Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12614


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Full Text
AfiNO XLVIM. NUMERO 6S

*>
FA3A A CAPITA1 I 1B6A2ES OXDl AO SE PlfcA POITI.
Por tres mezeH aduniada.............. .
Por nii ditos iiioiil................
-r os tau idem.........r........... .
jiada maero avniso. ,.....
006
IUQOO
amo
no
*

"TRg. FEiRA 19 DE MARCO OE 1872
PASA BIITSO POSA DA MOYIICLL
Por ir* meiei adiantados .............
Por ieii ditos idem.................
Por novo ditos idem................
Por am anno idem......... .
I7M
*0#o
rjoo
AMBUCO.
Propriedade de Manoel Figneira de ?aria & Filhos.

AO 1BMT :
G* Sr. Gerardo Antonio Aives 4 Filhos, no Par ; Gongaives 4 Pinto, no Maranhio ; Joaquim Jos de Oveira 4 Filho, no Cear ; Antonio de Lemos Braga, no Aracaty ; Jlo Alaria Julio Chavea, no Asa ; Antonio Marque* da Suva, noTKalai; Jos Joatiao
Pereira d'Almeida, eni Manianguape; Augusto Gomes da Silva, na Parahyba ; Antonio Jos Gomas, na Villa da Peana; Belaimino doa Santos Baldo, em Santo Antio; Domingos Jos da Costa Braga,
em Nazareth ; Antonio Ferreira de Agolar, em Goyanna; Francino Tavares da Costa, em Alagoas ; Dr. Jos Martina Alves, na Baha; e Leite, Cerqoinho d C. no Rio de Janeiro.




PARTE OFnCIAl.
COVKHXO DA PROVI.HC'14
f alia cora que o Exm. presidente a provincia conselbfeiro hU
Jos de Oveira Junquelra abri a assembla legislativa pro-
vincial de Pernanibiico no dia i0 de uiarfo de 1872
mmmu
Nio iiili'irainenle satisfactorio o estado finaticeiro da Provincia, como se ver dos dados ..
que colleg do relatorio do Inspector da Tliesouraria Provincial e annexos.
Antes de examinar detidamente esses dados j en tinha Cctnherimento desse estado menos
regular, nao ai pela pralica dos negocio* durante os ullinios quatro mezes, como pelo relatorio cun
que me foi passada a administracn. visto que mu eiiiprestiino de 1.800:0004000 reis foi contrac-
lado em 16 de Agosto do anno fido com o Banco do Brasil; dando-te, ha dous exercicios, no-
tavel desequilibrio entre a despoza e a- receita provincial.
HECEITA E DESPEZA DO EXERCICIO DE 1870 1871.-A receita desse exercicio som-
roou reis 3,158:7i5 172, sendo a ordinaria I,928:715jli2 reis, e a extraordinaria 1,230.000*060.
Naquella comprehende-se M:t94964 reis, saldo do exercicio anterior, 7:049*874 reis de
restituicoes, e 50:01X1*000 de movimento de fundos ; viudo a ficar liquida a de reis 1,833:400**134
superior oreada 50:118*334 reis.
Si no exercicio anterior o excesso da receita elevou-se a 25:8U*762 reis, devido boa
-colheila dos productos agrcolas, nesta influiu para tao diminuto excesso a pequenhez da safra e
a baixa dos precos, ao que nao foi indifferente a guerra que, no dito temix), assolou a Europa.
A extraordinaria proveio do emprestimo di 1,200:0005000 autorisado pela le n. 963, e da
quautia de 30:000*000, fornecida pela Cmara Municipal para a compra do predio do Dr. Jos
.Joaquim de Moraes Sarment.
A despeza do referido exercicio foi de reis 2,048:213*913, sendo a ordinaria a de.......
1.896:8*11*355 e a extr .ordinaria a de reis 151:382*33*. sendo assim o saldo da receita total de
1,110: 53*1 #159 reis, pertencente extraordinaria 1 078:617*612 e ordinaria 31:913*617 rei>.
RECEITA E DESPEZA DO 1. SEMESTRE DO CORRENTE EXERCICIO. A renda liquida
do semestre montou em reis 2,874:935*143, perlencendo ordinaria 996:317*501, e extraordi-
naria 1,879:617*642 reis, proveniente esta do saldo do crdito de 1,200.000*000, ede 800:000*000
ivcebidos do Banco do Brasil por conta do emprestimo de 1,800:000*000 autorisado pela lei n.
994^rtigo 40, ficando liquida da ordinaria a quantia de res 593:524*063, como renda propra-
nint cobrada, excluindo o saldo do exercicio anterior, o movimento de fundos c restituicoes, ex-
cedente de igual semestre do exercicio anterior em reis 5:743*993.
[ Ainda assim essa renda deve considerar-se diminuta, em vista da oreada para todo o exer-
cicio, o que pode atlribuir-se aos eleitos da guerra franco-alloma. que retardou a exportacao
dos nossos productos.
A despeza importou em reis 1.782:4005734, sendo a ordinaria de 847:600*494 reise a ex-
traordinaria de reis 934:800*240, inclusive 80:000*000 que por emprestimo passou para a caixa
da i\ceita geral.
943:817*402, caliendo desta 922:805*869 ao crdito de 1,200:000*000, e 21:011*533 ao empres-
timo de 800 000*000 reis, comprehendendo-se no saldo 367:000*000, tomados por emprestimos a
diversas caixas. Advertindo-so que deixaram de ser pagas diversas despezas por deliciencia de
receita, restando |wr pagar algumas prestacoes de obras por concluir, o que somonte se poda effe-
ctuar no mez de Janeiro.
DIVIDA ACTIVA. Cobrou-se no exercicio lindo a quantia de reis 88:380*082, sendo ....
75:808*023 reis pelo Juizo dos Feitos.
Eleva-se com a que resultou dos impostes decretados pela lei do orcamento daquelle exer-
cicio, que importa em reis 133.891*032, segundo a liquidaran feta pelos eucarregados da respec-
tiva cobranca, a divida activa de todos os annos anterions'a reis 599:1614749.
Ainda nao asta eln da, por falla de pessoal, a escripluracoda seccao do Contencioso, a cujo
cargo se acha a cobranca daquella divida, faltando a de 4,314 contas.
DIVIDA PASSIVA.Monta a divida passiva em reis 1,740:480*665, que perlence em sua
quasi tolalidade ao juro de 2 por ./ garantido pela provincia estrada de ferro do Recifc a S.
francisco, vencido at o ultimo de Jtinlio do anno prximo pausado, na importancia de ........
1.727:183*629 reis, e completando-a- com a de reis 13,295*006 de vencimentos de empregados
dos e outras despesas decretadas.
Procede-se na thesouraria competente liquidaco, que vos ser apresentada no fim do
primeiro mez de vossas sessoes, regularmente clarificada e extremada pelo exercicio a que per-
teucer, para ser votado o necessario crdito.
Alem dessa divida existe a j mencionada dos 367:O0O0O reis tomados a differentes cai-
xas para auxiliar a despeza do semestre a de 1,000:000*000 reis do emprestimo tomado ao Banco
do Brasil, e a de 482:000*000 representada em aplleos, das quaes pertencem ao calamento a
juro de 7 poro/0 a. importancia de reis 195:000*000, e a de 287:0004000 a juro de 8 por./ que foram
dadas em pagamento de diversas obras, c outras vendidas para fazer face solueco em dinhei-
ro pela 3.* parte de ditas obras.
A amorlisaco das apobces deve comecar no corr. nte exercicio, na conformidade do 1."
do artigo 12 da lei n. 991 e a do emprestimo do Banco em Janeiro de 1873, na do respectivo
contracto.
O juro dessa divida tem sido pago em dia.
Fiz amortisar 25:000*000 de apolices emittiilas para pagamento do calcamento da cidade.
Do emprestimo de 1,800:0004000 reis. mandou o meu bonrado antecessor buscar......
800:000*000 reis que empregou no pagamento de dividas, encontrando eu um saldo que appli-
quei tambem a credores de exercicios lindos, segundo a autorisacao legislativa.
Em fins de Dezembro mande) que viessem 200:000*000 reis, os quaes se acham ainda nos
cofres da Thesouraria Provincial para ir se occorrendo s despezas a que o emprestimo des-
tinado.
DEPSITOS. Verificou-se pelo balanco dado no lim do semestre do presente exercicio
um saldo de reis 771:689*288 as diversas caixas, sendo 119:633*939 em letras, 287:156*920
em apolices da divida publica geral e provincial e accSes do diversas companhias, e a quantia de
361:898*429 em dinheiro, inclusive o emprestimo j mencionado, feito caixa geral.
Esses depsitos provem de letras de arrematarles de rendas venciveis at 1873, perlencen-
do ao corrente exercicio a quautia de 69:762*140 reis.
O existente em dinheiro garante, em parte, alguns contraltos de rendas, e o restante com-
pite se do seguinte : 1:000*000 reis dado por Sua Magestade o Imperador para auxilio da cana-
lisacio d'agua potavcl na cidade da Victoria ; 113:112*981, saldo da renda do imposto de 3poro/"
destinado ao Asylo de mendicidade ; 50:476*406, capital do Instituto Agrcola ; 9:7225490 per-
lencente a socidade dos Artistas Mchameos e Liberaes, e finalmente 26:392*018 reis de diffe-
renies premios de bilhetes de loteras.
EMPRESTIMOS E ADIANTAMENTOS.-O Inspector da Thesouraria miste em seu Rela-
torio sobre o que tem ponderado nos anteriores acerca dos adiamntenlos e empresiimos feitos
pela Thesouraria por disposcoes de le e ordens da Presidencia ; e que montam a reis 68:623*540,
pedindo providencias que ponhaui termo a esse estado de cousas, que obliga a Thesouraria a um
trabalho annuo, sem resultado algum.
Estao clles mencionados no referido relatorio, e sobre simlhante materia chamo a vossa
esclarecida attencao.
THESOURARlA.-^Acha se em da a escrpturacao da Pagadora e Secretaria, faltando s-
mente o registro das nforinaces dos tres ltimos mezes.
A da Contadoria contina em atrazo, devido ao augmento de servico pelo crescimento e
desenvolvimento de receita e despeza, e pela incumbencia de novos servicos.
E' assim que nella se contam as faltas de exame do 47 contas, sendo 4 da Reparticao das
Obras Publicas, 9 do Corpo de Polica, 34 das repartieses externas de cobranca ; a escrpturacao do
livro mestre e diario do exercicio de 1866 a 1867 ; o assentamento dos empregados e dos pro-
prios provincas ; o inventario dos livros do exercicio prximo lindo ; o dos documentos de re-
ceita e despeza de 11 exercicios c o registro de 10,002 mlormacdes.
O contracto que se efJeetuou com Bernardino de Sena da Silva Guimaraes para a execucao
desse servico, menos o registro das informarse, vigora ainda ; mas o conlractante e seus coadyu-
vantes apenas tem se oceupado da revisio, correccao e augmento do assentamento dos empre-
ados, no que tem encontrado difficuldades c embaracos, pelo que apenas chegou a concluir at
o ultimo de Dezembro o assentamento completo de alguns empregados, ficando em 1834 *o das
classes litterarias e ecclesiasticas, e em 1860 o dos militares.
Em 27 de Dezembro ultimo proroguei o contracto at ulterior deliberacao, em virtudo da
autorisacao concedida pelo arl. 27 da lei do orcamento vigente, para tomar urna providencia que
(oise mais consentanea com o estado da Thesouraria e a ua falta de pessoal, sem prender-me a
ua prorogacao por tempo indeterminado, pensando o Inspector que o prazo de um anno, limite
da prorogacao, nao seria sufficentc para por o trabalho em dia.
Propoe, porlanto, para remediar esse gravissimo mal do atrazo da escrpturacao na prin-
cipal reparticao fiscal a creacao do mais urna soeco na Contadoria, com o mesmo numero de
empregados que tem as existentes e com as mesmas cathegorias. .
Satisfazendo essa requisigio muito justa, e autorisado pelo art. 28 da lei n. 994 de 13.de
Abril do anm prximo passado creei, por a to do 28 do mez ultimo, a mencionada scelo com
a denominado de5". e dei um chefe cada urna d'ellas.
Eleve: os vencimentos do Inspector de 4:200*00 a 4:500*(*00, visto com) no augmento
feiio no anno de 1871 nao parece se ter guardado amesma p:oporrlo entre o que ;e deu a este
Funccionario e aos mais empregados daquella Reparticao.
Alm disto o referido Inspector reclama :
1.a limitacao da guarda do archivo, livros e papis dos ltimos trinta exercicios, dan4o-se
consumo annualmente aos que excedereih essa data.
2." maiores commodos o mais espacosos, afim de que funecionem como devem as demas
sec^es da Thesouraria, c para a guarda do novos armarios precisos ao carloro e ao ar-
chivo.
. PROCURADURA FISCAL.O Dr. Procurador Fiscal mostra por urna nota, que apre-
senta dos trabalhos da scelo a seu cargo o serviros que ali se effeetuain, a insufflciencia do
pessoal para ter o trabalho convenientemente feito c em dia, bastando, no sea entender, que
se complete a seccao com o mesmo numero de empregados que- tem as da Contadoria e com
iguas cathegorias.
Creei, por isso, pelo mesmo acto de 28 de Fevereiro findo, mais um lugar de Offlciil, e um
Praticanle nessa seccao.
Pede a designaco de um local mais apto e apropriado ao genero de servico que ali
se faz. *
Repele a difflculdade com que luta no interior da Provincia para a cobranca da divida
activa por desidia dos seus ajudantes, que difflcilmente acceitain os cargos.
Insta pela incumbencia da cobranca da divida activa aos Collectores ou Delegados que
sirvamsem titulo.
Insiste pela nomeacao de urna commissao, que reveja o assentamento da divida, combinan-
do-o com o que consto dos Cartor03 dos escrivaes dos Feitos da Fazenda.
I'ropoe, finalmente, a suppressao dos Offlciaes de Justica privativos do Juizo dos Feitos
pelas rasoes expostas em seu relatorio.
O Inspector emittmdo parecer sobre taes apreciacoes, acha conveniente i adopcao de al-
gumas d'ellas, referindo quanto a outras ao que ja ponderou em seus rolatorios anteriores ;
assim como aos seus so refere tambem aquelle funccionario, e reclama outras providencias para
a celebraco da cobranca da divida aetiva.
CONSULADO E COLLECTORIAS.A 29 de Novembro Ultimo dfei as providencias neces-
sarias para a mudanca temporaria do Consulado Provincial para o primeiro andar de urna casa
da Conipanla Pernambucana, alugada por 160*009 mensaes.
Esta mudanca, que foi electuada a 2 de Dezembro ultimo, teve por lim os reparos urgen-
tes, e que erara radispensavoi*, no torriio da Alfandega, onde effecectivamente funeciona o
mesmo consulado, e assim j se acha attendida a requisicao dessa obra, de que fallei em outro
lugar.
A renda provincial a cargo do Consulado e Cllectorias tem sido regularmente arrecadada,
achando-se em dia a respectiva escrpturacao, e a receita entregue no devido lempo.
A Thesouraria promette apresentar, em breve tempo, os dados precisos para a creacao de
Collectorias as localidades que a ne essitara por yirtude de disposicao legislativa, alini de que a
renda seja arrecadada administrativamente, siipprmindo, quanto ser possa, o systema de arrema-
tacao quo, por falta de base certa, prejudica a Fazenda, redundando o crescimento e a vantagem
em proveito do arrematante. '
A renda deve ser de preferencia arrocadada por estacoes fiscaes, evitando-se que com ellas
se locupletem arrematantes que, no caso de perda, sempre encontrara aso a abates e remissoes.
Prestarei toda a minha attenco ao servico da boa arrocadacii) e fiscalisacao das rendas,
fonte essencial do progresso material, de que tanto carece ainda a Provincia para collocar se no
lugar e altura que Ihe compete por sua riqueza e topographia.
IMPOSTOS.O Administrador do Consulado propoe a diminuicao da taxa do imposto do
agurdente de produccao da Provincia nella consumida ; pede o restabelecimento dos dreitos do
algodo, como era no exercicio anterior, julgando que se nao attingiu o Um que se teve em vista,
com o abale de 1 por ceuto feito no corrente exercicio ; pede providencias sobre a indevida quali-
ficaeao desse genero que, sendo em grande parte desta Provincia, exportado como das limitro-
phes, e propoe, para cortar o mal, a creacao do imposto de 1 por cento do expediente pela expor-
taeo do que nao fr da Provincia.
O Inspector, traclando desse assunipto, aprecia a dfferen(*a que (tara menos produziu o imposto,
comparando a sua renda do primeiro semestre do corrente exercicio. com a dos tres ltimos em
ris 38|000*000.
Diz que nao podendo ser bem apreciada a base do imposto, e se elle recahe sobre o pro-
ductor Adverte, porm, sensatamente que, acliando-se o productor quasi sempre na iuipossibili-
dade de exportar o algodao por sua conta, o preco Ihe imposto e regulado pelo do mercado es-
trangeiro, vindo assim a pesar sobre elle todo o onus, apparecendo rara vez competencia entre os
compradores em beneficio do produclo.r
O imposto nao deve jamis alTeclar por modo que desanime a cultura e desenvolvimento
do producto ; e usque somos mais que ludo um povo agrcola, devenios evitar o mais possivel
o crescimento da renda pela elevacao de imposto, que venha preiudcar a prr.duccao.
No entretanto reconheco que a diminuicao de 1 por cento decretada na lei n. 994 pouco ou
quasi nada aproveita ao agricultor ou cultivador de algodao, e ai pode augmentar os lucros do
commercante, trazendo para a Provincia urna diminuifo de algumas dezeuas de contos.
Quanto outra providencia acerca da quallcacao do algod i e a scalisacao da proce-
dencia para a devda arrecadacao do imposto dessa genero e de outros, seria conveuiento adop-
tar-se o alvitre lembrado pelo Consulado,' ainda qud se reduzisse a mcio por cento esse imposto
de expediente.
20 -/.SOBRE ESTABELECIMEXTJS COMMERCIAES.Havendo a lei provincial n. 590
estabelecido isenco deste imposto em favor das casas que tverein todos os caixoiros brasileiros,
e tendo o Consulado,por nao se haver feito mencao de dita isoiicao na le do orcamento vigente,
entendido que o imposto eslava restabelecido sem ella, passando a cobra-lo de todas as casas
commerciaes, provi em recurso aos reclamantes por entender que aquella lei, precisando de re-
vogaco expressa, continuava em vigor, a uxemplo de outras que estabelecem isoucoes sem ma is
dependencia da lei do orcamento.
Entende, porm, b Inspector que a dita isenco deve lindar : 1,* porque assim o exige a
deficiencia das rendas da Provincia para as despezas indispeusaveis ; 2." pelo principio de igual-
dade, porque as casas eslrangeras, nao encontrand fcilmente brasileiroi que saibam linguas
estrangeiras, licam assim sem recurso sujeitas ao imposto ; 3.' porque sendo smente por economia
adiiiitiidos os brasileiros de preferencia aos estrangeiros, pouco mes aproveita a proteccao da
isenco, visto nao ser tao importante a economia que d'ella resulta, para deixarem os negociantes
eslrangeiros ou naciouaes de procurar a quem inolhor os sirva ; e finalmente porque a isenco s
aproveita a aquelles que tiuhaiu j caixeros brasileiios, e os teriam por sua propna conveniencia,
qur exislisse isenco, qur nao.
Propoe o Inspector a dimiiiaico do imposto .de um cont de reis sobre casas de compra
c venda e transaccoes sobre escravos, porque nada ffM'deu quando era de 2:000*000 ; e est
convencido que nada render ainda neste exercicio* e nao deveudo sor ello de carcter pro-
hibitivo, sendo taes casas ainda necessarias como interventoras dessas transacQoes, deve o. im-
posto sobre ellas ser moderado, voltando a 100*000 como era d'antes.
I'ropoe a suppressao do imposto de 20*000 rs. sobre as pessoas que mascatearem na Pro-
vincia com (azendas, quinquilleras e outros quac quer objectos, j por que essa industria se
acha onerada com urna imposigo municipal, j porque de difllcil cobranza e a final pouco
productivo.
Propoe igaalm nte a suppressao do imposto de 100*000 rs. sobre cada taberna que vender
miudesas e quinquillera, e bem assim a do estabelecido sobre gramma le ouro e prata, kilo
gramma de cobre, lato e chumbo, que for exportado em obras vasadas ou fundidas, por nada
terem rendido nos dous ltimos extreicos.
O Administrador do Consulado, propondo a diminuicao do imposto de 60 rs. por litro de
agurdente de producqo do paiz, consumida na Provincia, visto ser elle exiessivo, excedendo
quaz 50 por % ao antigo de 20 por % sobre o preco desse genero, nao coinpartilha dessa opiniao
o Inspector por Ihe parecer ter havido engauo no calculo, sendo a differenca somente de 25
por */o para mais, nao enchergando nsso motivo para a redueco proposta.
Sao estas as medidas que propoe o Inspector da Thesouraria, Commendador Jos^ Pedro
da Silva, com relacao .aos impostes mencionados, os quaes tomareis na devida consideracao. As
suas ideias podem ser, talvez, um pouco restrictivas no sentido fiscal, mas sao, sem duvida, ins-
piradas no desejo de nielhorar o estado linauceiro da Provincia, qual tem prestado longos
servicos.
Emvossa reuno do anuo passado, nomoastes urna commissao para rever os impostes
e propor-vos novas bases de imposico, de modo a conciliar urna mais abundante fonte de renda
com o menor veixame possivel das classes que soffrem o peso dos impostes, e que deseiam,
como de raso, ve os applicados a melhoramentos que lhes facilitem a viacao, e lhes facultem
urna ordem de servicos pblicos de toda a especie, congeuita com a verdadeira civilisaco de
um povo livre.
E' provavel que nesse assuinplo vossa commissao vos forneca consideracoes e esclarec-
mentes estatislicos em ordem a habilitar-vos a prestardes um verdaddiro sorvico s finanzas, como
espero de vossa illustraco e'zelo pelos inleresses desta bella Povincia.
ORCAMENTO PARA O EXERCICIO DE 18721873.-A Thesouraria orcou a dispeza
para o exercicio de 1872-1873 em reis 2,449:038*592, c a receita em rs. 1,842:: 89*000, pre-
sumindo um difict de rs. 532:145*592, ao qu ainda se ter deaddicionar a despeza a fazer-se
com o pagamento da divida de exercicios lindos, que se esta liquidando e das prestacoes de obras
arrematadas no corrente exercicio que houverein de continuar.
Cabe providenciar de modo a conseguir-se, pelo menos, o equilibrio da receita e despeza.
O Inspector nao se anima a lembrar a medida de augmento de impostes, visto se acharan
j mui sobrecarregados a industria o o comraercio, eque lhes tolheria o desenvolvimento racio-
nal e legitimo progresso.
Contando com o resto dos emprestim >s authorsados pelas leis do orcamento do anterior e
corrente exercicios, Ihe parece sufllciente, para encher o vacuo, a cessacao da isenco do imposto
de 20 por cento, de que gosam os estabelecimentos commerciaes que tem caixeiros brasileiros, e
o restabelecimento do imposto do algodo a 5 por cento que podem produzir urna receita de
90:000*000.
Por outro lado, como medida complementar, propoe as seguintes reduccoes na despeza.
I." no Corpo de Polica que pode ficar reduzido a 600 pracas.
2." na impressao e publcacao dos trabalhos das repartieses provinciaes, que podem limi-
tar-se aos de absoluta necessidad.
3." no numero de alumnos pobres do Gymnasio, podendo a despeza a fazer-se com os
filhos dos V. lumtarios da Patria ficar a cargo do patrimonio dos orphaos, ou correr pela verba
de receita destinada ao Azylo de mendicidade.
4." no numero de professores de instruccao publica primaria, ficando limitado a 250, que
Ihe parece sufflciente para as localidades aonde realmenie aproveitado o ensin.u
*s." na subvengo companliia Pernambucana que pode ser redusida a 30:000*000.
C.* na suppressao da subv.njao da Companhia Vigilante ou de reboque, e a da verba
destinada remessa de creancas cgas e mudas para o Instituto do Rio de Janeiro.
Finalmente, e cora ultimo recurso, propoe a paralisacao do calcamento das ras d'esta
cidade ou do resgate das apolices provenientes do emprestimo de 1,200:000*000 qual si nao
assignou praso Oxo.
Pelo que deixo exposto em outro lugar j se v que nao compartilho com algumas das me-
didas propostas quer quanto receita, quer quanto redueco de algumas despezas.
Quanto receita, o recurso do resto do emprestimo poderia acarretar despeza immediata,
sem deixar margem germinacio propria desse recurso extraordinario.
Lembraria antes o emprestimo fundado que podesse ser contractadoajuro mais mdico em
nossa praca ou na estrangeira, visto aue, sem obrigacio de resgate, habilitara a Provincia a em-
prehender una serie de obras, estradas e pontos, sobre tudo, que, abriudo fcil commumeacao
como centro, diminuisse por um lado os precos do transporte, e por outro aproveitasse os terrenos
que al i i jazem incultos.
Tenho em mao algumas propostas relativasa emprestimo, e tractare de contrahil-o em cou-
dicoes mais vantajosas de praso de resgate e juro, se isso for possivel.
O imposto sobre o assucar, bascado sobre a quantidade, como medida animadora ao me-
ll tora i nento de sua produccao, nao tem sonido os resultados desojados, mas ainda cedo para
propor-se a volta ao antigo systema.
Quanto s reduccoes propostas, julgo-as, pela maior parte inaccetaveis, prncipalmenas o|
que cntendem com a seguranca publica.
as circunstancias excepcionaes, em que de certo tempo esta parte se acham s centros
da Provincia, assolados por bandos de salteadores e por criminosos celebres, que aombam das
autoridades sem forca, nao me parece prudente a redueco da forca publica policial que, por
outro lado, deve crescer na proporcao da populacao e do desenvolvimento da Provincia.
No estado da civlisafo actual o derramamento da instruccio primaria, que consegue
adoca- os coslumes e habilitar todos os cidados ao conhecimente das leis, urna medida de
ordem publica tao elevada que nao me animo a lerabrar-vos o meio proposto pelo Inspector;
alem de que, estando os professores actualmente existentes prvidos, e parte delles por titulo
vitalicio, seria fallaz a economia proposta.
Se reconhecerdes, porem, que algumas cadeiras nao tem a froquencia precisa, ou que
estao em localidades pouco povoadas, podereis tomar alguina medida, que a vossa illustraco vos
aconselhar. ...
A publcacao dos actos do Govorno urai das condicc3es indispensaveis do systema que
nos rege. .
O povo, que governado por instj|ai(}6eslivres, tem dreito de conhecer dos actos da admi-
nistracao, aprecial-os e critical-os; o q/ar por certo no teria logar-se a publicaba de taes actos
fosse rstringida s condicSes proposta?, alem de que seria exigua a economia resultante.
Como vedes, no e prospera a situacao financiara da Provincia, mas nao e disammad^fa.
Qom economia e applica^ao dos recursos a tornar productivas as ontes de^ique*;^ qtj aqu

I1HBB i
etistem, pode, em poucos annos, mudar esta situacao, e a Provincia desombaracar-se dos te
compromssos.
AMO)A lAl-
IQ.K^Sen,la18 tl,84o:2t>9*J98. e a despeza em is 3,342:106*593, o movimento de fundos en 7,936:0.51 jOt.
resultando um saldo de res 567:111*780.
No primeiro semestre do actual exercicio montou a receita a 3.967 1HH4093 r-i. r <
despeza a reis 1,300:778*356, e o movimento d.- fundos a 2.439:4N0*913. ficando asim e ali
ris 2,206:928*824. ------
Ppr Decreto de 13 de Janeiro deste anno foi aposentado o Inspector da Tbraiuraria d
Fazenda desta Provincia, Consellw-iro Joo Baplsta de Castro e Silva, e Horneado para substilui-l
o Contador da mesma Emilio Xavier Sobreira de Mello, que excreta o cargo de lnr*vt<>r inte-
rino da Alfandega desta Capital, sendo nomeado para este lugar o da Alfandega da it Maranha
Dr. Joaquim Jos de Oveira, que tomou posse e entrou em exereicio no dia 11 de F.-veretT'
bem como aquelle no dia 25 fe Janeiro ultimo.
u pnialo IDl UBI
A Villa do lnmnpho, na Comarca de Flores, acha-se installa.la. l.-ndo->.- procedido 4 rmi-
ptente eleico municipal ; estando cumprida desta forma a Lei provincial i. 9.30 ile I .I.- Jim-.
de 1870.
A de Aguas-Bellas devera brevemente installar-s.-, [**< ja ,> sesses da Cmara Municipal e para Cadeia. Deste mod lieara satiseia a di>'|.sic.. da L
n. 997 do 13 do Junbo do auno passado.
Como vos disse em outro lugar deste Relatorio. a Villa do Bom Jardim foi intallia
creado o foro civil, ficando desfarte cumprida a Lei n. 922 de 19 de Mato do 187o
Ha de ser installada a Villa de Panellas, em cuj municipio ja se proredeu a eOtci.. 4
ven-adores, tendo sido j satisfeta a condicao da prestaco de casa para a Cantara MunicMu.
como exige o arl. 2.1 da Lei n. 919 de 18 de \|, o de 1870.'
A daBezerros, croada pelo arl. I.* da mesma Lei, nao foi ainda ntallada. porque. 1-
habitantes nao cumpriram, como os outros o tem feito, a condicao do art. .! da l. citada
Nao usou a Presidencia da autorisacao que lli. foi concedida |n-la L Abril do anno passado para auxiliar por diversos meioa o Imperial Instituto l*enianiltuc;.u.. .1
Agricultura.
A principal razio foi nao ter adiado o Instituto una fazenda, ou terreno? apnpriado* |ar.
estabeleci r a sua escola pratica, para a acquisico da qual devia a Provincia uwww con.
1(K).()000*000 ris, o que era indis|iensavel fazer em primeiro lugar ; dcpeixlendo m .>utra> |r-
videncias da Lei da realisaco d'aquelle facto.
O Ministerio da Agricultura declarou estar disposto a favorecer o Instituto, mas nao consl;.
que elle incasse trabalhos praticos de accordo com os fins de sua instituirn.
Em execucao da Le provincial n. 976 de 25 do Abril do mesmo anno, contractou o Exm
Sr. Dr. Manoel do Nascimento Machado Portella, 2 o Vico-Presidente da Pmrinria. com An.lr *
Abren Porto, a construeco de crarris de ferro na cidade de Goaiina e suas adjacencia-
Tambera era virtude de autorisacao da Lei n. 977, de igual dala, omlraciou > mestii Emi.
Sr. com Antonio da Costa oS o privilegio da conducrio de carnes verdes em carros almena-
dos do matadouro publico desta Cidade para os acougues.
O mesmo digno 2. Vice-Presidente naouso'u di autorisacao que Ihe conceda a Lei n. !"*'
de 28 de Abril do referido anno, para contractar a conslruecSnd<> ramal de estrada de ferro tm
Alictos e Arraial, como requereram diversos pretendenles, porque, tendo a l*mu|anhia tlVr-
nambuco Strett Railway allegado privilegio na zona do ramal projectado, com a mesma C->tn-
panhia havia sido contractada essa empreza.
Na conformidade da Lei n. 992 de 22 de Maio do anno passado, mandei em 10 do me
ultimo abrir concurrencia, com o praso de 60 das, para o contracto da ronstrueco .le unu e--
trada de ferro que ligue a cidade de Goianna Villa de Itomb.
Da autorisacao contida no arl. 1. da Lei n. 998 de 13 de Junho, bem como de ..nin
de Leis anteriores, para a admissao de alumnos internos gratuitos no Gyranaskt, nao tem usad
a Presidencia por nao haver consigiiacoes nos respectivos or-amentos. Foram, porm, adimttido-
alguns externos de que tracla a mesma Lei, de accordo com a de n.369 de 14 de Maio de 1*'>
pela qual se rege o mesmo estabelecmento. .
Na forma da Lei n. 1,000 de igual dala, foi contratado com Antonio Valentim*di S\
Barroca o privilegio da cxploracao de fabricas de tlaco e tecidos de algodao > cumpri-
da a disposieo da mesma Lei relativa s modificacSes do contracto da estrada de ferm de Ji-
boato.
Ainda na Confonoidade dessa mesma Lei teve lugar a apresentaco .le pr i\\
perante esta Presidencia dos concurrentes para a empresa de assentamento de canir-d 1 : 1
para transporte de mercadorias nesta Capital. I .
Nenbuma Companhia de |tesca se encorporou, para que |.odcsse a Presidencia crtic.il, 1
lhi os favores outorgados pela Lei n. 1004 de 13 de Junho do anno passado.
Despendeu-se com a libertacao do creancas a quantia de que tracta a Lei 11. 1012 de igua
data; nao tendo tido, porm. applicaco a de 10:000*000 ris destinada creacao e ed-icac.".
de libertadas, por nao ser necessario incumbir nenhum estabelcciniento des*, sefvico. a que -
prestamos que foram senhores das mesmas libertadas.
A Lei n. 1021 de 13 de Junho do anno passado deu lugar a nina reclamaco do Vigano Cl
ptular, que nao foi resolvida ainda.
Foi elfectuada, por minha ordem, a compra de 230 cxemolaivs do Roteir. la costa I
Brasilpelo Capitao-Tenente Vital de Oveira ; despeza para a qual votou verba > art. 13 d.
Lei do orcamento vigente.
Nenhuma freguezia foi creada por Lei do anno passado. As creadas por Leis de 1871
foram providas cannicamente em tempo opportuno.
Esta reparticao continua, sob a direc^o do Dr. Elias Frederico de A
digno secretario do governo.
O ofllcial-maior Dr. Adolpho Laineuha Lins, os chefes de seccao e mais empregaitos cun:-
prem os seus deveres.
Em virtude do art. 28 da lei n. 994 de 13 de junho do anno passado. dei novo regulaineni
secretaria da presidencia, em 12 de Fevereiro ultimo.
O grande augmento de trabalho dessa reparticao, e sobre tudo a promulgarlo da le n.
2,040 de 28 de setembro, e decreto 11. 4,856 de 30 de dezembro do auno que liudou! este, man-
dando proceder ao recenciaraento da populacao do imperio, o aquella, decretando a libertacao do-
filhos de mulher escrava, determinaram a conveniencia da creajao de mais urna seccao .pie *
encarregasse dos trabalhos estatislicos necessarios, e outros que diflirlmeiite podiam a-r eo
por aquellas a cujo cargo estavam.
Attendendo a sto creei mais nina seccao e os lugares de ajudante do archivista, .flicial d<
gabinete e mais um carteiro.
A necessidad de um official de gabnote .' de fcil iniuico ; em urna provincia importafll.
como esta, o presidente nao pode dispensar un empregado que esteja a seu lado, para o auxilia:
a qualquer hora e fazer alguns trabalhos de urgencia.
Reconhecendo que os veociraentos que tinhara os empregados erain inferiores a aquell-
que percebiam ante- da conversio dos emolumentos em renda provincial. .- i.-u.l > .111 vista ni-
ai o calculo que a respeito apresentou o Exm. Sr. Conde de Baependy em s<-u relatorio. como
importancia dos emolumentos arrecadados no ultimo anno, depots dessa medida, resolv no m-s-
1110 rcgulamento elevar os ditos vencimentos de accordo com a propongo u equidade
Espero que esse regulaiuento, que ser subnietti.lo a vossa approvacao, salisfa;a < lim
que ti ve em vista, isto melhorar o expediente desta importante reparticao.
Pelo quadro annexo conhecereis o numero dos trabalhos feitos na secretaria, o qual afe-
vou-se no anno prximo passado a 22.982, alm de certidoes. exames, infonnaces, |.rtaria d
navios, passes. minutas, extractos do expediente, copia dos livros estragados, rbricas de novo-
pecas reservadas.
Sera solicito em prestar-vos quaesquer outras iformacoes de que procisardes duron't
cuiso de vossos trabalhos.
Palacio da presidencia de Pernambuco, l" de mar^o de 1872.
Joo Jos de Olivara Imifmiiii.
Almeida .- Alttuqu.-rq 1
ERRATA.Na parte do Relatorio publicado no da 15 onde a- du***muo Vantier-
se -o mesmo Vautier. Na parte emque se diz com que os pernambncanos em t~*4, le a-te <>m
os pernamburanos em loi, etc.
Hepartl$o da polica
1.a seccao.Secretaria da polica do Peroimbu-
eo, 18 de narco de 1872.
N. 515. lllm e Exm. Sr. Levo ao conheci-
mento de V. Exc. que, segundo consta das part
cipacSet recebidas nesta reparticao, f ram hontem
recolhidos i casa de detenrao os seguintes inl-
vidnos :
No dia 16 do corrente, a micli 1 crdem, Jos
Francisco Correia, por crime de morte.
A' ordem do subdolegado da Capuoga, Fran-
cisco, escravo de Joaquim Lucilo de Siqueira Va-
rejio. por ser encorara lo depois de 9 horas da
noute sem bilhete de seu seohor.
No dia 17 minha ordem Manoel, escravo de
Joan Mara, Flix, escravo do bario do Livramen-
to e Prudencio escravo do Dr. Miranda, por serem
encontrados depois de 9 horas da noute sera bi-
lhete de seus senhores.
A' ordsm do subdelegado de S. Jos, Jos Flo-
rencio de S)uza Barbosa, e Severo Jos dos San-
tos, por embriaguez e insultos, e Qaerino escravo,
nio declaron o nome do seohor, por ser encon-
trado depois de 9 horas da noute sem bilhete do
seohor.
Por ofil :io desta dala communicou me o subde-
legado de Belem que, na noute de hon'.em, na es
lacio do Salgadinhi dos trilitos urbanos do Recite
a Olinda, om individuo cojo nome se ignora, en-
trando em um dos wagons, oalfatara aos empre-
gados do mesm* trem, por exigireu a competente
naga, a este elle se recusou effsciuar, e sendo ex-
pulso do trem, continuara a insultar os referidos
empregados, em conseqoencia do que, o guarda
nacional Antonio Joaquim de Sam'Anna, que se.
guia no mesmo trem, lomara a defesa dos meamos
empregadas replanlo os insultos de seu aggres-
aor do que resultou receber deito urna punhalada
nebrajo dreito; fez-e a competente vistoria a
promove-se a espiara do dalioqnente que ci>"-
oh-a ava-Jir-se, nao obstante as deliee-
Levo mais ao conbeciraento de V. Exc. que, i
raole as nouies dos diis 16 e 17 do coirenie, a, -
as foi temada pelas patrn'has rondantes, t arn<.
defe-a.
Deus gnarde V. Exclllm. e Exm- Sr. coa-
selheirn Joao Jos de Oveira Junqueira, nretideL-
te da provincia. O caefe de p.licia, fommj
Monteiro l'eixoto.
aoh-a vaqir-se, u*o oosii
|pregaolas'paras*aa prisio,
,.4das em
DIARIO DE PERNAMBUCO
RECIFE, 19 DE MAR^X) DE 1871
Viageaa de M9. *- lperlar*
0* augmento? imperante do Bratil cnegaran
Elvas ai 7 horas o 20 minutos da nonte da 29,..
viagem para o Porto por Coimbra.
0 Jornal do Cmmtrcio de Lisboa, do l* do co
rente, diz o segainte :
Foram mandados hontem para Bidtj z .-
carrutgeos que devem compor o comboio real .
que posto dispo.-ico do imnenae via-
jantes.
< A noiversidade de Coimbra brindar o 1
rador, por occasiao da sua visita (diz o Commb -
teme) com um presente qne S. M. de certo mu:
aprecia. E" una edleccao dos principaes lv;
impressos pelos membros daquella respeiuvel c
poraro e onlrcs relativos i omeri*ae.
0 Sr. mioislro dos negocio* iraafaros par
lio pata Badajoz a encontrar se com os imperia-*
viajantes.
1 C Primeiro de Jantiro esereva v
guite : .* e f-
t Nio obstante de itt""
que SS. MM. B. ** ...r alada qea o 4* e.
muita f~" ,j urasil cheguia i ata cidad
kfi". sitias de tora vio ebegando f insta*.
.-se nos priacipaos botis oodi ja nio ht le; -
I res devoioto, o que fr com qne 01 que mais la:
jde visrem, procarem aloj amentos meaos como -
'dos, se acaso os encontrar m.


r

_i-
Fmri da ^araambaca 1>rr;a (eir 19 dt Marqo di 18'i2
-r
>
o Ospreparativo para os festejos pblicos es-
to quasi cnoe!adoSy Porto se (ole ufauar de hoarar SS. MM. II. com
estas verdadeiramcnte pomposas.
Tanto as autoridades ctvis como militares iro
as Devesas esperar os augustos viajante;.
Foi hontem experimentada a lluroioatjao da
frente do edifico dos pacos do cooselho, e casa
contigua, e produiio um lindo effjito, apezar de
nao estar concluida.
Os augustos viajantes vio alojar-se no hotel
b Lm're, onde Ihes es lia preparados. M quar-
io', urna salla particular e casa de jantar.
Apondremos agora quaes os t'.arios com que
se veste a >: Ja Je d j Porto para hourar a visita de
SS. MM. II.
A ponte pensil estar adornada com bandeiras
e galbarJetea, e igual adorno embellezca a pra
ea da Ribeira al ao caes de embarque, onde se
erguer nra vistoso pavilhao para a recepjo des
augustos viajantes pela camira rnuni:ipa', corpo
consular, autoridades etc.
No principt) da ra de S Joio levaoiim-se
cuas columnas, temi ama a bandeira p.jrtogue-
za.&outra a brasileira, eem toda a exteasio da
inssma roa se arvorario em mastros baedeira?
-emelhantes e escudetes, isto a entrada do lar-
go de S. D imiogos pompear otti arco de bello ef-
leito, lendo-se u'um dos lados o* tniciaes de S. M.
o I, e do o jiro as da sua augusia consorte.
No largo de S. Domingos ergue-se um pavi*
Ibo revestido de tola, eucioado peas armas bra-
-ileira e portugaezo, e uo centro as loieiaes 0.
Pedro II.
Votar alli na banda marcial, uue nos d-
zem vir especialmente do Villa Nova de Pama-
ico.
Todo o largo ser embanleirado.
o principio da ra das Flores ergue se novo
arco Iradameou adornad), e o resto da ri.a ar-
reiar se-ba com mastros e bandeira.
t A's esquinas das ras da Poste Nova e do
Soulo elevaio-se qnalro pimos rematados pe-
tas estatuas da Europa, Ana, frica e Ame-
rica.
A' esse respeito diz o nosso correspondente
de Lisboa :
Como Ibe disse na minha de 23 as rrcepjoes
.> SS. MM. o IraptraJor e a Imperamz do Brasil
sao por toda a parte o assumpto ebrigado de todas
as onversajues. ^
t Trabalha-se activameute nos preparativas para
illuminajoea pomposas e mais u.-.n-m-'.ra -- de
fabuco regosij i.
O ministro bra*ilairo fuciou ao Sr. ministro
do remo, dizenio que S. M ni) tceitava a> hon
ras militares que niirvtuiur Ibe quz.-ssfciu pres-
iar sua chegaua a citada do Porto.
a A subscripta > para a creaco da escola de
surtios-iudos que ba de commemorar a viajas do
Sr. D. Pedro II na cidade invicta, elevav.i-ie non
.em a 835^:006 rs. fortes.
< A cmara municipal do Porto pubiicou am
edital convidando os moradores da cidade a ador
narem as r.utarias das suas casas as roas por
'tille os imperadores do Brasil efTecluareiu a su
eatiada, ea prem laminarias na mil- Ja sua
begila e as itumediatas, bem com- a drcir. lo
du as deraorulrajdes de regosijo. Admirad?"
.Vd pedio taibim acs moradores aa estrada
desde as Devezas at a ponte-pensil, que mauJ-m
adornar convenientemente as janebas de saafl ba
cuajues, e a tidos os moradores Je V.l'a-N jvaque
cas irea.noutes seguintes illuroinem as fiemes de
ras casas e deem as demonstrajoas de regosji-
tos em taes actos.
Veritcoa-ie no Porto ama rennio dos volun-
tarios do amigo regiment da Aainha do bala*
ibo de cajadores o. 5, am de deliberaren! sobre
modo de felicitar os augustos viajantes.
Em Lisboa espera-se que as illurainajes se-
,am digcas da visita que devom solemnisar. A c-
mara municipal nao concorre para os festejos pela1
insistencia do Sr. D Pe 1ro II em se oppor a le-
joonstjajde: lililes. Havea comiudo o Te-
Denm eui acjes de grabas na real eapeHa de
Sanio Amono da S, que perlence a cmara mu
uicipal.
J forano (.ara a fronte ira as carruagens reaes
do camino de Ierro pata conduiirem SS. MM. II.
- jja comitiva. A ;S, cjoj Ihes disse foram para
Bidajoz o Sr. Anlradetyjrvo mini-tro dos negocios
-trang-iros) e o marquez d Sa da anleira es-
merar os augu-. s riajaiues.
\ HjDtem depoi? de mel da (jndeu em nosso
porto o vapor loyl'Z (iladiatoi; procedente de Li-
verpool por Lisboa, tetiJo fahdo desle ptrto o
'. a 1 do corren'.c. adianUodo portanto dous da-
s Dolidas qu recebemos pelo vapor francez ffi-
rodn.
Nes;a Jat3 es:reve oosso correspondente de
Lisboa:
As otcias que ne-tes uitimos dias teera che-
gado telegraphicamen.e de Washington, indican
qoe o governo americano resolvea responder em
i-rmos cordeaes votos do governc britnico, exi-
fliindo-se a discutir o ponto cootroverso, mas de
!-.rando positivarr.n'e que nio pode retirar ne-
imum dos seus peiii s, e que o tribunal de G:
itera resolver como eatener.
Esta noticia Um sobresaltado os nimos e
causado evidente bi xa nos lundoe.
O governo Inglez lez reduci,ojs consideraveis no
exeretto e na mariuba, com o intuito de melhor
rganisar estes servas, em que por isso se possa
pensar que se prepara par a gnerra ; entretanto
pesar dos desejos em conirari"1, esta nao parece
iDito davidosa. A Inglaterra tem cedido na ques-
la i Alabama mais do qoe honrosamente permit-
ido a ama potencia de primeira ordem, e que de-
seja conservar o dominio dos mares.
A dedaracao de guerra entre a America do
Norte e a Ingaterra seria o signal pita lomarem
o maior incremento os gerxens de revolta na lu-
cia, Canad e Irlanda.
No novo ornamento da guerra raaniesla-se
Uai aovo systeraa de defeza nacional : o exercito
a milicia e os voluntarios passam constituir am
fiande corpo que ser repartido em div.soes ter-
r.toriaes, contendo cada urna dellas tropa regular,
Hilicia e voluntario.
Lord Northbroock acceitou o lagar de gover-
L-i.lor geral e vice-rei das Indias.
Celebrou-se no dia 27 o Te-Deum ofQcial era
i.-:co de grabas pelas melboras e restabeieei-
mento do principe de ialle?. Hoave mnilo entliu
-;asaio.
Sir Gladstone recnsoa se na cmara dos com-
muns mostrar os doeumfnto' que se haviam
trocado com as outras nac,es, relativamente
Internacional; mas disse que, se algum governo
tstrangeiro lizer algnma proposta qual a Ingla-
terra nao faga objectao, a cmara receber com-
municcio da propo-ta e da resposta.
Foi approvado em segunda leitara o bil ten-
dente a legalisar os calamentos entre canhadis.
f Resta saber se ser approvada na ultima lei-
tara; pois ji tem sido apresentada por mais de
ama vez, e nunca conseguio sabir salvo das ul
timas fases das deiiberaces da cmara dos com
ames.
O senado do* E-laiosUnidos nao est dispos
to raciilicar o bil vetado pea cmara dos re
presentantes para a abolici-} dos direitos sobre o
cb, o caf e o aaaacar; pelo menos a commissao
da assembla enc>rregada de dar parecer s bre o
projecto propoe que elle seja rejeitado.
< O conde de Cbambord que eslava em Anvers
(Blgica), foi visitado pelos prineipaes membros do
partido legilimisla francez. N'araa recepcao que
hoave a l de fevereiro, bebea-se sade do rei,
e re-tauracao do papa.
< Na urde de 2 hoave grande ajantameot? de
povo em frente do hotel, proferindo-se gritas bos-
.i-. Foram presos dous individuos, e folios logo
depois. A muldo grilava : abaixo os conspira
dores I abait) osjesuilas! Viva a repblica fran
ctzal >
A polica conseguio manter a orden' em
frandes violencias.
No dia 23 Mr. Defr Interpellon o governo
telga as cmaras respeito da estrada do conde
da Cbambord era Aovers, dizendo que se conspi
rava contra o governo francez. amigo e alliaJo da
Blgica; c a Franca, d3se elle, acaba de passar
por ama crise terrivel e tem necessidade de so-
ceg. E' osta a occasiSo que algons homeos
eseolhem para vir conspirar no territorio belga
e a mea ;a r o socrgo. >
Mr. Defr accruoo o" governo belga de ter
dado esses bomens am testemanbo de publica
-ympathia pela visita que o governador civil e o
*overoador militar flzeram ao hotel de Santo An-
"i quj resida o conde de Chambord.
ionio,... '"" dos slrangeiro respondeo que o
O raimsii. menos acvo do9 preten-
conde de Chambord .. -'aidor apenas vjrf--
denles; afflrm.tndo que o gow ""de. Por
'oa am personagem da comitiva do j,
de i
que, disse o ministro, nio haviamos de oJ..
oer ao conde de Cbambord a bospitaltlade
qne eslo aproveitando actualmente muitos des-1
grabados, que nio tenhd preclsio de nomear.
do
Aecrescentia o ministro que as reuoiSes
h t I de S'to Antonio nio tinh&m carcter poti-
nco. -1 *a*T
Ap'4X)Too re analmente p r 58 v .p contra
37 urJ\ mc^a > de ordem dizendo : A cmara.
t sa.isfeita com as exslicciSes do governo, paasa,
ordem do dia.
< O conde de Cbambord parti no dia 27 para
a Hollanda.
> No banquete do hospital francez de Londres,
Rroglin disse que espera qua o exsroitos, ingle e
francez continuarn i er adiados leaes. O c-re-
nel Ausoa rospondea que a ninguem tinka cn-
salo maior sytnpathia pelas desgrac/as da V'raoca,
qira aot ofcues inglezes. Os desastres da Franca
ni) foram deshonrosos.
< O banco da Franca redntio o descont o
por canto.
< Tem causado grande impresaio o faci da
prisio do polaco acensado de tentar caira a vida
do Sr. de Sismalk ; o (acto do criminoso ser ca-
tholico e fantico, tem sido explorado contra o-
altraraoniaoos. Ene estalo parece, porm, ter ra-
miiica^oes em loda a Polonia.; nao ha palpito em
' que se nao pregue abe*tameote a goerra santa, e
em toda a parte, e todos os dias sa est j asig-
nando pecdjs para a restaurarlo do pDder tem-
poral, e contra todas as providencias destinadas
refrear. os privilegios da igreja caifa lica. O movi-
melo religioso onfunde-se com o movimento na-
cional, e como as populares sio misrsveis e ig-
norantes loma proportoe* pengosas. O p.ovo e
tem por guias nobres ambiciosos e padreHana-
licns.
Vo ser nomeidos membros da cmara dos
senb^res do parlamento pru-siano o* marectiaes
Mollke e de Roon. U goveruo prescinde da p ua-
da que tencionava fater, era presenga da attituJe
mais moJerada daque'la cmara tanto para oom o
governo, como em relaca) ao projecto de lei sobre
as escolas.
A cmara dos deputados da Prussa 3pprovoa
por 3.0 votos contra 4J um projecto de la! org-
nica sobre o tribunal de contas, apieemaJo pelo
ministerio da jntica.
i A polica allemaa prohibi rigorosamente a
aienacao para a internacional e a e)tisa.<;j fa-
vor d'ella. *
Nao tem fundamento o b ato de terem a
Prus-ia e a Rii'sia mandado urna nota coliectiva
aa goverao suisso por causa da Internacin*1, nem
que haja di parte daquelles governos inteu^o de
iotervir n >s actos do governo helvtico.
Um j roal de S. Pttersbargcf" coasi'derado
como semi-offlcial, consagra plHioa interuacio-
nal da Bussla am ar.ign, no qual o muit) para
notar o? sr guiles paragraphos:
i Se bem que a ius-ia nao lem nenhum inte-
resse em se injerir nos assumpios da Aileraa-
nha, t.imbem nao ten por outro lado nenhum
motivo para proceder com desharn a respeito da
Frasea.
A Austria, que desconfia das profisso-s de f
Mas pela Russia no iue toca pazeurrqa; a
Austria ;ulga-.;e, em consequencia das suas sym-
pathias com a Allemanha, em pe; feita seguranza
t ara dar livre curso sua perniciosa poltica, na
i ujuestio slava.
jf Mas essa' sympatbias da Austria, jualquer
que seja a sua f.rra, nal conseguir) scbrepir-se
as que o povo pr isssa i>i*ra com os UaVbs.
a Ainda que o imperad r e o povo da Rqsaia
lesejam continuar a viver em relaces de amisade
com a Allemanha, isto nao obsta a que a Russia
je considere com lelamente livr^ para obrar como
Ihe parecer, se a Allemanha mudar a sua altitude
e as suas deas.
t A Russia e a Allemanha p-idem con'.nuar A
ser amigas, emquanto esta ultima p -teocia nio
der aos laves nenhum motivo de hostilidade.
O ministro da fazenda dioamarquez, o Sr.
Fenger pedio a sua demis-ao, em conse |uencia de
trie terem regeitado o incomelax.
O governo italiano assignou urna convenga
com a companhia peninsular para o servio de
paquetes entre o Adritico e o Oriente.
Fui dado um banquete no dia 25 ao principe
da Prussia FreJerico Cario, no palacio do Qil-
rioal.
A Inglaterra tem eropregalo no Cruzeiro para
a suppresso da escravatora (5 navios no notte
da America e Indias Occidentaes ; 7 o bo da Boa Esperaoca e Costa Occidental de fri-
ca : 5 ao su! da America, e 9 as Indias Orien-
taes ; f' Reina grande actividade qo arsenal de Wol-
wicb, em Inglaterra.
Fundem-se irnmensas peicas para a raarinha e
defesa das costas, bombas torpedos, foguetes de
guerra 4 Os operarios trabalham de dia e de
ooole e em breve lodis ao colonias e costas in-
glesas recebera pecas novas e tnDoirfcs de guer-
ra.
O Jornal do commercio diz o seguale na sui
Revista Poltica h bre a Hespanba :
Todos os peridicos ministeriae?, menos a Po
tilica, combatem encarnicadamente a cfiligagao dos
partido? era Hespanha ; todos es peridicos de op-
posicao, menos a Epocha, a aceitara com entbusi-
asrao; tacamos excepijSodo Pensamiento EspiA
para quem a colligxcfo e a repblica sao a raesma
colsa. A Epoc parece concordar implicitamenie
cora o diario neo caihofico, e v nos colligados' de.
b Qaaoto a Poltica, nem o furor das hordas
mmisteriaes nem o espectro da repblica a ame-
droota, e antes pelo contrario o proceder do go-
verno a leva a annnnciar que a colligacSo nacio-
nal ha de receber era breve refonjos conservado-
res.
Ha um poni em que esiao contentes todas as
folbas ministenaes e oppusicionistas e o da gra-
vidade, o da importancia do aconteciraento politico
que ob o nome de colligacao nacional se revelou
em Madrid. E como nao bavia de ser assira I Um
tacto d'essa naturesa toda urna revolncio, e as
revoloroes sempre sao coisa seria. Qnando se ni-
ciam com o assentimento de todas as forijis vivas
de um povo e a titnlo de defria, entao cnegara a
ser coisa solemne. Por que ? Por que denunciara
um divorcio absoluto, total, perfeito, entre os po
derese as consciencias, entre as extetioridades e o
tii'id i intimo, en re o mando offlcial e o mondo
tffectivo.
t Os homens qu apoiaro a actual sitoacao de-
sastrosa da Hespacha, alada qne impenitentes, cc-
ntieeem por instincto o que deixamos dito. Por is-
so receberam o annuocio da coiligar^io com mais
terror do que assorabro; com raais espanto do que
ir. Suppunham elle qne tinba chegado a hora
dos termidoriancs. O assassin o de Prim parecen
Ihes talvtz comparare! com o a^sassinib de Dan-
ton. A espada de Serrano parecen-lhes talvez si-
mulante espada de Barras. Sagasta produ.zi.i-
ibes lalvez o elTeito de Sieyes.
Mas enlre Sieyes e Sagasta, enlre Barras e
Serrano esta de permeio um abysmo que au po
dem encher todos os talentos juntos d' essa de es-
peculadores revolucionarios, coohecida pelo signi-
ficativo appeldo de frenteiristas.
t Alm disso, o exercito hespanhol de 1872 e o
exercito francez de 1793 nao se parecera em coi-
sa alguma ; e analmente, o desecntentamento tu-
multaoso da Frsnca do directorio e o silencioso
descontenlamento da Hespanba da mooarchia de
nocratica, nao apreseniam similbanca de nenhu-
na especie.
Nao se pode oceultar os perigos, os grao le;
perigos para a Hespanha da coilig-rio nacional,
por que similhao'.e creancice bavia de ser castiga-
da to duramente como o foi a demencia dos car
thagmezes bespanhoes. Nio, nio possivel em 18
brumario, por que nao se improvisara os apo
leoes jomo os partidos conservadores. Nao, nio
possivel urna reaceao como a de 1823 ou a de
I84V, por que nao se vence ama naci eostnmada
a lulas de seculos.eom ama balalha nem eora um
decreto. Nao, nao possivel que se salve o que
esia unnimemente sentenciado pela ra*ao e pela
vontade de desoito railfioes de homens.
t Mas a colligaco nacional tem seus pongos,
seus perigos graves, seus perigos ineontostaveis
Que resolncio extrema e decisiva nio os tiro I
Teve-os a guerra da Independencia, e nao meno-
res. Teve-os a guerra dos sete anuo, e nao pe-
queos. Teve-os a conspiracio de Janeiro, dejo-
nho. de agosto, e a revolncio de setembro. Tel-es-
tila centuplicados^ absteccao. E finalmente, re
petinros a olligaeao bespanbola e um facto coces-
sario, como foi para os hespanhoes a revolucio de
selembro, como foi a conmiraeo de agosto, de ju-
nho, de Janeiro, como foi a guerra civil, camo foi
a guerra da Independencia.
Lancem os nrssos visinhos a culpa aos que
alli em He*panhi profinaram qoanlo ha va de res-
peitavel, sos que cnmprometleram qoanto harta
de respeitado, aos que flzeram tudo o mais seosi-
vel, aos que provocaram indo o meis ofTeodido, aos
que ajastaram orna aillanca afll-nacicnal, aiti-'i-
beral, anli-dynastica, intoleraT), em exclusivo
prove to do seu deyreJito. Nio se pode brincar
to impuoimente com as ideas e com es bomens
especialmente quando bas das manobras b tio
-*b*J franrfna qae s consile n'am algarlsmo arilhme-
'10. i
' elronlsr do minlsiro do interior, djHg.
pauha/aos go^'^^^J *> ^'^ exP,ielD,,0
o programma ainileri<. .
bi>
. .* Constituida um nv\ ministerio, ou modiiea-
* -i anterior sobajMBha presidencia se o ceg(
tsvint i do rartido tai prteodesse falsear o eue
'j, >v,--rrt i reo-jsenta, siria desnecessario que
maniwstasse a V. S. qual i a signilioacio, a ten-
dencia e o patritico fim, a que dirigirao os.seas
eiforcos, om perfeito e unantma accordr, os ae-
tuaes causelheiro* da corda.
< Conservar a cmstriuica en tola a sua inte
grida e pureza; girao.tir o livre exerclcio dos
direitos coislgnad-as n'aqnelle cdigo; allianQir
as liherdadea publicas, fazendo*as cada vez mais
aprjful.it do puvo iHspaohol, ante o exemplo do
seu piusa lo 'deseo volvioenM, e tram,uiUo exer-
clcio ; tcfinJer as instituicoei que levaulou a so-
bsraoia uaciom! ; ta terio se dirige, com moderaco, mas tambera com
resolucio e energa.
< A distiocta procedencia dos homens que com-
pera este goverao aio arge diversidade de dou
trinas nem de tendencias. Urna serie de actos sol
aaes e publtcoa uolia maniftslad.i ama aproxi-
mai;io de grupos qae se assemelliavam ; os quaes
boje defendem n'uma mesma aspiraco pelo futu-
ro da legalidad e creada, e pelo bem de sua patria
< O programma do anterior gabinete program-
la para o actual; o discurso em que i.ve a ti. nra
de erpr pe'aote a cmara, unnimemente aceita
pelos deputados da directa d'aiuella assembla, o
symbolo da nossa nolitica a a bandeira do nosso
partido.
< Assira o cnxpreheodta e pralicava o anterior
mioist ri ; aspira o compreheode e praticar este,
e a presen?i no sen sei de homens que milita*
rara em corpo* distiocio?, mn %i neotido ex-
presso e solemne aos que sappdem sci.-5-s e t'ii-
dennis encontrada" entre o> que ao governo pres-
taram, en grave e rcenle occasio, poderoso au-
xilio e inc lod'ccional apoio.
< N'uma palavra, a fusil d'aquelles eiemen'o-
comboidus da passada raaioria um laclo, e o
resaltad) oecessario da poltica de uir-ccao que
aquelle mioisteno leve a honra de estabelecer e a
fui luna de ver aceita. Se bouvesse quem qmzes-
se pregar e minter urna poltica de desemlianca
e de xcusivi no, nio serio baslaotes, d-td em
numero, nem mn importancia, para q e deixe de
considerar se como frmalo e vig iroso o grande
partido constitucional, qne salisfeiio co o as recen-
tes conquistas, em v i de alentar vagas espersn-
cas e ferir perigosameote a imaginario do povo
c.o.'n -um fu uro desonheci lo, tem a mais modesta
e patritica ambicio de aflincar o prese^t0, aqui
laiaodo a boodade das in^tiiuicoes democrticas
que nos reg.-m na p-dia do toq ie de experisocia,
a que nio ch?gou nunca a aspiraco do partido
mona rebino mais liberal de Hwoauba antes da re-
voleeio de eiembro.
la ciili:C V. S, edeve fazer conhecer, quaes
sai os princi| i >s e a teodencia que serveui de
baadeira a es- goverao, e as fon; is que o susten-
tara e o apoiara, em frente das quae se levanta,
entre outra<, a que setve de guia ao partido radi-
al, conhecido igualmente do paiz peas suas ten-
d-ncias e pelas suas aspirado'S.
Ante a proximidade do acto soberano das elei-
(o s, em que a aacio recobra o exercicio da sua
sjli.-ranu oara fallar era ultima iist.ancia se bre as
cousas e sobM os homens, si bre o governo e sobre
os partidos polticos, e para expre-sar as suas aspi-
rado m e os seus deeejos, bei de dizer a V. S. pou-
cas palavras, para que penetrado do seotimento
que anima o gov=rno, itrvam de inflexivel norma
a sua conducta.
Sa o governo tem a representaeo de um
grande partid), e se sent por elle vigorosamente
apoiado, ao mesmo teropo depositario do poder
publico; responsavel di nso que faca d'elle pe-
rante a oa^io e perante a sua propria ouscieocia;
a guarda de iQleresses mais altos do que polem
ser o interesses de oeohum partido, p-r mais
respeitavel qoe seja. Estas consideracoes obr.-
gara-n'o e exigem dos seas subordinado* urna con
duela digna, ciscjmspecta, imparcial, e al escru-
pulosamente nimia em observancia das leis, e em
respeito da liberdade do saflragio.
c Nem a- acsisicSts ioji;t, nem os atajos
violentos, nem os infultos, nem mesmo a ealtn
ma torcario o seu recto proceier nem p?rturbi
rao o reponso da sua e msrencia ; amparado pela
honradez dos seus propsitos, bem conhece de
quant) sio capazes as opposicoes que tendem a
d3struir as al'issimas ia-litni}des que escola com
a sua responsabilidad*, por modo nenhum sair da
legali hde que jurou, que se |-,ripo cumprir ti ,
fielmente, como se acha diposto a fazer respeilar,
certo cim ella e com o favor da opiniao impirciai
e jo-ta, de (r freio a temerarias tentativas coolra
o eiincio Constitucional, que o povo he;panbol, no
exercicio da su soberana, levautou.
Se nm partido, qje o governo consid-ra como
adversario, cujas d mirinas e teqdeucias nao oora-
parte aiode que respeite, e d.'ixas;e arrestar pelo
afigo dos nossos comnuus iniraigos, ou por ca-
iros raeios, a altitudes contrarias e fatae o^ra
que jnelos erapregeaJemos, e felizmente termina-
mos, da vontade resoluta do governo que ua>
ensontre n) procedimento de v. s.* era sa quer
pretexto que allegar para seguir assa sania, son 1-
o chamara > s inimigos irreconciliaveis da legali-
dade vigente, e para a qual pretenden) impeilir
alguna dos seas ardentes e irreflexivos partida-
rio?.
* No (Uso que, cirao confillmente espero, o
paz sanccioiie com o seu voto a bondade dos
principios e da teodencia que representara o go-
verno, e as forjas polticas e sociaes qae apoiam, o
despeilo dos vencidos procurar certarrreote urna
desculpa para a saa impotencia, e eonsolacio ao
seu amor proprio uas injustas accusac5es e as
mentidas reacgiSas e violencias. Mas cima dos
partidos est o raais severo tribunal da op:no e
da historia ; aspira v. s.\ como aspira o ministerio,
a poder responder ante ellas, que temos cumprido
com os nossos deverea como notnens honrados, e
aatecipadameaie cont cira a sai'sfacio de ter
conseguido interpretar os desejos d) governo e de
merecer a sua approvaco e o s?u applauso.
Da rJ.-;n de S. M. e de acord com o coase-
Iho de ministros, assira o coramnnico a v. para
sea conhecimento e raais effeitos convenientes.
Deus guarde a v. s.' muitos aqoos.Madrid, em
21 de fevereiro de 1872.( Assignado ) Sagasla.
En reiacjb Periugti escreve o nossa cor-
respondente :
Est melhur o Sr. Jacorae Mooiz, ministro da
marmha ; j corapareceu oa cmara electiva. Sio
muilo dolorosos os seos palfcimeoios. D'esta
vez perdeu a vista inteiramenle por 5i horas. A
discussao sobre negocios da India tera de ser aca-
lorada e delida ; os mdicos acooselbam repouso
de espirita ao Sr. Jayiae ; moitos membros da
np;i isicao, avim da dous deputados pela India,
quereos lomar parle nos debates. Se o ministro
se nao restatelecer de promplo, vr-se-ha o go-
verno em grandes difflculdades.
t o airo alto fuQccionario doente, mas este tan-
to que ainda nao tomou posse do sea lagar,
o Sr. Aoicaio de Carvaih) (director geral da ins-
trueco polilicai e irraio do Sr. Matnias de Car
valbo e Vasconcellos, miaistro de Portugal ua
corte do Rio de Janeiro. Parece que era logar do
Sr. A. de Carvalho ser nomeado um memoro da
cmara electiva, cavalbeiro muito ilustrado, e
competente para lo elevadas fueccoes. D:z-sa>j
isto, mas nao sei por ora de quem se trata, e ape-
nas sei que se devia offerecer aquelle lugar ao Sr.
D. Aob nio da Costa, aulor da Historia i-i ins-
truccio popular em Portugal e da nstruccao Na-
cional, dous m.nauentos grandiosos que to im-
portante especialidade levaotou de 1870 a 1871 o
seu profundo esludo a irrecusavel talento. 0. An-
tonio foi ministro da instruccao publica na dicta-
dura do marecbal SaliUoa em 19 de raaio de
1870.
A cemmissio especial para tratar da reforma
da Caria tem proseguido em seus trabalhos,
As municipalidades em grande forja tem con-
tinuado a representar cootra- a reforma adrarais
trativa proposta palo gereroo actual.
Os industriaos representan] contra a classifi-
cacio da nova lei tributaria na parte que Ibes diz
respeito. A direccao da associacao eomraercial
do Porto rcprsMoton Umbem do parlamento :
1.* para que os tres typos de assucar nao retina
do, marcado oa le de 27 de dezembro de 1870
sejam reduzidos a dous ; 2 o para que sej appro-
vada a proposta de lei o. til, e 3. par qae a a-
nnha de po (aodioca) cajo direito era do cinco
j.i por k.logramma o que a dita lei elevou a 20
re-, venba a pagar o antigo direito.
< Pjr decreto de 16 de fevereiro firam decara
dos vagoi os circulo eieitoraes de Amarante, Pa-
redes, Caldas e Pvnla-Delgada. Manda o goverao
proceder a ele.M;# de um depulado por cada d'es-
tes circuios no ia 17 do correte marjo.
t Marchoo do-V.va par Coimbra o general da
segunda diviaao miniar com lado o estado-maior,
aflm d'alli e^perarem SS. MH. Imperiaes.
t Foi concedido o ltalo de visconde de No-
gneira ao Sr. depntado Jacintho Augusto de
Sam'Anna e Vasconeelios, qiw no oa 26 de ftve-
reiro partir para o Para, come consu.l geral de
Pdrtagal. e encarregado de neg?!*? o P*r e
Chiie O pai ao Sr. 3aw'Anna foi o primeira vis-
conde este talo. 8ra da ilba da Madeira.
E< Driqrqijo verdadairg furor no ibea'.'.
lyrico de Lisboa o Ruy Blas do maestro MarcbsMi.
av esta < pera oa segunda recia qae amda teve
am efito mais lisongeiro qae na primeira;
Otbeatro de S. Curtos abri assienatura ex-
traordinaria de seis recitas para o; dias em que
SS. MM. os Imperalores do Brasil se damoraren
em Lisboa.
No beneficio da actriz Emilia Adc-laide. amaaha
vai seena pela primeira vez no thelfro de 0.
Mara II a Mari Anlmittt*. Emilia e Santos fa-
nal os prineipaes papis.
Renio-se no palacio de crystal do Porto a
commissio promotora da exposicao beapaoo-por
ugueza. Fui lido o offlcio pelo qual o goveroa J r
civil do disiricto participava i direcca i a resolu-
cio do governo em nao subslliar a exposigio. O
visconde de Villar Al&m prop:a que em vista
d'esta reselucio do governo se flzesse nina ex
poi;ao interdaciona1. Fallirn contra o alvitre
os Srs. Mecer, Coutinho, Naseimento L;io, e A.
Caetano Rjdrignes, resolveudose iaistir com o
governo pela realisacio da exposijao hespano-por-
tagueza, demonstrando as vanugeos que adviriam
ao paz se ella se tlfectuasse. Com a exposlcao
augmentara a circulado dos camrahos de ferro
e p ii tanto a porceniagem paga ao governo aug-
mentara o consumo e perianto as receitas prove-
nientes d'esta fonte. Com a exposicao adviriam
ao paz e pagariam direitos na alfandega muiUs
artefactos, que alias nio dariam all entrada.
Deliberou-se por flm representar de novo ao
governo para conc.der empreza ao menos, a im-
portancia dos direitos que pagassem na alfandega
us objectos destinados a exposicio e que oella fos-
-em veodid is.
O joroaei das provincias vio a-'hiriad) i
Jeliherages tomidas oa reuniai dos jornallstas,
esrripiores e autores dramticos de Lisboa, sobre
a nscessidade de cbamar a attenca < de S M. o
Imperador' do Brasil pata a eonvenieneia de se
fazer urna convenci luterana entre Portugal e o
Brasil.
O ultimo numero da Correspondencia de Por-
f <0 admimslragjo da Iroprensa Nacional de l.i-ba
perqu vendo ora estabelecimeoto custrsimente
subsidiado pe'o e-talo, se presin a eotrar n'uma
C' mi) na cao com um estraogeiro (creio que natu-
ral do Brasil) aflm de fazer concurrencia aquella
publicacao peridica, e isto, remetiendo por cada
pa poete as formas de ura jornal j composlo, re
visto e proropto a entrar no prelo assim que l
chegue no Rio d Janeiro.
c Nio me parece que o terreno da aecusacio
seja o melhor. Se se dissesse qae j nao preciso
actualmente subsidiar na industria typograpbica
um eslabeleoimento modelo, porque o desenvolv
ment desta arte e das suas correlativas taes como
foudico de typi e ornatos, galvanoplastia e>c.
entregues a iniciativa industrial das emprezas
que por toda a Europa e Amrica tem feto estas
mdtmrias, a que-to nio represeotaria um des-
peito, mas seria tratada no campo dos principia e
s)gunlo as apreeac5?s econmicas mais geral
nieote recebidas em todo o maolo civilisado.
t Acensar, porm, aquelle estabeleciment), que
o tambera de fand,ccao de typos, porque em
vez de exportar o seu typo em surtes o exporta era
fimns, compostas e sd porque este modo de ex
portar affecta os interesses de um cert e deter
minado jornal, que o jornal doi que levantara
a acrimoniosa aecusacao, parece me urna forma
!: uc.i sympathica de entrar n'uma questio em
que realmente baveria muilo a dizer, mas consi-
derando-a a ootra luz mais placida.
Qjauto ao outro oonti di aecusajao de que
a edisiod'a Delfina do Mal de Tnomaz Ribeiro fii
sendo fraudulentamente remetuda d'aqui pelos
paqietes em proras a propongo que a obra ia
sendo impressa de modo que ao Ro de Ja-
neiro eslava prompta urna eontrafaccio ao mesmo
tempo que appare: era Lisboa a ediccio portu
guezi, nio depfis esse facto conira a probidade do
jJrainstrador da I opreisa National de Li-bi, o
conselheiro Firmo Pertira Mairecos.mem contra o
governo de P r'ogal que sub'idia esta importante
offl;iaa typographi ja, terceira da Europa, pois
na opinio do grande jury da expos ci interaa-
oioal de P..ri', s tem icima a iapoUaats ira
perlal de Vienna d'Auktria, e a Irprensa Naci
nal de Franja.
Aquella remessa sobreelicia e fraudulenta das
provas da Delphina simp'esmente um erime
previto nos cdigos penaes de P rtugal e do Bra-
sil. Se a'jao da just'ja nao puni quem o com-
metten, de qnera foi a falla, t
Qjsnlo aos fictos de cintrafajio, para isso
que se torna cada vez mais urgente a convenejio
luterana.
t Ainda ha poucos dias ouvi dizer ao Sr. Tei-
xeira de Vasconcellos iae devia ao seu amigo o
Sr. eotuelaen, Pereira da Silv?, dtstinctissirao es
criptor e poeta brasileiro, o delicado favor de
consentir qie em todos os livros delle (Vasconcel-
los) se pozesse a declarajio de que erara proprie-
dade do Sr. Peroambuco da Silva, para assim es
tarem ao abrigo dos contrafactores, que.....qu.',
diga-se a verdade nao sai brasileiros, mas, se
guodo me afSrmam, sao compatriotas dos nosso.
escriptores.
Como timbro de fallar sempre cora franqueza,
nao sei fazer d'outro modo, anda que rae cu^e. i
PEBNAMBUCO.

REVISTA dlABIA,
ASSEMBLA PROVINCIAL.Na sessao de hon-
lom a assembla provincial oceupou-se com ossa
guintes assuraplos :
2*discu3sio do prejecte n. 18 do anno passado,
suppriainlo os dous lugares de mdicos da poli
cia.Foi rejeitado, depois de orarem os Srs. Silva
Reg, Vieira de Aranjo e F. de Figueira.
3" discusso do prejecto n. 111 do anno passado,
autorisando> presidente di provincia a contratar
cem Irineu Evangelista de Oliveira, ou com auem
raelhore* vrntageBs (fferecer,. a consirucjSo d-
urna estrada de Agua-Prela para Leopoldina.-
Foi approvado.
3' discusso do additivo offerecido em 3a dis-
cusso ao projecto d. 36 do aono pascado, creaq-
do um dlstricto de paz oa cidade da Victoria.Fi
cou adiado a requerimento do Sr- Ralis e Ssla.
3" discusso do projecto o. 28 do auoo passado,
sojeitando os alumnos da eicola normal a exerci-
cios caligraphicos dorante o 3' anno.Foi reraet-
tido a commissio de iostruejo publica a requeri-
mento do Sr. G. Lob).
2' discusso do projecto n. 72 do auno passado,
aatorisaado o presidente da provincia a mandar
construir 3 pontes em Agua Preta.Foi rejeitado,
depois de orarem os Srs. J. Correia de Aratijo e
Satis e Silva.
2* discusso do prejecto n. 82 do anno passado,
concedendo duas hienas pira as obras das matn-
zes dos Montes e Uoa.Foi approvado com diver-
sas emendas.
2'discusso do prrjecto n. 101 lo anno passa-
do, autoritando o coutraio para construejo de
nina ^onteque ligue a ilha de Itamarac ao con-
tinente.Fui approvado.
2* discusso do projecto n. 110 do aono passa-
do, autorisando a coostruejo de urna pon;e sob
o riachoCa-mevouna villa do BjdIo.Foi
approvado.
! discusso do prrjecto n. deste anno, sp-
provaodo as alterajoes feitas pelo presidecle da
proviocia ao contrato para construejo daestra
da de ferro de Jaboato.Foi approvado.
2* discusso de projecto o. lo do anno passalo
autorisando o contrato para a coostruejo de urna
estrada de ferro de Agua Preta para Bebeouro.
Foi approvadr.
A ordem do dia para boje : continuajo da
anterior e 2* disenssio do projecto n. 3 desie
anno.
PERNAMBCO STREET RAILWAY. Era 16
do corrente expedio S. Ex:, o Sr. couselheiro pre
sidenle da provincia a te guite portara :
Attendendo ao que hie representou a compa
nina Pernambuco Street Railway, e tendo em vis-
ta o^que Ibe informaram o engenheiro fiscal da
mesma companbia e o gerente da Brasilian Streel
Railway, resolvo permtttir que aquella companhja
no assentamento dos mlhos at o ramal de Joo
Femandes Tieira, altere a sua direcjo, seguiodo
o itinerario da ra d Gervasio Pires, Corredor do
3ispo, Soledade e Joio Fernandes Vieira a'. o pon-
to indicado na planta approvada por esta pre dencia ; entendendose, porm, que aquella empre-
za nio poder mais colloofr trilbos em qual-
outro ponto coraprebenflido na zcoa de ama mi-
Iba a partir da margeno doli Capibaribe, por s-r
incompativel oom o privilegio concedido mencio-
nada corapaobia Brasilia* Street Railway, e bem
assim qne aquella companhia concesso nao pre-
jaden os protestos anteriores desta, nem envolve
modifleacao no privilegio alludido.
GUAilDA NACIONAL*.Por portara do prfsi-
deatflb provincia, dB 10 do correte, mandon-fe,
dar gula de passagem para o mnniefpio de S. Ben-
to, ao major commandante da secjao do batslbo
n. 7 do municipio 2 Ssfjjhuns, Joi-? da Porciun-
col Valenca, a seu pem'oY'
.*
AUTORIDADES POLICIAES.-P)r portara da
oresideneia da provincia, de !8 do cojrente fo:am
oom ados :
2" sjpplen'.e do (utbilegad) do l' distrieto da
regut-zia da Capnnga, Raymundo da Silva Maia.
subdelegado, 1, 2 e 3* sapplentes do |* distric-
t) do termo da Escadaten-nie-coronel Antonio
Goncilves Ferreira, Antonio 'GWnea da Silva
Juoi'or, J.c Florentino da Foncca Mello, Alexao
dre da M itta Canto. *,
Subdelegado, 1, i e 3 snppfentes do Ia distric-
t) do lermo ds Barreiros Chnstovo Beato do
Reg Barrete, Joo Marrano de Barras, Paulo Lei-
li Ve-cosa, Joaquim dos Saotos Draiz.
1, 2 e 3' suppleutes do delegado do termo de
Cibr-b-Fortunato Francisco dos Santos, Libera-
to Ribeiro Granja, "e Joe Quinlino ios Ssolos.
THESOURARIA PROVINCIAL. Por portara
da presidencia da provincia, de 18 do correis,
foram nomeados para esta resartijio :
2* oflhial do contencioso, vago por falleciraento
do serventaan i o 3o escripturario Joaquim Lucil-
lo de Siqueir Vareiio.
3o escripturario do contencioso, Joaqu'm Borges
Carneiro, que fazia parte da commissio cootra-
tada. a
Pratcante o|col!aborador Angelo de Fojos Cor-
reia Cesar.
FERIMENTO LEVE.No domingo urde, um
individuo, eujo no.ne ignora-se, entrando na esta-
jao do Saigadinbo num dos wago.'s da estrada de
ferro de 0 inda, rraltfatou is empregados do trera
por exigirera o pagamento da respectiva passagem,
e que foi expellilo do trem, continuando, po-
rm, a offender com pi-hvras aos ditos emprega-
dos, o guarda nacional Antonio Joaquim de Sam'-
Anna procurava repeilir os io-ultos, quaudo foi
ferid) com ama punbalada ni brajo direito por
aquel) individuo, que logrou evalir-ee.
RA DE DI Vs CaRDOSO. Moradores desta
ra se dos quixam do encoramodo que Ihesjcau-
sa a o n-.Tvajo ah de um boi e um carreja,
como se fosse permitiido fazer da ra deposito de
uraa e coxe ra do outro. Chamamos para Tsso a
attenjio do Sr. fiscal respectivo.
FACULDADE DE DIRBITO.-No dia 22 do cor-
rente deve ter logar a prova oral do Sr. Dr. Gra-
ciliaoo de Paula Baptiza no concurso que se
procede para preencbmeato de urna vaga de lente
substituto.
COLLACAO DE GRX-Dsve ter lugar do da
2Tno corrate, a l hora da larde, a collajo do
grao de doolor em direito dos Srs. hachareis Jos
Ausiregtsilo Rodrigues Lima, Jos Avehao Gargel
do Araaral, Pedro da Cnona Beltro de Araujo Pe-
reira e Joo Augusto d^ llego Barros.
SOCIEDADE LUMk-BRA%LElRA. Amar.hTa
celebra esta sociedade urna cesso para a discus-
so dos estatutos internos.
LOTERA.A que se acha a venda a 219", a
beneficio da matriz d'Agna Preta, a qual corre no
dia 23.
LEILO Amanbia efecta o agente Ma.tins
o leilo de movis, relogios dt parede e algibeira
na casa o. 100 da rui do D: ;e de Caxias.
CASA DE DETENCAJ.-Movimento do dia 16
de marjo de 1872 :
Exisiiam ( presos) 382, entraran 2, sahiram 9,
exislem 373. A sabe:: naciooaes 269, mulheres
II, estrangiiros ii, escr.vos i7, escravas 4, to-
tal 37-5.
Alimentados .i ca--la dos cofres pblicos 310.
Movimento da eefermaria d) dia 16 demarjo de
1872.
Tivcram baixa :
Acdr Ger oaDo de Oiivei-a bronchiK
Marcos Pereira Machado, Jyariha.
Carlos J. Ferreira de Qjeiroz, gonorrha.
Silva ior Hiooratodos Santos rbeum tism).
J. de Lyra Baptis'a, iaiges.).
Tiveram a'ta :
Mina AI ves da Foneeca.
Joijuim Gomes Bezerra.
= 17
Ex3tam (presos) 373, entrarara 6, exislem 381.
A saber :
Nacijoaes 271, mulheres II, e.-faogeiros ii,
escravos 31, escraa^ i.
Alimentados a custa dos cofres pblicos 307.
PROTESTO DE LETRAS.O escrivo-dos pro
testes Jos Mariaoo esiade seraaoa, em seu cario-
no roa do Impen.dar n. 12, pavimento terreo
HOSPITAL PEDRO II.O movimento dess es
tabelecraento de 11 ao dia 17 de mar jo de 1872,
foi de 291 existente?, entrarara 30, sahiram 23,
falleceram Pl, exislem 28o. sendo 177 bomens e IOS
mulheres.
Advertencia.
Foram visitadas as enfermaras estes dias as
8, 8, 7 1/2, 8, 7 1/2, 8, 7 1/2, pelo r. Molla,
as 8 1/2, 8 1/2, 8 1/2, 8, 9, pelo Dr. Malaquias.
Fallecidos.
Elesbao lonotencio Gome- ; epilepsia.
Antonio Mooteiro ; incontinencia das ourina=.
Jo: Gojdes da Silva ; tubrculo- pulmonares.
Joo Frsnesto Medeiros ; diarrha.
Manael 'Narciso L'qies ; cebexa.
Joo Dias de Souza : hepatil?.
Maria Joaquina ; erysipella.
Anionio Maooel Gomes da Silva ; cloro anemia.
Carolina Mara da CoCOicio ; tubrculos pulmo-
nares.
Marcelino ; l'cbre typhiide.
Joanna Baptista dos Santos ; tubrculos pulmo-
nares.
CEMITERIO PUBLICO.Obtuario do da lo do
correte :
Joanna Maria R., branca, Pernmbaco, i7 annos,
casada, Graja ; myelite.
Francisco de Assis Moar, branco, Pernambuco,
ii anaos, Santo Antoni) ; Depalite.
Francisco, branco, Peroambacp, l mez Recife ;
espasmo.
Um recem-nascido nao bapiisado, braceo, Per-
nambuco Boa-Vista ; a1 nascer.
Maria, parda, Teroambuco, i aacos, Boa-VsU ;
gastro intente.
Antonio, pardo, Pernambuco, 3 aano=, Boa-Va-
la ; varilas.
- 16 -
Anna faereza de A'au;o; branca Pernambuco,
31 annos, Salteira, Graja ; hepatite
Joo, branco, Pernambuco, 9 metes, S. Jos;
dentieio.
Joao Baptista, pardo Percarabuco.ii anuos, sol
teiro, Boa-Vista ; ttlano.
Antonio Ferreira da Silva Santos, Portugal, i
aunoa, Boa-Vista ; ueriben.
Carolina Mana da Cooceijo, parda, Rio Grande
do Norte, 36 annos, soltera, Boa-VisU, hospiul
Pedro II ; tubrculos pulmonares.
Antonio Manoel Gimes da Silva, psrdo, Per-
nambuco, 2o annos, casado, Boa-Vista, hospital
Peiro 11 ; cbloro anemia.
Izidoro, pardo, Pernambuco, 2 ancos, Boa-\is
ta ; coovolsdes.
Lauriana, branca. Peroanobaco, 6 mezes, Boa-
Vista ; denlicio.
Jos Marques da Cesta Soares, branco, Pernam-
buco, 70 annos, viuvo, Boa-Vista ; hepatite chro-
nco.
UBLiCACOES K PEPIDO.
negocios de Fernando.
.Srs. redactores.-Nao devia mais incommodar
o publico com negocios de Fernando, que alias o
julgo bastante discutidos ; mas o Sr Quirino Joa-
quim Mideira, a isto me prowcon por nma pu-
blicajo inserta no Diario de Pernambuvo de 16
do correte com documentos autnticos: e ainda
mais chamando sobre mim a odiosidade dos mni
disiinctos Srs; offlciaes que commandavam o presi-
dio, e de outros qae serviram de roajores da pra-
ja, cdjo cargo exerci era falta de outro, pois, sou
o priraero a recoohecer a micha falta de ap-
tidao. #
O Sr. Madeira dotado como de geni) alrabi
lario, nao fffre jamis que seas inimigos trium
pbem da calumnia ; e apresentou se irrogando in-
jurias, aos distinctos membros do conselho de in-
vestigajio, que oce ju'gsr;m sera culpabilidade, e
ao Exra. Sr. comroaudante das armas, em suas
allasivas expressoss-O 5r. capitao Trujano foi
achado sem culpabilidade, pulcerisadas as partes
dadas pelo commar.danle----e para mais firmar
a innocencia do Sr. cnpilo' Trajano tratucrevo
alguns documentes para corrobora-las. S 'rana
crveu os docnmeiitos de o 101 todos adreie pre-
parados, croo se evidencia logo a primeira vista,
e sem cafnsier probatorio : cemo se ver. Os de
os. 1 e 2 fornecidos peb commandaate (!) se diz
que os garrafdes, que deu ordem para desembar-
car (e para elle) eram de cinho, e qoe, os desem-
barcados para mim (i que negn) eram de egxtar-
dente bem como um ca.xo em que pode o dito
commandante bisear essa asseroao, vio e exami-
nou ou foram por aigaem inspeccionados ? Posso
afflrrear que nao.
Que ignorava a 20 de calubro dos motivos.por-
qnn o sargento Madeira nao me mereca oooflan
ja, quando alian no dia 19 Ifce bavia en dado urna
parte goptr o do ?*rgento epeci(i:ando factos
crimiooso, e ofJensivos a discipflns, ped : a
sea detnissio. Forte ignorancia I 0 docime:-
to> de ns. 3 4 esli em cootradi^in, po:s, no de
o. 3, diz Candido Jo>Rulioo que comprara agar
dente a 3iOOO a garrafa, quando oo de o i afflr-
ma Raymuodo Nonato Ferreira Cavlcao!, qne
Caodido coroprava por l|000, qne letame g.-; t f
Mas para o publico avaliar bem o carcter prote-
lorio desse papel forne<-ido pelo senleneiido Ray-
mundo, e do earartr de mens persegnidore*
transcrevo o decreto sob* lettra A.
O decreto de n. 5 sendo valioso nada alias pro-
va a questai, por Ihe faltar a relajao dos otjec-
los despchalos, oo le est incluido o tio fttud
vinuo. Tambera verdade que meu cunhado em
agosto Dada despacb >u para Fernando, porque o
vapor que shii em albo, apenas lev. u por ai-
lo favor parte dos otj>eto,' visto ser fritado n-
peeulmeote para levar doentes ao presidio. Pvr-
tanto o d cumenio nada provon.
Qie nunca fio meu cunhado para ter negocra-
joes cora elle; forte asneira I dessa forma oa*l do
co/araercio.
Q h nuica me atrev a declarar ao corarran-
danie o motivo p rqee nao me mereca ereHee*,
qoe era a minha espiuha de garganta, tiium tt-
neals, que graode personagem era o Sr. M>d* rs.
um sargento de coodemnados I
Mas como sabe que sempre o elogiei, e |ae
nunca deciarei estes motivos de falla de couhao-
ja 1 p-los seus documentos ? piojare oatre ne
estes oara mim sa i papis sajo*. Se ea eoni4*-
rasse o Sr. Madeira como minha espinh de gar-
ganta, teria-o retirado do servir i da fcaaafft, o-
m o flz a 20 de oalabro H 1871.
Perguniou-rae o Sr. Madeira o motivo porqM
nio o dimitti do lugar desargento no meu nm-
mando iit-rno, r-o sendo elle de mmlia eom.c-
ja, pejV, quera qae eu em trala dias o eeafee*
cesse* E' verdade que algnma con*a sabia, e '.c-
to qne nao Ihe presfi o alterado de soa coodac-
laque me ped Ao boin entendedor meia aeiaj*
vra basta.
Qoanlo em minha publica jao no Diario o- 13
do correle deciarei que o mal de Fero vinba da dsmorasajo de sen* <>veroad^#,
me reiarl ao lempo em que o- >eot''ucado* pul '-
cavara no diarios rorrespoodencas Mavara II
superiores e assignava.u o proprio nome. I rx
aas djiim trajoes transactas nao se den, |aaa
fados to estcenlos: logo implcitamente '
g ei essas adraioittrajoes.
Mas o Sr, Madeira anda me achou culpa''. r
eu lia er veudo a Tb iiaaz H-idrignet o rest.ci
dos gneros alimenticios de mmlia dispens'. pr
ser o dito Tliomaz, sentenciad*-, o qoe expr"-?:.-
meole pnhibe o regolamenio. Desejava qoe me
ndicasse o artigo. O que o regulamenio rrofci-
be expressaoieon (rc lf) vender e exportar o<
gneros de pro Jaca) da ilba, mas o Sr MaJ-.ra
diz jue vendu urna porji'i de f-ijio (podr< i e
ai oda agora em sua viola trooxe muho, etc.
Para corroborar a-iealdade coa qae o Sr. Ma-
deira serve ao actual tommandaut', lrn-i
documeoto, sob a letira B do proprio panno e .<-
signatura do Sr. Campos Mello.
Aqui exislem nesla capital s Exm. Srs. t:
gadeiro Lobo e coronel L"al, e os litio*. S'. M-
nenle.-c.rotieis Pyrrbo e Raposo da Cmara, .e
eominaodaram o presidio, S. Exc, o Sr. precav-*
da provioeia os ouca a respeito do Sr. Made ra,
elle o pede, eu, porm, vou pen"ando qae l v
Madeira nao pote residir uo i rsidio pel"s *-
guiles motivos :
1.* Porque sendo aquelle presidio nm eslabele-
cmento mi.itar de primeira ordem, nio piee
nem deve nelle estar bomisiali um deserte-r ia
esquadra portugaeza.
2." Por ser intrigante, como provam os -tas
proprios documeotos no intuito de gozar de evitad
regalas.
3 Por ser de genio atrabiliario, procaraodo
por roeio de penis e sugestdes, declarajoes ii -ea-
tenciades contra seus superiores, o qoe i um
meobroso de malfica inlliencia na parle : ci-
plioar.
Por ser o nico e verddeiro iairo4ucu>r de
bebidas espirituosas n> presidio, como pr ivn oe
depoimeotos das lestemunbas que depezeram no
meu cooaelho de investiga jao, as quaes reparte
por outros vivandeiros.
C* Finalmente pelos motivos expostos >o nta!
do parecer da comn s<> de -\alicaocia que m
ao presidio em abril de 1071, o qual deve e?ur
no archivo da secretaria da pre-idencia.
Recif, 18 de marco de 1872.
Trajano Alpio de Carcalko Siendo, i.
DOCUMENTO A.
Sr. Canuto Candido IWmos.Constank>-me M
(Jjirioo Joaquim Madeira, quando e-Uve era cu-
tubro do auno Ando ae-tt c dad?, mandara a UM
de delenjo uraa carta c.o'ra mito, ao seol'nia-
do Raymuodo Noaalo Ferreira i'.avaicante que fora
no presidio de Fernando, demimdo de sargn
al lea, a meu pedido pelos seus pesamos t ^tu-
rnes, e cuja resposla deu mediante a misera ve.
peila de 2000 : queira dizer-me por amor a ver-
dade do que sabe a respeito, e quaes as pess..s
que viram tambera a dita caria.
Permita -me que faca de sua resposta ou) qie
me couvier.
Recife l de Janeiro de 1871.
Sou seu etc.
Trajano Alpio dt Carvalho Jfnuion, i.
Ilion. Sr. capito Trajano Alipio de Carvalnt
Mendonja.Recife 2 de Janeiro de 1871I) i-r a
verdade meu dever ; i.-to posto, sati(aco
pondenao a carta que dignou-se dirigirme ;-la
maoeira seguinie :
Acbaodo-me eolio oa casa Je detenjao, qttr. i
rae foi dito por Flix de Araujo Lms, e -n
Caelano Nones Pimo, qoe Quirno Joaqoim Ma
deir, dirigir urna carta so senteociado Raynun-
do Nonato Ferreira Cavaicaote, remelteodo-ih* a
quaoiia de 1000 e exisindo em coropensaj:.
elle lestemunha contra V. S.; ex,licaalo a refe-
rida carta, os quesitos, que elle Raymnndo dev 'a
responder quando chamado para depor t Vae i-
lando meo espirito, subre a vtracidade do qae jfj.
va, busquei certificar-me, dirigndo-me ao "upra-
cilado Raymuodo, que relutando em principio, cao
poz duvda mais tarde, dizendo-me qoe todo qne
eu Ibe pergunlava era verdade, isto e, ine Madei-
ra maodra-lne o dnheiro j fallado para qne jn-
rasse que V. S. venda agurdente em Fera'ido
de N> roana. Ainda disse-me Rayraondo que epe-
ira V. S. indo jorava ama vez qoe c*** a pedido
de Madeira.pois qae e-te fazia'o qae quera naqu*i-
le presidio, e que rafallivelmeote para elle ve.tana
Passados, alguns{dias, anda soabe que Rayronnd)
recebera mais i000 !e Madeira par o imano
flm .. As pessoas que virara a dita eajia foram,
alm dos mesmos que j declinei no principio
Joaioim Rodrigues Maia de Oveira. Esta d".a a
verdade ; e jurarei se preciso for Ibe romo pede
de minha resposta
Soa de V. S. ltenlo venerador e eriado.
Canuto Candido Ramot,
Pr.meiro sargento reformado do enere t
DOGUMENrO B.
( Conforme o origiral. )
IIiod. Sr. major.Proceda-me a mais miaac(.s
investigajo sobre o faci seguinte :
Na noite do dia 26 do correte deserabarcou na
praia de Santo Antonio, por tarreaos diverso* a ea
ortem ora bab de 5 palmoi mais oa nrmm na-
do aprehendido por Jos Antonio Corres de hVlb
que se achava de ronda naque'la praia, o cabo
Joo Dias levou ordem do sargento M deira para
entregar o dio bahu ; e-tao envolvido* nislo Dr.
Cristovio Luiz Daniel, Sania Isabel, Manoel Fren-
Cisco, esto baba consta qae foi entregue ao Negc-
eiante Paivapela iovestigajio podera conhecer a
pessa que carregava o bahu ao mencionad) li-
gar onde foi apprehendido.
Campos Mello.
coronel Franca
morador das Un

O teneute
iniuludo
tea.
Em quanto promovo a responsabilidad* do e-
bnsteiro e calumaiador qne no Diario n. i3 seas-
sigor t o Morador dos Montes compre que anj
esciareca ao publico, isto aqnelies que me nao
conhecm de per to, o qne se deu e< m rc'a jio t
minha fillencia :
Ten lo eu sido nma das victimas produslnas pe-
la terr.vel crise eomraercial qae se des-nvolvea
geralmeote nos annos do 1660 a ISdi, fui a mi-
nha fillenci. julgada casual e justificada pela ju-
rdica senttnj do integro juiz e-pocial de wes-
mercio entio o Sr. Alencar Araripe, isto ea 13 de
novembro de 18)2.
E, nio obstante os inaudictos onforee de no
mea iniroigo gramil) para ser refwrmda,es-a sen-
tenja, anda que nuoca para clasifica?** de irau-
duleota, triumphei obleado do sapenat tntliuoi -a
relajao a con firma ca da casualienne de Uileo.a
pelo luminoso accordo proferido por nena maior a
de sete votos, de entre nov: deseantanaaeofee pre-
sentes
Em segaida leve logar a eoacorda'.a, na ,'orati
do art. 845 Jo cdigo commereial, pela qual rece-
beram meas credores a manen (ilitla oj valor de
cenlo e quarenl a tantos oonto* de rel% dando-se


&





ogo por pagos faite.* da todi a inrportaichi da
asm crditos, c|io total e*a inferior aquella xa-
E,,i9Sff 1*'fj| *** pr uma mlia-
ru ^GajBH a de credores pernales era aedi
neia, Mni aoeeesarle eeerar credores au-
sentes, foi KBMtagada por ant-raga d ja referido
]aiz do einmercio, em 31 de A^osti Bw863 ; co-
01d da******* dos autos da faileaeia, que podem
*"%!** porquera qnizer.
l*to 6 qaa a pura vardade : nanea I i acusa-
de Tarrido freuduleuto, gragas a D u, e ao re
ar comporta manto que seniora tive m mens
' negocio?.
Contesten) L-to se poddm ?
^iAjjJfOlW parlante aleowr de mea* credores
&lieadtfuo de irreos respetos e gratid), pelo ca-
valbeirismo e benignidadB com que sempre me
Uataram ; e haj i vista uf! a l te sudo honroso que
me minisiraram e ae auna nos auto-. E podem
procurar nos carinos de.-ti eidade ou do lugar
onde resido se acrum qualquer queatio judicial
proposta par alguna desaes credores, contra mira ;
pois ja sao decorridOs nove annoa depois da mioha
falleucia; e i.-Ij lampo sulijieiite.
E-itreaei Ibes o meu i
miaba e de uonlia n.uluer
bens de raz, a qual fui
cjaimercio; receberam
liquidaran)-ni como quizar,
so, isloa quite por forc da condiego da con:or-
da ti homologada
O meu detractor por tanto revea, ou completa
ignorancia dos ratas negocios, oa requintada roa
fe
Quaolo porem a mioha rehabilitado, en a tive
denle o momento que foi homologado a minhi
c aeordaia, e quem duvidar tala o aviso do mi-
ni.-terio da agricultura e commercio de 10 da julko
d 1861, dado sobre consulta das secgss reunidas
dos negocios do imperio o da j 4 astado, baixa lo por oeeasiio de ama duvida
que se deu na'praga do flio de Janeiro em caso
idetico, com um 4irectur da couipanhia de segu-
ros c Fidulidade .
Penco pois ta^pulverisado a calumnia que me
arrugoji um vil detractor o qual, se como sappo-
oli > ?er, um advorsario de receate data, veto as-itu
confirmar a geral opinio de que nao est na al-
bura ta posigao que pretende oa soeiflade.
Voilare se for misler.
Reeifa 18 de marga de 1871
Joaquim S. bl. da Franca.
uma proenracao
lerera dispor dos
uo tribunal do
a maesa fallida,
ada lenlio :om is-
Perguata-se ao Sr. Silva Mala & t. oa ao
Sr. Joio Feroandes Lopes, como socio
aesta lirma o seguate !
!
Se verdade que Sj. Ss. rec-beram em Ma-
raaagoap?, de Fiuza A Irmo (fallec(do>) todas as
fazendas do sen eshbelecimenlo na importancia ds
10.8770120, ciin (nata por ceoto de abate e as
veoderara coto ez pur cenlo, somente, fon por-
ga de ltalos de v,r.
Se quaudo Ozeram esta transac^ao com os falle-
cidos foi com a candicao de pagar a todos os cre-
do/es dos meamos, ou para seu pagamento. <
3.
ij lauto receberam dos fallecidos, e de quanto
era a credores dos mesmos.
4
Se as letras que lhes deviam os fallecido* esta-
vjjj vencidas naquella poca, e se Ih as entregou
depois de'pagas.
8.
Se forana os uaicos que tomaram gerencia neia
traasaegao, dando boiang > uo estabslecimento do?
fallecidos, pondo e dispondo de ludo etc. etc. Ou
se outros credores raais, e qaaes foram elles.
6.
Se o raieio que Ss. Ss. deram aos credores dos
fallecidos resioeBtes em Man aojuape, foi era fa-
zendas, ou em saques contra Cyro Deocleciano,
comprador Jessas fazendas.
7.
Se esta transaccao f i feila no dia 18 de outubro
de 1870, e se a lallcncia hav.a sido declarada no
da lo desse ilcz.
8.
Se receberam dos fallecidos tolos os seus nave-
re-, deixaad i apenas a armacio do esiaDelecimen-
to por nao perioocor aos Lidos.
9,"
Se receberam des fallidos uma caixa do joias
para nesta eidade entregar aos scus donos.
- 10.
Se de posse dessas joias proenraram entrga-
las as pessas a quera erara dirigila?, ou se as de-
volverara para Maman^ujp-1, e para que lira
Estas perguntas devem merecer resposla de Ss,
Ss. Li* a esperamos.
Rccifo, 16 di margo de 187i.
ELEUo
dos juizes e jaitas da fjsta do glorioso S
Benedicto, para o aono de 1873.
Jniz por eleicao.
I. .. &:. r. Leonardo Kranelscod'AIraeida.
* Juiza por eleicao.
A Eima Sra. Goiiherraina Amelia Gsrneiro
Lisa.
Juiz por devocao.
O lilra. Sr. Jo? do Carino P*z.
Juiza por deveco.
A Exraa. Sra. U. Con-tncia Perpetua do llego, ti-
Iba do Sr. Toe linio Anguslo do llego.
Escrivc.
O 1 lra._Sr. Rafiao Manoel da Cruz Careiro.
Escriv.i.
A Exa. Sr?. Antoaia Maria do Garmo.
T esoureiro.
O lllin. Sr. Pelippe Jacjues da Costa.
Juiz.s prot'dores.
O lllm?. Srs. :
Jjaodis Santos Barros.
Alexandre dos Sanios Barros.
Cucy Juvenal do llego.
J)o Pereira dos Sanios Parofo.
Luiz Mivigie.
Dr. Ilortea:io Peregrino da Silva.
Jaizas protectora*.
As Exra s. Sr:-s.:
1. Olynpia L ;n- GiuiBiaraes.
1) Miria da Paixo de Je.-u-".
D. Tnereza Carnero Lras de Miranda.
D, J id-i no Tuereza Civalcaoii.
O. Adelia, Olha do Sr. Piaxman.
D. 3;vorioa Fraoci*ca la Costa.
Procuradores.
Os lllm. Srs.:
Jos TneoJoro B^rge?.
Antonio [lloro de Souza.
Fianelaco AgmUnhn Madeira,
Jo) Severino Bastos.
Igaacio Mirtinez da Costa.
Paulino Jo- Ferreira da S:lva.
Aaxni) Gjn^lvos d Luz.
M i i 'in .-.
Todos os senhcre3 qua qoizerem c^ncorrer.
O vigario,
Joo Bapista da Silca.
Srs. redactores. Ha poneos das publicaran)
Vmcs. aigaoj artigos do Sr. escrivo Antonio
Jo; Alves deBriW, e do Sr. Jos Joaqoira Pereira
de Malonga, negociante ne.-ta pra;i, aprcpisito
dd un: atlentaio ilroz, referido p ir aqiHIa Sr..
queoisle uiiiino dtra lugar; eo publico licou sa-
bando por essas publicares que o altentada atroz
consistir era ler o S. M-rad ra; vendido nma es-
crava sm, qje to lia fgido para a casa do Sr.
Brito, e ah se coaHTvira sob a guarda da mais
afectuosa a dodicada amisade !
O qaa o publico n3> sab3 o que vott raferir ;
e se aqai nao ha om alternado atroz do genero e
qualidade do referido pelo Sr. Brito, jalgue o pu-
b'.iri o que poia baver.
Oaem comproa aescravado Sr. M^nlonga, fui
eu, e qaerendo poupar luelle Sr. o desgosto de
lhe ira casa cora i polica tirar ella aminhaes
crava, esperei que asta algama vez sabisse para
agarra la, o qae cff ictivameate consegu depon de
muito esperar.
Iraraediatameole fui notificado por despacho do
Sr. Dr. Neivas para entregar a minha pTopriedade
ao Sr. barao de Nazireth, que sendo nomeado de-
positario deveria, melbor do qae ea, zelar aqaillo
qae rae perteuce !
Fui aiaia notificado por descacho do juiz para
co larecer na audiencia de 7 do crrante, a abi
loovar-rae em pessoas que, com os louvados da
'MSrav-dj lhe dessera valor par ser alforriada;
preiencao que alias me nao oppuaha, mas da
qaa I ella nao me filloa !
Infelimrata na> pude lojo dar cumprimento ao
primeiro mm.l id >, porque a escava na noute an-
tecelenie satiira do.casa e nao voltara do sea
passeio. Sara embargo comparec no dia marcado
para i auliencia, mas o Sr. Dr. juiz de direito nao
ni) compare.'.eu ni cosa destinada para essaflm,
com deciaroa na da sua residencia qae, emqaaoto
aqsolla nao esiiv^sse mobiliada, deixari de dar
alieiKa.
Log) depai dje.-t; facto, foi presa a escrava, e
entregue incaotiBoote ao dito'Sr. bario de Naza-
' reth, que assignou o deposito. Requer eutao mu-
danca de deposiurio, Tisto me constar qu? do po-
der do Sr. barao tinha ella passalo para a easa
do Sr. Brito, seu amigo especial. Alm de qaa,
alo cogitando a lei de 28 de satembro do auna
passado dessas alfarrias ssrn peculio do eseravo
oera opposicao lo soabor, na me pareca jnato
dcar privado dos servidos deraiatii escrava para
ella ai prestar ao Sr. Brita, s por es-a adjctoosa
aaisiae, de qae filloa elle era an dos seas arti-
go? So Mentado atroz. O Sr. Dr. Neivas, mos-
iranlo-se pouoo satisfeilo com o mea requerimenla
raandou ouvir ao carador, a cerno este honrado
fancoioaario dio se oppoz a miaba proteoga*, !
qoo anda menos tatUfeilo despachando qae a
pelico foase unida aos autos t
1-so, porni, nao todo ; declarando que nao
darla audiencia emiuanto a casa destinada para
asie fira nio esiivosse mobiliada, sem qae ni i man
daase uoiicir de aovo, era annanciar, spresen-
tou-se hontem (Ia) na sala do jnry, a abi sem qae
ea o soubesse, oomeou a minha revelii u:ua pea-
soa para dar valor a escrava I
Era qae que o direito de miaba escrava su-
perior ao meu direito ?
Desde qaa ella nio me dis?e,que tinha diobeiro
para libertar-se, nem eu lhe disse que a nao li-
beriava, era que se fuads^o Sr. Dr. juiz de direito
para lhe dar depositario, e privarme assimde mi-
uha propriedade 1
Por ventara depositoa ella algam dinheiro cor-
respondente ao sea valor presumivel por oio lar
au ch'gido a accordo, a exigido mais do qae ella
vil, p-jr se me mandar intimar qaa oomeasseloa-
vadis para com os dalla arbitrarem o sea justo
valor T
Nada disso se deu, e s agora promove o Sr.
Brito ama subscripto para me compensar do va*
lar que as seas louvados e os do Sr. Dr. Neivas
i lie deram, anda qae esse valor tanba a mesma
importancia de ama alforria gratuita.
Caqui se v que o Sr. Dr. Neivas, por affoicao
ou o quer que seja, ao passo qae ofrende ao meu
direito, da a minh escrava um direito qae nao
tam, o que a le citada Ih'o nega as condic;5es
aetuaes
Era qne se fon la o Sr. Dr. Neivas para nao des-
pachar o meu requerimenla de reraogao de depo-
sito, quaudo tal deposito j foi uma violeacia que
se ma faz 1
Haver quo n zele melhor a propriedade do que
o seu proprip dono ? Se o Sr. Dr. Neivas tam
muita cooflanga no depositan i, ea teabo mais con-
fianza em mim, e elle nao p le por essa saa con
liauga mandar que outrem n-j i c administre por
mim os meu.- bens.
Dse liberdade aos eseravo?, mas como a nao
quizsram dar completa, cumpra o Sr. Dr. N-iivae
a lei qae os seas amigos Bzeram, e qae hoje le
do paiz. Mis nao assira, qae assim fazer eorte-
zia com o chapeo alheio, escarnecer a propra lei
da moral e da pelitiea. Cremos qae o Sr. Dr.
Neivas nao tem escravos, e se os tivesse, nao que-
rerla a sua jusiic. i por casa. Disso estou tio ceno
como e-t ju do da de amaoha t Nao desanimo,
vou requerer ao Sr. Dr. Neivas, e se nao for atteu-
dido, ire aos tribunses competentes assim talvez
se ponba termo a in-nrreigao, qae o capricho e a
violencia parecem iffagar.
Avalie agora o publico, depois daqaelle afrenta-
do atroz do Sr. Brito, que nome ple ter o alten-
lado que estao a praticar para comigo.
Recife 15 de margo de 1872.
Jos Lopes Hachado.
junta no dia anima mencionado mo mato da e
campamente habilitadas. I'
E para constar se mandn publicar o presente
pelo jornal. 7
Secretaria da thasooraria provincial de Peroam-
No brigue sueco Safw, para o Rio da Pratabaca 15 de fevereiro de 1871.
DetpaGhos i* eecportafSo no dia 16 de
mrpo ili 1872.
Para os portas do exterior.
COMMEROG.
Seguros contra-fGgo
COMPANHIA
Japilal........20,000:000/0tli
Jauto de reserva .... 8,000:000/OCO
Agentes,
Mills Lathan & C.
Companha Pnenix Pernam-
bucaua,
Toma riscos martimos em mercadorias, froto*,
dioliero rissa e finalmente de qual juer nalu-
rtza, em vapores, navios a vella ou barcagas,
premios luuito mdicos: roa do Commercio nu-
mero 34.
SEGURO CONTRA FOGO
Th Liverpool & London & Glob
Insurance Company.
Agentes :
Saunders Brothers de C.
H Corpo Santoi.
PUA.A O UECIFE 16 DE MARCO.
DE 1871
aS 3 1/2 HORAS DA TABDI.
Cotaces oiUciae.
Asnear raascavado purgad) 2J550 por lo
kilos, liontem.
Vssucar bruto americano 2ioO por lo kilos,
hontem.
Assncar americano baixo 13950 por 15 kilos,
hontem.
Algodaode 1" sorte 72! e 728 rs. por kilo, hoje.
Algodode Mamanguape sem inspegao 691 rs.
por kilo, biratem.
vigodo daParabyb 1" sorte 7G9 rs. por kilo
posto'a bordo a frele de 7|8 d. e 5 0|0,
hontem.
Algodo do Aracaj -em inspeegao 694 rs. por
kilo, hoja.
Cambiosobre Londres a 90 div. 25 d. por U000
hontem e hoje.
Ditosobre dito a 90 djv. 24 34 d. por 1*000, do
banco, hoja.
Cambio-sobre Paris a 90 d|T. 375 rs. por franco
hontem.
Frele de assucr da Parahyba para o Canal e
Reino Mado 45| e 5 0|0.
Prete de algodo daqui para Cronstadt 7|8 d o
5 0|0, bonlem.
Frete de algolo de Macei para o Canal e or-
den? 3|4 d. e 5 0(0.
Fretede algodo daqui para o Canal e ordeas
para o Reino-Unido e Continente 5;8 d. e
5 0,0 ou Bltico at Cronstadt 3|4 d. e
5 0|0.
Descontde letras praso de 4 mezas II 0|0 ao
aono.
P. I.| PialoPresidente.
DubourcqSecretario.
Di 18-
Assocaramericano porgado 2*450 por 15 kilos,
sabbado.
Algodode Mi:ei l1 sorte 763 rs. por kilo posto
a bordo afreta de 7, d. e S 0)0, sabbado.
Algodo da Parahyba Ia sorte 769 rs. por kilo
posto a bordo a frele do 7r> d. a JJ 0,0.
sabbado.
AlgodoIa sorle 731 rs. por kilo, hoje.
Cambio sobre Loadres a 90 d|v. 25 d. por 1*.
boje.
i. P.Pinto,
Presidente.
Dubourcq,
Secretorio.
earreaaram : Pereica Lernairo 4 C 70 pipas cora
33,60) litros de agaardeote-
Na galera poriaguata Asia, para Liverpool,
carregaram : Thoraaz Jefferiei di C. 549 eaceas
com 31.821 kilos de Igodo.
Na barca ingeu Brillante, para Liverpool,
carregaram : Saunders Brothers & G 26 sacia*
com 5,038 kilos de algodlo.
Na barca luliandeza da Gertrud*, Dar L-
verpoil, carregaram : M.Lathai 4 C. 500 saccas
com 20.930 kilos de algodio.
Na barca francesa FMeW, Pra o Bavre,
carregaram : E. A. Botte G 110 sacesi cae
15,397 kilos de algadio.
No brigoe norueguense Vone, para o Rio da
Prata, carregaram : P. Garieiro 4 G. 70tt barri-
cas coro 33,'JPO kos de sanear branco
No lagar norte-allamo EUs, par* o^lio da
Prata, carregaram : Jos da Silva Loyo 4 Filbo
1,796 saceos com 142,136 kilos de aesiicar mas-
cavado.
a barca iogleta Alam Burent, para Lirer-
pool, carregaram: T. Jefferies 4 G. 200 sleos
com 13,019 kilos de assucar raascavado.
a barca portugoeza AUgria, para Lisboa,
carregaram : E. R. lUbeilo 4 G. 121 cjuros sec-
eos salgados com 1,482 k los.
Para os portoa do interior.
No hiaie nacional Octano, para Aracaty, car-
regoa : Luiz Pereira da Costo Qoeiroga 480 bar-
ricas com 4,480 kilos de assncar branco.
> No biale nacional Daus Amigos, para o Rio
Srande d> Sal, arragoa : A. de Olivaira Leite
300 barricas com 32,941 k los de assucar brauco
No brigaa sueco Josephma, para Sanios.
carregoa : P. M- Maury 400 saceos com 23,500
kilos de assucar branco.
REGEBEDORIA DK RENDAS INTERNAS
GERABB D8 PERN.\MR0O.
lendimebio do la 1 a 16. 41568*368
(dem ao dia 18...... 3:918*270
O ofuoial da seerelaiia,
M. A. frrretra.
Clan-ulas aapeciaee.
ta
easa da cmara municipal e cadeia
la villa de Flores seri taita de conformidade com
a planta a orcamentos junio na importancia de
48:4(W*000.
A obra da


49:48o*638
CONSULADO PROVINCIAL.
clandimento do dia 1 a 16.
(dem do dia 18. .
92:047*711
9.152*713
101:200*424
MOVIMENTO W PORTO.
Navios entrados no da 18.
Liverpool por Lisbua24 dias, sendo do
ultimo porto 16, vapor inglez Gladiator,
di 459 toneladas, cumulaninite S. Wil-
liams, equtpagem 24, carga fazendas e
un tros gneros ; i Johoston Pater d C.
Navios saludos no tnesmo dia.
Marseille Brigne nespauhol Joven Anna,
capilao Joio Curell, carga assaocar.
BjrcelonaBrigne hespanhol Consdler, ca-
pillo Izidio Marestany, carg alg-do.
Observacao
Fundeou no lannro um patacho hespj-
nbol mas nio teve commucicar^o com a
trra.
EOITAES
Facidade pe Direito
De orJom do Exm. Sr. director se faz publico
que sexta-feira 22 do correnta, ao maio dia, tura
lugar a prova de prelecQ-o oral relatiim ao con
curso a que se est procedendo : e b.-ra assim
que no da 23 a uma hora da tarde, se eoftftrfm
o grao aos doctorandos Jos Austrege.-ilo llodri-
gues Lima, Pedro da Canoa Beltro do Araojo
Pereira, Jos Aveliuo Gurgel do Amaral e Joao
Augusto do Reg Barros.
Secretoria da Faculdado de Direito do Ilcifj,
18 de mfrijo de 1872.
O secretario,
Jos Honorio B. de Msnezes.
i'eia ihesouraria provincial se (az publico
que foram transferidas para o dia 21 do irrente
as 3.guiles arreraatacSes :
Rebaixamento da hdeira de Timb 7.920*009
Ponte de ferro sobre o rio Gapiba-
ribo uo Pahiba................ 132:b59*0io0
Secretaria da thasooraria provincial da Pernain-
buco, 8 de margo de 1872.O oflkul maior, U. A.
Ferreira.
AL1ANDEGA
rtandimeato do dia 1 a Id. .
(data do dia 18. .
719:139*072
48:606*076
767:745*148
Descarregam boje 19 de marco de 1871
Barca inglezaLord Colliagnel laboado.
Patacho hespanholPresidatevnoos.
Barca inglezaytcor varios genero1,
Patocho inglezSolanobacatttio.
Paucbo ioglezBrothers Pride varios g meros.
Brigue francsFedehtgneros inflsmaveis.
GAPATAZ1A DA ALFANDEGA
Reudimento do dia 1 a 16.
dem do dia 18. .
5:988*712
070*750
A cmara municipal desta eidade quereud
comrne morar o da em que devera ebegar a esta
provincia de valla de sua viagein S. M. o Impera-
dor e S. M. a Iraperatriz, cmvida a todos o seus
muuicipes para que illuminem as freu'es de suas
casas, era prova de regosj'o, manifejlanlo di,-la
sorte o prazer de qae se acbam posjuilos.
E-pera a inesna cmara que os moradores das
ras por oa Je iransilarem as Augustas Pessoas de
Seus Ira erantes raandarem ornar ;..- mesraas ra
com flores e folhas como slgnal de vfrdadeiro
contentamente
Pago da cmara municipal do Recle, 6 de
marco de 1872.
Ignacio Joaquim de Souza L^lo,
Pro-presiden .e.
Augusto Genuino de Figueiredo,
Ofll'-ial-mainr srvindo rfe slario-
Parante a cmara launiciuai desta eidade
estaro em praga nos dias lo, 16, 18, 19 e 20 do
corrento para sercm arrsmatadas por quem me-
nor prego offirecer, as obras do cemilerio da fie-
gueza de S. Lourengo da Malta, orgadas oa quau-
liada 1:815* : aquellas que pretendereis concor-
rer arremalagao de taes obras. bdulUem-se na
forma da lei, sem o que nio pedero licitar.
Pago da cmara municipal do Recife 14 de mar
go de 1872.
Ignacio Joaquim de Souza Lelo,
Pro-presidente.
Auguslo Genuino da Figueirtdi.
Ofllcial-maior servindo de secretario.
Pela thesouraria provincial ?e (az publico,
qae foram transferidas para o dia 27 do corrate
>s arrematagos das rbras seg tintes :
Obra da Ponte de ferro sobre o rio Uoa orgada
em 92:400*003.
Concerios da cadeia de Agua-Preta orgada em
880*000.
Secretaria da thesouraria provincial da Pernara-
buco 14 de marg de 1872.
O ofQcial maior,
M. Affono Ferreira.
O lllm. Sr. inspector da thesouraria provin-
cial manda f izer publico qne em cumprimento da
rosluco da jauta se contraa por lempo de seis
meses, a contar do Io de abril prximo viodouro,
o foroecimeuto de aliroeatagao a dietas das pes-
soas pobres da easa de Delencio, servindo de base
a arremalagao os pregos segintes :
Domingo -Alraogo ajeniar 2a a tabella 380
Segunda-faira
Terga-feira
Quarta feira
Quiata-feira
Sexta-fetra
Sabbado
idem
Numero

O contratante
Mu
dem
ioem
Dietas.
1
2
3
4
5
tambera
idem
idem
idem
idem
idem
idem
380
380
360
380
340
340
380
400
640
400
400
abrigado a fornecer
ceia na razw do aliuogo e pelo prego de 120 rs.
As pessoas qne ae propozereo a essa arremata-
gao comparece m oa sala das seeedes da referida
junta, ao da 21 do corrate ao meto dia, e com-
petentemente habilitadas.
E para constar se mandou pnbliear o presente
pelo joraal.
Secrelina da ibeeooraria provincial de Pernam-
buco 8 de margo de 1872.
O offlcial-mator,
Miguel Aflonso Ferreira.
O arremaiante dar comeco a* obras no praz&
le tres mezes e as coocfalra no de dezolta, ambos
coalados da dala da approvagio do contrato.
O pagamento ser leito em seis prestaedes iguaea
eliectuano-se a primeira quando tiver comego a
'Ora; a segunda, quaa,do todas as paredes do edi-
doio estivereo) um melro acitoa da sfala sope-
rior do aliceroe, a tercetra quando todas as pare-
des esvarem na altara do prionairo andar, a
juarla, quando as paredes estiverem em estado
de reeeber a eoberta, a qBiotarqnaodoa cobena,
o ladrilho e assoalho esliverera promptos.e a sexta
quando a obra fjr conoiuida.
4.*
Se para verifleagio do direito que tiver o con-
traante ao pagamento da qualquer preslagio n
for passivel mandar um eogenhairo deesa repar'
gao dever elle proya-lo com aite*tado ao juiz de
Jireito da comarca e mais autoridades do lagar.
_ 5.*
Era tudo mal se observar n ragulamento re
geote da repartigJo das obras publicas.
Conforme,
^^_^^ Jf. A. Ferreirq.
fo Pifio-, coronel G. Martioiano de Ab-ic r
e, Gao ti I Rodrigue< de Souza, Jovina Hara
_ iceieSe, Jusiloo Jos de Soaza Campos, Jos
Cordalro Leiie de Carvalbo, Jos Ribairo da Silva
Qaeiroz, Dr. Joio Gomes do Vsl (i), Joio Godofre-
do Piolo, Joio SiCerdote Ferreira da Silva, Lou-
feogo J. IL Ssaza, Matbeos Nogueira Branio (6),
Manoel Goagslves Csscd, Dr. Ilanael Tertuliano
ttoraaz Heoriqaes, Paai Colea, ?ieen:ia Rosa
>s Santos. '
fJjCorreio de Pernsmbueo 16 de margo de 1872.
O oocarregado do reg tro,
A. Gomas da Silva Ramos.
Pela contadona da cmara municipal dasia
eidade se faz scienle aos pr.prietarios de diversos
estobalecimeolus de porta aberu, qae do 1* de
uirgo vindooro coaieoe a cobranga do imposio de
4* creada por lei, deven lo porra apresentarem o
conhecimeuio do imposto geral, afira de provarem
ter assim -asfeito o reterldo iirfposto.
Tambera 9io chamados os oossoidres de car-
roca* e vehculos de 4 roda", empregados no ser-
vic) da capital, os proprietarios de (rrepos dentro
da eidade e seussuburbias. qae nao estejara edi-
ficados ou cultivada, emb>r* se conservera .mura-
dos, o* mscales e boeeteiras, os proprietarios de
eslabelecimentos que fr movidos por machinas a
vapor a virem satisfaier osdevidos imposto*.
Contadoria da cmara municipal do Recife, 27
de fevereiro de 1872.
O contador,
llypolto Cassiauj de Vaseooeellos A. Marsnha.o
ECLARACOfS.
Cap.ama do Porto de Parnambuco 18 de
marco do 1872
Contraa se o forneeimenio de deas armarios de
amaretio e enveraisados, para guardar o archivo
Jesia capiaaia : os prelandeaies apreseolem pro
postas era cartas fe-hadis no dia 21 do crrante
ao meio dia, em qae deTlaram nio .- as di meu
edes dos meso* armarlos, como os pregas ce
cada um.
O secretario.
Doeio de Aquiuo Fooseca.
TffilTRO
SANTO ANTONIO
WVA1HIA FRASCEZA
Na prxima semaua
A apapratosa e lateressante
Opereta mgica
Em tres actos e qaatro qaadroa :
REINE DES FLEDRS
Masica dos maestros OQembacb, Herv e
'Ju'io Poppe.
Esto opereta est montada com todo capricao,
sendo o scent-ro pintado pelo* Sr. L. Chapelin, e
as mutagoe?, tran-formag5es e aecessorio> execu-
lados pelo mestre raachinista, o Sr. Jos Alves.
O prcgramnia ser publicado detalhadamenle
Das vesperas do espectculo.
AVISOS MARTIMOS ~
Rio Gran Je do Sul
Para o mencionado porto sabir com toda a
presteza o patacho nacional DaeU, recebe carg
afrete : a tratar oa ra do Barao de Triuraplio
(Brnm) n. t>2._______________________________
hira o Rio de Janeiro.
O brigue nacional Isabel aperado deulro cm
poneos dias do Rio de Jaoeuo a segu para u
raesmo porto. Tara o seu carregaraeato pronipto:
recebe carga iniuda, fete a psssagens para o
que tem bons commodos : a tratar com os con-
iignalarios Antonio Liiz da Oiiveira Azevedo &
Consolho de compras de ma-
rmita.
O conselh) contrata no dia 19 do crrante mez
visiaoe proposias recebidas al as 11 horas.-da
raanhaa, e sob as coodg5es do estelo, o forneci-
mtoto por tres mezes lisios em junho prximo
vindouro, dos objectos segatotes :
Para aprendiies arlifteea.
Bonets de uniforme, boa.ts do servc i, Uasaa de G, na ra do B >m Je>m n. u7.
brim branco, blusas da algodio azul, blusas de
panno azul, caigas de brim uranco, caigas de alj
podio azol, camisas da algodaozinbo, cobertores de
la, cobertores de algalio, cintos de couro branen
enveroisado, caigas de panno ayil, colch5es de
liabo chelos de palha, fronhas da algodaozinbo,
longos de seda prela para grvalas, leucis de al-
goiozobo, sapa oes, saceos da guardar roupa,
e travesseiros da liabo obelos do palha.
Para imperiaes mariobeiros e aprendizos
di los.
Bonets da panno azul, eamisaa de brim branco,
caigas de algodo azul, camisas de algodio azul,
caigas de panno azul, caigas da brim branco, ca
mia* da baeta azul toio o corpo 4 t|2 palmos Je
comprimenlo e 2 as maulas inclusive os puchas,
camisa de baeta azul leudo o corpo 3 palmes de
comprimenlo e 2 as mancas inclusive os puohos,
fardeta de panno szo'Sang -s de s.da preta para
grvalas, sapalOs e saceos de lona para raari-
nbagem.
Para arlifces avulios.
Blusas de panno azul, blosas de algodio azul,
caiga a de brim braceo, caigas de panno azul, cal
gas de algodo azul, camisas de algolozmbo, cin-
tos de couro branco enveruisadi'.
Para mariobagem.
Caigas de irira brenco, caigas da algodio azul,
camisas Ce brim branca, camisas da algodlo azul,
a camisas de baela azul leudo o corpo 4 1|2 pal-
mos de comprimenlo e 3 ,-s mangas inclusive os
punhos.
Sala das sessoes doconselho de compras de raa
nnha de Pernambuco 11 de marga de 1872,
O secretario,
Alexandre Rodrigues dos AnjoF,
Pela rcctbeJana de renJas Memas geraes
se f.z pabl.ee que sate mez e n > de abril pr-
ximo foturo que os caatnbuinles do imposto so-
bre industrias e pWflss5ea devem pagar' livre de
muita, o sagundo lemeslre do exercieio eorrente
de 1871-72, e que, fiad > o r. f.-rido praso, >er co-
brado com a mu a de G OjO.
Recebedoria da P^ruarabuco 11 de margo de
1872.O administrador,
Manoel Carneiro de Souza Licerda.
Tribunal do u )inmerco
Esla secretaria faz publico que na presente data
f i admeitido matricula JoSo Rodrigues de Moa-
ra, cidadao brasileir\ de 33 anoos de idade, es-
tabelecido nesia cidad- ra da Bario da Victo
ra n. 4G, com cas: de comraercio de fazendas e
roupas feilas.
Secretaria do tribunal do commercio da Per-
oambuco 8 de margo e 1872.
O ofllcial-mabr,
Julio Gaimaries.
SANTA CASA DE MISERICORDIA DO
RECIFE
A Illma. juuta admioi.-irativa da santa casa da
misericordia do Hecife, ua qainta-feira 21 do cor-
rete, pelas 3 boras da tai de, tem de contratar o
fi.rnecimento dos medicamentos que houver de
consumir a botica do h spiul Pedro l no trimes-
tre de abril a janlio, teado preferencia aquelle dos
licitantes qne maLr ab;:timenio flzer sobre os pra-
gos constantes do mesan receilttano, que se acha
alterado e que poder ser consultado nesta secre-
taria.
Secretaria da santa casa da misericordia do Re-
cite 6 de margo de 1871
O escrvao,
Pedro Rodrigues de S&uza.
O lllm. Sr. lospector da uwaourana previn-
cial, em cumprimento da ordem do Exm. Sr. re
Fazendas sahidas pela Ia e 2a porta (vols.) 128
Diversos gneros de estiva sabidos
pela i", V 9 3* porta (vols.) 396
Somraa 510
.-----------sidente da provincia, manda fazer publico qae no
dia 18 de abril prximo vindouro, peranie a junta
da fazenda da mesma thesouraria u ba de arre-
matar a quem por menos fizer obra da cadeia e
casa da cmara na Tilla do Flores, orgada em
48:4000O0, e sob as clausulas espeeiaes abaixo
declaradas.
As pessoas qae se propazerem a essa arroma-
tagi) comparezca na sala das sesiQe*. da referida
SANTA CASA DA MISEH1 URDA J REOlFE
A lllm, junta administrativa da Santa Casa de
Misericordia do Recife, manda fazer publico qae
na tala de suas sessoes, uo dia 21 do m-z de mar-
go pelas 3 horas da larde, tem de ser arrema-
tadas a quem mais v.uuagens offerecer, pelo
tempo de um a tres anoos, as rendas dos predios
era seguida declarados.
ESTABELECIMENTOS DE GAJUDADE.
Ba da Guia (hoje Ueslauragio)
Casa frrea n. 29........193*000
Ra da Ponie Velho.
Casa terrea e. 44........365*000
Ra de Santa Rita.
Casa terrea n. 32. ... 201*000
Rna larga do Rosario.
Segundo andar do s-brado o. ti A. JttAOOO
PATRIMONIO DOS ORfHAOS.
* Ra do Codorniz.
Casa terrean. 1. ..:... .600*000
Os pretndanles deverio apresentar no acto i
arremalagao as suas liaogas, oa compareceren
icompanbados dos raspeclivos fiadores.
Secretaria da Santa Casa de Misericordia do Ra
jlfe, 6 de margo de 1872.
O escrivao, _.
Pidi BedriQuei de Sonta.
CORMI obral
Helar dos objectos registra-
dos e&lsteotes ua adiuiolstra-
ja do crrelo desfa provin-
cia, iara as pessoas abati
declaradas :
ADoa Eugenia de Qaeiroz, Anar Avolino Pe-
reira da Silva, Atueida Borges A C, Dr. Alexan-
dre Bernaediao dos-Beis e Silva |), Albino Gon-
calves Heir de Vasconcallos, Antonio Augusto
Nogaeir. da Gama (i), Antonio C. da Silva Frago-
so, Antonio Feliciano da Silva, Antonio Heariquet
Dias Cavalcante, Dr. Antonio Joaquim Buarque de
Nazareth. Adolpbo Taclo da Costa Cirne, Bd J.
carrtjll, Frangis?o de Freitaj Qbtyw, Francisco
COMPANHIA PERNAMBUCAN
DK
Vavegaco costclra por vapor
Fernando de Noronha.
No da 27 do c arrenle ao
meio da, reguir para o por-
to cima o vapor Joputribe,
commandauU Guilberme.
Ueccbendo carga at o dia
26encumraendas, pa.-sageiios
dia de -ua saluda : escriptoro do Forte do Mal-
os u. 12.
Sai sem falta para o Ara:aly e Maca>, no dia
2i do correte o bara conbecido hiate Dm te
Guarde; quem nelle qaz-r carregar, dirija se
ao escriptoro da Bartliolouira L uronc>, na ra
Madre de de Deus n. 2 : tratar com o mesmo,
oa com J..io Alves de Q inial ; j lera parle da
carga e segu com a que houver,____________
COMPANHIA PEKNAMIS U CAN A
DR
Navegando eos tetra por vapor
Porto de Gallinhas, Rio Formoso 6
Tamandar.
O vapor nacional Purahij-
inseguir pr.raos portos ci-
ma no dia 20 do corrente a
meia nonte.
Recebe caiga, encommen
das, passagoiros e dinheiro a
frete : no escriptoro do Forte do Mattos n. 12.
Para auto*
segu em pencos dias o brigue frastleiro Intrpi-
do : para carga trata-se com seu consignataric
Domingos Alves Matheus ra do Vigario o. 21.
LUbo e Porto,
Vai sahir em poneos das a barca portugueza
Vencedora. Receba alguma carga e passageiros:
tratar com Soares Primos, ra do Vigario n. 17.
PARA'
Para o indicado porto pretende seguir cora raui-
la brevidade a barca poitugueza LindJ, por ter a
maior parte de seu carregamenlo engajado, e pa-
ra o resto que lhe falta tr.aa-se com o casigna-
tario Joaquim Jos Gongalves Bellrio^ roa do
Commercio n. 5. ____
BAHA
Para este porto ftguir com a maior brevidade
o hiate nacional Garibaldi, que se acna em des-
carga : para carga e fretes trata-se com Tasso Ir-
mos A C, era seu escriptoro ra do Amorim
o. 37, 1" andar._____________
Bara Liverpool
Omiovo e velleiro vaper ingl
Crusader
nglez
Tem excellenles commodos para Passagewot.
O vapor pode tocar em
Lisboa
achando 12 oa mais passageiros de Cabina para
e;te porto.
A tratar com Rabe Schamettau,
&C.
l*orto poc Lisboa
A barca porlugoeza Alegra, capilao C. F. Soa-
res vai sabir breve; para carga e passageiros tra-
la-se com E. B. Rabello A C. a ra do Ccmraercio
numero 48. ___________
COMPAKHIA ,
DE
Navegapo Brasileira
Al o da 22 do corrale
e-perado dos portos do sal o
vapor Paran, commandante
Garca, o qual depois da de-
mora do coslume seguir para
os portos do norte.
Para fretes e passageiros tratase na agencia.
Eoeommeudas de pequeo valor, peso, medida
e tambera dinheiro, recebem-se at a 1 hora da
tarde do da da sabida do vapor. Agencia raa do
Commercio o. 8.
As enc9mmends vindas cor este vapor sera-
ettreguea al o dl da sabida do mesmo, no es-
afiotorio da coraparalii. depois termo serio reco-
cidas no trapidWdo Dantas.
HOJE.
Pelo agenta Marlios, ao armuem da roa do I.n
pendor d. iS.
Na mesma occa-a serio vendidas em leilaa,
prrlinenles so espolio de Joa Pereira ala Cu-
oha, diversas mondas de prata de 1 lnrwlit na-
g6e.
LBILAO
4-
N-
Um sacw com roupa osada, espolio de Cus-
todio da Cesta.
O agente Manirs far leilo, por ordem do Sr.
Dr. contal de Portugal de um saeeo com diversos
objectos, ama pega de ouro de 10 francos, stsdu
libras sterlinas.e roupa usada, perlencente aoes-
polio do subdito portugaez Custoo da Costa.
DE
Movis e relogios.
Albino Baptista da Rucha teado tfe rirar-M
para a Buropa, far leilii por ialervecra
agente Martina de lados r>< movis, ratOfio< de
rede e de algibeira como abano te ve.
A saber : 1 mobilia de amarrlo cota 12 cades-
ras de guarnigio, 2 dita- de l.rago. J cutueSa*.
I sob, I eadeira d balaocjo e I meza de aeie da
alla, 1 meza de ama relio para jaatar, 1 gttarda-
loug, loaga dejaotar e de a I mofa, 2 par*< <-
lamern com pingantes, 1 eandieiro a gai, I par
de jarros, 7 quadros, (arralas, ca i -m, copea, I
ap :te grande, 1 dito pequeo, I coiainoda da aaa
relio, 1 par de bancas. 1 raarqoeza, 2 eadeira d-
bragos avalsa.*, e outros moitoe maveie de Me da
uma familia.
1 regulador fino de relojoeiro prop-io para r-
partigo publica oa esugio de estrada de Ierro,
i dte da repetiga i, 1 dito riao cora masica.
Um imporianie relogio de pedra marmore ira
baibando em rubios e muilo* oolroa relogio* de
parede a de algibeira, da prata e aro, dos pria-
cipaas fabricantes :
Quarta fe ira 20 do trrenle.
O ieiii'1 lera logar oa ra do Duque de Caiia
casa n. 100, s 11 hars da di.
Grande leilfto
DE
Livros de diraito
Quinta feira 21 do correte
O ageata Mirtina far leilo em s-ql.
ra do i operador o VS, de aaa b raili e i
da livrari i oara t > lauaa rna do ru jaridic
da Facullade de l),iei uad.' eeire. eNadaases
eneonlraro ao da umitas oirs ubra> teat-
guintos :
JiulTroyDir< ilo Naloral.
Frtot-Esprii di drm.
F.likIniroduiioo a le etud: dj drok.
HeoibamOauvie-.
MackeldezD'oit Itimaio.
IVIlalUein idem.
Dito-Ijem priva des RoaHiaa,
AocillooE-prit des c -tiiuiu ai
DitoSysteme p^litiq,)'.
Cilorabellosliiuitiorij d from.
Fou.ardDroit public.
Hallo Rrgima|cinti:i:itiiu i.
D-lubesDroil das -n-,
MastensGuie da d>pl uat q >,
II rtau d-Cie pal.
Bo t r Jdem id-rn.
Chaveau -C- de pi na'.
DenijliueDes lois enminel ea.
OrlolanLe/islagio penal.
Guia ili pmcesso crirara'l.
M da CulIuObsevagoas <.bre o cd go do pr>-
cesso.
Asseatos da casa Ja sappcagao.
KonjanTraii d-.-a acurras.
BoitardProcedure c.v.I.
BonierTraite i-. \ rente.
FreirOnera.
PiiierTrattdo da- ibrg-agoVs.
M c^s-T atado dos i >mfe '
Te x-ira e S raza -Priaeiras linhas civi'.
C. PelesManual -I s : r .o ;;ivil.
l'adosua-Droit Cut. u-n1.
F. I! irges Diccionar..! Ju ii',-.i.
Silvestre Pioh inSy, ,i de ir rei;o civil.
II i'si K xmk raia p al i ii ra.
Sy^nondidem dem.
VilTinMats de* ouvr:.. .
CbevaliierConrs d-cc:. : n.ltijae.
Dr>.sEconomie polMiq
J. B. Siy Ojots c-iiu.!. econoxie poiitiqrte -
pratique.
Eacyeiopediea nsodern .
Augusto WaklenMoear.-, u-age et coslnrjrd d<
"ii- le peuple do monde, I vol.
Lobio Obi'S.
AVISOS DIVERSOS
ATTEJCJLO
Vende-se a casa e sitio da estrad
Afflictos ti. '22, com bons commodos i
tio, o sitio tem 850 palmos de fre
1,300 de fondo, morada a frente e \<
los lados com duas cacimbas, laoq
militas arvores de fructo cimo saputise
ciqutiros e baixo para capim e poa;ri >
cxceilenle ag-:a para beber; o lugar i.
to fres.-.o e saodavel, tornando-:e m
recommendateJ por ser iwrto do Re<
. z.T.il i est ao em sua frente a via fer-
do Recife an Cacfcoga : a tratar coa A -
ionio Jos Hodrigoes de Sorjzi, thwoorv
ro das loteras.
25.000 a 30,0U ris.
D-se pelo alagael de ama boa escrava, p-:
casa de pequea familia a para leda e M-rv..
menos eng.raimado : a tratar ra do Cabuj* i
2 B.
Preciii-se fallar cjiii o ir. Franci-co
rias de Moraes : tenha a bandada de imar -
soa residencia ou dirigirse roa do CaMeir.i
0. -i -.
Fia^e toda a quaiiJade de roupa jm
nhoras e meninas, a tambem engi.aima-.-. i
uromplido e asseio : do pateo de S. Pedro u
l'-'ja.______________________________________
Precisa ss de um feitor que coub^ga L m a-
plantagde, borlas e flores: a. tratar na rna d
Pedro Afease o. 28.
Criado.
Na roa larga do Rosario n. 31, precisa-se de an
criado para servigo de hotel.
AITENUA
Os abaixo asrgnadoi commuoicam ao respeit.-
vel corpo do commercio e ao publico dasia i
de, que amigavelraeote dirolver"n a i
que tinbam ua loja de ne, sita a ra da lmperatriz n. I i, Ii:an1a rdo
activo e passivo cargo do ez-sccio Lniz Abran-
ches de Figueiredo. e o ex-socio Aatonio Lote* Azevedo pago do seu capital e lacro. Rec.fe I >
de margo de 1872.
Luiz Abranches de K.gaeir-d
Antonio Lope de Azevedo.
Est ausente da casa de sen senhor de*ee ,
da 9 de setembro do aono prximo panada -
cravo cabra da aome Mariano, idade pooeo *
ou meaos da 20 ana os, e.Utara regalar, depadaii
do, mosealoso, nariz frosan, rosto '*'^*0^' P"
quena, leudo o beiga snperirr mais ooaapridn
o de baixo formando abaixo do nariz coeao^i
nm reg, cabello carapinho. oiboa refolar.s, |.
chatos; este eseravo moilo ladino e veio c*
Baixa-Verde, comarca de PsJfU, e foi all eserav .
da Sr. Antonio Pereira de Moraes, coabeeil*
lugar mais por Pitioo ds qae pelo nome de fia-
ba : pede-se, pois, as autoridades poticiars da
quelle serlo oa capilies de campo que apprebei.
dam dito eseravo e o levem ao cngeoha Tabora-
da comarca de Pao d'Alho, fregaexia da Laz, ao
sea senbor Francisco Antonio Cabral de Melln, nU
na eidade de Recita a roa do Imperador, cara n.
77, andar, qae se gratificar com awd-
Para quem quizer morar
barato.
Traspale a aypo^ de ama casa .re*
duas ponas da Passatem da Hafaawaa, a* ve
de 2:800, sendo o alagael respectivo para caa-
gamento dos Jaro desea quaatia. A aseseM casa
est alagada per %M, ?< ">.**
acmalidade : a iratar sobre a tnattaraacia can
io Irmios A C. a raa do Aatoraa a. 37,
Ju


*
,----------


Oan da rrna**i>ucn> Tertjav eira 19 -m Mir^! i LSI*
'--.
V*i
CASA DA FORTUNA
Aos 5:000*
Bilhetes garantidos.
A m Primeiro de Morco (oatr'ora rna do
Crespo) n. 23 e c*ss do costme.
Adum-se i venda os liilbetes garantidos di
3' per das loteras, a beneficio da matrii de
AguaPreta (*%), qne -se extrahir no abbado
do correte oh*. pWSco&
Bilhete inteiro 6*000
Meio bimete 34000
guarto 1*500
la porcao de 100*1000 para cima.
Bilhete inteiro 5*500
Meio bilbete 5*750
Qaarto 1*375
Manosl Martins Fin*.
- Fagiram ao amanhecer do da 28 de leve-
reiro ultimo, do engenho Sermia sito na fregu-
zia de Tracunhaem da comarca da cidade de Na-
zaretb, perteneente ao capio Ignacio Francisco
Cavalcaote Wanderley, nm casal de escravos de
propriedade ineontestavel do raes rao capillo, ca-
jos escravos so casados sendo o negro de nome
Luir, cric oh, de 30 annos de idade, allura regu
lar cheio do corpo, espaduas largas, roste redon-
do, olbos a actuados e vivos, nariz curto e grosso,
bocea redonda, cor bem preta, cabellos carapi
nbos, cora ura dente podre na frente, do lado de
cima, eom nma pequea cicatriz junto ao bcmbro
do brago esquerdo, pernas finas e bastante pa-
chola, scTre eallor de figado era arabas as roaos
e maii era ama do qne era ontra, tero por costu-
me estar sempre anotando e bera parecido. Le
von 2 chapeos, um de baeta branca e oulro de
conro, duas calcas, ama branca e outra parda,
ambas asadas, ama camisa de nscadinho encar-
nado, urna rede tambero .i usa Ja e urna fouce de
rocar.
Jospha tambero crionla, de 15 annos de idade
pouco mais ou meaos, alta e secea do eorpo, cdr
fula, rosto descarnado e eomprido, olbos fundos,
nariz meio grosso, bocea grande, beicos grossos,
com falta de denles na frente, gageija pouco fal-
lando moderada e filiando apressada bastante
gaga, ps seceos regolares. Levou 3 vestidos, sen-
do nm de cambraia branca, um de chita de listras
verdes e brancas coro urnas flores amarellas, pre-
tas e rxas, e am de azulo e n bem uso, um cha-
le encarnado eom palmas e franjas brancas, uro
parzinho de argollas de aro, do U30 antigo. E'
a primeira fonida que fazem e desconfia-se terem
seguido para-o sul por terem por l prenles :
quem os apprehender e os condazir ao referido
engenho a ser entregue ao mesmo seu senhor,
ser recompengado com cem mil ri?.
MUDANCA
SATYRB & CABMfilRQ'
proprietarios do sallo de cabeMeireiro intitulado Tranca ttonatro roa D^oe de Casias
n. 59 Io andar, scienficam ae respeitavel publico e particularmente seos nomer-oos
freguezes qne por Ibes ter side exigido o primeiro andar que occopavam, reaotoram
entrar em negociado com o dvo estabeiecimento do -Sr. Jayme, sito mesma raa no
pavimento terreo n. 7, e, -se para cortar e barbear, tem todava os annunciantes tfeito organisar tal cosamodo com es-
mero e gosto, aflm de satisfacer a espectativa de todos, .garaniindois encontraren sem-
pre promptos para os mistaren de toa profissao. ...
O Sr. Jayme attendenaV) a contingencia em que nos acbavamos, n5o so es-nos
cess3o de sua nova casa, mas anda compromeiteu-se a ajodar-nos em nossos trabaibos,
para o qne ser sempre encontrado no mesmo estabeiecimento. Ootro sim, achamo-
os resolvidos a farer firme ae tabellas de precos, quer por compra, quer por alogneis,
que o mesmo senbor tem faite publicar por este Diom.
Nesta condicio pois -esperam os annunciantes continuar a merecer a ooadjtwacSo
deste respeitavel poblico, de quem se consideram assaz recoubecidos.____________
iJLJl i lilIUi
Os Srs. Jos Francisco Ribeiro de Sou-
23 e Dr. Franciso Jas Rabello, o Io pro-
pietario do collegio de Santo Amaro e o
V propietario de nm outro colegio, s5o
rogados a rcandarem a esta typographia a
oepocio -1e interesse.
.Na ra de lareiiio ias, ouir'ura Direiia,
ca-a n. 8, 2 andar, precisa-se de um criado cu
criad i para pouco lervioo.
O Dr. R. Vianna recera-ehegado da
fi Eun i,a, onde esteve quasi dous anno?,
Saperfeigoaudo-se nos conhecimentos de |
sua prouVo, e freqnenteu os principaes j
bospitaes de Paris, Londres, Bruxellas e :
Vienna d'Ausiria, dedicando se com es-
pecialidade partos, molestias das mu-
Iteres, e operaqes das vias genito ou'ri- \
norias, tendo acompanhado os prefesso- i
res mais celebres da Franga e Alleraa- i
cha nestas especialidades, communica ao i
respeitavel publico desta cidade que abri i
o seu consultorio na casa de sua residen- ]
eia ra do Vigario n. I, 2 andar, onde
Doder ser procurado a qualquer hora do
di a ou da noute.
C.nsnllas todos os dias do 1|2 dia s 2
horasgratis aos pobres.
Cj.ra os estrnamenos d'urettra por
meii de eleetrieidade, per um processo
inteiramenie novo, e sem dor; garaolin-
do a cara radical em poneos dia?.
Ra Jo Vigario n, 1, se-
gando ndr.
mmm-m%m-
. mmmm&
Noticia proveitosa
Apezar de haverem muitoi eslabeleciraentos de
""edas e continuaren] a apparecerem oulros mu-
tos, nao poden conseguir re:eberem cbjectoe
'gaaes aos da NOVA ESPERANZA, pois que
queslao j decidida, o bom gosto de seus corres-
pondentes e elegacia de seus objeclo?, tanto que
qoando quaUjar senhora por mais caprichosa
que seja, quaedo quer ou precisa dar expansfio
ao sen bom gosto, di um passeio a .NOVA ESPE-
RANZA onde lem a certeza de eneenrrar o que
dezej e por pK?o razoavtl; a NOVA ESPERAN-
ZA tanto mais aagmenti o numero de seus fre
gaezes aos quaes se confessa agradecido, quanto
mais Btforea-se em corresponder esta preferencia
lendo sempre em vis;as reunir o til ao agrada
vel, isto o bnm por pouco preco: isto se v na
Nova E?peraDC,a, i ra do Daque de Caxia- nu-
mero 60.
5P
Quem precisar de ama pessoa para ensmar
o francez e allemao, pode derigir-se ra Nova,
oq Barao d Vicua n. 21, t* andar.
Do engenho .Marrecasem Porto Cilvo,
provincia de Alagas, desappareceu o escra-
vo Miguel de cor ataiocado, alto, corpo re-
gular, de bonita figura, bem fallante, olbos
grandes, baibado, denles peifeitos e repre-
etaqoarenta annos ; fji escravo no sert5o
do Sr. Joaquim Bapltsta, morador no Rio do
Peixe, quem deile der noticia certa, na
isa do Bom Jess n, 5i escriptorio do Sr.
Antonio Climaco Moreira Temporal, recebe-
T boa gratificacio.
Engenho Marre cas 8 de Janeiro de 1872.
Joo da Rocha Hollando Cavalcante.
Mudanza
Carlos Pinto de Lemos 4 C. mudaram sea ar-
rnazem de fazendas da roa do Vigario, para roa
do Mrquez de Olinda a. i._____________^_
Alugase um escravo crioulo, asss reforja-
do e pr^prio para todo servico, de cerca de 28
annos: ra do Imperador n. 20
SITIO
para alagar entre a Gasa Porte e o Poco confren
te a estacSo da Casa Porte. A casa tem excellea-
tes eommodos para familia, n sitio esta todo mo-
rado, com coeneira, estribara, qaarlos para aria-
dos, cozioba lora, cacimba eom boa agua de be
ber : trau-se com Eduardo Patn, ra do Com-
mereio n. 6, ou na sua casa no Poco__________
GASA DA FORTUNA
BA DE MARCO eUTR'ORA DO
CRESPO N 3.
Hulea qne paga as sor tes
Aos 20:000>000.
O abaixo assignado tem sempre exposlo i ven
da oa felizes bilhetes do Ro de Janeiro, pagande
orcmptamenie, como costonu, qualquer premio.
PRECOS.
Inteiro 24*000
Meio 11*009.
Qoarto o*O0(Lfl!t
Manoel Martina Pian.
Precisa se comprar ara barro qae esteja
,ostnmado em carrocis : ra Nova n. 48.
Engommaae a.
Precisa se de urna ana para lavar e engom-
aaar : roa do Duque de Caxias n. 50. i* andar.
^>
Coznheiro
Precisa-se de nm boro cozinbeiro forro ou es-
raro gne d fiador de spa c?odocta : % frstl' "
casi # dr ISovetptiro p. -3, ^
m
\M>\
ESTAMPILHAS
Ven1e-sa na pra;a do Corpa Santo n. 4. r-
mate _____________^____
Precisa-se de nma ama for \
ra oa escrava, qne saiba co-
_ tinhare engommar, pagndo-
se bem : trau-se na ra do Vigario n. 16, primei-
ro a adir.__________________________________
iU Precisa-se de urna ama para coziuhar
AlH-i e engommar para duas pessoas : tra-
tar na roa Oirelu n. 3, 1* andar._____________
i 11* A O Precisa-te de ama escrava, boa
I II A V cozinneira e urna livre para en-
faJUB.kJ gommar e faaer o servigo interno
de casa de familia, paga-se bem : na roa da Crnz
do Reclfe n. 42; armazem, oa no Corredor do Bis-
co n. 23.
ATTEN(A0
Preeisa-se de ama ama para casa de urna fa-
milia composta de tres pessoas : oesta typogra-
phia a tratar com o administrador, oa em Olinda
no oito do Amparo, casa de portao verde.
Precisa se de urna ama pa-
ra cozinhar : na ra Duque
de Caxias n. 50,1* andar.
%%%>
V^
mero 7.
Precisa-se de urna para co-
zinhar, preferinJo-se escrava:
tratar na roa do Crespo na-
GiKLLEllEHO
N. 82 RA DA IMPERATRIZ N. 82
Esforcando-se para satisfazer ao Ilustrado poblico no que relativo for aos trabamos
de sua profisso, com a maior promptidio, commodo, e esmero, resolver fazer refor-
ma em seu estabeiecimento e munir-se do qne nos mercados astrangeiros ba de melbor
e do ultimo gosto mandando vir em direitura e por saa conta nSo s grande quantidade
de cabellos de todas as cores e tamanho como tolos os preparados reconbecidos pelas
sociedades hygienicas como os mais uteis a conservacSe em embellezamento dos cabellos
natoraes sem prejuizo da sade, achando-se assim habilitado a fornecer aos consumidores,
por 20 % menos do que ootro qnalquer os objectos de phantasia para adorno, asseio e
hygiene da cabeca indispensaveis ao mondo elegante -e m geral a todos que cuiam de
conservar a propria existeaci, deixando de usar de oaos, baahas e cosmticos proscrip-
tos^pelos homens de sciencia cerno capazes de amortecer os bulbos espillares prodozir
a calvice oa apressar o enbranquecimento dos cabellos, e occasionar o apparecimento da
cephalalgia, eclampsia, epilepsia e bysteria e outras molestiss caianeas e nervosas.
O pessoa I do seu estabeiecimento se acba montado com capricho a escolher dos me
Ihores artistas natoraes e estrangeiros havidos na provincia entre os quaes se distingue
Mr. A!fre J Belpeche e o Sr. Napoleo especialmente destinados aos ponteados das se-
Dhoras para o que ha demonstrado pericia iuimitavel por outrem entre los havido. A
facilidade e o gosto com que o Sr. Napoleo ezeeota os penteados mais difQceis tanto
histricos como de sua phantasia autorisa a que se o considere como nm genio nesta es
pecialidade.
Os em pregados do seu estabeiecimento sem excepeo exclusivamente cada um na
espe.'ia idade que mais amestrado.
A casa recebe por todos os vapores os figorinos da ultima moda de penteados ad-
miliidos nos paizes civilisados entre os quaes prima o sumptuoso Pars.
O bello sexo encontrar ni estabeiecimento grande e variado sortimento de coques
de trancas, chignons, normanas, coques de cachos, cache peines, toupets, boucles, cres-
centcs do que ba de mais moderno e elegante neste genero, perfumaras dos melhores
fabricantes como Lubin, John Gornell, Rimmell, Artinkson, Le grand Piver, Coudray etc.,
etc., lindsimas flores especiaes da cabeca pos de ouro, de diamante parapulverisar os
cabellos, Saissimas ese-ovas de dentes, pentes de tartaruga, e muitos outros objectos in-
dispensaveis a um toilette de gosto.
Os sens collegas encontrarlo a contento os utencilios de soas profissoes, thesonras
ferros para frizar, ferros para ppenosles cardos etc., etc., quer em porcao quer a reta
lho serSo vendidos.
&S$
familia
Precisa se de ama ama
livra ou escrava, para com-
prar e cozinhar em casa de
paga-se bem na roa do Vigario n. 26.
^H^
f69
V

A FLOR DE OURO
Nao poJendo exprimir o qaanto dispensado o respeitavel publico da heroica provincia de Pernambuco,r.serve--e proprietarios como interpreires dos sentlmentos d gratido, de que se a:ha replecta,
para esiemunhar seu agradeciment, e de novo solicitar a frequentar o jardim que a
contem, afim de apreciarem a multiplsima qaantidade de sementes que se acbam
ramadas por qjalquer csnlo para onde o espectador se vire.
O rubim, a esmeralda, o brilhante, a saphyra, a tarqaeza, o coral, a perola, a
smeniis'.a", fazem o complecto de ura bello matiz onde reclinada se devulga a FLOR DE
OURO deposito inexgoiavel dos primores de Parlz.
Brincos, aunis, correntes, aderecos coroplectos, ludo se encontrar a escolher
a vontade ni bem conhecido jardim da FLOR DE OURO, roa larga do Rosario D. 24
A, de Bemjam & Irmo.
A's Exmas. senhoras
Lindas voltinbas de ouro a 8*000, lunetas com caixa de madreperola obra de
gosto para senhera a 10*000, pares de brinco de phantasia a 8* e 10*000, meios ade-
recos a 16*, rozetinha de diversos modellos a 5* e 6*, e 8*GO0 o par, palceirinha de
corai a 7*, atacadores de dito para creanca com bollinbas e diversos enfeites de ouro a
a 20000, vDp.inhas de coral com cruz de curo a 3*000, brinquinhos de coral a 3* e
4*000, figas a 2*. lindos anneis de bonitas e boas pedras a 3* e 4*, ditos de pedras
finas a 6*000, cruzes de diversos gostos a 3*, 4* e 5*, ditos de esmeralda, perolas e
rubins a 12*, 14*, e 16*000, cacoletas com inscripcOcs e sem ellas a 3*. 6* e 8*,
lindas fivelinhas de prata para as modernas pnlceiras de fita a 1* o par.
Aos apreciadores da moda
E' (rnente na Flor de Ouro que se vende joias modernas por pouco dinheiro
como sejam : guirnicoes cem tres botdes para abertura 4*, pares de ditos e de dif-
^^ferentes gostos a 5*, ditos a 3*, ditos de bollinhas a 1*500 o par ditos para punhos a
^=2^ 8*. cadeias muito chiques a 20*, ditas a 6*500 a oitava, pencinez de prata dourada
a 4*, 4*500 e 5*, medalhoes para cadeias a 12*, medalhas com letras a 8*; alm
de um grande sortimento de obras de brilhantes, brincos, braceletes, alfinetes, adere-
eos completos, meios ditos de pedras finas e coral,, medalhoes, voltas c trancellins,
annis com letras e de diversos modelos, bealo?, pencinez de ouro, relogios de ouro e
prata dourado e de afamados fabricantes, assim como grande sortimento de obras de
prata do Pono, tanto pra o servigo domestico, como para igrejas, e garantimos ser
ludo lei.
A Flor de Ouro contina a estar aberta at as
8 horas da noute
CHAPELLERIE DES DAMES
nico estabeiecimento neste genero
16Ra do Barao da Victoria16
(LOJA)
O proprietario deste estabeiecimento previne ao publico e aos seus freguezes que
para maior commodidade dos compradores acaba de mudar seu estabeiecimento para a
loja n. 16 da mesma roa aonde se acbava estabelecido.
Previne mais s Exm.u Sr." que tem recebido um esplendido sortimento de cha-
peos de todas as qualidades para senhoras, meninos e enancas, como sejam: cbapelinas
de gaze preto cem florea de cdr,-formas modernas; ditas de palha da Italia, muito fina,
grande novidade; chapeos de velludo, grande phantasia ; ditas de palba, de moldes
inteiramente novos e ricamente enfeitados; lemoslambem chapeos de palba da Italia,
cor de caf e cdr de ouro, para se enfeitar ae gosto do comprador, para o que temos
lindos enfeites. Pelo vapor que se espera, esperamos anda muitos chapeos, ultima
novidade de Pars, proprios para a quaresma. Portanto pedimos s Exm." Sr." que
bajam de visitar nos so estabeiecimento, nico neste genero, e que se acba ricamente
fortido de chapeos, o qae ha de melbor oa praca.
Chapellerie des Dames
46RA DO BARAO DA VICTORIA-16
(aNTICA RA NOVA).
8S
PARA A EUROPA
E logo depois para a America
Tbomaz Teizeira Bastos, vai a Europa pela 14/ vez e deiza como pro-
curadores os Illms. Sra. Domingos das Neves Teizeira Bastoi, Joaquim Au-
gusto Ferreira Jacobina, Tbomaz Carneiro da Cunha e Antonio Rodrigues
Pinto; tendo sempre ido a Europa commercio, e coobecv*$ assim diver-
sos fabricantes na Franca, Inglaterra, Allemanha e Lisboa; ,se offerece para
compra de qnalquer encommenda, tomando para isso urna pequea commis
s3o, ezeeufando com toda actividade e exacdSo: n. 8, armazem, ra'da
Imperatriz,
%!>*
Preclsa-se de ama ama pa-
ra eotiobar: na ra do Apol-
lo n. 14, armazem deassasar.
NOTAS
Troca-se notas do banco do Brasil e de snai
Ollaes na rna do Bario da Tictora n. 63, antig
roa Nova, loja de loio Joaquim da Cosa Leite.
Gratificacio de 50#Q00.
A pessoa em caja casa estiver occuia a escra-
va de oome Marcella, mulata clara, de 34 annos
de dada, dooco mais oa menos,'* cabellos pretos e
longos, alfa, magra e gaga, que ausentoa-se da
casa do sea senhor no dia 22 de junbo do anno
passdo, tenba a bondade de leva-la ra Tormo
sa o. 8, fregaetia da Boa-vista, qne ser gratifica-
do com 50* ; oa mesmo quem della der noticia
exacta, do contrario protesta-se proceder legal-
mente contra qualquer individuo qae a tenha em
sna companhia a titulo de ama livre.
O Al)TOGADO g
$ Ayres Gama $
ml tem sea escriptorio a ra Primeiro de If
5 Marco n. 23. cE
00 ft&0$&*
Dase 2:000* a premio sobre bypoibeca em
algum predio qae esteja livre e desembarazado :
quero pretender dinja-se ao escriptorio desta ty
pograpbia. ________________^
Acba-se ra do Barao da Victoria, sobra-
do, 2* andar n. 61, dous escravos peca para ven
der-se.
s
ADVOGADO
Dr. Joaquim Correa de Ahavjo
67Boa do Imperador67
Preclsa-se de urna a ra Direita n. 89, segan-
do andar.
Precisa-se de ama ama :
para comprar e cozinhar pa-
ra pequea familia: a roa da
Alegra n. 3.
" -mv Pre-isa se de ama ama para eo
AlvJLM. zinhar : na roa do Apollo n. 11,
armazem de assncar.
Ama de leite
S
i
AVISO.
O solicitador Antonio'Francisco de Souza Maga
Ihaes Jnior, eonveoientemente autorisado, convi-
da a todas as pessoas qce tiveram negocios Pren-
ses com o finado capitao Honorato Joseph de Oli-
veira Figueirado, a comparecerem ao escriptorio
do escrivlo Meta (ra estreita do Rosario n. 17,
primeira andar) para com o annunciante conclu-
rem esses negocios e receberera seus ttulos.
Precisa-Be de ama ama de leite : ra do Da
que de Caiiaa n. 32.________________________
Precisa-se de uraa ama para casa
da ra.co solteiro : a tratar na ra de
Pedro Affonso n. 38.
AMA
__T ____k v Precisa-se de urna ama para
V ^MN.'w- cosinhar para pequea familia;
^K V\l m a tratar na roa Nova n. 1 z loja.
_ __r m Precisa-se de ama ama para co-
imlTM-m. zinhar e comprar para daas pes-
soas : a tratar no becco das Barreiras n. 9.______
Ama de leite.
Precisa-se com urgencia ama ama qne tiyer
boro leite : tratar na ra da Cadeia u. 66, loja.
Precisa-so de urna ama para cozinhar : na
rna do Vigilo n. 5, segundo andar.____________
Pricisa-se de urna para cozi-
nhar em casa de pouca familia:
rna Velba n. 28, sobrado.
AMA
A-ar Pagase bem a urna ama para
\\ __ comprar e cozinhar em ca?a de
1TJ. J\ psquena familia, podeodo ir dor
mir em casa saa : rna do Passeio n. 58, leja.
Precisa-se de ama a rna para o
servico interno de daas passoas:
Ba travessa de S. Pedro n. 4, 1"
AMA
andar.
Precisa-se de urna ama que saiba bem en-
gommar, no segundo andar do sobrado n. 29 no,
largo do Paraizo, entrada pela travessa do Mar-
qnez do_____________ ________________
m Precisa-se de ama ama para o ser-
vico domestico de urna casa de pouca
familia; na ra liba do Girralho
(Bella) n. 31, sendo indifferente livre ou escrava.
Attendam
Quantas vezes vemos nm lindo vest lo de
boa seda e com lindos desenbos, porm coro tae-
ecfaites qne dizenos com nos;o, e pena um ves-
,ldo perdido, porque ? por falta de dar aro pas-
seio a NOVA ESPERANZA e comprar enfeites
que sejam adequados afazenda: qnantas vez;s sen-
timos escapar de algum lenco aromas eoioalivos e
porque? por nlo chegarem a NOVA ESPERAN
r.A e compraren) seas extractos j to conbecido-;
qnantas pessoas nao gastara sea dinheiro e alm
disso ficam desgostosis ? por nao comprarem cb
jectos que Ibes satisfaca, por nlo hirem a NOVA
ESPERANZA onde encontrarao o qae de melhor
e mais elegante ba no mer:ado, e est por t31
forma conhecida a NOVA ESPERANZA qae qaac-
do em qualquer reunan se v um bonito enfeite,
aro laco, um coque moderno e com certa grac,a,
quando se seote escapar de algum lenco agrada-
vel aroma, quando se v finalmente qualquer cou
sa xique, ninguem mais pergunte d'ondo roi cu
donde veio, cala am responde ou diz comsigo
isto foi da NOVA ESPERAN!. \ ra Duque de
Caxias n. 60.
Comp
auhia de Nave^aqao Bra-
sileira.
Prevnose aos Srs. accionistas que, conforme
as ordens da directora, a quinta e ultima chama-
da sobre as acedes desta companhia, de iO 0/0 ou
80* por ac^o, deve ser paga dentro do pra*o de
20 dias desta data no Lindan & Braziliau Kanlf
Limited en Pernambuco.
R o de Janeiro 2 de margo de 1872.
/. .1/. Carrre Assislant Treassurer
Attenc&O.
Eu abaixo assignado, tenho justo e contratado
com a Sr. Theodora Maria da Conceigao a estu-
pra de sua taberna sita a ra Im;erial n. 138,
qae dirigida por Jos Ribeiro Leroo? Duarie,
livre e d6sembara;ada de debits e de quaes-
qoe onus : quem se julgar credor dirija-e a
mesma no praso de tres dias para ssr attendido.
Resife, lo de margo de 1872,
______________Cust"dio Jos de Oliveira.______
MOFINA
Olha elle!...
Roga-se ao Illm. Sr. Ignacio V.eira de Mello, es-
:rivo na cidade de Nazareth desta provincia, o
favor de vir a roa do Imperador n. 18 a conclu
aqnelle negocio qae V. S. se comprometteu mli-
sar, pela tercera chamada deste jornal, em fin
de dezembre prximo paasado, e depois para ja
neiro, passon a tevereiro e abril, a nada camprio
por este motivo de novo chamado para ditc
Qm ; pois V. S. se deve lembrar ana asta negocie
de mais de oito annos, quando o senhor mi
fiho se acbava no es nesta cidade
Precisase de dou3 ponnguezes para traba-
Ibarero em um sitio co3 arrabaldes desta < Jade,
e de um criado para tratar de cavallos : a tratar
na rna Velba n. 79, Boa-vista.________________
ROUBO.
Da meianoule para odia 10 do corrente, An-
tonio Gomes da Costa, caixeiro da taberna n. 6
sita rna do Rangel, perpetrou um roubo de cer-
ca de uro cont e tanto em dinheiro, arrombando
am bab e delle tirando as chaves do cofre d'on-
de tirou o dinheiro cima dito. O caixeiro tem os
signaes seguales : idade 20 anos?, natural de
Portugal, estatura regular, rosto coxprio, ca-
bellos corridos, falla grossa, sem barba, presenca
agradavel, foi ltimamente caixeiro dos Srs. Bel-
tro 4 Irmo, em Fra de Portas, e recommen-
dado ao Sr. Antonio Martins de Carva In Aievedo,
morador ra do Rosario da Bca-vista. O referi-
do caixeiro evadi se e igocra-se para onde : ro-
ga-se as autoridades policiaes de o apprebenderem
e remetterem ao Illro. Sr. Dr. chtfe de po'ic a, a
quem se deu sciencia do ojeorrido.____________
Auzentou-se, desde o mez de seumbro do au-
no prximo passado, o preto Lucas, idade 50 an-
uos pouco mais ou menos, estatura bastante baixa
e reforjada, ceg de um \ lho, ps apaihetados,
andar aro tanto apressade, ccslnma a embriagar-
se e quando assim est fka muito r- grisia, intitu-
lando se de forro : pede-se as autoridades poli-
ciaes e capitaes de campo a sua captura e logo
qae o censigam poderlo dirigirse a ra Primeiro
de Margo, antiga do Crespo, c. 7 A, qae se recom-
pensar.__________._________________________
OLINDA.
Aluga-se urna boa casa cora ba-tantes eommo-
dos na ra de S. Benlo, muito fresca, quinta! mu-
rado, perto do baaho e da estaro : tratar na
ra do Commercio n. i8.
AO ARMAZEM
Roa do Bario da Victoria
N. T.Outr'ora ra Nova_N. 7
Acaba de ebegar aovoa aortimentoa
Calcado francez.
Botinas para homens, bom bezerro pellica, eor*
davo vaqneta e panno, dnraqae eom biqneira de
verniz, pellica com biqoeira de verniz, bizerro
pellica eom ilhoses e com boiSts, tanto don Ubn-
cantes Sozer como e Polak.
Botas rnssiaoas, roeias botas, perneiras e tas
pi roeiras para montara,
Sapatos de vaqneta de verniz coa se la da ma-
deirs, proprios para os sitios, jar lina e bachos,
tanto para seobora eomo para bornea.
Sapatos d borracha para hornees.
Botinas e abotinados de omitas qaalidades e cre-
eos para meninas e meninos.
Sapatos de verniz, cbarlat, caxemira, laptiea
avelladados e de tranca, franceses e ponofneses.
Perfumaras
Finos extractos, banhas, cosmticos, leos, opia-
tas, e poses dentifrices, agua de flores de larat;a,
agua de cologoe, divina, florida, lavande, se
loilet, tintara para barba e cabello, pos de amz,
sabonetes. e muitos arligos delicados, com tras-
n'ihos de extractos, todo de primeira qai.i-
e dos bem coabecidos fabricantes, Piver e Con-
dray.
Quinquilharias
Finos arligos de Pars, de dinerentes toses
phantasia, como sejam os segointes :
Leqnes para senhoras e meninas,
Lavas de pellica e de fio de Escocia.
Espelhos difireme1, para sala e gabinete.
Yidros avalaos para espelhos.
Caixinhas de costura ornada com msica.
Albans e qaadrinbos paro retratos.
Diversas obras de onro de lei.
Correntes de plaqu para relogios.
Bolcinhas e cofres de seda e de vallado.
Diversos objectos de pbaotasia para todei.
Pencinez, ocoloi e beogallae de lexo.
Chicotes e bengallas de baleia, canoa e jonui.
Ponteiras de espuma para charutos e eigarr .\
Escovas para cabellos, roupa, denles e naba*.
Pentes de roarfim muito finos, para caspa.
Ditos dlfferentes para cabello e barba.
Carteiras para notas e para dinheiro.
Malas, belgas e saceos de viagem.
Gaiolas de rame para passariobos.
Venezianas traosparenles para janellas.
Abat-jours transparentes para eandieiros.
Mamadeiras de dar leite mni fcil as criaogas.
Tiras de molduras donradas para qnadros.
Ricos quadros ja promptos eom pabageos.
Estampas de santos, cidades e phaotatias.
Esterioscopo e cosme ramas com ricas vistas.
Obiectos ne mgicas para entretenimento.
Machinas da diflerentes ystemas para caf.
Bergos de vimes para embalar changas.
Cestinbas para meninas de escola.
Jogo3, de dama, domin, bagatela e da gloria.
Campanbias de molas para chamar criados.
Realejos, aceerdious, vidros avulsM para eos-
moramas e outros amitos arligos de quic^ui-
lbarias d(ficis de .mencionar.
Brinquedos
Tara changas,
O maior sortimento qne se pode desejar de toda
sorte de brinquedos fabricados em diversos p.z*
da Europa para entretenimento dos msnicos
Frenos.
Em vtrtude de novas crdens dos fabricante*,
vende-se tudo pregos baratissimos : ao ama
zem do vaper francez, roa do Barao da V
ria. ootr'ora rna Nova numero 7.
Taberna.
Attexnjo
O abaixo assignado previne ao respeitavel pa
blico e especialmente ao cerpo do commercio, que
nesta data nada deve a pessoa alguma, quer por
contas commerciaes, quer por qualquer papel par
ticular por elle firmado. Se alguero se julgar seu
credor, pede que aprsente seus documenlcs no
praso de tres dias a contar da ata do presente
annuo:io queseado verdadeires sero pagos.
Recife, 11 de Margo de 1872.
Antonio J)* de Araujj irag.
nwaaanyjnjMa&t ^4aRWnatf*aniilBn>nnmi>
Ignacio liento de Loyola.
Amelia Constancia de
Paira Loyolla, filho?, ir-
msos e cunhado agrade-
cem cordealmen:e a todas
as pessoas que se digna-
ra m acoro pac ha r js restos
rrertaes de sen presado es-
poso, pai, Irtoio e cunbado, a sua ultima morada,
e de novo Ihes rogam o caridoso ob'eqnio de as
sistirem a Dia do seiimo dia qne tera lugar na
igreja de N. S. do Carmo pelas 6 1|2 horas da roa-
nhaa. no dia 19 di correte.
Armazem de mate-
riaes.
Praca da Concordia n, 1
Os senhores donos e emprei ^iros oe obras en-
contrarao sempre neste armazem todo cecessario
para qualquer construccao, como seja : cal l.ran-
ea e preta, lijollos grosses e de ladrilbos, telba, ci-
mento, areia e urna grande quanlidade de ma-
deiras de 22 a 63 palmos de coroprmento.
travejamento etc. etc.
Ouiro sim, encarrega-se o propreU:o do dito
rmazem de qualqner fornecimento de nateriaes
que a obra necessitar, para o que tem canoas,
e carrogas, podendo ajusur tudo posto na obra,
por menos e melhor que outro qualquer, pois qae
lambem tem olariai.
Faz-se negocio eom a taberna sita a rna da Caat*
boa do Carmo n. 3 : a tratar na mesma
O abaixo assigoado faz citle a eta ataca
que o Sr. Leonel de Laeerda .Machido, deixou de
ser seu empregado desde o da 30 de janeir>
preximo passado, (cando portanio sem effeit a
procuracio, oa qualquer carta de orJeu- em \j-
der 'I i mfsmo Sr., Armada por miro.
Recife, 13 de margo de 18/2.
Joaquim Rodrigues Tavares de Me. >
Alten.au
O abaixo assignalo previne ao rc-peitave
po do commercio que a firma Arevrdi & P '
e tabelecida na Villa do Caba rom ana refiei -
de assucar, se acha dissolvida desle o dia 2-i Je
setembro do anno passado, lendo fka io loJ j
activo e passivo a cargo do mesmo abttxo a- c-
Uido.
Antonio Jos Gaspar de Azered
COSINEIKA
Precisa-e ana, livre oa escrava, perita Id
m.rigerada : na ra do Imperador o. 2-Y
Mi
Medico
*
O Dr. Francisco G. de Andrade Lima
tde ser procurado em sua residencia,
rna da Imperatriz n. 8, a qualqner ho-
ra do dia e da noats. Da consaltas to-
d)s os dias de meio dia > 3 horas da
tarde; gratis aos pobres.
Precisa-sa de urna ama prefenndo se escra-
va para cuzinbar e comprar para urna casa de
pequea familia : tratar na ra Pormosa nu-
mero 19.
Jos Joaquim da Cosa Maia a ra do Com-
mercio n. 10, saca sobre Li-bra e Porto.
Pedido
Empreza do gaz
Pernambuco.
Esta empreza tem nm lindo sortimento de ean-
dieiros, arandelas, pendentes, etc., tanto em vidro
(crystal) como em metal, e ama rariedade de glo-
bos dos padrees mais modernos e por pregos m-
dicos. As amostras podem ser vistas no escripto-
rio n. 31 i rna do Imperador. Bicos para gaz do
melhor feitio a 60 rs. cada nm. As encommen-
das podem ser feitas por escripto, na rna do Im-
perador junto a secretaria da polica, ou dirigidas
ao abaixo assignado na fabrica S. Jos, qae serlo
promptamente attendidas.______________
Casa
Qaem pretender ama excedente casa terrea
eom bom sotao e commodidade* para boa familia,
eom quintal, e agua do Prata, na freguez a de
Santo Antonio, dirja-se a praca da Independen,
eia n. 30 e 40, loja de chapeos.
Precisa se de ama ama livre ou escrava pa-
ra o servio de casa de ama familia : na rna do
Marqaar do Herva!, sobrado de am indar eonti-
gao a pdaria. Nio se declara o numero porqne
i nu nao i carnerada.
Pede-se aos Srs_ Alfredo Gmgalres Pereira Li-
ma e Diogo Jos d Costa o favor de virero rna
do Dnqoe ae Caxias n. 49, a negocio de sea io
teresse.____________________________________
Hotel da Europa
D. Manoel Alvares, gerente do mesmo boiel par-
teclpa a todas as pessaas qae lem iraosacgdes ou
contas no referido rstabelecimento, qae do praso
de olio dia*, a contar da presente dala, venbaro
liquidar as snas contas cu rece ber o que por ven-
tara se Ihe deva, visto ter de deixar a gerencia
do mesme Hotel no dia 13 do vindouro.
Aeeife 18 de marco de 1872.
s
mmam mmmm
AOS 5:000000
Esto venda os felizes bilhetes da lotera a
Jahia, na casafelix do arco da Conceicio. oja U
Precisase alugar um moieque at 18 aun ,
para todo o servigo interno de ama casa : tri-
bu na ra das Trihcheiras n. 19, eartorio de cr-
phaos.__________________________________________
Aluga-'e ama escrava ejne sane ceipr.r,
lavar e cozinhar : na ra do Coronel Saassnna r.
106, a untar das 8 as 9, oa das 3 as 6 da tarnr.
@ Os advogados O
Dr. Antonio Borgea da Fooceca, *
Aatoaio Borges da Fooceca Jnior
o
Beato Borges di Fooceca
37 Roa do Imperador 37
Sobrado.
lasa em Apipueos.
Traspassa-se o arrendameoto de nasa por pr,
muito mdico, tem sitio coa fracteiras, perto >9
banbo, tera eommodos para familia, don nir -
forrados, etc., etc. Ha vaceas de leite jaeto pa'a
quera precisar tratar de san se, ata i ie ser sne-
Ibor: a fallar na rna do Hxpicio a. 13.
Na ra da Flireotioa n. 12 precisase de
nm bom cozinbeiro.
Aluga-se um Duro sitio na Capanga roa
das Pernambacaaas n 23, coja casa tem 3 alas,
9 quartos, cozinha, estribarla e coxeira ; a tratar
na roa da Aurora n. 13 oa na ra Nova n. 13.
Precisa-se de 1 criado na ra larga do Ro-
sario n. 29, hotel.
Precisa-se de orna ama que saiba cozinhar,
lavar e engommar, para ama pes-a ; roa do
Torres o. 8, primeiro andar.
Pergunta innocente
Perganta se qnal a postara qas manda receber
SO rs. por cada preta qae faz praga na riteira de
S. Jos e 59 recolhe-e este dinhem.
A frea de bananas.
Escaler.
Vende se na exedlente esealer, bo-
nita forma americioa, proprio para se
___| pastear no ro Capibaribe, or preg)
V razoavel : roa da Irrperatriz n. 8,
armaxem qne U do fallecido Dobany,
S Para limonada gozosa
Vende-se nma excelleale machina
Seom pertenees por preco commodo : i
roa da Imperatriz n. 8, armaiem ne
f..| do fallecido Dobarry.
Cofres de ferro.
Vende-se eoltres de ferro, feiws por
um dos principaes fabricante*: rna da
Imperatriz n. 8, armazem que bi no
f|j fallecido Dobany

\


- '"'I."
Diana dt Fernanmn* Tere; eira 19 de Mattf d* 1872
=
n
RU i DO BRUMIN. 52
,.
(Passando o chafarz)
Annuncia aos senhores, de engenhos que por falta d'agua
ou mortes de animaes nao possam tirar suas safras, que est
prompto a assentar vapores dentro em 8 dias do pedido applican-
do el les as moendas ja existentes.
Tem em deposito variado sortiraento de preparos
MOTORES PARA DESGAROCAR aLGODaO
A vapor, agua ou animaes
inclusve alguns que nao precisam de obra alguma de carapina
pelo que podem funecionar logo que cheguem ao lugar.
FORMAS PARA ASSUCAR
Aquel les propiietarios quequizerem formas podem desde
j fazer suas encommendas, pois a casatm em viagem e car-
regando numero sufficiente para sunrir a todos quantos queiram.
MGH1RISH0S DIVERSOS
nesta fabrica ha deposito de todos os .tachinismos empregados
na provincia, e acceita-se encommendas para fazer vir qual-
quer machinismo a vontade do cliente.
m
m
m
ERNESTO & LEOPOLDO
N. 2 D Ra do Cabug N. 2 D
Acba-se montado de forma tal este estabelecimento de joias que pode
vender aos sens numerosos fregueses em grosso e a retalho epor precos
mui resumidos visto que recebe de conta propria por todos os vapores de
Eoropa. 0 gosto de desenlio de suas joias o mais iodo do pan das
modas, ouro de lei, brbantes verdadeiros, esmeraldas, rubias, perolas,
tnrquezas, saphiras, coral rosa etc. etc. Obras e> prata do porto tanto
para igreja como para servido domestico. Convidamos as Exmas. familia
a visitarem o dito estabelecimento todos os dias at 9 horas da noit .
Compra.se ociro, prata e podras preciosas em obras ve'.bas.
LIOUIDACAO DE FIN DE ANIO
AO 6
, RA DO DUQUE DE CAXIAS
(Outr'ora do Queimado)
Este estabelecimento acaba de receber um importante sortimento de diversas, ta
zondas proprias para vestidos, sendo poupelmas de seda, sedas, 15as, percales, dita soca
barras proprias para babados, lindas cambraias crox, e em tiro urna infimdade 'd'arti-
gos de moda, tudo proprio para a festa,,o que tudo vender por presos ioteitiianoot
razoaveis, em conseqoeacia de estarmos prestes ao fino do anno, e o to nao qu.er ta/
grande trabalho com o sen balanco, preferindo tomar dinneiro a foseadas, con\de-s>
portanto ao respeitvel poblicoa viren sortir-se na loja do to aonde comprarao porpre
ei que n5o ob'.erSo em ontro qualqner estabelecimento ; em fim ver oara crer?
AO Ota?
RA DO DOE DE CAXIAS
(Outr'ora do Queimado)
V
'<'
Cosinheko
Preci a-se de nm homem forro oa escravo par
comprar e coiinhar par casa de familia de tree
pensoas: tratar Da roa da Cadeia o. II.
Imperial Sociedade dos Artistas Mecbanicos
e Liberaos.
Continuara abenas as matriculas das aulas
desta sociedade para os socio?, seas futios e ig-
gregados, is.-im como para todos o artistas que
se qaiierem instruir.
O Dr. Joaquina de AqainoFon- 0
ceca mudoa sna residencia para a
ra do Hospicio n. 54, onde con- 0
tinua a dar consultas medicas todos ^
os dias das 7 as 9 horas da manba, S
e, soment em casos urgentes, das M
. 3 5 da urde. m
Fede-se
ae Sr. Aureliano Augusto de Sooza Serrano que
apparera na raa do Livramento d. la a negocio an-
ligo de particular interesse.
*
*
1
*
Aos 5:000OOO.
Hiriere garantidos da pro
Tiacla.
Rna do Barao da
Victoria,
Outr'ora ra Nova n. 63 e casai
do costume.
O abaixo assignado acaba de vender dos seus
muito felixes mneles a sorte de 5:0004 em deus
quartos de n. 1399, e 300i em dous meios de o.
2253, alem de ou'.ras sortea menores de 40| e 204
da lotera que se acabou de extrahir /S8), e con-
vida aos possuidore a vir receber, que prompta-
mentc sero pagos.
0 mesmo abaixo assignado eonvida ao respeita-
vel publico para ir ao seu es abeleelmento com-
prar os muito felizes bilhetes, qae ae deixar de
tirar qneiquer premio, como prova com es mea-
mos a anuncios.
Acham-se venda es muito felixes bilheUs p
rantidos da 3' parte da lotera a beneficio da igreja
matriz de Agua-Preta que ser extramda no dia
sat-uado 23 do cerrente mee
PRESOS.
Inteiro 64000
meios 34000
Quartos 14500
De iGOOOO para cima.
inteiro 54500
Meios 24750
Qcarios 14375
_____Joao Joaqnim da Cos Leu
Sapotizeiros
Larangeiras
Abacatizeiros
Pinheiras
f -u'ras multas qualidades dearvores fructferas
e apropriades para adornarem mas e jarfiius, nao
esquecendo aos apreciadores que ha grande sorti-
mento de tramas (conbecidas por palmeiras de
kques) cedro do nerte, e de outras qualidades,
bureiras, caueleiras, as bellas palmeiras irr pe -
riaes, e as nao esqoecidas ctsnarinas (conhecidas
por pinbeiro), um grande sortimento de diversas
qualidades de roseiras, acoacias, bigosias, equi
merian, petunias ; a-sim cxno grande numero de
ceblas de flores, que se tornarla entadonbo meo-
cionar : a tratar no sitio do Abrigo, em Olinda,
com estadio na travessa do Teixeira Lenes.
Sr. Aotouio Pereira da Rocha chamado
a entender se com Tasso Irmos em liquidaran a
ra do Araorim o. 37, fie-se este por ignorarle
sua morada.
Hotel Oriente
Rui do B3rso da Victoria n. "S, ootf'cra
ra Nova.
E-ie a :redi:.*,-, t>tsl6ciiiiutor.:ie por i *go
teiEi>3 esifvwVEoccionaoo na ra larga do Rosa-
rio, acha-se Ae novo.-eitabelecido aa ra a:ua,
com sua bem Muhecida administracao. Os g-
neros de alimentacao >e de primeira qualidaie.
Recebem-se ee com mendos e assigwfiuras, rszaa-
veis, tanto para hotel coceo para domicilio. Tktn
para recreio,*) liar, piaco e jornaes nacime* e
estr*na->ir'is. \ D-se &X.Q00 .>!> penhor em ama escrava;
na ra Direiu n. oi, 2 anda--.
Um rapu, brasileiro, solteiro, de boa con-
dU'.'.j. 'sabebdo ler e escrever, deseja-se empre-
ar em alpusa nasa ca esiabeleeimento como
caixeiro, ou cousa semelbante : quem precisar
annuriie por este Diario .
Capiteles de campa.
Xa ra do H--picio n. 36 p'ecisa-se fallar com
13 senhores capites de campo.
Massa fallida
Cidanle de Mamaicguape (provincia da^arahyba}
16 de marco de 1872.
A admioi-traclo da massa fallida do negociante
Joo h~s G mes de Sooza, onvida pelo presente
an? oredore* da mesma massa fallida apresen-
tar-lne os sens ltelos 110 pro de 8 dias da pre-
sente [ ahlicaco, para serem cualificados os sens
crditos e admiitid s a pagamento oj termo do
cdigo do coramercio, podando derigirem i ra
Vis.''n Je de Pelotas u. II, na mesma cidade de
Mamamgnape.
Da-se .0UiJ#O^ a juros : quem pretender
tom I .a dirija-se ao eserptorio deste Diario a
feliiir com o Sr. Ferreira.
Precisase de um caixeiro que tenba bea
ccoducta, para urna confeitarla. air-da mesmo sem
pratica : a tratar na roa do Bario da Victoria
n. U.
lo redor do B spo n. 18.
D-M comida particular a qualqner pessoa, e
alaaea^e limpesa bemfeitoria ; na mesma casa
traSalha-se em camisas de hornero da ultima rao
da, os mesmo para tenhora, tambera lavase e
aomma-se con pirfeicio por precos commodos:
e qualqner pessoa dirigirse a qnalquer hora
do dia.____________
Precisase
de nm caixeiro, qne teosa pratica de molhados :
na rna Direita o. li.
Attenco!!!
Um rapaz habilitado a tomar conta de urna en-
fermara em engenho e tendo pratica de botica
deseja empregar-se nisse garantindo ao propie-
tario de engenho qne tambem ensina portugnez,
francez e mnsica ; tratar na roa de S. Francis-
co n. 16.
PEDIDO
Pede-se a om moco que tomn um se-
lim emprestado no rraial, o ftvor de o
mandar entregar ao dono, do contrario ve-
ri o seo nome por extenso com a historia do
dito selim.
COMPRAS.
BURRO
Compra-so nm borro, proprio para carreja, a
tratar na fabrica do gz]____________________
Comprante spoiu
na rna Nova n. 23, loja.
tices da divida provincial
Na Praca da Independencia o. 33 se compra
tro, prata e podras pi
obras de ignal especie.
ouro, prata epedras preciosas, e tambem se vende
le
Compra-ie
em bom estado :
rio, loja n. 16.
um par de malas que estejim
tratar na ra larga do Rosa-
COMPRASE
moedas de ouro e prata
quez de Olinda n. 38.
na loja da roa do Mar-
Conpra-se chombo velho, pagi-se bem : no
armazem da bolla amarella no oitao da secretaria
da polieia. _________
CASA
Compra-se ou aluga-se para urna pequea fa-
milia urna casa n'oma roa boa, ou nm sitio pe-
queo que nao seja muito longe dos bondi. Para
tratar no largo da matriz de Santo Antonio n. 2,
1.a andar.
Compra-se ama escrava j de Idade que sai-
ba cozkraar a lavar : na rna do Lima, em Santo
Amaro n. 68, padaria.
V1NDAS.
Negocio vantajoso^
Vende-se urna excelleote casa acabada ha pon-
ce, no logar de Agua Fra, ra de Santo Antonio
em terreno proprio, tendo 2 salas, 4 quartos, co
zinha fra, estribara e qnarto para criados, e
terreno 280 palmos de trente s, b i80 de fundo,
com boa agua : a tratar na ra estrella do Ro
sario u. T7, 1 andar.
VEWDESE
cem palmos de terreno sitos na povoacao de Be-
beribe, com fundos at o Rio : a tratar na rna es-
treita o flasario. sobrado n. 17. 1 andar.______
'Quem quizer comprar farinha de milfio di-
rija-se a ra do Raogel n- 58, deposito. Pre?o mni-
lo raxoavot, a 100 r-.. 10, 160 e 180 a libra.
Alerta
i
mu
Olhem e vejam.
Reparem bem que na ra do Imperador n. 1
esl collocado um lampio que se aceode noute
e tem o segninte dstica Confutarla do Campos.
Naqnella easa est e-tabelecida nma confeitaria,
paslelaria, conservarla e culin-ria, alm de tndo
mais que proprio para urna boa mesa ; de or-
le que, se urna pessoa tem nma visita inexperads,
nao tem mais do que ir o belecimento ; pois all encontrar sempre, on p r-
que esteja prompto, ou porqne se apiomp:ara
com a maior brevdade, o segrale :
Un lanche opparo.
Urna sobremesa variada.
Urna merenda agradavel*
Por esta forma j nlnguem se deve vexar pot
urna visita que nao se fez esperar, pois os prepa-
ratorios da Confeitaria do Campo, tem capricha
do em bem servir a todos qne os tem honrado
com suas freguezias e de certo nao apro'eitar a
occasio das pressas e atropellos para deilar de
servir aquelies que rec- rrerera Coufeiiana do
Campos.
Veade-se
L'm casa terrea nova, na. raa de S. Jlo, fre-
guezia de 8 Josd, cora dnas janellas e ama por-
ta oa trente, dnas-sallas, cinco quartos, bom quin-
tal, cacimba, %i na sala : a tratar nos Goelhos
com Antorio Caraeiro da Cnrrha.
Vende-se ama hua casa terrea com cemmo-
dos para familia-e quintal morado, sita raa Di-
reiu da cidade de Goyanna : a tratar na largo do
Livparaeoto, loja n. 21.
Peneiras de rame
Ja.-raa do Mrquez de OHnda, loja de terragens
n. 44,Tcebeu allimamenie om completo sortimen-
to das referidas peneiras, prepriamente para refi-
nacciee padatias, sea preeo o mais commodo
poasteL
Arroz de casca
Superior em saceos muito grandes: nos arma-
zens de Tasso Irmos & C
Recreio estomachico!
nharos freguezes e amig.s
ouvi bem o que vos digo,
Suita attenco, pois, vos peco,
urque a annuciar ja cornejo :
c-iegnas seeras mnito novas,
mrvilhas, conservas, ova?,
Hapioca, arroz, sal fino,
cstras.qneijo londrioo,
salame, caf, fejo,
O gostoso macarro I
> scap, bages, peixe em latas,
nenate em massa, batatas,
ngleza genebra tina,
sarmelada genuina 1
nm calda fructas, aieite,
zanos, amendoas e leite;
Houcinbo fino, aletria,
ende o sabor se apre:ia I
tgftitt, massa de sag,
o bom d j e de caj ;
.velies, finas leotilbas,
-jaras, peitoraes paslilhas.
sale, doce de araos,
>ljofar mui fino ct.a.
oiem rival nesta cidade,
M em sabor raridade I
Santeiga Qoa. cacao,
oces, ge!a9, bacalbo,
os presuntos procurados,
n-maroes to desejados.
>renques e fino viobo,
gito novo e bom comioh?.
oaios, alhos, queijo prato.
O bom fejo carrapalo,
Y'almon, ameixas, srdinbas,
zovas ceblas, bolacbichas,
>zeitonas, mdlho inglez,
arirade desta vez 1
Gfano, pois, do que temos,
> todos chamar podemos 1
eje Minas qneijo, champagne,
o vinagre, a fina banha :
j-nda mais : temos licores,
asuito finos e de sabores;
-cassas, cerveja, sabo,
rarvadece e salpican,
seellnado assucar, s,
?raruta flaa em p I
9os charutos regala
C seu cheiro ambrosia !
wazoes estas, s porque,
ao devo n-asace *er,
ama \tz que o raeu fim,
gjesrao nesta lempo mira,
-c vender muito barato,
tridente, e a todos grate !
ere, pois, c os espero
^rem ver com que esmero,
uventei c um Balar-
lo intuito de agradar
*-3odos quanto c entrarem,
?3 qne dos gneros comprarem^
o que espera acntela :
nda mais que ppeteca
Hudo do dito Baiar,
^que proprio qnaresm.'r.
V^nde-se o engenho Manas&, siluatio na Ir-,
guezia de Santo Amaro da Jaboatao, distante des-!R6.''.,""
la cidade tres leRoas, com bastbiite vaneas, com I *** '
proparQoes para fazer grandes safras, tendo dous I *JI
ter5\ de siias trras de baixo de matas virpens,
com muito. boas madeiras de consirueco, sendo
as matas ata roda (Jo eageibo, onde se peder
abr.r novos panados, bom cercado, Undn prooor
{Ses para te fazer grandes uercados para rdfaaer
gado. O engenho movido a agua, ped-. nd
rar graneles safra--, senda o engenho copeiTo e tes-
do a roda 16 pa! ir t, urna boa e elegaute casa de
vrrenda de lijle e cal, sendo toda env^tiraceila,
um born pomar, as obras sao todas de lijcio e
muito coaamodas para o manejo do eogenl'.a, .em
urna boa. e bem mont&da destilaao, atn grande
tanque f ira deposito de mel, urna estufa mui'.o
commola. A roda d'agua toda de amarello co:n
jarelho de ferrt, assim como *;s rodete-, u eags- ft^e
nio n^ (be Salla obra -algum j, vai-se ao engenho Realmente
a carro^ dielando da estrada Uo-gov mais de. um fwrto de legoa '. quera qaixer cora- "
.pra-lo fie iproeoror o prc-priano no referido AillTlIlfl T?, 'A
eugenb n Mana*, .
Moseas, mosquitos e estrellas
Antaral Nabueo* C. avisam as Exmas. senho-
ras, que acabam de receber mo,cas, borboletas,
passaros. lantejoulae, etc doaradas e prateadas
para enlete de ri:a< para o pescoco, da ulti-
ma moda, e tambem tara enfeUe de vestimenta de
imagens e de anjo de procisso : no Bazar Victo-
ria rna do Baro da Victoria o. 2. ________
Vende-se urna armacao de venda : na ra da
Pecha n. H, a tratar com o dono na mesma.
Vende-se
ama casa de Pedra e cal, de 2 sallas, dous quar-
tos cozinha fra, com grande qalntal, em San
t'Ansa, freguezia do Poro : i tratar com o Julio
oo mesmo lugar.
.<- De?appareceu o escravo de nome Manoel do
engecho S. lote, districto da Parahyba do Norte,
o quaJ tem os Manaes seguintes : raalato claro,
ccenos chegado, nm poncj alto, seeeo, falta de
nm dense na frente, sera .barba, rosto .comprido,
urna ctatriz ponei visivel roga se, foriamo. ae autoridades polieiaes on a
ooalquer pesio* em ^articular, a appreheoeo do
dito r^craoo, e leva lo ao Sr. aaajor J^aquim Ri-
pfcael de Meo Jnior, em Goyaooa, que receber
a pana devilla.
Atten^lo,
na rus
Desapparecau da casa do abaixo assignado o
eseravo Joan Ceaario, preto, idade de 56' annos,
nicao, estatora regolar, aeeco do eorpo, caneca
pequea, calvo, testa granie, cabellos grisalbot,
rosto oval, ottaos pequeo', macies salientes, na-
riz chato, bocea grandr, beicos .grossos, barba e
bigoe brancos, mos e ps pequedf, cozmbei-
ro de proflsslo : qoem o apprehendef receber a
referida frabflcaco, leandJo ao sitio do mesmo
abaixo assignado, Poete de Ueha n. Jfl, iu
roa do Mrquez de Olinda n. 20.
Lui de Mora* ^mH Ftrreira.
Sub!oca-se o arrendamiento do predio a roa
Jo Marqnez de Olinda n. 23, consindo em nm
vasto pavimento terreo com os fundos para a
ruada Cacimba, com cbagiono centro ende lam
oem mnito espacosn o andar, o qnal tem sabida
ndepandentej podendo ser pelo armazem, pro-
prio para nm grande negoeio por atacado, por
ser o lugar o melbor possivel : tratar com An-
tonio Jos Rodrigues de Souza na thesouraria das
loteras, ra do f.re-po n. 6.
Moldaor.
Precsase de nm moldador : as cfcinas
eompanbia Recite Drainage as Cinco Pontas.
da
Alnga-se a casa terrea no neceo do Falco
p. 6 : traa-te oa raa do; Pescadore? o. 17
Engaaama-se oom prompiido e a:eio
Vp)ba n. 83. ___________________________
FLU I PAO ililZ
A Flor do Pi Cbiaez novameate aperfeicoado
em gosto e o mais alvo possivei todos os das as
4 horas da tarde, emquanto a limpeza e bemfei-
toria desnecessario elogio algum, cusa pouco
os freguezes conhecer a verdade. Asjra como
vende-ie a nova bo'axinha americana e nao com-
mum, ludo da melbor farinha : a rna de Gervasio
Pires n. 45, nova padra americana.
mm
.1GI.I1 lfltWCA.
Rna DiKjne ele (avias m. 40
Botinas inglesas phra meninas.
A loja d'Agoia Branca a ra Duque de Caxa
0.50 rfceben por atr-sira itr.a (eqacoa qaaoti-
dade de botinas de maircqn m coa borracba aa
lado obra n.ui boa para mi nicas, pua quete-
nham promp'a -ahida a f.a Bracea esta vea-
dendo-a: baratamente.
Saiaocome
Tnico especial contra a calrlce
Ota um bebo iitiiii ste de teifontana qo* a
Aguia Branca acaba de rec apreciadoSmaoconecujo r.iveiloso ifTei'.o a
j bem conhecido pi r ij'iai.io- o tem o<* anda mais por aaatlaa ijue uexenMiaia de utilidad*. O contiunado u>o du S a cona* ea >
bom resultado de impedir i quela dos catK-llos,
faze Io reuascer e conservar o >to bmho natural
alen de que eu oiw Oaataagrasai I" -
tro qnalqoer tnico con'.icua a ;er vindiSc aa' aja
:1a Agn Brasca.
licite de rosas brancas
Excelleote para acabar aso M sarda*, pacaos a
f?ptnh:iS n j' t.\
Vende-se a ii o hateo, oa I, ja d AguuU.-aaca
ra Baque de Caxias S. '0.
Bonitas caixts rom perfuniriits
proprias para prsentes
Vendem-se na liji o'Anu Brsasas ru Imr.e
de Caxias n. 50.
Agua Florida.
Acaba de chf gar nevamente a .hatada i
fl ria de Guislain para tingir de pfeta o ca-
bello brancos. Cdcottbeaaa ne it: wm4
iar aireciada i-.gna, o ?u iifeiionan instaita-
neo poiiirn seu re:u!t*o leajiae eficaz. '>
gou tarrbem a ?gua de Tupas.< i'-i> > u.
e continoam asir vecatdaf a Tt Irascj na I ,*
d'Agaia Branca a rna do Ouine de Caxias a. SS.
Molduras douradrts jv ra qua-
dros
Na I,,a d'Agaia Lr^n-'a a ra l)ii>ue de (jt<
a. o'.i B o. : I "' ni d :''i
Muldts t .argas, e por irc;^ mowd .
Penasele ac^o hco de lan;i.
Caixaa erm 103 penas a 100 i-, ta kja d'Agu a
Bran:a.
Bonitas cap lias com \ s p;tra
.noivas.
Vi -. I a 5 c? loja u'.A;1- i, tea a roa
de Caxias n. SO. Tamtea atada-
meLte booitoa veos ii*la par* l -
i. e veos dadores para el l '?
Escumilha prtli fina t larga.
Ved :.:. : ; 'A| i rar.ca rao Dap
ik- CX a- "- '
BotdfS
Ci l.-:v- if- e:gu o | >i' para caoiaaa, :..
:-. duracao ; <-e m Vende se oa U Ja c'Agr. a Branca.
Caixiidias Com 3 saben* tes ti.
a l, 1421 n e I.'''' ^ eaiaa.
VeCe .e na i ;a q'A( rra.
Meias' brancas c 1' li para
homeos e enh'-ras e de -1 ra :
Vend-se na i d'Agoia I .. nca.
Talagar-a
Keda fronda e iocal >ara Jor
dasloa.
Vende s^ n 1- ja 'Agu a r.rar-a.___________
tos fifi, acadealeos *i a* anno
da faculdarfc ie Vende-'O per itu.s b::
ana,-
vimos i.w ...,';.:- r:r !. :n '..- u ni** *=
DotrfOJ! d I C( dil "'
slhtlro Dr. Di r Pi '
Pimeate
vvrsldate ds C in "*r-;
ato iudit| .. .....
i* anno d '''

ra Negocio de

ecliiniia

Vence-se irai'.o n :
nr-ntada eom loJ-s o* i
bcn Mt tanu para ir-n-l iir
o ^aii* :e icl ta la, itt 1
. tratai r. 'rogresso d pau Cafa n. 1 i
no m-isr'-. i v,..: .' n <
.;
I i.
Chipen
A XOV.J ESI'
si. 60, aha "
:
'
, ; i-
as
-
Labras stG^linas.
Vehd -s d armazem de faieadas de Aupusla
F. de OtiveTit h C. a ra io C^mmercio u. i'.
Vende-se ou arrenda-se ( m alguns iones
de fogo mono ) o eop-enho S. Gaspar, sito 1>* fre
guezia de Seriniiaem, comarca do Rki Forsioso,
prximo do embarque ; com grandes partidos de
paal e macap, a roda da mceada, w,r. < e
mingues para raadeira necessana, bom pasto,
te : tratar aa ra do Imperador a. 20.
aXV, \
' 7Jas o. > .
le t..
:
j ousu'a e *
O vapor das novidades
Ra da Ioaperalriz n. 36.
Para este ettaleeimeoto chefao pelo ulliuio va
por da Europa urna isf oidade de objeetos que
sna elegancia, novidade, muito se recommenda
as Exmas. 6r*s, que gostam do qae bom. as
quaes ee vendem por preeos admiravelmenie re-
sumidos, como sejaro :
Conpleto ortimeoto de franjas pretas e de co-
res.
Hantilhae de fil de seda o que ha de melhor a
4500.
Diademas de alta novidade.
Redes para eabeilo, o qne ha de mais moderno.
Luvas de pellica branca e de cores.
Ditas de redes eom dedos e sem elles,
fietfes de velludo preto e ee setim, de eres e
pretaa
Tonde-se feorzeguins para homem pelo riimiaa-
ta^pre^o de 5#090, veabaiQ a loja de mtadeaas n.
50, ra do Mrquez de'Gliafc, antiga Cadeia.
Venle->e j taoeraa s.u roa do Ko.-ari da
Boa-vista n. 2, propria par. uno'/piante poner
poneos fundos, e estir bem fr-.gu.ada, yende-
se por seu doo ter de Mitrar s" ^ara Europa :
tratar de sua ade. por iem s se faz a ven-
da a diefeeiro, oo eom iraiao qu pos'a ter dee
conlo : tratar na mHPm.
Vende-se a preciosa memoria, eom Anas es-
tampas do Senhor do Bom J6*us do Monte em
Kraga, por diminuto preeo : na N ja n. ?3 \, raa
do Crespo, -esquina da do'Qoeimad.
e Steos a
:oj 9
r ara qaaresma
Franjas, iraocas. bote? prelos; MDdea se na
NOVA ESPERANCE raa do Duque de Caxias
O. 60.
Cassoletas grandes de muuo gosto
.tulla
Jf500 o ovado.
Fito de seda mnito'boa qulidade a 1 U800 e
Manoel de Curalo Pacheco, proprieiario do ho-
tel Uojao, partecipa aos sens fregnezes qne se
mudou da ra do Hospicio n. 86 para a praca
do Conde d'Eu n. 3?. onde o achara sempre
prompto para fornecer cocidas com asieio e
EromptidSo ; como tambem a dita casa offere:e
asunte commodidade.
BOM NEGOCIO
Faz-se nrgocio com urna loja de faz-indas
em urna roa bastante cr>mraeml e com
poneos fondos, propria para principiante,
qoem pretender derija-se a esta typogra j JJSoj- >ua do Que mado, hbrle
phia que se dar asneessarias inform^oM.jde wi.
Grande sortimento do fl tres d corea e pretas.
Modernsimos eoqnes a imitacao de cabellos.
Quadroe para retraeto a 240
Leque pretoi e de grande pbaotazia.
Ditos martlro, roadreperola e sndalo.
Ditos a iraiiaeo de marfim pelo preeo de i*.
Dszia de lioba de carretel de 200 jardas n. 130
a 700.
Bonitas sextinhas para meninas.
Modernas boltinbas pa-a senhoras
E nm sem numero de objeetos de ptima qoa-
lidade que e vendem por precos admiraveis.
Perfumaras de escomidos fabricantes.
a loja do Vapor das No vi taces, rui da tmpe-
ratriz n. 56, de Sa Leito & Oliveira.
Leite.
Vende se leite de vaeca puro a 320 rs. a garra-
fa : sa iravem do Livramento o. 2.
Vendase um bom terreno na Passagem da
Magdalena confronte ao Sr. Dr. Firmo Xavitr, e
co fondos at o rio : quem quizer compra-lo
pode dirigir-se ao Sr. Antonio da Silva Gusmio
de chapeos
CEMENTO.
O verdadeiro Poriland: s se vende oa
ra i Madr de e c. 22, armazem de
Jo5o AiartiDs de Barros.
8o indispensaveis.
Est prxima ebegada de S. U. o Imperador,
para cuja recepe.' .-So indi.-psnsavsis o chapeos
de paita
Sao os uni:cs que ha no mercado.
Vendem-se de finissima qualidade e por mdico
preeo : na rna do Bari da Victoria (antiga rna
Nova n. 41.
Chapelara de J. Cbristiaoi.
Vende-se doas ca-as em Olindi, em chaos
proprio?, com commodo sufficiente para familia,
sendo urna na roa do Arjube o. 17, e outra na
ra dj Jjgo da Relian. 27 : a tratar na ra da
fmperatriz n. 8, i* andar.
Caixas vasias
A NOVA ESPERANC\ ra do Duqoe d3 Ca-
xias n. 60, acaba de receber nm lindo sertimeoto
de caixinhas vasiis, sendo de muitos lamanhos e
moldes, tendo com espelhos e em elles, propriaj
para joias, costura oa outra qualquer cousa ;
Nova Esperanca qaem tem.
Obras
i do Ai
Fernandes da Costa & C,
Lja de I \mrki
tracile gortirr, ,. l0ls rte ,.
!s qaaltiiades rs [tices s< te&dw io pj
toratissimos, e c ra especf.'idaoi aaaapscs
preta e de cor proprit! pa.-i at,dar coa
'.asa.
Palitots d".'..,ica lobrecasacoa
20t0 e j.'i/ii.
Ditos de meric tobr<
WlCO e 6z)OC0.
Dito de pirno Uno aobn utacoi e sac -os
ie W a I8j000.
Ditos de di-ersai -riraossoa i
p saceos de IO a 0OO.
Cateas de casemira preU te 1,5 a I6JO
Ditas de trim de cores de :00 rs a |00(i
Coiletes de casemiraa prstt e cor de ^Kx;
razendas
K^s'nap;e Pret0 *9*m ce 1^800 a
aijOOO o covado.
Seda prela labrada a sjgjgjQ 0 ^mo
Moreart que preto a /200 o covado
Cbifas preas 320 e 360 ri. o covado
Um freas 3C0 e 100 rs o covado
Chiias ficuras e claras 100 e 4O0n
o covado.
Casemira prela 3J30O e ij'.OOo crts
<' caifa.
OifiJDa d'ajfaate
Mandam-se fazer obras por medidas fcitas
debaivo da direcflo d'om perito me.tre. gi-
nnie- se f zr muito mais barato do que a
outra qualquer parle
No mesmo estbele minio se encontrar
um completo sonimenlo de f?ienlas, pro*
prias para liomn..
48 Roa d.1 Imperalrii 48
JUNTO PADARIA FRANCEZA
Ub as de madr pero.a
A Aguia Branc a rna du Duque de Caxtat a
50, acaba de receber :
Lindos adereeoa ie oudreperWi.
Mcderco* grampos de dita.
Fivelus de dita matoree e maseras para paiceiraa,
^ cabellos, tti. et*.
Cjracoes oa medilhas de diu coas caaaphaa.
Yoltas douradai. obra do ultimo gasta.
Estojas eom 3 s I tesoarai Isas, excedentes pars
presentes.
(JuarnicCes de iaco- com brocfca a grai
B un las franjas pretal.
jaies pelos com bcmios deaaboa.
Vende se na raa do Anv rm n. 13, armazem de (Bicoi pretjs e d.llereate* largaria,
]B:n'.v! :>qdV grandes de trasca.
F

-i


DUiU de Pernamtmr* Tensa eira 19 e Man;o ti 1872
y-
-^-
NOVAS ESPECLVLIDA
DE QUE TEM DEPOSITO GEML
BARTHOLOMEU & C.
Ba Larga do Rosario n. 34
PHARMACIA K UROGARIA
s
XAROPB DE BROMURETO DE POTASS UM
HKNRY MURE
Sedaclivo por excelleocia para o iraaa-
Confeitos de Grimaud ,4mi
Cora as incontinencias d'tirinas
M ,;;;;.;5) preciosa contra as ascgoes ment das molestias nervoses, veritgens,
cJr licas, plidas cores, leu beria, paraly- dftres de cabegas, msonias, epilepsia, mo-
lestias do cerebro e da espinha dorsal etc.
JALEA DE OLEO FIGAD DE BACALHAO ARO-
MAT1SADO DE TUllEL
Facilita oozi de 13o precioso medica-
mento, visto sen gosto agradavel. til na*
debilidades, molestias escrophokttafl, do es-
tomago, e dos pulmes etc.
Colorigem Riganol.
* ou
Liquido regenerador da cor primitiva dos
cabellos
sil da besiga. anemias de qualquer naiua'Zi,
per-i irai;ie., queda do reciume etc.
R cj'pnsados com med.lha de prata
na Expjsgl> de 1807.
DRVGEAS DEI03URETO P0TAS3IUMDE
L. FOUCHER
C na lo raport- ote preparado desappa
rf-C'i'3) o icco:iveniente* inevitaveis ebera
onb-cido na applicacSo do ioJrelo de po-
lcas um ero forma da solucSo, po:g5o, xaro
pe etc.
E" poderoso remedio cos'ra as dores
riieuauicas, e t das as molestiis syphliticas.
XAhOPE LENITIVO PEIT03AL DE II. FLO.V
Unra as d eneas da garganta, do peito e
do estomago, 3lm de ser o verdadeiro es-
peluco contra a3 constipagoes, catan hos,
ronquidio, as'.bma, tosses nervosas, coque-
Admitido njs hospilaes da todos ds pai-' ""agio, dores agodas, feDres perniciosas
es da Europa.-
o ha mala cabello ftraoee*
Tintura japooeta.
S naica aptrovaa pela* m miela a*
oitneia, nrnnhnriili Tipiritr r tu ti ipnn if ap-
paraeido al boje. Daposil* priaoipai roa di
jawa do Reeife d. 61,1* iniar, oa totes m bo-
leta a casa de cabelleareiro.______
Verde Cferome.
Veade se em fc'arrts de 4 arrobas : na ra
Mar que i de OI inda d. 40.
Aos jardiaeiros.
A Nava Esperanca acaba fie receber thesoarai I
epecies para jardlneiros, slo as auTbfm qoa
tata triado so rneacado, a ellas antes qae se sea
bem.
lerin franci a $0 couio,
Acaba > negar i loja io ftpagaio um bonito
sortimento de merinos e-eres-para vestidos, fa
leuda hrga, de ama saor de um tecido iotei
lamente novo, teado -verde, atol iyrio, rosa Iyrio,
cor de caf e amarello, as cores sao muito bonitas,
e de ara efTeito brilhaote em obra, e vande-se
pelo baratsimo preco'dte det tastes o- crttado :
aa ra da (uiperalriz n. 40,,loja do Papagtio de
Mendes & Carvalho.
AGSPDRES
Pos e graniros ceMeynet
p\i t .Soto mni preconisado contra as en-
xiju'.ca?, nsvinu, c lod?s as molestias
nervosas; e ainda contra as febres nlermii-
X Lt:- .' houroaOiuo aguio.
alg:ntinz ds didier
Ht-.ajdio soberaio contra as dores de
i -, que faz pas.-ar em um minuto, cura
a egroi dos dentes, e pres'.rva o rr.o lia-
Xnnpe de (Mural de >' hamoin
(. C oral um completo cLtn ico do mui
.ene nnprego na medie na. e q e grande
tx'lj li-ui apri'spnli'lo para tietern i:j;r um
.- i tranquillo an doentus f'iiga os por
iasori ; apai'gua .j.s lires asuiiis iiii^la-
ra'i teai m giaws lacenvebieotas do
Opio, e rece o ua s.ia appiccao.
Em menos de 8 dias restituyaos cabellos
sua Cr primitiva Sem nod'Wr a pelle, nm A Nova Eiperaoca, rn Dafne de Caxias d;
pmnnrpalhar a rnnna a m nflmnrpon u i 63- 1aenl v*n* s ID#lh* eia' deiaia : a
emporcainar a roopa, e sem o emprego ae | antidade pe^ea, porOoio ellas antea que
outra quatqoer substancia. i acabem.
Pilulas de Cro9nier anti ner1
valgicas
Acceitas pelos mais acreditados mdicos
de Franc. i contra a nervalgia, molestias do
e
todas as molestias nervosas.
As mis de familia
FARINHA DENES1LE
Alimento lctea para as criancas e pessoas
dtbeis.
A farinba lctea Nestle contem todas as
parles nutritivas e preparado por nma
combinado d9 principios verificadas
I

PEGHINCHAS
NO
EMPORIO COMMEHOAL
1.1 lili DI lIRUIffl l
Ulyssas & Irmo
Nesle j bem conbecido estabelecimento encontrari o respeitawel publico um _
de tudo por mdicos precos, e tendo seus proprierios resolvido liquidar alfuns artigos
de que se compe o mesmo estabelecimento, vendeos por menos do sea cutio
OHO SfiJA
Eranjas pretas a
1^280 o metro
Rico sortimento de franjas de para seda para
eofeites de casaqniobos e vestidos pretos ; cha
guem a pecbincba, por este preep s na na di
lmpenirir n. V, loja da Roea Rranca.
A
s.itncia e pela pratica, de maneira a offere-
cer aos meninos da tenra idade, e pessoas
iracas e valetudinarias um ptimo alimento
de noiricSo capaz de restaurar asforcas em
pouco tempo e favorecer o desenvolvimen-
to das enancas dando Ibe robustez.
Essa farinba preferivel a todas as outras
e anda utilisada na cura das molestias do
eatestico e estomago, como om escolente
tenico restaurador.
nico deposito na pbarmacia e drogada
Bartholomeu & C. ra L?rga do Rosario
o.3i,
45-RA DUQUE DE CAXIAAS-45
A MAGNOLIA, tem reeebido por todos os vapo-
.: res, variedades de objecios de moda e pbantasia,
e pelo grande sortimento que tem chama a alien-
NOVO AXUXAZEttl DE FAZENDAS
COM
GRANDE OFFCINA
Dirigida pelo bem conhecido
DE ALFAIATE
e distinelo mestre
I t7i
Ra do Mrquez de Olinda n. 40
Fred^rici (Hule Cacata) de abrir ete novo estabelecimento e pedem a
fr*qi)-nc'ud.j res? I el publico que encontrar completo e sempre renovado sortimen-
no)*, :a: , ;, ierin, >lpcis, bnns de todas as cores e qualiJades. No masmo ba completo
o *ai sjrti n i !- f i'tdis francezas, inglczas,-allem5es, suissas e bamburgoezas,e
i$ se wndeo i pre os mdicos, alim de acreditar este novo armazem.
Oiieflandn baratissimo
S t iu.nij)li> da Boa Vista.
2t> -Rna da ciperalrizo
e v triado sortinunlo de fzenJis finas
j jam, ricooj cortes u era p^cisda sedinha?,
linas, alpacas lavridas e de
Loe c o ti.-tras de seda, lanziohas,
cansas, ca Dbraias ,:.. rgandy, madapMlo frar.-
. | decuples pr< w de l ida a qaalidad^msn-
rasleirs, burauc, cas aias bardadas,
r : ttocbovaes para bipii.*ad s as>ini como sim-
niupd's, roupdes \> :',.' para seohors,
$r,r,> cariedaie ero .- birlados,
iba '- vp'lu o pir.i teub r..?, Iraraanie de
dito de algol-, relesia .1 ;:.li>, csg-iia.>,
: c Or. pr>prio para ve.-t'h e n-upas cid
. i i -i i o l-m; i, os preco*
-. :>.:': *) i i ff.r* i a!c .: da segpintej
p-, 'i u 'n- : ;: iri'-'s prrin .i S*00 .1 cova-
d eil pas O- m .! I-i Mfa seoh ras a [V$ e 125,
audapulo (rancia 1 Jj n latibas Braaileira
ras 1 ara -: \ ui-miki a 6
b 1 lidus e i: e .'- 3, alpac
lu?tro a 300 rj. o covalo. lanziahas a 'iO e ICO
r-. o f.vaaj, fu-ii j ipoal moito lrfo para ves-
tida a 6W r.-. o covado. toalhas para mis, a 53,
Mtacis c m barra a 65, bolsas para vlagem a
i e 44509, orgia 3 braaco pira vestido a 6i0 rs.
a vara, ricos e Hes ta v*tido braoso com ii
nitr.i', de bibadioh).- ~. 73, da 3 com 41 metros
a irj, raadapoiS 1 fino a 6J a p:-;a, algodo -marca
T taperwr a 64, hiv-oJo granle e variado sorti-
menio om chitas easaas, maJap'ilG's, r apti f na.-,
briQi. caiTnirai e millos arti(OS que nao raencio-
tur
qual i-
0PE3 MACHA

C-5
Travessa do Carpo
Santo n. 25.
Ven1e-se machinas a vaperes locomoveis defor-
vestidos b'rar.cM q de 2, 3, 4 e 6 cav.illos e seas periences, podras
ts^de ltras ^Jjde moer milbo, arreios para carro para dons ca-
valios com retranca.
UQUIDACAO
NA
Ra do Crespo n. 20.
DE
, i ;^por menos 20 por cento que em cotra I (J^jheme Q, fe Oanhti & C.
F*R'.\ & LESSA.
A Turqueza
Receben :
Corts -i vestidos pretoi bordados.
S i,.;' B gl! prct'.
No-a; baquiaas.
Mactiibis e veos pretos
Ei^iiecies capas e mutas de lia de cores para
seoh ira e menina.
A' ra do ari da Victoria n. 9, amiga ra
Nova.
A Turqueza
YenJe barato o seguioie :
l'. r.cs o; cambraia b.rjaia a 14J00O.
Ditos do chita com lo c;vados a 5/.
Ditc-s de tiriiUai bordada a 205.
taaajatua i t2i.
A' ruadBaro da Victoria n. 'J. amiga ra
Nan-nc a 200 e 240 lis o covada, lazinhas I
miudinhas a 320 rs. o covado.
Alpacas prelas com lisias brancas, proprias para
lato, a 440 o covado.
Ditas Iizs de cre3 a 440 ris o covado, esm- ;
braias lizas de cores 280 ri o covado, toalhas
aieoxoadas para rosto a 500 ris, ditas felpadas
800 rs.
Br oante proprio para leuml, com tO palmos
de largura, a I600 a vara
Dito de dito mnitu lian com i i e meio palmos
de largara a 2J6O0.
Cambrala transparente fina a 3 a pee*, dita
Vicaria a 4, dita de dita de forro a U600
musselina branca a 400 ris o covado, casimira
preta mnilo fina a 2/ e 2jo00 o covado, lencos
de cambraia de linho abainbados ai/ i duzia,
ditos de dilo pequeos proprios para meninos a
2800 a duzia.
Cortes de cambraia bordados com 16 aovarlos a
54. E' pecbiucha : s aa ra do Crespo 0. 20, lo
de Guilnerme C da Cucha & C.
cao do publico 0 especialmente a di bello exo,
alim de visitarem na e d'i-Uasahirora prvidos d'a-
qaillo qun de A MAGN'OLU io reida etro, qaalqner lucro
loe satisfaz, lodo o sea lira servir bem, para
augmentar a regaezia e vender mullo.
A MAGNOLIA, do grande sortimento que tem
podia fazer um pomposo annuncio, e dizer muito
mas nil 1; limiu-se smenle a annonciar os ob-
jectos seguintes :
Bonitas cami-inhas e puchos borlados para se-
nbora.
Chapeos de velludo e palba de Italia modernos e
de gosto para seobora.
Laij n de seda para cabeca e peito (oovldade.)
Lindas fivelss de madreperola.
Cintos modernos para senaora.
Leones de madreperola, marOm, osso, sndalo e
madeira.
Muios aderecos. pretos, carletas, voltas e cruzes,
go.'tos modernos.
Ricos enxovaes para baptisado.
Chapeos de sol para seobora, ricamente afei-
tados.
Bonitas capellas com veo e sem elle, proprias
para noivas.
Esclhilo sortimento de boldes de larangeiras
para enleites de vestido de casamento.
Linba de todos os nmeros para croch.
Rico sortimento de flores de cores e prelas para
chapeo e cabello.
Ricos port jiias, port cartees de visitas, port-mo-
ney, propries para fazer presentes.
Lindos livriahos para missa, com capa de mar-
fim.
Chapeos de sol inglezes, cabos de marm, e ben-
galas de cana com cabo de marfim.
Tapetes avelludados de diversos tamanhos.
Ditos du c6co para portas de sala ae diversos ta-
manhos,
Ricos sapatos de lia, bordados em talagarc.1.
Lindas almeladas para sof.
As floristas,
A MAGNOLIA receben pelo ultimo vapor o que
os Srs. fljriftas precisarem para fabricar flores,
como sejam :
Peslilhas de varias cores.
Bagos de vidros de diversos modellos e ta
maullo;.
Olhos para mal-me-queres e cravos.
Clices para' rosas.
Rigas doaradas para flores.
Folbas verdes e pretss encralas sorlidas em
lmannos efoitios ec. tle.
Pomada alpaca.
U'este (xcellente privativo da queda dos cabil-
los, e mulo apreciada por aquelles que a conhe-
cem, recebeu a Magnolia pequea qaantidade; a
ella ante3 que fe acb.
Pees a Rocambole.
Realmente sao ranito engranados esses peoas |
eogenhosa e distrahe moito esta nova mvenfao.
S na Magnolia, ra Duque de Caxias n. 45.
CANDlEROS ECONMICOS.
Os candieiros econmicos, sao na yerdade de
inveneao agradavel, priva a quem desejar erobel*
lezar urna sala de fazer duas despezas, po s que
: tirando-se-lhe o depisito onde se conserva o gaz.
! torna-se nm lindo jarro para flores.
i Todos e-ses artigos s se encontrara na Magno-
lia, os seos correspondentes primara em gosto ; e
para que esse3 objectos tenham muita extraeco,
; elles reccmmendam aos seu3 proprietarios que se-
j*m mdicos nos pre?os e agradem muito aos fre-
guezes.
A MAGNOLIA
46Ra Duque de Carias45
Hh i.eh'.o, Fonseca A comp.
Machinas de costura.
Cbegaram ao Bazar ersal da ruaUniv
Nova u. 12, nm sortimento del machinas
para costura, das melhores qualidades que
existe na america, das quaes muita3 j sao
bem conbecid.s pelos aeus autores, Jcomo
sejam: Weller & Wilaoo, Grover & Boka,
S lenciosas, Weed e Imprtaos e oulras
muitas que com a vista devero agradar aos
compradores.
Estas machinas tem a vantagem de fazer
o trabalho que trinta costureiras podem
fazer diariamente e cozem com tanta per-
ftigio como as mais pereilas costareiras.
Garante-se a sua boa qualMade e ensina-se
.a trabalbar com perfeielo em menos de nma
hora, e ts presos sio tao commodos que
devem agradar aos p'etendentes,
ust^ito resiauratvo da
PELA VERDADE1RA PMHMM
A, Do Barrv
Os abaixo ajsfignados fa^m sciente a sens fre
(roezes, que pelo vapor ingiez .a-Plata receberam
Jegunda remessa d'essa ex -lenle farinba, enje
oso muito se reeommonda para as criancas, pes-
soas debis e convalescenies, .-.pplicada com reco-
nbecida vantagem as constif^edes, diarrheas
nausea do estomago, lo**, e-carro de sangue.
phthysio, etc. etc. Preferida ainda pelo agradavel
sabor.Uniricoa ontra qaalqu- r.
s
Vende-se boas passaros cantadores
reia a. 3, 1* andar.
na rna Di-
Pnassaeai 1t2 harris ^ m e 1^00
X o N armazem de Candido Alherto Sodr da Molla noto preco de 500 e 160, na loja das 6 portas em
4 C, travessa da Madre de Deua n. 14. frente do Livramaoto, esta se acabando.
VEOS I 1IWIIMS
O mnzea elogante acaba de despasbar o qne ha
de mais moderno era veos pretos de blonde, mantas
prelas e mantilhas brasileiras as mais modernas,
tambara recebeu grande sortimento de franjas
pretas e de cores toda de seda, coques e diade-
mas cousa de ultimo go. e diversos objctoi da moda, e eslao vendendo
maito Paralo : ra estroita do Rosario n 1- ,
Casas e terrenos
Vende-se as dais casas do sitio da Tamirineira
ns. 3 e 5, de pedra e cal, junto a estaco, e reta-
Iba-se a-nda algnm terreno do meimo sitio : a
tratar com Antonio Domingnes Marques Romao
rna da Madre de Dos n. 30.

SEDAS PRETAS
Superiores cortes de seda preta adamascada com pequeo toque de mofo pelo baratissimo proco de 20, 25J e
3O50O0 q corle.
Grosdeaapls de seda pretos, largos, a 1,0600, 23, 20BOO e 3|JOOO o covado.
Ditos dito dito com listas assetinadas a 2*800, 3, 3*500 e 4*000 o covado. ,
Gorgurode seda preto a 3*500, 4*. 4*500 e 5*O0C o covado.
Dito dito dito muito superior a *, 6*500, 7*, 7*500 e 8*000 o covado. .. _
Mantas e mantiobas brasilinas de operior qaalidade. OJlQkl
Fil preto liso e com flores.
E butra; muitas fazeodas pretas proprias para a quaresma, havedo grande e variado sorlifleato para os com-
pradores escome rem.
Na ra Fiimeiro de Marco (outr'ora do espo) o. 13, loja das Columnas, de Antonio Correa de Vas-
eonceos.
OB A' ra do Cominenio u. 10, escript-
5 rio de Jos Joaquim da Costa Maia, ca-
li contra-se para vender por eommodos
H precos :
Azalejos hespanhes.
i{ Ftlbas de ferro gatvauizado para telba-
W do de diversos tamanhos.
Ditas de dito dito lizas.
Bicas de ferro galvanizado.
Cumieiras dilo.
Portadas completas para cantara.
I Ladrilhos.
SaMa^^H^*
U NOIVADOS.
Bonitos ports bn]uets.
Lindissimos laques de madreperola mol les in-
teiramente novos.
Cortinados bordados.
Camisas bordadas para hornero,
Finas meias de seda para eenhora,
A Nova Esperarla auera tem I t
DESAPPARECAM AS SAUDAS
A Nova Esperanca a ra do Duque de Caxias
n. 63, acaba de receber o bem conhecido leite
de rosa branca, e tambera leite virginal, os ^uaes
fazem desapparecer as ardas ou pannos.
Garrafas da vidro Bacarat para vinho a
5*. 6* e 7*000 o par.
Gompoteiras a 6* e 7*000 o par.
Copos de vidro Ano para agua a 4* e
4*200 a duzia.
Clices de vidro de cor fino para vinho
a 2*000.
Meios apparelbos de louca ingleza fila
para jantar por 50*000.
Pratos e diversas pscis avulsas que se
vende b rato.
Jarros para flores de 3* a 45*000 o
par.
Clices de vidro fino para licor a 2*800
a duzia.
Vidros de ch-amin para candieiro a 2*200
e 2*400 a dzia.
Globos pata candieiro a 1*600 e 1*800
cada um.
Bonitas quartinbas hamburguezas a 4*000
e 4*200 o par.
Escarradeiras de vidro a 3*000 o par.
Bonitos candieiros de jarro a 16*000 um.
Grande quanridade de arandellas para
dependarar a parede, de 1*500 a 2*000
oada urna.
Ternos da bandejas a 7*000.
Paliteiros de porcellana brancada 1*0C0
a 2*000 cada um.
Lava mo de zinco a 4*500 nm.
A!god5o inglez para roupa de escravos e
saceos a 32J a jarda.
Japetes avelludadcs para quatro cadeiras
a 25*000.
Um grande espelbo moldura doorada por
80*000.
Lindos abuns para retratos a 10*0.0
cada um.
Bonitos chapeos de velludo para senbora
a 10* e 12*000.
Aberturas de linbo'para camisa a 10*000
a duzia.
PunboB de linho pan camisa a 9*000 a
lata.
Collarinhos de linho para camisa a 6#
dozta.
Anquinas de crina para crean?u e se-
nharaa, de 3* a a*GB0.
Goales da cambraj ijiraoca e corlo com
8 1/2 varas a 3*500.
Fronhaa de crivo a 560 ra. urna.
Cortes de castor para caca a 1*280.
AlgodSo e lista a 260 rs. o covado.
Co'xaa branca adamascadas grandes a
3*060.
Cobertas de chita grandes a 2*400.
Superior brioi de Hamburgo de linln c m
10 palmos de largara a 2*800 a vara.
Bonitas frocteias cm sabauetes detrac-
tas, proprias para presente a 4*000.
Lindos livros com extractos a sabooetes
a 2*500 e 4*000 para prsenle.
Oleo phi locme a 600 rs. o (rateo,
muitas outras per [amanas que se venda ba-
rato, carne saja : aaboaetes finos a 1*200 e
2*000 a dozia.
Chapeos para baptisado de criinc a a 2*.*<
e 3*510.
Coques para cabello a 2*OC0.
Cadarzo branco a 360 rs. a dezia.
Dito tracc?do largo a 140 rs. a pata com
4 vara?.
Caixa de papel -amisade a 700 rs.
Dita de 100 envelopes a 400 rs.
Duzia de peales para alisar a f#60u.
1*800 e 2*000.
Bonitos chapeos de palba com aba f ira-
da, para liomem a 4*000 e para menino a
3*000.
Sortimento de meias para homeus, sacho
ras e criancas, e muios ostros artigos qut
dei.xamos de mencionar, e que ggahteote
vendemos por precos commodos.
A Magnolia, ra Duque de Cax:as o. 45, rece-
beu nm grabde sortimento de coques o mais mo-
derno que na, e v-rale por menos do qos em -li-
ra nnalqner parte.
OhoO'lito Meuiev
Vende-se chocolate Menier de saode
do Marqnez de Olm a n. 10.
na roa
Deposito de g.iz
Em peqnenas e grandes porees, marca Devoes
a ra do Apollo n.
& C.
venderu Joo do Reg) Lima
Especial idade.
Vinho do Porto o melhor a desejar, em barra
de IO e 20*: vende se no escripiorio de Soares
Primos, ra do Vigario o. 17.
Bonitos e liuo ntremelos e
babadinhos bordados
A Agnia Branca ra do Duque de Caxias n.
SO, recebeu novamenie nm bom sortimento de n-
tremelos e babadinhos bordados, cuja superiorida-
de sera conbecida por quem es qnizer comprar e
dirigir-se a dita loja.
A verdadeira cemja da Baviera, marca ban-
deira, de superior qualidade, vendera Tasso Irmaos
di C, armazem da ra do Amorim n. 37.
Cerveja de Noruega.
Verdadeira e superior : venda nos armazeos
de Tasso Irmaos & C.
CHAMPAGNE
Marca Chs Fare
O deposito d'aquella marca acba-se actualmen-
te na roa do Bom Jess, amiga roa da Cruz o.
ti, l' andar.____________________________
Vende-se nm carro americano de 4r odas,
e com quatro assentos, moito leve, elegante, bem
pintado e forrado! A ra do Imperador n. 20.
O EMPORIO COMMERCIAL eacarrega-se da factora de roopa por medida, e capri-
cha em bem servir aos freguezes, tanto no comprimento de seus tratos, como na bo.
qualidade de fazendas e modicidadd de precos.
PECHINCHAS DE ROUPA FEITA
O EMPORIO COMMERCIAL vende paletots fraqao de casemira fioa bem acibadus
a 18*000, 20*000 e 22*000. Paletots saceos de casemira preta e de coras de 7*000 a
12*000. Ditos de merino prtlo de 7* a lOiOOO. C ticas de casemira preta e de co-
res de 6* a 12*000 cada urna. Golletes de casemira de 3* a 4*000. Calcas de brim
muito bem feilas de 2*500 a 8*000. Paleiots de alpaca fina de cores, branco e preto
a 2*500 cada um. Ceroolas de linho a 2J800, e de cretone a 1*600 cada urna. Cai-
ga de castor a 1*700 ; superiores pannos finos, casemiras e brins.
EMPOPO CM3IERCIAIj
15 Ra da Imperatriz 15
TT1NGA0
Grande reduepo em prepos
Ka loja de Antonio Pedro de Soaza Soares, na ra do
Baiao da Victoria n. 28, outr'ora ra Nova
MODAS
Coques de trancas o que tem vin- dem dem para senboras a 4*
do de mais gosto a 5*00 j e 6*00| 3*j rs e.......
.Mimosos leque3 de sndalo com
lantejrulas a......5*000! osso 2 B a......
Ditos a imitacao com lantejoulas a
Aderecos pretos com camafeu (no-
E peehincha
Cobertores de lia escaros a 2000 cada um,
s na roa do Crespo n. 20, loja de Guilberrae
Carnelro da Cuaba & C.
Farinha de mandioca
Superior e n uito propria para mesa, em barr-
ricas de faraba de trigo ; a H#00O rs. a barrica:
nos armazem de Twso Ira>lo9 Terreno e casa
Vende-se por prego omito barato nm terreno
com 400 palmos de frente e 330 de fondo, com
casa pequea de pedra e cal, em Beberibe de
Baixo ou Pandao, na rna de Olinda, vende-se com
o terreno que o pretndeme qulxer, e tamtem se
relalba no mesmo lugir 760 pa'mos com 3.0 de
fundo, o melhor terreno do lagar e vnde-ie ba-
itt per praalso : a tratar cara Migael Farreira
iraeiro, aos dias atis i raa estraiu da Rosario
a. '41, loja, e dos dominaos no Pendi, raa da
Esperanca.
Aossenhores de engenho.
Potaiaa americana recenlemenie chegada, moito
propria para purificar assucar, e vende-se mus
barato do que em outra parte: na roa da Apolla
a, M, e no caes Jl de novembro n. t
vidade) a ,.....
Voltas ou aljofres pretos e de co-
rei a 500,800 rs. e .
Ricos enfulles de blond e flores
para cabeca a......6*000
Gravatinhas de seda com franja
para senbora a.....1*0C0
Franja de seda preta estreitae larga
dem idem de cores pega a 3*000
Galoes de seda de cores a 800 rs.
1*500 e.......2*000
Luvas de pellica preta e de cores
o par 500 rs., 1*000, 2*000 e 3*000
Transparentes com paisagens para
janellasa.......12*000
Bicco de seda-preto e branco peca
de 4*000 a......7*000
MIDEZAS
Entremeios e babados tapados e
trans parentes a peca de 600 rs. a 3*0C O
Pecas de trancas de cores de 120 a 400
Caixas de licha do gaz de cores a rs 800
Dazia de pecas de trancas de cara-
col a rs........ 400
dem idem lisas a rs..... 20C
Bengalas de canna e junco a I* e 3*000
Caixa de papel amizade muito
superior a rs...... 700
dem idem de cores a rs 700
dem idem de quadrinbos a rs. 640
Caixas de envelopes finos de por-
celana ars....... 800
dem idem a rs. 400 e 500
dem de pennas a rs. 500, 800 e 1*000
Abotuaduras para collete grande
variedade a rs...... 200
Idem idem de crystal a 4*000
dem douradas para punbos a rs. 500
Duzia debaralhos francezesbei-
ra doorada a...... 3*600
Ditas de pares de meias para bo-
mens a 3*500, 5*000 e 6*000
dem idem
5*j rs e.......
Duzia de lalberes com cabo de
osso 2 B a ......
2*200' Dita de ditos cravados ( baratis-
simo) a 2*000e .
2*000 Gai rafa de tinta roxa extra fina a
Potes de dita inglesa a rs. 100 e
1*000 Estampas de combates da guerra
franco-prussiana a .
Candes com retroz de todas as
cores a rs.......
260u
16ti
1*000
4<
PERFUMARAS
Rosas com extracto a l*w...
Frasco com extracto inglez muito
superior a......1*000
dem com dito kananga muito su-
perior a.......I*0o
Agua de florida verdadeira, gar-
rafa a ........ i*2o
dem kananga do JapJo a 1.-S2
Banba ingleza em frascos a potes
de porcellana a.....I*0oo
dem idem ara...... too
Macos de sabonetes inglezes muito
bons a rs........ 600
Sabooetes de amendoa muilo su-
periores a :a. 9to
Cosmetique de corea a rs. 100
Pacotas com pos de arroz fino
a 300. 400 e..... 500
Caixas com dito moito fleo ka-
nanga a........I*50c
Frasco com oleo oriza verdadeiro a l*20o
Frasco de oleo philocome verda-
deiro a ........ 1*200
Dilo de dito antique moito supe-
rior a rs. 340 a *0o
Galera dos grandes homens cada
estatua com om frasco de ex- ____
tracto a.......**KK>
Frascos com ifua de cologna a ta.
503, l|0OO e.....1*500
Garrafascomdlu o qoe ha deaae-
Ibor a 3*000 e.....4#000
Elegantes ciixinhas com extractos
e sObonetes........
BRINQITEDOS PARA CRIANZAS
Bonecas de lonca, massa, cora de todos os tamanhos, tamberas, cosmeramas, c
rinbos, gaitas, soldados de chumbo e muito* ouiros objectos qoe por sa toraar
siado lOOgO deixo de mencionar.
K 28 Ra do Barto da Yictoria N. 28


m
titfit dt FtrnftAbac* Ter^a !eif* rfl W Ufarlo it 1812
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r
i
\*
I:




SEM LIMITES
Na.

LOJA E ARIMZEM
FLIX PEREIBA DA SILVA ft C.
NA RA DA IMPEEATRIZ N. 60'
S a dinfceiro vista
Os proprietarios deste estabelecimento tendo grande necessidade .le diminuir o im
menso deposito que tem de fazendas e grande urgencia de apurarem dinbeiro, tea re-
loiTJdo fazer urna verdadera liqaidacao com grandes abatimentos nos precos de todo!
os seus artigos: para o qoe convidara ao respeitavel publico desta capital a vir sortir-s<
pois lbe garantem que em parte algn poderlo encontrar lio grande sortimentoe me;
mo nio compraro pelos precos qne se Ibes pode vender na loja de Pavo ; porra ad
vsrtindo-se qne s se vende a dinheiro vista. Os mesnjos propietarios deste estabe
e&meoto rogam a todos os seos devodores desta praca o favor de virom saldar seus de-
Sitos, e todos aquellea que estiverei devendo cootas antigs e o nio fizerem ter5o di
ser encommodados judicialmente.
Para a quresma
GROSDENAPLES PRETOS A 1^600,
^000 20300 e 30200

O PavSo receben um grande soitimento
de grosdenaples e gorgur5es pretos que
vende por preco muito em coma, sendo
erosdnaple preto liso moito boa fazenda a
40600 o covado. Dito a 20000 e 20500.
Tito de cordo ou gorgoro muito encor-
cado de boa largura a 30000, 30200 e
"50300 at 50)00 ou 60000 o covad), as
m come grosdenaple liso com 4 palmos
de largura, sendo moito encorpado a 30200
grande pechincba, na luja do Pav3o ra
di Imperatriz n. 60.
FAZENDAS PRETAS PARA A QURESMA
Na loja do Pvao vende-se um grande
ortimento de fazendas prelas proprias para
a quresma como sejam : grosdenaples pre-
tos de todas as qoalidades, panno fino pre-
to de 10600 o covado at 100000, casemi-
ras pretas de todos os precos e qualidades,
merinos trancados e de cordo, bombasioas,
alpacas e outros muitos artigos que se wn-
**m mais barato do que em outra qaaiquer
oarte roa da Imperainz n. 60.
E\plendid sorlimenlo
DE
GROSDENAPLES NAL0A DO PAVAG DE
10600 at 100000
O PavSo vende um grande sortimeeto de
Toalhas grandes de fustao para mesa de
jantar a 3500 e 60.
Coberlas de fusilo para a cama a 3J500.
Grande sortimento de casaquiahos ou
basquinas modernos de seda e croch, rica
mente en'eiudos para differentes precos.
Gorgorlo de cor para vestido a 300 o
covado.
Bareges transparente a 320.
Ditos ditos a 160,
Duzias de toilbas para mo a 60 80.
Carnizas francezas para bomem a 10600
e 0OOO.
Colotes de meia cazemira e brfm a
1#500.
Calcas de brim -branco de linho a 20 30.
Palitots de alpaca preta de salpico a 20.
Ditot sobrecasacos de brim a 20.
Ditos de cazemira de cor a 10500.
Panno preto com 6 palmos de largura a
106(0 covado.
Cassas pretas lisas a 120 ris a vara.
Chita prela Hsa a 100 ris o covad.
Chales pret03 adamascados a 10600.
Ditos de banege de cor a 10.
Ganga franceza a 320 o covado.
Dazias de lencos brancos 10600.
Punhos com gollinhas de cambraia tapad
e transparente a 10600.
Corpinhos de cambraia branca e de cor
a 20000.
Saias de lia com barra de cor a 30, 40,
MACHINAS
DE
COSTURA
A'
DOS POSPONTOS
1$00
JYlAlUA
DOS POSPGXTOf
900000
9O0OCO
ropan?
* 90000
9:0000
90OC0
9O0(CO L

grosdenaples e gorguroes prelos para vesti-i50OOO. e outros muitos artigos que seria
d>s, que vende a 10GOO o covado, dito a
20000, dito a 20500, dito cora 4 pateos de
largura a 30000, dito a 30500, 40 e 50000
dito com mais de tsm -metro de largura que
com 9 covados se faz um vestido, a '80, 90
e 100000, todos estes grosdenaples se po-
.lem vender mais barato do que en outra
;ar.!quer parte, a4tendendo i grande quan-
tidade que se receben desta fazentk, ra
da Impera trii o. 60, loja de Pereira da Sil-
va C.
Puno preta a f .t;ao o vado
O Pavlo vende par:no preto fino de duas
larguras a 10600 e covado, dito aauito su
perior a 20500 pechinha, roa da Impe-
ratriz n. 60.
RICAS SAIAS BORDADAS A 80000 E
1Q0O0U
O Pavlo recebeu um bonito sortimento
das mais rica saias bordadas, tendo 4 pal-
mos cada nma e veBde a 80000 e-O0OOO,
5-endo fazendaque vtle 120000 e 115000,
pechincba, ra da Imperatriz n. 60.
LASI.VHAS NOVAS
O Pavlo recebeu um elegante sortimento
das mais mo ternas l&as para vestidos com
stras de seda q je vendo a 800 e 10000 o
covado, di'.ae de phantas;a sem lietras de
teda que vende de 40 at 640 rs. pe-
chincha na loja do Pavo ra da Impera-
triz n. 60. .
MANTILHAS BRASILEAS
infadoobo mencionar oque se liquida muito
barato na loja do Pavlo ra da Emperatriz
n. 60.
GRANDE 'PECHINCHA EM PANNO PRETO
A.30000
Na loja do Pavlo veBde-se superior panno
preto pelo barato preco de 30000 o covado
sendo fazenda qne sempre se vendeu por 40
e 40500, e liquida-se por este preco por
ler-se feitj urna graode compra, assim come
no mesmo estabelecimento se vende grande
sortimento de panno preto, casemiras mais
barato do que em outra qualqoer parte na
ra da n peratriz n. 60, leja de Pereira da
Silva *>C.
NOV0S VESTIDOS A 50000.
O Pavlo tem lindes cortes de vestido dt
inissimas cambraias com bonitos bordadoi
de cores e tambem todos bordados branct
que vende pelo baratissimo preco de 30OOC
cada corte, grande pecbincha.
PANNOS DE CROCH PARA CADEIRAS f
SOPHS.
O Pavlo tem um grande sortimento di
pannos de croch proprios para encost di
cadeiras e de sphs, assim como um rice
sortimento de tapetes de todos os tamanhor
proprios para salas.
MADAPOLN BARATO A 40, 40500 E 50
O Pavlo tem pecas de madapollo com 24
'.soca se vio Din processo'mai? perfeito e iue ai-
fui d ui forma a satisfaier as exigencias rc;.s
'varai da escriptcirac^o.
4 toa edr lindissitna e nao precisa de caida-
lo xifum para se conservar no tintero sempre
:cm a mesma cor, sem borra, crsta. boldr oa sem
oda estas mareltas Inherentes tedas ? tintas
U a^ora condecidas, anda mesmo dos memores
tures estrespeiros.
Sobretodo, e anas de eco, antes pete centrarlo, a penna
teto, asss proveitoso.
leu tinta, nao sendo especialmente para copiar,
a com te de duas, tres, ou mata copias nm vu>ec
poia e escripta ; preciso, porm, deixar-lbe
rpapt bem molhade sem o eny.af it com o mata-
orro, porque eo ha o ris&i de >orrar. Parase
tu axis e urna eopii, nao se af^iumeram tan-
v foroas quantas copias se querem tirar, mas
'a-M com o original tirar urna lacias quantas
taiHijam, sem qu? o original f.qui prejudicaco
>!u tragoes.
"ocorre aqui dizer qne, par* copiar importa
M! bor tinta nao satisfai, e o deleito recae sempre
>obr a tinta, que omitas vezes quem menos
'Ipa tem.
k dnpla qnRlidade desta tinta extremamente
-rrtdavei, pois que eviu que em qaaiquer es-
riDiorio baja mais do qua urna tinta para os i-
tiot misteres.
Vaiaiamo a soa dnrabilidade, nio ba a oppr
|lMMff dRTida pois ene tinu depois de as-
cripta soffre o choqne de cidos fortissimosL sem
s decoropOr; ora, se os cidos nao tem accao so-
bre ella, omite menos a aeco du tompo a pds
destruir; isto plausivel.
Nao s ao commercio que este meo producto
tco ser otil ; os professores dos collegios, investi-
gando todos os meios para o adiamntenlo dos
feos discpulos, tem approreitado esta tinu, que
com raiao a acharara apta para desenvolver o
Sosto nos educandos, em consequencia da beleza
a cor e facilidade de correr na peqnena pela soa
liquidez. Ha ejemplos de cr.:ncas que havia
muito lempo tinbam urna repugnancia extrema
para a escripia, logo que (oi admitiida esta tinta
no coliegio, apoderon-se deltas a curiosidade e o
gosto, e ponco tempo depois o seu adiantamento
era manifest.
Esta lima, par de tantas vantagens, tem um
nico inconveniente, deteriorare ao contacto de
outra (raalquer; c.-nvm pois te-la em tinteiro
isentos do menor vislnmhre de oulra tinta, e evi-
tar escrever com a penna suja de urna preparadlo
differente e incompativel; verificando isto, nao ha
rarlo para se usar de tinta que nao seja a VIO-
LETA EXTRA-FINA DE MuNTEIRO.
Observapo.
Diversas falsificarse; e seme'hancas tem appa-
recido, coja durabilidade duvidosa. Os Srs.
compradores podem evitar o engao dirigindo-se
casas circumspectas,. e pedindo a tinta que eu
fabrico
A. C. itrmteiro
0C0(0 nsmoiw,
oc'0oo MBn
OO0fOO
COMPi HIII.%
FXO 'NO BRACO DE CADA MAQII.W
GRANDE TRIUK1PH0
OBTIDO SOBRE MUS DE TRINT* EXPOSITORES, BU." M
TODAS AS CASIS FMSCiPAES UESTE RA1I0 HE l\l)l>Ti;i!
EXPOSKAO
WA
iLTON

O Pavo vende bonitas mantilhas brasilei- Jarda8 vara8 Revende a 40e 408OC
a peca, dito muito fino e largo de 60 par:
cima, dito fraacez do melbor que tem vinde
Impe-
ras a W0OOO pechinha, roa da
ratriz a. 60.
NOVAS CAMBRAIAS BORDADAS A S0OOO
O Pavlo recebeu um bonito sortimento
de novas cambraias bordadaspara vestidos
sendo todas brancas e com bordados de co-
res e vende se pelo barato preco de 50000
cada corle, teodo 8 I vara pecheinba,
rna da Imperatriz o. 60.
rBClIlCia na iOJl UO ravaO nm grande sortimento de ditas finas clarai
POR CAUZA DO INCENDIO e escuras que vende a 280 e 320 rs. o co
F. Pereira da Silva, tem oriente necessi-. vadoe finissimas percales miodinhas propri-
dade de liquidar muitas fazendas de lia, 1U as para camisas, vestidos c ronpaspara me
nho, seda e algodlo, que Ihe ficaram mais nios qne se vende a 360 e 400 rs.
ao mercado, assim como dito finissimo en
pecas de 40 jardas.
Corles de ebltM.
a 06CO, 20000 e 20800.
O Pavo tem cortes de chitas franceza
com 10 covados, que vende pelo barato pre-
co de 10600 e 20000, ditas qoe vende f
160, 200 e 280 rs o covado, tambem tea
40000
oa menos estragadas por oecasilo do in-
cendio que se dea nos dous eetabeleciraen-
tos contiguos ao fea.
Pecas de algodSosinho a 30000 e
Ditas de madapollo a 40, 40500
Ditas enfestadocom 12 jardas a
e 30.
Ditas francez muito fino com 20 varis a
90OOO.
Algodlo largo transado para lengoes a
800 e 10.
Bramante de linho superior com 10 pal-
mos de largara a 20 o metro.
Dito de algodlo com a mesma largara a
106OC o metro.
Pecas de cambraia transparente com 8
1(2 varase ama vara de largura a 30800 e
40000.
Ditas Victoria com a mesma 'medida a
302OO e 40.
Dita de cambraia de salpicos com 8 l|2
varas a 50.
Ditas de dita adamascadas para vestidos
com 8 i|2 varas a 40.
Ditas com bordados de (loores a mesma
medida a 40500.
Cortes de organdy branco e de cor com
7 112 varas a 20.
Ditos de cassa de cor com 7 varas a
20500.
Pecas de organdy bramo para vestidos
teodo 8 ir2 varas a 35500.
Graode sortimento de chitas escaras a
240e280 ris o covalo.
Cortinados para cama e jaoellas o par a
70, 80, 100.
Saias de, unj s pamno com pregas a
20500. v
Romeiras pretas de croch a 40 e 60.
- LENCOS BRANCOS.
O Pavlo tem lencos brancos abanbadoi
qao se vende a 20400 e 30. a dozia, ditoi
grandos de marina sem ser abanhados a
e 0.! 30200 rs. a dozia ; assim como bonitos len-
2j50|cos bordados para mos.
ROPA PARA HOMENS.
Sobrecasacos de panno preto fino send
muito bem feitos de 120 at 400000.
Palitos de panno preto fraques e sacc
de 80 at 120000.
Ditos de casemira de cor de 60 at 120.
Ditos de alpaca preta fina de 40 a 60000.
Ditos de dita branca ede cqres 60000,
Ditos de brim de linho trancado a 60000.
Calcas de casemira preta de 60000 at
120000.
Ditas de brim branco de linho de 40000
at 80000.
Ditas de brim de lioho de cor para todoi
os grecos e qoalidades.
Camisas francezas e inglezas com peitoi
d'algodlo de 10600 at 50, em doria ven-
de-se mais barato.
Ditas de meia de 800 rs. para cima.
Ceroalas de linho e algodlo, francezas e
feitat na trra.
Co!larinho9 de papel, algodlo e nhc
qne se vende muito barato para liquidar.
Para noiyas.
O Pavlo tem riso gargurao de seda, bran-
co. Grosdenaple branco moito encorpado.
Agraciabas brancas com lislras de seda.
Poupelinas brancas da seda lisas e lavra-
das. Sedas brancas, 1-avradas e lisas, em-
pellas com palma de flor de laranga com
ricos veos bordados, que todo se varille mais
barato do qoe em ontra qaaiquer parte.
RMAZEM DOS LEOES
Ba Duque de Oaxias n. 29.
Os proprielarios deste bem montado estabelecimento scientificam aorespeitave
respeitavel publico desta provincia que se acbam com. um variado e completo sorti-
nenlo de movis, tanto nacionat s como estraogeiros, sendo estes escomidos por nm dos
os'os que se acba actualmente na Europa. O mesmo tem contractado com os melbores
fabricantes daqnellecontinente as remessas das mais ricas mobilias feitas alli.
Na officina tem os mais habis artistas deste genero, e por isso pedem qne ve-
oham visitar o estabelecimento, aonde encontrarlo a reah'dade do qoe acabara de expr'
ue se pode examinar; ricas e completas mobilias de Jacaranda, mogno, faia, carvalbo, a-
marelo, etc, ricas e elegantes camas deja caranda, pao seta'm, amarello, etc., etc., guarda
vestido de amarello, guarda looea de Gogoeira e de amarello com Urepo de pedra, apa-
radores de.d'to dita, peti toilettes especialsaente para fazer a barba, toilettes de jaca-
randa, amarello, pedra, secretaba? da Jacaranda e mognocos tureiras ae mogno, san-
tairiof, thpars p?ra bordar, bercos, lavatorios com espelho, de pedra marmore e seus
pertences, cadeiras privadas, bids; etc., etc., e muitos ontros artigos que deixamos de
mencionar por sejicmar enfadonho
Os jurados, p ra decidir das qrtalidadcs Oe varias matinas (nio m> a r
excelleccia da conslrcclo, c mo tambem da superioridade .10 trablh- tVK\ I
ganisar^m (i!re os expositores urna lula de coser, em que os jando! dtteirr;
destribuiram os maieriaesde que se d.viam usar
lieconhrceu-se unnimemente
Que a machina moderna pira oofctura de finili. .|f
SiKGER MANUFACTURING COMPANY
alcanfOo urna victoria fcil sobre todas as concurrentes, l?ado effect.ado rrr? I,
2 3/4 horas, qnancj a mais rpida das outras tinba levad 3 horas pita ex<
mesmo trabalbo de urna maneira muito inferior.
O numtro proporcional de palmos de costura feita em 10 htra? de trala-r-
a machina Sinper, era 1,500, necessitado 1.000 a 1,200 jardas de Iirba ; no <:
ser preciso 3.0C0 a 4:000 jardas para fazer o mesmo comprimeuo de collar,
machinas.
A SPOST* 1IB CALABA
O preco de 3,000 jardas de bnha................ I '<;:.
O preco de 1,000 j irdas de linha................
O que moslra um prejuizo certo pelo me:os de I0-O
por dia emprego das machinas de ponto de cadea. rateado un um mmm de '
o obreiro um preja o de mais de 340, qiaotia ptla qual fde-se qassi coo.
machinas.
nico agente em Pernambueo
(Note se lem o numero) ff, H. Chipilllll (Note e tem o nur..
45 Rna do Imperador 45
, fre
HflfO E GRANDE SORiHERTO
DE
FAZENDAS FINAS
NA
LOJA DO CY
,W

FIGIIIIEM & LOPES
64 RA DA IMPERATRIZ 64
O grzr.de sortimento de fazendas finas qoe ltimamente recebenrs, que
demos por precos qoe a todos admira, nos anin a chamarmos a alten ods ; fi
numerosos freguezes. certos de qie ni) Ibes faltar agrado e sinceridde no!
tos, Outro sim os precos por que f^rem marcadjs algumas fazenas s se:T
.. -
k loja do Pavlo acha-se constant.menle iberia dai 6 boru da ah3a 4t* a \
bo'u da noite, ra d* ?woeratr n. 60.

Cofres de ferro de MilBers e outros
**eUyaS pafg COpar cartas.
Balanzas de peSar, Decimae8, Romanas, etc.
Tachas de ferro, C8taDhad0.
Arados Americanos
IxraCieS, para agricoHura.
Carrinhos de mao.
Machinas a Vapor
JUaCninaSf daTdescarocatalgodo, de 40 ate 40 serras.
UhapaS de ferrO gaivaiySadai para cobnr casas etc.,
Estes artigos venen>se em
casa dos importadores.
SHAW, HAVfKES d C.j
.". 4 ra do bom iksu.
(otr'ora ra da Cruz)
das a din.eiro.

Alpacas lisas acolxoadas padres
a 500 rs. o covado.
Ditas lavradas muito finas a 7C0, 800
e 900 rs. o covado.
Ditas lisas bonitos padres a 440 r
covado.
Merinos lisos de cores diversas a .' ) rs.
o covado.
Dito verlo moito superior a 20800 e
30000.
Bareges de lia lindas cores para acabar
a 280, pecbincha.
Gaze de seda com lindos padres para
vestidos e veos be je muito em aso e por ba-
ratissimo preco.
'
Ra do Bario da Victoria q. 2.
Amara!, Nabaeo & C. acabara 4e receber por
este ultimo vapor um rico e completo sortimenio
de chapeos para se.hora. de palha e de velludo
primorosamente entallados, e ricas basquinas de
seda, liW e seda e de cazemlra,
. Casa pam vender
Vende-se (es qaartas parles da casa, trra
sita ra. Augusta, boje Coronel Saassuna, n. 284,
cblos- proprios. concertada de novo, mallo fresca
e com grandes coromodos para numerosa Familia:
tratar na roa do Imperador 0.61, 2o andar.
Vende-se chapeos de sol c-bra moito boa de su-
perior seda plo diminuto preco de 7/000, venham
a roa. do Marqnei de Olinda, amiga ra da Ca-
deia n. oO A, loja de miudezas.
VERDADEIRA
BICHAS HAMBURGUEZAS
NICO DEPOSITO EM PERrUMBUOO
3 Bu da C del *,
Piimeiro andar.
Dita de seda com o assento branco
bordado de cor muito proprio para 60res
a 2O0OOO o corte.
Fil de seda branco. Dito preto por
menos preco que em outra parte.
Mantilhas pretas de seda esmeralda
110000,
A' doqneza a I2000.
A' brazileira a 130.
PARA A SEMANA SANTA
Recebemos o melbor sortimento de gros-
denaple prelo do melbor fabricante francez,
pois coste genero podemos garantir aos nos-
sos numerosos freguezes que nao temos ri-
val, os precos'sao desde 1800 at 5:500
Groz de cores da melhor qnalidade e
precos razoaves.
Setins de cores dos melbores fabricantes
de 10 a 20800,
Cambraia Victoria de 40 at 80 a peca
de 8 1/2 varas.
Dita trasparente fina de 30500 at
1O0COO
Mecejana, recebemos novamenie esta lin-
da cambraia que feito o vestido parece urna
seda, a peca tem 30 Js. a costa 180 e
X40OCO.
Saias de fustSo e de mosselina para fa-
ler a 30,
Ditas j feitas a 40.
Ditas bordadas a 50500.
Ditas mais finas de 80 e 90.
Chapelinhas para senbora de palha de
Italia ricamente enfeitadas pelo baratissimo
preco de io0.
Cambraias Lran:a com listras bordadas
a 80
Chapeos de sol para senbora com forro de
seda muito fino.
Ditos cabos de marfim.
Grinaldas para noivas ricamente infei-
tadas.
Tos de blonda sedas brancas, popelinas
indos todo escolhido a capricho e por m?cM 4
em qualqoer outra parte
Basquinas de seda riean nte >
200000.
MeiH para homem, renhora c -. :
de todos os tamanbos e qualidades.
Guardanapos de linho a l*.
Ditos a!co:boados grades a Cacbinez a 30 para acabar.
Carnizas para bom- os de 20 at Si
Ditas bor ladas finas a 6 v
Ditas ditas para noivos a 100.
Ditas para meninos a 20.
Colxas brancas grandes a 803 0.
50500.
Ditas decores moito toperiore? ?
Bramante de linbo a l#SOO dito ; 2
a vara.
Dito de tlg' do a 10700 metro.
Atoilbado de linho de snperior
de a 30500 a vara.
D.to de algodao a 1050^ a var.
Babados bordaoa muito finos.
Dit s inlremeios.
FustSo b-anco muito superior p?ra rc
pa de meninos.
Gollinhas de esguiJo bordadas par,
nhora.
Ditas de algodSo
Luvas frescas de Jouvin a 30.
Tapetea para goarniclo de salla ,
dos os precos e Uraanbop.
Cortinados para camas de 80, 9 ?:,
o par.
Pannos a croch para goarLifo i -
moito baratos.
Para lato. Alpacas m r'n r r."
princezfas Zhmbazina, chita preta, de
cale, crep, 13a preta fioa, que todo w.
mos por nm preco diminuto.
MadapoJJo francez para 70 80 r;
110500 a peca de 24 Js.
Dito iaglez a 55 60 70 e 80 a pe
24 Js..
Casemira para borneas e menino-
dos padres e por precos barassii;
Roupaa feitas para homeos gra.x;
ment e s no Cvne se pode venlu
rato.
Anqninbaa de c'ia das mais mcJ.rnw *
30 6.40.
Deixamos de annonciar muitas ontr '
zendas por se tornar enfadonbo e
por qtse osnossos noperosos fcegi:? ji
saben que o Cysne tem por cystema
barato, e ni engaar seus fregoezes, w
isso venh-im ver s fatendas do Cy-'nc ^r"
s3o escomidas a cajiricboa

64 Rna da Imperatriz 61
FIGUEIREDG a LOPES
* ,,


8
Diao dt FemamDupo Terga feira 19 de Mar<^ ido 18; 2
VARIEDADE
O PUNCH.Este jornal satyrico in^l-'z,
que se publica era Londres, escreve o se-
guinte, referiodo-Je importte ques'3;
do Alabaina :
Mr. Punch, ju'gando ser o sea d.-v. r
apresentar-se na prsenle conjuQCtur.i, e
lembrar am fcil e honroso accordo pan a
questaj americana, preparoa a conta so
guinle das rr-eanuges ioglezas para com-
pensacio. E' endent que todas as verb s
mencionadas sio absolutamente de justgi p
Mr. Punch esf profan lamente convencido
que o governo americano aa approvar. Em
coosequfn;ia., todo o que resta fnzer o
seguate:
. Mr. Hamillon Fisb pe o sigoal de con-
ferida na presente coata, e o dons gover-
008 nada mais teem a fazer do que troca
recibos pelas respectivas rec'amagftes.
Reclamacao de compensado do governo de
S. M. a rainha;
450.000.000.000
Por 2J annos de in-
sultos feitos In-
glaterra pelo Netc-
i'urk Herald, ao in-
teresse da escrava-
tura, at data em
que o editor da-
quelle jornal foi
avisado que seria
tileciivamente en-
forcadn, se nao -Je-
~>t'sse da traicio
sos Estadr s-Unidos
'or iiiuaes asaltos,
sera inieresse de
pessoa alguma em
paiticular, desde a
data cima.......
Por avorisarera os
feni; no?, pondo as-
sim o Canadi em
sustos de urna in-
vasio feni;ina.....
Por IpermiUjr que a
imprensa irlandez
americana insulte a
Inglaterra.......
Por pcrmittir.m que
o Sr. G. F. Frain
(nosso ii imigo) es-
t-ja fra d-i um
asylo de doidos...
Por introduzr diver-
sas pessoas cm In-
glaterra a usarem
do termo w/mmist-
tel, em vez do de
boa f..........
Por fazerem uso das
obras de autores
antigosing'ezesdes-
de William Sbak-
speare at pre-
sente data, e por
appellida-los auto-
res americanos...
Por piratagem nos au-
tores modernos in-
glosas, e por Dio
chamaren a muitos
delles amores ame-
ric nos..........
Pur e,tragrem um
grande numero de
soflriveis actores in-
gfczes de segumia
ordena, fazendocom
que elles voltem
patrii imaginando
serena Keans ou
K mires.........
i' r cjcoareoa da lin-
.jlezr, fallan-
lo :- ba 50 annos
[)'. O ti M........
!; (kstruirem a in-
. (Tensiva alegra das
nagr>e?,faiendoces-
. penlinamente
o upprifnento de
magnficos contos
3e piotos, que ac-
tualmente pararam
rateramente......
Pjr ultrajarem a bu-
Rs
4.500.000.000
i:;
1
i 20
00.(00.000.000
mandado em aa >
aanexarem o Mxi-
co, poc-dias^m co-
bro as atrocidades
q:e all se prali-
cam............
Por nos collocarem
em obrgacJo, pela
graciosa restituido
do mvio do rtico
A sua amisade
vale .'.........
Por tentaren) destruir
os principios mo
narcliicos de sua
aluza rea! o princi-
pe de Galle?, da-
tando o cora tanta
bondade e hospits-
lidade, que sua al-
teza re I foi indu-
zido a fazer bora *
conceito dts tepu-
blicanos____.... 4-Y). 000.000.000
Por persuadirem ma-
dama Chritina Nel-
son a deixar Lon-
dres para i. Ame-
rica, e por demo-
raren) anda all
aquella cantora...
Por inventaren He'rr
Breitmann em vez
de concederem a
qualqcer subdito
mglez a honra de o
invt ntar.........
Por continuadamente
reproduzrem es-
tampas do Punch e
nunca dizerem de
onde as extrahem. Gratis

450.00?. C03.000
450.COO.(00.009

1.989 900.002.963
i50.000.000.000
450.000.000.000
V.
2.805
90.000.OCO.000
4.500.000.000
FOLHETIH
IBILLU PROPICIAS.
POR
CAMILLO CASTELLO-BRANCO
(Continuagao do n. 62) ..
Foram cinco minutos de febre, de deli-
rio, de silencio, de ouvir se o bater forte
e descorapassado de cinco coracSes. Ora
pintem l isto, a n3o ser em expressSo de
oaos, de labios, de feicSes que s, em
casos d'estes, se vos deparara em pintaras
cbrislas, onde os enlevos s3o co, bema-
venturanga e alegra de santos. E haveis
denotar qne o proprio pincel profano antes
se quer a pintar expresses angustiosas,
porqoe as visagens da afflicgSo mais se
prestara ao relevo, como em Niobe, em
Laocoonte, em Ugolino. Qaer tado isto
dizer que techo diante dos olhos aquella
espectculo de jobilos, e desisto de des-
ereve-lo para de todo em todo me nao ca-
pacitar de minha inbabilidade.
Porque bei do eu dizer t3o affontamente
espectculo de jabilos, se Antonio de Aze-
vedo, momentos depois, se, deixava senho-
rear da lambranga do irmSo, banido do nu-
mero dos honrados! A candida Corinna
encarava n'elle cora olhos aguados, e no
lacerante silencio de sua alma perguatava a
si mesma, que ilzera ella para ser menos
amada i De qae oatro modo se explicara
a tristeza do moco n*aquella primeira hora!
Nio pode ter-se qne o nao chamasse a
um ponto mais afastado da sala onde se
tinbam ficado Yalentim e Fernando, em
qoanto Felismina sabira a dar ordens.
Tn ests melanclico, Antonio I
disse ella, tomando-lhe a m3o com estre-
mecida temaraVeria en contrariar a tua
vontade ? Estara engasada comtgo ?...
Vejo-me indigno de ti... respon-
den Azevedo.
Indigno de mim I tornou ella cres-
cendo no afago da express3o convulsa de
lagrimasPois tu n3o tens sido mais qae
nobre para seres digno da mais nobre e
para mulher I Qnerera qae ea te record
as las tirtudos, mea querido amigo t?
As miabas virtadeareplicn o moy)
h' e>ti a n ssa conta.
Gludstom, Punch 6 C.
MABI.VHA AMERICANA.No principio
lo correte auno comprebendia esta mari-
nha 178 navios, comportando nominalmen-
ie 1:426 pei;as dd artharia, di ididas deste
modo ; 3li navios (9-8 pe;as) aas estatoes
estrangeiras ou a cruzar; 8' nafios (J03
pecas) emp-egados como escola pratica de
marinha; 7 navios (90 pegas), qu serven)
de transporte, e i ( l pegas ) que serve
de q >artel de manaba em Pensacola, na
Flinda; 17 navios desarmados, e 26 em
reparagao, 1 em quartel de invern no Lago
Erie ; 82, que nao esto em oavegagSo.
Ha 1:424 officaes commissionadoj e ;8S
(ora do quadro, estando 687 embarcados,
48i servigo em Urra, 202 em dispooibili-
dade, 25 com licenga e 26 enfermos. lia
l almirante, 1 vice-almirante, 11 contra-al-
mirantes, 25 commodoros, 50 capilSes,
90 commandantes e 104 lente.
RISTORI. Correu grave risco a vida
desta grande trgica, como se \ da se-
guinte noticia dada por um jornal de Roma:
t O comboyo directo que ia de Roma a
Florenga, no da 3 de fevereiro, preciptou
sua marcha entre Passigoano e Magione
por caa.-a de se haver demorado um pouco
na esiac3o anterior. Ao ebegar ao tnel
de Magione, descarrilbou.
O wagn das bagagens qoe ia na fren-
te 6 o que o segua logo aps, chocando-so
fortemente, se despedacaram.
Neste trem ia a Rislori com sua familia.
Foi tal a violencia da pancada que, sem
saber cemoj a Rstori se vio langada fra da
carruagem, indo parar a alguns metros dis-
a te a um lado da va.
. Pqr fortuna as contusS&s que receben
nao 83* de gravdade: aiais impoitante
foi na cabSga.
t O marido da Rislori tambm cou fa-
rido na cabega.
i As desgra;as acontecidas a oniro3 pas-
sageros foram muitas, notando-e algutnas
por extremo perigosas.
QU3 RATOlt-m ioglezbavia formado
proposito de perseguir a ama viava anda-
luza, mulher de poucos annos, mais de
muita experiencia, segando dzia s.eu de-
funto marido.
Enamorado da andaluza o filho da Gran-
t3o frages eram, que talvez a esta hora
tenbam' sido reputadas bypocrisia.
O' filho I exclamou ella desconfi
da tua raz3o! Minio deves ter pade-
cido para le considerares assim, qoando em
volta de mim os teas merecimentos s3o
Mvados com adrairagSo de todos I...
Escuta me para me consolares, Co-
rinna. Deus qoiz que ta viesses hora em
qae toda a esperanga me ia fngindo...
Antonio de Azevedo contou a Corinna a
igQomioia de seu irmo, e levantoa a tos
de modo qae Valenm, no ngulo opposto
da sala, ouvio todo. Erguea-se o velho,
caminhou para elles, e interroupen a exp-
sito do bacharel.
Senaor Antonio de Azeved), antes
do infortunio do seu irm3o, voc, no Rio
de Janeiro, gosava nome de intelligente, la-
borioso e honesto; depois do infortunio de
seu irm3o, o nome de Antonio de Azevedo
proferido com o acatamento de qne ho-
rneo) nanhara de sua idade se lem gosado.
Os velhos honrados da sociedade brasileira
querem c nhece-lo : os portagaezes citara
o sea glorioso procedimento com orgalho.
O fado de ba tras das, e tem corrido de
bocea em bocea como raras vezes acontece
a urna boa aego. Ora pois 1 Eu sei bem
o que dignidade ; achei qae a sua se man-
teve sempre na altura dos mais digaos ho-
rneas de oatros lempos; admirei-o e loa -
vei-o pelo qae oalros chamaran) demasas
de. orgalho sob capa de independencia ;
agora, porm, ebegada a hora de ea lhe
dizer qae, assim como a suave religiSo se
descaminba at ao fanatismo execravel, as-
sim a briosa dignidade, se perde o rumo do
bom joizo, vai dar comsigo n'ans excessos
rudes, iasociaveis e repelientes. A socie-
dade applaade os virtuosos, mas desadora
os qae fazem de sua virtade urna tribuna
para lhe censurar as fraqaezas. O excesso
do bem um mal qae n3o me aproveiti a
mm, nem a outrem. Ea quero qae An-
tonio de Azevedo se amostre alegre para que
o mondo nao diga qae a honra tem nns pa-
vores interiores refractarios ao conlenta-
mento. A boa consciencia alegre, senhor.
E o melhor beneficio qoe voc pode fazer
aos bomens convencerlos de qae vai indo
sen caminbo, arrancando os espinhos dos
ps, e sorrindo s novas desventaras qae o
irapecem. Fdllou o velho. Diga agora o
arijo, a nossi Corinna, o que ser preciso
Bretanb*. n?o oosava porm manifsiar-lba
seos lamentos, e todiva a parteguia de
da e de nonte.
Conh-ceu ficmenle a viava as prtea-
g5es do~inglei, e se propoz desfrota lo.
Dispanha de aigons fundos e emprehendeu
ora viagem Italia. Soube-o o ingle? e
parti para a Ita'ia Passa a viova a Vien-
oa; e segae oioglez para Vienna. Embar-
ca a viava para as Pblippioas, e era meio
da viagem o navio snrprehendido por orna
borrasca; a viava cae eaferma, soecumbe
e o sea c rpo arrojado ao mar. O filho
da sobetba Albion, que com) sempre segoia
a viava, se precipita ao ocano, depois de
apontar em livro da memoria: Ao cabo
de tres anuos consegu unir me a viuva no
alto mar. *
BLANQUI. No da 15 de fevereiro co-
megou em Versalbes no 4. conselho de
guerra o julgamento de Blanqui, accosado
de promover a guerra civil, e de prender
illegalmenta os membros do governo legiti-
mo, co dia 3i de ou'uhro de 1870- O
ru j foi cond.'innado revela ha um a no.
Eslava refugiado em Lot qaando foi preso.
.Blanqui conta 67 annos, tem os cabellos
da cabega e da barba todoi brancos e com
pridos. E' baixo e majro, mas tem ainla
rauitaf vivacidade.
E'/um velera ao das revolugoes, conspira-
dor perpetuo em todas as formas de gover-
no. )j foi quatro tezes condemnado
morte.
Accusam-o de ser um dos prncipaes pro-
motores das revolugois t itas em Pars nos
das 31 de ootnbro da 1870 e 22 de jmei-
ro de 1871, qae tinbam por tim demittr
o governo da defeza nacional e proclamar a
communa.
FRANC\. No tribuial criminal do Sooa
e Mame foram condemoados D,i;ort)ier.
pena de morte, e Bertio a irabalbos pbli-
cos perpetuos pelo crime de Homicidio com
premelitagSj, commeliidii na pesso da
Maria ballet, mulher lu> primero re.
Duco-rbier, hvrador .>S.msIi1o de henai,
casou com a assaasioada era 1867. Gimo
elle era protestante, sua molber qo era
catbolica, convenoeu-o a baptis-.r se. A con-
versa fu apenas- appareotier poque Door-
bier nao curapr os preueito da religiSo
catbolica, e al e^aruecn delie. Ducor-
bier era j/igad^r e perdalario, emquaatu
que sua- mulher era lab>riosa e econmica.
A Imilla de D'.icorbieit odtava Mir.
Ducjrbier pai, e Lkicorbier fuho planeara na
a morte de Maria ser*indo-*e para-executw
o plano de Bertia,. criado- de bvoura, ho-
rnera bofa! e de unos inst netos, promeltenr
do lhe cm avuitada. qotntia. Primero
disseram-lhe que deitasse sua ama. ao pogev
o que Bertia- nao se-atreven- a levar a effei
lo, e depois que a matasse- s macbadadas^
o qae ello tez, aeabando por aloya-la. A
assassinad^ eslava grvida, de 5 mezjs.
Ouando a> jusii&h tomoa aonbeeimento do>
faci, Befltin conessou logo indo e os cri*
minosos foram presos.
D-ucorbier pai enl'orcou-se na priso.
Os dous rus na sua defeza. dosculparan.-
se cora o co rv defonto, o que de nada
lhe apreveitou, sendo ambos coodemnade*..
MISCELNEA ES.TRANGUtA.
m M. Michaud, vigario da Magdaleaa,
de Pars, e coatgo honorario de Chalos,
dirigi urna carta ao arcebispo de Caris
partecipando-Uie ter pedido a demissft da-
quellas dignidades, em consecuencia de nao
querer reconbecer a validado do ultimo
concilio, nea por conseguicie o dogpu da
infallibilidade.
Acaba de morrer o clebre jpgador
Garca, qne na allima temporada dos- baabos
ganhou. era Babeo oito ailhoes de francos.
Segundo o antigo uso qoe existe na
familia dos Hohenzollern, o qoal consiste
era todos, os seas membros aprooderem
ama arle, o prncipe Henriqae filho mais
velho do principe b&rdeiro da coi 6) da Al-
lemanba, acaba da ent-ar coau) aprendiz
Da officina de am encadernador de Berln.
Em Mnilmonlanl (Fraaga) organsou
se ltimamente ama seita denominada dos
apostlos unitarios. O pontifica ora tal
iraao, qoe mudoa este nome pelo de Si-
mas, e elle que inicia algumas pessoas
rusticas nos mysterios do grande X, objec
loria ora hoora de todos os mariyees da
comaauna.
Na prisSo da RoquoUe, em Pars, foi
collocada urna pedia de taarmore branco,
aa qual se le- a segualo inscripglo :. Res-
peilo este lugar, que foi tesiemaaha da
morte de nobres e santas victious no dia
2.4 de ma o de 1871. Seguem-^e depois
os nomos dos refens assassioados.
O conde Tolslo, muito onbecido na
grande roda da Paris, acaba de morrer Bm
duello em S. Petersburgo, Iguoram-sa os
nomes tanto do adversario com dis teste-
munhas. O duello foi espada e a ferida
qne recebeu foi no maio do peto. O conde
liona 43 annos e possuia 100,000 rublos
da rendimanlo.
* Diz a Liberta de Roma que no dia 11
fazer-se a esta manga decrepita para a le-
vaniarmos do sea abalimealo ?
Se eu padesse... balbnciou Co-
rinna.
Antonio de Azevedo levou aos labios a
m3o de Corinna, e murmurou :
Emenda tu os defeitos da minha des-
bragada ndole... Dame paz, Connna :
d-me a unecao do ten amor, e etfme sal-
varei de mim proprio...
Primeiro passo a dar !exclamou Vc-
leolim da Costa O primeiro passo a dar
casarem-se, meus filhos /
N'este momeoto entrn Felismina, e
disse :
Est o almogo na mesa.
Va!entm conlnuou :
Visto qu est o almogo na mesa, o
primeiro passo a dar, meus filhos, ....
almogar I
No decurso da convrsag3o durante o
almogo, disse FernraJo de Athayde :
Ahi v3o novidades, meu charo Azeve-
do. O visconde da Cruz casa brevemente
com Emma, e Laiz Taveira com Leonor.
Eliza tem doze annos, e j pretendida.
Qnera de ceno noa Qca soltera a nossa
Corinna t qae pena 1
Riram todos, e Yalentim exclamou :
Solteira I essa boa 1 Nao consen
rei en qae a belleza assim seja ultrajada 1
A jai est a miaba m3o, senhora D. C rin-
na 1 E' om sacrificio qo (ac da minha
isempgSo ; mas fago-o para que suas manas
se n3o riam de vossa excellencia.
XIX
Tres ma.-s depois dos grandes snecessos
frouxamente descrilos no anterior capitulo,
Fernando de Athayde e sua mulher viobam
caminbo. de Portugal; e Corinna da Sole-
dade e sea marido Anio io de Azevedo ha-
bitavam, nos arrabaldes do Rio de Janeiro,
ama chcara de modestas regabas.
O bacbarel era anda o mesmo laborioso
jurisconsulto, assciado do escriplorio de
Valentn) da Costa. Corinna, simplesmente
ajudada de urna negra, cuida va do lavor
domestico, singelo lavor, qae isso mesmo
tem de bom a mediana.
Quizera Fernando qoe seascanhad^s fi-
caMera habitando a casa onde se hospeda-
rara, e Azevedo, j receioso de desagradar
com suas isempgoas, mal se atlrevia a rejei-
lar 03 offerecmentos; porm Goriona. ava-
liadora dos secretos desejos de sea marido,
to da adoragao dos novoj sectarios. Sim3o
tem 40 annos e falta-lbe ama pernai que
lhe tui amptala. A eeremon'a principii
sempre p;r el Jos seus
fiis, gritan lo: Tudo i um, tu Jo i um, lu-
do um, e em seguida eocamioba se para
o altar, oode se v um grande X de bronze.
Fallecen na S i annos, o padre Gratry, da ordem dos ora-
torianos, membro da academia francesa e
muit i conhecido pelas suts nolaveis obras
Ibeologicas.
A sociedade dos bibopbilos francezs
acaba de eleger o duque de Aumale seu
presidente honorario.
Terrainou-se era ura dos cemiteiios
de Havana um mausoleo onJe vo ser de-
positados os restos morties de Chrsiovao
Cilombo. Estes restos mortaes, bem como
o coraglo, jiziam na cathedral de Havana.
ChFgou a aples a gr3-duqueza O'ga,
da Russ'a, d rgiado-3a em seguida a P.m-
peia, onde assi.tio a alguns trabah,< exe-
cutados sob a direcgSo do senador Fiorelli.
Descobrio-se em preseng da princeza, um
pedago de marmore preto em que se viaaa
pintadas algumas figuras, que o Sr. Fiorel-
ri reconheceu por urna sema de Nob. E'
o primeiro objeclo oeste genero que se tem
ene ntiado em Pjmpeia. Extrabiram-se
igualmente muitos vasos de bronze e um
leme do mesmo metal, que devia ter per-
tencido estatua da Fortuna.
Urna joven de Kentuky dispoz no seu
testamento que lugo que fallega planten) ps
de tabaco sobre o seu tmulo, a fira de
)ue as (albas dasda planta, nutrid) om a
subtancia do sea corpo, sejam (amadas
por aquelles que a amaram durante a vida,
h' urna idea nova e... potica.
Segando Indicador da imprensa pe-
ridica para 1872, qae acaba de ser pu-
blicado em Londres, publicara-so actualmen-
te no Reiuo-Uoid) 1,450 jorores ditididos
da segointe fra>a: Londre-s 2GS; provin-
eiaes 845; total 1,111 ; Galles 60 ; Bsoda
tM; Irlanda 13; ilbas malezas 17.
Segando dize de M>l3o, a nova ope-
ra de Verdi, Ada, re|jreseotada pela pri-
meira vez, no- ineatro da Scaka, obtave um
imesenso suecesso. Verdi foi chamado ao
proscenio triol/a e d&as vezes para resaber
os nwis enihiviasiic 3 ap,ilaosos. No fim
do espectculo os dilktanti da M.lo o'ere-
ram a-Verdi uta sceplro de ow, trabalho
egypco, igual quelle que na Ada trae o
rei do Egypto k oper foi posla- em scena
com inmenso loxo e era inde-. crptivel o
furor ilo-i amadores, qoe queriasn adquirir
bilbetes para aquella primeira representado.
C* imperador NapolleSo escrevea a
segointo carta de agradecimento ao poeta
inglez Eduard-Breman, que- lhe dedicou de
Roma a sua Lamentation on pepublican
Fi-ance- Canden-Place, Chilselborst, 4 de
evereiro.Recebis senbor, o voseo poema,
e acceito- com peazer a dedicatoria de um
livro ebeio de sentimento de syrapathia
pela Frang e por mim. Exprintindo-vos-o
mea reconbecimeato, peco-vos qae acredi-
tis nos meus distinctos seotimeutos.Na-
pole3o.
O imperador da Pnissia vai. deslribuir
mais 30,000 condecorages da Cruz de Fer-
ro oatros tantos- officiaes e soldados qoe
se destinguirara na ultima guerra e que
anda oo. tioham recebido essa honra.
Falleceu em Pars o Sr. Gonti, antigo
ebefe do gabinete do imperador.
Vairse abrir urna subscripsao em Pariz
para se comprar a casa da ra Ilaxo, onde
foram assassioados is>, rofeos, bem como
da favareiro, anniversario d*a proclamagao
da republ'ca romana, houvera urna demons-
iragao mazzinista porta da igreja de S.
Pancracio.
O domingo gordo em Paris foi favo-
recido por um sol expiendido, motivo por-
que os boulevards, os Campos Elyseos e o
bosque de Bolonha estavam apianados de
passeantes. Quanto exhibigoes caroava-
lescis n'da houve de notavel; nao appa-
iecou o boi gordo nem o sea-cortejo e ape-
nas se viara alguns poneosmiscaralos.
Foi tran-poriada para o Louvre a es-
tatua d* Joanna d'Arc, que fazia parte da
galera das mulheres clebres que adorna-
va o terrado do Luxemburgo. A estatua
de Jjannad'A c recebeu agumas balas por
occasi3o da entrada das tropas era Pars e
foi agora collocada na sala d^ esculptura
da Renasceosi.
O duque de Aumale dea no da 11
di fevereiro um banquete de 30 talheres
ao qual assistirara entre outras notabilida-
des o principe de Joinville, o duque de Ne-
mours e o Sr. Tuiers.
Morreu no dia 10 de fevereiro em
Calcutt o almirante Cockbarn.
o r"ei deSij ebegoano da 7 de fe-
verairo Aombay.
Falleceu o Sr. Forgaur, urna das
notabilidades do senado belga.
Bateraiu-se ltimamente espada, no
bos]ue de Meudon. o coronel de itaauffre-
mont e o principe Bibesco, antigo ajodante
da ordens do general Trocbu. Foram les-
tamuonas dous outros deputados, o gene-
ral Douay pelo principe e o general LHi-
crot pelo coronel. Este ultimo recebeu |
urna ferida em um dos lados.
Cbegoo n& dia 17 de fevereiro Ro-
ma, incgnito, & principe real da Prossia,
visitando no dia segainta os monumentos
pblicos. O principa Ilamberto mandiuo
curaprimeniar por ura dos seus ajadaotes.
i} ministro da guerra francez acaba
de ordenar qae desde j e para o Suturo
sejam declarados i iauteis para o servigo
miniar o cavallos braocos e ciuzentosy por
lerprovadoa recaate guerra que a cor
d'esses animaes era um alvo excellente- de
que hbilmente se aproveitavata os arlilhei-
i. s aliemies.
Falleceu em Madrid o marquez de
Miradores, um dos uomsns caais conside-
rados e importantes do visinbo reino.
Por teiegrammwde Kogson. .Jamai-
ca, confirma-se a notbia da fuga dos m-
beldes Po Rozado, Emilio Colazo, um ir-
mao de Cspedes e dons outros cubanos
Foi destruido por ura grande nceu-
dio o magnifico qaartal de engaobeiros de
Metz, sendo- victimas das cbaounas alguns
soldados prossianos.
Blanqui, ltimamente candemnado a
deportagao para urna praga foihficadav aca-
ba de conciair na prso um livro que lem
por ttulo a. Eternidttde para, os astrm
Est3. obra unda-se sobre urna bypotbese
astronmica.
Foi mal acolhda. pelo poblico parisi-
ense a primeira represenlagao da opera
bnfia de Rieci, Urna festa ttm Veneza, que
se cantn no tbealro lyrico. A partitura,
diz. um critico fraocez, nao mais do que
ada seria de walsas e polkas escripias em
ubi bem mo eslylo italiano..
Os costames ingle zea. e americano
vo-se propagando por lodo o mundo. Em
um dos ltimos nomeros do jornal parisi-
ense l'cutes-Xfictes, lia-se o seguinle au-
nando :.Casamento : Um rendeiro de 45
annos de idade deseja uuir-se urna mu
Ibo de guerra da Vecsaiges om Ul Boodia.
accosado de ter coocorrido para o incendio
J*s Tulberias, n) lempo da c mmaaa
de :er assassio^do am pharmaceotco cha-
mado Kock.
Emilio Caalelar acba-ss m Pars,
onde foi, seguod) se diz, para atsistir i
represenlagao do Rut Blas de Vctor Hago.
Os motivos, porm, qae o levar am all
cr-se qae s3o outros.
A sociedrde protectora de bellas-artes
de Sevilba piomove ama expolicio artisca
para o prximo mez de maio. llavera o
premio de 6,000 reales, orna medalha de
ouro e o tiixlo de socio de mrito para o
autor do melhor qoadro qoe se apreseotar
e oatro premio de 4.000 reales e o ltalo
de socio com o carcter de accsit
Em Paris tambera se promove ama
exposigo universal, cojo fim ser fazer co-
nhecer ao operario os'artigos de casa, mo-
vis, roopa, alimeoto, etc. etc., qae ma s
.In coovm, bem como o aperf i.; nmeat
a que davem ser elevados esses artigas pelo
ladd econmico e til. A exposicio abrir-
se-lia em jolho do corre-.t; annoe durar*
at ootnbro.
para se mandar odifica ama capella oxpia- [na pobre, mas que urna grande belleza
simulou vonlade de vivar no c rapo, e as-
sim o desembaracen do desgosto de accei-
lar a magnifica vivenda na melhor praga da
capital. Valentim, aconselhando Athayde
no melhor modo de baver-se com seu cu-
nhado, repela o que no livro divino de fre
Luiz de Souza se l, que o cardeal de Lo-
rena dzia, ao embaixador de Portugal, cora
referencia ao sanio arcebspo bracbareose:
.... se o queris ter contente, nao lhe
deis a comer mais que dous ovos duros. >
Corinna recebera de Felismina a prenda
dos trila contos depositados aioda em po-
der do commercante. Foi-lhe, porm,
mistar guarda-Ios como cofre de jo,as,
sem lhe dar deslino conducente a alliviar
os encargos do marido. Era um dnheiro
qae na j existia para o bacharel, nem Co
rinna boscava occasio de fallar d'elle.
No tocante a felicidade, algans periodos
de ama caria de Azrelo ao vise-onda da
Cruz dizem o que basta a convencer nos de
qae a posiuiam, quanto ella, n'este desterro,
se deixa gosar.
c .........................,.....
As seis horas dajtarde, quando vou do
escriplorio, encontr sempre a minha Co-
rinna sentada n'um pequeninofessaio, como
se li diz no raen Barcellos, qae teobo
porta da chcara. All a minha primeira
paragem, em qoe o espirito se desfadiga do
pesadello das leis : o coragSo toma absoluto
imparto sobre as miabas oulras ficaldales,
e todo me deixo adormecer oa q lietngSo
de um bem estar qae s podem coohecer
os operarios de am dia inleiro, qaando ao
cahir da noute, se repousam ao lado da
compaoheira, por amor da qual se chis.m
e recobram. Os nossos frogaes jantares
sao rpidos, e assazoados dos infanlis gra-
cejos da minha Corinna, qae os lem sempre
novos para encarecer a profusSo das igua-
rias. Depois vamos por esses caminhos
fra, admirando talo qae qps vem ao en-
contr a sorrir: sao as arvores e flores de
t)das as ricas vi vendas d'este luxoso tor-
rad : todo nosso, porque, mea amigo,
nada ambicionamos do qae vamos vendo.
t CoriQoa est me sempre repet ndo a
historia dos nossos amores, que eu acho
sempre nova. Os doas bailes do Porto em
que a vi ; as primeiras palavras* qae eulbe
disse, com destemperada lamaria; es seas
pensamentos l no Lima, dia por dia, a hora
por hora. Sinlo-me aplicadamente viver
rena moralidade e simplicida.de. Dirigir
pela posta interna, etc.
No dia 17 de fevereiro fallecea em
Pars o eogenbeiro civil, Estanlslau Bgot,
couhecido por obras, que lhe sobrevivem.
nao s em Frang e liaba, mas em Portu-
gal, aonde, entre oatros trabamos, construs
a ponto pensil do Porto. Era de um es-
pirito superior e original, da am corag3o
bondoso e de urna retido inabalavel. Mor
reu na idade de i annos.
O grande conselho do caato de Neuf
cbattrl, a exemplo do que fez o do canlo
de Genebra, acaba de vitar, proposito
de urna discuss3o sobre a inslrncgio publi-
ca, ja exclosSo das ordens religiosas no en-
sino primario.
Foi condemnado morte pelo conse
na sua vida passada ; parece-me que eslou
tomando posse de urna existencia que de-
via ser minha desde ento.
Oeito-me cedo para me levantar cora a
aurora. Coriona l at tarde: l alio em
qoanto v qae eu a escalo ; depois, vai di-
minnindo gradualmente a voz at me ver
adormecido. Rirs la d'esta miudeza de
tragos no quadro da felicidade domestica ?
Sa rs. visconde, mal de ti, qne os n3o has
de saber gosar. Urna cousa magnifica, es-
iroodosa, e apparatosa, que vai pelo mundo
chamada Felicidade, faltas as contas, sa-
bes o que ? E' isto, sao os singellos
prazeres, que nao valen) nada dascriptos,
e sao a bemavealuranga sentidos. E n3o
valem nada, porque a gente que os l, peo-
sa qae poaco vai de deseja-los a te los.
Que engaoo I A mais fcil telicidade
qae reqaer mais grande corag3o e para
consciencia. Se.estes bens fossem communs
todos eramos felizes. Nos antes queremos
sor lodos ricos.....
Valentim da Costa foi, um domingo, jan
lar cora os seus filhos, termo de muita ami-
zade com que elle os acarraba va. N'esse
dia se completa vara os setenta e nove annos
do auciao. Depois do jamar, desceran a
senlarem-se debaixo das qoatro palmeiras,
que davam o usurpad> titulo de chcara
casinha dos venturosos. Ahi falln sempre
o velho, com a perdoavel viidade de quem
-sabe ludo do passado, e possue a chave
dos futuros. Ora I por onde elle andou 1
Foi cavar na raz da revo!uc3o francesa,
contou a vida de Napoleio, a fuga de D.
Joao VI, asaaaedotas da corte, a infancia e
juvenlnde do senbor D. Pedro IV, a mocida-
deestudiosa e as virtudes cvicas do actual
imperador do Brasil, e tudo isto para con-
cluir qae o presente era melhor que o pas-
sado, e qae o faturo ser melhor que o
presente. E a tal proposito ajontou :
Voces nSo fagam casa do qae eu dis-
ser, quando elogiar as coasas e pessoas do
mea tempo. O seu tempo a balda dos
velhos, qne, ao verem-se carrejados de
lempo, n3o s querem qae seja seuo qae
maguen Ihos contesta; mas at querem
3ue o tempo d' les fosse a melhor qnad'a
os dezenove scalos que j l vio. Ora
en, qae soy velho e ao mesmo passo ra-
soavel, se duvidasse das virtudes d'este
tempo, q\uvidam das voseas, meas filhos.
Dizem que a velhice egostica, e morre
ESTADO DAS COISAS EM HESPANHA
teO Memorial Diplomtico publica o tegainr
O e importante artigo sobre o estado da-
osas em Hespanba :
c rTio nossa otenc3.> tratar hoja del-
dameote da itffacf o da Hespanba; prono-
rao-nos em breve tratar a fundo dos as-
sumpto-s relativos iqoelle paiz.
Por airora ronteotamo-nrw em laacar
um golpe1 de vista para o eonjancto d si-
tuacSo, e apresentir aluun.? apontameoos
para Ilustrar os leitores.
Principiaremos por dizer com plena s?-
garanga, qae a monrebia de Amaden I ni'1
tem creado raizes em llespaoha. O* re-
ceros dos borneas de es.ado europeos con-
firmaram se* em breve. A nobreza e o
clero, qae contrarios a nova dyaastia. nao mudaran
de attitude. e preparara os maiores obst-
culos a essa monarcbii italiana.
O re Amadeu, a- quem devenios tu
respetosa bomenagera, nin aceitn d*
bom grado roroa que se lhe offerecen :
foi rmpellido por outras iofloerria, e ni-
a aeceilon nenio contra a sua pr^nria iocii
nacfb. N3o nos pose ve! refer> aqo;
ludo qnaoto sabemos a este irs-ito. O
qae podemos dize* -aae ama intriga ore-
parada pelo general Prim em Floreoca M a
unrea coisa que den origem combina^! >
actaal.
Os fautores da revolelo bespanboia de
1868. depois de envolveren o seu pait na
guerra civil", depoi? de terem contril/uid
para accender a guerra de 1870, nlo pere-
cen prximos a recolher o fructo da saa
celoosa empreza. A sos obra acba-se ata-
cada pela impotencia e ruina ; as mi* qae
que limara urna corda, nio sao as qoe a Pro-
videncia escolbe para rejnvenecer essi co-
rda. Levam a desgraca qnalles de quem
se cercen, e devemo-nos compadecer, d
intimo do coracio, das pessoas anyosta*
que consentiram em ligar o sen destino a<>
de nn paiz t3o difficil de governar.
O par real integramente dtgao <*e in-
teresse. Ao lado do joven rei, lio valoro-
so e bem intencionado, vemos essa rainha
prmeexa por todos os moiivs respeitaae'..
respeitavel imagem dos estados serios. Es-
sa rainha chorou nos momentos em an-
tev de expatriar-se, e nio oceultou aa sm
lagrimas perante a depntagii das norte-
qne fri a Florenca orlerecer-lbe a -orAa.
Ura sinislro preenlimento lhe faxia nteve*
o acontecimentos futuros.
t O rei Vctor Manoel, e os qo o cer-
can illudram-se muito a respeito dos Bom-
bos de Hespanba, Esta familia est dv-
dida: roas muito menos do qne os Boar-
bons de Franca.
(Continuarse-ka)
devorada de odenlo omines da geragS
nova, nao s porque boa de ndole, qae
tamben por ser inventora das regalas qoe
vieram tarde para ella. Deus me livro de
ir eternidade com este trambolbo agarrado
s pernas : bem me basta a gotta I Eu c
de mim at folgo da acabar, qaando come-
es urna transfigaracio na face da trra,
cousa nem seqaer sondada ba quareota
annos, quando en e os meos contempor-
neos motejavamos o desconfortavel viver de
nossos paes. Nio me diro o qae nos ti-
nturaos mais do qae elles, ha qoarenu
annos ?! Voces que podem rir-se de
mim e dos meus ; mas nem por isso Ibes
quero mal de in veja. Ornea amor i gente
aova chega a ponto de ea me desojar r-
rer no meio d'ella. Qaerem-me os meus
filhos trazer para sua casa ? En eslon pir
all ssinho n'aqaella roa do Ouvidor, muito
rica, e muito bulhenia. Teobo l Iros jarc-
ios e tres pretas a quem quero dar a liber-
dade, e os diacbos uao a querem I Olbem
qae forte mana a dos qae dizem qoe a
escravidio o antagonismo permanente com
a idea de Jess Se os meos pretos fos-
sem novos, e eu lhe dsse lbsrdade, os
pobresinhos, em vez de em aos seas ser-
loes respirar ar livre, assoldadatam-se a
senhor que os carregava de trabalbo ; tra,
como os m;us escravos sao velhos, os cor-
tados nio querem a liberdade, qae para os
de sua especie ama palavra vis. Pois
ae eu me nio posso, nem devo dosfazer
d'elles, pego-vos qoe m'os doixo'i trazer
c migo para a vossa compaohia. Vordade
qae esta casa mu ealreita para tanta
negraria, e commodides da um hospede
oetogaoario. Aqu que o meo Azevedo
ha de mostrar-se amigo do seo velho. Est
all abaixo urna boa casa, com muito arvo-
redo em roda. Vai o mea filho arrendar
aquella osa. e recolber-se a ella com.o no
mestre de leis. Faca ds coala qoe o son
um pul v reo praxiata qoe voc tem na sua
sua livraria.. O ingrato nio me responde.
Von voltar-me para a minha fllha Corinna.
Faz-se o que en peco ?
(Continuar** k.)
TYP. DO DIARIO-RA DO DUQUE DKjAXIAS
'


>.



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