo Cavatcanti
de (Jiiveira Maciel. Oliceira Fonceci.
Encerrada i disens^io o projec.o posto a vt-
to e approvado com a (Rimd?. _______
1* 4es'a-, do prejeeta a." 1*0 do arn pasa-
do auiorwaadu o Pre-id^nte ds l'io-in:ia a. con-
trae ar com Jo; Cirrea da MeJo, ou com qnew
memores salagaos olltrecer, a oonsiruc de
un pinta sul.ra o riacho C-me.tou da Jregua-
zta do iloiiito. \:' aoprov,,Jo.
i.* discastio do projeeto n.'ode-ia anoo ap-
provanJo as alteracS.s etis pelo Presidente da
Provincia ao contracto para consiruccao da es-
trada de ferro da Victoria. E' approvado, e dis-
paosado da inwraticio afcreqjeriraeaio do Sr.
afelio lt>go.
t.' discussao do projeeto D. 11 Jo aaao passa-
do autjnsinJo o PresideBM di Proviocia a eoo-
frailar cora Joo Giri n u'.Araojo, e J. \V. Lo
urey, ou cora qaini icoihora- vamagens otfereeer,
a cnsiruci Je una et ada de fciro para Bbe-
d.iuio. li' approvado.
i.' discussao do projeeto o. 102 do anno passa-
o aalonsando \> Presidente da Provihuia a nu
ovar para r-^ n.-.ia de quilquer cadena de ins-
truccao primaria o professor jabiladj J.to Isidro
G^ncalves da Cruz.
Ventic.indo-se nao ha ver numero- fu a dis-
cussao adiada
O Sr. Pre-ideote de>iza a orJem do dia e le-
va na a >es?o.
les nm W.iado /ik*,^;! que sera enerar se
me hanit vtslta. -
>is o >aq to"i tivo-r pit s- .n marc'i
m, as 'iHervtclM ate 4efrrffMr !*-
re, 'e regressoa pwHteci(f,
rampa 4a ponto Sania IsaH is 7
le.
aaga foi maolato 'nm pequeo va-
q'iatquar evenlaalidade, embora tato
4imiiris eoduide
na sua alta admi-
Sr. eooselhdiro
Peixjto, qne s
lo Interesa dao;eflei q ia se
sea jB.dorrnir twa1
de -- deetert.lapor Qig-iltoi
remedale, qae luerafn
funcionarios prora beaj
3m
REVISTA i)A^UL
COjiMISSSS CENSITaRIaS.- Em 30 de mar
o ultimo S. Exe. o Sr. conseliieiro presidente da
provincia, dsnlo txecnco ao l'doart. 8 do
rcgnlratnto que baixou com o ai creta n. 4856 de
iO -Je dtreit.'ro fie l87l, resolten nomear as e-
uintes cotnoiisioai ceiisitaiijs parochiaes :
S. F.-ei Pedro GoocMves. Capito de fragata
FrauciCi RoQUOP S.fpple da Silva, eotnmenJador
Idiodt Cuoha Magalhne^, vtg>tto Antonio Manoel
da A:surapa,', cjpjtio Jo.- Pedro das NsvtS, e
Ituliito de Anirale Lana.
Santo Antonio. Dr. Francisco Leopoldina d?
Gusmao L'bo, onego vigano Antonio Marques de
Lastithi, Joio da Cunta So>.'e do Frederico Back-', Prsncinco da Silva Iteg".
Sao J.s. Conego vignrio JoSo J-os da Cosa
lbriro, padre AoIobo de Halo e Alpudncqa,
Jjo Bipih'.i do R^go, Flix Pi? di Silva, e Jj.
Lop-a Dia?.
Doa Vta.-Vigiria Th;aj-tocle3 It raao Perei-
ra dos Sanio-, Dr. Manoel Barbosa de Araujo, Dr.
AitoJpio Larac-nha^Lias, Dr. Praxed-s Gimes dr
Souza Pitanga, e JoJo dos Santos Frrein Baxna
Jjbi'ato.Teaeote ctroael Jsroiiymo do S^uz-
Lj), M.uoel Pirts Ferreira, Dr. Franctseo
do llego Barro?, J>s Pranc'sco do S tua L-o,
Miguel Garmano dos Sanios Pt-re'r Bis.o?.
Rrsaiio de G >yanna. Bnao de .Goyaana, v-
ronsl la C'.reii le 0 iveira Antrade, fieate
coronel Antonio Quedes Goodlro, ll.-nrique de Mi-
rania Iljnri iue?, Antonio Pinioeiro da Mcniocca.
BoDfto. Dr. Jos Francisio di G Civalcant,
Joio Uruli Correia e Silva, vigario Joaqni n da
Cunha Gapaleante, major Joo Manoel. l\uiual,
Dr. J s Hipiista Gilirana.
Agaa Preta.Austnclinio de Castro S Brrelo,
Ienntc coronel Joaqaim Lacio M nteiro da Fras-
ca. Ivo Pinto dea Mranda, Aiipio Garntrio dos
Santos, ^hiculano Antonio J s HafFuquiO.
Nazareth.Coronel Jj Fraacisco Lpt< Lima
tenente coronel J.i M turicio Civa can i Wand-r-
ley, Feliciano J> de Millo, Fraiklia Alves Je
Sjuza Paiva, Thom Gneia la Arsujo.
Linkeiro.D-. Francisco Teixtia do S, viga-
lio Maooel Ignacio de L'raa, Paulo Cavalcante de
Albuqucrque, coronel Amaro Jos L pes Goutinh-o,
tenente coronel Severino AlexsnJre Viarira.
Una.Coronel Jo^ Luiz de Caldas Lins, major
Paulo de Araorira Salgado, Dr. Manoel Xavier PafS
Brrelo, padre Jos Porfirio Gomes, Augusto Ku-
fino t-Alineida.
Rio Formosa. Barao de Una, Joo Manoel de_
Barros Accio, tenenle coj^niJ^ofrira Francis-
co Dioiz, rnajorjji^-fsptisia Paes Barrtt'.o, Dr.
o Jo.- Nones.
COMARCA DE PALMARES. Por portarla da
presidencia da.provincia, de 3 do corrente^ foi no-
meado u Dr. Jos Bonifacio da S fereira para
adjuato de promotor publico no termo de Bar-
reiros.
AUTORIDADES POLICIAES.-P.r prrlars da
presidencia da provincia, de 3 do correte, foram
Horneados :
DJc%ado do termo de Tocara o teneLta.dc
:orpo de oolicia ioaquira Kerculano Ptreira Cal-
da'.
Subdelegado do l5 disiricto lo termo de Taca
rat, Cypnano Exalto de Aranjo.
CONVENTO DA PENHA.S. Exc. o Sr. conse-
Iheiro pret-idente da provincu, mandou entregar
ao Rvm frei Veifancio-MTia Je Ferrara, prefel->
dos Misionarios Capuchmbos uea provincia,
15:000*000 reis qae, com os 10:000*000 reis en-
tregues no principio do correte anno, prefazem os
25:000*000 reis votados pela assembla provin-
cial como indemnisa^ao do terreno edido para
alargararnto da prarja onde dtve ser constru Jo o
mercado publico.
DIVISAO JUDICIARIA.- Foi alterada pela se-
grate forma a diviSo do municipio do Rio For-
meso :
Io disiricto. Ci'reprehender todo o sejunio
jistricto de paz da regaezia do ao Formoso, e
raais a parta do Io di-trictode paz, a parr do en-
geuho Mallo Grosso seguindo de estrada abaixfl
at a cidde do Rio Formoso, passando pela roa
do Commercio, S. Jos, Atierre, engenho Goyca-
na, limitrophe do tertne de Serinhaem.
i* disiricto,-O restsnte do Io disiricto de paz
do Rio Formoso, que fica esquerda da esiradi
qne parte da cidade para o engenho Mallo Grosso
e raais a parte do Io disiricto da fregnezia de Una
comprenendenrto os povoados de Tamandai, Ma
mecabinba, Porto, a eDgenhos Estiva, Vao de Una,
libelas, Brejo, Manducabas, Mscate, Una, e po-
voagao de Una.
3* disiricto.O restante do Io disiricto de psz
da freguezia de Una e lodo o disiricto.
ENCHENTE NO C.\PlBARl3E.-Com as abun
dantes chovas d'estes ltimos das recrude-ceo a
encbente do Capibaribe, tomando maior vulto o
volume de suas aguas, desde ante-bonlem
noite.
A nchente nao foi grande; nao obstante porera
em algn pontos sabio o nivel da agaa 8 e 10
palmo; cima do ordinario, fleando diversos Inga
res snbmergidos.
S. Ex\ o Sr. presidente da provincia, logo que
leve conhecimento do fado, den todas as ordena
que a segbraca publica reclamava, enviando pa
ra os diversas arrabaldes, que o rio atravessa era
seu saminHo, escalleres, botes e jangadas para'o
tim de prestar soecorros popniacao afligida pela
cheia, caso eeta fosse majs'
Aeompanbado pelos Srs. Dr. chefe de polieia,
coramandante do porto, inspector do arseoal de
marinba, director das obras publicas, engenbelro
raachinista Concedi, Dr. Lamenba Lins e Dr.
F. de FlgaeirOa, S. Exc. embarcoa na rampa de
palacio s 3 horas da tarde de hootera em nma
lancha a vapor, e subi rio cima observar os
effaitos da cchente, aflm de melhor acudir aos
reclamos da populacio porventora ftffredora.
Nessa excarslo varias experieccias foram fti-
tas, de onde se concloio que a chela nio era
grande e que j decllnava s 4 horas da tarde.
Sendo o sol abrasador essa hora, recelhea-se
S. Exc. a'gans instantes a chcara oa sitio do Sr.
capltio Jos Antonio Pinto, em Ponte de Uehda, e
ahi esse dlnioio catalbeiro oTTerecea aos viajan-
linba 80. cade se
asases, !i-se
oa 1^ se l pro
de{da qie tem >s
por pira
levaae WMie
ravelmenie pifa o
Q laaddHKtiro
ni'irarii pes-oas
Jim (feigSe chafe d
loem
confi
lea
dem ser
esses dlSflnjtos
lvanos diio.
V5A-FERREA DO CAXVN'G. -A cheia do
Capibaribe ionunlau completamente a varz^a do
Brelo en Caxangi. atsoberbanlo o aterro da m-
f-rrea e c lOrTMo-e em uooa gran-ls exlensSo,
i-otrea ponte sob-eo riacho Ciaaragibi e aqaelje
povoaJo.
Era eonseqaencia d'isso, licoa interromplda a
commanicacio dos trena cora o CavAgft, imi'*-
do ee as suas viagens at a estadio daPedra-Molla.
A t.ibella 03 h >#a#) Aos* tr por essa caO^a o >
tem sido cumpri Ja a mea, desle hontera pela roa-
nhS. nm ffre ce nwtsiflM'W imimida^aV).
GYMNAS1J DRAMATUO.-0 -sp-ciacolo que
devia ler I agir qn"ri feir 3 do corriej em
beneficio da M.oie. Martin Val, por motivas iade-
DFnieDte di voWTe ta benritctada, ttcot rrans-
forito para h, je, o de abril.
De novo recommendamos generosidade do
povo peroambucana essa artista, qu-* procura
meics de regressar a patria cera a sna familia.
FRKQUEZU DE 9AVTO ANTONIO.-f/giv
m*ra4ores dolado di umeraci-jpar, da ra d>
Ltvramuio, pele.T.-nos qae cbmews a atwncao
do respectivo fiscal, para dir p'oviden;inrehii
vsmenle ao raio habito em q-ie estilo os id lato
impar, era fazer o despej i ajm frrntandas a
lui'qo-r hora-li dia, al n do lixo que mandiai
lanzar jamo s ar>orei a cora especia1! teda no
pat-o da igr-ji.
ERRATA.Como se dJ33am paqaeaoi engaos e
am salto no discuro do Sr. deputado Silva lego.
Jamos abiixo accrreccSo;
I.* co'amni is J.' pgina,
le neu aagm'-*nte:n -s co.tt
arg- mentemos etc. Linhi 139,
fesshnaes de promp'.o, ii-see
prcfes-imies de prompto.
i.' Columna, Ihha 30, oda se lama iia
rasra,USa-sa ama iio minha.
LOTERA.-A que se ach venda a 231', a
ben fino da irraaudade do Senhor Bon Jess da
Via Sacia da gn-ja da Sania Cruz, a qoral ee ex-
tr.il-.ir no dia 12 do ourrcOte.
LEItO ImI rrao est annuncialo, deve tr
o;ir s II h.r. s do dia 9 Jo erren te, na prac
Jo Corpo Sant'>o leilio dos cirros e ca val los do
Barao da Santa Craz, O anisa deixaram de ser
vendido? no leil) -o dia 3 do eorrenla, p>r falta
le temi.
PA8SAGEIH0S.Sah raro para o sul no vap?r
br.a ileiro Para :
E-tolano Gimt* P.sr-, Dr. Rayranodo Braulio
Peres Lasa e nm criaJo, Knie quim de Oliveira Goelho, Antero Jos Dnarte,
Joaqaira Luiz G>eealves P.-nna, Jos R. F. da A.
Saldaoba, li. ron.si da Victoria e tres criados, Id-
roaesa de S. Borja, nma ft'hi e duas criadas, Jos
Caraaiio Mooteiro, ilmrique das Merci Jaa;oo,
Jo- M:rinho Leiio de M lio, Angosto V. Le-lio
de Mello, Joaqoini L. G,ncalves Ferreira, Triarla-
ban) Soito Rivan, Cyprlano J s da Gima Ralle,
sua sogra, sua mainel e doas fi'h-s m-ores, Dr.
Francisco de CaMro Loureiro. ua seolura, urna
lilhi e urna erladi, Antonio E. da S Iva, Jos An-
tonio L ureoco de Souza, padre Jo- Joaqnim da
Ri:ha, Francisco M. *e iiqceira e um eriado, An-
tonio Aiiano Duprat P.mentel, David Flak, Predi
rico SlTnay, Francisco de Paula Gafdoso Jflnior,
ltlT;r;on Fernandes da Morae, Ecole Gropane
Domingos da F.-nceca, Mu noel F. da 8ilvi Goima-
res, Argemlro e nn fllho menor, Vale'niim Ion.
cncio do^ Santos, Justino Ferreira do N iscimento,
M g'iel Vctor, D onings Charele, Manoel Jo
Ferreira, Jjaqalm Antonio de Carvalho, nm im-
parial mipnheiro e daas pracas do exercilo, e 17
escravos enlreg-r.
PASSAGSIROS.-Sahido; para o Porto por LL-boa,
oa barca p rtnbneza Vekctdorq :
liento Jos de Abren, Luiz Ferreira Carioso,
Aveno Pin'.o, Custodio Joaqnim Pereira
CA?\ DE DETESCAO.-Movimento o dia 3
'c i-biil de 72:
Existiam (presos) 360, entraran i, sihiram 10,
exlslfm 354. A ssber: nacionaes 251, rJinthere-
9, estraogairos 41, escravos 4S, escravas 5, io-
ta! 354.
Aumentados ca*ta dos cofres pblicos 294.
Moviraeoto da eefermaria do dia 3 de abril
1871
Tucara baixa :
los Perrefht de Arrada-febre.
Antonio di Silva Pinto-idiotirmo.
CEMirSRIO PUBLICO.-Obituario do.dia 2
abril:
Cosma Mara da "onceicS-i, prel?, Blti
apna1, solteira, Recife; leso orgnica do
racio.
Jos Peres Monteiro, branco, Portugal, 20 annos,
"olteiro, Boavista ; f.'b.*e amirdla
Franci.-co, branco, (ignora se a idade_e o estado)
Santo Antonio ; asphixia por sobnerso.
Antonio de Paula branco, Pernambuco, 67 an-
nos, vtuvo, Boavista, Hospital Pedro II; phthysica
pulmonar.
Leo:adia Mara da frnceico, parda, (ignorare a
oaturalidadt), 26 annos, solteiro, Boavista, Hospital
Pedro II; phthysica pulmonar.
Mariano Walphe, branco, Italia, 48 annos, sol-
tero, Boavista; febre amarella.
- 3 -
Joanna, parda, Pernambuco, 78 annos S. Jos;
diarrh
Jovino, pardo, Pernambuco, 9 das, Santo Anto-
nio ; espasmo.
Avelina, parda, Pernambuco, 1 anno, Recifa;
coltte.
MI
te
de
Si
co-
C.iMARA MUNICIPAL.
jESSAO EXTAORDI.Y\RlA AOS ;20 DE MARCO
DE 1872.
PRESIDENCIA DO SR. DR. SOl'Za LEO.
Presentes os Srs. Gameiro, Dr. Pitanga, Angelo
Henriqaes, Vdlas-boase Dr Moscoso ; abno-se a
sesso e foi ida e approvada a acta da antece-
dente.
Leu-se o seguate
expediente.
Um offlco do Exra. presidente da provincia,
respondendo o da cmara municipal de 26 de fe-
vtreiro ultimo, relativamente ao fado de nao se-
ren encorameodados os cadveres de Ismael Jaca
da Silva e Francisco, na freguezia de Santo Anto-
nio. Inteirado.
Outro do mesmo, re5pondeodo a consulta que
fez a cmara rr.umeipai, relativamente a carros
fnnebre?.A' quem fez a consulta.
Outro do mesmo, accasanio o recebimento do
offleii desta cmara, era qaereraette para ser pre-
sento a assembla provincial o projeeto de refirma
das diversas postaras existentes.Inteirada.
Outro do mspe:tor da thasouraria provincial,
olTerecenlo a cmara municipal um exeraplar ira-
presso do relatoro daqoella inspectora.Iateira
da e que se agradeca,
Quto da mesa regadora da venera ve! ordem
tarceira do Carmo de:ti cidade, convidando a c-
mara municipal aflm de acompanhar a procisso
do Trinmpho dos Passos do Senhor oo di 22 do
crreme pelas 3 horas da tarde Inteirada.
Outro do subdelegado di fregnezia de S. Jos,
Francelino Augusto da Hollande Chacoo, commn
meando a cmara municipal de haver entrado no
txercicio do cargo.Inteirada.
Outro do engenbeiro cordeador, informando a
petio da corapanhia Reeifa Driynaga.Qae se
ofBcis a presidencia, remetiendo copia do cfflclo
do mesmo engeibeiro.
Ontro do mesmo, informando fivoravelmente a
peticao de Bernarda Jas di Costa Valente.Con
ceden se.
Outro do mesmo, informando a peticao de Luiz
Josa da Costa Amorim.Conceden se.
Outro do administrador do eemiterio publico
desta cidade, trazendo ao conhecimento da cma-
ra municipal de haver o eapeltlo do mesmo eemi-
terio eneomrnendado os cadveres de Theotonia,
parda natnral de-la provincia, com 22 das de
idade, pnenseme a fregnezia dos Affogados, e
Luiza, natnral desta provincia, cora 3 das de Ida-
de, pertenceme a freguezia da Boa- Vista.Inlei
rada e que se offleie a presidencia.
Um parecer da commls'Jo JudieisI, contra o re-
qnerlmento do Dr. Jo5o Tnom da Silva.Appro
vado.
Ontro da mesma, favoravel a p^cio do hacha-
da Oveira, que
a f^vor da pri-
rZ0>9 de conve-
rt Antonio Justino de Souza.Manlon-se passsrl
uiaoJadi de pagamento.
Oaus r i'ierimentos do Sr. v.r al r G
aw ^egnints iT-nv .
r l CooveueiJo da grande neces'^jj hj
de ama p.nte no logtr deno:.ilt9o Coelhos. que
ligua o biirroda Boa-Yi3ti ao Amero aa AfToga
do-, facilitando aos moradores dWn togar a tra-
vessar para a Bda-Vista, sem graaa voita que ao-
ual nenta fio obrigadu a far, aenai alona disso,
certa qae a cra^ucc* la rMTtiia ponte ir con
correr potare--apate para u aagmonlo de edifi-
caen ; requeiro qcw etKi'iMnuViss'.ma cmara re-
presente a'sembl* tegistjyva provincial, fazen-
do-lhe sentir a^ece-idada e conveniencia da tal
raeiwaawto, aflm de qae a mesma asjemb!i
voto nataf. do orcaraeaio a qoota pjecisa para a
realisapHh lo impoRante raelhoramento. Pa^o
da i-imara municipal do Recite 20 de marco de
1872.-Joaf Maria Freir GameHO..
AcBando-se qu'iqae atterraJo o canil da
Tacaranaat o Manguinho, a ponto de gmeme
tar agua a.is grandes mares, o quo torna Insalu-
bres os lagares qne lhe flcira prximo*, e con-
vmJo por isso aprofandar o mesmo canal, com o
qoe hcdnlesravelmeflle augmentara a eJiftcaco
nai estradas de-Joo de Barr s at Belm, alera
disso mrnir se-ha mais saudavel a habi:aQo nes-
les lagores. requelro que esta illustii^lna came-
ra reprsenle a a-ssmbla legislativa provioci. l,
pedinto lhe que na M do orcaraento, vote a qaota
precisa para a reilisacio desse melhorament >.
Pa^i la cmara mnnicipal do Recife 20 de marco
da 187.Jo.- Mirii Freir Oaraelro.Approva
ios. votinio contra o Sr, presideota da cmara o
Um-parecer ta eommisso de pettcSis, contra o
requorunenlo de Hsrmaaegildo Eduardo do Reg
MooieiiMr^-AppTovado, votando a favor o Sr. ve-
rei^o*PrtShg, qnts den a seguate raio :
JHVrmenegiido Eiuario do Hego Mmieirn, nao
(ole ser reputado sem .t:reito e ser maotio na
pisse do carral do.Fucinh) do Bo, pirqaanto
tendo obtido l.cenc em 1869, estib-laceu a sui
possa fiac nio morSes sobre os quaes. devla es
labelacer o. jurral e em 1871, nao teado retirado
a-tes raoi oes havi incorrido na p^na combinada
no art. 10 do decreto n. 5756 ds 27 de fevereiro
le 1861, como reeonhece o capito do porto era
sua ioformacao.
c Sa elle havia eommelliJo uT,a falta pela qual
devia ser randado, claro qne pagando a mua,
de va continuar no goso de seu direito, par coja
infraec-o fora multado.
?artca-me pois evidente que estr.ndo na posse
j referida de muitos annos, nao deve ser delta
esbnlhido, somene por nao haver en lempo re-
formado a ms.na lieeoca. o que lhe obriga rp---
i a- ao pagameolo da multa, que saiisfeila Iha de-
va manter na posse era qae estiva, tanto raais
o .estada, qainto conservava aindt o moir5:.-
que f.izm a base do mesmo eurral. Este currii
es'. situado sob-e urna cordilhaira de pe Iris que
tarmiiu na baixa mar, e que em nida prejudca
a navgacao, por quanto estn lo a mar varia,
nao permita a aavogaco ainJa de jang^dis, por
dentro do eurral, estando cheia penu.tte por qual-
fiaer ponto. E' minha opinio. Recifa 27 de fo
vereiro de 1872.Di-. Pnaoga.i
Outro da corarais?io de editicaeo nos segiin-
tei termos :
< A conmi-slo de edificarlo, quem forano
prsenles as.proposlas para as^enlame-otos de car-
ris dentro da cidada. para transporte da cargas e
miis ma'.eriaes, autorisato pelo art. 2 da lei n
1,000 de 15 de janbo do anno passado, exarainoj
as com cuidado, e tendo em vista a utidada pu-
blica e mais vmtageas c-ITarecidas era cadi urna
dellg; as cassiflca na ordera seguinte :
PnraeiraNascimento Silva & C. Segunda
Dr. Paalo Jos do Oliveira. TarceiraBelarmiuo
do Reg Birroi e ootrea. QoartaJo; Angu^to
deAranji. QumtaLuiz Agoslinho do Espirito
Sinto. SextaBarao ra Soledad?.
t E tas proposla; devem st estu-l-das debaixo
de divrr-os pontos:
Prime;ro, qaanto ao valor ex;gido por cada
15 kol igrmrras de carga que f,r transportada ;
seguado, q^an'o ao teropo de duracio do privile-
gio ; tefeeiro, quanto as vantagens que resultara
para o commercio ; quirto, quinto as vantageu?
qae resal:im pift o municipio; quinto, Onalrcen
fe, quanto a outras circura-lancias que polcra
tornar p-eferivel ea relajo as demais prop'sta*.
Qjanto ao primero ponto A propo-ta de
Na umi vez que a presidencia qae ira permiitir a
clausula por elle estabelecida da fazir o-transpor
ta das mercaderas po? menos 10 por cento do
ne qualquer dai pfuMstat; a nao "ser a;ceita
esta clausula a do Dr. Paulo
devia oceupar aqielle logar, se
metra nao solicrt?ssrm oulra?
r.iecc;a.
U demais pr apestas estao eMlaiva quanto ao
primi-iro p- nto.
Quando ao segundoAicdi a favor de Ras-
eiraen'o Silva & C. se apresent a apreciarlo da
2. conccio, porquanto o propoosnte quem
exige o menor terapo de daraco, por isso que
pede o praso de 20 annos,'qaando os demais pa-
jera 25, qoe o marcado na lei, e um houve que
exigisse mais; portanlo anda esli fora de cora
petencia as propostas apra-eotadas.
Quanto ao tercelroA obrigacao que centrahe
Nascimenlo Silva & C. de Ster tran-portar as
inercadorit)? dentro de 24 horas, pareca inexa
quivei se elle nao a fizassa acompanhar trate n
da obrigacao de correr por sua conta a despeza
de armozenagera no ca o de nao dar compriinenlo
a esta obrigacao.
Esta condieao que sem duvja rcuilo favo
ravel, ao commercki ainJa |5a fora di competen-
cia a saa proposta que nnica que aprsenla esta
condicc.
Era relacao a qaarta condlrjao nada posso
accrescentara materia de sua proposta, porquanlo
como oalras propostas ella tambem cfferece.....
1:000*000 annuaes para a cmara municipal,
offerecendo elle s a entrega de todo o material
rodante e lix'.mo termo de seo privilegio, fleando
logo subentendido que esta entrega as condi-
c<5es da bda sonservaco para qae posfa func-
cionar. Alm destas cobdicedes que aprsenla
Nascimento A C. outras tjristem que o tornam
igusj sos demais, e algumas ainda o destogue de
preferencia.
O lempo exigido para a apresenlacio da
planta, ua approvacio, coroeco do trabalho e en-
trega ao ervico publico, ainda torna a saa pro-
posta preferivd as demais; porqaanto promette
entregar em tempo limitado menos do que as ou-
tras propostas.
A variedade da multa entre elle e os demais
pretn-lentes, nao qualfica a proposta, por que
sem duvida o contratante qne espera tirar lucros
de uma empresa nao precisa i-tr fustigado por
maltas cresciias para dar execuco ao seu con-
trato, e por isso sendo a penalidade ama Imposicao
qae deve estar em relacao so delicio, ao governo
eompeta regular do molo mis conveniente.
Se por seu lado a proposta doDr. Paulo Jos
Oliveira, offerece desda ja alera da qnantia de....
1:000*000 para a cmara, a de 2:000*000 per
espaco de 5 annos para os cofres provraelaes,
aqueila alera da entrega do material offarece me-
lado dos lutres quando excederem da 12 por
cento para cima.
O offerecimento de transporte de nns para
outros pontos grataitamente a carga que perten-
cer ao governo e que se acba comido as pro-
postas de Belarmiao, Dr. Paulo, e por este apre-
sentado como pagando com 30 por cento de
abate.
Esta 'var.tagem con'ida naqoella proposta,
pouco signifleame, por quanto pouca a carga
que tem o governo de fazer transportar de nns
para outros pontos, no eratanto nesta pequea
ollera elles tomara a frente.
A proposta de Belarmioo do Rezo Barros, qae
se separou as vantageo* qne ofTerece, Do deixon
todava de comer a offetta de 6:000*000 por ama
vez para a provincia.
a Com este a proposta de Luiz Agoslinho do
Espirt i Santo lambem effereae a qaantia de.....
1:600*000 annuaes durante o tempo de sna da-
raco mais exige em compensaco o praso da
trinta aanos para otutror este privilegio, Sem
que outra vaotagem aprsenle que o faca equira
rar aoi outros pretndeme?.
Sndo a materia de flseallsacao propiamente
administrativa, serve para todos os proponentes;
porqne o contrario seria eollocar qualqner pre-
tndeme fora da aceo do governo, e como es'a
condico nao pode sar regeitada por nenhara con-
traante, ser bem apreciado no regulamento que
der o governo, em coja oeeasiaa pode ser impo ta
a clausula de correrem as despezas desso ramo
por parte do contratante, por ser etsa condico
apres ntada pela Sr. Reg Barros, nao pode entrar
era liee pa*a fazer peso a favor de sua proposta.
A preferencia que reconhece a direceo das
obras publicas dever ser dada a favor de Belar-
mioo ao Reg Barros, como motivadas da forma-
fio da lei n. 1,000 de 15 de ionho do anno pas-
sado nio baseata na verrradeira jostica, por
qaanto, se criar a idea d direito a ser preferida
oa execuco delta, tem duvida a favor de Nasci-
**n:o Silva A 0., tambem deve ser dada a treh
fenei* ; pc-rqpt forimvmbos que coninn.-tifjieate
-b'eyra l'cenca da cmara raoni-.-ipal pira a3
seataosente drtranjpdrta Ja cirga entre oa atiada
de'ferre d* S. Fraacisco ao Recife, ponto sem d
vida que offarece mais vanlagem, sendo at ap-
provates os planos p r aquellas ofterceiJos, ip
entinto nao rae parece iije~bti tenfia constituido
direito de preferencia e que hoja deve ser escabe
lecido em faver daqaelle qae maior 'wi d
cundicoes -vaotajosas ofarecer.
As proponas de n. 4>e 5 deixam de ser aare-
ciadas por que parece a comrniss*, estar fura
< do dirarto Je pleiteiarcn por se haverem ansiado
dos le que tratamos, n eotretaoto ao Governo
i compete melhor saa apreeiacao. Apropostasob
n. 6 sinolesmente um pr testo aprajeatado
pelo Bario da Solida Je qoe preci'i reagaardar
o direito adquendo pela eoneasso da estraia de
f-rro que lem de construir, e sendo islo ejee-to
a mramente jurdiea fl:a Presidencia resolver,
e s depois de sua deczo ou da declaracio se
o prsenle contracto offeaJa ou nio o direito do
peticionario, poeria ser lomado como proposta
o protesto apreseotado. A eommisso procurou
bem apreciar as diferentes proposlas para emit-
? tir o ceu jado com seguraoca uo entaDto a Pre-
sidenca compele resolver como he parecer de
ustici. Paco da Cmara Municipal do Recife
20 de Marc> de 1872 Dr. Prxedes Gomes de
Souza Pitanga, e Jos Maria Freir Gameiro
ApprovaJ \ votando contra o Sr. Presidente da
CmaraUoa pivposta do mesmo Sr. Presi lente
da Cmara oossegaintes termos
< Propooho qae sa represeala a Assembla
Rroviacial, que nao p.da ido esta Cmara Muni
cipsl por si, continuar na liropeza dos cis, e
< que recouhacendo as grande*- vantagens que
pri'V n de un sometante raelhirament", sereba
a Assemba para inaniar coniinuar aquel
irabiiho por coala dos cofres Pnvnci.e-.
c Pago da Cmara Municipal do Recife 20 de
t Marco da 1871 Souzi L-o.
Approvado espacbaram-.-e as pelicoes doBi-
clnrel .Ajlonio Jastino de Souza, Amonio Pereira
Vi i lela A C", Amonio Vctor de S Brrelo, A-
gostitiho Ribeiro da 3 Iva, U;roado Jote da Costa
Valeute, Acompanli a dos vap res Pernambacano',
,-irfrl2rcd)jtiti4t' esta provincia; dV^ra-
hirgadi>r Aatonto Pran:isco de Salle* e l> An-
tonio Cee*., Wilgpai rj mmm JrW .Vgaeira,
estrenuos liJaderao do progpsssj- da liberJade
rellactiift.
Dj Exm. Sr. Dr. Iaone! p Bego : a dis-
Uncta assemWea legislativa eVo^hioSel de Fiaoby.
digaamente representada por muitos de seos il-
lustrados rmrobros, a qual agradeca a eoadjuva-
C*o, que rae prestou duraala a sua adminis-
tra ele.
o teneote-eoroael OJera Rosa : a pros-
pendide, o^grandecimento do Wauhy e ao seo
profre^su material e mora!.
Do Ex n. Sr. tor. Manoel do R--go : ao illas-
tre e-tadist viseonde do Rio Brwco e ao patriti-
co gaoraete de 7 de marei. qne pondo-se testa
de inoviment* emancipador, eoaeorreram efflcaz-
mente para a promulg.c.ao da lei n. 2 040 de 28
de setemhro.
Do Dr. Oiori-i : ao progresa e desenvolvi-
meoto di instrucgio publica di P.aohy pa o qae
maito concorreram, a dedicicio, patriotismo e la-
zes do Exm. Dr. Mano*I do it->.
9 deputa lo Antonio sentrl de Soma Men-
dos : ao dislincto e estimavel cavalheiro, Dr. M.-
coso Jnior, qae por raais de um anno exerceo
nesta provincia o cargo de seereiario lo governo,
o quil retiranJj-e com o Btra. Sr. Dr. Man e
do Reg, d*ixa entre r iramensas fympathia.
D> Kvd. arcipre-te, Mun-di Antonio de Li-
ma : ao Dr. Simplicio da Smzi M-nl-s ; chefs
do partido conservador, por seos rflevanies er-
vicos c: usi do mesmo iiartido.
Do tenenie-coron'-l O lorie o Rosa : ao Eti.
Sr. vi-conde de Camarag.be, vari) llulre e ve-
neran lo, o mais notavel pohti-o d o norte do im-
perio pelo sea prestigi >, #ar?.enr lotl.O sinc-r. e
extrema ddicac:o as idis c o ose r va doras, e so-
bre talo r>p?itavei pelos -ens principios severos
de honra e probilade.
Do deputado orovmcial Antonio Geot : ao
R'l. arcipreste IIinar-ie Antonio de Lim, como
mat-bro iiuporiante do narti-lo conservador e pe-
lo seo carcter leal e' sincero.
Di taneote-eor. oel O lonco Rosa : a amao,
concordia e engrandecinietit do part lo ena,*f
l vaJor, e
Dr. Gardozo V.eira Chav,,, Kaasun-V6 dVp.'.n' I V^l.?!!.'w,i5* ceca, Fortunato R.boiro Bnta, Francisco Jos f, i
Manas da G-osta, Gucii A Mues, Jos do" Rsjs
Borges, Jos Gomei da Fonc ca, Luiz Lopes Cas-
tillo Braoeo, Lu'z Jo la Costa Amorim, Mari
Jas Natos Caroa ro da i'.unha, Maooel Pereira
Hamos, N'icu'o Machado Freir, Nobarto Pao'loo,
Francisco dai Chigas, a Paulino H-irculaBo de
Figoerio. Ei Augo lo Genaino de Figoeulo,
OQl.'ia! mai.r a eacrevi na irapjdimenlo do S.-cre
tarto.' Ignacio Joaqnim de Souza Lefio. -P. P.
/s Maria Freir Gcnutra. Dr. Prxedes Gomes
de Svtsi Ptangi.^Or. Stloto Turqnimo Villas-
toes.-Dr. Pedro de ltakyde l,ib) Moscozo.
LONDON A BRASILIA.N B.A.NK LIMIITED.
Capital Jo Banco I5,000aec,ocs
C 100................... 13,333:333*3300
Acodes emittiiks 13,000...... Ir555:555*5>0
CapiUd pago a 45 por ac^io..
100:000*000
3.VLASCO DA CAIXA FILIAL EM PEnNAMDUCO EM 30 DE
.MAn,;o de 1872.
AcUvo.
Letras descoutaJas.........- 1,193:7354410
Crditos diversos, outros ban-
cos e caixas lliaes....... 978:371*470
Caixa:
Era mooda corrate......... ."28:317*070
P'SSCO.
Capital fornecido
matriz........
Depositas:
Em conta cr-
reme......
Depsitos iixos
e por aviso.
Rs........
pela caixa
555:0)8*590
770.2G34030
2,697:423*90
Crditos diversos, outros ban-
cos e caixas filiaos.....
Letras a pagar.............
Rs
838:888*890
1,335:871*970
410:841*650
71:821*440
2,697:423*950
S. E. A 0.
Pernaibiieo, 4
de abril d- 1872.
\V. II. Billn,
Accountaot.
TiiEZOURARIA DS FAZEXDA-
Dia 4 de b-il.
Offielo da A fmlaga, rene'tinda conta3 de des-
ptza1* com o respectivo excediente.
Officio da Alfindega, remetiendo contas de des-
pezas miadas fe;Us pelo respectivo Porteiro,
0!B:io di Racebodorla, remetiendo coaiaa de
despezii com o respectivo expediente.
OIR:jo do Dr.Cbtfede Polica; remeiten-lo con-
tas da de-p;zas com o respectivo expediente,
"tqaeri nenio de Antonio di Si va Ramos.
do-Francisco de Paula Correia d'Araojo,
< de (Ienriqae Soares de Azevedo,
de Joio Alves de QaiotaJ,
de Jos Antonio Gueles da Triniade,
t de Minoel Antonio de Jezu,
Foram igualmente remettidus ao Sr. Pagador
para serem pagos.
Requermento do Dr. Josa Hygino Daarto Pereira,
do Dr. Manoel de Birros Borreto,
c de Roendo Jos da Silva Roza,
Servndo de OBelal Maior.
Manoel Jos Pinto.
S
UBUOACOES A PEDIDO.
P lilil Y.
BANQUETE POLiriCO.
Hiven.b o Exm Sr. Dr. Maooel do Reg Bar-
ros Souza Leo, em ;onequenca do fallecimento
de sua m', defxado de accellar um baile, qae em
seembro do anaopassado iha qaizeram offarecer
os depuladcs provinciae?, recasou agora em razao
do passam>nto de sai pai raceber um outro baile
offarecido pelo partido conservad, r ; que nao obs-
tante, acaba de dar a S. Exe. uma prova de apre-
co e consideradlo s sais elevadas quaUdades e
aos seus relevantes eervicos, offereceado-lhe um
lauto banquete, que teve lagar no dia 3 do corren-
te em casa do nosro diso:io amigo Dr. Srdplicio
de Soazi Meades.
Com o mais indisivel prazer pagsamos a fazer
ama disri|iCio da ao memoravtl festino.
A seis huras a meia da tarde ama eommisso
composta do Dr. Maooel Pinheiro de Miranda Ozo-
no e tenente-corone I OJorico Brazilino de A. Ro-
sa, foi bnscar o Exm. Sr. Dr. Maooel do Reg, e
ama outra composta dos Dr?. Firaiino Licinio da
Fxm. Sr. Dr Manisl do Reg : i ariosa
provincia lo Piauhy, por cojo pr-greso e prs-
peridida fazia o mais ardentes volas, e da qual
levava gritas reeordcoes.
Finaiin^nte leve lucar o brinde le honra, levan-
tado pelo Ilustre vice presiJeni* da provincia i S.
Imperador e angosta familiajmperiaf, o
M. o
qoal fui.assii como os d-mal", calorosamente res-
irndido, Meando nessa occa-io i hymno oaciical
as duas bandas de mosiea, qoe dorante lodo o bin-
qneie haviam execntado as mais esc-olbida sym-
pnonas d i sen repertorie.
O servir foi feito com (oda a regularida le. e
do sn.bl.'.nte dos convivas transli-iam a mais vi-
va a'egria e sitisfacao.
O auraero dos convdalos, qu? txcadea de i-
lenta psstAt^ deu lazar a nma segunda mea,
eraqua lambem bnuve igual rntnusiasmo, tenJ->-
sa levaaudo muitos brindes."
(Da Pianh'j.)
Srs. Redactores.Sci expeJi'nle do governo qoe
se publica n-i seu conceiiua lo j irnal, veio h n>m
micha deraissio de snb leleg to suppteote de Ma-
ricota a bem doservico poblico ;e como lem-lhac-
te demissio assaz aciotos para um h mem que -e
pre^a como eu que mer.- do Dos go?o le rsp-.'a-
qio ante ineos amigos e aquellas com qaeaa i^noo
tilo relicoes nesta prar^a, nao posso deixir de
protestar contra ella ; priuieiro por qae foi car
que nanea txerci e qae espero em tus nanea ex-
erceroi 2.* por qie se fui nom*ado sopoleote de-
subdelega Jo nnoca seme.'hante noroeacao ch-foo
ao meu cinhecimento.
J v pois o public i qae eolo aiim, nio p deria ler eu comme:iido fall pali qual fosse a
sim demiitido.
Faito este prolaslo declara qae o horren*, que
gosto da laes cargos e posicao que os prt-ciire
por que eu lateme osejo o trabalho e com fe.:e
que compro se:upre o meu d?v.-r e g(so de :re-
dilo.
A<-s meas ioimigos p9rdSo as tricas que na mi-
nha ausencia arranji e qae a m o meo nome
qaer'on especalar ante o governo da provincia.
Recife, 4 de abril de 1872.
Joto Malhias da Fonxca.
Sociedade CoracSo lAvre Po-
pular.
Folgamos de ver que esla sociedad- proioim se
defender o Ihrono o o altar, e que os seus ora-
dores, na sas.-o m gna hivida ultun-.mente, raaitJ
proflijaram a demagogia, e as ideas anarchlcas.c
suovfrsivas da ordem actual.
-ai sou macn, mas sympaihiso com ai il- tas
polines Ja re'erida soci-dade, e com os seas ac-
tos da libe.'tacao de criaogas.
Esta sociedade es' fondada, scgnnlo declara,
sob os aaspieioa de S M. o Imperador, e Saa Sin-
lidade.
Islo qaer d-zer que se pr..; m a defender es
boos pnocipios da moni, e da r liziio, en -r
na la de cominun com os erro* d u fraat i sa-
cona i\ Europa.
Diasileirj.
O abaixo asignado, senhor <\o es:rav;a
frcente, ojtnn se refere tnaliciosatneiiie
o annunoio incerto ia f.,lha denomin 11
Seis de Marco de 3 do orrente, vem decla-
rar aiuem convier, que falso, e calumnio-
so o dio aonuaci't, po- quaoto o dito es-
eravo nao foi maltratado como aftirma o ao-
ouocio, a prova disso qoe qaem pizer
v averiguar no calabouco docorpo d*. ;o-
Icm, onle o dito escravo est rdcolhiio a
Ojeo pedido : por confiar ni honra da jas-
lif* qoe pratica o lllra. Sr. tenente coronel
commandanie do dito corpo Francisco Car-
neiro Ras, com q'ialqtier pesso, quanto
mus com um escravo ensobordinado, pdi
ao i-ffiolal if estado o rrcolhesse a um d
calaboucos, annio o mea pedido e a razao
qoe tinba para o fazer, e mandei dar-lhe
lins du,:ias de plmalo idas o ama dazii de
janeadas, para o corrigir; se isto cas.igo
de maltratar avalie bem o publico.
Quarltl de polica i de abril de 187:1.
Paire Francisco Pto Pereira Camp >.
Srs. Redactores.\mes. foram mal infrmalos
quando hontem publicaram que a escrava Da-
Silva Soares e Joaqaia Newton de Carvalho, o miaa que litiga em juizo pela sua libertada, foi
Exm. 3r. vce-presidenie, tenente-coronel Jos
Amaro Machado, seo Jo arabos recebidos su
chegada por ootra composta do Dr. Simplicio de
Souza Men.'es e deputado Antonio Gentil de Soa-
za Mandes, ao som de dais bandas de masica.
As seta eras coaiecou o lauto e sumpluoso
banquete, servida d uma luxuosa mesa repleta
das mais dilicadas e variadas iguarias, oude toma-
ram assento cincoenta cavalbeiros da*nossa mais
escolbida sociedaie, oceupando os logaras de hon-
ra os Exm. Sre; Dr. M.ooel do Reg e teuente-
coronel Jos Amaro Machado, vice-presidente da
provincia. m
Reioou duraste o banquete a maior codialida-
de e prazer, ^pnlo tido hvantados os seguintes
brindes : ,
Do Dr. Simplicio da Souza Meodes : ae
Exm. Sr. Dr. M.noel do Reg no Iheor que se
segae.
Salo, senhores, com toda a effusio do cora
cao ao Exm. Sr. Dr. Manoel do Reg Barros Sou-
za Leo, ex-oresidenle desta provincia eactaal da
de Santa Catharina. S. Exc. retirndose dentre
nos, deixanos possuidos dai miis vivas saudade-
de eterna e profunda gratido e do grandes e ver-
dadeiras sympathias pelrs multse rehvantlssi
mos servicos prestados cansa publica nesta bella
provincia, sab o Inflase benfica dos principios
adoptados pilo partido conservador, do qual S.
Exc. mal digno e brithinta orosmeaio, e o mais
perfalo e fiel typa do idmroistrador leal, honrado,
iailieeiro e tllustrado ; e pois desejiodo a S. Exc.
a mais prospera viegem, faco ardentes votos a Di-
vina Providencia para qae na nova provioeia, que
lhe conbe a honra de administrar, seja alada
mais feliz e estin-ado pelo partido conservador, se
possivel, e pelos horneas de bem de todos os ma
tizes polticos, do que foi nesta capital por algona
de seus iojastos adversarios.
Do Rvd. ariipreste Mamado Antonio de Li-
ma : ao Exm. Sr. Dr. Manoel do Wgrj, como typo
do administrador honesto e moralisado.
Do Exm.Sr. Dr. Manoel do Reg : ao Exm,
Sr. vice-presidente, ten eme-coronel Jos Amaro
Machado, de cojas distioitas qualdades a pasto-
tismo mnito deve espetar a provincia do Piauby.
v- Do teoDte-sorooel OJorico Rosa : aoa'U-
avahada ante o jaiz especial do eommereio per
8004 e recolhijo esse dinheiro ao deposito pu-
blico.
Essi declaracio d a entender que no jai;o do
commercio se promove acclo de liberdada em fa-
vor daqaea minha escrava, e qae ehegando :< *
termos de ser avahadaloi o sea valor nc libido
io deposito publico. liso, porm, nao exacto ;
em nenhum juizo desta cidade se promove aocao
de liberdade em seu favor, e no da priraeira vara
eivel que aatonsou nm deposito rando-se do
meu poJer contra o direito de propriedade, garan-
tido emtoda sna pleoitude-pela consiituicao,
leve ella o valor de 1:250*000.
Nunca me oppuz, nem rae opponho a liberdada
daqoella escrava. Os qoe requereram o deposito,
e querem qne ella seja forra, paguam-rae a esta-
r tudo acabado; o qae nao se polo tolerar ,qa
ss coaja ao ti Jadi a libertar os seus escravos por
aqoillo qae qaerem os qoe desejara te-Ios dermis
em saa esa por amisade ou por qualquer oatro
titulo.
O S". escrivao Antonio Jo' Alves de Brio,
autor de inda esse balbordia, podia ser geaeroso
dando aquella quantia peta liberdale de DaoMaoa,
mas nio quer; e a sabirrpco qae prsrooveu de
poru em pora alo da para unto, diqoi vaos
Pretender o mesmo Sr. seccorrer-se a avalu ; .o
que leve a mesma escrava, qaando pandorada aos
herdeiros de Domingos Jcs Alvet da Silva por
exeencio de Jos Joaqaim Pereira de Meadeora,
a quem li .ou a mesma escrava p:r 1:300* eomo
se v do auto da arrematacao abaixo publicada.
Dcqui se v, qae a avaacao que lhe deram no
juizo da primeira vara civel oi ailo inferior ao
qua ella eastou no juizo eommsrcial, e seada-roe
ella vendida por 1:2U0A, claro lica que o sea va-
lor nao pode ser,de 800*000.
E nem h quem diga que ama mulata ateca,
sadia, que cose a engoraras perfeitameute possa
tar seroelnante valor, somante porqne o avaliador
do juizo eommercial assim o disso naquolla execa-
qo, quando bem ae sabe qae a pnga oorrige a
avaliacio. ^^n
Poaeo me importa qoe o Sr. Brito depositas* .o
dinheiro qae agencioa ne deposito publico ..a
ivaliacac- nao a do joixo do oammaraio, eitrnba

.


i
,



diario d% Prnambuc* Sexta feira 5 de Abril da 1872
zc
atsJraaMata m especie, o talar que se deu do
jalea por onda a aromo, anda que sem :51o,
x UbeH ade i tnieo aoettkvel; eraquaoto oatro
m m af #elo enesrao julzo, oda o Sr. Brito
Catara aae quizar, que eu (irel o qae entenler.
Kiaa aut) di que acina trato :
Atoo do oaseiraeuto de Nosso Senhor Jess
C***ta de 1871, aoi 16 dia* do mes de ootubro
4 4ite aano na cUaie do Recife do Peroainbueo,
la jaito etpeeildo CMauprcii, preeedeuo e
paanthlnin 11 firmilinlni di le-, e n> trinos
4a "ecreto o 1065 de 15 le feteronrp de 1869, ar-
ar aM ton J*& Js Joaquim Pereira da M-judonc*
n>*r* sea pagamento a erava Diraiaoa, crecul;',
Sr par Ja, dale 28 annos. solt.ra, pela quao-
*t 4- IiSOOOOO, peertoraia tos herlslros de
Oaaziagos J.s AWei da Silva, por exeeugo do
iimhu arremtame.
4 E havendo o dita jmz a arnmatago da lo-liea-
f aeerav, per Ma na firma.da le,por seu des
ftsJt pr. f--rJo a^s respec ivos eut, oesla data
indar iavrar este aoio, o 1 qual, dnpD* de
as rjinu cera o roeocicnado arrematante. Eu
Ifaaoet Maria R >1riguas do Nisciraento, e-crlvo
acrevi.B irros de Lacera.Jos Joaquini Pe
rwca de Mendonci.
ac:f i da Aoril de 1872.
Jos Lapes Hachado.
HavreBarca franeezi Vereiiina, capitao Tay,
carga algodo e ouiros gneros.
LiverpoolBarca ingleza Alian, capitao Ktol, c>r-
ga assucar ea'golSo.
ParaCanhonoira nacional, hnrique Das, corn-
aln tanta I.* lente Eiteu Cootinho Tavares.
demCanhoneira nacional Felipju Camardo, eom-
mindaote i,* tente Fernando Xavier de
Castre.
Obiervacfo
Suspenden do lamaro para Mace a barca o
g'eza Ihe Quefn, capitao Tanner, com o rresmo
lastro que trouxe de Liverpco'; bein como urna
barca o (niegense que nao leve commumeago
eom a trra.
EDITAES.
ttubdelegaela lo Recife.
gt completamente aeephala,nao ha-
Aoa> nenbaia subdelegado em exei cieio,
est fregaezii en'rpgue a um n*D3Ct>r
da^uarteir. poneniura o roais in-plo e
na* desm'/rliS'd) da todos quantos exis-
leta aaquHIa st5 telegacia. Chamamos
para *le fjcto a ltenlo Jo Dr. ebefe de
fwtcta e do Exm. Sr. presidente da pro
taatt.
O Zega.
COMMERCIO.
?RACA DO KBCIFfi i
DE 1871
as 3 i/2 hokas
DE ABRIL.
DA TABDI.
Cotages ofL'ciaas.
aJcodaode 1* sorte 718 rs.pur kilo.
Afcodao de Mossor 708 tt. por kilo sem ios-
peecao.
Algoi-de Goyannae Aracaj C*Ji r-. por kilo
sem inspeeeo, bonlem.'
Al^o4ao de Goyanna a ~K>o Grande do Norte 694
re. #orlcilosem inspece.. hie.
Mtjdio-di Ma:ei i* sorte 761 a 769 r*. por kilo
posto a bordo a frte de 7,8 d. e 5 0|(1
{Cusis sobre Lndres a 90 d,v. 25 ti d. e d<
banco 25 1 por I .
1. K Pinto,
Preident.
Duliourcq,
Secretario.
O Wro. Sr. Inspector da thesouraria provio-
lido, al, em cornprimento da ordem do Exm. Sr. pre-
sidente da pruviucia, de 21 do corrite, manda
faier publico que a mesma thosouraria compra
para a casa de deleocao o seguinte :
30 tigellas de futra do ferro estaubadas.
.'DO pralos idem idem
30 bandejas de folba de Plandre' cora 12 p llega-
das de comprmeos 8 de largura e 2 l/i de
altura.
6 baldes de fo'ha de Flandres com 12 pollegadas
i-t altura e 9 de dimetro na bacca.
6 o'* :c s de f-.lha de Flandres com 6 1/2 pollegadas
de altura e 5 de dimetro.
12 ditas de dita com 4 polkgadas de altura e 3
3/i de dimetro.
1 casarola de ferro eom porcelana cern 15 polle-
gadas de dimetro e 5 I/i de altura.
2 ditas de dih cm porcelana de 6 pollegadas de
dimetro e 5 l/i de altura.
As pe'soas que qoiieram vender taes objectos
apresenlcm-;e munidos com as competentes amos-
tras oa sala das sesees da junta da mesma the-
souraria no dia i da abril prximo viodouro ao
Date da.
E para constar se mandn publicar e presente
pelo joma.3
Secretaria da thesouraria provincial de Pernam-
buce, 23 de marco de 1874.
"O fflcial-maior,
Miguel Alfonso Ferreira._______
AI.FANDEGA
{S*slimectc Jo da 1 a .
llosa do dia 4 .
16i;89o*322
109:320X593
272:2151913
Otscirrfgam hoja 5 de abril de 1872.
tsica nrnifm f-rfr varios geaeros.
flir suactlebe 1 lam.-
ti?rca nEl-za Unten ttabeibacalhio.
sinje ingiez Berllte Curington vario; g-
neros.
8jt* ingleii.tcan varios geaero',
fitrc portogut 1ilaiiit Liizi^-vUm.
orifiie port-jguez //'i Figtuirtaulatn. .
Brgs-j p>rtogun Clete mg d >,
Barca per.uguezaDiana 'arelto e ferro,
fjtaefc) iaglezBrolh rs Prole.-varios gmr-ros
Barca ioglezaOo/cAiwvarios gneros.
Ttfar iaglezSludenl idem.
Barca inglezaMagnoliaidem.
BrifuefrancczS. JojfjWievnoos.
Barca ranceza/oon Rapthtavarios geoans
8rjge oorueguense Juann4'.efariana de trigo.
Sirca pr.rtogueziSoc/flvarios genero?.
Patacho oorle alienlo Uileneidem.
B arca reooezaPranoisvmh )<.
rea recebedon de rentas internas geraes
se f-iz publico que aeste mez e o de abrH pro
ximo futuro que os ca^tribointes do imposto so
bre industrias a prjfis'es devera pagar' livre de
mulla, o s'gund) semestre do exeicicio corretite
le 1871-72, o qae, fiado o ref.-rido praso, ser co-
brado com a mul'a de 6 0,0.
Recebeduria d Pernambuco 11 de margo de
1872.O administrador,
Maooel Caroeiro de Souza Lacerda.
0 lilra. Sr. inspector da thesouraria provincial
cm cumprimento di ordem do Exm. Sr. presiden-
te da provincia de 16 do corrent", manda [azer pu
blico que vai novamente a praca no dia 4 da abril
prximo viodouro, para ser arremtala a.quera
por meos ffzir a obra da ponte do Caxito na es-
trada de N. S. do O', aojo, orcameoto t-oJo sido
augmentado com raais 20 !, ficoa elvalo s......
6:933/200 ri< ; geni) a arrematacao feita sib
as clausulas especiaos j anonadadas.
Secretaria da thesouraria provincial de Pernam-
buco 18 de margo de 1872.
O offlcial maior
Miguel A/fonso Ferreira.

CAPAFAZfA DA
Btaiiarnto do dia I a 3 ,
i4J ALFAXDE'JA
. l:126>73
. 378JJ56
1:301*929
Vdiames sahidos com (atena
t t cora e s 1 v 1
Somma
113
127
279
O III.m. Sr. inspector da thesouraria provin-
cial em enmprimenlo da ordem do Exm. Sr. pre-
sideale da provincia de 16 d) corroute, manda fa-
zer publico que vo novamente a praga no dia 4
de abril prox.mo vindoaro para seram arraraata-
das a quem por menos lizer as obras segoiotes :
Reparos dv tadnia de Goyanna, cojo orcameoto,
teolo silo aazmentado com raais 20 0 ficoU ele-
vado a2:i9U730 ris.
Reparos do quarlel do destacamento da dita ci-
lade, tenlo ambom sida o respectivo orgameoto
ausmeotado tom maii 20 [o, que (icen assira ele-
vado a I:9i2*e55.
S-ro estas arrematagSos, feas sob as elaasulas
espe:iaes ja aanuncialas.
S?eretarii Ja thesouraria provincial de Peroam-
buo 18 de margo de 1872.
O offl'.ial maior
Miguel Alfonso Ferreira.
taipa cobartas de tenas, em chaos residoos, no-
lagar Ualia -Simplicia, ura cavallo, seis cadeiras
e dous co=allos de madeira.de amarello e algunt
gneros de venta, perteoceote ao epolio do (loa
do Mao el Francisco de Hollanda Cavalcaole.
CORREO GBML
llelapio d obleero registra-
dos existentes nn adralaistra-
e do crrelo deala pro-lu-
cia, para a pestoaa abaUo
declarados:
Alvaro Panto .Noblato, Augusto Ramos Zaoy,
Antonio Angas Nofueira da Gama (2), Antonio
Heonque Dia Ctvalcanle, Emilia Cavaicaola de
Olueir. Dt. Elvidio C Brrelo II. Telles, Dr. Fiel J)-e de Carvallto e OH
veira, Dr. Francisco Augoslo da Cosa, Joviaa Ma-
ria aa Gon:eicao e Carmo, Joaquim Pinto de Ma-
galhies, Catharina dos Santos Gielhn, Jo> Ca los
Mayriok Pires Nabnco, Joao Goma* do Val (3),
Joo Sacerdote Ferreira da Silva, 'Dr. Leandro
Francisco Borges Loureoco J. II. Souza, Dr. Lnis
Jos da Silva Dr. Matheus Nogoeira Brando, Ma-
ooel Carnrir Machado Fft-ire, Maooet de Siwza
C Simdes Jnior, Prudencio Hornera 'da Rocha,
Pedro Soaxes da Amorim, Thcn ahde'.ra de Cas-
tro Jnior, Vieeoeia Rosa do Santos.
Correio de Peroambuco 2 de abril Je 1872.
O eocarregado da regiiim,
A. Gomes da Silva Ramos.
COUPAieA" FBAMCEZA
AMANHA
Sabbado 6 de abril
Primeira representado da excellente op-
rete mgica em 3 actos e 4 quadros
ornada da muaioa, daosa, transformacss, Ira
moias a visualidades
jLA
REINE DES FLERS
( A rainha i as florea )
Mjsica do maestro Offembach, H.-rv a Pope.
Distnbaigio
Sime. Pope
Mme. Zlia
Mme. Fo/co.
Mme. Sarab.
Mme. Hachel.
Mme. Lea.
Mr. Cattier.
Mlle. Caioille.
Mr. Ha bhib.
Mr. Sguio.
Mr. Gauthier. j
Mr. Hurbaio.
Mr. Amroise.
Mr. IJarbot.
palaoquim, criados,
Burean*
Vande-M a aova e ben caosuaidac bareaga de-
nominada Uoio do Brasil, de l<>ttco de 490 ?ac
a de assocar : quem pretender derija se a rna
do S'tthaf Bora Jaaiis d. 59.________
COMPAINHIA fERNAMBGAiNA
D
Varegaco eoatelra por vapor.
Catanaa
O vapor Pafknba seguir pa
rao porto cima no dia 6d<
corraote as 5 tioras^ffi noate.
Recebe carga, eicommonds
passageirosediiihairo a frete atr
as 1 horas da larde : uo ssenotori do-Forte d
Manos n. II. MI
4TTEi^i
(espachos de exportando no dia 3 abril de 1872.
Para os portos do exterior.
fa, ihvo norfe-allemo Irene, para Cron*tad.
etrregarara : Keller & 1 300 saccas com 23,063
kika de algodao.
Na barca fraaceza Bmilie, para Falmouth,
nfragaram : Tisset freres 4 C. 2ii saccas com
i*.tto kilos de algodo,
M) vapor tuglez Gladiator, para Liverpool,
carregaram : i? cha Lima & Guimares 9 3accas
taz 17,921 kilos de algodo ; Joo F. Menles Gui
otarles 1 sacco com 9 k'los de caf.
Sa barca ingle'.a Alan, para Liverpool, car-
raram : M. Lathan d C. 180 saccas eo-a 12,473
4uls da ahiecAo.
ab'irca fraoceza Proreocr, para Mirsile
atregaram : Ti t#.78 k'los de al-do.
Ni barca portugQeza Diana, para Lisboa,
earregoa : Juqiin Jos Ramos 723 saceos eom
33,979 jjos de assucar branco.
'.Va barca portugaeza Alegra, para Lhboa,
earregaram : E. R.Rabillo & C. 9 barricas coas
Sfc klos de as-ucar branco ; Antonio M. Machado
fiBior 70 sacco i cora 5,230 ditos de dito.
No brigue sueco Salan, para o Rio da Prala,
carregaram : P. CarneiroA C 800 barricas com
3t,aS kilos de assucar-branco.
Na barca ingiera Mary Cook, para o Canal
arregaram : Carvalho & Nogutira. 233 sacco;
etn 17.623 kilos de assucar mascavado.
Na palacio iigliy. Solario, para o Canal, car-
r*iu : A. de Oliveira LJto 300 saceos com
27J3uO kilos de assucar masca vado.
Na sumaca hisoanhola Masnou, para Mar-
sEtMa, carregara* : Amorim I mos & C. 1,200
aueeos co n 90,000 kilos 'e a-sucar tnascavado.
No navio italiano Funi, pa-a Mirsotlle, car
rearara : -j ler 4 C. 2,900 sac:os com 27,300
Jtilas rie assucar mascavado.
No navio por tugaba Ovarense, para Liiboa,
tatregoo : Lu'i J. da Silva Guimares C00 sacco*
<-ea 4-0.000 kilos de assucar branco.
No patacho ioglez Ocean Quen, para Balti-
atjTi, carrezaram : Galibar 4 Oveira 1,00) sac-
cas com 73,090 kilos da assucar mascavado.
No patacho ingiez Brolhes Prid, para New-
TaV, carregou : L J. da Silva Guimares 1,000
ataceos com 73.003 kilos da assucar mascavado.
No brigae aileroo Emma, para o Rio Ha
s?r*u, caregaram : Jo- da Silva L yo 4 Fiitto
<*il tarricos com 70,577 kilos da assuear branco.
3." secgio.Secretaria c presidencia do Pernam-
buco, 3 de abril de 1872.
Por esta secretaria se faz publico, a quera in-
taressar pona, de ordem de S. Exc. o Sr. coae-
Iheiro pretidcn'e da provincia, que na 4ia 6 do
c rrent-{ pelas 12 horas da inanbaa, sarao,2bertas
as propoitas que forera apre>entadas, era v^rtude
d i e-ltial do 3 de fevereiro ultimo, abnodo con-
currencia para o contracto da conftrucgo de
urna eslraa de forro de Guyinna Tamb. O
erretarin, Elias Frederico de Almeida de Albu-
querque.'
BESURACOblS.
Pea pagiJoria da the-oarari de fazeada
ies'.a pravioria paga a-se no da 3 Ji orrente a3
seguimos folias : arsenal do miriia, cap.tania
do parto, aprendiz?* artilics, giaria nacional e
pensbaista do e-talo as pessoas coraprea oli-
das Manadas f>lha< que nao oraparecerera, s
sero pagos d>pois do sexto dia til do dito mez
em oante.
Pagadoria 4 de abril da 1872.
O escrivo,
Antonio JeDayrao de Oliveira.
A fada Tulipa
O boto de ouro
A Rosa
A Assuceua
A Papoila
O Mitinequer
A vedi feieira
Isabel
Barlolo
Lho
Mascarilho
Gil
I' o pastelelro
L'.n sargento
C nteres, carregadores de
soldados, medicas, etc., etc.
O senario pintado pelo Sr. L. C'napelin e o
machioismo e aceessorios exscutados pelo Sr.
Jos Alves.
PECAS DE MSICA.
Iotrodncgo (Oftiinbach) Couplets e c6>o da
serenata (Poppe) Quator Poppe) Co*o d
Palanqoim (Poppe) Ent'^acto duem dos rueod
goj (Hirv) Coro d s llores, walsa da Rosa e
aria da Tulipa (Poppe) Cangao bachici ( Pop-
pe) Ciro d prisao (Horv) EolreactoCoro
dos mlicos (OIembacb) Graode toro e qu>
dritha final (Offembach)
RESUMO DA PEG 4.
1." acto.A sereuata, Cianversa dos namoralos,
o ciiaio dispooitel, o tator cioso, tal amo tai
criado, a sentjnalla, o corrsio d> ooya especie; o
cesto dos pastis, o tutor e a papilla, o rapto
frustrado, grande paoeadaria, o rali g-o ce reft
ligo, a chava ds bufla las, e o patauqura de
oova inveogo.
2"acto.Os mendigoa, o dinh^iro eoterrao,
conversa cora o echo, invacacao datada, a vetha
das eerlezias, a tulipa encantada, as iVjn-s aniajv
das, as e-tatas volantes, o jaolar uo jirdim, as
penas cortadas, o inergulha no laoqne, dente <
companbiaJi cabeg*.. arrncala e a fuga om ta-
llo.
3. acto. A cabfga falrante, a cosferercia
sci?nliflca, a cabec.i collada, o habito nao fu o
raopge, o diabo a quatro no q arlo de dorm' e
o pedido da cazamenlo.
Ultimo quadro. O reino das flores e Grinde
fesla do uoivado.-
O espeelaeulo comegar as 8 1,4 hta?.
4*iH'D.**.
Camarotes 10* e 12*030.
Cadeiras 2*000.
COHPANIILt,
um{ioDLttmHu
At o dia 11 do corrate, aspe -
rado dos portos do or le o va-
por Paran, eommandante Gar-
ca, o qual depals da demora
do costume seguir para o por
tos do
Para carita e passageiros trata-se na agencia.
Euco'uujendas Ja paquaoo valor; peso, medida e
urtbim dinbeiro recebem-se at i hora da tarde
do dia de sna sabida : na agencia, roa do Cono
rcercio n. 8.
As enaoromeulas viadas por este vapor sero
eatreg.es at o dia da ahila do m>smo, no es-
cripit.no da companlna, e ikspois desle termo se-
ria recolbidas.no trapicha Danza.
tourAiviiii
DE
ISTavegafo Brasileira
Al o dia 7 do corrate
esperado; dos parios- do su I o
vapor Ceai, eommandante Ito-
drignes, o qnat depois. da de-
mora do co?turne seguir para
os portos da norte.
Para fretes e passageiros trata sa na agencia.
Encommendas .'e pequeo valor, pitan, medida
e tambero iinheiro, reeebem se at a 1 hora da
tarde do da da sabida to vapor. .Agencia rna do
Commercio o. 8.
As encsmmendas viadas por este vapor ser
entregues ateo d-a da sabida losesmo, no s
criot>>rio da companlna, depois i-nao stro reco-
Ibidas no trap'ehe d i Dantas________________
Para o Eio de Ja-
neiro.
O brigue porlugnez Ctele, capitao J. J. da Costa'
val sabir at o dia 8 do correle, e [ole reeeber
anda alguma carga miada : trata sa com E. R.
Itabello 4 C, rna do Commeroo n. 48._________
Para Lisboa
O brigue portuguez Ocarense, cap lio Antonio
Barnaciu-Cirneiro, vai sihir coao. brevidade, e ais-
da role reeeber alguma carga : trata se com E-
R. Rabllo 4 C, roa do Coninercio n 48.
Li^bo e Porto,
Vai sabir em poneos das a barca poriogneza
Vencedora. Recebe alguma carga e passageiros:
traiar cera Soares Primo, rus do Vigario n. 17.
Porto po- Lisboa
Vai sabir em poneos das para es partos cima
a barca ortoguezs Diana, recebe alguma carga
epassageiros, para os quaes leo excellenles com
modos : a tratar cora os consignatarios no Porle
do Mallos o. 13, ou com o capillo a bordo.
*^nnm^
D. Cesara Candida Nobre de Gusmo deelara
p>lo presente, que senhora e possuidora de duas
quintas partes do engenho Potos, freguma de
Agaa-Prela, e eomo tal ciedora-de duas quintas
rtes da importancia de dnai letras, provenientes
arrend raenlo do mesmo eogeobo, acceitas por
Joaqnim Verissimo do Reg B ir ros, siecadas por
Antonio da Silva Gmm i, e a vencer n-se em
maio do crreme anuo: ludo isto cm virtude de
inventario e pariilhas que se fea do seu casal. E
como o referido Antonio da Silva Gusmo, em cu-
o podtr esto as matcionadas letras, ni-o leoha
qot-rido at h |s prestar coalas anounciante dos
reodimentos dos bens qae Ihe cout-eram, pelo qae
vai ser aceiouado jnd ciahnente, logo qae terminem
sa ferias, vem amesma anounciante prevenir que
ningnera faga negocio com. as rbridas letj-as ; e
ass'te j protesta contra qualqier traoiacga >, qae
com taes letras reja feita, visto Imgortar lesio dos
wu< direilo*: deven lo para qualqier negocio re
lativo aos seus b-ons, tratarla com sea bastante
procurador, sen tildo Mixiimao da Silva Gusc io.
Recife 1 da ab il de 1872_________________
OSA OA fORlM
A os 5:0001
Billietes firarantidos.
Na loja Jo Collar de Oare, roa do Cabalga a. 3
A, precisa-se de urna ama para aervico de eata
de familia.
Joaqaim de Suuta Lima, uecura ao reeavi-
tavel publico a com emcialidado ao corno do
commercio qae acata data jolga nada dever a
pessoa alguma, oam aaata praga, nem fra dalla.
potan se algaera te julgar san crelor, qraeira
apresentar suas conlas oestes tres dia* roa
<1u Bario lo Tnumpbo n. 65, para seren conferi-
das e pagas.
O Dr. Joaquim de Aqumo Fmceea las eefcer
ao lllm. Sr. teneote-eorooel J.-aquim 4a Sa Caval
cania de Albuquerque que ua casa ainda nao
veio o correspondente de S. S.
di
i raa Primeiro de JUar^o (oatr'ora raa
Crespo) n. 23 e casas do costanas.
O abaixo asstgnado, lando vendido nos seos t
izas blihetss dous meiasn. 1863 cem 5:000*000,
quatro quano* n. 91 eom 800*000, quatro qnar
tus n. 933 om 300*, e outras surtas de 40*000 e
tOjOO da lotera que se acaboo de extrahii
(230) convida aos possuidores a virem reeeber aa
coalormidade do coiinms sera descont algum.
Actaatvsa a vendaras bithetea garaniidus u
6 parta das lotera*, a beneficio da irmandade
do Senhor Rui Jesns da Via-Sicra (231a), que se
eatrabir na stxta-f.-ira, 12 do correte mi.
PRESOS.
Bilhele inteiro 6*000
Meio bilbete 3*00C
Qaarte 1*300
Era prrgao de 10o*t00 para cima.
Bheta inteiro 5*500 .
Meio bilbate 2*750
Quarlo 1*375
________________Manoal Martin- Fi m.
GASA DA FORTOHA
RA DE MAilCO OUTB'ORA DO
CIVESPJ N 23.
Uaica que paga as sortea
ios 20:0000l>.
O abaixo assignido tero sempra exposto veu-
li osfelizes bilhetes do Rio de Jaueiro, papandr
iromptamente, como costama, qualquer premio.
PRECOS.
Inteiro 24*000
Meio 12*009.
Quarto 6*000- '
Manoel Martina Finr.a.
SuMoca-se o arreodainjoto do preoiu a ra.
lo Mrquez de Ol-nda d. 237 consistndo em um
raslo pavimento terreo com os fondos para r
ruada Cacimba, com chagono centro -ende iam
oera muito espagoso o aclar, o qual tem sahida
odependeotej pudendo ser pelo armazem, pro-
orio para nrn graude negocie por atacado, por
er o lugar o melhor possivel : tratar com An-
:ooi" Jos Rodrigues de Souza na thesouraria das
oleras, ra d.i Crespo o. 6.
DA
S. Jos d'Agonia
. De ordem da mesa regedora convido a lodos
os oossos irmos a comparecer m no consulorio
de oossa irmandade no da 7 do correla pelas
10 htras da manba para se proceder a tlrtci <
da mo a qae tem de reger no aono de 1872 a
1873 conforme determina, o arli|Q.48 da nosso
ctmpromhso.
Secretaria da irmanda.'e de S. Jo d'Agonta, 4
de abril de 1871 .
Mamel P reir Cam!lo Pessoa.
_________________Secretario iotenn/)._____
SITIO
urfl pequiifc s
Para (ruar de urfl peqaHI sitio precia a de
um he mera cuidador e que enternia de jardim :
tratar no caes do Apollo n. 69.
LEILOES,
Leilao
com
DE
40 atas com Itnguigas e 30 caisas
passas.
HOJE.
O agente Pestaa far leilao, p)r coota e risco
de quem pertencer, dis merctd>rias cima mea-
cionadaj, hi.je s 11 hora< da mauha :
N* porta do Anaes d> fronte da alfandeg3^_____
Pede se ao Sr.fl-cal da f -go-z.a da S. Jos,
que v a ro Imperial n. cenlo e trinti e lant s,
e vea c rno se aba da manicipa.idaUa 'av^n-
taodo-se ritQBS de ci'as qoe lera de recaar,
tOsISIriKIBA
Frecsa-se de urna cozmbefra e piere-sa sa-
cra va : lo 1* andar a ra do Minuez da Clindi
n.40._________________________________
Dc??appareceu
no dia 2 do corrente unta fibra e nina ciia ( ai-
ch>)aqual em es signaes s-gninie. ; preta s
cabelluda, levon um pe-lago de corda ao peicic rr.ga-se a pessoa que a adiar o f.vor de leva-la
ou paleo do Terco n. 63. podara, qae so graliS-
car generssamenie.
A tua do Marqcez d: Oliu.la u. 40. proCfSa-
se fallar Cum o Sr. Jaeinthi Botero Tarares, ut-
limamente v ndo o Par*.
Jo: Antonio da Cunba 4 C. pelo seo bs-
tanle procarador Joaquio. Antonio da Cnnha, con-
rxercianie na villa doCab>, participa ai pable
e espeiialm-m o ao corpo do eara-nefCM, qa< n*-
ta data saparou amigavelm>-nie a .ocet*deque
linha com Manuel J quim da Cucha. Meando a
cargo do activo e pasivo do mesmo. Recite 4 de
abril a 1872.
Aviso.
O alm.aisirador da recetoelorii de rendas
internas geraes lembra aos eeahores le escravos
e mais pessoas de-ig-u 11 nos | 1 a 5 do arl. 3
do r-gilaranio o. 4833 do t de dezerabro de
1871 a que os devera dar matricula, qae_ o fa-
i>m Je. frara grande de.nora os portadores das relsgoes,
as qiaes ievem conter 03 uoraes de tolos os es-
cravos, ainla mesmo que j e3tejam matricuhdos
era virtuledo regularaealo 4129 de 28 de alaron
de 1863.
Recebedoril de Pernambuco 4 de abril de 1872.
Manl Cirueiro dj Souza La'arda.
O Fiscal da fr-guezia de S. Frei Pedro Googal-
ves do Recife declara aoi habitaales da niesiua
qae oo permsltilo ser ra exposias oas ras e
escadas dos sobrado* as vazhas cootenlo as var
reduras das casas : devsra estar oo ioterjor d'es-
tas, a cujas portas pararlo para recebel-as, as
c^.rrogas empregalas aa ramogidas referidas
varreluras. O coniraialores iocorero em pena
da multa, de conformiiade com a respectiva dis
pos;gio municioal._____________________^^
GMPtri!
Os Srs. asignantes que quizerem c ular esta
recita no numero a'aqueas que Ibes sao deVdas,
queirara procurar os seus biihetes no esctijlorio
do th .-atro a'. ao meto dia de sabba 1.
THEATRO
GYMNiSIODHAM
A
12.'
DOMINGO 7 DO COlUBNTE.
il 6 horas da lardo
representaco do enthusiasii .aoioap
?P"
ttECEBEDORIA DE RENDAS INTERNA*
GERAES DE PERNAMBUCO.
fleadimenlo do Jl.a 1 a 3 8:639*374
Htm o dia 4...... 2:638*33i
11:277*713
CONSULADO PROVINCIAL.
i*aiiia'--ato
Cea do di.i
dia 1 a 3
15:435*078
5 70i*419
"21M36*497
N3o se lendo reunido no dia 4 do cor-
rete nunero legal dos membros d'admi-
nistrag3o afitn de haver ges8o da mesma ;
s5o novatpente convidados para sabbado 6
do andante mez as home lugar j in-
dicado no primeiro annancio pedindo-se a
effectividade de seus cjmparecimentos..
O secretario,
Jos Honorio B. dt Menezes.
plaudido drama sacro
' VIDA E I.LA-.G1ES
DE
&< BEXEOIT0
ou
0 THAUMATtftfiO D.1 !.\
Os biihetes acham-:e desde j no escnpidrio do
theatro.
Principiar s 6 horas Ja, larde.
AVISOS MARTIMO}
l
DE
Um piedio de 2 andares e solio, na roa
do Pilar D 74.
Segunda-fcira 8 do correnle
AS II HORAS i>.\ AUNtJA
O agente Oliveira vender em leils pr-r nter-
venci de seu preposlo Piaba Rirges, o iadicado
predio que achi-se auno bem situado, teolo
nascente para o mar, e pudendo ler um lindo fs-
tabelecirnento de raolhade, ou ouiro qualquer ra-
mo de negocio em seu pavimento terrea, ps'a ix-
c. lente pusico ; os Srs. pietendentea podem dis-
Je j tomar as suas informacSss com o referido
preposto, que dar todis as explicacoes necessa-
rla?, no e-criptorio du agente Oliveira, sito na ra
do Bom Jess n. 53, outr'ora da Cruz, das. 11 as
2 horas da tarde.
VIR03
mWlHT0" POKTO.
Natos entrad, s no dia 4.
Bata10 das, barca Suprett, de 342 toneladas,
pitia Valeriano PereTa dos Santos, equipa-
eai 43, em lastro ; a francisco Ribeiro Pinto
Gaimare*.
Moaruvia (aa costa d'Africa) -51 dia*, brigae io-
lez Townqf Liverpool, de 286 toneladas, capitao
.Owen, eqaipagera H, em lastr de carvo ;
a lobastoo Pater 4 C.
Jaerosay 34 das, barca lo^leza Victoria Fa-
kan, de 307 toneladas, rpitao W. Cocey, equi-
pagem 11. era lastro ; a Geraldo Ba-;o'j.
Navios sahiiot no mesmo dia.
tPorto por LbboaBarca portuguaaa Vencedora,
capitao Joaqoira Mariins de Oliveira, carga assa
aur. aljo la i a o atros gneros.
Pela thesouraria provincial se faz publico
que foi transferida para o dia II do correte a
arrematar i da obra do rebaixameulo da ladeira
do Timb, orgad em 7:920*.
O offlcial maior,
M. A. Ferreira.
Santa Uasa de Misericordia
do Becife.
Nao padeado continuarom no collegio dos or-
phos os edocandos abaixo declarados por j* te-
rem eieadido a ida le de 14 annos, como dispSa o
aru 45 do respectivo regolamenlo ; de ordem da
IIIma. junta convido aos seus parantes qae ve-
abara requerer a presidencia a sua entrega.
Manoel, Tlllio do voloutario Raymuodo de Son-
za Macb>do. ,.
Joao, lilao do voluntario Jos Bernardo de Lima,
fallecido na guerra do Paraguay.
Manoel do Na*cimento, fitho de Joo Francisco
do Na'cimento fallecido no hospital Pedro II.
Saoretaria da Santa Casa da Misericordia do Re-
cife, 21 de marco da 1872.
O tgenvao, Pedro Rodrtgutt de Souzo.
Pelo juizo de orphios do termo da Oliada
Tai a praca no dia 5 do corrate, daas caj de
COJIPA3TIII k
DAS
Messegeries maiitim^..
At o dia 10 do crrante mez esperase da Bu
ropa o vapor fraocez Amteme, o qual depois da
demora do costme seguir para Ruencs-Avres.
locando na Baha, Rio de Janeiro e Montevideo.
Para eondigoes, fretes a passageos tratase na
agencia, roa do Commercio n. 9.
At o dia i i do corrente-mez espera -se dos por-
tes do sol o vapor francez GtronaV, com'miadante
de Somer, o qual depois da demora do costura se-
guir para Bordos, locando em Dakar (Goree)
i Lisboa.
Para condiedas, frats a passagens, traia-se na
agencia, ra do Commercio n. 9. _____
LQUCA
ASABER:
Ura pdo, 1 oobia de jaearanl, 1 lita de ama-
relio, 4 v nezieas, 4 castigaes e mangas, 2 gar-
rafinbas, 2candieiros a gaz, enfites do cima de
meza e jarros para flores.
Urna meza de jinsr, 1 guara loug, 12 cadeiras
1 quartioheira, louca para th e jamar, copo*,
clices, girrafas, bandejas, garios e facas e trem
de csico?.
Urna cama (ranceza, 1 lavatorio, 1 guarda-vestido,
1 mrqueza, 2 cabides e3 b.ab'.
Urna burra prava de logo, 1 earteira e 1 mesa
propria para corar fazendas.
Segnudd'feira 9 de marco.
ffo ao lar do sobrado da ra da Croz d. 43.
- Jo-:Terreira d9 Souza, tendo de retirar se para
a Europa com soa familia, levar leilao por in-
tervengo do geme Piolo, os movis e mais
objectos existentes no Io andar d sobrado da ra
da Cruz n. 43, esquina do becco da Lngula.
Principiar s 10 1|2 horas._______________
^ ^^
DE
Para o Aracaty em dir.tura segu -mprete-
rivelmenta at o dia 8 de abiil o hiato lacional
Dm le Gute, capillo e pratke Manoel Feraaodes
falles, tem dotas tercos de seu carrega.ina : pa-
ra o resto trata-se com Antonio Albino Je Souza
Aguiar, rna do Amorim n. 60.
Um excelleota cop com a-reios para doui
cavaos, om cabriolpl americano com as-
se .te pira 4 pessuas e rre os para um
cavallo, e um cavallo para o memo.
Terga-feira 9 do corrente.
A'S I i HORAS EM PONTO.
Por intervengio do agente Pinto.
Na praca do Corpa Santo.
MISOS DIVERSOS^
Bom negocio.
D se para mo.a#iUa casa na cidade
de Ocda a ota borne de boa conduela e
abonada, ainda mesare qoe tenba familia de
duas ou tres essoas, com a condicSo de
pidarda plant'cJo-do pequeo tio, la-
zar o pUatio de vntMuras, leguma e arvo-
redos.mediaote accordo : oeata typograpaia
se dir.
mi1
O abaixo assignsd-". lera justo e contr:lado com
o Sr. Jo Rima. Banca, veoder-lhe todos os
utencilios pertencentas a padaria da raa do Li-
ma n. 4, livre e desernbaragada de qualquer de-
bito. O "ruesmo abaixo as-ignadn, p-slo preseate.
coavid os seas endores virem apresenlar seos
documento* legaej, no praso de 3 dias.
Reci'e, 26 de margo d< 1872.
HvpolitoDelUC. _
OBaSUV^SSSii^S^^5SS3^9ffSiSU^iS3E^
All>lu Uomlugnes Horelra.
Ar.'unio de Souza Neves, Rodri-
go Lrp'es de Oliveira e Joaquim
Ferreira deArauio Gciiiaraes (>u-
seut^) agradecidos e reconhecidos
p..ra c*m as pessoas que se digna
ram* acempanhar at o ceiniuno
publico, o caav;r de seu prsalo
socio o am^go Albino Domingos Moreira ; veem
do novo rogar-ibe3 o cando-o obsequio de assis-
tirera missa do stimo dia, que por alma do fi-
nado, mandara rezi-r na igreja di ccnven'o de S.
Francisco, as 7 horas da manha do da 5 Jo cor-
renle met. ____
gji i......-|ti i iiiinrr-r-rin-------**Tr-----
Clandlno do Reg JL'ma
Jnaior.
Claudinodo R^go Lima e sua mu.ber, Antonio
da Costa Rfgo Lima, Jio da C. lt. L, Jos da Cos-
ta R. L, capitao Le-p^do Borges Gal vo, Ucba,
Joo Gingalves Pire-"Ferreira, Fran:elino Ol.mpio
Pereira' de Oliveira, D. Tr.ereza Lurtuvina de Go-
duy Reg, esposa (au;ent) do iinao, pas, irmos
e cunuados, profundamente magoados pelo pa-sa-
meniode Claudino do Reg Lima Juuior, man lam
celebrar missas sexta feara S do correte, pelas 6
l|! horas da manba, no hospicio de N. ;. da Pe-
nha, e rogam a seus prente! e amigse obsequio
le as-istirem, pelodescabgo eterno de sna alma :
otro sim o mesmo convite fazera para cora os
airig-as do flaado. ..i
U. Cou-.tauga Prrpetua uo Reg, convida a seus
pareHes, para ouvirem una missa por alma de
seu irmio Joo do llego Falcao, *a i*reji de N.
S. da Penha, sabbado 6 do carrente 7* da de seu
falleeimento, pela, 7 i|2 da matih. __
?\$ma*> :a,saafcjtts^-iS9KX^ES33aaBI
Gr-itiflj C> de20.000 rs,
Ausentou se no dia 22 de ag'ostc do anno pas-
ado, do engenho Camatao d) termo de Agua
Preta, os seguales escravo- :
Damin, idade 3! annos, estatura baixa, cor
fula, olbos grande?, peuca barba, nariz chalo,
g go, espaduus largas, tem o dedo mnimo da mao
direita eoiiiissado por csusa de um panaricio, e
os dlos das mos e pas corapridos e seceos, as-
im como a canella flua.
Romana, cri' ala, regola ter 40 annos de idade,
estatura e corpo regulares, rosto tira pouco des-
carnado, soffie de espiubas i>o roslo, e especial-
mente no queixo Inferior, *m falta de um denle
oa frente, os dlos das mos o ps curtos, lava,
cozinha e boa doceir : quera os apprehender e
levar ao eDgenho cima, ou ne=t praga a roa do
Bom Jess n. 21, 1 andar, recebar a gratiueagao
cima declarada
Graude sitio para atuga;-^
A viscondessa de Goyanna a'.uga o seu
sitio gran le d- estrada de Joo de Barros,
conliguo esUijo da Encmzhada, c;m-
prth.ndendo alm do vasto eexcelleale pa-
lacete, grandes cocheiras e estribaras,
numero de arveres fructferas de
qualidadtS._______________
Anua Tllereza de aezus, ao pu
Mico.
Faz saber ao re?peiiavel publico a abaixo af-
sgnada que, no dia 17 de julho do anno tfaliaao
[ia^sado da 1871, pus-on rarlas da liberdada aua
seos e.'cravos segantts : J'ronymp, Nicolao, Do-
mingo, Joaquim, Julio, Ismael, Chri.-tovo, Ant'i-
nio, Tnereta, Theodoro, V.ctori.i, Amonio, Man e'a.
Theolora, Mana, Joanna, Jo, Innocencia; ptr-
tanto pede as autorllades queiram inanotir a hb r-
dada de seus alfrriad s cima mencianados, com
consta das ranas ua>sadas,e a*sigaadas pata me-
ma. Giavata 26 de narc.o de 1872.
Aitni Viereza de Jezus.
mmmmmmmmmmmmm
I Tendo-stjl:q.idad,) os n^go^ios da
3 eztiaeU Qrina de M Oeti 4 C pe
5*3 dc-:e a seus cred.ores da mardar
I rtceber o dividendo em cisa d>s
si Srs. Keller \ C.aiai di Rom J-
us n. 5-j, nos .is onij.kcor-
renta.
R-cife
Para o indicado porto prateade-seguir mai mui-
la brevidade abarca pontaguata Linda, por tata
maior parta de ara carregamento en jajado, e pi-
ra o resto que Ihe, falta trata-se com o cjnsigna-
tario Joaquim Jos Googalves BeltraoH ra do
Commercio d. 9.
ca-
sera
todas ;s
ALUGA-SE
Urna escrava para servigo de-easa e de com-
pras : qaem precisar dirja-se a ra da mpera-
iriz, sobrado n. 18. ________________
Moleque
Nwia typographia se pre^aa de m
borneo qoa aaiba ter e tatrvef para tribaidor da folnaa. ______
Llaho. Porto) e & Miguel
Saca-se val o Pr*' : D rua do Apolla
n. 10, escriptorio de Cartalha Nogueira,
Precisase alogar um muleque de 10 a 13 an-
nos para o servigo de recados, compras, eto. de
urna casa de pouca familia : raa do Vigano n.
1, 3* andar, telhado de azulejo amarello.
Protesto.
Jos Joaquim Affotrso, crede-r de Manoel Pedro
da Ol.veira, com taberaa sita a roa do Sooego n.
S, protesta contra qualquer negocio que o mes
mo Sr. 0:veir lizer com a dita taberna; fago
este para qualquer qae preteada a dita taber-
aa nao sa chamar ao engao, sob pena de mili-
dade.
JosA Joaquim Auunao.
4 de abril t
ira
Hospital Porluptfjfe todteen-
ca em Pcmaffibucd.
No domingo 7 do correnle as-8 boraa aa ma-
nha devora ler legar a eremon a da comu.ui.hao
aos enf-rmos n-ste hospital; p;ra cuj acto da
religio sao conv.dados em particular a joi ta ad-
ministrativa, e em geral :odos ls -ocios daabl lia
ins:itu:gio.
Hospital PJrtuguez d. Bootllcencia om Pernam-
buco 4 do abril de 1872
Luiz Duprai,
_____Secretario.________
O ab.ixo assigoado anicipa aa eocpi -i'
commercio que deu sociedade a ^eu ".ix-iro M*-
norl Joiquira da Costa Ramos ni sua pad.ria
rua do Lima n. 6<, em Santo Amsro das Salina-,
desde o dia 1* do correnle m-z de atril, sendo a
Urina do estabelecimeato de .Manoel R>diigues Pa-
reira & C, sobre a qual Hca act re e pns-ivo do
Dalango dalo em 31 d. margo pr eximo psalo.
Keclfe 4 de abril de 1871
Mantel Rodrigues P^rei a.
ji ilu \hjii
"ios 5:000O0.
Illlhe&ea gara&tido da piro
Tiocia.
Rua do Baro a
Victoria,
rua N.jva n. 63 $casm
to costume.
Aeham-38 venda oa raaiio fatua* biihaijs ga
raatidos da 6" parte da lotarla a rxaeclo .a ir-
n.aodado do Senhor Bora Jess da Via sacra, qus
sera extraaida no dia sexU-tVira li docorriuie.
PRBCOS
Inteiro HOOO
meios 3 000
Quartos 1A300
De IO05O0O para cin.
Inteiro 5*500
Meios 2*750
Qoarla U37S
Joo Joaquim da Cosa Laii
Perdeu-se uma pulcera da camiphodelava .1 -
Visuvio, na esiago d n trilbos urbanos do Re:i> a
Olinda, ou ento aeatro dos Bonds que tai r e-
ber os passageiros do irera das 10 e 10 da m*nh.
oa ao dascer de dito bonl ta rua do Imperador,
pela do Crespo a'. a raa larga do Rosario ; qoara
achou-a e qutira restiluil-a que ser geuero.-a-
meatetrattijedo, dirija-sa a mearas rua n. 34.
botica de Barthilom-o s________________
A pessoa que perdeou u aliioeite daonro, em
a noito do domingo de Paschoa, no tbealhod ce-
lo Antunio pode-a procurar a* rua das Larange -
ras n. 30, que daado os sigaaa* cerios Ihe ser.
entregue._____*_____________________.
Socio lude J.ULventu'ie
Convida--e a lodos os soata*. de.toctos a ell-o-
livos, para domingo 7 aa.if horas Jo dia rompa-
rea rem na seda a ".sccielado Juventude afi% d'
trttr-se de negocies tendeles a mesma neie-
dade.
Recife, 4 de abril de 1871
Outr'ora
Quem perdeu uma correte d relogio en -
tanda se com o conego vigario de Santo Antonio.
Precis-se de urna ama forra ou eacuva
para comprare cozinhar em casa de duas pessoas:
a tratar na rua dos Copiares n. 3, 3a andar, entra-
da a ireiti, amigamente becco do Lobato,
Caraelr.
de sabbado C
feitaa"odas as viagens
marca a tabella era vigor.
Recife, 4 de abril de 18
A partir
.na* todo-
Qaem quu p Paulo Cordeiro vir
do Pap.gaio raa da I
compre rs-
ir, na toja



Ciam d* rtrnamfciic -~ Sexla feira 5 de Abril de 1872
f
*
i
Vende-se a casa e sitio da estrada de*
Afflictos d. 22, com boDS commodos e so-
lio, o sitio tem 650 palmos de frente e
1,300 de fondo, morada a frente e parte
dos lados com duas cacimbas, tanque e
muitas arvores de fruclo amo sapotiseiro,
coqneiros e baixo para capim e poco de
excellente agua para beber; o lugar mui-
to fresco e saodavel, torniDdo-:e muito
recommendavei por ser perto do Recife,
azendo estaco em sua frente a va frrea
do Recife ao Cacha ng : .a tratar com An-
tonio Jos Rodrigues de Sooza, thesourei-
ro das loteras..
Caixeiro
Precisase de ao caixeiro hrasileiro de li a 16
-iodos com pratica de liberna na ra de Domin-
gos Theoionio, antiga ra das Calcadas n. 2.
ATTENC40
Antonio Jos Coimbra Gnimaraes tendo seguido
pira Portugal, bo vapor Neva, pede desculpa a
alguroas pessoas de Ma amisade, de quem invo-
luntariamente se deixassse de despedir, cfferecen-
do-Ibes seu presumo, onde se achar. O mesmo
deixa por seus procuradores aos Srs. M a noel Jos
da Cunta Porto afAntouio Nones Ferreira Coini-
tora.___________________________.________
Anti viagem Europa, nao lendo podido por motivos
iiiuiij justos, despedir-se das pesaras que os hon-
rara com sua amisade, fazera-o por este meio pe
dindo-ihes desculpa ; assim como desde j offere-
etn n'aquella trra o sea din 'imito prest.rao
Auseotou-ee do eugeoho Lagos, freguezia de
Ilamb, com destino a esta praca, o escravo Cae
uno, de ilade de 17 a 18 anuos, cpr parda, ja
tugando, olhos grandes, nariz afilado, bocea pe
quena, caballos caraplnbados, e tem uns pannos
brincos pelo pe-coco, sigoal bera caracterstico
roga-se as autoridades policiaes su captura e aos
senhores capites de campo que serio bem recom-
pensados, podendo ser entregue ou no mesmo en-
genho a sea senh r, oa na Casa Furte ao Sr. Ma-
noe. Jos Fiuza Lima, que est para isso autori-
sado.
Aluga se o 3" andar e suiao do sobrado n. i i
da roa Duque de Caxias : a tratar ira loja do
mesmo.
Mucanib i
Precisa-se alugj-r orna escrava recolbida para
cozer e fazer o servico de ruucauba, para casa de
familia : a tratar a ra larga do Rosario, leja de
selleiro o. 8.
Caixeiro.
Precisa-se de um caixeiro para taberna com
42 a 14 ancos de idade : na roa do Runge! o. 5.
Hotel Oliente
Roa do Baiau da Victoria n. 52, outr'ora
roa Nova.
Este acreditado estabelecimento que por longo
tempo esteve fancciGcando na na larga do Rosa
rio, acha-se de novo estabelecido na ra a:ima,
com saa bem conbecida adminstracao. Os g-
neros de alimentaeao lio de primeira qualidade.
Recebem-se eneommendas e assignaturas, razoa-
veis, taoto para hotel como para domicilio. Tero
para reereto, biliar, piano e jernaes nackna.es e
eraogeiros. Admitte-se hospedegem.
Copeiro e servente
No colegio da Coneeico precisa-se de-tes Tria-
dos, sendo indillerente que sejam firros oa es-
cravos.
Precisa se de urna ama para casa de pouca
familia : tratar na roa do Catinga n. 1, loja.
Manoel Moreira tt.beiro tendo de retirar-se
para Europa no trimeiro paqaete que para all
lem de seguir faz por meio deste sciente a seus
companheiros membros e adjuntos da comrris.-ao
da capeila de Santo Amaro as Salinas, de que faz
tambera parte no lugar de ihesoureiro que por
e'les foi eleito, avisa porlanto aos mesmos senho-
res que Ihe prestern o especial favor de reonirem-
se no consistorio daqueila capeila no da 7 do
correte oez, as 11 horas da manijas, alnn de
elegerem'outro thes^ureiro que o subua ni-
quelle lugar al' ,< de que elle possa prestar contss
de lodos os nep k&m da dita igreja durante o tea
po de saa adi,..jisirac2o ; adverliodo porm aos
mesmos se&bsrcs que na fa.ta de comparec ment
no da aprasaJo, tile entregar as suas contas a
qualquer um dos membros que se queira Dreslar
a recebe-las, visto que a sua viagem nao permitte
maior demora. Em seguid aproveita a occasio
para agradecer a todos os seus companheiros de
comrr.i-.-ao e adjuntos e roais pessoas do logar,
rae o coadjuvarcm em todos os meios daqueila pa
iaslituico, e ao memo teupo (ffere:e o seu pe-
queo pre-timo em qualquer lugar qno esta-
cionar.
Contina fgido o escravo cabra, de neme
Antonio, boa > sutura, cheio do corpo, pouca
barba, cora todos os dentts da frenie, ps grandes
e em nm dellei urna cicatriz, idade raaior a 40
annos, o qual tem por costume abaixar a cabega
quabdo falla a quem respeita. Rogn se is auto-
ridades policiaes e capites de campo a sua cap-
tara e remessa ao engenbo SacarxD, no Cabo, ou
a roa do Imperador o. 81.
ESGRAVO FGIDO
Na nou:e de 12 para 13 do cerrente fugio do
sitio Imberibeira, do abaixo assignado, o escravo
de nome Flix, crioulo, e representa ter mais de
cincoenla annos de idade.
Foi comprado pelo abaixo assignado ao Sr.
Bernardo Norat, lu um auno, e pertenceu anteri-
orimente a om Francez vradedor de onro, chi-
mado Simo
E' de estatura baixa; secco do corpo, barbado,
olhos vermelhos, coxada perna direita, e lem o
p troncho; e na epocha em que fugio ticha dado
ama estrepada no mesmo p, sobrevindo-lhe urna
pequea fstula.
Levon ama pequea eaixa com roupa de !go-
dao de listras, e urna coberia de baeta encarnad.*
E' natural do Rio Grande do Sul, aonde servio
mnntos annos, e as costas apresenta anida cicatri-
ses de t-.r sido amigamente castigado.
Bebe gurdente ; mas pou.-as veses Sea fra
de sea estado natural K' alegre e tallador.
Ha qua-i certeza de qaa se encaminhoa para
Pernambaco pela costa.
Qaalquer pessoa que o capiarar e o entregar
ao abaixo assignado, cu em Pernambaco aos Sn
Joao Qiirino de Aguilar & d sera gratifleado
com 30,000 rs.
ParabybazGde Marco de 1872.
Costodio Domiogues dos Santos.
Arma^eni de deposito
Kecebe-se em deposito, volme de fazendas oa
qualquer outro gerero ao preco mallo mdico : i
tratar na ra do Commercio n. 48.
0
TBH
Vknna
; recemebegado da Europa, onde esteve
I quai dous annos, aperfeicoando-se nos
| conhecimentos de saa proflssio e fre-
quentoo os principaes bospilaes de Pa-
rs, Londres, Bruxellas e Vienna d'Aus
ira, dedicando-se cora especialidade a
i partos, molestias das mulheres e opera-
I^Sas das vas genito ourinarias, tendo
, ioomp>.obado os profesares mais, cele-
| bres da Franca e Allemanha nestas espe-
cialidades, commnnica ao respeitavel pu-
blico desta eidade que abri o sea coa-
[ sultorio na casa de sua- residencia, a roa
do Vigario n. 1, 2a andar, onde poder
ser procurado a qualquer hora do da
[ oo da nouie.
Consaltas todos os das de' 1[2 hora as
2 horas. Gratis ios podres.
Opera os estreitamentis d'uretra por
meio de electricidade, por nm processo
inteiramente novo e sem dr, garantindo
[ a car radical em poneos da.
"1-IHHWS"
Echo Americano
do segundo anno principiar com
Rs. 12*000
psgos adiantados,
Os assignantes do egnnd.o anno receberio gra-
tuitamente os nnmerns 19 i% do Io anno.
Livraria Franceza.
ESTMPLHAS
Ven4e-M na praca do Corpo SanW n. 4. ar-
mate ____________
jr i r* Predf fe de nma escrava, bol
A M \ N coiinhelra e nma livre para et-
n.ITjLiVkJ gommar e fazer o servido interno
de casa de familia, paga-se bem : na roa da Croz
do Recife o. 42, arnaaem, oa ao Corredor do Bit-
po n. 23._______________________________
Precisa se de nma ama
livra oa escrava, para com*
prar e cozinhar em cata de
familia : paga-se bem na roa do Vigario n. 26.
v*v
AMA
Pnciia-se de ama para cozi-
nhar em cafa de poaea familia:
roa Velba n. 28, sobrado. .
Precisa-se da ama ama para o servico nter
no, meaos coeiohar
andar.
roa do Yigario n. 5, 2
^m^
Assigoatura
o n. -.'i
-2O0U0 de gratifica^ao
Furtaram da casa do sitio de Jovino Bandeira,
no Poco da Panella, no sabbado 23 do correnie.
o segninte : ora relogio de ouro patente inglez,
descoberto e qequeno ; urna medalna de ouro, la-
vrada, com o feitio de um lbum "para seis retra-
tos, quando aberto forma ama estrella e tem a
ArmaElisa Bandeira ; orna corrente tambera
de ouro, da qual pende o lbum e com o feitio de
um traocellim : a quero aposentar taes objectos
d se a gratitcao cima, na roa do Crespo n
19, loja. ___________________^^
S0000
D se a quantia cima, a quera pegar e levar
ra do Rangel n 67 o escravo Ago>tinbo idade de
30 annos ponco mais ou menes, cora os signaes
segrales : altura regular, cor preta, secco do
corpo, rosto compriti, olhos grandes apitombados,
vista baixa, (alia grossa, ponca barca, muilo ladi-
no e iqti'.nla se forro, anda nos arrabaldes da ei-
dade de Oliada, Campo Grande, Zombi, Eocruzi-
Ihada, e tem silo visto em Casanga.
TRILHS URBANOS
DO
Recife & Olinda
e Beberibe.
Por ordem da directora convido aos Srs. accio-
nistas para comparecerem a sessao ordinaria da
assembla geraf qaa) ter lugar no dia 18 de
abril prximo, as 10 horas da manha no escrip-
torio da coropanbia. Por esta ocasio a directo-
ra apre-entar seus relatorios e suas contas ao
exame dos senhores acsionistas.
Recife 22 de marco de 1872.
O I,* secretario interino,
Jos Fortunato Santos Porto.
[MOTAS
Troca-se notas do banco do Brasil e de suas.
rtliaes na roa do Bario da Victoria n. 63, antiga
ra Nova, loja de Joao Joaqnim da CtsuLeite
CURSO de Portugoez
de Francez
de Geographia
de Historia
de Philosophia
de Rnetorica e Potica
Jos Soares de Azevedo, professor de
lingoa e litteratura nacional co Gymnasio
provincial do Recife, tem aberto em saa
casa, a roa Bella n. 37, as anlas cima
mencionadas. Os alumnos que qu7erem
frequentar qualquer dellas, podem dirigir
se indicada residencia a qualquer hora,
depois das 10 da manha em diant9.
Precna-se de ama ama en-
gommadeira : ra do Im-
perador n. 57, 2* andar, en-
trada pelo Cae Viole e Doo de Novembro.
Precisa-se de nma para o ser-
Tico interno fomente de easa de
familia : i tra'ar no 3* andar
roa Duque do Caxias n. 42,
AMA
do sobrado da
typographia.
Precisa-se de nma ama pa-
ra o servico de ama casa e
pouca familia : na roa de S.
Jorge n. 139, 1* andar.
%*%
Precisa-se de ama ama pa-
ra o servico interno de pe-
quena familia, menos cwi-
nhar : na roa Imperial n. 199.
%%v
Precisa-se cora urgencia de
na rna da Prai* n. 53.
nma ama de leite
MUDANCA
&
proprietarios do salo de cabelleireiro intitulado Tranca Monstro rna Duqae de Caxias
n. 59 1 andar, scientificam ao reapeitavel publico e particularmente seus numerosos
fregnezes que por Ibes ter sido exigido o primeiro andar que ocenpavam, resolveram
entrar em negociacao com o novo estabelecimento do Sr. J yme, silo rcesma ra no
pavimento terreo n. 67, e, so bem que n5o estivesse preparado as cond;ces de sa!3o
para cortar e barbear, tem todava os annonciaotes feito orgaoissr tal commodo com es-
mero e gosto, aflm de satisfacer a espectativa de tolos, garantindo os encontrrern sem-
pre promptos para os misteres de ana profissSo.
O Sr. Jayme attendeado a contiogeocia em que nos achavamos, n3o s fez-nos
cesaSo de sna nova casa, mas ainda compromeiteu-se a ajudar-nos era nossos traba hos..
para o que ser sempre encontrado no mesmo estabelecimento. Ootro sim, zchamo-
oos resolvidos a fazer firme as tabellas de precos, quer por compra, quer p)r alugneis,
que o mesmo senbor tem feito publicar por este Diario. .
Nesta condicSo po3 esperara os annunciantes continuar a merecer a coadjovaeso
deste respeilavel publico, de quem se consideram assaz reconhecidos.
Precisa-se de nma ama de lene, que o lenba
bom : a roa do Cabng n. 6, ou no pateo do Ter-
co n. 63.
Precisa-se de urna ama pa-
ra o servic. i de ama pessoa;
tratar na rna do Impeardor
n. 37, segundo andar.
\%V
St ra do Pires, sobrado
n. 28, precisa-se de duas
amas, urna boa engommadei-
ra e oatra qoe eoziobe bem, e que tenham boa
conducta, pagase bem.
%m
Ni roa da linperatriz n. 41,
precisa-se de ama ama para co
xinbar, entrando as 6 horas da
manbaa sabindo as 6 horas da tarde
AMA
Precisa-se de uraa
forra, para eoiinbar oo
Hospicio n. 23.
ama escrava oa
engomraar na
me.-mo
ra do
OA
Na roa da Praia n. 16, precisa
se de ama ama para cozinhar t
eogomenar para nma s pessoa.______________
Precisa-se de orna ama para <
servico de nma casa de pouca fa-
AMA
milla : tratar na roa da Guia n. 5.
AMA
Precisa-se de ama pa
ra cozinhar e engomraar
para pequea familia :
na ra Direita numen
127, segundo andar.
AMA
cisco n. 54.
Precisa-se de nma para casa de
pouca familia : na roa de S. Fran
Em 16 de f-vereiro prximo passsdo, desappa-
receu o preto Lniz, crioulo, de 55 annos de idade,
de estatura regular, comas naos nimio calleja-
das, os ps apalhetados, tem na cabeca om signal
parecendo um lublnbo ; moito rearma e dado a
valente, e qoando bebe de mais di para dormir ;
foi comprado ao Sr. Jos Gome* Cavaleaile, t
Timbanba, cujo senbor o tem recomprado pee
vezes, sempre qoe joccede ausentarse de casa
de seos senhores : pede te pols, as autoridades a
saa apprtheDsafl, qoe na caes do Appollo n. 60,
se gratificara a ouem o tondoir.
Ama de leite.
Precisase de orna ama de leit*, agradando pa-
ga-se bem : rna da Concordia n. 10
AMA
Brum n. 65.
Precisa-se Ai nma ama, para ca-
sa de hornera solteiro : na roa do
m Precisa-se de ama ama boa, forra
oo captiva, que compre e cozinhe
bem, para duas pessoas: na roa do
Padre Floriano n. 7, sobrado.________________
m mar m Precisa-se de urna ama para cq
AJVMxm. ziohar e engommar para doas pes-
soas : a tratar oa roa da Senzala-velba o. "o, 2
andar.________________*
Na roa da .Jenha n 2o 2 andar
precisa-se de ama para todo o ser-
vico da nma casa de poma fmula.
AMA
AMA Pre:isa-se de ama ama para comprar
1I.JII A e cosinhar para casa de familia : roa do
Passeio o. 58, loja.
Desapparecen.
Da casa de sea senhor, roa da Cadeia Nova n.
18, um malatinho de 7 annos de idade, cabellos
corridos, de nome Jos : roga-se as autoridades
pollciaes oo qualquer pessoa que o teos achado
leva-lo a dita casa.
Uommgos
Aasentoa-se da casa do sen senhor ds roa dj
Baro de S. Borja n. 3i, o escravo preio, crioulo,
de nome Domingo', idade de 40 a 4o annos, alto,
secco, cabellos carapinhos, principio de calvo,
proveniente de carregar carretos; este escravo
muito conbecido e sabe ler, passa por forro, foi
escravo de Joaqnim Garvasio Pires, foi visto pela
freguezia de S. Jos e estacao das Cinco Pontas,
o qual despachon carga pela estrada de ferro de
S. Francisco, traz barba corla e as vezes raspa
e tica com bigodes : quera o p3gar leve-o a meo
Clonada casa que ser recompenesdo.
Para casa de pequea fa-
mi! a, precisa-se de ama
boa engommadeira e urna
escrava para ser emprega-
da nicamente em algum
en-aboado e servido de ca-
sa ; paga-se bem sendo de conducta : tra-
tar em S. Jos do Manguinho, sitio novo n. 2.
Prtcisa-se de ama ama para ca
sa de poaea familia : roa de
Hortas n. 30, sobrado.
Preasa-se de orna, ama far-
ra oo captiva, para o servico
de urna casa de 2 pessoas :
na roa do Vigario n. 1, 3* andar, sobrado de azo-
ejo araarello.
AMAS
AMA
tlftb
ODILON HilT
CABELLEIREIRO
N. 82 RA DA IMPERATRIZ N. 82
._'..Esforc^rado-se para satisfazer ao illnstrado publico no que relativo far aos traba'.hos
de soa proflssSo, com a maior promptida), commodo, e esmero, resolver* fazer refor-
ma em sea estabelecimento e munir-se do que pos mercados estrnogeiros ba de meltnr
e do ultimo gosto mandando vir em direitura e por sna conta nao s grande quanlidade
de cabellos de todas M cores e tamanho.corao tolos os preparados reconbecidos pelas
sociedades hygienicas como os mais uteis a conservacao em embellezametit) dos cabellos
natoraes sein prejuizo da sade, achando-se assim habilitado a fornecer aos consumidores,
por 20 % menos do qne ootro qoalqner os objectos de phantasia para adorno, as.seio e
bygiene da cabega indispensaveis ao mando elegante e em geral a lodos que cuidam de
conservar a propria existencia, ddxando de usar de leos, banhas e cosmticos proscrip-
tos pelos homens de scienci como capazes de amortecer os bulbos capiares prodnzir
a calvice ou aprestar o enbraaquecimento dos cabellos, e occasionar o apparecimento da
cephalalgia, eclampsia, epilepsia e bysleria e outras molestias CHtaneas e ervos s.
O pessoal do seo estabelecimento se acba montado com capricho a escolber dos me-
Ihores artistas natoraes e estrangeiros havidos na provincia entre os quaes se distingue
Mr. Alfred Relpecbe e o Sr. NapoleSo especialmente destinados aos perneados das se-
nhoras para o que ba demonstrado pericia inimitavel por ootrem entre tos havido. A
facilidade e o gosto com qne o Sr. NapoIe5o erecuta os penteados mais dilficeis tanto
histricos como de suaphantasia autorisa a que se o considere como um genio nesta es-
pecialidade.
Os empregados do seu estabelecimento sem excepg3o exclusivamente cada um na
especialidade qoe mais amestrado.
A casa recebe por todos os vapores os figorinos da ultima moda de penteados ad-
mittidos dos paizes civilisados entre os qoaes prima o sumptuoso Paris.
O bello* sexo encontrar no estabelecimento grande e variado sortimento de coques
de trancas, chignons, normanas, coques de cachos, cache peines, toupets, boucles, cres-
centes do que ba de mais moderno e elegante neste genero, perfumaras dos ruelhores
fabricantes como Lobin, John Gornell, Rimmell, Artinkson, Legrand Piver, Coudray etc.,
etc., lindsimas flores especiaes da cabega pos de ouro, de diamante para pulverisar os
cabellos, fiaissimas escoyas de denles, pentea de tartaruga, e rauitos outro9 objectos in-
dispensaveis a om toilette de gosto.
Os seas collegas encontrarlo a contentos utencilios de suas profissoe?, thesooras-
ferros para frizar, ferros para papellostes cardos etc., etc., quer em po.gao quera reta-
Ihe ser3o vendidos.
Grtificaq5o de 501000.
A peaso em cuj ca'-a estiver occolia a atera-
va de nome >bi celia, mulata clara, da 34 anne-s
de idada, pooco mais oa menos, cabelles pretos e
longos, alta, magra e gaga, que aasentoa-se da
easa do sea senhor no da 22 de juoho do anco
pasado, teoba a bondade de leva-la i roa Formo
sa n. 8, freguezia da Iba-vista, qoe stra gratifica-
do com O ; oa mesmo qaea del dar oticia
exacta, di contrario protesta-te proceder legal-
mente contra qualquer individuo que a tenha Mi
Os abaixo assigoados liqoidatanos de Ramos *
Temporal, declarara qoe fica sera elTeito, por se
uve.- perdido, sera transferencia a pessoa algo-
, nma lettra siccada pela extincla firma, e ac-
'Ceita pelo Sr. Manoel Bernardino Vieira Caval-
canle da qoaotia de 3!OOOO, a qual se acha pa-
ga pelo mesmo acceitanie, como consta do recibo
toe em tempo Ibe passoo o Sr. Andr Mara Pi-
ibeiro, e da conta corrente entregue.
Jos Bo ii & Silva.
Samuel Pover Johnston
& 0.
Ra do Apollo n. 38 e 40
Fazem sciente aos seas freguezes que teem mu-
dado o sea deposito de machinas a vapor, moen-
das e laxas da muito acreditada fabrica de Dow-
Mcor para ra do Apollo n. 33 e 40, onde conti-
nuara a ter e mesmo sortimento do costme.
fazem seieote tambera qoe teem feito ara ar-
raijo cora a fundirlo geral, pelo qoe podem offe-
reojr-se para assentar qoalqner machinismo e
me>mo garant lo.
Monte-Pi Portuguez
Conselbo fiscal.
De crdem- da Sr. presidente do conseibo e em
cumprimento do | do an. 32, convido aos Srs.
conselheiros a reunirem-se sabbado 6 lo corrente
pelas 7 horas da tarde, nos sdoes do gabinete
portuguez de leitura.
Se:retaria do conselbo fiscal do Monte-Pio Por-
tuguez, 3 de abril de 1S71
Manoel Flores.
Secretario.
ATTEfyiaO
\
TL -1*1 A Pedr
Precisa-se de nma para casa
imera solteiro : roa de
Pedro Alfonso n. 38.
Precisa-te de
ceicao n. 43.
orna ama : na ra da Con-
^V
Precisa-se de orat ama pa-
ra casa de familia : na ra
Imperial n. 38.

* IA FRREA DE II %TC .'RITE'
Os Srs. accionistas desta compaohia, residentes
.cesta provincia, sao convidados a pagar a primei-
ra prestacao de suas acc,CHs, na ratao de 10 ,/,
at o da 10 di correte. Para est) flin devero
dirigir-se ao escriptono o. 12 ui caes da Compa-
ohia Peroambucana.
Casa de caropo.
Precisase singar nma casa de campo peito da
eidade para pequea familia estrangeira : a tra-
tar na pra;a ilo Corpe Santo o. 15, escrtptorio.
Feitor.
Precisase de um feitor para ara sitio era Be-
beiibe le baixo : na roa di Destino n. 9, oa sa
roa do Commareio o. 14, pavimento terreo.
MeBino fgido
Da casa do abaixo assigaado, a roa de-J^mbas
Valentinas >. lo, do da 30 crreme, das 7pira 8
heras da nonte, desapparecen o sea caixeiro de
nome Goilbermfao Pereira das Flores, 9 para 10
annos, levou camisa de riscado escoro, e calca
fjtrdt. 0 abnxa assignado protesta desde j ce-
ir a pessoa qne o teaba occaito e pede as autori-
dades policiaes a apprehensio do mesmo menino
c qoera lhes der certeu phisica aoode elle estiver
occnlto, ser generosamente recompensado.
Jcio Hachado Bvanaelbo.
Joaqnim Jos Gonqal-
ves Beltrao
Rna do Commercio n. 5, 1 andar.
Sacca por todos os paquetes sobre o
banco do Minho, em Braga, e sotreos se-
cun tes lugares de Portugal.
Amarante.
Arcos de Val de Vez.
Barcellos.
Beja.
Cbaves.
Coimbra.
CovilbS.
Faro.
Guarda.
GnimarSe*.
Lamego.
Lisboa.
Mirandella.
MoncSo.
Ponte de Lrr s.
Porto.
Tavira.
Valpassos.
Vianna do Castello.
Villa de Conde.
Villa Nova de Famalicao.
Villa Nova de Portimio.
Villa Real.
Vizeo.
Valenca.
Figoeira.
Penafiel.
Regoa.__________ '
Pedimos ao Sr. riscal da fregoula da Boa-
vista o favor de ver uns bolequins qoe veodem
agurdente na roa de Cisco, todo o dia at alta
noite, onde nio paga direito; esperamos providen-
cias, o qoe de Cesar, Cesar, o qaa de Dos,
Dos.
WOFINA
Olha elle!...
Roga-se ao Iilm. Sr. Ignacio V.eira da Hallo, es-
:rivao na eidade de Nazaxeth desta provincia, o
favor de vir a roa do Imperador n. 18 a roce ful
aqaelle negocio qae V. S. se comprometten reali-
sar, pela terceira chamada deste jornal, em flnt
de dezembro prximo passado, depois para ja
neiro, passoo a fovereiro e abril, e nada eamprio
s por este motivo de novo chamado para iu
Bm ; pols V. S. se deve lembrar qae este negocie
i ds mais de oito annos, e quando o senhor ui
flho se acbava no es nest* eidade
8
8
Charutos legtimos de Ha vana
Ditos da Baha.
Ditos roarca=-Laporte.
Armazem n. 18 roa da Croz,
8
Pfecisa-
darajna
Caixeiro
se de nm menino para caixeiro
roa de Marcilio Das n. 26.
Deseja-se contratar pora um ergenho, distante
tres leguas da estajao da Escada com urna s niora para a educado de tres meninas, e que
ensine as prineiras lettras, arthmetica, gramra-
tica portugueza, traduzr e a fallar o rancez e
o inglez, finalmente qae ensine a geographia, a
msica e a tocar piano, e todo trabalho de agn-
Iba. Paga-se generosamente quem sujeitar-se
ao contra'o, tendo as qualidade? telina mencio-
nadas, e para informacoes dirija-se raa do'Jaba-
g n. 18, eu ra da Croz n. 8. Precisa-se tam-
bera para o mesrao engenh e um portuguez
fprefsre-se das libas) para caixeiro de casa de
purgar durante a safra, e para cuidar do pomar
pelo invern : tratar na mesma casa cima in-
dicada.
MULEUE
Preciase de nm que seja fiel e de boa condal
ta para criado : a.tratar no largo da ^matriz da
Santo Antonio o. 2, 1 andar.
Na Praca da Independencia n. 33 fe eorot'-a
curo, prata e pedras preciosas, e tambera se veso*
obn-s de igual especie.
Fundilo eral.
Os proprietarios da fondicao geral fm citr-
tes aos senhores de engenho e mais pessoas, i:te
teem establecido urna fundicJo de ferro e broM
a ra do Brum, junt) a euacao dos bond, on*
aprontaro qualquer obra de encommenda c< io
perfei^ao e promptidio.
Os me-mos rogara as pessoas qoe qoeiram o-
lisar se de seos servicos de deixarem u eneofli-
mecda ero casa dos Srs. Samoel Kww Jofinl'n
& C a ra do Apollo n. 38 e 40, onde scbaro
pessoa habilitada com quem posmn entender *.
U relojoeiru Lnit Augusto da Cuoha Pimet-
ta tendo de ausentar-se desta eidade previne a
tedas as pestoas que tenham objectos em sen po-
der que os venham ou mandem boscar at o da
lO do corren e, vespera de soa partida. Ootro
sim, qualqoer pessoa qoe se jalgar sea credor
queira apresentar sna conta at a referida dala.
Jo.- Bernardo da Mola, liqaidaiano da fir-
ma Das & Motla, declara ao respeilavel publi w
e com especialidade ao corpo do commercio. rae
nada mais deve da extiocta firma, e se alguem jalgar credor aprsente sen debito para ser page,
isto no praso de tres dias. Recife i de abril ti*
1872.
Attenpo
Pede se ao Sr Candido Jos da Foaeeci lenta
a bondade de comparecer na venda da raa das
Cinco-Pontas n. 93 : a tratar de negocio de tea
particular interesse.
CRIADO.
Para casa de ama familia constando de doas
pessoas, precisa-se de nm criado de 20 annos, poo-
co mais ou menos, preferindo-se moleqoe : na raa
do Mrquez de Olioda n. 39.
Na roa Augusta n. 119, 2* andar, lava se,
cagomma-se e cose-se, todo com aceio e gosto :
quem precisar abi se dirija, qae achara com quem
ratar.
t
COMPRAS.
Compra-se aplleos
oa ra Nova n. 23, loja.
da divida provincial
COMPRASE
mee Jas de ouro e prata na loja da rna do Mr-
quez de O inda n. 58.
Libras
Cimprara se libras por maior preci non m y.
ira qoalqner parle : na praga da ic.cvcndeL^a
c. 33, loja de oorives.
de pa
Ob Srs^ Jos Francisco Ribeiro de Son-
ta e Dr. Francisco Jos Rabello, o i pro-
prielario do colegio de Santo Amaro e o
2o proprietario de om ootro col egio, sao
rogados a mandarem a esta typographia a
neg*cio de interesse._______________
Aloga-se a padarla de Tigip. com todos os
atencilios, tendo casa para familia e banho no
fundo da mesma casa : quera pre:ender diriji-se
a mesma, ou no patei do Terco n. 40.
Precisa-se alagar um moleqoe ou um me-
nino forro, e tambera nm cozinhsiro fjrro o cap-
tivo para casa de pequea familia : tratar ca
ra ias Trincheiras n. 27.
Cosiiiheira
Precisa-se de urca cozinheira, para cczinrba:e
comprar : ra da Concordia n. 10.
10
h
Arrenda-se um sito na Torre era 1,200
palmos de trente e 1300 de fundo, casa de vven-
da muito boa : 'ratar cora A. de Abreu Port\
Ajumante.
Precisa-se de nm ajamante de cozinha :
tel francez ra das Laraogeiras n. 10.
co bo-
Ouaixo assignado tem a honra de participar
ao $speitavel corpo do cemmerci desta praca | Roga-se ao senbor sargento Max-m ano do
que testa data tem dissolvido a sociedaie que gy- 2* batalbo de lioha o favor de vir ra do Cisco,
rava nesta praca sob a firma de Carlos P. de Le- taberna, a negocio de particular interesse.
moa k C, da qul era o abaixo assignado nico
gereote e responsavel ; e tem formado urna nova
socielade com o Sr, V. Gorineau, a qual gyrar
sob 1 firma de Lemos & Garineau a cargo da
qual pea a liqoidacao da extracta.
Redfe, 1" de abril de 1872.
Carlos Pinto de Lemos.
VENDAS.
Veade-se o raelher sitio do Barro, qae foi do
finado Dutra, o qual tem boa casa a oatra mais
pequea, coebeira, estribara, cacimba, com boa
agua de beber, boa baixa com capim, e coro toda
a diversidade de arvoredos de fructo por 4:0001,
e tambem se troca por ama casa terrea nesta ei-
dade : a tratar o pateo do Terco n. 20.
Vende-se na ra das Cinco Ponas o. 82,
latas com 4 libras de doce o mais lino qoe ha nes-
te genero, proprio para mimos e pjr um pre- i
muito reduzido por ser recebid) ds consinnacao.
Methodo de astilho
Secuodino Jos de Faiia Simoes profesaos par-
ticular de instraccao elementar pelo in-;thodo de
Castiiho, avi-a ao respeilavel publico e cora espe-
cialidade ao pais de familia que no da 15 to cor-
rente est abena a sua aula na ra da Peofca o.
25 2 andar aande recebe pensionlas por prego
commodo, o mesmo professor promelte muito s
esmerar no adiamntenlo de seus alumnos.
COZhllEIIIO
Precisa-se de ora bom coinhero no hotel da
Independencia : raa do Imperador n. 32.
Precisa se de um criado e de ara raoleque
SITIO
para alagar entre a Gasa Fortes o Poco'confron-
te a estacao da Casa Forte. A casa tem f xsllen-
les commodos para familia, o sitio ta todo mo-
rado, com coebeira, estribarla, quartos para cria-
dos, cozinha fra, cacimba cora boa agna de be'
ber : tratase com Eduardo Patn, roa do Com-
mercio n. 6, oo na soa casa no Poc>
Chegou

Joaqun de Sooza Lima, deelara ao respei-
lavel corpo do commercio qoe em 30 de marco
prximo passado venden aos Srs. Manoel Lopes
AlhelroeMancel Jos de Andrade o sea estabeleci-
mento de molhados sito i roa do Bario do Trium-
pbo n. 65, tivre e desembarazado de qualquer
onus.
Cera em vellas, de Lisboa, de todo sortimento
roa do Vigario o. 19.
^^N8ULT0RI0 HOMEOPATHICO
Dr. lutM Helio.
M Coasaltas todos os dlai das 10 horas
ao meio dia. Chazados a qualquer hora.
VACCINA.
A' este consultorio chegou a verdadeira
lympha vaceiciea da Inglaterra, e vacei- K
na-se as quintas feras e domingos das fjr,
10 horas ao meio dia. m
~ Gratis aos pobres.
W 43 -Roa do Bario da Victoria43.
Precisa-se alagar duas eteravas de conflanca
3ne saiba coiiihar e eogosamar: na rna do Con-
e da Boa vista a 23. _________________
Precia-se de nm eozinheiro oa cozinheira
a ra do Progresso (Soledade) n. 7.
respeitavel pubico encontrar a roa Pri-
metrade Marco (antiga do Crespo) v. 14, primei-
ro andar, Jalao de modas de cabellos de Mil/.
Mari* LaverKne um bello sortimento de albuns
para/retratos com capas de madreperola, marro-
quiri.e madeira, ricos porta-boqoets, pentes im-
pera!, bonecas ricamente vestidas, ditas de bar-
raca/, capillas e veos para noivas, lindos espar-
tilbos a doqueza, ditos mais simples, redes de
seda preta para coques, chapeos de palha da Ita-
lia para senhoras, lavas de pelTca branca,de co-
res e pretas, tanto para homens como para senho-
ras e meninas, ricos leqoes de osso, ditos de sn-
dalo, bicos e rendas de algodo, de seda e de gni
pare, blancos e pretos, galdes di a'godao, ditos
de seda, franjas de seda preta, fitas de cores de
diversas largaras, flores artificiaos, colares elec
tros para creancas, sapatos de tranca e de tapete
pira hornero e senhora, e diversos objectos de
phantasia. Um grande sertimento de perfuma-
ras francezts e inglezas, dos mais acreditados
fabricantes, sobresahindo entre ellas lindas caias
com dilTareotes nomes as lampas, propria para
presente-1. As Ex na*. Sras. acharao om comple-
to sortinento de coques, cacbepaim, trancas eres-
cenes, topetes e todo qoanto se asa para os pen-
teados modernos.
at 14 annos, para casa de
roa da Cambia do Carmo n.
homem solteiro
21, andar.
OLINDA.
Aloga-se ama boa casa com bastantes commo-
dos na raa de S. Bento, moito fresca, quintal mo-
rado, perto do bajbo e da estacao : tratar ds
roa do Commercio n. 48.
Aviso vantajoso aos senho-
res de engenho.
Un estraogeiro catado offerece-se a qualqaer
sentar cima para lecctonar aos seas Albos nio
as primeiras letras come o francez com toda a
perfeiclo, ler, escrever, contar atollar com todo o
acert o francez, isto em muito pooco tempo, pela
grande pratica qoe tem e a mineira mais fcil
i aprender se : qtetripretender deixe carta fe-
chida tom ss misfaes R. D. na ra Direita n 118.
Precisa-se de oa B*JMli de 10 a 12 annss
Perdea-se ama pona de pulseira de ouro na
occasio da proci-so da re Santo Antonio .- qoera a achou e qaizer entregar
leve-a na travessa de S. Jos a. 33, 1* andar, que
gratifiea-se com o val. r do mesmo ouro achado.
Chapeos eofeitadj3 para senhoras os mais mo-
dernos e de mais gosto-qae tem vlndo i esta pra-
ca proprio3 p.ra passpios a moolariae, os precos
sao razoaveis de 6a, 74, 81, 94, 104 e 124 res,
s- vista faz f, alera de muitas outras uzeadas
que tambem se vende barato, como sejam: cam-
braia branca e de cores, bonrnoos para senho-
ras, bramante de linho, bros braoeo e de cores,
percales muilo Moas, moderos padroes de chitas
finas, madapoloes de todas as qualidades, pannos,
casemiras. peitos de linho, para camisas de ho-
rnera, enfeites de eabeca para senhoras e meni-
na?, e outras maltas fazendas qae se vende bara-
10, s na roa Direita o. SS, loja de fazendas.
Rnra acibara 2^ e 2J500
No loja do Papagaio, vende-se para aeabar salas
brancas a balao a 24 e 24800 rs. sao lodas de
panno at cima e tem 3 arcos qae (orna ama
paqaena reda, tirando-lbe os arcos Oca nma
parfeitasaia, e pelo preco ni] ha nada mais ba-
ratina leja do Papagaio, ra da I.nperatrii a 40
de Mendes & Carvalbo.
Attenpao
Aluga-se ama casa muito boa no Caxaag at o
(ira de setembro, e moito era conta : a tratar na
raa estreita do Rosario n. 17.
Dasapparecea da casa do abaixo ass escravo Joao Cosario, preto, idade de So annos,
ntcio, estatura regilar, se:co do corpo, eabeca
pequea, calvo, testa grande, cabellos grrsalhos,
rosto oval, olhos pequeos, macees saliente, na-
riz chato, bocea grande, beic. grossos, barba e
bigoie brancos, mios e ps pequeos, coznhei-
ro de profissio : quem o apprehender recebera a
referida gratiflcaQao, lerand io ao sitio do mesmo
abaixo assignado, Ponte de Uchoa n. 16, oo
raa do Mrquez de Olinda o. 20.
Luiz de Montes Gomes Ferreira.
Precisase de um caixeiro cora pratiea de
qae salbajeomprir, para o femeo de duas pes- taberna, de 12 a 16 annos de idade : a tratar ds
na roa do Padre Floriano 7, sobrado. Cambia do Carmo n. 2.
soas:

Kspuda
Vende-se tima espada de aeo, para offijial de
exsrcito : ni roa da l.-nperairii o. 73._________
Corrapifto
Vendo se umcorrupiio, maito cantador
proprio para embarque oo presente. Nes-
ta typographia das 10 horas da manhia as
5 da tarde. A pessoa qae qaizer dirija-se
oestes tres dias.
NOVIDADE
Sementes de flores as mais bonitas em
maia de 400 qualidades e cores diferentes
vindas de um dos maiores etabelecimentos
deste genero no centro da Allemanha.
Assegora-se o bom estado dessas semen
tes "pois qae plantadas em a semana prxi-
ma passada estao todas nascida.
As pesoas queqoizerem enriquecer seos
jardins devem approveitar a ocaaiao dhi-
gindo-se 4 roa do Imperador n. 54 Livra-
ria Universal onde se achata ditas sementes
com a descriptao das flores respectivas.
{


^$JT**
.s
S
fcS
Diarfe d Pthtihneo <$exla tira 5 de Abril ie tT
=
gil LIMITES
ti*.
LOJA E ARMAZEM
no
DE
FLIX PEREffiA DA SILVA ft C.
NA RA DA IMPERATEIZ N. 60-
S a dinheiro a vista
Os propietarios desu estabelecimento tendo grande necessidade de diminuir o im
menso deposito qoe. tem de fazendas e grande urgencia de apurarem dinheiro, tem re-
sollido fazer urna verdadeira liquidado con grandes batimentos nos precos de todoi
01 seos arngos: para o que convidara ao reapeitavel publico desta capital a vir sortir-s
pois toe garaniem que em parte algoma poder5o encontrar tao grande sortimentoe mei
"nonio coraprarto pelos precos que se lhes pode vender na loja de PavSo ; porm ad
virtrado-se que s se vende a dinheiro vista. Os mesmos proprietarios deste estabe
;ecimento rogam a todos os seas devedores desta praca o favor de virem saldar seos de-
rntos, e totlo aquellos que estiverem devendo contas antigs e o niofizerem terSo di
er encomoicdados judicialmente.
GBOSfiNAPLES PRETOS A 1600, I GRANDE PECHINCHA EM PANNO PRETO
000 2^500 e 30200 V30OO
0 Pavlo receben un grande sorlimeoto Na loja do PavSo Vende-se superior panno
de grosdeoaples e gorguroes pretos que I preto pelo barato preco de 30000 ocovado
veade por preco muito en conta, sendo I sendo fazenda que sempre se venden por 40
gff Pto *> oito bo Menta a; e 4*500, e liquida-se por este preco por
$600 o covado. Dito a 20000 e 20500. ter-se fefto urna grande compra, assim como
uto de cordSo ou gorgurao moito encor- no mesmo estabelecimento se vende grande
de boa largura a 30000, 30200 e sortimenlo de panno preto, casemiras mais
barato do que em outra qualqaer parte na
roa da mperatrix n. 60, loja de Pereira da
Silva A C.
NOVOS VESTIDOS A 50000.
O PaviJo tem lindos cortes de vestido di
finissimas cambraias com bonitos bordadoi
de cores e tambem todos bordados 4 branc*
que vende pelo baratissimo prego de 50OO
cada corte, grande pechincha.
PANNOS DE CROCH PARA CADE1RAS I
SOPHS.
O PavSo tem um grande sortimento di
pannos de croch proprios para encost d(
cadeiras e de sphs, assim como om ric<
sortimento de tapetes de todos os tamanhoi
proprios para salas.
MADAPOLO BARATO A 40, 40500 E 50
O Pavo tem pegas de madapolao con: 24
jardas oh 20 varas que vende a 4 e 405OC
a pega, dito multo fino e largo de 60 pan
cima, dito francez do melhor que tem vindc
ao mercado, assim como dito finissimo en
pegas de 40 jardas.
LENCOS HUANGOS.
O Pav3o tem lencos brancos abanhadoi
quo se vende a 20400 e 30. a duzia, ditot
grandos de murim sem ser abanhados a
30200 rs. a duzia-; assim como bonitos len-
cos bordados para raaos.
ROPA PARA HOMENS.
Sobrecasacos de panno preto fino send
muito bem fe i tos de 12<5 at 400000.
Palitos de panno preto fraques e sacc
de 80 at 120000.
Ditos de casemira de ccr de 60 at 120.
Ditos de alpaca preta fina de 40 a 00000.
Ditos de dita branca e de cores 60000,
Ditos de bnm de linho trancado a 60000.
Caigas de casemira preta de 60000 at
120000.
Ditas de brim branco de linbo de 40000
at 80000.
Ditas de brim de licho de cor para todo
ou
MR DO BRIM N. 52
(Passando o chaferiz)
Annuncia aos sentares, de engenhos que por falta d'agua
mortes de aniraaes nao possam tirar suas safras, que est
prompto a assentar vapores dentro em 8 das do pedido applican-
1 lo elles as moendas ja existentes.
Tero em deposito variado sortimento de preparos
MOTORES PARA DESCAROCAR aLGODaO
A vapor, agua inclusve alguns que nao precisain de obra alguma de carapina
pelo que podem funecionar logo que cheguem ao lugar.
FORMAS PARA ASSUCAR
Aqutlles propiietarios quequizerem formas podem/desde
j fazer suas encommendas, pois a casatm em viagem e car-
regando numero sufliciente para suprir a todos quantos queirani.
MACHIMOS DIVERSOS
nesta fabrica ha deposito de todos os .uachinismos empregados
na provincia, e acceita-se encommendas para fazer vir qual-
quer machinismo a vontade do cliente.
^0500 at 50000 ou 60000 o covad), as
' tn como grosdenaple liso cos 4 palmos
re largura, sendo moito encorpado a 30200
grande pecbiocba, na luja do Pavao ra
da Imperatriz d. 60.
Pauuo preto a IACOO o covado
O Pavlo vende panno preto fino de duas
larguras a 10660 o covado, dito muito su-
perior a 20500 pechinas, roa da Impe-
ratriz
fazendas
NA
LOJA DO PAVO.
Neste importante estabelecimento encon-
trar o. respeitavel publico om avultado sor-
timento de fazendas, tanto de laxo como
Je primeira necessidade, as quaes se podem
rendar mais barato do que em outra qual-
qaer parte, aitendeodo as avultadas com-
pras de fazendas assim como por todos os
vapores qoe ebegam da Europa, se recebem
novos sor timemos de fazendas de gosto, e
ama colleccSo dos mais modernos figurinos,
as pessoas qoe negociara em peqoena esca-
la podem vir sortir-se a este estabelecimen-
to, que se Ibes vende pelos mesmos precos
que se compra nos armazens ingleses, de
todas as fazendas se da~o as amostras, dei-
xando ficar penbor, o estabelecimento do
PavSo est constantemente sberto das seis
r oras da manha as nove da noote.
Grando offieina deai-
faiate.
Pereira da Silva 6 C. teem a honra de
participar a sens numerozos freguezes e ao
'ico em geral, que no sen estabelecimen-
to de fazendas, tem montado nma magnifi-
ca oficina de alfaiate aonde se manda fazer i
qualquer roupa de encommenda, tanto para j os precos e quadades.
bomem como para meninos, com a maior' Camisas francezas e ingleas com peito?
presteza e perfeicao; no mesmo estabeieci- d'algodao de 10600 at 50, em dnzia ven
mento-se enconga um avultalo sortimento de-se mais barato.
de todas as fazendfls, para as mesmas obras,' Ditas de meia de SOO rs. para cima.
de encommenda, assim como para qualquer Ceroulas de linho ealgodSo, francezas e
ludo : tambem na mesma oIBcini se encon- feitas na trra.
tra o perito mestre Pedro Celestino Soares Cellarinhcs de pape!, algodao e linhc
de Carvalho, especial para fardas, tanto dos qoe se vende muito barato para liquidar.
Srs.offi.'iaes da guarda nacional, como de! Para noivas.
tropa de linba, os quaes sero.muito bem
servidos por mdico prefo.

7S&
JE
;^
ERNESTO & LEOPOLDO
N. 2 D Ra do Cabug N. 2 D
Acba-se montado de forma tal este estabelecimento de jolas que pode
vender aos seos numerosos freguezes em grosso e a retalbo e por precos
mui resumidos visto que recebe de conta propria por todos os vapores de
Europa. O gosto de desenho de suas joias o mais lindo do paiz das
modas, curo de le, brilhantes verdadeiros, esmeraldas, rubina, perolas,
turquesas, saphiras, coral rosa etc. etc. Obras de prata do porto tanto
para igreja como para sarvico domestico. Convidamos as Exmas. familia*
a visitarem o dito estabelecimento todos os diss at 9 boras da noit e.
Compra.se ooro, prata e pedras preciosas em obras velhas.
i
I
^W
SULTAKAS PARA VESTIDOS A 10500 BS.
O PavSo receben um rico sortimento de
brilhantes sultanas lustrozas para vestidos,
sendo urna bonita fazenda de urna s cor,
I tendo a<* lado bonitas listas de seda, mati-
zadas, proprias para os enfeites, o que evi-
ta fazer 6e mais despeza na compra de ou-
tros enfoites para om vestido ; garante-se
que neste genero o que de melbor
tem viudo ao mercado, e vende-se pelo
barato prefo de 10500 res o covado.
SAIAS BORDADAS A 40 e U RES
O PavSo vende ricas saias brancas borda-
das, sendo de 4 pannos cada urna pelo ba-
rato preco de 40 ris, ditas mai3 'ricas a
60 ris. Ditas as melhores que tem viudo
a este mercado a 80 e 100 ris.
AS :J:0O0 SAIAS A 20000 RIS.
O PavSo vende urna graade porcao de
saias brancas com babados, folbeados, .pelo
barau'ssimo preco de 20 ris cada urna, por
ter-se feito urna .grande compra ra do
Imperatriz n. 0 >, loja de Pereira da Sika
C.
ALMatlXDAS.
O Pavo re:ebeu sta nova fazenda para
vestidos com o noma de Almerindas, sendo 1
o qoe de melhor tea liado ao mercado, o
mais moderno, para vestidos, por ser urna
fazenda larga muito lustrosa, com listas de
seda e vende-se a 10 ris o covado.
BRINS DE ANGOLLA.
Na loja do PavSo vendem-se legtimos
brins de Angolla com os raais bonitos pa-
dr5es, para cal^a, a ra da Imperatriz n. 60.
O Pavo tem cortes de chitas francezai
com 10 covado, que vende peto barato pre-
co de 10600 e 20000, ditas que vende a
160, 900 e 280 rs. o covado, tambem ten
cm grande sorlimeoto de ditas finas clarai
e escuras que vende a 280 e 320 rs. o co-
vado e finissiu'as percales miudinhas propri-
as para camisas, vestidos 6 roupas para me-
fiiaoi que se vende a 36Q e 400 rs.
O PavSo tem rico gurgnrSo de seda, bran-
co. Grosdenaple branco meito encorpado.
Agraciannas brancas com listras de seda.
Poopelinas brancas de seda isas e lavra-
das. Sedas brancas, tavreas e lisas. Ca-
pellas com palma de flor de laranga com
ricos veos bordados, que tudo se vende mais
barato do que em outra qualquer parte.
Ixplendido sortimento
, DE
GROSDENAPLES **A LOJA DO PAViO DE
10600 at 100000
O PavSo vende um grande sortimento de
grosdeoaples e gorguras pretos para vesti-
dos, qoe vende a 10600 o covado, dito a
iyOOO; dito a 20500, dito com 4 palmos de
iKgora a 3*000, dito a 30503, 40 e 50000
dito cora mais de um metro de largura que
com 9 covados se faz um vestido, a 80, 90
e 100000, todos estes grosdeoaples se po-
dem vender mais barate do que em outra
qualquer parte, aitendeodo i grande quan-
tidade que se receben desta (azenda, ra
da Imperatriz o. 60, loja de Pereira da Sil-
va A C
LASfNrUS NOVAS .
O PavSo recebeu um elegante sortimento
das mais modernas lSas para vestidos com
["tras de seda que vende a 800 e 10000 o
covado, ditas de pbantasia sem titiras de
teda que vende de 400 at 6i0 rs. pe-
cbiocba na loja do PavSo i ra da laipera-
triz o. 60.
MANTILHAS BRASILEIRAS
O PavSo vende bonitas mantilbasbrasiiei-
ras a 100000 peebinba, roa da Impe-
ratriz d. 60.
NOVAS CAMI1RAIAS BORDADAS A 50000
O PavSo receben um bonito sortimento
de novas cambraias bordadas para vestidos
sendo todas brancas e com bordados de co-
res e vende-se pelo barato preco de 50000
cada corte, tendo 6 1/2 vara pecbcinba,
ruada Imperatrizn. 60.
LOJA DE JOIAS
ESMERALDA
Acaba de ebegar a este estabelecimento um importante sortimento de joias de
ouro, do melbor gosto e qaalidade que tem viudo neste genero, como cassoletas de
onhc cora lettras oe diamantes e pinturas fioas, aderecos e meios aderecos com pedras
finas,-etc. etc.
Ra do Cabuga' n. 5.
Morera Daarte & C.
OOS POSPONTOS
S1NGER
900000
9O0OCO
900000
ftHan


90000
900000
woro
OOfCO
9C0OCO
DCDS POSPONTOS
S1NGER
iK-0foo MH)M1
9O0COO
FIXO NO RRACO DE CADA MACHINA
GRANDE TRIUMPHO
OBTIDO SOBRE MUS BE TRim FAfOSITOlIFS, IMLUNDO
TOBAS AS GASAS PHXCIPAES RESTE RAMO DE I.OTM
EXPOSICA liE ALTM
o
Os jurados, pira decidir as qutUdades Oe varias ma. linas (na.! s a resuelto da
excellencia da coDsiroccao, emo tamr^m ^ Mipe.'iuridade o trabalbo execotado), or-
ganisaram tntre os expositores urna hita de coser, em que os jurados dcteiminaram
destribuiram os materiaesde que?" J.viaui usar
Reconhtceit-se unnimemente
Que a machina moderna p tra cotlttra de f'.milia, de
SINGER MANLiFCTRifJG COMPfiHY
alcancon urna victoria fcil sobre odas as roncorrentes, teodo lTectuado urna tartfj em
2 3/4 horas, quando a mais -rpida das cutras lir.ha evad 3 bor*s paa executar a
mesmo trabalbo de urna maneira n.ui j mfetior.
O numero proporcional de pumos de costura frita na 10 h^ r^ de trabalbo, cea
a machina Sioger, era I,.TOO, necessitado LOCO a t.^OU ]ajdas de I.: ba ; no eotreta;.:,
ser preciso 3,000 a 4,000 jardas para fzer o nitUjo cooiirituei.to de cultura com a
machiuas.
A POUTC DE CAIG.&
O preco de 3,000 jardas de hia................. 10880
O prego de 1,0C0 ardas de iinba................ 1880
O que mostra um prejoizo >erto pelo meios de 100(0
por dia emprego das machinas de ponto de caoea, lazendu na um atii.o de 300 daa,
o obretro um prejui-o de mais de 340, q autia pili qual p6de-s< qoasi comprar oritr's
machinas.
Uaico agente em Pemambuoo
(Ntese bem o numero) "W, H, CliiipiiUi (Nuiese bem o numero)
4 5 Ra do Imperador 45
NOY E GRANDE SORTMEITO
<


FAZE!
ri:
ni
NA

m
64
RATRtZ
O grande sortimento de fazenies Ccss qoe ullimMr.cn'.e nreb'-ra s, qoe v;jdt,
demos por preoo que a todos admira, aos anim^a chamar mol a alten \ s .'srs
numerosos freguezes. certos de qofi ao Ibes rallar a.^ra o e siocand>da coa tra;-
tos, Outro sim os precos por qui f ron: :nar:u!:f Jgwaias i. zei: 'ai l serlo vendi-
das a dinoeiro.
NOVAS ESPECIALIDAD
DE QUE TEN DEPOSITO GERAL
BARTHOLOMEU & C.
Ra Larga do Rosario n. 34
I11I1RHACIA K DROGARA
A loja do PavSo acha.se constantemente aborta daa 6 horas da machia at ai 9
hoas da noite, ra '"ineratr* d. fiO.
Chapelinas pretas I
A NOVA ESPERABA roa do Daqae de Caxias
n. 60, acaba da recebar ama pequea qaaotiJade
de bonitas cbapelinjg pretas proprias para lato
realmente o que de melbor tem vindo ao mer-
cado.
Albuns para retratos
A NOVA ESPBRANCA roa do Daqae de Ca-
xias n. 60, reeeNd bomfortiniento de aibo&s com
ansies sem ellas'.
VERDE SE
a casa da Prais do Caldelreiro o. 21, com 2 sala",
eoiinha fra, quintal e cacimba, adieada em ter-
reno proprio : a tratar na ros do Marcilfo Das,
eatr'ora roa Dircita o. 98.
Especialidad
e.
Coneitos de Grimaud Ami
Cura as incontinencias d'urtnas.
Medicaco preciosa centra as-affecces
cblroticas,, paludas edres, eacheria, paraly-
sia da bexiga, anemias de qualquer natureza,
perdosiminaes, queda do rectume etc.
Recompensados com medalba de prata
ca ExposicSo de 1867.
DRAGEAS DE IOOURETO POTASSIUMDE
L. FOUCHER
Com to importante preparado desappa-
reoerSo o inconweoientes inevitaeis e bem
coubecido na applicacJo do iodneeto de po-
tas8iam em forma de *oloc3o, poccio, xaro-
peetc
E* poderoso remedio contra as dores
rbeumatcas, e todas as aaolesiias sypbliticas
XARWE LENITIVO PEITORAL DE H.FIOS
Cora as doencas da garganta, do peito e
do estomago, alm de ser o verdideiro es-
pecifleo eoatra as coostipacoes, catarrhos,
ronqnidSo, asthma, tosses nervosas, coqoe-
lache etc.
Admitiido as hospitaes de todos os pai-
tes da Europa.
Pose granulos deMeynet
Aotidoto moi preeonisado contra as en-
xaquecas, nevalgias, e todas as molestias
nervosas; e anda contra as febres intermii-
tentes e rbeomasmo agudo.
ALGONTIHE DE D1DIER
Remedio soberano contra as dores de
denles, qoe faz passar em um minuto, cura
as carus dos denles, e preserva o mo ba-
lito.
Xnrope de CMoral de Chamom
O Chloral um completo chirr ico de mui
XAROPE DE BBOMORETO BE POTASS'UM
HKMVF MURE
fiedaclivo por excellencia para o trata-
mento das molestias nervosas., vertigens.
dores de cabecee* insonias, epelepsia, mo-
lestias do cerebro e da espinha dorsal etc.
JALEA DE OLEO FIGADO OE BACALHAO AR-
MATISADO DE Tl'lEL.
Facilita o ozo de tao precioso medica-
meato, visto seo gosto agradavel. til as
debilidades, molestias escropholosas, do es-
tomago, e dos pulmoes etc.
Colorigem Riganol.
OU
Liquido regenerador da ebr primitiva d;.
cabellos
Em menos de 8 dias restitue aos cabellos
sua cor primitiva ser noduar a pelle, neo
euporcalbar a roupa ; e em o emprego de
outra qualquer substancia.
Pilulas de Crosmer anti ner*
valgtcas
Acceitas pelos mais acreditados mdicos
de Franc contra a nervalgia, molestias do
coracSo, dores agudss, febres perniciosas e
todas as molestias nervosas.
As mais de familii
FARINHA DENES1LE-
Alimento lctea para as enancas e pessoas
debis.
A farinha lctea Nestle conlem todas as
partes nutritivas e preparado por orna
combinado ds principios verificad is pela
iciencta e pela pratica, de maneira a offere-
cer aos meninos da tenra idade, e pessoas
iracas e valetudinarias um ptimo alimento
de nutricio capaz de restaurar as toreas em
poaco teropo e favorecer % desenvolvimen-
to das criancas dando be cobostez.
Essa farinha prelerivel a todas as ootras
Alpa:as lisas acotejadas p^dres .
a 500 rs. o covado.
Ditas lavradas muito finas a 7C0, SOO
e 900 rs. o covado.
Ditas lisas bonitos padroes a 440 r?. o
covado.
Merinos lisoe de cores utversas a 500 rs.
o covado.
Dito vero moito superior a 20800 e
35000.
Bareges de Hia lindas cores para acabar
a 280, pecbinoea.
Gaze de seda com lindos padrees para
vestidos e veos hoje muito em oso e p )r ba-
ratissimo preco.
Dita de seda eom o assento bratteo e
i bordado de cor muito pmprio para so'reH
a 20)5000 o corte.
Fil de seda branco. Dito preto por
menos preco que em outra1 parte.
Mantilhas pretag de seda esmeralda i
HjSOOO,
A"fluqueza a 12000.
A' brjzileira a 135.
todo escfdhido ?. capricho e por meco^ q-:s
em qualquer outra parte
Basquinas de seda ricamote ii.ciUili a
OOOO.
Meias para hornera, tejara e meoian
de todos os lamanhos e Q!;'idr.des.
Guardanapos de linbo a U.
Ditos airo, hoados grandes a 0->.
Cacbioc a 3para acabar.
Carnizas para b,im r,s de 2j at '-j.
Ditas borladas finas a S.
Ditas ditaa para noivos a 10.-5-
Ditas para meninos a 2o.
Coisas branca grand.s a 8^500, ditas a
S4800.
Vinbo do Porto o melbor a def;," em barra
de 10* e 20*: vende-ie no escrip-oria fle Soares
Primos, ra do Vigario n. 17.
recente emprego na medicina, e que grande e atada ntilisada na cora dag molestias do
xito Um apreseotado para determinar tira eatesoo e estomago, como om excellente
somno tranquillo ao> doentes fatigados por'tenico restaorador.
insonias; apaaigua as dores as mais intoi- > nico deposito na pbarmicia e drogara
rareis, sem os graves inconvenientes d9 Bartbo'omeu d- C. roa Lrga do Posario
opio, e receio na loa applicco. 'fl. 31,
Recebemos o melbor sortimento de gros-
denaple preto do melhor fabricante rauce?,
pois neste genero podemos garantir aos nos-
so sncmerosos/rfgoezes qoe n5o temos ri-
val, os precos sao desde 1800 at 5:500
Groz de cores da melhor qoaiidade f
precos razoaveis.
Setios de cores dos melhores fabricarles
de Jo a 24800,
Cambraia Victoria de 4o at s| a peca
de 8 Dit? irausparente fina de 3o500 at
IO#COO
Mecejana, recebemos novameDte esta in-
da canjbraia que 'eito o vestido parece omajmos por'um preco diminto.
Ditas derores'mnito soneripres a 84500.
Bramante de linrju a MSOO dito a StJSOO
a vara.
Dito de alg';d5o a IJ706 Qjeiro.
Atoalbadrt de Moho de sroeciOT qc.n'i'a'
de a 3 SOO a vars.
D.to dt* algodSo a JBO* a vara.
Babario brdanos muito finos.
Dit"? ;ntremeio.
FustSo braceo moito f.iperio-para
ca'de meninos.
Gollinhas de esguiJ-j bordadas
nbora.
Dilas de algoJio
Lats frescas de Joavin a 30.
Tapetes para guaroso de salla para to-
dos os precos e tmanbos.
Cortinados para camas de 8, 9at 204
o par.
Pannos a croch para guaroifao de salla
moito baratos.
Para luti. Alpacas arns cantees,
princezfas b .mbazinr, cbits preta, de pre-
cale, crep, laa pitia fioa, que todo vende--
roo
para re-
seda, a peca tem 30 Js, e costa iba e
4,50(0.
Salas de fust5o e de moscelina para fa-
ler a 30,
Ditas j feitas a 4 Dit-is bordadas a 5(J500.
Ditas mais (in3s de 84 e 9,5.
Cbapelinhas para senbora de palo!
Italia ricamente enfeitadas pelo baratsimo
preca de 150.
Cmbralas branca com listras bordadas
a 85
Chapeos de sol para senbora com forro de
seda muito fino.
Ditos cabos de marfim.
Grinaldas para noivas ricamente inci-
tadas.
Veos de blocd, sedas brancas,
M JapolSo fran-ez para 7J 84 9S 101/'
I0SOO pr?a de 24 Js.
Dito ingle* a ti) Q4 70e 8^ a pessa com
24 Js..
Casemira para hornees e meninos de lin-
dos padrees e por precos baratsimos.
Boupas f-itas para boroens graade sorti*
d1* cd'.o e s no Cyune se pode vender ba-
rata.
An(|!\iobai de cia daimais modernas c
30 e 40.
Deixamos de annunciar muias entras fa-
zendas por se tornar cnfadonbo e mesmo
por que os nossos numerosos bejaetea j
sabem que o Cy*ne tem por cysltna vender
barato, e ni3 engn:r seos freguis, e por
itso veoh.m ver as fazendas do Cysne qo
sao escolbidas a capricho a

popelinas
64 Ra da Imperatriz 64
FIGUEIREDO a LOPES
i
U


-


I.....*
6

>
1 '.. :
S**U .'eir 5 O* J*i i
NOVO ARMAZEM DE EAZENDAS
Vere
COM
I V.ade se.em barr
. Mirqez de Olisdt n
, da 4 ambas'
40.
na
GRANDE 0FF1C1NA DE ALFAIATE
Dirig^ pelo bem coiihecitlo e distinco mestre
UUIUKO JOS DE
As jardineros.
A Nuva Espiran?* acaba de receberthesanras
especiaos para iard_eiros, sao as OKlfcores que
em viado ao meacado, a ellas antes-fas se aca-
ro.
Ra do Mrquez de Olinda n. 40
Frederico Pinto & C. acabara de abrir e?te novo estabelecimento
Merino francez a HWW o
Acaba de anegar 1 Toja do'Papagaio nm bonito
6 peaem a gmenlo de *erins eooree par vestidos,
fr;qaeacia do rcspeittvel publico que encontrara completo e sempre renovado sortimeu- jaenda larga, de ama s cor e de nm tecido otei
, lendo verde, aml lyrio, rosa lyrio,
imarello, as cores sao omito bonitas,
brilBaole *ra otra, vaode-se
pelo biatis#opect- de dea, loatoVs o oivado
todas se vendem por pre*03 mdicos, alira de acreditar este novo armazem.
Rival sem segando
Ra I) iq e da Caixia n. 91, loja de rr.iu-
dezas de J j; Bigodinho continn a veodei
tlio quaoto tem em sen estabelecimento
pelos preces abis declarados, a saber :
Libras de !aa para bo-dados a
Otixas cora superiores gran-
pos francezes a rs.
Taiiieres para meninos a 240
rs. e
Libras de lioln do novello de
n. 8) 120 a
Le icos decas,*a coni barra a rs
Varas di franja branc para
toalbas a rs.
Duzia de meias finas par se-
nhoras a
Misso depalitosegurancaars.
Navalhas fazenda snperior a
Caixas era peonas d'aco a r?.
320, 4C0 e
Caixas com pipol amizade a rs.
Dita, dita, dita beira doura-
da a r?.
Caixas com eaw-lopes a rs.
50". 000 i
P < : de iri para coz com 10
vim a rs.
D uia r> nhi frouxa para bor-
d?r T*. 4C0 e
i;-.r:*>s fraoceies acuito fi-
n r>.
Dit < o berra charada a rs.
Ehrria de -gaita* pala -maca!-
na a
pregos francez'S a rs
Res io 'o pap<; hr?n :o liso a
Ditas, ditas pactado a
l)u3 Je saboae'es mulo fi-
nos a rs.
Ouzia de linha la carr.tel
AUs ndre a
Croza de b Bes rondreperola
a rs.
iaba branca e pre-
05000
160
400
10100
100
120
4,5500
200
IJ0O0
500
70'
800
LOPES MACHA

*SE
po
na ra da luperalriz _. 40, loja do Papagaio de
Maules Garvalho.
IOS PADRES
A Nova Eseranca, ra Duque de Canas o\
63, qnem'vende as raelh res meias de laia : a
quantid-ade .pequea, perianto ellas antes que
se aesbem. _/ ,.
PECHINCHAS
NO
10
;jo
120
de c >aro
"le
rs.
P -
D.litos
00')
240
102OQ
200
:I20
f.00
_*V N i a amero n
)

Carides de
ta a -.
Thesonm mullo finas pafa
uniaj a rs.
Groza a rs.
Pare", 'le sapatm
para i a
Caicas rfrn i na neis
agolh '-r-Ji Iimih i n
Ftr:r de l-*o 'riza >
r: r uad ie -.
C xa? de folna ,:o:h
de vnlla r.,
P g>:iS i\' :i i le 5 : de-
brt ii li das -. '" rs.
P.m s la fita ii i;,ca elast 'a
psr t debrnm a m.
18, roa -'o Bum @
sus, Mitr-'ora iua da du?, ^^
V t.ie-50 : Q
r ; f>ae\T >; eni':irfga-?e
de manJai -.ir d. :>- pa e dus I-ii-
d.'< Uei-.'.'.-i uu : ')'.' :.: bi las a ;i-
ci. i \>zr. a pgriedltura e industria.
T tna- o i :: n ... la para ladri-
llP' ein :>
i i. ; i- i'ijii i- prova-
u. la j 'i !as.
. tfcendam'
(;'-:.:. ; i : cm Imlo" v..-:: ta j-
L i ac I '::.,; desenims, i o-'in a in l -
ecWtes (Viii 3 s'), e pena ara ves-
,Mi ip' ;i\ p > faitjj j.r j.u .,as.
seio a S .'.\ : l.VQA c comprar enfeites
qne 8fj8m aeqti i--f -l : qhantas vet?s sen-
Leaos e enco aroajas enioaiivos p
p |oe? por mj hessrera a ROTA ESPERAN
C.V e .- ;nr> are-.i s -a* extractos j tao ronhecidos
qoaotas pesa a? uo $ '^ti rea dialieiro e al.ti
t: ;) flcaii dego>!ii*'is ? pir no compraren > b-
iect-.i.' qae Ih- i, p.ir nao hirem a NOVA
E3PBRANQ onde eocjntraao o que de melhor
e ma's elegante ha no mprado, e est por tal
forma oobeeida a NOVA ESPERANCA que qnan-
do em qoalqurT reujio se tim boaito enfeite.
ni lag i urii co^ue modern e cora certa gra^a,
quano ee .-c-ite escapar de alijiim lenco agrada-
vei aroma, qn- s xiqu-, Diafaeai mils p-rgunte o'ondo roi on
donde vilo, eala un rexponie ni dii comsig>
Uto U da NOVA ESPERANZA ra Duque de
Cxj< a. 60.
Travessa do Corpo
Sauto n. 25.
Veode-se machina a vaperes locomoveis defor-
ma de 2, 3, 4 e 6 cavallos e seos pertences, pedras
de moer milbo, arreios para carro para dons ca-
vallas com retranca._______________________
Queimando b;iralissimo
So o T.-iumpho da Boa Vista
SO -Rua da Imperatriz99
Grande e variado snrlimento de faiendis finas
como ejam, ricoos cortes e em pecas de sedinha?,
oriente, adline, p opelinas, alpacas lavradas e de
iistras, granadme com li.-tras de seda, laoziobas,
eassas, cambraias lisa, organdy, madapolao ran-
cez, grosdonaples prelo de toda a qualidade, man-
Mih'.s a brasileirs, bournus, ricas saias bordadas,
ricos encbovaes para baptisados assim como sim-
ples roopoes, roupSes bordados para senhora,
grinde variedade era restiJos brancos borlados,
chapeos de vellulo para senhorss, bramante da
inhn, dito de algodao, felesia de linho, esgoiao,
lastops de eflr, proprio para vestido e ronpas de
cnanga, e;partilhos, meias e leosda, os precos
II S'iOi) destas faxendas sao admiraveis alm da seguintes
't-50':0 pechinchas : grcsdenaples preto a IJ600 o cova-
| lo, chapeos de veludo nara senhorss a 101 e l?,
madapolio fraoeez a 8$, mami has a Brasileira
proprias para a qiaresma a 6|, vestidos brancos
bordados e de cores a 3, alpacas de lUiras com
lustro a 300 r.. o covado. lanzinhas a 320 e 400
rs. o covado, fustao jiponez rautto lrgo para ves-
tido a 640 rs. o covado, toalbas para m-za a o,
colxas com barra a 65, bolsas para viagem a
iS e 4 J500, organdy branco para vestido a 640 rs.
a vara, ricos c ites de vertido brao;os com 18
metros, de babadinho? a 7, ditos com 44 metros
i lo, madapo'o fino a 6| a pe?a, algodao marca
T soperi-T a 6, haveodo grande e variado sorti-
mento em chitas, eassas, undapoloas, r upas fetas,
brin, ea_m!rai e muiloS artigos que nao menclo-
oam-is, tndo por menos 20 por cento que em cutra
inaiqoer parte
F*RIA & LESSA.
800
440
500
320
25000
110
700
13003
OO
VENDE-SE
as segnintes casas : rua do Padre Nobrega n. t
Machinas de costura.
Chegaram ao Bazar ersal da ruaUniv
Nova n. 22, um sbrtimento dej machinas
p?ri costara, das melhores qoahdades que
existe na america, das quaes muitas j sao
ruado Passo da Patria n. i ^*S(3 ^J?"^ ]pto_umnHM (como
EMPORIO COMMERCIAL
1,1 ll!i Di HrtUTUZ l
DE
Ulyssds & Irmo
Nesta j bem conhecido eslabelecimento eiconlrar o reapeitavel pibco cm pooco
de tudo por mdicos precos, e tendo seus proprietarios resolvido liquidar algons artigos
de qne se compe o mesmo estabelecimenlo, veofle-os por menos do sea casto
como SEJA

Noticia proveitosa
Apnr da hav^m muitoi estabeleeimentos de
raeda* e cnt'noi -i i ipparei^rera. oulros mui-
to, na> poen ci'i-.-;nr re:eberem obj^cto
Ifoaea aes da NOVA ESP8RAXQA, pois q e
qiiertS' j decidida, o boa gos'o de seus torras*
e elegancia 'e tai t.b]eolos, tanto que
quaud) quilqu-r senb. ra por miis capriobosn
que sejs, qnando q'ier ou-prfsisa dar expr.n'ao
ao sen frin gosto, di um passei o a NOVA E3PE-
RAM; V ende tem a certeza de encontrar o que
dezej^ e p^r prejo razavtl ; a NOVA ESPERAN-
C V tanto mus augmenta o numero de seas fre-
g>. aoi quaes se eonfessa agradecido, quaoto
ma's saforf se em corre^ponier esta preferencia
tonda semore em villas reunir o ntil ao agrada
v', -! o bow por > juco p'eco: isto se v na
Nova R-pfrnfa, a ra do Duque de Caxia- nu-
mero W.
, i, ,
Rival era segundo
Roa Dnqne de Clisias n. 91, loja de
miud'zas de Jo di Azevcdo M'.ia e Silva,
ennheci 'o por Jos C'godinhc, contina a
vender lud que tem por menos do qne
em oulra qna'.quer bja, a saber :
Corremos pretas le borraxa
para seniora a
A Magnolia, roa Duque de Ostias a. 43, rece-
beu um grabde scniuiento de coques o mals mo-
derc-o fjuo na, e vente por menos do qne era ou-
ra qaalqner parte.____________
Botitos e fito eatremeios e
bnba A Agnia Branca rua do Dnqne de Oaxias n.
50, receben novameoie nni bom sortimeniu de en-
tr.meios e bab.dinh>* birdad'S, cuj supprioTiSa-
d> s:ra ccubecMa por quem os quizer comprar e
dirfiir-sfl a 4U.lr.ia.
Gaixas vasias
A NOVA E5PERANg\ rui do Duque de Ca-
xias n. 00, acaba de receber n* rrndo ortlmento
de caixiabas vasias, sqhdo d monos tamaobos e
moldes lendo com e'pimjs e "tB elfes, pTOprs
para j )ia.<, costura ou ootra qualquer cusa ;
Nova Esperanza qaeaL'te_v
T-vi l' i
Garrafas dengui FioriJa venia-
deira a
Gixas com obreias de massa a
Paseos 6f>ni macrQ per-la a
Pacotes com po? de arroz fa-
lenda fiaa
Pares de boioes da osso
para punho a
S^bojetes di bolla maito flno
a 360 o
Cartas fazenda boi a rs.
Cirnteis de rer, z preto com
2 oitavas a
Capacho de-palha muito boni-
ta a 600 rs. e
Frasco: coui oleo Plii.ocome a
500 rs. e.
Paros de Bipatos de traeca
cara menino a
Pesas de tiras bordadas a
500, C00, 800 rs. e
Frascos com agaa de Colonha
maito boa a rs.
Gravatas pretas e de cores a rs
Pessas de trancas m dernas
de todas as c&res e todo o
preco ,
Libra de arda preta muito
boa a
Novellos de linha com 400
jardas a rs.
Livros da msso abreviada a
Silabarios portuguezes a rs.
Cartas com 100 contas im-
presas a
Caixas com 30 novellos de li-
aba gaz branca a rs.
Gaitinuas para mentos a 40,
60 rs. e
Gaixas con 12 frascos de
cheiros a
Gaixas com 6 sabonetas mui-
to finos a rs.
Pentes jara segurar cabello
de menina a 200 rs. e
Chaces brancos para bapti-
zados a 25500 e
Gopiobos com soperior b-nba
a 200 ts. e
Frascas com oleo para cabel-
lo fazeoda tina a rs.
Frascos com oleo Baboza a
500 rs. e
Frascos e garrafinhas de agaa
de Colonba a
Frascos com verdadeiro azeite
para machinas a rs.
Redes com coalas para segu-
rar cabello a rs.
Latas com baoba de Piver a
200 rs. e
Garrafas com agua Celeste
muito tina a
14(500
1#300
40
200
500
200
240
80
600
70:.
10000
1$500
liJOOO
500
4(0
n. 2, rua d>s Guaratapes n. 11 : a tratar como
commendador Tasso.
A MAGNOLIA
45-nA DUQUE DE CAXIAAS-45
A MAGNOLIA, tem recebido por lodos os vapo-
res, variedades de objectos de moda e pbaotasia,
e pelo grande sortimento qne tem chama a alten-
cao do publico e especialmente a do bullo sexo,
afim de visitorem na e d'ella sabirem prvidos d'a-
quillo que de A MAGNOLIA nao vende caro, quilqner lacro
Ibe satisfaz, todo o sea tim servir bem, para
augmentar a freguezia e vender mallo.
A MAGNOLIA, do grande sortimento qae tem
poda fazer nm pomposo annancio, e dizer maito
mas n jectos segnintes :
Bonitas caojisiohas e pnnhos borlados para se-
nhora.
Chapeos de velludo e paiba de Italia modernos e
de gosto para senhora.
Lar h de seda para cabera e peito (novidade.)
Lindas fivelas de madreperola.
Cintos modernos para senhora.
Leqaes de madreperola, roarftm, osso, sndalo e
madeira..
Meios aderecos pretos, caooleUs, voltas e ernzes,
gostos modernos.
Bicos enxovaes para baptisado.
Chapeos de sol para senhora, ricamente enfi-
lados.
Bonitas capellas com veo e sem eHe, proprias
para noivas.
Escribido sortim_o de botdes de larangeiras
para enfeites de vestido de casamento
Linha de todos os Vacieros nara croch.
Bico sortimento o flores de cores e pretas -para
chapeo e cabellot
Rijos portjoias.prl cartSes de visitas, port-tto-
ney, propries para fazer presentes.
Lindos vnahos para roissa, com oapa-de mar-
fim.
Chapeos de sol inglezat, cabos de marflm, e ben-
galas de cana com cabo de martim.
Tapetes arelludados de diversos tamaohos.
Ditos de coeo para portas de sala oe diversas ta
manhos,
Bicos sapatos le ISa, bordados em talagarca.
L uJ.i-t almofadas para sof.
As floristas,
A MAGNOLIA receben poto ullimo vapor oquej
os Srs. floridas precisarem para fabricar flores,
como sejam: )
Postilaos de varias e#res.
Bagos de vidros de diversos Bodellos e l-
mannos.
Olhcs para mal-me-qilW*s e cravos.
Caiices para rosas.
B;g3s deuradas para flores.
Folhas verdes e pretas enceradas sortidas eui
taraaahos efeilios etc. etc.
Piimaila alpaca.
Desto fxcalteule privalivb da queda dos cabel-
los, e mu!lo apreciada por-quellVliae a conhe-
cpiu, recebeu a Magnolia pequea quankdade; a
ella antes que e acabe.
Pees a Rocambole.
Realmente sfio muito engranados esses peas r
engenhosa e distrahe mutto wta nova mveofao.
S na Magnolia, raa Daqae de Casias n. 43.
CANDIEROS EGONOXIOOS.
Os candiejros ecnomicos, sao na verdade de
inven?ao agradave, priva a qaem desejar embel-
lezar urna sala de fazer duas desppz?, poia qne
tirairJo-3e no o'deposito oude se conserva o gaz.
torna -se nm lindo jarro para flores.
Tolos e-ses artigo; s Se encontram na Magno
lia, os seus correspondentes primara m gbsto ; i
para que esses objectos tenhara njnita extraego,
lies recemroendam aos eos proprietarios que so-
jim mdicos nes presos e agridem mnito aos fre-
gaezes.
AMAGNOLU
45Rua Duque de Caxias46
DI jl
Hk LeltSo. Faaseo A eo.
sejam : Weller & Wiisoo, Grover & Boka,
Silenciosas, Weed e luipertaes e ouiras
mnitas que com a vista dever3o agradar aos
compradores.
Estas machinas tem a vantagem de fazer
o trabalho que trinta costnreiras podem
fazer diariamente e cozem com tanta per-
feicio como as mais pereitas costureiras.
Garante-se a sna boa qualidade e ensina-se
a trabalhar com perfeicoem menos de urna
hora, e ts prefos s5o tSo commodos qae
derem agradar aos ptetendentes,
Sustento restaurativo da
PELA VERD.V9E1R FAMNHA
A, DuBarrj 4'Ara.ia
Os afeaixo asssignados fazem sciente a sens fre
guezes, qae pelo vapor ingle? Zn-Ptata receberam
Jegunda remessa d essa exceitente farinha, enjo
uso maito se recommenda para as mancas, pes-
soas dbete e convalescentes, aplicada com reco-
obecida vantagem as ci'iutip.njes, diarrheas.
nausea do estomago, tosse, escirro de sangae.
phthysic, etc. etc. Preferida ciada pelo agradavei
3abor,Unircoa outra qualquer.
s
160
60
10500
400
4(5500
500
80
10500
800
320
40000
320
320
10500
500
400
320
10500
Vende-se bous passaros cantadores
reita u. 3, 1 andar.
fc
na roa Di-
>A
Vende-se coquee de diversos formatos e edres
no Bazar Victoria; rua do Baro da Vicwrto nu-
moaro 2.
0
0
IMS DE Pila,
Amaral Nabnco de C. vendem lavas frescas de
pelica, pretas, brancas, e de cores, para senhora
e para hornera : no Bazar Victoria n. i, roa do
Bario da Victoria.
Vestidos Bordados
, Os mais ricoB vestidos ffo" gdrgurSo preto bor-
dados qae ha ro-mercado, veadera Amarsl Nabuco
ct C rua do Bank di Violara a. i.
0
0
0
0
0
0
0
0
0
liEIXER & C.I
Rua do Bora Jess u. 55
Vendem "
Perro gavalolsado em folhas para te
Ihas.
Leite condnsalo.
Cognac Martideau.
Vinho de Birdeos em esixas :
T ore ma rd
Volmay I
Haut Falerne
Peotllac
Vinho do Rheno :
Soharrachbrger
Kisiesheimer Berg
Hocbkeimer Berg
Q Marco Cramer auslese
Kaaeotbaler Berg
fir Steioberger Cabinet.
_w-v_T _W'_W _W _^__' W \A^'_^ tf_/\_- _w _w
00000 00 0 00 0000
500 rs e 1^600
Grosdenaple preto maito boa fazeoda pelo diui>
uto pre^o de 500 e 160, na loja das 6 portas em
frente do Livramsnto, esta se acabando.
os Srs. militares
Amaral, Nabnco A O vendem lavas de carnur^a
branca e amarellas e brancas de algodao eoer-
pado para musicis e tambores ; na raa do Bario
da Victoria n. 2.
Vende se, em bom oslado, meta dusia ded-
deiras, duas ditas de bracos, duas de balanoo, um
par de consol?, um s?f, e ama jardtneira: qnem
pretender dirija-se a roo das Trincbeiras n. 24
Arroz de casca
' roi do Commerjio n. 10, esenpto-
! rio de Jos Joaquim da Costa Maia, en-
I contra-se para vender por commodos
M precos :
Azulejos hespaches.
Folhas de ferro galvanizado para telba-
| do de diversos tamanhos.
Ditas de dito dito lizas.
Bicas de ferro galvanleado.
M Cutneiras dito.
Portadas completas para cantaTia.
Ladnthos.
mmm mmmmwm wmsm
GRAN E
LIQUIDAQO
FMendas pretas e de cores
NO
. BAZAR NACIONAL
Raa da Inaperatrlz n. 99
M
LOURENC ) PERERA M. GUIMARES.
Vende-se:
Cortes de caseoiira preta para calca a
250O, 40 e 50O0.
Panno preto parac-Icas e pa'nts a 10500
0, 25500, 30 e 4$000o covado.
Grosdenaple pre;o p ra vesiidos a 10800,
20000, 26500 e 3#U00 o covad".
ROUPA FE1TA PRETA
Vende-ae:
Calcas de casemira preta a 40000, 60000
e 80OCO.
Palitols de panno preto a 50000, 70000
e 100000.
Golletes de caseoira preta a 30, 3;J00
e 40000.
Palit:s de alpaca prtta 30, 30500 e
40000
Chitas a OO rs. o corado
Vede-se:
Chitas francezas largas a 200, 320 e 360
rs. o covado.
Riseadiobos de Iistras proprios para ves-
tidos e roupas para _enin:is a 320 e 360 rs.
o covado.
XASINHAS A 160 RS. O COVADO
Vende-se:
Llasinhas para vesiidos a 160, 200, 320
e 400'rs. o covado.
Alpacas de Iistras de cores p3ra ves dos
a 500 o 6f0 ts. o covado.
Ditas em quadros de seda fazenda nova
a 800 rs. o covado.
MADAPOLAO A 30006 A PECA
Vende-se :
Pe^aa de madapr-ISo enfestado a 30000,
40000, 60000. 50500, 60000 e 80000.
ALGODAO BAHA70 A 30000.
Vende-se pecas de algodao a 30, 40, 50
e 60000.
CORTES DE BRIM DE COR A 10500.
Venc-e:
Cort-s de brim de cor para calca a 10500
9 20000.
Ditos de ganga a 10000* Ditos de brim
pardo a 10-00, 10800 e 20000.
CHALES DE LA A I0OOO.
Veode-se chales do 13a em quadros a
10900. Dilos de merino estampados a 20,
30 e 40000.
Ca-nhrai.1 Usa a 3*0OO.
Vende-se pecas de cambraia lisa p vestidos a 30, 40 e 53000.
Ditas do cambraia Victoria a 30500,
40300 e 50000
BRAMANTE DE LINHO A 255C0
Vende-se bramante de- Imho muito largo
a 20500 o metro. E outras muitas fazendas
que-se vende maito barato.
Liqridacao de cont s
NO v *
Bazar Nacional
Ruada Imperatrizn. 72
Garrafas de vidro Bacarat para vinho a
50, 60 e 70000 o par.
Compoteiras a 60 e 70000 o par.
Copos de vidro Bao para agua a 40 e
40200 a duza.
Clices de vidro de cor fino para vinho
a 20000.
Meios apparelbos de loura iogleza fina
para jantar por 500000.
.Pratos e diversas pecas avulsas que se
vende b. ralo.
Jarros para flores de 30 a 150000 o
par.
Clices de vidro fino para licor a 20800
a dozia.
Vidros de chamin paracandieiro a 20200
e 20400 a dozia.
Globos para candieiro a 10600 e 10800
cada um.
Bonitas quartinhas hambnrguezas a 40000
e 40200 o par.
Escarradeiras de vidro a 30000 o par.
Bonitos candieiros de jarro a 160000 um.
Grande quaoiidade de arandellas para
dependarar a parede, de 10500 a 20000
cada urna.
Ternos de bandejas a 70000.
Paliteiros de porcellana branca de 10000
a 20000 cada um.
Lava m5o de zinco a 40500 um.
A'gocRSo inglez para roupa de escTavos e
saceos a 320 a jarda.
Tapetes avelladadcs para qoatro cadeiras
a 250000.
Um grande espelho moldura donrada por
800000.
Lindos albuns para retratos a 1O0OSO
cada um.
Bonitos chapeos de vellodo para senhora
a 100 e 120000.
Abortaras de linho para eamisa a 1O0CO0
a duzia.
Pochos de linho para camisa a 90000 a
dozia.
Coilarinhos de linho para camisa a 60 a
dozia.
Anquina de crina para creaDcas a se-
nhoras, de 30 a 40000.
Cortes de cambraia branca decordio com
8 1/2 varas a 30500.
Fronbas de crivo a 560 rs. atoa.
Cortes de castor para calca a 10280.
Algodao de lista a 260 rs. o covado.
Co'xas branca adamascadas grandes a
30000.
Cobertas de chita grandes a 20400.
Superior briol de Hamburgo de linho c m
10 palmos de largura a 20800 a vara.
Bonitas Irocteiras c >m abneles de frac-
tas, proprias para presente a 40000.
Lindos livros com extracto* e sabonetas
a dOO e 40000 para presaste.
Oleo philocome a 600 rs. o frasco, a
mnitas outras perfumaras qae se vende ba-
rato, como saja : sabonetes Boas a 10200 a
20000 a doiia.
Chapeos para baptisado de crianca a 205O
e 305CO.
Coques para cabello a 20000.
Cadarco braneo a 360 rs. a doia.
Dito trancado largo a 140 rs. a pee com
4'varas.
Caixa de papel amisade a 700 r. -
Dita de 100 envelopes a 400 rs.
Duzia de pentes para alisar a 10600.
10800 e 20000.
Bonitos chapeos r'.e palha com aba f rra-
da, para horneara 40000 e para menino a
30000.
Sortimento de meias para bomens, senho-
ras e criancas, e mu tos on tros artigo qn
deixamos de mencionar, e que igoalment*
vendemos .por precos commodos.
A verdadeira cerveja da Baviera, marca bao-
deira, de soperior qualidade, vendem Tasso Irruiros
& C, armazem da roa do A-norlm o. 37.
Terreno em Beberibe
Vende se na torread Junto s pone do Beberibe,
Superior em saceos muilo grandes; dos arma- *om duas (rentos, oa margeo do rio ; tratar
tona de Tasso IrmSos & C.
com A. do A. Porto,
O EMPORIO COMMERCIAL encarrega-se da factura de roopa por medida, e capr
cha em bem servir aos fregaezes, tanto no comprimento de seus tratos, como na bo
qualidade de fazendas e modicidade de precos.
PECHINCHAS DE ROUPA FEITA
O EMPORIO COMMERCIAL vende paletots fraque de casemira fina bem acabado
a 180000, 505000 e 220000. Paletots saceos de casemira preta e de cores de 70OCO a
120000. Ditos de merino preto de 70 a 10000. Calcas de casemira preta e de co-
res de 60 a 120000 cada urna. Colleles de casemira de 30 a 40000. Calcas de brim
maito bem feitas de 20500 a 80000. Paletots de alpaca fina de cftres, branco e preto
a 20500 cada um. Ceroulas de linho a 20800, e de cretone a 10600 cada urna. Cal-
ca de castor a 10700 ; superiores pannos finos, casemiras e brins.
EMPORIO COMMERCIAIj
15 Rua da Imperatriz 15
Grande reduepao em presos
Na loja de nt< iiio Pedro de Souza Soares, na rua dG
-Balito da Victoria n. 28, outr'ora rua Nova
MODAS
a 40
Coqoes de traneas o que tem viu-
do de mais go^to a 50OOJ e 60000
MLnosos leques de sandaio cora
lantejfulas a......50000
Dilos a imitaco com lantejoulas a 20200
Aderecos pretos eom camafeo (ne-
vidadf) a ,.....20000
Voltas ou aljofres pretos e de e-
re^a SCO, 800 rs. e 10000
Ricos enfeites de blond e flores
para cabeca a......60000
3ravatihas de seda com franja
dem idem para senhoras
50j rs. e.......
Duzia de lalheres com cabo de
osso 2 B a .; .
Dita de ditos cravados ( baratis-
simo) a 20OOOe .
Garrafa de tinta roxa extra-fina a
Potes de dita inglesa a rs. 100 e
Estampas de combates da guerra
fraoco-prnssiana a .
Cartes com relroz de todas as
cores a rs.......
PERFUMARAS
para senhora i ..... .10OO
Franja de seda preta estrellae larga
dem idem de cores peca a 30000 Rosas com extracto a .
Gales de seda de cores a 800 rs. i Frasco com extracto inglez multo
10500 e.......20000 superior a......
70000
50500
20600
10000
160
1000c
40
1080o
10000
800
300
too
500
Lavas de pellica prela e do cores
o par 510 rs., 10000, 20000 e 30000
Transparentes com paisagens para
janellasa.......120OCO
Bicco de seda preto e b.'anco peca
de 40000 a......70000
MIUDEZAS
Duzia de pegas de cordio impe-
riaaa a rs. 320
Entremeios e babados tapados e
traoparentesapecadeOOOrs. a 30000
Duzia de pacas de trancas de cara-
col a rs........ 400
dem idem lisas a rs..... 200
Bengalas de caona e janeo a 10 e 30000
Caixa de papel amizade muito
superior a rs...... 700
Idem idem de cores a rs. 700
dem idem de qaadrinhos a rs. 6 40
Gaixas de envelopes finos de por-
celana ars....... 800
dem idem a rs. 400 e 500
dem de pennas a rs. 500, 800 e 10000
Abotuadnras para collete graode
variedade a rs. ... 200
dem idem de crystal a 10000
dem doaradas Dar pimhos a rs. 500
Duzia de baralhos francezes bei-
ra dourada a...... 30600
Ditas de pares de meias para ho-
rneas a 30500, 50000 e 60000
HU\Ott:iOS PARA CRIANZAS.
Bonecas de louca, massa, cera de todos os tamanhos, tambores, cosmoramas, car-
riobos, gaitas, soldados de chombo a moitos eurn objeotoa qua poi m tomar J'
alado longo deixo de mencionar.
N. 28 Rua do BftrSo da Victoria N. |8

dem com dito kananga muito su-
perior a.......10200
Agua de florida verdadeira, gar-
rafa a ........ 10200
dem kananga do Ja pao a 102CO
Banba ingleza em frascos a potes
de porcellana a.....1I0C0
dem idem a ra......
Macos de sabonetes inglezes muito
bons a rs........
Sabonetes de amendoa muito su-
periores A .S......
Cosmelique de cores a rs. .
Pacotes com pos de arroi fino
a 300, 400 o .....
Caixas com dito muito lino ka-
nanga a........ 10500
Frasco com oleo oriza verdadeiro a 1020o
Frasco de oleo philocome verda-
deiro! ........ 10200
Dito de dito antique muito supe-
rior a rs. 320 e
Galera dos grandes homens cada
estatua com nm frasco de ex-
tracto a.......
Frascos com agua de cologne a ra.
500, 10000 a.....
Garrafas com dita o qoa ha da me-
lhor a 30000 e.....40000
Elegantes caixiabas com extractos
e sobonetes.......
400
20000
10500


m
iitau dt FoTfiftib Seitoftih aW'SttKrti-Mt*'*1
c
7
r
=
Mil'
lt Btupte de C txhi* n. *
Botinas ingtezas, par* meninas.
A loja d'Agoi Branca i roa Duque de Caxias
o. 50 receben por amostra oraa pequea qnanti-
dade fe botMis *e rroquim com borracha ao
lado obra mu boa para meninas, 6 para que le-
nhara prompta sahida a Aguia Branca esta veo-
dendo-as baratamente.
Smaocome
Toalco especial contra a calTlee
Com as bello sortimeoto de perfamaria que a
Agola Branca acaba de receber veio tambera o
apreciadoSmaoconecojo proveitoso effeilo
ja bees eonbecido por quaotos o tem usado e ser
anda mais por aqaelles que necessiiam de ana
olvidada, o coniiouado oso do Soja com di o
bono resultado de impedir a queda dos cabellos,
tare 03 renascer e conservar o seo bruno natural
l.tn de que sea odor rtiais agradavel qne a\ li-
tro qualqter inico continua a ser vendido nal cja
:da Aguia Branca.
Leite de rosas brancas
Excedente para acabar com as sardas, pannos e
espiabas no rosto.
Vende-se a 2j o frasco, na loja da Aguia Branca
raa Boque de Caxias o. 50.
Bonitas caixas com perfumaras
Vendem-se na loja 'Agu Branca ra Duqne
de Caxias n. 50.
Agua Florida.
Acaba de ebegar novamente a afamada agus
TK'ria de Guislain para tingir de preto os ca-
relios brancos. Cerno sabem os que tem usado
<2essa apreciada agua, o seu effeilo nao instant-
neo porm seu resultado segiroeeffl.iaz. Che-
*ou tambem a agua de Topaste para o mesmo fim,
e continuara a ser vendidas a 74 c frasco na loja
d'Aguia Branca ra do Duque de Caxias n. 50.
Molduras dour&das
para qua-
dros.'
Na loja d'Aguia Brana a rna Duque d<- Caxias
n. 50 vende-se molduras donradas com diferentes
Moldes e laboras, e por prego commodo.
Peanas de ac/> bioo de langi.
Caixas com 100 penas a 400 rs. na loja d'Aguia
Branca.
Bonitas cape'las com veos para
noivas.
Vendera se na loja d'Aguia Brjnca a roa Duque
de Caxias o. 80. Tambem se vendem separada-
mente bonitos veos eo mantas bordadas para noi-
vaa, e veos de coree para chapeos.
Escumilha preta fina e larga,
Vende-se na loja d'Aguia Branca ra Djii
de Caxias n 50.
Botes
AO ARMAZEM.
DO
Ra do Barao da Victoria
N. 7_0at?ora ra Nova J. 7
Sempre novos sortimetos
Calcado francez.
Botinas para bomens, bom bezerro pellica, ccr
davao vaqueta e panno, duraqne com biqneira de
veroiz, pellica cera biqueira de vernir, bizerro e
pellica com ilhoses e com botSes, lauto (Tos fabri-
cantes Suzer como de Polak.
Botas russlanas, meias botas, perneiras e meias
p-miras para montana,
Sapatos de vaqueta de veroiz com scla de ma-
deirs, proprlos para os sitios, jarlins e banhos,
tanto para senhora como para homem.
Sapatos de borracha para homem, sendera e me
nio.
Botinas e abotinados de muitas qualidades e pre-
ces para raeninas e meninos.
Sapatos de verniz, charlat, cazemira, tapetes
avelludados e de tranca, francezes e po'tnguezes.'
Perfumaras
Finos extractos, hachas, cosmticos, leos, opia-
tas, e poses dentifrices, agua de lores de laranja,
agua de cologne, .Urina, florida, lavande, e de
toilet, timara para barba e cabello, pos de arroz,
sabonetes. e muitos artigo delicados, com fras
Suinbos de extractos, indo de pnmeira quali-
ade des bera coohecidos fabricantes, Pivar e Con
, dray.
Quinquliharias
><
Becreio estomachioo $j&* Alerta
0.fimje Vejara,
ffl tm'qiv ni rnn do ftbberjdbr t.
Pios artigo? de Pars, de di*erente3 goslos
phaaiasia, como sej" Leqaes para senburas e rnenraas,
Lavas do pellica e de lio de Escocia.
Espelbos differenie:, pera sala e gabinete.
Vidros avu!sos para espelhos.
Caixinhas de co>tura ornada cora irusica.
Albuus e qaadrinlios paro retratos.
Diversas obras de ouro da le.
Correntes de plaqc para relogio*.
Bolcinhas e cofres de jeda e de velludo.
Diversos objectos Ce. phantasia para toilet.
Pencinez, oculos e beogallas de luxo.
Chicotes e bengalas de baleia, canna e junco.
Ponteiras de espuma para charutos e cigarros.
Escovas para cabellos, roupa, denles e rabas.
Pent-s de marm mallo fiaos, para caspas.
Ditos dlfTerectes fiara cabello e barba.
Carteiras para notas e para dinheiro.
Majas, boleas e saceos de viagero.
Gaiolas de rame para passarinhos.
Venezianas transparentes para jacellas.
Abat-jours transparentes para candieiros.
Mamadeiras de dar leite mu fcil as criabas.
Tiras de molduras douradas para quadros.'
fucos quadros ja premptos com pajsagens.
Lcbextos de e-guiao proprios para carnizas, e^r
saa duracao preferiveis aos de madreperola.
Vndese na loja d'Aguia Branca. .
Caixinhas COm 3 sabonH^S fino ?. .7" R S Estenoscopoecosracramas com ricas vistas,
a ii, U3C0 e 14500 a eaixa.
Vende se Da loja d'Aguia Bracea.
Meias brancas e de la
A C. vendem fitas maconicas
no B3zar Victoria, ra do
para
homens e senhoras e de core3 para creancas.
Vende-se Da loja d'Aguia Branca.
falagarsa
*efla irona e torca I para 'bor-
dados.
Vende-se na loja d'Aguia Branca.
Fitas maponicas
Amaral, Na buco
a diversos graos
Barao da Victoria a. 2.
Leques de pena, re-
nezianos
Amaral, Nabnco de C vendem leques de pena
Costo venezianos o que ha de mais moderno e
commodo : no Bazar Victoria, ra Nova n. 2.
As Exmas. noivas
Amaral, Nabuco 6 C. vendem ricos cortes de
vestido branco de blonle com vj o flores de la-
i.ngeirM para casamento, colchas de seda, de
lia e seda, de croch e de fusta, fronhas de
:ambraia de linbo bordadas ja prosapias e de la-
byrintbo, ertes de vestidos de seda de coree e ou-
tros artigos ; no Bazar Victoria n. 2, ru no Ba-
rao da Victoria n. 2.
Camisas bordadas pa-
ra senhora
.\o Cazar Vietcrii veede se camisas todas de
huno bordadas para sentura o que ba no merca-
do de ma gosto, penl?.dos tambem bordados,
arrendados e lisos, meias de cures proprias para
dormir, leos de cambraia de linho bordados :
ua rna do Barao da Victoria n. 2.
Obieclos oe mgicas para entreteniraento.
Machinas da di'.lerentes sys'.emas para ca>.
Berros de vimes para embalar criancas.
Cesliohas para meninas de escola.
Jogos, de dama, domin, bagatela e da gloria.
Campanhias de molas para chamar criadas.
Uealejos, accerdious, vidros avuls ptra eos
moramas e cetros muitos artigos de quinqui-
barias difliceis de mencionar.
Brinquedos
Para criancas,
* O maior sortimento que se podo desejar de toda
sorte de brinquedos fabricados em diversos paize*
da Eurjpa par* entretenimeoto des rasninos.
ha.ros fregoez',s e mig s
su,vi t.em o que vos digo,
Buita atteccao, pois. o p#to,
morque a acinicar Ja ctmtju ;
c-ioguas seccj; rauno novas,
Krvilnzs, Ci.o-frvas, ova?,
*lpf), arroz, sal iloo,
Ciras.queijo londrino,
or.aliae, cale, fnjio,
O goMoso macirrao 1
wap, bages, peixe em latas",
Hcmale em mas?, batatas,
-ngli-za g'oebra fina,
sarraelada genuina 1
rriu calda (rucias, azeite,
iabos, amendoas e hile;
Houcinho fino, aletrii,
onde o sabor se apre:ia 1
gozfs, raassa de sag,
o bom di e de caj ;
velaes, finas leoulhas,
^aras, peiioraes pastllhas.
sate, doce de ar?c,
>ljcfar rtui lino cha,
:: .tu rival oesta cidade,
M eni sabor raridade I
amteiga fina, cacao,
oces, gel^as', b.i.-alho,
es presuDlji procurados,
rn.'.rOes la" desejados.
>Tinques e oo vicho,
Kiio novo boro comraho.
xaios, aJhos, queijo plato.
c bom fejao carrapato,
^almon, meixas, sardinhas,
zovas cebla?, bolacbinhas,
i.zeitonas, mfliho ingiez,
_arirs1e de-ia fu I
gfKf, pois, do que temo,
> icdo chamar podemos I
Oo Minas queijo, champagne,
vinagre, a fina hacha :
j.nda mais : temos licores,
gtiUi finos e de saores;
^assas, cerveja, sabio,
arvadoce c salpican,
xefiuado sssiicar, ,
>rari:ta lina em [ I
c<'8 chamas regala
o seu chorro akfcroMa I
=az5?s estas, so porque,
.ao de ve masan e *r,
~mi \-e fue o mea fim,
gesmo esle lempo retm,
s vender muito barato,
idente, c a todos grsio I
era, pois, c os espero
^.irem ver com qne esmero,
Dv-ne c uro Balar-
lo intu.Uo de agradar
nidos quanio c entraren),
m qoe dos gneros compraren!,
c qne espera aeontec. :
oda mais que ppete?a
^udo do dito Bazar,
que proprio qnaresmar.
rTeparPin Wm'tjrte ni rni da Thrshr _
el* cotld4do iMrt Ismp.io |ne t aceride k ilotite
e tem o segniott dirtice iCDfritvia do Campos.
l .Naiuella caa e.i e-iableeuta orna con'eitarls,
pasjelaria, consertaria e coln-ra,, alera de tudo
mai< qne prorHo para urna boa mesa ; de jor-
le qo*, *a peisn tem urna visita mexperada,
nao tem mala do qm ir om mandar aquella esta-
j belecimento ; pois all en.'onirari sempre, oa p r-
que estej prompto, on porqne se apromp'^ri
erm a mafor brvidade; o segrate :
Un lanche opparo.
Urna obreroera variada.
Urna merer+da agrad*vel-
Yi'T est form j ningttem se deve vexar por
urna visita que nao se fez esperar, pois os prepa-
ratorios da enMttria do- Campo, tem eapffcha-
do m bem servir a lodo; iue na tem honrado
copa auas fieguezias e de ea/tn nao aproeiiar a
uceasiao das pressas e atr.ipe.lo para d-ixar de
servir aqaettes que ree?rrerero Conrearia do
Campos.
KA/. VI?
DE
IHPOllTWTE
Prepos.
Em vrrludo de novas ordens dos fabricante
vence-se tudo i precos baratissimos : no arma:
zem do vapor francez. rea do BarSo da Victo
ria, oatr'ora rna Nova na overo 7.
Ob as de madr pero;a
A Aguia Branca ra do Duqne de Caxias n-
50, acaba de receber :
Lindos aderegos de madreperela.
Modernos grampos de dita.
Fivetas'de dia maiores e menores para pclceiras,
cabellos, etc. etc.
Coragoes ou medslhas 6e dita com camapneu.
Vottas dooradas, obra do ultimo gosto.
Estcjoscom 3 e 4 leo-uras finas, excellectes para
presentes.
Guarnieses de lacos rom broches e grampos.
Bonitas raDjas pretas.
Galeas pretos com b nuos desenhos.
Bfcos pretos de d.fferetites larguras.
Bonis coque pramlps de tranca.
Aos dois mil palitots
NA
Loja de Paulo Giwares
Grande sorttaento de palitots de toJas
is qualidades os quss se vende por presos
*}3ratt$sitnos, e cora especiadade de alpaca
p*tta e rfe cor proprios para andar em
-.asa.
Palitots d'alpsca sobrecasacos e saceos a
2000 2.JS00.
Ditos de nwritr tobrecasacos e saceos a
i 00 e 6(0CO.
Ditos (tttannolino sobretasacos e saceos
Oitos de diversas qualidades sobrecasacos
f saceos de 1^60) a 65000..
C3lr;as de casercira pretarle' 4# 11S^OO.
Dftis debrirn ds cores de 500 rs a 25000
(tetes de cafemiras pTeta ecor de !!60O
a 5lfJ0.
Fafceiids
Grosdenaple preto soperior de I#800 a
5(5000 o covado.
Seda prla lavrada a 2^000 o covado.
Moreaotiqae prelo a 2200 o covado.
Gilas prelas 320 e 360 rs. o covado.
Las pretas 3G0 e 400 rs o covado.
Chila?
Est novo o j muito ooobicido estabeie-
cimeito de faen-Jas Boas, raa do Mrquez
d'Olinda n. 28, recebeu pelo ultimo vjpor
um eleguDte sortimento de fazn ias da pban-
laiia, como sejam :
Gbapos de pilha d'I.alia para sinbora-
primoramtiile cnftitado9.
1 Idem'de Miro com lindas guarnieres de
velludo e grande plumas.
Sabidas de baile acolxoadas seda frouxs
Riqaissknos cor.iC3 de gaze de Gnamb--
fy, coa largaj lisias assetinadas.
Ditos bordados de seda frouxa com lin-
dissimos desetibos.
S |Modernissnia3 basqaioes de gorguro,
euf iiadas cum esmero.
Li dis camisinbas bordadas, gollitibas e
msngu'ts.
Camisas de nbj b irdadoa para seoho-
r*B.
Castorines, niendi inleirament? no a,
tecido troncado, cores fixas, de linJ is pa-
droes e muita durarn.
Toa Ib as de panio de linho fioo com la-
byrinlho.
Para noiva?,
Gorg'jrio essr branco do sada pira
vestidos, ricos veos e blool Lo.dados
seda com ricas grinaldas.
CiTtes d- venidos de g->rgar3i A? cb-.
ASSrm como Riiarnco deflir de laiaij;pa
'para vestidos de casameutos.
l'ara homens.
Um grande soti.ninio de camisas lisas e
bordadas, coilnubos e panno; do todos os
modelos.
Casemiras ioijldzts e fran;ezas, as mis
modernas.
Capas e polainas do borracha de superior
quaiidade. .
Brins bran:os <:e linho i.
marcas
Para sitas
Riqoissimos tapetes orientaes
Loja de lomja
INTITULADA
PRATO DE QHU
n v lo iiii'iiAOon n. :;-.
O preprielario d.sio esiabtledaien:o tendo re-
so!vido hft urna eorr.p'eta liquidado de todci os
irlfgoi de que se ompSe o mesroo esnl.elecimen-
lo, couviia o restavel pnbhco a visita b, porque
avista <'a admiravei rnodicidade dos preco. nia-
juin deixir de proverie de porcelanas Geis;i-
i as, loura, vtdros e ctysl; e?.
O PRATO E GItO Li fde prescindir o
a foci'oar os apparelhjs de porcelana donrada
iira alracc/, cmbo para j.nlar, oa qoaej veade
rrais Lar: o dj que eiri mira qualqucr parle p;r
estar liquidando. _______________
Vende se duas ca-a.- leireai na fregaeiia
S. Jo : oa ra Uireiu n. 16 _________^^^__
Veo-i- 100 p.iiims de ierra 'ira grnie
fundo, uo tala n. i\ da e-trala de J ie dt Bar-
ros : a tratar no rae^uo titij.
melbores
escuras e claraa 160 e 400 rs.1 K"JOdo tapetes onentaes de vello.
covado. do aco'xiados, diiis.para janelias e pia-
Casemira prela 3$500 e 4COOo edrt D0S,-
Capachos de paiha bobrada de coco.
Cortina los para janelias e camas de to-
dos as qnalidadf.s.
Panms de crox para cadeiras e sofs
O BAZAR DE LONDRES alero de saas
a calca.
Offieina d'alfaate
Mandam-se fazer obras por medidas feitas
debaixo da dtreccao d'um perito mestre, ga-
rante- se f zer mnito mais barato do qne tm muitas especiabd"ad"e9! rene nT complet
octra q^alquer parle
Nd mesmo est'belcimento se encontrar
um completo sortitrento de fazendas,
prias para bomens.
'8 Roa da Impcralriz 48
NTO PADARIA FRANCEZA
pro-

\&mm-
SaDotizeiros
Lirangeirts
Abacatizeiros
Pinheiras
I

m
Esculptu-fissiri s;s
31
|
Vende se cal nova de Lisboa chegada no ul-
timo vapor, por menos do que em ontra qualquer
parte : na ra do Boa Jesu9 n. 27, andar, on
na mesma ra n. 30.
Farinha de mandioca
Superior e rr.uito propria para mesa, em barri-
ncas de farinba de trigo a li#000 rs. a barrea:
nos armazens de Tasso Irmos & C.
0f
Vinhoe de todas as cjinlidades.
Bordeaux era caixas e em barris.
Boorgogne em caixas, tinto e branco.
lheno em caixas.
Mosel e em caixa9.
P.irta rasito flno e velko, em barres.
Sherry em caixas. -
Champagae, as mais cotebres marcas.
Hungra em caixas.
Cognac, de todos os preces, porm
verdadeiro.
Cerveja preta e branca, ingiere.
Cerveja a Prossia, marca Lea?.
Licor A; Pana.
Araiazem b. 18 ra do Bom Jess ou-***
tKora ra da Crnz
m
i
i
m
0
m
m
m
m


TRABALHO EM MADEIRA
Importante escollia e sdrtiment
Variado gosto e trabalhd'
Precos commodos
k E' novidade em Pernambuco e ?
; verde A. J. d* Azeeio, n. 11, ra O
jo do Barao da Victoria.
e -ontrn muitas qualarfes de arvores fructferas,
e apropriadas para?.ftrnarem ras ejardins, nao I
esijaec.cdo aos atweakdofei q e ha grande sorn-!
mete de nran>as {dfaobeci4|s par palmeas de
leeues; oeflro di> ti---;-.t\ de iurtraa uadades,
locreira?, eaneMn*, as l^iiaa paloacfra^ iu.o
naos, e a. nao *nr*.iwcMw casuanoaa (onuliMiaUai
por pineiro), um frode aoriceoto c-diversas: -.
^^^r^^Tir^S^ BICHAS HAMBURGUEZAS
eebi.'as conar- a traur no mi> do Abrigo, em Olinda,' > Rna da Cadcia 53,
com astfwao na irav ss do Teixeira Lopes. tfrimeiro andar
VEiiDinEIKl
e variado sorlitn ntj dd tecidos
15a e a'godao, os quaes vende
baratsimos.
de linho,
p:r precos
j? pecbincha
Cobertores de laa escuros a 2*000 -ada ura,
s na. ra do Crespo n. 20, loja de Guilberme
Carneiro da Cmba & C.
Libras sterliaas.
Vende se no arraazem de fazendas de Augusta
P. de Oliveira A C. na lo Commercii n. ii.
Na Casa Porte tem para vender-se urna es
crava com alguma hahidade. cose bem costura
cb5s, engomma o orilicario, lava e cozinln fcem,
sem vicios era achaques : a peasoa qne qnizer,
inja-seao mesmo lugar a fallar com Manoel Jos
Fiuza Lima.
Amaral, Nabuco & C. vendem paslilhas ebeiro-
sas para perfumar guarios, toilet e santuarios, o
que ha de mais commodo e agradavel, e ditos de
lortito e alcanas para refrescar e aroraaiisar a
bocea, no Bazar Victoria ; rna do Barao da Victo-
ria n. 2.
Uma casa terrrea e todo o terreo) que Mal per-
tence, que faz frente para as duas estradas de
Parnameirira e Crnz d Alma?, que tica defronte
da casa do lllm. Sr. cirargio Leal, e flca janto
ao desvio da estrada de ferro de Apipacos :
quem pretender comprar dirija-se raa do Du-
que de Caxias n. 3, loja do Sr. Gaspar, ou ra
do Aragao n. 13.
-MEi
O verdadeiro P.TlIanl:
ra di M-idrj de ot\ u.
Jlo Marlins de Barro*.
.' se vnle
22, na.ctfl
di
d*
Lindos leques.
A lija i!.i ?g'ja hrjaea ra Duque d. Cixiai
o. 80. Hcehii l"d s hipes desndala craa4ot
mi lantijolis t$(i e dVaraas.obras d-: njvifa-
le e apurado cos .
vende-se
50J is(ladore e. o machinas completas para tai
telpgr.ptio eietrico, ludo n.o o do roeltiT ai'o:
Jeste genero e urna machina a vapor de forea de
tres cavallos : a triar com And' da Abra
Pono.
Vieiia & C. qaereuJo awb|j coiu a ua o-
chera de e'rros do alogiel na rna do iiirj da
Victoria u. liJ, venlem o* cairos da mesma, cada
um de per (L e minio Imas pTelba de cava los,
tem muito bons carros faehaaoi libarte, duas
excellentts vietoriv, e v.-nlem por jr--_- barato
psra enlre?r:r a ca Yead;-so
A casa da Praia do Caldeireiro n. 2. 'mi
-ala', cuzisa fra, quintal murado e eatiate,
edificada em Ierren i proprio : tratar na rn; de
Marelllo D;a. oatr'ora roa Direa n. 98.
Venie-se urna tscrava de b'n>li i'
com habilidades : na ru do3 Pires, es
Sabonetes baratos
Amaral, Nabuco 4 C. vondem aafa oel ,-v:e-
z-s a USOX' a dozia era caixiafal, i>a la Oo fa-
rao da Victoria n. (aoliy un N.-.a.)
Vcndj--e o eatabrleciiDi m-i de t fiadi s si-
lo a ra de Marelllo Das n 99, o nativo desta
venda se dir ao rvmrirailnr.
Vende-sa um bji n urna c ireca
siado : qusm prei-iiter atf#)a ?e a ri\
a, 31 j ]ue achar;com qtiem iratar.
.a tora
la Palma
I
.-.
Howe C. teem para vender o se-
para 2flfGO0.
Vende-se ps de coqoeiros proprios para
plantar : a tratar nos Afogadcs, ra Direa n. 91,
1 andar
Wilson
guinie :
No eeu eseriptorioCognac fino
2U a dnzia.
Vioho Bordeaux especial t !0 a duzia.
Nos seos armazenscarvc de pedra de todas
as. classe?, e precos razoaveis.
Coke de Inglaterra.
Recifen. 14 ra do Commereio.
Moscas, masquitos e es-
t ellas.
Amaral, Nabuco & C. avizam as Exmas. Sras-
qoe acabara de receber moscas, borboletas, pas-
saros, lantij-mlas, etc. etc. dourtdos e pratea-
dos para eaf-iles de fitas para o pescoco, da ulti-
mada, e tambem para enfeile de vestimento
ma
de imagens e de anjo do proeissio: no Bazar
Victoria, rna do Barao da Victoria n. 2.
Negocio de peehinaha
Veode-ae mnlto barato urna destila^ao bem
montada com todos os pertenees, e era mnito
bom estado, tanto para transferir como qnerendo
o comprador continuar aluga se a casa onde
'se acha assentada, sita no povoao de Gamollelra:
i tratar norogresso do pateo do Carmo a. 9, on
'do mesmo povoado com o Sr. Auom.
A liquidacao das mercadorias existentes na loja
a ra do Cabug n 1 A, nao dessa liquidarlo
que se annuBCiam c.-.n-ianternente cora o flm de
meihor negocio fazer-se. Nesta loja liquida se
com menos 20 0|0, aproveiiem.
P.4M NWVADOS.
Bonitos ports buqoets.
Liniissimos leques de madreperola mol Jes in-
tairamente novos.
Cortinados bordados.
Camisas bordadas para homem,
Fina9 meias de seda para senhora,
A Nova Esperarla auem tem I II
DESAPPARECAM AS SARDAS
A Nova Esperanca a ra do Duque de Caxias
n. 63, acaba de receber o bera eonbecido leite
de rosa branca, e tambem leite virginal, os quaes
fazem desapparecer as sardas on pannos".
Ceneja de Noruega.
Verdaderra e superior : venda
de Tasso Irmaos & C.
nos armazen-
Hiii do Imperador u.
DE
Jes Moa hiaas
(An'iga casa di J3o V,
O proprietario <*s:.- f"t^ti-l--ir.it,:. participa
a seo3 numi'rosos frgneaas qm ;icfc:. i reeeter
pelo vapor Sbitdk o inais cnaapWN sortl taMi
pianos tomo pooeo re tt m nata, e com t\\ es o tai-
completo fortiment) de muricas d^ f nlo pira oa
mesmos, laes como : Carpeott-T, !t rtlo Coa Ja-
ne, Crannner, Goria. Kss'er e Fb.lberg, (gredas
id pjrnassam) de Kldmenii, alem das raut procu-
radas walsas: Souvenir de S:-lzenfeh, de Humen,
la clef des modulations j..r Cha.nlieu, Grani sus-
es a Pars, Ifs rosas de Metra, msicas de canto,
palavras italianas. Assim mi a) operas com-
pletas seguintes : Faust et Mam, Gffembach, Bar-
be blanxe, Orphoaux enfen, laPercalle, etc. et:.
BRAGA & PIHERTEL
Ra do Barao da Victoria 11, li
Ootrora ra No.
Grande deposito de metaes e oficina de latoeiro,
caldereiro, fanileiro e fundicao de sinos.
Este grande Mtabeleetnuoio est seapre forli-
do de alimbiqnes, sinos, bambas de Uidjs os ta-
manos do sysiema americano de cobre e obras de
folbas, tubos de chumbo para agua, l m-".ras de
iodos_ os lamaobos laxas de cobre tanto para rs-
fina^ao cerno para casa particular, tndem ss
encarregam do collocar e coacir'ar, tanto bcmtn
como encanamentos para ag ia, loto i.-to por pre
eos commodos e prompiidao.
i
I.


250.
a
UOS PREMIOS DA l> PARTE DAS LOTERAS CONCEDIDA POR LE PROVINCIAL N. 993, A BENEFICIO DA IGREJA DE NOSSA SENHORA DO LIVRAMENTO DE MURIBECA, EXTRAHIDA EM 4 DE ABRIL DE 1872.
-
NS PREMS. Nc. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS. B. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS. MS. PREMS. 1 NS. PJtEMS. NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS. NS. 1 PREMS.
i *6* lil 322 6* 602 6* .716 64 915 64 1108 64 1282 64 1496 64 1678 64 1856 ,104 2060 64 2253 64 2467 64 2662 64 2828 6
5 _ 42 23 7 19 17 9 105 86 97 84 63 6i 000,3 71 _ 56 69 66 19
7 48 27 _ 11 44 19 23 64 87 _ 1505 - 85 _ 80 64 73 __ 62 72 68 72 lU
11 67 - 31 13 52 29 28 1308 _ 7 87 W 81 76 43 1 73 31 33 46 47 49 57 66 69 73 86 M 96. 290t * 104 4
19 amm 60 35 16 60 40 31 9 31 - 89 64 85 - 84 ^m 64 79 78
24 25 25 27 67 77 82 -83 | - 45 46 53 55 32 46 .49 53 66 76 82 41 43 56 58 - 33 35 37 57 I04 64 13 22 24 35 i. 3 -37 40 --45 90 91 95 1701 1902 4 104 8 64 15 90 95 96 97 66 84 88 91 80 85 91 96 904 64 87 2702 5 7 .17 18 *4 6*
29 30 H 88 95 IO 57 64 ^ 68 73 64 97 801 9 12 76 81 " 59 69 40 42 - 46 62 - 6 8 105 64 21 26 98 2108 ^_ 94 2301 2510 13 22 34 43 49 53 54 <
32 34 201 6/ 10 66 68 ^~ 97 600 I 84 89 : "3 80 49 55 - 64 5 - 12 17 M4 29 31 19 25 I 2 7 20 35
36 40* 15 TI 2 13 91 87 69 19 64 36 29 _ 16 jm
39 40 42 44 O U 17 -18 79 82 IO 8 13 * 19 26 93 96 : 90 91 ~ 57 65 ' 74 77 - 23 28 ^i 44 45 - 33 42 17 26 33 46
" 19 86 6i 14 32 99 3O04 97 69 ._ 79 33 i 36 44 38 H 47 _
23 E9 18 .34 04 1001 64 1200 73 80 41 71 - 50 .- 45 _. 60 71 74 78 84 2600 4 12 15 21 30 49 i 14 -~
47 57 Z 31 39 40 46 49 -58 69 -79 81 -84 -85 -86 87 93 93 97 98 -313 90 91 24 27 40 35 41 64 2 6 5 13 92 94 _ 86 -111 T- 43 47 78 79 404 53 50 _ 46 65 ~ 31 53 - 1 *5 34 41 ~" iS 47 k 52 1' 35 **
58 60 65 67 76 77 78 91 HOOl 92 403 16 23 26 27 31 33 35 38 39 43 44 56 70 71 64 50 51 33 58 64 69 73 i 17 24 31 34 35 40 42 49 15 .17 32 38 44 43 48 49 1400 1 15 19 33 38 46 48 9 ,. 15 -2 28 -29 - 63 5 C7 68 83 86 31 94 104 64 87 M 88 J -90 -98 -2004 5 19 -20 - 8 JO 71 72 81 81 84 89 t4 64 71 80 83 86 93 2404 7 13 1 - 54 SO 58 59 8 75 76 79 89 94 99 2801
94 98 104 7 H 42 59 63 68 76 77 91 95 96 97 99 768 74* 75 85 87 53 63 64 69 104 50 51 86 31 53 - 3o 104 36 64 40 -a 41 - 1804 6 15 1 16 25 -33 -34 -35 91 98 2208 14 21 23 27 39 1*04 6* 31 34 36 11 -\ 39 69 70 71 ~-
13 16 2o n - 69 73 76 85 I* 6 IOO i 64 88 90 92 903 71 74 76 77 64 04 64 66 69 73 75 61 63 74 82 V/ 54 53 -56 37 P 43 38 44 48 104 49 64 25 34 45 46 64 41 43 17 51 Lm 43 49 52 57 38 :J 6 7 13 16 __ i - 76 w 91 1 104
35 14 91 9 11 79 76 85 64 56 47 _ 59 - 51 6! _ "Z l 13 96
40 2 1 - 95 13 13 90 f*1 80 & 91 L . 1


~ 1
------------:*


8
Diario de Fernambuco Sexta feira 5 da Abril d !Sl2
f
UTTERATUM,
CARTA PASTORAL
DO EXM. B1SPO DO PAR, PBMU3IND0 SEUS
DIOCESANOS CONTRA OS ERR03 DE UM PAPEL
ESPAI.HADO LTIMAMENTE NA DIOCESE 80B
O TITULO DE PROTESTO DO PARTIDO 14-
BEI1AL *
(Cocc1q>3o.)
A igreja catholid, na solemne ceremonia
da s-g-ac) episcopal, n) recomuienda com
menos iosiancia a)s novos pontfices, ao:
membros do principado sgralo, o maior
vigor e firmeza no exercicio do cargo pas
toral, t Saabor 1 diz ella, stji (o novo b s
po) diligente em soiicitule,,spj) fervoroso
de espirito, odeia a soberba, ama a bu Du-
dadle e i verdade, nara tjmais deixe a
esta, vencido pelos louvores 011 p--i) ra.do.
No diga qoe a loz trovas, nem as trevas
luz; nem que o mal bem, nem qoe o
bem mal. Dae Ibe. S nhor, a cadeira
episcopal, para governar a vossa igreja, e
o povo que lhe cundido. Sede Iba aulo-
ridade, sede-Ibe p der, sede-lbe firmeza.
c Recebe, diz el'a anda ao novo bispo, en-
tregando-Ib) o bculo pastoral, recebe o
bculo do ofilcio pastoral para que sejas
pamente iocarnicado eia corrigir os vicios.
julgan lo sem ira, brando para auimar os
bons virtude, n5o deixando de censurar
os mos com tranquilla seveiilade. E na
imposicio da mitra : Nos imponaos, Se-
ohor, na cabca deste pre'ado e luiador
\osso (agonista tui) o capacete da defen
e di salvaco, pin que, ornado o rosto, e
armado com as ponas de um e otiiro tes-
tamento, appaioga terrivel aos adversarios
da verdade, e, dando he vos a vossa graga.
seja delles robusto impugnador.
Veles, charos irmSos e fibos qual o
verdadeiro typo do bispo, segundo a igreja
catholica ? Nao um bomem todo me1, to-
do docoras; o bom lutad^r de Deas, ar-
mado para o combate da f, pamente incar-
nicado eontra todos os rros e vicios, u in-
do brandurt a firmeza, bondade de Pai
a tranquilla severidade de juiz.
Se nao estao anda convencidos do que
, do que deve ser um bispo catbolico os
que to violentamente atacaram o acto epis-
copal de i de dezembro, vejam-no era um
modelo sublime do episcopado, no incom
paravel bispo de Hippona. Surgi n'Africa
ama seita, que tambem se declarava prote-
gida pelo direito publico centra a aulorida-
de dos prelados, allegando, que pois as leis
a nao puniam, era usurpacio criminosa a
repressSo que contra ella exerciain os de-
fensores da religiao.S. Agostioho repel
indo por todos, esta injusta accus'co,
assim falla era uraa de suas homilas ao
povo, fiogindo um dialogo entre elle e um
onatista: Que queris, comnosco ? Por
que ao'-aes em nos3a prccura ? dizem otes
dtsertores da verdade.Como se n5o lora
razio e motivo suficiente para delles nos
occupar e procnra los, o andarem errados e
perdidos ISe en astoa no erro, se estou
na perdicao, nada tendes com isso; eu
quero assim errar, quero assim perder-me.
Tu qoeres assim errar tu queres assim
perder-te! Pois eu tenho mais razo de ne
o querer.Sois importuno, nao sabis o es-
pirito do vosso seculo.Sou imporiuno,
verdade, mas ouco o apostlo que me diz :
t Prega a verdade, insiste, opporluna, im
portuuamente. O qoe quer dizer oppor-
tunamente ? O qoe quer dizer importuna-
mente ? Opportunamtnte, para os que qui-
zerem receber a tua palavra, importuna-
mente para os que nao a qoizerem. Ouso
dier que en quero ser mesmo bem impor
tuno e intempestivo. Queres errar e per-
der-te ? e eu nao quero E se meus irm3 s
e eu cahiramos na desgraca de o querer,
onco a reprehens^o do uni;o juiz qui me
faz tremer : O que errata, nao chamaste,
e o que se perda, nao procuraste. Dizi-
me : devo temer mais a ti do quo a elle ?
Mas as leis na-) condemnara uuu erro,
posso citar te peante os tribunaes.
Todos comparecemos diante do tribunal
de Cbristo. N3o temo tua ciiac3o, porqae
r.8o podes destruir o trbtmtl do Chris'o e
por em lugar delle o de Donat). Logo em
quanto tu estveres no erro, eu te ciaraa-
rei; em quanto correros tua perda, te per-
seguirei. Qoer queiras, quer niio, assim
farei. E anda qoe todos os espinos das
florestas me despedacen), eu bei de passar
pelos mais cerrados trilhos, bateado as
matas em tua busca, eera quanto restar-
me o temor de Dees e um alomo de forca,
nao pararei, gritare1, e re avante. Se te
bou insupporiavel, tena uin recurso; dei-
xa de te desviar e te perder.
Assim responda victoriosamente o im-
mortal Agostinh, aos que condeinnavam o
seo zeio em combater o erro como um at-
tentado contra as leis e a liberdade.
Eis como elle contina mostrando que
este seu po incar ni {amento contra os er-
ros de urna seita poderosa era, Dio nm acto
de furor de odio, mas de bondade e cari-
dade.
A fallar verdade, prosegue o grande
Bispo, moba commiseraco nao so para
ti, que ests no caminho da mentira e da
perdicao ; temo, que, dexando de comba
ter-te. se perca tambem aqnelle qae est no
bom caminho. Puis a Escriptora acerescen-
ta: E assim tnatastes o que era forte
Com effeito se en deixasse passar sem
condemnacao teas rros, elle se dexaria
sedozir. Testemonha de minha frieza, o
fiel nao tardara em capacitar-se ser coosa
indillerente passar para a heresia, Faca o
seclo brilbar a seas olhos alguma grande
vantagem na modaaca, este bomem, vendo
mea pouco ardor contra as seitas separa-
das, dir logo: Deus est de um lado,
como do outro ; que importa ? Os homens
com suas disputas que e-Aabeleceram esta
diverdade ; pode-se adorar a Deus em um
e outro campo. Ea supponbo, por exem-
plo, que nm rico donatista, diga: Nao te
dari minh filha, sem que sejas do nosso
partido; para resistir a to forte tentacio,
inister qoe ease hornera, possa dizer com-
sigo: Mas se nao boovesse mal aenbum
em seguir os doaatistas, nossos pastores
nao fallariam tantoco ntra elles, e nao se es-
poriam a tantos trabalbos e ailroulas para
de l tira-Ios.
Pelo contrario se fleassemos mudps e
quedos, faria essa tal juizo contrario :Se
fosse mal seguir a Donato, os nossos. bispos
condemnariam os adeptos delle, fallariam
coatra, os aUcariam, procurariam ao mes-
mo teuipo convence-los e ganha-los; e fun
dando-se ne.ne racciocinie imitara a apos
tasia de les. Por ssq concloe o Propheta
dizendo : Nao chamaste o que se desciava,
nao procuraste o qu te perda, e asi
te endo, matastes o que era, (orle,
(az em ierra com o que estaca em p.

Nada a juntaremos a estas luminosas pa
lavras, que parecen coriseas para os ten-
pos em qae vivemos.
Est, pois, demonstrado toda a luz qae
o acto pastoral, de 2 de dezembro, condera-
om lo erros inda mais funestos que os de
Donato. nio"fo arto de vinganca e furor,]
mas de caridade ; nio s para os errantes.
eOffiO pa a todos os ft'u conflados nossa
pastoral soIUtode.
Mas apres erao-nos,
Vamo'i te minar por doas erros d'in-
da maior gravlad*. pois se referem pes-
soa adoravel de N sso Senbor e Salvador
Jesu Cbristo.
nono Eitno .
O nond erro dos auctores do Protesto
consiste em sustentar qae se pode dizer
que jVsa Cnri9to um philosopho. Um
philosopho, eqiem o negar? exclamara el
les : Por ventura a Biblia nao ser o mais
sublime tractado de philosophia christa
qu.: poda ser dado ao genero humano?
Qnal a pagina em que se nao revela a sa-
edoria ? E nao o philosopho o amigo
da sabed >ria ?
Confessamos que Nos escapa o fio lgico
desto argumento.
Parecera 03 auctores delle aappor qoi
fui Jesu Cnristo qa compoz e deu ao gene-
ro humano a Biblia esse tratado o mais
sublime de philosophia christa por onde
concluera que tem o Salvador jas ao ttulo
de philosopbo, como o Plalao dando ao
mundo seus mmortaes Dilogos, e Arist-
teles a sua Lgica e Metaphysica grangea-
raoi aquello honroso titulo. Mas a difficul-
dad se verdade qae J;su Cbristo foi o
auctor d 1 Biblia ? Que se n3o o foi, como
histricamente evidente, se, por exeraplo.
todo o Velho Testamento foi dado ao gene-
ro humano muio antes de nascer Jesu
Cbristo, como de ser a Biblia um sublime
ractad) de philosophia se tira por conclu-
s3o ter sido Jaso Cbristo um philosopbo ?
Ou ser como Deus que lhe cabera ete ti-
tulo ?
Mas deixemos o pobre raciocinio em qae
se quiz estribar o directorio, que allis n3o
se mo.-i mi muito abalisado em pontos de
erudico religiosa.
O que certo, o que incontostavel. o
que alirmamos com toda a auloridade que
temos, que n3o se pode dizer de Nosso
Senbor Jesu Chrislo que elle foi um philo-
sopho .
Primeiramente esta repugnante expresso
niio se acha em auctor nenbura catholico.
Nenhura concilio, neohum Dootor da Igreja,
neubum monumento ecclesiastico consagra
este modo de fallar, e S. Paulnos previne
contri as profanas novidades de palavras.
Era segundo lugar vemos esta expressSo
usada por todos os impos, por todos os
incrdulos, por todos os livres-pensadores,
como Renn, Vctor Hugo, Peletao, Littr e
os mais destes e do passado seculo, os
quaes, nao admittiodo a divindade de Jesu
Chisto, dizem fftra elle ara grande homem,
um pb losopbo humanitario.
Ttmos lido com horror, aqui mesmo, em
escriptus dos nimigos de nossa Santa Reli-
gi3o, o nome de Jess collocado na mes-
ma esleir dos Confucio, Zoroaslro, Plat3a,
Aristteles, Scrates e dos modernos refor-
madores. ( Lnthero e Calvino) e ainda ha
pouco no Liberal do Para se lhe recasava
at a primazia entre os philosophos, dizen-
do-se que nosso Dos o Salvador foi ape-
nas: um dos maiores philosophos da anti-
guidade, e o homem do Calvario I Tudo
isto sio blasphemias horriveis.
Nao mil vezes nao. Ne se podo dizer
que Jjsu Cbristo, o Filbo de Deas, nosso
adoravel Salvador foi um phiosopho. Phi-
losopho corno diz o Proles o, o que ama
e procura a sabedoria. O hornera seudo
limitado em sua intelligencia, como criatura
o criatura ignorante, ha mister alimentar
sua vida intellectual com a verdade, com
sabedoria que elle n3o possne, como ha
rayster sustentar e desenvolver a vida do
corpo com os alimentos de cada dia. Este
estado, este esforco, esta diligencia feita
pelo homem para adquirir a sabedoria que
nao tem, eis o que lhe d foros de pbilosc-
pho. Mas Jesu Chrislo nao est neste caso.
Elle e Deus: o Verbo que illumina toda
intelligencia; a Sabedoria increada ; en-
cerra em si, como diz s. Paulo, todos os
thesoqros da seienca infinita. Logo nao
anda era busca -Ja gabedoria. Logo n3o
um philosopho.
for a escasa que diante de Deas possam ter
de seos erros, nao menos verdade qae
errara ; n3o men)i verdade qae erran
do mesmo modo* muilissimas pessoas poi-
co instruidas na relig 9o, as quaes pensan
que com effeito nao ha inferno : qae n3o ha
castigo eterno para os mios ; que isto sio
invencoas dos padres. Qae Jesas nosso
Deas todo bondade, lodo mansidao, todo
misericordias; que se limitoo a fundar nna
lei toda do caridade, toda de igualdade e
fratern dade (na > sabemos porqae faltoa a
liberdade I) o que por tanto nada devemos
recetar, e s tratar de passar bem, de en-
riquecer, de viver lei da natoreza, isto ,
como bons pagaos, pois nosso Deus lado
perdoa.
Ob 1 pobres Albos, como estaes triste -
mente engaados 1 Em que profundo abys-
mo vos procura arrojar a impiedade I essa
impiedade estulta que est, ha lano tompo,
espalhaodo Burdamente entre nos o sea ve-
neno 1
Pois sabei que o verdadeiro Chrislo, nio
s o Christo das misericordias, o Cbristo
todo bondade oue p rdoa Magdalena,
mulber adaltera, ao bom ladro, a todos
os peccadores arrepeodidos.; tambem o
Chnsto condemnador dos escribas soberbos.
do mundo escandaloso, o vingador das ni
quidades e das injusticas, o Juiz tremendo
dos vivos e dos morios.
O verdadeiro Chrislo n3o s o manso
Cordeiro que tira os peccados do mundo,
o L-.o da tribu de Jola, que um da se
levantar temeroso para desafironlar a lei
ultrajada de seu Pai ; a victima homilde
quo padecen e morreu na Cruz: mas
tarabem o Suramo Sacerdote, o Pontfice
eterno, quo vingar um dia o seu sangae
calcado aos ps, suas gracas inuuusadas,
seus sacramentos lodibriados, seu Sacrificio
indignamente desprezado.
Vos n3o vistes no Evangelbo sea3o o
Christo das misericordias ? Pois abri oulra
vez este livro divino, e veris o Homem-Deos
apparecer-vos debaixo de outro aspecto,
em que o3o desejaes lalvez encara-lo. Aqui
o Pai de familia qoe manda que o servo
apannado na sala do banquete sem as ves-
tes nupciaes, seja lancado as trevas exte-
riores onde ha choros e raoger dos denles;
all o Ro quo manda dar cabo dos inju-
riadores e maltratad ores de seas servos, e
exterminar-Ibes a cidade ; acola o Esposo
dizendo s virgeos loucas o terrivel: Nesvlo
ves Eu n3o vos cooboco t ou o Pai dizea-
do aos que batem na porta : Apartai-vos de
mira os que praticaes a ioiquidade alera
o Senhor que condemna o seno intil e
pregucoso a horrivel sopplicio : em ootra
parte o Joeirador qoe Iraz na mo o ex i vo
para sooarar o trigo das palbas e faz arder
estas em fogo inextioguivel ; emra o Fi-
lbo do Homem que. terminado o iniopa das
na?5es, vira sobro as ouvens do Ceo, com
grande poder e mageslade, no meto da
angustia e terror de todo o universo; e
dir aos bons collocados a soa direta:
< Vinde bemddos de mea Pai possoir o
E' pois, irm3os e Filbos muito amados,
um erro grosseiro ensioar o contrano.
Estes e outros modos de fallar encobrem,
sera rauitos o saberem,==sem o saberem
sem dovda os auctores do Protesto,urna
horrenda impiedade, e por isso nunca se
devem atbar, nos labios dos verddeiros
Christ5o3, e lhes repugnara invencivel-
mente.
DCIMO EURO
Erafim o dcimo erro do pretenso pro-
testo liberal consiste em affirmar que o
Christo cerdaieiro nao o Chrislo vinga-
dor, que pregam os paires, mas sim o
Christo das misericordias, aqnelle que sof
frendo as margens do Ebron (?) e as
agros serranips de Jiazarvth, se preparava
a padecer pelos homens entre os quaes com
a nova lei que lhes dava toda de igualdade,
toda de caridade e fraternidade etc.
Este periodo encersa um erro que o pro
testantismo e a impiedade tem procurado
divulgar muito, vem a ser, que Jess Chris-
to, nosso Deus, todo puro amor, todo
misericordia, que a todos perdoa e do
pa/aizo ; e nao esse Deus, que pregam os
padres, vingador do crime, Juiz recto e
temeroso, que assim como premeia os bens
com gloria eterna no Co, castiga os mos
com pena3 eternas no inferno. Queram que
nosso Deus seja misericordioso, mas nao
querem por nada, e negara a p firme, qje
elle seja justo. Querem qae premeie: ms
n3o qae castigoe. Sustentam que deve por
de envolta no Co S. Viceole de Pania, e
Cartucho ; o homem que gastou a vida em
seu servio >, e o que a vida empregou em
offeode-lo ; os caridosos e os avaros, os
castos e os devassos, os religiosos e os im-
pos,!
Em urna paiavra negam ajastica de Deus!
E negam a jusiica de Deus para arrancar
das almas o seu santo temor; e querem
arrancar das almas este santo temor para
abrir ampia corridica torrente das paixes,
para assentarem a vida n'oma larga e com-
moda inditfe enea," cuidando s dos regalo*
o engaos deste mondo, sem nenbura receio
da coota qae bao de dar 00 outro,I
J vedes quanto perniciosa e immoral
esta doatrioa. NSo dizemo?, nem pens -
mos.sequer, qu os autores do, protesto a
professem de caso pensado, e conhecendo-
des 11be todo o horror; aioda ama vez nio en-
tramos em suas intencas; mas seja qual
reino que vos est aparelbado desde a oh-
gem do mund > ; > o aos mos, collocados
sua esquerda : Ide malditos para o fago
eterno, que para o demonio e seas aojos
foi preparado. E estes rao para o eter-
no sopplicio e os justos para a vida eterna.
Eis o Evaogeiho : para que oscurecer o
lado terrivel de nossas crencas, essas eter-
nas verdades que aos caasim salotsr te-
mor, e sao tao poderosas para aos manter
oa virtude ? Sim, o Evangelbo una lei
de igualdade, de fraternidade e de canda-
da ; mas isto nio impede que elle seja tam-
bem orna lei dejustica, ama lei qae repelle
o erro, que fulmina o mal, e os condemna
cora infinita efficacia. Nio 6 esse livro di-
vino que compara os homens mndanos e
sensuaes arvore m que ser, no dia das
cuntas, corlada e laucada ao fogo ? ao joio
que posto em feixes e atirado as cbam
mas ? aos peixes mus que oa praia depoit
da pesca sao separados dos bons e alirados
ra ? a ama planta qua o Pai celeste nio
plantn e qne ser arrancada ? a ama casa
edificada n'area que ao primeiro sopro das
ventanas, ao primeiro jorrar das torrentes,
se esbra com espantosa ruina f
NSo este livro divino qae nos adverte,
qoe o caminho do co estreilissimo, e
larga a estrada qae conduz a perdicao ? que
devemos us fazer violencia, crucificar a
oossa carne com seos vicios e concapicen-
cias ? renunciar a nos mesmos, (isio a
nossas paixoes viciosas) lomar a cruz de
Jess Cbristo e segai-lo ? Nao ah qoe
se manifesta a ira de D as contra toda a
ioiquidade ? N3o abi qua o peccador l
com terror que conforme a soa dureza e
coracao impenitente est ajamando am the-
souro de ira, para o dia da colera, no qaal
se manifestar o justo juizo de Deas, qae
dar a c*da om segundo suas obras ? Nao
abi que vem declarado eslar reservada
ira e indignado aos que n3o recebem a ver-
dade ?
E\ pois, falso, contrario ao Evangelbo
dizer que Jess s Deus das misericor-
dias, e que os padres qoe inventaram os
terrores do joizo e do inferno. Jesas a
mesma infinita bondade, mas tambem a
mesma justica infinita. Estas duas perfei-
ces nio se separam da essencia divina;
sao esta mesma divisa essencia ; e s noso
imperfeito modo do conceber as deslingue
pela diversidade dos effeitos.
A jostica orna perfeicio, e como tal
deve existir em Deus, ocano sem fundo e
sem margens de todas as perfeicOes. Por
ter perdido a noc3o da jostica divina qae
a impiedade nio comprohinde mais e pro-
cara destruir a jostica humana. Para ella
todo o acto de jast ca, todo o acto qae con-
demna o erro, qae reprime o mal, acto
de furor, acto do oppressao, e seu ideal
da sociodade fra coaviverem em santa paz
o sem o menor constraagimento, a laz e as
trevas, o erro e a verdade, a virtude e o
vicio, o bem e o mal, os cidadios honestos
e os homens depravados.
Pois o Evangelbo cootradiz esta absurda
Qtopia.
Deve baver orna justica banana, reflexo
e dirivac3o da justica divina.
Confessemos, pois, com o melifluo Dootor
S. Bernardo, a Josas, nosso Deus, no des-
terro manso, no juizo justo, no reino glorio-
so. No desterro amavsl, no juizo terrivel,
no r^ino adrai ...,. ln exilio mansuetus,
in judicio i unas, m regno ylonosus. In
exilio amabitis, m '"ticip terribilis,m regno
admirabilis.
E-la 6 a verdade caibolica.
CoCiUaujOa.
lrraos e filbos diTectissimos, tedt de-
monstrado, parece-nos, com mxima ev-
deocia que o appelidado protesto do pa tido
liberal, contera nao menos de des erros
graves de doulrina catholica, os quaes Dio
podis seguir, fiando fiis i vo?sa reli-
giio.
Refalamos este protesto, e o reprovamos
altamente por duas razos : Io porqoe esle
protesto o primeiro acto publico da rebel
liioque se da nesie nosso catbolico iaoperio
do Brasil contra a auloridade episcopal, e
por coiseguinte centra a aotoriJade da
igreja caihoca, raconbecdi pela c i!s Ini-
cio. 2o porque esle pr testo enwrra os
e-ios principaes que -e ira^ijdade tem dis
siminado, e eu disseminaudo nao s nsta
diocese, se n3o tamoem em todo o Brasil,
orros fataes, qua brotam do racionalismo
da negacio do magisterio iufjllivel da santa
igreji. e acibara por dissolvar todis as
crenc s. e por con^guinte todos os cosla-
rues, o por coosegainle todas as leis, e por
consegrante toda a ordera social.
Esta Carla pastoral um tirado d'alar-
ma. Se el o nio fr ouvij >, se nem da par
11 do p'ivo, nem da parlo dos altos poderes
do Estado, sa oppozer ama reacc3o seria
esta oscajdalosa propaganda da protestan-
tismo sem doutrini, ou amos da tuip^ade
vo tairiana, iremos aos ahysraos. Taremos
a dissolocio do Irapero; tereroos a cora-
mona, teremos a revoluco. tereraos uraa
sociedad* caacbaleanlo, vm* na ebrio,
no raeio dos horrores da amrcbia.
Nio ha grande povo prospero, sera Deus,
sera religiSo pruf jodaraoute e raobada nos
custumes I
E sobre esta b3sa do edificio social
que estao cabrado as nantu Jos deraolr-
dores I
Por isso reflaajos e conde anamos este
protesto, que n3 |la imporiano 1 do seu
resultado, qio foi n;nhuni, cora" sabis,
nesia di ces. Fo como a pedra qjue ferio
no centro om lago-tranquillo, e llw igilou
alguos istanl's a s-uperficie. Desapp^re-
cida a causa d'agita?3o, o lago coatino-a
immovel a espelhar oliraoido azul do co.
Ou le est a podra t Eu qnn silencioso
abysmo est ella jazeodo ? Nao se sabe.
Assim soccedeu c 01 o proles do direc-
torio liberal. AHuadoa-se no sUko- e na
vorg nba. Saus mesia.is autores reuun-
ciarain defendolo. Toda a diecese sem
disimccao do partidos, con'.emplo-o cora
repugnancia e tristeza, esin embargo de
activos e nissarios, ser embargo 'le can-
caloras iofames espalhadti* oouto do Natal,
sem embarg de mil an*j s o intrigas,
oenhuma manifa'aco-se dou em favor dos
auto-es do dito- protesto.
J fora isto um hrilnanle riumpho para
a cuna do Cithoicisroo, mis ni) tod-i.
A diocese do Para elo s ficou rara vel
na sua fe, na aniSo- e su)eico a seu prelado,
mas ergueo se imponente pai a dn em face
do mundo om lestemon o s iemnj dos
senliraentos cubolics }oe aanimi-m. e te-
mis visto todos os grandes centros de po-
puiacSo, com s neisbomdes paroebias,
enviarem ao seo pasior as mais expressivas
adue-o s, protestando coatra esa infernal
propaganda da principios anti-cathocos.
Recebei, por isso, charos cooperadores,
recobei iodos vos, oh filho? que unto ama-
mos em lesus Cbristof a exprsalo de oossa
paternal elegria e do nosso reconheciraento.
N5o e e muit> d'alma, as palavras de approvaco
queme vieran do episcopado Brasileiro re-
presentado por uj da seus membros mais
respeilaveis, var3o do al a virtode, carregi-
do de aonos e de mereciraentos, o Santo
Apostlo da Marianoa I
Bindita Daus, Pai d3S misericordias,
Deus de toda a consolarlo, que nos qoiz
dar no meio do nossos trabalbos t3o pre-
cioso couforto I
Quanlo ao mais, charissimos irmaos e
Lfilbu. contentes, saiisfeuos, eutremos reso-
lutos na lula, e combalamas pela religiao
de lesos, e se cabrmos na arena, a o menos
ver3o todos reluzir em D0880S labios o san-
gos da verdade, como diz S. Jo5o Gbrysos
tomo, e qoaodo parecermos vencidos aos
olbs dos humaos, eolio mesmo que no,
levantaremos vencedores aos oUns de
Deus.
Nio, q3o ser' jamis vencido o qae pag
na pala verda !e. E' publica la a baildeiras
desprega las o sem receios pusilnimes l E'
tirar 0 mundo do paganismo para onde vai
voltindo, pelo modo porque de l n arrao-
caram os primaros Apoclos; ailirraxo
clara di verdade, da verdade toda inteira,
da verdade sem dissimi!la;oe, sera ado-
oameatos. N5o estamos sos. Estamos
com Pi IX ; estaraos cora toda a igreja.
Trabalhemos, imraolemo-ns por ella l A
victoria ser da Deas !
Por estas cansas; para gloria do mssmo
Senhor e salvacao das almas de que biw-
mos dar estreita coda, resolvemos, depois
de consultado nosso conselho episcopal, os-
tabelecer o seguinta :
Io Em conlirmaco do nosso acto epis-
copal de 2 da detenbro ultimo, condera-
namo3 e reprovamos |de uoro os erros, he-
resias, e blasphemias que tem publicado, 1
continuara a publicar o Liberal d) Par, a
Tribuna e o Sinto Officio, assirao como re-
provamos agora e con iemnamos em virtude
da nossa auloridade episcopal o intitulado
protest) do partido liberal, como um acto
temerario, escandaloso, e schismatbo, fon-
dado em o jinies perniciosas, qne neohum
fiel catholico pode abracar.
2o Davcm lodos aca'rtelar-se contra o
contagio das funestas dontrinas da impieda-
de, e oppor-se, por todos os meios justos,
propagico dolas; e assim como, ha pou-
cos annos, recambioo esle povo fiel 03 li
vros que um protestante estraogeiro aqu
espalbra, assim agora rejeile, nem queira
no seio de suas familias, essas fulbas, que
insultara, de mido ainda mais desabrido,
nossa santa religio.
3" as cooversacojs, qoaodo fr atacada
a regiao, da vi todo o ebristao defenle la,
oa, se o nao poder fuer, ao menos mostrar
o seu desagrad e rotirar-se., Jess decla-
roa qoe qoem so envergonba se de o con
fessar perante os horneas, elle tambem se
envergoriharia desso tal diiote do seo Pai
4* Cuidem 03 p is de familia de dar a
seas lhosuma educac3) slidamente reli-
giosa, ponio-03 s aquellas esc das. c ijoi
mestres ensinam a dout'iaa cbrisiaa e do
bons exemploa.
5o Procurem todo?, na esphera a que se
estender sua influencia, fazar prevae:er
sempre os iutpresses religiosos, que s3o osj
mais vitaos da soci:d>de, e nao escull j01
em om nu outro partido para 03 cargos
do Estado, senlo homens cordatos, o ami-
gos da regio.
6o E ser a preseato caria pastoral lida
pelos Rvdi. parochos na estaco da misa
conventual, e explicada ao povo nos do
mogos que segnirem recepc3 da d.ta
carta, o que ibes levamos njuito recom
aeQdado.
Dado oesta cidad" da Belem do Para, sob
osgnai e o seo de nossas armas.aos 19
de marco ((esta do glorioso S. Jos, pa-
droeiro 0*1,, igreja universal) do ann) do
Senbor1872.
^. ANTONIO, Bispo do Par.v.
REVfSAO D\ COXSTITUICAO DA CONFE-
DtRACAO SUISA.
I
A transform3Co que neste momento se
opara na coasthuie3o da cjnfederaco suis
sa merece nossa aiteacio sob didereotes
pontos 'lo vista, e espeolraente por causa
das reiacoes de boa visinh inca e de inte-
resso que'ligara os nous paizes.
A Sajan, tantas vezes citada no pstrao-
geiro como typo do estado desceutralisado,
parece ho.e empenhada em trilhar caminho
dilldienle, e pensa encontrar, em urna
maior cenfralisacio, novas garantas de
prosperidade e de forca.
A despeito dj grande numero de suisso.-
que tm!,'rarn para tollas as partes di mun-
do, a pjpuldcao helvtica aagra ota iucas-
santement-'.
O recenseamento da 1850 dava urna po-
polacio oial do 2,802,7W habitantes ; o de
1860 1.510,494; o da 1870 2,035, i i 3.
conforme se segu:
1800 ? 870
1 Z irich................. 26t),6. 8V38
2 leme................. W7.I41 5Q1.53M
3 Lceme............... 130504 112.1*1
t Un.................... li.7it 16,(i3
S fehw.it................ 4. 019 47,7.'
ti Hiat-Ub'.- r-Tdiil......... 1*371 14,443
11.518 11.701
7 RUriJ................. 33-383 :i: SO
191608 10*,5t3 69,if>3 40 68-3 SO 92.1
110,409
74.608
i] dale-ville............... 47.040
Ilile-cimpague.......... 5I58 54,026
l felM&tns*.............. 35,880 37,642
lo Appenzl-ltli'iJes-Kxt..... 'iS.i.ll 48.734
1 .OUO 11.922
14 SiiuiGul................ iSU.ilt 190,677
90.713 92 103
16 Argovie................ 191,208 198 718
90.1)80 116, U3. 93.20 i
18 Fmsio.................. lSi.931
1) Vju.1.................. 213.157 90,792 22:1.664
80 Val.i.................. 96.722
il Niii:hiiel.............. 87.369 93,420
22 Geoeve................. 82,876 88,732
Total............. 2.310.49 2,633,113
Nesle computo nSo se achara corapreben
didas as pessoas que all residera de passa-
gera, pois qua, so assim se fizosse, isso
augmentara coasderavelraonta o numero
da p.ipulacao, por isso qua Genebra, a par
dos SS08 88,752 habitantes, tnba 5,081
pessoas i^ua all se achavam da pas agem
na occasio mesmo do receosjaraenio.
A Saissa, ocupando urna superficie de
1.7U0 leguas quidradas, de i 80f> metros,
lera portant, termo medio, 1,500 almas
por legua quadrada; era relaco soa ox-
ten<3o, G-nebra o centro mus populoso,
e Grisons o menos.
Os protestantes conslituem aindi tres
quintas da populaco, e os catholxoj os
doas quintos restantes.
O numero de israelitas de 5,00o aPr0"
ximauamente.
O coogresso de Vienna da 181'i consli-
toio a coufederacao- suissa dos l canioas,
e o pacto federal, qie o s n;cionra, per-
roaneceu ma vigor al 1817. A guerra do
Sooderbond, on dos Scie Cantos, deu
Suissa a coostiiui{5o de l de setombrode
I8i8.
Os G'ntoss, a despeito de ficarem sobe-
rana, perderam pela cooslituico federal
de 1818 alguns de s;us direilos e privile-
gios. Foi assim que, desde ento surgiram
m onfederaco as alfandegas, assim como
lulo quanlo diz respoito adminisiraco de
correios, postes, telegraphos, rnoeda e or-
ganisa'.ao militar.
A eoQStiluiciJ da 8S deu resaltados
felizes era f.vor Ua adrainistrago geral da
Suissa. A respeilo dis>o, p;rm, enton-
deu-so conveniente uraa revi sio de seme-
Ihuile paci federal, sendo de uraa tai re-
visan que o povo suisso se oceupa neste
momento.
A administraejio na Suissa se divide em
autoridades federaos e autoridades dos i
canies.
Cada canlo possua a sua assemb'.a le-
gislativa, chamada grande conselho, e o seo
poder executivu cnaraido conselho do esta
do, composto' garsnente de 7 ou9 mem-
bros, ene irrogado) das diversas repanicoes
de jostiea, do comrarcio, de obras publicas,
de Qnaocu, da guerra, do interior, da ras-
iruccio publica, tic.
Cada canta) lera seos trUranaes de pri-
raeira o de s.'guuda iustancia, de appella-
c3o, tribunal civil, correccional, docommer-
co, juizos de'paz, etc.
Era todos os caiiies subsiste a institui-
Cao do jury em malaria crime.
Pelo qu respaila a unidade de legislaeio
nao exista ella, poii qua cada canlo pos-
suia suas leis differentes.
A conf der -rao liaba, outrosim, o seu
poder legislativo e o sea poder executivo.
A asserabla federal se corapo :e deas
cmaras, o conselho nacional e o conselho
dos estados.
O conselho nacional se corape de depu-
lados do p .vo suisso, elsitos na razio de
ura representante p,or cada 20.000 alrais da
popalagio local.
O conselho dos estados se compa de i i
deputado3 dos cant s, cada um dos qu^es
d dou representantes.
O poder osecativo, ou o conselho fede-
ral, se compa de sete membros. O presi-
dente da confederarlo, que eleito aunual-
mente, tirado do seio daquelle.
Os membros do conselho nacional, eletos
pelo povo, s3o nora^ados para servirera por
tres annos, e o mesmo se d c m relac3o
aos sete membros do conseibo federal esco
luidos pela assembla federal.
All existe igualmente um tribunal fede-
ral para a 3draiui>trac3o da jostica.
A con-iuicao di 1813, banio da Suissa
a o-dem dos jesu tas, aboli o recfulamen
lo. garanti a liberdade da morecsa, o di-
reito de se estabelecer qaaljiur cidadao que
perienca:S9 a qoilqaer dos credos ebris
i3os, e reconhac.u finalraenle a liberdade
do coitos.
" Os israelitas eram injustamente excluidos
destis vaiilageos; grecas, porra, influen-
cia da FimoC", esta desigualdade, cootraria
ao progreso di civilis3r;ao, foi abolida por
occasilo do tratado de cornraercio qaa exis-
te entre a Suissa o a Franca; e a nuva.
con tituica..) coace'e ans israelitas os mes
raos direilos qua sio concedidos o chris-
ios.
Se a conjliluic'.a de 1818 tirn aos 22
caDtes a sua adnjtiistracio dos correios,
das barreim, e as soas moedas divers?s
dei\oo-lhes comludo flear as sqas 22 legiv
lace en maleria penal, civil e commer-
cia'l, o q'e a cada passo M loma a origem
dicona.:tos aire etcaotei, sobretodo em
materia de allaoCJtt casamentas, e aelos
do nasciraento; se3indo-8e d'ahl os re-
cursos para o tribunal federal e para as
cmaras contra as decisoes dos tribanaes
dos cantes.
Propomo nos aqui a examinar em breve
a legislacio federal, ansiando os pontos
que forano, o asompto de artgos introdnz-
dos no projecto adoptado pelas cmaras, e
qoe tem de ser submettldo votapio do
POVO SU3S0.
A di-posigo mais importante que o par-
tido radical snisso pretenda introduzir oa
constituicao nova da confederado, era a do
referendum.
A questo do referendum, oa a obriga-
Cao de sa fazer referoodar pelo povo qual-
quer dtciso, consiilue um syslema estabe-
lecido de novo em diversos canlQes da
Suissa.
Era todos os cante?, as constiluites ou
as leis constitacionae.', que importan a in-
troducto da reformas, s) sujeitas vota-
ra 1 do povo, que as aceita ou as regeita,
conforme se pratica para a coostituica fe-
deral.
Mas esse referendum, segundo elle se
execuia nos canies da Suissa allama, abran-
ge todas as leis e todos os decretos. A
.oocess3o relativamente a camiohos de fer-
ro, qualquer wbreocio que baja de ser
concedida alm das verbas usadas 00, em
urna palavia, tudo quanto compete s as-
semblis legislativas, deve, perante os can-
tos, upar dependente da raiificac3o popu-
lar ; o trabalho-- dos legisladores lem que
merecer a approvaco do povo.
A api licaco de referendum, em materia
de federago foi um dos motivos principaes
que condnzio revisio pr< jectada ; o parti-
do radie*] havii consignado na soa bandei-
ra o referendum simpUs ao povo suisso ;
isto q ie tjla a lei volada, ou loda a de-
liberaco timada pelas cmaras federaos,
fosse sojeita approvaco do povo.
Ou che/el do partido r.idical qoeriam,
pela adopio do vef rendum simples, intro-
dozr a democracia directa; preteodendo
que o rystema representativo se sustentara
sempre na Suissa.
A par do referendum simpks obrigatorio
se apresenlava gualmetle o referendum
duplo obligatorio-, isto ,a votacio do povo
e a dos canies como estados.
Finalmente, apresentou-se ainda um ter-
ceiro .^suma, qual era o referendum facul-
tativo, urna especie de veto que poderia dar
lugar votacSo popular sobre tal lei oa de-
creto, urna vez que assim fosse reclamada
por ura certo numero da cidadios oa do
cantes.
O partido liberal conservador se oppoz a
todi a especie de referendum, defoodeado
a causa da democracia representativa e da
soberana dos canies, lutando por soa sus-
tentaco, empenbando-se em fazer sentir
qoe ao systama representativo- que os Es-
tados-Unidos e a Suissa devem a sua pros-
peridade, e quo convinha nao trocar esta
situago do felicitado poltica tanto no inte-
rior como no exterior, para se entregar
esp-i encas da democracia directa, e rom-
pendo cora as tradices do passado dar ao
esta lo urna nova forma.
Os oradores principaes de partido conser-
vador se esfircaram em demonstrar que era
necessario, para se conservar o .equilibrio
entre os estados e o canlo, augmeutaiem-
se, e nao diminuirerase as garantas dos
estados qoe cunMitusm a coiifoderacio.
O presidenta da confederacio falln con-
tra t ida a espacio de referendum simples
ou co"ra o voto dos cantes; a soa conclo-
so foi que se ura povo sensato elle sabe
como na da proceder sem referendum, des-
de o momento que est segoro do direito
de petico que be assiste, dos de associa-
cio, de liberdadi do aprensa, bem como
do mais largo direito da elogor e da ser
eleito.
A opinio do Montesquieu, em materia
da interveocij politic do povo, qoe elle
ve c'aro as qaestees pessoae3 mas nao oas
qaestis legislativas ; o povo deve portanto
noraear repre.-entanlcs e commotter-lbes a
responsabilidad de seus actos ; em quanto
elles exercem a sua misso, forma-e a opi-
no publica a tal respeilo, passando ella
era scgu.da a pronunciar-se.
Era norae dos direilos popalares o parti-
do radical pedia igualmente, a par c'o refe-
rendum o direito de iniciativa para o povo
suisso, quer dizer o direito de intimar aos
representantes parante as cmaras ledo raes
que honvessem de se-ocenpar da tal ou
ul assumpto, nao acbando sulBciente o di-
re;o de petico, Uraa vez adoptado o di-
rcit) de iaicialiva, importara isso o reinado
do maod'to imperativo na mais larga accep-
cao da palavra.
Seraelhante questSo do referendum que
ba tres mezo?, pareca dever alterar todo o
syslema em que assenta a coostiinicSo suis-
sa, cabio p'r ierra em prosonca da adop-
Co do referendum facultativo, cajo Iheor
official sa segu;
t As leis e 05 decretos federaos nao po-
dorio ser promulgados sera approvaco dos
dous conselhos.
t As leis e os decretos fadarae tendo
urna applicaco geral, davem alera fiisso

ser sujeitos a approvaco oa rejaicSo do
povo, quando a asseraola assim o decidir
ou quando O,009 cida-ios ou cinco can-
tes assim o requererom.
Samara que 50,000 cidado3 oa cinco
cantes pedirera qua uraa lei federal, oa
um decreto, baja de ser modificada oa ao-
nullada, ou que naja de fazer-se una nova
lei federal, sobre ertoe de'.ermioado objec-
to, cumpre aos doas conselhos a elabora-
co do novo projeclo de le. c .sobmelte^lo
approvaco do povo, nj caso de se acha-
rem de accordo, quanto ao pedido forma-
lado, e se cora relaco aos decretos federaos
nao houver nisso obsta ralo em consequen-
cia da qualquer compromisso tomado pela
conledera.o.
Se ura dis dous conselhos io*concor-
dar com o outro pelo qua diz respeilo ao
pedido, esta passa logo a ser sujoito vo-
tacio do povo. Se a maioria do cidadios
votantes se pronuncia llirnativamente,
cumpre aos cooselhos o ellaborareai 111
projecto do le no sentido propsto, snjei-
tapdu-o em seguida accaiiigao ou 1
Cao do povo.
t k leg3laco determina quaes as forma-
las e os tramites a segoir-se. na d^napc-
nho da iniciativa popular, bem como para
as votacca por parle do povo. >
Continuqne-fui.
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