Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12619


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Full Text
I
kMQ XLVIH. HUMERO 70 *'*' /'
" -----------------------------------------------------------1>---------------------------------------------------------------------------------------------------------1-----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
JABA A CAPITAL E LUGABSS OIDE iUO'SI PACA POBTI.
Por tres mezes adiantadoa................. CjJOOO
Por seis ditos idem.................. HfiOOQ
Por am aono idem..................... 34-JOOO
^ ida mamero avnJjo #...*..,....,,.' 120
ir
TERCA FEIRA 26 DE MARCO DE 1872.
S
PABA DIITBO I FOBA DA PBOVIICIA.

Por tres mezas adiantadoa
Por Mi ditos idem.
Por dota ditos idem
Por am armo idem
t#7M
lOISSfl
171000

Propriedade de Manoel Figueira de Faria & Filhos.
^
AO AOHlfU:
O Sn. Gerardo Antonio Alves d Filhos, no Para" ; Gon$alvei & Pinto, no'Maralo ; Joaqnm Jos de Oliveira A Filho, no Cear ; Antonio de Lemos Braga, no Aracaty ; Joio Maria Julio Chaves, no Ass ; Antonio Marqnes da Sijvi, no;Natal; Jos Jostina
Pereira d'Almeida, em Mamangnape; Augusto Gomes da Silva, na Parahyba ; Antonio Jos Gomes, na Villa da Peaha; Belarmino dos Santos Bnlcio, em Santo Antlo; Domingos Jos da Costa Braga,
em Nazareth ; Antonio Ferreira de Agniar, em Goyanna ; Francino Tavares da Costa, em Alagoas; Dr. Jos Martins Alves, na Baha ; e Leite, Cerqninbo < C. no Rio de Janeiro.
parte ornciAL.
Coanoiando das aranas.
QU&ftTEL GENERAL DO COMMANDO DAS ARMAS
NA PROVINCIA DE l'ERNAUBUCO 23 DE MARCO
DE 1872.
Ordem do da n. 612.
O coronel commandanle das armas nterin), em
cutnprimento as ordens q le Ihe foram exped Jas
pela presidencia relativamente as recapgSas de
Saas Mageslades Impenaes, que sao esperados
nesta cidade de 23 a 26 do corren'e em regresso
de sua viagem a Europa, convida aos senhores of
flciaes dos corpos especiaes arregimenlados que
nao titerero parte da parada honorarios do exer-
cito e relormadoi a compareeerem no caes 22 de
Novembro, logo que de confi)nnidde com o pro-
lirammi puLhcaJo no Diario de Pernambuco di
21 do corrale n. 67 foreu disparados pola foria-
leza do Brum 3 Uros con inlervalio do dou; mi,
uto i, sigaal de que o vapor iaglez Bxjne, que
cendaz aos augustos viajantes esta a vista. alim de
r-ceberem as Suas Magestad e acirapanharera-
n'aa ao palacio da presilencia toroandi ti) presti-
to o logar que Ins esta indicado no citalo pro-
gramla.
(Asagnado). Jos Maria Ildefonso Jacome da
Yaga Pessoa e Mello
(Conforme).Clemente Francilio Tacares, te-
aeote-ajudante de ordens eacarregado do de-
ulht.
DIARIO DE PERNAM8UCU
RECIFE, 25 DE MARCO DE 1872.
Chegada de SI. Mil. Imperlaes
Hoatem chegaram ao porto do Recife S3. Mal
o Imperador do Brasil e sua augusta e virtuosa
consorte, e SS. AA. os augustos principes filhos da
serenissima princeta a Su. D. Leopoldiua, de sau-
dosa memoria.
S nenie S. M. o Imperador pule descer trra,
nao por se acharem muito fatigados os outros
Lustres viajantes, mas lanbera por causa da hora
em que fundeou o paqutte, e por se adiar u mar
maiiissimo agitado.
Miis urna vez o povo de Pernambuco demons-
trla con provas inequvocas de respailo quanto se
aleiam em seo peito os uobres seutlmentos de amor
t deJicacao ao throno e moaarcbia, quanto se
congraaaa saa grande alma com as magnnimas
(juaidades de priucipo e de sabio que adornara a
passoa do illusire varo qud a seberaoia da nagio
escolhen como chave para a abobada do seu edifi-
cio poltico.
Essas fastas, em qae o povo talo, em que elle
o smenle elle figura com bizarra, alo se apa-
giui jamis de sua memoria, e o generoso peito
em que ellas derramam ondas de jubilo jamis
deixa que se nsque do seu amago os traaos e
caracteres com que ellas foram gravadas.
A festade boui-oi foi mais um espe adido trian-
pito para a causa da moaarchia liberal, foi mais
ama victoria gacha pelo espirito sensatamente
conservador do nosso povo contra o espirito in-
novador e revolucionario, que se pretende que
orra parelhas com as bucuras das velhas socie-
dades, carcomidas por grandes cancros e devo-
radas pela fle de monarcbia.
Nao, felizmente podemos dizcr que nlo ha e nlre
os essas gangrenas sociaes que affligem boje al
guns aues da ve'ba Europa. Ajui ha muita as
piraba) de liberdade, ba muito amor gloria, ba
muia ardencia de progreso ; mas, par dessas
nobres aspira (oes, ha muito amor a patria, e ha
muita dedica .a e ro -paito s insiituigoas juradas,
sob cojo rgimen vivemos felizes ba cerca de
meio scalo.
Melhores provas nlo se ptde requerer do que as
Sua apresenloa bonlem a populaco da cidade e
a alguraas loca i iades prximas, loda vid por
var e felicitar S. M. o Sr D. Pedro II, toda alegre
e festiva abrir um caminbo magesloso para dei-
xar passar entra es'.roodosas ovsqojs o carro da
monarcbia, onde se sentava o filho do fundador
do Imperio.
Sim, foi ama festi migoifica, M urna ovario
perenne, foi am triuinptio espieoJoroso, esse de-
sembarque de S. M. o Imperador, desembarque
que, por cumulo de felicidade, teve lugar n'um
u.a querido e abengoado pelo Brasil, no da em
que os povos brstleiros commemoram o juramsn-
to do seu pacto fundamental, da carta que Onnou
as suas iostituices polticas e garanti e sellou a
independencia da patria.
Eram 11 1/2 horas da manh quando o telegra-
pl.o annaaciou a aproximarlo do paquete njlez
Botjne, em cujo bordo ?abia-.-e de ante mo que
se achavatn os penlnres querilos da monarcbia,
as flores que ptrumam o magesloso tbrono, que
la ai por escudo ama consteaco do 20 estrellas.
Apenas fizeram-se os signaos convencionaes, toda
a populajao-se poz em movimento, 111 lindo para
os caes, ponies e roas por onde devia passar S. M.
o Imperador, que o telegrapbo aonanciara desem-
barcara so, celas causas que j assignalamos.
A' 1 hora da tarde o paquete fundeou no lama-
rao, e fii logo saadado o pavilh) imoeral que
ella arvorou por urna salva da fortaleza do Brum
e da crvela Niclberoy, ali tambem tundeada.
Logo aps circulou o paquete ama flitilbade
pequeos vapores, escaleres e galeotas, idos de
tsrra, Irajanlo gallas de festoes de fljres. elevando
seu bordo ama escolhida soiiedade, da qaal fi-
ziam parte os Exms. Srs. presidente da provincia,
commandante das armas, chafe de polica, o outras
dignidades civis e militares.
Feitos os eomprimentos e Micilacoef1, dinou-se
S. M. o Imperador descer para am dos paqueaos
vapores, e toda a flitiiha fenleu entao as ondas
em demaBda da cidade, apresenlando um especta
calo maravilboso.
Os navios de guerra e mercante, tolos emban-
derados em arco, e tendo as respectivas tripola-
tjoas postadas as vergas em trajos de galla, com-
pletavam a scena liodissima, presidida por um
sol rigorosamente tropical.
Ao passar pelas fortalezas e navios, fui S. M.
aaudado por aquellas com as salvas do estyllo, e
pelas tripolacdes d'estes com um monumental hur-
7 ha, que enchao de alegres sons o mbito immen-
so do porto e ecbooa festivae alegremente no co-
radlo do povo agglomerado no arsenal de marinba
e oos caes do bairro do Recite.
lonumeras g y rao dulas de fogo subir m entao ap
u e as igrejas juntaram os son cadenciados dos
saus bromos aos estampidos das bombase as cons-
tantes oracdes que de todas os lados se ergueram
ao Sr. D. Pedro II.
As S horas da tarde chegou a fblilha ao caes
22 de novembro, onde* se achavam erguidos tres
porticosou arcosl rnmphaes, mandados erigir pelas
sociedades dos Artistas Hecbanieos Liberaos e
Patritica 12 de setembre.
No caes 22 de novembro aguardavam a cbegada
de S. Magesiade erescido numero de passoaa gra
das e varias commissoes de sociedades Iliterarias,
3Cientiflcas e de beneficencia.
Em torno da oraca de Pedro II. qne flea em
frente ao caes, ormavam as tropas, estendendo
sua esqaerda pela ra do Imperador.
A praca e o caes estavam adornadas com mas-
tros embanderados, biodelras e pavlhoes, e as
janeilas dos edificios ornadas com colchas.
Foraiavaia em parada tres brigadas, compoado
urna drviso, as ordens do Sr. commandante supe-
rior da gorda nacional do Recite. O espectculo
era suberbo.
S. M salida em trra entre as mais vivas de-
monstrares do jutiiI j, ao som da e-trepitoso3 e
eathusiasticos vivas, fazendo-lhe a continencia mi-
litar tola a divisao, cujas bandas marciaes exe-
cuium'ii o bymno na:ional.
Ao passar sob os arcos triumpbaes, cabiram
fljres em abundancia sobre S. M., que, vestido
burguez, desfazia-se em amabilidades e cortezias
para todos quanto se loe aproximavam e o corte-
javam agitando lengos e chapis.
S. M. seguio p at a igreja do Espirito Santo
do coliegio e ahi fe*z oraco.
Ao sabir do-templo entrn S. M. para um co-
che que e esperava, e seguido da grande comiti-
va, que o acompaohava de carruagem, deu volta
praca de Pedro II. e seguio pela ra do Impera-
dor at o palacio presidencial no Campo das Prin -
cezas.
Novas continencias nilitares Ihe foram fetas
pelas tropas, e a {ravessia at o palacio foi anda
urna coaiinuac/io dos triumpaos e ovacfles que to-
dos testemualiaram no desembarque.
Na ra do Imperador, grande numero de edifi
ios achiva-se ornado com bandeiras e colchas-de
visio-as cores.
No Campo das Princezas o jardira (Aquare) meio
construido apresentava um quadro pitiores'co, so-
bresahindo no caatro um pavi ho octogonal de
forma caprichosa e as bellas estatuas e candela-
bros de brouze que o circnrcdam em harmonioso
coDjuncto. O campo eslava paramentado com mas-
tros e baodeiras, e pavilboes nauionaes. %
No palacio da presidencia esperavam S. M. mui-
tas senhoras e cavaiheiros de fina sociedade e ele-
vada jerarehia. O palacio estava adornado com
muito bom gosto e primorosa simplicidad?. Numa
uirptuosa mesa ostenlavam-se preciosos manjares
e fructas selectas e exquisitas.
Sua Magestade ali cheganlo, depois de ter sido
comprimentado per todas a- pe*soas presentes, s
quaes cerrou cordealmente a mo, despensanlo-as
de Ih'a baijarem, recolbeu sa a um gabinete para
descaogar.
Aps esse repoaso instantneo, reapparecaa S.
M. nos sa'rjes, e continen a prodigalilar todos
a sua admiravel urbanidade e alfib lidade.
Nassa occasii a Ilustre assembla provincial,
fiel interprete dos seolimenlos dos seus committen-
tes, apresentou se em corporacio S. M., e o Sr.
Dr. Joo Jo: Ferreira de Aginar, digao presidente
dessa assembla, depostou as augustas mios do
Iraperalor urna falicitacaa que Ibe diriga a pri
meira corporarao poltica da provincia pelo seu
feliz regresso ao seio da patria, que o estremece.
As tropas desflllaram enia pela rna do Impera
dor e formaram em parada no Campo das Prince-
zas, e pouco dapois daram as descargas do es vilo
nos dias de grande galla, como o 23 de marco
S. M. dispensoa-os porm das continencias, e ellas
debaodarara em seguida.
A's 3 horas da tarde sabio* S M em carruagem
com destino ra do Mrquez do Heival, onde se
devia vericar a benco e assentameoto da pr
meira pedra de um edificio que a assembla pro
vincial mandou construir para servir ama escola
primaria da ambos os sexos.
N'esse lugar acbava-se erguido um singelo pa-
vilhao, ornado com Aires, folhas, bandeiras e pa-
vilhdes, e no fundo d'elle, em am elegante aliar,
brilhava o divino lbaro da Redem.njao, que devia
presidir aquella lesia de liberdade e de inslruc-
ro.
EITectivameate ali celebrou-se urna trplice fas-
ta, cojos fias foram a l.berdale e a insfuegaj.
A prmeira consisti no baptismo de 11 cnangas,
que vram a luz sob os ferros do captiveiro, mas
que desde booiem foram declaradas livres, intu-
ramate livres, como se fossem nascidas de venire
livre. Nove d'essas enancas foram libertadas
pela directora da Assoeiacao Conmercial Benefi-
cente, a suas expensas: tres foram libertadas gra-
tuitamente pelo Exm. Sr. senador Barros Birreto ;
e duas o foram tamben gratuitamente pela Exma.
Sra. D. Thereza de Jess da Siqueira Cavalcaute.
Todas as cartas foram entregues Socielada Pa-
tritica Doze de Setembro, que as distrbuio pelos
seus donos.
A segunda fasta consisti na bengao e assenta-
mento da pedra do edificio que ja nos referimos
S. M lancou a ptimeira pa do cimeoto para o as
sentamento dessa pedra.
A terceira fasta, fiaalmente, consisti na bangao
da nova bandeira do 2 batalbo da guarda na-
cional do municipio do Re:ife. Depo.s da bencao
i. M. timn em suas mios o augusto symbolo da
nossa independencia e entregou-o ao digno com-
mandante do corpo, que a confua quem o con-
duz de ordinario-
Finda que foi e^sa trplice festa, S. M., sempre
acomp .tihado de numeroso squito, e pelo povo
que o victoriava de continuo, dirigio-se ao bairro
da Boa Vista, em soe, al o edificio em que fuoc
ciona a sociedade dos Artistas Mchameos e Li-
bertes.
Ahi f j S. H. rectbilo com urna esplendida ova-
gao. Algumas migas, trajando as cores nacionaes,
enloaram um lindo bymno, caja lettra j publica-
mos, e varias felicitagoes foram prescaes S. M.
que percorreu o edificio da sociedade, mu.traj.Jo-
se satisfeit).
Da Boa Vista regressou S. M. Santo Antonio
e no Ctmpo das Princezas tomou nm carro da
compaohia dos Bonds, que ali o esperava para
Uval-o at o Gymnasie Proviacial.
S. M. visitoa lodo esse eslabelecimento de ios -
tru-Qo secundaria, lnterrogoa varios alumoos
e inosirou-se muito satisfaito quer qaanto s dis-
posig5es e ass-io do edificio, qu.r quanto ao adan
lamento ds meninos, confia ios inlelligenle di-
recgo do Sr. conego Rochael.
Do Gymoasio voltou S. M. outra \ez Santo An-
tonio, e seguio no carro dos bonds at o largo da
Penba, onde foi visitar as obras do novo templo e
convento que e-ti construndo os religiosos ca-
puchiahos, cojo zelo louvoa, loavaodo Ibas igual-
mate a constancia e os e-forgos empragalos em
prol da religio.
Da Penba regressou S M., sempre n'an carro
dos bonds indo ao bairro do Recite, e visitando o
edificio da Associago Cemmercia Beneflce3te,
onde se achava reunida urna escolbila sociedade,
da qual faziam parle umitas senbora.
S. M, depois de percorrer todos os saldes do pa-
lacete da Ilustre associago, dgnou-se de asagaar
o seu nome n'um rico lbum, drele preparado.
A directora da associago depostou as mos
de S. M., nao s urna explendida felicitago pelo
seu auspicioso regresso, mas tambeo urna exposi-
co minuciosa dos beneficios que eslo reclamar
tanto o commorco como a agricultura da pro-
v incia.
A's ii boras da tarde S. M. regressou do bairro
do Recite ao palacio presidencial, e, depcis do ter
descangado algnns miDates, receben anda muitas
pesspas que o foram camprimentar e felicitar, e
bem' assim dignon-se de acolher com paternal
cariono os educandos e educandas dos collegios de
orphos.
Depois disto S. M. Jantou, e logo em seguida di
rigio-se de carruagem para e Caes 22 de Novem-
bro, ondeembarcoa com o rassmo ceremonial com
que desembarcara, levando muitas saudades desta
ierra, onle elle saba que aado de veras.
Ao passar em frente das fortalezas a flotilba im
perial foi saadada com vivas e salvas. Eram 6
horas da tarde.
A' noute illuminaramse os edli:ios pblicos e
muitas casas particulares, e ao jarlim do Campo
das Princezas foi ensaiada a lluminago giorno
que mais tarda ha de embellezar aquello bello
Sqnnre.
Bins ventos conduzam ao Rii de Janeiro os im-
periaes viajaates : frescas e auspiciosas auras o
recebam na capitil do Inperio, ondepalpitam pela
monarcbia tantos peilos quanlos petos aqu batem
pela patria e pelo throno.
Noticias da Europa.
Hon'em, depois de meio da, fundeou no lma-
nlo o vapor ingloz Doyne, trazeado datas de Lisboa
at 13 do crlente tarde.
Dos jomaos e cartas recebidos extraamos o se-
guate :
franca.
O acontocmenlo mais uolavel do principio da
qunzena que se refere a nossa revista, a car-
ta do Sr. Barthluinx St. Hilaire, secretario du ga-
binete do Sr. Thirs, ao presidente do conseho
geral de Meurthe e Mozeile ; o documento quo
trairtcrevcmjs considerado como a segunda
resposla do gnverno ao manifest da dreita, que,
com i j dissenus, nao foi publicado ; a priiueira
resposta foi o projecto do Sr. Vctor Lcfranc *on-
ira os abusos dajinprensa, projecto de le, que pa-
rece ser o campo escollado para a grande luta
parlamentar das differentes fraegoes polticas.
Eis a carta do Sr. Barthelemy Saiut-llilaire.
Versailles, 22 de fevereiro do 1872. -Meu
charo collega.Aprsente! ao Sr. presidente da
repblica a representagao que vos Ihe enviasles,
assignada, depois de encerrada a sessao do con-
seho geral. por vos e por Hese de rosaos cij-
legas.
O Sr. presidente incumbe-me de vos felicit r
pelos senliinentos que manifestis. Por muitas
vetes, tanto na tribuna como nos documentos ofli-
ciaes, deu elle proprio as mais formaes sugurangas
da sua reslugao de manter intacto o dejiosito da
repblica que Ihe fui confiado.
Podis estar coavencidos de que todos os seus
esforgos lendeui para esse im. c que elle saliera
cuiapVir a sua proinossa. A le que propoz lion-
tem assembla nacional, urna nova prova dos
seus intuitos. Esperamos que produza o melhor
effeito.
Pela miaba parte nao duvido de qu', se a re-
publica continuar a prestar ao paiz servigis lma-
nnos e la i uteis como tem feito ha mais de um
auno, a Franca aceite e sustente; a forma de gover-
no que Ihe ti ver assegurado os beneficios que ella
deseja, isto a liberdade com ordem, e a econo-
ma cotu honradez, e a torca e o poder com o tra-
balho e o patriotismo. Urna crcumstaacia das
mais felizes para a repblica representar a or-
dem sobre todas as formas, e nao hesito em afllr-
aiar que nada pode temer, se souber ser prudente
e moderada, porque boje deve ter o apoio de todos
os bons cidadios, ppr poaco que elles coahegam
os seus vertladciros interesses.
Tenho "a descnlpar-me, meu charo collega,
de ter demorado tanto a niiiilia resposta, e |ieco
que aprsente igualmente as miabas desculpas
aos seus amigos e aos membros do consellio geral,
mas esta deaiora d-mc occasiio de reforgar as
esperangas em favor das opnioes que nos sao
caras, ciim as providencias propostas pelo governo
assembla nacional, e que, segunlo todas a> .qi-
parencias, nao sero as-tinicas le o goverao ten-
cioaa tomar.
t Aceitai, meu charo collega, as minhas sauda-
goescordialissitaas.Vosso dedicado collega. Bar-
thelemy Sal ni-Hilaire.'
O Sr. Vctor Lefraac, ministro do interior, diz
quo a carta do Sr. Barthelemy de Saiat-Hilaire
nao fura mandada escrever pelo Sr. Thiers, que
neia chegou a v-la.
O projecto de lei do Sr. Vctor Lefranc acerca
da iiapceasa, est sendo discutido as seccoes. Tem
levantado contra si gran le opposigp. O governo
est disposto a fazer algumas concessoes a com-
aiisso que boslil ao projecto tal qual se aclia
formulado, nao quer porm tiear na gencraldade
do projecto.
Quandu o governo respondeu ao manifest aio-
narebieo da dir-ita com o projecto de imprenta,
esta cuidando que o projecto se Ihe diriga, levan-
tou altus clamores, dizendo que Ihe queran) ap-
plicar a lei da suspeitas. O.* ministros declrala
quo a persegnlclo ha de ser nicamente dirigida
contra os bonapartistas e a assembla, mais sa-
tisfeita approva a urgencia da proposla. O gover-
no applca s circumslancias actuaes as luis do
1819, 1818 e 1819 ;^ por isso se nao pdem quei-
xar os republieaaos bem os aioaarchicos, porque
uas e outros trabalhavaui activamente na redaego
desse projecto de lei, e teeia de solTrer as couso-
quencias dos principios que a outros applicar.ua.
o relatoro do projecto Uz-se que o goverao ha
de ser resptalo por todos, e ha de reprimir os
excessos de todos os partidos, quaesquer que elles
sejan ; e allude s impaciencias dos partidos.
O presidente da repblica n'uma das suas re-
cepgoes disse que Ihe era impossivel apoiar-se ni-
camente a parte conservadora da cmara ; que
necessitava do concurso de todos os grnpos sem
cxcep.'o ; e declarou que, se nao suscilassem em-
baragos ao goverao, esperava poder alcanrar a
evacuagao completa do territorio para o fim do
anuo.
O governo tem i em seu poder os 410 milhoes
^ue os prussianos deviam receber ao mez de inaio;
e o Sr. de Bismark concordou, em receber este pa;
S lamento aatocipado com oDen.-fico do juro. J
oraia pagos por coma 150 milhoes em Stras-
burgo.
O Sr. Thiers fallou na commissao combatendo
as modiOcagOes que esta quera apresentar ao pro-
jecto Lefranc ; o accordo difficil, mas os tele-
graiamas de 12 dzeia que o Sr. Thiers teve uaia
conferencia oa os inernbros da commissao, e que
o accordo parece provavel.
O ministro da fazenda o Sr. Pouyer Quertier
pedio a sua domisso que fui aceita, sendo interi-
namente encarregado da pasta da fazeada o Sr.
Goulard.
E' um fado altamente importante a retirada
d'esle ministro, porque o Sr. Pouyer-Quertier es-
tava as melhores relacoes com o goverao de Per-
liin. e a sua intervencao era utilissima em todos
os negocios cuia os allmaes; alm disto as ques-
toes de fazenda faz falla ao Sr. Thiers, p .rque
poucos horneas se couformaro to cabalmente
com as ideas econmicas e finaucciras do presi-
dente da repblica.
Diz-se que o ministro da justica o Sr. Dufaure
tambem pedir a sua demissao. A questo que
deu origeia a esta crise ministerial a seguntc :
O ministro do interior o Sr. C.i'erer, a pedido do
miaistro da justica, requerra o anno passado
Suissa a extradici/io du antigo prefeito do impe-
rio, o Sr. Janvier de la Motte, e mandou-o proces-
sar por um alcance de mais de duseatos mil fran-
cos. O reo deu para tcstemuuha de defeza o mi-
nistro da fazeada, o qual declarou que os alcaaces
de fundos s podiaoi ser verificados pelo miaistro
da fazenda c nao eram da aleada do tribunal ; e
como acresela aecusado de transferencia de
fundos de uas para outros servigos, declarou o
ministro da fawnda que sempre assim se havia
praticado, e se devia platicar, apezar de ser cssa
urna questao muito disputada nos parlamentos.
O jury absolveu por anaaimidade o reo e os
seus cmplices, e coiau o presidente lsse um ofli-
cio do ministerio da fazenda acerca dos papis que
tal respeito haviam sido reraettidos pelo miuhste
rio do interior o Sr. Pouyer Quertier mandou dizer
| polo telographo que esse oflcio nao tinua a sua
assignatrf, e equivala a um simples recibo do
ofilcio sem anceciago do que elle coalinha.
O mnsirolla jusliga deu-se por escandalisado
com o depoiraento do Sr. Quertier no processo
O Sr. Thiers censurou o ministro da fazenda pelos
principios apresentado9,"e o proprio ministro reco-
uhecendo que havia rubricado os papis, nao se
pode esquivar rusppnsabilidade c pedio a sua
demissao, que, como dissemos, foi aceita no da 6
de margo;
No processo de Rouen todos andaram mal ;
Janvier de La Mulle foi absolvdo. mas nio puri-
ficado.
Os mrnbros do coiselho geral. e o presidente,
que era o proprio miaistro da fazenda deposeram
mais como caiaplices du qae como testemuiihas.
O jury legalisou actos dignos de condemnagi.
Finalmente lodos deraai provas de ncertesa c cn-
fraqaeeiincnto na convitgao dos deveres moraes.
O miaistro da justiga tanibem por alguna aecu-
sado |K>r ler pedido a extradcao e mantdo encar-
celado jicrto de um anno un*houiein que plena
mate absolvidu pelos tribunaes, e porguata-se se
esta longa perseguigio a um adversario nao tera
por fim satfsfazer os rancores dos amigos do minis-
tro, jamigos eleitoraes d Sr. Janvier de la Motte.
Nao teve seguimenlo na assembla a interpe-
lar io relativa demissao de Sr. Quertier; a as-
sembla passoa ordem do da, depois do ex-mi-
nistro da fazenda de-larar que -as ^suas pafavras
haviam sido adalteradas, e de condeamar os revi-
ramentos poUtieos e os mandatos ficticios; o Sr.
Prier e Dafaure tambera dorara expHeaoSes.
O pedido de demissao do Sr. Ladirault do
cargo do governador de Pars, que prodazira
grande sensarao no partido conservador, foi reti-
rado a instancias do Sr. Thiers.
= O novo ministro da fazeada interino o Sr.
Goulard declama a urna deputagao que era im-
possivel modificar o imposto sobre o rendimento.
A As embla approvou sem debate a eleigao do
Sr Ruuher pela Corsega.
O general Du temple requereu qae se apra-
zasse dia para tractar d is petigoes dos bispos, mas
a assembla adiou este assumpto para d'aqui a
tres mezes ; entretanto o Sr. Rmusat, no fim da
sessao interrogado a este respeito pelo Sr. Cher-
aelung concordou e a assembla tambem em que
se tratase de petigoes na sessao do d a 16.
* A mudanra de opinio da assembla em to
curio praau explicado por que entre as duas reso
lugoes Uan havdo o tempo necessario para novas
combinantes.
O governo, e a assembla receiaia que na dis-
cusao se d motivo a um conflicto seno com a Ita-
lia.
Ha reeeios de tentativas bonapartistas, a que
da volta a noticia de um emprestimo de 12 lallhocs
que a Italia pretende contralor, destinado a prepa-
rativos militares. Attribue-se a Vctor Manoel o
intuito de restaurar em Franca de accordo com
a Prussia a dynasta imperial, sob o nome de
Napoiio IV, com a regencia do prncipe Napolio
goaro eolre da Italia. Diz-se qne a viagem do
principe Frederico Carlos da Prussia a Roma tmha
esse fim, e por isso recebera do governo italiano
to elevadas distingues.
Um dos motivos do add.amento di ds:u-sai
das pelicoes dos catholicos acerca de Roma, era a
ausencia do embaixador fiaocez jnnto do re de
Italia; esta lacuua esl preenchida porqae o
Jinni Oficial do 1 de Marg publica a nomeagao
d i Sr. Fuuroier para ministro de Fran;a em Ro na
O Sr. Fouroier era ministro em Stockolmo, e de-
ve partir brevemente para o seu pesto.
A commissao da assenblea en:arregada de
dar o seu parecer sobre o projecto de instruegao
primaria regeita o ensino cbrigatorio. O Sr. Du-
panloop apresenloa na commissao urna especie de
sub'tiiuicao ao projecto de instrnego primara,
estabelecendo obrigagao do ensioo, porem nica-
mente moral, e sem penas contra os paes ou tu
lores.
Na assembla fallau a proposito do projecto de
lei relativo Internacional o Sr. Jolaio cora mui-
ta moderagao e grande tacto; procarou demoas-
t ar qie foram as sociedades reigiosas, es capi
tilistas el;., que deram aos operarios o exemplo
das associaco -a internaciinaes. Respondea-lQe o
vcconde de Meaux-que disse que era manifest o
fim da Internacional, a completa ruina da socii-
dale, e aue em faje deste propisto se ergoia a
necessidade social da dafrsa pelo direilo da pro-,
pria conservagao.
Houve antes desta discusso p acida am inci-
dente tumultuoso a proposito da publicidade anti-
cipada que se havia dado ai relalorio da commis-
sao encarregadt pela assembla de estudar as cau-
sas da iosurreicao de 1S de margo.
Afllrma-se que o duque de Aumale sera re-
integrado no posto de general, e o principe de
Joinvlle no de vice-almirante.
Acha-3e em Paris o principe de Galles. Foi
recebido pelo Sr. Tniers no dia 11.
Est em Versailles o Sr. Ernesl Picard, que foi
de Bruxellas expressamente para informar o go-
verno sobre os snecessos de Anvers e as macbi-
nagoes do partilo legilimista na Blgica.
Falla-se no Sr. Picatd, ou no Sr. Camllle P
rer para o cargo de ministro da fazenda.
Esta aberto o telegrapho para a Guadelape. O
primero telegramma do governo afflrma que con-
tinca inalteravel a dedieagao da colonia pela
Franga.
A assembla de Versailles no dia II de nnr-
co,'depois du urna discosso agitadissima pasou
aardei do da, que era urna pnposla para per-
seguir Rouver e censurar Lefranc por alguns ar-
tigos publ cados em jornaes. Thiers eonferancioul
noite com os delegados da commissao do pro' '
jeclo Lefranc. E' provavel nm accordo. O prin-
cipe de Galles foi recebido bontem por Tniers.
Um te'egramma annuncia a morle de Mazzini. A
cmara dos depniados em Roma, adoploa anaoi
memente urna proposta, exprmalo o aeo. senti-
mea'.o por essa morle. O etnde de Chambord
parti a 12 de manh de lirada dirigndo-se a Bo-
lonia.
ITALIA.
Chegon o boato de que o governo italiano pedi-
r as outras potencias para qne renrassem da
corte pontificia os seas representantes. O mi
nistro italiano o Sr. Visconii Vaosla protesta
contra semelhante boato.
Os ministros da Allemanba e da Austria, qne
eslo com licenga regressam brevemente.
A cmara coacede os 12.milhoes pedidos pelo
ministro da guerra. O Sr. Mingaelti apresentoa
o relatoro da commissao a respeito dos projeclos
flaanceiros do coverno. A commissao concorda
ua emissaj de 300 milhes em bonds para serem
emiltidos em cinco anuos, determinando a cmara
a emii;'>d cala anno; em qae o thesoaru du-
rante cinco annos receba o prodocto da venda dos
bens ecclesiastieos; em qae seja adiada a dis-
cuso acerca do servigo da thesouraria ; e em
que se faga a converso voluntariamente do em
prestimo nacional em consolidados a prego de 5
francos e 40 cent, nos litlos nao transferidos
pelos portadores; em qae se faga o contrato com
os baucos, mas com a participagio de lucros e
perdas; em qae se duplime o capital do banco,
sem se Ihe augmentar a circulago e em qne se
eleve o imposto no petrleo, e cora certas con-
dignas o do caf. Itegeita a imposto dos teeidos na
forma porque foi propoato.
O ministro da fazenda concordou em todo, ex-
cepto no adiaraentq do negocio relativo a thesou-
raria.
A proposta df>, lei apresentada pelo ministra da
guerra pedalo um crdito de 12 nUnoes destina
quairopara instrucgi de soldados de prmeira Tijceaca, e os nao desembarquem em seus portos
mba; quatro para custrucgo de novo material
de guerra ; e os ontros quatro para estabeleci-
mentos militares.
desprovidos de meios de existencia. Mutos teeo
mornJo 1 e f une; outros teem chegado a Lon-
dres, men ligando e furtanlo pelas estradas.
Chegaram a Mapolea o filho de Grant. pre- Lord Enfield, respondendo, na cmara dos
Eslalos-Uoidos, e o general Grant. coramun?, a urna interpellagao, declaren que o go-
verno ordenara ao enbaixador em Versailles qaa
observasse ao Sr. Tniers que sao contranca ao
No dia 29 houve manobras militares execntadas
por quatro regiment! de infamara, um de ca-
vallara e urna brigada de artilbaria. Assislio o
general Sberman.
D z-se que o principe Napoleo uvera com o
rei Vctor Manoel urna cinferenca em aples.
O rei Vctor Manoel tencionava passar urna
grande revista as tropas que est* em Roma.
D.zia-se que o governo havia con vi Jado o
Sr. Ruggeri Bonghi, deputado e jornalista a estu-
dar a quesio do Alabami, mas a noticia tem sido
desmentida.
O general Sherman e o filho de Grant j part-
ram para Malta.
O principe Frederico Carlos da Prussia receben
a gran-crui da ordem militar de Saboia. O pria
cipe visitoa aples e dirigir-se-ba a Sicilia.
Um telegr?mma d a niticia do celebre agi-
tador Mazzini.
A cmara dos deputados approvou unnime-
maule urna proposta exprimindo o sea senlimento
pela morle de Mazzini.
O papa nomeou em um consistorio secreto ce-
lebrado em 13 de fevereiro, 28 bispos novos, 20
para as dioceses vagas da Italia ; se persistir era
permillir aos bispos que notiflquem ao governo
italiano a sua nomeagao, e se este continuar a re-
casar os beneficios tempuraes aos prelados recal-
citrantes, ver-se-ho estes na necessidade da viver
dos soccorros dos tisis.
A Santa S a prmeira que contribuir para
qu na Italia vigore nesta materia o principio
fuadamantai da independencia da igreja do estado,
islo a reiribuigo dos ministros de cada culto,
pelos creles que tazem parte da sua Igreja.
Dizia-se em Roma que o cardeal Autonellia
pedir sua demissao e sendo chamado para o seu
lugar o cardeal Pietra u4o cardeal Luca.
Dizem di Roma qua falso o boato de que-
rer o Santo Padre reunir o coocilic em Zauto.
A sociedade das boas ooras calholicas vae
promover um trida> as igrejas de Roma para
pedir Deas a converso dos peccadores em Ita ia,
a beoevoleocia da assembla de Versailles as
questes relativas ao papa; prolecgo para os ca-
tholicos de Allemanlu, e a propagago da f no
mundo inteiro.
- Dizem de Rima a Daily News que o papa
dirigir urna carta aos bispos da Franga, empra-
zaodo-os a que empreguem a saa influencia em
favor do conde de Chambord.
O Santo Padre tem continuado a receber as
deputaguas parochiaes. No dia 3 pronuncien em
resposta as deputagdes parochiaes as seguales
palavras que foram muito applaudidas :
a E' doloroso ver a igreja opprimida pelos 11
Itios qae ella cobrio de beneficios. A maior parte
dos governos esto oceupados a combater duas
torgas, a igreja e a revolagao. Fatem mal em
combater a igreja que os havia de d leader da re-
volagao. Nao subjugaraj as revolugots pelas
biyoaetas, mas ensinando ais povos o respeito
qae se deve a religio e aos principios de justiga.
Tenho direilo e obrigagao de dar estes avisos
aos governos, em proveito da sociedade amaagada
por doctrinas perversas. Rogo a Daus que allu-
mie os governos e abancoando os qae me conso-
lara, converta os que me' perseguem.
No da i de margo reunio-se o meetng re-
ligioso da sociedade bblica italiana. Fallaram
mullos oradores italianos e estrangeiros. O padre
Jacintho, disse um francez que nao poda fazer
parte daquella sociedade, mas qua se una aos
dissidenles no terreno da Biblia que approxima
todas as communhos christes. Foi muito ap-
Blandido.
INGLATERRA.
No da 28 celebrou se em Londres a festa de
acgo da gragas pelas melhoras do principe de
Galles. Assistiram a rainha, o principe e a prin-
ceza de Galles e stus filhos. A cidade poz ban-
deiras as ras, ornou pomposamente as casaste
noute illuminou-se com grande esplendor. A
muludo as ras era tal que morreu um hornera
e ficaram feridas 70 pessoas no aoerto do povo.
Dizera os jornaes que NapoIeSo III, a imperatriz
e o principe imperial, turara ofUcialmente convi-
lados pela rainha Victoria para assistirera
festa.
Na tarde do da 29 vinlo a rainha do palacio
Bncknghara saio-lhe ao encontr em conslilution-
hill, Londres, nm rapai irlandez chamado u'Cou-
nor, e apontou-lhe una pistola que nai deefachoo.
O rapaz foi logo preso; eocontrou-se-la um pa-
pel pedindo a soltura de alguns prisioneros Tena-
nos ; a pistola que Ihe foi apprehandila eslava
descarregada, era urna pistola velhi, de pedernei-
ra, e j quebrada. O rapaz, apenas adolescente,
era neto do antigo carlista e membro do Fergus
O'Connor qua morreu doudo e pobre, depois da
urna vida poltica das mais agitadas.
As informagdas ofilciaes dadas em parlamento
acerca do alternado reduzem aqaelle acto a ama
tentativa de inlimidago.
A rainha Victoria dirigi ao presidente do con-
seho de ministros urna carta para teslemuahir
publicamente o sea rec. ohecimento pela sympa-
thia que Ihe manifestaram no dia 29 de fevereiro.
Espera-se anda em Londres a resposta ame-
ricana relativamente a quesio do Alabama pelo
vapor City of Montreal que dalli parti a 2 de
marco. Diz se que a resposta pacifica, mas
eva-iva; que, sem insistir na admissio da reda-
magao dos prejaizos indirectos, p5t> em evidencia
a Dlilidade de sabmeiter aquella pretengo com
os restantes s decitjs do tribunal arbitral.
O Sr. Giadstoe respondendo ao Sr. Disraeli
disse que j tinba sahido do* Esiados-Uoilos a
resposta s observages da Inglaterra a respailo
do alcance do tratado de Washington i que o Ti-
mes recebera de Pbiladelphia um telegramma de
28 de fevereito dizendo que os Estados Uaidos re-
cusara retirar as copta:d>s do seu memorndum
e inaistem era pedir que comraiiso da Genebra
resol va todas as difficulJajes que Ihe foram ap-
presentadas; que ifWslio do Alabama tem
dado origem a loda a especie de boatos ; que se
bavia dito que a Inglaterra e a America tinham
proposto ao governo allemao o designar um mem-
bro para a commissao da Oenebra, e que o prn-
cipe de Bismark se recusara ; mas que a verdade
era qae nenbuma proposta bavia sido taita nosse
sentido.
O globe de Londres confirma a noticia man-
dada de 8a le Gazeta Universal de Auasburgo de
que a rainha Victoria tenciona ir passar naquella
cidade uns quinze dias ; est j -.logada para esse
fim a villa-Delmar A rainha Victoria qusr vial-
tou sua cunbada a prin:eza viuva deHohenlobe.
e alguns outros persooageos da saa familia Pa-
rece que sahir de Ioglaterra a 25 de margo.
Na cmara dos comrauns o Sr. Holms pro-
pox roduzir vinte mil horneas no contingente mi-
litar de 1871 O ministro da guerra o Sr. Card-
well dafendo o contingente que est no orga-
menlo.
O embaixador inglet em Versailles, lord
Lyoas foi encarregado da fazer algomas observa-
gss sobre o tacto de terem ultiraaraenta sido de-
sembarcados as costas de Inglaterra varios inli
vidooa bannidoa de Franga por terem servida a
eoramuoa. A Saiss*. tambara ltimamente censa-
ra o governo frauda por um tacto anlogo.
A Ioglaterra nio se recusa a receber os banoi-
-pinto e lettra do tratado d commercio entre i s
dous paizes os duvos direitos de entrada sobre a
navegago com bandeira britannica ; e que para
indicar claramente a importancia que o goverao
inglez presta a este assumpto, pedir urna respos-
ta immediata as observagoes de lord Lyons.
_ Lord Enfield, respondendo a urna" interpella-
gao disse que nao recebera noticia alguma de qae
liyesse eh gado Jamaica grande numero de tu-
gilivos adm de escapnera aos innrtcinosde rub.
Na cmara dos communs Vivan fez urna in-
terpellagao relativamente ao assassraaio de um ia-
glez era S. Juao (ilaspanba), commetiido pelo rJlt>i
segando do alcaide, e que apezar das reclama-
goes da Inglaterra anda nao fura preso. Lord En-
field respondeu que o governo ordenava ao seu
embaixador qua lizesse una inquerilo pessoalmente
sobre os tactos incriminados.
Lord Enfield disse na cmara dos commaus
que o governo adiara, a pedido do governo do Ja-
po, a revi-ao do tratado at o regresso dos em-
baixadores que andam visitando a Europa.
A cmara dos communs regetou por 333 vo-
tos coaira 91 a raogo opposiconisia do Sr. Dxou
contra o bil da educago.
O Sr. Bright emende que se nao pode abolir o
tncome-tax em quanto se nao reduiirera as deape-
zas; e declara qua nao con;ede a sua confianga
a quem nao pode governar sera tirar todos os an-
nos industria 70 milaoes de libras sierlnas.
O Sr. Bright nao des?ja entrar em trabalhos po-
lticos at estar completamente restabelecido.
J chegou a Londres o ccnle de Beust, em-
baixador austraco.
Ha emSeed urna grve de 10 a II mil ope-
rarios.
Parte brevemente para a India lord North-
brook.
Vai ser nomeado sub-secretario do estado no
ministerio da guerra em substiluigo de lord Nor-
ib-broi-k o marquez de Laosdowoe.
I) zara de Calcull que esta deb-Hada a in-
snrreigo ejque todos os cliefas do Hondorg oriental
trazem presentes, ejuram ticar amigos do go-
veroo.
J entregaram os prisioneiros.
BLGICA.
Est restabelecido o socego em Anvers. O conde
de Chambord parti para Dordrecht.
Venlicou-se a interpellagao do Sr. Da-Fr, a
Couvreur relativamente aos successos de An-
vers.
A cmara approvou por 38 votos contra 37,
urna mogo para a assembla declararse satisleita
com as explicagdss do governo e passar ordem
do da.
O Sr. De-Pr protesta que nao foi sollicitado
pelo embaixador francez o Sr. Picard para fazer
a sua interpellagao relativa ae conde de Cham-
bord.
Os catholicos belgas soliicitam assigoatura para
nm protesto coutra as demonstraroes hostia a
Henrique V. O documento dirigido ao conde da
Chambord.
Por occasiao de se discutir o orgamento do
ministerio dos negocios estrangeiros, queslionan-
do-se acerca da conveniencia de manter a legago
de Roma.
O governo declarou que tinlu por necessario
consrvala para defender ds interesses moraes e
reliziososda maioria di povo balga.
Os representantes approvaram por 63 votos con-
tra 32 a conservagao do ordenado do ministro bel-
ga junto do papa.
ALLEMA.MIA.
A catara dos deputados da Prussia apprcvon o
projecto de lei relativo reforma dos impostos
com as modificagoas que a commissao Ibe introdu-
jo que foram muiti i aportantes. Deoois da ap-
provago o miaistro da fazenda deciarou que re
tirava o projecto ; travou-se discusso para se
apurar se era legal a retirada do projecto depois
de approvado, e sa o projecto nao deveria ir forgo-
sameute a camaaa alta ; a cmara regetou final-
mente u n.i proposla neste sentido por 20 votos de
maioria. A cmara dos senhires e tambem aber-
tamenie hostil ao pr jecto do governo.
Foram nomeados membros da cmara dos se-
nhores os condes de Moltke e de Ruvn.
Comegou no dia 6 na cmara dos senhores
a discusso da lei relativa inspeegao das esco-
las. Alera os debates o ministro dos cultos que
declarou necessaria a lei para refrear as machi-
narles e prrtengoes ciescenies do clero ca'.li-lie.
Tambem tomou parte na discusso o principe de
Bismarck que regeitou a aecusago de querer
romper com o partido conservador. Disse que
nem o partido conservador nem qualquer oulro se
deixar arrastar quaado -;f >r nocivo ao bem do es-
tado o caminbo que Ihe quizerem aiif tomar. Ae-
cnsou tambera vebementemeoie o clero catholico
de aproveilar as guerras de 1866 e 1870 para al-
terar a paz que reinava na Allemanba entre as
diversas rebgioas, e disse que mesmo agora elle
se agita em favor da Franga e contra a Ailemanha
imperial.
O parecer da cmara dos senhores s conceda
ao estado a ornear excepcionalmenie inspectores se-
culares para as escolas. O governo nao aceita as
eonclusOas da commissao. s membros liberaes
da cmara dos senbores liveram urna reunio para
auxiliar o governo na questo da inspeegao esco-
lar. Procurara adhe-Oes as provincias. O gover-
no est na firme resolugo de fazer urna grande
tornada, dando assento na cmara a muitos gene-
raes e altos funecionanos da sua confianga.
Por una declaradlo do ministro dos cnltos o
governo prussiano julga-se incompetente para re-
solver a pendencia que a prolongago do dogma
da infallibilidade deu origem entre os partidarios e
adversarios do dogma. Em vista desta incompe-
tencia julga-se obrigado a considerar nos e ou-
tros como cath /lieos.
Contina a luta entre o governo prnssiano e os
ecclesiastieos ultramontanos. O arcebispo da Co-
lonia feriaron interdicta a igreja da guarnigao por
ter mandado celobrar all officios religiosos ama
communidada de velhas catholicos (anteinfallibi-
listasj. O governo nao fex caso do interdicto, e-o
capellao da guarnigao por ordem do tenante-ge-
neral de Fraokamberg contina alli a dizer missa
aoa domingos.
O imperador Guilherme j assignou os. de-
cretos regulando a deslribnigo das dotagoes vota-
das pelo parlamento, em remunerago dos servi-
gos prestados dorante a guerra por varios esta-
distas e g-raeraes.
A cmara dos deputados voloo por unani-
midade o orgamento geral da Prusaia.
O gibraele de Berlim envin ao governo do
Lnxemburgo urna nota acerca do negocio do ca-
miones de ferro, na qaal a Allemanba manim o
seus direitos a socceder no gro-ducalo i eom-
pauhia do Este. O miaistro Servis commuoicou
a now i cmara pedindo-lhe que adiasse qual-
quer discusso.
O governo apresentou ao governo federal
uro projecto para serem indemnisados os fljtaaes
de justiga e notarios da Alsacia-Lorena qne com-
praran os seos officios, segundo a lei francesa.
O rei da Baviera indullou os prisioneiros
trancazos que tinham sido judicialmente condem-

doa da Franja mas exige que na pegara prmeira nados por delicias commetlidos em Allemanba.
ff^
.-..:: h-


2
1
O tA da Baviera aire*en ao cmego D >el
linger, relior da umverjiwtie 'le Maaien, exo*
roungalo e declarado schistnatio e hertico pelo
srcebapo prisaaz do reino, tuna carta felicitando
o pe.o sen 7J ar*iveram.
No Wurtemberg foi volada a suppressao das
legarles oaa fines esTaogoiras, exeepco dos
ds.a-rlu), S. Pvt'e'borgo, Vienna e Monieb; e. a
reuna* do ministerio dos negocios estc-ngeiros a
eulro rotaisierio
A cmara dos aerautadi-s de. Saxeeta qaer
que ae plenipotenciarias 'axonies no caaseifin fe-
deral requeiram sofcsi 1i para os d potados ao
parlamento allemo. A.R issi tea-sa aempre re
euudo uhstinadanaenle a istoeo propho ministro
se ocga a dar sflmento oa uesejos maoH^-u
daos pela cmara saxonla.
AUSTRIA.
O reichsrath de Vieana approvou por 104 vo
tos contra 49, a lei sobre ase!eic5s itnolenieta
Tes. Alcancen urna marorla de don tercos dos
votos apelar, da opposice des depntados da Gil
cia
A samara dos Srs. deimtados spprovou por 71
rotos contra iei a le elcit >ral votada pelos dipu-
tados.
O orcamento apreseniadi pelo ministro da fil-
enla ule teni dficit porque terminado o anno Se
1871, fetas as il-spetm ha vil em Ibetooro ana-
renta mfltid' em especies. O mioistro calcula o
dficit de 1872 en m Ih&ei menelo em. t >ii
25 inundes quesera necessarlo, para pifwtli
oi fm j raelro de 1873.
Na qun'i.io da Gtllrcia o g ivern > declara estar
diaposto a tolas as trj i-mccoi- c"i^palivla cin a
anidade eansrttuewiaI da me avena.
& caraira lem traladj da parte con qu> deve
e.intrihuir para a*""racita gi do estado da
GJlici. A e mmis a re* >!veu c cvil-r i i"'l
palt dnas porcS-s J i enjameiilo P": a* denpesa-
de adminislrb ; e in iiu-c/io publica. O priH
cipe 1e Aoersperg idlierio a maior parra das ca*
cesson s determinad, pela eotnraissio.
Omovimcfiio di veliin cath aticismo teem-'ae ea
tendido ltimamente na Austria pr.,|realv.i mente
i''i[iiiiii-ii.> inleiras .-ipeij-.-iram-se indinen leae-
da clero rec oohecito(Iiialnenie, e coh bravato-
e os iM-.yiientu- cm a-aislenea d-os sace/doles
interdictos pIh prelados. D-iqai resultan un
erie de c r.ll ctos, a >s qiaea o goveroo nao aos-
trava presa i oe lar remeli> ; as aotorMalM c
sfis tratavam, pelo ojtilra 11, da por t ida a especie
deohsa;ii!n a pro'igl-ida aoitlnf*!libi|i#:a o o
ministro Mr. Strenity r, eom o pr-t- x'o de que '
trata de orna qu"> ao puramente dogma m, h-si-
iou e.:i ial*rlerir, para i* oio por de tu l : roo
claro ne>-ca;h ,lico. i tal n governo decid o 1-
nunbint'Tmenta a iii^st do vino oih ihvm>
Una elrcilar miaisiertl determinan )y >* actoa
cel Irad >< pe'S 'Muriles ni e recusaran *
recnhecer o d >gma Ja n iMliftili-ii le, nao ter<
ne-'ihnm valor.
Fe pessn p. i n recalo a circo lar il> Stremayr
retativamentM aoa vemos catbplieo*. Aeosamu
mini'trj i< culto1 austraca de, ni obsta Ole fa-
zer parta da um gabio^te <\v se du liberal, prj-
i s-ir irjeori to 'rdade de nse racia.
Ni rl'sr.Mi o 1-piado \Va!d-r' mandn pa
ra a me>s nina ntu^iu pedindB .\w a eamars no
m-'.ssn uma commi-si de quinzs depftados par.
regalar |en> il neot-a pi-ieao dos ve hns ca'holi
;is,. def-iid mi cmn now calor a eaua dos ca
lboft:oa que no achilan os decreis di con-".il;o,
qae a ea'osra nimeju immedialan'H< ; eommis-
sai q ul envina a pr >p .-ti di Sr. W A a-s.i.-i :c< > nvivr;i.il deTrie-!e altamente
e mirara a | n'g -r m'o lificaci un t-j'.i !. :o-n
a Frsnni.
ORIK.VTE.
A Turqua parg'ja!>:i ai g-ivem i- q ie e gro, e o prioeipj de G>.elnk >ff respondan qae
arma va vinte e emeo navios para man bras e -n
tru^i da marinhigem. Kio ienciooa construir
Dvio nem augmentar o numero Jtll t.
Ni da 23 de fevereiro reiiniram se em assem-
blea geral em G nstantin.ipl osanblitas ottoma-
Boa da igreja bdlgara pira e>inc>rdar na organ-
sc''da *ua eominuoidade que a Pi'ta acaiu de
r-.-uahecer e a qo.i! untlijrgoa existencia lega1.
A' asaambi foi lid) n <.tii:io do g-ao visir qae
mioda proceder a escolbi le Exsria.
G>iabii-B y Jirecinr das contnbu .;<3-s inlirecta*
< iviineado ministro da fa'.endi. J-iusse.'Bey mi-
livreTf?ne expressi nnj coioicios, a cuja senten
?a dxjrenans snb iMKcr-ttoi tolas sam axlpcao.
n U anecess i nisterior es Weni ant^riore.-
p'jtuamentas, o qn fx;iIou inamu i fiKtlmen e
a, opiniio pnblica, eflamou a rninha atteojio aobre
a conveniencia de que certas resolor.o-s sejam no
Tuturo examinadas e dls'unlas na inhiba presen-
ca, para que en poasa firmar jniac exa:to da saa
importancia e onportnni*ade.
poernoju.
- Noso c>irrespoudeuie de Lisboa escreve em
13 do crreme :
> Km cirta seprala d'eata assil kmga me re-
le;ram o principal snecesso d'esta quitea, i-to
a viuda de SS. MM. II a Portugal
Destino esta agora resenha dos f,ctos maia
dgaos de meneio relativamente a (>. poltica e
a'imihis'.rigao interna, ao que diz re&peilo ao no-so
viver habitual.
t Habitual digo, porque a norma do noso viver
uii sao feslas ; o nssi poro nao expansivo ;
al) se enthusiasma fcilmente ; nao d vivas sena-
ra-as vezes. Lisbia nao jovial e da folias ; a
provinoia muito menos.
c E' preciso qne o chea da ni?a i brasileira e
na angosta esposa sejam ib)ecto di mu profun-
da Krmpatlrta eotrt ro para que 'Jaboa e a pro-
vnola leoham sahido lo desusadamente d hbitos A e-ta n tavel exoepcao de alTeotuos de
feronoia me retiro cora maior desenvuivimento na
uiit minha carta e para me nao repet'r ; e sem
mais prembulo passj ao assumpto dVati>.
Anta ha dm da, n'uma flha de gran le
itrarem e talvet a mais lida da capital se trans-
crevia urna corre poqdencia que para bem dizer
o reverso dVsla medath.a ridente.
t ll-fena>e de certo aos boatos insstt-nles de
revoluta i 'iu revolia en que ha mais de tres ae-
maoas ^e 'em anlad) a chamtr a atteOfii po-
ltica, levando o g.vt-rno a chantar corpoa da pro-
vincia paia Lisl. a, soh pretexto e uma parada
em honra de SS. UM. II, ma> q :e s' nao leva
'lToto n'n havia teBOo alguma Je fazer, visto qu-
o S D. Pelro II so abstam positivamente de toda
jua'qier dem m^traco- Ofl humenigem ilTI;al
Aquella correspondencia r^altoetM uai gr'o
de diir, das ciasses proletarias, em rel-^ao a ea
restta J ij gcn*-ros aiiro-nticlos, qi'-.-io, com ef
faito das inais .-ria< e dgnas de se estudarem-
t Nao sei se su trama, dizia p i< o correspon-
deos, ue n se lou'ra o govero, ou contra o rri;
o que eu sei, porem. d que. as ambices n pa-
rain e que ''dos o qO' r ni subir o degtaii da
es-ala ministerial, mas por aOK-r das soai lg-
beuas ou da fui soeiedade. Qom Isiffra ci
tu I) isto, o povo, o triste povo, pit r,o de tolus os manejo; poliuons e evob'co-s
partidaria'' Os g-neros ilimeottcins isto rada
v.z m&i caros; a earue est pur om i re\-o exor
bitante e ha inHharas de familias qie nanea f-
zum nso o'este ahmeiit i, porque a tanto nao che-
gain as as magras poste*. O pao o?t raro ; a
baiat, earl'SJoa ; oazeite, os legumes, o carvao,
ludo sub^o de prep); o peixe todo, ou qoa-i tedn
que vem a rtbewa, immeditbmen:e ven I ido
p*ra lle^panha e 08 desgr^tj-dos operario*, as fa
muas men is abastadas, nao o podem comprar,
par ae vender etrissireo poveo iue apregiad
lelas ms da (apila). Um -avel i u um g raz que
ha don* annos ro-tav 40 ou 00 res, vtnde-e baja
per 300, VOOe oOii ris. O srv gos dos gall gj?
c dos creados taoibem ^tbiram ae preeo, o qu-
ainli mais aggrava a triste situaf-So das lnniias.
.Valgamente [alga va-ae Wil um erar'gadj, nu
um arii>ta que gmhava 30 p.ir uidz; mas boje
ja .'jO .m b\l nao rht-gam para as sota lespeza,
porque se Iba vai todo na comia, nao Ihe licand
ni la para vaatoarit, nem pata renda da cas ,
rasdio i e h itija. f te malqie -i e verdadeiro,
aggravase de da pira da; mis (tara le nao
ornamos ooJere* pBbiw, qeaato Claro qae
imra in que deviam ulhar pnrqoe dahi que
Ibas ole ve- o maior mal. Qoauto a mim, a
qies'.an mata grave, mab palpitete da actnaOJa
de a quesiae alimenliiia. Traie d^ha n governo
de pr-ferenou a lod'S os outros assumplos
Qian.li o oovo n> tem dinheiro para se ali-
mentar, lambon ai ;ts pajar os Mipistoa e-ni
que o sobrecarregam. Em pruneiio tu u,s>iia;ao; o fisco, rle-ois. O povo quer pao c
carne, irto Mbataeeia e forjas para trahaOiar.
O lando o povo tivtr que comer, alo ha de fazer
revolncdes e os gaveroos estera i tranquil!-.!*.
< l-io'initj positiva. E ceiam ue nao ha
exaggeracao no qaadru ; antes llie faltam oaa
-iro da fitenla passoa a director de contribu tiques negus, que o rigor deste invern Ihe da,
;<" indirectas. i p- i se-alguqs soccnrrs se d-stribuiram, qae
- Votoa-se em luoiare-st (Procipadus Danu
irn s) o orea ment rectificativa de lfi"i. O se-
nado a;-prov.iu o piojeeiode camtntio de ferro de
iisy freoteira russa.
P-nio para llo.ma a familia real da Dina-
marca que tu.li i ido visitar o re d Grecia ; este
companhoa-a a: a nha de t'irsa.
HF.SPAMIA.
Pros'guam nesia puz os ureoarativos pira a
eletcoes. tenlo-se eiTaoluaJo d;tiuitivam-n:e a ca-
lisio dos republicano^, radicaos, carlistas e Isabel-
listas ,.)otfa o governo. Tanto os joroaes da eoj-
lis) ci.oij es iiiisieriaes contara com a vhtona.
jartido radical, ou tornl uta pu'ilion um ma-
l ."ti em que laclara que a coalis) -traosito-
ri i para i::s elaitiraes, que lo eombite n--
ti ti r;i das in-l.t.iiroes fandatnentaes crala-
M O te*, e que nao hi fundamento pira que
s I :rie do sao affct,o a dyoastia. E' certo |ue
i yr .xima campanba eleitoral ser uma orise gra-
nr.a a H 'Spgsba.
s r-ilhis bsspanhilas acalitm de pibii'.ar um
i onecitj uj'.tvei. E' um ntmiradimt que se
ir sidj aiiresentada Oslo ru amadeu p ir oa-
.-t-io da ultima ':ri>e muisteial as pe^soas ea-
r; ^*adas de i jrmar o novo gshine'.e. lis das
- fal|jv.i oeste dicummii, qua s agora foi
alo e qae do theor segunte :
raves circamstanoai impeiliram-m* a es
i V a carta Ja 1% Ja dezetnbi'O o a gravidade
; i-i'ii-iia ircunutinciaj coasisua em qua rece-
a i mo tilos qae eu devia ser o que r.j ilvesse
a idliclo, ningueio todava esperara qne eucon-
'i'i-a a fjruiula ooovenieoie, porque oinguem
i'i'gava qne osu formula existisse.
< Exprim oaqueile docomeoto o tirme proposi-
t. a cumprtr os meas daveros ooosttacionaes,
0 i na tambem exoriini o man de-ejj da ser i n
[i roial e justo com loJis os interes^es e om tr
::- at aspiraeoes.
Animam-me hoja os meamos proposito* e o
tnesmos sentimeotos e spiderfi continuar mos-
trando me inparcial e justo em ojoaslo me manti-
ver, como at a jai, afastado da arena onde se
agitara e lutara os parudos.
c Empenhada a tnmia paiavra de re e a mi
c'm f de savalheiro nj juramento lio espantaneo
como leal que prestei a :onstituicio do estado,
correspnndendo assim honra que me falta este
nobre povo, esc olhendo-me para su primeiro ma-
gistrado ; tolo o mea esforco, toda a mtnba ara-
ji-jj deve c insistir e consiste em guardar e curo,
prir lelraenta essa consiiiunji) qae rae Iraca com
perfeita ciaren o recto eammbo que devo egur
para inspirar a todos os he inquebraulavel no espirito de imparcialidaJe que
me anima e que rogo a Doos rae oonserve.
c Pretendo com este pradenta e equitativo pro
sedimento ofljreeer a mais ;ir ne garanta tanto a
seguraoca do uqs como s legitimas eaparaeca*
dos outro-, porque esparo qua ella ba de fortale-
cer e avivar em todos o patriotismo o as virtudes
de que os partidos eareeem era pocas de turba
fio, pira vencer as difiealdades, salvar os obsta
cul-ose arrostar os perigos que setnpre encontra
a legalidale que se pnpoa tomar novo e melbor
ramo para a governacao da um grande povo.
Com essa imparctalidade, com esse criterio
1 oigo ter resofvido a ultima dnikultosa irise; .-e
nao posso aspirar a qae por lodos so reconhe^a o
acert da resoloio, teoboo direito de exigir qae
se respeite a stnoeriJale das rain has inven :<>es.
froouret pur todos os raeios :onsiitacionaes a ver
dadeira expressaj da opioio pub.i -a ; e se feliz
mente a eoconirei unnime en um dos extremos
da quasio, noahancei igual .'ti: no oatr), ae
ore oqaal forcisamente ttve qua decidir e decid,
em eonscieetia, ;oaaodo no patriotismo, na aba
aco, oas virtudes eivieaa de tolos a juellei a que
aeteriermente: me refer.
Jalgava e continao jalgaado que a resolucao
adoptada, da cojo comprmanlo natural poda o-
;arregar-se o governo qae sustentos a lata, devia
se/air-se iramediatamente a realisacao da poltica
que, oroelamada palo sea ehefe- n parlamento.
"'obi merecido o apiio do maior numen de volia
ios representantes qae roeouhscem a legalidale
existente.
c Ssta poltica arvorala como bandeira, a re
-I ir da qual se agroaratn oara defende-la como
hsu sytnbolo todos os qie Ihe prestaram adheeao,
levia ser con-derada como o estandarte de um
los partido* co-ii'.acionaes destinados a funcio-
nar dentro do mecbanismo legal, doxanlo livre >
sea campo ao outro partido que, representando e
scstentanlo poltica contraria, -as tambem dentro
la legalidada comaooi. tem le- ve! direito de pretender que ella prevaleca* levaB-
laude-a ao pider onde pos*a [rattoa la. 0o ama
* otjtra deve wr supremo juiz a ntrnio pnb-'iea
isso cm oo,Tipararo da penuria m qae fkarav
muitos dos noss^s pequeos lavra lores pur causa
dr.s cheia- 'os rh* e ribeiros qne l Ihes levaram
par agua lr.ixo as sementes e atraziram consi-la-
ravslmenle-a cultura I
II i dias o general har de Zezen, cmmiD-
dan e das guardas munlcipaes, f'z publicar em or
tem reginental um arr>zoidi tendete a desmen-
tir os boatos de desiatitl g<-ncia entre el!e e o go
vern, ooatos lo in-is'eutemen'.e sustentados n
pubco e na imprensa. Prese que Bwse d >;n-
ment *e falla eoa d-nuncias aneriy as re-ehida-
pelo governo dando alguna offi-aes da gnarla
municipal da Lisboa cimo de'affeclos ao intniste
rio e comprometidos em conbioagoes insidiosa",
denunciases-a* que o referido eonitnandante cm-
-Jera tramas polticos sem o menor fundamento
< Continuou na cmara (lectiva a di-russo do-
projectos de fazenda. Prrsegoem os debate-, ma-
t le coasiderar-se votado o que diz respailo
abolicn dos privilegios d^s bancos. Na enera
Itdade foi approvado por 73 votos : Insiste a op
pelela em que sejam tambem tribtalas as obri-
gaedas da cumpa?:hia do 'rdito predi I, excfpelo
que o projecto do g verso resalva.
Ao passo que utj gruoo Ja cmara quer ver
a excepco fra do pnqa. 11 de. lei, outros depu-
tados mandara para a mesa aditamentos, allrn de
serem tambem isentos de contribuid:s as ob.iga-
i;i>aa da cornaaobla das" aguas I
Qaanto aog clamores da opposiciv para que
sejam tribualas tambem as Gbngacfies da com-
panilla Jo crdito predial, fnndanve na epintao
dos deputidosque ten) discursado cor.t'a este pri-
vilegro, em qua jsa companbia nao s nao bsne-
ricia a agricultura nacional, mas causa-lhe grave-
iran-tornos e prejoizos, tendo servido apenas para
depreciar a propriedade
Foi publcala polo geveroo a fstalisca geral
lo eommercio do Portugal em 1869, trabadlo este
qae honra a rt;:?r;ieSo que o elsbornn. Pelos gainie* dadis sa polo fazer ixa'ta idea do noeao
inaviroento commercial as reiaijo.-s externas :
i As embarcarles entradas esse anno nos di-
versos portos do reino foram 7:614, trazendo
31 367 [rlpaUfllte, e tendo 637.929.3W metros
cabisos de capacidale, 4:410 vinham carregadas;
2:903 em lastro ; 299 erara arribadas. Dis em-
MreaeBef erara portuguezas 4:7C9.
i As sahidas fora n 2:320 cora 30:,ri39 tripulan-
tes, 662.636,319 metros cbicos de capacidad?,
i:609 erara portuguezas.
as entradas havia" 361 a vapor, sendo 15o
portugueza.
as -ahilas havia 334, sen lo 142 portugue-
zas.
t Comparando o movimento do sabidas e entra-
das de embarcacoes nos portos do continente *
has adjaj-n!or no quinqaieanio de 1863 a 1869
ob-erva se ura augmento grande em favor do oi-
tirao anno.
i As entradas foram : 1863 9:40't pmbarca-
c5es: 1866, 10:203; 1867, 10:000 ; 1868, 9:299
1869, 10:432.
< As sabidas foram : 1863, 9:028; 1866. 10:230;
1867,10:414; 1868, 9:918 ; e 1869, 10:282.
s O movimeoto geral do eommercio deimpor-
tacio, exportacio, traasitp e baldeaco era 1869
elevoo-'e ao valor de 12.879:931*100 rs.,e os di-
renos d'eile proveniente M*477:6)6^105 rs.
s Os ganaros e mereadorias impo*tados Dar
consumo elevaran-se .ao valor de 22 392:177*200
r?.; os exportados funram na estatistica cima
somraa da 17.213:117*000 rs. ; os reexnrtados
2.122:393*800 ; os do transito 217:772*700 rs. ;
doa-jao 103:J78100 ra.
c O valor dos gneros qae importamos das dif
('renles nai-Ses eom qae negociamos.
< Por m ndente. fallon-se antes da hontem na
cmara dos depatados no arroteio das cbarnecas
e cultivo dos terrenos incultos a proposito da re
presentadlo da real assoeiaijao da agricultura
portugueza, sobre a qaal a *ommi-o de agricul-
tura vae dar parecer imraediataraeole
- Partee que por parte do enverno hespanhol
foi- chamada a alienco do gov-rno portuguez
para eeit-os trabamos qae lhe parecem existirem
em Portugal, a favir de um dos partidos ai.tidj-
orticos de II ispan ha.
< Parece provavel o'ie anda nerta se'sio legis-
lativa sef diisuiidi' a reforma administrativa
apreseatada pelo governo.
D'z-se que as cflrla* sern prorogadas por
mais ira maz, afiu de que posssrn flear approva-
do* toda os projec:os que canstitoero o plano fi-
na neeiro do governo.
A '-.oac.j dos nossos fondos contina mato
lgongeir<>. As ius',roc?i de divida interra eon
solidada 3 pv. cento) ei|o, a' grande? a 42,60.
E as Dequenas a 42,80. E' em remitido da eoia-
^lo obti-ta na'prac* d--- 'uajlr**,
\ divida ex'enu ..'Jr'lirt.ada, egnnlo um te-
iegrairvaa le Hontem, fliav* ia nragt4tf<>an*,
II 1 /8 na de aver> a 40 1/1 e na oe Aeisterdin
a 40 3/4. na de Londres a 41 1/2, multo firmas.
Tendeu-tas para alta.
IlfietiTnaente os projectos floanctiros do ac
toal gabinete, procurando equilibrar a n ceti com
a despita, faxendo do*apparecer o deucit, tem da-
do lugar a esta alta nos fundos pringeles
t Ueve partir no Bague par* o llia de Janeiro
o Sr I). Miguel de Noronba, addido a legacio
portugueza.
t E' de 3,6

nacional portuguez, so tedade asooyna de res
yin-ahilidale limitada que se esta laudando em
Lisboa, e que ton por bbjecio o deSeUvolvmento
di riqueza publica e o crdito do pait. O capitai
social dividido em 40 mil arcos de 901000 ca-
da uma e pder4 ser augmentado por dei o da
as*einb!a geral.
A13 do corente Jevi -or f eluda a suhecrip-
c p projctode estatuios. E' soeiedade aooayraa, de
responsabilidad* limitada. O capital inicial do
banco sar le 500 eoetOJ divididos era 3 rail ac
r.5asda 1005000 cada uma, nomina'ivas. transfa-
riveus p ir eadosso ou hab.litacao legal. O i-apital
poder ser elevado at a quaona de mil cantos de
ri-'.
Era eirtf do da 8 m il/i-n diqualla ddade
[.que e.-t.vara lili tomadas 3 00 acco*. u tim
principal do nan:6 i pruuover auxiliar o con
noerclo, a agiicultura e a tnau>tna.
i e*.ii p^rovli na camaaa electiva a orejete
de iei auiorisando o gve;uo a contratar cuino
bancile Purtngal e con diversos bauos o pa^a
mente dis sup^rimeotos s cla-sePinict.vas e
refirmado*. no.que oiceder a 480 cuotss.
N'uii l;s prtraeiro5 das testa aiez loi rsleiti-
do na casa o ertiva por 19 v^k contra 17 un
inocuo Je cen-ura proposta pelo Sr. Jote Luciauo
de Cisiro (AIonco) coLtra o givcaua propo-
sito do pracedi nenio do goverunlor civil de Avei-
ro o qoal add:ara a reunto da junla geral do
distrietj.
A iiuioria cen que o miuiswrio pola contar
v-se pas; que nao e muito consJeravtl.
Cunslou por (clgrarati-a ijue nu d.a3 Jo aor-
reate marco ch-g.ra a Gda cora feliz viagem o
transporte avap r Indiit qae l'aqai levara um
torpo expedtcouario para aqueles estado?.
A corveta Eslephnnin ,-egaira da Oda para Ma-
ca a.
< S. A. o 5'. D. Augusto regressar a Portngal
oo vapor ludid e n que taabeo vira o bataibi de
catadores n. I.
t la regressuu das pravincias do norte o Sr
Curv, mini?tro dog negocio estrangetrjs, inesm
antes de ehegarem a Lisboa SS. MU. II. qae fu no
da i pelas 10 liras da noule. Parole MI o Sr.
D. Pedro II., p.-e.^udo alils muilo ue mritos ps;-
soaes J.iSr. Audrade Corvo, nao se juigava sua
vontale e segundo sm ^lan de viajante particu-
lar, tendo por eumpaijiTrirus de viagem um amus-
tio da joroa. O Sr. Corvo is.-im que indirectam^n
te S M. I m'o deu a .uleu er, reurou-ne logio para
Lisboa
l f ram volados os ltimos art*. do prnjecto
que tribua os dividsdoa dus baucus e eompa-
nh as.
< Aprsenla-as o pare:;r ieerea do imposto
ponoa.'.
CnoutBtai a subir os no sos faneVl da divida
interna o externa Em Lisboa veaJeram-e li.m-
lera a 42, 51, os ttulos grandes, e 12. 80 os tliukoa
pequeos.
< A cmara municipal de Lisb a resolved, com
os depntados por Lb>a dir.gir uma reeresen-
lacio ao carpo leyi-dativo nartaula-lha oseu pre-
cario stado liuaociiro, nao lembrando alvitie a!-
guuo ao parla atenta, mais .' nenie faseodo-lhe ver
o e=taJo dsalaraVel de seas ineios de receita, qu.
apenas chegam, a mal, para accui asdesp-ia~
que strictamenie est obrigada, e impossibiliundo
a de at'.enler ao* r uiios-melb^rameoio de que a
oidade caitee. A te^iesentu.-a' ^f! entregue ao
pail uneiif. por intermedio do governo de sua raa-
gei-tide.
Na Tiifs do dia 8 ie-so o :eguinte que os j ir-
naes ii'e !.a mtnbi tra-crevem :
Pur noticias tii-g'aphjs recebMaa de L>*bea
-abe-se q-ie fa appr> vade na cmara o primelr
dos pr. jc'.oi liua .c -iros tendentes a ix'.inguir com
pintamente o dficit du i remenlo portugue/., ba-
veBdo qoasi OiMtota Je qae as drmais medidas se-
rio lamtiem appnvadas, seis a caniara paree-
convencida da sua n-c-ssida le. Os ti lelos de di-
vida int. roa carn a 41 1)4 Foi ni refaftdo da
8 qut os fundos portaguezea tiveram em L-mdres
a sarilla que n iticiamo-, icaud i Mulos a 11 I|2.
Part:o hontem, no vapor Hngeltut, para Cal-
lao de Lima, o Sr. SautAcni Vasjoueel|.>s, insso
COBSQl no Par.
Eutrarara os navio : em L;boaa 3 Aatejiva
lo Maraohao, a 12 FeUr Je PernambiMo; au I
loi II do Par:
Sah'ram os nanos : de Lisboaa S 1 tiae ( vapor) pafa o Ma-a'nho o Pa', a 2 ii-
Utde para o Para, e Lubonense ( vapor) para o
Para e C-ara, a 9 Bragmat* i vapor) para o Ma
riabio; do Portoa 27 Soca Pahiuna paia o
Para, a 28 nrmiua para o Maranhao.
Picam carga os nav os: era Lsboa Groli-
Jo, Sophia e Soberaut >ara Pernambucu, ftffft
'.,.para o Maranhao, Lftire para o Para; uo IVr-
toImperial para Peruaiubuco.
Esfera s a 19 do orre;ti o vapor inglez
StriiaU, de Liverpool, em viagem para Pe-Bam-
buco.
V,lit-ias da %nericti.
Pur va de Lisbili rec-bemog a lUch da Ame-
rica do N re.
O senado americano anprrvja por
wntra 3 ama prooo-ta do Sr. Luoner para se prc-
cede.- a ura inquerito acerca da legeMade du vea-
as de artnas eitaa pelo goernod s 8-Udw-Uui-
dos ranea duraule a ultima guerra ; e rece
obeoer.e estas vtnias poderao ser c.ii-i'i-
attentatonas dos Ceveres da neutralidade 1 Com-
prebende se que a questo tenhi importancia pa-
ra os laudos-Unidos na oceaaio em que inter-
pretara no semita mais restricto e por dever as
suas rsclamacioei a logiaierra.
O Herald d z que o governo americano fez c ias-
tar exira-offlcialmente ao governo mgle que se-
r am si.Olciea'.es dez miltoss de libras -t-rlinas co-
me inls.mu,.-ein pelos nrejalzos iudincto*.
Cbogou a Washington a embaiXida do Japao.
Diem do MxieO que raorreu o general Por'-
hrio Din.
6:000*000
2:000*000
683*700
500*000
400*000
200*000
132:539*000
7:920*000
casa contraer-
ra do II ,u.
.i vnt,
Vapor coselro do norte.
Uhegou no saobado neta raanha o vapor 'Je
qui, da Mmpaohia Peroimbacana, trazendo ia
ws : do Ceari 11.. do Rio Grande 21, e da Pa-
rahyba 22 do cerrante.
CtAB.
S'ob propostas do respectivo juiz de direilo
foram noueados adjuntos da promotora lo termo.
deSaboero o capitao Saluslio Tertuliano Baoieira
Pener, do de S. Matheas Gregorio Toaum:urgo
0>Silva Pereira, e do do Assar Reginaldo de Bar-
ros Alencar.
- A presid-n-iia da proviiua d^terminoa a lhe-
souraria provincial que autorsasse coilectoiia
da Granja a comprar daas :anoas, adro de -srem
coliocadas no ra l'actv. para seivirem de traves-
sia ao* iraseantes.
Para evitar a contnuae/o dos estragos cau-
sados pelas copiosas chuvas na ponte metllicado
rio Pun'., a presidencia da provincia txaadoa fa
zer os raparos oecessarlos oreados na quantia de
1:962*30(). Eses reparos serio feitos admtnis-
traiivamen'.e sob a dlncjo do rnestre a'obra An-
talo Joaqmm de Rezende.
Fallecen, no Ico. o R'evm. Fraacisco Conola-
oo de Carvalho.
Por 1:140*000 foi arrematado o imposto de
gados grosaos do municipio da villa da Uoio.
A alfandega rendeu de 1 a 14 do crrante
33:233*d78.
PEBNAPUCa
a^ViSTAiOIABIaV
AS5EHBLSA PROVINCIAL.-Na sessao de sab-
balo a a^serablea dijoolio o projecto n. 82 do anno
oassado, que concede lateras para diversas igre-
jis ; foram votadas aljamas das ementas ofre-
cidas em 3.a diseuso, deixando de. vatar-se uma
por falta de numero.
A ordeno, do dta para tei<;a-,'aira a continnacio
da anterior.
REUNIO.A cenvite do Exm. presidente da
assembta, devem os 3rs. depotados reunir-se no
edriein em qne a mesraa funscana. togo yie seja
annaneiada a Jbrgada de t. MM. Imperiaes, par^,
na forma da resolnclo t-ioiada, dirigir se em cor
porao a compriraenu-lo.
AUTOR'tXADIS'POLIUSg -Porportara da
preslilaiKia da provincia, de !1 do crreme, fnram
numsadxs :
h, *> e 3 mplent? di snhd^lega lo d i di^tric-
ti de Vola lte||a.-lo-e i'yriaco dos Santo*, Adri
Kodrigues de Arsujo, Ntcoli Oezerra da Silva.
1* e 2a suppleotea do subdelerado da freguezta
de S. Frai Pedro Goncalves do R cifalos Anlo
nin Pmio S redio, e Anastaeio Jos da Costa.
FORO DO RECIFE.-Por portara da presiden
ca da provincia, de 22 do c Trente, foram nomea
dos 2 e 3* snpplentes do juii substituto da pro-
veluria de capelinas e residuos da comarca do Re-
clfe, o- hachareis Francisco Alves da Silva, e An
tonio Manuel de Siqueira C.valcaote, visto nao to-
rera accei'ado a Romeadla, feita em 20 de Janeiro
ultimo, os ba-haris Alvaro Caminha Tavarea da
Silva e Aloxandre de Siuza Pereira do Carmo.
DINHEIRO0 vapor GrourVi tronxa para :
Severtno Irraio A C.
Alfredo & C.
los Luiz Goneflves Ferreira &
Prente Vianna 4 C.
Farreira & Matheus.
Cimba & Manta.
Uanoel Joaquim Lbalo.
Antonia Pereira da Miranda.
O vap.r Paran lev^u de nossa praca :
Para a Parahyba 31:000*000
o Cear 44:860*630
-O vapor.Biyne irouxe para os Srs, Augusto
Frederieo o'O'ivetra C." 1.000 libras.
NAVIOS ENCONTil.ADns! A batea iagleza
Dalpk'Ht chegada bontein de Liverpool, fallou com
is segoiotei navios: no da 11 de man;o, na lat.
S. 18' e long. 0. le Gr ei.wich 24', com a galera
mgleu Julia, em viagem de Calh.io de Lima para
Falmoutli, con 71 dias de viagem ; a 11, na lat S.
I" SS" e long. 24', nota a barca ngleza Caldera,
into de L'verano! para Valparaso, con :t7 dias,
e ciui a galera tnglezi Hui.ia, em viagem le Li-
yerj.iil para Calcula, eom 32 das. Tul o a b;rn
b ir l.i lestes navios..
nuitIO DE PEHNAMRCO,-Era con*equen:a
Ja alfl enca de materias, da h que dnu a mala o Bogue, e mais anda da fal'.a de
Btimpoauorea, por causa da parada, re.ervamos
para amauha a uublieacio da carta do Basso c ir-
lespoa'dente de Lisboa, dascreveodo a vista dos
aacnstns imperantes d* B asil Portugal.
PsRA O SUL DO IMPERIO.-Cim (I recebi-
dos em nosso porto, levou hontem o Bo^ne 268
passageiros, entre os quas, a>. tades Impcrues e sua comitiva, acbavam-se S. A
o Sr. Duqne de Saxe e os seas don i linos mais
maco, tendo leado os outros dous na Europa
se ednearem,
VIA-FERREA DO CAXANGA.-Na sexta feira
da Palian (2J do crreme) s havero as segra-
les tteos ua luiha frrea d Itecifa ao '^ixanga :
Do Reeife pela li:iha principal as II horas da
manbjja, e 2 e meia da tarde : pelo Arra!2l < 11
horas e 3 m.nutos di manha e 9 e 3o minutos
da tarie.
Di-Cixang pela I,nha principal s 8 horas da
iiianhaa, e 3 e meia da l.rde ; pe'o Arrail < 8 e
3 niatos da raanha, e 3 e 35 minutos da larde.
ARREMs-TACOBS PrtOVlNClAES.-Peranle a
ihesouraru provincial vio -praca, no da 27 do
correte (oarta-tvir) as seguintes obras :
Oora di ponte de ferio s bre o rio
Capibanbe, no lugar da T.htba,
otala em...................
Rebatxaraento da ladeira doTimti
F.irnecunf n'o dos presos pobres da
da casa da deteoca pelo tr i
inestie da > loril a junho........
SAOS PKOPRUSTARIOS.-P.tia a
cial di Sr. Theadoro (ihristiaosen,
Jotas n 18 acaba de chegar o mais rico serlinen
to le misaico, lamo ena lunfa cuno era raadeira,
seadn estes destnalos a assnalhar casas. A va-
riedale grande eosg'-los e desenhos -o no-
va?.
RE60SIJ0 MIIJTaR.-O commailaole e olii-
cioe- do !." hitiliiiia de infintarn, eai satisfaco
pela felii elegida oe Suss Magestades Imperiaes
asta ca le, ooqamel do Hospicio, onle esttverara reunidos
noi'.e festtjando a U*pi:iosa vinla, tocando na
frente do quartel a baa-Ja d mu-ira do batalno
bellas e variadas pecas.
L uvamos a ditioGta offl.rialidade lo 9* batalhao
pela rjlBQlarm prora de amor que, asrlm, d ;o
Bosaos adorados munarebas.
FALLE:iMBNTO.-En Bmughty Ferry, ni Es
c>s>ii, acaba de fallecer, em idade avaneada. n Sr.
Davil V ll'aiti B.wman, propr-etano la iunJicio
la ru do 3rum.
GE VEROS DE EsriVA.-No Boyae vieram :
JO ca xas :i a J. M- de Barros & Fulio, e I i a
Th. de A. /onceca & C; 9 caixas queijis a A. G.
Hiras 4 0, 2 a a. Lopes Ferreira, 23 a J. 1. d
Casta, toa a J. M. de Barros l ?ilho, 62 ordem,
18 a Simosoo & C., II a Carga Ir.uaos.
Fl-NDOS BRAS1LEIROS.-Erara Msiae catados
'i pr.Ci dt Londres, em 12 do eorrente : 3 (\'0
le ihrii 1 93 a 9o, 3 0/0 de 1871 de 93 a 95 1/2,
ii 1/2 0 0 de led'l d- 87 a 9.
TELEGRAMA AS CoMMERClAES. -'H d3s Ci-
as ae L.ndres, ao Srs. l'inu'L-iie 4 Sobnahos e
Ka w e 4 Foster, em 12 o eorrente, s 3 horas
la tarde, diz-rn o seguinte :
- O algodio llea frouxo com baixa de 1/16 e 1/8
nbre n- tuecos segaintos: d Perambuco de 10
3/3 a 12 i., di Parahyba de 10 1.2 a'II d, de Mi-
cel la 10 l. a II 1/8 ., do Maranhao de ll I/i
a 12 d., do liio'Graode da Norte de 10 1/2 a II
1/1, e do 'leer a 11 1/4.
O as mear :irme aos procos: de 27/6 a 58/6 o
brant-', de 2-"' o mascavado.
c O caf calmo de 68/ a 70/ o do Ro e de 67/ a
70/ o do Cear.
SEM.A.VA'SANTA.-Na capella do collego de S.
F ancifeo Xavier os actos da semana santa sera
com esta orlem: qainta-feira s 8 horas da ua-
nhaa caniar-se ha a missa, podeado-e visitar o
santo sepulchro durante o da ate 9 horas da aou-
te. O r-cio de sexta-feira coraecar s seis horas
da manha : ao meio-dia re dar principio ao de
"oto exercic.o das tros horas &f agona, com mu-
sica c^c ilbida. Finalmente, sabbado a 9 horas
la maobae ser celebrada a missa de Alieluia.
NWIOIE GUERRA.No sabbado chegoa do
!\io de Janeiro, era viagem de instrueco, a cr-
vela ora'iletra Wdlierog, com a turma de guai-
das-marinhas Apenas fadeon no lamaro sal-
van a trra e foi correspondida pela fortaleza do
Brum.
P.ROCLAMAS.Foram lidos nos -lias 24 e 25 de
marco,na amrizdafregaezade Sanio Aufouio, os
proclamas seguintes:
I" el' denuncia joes nos dias 24 e 25.
Boroard.no de Oliveira, \iuva da Francisca de
Paula Moraes, eom Josina Maia Constancia dos
Anjos.
Brasilmo Anistacio de Oiiveira, viuvo de Ceci
lia Silva da Cosa, com Clemmtina E*meraldina
Coni de Lcenla.
Joo Pedro de Aranjo, com Rosalina Mara da
Conceicio, vinva de Muoel Gomes de Maura.
Eazebo Jomes de Moara, vinva de Felppa Ma-
a dos Prazeres, c.-ra Margarida de Saza Pra-
zeres.
Frantisca Muniz, ;om Julia des Innocentes, to
dos naturaea de P.srtngal.
Hermenegildo Tiburcio da Silva, com Candida
Francisca da Costa.
Maaool Sosres de Oiiveira, com Albina Eslaqaia
le Jesos e Silva.
3" denunmeoes nos lias 24 e 23.
Antonio Augusto Colho de Lamo?, natural da.
Portugal, qaer se mostrar Hvre e desimpedido.
renenia Jote Pranei-co de Taala Vellei, cora
Anoa Adeliadede Almeida 'liheiro.
Paulo Fernandos de Mello Gaimaraes, uataral.de
Portugal, com Anca Ferreira Braga'.
Antonio dos Santos JaBor, com Antonia Therez*
Machado.
- Antonio Ferreira de Oiiveira, natural de Portu-
gal, coro Joaona Mara da Con:eico Brito.
Joo de S Leto. viuvo de Eailia Ahxandna
Coimbr. com H'rmeliBda Vaz de Carvalho.
Luiz Ferreira de Almeida, natural de Portugal,
cora Francolina da Silva Lima.
3* denunciaco no dia 2.
Antonio de Paula ).>iaa.eom Alelaide ll rinelioda
le Salles.
Francisco Vieira Perdlao, natural do Ceai,
cora Malina EsraeraldiBa loutiobo.
Joo Felitardo de Amorim, natural dj Portcgal,
cora Josephina Cecilia de Paula Barros.
Autouio Mara Fernandas Silva, natural de Por
tugil. rom Francisca Alelarle Guodes de Aranjo.
Joo Custodio Pereira Paiva, naiuri! de Pottu
gal, com I*abe| Firmina de Santa Rosa.
Domingos Pinto de Freitas, natural de ?.,rtugal,
com Maria Alexandrina da Coiiceicao Ferreira.
Jlo Nepomuceno Airee, cora Goilbermina da
tronce!eie Moraes.
AeloBio Jos Moreira, natural de Pojtogal, eom
Filomena Rusa dos Aojos Ferreira.
Fraaoisco Gomes de Araujo Cordeirn, coro Jo-
ns NepamocnB Ferreira SMva.
Sidronio Aligarte de Hollaada Soare*. com Lao-
rala Mara do Corran.
Joi > Feluarlo de Anoti ncom Josephina Ceci-
lia de.PaiMi Barns.
Maaoel Vctor de Mello, com Ignaca Francisca
de Carvalho.
Eme-to Jos de Menezes,vcom Nemizia Lanren-
lina de Oiiveira.
LOTERA.A que se acba venda a 210*. a
beneficio da igreja de- Nossa Seobora do Livra-
meoto de Marbeca, a qaal seextrahir no dia 4
LEILOES* Terca feira 26 do crreme efleetua
o agente Pinto o lailao de marntns e terrenos, em
seu e criptor ra da Cruz n. 38.
Qrarta-feira 27 deve ter lugar o leilo da
casa de cabelleireiro da rna do Duque de fiadas
o. 33, em lotes vontade dos com,radre1.
CASA DE DETENCAO. -Movimento do dia 22
le marco de 1872:
Exstiam ( presos)383, enlrarasi 4. sabiram 5,
exislem 382. A saber: nacionaes 271, malheres
10, e.strangetros 43, escravos 50, oscravas 6, to-
tal 381.
Alimentados casta dos cofres pnhlicos 3C6.
333WQJ!
32**008 Movimento da enfermara do da 1! de marro de
1872
Teve baixa :
Anli Germano de Overa Bronchites.
Tave alia
Tbnmaz Rodrigis da Gama.
PASSAGEIROS.-Sabiram d'esto |>ortoparaes
'o norte bordo do paquete nacional Paran os
seguinte:
Nicolao Sanala e uma lha Nicolao Marvino, H.
Ridrgue-, H-rari jusia Maria *o Espirito Santo,
daotiael Chrispm e Antonio Gione.
Eolrarisi do norte no vapjr brasilero Ge
qui :
Dr.'J 's Antonio de Figueirelo, Dr. .Pedro Soa-
re s ue Amorim, Dr. Francisco Rezerra C. de Al
buquerque e um criado, lenente-coranel Guilher-
me Pereira de Azevedo e tres pessoas capiao
Manoel Francisco di Cunta e um Blbo, l|iniy
Wi'lra-T, Joaqiim Gurgel do Am.-ral Franciscn
Jos la Sil.a, Jos Monteiro da Suva Fimo, Gui-
Iberme a. Genova, J. Parnandes de Moia', Fran-
cisco T. da Roen, sua senhira e nina criada,
Manoel Joaquim da Cimba, Honor.it> O ivera do
Nascimeato, Antonii Gomes de Mallo*, >eorge Al-
!em, Alexenlrino Antonio rfn An1 ale, lames
Marrdem, James Larroom, Dr. Francisco Joncalve
Roca e tim criado, alfares J-rge Cavalcanln de
Alb'iquerqne, Fernando e Alvaro meoores, Tho
maz Mil-ira, Jos Domingos Cornil e 2 escravos
entregar.
IHRONH 1 JllHlUARL
i % ki:lai;o,
nuHivi,
SESS.a EM 21
>Rt8mH.'ciA do
DE MARC) DE 1872
CAKTAMI
EXM. SR. COXSELtlRIKO
SATTiaOO.
Secretario r. Virgilio Coelho.
As 10 horas da manha. presentes os Srs. des-
ainbargadores Ginraa, Santiago, Almeida Albu-
querque, Dara, D mingues da Silva e Souza
Lean, filia9le ;ora causa os Srs. desembargad iras
Guerra, Loarenea Santiago e Ragueira Costa,
abrio-se a sesso.
Passados os feitos oeram-se os julgamenlos se
ruintes :
RieDBKM CBIM*.
Reeorreaie.0 ju zi te direito do Cralo ; recorri-
do, Pi.'no Feliciano Lope?.Jn zas os Srs. dei-
embargad. res Giiirao, Soasa Leo, Alm ida Al -
buquerque e D mingues da Silva. Improceden'e
Re.-orreot', o ju:zi de direito de Acarae ; re-
corrido, j.-e Rodrigues da Silva.Ju'zas os Srs
desembri/adores Gitirana, SiuiaLei, Almeida
Albuquerque e Dori^. Deram pruvimento.
Recrreme, o juiz o da direilo do Brejo d'Areia ;
recurrid\ Luiz Rodrigues da Costa e ontro.Jai
zes os Sr*. desemaargiJnns Almeida Albuquer-
que, S mza (."o, I) ,ria e G tirana.Improce-
dente.
Recnrreni-, o joiw da direito da Areia; recorr
do. hacharel J is Lopes Pes*oa da Cota.luzes
os Sr?. riese nbargad irea Dori, Souza Leio, Gti-
rana e Almeldi liouqierque.improceden.e.
Rajorreni, o ju zi da nrrito d>; Ranan'ira* ;
recorrido, Minol Pairo dt Silva. Juizes os Srs
desembargadores Domirigues da Silva, Doria, Al-
mei la Albaquerqu' e 'iiiirana.Improeedeme.
Re torrente, o jaizo de direito lo Crato ; recor-
rido Antoaio Gmc Wes de Araojo. nizes os
Sr*. eesembargad r:s Suiza Leao, Domiogues da
Silva, Doria e Guirana.- I nprocedenle.
\KT\ TtSTKMUNHAVEL.
Aggravante, Manoel J aqnm do Naeciraenlo ;
aggravado, Antonio Vaz da Silva. Juizes os Srs.
desembargadores Almeida Abuqnerque, Doria e
Gitrana.Deram provimeato.
, aasRAToa dr peticao.
Aggravante, Barb- sa S C. e ouiro; aggravado,
0 jailo.J.iizas os Srs. da-emhargadores Almeida
Aloo.:>r;ae, Doiia e G.raaf. Deram provi-
meniv.
.SSAGRR8.
Do Sr. de36;ibarg:i lor Gtirana ao Sr. desem-
bargador Loarenco Santiago :
Dojaizo muni'ipal de Barreiros.Vppellantes.
Alfredo Cardoso Per-ora e OBtros ; appeliado Aa
tonio.da llosa Waolerley. Do Recfe. Apptl-
lanla, a Santa Casa de Vita r'corda; appeliado Jo>
Lucio Luiz. Do jaiV de Nizaretn. Appellanle,
Jc Loureoco de Anlrade, appellada, a jus-
toa.
D> Sr. de-;emfcargador Almeida Albuquerque ao
5r. dese.mbatgador Dona :
Do juiy de C.br .Appellaole Francisco No-
ttueira d-Caeir-o? ; appellada, a justiga. Do Ba-
naneiras. App liante, Manoel Soares da Silva ;
appellada, a j o i ea. Do Cabo.Appellant-, J s
Caeano da Albuqoerque ; appellada a jusliea.
Do Recifo.Appellante, o juizo ; appeliado J >a-
f/quim Bernardo da Silva.
Ao Sr. desembargador Domngues da Silva :
Di ju;ZO ma icipal do Recite.Appellante, Ba-
ilaoo Je Magalbes Castro; appellada D. Joanoa
Mara das Dores
Ao Sr. desembargador Regnera Costa :
Do jieo rannicipai do rtefe. Apellante, Dr.
Joaquim A:,:.;,o "ar:i,i;a da Canha Miranda;
appellada Dr. Manoel de Barros Barreta.
Do Sr. lesemoargalor D-jra ao Sr. desembarga-
dor Domngues da Silva :
Do jury de Palmeira dos Indios.Appellante o
promotor; appeliado, Carlos Jos Vieira. >e In -
iiazeira.Appellante, Jos Calisto ; appellada a
justica. Do jury de Mamangaape. Appellaute, o
jaizo ; appellada Manoel Martins de Araioji. Da
Victoria.Appellante, o jaizo ; appellados, Joa-
quim Manoel da Silva e outros. Da juizo munici-
pal do Rscife. Appellante, o cnsul da Portu-
gal; appeliado. D. Maria Joaquina de Oiiveira
|- lampos,
D o Sr. desemioargador Domingues d Silva ao
Sr. desembargada Regueira Costa:
Do juizo municipal lo Racife.-Apaelhnte, Ba-
ziliano da Magalhes Castro; appeliada, D. Mana
Joaquina das Dores. Do Cabo.Appellante, D.
Setihonnha Theresa de Jess ; appeliado, o cura-
dor geral. De Pedias de Fogo.Appellante Anto-
nio H-rariquc de Sonta Jomes ; appeliado, Thomaz
Autonio da Nobnga Perogrino. De Pao o'Alii.
Appellante, Aotono Firmno Pereira da Cuoha,
appeliado, Jos Fran;isco Padrosa. Do Juizo de
direito do Reeife.Appttllante Aotcnio Feitosa de
Millo e outros : appellada, a justica.
Dj Sr. deseu.:,argador Soma Leo ao Sr. des
embagador Giliraoa :
Appellacoas veis. Appellante Joo Baptista
Carneiro Monlelro; appellada, Francisco Luiz de
Mediiros a saa moliier.
1EL1C-GNCIA CR1MF.
Ao Sr. desembargalor promotor da justica :
Do jory do Ipil Appellante, o juizo ; appelia-
do, Francisco Baptisla Soares. Da Barbalha.
Appellmte, o jaizo; sppellado Domingos, libeit.
De Mamangaape.Appellanle, o juizo; appeliado,
Francisco Poreira de Arroda. De Maranguape.
Appellante, Maria Joaquina do Espirito Santo; ap-
ea lada, a jostra, do jury da Tena.Appellaute,
Joaiuim Rodrigues Cavalcaute ; appeilsda a jas-
ca ; appellante iU:o, appeliado. kao Oiptista
das Neves.
DLliiEN'"!* CiVEL.
Ao Dr. carador geral: ,
Do juizo municipal do Reeife.ilAppellante Fraa-
cisco Goojalves Nal.-. appellada, Manee! Joaquim
Baptisla ; aopelaoto Joaquina Jos dos Sanios Les
sa; appeliada, Antonio Joaquim de Souza e ou-
tros.
Ao desembargador procurador da corda.Ap-
pellante*, os btrJeiros de Manuel Luiz da Veiga ;
appellada a fazenda nacional do Reeife.
Assignou-s- du para jnlgamecto dos seguintes
letos :
Do ,|aiy da iiiaeralii*.Appellante, o juizo ; ap-
peliado, j lio Pabricio Jomes de Salles ; appella-
da, a justica. Doiury do Reeife. Appellaole, o
juizo ; appellada- '/ir.iimo Pereira da Silva. Do
.PisocAAnpellBBte, load Fanstioo de Souza ; ap-
pellata a juslca.
Do joizo miauoba do Reeife.Appellaate, Aa-
tr.nio d> Siancir* ?*alcante ; appeliado Antonio
Carie* Pereira da BoorfM ; appellant, fr eserav
Joaquim p 'r seo curador ; appeUadw, Franc-sce
Gomjalves Tirres.
A I hora e meia eoeeiroa-se a sesso.
Tribunal do e.tmmerei,
ACTA DA 3ESSAO ADMINI3TATIVA E I DE
MARCO DE 1872.
mp.snKCfA DO liXOJ. SR. no.VSSLMEIRO HXitLMtt
KRACISCO PBHBTTI.
As dez horas da maoba reunidos o Srs. de-
putadosOlinio Bastos, Candido Aleoforado e Alvar
d Almeida, fallando com paricipicio veiloal o sr.
deputado Miranda Leal, e sondo unnoeado o n iDgar
delle para servir t secretario o Sr. Oioto Bastee,
a. Exc. o Sr. eonselheiro presideote declaro
abena a sea-o.
Foi lida e approvada a acta da sesso de 18.
_____ EXIEDIKNTB
Omcio da junta dos corretores, datado de 20 do
correte, trizend. ao coronen nenio lrtr>u-
nal as irregularidades praticadas oelos corre-
tores Mesquita, Stepple eGoncalo, deixandj de fa-
ter as devidas co'J.cSas das v,-ndas de algodo em
qne interveram, d..nio isio lugar a qne no da *
do corunto o algodo em ierra de pruneira sorte
obtinhi o preco de 749 por kilogramos, entretanto
que a cotacao era 733, o que susciiou dessoBSao-
r*as nos inieressados, i pin?ndo algoos na txi.-tec-
cia de flccSes para se fizer baixar o preco da pas-
ta la alfladega.OfR-ie-se ao Sr. dse ntargaj r
liscal, remetiendo o iflicio da junta, adro de ope
se sil va dar o seu parecer sobre o facto inculpado,
o t|ua| pl' relundar ero pnjuizo da Ih'.-ura.'ia
da lazeida.da Ihesonruria proviarM, e dw parti-
culares.
Di tiburam -se is dous sepunt # livr* :
Copador de. Francisco da Geete Maio, Dar. i*-
Sexas & Almeida.
DESPACHOS.
Requerimentu da Maaoel Guie- da Cruz, pednv-
do por certido o raqoerime ti o repl ca qne f^-
ra ieerea de saa rebabilHacid, assim como es c^-
pachos m-lli-s pn feudos e is etncoe- que juBi>.-0-
I; so a cr-itidSo requerida.
De Joha O'Coauel Dcjle, pedinio baixa no lt-
gistro da bobmwco de tu caixai'O Jos luaqu-ea
de Miranria.Site.
Do r.t.iiiio Auiius o ds Santos Porte, nra -e
crdeaar jnnta dw corretores qne lhe teiPiupte
qna aeolacaoasioaLdas aecocs di t>impanhia
B0:ribe.Orifique.
De A fiedo Jos Antune> Guimar-s. para -ir
ordenado o registro da proraraejo bastante qo* a*
retirar-se para Portugal lhe dra seu consti'.J tf*
Antonio Moreira Vu-ha*.Deferido.
Do J o da Rocha e Silva, arde gerente da liras
Racha i C, para se lomar de nenhuro efeili--
cntar de 10 de fevereiro ultimo, a nomnieao <*
cacuro qae dra a Antrnio Tiburcio de M*i?,
c ns-rvain en sen e-lihe|ecira'oto al aquella
dato, p-.r favor ao lui^r d'ella.Na forma rn|3-
rila.
De Bernardina da S Iva Costa Campos, para re-
gistrar sr- he una p'rocoraci bstame.Saja re-
gistrada.
De Jo- da Rtha S queira Ovalcnli, actoa! pt--
sui:or da laja de (endas n. aOsita ra do Bara*
da Victoria, com cuja acqui-iQo lhe viia a per-
ten -er um livrn Diario que ?e acba em braneo, es-
tando sellado e lubricado pura a eeripta'ee *
Anti um Magallies da Silvo, pedmdo que neMe
lavre termo de traosfennca au sopplicante.Ct-mo
pele.
De Antonio Magalhes da Silva, pedindo que se
d baixa no registro das noineai;5es dos seas ex-
a xeiros Ma oel Nunes Pires, Antonio Magalfcie
da Sdva Fibo e Affon-o Magalhes da Silva, listo
ler vendido o se > estabe'ecirr.ento eonirnereial 5i!(
rna do Baru da Vict- na n. 40.-Cmo reqe+r.
De Leapoldo Jos F.-I'ppe Santiago, sf-eio da
firma Ernesto & Ltopoido, novamente impetrando
matri.-ula de comiurrcai,t-, e-cudando sua preten-
co en umi ju li.k cSo prestada no u a-> dj
comraetcio, e do ait-st do firmado pelos commer
eiantes Amonto Gomes de Mallos, Gomes de Same
Irmios, M V C. e D. P. Wild V C-Viati ao Sr. desernbrr>
der ll-cal.
Da Ernesto J s Felippe Santiago, no meo
sentido, e juntando tambem jo iticacao e aties-oo^
semf-lriantes aos qae fnram junt-s por Lerpoty
Jos Felippe Santiago.Visia ao Sr. desembarga-
dor fiscal.
De Man el Francisco da Cunta, Antonio Loare3-
o r.o'-lares e Jo- Loureriji Collares, mostraos*.
achar-e saisfeito o despacho de 11 do eorreKe.
Vista ao Sr desembargador fiscal.
De Antonio J,,s Firreira Monte ro e Jo; I'a*
da Cunha, vir.do eumpndo o despacho de 19 t-o
eorrente.Informe a secretaria.
De Sr. Dr. ifJjVial-inaior :
Duvida (nauta ao ncistro do cooirato de M*-
noei Maniis Rib-iro e Marcelino J^: Lopes P>-
beiro, visto nao terem jumado proenracao j
habi itasse a Th miaz Antonio Cmbra a asMgna-
se como procurador de Manee! Martin- Ribeiro
segundo exemp'ar de dito contrato que se roaniVu
corrigr por ltepacho de 11 do enrrente. Pro?fo*
a duvida
Informa sao s,.:bre o pedido da junta dos eoffe-
lores por cilhio de 16 do terrete.4) tribuiul
resolveu qae se respondesse junta dos epirrtt-
res baver feituo que he cumpl, ifi^and.) dos
vetes preFileacia, cuj resposta elle aguarda
Ilem -obre a Betieao de Joo Chiysolono leo
Silva Jatahy. Indefendo vi>ta da iriormaeSi> na
secretaria e disposico da lei citada o^ssa Irjfcr
i Taco di
bem Basta era
o agente de leilo
do qae se prati-
Franci.-co An?otv>
mscao, e
con cera
Pinto.
Idim, respectivamente ao registro da al.erfcaa
feita no contrato de Braga, Silva A Reno.Regs-
trense na forma do decreto n. 4394.
eos parrcer nee| Reqneriraento de Manoel Alvas G ierra & e'ilrio
a que se mendon appen-ar o de Deoclecio Ribe'W
de Brito. meita-e c.ia do r-querimetit> o
Manoe! A!ve Guerra e sea filho ao fnpplicaDte
Daoeleclo R.biro de Brito, alim de expeBde? 9
que jolgsr conveniente at o dia 26 docorrent
hor.-. dases-ae alnioistrativa.
Bo Rea!, I.emos ft C, Istrato soMal.Satisfeno
o parecer ftsoa I, archvese na forma do de-rrf.o
n. 43H.
Da He?", lirto A C, contrato seia.9atisf ra
o parecer fiscal.
Be Anicnio Alves de Carvalho Ver?s e Alfrt oe
Pereira Bsrhosa, dem de dis-dur^io da ftrm.*.
Veras A Barbedo.Satisfigam o parecer fi-cal.
De Jos S ares do Amaral e Jos deJesns Mo-
reira Sobiinho, distrato social da drma Amaral.
Moreira & .Arcbivc-se o distrato ca forma H
decreto n. 4394.
De Jos GuilberroeGuimarSes e Ignaiijo Pereira
do Valle, coniraio de di-tralo da firma Jos Gai-
Iherme & CComo reqaerem, ua forma do pam-
eer fi>cat, e bservando se os decretos citado.'.
Nada mais honve, encerrando-se a sesso as ll
e meia horas do dia.
SESSO
?aaiiie.NCiA

IIDICIARIA A 21 DE MARCO
DE 1872.
DO KIM. SR. niINSELIIEIHO k. t. "*'
RBTTI.
Sea (lao Julio Gutmaraes.
Ao meio dia declarou-se abena a sesso, estan-
do reunidos os Srs. desembargadores Silva Gai-
in.iraes. Res e Silva, e Motta e os Srs. deputaolW
Candido Alcoforad, Olinto Bastos e Alvaro, fal-
tantlo com participarlo o Sr. Miranla Leal.
Lida. foi approvada a acta da -esso passada.
ACCORDAOS ASSICNADOS.
Embargante Jos Pereira de Castro Piolo, si-'
bargado Aotonio aquitu de Vasconcellos em-
bargante Jos do Reg Mello, embargado Antn*
Baptista Nogueira ; appellante Joo Pereira 4
Araujo, appelado Joo Antonio Gomes Gu<-
mares. .
Jl'LOAMENTOS.
Apoe laoies os administradores da massa fallid
de Antonio Jos de Fgueiredo, appeliado Fr-
ciaee Jo.- de uveia ; appellante Joo de Acuer-
do Pereira, appellada D. Isabel Baptista da Fon-
ceca ; appellaute Jva de Azevedo Ramos, appcl-
lado Antonio Goocjilves Ferreira Casco ; en bar-
gante AuJra de Abren Porto, emoargados Lima <
Martn.-, em liquidacao ; appellanles Tasne 1>-
mos, appeliado o Dr. Stlvino CavalcaoU de Albu-
querqae.Adiados a pedido dos Srs. depatadas.
O Sr. Alvaro apreseoloa os feitos adiado a mu. ,
pedido na sesso passada, entra parles, apaellant
Lzaro Moreira dt Souza, appeliado Jos Antonio
dos Santos Oiiveira ; eaibargaote Balarmim. Pibio
de Araujo, embargado Jos Mara Gaocalve P
reir, e nao f> raui propostos por nao estar presente
o Sr. Muauda Leal.
O Sr. Miranda Leal remellen o feito qae eettvav
em seu podar, entre parles, embrgame Gaspar
Cavalcanti do Albuquerque Uohoa, embargada a
viuva e beid irts de Joo de S Albuquerque.
O ir. Candido Aleoforado nao apraseolou o fe>k>
adiada a seu-pe Jo m samo anterior, eor par-
ias, recrrame Joo Vicmie Ferreiro, raer1 io>
Amaro la S 'va juinar**es.
'a
;e
..



? /
ii d rrtibtif Te** eira 26 de Mur\o di IM
^l
_
_ KA.
xppallaiues Taaao [raaos, apuallaJo Jos Gan-
O pmmo xatiL
NUMk,
1O0 Sr. Juera bargad. r 81v 'Jateariea ao Sr.
46samr{dor Brts e Sil : aparffenfe Pftro oV
a*ma ViuoVrlf, apr^U-H D. lirandrm de fa-
aatfta
O* 9r. 4e laifcaiylm ttvaflnirnarBB*, m. csrto ; appeuan-
w aaeal la Silva Rih<"rt, appeKado Antonio Pinto
e Mora-1 Castro.
Do Sr. Jtstwiibi'gaJiir Roa o Silva %a Sr. d*s-
eriDargipr H. na: apllame J'- Gonealves Pe-
rmra, a;>pellio Maaoel (ioncjlvet Peieira Lima.
AfltmATO DE i:tSTftUMB!*TO.
isleo municipal e do citnnr.ercio de Itamb
*fjjraame J. 0raaa>t,ia4<>viej Praiiei*r> Aibeiro
O Exm. Sr. i n-etoeiro presidente negou pro!
-nti.
Eneerrou-se a e sao a uma hora da tarde.
f UBLCACOES A PEDIDO.
Use la niisJel.
O-j algaras ann para ca, o ensino publico pri-
sojri>i nesta prjrfati, sahiodo dste estado de
taceo era q: por murta tutnpo se censervoa,
l*n tomad > um rauid) iocremi'oi, granas ao io-
Ute** que >e ai *e*mlvio no poder legislati-
va -TLViuty.il, o qia', oomp'DeiraJo de que, eomo
SUa oa conciencia de tuda-1, a ioslrut ai a- r;licu invii de promover a civiliitag) a
Bispii, friura dUooli-la era Utga estala.
'"'ni mu mi-Mu > se ten m* augmentado o
aiinnro da eadeira* primaria*, qie tendo sido o-
w-*t e am no ana i de ItMl se elevav a da
/rtos sesenta e nove m 187.
Af#m dea-a, furiti crea la diverjas encolas
M'etuTBis ; me-tuli *b>1 qie sio satfcfatar araa
i- '.>sidade bem palpitante, pirquanti era mu
osvenieoie ollirecer roeios de lastrncoao a essa
gtiU e parte sociil, q*f, u por niio te podido
r- -hela ."i infaorn, oa pjr pie a tivesse
fc---t)ii|BiitipaiM'a, earefia esh n menos della.
un a enefv\ pms, de ues t*>'--\s*. o arlist
*i viaoiro, oa qual juer nutro poltra recuperar o
Iwipo perd-io, sena prejaizo a'juin 'le seas trDi
<*. hiliituies e diurn is.
se fifi MXrr-H aqnrtatar a e nvenieneia e
a!<'in iie-ta- e-eolas. nii il'ixario ellae de
prn-Juar M aptim >s t: uft.w q v- -) sempre a con-
Jf \t icia da di'uso Jo piiiii .
a escola normal tn t.muem um nielhoramento
A* me>oua?av| otili-lade, a T-ial, a ^er cenve-
iente<*MMe r >% I. h .n roa plan i de ejtulo", e
t>- 11 Jineta firae:era por certo uu pesoal ha-
ftji.id'i p,i- o taigi-tiiiu primario, trar a uui-
f.T.mJa.ie de lo-jih >.l h e ^ystern prati:o do en-
*:*) ; o qi1 e indf-p -h. vel para o-bim aprovei
la-r^utode imsift'L
A par de todo- e?tes melhorainentof sao pro-
HlftioJores i;! u > esjraoi; > i luturo para osta
privinei, ifbn nao o*ta longe 'le realizar se, ero
t*'* li fri > i r. que jo-!njc*i;a i publica, :c.bi Je sr cea la pela ac-
Il:9\ a.v-iiib'i provincnl ota escola raadlo, a
eseinplo da que .te prati^u m cioitil lo im-
perw.
Ei'e ioterssanU pasamento, iniciado pelo dig-
ne lirecDr geral iotnrio) J in-'uctjo publica
e..a .'-a o .tuno r- -laririo, rccOromeodad) por soa
fifi pji i'li o. priwidmtfe da prjvmoia a a<-em-
ii!;i i-r/'ii.:i.,i. o por essa fi realisado, revela
|ue o< p''ri!iii.'>ue.ino procuramos ac unpanliar
I .jviiuaato d) pro^ress) inteectaal, e que coa-
jrgimoi priaeipaTniesUe as oossaa f>r{aa para um
,- I oaiores meIh<>ramenU'S n.-raes, que 5) se-
rUuieiite ora preoJem os i-pirit>s mai- tielica-
. -Io be a da sjciediJe, o jual -i instruC
*I- popular.
Hinr1, poi-', a ajrmbl4a p'oviocial Je Pernam
baca n'ae ir-.ti co:b a solie 11 Je proprU Je seo ;>a-
in)'.sn> e .liian'.r ijn lo tirar os sejs coocida-
i 4091a ir> f. estada do oibraleci nenio a qo*
p r rnuitos anaip foram votad"1.
E-per.i:nos aindti que ella, i a'pirada dos mes-
no< seotimeiM*, dio 4eixa' de promover, sem
rai Miftga, n r firna a tinto reclamada para
A instru.r biiedtgoo le 10Ja a toa esclarecida atieot;ao e
di "fus r-;j> eituJo,
A e>cuia m 1 I>, ine acab de sarcraala,
tmnago lalwz Jas que elJiten e.n outfea ptices,
ei provavelmeuie u:n elui-ii la cmtruccio
decante e m a devWl sapatndade b dirisdea para
gflWber alara ios d- ambos os Beioe al a Wade
de ij aon)s pasea man ou Oeuo, sendo este?
nUi iMr.bui ios por classes s:n direcQStt
d pr*fes er# e prof^ss-wa.
>e:l', por um aiur 1 lo estuli dos m'thodos e
ry.-tema:' de ees 1 1 ierfeieoaf-, 4% os meijs d raiii'nis-a >, Jett1, de noli a tor-
Bar-se jm iypi para ser ititaao pelas danrs es
cas.
O S'U pessu I todo Jover, o s Je ja? p s;a correspo'Uer con as suas lu-
tu, (xjerica'ii epratica de enstno aoj '/erdady-
ro iS4a oova e modelar intituicao.
S-l ilsaUoaJi tura o as^en'a uoati Ja sua pri-
;j-ra pelra o ducm ue apjrnr de novo estas
a!\ga% de paasagem do Europa pjra a corte, o
a isa nnourna, qna de bom gr.Jj se prestar
j.T.WaV.'l;ne Ae a honrar coui a sua augusta pr<-
A^fti e-sa svl-mniJaJo.
fiera acettaJo f.ii a eseo'ha desse da para to
jiei'ssaate cer:;n)oa; d^licalj e aminte da
Mtraefto, com elle, asveri experirnestar gran-
.. -H'j-f .-i-i) por "er o Impul o que vil tomando
entre nos a gruid.* obra 1)1 eJucacSo popular ; o
jj'ie r>e;n orres^jule a saas Isrgas vistas a esse
reveeitc.
AJ pe* dta mais. compuentcment; ot'-rossadas
p4\ lasirufoi) publica 00 se escnsarlo de coa-
- rrer para abrhaolar to solemne acto cimoa
ido a elle ; e, oests caso, merece particular
Oleario o cirpa pr .femoral quer primario, quer
ecuudario.
--------------
Korc'.ra Irmlo & C. da Bi.hia
on m. V. ciinmisi >. Filios
^lirada cldade do Porto,
Foi com o mais ?r fu o a.-oobro qu9, frea-
M da Coivespuideixci'i de Poriagu, fimos dar com
ama preiaiw osa l-clatiQao, que os Srs, Cltimis-
it,Filko e Silva ..itiibunlo aos pr doctos de suaj
fabrica una repu acto, ex'raorJioariameuta exa-
erada, procaram com a nis i nj as tfica ve I levi
Aadade, desairar nos con a nodoa da inais indig-
ao enn?, t-';:is'mJ->Q s perama o publico dos
dOW paites innos, como falsiiicodores Je seus
vinh"s e t fraudadores da sai proprielaJe.
A respo-ia i irrisoria deannoa Je S?. Mes est
ao rasmo sonteito deasi publicacio. E'evidente
qae a inra Ckamittf, Filho Silva nao se coa-
funde, nao se ;Ja b luiaraento confundir com
a de Chtmisso Succeisores, que, segundo S*.. Hat
mesmo confessam, a com que se 'em assigaala-
Jo os productos sobre qae veri o e.qebre avi
no, por iiieu Jo jiial pretenlem-no3dc3coaceitaar.
O Srs. Cha mi'So, Pilo e Silva, se preza9:em
tersar todos os actos de horneo situios e consci-
acioso, se respeitis^em com o Eaje'jirlo acata-
ui-am os di redi qie tem a opinio de exigir a
mais seria e rtfl ctiJa prudivcia a\ linguagem
dos qae Ihe tsUarn, -e compreaenJ.; -..-e:n melhor
procaram, ni : i*riam atrevido alTr latar-aos
m a injuria pungente que nos irrogaran).
A paenlidaie que se rev.*U no s-u proceiinaea
t nao lh? pola sem davda aiteau.ir o carcter
eondemnavel que o distingue.
Os-vnh.Ji que, oastapraca. temos posto venda
con a marca de Chamisso Swcessorft nao eram
maliVos snlBcient spara jae, com !3) ridicula pre-
parta, oem, pirtiaTo, cora) orgioarios de ^u3 fa-
brica.
Os proprlos compradores como taes os compra-
vam e reveadiatn, como se < dos documentos
jue abaixo publicamos.
E* piar eoosequeui'ia, o mais rematado da todos
a* dMWaies o aiiu qae tiverain o cuidado de
taiortr ao primein h FfguJ- Olr-ss- bu qae Ss. y-s, coussios da
naedMCwdaJe dt seas proluoto-, tiabsm adoptado
me aiv'tre uoicaiaeoie om o proposito de sap-
,r por ui'jio desta nolonedad arctal a limita
reputriji i!e ees vmhos a q-.w os lloralos na
saciantes tem taa oaiarai iukr ase da graugear
ama importancia txiraordiuana.
Os viohos qne n^raceram afliv Me. a hoara in-
comparavel dWua etroadosa deelaraco tem-oos
g4o ramewidos de Hamknrgo pila casa Ricardo
BeripermMB, a a marea cae tanto tem iaeotnrao-
4ao aos boorados aa^oaiamas u o ja lforado em
fodae'.os_de natureza 'ilentica, ven*do rteata
mtitBi praca par diversas casas importadoras, en
u* as quii. s ciamos como uaia da <)aa as -tem m-
jJo e remeitiJo om msior escala a dos 8fj. V.ii-
larinbo e (larvalho, orno denunstramos com o
doenmeato junto.
Ora o besa), clara que a casa l'.i tardo D >pper
mana, se preteaiaasa por ventura angamr m
rinJws^que exoorta urna r-pufe-cao lie ca, incul-
ssnJ>-eee onuiaaros d-i Porw, nao teri* ido
bascar i-ssa falsa i::ptirUQeia na lirma de Ss.
Sfcs., cojo i'onceito nan Ib a po-ieria accresoeatar
am pice a seu meraeitaente real.
Seria um simales rototu de tinto alcance eomo
qaalqaer < podessa inspirar toa, iraagtaacao.
FOra mais natural eniao ir procurar, para dar a
sena prodnetos esse realce imaginario, ir eaqaa-
drfnbar a'giima firma em qm'qaer praca de An-
gola, afra de captir Ihss, pela novidade e singula-
ridad da marea, essa not rteohde que presuraem
.Ss. Mci pertencer aos ssas viohos.
Aju'e agora o publico sensato, honesto, reieeti-
do deste pair o peso, a consideraeio, a conriaoea
Jae Ib-s .ole merecer essa despropositada temen-
ade, qo.-> iofe'itmentn se apreseota subscripta pe-
los Srs. Chamisso, Pitn e Silva.
Fique impresa uo espirito publico a recorda-
do dessa atrevida imprudencia para eterna ligio
e escarment aos Jissipidores lavianos da reputa-
do albeia.
Quanto aos Srs. Chamisso, Filbo a Silva,_ com
Ke-uos lombrar-lbaa que, se a boa ( nao a
se do commercio. como a priraeira virtade do
eomaierciaoie, Ss Mes. faltaran) profundamente a
suas obrigaedea sociaes, desineatiram o nobre ca
racter da sua prolis-o, e desmereceram do con-
caito a qae devera sem duviia aspirar.
Bahia 13 de margo de I87.
Jforirn, Irmfto k C.
N. I.-B.bia 13 da margo de 1871Sr*. Villa-
riuln A Cai'valbo.Nesta amigo e Srs.Qaeiram
:er a b-.rathde Je no< declarar an p desta se o vi
oho por Vmca. vendido D8sta sraca que os ca-
x M tem o iiome de Chamisso succesiores foi com-
prado em nossa casa ou foi recebido da Europa,
e iood>, porque navios e pr qaen !ho foi reme-
t'J 1, e se esse vinho tem alguma analoga
com o vinlw dos Srs. Chamisso, Filho a Silva da
cidle da Porto ; e seo nime de Chamisso suc-
cessoris d alguma importancia a esse genero, se
o vend?ram por meos ou por mais que outro da
mesma qoalidada sem aquella marca, pormittm-
do-oos faer o oso que nos eoavfor de sua respis-
ta.Soan* de Vmcs. amigos oiri-raslos. llomra,
Irmao A C.
Srs. Mireira, Irma) A i'-.-En resposta sua
carta fima, datada de hn\ respondemos: Q le
nunca Ihn compramos violto algum cora 1 marca
de ChamitiO S Succeuores, porque o temos re-e
biJo de Hamburgo reraettido pelos oo*sos age?;te*
naquella cid-de ; e emquanto analoga p.irece-
no* da naasroa cor, desconhecenio nos a qualidade
porifsw nia a gartama nem ao da marca dos Srs.
Chamisso, Fi'li > & Silva. Emquanto marc 1 CAo-
nissod: Successores era nada inflne fOrque o te-
riamos venido da mesroa forma se elle tives-e
um oatro nome qualquer desconiecido, porquo os
)0. -e icaporUm
coa o nome, e f qaerem o prego* barato de 8 a
I2A-SO0 por dozia ae garrafas.
De naaa resposta podea) Vmcs. faier o uso qui
Ibas tenvie*. Da Vmcs. amigoa e obrigaiis.
Vitlarnko N. 2.Bshia 13 de margo de 1872. Srs. J. S.
Slva Moreira A 0.Nesta amigo e S's.P dimos-
Ih^s responder nos ao pe d >sta o seguale : 1* )se
i vmbo eogarrafiJo que Ihes ven lera s, cuj xas team o letreiro Chamisso & Successores, o fl
zemos como vinh de Porto. 2 .-e esse vinho tem
:ilguma analoga c:rr. o ios Srs. Chiratsso. Fnh &
va. 3* se algnma oulra casa tem veo lido vinh)
ome-sa marea, i' se o aoma Je que forano re-
veslos os caixVs da 1 algauaa troporaaci) a esse
genero Permuta no* famr o oso que nos cmvier
de sua resio*t:i. S >mo* de Vine*, am goa ebriga-
dos.nrejro, Irmio A C.
Sr. Moreira. Irmao i C. Era resposta s
ptrgon ai cima re-poudemos: Io que o vmbo que
lie compramos com a marca Chamiss) & Succes-
sores fu por Vmcs. rendido cimo hamburguez, e
tacabu orno tal o lenao vealida 2 ija analo-
ga aljama tem este vinho com n exportad 1 pelos
Srs. Cli iraisK, Fi.llio A Silva. 3 qu diversas casas
d ISM praca ten rec bada vinhos de Hsmba.-iro com
adsfaMaa on rotuios de. vinho de P..ri<). a'flaai-
menle qu; o notn- nos eaixdei ioipirucia algu-
ma do ao genero.
Podim asar deala resposta coiioIIh convier.
Da Vnics. amigos e criados. J. S. Silva Moreira
AC.
N. 3.-B-ihia 13 da mareo de 1872.-Sr'. Car-
neiro A .N.<-h:>do. Nash amigos e .Sr*.Qaeiram
ter a b indade deelarar-ooa ao p desta, se o vinao
engarr.'fido que nos .emopraram, aojaa caixSes
tem 1 marca CAomisn A S ucees sorf<, a fi'.eram
como viuh 1 Jo Parta, e so a pago Je vulu deisa
procedencia, oa s-j de Hamburgo ; outro sim -e
outras cajas tfen vendija tssa mesma qaal.daJe,
e-T,uacs sao ella?.
Psrmittio o-nos faz-r o nso'que nos convier de
sua respost. Simo le Vmcs. amigas obrigado.-.
Moreira, Irmao A C.
Srs. Moreira, Irmao A C. Em rasosla
saa carta do hoja temos a responder que os viohos
que Ihe compramos .om a marca Chamisso A Suc
<:e*sorfs Vo.cs. nos vanJcraiu como vinho de Ihm-
bureo, e como til o veo I usas ; o preg porque o
comprarais f..i Je 84'>00 a duzia, emqaanto ao
ultimo tpico de sua carta resoooiem s que com
a mostea marca nos tem s:J> offsrecilos por oa-
iras ca?a importadora?.
Podem Vmcs. fazer da presente respo ta o uso
qae Ihes convier. Somis com estima e conside-
rac) Je Vmcs. sm'-go', criados a brigaiis.
Ca'rneiro A Machado.
N. i. -Baha 13 de mareo da 1872.-Srs. Soa'es
A liisNesta amigo e Srs.Padimo-Hies raspn-
der-m,s ao 1 desta o -eguinie : l se o vinao eu-
ganafilo que Ihes vendemos, cujas caixas teera o
lelrelro Chamsso A Successores, o Oamos como
vinh 1 de Part. 2 se esse vinho :em algurai ano-
logia com o do Sr. Chainis.o A Silva. 3o se algu
raa outra >aaa tara vendido viaho com essa marca
i" se o n >me !a 'jue f rara revestidos os caii5es
d^'o a'gnma importmca a esse genero. P;rmi-
'a-nos f-\zer o aso qae nos convier de sua resposta.
Somos de Vmcs. amigos e obrigaaos. Moreira,
Irmao A C.
Srs. Moreira, Irmao A G Era rosposta ao
coatedo desta rarta, cumpre-nos dizer : 1 que
o vinho nos foi vendido como de Hambargo, e nao
como do Porto. 2o analoga eoteudemos que ne-
nburna poder ter, pcrqaaulo os r.lulos deste
vinho trazara ornete Cbamis.o Successores, Por-
ta ; quaodo o verdadeiro Chamisso, Filho A Silva,
3o qae lera mais casas nesta praga qae vendara
Jo me3xo vinh?, e com a me;iha mirca.^ 4" qae
os Bandea nada indicara qae sejatn dos Srs. Cha-
nisso, Filho A Silva. E' o qaanto nos curapre
responder sua perganta paleado Vmc?. faz^r
o aso que qaizerem de nossa resposta. Somos de
Vmcs amjgi* e obngados. Soares & 's-
Bahia, 13 de margo de 1872.
Pan 00 dLv. 375 ra portraawo.
Ditosebae tata a
,*>beK
Oambio sobre Pana 90 d|y. SISra por tranc
Dito -sobra dita 3 d|*. 385 rav por franc 1, 6% bail-
en, beatona.
Cambiosobren rVm-0 d|y. ll)V0l8.da premio.
Deseontoda letras 10 OfO a > angla.
Fretede algodo daqn* para Lfverpaoi 3[8 d. a 5
0,Op'rHbr.
i. t*. Pinto,
itesidetil.
Doboorcq,
3earatarto.
ALFANDEA
tendimeow do da I a IM. .
dem Jo da i) ., V
973:7797Vi
3.99A238
1,006.7731984
Desearregam boja 26 de margo de 1871.
Barca ingieraLord GuUimiivI solipas.
i'atacho inglpzBnlkrt Pri.U~v^rws g meros.
Barca iogle/a/Wu [tabrt bacalhin.
Vapor naciorial(liqun vatios genero*1,
Vapor inglas Boyne Q'cliesperabagagens.
Bsrca inglaaaOto/yAunvario gneros.
Hirca ingteie.*Icwdvarios uero-1,
Bngne inglesOcea* Qium (armha de trigo.
CsPAmiA DA
lleoliraento do da
dem do dia S. .
la
v
ALFAKDE'JA
. 8:l2oA4l7
. 523#Oi
Fazeadas sbilas pela 1* e 2* parta (vols.)
Diversos gneros de estiva sabidos
pela I*, V a 3" p>rta (vols.)
SOinina
8 V8GI
1.0
31 o
138
Ctenpacho d* expwtupio no dia-22 >
mareo de 1872.
Para oa portos do exterior
Na oarea nglen Joan Norman, "par L;v r
pool, carr g ra : A. Francisco L'orga 179 saccis
com 13,396 ulos de algo Ja.
Na galera portngn-s/a Asia, para Liverpool,
carregaraui : K-ller A C. 398 sac :as com ;7,S'
kilos de algodio ; Saunlers Bn.hera A C. 100
ditas com 9,163 dito* de dito ; T. JeQeries A C.
inj ditos ora 31.666 ditos de dito.
Na barca franceza Veridiaua, pira o Havre,
carregiram : Keller A C. 400 saccas ca.n 31,167
kilos de alodo.
Na b.r.-a inglezi Kergaid, para MaiS'-ille
carregou : J. Carrero, 300 saecas om 36 O
kilos di; alg->do
Na barca portagurza Vencedora, para a Por
to, carregaram T de Aquioc F.mseca A C. 1
sa'ccas cora 9,193 kilos Uo algodio ; Smres Pri
raos 300 saceos com 2!,50> kilos de asme r mas-
cavado ; J. J. da Costa "Maia 200 couros secco;
sacados co-o 2 490 kilo*.
No brigue portugoez Flormda, p ra Liver
pool, earngaram : Carvalho A Nogaeira 9i* bar-
ricas co 10,732 kilos de a-sacar ti raneo ; Migaei
Jisdi iMra 1,0U8 siccos cora 23.U6 dito; d*
diti miscavado.
No lujar aorte-allarnao EUs, pin o Ho d:i
Prata, :arrejarara : Jos da Silva Loyo A Filh
172 b .rricas com 18,433 kil >s Je assnca brauco.
Ni lugar aorte-allemo IJumy Kong, para o.
Itio da Prata, carregarara : Pbreira C^rneiro A ^.
430 barricas com 47.il! kilos de IssasM braaeo
No patacho ini regou : aduardo Feotn, 1,300 saceos om '.'7.500
Idos Je atsucar maseavaK
Xo vapor ngl z Glidmlor. pira L'verp>ol,.j
carregarara : Braga Som 4 C. 7( 0 saceos com-
32 5'JO kilos de assucar ma^cavado.
Na barca inglesa ilam Uareut, p.ra L>v r
pool, carregarara: T. Jtllerirs A C 600 sa:co.-
coai 43.000 kilas de assucsr ma-cavad.'.
.Na barca portuguesa Aliara, para o P i:"o,
carregarsm : Carvalho (j Nogueira 400 *co^
Ctm 9,750 k lis de asucar branco.
rSara os portria 'lo ttennr
No vapor nacional Ptrapama, p ra M*:'*;
ahao, carregou : L J. da Silva Guunares l->
barnea* co.n 16.871 ki'os Je a-sucar branca.
No v por oacioal Pinina, para Mir. carregou : A. deOiv con 3.483 kilos de asm ar branco ; J. J. i .
ves Beilro 110 dit-s om 7,377 dito; la dita ; A.
Aivaa (aimrres 73 Jilas oin 3,1.8:) jto< daoito.
Xa bircaca .Wontt' Christo, para Mamangoa-
p?, carregoa : Bento F. Gaimarass 4 oarncas
co.u 33o kilos de asquear branco.
Na barcaga Divina Probidade, para o
carregou : Jos A. da Costa Si |Mra 4 b
cora 240 kilos de assaear branco.
Xa Sarcaga Bemfica, para Pilar das Alasoas,
carregou : Seixas Borges 2 barricas cora 176 ki-
los de assucar retina lo.
gern 3 i, carga algodSn e.iaUL> geeras i
i ampadhi F^mmb'r-rarjj.
Barcal na por Cadia!>7 dui, siadj do ul-
timo porto 35, patacho heoapairtwl Temo
theo H, da f M toftiladif fsprtSo 8x-
ijuiel Page*. eqci agoai 10, carga sal ;
Ptfnira CarMiru & C.
Hambunro 61 das, barca allera Vkomx,
de 3O lonelaia*, capttio R. Schuier..
eqrjipagem >, em lastro; Keller & C
Loedres63 dia a, barca ae* F. Kraffler,
equipigen 12, carg po'vora e oulros
genaro; Aoanoio io? Oantaa.
Terra Nova 'M *iiasc harca inglezi Helen
1 atoll, da SVt toaefads, ci^ttS i GUss,
equipagem f-5, carga 4,000 barricas com
bacalho ; Joliaston P..ter A C.
Lvarpoot 00 dfaj. bar a inglet* Dslpkin,
iia 343 tonelras, cspt'r Mirliras Ellu,
e^oipag^m 13, car^a iifT-rentes gebwos;
Jjhaslion Potar de C
aUfmore38 din, paiaclii) iog| Ocean
Qiteen, rfe 19 toneladas, epitio Filipps
Veoert, e^nipagum 7, oar> ariRi As
trigo ; iieory Forat rdC
Uio de Janeiro23 dias, corvel oacional
Nidheroy, coououdanto c pit) de mar
e guerra Arthur Silsaira dt M itia.
Nonios sahidos no mnmo dii
LiverpoolBrigiie altaeil* It GertruJa.
capillo II. Too Moefkeuke carga a'go-
dao.
CmalLugir ir-glez Fairy. capito Jihns-
ton J ne, carg a-saor.
Usbialita e brasileiro Garibaldi, capi'.S
Custodio J at Uma, cirg vatios g-m-
ros.
CmalBirca noru'g.ienss Gambetta, capi-
llo F W. ilajin. caigi algo 14o.
Portos da Nort 7ap.)r brasilai'u Paran,
couiroaodmto Gircia, ca-ga di(I*rentes
genero^.
06rtflcaa,
Stispendeu do lamar para Macei a
b^rca ingleza Choice, capitio Harrison com
o meslo lastro |wfr.iww ds Manl*vidu,
Navios i'ihhlos no da 24.
IIjmb3rga Bar.a liinsmarquezi Hnnan,
. capilSi J. Vallo1, carg algodio e ooinis
g aros.
IlivreBarca franezr Fedelile, capitio l>a-
re carga co iros, algodio e outros g-
neros.
Obie roa ci
Nao bouve entrada.
JVnrn* entrad s no da SU.
.Vl^naa-oguapa 13 liras, trapo; rasil-'-iro
Caruript!, da .ti loaeladis, commandan
ta Jos da Silva, ^iBiipagen 17, carga
algo o e ouiroi gneros; otapanfan
Pernambinatia.
Liiboa 33 dia i. b-igua 00 luguez Ctete,
de i lonelaias, cap! ao .1 >- .Imnario
da Costa eiaip g?u \i. cargo difieren
les gneros; E. R. Rbello Oc C
S luihamptoneport >s iotrin: lios lo dias,
vapor inglez Hoque, de 0^4 tonoadis.
coarna.'iIsnta '. Recki, juipag-m 130,
carga varios gaiteros ; Adamson II wie
(c C. Segoio a tarda para os porlos da
sideote Pro*n*t, to 11 do fazer publico ijas i raesma tliesoorana compra
B*ra a cana de Jelenco o sf aiate :
H tfgailsa d Mea t ferm aattoida*.
300 prUi idrm idaw
.SO bandejas da folha Jl fiandies cora 12 pollega
das de coraprimento, Jdw largara eft/tie
altura,
a baldos de talan de Plandres en 12 paagidas
de aliara e le dimetro oa bisc.i.
6 e-i-s de Mha de Flandres coa 6 J/2 poegadas
de altara 0 5 Ja dimetro.
ti ditas di dita eom 4 poll^faas eV aliara 3
3/4 de dimetro.
i ca-saroln da,Ierraco-n porcelana ca 13 ple-
gadas de dimetro e o 1/4 de altura,
litas de dito cora porcelana de 6 pottegatfas de
dimetro e 5 1/4 de altura.
As po si as que qunerera vener taas-objeetoi
1 presentera-sermanidos com as competentes amus-
tas na s-ila das srs-5-s da junta da mesma the-
siurarra oo da 4 de abril prximo viodoaro ao
me 1 o di .
E para -oostar se mando 1 publicar e presante
pelo |orml
Secretaria Oa the-onraria proviacial de Peroan-
buce, 3-J de marg de 1W.
i) olficiM-maior.
Miguel Aflo-nso Ferreira.
eos de aKtK-.r : oyiera p-e'.-mier daran o a r- >
do S-nhor Bom_/a?us n.
Rio de lanelri.
O brigue pornofMe Ovartnse. capitSo A. B.
Caroeiro, tai sabir brevn nra o parto cima, re-
cfbeai'da algnma carga; trata M com E. B.
R.bello & C. ru do cominereio n. 48, !? andar.
Porto,
meas
(Do Diario da Bahia)
EUito d< pialado assembla geral legislativa
pelo 3* districto de Pernambuco, teaho mais de
ara motivo para agradecer cor Jealmente aos meas
comprovinciano a votaco com que fui honrado,
nao obstante achar-me ausente da provincia.
Com quaato pela primeira wi se apraieotassa
o mea bamille aome i sirte das urnas, j era
aatigo 6 mea recooheciaiealo pelo coo-taate apre-
go e benevolencia dos dgaos eleitores daqcelle
districto para com pessoa que me mai cara.
o momento de manifestar publcameos minha
sincera iiomenagem a todos quanto oocorreram
para a raaior prova da conaanga e dislincgao qae
se pode arpirar sob o no?to regiraeo, sinto a
mais viva satufaoao ao recordor que de am plei-
to elaitoral perfaitamente pacico nao me resta
qaalqaer ligeiro resealimealo oa dissabor, ncm
ao lado poluico qae sempre mereceu a minha tra-
ca, mas leal cooparagao aos das de prosperi Jale
ou de inforlnnio.
Assim Deus me ajuJe para que 00 deserape-
nbo do importante mandato oa n'oatras eircaras-
lancina de miaba viia soasa ea ao menos saldar
pequea parla de uma grande divida, pois reco-
nbego qae viria a solve-la integralmente, ae
por ventora as minbas forgas corresponJessem i
extensio dos meas dezt 3.
Recife, V Je ma-g> ds 1872.
Jfjf Sent ia Cunha Figueiredo Jnior.
aClBEH)RlA 1>F. RENDAS INTERM
GEUAES de pernambuco.
landiraento do iia I a ii. 54:0105602
'dora lo 'i.u 23..... 1:4013.; I -i

55: :'!>73)
BECLARACOES.
t'ela r-ot-li.;j,ria de rendas internas geraes
ii n 1 futuro 1 un os caotribuintes do imposto so
bre m Jusirias pr .flssdes deveo pagar' lvre de
nmJ'a, o s-gond-) semestre do esereieio correle
le 1871-72, e une, lindo o rof-rida praso, ser co-
brado com a multa de 6 0(0.
I! cetied ria d> Pernambuco ti da margo de
18710 admiu>trador,
Manoel Caroeiro de Sour.a Lacerda.
D.s otdatl do liun. Sr. inspector da thesoura-
ria de fazenla desta provincia se tu pubeo que
Dea raarcaio vi a va e fiador do faHecido ex-ebl-
lector d* Nazareth Ji- M uii da Aibuquer |ue
Mar^riba), o pra escripto o qae f >r s bem Je seus direitis, prodnzir
1 leiuneatos, etc., a respeit) da toraaua da^ contas
di r-friJo -x-oilector relativis aos exoreicios
de IS55a 1881.
Secretaria da the.ouraria defaie.iia Je Pernam-
baco em 21 de oiarg de 1872.
Ssrvinda de offfchlimlor,
Manoel J-is Pian.
Pela Ibesouiarn provincial se faz publico
que toram trausferidas para o dia 27 do crrente
as arrematagoes abaixo declaradas :
Obra, da ponte de ferro si.bre o rio
i3.iid>i.i'o-\ no lugar daTaboba,
orgadaem 102:5591000
llebaixameio di ladeira d 1 Timbo 7:(J20000
Pornecimeuio dos pr.osos p lOres da
casa de eteo^o pelo irimss re
de-abril a jnulio
Secretaria da tliesouraria oroviucial de Per-
nambuco, 22 de ureo de t872.
O ollicial-maior,
.VI. A Ferreira.
?aiit j casa da misericordia do
llccife.
Deveoda ter logar no da 28 Jo carente, pelas
10 horas Ja maulla 1 na igreja de N. S. do Paraso
auiU:a solemne a que lli J>; seguirse a exoo.-i
jao do SS. Sacramento, um Jo par asa>iirem a
esse acta a tod.s >s mordom'.s e ruis da santa
casa.
Secretaria da santa ea*a Ja misericordia do Re-
cite 22 le margo de 1872.
O escrivio,
Prdro Rodrigues de Souza.
EC.TAW
S
2
CONSULADO PROVINCIAL.
Asndiraeno
dera do di..
do
iia 1 a 22.
188:076*229
3.6473922
131:724*131
COMMERCIO.
PRACA DO RECIFE
23 o e MAngo db 1872, as 3 horas da
TARDE.
fii&YItt'lM IBHlVliii.
Cambio*Sobre Londres effeciuaram se tran.-sc
g<3es a 24 3/4, 24 7/8, 25, 2o 1/8 e 23 1/4 d. por
li abre Paris a 375 r-. por fr.; e sobre Li.-boa
de 113 a 114 /a. Subindo os siqaes re Usados no
perillo da semana a 530 000.
Aluodao-O de Pernambuco, ascolhido e regu-
lar, vtradeu-se de 10200 a 10*400, o de Hacei,
pisto bordo, de UjOOO a 11*200, e o da Para-
hyba, idem, de 11*000 a 11*100 por arroba ou
15 k los.
Assucar.0 raascavado porgado negociou-sa Je
2*450 a 2*800, e o broto de 1*900 a 2*450 por
arroba.
Couros.Os seceos e salgados vonderam-se da
z80 a 290 rs. por libra.
Arroz.O pilado da India regaln a 2*400 por
arroba.
Azkits-dock0 de Lisboa negociou-se a 2*700
por gallo.
Bacauio.A retalho venden 3 de 13* a 14*500
por barrica. O deposito dea snppndo com oerco
de 2,000 quin'.aes.
BatatasVendea-se a 2*000 por arroba.
BoLAGHEiHAS.dem a 6* a barriqainha de 22
libras.
Caf.dem de 1*600 a 2*300 por libra.
Cervejadem de 4*300 a 7*300 por du-
zia de garrafas ou botija*.
LougAA iogleza reguloa a 400 rs. / de
premio sobre a factura.
MaiNTkiga.VeadoU-se a inpleia de 8C0 a 9O0
ris, e a .franceza de 620 rs. por libra.
Massas.Vendeu-se a 8*500 a caixa.
Olbo de LiNaagA.Negocioa-se a 1*900 por
galo.
Passas.dem da o* a 6*000 a caixa.
Presuntos.dem a 16* a arroba.
Queuos.Os flamengos regularam a 2*800
cada um e a 700 rs. por libra.
Sabao.0 mglez aegoeiouse a 170 rs. por
arroba.
Tocihho. 0 de LisbOa vndense de 9*300
a 10* per arroba.
Vinagbjz.O de Portugal aegoeioarse a 12o*
por pipa.
Vwaos___O da Lisboa regulou de 220* a 22o*
e o de 0u.tn.1s paizo: a 210* m k'P*<-
Vki,as. As de composisjio negocia rara-se a
360 ris or libra.
Dmcomwb.0 rebate da letras fez-se de 10 a
11 */. ao anno.
Furria.Do algodio, carreganlo desta para
porto de Liverpool a 3/Jrd J5 V. e dos pertos vi-
sinhos a 5/8 4, e 5 "/v-parlfaoal e ordeas, tim-,
bem a'esio porto, de 5/w4 d e 5 */ e Para
Gonstadt do 7/* a 13/14 k n / Dj assaear
PRAA 00 RSC1 23 DE MARCO.
DRlo71
U) 1/2 HORAS DA TAMUL
Qotaco>s ollciaes.
Algedodi 1' sorte 768 rs. or kilo.
AJgoaio da Parabyba Ia sorte 740 rs. por Julo
sjulo a bordo a fuete de 3*4. d. e 5 0i0.
Cambio abra Loadras a 90 d|v. 23 d., 25 118 d.
a \[i d. por 1*, no aten.
40/ e 3 / carreganlo n*
aliimo portu a 13/ e 5 /.-
Parabyba par? este
Navio entrados da 1.3
Granja e p/ulwQwMfcr- 12 das, va-
por aacion4 Gqut), ds i3 tonulada,
comiuandante Pereira Mariabo, eqoipa-
0 Dr. Sebistio do Reg IdUrro da Laeer-
1I0, \th de direilo espuciai do cotTimT-
cio d ita cidade do Rdtife da P tumbt.to por S. M. a tjutia Deus guar-
de etc.
Faro saber, one t-ndo os admitiis'.radi!-
res da mas a fallida da scci-K'ade em cotu-
miiadit Am.rim Frag'so, Sontos & C, io
toi'isado pela nariria dos credores da liita
massa, declarado a este juuo por peticSo a
convecieo^H de serem veDd:das, em leilSo
ptibc vsdivi as acti- s da reanla ma.Sj3,
anda P'.r liquidar e ass m poder c^aJuir-
se a liqntdHtO da indicada ira^sa, defer
di!o re'jueriment, o m niei passar o pre-
sente que ser publicado nos joniaes dcti
ridadn por tapado de cito dias r.c*ssivi>s,
a alixa :os o s higa.s do GOtlojM, alim de
qie os ere-lores auzenl-'S qne >5 em no-
oier 'e sst. nta c cioco, \jOT .'i, seus pro-
cjraJorc'S. itidei;o>, ou -uccessores se pro-
noticiem a tai respeU/i 111 praso apror.'ga-
vel dj vala dios, conliios d> d-. p bc:-
fio dtsle, ceit s de qae o seu Kilecdo si
constder do, c mo aaoaio o a medid i pro-
posta, e requerid ; os cre' re., auzente:
sio os sfguiotes :A.itonio Domitigf.es Pio-
lo, Antonia Marta do R sario, Abradaia Es-
tuvard, AnUnio Beraarditio de Seca, A:ves
c C, Antonio Moia Oooocl Jersey, At.tonio
Fernandi-s R beiro. An Qaio Barbosa de
Barros, Barbosa & 5imrJe?, B ilo Qoeiroz
Reg Je C, Clara Beiic-tinist, Cam iano d
Cordeiro, Domingos da Rocha, Domingos
Joa ;ui0 Ferreira, Eduardo Presin, F:an-
cisco Sia oes da Silva, Francisco .Man, F.
H. Go dti, Francisco Manoel Bit.so, Feli
zsrda da Costa, Gui herma Ferrtira Pico
Hermenegildo Antonio B. de Almeida, Igua
Gio Francisco da ConcelgSo, Jo& Gomes
Vieira, Jos. Maiia Ferreira, Joaqaim Jos
da Silva Li boa, los de Cauta GuimarSes.
Jos Cardlo de S, Jobo Li iy, Jos Leo-
poldo Boargar', Jos Foppo Martifjs, Jos
Luiz Ferreira da Costa, Jo Martns da
CizConeia (cessionario) Jj. Porttlli da
Costa e Sdva, Jo5) Bassellar de Oliveira,
Jiis Fontes, Joanna Maria dos Pr^zes, Joio
Jos Goavaia, Jos Baptista da Fonceca Jj-
nior, Jos Joaquim di Silva ( orphos )
Krab e Fon A C, Lu za Custodia Coneis
Fonceca, Leocadio Joaquina da Cooceico.
Miguel Joaquina de Ca-tro Mascarenlias, Ma-
noel Martins Fiuza, Manoel Ferreira da Sil
va, Maii.el Jo5o Ant une Torres, Maria Eleu-
teria, M>ssa fallida de Fraocisco do R-^o
Mello. Msnoel AlvesBarboza, Manuel Gomes
Je Oliveira, Manod Alves da Costa Bancan
te, Mariana de Souza, Masa fallida de C.
J. da Sdva GuimarSes, Maria Izabel da Cosa,
M'guel Jos Alves ( Hospital Portuguez )
Maria Izabel B. da Fonceca, Mulo 4 Irmlo,
Marques Barros t C., Manoel Antonio de
Carvalho, Manoel da Silva Sampaio, Pedro
Maurer. Len Plooe, Salvador Rodrigues
Lima, Tbeodora Joaquina da Silva Braga
( filb) Ttieodcra Joaqrjiaa da Silva Braga,
Tbomaz Ep)bran, Tranque1 ino Pedro de Al-
aaoaara, Victorino Augusto da Carvalho,
^gprgioh M;ra de Braga Frailas, Ferreira
cf^Matheus,- Frajacisco Jos Leile, Izabel
Mra da Casia. Celetioa da Costa, Orphaos
de Agostinbo B. da Fonceca.
B"njf>a-que cbegue*ao 1 -ai do
lodos man de i passar o presente edita), qaa
seri-affixado aos lugarea do cu. tome e pu-
blica Jo p)los joroaes.
Cidade do Rec're de Pernambu.'o 18 de
arto da En Manoel Maria Rodogues do NastimiO
lo. escrivio e sobscrevi.
Setasti^o 4o Reg Barro* de Laceria.,
O lana; Sr. tospnemr dt iliesourafia prottn-
cial, em oamprinaento da ordem do Exm. Sr. pa-
COMP.\NIIIA PEI^AMliUCAN.
DS
avegaco coslelra or vapnr
Fernamlo de Noronha.
No dia 27 fio correte k>
meio dio, reguir psra o por-
to :.cima o apur Jofnaribe,
!. mmandart-. Gubern.e.
IteCfbendo carga at o dia
2(5 encaminen 1a?, passsgeiros
esciitHorio no Forte do Uat-
Jia de >ua ,.l, !.
OS u. 12.
Sai son-falta tura o Ara:aty Macan, no da
2i do corrftnto o bam cpaneciil hiaia Qeus le
Guarde; qu-'.n nella qoiaer carregar, dirija >e
aaaefiptoria <\. Birii:ilomeQ L arenco, na ra
3dre lo de Den* n. 2 : a tr.-.i.r eom o mesmo,
oa cura J 3o A'.v?3 Je Qiiotal; lera parlo da
car?a e 'egoe ro/il a nue honver.
LElLOtS.
Leiio
DE
'110 jigos com batatas marca X, e 200 ditos
com dita* yeta marca.
HOJE
O agente Pestaa [ara leilo po* canta o risco
de quera pertencer de 450 gigos cora batatas >
mascas cima era nm oa m*h lotes, tfrca-fira
2*00 torrente, x* horas da masfiia, m> arma-
?om Dmta*. no Forw i 1 M^tm.
Leilo
DO
Bsl .beleJinento de cabellereiro da ra do
Duque da Caxias n. 50
(Tezotira tle Ouro)
CONSTANDO DE :
Id eaoViras de gnarn;<;;io. i dit aira corar ca-
bello', 4 ditas para balitear, 1 dita alta, i Um-
torlo com 2 bacas cora torneiras, 6 apparaiL.-
res Ic.Dsollo?) 7 rfpetbos, 8 qoalros. 1 jelrgi.i
rte parede, I esbid-, 6 baoquu has, % pares de
jaims para llor.-.i emu bulas, 2 m...-ti*iio5, sr
inan o envidricados, 1 dito h. risontal, S appa-
radores, I carieiriiDa. 4 g^Vulaa, I laauena
pratleira, \iJns (urna>) 7 ditos raeuores (2
ditas)', 7 escarradeir.s, t raacluna para ngooi
mar, o mesas, 1 baico, I banca, 1 consollo, I
braco, 1 rotulo, 4 qnadros, 2 figura", 1 lelreiro,
1 baianca.
o grinaldaa para noivas. 16 albuns. 4 bolsas. 28
cal iras snilidas, 7 escovjs, 12 pistas, 8 chi-
caras, 17 otijectiis de wui duzias de saba .
100 -tieoek's. 40 cosinetiques, 12 potes Ja opia-
ta, iO potes ere me d* saban, SO caixiohas, 12 '
frascos. 17 pacntes (. di a:r. i, l i potes de m
dro. 1!0 frascos do i,t-o, 40 francos extractos,
22 dit s agua d: ivlunla 14 aavalAa*, 14 gra-
Vttas, 7 pares de boides, 4 caixs da praia,
2 berigabs, 74 ocvh '-.-orsos, 110 guardana-
pos, 8 praleadore, Jlniurs.s, II navaraas, i
toalhas, 4 aimnfu'a', 4 cortinados para jsnella-.
jflXMTE
Terrja feiri 26 le mi rqj
O egeote Pinto legara I-i o i -.|iii*riineu- i
Je ji .i,yiiio Ucl.-uc e (K>r mattitado Qo iilm. Sr.
l>r. juii de direito espec.al iln e mmercio os ob-
jp.clos cima dofCiipto-, i iiiioi-nti-s apestele-
cimento de cabe.ere ro ti ra d lauqua de Ga-
x as D. 50.
O lulii oriiii'i;.i--ia a' 0 li turas om pont-.
LEILO
DE
Diversos objrcios de mot a.
Quaita-feira 7 du crrenle
O agente Peetaaa far loli da 1 raobilia de ja-
ciranda, assim aiais divtr.-os abjectos usados,per
ooata e risco de quera ptrleuccr no dia t;i..
mencionado, s II horas d) menlia, ni ra da
S--: zalla Ni v,i n. 42, an
i
34 caixas con far-ieba de mimo contenJ.i
~20 t>=:i (te- (ida uma.
.* -i 7 io cat'iCuc.
O gen'.e O'oveira faia l-iao por intermedio de
son preposto Antonio dej^mbo Borges, px niara-
dado Jo lllm. Sr. ]uiz dedirrii.i tspecal doconi-
tn ii .ii desa oidada, e i--qur.itiien'.o de Siflip*rra
Je (L, desta Dfsea, das 3i cintas Ja farioJu de
mtlho supra, sob murca H *i nsigcadas a ditos
teqoeren'es, viuda- de Slasgi-W pelo navio Alieri,
cspila Jcuk?r O;
Qua a-i ira ti
do corrate, s II horas ria tDanoaa li ponto, no
trapiche da Compat.iiii I' rn .l.tiaoi, oVP>Cte
Jo Mano.
Par.i Lweruooi
O novo e vi llei'o vapor inglez
Cnisade?
Tem exceontes eom nodos pora Passageu\s.
O vapor pJe tocar em
Lisboa
achanlo 12 ou ajis pasiagairos da Cabida para
a-te porto.
cV tratar com Rabe Schamettau,
_______&o_______
Vu o Rio ?e Janeiro.
O brigue nacional Isabel esperado dentro em
pouces dios do Rio de Janeiro e segu para u
mesmo porto. Tora o seu carregaoieoto prompto :
recebe carga miuda, f ete e p-sjgens, para o
que tem bons comoiodus : a tratar com o* con-
signatarios Antonio Luil de Oveira Azevedo dr
{)., na ra do -kd Jesua n. 37. ______________
COMPANHLV PERNAMBCANA
DE
*avega?5o costera por vapor.
Gpyanna.
O vapor Paraliyba segair pa
ra o porto acitua no da 2odc
crrante as 9 horas da noute.
Reeebe carga, encommeada.'
passagsiros e dinheiro a frete at
as 2 horas da tarde : n.' escrintorio do Forte d(
Mattos n. 12._________________
COMPANHIA PERNAMBCANA
DB
Savega^o eos tetra por vapor
Mamanguape.
O vapc r Coruripe, com
mandante Silva, seguir;
para o porto cima nc
dia S7 do corralo as !
horas da tarde.
Recebe carga, eoconv
raendas" pasageros e Jinheiro a frete at as 1
horas da tarje do dia Je sua sahida : ascriptorit
no Forte do Mattos n. 12.
DE
Uma caixa c< m ]!.' ') charutos
Quariafn.i.i 7 d > : a 1 l l|2 1 iras
0 agecto Pinto levar o la por cenia e risco
de quera perteacar nmacabti uimcu M iSe Ca..
o. 1166 com 60 eixas, l/00 harutos, vnioa da
B;hia uo vapor braftlt-iro i'rr l?nt ua stu ulti-
ma viagera a este por!'.
0 leilo ser etTeetua -o no i iriploiio do rafa*
rido astenlo, roa ^ Cruz i '<>$.
Lslad
Para o indicado porto pretende seguir com omi-
ta brevidade a barca portiigueza Linda, por ter a
maior pirte da seu carregamento eagajado, e pa-
ra o resto qae Ihe falta trata so com o consigna-
tardJoaqaim Jos GnQslves Belo; i toa do
Cominercio o. 51
BAHA
Para este porto >tguir cuiu a maior brevidade
o hiato nacional Garibaldi, que se acua em des-
carga': para carga e frete trata-se com Taaso Ir-
niSis 4 R-, em tea escripiorio raa do Atuorm
o. 37, Io andar. ____________
Porto por Lisboa
A barca portogneza Alegra, caoitaq C F. Soa-
rea vai sabir tirave; para carga e pas?geiro3 ira-
la-secom E. R. Rbello 4C. ra do Commercio
numero W.
Lisbo-i e Porto,
Yai sahir ts puncos das a barca poriugueza
Venadera. JSMe' algdtaa carga e passagelros:
tratar eom SoaVis Primos, jal do Vlgyio n. 17.
t
Um terreno cuta '.U pa'mti QUidraUus.
Um dito jtant i com iU ditos de frente e 300
de fundo, este- com atinaba a boa agua
de beber, cercado o plantado, ambos na
ra do Mosquita o Fundo, Beotnbe da
Raixo.
Quarta fe ira 21 do torrente.
A'S 1 HORAS
Por iotervencao do agente Pinto, em seu tterip-
lorio a ra da Cruz n. .'18.
Grande e variado
*
. Veade-se a nova bm oonsunida bareaca de-
[oooamaja Uaao-do Brasil, da lowoia a 480 to-1 ana.
Excelien'.es noiia, boa looca, finos t-rj*-
taes, grandes e magn'ficjs escelhos, cat-
ros e cavallos.
(Tudo petfcito e em bjm estado.)
Quarta fcira 3 de abril.
Xa Ponte TtL'ehda.
Casa de residencia do Darlo de Santa Cruz.
Constando de :
Um piano forte daPleyel, 1 roobilia estufa i \ '
damasco setim. 6 linios espethis (a ixitai-A.i o
Venes) 3 grsnle.* Itis.tre.s ta crystal, eudo. i
para \n, 1 para hJas, \ serpentinas rica-, v.t-
sos para flores, 4 a mofadas, tpeles de .-!
portas, tajases e esleirs fairo das salas a tos, ricaatoas com liaos cortinados borlado',
repsteiroa d3 damasco setim, ditos de lia t-
cairaletrat, tiagt-is e guias de porctlp^.
Uma marqaeza d costuro, I coureira de J. -
b:e, 2 loileis, 2 guirfla ranaas :ou esplbis, i c-
derasestufadas, 1 costuieira cora inu-ica. I cama'
franceza e coriioadM, 2 cabide?, 2 lavatorios <
louca da China, 2 caaus para uituiu s, t ir?
oval de migoo, 1 eumuuid* d.- j..carihi e m-.i -
tuatio, caJeiras, 2 camas de f-rro e laubide.
.NO ANDAR lEUfiEQ.
1 so a, 1 jardineira. e2 coostlos a Liiz X'..
13 caderas de abro. 4 iias de bra$o?, 4 diW
pira fumar, 4 lila lie. bilanoo, 3 descaoos -
P5s tipuies, i buui d<> cojioraa Jawi* 6 cpil-
oados, 3 Lusia de ge.-gj, e vams tiara fl:ro--.
1 sOa, 2 ca jairas de bragas, o 1 i da u^i.. .
da Italia, 1 mesa de nioguo, 1 secretarla de uv si-
no, 24 pares do embrass^s para c minados. 1 cas-
tigues do ehetro pate, 3 albuns costuines chite-
zes, 1 caixa Se msica, 3 bancas da jogo, 6 qua-
dros doorados, 1 poria-el apeo*. 1 mobilia 6e
als, Bracc,, e 1 eucelleate lavatorio ingle.
Um mesa elstica, I aparadi r, 2 guardas Ion
ca?, 18 cali-iras I quartlaheira o I relogio tudo .-
nngaeira Luz Xlll, qoadros grandes (cacada-1
i -rasos de alabastro,lrrifas, CHmjKteira.', cor*-,
cauces, priios para dcai. fro'eir*, lado de fto-i
chustai Ingle, um afcHtbo porcelana bran:.
ra jantar, 1 di lo doijraao, lonca zara cha, ol ject s
de Electro pialo, ddbaalios do MlilT|ort*-mi'.
porU qtfeijos, baotlaijas, faceft, e J4 chapas >
vidros cora deseab para palias.
Objeclos de sala le ngommar, Uispaoaa e cos-
r
J


DiarM dt Fernambuc Terca feira 26 dt M irqo de 1872
tira carro para menino.
Um dito americano da 4 rodas, coberto com ar-
reos para nm cavallo.
Um excellente coup'
Arreios finos para doas cavados.
DoJs cavallos mellados,
Objeclos de eocheira, ferrameutt de Jardlm e
moitos ouiros objeclos que estarlo ao exame dos
concurrentes.
__ EM TEMPO.
Traspassa-se o arrendameoto da casa, venden-
do-se desdo j ao nevo nrjntlino as bemfeitorias.
A casa asim como os movis e mais ubjectos
Sodem oerem examinados pelos pretndeme nos
as 23, 14, 31 de margo, igualmente na vespera
e dia do leilao.
As 10 horas em ponto partir da estagio do ar-
io de Santo Antonio o trem especial que servir
de eondozir ( gratis ) os concurrentes eo h itao.
O leilao principiar s 10 horas, por serem mui
tes oe lotes.
VISOS DIVERSOS
Bom negocio.
D se para morar urna casa na cidade
de Onda a om bomem de boa conducta e
abonada, anda mesmo que tenha familia de
doas ou tres pessoas, com a condicSo de
cuidar da planteo do ppqueno t-itio, e fa
zer o planto de verduras, legamos e arvo-
redos.mediaote accordo : tiesta typograpbia
*e dir.
PEIXE DE VIVERO
Na ohiia do sobrado nos Remedios, ven-
de-se peixe de viveiro: quarta, quinta e
sexta santa pela manb3a.
CASA DA FORTUNA
Vos 5:0005
Bilhetes garantidos.
k ras. Primeiro de Marco (oatr'ora ma do
Crespo) n. 23 e casas do costme.
O abaixo assignado, tendo vendido nos seos (
liMa bilhetes dous meios o. 878 ecm 5:0001000,
quatro quartos n. 1340 com 800*000, quairo
quartos n. 188 om lOOlOOO, ara inleiro n.
1410 com 1004000 e ontras sones de 40*000 e
20*000 da lotera que se acabou de exirahir
1529, convida aos poseuidores a virem reeeber na
conformidade do costme serx descenso algum.
Acham-se venda os bilhei?s garantidos ai
I' parte das loteras, a beneficio da igreja de
Nossa Senhora do Livramento de Muribeea (230a)
qne se extrabir na quinta feira, i do mez vin-
douro.
PRECOS.
Bilhete inteiro 6*000
Meio bilhete 3*000
Qaarto 1*"00
tm pergo de 100*900 para cima.
Bilhete inteiro 51300
Meio bilhete 2*750
Qaarto 1*375
________________Manoal Martins Finia.
Irmandade do Sanussiaio Sacramento da
matriz da Boa-vista
De ordem da mesa regedora convido a todos os
nossos irmaos para acompanbar a procis.'io do
Senbor ios enfermos, que tem de fallir Ja nossa
matriz, no da 27 do correnle pelas 7 horas da
maoha.
Consistorio da matriz da Boa-vista, ?2 de mar
o de 1872.
O esenvao.
_____________Sinplicio dt Cruz Ribeiro.
Vende-se a casa e sitio da estrada dos
Afilelos n. 22, com bons commodos e so-
lio, o sitio tem 850 palmos de frente e
1,300 de fondo, murada a frente e parte
dos lados com doas cacimbas, tanque e
muitas arvores de fructo cimo saputiseiros,
coqueiros e baiio para capirn e poco de
excellente agua para beber; o lugar mili-
to fresco e saodavel, tornando-.-e muito
recommendavel por ser perto do Recife,
fazendo estarlo em sua frente a via frrea
do Recife ao Cacbang: a tratar com An-
tonio Jos Rodrigues de Souza, tbesourei-
ro das lotera. _
Santa) casa de Misericordia do
Recite.
Nao podendo continuarem no collegio dos or-
phos os educandos abaixo declarados por j te-
re n excedidos idade de II annos, como dispoe o
art. 45 do respectivo regalameoto, de ordem da
lima, jun-ta convilo aos seas parentes que ve-
nbam requrrar a presidencia a sua entrega.
Manoel, Albo do voluntario Raymundo de Soma
Machado.
Julo, iho do voluntario Jos Bernardo da Li-
ma, fallecido na gurra do Paraguay.
Manoel do Nascimento, lho de Joio Fmc seo
do Nascimento, fallecido no hospital Pedro II.
Secretarla da Sania Casa de Misericordia do
Recife, 21 de marco de 1872.
O eserivio,
Pedro Rodrigues d Sonta.
GOSINHEIRO
Precisa-se de nm bom cosiohMro, que seja pe-
rito na sua arle, para irabalhar em nm collegio. a
qoem se pagar nm bom ordenado : a tratar na
roa da Impe ratriz n. 60, loja.
Hotel Oriente
Roa do Bar3o da Victoria n. 52, ootr'ora
roa Nova.
Este acreditado est'abeleciracnto que por longo
lempo esleve (unecionando na roa larga do Rosa-
rio, acha-se de novo estabelecido na ra cima,
com na bem corJheeida administrado. Os g-
neros de alimentado >Io de primera qualidade.
Recebem-se encommendas e assignaturas, moa-
veis, tanto para hotel cqmo para domicilio. Tem
para reereio, b Ihar, piano e jornaes nacicnaes e
estraogeiros. Admitte-e hispieg^ra.
Os Srs. Jos Francisco Ribeiro de Son-
ta e Dr. Franciso Jos Rabello, o Io pro-
prietario do collegio de Santo Amaro e o
i" propietario de um outro colegio, sao
rogados a mandaren] a esta typograpbia a
negocio de intereise.
la ra dt Marcilk* Das, ouir'ura Direiia,
. I, 2* andar, precisa-se de um criado ou
casa n
eriadi para ponen ervlcn.
Mudanpa
Carlos Pinto de Lemos & C mudaram seo ar-
mazem de faiendas da ma do Vigario, para ra
do Mrquez de Oiinda a. 1.
Caixeiro
Procisa se de um menor de 12 a lo anuos, para
padaria, com pratica ou sem ella : na ra Es
feita do Rotarle n. 19.
!:' no Hotel Chinez.
Aviso e sim com urgencia ao Sr. Jos Cupertl
no que tenha a rondarte de me entregar qnanto
antes o meo peoeinez de ouro, cujo me pedio em
prestado no dia 18 de Janeiro. O qual me parece
ser j tempo s-, lliciente !.. (visto nao querer fazer
boccalrrente como u-ei bastante tempo para com
elle), caso o nao ben por este aviso, passar pe-
la decepgao de ver a luz por este diario toda a
sua ehromea I nao de mira, como de ontras
queixosas que tambe-m esperam tua deriso, en
serei resfrelo em tudo, tendo cs por lira outras
cartas a jogar se isjo nao fuer tffeito.
Antonio T. Silva Jnnior.
,111X1
de Nossa Senhora Mai
Horneas.
dos
Estrada de ferro do Recife
ao Caxanga',
Ped-se aos senhores que quizerem ser asig-
nantes, que proeurera seo- bilhetes no escriptorio
do caes 22 de novembro at o dia 6 de cada mez.
visto que desse dia por "diante nao se dar mais
asignatura.
Outro sim, roga-se instantemente aos senhores
assignantes que tragan comsigo o seu bilbete
para apresenta-lo ao erapregado sempre que o
exigir ; adveriindo-!-* que aquello que o nao ex-
hibir ftcar sojeito > pagamento da passagem.
Escriptorio da companhia, 23 de roarjo de
1872.
W. Swenson
Gerente interino.
Fstrada de ferro do Recife
Caxang.
Na sexta-feira da Paixo haver sement os
trens seguales:
Do Reeifd, pela inba principal, as II horas da
rranba e 9 l2 da tarde ; p-lo Arralal a- 11 e S
minutos da manhia 9 SS da tarde.
Do Caxaog. pela traba principal, as 8 horas da
manhaa e 3 I2 da tarde ; pelo Arrsial as 8 e 3
minutos da manhaa e 3 e 3o da tarde.
*j Escriptorio da companhia, 23 de mar^o de
1872.
W. Swenson,
Gerente interino.
Estrada de ferro do Recife
Caxaog.
Pelo presente se avisa que os ped los para
trens especiaes devem ser dirigidos ao escriptorio
do caes 22 de Ncvembro.
Eicriptorio da companhia, 23 de margo de
1872.
W. Swenson,
.____ Gerente interino.
Por ordem da mesa regedora convido a todos os
uossos irmaos para comparecerem em nosso :oo-
sistorio nos das 25 as 6 horas da manhaa, em 29
as 3 1| da tarde, em 31 as 6 1)2 da manba, pa-
ra acompanharmos as procissSes aos enfermos, en
trro e da ressurrieao que tem de sabir da igreja
do Corpo Santo, para que fomos convidados.
O escrivao,
los Vicente de Lima.
Capellana.
Precisa-se de nm padre para dizer mlssa todos
os domingos e das santos na capella dos AfQictos:
a tratar na rna larga do Rosario, loja de calcado
numero 22.___________________________
Aluga-se o 1* andar do sobrado n. i7 da ra
da Itnperatriz: a tratar com o seu proprietario o
Dr. Inaqulm de Aqninn Fnnseca.
Aluga se u 3" auar e suiao ao s.Diauu u. 41
da ra Duque de Caxias : a tratar na loja do
mesmo.
Irmandade de Nossa Senbora do Rosario
na matriz do Corpo Santo.
De ordem do irmo juiz sao pelo presente con-
vidados todos os irmaos desta irmandade para
eoLiparecerem na referida matriz nos dias 2o as
6 horas da manba, no dia 29 as o da tardo, no
dia 31 as 6 da manhaa, tudo do correte mez,
para que paramentados acorapaobemos as procis-
;oes que tem de fazer a irmandade do SS. Sacra-
nento ; e desta forma satisfazermo o convite por
ella feito nossa irmandade.
O eserivio,
t K. fisto Ligo. ,
I
Fugiram na madrugada de 17 de fevereiro do
corrente anno os escravos segnintes:
Jacintho, preto, crionlo, de idade i o annos, cor
bem preta, secco do corpo, pernas Anas, bigode e
barba tmenle no qoeixo, com raros cabellos
brancos, faltara-Ihs alguns denles na frente, falla
mansr. muilo ladino e esperto, oatoral d) Pi-
anc onde foi escravo de Sabino Lopes da Silva,
morador na fazenda Floresta, e vendido por este a
Igoacio de Souza eenhecido por 'gnacio da Santa
Cruz, morador na villa do Triumphoon sen termo,
o qual vendeu a hs Pinto de Souza Nsves, mo
rador em Nazareib, e este a Symphrono Olimpio
de Queiroga, no Recife,
Bernardo, mulato acaboeolado, acode pelo nome
de cabocolo e pelo qnal coohecido, tem de 18 a
20 annos de idade, cor amarellada, com alguns
Eannos na eara, cabellos corrids, deotes perfeitos,
eicos grossos, estatura regular, quando falla pu-
xaponeopel)R, faltara-lhe as nnbas do pol*
legar da mo esqusrda e dos dous dedos grandes
dos ps, e tem urna cicatriz com falla de cabellos
no alto da cabeca, natural do Limoeiro donde
veio peqneno, e nunea sabio daqni. Levaram es
tes escravos mnita roupa, inheiro, e dizera, que
passaportes ou guias decUrando-os livres : quem
os apprehender e levar Symphronio Olimpio de
Queiroga, em Apipncos, sera generosamente re-
copmensado.
GOZhHEIRO
Precisa-se de um cnzlnneiro no Hotel do Uoi
verso : ma do Coramerco n. 2. Paga se bem.
Irmandade das almas ua matriz oe Sanio
Antonio do Recife.
De ordem do irmo jniz convido todos os irmaos
desta irmandade a assistirem a todos os actos da
semana santa que se lem de celebrar na matriz
de S o', i Antonio, e bem assim asompanharem as
procisses que daquella matriz lem de sabir na
roferida semana.
Consistorio da irmandade das almas da matriz
de Santo Antonio do Recife 22 de marco de 1872.
O eserivio,
Lydio Mariano de Albnqnerque.
Precisa se de um bom cozinhi-irj e paga-se
bem : na ra da Trinchelras n. 48.
Prtcisa-se de nm moleque tiel para um ho-
tel, prefere-se eseravo e paga-se bem : na ra das
Trincheins n. 48.
s'judante
Precisa-ie de um ajudante para c?zinha : na
ra .Nova n. 32.
TIHUUM
Em Ib de fevereiro prximo paseado, de-appa-
receu o preto Luiz, erionlo, de 53 annos de idade,
de estatura regular, com as naos muito calleja-
das, os ps apalhetados, tem na cabeca um signal
pareceado um lobinbo ; muito regrista e dado a
vleme, e quando bebe de raais d para dormir ;
foi comprado ao Sr. Jos Gomes Cavalcante, de
Timbauba, cujo senhor o tem recomprado por
vezes, sempre que succede ausentar se da casa
de sens senhores : pede se pols, as autoridades a
sua apprehensao, que ne caes do Appollo n. 69,
se gratificar a qoem o eondusir.
Attenpao
D-se um cont de rea so penhores tro escra-
vo : na rna Diieita p. 34, 2. andar.
CAXEIRO
Precisa-se de um memno de 12 a 14, annos,
que tenha pratica de taberna, e d :onbecimen'.o
de sua eondncti, em Beberibe, no logar denomi-
nado Caieoga, taberna de Jos Fernaades dos San-
tos.
Ao commercio
Os abaixo assignalos fazem scienie ao publico e
com especialidado ao corno do commercio que
dissolveram amiga'e meo te a soeiedade qr>e gyra-
va com a Arma de Perreira A CktsU, a rna do
B:rao de S. Borja n. 13, fieando o tocio Costa
obrlgado a pagar todo o aetivo e passivo perten-
eente i meraa Qrma
Jos da Costa Ferreira.
Amonio Penetra da Costa.
Manoel Jos Tinoco de Souza e Antonio Pe-
reir Villela avisam ao publico e espe talmente
ao corpo do commercio desta pnca qne, desde 31
de dezembro do anno prcxfmo passado foi dissol-
vida amigavelmenie a sociedada que gyrava sob
a Arma Tinoco & Villela, reiirando-se o socio
Villela pago satisfeto de todos- seus capilaes e
luiros, aeaado a cargo do focio Tinoco a li-
juida^o do aetivo e passivo e respoasavel por
todas ts tr*n*ac(5es daquella ettincta Arma
Recife, 20 de marro de 1872.
Manoel Jos Tinoco de Souza.
Antoaio Prrera Villela.
Ao commercio
Tendo o abaixo assigoado justo e contratado
com o Sr. Hyppolito Delsuc, proprietario da pada-
ria sita ra do Lima n. 4, a compra da mesma,
convida por meio do presente e no psaso de tres
dias a quem se julgar credor do mesmo eslabele-
eimento a apresentar os finios pelos quaes possam
impedir sernelhante venia ; canos de qne o abai-
xo assignado por debito algum se podera responsa-
bilisarde ta dita em diante.
Recife, 22 de margo de 1872.
os Romao Blanco.
O abaixo assignado participa ao publico e
com especialidade ao respeitavel corpo do com-
mercio que lem justo e contratado a compra da
taberna do pateo da ribeira de S. Jote n. 13, per-
tencente ao Sr. loio Gomes da Crnz : quero se
julgar com direito mesma queira apresentar-se
no praso de tres dias na mesma taberna, a contar
da data deste, (indos os tres dias nao se atender
reclaroaco alguma de divida feita at esta dala.
Recife 21 de marco de 1872.
Jos Affonso Serdeira.
Ausentou-se
na nonte de 17 para 18 do eorrente o pardo Be-
nedicto, de 20 anno>, cor plida, boa altnra, anda
ni) boca, est com a cabera raspada pir ter sido
nm dos escravos presos na nonte de 14, levon ca
misa de morcelina com palmas encarnadas, caiga
le brim branco com listras e chapeo novo de fel-
tro cor de craza : recommenda se s autoridades
polieiaes a sua captura e recolher casa de De-
tencao.
ESTAMPILBAS
praca do Corpo Santo n. 4. ar-
VeTle-se na
maze
Precisa-se de urna ama for
ra ou escrava, qne saiba eo-
zinhar e engommar, pagndo-
se bem : irata-se na roa do Vigano n. 16, primei-
ro andar.
<>m
AMAS
Precisare de urna escrava, boa
cozinheira e urna livre para en
goromar e fazer o servir 5 interno
de casa de familia, paga-se bem : na roa da Cruz
do Recife n. 42, arraazem, oa no Corredor do Bis-
po n. 23.
ATTEtNJiQ
Precisa-se de urna ama paTa casa de nma fa-
milia composta de tres pessoas : nesta typogra
pbia a tratar com o administrador, ou em Oiinda
00 oito do Amparo, easa de portan verde.
PreeiM se de nma ama pa-
ra eonhar : na ra Duque-
de Caxias n. 30. andar.
Precisa se de urna ama
livre ou escrava, para com-
prar e cozinbar em casa de
paga-se bem na na do Vigario n. 26.

familia

Ama de leite
Precisa se de urna ama de leite : ra do Du
que de Caxias n. 32.______^_________
Precisa-so de urna ama para cozinhar : na
rna do Vigilo 0. 5, segundo andar.___________
Pncira-se de urna para cozi-
bar em casa de poaca familia:
a rna Velba n. 28, sobrado.
"Precisa-se de urna ama para o
servigo mterno de duas pessoas :
na travessa de S. Pedro n. 4, 1*
A M As
AMA
andar.
Precisa-se de urna ama para o servigo inter-
no, menos cozinhar
andar.
na ra do Vigario n.
AMA
^m
Precisa-se de urna muiher de
bons costumes, que tenha algu-
ma pratica de cozinha para ama
em casa de pequea familia, qner seja ou nao
estrangeira : tratar na roa Direita n. 36, 1 an-
dar___________________________________
Precisa-se de urna ama en-
gommadeira : roa do Im-
perador n. 37, i andar, en-
trada pelo Caes Vinle e Dons de Novembro.
Precisase de una es-
crava que saiba bem co-
zinbar e comprar : na
ra Primeiro de Marc,
outr'ora do Crespo, nu-
mero 23.____________
A|| i Precisa-se de urna ama para o
wl \ servigo de easa de pouca fami
18, 3* andar.
lia : a tratar ra do Crespo n
trangeira : quem
Brnm n. 69.
Precisase de urna ama pa-
ra cozinbar e mais servigos
de urna casa de familia es-
pretender dirija-se na ra do
m
Na ra do Livramento n. 6,
loja, precisa se de urna a na pa-
ra cozinbar, paga-se bom orde-
nado se for perfeita cozinhei-
ra.
%&%
Precisa-se de urna ama que saiba bem cosinhar
I para dua< pessoas ; a tratar no pateo da Ribeira
i de S. Jos n. 7.
Capitaes de campo.
Na rna Jo Rosnido n. 36 precisa-se fallar com
os senhores capilaes de campo.
Precisa,
rador n. 33,
e de um cozinbaro na ra do lmpe-
1 andar.
Gratificaba de 50:000 rs.
Desapprecen do poder de soa senbora D. Ma-
ra Lncia de Mendonga Paes Brrelo seu escravo
Antonio, cor parda, idde 13 annos, alio, nsto
comprido, nariz afilado, ps e raaos grandes, um
sinal de ferida na persa esquerda, levando vestido
ealgi parda, camisa branca com pintas pretas e
chapeo prelo, consta ter andado na procisso de
triumpho : quem o apprehender dirija-se ra
Pugne de Caxias, loja n. 84.
Vene avel ordem tercein
de S. Fraucisco.
Deliberando a mesa regedora fazer o apparatoso
acto da exposigao do Senhor em Lausperene
a-lora gao dos neis, n dia qointa-feira saeta 28 do
ecrrenle. por isso rogamos aos nossos charissimos
irmaos para as-is irem a missa solemne, pelas 10
horas Ja manhaa ; e em seguida a procisso da
exposigao de SS. Sacramento.
Secretaria da veneravel ordem terceira de S.
Francisco 20 de margo de 1872.
Genuino Jos da Rosa,
Secretario.
Preci.-a se de orna ama para urna pessaa
na rna do Im erad jr n. 37, 2' andar.
MOFINA
Olha elle!...
de Mello, es-
provinci. o
18 a conclu
Roga-se ao Illm. Sr. Ignacio V.etra
srivio na cidade de Nazareth desta
favor de vir a rna do Imperador n.
iqueile negocio qne V. S. se compromettea real.
le dezembro prximo passado, e depois para ja
aeiro, passou a fevereiro e abril, e cala cumpr'io
a por este motivo de novo chamado para dik
im ; poja V. S. se deve lembrar que este negocie
i de mais de oito annos, e quando o senhor mi
Abo :'e acbava no es nesta cidade
Charutos legtimos de Havana
Ditos da Bahia.
Ditos marca--=Laporte.
Armaiem o. 18 ma da
Cruz,
AVISO
AVISO
Pogio desde novembro do anno passado o mo-
leque Luiz de idade 14 annos, edr preta, franzino
do corpo, pernal lorias, nariz arregagado, bem
fallante, muito (rapaeeiro, qner parlar como for
ro, consta que fura visto na Campia Grande, ter-
mo da Parahyb* : qnem o aprehender e levar a
sea senhrr Antonio Francisco Correa Cardoso, i
ma do [ario do Triumpho, outr'ora do Brnm n.
100 104 ser generosamente recompensado.
TRILHOS RBAHOS
DO
RBCim M OMMD \
E BEBERIBE
Por ordem da directora convido aos Srs. accio-
nistas para comparecerem a sewio ordinaria da
assembla geral ona) ter lugar ns dia 15 de
abril pmximo. as 10 horas da manhaa no escrip-
torio da companhia. Por eita oceasiSo a directo-
ra apre-entir sens reaiorioa suas eonlai ao
exame dos enhores ac:onstas.
Recife 21 de marco de 1872.
O 1. seereurio interltw,
Jos Fortunato Santos Porto.
Deolioda M .na Ribeiro Bastos, viuva de Manoel
Rib-iro Bast s, tendo contratado com os credores
conbecidos de seu Aado marido fazer cessao e
traspasso de todos os bens movis e immoveis,,
mercadorias e dividas activas do estabelecimenio
roa Duque de Caxias n 60, para pagamento da
todos os dbitos de seu casal, convida pelo pre-
sente s pessoas que se ju'garem eredoras ou com
d reito aos bens do mesmo casal, a apresen arem
sens ttulos ou reclamagdes dentro do praso de
einco dias, no referido eslabelecimento, atira de
serem attendidos devidamente, e resolveren) sobre
o modo de liiiuidagao do allndido espolia, visto ter
d3elTeetuar--e dito traspasso e cessao no dia 1*
do om vindonro. Recife 22 de marco de 1872.
esapparecea da ra das Trmcbeiras o. 42,
as 3 oras da tarde de domingo 24, nm menino de
idade 5 annos, levando urna caiga de chita preta,
urna camisa branca, um palitot da mesma fazenda,
com borzeguim preto : quem o achou traga em
casa do Sr. Albino de Jess Bandeira, que seu
padrioho.
Antonio da Silva Netto retiaa-se para a Kurop
a tratar de soa ude, deixando por sens procura-
dores em 1*. logar Joaquim da Sila Netto e em
2*. Ingar Joan Adrlanno de Mello Duira
Recife 23 de margo de 1872
Est aoseote desda o dia 3 do correte o
escravo de noroe Joio, alto, coa mareas de bexf-
gas, bem preto e tem ama Hitas no rosto moti-
vadas de qneimadura. Regase, portaoto, a
polica a ipprehensaa delle e enlreta-lo I roa de
Hortas a. 1)6
Atoga fe a loja do sobrado da rna da Inpe ^~-.,~, >~,.u, .=.,~ ,
rara n. 43: tntar na na Formota n. 3X )ta roa di Aarora n. 13 pu na roa Nova a. 13.
Aluga-se ra
dai Peroi.baeaoaa n. '
9 qnartt, cozinha, estribarla
o aa Capnnga roa
,..; eaea tem 3 sala, rqoeai a pegar Uve
e ooxetra ; a traur
Alegase o 1* andar e solio da ra da En-
cantamento n. 5, proprio para escriptorio : a tra-
lar na rna d> Cadeia do Recife n. 33. ______
D-se 2004000 a joros : qoem pretender
toma-loe dirija-se ao escriptorio desta Diario a
fellar com o Sr. Ferreira.___________
O abaixo assigoado, pelo presente protesta
entra toda e noalqoer transaegao feiu pelo Sr.
Domingos Villa-Nova, em relagio ao hotel denomi-
nado Aurora, Rito a roa Imperial n. 2. por ter o
annnnciante de propor-lhe aegio ao juizo com-
petente para iaver seo capital existente naquelle
hotel; assim como de servigos prestados no mel-
eno.
Recife, 23 da marco de 71
Por proeuncia de Manoel de Parias,
________Cesarlo Ventara. _______
Jom Joaquim da Costa laia i ra Jo Com-
mercio n. 10, saca sobre Libra e Porto.
Evadi-be de casa de seo senhor osa pre-
ta de Dome Ilota, estatura regalar, eara redonda,
deoiea quebrados na frente, e aoja fstula sica'.ri-
sada en mea das buxexas. pea pequeos, lava
e engomma rooaa, a faz tudo com a mi esquer-
da, levos variae vestidos, sendo om dellei aran
eo Um de avantal. Presurae-sa qne esteja servio-
de da aaaa tai algum* cata a titaJo de farra :
ao Sr. Pedro Jorfe da Silva
Ramos, na roa das Craiet, e ser bem reeom-
pttsado.
Flix Francisco da Cuoha declara que vendeu
a offleina de ferreiro sita a ma de Jeriquiti, ao
Sr. Jos Jacintho Tbomaz, Acando com direito sal-
vo a trabalhar na mesma, aonde pode ser procu-
rado das 8 hars as 4 da tarde.
frecisa-se
Je um copeiro, um cozinheiro e um criado : na
rna larga do Rosario n. 44.
Na ra do Coronel
gusta) n. 11 precisa se
feitor de engenbo.
Sua>suoa (ouir'uraAu
de um portuguez para
Bernardina de Scena Le-
mos, Vicente da Lemos,
Amelia Rosa de Lemos,
viuva e Alhos de Vicente
Herculano de Lemos Dnar-
te, mandara celebrar em
memoria anniversaria do
failecimentJ do esposo e pai, nma mi-sa na igreja
da Senhora do Livramento, no dia 26 do correte
mez pelas 7 horas da manba ; rogam aos paren-
tas e amigos, se dignem de assisti-la.__________
_______________>
rcoio
Pede-se a om moco que tomn um se-
lim en prestado no Arraial, o favor de o
mandar entregar ao dono, do contrario ve-
r o sea nome por extenso com a historia do
dito selim.
*
l
m
O Dr. Joaqoim de AqninoFon- 0
ceca mudou soa residencia para a 0
*
roa do Hospicio n. 54, onde con-
tinua a dar consultas mlicas todos
os dias das 7 s 9 horas da manba, '
e, somente em casos urgentes, das 9
3 s 5 da tarde.| 0
Continua
i estar fgido o preto Bernardo, alto, rosto re-
dondo, nariz chalo, de semblante alegre, falla al-
guma coosa ronco, ps e mos grandes. Consta
ter andado por Munbeca, e agora aehar se por
Santa Maria e outros engenhos de Ipojuca; grati-
flea-se quem o apprehender: na ra do Impe-
rador n. 73, andar.
Aiuga-se orna preta para eozmoar, lavar e
fazer mais algum sarvigo de casa : qnem precisar
dinja-sa a rna do Commercio n. 22, armaiem.
SITIO
NOTAS
Troca-se notas do banco do Brasil e de mu
flllaes na ra do Bario da Victoria n. 63, amiga
roa Nova, loja de Joio Joaquim da Costa Leite.
de
501000.
Grtificaqo
A pessoa era cuja casa estiver occnlta a escra-
va de nome Marcella, mulata clara, de 34 annos
de idad, ponco mais ou menos, cabellos pretos e
longos, alta, magra e gaga, que ausentou-se da
easa do seu senhor no dia 2! de junho do anno
passdo, teoha a bondade de leva-la ra Formo
sa n. 8, freguezia da Boa-vista, que ser gratifica-
do com 501 ; ou mesmo quem della der noticia
exacta, do contrario protesta-se proceder legal-
uura'e contra qualquer individuo que a tenha em
>na companhia a titulo de ama livre.
&$*$$$ m m $**&
O AUfOtiADO 0
$ Ayres G^ma 0
ml tem seu escriptorio a ra Primeiro de )g
5 Margo n. 23. S
0000 0 00 000000
Aiuga-se o 2* aojar oo soOraflo na ra aa.
Lomas Valentinas n. 86, com os commodos se-
grales : 2 salas bastaDtes grandes e frescas, 3
quartos tambem gran les, cozinha fra, quintal que
se estende al a ra de Hortas e com portao para
a mesma e calimba ; bem cono a loja do mes-
mo com 2 salas, 3 quartos, cozinha e quinte :
3uem pretender dirija-se a Pracinhs da Indepen-
encia ns. 19 e 21, loja.
8
ADVOGADO
Dr. Joaocim Correa de Arajo
67Rra. do Imperador67
dwmnmmm iimi
Auzentou-'e, desae o mez de setemhro do an-
no prximo passado, o preto Lucas, idade 50 an-
nos pouco mais ou rcenos, estatura bastante baixa
a reforgada, ceg de um clho, ps apalhetados,
andar um tanto apressado, eoBloma a embriagar-
se e quando assim est flea mno r'gri-ta, intitu-
lando se de forro : pese se as autoridades poli
ciaes e capilaes de campo a sua captura e logo
que o con>igam poderlo dirigir se a ra Primeiro
de Margo, anliga do Crespo, n. 7 A, que se recom-
pensar.
OLINA.
Alnga-se urna boa casa com bastantes commo-
dos oa ra de S. Bento, muito fresca, qnintal mu-
rado, perto do haho e da estago : tratar na
ra do Commercio n. 48.
Attenpo
O abaixo assignado previne ao respeitavel pu
blico e especialmente ao corpo do commercio, que
nesta data nada deve a pessoa alguma, qner por
contas commerciaes, quer por qualquer papel par-
ticular por elle firmado. Se algnem se julgar seu
credor, pede que aprsente seus documentos no
praso de tres dias a contar da data do presente
annuncio que sendo verdadeiros sero pagos.
Recife, 11 de Margo de 1872.
Antonio Jos de Araujo Braga.
C\l\
Precisa-se de um caixeiro no Hule I do Universo,
ra do 'cmmerjio n. 2.
BM NEGOCIO
Faz-se negocio com urna loja de fazenda?
em urna ra bastante commercial e com
poucos fondos, propria para principiante,
quem preiender derija-se a esta lyi ogra
phia que se dar asneessarias iifnrmcoes.
4U0$00U de gratfieacao
Em outubro do anno prximo passado fugiram
do engenho Cabeea de Negro fregaba da Es;ada
dois escravos erm os signaes segnintes:
Luiz, com 20 annos de idade, cor bem preta.
bonto, rosto sem barba, estafara regular, ben. fei-
to, falla multo explicado, e muito sabido, F.' na-
tural de C.iru-r, onie pertencen ao Sr Joio Vi-
eir Pimenta, morador no sitio Malhada da Pedra,
supp'le-se que por al anda.
Severino, cora 40 annos de Idade, cor preta, bar-
bado, falta de dente?, rosto redondo e feio, falla
dfseancada, alto, grosso, tem signaes de castigo
as costas; e natural d' Ojricnry, onde foi es-
cravo de D. Izabel, via-a, e dizia elle ser casado
com urna muiher livre n'esse lugar,
Quem apreftendr e?t3g escravos e os levar ao
d-to eogenho C^beg de Negro, ou no Recite, es-
criptorio do Sr. BernarJidode Sena Pontual, rece-
bar a gratifhagao cima.
Taberna.
Faz-se negocio com a taberna sita roa da Cam-
ba do Carao n. 2 : a tratar na mesma
AOS 5:0004000
Esto venda os felizes bilhetes da lotera a
lahia, na casa feliz do arco da Conceico, o]a da
orives no Recife.
Precisa-se alugar um moleque al 18 annos,
para Mdo o servigo interno de nma easa : a tra-
tar na ra das Trihcheiras n. 19, carino de or-
phS '>.
U Dr. Joaquim de Aquiuo Fonceoa faz saber
ao Illm. Sr. tetfenie-coronel Joaquim de Sa Cava>-
canle de Albuquerqoe qua la casa anda n3
veio o correspondente de S. S.
SVIit
Aluga-se urna sala prooria para escriptorio
roa Duqne de Cax'as u. 54, tratar na loja.
Ao coniDicrcio
Barboza i c. era liquidag >, ja'gara nada de-
ver nao id nesta praga como fra della ; todava
se algnem se julgar seu credor dirija-se ao liqu-
dalario e successor da referida tirina Bernardina
Alves Barbosa, qne ser wimediatamenle pago.
Recife, 22 do marco d*. 1872.
Quem .precisar de u na passua Oatmiuj,.,
escrevendo por partidas dobradas, para fazer a
escripia de urna casa, ou escripias avolsas, poda
dirigir-se ao largo da Assembla n. 9, a enlende*-
se com Jos Luiz fuaaco.
Im.j
0> abaixo assignados fazem publico, e particu-
larmente ao corpo do commercio, que afirma
commercial que gyrava nesta praga sib a razi
social de Lima Silva, & C, da qual eram merr>-
bros os abaixos assigoados e o ex-socio Joa-
quim Francisco da Silva Jnnior, dissoiveu-se pelo
faKecimeoto deste, desde 29 de fevereiro passado,
e en i ron em liquidago, licando a cargo dos aba -
xo assignados a liquidago activa e passiva da re-
ferida extracta firma.
Jos Fernandes Lima.
Marlinho Lopes dos Res.
ELIAS
Fugo no da 22 de fevereiro prximo Indo, da
villa do Bom Conselho, comarca de Garanhus, o
escravo Elias, crioulo, perlencente ao leneote-co-
rooel Manoel de Albu^uerqne Cavalonte Nco,
com 16 annos de idada ponco mais ou menos, e
signaes segrales: alto e bem feo do corpo, se-
gundo sua idade, rosto redondo, pona do qneixo
puchada para os peilos, por ter o pescogo curio.
E' bem fallante, c!hos regnlares, tem todos os
denles da frente, ps regulares, mas faltos de
unbas e tem algumas espionas no rosto. Ha cer-
teza de baver elle embarcado na e:tag3o de Uoi
no dia 26 do dito mez prximo passado. Reco-
mendare s aotoridades-policiaes a sua captura,
e qnem o apprehender pode-j levar a sea senhor
nsquella villa, cu nesta sidade ra do Impera-
dor n. 46, andar, que ser gratificado.
Caixeiro
Precsa-se de um para armazem
para loja de calgados ; prefere-se
ra do Livraraeuto n. 25.
de sa! e ou:ro
de fra : na
Ao commereia
O abaixo assignado partecipa a quem nteres-
sar possa que venden sua taberna sita no paleo
da Ribeira n. 13, livre e desembaragaoa, e qu<>.m
se julgar credor aprsenle sua couta no pruso
de oito dias, a contar delta data, para ser satis-
feito, nao atteodendo a reclamagSo algnma deoois
deste prazo.
Recife, 22 de margo de 1872.
Joo Gomes da Crur.
010
Aos 5:000^000.
Bilhete* garantidos da pro-
vincia.
Rna do Baro da
Victoria,
Outr'ora ra Nova n. 63 e casas
do costume.
Acham-se venda os muilo felizes bilhetes ga-
rantidos da Ia parte da loteria a beneficio da igrea
de N. S. do Livramento de Muribeca, que sera
extrabida no dia quinta-feira 4 de abril.
PREQOS.
Inteiro 61000
meios 31000
Quartos 11800
De 100)>000 para cima.
Inteiro 6500
Meios 2d7SO .
Quartos 11375
____________Joo Joaquim da Costa Lsfte.
Moscas, magitos e es-
trellas.
Amarai, Nabaco & C. avizam as Exmas. Sras-
qae acabara de reeeber nseas, borboletas, par
saros, lanlijnulai, etc. etc. doundos e pratea-
dos para ecf-ites de fitas para o pescogo, da ulti-
ma mod, e tambera para enfee de vestimenta
de imagena e de anjo de- procisso: no liaza."
Victoria, rna do Barao da Victoria n. 2.
Sociedide Nova Uniao.
Por ordem do Sr. presidente convido lodos os
socios de.-ta sosiedade, aos parentes e amigos de
nosso Tuado consocio Joaquim de Azevedo Car-
dea!, pa assistirem urna missa que, por alma
do mesmo, se inania celebrar quiuta feira 27 d)
eorrente, s 8 horas da maob, na igreja ao Es-
pirito Sanio.
Secretaria da Soeiedade Nova niio, 23 de mar-
^o de 1872.
Martins da Silva,
!. secrelario.
Jos Tavares Praheiro, Manoel de Azevedo Car-
dial Jnior, Miguel de Azevedo Cardial, Boventc-
ra Rodrigues de Souza, Betit) Rodrigues de Sou-
za, muito agrade:em a todas as pessoas que so
dignaram aeompanhar os restos mortaes do seu
muito'preza Jo amigo, irmo e primo Joaqoim do
Azevedo Cardial; e de novo os convidara para
assistirem a missa do stimo dia, que lem de ce-
lebrar 3 na igreja do Kspinto Sanio, quarta-feira
27 do correte, as 6 horas da manhaa ; e desde
j s* confesara 'ern^raent'gratx._____
Alog-cia pi? 12| men-aes a asinaa n. 19
do becc? do Dique, freguezia de S. Jos, e por
I6 a I ji do sobrado n. 12 da ra da Boia (Forto
do Mallos : a tratar na rna da Madre de Dos
n 16.__________________________________
O Sr. Boaventura Jos da (Jastro Aievedo,
que re idio era Mace e actualmente acha-se nes-
ta cidade, rogado a vir roa do Amonm n. 37,
escrictorio de Tasso Irmaos di C a negocio, oa
aonunciar a sua residencia para ser procurado.
COMPRAS.
BURRO
um Joven de cor preta, contando 18 annos,
que tem sido oceupado como copeiro.
Nj domingo 17 do crreme sahio de casa sob o
pretexto de ir arrancar um dente e nao voltou
seno no dia 19 noiie, e isso para subtrahir s
escondidas duas omisas novas com babadinhos
no peito, urna outra de cbita encorpada e bonita,
ceronla e caiga* brancas um chapeo de feltro
branco com lita larga.
Como se precisa d'elle, pede-se quero o en-
contrar o favor de traz-I i sua residencia, qne
no sitio do comaaendador Tasso.
Talvez que elle se tenha aproveitado de um bi-
lhete de licenga que ebteve para om dia, e noile
de carnaval ir ver os mscaras e eavallinhos.
Consta ter sido visto pelas estradas do Arraial,
Encanamento, Casa-forte at Apipueos.
E' natural das Alogoas, e ja ha algum tempo
foi capturado indo em retirada para a sna prs-
provincta.
Quem o trouxer ser gratificado.
para alogar entra a Gasa Ferie e o Pogo confron-
ta a estagio da Casa Porte. A easa lem excelen-
tes eommolos para familia, n sitio esta todo mo-
rado, eom eocheira, estribarla, quinos para cria-
dos, cozinha, fra, cacimba com boa agua de be-
ber : tra;a- coa Eduardo Patos, ra do
memo n. 6, oa na sna easa so Poco
Com-
Chegou
Cera em vellas, de Lista*, de loio sor'.:mento
rt* da Vitarlo n. 19.


Casa em Apipueos.
Traspassa-se o arreodamenio de ama por prego
muito mdico, tem sitio com fructeiras, perto do
banho, tem commodos para familia, dous quartos
forrados, ele, etc. Ha vascas de leite junto para
qnem precisar tratar de sau le, nao rue ser me-
Ihor: a fallar na ra do Hospicio n. 13.
Precisa se de urna ama livre oa escrava pa-
ra o servigo de easa de urna familia : aa ra do
Mrquez do Hsrvil, sobrado de um andar conti-
go-) a padaria. Nao se declara o numero porqne
a roa nao est numerada. _________^
Engenho Maranhao.
Desappare:eu, desde o dia II do eorrente mar-
go, o escravo Mareolino, crenlo, bem preto, esta-
fara baixa, aecso do corno, barbado, representa
50 annos, levou camisa de algodio de lista : quem
o levar ao engenho Maranbao, estagio de Timbe-
Asss, ser bom reeompewado.
1
Comprase um borro, proprio para carroca, a
tratar na fabrica do RzJ
Compra-se plices
ua ra Nova o. 23. loja.
da divida provincial
Na Praga da Independencia n. 33 se compra
ouro, prata e podras preciosas, e tambem se venda
obras de ignal especie.
Compra se chombo velbo, paga-se bem : r-,
armazem da bolla amarella no oitio da secretaria
da poli;ia.______________________________
CDmpra-se o arreio para don* cavallos com
pouco ns? : na roa nova de Santa Rila n. 19.
VENDAS.
Arroz de casca
Superior em saceos muito grandei: as arma-
zeas de Tasso Irmios & C
ifAffiLi:
Amara! Nabaco & C. vendern lavas frescas de
pelici, pretas, brancas, e de cores, para senbora
e para homem : no Bazar Victoria n. 1, rna do
Baro da Victoria.
VNDESE
a easa da Praia do Galdeireiro o. 21. com t salas,
cozinha fra, qnintal e cacimba, eieada eat ter-
reno proprio : a tratar na roa do MarclMo Dias,
antr'ora roa Direita a. 98.______-
Vende-se ama negra eom ti aoaoa de idade,
sem defeitos e com habilidades i na rna Direita
f. (31.

I
r ^


Diario dt Feruambuco Terqa feira 26 de Mai\Q de 1872;
I
AIMJIKIVIL MQUIDJ^AO
SEM LIMITES
Na.
LOJA E ARMAZEM
DO
(
PAYAO
DE
FLIX PEREIBA DA SILVA ft C.
NA RA DA IMPERATRIZ N. 60'
S a dinheiro vista
Os proprielarios deste estabelecimento tendo grande necessidade de diminuir o im
enso deposito que tem de fazendas e grande urgencia de apurares) dinheiro, tem re-
olvido fazer ama verdadeira liquidado com grandes batimentos nos presos de todo:
os seos artigos: para o que convidara ao respeitavel publico desta capital a vir sortr-s<
pois lhe garanten) que em parte algoma poderlo encontrar t5o grande sortimentoe mei
mo nao comprarao pelos precou que se Ibes pode vender na luja de Pavo ; porm ad.
-irtindo-se que so se vendo a dinbeiro vista. Os mesmos proprietarios deste estabe
cimento rogaro a todos os sens devedores desta prae-a o favor de virem saldar seus d-
bitos, e todos aquellos que esiiverera devendo contas antigs e o nao fizerem tero d(
ter encommodados judicialmente.
Para a quresma
GROSDENAPLES PRETOS A 14600,
24000 20500 e 30200
O Pavo receben um grande sortimento
de grosdeoaples e gorgures pretos que
vende por preco muito em coma, sendo
crosdenaple preto liso muito boa fazenda a
ttfSOO o covado. Dito a 20000 e 20500.
'lo de cordal ou gorguro muito cocor-
eado de boa largura a 30000, 30 00 e
^0500 at 50000 oo 60000 o covad), as-
' va como grosdeoaple liso com 4 palmos
de largara, sendo moito encorpado a 30200
grande pechincha, na luja do Pavo ra
ii Imperatriz n. 60.
Panno preto a 1800 o covado
O Pavo vende panno preto fino de duas
arguras a 10600 o covado, dito muito su
pehor a 20500 pecbinba, roa da Impe-
ratriz n. 60.
NA
LOJA DO PAVAO.
Neste impertante estabelecimento encon-
trar o respeitavel publico um avultado sor-
timento de fazendas, tanto' de laxo como
i- prmeira necessidade, as quaes sepodem
vendar mais barato do que em outra qnal-
q:ier parte, atendeodo as avultadas com-
pras de fazendas assim como por todos os
vapores qoe ebegam da Europa, se recebemjgrandos de mur sen Ber
novos sortimentos de fazendas de gosto, e
urna collecco dos mais modernos figurioos,
as pessoas qoe negociara em peqoeoa esca-
la podem vir sortir-se a este estabelecimen-
to, qoe se Ibes vende pelos mesraos precos
que S9 compra nos armazens inglez.es, de
todas as fazendas se do as amostras, dei-
xaodo ficar penhor, o estabelecimento do
Pavo est constantemente aberto das seis
horas da manha as nove da noote.
Grande officina dea>
faiate.
Pereira da Silva 4 C. teem a honra de
parteeipar a seus numerozos freguezes e ao
publico em geral, que no sen estabelecimen-
to de fazendas, tem montado urna magnifi-
ca officina de alfa ate aonde se manda fazer
qoalqaer roupa de encommenJa, tanto para
bGmem como para menino*, com a maior
presteza e perfeii-So; no mesmo estabeieci-
men'.o se encontra um avultado sortirient.o
de todas as fazendas, para as mesmas obras,
le encommeada, as.-im como para qnalquer
laclo : tambera namesma ocrai se encon-
tra o perito mestre Pedro Celestino Soares
de Carvalbo, especial para fardas, tanto dos
Srs.offi.iaes da guarda nacional, como de
tropa da linba, os quaes sero.muito bem
servidos por modho preco.
GRANDE PECHINCHA EM PANNO PRETO
A30OOO
Na loja do Pavo vende-se superior panno
preto pelo barato preco de 30000 o covado
sendo fazenda que sempre se venden por 40
e 44300, e liquida-se por este prego por
ter-se feito urna grande compra, assim como
no mesmo estabelecimento se vende grande
sortimento de panno preto, casemiras mais
barato do que em outra qualquer parte na
ra da in peratriz n. 60, loja de Pereira da
Silva & C.
NOVOS VESTIDOS A 50000.
O Pavo tem lindos cortes de vestido dt
fiDis simas cambra-as com bonitos bordadoi
de cores e tambem todos bordados brance
que vende pelo baratissimo prego de 50OO(
cada corte, grande pechincha.
PANNOS DE CROCH PARA CADE1RAS I
SOPHAS.
O Pavo tem um grande sortimento di
pannos de croch proprios para encost di
cadeiras e de sphs, assim como um rice
sortimento de tapetes de todos os tamanboi
proprios para salas.
MADAPOLO BARATO A 40, 40500 E 50
O Pavo tem pegas de madapolo com 24
jardas ou 20 varas que vende a 40 e 405OC
a pega, dito muito fino e largo de 60 par:
cima, dito francs do melbor qae tem vinde
ao mercado, assim como dito finissimo en
pegas de 40 jardas.
LENCOS BRANCOS.
O Pavo tem lengos brancos abanhadoi
qno se vende a 24100 e 30. a duzia, ditoi
abaohados a
30200 rs. a duzia ; assim como bonitos len-
gos bordados para mos.
ROUPA PARA HOMENS.
Sobreca3acos de panno preto fino send
muito bem feitos de 120 at 400000.
Palitos de panno preto fraquos e sacc
de 80 at 120000.
Ditos do casemira de cor de 60 at 120.
Ditos de alpaca preta fina de 40 a 60000.
Ditos de dita branca e de cores 60000,
Ditos de brim de licho trangado a G0OOO.
Caigas de casemira preta de 60000 al
120000.
Ditas de brim branco de linho de 40OOC
at 80000.
Ditas do brim de linho ce cor para todoi
os pregos e qcalidades.
Camisas francezas e inglezas cem peitos
d'algodo de 10600 at 50, em duzia ven
de-se mais barato.
Pitas do meia de 800 rs. para cima.
Ceroulas de linho e algodo, francezas
feitas na Ierra.
Collarrahos de papel, algodo e linbc
que se vende muito barato pra liquidar.
Para noivas.
O Pavo tem rico gorguro de seda, bran
co. Grosdenaple branco mnito encorpado.
Agraciannas brancas com listras de sda.
Poopelinas brancas de reda lisas e lavra-
SULTANAS PaRA VESTIDOS A 10500 RS. das. Sedas brancas, lavradas e lisas. Ca-
0 PavS.i recebeu om rico sortimento de I pellas com palma de flor de laranga com
lustrozas para vestidos, ricos veos bordados, qoe todo ?e vende mais
barato do que em outra qoalqaer parte.
seudo urna bonita fazenda de urna t cr,j
tendo ao lado bonitas listas de seda, mati-
zadas, proprias para os enfeites, o que evi-
ta fazer se mais despeza na compra de cu-
tros enfeites para um vestido ; garante-se
qae nesie genero o que de melbor
tem vindo ao mercado, e vende-se pelo
barato prego de 10100 ris o covado.
SAIA5 BORDADAS A 40 e 60 RIS
O Pavita vende ricas saias brancas borda-
das, sendo de 4 pannos cada urna pelo ba-
rato prego de 40 ris, ditas mais ricas a
60 ris. Ditas as melhores que tem vindo
a este mercado a 80 e 100 ri*.
AS 3:000 SAIAS A 23000 RIS.
Expleudido scriinienlo
DE
GROSDENAPLES NA LOJA DO PAVO DE
10600 at 100000
O Pavo vende um grande sortimento de
grosdenaples e gorguros pretos para vesti-
dos, qoe vende a 10600 o covado, dito a
20000, dito a 20500, dito com 4 palmos de
largara a 30000, dito a 30500, 40 e 54000
dito cora mais de um metro de largura que
com 9 covados se faz om vestido, a 80, 90
e 100000, todos estes grosdeoaples se po-
dem vender mais barato do que em outra
O Pavo vende orna grasde poreo de qualquer parle, attendendo i grande qnan-
saias brancas com babado*. folheados, pelo
baratissimo prego de 23 ris cada ama, por
ter-se feito urna grande c >mpra i ra do
Imperatriz n. O, loja de Pereira da Silva
PARA A SEMAN V SANTA.
O Pavo vende bonitas basquinas ou ca-
zaquinbos de seda prOta muito btm enlejia-
dos de 100 at 200 ris, ditos de fil e
guipare a 105, mantilbas brasileiras a 100
ris, ditas finissimas esmeralda a 120 e
1">5 ris.
AL.MERINDAS.
O Pavo re.-eben esta nova fazenda para
vestidos com o nome de Almenadas, sendo
o qae de melbor tem vindo ao mercado, o
mais moderno, para vestido?, por ser urna
fazenda larga muito lustrosa, com listas de
soda e vende-se a 10 ris o covado.
BR1NS DE ANGOLLA.
Na loja do Pavo vendem-se legtimos
brins de Angolla com os mais bonitos pa-
droes para caiga, a ra da Imperatriz n. 60.
O Pavo tem cortes de chitas franoezai, sortimento de fazendas pretas proprias para
com 10 covadoH, qoe vende pelo barato pre-! a qoaresma como sejam : grosdenaples pre-
go de 10600 e 20000, ditas que vende i tos de todas as qaalidades, panno fino pre-
lo de 10600 o covado at 100000, carena-
ras pretas de todos os pregos e qoalidades,
merinos trangados e de cordlo, bombasioas,
tidade que se recebeu desta fazenda, a roa
da Imperatriz o. 60, loja de Pereira da Sil-
va d-C.
LASINHAS NOVAS
O Pavo receben om elegante sortimento
das mais maternas las para vestidos com
stras de seda que vende a 800 e 10000 o
covado, ditas de phantasia sem listras de
seda que vende de 400 at 640 rs. pe-
bincha na loja do Pavo roa da Impera-
triz n.60.
MANTILHAS BRASILEIRAS
O Pavo vende bonitas mantilbas brasilei-
ras a 100000 pecbinba, raa da Impe
ralriz n. 60.
NOVAS CAMBRAIAS BORDADAS A 50000
O Pavo recebeu um bonito sortimento
de novas cambraias bordadas para vestidos
sendo todas brancas e com bordados de co-
res 9 vende-se pelo barato prego de 50000
cada corte, tendo 8 1/2 vara pecheinba,
roa da Imperatriz n. 60.
FAZENDAS PRETAS PARA A QURESMA
Na loja do P.vao vende-se um grande
160, 200 e 280 n. o covado, tambem tem
om grande sortimento de ditas finas clarar
e escuras qoe vende a 280 e 320 rs. o co-
vado fioustaai percales mindinhas propri-
as para camisas, vestidos e roapas para me-
ninos qae se vend s 360 e 400 rs.
alpacas e oatros muitos artigos qae se ven
4em mais barato do qae em oatra qoalqaer
Wte ras da Imperatriz o. 60.
A loja do Pavlo acha-ae constantemente berta dai 6 bor 5 agobia \ as 9
bO'M da Doito, i roa e ^neralr n. 60.
*-*:
usa ( vio nm processofmais perfeito e que at-
oja d tal forma a satisfaxer as exigencias mais
raraa da eseriptoracio.
i o algum para se conservar no tinteiro sempre
oa a mesma er, sera borra, cresta, bolr on sera
odaa astas mazeilas inherentes todas as tintas
t afora conhecidas, anda mesmo dos meihores
atores estraogeiros.
8obretndo, este estiraavel producto nao ataca aa
mus de ac, antes pele contrario, a penna
dqaira nm esmalte dourado que, sendo nteres-
tata, asss proveitoso.
Sita tinta, nao sendo especialmente para copiar,
a eomrndo duas, tres, ou mais copias nm ;mei
pois de escripia ; preciso, porm, deixar-lhe
: papal bem molbado sem o enxngar com o mata-
orrio, porque dio na o risco de borrar. Para se,
rar mais de urna copia, nao se agglomeram tan-
u folhas qnantas- copias se querem tirar, mas
t*-M com o original tirar urna tantas qnantas
ttdMajam, sem qoe o original fiqus prejadicado
s!i axtragSes.
Occorre aqui dizer qae, para copiar importa
isita inteligencia e babiiidade, sem o que a me-
kor tinta no satisfaz, e o defeito recae sempre
ofrr a tinta, qne mnitas vezes qnem menos
ips tem.
4 dnpla qnalidade desta tinta extremamente
.praciaveL pois qae evita qae em qualquer es-
nrtorio baja mais do que ama tinta para os di-
noi misteres.
taqnanto sna dnrabidade, nao ba a oppor
iHiaaor davida pois ana > tinta dapoia da ai-
cripta soffre o choque de cidos fortissimos, sem
se decompr; ora, se os cidos nao tem accSo so-
bre ella, mnito menos a accao do tompo a poda
destruir; isto plaosiveL *
Nao s ao commercio que este mea producto
veio ser til; os profestores dos collegios, Investi-
gando todos os meios para o adiamntenlo dos
seus discpulos, tem approveitado esta tinta, que
com razao a acharam apta para desenvolver o
Sosto nos educandos, em censequencia da beleza
a cor e facilidade de correr na pequea pela sua
liquidez. Ha exemplos da cnsngas qne bavia
muito tempo tinbam urna repugnancia extrema
para a escripia, logo que fo! admittida esta tinta
no coliegio, apoderou-se dellas a enriosidade e o
gosto, e ponco tempo depois o seu adiantamento
era manitesto.
Esta tinta, par de tantas vantagens, tem nm
ncico inconveniente, deteriorare ao contacto de
outra qualquer; rnvm pois te-la em tinteiro
isentos do menor vislumbre de outra tinta, e evi-
tar escrever com a penna snja de urna preparaclo
differente incompativel; verificando isto, nao ba
razao para se nsar de tinta qne nao seja a VIO-
LETA EXTRA-FINA DE MNTEIRO.
Observado.
Diversas falsificaco'es e semelbancas tem appa-
recido, cuja durabilidade duvi.osa. Os Srs.
compradores podem evitar o engao dirigindo-se
casas circnmspectas,; pedindo a tinta que en
fabrico
i. C. ttontsiro.
ARMAZEM DOS LEES
Ra Duque de Caxias n. 29.
0s proprietarios deste bem montado estabelecimento scientikam aorespeitave
respeitavel publico desta provincia que se acham com um" variado e completo serti-
sento de movis, tanto nacionaes como estraogeiros, seodo estes escolhidos por nmdos
sofitos que se acha actualmente na Europa. O mesmo tem contractado com os meihores
fabricantes daquellecontinente as remessas das mais ricas mobilias feitas all.
Na officina tem os mais habis artistas deste genero, e por eso pedem qae ve-
ham visitar.o estabelecimento, aonde encontrarlo a realidade do qoeacabzm de expor'
ne se pode examinar; ricas e completas mobilias de Jacaranda, mogno, faia, carvalbo, a-
marello, etc, ricas e elegantes camas deja caranda, pao setim, amarello, etc., etc., guarda
vestido de amarello, guarda louga de nogueira e de amarello com tampo de pedra, apa-
radotes dedto dita, peti toilettes especialmente para fazer a barba, toilettes de jaca-
randa, amarello, pedra, secretadas da Jacaranda e mognocas tureiras ce mogno, san-
icarios, thears pira bordar, bergos, lavatorios com espelho, de pedra marmore e seus
pertences, cadeiras privadas, bids; etc., etc., e muitos onros artigos qne deixamos de
mencionar por sejicrnar enfadonho
Cofres de ferro de Milfler8 e 0Qlr08
rrenQs para copiar cartag
aiailf aS Ole p6Sar oecimaes, Romanas, etc.
Tachas de ferro, e8UIlhad0.
Arados Americanos
UrauOSa para agricultura.
Garrinhos de mao.
Machinas a Vapor
JUaCinaS t descarogar algodio, de 10 at 40 serras.
trapaS Qe terrO gaivaDsadas para cobrir casss etc.,
Estes artigos vendem-se em
casa .dos importadores. .
Shaw, Hawkes d C,
If. 4 RA DO B0M JESCS.
(outr'ora ra da Ccz)
Raa do Bario da Victoria o. 2.
Amaral, Naboco dt C. acaban de reieber por
este ultimo vapor nm rico e completo sortimento
de chapeos para senhora, de palba e de velludo
prfmoro seda, tilo de seda e de cazemlra,
los Srs. militares
Amaral, Xabnso & C venden lavas de jamar;a
branca e amarallas e. brancas de algodo ?acor-
nado para muxw e'imhcre!; ca rna do Carao
da Victoria n. 9.
VENDE-SE
Vende-se muito barato um oiTrvel si o de solo
proprio, com boa casa de moradia, olTerectndo
commodos para grande familia, propria para qoem
quier morar n'om lugar inteirameote saadavel e
Eitoresco, j pelo seu clima e ji pelos aprasiveis
anbos do rio Ssrinbiem, qae passa nos fondos
do metrao sitio, sito ao p da estaca} de SameiM-
ra: i tratar com o Ribeiro, no Progreso do pa-
teo do Carmo n, 9, ou do mesmo logar oom o Sr.
Apolim.
MACHINAS
DOS POSPONTOS
OOSOOO
DOS POSPOlf TOS
MAKt A
90^000
OO^OCO
SINGER
JIAMACTl'RIl 9c?ooo
HffiPAn 90,5003
9v',J0CO

OOoOCO
90^0CO
901000 usriom
90^00 BDffiillTl
9CD0
COMP.ft
FXO NO BRACO DE CADA MACHINA
GRANDE TRIUMPHO
OBTIDO SOBRE MUS DE TRKTa EWOSIT01.ES, INCLUIDO
TODAS AS GASAS PMIIPJIES NESTE RAMO DE ISDMI
EXPOSICA
VI
Os jurados, pa decidir das quadades de varias madiinas (no.s a resj:eit>) da
excellencia da construcg5o, cemo tambf-m da superioridade do trabalbo exect.tado), cr-
ganisaram entre os.expositores urna lula de coser, cm que os jurados dele; mioarara e
destribuiram os materiaesde que se dt\ Reconheceu-se unnimemente-
Que a machina moderna ptra costura de familia, de
SINGER MANUFACTUBING COMPAHY
alcariQorj una victoria fcil sobre todas as concurrentes, tendo elTectjado orna tarefa en
2 3/4 horas, qaando a mais rpida das entras tinha levad) 3 horas para ex.cuUr o
mesmo trabalbo de urna maneira muito 'Dfrfior.
O namero proporcional de palmos Je costura feita em 10 turas de trabalho, con
a machina Sioger, era 1,500, necessiudo 1.000 a 1,200 jardas de liba ; no eotretaE'.:-
ser preciso 3.0C0 a 1,000 jardas para faz^r o mesmo comprimetto de costura z'.s-. it
machinas.
v,
11
I30
$9 mwi' O preejo de 3,000 jardas de iba.......
O prego de 1,000 jardas de i'mba................
O que mostra cm prejoizo certo pelo meros de IjOCO
por dia emprego das machinas de ponto de cadea. lazendo em um anno de 300 ,dis?,
o obreiro um prejoizo de mais de 350, qnaona pila qual pfle-se qoasi comprar qoatra
machinas.
nico agente m Pernambuco
(Ntese bem o numero) "\V, i, GiipilllU (Ntese bem o numero)
4 5 R n a do imperador 45
NOVO E GRAP
i
si f II
filil
DE
NA



LOPES
EflATRIZ U
O grande sortimento de fazendas Coas qoe ntidamente recebemos, que vende
demos por presos qne a todos admira, : -, anim a cusmaimos a alten a d>s eosso
numerosos freguezes. cortos de ...- :. ir agraio a sincaridide eos trac-
tos," Oolro sim os preces por qae f r. .. mai .' s algumas fazendas s sero vendi-
das a dinbeiro.
isas acolsoadas padioes !ic3:s i:" es: Ihiuo a capricho o por menos qce
Alpacas
a 500 rs. o covado.
Ditas lavradas muito Gnas a 7C0, $00
e 900 rs. o covado.
Ditas lisas bonitos padrSes a 10 rs. o
covado.
Merinos lisos de cores diversas a 300 rs.
o covado.
Dito ver3o mnito superior a 2;
3oOOO.
Bareges de 15a lindas cores para acabar
a 2S0, pecbincha.
Gaze de seda com lindos padrees p?ra
vestidos e veos hoje muito em aso e pir ba- j
ratissirao prego.
Dita de beda com o assento branco e
em qualquer outra parte
juinas de seda ricuninte infeitadas a
i m.
para hocen, senbora e menE;e
de lodos...- lamanhos e qnadades.
Guardanapos do tiuuO a b$.
Ditos a-.co hitados grandes a 6.
Cacbio?z a .'Jipara acabar.
Carnizas para bjtii nsu< 2, (o
Ditas bor iadas lina? a 6J.
Ditas ditas para noivos a 10,-J.
Ditas para meninos a 2>.
Colxas brancas grandes a S?3C0$ ditos a
.:i00.
Ditas decores rrnito toporkTesa 54300.
bordado de cor muito proprio para soires i Bramante de linho a 22C0 dito a
-?
a 20 Fil de seda branco. Dito prelo
menos preco que em outra parte.
Mantilbas pretas de seda esmeralda
11 1000,
A' duqneza a 1-2000.
A' brazileira a 134.
PARA A SEMANA SANTA
2oO
Recebemos o melbor sortimento degros- pa de meninos.
a vara.
Dito de f'g do a l>700 metro.
Atochado de liebo de superior qt
de a 3->j.O a vara.
Dio de algodio a Ii0" a vara.
Cabidos bordados muito Gnos.
Diti s mtremeios.
FoslSo branco muito superior para
ada-
roa
Vend-se traa pepena ;?a : na raa Im-
perial fa. 159: tratar do b:o do Dlqw bo-
nwroJO.
denaple prelo do melhor fabricante france.
pois neste genero podencos garantir aos nos-
sos numerosos freguezes que nao temos ri-
val, os precos sao desde 1800 at ."i:500
Groz de cores da melhor qualidade e
precos razoaveis.
Selios de cores dos meihores fabricantes
de I^a 2800,
Camhraia Victoria de 4$ at S a peca
de 8 1/2 varas.
Dita trausparente fina de 3-5500 at
10*000
Mecejana, recebemos novamerte esta lia-
da cambraia que feito o vestido parece urna
seda, a peca tem 30 Js. e cesta !8 e
nwo.
Saias de fusilo e de mosselina para la-
tera 3,
Ditas j feitas a i >.
Ditas bordadas a 53O.
Ditas mais finas de 84 e 9-
Chapelinbas para senbora de palha do
Italia ricamente enfeitadas pelo baratissimo
preco de lofi.
Gimbraias branca com listras bordadas
a 84
Chapeos de sol para senbora com forro de
seda mnito fino.
Ditos cabos de marfim.
Grinaldas para noivas ricamente infei-
tadas.
Gollinhas de esgniao bordadas para ie-
nhora.
Ditas de algodo
Luvas frescas de Jouvio a 34-
Tapetes para guarnido de salla para to-
dos os precos e lmannos.
Cortinados para camas de 84, 94 at 204
jopar.
Panpos a croch pa a guarnido de salla
muito baratos.
Para luf. Alpacas m r'nJ canloe?,
princtifas b.,mbazin, chita preta, de pre-
ca!e, crep, ia preta fina, que ludo vende-
mos por um preco dirninsto.
Mtdapollb francez para 7J 84 94 iO$
114300 a peca de 2 i Js.
Dito ioglez a 34 64 74 e 84 a pessa com
2i Js..
Casemira para bemeos e meninos de lin-
dos padioes e por preces baratissimos.
Roupas feitas para homens grande sorti-
mento e t no Cysne se pode vender ba-'
ralo.
Anquinbas de c'iua das mais modernas e
34 e 4.
Deixamos de annunciar muitas ouras fa-
zendas por se tornar enfadoobo e mesmo
por que os nossos numerosos freguezes ji
saben qna o Cy>na tem por cystema vender
barato, e n3o engaar seus freguezes, e por
isso '. t-nii in ver as fazendas do Cysne qoe
sao escolbidas a capricho a
Veos de blond, sedas brancas, popelinas
64 Ra da Imperatriz 64
FIGUEIREDO ft LOPES


*


Oteli fc PfitBre Terrja 'eir 26 1< Marro fe flM"
T
NOTAS 8SPIMLID \1JES
BE $B TM DEPOSITO GE8AL
BARTHOLOCAEU & C.
Eua Larga do Rosario n. 34
1 .f'iios de? Criinnud .4rn
> .t 4 c >::t ^ hs alI'nTjs
r. i
. fW I 1.8 c.'n
i-n latr*iil aa-ma-de qa!qtier 0.3 tire-z
pwl >.,u. -- (ji,.,i, di reotume ele
l ci.p 'i-< 11. c(,-;d med.iBa de p ata
n- Fv-"- <;' .tf 13J7.
MIltiEV iHUliL'HGTO ft)T \SS i. FOUCHEK
,.n iii i:n>n i'.a preparado- desappa
m: ;t_i iic i ivriii ule inov.taveis e Dem
c->>-
  • t. ui uD.nri d; suiuco, pj'cSo, taro
    t '.
    *.' (i *l u r n.idio con'ra as dores
    iL nawii >s, i X ,-.: I.K !T1V.> PIT3 UL DH II. FLON
    r a< d ..:.>-:.#. ;<* da ser o verdadeiro es-
    j c .-.m'f as i instipCtes, catir hos,
    n>; .;i'-i. -.Ihdj, tuses nervosas, coque
    iu-rv -<-.
    A.tai .-I n i$ br'pitaes de todos os pat-
    n* 'i* EW.pi.
    Plegr mos deMeynet
    Ai< i ti ifli.i .itconisado contra as en-
    li^i*, ev.iig 5, e todxS as mole-tias
    ::-i i 3; b atada contra as febeos atciuiii-
    t t.s a b.u sai i (uo agolo.
    AlG IltSE DL DIDISR
    siir Ri r itiI- a ai dures da
    fi. ,>*<,,i en usa raiaeto, nm
    * ti iiv.!-, o preserva o rno lia-
    A ..- r>; /',: hl.nai de Chamoin
    II / -.a ii n orpleto chh ico de mu
    .;>.' "i mi dic na. c q e ffr;inde
    : '' otra d ermijtr iiqq
    ii li -ii ;;:.( ti il ). nt s filiga os or
    11" : ;'> *. >:6res as m.-.:s iiituU
    - -' < i s r ofiveiaeni ,-s do
    J.-U, e itCO tu I : a>plx.rao.
    XAHOPE DE BROMURETO DE POTASS UH
    HKMRY MURE
    SeJadivo par excelteDew para o-trata-
    ment das molestias neivosrs, **ri[ens,
    R ! M
    ' .-
    ' - ,1
    I? beiia, p.ry dores de caberas, insonias, epilepsia, ma-
    ieslias d) cerebro e da esptia dorsal etc.
    JALEA DE OLEO FIIADO DE B\GALHAO KRO
    MATISADO DE TitEL.
    Faulita o uu de to precioso medica-
    meoto, visto seu goslo ag adivel. Utd as
    debilidades, molestias.escropbu.osas, do es-
    tomago, e os pi!mV's etc.
    Colorigfim Riganol.
    .1 ou
    Liquido regenerador da cor primitiva dos
    l cabellos
    Em menos de 8 da restitueaos cabello*
    sua i'6r primitiva sena nodoar a pelle, neta
    emporcabar a ronpa ; e sem o empreo de
    outra quaiquer subslan;ia.
    Pilulas de Crosuier anti ner
    valgicas
    Acceitas pelos m de Fram; contra a oervalgia, molestias do
    coracSo, dores agudas, feorea perniciosas e
    todas as molestias nervosas
    As mis fe familii
    l'ARINHA DENES1L5
    Alimento lctea para as crimeas e pessoas
    d< befe.
    A farinha ladea IVeslIe contem todas as
    partes nuintiv^s e p.eparado por urna
    combinarj de principios vericadjs pela
    siencia e pela pralica, de maiuia a olTere-
    cw aos meninos da tenra i.lade, e pessoas
    So ka nal cabello brame
    Tintura japone a,
    ' Dii pori'va'la p-.'la* faoitBiM 4*
    .-.iaociH. rricunhrfstd^ *U|ieriur a toda (raa lera p
    ja-twio at boje. Deposito principal a roa lulaia do Rode d. 51, 1' aniar, etn todas as bo
    ifw mu de cabelleireiro
    Verde Chrome.
    V.i \->? ern barris de 4 arrobis : a roa 4
    Mrquez de Olinda D. 40._____________________
    Aos jardinairos.
    A N..a E^peraoca aeaba de recebir tbejoaras
    esper.iaes para jariioeiroj, sao as raelhores que
    tana viudo o macado, a ellas ames que se ac-
    bem. _
    Merina francci a ISOO0 o
    mado,
    Acaba de chegar loja do Papagaio am bonito
    sortimento de merinos i* cares para vestidos, fa
    if oda larga, de ama > cor e de um tecido iotei
    lamente novo, teodo verde, azul lyrio, ro.a lyrio,
    cor de caf e amarello, as cores sao -muito bonitas,
    e de um p(Tiio brilhante em obra, e vaode.se
    pelo baratsimo preco-de dei tusiSes o covalo :
    d ra da Imperalriz n. 40, loja do Papafaio de
    Meudes A Carvalho. _________
    iOS PADRES
    A Nova E'peran?, ra Dbque de Calas n;
    63, qnem vend; as melh res meias de laia : a
    quantidade pequea, portanio ellas antes que
    se acabem.
    Machinas de costara.
    Chegaram ao Bazar ersal da rnaUniv
    Nova n. ii, om aoitimento del machinas
    EMPORIO COMMERCIAL
    i; ti DA IWEMTtlZ 15
    DE
    Ulyssas & Irmao
    Nesle j bem coobecido estabeleoimento encontrar o respeitavel pubco om poner
    de ludo por m idicos preros. e tendo seus proprietarios resohido liquidar alguns arligos
    de que se compe o mesmo eslabelecimento, vendeos por menjs do sea casto
    como SEJA
    pn costura, das me
    J k
    as segnintes casas : rna do Padre Nobr^ga' n. 4 ;
    ra do Passo da Patria n. 1 ; beco do Caldeireiro
    d. 2. ra d)s Guara-apes d. II : a tratar com o
    c inimeOdador Ta A
    M-RA DUQUE DS CAXIAAS-43
    A M.VGNOLIA, tem recebida por lodos os vapo-
    res, variedades de objecios de moda e pbantasia,
    e pelo grande sorlimento que tem chama a alien-
    cao do publico e especialroenlu a di b -lio exo,
    ali n de visitarem na e dVlu aahirom prvidos d'a-
    iracas e valcluiinariis um op'imo alim:ntj ^f'JRJS^S. ..a1. -.!t*
    A MaGNOL'a nao v^ne caro, qu-Iqner lucro
    Iha saiisai, todo o scu Ii i servir bem, para
    existe na amcrica, d-s qoaes mudas jA s3<
    seas antores, [como
    son, Grover & Boka,
    Impenaes e ouiras
    a deverao agradar aos
    bem conbecids pelo
    sejam : Welier & W
    S lenciosas, Weed i
    mtiitis que com a vis
    compra lores.
    Estas machinas tem a vantagem de fazer
    o trar.alhe qne trio
    fazer diariamen'e e
    f i;3o como a< maia
    Garante-se a ua boa
    a trabalhar com pe^
    hora, e s presos
    devero agradar aos p
    de n'<'ri(;5'i cap>z de restaurar as faifas em
    pouco teoipo e favorecer o deseuvolvimen-
    lo daB criancaj dan lo be robustez
    Essa farinba prelenvel a todas as oolras
    e aioda ntilisada na cura das molettias do
    cV.csti i0 e estomago, como um excelienle
    fnico reslauradar.
    UulO Gepasito na pharmacia e drogada
    Bartoolomeu C. roa Lrga do Ita^ario
    n.3i,
    NOVO ARMAZE DE FAZEIDAS
    COM
    GRANDE 0FF1C1NA DE ALFAIATE
    ) 'ir i pelo bem eonhecide
    Sustento m
    PELA VERDa
    hores qual dades que
    costnreiras podem
    |PMcl com tanta per-
    pereitas co>tureiras.
    qciiidade e ensica-se
    ieaoem menos de tima
    ) 13o commodos que
    elendentes,
    t:>unitivo da
    m\y.\ frinra
    A, DnBarlr} ''Arabia
    Os abaixo assign^rio a? u srtente a seus fre
    Garrafas de vidro Bacarat para vinbo a
    o*, U e 7(5000 o par.
    Compoteiras a 65 e 70000 o par.
    Copos de vidro lino para agua a 4,5 e
    40200 a doza.
    Clices de vidro de cor fioo para viDbo
    a 20000.
    Meios apparetbos de lom;a ingleza fina
    para janar por 505000.
    Pratos e diversas pegjs avulaas qoe se
    vende b ralo.
    Jarros para flores de 33 a 153000 o
    par.
    Clices de vidro fino para licor a #800
    a dnzta.
    Vidros de ehamin para candieiro a 23200
    e .-Sioo a duzia.
    Giobos para candieiro a 13000 e 13800
    cada um.
    Bonitas qnarlinhas bamborguezas a 43000
    e 43i00 o par.
    Escarradeiras de vidro a 33000 o par.
    Ponhos de linho para camisa a 93000 a
    duzia.
    Coarinhos de linho para camisa a 60 a
    dnzia.
    Anq ninas de crina para ere ancas e se-
    nboras, de 30 a 40000.
    Cortes de cambraia branca decorlo com
    8 i/i varas a 3500.
    Froohas de crivo a 500 rs. urna.
    Cortes de castor para cal?aa 10280.
    Algodao de lista a 260 rs. o covado
    Co'sas branca adamascabas grandes a
    30000.
    Cobertas de chita grandes a 20400.
    Superior brim de Harobnrgo de linho c na
    10 palmos de largura a 20800 a vara.
    Bonitas frocteiraa c >ro sab metes de frac-
    tas, proprian para presente a 40OOtr.
    Lindos lrvros com extracto* e saboneta
    a 23-oiX) e 45000 p-a preenle.
    Oleo philocme a 600 rs. o frasee, e
    Bonitos candieiros de jarro a 160000 um. nanitas oulras'perfumarias que se vfnde ba-
    (!is;.iiic o mestre
    Sua io J
    CFft/! ?IJ
    m
    -
    .-. lo rC acabam dj abrir e-te novo estabelecimento e pedem a
    ' : 1 : ]'" : :on| ara completo e sempre
    'j -' >':- !' J ,; '' doresas mw\ mordenasda turupa, ybUados. gr-
    No jesmo ha complete
    ^as e hambnrgoezas, e
    '.ico-i, afina de acreditar este novo armazem.
    <'. t-.MH do tod-.s as cores e quali,des. No
    f-'. idis fraocezas, inglesas, allemes, suissa
    :
    r
    bi'JliiSSi]!)
    ?]>a Vista
    TI
    I .l I
    *> tzma -'- emperatrizt';' I
    i! fu -o las fi.-ias
    ia : ;- d sediobas,]
    alpa 1 ivradas e i.'e
    1 '. '. seda, la miabas,!
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    .: uto rgn para i
    - 1 a m a a .
    1 viagem a
    ftid -:". 10 rs.
    v>t 1 bran;o emn 18
    71, d.lua con 4i melroi
    .-';, algodao marca
    odo grande e variado sor ti-
    Travs ,
    Q

    is.--: cS. a nii'i.iii m") ?, r tip-is filas,
    fcr (os que na > m n
    s- : -i i ( r i-tatoqaecm c-atra
    * i
    F-i: A & LE5SA
    Vende-sai irh.n vapcres locorajveis ga de 2 :t. \ e. eavil i ;, ii-c-s, pedras
    ier milito, arreos p^a carro nsra dous c-
    valos com retranca.
    aV
    AllLLIall i-*
    m
    A Turquesa
    ' i ird-d.s.
    ~4' i-t- (ir-1 -
    !t- a .i-Q'n-.?*
    i""1! .- t
    i*- -<" minias da liad cores para
    A' raa a%ft*rii la V.cloiia n. P, amiga ra
    Kcv.
    S Ra (io Bom Ji sus u. 55
    0 Vendem
    m
    m
    auguientar a freguezia e vender mailo.
    A MAGNOLIA do glande sorlimento que tem
    podia faer um pomposa annuncio, e dizer muito
    mas n.. ; limita-se smeme a annuntiar os ob-
    jeclos segniotes :
    Bonitas cami-iobas e ponlni borlados para se-
    nhora.
    Chapeos de velludo e palha de Italia modernos e
    de gasto paraseuhora.
    Lagos de seda para cabsga e pito (noviiade.)
    Lindas fivelas de madreperola.
    Cintos modernos para senhora.
    Lequesdy madre, croia, rrarflm, osso, sndalo e
    madeira.
    Meios aderegis pretos, cacoletas, voltas e eruze?,
    go-los modernos.
    Ricos enxovaes para bsplisado.
    Chap is de sol para seabera, ricamente eufei-
    lados.
    Biolias capellas com veo e sem elle, proprias
    para n'iivas.
    Escalhilo sortimento de bolSe* de larangeiras
    para enleites d^ vestido de casamento
    Lmha de t >d .s os onmeros para croch.
    Rico s irtimento a fl >re da cores e prelas para
    chapeo e esbelto.
    Hijos pon j >ias, port cartoes de visita?, porl-rao-
    ney, prupiios para fazer presentes.
    Lindas livriabos pura rri-sa, com capa de mar-
    lim.
    Chapeos de sol ing!ez?s, cabos de marfim, e ben
    * galas do caua cooi cabo de rnarfim.
    T-.petes avellj-ladus d diversos tamanhos.
    Dito? d cuca pira portas de sala de diversas '.a
    manlms,
    Ricos sapatos le laa, bordados, em (alagare,)..
    Liadas almeladas para sof.
    As floristas,
    A MAGNOLIA recebeu pelo alti-ii-. vapor oqoe
    o Srs. fl.ri;tas precisaran para fabricar flores,
    coma sejam :
    Pe'l.lhn de varias cores.
    Bagus de vidros de divoisos modellos e la-
    maiihif.
    Oiras para mal-me-qaeros ecravos.
    Clice* para losas.
    B'gas di.oradas para fleres.
    F.i'lus verdes e pretas encralas sortidas ei
    larcanhos e feitios e..c. -te.
    Pomada alpaca.
    e=le (Xlenle privativo da queda dos cabej.
    los, e mu lo apreciada por aquelles qoe a conhe-
    cem, recebeu a Magaolis pequea qaanlilade; a
    eila anles que >e acab-*.
    Pees a Rocambole.
    Realmente sao muilo eogracados esses peoe3 I
    engeobosa e -di-trahe tooito esta nova mveogao
    S na Magnolia, rrii Duque de Calta n. 43.
    C:\NDIEil\Oa ECONMICOS.
    Os candieiros ec.nomico?, sao na verdade de
    invencao agradavel, priva a quera desejar embel-
    lezar urna sala de fazer duas despezar pos que
    tirando-se-lhs o depc-in onde se conserva o gaz.
    torna se um lindo jarro nara Ibres.
    Todos eses artigo< s se encontrara na Magno-
    lia, os seus correspondentes primam em goslo ; e
    para que esse3 objeclo3 tenham maita extracio,
    elles reccmmend^m aos seos proprietarios qoe se-
    jira mdicos nos presos e agraden) muito aos fre-
    gu-zes.
    guezes, que pelo vapoi
    Jegun ta remessa d't:;
    uso muilo se recommi r
    soas debe's e convales:
    ibecida vantagem na
    nausea do estomago,
    jahor.UDiricoa outra qu
    og / i.n-Pl.ii'i receberarr
    fX'-'lente farinha, cujr
    la |iara as riangas, pes-
    m -. tppliesas cora reco-
    eunli0*fSei, diarrheas
    toase, ccarro de sangue
    phlhysic, etc. etc. Pref.ia i.inda pelo agradave
    ilqu- r.
    EBFcSt5
    rna do P.onfnifrslon. lo, ecript
    rio de Jos Joaqui
    n da Costa Mria, en
    m
    fie
    r-3
    do
    j-M
    n. 25.
    po
    F-rro gavaluisi-do em f pira te-
    A Talqueza

    Leitf condnsalo.
    Cognac Marllneau.
    V de R>'rdeo; en esixas
    Tommard
    Volroiy 1
    ii3ut Patena
    Panillac
    Vinho do Rheno :
    Scharlachberger
    Kisiesbetmer Berg
    llocbkeimer Beig
    Marco Crumer ansese
    Kauenthaler B.>rg
    S'einberg^r Cfbinet.
    0
    I
    0
    AMAGNOLU
    45Ra Duque de Capias45
    DE
    i.eil'o, Fouseca A comp.
    Veode-se bom passaros cantadores
    rei'.a ti. 3, i* andar.
    na ra Di-
    1
    V,
    1 O muzeu elogaute acaba de despachar o qne ba
    da mai3 moderno era veos pretos de blonde, mantas
    . W& SK R S VQMQ Preta' e maatiihas brasileiraa as ms modaroas,
    Vo:"b-'i i'. : rr\f\ t vm\rk tambeoa receben grande sortiroento de franjas
    ' riada ?. 14/000. 5UU ; SI 6 l5bUU : prelas e de crc-s toda de seda, coques e diade
    IMm j aaaaate**!***! lardada 503. Grcsdenaple preto muito b--a fazeoda pelo dimi- e versos obieclos da moda, e esto vendeudo
    I--wi ti*- n" P^C'1 '1 f'W e 160, na loja das 6 portas em mit0 biral0 rna estreita do Rosario n 1.
    A* ra > Bario da Victoria n. 9. amiga roa fren'- doLivramnto, esta se acabando.
    H>T.
    Vl-h.!' urna casa no Caxaoga, arromada,
    \Vt,4e-s* rfua- ca-a> em Oiiiu, em ehaosconfronte a gieja, para se fazer um bora predio
    familia,] com 50 palmos de frente, quintal bastante gran-
    itra naide, qu v^i jar ao ri >. coro um bom caes mu-
    ft jTi-'*', enm e imai- I > 'uffli'ieote para
    wm- TT oa ru\ 4o Arjibe n. 17, e ool
    rao i 1 Istpjrafrsi. 5, i* andar.
    rajo, poru para o rio e com arvores de frncto
    a tratar na ra do Duque de Calas n. 37.
    Vende-se coquee de diversos formatos e cores
    do Bazar Victoria ; roa do Baro da Vctor io nu-
    muero 1
    SE
    aoahorea cortes de seda preta adamascada com pequeo toque de mofo pelo baratissimo pre?o de 200, 250 e
    \g 3U0JOO o certa.
    Grosdeaaplea de seda pretos, largos, a 43600, 20, 20500 e 30000 o covado.
    Dita* dito dito cora listas assetinadas a 23800, 30, 33500 e 40000 o covado.
    GMgari-de seda prelo a 33500, 43, 43500 e 5300C o covado.
    lao d:to dito muito superior a 63, 60500, 70, 70500 e 80000 o covado.
    ni s e mautiobas brasilinas de superior qualidade.
    Fil pr ta iiso e com flores.
    G autrai muitas fazendas prelas proprias para a quaresma, havendo grande e variada sortiaento para os com-
    pradores asooiberem.
    FU ras V.iawlro de Marco (outr'ora do Caespo) n. 18, loja das Colatorias, de Antonio Correa de Vas-
    cooce"!.
    contra-se para.vr commodos
    precos :
    Azulejos hespanles.
    Fdhas de ferro (alvaoizado para telha-
    do de diversos tammhos.
    Ditas de dito dilo lizas.
    Bicas de ferro g tlvanizado.
    SB Cumieiras dito.
    9 Portadas completas para csnlaria.
    M LadnilMs.
    mi mm
    Grande quantidade de arandellas para
    dependorar a parede, de 10500 a 23000
    cada urna.
    Temos di bandejas a 70000
    Palileiros de poreellana branca de 13000
    a 20000 cada um.
    Lava mSo de zinco a 40500 um.
    A'godo inglez para ronpa de esetavo e
    saceos a 3*0 a jarda.
    Tpeles avellodadcs para quatro cadeiras
    a 250000.
    Um grande espelho moldura duorada por
    800000.
    Lindos aibuns para retratos a 1030 O
    cada nm.
    Bonitos chapeos de velludo para senhora
    a 103 e 120000.
    Aberturas de linho para camisa a !03f00
    a duzia.
    rato, como sea r jabonetes finos a 13200 e
    23000 a duzia.
    Chapos para baplisadode crianca a 203Of
    e 30510.
    Coques para cabello a 2000.
    Cadarzo t raneo a 360 rs. a dozia.
    Dito t'aac do largo a 140 rs. a peca com
    4 taras.
    Caita de pspe' amisade a 700 rs.
    Dita de 100 envelopes a 400 rs.
    Duzia de pentes para alisar a 10600.
    I08O-e 20000.
    Bonitos chapaos ce palha eom aba f rra-
    da, para homotn a 43000 e para menino
    30000
    Sonimenlo de meias para homens, senbo
    ras e triancas, e mu ios ortros artigos qoe
    deix-mos de mmcionar, e qne igoalmente
    vendemos por pregos oomodos.

    Bonitos port* bit).ne ?.
    Lindissimos leques de madreperola mollea in-
    telramente noves.
    CorliDados bordado?.
    Camisas bordadas pa a homem,
    Finas moias de seda jara soohora,
    A Nova Kspfrae ?a auem lem
    DESAPPARE^ AM AS SARDAS
    A Nova Esperaoca i. ra d D-ique de Cixias
    o. 63, acaba de recet-r o bem cinheci.1i leite
    de roa b-anee, e tamOem lette virginal) os uae
    fasem o>sapparecer as ardas on pannos.
    A Magnolia, roa Duque de Cnx'ao p. 4.*, rece
    leu um grabdd sertim:
    dorco qne ba, e v n
    ra iinalqnpr parte.
    Choc-.l-
    Vende-se chocolate
    i Marcuez de ()linHa 10.
    t9 Meoier.
    lenier de sauio :
    Drposi;o do gz
    Em pepenas e gracd?s poreSes, marea Dev.aes.
    ) mi do Apollo n. 4,)
    &C.
    enlcaa Joao do R-'go Lima
    Es;jec
    Vinho do Porto o m Ihor a desejar, em barris
    1e 10- e 20*: vende-se
    Primo, ra do Vigaric
    babadinh
    A Agoia Branca r
    30, rtcebeu novamente
    iremeios e babsdiuhos
    de sera conbecida por
    dirigir-se a dita loja.
    A verdadira cerveji
    deira, de superior qual
    & C, armazem da ra
    eio de coques o mais mo-
    por menos do qne em en
    na rna
    ialidade.
    no escnp.ono
    n. 17.
    de Soare
    Bonitos e inc) eiitrsmeios e
    os bi*rdado3
    a do Daqne de l^axias n.
    nm bom sortimento de en-
    bnrdados, cuja saperiorila-
    [juem os qaixer comprar e
    1\
    da Baviera, marca ban
    dad1, vendem Tasso Irmaos
    do A norira n. 37.
    Cerveja Verdadira e superior : venda nos armaiens
    de Tasso Irmos A C.
    CHAMPAGNE
    Marca Cbs Fare
    O deposito d'aqoella marca acha-so actualmen-
    te na ra do Bom Jesns, autiga ra da Cruz n.
    ii, I- andar.__________________________
    Vende-se a pes^e de um terreno forein com
    algumas bemfeitorias na Capunga. ra da Araita
    de ; a tratar na ra da Senzalta Velha b. 84.
    E' pechincha
    Cobertores de Isa eseuros a 2/000 cada om,
    s na roa do Crespo o. 20, loja de Guilherme
    Carneifo da Cinba & C.
    Farinha de mandioca
    Superior e o nito propria para mesa, em barri-
    ricas de far'nha de trigo ; a 11*000 rs. a barrica:
    nos rmain< de Tasso rmios & C.
    Terreno e casa
    Vende-se por prQo muito barato um terreno
    com 400 palmos de frente e 330 de fundo, com
    casa pequea de pedra e cal, em Bebsribe de
    Baixo on Fundi, na rus de Olinda, vende-se com
    o terreno qoe o pretndeme quizer, e lambem se
    retalha no mesmo logir 760 pa'mos cr m 330 de
    fondo, o melhor terreno do Idgar e vende-se ba-
    rato por precisio : a tratar com Miguel Ferreira
    Carneiro, nos dias uteis & raa estrefta do Ro'srio
    o. 41, loja, e nos dominios no Fnndio, rna da
    Esperanza.___________^______
    Aossenbores de engenho.
    Potsss* smericans reeenteaiente ehegsls, mnito
    propria para puriflesr sssncsr, e Vttde-se mais
    barato do qne era ouirs parte : na ros do Apolle
    B. e no caes II de novembro n. I
    O EMPORIO COMMERCIAL eacarrega-se da factura de ronpa por medida, e capri-
    cha em bim servir aos freguezes, tanto no comprimento de seos tratos, como na bos
    qualidade de fazendas e Modicidad de precos.
    PECHINCHAS DE MJP FE1TA
    0 EMPORIO CrMMRRCFAL vende paletnls fraqna de cas-mira fi;ia bem acibdo
    a 183000, 05000 e 220000. Paietts saceos de casemira preta e de cores de 730CO a
    120000. Ditos de merino prilo de 70 a I0"000. Calcas de casemira preta e de co-
    res de G0 a 120000 cada uro'. Golletes de casemira do 30 a 40000. Calcas de brim
    muito bem feitas de 23-'00 a 85000. PaletoU de alpaca Ona de cores, branco e preto
    a 20500 cada um. Cequias de linho a 2JS00, e.de cretone 13600 cada urna. Cai-
    ga de castor a 13700 ; superiores pannos finos, casemiras e brins.
    EMPORIO C'?M1IE3.CIAL
    15 Ra da Imperatris 15
    MWm MIU8
    i-"
    ^T-, ^r,r
    mi
    Gran le radncQao em presos
    Ka loja de Antonio Pedro de 80112a Soares, na rna do
    Bar&o da Victoria n. 28, outr^ra ra Nova
    MODAS
    a 13
    G3.0
    5300O
    23200
    23000
    Coques de trancas o que tem vio
    do de mais gOito a 50003 e
    Mucosos leques de sndalo com
    lanlej ulas a......
    Ditos a imitif) com lantejorjlas a
    Aderecos pretos com camafeo (no-
    yidadf) a ,.....
    Voltas ou aljofres pretos e de co-
    re: a 5 0,800 rs. e .
    Ricos enfettes de blond e fljies
    para* cabeca a......63000
    Gravatinbas de seda com franja
    para senbora a.....10OAO
    Franja de seda preta estreitae larga
    dem idem de cores peca a 33000
    Giles de sda de-cores a800rs.
    10500 e.......20000
    Lavas de pellica preta e de cores
    o par 500 rs., 13000, 2-5000 e 30300
    Transparentes com paisagens para
    janellasa.......I20OCO
    Bicco de sida prelo e branco peca
    de 43000 a......70000
    MIUDEZAS
    ntremelos e babados tapados e
    transparentes a peca de 600 rs. a 330CO
    Pecas de trancas de cores de 120 a 400
    Caixas de linha do gaz de cores a rs 800
    Dnzia de pecas de trancas de cara-
    col a rs........ 400
    dem idem lisas a rs, 20G
    Bengalas de canoa e junco a 10 e 30000
    Cai>;a de papel amizade muito
    superior a rs...... 700
    Idem idem de cores a rs 700
    dem idem de quadriobos a rs. 610
    Caixas de envelopes finos de por-
    celana ars....... 800
    dem idem a rs. 400 e 500
    dem de rennas a rs. 500, 800 e 13000
    Abotuaduras para collete grande
    variedade ars. 200
    dem idem de crystal a 10000
    dem douradas para ponhos a rs. 500
    Duzia de baralbos francezes boi-
    ra donrada a...... 30600
    lilas de pares de meias psra ho-
    meos a 30500, 50000 e 60000
    de
    dem idem para senioras
    53J rs e.....
    Duzis df talberes com cabo
    osso 2 B a ......
    Di'a de ditos cravados ( barata-
    sime) a 20000e .
    Garrafa de, tinta roxa extra fina a
    Potes de dita iagleza a rs. 100 e
    10000 Estampas de combates da guerra
    franco-prnssiana a .
    Cartoes com retroz de todas as
    cores a rs.......
    70000
    50500
    20600
    13000
    160
    10000
    40
    PERFUMARAS
    R sas com extracto a 1080o
    Frasco com extracto inglez muilo
    superior a......10000
    dem rom dito !; manga muito su-
    perior a.......10200
    Agua da florida verdadira, gar-
    rafa a........10200
    dem kananga doJapSoa 10200
    Banha ingleza em frascos e potes
    de poreellana a ". 10000
    dem idem a rs...... 500
    Macos de sabonetes inglezes muito
    bons a rs........ 600
    Sabonetes de anpndoa muito su-
    periores a :s...... 300
    Cosmelique de cores a rs. 100
    Pacotes com pos de arroz fino
    a 31)0, 400 e..... 500
    Caixas com dito muito fino ka-
    nanga a........ 10500
    Frasco com oleo oriza verdadeiro a 10200
    Frasco de oleo philocome verda-
    deiro a........ 10200
    Dilo de dito antique moito supe-
    rior a rs. 320 e *00
    Galera dos grandes bomens cada
    estatua com um frasco de ex-
    tracto a.......20000
    Frascos com ?gua de cologn a r.
    500, 10000 e.....10600
    Garrafas com dita o qoe ba de me-
    lhor a 30000 e.....40000
    Elegantes caixiobas com extractos
    e sobonetes. ......
    BRINQUE DOS PIBA CMANCJ-S
    Bonecas de louca, massa, cera de lodos os laminos, tambares, cosmoramis, car-
    riohos, gaitas, soldados de chombo e moitos ootros objectos que por se tornar dema-
    siado longo deixo de mencionar.
    . 28 Ra do Barao da Tiotoria N. 28



    i




    T""*
    4
    riari da Paa-iiamtuc Tei\a ieia 2 4* Marqo I* !8t2
    GftAN B
    LIQUtDACAO
    DE
    fvahs prelas c de cores
    NO
    BAZAR NACIONAL
    4a laaaperatrl* u 7
    IK
    LOURENC 1PEREIRA M.GuTMARAES.
    Vende-se:
    Garles de casemira preta para calca a
    uno, 44 54000.
    Pasas prcto paracalcas e pa'nls a 15C0
    *. #500. 3| a 4-5000 o covadj.
    Grosdanapie preto p ra vestidos a 800,
    21000. 2(600 e 3|000 o covado.
    ROUPA FEITA PRETA
    7*000
    > de casemira preta a 1*000, 0*000
    ajDoo.
    Pa'itols de panno prelo a "009,
    10*600.
    fuetes de casemira prela a 3o, 3*300
    eWOOO.
    Palis de alpaca rrtta 3(5, 3*500 e
    M
    C hita* a ZOO rs o corado
    Veade-se:
    Chitas -ao eras largas a 00, 320 e 360
    rs. o covado.
    Rjscai'.iabos aa Balan proprios para ves-
    im e roopas para aenim-s a 3-20 e 300 rs.
    cavado.
    LAASLNHAS A 100 RS. O COVADO
    Veade-se:
    Uaunbas para vestida! a (CO, 200, 320
    WO rs. o cavado.
    A'pac s de listras de cores p3ra ves idos
    a 500 e 0*0 rs. o ccva.io.
    Das em aaadroa de s-la fazend? nova
    a 000 rs. n covado.
    MADAPuLO A 3*000 A PECA
    Veade-se:
    Pecas de madap lio enfestado a 3*000,
    i000, 5*000 5*500, OJ-.OJ c 8 n 00.
    ALG jAO BARATO A 3*000.
    Vate-: e pecas .Je algolo a 35, *, W
    i 0000.
    CORTES DS BRIM D CORA l*>00.
    Veaae-.e:
    Cortes Je orino de cor para caiga a 1*5Oo
    - foto.
    Ditos de ganga a I -$000. Ditos de bi im
    ardo a lxOO, 1*800 e *)00.
    CHALES lib LA A 1*000.
    Vende-se chales 1*000. Ditos de meiiu estampadas a 2*,
    4 a 1*000.
    Canaaraii lisa a 3&000
    Vende-se pecas de camr-raia lisa p;ra
    viudos a 3*. i* 5*000.
    Dtas de cambraia Vicloiia a 3*500,
    i*500 e 5J00O
    BRAMANTE DB L1NHO A 2*500
    Vaadc se hramntede linbo milito largo
    a 2*500 o me.ro. E nutra. muilas fazendas
    ;oe se ende maito barato.
    Liq uHa^odr ont s
    XO
    Bazar Nacional
    Ra da mperatriz n. 72
    wmm-wm-ummM
    A FJor da Moda
    i; 1SCA da iuperatri:13 A
    .n 1SDE v iu ak
    e aecfcm-tia para a emana san'.a.
    lieM e ittia enfeuaJ s cataquiohos
    > gr *den*iole3 prela para 10, 15*,
    34 e 25Oao: narati-im) vista da
    fawdi, caes antes qoe s acabem t
    CoBfilei] .irtitaaoto de gro*deoapjlf
    0rforao preta para iodos os prego e
    aaliiaA-, e ;atrn maitos irtigos. de
    |TU> e aaatfasia proprios para o mesmo
    aa, fue aaiini pr presos inteira-
    feas ^oe uuta.
    S ata Flor 4a M./d *. raa da Impera-
    MialU.
    0 ?apor das novidades
    Ro da mperatriz n. 36.
    Par* e*te esUfeciroento chefou pelo ultimo va-
    por da Europa ama iofltkiade de ohj^eroa que
    sua elegancia, novidade, anuo se recommend
    as Ex roas. Sras, que gostam do que bom, as
    ]uies se vendem per precos admiraveltnenle re
    snmidos, como e-jaro :
    Completo sortinoent de franjas prelas e de co-
    re?.
    Mannlhas de fil de seda o que ha de melhor a
    8*500.
    Diademas de alta novidade.
    Redes para cabello, o qne ba de mais moderno.
    . Lavas de pellica brancas e de cures.
    Ditas de redes cora dedos e sem clies,
    BotSes de velludo preto e ee setim, de cures e
    pretas.
    Cassoletas grandes de mnko gosto
    Fil de seda muito boa qiulidade a 1 1*800 e
    JioOO o covade.
    Grande sorttmento do fl)res de cores e pretas.
    Modernsimos coques a imltacao de cabellos.
    Quadros para retracto a 240.
    Leque pretos e de grande pbantazia.
    Ditos maifim, madreperola e saadalo.
    Ditos a imitaco de marfim prlo prego de i.
    Duila de linda de carretel de 200 jardas n. O
    a 700.
    Benitas sexlinhas para meninas.
    Modernas bohinhas para seoboras
    E um sem numero de cbjeclos de ptima qua-
    lidade que ;e vendem por presos admiraveis.
    Perfamarias de escolbidos fabrlcaotes.
    Na leja do Vpor das Novi taues, ra da Irape
    rairiz n. 56, de S l.-ii.-i < & Oliveira.
    Ub as de madr pero a
    Ch^peliiias pretas
    A NOVA ESPERAK^A roa do Dnque de Castas
    atlia unqne ae CaxiSS n a> 60, acab.i de receber ama pequea quaotiade
    OOtlIas n&lezas para meninas. | > bonitas charvlraas pretas prvprias para lulo
    A loja d'Ania Branca Toa Doque de Cax.as [f]^0 <*ae d mlbor lem SM** mt-
    o. 50 rfcebeu por amisira orna pequea quanti-i -\
    Jade de botinas de niatrlqtrn com borracha o I A I nTlf| TlQT'J f*ai'1^Q a"ne r
    lado obra aai ba para ntaiau. para que te-,*""1"1^113 P** reirttlB C
    nham prompu sabida a Aguia Branca esta ven- A NOVA* ESPERAXCA roa do Duqne de Ca-1 Y?'1? dour*: fDr* d" "T" f0rt\
    dendo-as baratamente. x.as n. 60, recebeu boai surtimnio de albnns cem i 52225J20" '0ras ex,'r'le",,', P"*
    ! msica e sem (Um. PfMtfs.
    Ouarnicoes de lagos cora broches e gran)pus.
    Bonitas Tranjas pretas.
    Peneii\ s de aWTtie
    A Aguia Branca roa do Dnqn de Caxias r.[ Na ra do Marjuer d* Oindn, Un d- 'r-r^ctr.%
    M, acaba de r-.-ober : i i. retv beu o'ticurernie nm cmbUi,, -, riRto-
    Licdos adere?, s de madrepereH. w das referidas pedirs, proutoiWhV rw?, ,, 3-
    Modernos e--.rapos de dita. BaCoes e padnriss, sea pre.-o :, a*... ,=.,,, ,
    Fivellas do da maicres e meo res par pnlceira?. nossive'.
    cabellle;; ttr. i------
    CoraySes i-u me Jaibas de lita cora ATftJTl
    S ni a o en ti ie
    Inico especial contra acaWice AOS (OS H11 DRltotS
    Com um bellu ortiraent de perfomaria qne a **"*"* w.w*o u*Xi lJC&xlIA/l/O
    Aguia Branca acaba de reetber veio rarrbemo: pj,\
    Loja de Paulo Guiuiares
    S
    s
    s
    n
    n
    2S1I3M0
    i anf m't* : nao sobrade de ciu andar e
    4aarea Vsscnd de lupariia (outr'wa
    a^Asg, arsazeta n. lo oa mesma raa aeina:
    t poden dirigir t raa da Aurora,
    **f,osd "*-*ii i* etir-ioimeotos pre-
    Recreio estomachico!
    nharos freguez-'s e amig s
    uvi hem u que vos digo,
    Suita ail-tifao, poi*, vo* pego,
    morque a aonuciar ja cornejo :
    r-itguas seccu muito aovas,
    3rvilh.is, Conservas, ovas,
    napoca, arroz, sal lino,
    cstras,queljo londrino,
    Jcalanie, rafe, fejao,
    o jo-1'.-> mac.irro I
    ~ap, bages, peixe em latas,
    Homaie era msssa. btalas,
    ngleza ^nbra lina,
    sarmelada grnnina I
    rO cada fructas. azeite,
    lagtbos, amendoas e Itite;
    Hondaho fin, aletria,
    onde o sab-jr se aprecia I
    ozjs, massa de srg,
    o bom d e de caj ;
    velaos, tinas leotiihas,
    aaras, peitoraes pasthss.
    gato, ditee de arag,
    >lj.far mui floo cb,
    a^tai i i val nesta cidade,
    * eaj s.bor raridade I
    Saoteiga lina, cacao,
    oces, gelas, bcalbo,
    os presuntos procurados,
    3'maraes to desejado?.
    >renques e flno vinbo,
    auito novo o bom eomrob?.
    oaios, alrtos, queijo prato.
    o bom fcijao carrapato,
    y-alr.] jii. ameixas, surdinhas,
    asovas ceblas, bolachinhas,
    >zeitonas, mdlho mgiez,
    ariradi desia vez I
    fanc, pois, do que temos,
    > ludes chamar podemos I
    ge Minas queijo, champagne,
    o vinagre, a (ioa hacha :
    i.nda mais ; temos licores,
    scuita finos e de sabores ;
    assas, cerv?ja, sabo,
    arvaloce e salpica",
    refinado assucar, s,
    >raruta floa ero p I
    aos charutos regaba
    o seu cheiro atbro*ii f
    =>azoes estas, s porque,
    So devo massan e -er,
    ruia vez que o raeu fim,
    aspsmo neste teropo ruim,
    . gg vender muito barato,
    xidente, e a tjdos grato t
    ora, pois, c os espero
    .i-iretn ver com que esmero,
    Breara c um Bazar-
    zo intuito de agradar
    -3od< quanto oa entrarem,
    a qie dos gneros comprarem,
    que espera aconte?" :
    oda mais que appeteca
    "^ado do dito Bazar,
    Aguia Branca acaba de reciber veio larrbemo-
    apreciadoSmaccooecujo iroveitaso effiiio
    bem conhecido por quaotos o tem asado e ser
    ainda mais por aquelles que necessitam de sua
    utilidade. O continuado aso do S^acomedo' uranae sortimento de paliiots de todas
    bom resoltado de impedir a queda dos cabellos, I as qualidatles os quaes se vende por prcos
    faze los renascer e conservar o nbnlbo natural' baraUssiinos, e cora especiadade de alpaca
    alero de qoe sen od-ir mais agradavel qne don- nroi, n rfn m____Y *
    tro qualqoer losico continua a ser vendido na! cja P 6 e cor.-PropnuS paa atdar em
    :da Aguia Branca.
    Leile de rosas brancas
    Ex ee I lente para acabar com as sardas, pannos e
    espinhas no roalo.
    Vende se a Si o fra-co, na loja da Aguia Branca
    rna Doque de Casi** n. H&,
    Bonitas caixas rom perfumaras
    proprias p; ra presentes
    Vendem-se na Pji o'Aguia Branca a roa Duque
    de Caxias n. 50.
    Agua Florida.
    Acaba 1e<-h tl< rida de Oui.-'ain paia tiogir de preto es ca-
    berlos brancoH. O u,o ^abem es que ten? osado
    dessa aprecia!a gua, o s. u tfTeilono instifal-
    neo por'n seu re-uado segiroe rfiBcaz. Che-
    gou tan bem a agua de TYpasio pan o mcsrrofim,
    e continuam a ser vendidas a 7 r fraseo na leja
    d'.Agaia Branca ru* d Duque de Caxia- o. 90.
    Molduras dros
    Na loja d' A guia llr.n-a a ra Dnqoe de Cixias
    n. 50 vende se molduras dourada. t m ii iT^rentes
    Moldes e larguras, e por preco cotcmr-d .
    Ga!5es pretos com b' tu s deseoh >>.
    Hicos ptt l.i. d-' d ITei-.-i ie- lareuiat.
    B"Dit's coque grande* de tranca.
    fl
    Ven te se >-ixe vivo J^ v.vyo.. < da> qnar-
    la, qu.nta o ,-\'-. h- a
    I peixe vivo, na quinta feira des e s -". h '..
    toatihia>-2 ,i.i | xU ; r .para qna ipii-r n..rl rf ,,,_ ra rn ,t. > v .
    : n. '.H. fiy /< i dts A'ofadu.
    i
    iasa.
    Palitots d'alpaca sobrecasacos e saceos a
    2*000 e 2S0O. '
    Ditos de merino sobrecasacos e saceos a
    4* 00 e 60C0.
    Ditos de pmnj Hno sobrecaFacos e saceos
    le o* a !6,jO0O.
    Ditos de di'ersasquali'iades sobrecasacos
    e saceos de IfJOOi a 65000.
    Calcas de casemira preta de 4* 16*000.
    Ditas da brim deefirt-s deoO is a 2*000
    SLantilhae, veos e bas-
    quinas.
    Amaral, Nabuco & 0 vende manlilba* brasi-
    leira, vi e h.is-jtiiim de fi de soda man bem
    enfeiiyfjs que ba u_> mercada, sao ebegados no
    altimo vaper.
    i a a quartsma
    Franjas, trancis. botOes pretos; vendem s^ na' V
    NOVA ESPBRAXGA roa do Duque de Caxias I4-
    e. 60.
    AO ARMAZrjM
    no
    WiWl 98MIQB3S
    ua di Barao da Vil tuna
    T.Oatr'.T,'! ni. Koni-S! 7
    v-mpre novo sorlirr.ettos-
    Calcado fraie^z
    e 1*800
    Fazend
    Grosdenaple preto si puior
    53t'('Q o covado.
    Seda preta labrada a 2*0^0 o covado
    Mrireantiqne prr-to a 2. 20t o retada
    Cbii.s pretas 320 ( 360 ra ocmaVto.
    Las prelas 300 t 100 rs o covado.
    Chitas escuras e ciaras ;i !6' e iOOis.
    n ciwado.
    C.sfroir.i preta 3*500 e i* 00o eotte
    remas le a(jo bico de lanc,*.acalca.
    BrSca"coni ,0penas a 40rs-na ,,ja d'Agoia| Offi'Miiii d'alflate
    Bonitas capelias com veos paral -^ntlan>-se fazer obras por medidas ftias
    r idebaixo da tirecco d'um perito mesire, ga-
    1101 vas- r"nte- se f zer muito mais barato do qoe tro
    Vendem se na loja o'Agnia Brsera a rua Daqne 0Djtra qnalquer parte
    de Caxias n. 0. TamDem se vendem separada- ,m,clr Kl.'
    mente bonitos veos ou manas bordadas para noi- m m-smo esUbelenmento se encuntrar?
    vas. e veos de cores para chapaos. um completo soniaento de fazendas, pro-
    Escura i Uta preta fina e larga. 'P"33 ara ^mm.
    Vende-se na loja a'Aguia Branca roa Daja
    de Caxias n 60,
    Botors
    Cobertos de erguio proprios jara carnizas, e por
    sua dura^ao pief-riveis um de ra.drepcroia.
    Vtnde se aa loja o'Agua Branca.
    Caixinhas com 3 sabonetes finos
    a t, 1*100 e l/oOO a caixa.
    Vende -e na loja d'Agoia Branca.
    Meias brancas e d^ la para
    horneas e seohoras e de cores pira cranlas.
    Veode-se na li ji d'Agnia Branca.
    . Tal igarsa
    %cih\ frousa e (orcal para bor-
    dados.
    Vende sa na loja d'Agnia Branca.
    Vende-se o engenbo Itaaatt, siitiado
    na fr?gcez| de S-n i Am>ri> de Jaboatao,,
    disUitte de-la ciJade tres Wgnr, cota has- li.ua" Dil' h"Beas, hu N.z-r: i
    tan.ev3.z3as. cora pro^o Co:s Pa;a tarjJA/W/*?*^*^?.';
    C.lletes de casemii?anfeu e orde 1*600 f 1 l% "' le'co< de S-as pe.....a' '"'h : '" '"iC^- !";-
    OOO. i !erras ,3t'baix0 de matM i'tns, com tcilo
    boas mad-iraa ifecubstrcelo, sendo as ma-
    u r-
    de
    tas tro rula do e gt-nbo, or Je se poder
    abrir novos paridis, b.m rcado, tendo
    proporr,6es para so I i-\ grandes ceicados
    p.;ra rofazpr nado. O cngmho mo\iiio
    agua, poden I-, tirar grandes safras, sendo
    o engeiib'i p ira e t. r. o a ro'a 40 pa!-
    :ma biw e e!caanie casa do viveoda
    p. :
    ICOS.
    lie lii
    lo e
    cal, senrig
    cables Sui' r & um i- '...-.
    l!i tas rt'-san. meias b> p r Ui.r vni* i.. otan.
    Sapaii > de vqoeta <;. rn-j n- <. .
    delra, pr >prii p*u i > >>. -. i :..
    iatiopa MbhilS CAiUjU paik lulk.il.-i.
    Sapa tos de borracha para hoo
    nio.
    Bolitas cabctinadi s de mi ti in
    5'W p3ra otiiin.se ui*oik>s.
    Sap.,;,s de verai, charla!, i-az.ait
    ; -
    ,' i -
    ' "
    arias
    e elegante
    endo tola ernidratada, nmj*' l{aiiAo* p ,!e irau^, iraact:
    bom pomar, as obras sao balas de lijlo el PrflUD0'
    muito commodas para o manejo do en^c-! -, ,. .
    nl,o, um u^boa ba* ,ia ^^-\^Z^^^::t',
    fao, um granad tanque p.:ia deposito e|gu de oogne, jvIos
    urna estufa mnit i c >tam
    .
    Bel
    d'aca i
    tr-la
    deposito
    ola. A : da
    le annrelfo com saiilbo de
    im eooheeido tshn
    .>r.!.-.
    48 [Sua da mperatriz 7<8
    JUNTO PADARIA FRANCEZA
    ci Ingne, .vina, ilon-J-, ,
    : it< i, iinlnr* ;ira !..-ba e eabets-, >(
    sboue'.i:>. muitos artigos delica I
    ferro, a'Sim como os rode.es O engenho!St t ,tn^ t0" *" ;'"'
    pao Ibe falla obra a auma, va.-se a. euge-!dtay.
    nho a cirro, cistaodo daeslr:da dogovernoj
    poac-i mars le ijm quaito d legoa : iineaF
    quiZ' r Compra 11 pdj procura- o pn prie
    tarro no referido eng-nlio Maoask
    .i. *n
    Quinquh
    an:
    \%jh Alerta !

    IHPOllTA.\TE
    Fino-.rtico? da Taris, eie d.in<-i'
    pb?ntasia, enmo sejam os iegoint -
    (,ft')es para senhoras e rrenna,
    Lava de pellica etfe lio e!e E-a : .
    li?ptllios diutrenies paia sala e- gbi i
    Viiro> avj ios para e?pel!.o5.
    : Caxnhas do rotura ornada m l h.-.
    a baos e ajiadriohca paro rnraii ?.
    Negoeiode pechin^ha
    Vende se multo barato ama destilado bem
    nontada com toles os pertence?, e em mn u
    bom estato. tanto para transferir como qnerendo
    o comprador continuar alaga se a casa onle
    se acha agentada, sita no toveado de 6amalh>lra:
    tratar no Progresso do pateo do ''armo n. 9, ou
    oo mesmo povoado com o Rr. s.;ilii;
    Loja de Ioua
    INTITULADA
    PBATO DE ORd
    ro
    'que e proprio a qnaresmar.
    Caixas vasias
    A NOVA ESPERAXCA i ra do Duj,ue d3 Ca
    xias n. 60, acaba de rceber um lindo crlimenlo
    de caixinhas vasias, sendo de muitos tamaohos e
    moldes, teado com avpaUuM B -em elles, proprias
    para joias, costura ou ouira qualqaer o >usa ;
    Nova Esperanca qaem tem.
    Chapas de vidres da 1,4 de polegada de gros-
    an e i a I ps de coiipr meoto e largura, muito
    proprias para elaraboias, cu vidracas e flleiros de
    loso e gsto : venda no armaiem o. 16 da com-
    panhia Pernumbacana.
    *
    m
    m
    0
    m
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    VifM'--; i3 rnrliS
    i-'-' < < ; x..-
    : rg .. .,. *;%.
    \; -
    v
    Sil -i: > -
    I. -' ,
    Hucg
    Cignac
    verdadeiru.
    Cervrja
    Ceroj i
    Licor >>
    Arnr-.
    Ir'ora n... u
    I! X I"
    -
    .. v .
    idades.
    * arri=.
    O fi '
    '
    -- majj celebre: uu: cu.
    xas.
    ios os precos, porm
    . e branca, iogleza.
    russia, marca LeS.
    | ni
    t i oa do Bom Jess
    &
    m
    o i
    KUA DO IMPERADOS fC57.
    0 proorietario deste estabelecimeoio teodo
    solyido izt urna completa liquidscao de todos o?
    artigos de qua se coropoe o mesmo e*tob?!ecimen
    to, convida o restavel pnblico a visiia lo, porque
    avista da admiravel modi Hade dos precos, nin-
    guem deixar de proverse de porcelanas linlssi-
    tras, looc. vldrosie cry?t,e.
    0 PRATO DE CURO na pode prescindir de
    mencieoar oh apparellns d9 porcelana dourada
    par.-, almofo, como para jantar, os quaea vende
    rrai- luraio d; que em outra qualquer parte por
    f-lir liquidando.
    Veu.de se. ama armt^ao le venda : na ra da
    Per.li* n. II, a tratar cca o dono ni mesm.
    O.hem e vajam.
    Reparen bem ]ue na ra d.. Imperador n. 2t Diveir-as aras de or Je
    est :ollocado um lamp-o que se aceede a noul. C.Trente? de plaqu p.ia ni- pi f
    otern o eguinte dstico iCcafriiaria do Campos.i Bolemtas e cofres de jfcda-e le vi
    Xaquella casa esl o tabelecida urna eon'eitaria, Diversos objeeloa re phaniasia t>i,
    paslelaria, oon.-erv.ria e eolia ra, uim -le lado Procinez, iicatt. e bepgalu- a ii ,
    mal! que pro rii para urna boa mesa ; ele te qne, e oaap#;8oa lera urna visita oexperada,' P.-oteiras de espoma par? i
    E-cuvas psra cabello-, r j i. ..
    P'.-nt s tic marfim n>ni'o fioi >, p-i
    (|ue esleja prompiu, ou porque se apromp:ara '
    com a maior brevidade, o ;eguiute :
    Un lanche opparo.
    Urca sobremesa variada.
    Urna mfrenda agr*dave|-
    Per esta form? ji. uinguem se deve vex3r por
    urna visita que nao se fez esperar, p jis es prepa-
    ratorios da Conf Paria in Campo-, lem sapricha
    do em bem ^''Jv!r a i. dos que oa lem honrado
    cora suas fiejuezias e de ceito nao apro-ea.a a
    nao tem mais do qui ir oo mandar aquella esta-
    beledioeiii ; pois .i encentrar sempr?, ou p r-
    Sabonetas baratos
    Amar.-', Nabor t C. v,.ndem sabonetes ingle-
    - a Iat"00 a dazia era caxinhe. na ra do Ba-
    v Ja Victoria o. 2 (amiga rui N iva.)
    13!
    Ditni dlffrrenlts par.-, ealti
    Caiteiraa para uoias tpkt* ua,h-i
    Malas, b.-'iy. e saceos de v-aeem.
    Gai las de rame para pastalithos.
    Veneziana* iransparrnte? r.> jan
    Abatjoors tran.-parentes pita ;; I
    Mamadeiras e dar leile mui l'
    Tiras de miMnras di ur;.<'.v
    lucos quiiilr-s ja pnnipti- ii ->
    Estampas oe santos, :ol.de- r .
    occasii) das pr->*sas e atropellos pira d?ix^r de E.?teric?copo e cosrai rama-
    servir apelles q-;e rec^rrerem Omfeitaria do;Obieios :e mgicas para entreiri
    Machinas da differenics syslei
    Campo*.
    i Bercos -te viroea par. eir'alai cr.ai
    [ Cestinh s pai a memn .- de e-o .>.
    fl ni ni fl'i ni 'ti '?goi'dc dama'dc,nino- Ma"
    lil II v I .jl I lji.II I Campanillas de molas para charral
    A liquida-^o das m.-rcadorias existentes na leja Rcaleju. accerdims, ttdros
    a ma do Cabogi o t A, nao dessa liquotaco ff0'?0'* e "u;r"il mnit- : ,
    que seancuHciam : u?!antemente com o liru de Blceis de menciouar.
    meibor Lfgoeio faztr-se. Neaa loja liquida se
    com raen 20 0,0. *p : .
    ;a-
    EsCU^ptU'-^ ."Sui 8 8
    TRABALfIO EMMADEIRA
    Imprtame escolha e sortimente
    Variado goslo e trabalho
    Precos commidos
    E' novidade em Fern mineo e
    Amaral, ahuco & C. vendem pashaTcheiro-i Sh v,eite -A-.J- ^ A?eio, o. II, ra
    Pila NUIIIM
    >
    x
    ! >
    * VJ
    ki>5
    Peixe secco
    Na ra de Pedro Affonso (outr'ora Prai;), arma-
    zem n. 6, vende-se pix secc^ de todas as quali-
    ' dades eegado ltimamente do norte.
    sas para perfumar qaartos, toilet e santuarios, o
    que ha de mais commodo e agradavel, e ditos de
    lortito e alcanas para refrescar e 3ro;oat9ar a
    bocea, no Bazar Victoria ; ra do Baro da Victo-
    ria o. i.
    Vestid** Bordados
    Os mais ricos vestidos de gergura? preto bor-
    dados qne ha co mercado, vendem Amara] Nabnco
    4 & ra do Baro da Victoria o. 2.
    m do Barao da Victoria.
    1
    i!
    Libras st-'lias.
    V6nde-se oo armazem de fazendas de .
    f. d6 Oliveira A C. a ra In Cominercio n. 44.
    Bri&qoedos
    Para crian', a<,
    O maior sortimento que se pode fi
    Angasta sortb de brinqnedos fabricado pm di '
    da Eunpa para entreniirci.a!
    Prepo
    d s
    s.
    Vende-sa horzegain' para bnrrem pelo
    "a preco de o.000. veuham a lija de mr__.
    50, a ra do Marque i de Olioda, antiga Cadeia.
    diniinu-
    udezas o.
    Era viriue d? novas crdeaa J.-
    v.-nde-se ludo preooi iiaratiasiim-r
    zem do vapor fiaociz, raa do liara
    ria. outr'ora ra Nova no ero ".
    mm>
    VEKDllrEBRl
    BICHAS HAMBUBGUEZAS
    NICO DEPOSITO EM PERNAMBUCO
    59 Rna da CaJela 53,
    Primeiro andar.
    CEMENTO.
    0 vtrdadeiro Porlland: s se venJe na
    ra da Madre de Ueus n. 22, annazem de
    Joo Martn? de Barros.
    CacOi de amareiio
    Veue-se urna cauda de marePo de 33
    raes da comprimeoio e i l|2 de largura ; p
    tratar no trapiche 3aerra largo do caes da'
    Alfaolfga.
    pal-
    XAROPE PSIJOHAL JA>-
    Consiierado como especifico r. --
    les tanto agudas como ehrooieas, i
    rebeldes, tosses convulsas e asthmal
    ; peito, escarros de sangue" e contf.i t- r
    eijes nervosas
    DEPOSITO EM PERNA.VM
    Pharmacia de Frieii ^ i
    ANTECESSORES DE J. A I
    O Rua Larga do R ______Cjnnto ao qoattel r*e f
    Veii'l se um carrinho ano n:
    das, em muito bom estado, ?<
    ', lente cavallo para o mesmo en n. hm i
    ' na roa da Saudade, casa azul.
    i ':
    3
    MS M.EM10S DA Wa PARTE DAS LOTERAS CONCEDIDA POR LE PROVINCIAL N. i8!, A BENEFICIO DA MATRIZ D'AGUA PRETA, EXTRAATOA EM 3 DE MAR^O DE 1872.
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    53
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    69
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    80
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    8
    Diario da Peruambuco Ter^a eira 26 de Mar^o de 18*<2
    !N
    YAREDADE
    *Hppliea.
    L'f* Je ib a de-f adar os gozos
    > ida da capi.w'oda encantos,
    El Un set qm d >s olbos teas lormosos
    <">r na oSi c'i.rfOi de sradvle os prantos.
    Van atea n>nu aetrr) esqueeimeotO,
    Eabo-a por- anor rae-a p.Mla inll>Jttajj !
    ms M MfMf aan m> mmenla,
    Mas dvix que eu le ame!
    Toa Moa aaissti eJaer fice?...
    n 11 p i" ': caare ro ? i filo.
    inbes n a an : p;,, o* tees prinores,
    a, II >re*. o ceo, o sol, o irnij I
    S* ta aaoasse qual eu a oto a vi) a
    *JM s poiab is vivera, "de amorosos beijos,
    Nii *nwa* de aun Vio esquecila. ..
    Ssativs uieus detejos t
    SAn ai rasas gentil da mocdade
    ,Jole;': i:.j \irgem alma,
    taaqmaal? a araba, roariyr da saudade,
    cebaide ssspira Nao 6 crivel
    o leu pritii por mim de am >r se infl ime !
    : respoad*-ma se-jipre: E' iaipossivell
    Ms Jeixa qae eu UlMl
    \aa o poeta o p.ltxij semblante
    : ua. que o ma era suspira l
    .ana p cuito amante,
    MM Oi Majar os mmm d iyra.
    M?. em fice de bata desv.-ntur,
    asmcaa do poeta o amor .po mor.e.
    fet uur apenas di teas olbos, pura,
    jm lag'imi coi re !
    Ta i Ja ui laato irma na greca,
    ^siw di peo >eu> amo.-n >s galos!
    be poeta ; eu i.mao pela desgrana.
    "sai (ar leus encantos a:ho-js bailos !
    Aso-te, embora oera um s momento
    i*jf a:m leu c recio le am>r se inllirame!
    laa-aaO a.eterno esqueeiraenlo,
    Mis deisa qae eu te ame I
    C0.i-v.nsv:v0
    i a Ina al lavraior, ltimamente esla-
    etacile em ama ifla, gmgeara. a sym-
    < l-, iodos p;lasai probilalee bans
    Teil) a iifiiicid.de de perder urna vacca
    - ". ,i-s xiraofiuiariamanle, e loa mu-
    na pode sobreviser a peda o coi
    i aad.
    Es* nova lmri[i tornou o homem ra-
    - .iiivel ; e estn lo moitos mezes sem
    uu- di cas 05 (nabos foram offereccr-
    lelaral*.
    Mea amigo, loe disse om, a vosea era
    * txc-leott mulher, mas n5o en t no
    Ha 1o ; sois moco, robusto e trabajador
    c lavis de achar facilmeule outra.
    Eu tenhj tres Gibas, e teria summo goso
    era qne o*seis raeu genro.
    Oatro offereceu-lue urna irma e ou.ro
    _.j sobrintia.
    O lavrador. depois de retbxionar um
    { juco, disse :
    Isa Deas! Eco que paiz est u en l
    :u miaba n;laer. e oflerecem-se-me
    ,j tres ; morrea a miaba vacca, i nio-
    -.n me offereceo outra.
    Fazei deseas catacumbas
    Marmreos escariaos I...
    As almas arrebatadas
    Dos cgoi no tarb lb3o,
    As boceas voltam g etrjjs
    Para os pomas d'ampli l5o I
    ao som A s fortes raidos,
    Os mil me ees derreiidos,-
    Maad '8 e leis em foslo.
    o \33o, ao lado, 3o donas,
    livro, cl!imi:o eaorme,
    KerajfntiDdj a creacj !
    Por isso tnd.i .ce agita
    Ner singular... *
    E o povo ao* Patreos grita :
    L).j globo aceso rotar :
    P'ra nos o porOo escuro...
    P'ra 6s o sol e o fuluro.
    A gloria pi rubros afans...
    U a imprensa, em massa gigante,
    Que anchora n'alma brilhaate
    i albor das novas maohes t
    Mis qoiod) o poder (sabeis-!o)
    Volia as coilas s nac.'S,
    P/eparam se eatSo na sombra
    Do eterno as deputicjs J
    E a plebe cerra-se em las ;...
    Iva va devoram-lae a< bailas
    Us flancos magros e nu...
    Sio jommissanos stroos
    Oao rij cobrar dos governos
    As suas letras de luz.
    Na sangrem. nao I seis direitos
    De pensar, fallar, sentir I
    Qnndo preciso dos peitos
    rater golpear o porvir !!...
    Msu piraizo perdJj !...
    lirada ejla eai torvo gemido
    i)d seu destino ao so^ I
    t A escada!... e lenta escala-lo..
    Pe le, a estante, em rtide abalo
    P'ra Delta apoiar o p !
    Eras eiDlim do p3 sado
    Qae hade encinar o porvir,
    Ao vosso topo azulado
    Vejo a alma humana subir !
    Olnai-a .. Um francez bemdito,
    Nis pyramides do ligypto.
    Gravara outr'ora um peodo,
    Co'a mo do sol se ella especa,
    Vai temer a bibliotheca,
    No sobo azul Tampido I
    germinara ellas
    QCE CONSOL
    N'cm da de tempestado,
    > .'un ota* Ir .-gil canda
    Um gameabo am barqueiro
    \>gaam no msr, a toa
    ii o gamenho ja fri,
    qua* a caorar de medo :
    Barqueiro. sostena o leme,
    JSos fimos sobre om rocheda
    Nao tenha sasto, patro,
    Um bicho as vezes bom I.
    Este lugar ta > fondo "?
    l'c.gu Ja o rapaz do tom.
    Qcasi nada, viote bragas
    Itepete o g-aenb: viole !
    Mea irmio aqu virou.
    E dqoc mais o acharara ?
    Logo na da segoiole.
    crmosinAnr.? beligiojas
    F cariosa a segninte noticia que trans-
    a-vmas da urna f alba esirangeira.
    A ertrtmanucrao foi ordenada no atino
    de 3 depon de Je?ns Cbristo.
    A" '(t foiiniroiozida em 120.
    A >cutencia tm 157.
    Os fradts em 3. .
    k primeara vez qoe se disse que hivia
    v%vij'orio foi em 5*3.
    A imcocaro i Virgen e aos sanios e da
    aaanaa data.
    O aillo das immjrw W iolroioztdo em
    735.
    A cnmisat'j em 083.
    Q l*/Aisim dos sinos no iaao de 10,0.
    A irnmsnbstanchpv) na mesma data.
    O cfctf clerical fo; ordenado em 1105.
    As indulgencias en II19.
    A tkcmro da hostia no mesmo anno.
    A BIBLIOTHECA
    lacree* pUine lumitre tt sansombre.
    (micheletV
    tiaalii covidos 1 Ha am verbo
    {*m a todos brada : Peasai! >
    Ha escora fronte do povo
    i^e ai fizar am S.dj !
    Creamos oas pror-beciis I...
    S {.rogresso de alopias,
    ' de gesao, alma... qoe horror !
    Mn! Ornando am zero informe ?
    ftrsbem! A unida Je enorme
    (fax9 xer* exige... o Senh r I
    Nal Imas
    Correndo a eterna raiz,
    P'ra qua em espigas de estrellas
    'tnpa a seiva do paiz I
    Con tod'arte e toda a sciencia
    Passe a humana inlsllijencia
    Sm celleiro a abastecer...
    P'ra fnzer seu vmho looro,
    Veoha a luz com seo p de ouro
    Todo o cerebro epremer 1
    Descozam-se em8m as becas
    Veoha a toga popolar I
    Por sobre mil bibliotbecas
    Vai boje o seculo pregar...
    Iloje, alm dos firmamentos
    Como os gigantes reveis...
    Voz do espac> em brados grite :
    Si de livros Dsus permitte
    Que os horaeos fagam Habis !
    Exige o a razSo dos povos
    Ue que o verbo somos os :
    O planeta pela impiensa
    Se eDorme porta-voz !
    E o genio da btimanidade
    Dando a comba a immensidade
    Com ora vigor sem igual ;
    Para as ideas eternas
    Despejar Das cera cystemas
    De seu crneo universal lili
    Pedreira Braga

    Dsos nio se escrevemundo
    E boro, qae explica a Dos...
    Na externo prlo fecundo
    Careca edicao dos cos...
    Algmni coasa do fondo
    Do iiiiiaaiMtn profundo
    Naa amra a palma da mi :
    Cvanos, pas, noisos crneos,
    fiar pas os bvros tiUoeos,
    Qoe reatos dar n'amplidSo !
    mu as plaas volte
    yfjaatas de Jasas!
    ledas os borneas
    daloz!
    ao escoro crneo,
    anbterraoeo...
    collosiaes,
    as rijas tombas,
    Ai
    COMPENDIO DJS VINTE CINCO ANNOS
    DO GLOItlOSO PONTIFICADO DO NOS
    SO SANTO PADRE PI IX.
    Lauden! eum opera ejus.
    (Prov. 31,31 J
    in .ETEnvvM re memoriam. Cremos nao
    >er pouco agrJavel aos nossos leilores, si
    fizermo3 urna iecordac5o dos annos do pon
    licado de Po IX, imitarlo da escllente
    Unil Catlolica de Turim, tomando para
    epigraphe de cada ann o fado mais noli-
    vel que nelle aconteceu. Como epigraphe
    gerai, pareceu-nos justo tomar o Lauden!
    eum opera ejus, qua mais a proposito pou
    cas vegas elle lera vindo.
    Ser como que om ndice dos viole cinco
    annos deste maravi'boso pontificado, um
    ndice incomplelissimo, mas qoe, servindo
    de auxiliar de memoria, pela associaejo de
    ideas, despertar a recordarlo 'da ludo, o
    mais conservan lo o encadeamento dos pria-
    cipaes traeos historeos oo biographicos de
    .to grande poutilice.
    P, i tipiemos pois :
    1846.
    ANNO D\ EX.ALTAC0.
    A 16 de jonbo de 1816 foi exaltado ao
    pontificado o cardeal Joiio Mara Mastai Fer-
    retti, nascidoem S.-ngalia a 13 demaio de
    179J, doceijtesimo qainqoagesimj selimo
    papa depois de S. Pejro. O mssmo ponli-
    fice (Pi IX) reconhecc haver sido eleito
    por secreto impulso da Providencia non
    sine arcano dicinw Procidentiw instinctt-
    em tempos luctuosissimo8 para a christaa
    e civil sociedade. A soa elei?3o fez se com
    orna singolar brevidade comitiis vix bi-
    diium protractio ; eas primeiras palavras
    deste grande papa compendiara a bstoria
    de seu longo pontificado. Promette pro-
    pug ar a digoidade da s apostlica com
    animo forte e constantefort constantique
    animo Assim o disse assim o fez. (Vej.
    a Allocuc;3oAmplissimum conecnsum di
    il de julho de m$-Acta Po IX, vol. Io,
    pag. 1.a)
    18i7.
    ANNO DAS FESTAS.
    O primeiro acto de Pi IX um genero-
    so perdo concedido a 16 de julho de 1846,
    a qoe se seguirara logo beoeficeocias sem
    namero. O aano de 1847 correu eolre
    (estas e applausos. Em toda a Italia, es-
    crevia Brofferio no Messagiere Torine.se de
    4 de setembro de 1847, echfta o bymno de
    Pi IX Desde o pharol de Messioa at as
    alturas do monte fooisio naa ha cidade,
    villa, aldeia oem casal onde o bymoo de
    Pi IX n3o s9 nos labios de populagSsi
    commovdas... Nos estamos remidos, aben-
    coados par aquelle bomem de Deus, por
    Pi IX. i Nisce orna filba a Vctor Maooel
    e a chama Pia. O papa mandi a Maiia Ade-
    laide a rosa de ouro, e Vktor M^oel offe-
    rece a Pi IX a sua espada para defender
    c seui sacrosantos direitos. > Mas o papa
    v como acabam as fastas, e diz entSa aos
    cardeaes: c Svioam os notsos inimigos que
    passar o cea e a trra, mu nio se mudar
    om pice dadoutriaa qae'Jess Cbristo deu
    igreja para guardar, defender e pregar.
    Viva Pi) IX (.Vej. a llocuclo Ubiprimum
    de 17 de dezsraoro de 1847.Acta H IX,
    vol. I .Y pag. 70 )
    . 1818.
    aNn de TIUlCiO.
    Os beneficiados por Po IX voltam se
    contra elle. Qaeriam fa-.e-lo rei da Italia t
    Um jornal milan'z iot t alado Italia Regene
    rata, a 4 de abril de 1848 es revia; O
    grito de todo o bom oda lio de ve ser: Vi-a
    Pi IX, rei de taha O santo padre re-
    pellio d .-sJe liosamente a olTerta. Nao quz
    privar do poder a niagoem, e muito menos
    o rei da Sardeoba. Na alloco(3o de 24 de
    abril d; 1848 repudiou aquellos qni ro ma-
    man pontificem pratsidere vellin\ nova cui-
    duin reipublcee ex unicersis llalioe populis
    consliliwndce. Pelo contrario exbo.tou os
    piemontezes a permaaecerem fiis a > seu
    rei, os Madensnse; e os Parmanses aos seas
    duques, os Toscanos ao seu gr3o-dojue os
    Napolitanos e Sicilianos aa soberana das
    Diias Sulias: Sais principibus firmiter ad-
    hasreanl. Viva Po IX ( Vej. Alloc. Non
    Semel de 19 de abril da 1848. Acta Pii IX
    vol. 1., pag. 92. )
    1849
    ANNO DE EXILIO.
    E por n3o ter querido despojar os prin-
    cipes italianos e ser rei de Italia, Pi IX a
    4 de novembro de 1848 leve qae abaodo-
    nar Roma e estar looge della a' II de
    abril do 1850 I No exilio pensava em glo
    ricar Mana Iramoculada e em salvar a Ita-
    lia dos impos e dos malvados. Escrevia
    aos bspoi italianos retallado as multiplica-
    das fraudes dos revoltosos, e advertindo os
    de qoe a gloria, a salvacJ e a telicidade
    da Italia era o calholicismo: Italia! salns.
    felicitas et glora. Ab 1 o nosso santo
    padre nunca nos enganoo 1 diz com raz3o
    a Unitd Cattolica filiando em nome do? Ita-
    lianos. ( V<-j. a Eooyclica Nostis et Nbbis
    cun aos bispos italianas datada de Porici.
    junto aNap .les, a 18 de dezimbro de 1849.
    Acta Pii IX val. 1., pag. 198.)
    1850.
    ANNO DO TIUUMPHO. .
    A 12 de abril de 1850 Po IX regressava
    sua Roma, e com e le vo'tavam as tirio-
    des e as bengSos. Ento se manifestava de
    novo a mo omnipotente de Deus, que nuo-
    ca abandona a ?na Igrej. O Santo Padre
    dizia aos Cardeaes a 20 de maio daqaelle
    anno, te-la visto resplandecer de am modo
    maravilhoso: Mirandum in modam fulgere
    perspexmus. (Vej. Alloc. Si Semper Acta
    Pii IX, vol. 1., pag. 224.) Pouco depois,
    a 29 de setembro, levantando os olbos ao
    co, unde ventet auvilium Nobis, restabele
    cia em Inglaterra a jerarebia,catbolica. Viva
    Pi) IX f ( Vej. as letras Apost. Unioersalis
    Ecclesiee. Acta Pii IX, vol. 1Y pa. 235;.
    1851.
    ANNO DO JUBILEO.
    Em 1851, prevendu o santo na 3re a nova
    lata que eslava immioeate igreja, publi-
    ca va um solemne jubileo, excitanda os fiis
    a orarem fervorosamente a fim de qae es-
    tendeise cada vez mais sobre a trra o rei
    oo de Daus e todos os borneas se abracas-
    sem no amor da justica e da verdade : U
    in mnibus hominibas una ead 'mquesit fides
    mentium, una cademque actioaum pinas
    Este sim qoe verdadeiro progresso, esta
    \erdaeira Iherdade. Viva Po IX! (Vej.
    a Encyclica Exultavi de 21 de novembro
    de 1851. Acta Pi IX, vol. 1., pag. 3i2)
    1852.
    ANNO DAS EXHOBTACOES.
    Ddpois da oraco o melhor meio pan
    combater a batalba de Deus e i uni3o. E
    Pi IX recommeodava-a em 1852 fervoro-
    samente ao clero, como se v de sua carta
    Alate certi, de 25 de nnr;o aos bispos da
    Irlanda, e de outra Probre noscitis de 17
    de maio aos bispos da Hespanba. Si nanea
    a igreja se pode alegrar do tanta concordia
    no episcopado, como oestes ltimos annos,
    isso se deve attribuir ao grande pontfice.
    Viva Pi IX! ( Vej. Acta Pii IX' vol. 1.,
    pag. 353 o 361 )
    1853
    ANNO DAS C0NCII.IAC.ES
    Houve um temjo em qua Po IX quera
    deveras a conciliacSo com o reino subalpi-
    no (oa piemontez), e conceden-lhe ludo
    qanto podia conesder, cheio de- affecto,
    Como sempre foi para com os Piemontezes
    e para om o seu rei. E anda qoe seos
    paternos esforcos foram inuteis, nooca se
    arrependeu nem se arropender da se ter
    mostrado tSo brando e longaome. Disse-o
    aos Cardeaes na allocuco Jn Apostlica
    Sedis de 19 de dezembro de 1853 : Man-
    suetudinis et lenilalis attingisse trminos
    haud nos peenitebt. Viva pi IX I (Vej.
    Acta Pi IX, vol. 1 *, pag. 580).
    1854
    ANNO DA IMMACULADA
    Bastara id este anno para tornar eterna-
    mente glorioso o gloricsissimo Pontificado
    do nosso Santo Padre. A 8 de dezembro,
    com a Bulla Ineffabilis Deus, defina a Im-
    maculada Conceig3o de Mara Santissima, e
    oo da tegoiote, Da allocucSo aos cardeaes e
    Bispos, maafestava a soa singular alegra
    e a soa esperanca na Mli de Daos: Ade-
    rit Ecclesia; Suce Deus, prwsertim si oratice
    aecedat Virgo SS. Dei Parens Mara. E a
    Yirgem Santissima obteve ao nosso Santo
    Padre e a nos a gloria e as vantageos de.
    um loogo Pontificado! Viva Pi IXI (Vej.
    Acta Pii IX, vol. i., pag. 507 e 620).
    1855
    ANNO DAS PRIMEIRAS EXPOLIACES
    Principiou-se no Pmonte por despojar
    alguns frades e mongos, e acabou-ie por
    despojar o mesmo Poatifice I Pi IX no
    Consistorio de Japeiro de 1855 expoz aos
    Cardeaes' quanti tioha .feito pela igreja
    piemonteza, e quaato no Piemonte a igreja
    soffria. E' admiravel pela nobreza e ener-
    ga de linguagem a soa allecoc3o. Prob
    menineritis acompaohada de documentos
    publicados pelo Cardeal Antonelli, que
    moslram a gran lea do Papa e a baixa des-
    lealiade de seos inimigos. Viva Pi IX I
    (Vej. Acta Pti IX, val, 2. de pag. 5 a
    436).
    1836
    ANNO D C0NGRES30 DE PARS
    Napole3o III e Cavour conspirara enlo
    contra o Papa-Re e juram sua raina. Pia
    IX calumniado ino calumnia, nem se quer
    roaldiz; e para retribtir o mal com o bem,
    acceita ser padrinho do filbo de Bonaparte.
    Todava desde 17 de Marco de 1856, fal-
    lando aos Bispos da imperio austraco, re-
    cordn aos reis e aos imperadores qoe o
    maior delicio combater contra Jess
    Cbristo e a igreja. Adversas Christum stetis-
    se, et Eccleiiam divino ejus sanguine par-
    tam et acquisitam dissipasse. Ol mos que
    se mancharan ,com lo grande delicio, ji
    por elle loflraran oa soflrerSo o casgo :
    mas os horneas honestos gritar-) sempre :
    Viva P.o IX (Vej. Acta Pti IX, rol. 2.9,
    pag. 543).
    185;
    ANNO DAS VIAGENS TMMPliAES
    Para mostrar ao mundo quanto os sub-
    ditos pontiicios amassem o Papa-'Aei, e
    para cumprr um voto no sanctuario da
    Lor to, Pm IX sabe de Rima e viaja pela
    Italia central desde i de maio a 5 de-se-
    tembro de 1857. I'r toda a parte a -o
    lb:do com os mais vivos sismes de reve-
    rencia e de affecio de maneira qoe aquella
    viag-m ple ser c'aamada por ella (como
    em 25 de setembro disse aos Cirdeae-)
    um continuo e solemnt triompbo da oossa
    Smta Religao. Ut hoc tustrum iler sane
    tiisimx nutra Religio-tis perpetuas solem-
    ne que cideretur triumphiis. Ota I aquel e
    sim que foi um gran te plebiscito! Viva Po
    IX I (Vej, Acta Pii IX, vol. 2.*, Dag. 606).
    1858
    ANNO DA CARIDADE
    Todos os 25 anuos do Pontificado d Po
    IX merecem este titu o, mas applicamol-o
    especialmente ao anao de 1858, qua co
    mecon cora as letras apostlica! Insignia
    nter, de 11 de Janeiro, con;edendo gene-
    rosamente ao bospitil de S. Jao de La-
    tr3o a casa para os pobres que o Papa, do
    seu bolsinh) particular, tuina comprado
    em Transtevere. O bom pai lnba especi
    almente cornpaix5o das poares mulheres
    qoepadacam eofermldades caronicas. qua-
    rum tristissimam conditionem sammppere
    miseremur, e ee despojiva voluntariamente
    das proprios haveres, para prover s misa
    rias da prximo. Viva P,o IX (Vej. Acta
    Vii IX vol 3 Y pag. 3).
    1859
    ANNODV [XiCRREICArj
    Contra um lio bom Pontfice e Rei ISo
    caridoso levantiram-se os rebeides em 1659
    e sublrahiram a seu paternal dominio as
    Ramiubas I O Sanio Padre disto te la
    mentu, especialmente no allocoQao Mxi-
    ma animi nostri dolare, de 26 de setem-
    bro. mostrando a parte qua teve naqoel a
    insurreio3o o governo subalpino, e promet-
    iendo sastentar c gajosamente (impavide
    propugnare), ento e sembr e contra to
    dos, os direitos da igreja e do Papa Rai. E
    n3o faltoa a sua palav.a Viva Po IX I
    (Vej. Ida Pii IX, vol. 3Y pag. 124).
    1860.
    ANNO DA GUERRA.
    Arrebatadjsao Papa a, R>raancha5, sem
    previa declaracS) de guerra, Ihe arreba a-
    ram tambem a U abra e as Mu cas, passan-
    do primeirameate, em Cistel Fidardo, so-
    bre os cadveres de seus generosos defen-
    sores. Qae ddres para Po IX1 Minifes-
    toa-as especialmente em sua aliocacia ocos
    et ante, de 28 de Setembro de 1860; e
    aos principes da Europa dizia qae a seu
    lempo experimenta ia as consequeucas de
    13o injusta guena fe.la ao tigtfio de Jess
    Cbristo, e Nipaleao III, que sa ra ent3o,
    j se n3o ri hoja I Viva Po IX! (Vej Acta
    Pii IX, vol. 3., pag. 180).
    1861.
    ANNO DO REINO DE ITALIA.
    Proseguindo a revolucSo em sea caminbo,
    constituio-se em reino de Italia, e despoja-
    do Po IX de suas provincias, deliberava ar
    rebatar Ibe a propna Rorai soa capital. E
    o graode Pontifica sempre a p-otestar, sem-
    pre a resistir, n3ocedendo jnem a adula-
    cres mais ii-ni a anteabas. Os actos de lo no
    bre resistencia no dito anno .-o moitos ;mas
    coateotarnos-hemos de registrar a aliocugo
    Memenit unus quisque, de 30 de Setembro,
    que anda boje um hornera de coracin nao p
    de ler sem exclamar; Viva l\o IXI (Vej.
    Acta Pii IX, vol. 3., pag. 281).
    1862.
    ANNO DOS MAKTUES JAPONEZES.
    E a fim de mostrar a todos como se
    deve defender a le e os direitos da Egreja,
    Pi IX convoca para Roma o Episcopado
    catbolico, a fim de assislir a canoaisarao de
    26 roarlyres japonezes. Explendidas eram
    as festas que por essa occasi3o tiaba logar
    na cidade eierna e sublimes as palavras qoe
    o Papa proferia no Coosistorio para excitar
    a imitaren! aquellos Santos M rtyres, et as-
    pera quaque constant r tolerando pro ipsi-
    us fidei confessione. Viva Po IX (Vej Acta
    Pii IX, vol. 3.", pag. 437).
    1863
    ANNO DA RESISTENCIA AO CZAR
    E como naquelles das o czir tortarava
    a Polonia, Pa iX.esquecido de seus suQri-
    menlos. nico entre os principes do uni-
    verso, ousava escrever em 22 de Abril ao
    imperador de t)das as Rissias ama carta
    para chmalo ao propriodever. Ao ler aquel-
    la caria o mesmo insuspaito BroiTerio, na c-
    mara dos deputadosdeTurim.se inclinava re-
    verente e a applaudia. E n6s Dio excla-
    maremos hoje coma ent3): Viva Po IX ? I
    (Vej. Ac/a P IX, vol 3o, pag, 563).
    1864.
    ANNO DO SYLLAD0.
    Vendo depois o Santo Padre como os
    males na igreja e na sociedade civil se de
    rivassem especialmente das pessimas dou-
    irinas, reooio-as todas e a todas co idemaa-
    va pela soa encyclica Qaanta cura de 8
    de dezembro de 1864 e cam o annexo syl-
    labo. Aiada que este pontfice nlo bou-
    vesse feta oolro beneficio nos -25 annos
    de seu pontificado, so esta Encyclica e este
    Syllado nos obrigariam a exclamar com todo
    o ardor e affecto : Viva Pi IX I (Vej. Acta
    P IX, vol. 3o, pjg. 687 e 701).
    1865.
    ANNO DA CONDEMNACO MAC0N1GA.
    Mas em cada aano se encoolra sempre
    graode facto deste grandissimo Papa I Em
    1865 com a allocuco Multplices nter de
    25 de setembro mostra a origem da desor-
    dena que reina nos governos e entre os
    povos e a designa na seita manonic?, que
    tem declarado guerra aos tbronos e aos al-
    tares. E por sso mesto) que principes
    medrosos e mal aconselbados fazem liga
    com a Maconeria, o immortal Pontfice a
    desmascara, a condemna, a fulnioa, affron-
    taodo Ibe corajosamente os desprez s e as
    viogaocas. AblViva Po IX! (Vej. Acta
    Pii IX. vol. 4., pag. 23).
    1866
    ANNO DOS SANTOS
    Poucos Pontfices elevaram honra dos
    altares tantos santos quanto Po IX, Cada
    anno do seu pontificado se as-ignaiou por
    memorandascanonisagrjas, e se fizeram em
    1866, as de Pedro Arbues, de Jasaphai
    Tbnocendicio, dos Martyres Gurgomiensas,
    da Beata Mara Francisca das Chagas de .Je-
    ss Cbristo, do Beato Paulo da Cruz, etc.,
    ele. Oa 1 qoe exercito de protectores no
    co deu o Sajito Padre i Igreja militme
    nesta trra I Viva Po IX! (Vej, Acra Po
    IS., vol. 4o, pag. 37 a 54 )
    1867
    ANNO DO CENTENARIO DE S. PEDRO.
    Um bello premio de tantos trabalbos e ex-
    celas virtudes recoleu Pi IX, podendo
    celebrar juntamente com o Episcopado ca-
    tbolico o dcimo oilavo cmtenario do mar-
    tyrio dos Santos Pedro e Paulo, e glorificar
    o Principa dus Apstolos, de quam por
    urna serie alo interrompida de dezenovese-
    culos era o ducentsimo quinquagesimo so-
    timo successor. Elle manifeston a alegra
    que Iha innundava o corceo oa allocuco
    kngalari quidm de 16 de jambo de f8;57,
    invucando ue Deus Omnipotente o dia da
    victoria. E esta dia ple tardar, mas nao
    pode farlar. Viva Po IX (Vej. A ta Pii
    IX, vol. 4% pag. 103).
    1868
    ANNO DA CQNVOCACAU DO CONCILIO
    No meio da sorpreza dos impos e jubilo
    dos fiis, Po IX coroava os seos beneficios
    feitos a igreja e ao monda com as lertas
    apostlicas ,E! de 1868, coa Tocando na con ilio ecumni-
    co, que devia ter principio em Roma na
    esta da IuMUacolida do 18'o9. E bavia en-
    to um certo Napoleo Pepoli, q.ie na c-
    mara dos deputados do reino d-i Italia vati-
    cmava desg^acas ao concilio. Mas onde es-
    t boje Pepo I i ? Pde Napolea? O coa
    cilio tem ja completado em grande parte os
    seus trabalhoe. o a igreja e o mundo excla-
    mara sempre : Viva Po IX ( V'-j. Acta
    Pii IX, vol. 4, pag. 412).
    18o9
    ANNO DO JUBILEO SACERDOTAL
    Daos concedij a nosso Santo Padre,
    cheio de annos o de merecimentos, a gr^
    de poder celebrar o quinquagesimo aano de
    >ua ordenifo sacerdotal: a II de abril,
    ie todas as par^s da trra, os fiis se leu-
    oiram em Ruma para se congratularen! com
    o cheio da igreja ; e os Romanos rilo ees
    savam de aeelamar o Papa-rei, o qaal le-
    vantando a mo sobre a Italia, abengaava a
    peniasola, que ser de navo um centro
    E
    de
    Vi
    o?
    de MivacJ e de vJa para o mundo,
    tanto Italianos como forasteiro;, cheios
    amor o da gratidao, reptiam porfii:
    va Pi IX !
    1870
    ANNO DA INFALLlItlI.lDADr.
    O nasso graode Pontfice va depois
    padre? do'CeociO da Vaticano, inspirados
    pelo Parclito e tornados mir-tulosaoicnte
    eoacordps, cumprirem os votos do povo
    catbolico e approvaem a definifio dogma
    tica da infaliibilidade pontificia. Enlo o
    iofern bramia mais lerrivel que nuica. vo-
    mitando heresia5, engaos, mentiras, blas-
    pbemias, ladroeiras, sacrilegios e bombas
    Tudo affrontou Pa, com indomavel cora-
    gem e heroica paciencia; e atraicoado,
    abandonado, despojado, conservou se firme
    no seu pasto, esperando os proprios inimi-
    gus que anda se espantara da sua paciencia
    e da fcil victoria, que delle alcancaram.
    Eatretanto os povos continuara a exclamar:
    Viva Po I
    1871
    ANNO DO JL'BELEO PONTIFICAL
    Po IX entre todts os Pontfices, depois
    de S. Pedro, completan o anr-o vegesim>
    quinto do seu pontificado, e quasi dille-
    ren.a (apparente pelo menos) dos podero*
    sos, \ contrastar o eolhusiasmo do povo
    cbrisiSo, qae protege seos direitos, soccor-
    re sua pobrezi e grita Uosana ao seu no-
    me I Po IX preso, imraeasamente mais
    glorioso que seus carcereiros do Capitolio.
    Humilbados e confundiios veem estes todo
    o mundo representado por mil deputaces
    dirigir-se Roma para g orificar a verdadei-
    ra grandeza e a maior potencia,a poten
    cia qua domina o espirito e encadeia os
    coraroes. E se nao livessemos outro argu
    ment para permaaecermos firmes na f
    sataolica mais que a historia do Pontificado
    de Po IX. bastar-oos-hia isto para dizer-
    mos que nao pode deixar de ser divina
    uraa religao que suscita tantas virtudes e
    produz semelhantes maravihas. Viva por-
    tanto o Calholicismo 1 'Viva Roma papal!
    Viva S. Pedro! Viva Pi IX/ Viva o
    mundo que o festeja t Vira Portugal, que
    anda se lembra nesta occasio de seu titu-
    lo de fid'lissjmo.
    (Echo de Roma )
    radore, com pooci eseepcSei. verdadei-
    ros monstros; e, mnalo de corrupcSo at
    ultima visca-a. expirar Analmente as
    mos de Aof astuto, que lew de lee entre-
    gar o cadver aos barbaros,
    O remate do sexto Iivro da Repblica que
    Microbio nos conservara com o nome qoe o
    mesmo Ine dera, de soniio de scipiAO, no
    pensar dos eruditos, o ama das mais
    bellas prodoccoes de Marco Tullio e da ao-
    tiguidade, mas digni ainda de om logar
    distincto na literatura de todos os pai-
    zes.
    O atticsmo grego e a urbandade roma
    oa tpresen'am-se nos neste opsculo na MU
    miior perfei.o ; o patriotismo, o respeito
    s iosti.ucoas e religiSo, o mor da jusli-
    Ci, uoicos meios que poden tornar flores-
    cernes oa Estados, folizes no interior, no
    exterior respeitad;s, sao ahi por tal nodo
    inculcados que s urna degeneracSo omple-
    ta deixar de as amar.
    Nesta engeohosa fe'n;a mostra o autor
    que, senSo era verdaderamente poeta no
    metro, era o da certo na prosa.
    Introdoz por inlerlocoteres varios amigos,
    todos pers nagens celebres da poca, reu-
    nidos no intervallo das ferias latinas, para
    iiscarreram acerca dos meios de reean*
    tru r a Repblica, que j dava symptomis
    de caminoir sua ruina.
    Ledo, um deiles, queixa-se de n3o ter
    sido levantada i ma estatua a ScipiaoNasi-
    C3, por haver livrado do tyranno a Rep-
    blica ; e ScipiSo Emiliano loe respondeu :
    Que, sendo o coobecimento intimo de Ilus-
    tres feito3 para os sabios o maior prem3
    da tirtude. nao pretende essa virtude ce-
    leste, nem estatuas, presas par chumbo,
    oera .riumphos de laureis que murebam :
    e outra sorte deseja de premios, maisest-
    ves e vinosos.
    Os desejos qae levaram o orador romano
    a escrever esta peca, me aconselhavan a
    mim a pola en lioguagem verncula, por-
    que, a pesar da immeosa distancia de eren-
    Cas religiosas o eoilosophicas, e o grande
    perfeicoamento moderno as silencias na-
    turaes. e fialmeno os moitos erros qaa
    alli se encontra em astrooomia e geogra-
    pbia, cri, n3o obsiante, a miaba patria
    nesta idade de ferro por que vae evidenti-
    mente passanJo, nlo deixara de topar all
    excedentes dacumentis de patriotismo e
    abenegaco e amor da justica, seno capa-
    zos de desarregar o egoiioio que j lavra
    profundo as pessoas e faceras; ao menos
    que o ensino da um p;go viesse envergo-
    nbar aos que se dizem chrslSos e aloma-
    do das lozas do seculo XIX.
    Os graades pensameotos team sempre* o
    carcter da universalidade; e a Repblica
    do seculo presente n3o pensa por certo mai
    diferentemente do de 69J da fandago de
    Roma.
    Rio de Janeiro, 29 de Janeiro de 1872.
    SONIIO DE SCIPIO
    SCIPIO EMILIANO EXP5E 0 SONHO QUE
    T1TERA EM FRICA
    UTTERATRA.
    bonito de ScipiSo
    FRAGMENTOS E REMATE DO LIVI10 6 DA RE-
    PUBLICA DEMA11C0 TULLIO CICERO, TRADUC-
    CO DE F. R. S. SARAIVA.
    Acerca dette fragmento
    ApoilonioMolo, rhetorico de Rhodes, se-
    gundo a relaco de Plutarco, depois de ter
    ouvido Marco Tullio Cicero, que fallara
    em sua presea.;,!, dissera ; Louvote, Ci-
    cero, e admiro-te; mas eu lamento a sorte
    da Grecia, por ver qoe o saber e a eloqoen-
    cia, nicas vautagens qoe nos restavam, vo
    por li passar aos romandsl
    Foi esta prophecia que nao deixou di em
    parta se realizar, porqoe nao s quasi todos
    eruditos considerara a Mirco Tullio Cicero
    superior ao mais celebre dos oredores gre-
    gos, Damosthenes, mas foi sobre tudo tal a
    admiraco que os gregos mostraran Re-
    pblica de Cicero que a tiveram por supe-
    rior aos escriptos de Plato e Aristteles,
    doos do' seas mais .celobrados philosophos.
    Plat3o entre os gregos, Marco Tullio en
    tre os romanos, ,esen\erara tratados da Re
    publica, livros que, alera de muitos pontos
    de semelbaoca na forra', tinbam por fim
    commura, aqaelle a regenerado da Grecia,
    este, a de Roma.
    Cicero, no dizer de Macrobio; pretenda
    fazer reviver as insliluicas republicanas,
    taes como ellaa eram em Rama nos te rapas
    qae precederam os Gracbos; Plat3o qaeria
    dutar a sua patria de urna instiiuio repu-
    blicana, qual elle imaginara, devia ser.
    Parece, pois, qae os prognosticos de urna
    completa degeneraco fizeram estes dous
    grandes genios apostlos da regenerado das
    suas respectivas patrias; mas os comedios
    eram quig serodios, porque o patriotisma
    de da para dia definbava se desde o patri-
    cio ao plebeu, desde o eopatrjda ao Iheti.
    Se a regenerac3o em Roma fosse possi-
    vel, o som i a de scipiAo fr a bastante para
    f?zer de cada romano um Lucio Quincius
    Cincinnato, um Marco Porcio CaiSo, um
    Marco Atilio Regalo. Era, porm debalde
    qae o orador e phosopho levanlava a voz
    contra a degradarlo de um seculo qua es-
    lava prestes a ir sacrificar as iasiiloic5e*
    de um povo verdadeiramete graode e II-
    vre, e depositar covardemente as mos de
    um avenlureiro hbil. Jalio Cezar, o impe-
    rio do mundo, para continuar ainda a gemer
    quasi por 4 scalos sob sessenta e oito impo-
    ......E, porqoe o coobecimento intimo de
    Ilustres feitos para os sabios o maior
    premio da virtude, dSo pretende essa vir-
    tude celeste nem .'-tatas, presas por
    chumbo, nem triumpbos de laoreis que
    murebam ; ootra sorte deseja de premios
    mais esta veis e vicesoi.
    E que premios sao, pois, esses, pergan-
    tou Lelio ?
    Vifto estaaos j de descaoso, ha tres
    das, disse ent3o Scipi3o, permitti que eu
    vol-o exponba :
    Chegado frica, tribuno militar, carao
    sabis, na quarta legio, sob o commando
    do cnsul Mani Manilio, a primeira coasa
    de que tratei, fa ir logo visite a Masinissa
    que por justos motivos era o rei mais
    alleicoado nossa familia.
    Tanto que cheguei ao p delle, O anciSo,
    banbado em lagrimas, estreilou-me em seus
    bracos, e, mmenlos depois, pondo 08 olbos
    no co, exclamoo : Bem bajaes, supremo
    Luzeiro e mais diviodades celestes I que
    antes de partir desta vida, tenbo a gloria
    de \er em meos estados e nesta casa ao
    successor de Pablio Cornelio ScipiSo, cojo
    nome s basta para fazer a minha alegra !
    Por isso qoe esse var3o la virtuoso 9
    o mais distracto cabo de guerra sempre
    minba memoria esleve presente.
    Aquella dia levamol-o todo em reciproca
    e longa conversaco ; eu interrogava-o acer-
    ca de seus estados; elle pergantava-me
    pe jas cousas da n>ssa Repblica.
    Emfim, acompanhados de apparato ver-
    daderamente real, eslivemos a conversar
    al alias horas da no ate.
    Majinissa nao se occopava seno de
    Africano, seus feitos, soas proprias palavras
    eram todo o objecto das recordaces do
    an:i3o.
    Apenas nos seperamos, para nos irmos
    deitar, eu, porque me senta fatigado da
    viagem, e alm disso tinba velado boa par-
    te da nonte, cahi desta vez em am somno
    mais profundo do que saba.
    Ento appareceu-me em sonbo Africano
    sob aquella forma per qoe eu smente co-
    nhecia, segando seu retrato ( de certo isto
    provinba da conversarlo qoe libamos tido,
    pois de ordinario, reprodozem-se dormindo,
    oossos pen samen tos e praticas, como Eunio
    diz, Iba saccedia a respeilo de Homero de
    quem freqaentes vezes usava eolreter-se,
    pensando e fallando, quando acordado).
    1 Mal conbfci o Afri:ano, fiqoei na ver-
    dade tomado de espanto.
    Elle, porem, me disse : Animo, ScipiSo ;
    nao te assnstes. Deposita na memoria o
    que vou dizer-te :
    Vs aquella cidade ( e de um logar ele-
    vado, luminoso, brilhaate, semeado de es-
    trellas, apontava-me para Carthago ), a
    qual ea sojeitei obediencia do povo ro-
    mano, como de novo toma as armas e nao
    pode cooservar-se em paz ? Pois agora vens
    ta, quasi soldado, combatel-a; nestes dous
    asnos, porm viras, consol, destroil-a; o
    appellido que por ora teos de mim s por
    heraDca, grangeal-o-bas por teus feitos.
    Depois de baveres aniquilado Carthago, tri-
    omphido e sido censor; depois de ir
    como embaixador ao Egypto, Syria,
    Asia e Grecia, sers, em tua ausencia
    eleito cnsul segunda vez;acabars com
    urna das maiores guerras, abaters os ma-
    ros de Numancia. Qoando, porm, te di'
    rigires triumpbaote ao Capitulo, encontrars
    a Repblica em estado de perturbaco por
    suggestes de un mea neto I Cumpre mos-
    trares eotSo i patria, Africano, as lozes
    do leu espirito, do ten eogenho, do teu
    conselho. Mas eo prevejo, ser, como
    consequencia dos desatinos, incert a mar-
    cha dos acontecimentos nesta qaadra.
    (Continuar-se-ha)
    TYP. DO DIARIO-RA DO DUQUE DE CAXIAS






    i
    i
    \

    lili


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