Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12616


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Full Text
kNO XLVIit. NUMERO 67
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ti \
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- fABA A CAPITAL I LGMU.S OfDZ IAO SI PAA POKTI.
S*or trea muzes adiaawdos................. 64000
Por seis di'i)s idem................, 124000
Per um anuo doin................... 344000
;jda mumero avniso..... t 920
DE
QUINTA FEIRA 21 DE MARQO DE 1872
PAA IIIT10 E TOflA DA P207IIC1A.
Por trflf mezef iditnudoi .*....
Por mi ditos idem.........
Por nove ditos idem........
Por am iodo idem....... .
#7M
04o
17JO0J
MAMBUCO.
Fropriedade de Manoel Figneira de Paria & Filhos.
A AVamTMH:
Q* Sr. Gerardo Antonio Alves Filhos, no Para ; Goncaives Pinto, no Maralo ; Joagoim Jos de Oliveirt 6 Filho, no. Cetra ; Antonio de Lemoa Braga, no Aracaty ; Jlo Mara Julio Chavee, no Au6 ; Antonio Mtrqaei da Suva, no'Natal; Jos Jai jac
Pereira d'Almeida, em Mamanguape; Augusto Gomes da Silva, na Parahyba; Antonio Jos Gomef, na Villa da Peana; Belarmino dot Santos Baldo, em Santo Antlo; Domingos Jos da Costa Braga,
em Nazareth ; Antonio Ferreira de Agoiar, em Goyanna; Francino Tavare* da Costa, em Alagoas ; Dr. Jos Martini Alvei. na Baha; e Leite, Cwquinho 4 C. no Rio de Janeiro.
PARTE OFFICIAL
Commaudo superior
QOAIUEL DO OMMANDO SUl'ERlqR DA GUARDA
n*cio?:al do municipio do pare, 19 DE
MARCO DE 1872.
Ordem do da n. 5g.
Em cumprinienlo das ordens do Exm. Sr. con-
selhero presidente da provincia, e dp que resolveu
o Exm. Sr. coronel conmiaiulaiU}Jlas armas in-
terino, delermina o coronel cimimamlante superi-
or, que una divisao couipusla de tres brigadas,
formada do 1. batalhao de artilliaria, I.", i, L
4." e 6. de infantaria! do 2. c 9.* de 1 linlia, se
forme cm grande parada no dia 2." do correte as
11 horas da manha, na ra da Aurora, dando a
direita para a ponte da Boa-Vist i, estendendo a
squerda em seguimcnlo a mesma ra, afim de
solemnizar o Aniiiversnrio do juramenta Consti-
tuieo p ditiea do Imperio.
- i." brigada, que ser composta do 1." bata-
lbio de artilliaria e 1." e 2. de infamara, ter por
comniaiidaiite o Sr. coronel Joao do Reg Barros
Falcao.
A 2.a ao niandu do Sr. tenente coronel Ernesto
Machado Freir Pereira da Silva, se compor do
.'{.. 4. e batalhoes de infamara.
E a 3.* formada do 2. e 9." de infamada de 11-
nha, ser conmandada pelo Sr, tenente coronel
Alexandre Augusto de Fras Villar.
A forra fin paradt tirar 80b o commando o
i do Sr. ollcial a quem p r le competir em quanto
se nao apresenlar a sua frente o commandante
superior, que assumra o commando da diviso.
Os corpos rao municiados para as tres descar-
gas do estilo.
Farao parte do estado maior do commando da
torca'em parada, alein d.s Srs. ofllciaes em ejer-
cicio, os Srs. majures graduados Bento Luiz da Ga-
ma, Luiz Antonio Porral e tenente Lauriano Jos
de Biirros, todos de 1. linha, e os Srs. tenentes
Jos Carlos do Reg Valenga, do 9.' esquadrao de
challara e Manoel da Silva Loyo. alferes do 3."
batalhao, ambos da guarda nacional. Os Srs.com-
mandantes de brigadas eseolherao os scus empre-
gados dentre os Srs. ofllciaes a ellas pertencen-
tes.
Sao conviJados os Srs. ofllciaes-dos coi|)os que
nao marcham, os dos corpos de reserva, c os re-
formados para comparecerem no palacio da presi-
dencia e asstsiiivm ao cortejo que nesse dia se tem
de fazer, urna hora da tarde, a Effigie de S. M.
o Imperador.
As msicas dos corpos da guarda nacional to-
rarao em frente do palacio da presidencia nio s
o recolher na noute do dia 2i, como na de 23 e
alvorada desse mesmo dia.
A guarnicao da cidade ser feita pelo 1.a bata-
lhao de infantaria, para oque pelas9 horas da ma-
nha do da 21 se achara a forc\a em frente ao ar-
senal de guerra, aflu de receber o armamento
preciso e seguir a destno.
Outro sim podendo acontecer que Suas Mages-
tades Imperiacs cheguem esta cidade, de seu re-
gresso da Europa, no mesmo dia25' c queiram des-
embarcar, o que ser annunciado pelas salvas das
fortalezas e navios de guerra, existentes no porto,
? pelo pavilhao Nacional que ser ieado no mastro
do lelegropho, a 3," brigada hmediatamente mar-
char para o caes22 de novembro afim de fazer
as honras devidas aos August s Viajante?, depois
do que seguir a tomar posigo no campo das Prin-
cezas, reunindo-se a diviso, que devej estar for-
mada no mesmo campo.
Se a vinda de Suas Magestades Imperiaes nao
verificar nesse dia, as ordens cima dadas para o
seu desembarque, fleam em ioteiro vigor, servin-
do por tando os corpos da guarda nacional tica-
rem de promptidao para se acharan em parada
logo que se d o signal da chegada de Suas Ma-
gestades.
Antonio Gomes Leal.
Comniaiido das armas.
QUARTEL GENERAL DO COMMANDO DAS ARMAS
NA PROVINCIA DE PERNAMBUCO 20 DE MARCO
DE 1872.
Ordem do dia n. 611.
O coronel commandante das armas interino con-
vida em nome da presidencia ais Srs. clliciaes do
exercito elTectivos, honorarios e reformados, a com-
pareesrem em palacio n > dia 25 do correte, an-
iversario do juramento constiinigo do imperio,
afim de assistirem ao cortejo qoe a 1 hora da lar-
de desse dia se tem de fazer a effigie de S. M. o
Imperador.
As msicas dos corpos de linha tocarlo em tren-
te do mesmo palac o o reeolhsr no dia 24, a alvo-
rada e o re:olher no dia 25.
(Asslgnado). Jos Mirla Ildefonso Jacome da
Veiga Pessoa e Mello.
(Conforme).Clemente Francilio Tavares, te-
nente -ajodante de ordens eacarregado do de-
talhe.
Repartido da polica
t.' seccao.Secretaria da poiicia de Pernaaabu-
co, 20 de margo de 1872.
N. 534. lllm e Exm. Sr. Levo ao conheci-
mento de V. Exc. que, segando consta das part
cipagdes recetadas nesn reparticao, foram honlem
recolhldos 1 casa de deiencao os segointes inli-
vidaos :
A' mnha ordem, Bemvenulo, escravo de Praxe
des da Silva tusma ., Apolinario escravo de D.
Theresa de tal, Antonia, escravo de Bailar & Oli-
veira, Gustavo, escravo de Carlus Eduardo Hi le e
Adi, escravo de Jos da Costa, por terem sido
ncootrados depois de 9 horas da noute sem bilQe-
tes de seas senbores.
A' ordem do subdelegado do Recife, Raymondo
escravo de Duarte Roirigues, por ter sido enton-
(rado depois de 9 horas da noute 3em bilhele de
sea senhur.
A' ordem do de Santo Antonio, Antonio, escravo
de Francisco Tavares, por ter sido encontrado de-
pois de 9 horas da noote sem bilnete de sea se-
nhor.
A' ordem do da Boa vista, Pearo, escravo de J>-
3 Pedro Velloso da Silveira, por (agido.
Durante a noote de hootera foram tomadas pelo
sablelegdo dodistricto do Peres 20 armas de-
tesas.
Deas guarde V. Exclllm. e Exm- Sr. cob-
selheiro Joao Jos de Ollveira Junqueira, presiden-
ta da provincia. O chela de polica, Domingos
Monteiro Peixolo.
EXTERIOR.

Acerca da risita de suas ages-
tes Ittperlaes do Brasil
Festejos.Vamos dar ao Wlor a descripcJo dos
festejos qae se projectim fazer por occasio da
chegada dos imperiaes \ ajantes a esta cidade.
Alea do embaodeirfcmeato da ponte pensil e
praQi da Rbelra, levania-se no largo, entrada da
roa de S. Jeio, am pavilhao, onde tocar a banda
da guarda municipal. A ntrala da ra de S.
Joio vem-se doas grandes obeliscos, tendo do
lado direto ai armas bruileirai e do esqaerdo as
portuguezas; estes obeliscos sSo adornados de han-
oeiras das daas na;3es. Ao cimo da ra de S.
Joao eieva-se um elegante arco triumpbal, rema
tado por tres esiatuas, representando a do centro
o Porto, a da direita a jnstici e a da esquerda a l-
berdade : o conjuncto d'estas figuras representa o
Prto ulfereceudo urna cora de louro ao3 impe-
nac^ viajantes, baseado na Justina e na liberdade ;
no sop da estatua do Porto vem-se de ambos os
lados as armas da cidade, e no das ontras, do la
do direto ai armas brasileiras e do es^uerdo as
portuguezas. No cimo das duas partes que com
poetn o arco vsm-se as lettras P. II. T. M. ( Pedro
II e Therezi Mana ). O desenho desle arco do
Sr. Thomaz Augusto Soller, e a pintara dos Srs.
Marques Piolo e Salazar. Este arco de bello el'-
leito e de bom gosto a pinturas que o adornam.
Anda nao est resolvido se o arco ser illuminado
e se haver msica nesta ra durante as noites
em que suas magestades es Imperadores do Brasil
se demoraren) nesta cidade.
No largo de S. Domingos ergue-se un pavilbSo,
em forma otavada, sendo a cpula, de forma co-
alca, sustentada por oilo columnas. Eita cpula
piotala om a) cores nacional e brasileira, e re-
mata-a um mastro com um galhardete, ten lo na
base as aunas braiileirai e portugaeas unidas, e
mais cima ura oval, onde ?e vem as lettr.s V.
D. P. II, que dz;m : D. Pedro II. Na base do pa-
vilhao vem-se pintados diversos emblemas rausi-
cie-, O tablado circumlal) por varandira, or-
nado de escudos,onde se vem as armas portugue-
zas e bra-ile.ra1, lyras e coroas de flores. No ci-
mo do pavilh) e na parte qae olha para a ra de
S Joao vem-ie tres escudos, onde esto pintadas
as armas da cidade, portugaezas e brasileiras,
achando-se o mesmo ciicumdado de pequeos me-
dalhdes com as lettras V. P. II. Tojo o pavilhao
s'.a, alm d'isso, adornado de trophos e galhar-
detes. Tanto o desenlio como a pintura d'elle sio
do Sr. Francisco Antonio Pereira. O pavilhao se-
r illuminado durante as tres noites e tocar nelle
urna banda marcial 11 Villa-Nova de Famalico.
Alm desta msica, est lambem contratada urna
outra dos suburbios desla cidade, que tocar no
mesmo largo.
A' entrada da ra das Flores v-se um outro
-ateo iriumpal em estylo maooelino, tendo nos tm-
panos escudetes de armas, cujo timbre um ca-
pacete. Sobre o arco corre nma architrave, era
que se l, do largo de S. Domingos, a seguate ins-
cripgo ; Filium cor patris possidentis salutant,
que pode ter a seguate tradcelo : Os qae
possem o coradlo do i ai saudam o filho >; do
lado que diz para a ra das Flores : Martii ka-
lendis MDCCC LXX.I1 ( marco de 1872 ). Sobre
a architrave continua a decoracao em estylo go-
thico, terminando por ama agulba, em que fluc-
tuara as bandeiras portugueza e brasileira. Os re-
mates, formados pelos colnraaelos, terminara em
pequeos coruchus, que do grande realce a to-
do o corpo do arco e qu -. caractensan perfeita-
mente o seu estylo. Do centro do arco pende ura
lustre gothico, que ser ilinmioado a azeite, bem
como o ser todo o restante. A planta desta obra
do Sr. Couio Guimares, que tambera dirigi a
pintora d'tlla, e na qaal fol coadjnvado pelos Srs.
Carlos Pereira e Jjo dos Rios. Este arco tam-
bera de bello effeito e acha-se mimosamente pin-
tado.
A', entrada das mas da Ponte Nova e do Souto
vem-se quatro plinthos, nos quaes assentaro as
estatuas, em gesso, das quatro partes do mundo:
Europa, Azia, frica e America. Nesta ra to-
car durante as noites dos festejes a banda de ca-
ladores 9.
Na prca da Ribeira, ra de S. Joao, largo de
S. Domingos e ra das Flores esto coilocados em
alas mastros cora galbardetes das cores nacional e
brasileira.
No largo da Feira de S. Bmi > est outro pavi-
Ih), em forma de miranete turco, pintado a cores
de rosa ; branca. Do ingresso para elle tres l-
eos de escalas, no principio e no cimo das quaes
se vem jarr5es de flores naturaes. No lado qae
olha para a ra das Flores est urna elypse, onde
se v o dstico Pedro II, em cimo ergue-sa om
mastro, onde flucim a bandeira portagueza. O
tablado do pavilhao circulado por am varan-
dra e adornado com estatuas e jarras de fbres
naturaes, e do centro pende lambem ura acafaie
om flores. O desenlio e pintura d'este elegaute
pavilhao do Sr. Veras, e a constrncQo de raa-
deira foi feita peto Sr. Moreira de Mattos. O resto
do pavilhao adornado de bandeiras e galbarde-
tes. Na parte fronleira a ra de D. Mara II
vem-3e duas elevadas pirmide-, adornadas com
as I,io leiras brasileira e portagueza, e ao desem-
b>car no largo da Porta de Carros acham-se ou-
tra* nticas. No espaco que medeia entre a en-
trada da ra d D. Mara II sabida do largo de
S Bento para a Porta de Carros esto coilocados
muitos mastros com bandeiras e adornados a meio
com trophos, no centro dos quaes se v urna co-
roa de louro em cada am delles ; os mastros estio
ledos ligados por fesies de murta, dos quaes peu-
dero, copos para a llumlnaco. O pavilhao ser
igualmente iluminado a baldes venezianos e toca-
r nelle durante as tres noites a banda doSr. Fre-
derico.
Na praca de D. Pedro e ao lado direto da esta-
tua do Sr. D. Pedro IV est um crelo, onde toca-
r a banda de infantaria 5, devendo o referido co-
reto ser illuminado a gaz. A fachada do edificio
da cmara municipal tambem ser profusamente
Aluminada a gaz, para o qae se aeba ja collocada
a canallsaco. O sop da estatua do Sr. D. Pe-
dro Pedro IV ser adornado com grande numero
de plantas.
Ao principio da calcada dos Clrigos levanla-sa
um grandioso arco triampbal, imilacjio do outro
qae existe em Pars. Este arco tem entradas pe-
lo largo dos Liyos, ra do Almada, praQi de D.
Pedro e calcada dos Clrigos.
No* tmpanos veem-se as letras P. II, e remata
o arco ara grande mastro com bandeiras nacionaes
e nrasileiras. No cimo vera-s9 entre trphus,
do lado da praca de D, Pedro as armas brasilei-
ras, dos Clrigos as portogaezas, e do largo dos
Loyos i roa do Almada as da cidade. Este arco
sera illuminado a gaz e em am crelo qae se
actia prximo tocar dorante as noutes dos feste-
jos a banda de afamara 18.
A planta do Sr. Kopke de Carvalho, e a pin
tura dos Srs. Lambertini e Procopio. O effeito
deste arco imponente, e a feitura delle foi pro-
movida peles Srs. Miguel Vaz Pinto Gaedes e For-
moa & Pimenta coadjavados pela colonia brasi-
leira desta cidade epor oatros cavalbeiros.
Finalmente na roa de Santo Antonio esto col-
locados obeliscos pintados de azul e braneo, e re-
matados por ovaes, onde se vem em lellras don-
radas os disiicosPedro II e Tbereza Mara.
Noi iotervallos de ans aos oatros vem-se plin-
thos com escudetes pintados de amarello e verde
com os mesmos dizeres dos de cima, e circamd-
dos por trophos e bandeiras. Ao cimo da roa
de Santo totonio e no sitio onde se acha o obe-
luco de pedra est disposta ama illominaco, qae
deve produzir bello effeito. Nesse sitio vem-se
pintadas do lado direto as armas brasileiras do
esquerdo as portuguezas e no centro ama allego-
ra representando o seguate : o Porto mostra ao
Dqaro a bella estrella de Pedro II, a qaal des-
pjnTa no horiionte. Tanto a allegoria como as
armas foram pintadas pelo Sr. Lima e sao trans-
parentes para produzir effeito com a illuminacao.
Os obeliscos qae se eitendem pela ra aerio tam-
bera nominados a azeite. Dorante as tres nou-
tes da illuminacao tocar all ama banda marcial
de Arouca, qae a commiMio jalgou ser a melbor
das proximidades do Porto, bavendo tambem {ogo
4o ar. 1
Sao estes, pois, os festejos de mais vulto com
que se projecta solemnisar a visita dos imperiaes
viajantes, devendo alm destes, adornar-se eom
bandeiras e cobertores as ootras ras por onde
S3. MM. teem de passar, quando se dirigiris ao
hotel do Louvre, para onde vo bospedar-se.
diversas .noticias.Como nao ha recepeo of-
ficial aos imperadores do Brasil, tanto a -cmara
desta cidade como a de Villa Nova de Gaya, auto-
ridades, corporales, etc., rao espera-Ios as De-
vezas. Sa chegarem de manhaa os imperiaes via-
jantes, seguir) pelas ras de S. Jeto, Flores,
praQa de D. Pedro e Almada, em direcQo a La-
pa, onde se rezir ama mtssa, a que SS. MM. as-
sistiro, e para cojo lim a igreja se cba tiban-
temente decorada.
O Exm. prelado desta diocese dz-se que asis-
tir a esta solemoidade. A msica do Sr. Ca-
edo. Depois da missa e de SS. MM. orarem jau-
to do coraco do Sr. D. Pedro IV, segulro pelo
campo de Sioto Ovidio, ras da Boa-Vista, de Ce-
doleita e Rosario at ao hotel. Se. porm, SS.
MM. chegarem de tarde, o cortejo seguir pela
calcada dos Clrigos em dlrecco ra do Rosa-
rio, devendo effectuar-se a solemoidade na Lapa
no dia seguinte.
Na Ordem da Trindade azem-se todos os pre-
parativos para a recepeo de SS. MM. II. Na igre-
ja j se achara armados os aodores, e o hospital
e lyceu esto adornados como no dia de abertura
publica. Como todas as pesfois reaes qae leem
visitado esta cidade teem aceitado o diploma de
irmio daqaella celestial ordem, a mesa teociona
oflerecer tanto ao imperador como iraperatriz os
diplomas da mesma, e, oo caso de SS. MM. acei-
taren) o oflereciraento, como de presumir, ef
fectuar-se ha esse acto com grande pompa, ha-
vendo a profusa > dos imperiaes viajantes, para o
que se anda decorando ricamente o templo. A
essa solemoidade presidir o Exm. prelado desta
diocese.
A ornamentado da igreja do armador o Sr.
Ribeiro e a msica ser da capaila do Sr. Ca-
edo.
Na academia polytechnica, escola raedco-cirar-
gica, bbliotheca publica, academia de bellas-artes,
Boba e outros estabelecimentos pblicos fizem-se
igualmente todos os preparativos para a recep-
eo de SS. MM., no caso de que ellas os vo vi-
sitar.
SS. MM. tenconam Ir tambem visitar o edificio
dos pagos.do concelho, para cujo lina, se fazem
nalle as convenientes obras.
Iro lambem ver, o palacete do Sr. visconde da
Trindade, a sala onde esteve Carlos Alberto. Por
essa occasio ser-lbes-ba ollerectdo pelo Sr. vis
conde nm lunch.
Na sala onde esteve Carlos Alberto appareeero
pela primeira vez os retratos a creio de todas as
pescas reaos que teem visitado a referida sala, e
que sao SS. MM. D. Luiz, D. Maria Pa, D. Fer-
nando, o principe Humberto, e o imperador e a
iraperatriz do Brasil, que agora a visitara. Estes
retratos foram expressa nenie desenliados, os qua-
tro primeiros pelo Sr. Joao Margues da Silva Oli-
veira, alumno da academia Portueosj de U.llas-
Artes, e os doas nliimos pelo alumno da mesma
academia, o Sr. Alfredo Carneiro, brasileiro. To
dos es retratos do honra a qaem os desenlion.
Na reuoio qae hontem tiveram os volntanos
da rainha e do batalhao de capadores 5 para de-
cidirem o modo de felicitar o filho do Sr. D. Pedro
IV resolveu-se que ama commisso composta dos
individuos qae pertenceram qnelles doas corpos
o vo felicitar no dia e hora que julgarem mais
conveniente, apresentande-se lodos os merabros
dessa coramissao cora os seas amigos fardameolqs.
Hontem n ute experimentonse a canalisaco
3ue se collocou na fachada do edificio dos pacos
o conceibo para a illuminacao a gaz qae all de-
ve ter lugar por occasio da vinda de SS MM. Os
lumes esio bem disposlos e sorprendente o ef-
feito que prodozem.
guarnicao d'este qaarto de casimira listada, sen-
do o estofo coberto cora panoe de crochet. E' la-
xaosa a decorigo, posto qie nio' to preciosa
como a da toilette da iraperatriz.
Ha ajada no priraeiro andar outras salas, tam-
bem primorosamente decoradas, e que sao desti-
nadas para coaversaco pnioalar aos augustos
persooageos, oa para renoio das ptssoas da sua
comitiva.
No seguod i andar, onde, como dissemos, esto
disposlos os aposentos desta* ultimas, respira-se
anda o laxo e a elegancia, e nao se pode dizer que
foi aqu tmpregado nsm meaos esmero aera menos
gosto.
E', pois, a morada que se destina aos augoslos
viajantes durante a saa permanencia nesta cidade
digna de os receber, e o cuidado e deipezas qae
para estem nio foram poupalas tornam merece-
dores de ser hoorosameote mencionados a proprie-
taria do hotel e os directores da Agencia Univer-
sal, aos quaes foi incumbido o trabalho da decora-
gao e o forneciraento dos objeetos que este motivo
extraordinario tornaba neesssarios.
(Commtrcio do Porto.)
PERNAMBUCO.
Aposentos cara ss. mm n.Estio preparados
com riqueza e aparado gosto os aposentos desti-
nados no Graod II >tel da Louvre para os imperiaes
hospedes que se esperam no Porto. A parte do
hotel propriamen e reservada aos aposentos de SS.
MM. a do primeiro andar, no segando esli
preparados os aposentos para as pessoas da sua
comitiva.
O Grand Hotel du Louvre, j notavel pelo lu-
xuoso apparato que all se encontrava, le expres-
samente modificado em algunas de suas disposi-
coes para e-te fira extraordinario, e o esmero que
se empregou nesses Irabalhos, bem como na de
coraco interna da casa, tornam os imperiaes apo
sentos dignos de receber os altos persooagens a
quem se destinan).
Do portio, decorado com plantas e estatuetas,
sobe-se pela es:ada em espiral, topetada e guarne-
cida trabem de p'antas, para a galera do primeiro
andar. Defrontam-se no topo da escada a qaem
entra, dous grandes espetos, coilocados aos lados
da porta fronteira a escada e que a que d ac-
cesso para o qaarto destinado toilette de S. M. o
Imperador. Em frente d'estes espelhos achara-se
coilocados doas magoificos vasos de mosaico com
plantas. A' esqaerda da galera de qae fallamos
tica o sali de receber. E aprimorada a decora-
cao d'esta parte da casa. A guarnicao de no-
gueira e madeira dourada com estofo de damasco
vermelbo. No topo do salo, fronteiro s daas
jaoellas de saceada qae Ihe dio laz e por cima do
sof, am grande espelho de moldara dourada ; no
meio am borne, ornado com um vasoj de flores,
em torno dtspostas as cadeiras de guarnicao dou-
rada. Preciosos qnadros de Gobelins, contador de
pao preto, internamente ornado com figuras de
metal doarado, dous ricos vasos da Iodia montados
em brooze com plantas, magoificos blleles de
hale e outros adornos complelam a decoracao.
Ao lado esqaerdo da galera seguem a ara lado
o quarto de dormir dos imperiaes esposos e do oa
iro a toilette de S. M. a iraperatriz. E' riquis-ima
e do mais bello goito a decoracao e servieo da
toilette. A goarnicio de charao estofado de ca-
simira branca; o servigo de porcelana de Saxe.
Este servieo ama preciosidade pelo seu valor e
pelo sea merecimento artstico. E' primorosa a
guarnicao do espelho, toda da ornatos e figuras de
porcellana, como o sao os candelabros, os vasos
para flores e todas as outras pegas qae consu-
mera este servieo. Informam-nos qae fura compra-
do na expoiic.o de Madrid. Grandes espelbos de
moldara dourada e oatros movis completara a
decoragio da toilette. Aceresceolaremos que esta
dividida em doas qaartos commanicando entre
si por urna larga porta em arco, com reposteiro
de casimira. A guambio do qaarto de dormir
de charao com estofo de damasco amirello. Duas
camas simples de tnogno fraocea com longo
cortinado de eassa branca suspenso do tecto,
grande espelho sobre o fogio, algans quadros,
toilette, lastre de crystal, no centro, constitaem a
singela e elegante decorajao d'esta parte dos apo-
sentos imperiaes.
Segurado pela galera a direita, eotra-se na sala
de jamar. A guarnlcio d'esta sala de carvalho
do norte. Ao centro grande mesa, a un lado
aparador, do outro espelho com moldura de carva-
lho, tendo em frente nma estatueta de brome :
vasos eom plantas, quadros e outros movis. Abre
para esta sala, qae espacosa, outra de menos
ampias proporcSes, destinadas para se servir o
caf. A guarnicao de mogno com estofo de risso
vermelbo escaro e conslaem o resto da decora-
cao, qnadros, espelhos, vasos com plantas, ato.
O qaarto de toilette de S. M. o Imperador flca,
como dissemos, no topo da escada prigoipal. A
ASSEMBLEA PROVINCIAL.
SESSAO ORDINARIA EM 9 DE MARCO.
PRESIDENCIA DO SO. DR.FGRREIRA DK AGt'IAR
Ao meio dia feita a chamada, verifica-se acha-
rem-se presentes os Srs. depntados : Ges Caval-
cante, Alraeida Pernambu:i, Teixeira de S, Bar-
ros Correa, Albnquerque Lacerda, Viera de Mel-
lo, Goncaives Ferreira, Alipio Costa, Tolentioo de
Camlbo, Gasmio Lob>, Pinto Janior, Arconcio
Silva, Henrique Miraede. Ferreira de Aguiar,
Correa cerda, Gjmes Prente, Veira de Araujo, Cunha
e Figoeredo, Barros Waoderley, Ueha Cavalcan-
te, Felippe Figueira, Joaqoira Corro de Araajo,
Ca falcante Camboim, Oliveira Fonce:a, Pinto de
Campos, Minoel do Reg eMeli) Regj,
Abre-se a sesso, I ida e approvada a acta da
antecedente.
O Sr. secretario d coota do seguate
KXPEOIBNTE !
Petgo : da rmaodade de Nossa Seohora do
Rosario di Pao d'Alho, pedindo a approvaco do
seu compromissoA' coramissao de negocios eccle
siasticos.
Sao julgados objeetos de deliberado e manda-
dos imprimir o seguate parecer e projecto :
t A comraisso de petigde?, a quem f)i presen-
te a petico de Dioaizio de Soaza Bandeira e
Araancio Godofredo Lucas, em ]ae pelem, a esta
asserabla mande admillir como alumnos atemos
do gymnasio provincial, o primeiro, sea filho de
nom Juviniano, e o segundo, sea filho de nome
Joao, altead-n lo que ambos os peticionarios sio
homens pobres, e qae nio podem eom seas re
cars. 3 dar a seas lbos a educaco regular ;
de parecer qae sejam deferidas as petiedes para
o que app-esenta a consideraQii desta assembla
o seguinte project i de lei :
A assembla legislativa provincial de Peroam-
baco, resolve:
Artig-) nico. Fica o presidente da provin-
cia autorisado a mandar admiltir como alumnos
internos do gyranasio provincial os menores Juvi-
nianoe Joio, o primeiro fllho de Dionizio de Souza
Bandeira, e o segando de Anuncio Godofredo
Cucas.
i Revogadas as disposicoes em contraro.
Sala das commissoss, 9 de marco de 1872.
Pinto Jnior, Antonio Goncaives Ferreira.
O Sr. F. de FiGUEinA justifica o requerimento
que offerece.
Vai mesa e apoialo o segrate requer
ment :
Requeiro que se pegara as seguales intorma-
ifi'- a presidencia da provincia: 1.* em qae esta-
do se achara os irabalhos estalisticos contratados
com o Dr. Tavares Belfort ? 2.a se j se lindos
on nio o praso estipulado para a confeecio des-
ses irabalhos, e no caso afirmativo, e nao tendo
sido prorogado esse praso, qaal a razo por
que oio Ihe foi imposta a malla comminada no
emirato T -figueira.
Posto votos o requerimento, approvado.
Continua a discassio do requerimento adiado
da sessio anterior, para qae se inste com a direc-
tora da inslruccao publica, afim de que informe
o requerimento em qae os professores pblicos
pedera se restabeleca o feriado da quinta Lira.
O Sr. Oliveira Foncrca. Em additamento s
consideracoes qae foi bontem duvidoso de ler-se
oa nao pedido, com effeito, a iaformacio de que
trata o requerimento, aecresceniarei, que verifi
coa-se ter sido a informacio pedida, oio tendo
anda viudo casa.
Encerrada a discassio o requerimento ap-
provado.
E' anda lido e approvada o seguinte requeri-
mento :
c Requeiro qae p>r intermedio da presidencia
se pega a tbesouraria provincial urna nota do
quanto renden os emolumentos da secretaria do
governo no anao de 1870 a 1871. Joaquim de
Mello Reg.
ORDEM DO DIA.
Entra em discassio o parecer da commisso de
petiQes adiado da sesso anterior, que indefere a
em que Jayrae Eneas Gomes da Silva, pede privi-
legio por 50 annos e isencio de direilos de expor-
taco para montar nma fabrica de perfumaras.
0 SR..GU5MA0 LOBO justifica e manda mesa
a emenda, qae apoiada e entra em discassio :
< A assembla resolve :
< Artigo unicj. Ficam isenlos dos direilos de
exporraeio, por espago de dez annos, as perfu-
maras fabricadas pelo cldadio Jayme Eneas Go-
mes da Silva : revogadas as disposigoes em con-
trario.G. Lobo.
O SR. PINTO JNIOR sustenta o parecer da
commisso e manda mesa a seguate emenda
sabstilativa :
Ficam isentas do direto de exportagao pelo
tempo de 10 annos as fabricas de perfumaras qoe
se estabelecerem na provincia.Pinto Jnior.
O SR. GUSMO LOBO pede a retirada de sua
emenda, o qae Ibe concedido.
Encerrada a discassio, approvada a emenda
do Sr. Piulo Jnior.
1.* discassio do projecto n. 75 do anno passado,
elevando um cont de res os veacimentos do
amanuense do asylo de mendicidade.E' appro
vado.
1.* dscusso do projecto n. 79 do anno passado,
autor sao do o presidenta da provincia a contratar
a construego de ama estrada de ferro de Game-
leira a Rio rormoao.
Vai i mesa e apoiado o segunie requer-
mecto :
t Requeiro que sobre o projecto seja oavida a
directora das obras publicas.F. de Figueira.
E' approvado o requerimento.
1.a dscusso do projecto n. 80 do anno paasado,
creando daas cadeiras de instruegao elementar
para o sexo masculino, sendo ama no povoado de
S. Jos da Extrema, na frernexia de Gameleira e
outra do povoado de Po-Rranco, da Ireguszia da
Serinbiem.
Vai mesa e apoiado o seguinte requeri-
mento :
t Requeiro qae seja oavido o director da ins-
truegao publica acerca da ?onveqienoi, do projw
10.-H. Mamde.
E approvado o requerimento.
l.'discusso do projecto n. 115 do anno passa-
do, autonsand* o presidente ds provincia a con-
tratar com Joio Carddso de Araujo e William
James Lindsey, ou com quera raelhores vantagens
oforecer, a construego de ama estrada de ferro
de S. Fraucisco a Bebedor.E' approvado.
1.' dscusso do projecto n. 82 do anno passado,
concedendo doas loteras em beneficio das obras
da igreja matriz de Nossa Seohora da Purficago
da reguezia de Una e da dos Montes.E' appro-
'vado. vv
1.* dscusso do pnjecio n. 81 do anno passado"
interpretando os arts. 2. e 4. da lei n. 957 de 12
^tOJR^Sa^^um Passado, "J*"m'tBRg&S
concedendj o iraprorogavel prazo de tres raezes'
parase por era dscusso a postura de setembro
| pagar se o prolessor ncmeado nio f isse jubilad .
i ou nao tivesse mais de vate e cincj aasoe d-
Iservieo.
Kocerrada a discas'o, i o projecto approvid .
1* dscusso do projecto n. 101 do anni pi-a
do, automando o presidente da provincia a cin-
tra a r com Jos Correa de Melle, oa eom ra
melhures vantagens offerecer, a constrarcao :
urna ponte sobre o rio C me vou, da cidad- d >
Liraoeiro.E' approvado.
1* dscusso do projecto o. 105 do anno pass
do, concedendo privilegio por vious e cinco aic
a Carlos Jos d e Medeiros, ou a qnen meihor*-
vantagens clerecer para edificar.io de nma ci
de 1820.'
O SR. PINTO JNIOR faz ver que o projecto re-
fere-se postura que estabeleceu a forma que de-
viam ter as carrogas que conduzissera a carne
para os agougues, a que tendo-se concedido o pri-
vilegio para esse servigo, nao tem o projecto boje
raais razo de ser.E' regeitado o projecto.
I." dscusso do projecto n. 89 do anno passado,
autorisando a desapropriago do terreno compre
hendido no sitio dosherdeiros doargento mor Mi-
noel Pinto de Soaza, para abi ser edificada a igre-
ja matriz da fregaeza de Nossa Senbora da Grata
da Cipunga.E4 regeitado.
1.' dscusso do projecto n. 9i do anuo passado,
ooocedeudo ama lotera de 120 conlos para as
obras da matriz de Papacaga.E' approvado.
1." dscusso do projecto n. 98 do anno passa
do, autorisando o presidente da provincia a pagar
annualmente a Francisco Mara Duprat a quanlia
de l cornos de rispara auxilio da publicago de
sea jornal Brasil Agrcola.E' regeitado.
I.' discussao do projecto n. 100 do anno passi-
do, approvando com algumas aileragoes o corapro-
rai.-so da irmandade do Santissirao Saramento da
matriz de S. Jos d'e3ta cidade.
O SH. OLIVEIHA FO.NCECA faz algumas consi-
deragoos era jastiflcigao do requerimento que
offerece.
Vai mesa e apoia-3e o seguinte requeri-
mento :
t Requeiro o adiaraento da dscusso por 24
horas Oliveira Fonceca.
E' approvado o requerimento.
1.' dscusso do projecto n. 102 do anno passa-
do, autorisando o presidente da provincia a nomear
para qualquer cadeira de inslruccao elementar o
prolessor jubilado hidro Goncaives da Cruz.
O SR. GOMtS PRENTE : -Sr. presidente :
pedi a pala vi a para dar as raz5es pelaiqaaes
voto cootra o projecto.
Nao comprehendo, Sr. presidente, como permittir
que u:n professor jabilado pos^a de novo ser no-
meado para reger urna cadeira.
Um Sr. Deputado :E' cousa possivel aqai
mesmo ha precedentes.
O Su. Gomes Prente :Nio duvido ; mis ha
precedentes qae nao nos devem servir do uproia
de proceder.
Um Sr. Deputado :Este nao mo ; at
econmico.
O Sn. Gomes Prente :Como economi:o ?
Um Sr Deputado :Era lugar de se pagar a
dous professores, paga-se smente a um.
O Sr. Gomes Prente ;Creio que o nobre de-
putado nao tem razo por este lado ; alm de qae
me parece que ha grande inconveniente em se
noin ar para reger urna cadeira a ura homem
que, pde-se dizer, est inuli-.ado para o servigo
activo.
O Sr. Lamenha :Pde-se dizer nao ; assim .
O Sr. Gomes Prente :Pelo menos assim se
deve presumir.
contra >
projecto.
O SR. F. DE FIGUEIRA defendea uiilidade i
projecto.
O SR. J. CORREA DE ARAUJO faz sentir ;
existindo em vigor a lei o. 880 de 23 de junbo :
1869, que autoris o presidente a conceder igu.i
privilegio a Adriano Xavier Pereira do Ilrit ,
a quem melbores vantagens offerecer, inn'il
torna a adopgao do prjec o qae se discate, p
dendo os que pretenderen) esse privilegio ofler--
cer suas propostas independenie de nov H.
Encerrada a dscusso, o prijecto regeitaJ
Hivendo dado a h>ra, o Sr. presidate Iigo:
a ordam do dia e levanta a sesso.
O Sr. Ges Lavalcante :Se ello pede qae
se julga de novo habilitado.
(Troeara se apartes.)
O Sr. Gomes Prente :Mas o peticionario nao
o juiz competente para cmecer se est ou nao
habilitado ; um prolessor que ob'.ra sua jubila
gao porque nao pode mais conservarle no exer-
eicio de seu emprego.
O Sr. F. de Fioubiroa :O professor que tem
25 annos de exercicios tem direto jubila jo ;
mas poda anda estar to mogo e robu.-to que se
preste a bem servir.
O Sr. Gomes Prente : Por esta forma nao
posso contimar ; os nobres deputadus teem di-
reto de contestar o que digo, mas qaando pedi
rera a palavra.
Sr. presidente, se a lei s permute a jubilago
quando o professor (em atliogido a idade legal
em que ha a presumpeo de qae j nao pode mais
trbalhar, ou quando pbysica cu moralmeote est
imposibilitado, eneate caso a lei prohibe o exer-
ccio de qualquer emprego, como havemos de
permittir a oomeacio de am homem que est
n'uma destas condigoes ?
E' penoso o trabalho de um professor; e con-
segumtemente me parece inconveniente abrir-se
urna excepgo na lei em favor de nm hornera que
nio re une as condiedes iodispensaveis do proles-
sorado.
Entretanto a casa ar o que julgar mais acer-
tado ; e como nao sou versado na lei da instrue-
gao publica, nao dovidarei mudar de parecer se
fr convencido.
O SR. OLIVEIRA FONCECA.A medida cou-
da no projecto conveniente por mais de um mo-
tivo.
Os professores pblicos de instraego primaria
teem direto jubilago logo que coolm vinte e
cinco annos de servigo ; mas sabe-se que rauitos
depois deste tempo anda se aebam com forgas
para reger ama cadeira, tendo mais ama pratica
muito conslderavel.
O Sr. SiltaRego : Mas bstam s 03 vinte e
cinco annos ou se exige a impessibilidade pbysi-
ca ou moral ?
O Sn. Oliveira Fonceca : Bastara os vinte e
cinco annos de servigo.
Alm da conveoiencia de ter se um professor
amestrado, resulta do projecto urna economa pa-
ra os cofrss provinciaes. Em vez de pagar-se a
nm professor qne reja a cadeira, a outro que
nio presta servieo, por ser jubilado, logo qae este
seja eacarregado da regencia, pagar-se-ha a
am s.
Deve se notar, qae algans pioisssores jubilam-
se por circunstancias independenies de seu esta
do de sade, e qae estas eireumstancias podem
desappareeer.
Observarei tambem, que pelo projecto coacede-
se ao presidente da provincia ama simples, auto-
risago de que elle usar, segundo as intorm'agoes
que ti ter.
O Sr. Gomes Parknte : Estas antoruagoes
sao sempre inconvenientes.
O Sn. Oliveira Foncrca :A medila proposta
duplamente conveniente, como j mostr! ; e
lambem conveniente qae o presidente, antes de
execata-la, lnforme-se do estado do professor ;
por isso somonte autorisado.
Emendo, pois, que o projecto merece ser ip
provado.
0 SR, UCHOA CAVALCANTE manfesta se a
favor do projecto, por entender, qae se os profes-
sores pblicos que oompletarem vinte e cinco an-
nos de servigo tem direto de continuar no magis-
terio percebendo mais metade dos veacimentos,
aquellos que tendo oblio jubilarlo, se acharem
todava em condigSes de bem servir, devem ter
direto ao mesmo favor da lei ; tanto mais quanto
dahi resalta para os cofres da provincia a econo-
ma o metade. dos ven^eotos que loria de se
ERRAT\.
No discurso do Sr. deputado Almeida Per :.
buco, hontem pnblicado, deram-ss os seguin
engaos : linha 2', onde sa l para juMitlcar, Ihs-
se a justificar ; as linhas 16'e 18*, onde h le
votar, lease dotar ; as linhas 20* e 21a, oo '.-
so l foi outra palavra, lea se por outras pula
vras ; na linha 38', onie se M a 100, leia-se po
100; e na lioba 39', onde est frem, leia-j-
fossem.
REVISTA DLAlllA.
CHEGADA DE SS. MM. IMPERIAES.- Dan;
em seguida o acto previdea:ia qne lera por I
re/u'ar 03 signaes por occasio da cheg-da de 19
MM. a > porto do Brasil, e a ordem do prestito qu -
deve aompaohar os augustos viajantes, se se dg-
nrem de descer trra :
4' seccio Palacio Ja presidencia J-> Perna:.
buco em 20 de margo de 1872.O presidente di
provincia recommenda que para a chepa la de SS.
MM. Imperiaes, S. A. o Sr. dajoe de S.-xe e *n.
aogustos lilhos, se observe o seguinte, salvo atrita
posterior em contrario.
1.* Apenas f que esperado neste porto at o dia 25 on 26 d
crreme, devera ser cado o pavilhao imperial n:
mastro grande do lelegrapbo, a cujo sigoal res-
ponder a fortaleza do Bram om tres tiros,
havendo entre eiles o intervalb de doas n -
nulos.
2. Nofonlear no lamario o nf-rid) v?por.*a
vara a mencionada fortaleza o pavilbio inperu
No caso de desembarcar S. M. o I nperad ir, era
c ido no mastro do telegrapho o galhardete enea:
nado abaixo do pavilhao imperial, e no de sal'ar
tambem S. M. a iraperatriz, ser gado o galbarte-
te azul abaixo do encarnado. Ao pasear a ga-
lot pela fortaleza do Bram Jar esta segunda
salva.
3.' As posicoes qae devam lomar as embarca-
c"> ,'s surtas no pcrlo, a ordem qne se devera man-
ler no trajelo pelo ancoradonro tudo quao;
entender com as tripolagoes dos nav os e polic .
do porto ser regulado por instrueges publicad -
da respectiva capitana.
4.* Aonuur.iada a aproximacao do vapor Bou-
ne os corpos do exercito e os da guarda nacin.,
deste municipio formario ai ordens do coaasai.-
dame das armas ou do oflkial a quem por lei com-
petir e nos pontos por elle indicados na ordem
do dia.
o.' Sao convidados os faoccionari^s poMieu-
civis, militares e ec.-lesiasticos, bem corno iodos os
cidados para assislirem ao desembarque, Mam
assim resolvam. Sass Mafestades que serio rece
bidas pela cmara municipal, commisso ja lo-
meada por esta presidencia para os preparativos
da recepgao; e mais pessoas presentes.
6 Caso o vapor ebegue uoile, dar signal o
telegrapho, levantando no tope do mastro un lam-
peo que se conservara acceso.
Neste caso as tropas t-murio nos re*peuvi,-
quaneis e lugares de parada e sua marcas ae-
pender de novas ordens.
7.* O palacio o ponto de renoio para as ac
nnoras e mais pessoas convidadas.
8 Resolveodo Suas Magesuaes vires a p* d
desembarque na rampa de Prdro il (caes de 22 de
Novembro) al palacio, guardar-se-ba no trajevt <
a ordem seguale :
1. Os cidados nao comprehendidos as das**-
abaixo designadas.
2.* Os fu accionarios pblicos qae nio sio espe-
cialmente indicados nos segninles nmeros.
3* Os ofllciaes do exercilo e armada e de v
luntanos, das extinctas milicias e da guarda na-
cional, do corpo de polica e bem assim pessoas q. i
gosam de honras militares.
4.* As commissoes Jas associag's particu-
lares.
5.* As psssoas condecoradas eom as diversa
ordens hoooricas do imperio, as qae teem o trata-
ment de senboria, os consoles, os cheles de -par-
tiges, jaizes de direto, os membros dos tnbanae-
e da Faculdade da Direito, os membros da assen.
bla legislativa geral e da provincial.
6.a Os clrigos regulares e seculares, os par -
parochos, os seminaristas e o cabido.
7.* No logar qae Ibe compele o Exra. vigan
capitular da diocese, as senhoras, os grao>>es a
imperio, os senadores, peisoas da casa impsria .
as que teem tralamenio deaxeelle .ca, os titalarc-
os coaselheiros e ofllciaes generaos do exercr. >
armada
8,* Os quatro jaizes de paz mais votado* J.
quatro fregaezias da cidade, licando incumbid-
as commissSes das sociedades dos Artista Mt>ctu
oicos e Liberaes e da Patritica Doze de Sote*
de fazer manter a ordem do prestito.Motos* '
Oliveira Junqueirm
ASSEMBLA PRO LNUAL.-Na sessio os bo*
tem a assembla approvon um requt-nnMMo aV -
Srs. Mello Reg e Lamenha Lins, para que a as -
sembla, em corporacio, tendo por ortao o ata
digno presidente, se dirija a cumpriroenur tel.-
ciiar Suas Magostadas Imperiaes, em saa viage..
por esta provincia.
Paseando ordem do dia ceenpon-se cosa o t -
guinte:
2* disenssio do projecto n. 1(2 do anao pastad.
autorisando o presi lente da proviaci aoawv
para qnalquer cadeira de inslruccao elementar
professor jubilado Joio IsMro Gotls da Cror. -
Foi approvado.
2' discussio do projecto n. 1 *o aaao aaasac
concedendo 200*000 de sugmento ao V^J^**"
Candido de Soutt M randa Conio, aras mmtt apo
sentado da cmara municipal desta asas.
Foi rejeitado, depois de orarem os ars. Ral -
Silva e Barros Waoderley.
2' discussio do projeeto n. 107 do armo patead
autorisando o presidente da provincia a eoatr.Ur
com Manoel Non Pereira, on eom mem ?.-
res vantagens oTerecer, nma estrada ac farro pari
Page de Flores.
!r Foi apprvvado, orando o ?rs, OUfaira f

""Jn
*
Pian d frRambnc% Quinta (eir 21 d Marqo do, 1812


x
L

.

sea, Ratls e Silva, Vieira. de Aradjo e F. gueiida.
1* diseusfio dj projcto n, 3 destinaos, as
profande asahrafoes feitas pelo presidente da
provincia ao eonlrai > para cojtrucc3o da estrada
de ferro de Jaboatio e Victoria.
F.i aoprotado, heos somo om addWvo do
Sr. Millo Reg apprnvasdo gulro Css fettas pela pre traccS) da e--traii le ferro do Limoeiro, e dis-
pensado o intersticio re-juenmsat) da Sr. La-
raenha l.ms.
! di>casso de oroje.'.t-i o. (J deste nao. crean -
do diversa;, comarcas ne*ta provineia.Foi ap~
provado.
Aor:emdod para hoje: eooltonacSh di
anterior, 1" discussSo des projectos ns. II, 14, lo,
16 e 17 de-to anno; 2" dos de ns.'Si e 128 do as-
so pagado, e3" do de o. 5 deste aoao.
ATOR1BADKS POLICAES.ftr portara 4a
presidencia da provincia, ae 19 di cirreale, fi-
ram notnaados 1, 2* e 3' suip|ntes do subdete-
gado do districto de Ala>Gi do Ctrro, da regse-
ziade rracunhaeru-Ignacio Frasci-co Civaiean-
te Wanderley, Fraocisco l(uflo> Cirroi dd Castro,
Francisco Antonio d! Smza ft-g.
FACflLOADE DE DIHEITO. Re-u'tade dos
actos da Academia, oo dia 16 do eOMNOt':
Uelchiades Crrela Garfia, apjruvado Mi|l-s-
raerte
llaaoel Pin o Damas, i leu e>m dmtinsc*>.
Gaspar di* afeunes Vasconcell >s de Droinmond,
dem id amte.
hvas Guedes de Me lo, dem idem.
Antonio Fran:is;o Perstra do Orna h), idem
itera.
Jaqoiin Francisco de Paula E-eve?, ilem sim-
ples mente.
Francisco Rirges Marios?, i'e i plenameot*.
Joio Hapli 11 ce Casti-o Itabcllo Jnior, dem
den.
. Jo> Rindeira de Mrl'n, (dan i-.lem.
Salusilaoo tur de Mi* i a i lera idein.
Frederic.i Angosto Bjrges, dem idera.
H Ivecio X xi-r l,op<, idem ilm.
MtOCISSAO l)E TRIUvlPHO.Aninhti t di -:*ra exposu a teoaracao dm liis, pil->< t-r-
eeiro* carmelitano*, a jswHio de Trtompho dos
pa^sos d i 3 frinr, a qual perenrrer as *eguiDtfS
ra : ttMBMl dn'Carmo, M.tbias ds Albflqosr-
que, Rara) da Victoria, ('-muga, Lirga do Roai
ri >. uque. de C xn*. Injeridor, pri$a de ?^dro
II, VisednlS de Inhauna, pateo da Pe, ida, L'vra-
nsati, MarsPio Da?, iarg> d3 S. Padr, cjrtnei
Sjassuna a re >lhe-.
CIDADE I)7 OI,lNl>\.11 je no'ite ser con-
ducida solemnemente a iaiagem do Si abo r do*
Pass - PRISAO DE CRIMINOSO-A* no cu que hos-
tem demos 90b esle titulo, ja-to que accrescea-
teraoj que,- oa priso do criminoso que se acaava
bomisiado era caa de Jos da P tiaga. tomn
parte_ o 'ublelegado do Io districto de Afogado-
ciJalao Juj Chrisostorao de Albuiui 11-, qu".
a accjrdo oo.n o Sr. comroandante d > esrpo de
oolicia, prsstou um bom servido a causa da eg i-
ranga publica.
ALF0R1IA.Em signal de granl reg- j > que
leve a Bsm. Sra. Cathrrina do R'g1 Feiieira,
por ter c-l-'hrad) no da 10 do eorr*iis, a aoa
onTC ra musa o ea sohrinho e afina I > n Rvn
Or. KraSdaco do Reg Miia, concedan lia, sm
i-.ontiri, a caria de liberdade a sua ascravinha
Bsrnarda. d<* i aonos de idade, encar-.'^audj-s-
de -oa educado.
CABIDO DA SE' DE OLINDAD;vido iW-
eiara do Ex n. Sr. vigario capitular, o qaal na i
es^uce da aquilatar setnpre, e por bem patentes
os ervijos que ha prestado ao caito os shu> cnl-
egas, pri.vanla descarte a considaracai quo e I -
Ihe merecem, ao me?mo terapi qn: ll-mi ama
excellen:e norma de p-9eeder cntr compannei-
ros que se wlimsm, fji c medida ao cabido da S
da Otnda, por f-reto n. 878 de 2G de jmeiro
n'timo, a permita >.d' ;i-ar de borla no bapeo,
\3'\, sendal, m4i?s e em fias classics de murc
e capa da r." rox i-risacao.
,FCSTA D2 i. ] )3E\ ^omo haviamos anoan-
ciado, letHaon ejminaiSiaaeia ante-boatem,
a igivji 1a 5 Jo do Ming:iin!ii, matriz provi
aoria da frrgjezia oa GrafV, a fa-la di glirioso
PATRONO dt igrv-ji uiivir.-a', raoimli a primaira
m,>saoRvl. !). FraoMcod)R giiliii. A^sis-
tiram o act o pie e f n'lia di cantante, o Extn-
Sr. vigario c;i ui'a*, na qu;.liiale de paranyra-
plu, os Rvm-. ilnaire Andra-le o conego Caslilba,
con < rfit >r c -reitir d) seminario do Olioda,
oo terop i ] ...: -'.i rj o rae-.to Rvm. Dr. cora
os aBhfM cimpanh-irjs segniales : Rvms. viga
rio Aogu.M i i'ak i, | oa ^^rvi i nesta act) como
tnestre le creinoa-.s, vigano Floriano, t.inbem
coaio para:iym;-!i-, Aoluia C-rrea, > evaDgilho,
e Fre-lerie Augusto da epstola. Orou o Rvm.
Fr. Joajnin do Espirito Santi, con plana satisfa-
ej do aodilcrio. A coacurien:ia d>s tieis foi
extraordinarii.
ISSA FUNER?r:.-Axaa:a3, s 8 horas do
Exm. Monsenhor P oto de Campis ama missa
pelo repoas.0 ter, o lo seu mait> pretalo amigo,
o eotnnendador Aotinio da Siquoira Cavalcanti.
Que todos os bons saristios nao fallera essa seto
de candado, e d ;u-ia h menagetn memoria
de tao digno, e dis neto i la la, cuja perda ser
empre saudosa aos que tiveram a fortuna de
cultivar a sua amizade.
MSICAS NOVAS.-Das offlanas lyltographiois
do Sr. A. J. de Azeved* acabara de sabir a luz da
publicidade, bellamente impressa?, as lindas e es-
c Ihidas pegas musicaes segimtes, qje se achara
t xpostaa venda na ra do 3aro da Victoria n,
II aotiga ra Nova :
Todo a quettm, nova habinera, de coraposiclo
d o maestro Co's;
M.nha estrella, \\~Ua v>t F. A. Bent";
Souvenir i- Badn Badtn, graole .vaha por X.
B isqoet;
Lj Ttatiala de Verdi, phanUsla por Henrique
AtherUti;
Faust de Goaood, phai.usia por Reo Favar-
ger ;"
II Tfooalore de Verdi, canelo Stnde la vampa;
A Litbonense pc'ka por F. H. P nofiro ;
Serenata, paesia de Viciar Hug>, e msica de
Gonnod.
LOTERA.A qae se acha a venda a 2J91, a
beneflcio da matriz d'Agua Preta, a qua! corre no
da 23.
LEILAO Hoja 21, a9 II hnras, roa do Impe-
rador n. 41, defronte da I.ivraria Aiademica, o
agente Martin, far leito de ama grande livraria
dedireito para todos os anoos do curso jurdico
da academia, para o qae chamamos a attenco
dos Srs. acalemicos.
CASA DE DETENCAO.Movitnento do dia 19
de margo de 1872 :
Existiam ( preso) 380, entraran 8, sihiram 6,
exlstem 382. A saber: nacionaes 287, malheres
11, e'traDgoiros 43, eseravos 33, escravas 6, to-
tal 3^2.
Alimentados cnsta dos cofres pblicos -109.
Movimeoto da enfermara do dta l> demarco de
1872.
Tiveram baixa :
Teotonio da silva, febre.
.Manoel Joiqnira da Andrade Vasconcellos, febre.
Luiz Goncalvas de Moara, febre.
Anlonjp Manoel da Silva, febre.
Jos JSo llaptista, dyarrha.
Tiveram aira :
luvenal, escravo do Dr. Cicero.
Peregrino.
CAVARA MUNICIPAL
i- SBSS.AO ORDINARIA Adfe i DE MARCO
DE 187?.
PnESIDE.NCIA 00 *B DB. S0LZA LE!.
Prsenles os Srs. Dr. Pitanga, Benlo Costa, Cjh-
ta Moreira, Dr. Vida-Boas e Dr. Hoscoso, abrio-se
sessao c f i lida e approvatla a acta da antece-
dente.
Leu-se o segninto
EXPEOIFTIB.
m offlcio do Exn. Sr. presideiito da provincia,
convidando a cmara municipal a assistir ao re-
cebimento dos augustos viajantes no palacio da
presidencia no dia 23 ou 26 do corrente.Intei-
rada.
Urna peticao da Companliia ReciCe Drainago
:om despacho do Exm. presidente da provincia'
aiandaiMo a cmara informar. Ao en^euliein
ordeador.
Outrn do juiz de paz 3 votado da fregnezia de
Jaboatao, communicando a cmara achar-se. vago
o logar de i juiz por nao haver prestado juramen-
to o proprietario capitao Manoel Pires Forreira.
Inteirada e que se offlcie ao suppleto a vir pree-
tar juramento.
Oatn do engenheiro conlealort iiiformandn o
lequerimento da companhia d.) Beberibe.Man-
dou-se cordear.
n.ous offlcios do administrador do r-emiterio pn-
tite desta eidado, trazmds ai conheeimenlo da
ruinara, de haver o rapeilJo do mesmo ccmiteiio
eneommemUiio os caavare do EdgittMt deSetn
Pjssoa, Pedro, escravo de Mara d Pcnlia de
Franca, pertonconte a frecuezia de Santo Antonio,
e de Thomazia Mara da Conecic&i, poi tonCente i
fregnezia do Poco da Panolla.Intoirada e qne se
cllli'ie a presidencia.
Um parecer da coinmissan de o requer ment do major Marcelino Jos Lopes
Approvado.
f O Sr. vareador Pitanga apresentou o seguiste
rr,i|aerltucnto :
avenda o regnlamen'o do eemlterio no art.
56 e do V* art. 39, pcrtnlUtdo qne o carro a. 3,
on denominado da pobreza possa ser allugado por
IO |, e nao declarando-so se neste caso deve estar
sugeito an pagamento da tasa, com i parece evi-
dente ; roqueiro que se consulte a presidencia
donde parti o regularaento para que se resolva
as duvidas da recebederia.
Paco da cmara municipal do Reeife, 8 de
marco de 1872.Dr. Pitanga.Approvadn.
A cmara municipal resolveu mandar fazer en
frente ao paco lima Humfna' ao cm signal de re-
gosijo pela volt do SS. MM. II. e aulorisou ao pro-
curador para despender a quantia necessaria.
Resolveu igualmente que se despendesse a quan-
tia tambera necessaria com o firneciiftento de mo-
vis para a casa das audiencias; e bew nsslra que
a importancia da prostacao do osntrafo celebra-
da com Jos Augusto de Aranjo, .iirematatite da
obra do mercado publico, fosse paga dentro do
praao de quinze dias contados da data da assig-
natura do termo.
Despacfaaram-sesi pelicfies do ahbade do cabi-
do do S. Rento. Astonin lenrque Vc-x, Antonio
Casadiinonte, Antonio Jos de Azevodo, Bernardo
Gomes de Souza, x eoni|Kinhia do Betierine, D. pa-
rolina Francisca do Reg Barros, Carlos Jos Viei-
ra, Corbeniano de Aquino Fonceca, pairo Fran-
cisco Coelho de Lemos, Firmo Carneiro da Cu-
nha, Fortunato Ribciro Bastos, Joa<) Gomes da Cos-
ta, .lose Moreira de Souza, Joo Ignacio de Montes,
Joaquim Martins, a junta da Santa Casa de Mise-
ricordia, Joaquim llaptista de Aranjo, Luiz Jos da
Costa Amorim, LoureiiQO Alves de llullanda, Mar-
celino Jos Lopes (2) Manoel Jos Alves, Nicolao
Machado Freir. Satyro Scrafim da Silva, e Anto-
nio Vctor de S Barreto, lovantou-sc a seal*.
Eu Augusto Genuino de Figueiredo ollicial'inaior
a escrevi no impedimento d secretario.
Hcnto Jone da Co$ta, pro-preside He = U>s Ma-
ra h' tlameiro.Dv Pra.redes Gomes de Souza Ri-
t'inifi.nete Henriqites da Silva.Dr. Silvio
Taifnie Villas-Boas,Mr. Pedia dr Atkajfe !/>
bo Moscoso.
ISflT.VrUTOV
da sticleiule pntriot ca Rose tle
Setena bro.
CAPITULO I.
Da socieJiide t MM fins
Art. I. A soiedada patritica Dos* da Setena-
ba) en por llm promover fastej'S publico*, ?o-
lemoisar agl-jr x> nacionaes e auxiliar odsMI-
v,|/i ri, comniercio, in tus'.ria e artas o p-ovincia da
Pcrnan.bao.
Art. 2 A tociedade compor-se-ha de sicios ef
lartivot, han irans a benem?ritos, seo diMinccu
de naciiiialidade.
Art. 3. S) aptos para socio? :
| 1." EfTactiyo?, qae serio era nanaero illimita
do as pessoas qae, por qialiaer naneira pi-sam
concorrer para a o-icecuss) I) lira da socie
dada.
5 2." II n-rario?, aquelles que pr sua iltastrt-
cio, oo por seo- servaos mereceretu da ociidade
esta priva de cm'ideracao.
3." Benemritos, os qae livere.n preital) re
levauts servu;>s a pitria e a hnmanidide, os qne
funJarem era "outra provincia srcielade igual a
a esta, e os socios qae tiverem promovido a en
traa de miis de cara so:ios tflFmtivo*, ou falto do
nativos avallados.
CAPITULO II.
Dos socios se'is direitos e deeeres.
ArJ. i.# Os socios effectivos sero adraittido por
raei.i da prop sta-oor e-crlpto, assigoada_ prr nm
>u mais socios elle:tivos, cora declaracao di no-
me, naQi), idale. estado e oeiopai}5o do prvpo to,
e appravala pala mii ria doj socios pre*en'es a
sessao em qae for submeltida a v. tai ao.
Art. 3. Ds kcji honorario* c benemritos se
rao propostos pela masma mantlra, e serio ad-
mitllJsa qaando obv.-rera pelo menos doos terQos
dos votos presentes.
Art. 6. Acontecen !o s?r recusado qualqner in
Jividuo para socii > p)dar ser propo.-to no
Ara de seis mete?.
An. 7. Todos o so;ns iff.ctivos contribuir"
con a measalidal de rail res, alem da jo-a coro
que entrar quando fr adraittid'. que ser da
qnamia qne qnizer nanea inferior a cinco mil
ris.
Ar!. 8. Sao deveres dos roetes effectivos :
% 1.* Aceitar, ao menis urna vez, os crgos pa-
ra que torera elaitos, salvo granla inconveniente
devidamente provado,
^ ?. Cjocorrer com a sua pessoa e influencia
para udj quaoto for em !>;neticio da sociidide e
sens fin..
3-' Promover o augmento da sociedade poi
novas entradas le socios etfe;tivo'.
i. Apresentar a directorio qaaesquer pro
postas qae tealerem a prosperidad^ da socie-
dade.
3." Re:laraar contra a nao observancia do-
presentes e-ututo?.
CAPITULO III.
Do direceo da sociedade.
Art. 9. Ostrabalbos da sociedade serio dirigidos
por urna commisso cen'ral, com posta de nove
roembros, dos qoaes a presidencia da provincia
lescolner o presidente, e a commisso lege o^
demais funecionano*. Os demais serio adjnnctos,
e sobstituitao aquelles M ordein da votacao.
Art. 10 A esta commisso compete a execu;io
das tesoiucoes tomadas pela sociedade.
Art. 11. A direccio ser eleila de anno em 3nn.
na primeara sessao da assembla geral depjis da
do (lia 12 de setembro.
CAPITULO IV.
Das sesides.
Ar'. 12. 4aver impreterivelmeole urna sess-j
ordioana em cada mez, poiendo o presidente em
vocaa extraordinariamente as qne entender con-
veniente, segando a importancia do assunpto.
Art. 13. Convocada a sessao ordinaria, e pre
sent a maioria da commisso central, se poder
del berar.
Art. 14. A commisso assim reunida em sesea
ordinaria compete :
S I Delibnrar e tomar todas as medidas ten-
dentes aos fina da sociedade, empregando seu-
eapitaes pela forma determinada nestes estatutos,
exacolando e fazendo execnlar soas disposi^es,
providencian lo, como julgar de direito, lodos os
casos qae nao tenham sido selles elarameota de-
terminados ; para o qne consoltar a assembla
geral, qaando ihe parecer nacessano.
2.' Diteolir e resolver todas as uuealoes que
Re forero, prcaostas por algom membro da so
eiedad-a.
3 Tomar contas ao thesoareiro.
i.* Solicitar do goveroo e dos bomens emi
Restes do paiz todo o auxilio qne poderem pres
lar a sociedade.
I*.* Jolgar os aervieos relsvftD'ei dos socios
para o llm marcado ses'es estatato.
Art lo Todas at da i'oer.coes da com is-
so serio tomadas por maioria da votos presen-
to*.
Outro do eonlador, informando o reqiwrimento
Je Nic Art, 16. A commisso central poder comear
comnMssdes parciaes fra da cidade, qoaoe as-
sim for oeeessario para promover sntosenpeo.s
populare, ou para oolros qoaeaejuer os.
CAPITULO V.
Da astemblia geral.
Art. 17. A assembla geral compete :
s' 1. Resolver as propeslr3es da eommisslo
central, quando para isto for por ella eanvosada.
g 2.* Disentir e approvar.as medidas que jul-
gar uteis ao progresso e desenvolvimeoto da asso-
eacio.
3.* Examinar se esta tem sido bera adminis-
trada, e se tem correspondido o flm para qne foi
instituida
% 4." Tomar coohecimento do estad; flnaaceiro
da sociedade, fazendo as reformas .que Ihe parece-
real atis ao san melli iramento.
S. Eleger os raembros da commisso cen-
Art. lt. As sessoas da assembla geral serlo
ordinarias, extraordinarias e solemnes,
5 Ai ordinarias serio de seis em seis me-1
tas.
g 2." ao extraordinarias todis % qae foreal
convocadas pela comnrtso central. I
| 3.* Siio soUmne? a annivers^rla em qae de-1
pois do discurso ds aber-nr, o presidente leri o \
ral.ltorh dos rrabalhos do anno. e nalper futra
a n que a soete lado lenh\ de pro:a Jer com solem-
nid'd-.
At IQ. A asfe-ubi g>:ral deliherar como
DBIiero da ocios presentes.
CAPITULO VI
Dos meios da socirdait.
Art. W. Os maios da sociedade ser):
I.* As joias dos so:ios, meosalidades e remis-
ses 'lenes. -^mg
l i- O larjio ou lil^ralid-les de qaalquer nata
reza que Ihs forem felas.
S f Subaeripco-s, beoeocios, testas etc., qne
puviover m-ceu favor.
l. AoxWo qae por ventura possa obter dos
poderes do Bita-Jo.
CAPITULO Vil.
Do presidente.
Art 91. Ao presidente da sociedade compete t
s l Presidir a todos os trabalbos ds commis-
so coitril e assembla gral, maniendo semprej
i boa urdera necessaria a t odas as disensida*.
>) &* Assigoar com os secretarios e tnesoureirn
o diplomas dos sodos, eqnaljuer repre'sen'.afo
on (fflcio que tenham de so or a presenta do go-
vern ou a qualq i-r nutra autorldade.
CAWTULO Vil'.
De i. secretario.
Ar' 22. O i secretario ter a sea ;argo, alm
dos inbaih >s ordinarios de expediente :
I," Fazer a mairiculi dos socios em livros
en*ti A Pinar ol a correspondencia da so-
eie.iad*.
X* O ovidar com a pecessaria ant-cadencia
o men-bros da'eomraisrao para as respectivas
se'sfi^-.
1.* Rubricar as cantas da iotas as despezas
la so rielada, que iverem de ser pagas pela til -
seurrire.
CAPITULO IX.
Oo i.' secretario.
A'l. 23. Ao 2* secretario cnupate :
I.* Substituir o 1* secretario era seus impe-
iliinoot-is.
2.' Faz ir as actas das ses?dea da ommssii
central e da assembla e-ral.
CAPITULO X
Do tliesoureiro.
Ari. 21. Compete ao ibesoareiro :
l. Arrecadar todo que perteocer a socieda-
de, pn-aod) as compeiiiles qn iai;-s>
g -J llealisar a cornp-a de todos os objectos
ir-ci'0-i para a sictalade. e r'a;ar pdas as des
pezis autorisadas pela commisso entral e as
.einhla seral.
3." Fazer o registro dos socios ero livro pro-
orio, oo qual consMra os ames, moradas, entra
da mensalidadose observacoas precisas.
i* Saviar a cada socio eiTact vo o respactivi
Jipinina, e rxpadir Ihes cora regularidate os" re
cih is de sn.is in^n alidades.
g 3." Apr'sentar tilos os amos coramiso
eeoiral um bala ac da receita e dasp.'ta da ocia-
da !e.
An. 21 O tbesoureiro p ider e-npregar ag-m
tas cobradores para or-i>buoenlo das meosalida-
des, e lar-lhesa' ?0 % do aie arrecadarem.
CAl'lfJLO XI.
Disposicoes jeraes.
Ai. 16. Um regulaoittuio interno esiabelecera
as reras e condirSjs necessarias para ostrabalbos
da 'ociai'ade.
Arl 17. O socio qne qnizer remir-se das men-
salidades poder lzalo, entran lo para o eo/re
da swcadade, por urna : vez, com a qaantia da
SOfflOO.
Art. 28. A sociedade maular tirar os retractos
das pe-soas a quera conferir diploma de socio ba
namerilo, qmnJo os servir; is destes forem laes
qie, juiz > da assembla geral e por propc.sta da
Ci mmissao centra', raerecerem esta disii cj1.
Ar*. 29. Km eao,de dissolncao os fondos exs
lalas ter) o destino, que a le geral resolver.
Ar'. 30. O presentes estatutos serio submetti-
dos a a^provacao do govtrno, e s podeTao ser
altera jos on r-'vogadis pela assembla gera1.
R-cife, 30 de Janeiro de 1872.
Ad Ipho l.amenlia Litis.
Luiz Gonralces da Silva.
Jos Antonio Pinto.
Porp'io O. Machado.
Francisco Vieira Verdigao.
FeUsnerlo Frreira de OUveira.
Manoi'l los da Siloa Gumaraes.
Francisco Ignacio P/tt/oSjB.^
Firinim Jns'de OUveira.
Joaiuim Gustodio dt Oliteira.
Manoel Jonquint Sece.
loaqiiim Das dos Santos.
Joan das Santos Ferreir Barros.
Francisco Carneiro Monteiro.
Joo Vieira de Aranjo.
Joaquim Correa de OUveira Andrade.
Dr. hao Jos Pinto Jnior.
Dr Jf'-nre do Nnsymento Machado Portella.
Ernesto M. F. Pereiva da Silva.
Pedro Paulo des Santos.
Joaquim Co Jonqutm Pedro Barreto de Mello Reg.
Manoel Barbosa de Artnijo.
Antonio Lenidas Durvim e Silva.
Joveniano Xavier 4e Sonsa.
Joo Ferreira Vdella.
Jos Vicente Ferreira Barros.
Joaquim Theodoro Corir i da Siloa.
Carlos Walter.
Mariano Alves de Ar jo.
Manoel Jos de Campos Barbosa.
L'.vino Augusto de Hollanii Chacn.
Silvtno Antonio Rodrigues.
Jos Odilon Annes Jacorn Pires.
Joo Valentn Vilella.
Luiz Salasar Moscoso da Vetga Pestoa.
J. Diniz Hibeiro da C.
Victoriano Palheres.
Elias -ederico ie Almeid i e Atb'iquerqite.
Benlo Jos da Costa.
Pedro Affonso Ferreira.
Affonso do Reg Barros
.lodo lireano Alces Maciel.
Thonaz Amonio Maciel Monteiro.
Bellarmino do Reg Barros.
Franctsco Teixetra de S.
Francisco Romano Stepple da Siloa.
Jos*. Tiburcio Pereira de Magalhes.
Dr. MonoW ie Figneira Faria.
Dr. J'edro de Athayde Lobo Moscoso.
Ignruiio Joaqnm de Soaza Lefio,
Dr. Estevao Cavalcante de Albvquerque.
todo 08 efedores dos mesmas, ou para eu
pagamento.
3.
Qttinto recabrara dos fallidos, e da quin-
to erara credores dos raesrnoi.
4.
Se as tiras que Ibes deviam os fallidos
BStavam vencidas naquella pow, e se Ib'as
estregn depois de pagas.
5."
Se (oran os aicos qae tomsram geren-
cia nesta tfiosaccio, dando balanco oo es-
tabeleciannto dos fallidos, pondo e dis pon-
do de todo ele, etc. Ou se outros ere lo-
res mai*, e quaes foram elle?.
Se orateio qne Ss. Ss. derara aos credo-
res dos fallidos residentes em Mamaogsape,
foi em fazendss, oo em wqnes eontra Cyro
Deocleciano, comprador dessas fazend s.
7.
Sa esta irpfisacci) foi feita no dia 18 de
out,ibto da 1870, e se a falencia havia sido
declarada no dia lo deste mez,
89
Se recebaran dos fallidos todo* os seus
hav!r>s, deixando apenas a armaejto do es-
ta beleci-nento p-jr nlo perleocer aos fallidos.
8.
Se receberam dos fallidos orna caixa de
joias para cesta cidade entregar aos seus
lonos.
10.
S> de posse dessas joiai procoraram en-
trega-las as pessoas a que.n erra dirigidas,
ou se as devolveratn para Mamanguape, e
para que fino.
E las pergontis davem marecer resposta
de Ss. Ss. n> a esperamos.
Reeife, 10 de marco de 1872.

MIBUCACOES A PEBIPO.
\i:CR9l.fJtlt
Pon OCCASUO DA MORrEDA EXM. SR.* D. Ca-
THAhlNA DE MORAES Pl.MlGIRO, GFFMEC-
DA AO SKt: MARIDO O cafitAo Jeromvmo Pa
CHECO DE ALBUQUEItQL'E MaRANHO.
Nao existe a Exm. 9r.* D. Catharina de Moraes
Pinhe'ro que apenas baixott a campa, dejxandosua
inconsolavtl familia banhada em lagritn is e cober-
ta de luto, enmprindo a lei da providencia por se-
melhanti fatalidade, e dospertando a resignacao
era nossos corar-oes, como Irrritivo para ; s noasas
dores, inspirada pela Santa Religio. Deixa um va-
cuo immenso na familia assaz difiicil para ser pro-
henchido e seus ten ros fimos na orphandode, a
3ue i. una edneacoo reltgipfa indicou-lhes na sen-
a da vida nma cifrada brimante, por onde no fu-
turo recordar.io as dignas acedes de su i mi. Oh I
nao morre, quem durante a Ylda praticou virtn-
des cllrisle*., quem timbrou em fazer um padro
de gloria da caridade, de t um escudo dentro as
itupuresas do seculo. Prrante a podra do sepul-
chro quebram-se os thoribulos do insenso, e lisonja
eumpre-nos pois ajnelhados peranto o seu tmulo
derrannir copiosas lagrimas e implorar a Dos
para Ihe destinar na eternidade nm lugar entre o?
juslos.
Pao d'Allio 13 de uiarso de 1872.
PfgiiBfa-se ae Sr. Silva laia A
. on ao Sr. Joao Eernan-
des Lopes como socio desta
firma o seguidle:
Se verdade qne Ss. S$. rectberaai an
Maroanjtiapfj, de fioza & Irm5o (fallidos)
todas as zeedas do seu estabslecimento na
impvriaocia de 0:S77I30, com triol a por
rento de abate e a mHrsun com dez por
cento, smente, fra porcSo de tirlos de
valor.
Se quar.tdo fheram etta transaccSo com
os fallidos ,foi com a condicJo de paffar a
IMcvSo <1 'Agua Preta:
B9m contra minna ventade direi alguraa cousa
cercado commnnijado do Sr. Pedro AlTin-ro in
serlo no Diario de Pernambuco de li do corrente.
pois nao gost) de ocenpar a attenco pnblica om
a mioha humilde pessoa e s o fio > para oo dei-
xar sem reparo jertas ascerefes.
Principia dizeolo o Sr. Pedro Aff.mso que en
o aegredira o anno passalo em disforgo do Sr.
Gaipar Drumraond ; e este anno, aproveitando-me
de sua au-eucia o litera de uovo, cumpriodo
iDcnnibaucia de seus desale :to d'Agua Preta.
Betos isro respondo, a-segurando a S. S que
nimia aggredi ptssoa alguraa nen me presto a
mstruireato deontri-m, lalvez por fraque?a (pense
alquero) ou por nao ter a destresa e biiarna dos
cavalleiros da idade inedia.
Se disse algiraa cousa o anni pasiaio na as-
sembla proviacial nio fj em disforco do 3r.
Drummoad e sim estigmatisaodo o procediraento
deS. S, em defea de um ro'lega que era injuriado
e desacatado at na vi la privada perantenma as-
sembla de que en f illa parte, a quera S. S. as-
sim procedeido, tambem injuriav; e acrelite
que pii faria o nesimo em na defcia oa de ontro
qualquer c>lle^a.
O men discurso deste anno nao se pole rnaliii
car de aggres-ao e sin c >mo uin meio legii.mo d
def-' a, urna vez que me conitava tero presiJettie
do Ci Hegio eleitoral d'Agna Prtt m ultima eVi-
o>) dos merabros da asssembla provincial proce-
dido contra ai di raioha codidaima.
Nada ni'ii josto, ptinciralmenle qnnndo nao
.loba ainla a a everacao e S. S. de vuc no me
havia hoslilisado II Na sen c mmnnicado f A for
Jen ais injus'o com o< amigos qua p"ir mi n se in-
tete saram em dita eleicio e especialmeme cem o
Dr. juiz de direito de soa c imarca, enir;stando
a e'le digno mgistrido qualilades que s o des-
pe'o *c S. S. podena atribuir Ihe e que mel.or
asentariam em nm genio apaixonad. p'lo mando
e l.mioi, do que em om hornera de reco heda
prudencia e moderacio com) o referid) doutor.
Ss este digno magistrado ameaca e penegue
com na aotorilade enmpria que S. S. exibisse
algum facto eompiobator o de sua accosaQo.
Ai'ei dissesie qne nesnura destes cidaios a
q.:e tri' retiro dotado da prudencia e modera-
jo e"e S. S. Ainfa cnrapie rae dizer-ih qne f i
injusto com es arnigis que se affistaram de S. 5,
durado ftalre para occnltar a brecha que sea
tiao poltico tem abetto em sua influencia) que
rauto dessas amigo? fe comir metteram secrtt-
mente a volar com S. S. c"e faci o fi:eram, e para
nao iii^rrerem as iras do jniz de direito assij-
aar. m o protesto e a representado dirigida 10
Exm. presidente da provincia.
N) crivel que o ju i de direito tivesse po
der para tanto nem ;ambtm qne esses h mens
fosse ti to tmidos qre afflnnsiein sob juramento
fact >s qne nao se pas^aram, si-bend > que o prest
gio de S. S. que se inculca de Bl Supremo d -
Ag guteo. Alna diso sendo wrdade julgo qae
nao p'ocedeu tem pateote^nlo as fraquezas de
seus amigo?,
'listn convencido at o presente da dignidade e
crltSriode'tais pessoas pelo qne voto-lhes a raor
somma^pbssivcl i'e gratilao.
Finalmente devo afflrmar ao Sr. Pedro Affonsn
que nao andn bem avisado attribuindo .o Dr. juiz
municipal d'Agua Preta parca Hale era dita < le
ca), pelo facto de ter esse mag's rado recebido o
protesto que Ihe fe i prrssn'e, sflvo se. por consi
deraclo a s. S. se recosa^se cumprirseo dever.
O contri-protesto qce S. S. apreset.n nio veio
as m nlus iiiios era < riginal por intermedio do
juz munici|al como o a entender; eu o tenho
por certidao exlrahida requeriraento do Dr. Cor-
nelio da Ponchea Lima.
Teoho dito quanto julgo oeeessario e promtlto
ui vilur aiais a imprtnsa sbre tal assumpto
qualjuer -iue fea a provocarlo.
Reeife, 18 de m?rco de 1871
Jos Francisco de Ges Cavalcanti.
COMMERCIO.
Seguros contra-logo
COMPANHIA
NORTHERN.
lapitl. .
Pande da reserva
. 80,000:000*00^
.... 8,000:000*000
Agentes,
Mills Lalhan & C.
Companhia Phenix Pernam-
bacana.
Tima riscos martimos em mercadorias, frete*,
dinheiro risco e finalmente de qualquer natn
riza, em vapores, navios a vella on barcacas,
premios muito mdicos : i raa do Commercio nu-
mero 3i.
SEGURO COTRn F0G8
The Liverpool d London & Glob
Insurance Company.
Agentes :
Sannrlers Brothers dt C.
tiCorpo Santo H
THE ALLIA.NCS BRJTlili & FOREIGN.
Life and Pire Assaranse Comaaoy esianelecida
emi82'i. Capital o,000,000 Ubras esurlinas.
Os agentes desta companhia tomaja seguros
contra fugo sobre predios, ganaros e faiendas, e
pagam aqai prejaos devidaiuaate pro vado.
Ratte SchmetUu A C.
Corpo Santo n. 15
PRAVA DO MCtm K> Dft UARi;0.
DB 1M2.
1)3 i/1 RSSUkS .DA tasas.
Cotsfoe ofBcitea.
Assa&ar broto imerioano 1|950 e t#*30 por
18 kilos, hontero.
Algodi) de Vieei serte TJ, 786 e 7W r.
por k'lo poste Abordo-a frea de 7,8 e 5
0(0, hornero. !
4lgodSode serte 701 r. J>* k*.
Cambio se*re Losdres a 90 A*. I 7(8 d. e*5
i. por Id, boslem e bofi.
?retede assnoar daani para o Canal a ordens
10| e 8 00, h istem.
i. i*. Pinto,
Presidente.
Dnboorcq,
Secretario.
ALFANDEGA
\esdimeoto do da I a 19. .
tdtm do dia 90
8i8:6l5*79l
58:969|36t
887.585*137
Descarregam boje 21 de marco de 1871.
Vajur iAg'ei-Gfdfaforfirios geoeros.
Patacho hespanholPresidenteviohos.
Patacho norte-allemioS/iwfirisba de trigo.
Patacho inglesBrMk-rs PrtVfevarios g meros.
Barca InglesaLord Colliagnelsolipas.
Barca ingleza.tcor vanos genero*,
CAPArAZIA DA ALFANDEGA
Rendimsnto no dia 1 a 19. 6:987*271
dem do dia 20....... 405*260
7:3M1IS1
Fazenias ahidas pela I* e 2* porta (vols.) 189
Diversos gneros de esiiva sahidos
pela f, i' e 3* porta (vols.) 355
S raima
54V
Despachos de, exportarn no dia 19 dt
marco de 1872.
Para 08 portos do exterior.
N) brigue sueco Salem, para o Rio da Pnta,
carregaram : Pereira Carneiro & C. 70 pipas com
9,60) litros de agnardmie-
So brigue norte-allemao Irene, para o Ca
nal, carregarara : H. Laiban 4 I 810 saccas com
60,8i8 kilos de algodao.
Na galera nglesa Latona, para o Canal, car-
regarara : Rabe Schameitau & C. 706 saccas com
'iV,286 kilos de algodao.
Na barca hollandeza 7da Qertruda, para Li-
verpoil, carregaram Thoraai J:fferies & C. 390
saccas com 26 379 kilos de algodao.
Ni barca Iffwsa Brllkamo, para Liverpool,
cirr?garam : Saunders Broihers & C. 69 sa;ra>
com 13072 kilos de algodao.
Na barca inglesa loan Norman, para Liver
pool, carregon :- Bjrstelmau 21 saccas com 1,384
kilos de algodao.
Na barca franceza Fidelit, para o Hivre,
earregaram : E. A. Burle A C. 300 saccas om
22,081 kilos de algvJio.
No navio hespanhol Levante, para Mirseille.
carregarara : K-jller & .'. 200 saccas con 14,115
kilos de algodao.
Na barca portugueza VenceJora, para Lis-
boa, carregaram : J. J. da C)8ta Maia 500 saccas
com 33,528 kilos de alg >dao ; J. Henrique da Sil-
va 2 Jilas com 151 ditas de dito ; Joo Licio &
Filho 4 barricas com 463 kilos de assucar brano ;
Jlo Martins dos Santos 109 ditas cora 11 956 ditos
de dito ; Jos da Silva Reg Braga 50 saceos com
3,750 dius de dito mascavado.
No brigue inglet E. A. Carvinglon, para o
Rio da Prata, carrezaram : Amorim Irados & C
350barricis :om 89,945 kilos de acucar branco,
No brigoe norueguense Vone, para o Rio da
Prata, carregaram : P. Carneiro A C. 690 birri-
as cora 76,157 kilos da assucar branco.
No patacho ingles Rival, para o Canal, car
regou : aiduardo Fenton, 800 saceos cora 77,000
k los le assu:ar roascavalo.
No lugir inglez Fary, para o Canal, carre-
garara : Ribo Scnaraetiau A C 1,600 saceos com
120,000 kilos da assncar ma-rav.id).
Ni barca franceza Prureocer. para Mars-ille
carregaram : T.sset freres & C. 1,600 saces com
120,00!) kilos de a'saear m .ovado.
Na barca portugueza AL-grii. para l/sboa,
carregarara : E. R. Rabello A C. 500 saceos cora
37,500 k'los de as-uesr mascavado.
No brigue inglez Mus pira H-impion
Roads, carregaram M. Lituaa A C. 1,400 sseos
com 105,090 kilos de assucar ma cavado ; J. J. da
Co-ta Maia 98 couroi eecos salgados com 1,170
kilos.
?ara os portos do interior.
N > navio portoguez Liad), para o Para, car-
regoa ; J. J. Gjngalves Bjitro 300 barricas com
23,427 kbs de a^sucar branco.
RECElEDORIA DE RENDAS INTERNAS
GEKAES DE PERNAMBJCO.
lecimecto do dia 1 a 19. 50.612*181
de-D do dia 20...... 2:180*525
52:792*706
CONSULADO PROVINCIAL.
letd.Ti'nU) do dia 1 a 19. 110:169*910
116.511*974
WOYIMENTO DB PORTO.
y avos sal i tos no dia 19.
Liverpool, barca iogleza Cuba, capitso J.
Potter, srga assncar e algodao.
.Varios entrados no dia 20.
Marsefba, brigoe bospannol Lepante,
cpi,o Roger, carga, assucer.
Canal barca inglezi FMn, capillo Henhi-
te 0 H. carga, algodao.
New Y'iik patache iogiez Poriia, capillo
Poroni, carga aasucar.
Livelpool barca ngleza Brilhant, capitSo it.
Green, carga assnc-r e algodao.
N5o honverim entsadas.
Observaco.
Arribou a snmaca hespnhola Dulcinea
que tiuha sabido a quatro dias para o Rio
da Prata, em consequencia do seu capitao
adoecer da feb o amarelU.
EDITAES
0 Illm. Sr. Iospector da tbesonraria de fa-
zeoda de Pernambuco manda fazer pnblico que
existe em prder do porteiro da aesma tbesonra-
ria para serem vendidos a 20 rs. cada nma, as
listas e decliracSes, para a matricula dos escra
ves, a que se referem os artigas e6' do regn
lamento approvado pelo decre o n. 4835 do 1* de
dezemhro do anco prximo passado.
Secretaria da tbesiuraria de fazenda de Per-
natnbn:o 19 de margo de 1871.
Servindo de rfli-ial-maicr,
Manoel Jos Pinto
FacuIdade pe Direito
De rJ'.m do Exm. Sr. direeler se faz pnblico
que sexia-feira 22 do corrente, ao meio dia, tera
logar a pro va de preleccio oral relaiitiva ao con
corso a que se est proeedesdo : e bem assim
qae no dia 23 a urna hora da tarde, se conferir
o grao aos douiorandos Jos Austregeso Rodri-
gues Lima, -Pedro da Cnnhi Beltrao de Aranjo
Pereira, Jos Aveliuo Gurgel do Amara' e Joo
Augusto do Reg Barros.
Secretaria da Faculdade de Direito do Recite,
18 de mar;) de 1872.
O secretario,
Jos Honorio B. de Menezcs.
Dr. Sebasuao do Hego Barros oe Lacerda, iuiz
de direito especial do commercio, cesta cidade
do Reeife de Pernambuco, por soa magestid.-
imperial e cosstitaciaial o S. D. Pedro II, a
qnen Deus gntrde te. etc.
K:i;o sabir sos. que o presante edital virom e
delle noBoia tiTerem qne por parle de Franci-c
Pereira da Hendonca A 0. rae foi dirigida a peti-
qao do'tiieor seguiste:
illm. Sr. Dr. juiz do cosimercio.Dizem Fran-
cisco Pereira da Mendcnca A C, sos sendo credor
de Maximian) Narciso aarte Peixoto, da quantia
de 1:378*720 e seas joros, toporlana de oa
letra mercantil, aasnada-sra 10 de attembro i
1866 ptlo fioppioato acaeita com o oraao de sata
mezes, e estando vencida na muito lempo sem ter
sido pasa o approxiffsndc-ts o. termo fatal da
prescripeo qnerem os supaNcaotes para garastia
de pe direito fuluro iniarnor o compete me pro
testo, afl-n de qne nque murronpida a presorip
(ao e reqerea> V. S. se digne mandar lomar
por termo o teu prole-lo e intima-lo ao sapslica
do, e por que e-le etleja aoseole em logar ineerio
e.nio sabido qoerstn oa-auppiicaotes fazer intiaiar
o dito prole'.o com o priso da lei, preoedendo a
eopetDtr j rtt'ficacio por edilaes oom o prazo
da ifi, admrttir mareaaJo dia e hora pars iaqneridis as testn.nunha, feiio o que sabara o*
antis pra serjul/ala a ja tifVaci p.r -i-oiee-a
pas>ando-se os editaes rea rido: pede a V. S. de fe-
rmenlo e receberi maree. E'tava salada com o
elo de esle marina na importancia se 900 rs. re-
gularmente iootili'ada da f rma^issssie :
R*cife 8 de marco de 1872.O procurador, R j-
dclpho J. Barata <*e Alroeida.
Na qml d-i o despacho segrate:
Des tribuida.Sim. no lia qne coovierea aos
9applicaDts, jnntaodn o titulo.
Reeife 8 de marco 1871Barros de Laceria.
Em virtude do qn>l fora a ra'sraa pet^io Je.
tribuida ao eserivo daste |sizo Masoel Marta Ro-
drigues do Xaseimenio,o qaal f.z lavrir o termo
Ja protesto d i tbeor egnia'e :
Termo de protesto.
Aos 8 de marco de 1872 sa cidade do Reeife
em mea cart'Tio appsrecerira m s -ppcantes
Franci>co Perei a de Mendonca & C, por sen bas-
tante procurador o socitalnr faistfts loio Ba-
rata de Almeida, e di-eram peranle mi as
testemunhas ii fr assignadas, qne nrodsziasi a
protesto o cond i I > de sos petiea-i retro, ssmI
offerecinn como parte do presente qne Oca sanio
e de com i a este termo no qual depois de iido se ftranraa
com as ditas testerooohas.
Ea Sscandino Helioloro da Cnoha, esereveste
jnramentail escrevi.
Eu Man el Mari BjJriies d-> Nascinteni^, e-
crivao o -ub Rodolphi Joo Barata de Almeida. Frao--
J iiiii'i Pereira.Eroeslj de Luna Cool.
E tend o< temni h is, ellados e preparad i es autos sol rsm
a ni'nh.'i ccnciorio relies profer a nnska ssnt**)
i;* do ih-nr segrate ;
II-1 por juitihcada a aazeocia de Maximuoo
Narei-o DnarteTi'ixto, p^loijne man*o <-ja.|ne
iQtimado o protesto de f Ibas por editaes rnss
trinta dias de prazo anisados e publicados o i.*-
ma legal.
Cu.R-Cife, 14 de marco de I8T2.
Sebas-iao 4o Rigo Birros de Lacerda.
Por !>'c* da qml o rsTivio fez pi'wr I ,"
sent edita!, peto qnal chamo, cio e hi pn* *
timado a Maxinrano .\rcio Duar'e Prix M, ss-
ra qne flqne bem ciee di rxpendidn e eossns-
re$a nesti- juio dentro do dito -azo, 1m t* i
legar o que for de direito e jrjM c.a.
E para que cb.goe a c nficiraento d<
mandei passar o presente que str pnt*eado ?s-
la i nqrensa e .ffixados noi tugares d-j eos'"*/*.
Reeife, 15 de marc,"i de I87t.
Ku Manoel Maria Rodrignes di Hascissento, -
envao o Mih-crevi.
Recite, 15 de mareo de I872.
______Seh:.stiai lo Reg Barros de Ltcrdi
0 )r. Swi^st'S'j m R.< Barros de Licsr-
da, jDi7.de '1 reito especial do c >n>tBr-
co de-la idale do R-cife di l'eroias-
haeo por sm m g-ssiade imperial
Ue;is guarda, elo.
Eaco rab r peh presentd qua no dia l
do crreme smi de mirr; > se ha de arrenns-
tar p>r venda a qaern raiis der em pra;a
publica deste jOit-i dt-pois da aaliencia re:-
pectiv.i 10 pec.as de chili franceu contendo
ao lodo 509 miros, a 500 rs. cada metro,
scnlo as mesmas chitas de padriu escaro,
as quaes fazendas furam penboradas por xe-
ioco de Iid tro Bastos dr C. contra Jos
tes que cobrara o preco da avaiiafio serr* a
arreroitacSo fcila pelo preco da adjUioa;lo
com o a batimento da lei.
E para qne cbefnsj ao conhecimjnto
todos man lei fazer o prsenle editnl
ser aflixado .nos lugares do costosse e
publicado pelos jornaes.
Dado e passado nesla cidade do Re:'f>,
de Pernambuco, aos 4 do mez de roarc/ it
1871.
Eo Ernesto Machado Ereire P Silva. escr.v5i o escrevi.
SebasiiSo do R'gi Rorros de Laceria.
O Dr. Sebisti) do Reg Barros ds Lacer-
da, jeiz de direito especial do commrr-
cio dfsla cidade do Re:ife de Per-
nambuco por S. M. a qotm Dos guar-
de etc.
Fj;o de iiian; i do <>rrenie anno, se In r*e arre-
miiar por venda a quem mais der sm pra
r;i publica deste jm/.o depois da audssu >a
respectiva : vinte peras de chitas franceue
d-s padrrjo escoro, conUndo mil metros, ass-
liado a qtiiobent is r:s, cada metro, vitrle
per;as de algodl isinqo transado cantendo
cenlo e sease-iia jardas avaliada a treser!-H
sessenti ris cada jar ta, cojas fazendas
foram penborudas por execocio de Aotot e.
Jis Dintas contra Ju de Sooza Siare? i
Companbia, e na falta de licitantes que :n-
bram o preci oa av afo, ser a arreEf-
taco feita pelo preco da adjudicar,!) coa o
abaiimenlo da Iti.
H.para que begoe ao cootWiiMO o
todos mandei pastar o prseme ediul. -tyt
ser aftixailo tm lugares do cu. tome e pa-
bcalo pilos JDrnaes.
Dado e passado nesta cidade do Ri *
de Pernambuco, a s 4 do mez de mar o
de I87.
En Ernesto Machado Freir Pereira ia
Silva, escrivao o sutscrevi.
Sebaitio do Reg Barros de Lacerda.
A cmara municipal desia cidade quereto*
comme morar o da em que devem ehegar a MI
provincia de volla de sua viagera S. M. o Impe*a-
doreS. M. s Imperatriz, c mun'cipes para qne Iluminen- as frentes se su
casa*, em prova de reg? jo, manifestando d*:a
sorte o prazer de qne se acham possnldos.
Epera a mesma cmara qne os moradores las
mas por onde 'raniiar*m as Angn>ta< P*oa ev
Sen m erantes mandarem omar as mem r^l?
com llores e folbas como signal de vfrdade.ro
contcntament".
Paco da cmara mumcipal do Recite, *e
maree de 1872.
Igna:io Joaqnim ss. Sonsa Leso,
Pro-presiden .e.
Angosto tonino de Pif ueirsdo,
Of.-ial-:-aior servindo de star
Pei* i!ifcurara provincial se fas pnidiss.
que foram transferidas para o da 27 do eorr: :e
s arrematacoes das ebras si grales -
Obra da Ponte de ferro sobre o rio Una orendn
em 92:400*000.
Cenceos da cadeia de Agna-Preta oreas* sos
8801000.
Secretaria da uiesooraria provincial ds Pernam-
bnco 14 de main de 1872.
O oflSciil maior,
______________} M. Affowo Per-eira.
Pela coDtadoria da cmara municipal deti*
cidade ie fas cente aos propietarios de liver^m
esJabelecimestos de nocla abena, qne do I* se>
marco vindruro enmeca a cobranca do imposto e
4* creado pr lei, deveudo prrm apre*entaresi s
conbecimeiit') do impo-to geral, i-flm de nrova'tn
ter asMm rasfeilo o referido imposto.
Tamben sao ehamados os ojsssidares de car-
rocas e vehculos de 4 roda, etnpregados ni sor-
vico da capital, os proprietarie* se terreno* ttt'J
da cidade e seos subnrbi >s que nao e*l*jato edi-
ncadosou caltivad), arabira ae eonservesa asura-
dos, o' mscate* e boceieiras, os propristarios do
estabeleciment qne fftr rrovidos por msehtosi s
v.ip r a v'r*m satisfaier os s>ivf)es^BaB*js*BP.
Contadoria da ssnaors isnortsn*4 Jjs Recio, *
le fevereiro de IMt>
fj eontadrr,
Hypolito Casian.i de Vascnneellos A. Maranlla.^
&CAMCQ.
i?*la rct-ebeJon de reodas internas gerats
se fazpaJ ximo fulurc que os caatribnintsa do irap.-f' so-
bre indaalriaa e prollsses devem nagar* bvfe dn
multa, 3 sigundi semestre doixetcicio carrete
de 1871-Ti, e gsa, flado o referid praso, ser ce-
brado com a multa de 6 OjO.
Recebederia de Pernamunco 11 ds margo o*
18710 administrador,
Jfsn-^l Carneiro de Souza Lacerda.
i.
LJ
3
v P
.


"""""MP
gwnnu1 reno1 iuc jTJMrigU U IDJ2
HU

Cpkaoia do Rofto de arnarnbuco 18 de
Dure d-M7*
CoBlraiajgaua foraecioHalo d deus armarios te
amare!io|^ iMcaiurfoi, oari (ular o archivo
dssta caM preieixteuies ai'resentem pro
postas eui cirl> fo.-badis o di i 21 do corrate
ao meio da, em qae declarara nao t as dimen-
c<5es dos raestnos armarios, como os preces de
eadom.
O secretario,
Djcio di Aflamo Foosgca.

/
AVISOS MARTIMOS
P.ra o Rio (fe Janeiro.
O brigue a cios! Isabel esperado dentro em
pouers dial d i I:o d Janeiro e segu para o
Qisi.'uu i o lo. Tem o seu carregameoto pro.-.ipt >:
recebe oarga miuda, fete e passagens para o
quo tern boas commodos : a tratar coto o* con-
signatarios AOtuaio Luiz de Oveira Azevedo &
C, ni ra do II COMPANHIA PEUNAMBUCANA
aTegafo costeira por vapor
Feroando de Noronba.
No da 27 do eorrente ao
meio da, reguir para o por
lo cima o ap t Jaguaribe,
commaudanl: Guilberme.
Itecebendo carga al o da
26encommendas, passageiros
da de >ua sabida : escriptorio no Forte do Mat-
os a. 12. _______________________________
Sai sem falla para o Ara MU e Macao, do ca
2i do correte o bemeraheeido hiate Deus le
Guarde; queco nelle quizer carregar, dirija se
ao escriptorio di Bartbolomeu Lmreoc, ua ra
Madre de de Deas a. i : trattr coro o niesmn,
oa com Joo Alves de Quicial; j lem parte da
carga e segu iom a que hoover,
DE
Navegapao Brasileira
i jl At o dia 22 do correte
^"TMItRx esperado dos portos do sul o
am A&IV va!ll,r Paran, conomandante
Gircia, o qual depois da tie-
^^^^^^ mora da costume seguir para
os portas do norte.
Para (retes e passageiros trata se ua agencia.
Eacommeodas de pequeo valor, peso, medida
e tanbem diobeiro, reiebem-se at a i hora da
tarde do diada sabida do vapor. Agencia ra do
Cmmercio d. 8.
As eoe-rumen las viudas por este vapor aera*
entregaos al s dia da sabida do mesmo, no es-
criotorioda corapaalua, depois trmo serio reeo-
IhiJas o) trapichado Dantas.
PARA'
THATRQ
Qtrinta-feira 21 de margo
Grmde espectculo dado pela compaobia dra-
mtica que lem de fazer a empresa da Parahyba e
outfas provincias do norte soD a direccao do ar-
tista
Jos de Lima Penante
l'epoii que a orebestra ti ver pexecutado una
bnlhaote oavertora ubir a sena pela primeira.
vez o mailo popular drama em 3 actos
1 MILU U TO lilltf
sagair-ta-h-a pelo aetor Penante
SORPREZft
Terminar o espectculo cea a comedia em nra
acio, ornada de msica, compo?icao do actor Pe-
nante
OS BOUS CALVOS
Os genios oppostos
Principiar as 8 L2.
O actor Penante declaia ao respeilavel publico,
que, com este espectculo o) tra outro ti:n
mais do que manifestar Iba a sua gratiiao (azeodo
a sua despedida, pedmdo ao mesmo tempo indul-
gencia e prole :co, qae o mais bello caracte-
rstico do povopemambocano.
IHEAIRO
SANTO MOMO
Sabbi&o 23 de marco
Itecita extraordinaria obseqansjmenie offereci-
da p'l'i disiioeio mista poUnguez Lipes Cirdoso
A Assoclapo de Cnarda i/.vros
Representarse ba p la segunda e allima vez a
muio applaudida e desojada comelia em 3 actos
imitada do italiano pelo Sr. Lope* Cardoso
O f.ssassiuo do Tabordt
Terminar o espectculo, recitando o Sr. Lop is
Cardoso a :li- Iota e mui i app'auaida poe.-ia c-
mica do Sr. Eiuirdo Garrido,
A Beu #11 i
Principiar s 8 li.
Xo fina do .'specticulo haver um trem para
Apipuco-', tocando em lodos os ponto'.
(" distmclo artilla porluguez Lopes Carduzo
sinceramente amigo da clatse de guarda livros, a
qae ja perteocen com d3SliQC(ao, ao ver o a bre
eommettimeoto nos guarda Iivrn3 desta praQa,
qae se coostituiram em associsi'io com o tim
louvavel de se auxiharem e insiruirera nao pode
resisiir aos impulsos geoerosissimos de seu cora-
qio, e ejs qae Ihe offirece a mais expressiva ma
nifej'.acao de MwMatacia cons.igrando Ibes o
producto de um espectculo, como actor que
boje.
E' o talento que traz sua nroeda de < uro aos
ti!lu" humildes do trabalho : generosidade de
nm corresponder eternamente a gratidao dos ou
iros.
THEATRO
mm FRANCEZA
Depois dt serian ^anta
% apapratosa e laicressaate
Opereta mgica
Em tres actos e qualro quadros :
REINE DESA FLEIBS
Misica dos mae-tros Offeiiiaci, Ilerv e
Jaio Poppe.
E"ta opersta psi montada cornudo capriebo,
sendo o cen^.rio pintado pelo Sr. L. Cbapelio, e
as mutacoes, lran>frmafds e anceasorioi execu-
lados pelo mesire or.cbinisti, o Sr. Jos Alves.
O prr-gramma ser poblicad dtalaadimente
ni vesperas do especlaculo.
Rwa Liverpool
O novo e velleiro vapor inglez
Osader
Tem excellentes commodos para Pauageiros.
O vapor pode locar em
Lisboa
achando 12 ou mais passageiros de Cabina para
et. porto.
A tratar com Rabe Scha metan,
________&o______
Korto por Lisboa
A barca poi luguela Alegra, capjto C. F. Soa-
res vaj sabir bre.ve ; para carga e pas.-ageiros ira
la-se com E. B. RabeJIo & C a roa do Cmmercio
oumero 48. '
T1^ v|enjdteMa( ragedorik da eoafrari
do(SenJkonljaBii)4taa)dt. dejta.ciiUde convido a lodos os irmjioj cotfraes
a comparecerem no consistorio de noss;a greja
pelas 2 1(2 bum da Urd do da 22 da arrile,
aSra df encorporados acompaAteren^profifio
deTriaitpbo, para a anal ala ceortado pe
meaa rofedera da veaeravei ordea terceir de N
S. do Carmo.
O escriv),
TMoiwp Jo# Tava/ai.
II ........
Ao aommtbU/ j i'
c Lopes Pereira de nllA tpitifi^ aol
Lasbo e Porto,
Vai sabir ea poneos das a barca porlugueza
Vencedora, Recebe algama carga e passageiros :
i traiar com Soares Primos, roa do Vigario n. 17.
Barcada
Vende-se a nova e bem construida barcaca de-
nominada Uoio do Brasil, de Iota cao de 450 e-
cos de ataoear : quem pretender derija se a ra
do S>nner Bom Jess n. 59.
LEILOES.
Para o indicado porto pretende seguir com omi-
ta brevidade a barca porlugoeu Linda, p<>r ler a
maior parle de seu carregamento encajado, e. pa-
ra o resto que Iho faUalrat-ae com o onsigna-
lario Joaqmm Joi Qon{lfes Belirao; roa do
Cmmercio o. 5.
BAHA
Para .este porto stgair com a maior brevidade
o biate nacional Garibaldi, que se acn>. em des-
carga : liara carga e fretes trata-se com Tasso Ir
raSos & (', em ea escriptorio ra do Amorim
a 37,-1 andar.
Grande leilfto
DE
Livro ie direito
fioje.
O agente Martin ar leilao em sea armazea a
ra d> Imperador n 48, de ana bomti e escolhi-
da livraria Dar tod is os aanas do curso jaridico
da Facnldade de Direito, onde os Srs. enadantes
eoconiraro a x de muitas oulras obras as se-
guint.-s :
JooffToyDimito Natural.
Frtot-Esprit da drtit
PalckIotrodolioo a le eluda du droit.
BeniharaOeuvres.
MackeldezDroit Homain.
Pellatdem idem.
Dito dem prive des Bomains.
AncillonE-prit des conslitoitions.
DoSysterae politique.
Gilombellostituilions de from.
Pou:ardDroit public.
Helio Regimelconslituilionel.
DlnbesDroit des gens,
Misten?Guie de deplomatlqne.
BrrlanidC6Je penal.
Botirddem idem.
CbaveauCede pena'.
DemolineD.as lois crimineej.
OrtolanLefislacSo penal.
Guia do proeeseo criminal.
M da CunbaObserva(oes sobre o cedgo do pro-
cesso.
Assentos da casa da supplieaQao.
BonjaoTrail des actions.
BoardProcedure civil.
Bonier-Trait de preuve.
PreireOpera.
PoihierTratado das obrigaces.
MnezesTratado dos tombos.
Te xeira e SiuzaPrimeiras linhas civil.
G. TellesManual do processo civil.
Pardessu-Droit Commercial.
F. BirgesDiccionario Jurdico.
Si'vestre Pinh iroSynopse do procesfo civil.
BissiR'-.onomia poltica.
Sysmoodidem idem.
VilermMats des oavriers.
Gheval ierCours de ecooomie pol.tijue.
DrosEcooomie politique.
J. B. SjyCours complet de econoraie politique e
praiiijue.
Eocyclopediea moderna.
Aagnsto Wak'aoMoeurs, usage el costume de
toas le people du mcnde,4 vol.
LoboObras.
. .vooa Marqnes Soares de A-
morim convida as petsoas de sua
amizade e parentesco que se dig-
ti"t''f mima (Jo stimo dja,
qae por alma de tea prezado mano- firma.
Marques Soares se celebrar fflMeifer 20 de mareo de 1872.
na qainta-reira 21 do eorrente, as 8 oras da ma-
nhaa, na igreja autrit 4a Boa Vmia.
m

liarla iatoaia Pacheco.
Ignacio Jas Pacheco, Francisco Angosto Pache-
co, Alfredo Frieco Barbota e Goaataoiino Jos de
Mello, marido, filho e georo da fallecida Mari >
Antonia Pacheco, bsm aasim todos os mais tilbos
e prenles da me-uia, agraacem do mago do
coradlo todas as pessoas qae se diguaram de
aaaialir aoa nitiaaw sullragio* ao ceaiterio pab -
co; e de novo rojam nao t easas pessoas, como
todos os mais seas pareles e amigos o caridoa'
obsequio de assistirera s missas do stimo dia,
qne serio celebradas na igrija matriz do Corno
Sanio, pelas 8 horas da manbaa do dia 33 dt. cor-
rente, e desde j- aatecipam seas agradeeimeolos
por mais essa prova dp amUade e cosideraco.
AdJoqg
eorpo du cb-nmercio
fied^te caa^,>rcj|L qne
..riaiao aaiguda, o
Lobca Aatooiu a> Swa e
exo||a|da de.-de o da 13 de
qae se aeba stincla a so-,
ica sob
p*.rte|
utaoes
do este'
altimoi
Oulr siw, o mwM abaix-> a*sigaa*o que tem dado socielade ao tea amigo e aotigo
ragado Olio PlMsmaon, a datar do 1 de j*-
neiro do crreme a nao, a continua u-i gyro de
sea cmmercio, na raesraa caja o. 63, roa do
Bom Jes?, sob a razo d* Pereira de Mello h C.
mo cargo liean o atlo o passivo da extincla
0-jiitii
i
estar fugllo o pralo U.roardi, alio, ioto r-
doado, n.riz cbato, de semblante aleflV, f>lla af-
unj joven di cor preta, c miando 18 anoo, e gama rasa reo ce, p< e mio< gran es. Cowit
ler andado pir Munbeea, e ag >ra achar-at par
Siata Marta e ou'ros engeob^s de (j juca; gfaii
fica-se a qu'io o pprebender : na roa 4o nape-
radnr o. 7J, 1* andar.
te tem st4 oaqapf^p jMN co^iro.
doatago .17 do corrale satio
Anmnio Lopes Pereira de M^llo.
Da-se 2:U0ilU!JU a juros : quem prei-oder
tann-los dija-se ao eacrijjtprio deste Diario a
fritar com o Sr. Fwreira.
Desppareceu b escravo de oome iiaooel do
eagenho K'Jos,4ktrielo da Parahyba do Norte,
0 ?*f1''l,,,a s,Nnae tniotea : mn,lato elarn,
cabellos chegado, om poneo alto, saceo, (alia de
um denle na fignte, sena barba, rosto couipndo,
urna cicatriz pooco visivel em orna das maos:
roga se, portanlo, as aotoridades polieiaee ou a
qualquer pesioa em narticnlar, a apprehenso do
dito escravo, e leva-io ao Sr. uajir Joaquim B-
phael de Mello Jnior, em G^yanoa, que receber
a paga devida.
:./$2
V
DE
al-
La, parle do carregamento do brigue
lenta) Commandeur
SAB3AD0 23DOCORRENTE
A'S 10 HORAS EM PONTO
P. Sler capillo do brigue aliemio Comman-
deur arribado n'este porto por hrca maior na
sua ultima viagem de Montevideo para o Havre,
levar leil) com licen^a do Sr. inspector da
alfandega, em presen?! de um empregado da
raesina repartii;i pira o fim nomea lo, com as-
hisleccia do c n-ul iio imperio aliena^, por inler
ven^o do geme Piolo e por conta e riso de
iiuem perteocir. dd parte do carregameo'.o de laa
(oo lavada) do refeiido briga, taa q'i'nla for
preciso para occorrer as ae^pezas eitas n'esle
porto conos concertos do mesmo brigue.
O leilao ser eflfecluado no dia e hora cima
ditos oo armaz^m aKaodegado do liara i do Livra
ment no caes do Apolle.
';?.

Vende-se a casa e sitio da estrada dos
AfQictos n. 22, com boDS commodos e so-
tao, o sitio lem 850 palmos de frenta e
1,300 de fondo, murada a frente e parte
dos lados com uas cacimbas, lauque e
muitas arvores de frtelo ci m saputiseiro*,
coqueiros e baixo para capim e pocu de
excellente agua para beber; o lugar mili-
to fresco e saudavel, tornaoo-oe muito
recemmendavei pur ser terlo do R;cife,
fazendo estac5o em sua frenle a va frrea
do Recife ao GacbDg: a tratar com An-
tonio Jos Rodrigues de Sonza, tbesourei-
ro drfS loteras.
FEITOR
Precsa-se de um feitor para nm peqoeoo sitio
ca cidade de Oiinda : a tratar nesla typogra-
pkla.
Sr. coiniueudador Antonio de
Wtqwclro avalfaull.
fequiescal in pa&.
2V Antenio Caros Pereira
de Biugos Pence de Len
convida a seus amigos e aos
prenles e.ainigus do finad >
Sr. commenJarjjir Antonio
de Siqueira Givaleacle, av
da sena- queridos filaos, para asaistirej* a umaj
mis.'a desellmo dia, que manda celebrar pelo des-
canso eterno da sua alma, no da 2! do correte,
pelas 7 horas da manbia, na igreja do convento
d) Carmo.
D. Toereta de Jess Coelbo de
Siqoeira Cavalcante com seos fi-
Ibos, genros e netos vena agradecer
aos. prenles e amigos qpe a*sisli-
ram ao eolerrameato de seu finado
_ marido o commeodador Antonio de
Siqueira Cavalcante ; e convida-los pata a missa
do stimo dia, que se ba de celebrar na matriz da
Boa-Vista no dia sexta (eir 22 do correle, as 8
horas da mashia.
larde, 3.20,
TRILITOS BRBAlOS
DO
IicIFE A O! JUD \
E BEBERIBE
Desta data em dianie os tren* do Recife para
Oiinda ni irlo a estacao do Cirmo, at que fi-
quem coocluid's os reparos de que precisa o ra-
inal do Carmo para podewm transitar com segu-
ranza os trens de passage ros.
Rocile 19 de marco de 1872.
O gerente,
G. R. Campsll .
Tabella que Ge ve regalar
partir do dia 1" de ; b i
de 1872.
Das ufis.
Do Recife para Oiinda de manhla, 0, 7, 8 9.
dem, idem, idem a tarde, 3, 4, 5. 6, 7 8,9.
De Oiinda para o Recifj de maor.Ja, G, 7, 8,
Ilom, idem, idem, a larde, 3, i, 5, 6. 7 8, 9.
Da eocruzlhada para Bebenbe de maulia. 6.20.
7.20, 8.20.
De Beberibe para Enernlbada, 6.50, 7.50,
8.50.
Da Eucruzilh'ida para Beberibe a
4.20,5.20, 6.20, 7.20, 8.20.
D<< B-btnbe p>ra a Encrazilbadi a larde. 3.50,
'i.oO.o.o', 6.50, 7,50, 8..-0.
Das sautilcados.
Do Recife pira O inda de manbi. 6. 7, 8, 9,
10.
Idem, idem, idem, i Jera, a larde, 2, 3, 4, 5, 6.
7, 8, 9.
Di (dinda pira o Recife do manlun, 6, 7, 8, 9,
dem, idem, idem dem a tarde, 2, 3, 4, 5, 6, 7,
8, 9.
Da Eocruziihida para ileberibe de manha,
6.20, 7.20,8.20. 9.20.
De B-beribe para a Encrtuilbada, 6.E0, 7.50,
8.50,9.50.
Da Encruzlhada p.ira Beberibe a tarde, 2.SO
3.20, 4.20, 5.20. 6.20, 7.20, 8.20.
De Beberibe para a Encruzilbada, a tarde, 2.50
3.50, 4,30, 5.50, 6.50, 7.50, 8.-50.
Nos'dia^nieij ha um trem de carga ao meio
lia do Recite para Olila e outro para Beberibe
s II.50' com wigons para passagei.os.
O trem de carga de Oiioda para o K-Jcie parle
a urna hora e o de Beberibe 12.50'.
O passageiros de Oiinda e do Recife nao podem
ler ingresso nos trens sem mestrardm bilbcte para
pagamento da viagem.
As ssigoaluras sao tomadas por mez, e es car-
t5espagos at odia 5 de cada mer.
di conductores sao obrigalos a enlrtgarera a
cada passageiro a metade do bilbetc da passagem.
Os trens que parlero do Recife de maoba, os da
tarde de 2,3, 4, 5, e 6 horas e o trem de carg?
vio at aestacao do largo do Carmo em Oiinda.
Recife 7 de marc,o de 1872.
O gerente,
____________________C. fl Campillo.
itiipr
Fagiram na madrugada; de 17 de fevereiro do
correo e aono os e-cravos.idgojaiM .-
Jacmlho, prelo, crioulo, de idade 45 aooos, cor
bein,nr|a, seaco do coepo, peras linas, bigode e
barba aomenie no qoaixo, cm raros cjbtllos
blancos, f Jum-ilij alguns denles aa (rente, falla
mansc, e amito ladino e (Sperta, natural d > Pl-
ane o-de fui escravo de Sabino Lapes da Silva,
morador na fizenda Florela, e vendido por este a
Ignacio de Smza eoohecido por guaci da Santa
Craz, morador na villa do Trwmpho ou seo termo,
o qual vendeu ali Pinto de Soaza Neves, mo-
rador em Nazareih. c este a Symphronio Olimpio
de Queiroga, no Recife.
Bernardo, mulato acabocolada, acode pelo nome
de cabocolo e pelo qual eonhecilo, tem de 18 a
20 aunos de idade, ccr amareJJada, com algoos
papos na cara, cabellos corrid ?, d-mes per/eilos,
beicos grossos, estatura regalar, quando falla pu-
xa poueopebH, raltam-lbe as unhas do pol-
legar da rr.ao esqarda e dos dnus dlos grandes
do* ps, e tain nina cicatriz com falta de cabellos
oo alto da, cabeca, natural da L'raoeiro donde
veio pequeo, o uuuca sabio daqui. Levaram es
tes e^cravos mujla roopa, dineiro, e dizam, quo
paseaportes oa guias deeiafando-os livres : quera
os apprehendr e levar Symphronio Olimpio de
Que.roga, era Apipncos, sera generosamente re-
compensado.
Ausentou-se
na nootede 17 para 18 do ntrente o pardo Be-
nedicto, de 20 aooo', cor plida, boa aliura, aioda
nai boca, est com a oabji ra-pada pir ler sito
um dos escravos presos oa noule de 14, lvou ca
fflpade murceliua cora palmas encarnadas, cale
Jelrim branco ora. hairas e chaponovo de fel-
tro cor de cinza : recomiueod.) se as autoridades
pohciaes a sua captura e, recoloer casa de De-
teogo.
No dumin|o 17 do Crreme sali de casa sob o
etexto de ir arraacar nm dnie e oo voltoa
,j no da 19 oojle, e isso para subtrahir s
e-cradioas daas cipUas novas com babadiuhos
n i peito, urna outra de chita encapada e b >mia,
ceroula e calcas brancas e om chapeo de eJir
braceo com fita larga.
Como se precisa d'elle, pede-se a quem o en
coatrar o favor le trat li ua residencia, qae
uo sitio do eomoaeodador Tasso.
Talvez que elle se leona aproveado de oa bt-
Ibeto de licenca que otxeve para um di, e nolte
n carnival ir ver os mscaras e eavalhnbos.
Coma ler sido visto pelas estradas do Arraial,
Eueanainenta, Csa-forie alApipuco'.
Er naiaral das Alugoas, ,i ha algum lempo
foi capturado iodo em retirada para a suapn-
proviaeta.
(jjem o trooiar ser gratificado.
irmandade do "r. Mota Jess
das Portss.
De ordem da mesa alroioistratiTa eonvido os
nossos irmas a comparecerem sexta fdira 22 do
correcta mez pelas 3 hora* da larde na ipr-ja da
Madre de Irau, atlin de eacorporado sctmpa-l
nharmos a proci sao do T iampb >, ijue dever
saltif daOrJenaT'.rceira de N. S do Ormo, para
o qpc fomos cravidad I.
Secretaria da iiiiundale 20 de roarvo de 1872.
Manoel de S Leilao.
________________________Secr'tano.
Fugio ier 5.a I-ira 18 do eorrente na freguezia
di Ecada, da osa de seu s nh'.r a eserava Rail
na, preta, creooh, com 27 anoos de idade, baixs,
gorda, levando do corpo ve-ti do de chiti e chales
de algodo, sappdo se qae teoba viodo para o lie-
otfe pela liaba frrea ; qaem a apprebea ier ser
gratificado pelo sea senhir Alexandre dt Molla
Canto aa Escada, ou a roa do ito-ario Estrella
n. 34, segando andar.
Precisare aiugar om a anoo- para compras : oa ra de Caasawca-s, 40.
3 aod>r.
Ptecisa^o de u.u bju (rucuo p.ra fora a*
edade ; a tratar na rea d> R^ano
e. 57.
KDIM
Fjde-se a um moco que tomn asi te-
lim emprestado no Arraial, o Um di o
iludir entregar ao dono, do contrario ?
ri o seo oome por extenso com a Uiatoria do
dilo Bf lim.
S* w da KioreaUoa n.
um Imiii roziobeirn.
iz preca.i
Preeisa-se de 1 criado na roa larga 4o IU-
ssrio n. 29, botel.
O Dr.Joaqnim de AsjniooFoo 0
ceca mudoii sua residencia para a jtk
rna do Rispicio n. 51, oodo coo- ^
i
Manoel J js TiOjco de Soaza e Aotouio Pe-
reira Villela avisara ao publico e espealmenie
ao corpj do cmmercio desia praga que desde 31
de dezembro do anno prximo passado fd dissol-
vida nmigavelmente o sociedade que gyrava sob
a lirma Tioo.-o Si Vi Hela pago e salisfeilo de lo-
dos seas capi:aes e lucros, e Qcando a cargo do
-ocio Tinoco a liquidara) do activo e passmi e
respoasael por todas as inrraccos daqu-lla ex-
tincu firma.
Recife, 20 de maro. de 1872
Manoel Jos Tinoco de Souza.
Antonio P^rpira Villela.
liona a dar c insultas medicas lodo
o das das 7 s 9 lioraa da oaoula, |
l e. somonte em casos urgentes, das Jsw
ff 3 < 5 da tarde. 0
Massa fallida
Cidade de Maman gu.o- i provincia da ParaMtsi
16 de marro de 1871
A admini-trarao da massa fallida d > n-g >rian'-
Joao J s G iiik de S mu, convida plo prafaaiti
aos creores da mesma massa fallida a aataarc-
tar-lne os iros mulos no pra>o de 8 das da pre-
sente pvMtoaen, para .>rem qaalili<-ado* os see
crednrs e adjintid s a pacameom oo tersa*
cudig'i do iMinini-r, i'. | d.-iid ",. rg.resi roa
Viscinle d Pelota* n. II, oa mesma citad* de
Mamamguape.
/Henea!)
Precisi se de um me.ir. i patf a** de 12 a 14
annos, co opitica de iat>-roa ; t-.t -j oo TtrC/i
40.
Kva ii >-..e de casa de seu senhor uiua pre-
la de oome Ro-a. ostatura regalar, era redoodt,
deoles quei/rados oa frenle, e urna fstula sicalri- A.uga->c um. ,..,.. psra roztv..r. lutrr
3ada nm urna das buxexas. p* pequeos, lava 'Mr mais algum s-rvic. J- -n stmimi
e eog,omma roupa, e faz todo coa a m e d, levou varios vertidos, sendo um delles bran .
co lio de aveobl. Presume-se que esteja servio-
do da ama em alguma casa a titulo de forra :
quem a pegar leve ao Sr. Pedro Jorge da s.iva: c
Ramos, na ra das Gruze, e ser bem recom- '
pensado.
Recepcao d S> M* IL.
A!uga-se a casa
210 un i a taberna :
cisco n. 6.
terrea da rui Imperal n.; Moeia.
a tritar na ra de S. Fran-
Fonceca & Smtos convidara seas crsdores a
virem, co dia 20 do correte, recb:r a pnmeira
prestago de sua ccocordiiti, rui do Amoiin
n. 39 pnmeiro and r ( entrada pela ra da
O Dr. Joaqatm de Aquiuo Fonceca faz sabir
ao Htm. Sr. teeente-corouel J laquim de Sa Guval-
ciLte de Albuquerque qu; sua casa anda nao
veio o correspondente de S. S
Ret-if* 20 de marc drt 1872._________
- Q lern preia*r de u ua passoa baliilitada,
escreveodo p- r partidas dobradas, para faz t a
escripia de urna cas-, fU esc ipias avulsas, pode
dirigir-se ao largarda. Afsembl* n. 9, a entender-
se com J,.-t Luit Guataco.
Eag^uh) Maranhil.
De?appare:eu. dosle o di t II Jo correle mar
co, o escravo Marcolino, cri.ulo, fiero preto, uta-
.-is comiii Arlisl > BWO!. e L'brraes,
encarregadas de prom.;n -i-ji- a rfcepci de SS. MM. II, rogam ao- nv r idort da I'rafa 4*
Pedro II e ro do Inaai ra i'>r a* staanm a< freo-
tes de ais casas c.om r i.,,- e bandeiraa ;9T
occasi) do d'embarque e lr*)*cii dos Aafasl>>
Impertir '-. As mesinai cummisso-s axanhii se
dirigii.ii pessoalaiente a todas as casas reauvar
este pedid j.
A
i
!
?ENCAO
lura baixa, sec:o d i corpo, barbado, representa
50 aooos, tevou camisa de alg-vli > de lista : qaem
o levar ao eng-nho Muanbo, esta^o da Tunb-
A^s ser bem recompen-ado.-
0' abaixi -*-in >>
vel eorpo do eaMSorci
I de, i|ue amigivelrenie
ili
que lioham u- luja de f->
r.e, rita na ca I
sclifO e pa">iv,i a eatgi .
ches de PSfoeiredo, >:
Precisa-e de um caixriro que teuba boa Aievedo paga a> seu c-
conducta, para urna coufeiiarla, anda Difamo sem de marco de 1872,
pratica : a tratar nt ra do Baro da Victoria !"' Ab:
Aulou. i I.) >*<
mii i.-am ao rasperta-
-'i-o desta cida-
- v. r m a >'iciei;de
: -
- "i
nada Cyso
i, teama 4.. -
co Luz Abrai-
M.I-mo Lipes 4*
lucro*. Itec fe 14
>!c Figueiredo.
le AaTaio.
Irmandadd
do Divino Espirito Slanto do
Colleglo.
Deordem da misa regedora convido a todos os
nossos charissimos ir..s a comparecerem era
nossa igreja sexta-feira 22 do eorrente, pelas 2 ho-
ras da larde, para eccorporados acompanbarraos
a procissao de Triumho, oara o que fomos convi-
dados, a qual sanir da ordera tarceira de N. S.
do Carmo.
Consistorio da irmandade 19 4e nurjo de 1872.
O escrivo,
___________________Antunes Guim raes.______
Aluga-se as casas te i reas
n. 42 da roa da Matriz da Boa-vista, e n. 19 do
becco do Adique, a loja o. 12 da ra da Bota (For-
te do Mallos: a tratar na rda da Madre de Dos
n. 16. loja.
AV180
A pastea qae perdeu recibos e orna letra, pro-
cure na rna do Crespo n. 16, 1* andar.
CAIXEIRO
Precisa-sa de um caixeiro qae teohi pratica de
taberna : na roa de S. Jorge, aotig* rna do Pilar,
n. 84.
Precisa-se de om caxeiro com idade de 11 a
18 anoos com pratica de mnlfcados para ir para
Agua Preta a tratar na roa dos pescadores n, 1
Arrenda.se o litio denominado Pexinbo, en-
tre Oiinda e Beberibe, raargem do rio, com boa
casa para gran le familia, amitos arvoredos de
frncto, nm grande mangabairal, baixa coa capim,
terrenos para planlacCes, etc. que c com a vista
se podar apreciar. Para se ver, a iratar no mes-
nio a qualquer hora do dia.
Olha o espiao!
Peda-se a um senhor morador na ra dos Pires,.
que tem por vicio espiar e fallar da vida ah. io'
corrija-se, do contrario u apresentarei ao Sr. Xic
das Candeias para ser fcatido por um deello.
Sou linguarudo.
Mais com razo,
Fallo de lodo
Sem excepcSo.
O espiado.
Matriz de Santo An-
tonio.
Do ordem da mesa regedora da irmandade do
SS. Sacramento da matriz da freguezia de Santo
Antonio, convido a todos os nossos charissimos. Ir-
ruios assist rem a todos os actos da semana san
la qae tem de serem celebrados oa nos-a igreja
e acornpanharem as prreis-oes dos enfermo-, en-
terro e ressurreico, que bao de (azar nos das 26,
29 e 31 do correntd Oiei.
Consistorio da irmaodide do SS. Sacramento da
freguezia de Santo Anoanio do Recife -20 de marco
de 1872. ^
Francisco do Souza Bego Monletro,
_______________________Becrivo
Sociedade Juventude
Por falta de numero, sofflciente de socios foi
adiada para deminjo 21.do cerrente, as 7 horas
da mantiaa aeleijT |iira a presidencia, cons'i-
tnindo-se legal assemfcla geral com qoalquar nu-
mero de tocios qae comparecer, como determinan)
os estatutos em vigor.
Secretaria da sociedade Juventude, 20 da mar-
co de 1871
P- Camello,
Secretario.
Precisa-se arreuar um ngesbo moente o
eorrente e de porleiras (eehadas, preferiudo porto
da eidade on *m lugar que sej< perla da ealrada
de ferro de S. Francisco : qaem tiver algara nes.
tas ondioOM dir nauta lypographia o logar en le
deve ser procurado.


J
#



>
Hotel Oliente
Ba do Barao da Victoria n. 52, ootr'ora
roa Nova.
Este acreditado estabelecimento que por longo
lempo esteve funcciouando na roa larga do Rosa-
rio, acha-se de novo estabelecido na roa asima,
coa ana bem conhecida administrado. Os g-
neros de alimentaco o de primeira qnalidade.
Recebem-se eneommendas e assigoatara', moa-
veis, tanto para botel como para domicilio. Tem
pan reereio, buhar, piano e jornaes nacionaes e
estranfliro!. Adraitte-se bospedegem.
Os Sra. Jos Francisco Ribeiro de Soa-
sa e Dr. FranciC3 Jos Rabello, o 1 pro-
prielario do collegio de Santo Amaro e o
2 proprietario de om ontro colegio, sSo
rogados a mandaren) a esta typograpnia a
d*oco de intereaae.
Na roa de arcillo Das, ootr'ora Direila,
asa a. 8, 2* andar, precisa-se de um criado oo
criada para pooco servico
s
O Dr. R. Vianna receao-ehegado da
Europa, onde esteve qoasi doas annos,
aperfeicoando-se nos coDbecimenios de
sua profissao, e frequeotcu os principaes
bospitaes de Pars, Londres, Bruxellas e
Vienna d'Aastria, dedicando se oom es- |
pecialidade partos, molestias das mu- S
tkeres. e operares das vas genito ouri- |
natas, tendo acompanhado os professo- 8
res mais celebres da Franga e Allema- 5
nba nestas especialidades, commnnica ao I
respeitavel publico desta cidade que abri W
o sea consultorio na casa de sua residen- 5
ca ra do Vigario n. 1, 2o andar, onde I
podera ser procurado a qualquer bora do
ala ou da noute.
Consultas todos os das do i|2 dia s 2 |
horasgratis aos pobres.
Opera os estreitameotos d'nrettra por 25
meio de eleclricidade, por om processo SH
inteiramenle novo, e stm dor; garanti- aajt
do a cura radical em poucos das.
Ra do Vigario u. 1. se-H
gundo andar.
*M)i1IM-tt&M.Mgft
Noticia proveitosa
Aperar de haverem maitos estabelecimentos de
Sedas e conlinoarem a apparecerem oulros mu-
, s, nao podem consegoir receberem objectos
'goaes acs da NOVA ESPERANCA, pois qoe
juesto j decidida, o bom gosto de seos corres-
pondentes e elegancia de seos objectos, tanto que
quando qualqner senbora por mais caprichosa
que seja, quando quer ou precisa dar expansao
ao seu bem gosto, da nm passeio a NOVA ESPE-
RANCA ende tem a certeza de encontrar o que
CA tanto mais augmenta o numero de sen* fre
oezes aos qoaes se coofessa agradecido, quanto
mais es torga se em corresponder esta preferencia
leodo sempre em vistas reunir o ntil ao agrada
vel, isto o bom por pooco preco: isto s se v na
Nova E>peranca, roa do Duque de Casia- nu-
mero 00.

MUDANCA
.;
SATYRO a CARNEIRQ
proprietarios do si 15o de cabelleireiro intitulado Tranca Moostro roa Duque de Casias
o. 59 Io andar, scientificam ao respeitavel publico e particularmente seas numerosos
fregaezes que por Ibes ter sido exigido o primeiro andar que occopavam, resolvern
entrar em negociado com o novo estabelecimento do Sr. Jayme, silo meama ra no
pavimento terreo n. 67, e, se bem que nlo estivesse proparado as condic5ea de sallo
para cortar e barbear, tem todava os annunciantes feito organisar tal commodo com es-
mero e gosto, afim de satisfacer a espectativa de todos, garantindo os encontraren! sem-
pre promptos para os misteres de saa profiss3o.
O Sr. Jayme altendendo a contingencia em qoe nos achavamos, n5o s fez-nos
cess5o de sua nova casa, mas anda compromeiteu-se a ajudar-aoa em nossos trabalbos,
para o que ser sempre encontrado no mesmo estabelecimento. Ootro sim, acbamo-
nos resolvidos a fazer Arme as tabellas de precos, quer por compra, -quer por alogneis,
qoe o mesmo senhor tem feito publicar por este Diario.
Nesta condiclo pois eaperam os annunciantes continuar a merecer a coadjovaclo
deste respeitavel publico, de quem s censideram assaz reconhecidoe.
Mudanza
CarIo3 Pinto de Lemcs & C. mudaram seo ar-
mazem de fazendas da ra do Vigario, para roa
do Mrquez de Olinda a. i.
Aloga-se nma escrava que sabe comprar,
lavar e cozinbar : na ra do Coronel Suassuna n.
106, a tratar das 8 as 9, ou das 3 as 6 da tarde.
GASA DA FORTUNA
Rl'A I" DE MARCO OLTR'ORA DO
CRESPN 23.
I'niea que paga as ores
Aos 20:000*000.
O aba.xc assignado tem sempre expesto a ver.
4a oaees bilhetes do Rio de Janeiro, pagand'
Wcmpumente, come costuma, qualquer premio.
PRECOS.
Inteiro 24*000
Meio 12*009.
Quarto LO00-'4k*
______________Manoel Martin3 Fian._______
Attendam
Quattas vezes vemos cm lindo vestido de
boa seda e com liod s desenbos, porm com tas-
tefeites qoe dizemos com nosco, e pena om ves-
,do perdido, porque 1 por falta de dar om pas-
seio a NOVA ESPERANCA e comprar enfeites
que sejam adeqoados afazenda: quantas ve?s men-
timos escapar de alguna lenco aromas enjoativos e
porque? por nao ebegarem a NOVA ESPERAN
CA e eomprarem seus extractos j to conbecido-;
quantas pesseas nao gastam seu dinheiro e alm
disso ficam desgostosis ? por nao eomprarem ob-
jectos qoe Ibes satisfaga, por nao hirem a NOVA
ESPERAXCa onde encontraro o que de melhor
e mais elegante ba no mer:ado, e est por tal
forma conhecida a NOVA ESPERANCA qoe quan-
do em qualquer reuniao se v om bonito enfeite,
nm lago, nm coque modero) e com certa praga,
quando se sent escapar de algnm lengo agrada-
ve! aroma, quando se v finalmente qualqner cou-
sa xique, ningoem mais pergonte d'ondo foi on
donde veio, cada nm responde on diz comsigo
isto foi da NOVA ESPERANCA roa Duqoe de
Caxias n. 60.
011110 OMITE
GMLUIBEIRO
N. 82 RA DA IMPERATRIZ N. 82
Esforcando-se para satisfjzer ao Ilustrado publico no qoe relativo for aos trabalbos
de sua profisso, cjdq a maior promptidj, commodo, e esmero, resolver fazer refor-
ma em seo estabelecimento e munir-se do qae nos mercados estrangeiros ba de melbor
e do ultimo gosto mandando vir em direitora e por saa conta nao s grande quantidade
de cabellos de todas as cores e tamanbo como todos os preparados reconhecidos pelas
sociedades hygienicas como os mais uteis a conservado em embellezamentj dos cabellos
natoraes sem prejnizo da sade, achandose assim habilitado a fornecer aos consumidores,
por 20 % menos do que ootro qualquer os objectos de pbantasia para adorno, asseio e
bygiene da cabeca indispensaveis ao mondo elegante e em gerai a lodos que coidam de
conservar a propria existencia, deixando de osar de leos, banbas e cosmticos proscrip-
tos pelos bomens de sciencia como capazes de amortecer os bulbos espillares prodozir
a calvice ou apressar o enbranqoecimento dos cabellos, e occasionar o apparecimento da
cepbalalgia, eclampsia, epilepsia e hysteria e outras molestias cutneas e nervosas.
O pessoal do seu estabelecimento se acba montado com capricho a escolher dos me-
lbores artistas natoraes e estrangeiros havidos na provincia entre os qoaes se distingue
Mr. Alfred Belpecbe e o Sr. Napoleao especialmente destinados aos ponteados das se-
nhoras para o que ba demonstrado pericia inimitavel por ootrem entre nos havido. A
facilidade e o gosto com que o Sr. Napoleao executa os ponteados mais difficeis tanto
histricos como de suaphantasia antorisa a que se o considere como um genio nesta es-
pecialidade.
Os enopregados do seu estabekcimento sem excepcao exclusivamente cada um na
especia.idade que mais amostrado.
A casa recebe por todos os vapores os flgorinos da ultima moda de perneados ad-
mitidos nos paizes civilisados entre os quaes prima o somptuoso Pars.
O bello sexo encontrar no estabelecimento grande e variado sortimento de coques
de trongas, chignons, normanas, coques de cachos, cache peines, toupets, bornes, eres-
cenes do que ba de mais moderno e elegante neste genero, perfumaras dos melhores
fabricantes como Labio, John Gornell, Rimmell, Artinkson, Le grand Piver, Coudray etc.,
etc., lindissimas flores espectaes da cabera pos de ouro, de diamaote parapulverisar os
cabellos, fiaissimas escovas de dentes, pentes de tartaruga, e muitos outros objectos in-
dispensaveis a om toilette de gosto.
Os seus collegas encontrado a contento os utencilos de snas profissoes, tbesouras-
ferros para frizar, ferros para papellostes cardos etc., etc., quer em porcjfo quer a reta-
Ibe ser5o vendidos.
ESTAMPILHAS
Vende-se na
maze
maze_________
praga do Corpo Santo n. 4. ar-
Preciea-se de cuna ama for
ra on eaerava, qne saiba co-
_ zinbar e eogommar, pagndo-
se bem : trata-se na ra do Vigario n. 16, primei-
ro andar.
Precisa-se de urna escrava, boa
ooziabaira e ama livre para en
gommar e fazer o servigo interno
de casa de familia, paga-se bem : na rna da Cruz
do Reclfe n. 42, armazem, o j no Corredor do Bis-
po n. 23.
AMAS
ATIENDO
Precisa-se de ama ama para casa de ama fa-
milia com posta de tres pessoas : nesta typogra-
pbia a tratar com o administrador, ou em Olinda
no oltao do Amparo, casa de portio verde.
NOTAS
Troca-se notas do banco do Brasil e de soat
Ollaes na roa do Bario da Victoria n. 63, antig
roa Nova, loja de Jlo Joaquina da Costa Leite.
^^%
Precita se de orna ama pa-
ra cozinhar : na rna Duque
de Caxias n. 50. 1* andar.
familia : paga-se bei
Precisa se de ama ama
livre on escrava, para com-
prar e eezinbar em casa de
paga-se bem na roa do Vigario n. 26.
Alegra n. 5.
Precisa-se de ama ama :
para comprar e cozinhar pa-
ra pequea familia: a rna da
Ama de leite
Precisa-te de nma ama de leite : roa do Du-
que de Caiiai n. 32.
Precisa-so de orna ama para cozinhar: na
rna do Vigario n. 5, segundo andir.
AMA
Pricisa-se de ama para cozi-
nhar em casa de ponea familia:
ra Velba n. 28, sobrado.
Pagase bem a nma ama para
comprar e cozinhar em casa de
pequea familia, podeodo ir dor-
mir em casa sna : rna do Passeio n. 58, loja.
Precisa-se de ama ama para o
servigo aterno de dnas pessoas :
na travesa de S. Pedro n. 4, 1"
AMA
AMA
andar.
Precisa-se de orna ama que saiba bem en
!:ommar, no segando andar do sobrado n. 29 no
irgo do Paraizo, entrada pela travessa do Mar
quei do Recife. ________
Precisa-se de ama ama para o servigo inter-
no, menos cozinbar : na ra do Vigario n. 5,
andar.
Precisa-se de orna molher de
bons costamos, qae tenha algo-
ma pratica de cozioba para ama
em casa de pequea familia, quer seja ou nao
estrangeira : tratar na ra Dlreita o. 36,1* an-
dar.
AMA
Precisa-se de orna ama Jorra on
captiva, paga-se bem ; na ra do
Imperador n. 83, 3* andar.
OA
AMA
n. 92, loja.
Precisa-se de orna ama boa cozi-
nheira : na ra Duque de Caxias
Precisa-se de nma ama para o ser-
vigo domestico de orna easa de pouca
familia ; na roa liba do Camino
(Bella) d. 31, sendo indifferente livre ou escrava.
AMA
AMA Precisa-se de orna para casa de ho-
iim.il memem solteiro : roa de Pedro Af-
fongo n. 58._____________
Precisa se de ama ama para
comprar cosinbar e emgom-
mar para duas pessoas, paga-
a tratar na roa do Alecrim
se bem agradando ,
n. 12.
Precisa-se de ama ama en-
gommadeira : roa do Im-
perador n. 57, 2 andar, en-
trada pelo Caes Vinte e Dons de Novembro.
Na roa da Cruz n. 64, t>
andar, precisa-se de urna
ama para comprar e cbzi-
irada pelo Caes Vin
mOFINA
Olha elle!...
mmm
DE
S> Jos da Agona.
Em nome da mesa regedora convido a todos os
nossos irmos a comparecerem no dia 22 do cor-
rete as 3 horas da urde no consistorio de nossa
iimandade para eneorporados acompaoharmos a
prccisso de Triompho, para cajo fim fomos
convidados pela Veueravel Ordem Terceira do
Carmo.
Secretaria da irmandade de S. Jos da Agona,
20 de marco de 1872.
Mancel Pereira Camello Pessoa,
_________________Secretario interino.
Veneravel 0:'cem Terceira
de S Francisco.
De ordem da mesa regedora, convido aos nos-
sos charissimos irmaos, para comparecerem em
nosso consistorio pelrs 3 horas da tarde, do dia
22 do correte; paramentados com seas hbitos,
lira de satisfazermos o convite qae nos derigio a
congregaco de nossos irmaos Terceiros do Carmo,
p*ra aeompanharmos a procisso do Triompho do
Senhor : que lem de sabir na tarde daqnelle dia,
ue saa respectiva igreja.
Germino Jos da Rosa,
___________________Secretario. _______
Veneravel ordem terceira de N, S. do Car-
mo do Recife.
Em nome da mesa regedora desta veneravel or-
dem convido a todos os cbari.-simos irmaos para
comparecerem no dia 22 do correte (sexta-feira)
em nossa veneravel ordem pelas 3 horas da tarde
atim de eneorporados e paramentados acompa-
nbarmoi a procisso de Triompho, a qoal sabe da
oossa veneravel ordem e passar pelas segalntes
roas: pateo do Carmo, Camboa do Carmo, Flores^
Bario da Victoria, Cabog, larga do Rosario, par-
le da estreita do Rosario, Buque de Caxias, tra-
vessa do Imperador, Imperador, Praga de Pedro
II, Duque de Caxias, Rangel, pateo da Panba, Pe-
ona, Livramento, principio da Direita, travessa de
S. Pedro, largo de S. Pedro, parte da de Hortas a
reeolner-se.
Ootro sim a commissio exlerna da solemne pro-
cisso de Triumpho pede aos moradores das roas
cima declaradas te dignem mandar linpar as
frentes de snas casan no referido dia aflm de que
e aebem iimpas as referidas roas para mais bri-
Jantismo de tao solemne proeissio.
Consistorio aa veneravel ordem terceira de N.
S. do Carmo do Recife 19 de margo de 1873.
Antonio da Rocha Accbly Lias,
Secretario.
Eogomma-se
LOJA DE JOIAS
ESMERALDA
Acaba de chegar a este estabelecimento um importante sortimento de joias de
ouro, do melbor gosto e qualidade que tem vindo neste genero, como cassoletas de
nix com lettras de diamantes e pinturas finas, aderecos e meios aderecos com pedras
finas, etc. etc.
Eua do Cabuga' n. 5.
Moreira Dnarte & C.
Roga-se ao Illm. Sr. Ignacio V.elra d Mallo, es-
erhrio na cidade de Nazareth desta provincia, o
favor de vir a rna do Imperador n. 18 a conclu
aquelle negocio qne V. S. te comprometten reali-
sar, pela terceira chamada deste jornal, em flu
de dezembro prximo passado, e depois para Ja-
neiro, passon a fevereiro e abril, e nada cumprio
e por este motivo de novo chamado para ditc
fim ; pois V. S. se deve lembrar qne este negocit
i ie mais de oito annos, e quando o senhor s*i
Sho se aehava no es nesta cidade
(Jratiicaqao de 50S000.
A pessoa em coja casa estiver occnlta a escra-
va de nome Mareella, mulata clara, de 34 annos
de idada, pooco mais ou menos, cabellos pretot e
longos, alta, magra e gaga, que aoseotoa-se da
easa do seo senhor no dia,2i de junbo do anno
passdo, tenha a bondade de leva-la roa Formo
sa n. 8, fregnezia da Boa-vista, qae ser gratifica-
do eom 50|; ou mesmo qoem della der noticia
exacta, do contrario protesta-se proceder legal-
mente contra qualquer individuo que a tenha em
na companhia a titulo de ama livre.
^ fJ A*0?ADO ^
0 Ayres Gama *
aj| tem sen escriptorio a rna Primeiro de )f
2 Margo n. 23.
MUM
ADVOGADO
Dr. Joaquih Correa de Araujo
67Rri do Imperador67
MBMMK Sllll
AVISO.
O solicitador Antonio Francisco de Souza Maga-
ibaes Jonior, convenientemente autorisado, convi-
da a todas as pessoas que tiveram negocios foren-
ses com o finado capitao Honorato Joseph de Oli-
ve i r a Figoeiredo, a comparecerem no escriptorio
do eacrivao Metta (ra estreita do Rosario n. 17,
primeiro andar) para com o aoooociaote concioi-
rem esses negocios e receberem seos ltalos.
Aazeotoa-se, desde o mez de setembro do ao-
oo prximo passado, o preto Locas, idade 50 an-
nos pooco mais ou menos, estafara bastante baixa
e reforcada, ceg de um clbo, ps apalhetados,
andar um tanto apressado, costoma a embriagar-
se e quando assim est rka omito ttgrisla, intitu-
lando se de Jorro : pede se as autoridades poli-
ciaes e capules de campo a sua captara e logo
ue o coosigam poderao dirigir se a ra Primeiro
e Marco, antiga do Crespo, o. 7 A, que se recom-
pensar.
LINDA.
Alagase orna boa casa com bastantes commo-
dos na roa de S. Beato, moito fresca, quintal mo-
rado, perto do baho e da eslacio : tratar na
roa do Commercio o. 48.
Attenpo
O abaixo assignado previne ao respeitavel pu-
blico e especialmente ao corpo do commercio, qu
nesta data nada deve a pessoa alguma, quer por
contas commerciaes, quer por qualquer papel par-
ticular por elle firmado. Se alguem se jolgar sea
credor, pede que aprsente seos documentos no
praso de tres dias a contar da data do presente
annoocio que sendo verdadeiros sero pagos.
Recife, 11 de Marco de 1872.
Antonio-Jos de Araujo Braga.
Precisasa de ama ama preferiodo se escra-
va para cozinbar e comprar para urna casa de
pequea familia : tratar na ra Formo-a nu-
mero 19.
Precisa-se de um ajodaote de cosioba, que
ooteoda bem do servico de copeiro : oo collegio
da Cooceicio roa de S. Fraocisco o. 72.
Pedido
Pede-se aos Srs. Alfredo Gone>lves Pereira Li-
ma e Diogo Jos da Costa o favor de virem ra
do Duque ae Caxias n. 49, a negocio de seu in-
terese.
AO ARMAZEM
00
Ra do BarJo da Victoria
N. T.Oatr'ora ra Nova_N. 7
Sempre novoa sortimentoa
Calcado francez.
Bonas para bomens, bom bezerro pellica, sor-
aavao vaqueta e panno, duraque com biqoeira de
erniz, pellica com biqoeira de vernix, bizerro e
pellica com ilhoses e com botdes, tanto dos fabri-
cantes Soter como de Polak.
n^nlT,iu*' mei-M bota8' Pemeiraa e metas
perneiras para montara,
Sapatos de vaqueta de verniz com tola de ma-
deira, proprwa para os sitios, jarlins e banboe.
tanto para senhora como para homem
Sapatos de borracha para homem. seniora e me-
nino.
Bolinas e abotinados de multas qaalidades e pro-
cos para meninas e meninos.
Sapatos de verniz, euarlat, cazemira. peles
avelludailps de traoi,. francezet e pofiorneie.
Perromarias
Finos extractos, banhas, cosmticos, leos, opia-
las, e poses dentfricos, agua de flores de laranja,
agua de eologne, divina, florida, lavande, ce
toilet, tintara para barba e cabello, pos de arroz,
sabonetes, e maitos artigos^lelicados, eom iras-
Suinhos de extractos, todo de primeira qua.i-
ade dos bem conbecidos fabricantes, Piver e Con-
dray.
Quinquilharias
Finos arligos de Pars, de diferentes gosloe
pbantasia, como sejam os seguintes:
Leqoes para tenhoras e meninas,
Lavas de pellica e de fio de Escocia.
Espelhos difireme?, para sala e gabinete.
Vidros avnlsos para espelhos.
Caixinhas de costara ornada com msica.
Albaos e quadrinhos paro retratos.
Diversas obras de ooro de le.
Correales de plaqu para relogiot.
Bolcinhaa e cofres de teda e de vedado.
Diversos objectos de pbantasia para toilet.
Pencinez, oculos e beogallas de luxo.
Chicotes e bengallas de baleia, canna e janeo.
Ponteiras de espnma para charutos e eigarr -
Escovas para cabellos, roopa, denles e onbas.
Pentts de marfim maiio fiaos, para caspas.
Ditos diferentes para cabello e barba.
Carteiras para notas e para dinheiro.
Malas, b6lcas e saceos de viagem.
Gaiolas de rame para passarinbos.
Venezianas transparentes para janellas.
Abat-joars transparentes para candieiros.
Mamadeiras de dar leite raui fcil as enancas.
Tiras de moldaras dooradas para qoadros.
Ricos qoadros ja promptos com paisageos.
Estampas de santos, cidades e phaotazias.
Esterioscopo e cosmeramas com ricas vistas.
Obiectos oe mgicas para eotreteoimeoto.
Machinas da differentes systemas para caf.
Berros de vimes para embalar criaocas.
Cestinhas para meninas de escola.
Jogos, de dama, domin, bagatela e da gloria.
Campanhias de molas para chamar criados.
Realejos, accerdious, vidros avalaos para soa-
moramas e outros muitos arligos de qoinqci-
lbarias difflceis de mencionar.
Brinqnedos
Para enancas,
O maior sortimento qne se pode desejar de ..oa
sorte de brinqoedos fabricados em diversos pa.zts-
da Europa para entreienimento dos msninot.
Presos.
Em virtode de novas ordens dos fabricantes,
vende-se tado precos baratissimos : no arma-
zem do vapor francez, roa do Bario da Victo-
ria, outr'ora roa Nova oa-nero 7.
Hotel da Europa
D. Manoel Alvares, gerente do mesmo hotel par-
teclpa a todas as pessaas que lem transaccoes ou
cootas no referido estabelecimento, qo do prao
de oito dias, a contar da presente data, venhara
liquidar as suas comas ou receber o que por ven-
tara se Ihe deva, visto ter de deixar a gerencia
do raesme Hotel no dia lo do vindonro.
Recife 18 de marco de 1872.
Taberna.
Casa
Qoem pretender urna excellente casa terrea
com bom soto e commodidades para boa famiiia,
com quintal, e agua do Prata, na fregnezia de
Santo Aotonio, dirija-se a praca da Independen-
cia n. 30 e 40, loja de chapeos.
Attenc&o.
Engomma-se com promptido e a:eio
Velha n. 83.
na ra
CHAPELLERIE DES DAMES
nico estabelecimento neste genero
16Ra do Barao da Victoria16
(LOJA)
O proprietario deste estabelecimento previne ao publico e aos seus freguezes que
para maior commodidade dos compradores acaba de mudar seu estabelecimento para a
loja n. 16 da mesraa roa aonde se aehava estabelecido.
Previne mais s Exm.M Sr." que tem recebido um esplendido sortimento de cha-
peos de todas as qaalidades para senboras, meninos e criaocas, como sejam: cbapelinas
de gaze preto com florea de cor, formas modernas; ditas de palha da Italia, muito fina,
grande novidade; chapeos de velludo, grande pbantasia ; ditas de palba, de moldes
inteiramente novos e ricamente eneitados; temos tambem cbapos de palba da Italia,
cor de cafe e cor de ooro, para se eofeitar ao gosto do comprador, para o qoe temos
liados enfeites. Pelo vapor que se espera, esperamos anda muitos chapeos, ollima
novidade de Pars, proprios para a quaresma. Portanto pedimos s Exm.M Sr.M qoe
bajam de visitar nosso estabelecimento, nico neste genero, e que se acba ricamente
sonido de chapeos, o que ha de melhor na praga.'
Chapellerie des Dames
16RA DOBARO DA VICTORIA-16
(ANTIPA ra nova).
Precisa se de um menino para criado :
tratar na roa da Madre de Deus n. 10, armazem.
Rara quem qaer ser polica
Constando que pediram demisso o 2 e 3 snp-
plentes de subdelegado de S. Jos, lombramos aos
inimiguinhes.... de Jaca qoe seapressem para ce-
capar ditos cargos.
O vigilante.
Aluga-se um bom sitio oa Capunpa a ra
das Pemambocaaas o. 25, cuja casa tem 3 alas,
9 qoartos. cozioba, estribara e coxeira ; a tratar
na roa da Aurora o. io ou na ra Nova n. 13.
Para
quem quizer morar
barato.
Traspassa se a hypotheca de ama casa entre as
doas pootes da Pas-agem da Magdalena, no valor
de 2:800, seudo o nluguel respectivo [ara o pa-
gamento dos juros dessa qaaotia. A mesma casa
est alugada por iOOl, piejo multo mdico oa
actualidade : a tratar sobre a transferencia cem
Tasso rmaos A C. roa do Amorim d. 37.
Far-se oegocio com a taberoa sita roa da Cam-
bija do Carmo o. 2 : a tratar na mesma
A uga-se o 2 aoar do sobrado oa raa oe
Lomas Valentinas n. 86, com os eommodos se-
guintes : 2 salas bastantes grandes e frescas, 3
qoartos tambem grao des, cozioha fra, quintal qie
se esteode at a raa de Hortas e com portao para
a mesma e casimba ; bem coio a loja do mes-
mo com 2 salas, 3 qoartos, coiioba e qaint. :
quem pretender dirija-se a Pracinhi da lndepen-
dencia na. 19 e 2l,ioja.__________J
AOS 5:000-JOOO
sto venda os felizes bilhetes da loteri a
labia, na casa feliz do arco da Conceicio, toja o
'orives oo Recife.
Precisa-se alugar um raoleque al 18ann -,
para todo o servico interno de urna casa : tra-
tar na ra das Trihcheiras n. 19, carterio de or-
p liaos.
Criado.
Cbaruios legtimos de Havaba"
Ditos da Babia.
Ditos marca--=Laporte.
Armazem n. 18 raa da Croz,
s
com aeffeifao: na roa de
b&, loja, ettrada pelo becco
Lomas Valentinas
de JoioPstn.U.
PARA A EUROPA
E logo depois para a America
Tbomaz Teixeira Bastos, vai a Europa pela I4.k vez e deixa como pro-
curadores os Illms. Sra. Domingos das Naves Teixeira Bastos, Joaquim Au-
gusto Ferreira Jacobina, Tbomaz Carneiro da Cuaba e Antonio Rodrigues
Pinto; tendo sempre ido a Europa commercio, e conheceodo assim diver-
sos fabricantes na Franga, Inglaterra, Allemanha e Lisboa, se offerece para
compra de qualquer encommenda, tomando para isso orna pequea commis -
sao, executando com toda actividade e exactidSo: a. 8, armazem, raa da
Imperatriz.
Irmandade de S. Bom Jess dos Passos da
freguezia do Recife.
Em nome da mesa regedora sao convidados
os nossos irmaos para qoe comparegam sexta-fei-
ra 22 do crreme mez pelas 3 horas da tarde
afim le incorporados acompaaharem a precissao
de Triumpho, para a qual fnos convidados pela
Veneravel Ordem Terceira de N. S. de Carmo.
O escrivlo,
Jos Pedro das Neves.
No armazem n. 18, raa do Bom
Jess, outr'ora ra da Craz,
Vende-se :
Formas para assjncar e eocarega-se
de mandar vfr da Europa e des Esta-
dos-Unidos quaesquer machinas e oled-
cilios para a ?gricultura e industria.
Toma-ce eneommendas para ladn-
Ibes em mosaico.
O desempenho satisfactorio i prova-
do pelas eneommendas j vindas.
Na rna larga do Roario n. 31, precisa-se de um
criado para serviQo de hotel.
8
Ainda hoje continua a expo-
sicao do n, 29.
Exm, Sr.* D. Victima dos Proprietarios.
n Pelo presente V. Eac convidada para com suas
companheiras, tambem victimas dos proprietarios
a visitar a casa terrea numero 29 ra das La-
rangeiras, onde residi o coramerciante Martiobo
Jos de Faria, com D. Balbina de Paria, e os me-
ninos ; coja casa loi hontem aborta e despejada
judicialmente, e se acba em exposlco para V.
Etc. e as suas amisaies apreciarem a immensi-
dade de estreo, as paredes esbaracadas os ladri-
Ihos quebrados, a porta di cosinba arrancada, a
cacimba entolhada, o aparelbo da limpesa intupido
desmanchado, maitos tamincos, chioellos velhos
e muitas eousas mais de que faria aso dito Mar-
tiobo e sua senhen. Se a Exm. Sr.* D. Victima
encontrar com o Sr. Martinho aconselbe-o a que
mande remover o enorme fugo de ferro velho e
podre qae existe no meio da dita raa, panhorado
eom outres beos para pagamento de alogneis. e
dos qoaes elle o depositarlo.
3fao falte o eoaviie qae loe faz o sea dilecto e
amigo.
O inquilino cenmuniMa,
Traspssa-se o andar de om sonradp, foriado
de papel, tapetado e pintado, a um mez ; para tra-
tar na Ra Estreita do Rosario n. 25 2. andar.
Capit&es de campo.
|' Na ra Jo Hospicio n. 36 precisa-se fallar com
os senbores capites de camoo.
BOM NEGOCIO
Faz-se negocio com urna loja de fazendas
em urna ra bastante comroercial e com
poucos fundos, propria para principiante,
quem pretender derija-se a esta typogra -
phia que se dar as neessarias ioform^oes.
400$000 de gratifico
Em outobro do anno prximo passado fugiram
do engenbo Cabeca de Negro fregnezia da Estada
dois escravos com os sigoaes seguintes :
Luiz, com 20 annes de idade, cor bem preta.
bonito,rosto sem barb, estatara regular, ben, fe-
to, falla moito explicado, e moito sabido, E na-
tural de Caruar, onde pertenceu ao Sr. Joo Vi-
eir Pimenta, morador no sitio Malhsda da Pedra,
supp5e-se qoe por all anda.
Severino, com iO annos de idade, cor preta, bar-
bado, falta de dentes, rosto redondo e feio, falla
descaocada, alto, grosso, tem sigoaes de castigo
as costas ; e natural de Oaricnrv, onde foi es
cravo de D. Izabel, viuva, e dizia elle ser casado
com ama molher livre o'esse logar,
; Quem aprehender estes escravos e os levar ao
dito eogenbo Cabeca de Negro, oo no Recife, es-
criptorio do Sr. Bernardido de Sena Pontoal, rece-
ber a gratifleacao cima.
ELIAS
D-se 6004000 sob penhor em uuia escrava:
oa ra Direila o. 5i, 2* aodar.
Jos Joaquim da Cos'a Maia ra do Coic-
mercio n. 10, saca sobre Li.-bra e Porto. .
Casa em Apipucos.
Traspassa-se o arreodamento de ama oor preco
muito mdico, tem sitio com frocteiras, perto co
banbo, tem eommodos para familia, doas qaaru
forrados, ato., etc. Ha vascas de leite jauto para
quem precisar tratar de sanie, nao tde ser me-
lbor : a fallar na roa do Hospicio n. 23.
Jt
Escaler.
i Vende se om excellente esealer, bo-
' n i forma americana, proprio para se
i pavear no rio Capibaribe, or preco a
razoavel : roa da Imperatriz n. 8, 52
i armazem que fu do fallecido Dubarry, />
Par.i limonada gazosa
Vende-se urna excellente machina
com pertences por preco commodo :
ra da Imperatriz n. 8, armazem que
foi do fallecido Dubarry.
Cofftvs de ferro.
Vende-se coffres de ferro, fellos por
om dos principaes fabricantes: roa da
Imperatriz n. 8, armazem qae foi do
fallecido Dubarry
Fogio no dia 22 de fevereiro prximo lindo, da
villa do Bom Conselho, comarca de Garanbus, o
escravo Elias, crenlo, perlencente ao tenente-co-
ronel Manoel de Albuiuerqae Cavalcante Nco,
com 16 annos de idade pooco mais ou menos, e
sigoaes seguintes : alto e bem feito do corpo, se-
gundo saa idade, rosto redoodo, pona do queixo
puchada para os peitos, por ter o pescoco curto.
E' bem fallante, olbos regalare*, tem lodos os
dentes da frente, ps regalares, ma faltos de
aobas e tem algomas espiobas no rosto. Ha cer-
teza de baver elle embarcado na esticSo de Una
no dia 26 do dito mez prximo passado. Reeo-
menda-se s autoridades policiaes a soa captara,
equem o aoprehender pode-) levar a sea senhor
naqueila vil:, oa nesta sidade roa do Impera-
dor n. 46.1* andar, qne ser gratificado.
Caixeiro
Precisa-se de om para armazem de sal e entro
para loja de calcado? ; prefere-w de fora : na
I roa do Livrimecto c. 23.
Est ausente da casa de seu senhor desde o
dia 9 de setembro do aano prximo paseado o es-
cravo cabra de nome Mariano, idade pooco m .
oa menos de 20 annos, estatura regalar, espadau-
do, mosenloso, nariz grosso, rosto oval, bocea pe-
quea, tendo o beico superior mais comprido que
o de baixo formando abaixo do nariz como qoe
nm reg, cabellos earapnhos. olbos reglales, pes
chatos; ene escravo muito ladino e veio di
Baixa-Verde, comarca de Paie, e foi all eseravo
de Sr. Antonio Pereira de Moraes, conhecide so
lugar mais por Pitino da qae pelo nome de fami-
lia : pede-se, pois, as autoridades policiaes da-
quelle sertao on capilaes de campo qoe apprehen-
dam doto escravo e o Jlevem ao engenho Tabocas
da comarca de Pao d'Alho, freguezia da Lnz, ao
sea senhor Francisco Amonio Cabral de Mello, oa
na cidade de Recife roa do Imperador, cara o.
77, 1* andar, qoe se gratificar eom 400J.
Precisa se de urna ama livre oo escrava pa-
ra o servigo de casa de ama familia : na raa do
Mrquez do Herval, sobrado de om indar eoon-
gao a nadara. Nao se declara o numero porace
a roa nao est numerada.
1
SITO
para alagar entre a Gasa Forte o Poco confnn-
le a estacio da Casa Porte. A casa lem excde-
les eommodos para familia, n siQo esta lodo mo-
rado, com eoebeira, estribara, quartos para eria-
Jos, cozioba fra, cacimba com boa agua de be-
ber : tra'.a-se cora Eduardo Patn, ra do &
mer:io c. 6, oo oa sua casa ao Po$o
\ mam .


-%4,m ni
Mi DO BRIM N. 52
(Passando o ohafariz)
Annuncia aos senhores, de engenhos que por falta d'agua
ou mortes de animaes nao possam tirar spas safras, que est
prompto a assentar vapores dentro em 8 dias do pedido applican-
do elles as moeudas ja existentes.
Tem em deposito variado sortmento de preparos
MOTORES PARA DESCAROCAR aLGODaO
A vapor, agua ou animaes
inclusve alguns que nao precisam de obra alguma de carapina
pelo que podem funccionar logo que cheguem ao lugar.
FORMAS PARA ASSUCAR
A que 11 es propiietarios quequizerem formas podem desde
j fazer suas encommendas, pois a casatm em viagem e car-
regando numero suficiente para suprir a todos quantos queiram.
MAGH1RISH0S DIVERSOS
nesta fabrica ha deposito de todos os aiachinismos empregados
na provincia, e acceita-se encommendas para fazer vir qual-
quer machinismo a vontade do cliente.
imperial Sociedad fas Artistas Mechrteos
e Liberaes.
Cootinoam aberlas as matricula? das aulas
desta sociedade para os socios, seas Mihos e ag-
gregados, as-im como para rodos os anisas qae
se quizerera instruir.
COMPRAS.
BURRO
Comprase uro borro, proprio para car roca, a
tratar na fabrica do gz
r das no^
Corapra-se plices
na ra Nova o. 13, loja.
da divida provincial
Na Praca da Independencia n. 33 se compra
onro, prata e pedras preciosas, e tambera se vende
obras de igual especie.
COMPRASE
na loja da raa do Mar-
moedas de oaro e prata
quez de Olinda n. 58.
Comprase chumbo velho, paga-se bem : no
irmazem da bolla araarella oo oitao da secretaria
da policia.
CASA

m
^
ERNESTO & LEOPOLDO
N. 2 D Ra do Cabuga N. 2 D
Acha-se montado de forma tal este estabelecimento de joias qae pode
vender aos seos nomerosos fregaezes em grosso e a retalbo e por precos )$
mni resumidos visto qae recebe de conta propria por todos os vapores de ?
Eoropa. O gosto de desenho de saas joias o mais lindo do paiz das mi
modas, ouro de lei, brilhintes verdadeiros, esmeraldas, robins, perolas, SS<
tarqnezas, saphiras, coral rosa etc. etc. Obras de prata do porto tanto *?
para igreja como para servido domestico. Convidamos as Exmas. familia M
a visitarem o dito estabelecimeoto todos os dias at 9 horas da noit S
Compra.se ooro, prata e pedras preciosas em obras velbas. $
LIQUIDAQAO DE FIM DE ANNO
AO 65
RA DO DUQUE DE CAXIAS
(Outr'ora do Queimado)
Este estabelecimento acaba de receber nm importante sortimento de diversas la-
zendas proprias para vestidos, sendo poupelinas de seda, sedas, 15as, percales, ditas com
barras proprias para babados, lindas cambraias crox, e em fira urna inSmdade d'arti-
gos de moda, tudo proprio para a festa, o qae todo vender por presos ioietrameDt;
razoaveia, em conseqaencia de estarmos prestes ao flm do anno, e o 5 n5o quer te-
grande trabalbo com o sea balando, preferiodo tomar dinbeiro a fazendas, convida-sc
portanto ao respeitvel publico a virem sorlir-se na loja do Co aonde comprarao por pre.-
coi qne n5o obtero em ootro quaiquer estabelecimento: em fim ver para crer
Ccmpra-se ou aluga-se para urna pequea fa-
milia urna casa o'uma ra boa, ou um sitio pe-
queo que nao seja moito longe dos bondi. Para
tratar no largo da matriz' da Santo Antonio n. S,
i. andar.
VENDAS.
Vende-se a posse de um terreno oreiro com
algumas bemfeitorias na Capuoga, raa da Amiu-
de ; a tratar na ra da Senzalla Velha d. 84.
g
A i'lor da Moda
13 ARA DA IMPERATRIZ13 A
GRANDE XOVIDADE
e pecbincba para a semana santa.
;
s
gg Ricos e bem enfeitados casaquinhos
R de grosdenapoies pretos para IQf, 15*,
20* e 25*000 : baratsimo vista da
Hj farenda, elles antes que sa acabem I
Completo sortimento de grosdenapoies
| e gorguro preto para todos os preco3 e
IjR qoalidade?, e outrrs muitos artigos de
S gosto e phantasia proprios para o mesmo
flm, que vendemos por precos inteira-
gg mente que admira.
So na Flor da Moda, i ra da Impera-
m triz n. 13 A.
VENDE-SE
Vende-se muito barato um sofTrivet sitio de solo
proprio, cora boa casa de raoradia, offerecendo
commod s para grande familia, propria para quem
quizer morar n'um tugar inteiramente saudavel e
Dtoresco, j pelo sen clima e j pelos aprasivei?
banhos do rio Ssriobaero, que passa nos fundos
do mesmo sitio, sito ao p da estaca) de fiamellei-
ra : i tratar com o Ribeiro, uo Progreso do pa-
teo do Carmo n, 9, ou no mesmo Ingar com o Sr.
Apolim.
O vapor das novidades
Ra da Imperatriz n. 36.
Para este eatalecimento chegou pelo ultimo va*
por da Europa urna infioidade de objeetos que
sua.elegancia, novidade, muito se recommenda
u Exmas. Sras, que gostam do qae bom, as
qoaes se vendern por precos admiravelraente re-
sumidos, como sejara :
Completo sortiaeolo de franjas pretas e de co-
res.
a S?1"11*8 de Bl de seda' 9ae na de nielhor a
8*500.
Diademas de alta novidade.
Rede para cabello, o que ba de mais moderno.
Luvaa de pellica brancas e de cores.
Wlaa de redes com dedo* e sem elles,
Bolees de velludo preto e ee setim. de cores e
pretas.
Cassoletas grandes de mnito gosto
Fil de seda omito boa qu.lidade a 1 1*800 e
3*500 o covade.
Grande sortimento do ti jres de coree e pretas.
Modernlssimos coques a imitacao de cabellos.
Quadros para retracto a 2M).
Leque pretos e de grande pbantazia.
Ditos marflm, madreperola e sndalo.
Ditos a imitacao de marflm pelo preco de 2*.
Doria de linba de carretel de S00 jardas n. 130
Bonitas sextinhas para meninas.
Modernas boleabas para senhoras.
E um sem numero de objeetos de ptima qua-
lidade que se vendem por presos admiraveis.
Perfumaras de escomidos fabricante*.
Na loja do Vapor das Novilades, roa da Impe-
ratriz n. 56, de S Leito & Oliveira.
43K Alerta !.....
Oihem e vejam.
Reparem bem que na ra do Imperador n. 2
esta collocado um lamrxo que se aeeode noule
e tem o seguinte dstico Cccfeitara do Campos.
Naquella casa est e^tabelecda urna con'eitaria
pastelaria, conservara e culinaria, alm de tudo
mais que proprio para urna boa mesa de >or-
te_ que, se urna pessoa tem urna visita inexperada,
nao tem mais do qae ir o belecimento ; pois all encontrar sempre, ou p r-
que esteja prompto, ou porque se aprompiara
com a malor brevidade, o seguinte :
Uai lanebe opparo.
Urna sobremesa variada.
Urna merenda agradavel-
Por esta forma j ningoem se deve vexar por
urna visita que nao se fez esperar, pois os prepa-
ratorios da Confeitaria do Campo, lera capricha
do em bem servir a todos que os tem honrado
com suas freguezias e de certo nio aprontar a
oceasiao das pressas e atropellos para dixar d;
servir aquellos que rec?rrerem Confeitaria do
Campos.
GRAN jE
LIQUIDADO
Fazendas pretas e de cores
NO >
BAZAR NACIONAL
Raa da imperatriz n. 9t
DE
ROA DO. DUOUE DE CAXIAS
(Outr'ora do Queimado)
I
-..
Vende-se o engeobo Manass, situado
na freguezia de Santo Amaro de Jaboatao,
distante desta cidade tres legoas, com bas-
tante vaizeas, com proporcoes para fazer
grandes safras, tendo dous tercos de soas
trras debaixo de matas \irgens, com omito
boas madairas deconstrocf;5o, sendo as ma-
tas era roda do eogenho, onJe se poder
abrir novos parlidus, bom cercado, tendo
proporcSes {jara se fizer grandes cercados
para reazer gado. O engenbo mo\ido
; agua, poendr tirar gra> ees safras, ?endo
; o engeobo copeiro e temi a rola 40 pal-
| mos, tira.0 boa e elegante c*sa de viveoda
de lijlo i cal, sendo toda eovidracada, um
bom pomar, as obra sao todas de tijolo e
muito commodas para o maaejo do enge-
nbo, tem orna boa e bem montada destila-
gao, um grande tanque para deposito de
mel, orna estofa moito commeda. A roda
d'agua teda de amarello com sarilho de
ferro, asim como os ro.letes. O engeaho
nao Ibe falta obra a'guma, vai-se ao enge-
obo a carro, distando da estrada do goveroo
pouco mais de nm qarto de legoa: quem
quizer cmpralo pode procurar o propie-
tario no referido eogiobo Maaass.
IKELLEB & a
^ Ra do Bom Jess i- 55 J
Vendem I
W F.rro gavaloisado em -folba? cara te- 0
m
i

Leite condnsalo.
Cognac Marfnau-
Vinho de Brdeos em :aixii
Tommari
Volmiy I
Haut Falerne
Peoillac
Vinho do Rbeno :
Scharlacbberger
Kis^esbeimer Berg
liochkeimer Berg
Marco Crumer ansese
Kauenihaier Berg
Steinberger Cabinef.
0
m
0
0
0
0
0
m
m
0^000000000000
IM PORTANTE
LOURENgOPEREIRA M.GUIMARES.
Vende-se:
Cortes de casemira preta para caiga a
24500, 4t9 e 5J000.
Panno preto para caigas e pahtts a 1500
2(9, -20500, U e 4000 o covado.
Grosdeoaple preto para vestidos a 1 800,
2)J000, 24500 e 3,51000 o covado.
ROUPA FEITA PRETA
Vende-se:
Caigas de casemira preta a 40000, 65000
e 8|000.
Palito! de panno preto a 50000, 70000
e 100000.
Golletes de casemira preta a 30, 30500
e 40000.
Palitts de alpaca preta 30, 30500 e
40000.
Chitas a tOO rs. o covado
Vende-se:
Cbitas francezas largas a 200, 320 e 360
rs. o covado.
Riscadrabos de listras proprios para ves-
tidos e roupas para meninos a 320 e 360 rs.
o covado.
LASINHAS A 60 RS. O COVADO
Vende-se:
Uasinbas para vestidos a 160, 200, 320
e 400 rs. o covado.
Alpacas de listras de cores para vestidos
a 500 e 640 rs. o covado.
Ditas em quadros de seda fazenda nova
a 800 rs. o covado.
MADAPOLAO A 30000 A PECA
?ende-se:
Pegas de maiapolSo eofestado a 30000,
W03O, 50000. -50500, 6#000 e 80000.
ALGODAO BARATO A 30000.
Vende-se pecas de algodo a 30, 40, 50
e 65000.
CORTES DE fiRIM DE CORA 14300.
Vende-se:
Cortes de brim de cor para caiga a 10500
e20000.
Ditos de ganga a 10080. Ditos de brim
pardo a 10260, 10800 e 20000.
CHALES DE LA A A 10000.
Vende-se chales de lia em quadros a
I0GOO. Ditos de merino estampados a 20,
30 e 40000.
Cambraia Hsa a 30OOO.
Vende-se pegas de cambraia lisa p vestidos a U, 4# e 50000.
Ditas de cambraia Victoria a 30500,
45500 e 50000
BRAMANTE DE LINKO A 20500
Vende-se bramante de itabo muito largo
a 20560 o metro. Eoutras mu tas fazendas
que se vende moito barato.
Liquidado de eontas
NO
Bazar Nacional
Ra da Imperatriz n. 72
Recreio estomachico!
rsharos freguezes e amig's
ouyi bem o que vos digo,
HSuita attenclo, pois, vos pego,
morque a annuciar ja cornejo :
r-oguas seccas muito novas,
nrvilhas, conservas, ovas,
Hapioca, arroz, sal tino,
cstras,queijo londrioo,
ealame, cafa, fejlo,
o gostoso macarrao I
ap, bages, peixe em latas.
Hmate em massa, batatas,
ngleza genebra fin,
sarmelada genuina I
nm calda fructas, azeite,
izabo?, amendoas e leite;
Houcinho fino, aletria,
pode o sabor se aprecia I
oz?s, massa de sag,
o bom d3-e de caj ;
.veles, finas lentilha?,
ssaras, peitoraes pastilhas.
Bate, doce de ara?a,
>ljofar mui fino cb,
Kera rival nesta cidade,
re em sabor raridade I
sanleiga fina, cacao,
oces, gelas, batalho,
os presuntos procurados,
r^marSes tao desejados.
>renques e fino vinbo,
acuito novo e bom comioho.
eaios, albos, queijo prato.
c bom eijao carrapato,
y-almon, ameixas, sardinhas,
zovas ceblas, bolacbinha?,
>zeitonas, molho mglez,
arirade desta vez I
cfano, pois, do que temos,
> todos chamar podemos f
0e Minas queijo, champagne,
o vinagre, a fina banba :
.nda mais : temes licores,
gito finos e de sabores;
Tjassas, cerveja, sabao,
rervadoce e salpicao,
retinado assucar, s,
>rarnta floa em p I
dos charutos regala
c seu cheiro arabrosia I
c\ wazoes estas, s perqu,
o devo ma-san e er,
cma vez que o mcu fim,
gesrao neste lempo ruim,
n vender muito barato,
'.dent, e a todos grato I
era, pois, c os espero
irera ver com que esmero,
-nventel c nm Bazar
zo intuito de agradar
nodos quanto c eotrarero,
H que dos gneros comprarem,
c que espera aconte?a :
oda mais que appetega
Hudo do dito Bazar,
'-'que proprio quaresmar.
Libras sterlias.
Vende-se no arraazem de fazendas de Augusta
?. de Oliveira & C, ra !o Comraercio n. 42.
IlllWil
Ra Dnque de Caxlas n O
Botinas inglezas para meninas.
A l.ja d'Agnia Branca a ra Duque de Caxias
o. 80 rpcebeu por arr.(:ra cma' pequen* quanti-
Jade de botina? de marrrq'rm com borracha a-i
lado (bra rrui Loa para minmas, 6 paraqnete-
nhara prometa sabida a Aguia liranra esta ve:-
Jendo-ai baratamente.
Smagconie
Tonteo especial contra a calvfce
Om nm belio -otimatu de perfomaria que a
Aguia Branca acaba de reciber veio lanbem o
apreciadoSmaoconeenjo ir^veitoso rffeito
j bem conhecido per quantos o tem u*do e sera
anda mais por aquellas que ntcesiiam de ?ua
utilidad"". O contiouado oso do S i.a com da o
bom resultado de impedir a queda dos cabellas,
fdze lo- reoaaeer e conservar o ^eu bnlbo natural
altn de que 'eu odor mais apradavel que o'tn-
tro qmi|iier toni.-o continua a ser vendido aa. :\\
:3a Agnia Br.-.nca. ^
Leite de rosas brancas
Exeelleote para acabar coro r.s sardas, pannos e
espmhas no rusto.
Veode-K a 2 o fiasco, na kja da Agoia Branca
ra boque de Caxias n. 30.
Bonit'jscaixris rom perfumarias
proprias papa pifst-nles
Vendem-se na lija a'Aguia Bran;aa ra Duque
de Caxias n. 50.
Agua Florida.
Acaba de chgar novamente a afamada agua
R ri Ja de Gnlslain para lir.gir de preto os ca-
befios brancos. &no sabem na que tera usado
de?a apreciada agua, o seu efTetonao e instasta-
neo poi'n sen resultado segjroe ecaz. Che-
gou larrbem a agua de Topaio par o mesmo fim,
e continnam asir vendidas a r fr-'sco na loja
d'Aguia Branca ra do Duque de Caxias n. 50.
Molduras dour&dc's ptra qua-
dros,.
Na loja d'Ar;;a DtiV%a ir* nj':ue d Caxi*
n. 50 vendase BoMcf?5 kicrndas cu d ITrentes
Moldes e [argnras, e por preco cmmodo.
Penna de aqo bico de InriQ.
Caixas can 100 penas a 400 rs. na loja d'Aguia
Branca
Botiitiis capt 1:
caponas com veos para
uoivas.
n se na loja '.'Ago a Branca a ra Duque
de Caxias o. SO. Tambem se vendern separada-
mente bonitos veos cu mantas bordadas para coi-
va?, e veos t cores pira rhaf ios.
Escumillia preda (Cma e larga.
Vende-se na l o'Agnia rlVca ra jji
de Caxias n 50.
Boto?s
Cobertos de e*go5o propri (ara cam'zas, e per
sua duraeao pref-rive- ,- s de madreperola.
Ver.Je se Da leja o'.Agu a Branca.
Caixinhas com '4 sabonetes finos
a l, HCO e U500 a ealx.
Veco -e na Ir.ja d'Aguia Branca.
Meias brancas e de la para
hrmen= e renhoras o i?-1 eorfs psra crer.ricas.
Vende-se na Mi d'.Apuia Branca.
Tafo garfa
SeiIa froiixa e orcal para bor-
ilndof.
V"n1p sa ni loja d'Aguia Bracea.
Nt^ociode pechiniha
Vende-se moito barato orna destilafio bern
nontad com tojfs os pertence?, e em mn.D
bom estai", tanto para transferir como querendo
i prador continuar floga se a casa onJe
ce acba agentada, sita no povoado de Gameilelra:
tratar no Progresso do pateo r). Canco n. !', orj
no mesmo \ v a l o u> n Sr. Api lim.
Vende-se borzeguins para hornera peio diminu
ta preco de 34000, venham a loja de miudezas n
SO. roa do Mrquez de Olinda, antiga Cadeia.
Vende-se coquee de diversos formatos e cores
oo Bazar Victoria ; ra do Baro da Victono nu-
muero 2.
CEMENTO.
O verdadeiro Portland : s se vende na
roa da Madre de eus n. 2:2, armazem de
Joo Martina de Barros.
los Srs. militares
Amata I, Nabo:o & C. vendem luvas de camurga
branca amacollas e brancas de algotao encor-
pado para musiews e tambores ; na roa do Bario
da Victoria o. i.
Arroz de casca
Superior em saceos muito grandes: oes arma
mq* de Tasso Irmioe & C
8ao iudispensaveis.
Est prxima a chegada de S. M. o Imperador,
para cuja recepoo sao indi-p?nsaveis os chapeos
de pasta.
Sao os nicos que ba no mercado.
Veodem-se de finissiraa qualidade e por mdico
preco : na ra do BarD da Victoria (antiga ra
Nova a. 44.
________Chapelaria de J. ".hristiani.
Caixas vasias
J .VOVA ESPERANCE ra do Duque de Ca
xias o. 69, acaba de receber un> lindo sortimento
de caixinhas vasiss, sendo de muitos tamanbos e
moldes, tesdo com espelhos e -etn elles, proprias
para joias, costura oa outra quvquer eousa ;
Nova Esperaaga quem tem.
ih-.pelinis pretas
A, NOVA ESPEftANQA raa : Du-us i Caxias
n. Co, ao'ia o receber um.\ pi |ii .. qusoli td?>
de bonitas chaprlina.- pretas ira luto
realm'n'e n que d mtl i r ti n. rii I i ao mer-
cado.
Albnis para retratos
A -NOVA ESPERANCE a roa dj Daque de Ca-
xias n. Cu. recebea boiu sortimcntc de aibuas c-.-n
msica e sem ella?.
Aos dois mil palitts
NA
Loja de Paulo CBiraares
Grande sortimento de palitts te tod
s quoiida't os quaes se vende porprtcos
baratissimos, e cjim es ica
propri
s !
<
dar en
o e
fi Sftt-S d
Vsode-se urna armacao de venda : oa ra da
Penda n. II, a tratar com o dono na mesma.
Loja de loupa
INTITULADA
PRATO DE ORd
Desapparectu da casa d3 abnxo assignado o
escravo Joo Cesario, preto, nJade da 05 anno?,
naci, estatura regalar, secco do corpo, cabeca
pequea, calvo, testa grande, cabellos grisalbos,
rosto oval olhos paqutoo?, mioiea saeotes, na*
rit cbato, bocea grande, bei;os grossos, barba e
tjigodo brancos, oaos e ps pequeos, cornbei
ro de proflssio : quem o apprehender reeeber a
referidagraticacao, leaod>o aoiltlo do temo
abaixo assignado, Ponte de ILtbda o, i?, on
raa do Marquei de Olinda n. 20.
Loii re
nA DO IMPERADOR !f. 57.
O proprietario deste estabelecmeoio tendo
solvido fazer urna completa liqoidacao de todos o<
artigos de que se compoe o mesmo estabelecimen
to, convida o restavel publico a viaita lo, porque
avista da admiravel modicidade dos preces, nin-
guem deixar de prover-se de porcelanas fiolssi-
ras, louca, vidros crystie?.
O PRATO DE OURO na > pode prescindir de
mencionar os appareihae de porcelana dourada
para almoco, como para jaotar, os quaes vende
mais barato d > que em Jira quaiquer parle por
estar liquidando.
Vende-se na Tamarioelra o. 2, d jas carro-
cas em bom estado, eom doas bois.
Vestaos Bordados
Os mais ricos vestidos de gorguro prto bor-
dados que ha ro mercado, vendem Amaril Nabuco
& C' ra do Baro da Victoria o. 2.
oseas, mosquito* e estrellas
Ama ral Naboeo & C. avisara as Exmas. senho-
rae, que acabam de receber ino-cas, borboltta,
pasearos, lantejoulas, ete douradas e prateadas
para enfeite de fitas para o pescoco, da ulti-
ma soda, e tambera para enfeite de vestimenta de
imagecs e de anjo de procisso : no Bazar Victo-
ria ra do Bario da Victoria n. 2.
Chapeos d prista
Nafabrca de chapeos de Jjaqaim de Suiza
Maia 4 C. i praca da hidep^odencia os. 21 a 30
vende-se sorxriores chapeos de pasta por manos'
preco do que em outra qnalqfler oarte.
Peixe
Sohtoca-se o arreadamente do predio a roa
lo Mrquez de Olinda n. 23, consistndo em ao
to pavimento terreo com os fundos para a
roa da Caeimfra, com cbagiono centro sendo tam
sem muito espacoso o andar, o qnal tem sabida
ndependette, poden do ser pelo armazem, pro-
prio para um grande negocio por atacado, por
ter o lugar o melfcor possivel : tratar com An-
tonio Jos Rodrigue? de Souza na thesonraria das
loteras, rna do Crespo v. 6.
O Sr. Antonio Pere.'ra da Rocba chamado
a entender se com Tasso Iriolos em iiqoidacio a
roa do Arnorim o. 37, faz-sc este por ignorar-se
sna morada.________.
Precisa-se de orna ama qoe saiba cczinbar,
lavare engomraar, para ama pessa ; rga do 0. 2, roa dis Guaraiapes ni!
Torres d. 8, primeiro andart Jcommecador Tasso.
os predios segoiotes : om sobrado de coi andar e
sollo n. 4 na roa Viscoode de Itaparica (ootr'ora
Apollo), om armazem n. 10 na mesma roa aeima:
os preiendentos podem dirigir-sea ra da Aurora,
casa n. SI, onde obtero os eselarecimeotos pre-
eisos.________________________________
Sabonetas baratos
Amarai, Nabuco di C voodem sabonetes icgle-
zes a 14500 a dazia em caixiobc, oa roa do Ba-
rio da Victoria 0. 2 (antiga roa Nova.)
secco
Na rna de Pedro Alfonso (outr'ora Praia), arma-
zem n. 6, vende-se peixe seco- de todas as qoali-
dades ebegad.) ltimamente do norte.
Id
as seguimos casas : roa do Padre N..brega n. 1
ra do Passo da Patria n. ) ; be;o do CaTdeireiro
flttf cem o
VEDESE
cem pilme* de terreno sitos na povoacj de Be-
beribe, eom fundos at o Rio : a tratar oa ra es-
treita do flosario, sobrado n. 17 i* andar.
PeneiTiS de rame
Na rna do Mrquez de Olinda, loja de ferragens
n. 44, receben ltimamente om completo sortimen-
to das referidas peneiras, propriameote para refl-
oaedes e padarias, seo pre;o o mais commodo
poaatv+t___________________________
Vende-se ou permuta-se por urna ea;a ter-
rea na Boa-Vista, um pequeo sitio na Torre, coa
boa vista e bem planudo : a tratar na ra Ve'ba
Jn I16-.
A lquidacao das mercadorias existentes na loja
a ra do Cabog n 1 A, cao dessa lquidacao
que se annuaciain onslanteraente com o 'lira de
meihor negoeio fazer-se. Nesta loja liquida se
eom menos 20 0|0, aprovelem.
0000 000000 000
' Vinhos de todas as qoalidades.
Bordeaux em caixas e em barr.
Bourgogne era caixas, tinto e branco.
Rheoo em caixas.
Hoselle em caixas.
Port3 muito rioo e velho, em barris.
Sherry em eaixas.
Champagne, as mais celebres marcas.
Hungra em caixas.
Cognac, de lodos os preces, poraa :
verdadeiro.
Cerveja preta e branca, ngleza.
Cerveja da Prus-ia," marca LeSp.
S Licor A y Pana.
Armazem n. 18 ra do Bom Jesns ra-
Ir'cra ra da Cruz
000-00000-00000
PAM PERFUMAR
Amaral, Naboco & C. venden pastilhas cheirc-
sas para perfumar quartos, toilet e saniuanos, o
que ba de mais commodo e agr'adavel, e ditos de
lortito e alcacu para refrescar e aromatisar a
bocea, no Bazar Victoria-; roa do Baro da Victo-
ria n. 2.
0
0
0
0
l
i
0
0
pfeta e -'e cor
''.asa.
Palitcts d'alpaca s l
24000 e r,oo.
Dito? lie merino m ir. c: .
45' CU e 6 y. 0.
Ditos de pinno fin brd ?acos e saceos
de US a lb->000.
Ditos (i-j di>ersas qoalidsilrisst'b eiasaecs
e saceos Je I Mit' 6O0O.
Caifas te Crten..-a preta de i 1165000.
Di'tasd; Lrirn de cCrcs dt 300 rs a 2(5000
Cilletes Je caseir:ns preta cor de 1<$(5C0
a 3^000.
Fazendas
Grosdeoaple preto superior 'e 1^800 a
05000 o covado.
Soda preta iavrada a 2oOro o covado.
Moreactqne preto a 20 o covrdo.
CLU.s pretas 3-20 e 360 ts. o covado.
LSas freas 360 e 100 rs o covado.
Chitas escuras e claras a 160 e 400 rs.
o covado.
Casemira preta 30800 e 4jj((OOo corte
'raiga.
, Offleinn d'alfaiate
Maodam-se fazer obras por medidas fciia3
detiat\o da direcco d'om perito mettre, ga-
rante- se f z--r minio mais baraodo que tm
outra qoalquer parte
No mesmo est beleeimenio se encontrar
om completo sortimento de fazendas, pro-
prias para liom^ns.
48 fua da Imperatriz 48
JUNTO PADAU1A FRANCEZA


Ub as de iTJitdr pero.'a
A Afoia Branca ra do Dnque de Caxias c.
50, acata d^ receber':
Lindos adereces de madreperHt.
Moderno? grampos de dita.
Fuellas de dita maiores e menores para poleeiras;
cabellos, et:. tt\
Coracoes ou medaihas de -lita com cama;beo.
Voltas dourada?, cl.ra do ultimo gosto.
Estojos con; :Je i lezooras Ona*, excelleoles nara
presente?. 6 K
Guarn.cws Je I..ros cora baches e gr.moo
Bonita; fraejas pretas. ~ '
Ga!8es pretos com b nuos deseoh.
Bicos pretos de diereotes largoras
Bonitas ceqoe- grande? de tranca
Vende-se doas peqeenai casas Da Biixa-
Verd : tratar na Capong* rna da Ventora nu-
mero 30.
Mantilhas, veos e bas-
quinas.
Amaral, Naboco & C veode maolilbas brasi-
leira, v>? e basquinas de fl.' de seda mais bem
entenados que ba oo mercada, e ebegados no
ultimo vaptr.
Fa>a quartsma
Franjas, tranca?, botes pretos vendem se na
NOVA ESPERAX<;A roa do Daque de Caxias
0.60.
r^

y
r
i
*

" -'-! .. '


Dfaiio de Periiftmmic* -- Quinta k?ira i ae raaf^ T* IB72
NOVAS ESPECIALIDADES
DE OOfi'TEM DEPOSITO GEAL
BARTHOLOMEU & C.
Ba Larga do Rosario n. 34
PHAH1IEACIA E ROGARA
C'onfeitos de Grimaud 4mi
Vio ha mals
TtOl
S e uniea approvidi
iE3e>
brancon
os academias di
Cura as incontinencias d'urinas
!B*dijf33 preciosa cintra as affecc5es
XAROPB DE BROMRETO DE P0TAS3 M
HENRY MURE
Sedativo por excellencia para o traia-
mento das molestias nervosas, vertigens
ufe ticas, plidas cores, Un hera, paraly dores de cabecas, insodias, epelepsu, me-
y, -U bexiga. anearas de qualquer naturezj,
BMv^sftni a R e>jii i>-;ia> com medira de pata
m Esposfo de 1867.
MAGEVS DEIODURETO POTASSIMDE
L. FOUCHER
C')Gi t3o import ote preparado desappa
Tetrao o inconvenientes inevitaveis e beuo
Wililflilii na applicacSo do iolureto de po-
lassiom eiu forma di soluclo,.po:e8o, xaro-
E' podnroso remedio coaira as dores
sidsltess, e t das asmolesths syphliticas.
QKOra LENITIVO PEITOSAL DEH. FLON
ura as d enras da garganta, do peito e
i> estornag), ilm da ser o verdadeiro es-
rico contra as cmstipagOes, caUribus,
aaaialdao. asibou, tosses nervosas, coque-
te etc.
Adonl ido 0)3 ho>pi(aes do t jdos os pai-
sas da Europa.
Fs e gfiiu'os deMeynet
Aut doto mai preconisado contra as eo-
uqaetu, uevaigiis, e lodss as molestias
>-as; e ainda contra as febres iatermit-
fcnll e rhiuma'.hmo agudo.
ALG NTINE DS DIMER
ancia, reeonhewBJ sofWor a toda que lam ap-
e>do at hoja. Depuso prineipa Ha i
]adia do Recite n. 51, i* andar, em todas as bo-
iras casa de cabellniretro.
Verde Obrme.
Vende-se em barris de 4 arrebaa : u Marquei de Pirada o. fcO. _________ ,-j _
Aos jardineiros.
A Nuva Esperaoca acaba de recebar ibesoorae
especiaos para jardineiros, sao as melhonae qe
tem viado ao meacado, a ellas antea que a ca-
bala. la
Ra dio sjbenno contra as dores de
aVtfes. que fas pastar ein um minuto, cura
carrj dos dontes, e preserva o rr.o lia-

*inr:pe de i Moral de ihamom
. O Chloral uiu c j opleto chin ico do mui
recente emprego na medie na, e q ,e grande
i :. i Ucn apresentido para deiemitiar um
*ocsj i i.vnqui.i i an dientes fi!iga 'os por
,i i >* ; apavgtia as cores as mais intole-
>ti-, sen os graves in :onvecieotes do
*$\o, e rece na toa appl.c '.-fio.
lestias do cerebro e da espinha dorsal etc.
JALEA DE OLEO F1GAD0 DE BACALHAO ARO-
MATiSADO DE TilKL.
Facilita o uz> de t3o precioso medica-
mento, visto seu gosto ag-adavel. Ulilas
debilidades, molestias escrophulosas, do es-
tomago, e dos pulrnoes etc.
Colorigem Riganol.
ou
Liqoilo regenerador da cor primitiva do<
"m cabellos
Em menos de 8 das restitue aos cabellos
sua edr primitiva sem nodoar a palle, nem
emporcalbar a roupa; e sem o empreo de
outra qualquer substancia.
Pilulas de Oosnier anti ner*
valgicas
Acceitas pelos miis acreditados mdicos
de Franc. contra a nervalgia, molestias do
coraclo, dores agudas, feDres perniciosas e
todas as molestias nervosas.
As mis re familii
FARINHA DENESILE
Alimento lctea para as enancas e pessoas
debis.
A farinba lctea Nestle contem todas as
partes nutritivas e preparado por orna
combinado de principios verificad js pela
scitncia e pela pratica, de mantira a olere-
cer aos meninos da tenra idade, e pessoas
tracas e valetudinarias um ptimo alimsnto
de notrigao capaz de restaurar as forras em
pouco tempo e favorecer o deseovolvimen-
to das crianzas dando Ibe robustez,
Essa farinba pretenvel a todas as outras
e ainda otisada na cura das molestias do
eotesiino e estomago, como nm excellente
tenico restaorador.
Uuico deposito na pbarmacia e drogara
Bartbolomeu C. ra Lirga do Rosario
n.34,
Merino IraRtez a ISOGO o
covado,
Aeaba de ehaffr toja do Va pgalo uro bonito
sortimeoto de merinos i cores para vssd* f
teoda larjra, de nma ce cor e de im tecido iotei
f anwirte now, teae ?er^ awt lyrio, rosa lyrio,
cor de caf e ama relio, as cores sao mnito bonitas,
ede um effeHo brabante em obra; e vaede-se
pelo baratissMoo proco 4a'dea toste* o ciralo :
o ra da Imperatrii n. 40, loj do Papagaio de
Heades k Cariralb*.
AOS PADRES
A Nova Edperanca, roa Duque de Canas n]
63, quem vende as mslh res meias de laia : a
quantidade peqaena, portanto ellas antes que
ae acabem.________
Eranjas pretas a
1^280 o metro
Rico sortimeato' de franjas da pura ;eda para
eoteites de casaquiohos e vestidos pretos ; cha-
guara a pecbincba, .por esta preijo s ua raa da
Impertir nnfl, loja da Ra*a ftmaea.
PIC1NCHA&
NO

EMPORIO COMERCIAL
15 li H1HPERATR1Z l
Ulyssas & Inno
Neste j bem conhecido estabelecimento encontrar o respetavel pnblico um pnoco
de todo por mdicos precos, e teodo seos proprietarios resohido liqoidar alguns arligos
de que ae compe o mesmo estabelecimento, vende os por meaos do sea cnst
'OMO SEJA
A
Machinas de costura.
Chegaram ao Ba/.ar ersal da ruaUniv
Nova o. ti, nm sortimento dej machinas
para costura, das melhores qnalidades que
existe na america, das quaes moitas ] sao
bem conhecids petos seas autores, [como
sejam: Weller & Wilson, Grover & Beka,
Slenciosas, Weed e Impertaes e outras
muitas que com a vista devero agradar aos
compradores.
Estas machinas tem a vantagem de fazer
o trabalho qoe-triota costureiras podem
fazer diariamente e cozem com tanta per-
fci.;3o como as mais pereitas costureiras.
Garante-se a sua boa qu iii lade e ensina-se
a trabalhar com pe: fcigao em menos de orna
hora, e os precos s'-o lito commodos que
devera agradar aos p etendentes,
NOVO ARMAZEM DE FAZENDAS
tile
viabo
COM
DE ALFAIATE
e distinc'o mestre
IIASKOS
Ra do Mrquez de Olinda n. 40
Freden.v '.' u iC. cabam de abrir e?te novo estabelecimento e pedem a
q-i-ucia d-i r,'-i' ..! p'idi^o que encontrar completo e sempre renovado sortimen
GRANDE 0FFG1NA
Dirigida pelo bem conhecido

B a
t I
i-, -i
>, merino1
a I t lili,li .

> p eus e do cores as mais mordenasda Eorop, \elludos, gor-
j x ..-. brms de todas as cores e qualidades. No mesmo ha completo
i
i1
!' '. -i d is fr;>ncezas, iuglezas, allemes, suissas e hamburgoezas, e
re os mdicos, afim de acreditar este novo armazem.
Oaciaando bralissimo
) t iiitnpri da li rd Vista.!
9(9 -Pina da imperatriz90
e variado Mirtimolo de f ^rf6 wjara, ricoos cortes a em pt'C^s da aediuha?,,
Dte,adlio, p up'linas, alpacas lavrada-* e de ;
i- ii l-tr:i i!e seda, bniinhas,'
lis, eambraias li -. orgaod,y, madapoln fran-
-, gr<*sdoaples p d : !a a qnalidad', msn-
n brasilaira, b-ntrnus, ricas aas bordadas,
para t>-.;.n: .1 a-.-ira como sim- j
es roopS-s. roup3 li rdad s para seohora, |
arando Tariada1e-<*ni rwid braae j, birlado?, |
....,_ d lio i: : :. >etih ras, bramante de,
dit>da algoi pImm *'.- buho, esgiia,
di c :. ; r i :..:: i .-i 11 e rru;:a.< da
LOPES MUCHA
O:

i' par:'!
i -
Travessa do Carpo
Santo n. 25.
Vente-sa niachinas a vaptres locom^veis defor-
DTOpri | i .-ni* a i.' ve.indos braocos ^a de 3, 4 e 6 cavlos e seus perteuces, pedras
- para carro para dous ca-
e 1-oQMi, os prec>s
feSli r '. i .' .; i sea liles
Debas: >i Ienaple pr-io a I^SOO 1. p .....ii->rii ra a l'iy < U5,
paad srdidos o dfl cotes a -ij, alpacas doliirat c m
itro a 500 r*. o covada lDzinhas a 3O e 100
.--. o eovad >, fa-i i onez mmto lro para vps-
dd\> a 6i0 t-. o covaoa. to.ilhas p.;ra m'ia a 54,
J0I213 c in birra .1 6t, bolsas para viajem a
-> e 43-)0t>, ora i] braoco p .1 vestido a 610 rs.
i vaca, neo e nes 1 v*tido braow com 18
aetn-, 1 7f,dilus com 44 tuetre-
lo, i:iadap T aoporWr a c,, bav do graula e variado sorli-
1 en ahilas,casta, madapolS, r upasf.ua?,
Ibbu,CSK'ntirai e millos :-t\\. que nao rnoncio-
3am, ludo por meaos 20 por cenloqaeem outra
QBalqoer {-arte
__________FAltA & LES.SA.____________
A Turqueza
Baceasu :
?~:it da vxaiidos pretos bordad.?,
das e gii pretos.
.< baf^uinas.
BMflbaa e vus psaWs.
Xacrlit-nies ca,*s e nintas de laa de cores para
leabora e menina.
A' ra du Bario dj Victoria n. 9, antiga ra
So va.
A Turqueza
Venie barato o seguinta :
BtflM da cambritia liTaia a liiOO.
Dtlos de cbitacom 13 ovados a Si.
Bfcha de tjrUuna bordada a 10$.
asnoiaas a l.
A' rpa do Baro di Victoria a. 1). aiiliga ra
Ikva. ,
Veiide-se dua? c&*i* em Olinda, em cliaos ,
Bprio?, com ommod) sofflsiente para familia,!
itndo uraa na ru< do Arjuba o. 17, e outra na
raa do J >go da Bella o. 27 : a tratar na roa da
onperalnz u. 5, 1 and^r.
de moer milho, ai reos
val os com retranca.
Ra do Crespo n. 20.
DE
Giiilherme C. da Ouuhu & O.
NastUM a 200 e 240 ris o covada, lazinbas I
miudinbas a 320 r?. o covado.
Alpacas gretas com listas branca?, proprias para l
!u!n, a 440 o ctvalo.
Ditas hzi? de cores a 440 rea o covado, cam-
braias litas de cores a 280 re- o covado, toalhas
a'oxoodas para rosto a 500 ris, ditas feipadas
800 rs.
Br.maule proorio para lene:, com 10 palmos
de largura, a l00 a vara
Dito de dito muito Tiuo com 11 e meio palmos
de largura a 26O0.
G moma transparente fina a 3 a pega, dita
Victoria a 4it,,dita de dit* de forro a 1*600
musselioa branca a 400 r s o covado, casimira
preta multo boa a 2#-e IfSOO o covado, lencos
de cambraia de linlio balnhados a 4 a dnzia,
ditos de dito pequeos proprios para meninos a
28O0 a dozia.
Cortes de cambrai bordados com Ifi envadn? a
o. E' pecbincba : s o roa do Crespo n. 20, lo
de Guilberme C da Cunba & C.
500 rs, e W600
Grosdeoaple prelo muilo boa fazeada pelo dimi-
nuto prego de 500 e 160, na loja das 6 portas em
(rente do Livramsnlo, esta se acabando.
45-nUA DUQUE DE CAXIAAS45
A MAGNOLIA, tem recebido por lodosos vapo-
res, variedades de objectos de moda e pbantasia,
e pelo grande sortimeoto que tem chama a atten-
cio do publico e especialmente a do b-lio ?exo,
afim de visitaren) Da e d'ell sabirem prvidos d'a-
quillo que de A liAGNOL'A nao vande caro, qas kjaer lacro
Ibe satisfaz, todo o sea Oro servir bem, para
augmentar a fregnezia e veader muito.
A MAGNOLIA, do grande sortimeoto que tena
poda fazer nm pomposo annuncio, e dizer muito
mas nii i; limita-se sement a annnnciar os ob-
jectos segointes:
Bonitas camisinbas e punbos borlados para se-
nbora.
Chapeos de velludo e palba de Italia moderaos e
de gosto para senbora.
Lagos de seda para cabega e peito (novidade.
Lindas fivelas de tnadreperola.
Cintos modernos para senhora.
Leqnes de madre, erla, marim, osso, sndalo e
madeira.-
Meios adereces pretos, cazoletas, voltaa e crozas,
gostos moderno?.
Ricos eosovaes para baptisado.
Chapeos de sol para senhora, ricamente enfai-
tados.
Bonitas capellas com veo e sem elle, proprias
para aoifas.
Esclbido sortimeoto de botoes de larangeiras
para enlaites de vestido de casamento
Linha de lodos os nameros oara croch.
Rico sortimeoto de Aires da cores e pretas para
chapeo e cabello.
Rijos porlj lia?, port cartSes de visilas, port-mo
ney, proprios para fazer presentes.
Lindos livriabos para ncissa, com capa da mar-
fim.
Chapeos de sol ioglezes, cabos de marfim, e ben
galas de cana com cabo de marfim.
Tapetes avelludadus da diversos lamanhos.
Ditos da coco pira portas de sala ae diversos ta
manhos,
Ricos sapaios de la, bordados em talagarc.*.
Lindas almufadas para sof.
As floristas,
A MAGNOLIA receben pelo ultimo vapor oqj
os Srs. fljcistas precisarem para fabricar flores,
como sejam :
Peslilhas de varias cores.
Bagos de vidros da diversos rcodellos e l-
mannos.
Olh.is para mal-me-queres e craves.
Clices para rosas.
Bagas dnuradas para flores.
Fjlhas verdes e pretas encralas soMidas em
lamanhos efeitios eic. et>-.
Pomada alpaca.
este xcellente privativo da queda dos cabel-
los, e mulo apreciada por aquelles que a conhe-
cen, recebeu a Magoolia pequea quantidade; a
ella antes que fe acabe.
Pees a Rocambule.
Realmente sao muito engranados esses peoes I
| engtliosa e dinrahe roaito esta nova mvencao.
S na Mignolia, ra Duque de Caxias n. 45.
CANDIEIROS ECONMICOS.
Os candieiros econmico?, sao na yerdade de
invencao agradavel, priva a quem desejar embel-
lezar umi sala de fazer.duas despezas, pos qae
i llrando-se-lhe o depjsilo onde se conserva o gaz.
toros-se um lindo jarro para flores.
Todos e-ses artigo* s se encontrara na Magno-
lia, os seus correspondentes primara em gosto -L e
1 para que esses objectos tenham rouita extraegao,
, elles recommendam aos seus proprietarios qae se-
j.m mdicos aos pregos o egradem muito los fre-
guezes.
1 Sustento rest mratvo da
sua de
PELA VERDADERA FARINHA
A, Da Barn il'Arabia
Os abaixo atssigoados uum scieme a seus fre
fuezes, que pelo vapor iogirt l.a-Plata reeeberan
egunda remessa desa exilente farinha, coje
oso muito se recommeuda para as enancas, pes-
soas debis e convalescecta.-, aplicada com reco-
nhecida vantagem oas cousiipaces, diarrkea?
nausea do estomago, lo*?, e^carro de sangue.
phthysic, etc. etc. Preferida aiuda pelo agradavel
sabor.Uoiriooa outra qualgu r.
A' ra do Commer:ion. 10, esenpto- fflj
rio de Jos Joaqun) da Cosa Maia, en- *
contra-se para vender por. commodos gl
preoos:
Azulejos hespa-Dhes.
Folhas de forro galvanizado para teiha- |
do de diverso? lamanhos.
Ditas de dito dito lizas.
Bicas de ferro galvanizado.
Camieiras dito.
Portadas completas para cantara.
La Unaos.
tmm ra[aj mm 94MM&
Garrafas de vidro Bacarat para vinbo a
34, 64 e 74000 o par.
Compoteiras a 64 e 74000 o par.
Copos de vidro fino para agua
44200 a dozia.
Clices de vidro de cor fino para
a 24000.
Meios apparelbos de loara ingleza floa
para janiar por 504000.
Pralos e diversas pec>s avulsas que se
vende b rato.
Jarros para flores de 34 a 154000 o
par.
Clice? de vidro fino para licor a
a duzia.
Vidros de chamio para candieiro a 24200
e 24100 a dozia.
Giobos para candieiro a 14000 e 14800
cada um.
Bonitas quartinhas hamburguezas a 45000
e 44200 o par.
Escarradeiras de vidro a 34000 o par.
Bonitos candieiros de jarro a 164000 um.
Grande quantidade de arandellas para
dependurar a paxede, de 14500 a 24000
cada urna. -^
Temos da bandejas a 74000
Paliteiros de porcellana branca de 14000
a 24000 cada um.
Lava mo de zioco a 44500 em.
Algodo ingle/, para roupa de escravo: e
sacro; a 32J a jarda.
Tapetes avelludadcs para quatro cadekas
a 254000.
Um grande espelho moldura dooraa por
805000.
Liados albuQS para retratos a 104010
cada um.
Bonitos chapeos de velludo para senbora
a 104 e 124000.
Aberturas de linho para camisa a 104C00
a duzia.
Punhos de linho para camisa a 94000 a
dozia.
Collarinhos do linho para camisa a 64 a
dozia.
Anqojnas de crina nafa crearlas e se-
nbores, da 34 a 4#00f.
Cortee de eambfaiasenca devcordSO com
8 i/i varas a 34rJ0e.
Fronhas de crivo a.560 rs. moa.
Cortes de castor para calca a 14880.
Algodo de lista a 260 rs. o. covado.
Co'xas branca adamascadas grandes
25800 34080.
Coberta? de chita grandes a 24400.
Superior brisa de Hamburgo de linho c< m
10 palmos de largura a 2-4800 a vara.
Bonitas fructeiras c >m abnelas de ft ac-
tas, proprias para presente a 45000.
Lindos livros coca extractos e sabonetes
a 24500 e 44000 para presente.
Oleo piilocome a 600 rs. o frasco, e
muitas outras perfassarias que se vende ba-
rato, cosjo se,a : sefconetes finos a 14*00 e
24000 a duzia.
Chapeos para baptisado de crianza a 24600
e 34510.
Coqees para cabello a 24O00.
Cadarzo branco a 360 rs. a dozia.
Dito trado largo a 140 rs. a pega com
4 varas.
Caixa de papel amisade a 700 rs.
Dita de 100 envelopes a 400 rs-
Duzia de peales para alisar a 1460o.
14800 e 24000.
Bonitos chapeos de palba com aba f rra-
da, para homem a 44000 e para menino a
34000.
Sortimento de meias para homeos, senho
ras o crianzas, e mti,tos'oirtres artigos que
deixamos de mencionar, e que igualmente
vendemos por precos commodos.
s
aaw
PAI.4 NOlVADttS.
Bonitos poris bu^uet?.
Liodissimos laques de tnadreperola moldes in-
tei.'aronit- novos.
Corlinados bordados.
Camisas bordadas para homem,
Finas meias de seda para ?enhor9,
A Nova Esperanci ouem tem I I I
DESAPPAREGAM AS SARDAS
A Nova Esperanga a ra do Duque de Caxias
n. 63, acaba de receber o bem conhecido leite
de rosa branca, e tarabea) leite virginal, os quaes
fazem desapparecer as fardas on pannos.
AMAGNOUi
43Ra Duque de Caxias45
Hk Lcft$o, Ponseca at eomp.
Vende-se bous passaros cantadores :
reila o. 3, 1 andar.
na ra Di-
lil
I
li
O muzcu elogaote acaba de despashar o que ba
de mais moderno era veos pretos de blonde, mantas
pretas e mantilhas brasileiras as mais modernas,
tambam recebeu grande sortimento de franjas
pretas ede cores toda de seda, coquese diade-
mas consa de nliimo go-to, lavas de pelica pretas
e diversos objectos da mods, e esto vendendo
muito hiralo : raa estraita do Rosario n 1.
Casas e terrenos
Vende-se as dais casas do sitio da Tamarioeira
ns. 3 e 5, de podra'e cal. jacto a astacao, e reta-
Iha-se anda algum terreno do mesmo sitio: a
tratar com Antonio Damingues Marques Romao a
raa da Madre de Dos n. 30.
Superiores cortes de seda preta adamascada com pequeo toque de mofo pelo baralissimo pneco de 204, 254 e
304000 o corte. aC tluillf
Grosdenaples de seda pretos, largos, a 14600, 24. 24600 e 34000 o covado.
rrt Ditus dito dito com listas assetinadas a 25800, 35. 35600 e 44000 o covado.
G trguri > de seda preto a 35500, 44, 45500 e 5400C o covado.
Dito d.to dito muito superior a 65, 64500, 75. 74500 e 84000 o colado.
Mantas e maritinoas brasilinas de superior qualidade.
Filo- prto liso e com flores.
E outrat muitas fazendas pretas proprias para a quaresma, bavendo grande e variado sorliatento para os coaa-
pradores escofherem. ,
Na ra Pitmeiro de Marco (outr'ora do Oespo) n. 13, loja das Columnas, de Aatomo Correa de Vas-
toaceitoi. .
A Magnolia, ra Duqae de Cax:as o. 45, rece-
beu um grabde scrtimauto de coques o mais mo-
derno que ha, e ven!e por meaos do qne em ou-
ra qualquer parte. ______
Choc-'l-.t4} Meaier.
Vende-se chocolate Meoier
do Marqnez de Olin 'a n. 40.
de saude : na roa
Deposito dt gaz
Em pequeas e grandes por^oes, marca Devoes,
i raa do Apollo n. 4, vendem Joo do Reg Lima
AC.
fctpeciadade.
Vinho do Porto o melhor a desejar, em barris
de 10 e 20*: vendase no escrip'.orio de Soares
Primos, ra do Vipario o. 17.
Bonitos e fnoi eutremeios e
babadiohos bordados
A Aguia Branca ra do Ddqne de Caxias n.
50, recebeu oovameme um bom sortimento de n-
tremelos e babadinbos burdados, coja snperoriia-
M sera conhecia por quem os qoizer comprar e
dirigir-se a dita lojs. _________
I
A verdadeira cerveja da Baviera, marca ban-
deira, de superior qualidade, veodem Tasso Irmaos
& C., arraazem da ra do Anorim n. 37.
Cerveja de Noruega.
Verdadeira e superior : venda dos ara
de Tasso Irmaos A C.
CHAMPAGNE
Marca Gbs Pare
0 depotito d'aquella marca acha-se actnalmeo
te na ra do Bora Jess, amiga roa da Cruz n.
22, 1* andar.
Veude-se o estabelecimento de molhalos silo
ra Dpreita, haje Marctlio Da?, n. 99, e fariiha
de milho fina e growa. ____________
F pechincha
Cobertores de la escuros a 21000 cada um,
s na rna do Crespo n. 20, loja de Gailherme
Carneiro da Cmba & C.
Furioha de mandioca
Superior e recito propria para mesa, em barri
ricas de farioha de trigo ; a 11*000 r?. a barrica:
nos armazen* de Tasso Irmaos & C.
Terreno e casa
Vende-te por prego muito barato nm terreno
com 400 palmos de frente e 330 de fundo, com
casa peqneoa de pedra e cal, era Bebertbe de
Baixo on Funda, na ra de Otioda, veode-se com
o terreno que o pretndeme quizer, e tambem se
retalba no mesmo lugir 760 pa'raos com 330 de
fundo, o melhor terreno do lagar e vende-.-e ba-
rato por preeisao : a tratar com Miguel Ferreira
Carneiro, aos dias uieis raa estrella do Rosario
n. 41, leja, e nos domingos no Fundi, ana da
JBsperanca._____________________^_________.
Aosenhqres de engenho.
Potassi americana recentemenle chegada, mnto
propria para parificar assucar, e vende-se mais
barato do que em outra parle : na ra do Apollo
a. 22, e no caes 22 de noveuibro o.' 1
0 EMPORIO C0MMERCIAL eacarrega-se da factura de roopa por medida, e capri-
cha em bem servir aos freguezes, tanto no comprimeoto de seus tratos, como na boa
qualidade de fazendas e modicidada de precos.
PCHINCHAS DE ROUPA FEITA
0 EMPORIO COMMERCIAL vende paletots fraqae de casemira fioa bem acabados
a 184000, 205000 e 225000. Paletts saceos de casemira preta e de cores de 75000 a
125000. Ditos de meri prtto de 74 a 10^000. Cdcu de casemira preta e de co-
res de 05 a 125000 cada urna. Colietes de casemira de 35 a 44000. Calcas de brim
muito bem feitas de 25500 a 85000. Paletots de alpaca fina de cores, branco e preto
a 25500 cada um. Ceroulas de linho a 2JS00, e do cretone a 15600 cada urna.
Ca de castor a 14700 ; superiores pannos finos, casen-iras e brins.
EMPORIO COJIIMEKCIAaL
15 Sua da Imperatz 15
ca-
Gran ie reduepo em presos
Na loja de Antvmo Pedro de 8ouza Soares, na ruu do
Baiao da Victoria n 28, outr'ora ra Nova
Coques de trancas o que tem viu-
do de mais gosto a 5500J e 04000
Mimosos leqaes de sanda'o com
lantejoulas a ..... 55000
Ditos a imitac5o com lantejoulas a 25200
Aderecos pretos com camafeu (qo-
vidade) a ,.....24000
Voltas ou aljofres pretos e de co-
re? a 5C0,800 rs. e .... 14000
Ricos enfeites de blond e flores
para cabeca a......65000
Gravatinhas de seda com franja
para senhora a.....15000
Franja de seda preta estrella e larga
dem idem de cores peca a 34000
Galoes de seda de cores a 800 rs.
14500 e.......2500O
Luvas de pellica prela e de cores
o par 500 rs., 14000, 25000 e 340OO
Transparentes com paisagens para
janellasa.......1250C0
Bicco de seda prelo e branco peca
de 45000 a......74000
MIUDEZAS
Eotremeios e babados tapados e
transparentes a peca de 600 rs. a 340C0
Pecas de trancas de cores de 120 a 400
Ca xas de licha do gaz de cores a rs 800
Dozia de pecas de trancas de cara-
col a rs......... 400
dem idem lisas a rs..... 20C
Bengalas de caona e junco a 14 e 35000
Caixa de papel amizade muito
superior ara...... 709
dem idem de cores a rs 700
dem idem de quadrinhos a rs. 640
Caixas de envelopes finos de por-
celana ara....... 800-
dem idem a ra. 400 e 500
dem de peanas a rs. 500, 800 e 14000
Abotuadoras para cllete grande
variedade ars...... 200
dem idem de crystal a 14000
dem douradas para punbos a rs. 500
Duzia debaralbos francezes boi-
ra doorada a...... 34600
9itas de pares de meias para ho-
rneo a 34500, 54000 e, 64000
a 45
de
750CO
5,5500
24600
15000
160
14000
40
dem idem para senioras
35j rs. e.....
Duzia"de talleres com cabo
osso 211 a......
Dita de dilos cravadoi ( barat-
simo) a 25000e r .
Garrafa de tinta roxa extra-fina a
Potes, de dila ingleza a rs. 100 e
Estampas de combates da guerra
franec-prussiana a .
Carioes com retroz de todas as
cores a rs.......
PERFUMARAS
Rosas com extracto a 1480o
Frasco com extracto ioglez muilo
superior a......15000
dem com dito kananga muito su-
perior a.......15200
Agua de florida verdadeira, gar-
rafa a ........ .
dem kananga do Japao a .
Banla ingleza em frascos a potes
de porcellana a.....
dem idem ara......
Macos de sabonetes ioglezes muito
bor.s a rs...... .
Sabonetes de amendoa muito su-
periores a .3. .' .
Cosmetique de cores ara. .
Pacotes com pos de arroa fino
a 300, 400 e .....
Caixas com dito muito fino ka-
nanga a........
Frasco com oleo oriza verdadeiro a
Frasco de oleo plilocome verda-
deiro s C*.....
Dito de dito acuque muito supe-
rior a rs. 320 e
Galera dos grandes homens cada
estatua com um frasco de ex-
tracto a r j .
Frascos com *gua da.ooiagM a r.
500, 14000 e.....
Garrafas oom dila o qteh*ie me-
lhor a 34000 e.....44000
Elegantes Misionas com extractos
e sobonetes.......
14200
14200
14000
500
600
300
100
500
14500
14200
14200
400
24000
14500
BRINQITDO$ PARA CRIANZAS
Bonecas de lou$a, massa, cera de todos ostamanhos, tambores, cosmoramas, Gar-
rinos, gaitas, soldados de chambo e maitos ontrw objectoa qne por se tornar dema-
siado longo de:,xo de mencionar.
K. 28 Ra do Barao da Victoria N. 28
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+hrim dt Pcrnamhace Quinta fcira 21 Je Margo d 172
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SMf LIMITES
ltft.
"LOJ* E'AIRMAZEM
**.'
FLIX PEREIBA DA SILVA fr C.
NA RA DA IMPERATEIZ N. 60
S<3 a dinfeeiro vista
Os propietarios desle estabelecmento teodo grande Decessidade de diminoir o im
vcmso deposito que temi de fazendas e grande urgencia de apuraren dinheiro, tem re-
aouido fuer ma verdadeira liquidado coiu grandes abatimentos nos precos de todo:
os seos art.gos: para o que coovidam ao respeitavel pablico desta capital a vir sortir-s<
pois toe garanten) qoe em parte alguma podero encontrar lio grande sortimentoe mer
aio nlo comprarSo pelos presos que se Ibes pode vender na loja de Pavao; porra ad
2S2? qne S S.VGndc dnero, vista* 0s mesmos Proprietarios deste estabe
Cimento rogam a odos os seas devedores desta praca o.favor de virem saldar seus de-
litos e todos aqnelles que estiverem devendo conlas antigs e o oiofizerem tero d<
ler encommodados judicialmente.
Toalhas grandes de fusl5o para mesa de
jantar a 3o500 e fi.
--
Para a quresma
GROSDENAPLES PRETOS A 15600,
20OOO 2/1500 e 34200
O Pavao rccebea am grande sortimento
de grosdenaples e gorgorees preos que
vende por pre?o muito em coma, sendo
ro3denaple p--eto liso muito boa fazenda a
'(5600 o covado. Dito a 20000 e 24500.
^ito de cordo ou gorgurSo muito encor-
dado de boa largara a 34000, 30200 e
"4500 at 509OG ou 64000 o covad, as
: m como grosdenaple liso com 4 palmos
de largara, sendo maitoencorpado a 34200
grande pechiocha, na loja do Pavo ra
di Imperatriz n. 60.
?AZENOAS PRETAS PARA A QURESMA
Na loja do P.vao vende-se am grande
ortimento de fazendas prelas proprias para
a qoaresma como sejam : grosdenaples pre-
os de todas as qoalidades, panno fino pre-
to de 14600 o covado at 104000, casemi-
ras pretas de todos os preces e qualidades,
merinos trancados e de corda"o, bombasioas, |
alpacas e outros moitos artigos qae se ven-
'em mais barato do que em outra qoalquer
narte ra da Imperatriz n. 00.
Esplendido sortimento
DE
GROSDENAPLES NA LOJA DO PAVXO DE
10600 at 104000
** O Pavao vende om graode sortimento de
grosdenaples e gorguroes pretos para vesti-
dos, qae vende a 14600 o covado, dito a
4000, dito a 24500, dito com 4 palmos de
largara a 34900, dito a 34500, 44 e 84000
lito com mais de om metro de largura que
oom 9 covados se faz um vertido, a 84, 94
e 104000, todos estes grosdenaples se po-
dem vender mais barato do que em outra
qoalquer parte, attendendo i grande quan-
idade qae se recebeu desta fazenda, ra
da Imperatriz n. 60, loja de Pereira da Sil-
va d C. -
Panno preto a f SAO o covado
O Pavao vende panno preto fino de doas
iarguras a 14600 o covado, dito muito su
perior a 24500 pecbinba, roa da Impe-
ratriz n. 60.
RICAS SAIAS BORDADAS A 84000 E
104000
O PavSo recebea om bonito sortimento
das mais ricas satas bordadas, tendo 4 pal-
mos cada orna e vende a 84000 e 104000,
sendo fazenda que vale J24O0O e 144000,
pechincha, ra da Imperatriz n. 0.
LASINHAS NOVAS
O Pd\5orecebeu um elegaute sorlimento
das mais rao lernas ias para vestidos com
istras de seda que vende a 800 e 14000 o
:ovado, di'as de pbantasia sem listras de
seda que vende de 400 at -610 rs. pe-
chincha na loja do Pavo roa da Impera-
a-iz n.60.
MANTILIIAS BRASILEIRAS
Cobertas de fusto para a cama a 3$590.
Grande sortimento de casaquinbos on
basquinas modernas de seda e croch, rica
mente enfeitados para diflerentes precos.
Gorgor2o de cor para vestido a 3O o
covado.
Bareges transparente a 320.
Ditos ditos a 160,
Duzias de toilhas para mao a 64 e 80.
Carnizas francezas para bomem a 15600
e 20UOO.
Coletes de meia cazemira e brim a
14500.
Calcas de brim branco de lioho a 24 34.
Palitots de alpaca preta eksalpico a 24.
Pit s sobrecasacos de brim a 24.
Ditos de caz mira de edr a 44500.
Panno preto com 6 palmos de largara a
146* O o covado.
Cassas pretas lisas a 120 ris a vara.
Chita preta lisa a 100 ris o covad i.
Chales pretos adamascados a 15600.
Ditos de barege de cor a 14.
Ganga franceza a 320 o covado.
Dazias de lencos brancos 10600.
Punbos com gollinhas de cambraia tapad
transparente a 15(500.
Corpinbos de cambraia branca e de cor
a 24000.
Saias de 13a cora barra de cor a 30, 44,
50OOO. e outros moitos artigo? qae seria
infadoobo mencionar o que se liquida moito
barato na leja do Pavao ra da Imperatrir
n. W.
MACHINAS
DE
TURA
DOS POSPONTOS
0800
Marca
DOUS PSPQKH
S1NGER Z7
WB^tl
900000 -
900000

900C0
9O0CCO MlMffc
9040(0
GRANDE PECHINCHA EM PANNO PRETO
A30OOO
Na loja do Pav5o vende-se superior panno
preto pelo barato preco de 34000 o covad*)
sendo fazenda que sempre se vendeu por 45
e 44500, e liquida-se por este precD por
ter-se feito urna grande compra, assim como
no mesmo estabelecimento se vende grande
sortimento de panno preto, casemiras mais
barato do que em outra qualquer parte na
roa da in peratrie n. 60, loja de Pereira da
Silva A C.
NOVOS VESTIDOS A 55000.
O PavSo tem lindos cortes de vestido d<
fir.issimas cambraias com bonitos bordadoi
de cores e tambem todos bordados branc
que vende pelo baratissimo preco de 5500
cada corte, grande pecbincha.
PANNOS DE CROCH PARA CADEIRAS F
SOPHS.
O Pavlo tem om grande sortimento d(
pannos de croch proprias para encost di
cadeiras e de spbas, assim como um rict
sortimento de tapetes de todos os tamanhoi
proprios para salas.
MADAPOLO BARATO A 45, 45500 E 54
O Pavo tem pecas de madapolJo cote 24
Ruca m vio ora processo'mais perfeito e que at-1
ai -4 iai forma a satisfarer as exigencias mais
Ttraa da escriproraco.
1 ua cr liadissima e nao precisa de cada-
io alfnm pan se conservar no tinteiro sempre
sea a rae*m* or, sera borra, cr?ta, bolCr otf sem
oAM sias maiellas inherentes todas as tintas
t afora conhecidas, anda mesmo dos nwlhores
;u.;e5 eslracgeiros.
Sobretodo, este esttmavel producto nao ataca as
cnas de ac, antes pelo contrario, a penna
i-lqnir* um esmalte doerado que, sendo interes-
tatt, 4 asss proveitoso.
Esta tinta, nao sendo especialmente para copiar,
<* comtudo duas, tres, ou mais copias um %mex
'po;* de escripia ; preciso, porra, deixar-lbe
cpapel bem molhado sem o enxnjrarwm o mata-
>orrao, porque nao fea o risco de borrar. Para se
rar mais de urna copia, nao se aggiomeram tan-
as olnas quantas copias se querem tirar, mas
ae-* cem o original tirar urna tantas qosdUs
uanjam, sem que o original fique prejndicado
ic! ntracoes.
Occorre aqu diner qne, para copiar importa
toiia intelligencia e habiHdade, sem e que a me-
or tinta nao satisfaa, e o defeito recae sempre
or a tinta, que muitas vezes quem menos
aloa tem.
i dupla qualidade ilM tinta extremamente
.prclavel, pois que evita qne era qualquer es-
nptorio hija mais do que urna tinu para os dt-
rso Clisteres.
nuraantn i sus dnrabilJade, nio ha a oppflr
rsaw r *iuvida pois ana ata tinta depois de as-
cripta soffre o choque de cidos fortissimos, sem
se decompr ; ora, se os cidos nao tem acco so-
bre ella, muito menos a aeco do tompo a pode
destruir; isto plausivel.
Nao s ao commercio que este mea producto
veioser til ; os professores dos collegios, investi-
gando todos os meios para o adiantamento dos
seus discpulos, tem approveitado esta tinta, que
com raiao a acharam apta para desenvolver o
Sosto nos educandos, em consequencia da beleza
a cor e facilidade de correr na pequea pela sna
liquidez. Ha exomplns de cnn^as que havia
muito tempo tinham urna repugnancia extrema
para a escripia, logo que foi admittida esta tinta
no coliegio, apoderoa-se dellas a enriosidade e o
gosto, e ponco tempo depois o sea adiantamento
era manifest.
Esta tinta, par de tantas vantagens, tem nm
nico inconveniente, deteriora-se ao contacto de
outra qualquer; cnvm pois te-ia em nteiro
isentos do menor vislumbre de outra tinta, e evi-
tar escrever com a penna suja de ama preparacao
differente e incompativel; verificando isto, nao ha
razao para se usar de tinta que nao seja a VIO-
LETA EXTRA-FLNA DE MUNTEIRO.
Observado.
Diversas falsiflcacoes e semelhancas tem appa-
recido, cuja durabilidade duvidosa. Os Srs.
compradores podem evitar o engao dirigindo-se
casas circnmspectas, pedindo a unta que en
fabrico
i. C Montrira
904(00 WB&i&l
904000 ^^^p^ 90COO
FIXO NO BRACO DE CADA MACHINA
^, mm TRIiPHO
OBTIDO SOBRE MUS DE TUNTA EXF0S1TWBS, HatllBI
TODAS AS GASAS PRXTIPAES RESTE RAMO DE lilil
EXPOSICAO ll ALT
Os jnrados, pra decidir das qualidades de varias ma;linas (nao s ai.
cellenria da constracc5o, c mo tarabfm da soperiondade o (rbano ... ,
Sniimn intre os expositores uma lula de coser, era que os .r.dcs tMmmriB> <
destnbuiram os maieriaesde que se dviam osar.
Reconheceu-se unnimemente
Que a m achn a moderna pira costura de i milia, <^
SINGER MANFACTURING COMPAMY
.MA.MIL.ri AS DHAMLtill.\S '" roul PCV" m-uapuiau wu. 1
O Pa*5o venda bonitas mantilbasbrasilei- Jardas ou20 varas que vende a 44 e 4450C
ras a 105000 pecbinha, raa da Impo- a Pec*' dit0 mDll fio e lar8 de 6& Par
i.- a cima, dito (rancez do melhor qoe tem vinde
ao mercado, assim como dito finissimo en
pegas de 40 jardas.
Cortes de ebltas.
a 4600, 20000 e 2,5800.
ralriz n. 60.
NOVAS CAMBRAIAS BORDADAS A 54000
O Pav2o recebeu om bonito sorlimento
ie novas cambraias bordadas para vestidos
sendo todas brancas e com bordados de co-
res e vende se pelo barato preco de 54000
:ada corle, teodo 8 1/2 vara pecheinha,
roa da Imperatriz n. 60,
Pechincha na loja do Pavao
POR GAUZA DO IN'CSNDIO
F. Pereira da Silva, tem argente necessi-
aade de liquidar muitas fazendas de lia, li-
aho, seda e algodSi, queIhe ficaram mais
jo menos estragadas por occisiao do in-
cendio que se dea nos doas estabelecimen-
:os contiguos ao seu.
Pecas de algodosinho a 34000 e 44000
alcancoo orna victoria fcil sobre 'odas as concurrentes, tendo effecl ado en .i i
2 3/4 horas, quando a mais rpida das outras iioba levad 3 boras psra .-
mesmo irabalho da uma maneira niuilo infeiior.
O numero proporcional de palmos de cos'ura feita era 10 bf ras de ira!
a machina Smger, era 1,500, necessitado 1.000 a 1,200 jardas de kba ; no <
sera preciso 3.0C0 a 4,000 jardas para fazer o mesmo comLrimetto de costi
machinas.
A POITODE A!K1
O preco de 3,000 jardas de I nha................
O preco de 1,000 jardas de linha................
O que mostra um prejuizo certo pelo meros de l<5((0
por diaemprego das machinas de ponto de cadea. aztndo o obreiro um prfjoi o de mais de 340, qaantia pela qual pde-se qo.si cen : i,
machinas.
nico agente m Pernambuco
(Sote-se bem o numero) "W. H. Chapmail (Nolesebem onnmcr:
45 R n a do Imperador 45
mi E GRAWBE SORfIMEFITO
' -c-
'>''
I/65
$3.>r.i
: :

ARMAZEM DOS LEOES
O Pavao tem cortes de chitas francezat
com 10 covados, que vende pelo barato pro-
co de 14600 e 24000, ditas qae vende i
160, 206 e 260 rs. o covado, tambem tea
am grande sortimento de ditas finas clarar
e escaras qae vende a 280 e 320 rs. o co-
vado e finissimas percales anadiabas propri-
as para camisas, vestidos e roopas para me
nios qae se vende a 360 e 400 rs.
LEN<(X)S BRANCOS.
O PavSo tem lencos brancos abanhadof
que se vende a 24400 e 34- a duzia, ditoi
grandos de marim sem ser abanhados a
Una Duque de Caxias n. 29.
Os proprietarios deste bem montado estabelechneoto scientificsm aorespeitave
respeilavel publico desta provincia qae se acbam com um variado e completo serti-
Becto de movis, tanto nacionats como estrangeiros, sendo estes escoltados por unidos
aosios qoe se acha actualmente na Earopa. O mesmo tem contractado com os melhores
lubricantes daquellecontinente as remessas das mais ricas mobilias feitas alli.
Na officina tem os mais habis artistas deste genero, e por isso pedem que ve-
oharn visitar o estabelec meoto, aoode encontrar3o a reajidade do qoe acabara de expr*
ue se pode examinar; ricas e completas mobiHas de Jacaranda, mogno, faia, carvalbo, a-
marello etc, ricas e elegantes camas deja caranda, pao etim, amarello, etc., etc., guarda
vestido de amarelto, goarda louca de nogueira e de amarello com tampo de pedra, apa-
radores de Mo diu, peti toilettes especialmente para fazer a barba, toilettes de Jaca-
randa, amreilo, pedra, secretaMas da Jacaranda e mogooeas toreiras oe mogno, san-
tuarios, thears para bordar, bercos, lavatorios com espelho, de pedra' marmore e seus
pertences, cadeiras privadas, bids; etc., etc., e muitos ontros artigos qae deixamos de
mencionar per sejtcrnar enfadonho
FAZENDAS FINAS
.-
- :-
64 RA DA IMPERATRIZ 64
O grznde sorlimento de fazendas finas qoe ultmamele rfcebem'|S. que
demos por pre.;os qae a todos admira, nos anim a chamarra.js a altetTao d s
nomerosos freguezes. certos de qae n) Ibes fallar agr Jo e sincsrid.do no
tos, Outro sim os presos por que firem marcadas algumas fazeDdas s ser >
das a dinteiro.
.. i 4
Dis de madapoio a 44, 44500 e 54.: 34200 rs. a duzia ; assim como bonitos len
Ditas enfestadocom 12 jardas a 2)500 eos bordados para m3os.
e 34.
Ditas francez moito flno com 20 vara a
94000.
Algo 15o largo trancado para lencoes a
9O0el4.
Bramante de linho superior cora 10 pal-
mos de largura a 24 o metro.
DitodealgodSo com a mesma largura a
I460C o metro.
Pecas de cambraia transparente com 8
1|2 vara e ama vara de largara a 34500 e
44000. 6
Ditas Victoria com a mesma medida a
34200 e 44.
Ditas de cambraia de galpicos com 8 !i2
varas a 54.
Ditas de dita adamascadas para vestidos
:om 8 l|2 varas a 44.
Ditas com bordados de dcores a mesma
medida a 44500.
Cortes de organdy branco e de cftr com
7 112 varas a 24.
Ditos de cassa de cor com 7 varas a
2450O.
Pecas de organdy branco para vestidos
tendo 8 l]2 varas a 3W00. f
Grande sortimento de chitas escaras a
240 e 280 ris o covado.
-*Ca 2'n? s p,ri cam* e Bl&9 Par a
74, 84t I0|.
Ssias de am s piano com pregas a
24500. r 6
Romeiras pretas de croch a 44 e 64.
ROUPAPARA HOMENS.
Sobrecasacos de panno preto flno send
muito bem feitos de 124 at 404000.
Palitos de panno preto fraques e sacc
de 84 at 124000.
Ditos de casemira de cor de 64 al 124.
Ditos de alpaca preta fina de 44 a 64000.
Ditos de dita branca e de cores 64000,
Ditos de brim de linho trancado a 64000.
Calcas de casemira preta de 64000 at
124000;
Ditas de brim branco de nho de 4400G
at 84000.
Ditas de brim de linho de cor para lodoi
os procos e qaalidades.
Camisas francezas e inglezas com peitos
d'algodao de 14600 at 54, em duzia ven
de-se mais barato.
Ditas de meia de 800 rs. para cima.
Ceroulas de linbo ealgodao, francezas e
feita: na trra.
Collarinhos de papel, algodio e linhc
que se vende muito barato para liquidar.
Para noivas.
O Pavao tem rico gargarSo de seda, bran-
co. Grosdenaple branco moito encorpado.
Agraciannas brancas coa listras de seda.
Poupelinas brancas de seda lisas e lavra-
das. Sedas brancas, Htvradas e Usas. Ca-
pailas com palma de flor de iaranga com
ricos veos bordados, que todo se vende maii
barato do que em outra qualquer parte.
de MiBer8 'ootros
A loja do Pavao <&- eeastafimentB berta du 6 horas da maohSa at ai 9
ho ti da noite, i rea da Jgioeratr d. 60.
Cofres de ferro
irrencyas para COpar cartag>
Balanzas de pesar, dmiimit RofflaDa8) elc
Tachas de ferro, elanhad0.
Arados Americanos
UraaeS, para agricultura.
Carrinhos de mao.
Machinas a Vapor
iliaCIlinaS de descarocar. algodio, de 10 at 40 serras.
lipas lie ieiTO gaivanisadas para cotrir casas etc.,
Estes artigos ven em-se em
casa dos importadores.
Shaw, Hawkes & C,
n. 4 hda do boj! jksd8.
(ooTpr'ora ra da Cruz )
Raa do Bario da Victoria o. 2.
Apaaral, Xabnio & C. acabam de reeeljer por
esip artfrao vtpor om rico e corapteto sortisasoto
da chapeos para senhora, de palha e de vallado
priaioro?imdDte eareitados, a ricas besqoinas de
sea, fil de teda e de caiemira^ *
Vandd se chapeos de sol ebra moito boa de su-
perior seda pelo dimirrato pre?o de 7*600, venbam
a ni do Marques de Olinda, amiga roa da C-
deia d. uO A, loja de miudeas.
Cusa para vender
Vendase tres qoartas parles da casa terrea
sita raa Aognsta, boje Coronel Saassuna, a. 284,
chaos proprios, concertada de aovo, muito fresca
e com gran Jes commodos para numerosa familia :
a rraur w ro *o Imperaw t. 61, Jar.
Jjv y i: R I \ I I I It 1
BICHAS HAMBURGUEZAS
NICO DEPOSITO EM PERNAMBUCO
58 Raa da < adela 53
I Priaeiro andar.
Alpacas lisas acolxoadas padres
a 500 rs. o covado.
Ditas .lavradas muito finas a 7C0, 800
e 900 rs. o covado.
Ditas lisas bonitos padroes a 440 rs. o
covado.
Merinos lisos de cores diversas a 500 rs.
o covado.
Dito verSo muito superior a 2#800 e
3d000.
Bareges de 13a lindas cores para acabar
a 280, pecbincha.
Gaze de seda com lindos padroes para
vestido e veos boje* moito em oso e por ba-
ratissimo preco.
Dita de seda com o ssento branco e
bordado de cor muito proprio para soires
a 200000 o corte.
Fil de seda branco. Dito preto por
menos preco que em ontra parte
Mantilhas pretas de seda
IJ0000,
A' duqueza a 12000.
.V brazileira a 130.
PARA A SEMANA SANTA
Recebemos o melbor sortimento de gros-
denaple preto do melhor fabricante francez,
pois neste genero podemos garantir aos nos-
sos nomerosos freguezes que nao temos ri-
val, os precos sao desde 1800 at 5:500
Groz de cores da melhor qualidade e
pre*;os razoaveis.
Setios de cores dos melhores fabricantes
de 10 a 20800,
Cambraia Victoria de 40 al 80 a peca
de 8 1/2 varas.
Dita transparente fina de 30300 at
1O0COO
Mecejanaj recebemos novamente esta lin-
da cambraia qoe feito o vestido parece uma
seda, a peca tem 30 Js. e costa 180 e
40OCO.
Saias de fusto e de mosselina rara fa-
mra U,
Ditas j feitas a 40.
Ditas bordadas a 50500.
Ditas mais finas de 80 e 90.
Cbapel/Dbas para senbora de palha de
Italia ricamente enfeitadas pelo baratissimo
pre-co de 150.
Cambraias branca com listras bordadas
a 80
Chapeos de sol para senbora com forro de
seda muito fino.
Ditos cabos de marfim.
Grinaldas para noivas ricamente afei-
tadas.
indos ludo escolhido a capricho e por n:
em qualquer outra parte
Basquinas de seda ricam n!e i' fe
200000.
Ifeiaa para hornera, senhon e ~..
de todos os tamaohes e qoalidades,
Gaardanapqs de linbo a i".
Ditos aleo.hoados grandes a 6
Cachinez a 30 para acabar
Carnizas para hom ns de 2,? at K;-.
Ditas borladas finas a 6^.
Ditas ditas para noivos a 100.
Ditas para meninos a 20.
Colxas brancas grandes a 80500,
50500.
Ditas de cores moito toperiore? a v
.
Bramante de linho a 20200 dito a ;''
a vara.
Dito de ligedlo a I07CO metro.
Atochado de linho de superior m ;
esmeralda de a 30690 a vara.
D.to de algodao a 1030^ a vara.
Babados bordados muito finos.
Ditos intremeios.
Fusto branco muito superior para rss
pa de meninos.
Gollinhas de esguiSo bordadas p?. t;
nbora.
Ditas de algodSo
Luvas frescas de Jouvin a 30.
Tapetes para gaarnicio de salla pen .
dos os precos e taraanbos.
Cortinados para camas de 80, 90 at i i
o par.
Pannos a croch para guarnigo ds a
muito baratos.
Para lato. Alpacas m rc3 c;r."--
prineexfas bombazina, chita preta, de
cale, crep, 13a preta fina, que ludo Wfa-.
mos por um pre^o dimineto.
Madapolo francez para 70 80 fi_
110500 a pe^a de 24 Js.
Dito inglez a 50 60 70 e 80 a pessa ; a.
24 Js.,
Casemira para bomens e meninos d !>
dos padrSes e por precos baralissimos.
Roopas feitas para bomens grande > r*i~
mento e e no Cysne se pode ven-1. r
rato.
Anquinhas de c'ina das mais modera35 t
30 e 40.
Deuamos de annunciar rauias ou,U Pa
zendas por se tornar enfadonbo e
por que os nossos numerosos freg- tes j*
8ibem qae o Cysne lem por cyslema ve&d^
barato, e n3o engaar seus freguezes :
isso venbam ver as fazendas do Cj>dc m*
s5o escolbidas a capricho a


1 "1
Veos de blond, sedas brancas, popelinas .
64 Ra da Imperatriz 64
FJGUEIREDO & LOPES

ILE6VEI |


*-
8
Diario de Pernambuc Quinta eit 2\ de Marqo de I8"i2
LITTFMTRi
i
ASSOCIvQX D0SARrI3T*S MSCHiNP
COS E LBER VES l)E PERNAMUU :p.
PMMEIRA SE3S0 MAGNA EM 187*.
Presidercia do Sr. Sanios Barros.
As 8 horas da nonta a?-se a chimada o
verificaio-se ha ver oumro legal de socios,
brio-se a esso.
L-se e approva se a acta da ultim ses-
sao ordinaria.
Pe'rc'irrida abolsa das propositas ua >
recolbe cousa alguna i.
1.* PARTE DA OKDE.M DO DA.
OthSr. presidente miada o Sr. 2.a seere-
lirio a ame-sala jb.r se all se cha algun
candidato approvado, o que eatej disposlo
juramentarse e tomar asseoto.
O Sr. 2." secretario sabe do sallo, e vo!-
lando pouco depos, partec'pa que S. Ex<\
(> Sr. presidente da pro'incia acabj de ch:-
gar ao ediflei i da soc'edade, sendo recebi lo
pela coamss5o eicarregada da o espsrn
e qae jun'.o a elle se cojserva. Diz ama,
(fue S Ex\ vem prestar juram.-nto cerno
8o;io honorario di sociedade, e termina de-
c.aran lo que se axham tmbem na anlesaa
es Srs. Jicob te Rock, Francisco de Paulo
Neva Seixas e ViceQte Jise de Oliveira.
que vem filiir-se como socios effectivos d-
.ciaste dos provelos.
O Sr presidente Convida aos Srs. Lame-
:.'ia Lias e Piulo, ia classe do. bjnorario;
e Jorge D-Jrn ellas, Porreira Vildla, Jos
Ueato e Antonio Joaqun de L'ma da el-*-
se dos magisiraes, e ao 1." e i. secretarios
para incorporados a tile director rem a
ante-sala recaber a c nduzir a sala das.se.;-
!os ao Exea. S. c nsollieiro Janqueira.
Retira se a comrnisso da sala e volta m -
raentos depon precedida pelo Exm. S :
coaselheiro presidente da provincia, o quil
osa tolas as sol anuales do estylo pre>
ti juramento cora > memoro h norario d <
sociedade do; Artistas Mechanicos e Libe
raes re Pernambuco e toma assanto.
' -S. Exc. cecupa ini cadeira ao la lo di-
rU.e Jo presideote da sociedade.
Em seguida n:me-se urna commsso de
5 raembros da c'.assa dos provelos par.:
i troduzir aos Srs. J te Rock, F. P. Nev-,
>tisas e^-Y. J de Oliveira.
'Jora as fannaliiaJes do costure e nvr-
i wias-pelo regnlamento da casa s5) intro
duzidos esses candidatos de que fe tratou
co periodo anterior, prestaai juramento t
iomam a sent.
O Sr. Duriille e Silva (orador da socio-
i le): Ex u. Sr. presidente da p:o-
, vincia.
b* .-empre no rejuota do prazer que a
imperial Siciedade dos Artistas Mechanicos
e Lioeraes di Pernambuco se rene para
dettrir juramento aos coryphos do progres
so o qual'rpido marcha, sem encontrar
escolhos nos cavados mares da vida, se-
memelhanca da possaote aguia que. faceira,
&e libra no ar para encarar b corascant)
planata, rei dos astros.
E' sempre rom o riso nos labios e o co-
rceo transbordand > de gratidao, que es
albos do trabalho com a tez crestada e mo-
cariosas, po-ra sin:eras, apertam a dextra
qne calca fina lu^a, Jizando, obrigado !
E' sem.'re com r.dmiraclo e respecto que
as artes, em frateroal abraco, apertim bem
jonto ao peito soa irmaa de lidesa seien-
.:.< esse sftpro da diviodade.
E' seinpre envolvido no verde manto da
:.-. eraoca, que esta sociedade v engrosar
a pleiade de seus 'dadores.
E' tamben com a mesma esperanja que
tila se dirige boje V. Exc. dizendo: Aca-
, defpretar um juramento sagrado ern
: soeiedda de artistas, na qualidade de
\\ i] rario pebs grandes e vali, os
qoe, fm p6 da mesma sociedade,
ses; iiestes confuniir-vos com os
,11,., v ios da pobreza; viestes provar qua
a anta'ti do Supremo Architecto a igual-
dde s-j d tem sido observada por todos,
tambem nao deixou de encontrar adeplo>
t-w. c v;i;:s bem formados como o de V.
Exc.
Ebtaas, Exm. Sr., no meio de artistas
erigiram em seus coracSes estatuas
graliJiD qoedevea aos inmorredooros, con-
sjlbeiro Diogo V.alho Cavalcante de Albu-
querque, Manoel do Niscimeoto Machado
1* rtclla, Bjro do LivrameDto e outros ge-
r.ins bemfazejos que sao o futuro prospero
dftsta grande asso;iac5o.
Apii. nlo encon'.rari V. Exc. o fino trac
ti da alia sociedade.
O rcc'.r da fina pellica aqu desco-
r.hecido.
As phrases estudadas e gasta?, o burbn-
rinho das cortes, aqu n3o podem penetrar.
Encontrar, portn, V. Exc. a lealdade e
rmeza que caracterisam os filhos de Mi-
nerva. ...
Oovir de cada um de nos a gratidao
transbordando par j n5o se poder conter
nos limites do corag5o.
Serlo nossas pa'avras toscas e desainha
das, porm, verdadeiras e rijas como rijas
se tornam a cal e o lijlo que f.rmam a
apotheose da maior parle dos filhos desta
casa.
.
Portanto, esta sociedade mut'O s enno-
brece por contar no catalogo de aaos socios
honorarios o nome de V. Exc.
UTa.aa se pjr lar occasiSo de mostrar
jue uem sempre a gratidio record! a sn
peibndide que tem o bemfeitor sobre o
beneficiado. .
LoDge de aviltar-se, ella se apraz de con-
fe<-lo e fazendo jastica aos senttmectos
de V. Exc. esperj e confia dos recursos
qoe V. Ex-. Ihe proporcionar para o seu
maior engradec'.menlo.
Aceile, pois, V. Exc. esta diploma pobre
om seus alaviis, p>rra ri :o por ser a ex-
press3a ra \ sincera de nosso reconbeci-
meii'.o, que nesto momento t5o solemne e
de eterna r,-cord q i p3ra nos Ihe confere
a Imperial Scciedade dos Artistas Median-
as e Li:e:aes de Pernambuco, dizendo com
o or^ao replecto de prazer: obrigido, ca
Vdlheiro, obrigado!
v* grupos de modernos gigantes me
dirijo agora.
Arabastes meus irm3os, p r forc di um
juramento, de lomar s bre os veaos hom-
bros a p sada tarefa d) engrandecanlo
ias artes e dasta roci Jada que, ha tanto
lempo, geraeu oppr'mida pa'a mo do iniif-
ferealisaw qae g.lj tud) e que tu lo mata.
Dijta socie lacle qua, a iraitacSo da lampa-
da a que faltando o combistivel, ora pare
:e apagar se, ora parece sprada pe!o anjo
da vida, vai em fin at ingindo ao lugar qua
he .nircou a sua sabia instilu:clo
E' ardua a tarefa, meus troles, oh
muito ardua, principalmente para aquelle
que vivem anda dos precoaceitos sociaes,
preconceitos que infelizmente civilisam o
vicio, quand) este se arrcia de ouropeis,
humilb im a virtode qoando o pobre se ves-
te dos andrajos que iba sao homogneos.
P. ra vos que avei- de lotar brac) a bra-
?o com oseptacismo, personificada em ho
cnens, para os quaes o Deus o brilbo do
ouro; para vos que ainda nao apurastes o
amor da arte no crizd dos sacrificios ar-
duz. muito ardua a tarefa !l
Mis para onde me quer levar o pensa-
ment? Dovidar da \ossi ddicaco de
vossa torga, oh ; injust ca. Lutii, mees
imos, com o collosso da miseria, que
triumpbareis. A dajpela qual vos baveis
de bater sanita, a ai e luz qua se ex-
pande la fulgente aureola do grande Dews.
Artista?, n3i cederis o vosso lugar de
honra a parazius vis qae s vivem de vossa
seiva.
Artistas, nao consentiris qae tirem da
fronte a vrente co:j da carvalbo.
Vossa fofca grande, ponde-vos em mo-
vimenlo a n^o desmentiris os importantes
feitos de Raphael, Apeles. Robem. Bong
Rothe, Canova, Bemveouto, Celline, Taima,
Salvador, Rotas e ouiros'soberbos vultos
dos tempos idos.
Uni-vos, e veris em completa di?o!uc3o
o srdido e negro fgoismo com seu cortejo
de pliartasmas humanas a seivar se do san-
gue de seus irm3os; o parazitismo a morrer
a falta de seiva: o orgu'ho espavorido a bater
com a cab^c nos marcos di estrada da ra-
z3o : 3s collumnas de ouro a saitarem de
seus pedetaes e pulverisarem-se; veris
espedicaJos esses brazes, em cojos escu-
dos houverem manchas da sangue ; veris
sinda desfeitos tolos os preconceitos, por
que elles logem da razao como a sombra fo
ge da luz.
Trabalhemos meus irmSos, sej-a o traba-
Iho a noasa devisa e com as forjas de que
podermos despor retemperemo-nos nesta
sublime triadade: trabilho, amor, e liber-
dade.
Meus presadissimis irmos, eu vos
saudo.
O Sr. presidente da provincia em breve
e eloquentes palavras agradece a sociedade
dos aitistas mechanicos e liberaos de Per-
nambuco a prova de distinc,a) qae Ihe dea
elegendo-o seu socio honorario.
Diz, qae n3o considerar ir-a formada-
de o juramento que acaba de prestar, e
promelte que far todo quanto estiver ao
seu alcance em prol do desenvclvimento e
instrucc3o da classe artstica e da sociedade
que 13o zelosamenle emprega esforgos a
favor deto til e lonvavel desidertum.
2.a PACTE DA ORDEM DD DA.
O Sr. presidente convida ao sceio hono-
rario Barbosa de AraHJo para em nome da
sociedade offertar ao Exm. Sr. commenda-
dor Manoel do Nascimento Machado Portel-
la, socio bemfeitor da sociedade, a placa da
Imperial Ordem da Rosa com qua a so.ie-
dade dos Artistas Mechanicos e Liberaes de
Perntmbaco b.inla ao mesmo Eso. Sr.
como prova de reconhecimenlo e gratidao
pelos servicos prestados e protecQo cons-
tantemente despendida pelo mesmo dita
sociedade.
O Sr. Harboza de Araujo : Iilm. Exm.
Sr. Dr. Manuel do Nascimeato Machado Por-
tella.
Hi honras que nao se procuram, mas a
que tambem sa nao recusam os que, como
eo, eotendem qae a gratidao urna virtode
e a obediencia um dever.
Tal a de que me acho agora investido
por esta sociedad i, como sau interprete na
presei.ta solemnidade.
Convidado pela sociedade dos artistas,
na qijtjhdaje de sea so honorario, para
dirigir V. Exc. a palavra no teto da en-
trega d> 7enera da Imperial Ordem da Rosa,
com qae foi Y. Exc. honrado no grao de
c imraendador pelo goverQo de S. A, a
pri ceza Imperial Regente; e qae esta so-
ciedade pretenjia offerecer V. Exc, n3o
era possivel que ea decliaasse de mim t5o
subida b)nra, nem qae me furtasse ao des
empea o de urna incumbencia, qae me im
punha.esU illostre sociedade.
Catando com a benevolencia de V. Exc.
nao trepidei, pois, a;ceiia-la, emoora a re
coahecesse muito superior s miabas torcas.
Grande o assuipto, e de sua impor-
tancia tiro eu motivo para esperar de V.
Exc. a merecida indulgencia.
Ha muito almej.va a soeieiade dos artis
ias mchameos e liberaes oc;asi3o de teste-
muohir V. Exc. toda sua gratidSo pelos
rel'antissirats servic js, que V. Exc Ihe
prestara em sua imiui tra.o >.
Feliznente chegon essa ooportai.ilade,
e nao era po.sivel qae esta sociedade, ra
conlie:da orno deixissa escapir um
momento tao asado, e qae Ihe abra lapga
margem in'.eira e completa expans j de
seus nobres sentimentos. Lisongeia-se a
socielade d.'S artistas, acreditanio qae o
goverao imperial ao galardoar a Y. Exc.
pelos eminentes servicos prestados esta
provincia, durante sua sabia adminstr.,c5o,
como seu 2. vicepresidente, n3> esqueceu
e antes, como um dos mais imputantes,
considerou o apoio que V. Exc. prestou
esta orporacSo, prodigalisando-lbe meios
de alcmjar a ins ruccSo com recursos, de
que para esse fim tanto careca.
A iastrucc3o popular, preparando bons
artistas e excedentes cidados. o camioto
seguro do progresso moral e material do
paiz.
Toda a sorte de beneficios atee d'ahi.
Elles se derramos om egeal prolusa
por todas as classes, morali*ando urnas
com o assegurar-lbes meios boaesl vida, e offerecendo a oulras um giran i i
de ordem e seguranza, jae sam o>!a jamis
se poder ewwegoir.
Iitruir ac>asse meno* favorecida e abas-
tada da sociedade assegurar ostra um
bem estar duradooro e permanente.
E' por isso que ai sociedades modernas
n3o poupam sacrificios para moraisar o
povo, diffundiodolhe a k>truccSe,^ como
o mais seguro ajoblo da prosperfdade e
riqueza alinda moralidade e civilisacSo.
O moB'ircba bfaeileiro ^e foi proiigo-nas
remuneraces, coaa q ie p-emeioa os que
pagaram largo iroposio de saogue para? ma-
nutenfSo da inlegridade do-toperio e dig-
nidade nacional; se em segnida desenrolou
a todos o; ventos a banleira da emancipa
cao, nao menos empenhado se tem mostra-
do nessa ullima estao3o di civilisacjJo" do
progressoainstrmgao popuiar.
Se a V. Exc. foi dada a occasiSo e op-
Dortunidade de prestar-lhe ser vico no corto
periodo de sua adaainislrac30t della soube
servirse com tamaaho tino e felicidade qpe,
com immenso proveito ao paia, conquistoo
para si honra e glc-ria.
Membrs importante do magisterio, raas-
tre esclarecido e venerado da mocidadev
que se eacaminha aos altos cargos da judi-
catura e da adnioistrac3o. V- Exc. conhou
sua carta administracao com o sello, que
jamis se-apaga ; porque se aiprime no-oo-
raf3o e aa memoria. ~^
Encarando assim a sociedade dos Artistas
a honra que V. Exc. conteni o govarno
de Su Alteza Imperial Regente, oorria-lhe
o impejiioso dever de humildemente aeso-
ciar-se essa honra, nfferecendo V. Bxc.
a insignia, que ora Ibe colloca ao peito...
O orador interrompe sa para ser entre-
gue ao Sr. Manoel Portell a placa que Ihe
offerecida.
O Sr. presiente da socitdade diriguid >-se
ao Exm. Sr. presidente da provincia Ihe
roga de ser elle quem se digne coUocar ao
peito do Sr. Manoel Porlella a insignia de
que se trata.
O Sr. presidente da provincia aceita com
prazer tao agradavel inenmbencia e dirigin-
do amistosas e discretas palavras ao Sr.
Manoel Portella, termina predendo-lhe a pla-
ca ao peilo.
O Sr. Barboza de Araujo, (continuando)
Nao sei, Exm. Sr., o que mais deva ia*
vejar ; se a feliz lembranca desta sociedade
de oUerecer-lhe essa venera, on se o justo
prazer de que V.JExc. deve neste momento
estar oossnido. a ver qae esta offerta nao
Ihe concedida por motivo de alheias sag-
gestes, e sim como espontaneo testemnnho
da afecc5o e respeito, qoe Ihe tributa a so-
ciedade dos Artistas Mechanicos e Libe-
raes.
-Muito fez V. Exc. por esta sociedade, e
muito poder fazer ainda, porm esta de-
monstrac5o que V. Exc. della acaba da re
ceber, revela para mim nm facto de t5o su-
blime e importante alcance, que se n3o fra
o mrito de sua espontaneidade, en opta-
ra antes pela idea feliz da lembranca.
Assim condecorado, os Artistas Mecni-
cos e L^eraes esses filhos do trabalho,
obreros da liberdade, obscuros artistas, ho-
FOLHETIH
muwn ritii.rici.u
POR
CAMILLO CASTELLO-BIUNCO
CONCLUSO
Passados seis mezes, porta do quiotei-
ro de urna peqaena granja, visinha de Bar-
cellos, parea ama liteira, d'onde apearam
Antonio de Azevedo e Corinna da Soledade.
Logo em segnida, cnegaram algamas cargas,
acompanhadas por negros, em volta dos
quaes o rapaiio de Barcelnhos fizera gran-
de alarido de apupos e espirros. Das tres
escravas, om s resistir saudade do se-
nhor ; os pretos viviam todos, amparados
pelo bom trato dos novos amos.
As irmaas do bacharel vestiam as suas
mais vistosas e secias galas. Eram qnatro
frescas mocas, robustas, c6r escarate de
quem veode saade, alegra a desbordar do
coracSo aos olhos, e am rir franco e aberto
de innocencia, e felicidade expansiva.
Corinna abracou-se aellas, qae a levaram
tm andor para oprimeiro sobrado. Neste
sobrado, algum tanto escaro, rescendia um
acre de rosmaninho e alecrim, como em
festivdade de presbyterio. Por cima de
mesas, commodas, e banzos das janellas,
tudo eram jarras de louca ordinaria com
grand.s feixes de dhalias, rozas e folhudes
mens o po o, sn'i lam V. Exc, ebeos
de respeito e acaiamealo, e es'3o cerios de
qoe a ellas te associam os respeita'eis e be-
nemritos cidadSos qie oslnaramcoma
na presenta.
E na justa esperanca de qae encunlrar
V. Ex?, nessa honra estmulos qne estao
sobre tudo no sea coracb patriota ; cortos
de que na carreira publica que encetou,
ser V. Exc. sempre o protector ds aitis-
tas, o iacansavel p_omo'.or da instruccio
popular, ousam asociar se ella, symbo-
lisando na venera que acabam de offerecer
V. Exc, nlo s a gratidao e o respailo,
mas o penhor da proteccSo, que ibes ha de
oulborgar para o futuro.
l-ceba pois, V, Exc essa venera debai-
xo desta dupla significaclo e com ella nos
sas mais sinc-ras e jubilosas felicitages.
O Sr. Manuel Porlella .Ha pjoco tem-
po esta Ilustre sociedade por acto da ex-
trema benevolencia dislingaia-me com um
dos mais ele a los ttulos, qae por seu re-
giment tem o dreito de conferir.
Hoje que ao governo imperial aprouve
tmbem distnguir-me, ainda ella que se
eleva a toda a altura da genero idade p3ra
coafandir-ma, offertando-me o symbolo des-
ta dislinccjj oflical
E* immensa a minha divida, coafesso-vos;
mas immorredoura a mioba gratidao, ga-
ranto vos. Aceitado a vossa graciosa of-
ferta, qae tanto realca para mim o valor
desta coadecorac5o, vejo nella a magnanimi-
dad! de coracha d)$ honrados e labo-iosos
artistis, ilustres membros desta sociedade,
e o muito que me cumbre fazer peh iin-
porlanti classe, que 13> brilbantemente re-
presentada por esta associacSo;
Eis a uaamfejtacSo que possodar-vo nes.-
te aornaato s ilemoe, um dos mais solem-
nes di miaba vida. Recebei-a, ois, como
sincera express3o d^iseussentiiaemos para
comvo-co.
Obngaio, mil veas obrigado fExm.
Sr. coaseoeiro J >5i Jos de Oliveira Jun-
qaeira, a V. Exc. que se digoou eolio ;ar
em meu peilo> a veuera da honra cota quo
oVjstinguo me o goveroo- imperial, asso-
eiado-se assim a esta matiifastago com
que me honra to preclara zssociacSo, ren-
do-o mus profundo recoabecimento. As
palabras qua V, Exc. acab* de dirigir-me
s3o- por demais lisoogeiras e immerecJas ;
muito me nouram, orm, partmdo de ara
cavalheiro dUtincto, que como-administrador
desta provincia tanto se tem recommenda>-
do pela sua intelligencia, espirito de juslica
e subido patriotismo.
Vsy irm3o socio honorario^ org3o desta
sociedade para com:go fostes tao benvolo
e pjr lal forma roe penhoraste,que baldado
esforco se ia manifesiar-vos agora o mea
agradecimento.
Illustre irmo director, rmeos adjuntos
e mais dignidades.
Julgo-desaeceseario dizer-vos, ao receber
to significativa demonstracSo- de apreco-
que n3o- me furtarei ao comprimento de
meu dever para comvosc e para com esta
sociedade.
O Sr. FerreiratYileUa:tespeitiveis ir-
mos, simo qus neste momento so'emne
me faltam as foroes para expressar-vos os-
sentimeotos qae me borblc2o na alma
Tenao o corpo molesto, o espirito atribula-
do e cansado, e entretanto r> dever e o gos-
to me impellem.
N3o sei tajabem o meu silencio nesia
occasiQ como seria nterpe&rado, sendo eu
o iniciador, lisongeiramente- apoiado por
todos vos, do principal acta da 1. parte da
orden do dia de hoje, e pos isto n3o que-
rendo, que saj^ lomado a m parle u intempestiva muder, faco da> fraqueza tor-
cas e eis-me perante v-a, em am .imple-
xo de amisade oscuando-vos, fraternal-
mente, e feucitando-vos, fellcitando-me !am-
beo, pelo facto de \er enfileirado as
nossas avaacadas mais um nobre atbleta, e
um paladino distincto da civilisaco o do
progresso.
Cumprido este natopal e grato dover, o
animo me convida certas constelares,
maDda-me justificar o nosso procedimento,
no afaa por nos empregado nos ltimos
tempos para a obtenc3o de socios honora-
rios, sempre escolhidos entre a pleiada
dos mais eminentes e preclaros homens da
nossa trra.
Pode acontecer que no correr das pala-
vras que vou dirigir-vos, esquecendo a
scena de mimos e flores que nos circunda
neste momento, me escape algom gemido
nascido das dores qu6 me maltratam o co-
rceo pelo ostracismo e desamparo em que
na communno brasileira tem vivido a clas-
se a que pertenco, que pertenceis. Se isso
acontecer, desculpai-me, e era seja moti
vo para que me nao despeaseis hoje a be-
negnidado com que tantas vezes me tendes
ouvido.
Sabemos todos, que a AssociacSo dos
Artistas Mechanicos e Liberaes d Pernam-
buco conta seis lustros da existencia. Sabe-
mos tambem qae om t3o longo periodo de
vida, sempre lisongero para qnalqoer so-
ciedade, que tem a felecida Je de o conse-
guir, tem sido infelizmente para a Associa
c3o dos Artistas Mechanicos e Liberaes,
arrastado pesadamente entre perennes la-
tas e desmaios, entre combates e desfalla-
cimentos, que por mais de Urna vez tem-na
levado at o estertor da agoni3. Mas esses
trinta anoos de vida Dgloria, eisas lut^s e
desmaios, combates e desfallecimentos nada
expnmem centra a excelencia de tal Insti-
tu'cao, antes revellam a sua s-blimidade,
quelh lera conservado a vida, e paten-
teiam a tenacidade e esforco de animo de
b'-mens convencidos, de homens cheios de
amor e de fe pela sus classe, Jobs de pa-
ciencia 6 espeanca, que apezar da cerracSo
e da tempestado snieveem e esperam o
sartelmo protector e reg.aerador que nos
festias da vida ha de dar a seui successo-
res o lugar assignado aos homens do tra-
balho methodico e intelligente.
Encho-me de espanto e respeito ante a
memoria dos fundadores da assoc3c3o dos
artistas de Pera8mb;co, ante esses vultos
venerandos de le. de sacrificios e de presci-
encia, que tinto mais dignos de admira-
rlo se tornam, quanto se considera a ca-
rnada focial a que pertenciam, os precon-
ceitos que os esmagav3o, e a auzencia com-
pleta de orna edacaeso regalar, normal ou
litteraria.
E' digno de assombro, meus irmos, que
homens taes conhecessem as vantagensda
Ilustrar-So do espirito, a ne;essidada do
saber para o progresso e engrandecimento
das clases operaras e artsticas, e se con-
gregsssem com sacrificios, nnanditos para
amanharem terreno ao qual destiv5o se-
mentcs aseguradoras de um futuro lison-
gero e prospero classe laboriosa a que
pertenciam
E, meus irmos, em que noca esses
homens desberrtados, quasi esquecidos. se-
no desprezados da sociedade, faziam de-
sabrochar nos pe'rte-s, e revolva na mente
deas to claras, tso elegantes e Mo pbilan-
tropicas ?
Em 1840, qoando- o governo do Brasil
pareca dormir pesada e profundamente s -
bre o progresso i!o
Aqu tendes. Exm. Sr. conselheiro, pre-
sidente da provincia, e hoje nos-o Ilustre e
conspicuo rm5o, debuxado a vossos olhos
o qua dra da vi Ja e stuac3o desta ci-
dade em que generosamente vos acabaes de
filiar. Eis tracado com verdadeiras cores,
embora tristes e paludas, o desenho que
justifica os esforcos que fazemos por attra-
hir e collocar era nossas fileiras homens de
posico elevada, como v, homeDS des-
tnelos ou uteis como todos os nossos so-
cios honorarios e bemfeitores, os quaes va-
mos confiantes e carinbosamente buscar as
carnadas superiores da sociedade para vi-
rem, como Cyrioeos ajudar-nos a levar o
pesado madeiro da cruz, que temos sobre
os hombros ao Golgotha da redempeo da
classe artislica, que representamos e prote-
gemos. Vedes p' is que o vosso generoso
corado advinhou e advinbou bem, que el*
legendo-vos nosso socio e irmlo nao eramos
instigados por pueril verdade, ou imperti-
nente vangloia de ostentar vosso illostre
nomes a par dos nossos nomes humildes
na lista dos socios desta caa. Compre-
hendestes e comprehendestes bem, que era
o vosso valioso, concurso e proteceo, que
vos fomos pedir.
Parece nos que a classe artstica bem
merece a proteceo que para elia supplica-
mos. Nao sabemos, nem pode ha ver mo-
tivo justificado para que um fado pequenino,
um destino fatal a acabrunbe. Nos pai es
uiais adautados em civilisaco quer na Euro-
pa, qoer no Novo Mando, essa classe des-
linguida e pro egida, aqutee-se no animador
calor da cousi lerac >, emquanto que o ar-
ista brasileiro vi>e vida de obscuridade,
ebea de dores, devorando a bumilnaco do
desconceito, soffreoiio dissabores ignorados,
e ainda em cima obligados a morrer com
graca, cono os gladiadores, vencidos nos
circos de Roma dos Cesares.
(Continuarse-ka)
gyra-sss. O oratorio eslava aberlo, e al-
lamiado o era fin com a lampada csual,
e mais doa3 vellas de cera de meio arratel,
voto da mais nova das meninas. Os frizos
do sanctaario eram grinaldas de flores,
atadas pelas bastes um s n'outras, enfeite
de menos engenho que apparato.
Antonio de Azevedo entrou depos de sua
mulaer; senlou-se em um tamborete de
couro ; descobno-se, qaaodo den pela
imagem da Caristo, e mormarou :
Fia lmente!
Corinna da Soledade -sentou-se sua
heira, e disse-lhe :
Que celestial graca tem isto tudo,
filho!
Aqu tens a pobre casa onde nasci.
Corinna!... disse Azevedo, relanceando
em redor os olhos hmidosIsto p Je ex-
plicar a eslreiteza das miabas ambiges.
Moldou-se-me a alma nasdimenses acanha-
das d'esla casinha. Olha as flores de que
ea linha tantas saudades I Ali tens a mi-
nha banca de estado... L esto ao lado
do oratorio os maus primeiros livros
Mas como isto pequeo I Como cabere-
mos aqu!
Perfeitamente, Antoninho I disse
Corinna.
Entroo, n'esta eosejo, Joaquim de Aze
vedo, o negociante do Porto, qae cara
arrumando n'outro sibrado os bahs.
NSo tei, nlo sei como hlo de caber
aqui, meas i,mosdisse elle, rindo Tu
j sabes, Antonio, que, alm d'esta slela,
e doas quartos, segae-se am casarlo velho,
paiz e descurava mu
reprebcnsvelmenle a Bstrucc) do povo,
contentando se e ufanatido-se (a historia
sempre Sivra), e ufanand'.-se, dista, em
entreter-se e lotar com urna immensa hy.lra
que o-enlacava com a Laocooate, a hydra
da anarebia, qae desde 1S22, desde a nossa
autonoma ctica levantava o altivo e hir-
suto eolio or.-. no norte, ora no sul, ora no
ceir.ro ora na propria capital do imperio
nasee te! P"ar e Ro Negro, Rio Grande
d i Su\ Babia, Pernambuco, Maraahor Mi-
nas Sao Paulo. Mitto Grosso e o prpiio
municipio Neutro estremeciam e egilavam-se
em Iotas sangrentas, desaS-avam e a/p301""
viam as torcas do goveroo que de coraoo
se eatregava a essas lutas -r em 1840 em
que o governo ainda nao caneado de lular,
chaforoava-se at no lamaral dos pasquins
e pamphletos revolucionarios, procurando
impedir com lodas as torcas que Ihe resta-
vara a exaltaco ao throao do Brazil do
Jovem Apostlo da nstruec3o popular, hoje
13o feliameote principe no estado como as
I iil t p
Foi em 8i0, meus irmos, "nessa poca
trbida, carregada das cooseqoencias de
um passado mesquioho em proveiio para a
patria, que am punbado de gales do traba
Iho desfraldando as brandas auras da espe-
rarla a bandeira, que deveria ser -asteada
pelo governo. faodou na associac3o com ba-
ses t3o generosas para a classe dos asHtas
desta provincia, e t3o auspiciosa em vanta-
gens para o paiz 1
Porque motivo, meus rsspeiteveis irm3os,
to bella arvore com tanto aooz plantada
n3o tem produzido durante 30 amos de
existencia os ructos que- tanta f Iba prog-
nostieavam ?
E' porque Bem sempre a f abala mon-
tanhas. E' porque mulas vezes os mais
santos impulsos de um coraclo generoso
nentralisam-se ante mesquinhos obslaculos
materiaes.
Eises bomens generosos e previdentes,
assim como todos aquelles que Ibe succede-
ram fiis a heranc, e firme no proposito
de lancarem nos reaes da instruccao os
aspirantes ao sacerdocio das arles quas lem
naufragado a penuria de meios. Os roestres
e o necossario para o expediente das aulas,
nlo se obtem sem dinhero, os alugeis de
casa e mil outras despei3s precisara para
serem satisfeitas de recursos que sempre
lem faltado, por quanto tolos os de que se
tem disposto ho sido iasufficienles para lo
largos fias.
Na verdade. meus irmos, nem assim
podia deixar de ser. Todos ts artistas na
nossa trra s3o pobres, mais ou menos one-
rados de familia, os recursos que tiram do
seu trabalho, sao sempre exiguos; como
pois fazer-se economas vantajosas, de onde
podessem sabir o auxilio desejado e sauda-
vel para a sal facSo de to grandes com-
promissos ?
Nao ha que admirar.
Ai I desta philantropica sociedade se o
patriotismo da Ilustrada assembla de Per-
nambuco Ihe nao tivesse vindo em soccor-
.o. e estendido generosa m3o, acudindo-a
ncensaotemente com pouco sim, mas vivi-
ficante verba no ornamento provincial.
VARIEDADE
e urnas oilo alcovas, de qoe os ratos esto
de posse immemorial. Ora vem ver l Es-
toa ceito que a no3sa Corinna vai car es-
pavorida 1
Abri Joaquim de Azevedo a porta qoe
abra para o casarlo. Antonio fez pe atraz
de maravilhado. Tinha dante de si ama
sala loxoosamente trastejada, com janellas
lateraes rasgadas em arco, .e envidracds a
cores. A jirdineira central eslava cogalada
de flores raras, e ricas encardenac5as de
albuns. A um lado o piano. A ouiro a
oibomana e as oadeiras de respaldo em se-
lim amarello. No centro, o lastre penden-
te do estuque primorosamente lavrado da ^
mais eogeohosa fllagrana. Ao fundo d'esta, Um Tambem corinna qoeria ir reconhe
tes que os ratos devoras3em as nossas ir-
alas.
Antonio abracou Joaqom de Azevedo
com fervorosa alegra, e este, com o outro
braco, apertou Corinna ao peito.
Segoio-se um da e muitos dias de con-
tentamento iocessante. A cada hora em que
se encontravam juntos, mesa, no jardim,
nos campos, ou margem do Cavado, ers
ama festa, ama alegra de enancas!
Gastlo de Noronha eslava j eo Lisboa,
de volta de Franca, onde se deteve um
anno a comprar a mobilia. Aquellas du-
quezas eram os seas peccados 1
Fernando de Albayde deseen do alto M-
nho a receber seos canhados na qaiota do
sala estava um quadro com recamara, espa
coso, alegre, com alfaias de muito valor e
guato.
E' o vosso quarto, meus rmlos
disse JoaquimAo lado tendes outro : ser
o do vosso primeiro filho. Quaodo os fi-
lhos augmentaren!, iremos rompando com
o edifico pelo campo, ou daremos casa a
largara que precisa para corresponder ao
comprimento. O defeito nlo foi do mestre
architecto : foi mea por tui causa. Era
preciso, c para o meo plano um pouco de
peca mgica, que tu visses a frontaria da
velba casa e nlo podesses ver o fondo. O
que era de nossos paes, est em pe ; tens
que farte onde ver o tea passado ; todo se
cooservou por amor de ti, qoe tens l essa
poesa das casas velhas. Mas has de per-1 da Costa.
cer os arvoredos de sua infancia, e mostrar
ao marido os logares onde chorara mais
lagrimas de saudade. N'esta quinta se reu-
niram as qnatro nulas casadas.
Emma, vscondessa da Cruz, tinha nu-
trido muito ; e, com quanto o jubilo Ihe
dsse iza, nlo cessava de queixar-sedis
loeommodos de tamanha viagem, desde o
Porto all! Leonor, casada com Luiz Ta-
veira,.ra muito da irmia gorda, chamava-
lae o ideal da pregona, e saltava muito,
pendarada no braco do marido, que era
doodo por ella, O velho Bernardo Taveira
segoo os filhos, e fazia discorsos, que nin-
guem Ibe oovia, excepto Antonio de Azeve-
do, qoe via n'elle om dos classicos yelhos
talbados i molde das virtudes de Valentino
Dias depos, ebegou
doar que eu tenha destruido o casarlo, an-lNorouha, Maalda e Elisa, a mais nova. 6
ainda solteira das meninas. Gasto, com
todo o apromo de sua fidalga altivez, ap-
proximou se do genro Azevedo, abracoo-o
cordialmente, e disse Ihe :
Meu charo commendador!
Vossa excelleacia est engaado /
disse o attonito Azevedo Eu son, salvo a
pequea dfferenca de alguns cabellos bran-
cas, o Antonio de Azevedo de 1844,
Gal3o tirn da algibeira urna chapa re-
fulgente da ordem de Christo, e disse :
Aqui tem 1 E* o meu presenta da
noivado.
Muito agradecido a vossa excellencia
disse Antonio de Azevedo Qualquer
dadiva de vossa excellenca me alegra ; e
esta, que tanto luz, deve ser muito agra-
davel entre os brinqoedos de meu primeiro
filho.
Mas eu quero qae a use lornoo o
soero.
Na miaba aldeia ? pergontou o
genro.
Em Lisboa, para onde eu quero que
o senbor v gosar a vida e ,a nquea que
tem. A miaba Corinna n3o se fez para o
mato de Barcellos. Nlo assim menina ?
__Respeito muito a vontade de meu pai
disse Corinna com submissSo mas a
nossa casa em Barcellos, e as minbas flo-
res esto l por aquellos matos. Tenho l
urna segunda familia qui me chama, e
qual eu tenho -escrpulos de roobar por
mais dias o seu irm3o querido. Amanhla
*

i
<

BtSMARK.Relativamente noticia que
na dias deuo lelegrapho s-da.quat se dizia
que fra preso um polaco por suspeitas q.u recahiram sobre elle de qoerer assassinarc
grasde chanceller da Alleooanha, encontra-
mos em nm diario estrangsiro o seguate :
Em um coamunicado official puolioado
pelos- diarios de Berlina de 22. de fevereiro,
diz-se qua no da anterior fra preso- ul
ex-pharmaceut co de Posea, sob-e o qua;
reeahem fortes saspeilas de eommetter um
attentado contra o chanceller do imperio.
O referido communicado accrescenta que o
polaeo' catholGO fantico, servio muito
tempo no corpo de zuavos pontificios e pas-
sou os ltimos mezes em casa de um coae-
go de Posen. Chegou a Berlina no sabbado
passado, tendo dito em Posen que breve-
mente se effectuaria urna grande mudanca
naqnella capital. Foi preso no domicilio do
seu pai adoptivo,, o bedel da igreja de S.
Edwig.es, encontrando-se-lbe nessa oeeasiio
urna pequea faca no bolso.
BOA RESPOSIAI O seguate dialogo
leve lugar ero um tribunal de Nova-York,
enire um advogado e um medico, que linha
sido chamado a depr como testemunha:
Advogado :Um medico n3o se deveria
engaar no seo depomemo.
Medico :O mesmo deveiia acontecer a
um advogado.
Advogado :O erro de um meico ea-
terra-se a seis ps do cbu.
Medico rE o erro de um advogado fici
mulas vezes suspenso a seis ps aama d >
ch3o.
Quera dizer que urna ruim defeza podia
levar a torca o desgr cado que su entre-
gasse as mos de um jurisconsulto de tres
por um vintm.
A RESPEITO DE PENTEADOS.-Cha-
mamos a attenco das nossas letoras para a
seguinte noticia:
Diversos jornaes de Pars fallara de
urna ultima reforma no penteado das se-
nhoras, a qual se tiver apologistas, proda-
zir urna revclugo completa nesta parta
importante do adorno do bello sexo. A
referida reforma, que parece ter sido inau-
gurada pela princeza MargardaCzartcryska
e logo secundada pela condessa de Paris,
consiste em desterrar para sempre os ac-
tuaos chignons. Os cabellos ficam levaota-
dos em toJa a cabeca e as suas extremida-
des seguram-se com um lindo penta ; urna
flor ou urna fita, collocadas a um lado da
cabeca, complelam o penteado. Entre as
senboras que leem adoptado esta nova mo-
da contam-se a princeza Amelia de Cobur- -
go, a duqueza de Cbartres, a condessa de
Raineville, a vscondessa de Segar, a mar-
queza de Castellana e a joven princeza da
Rroglie.

>

'

ce-Jeu alma reconhecda, e deu um beiio
na face de sua mulher.
EPILOGO
L vio quatorze annos.
Nao me consta qoe tenha morrido algum
dos personagens qae ha instantes vimos lio
alegres as margens do Lima.
Conhecem romance em qae tenha morri-
do tio pooca gente 1 Eu nlo I Se aquella
santo do Rio de Janeiro nao vergasse de-
baixo dos oitento annos, ainda agora podia
eslar no seio da patriarchal familia de Bar-
cellos, onde elle tencionava acabar seus
dias.
As irmlas de Antonio de Azevedo esto
todas casadas, e senboras da boas casas de
lavoora e numerosa descendencia.
Est ainda solteira Eliza, a irmla mais
nova de Corinaa. Tem hoja triata e um
annos. E' ainda formosa. Se o leitor
solteiro e rico... (o3o ser mo que seja
rico, para maior segoranca) pode dar a este
romance am supplemento, casando com
aquella senhora, que est aqai em Lisboa.
Eu de muito boa vontade, na segunda od-
elo d'este romance, darei a possivel immor-
talidade ao acto.
Pode tambem saber que o menino mais
velho de Antonio de Azevedo amolgoo a
comineada oa borda de am tanque, e aca-
bou por atirar com eUa a am poco. Que
grande demcrata se est all criando t
l
!

r
\
FIM
^S'deAzevedi, sem temer reparos|xYP. do durio-Ra uouuyub i* ujuB
*


Full Text
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