Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12615


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Full Text
*
ASNO JtLVIH. NUMERO 66

fABA A CATITA1 E LTSAMS 0S3E WO SE PACA FCBTS.
lfMUL Vo mezes adirmtadoa.................
eis ditos idem.................., .
i?or xuu aaoo iiiein.....................
jada atunero avnlso...........
6,1000
i2000
UfiOOO
130
FEIRA 2Q DE MARCO DE 1812.
PASA DIITB3 I P01A DA PH07IICA.
Por tree mezes adiantidoa
Por seis ditos dem. .
Por nove ditos idem .
Por om auno idem
.
SOISIo
I7#0C*
MAMBCO.
Fropriedade de Manoel Figueira de Faria & Filhos.


AO ADB1TIM:
Ce Sra. Gerardo Antonio Alves A Filhos, no Para ; Goopdve Pinto, no Maraahlo ; Joaqoim Jos de Oveira & Filho, no Cear ; Antonio de Lemos Braja, no Aracaty ; Jlo Mara Julio Chavea, no Am ; Antonio Margue* da Svi, nonata!; Jos Jojm
Pereira d'Almeida, em Mamangnape; Augusto Gomes da Silva, na Parahyba ; Antonio Jos Gomes, na Villa da Pcnha; Belarmino doa Santos Buido, em Santo Antio; Domingos Josa da Cesta Braga,
em Nazareth ; Antonio Ferreira de Aguiar, em Goyanna; Francino Tavares da Costa, em Alagoaa ; Dr. Jos Martina Alves, na Bahia ; e Leite, Cerqninbo & C. no'Rio de Janeiro.
i




PARTE OFFICIAL
liepartivo da polica
t.' secgo.Secreuria da polica de Pernambu-
co, 19 de marco de 1871.
N. 329 lllm. e Exra. Sr. Levo ao conhec-
meuto de V. Exc. que, segundo eonsta das part
cipages recebidas nesta repartico, foram hornera
recoihidos a casa de detengoos segrales iuli-
viduos :
A' raraha orde n, Manoel, escravo de Manoel da
Silva Ponte, por (er -i lo encontrad j depuis de 9
horas da noute sem biihate de seu eonir.
A' ordrin do subdelegado do llecife, o subiito
francez Boinrous Noel, a requisigo do respeeivo
cnsul, e Juliio escravo de Francisco Ribeiro Pin-
to Guimares, requeriroenio de-te.
A' ordem do ia doa-Visla. Th araz, escrava da
viuva de loil Velho, por ser encontrada Oepois
de 9 heras da noaie, s<'in bilhete de sua senhora
Segundo cumm uuicou rae o delegado do termo
de S. Bsnio, no di 6 do corrente, no lugar deuo
asmado iiarauna daqUelle termo, lora encntralo
o Ciiiver de mu hornera de cor branca, em esta-
do de putrelacgio ; fez-se a competente corpo de
delicio, em vista do qual declararam os perit s
laver sido o referido homem assassraado, em con-
secuencia de J u< feruneotos que aoeonirarara
sendo um no peno direito e outro abano do ven-
ere no raesmo lado, procede se as ecas?arias de-
ligencias para descobrir-se o auior de semelnanta
crime, atlm de se proceder ontra o raesmo, nos
termos di le.
Par filcio data lo de hontem parliVipou me o
sobaelegad da villa da Escada jue, em ierras do
jngeuhoS. Vicente do distncto daquella villa, Lu-
21 Variada Coocsigio assasinou a golpes de ma
criado o seu propno marido, na occasio era que
este dorma, gulpeaoJo-o depois cora nm caivete,
que apenas soube do falo, dirigio-se ao logar do
lelicto, fez a visioria e prendeu a delnqueme,
que. segando se presu ne, esta .-ollrend.) de alie-
aaco mental, e contra ella vai procdder na forma
da le.
Tendo chegaJo humera pelas 9 Iteras da noute
ao meu conhecimento, qoo o criminoso JoSo Ma
noel de Jess se lioha evadido da cadeU de Naza-
:et!. cora outros era 26 de fevereiro corrente acha-
va-ge homsudo no dislrlclo da Vuzea em casa de
ura individuo de oome Jor Pueluga, e que pre-
tenda assassinar sua mulher, immediatamente
fez seguir urna torga de cavallaria dirigida pelo
tsente coronel comroaodanle do corpo de polica
cercado a casa cima indicado, depois de uaa de-
mora sufflcente para oceultago do criminoso oi
ada franqueada a forga publica, que eneontrou o
crimraosoadebaixo das estivas de nma estribara,
o de cintura para cima e armado com um cai-
vete que e acba nesta repartico. O criminoso
foi condolido para e*u capital e liz racolher a ca-
sa de-de deien.o.
Levo oasis ao conheci ment de V. Exc. que du-
rante a nomo de hontem foram tomadas pelas
patrulbas rondantes seis armas defesas.
Deus guarde V. Exclllm. e Exm- Sr. coa-
salheiro Joao Jos de Oliveira Junqueira, presiden-
ta da provincia. O ebefe de polica, Domingos
Monleiro Peixolo.
PERNAMBUCO.
ASSEMBLEA PROVINCIAL.
SESSO ORDINARLM EM 7 DE MARQO.
PRESIDENCIA DO SR. DR. FERREIRA DE AGUlAIt.
Ao meio da, feita a chamada, achara-se presen-
tos os Srs. Drs. Tolentiao de Carvalho, Arcuncio
Silva, Oliveira Ponceca, Alipio Costa, Heorique Ma-
mede, Joao Vieira,Almeida Pernambuco, Ratis a
Silva, Amorim Salgado, Alcoforado Jnior, Lame-
nta Lias, Correa GonJim, GonQalves Ferreira,
Barros Wanderley, Mello Reg, Gusmo Lobo, Al-
buquerque Lacerda, Ferreira de Aguiar, Felippe
Figueira, Cava'canii Camboira, Firraiau de No-
vaos, Cunta e Figueiredo, Olyrapio Marques, Pinto
de Campos, Alvaro Ucba, Pinto Jnior, Goes Ca-
valcanti, Teixeira de S, Gomes Prente e Oliveira
Andrade.
Abre-se a sessao, lida e approvalaa acta da
antecedente.
O Sr. 1.* secretario d conia do seguate :
EXPEDIENTE.
Pe.gao de Manoel da Costa Pereira, pedindo
para ser admittido no gymnasio provincial como
pensionista da provincia a nm sen filbo menor.
A' commiisao de pelicdas.
Parecers :
t A cotnmisso de obras publicas, quera fui
presente o requermeoto de Manoel Vieira Ber-
nardas Jnior, solicitando o'e-ta assembla um
privilegio para abastecer d'agua potavel a cidade
de Goyanna ; considerando que semelbante pre-
tenco se acba j deferida na ei provincial u. 799
de i de abril de 1868, que servio de base para ura
contra lo felo pela presidencia da provincia com o
nado baro de Bujary, contrito que depois cadu-
can por causas que Iba .-o defallecidas, se u
qua todava Qcasse prejudcada a citada le; de
parecer que esta assembla nada mas tem que
resolver sobre o assumpto, e opina para que seja
remettdo o referido requerimento ao Exm. Sr.
presidente da provincia, aflra de que tome o seu
objecto na eonsideracao que Ibe merecer, lendo
em vista a lei supradita n. 799 e a importancia do
melboramenlo reclamado. Sala das commissGes,
no pago da assembla, em 7 de margo de 1871
Fthppe dt Figueira Faria.Pedro Gaudiano de
Ratis e Silva
Foi approvado.
A commissao do peiicoes, lendo examinado a
peticao de Justino Francisco de Assis, em a qual
pada Uta conceda o privilegio por 20 aonos para
astabetecer nela cidade carros de praca ; e con-
siderando que nennuma vautagem resulta da con-
casaio d*esse privilegio, qne s viria privar a livre
concurrencia de outros, em favor de peticionario ;
da parecer que seja ndeferida a peticao do sup-
plcante. Sala das :ommiss5es, 5 de marco de
1872.Pinto Jnior.Barros Wanderley.Gon-
calves Ferreira.
Piea adiado, par ter pedido a palavra o Sr. P. de
Fijrueira.
A commissao de pelicoes, examinando atten-
ctsamente a pelico de Jayme Eneas Gomes da
Silva, em que pede esta assembla privilegio
por 50 anuos para eslabelecer urna fabrica de per-
fumaras a isencao de direitos de exportacao, pelo
meara: lempo, para os productos fabricados ; con-
siderando qne nao na conveniencia publica qne
acoaselbe a conceeso d'esse privilegio, nem a ne-
cajsidade 4a excluirse a competencia nesse ge-
aero de industria ; e considerando que a renda
publica nada ganha com esie privilegio porque o
peticionario quer isencio de direitos de exporta-
cao dttraate a dnraclo d'elle ; considerando mais
qne a eooeeaso d'esse privilegio oppde-se ao qne
determina o art. 179 24 da Constiiuicao do Im-
perio qne faculta todos o exercicio de qnalquer
iniustria; de parecer a mesma apramissao qne
aro vista du raides expendidas seja ndeferida a
peutao do supplicaote. Sala das commissSes, 6 de
jmtco de I7tPmfa Janior.- Barro Wandtr-
tf.Go*Qalve$t Ferreira.
Fica adiado, por pedir a palavra o Sr. Mello
A commisaao da pelie^es, oxaminando a peti-
B
g'io de Pedro Alexaodrioo Rodrigues Los, em a
qual pede providencias contra o uso de carvao de
pedra que faz Joao da Silva Ferreira ea na refl-
naria de assucar situada na ra de Marcilio Das,
e considerando que existe urna postura mumeipai
que prohibe o uso de carvlio de pedra nos men-
cionados eslabelecimento?, o que se Joao da Silva
Ferreira infringe essa postura municipal, nao a
esta assembla comptente para disso tomar ronh-
cimeuto, nao tem a commissao parecer algum a
dar, devendo o supplicante dirigirle ao poder
competente se asalta Ihe convier. Sala das com-
mis?6>, 6 de margo de 1872. Pinto Jnior.
Barros Wanierley.Gonralves Ferreira.
Fie adiado, por pedir a palavra o Sr. Gusmo
L"bo.
L-ee e apolad a segrate indijagao :
Indicamos que se encammba ura voto de .: m-
gratulago e fulicilago ao giverno imperial pelo
nobre e patritico esforgo com que pr mi..v ni pe-
rante as dnas casas do parlamento a voiagao da
humanitaria lei de 28 ds netembro. Pago da as-
sembla, 6 Je margo Je 1372.Gusmo L^bo.J.
de Mello Rego.Texeira de SLamenha Lins.
Joao Vieira__H. Marnede.Alcoforado Jnior.
Miguel Pernambuco.F. de Figueira.Correa
Gondim.A. Ucha Catalcanti.
A indicago, na forma do regiment, remetti-
da commissao de r. ilacri >.
O S.\. PRESIDENTE lembra commissao de
coustituigo e poderes a necessidade de emitlir seu
parecer com urgencia respeitj dos projectos nao
sanecionados e que se achara submeli.do? sua
apreciagao.
ORDEM DO DA
Conlioj a 1.' discusso do prejeclo n. 57 do
anuo pastado, ue annexa a freguezia de Gainel-
leira a diversos territorios das freguezias limitro-
pnes, e crea algumas comarcas.
Encerrada a discusso, approvado o requer-
mente effttrecidi na sessao anterior do Sr. Rat'S e
Silva, pedindo a audiencia do governador do bis-
pado sobre o projeelo.
1.* dscu-so do prujecto n. 67 do ano. passado
autorisando o presidente da provincia a dispender
lo:000j om a construego de um predio que sir-
va para casa da cmara e cadeia na villa de S.
Jos o'Agna Preta.
O SR. RATIS E SILVA : -Sr. presidente : sou
obrigado a dizir alguraas palavras em justificago
do piojecto que se acba em discusso.
A materia do projeelo bastante para msstrar a
sua ntilidade e conveniencia publica. Que bajara
adeas e cadeias com as condignas de salobridade,
da consliluigo do i nperio.
A villa de .Agua-Preta se rsente da falta disse
edificio ; a cadeia de Agua Preta una casa de
taipa de nono ma construego, que alora de nao
olferecer seguranga nennuma aos que abi se reco-
Ibem, inleiraraeote m.-alubre, de modo que qual
quer que all esteja preso lera de arruinar a sua
sade, fleando recolhido doos ou tres mezes j-
mente. Nestas crcumstancias ent -ndo q e de
conveniencia a necessidade publica e indeclinavel
a consifucgo de urna casa que siiva para priso
publica ua villa de Agua-Preta, e que tambera te-
nha os eommodos necessarios para nella funcio-
nar a cmara municipal, que nao tem edificio seu.
Me parece qne estas poucas consideracoes bas-
taro para mostrar casa o intsresse e convenien-
cia publica do orojecta qne se discute.
O SR. MELL REG faz consideragoas era favor
do projeeto.
Vai a meia e apoiado o seguate requ-
menlo :
Requeiro que tique o pr.ijecto adiado at a
apresentago do projeeto de lei do orgamento.
Helio Reg.
O SR. RATIS E SILVA :Sr. presidente nao
posso deixar de oppor-me ao requerimento do no-
bre depntado. O nobre deputado eslabelece um
principio que nao p le ser adoptado. Deixar-se
para a ocsasio da confeegao do orgamento quan-
ta providencia, quautas medidas procorarmos to-
mar sebre as necessidades publicas di provincia
ura precedente que nao deve passar, istp o
raesmo, Sr. presidente, quer nos atar s mos na
apre-entag) de qualquer medida de nteresse pu-
blico, era occasio da discusso da lei do orga-
mento, quando o nobre depulado enteode que de-
vera ser attendida3 esssas medidas, que se pedem
agora, nes3a occasio nao haver te upo para se
discutir com a precisa calma, con a precisa refle-
xo todas essas medidas de que agora podencos e
devemos oceupar-no?. (ApMados.)
A deixarraoi lulo para esse lempo, Sr. presiden-
te, nada absolutamente fazemos. E' um precedente
terrivel, nm precedente que nao pode passar,
um presedent mesmo que nunca foi usado nesta
casa.
Portento, Sr. presidente, eu emendo que o re-
querimento do nobre depulado nao deve pa-sar e
voto contra elle
O SR A. PERNAMBUCO :-Sr. presidente, como
pode ser que a emenda do nobre deputado pelo
'' districto seja rejeitada, e ssim lenba de proce-
der-se.em seguida a votagodo projeeto,quero des-
de logo justificar o voto que pretendo dar contra
elle.
Voto contra o projeeto porque consignando au-
torisago a> presidente para fazer a cula da pro-
vincia a despeza de 15:0005 com a construego
de nm edificio na villa d'Agua Preta para nelle
fuoccioaar a respectiva cmara municipal, essa
despeza nao pode e nem deve correr polos cofres
provinciaes, por ser puramente municipal, e como
tal ser feita a custa das reas da cmara. Quando
um cofre municipal pela deficiencia de rendas nao
pode occorrer a urna despeza urgente pede a as-
sembla autorisaco para conlrabir um empres-
mo, e com esse emprestirno taisfazer a necessi-
dade.
Um Sr. Deputado .Nem a assembla pode de-
cretar a despeza sem iniciativa da cmara.
O Sr. A. Pernambuco :Nao pode a assembla,
pois, sujeitar a renda provineial a despeza da elj-
cago de ura predio que sirva de cmara muni-
cipal, nem mesmo pode dar a autorisago concedi-
da no projeelo sera a iniciativa da cmara muni-
cipal.
Para disfargar de algum modo a incompetencia
da despeza pelos cofres provinciaes, que o pro-
jeeto concede que o andar terreo sirva de cadeia.
Isto importa o mesmo que dizer fagam ura edificio
para a cmara, que o andar trreo de que ella
nao pode precisar servir para caleia. J se v
portaoto que esla cencessao do projeeto tem por
i.ti dissimular a incompetencia do dispendio.
Assiro, Sr. presidente, entendo que nao podem
os cofres provinciaes sujeitar-se a despeza que s
deve correr por coma dos muoicipaes.
Um Sr. Deputado :Como fui comprado este
edificio pelos cofres provinciaes t
O Sa. A. Pirnambuco -.Este edificio em quo
funcionamos foi comprado pelos cofres municipal
a provincial, pelo que engana-se e nobre deputa-
do suppondo que fora nicamente a custa do co-
fre provincial.
Para easa compra feita por noventa e tantos
conloa, forneceu a cmara 30, e a razio porque
irabalha nelle sem que receba por isso favor por-
que a renda correspondente ao capital fornecido
pela cmara dava sem duvida para o aluguel de
um predio em que funecionasse.
Um Sr. Diputado : u mesmo podia acontecer
naeie caso. ,
0 Sa. A. Prnambuco :A provincia, porm,
tentlo concorrido cora sessenta e tantos contos pa-
ra a compra do predio diape de duaa tergai par-
tas, faz funeciotar este andar a assembla e re-
ceba a renda do lar terreo. J v 9 nobre dg.
putado qne o argumento nao tem paridade algu-
ma. Esta um predio, do qual sao coaseobores
a provincia e a cmara, a cmara usfrue a .par-
te correspondents a qnantia com que enirou, e a
provincia a parte correspon lente a quota que for-
neceu.
E tanto as.ira, Sr. presidente, que m contra-
to de compra e na lei que approvou este con'.ralo
esl declarado ser o predio proorh provincial e
municipal, determinando mais a lei que quando a
cmara tiver de edificar o seu pago recebera a
quantis com que concorreu, para compra deste
predio. O nobre depulado dave recoohecer que
neohumi paridade tem o exemplo com a materia
do projeeto, que liraita-se a diier : edilliue-se a
caa da cmara, servindoo andar tarreo de cadeia
a as des-peza< corram por conta dos cofres pro-
vi uciaes.
O Sn. Ratis e Silva : Se essa a duvida eu
mandarei urna emenda.
O Sr A. Pernambuco : Portanto preciso que
se reparem as duaa despezas cora casa de cmara
e cadeia, porque urna poder correr pir conta dos
cofres provinciaes, a oulra puramente municipal
e a assembla nao pode vcta-la sem iniciativa da
amara.
Tanho ju.lifieado o meu voto contra o projeeto.
O SR. RATIS E SILVA : Sr. presidenie eu
nao pensei que a rainha idea, que alias de urna
conveniencia de utdidade publica que se nao ple
contestar, soffresse lana opposigao. No prejecto
se diz que o edificio ser para cadeii e casa de
cmara municipal, mas urna vez que eu vejo sa
fazer to grande opposigao porque esse edificio tem
de servir a cmara municipal nao tanho duvida
alguraa em apresentar ura substitutivo, para que
se construa fomente a cadeia. Se a duvida
esta, se querem dar a morte ao meu proj-cio,
porque dispe que esse predio servir tambera
para cmara, eu nao teoho duvida em abrir rao
dessa idea, propondo que o elillcio sirva .rnente
para cadeia.
O SR. OLYMPIO MARQUES :-Sr. presidente,
a provocago que ha pooco fez o nobre deputado
pelo 4. disinti, convidando os merabros da com-
mis-Fio de orgamento a tomarem parte na discus-
so, visto que se (rata de urna despeta nm pouco
crescida, me pde em cerlo conslrangimento ; por
que tratando-se de um melhoraraento para urna
loeilidade do districto da que sou muito indigno
representante (nao poiado) e seodo membro da
comrais.-o de ornamento, vejo-meura pouc emba-
ragado, porque nao desejo concorrer cora um voto
para que se dilfleulte a construego de um edifi
ci to imp rame e neeessaria, que como tal con
sidero. Entretanto me parece que, cora qaanlo o
predio seja de manifest conveniencia e uiilidade,
todava para a localidade de que se trata, ha
outras necessidades mas importante?. E' de ma
nifesta necessidade a construego de urna pool-
sobre o rio Uaa no lujtar denomnalo Grave
0 Sr. Ratis e Silva :Come com Q meu vol
para isso.
O Sa. Olimpio Marques : Se estivasse as
rainhas mos, :omo tnecabro da eoramisso de or-
gamento concorrer para os melhoramenia do dis
trelo que reprsenlo e especialmente da loeah-
dade de que se traa, eu de preferencia con
correra para a construego dessa ponte ; mas
laes sao as condigSes Qnanceiras da provincia,
que nao sel se haver margena para tanta causa.
Porlanto rae parece que o requeriraanto do no-
bre deputado que pede que o projeeto seja remetti -
do a commissao deve ser approvado, para apre-
ciado e toraa-lo na considerago que merecer, se
gnndo os recursos da provincia.
Voto pois, pelo requerimento do nobre deputado
pelo 4a districto.
Encerrada a discusso, o adiamento appro-
vado.
I* discusso do projeeto n. 3 deste anno auto-
risando o presidente da provincia a mandar cons-
truir um edificio modelo, que sirva para escola
elementar.E* approvado.
1' discusso do projeeto n 122 do anno passa-
do, auterisando o presidente da provincia a apo-
sentar a Vicente Ferreira de Pava Sitnoes, serven
te da repartico das obras publicas.
O SR. F. DE FIGUEIRA, raanifesta-se contra o
projeelo.
O SR. HENRIQUE MAMEDE, faz alguraas con-
sideragoes a favor do projeeto.
Encerrada a discussgo o projeeto posto a
votos e regeilado.
1* discusso do projeeto n. 69 do anno pausado
annexando freguezia de Santo Aniao todos os
terrenos do engenho Campo Alegre.
O SR. ALMEIDA PERNAMBUCO :-Tenho es-
crpulos Sr. presidente, em votar a favor do pro-
jeeto, porque estando informado que a freguezia
de Santo Anlo urna freguezia extraordinaria-
mente extensa ....
O Sn. Pinto Jnior .Apoiado, ura bispado.
O Sr. A. Pernambuco :....nao vejo pri-
meira vista razes plausiveis que juslifiquem 0
accressirao que se Ibe pretende anda fazer.
O Sr. Ges Cavalcante :Nao se trata de
augmentar a freguezia.
O Sn. A. Pernambuco : -E ao contrario se
cerlo que a freguezia de Santo Antao j demais
extensa, vejo inconveniente em se a tornar maior,
e al incoherencia da assembla que tem constan-
temente dividido freguezias porque a sua grande
extenso impede que q pasto espiritual seja des-
tribuido com aquella promplidao que para de-
sojar.
Se, pois os nobres autores do projeeto nao jas
lificarem de modo a convencer-me da convenien-
cia deste ccrescentamenlo, vejo me forgado a vo-
tar eonlra o projeeto porque as informagoea que
at agora tenbo sao, de que esta freguezia j
demasiadamente extensa, e preciso nao ser-
moa incoherentes augmentando freguezias j ex-
tensas quando temos constantemente dividido fre-
guezias por enlender-se ser isio de utilidade
publica.
O Sr. Gks Cavalcante : Nao se trata de
accreseentar.
O Sr. A. Pernambuco : Se nao se trata de
accreseentar, enlio o projeelo urna inutilidade
O projeeto diz asshn': (l).
Se esses terrenos j pertenciam a freguezia, o
projeeto intil, se nao pertenciam, segue-se que
o nobre deputado qur augmenta-la. Uto fora
de duvida.
Entretanto Sr. presidente se os nobres diputa-
dos roe oonvencerem da utilidade do projeeto, na j
tenho duvida em vetar por elle, porque antea de
tudo para estas divisdes se deve ter em vista as
vautagens que a poputice pode tirar ; se me con-
vencerem de que ha utilidade e em que esses ter-
renos pertencam a freguezia de Santo Anlo en
votarei pelo projeeto, mas einquanto o nao fizerem
tenho escrpulos em vetar para que se augmente
urna treguezia qne j eonsideravelmente ex-
tensa.
Vai a mesa e apoia-se o seguinte requerimento:
c Requeiro qne seja ouvida sobre o projeelo a
autoridade eeclesiaslica, sem prejuizo da discusso
Ftrmino de Novaes.
O SR. OLYMPIO MARQUES :- Sr. presidente,
levanto-me simplesraente para dar as explicares
que pedio o nobre depulado que acabou de fallar
e cruio que ellas o convencern, assim como a
todos.
O ingenuo Campo Alegre, segando esiou bem
informado, em sua maior parte pnenseme a
fregaozia de Santo Anlao.
O Sr Gks Cavalcante : Em quasi totalidade.
OSt. Olimpio Marques :Ha, porm, nma
pequea nesga de (arfa aoode taofam, pouco neU
que acabo
e a casa,
posto votos
anos uns 20 individuos que pertence as fre-
guezias de Jaboato e Cabo. Ora, V. Exc. com-
prehende, comprehendem todos os qne conhecem
dos nossos costumea do mallo a diffl:aldade em
ue se achara o dono deste engenho, ten lo de se
tuver com autoridades de duas freguezias diffe-
rentes
Um Sr. Deputado :E o que tem os habitan-
tea do engenho cora o dono ?
(Trocam-se ranitos apartes.)
0 Sr Olympio marques : Tara multo, e mais
regular e razaivel qie oa> ptrieogam a mai- de
urna freguezia. Eu acho isto muito mais conve-
niente, pirque ha muitas difflruldul s para o
proprietarw desse engenho ter de se entender com
aptoridadei de diversas freguezias para os nego-
cios de seus moradores de quera elle procura-
dor nato.
?Um Sr. Deputado :Mesmo as cousas dare-
ior
3 Sr. Olympio Marques :Sim, porque o nobre
putad) sabe que o seobor de engenho pro
rador raaito natural dos interesas dos morado-
res de sua pr-priedade. ,
Desse estado da cousas nascem diffieuldades e
embaragos qur para 03 negocios ecclesiasticos,
qur para os neg-ios civis, principalmente os
policiaes e da guarda nacional ; o que se pre-
tende remediar.
Portaoto me parece <\ ie as razoes
di dar convencero o nobre deputad)
Encerrada a discusso o projeelo
e approva.il>.
S* diseassio do projeeto n. 11 do anno passado
abtorisando o presidente da provincia a mandar
construir o 1 lanjj da 3trala do Cabo, a pjnte
db engenho Pirapama.
Verificando-se nao haver nurae-o fica a dis-
etnso adiada.
O SR. PRESIDENTE, designa a ordem do dia e
levanta a sessao.
SESSAO ORDINARIA EM 8 DE MARCO.
presidencia do sr. dr. ferreira de aguiar.
Ao meio dia feita a chamada aehana-se presen-
tes os Sr?. : Freir Gameiro, Taixaira de Si, To-
lentino de Carvalho. Oveira Fonceca, Ernesto
Vieira, Goncalves Ferreira, Firmino de Novaes,
Gusmo Lobo, Maoo;l do Reg, Felippe Figueira,
Ratis e Sliva, '".orra Gondiro, J. Correa de Aran-
jd, F.-rreira de Aguiar, Hannque Mamede, Alipio
fks'.a, Vieira de Araojo, Gimes Prente, G;s Ca-
valcante, Albuierque Lacerda, Ucha Cavalcan
le, Cavakaote Caraboim, Arconcio Silva, Mello Re-
g, Lmenla Lin>, Alcoforado Jnior, Almeida
Pernambuco, Pinto Jnior, Barros Wanderley,
Cnnha e Figueiredo, e O iveira Andrade.
Abre se a sessao, lida e approvada a acta da
anterior.
O Sn. I* Secretario d conta do seguate
EXPEDIENTE :
Peticoes:
De diversos artistas a negociantes da cidade da
Victoria, alomaos da escola nocturna da mesma
cid 1 padinlo a transferencia da dita escola, que
reg la pelo profa-sor pnbtteo da 2* cadeira para
o profdssor da 1* cadaira.A' commissao de ins-
truego publica.
Da diversoa proprietarios e administradores de
trapiches alfandegados, pedalo rstamele do im-
posto de 40 % sobre o valor locativo dos trapiches
alfandegados. que pagaram indvidimente. A'
com Lsso de orgamento provincial.
De Antonio Estavo de Oliveira e outros, pedin-
do um privilegio por 50 aunos para organisarera
urna companhia anooyraa denominada Companhia
Predial Hypothecaria. A' commissao de obras
publicas.
De Dionizio da S raza BanJeira, pedinao para
ser admittido ura seu filho menor no gymnasio
provincial como pensionista da proviacia. A'
commissao de petiges.
Do engenheiro Joaqun) Alvares dos Sinlos Sou-
za, pedindo privilegio para enllocar na cilada de
Goyanna a illuramago a gaz.A' commissao de
obras publicas.
Da Antonio do Reg Pacheco, porteiro da esco-
la normal, pedindo para ser elevado o seu orde-
nado a 1:200J, visto tambara exercer w mocgSes
de amanuense.A' commissao de ordenados.
Do capito Aodr Cordeiro Coelno Cintra, pe-
dindo privilegio por 25 annos para montar nesta
cidade urna empreza de carracas de mollas pu-
chadas por aniraaes, denominadas Andotinhas.
A' commissao de obras pablicas.
Do bacharel Lulz Salazar Moscoso da Veiga
Pessoa, shefe de seccao da secretaria da presiden-
cia, pedindo que se mande contar como servigos
provinciaes os que anteriormente servio no exer-
cito.A' commissao de petigoes.
Parecer :
E' approvado o seguate :
< A commissao de obras publicas, a quem foi
presente a petigao de Ernesto Augusto de Almei-
da, pedindo ura previlegio por 30 annos para col-
locar trilhos de ferro para carros puchados por
aniraaes, com a denorainago de Bonds, desde o
Sobrado Grande da Magdalena, freguezia da
Varzea, percorrendo as estradas Nova e Ambol
pelo Caxang, com ramal para a Torre ; tanda
examinado a alternamente, reconhece se impossi-
bihtada para emitlir parecer seguro sobre a pre-
tengo do supplicante antes de examinar os con-
tratos, em virtude dos quads foram estabelecidas
as companbias dos Bonds actuaes, da estrada de
Ierro do Caxang, e da do Limoeiro ; pelo que re-
quer que Ihe sejam fornecidas copias dos referi-
dos contratos.
t Sala daa commissoes, 7 de margo de 1871.
Pedro Gaudiano de Ralis e Silva.Felippe de Fi-
gueira Faria.
L-se e approvado sera debate o seguinte re-
quorimento:
Requeiro que por intermedio da presidencia
seja pedido eom urgencia o seguinte :
< 1. Copia do contrato felto cem o Banco do
Brasil, relativo ao emprestirno de 1,800 conloa.
2. Ioformago da quantia que por conta dasse
empresUtno lera sido recolhida, e applicago que
Ihe foi dada, declarando-se os nomos dos credores
quera sa tem feito pagamentos, a importancia da
divida de cada um, e a data em que foi liquidada
a mesma divida.
13. Informacao do numero e quantia das apoli-
ces enjillidas, tanto por conla do emprestirno de
1,200 contos. como era virtude do contrato feito
p'ara o caigameoto das ras d'esta cidade.
a 4. Copia do contrato, em virtnde do qual esta
continuando o referido calgamanto.
5. Informagao sobre o quanto tem de despen
der-se com o augmento do pessoal da thesourara
provincial.
c 6.a Um quadro demoaslrativo dos depsitos
existentes na thesonraria provincial, cora deslara-
go das importancias parcial a total, e procedencia
de cada deposito.**
7. Informacao sobre> 33 causas que teem re-
lardado a reforma daa collectorias e impedido a
exejugo do art 3i da lei n. 993, e diverso3 da
lei d.961.
1 8. Quanto se tem despendido com os agudos
mandados construir no sanio, a copia dos contra-
tos feitos, ioformagoes e ordena que os precede-
ram.-S. R.-/. de Mello Reg.
O SR. F. DE FIGUEIRA justifica e manda a
meza o seguinte requerimento, que apoiado e
entra em discusso:
t Requeiro que por intermedio da presidencia
se peca directora da inslrueoio publica a in-
formagao que Ihe foi solicitada no anno prximo
flqdo sobre um reqo,eriin?nto dos profesjore ptt
blicu, contando uma representagio contra a sup-
presso do feriado d quintas-feiraa.Figueira.
O SR. OLIVEIRA FONCECA diz que Ihe parece
nao ter-se chegado'a pedir a informagao de qne
trata o nobre deputado ; rtcordando-se sim, da
haver escriplo um parecer, como membro da cora-
raissode instruegi) publica, sobre essa repre-
sentagao dos prtfessores, mas Isso as ltimos
dias da sessao do anno passado, pelo que nao foi o
raesmo parecer assignad) pelos outros raembros
da commissao e deve existir na pasta respectiva.
Entendo, portaoto, qne se deve verificar, isso an-
tes de apDrovar-se o requerimento.
O Sr. F. de Figueira :Em vista do que diz o
nobre deputado, a nao se podando verificar agora
s? exisle ou nao esse parecer, ptgo a casa que
consinta no adiamento d) meu rejuerimento por
24 horas.
Vai mesa e apoia-se o seguinte requerimento:
< Reiueiro o adiamento da discusso por 24 ho-
ras. F. de Figueira.
Encerrada a discusso approvado o adiamanto.
O SR. TOLENTINO DE CARVALHO :-Sendo
cerlo, Sr. presidente, o que aflkraa o administra
dor do consulado no seu relator! > annexo ao do
inspector da theaonraria provincial, presentado
ao presidente da provincia em 31 da Janeiro ulti-
mo, gue a defraudago das rendas provinciaes
contina por parte das agencias tlscaes das pro-
vincias limitrophes, relativamente aos direitis da
exponagao do algodo, e convindo tomar-se seria
providencia a respeto de semelbante abuso, qne
na phraaa do mesrao administrador, j vai locando
a escanda-lrt, en tenho a honra de apresentar
considvraco da casa o seguinte requerimento pa-
dindo inforuiages minuciosas a esse respeto.
Vai me mento :
< Hequsiro que pelos caoaes competentes se
pegara minuciosas informages ao consulado pro-
vincial, acerca da consideravel defraudago que
tara solfrido as rendas provinciaes na parte rela-
tiva aoa direitos de exponagao do aleodo, a qual
se allnbue a agencias fiscaes das provincias limi-
trophes, nesta estabelecidas.Tolenlino de Carva-
lho.
Pos:o a votos o requerimento approvado.
Sao juagados objectos de deliberago e manda-
dos imprimir os sagrantes projectos:
A assembla legislativa provincial de Pernam-
buco, resolve :
Art. i. A divsao judiciaria da provincia fica
altrala do modo seguinte :
i !, Os municipios de Triumpho e Villa Bel-
la coostituiro nma comarca, sendo sua sede a
villa do Triumpho.
2. O municipio de Cimbres constituir ou-
tra comarca, coja sede ser a villa de Pesqneira.
t % 3.' Os municipios de Agua-Bella e Papaca-
ra, constituir) tamoera ontra comarca, sendo a
sede a villa do Bom-Conselho.
4. Os municipios da Escada e Iguarass
constituir o tambera comarcas eom sd3 oas vil-
las dos mesmos nomes.
* Art. 2," Fica elevado a municipio a freguezia
de Itamarae. Este rauoicioio periencera a co-
marca de Izoarass.
e Art. 'i.* Fcam revogadas as disposiges em
contrario.
c Pago da assembla legislativa provincial de
Pernambuco, 8 de margo de 1872.J. de Mello
Rego.J. Vietra.Teixeira de S.Gomes Paren-
te.
tA assembla legislativa provincial da Pernam-
buco resolve:
t Artiga nico. Ficam separadas da freguezia
de Fazenda Gran le e annexas a da Ssrra Talhada,
a fazenda deu mimada Alaga da Martinho, e to-
das as mais encravalas em Ierras desla mesma
fazenda.
* Revogadas as disposiges em contrario,
a Pagoda asserab a legislativa provincial de
Pernambuco, 5 de margo de 1872.Oltoeira Fon-
ceca.Finnino de Novaes.C. CamboimPerei-
ra da Silva.
t A assembla legislativa provincial de Pernam-
buco resolve:
Fica o pre-idenfe da provincia autorisado a fazer
estabalecer na casa de dotengio desta cidade as of-
licinas de irabalbo que julgar cooveoieote.
ArL 2. Na lei do orgamento je marcar a
quota oecessaria para a diia despeza.
Arl. 3." Ficara revogadas as disposiges em
contrario. ,
< Pago da assembla legislativa provincial de
Pernambuco, 8 de margo de 1871OmrffM .Un-
mede.
0RDES1 no DIA.
Segunda discusso do projeeto n. 65 do anno
passado.
Art. 1.a Os contratos de transferencia do domi-
nio dos aniraaes cavilares de qualquer natureza
qua seja essa transferencia, s padero ser cele-
brados por escriplura publica oas notas dos eseri-
ves dos juizes de paz, delegadas e subdelegadas,
mediante o emolumento de dous mil res, por ca-
da escriplura.
OSR. RATIS E SILVA :-Sr. presidente, sendo
autor do projeeto que se discute, cerre-me certa-
mente o rigoroso dever nao s de justificar a sua
utilidade, e conveniencia publica como j o liz na
sessao do anno passado quando live a honra de of-
erece-lo a cmsiderago desta assembla, mas tara-
bem de sustentado as disposiges de todos os seus
arligos do modo porjue me fr posslvel.
Para isto venbo a tribuna, e pego a casa sua be-
nvola altengo.
Esperav, Sr. presidente, que algnem se levan-
tasse para impugnar o projeeto, porque as ante-
salas, alguraas vezes que live occasio de conver-
sar cora alguns collegas acerca dalle, ouvi delles a
opiaiao da que o projeeto nao podia passar porque
era inconstitucional, porque esta |asserab!a nao 4
competente para legislar sobre contratos. Mas
vendo que posto em discusso o projeeto uma s
voz se uo levantou, receio que Ibe queiram dar
morle inslaotanea e o que eu nao consinta sem
a honra da discnss), sera que ao menos diga al-
guraa consa era sea apoto.
Comegarei, pois, pela ntilidade do projeeto, por
cajo ado quero motiva lo anda.
O Sr. Tolbntino db Carvalho : Esl recanheci-
da tcitamente a onveniencia.
O Sn. Ratis e Silva : Sr. presidente, a fre-
quencia, 0 escndalo e inaudita audacia cora que
nos nossos campos se commette o crime de furtos
de cavallos principalmente de certo terapo para
c, levando seus autores o arrojo at for^arem e
penetraren! as estribarlas, um facto que recla-
ma seria altengo desla casa, umiaeto que re-
dama ama madida prompla, enrgica e efflcaz,
nma medida que, livrando a sociedade de seme-
Ihante flagello, ponba termo a pratlca deite crime
que tanto a offende, offensa esta que to grandes
males causa a sociedade, particularmente aos a-
grieultores, e com especialidade aos da classa da-
quelles que sao desfavorecidos da fortuna ; quero
fallar da classe poore.
O Sr. Vieira ns Arvuio : Mas o projeeto nao
ramedeia o mal.
O Sr. Gobs Cavalcante : Pode difflcnl-
0 Sa. Ratis b Silva .Isso e j um bem.
E com effeito Sr. presidente, por demais dolo-
roso, causa d, causa raesmo horror ver qne mui-
tas vezes de um momento para outro'fica reduzido
ao mais deploravel estado de miseria e obrigado a
mendigar o pi da cardada chnsta, aquello cu-
ja fortuna :oasistindo nicamente na pasaeaiii)
de am cavallo, de onjos servigos tira substancia
para si a sqa familia, e ijqe otleariamente ad
'quirido a custa le grandes sacrificios o psrda por-
que um perverso, ura vadio, nm desse* antea de-
generados da sociedade Ih'o ruubon ; ;obe de pon-
to o nial h o desespero daqueile qoe o *offre -
esse eaval i foi comprado prazo e a obrigj ^,
I anda nao fui salisfeila.
Para raim, Sr. presidente, este crime Ufo grav
' quanto considero o daqueile .fortuna ou-isiindo era 20, 50 ou 100 coolo* d-
ris, o effeiie o mesrao, porque aquella qne per-
de toda uma fortuna consislaole acuses valor-
Iha por -i-n duviu reduzido a > mesron Miado i-
miseria, nca par consegrante as tnesmas r.inl-
coes aquella que s possue um cavallo e o perd-s
i larabem.
Sr. presidenie, o escndalo, como disse, com
que se perpetra o crime de furto de cavailoa t
! mallo de tal ordem, de i.l quieta qa SBtt !i->
1 quem ignore que ha as-cciagfte* a eonjpaoh:a-
1 formadas de ladres da cavallos, ha nma aspad -
de raagonaria entre ill>s, por meio da quai -:
;se auxiliara a se protegen).
I O Sn. Tolentino de Carvalho : Al 1
agentes bem importante*.
O Sn. Ratis r Silva :Al n dhtoha en'.re ella
como giria por meio da qual se c. mnouica': -
corresponden! de nma fregneiia para outra,
um termo, de uma comarca para outra. As.a.
por exemplo, os cavallos que ellas furiain ais la-
vradores do sul d> provincia, s os veodem p 1 .
o nerte, e previnera logo ao comprador, iiaaM <
e-te nao bebe no sul, a os qne fuara no o 1
os vendara para o sul e fa7era as raesmas rtc a
mendacas, dizendo este nao bebe no arta.
Um Sn. Deputado :E os que vieren) furtid
de outras p ovmeias ?
O Sr. Ratis k Silva :O mal menor caca as
disposiges preventivas ao projeeto.
Estas coosiderages, Sr. presiden!\ (oran qu-
ine levaram a apresentar o projeelo que sa dis-
cute.
Dir-se ha talvaz que existe le feral para a re-
presso desle crime. E' verdade qne taas lei qu
o pune, temos o cdigo criminal faa no arl. 15"
pune o crima dt furo ; a no art. 2*'>9 qne pun-
0 de roano, e alm desle temos o decreto n
1090 do 1" de setembru de 1860, que consair. n
disposiges especiaos acerca d*sta ennaa Mas.
quid inde ? Q ie importa ludo isto ? O mal con-
tina ; parece, pelo et ntrario, qua depi is da pu -
blicago desse decreto o crirae se reprodniio er.:
maior escala, e os ladies ficaram mais aniti-
dos, mais aeorogoados.
O Sr. Gonqalvbs Ferreira :Entao represen-
temos aos poderes farsas.
O Sn. Ratis e Silva : Ougam me c.i n- Ir .
depuiados, prestera-me attengo.
Daqui. Sr. presidente, a jonsequen ia neesssa-
na da importancia da lei, da ioefBcacia das leu
existentes para corar a saudade de A dilll-uldale de ura prova robusla que 1
venga o juiz pira dar urna sentenga conde.ranato
ra contra os qua commeltem e?e crime, poriu-
procurara sempre acoberiar e cora n r-
raanlo da noute, e a fraqueza da pena NliM
pelas leis, por nm lado.
0 Sn. Oliveira Fonsoga :Fraqueza da pena,
nao r.poia Id.
0 Sn. Ratis e Silva Por nm lado a fr*qu*z..
da pena, e por ouiro a impundade que r-
do uo cumprimento da le, sao, a man Mt, as
causas da importancia, da mellicacia das lais txu
lentes contra este crime.
A idea que se acha consignada no projeeto rae
parece accommodad, me parece apropriada para
raelhorar este estado de coosas rae parece que
ella irara o resultado qua se ten era vista. Si.
tenho entretanto, Sr. presidente, a haca remida-
de de acredilai qoe houvesse offerocido a eta as-
sembla ura ir; balho perfeito, um trabalho com
p'elo nao, senhores, pelo contrario, son o prime;-
ro a recoubecer que o projeeto se raaeotira par
sem duvida de defeiios, defeiios qne na verdade
uo proceden! seno da fraqueza inlelieeinal de
seu autor. (.Nao apoiado.-). Ua, ao rrmoa resu-
me a satisfago de iniciar uma idea que, paaaanov
pelo cadioho das discosses. e sendo, p< r asm.
dizer, langada no meio da iilusiragao desia a*s*u:
bla, podar ser por ella despresada ; [todera dar
em essencia o resultado que Finalmente, Sr. p-asi trate, fique a nociedada li-
vre desle llagello, desapparecam os furtos da ca-
vallos, sejam seus amores severamente puni
todo o meu ach lio.
Nao live. Sr. presidente, a sitisfagio de onvir
os meus nobres collegas acerca da iucontiiuei>.
oalidads do projeeto; entretanto me dnuia alies
as ante-sala? o projeeto inon-tilucional pi-
que a assembla nao ple legislar sobre costra-
ios.
(Ha um aparte.)
Nc
o isto, ma dissaram que era inconstitucio-
nal porque a assembla provincial ni) ple tafia
lar sobre contractos.
O Sr. Gobs Cavalcanti : Esta o poni la
qoesto.
O Sa. Ratis e Silva : Os meas nobras eol e-
gas parece que lomaram a nuvera por Juuo. Na
serei eu talvez o mi3 habilitada para na meu:
em urna questo desta ordem ; (nao apoiad's) u. ;
entretanto, Srs. en procurare quanto em miaba-
forras couber, mostrar que o profseto nao sare-
senie de-te defeito que sa Ihe attnbue.
Sr. presidente, .legislar a respeto de contracto*
nao e sanio legislar acerca da natnresa dll*. t
seu objecto, da sua forma.
Assim, por exemplo, nos sabemos que |iianto 1
naturia, sio nuiles e de nanhura effeito os con
tractos feitos pelas ordans regulares para aliena-
gFio de bens de seus patrimonios sem rxprassa li
cenga do g verao : que si) nullos laabam < -
contractos simlalos em que as partes fingen)
trahir obrigages que nao tencionam contra nir.
com o Hm da prejodicar a tereeiro. Qmnto a
seu objecto, sio tambera nuiles os contratos u -
versara -obre cousas litigiosas, sobra heraogas d'
pes.-oas as vivas, por exemplo; e, quanto a ua
forma sao nullas larabem os contractos na quae<
se nao observara, as escripturas as ref ras farse-
as regras qua esli presenptas pelas lea gerae
Sara que es-as escripturas possam ter validade
las srs. se o projeelo nao altera a natnrezi, -
quanto ao objecto, nio offende a lei por ease U4 .
se tarabam nao traa da forma dos Contractas, ni
a altera, nio a modifica logo o projeelo sao sa re
sema do dtfleiie de inconstitucional! iade, qne in
ch -rgaram os nobres lcpalados, logo gira esta a-
serabla na rbita de sna competencia.
O projeeto raspeita os principios genes, a-
gras estabelecidas ptlas leis existaules a raspa*-
dos contratos.
Sei que a respeto te contratos a a-seaantaa pre-
vincial nio pode legislar pelo modo qua aeafco
dizer, alterando a natureza a a forma daMee, ii
que isto pertence aos poderes gerae, p->r ajaw
contratos sao de dlreito publico ; mai o prejaet
aoenss eslabelece, apenas toar que aa contrato-
de transferencia do dominio naaacimaeeceniiarfa
se fagam por escriplura petfeeiea o .as ama 4 caria-
mente, laiislar sobre cootratoe ; por jac ns
cripturas sio Uvralas aafonde os tflneapioa, <
regras eslabeleoidaf as leis garata.
Nio duvido que nos outros artigos |
jacto contar diaposigee aonde se pe
alguraa consa de inconstitucional, mat, Srs.. en m
tive por flin apresentar 00a idaia qne. deatida
desse o ipeio aa se acabar eom o lorio 4a eanastai.
I que Unios males caouaos nossos agrietMorea prin -
dpalmeai*;aideUi esti lateada, esta aiieanteiipala
r anmveitt-la e fate-Ibe as moiflcaeJea aa -
/
opr*-


_---------------------,


r
rrnambac Quaila {eir 20 d Marqo d 18*12
-.
terac,o"e que julgar convenientes, poder proeiacher
tfi n quese de-eji.
Havendo feiio atlas cods leraces, Sr. Presiden!*
e reoeaode que arada assim nlo colera no espi-
rito da uta, escrupulosa, como i vejo sobre anas
altribu:o<$es, recelando qae ns tiqa<>m os meas
nobres collejas convencidos, ea, par segaran^,
a a:autelam aliraVe qae a ideia nao sejaroorta de
momento, reqoeira qae seja o projeelo remanido
a jomrais*o de consutuico e poderes, atira de
que a cerca delle d o sea psrecec.
Vaia-mesa e apoiado o seguhre reqneriraento.
Requeiro que sej o projeeto rrmetiido a com
msso de peder, atlm de que, a;trca delle d o
sea parecer. f-tlis e Silva.
O Sr. Silva Rsgo:Sr. Presidenta, a pri-
rastra vec que rae cabe a honra c!e fallar oesta
illastre assemba; por tanto deve ser grande o
raeu araahamento, e receio. Arre-lado a lito
da tribuna, parlamentar e at da jiidijaria, nem
tendo ea os predicados-de orado* ( nao apoiado )
ja se p^i qae, mais quo aebtium outro mem-
oro desta casa mereco a benevolencia d'etU.
Antes de entrar na materia, Sr. Presidente, per-
mita-me V. Ex.* e a casa que ea desta cadeira
roesmo par isso que a primeira vez, c trin disee
qae isso da patavra cesta as-eaibla, tributa utn
voto dfcsiacare ag-adaciroeme, ara voto de gr:.-
liJo aos dgaos eieitores do i. circulo 'jue sem
ter ea mereciroeuto real, ( nao ipoiadi ) presta-
ram-me a vxaco com que fui eleito.
Tambem, Sr. Presidente, desej >, como van fazer.
visto qu? juigo a oeoame wpp.r (tina, agradec-'r
aes rneu< nutrs eullegas e amigos qio se digua
rara dar votos para que en poj.ssa a cancar a
cadeira de wee presdeme desa casa, aperar, d?
baver declarado na reumas particular que live
mos aqui, que presjendia dessa vntico ;peiar
raesmo, do feavendo a casa de uto vo-q disuade
amigo e collega, coja lollaeocia na ca*a o lora
delia todos recouheeem, e I he pedido qae h >uvesse
de retirar o raeu nome, porque desaoja -e apre-
senlava,uw nomo digno da coasideracio e respeito
Sde q:i re aprsenla va esse jora o ooroe q ial eu
o deria compettir, ( nao apoudn ) eu por mrati*
vea pedia pira se rsti.ar a mi oh erad datura,
qae alia* nunca fii .ipresentada por raim, pirque
oa venale recmheci que me falta va m tilos os
predicados para be.n preeaclier am to mp.r ante
lugar. ( nao spoiade )
Me, entretanto, Sr. Presidenta, e las craside-
raeoe* que ac tu i!e hse sirvo para mai festar
que di in nha pirte nao ha o menor re*en'hueuto
contra aqaeles que entre a esealha de um e outro
uiembro deta casa para .ceupar s rf cist'nclo
ijgar prter ra um outro a mira. Mal > ->bre
sobre este assampto some.ie para 'igoilicir bem
claramente que o-nliam r sealiroeuto liara da
tniabaparte, Como algaoni quiz suppor.
Sr. Presidente, ea pretenda oceutir roe 'arja-
meate da materia era discusso, pfetudu mesmo
mostrar que o projeeto qae se aesoou de ler e
iuleiraraeute incnstitucional, e, alem de ineooi
titucional, nao preenebe os flas desejido-: -Msr (
de Dos que elle preenchesfe esses b is, p r qae
os males que affligera a sociedade pe! c ntioajs
lirios de aniraaes cavallares realmente peJa^o,
reelamam urna medida argente I Mis a raeJIda
apresentda infelizmente, nem satisfaz o- iii< iu e
e.-n ora vista oauttr do projeeto, como proeorafei
morUo nem to poa:o ama medida que pi*s<
aih:r deia casa, por qae absolutamente iocous
tituciana1,
Porem Sr. Presidente, para qae can; >r ras em
dizer aquillo que a nobra comraiss > de podem,
ijuem leo de ir o projeeto para dar su precera,
deve de dizer c >m mas proflelencia!
Senaofdrais,oSr. presidente, pretenJa es'eader-
ma mais a re-peito do projeeto, o que deixo de fa
zar, por baver u;n requerimento na mesa pedrada
para que elle va commissao respectiva, e, por
tanto, me aguardo para a oecasi) oppo.'iuaa e
vot) pelo roqu^rimento.
O Su Gks Cvalo ante e odtros : Seria bom
.ffarecer suas i lea .
O r Silva Itsaa : -Traho raed. de cll'nder
nobro coma.i:i; (a) apoiado; roa-, entreunto,
para a3ientr ao deaejo d.>s n ibres diputados, di-
rei alguma coa-3, s- ;n preteo^Aj poron de vir
'.razer iuxea pa a l!u-tre com[iiis>o.
Sr. pre?i Joutt', ba^i ;. -iraplaa leittra do pro-
i ta seu primairo artigo para se provar a in
jjiHtilacioaVilale delle. D.'io art. I", ().
T)la esti ea a sabe, Sr. pr;ii?n".d, que a mate
ra dos eoatr.il j-> determimda por lei gira!,
porque a eooslitaicao e o -i-ti a I Ueioaal te n de-
-ermraado a rbita de nossai obrigacoes e de noj-
sos direito', e vetooi que escapa de uossaesphera
d.reito qn o pr ijeclj pro;ura nos dar; direito
qae (i aos poderes gefaes compete, a vista da
ojLsti.u-c, e Jjacti aldiciinal. Qi?raconhe:e
as lei* do ana pin ji oais jic^.ietaQJer qae a
transferencia o U'mi'.io e p.-ss-, djs contrato-
p.'H r mste-i. provincial.
Tant) a-sir.) Sr. prosidenlc, qae temis leis que
ejrulam o qn tratos sejaai kilo; p >r e-enptara publica; e as
qaaes o projeeto ira bfleonr directamente, por
s*o que estabelece, q :e por qaatqaaT quantia que
f.sse vendido ura bem srmoveate a -scriptura pn
tilica seria necessam ; aqu deseas le* portalo
umpra obedecer. Eis a primeira dilcaldaie.
ue eonvm evitar para que se nai coof andim os
:ireitos deveres dos corpos legislaiivjs geraei e
proviociaes.
OSb. Ratis e Fu.va :- M .Jifi|i;-?e o pro-
jeeto.
O S. Silva Rrw) : Pica demonstrado qae o
tirojeeto offsnde a leis civis existentes que cunapre
respeitarmos, assim como oifendi terminantemente
- eonstitaico e ao acto ailicioaal qae nio nos
-r.-nittem legislar sobre materia de jontraio*.
Ibi Sr. Depiitado :Isso inconlestavel.
O Sr. Silva Reg:s-de qae nos falta e;?a
m,i tencia quo o projeeto nos qaer dar, qaaado
e.!e raesmo l'isse de -um na importancia, e de
Ijracde atilidade, ea jamis votara por. elle, por
que nao goslo de invadir a espirara do direito
ollieio.
Sr. GbsCavalca.nti: : -Nao so loe poder
fase* algama mo iificacao r
Outro Sn. Dei'utado :Pode, imprimir Ihe o
a ii. !.
Sb. Silva Reg : ais parece, portanto, que
di primeira iotuigao, e ereio que nao ha nm-
gtiem nesta casa que possa negar o pnn-ipo de
qaa o projeeto de que se trata e o artigo qua se
ui*cule sao inconstilacionaes, e como toe- nao \t>
deai merecer a approvacao desta casa, guarda da
oatituico e js leis.
irei mais, que, ainda quindo o proe;io nao
fjsse inconstitucional, nao preenebia o ti j deeeja
do. (Apoiado).
Desde que esta casa pode*se legislar a respeito
da materia qae est em discusso e zesse urna
lei concebida nos termos em qae est concebido o
projeeto, os ladroas de cavallos nao desapparece
riam ; era questo someote para elle em vez de
vender aqui venJerem alfi.
O Sr. Ratis e Silva : -Serapre difO;allava.
O Sn. Silva Reg :All elles nao eram obri-
ga'os a vender por escriptura publica, porque as
outras provincias nao poJiam estar sa;eitas a ama
le proviocial nossa, nao podan pngnar pela fxe
eneao de ama lei qae so tinha effeito na provincia
qae a havia promulgado.
Por consegninte j se v que o projeeto i
preenche o lira desdado.
Algumas difflculdades realmente aapareteiiam,
mas essas difflculdades n> eram taes que fuessem
eom que cessasse o farto de cavallos, qae conti-
naavam a ser faados e vendidos em malores dis-
tancias.
O Sn. Ratis e Silva : M;!horava-?e maito.
O n. Silva Reco:As difficuldatles eram to
diminutas qae quasi nao offenderlam aquMIe* quo
leem o animo deliberado de furtir cavallos; mas,
ainda quando pdese diflkultar alguma cousa, a
qaestio principal e que o proje-to nao deva ser
approvado porque rarmst'tucional e ri nJo po
demos vota-lo : e=ta que a questo.
O Sr. Teixeuu de i*.:Repare que altera
lambem o regiment do castas nesta pars.
O Sb. Silva Reg :Eu irei la :
O projecu ; oa incoostiineional, Sr. presidea-
:e, porque crea castas, qae podem ser ireads
em tae* casos per lei gerat. ,0 artigo de qae se
trata al diz :- os eocnves qae passirera as es -
ripiaras perceberao por e.las 21)JOmateria
prevenida em lei gara!.
Podemos ni impor a ara individuo qaalqaer a
obrigagao d p^gar casias que nao tstao no re-
ularaento reapeciivo ? creio que esi* direito nos
fallece. Entendo que nao.
Porianto, Sr. presidente, anda por esse lado o
projeeto inconstitucional, porque esta casa nao
pode crear emolumentos quiversam sobre mate-
ria geral, como aquellas emolumeotis que dizara
respeito ao regiment de cusas.
Nesta coo4(I nidada a'i'J eu 1^e aitida o projde-
U Ssse p.'olo iaeonsiiiucinal, e, como tal, cao
deve ser approvado por esta casa.
Outras maitas pouleracSe*, seohor s, eu pe lia
apresentar, mas, repito o qae j disse. reqaerea-
*eqao pcojeeto fosse a ama commijlo, earas-
peitjaslu'.es dessa e-ommisso e espero que ella
wm dnvid abundar nos principios que mal apre-
seatui i esii easa, (Sao . Por consiguite se tiver de dixer mais alguma
cousa me. aguarda re para o tempt pe
tente.
(Maito bem, multo bem).
Becerrada a diseussi), o requerrmeat vado. .
i' discasslo do projeeto n. 83 do anna passado
atilorisando o presdeme da provincia, a despender
a qaaniia de 19:000! eom a eealrucoaa da nova
barra do rio Um.
O Sil. BARROS WANDKRLEY dia que. tendo
se coofignado no ot^amaato vigeate a quota de
0:000! para aobHraccio da barra do rio Una, o
projeeto nao lem ratao de ser, aguardando->e para
na ocoasio em que tiver de ser discutida o orca-
meato do anoo futuro reproiuair essa idea, eaao
seja isso necessaro.
Encerrada a diteassao o projeeto regei-
lado
t* discaiso do projeeto n. 71 do annopassado
autoris.inJo a reforma da secretaria da presiden-
cia.E' rejeitado.
1* dicusso do projeelo n. 11 do anno passado
aoionsando o presiente da provincia a contratar
a con*trac;an de 3 peqaeaas pintes na villa de
Agua Pret
O Sr. Ratis e Silva : Sr. presidente o regi-
ment rae irapoa o dever de jastirtcar o meo pro*
Jeeto.
OSn. Prisioer-tk : Se quizar, nK) obrigadn.
O Sr. Ratis e Silva : E'itenlo que de vgo-.
rosa u ig.c'i por que i urna idea <)' na > pode
estar no espirito se nao daquelles que conhecem a
ocaI dad'.
O proj:cto Sr presidaate pele 3 onstroc^ao de
3 pequeas puole3 na villa de S Jos a'Agua Pret,
seu lo urna sobre o rio deooniuado Rafia da lam
ai sul da estrada da villa, oaira sobre o riacho de-
nominado Ivo e nutra finalmente s>bre o riacho
'oaueira na eatrada palo lado do norte.
Felizmente !#. presidente eu veu fallar sobre
urna idi cuta atilidade conhecida por um dos
digoos membros desta casa o meo nobre ca lega
Or. promotor publicj da comarca O'Agua Prea.
elle conbeca a locadado e pira <> eu teatemuolio
appello sobre essa conveniencia e ui.hdade Ja mes-
raa ideia.
A villa d'Agna Preta, Srs, esta co locada de mo
do que para se chegar a ella pelo sal necesario
traospr o riacho que se chima barra da laaia.
eoj i oorae basia para que se conhega quanlo deve
ser mira o transpr esse riacho u- tarapo de in
verno; pjr quinto grandes alolros se formam
n>s m.irgeris delle que diCQ^ullnu a pissagem
qmnlo vadevvl, e quanlo chito d-a de f.rna
que nao se pode transpor sena> de niJ ou em
pequeas eiibareacoes, que ne n sempro ha.
Sn. Vieira db Mello :' Torua-se perfeita-
raent e nvadiare1.
0 Sn. Ratis e Silva : No taraco invernoso na i
se pode -pasear para a villa viulo do lado di sul
ji -e v portanto que una neeessidade orgentr
a ci.isirucca de nina peqa-ni pinte que fciile
a f-irada na villa rl,.r esse lad >.
I'.: > .al.i do noita ha a mesina dilQcullade p>r
cao-a do riac'io conhecido pelo nome de Gonssei-
ro, m mesmas m?6m se to, alero de que as la-
mas laintiein eiuniragim c-rosidaravelme, le o alra-
v,-sar e.-ts rio, qae corre po' ura valle lio estrel-
lo e leudo ribane-iras to alus que as cheias t
t nado ,-e pode alr^vessr.
P r e ii-eiininte esta d.en'mstrada tambera a
nlidade e couveuieocia publica de uina .unte .-o-
bre este riacho.
Dfiniro da mesma vilia tambera atraves-a na.
nutro riacho qae lerna incoramunicavel a parle
do norte cora a do sal da raesraa villa, que o
riatillo denominado Ivo.
Como pois Srs. qae se podedeixarde reclamar
por urna medida desta ordeno, tomo que se 10 le
deixirde reclamar pelacooslruego ue urna pon
le que commnmq e todi a v lia, ama vez que pe
11 invern o transito li:a ioterciptada por esse ria-
cho chamado Ivo ?
. v a casa que o projeeto nio'peJe ss nao me-
didas jue sao dacompltta utilidade e ccnvenien-i i
puhlica.
E teado sido auxiliado as poucas palavras qu-
lenho dito acere i da eonven;encia, do interesse
public-i dessa ideiaj pelo meu distiocto collega do
disincie, digno prom<.-tir d'Agna Preta que com-
piti i o meu pensamento eu roe julgo dispnsalo
decoutiauar a jj*tiQcal-o, por que roe parece que
a casa estara satisfeia com as considrac5es, que
nei feilo. .
0 SR. VIEIRA DE MELLO, az tlfOOMC coosi-
derac:3.
Eneerradj a discus o o projeeto appruvado.
1 diicusso do projeeto n. 23 do anno passado
auiorisanio o- presidoule da proviucia a mandar
construir 2 pon tes obre o rio AmarafV.
O SR. RATIS E SILVA :Sr. presidente foi
roa coincidencia a leitura do projeeto que est em
discu*so, por que como que ja esta causando
zelo como que j esta causando nurne pedlr-
.-e lama cousa pira o 3. d:stricto. Mas Sr. pre
silente'qiacdo |se trata de melhoramen:o3 irn
teriaea desta ordem. q-jando se trats :da melln-
ramentos que entendo que sao os primeiros fun-
damentos qne se devem lancar na obra do pro-
giml do paii, nao sei como se k-vantera voze;
contra elles.
Um Sr. Deputado :Nao se levanl.iram.
O S. Ratis k Silva :Eu ougo estar se disendo
aqui qae 6 o 3. dntricto que quor melhora-
m enlos.
Sr. presidente nao saroeule. o 3. dittricto qae
pede, qaaltraer, que tem neeessidide de melhor-4
ment,s, dessa neeessidade se resentem lodos dis-
tnctos, maso 3" di'trict) nao tem caloa de quea-
qaelle* que representara os oatros districtos dei-
xera de propor a esta assembla os'melhoramenios
de que elles precisara.
Entendo que curapro o mea dever ; ea nSo fui
mandado paa aqui para me divertir, nem para
conversar intilmente, rae lizeram diptalo, me
flzaraiu procurador do _3. districto para propor e
Lpromover o"is a casatovos os raelh ramentis, ma
teriaeee moraes qae o mea districto carece.
Um Sn. Deputado : -Va aquera loca.
O Sr Ratis e Silva :Nao esloa fazeado cen-
sara a ningnem.
OSn. Teixeira de S :Ningnem contestn o
direito do nore. epatado.
O Sn. R*tis k Slva :Ningoem contestou, mas
como que- a coincidencia de entrar em discas*o
este pruiecto immediatameate soque acaba de ser
approvads acerca de pontes, craoa lelos, que me
caasam serios receio?, visto como j estn adiando-!
que se pede milita cousa par o 3. districto, lenho
receio de que nao sej i o projeeto b^rn succedido.
Ao mesmo lempo anima- me a considerado de
que esta assembla iil nitrada como nao pode
deixar de reeonhecer qae esses beneficios mate-
riaes nao po lem ser negados os lagares qne eu
indico, sem minia injnslica.
Passarei agora Sr. presidente, ditas estas poucas
palavras, a justiA-ar a utidade do pro;* lo.
Qaera conhecer o lagar Daas Barras, quera ti-
ver por all viajado na estaco invernosa ha de
reeonhecer que urna medida da absoluta neees-
sidade, o, ie urna medida argentissiroa a cons-
truegao de duas pintes sobre o rio Amaragy. A
e.-trada que d*ee do centro, qae vera do Bonito
e oatros pontos tem de transpor este rio, e a ou
tra eitrada que -egue pelo liibeiro tambem o tem
de tr.mspr, e estas duas vezes; roas qaer os
traoseantes de um lado quer os de outro eocon-
tram-se inte ralnenta embarsgido nos seos nego-
cios, nao podera transpor esse rio seno con mul-
tas difflculdades, se nao com risco mesmo de vida
na estago invernosa. O rio Amaragv, Sr. presi
dente, lendo ura curso bastante longo, por occa-
sio das endientes, transborda extraorlinariamen-
te, odrupa longo espigo, ea mesmo te-rrivel e
-sem urna ponte sao os I-aseantes obrigados a
iranspol-o em urna balga ou jangada que l exi-te.
O Sn. Goes Ca vlgante : E bora lembrar
qne esses terrenos uao sai deshabitados, sao o:
capados por engenhos que mandara assacar para
a estrada de ferro.
O Sn. Ratis ; Silva : Es'.a bilga qae apena*
aceommoda 2 cu 3 cavallos com as saas cargas
e condactores nao poda s;r suffleiente para dar
trsnspdrte a 20, 30 e mala cargas qae ao raesmo
tem ao se apr'escntara a passagem, principalmente
nos das de sabbado para a fe-ira do povoado de
Gamelleira cora que d'ahi resolta muta demora,
demora qae prejadjea tal ponto que maitos vol-
tim desajiimalo*, oao poSendo trazar seu? gene-
ros ao tHercado, e oniros perdem nos nao ceasio
de transpor o rio, porque a jangada vira m ilham-
se os productos, e ba mesmo perlgo de vida.
Eu qae all moro e qae tendo neeessidade taid-
bsm de transpor esse rio j me tenlio visto po-
nais de ama vez em risco de eahir nagua, vendo
a lal jangada virar s, porque n5o pJf-omp)rtar
o paso com qua a sobreiarregam, visto qae os
matulos alli se agglorajraaie cada qual qae qaeira
ser o priraeiro atravessar o rio para chegar cedo
ao mercado com seas gen;ros. e disto resalla qne
jangadeiro recebe na jangada peas irapenar a
qaelle qae ella eomporta, e d'ahi o rwro, o e-
ngo mesmo de awrrer-jeafogado.
Alm disto, Sf. presidate, na estaco ioiwiio-
= ..... '"
se, quer de iinuquer de, ratro lado, fdrmam-se
atoleires ao ponto de suwtt-se nellea um cavallo
qua*i todo, (i'oue re.mlu aarderem tambera ah
na-iinadacarcs os seu g>er<.s.
Um Sa. Dn'iu-Ai : bssas neeessidade* nao es
to a cargo d.i municipalidade.
O Si\. Rath e Silva : H-ivemos de esperar qae
as municipalidades fac ira estradas T Se Tormos
osperar por isto rmica teremas estradas-, porque
rauitas muniii.'iiida 1e- nao tera renda. Alea da
to, Sr. prasiiente, anda ha outro inconveniente
que tica remediado com a {note e que por cau-
sa da aggioauracio le matulos nos das de sabba-
do quirerem todos passar ao me-rao tempo,
dam-se conflictos, dam-te desordeui de tristes
con-e.;a-aeia--.
A'ulraponi* qne o projeeto peda sobre o mes-
mo rio, mas ni eogeaho Amaragy, da animaes.
Est< pinte deve dar passagera ao* que vera da es
irada de Ribeiro, por jue esses qae vera por esse
lado tambera eneonwam as mesmas difflculiadei,
correra os mesmo* ricos qne na oalra passagem
i qae acabei de me referir.
(Ja Sn. DmoTAat:Essas piales sao smbas no
mesmo engenho f
O Sn Ratis e Silva :N'o, senhor, essas pon-
les t i sobre o mesmo no e as estradas reaes
por onde vera o cominereio para Gamelleira, quer
do centro, quer do norte da fregaezia.
Asim, Sr. pre.-ilente, parece qae tenho mostra-
do a utilidade e convenieucia que resalta da me-
dida que pede o projeelo.
Se alguc.io ?e levantar para impugna-I", tere
ent-i de ^cerescentar mais alguraas ccmiidera-
55es.
O SR. BARROS VVA.NDERLEY :-Sr. pre
te, eu acomoanhana. a meu diiuncto eolia;
seu louvavel intenlo de ao stecer de estradas
puntes e cadeias o 3 districto.
O Sr. Ratis f. Silva :A provincia.
O Sn Raan s Wa.niuchley :O 3o districto prin
cipilraecte que para aqui noe enviou, e cujas ni
eessidades mais panicalannente erahecemos;
ni i.* nao o i'..o >. atienta a falta absoluta Je m.-ios
p projectis offare;idos a ena casa pelo mea digno
collega aiitorisa.
Um Sb Deputaso :Seria bom enamera-l s.
O Sr Barros Waxmblet :Ujao ao cuidado
do nob;e depuiad". Su de opinio qne seno
deve promoigtr leis que demanian desaezas se.ii
U3s pj-op ire.uuera js os raeios para a sua exequi-
biti ta.ie.
L'm Sr. Deputado : A questa > mais grave.
O Sb. Rabros Wanderlbt : Todos tos sabs-
raoj que a provincia tem necessidale de estradas,
ponte- e caleta--, aU>; mas ua ixooiSibiUdade em
que nos achiraos de sati-fazer a todas estas exi-
gene. as, coiv.n antes satnkzer as mais urgentes.
E' me h ir cun'gair algurai cou-a do qua na la
cou.-eguir e receio que nada e fx'a, si por ventu-
ra votarmos por todos os pn jacios apre-entadj.*
pei i meu diguo col egj>.
(O Sr. Ratis e Silva d um aparte)
O Sr Barros Wanoeiiley :O raeu collega faz-
rae unan injusuca, porque, aiada ha pouco, vo'ei
a lafOf de uro proj icio sju qne aotorisava a cons
tru.-oii de tres pontes em A$ua-Preta.
(Ha diversos aparte.-).
O Sr Barros Wanderley : sr. presidente,
serapre que se trata dos raieresses do 3o districto,
sonj-io- ne de diie-lo, emprego todos os meus es
forcH alim de promove-los, e V. Exc. sabe coro
qua d.lll-uldades lutei para qua se consignasse na
lei do orjamento visete nraa quta p-ra a obs-
truc^i da mva barra do uj Uua.
E -i rr,e fosse licito firia ura vuto ao Exrn. pre-
lid n;e da provincia para que maodasse saii-fa-
zer aquel a neceasid.ida ijue de primeira ordem,
e que cuno al ja f.i leconbec.Ja poi uaanimida
de de votos os muus colegas.
Eu convido e peno aos meas nobres collega?
qae estodem a necessidades mais nrgentes ao
loaaa < i-tricto adra de que possamos apresen:r
os pr.jactos jue forem corapativeis com as ren-
da* publicas.
Un Sn Deitado : O n bre deputado anda
nao pr.ivou que o prcj'cto nao ae urgencia.
O Sr Baanos \VA>DKRLEr : Nao me cancare
em provar qua poutes em ros vadeaveis nao sao
-le utgeuie neeessidade publica, e neste caso estu
as que se ach.nn consiguadas no projeeto.
Coacluo, Sr. presld ale, d zendo que as pontes
de que ae traa, nao sao de tal ordem iue devaro
ralenr os outros melboraraeotos que reclama o
di-tric'o e para os quaes deveraos laccdjr as no*-a*
tistas.
O Sn. Ratis e Silva :Sr. presidente, se o no
b.e deputaio que acaba da fallar nao honvess-
-.niiiido urna iirop :-i.'"io estraatuval para miro,
eu por certo uo v .Itava sobre o assuaipto porque
elle ni i ii.-iruio.i mioaa argumeniacao era ordem
a provar a sapeilliidale ea inalilidadadoqoepoco
no projeeto. Mis disse o nobra deputado que a?
puntes pedidas sao no raesmo eogeabo, e isso o
que me Iraz de novo a.lnbuQ.a.
O meu nobre collega mostra que nao conhece
a localidaoe, e queno coubece a suaa necessi
dades, se as eonhecsse nao avancana st>.
As ponas -3o oas estradas reaes qae vera ama
d lado da Escada e oulra da lado do Bonito.
Uti Sr. Dbputaoo : Estradas provraciaes oa
municipae.-?
O Sr. Ratis r S lva : Estradas muaicipaes,
es'radas publicas.
L'm Sr. De'-utao) : Eato da competencia
da cmara faz-las.
O Sr. Ratis e Silva:-Mas j se disse quea
cmara nao t Je fazer esus estradas.
L'm Sn. Deputado :Muito menos a provincia.
O Sr. Ges Cavalcante :Eitre n nao ha
essa distincco de estradas municipaes e provin
ciae-.
O Sn. R*.m e Sh-va :Pois havemos de espe
rar qae os Cofres manicipaes estejara era circums-
tancias da despender avalladas quaatias, para
enio altendermos a satisfaces.o das nece sidadea
absololamenie argentes ? .
O 8r. Silva Reoo : -Hi perigo em se d.-raora-
rein essts pontes para o anno ?
O Sb. Bats e Silva : Ha perigo o muito pe-
rigo.
O >tt Silva Reg .Nao hateado perigo, e j
tendo o 3* duirieto obtido 3 pootes, polena lijar
para o anno.
O Sr. Ratis i: Silaa :Deve ter njuias mais,
deve ter tantas quantas sao necessarias.
O 3circulo nao tera culpa de que seja corlado
por raoitos ros e qae esses p.as pelo invern se
tornera invideaveis. Por conseguate em lodos os
lugares, em todas as estradas que tiverem de atra-
vesar rio* desoa ordem de urgente neeessidade
que facam pontes, e en nao recooheco melho-
ramento nenhum qaa tenha mais importancia,
mais urgencia do -jue es*as ponies.
Se as vas de ommnnicaco, Sr. presidente, de-
vera ser as mais facis, as mais perleitas, se sao
ellas que desea.-o'vem o progresso, se pe s viis
de eommuniea-o que tem js o augmento da n-
quesa publica e particular, cerlamente que se de-
vera laocsr ponas noi lugares aonla essa coro-
raunica^o ple Uear intereepiada em certo tem-
po ; edesie que se reeonheca a verdada destes
principies, desda que se reconheca a verdade do
que acs bo de dzir nesta casa, nao se pode negar
urna medida desta ordem sem maita injastica.
Assim, Sr. presidente, vo'.tando a dar eselareci-
mento ao nobre eoega qie me presedeu, eu direi
que nao sao duas pootes n'um mesmo engenho.
O Sr. Alaieida Perhambwco : -Na estrada, voto,
no engenho uo.
O Sn. Ges Cavalcante :E as estradas nao
atravessara engenhos ?
O Sr. Almeda Pbrnambuco :Qjem tem obri-
gscao ds contrnir pontes nos engenhos sao os
sens proprietirios.
O Sn. Ratis b Silva :Ea devo dizT aos na-
bres denotados qoeem qnaiqner medida que tenhS
de apreseaiar poaco me importa qae ella v ; f
eciar ao. rico ou ao pobre, o que qa*o Jmente
qae ella comeaba alHIdade e interesse ra-bliro
Nada sigo nes'.a casa qne alo seja por amor do
ioieresse publico, ah esto-os meas projeetos que
s contera-medidas de reconhecida utilidade pa-
bl ca.
Continaando nos esclarecitnentos.
Digo qne a primeira ponto atmessa o rio Ama-
ragy no engenho de.-ie nome;na eztrada qae passa
nese engenho ; a segonoa atrave'sa o mesmo rio
no povoado de Duas Birras, qae foi oatTora en-
genho. Assim j sao iio mesmo eogeaho, nao santera utid jade do
engenho algum, sio pontea sobra a estrada pne
bufa, de rtcoartecida neeessidade, porque pel-
inverno esse rio toTOa-se iovadeare e aio 89 polo
transpor seno em jangadas e com perigo de
da at.
Um Sn. Depilado :Como quasj todos, os ros:
da provincia em lempo de -averno.
O Sr Ratis e Silva :Assim creio que tenho
dado os esclreeimeats de qae carela o meu
nobre coflpga, e tenho tambem esclarecido a easa.
O SR. BARROS W NDEULEY latiste as saas
opinies.
Val a rae-a e apoia-se o sogurnte reqaerimegMI
fteqaeira qaejf pe-i > repariicao de obvaai
'denei, ai iofr-i
optiiea*,- pjr in
qyf oei;3 a
tnaadio da o
mceles acerca da nt lidade das pontea de qae traa
O projeeto Almeida Ptrnambuco.t
OSR. CU.SHA E FIGUEIREDO (oo devolveu
seu decurso).
O S. ALMEIDA P3RNAMBU00 : Limitar-
me hei Sr. presidente para justificar o requer
memo qae apresentei para qie por intremedio da
presidencia se peca informacoas a repartidlo dis
obras publicas sobre a neeessidade e urgencia das
ponas de qae trata o prejecio.
K casa vio a calorosa dneusslo que se estabe-
leoea a respeito da utilidade dessas poetes ; utili-
dade irapagaada por ara do deputados do 3
districto.
O Sr. G* Cavalcantb :lilla nao impugaou.
OSr. Almud a Pernamooco :Parte dos depu-
tados do districto raostraram-se convencidos, ouiros
deputidos duvidam dessa atilidade, e ea que nao
sou conhecedor da posielo desse engenho qie Si
quer volar com daas poale.....
O Sn. Ges Ca vlgante : -Nlo o engenho que
se joer votar com duas pontes, sao as estradas.
O Sr. Almeida Pkwamduo : .. foi outra pala-
vra, ea qae aio soa coanacedor da localidade que
se quer dotar com daas ponte?, preciso ser con-
vencido dessa utilidade, e outro meio nao vejo,
desde que ha divergencia embelecada entre es
raoresenlantes do 3* disiricto, da fijar reeonae-
sida a utilidade do projeeto, seoo o das ioformi-
ftei qae podara s;r ministradas pela repartico
uai obras publicas, que ple mandar algam de
ehs eogenheiros ou raesmo o quo tara naquelle
districto exinraar a localidade e nos inforraar
s/iore a neeessidade e sobre todo sobre a urgen
ca, porjie-tii bista qae seja til a obra, re-
Mssane que sfj urgente, para qa* ;e prelira
sal daspeza a outras que a p-uviocia deve fazer.
Se, portanto, em vista das informaedes que
vierera ficar convencido da utilidade e da urgen-
cia das ponles de qua se trata, darei o mea voto
a favor destas duas poates como volara a 100
pontes para o 3 dilricto se 100 poote* forera ur
gente* e naceasarias, e se a satUacao dessa nejes-
siiade f >r iodispen-avel e dahi poder resultar o
augmento da renda publica. Portanto nao rao
livo para^ue se rejiu o projeelo o ficto da se
pedirem 3, 6 cu 10 poates para o 3* ristri jto,
porque todos n* sendo mandatarios da provincia,
devemos promover o intere-sa delta sem distracca i
de distrctos.
Assim, se ur convencido da urgencia voto p'lo
projeelo, mas se nao fir dejxo qae lique a era*
trasco dessas poniei pira quanaofor ellaurgenle
e melh;rar o e-tad dos cifres provinciaes.
O SR. P. DE FIGUEIROA abunda as razoas do
precedente orador.
O SR. OLY-IPIO MaROUSS :-Sr. presidente,
levanto me apenas para dar afumas explicacoas
aos noDres dspulads, e tambara para justificar o
raeu voto.
Eoteodo qae quando se tratar da obra* cuj Ol-
ljale for duvidisa. ou cuja olilidada nao csliver
muito provaia.se |le rasoavelmentede.x.r o co-
nhecimento de taes otqectoa para quando se tratar
la coofercao do orcaraento ; mis quanho nao ha
Invid sobre a conveniencia de urna obra, como
agora succede, visto que a casa apenas se divida
era relago a exiquibiiiliide da iia...
O Sr. A. Pernamiilco :Em relaco a utili la-
de. por jue eu, por exaraplo, uo esloa conven-
cido.
O Sr. 0. Marques :Nao posso deitor de op-
por-rae ao rfquerimeato do adiaraeato do nobre
denotado e voto pelo pr. jeeto para qae elle passe
a 2* discnsso.
Eiconheci maito b m a* oecessidades do dis-
tricto que tenho a hiora de representar, e sei q le
o pn jacto de que se trata de maufasta mili Jad;
Quinto a urna das partes, a do pcvoalo de Daas
Birras, esta ponte de necessiJade inconiestavel,
porque por ella tem de pastar t dos os gneros
qae se iraosoorta da estago de Garaejleira para o
alia certao e vice-versi ; quanlo a outra ponle de
que trata o orojjcto, me parece que poiia ser
adiada aaaa crastruccio, ou ao meaos li'ar para
ser rsalisada depoh de ontras obras de mais ur-
gencia.
Ne'ta sentido, pois, voto para que o projeeto pas-
se a i discasso, afun de que o emendemos man
danio se con'truir nma das poates, a mais uec.es-
saria, jando a outra adiadj, o se resolva que se
faca ama de preferencia a outra, conforme a sua
utiiilaila e urgencia.
O SR. GOES CAVALCA.NTE ramifestase con-
tra o adi:iroenti>.
O SR. CUNHV FIJUEBEDO (oa> devolveu seu
JiSJU'SO)
A discusso li m adiada pela hora,
3 '. PRESIDENTE designa a ordera do dia e
levanta a sesso.
ERRATA
as dtclarac.s feitas pelo Sr. deputado O yra-
pio Marques, na seiso de 6 do crrante, sohre o
projeelo n. 12 e publicadas uo Diario Je 18 do
crreme, em lugar deconvencido do prrjj.'to,
dev ler-seconvenado da utilidade do projeeto ;
em lugar dea reepeito de muito?. Srs. diputa-
dos, leia sea re?pelto de rauitos Sr. deputaio*;
em lagar dea respeito ao projeeto, leia-se a
re-peito do projeeto ; em logar denao oevi, po-
rm o projeeto achate em i' discusso, leia se-
no <*uv poiu o projeeto acba-se ero 3* dis-
cusso.
REVISTA DIARIA.
prc
A3SEMBL\ PROVINCIAL.-NSo fuoccionou
hootera por fa!ta de numero legal de aenhores de-
potados.
FORO DO RECIPENao tendo os hachareis
Jj; Ea-taquio Ferreira Jacobina e Maaoel Joa-
quim Silveira aceitado os lagares da i* e 3su?-
plentes do juiz substituto 1a vara de orphos de*ta
capital, para os qnaes forara nomeados em 20 de
S Janeiro ultimo, o Exra. Sr. conselheiro presidente
da provincia resolvea, por portara de 18 do cor
rente, de eonformidade cera o disposto oo ait. 6o
S e 3r do decreto n. MU de 22 de noverabro
uiii no, transferir para n lugar de i" snpoleote o
2' a -laal ba j ti a re Joo Augusto do Reg Barros, e
n 'm?ar para os de 2 e 3 os hachareis Miguel Ar
cbanjo Pereira do Reg e Fortunato Raphael doi
Sintos Biiteajoart
ESTRADA DE PERRO DE 9. FRANCISCO.-
Por portara da presidencia da provincia, de 19 d.
correte, foi nomsado o Sr. engeBheiro Feliciana
Francisco Martins para servir interinamente o
cargo de ajad ante do engenheiro nasal da estrada
de ferro do Recife ao S. Francisco.
AUTORIDADES POLICHES.Por portaras da
presidencia da provincia, de 18 do correte, foram
nomeados :
Subdelegado, Io, 2 e 3o supolentes do districto
de Grvala -Jo^ezerra de Vaseor-cellos Torres,
Paulino Taixira de Carva'ho, Calixto Teixeira de
Carvalho, Manoel Boptista das Neves.
Subdelegado, I, 2 e 3 sopplentes do districto
de BezerrosJos Soares de Oliveira Graode, Ber-
nardo Jo Brayoer, Manoel Gomes de Oliveira,
Francisco Xavier das Chaga?.
i, 2o e 3o supplentes i* dflegado do termo de
BarreirosManoel de Barros Wanderley, Minoel
da Rocha Hollanda Cavaleante, Io Lin3 de Bor-
ros Vasconcellos,
3o suplente do delegado do termo de Oarlcury
Francisco Manoel Angellm.
3 snpplenle do subdelegado do 1* districto do
ExJlo de Arajo Chaves.
CADaVEi.No dia 6 do correle, no lugar
Barana do termo de S. Bento, foi encontrado o
cadver de ara h miera de cor branca, ji em es-
tado da pntrefaccio. Do corpo de delicio resultou
tar sido a morte provin la do far i melos recebido*
no peito e oo ventre. A auloridade procede s
iovastigaQoes nejessarias para chegar ao conhe:i-
mento dos culpados.
ASSASSIUTO.-Em trras ddengenho S. v.
eeale, do districto e termo da Escada, na noule
de 17 para (8 do corrate, Laiza Mara da Coo-
ce;';i i assaseimu sea proprio marido g.lpes de
machad.} e depois golpeou-o cora am caoive.e,
e*tando elle dormir. A aatoridade foi ao la>
lugar do crims, vistertoa o cadver da victima, e
prenden a delinqaeate, contra a qnal vai iastau-
rar procosso, nao obstante apresentar ella indicios
da alienaco mental.
PRISO DE CRIMIfWSO.-Teadcr chogado ao
conbecimeato do Sr Dr. chefe de policio, no dia
18 dn corrate, qoe o criminoso Joo Maooel de
Jess, ltimamente evadido com outros da cdela
de N i zar-ib, se aebava eeeulto oo distr cto da Var-
vie* zas, era casa de um individuo da ame Jos Po-
ting.i, incumbi aquella zeloea autornlade aa Sr.
commandante do eorpo de polica qua fosse por
cerco casa e prender o criminoso.
O referido eomraandaoie dirigio-se ao lagar in-
dicad?, effectuou o cerco, e penetroa na casa al-
gam tempo depoS) quaed*) ji o crimioaso e tinha
oeCultado sob s estivas de urna estribara, dV-nde.
in ttaadj seuii-n e armada com am caivete,
iraiiwso, foi ea reeolhido ca de de-
tanflio, ande siv atJha.
Foi ett ullim a bella delig.-ocia qa% taato
aa quun a ordenbn, como qaem a deaempenhou
cora jauella e tino.
ARMAS PROHIBID VS. -Na noute de T8 as pa-
irultus rondaues toroarara roais seis armas defe-
zas. Coavm proseguir em descanco n'essa sa-
iutar medida de cortar esse abuso, que to nocivo
tem sido populaco paciiic-i e laboriosa.
TlULHOS URBANOS PARA OLINDA.-Os pas-
sageiros desta linha Terrea, alm do p do cost-
me, tsem nestes ltimos das (ido grande qaaoti-
dada de fumaba, que quasi'os suffica. Cbaoia-
iii '* para isso a alinelo do Sr. superintendente
respetivo.
THESOURAItIA PROVINCIAL.-Perante a jan-
ti o'.'Ma reparncao vio praca amanba as se-
gaintjs obras:
Rebaixamento da ladeira do Timb. 7:920*000
Ponte de ferro sobre o rio Capibaribe
no Pahiba..................... 132:339*000
LOTERA.-A que se acha a venda a 229a, a
b-nerlcii da matriz d'Agua Preta, a qual corre oo
dia 23.
CASA DE DETE.NCAO.-Movimento do dia 18
de marco de 1872 :
Existiam ( presos) 381, entraram 6, saturara 7,
existem 380. A saber: naciooaes 270, mulheres
II, estraogeiros 45, escravos 49, escravas 5, to-
tal 380.
Alimentados cu-ta dos cofres pblicos 303.
Moviraenio da enfermara da dia 18 demarco de
872.
Tiverara a'ta :
Estevn de Souza Monteiro.
Arno Ferreira Ramo*.
Amonio Soares de Alenear.
Miguel Fir.no dos A jos.
Galdino Gimes da S Iva.
Tivoram baixa :
Tnom Ridrigues de G.uveia gastrte.
Juvenai, escravo do Di. Ciceao Pecegueiroct-
phalalgia.
CEMITERIO PUBLICO.Obtaario do da 17 do
crreme :
M.r.oel Caodido de Seaa, p.rJo, (igaora-se a
naid. -Iidale) 20 aunos, casado. Sanio Antonio;
tubercul pulmonares.
J nuario, pardo, Pernambaco, 2 annos, Santo
Ant ioio ; bexigas.
Coraraenlador Antonio de Siqueira Cavalcante,
braneo, Prnarabuco, 72 aqnos, casado, Boa lista;
asir.-na.
Mirjul.no, preto, Peraambuco, 50 annos, soliei-
ro, B .avista, Hospital Pelro II; febra typboide.
Sratmi, pardo, Peraambuco, o mezes, Santo
Antonio. Casa do expostos ; tumores.
J-oao Baptista doi Saotis, preio, Pernambaco,
20 aaao*. solteiro, Hispuil Pedro II: toberculos
pulmonares.
Manoe' Monteiro Salgado, pardo, (igoora-se a
naturilidade) 30 annos, casado, U ja vista ;_ ab-
soipao puruienta.
Maria, escrava, parda, Pernarabnco, 17 annos,
solteiro, Aligados; labra puerporal.
Risa Ferreira Can i da, banca, Pernambuco, 24
annis, solteira, S. Jo ; verrats inettinaes.
18 -
^_I?abelMaria da Coneeieo, pirda, Pernambuco,
oo anno*, sollera, S; hy Iropesia.
Anglica, branca, Pernambuco, 18 metes, S.
Jo-; denlicio.
Amalia, branca, Pernirabao, 1 da, Sinto An-
tonio ; eonvulsoes.
Miguel Severino d>s Santo*, braneo, P.rragal,
o annis, easa lo, Recife ; hrtthysica pulmonar.
Fraaceiiaa Mina Jo.- de Mello, parda, Parnara-
bu.'o, 33 3nnos, v.ava, S. Jos ; thetano.
Mara, branja, Peinaubaco, 2 annos, Santo
Antonio; beX'gas.
rronici ji ns mn.
Tribunal lo cammerclo.
ACTA \)K sESSAO ADMIMSTATIVA EM 18 DE
MARCO DE 1872.
JRKSIDENCIA DO EXM. SB. C0.1SKLHEIR0 ANSELMO
FRANCISCO PKRETTI.
As dez lloras da miaha reun lo* os Srs. da-
patados secretario Miranda Leal, Olinto Bastos,
Candido Aljofarado e Alvaro d'AIraeida, S. Exc.
o Sr. conselheiro presidente declarou aberu a
ses*o.
Foi 'ida e approvada a acta da sesso de 14.
EXPED F.NTB
Offleio do inspector da tesouraria provincial,
repeliendo o relatono que apresenlou em 20 de
Janeiro do crreme anno.O tribunal resolvea
que ee accuas-e o reccbimenio, agradeceodoa re-
roessa. i
Offleio do presidente e secretario da junta dos
corretorts, a>orapinhando as cotagas ollieiaes da
semana Oejorrida da,11 a lii do crrenle.Para o
archivo.
OlfJjio Jo presidente e secretario da refer la
junta, reclaman lo ainda providencias no sentido
de T pelas companhias e sociedades anonymas
cumprido o disposto no art. 4 3* dn decreto
a. l'i de iZ de Janeiro Je 1871.itesolveu o tri-
tuial as fosse ouvida a secretaria.
Ofieio do correlur Fraiciso Jisdi Silvoira
reclamando contra a suspendo qua Ihe fra im-
pisia pela jauta dos cirretores, em vir tu le do
disposto eos ar's. 2o e 27 Jo regiment interno.
O tnbuoal aoaadu ouvir a junta dos rorrelores.
Aos Srs. deputados foram distribuidos os se-
gjiotes lvro3 eommareie3 :
Copiador de Joaquim Jos Soncalves Beltro,
Cofiador e Diario de Lima di Res, e o Copiador
de O iveira Fiibos de C.
DESPACHOS.
Peiieao de Antunio Jos Ferreira Monteiro e
Jos Djas da Conba, mostrando haverem atisfeito
i exigencia ti:cal, alim de ter lugar o registro de
.-ea contrato social.Juntera os sapplicanies os
examplaras que viera n anteriormente, aflm de
erera c.rabinados cora os que actualmente jun-
taram.
Da Serafnn Aives Rodrigues e Domingos de
Souza Rodrigues, socios solidarios da tirina Ro-
drigues Irraos, olTereeendo a registro o sea dis-
trato so :ia!.Vista aa Sr. deserabargador fiscal.
De Jos Joaqun Goncalves de Barros e Leh
raann Frres, tambem offarecando registro o seu
dislnto sojial. Vista ao Sr. destmbargador
fiscal.
Oa Mareeliao Je C, apresentando para igual Qm
o seu contrato de sociedade feito era duplieat.
Assignaa a petico com as firmas individaaes dos
socio, dse Tista ao Sr. deserabargador fiscal.
Da Aotonio Alvos da Silva, Jos Antonio de
Aran jo e Joo Cona de Carvalho, apresentando
igualmente o di-trato di sociedade commandilaria
que gyroa nesta praca soba Arma de Ar.aaj),
Carvalbo & C. Vista ao Sr. dosearbargaoor
Bsoal.
De Joa]uim Teixeira Bastos eJoo Thomaz de
Aquino, no roesrao sentido respectivamente ac
cotiirato pira o commercio de calcado na luja
ra de Marciiio Das o. 36 A.Vista ao Sr. des-
erabargador riscal.
De Joaquim Berlim, Baro de Aquiraz e o ba
charel Francisco Panriio Ferasndes Bastos, idera,
vrado era duplicata o contrato social qne celebra-
ran) soo tirina de Joaquim Berlim & C-Cum-
pra-se o disputa no 1 do art. 2 do decreto
n. 1506, tirraada a pet;o com as assignataras
mdivduaes de cada sojio.
Do Oiympio da Silva, ex-agenle de Iel5t", pe-
dindo que se Ihe d por ceriido nao t a petcao
em que pedio exoneracao de dito oflicio, mas tara
bem o aceojidao que lbe conferio lal exoneracao.
Dse a eariido requerida.
De L anidas Tilo Loureiro, submettendo a re-
gistro ama procuraeio bastante de seu consti-
tuate Manoel da Coraba Wande/ley Lina briga-
deiro de exereito. Seja registrada.
De Lidsierae Robilliard & C, mostrando haverem
satisfeito a luvida opposla oo seo coolralo social.
ProccJa-se ao registro na forma do deerelo n.
k3ML
De Manoel N raes da Fonceca, Antonio Jos da
Jrtu e Cimillo da Silveira Tavora, apresentaudo
o contrato qne em daolicata celenraram sob a fir
ma de Mancel Nanee da Fonceca & CVista
ao Sr. deserabargador fiscal.
Ds Jos Farnandes Lima e Martinho Lopes dos
Res, apresentando tambem o qae celebraram, em
viriude de baver fallecido- Joaauira Francisco da
Silva Jaii'or, qae era socio da extracta firma de
Lfboa, Silva & C Vista ae Sr. deeembargador
fiscal.
De Joo Baptista. Feroaades, socio da exlincla
rma de Fernandas & Bastos e a quem paa apa a
pertencer a liqnraaco do activo e passivo sociti,
pediado perroissao para servir-se dos livros Diario
e Copia: ir qna perteaciaia ditaA firma.Siro,
fe las as dtvtdae daclaracos na secretaria do ir i
bnaal.
De Samui Power Jobnston & C, deelarando
para o fim de se fazer a compleme nota, ha ver
deixad.o a gerencia nesta cUa.de da Jaiaeril Com
ponba de S'giros de Londres,Como requeren.
De JoLo Manoel da Veigae Seixai, impetrando o
registre da escnpttira publica de autorisacio para
oommer::ar dada a sea Qlho JooJMaaoel da Vei-
. iho nos termoa do % 3. do aft k*
Ctlfa fflMnarrlal.Comafraquer.
Da Ttialiacl-s Partir Uho, impetrando :li-
bera o di sua nomeirao de oixeno da cicaaBt",a
de iu i.inafo a g-a.-U.biri i"
Ue Jas Joaquim Aives, pedindo peraMnao para
cominear sua escripia seb a firma de lesd Joaqaian
Alves & C aas livros qaeperienearaea ana ti: ma
iodixilaal. sera qne por isa* qam gvjadieada>
escripia dos rr.ezej de Janeiro e evereiro cxisua'e
nos livros auxiliares.Nao tem lagar qnaato a ul-
nma parte relativamente a eseriptarac.) dos me-
tes anteriores as 4aelara9e< qoe hio de ser feas
pila secretaria nos livroi em que-lo.
De Demetrio Ferreira da Silva, para se Ib' re-
gistrar a aa nomeacio da pnmeiro eaiaira
commereanie matr cnlado Joaquim GemiaiaL, J-
ArradaNa forma requerida.
De Manoel Comes da Cruz, iasistialo pela coa-
jesso do recurso que reqaeira da seat^nra joe
denegoa-lbe rehabiliucio eoranaerei.l.-lndefer.aa
i vista das propriat dirposide citada- pelo op-
plicanie.
De Joaquim Berlim, de idade de 31 auno, ba-
ro de Aquiraz de 53 anaos e baeharel Fraar>eo
Paurilo Fern.indes Barros, de 35 aonus, lirasat-
ros, e.-labelfcidos ra cidada da ForUlen; caplUl
do Caer mi eaaamareio por gvc so d genero* do
paiz e esirangiro., sob a lirra de Joaquim Ber-
lim A C, pediado ser ella admiind* a rauncala.
Aiteatam em aboai de sea credi'o J irg- jaeoate
Tas'o, Alfredo Hennqae Circia eJos M Ferreira -Vista ao Sr. desembargador 11 ci
Infirmara.) do Sr. Jr. pfBjiai-maior, respect ra-
mente ao agnte de leiloes Frrociro \n; m<*
Poniual Jnior, aaapaaaa era U de deumbro p-o-
xirno pa-sado, declarando qoe hio deeurrwa aa
tres m*ze- que >a.i exiJo para qo<> ih- i-
poaha a p que se procede*** m f >nm la ku
j memio Sr. nr. oSdad maior, era campr
to do despicho ltimamente prufendo oa p
de Brag, Silva 4 Hago.Volta a secretan ,.ra
declarar su nao icra havido despachos r.irai i
ao que Ledem o* >up; li'.aatei e qoae* os <|ur a
sido conlorroesa -ua preienco.
Sendo 11 hora* e ni ua da manhi, e n" babea-
do mais nada a da-pa liar, a Exm. Sr. coasrlbc r?
presidente aacerroa a aaaai -.
SESSAO JDI.IiHU A 18 DE MAl i
DE 1871
^aRS!DE.;aA oo bxm sb. coxskl -;in.. a. r. ;a-
I'.KTTI.
Sea fiar to Julio (umarA't.
Ao meio da declarou-se aberu a seso, e- -a-
do reunidos os" Srs. daaaaaargidiri aa.
Silva Guiraaraes, Res e Silva, Mjtta eHgui*
Costa, e os Srs. dapuudis Miran la Leal, ban-
dido Alj.forad., Olinto Bastos a Alvaro,
Lida. foi appruvada a acta da -f-io tisadi.
O esenvo Alhuqut-rque regislrou o iiitirac ;r -
lalo de letra a II do prevate met, sob a.
iio ; e o escrivo Alves de Bnlo a Ib do dito u z,
sob o n. KM.
aoLoaaiaanaa.
Juizo esiieeial di coianercu : erabargai j
pellado r*Jj- Pcrafra de Castro Pialo, '-'-
galo appeiUme autor Ant<>no J *quro a> .-
concellc- junes os Srs. Silva iuiaiares, .M :.a,
Olinto B-io? 1!nula Leal -F.run de*
o embargos c m o oio do Exm Sr. i"oa?el
presidente, seod i votas vencidos os Srs. U
Bastos e Miranda Leal.;
Inito ospecial do commercio : embatganle ap-
pedante amor J .s do liego Mello, embargado ,. -
pellado leo Antonio Bipi^ta afanara ; juixea aa
Srs. Silva Cairoareo, iteis e Silva, Oran Ha--. n
Miranda eal.Foram de-pretaJis os emlt.t^ .-.
sendo voto vencido empane o Sr. Olinto lt.-..,
por entender qu-> eaia ser o tea cvuderanaio ia
quantia de t GH710 iis.
Juizo especial do com.Dercio : appnUnie aaaMI
Joo Pereira de Araojo Cardso, appelUdo rao
Joo A'ilonie Gomes Gimaraes; joiae* o .-r-.
Silva iuimares, Res e Silva, Mirnd L-.l e Caa>
dido Aicoforado.Foi eoatirmada a snienca aa-
pellada, sendo voto vencido o Sr. eaemliari ir
Silva Guimares.
O Sr. Miranda L*al nvapreseatoa o f-i;o a.ia-
do a 4 do prsenle raez, t-atre partes, etn ir-b-e
Ga-tpar Cavaictnti de A.buquer.|ae(Vboa. aSBW-
gados a viuva e herdeiros de Joo de Sa a Ailu-
querque.
A pedido dos Si*, deputadi! aJarara se na ,cl-
gameotos do- segrales Maaa, enlr- parles, ap,-
lantes os administra Jores da raassa fallid* An-
tonio Jos de Figueiredo, appeliado Jos Alvea la
Agu ir ; recorreaie Joo Vicsni- Ferreira, tecr-
rido Amaro da Silva Guimares; appeliaats ba*
zaro M .reir de Siuza, appetlilo J..t Aaloc.a
dis Santo* Oliveira; appMlaote appe*>aao atan
Varia Goncaives Perens, appeliaule paell .do a-
larmino Pmto da Araujo.
PASSAGRNS.
Do S-. de*eraiurgaiir Sila G limaras ao ir.
deserobaigador Multa : appellanie Jeaajaaaa Sa.-
va'. : Pessoa de Siqueira Cavalcanti, apiiellaa a
dr. ma oa Caixa Filial do bao:.. do Bra-il n--.a
cidade : appeante Thoinaa Daarie da A^aae.
ppeado J -aquira da Cuaha Freir ; embargarte
Salvador de >iqueira Cavolcanti, embargado Jea-
qui-n Salva*- P^ssoa de Siqneira Cavalcanti ,
embargante 'Andr de Abrea Porto, embargad}*
Lima A Minios ..m iiqmdt.jr
Do Sr. desembargadoT silva Gu:maiies ao Sr.
deserabargador Reis e Silva appelUnle Juio Je
Azevedo Pereira, appellaJo Ant nio G m Pe :
appeliante Antonio Ritieiro Pont-.*, apoel ad a
viuva e herdeiros da Custodio Jos Alves Gai-
maraes.
Do Sr. desembarga Jor Rea e Siiva ao Sr. dea-
embargador Moda t appllanle Antonio Alves Pia-
lo Tariarog., appelladu Manoel Pralo de Araoj ,
appeilanies os administradores da massa f illida de
Antonio Jos de Figueiredo, appellado Praacisca
Jo- de Oliveira : apiiellaotes Taseo Irmas, ap-
pellado o Dr. Nivmo Cavalcanti de Albuquerqae ,
appellants Joo de Az ve!. Rioaos, appellado Aa-
touio Gongalves Ferreira Caieo ; appliane j
de Az-vedo Pereira, appe'laia D. I a bel Baati>u
da F. nceca ; appellaoles Tasso Irro.s, ap^eilaj-}
Jis Goncalves da Silva ; appellanle Ta
roaos, apiellados os herdeiros de licor* G.bs.n .
ambarganla Augusto Frelerico de Oliveira, ra-
bargados Augusto Octavian i de Soaza a (1
DISTBiMIMJdB6.
Ao Sr. deserabargador Silva Guimares : appti-
lames Jo Joaquim da Caoba A C, appel.o>
Joaquim filviro Alves da Silva.
Ao Sr. deserabargador Reis e Silva : appellacie
Joo AiT.nso Torres, fallid) concordatario, sppel-
...Jo Prancaeo da Silva Cardoso.
Ao Sr. deserabargador Multa : appellantts a
administradores da massa fallida de Antonio .' *
de Figueiredo, appellado Francisco Josa de O-
ra Jnior.
AGORAVOS.
Juizo especial do commercio : aggravante Deo-
ciecio Ribeiro de Brito, aggiavaoo Maaoel A!-es
Guerra.
O Exra. Sr. c:.nselharo preaidenle negou pr >.i-
raenlo.
Carta testeraaahavei vinla do juizo especial 4o
commercio : aggravante Ag .stialio Ferreira Ja-
nior, aggravada a massa fallida da Joo Fereira
da Costa Su.ires.
O Exm. Sr. e n-elheiro presideale n.gou piovi-
mento.
Eocerrou-.-e a sesso nraa hora a mata Ja
tarde.
eUBLiCACQES A PEDHIS.
O movIuicHto social.
Nossas ultimas palavras ao coaeiuir o primtiro
artigo foram : deixeraosque exisU livreaaaaia
essa feliz expanso da sociedadeo roovinaaate.
Dab orotir.io os fructoa abeo^oados da civil >a-
co e do prigrasso.
A especie humana, percorrendo coa ees*
ousado oo coodor a espbera de seos direito o
deveres, d pac satisfeita sua mis.-o, e depois de-
plora, lamenAT'ua condico e .-orte, cjaaa tgf**Jn
e felize-.
E' neae*s*rjmenle esse o quadro da precii
fo, da imprudencia.
A-siraalgumas vezas exlaouadas as fon
hornera par, lita en destino e pela luxj
e.rabeoa quj l.-oge acha so da conseca
fim.
Eato a pniJuncia o salva,, a n iVxia o
grao leja almeja'a por seu obra amor-
Ea priraeiro lugar o mov meato do
corre, cansa e ds aovo precipita-se, jog
cenbeciJo eo m violento phyiteo,
pene amanto.
Era *'genJo lugar eonheae-fe, devliavaa ota
roovimenio cima do animal,o niiil pHB^1 d*
cogiaco btunana. Por ella a oiaaaja ad iesea-
vol ve, se ex-rcita, creudo iocm as inOarito.
E*ta a.-c), porra, e-la sujoiU a leia raciooac,
sem asqaaes se conaaJiria, comaagiuclo te
ave, com a carreira do tursel
E' indut/iuvel a iaaawasa vantaaea drivaa1gP
dessa raacifestacJo fivre, mas meaiula e Hala
rada da re:tedada.



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phia.
OtID
nao eler
i tero eessad-;,
i paiz, onde
3a philos.-
Issj a -ffrldi^to tmpora! ge
lade ; pil1, o excesso occasio-
na o feudalismo ou a anarbia.
Dous sao os extreuo, porianto emqu> ple
cclloesa-se o horaam quaolo maro1 politics.
Um p*rgo*isei)oo oVonfreucouto ; outro a vil-
lante ae*ordinac).
(a-me.0 termo- a acieacia pjliiiei, a -qieato
de lo o i os lempos, de iodos os das.
.Na epocsa era que vivamos, raro opovo, que
Lavendo trausposlo o penga Jo priiueiro ex'remo,
e evitojda a vergoaha do segando, uso se fregu
feliz sabio.
Eli: divamente a scieucia social da era moderna
oau a me.uaa que a dacooiamporaoea. Alm da
laeori*lia a prstica, a experiencia
Completa, real, werdsdeira bojo a aeci) e a
direccio dos povos.
i.'iel c'est mu da LaizXIV nao sobrevive mais
can aova poltica l-rrenh, urna vez jue liumaoi-
tarias, levadas. e generosa* apparecem e reali-
sarc-se ai ttaotpattts do* publion.is eooierop)-
raaeos.
O grande problema rasolve-se aciualmeote pela
renna, que o mato de sanar o* males e de con-
seguir o bem.
O Brasil, ij'ii a largos pasaos tcompaoha o mi-
tmenlo da tiumsnidade, e espersncoso contempla
o futuro, lem empregado ess* difll :il expediente,
e o resultado u m do o engracdecimenio de seo
mrito, de sua gloria perante as nacoes 1) velho
continente.
O movimento social digno urna realidade no
Brasil. A aeco salul-r das reformas em nosso
paiz urna verdade incontestavel.
O imperio coni essa babi! talica da sciencia po-
ltica vai assuuoradj catbegiria do na ;o de pri-
m.'ira o .-.I "ti.
A aceao.governaiuantal e popula', que em re-
saltado urna s, o iodivisivel, tem de tal sorle
preparado o paiz para urna marcha recular e pro-
gresslvaque as reformas urgentemente reclama-
da* eslo discutidas e promptas ; no.sas ideas se
esclarecen) e assenlam em bases certas e fixa*.
A evoluco social porque tem passado alguas
sidos, dos quaes a historia nos da noticia exac-
ta e minuciosa, jmais raottrin-sa to esplendida
e ao niesmo lempo to pacitlca, orno esta em que
Oj? achamos.
Apezar da felicidad^, da sejoranca, da certeza,
pretende-so fr alm, isio flgura-e um estado
melhor, sonha-se, e eom a phanlasia do poeta al-
roej i se um paraso I
A realidade, o positivismo paraos novos apost-
lo? da verdade como o asiro opaco, qne tem
iuz emprestada.
Novos mandos para novos Colombos desejaria-
idos riameot*. <> meramos admirar e nos exia-
s:ar entre II >res e perfumes.
Sana um palacio de fadis I TjJo possivel.es-
forcemse os oeuphy'o-' da gran le idea e conquis-
ten) mullas victorias. Nao os pedemos impedir.
Entretanto deca rarao-jaos sempre amig) do
real e do positivo, ainda qne nao reneguemos de
lo J .> -o possivel^-nos limites da sciencia humana.
Observe-se o sol em todo sen esplendor tem
manchas tambera. Nao exacto 1
Porque notamos esse pbeoomeno e muios ca-
iros que preferimos o andar pausado, mas eer-
lo e seguro.
E' verdade -que nao Acarnos estacionados;
ver ladeque com nossas ideas o progresso pol-
tico cresce c >mo a onda, slw como u sol; a lu-
do se e.-teade contentando a todos e a todo.
( je ambicijoar mais ?
j,i o lil Dourido o algans oatros fojos de ri-
quezas e felicidade arrastam p>ucos desgrac,)do9
aventureiro*.
Concordamos era dizer : cao ser ainda com-
pleta a nossa liberdade poltica, em na > haver tam-
bero urna f -lieiJade absoluta.
Da vagar a arrore arraiga suas raizes para tor-
narle II irida o forie ; de vagar devera caminliar
em sua obra os op-rarios da liberdaJeaflmde
que seja solida, b nao vacille com a violencia do
furacoque o despotismo.
ToJh nosso e-forijos cmvergem para esse pon-
to de crenc tirrae, qae a poiiica sincera e de
uoosequencias gramil -as.
Podem uppir, acrediur mesmoserera os con-
servadores do brasil i qae pregam cravos no
carro do progresso.
Que taiir pJe ter essa iaipula^ao para o bis-
lorialor imparcial T
Nenhum.E' o que desojamos : a jastic. di
historia, e a consciencia do bivorracs obrad) sera-
pre com digniJJe Je caracler e energa de convic-
55e profundas.
ELE1VA0
os juizs e juizss Ja f ista do glorioso S.
Beneiji;to. ua reja o Gaxaog
para o antio de 1873.
Juiz por elei;o.
O Iil.n. Sr. Dr. Leonardo Francisco d'AIraeida.
Juiza por eleiQo.
A Etma. Sra. L). Gailbermina Amelia Csrneiro
Lms.
Juiz por devocSo.
O IHm. Si. Jo- do Carmo Paz.
Jui'.a por de?i rio.
A Exma. Sra. D. Qon-t.acia Perpetua do Hego, fi-
Iba do Sr. Taeolrado Augusio J) llego.
Escnvlo.
O I.Ira. Sr. Roiio, M m->pi da Cruz Gesselro
. Escriv.Vi.
A Exma. Sra. b. Anioaia Hara do Carmo.
Taesouieiro.
O Ulm. Sr. Felippe Jacques da Cosa.
Juiz^s proljetores.
Os Illm?. Srs.:
Joao d s Santos Birros.
Alexandre dos Sanios Barros.
Cucy Juvi nal di Itego.
Jjio" Per-ira d)s Sanios Farofa.
Luiz Mivigne.
Df. H^rtcucio Peregrino da Silva.
Joizas prolecDra?.
A9 Exm^s. Sr:is.:
D. Olyxpiu I. pos Guimire9.
D. Mru da Paixo de Jasas.
D. Tuereza Caroe.ro L;ns de Miranda.
D, Jiajna Toreza Cavaleanii.
D. Alelia, flUiTd) Sr. Plaxmsn.
. Sjvoriaa Francisca da Costa.
Procuradores.
Os4;is. Srs.:
Jos TheoJoro B;rge?.
Antonio I-i Joro Je Suiza,
'rancisco Agosliuho Madera,
Jlo S:ve.rino Bastos.
Ignacio Mirtinez da Cosa.
Paulino Jos Ferreira da Silva.
An'.oni) G)n;alvts da Luz.
Mordomo?.
Toios os senhorea que quizaren) concorrer.
O vigario,
Joao Baptitta da Silva.
COMMERCID.
Segaros contra fogo
COMPANIIIA
NORTHE.
Capital. .
Futido de reserva
Comp
. 90,000:000*000
8,000:000*000
Agentes,
mis Lathan; C.
anhia Pienix Pernam-
bucana.
Toma ri8os martimos em mercadorias, fretes,
diobeiro risio e liaalmenie de qualquer nalu-
rtza, em vapores, tu vios a vella ou barcadas,
premios uiralo mdicos: a roa do Commercio nu-
aerjJ*.
SEGURO CONTRA FOGO
The Liverpool Loalon d G!ob
Insaratice Company.
Agentes :
S^oaders BrolLers G.
iiCorpo Santo11.
THE ALLUSCJ BRlTIiU & F0REG.N. -,
Life and F.re Assur.race Company eatabeleciJa
m 1821. Capital r,0(K),000 UUa. usterlioas.
Os agentes desta compoola lomara segaros
contra fogo soWe|||pred98. gneros a azenda, 6
pigamaqti pn]so deviaraente provado?.
Rabe Scbmeitaa 4 C.
Corpo Santo d. 1S
"fRAtfA OC RECfFB J9 DE MARt;o.'
DE 1871
aS 3 1/9 lORAS DA TABDI.
Ctjtaces ofiiciaes.
Assocar brab americano ti 150 e i/ioO por
id kilri, houtem. *
Algdao-d i serte 691 rs. por kilo.
Ditode dita 7J1 rs. por kilo, hontem.
Algoaao ae Goyanna -Ia .-orle lil rs. por kilo
^,.. ii te ii.
Apoliceda divida publica de 60 i, de jaros de
5 0j0 por 800*.
Apolicela divida publica de 6 0|0 ao par.
Cambio sobre Londres a 90 d|v. 28 d por 1*.
Cambiosobre Portugal, pagavel em Londres, a
00 d|v. 2o 1|8 d. e 25 i\ d. gor 1*.
i. i'. Pinto.
r'reidenW.
Dubourcq,
3eeretirin.
ALFANDEGA
.iaadimenio do da 1 a 18. .
dem do dia 49 .
-a| kiau, Pedr da Gnnfc Bellrao de Araujo
PTO> w AvbIoo Gurgel d Amaral e Joao
Aago#lu do Reg BiiTrps.
Seereur ** Pzculddo do Direito do Becif^,
18 de mar?) d* lWi.
O secretario,
Jos Honorio B. de Menezes.
guir-it-ha pelo actor Pentie
Pela Uiesoararia provincial se faz publico
que foram trans tridas para o da 21 do arrete
as *fgmnies arremalaedee :
Rebaixamenio da Udeira de Timb 7.920*000
Ponte de ferro sobre o rio Capfca-
ribe no Pahiba................ 132:559*000
Secretaria da Ibesouraria proviacial de Percam-
buco, 8 de maigo de 1872.-0 oflcial ralior, M. A.
Ferreira.
767:745*148
60:870*643
828:615*791
Uescarregam boje 20 de BWreo de 1872.
Vapor iiglezGfadki'orvarios gneros.
Barca InglezaLord ColliagnelsoWpis.
Patacho inglezB/oacrj.Pn'ifevarios g meros.
Patacho hespanholPresidente vinhos.
Patacho norte-allemoElise farinha de trigo.
Barca inglezaJcor varios genero?,
CAPATAZFA DA ALFANDEGA
Iteodimento do dia I a 18. 6:559*462
dem do dia 19........ 427*809
l
6:987*271
Fazendas sabidas pela 1" e 2' porla (vols.) 421
Diversos gneros de estivl sahidos
pela i', 2' e 3* porta (vols.) 329
Somma 750
Despachos de exporlago no dia 18 i*
marco de 1872.
Para os portos do exterior.
No navio d.namarquez Hernn, para Haro-
borgo carregarara : Keller 4 C. 442 sacca. com
2\198 kilos de alodo.
Na barca.norueguense Gambett, para o Ca-
nal, carrejaran) : Rabe Schamettiu A C. 456 sac-
cas com 34,133 kilos de aleodao.
Na barca ing>eza Brllhante, para Liverpool,
carregaram : Saunders Brothers & C. 237 sacas
com 33.173 ktloi de algodo.
i'a barca iogleza Joan Norman, para Liver-
pool, carregaram : Johoslon Pa'^r & G. 188 sacca>
cora 17,045 kilos de algodo; Antonio F. Gorg>
326 dilas com 667 ditos de dilo.
Na barca porlugueza Vencedora, para Lis-
boa, carregon : L. J. da Silva Guimares 24 bar -
ricas cora 751 kilos de assucar branco. i
No lugar norle-allemo Hong Cong, para o
Rio da Prata, carregaram : Pereira Carneiro & G
200 borricas com 23,353 kilos de assucar branco.
Nu navio inglez Uuivn, para o Rio da Prata,
carregaram s Carvalbo 4 Nogueira 536 saceos
com 40,200 kilos de assucar branco.
So patacho inglez Rival, para o Canal, car
regou : aduardo Fenton, ?,000 saceos com
150.C00 k los de assucar maseavado.
No lugar notte-allemio Rcpublick, para o
Canal, carregaram : Rab) Sihametlau 4 C. 1.000
saceos com 75,000 kilos de assucar mascavado.
No brigue porluguez Flormda, pira Lis-
boa, carrtgaram : Tn'nm de Aquino Fonseca 4
C. 20* barricas com 22,162 kilos de assucar mas
cavado.
Na barca portugaeza AUgria, para Lisboa,
carregaram : E. R. Rabello & (1 309 saceos com
37,500 klos de as.-ucar branco.
No patacho b^spanliol Paquete da Terra No-
va, para Ntw-York, carregaram : Jos da Silva
Loyo 4 Filho 600 saceos com 45,000 kilos de as-
sucar mascavado.
No brigue americano Allice Ciiford, para
New York, carregaram : Raba Sebamettao. 4 C.
600 saceos com 4*5,090 kilos de assucar masca-
vado.
No patacho inglez Portia, para os Estados-
Uollos, carregaram : L. J. da Silva Guimares
1,000 saceos com 75,000 kiles de assaiar masca-
vado; Sannders Brothers 4 C. 3,300 dilos com
247,500 ditos de dito.
No brigoe norueguense Vone, para o Rio da
Prala, carregaram : p. Carusiro 4 C. 200 barri-
cas com 18.132 kilos ds assucar mascavalo.
Para os portos do interior.
No hiale nacional Dous Amigos, para o Rio
JranJedjSul, carregou : A. de Oliveira Leite
100 barricas cud 11,479 klos de assucar branco
Na escuna sueca Rtver Plata, para Santos,
carregaram : P. Carnero 4 C. 1CO') saceos cora
58,758 kilos do aisucar mascavado.
No_palaehj uacioaal Leopoldina, para o Rio
Grande do Sul, carregaram : Carvalho 4 Noguei-
ra 400 facaos coa) 30.0U0 ki os de assucar branco.
No navio nicicnal Perol a, oara o Rio Grande
do Sul, carregou : J J. Grar.alves Bellrao 1,700
barucas c*>m 74,433 k los de assucar branco.
No patach > nacional Santo Antonio para o
Rio Granieilo Sul, carregaram : Amorim Imos
4 C. 450 barricas com 47,071 kilos de assucar
branco.
No patacho nacional David, para o Rio
Grande do Sul, carregou : Miguel Jos Alves 20
pipas com 960 litros de agurdente.
RECtBEDOBJA DE RENDAS INTERNAS
GERAES DE PBRNAMBUCO.
endimento do dia 1 a 18. 49:485*638
dem ao ia 19...... 1:125*543
A cmara municipal desta erdade qaerend
comrae morar o da em qwe derem ebegar a esta
orovincia de volta de saa viagera S. M. o Impera-
dor e S. M. a Imparairiz, cenvida a todos os seus
municipes para qae Iluminen; as frentes de suas
casas, em prova de regos jo, manifestanlo desta
sorle o prazer de qae e acbam possoidos.
Espera a mesrna cmara qne os moradores das
ras oor onde transitaren) as Aagustas Passoas de
Seas Im arantes mandaren) ornar as mesmas ras
eom flores e fclhas como slgnal de vrrdadeiro
conlen lamento.
Paso da cmara municipal do Recile, 6 de
maro de 1872.
Ignacio Joaqun) de Souza Leo,
"Jfo-presidenie. .
Auga9to Genuino de Figueiredo,
Offlcial-maior servpdo de starin-
jg- Perante a cmara manwipai desia cidade
esfarao em praca nos dias 15, 16, 18, 19 e 20 do
correte para srem arrsraatadas por quem me-
nor preco offerecer, as obras do cemiteno da fie-
guezia de S. Lo a renco da Malla, oreadas na quan-
lia de 1:815* : aquellas que preteoderem concor-
rer arrematar) de taes obras, habiliten)-se na
forma da le, sem o qae dio p. dero licitar.
Pao da cmara municipal do Recife 14 de mar
50 de 1872.
Ignacio Joaqun) de Souza Leo,
Pro-presideote.
Augusto G-numo de Figueir.d).
OBcial-maior servindo de secn-iario.
Pela ibesouraria provincial se lar. panno,
qae foram transferidas para o dia 27 do crranle
s arrtimai.iro's das (bras segjintea :
Obra da Ponte da f^rro sobra o rio Una oreada
em 92:400*000.
Cenceos da cadeia de Agua-Prata oread i em
880*000.
Secretaria da ibesouraria provincial de Pernam-
bnco 14 de mar?) de 1872.
O ofHcial maior,
M. Affonso Ferreira.
Pela contadoria da cmara municipal desta
cidade se faz sciente aos pripretarios de diversos
estabelecimentos de pona abena, que do 1* de
narco vindooro comeca a cobranza do imposto de
4* creado por le, devendo porra apresentaram o
conheciraenlo do imposto geral, afim de pruvarem
ter as-im >alisfeito o referido imposto.
Tambem sao chamados.os oossuidores de car-
rocas e vehculos de 4 rodas, empregados no ser-
vido da capital, os proprietarios de terrenos dentro
da cidade e seus-euburbios que nao eslejam eoi-
Hcados ou cultivados, eiob ra se conserven) mura-
dos, os masca'es e boceteira, os proprietarins de
estabelecimentos que fr movidos por machinas a
vapor a vir.;m satisfaz^r os devidos impostos.
Contadoria da cmara municipal do Recife, 27
de fevereiro de 1872.
O contador,
Hypolito Cissiauo de Vasconcellos A. Maranha.o
UECLARACOES.
Pola recebedori de rendas inlernas geraes
se faz pnblico qae sesie raez o a> de abril pro
ximo foturo qae os cantribnintes do imposto so
bre industrias e profissoes devem pagar' livre de
malta, o sigundo semestre do exercicio curreMe
de 1871-72, e que, findo o ref;rido praso, ser co-
brado cora a multa de 6 0|0.
Reabedoria d Pernambuco 11 de i:,..r; de
1872.O administrador,
Manoe Carneiro d Souza Li^erda.
Pela subdelegada de pulicia da freguezia de
S. Pedro Martyr da cid. ds de Onla foi recoihid i
a cadeia da mesma cidade o pardo los, pscr?vo
de Jiaquira J*ad de Araujo, morador na fazenda
Canearac peno do riacho do navio, fregostia de
Paj' de Flores : quem direito tiver peder appa-
recer nesta subdelegacia.
Cidido de Oinda 19 de marco de 1872.
Mari -I M mie.ro,
Subdelegado.
SANTO ANTONIO
mam mnm
Na prxima semana
A apapratoaa e ladcecsaan-te
Opereta mgica
Eoi tres actos e qustro qnadros :
til
REINE DES FLEDRS
Masica dos oiaetros OEfembach, Herv e
Ju'io Poppe.
Esta opereta est montada eom todo capricho,
sendo o scenirio pintado pelo Sr. L Chapelin, e
as ronlacoes, transformacoes e acressinos execu-
tados pelo mesire macbinista, o Sr. Jos Alves.
O prr.gramma ser poblicado detalbadamente
as vesperas do espectculo.
00:812*181
CONSULADO PROVINCIAL.
Aeudimanio do dia 1 a 18. iCl:200*42k
(dem do dia 19...... 8.969*505
110:169*930
MOVIMENTO DO PORTO.
Navios entrados no da 19.
Baha11 d as, sumad hespaobola Masnou,
do 90 toneladas, capito Francisco Ca-
zis, eqoipagem 9, em lastro; Amo
rim IrraSo.
Buenos-Avies40 dias, sumaca bespanhola
Frasquito, de -168 toneladas, capito Fe-
liciaoo Beltiao, equipagem 12, cargt 5000
qointaes de carne; Pereira Carneiro & C.
Montevideo48 dias, barca italiana Toni,
de 323 tonelada?, cuptiS) Gaftavo De-
mero, equipagem 12, em lastro ; Pe-
reira Carneiro dr C.
Navios sahidos no mesmo dia.
BarcelonaBarca ingleza Malborough, ca-
pito Wtymooth, carga algodo.
CanalLagar inglez Racer, capillo John
Willi imson, carga assucar.
MarseiHe Polaca bespanhola Elegancia,
capitSo Manoal Pages, carga ssucar.
EDITIS.
O lllm. ir. Iosaector da lbeonraria de fa-
zenda de Pernambuco manda fazer publico que
existe em poder do porlelro da aesma thesoura-
ra para serem vendidos a 20 rs. cada ama, as
lisias e decUracdes, para a matricula dos estra-
ves, a qae se referen) os artigo? 2o e 6o do regu
lamento apnrovado pelo decre.o o. 1835 do 1* de
dezembro do'aono prximo passado.
Secretaria da ibesouraria de fazsnda do Per-
iiambaco 19 de parco de 1871.
Servindo de rfBciai-zcaior,
Manoel Jos Pinto
Faculdade pe lhraft)
De ordoin do Exm. Sr. director se faz pnblico
qae, sexta-eira 22 do correte, ao raeio dia, ter
lagar a prova de preleccio oral relaliliva ao con-
curso qae e est procedendo : e bem aMIm
Hae no ta 23 a urna hora da tarde, se conferir
u grao aos doutrandoa Jos Ausiregeailo Rodri-
Capiiania do Porto de Pdrnambuco 18 de
marco de 1872
Contrata se o fornecimento de dous armarios de
amarolio e envernisados, jara guardar o archivo
desta capiUeia : os pretevdeoles apreseotem pro
postas eui carias fe.-hadas no da 23 do corr.nie
ao meio dia, em que declaran) nao i4 as dimen-
^5es dos mesmos armarios, como os prec .s ce
cada um.
O secretario,
Dicio ds Aqino Fonseca.
CORRER) GEKAL
iGcla^o dos objectos r gfslra-
dos existentes aa adoiluistra-
c do crrelo desla pro-lu-
cia, para as pessoas abai&o
declralas :
Anna Eugenia de Queiroz, Aor A\elino Pe-
reira da Silva, Al ueida Borges & C, Dr. Alexan-
dre Bernardiao dos Reis e Silva (i), Albino Gon-
calves Melra de Vascoucul.os, Amonio Augusto
Ptogoeir.1 da Gama (2), Antonio C. da Silva Frago-
so, Antonio Feliciano da Silva, Antonio Hsorique:
Dios Cavaicante, Dr. Antonio Juaqalm Buarqae de
Nazarelb Adopho Taclo da Costa Ciru?, Ed J.
Uarroll, Francisco de Fieitas Chavas, F.aucisco
Ignacio Pinlo, coronel G. Marliniano de Aletear
Araripe, Gentil Rodrigue* de Souz, Jovina Maria
da C mcea;i j, Justino Jos de Souza Campos, Jos
Cordeiro Lehe de Carvalho, Jo R.biro da Silva
Qieiroz, Dr. Joao Gomes do Val (), Joao Godofre-
do Piolo, Joao Sacerdote Ferreira da Silva, Lou-
rem; i J. II. S)uza, Malheus Nogueira Brando (6),
Manoel Gon^alves Cascao, Dr. Manoel Tertuliano
Thoiaz Honriques, Paal Cohn, Vicen:ia Rosa
dos Santos.
"BCorreio de Pernambuco 16 de marco Je 1872.
O encarregado do reg uro,
A. Gomes da Silva Ramos.
THEATRO
GYMNtSIO 1IH4M TICO
' HOJE
Quirt.-feira 20 d- maco
Stima e penltima represe&taro do importan-
te e eolhusiaslicamenle applauido drama-sacro
de grande espectculo
VIDA E IILAGRES
DE
H< BENEDICTO
ou
o wmvm u sicilia
N. 13.As pessoas que encommen Jaram biHie-
les, tenhara a bondade de manda los buscar at
ao meio dia.
Os bilbeles acham-se venda no escripiorio do
tbeatro,
Principiar s 8 i|4.
THEATRO
gyhnsio mmm
Quinta-feira 21 de marco
Grande espectculo dado pela companhla dra-
mtica qne tem de fazer a empreza da Parahyba e
outraa provincias do norte sob a direcelo do ar-
tista
Jos de Lima Penante
Depois qae a orchestra tiver exeeutado ama
brilbante ouveriura subir a seena pela pniosir
vez o mullo popular drwaa em 3 actos
f IIHJB
Seguir
TeraiMN o espectculo cem a comedia em ora
deto, ornada de marica, eompo-ico do actor Pe-
oaol
os mi CAITOS
Os geaios oppostos
Principiar as 8 l|.
O actor Peiisote declara ao respeitavel publico,
qoe, com ete e mais do que macif-Jiar lh* a sua gran 11o fazendo
a sua despedida, pedindo ao mesmo lempo indul-
gencia e prole :co, qne o mais bello caraoie-
ristico do povo pernambncauo.
THEATRO


AVISOS MARTIMOS
Rio Gran Je do Sul
Para o mencionado porto ahir com toda a
presteza o patacho nacional David, recebe carga
a frete : a tratar na ra do Baro de Triumpho
(Brum) i). ji2 ______________________________
sPara o Rio ne Janeiro.
O brigue nacional Isabel esperado dentro em
pouc.-s dias do Kio d>> Janeiro sejue para o
mesmo porto. Tom o seu carregamento prorapto :
recebe carga miada, fee e passagens para o
que tem bons cemmodos : a tratar com os con-
signatarios Antonio duiz de Oliveira Azevedo 4
C, na ra do B un Jesns n. '7.
COMPANH1A PEKNAMBUGANA
DR
Vavcgaco eostelra por vapor
Fernando de Noroah3.
No da 27 do c Trente ao
meio da, reguir para n por
lo cima o ap r Joguaribe,
commami;,nt- Guilherme.
Hecebendo carga at o dia
26 encommen las, psssageiro^
dia de soa sabida : escripiorio no Forte do Mal-
os n. 12.
gao, 2 da; de braco?, J consoUoe,
ira de balaofo e 1 rapza de meio de
de amarello para janiar, 1 guarda
le,-" loTija dejaotar e almo?), 2 pares de
lanternas com* pingente?, 1 candieiro a gaz, 1 par
le jarros, 7 qoidros, garrafas, ca Ua, copos, I
Apele grande, 1 diM peiiaono, 1 eommoda de ama-
Alio, 1 pir de bancas'. 1 marqoea, I cadeiras de
Magos avnlsa?, e outros muilos mofeia do uso de
ama familia.
1 regulad :r lio o de re ] sito proprio para re
panico publica ou estaca) de estrada de ferro,
1 dito de repetic,-, 1 dito lino com mnsiea.
Un laipjrianie relogo de pedra roarmore ira-
balbando em rubins e muilos nuiros relogios de
parede e de .-ilgibeira, de prala e ouro, dos prin-
eipaes fabricantes :
floro.
O lellan ter logar na ra do Duque de Caixias
casa n. 100, s II horas do din.______________
Grande ieilao
m
Livros de direito
Quinta-feira 2 do correte
0 agente Alarnos (ara leiio em seu armazem a
roa do Imperador n 48, de ana bomti e escolbi-
da livraria Dar todos os a io u do curs i jurdico
da Facaldade de Direito, onde os Srs. exudantes
oucontraio ai.u de muitas ouiras obras as se-
grales :
JaoffroyDirtiio Natural.
Fr'tot Eiprit d-j drcit
F.lckIotroduiion a le etnde da droit.
IleoihamOenvres.
MackeldezDrcit Romain.
Pellatdem dem.
Diloluem prive das Romaias.
AnclllonE-prit des constitnitions.
Duo Systeme politiqne.
dilombellosliluilions de from.
Pon :ard-DroU public.
HelioRegime | conslitailicnel.
D-lubesDroit des gen,
MasteasGuie de deploraalique.
B nauldCJe penal.
Bo lirddem dem.
Chavean Cede pena*.
DemolioeDes loi criminel.es.
OrlolanLegislacao penal.
Gaia do processo criminal.
M da CuohaObservagoes sobre o cod go do pro-
cesso.
Assentos da casa da supplicagao.
Honjan "Traii des acons.
BoilardPrecedare civil.
BonierTraite de preave.
FreirOnera.
oihierTratado da* obrigagoe?.
M'nezesT,atado dos tombos.
Te x-ira e S raza Primeins linhas civil.
C. TelesMioual d) processo civil.
Pardessu)-Droit Comraercial.
F. BrgeDiccionario Jurdico.
Silvestre Piuh iroSyuopse do processo civil.
RissiEconoma poltica.
Sysmonldem idem.
Vilerm Mats des ouvrier?.
Chevil ierCoote da econoraie politiojue.
UrosEeonr.pie poliiiiuo.1
J. B. SiyCours complot de econoraie polique e
praiique.
Enoycli-pedca moderna.
Augusto Wakleo.Moeur?, usage el costume de
toas le peuple du monde, 4 vol.
LoboObras.
Sai sem falla para o Ara'ity e Maca, no dia
24 do corrente o bem coobecido hiate Dens le
Guarde; qnem nelle quiz-r carregar, dirija se
ao escripiorio d ; B-irtholomeu L rarenco, na ra
Madre de de Deus n. 2 : Iratir cooi o mesmo,
oa com Joio Alves de Qainlal : j lem parle d:->
carga e segu iom a que honver,
COMl'ANilIA PEUNAMBUCANA
DB
Navegado costea por vopo-
Porto de Gallinhas, Rio Foroaoso e
TamaDdar.
O vapor nacional Parahy-
oiijSeguir para os portos aci
raa no dia 20 do corrente a
meia noui'.
Recebo carga, encommen-
das, passageiros e diobeiro a
frete : no escriptnri'. do Forte d. Maltes n. 12.
Lbbo e Porto,
Vai s.ihir cm poacos das a barca porlugueza
Vencedora. Recebe algunas carga e passageiros:
a traiar rom Soares Primos, roa i'o Vigario n. 17.
Para o indicado porto pretende seguir com mui-
la brevidade a barca portugaeza Lind i, por ier a
raaior pr;e de ?eu carrefaiiieoto.fo ajado, e pa-
ra u resto qae llie falta trata se com_ o c).isigna-
tario Jo jaira Jo. GoDg.1|ve; Belliao' ra do
Commercio p. o.
BAHIi
Para este porto seguir cjtr, a miior brevidade
n hiate nacional Garibaldi, que se acna em des-
carga : para carga e frete* trata-se com Tasso Ir-
lis & C, em seu escripiorio ra o Amorim
n. 37, Io andar.
Para Liverpool
O o'o evt|leiro vapor inglez
Crusader
Tem exceentes commodos para Passageiros.
O vapor pode tocar em
chindo 12 ou mais passageiros de Cabina para
e?te porto. ^
A. traiar cjiii [labe Sehainettau,
&C.
Porto por Lisboa
A barc porlugueza Alegra, capilao C. F. Soa
res.vai sabir breve ; para carga e pas.-ageiros ira
la-se com E. R. Rabello & a ra do Commercio
Lnomero 48.
*JO?lI*AViIl;i
DE
Navegapo Bra-sUeira
Al o dia 22 do corrente i
esperado do? portos do 5ni o
vapor Paran, commandante
Gurcia, o qual depois da de-
mora da costume seguir para
os portos do norte.
Para fretes e passageiros irala-se Da agencia.
Encoramendas de pequeo valor, peso, medida
e ismbem dinheiro, reeebem se al a 1 hora da
larde do da da sabida do vapor. Agencia ra do
Commercio n. 8. ^
As enc-mmendas viadas opr oW vapor aer-
eniregues at o dia da sabida do mesmo, no es-
eriolorio ds companhia. depois termo sero raco-
Ihidas no trapiche do Dantas._________________
Barcada
Vende-se a nova e bem construida bsreaca de-
nominada Uoio do Brasil, de Iota gao de 50 sac-
eos de assucar : quem pretender derija se a ra
do S'Dhor Bom Jess nj|o*|^ i
Movis e relogios.
AlbiQj Baptists da Rocha tendo de re tirar-se
para a Burops, (ara Ieilao por iGlprveDcSo do
agente Minios de lodos os movis, relogios de pa-
rede e de algibeira como abaiio s v.
A saber : 1 mobiiia de amarelio cora 11 eadei-
o *; ?9
DA
Raa das Larangairas
Bw, Sr.1 Victima dos Propritarm.
Pelo presente V. Exc. convidada psrs eom ras-
compatheirs?, tambera vielimss d-i prophrtarw-
visitar i caaa terrea aumero W ras os L-
range ras, onde residi o eommerctante MarttM
Jote d Paria, com D. Balidos d- Karts, soa me-
nmi', coji|Casg foi hontem b-ts e despejad i
juJici*toente, e se aras em rxii-fw rara V
Exc. e as suas imitad-* apreciarein a (JSM dsde de estreo, as paredes esburaeadas os laJu
Ihos quebrados, a porta da eosinhl arraoeda. a
cacimbaentulhida, oapar-il da i npesa Inluii.'
e desmsochsdi, muit -s larasncee, cbioellos "i i-
e muitas cousas sais de qo* feria ato diM Mir
tib i e sas >riin<* encontrar com o Sr. Xariiobo scooselbe-o a qj.
raaede remover o enorme foco de f?m v4ko <
podre qae exists no meio ds da* ras, p oIkm-s4o
com cairos beos pars pagawealo u lugaets. c
dos q ues elle o depositario.
Nii falle so coivuo qut Ine faz o seo dilecta
amigo.
O Ntf*'JM C0iRSMII't/4.
A ugs- se o 2* ao tar uo nxra4o sm faja a*
Limas Valentinas n. 86, com os eaiossolsa se-
grales : 2 sslss bsstaue* grsadee
qusrtos larabem gran les, cozoht frs, qoiolal se eslenla al a rus de iloru* e cooi yortio or-*
a nu.-uj.. e ca:imba ; bem cono a luja 4> ases-
ino cid 2 salas, 3 quartos, coaa e ojolMal :
quem preteoder dinja-se a Praciab da loJaooo-
0 :! .. D*. 19 II,MS.
Aiuga-se uiii.i preta para cozun.ir, lavar e
faxer mais algum sirvico de casa : uem ortelsar
dinjs-se a rus do Commeicio o. 22, srioaun.
As commis-oes das sociedades patritica It d
Selembroedos Artistas Mechoc s e Liberaes.
enesrregadas de promover es festejos a recatea
de Si. MM. II, rogara sos moradores ds Praga de
Pedro II e rm do imperador o> ornaren ss freo
les de u is casas cm colchas e bandetras j or
occasio do desembarque e Iraj-scto dos Aagojoto?
Imperantes. As mesma i corara..-so *? amsahia-se
dirigir) pi-ssoalmente a todas as casas renovar
este pediil .
ATTEM^I"*'
Vende-se a casa o sitio da estrada do;
Afflictos n. 22, com bops c,)inmodo3 e so-
lo, o sitio tem 830 palmos de i\uld e
1,300 de fundo, murada a frente e part:
Jos hilos com duas cacimbas, tanque e
mallas arvores da fri.cto c.mo saputiseiro>,
oqueiros e baixo para capim e poco de
excedente agua piia beber; o lugar mili-
to fresco e saudavel, tornando-.o maito
recommenda\e por ser erto do Ii.-cife,
fazendj est^fo tm sua frente a via frrea
do Recife ao Caebng : a tratar com An-
tonio Jos Rodrigues de Souza, thesourei-
ro das loteras.
D.* ordrm da mesa regedora a contraria
do Senhor Bom J sus da Via Sacra da Santa Cruz
desia ci.l.-.ilo cnviio a tolos os irmo; confrades
a comnarecerem no consistorio de noss-a igreja
pelas 2 1|1 bras da Urde do dia 22 do curente,
alm de eucjrporados ocompauturein a procisso
de Tiiumpbo, para a quul sao convidados pila
mesa regedora da veneravel ordem tercena de .
S. do Carmo.
O ejerivao,
TneoJoro Jos lavares.
. .>^Tjrr-MperB7T.Tjpi-?.*-:'-.-J-:a
D. Ana 'Marques Soares de A-
moiim onvida a pessoas- de sua
a:v izude t parentosco qua se dig-
nen) assis'.ir a missa do selitno dia,
ine por alma de sen prezado mano
J i- Marques Soares se calibrar
na quiuu-feira 2! do correte, ,v 8 horas da ma
nha, na ier.js matriz da Boa Visia.
TRILHOS URBANOS
DO
REcBFE A OB ITtl> V
E BEQERIBE
Desla dala e.n-diante os tren i do Recife para
Oiinda n.< iro a estacao do Carmo, at que -
quem conclnid'.s os reparos de que precisa o ra-
mal do Carrao para poderem transitar com sega
rau^.s os irens* de passage:ros.
R efe 19 dt marco do 1872.
O gerente,
G. R. CampeRo.
Aluga-se a casa terrea da rui Imperial n.
210 junio a taberna : a iruar na ra de S. Fran-
cisco n. Q.
FEITOR
Precisa-se de um feitor para um pequeo sitio
na cidade de Olrada : a tratar nes'a typogra-
Irmandadd
d Divino Espirito Staiito do
Collegio.
De ordem da tnsss regedora convido a todos os
nosoi cUariSiiraos irmio9 a comparecerem em
nossa groja sexta-Wra 22 do corrate, pelas 2 ho-
ras da larde, para en,c/)rporado3 acoropanharmos
a pron'so de Triumno, ara o que fomos convi-
dados, a qual sahir da ordem terceira de N. S.
do Carmo.
Consistorio da irmaodade 19 4e raar;o de 1872.
O escrivo,
Aniunes Guimares.
llu^tsaas cms tei-reas
n. 42 da ra da feliz fe floslvist, e n. 19 do
beafco do Adjue.I lias. 12 dt rus da Boia (Por
terlo MaiiorrT a tfatlr bs
ii, k
i raa oa Madre de Dos
o. Ib, kja.___________
A pesrra qae perda recibo* e ama letra,
core ns roa do Crespo a. 16, l" saciar.

pro
CA1XEIR0
Precias-te de ua) oaixeiro que tenha pratica de
laoerna : na rus de S. Jorge, antiga. rna do Pilar,
n. 8.
Eigomma-se-
eom perfeit5o : oa raa de Lomas f^eminas .
48, loja, ealrada pelo becco de loio Putnol.
4OU00 Ue gnitifloi-^ri
Km ouiubro do anco proximj passado lugirsm
do enge- ho Csavea de Ne^u fre^u zu da Etc*
dois escravos cniu u- si|tntat eguinies :
Luz. ro.n ili anus i- iJ,(!e, eAf tiesa prcta
boato, rostu s**m bisoi. etUUia rtg<:lar, hen. fe-
to, falla nimio exv u-.i i t mano l.d), E" o
:ural de Caro;ni. ind- |rtenvu Sr Jai V;-
iia PimenlJ, uoi. ,.!!; lia da Pera.
sUD| Gi-se que por l i s:i
Scveiino, cora 40 Uot>- \t .'< ,'.. pr<-t, bar-
bado, falta ae denles, rusto rs >udo e feto, falla
descancadi, alto, giu- tem -i.'i..--.- d>. eaaUvs
OSseutlSS e Oltur I )1 UICUIY, olld f i i'-
cravo de D. Izbel, vih*j. e dizia ene ser casado
cora urna mulh-r livr iVm iugar,
Quem aprt-beoile' e t crav ... ,- Uvar a.i
dito eagenii. C-bc<;i te N-: -, i sm IIecife, es-
cripiorio do Sr. Remar.iidi. Je ona Puntual, rece-
ber a grsiiflca(ao sciuu.
DE
S, Jos a Agona.
Em c.me da meas r"gel >r\ n nvido a lo i sci
a ssos irmis a c ni |i i Do d*d 22 o tor-
rente ss'( ii iras di urde :, i ci n-isiurio de oosss
nandade pars encci ia.l > : c m anhirmos a
prtci.-sao de Trinmph', psrs cajo lin lomo*
convidados pela Vnoeruv i UrJam Terceira do
Ca rao.
Secretaria da irmand
20 dt mar? de 1872.
M:u t! : i i..o. II i Paseas,
S.-ri uri T;>nno.
Yeneravei 0 e.u Tercera
de 8 Frauoneo.
O.* irdem da mesa i ,. ivt4o aosslso-
-'- chinsimos huf ,.... i; jiparse rea im
im-so con-i-torra pcirs 3 horas larde, i
22 d^ corrente ; paramentad o c >ra MM absur.
slim de sati.-fazermos o convite qae nos d. igio s
nossos irmo; Ti rceirus jo C
ova acoun anhsrmos a procisso do Tnarjpu. '
Senhor : q le em de sabir oa larde daqaelle
de sua respeelifa igreja.
Gerrririo Jos ds Ro-a,
Se.'retsno.
ELIAS
Fugio i. ~ 22 de f. vertiro prximo io ua
villa do Bom Conselho, comarca de GaranOots
esersvo Elias, crioulo, pertencente ao lente
rooel Manuel da Albaquerque Cavilante N>
c in 16 mbqs de idads poueo msis ou meno-
itiws srgumies: silo e bem feito do corpo,
girado ra idade, rosto redondo, pents do qaeis
puehails para os peitos, por ter o pesclo ca
L' b ra talUnie, olbos regulare, tea loaos
denles <23 Iraote, ps regulares, ras* UHos -
unhss s t:in nljtumss e?piubss no rosto. Ha c
lezs de b?v, r rile embarcado na estaca d( l*
no dia 26 du dito mez prximo passado. R'< -
roeoda-se s auloriJade p licise s na aootai i.
e quem o apprebender pode-i Ir.ar i BOJ euh
Diquela v|i a, ni nesta ,-idade roa Col narra-
dor o. 46 |* andar, qie su gralit^Ma.
Veueravel o.-drin terceira de S. do Cs:-
mo do Recife.
Em noT.e da me-a regeo .ra desta ven r: d-m convido tjdos ns enaristm s irosos pura
compatecerera uo dia 22 do corr n'e {< ssa-lti II
em nossa veueravel ordem pas :t I. r; o. t : .
a tira de encorporados e parairenudos ar
nannos a procisso de Tr:umph>, a qual s>tv oa
nossa ventravel ordem e passar pelas segoin'e>
ras : paleo do Carmo, Csml o d Carreo. K
Baro da Victoria, C^buga, Ur,a do Rosar .i, par-
lada es'.reita do Rosario, Duque de C.xi. lu-
vessa do Imperador, Imperador, Pn-c* de Poom
II, Dnque de Caxiss, Rangel, piten da Penis. P-
ubs, Livramento, principio da Direits, irsvrssa o>
S. Pedro, Isrgo do S. P.dro, psrie d< d>. M
recjlber-se.
Outro sim a coumisso exlerna da solemne
cisso de Triamph) pede aos moradore da- raa
cima declaradas se oignem msodr Ii par
frentes de suss casas no referido dis slim de t.oe
se achem iimnssas r-Teridas roas para mais Sn
lantsmo de las soleraifi proci-sio.
Consistorio da venersvel ordem lerceira (* ..
S. do Carmo do Recifti 19 de msr?o do 1872
Antonio da Rocbs Accwly dio,
Secreurio.
m A Flor da Mola ^
13 aRA DA IMPERATRIZ13 J
llANUE NUVmAOF.
e pectaineba para s semana i sala
Ricos e bem enfeitados casaquio*
de grosdeoapotes pretos para 101, !>*.
20* e 25<000 : bsrsli fa'euda, ellos antes qne se acaboas I
Completo sortiraento de grosdeaapaifs
e gorguro preto para lodos os presos e
qualidade, e outrs muilos snigos 4
gosto e phanUsia proprios psrs o matoso
ftm, que vendemos por precos loloirs-
mente que admira.
S na Flor da Moda, rus da impera-
0 tru o. 13 A. .- ,
Diuheiro a uremio
Qoem precissr ds quaus e iriots s S
tos de ris a premio de dous por ceoto ao toes
rija-se a ra do Mrquez de Olrada n. Kl, a tnm
cora Antonio Gomos Pires 4 C dss lo as sois ae-
ras da tarde.________________. *
I
Preci$s-se de um csxesro coas iaao do i s
18 snoos com praliea de raolbsdos para ir rara
Agus PreU a trstsr ns ros dos oeacadores a. i.
Caixeiro
ds sal a o*r.
de Bra. ua
Preciss-se de um pars srmsxeos
para loja de calcados ; prefere-se
roa do Livramento n. IH.__________________
*" Preeisa se de am menino par criai
tratar M roa da Madre de Deas n. 10, a



0lftTM> d F^raambnc Qufrta taifa 20 d M injo te 1S7S*
!
' :
i
le
Hotel Oriente
Ra do BarSo da Victoria n. 52, ootr'ora
rna Nova.
Esta acreditado estaboleeimento que per longo
fcBpo estere funcelonando na rna larga do Rosa-
rio aeha-se de novo estabelecido na raa cima,
com saa bem ooobecida admiuistracao. Os g-
neros de alimentaco .'o de pnmeira qnalidade.
Recebem-se encommendas e assgnalura?, razoa-
veii, tanto para hotel como para domicilio. Tem
para reereio, buhar, piano e jornaes nacionaes e
estrangeiros. Adraitte-se liospedegem.______
Da-ie 6004000 wb penbor em urna e9crava:
sa rna Direita n. 54, 2* andar.
Os Srs. Jos Francisco Ribeiro de Son-
xa e Dr. Francisco Jos Rabello, o i pro-
prietario do collegio de Santo Amaro e o
2o propietario de um outro col egio, sSo
rogados a mandaren a esta typographia a
negocio de inieresse.___________________
Na rna dt Slarcilio Das, uutr'ora Uireiia,
casa n. 8, 2* andar, precisa-se de nm criado ou
criadi para ponco servieo.
? mm-M*wmm*
m m
O Dr. R. Vianna recem-chegado da Z
Europa, onde esteve qaasi dons annos, JM
aperfeicoando-se nos coohecimentos de
sua proflssao, e frequentou os principis S
bospitaes de Pari-, Londres, Bruxellas e 85
Vienna d'Austria, dedicando se eom es- 9K
pecialidade 1 partos, moUstias das mu- 5
Iheres. e operacoes ins vas gento ouri- |
norias, temi acompanbado os professo- Wk
res mais celebres da Franca e Alterna- 2
nba nestas especialidades, communica ao 1
respeitavel pnblico desta cidade que abri M
o sen consultorio na casa de sna residen- S
ca rna do Vigario n. I, 2 andar, onde |
poder ser procurado a qualquer bora do I
da on da nonte. 5
Consultas todos os dias do i|2 dia s 2 I
horasgratis aos pobres.
Opera os estreitamentos d'nrettra por 5
meio de electricidade, per nm procedo |
[ inteiramenle novo, e sem ior; garanti- i
[ do a enra radical em poneos dias.
Ra do Vigario n. 1, se-g
gundo indar.
Noticia proveitosa
Apezar de haverem mulos estabeleciraentos de
edas e continuarem a apparecerera outros mui-
s, oJo podem conseguir rejeberem objectos
goaes aos "da NOVA ESPERANCA, pois qoe
questo ja decidida, o bom gosto de seus corres
pondeotes e elegancia de seus objectos, tanto que
quando qualquer senbora por mais caprichosa
|ue seja, quando quer ou precisa dar expanso
m> sen bora gosto, d um passeio a NOVA ESPE-
RANCE (Dde tem a certeza de encontrar o que
t)h tanto mais augmenta o numero de seu- fre
uezes aos quaes se confessa agradecido, quantn
mais esfurca-se em corre.- poader esta preferencia
lendo serapre em vistas reunir o otil ao agrada
el, isto o bora por ponco prego: isto s se v na
Nova E.peraoca, ra do Duque de Casia- nu-
mero 60.
Do engenho .Marrecasem Porto Calvo,
provinch de Alagas, desappareceu o escra-
^o Miguel de cor ataiocado, alto, corpo re-
galar, de bonita figura, bem fallante, olbos
grandes, barbado, dentes perfeitos e repre-
senta qoarenta atines; f >i escravo no sert5o
do Sr. Joaquim Bap'.ista, morador no Rio do
Peixe, quem delle der noticia certa, na
raa do Bom Jess n, 51 escriptorio do Sr.
Antonio Climaco Moreira Temporal, recebe-
r boa gratificarlo.
Engenho Mamcas 8 de Janeiro de 1872.
Jo'io da Rocha Hollando, Cavalcante.
MUDANCA
'll
SATTBO & CARNfilRO
propietarios do silSo de- cabelleireiro intitulado Tranca Monstro rna Duque de Casias
n. 59 1 andar, scientificam ao respeitavel pnblico -e particularmente sena numerosos
freguezes que por Ibes ter sido exigido o primeiro andar qne occopavam, reaolveram
entrar em negociacao com o novo estabelecimento do Sr. Jayme, silo mesma rna no
pavimento terreo n. 67, e, se bem qne nlo estivesse proparado as condicoes de sali
para cortar e barbear, tem todava os annunciantes feito organisar tai commodo com es-
mero e gosto, afim de satisfacer a espectativa de todos, garantindo os encontrarem sem-
pre promptos para os misteres de saa proflssao.
O Se. Jayme attendendo a contingencia em qne nos acbavamos, nao s fez-nos
ceso de sua novs casa, mas anda compromeiteu-se a ajudar-nos em nossos trabaibos,
para o qoe ser sempre encontrado no mesmo estabelecimento. Ootro sim, acbamo-
nos resolvidos a fazer firme as tabellas de procos, quer por compra, quer por alugneis,
que o mesmo senhor tem feito publicar por este Diario.
Nesta condicSo pois esperam os annunciantes continuar a merecer a coadjovacao
desie respeitavel publico, de quem s considerara assaz reconbecidos.
Mudanza
Carlos Pinto de Leons & C. mudararo seo ar-
iiiaztm de atendas da ra do Vigari >, para roa
do Mrquez de Olinda a. 1.___________________
Precisa-se de um ajudante de cosinba. que
alenda bem do servieo de copeiro : no collegio
da CoDoe.;o ra de S. Francisco n.72.________
SITI?
para alegar entre a Gasa Ferie e o Peco confron
te a estacao da Casa Forte. A casa tem exilen-
les commodo- para familia, n sitio esta todo mu-
rado, com cocheire. estribarla, quartos para cria-
dos, cozinha lira, cacimba cora boa agua de be
ter: traa-se com Eduardo Patn, ra do Com-
uiercio n. 6, ou Da sua casa no Poco
CASA DA FORTUHT
RA DE MARCO OUTR'ORA DO
CUESPJ N 23.
l/nica qne paga as sor es
Aos 20:000*000.
O abaixo assignado tem sempre exposto ven
fia os elizes bilbetes do Rio de Janeiro, pagande
-'/rcmplaaierjte. como costuma, qualqner premio.
PRECOS.
nteiro 244000
Meio 12*009.
Quarto #000- rr
Manoel Hartins Finia.
ODILON HAIT
CABELLEIREIRO
N. 82 BA DA IMPERATRIZ N. 82
Esforcaodo-se para saiisfazer ao Ilustrado publico no qoe relativo for aos trabalbos
de sua proflssao, cjm a maior promptidlo, commodo, e esmero, resolver fazer refor-
ma em sea estabelecimento e munir-se do qoe nos mercados estrangeiros ba de melbor
e do ultimo gosto mandando vir em direitura e por saa conta nao s grande quantidade
de cabellos de todas as cores e tamanho como todos os- preparados reconbecidos pelas
sociedades bygienicas como os mais uteis a conservado em embellezamento dos cabellos
natoraes sem prejuizo da sade, acbando-se assim habilitado a fornecer aos consumidores,
por 20 % menos do que ootro qualquer os objectos de pbantasia para adorno, asseio e
bygiene da cabeca indispensaveis ao mando elegante e em geral a lodos qne cuidara de
conservar a propria existencia, deixando de asar de leos, banbas e cosmticos proscrip-
tos pelos bomens de sciencia como capazes de amortecer os bulbos capillares produzir
a calvice ou apressar o enbranqaecimento dos cabellos, e occasionar o apparecimento da
cephalalgia, eclampsia, epilepsia e bysteria e outras molestias cutneas e nervosas.
O pess jal do sea estabelecimento se acba montado com capricho a escolber dos me-
Ibores artistas natoraes e estrangeiros bavidos na provincia entre os quaes se distingue
Mr. Alfred Belpecbe e o Sr. Napoleio especialmente destinados aos penteados das se-
nlioras para o qoe ha demonstrado pericia iaimitavel por entrem entre nos bavido. A
facilidade e o gosto com que o Sr. NapoIeSo execata os penteados mais difficeis tanto
histricos como de suaphantasia aatorisa a que se o considere como nm genio nesta es
pecialidade.
Os empregados do seu estabelecimento sem excepto exclusivamente cada um na
especia.idade que mais amostrado.
A casa recebe "por todos os vapores os figorinos da ultima moda de penteados ad-
mitidos nos paizes civilisados entre os quaes prima o somptuoso Pars.
O belfo sexo encontrar no estabelecimento grande e variado sortimento de coques
de trancas, chignons, normanas, coques de cachos, cache peines, toupets, boucles, eres-
cenes do que ha de mais moderno e elegante neste genero, perfumaras dos melhores
fabricantes orno Lubiu, John Gornell, Rimmell, Artinkson, Le grand Piver, Coudray etc.,
etc., lindissimas flores especiaes da cabeca pos de ouro, de diamaote para polverisar os
cabellos, fiaissimas escovas de dentes, pentes de tartaruga, e maitos oatros objectos in-
dispensaveis a um toilette de gosto.
Os seos collegas encontrado a contento os utencilios de suas profieres, tbesonras-
ferros para frizar, ferros para papellostes cardos etc., etc., qner em porc3o qoerareta
Iho ser5o vendidos.
l-'recisa se comprar um barro que esteja
,ustnmado em carreis : roa Nova n. 48.
Engonimaae a.
Precisa se de urna aroa para lavar e engom-
oar : roa do Duque de Caxus n. 50, 1* andar.
Cozmheiro
Precisa-se de um bom cozinheiro forro ou es-
cravo que d fiador de sna conducta : tratar no
Precisa-se de urna ama que sajba eczinhar,
lavar e engommar, para urna pessa ; ra do
Torres o. 8, primeiro andar.
Attendam
Quantas vezes vemos cm lindo vestido de
boa seda e com lindos desenbos, porm com tae-
enfeites que dizemos com nosco, e pena nm ves-
,ldo perdido, porque 1 por falla de dar um pas-
>eio a NOVA ESPERaNCA e comprar enfeites
que sejam adequados afazenda: quantas vez.es sen-
timos escapar de algam len;o aromas enioativos e
porque f por nao ebegarem a NOVA ESPERAN-
CA e eomprarem seus extractos to conbecldos;
quantas p-sesoas nao grstam seu dinheiro e alm
disso fleam desgostosis ? por nao eomprarem ob-
jectos qoe Ibes satisfaca, por nao hirem a NOVA
ESPERANCA onde encontrarlo o que de. melbor
n mais elegante ha no mercado, e est por tal
forma conbecida a NOVA ESPERANCA que quan-
do em qualquer reuniao se v nm bonito enfeite,
um laco, um coque moderno e com certa graca,
quando se sent escapar de algum lenco agrada-
vel aroma, qnando se v finalmente qnalaaer cou-
sa xiqne, ningnem mais pergonte d'ondo ro ou
donde veio, caJa um responde ou diz comsigo
isto foi da NOVA ESPERANCA ra Duque de
Caxias 60. ___________________________
Compauhia de Navega<;ao Bra-
sil eir.
Previne se aos Srs. accionistas que, conforme
as ordens da directora, a qninta e ultima chama-
da sobre as accoes desta coTipanhia, de 40 0/0 ou
hOt por aeco, deve ser paga dentro do praso de
*0 dias deia daU no Londoo & Braiilian Kank
Limited em Peroambaeo.
R o de Janeiro S de marco de 1871
/ M. Carrre AuistatU Treatsurer
O Sr. Aokmio Pereira da Rocha chamado
a entender se coa Tasto Iranios em liquidacao a
ra do Amoria n. 37, faz-se este por ignorar-se
sua morada.
Precisa sede um feitor qne conheca bem de
ilanufoef, horus e floi-es: a tratar oa roa d>
?edxo Aff'.mn d. 2fi.
Pedro AITobso n. 28.
LOJA DE JOIAS
ESMERALDA
Acaba de chegar a este estabelecimento um importante SDrtimento de joias de
ouro, do melbor gosto e qnalidade qoe tem vindo neste genero, como cassoletas de
nix com leltras de diamantes e pintaras finas, aderecos e meios aderecos com pedras
finas, etc. etc.
Ra do Cabuga' n. 5.
Moreira Duarte & C.
CHAPELLERIE DES DAMES
nico estabelecimento neste genero
16Ra do Barao da Victoria16
(LOJA)
O propietario deste estabelecimento previne ao publico e aos seas fregoezes que
para maior commodidade dos compradores acaba de mudar seu estabelecimento para a
loja o. 16 da mesma roa aonde se acbava estabelecido.
Previne mais s Exm." Sr." que tem recebido nm esplendido sortimento de cha-
peos de todas as qualidades para senhoras, meninos e enancas, como sejam : cbapelinas
de gaze preto com flores de cor, formas modernas; ditas de palha da Italia, moito Sna,
grande novidade; chapeos de velludo, grande pbantasia; ditas de palha, de moldes
inteiramente novos e ricamente eneitados; temos tambem chapeos de palba da Italia,
cor de caf e cor de onro, para se eofetar ae gosto do comprador, para o qoe temos
lindos enfeites. Pelo vapor qoe se espera, esperamos anda moitos chapeos, ultima
novidade de Pars, proprios para a qoaresma. Portanto pedimos s Exm." Sr.M qne
bajam de visitar nosso estabelecimento, nico neste genero, e qne se acha ricamente
sonido de chapeos, o qne ha de melbor na praca.
Chapellerie des Dames
16RA DO BARO DA VICTORIA-16
(ANTICA ba nota).
ESTAMPILHAS
Veide-se na praca do Corpo Santo n. 4. ar-
mare
^m
Precisa-se de urna ama for
ra oa escrava, qne saiba co-
_ zinhare eogommar, pagndo-
se bem : trata-se na rna do Vigario n. 16, primei-
ro andar.
A M A Precisa-se de urna ama para cozinlur
ILlU.il e engommar para duas pessoas : tra-
tar na raa Direita n. 3, i* andar.
1 HiT A Ct Precisa-te de urna eserava, ba
A II \ \ coiinheira e urna livre para en-
ii-l"xi.L/ gommar e fazer o serico interno
de casa de familia, paga-se bem : na ra da Cruz
do Reelfe n. 42, armazem, oa no Corredor do Bis-
po n. 23.
ATTENCAO
Precisa-se de nma ama para casa de urna fa-
milia composta de tres pessoas : nesta typogra-
phia i_ tratar com o administrador, ou em Olinda
no oito do Amparo, easa de portao verde.
%la^
Precisa se de ama ama pa-
ra coziohar : na rna Duque
de Caxias o. 50,1* andar.
^m
mero 7.
Precisa-se de urna para co-
zinhar, prefera Jo-se escrava:
tratar na ra do Crespo nn-
familia
Precisa se do urna ama,
livre oa escrava, para com-
prar e coziohar em casa de
paga-se bem na ra do Vigario n. 26.
^%^
Precisa-se de urna a roa Direita n. 89, segun-
do andar.
Alegra n. 5.______
Precisa-se de urna ama :
para comprar e coziohar pa-
ra pequea familia: a ra da
Ama de leite
Precisa-se de urna ama de leite
que de Caxias n. 32.____________
raa do Du
Precisa-so de urna ama para coziohar : na
rna do Vig4rio n. 5, segundo andar.
Pncisa-se de urna para cozi-
ohar em casa de poaca familia:
rna Velba n. 28, sobrado.
Paga-se bem a orna ama para
comprar e coziohar em easa de
pequea familia, podendo ir dor
mir em casa sna : rna do Passeio n. 58, leja.
Precisa-se de urna ama para o
servieo aterno de duas pessoas :
na travessa de S. Pedro n. 4, 1
AMA
AMA
AMA
anaar.
Precisa-se de urna ama que saiba bem en-
gommar, no segando.andar do sobrado n. 29 no
largo do Paraizo, entrada pela travessa do Mar
quei do Recife.
AMA
Precisa-se de urna ama para o servieo inter-
no, menos cozinhar: na raa do Vigario n. 5, 2*
andar._____________________________________
Precisa-se de nma mulber de
bons costumes, que tenha algu-
ma pratica de cozinha para ama
em casa de pequea familia, quer seja ou nao
estrangeira : a tratar na ra Direita n. 36, 1 an-
dar_______________________________________
& ma~ A Precisa-se de nma ama forra on
imivi/m captiva, paga-se bem ; aa ra do
imperador n. 83, 3# andar____________________
n. 92, loja.
Precisa-se de nma ama boa cozi-
nheira : na ra Duque de Caxias
AMA
Precisa-se de urna ama para o ser-
vico domestico de urna easa de penca
familia ; na ra Ilha do Cirvalho
(Bella) n. 31, sendo indiferente livre ou escrava.
Aluga-se nm escravo crioolo, ass reforja-
do e pn,prio para todo servieo, de cerca de 28
annos : a ra do Imperador n. 20
MOFINA
Olha elle!...
Roga-se ao lllm. Sr. Ignacio V.eira de Mello, es-
rivao na cidade de Nazareth desta provincia, o
favor de vir a roa do Imperador n. 18 a conclu
aquello negocio qne V. S. ae comprometten reali-
sar, pela terceira chamada deste jornal, em fin
de dexembro prximo passado, e depois para ja
aeiro, passou a fevereiro e abril, e nada camprio
e por este motivo de novo chamado para dite
nm ; pois V. S. se deve lembrar que este negocie
de mais de oito annos, e qnando o senhor mi
Sbo se acbava no es nesta cidade
Casa
Quem pretender urna excellente casa terrea
com bom sollo e commodidades para tna familia,
com quintal, e agai do Prata, na fregoezia de
Santo Antonio, dirija-se a prac da Independen-
cia n. 30 e 40. loia de chapeos.
Attencfto.
S
m
>&
PARA A EUROPA
E logo depois para a America
Tbomaz Teixeira Bastos, vai a Europa pela 14/ vez e deia como pro-
curadores os limas. Srt. Domingos das Nevea Teixeira Bastos, Joaquina An-
gosto Ferreira Jacobina, Tbomaz Carneiro da Cunba e Antonio Rodrigues
Pinto; tendo sempre ido a Europa coamercio, e coohecendo assim diver-
sos fabricantes na Franca, Inglaterra, Allemanha e Lisboa, ae offerece para
compra de qualquer encommenda, tomando para isso ama pequea commis
sao, executando com toda actividade e eiacdSo: n. 8, armazem, rna da
Imperatriz.
Eniomma-.-e com prompliJo e a:eio : na ra
Velha n. 83.________________________________
Precisa-se de um caixeiro que tenha boa
conducta, para urna confesarla, anda mesmo sem
pratica : a tratar na roa do Baro da Victoria
n. 61._____________________________________
Raa quem quer ser polica
Constando qne pediiam demiso o 2 e 3o sur-
penles de subdelegado de S. Jote, lombramrs acs
inimiguiobes.... de Juca qoe seapressem para oc-
copar dit'-s cargo*.
O sigilante.
mmxmmm mvmmmMm
Charutos legtimos de Havana
Ditos da Babia.
Ditos marea^Laporte.
Armazem n. 18 ra da Cruz,
mmm mmm ****
Irmandade de S. Bem Jess dos Passos da
freguezia do Recife.
Em nome da mesa regedora sao convidados
os nossos irraos para qoe comparegam sexta-fei-
ra 2< do crreme met pelas 3 horas da tarde
aflm Je incorporados asompaabarem a precisslo
de Triumpho, para a qoal tomos convidados pela
Veneravel Ordem Terceira de H. S. de Carmo.
O escrivSo,
_Jos Pedro das Neves.
No armazem n. 18, ra do Bom
Jess, outr'ora ra da Cruz,
Vende-se :
Formas para asssncar e encarega-se
de mandar vir da Europa e des Esta-
dos-Unidos quaesquer machinas e uten-
cilios para a ?gricultura e industria.
Toma-se encommendas para ladr-
lhes em mosaico.
Odjserapenno satisfactorio prova-
do pelas encommendas j viadas.
NOTAS
Tri>ca-se nota; do banco do Brasil e de suas
dliaes na raa do Bario da Victoria n. 63, antiga
rna Nova, loja de Joao Joaquim da Costa Leite.
Graficaq&o de 5
A pessoa em caja casa estiver oeenlta a escra-
va de nome Marcella, mulata clara, de 34 annos
de idada, ponco mais oa menos, cabellos pretos e
longos, alta, magra e gaga, que ansenton-se da
easa do sen senhor no dia 21 de junho do anno
pasado, tenha a bondade de leva-la rna Formo
sa n. 8, freguezia da Boa-vista, que ser gratifica-
do com .j0 ; ou mesmo quem della der noticia
exacta, do contrario pro testa-se proceder legal-
mente contra qualquer individuo que a tenha em
sna companhia a titulo de ama livre.
0 & 0 *****
O ADVOliADO 0
* Ayres Gama *
jm tem seu escriptorio a ra Primeiro de WL
5 Marco n. 23.
***** ** ******
Acba-se ra do Bario da Victoria, sobra-
do, 2* andar n. 61, dous escravos pega para ven
der-se.
!ii3$iisiiiii
ADVOGADO
Dr. Joaqim Correa he Aradjo
67Rr* no Imperador67
AVISO.
O solicitador Antonio Fraacisco de Souza Maga
Ihaes Jnior, convenientemente autorisado, convi-
da a todas as pessoas ses com o finado capitao Honorato Joseph de Oli-
veira Figueiredo, a comparecefem no escriptorio
do escrivao Metta (roa estreita do Rosario n. 17,
primeire andar) para eom o annunclante conclu-
rero esses negocios e receberem sens ttulos.
Precisa se de dous pormguezes para traba
lbarem em um sitio nos arrabaldes desta ridade,
e de um criado para tratar de cavallos : a tratar
na ra Velba n. 79, Boa-vista.
ROUBO.
Da meia nonte para o dia 10 do corrente, An-
tonio Gomes da Costa, caixeiro da taberna n. 6
sita raa do Racgel, perpetrou um roubo de cer-
ca de um cont e tanto em dinheiro, arrumbando
nm bab e delle tirando as chaves do cofre d'on-
de tirou o dinbeiro cima dito. O caixeiro tem os
sigoaes seguales : idade 20 annes, natural de
Portugal, estatura regular, rosto eomprido, ca-
bellos corridos, falla grossa, sem barba, presenta
agradavel, fji ltimamente caixeiro dos Srs. Bel-
trao & Irmao, em Fra de Portas, e recommen-
dado ao Sr. Antonio Martins de Carvalho Aievedo,
morador ra do Rosario da Boa-vista. O referi-
do caixeiro evadi se e igoora-se para onde : ro-
ga-se as autoridades policiaes de o apprebenderem
e remetterem ao lllm. Sr. Dr. chefe de polic'a, a
quem se den sciencia do occorrido.
Auzenlou-se, desde o mez de setembro do au-
no prximo passado, o preto Lucas, idade 50 an-
nos pouco mais oa mecos, estatura bastante baixa
e morcada, ceg de um i lho, ps apalhetades,
andar um tanto apressado, costuma a embriagar-
se e quando assim est rica muito regrisla, intitu-
lando se de forro : pede-se as autoridades poli-
ciaes e capit3es de campo a sua captura e logo
3ue o censigam poderlo dirigir se a ra Primeiro
e Marco, antiga do Crespo, n. 7 A, que se recom-
pensar. *
OLINDA.
Aluga-se urna boa casa com bastantes commo-
dos na rna de S. Bento, muite fresca, quintal mu-
rado, perto do haho e da estanio : tratar di
ra do Ce ramercio n, 48.
Attenpo
O abaixo assignado previne ao respeitavel pu-
blico e especialcente ao cerpo do commercio, que
nesta data nada deva a pessoa alguma, quer por
contas commereiaes, quer por qualquer papel par-
ticular por elle firmado. Se alguem se julgar seu
credor, pede que aprsente seus documentos no
praso de tres dias a contar da ata do presente^
annun:io que sendo verdadeiros sero pagos.
Recife, II deMar?o de 1872.
_____________Antonio Jos de Araujo Braga.
Precisas de urna ama preferindo se escra-
va para Culinbar e comprar para nma casa de
pequea familia : tratar na ra Formosa nu-
mero 19.
AO ARMAZEM
Raa do Bario da Victoria
N. T-Oiitr'ora ra Nova_N. 7
Acaba de chegar notos sortimentos
Calpado francs.
Botinas para bomens, bom beterro pellica, jar-
davio vaqueta e panno, duraque com btaueira 4a
verniz, pel.ica com biqoeira de verniz, Msorr* t
pellica com lhosea e com botte, taaio dos Wbn-
eantes Suzer como de Polalc.
Botas russianas, meias botas, perawm rtii
ptroeiras para montana,
Sapatos de vaqueta de verniz coa Ma de ma-
deira, proprios para os sitios, jar lint e bastee,
tanto para senbora como para hornea.
Sapatos de borracha para hoaiaa.
Botinas e abotinados de moitas qualidades e rrt-
cos para meninas e meninos.
Sapatos de verniz, ctaarlat, euaaaira, tipam
avelludados e de tranca, fraseases penan
Perfumaras
Finos extractos, banbas, cosmetieo, oUos, Ofa>
tas, e poses dentfricos, agua de flores da laran^.
agua de eclogoe, divina, florida, lavando, e 6e
toilet, tintnra para barba e cabello, pos de arre:,
sabonetes, e moilos artigos delicados, coso rra-
Ininhos de extractos, todo de pnmeira qts*.<-
ide dos bem coabecidos fabricantes, Piver Coa-
dray.
Quinquilharias
Finos artigos de Pars, de diferentes costea
pbantasia, como sejam os seguales :
Loques para senhoras e meninas,
Lavas de pellica e de fio de Escocia.
Eapelbos difireme-, para sala e gabinete.
Vidros avalaos para espelbes.
Caixinhas de costara ornada eom arauca.
Albans e quadriohos paro retratos.
Diversas obras de onro de lei.
Correales de plaqu para rekigof.
Bolcinhas e cofres de seda e de vellodo.
Diversos objectos de pbanusia para toilet
Pencinez, oculos e bengallas de loxo.
Chicotes e bengallas de baleia, eaona e janeo.
Ponteiras de espnma para charutos e cgarr..
Escovas para cabellos, roupa, dentes unto a
Pentes de marflm mnito finos, para caspas.
Ditos dlfferentes para cabello e barba.
Carteiras para notas e para dinbeiro.
Malas, b'-lcas e saceos de viageai.
aiolas de rame para passarinboe.
Venezianas transparentes para janellas.
Abat-jours transparentes para candiwros.
Mamadeiras de dar leite moi fcil as crian -i
Tiras de moldaras donradaa para qoadros.
Ricos qnadros ja promptos coa palmeas.
Estampas de santos, cidades e phantanas.
Esterioscopo e cosmeramas com ricas vistas.
Obieetos ne mgicas para entreteoimento.
Machinas da difterentes systeraas para caf.
Berros de vimos para embalar criaocas.
Cestinhas para meninas de escola.
Jogos, de dama, domin, bagatela e da gloria.
Campanbias de molas para chamar criados.
Realejos, aceordious, vidros avalsas para
Dioramas e oatros maitos artigos de qoiaqit-
lharias difficeis de mencionar.
Brinquedos
Para criancas,
O maior sortimento qne se pode desejar de
sorte de brinquedos fabricados em diversos i
da Europa para entretenimento dos msoiaos
Prepos.
Em vir lude de novas ordens dos fabricana*
vende-se tudo precos baratissimos : so arsu-
zem do vapor francez, roa do Bario da Vi-u-
ria. outr'ora rna Nova nneaero 7.__________
Taberna.
Faz-se negoeio com a taberna sita rna da 3aa>
boa do Carmo n. 2 : a tratar na mesma
mmmm mmmm mmwmmm
Medico
8
O Dr. Francisco G. de Aodrade Lima
pode ser procurado em sua residencia,
i roa da Imperatriz n. 8, a qualquer bo-
ra do dia e da nonte. D consaltas to-
djs os dias de meio dia s 3 horas da
tarde; gratis aos pobres.
Jos Joaqunn da Cusa Maia roa do Com-
mercio n. 10, ?a :a sobre Lisb a e Porto.
Pedido
Pede-se aos Srs. Alfredo GoncaUes Pereira Li-
ma e Diogo Jor da Costa o favor de virem ra
do Duque ae Caxias n. 49, a negocio de seu in
teresse._______
Hotel da Europa
D. Manoel Alvares, gerente do mesmo hotel par-
tecipa a todas as pessaas que tem (ransacedes ou
contas no referido de oito dia^, a contar da presente dala, venham
liquidar as suas contas cu recebar o que por ven
tara se Ihe deva, visto ter de rieixar a gerencia
do roesme il del no dia 15 do vindouro.
Hecife 18 de marco de 1872.__________^__
Aluga-se um b m sitio na Capunga ra
das Pernanjbncaaas n 23, cuja casa tem 3 alas,
9 quartos. cozinha. estribara e coxeira ; a tratar
na rna da Aurora n. 15 ou na rna Nova n. 13.
AOS 5:0004000
Sstio venda os felizes bilbetes da lotera f a
labia, na casa feliz do arco da Conceico. k>j; <
irives no Recife.
Precisa-se alagar um moleque at 18 annix,
para todo o servido interno de urna casa : tra-
tar na ra das Trihcheiras n. 19, eartorio de or-
phaos.
Aluea->e urna escrava qne saoe compra*,
lavar e coziohar : na ra do Coronel Suassuna o.
106, a iratar das 8 as 9, ou das 3 as 6 da tardr.
i
<) Os advogados
rt Dr. Antonio Borges da Fooceca,
*& Antonio Borges da Fooceca Juoiur
Bento Borges da Fooceca
37 Roa do Imperador 37
Sobrado.


Precisa-se
de um caixeiro, qne tenha pratica de molbadcs
na rna Direita n. li.
PEDIDO
Pede-se a um moco que tomou nm se-
lim emprestado no Arraial, o fivor de o
mandar eniregar ao dono, do contrario ve-
r o seo nome por extenso com a historia do
dito selim.
Um rapaz, brasileirc, solteiro, de boa con-
duca, fsabeoo ler e eserever, deeeja-se empre-
gar em alguma casa cu estabelecimento como
eaixeiro, oa coasa semelnante : quera precisar
anouncie por este Diario.
Na mi da Florentina n 12 precisa-se de
j^v JI,.hom cozinbelro.
Para quem quizer morar
barato.
Traspassa se a hypotheca de urna casa entre as
duas pontes da Passagem da Magdaleas, no valor
de 2:8004, senda o alnguel respectivo para o pa-
gamento dos juros dessa quantia. A mesma casa
est alugada por i00, piejo muito mdico na
actualidade : a tratar sobre a transferencia com
Tasso rmos A C. raa do Amorim n. 37.
25.000 a 30,000 res.
D-se pelo aloguel de urna boa escrava, para
casa de pequea familia e para todo o servieo,
menos engomrnado : a tratar rna do Cabuga n.
2 B.
Criado.
Na rna larga do Roario n. 31, precisa-se de um
criado para servieo de hotel.
Traspassa-se o andar de um sobradp, forrad*
de papel, tapetado e pintado, a nm mez ; para tra-
a r na Rut Estreita do Rosario n. 25 2.* andar.
Capitaes de campo.
Na ra Jo Hospicio n. 36 precisa-se fallar com
o< senbores capitaes de camoo.
Casa em Apipocos.
Traspassa-se o arrendamento de ama oor pre;j
muito mdico, tem sitio com frncteira, parto a
banho, tem cummodos para familia, dous qairu s
ferrados, etc., etc. lii va:cas de leite ionio para
quem precisar tratar de sau le, oio i e ser
ltior: a fallar na raa do Hispido n. 23.
Escaler.
Vende se um excellente esealer, bo-
nita forma americana, proprio para se
pas-ear no rio Capibaribe, or preco
razoavel : raa da Imperatriz o. 8,
armazem que fji do fallecido Dobarry,
Par.i limonada gozosa
Vende-se urna excellente machina
com pertences por precn commodo :
rna da Imperatriz n. 8, armazem que
f .i do falle-ido Dobarry.
Coffras de ferro.
Vende-se eoffres de (erro, lettos por
nm dos prineipaes fabricaste; roa da
Imperatriz n. 8, armazem que foi 4o
fallecido Dubany
/



,


Manoel de Christo Pacheco, proprieurio do ho-
tel Uoiio, partecipa aos seas fregoezes qne te
mudou da na do Hospicio n. 89 para a praca
do Conde d'fia n. 32. onde o achara sempre
prompto para fornecer comidas eom asseio e
promptidio ; como tambem a dita casa offerece
bastante commodidade.
BM NEGOCIO
Faz-se negocio com orna loja de faiendaa
em urna rna bastante commercial e com
poneos fondos, propria para principiante,
quem pretender derija-se a esta typogra-
phia que se dar sofrssaria? inforaacoes.
Est ausente da casa de sea
dia 9 de setembro do aooo proxioM paseada a av
cravo cabra de nome Mariano, idade ponco ma.s
oo meos de 20 anoos, eeatara regalar, espada a-
do, moscoloeo, nana grosso, rosto oval, nona p*-
qjena, teodo o beico superior mais osa
o de baixo formando abaixo do nariz
nm reg, cabellos earapinhos. olbos
chatos; este escravo moo ladeos e osas 4*
Baixa-Verde, comarca de Paira, e loi aSU ostrav*
de Sr. Aniooio Pereira de Morsas, coaaacito aa
lagar mais por Pitioo ds qoe ps*o ooom de fas -
lia : pede te, pois, as autoridades
Saelle sertio oo capilies Se easopo
am dito escravo e o |evess ao essfsaW aao
da comarca de Pao d'Alh), frogoea 4a Lcz,
sea senhor Francisco Aniooio Cabra) 4s Bsstls, "
oa cidade de Recife roa 4o IssoaraOr. cafa s..
77, andar, qoe se gratificar ajQia.
Precisa se 4e ama asa Irvrs m eterav
ra o servido de casa de aso taaiass :m mr>
Mrquez do Herval, sobrado 4o osa sodatesa: -
gao a padaria. Nao se distara o omaer* p-of^s*
a raa aii esta
i


I),ano da Feruambuco Quarta fera 20 de Majvo de 1872
i
RUD0BRUMN.52
(Passando o chafariz)
Aiinuncia aos senhores, de engenhos que por falta d'agua
ou mortes de animaes nao possam tirar suas safras, que est
prompto a assentar vapores dentro em 8 dias do pedido applican-
do elles as moendas ja existentes.
Tem em deposito variado sortimento de preparos
MOTORES PARA DESCARGAR aLGODaO
A vapor, agua ou animaes
inclusve alguns que nao precisam de obra alguma de carapina
pelo que podem funccionar logo que cheguem ao lugar.
FORMAS PARA ASSUCAR
Aquellcs propiietarios quequizerem formas podem desde
j fazer suas encommendas, pois a casatm em viagem e car-
regando numero sufficiente para sufrir a todos quantos queiram.
MACH1HISM0S DIVERSOS
nesta fabrica ha deposito de todos os .rachinismos empregados
na provincia, e acceita-se encommendas para fazer vir qual-
quer machinismo a vontade do cliente.
ERNESTO & LEOPOLDO
N. 2 D Ra do Cabjg N. 2 D
Acha-se montado de forma tal este est -belecimento de joias que pode
vender aos seos numerosos (regnezes em grosso e a retalho e por presos
mai resomidos visto qae recebe de conts propria por todos os vapores de
Eoropa. O gosto de desenhc de snas joias o mais lindo do paiz das
modas, curo de lei, brilbantes verdadeiros, esmeraldas, robins, perolas,
terquezas, saphiras, coral rosa etc. etc. Obras de prata do porto tanto
para igreja como para servido domestico. Convidamos as Exmas. familias
visitarem o dito estabeleciment todos os dias at 9 horas da noit .
Compra.se ooro, prata e pedras preciosas em obras velhas.
^
m
LIQUIDACIO DE Fll DE ANNO
AO 6
RA. DO DUQUE DE GAXIAS
(Outr'ora do Queimado)
Este estabelecimento acaba de recebr nm importante sortimen'.o de diversas fa-
zendas propnas para vestidos, sendo poupelinas de seda, sedas, lias, percales, ditas com
barras propnas para baba dos, lindas cambraias crox, e em (ira urna min.daiie d'arti-
gos de moda, tudo proprio para a festa, o que todo vender por precos ioteirameote
razoaveis, em consequeneia de estarmos prestes ao fim do anno, e o 65 nao quer te>
grande trabalho com o sea balanco, preferiDdo tomar dinbeiro a fazendas, convida-s
portanto ao respeitvel publico a virem sortir-se na toja do 65 aoode comprarao por pre.-
01 qoe c5o obterSo em ootro qualquer estabelecimento; em tira ver pora crer
RA DO DDOUE DE GAXIAS
(Outr'ora do Queimado)
imperial Sociedade des Artistas Mechancos
e Liberaos.
Continuara abortas as matriculas das aulas
desla sociedade para os tocio*, seus flihos e ig-
gregados, as-im como para todos o* artistas qae
se quierem instruir.
0
Dr. Joaqaim de Aqaino Fon- 0
ceca mmlou sua residencia para a {
roa do Hospicio n. 54, onde con-
tioua a dar consullas medicas todos 2
os dias das 7 s 9 boras da manbSa, '
W e, someot em casos urgentes, das M
ft 3 s 5 da tarde. m
Massa fallida
CMade de Maman? guape (provincia da Parabyba)
16 de marco de 1871
A admini-tra<;o da massa fallida do negociante
Joio Jet Gomes da Soma, convida pelo presente
aos eredores da mesma massa fallida apresen-
tar-ine os sens titulo, no pxaso d 8 dias da pre-
sente publicarlo, para serem qnaliflcados os seas
crditos e admittid'os pagamento no termo do
cdigo do commercio, podando derigirem a roa
Visconde de Pelotas n. 11, na mesma edade de
Mamarognape.
Da-je 2:000*000 a jaros : qaem pretender
tmalos dirija-se ao escritorio deste Diario a
Miar com o Sr. Ferreira.__________________
- Desappareceu o escravo de norae Bfiauoel do
engenho S. Jos, districto da Parabyba do Norte,
o qual tem os signaes seguidles : mulato claro,
cabellos ebegado, am poaco alto, secco, falta de
am dente na frente, sem barba, rosto eomprido,
ama cicatriz pouco visivel em urna das mos :
rogase, porlanto, as autoridades policiaes ou a
qualquer pessoa em narticular, a appreheosao do
dito escravo, e leva-io ao Sr. major Joaquina RS-
pbael de Mello Jnior, em G oyanua, qae receber
a paga devida.
ATTENCAO
Os abaixo assignadoa commonicam ao respaila-
vel corpo do commercio e ao publico desta cida-
de, que amigavelmente dissolveram a sociedtde
que linbam n luja de fazendas denominada Cyso
ne, sita roa da Imperatriz n. 4, ficanda todo -
activo e passivo cargo do ex-socio Lniz Abran-
ches de Figueiredo, e o ex-socio Antonio Lopes de
Azevedo pago do sea capital e lacros. Recite 14
de marco de 1872.
Lu: Abrancbes de Figueiredo.
Antonio Lopas de Azevedo.
corredor do Bispo n. 18.
D-se comida particular a qualquer pessoa, e
aUanca-se liropesa e bemfeitoria ; na mesma casa
trabalha-se em camisas de homem da ultima mo
da, ou mesmo para senhora, tambem lava-se^e
engomma->e com pstfeico por precos eommodos|:
pode qualquer pessoa dirigir se a qualquer bora
do dia.
COMPRAS.
BURRO
Compra-se um burro, proprio para car roca, a
tratar na fabrica do g___________________
Compra-se apoliees da divida provincial
na ra Nova n. 23, loja. _____
Na Prac.a da Independencia n. 33 se compra
ouro, prata e pedras preciosas, e tambem se vend
obras de igual especie.
Compra-se nm par le malas que estejam
em bom estado : tratar na roa larga do Rosa-
rio, loja n. 16.______ __________________
COMPRASE
moeda? de ooro e prata : na loja da raa do Mr-
quez de Oiinda n. 38.
Compra ;e chun.bo telho, paga-se bem : se
trmazem da bella amarella ne oitj Ja secretaria
da polica. ______
CASA
Compra-se ou alagase para urna pequea fa-
milia urna casa n'araa raa boa. oa nm sitio pe-
queo que alo fija milito longe dos boad. Para
tra ar no largo da matriz de Santo Antonio n. 2,
1." andar.
Compra-se ama escrava j de idade qae sai-
ba cozinhar e lavar : na raa do Lima, em Santo
A' aro d. tjS, padria.
VINBAS.
YEHDESE
&em palmo? de terreno sitos na povoaco de Be-
beribe, e i. taudos at o Rio : a tratar na roa es-
treita do fljsario. sobrado n. 17. andar.
Feneir-s de rame
Na raa do Mrquez de Oiinda, loja de ferragens
n. receben ltimamente um completo sortknen
to da* referidas peneiras, propriamente para reo"
nacSes e padarias, sea prego o mais commodo
possiel.
Arroz de casca
Superior em saceos muito grandes: nes arma
zens de Tas*) Irmos & C.
Vende se urna armacao de venda : na ra da
Peo ha o. 11, a tratar com o dono na mesma.
Vende-se
rv
Detappareoen da asa di abaixo assignado o
escravo Joio Cetario, preto, idade de 55 annos,
ocao, estatura regalar, secco do corpo, cabetja
pequea, calvo, testa grande, cabellos trisalhos,
rosto oval, olhoi pequeos, majaes .-alientes, na-
riz chato, bocea fraudo, beicos grossoe, barba e
bigode braoeos, maos e ps pequeos, coznhei-
ro te proBssio : qaem o apprebeoder recebar a
re/eri*|raiii.cao, leaod) o ao sitio do animo
abaixo assigoado, a Ponte de UchCa n. I, oa
roa do Mirquez de Oiinda n. 20.
i,qz de Mories }) Ferreira,
Suhloea-se o arrendamento do predio a roa
Jo Mrquez de Oiinda n. 23, eonsistndo em um
vasto pavimento terreo com os fondos para a
raa da Caeimba, com chagio no centro ende tam
oem muito espacoso o andar, o qaal tem sabida
ndependentej podendo ser pelo armazem, pro-
prio para nm grande negoeio por atajado, por
nr o logar o melhor possirel : tratar com Ao-
tonio Jos Rodrigues de Sonza na thesonrsria das
loterias, raa do Crespo n. 6.
Moldador.
Precisa-se de am moldador : as offlcinat da
compantiia Recite Drainage as Cinco Pontaa.
Precisa-M i 1 criad? Da ra lrg do Ro-
anca casa de Pedra e cal, de 2 sallas, don quar-
los .h cozinha fora, cou grande quintal, eso San-
l'Acna, fregae?.ia do P050 : a tratar cora o Julio
no eie. Vende-.-e na Tamarineira n. 2, duas arro-
c-is ra bom estado, com duus boia.
Vjnhos de todas as cualidades. 0
Bordeaux em caixas e em torr, ~m
Bourgogne em caixas, linio e brauco. 2S
Rbeoo em caita. f$(
Slosei e ira caixas.
P-rtj ami'.'i hoo e velbo, m barris.
Sherry em caixas.
Champagne, as mais celebre* marca.
Hungra em caixas.
Oignac, Je todos os presos, porm
Q verdadeiro.
O.'veja pre'a e branca, ingleu.
jkX Cerveja da Prussia, marea Lea.
m, licor Ayi Pana. ^K
Armazera 0. 18 roa do Bom Jesos ou-^
5W "'ura ra da Cruz M
Vestidos B rdados
O ma j rices ve-iidoa de gorgarao preto bor-
dados que ha no mercado, vendem Araaril Nabuco
& C* roa do Rario da Vicloria o. 2.
0
ft
m
m
*
*
os predios segnioies : um sobrado de nm andar e
sotao n. 4 na raa Visconde de Itaparica (outr'ora
Apollo), nm armazem n. 16 oa mesma raa aeima:
os pretndeme podem dirigir se i raa da Aurora,
casa n. 51, onde obtero os esclarecimealos pre
elsos._____________________________
Vende-se duas peqeenas casas na Btixa-
Verde : a tratar na Capnnga raa da Ventura nu-
mero 39
Vende-se o estaUeiecianento de molnadot silo
raa Dreia, baje Marcilio Uias, n. 99, e farioba
de milbo na e grossa.
Vende-se ou perra ata-se por urna casa ter-
rea sa Boa-Vista, am pequeo sitio na Torre, com
boa vista e bem plantado ; a iraur M raa. Velha
b 06.
0 vapor daTovidades
Ra da Imperatriz n. 36.
Para este estaleeimento ebegou pelo ultimo va-
por da Eoropa ama infkiJade de objeeios qae
sua elegancia, novidade, muito se recommenda
as Exmas. Sras, qae gestam do qoe bom, as
quaes se vendem por precos admravelmente re-
sumidos, como sejara :
Completo sortimento de franjas pretas e de co-
res.
Mantilbas de tilo de seda o que ba de melhor a
8#300.
Diademas de alta novidade.
Redes para cabello, o qae ba de mais moderno.
Lavas de pellica brancas e de cores.
Ditas de redes com dedos e sem elles,
Bolees de velludo preto e ee setim, de cores e
pretas.
Cassoletas glandes de moiio gosto
Fil de seda muito boa qu.lidade a 1 U8O0 e
t500 o eovade.
Grande sorltmento do fbres de cores e pretas.
Modernissimos coques a imitaco de cabellos.
Qaadros para retracto a 210.
Leque pretos e de grande phantazia.
Ditos marflm, madreperola e sndalo.
Ditos a imitaco de marflm pelo preco de 24-
Dazla de linba de carretel de 200 jardas n. 130
a 700.
Bonitas sextinbas para meninas.
Modernas bohinhas para sen horas.
E am sem numero de objeeios de ptima qua-
I idade qoe se vendem por precos admiraveis.
Perfumaras de escomidos fabricantes.
Na loja do Vapor das Novilades, raa da Impe
ratriz n. 56, de S Leilao & Oliveira.
GRAN E
LIQUIDACIO
Fazendas pretas e de cores
NO
BAZAR NACIONAL
Ruada imperatriz n. *
DE
LOURENCOPEREIRa M.GUIMARAES.
Vende-se:
Cortes de casemira preta para calca a
2*500, 40 e 50000.
Panno preto para calcas e palitts a 15500
U, 5500, U e 4*000 o covado.
Grosdeoaple preto para vestidos a i0800,
20000, 20500 e 30000 o covado.
ROUPA FEITA PRETA
Vende-se:
Caifas de casemira preta a 40000, 60000
e 80000.
Palitota de panno preto a 50000, 70000
e 100000.
Colletes de casemira preta a 30, 30500
e 40000.
Palitts de alpaca preta 30, 30500 e
40000.
Chitas a OO rs. o covado
Vende-se:
Cbitas francezas largas a 200, 320 e 360
rs. o covado.
Riscadinhos de listras proprios para ves-
tidos e roupas para meninos a 320 e 360 rs.
o covado.
LASINHAS A 160 RS. O COVADO
Vende-se:
Laasinnas para vestidos a 160, 200, 320
e 400 rs. o covado.
Alpacas de listras de cores para ves-idos
a 500 e 640 rs. o covado.
Ditas em qaadros de seda fazenda nova
a 800 rs. o covado.
MADAPOLO A 30000 A PECA
Vende-se:
Pecas de madapollo entestado a 30000,
40000, 50000. 50500, 60000 e 80000.
ALGODAO BARATO A 30000.
Vende-se pepas de algodSo a 30, 40, 50
e 60000.
CORTES DE BR1M DE COR A 1*500.
Vende-se:
Cortes de brim de c6r para calca a 10500
e20000.
Ditos de ganga a 10000. Ditos de brim
pardo a 10200, 10800 e 20000.
CHALES DE LA A 10000.
Vende-se chales de lia em quadros a
10000. Ditos de merino estampados a 20,
30 e 4*000.
cambrala lisa a 3*000.
Vende-se pecas de cimbraia lisa p;ra
vestidos a 30, 40 50000.
Ditas de cambraia Victoria a 3*500,
40500 6 50000
BRAMANTE DE LINHO A 20500
Vende-se bramante de linbo muito largo
a 20500 9 metro. Eoutras militas fazendas
que se vende mnito barato.
Liaoidac&o de contus
NO
Bazar Nacional
Ru da Imperatriz o. 72
f
f

|Jh> Alerta
Olliem e vejam.
Reparem bem que na ra do Imperador n. 2*
est eollocado um lampto que se aceode a ncute
e tem o segnrate dstico tCcnffitaria do CampoF.i
Naquella casa est e-tabelec.da urna confeilaria,
paslelaria, conservara e culin ria, alm de todo
mais que proprio para urna boa mesa ; de aor-
ta qae, se ama pessoa tem urna visita inesperada,
nao tem mais do qae ir ou mandar qoelle esta-
belecimento ; pois all encontrar sempre, ou p r-
que esteja prompto, ou porqae se apromp:ara
com a maior brevidade, o segrate :
Uu lanebe opparo.
Urna sobremesa variada.
Urna merenda agradavel*
Por esta forma j ninguem se deve vexar por
urna visita que nao se fez esperar, pois os prepa-
ratorios da Confeilaria do Campos, tem caprieha
do em bem servir a todos qae os tem boorado
com suas freguesas e de certo nao aprontar a
occasiao das pressas e atropellos para d-ixar d=
servir apelles qae rec.rrerem Confeilaria do
Campos.

.
Aos Srs. militares
Amara), Nabuco k C vendem lavas de camurca
brauca eamarellase brancas de algodo encor-
nado para mnsieas e tambores ; oa raa do Barao
da Victoria o. 1
Vende-se coquee de diversos formatos e cures
no Bazar Victoria; raa do Bario da Vietono nu-
mero 1
A liquidaco das mercaduras existentes na loja
a rna do Cabag n. 1 A, nao deesa liquidaco
qoe se annuaciam constantemente eom o fim de
meihor negoeio fazer-se. Nesta loja liquidase
com menos 20 O|0,aproveitem.
PARA PER
Amara!, Nabuco 4 (1 vendem pastilhas eheiro-
sas para perfumar quartos, toilet e santuarios, o
que ha de mais commodo e agradavel, e ditos de
lortito e alcacus para refrescar e sromatisar a
bocea, no Bazar Victoria ; raa do Bario da Victo-
ria o. 1
Mantilhas. veos e bas-
quinas.
Amaral, Nabuco dt C vende mantilbas brasi-
lera*, veos e basquinas de fil de seda mait bem
afeitados que ba no mercada, slo ebegados no
nltirao vapir.
Sabonetes baratos
Amaral, Nabnco & C. vondem sabonetes ingle-
zes a 1JSO0 a dnzia em caiiiobe. na roa do Ba-
rio da Victoria n. i (amiga roa Nova.)_________
Negocio vantajoso,
VMde-se ama excelleote casa acabada ha poa-
co, no lagar de Agua Fra, ra de Santo Antonio,
em terreo i proprio, tendo S salas, i quartos, col
zinba fra, estriban i e quarto para criados, ee
terreno 200 palmos de frente s b 480 de fundo,
eom boa agua : a tratar na ma estreita do Ro
Jari? p. Wj i. Mar.
Recreio estomachico!
nharos freguezes e amig.s
oavi bem o qae vos dig,
Suita alinelo, pois, vos peco,
-surque a annuciar ja coraeco :
r-ioguas seccas muito novas,
mrvilhas, conservas, ova?,
-tapioca, arroz, sal fino,
csiras.queijo londrino,
ooalame, caf, fejao,
o gostoso macarro I
:oap, bages, peixe em latas,
Hmate era massa, batatas,
ngleza pendra fina,
-armelada genuina I
pjm calda fructas, azeite,
>;abo<, amendoas e leite;
Houeinbo fino, aletria,
onde o sabor se aprecia I
oz?s, massa de sag,
o bom d5e de caj ;
^veles, tinas leniilhas,
uaras, peiloraes pastilba?.
^ate, doce de arsc,
>ljofar mui fino cb,
wera rival nesta cidade,
ao em sabor raridade I
santeiga fina, cacao,
oces, gelas, bacalho,
os presuntos procurados,
c^imaroes lo desejados.
>renques e fino vioho,
goito novo bom com:r.h\
Tjaios, albos, queijo pialo,
o bom fejao carrapato,
^almon, araeixas, sardinba,
^ovas ceblas, bolacbinbas,
>zeitonas, mlho inglez,
sr irada des la vez I
^fano, pois, do que temos,
> todos chamar podemos I
e Minas queijo, champagne,
o vinagre, a boa banba :
enda mais : temos licores,
sui'.o finos e de sabores;
^assas, cerveja, sabo,
nrvadoce e salpican,
refinado assucar, s,
>raruta fina em p I
oos charutos regala
o seu cheiro arsbroiia !
az6es estas, s porque,
ao devo masane ser,
ma vez que o mea fim,
3esmo oeste lempo ruim,
jq vender muito barato,
sidente, e a todos grato I
ora, pois, c os espero
i^irem ver com que esmero,
nvenlei c um Bazar
zo intuito de agradar
Hodos quanto c entraren),
rq que dos gneros coraprarem.
que espera acntela :
nda mais que appeteca
Hudo do dito Bazar,
^que proprio quaresmar.
Vende se o tngenho Maoa^, situado na Ir-
guezia de Santo Amaro da Jabosiao, distante des-
ta cidade tres legoas, com bastante varzeas, cora
propor^oes para fazer grandes safras, tendo dous
lerdos de snas trras de baixo de matas virpeos,
com muito boa maJeiras de construyo, sendo
as matas em roda da engenho, onde se poder
abrir novos pan'dos, bora cercado, tendo procr
Qes para se fazer grandes cercados para ref^r
gado. O eogenho movido a agua, podendo li
rar grandes safras, sendo o eogenho cupeiro e leu-
do a roda 40 palmos, urna boa e ele gante casa de
vivenda de lijlo e cal, sendo toda eovidra^ada,
um bom pomar, as obras sao todas de tijoio e
muito coramodas para o manejo do engenho, tem
urna boa e bem montada desiilacao, um grande
tanque para deposito de mel, urna estofa mni:o
commoda. A roda d'agaa toda de atcarello com
sarelbo de ferro, assim come es rodete*, O enge-
nho ni i ihe falla obra alguma, vai-se ao engenho
a carro, dis:ando da estrada do governo pouo
mais de um quarto de legoa : quera i;uizer corr.-
pra-lo ple procurar o propri;tano no referido
engenho Manass. __________
Libras sterliaas
Vende-se no armazem de fazendas de Augusta
f. de OHvw A C. a ra lo IViraraereiu n. 42.
Vende-se ou arreoda-se ( com alguns ann<>?
de fogo morto ) o engenho S. Gaspar, sito na fre
guezia de Serinhaem, comarca do Rio Formse,
prximo d embarque ; com grandes partidos de
pal e maijap, roda da mcenda, mallos e
mangues para rnadeira oecessaria, t>om pealo,
etc. : tratar na ra do Imperador n. 20.
Vende-se horzeguins para homem pelo diminu-
ta preco de 5J00O. venham a loja de miudezas n
SO, roa do Mrquez de Oiinda, antiga Cadeia.
Vende-se a preciosa memoria, com finas es-
tampas do Senhor do Bom Je-'? do Monte em
Braga, por diminuto prego : di i ja n. 23 \, ra
do Crespo, esquina da do Q leimsi .___________
raa quai" sma
Franjas, trancas, bo'.es pre'.os ; vendem se na
NOVA ESPERANCE ra dj Duque de Caiias
n. 60.
CEMENTO.
O verdadeiro Portland: e vende n
ra da Madn de Deas n. -22. rmazem de
Jo8o Martios de Barro'?.
&o i n dispensa veis.
Est prxima a eegada de S. M. c Imperador,
para coja recepca.' rao mdijpsnsaveis os chapeos
da paita.
Sao o nicos que ha no mercado.
Vendem-se de finissima qualidade e por mdico
preco : os ra do Bar) da Victoria (antiga ra
Nova n. 44.
Chapelaria de J. Christiaoi.
Veiide-se doas ca^as em Oiinda, em cbaos
proprios, com commodo sofflciente para familia,
sendo orna na raa do Arjube n. 17, e ootra na
raa do Jogo da Bella n. 27: a tratar oa ra da
Imperatriz o. 5, 1 andar.
Caixas vasias
A NOVA ESPERANCX roa do Duqae di Ca
xias n. 60, acaba de recebar am lindo sortimento
de camodas vasias, sendo de muilos tamaohos e
moldes, tendo coro epelhos e sem elks, proprias
Sara joia, coslura oa oatr qualquer coosa ;
[ova Esperanca quena tem.
Moscas, mosquitos e estrellas
Amaral Nabuco & C. avisam as Exmas. senta-
ras, qae acabara de recebar rao-cas, borbollas,
passaros, laniejoaias, etc doaradas e praieada
para enfeite de fitas para o pescocu, da ulti
ma moda, e lambem para enfeite de vestimenta de
imagens e de anjo de procisaao : no Bazar Victo-
ria raa do Barao da Victoria n. 2.
AGLIA BRIM.
Rita Duque le Caitas *
Botinas inglezas para meninas.
A luja d'Agoia Branc a rna Doqoe 4e CaxiM
n. 50 receben por arr< s r.. ca:a pqcet
dade de botinas de mam qu m cea kan
lado obra rr.ai bi para m>n as, e pera i
nham prompU sabida a Aftia Braava
dendo-ai baraiametlr.
S:;iaooone
Toalco especia! centra aeatlvlee
Com cm bello xtrtiai' ote de pc-i Turna ra *fie *
Aguia Branca araba de reeilff vr twnlmi ^
apreciadoSmai'one ,-oj > i roveitneo iM
j bem condecido i r tjuaM t-m n*4 *r
ainda mais por aquella c-ie beseeattaa #> <*
nulidad". O coniiauad bm bom resaltado de impwlir a > ed loe 'luMa-,
faze los renascer e ISSMrvar o rea brSM Btimu
alm de qne en od,.r mais agra4ael t '
iro qoilquer iolco ccotiDua a tei reato aa
la AfUia Branca.
I^eite de rosas brancas
Excellenie para ac b^r coro as sardas, paaM
pfpirih.i !; NMA
Vndese a 21 o .a-r., m '..i d* Aguia Lrasca
raa Llnque de Caxias o. -jO.
Bonitas caixas com perfumaras
propnas p: ra p-sentef5
Vendem-se na lija u".'.fo r.ar.caa roa le. px
de Caxias n. 50.
Agua Kloriiia.
Acaba de chegar nr.vanvr.te a afanaba >ri
fl- rida de Guislain para r.fkr de pt>l ri-
bellos brancos. Ceno salen rs qae ttf-
dessa apreciada agua, o u Mi nao io-tasu-
neo porm seu reruli.-o 'giroeeMcaa. Cke-
goo lauhpiii a agua dr lipa-ii. pan n mestSSlB,
e concuflin a ser vendidas a 'i r frasri aa la
d'Agnia Branca ra do Paqoe de Caxii W.
Molduras rjouraditf p?ra qua-
dros
Na loja d'Agnia tirar, a t:i Du4uee .*
n. 50 veode- mdUtn :r..dj r> itknttu
Muldts e largnras, e por prero -'irmoe.
Pennas de neo \r.cn de lanc/
Caixis cera 100 p^na- a lOt r. ca I. ja o '-.(*
Branca.
Bonitas capillas com veos para
noivaa.
Vf-ndtni fe na leja o'Afn Cft a roa iu-jae
de Caxias n. 50. TYmtcr m vid-r^ separata-
mente b"nitos vo< bs man 'iiin pr. t .-
vas, e veos de cores para l.s .
Escumtlha prc t i fi::< lar .
Vende-se na 1 Ja t'Agj a Braicai raa Dsji
de Caxias n 50.
Bota s
CcberlM de e;gn ir preiri' para raate*, tf
soa durado pie: ri-i> m de uadnpirata.
Vende se na i Caizinhaa rom 3 jabonetes fi
a ii, t*2i:n e 1*500 a, rain.
Vende e na loja o'Agtxa Bracea.
Meias brancas e de W par?
h"menj e Fenh^ras r (! <-< p-ra cr-aica'
Veode-se oa I i d'Agc>a I':
Talaparta
eda frcnxn e arcat para hmr-
A a dos.
Vende sa na b-ja d'Agu'a Bran-a. ________
Acs wrs. leaeaalcaa s 4 <>
da factildarfc de dlrclt*.
Veode-?e por mais barate prr^o de qae rr
qualquer ootra hvraria de-ta cidade, o- p-.eftn-
imos ejemplares qoe reitasi das neeilfle* as>-
no'.toes d> codign comtre::;' rortigoei, pe!"
cnnelheiro Dr. D p> Per ira F trjaz de Same*1
Pimeotel. l-oif ealtiedralieo d ssi rr^teri a
versidade le Cirrlra. > br irn "o v"f**<%te*
a'c iodi*[(L-avrl pa ., < il
i* ann d f.icu I le I i '" dta ri1 I
grande h niogenei.lad-1 ntr qo Brasil: n4 rus J- i" -( >. i.na da rea f.
Quemad r. yi A. i- ____"
Negocio de reciiiiiJa
Veaie-M modo : ato i:t de'r.'^a- t*v
Tontada com lo!.> o ptUfasof, wm*>
bum esta!", tant > para tr I iir runo qe o compr.: or eonticuar .;,:** a '-a }
se aclia a sentada, sil no ; aJ .1* "a-n- .! .-.
tratar no Progresan de i sea de ''.i"t<* >, ca
no mesmo povoado era e 5r. A-''ira.
dupelii ^
A NOVA ESI'K't AM". V r DfM 4' Cal
n. CO, acab d- reeeber ama :> p
-:
de bonitas ebap lina- prri ,'* Pra
realmente- < < que d- n -:odj a* aer-
eado.
Albnns pa a etratos
A N'A'v ESPE iNC.V ...
x-a- i:. iii' r. !. <
msica e sera ellas._________________________>
Aos dois mil palitts
rt\
Loja de Paulo iaat>
Grar !t sorthien'o de pa'tls de Uk!:
is quiii ia.los M fuaes** v,.;, j..ar pref^e
*)aratis*imo?,e coto espe a."iade d aipics
o-eta e de cor proprk-s pa-a aedar esa
"3S9.
Palitts d'alpaca sobrecasa.'oi e sk<*>>s t
000 e 2#fkX).
Dit03 de merino s.olreoieos e saceos a
15' 00 e 6-50CO.
Ditos de panno fim Mbreeafseai e sac---^
de 5a 18-^000.
Ditos de difera-- qo tbrecasacv
e saceos de 1G0 > itAH).
Caigas de casemira prtu de as a td)UOO.
Ditas de brim d? core? de ."WO rs > JOOi
Golletes de casemiras sreti e cor ds leo.
a 55000.
Fazendas
(rosdenaple preto sepen-r ce l*
B|0m o covado.
Seda preta labrada a itokO o covo%>.
Moreaotiqae prelo a 20f o corado
Cbifjs pretas 320 e 360 r coend.
Um pretas 3CO e 400 n o corad*.
Chitas escoras e claras 160 s 400 rs.
o covado.
Casemira preta 34500 i*O0s rsrts
lo calca.
Oficina dalfaate
Mandam-se fazer obras por medidas f.itM
debaiui da directa.) d'om perito Otealre, a/a-
rtnte- se f zer mnito mais barato do toe
ootra qnalqoer parte
Na mesmo estabelecimento se ei
um completo sonimeoto de fienJas,
arias para horneas.
48 Rna da Impentriz 48
JUNTO PADARIA FRANCEZA
~Vende-s7a posse de um terreno foreiro c^m
allomas bemfeitorias, oa Casanga, roa da Sea-
?|Tla.Velba q. W,
Ob as de madr pero.a
A Aguia Branca roa do Oocoe de Canas a.
50, acaba de receter :
Lindos adereces Se eaaSrtaerrla.
Modernos grampot Se dtta.
Fuellas de dita ma'oree e aMocret para psIetSfsa,
cal ellos, ele. etc.
Cora^des ou medalhaa de lita eoai osaaiSn.
Voltas douradas, obra Se aMiao go-ia.
Bstojss com 3 e 4 lesearas Saa, eseatteatn pasa
presente*.
rjuarnitoes de lacos com broebee iraapea.
Bonitas fraoju preUs.
'jaloee antea eeea boasa Ssssbbm.
Biees praaa de tAraatse iar|waa.
Bccitos c-yjue' ejraassi de trasca.


r
_.



Diana de PerttamBTKit Quarta ?:
ira 20 de Marg Je 1872
fi m TEffi DEPOSITO GERAL
BARTHOLOMEU & C.
Ra Larga do Rosario n. 34
1*11 ARM ACIA E DROGARA
(.'M,feitos de Griraaud mi
Cura as incontinencias d'urinas
M mcafia preciosa contra as aTdcces
e-.r ticas, plidas cores, lu iieria, paraly
su ia bexiga. anemias de qua!quer naturezj,
pcM-ami laes, queda do rectume etc.
R '"> .pvisailix cora medblha de prata
n EspdfccSo fie 1887.
DRtGES DEIOOURETO POTASSIM DE
L. FOUCHER
Cra 13o impon ote preparado desapea
&- r'o 9 inconvenientes inevihveis e bem
eoahaoid. na applicacSo do iotrelo de po-
taasiaia em forma da solugo, po:cao, xaro-
pe r !c.
' potroso remedio comra as dores
i aatiiMt, o. t das asmolesiUssyphliiicas.
XARftM blWTiVO PEITOHAL DI! H. FLON
(lufa ;is d enr,as da garganta, do peito e
J> esUMMgj, alera da ser o verdadeiro es-
p?c.!ic-> contra 33 cjostipaces, catn nos,
roaf jdSo, sibma, tosses nervosas, coque-
!u Iih e?c.
Adra* i.i) n>s hospilaes dd txlos os pai-
z*^ da Europa.
Pos e granudos re Meynet
Art doto mai preconisado contra as en-
K*;eeeas, neva'gias, e todas as molestias
v' isas ; e ainda contra as febres irrterm-
t utas e rhenraa'i:mo agudo.
ALG ENTINE DE DIDIER
Rinvdo sibersno contra as dores de
1 i'c-. que fu passar em ura minuto, cura
7- carui dos denles, e preserva o rr.o ha-
\rp* de CMoral de Chamom
O Cora! nm ro-npleto chin ico de mui
mprego na medicina, e q e grande
t ra apreaentido para determioar im
momio tranquillo a doentes fttiga-os por
! j: apangui ai dores as axis intola-
. mm os gravfs ioeonvewentei do
Oj e rece o na s:ia appl c;<;ao.
XAROPE DE BROMURETO DE P0TAS3 M
IIK.NRY MURE
Sedaclivo por excellencia para o trala-
mento das molestias nervosa, vertigens,
dores de cabeca's, insonias, 'epilepsia, mo*
lestias do cerebro e da espiaba dorsal etc.
JALEA DE OLEO F1GAD0 DE BACALHAO ARO-
MAT1SAD0 DE TURKI.
Facilita o oz) de to precioso medica-
mento, visto seu gosto agsadavel. til as
debilidades, molestias escropholosas, do es-
tomago, e ros pulrnoes etc.
Colorigem Riganol.
ou
Liquido regenerador da cor primitiva dos
cabellos
Era menos de 8 das restitoe aos cabellos
sua cor primitiva sem oodoar a pelle, nem
eraporcalbar a roupa; e sem o emprego de
outra .qualqner substancia.
I*tlulas de Crosnier anti ner
valgicas
Acceitas pelos msis acreditados mdicos
de-Fraug. contra a nervalgia, molestias do
coraclo, dores agudas, fetires perniciosas e
todas as molestias nervosas.
As raflis fe familia
FARINHA DENESiLE
Alimento ladea para as enancas e pessoas
dtbeis.
A farinha ladea Nestle contem todas as
parles nutritivas e preparado por urna
eombipacio de principios verificad >s pela
scPDCia e pela pratica, de maneira a offere'
cer aos meninos da tenra idade, e pessoas
Iracas e valetudinarias ura ptimo alimento
de nolricao capaz de restaurar as torcas em
pouco tempo e favorecer o desenvolvimen-
to das crianzas dando Ihe robustez.
Essa farinha preferivel a todas as outras
e ainda utilisada na cura das molestias do
eotestir.o e estomago, como ora excellente
tenico restaurador.
Uuico deposito na pharmacia e drogara
Bartholcmeu d C. ra Larga do Rosario
n.31,
Vio ha mata cabellos (trancos
Tintura japooe a.
S e nnica appverada pelas u academias |e
ciencia, reconhaaMa wpiii k>r a toda que tem ap-
pareeido at boje. Depeato frincipal a ra da
^adeia do Recife n. 51, aoiar, em todas as bo
Iras a caa de cabuHoirWa
Verde Chrome.
Vende ?e em barris de 4 arrobas : oa ra ^
Mrquez de Oliada o. 40.
Aos jardineiros.
A Nova Eiperaaga acaba de recebar tbeianras
especlaes para jardineiros, sao as melhores ,^ue
tem viado ao meacado, a ellas antas que ae .aca-
bis.
Merino francez a ISOOO o
coYado,
Aaaba de chafar i I o ja do Papagaio um bonito
sortimento de merinos de cores para vestido*, (a
xaoa larjra, de urna cor e de um tecido intei
ramate novo, tendo verde, azul Ivrio, rosa lyrio,
cor de caf e amarillo, a* cores sao mnito bonitas,
e de um pffeito brilbante em obra, e vande-se
pelo biratnsimo preco edei laatoea o ovalo :
na rea da imperatris n. AO, loja do Papaeaio de
Mende ti CarvUlbo.
IOS PADRES
A Nova E^peranca, im Dnque de Caitas nj
63, quera vendo as melh res meias d laia : a
quantidade pequea, pnrtanto ellas'antes qne
se acabem.
Eran jas pretas a
1^280ometro
Rico sortimento de franjas de para enfeiles de casaqaibei e vestidos pretos ; chi-
gnem a peobincha,. por este preco s na roa da
Iraperatnz n. -2B, |nj da Rnea Branca.
NOVO ARMAZEM DE FAZENDAS
COM
GRANDE OFFCINA DE ALFAIATE
Dirigida pelo bem conhecido e distineto meslre
Ra do Mrquez de Olinda n. ~40
Frederi Pi>
to 4 L. acabara de abrir este novo estabeiecimento e pedem a
ivcia rjj repni.ei pobhco que encontrar completo e sempre renovado sortiaen-
un m. M^mtns p-etas e de cores as mais mordenas da Europa, velludos, gor-
. manos, ajpcifl, bnns de todas as cores e qualiiades. No mesmo ha completo
i*o 1' f tandas fraocezas. inglezas, allemSes, soissas e bambnrgaezas, e
v 1 I ru
n- pre os mdico, atino de acreditar este novo armazem.

MACHA
Qo
5
Oiifiimanda talissinio |
S* >t iuiiij)!n ta Uta Vista.i
*? -lina <1a 3mpernivlz2&
oviriado sortinwolo de f:ztnlis finas:
* |am, rieooa cortos e em pecas de seditia?, 1
iin, p np>fioas, alpacas l?vnda-< e de
., graealme e n li.-irasde seda, lanzinhas,:
eambraias i-3', orgmv, raadapililo fran- '
v isdeoaples preto de toda a qoalidad*, mn-
1 'irsileira, bouroo', ricas talas bardadas, |
1 ib itaes para baptizad 1 asjim como sira-
: j; roopd's, ronpSe- birdidos para aeobora,'
le Tarisdaleora .-,;.-- hrancos borlados,
' "llu o 1 aohi ras, Lramante da
h't: ~v-\. d i\f)[:\ trlesia ? Iicho, egaio-1
tr, propno p..r.i vestid 1 e roapas de''
*" ;. a-par-Jii', -, \ < 1 nc ,, os precos
:.':- -5-. .il mrav :- l o da seguintes
peihioefea*: ar.sdenapiwi pr, a r#600.)eova-
flo, c, r,.''is tlf veludh tiara senh ras a K :; e l-,,
aaadapoiti faoc t 81, iranii ha'- a Braaileira
ras para a q 'arasmn a >M \v-'Mrw hrsnc-w
bo-d Mse da wtt ,. 3* ilL* K rnm I E de 3'le 6 2*"0' e ?ens PB">ce. P^ras
1: de moer milbo, arreos para carro para dous ca-
Travesea do Carpo
S^nto n. 25.
Venie-S3 machima a vapores locomoveis defor-
iu.-tro 1 500 iv. n cova-lo. lanzi&has a 320 e 500"
: eovad 1, fula 1 j 1 poner maito lrgo para ves-
tid a GiO r?. n eovdd->. loalhas pira rmza a 5J,
c-."-c m birra j fi,5. botsas para viagpm a
4 c 4/500, orgar :. braaco para vestido a 640 rs.
a-vara,ricos e ites !' v va-n (Je bab liol r 7,3 d toa com 44 metros
a 15, madapo-5 fino .1 6 a pp;a, algodao marca
T ; n r a 6 bav. bu granJe e variado sorti-
men' 1 n chitas cassa?, imdapoifies, r opas fritas,
br;a>, caz^miras e mallos arijos q>re nao mencio-
nara -, indo por meno< 20 por cenio uue em outra
qal 11 r [.arle
FRa & LBSSA.
valias com retraer.
A Turqueza
bordaje?.
Receben :
Corti da vestidos preto!
Kova basquinas.
Mantiib a e veos pret i
5.' 'nies capa? e minias de
enl ira e menina.
A' ra do Bario da Victoria n. i>
Hova.
aa de cores para
angt raa
A Turqueza
Veu te btrao o seguloie :
Ortei de carabrala brlala a 14*000.
D 11: de chita com 15 ivados a 54.
D.1.1S de tarlatana bordila a 204.
Basquinas a la.
A' roadiBari da Victoria n. 9. amiga ra
r.. .j.
Ra do Crespo n 20.
DE
Guilherrae C. da Cimha & C.
Nansnc a"200 e 240 ris o covada, lazinbas
miudioha a 320 rs. o covado.
Alpacas pretas com listas brancas, proprias para
luto, a 440 o covado.
Ditas hzis de cores a 440 ris o covado, cam-
braias ias de cores a 280 ri o covado, loalhas
alcoxoadas para rosto a 500 ris, ditas felpudas
800 rs.
Brmante proprio para lenml, com 10 palmos
de largura, a 1/600 a vara
Dito de dito muilo li no com II e meio palmos
de largura a 2|6O0.
Cambrala transparente fina a 34 a peci, dita
Vici ra a 44, dita de dita -de forro a I46OO
musselina branca a 400 ris o covado, casimira
prta mnilo boa a 24 e 4500 o covado, lencos
de cambraia de linho abaiobsdos a 44 a dnzia,
di os de dito pequeos proprios para meninos a
; 2<>8O0 a duzia.
I Cones de cambraia bordados com 18 cavados a
54. E' pechincba soi ra do Crespo n. 20. lo
; de Guilherme C da Cunha & C .
A MaVSNOLIA
45-RUA DQHB DE CAXIAAS-45
A MAGNOLIA, temrecebido por .lodos os vapo-
res, variedades de objecros de moda e phantasia,
empelo grande sortimento fue tem chama a alten-
cao do publico e espeeistmenie a di bllo fexo,
aflm do visita re m na e d'ella sahirem prvidos d'a-
quillo qus de-ejarem.
A MAGNOL'A nao vende caro, qnslqner lucro
Ibe satisfar, iodo o seu flm servir bem, para
augmentar a frogoena e vender muilo.
A MAGNOLIA, do grande sortimento que tem
podia fazer nm pomposo anoudcio, e dizer muilo
mas nSo; limlta-se sement a annnnciar os ob-
jacios segniotes :
Bonitas carci-iohas e puohos borlados para se-
nbora.
Chapeos de velludo e palha de Italia mojarnos e
de gosto para senhora.
Lacos d seda para cabeca e peito (novidade.)
Lindas fivelas de madreperola.
Cintos modernos para senhora.
Leques do madreperola, marfim, osso, sndalo e
madeira.
Meiosaderecis pretos, cazoletas, voltas e cruzes,
go-tos modernos.
Ricos enxciva'es para baptisado.
Chapeos de sol para senhora, ricamente enfei-
lados.
Bonllas capellas com veo e sem elle, proprias
para poivas.
Eseelhido sortimento de botoes de larangeiras
para enleitos d vestido de casamento
Linha de todos os nmeros para eroeh.
Rico sortimento de fbres de cores e pretas para
chapeo e cabello.
Reos port-j lias, port carloes de visitas, part-mo-
ney, propries para fazer presentes.
Lindos livriQbos para tnissa, com capa de mar-
fim.
Chapeos de sol ioglezes, cabos de marfim, e ben
galas de cana com cabo de marfim.
Tjpetes avelludados de diversos tamaitos.
Ditos de e6co para portas de sala de diversas ta-
annos,
Ricos sapatos de laa, bordados em talagarca.
L'ndas almofadas para sof.
As floristas,
A MAGNOLIA recebeu pelo ultimo vapor o que
os Srs. ffiristas precisaren) para fabricar flores,
como sejam :
Peslilhis de varias cores.
Bagos de vidros de diversos modellos e l-
mannos.
Olhos para mal-me-queres e cravos.
Clices para rosas.
Bagas douradas para flores.
F.ibis verdes e pretas encralas sortidas eiu
tnjannos efeitios etc. etc.
Pomada alpaca.
D'este "relente privativo da queda dos cabel-
los, e mu lo apreciada por aquelles que *a conbe
eem, recebeu a Magnolia pequea quantidade; a
ella antes que fe acabe.
Pees a Rocamboh.
Realmente sao muilo engranados esses pedes I
engenhosa e distrahe moito esta nova invenfao.
S na Magnolia, ra Doqae de Caxias o. 45.
C4NDIEIR0S ECONMICOS.
Os candiairos econmicos, sao Da verdadero
1 invencao agradavel, priva a qnem desejar embel-
1 lezar umi sala de fazer duas de-pezas, po s que
I tiraodo-se-lh'a o deposito onde se conserva o gaz.
! torna-se ura lindo jarro para flores.
1 Todos e-ses artigo? s se encontrara- na Magno-
lia, os seas correspondentes primam em gesto ; e
i para que esses objectos tenbam muia extraeco,
< elles reccmmendam aos aens proprietarios q le se-
j un mdicos nos precos e agradem muilo aos re-
netos.
A MAGNOLIA
43Ra Duque de Caxias45
* leKfio
Machinas de costura.
Chegaram ao Bazar ersal da roaUniv
Nova n. 2, nm sortimento de| machinas
para costura, das melhores qualidades que
existe na america, d?s qtiaes muitas j s5o
bem conbecid.s pelos seas autores, jcomo
sejam; WeH.er & Witoon, Grover & Boka,
S lenciosas, Weed e Impenaes e ootras
muitas que com a vista dever5o agradar aos
compradores.
Estas machinas tem a vanlagem de fazer
o trabalho que trila costureiras podom
fazer diariamente e cozem com tanta per-
fet$o como asnnis permitas costareiras.
Garante-sea sua boa quaii ade e ensinase
a trabalhar com perfticSoem menos de urna
hora, e rs precos s"io t3o commodos que
devem agradar aos p ter-denles.
Sustento restaurativo da
BUU46 .
PELA VBRDADEiRA PARINHA
A, Dil&rrj- d'Arabia
Oaabaixo assign>rtn U.-m scieute a sens fre
gnezes, que pelo vapor ingh 1 La-Plata receberam
Segunda remessa d'essa silente farinha, cuje
uso muilo se reoomroenda para as enancas, pes-
soas debis e convalescontes, applic-ada eom reco-
nbecida vanlagem as constipaedes, diarrheas
nausea do estomago, tosse, escarro de sangue!
phthysica, etc. etc. Preferida ainda pelo agradavei
jabor.Uniricoa outra qoalqu- r.
A' ra do Commer lo 10, escripto-
rio de Jos Joaquim da Costa Maw, en-
contra-se para vender por commodos
precos :
Azulejo* nespaohes.
Folhas de ferro galvanizado para telha-
do de diversos lmannos.
Ditas de dito dito lizas.
Bicas de ferro galvanizado.
Cumieiras dito.
Portadas completas para cantara.
L (iridios.
s
m\
HM NNV4D0S.
Bonitos ports buqnet?.
Linji-simcs leques de madreperola mol les in-
teiramente nevos.
Cortinados bordados.
Camisas bordada para homem,
Finas meias de seda para senhora,
A Nova tsperanca ouem tem 11 I
DESAPPAREgAM AS SARDAS
A Nova Esperaoca a ra do Duque de Caxias
n. 63, acaba de reeeber o bem conhecido leite
de rosa branca, e tambera leite virginal, os quaes
iazem dcsapparecer as fardas 011 pannos.
EMPORIO COMMERCiAL
1S ti Di IIKUTMZ 1,1
DE
Ulyssas & Irmao
Neste j bem conhecido estabeiecimento encontrar o respailare! publico um pona
de ludo por mdicos precos, e tendo seus proprietarios resolvido liquidar alguna artigo*
de que se compde o mesmo estabeiecimento, vende os por meaos do sea cuelo
COMO SEJTA
Garrafas de vidro Bacarat para vinbo a
U, Gjl e 7,0000 o par.
Compoteiras a 6$ e 7(5000 o par.
Copos de vidro fino para agoa a 4S e
40200 a dozia.
Clices de vidro de cor fino para vinbo
a 21000.
Meios apparelbos de louga ingleza fina
para janar por gOiJOOO.
Pratos e diversas pecs avulsas que se
vende b rato.
Jarros para flores de U a 150000 o
par.
Clices de vidro fino para licor a 20800
a duzia.
Vidros de chamin para candieiro a 20200
e 20400 a dozia.
Globos para candieiro a 10600 e 10800
cada um.
Bonitas quarliohas bamborguezas a 40000
e 40200 o par.
Escarradeiras de vidro a 30000 o par.
Bjnitos candieiros de jarro a 160000 um.
Grande quantidade de arandellas para
dependorar a parede, de 10500 a 20000
cada urna.
Temos da bandejas a 70000.
Pahteiros de porcellana branca de 10000
a 20000 cada um.
Lava m3o de zioco a 40500 um.
Algodo mglez para roupa de Acravoi e
saceos a 32.) a jarda.
Tapetes avelludadcs para quatro cadeiras
a 250000.
Um grande espelho moldura doorada por
800000.
Lindos albuns para retratos a 1000",0
cada um.
Bonitos chapeos de velludo para senhora
a 100 e 120000.
Aberturas de linho para camisa a O0OOO
a duzia.
Ponhos de linbo pan camisa a 90000 a
duzia.
Collarmhos de linho pan camisa a 64 a
duzia.
Aoqoinas de crioa 4>ara enancas se-
nhoras, de 30 a 40040.
Corlas de camfcraiaNbfinca de cordio com
8 1/2 varas a 30500.
Fronbas de crivo a 960 rs. ama.
Cortes de castor pan calca a 1;
Algodo de lista a 260 r$. o eoi
Co xas branca adamascabas grandes a
34000.
Coberlas de chita grandes a 20400.
Superior briro de llamburgo da linb 1 c
10 paleaos de largura a 2#600 a vara.
Bonitas frucleim c an ab-jaeies da frac-
tas, proprias para presente a 40000.
Lindos livros coas extracto* esaboneta*
a 20500 e 40000 paia presente.
Oleo phocoae a 600 rs. o frasco, e
muitas outras perfoaosrias que se vende ba
rato, como se:a : aabooetes finos a 10*00
20000 a duiia.
Chapeos para baptisadode crianca a 2#50t
e 305oO.
Coques para cabello a 20000.
Cadarco Crneo a 360 rs. a dozia.
Dito ta^c-do largo a 14 rs. a peca cem
4 varas.
Caixa de papel amisade a 700 rs.
Dita de 100 envelopes a 400 n-
Duzia de pontea para alisar a I #60
10800 e 20000.
Bonitos chapeos de palha com aba f na-
da, para homem a 40000 e pan menino a
30000.
Sortimento de meias para homens, seobo
ras e enancas, e mu.ios otros artigos que
deiv-mes de nuncionar, e que igualmente
vendemos por precos commodos.
A Magnolia, roa Duque de Caxias 0. 45, rece-
ben um grabde seriimeuio de coques o mais mo-
derno que na, e Vtin e p,ir menos do qne em ou-
ra qualqner parle.
Chocolate Meuier.
Vende-se chocolate- Menier de saude : na
do Mrquez de Oiin a o. 40.
ra
Deposito da gZ
Em pequeas e grandes porcoes, marca Devoes,
n Joj
a ra do Apoilo n. 4, vende
A C.
do Reg Lima
O EMPORIO COMMERCIAL eacarrega-se da factura de roopa por medida, e capr.
cha em bem servir aos freguezes, lano no omprimento de seos tratos, como ni boa
qualidade de fazendas e modicidade de precos.
PECHINCHAS DE ROUPA FEITA
0 EMPORIO COMMERCIAL vende pa'.etots fraque de casemira fina bem acabados
a 180000, 200000 e 220000. Paletts saceos de casemira preta e de cores de 70000 a
120000. Ditos de merino preto de 70 a 10J000. Cilcas de casemira preU e de co-
res de 00 a 120000 cada urna. Colletes de casemira de 30 a 40000. Calcas da brim
muilo bem feitas de 20500 a 80000. Paletts de alpaca fina de cOres, branco e preto
a 20500 cada nm. Ceroqlas de linbo a 2J800, e de cretona a 10600 cada orna. Cai-
ga de castor a 10700 ; superiores pannos finos, casemiras e brins.
EMPORIO CMIJflMJBRCIAIi
15 Ra da Imperatriz 15
IJLYSSES & \MU
MITA
Eapeciadade.
Vinho do Porlo o melhor a desejar,
de IO e 20*: vende se no escrip lorio
Primos, ra do Vigario n. 17.
em barris
de Soares
Bonitos e no entremeios e
babadtohos bordados
A Aguia Branca ra do Duque de Caxias n.
30, recebeu novamente um bom sortimento d#en-
tremejos e babadinbos bordados, enja superioriia-
de sera conhecida por quem es quizer comprar e
dirigir-se a dila loja.
DE
Fouseea fe
conip.
Leite.
Vende se leite de vacca puro a 320 rs.
b: na travessa do Livrameuto n. z.
500 rs e 10600
Grosdenaple preto muito boa fazenda pelo dirai-
a garra- uto pre?o de 500 e 160, na loja das 6 portas em
i frente do Livramsnlo, esta se acabando.
Venle-se bons passaros cantadores
reita n. 3, Io andar.
na roa Di-
I
O mnzen elogante acaba de despachar o que ha
de mais moderno em veos pelos de blondo, maulas
pretas e manlilhas brasileiras as mais modernas,
tambera receben grande sortimento de franjas
pretas e de cores toda de seda, coques e diade-
mas consa de ultimo go-to, Invas de pelica pretas
e .diversos objectni da moda, e estao vendendo
miio b3rato : ra eslreita do Rosario n 1.
Casas e terrenos
Vende-se as dais casas do sitio da Tamarioeira
ns 3 e 5, de pedra e cal, junto a estacao, e rea-
Iha-se anda algum terreno do mesmo sitio : a
tratar com Antonio Djmingnes Marques Romao
ra da Madre de Dos n. 30.
Granie reucpao em presos
Na loja de Antonio Pedro de Soua Soares, na m de
Barflo da Victoria n. 28, outr'ora ra Nova
MODAS
dem dem para seaboraa a 40
20OO
20000
00000
A verdadeira cerveja da Baviera, marca ban-
deira, de superior qualidade, vendera Tasso Irmaog
A C, armazem da roa do Anorira n. 37.
Cerveja de Noruega.
Verdadeira e superior : venda nos armazens
de Tasso lrmaos & C.
CHAMPAGNE
Marca Cbs Pare
O deposito d'aqaella marea acha-se actualmen-
te na ra do Bom Jess, amiga rna da Cruz n.
ai, Io andar.
m
SEDAS PRETAS

8067 f8L
flflp
Superiores cortes de seda preta adamascada com pequeo toque de mofo pelo baratissimo preco de 200, 250 e
300000 o corte. v
Grosdenaples de seda pretos, largos, a 10600, 20. 24500 e 30000 o covado.
Ditos dito dito com listas assetinadas a 20800, 30, 30500 e 40000 o covado.
Gorgum de seda preto a.30500, 40, 40500 e 50OOC o covado.
Dito dito dito muito superior a 60, 60500, 70, 70500 e 80000 o" covado.
Mantss o itaitinbas brasilinas de superior qualidade.
Fil pretp.so e com flores.
E outra i muitas fazendas pretas proprias psra a qnaresma, havendo granie e variado sorliaento pan os com-
pradores esooluerem.
Na roa Primeiro de Marco (outr'ora dj Cepo) n. 13, loja das Columnas, de Antoaio Correa de Ye-
eoocellos.
Vende-se um carro americano de 4r odas,
8 com quairo assentos, mnilo love, elegante, bem
Pintado e forrado .- a rna do Imperador n. 20.
E' pecMncha
Cobertores de lia escures a ?<000 cada um,
s na rna do Crespo n. 20, loja de Guilberme
Carneiro da Cinha & C.
Farinha de mandioca
Superior e mnilq propria para mesa, em barri-
ricas de farinha de trigo ; a 11*000 rs. a barrica:
nos armazen* de fasso lrmaos & .
I
rmimn.
,,,. ^
Terreno e casa
Vende-se por preco mnlto barato nm terreno
eom 400 palmos de frente e 330 de fundo, com
casa pequea de pedra e cal, em Beberibe de
Balxo ou Funda i, na ra de Olinda, venda-ee com
o terreno qne o pretndeme quizer, e tambem se
retalba no mesmo lugar 760 pa'moj com 3J0 de
fundo, o melhor terreno do lugar e vende-se ba-
rato por preeiso i a tratar com Miguel Perreira
Carneiro, nos das uieis ra estrella do Rosario
o. 41, loja, e nos domneos no Fundi, rna da
Esperanca.
-Aos senh ores de engenho.
Potassi americana receotemeate chegada, muito
iropria, para pnriBcar assucar, e vende se mais
arato do qne em oulra parte : na rna do Apolle
a. 11* e no caes 22 de novembro n. 2.
Coqoes de trancas o que tem viu-
do de mais gosto a 50003 e C0OOO
Mimosos leqaes de sndalo com
lantejoulas a......50000
Oitos a imitaco com lantejoalas a
Aderecos pretos com camafeu (oe-
vidade) a ,.....
Voltas ou aljofres pretos e de co-
res a 500,800 rs.e ....
Ricos enfeiles de blond e flores
para cabeca a ......
Gravatinhas de seda com fraeja
para senhora a .... 10000
Franja de seda preta eslreitae torga
dem idem de cores peca a 30000
Galoes de sada de cores a 800 rs.
10500 e.......20000
Luvas de pellica preta e de cores
o par 500 rs., 10000, 20000 e 30300
Transparentes com paisageos para
janellasa.......120000
Bicco de seda preto e branco peca
de 40000 a......70000
MIUDEZAS
Entremeios e babados tapados e
trans parentes a peca de 600 rs. a 30000
Pecas de traagas de cores de 120 a 400
Caixasdelichadogazdocoresa rs 800
Duzia de pecas de trancas de cara-
col a rs. ....... 400
dem idem lisas a rs..... 206
Bengalas de caana e junco a 10 s 30000
Caixa de papel amizade muito
superior a ra...... 700
Idem idem de cores a rs 700
dem idem de quadrinhos a rs. 640
Caixas de envelopes finos de por-
celana ara....... 800
dem idem a rs. 400 e 500
dem de pennas a rs. 500, 800 e 10000
Abotuaduras para colla te grande
variedade ars...... 200
dem idem de crystal a 10OOO
dem douradas para punbos a rs. 500
Duzia debaralhos francezes bei-
- ra dourada a...... 30600
Ditas de pares de meias para ho-
mens a 30500, 60000 e 60000
50j rs e
com cabo de
( baratii-
Duzia de lalheres
osso 2 B a .
Dita de di ios cravados
simo) a 20000 e
Garrafa de tinta roxa extra-fina a
, Potes do dila ingleza a rs. 100 e
10000 Estampas de combates da guerra
franec-prussiana a .
Carres com retroz de todas as
cores a rs.......
70Uto
505011
20<
10001.
160
10000
4o
I PERI-TMARIAS
Rosas com extracto a I|80u
Frasco com extracto inglez moito
superior a......10OOC
dem com divo kananga muito su-
periqr a.......|0joo
Agua de florida verdadeira, gar-
rafa a ........uaou
dem kananga do Japao a 10200
Banba ingleza em frascos a potes
de porcellana a.....Ijooo
dem idem a rs...... eco
Macos de sabonetas inglezesuaito
bons a rs........ loo
Sabonetes de amendoa muilo su-
periores ais...... 3oi.
Cosmetique de cores a ra. too
Pacotes com pos de arrea fino
a 300, 400 e..... 500
Caixas com dito muito fino ka-
nanga a........iisoo
Frasco com oleo oriza verdadeiro a I02OU
Frasco de oleo philocome verda-
deiro a........ 11200
Dito de dito antique moito sope-
rior a rs. 320 e 400
Galera dos grandes homens cada
estatua com um frasco de ex-
tracto a.......20000
Frascos com agua de oologae a rs.
500, 40000 e.....10500
Garrsfas com dita o que hade me-
lhor a 30000 .....40000
Elegantes ciixinhas eom extractos
e sobonetes. ......
BRItfQUEDOS PARA CRIABAS
Bonecas de louca, maesa, con de iodos os tamaitos, tamborea,_________
rinbos, gaitas, soldados de chombo a maitos outros ebjectos que por se taar de
siado longo deixo de mencionar.
N. 28 Ra do Barao da Victoria N. 18

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flri d Prxt^ataon.'ni.Qua#to'(ra 20 d* Mar<^ da 18" 2

SJSAf LIMITES
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LOJA e ARMZEM
DO
PAVAO
DE
FLIX PEREIBA DA SILVA ft C.
NA RA DA MPERATRIZ N. 60-
S a dinheiro vista
-
Os proprietarios deste estabelecimento tendo grande neeessidade de diminuir o im
menso deposito que tena de fazendas e grande urgencia de apuraren dinbeiro, tem re-
olvido fazer urna verdadeira liquidaCo coni grandes abancenlos nos precos de todo;
oa seas artigos: para o que convidara ?.o resseitavel publico desta capital a vir sortir-s<
pois le garantem que em parte alguna poderSo encontrar tao grande sortimentoe

mo njo comprarlo pelos precos que se Ibes pode vender na loia de Pavo : porra ad
virttndo-se que s se vende a dinheiro vista. Os mesmos proprietarios deste stabe
ecimento rogara a todos os seos devedores desta praca o favor de virem saldar seos te-
aitos, e todos acuelles que esiivereu devendo contas antigs e o naofizerem terao d<
ter eocommodados judicialmente.
Para a quresma
GROSDENAPLES PRETOS A 10600,
25000 2^500 e 30200
O Pavao rccebeo um grande sortimento
de grosdenaples e gorgarSes pretos que
vende por preco moito em conia, seodo
grosdenaple preto liso muito boa fazenda a
1)5600 o covado. Dito a 20OCO e 2(5500.
^to de cord5o ou gorgurlo muito encor-
cado de boa largura a 30900, 30200 e
10500 at 30000 oa 63000 o covadi, as
na como grosdenaple liso cora i palmos
de largara, sendo muito encorpado a 3-3200
grande pechincba, na luja do Pavao ra
di Imperalriz n. 60.
PAMMOAS PRETAS PARA A QUARESMA
Na loja do P.vao vende-se um grande
eortimento de fazendas pretas proprias para
a quaresma como sejam : grosdenaples pre-
tos de todas as qoalidades, panno fino pre-
to de 10600 o covado at 103000, casemi-
ras pretas de todos os precos e qualidades,
merinos trancados e de cordo, bombasiaas,
alpacas e outros muitos artigos que se vee-
''em mais barato do que m outra qnalqeer
narte ra da Imperatrre n. 60.
E\|)Iendide sortimento
DE
GROSDENAPLES NA LOJA DO PAVO DE
10600 at 103000
?' O Pav3o vende om grande sortimento de
grosdenaples e gorgures pretos para vesti-
da, qoe vende a I-J600 o covado, dito a
23000, dito a 23500, dito com palmos de
iargura a 33900, dito a 33503, 43 e 53000
uto com mais de um metro de largura que
com 9 covades se faz um vestido, a 3, 93
103000, todos estes grosdenaples se po-
den vender mais barato do que em outra
ualquer parte, altendendo i graode quan-
tidade que se recebeu desta fazenda, ra
Ja mperatriz o. 60, loja de Pereira da Sil-
va & C
Panno preto a f-$30O o covado
O Pav3o vende paiKio preto fino de duas
arguras a 1-5600 o covado, dito muito su
oerior a 20eOO pecbinba, ra da Impe-
ratriz n. 60.
RICAS SAIAS BORDADAS A 83000 E
103000
O Pavio receben om bonito sortimento
las mais ricas saias bordadas, tendo 4 pal-
mos cada nina e vende a 83000 e 103000,
~^endo fazenda que vale 123000 e 143000,
3 pechincba, ra da fcnperatriz n. 60.
lA.ASISrUS NOVAS
O Pavao-receheo um elegante sortimento
as mais modernas 13a* para vestidos com
istras de seda que vende a 800 e 1*900 o
covado, di'as de phantasia sem listras de
seda que vende de 400 at 040 rs. pe-
bincha na loja do Pavao ra da mpera-
triz n.60.
-MANIILHAS BRASILEIRAS
Toalbas grandes de fustSo para mesa de
jantar a 3:500 e 63.
Cobertas de fos(3o para a cama a 3#B00.
Grande sortimento de casaquiahos ou
basquinas modernas de seda e croch, rica
mente eofei'.ados para differentes precos.
Gorgorao de cor para vestido a 3oO o
covado.
Bareges transparente a 320.
Ditos ditos a 160,
Duzias de tpaibas para m3o a 63 e 80.
Gamitas francezas para hornera a 13600
e 20OOO.
toletes de meia cazemira e biim a
13500.
Cal^s de brim branco de linho a 23 53.
Palitots d alpaca preta deA salpico a 20.
Dit s sobrecasacos de brim a 3.
Ditos de cazemira de cor a 43500.
Panno preto com 6 pafmos de largara a
H 1^5(0 o covado.
Cassas pretas lisas a 120 ris a vara.
Chita preta lisa a K)0 ris o covado.
Chales preto3 adamascados a 13600.
Ditos de barege de cor a 13.
Ganga franceza a 320 O covado.
Daz;as de lencos brancos 13600.
Punhos com gollinhas de cambraia tapad
o transparente a 13-00.
Corpinbos de cambraia branca e de cor
a 23000.
Saias de 13a cora barra de cor a 30, 43,
50OOO. e ontros mnitos artigos qae seria
infadooho mencionar o que se liquida moito
barato na loja de Pavao ra da mperatriz
n. 60.
GRANDE PECHINCHA EM PANNO PRETO
A.33000
Na loja doPa\3o vende-se superior panno
preto pelo barato preco de 33000 o covado
yendo fazenda que sempre se vendeu por 40f
e 4500, e- liquida-se por este preco por
ter-se feito urna grande compra, assim como
no mesmo estabelecimento se vende grande
sortimento de .panno prelo, casemiras mais
barato do que em outra qualquer parte na
roa da i peralriz n. 60, loja de Pereira da
Silva C.
NOVOS VESTIDOS A 53000.
O Pav3o tem lindos cortes de vestido d(
finissimas cambraias cora bonitos bordadoi
de cores e tambem todos bordados brana
que vende pelo baratissimo preco de 50OO
cada corte, grande pechincba.
PANNOS DE CROGH PARA CADE4RAS l
SOPHAS.
O PavSo tem um grande sortimento d<
pannos de croch prupri<>s para encost dt
cadeiras e de spbs, assim como um ric<
sortimento de tapetes de todos os tamanhor
proprios para salas.
MADAPOLO BARATO A i 43500 E 54
O Pavo tem pecas de madapolio com 21
O Pav3o vende" bonrtasmantilha7brasilei- Jardas on.- vara q^vei"ea 43 e 4#>0C
MACHINAS
COSTURA
A'
IIOS POSPONTOS
901000
MAKi A
DOS P0SPO31W
'''voet se vio um nroce?o'mai3 perfeito e qae at-1 cripta soffre o choque
ffjt de ta! forma, a sati*aer as exigendas mais
t*ra da escripti-racao.
. ) cor lirissima e nao precisa de cnid-
'o timara para se cocswvar no tioieiro jempro
on & mesroa *&t, sem'horra, croata, *oiCr f-n sem
" stas Jiatettas isJiercates i iotas as titRan
it tjora cootMcidas, sinda mesmo dos metftores
res esiraageiros.
Sobretudo, este estfmavel prcdnola nao ataca as
-niBa de co, sotes pelo contrario, a fenm
nPHN um malte lloarado q*ro, sendo iaeres-
V (, asss provertoso.
U tinta, no sendo espaciairc^ole para copiar,
a eomtuio dua, trs, ou ms copias s ; ir>et
">ois 4e cripta ; preciso, pcrm, defxar-!be
:pijl bem moteado em o miapar cora o mata-
errft, porque nao fca o risco-e borrar. Para se
nar mais de urna copia, nio-se agg!omram tan-,
m ?olhes qaantts cpiis se qaerem car, mas
-m cum o ariinal tirar 3 uiaa (antas anants
MltNjW, sm-qoe o ortf*n*i flqus prejudicado'
itax ttracoas.
BMcn s(a diter que, para copier impona
uta imelligencia e habtli'daie, sena qua a me-
*or tinta nao satisfai, e c defeito cae sempre
<** tintt, que maitas vezes juera menor
oa tn.
L dupla qoaidade desta tinta eKtremameoe
>?rtciavei, pais que "vH& que era cualcuer ee-
riptono haja mais d ia urna tiw pars os -
lo misteres.
'wonanto k sus dnrstlidsde, dg ti r. opp5r
^?ordrnaa dos*t&u tinta dspoiidcct-
de cidos fortissimos, sem
9e decompOr; ora, se os cidos nao tem aceo so-
bre ella, milita mecos a aeco do tompo a pode
destrate; isto plausivel.
Nao 4 s ao commercio que este mea producto
veio til ; os profeseores dos collegios, investi-
gando todos os meios para o adiamntenlo des
seas discpulos, tem approveitado esta trata, que
com razao a acharam apta para desenvolver o
gosw nos edocandw, em consecuencia da belea
da-cor e facilidad* de correr na pequea pela sua
liqoidez. Ha exemplos de cr.n?as que havia
moito tempo tinasm urna repugnancia extrema
(sra a escripia, logo que fot admiuida esta tinta
no coliegio, apederou-se deHas a cariosidade e o
posto, e pottoo *empo depoia o seu adiintamento
era manitesto.
Esta tinta, par de tantas vantapens, tem ntn
nnico inconveniente, deteriora-se ao contacto de
outra qnsl^aer; Cf-nvm pois (e-la em linteiro
isentos do diot vislumbre de cutra tinta, e evi-
tar escrever cem a penna spja de orna preparadlo
differente e incompativel; verificando isto, nao ha
razio para se usar de tinta que nao seia a VIO-
LETA EXTRA-FINA DE MoNTEIRO.
Observaoao.
Diversas falsiczcoes e semelhancas tero appa-
recido, cija durabilidada dovidosa. Os Srs.
compradores poiem evitar o engao dirigindo-se
casas cirenraspectas,. e pedinao a tinta qua en
fabrico
. C. nVmfaare
ei\(i
a>H3>i\nT
90^000
90,50CO
Mfooe
90,5000
9TIQ00
SINGER
oomt
OOftO
9050(0 liSTMH

9000

OHffP4]HHi|
FIXO NO RRACO DE CADA MACirw
GRANDE TRIUK1PH0
OBTIDO SOBRE BUS BE TBINT,\ EXFOSITOHES. IKI
MIS tS GASAS PIISIPAB RUI I BE lllM !
EXPOSICAO ")E ALTWS
Os jurados, p ra decidir das qoaliddes de variai DMcl as (d2.i s a ; :t
excellenria da conslruccao, c fno tambem da superiendade :o trabam- .:.
ganisar^m intre os expositores urna hrin deslribuiram os materiaesde queso diviam nsar
Rtconheceu-se unnimemente
Que a machina moderna pira cottura de fjrailia. V
p ira

S'NGER MANUFACTURING COiSIPAfiY
alcancen orna victoria fcil sobre 'odas as concurrentes, teado tffee! aj,> i
2 3/4 horas, quandj a mais rpida das outras linha levad* 3 borss ptia
mesmo trabalho (id urna maneira muio infeiior.
O numero proporcional de palmos de cos'iira.feila era 10 btrai de iral
a machina Sicger, era 1,500, necessitado 1.000 a 1,-200 jardas de hcbi ; do
ser preciso 3.0CO a 4,000 jardas para fazer o mesmo comprime: to de c
machinas.
POS
o
O preco de 3,000'jardas de l.nba.
S2
AlE.n
:
0 preco de 1,000 jrda3 de linha................
0 qae mostra um prejuizo certo pelo meros de lj((o
por da emprego das machinas de prnto de cadaa. fazfndo f'm om anno '
o obreiro um r.-vjni o de mais de 350, qnantia pela qual pde-sc q. ?si c :. i
machinas.
nico egente m Fernambuco
(Note se bem o numero) ^V", H. OlliipUltlll (NoSe e be o n .
45 Ra do Imperador 4 5
MOE GHAHBE SORTIHEHTO
DE
FAZENDAS FIHAS
'
ras a 10(5000 pechinha, raa da mpe-
ratriz n. 60.
NOVAS CAMBRAIAS BORDADAS A 5,5000
O Pavao recebeu um bonito sortimento
de novas cambraias bordadas para vestidos
sendo todas brancas e com bordados de co-
res a vende se pelo barato preco de 50000
cada corte, teodo 8 i/i vara pecheinha,
raa da mperatriz n. 60.
Pechincha na loja do Pavao
POR GAUZA DO INCENDIO
F. Pereira da Silva, tem urgente necessi
a peca, dito muito fino e largo de 6 pan
cima, dito francei o methor que tem vir. de
ao mercado, assim como dito finissimo. en
pecas de 40 jardas.
Cortes de chitas.
4 10600, 2i$000 e 24S00.
O Pavo tem cortes de chitas francesa!
com 10 covado, que vende pelo barato pre-
co de 1(5800 e 2(5000, ditas que vende
160, 200 e 280 rs. o ovado, tambem ten
um grande sortimento de ditas finas clara!
e escuras que vende a 280 e 320 rs. o co
vado e finissimas percales miudinhss propr-
kT
i\
iade de liquidar maitas fazeadas de la, li-las para camisas, vestidos e roopas para me
-ho, seda e algodo, que Ihe ficaram mais i nios que se vende a 360 e 400 rs.
ou menos estrgala* por occasiSo do in-
cendio que se den nos dous estabelecimen-
;os contiguos ao eu.
Pecas de algjdSusinho a 3,5000 e 4,5000
Ditas de madapolSo a 43, 450O
Ditas enfestadocom 12 jardas a 23300
e 30.
Ditas francez muito fino com 20 varis a
90000.
Algodlo largo trancado para lencoes a
$00e 10.
Bramante de linho superior cora 10 pal-
mos de largura a 20 o metro.
Dito de algodo com a mesma largara a
106OC o metro.
Pecas de cambra!a transparente com 8
1|2 varase urna vara de largura a 30500 e
40COO.
Ditas Victoria com a m?sma medida a
30200 e 40.
Ditas de cambraia de salpico? com 8 l|2
varas a 50.
Ditas de dita adamascadas para vestidos
com 8 1|2 varas a 40.
Ditas com bordados de dcres a mesma
medida a 40500.
Cortes de orgawfy branco e de cor com
7 112 varas a 20.
Ditos de cassa de cor com 7 varas a
20500.
Pecas de orgaady hra&io para vestido
tendo 8 1|2 varas a 39500.
Grande sortimento de chitas escuras
240 e 280 ris o. covado.
Cortinados para pou e jao&Uas o par
70, 80, 100.
Saias de um s panno com uretras
20:500. V *
- Romeira* preta de croch a 40 e 60.
LENCOS BRANCOS.
O Pavao tem lencos trancos abanhadoi
quo 9e vende a 20400 e 30. a duzia, ditoi
grandos de morim sem ser abanhadoi s
DOS LEOES
Ra Duque de Caxias il 29.
Os proprietarios deste bem montado estabelecimento sciotificam aorespeitave
respe tavel publico di ata provincia que se acbam com um variado e completo sorti-
mento de movis, tanto nacional como estrangeiros, sendo estes escolhidos por um dos
ioios que se acha actualmente na Europa. 0 mesmo tem contractado com os memores
fabricantes daquellecontinente as remessas das mais ricas mobilias feitas allt
Na oflicina. tem os mais habis artistas desta genero, e por isso pedem que ve-
onam visitar o estabeiec meato, aonde encontrar a realidade do que acabara de eipr'
u se pode examinar; ricas e completas mobilias de Jacaranda, mogno, faa, carvalbo, a-
maretlo, etc, ricas e elegante* camas deja caranda, pao setim, amarello, etc., etc., gaarda
vestido de amarello, guarda louca de nogueira e de amarello com tamuo de pedra, apa-
radores de d to da, peti toilettes especialmente para fazer a barba, toilettes fie Jaca-
randa, amarello, pedra, secretanat da Jacaranda e mognocustureiras ae moiaoo, san-
tuarios, titeara pira bordar, bercos, lavatorios com espelho, de pedra marmore e seus
pertecces, cadeiras privadas, bids; etc., etc., e muitos ontros artigos os deisamos de
mencionar por sejie-rnar enfadoso
e 50. 30200 rs. a duzia; assim como bonitos len-
cos bordados para maos.
ROUPA PARA HOMENS.
Sobrecasacos de panno preto fino send
muito bem feitos de 120 at 400000.
Palitos de panno preto fraques~e sacc
de 80 at 120000.
Ditos de casemira de cor de 60 at 120.
Ditos de alpaca preta fina de 40 a 60000.
Ditos de dita branca e de edres 60000,
Ditos de brim de linho trancado a 60000.
Calcas de casemira preta'de 60000 at
120000.
Ditas de brim branco de linho de 40000
at 80000.
Ditas de brim de Unho de cor para todoi
os precos e qualidades.
Camisas francezas e inglezas com peitoi
d'algodo do 10600 at 50, em duzia ven
de-so mais barato.
Ditas de meia de 800 rs. para cima.
Ceroolas de linho e algodao, francezaa
feitas na trra.
Collarinhos de papel, algodSo e linho
que se vende muito barate para liquidar.
Para ijoivas.
O Pav3o tem rico gurgorJo de seda, bran-
co. Grosdenaple branco muito encorpado.
Agraciannas brancas com listras de seda.
Poupelinas brancas de seda lisas e lavra-
das. Sedas brancas, lavradase lisas. Ca-
pe! las com palma de flor de I a ranga com
ricos veos bordados, que todo se vende mal
barato do que em outra qualquer parte.
*
1
s
de Milners e outros
etc.
A loja do Pavao acba.se constantemente aborta dai 9 horas da nrarjhaa at ai 9
hoii da noile, ro d.e Jwinertlr n. 60.
Cofres de ferro
X. XiyaS para COpiar cartg>
Balanzas de pesar, Decimae8. RomaDa8,
Tachas de ferro, e8laDad0.
Arados Americanos
UraeS, para agricultura.
Carrinhos de mao.
Machinas a Vapor
LaCinaS de.desca/ocaralgod, de 10 at 40 sorras.
I UapaS Q6 errO gaivanisadas para cobrir casas etc.,
LOJA
CY
1
mm
y
n

UREDO & L
64 RUi DS IMPEMTRiZ U
C grande sortimento de fazendas finas que ltimamente rfeebem s, que *
demoe por precos que a todos admira, nos anima a chamarnos n alten l> .-
numerosos freguezes. certos de qae ni) Ibes faltar agrado e lincerid d
tos, Outro s;m os precos por qae forem marcadas algumas bseodac s li
das a dinceiro.
Alpe as isas acolxoadas psdres lindos 'todo escnlhido a cpric'n-. c
a 500 rs. o covado. m qualquer outw parte
Ditas avradas muito finas a 7C0, 800, Basquinas de Mda ric. m t.
e 900 rs. o covado. 1200000.
Ditas lisas bonitos padroes a 410 rs. o Meias para booem, Neaeri ,
covado. I de todos os tamanhos e quali
Merinos lisos de cores diversas a 500 rs.' Goardanopos de linho a 4'
o covado.

Estei artigos ven casa dos importadores.
Shaw, Rawkes A C,
I. 4 ROA DO BOM KSVS. "
(outr'oba rda da Cnvt)
Raa do Bario da Victoria d. S.
Amaral, Nabnco & C. eabara te reeeber por.
este nUrn) vapor o rieo e compiti sortiouola
de chpeos para seuhora, de palha e de velludo
primorosaroeote entenados, e ricas basquinas de
seda, li' de seda e de cazemira,
Caa para vender
Vende-se tres qaarias parles da casa terrea
sita raa Augusta, boje Coronel Suassana, o. 284,
ebios proprios, concertada de novo, muito fresca
e com grandes commodos para numerosa familia:
a tratar m ra do Imperador o. 91, 2 andar.
Vendase chapeos de sol tbra muKo boa de su-
perior seda peto diminuto pre^o de 7#00, veoham
a rna de Mrquez de Olinda, antiga roa da Ci-
deia n. 50 A, loja de miudezaa.
------
_
VERDADEIRA
BICHAS HAMBURGUEZAS
U.NIGO DSPOTO EM PSRNAMBUCO
53 Rna da Cadeta 58,
Primeiro andar.
Dito ver2o muito superior a 20800 e
3oOOO.
Bareges de la liadas cores para acabar
a 280, pechincha.
Gaze de seda com lindos padrSes para
vestidos e veos boje muito em aso e por ba-
ratissimo preco.
Dita de seda com o assento branco e
bordado de cor muito proprio para soires
a 200000 o corte.
.Fil de seda branco. Dito preto por
menos preco qae em ontra parte.
Mantilhas pretas de seda esmeralda
li000,
A' duqueza a 12000.
A' brazileira a 130.
PARA A SEMANA SANTA
Recebemos o melbor sortimento de gros-
denaple preto do melbor fabricante francez,
pois neste genero podemos garantir aos nos-
sos numerosos frfguezes que nao temos ri-
val, os precos sao desde 1800 at 5:500
Groz de cores da melhor qualidade e
precos razoaveis.
Setins de cores dos melhores fabricantes
de 10 a 20800,
Cambraia Victoria de 40 at 80 a peca
de 8 1/2 varas. v
Dita transparente fina de 30500 at
IO0COO
Mecejana, recebemos novamente esta lin-
da cambraia que feito o vestido parece ama
seda, a peca lem 30 Js. e costa 180 e
X40OCO.
Saiai de fast3o e de mosselina rara fa-
er a 30,
Ditas j feitas a 40.
Ditas bordadas a 50500.
Ditas mais nas de 80 e 90.
CbapeJi.'ihas para senhora de palha de
Italia ricamente enfeitadas pelo baratissimo
preco de 130.
Cambraias branca com listras bordadas
a 80
Chapeos de sel para senhora com forro de
seda muito fino.
Ditos cabes de marfim.
Grinaldas para noivas ricamente afei-
tada?.



Ditos alcochoados gr ni
Cacbinez a 35 para acabar
Carnizas para hom-nste i\
Ditas borladas finas a 6;.
Ditas ditas para no.'vos 100
Ditas pra men nos a 20.
Colzas brancas grai^s a 805 i
50500.
Ditas decores moito iiperkres i
Bramante de linhc a 2#200 V j
a vara.
Dito de algi-dJo a 10700 Btfro.
Atoalhado de linho de iaperio<
de a 30590 a vara.
D.to de algodSb a 10W a vr.r .
B3bados bordaos muito finos.
Ditos intremeios.
FustSo b-anco muito mpertor pt
pa de meninos.
Gollinhas de esguiao bordadas
nhora.
Ditas de algodSo
Luvas frescas de Jouvin a 30.
Tapetes para guarnicao de talla i ara
dos os precos e tmanbos.
Cortinados para camas de U\
o par.
Pannos a croch para guarEifSo di s a
muito baratos.
Para luto. Alpacas m rr'r
prineexfas bombazina, chita pr-:. '
cale, crep, 13a preta fina, que lodt .<
mos por um preco diminato.
MadapolSo francez para 70 85 :"
110500 a peca de 24 Js.
Dito inglez a 50 60 70 e 80 a pesu
34 Js..
Casemira para bomens e men :
dos padroes e por precos bartulara
Roupas feitas para bomens gra
ment e s no Cvsne se pode
rato.


r
Anquinhas de c'ina das mais m '
30 e 40.
Deixamos de annonciar mtii'a
zendas por se tornar enfad^cho (
por que *os nossos numerosos fr.g
sabem que o Cysne lem por rysitni
barato, e n3o engaar seos freg;
isso vanham ver as fazend?s do Cj r.
veos r?e blcnd, sedas brancas, popelinas I s5o escolbidas a capricho a
64 Ra da mperatriz 64
FIGUEIREDO a LOPES


8
Diario da Periianibuc -=r QuarU (tira 2fr d Alargo i* iSr/
VAR1EDADE
ESTADO DAS COISAS EM HESPANHA -
(Coneluso)
< A quesiio do futuro, em Ihspanja,
mais do que ea outra qualquer parte urna
qoestao tyoasn'ca. E- certo qoe a repu-
bca n3o tem coasisten ota riiquella pai'
essencialmenie m-raarchico. P^is bem, a
abraza est pelos Courboiis, e o clero du
pamente ; primero porque oloa cora !i >r-
raros principios revolucionarios do partido
republicano, e depois por que odeia o re
Amadeo. _o fi'bo do que sa iuslallou cou'>
s3phor no dominio temporal do papa. A
origem da mo.iarctj de Auiadeu careo
pois da solidez, Ai cortes de 1870. aos
olhos doi bons hespanhas da aatiga raca,
nao sao de molo alguoi essas corles an'i-
gas que davaia e lira vana a coroa. Coi)
pode'ia urna dyoastia assente era 13 o da-
era base, e batida em brecha por t3o po-
derosos iniraigis-, resistir temoestade que
a ameaca.
Nos cuidadoi d i futura predomina, em
finetro lugar a tutela do principe Allon
sq, lilao, da raraua Labal, e eeu berdeiro
presmpuvo.
_ t Seguudo a lei do Estado, o rei D.
Francisco de Assia e a qoem compete a lu-
lea da eu Gibo Esse djrait) est deu-
dido o marido da raioba izabel a na; abo
donar, e tem resistido
p?rial prot'essor da cadeira de ecraomia po-
jificj ato iostPut) ommarcial dasta corta,
corria-me o dewr di estreiar o meo se-
gnnio magisterio com um discurso, cajo
assurapb perteaoesse sciencia que me
pr-ponho tnsintr, a qual atienta a sua im-
portancia e utililade, se devia propagar a
todas as classes da sociedade, ao menos a
cUose dos inlustriosos, e principalmente
d>s artistas e operarios, qae por ignoran i i
dos 3oe principios di sciencia arriscam-se
a abracar theorias falsas, subversivas da or
dera publica e domestica, e etnsegoiate-
leraante contrarias a mu proprioi inters-
ses. Por qjanto certo qoe os pbenome-
nos do munJj eonomico se regara por
k'is, que nao dependem do arbitrio do bo-
rnea, posto que elle aa possa violar como
viola as leis moraes, instituidas por Deus
para governo do mesmo bomem e da so-
cieiaje.
O assumpto que escolhi, e a riqueza.
objecoda Eciencia econmica. Divid-o em
duas partes.
Ni primeira mostr que a sociedade chrL-
13a excede em riqu sa a pagSa, sendo isto
de vi lo s virtudes sublimes do cbrislia-
;iismo.
A'a seguida provo qoe a socielade chris-
15a contemporaiea mais rica do que o
foram as que a precedern), mss timbera
iu esl emeacada da decadench das aoti-
g3s sociedade. pagas. se por iofe'icdade
abjura o cb islianbmo, para aegu:r a aJsa
IcraVmte a no lujo licencioso dos ricos, e dos lempos da ncredu'idade. N3) Ihi
t
U..
tr ceder.
l'or outra ado, o dnque de Montpet.
sier colloca-sem primeira plaua para dipou-
r essa tutela o pai do principa Affon-o
', Latas questoes de f nidia servem para pru
"inga o reinado a>> Amadeo, m.s de ne-
abaa mo.'o para o consolidar.
* A questo dynastica acaba de se juntar
MJotra quesia civil, a Hespanba ect
tamo-;.di pelos Estados-Unidos, isto p:
-o f.-midavel inimigo que ameaca a logL-
-'ra. A b>a amizide que subsiste entre o?
gabinetes do liorna e do fxodres, n5o ser-
r. pois, de nada ao rei Amadeo, qoe,
privado de toda a .dlunca, se acba n'cm
**"- menlo completo na Europa. Aquita)-
b* as circumstancias favorecem nm adia-
( Ba:t.j. A desinteigencia aoglo-acoericand
j, poveitar a Hespanha no sentido de qtio
Uuantn durar nao tocarao os Estados-'
ioo* m tina de Cuba.
' A' Italia contempla cora sentiraento hr
vaos turcos ds um dos teas .principes;
oas Jie. ?a as suas bviKoalhias llespanba.
E po-rqne o pr va 'rtasco conserva um
senta etilo de p.-ootdo afastamento para til-
do rramn bp^canno!; este ora senu-
mento ai^'^ao, secu'ar, que a historia ex
plica e joslitica sufficientiment?.
. O rti Amjdou e a rainba Maria pre
ve6m o desenlace desta situaco ; a sua
activa correspouder.ciacomo.rei Vctor Ma-
coel omfioa ^cus con.fantes cuidados, e
se g cerlo o que se n s assegura, mais de
ama vez, a nao serem as exhortaQoes pa-
ternas, leeia estado dicididos a abandonar
nm solo lo touco hospilaleiro para os priu
cipes estrangiros.
Tornaremos a tratar de um dos nego-
cijs de Hespaana, e agora s diremos urna
palavra pra falmui3r, qu9 se psssa ho-
;e do oi.'tro ladj do; Pyreneus demonstra
quaoto imprudote e al que poni se
picea centra o espirito dos lempos, quan lo
m: quorem l'azer mus matrimonios politi-
ros nutre as dyoistias, n'ama ;oca emque
mais =e dividem as nacionalidades. A Hes-
mba ora xempio patente desta falta,
porque todo o veriadeiro filho daqoelle
pjii 6 ip.imgo jurado da monarebia lia-

a tidas as instar-
cias cm couirano, anda mesmo s da ra- 'heorw moderna do progresso. ensinada pe-
nha Ctirisua, que dcbdde iratou de o fa la escola sensualista. Dirigindo-me pela f,
pela- razio a pela historia, direi a verdade
sera ienbura respeito humano. Ssrei con
ciso yfm detrimento da clareza; simples na
elocupao, nao sopo-me falecerera os do-
tes oratorios, mas ainda para que todos me
comprebendam. Com esta coatisso tage
nua espero merecer a vosa benevolentia ;
a natutjza e importancia do assuaapto attra
buj a vosa a atttnCtiov Confiado nisio,
principio.
mtutx p.*fE
O lomet um comporto de spirit) e
corpo, >i;btaooas distnc;s, as anidas
mys.eriosameote n formando janiaij a nato*
reza e pe-so* hnina.
E-tas duas Substancias necastilam de eoa
sas materiaes. O torpo para a sua- cooier
vaco e sua comoodi ades; o espirito
para obrar exariianwnte o proift'Ver o MU
apereicoaraenio.
Os objectos do motarlo materia*, que o
hornera apprehende oi> accommod s suas
nect>sid3dis, pbysicas oa moraes, chamara-
se bens matQ.riaes, bens leraporaes anque-
zas. Bens materiaes, ponjue a sua stilidade
procede de qualidades pbysicas, ojae Ihes
s3o inherentes por naturesa, ou Ihes foram
commnnicadas por industrias. Bens U>mpo-
r t, porque servem s para 03 usos da
vi Ja present: riqueza^ no sc-ntindo
econmico, porque leem valor, e se podem
irocar,
A riqueza indispensavei para a existen
ia terrestre do bomem, qper individual
quer collectito. Os individuos, couso as
sociedades, preeisam della^ e. a p sauem
com mais oa menos abuodaaci, sexuado o
gr.o de industria que erapregamem adqui-
ri-!a.
Nos individuos e qas sociedades; pois,
difle.ente o estado de riq^esa. E com-
qoan'.o todos tenham alguuaa, porque nin-
guem pode existir sem ella, todava costu-
mamus cbamar ricos aos quepossoem mui-
tas riquezas, e pobres aos que teem> pou-
cas. Cora referencia, porm, sociedade,
rica propriamente a fuella,, onde a rique-
za avalla e se dislribue com menos, desi
gualdade pelos membros, que a com-
poem.
Os antigos poves pagios, que se dedica-
ram ao cultivo da trra, a> artes e ao. com-
mercio, foram cartamonta ricos, enaquanio
o pr.ducto de sua industria se reparti com
menos designaldade pelo maior numero
M'S, desde que a riquesa concentrou-se ea
algons privilegiados, bornararqjse pobres,
po~ maior que fosse entre ellos a ostenta-
^3i di riqueza o>s seos monamamos pu
blicos e educios privados, na pom#a des-
no poder bellico do Estado, porque viva o
povo na mais deploraval cndilo. Panem
et circenses, bradiva o povo rei a seus im-
peradores e lyramos nessa famosa Roma,
para onde affiuiam as riquezas de todas as
partes do mondo eolo conbecido. E esse
imperio t3o vasto a 13o apparentemente ri-
co, o3o pie fazer rosto aos barbaros, que
rilo s o invadiram e desmembraran), como
consumirn] os thesooros que acliaram
ammtoado?, Isto prova qoe a riqueza
P'jr s mesma, e considerada abralotamen-
ie, no faz a grandeza, nem a forc>. nem a
prosperilade d>s nacOes. Esta proposic^o
fcil de demonstrar.
i)e feto, o que constitae a verdadeira
grandeza, a verdadeira forca e prosperida-
de da sociedade em geral, e sment) a vir-
tude. S a \iriaJe engrandece o bomem,
porque s ella o eleva cima do bruto irra
cierna!. Ora, a sociedade o hornera col-
lectivo : Logo, s a virtude pode engran-
dacer a sociedade.
E' tamaera certo que o M'rlude frla-
le'e o bomem as lutis continuas em que
elle se empenba com a natureza pbis.ca para
domina-la re cossi^o memo para vencer-
se. Logo, i forte a sociedade, quanio
a virtude da maioria d? seus mamaros os
esforca sm conq-aisttr a natureza e reprimir
s proprhs paisoes.
K.Dli,i, nesie mondo 9 feliz o bomem
que taba discernir a verdadt do erro, qoe
coaaprebende umi ufdem espiritual superior
material,qie pratiea >bem, atrabalbando
pode viver commodawente.
Ligo, tanto mais PjIiz a sociedade,
qoanto mata derramada est yola po-vy a
inslrucgo, guamo ma jr a sua mo a&V
faltaram leis sabias, excepto as da Lycurgo,
donde os sentimentos mais naturias a) co-
racS) umano foram rscadoa. Seus bibi-
tantes erara laboriosos e fruga-; n3o ha va
entre ellas o laxo que corrompe, nem gran-
des riquezas, que o geram ; mas bavia em
compensacao fortunas medianas, valor bel-
lico, beroismi. Mas depoisque Alexandre
com suas conquistas abri ajs gregos no-*
vas fontes de riqueza; que entra ellas se
introduzio o loxo; que o sentitnento reli-
gioso se embotou pelo scepticismo ; que a
moral secorrompeu, entj o Imoerio llel-
le.iico nao se i du mais sustentar e ca-
bio.
Emfim, a historia dos povos amigos mos-
tramos que ellas s foram grandes, fortes
e terdadeiramenle ricos, emquamo se con-
servaran! religiosos e morigerados, verifi-
candj-se aellas o qoe diz a Escriptora :
t Miseros facit poplos peccatum. (Pro-
ver, i i. 3.)
E', porm, notave!, qoe na sociedade pag3
a riqueza durasse apenas algons seculos,
succeden lo-lbe depois a miseria geral, qon-
dJ na ebrita se ba onserradt e crescido
at vjJ. Mas a explicaca\> Oeste facto
fcil. O lume da razo natural eslava om-
bajado eDtre os pag3os, n3o s' pelo erros
de urna relgi3o falsa, mas ainda mais pela
corropc3o dos costamos, -nrmente depois
que lavrou a descren*;* de certae verdades
religiosas, cfse,- nao obstante o erros do
paganismo, bastavam para manter a mora-
lidad^ dos individao.. Nesse estado dos
espirKos, resistir aos praaeres, iwordiDar
la ."i jaeza :)em urna a igoo-
offa a iastra^So : na primeira
miseria, na
rancia, em ou
o ocio, a mollaza: na segonda o trabalbo,
a energa: na sociedade pag3 o atrazo as
artes, as lettra3, as sciencias, na indos-
tria, no commercio ; e na christa o pro-
gresso em todos os ramos do saber e da
actividade homana. Quem n3o concluir
daqui a inflaenc?* salutar do .christianismo
sobre a civilisafSo e riqoeza dos povos, re-
neg toda a biitoria do passado, e lamben
a experiencia do presente.

SEGUNDA PARTE
Mas, para fallarmos s da sociedade ebris-
laa, a contempornea distiugue-se, pe o seu
poder productivo, das qoe a precedern).
Nunca os inventos succederam-se com tanta
rapidez, nunca bouve tanta facilidade de
iriitsmillir o pensameiito. de viajar po mar
e por ierra, de multiplicar os productos e
leval os aos mercados mais dislaates, codio
actualmente.
Sa a este respailo, porm, a nossa con-
dico superior dos nossvs aiilepas^ados;
se somos mais ricos do qoe elles, e. conse-
gointemente dispoaos de maiores raeios de
aperfeicoameiito moral; lera esta corres-
pondido effeclivamente ao nosso progresso
maierial ? E" esta qoesto imporlante
que 7aleva examinar.
E' certo que instrurcSo est boje mais
derramada do quw daotes : qne o an> r da
sciencia mais geral; que os meios de
coiiseguil-a s3o mais abundantes e mais fa-
LITTERATRA.
ooao leaporal; e juntando- doutriua o
txempo de um Deus humanado; que as-
cau pobrer qie trab*oo em MOS offleita
:para se 0,-itter a si jwoprio, jue morreu'
pw amor os uomens:- planUNP profuoda-
oteute nos eoraces dos renle toda so^te
de virtudes. O-que as-leis dos pagaos e u
dos seus mais afamados pbiOSoph>s
de, e mai-or o numero do que po fon vver
commodamente,
Um p-j.o nesOas conlic5-.'S fel z, porquera preferencia do espirito uii acba na pratic (iobem o socego d'alma, a>
onhetimento certo da verdad^ o'geeodo-
espirito e n preludio de sw traballrt urna
existencia fcil e isenta do* excessos dos
prazeres-, que a\n de arruinar em a moral
do bomeso geram aeenfermidadM doccpo
Ora, o que a ratjb nos eosina, os faelos
o condrmam. Di feito, a3 antigs socie-
dades oa^as deixaratn de ser grandes, for-
tes e prosperas, logw que o niciO'domisou
os grandes a os pequeos, os uobres e o
plebeus; lego qae a ignorancij bi geral, e
por nao nave? justig a riquei tornou-ae
p:triaionio d poucos. Ento arias nao U-
verana mais o-herosmo'civigo; e- at- perdu-
rara csentmento da dgeidade c-liberdad
homana, enctarcando-ao no uaai abjecto
servilismo.
N3o neg qne as sociedades pagas Uve*-
sem suqs poca de grandeza, forca epros-
peridaJi; mas o deveram uuiamenie s-,
virtudes- qua |>ossuiaro.
Komi,.emqunnto nao leve costomes pt>-
ros e pisdade, acreditando sinceras&enie nes-j
premios o castigos da.outra vidas, foigraa
a carne ae espirito, antes** a indo a perfei- xejs ma4. Uti)m Hegvel o grande e
gao uoral, eram cousas t u3o eabiaie as inelligencias abastardas dos
pag5o*.
Mas o sbristianisrao, ensinando-ao bamem
do eter-
cuipavel descuido, que tem bavido em fa-
zer andar a educagiw- moral e religiosa ao
passo da -intellectual. CnlSiva-se aoje o
espirito, s-para conbecer as cousas, que
respeitam aunosso bem temporal: despre-
zaai-se as da ordem espiritual, que sa>a as
mata importantes.
P falta de urna bo* e solida educac3o
moral e religiosa parvertem-si os costo-
mes desda a mocidada, amortece a le, e
at esa alguus extingue-se de todo.
As-crencas cUrisl3s, qce nao degradara o
eosio aos sousmais asaniuos prninupu^ :espiril0 nmanc.; qaa nunca obstaram ao
Di poderajB. pois conssjuir, devta conse- ogrssso a riqueza> Cem da sciencia. e
" o o ohrtMMBismo. Porque sste ensiu! *-Qy j()S ^ emiaei)l(JS naaca 8t er>
que Beus e- o- bem superno e _deve _ser a fc vflrff0ohaMn| dft )rofesS!,r. yio hoe, entre
msupmm e Ad*v'e fs^ \ vergor.baram de professar, sao hoje,
raz5t.primai.eo'Bm-attimo O*19^^ Joe s inlitalm de sanio, desprezalas
da creatora racional; qwe se delira nsar
com aaoderaeje os bena- tamporaes que!
soberanamente. Este desprezo da relgi3o
com asoaeracao os Den wiuuw 4UD;. CDrsla. nos simposios sabios, ou bornees
se de*e fogir ao-ocio, sey eandoso-e sobre-1 ^ ^ mttmi< 9 em pessoa4 (le alu ga.
todo justo. Os-phjlosopbce pagaosrepro-t,Mrcl)|a n0 miril0 (l flov0f aatuia[.
varauw as delicias carnaes, o laxo e as gran
des riquezas;, mas a sociedade pagJ exce-
dea-se-Qa sensuabdade, es laxo e ao con-
traste a opulencia de aljuos com. a mise-
ria de-moiots.. As leis, qoe prohiba m o
iuxo,. oram infringidas impunemente : o
mesmo-Imperadas Tibrifij.. como I amos em.
Tcito, declaroa.se impotente para repri
mil-0:
A prirteipal wrtde do abrislianisao a
de, poderosa e prospera. Deu ao-muno-
as mais snblimes-e brUantes e.-jomplos de j oaridodi: Della dirivam-se virtades, que
aery8oladas vinades primadas e civicas. O muito importanbpara o bem da familia e da.
0iS:C.tS3 00 Sl\. CONSELIIEIKO DR. PEDBO kV-
Ul DA MATTA E ALBUQUERQUE NA ABER-
\ D'ADLA DE EONONtA POLTICA, NO
INStlTOTJ COMMERCIAI. DA CORTE.
Tendo silo nomaado pelo governo un
FOLHETIffl
EHBILLU PROPICIAS.
POR
CAMILLO CASTELLOUKANCO
(Continuaco do n. 64)
Fazdisse Cornna, sorrrado ao es-
poso.
rwpeiio akial, a niegriade da conjugal,
a. veraciiiade, ctrabalho, a frogalidade, a
eaonomvi.a piedade, o-amor da patria eram
os-predicados os antigos romanos nos gjor
rosos toiupos da fiepablica.. Eolio bavia
beroismo.quaodo a patria corra fortuna;
btfia deicacods, quasi sobrebumanass. lio
amiudadas, qoe anda boje nos marivt-
Ibam.
Mas,togoqne os ramanos ibenegaraa a
virtude o substituiram o ocioso tranafcot o
Uixo e a profeso frogalidade e econo-
ma, o sceptismo crtica ; logo que des-
de o senaoo at piebe, desde a capital at
s provincias, o mal foi o mesmo.; eai3j
tornaraci-se fracos, vis e pobres. E. por
isso des babaros, quando chegacam ante o
magestoso edificio- do Imperio, j minado
pelo orgulho e sensoalidade dos grandes,
pjla miseria e abatimentodo povo, olbaram-
no cora despreao e sem muito custo o re-
duziram a po.
A Grecia, emquant) guaroo a crenca.
no governo da Providencia e na jastica do*
deuses, tevo costomes muito superiores aos

tem mais pundonor
Piis entotoraoa o velho j d a-
qoi n3o saio. Onde me dais agasalho esta
noule? Qaero ji saber onde est o meu
qnarto. ,
No dia legoiote. Azevedo arrendoa a
chcara magnifica, modoo para ella com o
ancio, e com os sais velaos escravos e ami-
gos deValentim. Logo ao segundo da, o
hospede chamou Azaveio, e disse-Iha :
Eo tambem tenho a m'raha digniaada,
a minha vaidade e o mea orgulho. Quero
entrar com a minha quota parte para as
despezas-da casa, minhas e da minha pre-
tina. Arrendamento da chcara, a meias ;
o importante da cozinha, isso c com o
aojo dos 'ares, cora a nossa Cornna.
Aotono de Azevedo a contrariar o velho,
e releve-se ante um gesto de desagrado, c
logo esta risonha exclamado :
Voc cada que tem ma
qoe eu l .
Este viver cobIiqoou assim seis mezas.
Cornna tinha oovinte certo s snas leitaras
em qoanto o marido dorma. Valentim re-
pousava tres horas em cada nonte, e velava
as ootras, folheando papis, e dando expe-
diente a negocios altioenles aos seas bave
res. Algamas vezes ia cidade em carrna-
gem que comprara n'este nltimo praso da
rida, nao tanto para elle, como para os pas-
setos de Cornna. Valera-lhe a gotia papa
colorir o presente aos seas queridos com-
mensaes. '
N'este lempo as cartas viadas de Porta-
gal davam a noticia confirmada dos casa-
mientos de Emma e Leonor. As dnas ooi
?as tinham ido para o Porto com seas ma
ridos, e Felismna com seu marido e o pri-
mognito estavam as margens do Lima, oa
no palacio reconstruido de FeroSo de Athay-
de, onde o Albo natural mandara acastellar
oa telhados. Fernando era j visconde do
Ameiial, e eslava pasmado da barate ja ds
coosa, em comparado do moito qae dera
por ama commeoda cinco annos antes. Ti-
nha sido logrado pelo procarador.
sociedade, e pasa a ba distribuido da ri-
queza. Levadca-da castdade os prilaitivoe
cbrist3 pozeram, seus bens em. commik-
oao,. para que-aolre elfrs n3o boavasse po-
bres. Esse essedo de jcmmuulsi) de pro-
pnedade, com^ativel com urna pequea so-
ciedade goverada pebs--santos apostlos a
afervorada em amor a candado cessea
quando, convertida a sociedade paga ao
christoaaismo,. tornouroa universal a socieda-
de cbrist3i. Mas o espirito ebriatao ainda
foi o-mesmo porque os constos, que suc-
cederam aos- dos lempos aos apostlos, nSo
gastvam. a riqueza em praaeres, nem no
laxo,, comoos genuee, porem.ea obras pas.
em aogmeaiar o cativo das. trras, em fo-
mentar as boas artes e as artes mecnicas.
Nao pois, maravilba qae, crescendo a
popolacao cbrisiS, crescesse tambem a ri-
iqueza, e fosse melbor distribuida entra el-
les, do que eatr os pagaos.
Mas. pondo de parle o passado, quem
n3o ^. ainda boje o contraste- entra as
dnas seciedadas : a gmtilicu e a paga ?
All o servilismo, aqu a [borda le naquella
mais nova tinham ido a Pars comprar rao-
bila para renovar a dac ratjSo do palacio
de Lisboa. Era esta a razSo ostensiva que
o publico deve acceiiar por ser melhor, se
n5o a mais ajuizada ; mas os indiscretos
portuguezes qua ent3o estavam em FranQa,
disseram que .o ainda robusto Gasto de
Norooha fra espare -,er saudades da umi
daqoeza, oa duas duquezas, ou mais seriara
que, pelos modos, era Pars, isto de amar
quatro duqueza3 coosa mais que freqnen-
te a quantos portaquezes l v?o, como eu
tenho visto nos apnnlamentos de pessoas
que l estiveram quinze dias. D. Mafalda
qoe ha de saber a verdade de todo.
Com estas noticias ebegou outra concer-
nente a Francisco de Azevedo. O caixeiro
chegoo a Lisboa, pagoa a sna divida, man-
dn b recibo ao irm3o, toi a Barcenos,
vendeu a pequea legitima, abracou suas
irm3a3, e tornoa a Lisboa, d'onde parti
para a frica.
As quatro meninas das margens do Ca-
vado Viviana abundantemente. Sea .irmio
Joaqora, j estabelecido e coadjavado pelos
Taveiras, occorria-lbas a todas as necessi-
dadas, da/a-lbes todo, menos o prazar de
levadlas ao Porto, porqae o irtco do Brasil,
em todas as cartas recommendava instante
mente, que as deixasse estar em Barcellos
com as arvores e flores da casa paterna.
Ontros doos irmao; de Azevedo, sem im-
portaoc't! n'esta chronxa de familia, exer-
ciam probamente a profisso do commercio.
Todos fezes 1 exclamou o velho,
que ouvira atteatamenle ler as cartas, como
se fossem de familia sua Iodos felizes!
S o mea pobre Azevedo ainda a trafegar
para o pao de cada dia 1 Os d -us coalos
de ris, gaahados nos primeiros mezes, l
sa foram na restitaicSo do Francisco. Desde
ento para c as economas sao impossiveisl
Esia Cornna urna grande avara 1 Tem
atli na gaveta trinta contos, qne ella chama
os seas alfloetes de nova, e n3o os qaer
arriscar as despezas da cozinha 1 Ora
deixa-te estar, minha sovina, qoe te nSo bi
de deixar em testamento as minhas tres
pretas velhas!
O Antonnho nao quer o dinheiro...
disse ella, afagando o cabello do marido
qae ra moito do sanete cmico do velho
Ha qoe tempos continaou ellaea no
vi o meu thesouso I Voa-lhe desafiar a
oveja, doutor, a mostrar-lbe as miabas no
tas I ora espere...
Foi Coriona a ama gaveta de sna com-
moda, e vo'too paluda, exclamando :
O' Antonnho mudaste o dinheiro da
espirito
mente imitador, a descrenca, ou pelo me-
nos a indifferenca rtligiosa ;. o qae e um
mai gravsimo Porque a irreligio, dan-
do ensatiGiias s paixes. prodoz a desor-
den! na familia e na sociedade.
A irreligio faz desapparacer a honesti-
dade dos eos turnes, a caridad6, a jastica,
sem as qoaes n5o ha verdadeira sociedade
ente homens. Divorciando a creatura do
seu Creador, faz com qne ella cuide nos
gosos da vida presente, em enriquecer,
seja como' fr, afina de-gosar mais qua os
ootros, e poder opprimir o fraco. A quan-
tas injusticas, que bradara. ao co, n5o
move a hydropisia. de riqueza ?' Quantos
capitaes. quantas economas, qoaotos meios
valiosos de melborar a eondico dos pr-
ximos, r3o consom por toda parle a pai-
x3o dos prazeres sensuaos e do loxo? E',
pois, urna verdade incoocussa, que a irre-
ligio nociva al riqeeza social e o ,
porque a irreligio nao lera caridade, nem
justica. sem asqunes a riqueza nao ple
crescer. nem melborar a condico da
mararia..
Ora, que a indifferenca rebgiosa ( que
pouco. difiere da descrenca, se coraella.se
nao confunde) se vai desenvolvendo entre
nos, creio que todos nos o sabemos. Esta
indiSBrenca, porm se lhe nao pozermos
termo, acabar finalmente por destruir a
nossa civilisaco e redazir-nos barbaria.
Qoe o perigo esleja immiBenie, nao o do-
videraos; os faelos o denunciara, assim txr
mo a pegasea navet negra oo horizonte
em dia sereno avisa ao navegante, para qae
se elle acautele, a proxim tormenta.
Se ha, porm, razo de temer um fotaro
desastroso, com todo nio d eremos perder de
todo a esperance de salvacab ; porque
Deas fez sanaves as nacoes. A conquista
da sociedade contempornea d>spotada
pelos ministros do erro e pelos apostlos da
verdade ; entre elles renhido o combate,
mas a verdade, como creio, levar a vic-
toria.
Outro motivo de esperanca que no
meio da muita impiedade e corrupcio da
sociedade actual, ainda ba um bom nume-
ro de almas pas, virtuosas e lio accesas
no amor do prximo, que com o exemplo
da sea piedade, das suas v.riodes e do sen
heroiemo ebristo, neotralisam gnnde par-
te do toxico, qoe na leitora dos pessimos
livros bebem o povo ignorante e as pes-
io: s pouco instrnidas. Finalmente que no
seio da coristandade ha um orgao wuefec-
livcl da verdade religiosa e moral para ful-
minar o erro, sempre que appareca, e coo-
vidar os povos justica e carilada. Podo
baver revolocss, qaa ameacem a pruprie-
dade, a familia e a >rdera social, porqae
Deus as permita para castigo nVj s doe
Res, como dos subditos : mas presumo
que se rao passa^eras, porque nao crivel
que mces creadas na >a chn> aa, por
maior q 10 seja a pervorsidaie de nns e a
tibieza de outros quanto ao cumprimento da
iei evaogelca, debiera de couhbcer, qnand)
Deas loes enviar o castigo, que ainda naste
mundo oo ha o uro meio de faheidade, *
nao guardar fielmente o que Deus ordena.
E' o que qu- Deas quer dos povos cbns-
los Qaer que si^am os receit >s d sa-
bedoria, porque lodos os outros Ibes serle-
dados por accpesc!mo- Donde se vi*>. que.
se o bomem f r obediente a Deus, nj fbe
faliar3o os bens temporae?, ato a riqueza.
NSo deveraos, pois, descrer do progresso
moral e material dos povos ebristo, .da
humanidade em geral, porque afioal cSe-
gar a Igz do Evangelbo. Slas releva notar
que no movimenlo pro^ressivo da bumani-
dado o3o ha nada da necessarh, nem de
fatal. Ejbero certo qua Daos g^verna a I:-
berdade humana ; mas, governando-a, faz
de modo ; que fique intacta a liberdade d
hornera. Obedecendo libremente a bnraa-
eidade ao impulso da Deus, que hiasante
mente a solicita paifeigo, pode cirainbar
de progresso em progresso at quo. uni la
com Deus, comca urna carreira da pro-
gresso sem fim. Mas, resist ado ao .mpul-
so divino, pode ir de decadencia m de-
cadencia a anibiiar-se.
Gastio de Norooha, D. Mafalda e a menina lgavetioba do meio ?
En nunca soobe onde tinhas o tea di-
nheirorespondeo plcidamente o marido.
Nao est l... roubaram-m,o-'bra~
don ella.
Dias antas tioba fgido ama negra, alu
gada para a cozinha.
Seria a preta f perguntoa txan
qullameate o bacharelPode proclamarse
rainha as suas senzalas a negrinba t
Cornna mostrava-se afQicta. O marido
chamou-a a si, encostou a ao seio, e disse-
lhe com muita meiguice :
A tua grande alma, minha filha ?
En'.So I ha ah dinheiro que valha urna la-
grima toa, Coriona ? Imagina qae Deas
te experimenlava, privando tea marido da
saade de tres dias l Qae farias ento, mi-
nha amada ?... Qaaotas vezes daras os
leus trinta contos por orna tisana qae me
me restaurasse ?/ Quero s ver-te lagri-
mas, quando eu as chorar.
Tens raz3o 1exclamoa ella Estoo
alegre! perdda minb) f raquea i de mu-
Iher, sira ? Qaem me visee chorar julgaria
qne eo aro?.va aqu-lle dinheiro intil ?
Pois sita ; tudo isso moito admira-
valaxclamou o velho mas necessario
annunciar a fuga da ladra, agarra-la e des*
pedaca la com o azorragae I
Antonio de Azevedo ergaeu os hombros
e sorrio. Cornna fitou os seas hmidos e
negros olhos em Valentina, e murmuran :
Despedaca-la Coitada da infeliz!
Essa agora qoe nao piedade irre-
prehensivel, menina!redargnio o velho
Chama coitada infeliz negra qae Ibe roa-
ba urna quaotia qoe em Portugal se chama
urna fortuna I..c Ea lomo a negra mi-
aba conta! Ha de ser cortada pelo azor-
ragae I.
N5o deixes, Antonnho 1clamoo Co-
rioaa, tomande-lbe o rosto entre as mSos.
Nao deiio,- nao, filha. O d utor
esta feroz ; mas aqaillo passalhe.
Ora, senhores tornoa o velho tre-
geitando espanto O nomo, qae isso tem
em boa hermenutica, fomentar o crime
A sociedade oo se serve assim I E' pre-
ciso qae cada qual contribaa com o cauterio
para lhe extirp r os cancros qoe a corroem
Parece qae est no tribunal, doutor
disse AzevedoA velha eloquencia an-
da brilbante ; mas a lei nova, a lei do
justo qae os fariseos azorragaram, manda
cabir o azorrague das mos do offendido, e
castigar moralmente o culpado.
- Moralmente -e retorqnio o donlor
Com que eolo voc er no moral dos ne-
gros ?!
Creio na alma dos negros.
Isso urna impiedade /
Azevedo rii-se, e, por momentos.
Por fracos ;jne wjamos podemos sempre,
com a divina graca, aproximar-nc* da per- '
feigo infinita, que Deus, Sede perfoitos
como vosso pai que esl nos c-s, diz Je-
ss Christo a todos os christios. Procure-
mos, pois, sel-o na boaestidade, na jnstu.'i
na c rilad;. Busquemos a riquazi .: >m <
meio de glorificarmos a Deas, remediando
as necessidades al'.eias e melboraodo a
condico dos nitros, e nao como fim de
nos glorificarmos a nos mesmos ; e qae
pode baver gloria verdadeira em banque-
tear-nos, qtwndo otros padecem foma ; en
divertir-n-->8, quando outros choram; em
vestir galas, quando outros andan cobal-
tos de andrajos; em habitar sumptuosos pa-
lacios, quando outro, por nao terem ja-
bitoco, ou nao a terem adequada, soffrem
as inclemencias do lempo ou respirara um
ar corrapto e deleterio. Em summi, nao
ha gloria real em despenderaos, com des-
provedo e detrimento dos outros. oa ben-
que Dous nos di, e de que som anu>
dispenseiros, que senhores. A igr i Cci-
u tuio o que pude engrandecer o Luiam
servir-lhe de apoio para a virlud.-. Por
isso acceila a riqueza e abencoa a aciivida-
de humana, mas com esta condico: qae -
riqueza sirva de mio do perleicio paia nos
e para os outros.
qaiz o Altissimo qae eu pagtsse amargosa-
duvi- mente a minha incuria. Eis-ma com lhos
dou do concert intellectoal do velho.
Mas, a esta injuriosa duvida, ergueu-se
o velbOt e oaminhando para elles, com os
bracos abortos, exclamoa :
Nao calumniemos a negra, meus fi-
ltras I Abracai-me, aojos 1 Eu qoia expe-
rimentar a vossa caridade Abracai-me,
santos da honra e da misericordia, qoe os
vossos trinta contos qaem os farlou fui
en l
XX
EaLuma tarde de msio de 1849, ao oi-
tavo mez de co sem nuvens n'aquella ch-
cara, onde competencia os tres ditosos
moradores se davam alegras, chegou o an-
jo paludo da morta, e sentoa-se no limiar
d'aqaelle edeo, como para vedar o acces3o
ao anjo do cooteotamento.
A um lado do leito de Valentim da Costa
estava Coriona da Soledade, com o coto
vello apoado oo traves-e'uo e a faca aa
palma da mo esqnerda, orvalbada de -la-
grimas.
Do outro lado Antonio de Azevedo, com
as ms entregadas debaixo do rosto que
encostava i borda do leito, ergua a espa-
tos os olhos lagrimosos, e cravava-os as
faces emaciadas e lvidas do ancio.
Aos pos do leito estavam sentadas duas
velhas negras solucaates, com os rostos es
coodidos entre os joelbos.
Na ante-camara moviam-se p ante p
os restaotes dos aotigos ser ras de Valentim,
e cada om por sua vez, de instante em ins-
tante, viaha, por enire o cortioados de
cassa, espreilar o enfermo, e retirava com
as mos postas e o coraco era ancias e
suspiros,
Valentim da Costa tinha sido confessadp
e ungid) n'aquella tarde. A sciencia ret
rara aote a irremediavel decomposico dos
oiteata annos.
Mas Coriona 6 Azevedo nao podiam con-
vencer-so de qae o sea amigo bavia de nrr-
rer assim, quando, a iolervallos, o oaviam
discorrer com o so:ego e energa moral dos
mais saudaveis ias. Era a alma impere-
cedoara allumiada j pala claridade do em-
pyreo : era a prova suprema qae ella estava
dan lo de soa immortalidade. A cryzalda
desfazia-se, e a borboleta do co, n'aquelles
assomos de iatelligencia, ensaiava sea voe
jar para o alio.
O moribundo descerrara as palpebras, e
dissera :
Nao devia en esperar to suave mor
rer. Homem qae viven ssnbo os anuos
da juvenlole e (orea, morreri sOiubO, No
e amigos em volta do meu leito. Bemdilo
seja o Senhor !
Kalleceram-lhe torcas, e descahiram as
palpebras transparentes, Qiciias e azule-
jadas.
D'ahi a pouco reabri os olhos, fez signa
a Antonio de Azevedo, e indicoo-lha o tra-
vesero, que orcejou por levantar.
Azevedo correo a mo por deb.ixo do
travesseiro e litou papis, que offereceu ao
ancio. Este nao pode ergoer os bracos
quebrantados, e disse :
Um o meu testamento ; o outro pa-
pel a minha despedida da vos. Esl es-
cripto ba qoinze dias : escrevi-o quando
conheci o fim. Lde-o vos, filhos ; qaero
ouvi-lo ; o coraco quer anda o goso de
se escutar.
Aotonio de Azevedo abri vagarosamente
a folba dobrada em otavo, e leu com tre-
mor de suspiros :
t Um secreto aviso me manda preparar.
N3o posso dizer como o santo : O meu
coraco est proraplo; mas vejo o termo
da viagem sem susto. A face do Jaiz trans-
i z misericordia. O meu Creador foi para
si que me creoo.
c E' dr deixar-v:8, filhos ; porm sau-
dades baver mais pungentes entre os vivos
que se apartam. A providencia divina per-
miti que o aspecto da morte seja menos
aflictivo, quando em vordada ella esl com
nosco. Ai de dos, se este desapego da
ierra, onde se feliz oa se espera se-lo,
oo existisse O morrer custa ruins que-
brantos da materia ; mas a alma como qae
se est despenando e alegrando para ir ao
sea destino.
< Vou dexar-vos, meas amigos. Cho-
ra-me, porque vos quz muito, e vos fui
g.ato s do:es horas que ma dstes. Cho-
rarme, porque ao moribundo consolador
o pranto dos que lhe dorara as risos da vea-
tara.
c Ficaes aovos e ricos. Pela vida alm
haveis de encontrar muita gente tfiligida :
sede valedores de todos, e associai cempre
o mea nomo vossa beneficencia. Assim
vivera comnosco ama faisca d'esla cbamooa,
que nao pode ser toda vossa, por ser de
Deas.
c Dai-me sepultara, e ide depois para
patria e para os vossos. Empregai l a
vossa actividade meaos em accumalar, que
era repartir a sobeijdo de vossa riqoeza.
Quaudo bolaverdes filhos oo Ihes ensinois a
honra do rico, que essa fcil : ensina-
Ihes a honra do pobre, a hoqra rje Aotonio
de Azevedo e a aboegaco de Coriona. Vi
vei de modo qua a vassa descenduncia sa
glorifique do exempLo, quando vosso oome
esliverem j esqueci 1 s.
c Estou a dar-vos coaselhos, como se
carecesseis d'elles : descuipai ao vela aeta-
fraco da muita idade. E* urna misa > pa-
lernal que compro Se eu livesse dou fi-
lhos, exe.nplares em virtudes, h.via de fal-
lar-Ibes assim. Deixai-me acabar n'asla
abaagoada illoso. Admoasto-vos, mea An-
tonio de Azevedo, a que deis de mi ao
graoda pezo do trabalbo. O qne hontem
era precalo, s r amanhia seda sobre sede
da riquezas inuleis. O bstanla muito
pouco. Da riqueza de vossa alma qoe
de-eis ser grande dissipador : derramai-a
em preceitos, cooselbos. allivija e censa-
ras. O solitario virtuoso om egosta do
co. Ide ao meio do povo e faltas. O bo-
mem ssioho pode ter muito de qae ak-
grar-sa ; mas nao alegra os milbares de o-
felizes que gemem, e a gemer se %5o des-
pedacaado.
t Sabei qoe eo, cusa de sessenta annos
de trabalho, ebegaei a esta hora podando
dizer que ao tenbo om ceitil. Todo dei
a uns, e perdoei a ootros. Os bens de for-
tuna, que vos lego, deo-m'os urat heranca,
no ultimo qnartel di vida. Ah vo -la trans-
raitto. Foi sempre mea ioieato deixa-la a
pobres: sei qae fica sendo vossa e d'elles.
c Agora abracai-me, e dai-me o vosso
adeos.
Antonio de Azevedo fra algamas vezes
embargado pelas lagrimas, e Coriona, com
os labios postos na mo do moribundo, sc-
lucava mai anciada. No final da leitora,
Valentim fes om v5o esforc de levantar os
bra;os para receber os doos filhos qae se
achegiram ao seio d'elle. Os escravos ti-
nham entrado todos de roldio, e beijavax-
Ibeos ps por cima da coberla. O agoai-
sante relanceoo os olhos de sobre elles pera
a face de Azevedo, e marmnroa :
Sero vossos amigos tambem... Le-
vai-os... Os pobreziohos morrenamde
saudade... e miseria.
. Os negros ajoelharam de mios postas.
oraram. Cornna insensivelmente ajoelttoa
tambem, conservando entre as saas a me
do moriboodo.
(Continuar-ie-k*.)
Ti?, DQ PUWO-RA DOQUS OS CAXIl



J

^
j ..
(


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