Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12613


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Full Text
hHHQ XLVIH. NUMERO 64
MA A CAPITAL E 1UGASSS OTBK IAO SS PASA POBH.
*Por tres mezcs adiaotados .
Por Mia ditos idem i .
Por am auno idein.....
-..idi numero avulso .
..... 5400
...... IWOQ
..... M|0OO
. 320
SEGUNDA FEIRA 18 DE MAfi^O DE 1812
Pili OEITRO I JOBA DA PBOVUGIA.
Por tret-aexei adiantadoi ,
Por aeia ditoa dem.....
Por doto ditos dem ....
Por nm anuo dem





l|7M
0#H0
i
Fropriedade de Manoel Figueira de Faria & Filhos.
AO A6IITSI:
C* 3n. Gerardo Antonio Alvea Filhoa, no Para ; Gong,al?ea A Pinto, no Maraahao ; Joaquim Joa de Oveira Filho; no Ceari ; Antonio de Leaoa Braga, no Aracatj ; Jlo Mara Julio Chavea, no Au ; Antonio AUrqoei da Sijvj, no'Natal; Joa Jutao
Pereira d'Almeida, em Mamangrjape; Augusto Gomes da Silva, na Parahyba ; Antonio Jos Gomes, na Villa da Penha; Belarmino dos Santos Baldo, em Santo Antio; Domingos Jos da Costa Braga,
em Nazareth ; Antonio Ferreira de Agaiar, em Goyanna; Francino Tavares da Costa, em AJagoas ; Dr. Jos Martina Aires, na Baha ; e Leite, Cerqninbo A C. no Rio de Janeiro.
PARTE OFHCIAL.
(overno
da provincia
9 de FKVF.nF.ino de 1872.

4
1
f
expedieni'K u.i n; V
Acto :
O presideots daprovncii, re-otvo nomear
un commissao corapo-ta dos engenbeircs Jos
Tibareio Pereira de Magalhes, Chryssolito Fer-
reira de Castro Chave* e Antonio Vicente do as-
cittento Feitosa, para axarainarem e avaliarom
quatro bragas e meia decaes em c alfandega desta rapual, contruilas pe o haro
4e Livrameoio no anno de I8o7.Comraunieou-se
IOS noriu-.-ii a.
OOicios :
AoExm. presidenta da provincii'do Piauby,
trausmtiiaJo o conheeimento de ama caix cora
instrumentos de msica para esta provincia, feu-
do para tal lira enviada pela agencia de navega-
gao da corapanhia brasileira o;sta cipila
Ao Exra. presidente da provincia de Mina
tienes, aecusando recebido com o sen oflicio cir
cuiar de 21 de Janeiro ultimo es dous exemplares
do relatono que o Exm. Sr. Dr. Francisco Leite da
Costa Belem no acto da abertura da assemba le-
gislativa dessa provincia apre.-entara no aun > pr-
ximo passado ; cabeodo aqu renovar V. Exc. o.*
protestos de mioha elevada e-tiraa e consideracao.
Ao Exm. vigario capitular, recommendaudo
que providencie de modo a que, domingo II do
crtente, pelas 9 horas da manha, seja celebrada
aa matriz de Santo Antonio desta cidade a misil
votiva do Espirito Santo, alim de proceler s a
eleigio de um deputado assembla geral legisla-
tiva por este districto, na vag deixaJa pjlo Dr.
Francisco do R'go Barros Barreto, que toi escolhi-
do senador do imperio.
Ao Exm. presidente do tribunal do comraer-
cio, aecusando recebido e seu oiflcio de o do cor-
rete em qui; comniuoica a cenga concedida ao
desembarga dor Jos Ignacio Accioli de Vasconcel-
los, e que se acha no goso dalla desde o da 28 ae
janetro ultimo.Coramucicou se thesouraria de
fazenda.
Ao coronel commandante dis amas interino,
eommuncando ter por portara desta data, e em
vista de sua informago, ncineado o alferes r. fir
mado do exercito Loureugo Jos llomao para o lu-
gar vago de amanuense do a'moxarifado do presi-
dio de Fernando. Communicouse a thesouraria
da fazenda e ao commandante do presidio de Fer-
nando.
Ao mesmo, para mandar apresentar ao ju z
da direito da 1* vara urna prag rao&tida alim de
entregar aos subdelegados dos arrebaides desta ci-
dade os calcios exped Jos para a convocado da
sesso do jury.
Ao inspector da thesouraria de farenda, trans-
m.lliodo, para ser eniregue a qnem se mostrar
competentemente habilitado, depois de pagos os
respectivos direitos. a portara nomeando a Fran-
cisco Antonio Mein Lima ageote dj correio di po-
vea;o de Gamelleira.
Ao mesmo, commanicando que a 17 de no-
vembro ultimo (oi augmentado o destacamento da
guarda nacional da villa do Bonito, comoosto de
40 pracas e 1 interior con mais um alteres e 12
pragas.
Ao mesmo, para mandar ajuslar cootas e
passr guia de soccorriraento ao teaente honorario
do exercito Augusto Balthazar Contreiras, que por
doente toi exonerado do lugar de ajudante de or-
dena do brigadeiro inspector dos carpos desta pro-
vincia que tem de seguir para a Baha no vapor
Para que se espera do norte.Communicou-se ao
brigadeiro inspector do3 corao3 oesta provincia.
Ao mesmo, grassando nos suburbios da cida-
de de Caruar, desle set3inbro do anno Dado, a
varila, commuoicou ms o respectivo juiz de di-
reito em officio de 4 de novembro ultimo a delbe-
rago que tomou de nomear o capitao Miguel Fer-
reira Velloso, nao so para encarreear-se da ioocu-
lagao do puz vacciaico as pessoas pobres, como
do tratameoto dis desvalid s accommettidos da-
quella epidemia. Por offlcio de 15 do mesmo mez
approvei a deliberacao daquelle juiz, declarando-
lae que nenbum vencimento cu gratificado pecu-
niaria 36 poda arbitrar para esse curativo por tai-
ta de verba. Tendo, porm, o dito capillo de con-
tinuar na commissao que llis tora iacumbida, aa
qual prestou um servido real aos desvalidas ali
atacados, dispeodendo at dinheiro de sua algibei-
ra com o respectivo tratamsnto, e sendo de eqni-
dade que se Ihe d urna retribuidlo pecuniaria por
033s servido mande V. S. pagar, sob a responsabi-
lidade desta presidencia e pela verba soccorros pu-
blicot, a qnantia de 3004000.
Ao mesmo, para mandar\pagar os venciren-
lo; d) destacamento da guarda wi^onal da villa do
Bonito, contar de 29 de novembro ao ultimo de
dezembro lindo na importancia de )7 j'i'i ris,
que dever ser entregue a Joo Jo; de Carva'ho,
indicado pelo respectivo commandante superior.
Ao mesmo, para mandar pagar os vencimen-
tos do destacamento da guarda nacional da villa
do Bonito, relativos ao mez da Janeiro nltimo, na
mportancia de 560J600 rs., providenciando ao
mesmo lempo, no sentido de seren d'ora em dian
te pagos pela collectora daqnella villa, os venci-
meotcs do dilo destacamento como eram anterior-
mate (eitos.
Ao inspector da thesouraria provincial, re-
commendando qne, de coDformidade com o orea
meato remettido pelo chele da repartico das obras
publicas, mande por em hasta publica com o pra-
so de 60 das a obra da cadeia e casa da cmara
que se tem de construir na villa de Flores na im-
portancia de 48:100/000 e por coota do crdito
da 1,200:0004 de que trata o art. 41 da le do or-
namento vigente.Coramunlcoa-3e ao chele da re-
partido das obras publicas.
ao mesmo, declarando em resposta ao sen
4lieio de 6 do correte que, a 8 de marco do an-
no passado, mandbu a presidencia que essa the-
souraria prosegaisse nos termo3 de desapropria-
^o dos 60 palmos de terreno ao lado do edificio
destinado assembla provincial, e at o presen-
te nao teve mais seieocia se dita ordem toi ou nao
cumprida como se havia recommendado.
Ao mesmo, mandando entregar com urgen-
cia so porteiro interino da secretaria da presiden-
cia SIvdo Antonio Rodrigues a qnantia de 924
pela verba eventuaes, para pagamento da conta
que si remelle.
Ao mesmo, mandando pagar a Lavra e Gra-
tuliauo a quantia de 1724200 rs. despendida du-
rante os mezes de dezembro e Janeiro falos, com
9 sustento dos presos pobres da cadeia da cidade
de Caruar.Comraanicoa-se ao Dr. chefe de po-
lica.
Ao Dr. chefe depolieia, transmittindo a co-
pia da tabella, oestribaindo pelas freguezias da
provincia, os 530 recrutas com que dave ella con-
correr para o servico do exercito no corrate an-
no, aflm de qne expeca V. S. snas erdens as au-
toridades poticaes respectivas, recommendando-
Ibes todo o escrupu o e prudencia, para que nao
sajara recrutados individuos iseotos por le ou iu-
capazes do servido militar.
Ao mesmo, aceasando recebido recebido seu
oUcio de 31 de Janeiro ultimo e d'oatro, por copia,
do delegado do termo da Salgneiro de 12 daquelle
mei; e seieote do exposio, aguarda o resaltado
das indagac5es procedidas pelo respectivo jnit
municipal com relacTio vlnda do processo do
criminoso Francisco Alves da Silva coobecido por
eastatel.
Ao jais de direito da comarca de Caruai,
coauanoJcando ter autorisado a thesouraria de fa-
zenda pagar ao capiiu Miguel Ferreira Velloso
a quantia de 3004000 pelo curativo e alimento
das pessoas desvalidas dessa localidade atcalas
da varila.
Ao bacharel Jos Eustaquio Ferreira Jacobi-
na, aecusando a recepcao de seu ofBcio de 5 do
correte, em que participa nao poder aceitar a
nomaajio de Io supplenle dos oizes de orphaos
desia capital, e sioto que Vmc. nao possa continuar
a prestar seus bons servidos naqaelle cargo.
Communicou-se ao juiz de direito da vara de or-
phics desta capital.
Ao inspector da alfandega, remetiendo por
copia o aviso do ministerio da fazenda de 25 de
Janeiro uliimo, alim de que informe, na parle que
ihe e-iiber, acerca do assumpto oelle mencionado,
ministrando os e3clarec.mentos que colhsr serae-
Ihante respeito.
Ao engenheiro encarregado das obras milita-
res, (ransroitiiodo, para seu conbecimento e di-
reccao, copia do aviso do ministerio da guerra de
26 de jaoeiro ultimo, approvando a deliberacao
tomada de mandar construir, como Vmc propoe,
nm telheiro para servir de cosinha ni forte do
Buraco, cerrendo a despesa, que nao exceder de
2334703, pela verba da quantia concedida para
varios concerlos no mesno forte; recommendo-lhe
que ioforme sobre o engao do calculo alludido
no final do citado aviso.
Ao Rvd. vigario da freguezia de Caruar,
remetiendo copia do parecer da recebedoria das
rendas internas, com o qual me conformo, declara
ticar respondida a sui consulla em ofJQcio de Ja-
neiro ultira1.
A' cmara municipal do Recite, para que
provilencis da modo que, domingo I Ido cr-
reme, sejam forn^cidos ao co'legio eleitoral que
se de ve reunir otase mesmo dia na matriz da San-
io Vntonio d'esla cidade, para o lim de preceder-
se eleiclo de um deputado i assembja geral le-
gislativa por este districto e na vaga deixada pelo
Dr. Francisco do Ro Barros Barreto, qua foi
escolhido senador do imperio.
Aos Srs. agentes da Companbia Brasileira,
mandando dar transporte para a Bshia, por conta
do ministerio da guerra, no vapor Para que se
espera do norte, ao tenante honorario do exercito
Augusto Balthazar Contreiras, que, por motivo de
msieMia, foi exonralo do lugar de ajudante de
ordens do brigadeiro inspector dos corpos desta
provincia.
EXPEDIF.NTE DO SECRETARIO.
Offlcios:
Ao inspector de sade do porto, aecusando
de ordem do Exm. Sr. presidente da provincia, o
seu ofBcio de honiem datado, acompanhado da
nota dos navios desinfectados desde 15 a 31 de
Janeiro ultimo.
Ao Dr. chefe de polica, aecusando recebido,
de ordem do Exm. Sr presidenie da provincia, o
sea oflkio de 8 do arrete, m que participa
aehar-se era exercicio de tsupplente do delegado
do P districto d'esta capital.
Ao jaiz de direito da i" vara civel desta ca-
pital, communicaado, de ordeno do Exm. Sr. pre-
sidente da provincia, acha^-ae u commandante das
armas autorisado para mandar apreseHtar-lhe a
prarj de que traa o seu ofBcio de 7 deste mez.
Commaado superior
QAHTEL DO COMMANDO SUPERIOR DA GUARDA
NACIONAL DO MUNICIPIO DO RECIKE, (6 DE
MARCO DE 1872.
Ordem do da n. 58.
O Illm. Sr. coronel commandan.e superior man
da publicar, para os devidos flus, que o Exm. Sr.
conselheiro pre-idenla da provincia, por portara
da 12 do crreme m z, approvou a proposta para
oill:iae< do 7 batalho de infamara pela forma
segninle *.
Estado maior.
Tenente-cirargiao, o Dr. Jos de Miranda Curio.
21 companhia.
Capitao, o tenente J s dos Santos Neves,
Alteres, o guarda Jos Ferreira dos Santos.
31 dita.
Alferes, o guarda Olegario Serfico do Camino
Neiva.
4' dita.
Tenente, o alferes AlexaoJrino Jos Alves de
Amorim.
Alfares, o guarJa Joajuira Pereira Araotes Ju-
nior.
Outrosim, manda o mesmo Illm. Sr. coronel
commandante superior que o Sr. commandante
interino do 7 batalho da infamara d guia de
passagem para o 2 esqaadro de cavallaria aos
guardas do mesmo batalho Jeronymo Berln da
Costa, Joao Antonio de Parias e Pelro Evangelista
de Carvalho, todos da 2a companhia, visto have-
rem requerido e eslarem na3 condicSes de servi-
rem na arma de cavallaria.
R. J Barata de .ilmeida.
Coronel chela interino de estado maior.
eo
RepartlcSo da polica
2." sec?o.Secretaria da polica de Pernambu-
, 16 de marco de 1872.
N. 305 Illm e Exm. Sr. Levo ao conbeci-
mento de V. Exc. que, segundo consta das part
cipaedes recebidas nesta repartico, forara hontem
recolhidos casa de detencao os seguintes iadi-
vidaos :
A' miaba ordem, Floriano, escravo de Fraocisco
Guiroaraes, Joao, escravo de Agostinho Ferreira
Jnior, por seren eucontrados depois de nove ho
ras sem bilbete de seus seohores.
A' ordem do subdelegado de S. Jos, Francolina
Mara da Conceigao, por embriaguez e insultos.
Por offieio de 12 do correte, commuoicou-me
o delegado de Limoeiro que, no dia 10 no lugar
denominado Cano da Telha fora encontrado enfor-
cado por meio de urna corda o individuo de nome
Joaquina Jos de Sanl'Anna ; que procedeu-se
competent) vistoria, e, das odagacoes e mais dili-
gencias qne se proceden lal respeito, verili-
cou-se que Sant'Anna se havia snicidado, e qne
isto fora levado pelo sea estado de quase aliena-
cao em conseqaencia de haver perdido urna qnes-
lo de demarcarlo de ierra.
Segando commaaicoa-me o subdelegado da
Varsea, por ofHcio de bontem datado, foram all
tomados pela pairalha rondante 21 armas de-
fezas.
Levo mis ao conhecimento do V. Exc. que, du-
rante a noute de honiem tendo sido corrido gran-
de numero de pessoas suspeitas, apenas forara
temadas pelas palrulhas reanles 3 armas nesta
cidade, e na freguezia de Afogalos 10.
Deus guarde a V. ExcIllm. e Exm- Sr. con-
selheiro Joao Jos de Ollveira Junqueira, presiden-
te da provincia. O chefe de polica, Domingos
Monteiro Peixolo.
Jonior, Freir Gamero, Ernesto Vieira, Corris
GonJim, G rafal ves Ferreira, Tolentino de Carva-
lho, AlipioCosd, Teixeira de Si, Pmt> Juaior,
l'.-bOi Cavalcante, Felippe de Figaera, Pinto de
CampoJ, Alraeida Pernambnco, Lamenht Lias,
Joao Vieira, Albuqaenine Lacerda, Firmino de
Nov.ie?, Gasmo Lobo, G3s Cavalcante, Arcoucio
Silva, Gomes Prente, Ferreira de Aguiar, Olym
pi Marques, Amorim Salgado, H^nrique Maraede,
Costa Carabom, Barros Wanderley, Cuoha e Pi-
gueiredo, e Helh Reg.
Abre-se a se3so, lida e approvada a acia da
anterior.
O Sb. 1* SECRETAmo da conta do seguate
EXPEDIENTE
Oflcio3:
Do s9cretario do governo, remetiendo 40 exem-
plares impressos do relatorio do inspector da the-
souraria proviocal.A' destnbair.
Do mesmo, remeneado copia do acto pelo qual
o Exm. Sr. conselheiro presidesle da provincia
resol ven alterar o pessoal da thesouraria provin-
cial a* commissao de legislaco.
Requermento:
Do proiessor jubilado Jos Candido da Silva
Barros, pediodo pagamento da gralQcacao que
tem direito.A' commissao de or$amento.
Dos erapregados da thesouraria provincial, pe-
diodo para ser unida ao ordenado a respectiva
gratilicacao, quando aposentados cora mais de 30
anno3 de servigo.A'commss) de pelgoss.
Di Amaneio Godofredo Lucas, pe linio a adms-
;3o no gymnasio provincial de um seu lilho me-
nor.A' commissao de pelicjSes.
Da irmandade do Triumpho do Sanlissimo Co-
ra;o de Mara, pedindo a approvagao do seu
compromisso.A' commissao de negocios eccle-
siasiicos.
E'julgalo objecio de deliberacao e mandado
imprimir o segrate projecto :
E' julgado objecto de deliberacao e dispensada
da impressao requermento do Sr. Lamenha Lias
o prijecto n. 2.
A commi'5o de iastracclo pabhca, attenden
do necesdade da dotar a provincia com edificios
destinados escolas de instrucejio primaria que
reunam as eoadigdes exigiveis ao coaforto dos
alumnos e ao rgimen dos estados, jalga opportu-
no iniciar a realisaco da generosa idea pela fuu-
dacao de urna casa modelo no districto Iliterario
da capital que, em proporgdes embora modestas,
seja como o primeiro monumento levantado em
honra da instraccao elementar e dos grandes des-
linos qne dVlla d'ependem.
c Impraiicavel como seria decretar am lempo,
e por um s acto, a fuodacio de casas da igual
oaturesa em todos os municipios da provincia,
nao parece commissao que dahi se colha valb30
argumento para nao cuidar desde j em promover
to imprtame melhoramento qu, nos patees
adianlados na orgaoisaiao e dilfusio do en-iuc,
est solicitando a atlengao dos governos como as
sumpto de primeiro interesse. O exemplo que
nos vjm da corte do imperio onde se trabalha ac-
tivamente na constru.'Qao do primeio edieio deste
genero, oreado em 200:000*000, pno paiemes as
vistan in governo imperial sobre a nesessidade ae
ir espalhaodo casas apropriadas que correspon-
dan) pelas snas proporees e accommodarO^s, ao
nivel a que cumpre elevar a instrueco primaria,
c Convencida de que esta fecunda tentativa pode
trazar os raelhores fructos, a commissao nao di3-
far^a que a questo de meios, sempre grave, pode
surgir como um embarac) realisaco da idea.
Mas, confiando da marcha ascendente da receita
provincial e da complicidaie de urna discrea eco-
Domi.-i do dinheiro publico, a commissao jalga es-
cusado recordar que, se algum ramo do servico
tem direilo a exigir renovados e iocessaates sacri-
ficios, i seguramente a instrueco publica o que
os pode reclamar em noma dos mais elevados in-
teresses.
t Confiada em que estas, sendo as vistas da a I-
rainistrafo hbilmente exposi s em a luminosa
falla que ouvimos a das, sao tarabem ao da a3sem-
b!a e a de todos os espirtos que vera na in.-lrac-
Qao primaria a priraeira e inevitavel condiQao do
progresso moral e intelleciual do paiz, lera a com-
missao a honra de propor o seguate projecto da
lei:
t A assembla legislativa provincial reo!ve :
to*;
ooarr
rada a discossao o projecto posto a votos I um medico de polica, o Sr. Dr. Soriano, que tem
conhecimentos especiaes
Ei
appsjvado.
Prin lira disenssao do projecto n. 18 do anno
passad supprimindo os lagares de medico da po-
lica e ncarreados dos corpos de delictos.
O S GOXQALVES FERREIRA :-Sr. presi
dente, o pretenda lomar a palavra na presente
discos: io, por qua snppunha que a inconvenien-
cia dobrojecto era consa de primeira intai(ao ;
entretanto acbei-me torrado a mudar de proposito
ouvi na bancada opposla alguns dos meas
ollegas proounciarem-se a favor do po-
Tolextino: E' um rumor surdo que nao
keffeiio.
PERNAMBUCO.
ASSEMBLA PROVINCIAL.
SESSO ORDINARIA EM 6 DE MARCO DE
1872. ()
PRESIDENCIA DO SR. FERREIRA DE AGUIAR.
Ao mel dia, feita a chamada, aeham-se pre-
sentes os Srs. Ratis e Silva, Silva Reg, Alcoforado
() Em consequencia di alguns erros com que
(oi publicada esta sassao de novo a reproduzimos,
teitas as alierasfies. Os RR.
c Art. i. O presdeme da provincia fica aulo
risado mandar construir no districto litterario da
capital, segundo o plano que julgar conveniente,
um edificio.destioado a escola de iustruccao ele
mentar.
a Art. 2. Para este (ira ser desiguala na lei
do orcamento a necessaria quota, podeodo o presi-
dente da provincia usar d) producto do empres-
timo ltimamente contrahido.
t Arl. 3. Fican revogadas as disposicoes em
contrario.
Pago da assembla 6 de margo de 1872.
Gusmao Lobo.Aleo/orado Jnior:Alvaro U. Ca-
valcante. 1
ORDEM DO DIA.
Procede-se a volaco do requermento offarec-
do pelo Sr. Barros Wanderley na sesso de hon-
tem, propondo o adiamenlo da discasso do pro-
jecto a. 13 por 24 horas.E' approvado o ada-
meato.
Seguada discasso do projecto o. 30 do auno
passado annexando freguezia do Bonito diversos
territorios das freguezias limtrophes.
O SR. OLYMPIO MARQUES : Sr. presidente,
oppondo-me ao projecto, quando propoe o aug
ment da freguezia do Bonito eom territorios de
outras freguezias limtrophes, freguezias pequeas
e de pjuca populacao, ao passo quo a de Bonito,
que asslm flear augmentada, j urna das mata-
res freguezias da provincia. Tanto isto assira
que alguns seahores deputados, conhecedores do
lugar, com quem tenbo coaversado sao da opinio
que essa freguezia deve ser dividida, creando-^e
urna nova ( apeiados. )
Em quanto, pois, nao ouvir razoes qae'me coa-
vencam de que estou em erro, voto contra o pro-
jecto.
Encerrada a discusso do projecto, posto a votos
rejeitado.
Seguada discasso do projecto o. 52 do anno
passado, creaado mais ara districto de paz ao mu-
nicipio da cidade da Victoria.
Val a mesa e apoia-se o seguate artigo adli-
livo:
c Os limites deste districto serio os mesmos do
terceiro districto policial.Ges Cavalcante. >
Encerrada a discasso approvado o 'projecto,
bem como o addilivo.
Terceira discasso do projecto n. 12 do anno
passado, transferiado para a povoacao de S. Jos
a villa e vede do termo de Ingaceira, bem como a
sede da freguezia de S. Jos de Iogazeira.
O Sr OLYMPIO MARQUES : Sr. presidente,
por informales que teobo de pessoas coohecedo-
ras da localidade estou convencido do projecto ;
mas podendo nao succeler assim a respailo de
rnuitos.
Seohores deputados, e me parecendo tarabem
conveniente que nao caa am projecto desta ordem
com sacrificio manifest de sua conveniencia, peco
a qualquer de seus nobres sigaalarios, ou qual-
3uer dos nobres depaudps qae tem conheeimente
a localidade se digne dar oformaedes a res-
peito ao projecto.
O Sr. Novaes ;J (oram dados em primeira e
segunda discusso.
O Sr. Olympio Marques :Bem, nao ouvi, po-
rem o projecto acba-se em segunda discusso,
Nesie 9io estou satisteito.
porq
nobre
jecto.
O
produ
O S Goxcalves Feubeira : Sr. presidente,,
ba un falso supposto deque, leudo o corpo de
polica tres mdicos, a polica desta capital nao
precisa de mais mdicos para os corpos de delicio
Mas, Sr. presidente, se consideramos que os me|
dicos do corpo da polica tem atlribuicoes dille-
rentes, que nao sao sujeilos a autoridades poli-
ciaes, que nao podem ser chamados para os cor-
pos de delicio, se oo como qnalqaer onlro medi-
co, ver-se-ha qne o fado de ter o corpo de poli-
ca tres mdicos nao razio para que se suppri
mam os lagares de qne trata o projecto.
O St, Gusmao Lobo : O cdigo do processo
providencia.
O Sa. Goncalves Ferreira :Tem-se dilo, Sr.
presdeme, que a creago dos medieos da polica
al derrogatoria da le geral, que obrga todos
os medios a acceilar as noraeagoas para 05 cor-
pos da delicio. Mas, Sr. presidente, se se attender
que os mdicos nao querera acceilar as nomea-
c5es para as vestoria3 sem que sejam pagos; se
se attender que rauitas vezes nao se Ibes pode
applicar a imposigo da lei, a mulla, por que elles
sempre prelextam molestias e ooiros embaracos
desia ordem ; se se attender a qae rauitas vezes
pelo rgimen amigo, refiro-me ao tempo em qne
nao exislam os mdicos de polica, flearam maitos
individuos por serem vestoriados da um dia para
nutre aqai mesmo na cidade, se se atteoder to-
das estas consideracoes creio que nennum dos no-
bres deputados se levantar para sasteotar o pro-
jecto.
Sr. presidenta, ha am anno pouco mais eu me-
aos que sou agente policial uesta caqital......
Um Sr. Deputado :E rauito digno.
O S. Go.ncalves Ferreira :.... nesta occasio
devo dizer que sempre eoeontrei nos mdicos da
polica toda a coadjovaco pessivel para os corpos
de delicti.
Diz-se tambera por ah que a polica lata com
difflcullades para a factura dos corpos de delicio,
qua os mdicos de polica nao ;e prestara a este
servio: pois desta cadtira eu devo declarar em
boaia dos mesmos mdicos que sempre que os
maolei intimar elles proraptos aecudiam inti-
maqo.
Um Sr. Deputado :Podera nao I
O Sr. Mello Reg : A quesi't > se os lagares
s i ou nao aecessarios.
Q Sa. Go.ncalves Ferreira :Sr. presidente a
yCTrr a e qne a crearan Uos mdicos aa ptrttcta
troux.' nm certo despeito para os outros mdicos,
de modo que quaudo >e execntou a lei n. 961, dis-
seram desde logo que nao se prestariam mai<.
M18 ainda esta razo nao procedente, porque
a le provinciil nao poda derrogar a geral, elles
seriara obrigados a prestar-se quando fossera cha-
mados, mesmo -porque ao juiz pode nao merecer
confiaoga para o caso tal ou qual o medico da po-
lica.
O Sn. Tole.ntino de Carvalho .-Logo urna
incoovenieocia da lei eslabeleeer smente dous
medies?.
O ir. Go.NgALVES Feiireira : O projecto nc
estabelece dous mdicos, supprime os qae exis-
ten).
O Sr. Tolenti.no de Carvalho : Rerc-me a
crea gao d-stes lugares.
O Su Go.n;alvrs Ferreira :Sr. pre3idente_a
despeza que se faz com esses dous mdicos lo
insigoiScaate que parece que nao deve apavorar
ainda aos mais zelosos e amigos da economa
S. Exc. o Sr. presidente da provincia oa falla qae
leu na sesso de abertura aqu, pede al o aug-
mento do ordenado dos mdicos; e se S. Exc,
acha que o ordeoado ae tara os mdicos da poli-
ca rauito dimiouto, e porque implcitamente re-
coonece a necessidade dos mesmos mdicos. De-
pois a permanencia dos mdicos da polica urna
medida de admioistrago, e me parece qae nao
podemos nega-la, sob pena de noprestarmos ad-
hesao e apoto decidido a administrarlo. (Muitos
nao apoiados.)
D go eu que a suppresso dasses mdicos im-
porta urna prova de descon&anga da administra-
go. ('o aroiados.)
Um Sn. Deputado : O projecto mais an-
tigo,
(Trocam-se apartes.)
O Sr. Go.Ng.xLVss Ferreira : Repito : a admi-
aislrago em sea relatorio, reporiaodo-se a am
ofllcio do chefe de polica, pede at augmento de
ordenado para esses mdicos, o qae importa im-
plcitamente o reconhecmento da necessidade dos
lugare'.
Um Sr. Deputado : Eotio supprimam-se os
mdicos do corpo de policia.
O Sr. Gonqalves Ferreira : Sr. presidente,
eu estou de aecrdo com o oobre deputado que
acaba (fe darme um aparte, quanto a inteogo
dos mdicos do corpo da polica, porque vejo que
o corpo de policia nao tem hospital; e para veri-
ficar se um ou outro soldado deve ir para o hos-
pital le caridade, basta ara medico.
Neste ponto estou de aecrdo, mas collocar as
autoridades policiaes, qae j tesm am trabalho
oneroso, na obrigago de mendigar dos mdicos de
suas relagSas o favor de se prestarem aos corpos
da delicio o* que me nao parece jnsto.
Sr. Presidenie, davo dizer que durante o lempo
em qae o Sr. Dr. Adrio, qae por algara tempo
foi medico da policia. esteve em Feroaodo, eu lu-
tei com muitas diflkuldades para fazer os corpos
de delicio : para que este3 se flzessem era preciso
recorrer as rainhas relagSes particulares e ea nao
esteu disposto a dever favores a bem do servigo
publico.
O Sr. Tolbntino de Carvalho : Porque nao
foi nomeado am interino
O Sn. Gonqalves Ferreira :Isso nao com-
migo, nem com a polica, com o presidente da
provincia de ento qae nio nomeou qaem substi-
tuase ao mesmo Dr. Adrio, parecendo entretanto
qae motivos teve aqaelle administrador para as-
sim proceder.
O Sr. Gomes Prente :Isso creio que nao vai
como censora ao Sr. Dr. Adriio.
O Sr. GoNgALVE3 Ferrhira :Nao senhor, aca-
be de dizer que quando elle esteve em Fernando
lutei com diflkuldades para fazer corpos de da-
licto.
Sr. presidente ha urna outra razao que me a
escapando. V. Exc. e a casa sabem que para se
fazer um corpo de delicio sio precisos conheci-
xentos especiaos, preciso estudar a medicina
legal
O Sr. G. Lobo : Isso para outros corpos de
delicto, nao para esses que se fazem ah.
O Sr. Goncalves Ferreira : E mais o nobre
deputado sabe, por isso que muito tem advogado
no crime, qua muitas vezes se levantara quesi5e3
no jury por causa das vestorias que mal classifi-
cem os delictos.
O Sn. Goes Cavalcante :E a le recommen-
da qae elles sejam feitos por facultativos.
0 Sa. Goncalves Felreira ; -m ... boje temos
na materia, escrevea ale
urna obra respeito e est, prestando serviros re-
levantes.
Portante, parece-me que, a visia das considera- i
goas expostas, o projecto nao dave passar.
O SR. VIEIRA DE AftAUJO :-Sr. presdante,
tendo sido eu um dos signatarios do projecto, que
se debate, corre-me o dever da dizer alguraas pa-
terna era sua justiBcago.
Apresentando o projecto o anno passado ea e al-
guns collegas da legislatura, linda e entendeuios
que nao podamos por lei provincial ter eslabele-
cido lugares de medico da policia para conseguir
assim qae se flzessem os corpos de delicto cora
m lior facilidade do que se nao exislissem taes lu-
gares, porque se alguraa sorte obrigava a lei pro-
vincial ao jaiz escolher certos e delermiaados pe-
ritos, quando a le dexa-lbe a liberdade de esco-
Iha, quando a lei gorat quer que fique a lvre es-
colha do formador da culpa a nomeagio dos pe-
ritos.
Alm disto Sr. presidente, entend que era um
servgo qae devia ser pago pelos cofres geraos; e
nao sei para que havemos de estar a legislar para
se pagar os servgos geraes pelos corres provm-
vincaes, quaadi a respeito de muitos que j ifto
pagos pela provincia o governo geral nao os lera
atteodido, apezar das muitas reclamagSes que se
tem feito sempre.
Um Sn. Dh>utado : Esperemos somente pelo
governo geral e nada teremos.
O Sr. Vieira de Araujo : Nao digo que os
funccirnanos que exercera 03 lagares de mediis
da polica desempenbam mal suas funegoes e ac-
ceto nesle poni o juzo do nobre deputado que
rae preceden sendo porm que lia inconveniencia
na conservado de laes lugares.
O nobre deputado referi se lambe u so relato-
rio do digno administrador da provincia; mas o
relatorio fez referencia simplesraente a lerabrauga
do chefe da policia quando pede augmento de ven-
cimento.
O Sr. Go.NgALVES Ferreira : E acha conve-
niente.
O Sn. Vieira de Arauio : Nao sei mesmo se
emitte juzo, mas ainda que assim seja, nao vem
appello a queHo de coorianga, desda que ha ou-
tras raides poderosas para que se supprima esses
lagares.
Deixar-se-ha de fazer corpo de delicio somente
porque nao exisiem os lugares de medico de poli-
ca f Porque nao se chamara para e3se< corpos de
delicto mdicos militares, mdicos estipendiados
pelos cofres geraes ou provinciaes, embora nao
sejam a isto restrictamente obrigados ? nm ser-
vico que ple ser rauito bem deserapenhado por
todos os mdicos, ainda iresmo por aquellas que
o) o remunralos. .
O Sr. Go.ncalves Ferreira : Pode, mas elles
oo que rom prestar-e.
Sr. Vieirv de Araujo : V se por coose-
guite que nao so. se revoga urna lei qua nao pa-
rece con-lilucional, como iamb?m se faz urna eco-
noma a favor dos cofres provinciaes supprimrado-
so 05 tORares Ob ruediiu O SR. ALCAFORADO J.N'IOR : Sr. presiden-
te, eu voto contra o projecto, porqua nao vejo ra-
zo nenbnma pela qual devara ser supprimidos os
lagares de mdicos do corpo de polica.
Um Sr. Deputado : Nao sao os mdicos do
corpo de policia.
O Sr. Alcoforado Jnior :Eu corrijo, os m-
dicos da policia.
Nao haja conveniencia nenbuma oa motivo de
alilidade publica para essa suppresso, e pelo con-
trario, considerando a qacsto por qualquer lado,
oo vejo seoo razoes rauito plausivei3 para que
sejam aquellos lugares conservados, indo en ainda
muito alm, pois, entend qua nao s devem ser
con servados, como al augmentados os respectivos
ordenado1.
O Sn G. Lobo :A serera conservados, eu voto
pelo augmento.
O Sr. Alcofoiudo Jnior: Sr. presidente, quera
tem conhecimento das diflkuldades com qua lutam
as autoridades policiaes na coofecgo dos corpos
de delicto, vendo-se na necessidade de chamar
leigos, que por sua ignorancia comprometiera
muias vezes a cansa dajustigafazendo classiflca-
go.'s inexactas e errneas dos fictos, nao ple
deixar de in.-urgr-se, de pronunciar-se contra es
se mo estado de cou'a?, e o meio nico de reme-
diar esta mal a meu ver, ter mdicos estipen-
diad s, rreJicos bem pagos. -
Vejo que para suslemago do projecto se apre-
sentam duas razoes, nenhuma das quae3 alias pro-
cede A primeira dessas raiSes s?r urna despe-
za geral.
O Sr. F. de Figueira :Essa forte.
O Sr. Alcoforado Jnior : Nao para raira
urna razao, porque ba muitas oulras despezas de
carcter geral que sao teitas por nos.
A questo provincial sabsr se til a conser-
vago dos lugares, porque se til, se os lugares
sao necesarios, devem ser conservados embora o
carcter da despeza.
(Trocam-se apartes).
O Sr. Alcoforado Jnior :Esta razo portan-
to nao procede.
O Sr. F. de Figueira :Ea aeho que a mais
forte qae se ple apresentar contra o projecto.
O Sr. Alcoforado Jnior :A' outra razo de
deverem ser os mdicos a livre escolba das par-
tes, tambera nao urna razo procedente, porque,
sobre ludo a lei, o que quer que os peritos no-
meados inspirem a devida conflanga. Portanto
desde que 03 mdicos que exercem esses lagares
merecem conhanga, cesse inteiramente a razo
apresentada.
Nao vejo pois a menor conveniencia na suppres-
so do lugares, e portanto vol contra o projecto.
O SR. J. MELLO REG : Sr. presidente, oo
me recordava de que tinha assignado este pro-
jecto, mas verificando isto agora, nio quero exi-
mir-me de dar os motivos qae me delerminaram
adherir a idea consignada no mesmi projecto.
A um dos cliefes de policia da provincia cuv.
em occasio em que conversamos, a opinio de
qae eram sem utilidad.; os mdicos da polica.
O Sn. Gonqalves Ferreira :Refere-se ao Dr.
Fernandas Pinheiro, e quando se reliroa estava
convencido da necessidade.
O Sr. Mello Reg :Nao sei sa elle se coutcb-
eeu antes ou depois, o qae sei que, em conver-
sa me disse que coaviaba supprimir esses lagares
e a razo que dava era esta : havia certo in-
conveniente em ter mdicos especiaes, os qnaes
deviam ser chamados por elles s compareciera ao
servico quaudo Ihe convinha e queriam, e serviam
mal.
Disse-me mais, que dentre os dous, o mais
prompto, era sempre podia accadir aos chama-
dos.
Ora estas considerares (eias a roim pelo chefe
de policia, pessoa muito competente para avahar
da necessidade desses lugares, flzeram muito em
meu espirito. Aceres ce tambem que a despeza
feita com os referidos mdicos, de natareza ge-
ral, o nio devemos onerar com ella os magros co-
fres da provincia.
Emendo mais que tambem ha seu inconvenien-
te em haver peritos certos e determinados, qae
as parles conhecam de antemo.
O Sn. Goncalves Ferreira : Isso o que eu
(Trocam-se apartes).
O Su. .Mullo rUMo : Creeram-se os lagai-
com o ordenado de 600, alm de ser a d*pe:..
de nalurea geral, j se falla de augmento de vto-
cimentos I
Mais adame virio pedir aioda maiores vee,\-
menlo, e por lira diro qoe sao poico* os ia4ie.
e o colre da provincia que ti |ue onerado coa orna
despeza qne nao Ihe perteoce, que dizem er mu-
til I
Um Sr. Diputado : Sao cconoraias de pala -.
O Sr. Msllo Reg : En Um, se queris con-
servar os lagares, se eniendem que as de*p?ia<
que se querera supprimir con-tituem ecoooaa*
de palitos, votem contra o projecto.
O Sa. Gusmao Lobo : Se a instituir 1 fur man
tija eu velo pelo augmento.
OSr. Mello Reg :Pur miuha parle, farei
|"iue entendo ser do meu dVver.
Encerrada a discusso, o projecl" appr vad
1' discuss) do projecto o. 28 do jooo ?>sao
determinando qae os alumnos da Bseota Nt*.
fagam exercicios calligrapliiCts po 3" aano i
curso.
OSR. UCI10A CAVALCANTI :-Sr. ptwttr-
eu supponho quo ha inexaciido oeste pr )'c;
Os alomaos da Escola Normal ja fazem neroei
calligrapbico, mas sses exercicios sao fm se
mente durante o 2* anno, e sendo imp hnaf
llciente para esse estado, eu em meu reluii n > i -
di qae se esleades e at o 3 anno o me-in > f <
balho. Em vi>u dessa mioha reclamara, cr^i
eu, (oi apre emado o projeelo; mas como e neohura melhoramento consagra era podera ?
votado, porque a medida oelle confinada ja f
atiendtd? no regulameolo da Eseoa N rnil ; e > -
exercicioscalligrapbicos sai j> all h>je praiicado-
duranle o 2' anno. O que preci.-o e que se es-
tn Jam at ao 3*. para que os aiuxn /s possam pr?
parar-se nesta disciplina ; e oeite sent 11 1'.i qu
ea liz alguraas considerages do Malono qn -
apresenlei ; e se como me parece, f >i em virluce
desla mioha reciamago qua apresentou-se o pr ,
jacto em discusso, evidente que n>s termos coi
que se acha elle concebido, oo poder Mfeaii
ao melhoramento par mira lerabrado As apresenurei um pr< jeelo substitutiva.
O Sr. Presidente : Por ora nao, na i* di
eusso oo se admitle emendas, ou o projecio ii<
de ser approvado ou regeitado.
O Sn. Uchoa Cavalcaxti :Mas nos termos ta-
que est, nao pode ser votad>, porque ccaigaa
urna idea qae j esl prevenid..
(Trocam-se apartes). '
O Sr. Uchoa Cavalcanti S. gundo o regala-
memo approvado por esta asserab:a, os exerci-
cios cailigraphicos sao feitos somente durante 2*
auno, e o conselhi da escola nao tole sajsiiar o*
alnmncs de oro auno superi >r a prat ca-lo* aem
outros quaesquer, que nao faram parle de pro-
gramma da estudos de cada um d s anses i
corso.
Nessas coadiges, pcis, solicito da assenbta %
approvagio do projeelo qae se discute. a^u.rJau-
do ao ubililoIiVK para a tegaatiu Mttmmit* i-
que nao me prrcettilo, agora faae-le.
Encerrada a Jiscus.-o o projeeM approvado.
I' discusso do proje.-tj o. 32 do anno paisaJ
antorisando o presidente da provincia a despeaJer
a qaaotia de 2:0004 com os concerlos da cadeia
de Pao d'Alhn.
O SR. OLYMPIO MARQUES: -Sr. prndenle
parece-me que manifest o pensamenio da asam-
blea, le conformidade cora o qae m dicidio boa-
tera a respeito da transferencia da bibliotiec pro-
vincial, ufferecendo, como oftreeo, um requer-
memo para que Oque addiada a di-cusso des;.-
projecto al se volar a do irgammic.
Um Su. De:-itado :Nem ha neces.idale IHM
projecto.
Vae mesa e apoia-se o seguate requerimenk
a Reqaeiro o adiamenlo da discasso do pn tec-
le a. 32 para quando se discutir o ergainent> pro-
vincial. Olympio Marques.
O SR. PINTO JNIOR rppoe-se emenda.
Encerrada a discasso o reqoerioenio regeita-
do e o projecto approvado.
1* discasso do projecto o. Go do anno passad 1
desmembrando da freguezia de Limoeiro os laga-
res Pasaos, Camarada, Gavo e outro, e aneexaa-
do os da Bezerros.
O SR. TEIXEIRA DE S :-Pedi a palivra para
reclamar a casa que esta projecto nao a-senta en>
razoes de jostiga.
As freguezias de Bezerros qae reqaer aagii>n-
lar com territorios da freguezia do Limieiro, ja i
to exleosa qae apenas dista desla em cerlos luga-
res 2 leguas, tomando se de nma grave nconve
niencia a a'lersgo proposta, pir isso qae vae ain-
da augmentar a j muila extensa fref uezia de Be-
zerros.
Ha um lugar dessa freguezia que dista cosa
acabei de dizer do Limoeiro apenas 2 leguas, -
os habitantes deste 1 gar consta me que preinaden)
dirigir a esla Ilustre assembla um abaixo assig-
nado pedindo a sua iocorporaco ao Limoetra, eu
razo das conveniencts da facilidade da adniii-
Irago da jusliga, do pasto espiritual.
Portanlo, eu creio qua a casa lomando na vi-
da considerago o que acabo de dizer nao appr; -
vara o projeelo de que se trata, a menos qae sea
honrados autores justifiquen! com razoes qan eca-
veoco de sua alilidade.
OSR. VIEIRA DEMEL.O faz aioda alua:a<
cuosideragdes.
Vae meza e apoia-se o seguale requerineni*-.
Requeiro que seja oavido o governador d
bispado sobre o projeelo em discusso.Teistiri
de S.
Eocerrada a discusso o projeelo regeitad 1.
1* discasso do projecto n. 57 do auno pis-
annexando treguezia de Gameileira diversis lar
ritorios perieaceales as (regaezias liroiiropDcs e
creando diversas comarcas.
Vae meza e apoia-se o seguale requer nenio.
Requeiro e adiamenlo da discasso al que te-
te o uvido o goveroad iT do hispa Jo.Hatis e Si/ri.
Ven lie su io-so nao havor numero tica a discus-
so adiada.
O SR. PRESIDENTE designa a ordem d lia *
levanta a sesso.
neg.
Outro Sr. Deputado
mos.
Sao sempre os mes-
0 Sr. Mello Reg :A jusliga ser muito mais
severa, sempre que c: perito njo forera goitiegi-
dos previamente.
REVISTA BTAEJLA.
ASSEMBLA PBOVINCIALNa sesso dteos
lem a assembla approvou am pareeer d* commis
sao de polica prorogando por dois annos o ecn
tracto do tacbigrapho ; outro da commissao
obras pdicas pediodo informages a reparlig
competente sobre o pedido que tai o lenlo coroae
Luiz de Altuquer |ue Mira: ha > p>ra coo^tiairun:.
estrada de ferro de Nazareth a Tirabaub dfoi-
de orarem os Srs. Piolo Juaior o F. Figueira.
Tomou assenlo o Sr. Gualter M. de .Menear
depotado pelo 5.a districto.
Passando a ordem do dia, oceupeu se coas a
discusso do prcJecto o. 18 do anno pasudo <\i-
supprime os lugares de medieos da policia.
Oraram os Srs Silva Reg (doas vezes). Vieira
de Araujo, Gongalves Ferreira, Oveira F>neec .
A. Correia de Araujo (tres vejes ) Limeoha Uas,
e Alcoforado. ,
A diseassao flcou adiada por falta e> numorv
para votar-se. ,
A ordem do dia para boj8 continnacao da as
lenor, 1" discusso dos projeetos ns. S, 6,7,9
10,12, e 13 desle anno, 3.- dos de u*. al, 'i6, t*
e 56 do anno passado. -_.
RESIDENCIAS DOS JUIZBS DB DIREITO E
PROMOTORES PBLICOS.Por portera a pt>
s-

Ms


fiutnl r*Tnambnc Segflr.df (eir 18 d* Marro d 13**2
^
j
-
i

*
tldeocU 4a protioeh, de 13 docirrraf. era. \i-ta
da disposigai do art. 83 do discreta n. VM e 4
de novembro de 1871, foram desgnalas *s cidaJe
e filian segointes, as comarcas aba'xo menciona'
das. para neilas residirem os respectivos juies de
direito e promotoras pblicos:
Na comarca deOlioda, a cilade do mesmo no-
me.
Na do Cabo, rHla do sesmo nome.
Na do Rio Formoso, a crdsde desse nome.
Na da Palmar**-, a vHIa de Agua Preta.
N de Santo A-lio, a tilla da E Na deLimoeim, a vitla des no o.
Na de Oarua-, a ciliada da.-ae nome. -
Ni d< Oaranbuos a v,pa do mesmo Gome.
Na do Orejo, a v.lla desse 01 me.
Na de Floras a villa desse nome.
Na de T.car.t, a villa desse ame.
Na da BuTh'j, a v.lla de Oaricury.
NaieCibrnl. a v,lla lo Ex.
aUTO'IBADES TOLI iAfeS -Por portariai 1a
p evidencia da provincia, de 13 e lo do crrante,
foram nomeados :
Subdelegado, 1.*, 2., < 3." suDDieotes do I dis-
tricio do tcrcno Ja Kscada Jos Lu't da SdvaGai-
nares, Z-errao Auraiiano do Figueireio Mello,
Maaoel Aives Ja Silv Ca'dtjMio Jo6 da Costa.
Subdelgalo. Io. 2, e 3.* srtanles do 3." 4s-
tricio do termo a Escadaco.ooei I*tS L e Pe-
reir da Meilo, JoiloCivalcante de Almeida Piolo
Berairdioo de Seuaa Almeida Lisboa, loe Oval-;
cante de Almeida.
Subdelegad*", |., J. e 3 suplentes do to le Aoreu de Uua, 2. do termo de B irruiros
Antoaio Augusto Maci-d, Consuncin fumas da
Silva, Antuuio Noguera. Je Olveira, Uereulano de
Mora es Bella
1.*. i.' e 3." suppleatos do delegado do termo de
CimbresS3iyro Ferreira Lelta, iw Cordel
Ming, Joaquim Mamal de Stiueirii Cavalcantr
Arco verde.
Subdelegado, i*, 2.' e 3." soapleirt-'S dosobleie
gado do nutricio de Cimbre*Autjrotio do llego
8 rros, Vas.-o Mariano de Espindola, Marcos Mr
colmo, Jos e'e Olifira. -
Subdelegad", 1*, 2." 3* -mooleotes do disiric-
lo do Santa Azu.'d.i-Manoel Vee-nte Ferreir.i Ca-
nato, Francisco Cyonanj Crdeiro da Fon-e:.
Ltonardn l|ir a deSiqueira Candela, litio Ue Si
qufira Barbosa.
d., 2.* e 3. .-u;>plntes do snhlel'gilc do ds-
iricto do Oln d'Agaadet BredoeL-etwdo Fa-
checo Coolo Do i ie, Jero-.iymi Pacheco de Abo.-
qnerque. Frauesco Luz Pedir Mu'.uc.
Subdelegado, I.* 2. e 3* suoplen'e- 11 !. Jis-
dnc-to ile AUgOi de EUisuAntn o Late de Si
qaeira, /l.vi.u.-,Jo Perro-ira Portugal, Antonio .Ve
xaodre JeVa^coiicellos, Jo Francisco da Si.va
fiarapoi Jnior.
i. 2,, e 3 supplentej do subde'eja lo do 2.
dislri :to de Alaroz de Bao (Cap. y ) -', de
Siqueira Barbosa, Antonio de S Cavadcn**, Jj
l'j ni Barbosa de Siqueira.
Subdelegado, I., 2. e 3. snpplent d i. lis-
tricto da fregueia de TracuDheinPafic: Jo-
R bairo de V.i?Con;ellos, Jo: Lan Perer.i, ktiuo
ri D.oniu Pertira, Joaquim Igoacio (S^bf .vea
l.ir.
ubd-legsdo, l.,2* e 3.* snpplenle* d> nmric-
t. d. IViuinphoJo: Fernande. Lope.', JJ'-nr qae
NunjLina, Manoil de Soura Monteir1, Mu.or
Hiteiru Granja.
1., i',e 3. supplentes do subdelega i i do I."
d'Strictode NasareihJos Antonio de Ar.u I-, lo
Piuio de Souzi Ntves, Elaardo Bes.-oce de Al
iseMa,
1, 2. e. 3." supplentes do subdelega lo d i dis-
Iricto da. Colonia do termo de FloresMuoe; Rar-
Dona da Silva, Zeferoo Peteira de Horaes, Marco
.ino de Qaeinz Lima.
Subdelegado do 1. di-tricto do term> de Vi la-
BellaJoa juira Francelmo de Souza Guerra.
GUARDA NACIONAL.-Por portara da pre;-
doocia di provincia, Je 13 do correntf, fii conce-
dida dispensa Jo lapso de lempo, para poder ti
rar o competen'e titulo 'entro do praso d-* Vi
das, ao aiferes da i c mpinhta do Hi." bata'bio
a i tastana, do municipio de Paj o'alho, Jor
Lico Marques IJ.rrl. >.
MB80C10 FJRENSE -Entrando era dafida,
s?guodj on-ta, q-ie o" esenves nao po-Jem p far cerliados rabo *ei sartorio', ron previj de.-picbj Jos respacti
vj juizfs, e at l.iend) s*, ijue para tsao e in-
voca a opio.ai.L' "e i> mapairadj assai e;c!a;e-
CH-7, o que se torna mni ron-vei ca presente con
jun ur., en >iue a i wt lesla capital e-ta ac-
chala peli >u-*i ucia .> Sr. Dr. juiz de direito e
ipgin. ,i i!., ; -.. .!.. i i setij lgn>s sub.-titu-
: ) e iU|iplen; -. :n i a';i,;i : uuuno, peJeia-
nis a pidic cid J i sfguinte aviso o qual adduiio
Ma a sna I i;; e pro Ja ci (Xpressa, vigente
e inteiram.-uie appeavel i especia vertente para
assim rem"inr.rar aqoelles fuaecionarios a sita
restriba observaocia e o que mals Qrraado por
ara ministro da ju-i o.a, que nngu?m oo-a nejar
nbidos conbecime:.ii e;n )u-imprudencia e legis
lacio patria.
Adijo h. 441 tle 28 de selenibvo de /Sffi-Se-
gnnda aecto.M materia do* n"g>clos da [astica
Ri j de Jineiro 23 Je setembro de 1865.-I I o.
e Eira. Sr.Sua alagartada o l.nptralor a quem
loi presente o olflc da V. Bi?. de 22 de ju'h.
ultimo, sobre a duvida suscitada, entre o juiz de
orfhaos do termo oe L u a-Alegre e o j iz de di-
reito da comarca do Jagaary, pelo fado d ter
oquelle determinado que o escrtiiio nao passasee
certiddet sem despecho se, vi. tj o parecer do
jonselbeiro consultor dos negocios da ju*tiija, o
pa-ecer da seccao de ju^iiQi do eonselho Je esta-
jo de 18 da crreme mez bouve por bem decidir.
I." Que a disposi^ao do art. lo | 2o do od'g
do processo criminal ( le e nao avist) aotorisan
do os esrrives de paz p:ir.i sem dependencia de
despacho, passar cerlido do que nao contiver se-
gred>, cora tanto, que sejam reibo ud ceibum. .
.conforme a doutrina do av.so Je 2 Je sele bro di
183), urna providencia Qenenca ci-nmum JHSti
fO crimiiml, e njustica civil, e appUctcel portn-
sequenciaatodososj'tizus; tamo mais porque
ea di.-p)-ii;j se funda no principio da publici-
.v, que a o elemento ess^ncial de tola a or
c taisacio judioiari nos pailea livres.
2* Qae pela mesraa razo os juies de direito
c) depeniem dos juizes momeipaes para ibte-
rera cerdoes dos actos respectivos ; sendo que
cutro sim, como autoridade conoeten'.e para pro
cetsar e punir os crimes lo responsabililade, nao
devera ser embaraijsdos por qnalquer modo no-
raeioi iali pensaveis para exercer essa jorildic
o.
Dens guarde a V. Exc- Jos Tkimaz fabuco
de Araujo.Sr. presiden'.e da provincia de Mioas-
Geraat.
NOVO MUNDO. Acaba de ebegar linaria
franceza na ra Primeiro de Mi 5 o o. 9, o p. 17
do .Voi'o lflindo, interessan'.e jornal que se publica
em Nt\v-Yoik. Traz elle : as gravurasretratos
do visconde de Itaborahy e do senador Charles
Samner, o fabrico do vidro, Maria Anlonielta sa-
lnud da conveogo, Mae Dolorosa (quadro* de
Vertal); e variados e ioteressantes artigos sobre
o tratado Washington, sobre a questao brasilico-
alien lia, sobre o ensino popular nos EaJoa Uni-
dos, sobre os deveres da neuiraliaade, etc.
ANDA COLIIEITA Na noute de nnte hootem
ioram tomadas mais as fr-> ifiis da cidade tres
armas, na de Afogados 10 e na da Varzea 21.
SUICIDIO.-No lagar Cano de Telba, da fregu
zia de Licoeiro, fui enconfado enforcalo cora
una corda Jooaquim Jos de v.ni'Anna, conheeen
do-se, das indagares que se praeeden, ter-se
elle suicidado namaccesso de loucura, molestia
que si ffria desde que perdeu urna questao de de-
maracao de (erras.
BOM RESULTADO.-l\ coueQara prodozir
booi resultado as provideacias enrgicas tomadas
con'ra os eacetistas e faquista?, que costumavam
aeompanbar as bandas de mu.-ic, destribuinlo
fcadas e pauladas torto e direito. as nou
l-s de quinta e sex'.a feira nao nao se deram
disturbios, como mesmo foi diminuto grupo de
capoeiras que acempanbou os batalhoes que volta
rara da procis-ao do Senhor dos Passos, sendo de
eperar quo contienen) activas as autoridades po-
liciaes, adra da se evitaren! aceas immorafs
como oulr'ora.
BUIQUE.Pedem-nos a publicacao do segninle
(fB:io da cmara municipal da villa do Buique :
1 Pago da cmara municipal da villa do Buiqne,
em sesso extraordinaria, i de fevereiro de 1672.
Illa. Sr.Eita cmara compre lo dever, feh
citando V. S. pelos boas servicos que pre tou
como delegado de polica desta comarca durante o
corto tempo de sea exercicio. Em verdade Iron-
ve-se V. S. de modo a merecer loavores dos boas
cidadlos desta comarca, j pe servitos que
prestoa, fazendo prisSes imporljule-, e ji pelo
iTiportaniento que teve eorao particular. Assim
iceite V. S. as felicita;dei desta cama-a, como dos
seas mnnicipes, dos quaes reconhiice esta cmara
ser fiel interprete.Dcus guarde a V. S. felizmen-
te. Illm.Sr. capitJo Samual de ti Montenegro,
del'gado de polica deste termo.Antonio Mar-
tirs ik Atiivquerqit C&oilcante, presidente ; Mi-
f*el /triifM dt Mnn-n Jsi Tavatu *i Mur-
da, triwlo da Citnhi Lima,'Joo Curta di
Melto Guiniaraei.
DlNilEIRaO vapor Presidente levoo :
Para Macelo 28l:75aiOO
a Bahia \:5A)0O
AS50CJ.'CAO DOS GUARDA LIVRCS,Nos sa-
ldas do talacete da Associacio Commerclal Bene-
fhenta teve hootem lugar, eatre modestas pom-
pas, a festa inaugural da A$socU<;o des guar-
da-lirros d'esta cidade.
NIo cbstialfl ter sido chuvoso e da, toi o act^
socorrido.
FAU.5fAME.NrO.-Victima da lotgos paleci-
meato! asmalhicos, rendeu o espirito ao feu Crea-
dor, satAado uoite, o Sr. couimecdaW Antnnio
deSifueira Cavalcanli, legando tr'stezas e lagu-
nas roa ramilla, a qaem apreeentamos nosso
peame*.
CAfi5 21 DE NOVEMBRO.-Vna parto deate
caes, m eiten>o de cerca de 2 metros, enireo
edirtcio da cmara municipal e o arco de Stfltn
AiitouM, acha-se abatida e deteriorada, ha algnm
tempx .'envera concerta-la, afn de que na) v a
uiais d ruina.
PROCLAMAS.-Forara lidos no lia 17 d* mar-
co, na matriz da freguezia de Santo Amono, os
proclamas seguintes:
1 deoaaciacao.
Francisco Vieira Perdiga", natural d Cea<,
e*n Malina Esmeraldina Moaiiobo.
Amonio Mafia Feroande Silva, natural de Por
tg Antonio de Paula Los, cora AlelaideErmeliiida
le Salles.
Jola Feluardo de Amorim, Datural di Portugal,
com Josephina Cecilia 4e Paula Barros.
gadqrfs Doria, Souz Leio e Almeida A b"iquer-
qiro. -Deram provimento.
Aocravaote, lo* Rirx.le H-.elha ; aggrafaf. o
ffP laiH's'^s'Srs. des*S)harg*d>res Dominrua^
da Silva, Gitirana e Lonrenc/i Santiago.-aUoram
orovimeolo.
Ag'gravatle, Joaquim dos Santos di Molla Tei-
xeira Gavalcante ; "ggravado, o juizo.Juizes os
S|>. dfsemhargadores Souza Leao, Loarenco- San-
tiago e Domingo*da Silva. Doraos proviraenlo.
WCLn-oicnr'K.
Recorreflte, ojoizo de direito da Crato ; recor-
ridos, Manool B.ymnndo do Cana a ontros.-Jui-
aes os. Sr. desatrharaJorns Lnnrer?o Santiago
Doria. Almeida Alhoquerqaa e Domiuguos da Sil-
r>Drara ptfvimento.
Kecorrenta, jo juio ; recorrido. Jo.- Camello.
Juizes os 3ra. eserabaigadores Sooxa Leao, Derla,
Dciminguetda Silva e Gitiraaa.Improcedente.
APPJBJ.Ag\f.RIMB.
Do jnr' de SHiinhem.Aii.ollan'e, o juizo ;
apoeiLdu, M.noel Canudo de Sena. \' novojary.
ir.\*as corpus.
Pacieole Antonio da Silva Moutinho. Nao lo-
maram cooheermento.
PASSAGENS. i -,
Da Sr. desemnargador Gitirana ao Sr. desem
bargador Loorenro Santiago :
D>jury da A*enife!3.Appellanta, Alexanlri-
na Mara do R-pirit Santo ; appellada, a jiHtca.
i jury do C*inp:na G aode.Appellaale, Belar-
mina M-ria P, ssoa ; a pellada, a jusliga. V
Do Sr. desuiibacgador Lourcncij Santiago, ao
ir. desembargador -Almeida Albuquerque :
Do jury do 11 >;o C .n-i-ilio.Aop iant'. Vicente
Ferreira la Osla; aiipellado. Vicente Fe rr.a dos
Sanios Martyr. Be jury Ja Imperatriz.Apelan-
te, o (alzo appeilado, Fabncio Gjtri de Salles.
Do Sr. desembaigador Almeida Albuquerque au
Ernesto Jo- de Meoezes, cora Nemicia Lacren- >r. desembargad* Dona
tina de Oliveira.
S Jronio Augnsto de Oliveira Soares com Lao
rin la Mara do Carino.
Manoel Victor de Mello, com Ioacia- Francisca
de i'.i- v-. ii 1.
Joo Pelizario de Amorin, com Josepliioa Oci-
lia de Pai-.la Barros.
J.ao Custodio Pereira Paiva, na un de Pota
gal, e>m Isabel Firrajaa de Saota Risa.
Joo Nep"milceoo Al ves, com Gailhermioa da
Cooeelcjie Mirae.
Antonio Jos Morein, cora Filomena Posa dos
Aojos Ferr.ira.
D -mingos Pinto de Freit.as, na un de P nogal,
com Mirla AU-xandrina da GaiHMicio Ferrer*.
2.' denunciaQo.
Jos de S Lftiin, viuvj de En ilia Alxiadrioa
Coinibra, cora l-rme!inla at da arvaxi.
Ant ni) Ferreira de livein, n.tural de Portu-
gal, com Joaona Mara da Cooei{W Rr.n.
Paulo Fernn le de Mallo Gitujarie*, uatural de
Portugal, com Aura Ferreira Braga.
Antinio dos Santos Jnior, com Antonia Toereti
Machado.
Teueule Jo- Francisco de Paula Veilez, com
Anua Adelaide de Almeida Ribeiro.
Aituuo Augu-'o C.h) de Lemos, natural de
faringal, quer se mostrar livre e desiinpeJido.
Luii Ferreira de Awneida, notural de Pjrtugal,
eo:ri Fran-.elina da Silva Lima.
3.* denunriaco.
i-dffonso Feliciano Itinei'rc, com Miria Jinihi
da Paixr.
Jio Cirneiro de Helio, viavo de 3g lia Clau
din de Mello, c. m l.-abe Eiebina de Oliveira.
Manuel Ra;d.o Coni, c_iu Mina Tholora
F briciana.
Maaoel Moreirada Silvj.com Mara Valerii dos
Sant. s.
Luit Antonio Viegas. com Mara Joaquina Mar-
ti n1- R beiro.
Jiquim Coh) d:.Mello, natural da Par-liyba
do N re, con Idalina Ferreira Lima.
O c-p'iSo Joaquim Manoel de Medeiros, com
Mana Zebioa Ave- da Silva.
j;s Francisco Je Souza, com Francisca M .in.> da Luz.
Jote Mora Mmeos Mondes, n. toral de Porlu
gal, era Antipia Villar Aives Maia, viuva/de An-
toaio D^miOgues Alves Maia. \
LOTERA.A qne se acha a venda a 29\ a
benelicio da matriz o'Agua Preta, a qua. corre n >
da 53.
CASA DE DF.TENCAO.Movimento do dia 1?>
Je marQo de 1872:
Existate ( preso-) 378, entraran 6, sliiram I,
falleceu 1, existtm 382. a saber,: nacionaes 271,
mulhrres 13, estrargeiros ii, escravos 50, cscra-
vas 1, toial 382.
Alimentados costa dos eefras pblicos 312.
M.i>i 1872.
TveraiE baixa :
Peta berto Jos Correia, samis.
Manoel J o Maciel, febre.
GalJtno Gcmes da Silva, ^bre.
Antonio Soares de Almeida, febre.
Anteojo Manoel do Monte, gaslrile.
Tiveraraalta :
Francisco Antonio de S.
o Ant nio da S.
Salustiano. escravo de Joo dos S-n'.'?.
Francisco, e-cravo de Manoel Cotillo Pifiueiro.
Faileceu :
Manoel Canlido de Senna, tubrculos pulmona-
res.
PASSAGEIROS.Seguirn para os portos do
sul no paquete brasi.eiro Presidente, os segua-
les :
Joio de Sa C. de Albuquerque e l criado, Dr
Manoel M. G. Lira e 1 criado. .0 C< rdeiro Alre-
hiades de Moraes Ferrai, Pedro F. Guimaraes.
lolio Simosl, D'.Fratik im Tavora, Julio A. RaJder,
Francisco fontan, Jo.- Poitella, Domingos B Je
C. Jaoior, Curisliano de Miraese sua familia, Fr.'.n
cisco Melquades Seqaeiia, G. Xa'se, Jo: Va-co
Cabral, A. F. Porto, NanoeJo Seu.oes de O'iveira.
Autonio Joaquim Salgado, Manoel Joaquim da Cu-
oha Jati-hy, Dr. Olavo AJelio C da Cunha, Frao-
cico Ferreira BsIos de Atuorira, Manoel Mesqu-
la Cardoso, Svbastiio da Silva Rcgo, Jo. Agrepi
00 Figueiredo, Joaquim B. Carneiro, Paulo G,
M noel P. da Cunha, Mantel Toralo Rimes, Ma
noel A. de Agolar, e seu irraao, Man el Custodio
Asis, Jo> Mara (jarcia, Isidoro Tarquino e 1 cria-
do, Jus V. de Ai ruda Peixoto, Dr. P. de Lima e
2 criados, J^s J.squim Brandan, Jiintho S. d
Oliveira, Jos N. Saldanba, 1 furriel e 2 praga*,
Laiz C. Couto, Jos A. R. Novaes, Eugenia Maria
da Conceicao, Francisco Ferreira Chav,?, J. de
Magaihaes e 1 criado, Antn o Ferreira C'eiho
Domingos Antonio Machado, Manuel I F, da Slv
M. Joao Gualb rio, O ympio A. de Vas:ynee I js Ti
Segnem para Aracj e potos intermedios no
vapor Maudaha os segu ule? :
Mar-a de Lima, Clemenlino Gomes Nngueira,
Izidorio Flache e 1 criado, Guiiherme S. Vieira
Cunha, Mara M. da Nalividade,Olympio le Barres
Alves da Fonceca e Domingo- de Carvalho Jnior.
Seguem paia os porios do Norte no vapu
Pirapama os seguiotes :
Izae Curter Penbard, Braz Jo- V. de Lima,
Francisco Astil Bezerra Jnoior, Gasmo Guima
raes, Francisco Ferreira Costa, Dr. Joaquim Jos"
de Oliveira Andrade, sua seobora, 7 h has e 2 es-
cravos, Sininj de A-s:s Pertira Rocha, Domingos
Constancio, Oiympio Joi de Mr-ira e i crindo Pe-
dro T..vares Fho e 1 criado, Salviano Jo^ Pe-
reira Campos a escrava Ernestina, Joo de Souza
Carvalho, J. ;i Leite Pereira, Anl nio Gomes Pes
soa, Leocadia tscrava, Jo; Candido de Mour
Brando Moyses, Dr. Octavio AITonso de MAnto
Odillon Garca, Jacome U yn. e 4 iruao-. Antonio
do Monte, Vicente Ferreira do Monte.
Sabidos para Liboa, na barca portugueza
S. Manoel I :
Antonio Jo: de Sonza, Antonio Rufins de Arao
jo Mello.
CBRONICA JUHltRIi,
rRIllL IL DA REIaACAO.
SESSaO EM 16 DE MARi; J DE 1872
?aB31DKSCIA DO EXM. SR. CO.ISELHElRO CAETANO
SANTIAGO.
Secretario Dr. Virgilio Coelho.
As iO horas da manha, presentes os Srs. des-
emiiargadores Gitirana, Lourengo Santiago, Al
meida Albuquerque, Doria, D mingues da Silva e
Souza Leao, filiando com causa os Srs. desembar-
Sj do res Guerra, procurador da loroa, e Regneira
osta, brio-se a sesso.
Passados os feitos deram-se os jalgamentos se
5 ainies:
ACCBAVOS DE PETigO.
AggravaotP, Jos Francisco do Rpco Mello; ag-
gravado, o Juizo.Jdzs os Srs. desnibargadores
LourecQO Santiago, Sonza Leo e Almeida Albo-
qoerque.Derao provimento.
Aggravante, Joo Ferreira dos Sanios Jnior;
aggravado, o jolz".Juizes os Srs. desembargado
res Almeida Albnqoerque, Gitirana e Domingoes
da Silva.Nogaram provimento.
AggravaLtn, Gaflfierme Ao gasto Rodrignes Se (
le ; aggravatb, o jalto.-Jaizes os 8r?. desemhar-i
O > juizo rauii&pa' do Hecife. Appei'ant-*, o
con-iil i'e P.irtngal ; atpellada, D. Mara loaqona
de O iveira Campos. Do jury da Victoria.Appel-
lante, o jiizo ; ap;ieliados ocapo Joaquim Ma
n">-l da S \fe ontro->. Do jury de Palmeira los
Inl o- App-|!aat o |uiio ; appeilado,Carlos J >
s N gi.eira. Do jury de logazeira. Ap:allante.
Pedro, me ivo e J is Calisto ; appella!, a jn-tica.
Do jnry de Maraangaapo Appellante, o juizo;
.ippal!ad'\ Miaoel Alve.s de Araujo.
D) Sr. desembargador Domingues da Silva ao
?r. descnbargadoi- Rcgueira Costa:
D 1 jiuy de Aiag-ia Grande. -Appellante, o jui-
r<; a^pfiiado, Maibel Antonio da Silva. Do jury
le ftanro Appellante, o juizo ; appellailo, Ma
11 el Joaquim Feroande-. Do juy.de tagazeira.
Appei'a'.te, o ja zo ; apaellaCo, Francisco Kaoas
1a Silva. Di Jury do loga.Appellante, Maooei
Fiaicl.-co da Silva ; appellada, a jnsilca. Do jury
'e i',im;Jna irande. Appellante. Muoel Jos da
Silv:; appeJada, a ju-tica. Do juizo raaaisipal de
Goyanm. Ao;)eliin;9. padre ticardo J.' M cha
dn, appella Jas, Corlula Alves de S cza Lobo e sua
ir:na.
D1 Sr. lesem -ara lot Doria ao Sr. desembarga-
ilcr D>miogU"S da Silv.i :
Do juiz 1 muaieipal do Pao d'Albo.Appellante,
Antonio F.rmioo Pereira da S Iva ; appeilado, Jo:
Francisco Pedrosa.
Ao Sr. desemhargadnr Gitirana :
Do juo municipal do Resl'e. Appsllaate, a
junta da C:sa de Misericordia; appellado/Jos Lu-
c,' Lia.
Ao Sr. de-embargador Souza Leo :
Di joizo municipal do R-cire. Appellante, a
onie.-sa de B>a- Vista ; appeilado, Manoel Marliai
do Araujo Castro.
Do Sr. desembargador Souza Leao ao Sr. des-
embargador Gitirana :
Di juizo municipal de Agaa-Pre'.a. apellan-
tes, Atf elo Cardoso Pereira e outros ; appeilado,
Apalo Ja Rocha Waoderley. D1 juno de or-
phao; do Recta.Appellants, o ju;z-; appelUdo,
Lu'Z Cario- Branda".
DF.L1'".EXCIA CIVEL.
Ao Dr. curador geraI:
Do ja zo mnoicipal da Areia. Appellante, Jos
Ignac o Gomes Freir ; appeilado, Manoel Gomes
Ja Cunha Lio.
Do juizo maalclpal da Fortaleza. Appellante,
Getuii Franoi-cj de Sampayo ; appellaias, The
reza Mara Ja Costa e. u ra.
DEUGEN'CIA CRIME.
Ao Sr. desembargalor promotor da juslica :
Do jury de Cibv iras.Appellante, o juizo; ap-
pellal", Joaquim A've- Ribeiro.
Appe lante, o juizo ; appeilado, Pauliao Aives de
Kendooca
Do jury do l',Appl'ante, o juizo ; appllado,
Joaquim Leandro Correa..
Do jury da Ata'ava Appellante, Antonio Jo-
Ferreira Punba ; ?.o;,el!adi, a jasbc*.
Do jury 00 Ipil.-Appellante, Zacharias da Sou
za Lima ; appellada, a justi?a.
Do jury la Boa-Vista.App-'nnU, o juif-; ap
pellados, Franc'sco R'beiro Lina eentro*.
As-ignou-se dia para julgaraento dos seguate.'
leilos :
appf.ll\c.5es crimcs.
Do jury da Fioresla.-^Appellan'.e, o juizo; appel
lado, Manotl Antonio de Araujo.
Do jary de Ingaze-rs.Appellante, o joizo; ap
nelladn, Prxedes Jj.- Romeo.
Do jury da Palm'ra dos Iidios.Appellanle, c
joizo ; r.ppellada, 'sabel Maria da Coneeiro
Do jary de Serinnem.App<>;lan!e, o juizo; ap
pellad 1, Manoel Candido de Sna.
Di jury do Salgueir?. Appellante, Jos Gomes
da Costa ; appeada, a justig
DESTRIBt'I^AO.
Ao Sr. desembargador Gitirana :
Do jury de Maramguape. Appellante, o joizo ;
appeilado, Jos Mariano da Silva.
Do jbizo municipal do Recife.Appellante, Joa-
quim D as Fernandes; sppellado, Joaquim da Sil-
va Costa.
Ao Sr. desembargador Lourenjo Santiago :
Do jury de Ipjjca.Appellaut', o juizo ; ap-
peilado, Maocel Joaqoim da Silva.
Do juizo mun:c:pal do R.-cif?.Ap?' liante, Fe-
liciana Mara O'ympia ; appeilado, Antonio Morel-
ra dos Res.
Ao Sr. desembargador Guer a :
Di juizo municipal do Recife. Appe lante, o
preio Domingos, por seu carador; a; pellado, Ma
ooel Jo. Rolrigaes de Sruza.
Ao Sr. desembargador Almeida Albuquerjue :
Do jury do I;d.Appellante, o jaizo ; appeila-
do, Francisco Bap:sti Je Sonza e cuiros.
D1 juizo mut jcital de Nazaretb. -*- Appallante,
D. Emilia Bezerra Cavalcaote ; appeilado, Luiz de
Albuquerque Maranhao.
Ao Sr. desembargador Doria :
Do jury de Carnar. -\ppellante, Lourengo Jo
.- de Oliveira ; appellada, a jasti?a.
Do ja zo municipal de Campia.Appellante, o
africano Bernardo ; appeilado, Jco de D.ras Bar
ros.
Do juizo municipal do Pillar.Appellante, Jo;
Joaqoim de Araojo Pinheiro ; appeilado, Jos Joa-
quim de Araujo.
Ao Sr. desembargador Domingues da Silva :
Do jai y da Imperatriz. -Appellante, o joizo; ap
pe la i", Candido Jos do Naseimenlo.
Do juizo municipal do C; bo. Appellante, Se-
nhorlnha Thereza de Jess; appeMado, o curador
geral.
Do juizo municipal de Pedras de Frgo.Appel
lante, Antonio Henrique de Souza Gomy ; appel
lado. Tbomsz Antonio da Nobnga Peregrino.
Ao Sr. desembargado." Regueira Costa :
Do jury do Boiqoe. Appellante, Luciano Jos
de Araujo ; appellada, a juslica.
Do jary de Paracu> .Appellante, Luiz Ribeiro
da Crnt ; appellada, a justica.
Do juizo dos feitos da faz?na.Appellante, Fir-
mino Eduardo" Ribeiro Varejo ; appellada, a fa
renda.
Do Joizs municipal de Campia. Appellante,
Joaquim Jos de Oliveir?; appeilado, Jeronymo Jo
s Barbesa.
Substituicao :
Ao Sr. desembargado r Lourenjo Santiago :
Do juizo municipal do Limoeiro. Appellante,
Antonio Vicente Ferreira ; appeilado, Joaquim Jo-
s de Santa Anua.
AGORA VOS DE PETICXO.
Ao Sr. desembargador Lourebco Santiago:
/ggravante.'Jose Camello do llego Barros ; ag
gravado, o juizo.
Ao Sr. desembargador Almeida Albuquerque:
Aggravatifs, Barbosa & C. eoutros; aggravada,
o joizo.
A I hora e meia enserrou-se a sessio.
KXPEIMKNTB
OIBcin do coaservalir di titimcrci". daMa-
eei, rcjieitenlo a rilaco i^ livrua sellados e
rab'icalos na coi:arvaiori\ u'aqaeHa \>ta<\ a-,
mez da fevereiro prximo passado, sendo tat-s.li
vros em aamero de ciaoo.Foi mandado ar-
chivar.
Oflleio da irmandade da Senhor Bom Jess dos
Pasaos, convidando o tribunal para a:ompan!ar
aaproctssdes do padroeiro dos das II e 15 de
correrteResalveo o tribonal que se accasasse o
recebimeoto e se agradecesse.
Diario offlcial da ns. 13 a 51 Para o ar-
chivo.
DESPACHOS.
Reruerimento de Antonio Jos Coimbra Gaima-
res, comraerejante matiieuladn, reqaerendo para
que sejam adnafttidas registro as anas procara-
Qoes qae aprsenla, felas de seo iropra paobo,
as quaes coostitue por seus procuradores a Ma-
noel Jos da Costa Porto e Aaonio Nuaes Fer-
reira Coimbra, para o representarera durante sua
ausencia.Sejam regi-lradas.
De Jos Guhernre & C, ara que s? Ihes d
por ceriidio o tiluto de giiUfii que Ihes passou
Felsberto Ferreira de Oiiveira, e qae se acha re
g-'.rado sob o. 105 em data 1870.Como requerem.
De Jo- Guilherme GiiraarSes e Ignacio Perei-
ra do Valle, para ser admittido a re,i.-tro o con-
trato de dissolucio da sociedade ]ue gyroa sob a
drma de Jos Gudherme A d-Vista ao Sr. des
nmbargador fiscal.
Do i al Gomes iC, viudo i>ss os associados com as suas Armas iadiviJuaes em
cumpnraeoto do despacho de II do correle.
Vista a 1 Sr. desembargador Qscal.
De Goiloerme Carneiro da Cunhi & C, sob-
raeiteadb a registro a 0)mea;o de seu caixeiro
Migoei da Silva Braga, e pedilo que se d b nx
no registro da oomeaco de Joo Manoel da Slva
Braga, ootr'ora caixeiro de Goilhenne Carneiro
da Cuib*.Juntera os suppliraot-s a aoturisacn
era vir.ude da qual osan da firma com que est
a-igoada a presente pelico.
Da Dooclecio Ribeiro de Brito, pelindo para
que antes de revlver-s sobre t ficto denunciado
por .Manoel Aives Guerra & Filho, tendente en
trega de 11 sarcos de algodo pjrtenceots Joa-
quim Jos de Oliveira, s< ji elle suppiiciole ouvid
respeito. Opportunamente s r atteadid\
De Real, Brito C, viudo lambem assignado
cora as firmas individuaos de todos os socios em
sati'facao da exigeucia do despasho de II d<>
correle.Vista ao Sr. dese:nbargidor fiscal.
De Joo Chiysostomo da Silva Jatahy, juntando
aova Qacca quo prestara do lugar de ageate dr
leoes da praga do iear, era conseqoencla d-
haver fallecido o primitivo liao'or Valeule Jo; da
C s Do Sr. D-. ofcial-iuaior, declarando oo cen
ferirem os dous ex- mplans do conlra'.o annexo Je
Bibiro A Lopei.Seja cumprido o dejpai h de
pois de feuas as precisas correc:5es em ambos os
exemplares, de firma que nin seja cJta del do
oulro.
Summario ex-ofllcio\ cont'a Maia A Espirito
Santo, pela iofracco do ar:. 463 do Cdigo Com
mercial -O tribunal resclveu uue se procedtsse
de conformi lade cora o parecer Qscal.
Dada a hora (He meia da manha ), e nada
raais havendo a despachar, o Exra. Sr. conselhei
ro presidente eocerrou a ses o.
SESSAO JUDICIaRIA A I i DE MARCO
DE 1872.
'RESIDENCIA DO BXM. SR. COflSBLBtHM A. T. PK-
RETTI.
Secretario Julio Guimaraes.
Ao me:o dia declarou-se aberta a ses>o, estn
do reunidos os Srs. desembargadores Gitirana,
Silva Guimaraes, Mola e Rigueira Coila, e os Srs.
Jeputados MiranJa L?ai, Candido Alcoforad
Olinto Bastos e Alvaro, fallando com participacao
o Sr. desembargadur Res e Silva.
Lida, foi approvada a acta da .-es-o pasaadi.
O Sr. branda Le. i nao apreenlou os feitos
adiados a i e 7 do presente m.-z aite panes, era-
oargante Gaspar Cav3lcaaii de Albuquir |i:e
Uch, emba'gad's a viuva e herteiros de'Jio
de Si Albuquerque ; appe'aate Antonio J'iaquiii
de Vasconcelbs, appellados os almioistradorcs da
massa fallida de Joo Ferreira da Co-la Soares.
Oj Srs. Candido Alc.forado e Olinto Boston
apresentaram os feitos adiados na sesso anterior,
entre partes, embrgame Jos do R*go Mello, em-
bargado Antoaio Bapiista N gueira ; appQlaute
J ) Pereira de Araujo Card3o, appeilado J.o
Joo Antinio -011 es Guimaraes.
O Sa. desembargador Gitirana dea'arou qoe ha-
veodo adjuulo interino ueste tribunal, apre
5cn-c 1 foiij ou quo nao partes, appel-
lante Joaquim Salvador Pess^a de Siqueira Cava-
canii, adpellada a directora da caixa lilal do Ban
co do Brasil nesta cidade : e nao estando pr. s- l-
o Sr. desembargador Reis e Silva, presidente o
julgamebto do citado Jeito, ricou o mesmo sobre a
mesa.
DESIQNAQAO DE DIA.
Recorre ite Joo Vicente Ferren a, recorrido
Amaro da Suva Guima rae- ; appelhntes os admi-
nistradores da massa fallida de Ant nio Jos dr
Fi.-u'iredo, appeilado J Alves de Aguiar.O
primeiro dia uti'-
PASSAUENS.
Do Sr. desembargada Slva Guimaraes ao Sr.
desembargador Multa : appellane Lzaro M reir
de Siuza, appeilado Jos Ao'ooio dos Santos Oli-
veira.
O Sr. desembargador Silva Goimares jurou
sospeico e passou ao Sr. desembargador Motta :
appellaoles appellados Jo. Mana Goccalves e ou-
tros, apppellaate appeilado Belarmioo P.cto de
Arat jo ; appellaoles os administradores da massa
falliJa de Alexandre Jos Ribeiro, appeliado Anto-
nio Joaquim Daarte.
AGGRAVO.
Joizo especial do commerrio: apgravante An-
tonia Ribeiro Pontes, aggravada D. Maria da Silva
Campos Guimaraes.
O Exra. Sr. coaselheiro presidente negou provi-
mento.
O Exm. Sr. coaselheiro presidente ordenou
siga a revisad o Sr. de-embargaior Motta, adianto
nomeado interinamente pelo Exm. Sr. constlheiro
presidente da provincia, no< seguinie3 feitos entre
pane, appellante Antonio Alves Pinto Tartaruga,
appeilado Mauoel Pinto de Aranjo ; appelan:es
os adrani-tradores da massa fallida de Antonio
Jos de Figueirelo, appeilado Francisco Jo de
Oliveira ; appellantes Tasso Irmos, appeilado o
Dr. Silvia. Cavalcaoti de AUraquerque. E flearam
dilos feitos sobre a mesa, por nao estar presente
o Sr. desembargador Reis e Silva.
Encerroo-se a sesso a orna hora di tarde.
.'
Tribuna! lo cjrasiercfo
ACTA DA SESSAO ADM1NISTAT1VA EM l DE
MARCO DE 1871
?BtSn>BKCIA DO EXM. B. C0NSELHEIR0 ANSELMO
FRANCISCO PEBETTI.
As dez horas da manha reunidos os Srs. do
pnlados secretario Miranda Leal, Olinto Bastos"
Candido Aleoforado e Alvaro d'Almida, S. Exc;
o 5r.~ eonselfieiro presidente declaren aberta a
ses.'o.
Foi Ca e appronla a acta da ss'Jo de 11.
CMARA MUNICIPAL..
5ESS0 ORDINARIA AOS 4 DE MARCO
DE 1871
PRESIDENCIA DO SB. DR. SOLZA LRAO.
Preseates o< Srs. Gameiro, Dr. Pitacg^a, Dr.
Villas-Boas e Dr. Mescoso ; abrio-se a ttalo e foi
lida e approvada a acta da antecedente.
Leu se o seguinte
F.XPEDIENTB.
Um offlcio do Exm. presidente da provincia..
consultaudo a cmara muir pal se ca Falta J -
I. calidades aproprialas para a eonslmccao de
orna casa que sirva para escola pobca primaria
neta capital para ambos os sexos, se possivel
fazer-se dita consirurc) na Praca do Marqufz do
Herval. Que se responda a S. Exc. qae a cma-
ra ds moito bda vontade faz cesso do terreno in
dicado por S. Exc. para aquelle fim.
Outro do juiz sobilitu.to de capelias e residuos,
participando a cmara trr dtixado o exercicio do
! cargo desde o dia 1* do correte, por haver
lomado assento na as=enbla provincial. lotei
rada.
Urna cafla da associao Commercial Beneficen
te, convidando a cmara para atslatir no dia 5 do
correte pelas 11 huras da manha a*~coilocacao
do retrato do invicto general Ozorio marqaez do
Herval, na sala de honra da me3ma associaco.
InleraJa.
Um offlcio do administrador do cemiterio pu-
Ol'co desta cidade, trazeolo ao conhecimento da
cmara, que pelo respectivo capello Ihe fra di-
to ter elle encommendado o cadver de Luiz, cor
parda, idade de um anoo, escravo de Joaquim Se-
veriano Nogoeira, que deixou de o ser pelo pan-
cho da freguesia de SaWo Antonio Inteirada e
que se odiis a presidencia.
O Sr. vareador Pitaoga spresentoo doqs reqae
rimemos qaa pastos a votos foram approvados.
?."Requeiro qae pela secretaria de>ta ca
mar se declare cora que clausulas forara cedidos
00 raatadooro poblico terreos para nelles seren
ed,diados os estabelecimentos desalgadeira.se st
as transereocias de uus pura outros seohorio:-
tem a cmara sido oovida e permiltido taes ven
das e cora qae coniico.
t Paco da cmara monicipal do Recife, i de
.rarco de 1871Dr. Prxedes Gomes de Sonza
Pitanga. 1
t 2#Requeiro que se mande examinar o ci-
tada era qua sa acha ama peqoeoa casa de raa-
deira qae existe 00 Atado das casas de Antonio
M ;r;ra Rets, no 'Wgo de D raiugos Theotooio ou
largo das Cinco Poutas.
i Pa^O da cmara municipal do Recife, i de
margo de 1871 Dr. Prixedes Gomeo de Soma
Pitaoga.
D)us pareceres da commis a de ediflcco
oos seguiotes termas:
1 l. O contrato feito pela companhia Dr.yua
go nao Ihe deu uso fruclo das ponte, na coltoca-
Qo dot canos e uera isto se poda inferir das con
cessSes geraes constantes do arl. 31, e portanlo
s por favor especial | de a presidencia perraillir,
porquanto nao estando aspeciflsada esta eondico,
que moito imp rante, e sendo desvantaj isa a
pas^agem p- lo estado mo em qae se acha a poa
le, como do atropello que deve produzir na col-
locarao e concerlos do eocaoameolo, oo deve ser
permiltido por otiiidade publica, no eotaoto a pre-
sidencia compete resolver.
Pago da cmara municipal Jo Recife, 4 de
marjo de 1872. Dr. Prxedes Gomes de Souza
Pitanga.Jos Mana Freir Garaeiro.
2 Nao ha devoluto no terreno do maladou-
r. j m.1 a sa',' J ira de Manoel Paolo de Albu-
querque, um esp.igo que messa mais de dez a do-
ze palmos, saTvo eiitraoJo pelos canaes ah esta
belculos e nem a cmara [ole caler este peque
no espseo qae forma ama viaoao a roda das sal-
gaderas existentes, pelo que deve ser iodef- rida
petico do mesmo.
PiQo da cmara monicipal do Recife, 4 de
marco de 187?. Dr. Prxedes Gomes de Souza
Piiaoza.Jos Maria Freir Garaeiro. Appro
vado.
Outro da mesma, timbera dos seguales ter-
mos :
t A Jos Joaquim da Costa Maia, se pode con-
ceder o que requer, urna vez que translira de um
para outro lado o guinda-te que possue no caes.
por esiar inotilisado o oulro, isJo p meo ino m
mola f.o transito urna vez qae nao faca deposCo
dos materiaes juoto ao mesmo guindaste, adra de
que nao seja ubstruido o traezito.
c P.coda cmara municipal lo ll-cife, 2 de
margo de 1872. Dr. Prixedes Gomes de Souza
Puanga.PrejaJicado.
O Sr. presiJente presentou a seguinte pro-
posta :
Propcnho para que seja concedido a Maia a
f.icjiJide de collocar o gutuJa-le de que trata o
parecer do Sr. Dr. Pitaaga, no cae, a partir da
rampa a defroi te do arseual de guerra.
t Paco da cmara municipal do Recife, 4 de
margo de 1872.Souza Leao.Ap.rovado.
A cmara municipal resolveo a reqoenmento
do Sr. vereador Pitaoga, que seimanlasse proce-
der a hypotheca no predio n 14, sito ra d<>
ioramercio, uflhrecido por Eduardo p. Wilsoa Jo-
nior, pira r.-i'.ia do CGnirato la arrematagao
Jo mercado publico tela qaanlia de qaareola c u
tos di ris, recolhendo o arremataute Jo- An-
gosto de Araujo ao c^lre municipal as ap' hcer
Jiversas equivalentes aquella quautia, acompa-
nhando a citago da praga.
De paiharain-se as pei'goos de nntooio Henri-
qae Vel, a companhia de Betenbe, D. Carolina
Francisca do Reg Jarros Flrmiao Carneiro da
Cnulm, padre Francisco Coalbo de Lima e Silva.
Mou'eon Gerald, Gregoiio Naseazeno Bapii-ta
Duarte, Jeronymo Carneiro de A buquerque Mi
ranh.io, Joo Graciano da Paixo, Miguel Vie ra
J;rge, Manoel Paulo de Albuquerqae, Miguo! Ar
char-jo da Cruz Monis, S Leito Foo;eca, e le-
vant-lu-se a ses-o.
Ea Augusto Goouioo de Flgoeiredo, offlcial-
maior a e-crevi 00 impediraent > de secretario.
Ign ICIO Joiquim de Souza Ledo, pro p eJente
Dr. Prxedes Gomes de Scu:a Pitanji.Benti
los da Costa. Caetano Cyrinco da Coala Morei
riDr. Silvio Tarquinio Villas-Boa}.Dr. Pe
dio d" A'.hnyile Lobo Hoscoso.
'U8UCAC0ES A PED100.
Estrada de ferro tle O linda
Per guatas
Pergenia se a qcera competir o ;eguinte :
1. Nao foram sutil-sotes doas m-zes para re-
parar se 800 metros de lioha, do Varadouro ao
pateo do Carmo, j percorridos [or machinas de
trabalho com 8 carros ?
2. Como que Jous eng:nheiros do primeira
c'asse.'no poderara concertar o que haia sido
frito pilo leigo, de modo que n) cabi^sem as ma
chinas que alias na calvara 00 tempo d.-.quelle ?
3o. Os prejuizos e iudUpogi{06?, que fio sobre-
viudo empreza com tamanho detcoachavo e cou.
tanta f^lta e gerencia, ro sobre quemo-
motiva, ruiero os accionistas que tiuham de vir
a m l ;r em seus capiaes ?
i. N) irregular ler a directora contratado
dous engmeiros, deprls o,U3 se achava prompia
a estrada, -.neoto por afllhadageo que rednnJa
em ile-prd co dos capitaos ia empreza, qoando se
pr ova jae esses eogenheiros aioda nao acharara
oada a ii/j ar de que liona sido feito pelo leigo.
Unto a respeito das (bellas de partidas, como uo>
reglame.t 9, e assc-ntame?to de tri'hia ?
5*. Nao exacto qie o leito da lioha est em
pei r estado, danto lugar a qie sa qnebrem molas
e todos os liencillos Jas machinas por nao tor
lido o iu lisptosavel trabalho ds conservago, ape
zar le ix stirrem das engenheiros ?
6". Nao exacto que oswigoas est) tm pes-
sitno estdo, sera aceio algum, e que alguos se
achtm ab.-.odonados era Olrada e expostos :"n n-
temperies a tres para i meies, spez'-r da tao apre-
goadi energa, com qae tanto se centav;-.?
7. Estaia direcioria h blita a a fazer contra-
os'ner.iros para a empreza, sem ptvia aa'ori-
rci)-da assembi geral, nao'enlo allis com-
pndo at o presente as medidas indi:adas pelas
illustri'8 commissSes de exames de cintas eap-
provadas pela m:sma a^sembla geral ?
8'. Pjriue razo se falla era l'oztr mudanga oa
linha ii 3 beribe, dizendo -e para i.-so que rila
e-t rnalfeita, quinJo certo qua ella a que
fa acciona meih ir, apesar de nao se a ler de pro-
positj lastrado, dndose assim lugar x ler de
gastar dmheiro, e a tornarse a estrada duplamente
cara, e sem vantagem para os capiaes dos Srs.
ice onstas ?
9*. Ser v.rda's c:mo ditero, que essa mu
dinga fji eogeudrada, depois do iofeliz sacceso d 1
eocootro das machinas, qua afs foi divido ao
erro do rt'cgio, e nao estrada?
10. Porque razo era vez de funecionar a di
recgao no predio la empreza, alogou-se para esse
dra um palacete i Sena por eausa da alta posigo
da directora e do seu digno geieote.
11. Sr verdade que todo isto lera por fira de
preciar e estragar a empresa, aflra de baixaro
prego das a-roes, cerno dizem que dissera am Sr.
di;i"..r un rsp. s'a a um Sr. acciouista ?
PARAI1Y3A.
0 Correspon lente do Diario de Pernamburo e a
cmara municipal desta cidade.
Na rotativa de^ta capital para o Diario le Per-
nambuco, impressa tm dtla de 29 de fevereiro al-
limo, Id -e o seguinle trecho :
Acaba de ser demittiJo do lugar de advogado
t da cmara municipal desta sidade o Dr Miguel
Peix.'ti de Vasconcellos, dizem qae por sorpre-
za feta a algnos ve readores. Es?e acio da ca-
mar foi geralmente mal recebido do publico,
apezir do motivo com que se procarou cohooes
f ta-l), mas que 1 o ple ser aceito 1 economa
1 ou filia de recursos da cmara para pagamento
1 desse ou cijaari'.
Nao potemos consentir que passem sera cootes-
toio a inverdades conlidas no periodo qoe traoj
crevemos, e moito meos o malicioso commenta
rio, que propo^italmenle Ihe addozio o fecundo
ml-sivi-ia. 1
Encarrgamo no> de-se trabalho para restabele
cimento da ceidade, qualidade estaque muito da-
veria prezar o eorrespondrate de ama gateta as
con ligues do Diario de Pernambuco:
Principiamos por aseverar qua 6 inteiramenle
inexacto que a demisso do Sr. Miguel Peixoto se
verflcasse por sorpreza feila a algons dos verea-
dores, como na irepiiou diz?r o autor desse es-
cripto para queila folha.
Os digcos camaristas, qoederara seo assenti
ment a proposta da demisso, tee.n plena cons-
ciencia de seus actos i 0S0 sao por certo nenbons
maueqoc-s que si rcaMa por impulso aibeio.
ero Idiotas que nao sabem o qae fazero.
Esse juizo apaixouado cousiit'oe ama Injuria
gratui!amn'.e as-acada aos .eus caracteres iiliba-
dos, a quil cumpre-nos repellir,. vista cacao eises
eidad-o!, por seu merecimento. e posigo, tem di-
reito de ser roeJbor julgados, assim como jas ao
respeito do corresipoalenle.
I Seria bom qae este nos disseese, qaem foi o au
tor da tal sorpreza, auui de tirar-so este, negocio a
Impo ;a sedic capa do d'sii eom que se erar
bugoo, para cravar suas preas era ora tnpposto
de-ffecto, nao o salva da competeote respoas.xbi-
idale.
Se o missivista tivesse conscieneia da |>roprii
digaalo, tio oasarla to leviaaamenie medir
oatrot por i, oera se alterara a de brir- rr-
prni na* Nclos mxis nituraes P>leriaro a
proposita f*zer-Ihe ropresalias, qua o o.v;e--
sera da sua imprudencia..... mas prrscio limo,
por brevidade, desse direito, aflm de nioaljopar-
mos de maia o peseme tseriof.
Faltou tamtem o rra-poad-n'a a f t.Ue,
quaodo esseverou qoeese acto da cmara foi ge-
ralmente mal re:-bido do publico, aperar do ac-
tivo cora que se procrou cjbonetr-!o.
Nao saberaoi que a trabuco leuna-lhe 1 uib rta-
oprocorago para filiar em seu airre;:aoto
orno o correspoodeoie estamis habituad s para
invocar seo (estemaab, e es-e la lo m f.v r
do aclo jalcioso e econmico da man' ipali*|'#,
quera felicitamos p-ia flnmza con que eoftm
por orna d sp-ti Intil. Quin todo lo qubrt todo
la pierde, dii o antig adagio hespaabul ; ja
dev mnito servir de loa) ao Sr. Migsel Pe x :o
na presente emergencia.
Desde alpuns aanos qne a ranura rroniriral
desta cidade pagava ao seo advogado o al nado
de 120*000 Maura, Ap-zar di exigmdi.de da
qaantia ninguem se atreva ; ogTeiii ht relo
nenhum trabalho dorarg>. Oaivo;aJ.i Ja ca-
camara ca urna figura de mostrar, que se encor-
va por ubellene a ao uso tr.d cioral. A rrmna*-
rago era lo peqoena, que qua-i passava dna-
percebida.
Foi, po-m, oomeado o Sr. Miguel PidRMl
desde eoto a asserolda irjrincia1, di elle membrrt, augmenta em pr.g'esiva r-a la
os respectivos vene ira jatos, que atiingem b js
a quuitia de iOi'JOOO BtmMet I
O puil.co qun ver nesta o--c rreacia urna *%
picalarn meo'.s ('ign-.; ceu-urno i..e a-cr-i-
mo c>ra corta acrimonia; e arh u o S'. M fael
Paitlo cora p'oauuiiala queda para a e^SBiaBriia
dos barrigudo*...
N', p'oo, ca avaogamo* a lano, e aguarda-
mos ento os fic;os, pira >ma 1 firmar OM ;oi-
D um pouco h je abate so verdade, cm
cia de certo reqaerimea'e de rtmttfrmti*, i>
qual ouvirnos tal ar, nj s.beuus cora qu IM*
damtoto.
Note o publico qae ea'.ra aono e abe ano ti
qne o :dvogad) -fja waaaiiuala -.0.1 araie*
ceber o ordenad'; role uoi* que a pr pirca 1 ia
u jmntai arase ot enicuneatos d-taat aijada
que nala fazia, relutio-se os alar",- d>- mpregados activos, dftrubnlho :o> si ai u
Este e.-cap.d.-.lo revoluta os mas tuefot es
excitava eommeotariaa desaira s, ',u- 1 i
iguorados pelo Sr. Migoel l'eixoio rpeie c poodeote do OJaWt de Ternambuco, y 11 aun I ktat
supera r da tal rompmhia aos barrigudo ...
o Sr. M goel Peix^li era depulaJj provracal,
como rala bofa e por tanl>, seinte e e r-
cieoie J-.s?as occorreocias no r. cinto da- ".-
bla...
Quien tolo lo quiere todo lo pie de...
A (li aseapetar di nutio coai cae -e ,
mu eontuesia la- alada ama ra-iouagu .rf.Ja
de que sa servia o correspondente pera
algnem.
Seria lambem convenienl> ana tivesse a S -\-
geot de iadicar a 11 m se lef^ie, ii.n
podermos dar a ounvenjente nsposta.
A cmara, ix nerando o S-, M-gue. Petl I
cargo de seu adv 'gado, giroa dentro da arana ue
seus direito*, e nao pala por lata st cen--r
Si na portara de tfaaaavia eit-nlea teaaaal c*
fuuljmentir liU acto, talv t pira deraotisir
motivos qui o justilicavam.
A 'pnifu Jo correspoaaeata, de que r-Ret lo
podem ser accei'.os, preisa da derara-ir-;.
oa : nao se a vanga orna p-ojo-icao drssi fafdaaa
a esmo, sera iocurer-^e aa p-:ha J-* n.alJ i-ti;
ou envenenador de aci.oes a !. u-.
sallamos o cjrresiioodenle p.>ra tima titeaa
franca acerca do assuraplo, para eotij iba pr o"t
a cha mosiia.
Conclualo, diremos:
Todos sabera o esta lo precaria d.. c i'.f Ja
matiicipalidaJe, e qua! a rx'guulade de suas -Mi-
da? ; Dio pjrtano, para admirar iue tila .:'-
peosasse um serrentuario intil :eia i-I"1 a
Je seu dever, si pena de ser pouco z l>ra do
empreg acertado de s. us paos iecurs.,.
O puolico. queJesija ver bata appheJvi ea
iraposios que. paga, n) pola deixar de api:
esse acto de eeoconii-.
Dizer o coutrario, faltar se ceidade ie ano
do imprudente.
A ju t:ga ames de tudo.
Par^hjba, 5 de marg-.
Um do poco.
Do publicado!-
i:tcf?3o tg&i, Na correspondencia do Sr. Pedro AaVaaf !"-r-
reir, publicada no Diaiio n (JI de 11 do :: ri-
te, Id se o argala :
c Bem a p'O/tsito ihttt qae se lio liaaata ;.
teado at o lira a e'e gao que se proeedea ui. ...
mente 00 3 di-:r.cto para uiu depuudo a as
b'a geral.
a Segando notorio, o juiz e'e direito de V-
mares, interesando se desabridaraette p.-r 1 1
dos candidatos |iie em principio pieiieou aqa! a
eleico, obt vera de Jeten ve ideitoret da uar.ee*
de Agua Preti que asiignis.-eio ama aWlai
ou maufestopeio qual se comproraettiara v.ar
00 s a eaadldali; eulreiaut-, maitos de^ses rl:-
lores mantiobam compromissos mais aoligrs a
talv.t mais seguros em favor do ootrj :r<;-
dato.
t Teuno tanta cetteza de que o re-uia.ii la
eleicao nao seria confinnadur de tal mao.fe-P,
u nio por parte de amigos do mesmo jo z direito se me propoz, por intermedio de paalM
respeitaveis e a' por cana, urna combiraclo eaa
virtu te da qual caberla pelo meos um real '-
maioria ao oatro caalidato, qua oa l.y,>i,:uta
do manifest, liria apenas quaterze v Ijs" p;.r se-
remtrinta ires os eli-it res.
Nao tenho, milito de p- patito, rae jataJaiat .
negocios polil-c s de Agua Prrta ; par-c.a
este mea proceder rae salvaguardara de qu:
qaer iasioaagdes : engao i-me, eo trecho Ja e :
respoadencia, a que me alindo, prova o que difo.
Nao fui, p rm, feliz o Sr. Ped o Afea** Ar
infirm g5ss que 1 bteve nao sao verdadeira*.
Nunca por parte do Dr. juiz de direito de Pal-
mares ou de qnalquer oniro meu ao igi -t paUn
ao corpo eleitoral da .\gaa Prea aaWaaMea
man festo em que se comprometiese a roe dar
dezenove volos II Nunca tal irattfipt.1 oa taa-
nifesto teve lazar, e oxal qne eu o bouveisa,
p rque ifllrrao ao Sr. P< dro Alraso, que nao s r a
cap z de desviar ura dos el itoret da reai.st-
giq de sua palavra. Eiles oo raeatiriam ao es-
crutinio, c.imo pensa oSr. Pedro Affoa o, ao qaa
houvessem alrmada p-r e'rripto e s^b as-ignt-
tura: esta a minha conviecao. Declino D9sia
p rio do jult-i do Sr. Peiro Alfonso, por ser dcau-
siadamenle 1 (f n ivo ao corpo eleitoral de >aa pro-
pria freguezia d'Agoa Preta.
Nunca |. r parte do Dr juiz de dieito de Pal-
mares se mand. 11 1 (Ierecer ou pedir conveogio ao
Sr. Pedro AITrasa-TT- que se pas-ou eu o Maa.
C-rahecen lo o estado excepcional da fregae:ia
d'Agoa Preta, nao quercodo erneorn r para qaa
lomasse miior vulto a lu'a prenos que ali exis>,
desejaolo ir es rao qae a eleicao a que te r- ferie 9
Sr. Pedro AITraso nao se resentisse de fatUs qua
mai lar te pode-sera favorecer ao n dor, peli aos meas amigos qaa fize-sera qu^l c r
convengo cora tanto que bouve-se baraaooia, em-
bira roe cousiderassa prejudicado; e a ludo
era eslraoho o raeu amigo o Sr. Dr. Braja.
II v mato ao Sr. Dr. Joo Francisco da -la
Braga, pela dedicago que despensa ea m.o'-a
pretergo eleitoral: esta dedicago, porni, 1
mal apresada pelo Sr. Pedro Allonsn, qae na tx-
panso dos srus olios e rancores para coa a ,a-
le mea especial .'raigo, cheaou a excesso de qt!
1 tica-la como desabrida Quae-os act s, pize,
d iqueile distioclo magistrado qoe podem ulo:.aar
sera hante jaizo T O Sr. Pedro Alfon.-o os :- 1-
oou f 11 oo engaa lo aioda urna vea o ruar-
gao v'sinl estou convencido que nao obiei iian-
pho.
Como se modim os tempot II
A era da rato qae expendo, nao pula dt.xif
de ter em muita lembranca e mal qoe o Sr. ?
dro Atf raso se predispuoba fazer-rae.
J\4poi>, o poblico a qoem me drjs ^ua
ne^e ull mo tacto o meu amigo Dr. juiz da direi-
to de Palmares lenhuma paite 4 recta eo indirec-
ta leve ; e se o Sr. Pedro Aff-nso qoi:er cert.flaar-
e procure iter do ooso amigo Fraacieco Cor-
nelia da Fonceca e de ootrot ele-i urea <>ue he oo
sao desafToctos, e ;.!Brmo que ob'ar deites a coa-
llrraago do qae levo exposiov
Nao ecoiesto nem qaero por tm duvia ot
grandes rccurs< s de qaa dispOe a Sr. Pedro Al-
fonso na parochi d'tgua Prat>: accedo CCJUk
verdade si et in quantum (.eco-dit venia ; p.:m
pira admirar qoe oesse pleito ultimo ea qae ma
retirei com teotlmento do Sr. Pedro Affoato, po
ccilrgio d'Agot Preta o Sr. Dr. lose Beato t-biirti-
se apeaas quinte votos II e ueste guanero foi o
sommados es votos dos Srs. BroeAa Arceliac de
Barros Franco, Dr. Francisco otaelin da Fcoceca
e Maaoel Antonio Ramos, volot atlea que o Sr. Pt-




;

~i


flarift d Peniambuctf Segunda eir i 8 di ffar^i d?' 872
!
dro Afteoso aoleria terga/para dalos ao mea
competidor.
O Sr. Bdra Aftenso Dio pode contagiar esta
asser^Mfl
E nsjg diga que o terto de miaba retirada
pode-jJPHWe na-) eoflrpareefmento do eleiio-
ras arogos do Se. Pedro'Aftenso, e coosequente
usen'.e ajuelle resoltado, porgue o seu cumpro-
Qiisso uoaiiuuiva a permanecer, a naai. do que
nmtrdetepia Ha e3f rgar-se por mo?l:ai a sua
snperteridjde numrica.
Das palavra', e fiualisasei. A mi ,lw apresen-
lacli cjrao candidato trouxe laocraoraveis bene-
RcjOS : a minha rela/ada tarxbem os Iroujte, d alrn
do msi< f z que nao eassem entendidos c bem
coafcjfidu* aqoalles que com faeilidale fi.'.eram
prmM*t exageradas e impossiveb da seren
cumpri Ja-. Nao roe arrependi era de um nem
da outro pjo : do prim9iro porque trouxe a Mi-
cidade al dus meus pejueninos inimigos e desaf
fcOioa; e do sugund i porquo, embira victimado,
nao desii ei-me di leaktede. que eoslumo guardar,
b'm eoocorii para a de.-barinonia pi linca, e palo
contrario respeitei as conveniencias do partido
eou-'ervador e do goveroo.
Nj que levo dito nao vai insinuado a quem
qier que- saja ; e someole ao Sr. Pedro A (tenso
desej galernos o booaogojs venios para o con-
du^rem as ierras do Piauby ou ond a fon una o
quzer ccllocar.
Hasta.
Recite lodo marg. de 1672.
Gaspar de Drummond.
^m
.
.... kilog.
.
elormentadas:
.... litr.
....
.... >
. *
...
.
.... *

i
Seguros contra-ogo
COMPANHIA
NOATHER-
Capital........3O,00O:eW#Kl
filado da reserva 8,000:000*0^
Agentes,
jiiills Latkan C.
Compmlna Pnenix Pernam-
b cana.
Tama riscos maritimoi em mercadorias, fieles,
dtahetfO i fito e finalmente de qual-juer nalu
ma, em vapore?, navios a vella ou barcadas,
premios mullo mdicos : ra do Commercio nu-
mer 31.
SEGURO CONTRA FOGG
Tue Liverpool & Loo-Ion & Glob
Insnrance Company.
Agentes :
Saonders Brebers d C.
41Corpo Santo11
PUCA DD RECIF lo DE MARCO.
DE 1872.
as 3 1/2 HOBAS DA TARDE.
C'tfsces officiaes.
AlgiJIo- oe Gjyaau l'orta 711 rs. por kilo
li ra :e -i.
CaabiQ sobre Lonlres a 90 d|V. 2i 7|8 d. e 2o
d poi 14000
1. 1'. Piulo,
Presidenta.
Dubourcq,
Secretario.


AI.FANDEGA
Rend ment do dia t a lo. .
Idaai Jo du 16. .
686 878 103
32:26j\5969
719.139/072
Descarregam boje 18 de margo de 1872.
Barca iuglczi Acora v.irics geaero.-,
Birc* inglezaLord Cilliagmt -madeiraa
Patacho inglezBiollurs PrUlevarios g eros.
Patacho iaglez Solano bacahio
Piiaeh hjspaoho! -P/i/Ji/e-viQhos.
CAPATAZ!A DA
Renfi!n!--:)t'j do Jia 1 a lo.
Ila-L! Jodia i6. ....
.FANDE'JA
. 5 337*876
. 115/51
5:573*190
Faieula; sahij.s pala l e 2J porta (vol-.) 88
Diversos gneros di e.-va saludos
pea I, i: e 3 porta (tais.) IO03
Somina Hit
Despachos de exporlagao no dia lo d'
marc) de 1872.
Pia os portos do exterior.
Xa barca porlagueza Vencedora, p3ra o Por-
ta, carregar.no: t. L. le Sjuz.i Nuo'S 1 birril
ca 90 litros de aguarden'e ; i> CardiSO da
S.lva PiQj 2 :u.'oria.- aom 9j litros do aguarJea-
te de canaa, 1 'a cni 71 ditjfl de mol e 2 bar
rc.ic.ro 101 kiloj dj socar trinco; Stares
Prmoj ;00 saaooe com 30,00) riii s de di;o ; M
L. do Sjuzi Naos? I cai:a Cja 3i k las de doce
em musa e o i,las da d lo steco ; J C. da Silva
Pit) 1 barrica can 63 koi do fariohi e man
dioca._
Ni barca in eza Brkanle, p.ra Lvcrpool,
c^rregirain : Saatfflen Brothers & C. 12i sar-as
com 83933 kl,s J algtdo.
Na barca iiileza FitLlU, para o Havre, car-
regara o : E. A. barl & C. 238 atacas cam 17,660
k 1-3 de algjij ; Kallai A C. 400 ditas com
27,307 ditas de diu.
Ni barca iogtaxa Malbirongh, pira Barce!
lona, cire/aram : Rbe S;ham.tt..u& C. \)i sac-
ci co o 6 9J8 K lo de algo la j.
No lujar norle-allemao ElU, para o Ro di
P.'.ta, carrcgaraai : Jj.- da Silva Lnyj & Fti
237 oar.-i;a3 c mi 20,611 lelas ii asiucar braico.
Nj brigie iagiei E A Cnving'on, pira o
Hia oa Pala, carre^aram : Amarim Irmios dt C.
SO)birrieis can 18.001 ki'os de tWBOtf bran:o,
e 300 Jii.is ca.n 3i,139 ditos do diio masca va lo.
No navio d,oamarqu.z Hermn para Him-
burgo, cirrogiram : Keller &.C 800 sacco'Om
P7,090 kilos djassacar raascavado.
Nj brigu: iaglez Rtcr, para o Canal, carro-
girin : Uib; S haiiieitau 4 C. 2,300 saecoi com
172.5JO k!o3 do assu.'ar ra scavado.
No p tacho nilex Rival, para o Caoal, car
ragoa : tdoardo Footon, 600 saceos cam 43,000
k la; de aisu:ar masca va lo.
Na sumaca hispana,la Elejincia, para Mir
seie, carrea ran : Anorim Ir .naos & C. 8C0
liceos cyrh 6),0 O k las de assucar mascavaio.
Nibigoo americau) Altce, para Cl-fard,
cirregaram : Rabs S:ha;ne;tau & C. 8J0 saceos
com 60,000 kilos de asocir raascavado. ,
Nj patacho bnspaahol Paquete da Terra No-
va, para Vw Yjrk, carregaram : A. de 01 veira
Laita 100 -aecas com 30.00.) k \o* da a socar braa
co; Hmry Forsler 4 C. 400 diios c.in 75,000
ditas da duo mascavado.
No brigae pirtuga^z Flornda, para Lis-
bia. carrrgiram : Tnomu de Aquino Foaseca &
C. 50 sa:cos com 2,ti2 kilos de gomma de man-
dioca.
Para os portos do iulenor.
-------No pila*ho nacioaal L-opoldma, para o Rio
Grande do Sol, carregaram : Anorim Irmios 4
C ilO saecc co n 18,750 ki os de assaear braneo;
Carv3lho 4 N guaira 60J ditos cora 45,006 ditos
de dito.
Ni barcaca Flor do S.lio Nuvo, para S Mi-
guel, carrgou : Joao Domiogos da Cuoba Liges
l barricas com 340 kilos de as uiar reflnado.
No bngoe sueco Josephtna, para Santos,
carregm : P. M. Miury 400 saceos com 12,502
k-losde as-ucar braneo.
Na hia'.e naei mal Dous knugn, para Moaso-
r, carregoa : J. F Piato MesqaLa 4 pipas eom
1,920 li ros de aguar J ole.
PAUTA DOS PRECOS DOS CSSEEOS SU^|T08 A DI
RUTO Dt BWOBTAgAO. Wa DB 18 A 13 DE
DE MARCO DB 187 J.
Mercadorias: Unidades. Valores.
Abanos .........doria 300
Algodo etn carolo.....kflog. 138
dem em rama ou em lia. 661
Carnei'ros vivos.......m 4JO0C
Por eos dem. ...... > 30*000
Arroz com casca.' .... kllog. 68
dem descascado ou pilado 177
Assucar braneo -..... > KD
dem mascavado...... 140
dem refinado........ 436
Gallinha........ orna
Papagaios....... >
Axeite de amendoim ou men-
dobira.........litro
dem de coco ...."
(dem de mamona. .
Batatas alimenticias.
Baunilha ....
Bebidas espirituosas
Agurdente cachaca.
dem de canna .
dem gauebra .
(dem restilada .
Idein alcool. .
(dem cerveja .
Idam vinagre .
fdem vinho de caj......
Bolaeha fina, comprehendidos os
biseoitos........ kilog.
dem ordinaria, propria para
embarque........ >
Bal lioni -.......
dem escolha ou restolho ...
dem torrado ou moi Je. ...
Cal branca....... >
dem prota........ >
Carne secca ( xarque ).....
Carvao vegetal.......
Cera amarella........
(dem de carnauba em bruto.
dem dem em velas,.....
Cha..........
Cocos seceos.......cento
Colla.........kilog.
Couros de boi, seceos salgados,
(dem idem espichados.... >
dem idem verdes.....
(dem de cabras curtidos .
dem de onca.......
Doces em calda.....
dem em gela ou massa. .
(dem seceos.......
Espanadores de peonas grndes .
dem pequeos......
tem de palha.......
F*teiras de carnauba ....
em propria para forro ou estiva
de navio........
Estopa nacional......kilog.
Parinha de aramia......
(dem de mandioca.....
Feijo de qualquer qualidade. >
?umo charutos......centro
dem garros.......
(dem idem folhabom. kilog,
(dec era folha, ordinario ou res-
lomlho ........ >
Idem em rolo e eni latas bom .
(dem, ordinario ou restolho. >
Rap
Jomma de mandioca, (polrilho)-
pecacuanha rak).....
Angico (toros)......duzia
Ca&ros ........um
Enxams........
Frechaes........
lacarand (coucoeiras) .
Lenha em achas......
(dem em toros......
Linhas e e.teios......
Lour s (pranches).....
Pao Brasil........
dem de jangada......
Quiris ......
Vmhatico costadinho de lo a 30
millimeiros de grosura. .
idem pranchoes de dous costa-
dos at 50 millimetros do gros-
sura..........
dem taboado de menos de 25
millimetros de grossura duzia
Taboado divarso. ......
Tatajuba........kilog.
Travs.........urna
Varas para pescar. .... duna
dem para aguilhadas ... <
dem para canoas.....urna
um
kilog.


duzia.

i
cento
>
duzia
cenio

um
kilog.
um.
duzia
1*000
5*00C
937
67?
522
10
5*450
128
301)
330
300
337
600
300
476
201
476
442
959
39
17
238
168
442
436
763
4*360
4*000
1*438
588
640
38)
350
10*000
1*133
784
2*180
48*000
14*000
12*000
16*000
12*000
136
681
92
27*
3*000
320
1*090
613
631
545
2*180
170
1*703
60*000
360
1*300
5*000
95*000
3|OQ0
12*000
60OC
10*000
103
5*000
6*000
com fl >res e (olhis como slgnal d verdadeiro
conienlaraenlo.
Paco da cmara municipal do Racile, 6 de
marc de 1872.
1/oacio laaqaim de Sorna Lao,
Pro-prasiden e.
Augusto Osnolno de Figueiredo,
OIB'i.vl -maior mrviodi de stario-
Peranie a cunara municioai danta cide
estaro em pra^t nos das (5, 16, 18, 19 e 10 do
correte para serem arrsmatadas por qieffi me-
nor preco offirecer, as obras do cemiteno'da l.e-
suezia de S. Lourenjo da Matta, oreadas na qaan-
li rer arremataba a de taea obras, h.biliicn-sa na
forma da lei, sem o que Dio pdarao licitar.
Pac* da cmara municipal do Recife 14 de mar
co de 1672.
Ignacio Jaaqoira de Sonsa L-l>,
Pro presidente.
Augusto Guinina da Figu?ir 0111-lal-naior servindo de secretario.
O*-Pela thesourana provincial e faz p .nlieo,
loe foram traasforidas para o dia 27 do corrate
3 arrematac* das ebras sgtintes :
Obra da Ponte da fjrro sobre o rio Una oreada
aro 92.400*000.
Cenceos da caiaia de Agua Prela oread i ero
880*000.
Secretaria da thesouraria provincial ds Paraaal-
buco 14 de mar^i de 1872.
O offlcial maior,
M ArTn fAi |a|j
i, c*ertores I.
um 16*00(
par
kilog.
molhos
kilog.
Cavernas de sucupira(em obra)
Eixos d cicupira para carro. .
Meiaeo........
VIel de abelha.......
ilho..........
Ossos .
Palha de carnauba.....
Pechury........
Pedras de amolar .
(dora de filtrar......
dem de rebollo : .
Pennas deema. ......
Piassava.........
Pomas ou chifres de noviluo ou
vacca.........
Sabo.........
sal. ...,....,.
salsaparrilha.......
Sapatos de couro braneo .
sebo ou graxa eoirama .
dem em velas. .'....
Sola e vsquela.....,
Tapioca.........
Uahas de boi.......
Vassouras de carnauba .
dem de piassava.....
dem do imb. 1 .
Alfandeg, de Peraambueq, 16 de mareo d
molhos
cento
kilog.

c
par
kilog.
20*000
1445000
95*000
33
6*001
2*400
6*000
1*000
3*500
16*000
35
320
68
II
1*000
817
3!
18
34
4*796
160
cento
duzia
2*800
348
10
2*043
1 800
340
171
1*2*
204
380
763
1*200
960
1872
O I.' cmferoate Antonio Carlos de P. tiu ge
O 2.* conferome Ce ro Brasileiro de Mello.
Approvo. Alfandega, 13 de margo de 1872
Eni'.'io S'jbera.
Colormi.Joaqun Tertuliano de Medeiros.
ascEBEDoau m rundas internas
GfiRAES DE PERNAMBJCO.
lendimento do dia 1 a 15. 42:731*698
d;m do dia 16..... 2:816*770
45:368*468
CONSULADO PROVINCIAL.
dendiraento do dia 1 a lo.
idem do dia 10. .
89;3II*458
1.736*133
92:047*711
MOVIMNTO 00 PORTO
Navios entrad M no da 16.
Baha8 das, barca iogleza Seraphina, do 230
toneladas, capul James Me K y, equipagem
10, em l.stro ; a Ledstme Rbilliard & C.
Rio de Janeiro-4dias, patacho alterca 1 Eize, de
227 tala la', capillo R. Lang^, eqalpagira 7,
carga 1,000 barricas com farinhi de liigj ; a
L;yo4 Filbo.
Navios sahidos ni mesmo dii.
New Y,rk -Lugar inglsz Huntress, capillo Guio,
c.rga asquear.
Rio da Prata-Sumaca hespaohila Duhiena, ca-
pillo Victoriano Page>, carga assucar.
LMboa-R.rc portguza S. Manoel II, caphao
Padro Jos da Rasa, carga assuear, eouros e
outros gneros.
LiverpoolEscuna allemaa Mara, capillo Htoson,
cara assucar.
Obsercacao
Su^pendeu do limara) para Mcoi a birca in-
gb'za ExYkior, cap;t5.i E Rabert, cim o mesmo
lauro que trouxe da Babia
Navios entrados no dia 11.
Mieai -4 das, piiach) inglez Bell, de 194 tone-
ladas capillo Samuel H irres, equipagem 9, car-
ga assuear ; a Amorim Irmao 4 C. Vei> rece-
ber orden'.
Babia10 dasPatacho inglez Parta, da 233 lo
neladas, capillo Proui, equipagem 10, em las-
tro ; a Saonders Brothers 4 C.
Navio saludo no mesmo dia.
MontevideoBngue bespanbol Soberano, cap.tai
Jlo Manstany, carga assucar e aguardante.
EDITAES
Pela thesouraria provincial se faz publico
que foram trans -ridas para o dia 21 do ecrr?nte
as seguales arrematados :
^biixaraeoto da I adaira de Timb 7.92O0O0
Ponte de teo sjbre o rio Capiba-
riba no Pahiba......'........... 132:339*000
Secretaria dathesooraria provincial de Pernara-
buco, 8 de maic de 1872.-O offieial maior, t. A.
Farreira._______________________________ |
A cmara municipal desla cidade quirend
comme morar o da em que devem chegar a esta
proviocia da Tolla de soa viagem S. M. o Impora-
dor e S. t. Imperalrit, c muuieipes pira que illumioem as (rentes de toas
casas, em prova da regosjo, manifestante desla
sorte o prazer de qae se aebam possuidos.
Espera a mesma cmara qne os mocadores das
ras por ode iramitaram as AagastasTPessoas i^
S.'us Imperanies mindarem ornar as 01^0131 rus
S-c^ao 2".Seeretana da pre**4eucia de Per-
nambaco, em 14 de marcj de 1872.
Por esla secretaria sa fai publico para o eonhe-
eimeoto de quem interessar possa, e edHal abaix 1
Transcripto do jniz municipal e de orphao; de ter-
mo de Iiamb. pondo eui cncurso a .-erventia vi-
t.licia dos ofQ.'ios de tabellilo e escrivao de or-
phos e mais annexos do dito termo do ven'o os
pretendentes apresentar, no pTaso de 60 dia< a
eonlar desta da.a. os seus requeriraentos instruidos
oa f una da lei. O secretario, Elias Frederico de
.tlmeida e Albu-j-ierqu".
O Di. Haximiano Jo de lobosa Varejao, ju'z
municipal a de crpbaos, 3 suptente em ejer-
cicio n'e de Iiamb da provincia da Pernambuco, em vir-
de da le, etc.
Fa;o saber aos qne o presente edita! virero, e
delte noticia tiverem que i-e acha novamenle em
concurso coro o praso de 63 das,- a contar desta
dala, os ofll nos de Io taballio publico julicial e
notas, e escrivio de orpbaas, ausentas, capellas
e residuos deste termo, em viriude de ordem do
Exm. Sr. presidente da oovincia, conforme o dis-
posto no decreto o. 4668 de 3 de Janeiro de_ 1371,
M preteodeates doi mosmos ofSeios deverao, no
u--..o i-r.i-o referido, apreseotar seus requerimen-
tos competentemente iu-iruiJo-. de coaurmidade
com o art. 14 do ecreto n. 8i7 de 30 de agiste
de 1851, e o citado decreto de 1871. E pira que
oh. g ie ao conhecimanto de todos mantel passar o
presente edital, qua ser afondo nos lugircs de
costme, e publ.cado na imprensa.
Villa de Padra.i de FogolO de fsvereirode 1872.
Eu, Candido Goncilves de Oliveira, escri\4) in-
terino de orpblis o escrevi.Maximiano Jos ho-
josa Varejl). E nada roais se contiuh? em dito
ediial, q te cu ecrvlo bem e fielmente copiei do
proprio original, ao q ial me reporto, e dou f.
Iiartbi 20 de tevereiro de 1872.
O escrivlo interino de orphlas, Candido Gan-
q I /es de O'iVfira.________^______________
Olun. Sr. inspector da Besoaraa provm
eial manda fizer pibl.co qie era cumprimento di
resiluclo da juata se sontrala por terapo de seis
mezes, acontar do de abril prximo vinlouro,
o forneei nento de ahmootacli e dietis das pes-
oas pobres da casa de D.tencli, servindo de ba^e
a arre.matnaa os preQis segiotes :
Domingo Amoo e jantar 2o a
Segn la-Taira
T rea f'ira
Q.iarta f ora
Q lintaf.ira
Sexta-letra
S.bbado
Narcero
ilem
idem
idem
ilem
dem
idem
Dieta*.
i
2
3
4
o
tabella -
ilem
idem
i-l 1:1
i.l -m
ilem
idem
3S0
40)

400
390
38)
390
3 30
380
340
340
O contratante 6 tambom r.bflgalo a fondor
cela na razl dv almof- e pelo pref 1 de 120 r;.
As pessoas o,ue se propozarem a essa arremata-
?a co.mpareQom na sala das sessoes da referida
jonta, no da 21 di crreme ao meio dia, e ecui
pelootemenla lnbilitadas.
E para constar se manJou publicar o presente
pete jornal.
Secretaria da thesouraria provincial de Peroaoi
buco 8 de mar?) da 1872.
O oIR-ial maior,
Miguel Afl n O I lu. Sr. iuspecior da tbeauararia provin-
cial, em cumpriment) da ordem do Exm. S\ pra
ai i inl d 1 provincia, manda faier pubeo q e n>
lia 18 de abril prximo viniouio, pegotea iun!a
da fazeula da m smi thesouraria se ha de arre-
matar a quem per menos fizar a obra d-a c-deia e
eaaa da cmara na villa do Rieres, oreada e 11
48:400*000, e sob as clau-uas especiaos aba xa
(aclaradas.
As pjssoas qm se propuzorem a es a arre;D3-
ta(a j comparegnn na sala das sesadas da rufarida
junta no da aci na nioucanadc pelo meio du e
..:np l aiL-i.te habilitadas.
E para eonsiar se mandn pabcir o presente
pelo jornal.
Secretarla da hesonraria nrovineial de Pernam-
buco lo do tevereiro de 1872.
O offleial da secretaria,
M. A. Ferretea.
Cliusulis especiaes.
i.
A obra da casa da cmara municipal e cadete
la villa de Flores ser fita de cotf >rmidade com
a planta e oreamento3 juntos na imp j.-lancia du
48.400*000. '
t
O arrematante dar comeco as obras no prazo
1e tres mezes e as concluir no de dezoito, ambas
ornados da data da approvaclo da cntralo.
3.'
O pagamento ser (cito em seis preslacoes iguaes
eff-cluanJo-se a primeira quando tiver comego a
ibra ; a segunda, quando todas as paredes do edi-
ficio estiverem u.n metro cima da sapata supe
rior do alicerce, a terceira quando todas as pare-
es estiverem na altura do primeiro andar, a
quarta, qaando a< paredes estiverem era estad
de receber a coberta, a quinta, quando a enhena,
i ladrbo e asoalbiestiverem promptos.ea sexta
raudo a obra for concluid 1.
4.'
Se para varificagli do direilo que tiver o con-
tratante ao pagamento de qualquer prestacao n
ter possivel mandar um eogenreiro desta repar'-
-io dever elle prova-lo com attestado ao jniz de
lireito da comarca e mals autoridades do lugar.
5.'
Em tudo mais se observarn regularaento ral
gente da repartielo das obras publicas.
Conf.irme,
M. A. Fi-rreira.
panno aznl, caigas de brim bMqR)*^
godio azul, camisas di> algndflzinbJf
la 1, cobertores de algodj, qvHoi da cauro braneo
envernisado, calis d) pa# ha., culclmes de
huno cbajos de palha, frondas de algodlozinbo,
leiJsdWeda orea para gravlas, tent ;3 de al-
^jJfczHrb, aapa&M, sacaos da.guartlar roupa,
o iravasaeiros da abo celos da ilallia.
Tara imperiaas marirrtleirjs e a trio di zas
. tos.
Broets da panno azul, camisas de brim braneo,
calcas do algodao azul, caiiiisa? da algodo azul,
ealt;as de panno atu!, caigas de brim braneo, ea
misas d baeta aznl t-rd c eorpo 4 i|2 palmos de
cimprimenl.)e las mangas inclusive os puohas,
camisa da biela azul toado o eorpo 3 palmos de
comprmanlo e 2 as mangas inclusive oa pnnbos,
fardeta de panno azu, leof.s de s;da preta para
grvalas,'sapatSas e faeeos de tena para roari-
nbagem.
Para artfices avu'.-o?.
Blusa de panno aiul, blusas de algo ai azul,
caigas de brim braneo, calgis d? panni azul, cal-
gas de algido atol, camisas de algolii nho, ein-
tos de cooro braneo envernisado.
Para manabagen.
Caigas de \.In braneo, calg 13 de algodo azul,
camisas de brim branca, camisas da algodJo azul.
camisas de baeta azul tend o corpo 4 1,2 pal-
i'ioi de c imprmenlo e 3 as nangas inclusive os
puohos.
Sala das sessoes doconselho de compras de ma
nnha de Pernambuco li de marg de 1872
O secretario,
___________Alexandre Rodrigues dos Anjo,
r"ela rrcebedon da reas internas geraes
ja fiz pulihco que seste rnez e m de abra pro
ximo faturo que os caalributotas do imposto so
ora industrias e pr..flssaa devem pagar' livre de
mulla, o segundo semestre do ex~erc.cio eorrente
te 1871-72, e que, Ando o ref.-rlflo praso, ser Co-
nrado com a multa de 6 0;0.
Raoebedoria d Pernambuco II de margo de
1872.'O administrador,
Manoel Carneirn de Souza Lcenla.
Tribunal do ommercio
Esta secretaria faz publico que na presenta data
f.i admetliJo matricula J.io Rodrigues de Mou-
ra, cidadlo brasileiro, de 33 aanos de ilade.es-
labelecido ne-ia cidadi ra d> Birlo da Victo
ria n. 46, com cas; de commercio de fazendas e
roupas teitas.
Secretaria do tribunal do commercio di Per-
oambuco 8 de margo de (872.
O oOi-ial-mahr,
Julio Guinaraes
escriptorio no Forte do Mat-
\' dia de aa"sabida
fiOMPANHIA PEUNAMBCANA
DI
Navegando costeirapor vapor
Porto1 de Gallinhas, Rio Formoso
Tamandar.
O vapor nacioaal Parahy-
"/.seguir paraos portas ci-
ma no dia 20 do correte a
roe i a nocte.
Recebe carga, encomroen-
das, passageiros e dinheiro a
frete : no escritorio do Forte de Mallos n. 12.
AVISOS DIVERSOS
ara mitos
segu em poneos das o brisue Brasileiro Intrpi-
do : para carga trata-se cora sen consigoataric
Doiciogos Alves Malhaus rna do Vinario n. II.
Lisb>> e Porto,
Vai sat.-ir em poneos das a barca portogoeza
Vencedora. Recebe alguroa carga e passageiros:
tratar com Soares Primo?, roa do Vigario n. 17.
PARA'
Para o indicado porto pretende seguir com mni-
la brevidade a barca portugueza IJni. por ter a
maior parte de seo carregamento engajado, e pa-
ra o res lo qne Ihe falta trata se com o r .asigna
lario Joaqulm Jo? Gonoalves Beltilo; ra do
Cmimercio n. 5.
Para este porto sipuir com a maior brevidadt
o hiate nacional Garibaldi, que se acna ero des-
carga : para carga e fretes trata-se com Tasse Ir
mos 4 C., em sen escriptoro 1 ra do Amorim
n. 37, Io andar.
SANTA CASA DE MISERICORDIA DO
RECIFE
A li ma. junta administrativa da santa casa da
misericordia do Recite, na quinta-teira 21 do cor-
rete, pelas 3 horas da larde, lera de ccotralar o
f.rnecimenlo dos medicameuios que houver da
consumir a botica d) hospital Pedro 11 co trimes-
tre de abril a janho, teado preferencia aquella dos
licuantes que maior abatimenio Q/.er sobre os pra-
eos constantes do mesmo receiluano, que se acha
alterado e que podara ser consultad i nesta secre-
taria.
Secretarla da sania casa da misericordia do Re-
cite 6 de margo de 1872.
O eserivlo.
Pedro R. SA.YI'A UaSA UA Mlsiu^uaUi ito lU.^irc
A Illm, juma aiministrava da Santa Casa de
Mi-eriordia do Recite, manda fazer publico que
aa sala dosuas sessjs, \o> dio 21 do muz de mar-
go pelas 3 horas da tarde, lem de ser arrema-
tados a quen inais vaniageos oflierecer, pelo
lempo de um a Ire3 annos. as rendas dos predio^
?m seguida declarados.
ESTABELECiMENTOS DE CARIDADE.
Ra da Guia (aoje Iteitauraglo)
Gass frrea n. 19........19!*noo
Ra da Ponte Veiho.
Caca terrea e. 44........3u3*000
Raa de Sima R't?.
Casa terrea o. 32.......201*000
' Ra larga di R sano.
Segundo ai;Jr do s.brado n. 24 A. 308*00u
PATRIMONIO DOS ORPIlAOS.
II a do Co lora'Z.
Casa terrea 0.1.......600*000
Os pretenaentes deverao apresentar no acto d:
;;rematagao as suas nangas, ou comparecer^
lumpaahaaais dos respectivos fiadores.
S-cretaria da Santa Casa de Misericordia do Re
jifa, 6 de ma:go de 1872.
O escrivao,
Pidro Rodrigues aV Souza.
m GEIUL
RciaQo (Sos objectos r/gisira-
das cxl^eaics na ai!in!iil*tra-
^50 do cor/elo desla propio-
ca, rara as pessoas abaixo
declara Sas:
Anna Eug-mia da Q leiroz, Aair Aveliao Pc-
rrira Ja SI Al n-idi Borges A C, Dr. Alexan-
dre Bernardftw das Rris e iiva (i), Albina Gin-
galves M.-ira de Va-coacellos, Antonio Augusto
ogueiri laSrai (), Antoaii C. da Silva F.ago-
so, Antonia FiHciana da Silva, An'.ioi 1 II 'arique:
Dios Cavalcante, Dr. Antonio teaqulm Buarqua de
Nazareih Ado'ph Tirio da Costa Ciroe, Ed J.
Uarroll, Franci. o de Fi'cia? Chava-, F.-ancisco
Igiaeio P.nto, oroad G. Martiaimo de Atedcir
Arahp1, Ge.it.I Rodrigue i doSrozi, Jovlua Miria
da G-iace:ei, Joatiaa Ls de Sj-at?. Campos, J .-
Corteiro L-iio de Carvilho, J x R bairo da Silva
Q leir.z, Dr. J.liGamss do Val (), Jlo Gidofre-
Jo Piolo, Jili S^cerdato Fcrreira da S.lva, L>u-
reog J. 11. Suza, Muheus Nogueira B.-anio (),
Mmool Giacalves Cisco, D'. Mtnoel Tarluliano
Tno naz H.mriques, Paal C;heu, Y:cea;ia Rasa
dos Sanios.
Crrete do Pernunbuco 16 de m3rg> le 1872.
O ea:arregado do regii,"ro,
A. Gamas da Silv Ramos.
- -5tf,fn
iVula ct-niadona ua cmara uiuuicipai ueaia
cidade se faz sciente aos proprtetarios de diversos
eslabalecimentos de porla aberta, que do 1* de
aargo vinduuro comega a cobraega do imposto de
4* creado par le, devendo porm aprasentarem c
eonh;cimenio do imposto geral.'afi.n de provarem
ter as-im satisfeito o referido imposto.
Tanbem sao chamados os nos oidores de car-
rogas e vehculos de 4 rodas, empregados oo ser-
vgo da capital, os proprietarios de terrenos dentro
da cidade e seussuburbhs, qie nao estejara edi-
Scados ou cultivados, embira se conservera mora-
dos, oa mscales e boceleiras, os proprietarios de
eslabelecimentos que fr movidos por machinas a
vapor a viram sitisfazer os devidos impostas.
Cootadoria da cmara municipal do Reeife, 27
de fevareiro de 1872.
O contador,
Hypolito Cassiaoo de Vaseoaeellos A. Miranhl.o
DECIARACOES.
Conselho de compras de nia-
rinlia.
O eonselh) contrata no dia 19 do eorrente mu
avista de proposias resabidas t is II horas da
manbla, e sob as oondiedes do estylo, o forneei-
ment por tras mezes fiados em junho prximo
vindoura, dos objectos seguinles:
Para aprendizes artfices.
Bonets de uniforme, bonets do servini, blusas de
brim braneo, blusas de algodo azul, blusas de
tc mw
coi'PAiu nmn
Ni prox'mi semana
* A apipratosa c lotcrcssante
Opereta mgica
, Em tres aetos e qnalro qaadro; :
REINE DES*" FLERS
Mtsica Ijs maatros Olembicb, Heiv e
Ja'io Poppe.
Esta oprala est mntala com todo eaprictn,
secJ) o ceutria pintaoo -p-.lo Sr. L. Chapelio, e
as matacoes, tran-termagres e accessi riot ejecu-
tados pelo mstre machinista, 0. Sr. Jos Alves.
O prrgramma ser publicado dHalhadimente
as vesperas do espectculo.
VISOS MARTIMOS,
Rio Granie d> Sul
Para o meneionado porto sabir com toda a
prestea o patacho nacional David, recebe carga
afrete a tratar na rna dn Baria d,' Trinmnhn
(Brum]
a tratar na roa do
n.91.
,t de Triumpho
Par* o.Ro fie Janeiro.
O brigue n.cional Isabel esperado dentro ero
poneos dias do Rio de Janeiro e segu para o
mesmo po.'te. Tam o sen carregamea'.o prampti:
reoebe carga miuda, f.eie e passigen-, para o
que. tem bons commodos : a tratar com os con-
signatarios Antonio Luiz de Oiivelra Azevedo 4
C, na ma do B m Jess n. 57.
GOMPAiNHIA PERNAMUCAN/
Dt
fcaregac costclra por vap^f
Fernando de Noronha.
No dia 27, o correnle lo
meio da, teguir para o por-
to cima o vapjr Jaauaribe,
commandaiJi: Ouilberme.
ReMb^0 carga at o dia
- ''"eommenlas, passageiros
e dmbelro a {re|e ,l a3 jo h,ra8 da manhia do
Para Liverpool
O novo e vclleiro vapor inglez
Crusader
Tam excellentes Boa modos para Passagems.
O vapor p-Je tocar em
Lisboa
achando 12 cu mais passageiros da Cabina para
e-te porto.
A tratar com Ilabe Schameltao,
&C.
Porto por Lisboa
A barca portogueza Alegra, capul 1 C. F. Soa-
res vai sabir breve ; para carga e pas-ageiros ira-
la-se com E. "R. Habano 4 C. ra di Ccoiraercio
numero 48.
CQJUMXIEKA
.DE
Navegapo Brasileira
At o dia 22 do errente
esperado dos norias do sol o
vaper Paran, commandante
G.rcii, o qoal d p.iis da de-
mora do costum- seguir pira
os portos do norte.
Para fretes e passageiros trata se na agencia.
Euco.nmcndas de pequeo valor, peso, medida
a tambem nheiro, reseen) se al a I hura ,4a
tarde do da da sabida do vapor. Agencia ra d .
Gommerci 9 n. 8.
A encamnenlas viudas por este vapar sera
entregues al o dia da sahida do mesmo, ni c;-
criotorioda compaoliia. dep >is liroio atrae reeoj
Ihida3 ni trapica do Dantss.
LEILOES.
Leilao
ij
OI3 MlTKfiS
LOCv E CflYSTAES
carro de 4 rolas e c vallo pin o
m?smo.
IIOJE.
Na Ponte d'leho 1.
0 ccn'elheiro J.s liento da Cunta Figa?iredi,
tendolixilo lemporariameate sai rosidencii na
corle, levar alomo pr iitrvenj.. do agente
Pinto os movis e mais objectos abaito descriptor
eix-lentes na casa de sua residencia oa Ponle
J'Uchi.
A Sabor:
1 piano forte, l mobilia Luiz XV, I candela-
bro, 2 stiV'Ciiaas, jarro- para flores, quadro;, 2
consolos e mesa de oharao, 12 eadeirai dourada-,
2 cbaisei lanpues, 2 aljiofilas, caudieiri a g.z, 2
estantes para hvr. s
Urna cuna fran.e;a, I todet, I guarda ve^t ios,
1 commoda, 2 lavatorios, 2 fflirqoezas, 6 eadeiras
pretas e 3 cabide-.
Una nirzi clstica, 2 a;.-aradore* grandes, 2 di-
tos menores. 12 ca: ir-s de laia, 12 ditas de iro
ni, 1 qnartlabelra, l apparelha de porciiam p^ra
jaitar, t dito para cha, copos, clices, garrafa-,
eampo'ira?, fructeiras d erystl, I porta-qneij,
I porta-heo, 5 b ad-jis, l sifa, mezt, eadeiras
e muitos oulros objectos
A- 10 horas do da cima dito, partir da esta
gao do arco da Saato Ailiaio o trem qie servir
de c^olucgao (gratis) ais coneorreules ao leilao.
O leilli pnneiphri 10 l|2 horas em p.mt>.
L3ilao
DE *
Gigos c.mexpeliente, bita'as novas d.sem-
bircadaa boje.
O agente Posiaaa, far leilli por conti o njco
da quem perteoe r de gig-is com batatas novas
desembrcalas h j-, o- quaes serio vendidas h j ,
is 10 1/2 horas da minhla :
No ar.nazom 1o Anne^era fentela alian le 71.
BHttAO
DE
ca saccj cota roupa usad), espolio di Cas-
l dio da Gesta.
O ag30te M .rlio- f ir teilao, por ordam do Sr.
Dr. cinsul de Parlogil de um saceo eom diversos
objeclos, u na pega de ouro de 20 francos, 20 li-
bras slerlinas.e roupa nsala, pertencante ao es-
polio do subdito p rtoguez Custodio da Costa.
Terca-feira, 19do eorrente.
I Pelo agente sTrtius, no armazom da ra do Ira
perador n. 48.
Na mesma occa>iao serio vandidas em leili),
perlencenles ao espalo de Jala Pereira da Cu-
cha, drversas moedas da prata de dirTaxetitea na-
ges. ____________________________________
|Mov8s e relogios.
^..Albini Baptsla da Rocha tanda de retirar-sc
para a Europ, far lela por iclervangio do
agenta Martini .a t dos os movis, relogio; de pa
rede e de ate..6e ra como abaixo se v.
A saber : 1 tmbilia do anarello cim 12 eadei-
ras de guirmgi., 2 dita) de bragos, 2 consollos,
l sof, 1 cad iira d baliago e 1 mezi de meio de
talla, 1 mza do amarello para jantar, 1 gaarda
langa, louga d;Jaotir e de almor, 2 pari de
lanternas cort pirginies, 1 candieiro a ga, "
le jarros, 7 rldadros, girrafas. ca'Ue Par
eopos, I
ama
eiras de
. omites maveis do oso de
na!liceioU,'4r,^ ri1^0 VP:o P"a re
"{"v*0 Mmk oa eslaga) de estrada da ferro,
1 a' .0 da rap-tigi >, 1 dito floe eom msica.
Um Importante relogio de pedra n.armore ira-
balhan-Jo em rubios e mnilos eulros relogios de
parede e da algibeira, da prata e ouro, dos prin-
cipaes fabricantes :
Qarta fe ira 20 do eorrente.
O leilai ter lugar na ra do Duque de Caixlas
casa n. 100, < 1 \ horas do dia.
de jarro?, 7 ipudros, girrafn. ca \:
tapete grande, 1 Sito patjmqo, 1 &y > ct>{
relio, 1 p-r de bancas. m"- "',ivV
bracos avulsss, e oatre* .^,mt' *."**"'
X.--*;i;. oiuitos maveis do os
Vende-se a caa e sitio da estrada da
Afllictos n. 22, com bons c nmodos -
to, o sitio lem 850 palmos de frBla #
1.300 de fundo, murada a frente e parle
dos lados com duas cacin bas, taoqoe f
muttas arvores de fructo Ci mo sapuliseiro-.
oqneiros e Laixo para c*p:m e poco de
excellente agua para beber; o lugar ut-
i fresco e saudavel, torn3ndr> Buitu
recoannendiAei par ser perlo do R-cife.
fazeedo estaflo fia sua frente a va MM
do Itecife ao Cachi ag : a tratar c> A.i-
tonio Jjsc Bodrib'ues de Soou, llicaouret-
10 das loteras.
**aammmmsaa'*,mminam-m m \. iw
Marcidioa Caulida Vilella c*mr** a IWm
par. ote- e amigos do (loada Pirmau J dr de r.ssiilrera a missa fue maoda diefcraf a.
igr-j 1 Santa Cro: das 5 as horas dt moka*
do ou 19 do corrale. D;.Jt ja coofassa-sa eter-
mmwiie graia.
25.()0 a 30,000 ris.
Da-e pelo alogoel de umt b.a estera *a, pira
casa da pequea familia e pira 1 >d 1 o eme,
nieo.js eugoramido : a tratar a roa do Canaca a.
IB.
1-erdeu-se un.a tig*dentar ( m un.* nidD.
azul, na o a.: de lo do corrate : qu-ia a ac ..
querendo restitu la, 1 ve na Iramn i* matria d
Sanio tntonio, sooradu o. li, i\n ser recosaaea-
sado.
PfKCua-aa faltar can o Sr. Piia-i c Z>e.m
ria? de Maraes : t-ulu a b adate d- tu<>%uu
-aa residencia ou d ngr-se a ra du C!d wnra
o. Si.
T-n-Iu tido ba das chalo na pr.ga a lj-
depenJt-ocia, por om cabo de espiadn, aa aa-
a. Ilo c m um briihanio, e oao lento al o presea
le spaareeida quem o rectaiue, nao iVuae 1 r 1
r. ferido e bi o mosiraO. varia \, t vas, e ntti-
maaaente e:tregad> re-. >ciivo eoianiaaiania
lara o guardar, imnon .- 4-,, ua-
uelio e fa'.er o prevate aa aaat \ afim a ioe
loem se jutgar sea d n > atuja a tasataala *
2o oatiihao S( inf-alalia r.< '" ,.r pmu*, qa
dnl) os Hgaaetevt 1 lo* "ri utivg.-'.
Reeife^lO de itaig d.- !7i.
Resposta o iir a iigu de
Jue .
O soahir quere-e: > r- r dj r reta qnt
faz praga n rio.-iri p ir. ;aar-
se o que era, p Ms : e^ *J qu
fig*an< o que e:, .aren!. ? 1 .
J. J
FoZ-.-e luda a >| r iaa par m-
nhora.- e n;. ur^;>, .. -:g.i. i,a-e r m
proaipiidv a aun: au paleo te S. Padra a. 2.
I_P_____'[________;___________________
IVrCsj de urn f-11 r <| ie, ,- ia m
plaataede*, borlas r- flir.s: a triar ca ra la
Pedro Affmso n. 2\
Cri
- Na ra larga d. R -arioa lt, ect.-i-:e de ciu
criado para seraica de b n 1.


O. iba'x 1 s .,
C-jrpj da c
de, une aattgave
.| t uliamui l.ji ; I
:e, ula rna la I
tetivd e pasaiao i
eh s Je Figneire ".
Atavedti pago d 1 (
te margj : lTi
Ljix .'.i.
ti
re-ae'.,-
j i..i testa c:
* -.-ifi.Je
!a Cy o
.1 fl -r, a cdo -
I A! :
i. >aes d*
: ie lu *. l'.ec:fc 1.
I de FifC'irtda.
Amonio I. >r>a< de Azevedo.
A'ug -.e una escrava pa I4p
casa : ua ra de Imperador u. 30, 3* aajir.'
Je
mrs
y:.m
f.
A MU AFAMADA
AC;UA DE FLORIDA.
DF.
MUCIFIAY LAMIAS
He o mais delicado e mimoso ao mis-
ino lampo ciis estavel de todos os j
fumes, e encerra em si, no scu maior a >;c
de excellencia, o proprio arana das verda-
tleiras flores, quandn ainda na sua flore?"
cenca e fragancia nnlural. Como ummeic
seguro e rpido allivio contra as dores d*
jbeca, nervosidade, onbilidade, desmaios,
flatos, assim como dectra t.i.las as formas
ordinarias enteca s decid bystericoi;
summa cfcacia c nao tem nutro que- *
iguale. Igualmeiue, quando dcsUtape
com agua, torna-se um d-'ntifricio o maii
agradavel e cxeelleiite, dando aos den!<*s.
aquella alvurae pcrolada appann
altamente apreciada c foaejada pelas S<*
oboras.
orno um remedio contra o mau balite-
da boca, depois de diluida em agua, t
summamente excellente, faz remover *>
tralizvar todas as materias impuras %
criam roda dos denles e das gengnr--
lornando-as dm-as, sadias e d'uma linda
encarnada. Quanto a delicadeza, nqoeza
e permanencia do seu fragrant aroma, ella
por corto nao tem igual; e a sua sup*-
rioridade sem rival. Ella igualmente t.ir-
na-seum meiomui excellente, para fazer
remover de sobre a pelle do ro-t< '
qualidade de brotoejas, eMkjita, sardas,
pannos, mancbas, Mjaiiwui e cspi:ilas.
Quando se queira servir dclla como ri-me-
dio para fazer desaparecer qualquer irrn
destes disfiguramenlos, e que tanto dcs'ei-
am as lindas feices do bello sexo; devera-
se usal-a n'um estado de dilluifio, deslem-
perando-a n'uma pouca d'agua ; porm no
ratameuto de qualquer espinlia, usar-se-ha
dola pura em toda a sua forga. Final-
mente como um admiravel meio de *
municar as feic5es trigueiras ,^,''"
urna pelle macia o ditma iinuav
vara, dando-lbe im- ,. *"JS*1+
paraumUltr. -- l"Ja cor de rosa
os perforo -, ellalevaapamaaUKlo
:e ..os que se teem inventado ate bo-
'. o existe em plena solterania sem rival.
Bem entendido tudo isto se reere nica
mente a Agua nu Florida i>k .Vi-wut
LAaNHAN.
As imilaces que se tem eUo na Franca.
Allemanba, assim como em oatras partes ;
s5o inteiramente inuteis e mvahosas ; por-
tanto recommenda-se mui espedasmeate
s senhoras, que tenham toda a precaaac*
e cuidado, de ojiando comprarem. esteja
certas que compram.
A Geni ina
AGUA DK FLORIDA
DE
MURRAY 4 LANMAN.
.
J
r


.-T-
da FaraauJbuco Seguala feira 18 da M m;o da 1872
CASA DA FORTUNA
Aos 5:000*
Bilhetes garantidos.
4 roa Primero de Marco (ontr'ora rna do
Crespo) n. 23 e casas do costme.
Acham-se i Tend os bilhetes garantidos di
3' parU das loteras, a beneficio da matriz de
Ara* Preta (229*). que se extrahir no sabbado
53 do correte mez.
precos.
Bilbete inteiro 6J0O0
Meio bilbete 3*000
Q uar lo 1*500
Ka porcao de 100*000 para cima.
Bilhete inteiro 6*500
Heio bilbete 2*750
Quarto 1*375
Manoel Martina Pinia.
Fugiram ao ^mannecer do dia 28 de leve-
reiro ultimo, do engenbo Serrara sito na rregue-
xia de Tracunhaem da comarca da cidade de Na-
zarelb, pertencente ao capilo Ignacio Francisco
Cavalcaote Wanderley, nm casal de escravos de
ftropriedade ineontestavel do roesrao capito, cu-
ios escravos sao casados sendo o negro d nome
Luiz, cricub, de 30 annos de idade, altura regu
lar cheio do corpo, espadoas larga?, roste redon-
do, olbos adctoados e vivos, nariz corto e grosso,
bocea redonda, cor bem preta, cabellos carapi-
nbos, com om dente podre na frente, di lado de
cima, com nma pequea cicatriz jomo ao bembro
do braco esqoerdo, peroas finas e bastante pa-
chol, silTre callor de ligado em ambas as roaos
e maii em nma do que em oatra, tero por cost-
me estar sempre arrotando e bem parecido. Le
too 2 cbapos, om de baeta branca e oulro de
couro, doas calcas, nma branca e ootra parda,
ambas usadas, urna camisa de riscadinbo encar-
nado, nma rede tambem ja us? Ja e urna fouce de
rocar.
Jospha tambem crioula, de 15 annos de idade
ponco ruis ou menos, alia e secta do corpo, cor
fula, rosto descarnado e comprido, olbos fondos,
nariz meio grosso, bocea grande, beico3 grossos,
com falta de denles na frente, gageija pouco fal-
lando moderada e fallando apressada bastante
pga, ps seceos regalare?. Levou 3 vestidos, sen-
do nm de eambraia branca, um de chita de luirs
verdes e brancas com urnas flores amarellas, pre-
tas e rxas, e um de azolio e n bem uso, um cha-
le encarnado com palmas e franjas brancas, um
parzinho de argollas de onro, do uso antigo. E'
a primeira fgida que fazem e desconfiase terera
eguido para o ful por terein por l prenles :
quem os apprehender e os conduzir ao referido
engenbo a .ser entregue ao mesmo seo senhor,
serrecompencido com cem mil ris.
A
M
Os Srs. Jos Francico Ribeiro de Sou-
M e Dr. Franciso Jjs Rabello, o Io pro-
prietario do collegio de Santo Amaro e o
V prop ietario de nm oulro colegio, s5o
rogados a mandaron! a esla typographia a
r,enrio de interes?e.
Na ra dt Marcilu Das, ooir'ura Direiia,
ra;a d. 8, 2o anlar, precisa-se de nm criado ou
iriadi jara ponco servigo.
m
se-
O Dr. R. Yhnna recera-chegado da
Europa, onde e?teve qoasi dous anuos,
apereicoando-se nos conbecimentos de
soa profissao, e freqoent-u os principaes
hospitaes de Pari-, Londres, Bruxellas e
Vienna d'Auslria, dedicando se com es
pecialidade partos, molestias das mu-
Iheres. e operacoes das vas genito ouri-
narias, leudo acompanhado os professo-
res mais celebres da Franca e Allema-
cha nestas e.-peialdades, communica ao
respeitavel publico desta cidade queaLrio
o seu consultorio na casa de sua residen-
cia : ua do Vigario n. I, 2 andar, onde
podar ser procurado a qualquer bora do
dia oo da noute.
C nanitas todos os dias do 1;2 dia s 2
honsgratis aos pobres.
Orra os estreitamenlos 'urettra por
me > dc electricidade, por um pro?so
inte; ramete n ivo, e sem dor; garanlin-
do a cara radical ex poneos dia?.
Ra do Vigario u, 1,
gundo .nd r-
Noticia proveitosa
Apezar de haverera mullos estabelecimentos de
raudas e continnarem a apparecerem outros mui-
tos, nao polen conseguir reiebert-m objeclos
'guaes aos da NOVA ESPERANZA, pois q :e
questo j decidida, o bom gosto "de seu3 corres-
pondentes e elegancia de seus objeclos, anto que
uandi qnalqafr senhera por mais caprichosa
que seja, quando qoer ou precisa dar expau.-o
ao seu bom gosto, da um passeij a NOVA E5PE-
fiANCA cntr" !i>m a certeza de encontrar o que
tezeja e por pre;o razoavel; a NOVA ESPERAN-
(a tanto raa:s .agmenla o numero de seas fre
uezes ao; qoaes se confessa agradecido, quanto
mais esforoa se era corre-ponder esta preferencia
tendo ser; o em vistas reunir o til ao agrada
vel, isto c, o bom por jouco prego: isto s se v na
Nova E>peranga, ra do Daiue de Caxia- nu-
mero 60._______________________________
Precisa-.e-oia urna ama para cosiobar para
^ualro p'-o:,-; ,a tratar na ra Domingos Jos
Martin, aniiga Senzalli Yelhi n. 18.
Quem precisar de urna pessoa para ensinar
o francez e erco, pul* derigir-:e roa Nova,
oo Bario d Victoria n. 21, 1* andar.
Do engenho .Marrecas em Porto Clvo,
provincia de Alagas, desappfreceu o escra-
vo Miguel de cor ataiocado, alio, corpo re-
gulsr, de bonita figura, bem fallante, olbos
grandes, barbado, denles perfeitos e repre-
senta quarenta annos; fji escravo no serlo
doSr. Joiquim Rapsta, morador no Rio do
Peixe, qnem delle der noticia certa, na
rea do Bom Jess n, 31 escriptorio doSr.
Antonio Climaco lioreira Temporal, receba-
r boa gratificacao.
Engenho Maracas 8 de Janeiro de 187:2.
Joo da Rocha Hollanda Cavalcante.
MUDANCA
SATTBO & CARNEIRQ
proprietarios do si 15o de cabelleireiro intitulado Tranca Monstro i roa Duque de Caxias
n. 59 Io andar, scientifteam ao respeitavel publico e particularmente seos numerosos
freguezes qoe por ibes ter sido exigido o primeiro andar que occopavam, resolveram
entrar (m negocia^ao com o novo estabeiecimento do Sr. Jayme, sito mesma roa do
pavimento terreo a. 67, e, se bem qoe alo estiwsse preparado as condigoes de sa!3o
para cortar e barbear, tem todava os annunciantes feito orgaoisar tai commodo com es-
mero e gosto, aflm de satisfacer a espectativa de todos, garantindo os encontrarem sem-
pre prompto8 para os misteres de soa profisso.
O Sr. Jayme attendeodo a contingencia em qoe nos achatamos, nao s fez-nos
cessSo de soa nova casa, mas ainda compromeiteu-se a ajudar-nos em nossos trabalbos,
para o que ser sempre encontrado no mesmo estabelecimento. Oulro sim, achamo-
os resolvidos a fazer firme as tabellas de precos, qoer por compra, qoer por alogaeis,
que o mesmo senhor tem feito publicar por este Mario.
Nesta condicao pois esperam os annunciantes continuar a merecer a coadjovaclo
deste respeitavel poblico, de quem s consideran assaz reconhecidos.
OOILON MARTE
C.IELUHEIM
N. 82 RA DA IMPERATRIZ N. 82
Esforcando-se para sati.-f-zer ao ilustrado poblico no qoe relativo for aos trabalbos
de sua profissao, com a maior promptido, commodo, e esmero, resolver fazer refor-
ma em seu estabelecimento e munir-se do qoe nos mercados estrangeiros ha de melbor
e do oltimo gosto mandando vir em direitura e por soa conta nao s grande quantidade
de cabellos de todas as cores e tamanbo como tolos os preparados reconhecidos pelas
sociedades bygienicas como os mais otis a conservado em embellezamento dos cabellos
natoraes sem prejuizo da sade, acbando-se assim habilitado a fornecer aos consumidores,
por 20 % menos do que otro qualquer os objeclos de pbantasia para adorno, asseio e
hygiene da caheca indispeosaveis ao mondo elegante e em geral a todos que cnidam de
conservar a propria existencia, dejxando de usar de leos, banhas e cosmticos proscrip-
tos pelos homens de sciencia como capazes de amortecer os bulbos capillares produzir
a calvice ou apressar o enbranqaecimento dos cabellos, e occasionar o apparecimento da
cepbalalgia, eclampsia, epilepsia e bysteria e outras molestias cutneas e nervosas.
O pessoal do seo estabelecimento se acba montado com capricho a escolber dos me-
Ihores artistas natoraes e estrangeiros havidos na provincia entre os qoaes se distingue
Mr. Alfred Belpeche e o Sr. NapoleSo especialmente destinados aos ponteados das se-
nhoras para o qoe ba demonstrado pericia inimitavel por ootrem entre tos havido. A
facilidade e o gosto com qoe o Sr. Napoleo ezeeota os perneados mais ditceis tanto
histricos como de soa pbantasia autorisa a que se o considere como om genio fiesta es-
pecialidade.
Os empregados do seu estabelecimento sem excepeo exclusivamente cada um na
especia.idade que mais amestrado.
A casa recebe por todos os vapores os flgorinos da nltima moda de ponteados ad-
millidos nos paizes civilisados entre os qoaes prima o somptooso Pars.
O bello sexo encontrar no estabelecimento grande e variado sorlimento de coques
de trancas, chignons, normanos, coques de cachos, cache peines, toupets, boucles, cres-
cenies do que ha de mais moderno e elegante neste genero, perfumadas dos melhores
fabricantes como Lubin, Jobn Gornell, Rimmell, Artiokson, Le grand Piver, Coudray etc.,
etc., lindisiimas flores especiaos da cabeca pos de ouro, de diamante parapulverisar os
cabellos, fiaissimas escovas de dentes, pentes de tartaruga, e muitos ontros objeclos in-
dispeosaveis a om toilette de gosto.
Os seos collegas encontrarlo a contento os utencilios de saas proGssoes, thosouras-
ferros para frizar, ferros para papellostes cardos etc., etc., quer em porfo quera reta-
Ibo ser3o vendidos.
ESTAMPILHAS
Veide-se na
maze
praca do Corpo Sanio n. 4. ar-
^^^
AMi
Prectsa-se de unta ama for
ra ou escrava, qne saiba eo-
zinhar e engommar, pagndo-
se bem : traia-se na ra do Vigario n. 16, primei-
ro andar.___________________
Precisa-se de urna ama para cozinhar
e engommar para dnas pessoas : tra-
tar na rna Direita n. 3, 1* andar.____________
i Hl" i O Precisa-se de urna escrava, ba
\ \W \ V cozinbeira e urna livre para en
rLITJLriL/ gommar e fazer o servico interno
de casa de familia, paga-se bem : na roa da Croz
do Recite n. 42, armazem, oj no Corredor do Bis-
po n. 23.
ATENCAO
Precisa-se de nma ama para casa de urna fa-
milia composta de tres pessoas : nesta typogra-
phia a trabar com o administrador, eu em Olinda
no oitio do Amparo, casa de portao verde.
%%%
Precisa se de ama ama pa-
ra cozinhar : na rna Duque
de Caxias o. 50,1* andar.
^m
mero 7.
Praeisa-se de urna para co-
zinhar, preferinlo-se escrava:
tratar na rna do Crespo na-
^1&^
familia
Precisa se de urna ama
livre ou escrava, para com-
prar e cozinhar em casa de
paga-se bem na rna do Vigario n. 26.
W^
Precisa-se de urna ama pa-
ra cozinhar : na ra do Apol-
lo n. 1 i, armazem deassaar.
Precisa-se de nma a roa Direita n. 89, segan-
do andar.
Alegra n. 5.
Precisa-se de nma ama :
para comprar e cozinhar pa-
ra pequea familia: a ra da
NOTAS
Troca-se notas do banco do Brasil e de snai
Qliaes na ra do Bario da Victoria n. 63, antigs
roa Nova, loja de Joao Joaquim da Costa Leite.
Gratificaqao de 50#000.
A pessoa em caja ca>a estiver oecolta a escra-
va de nome Mareella, mulata clara, de 34 annos
de idada, pouco mais ou menos, cabellos pretos e
longo?, alta, magra e gaga, que aasenton-se da
casa do sea senhor no dia 21 de jonho do anoo
passdo, tenba a bondade de leva-la ra Formo
sa n. 8, fregnezia da Boa-vista, que ser gratifica-
do com f>0 ; ou mesmo quem della der noticia
exacta, do contrario protesta-se proceder legal-
mente contra qualquer -individuo que a tenha em
mis companhia a titulo de ama livre.
g O ADVOCADO
^ Ayres Gama &
jet tem sea escriptorio a roa Primeiro de jft
Ts Marco n. 23. S
Da se 2:000* a premio sobre bypotbeca em
algom predio qaa esteja livre e desembaracado :
quem pretender dirija-se ao escriptorio desta ty-
pographia.
Acba-se ra do Bario da Victoria, sobra-
do, 2* andar n. 61, dous escravos peca para ven
der-se.
n
ADVOGADO
Dr. Joaocim Correa de Araujo
67RA do Imperador67
AVISO.
?
V I
Attenpao
Na loja de oarives do Collar de ouro, a ra do
Cibag n. 3 A, precisa se de ama ama para o
servico de casa de familia.__________________
m mv Pre-isa se de ama ama para co-
Mlvm zinhar : na roa do Apollo n. 14,
armazem de assacar.
Ama de leite
Precisa-se de ama ama de leite
que de Caiias n. 32.___________
roa do Du

\ FLOR DE OURO
Nao poendo exprimir o quanto se acha penhorada pe) coneeito qoe ibes tem ..
^ewj dispensado o respeitavel publico da heroica provincia de Pernamboco^serve-e de seas *
gfcrt proprietarios como interpretres dos sentimentos d gratidao, de que se a:ha replecta, ^^
m
o espectador se vire.
o brilhante, a saphyra, a tarqueza, o coral, a perol, a
i. para testemunbar seo agradecimento, e de novo solicitar a freqoenUr o jardimqoe a
iji contera, aflm de apreciarem a maltiplissima quantidade de sementes aae se acha
gfigg ramadas por qialquer canto para ond
j^g O rubim, a esmeralda,
OURO deposito inexgotavel dos primores de Parlz.
Brincos, anneis, correntes, aderecos complectos, lado se encontrar a escolber
a vontade no bem conhecido jardim da FLOR DE OURO, roa larga do Ro A, de Berajam di Irmo.

AMA s
Precisa-se de urna ama para casa
m.co solteiro : a tratar na roa de
Pedro Affmso n. 38.
CRIADA.
Offerece-se ama molher portugueza de bons
costumes para criada de casa de familia, engomma
e tem maneim para andar com enancas, prefe-
rindo ca estrangeira : a tratar na ra 1* de
Marco n. i.
O solicitador Antonio Francisco de Souza
Ihaes Jnior, convenientemente autorisado, convi-
da a todas as pessoas yue tiveram negocios fjren-
ses cora o flnado capitao Honorato Joseph de Oli-
veira Figueiredo, a coroparecerem no escriptorio
do escrivao Metta (ra estrena do Rosario n. 17,
primeiro andar) para com o annunciante conclni-
rem esses negocios e receberem seus ttulos.
FE1T0R
Precisa-se de um feilor para um sitio nesta ci-
dade, eprefere-se portagaez : na ra do rlospi:io
n. 54._________________________________
Precisa-se de ama ama para
cosinhar para pequea familia;
a tratar na ra Nova n. I i loja.
Vxm
Precisa-se de dous ponnguezes para traba-
lbarera em um sitio nos arrabaldes desta -idade,
e de um criado para tratar de cavallos : a tratar
na ra Velha n. 79, Boa-vista.
ROUBO.
Da meta nonte para o dia 10 do corrate, An-
tonio Gomes da Costa, caixeiro da taberna n. 6
sita roa do Rangel, perpetrou nm r&ubo de cer-
ca de um cont e tanto era dinheiro, arrorabando
am bab e delle tirando as chaves do cofre d'on-
de tirou o dinheiro cima dito. O caixeiro temos
sigoaes seguioles : idade 20 anne?, natural de
Portugal, estatora regular, rosta comprido, ca-
bellos corrido?, falla grossa, sem barba, presenca
agradavel, fj ltimamente caixeiro dos Srs. Bel-
tro ic Irmo, em Fra de Portas, e recommen-
dado ao Sr. Antonio Marlins de Carvalho Azevedo,
morador i ra do Rosario da Bca-vista. O referi-
do caixeiro evadi se e ignora-se para onde : ro-
ga-se as autoridades polisiaes de o apprehenderem
e reaietterem ao Illm. Sr. Dr. chefe de polica, a
quem fe deu sciencia do occorrido.
Precisa-se dd ama ama para co-
zinhar e comprar para dua- pes-
a tratar no becco das Barreiras o. 9.
soas
Ama de leite.
Precisa-se com urgencia urna axa qae tiver
bom leite: tratar na ra da Cidea n. 66, loja.
Precisa-so de urna ama para cozinbar
ra do Vigario n. 5, segundo andir.
oa

SSi
A's Exmas. senhoras
Lindas voltinhas de ouro a 8^000, lonetas com caixa de madreperoia obra de
go>to para senbora a 10/GOO, pares de brinco de phantasia a 8J e 10*000, meios ade-
remos a 160, rozetinha de diversos modellos a bf e 6t, e 80000 o par, palceirinna de
coraia 11, atacadores de dito para creanca com bollinhas p diversos enfeites de ouro a
a 20000, valiinhas de coral com cruz de ouro a 50000, brinqanhos de cera! a 30 e
40000, Ggas a 20, lindos anneis de bonitas e boas pedras a 30 e 40, ditos de pedras (255
finas a 60000, cruzes de diversos gostos a 30, 40 e 30, ditos de esmeralda, perolas e S3
rubins a 120, 140, e 160000, cacoletas cOm inscripedes e sem ellas a 50. 60 e 80, fZ
lindas fivelinhas de prata para as modernas pnleeiras de fita a 10 o par. J^|
Aos apreciadores da moda
E' smente na Flor de Onro qoe se vende joias modernas por ponco dinheiro
como sejam : guwnicoes com tres botSes para abertura 40, pares de ditos e de dif-
ferentes gostos a 50, ditos a 30, ditos de bollinhas a 10500 o par ditos para punhos a
80, cadeas rauto chiques a 200, ditas a 60500 a oitava, pencinez de prata dourada
a 40, *05OO e 50, medalhoes para cadeias a 120, medalhas com letras a 80; alm
de um graude sorlimento de obras de brilhantes, brincos, braceletes, alfineles, adere-
mos completos, meios ditos de pedras finas e coral, medalhees, voltas e traocellins,
anneis com letras e de diversos modelos, oeulos, pencinez de ouro, relogios de onro e
prala dourado e de afamados fabricantes, assim como grande sortimento de obras de
prata do Porto, tanto para o servico domestico, como para igrejas, e garantimos ser
Attendam
Quanlas vezes vemos nm lindo veso d.
boa seda e com lindos desenos, porm com tae>
enfeites que dizexos com nos:o, e pena um ves-
,ldo perdido, porque ? por falta de dar um pas-
selo a NOVA ESPERaNCA e comprar en9ites
qae sejam adeqnados afazenda: quantas've3s sen-
timos escapar de algum len;o aromas enjoativos e
porque f por nao chegarem a NOVA ESPERAN
i,:a e comprarem seus extractos j tao conhecido-;
qoaotas pessoas nao gastam seu dinheiro e al r.
disso fleam desgo3tosis ? por nao comprarem o!
iectos qae Ihes satisfaca, por nao hireuj a NOVA
ESPERANZA oude encontrarlo o que de melb :
e mais elegante ha no mercado, e est pjr til
forma conhecida a NOVA ESPERANCA que qaac-
do em qualquer reuniao se v um bonito enfelte,
am la{o, am coque modero) e com certa gra;a.
quando se sent escapar de algum lenco agrada-
vel aroma, quaodo se v finalmente qualjuer :oa
sa xique, ninguem mais pergonte d'ondo roi ca
douda vcio, cala um responde ou diz lomsigc
isto foi da NOVA ESPERANCA ra Duaae de
Caxias n. 60.
Auzentou-se, desde o mez de setembro do ao-
uo prximo passado, o preto Lacas, idade 50 ao-
003 pouco mais ou menos, estatura bastante baixa
e reforcada, ceg de um clho, ps apalhetados,
andar um tanto apressado, costoma a embriagar-
se e quando assim est flca muito regrhia, intitu-
lando se de forro : peie se as autoridades poli
ciaes e capilaes de campo a sua captura e logo
que o conigam poderao dirigir se a raa Primeiro
de Margo, amiga do Crespo, o. 7 A, que se recom-
'irnsara.
LINDA.
Aljga-se urna boa casa com bastantes commo-
i of, na raa de S. Beato, muito fresca, quintal mu-
| rado, perto. do bajho e da estatio : tratar na
roa do Ccmmercio o. 48.
Att8n O.aaixo assignado previne ao respeitavel pa
blico Fesp^cialmente ao cerpo do commercio, que
nes'.a data nada deve a pessoa algama, quer por
Molas eommerciaes, quer por qualqaer papel par-
ticular por elle firmado. Sa algoem se julgar seu
'redor, pede que aprsente seus documentos no
praso de tres dias a contar da data do presonte
annuD'io qne senlo verdadeiros sero pagos.
Recifr, 11 de MjrQ.i de 1872.
^________Antonio Jos do Araujo Braga.
AO ARMAZEM
Raa do Bario da Victoria
N. 7-Odtrtoa ra Nova_N. 7
Acaba de chegar novoa aorthaertoi
Calqado francer.
Bolinas para horneo*, boa bezerro ptDtct, aar-
davao vaqueta e panno, doraqoe coa btraaira ta
verniz, pellica com biqoeira d veraia, bizem
pellica com ilhoses e com botdts taato o*
cantes Suzer como 4e Polak.
Bous russianas, meias bolas, peroeiras e
perneiras para montana,
Sapatos de vaqueta do venia coa scla 4*
deira, proprios para os sitios, jar los e taito?,
tanto para senhora como para bornea.
Sapatos de borracha para homia.
Botinas e abotinados de mailai qoalidata 11 -
eos para meninas e meninos.
Sapatos de verniz, cnartat, riiaan. -nu
avelladados e de tranca, fraaeetet e ponogaan.
Perfumarias
Fios extractos, banhas, cosmticos, oaos, j\.-
tas, e poses den ti fricas, agua de loras de larar
agua de eologne, divina, florida, UvaaH *
toilet, tintura para barba e caballo, pos da arrtc,
sabonetes, e monos arligos delicados, coa frv-
n'ihos de extractos, todo da primeira qci.
e dos bem coohecidos fabricantes, Pivir Ta-
dray.
Quinquilharias
Finos arligos de Pars, de difiranles f05 t
phantasia, como sejam os segaittes:
Leqaes para senhoras e meninas,
Luvas de pellica e de fio de Escoc.
Espelhos difireme-, para sala e gabinete.
Vidros avalaos para espelhos.
Calimbas de costara ornada com ansie
Albans e qaadrinbos paro retratos.
Diversas ebras de ouro de lei.
Correntes de plaque" para relogios.
Bolcinhas e cofres de seda e da velludo.
Diversos cbjectos de pbantasia para toilet.
Pencinez, oeulos a bengallas da luxo.
Chicotes e bengallas de baleia, eaona a june
Ponteiras de espuma para charutos e eifarr^-
Escovas para cabellos, roupa, dentes a un.
Pentes de marfim omito liaos, para caspas.
Ditos deferentes para cabello e barba.
Carteiras para notas e para dinheiro.
Malas, bf-lcs a saceos de viagem.
Gaiolas da rame para passarinhot.
Venezanas transparentes para janellas.
Abat-jours transparentes para candieiros.
Mamadeiras de dar leite raui fcil as chao:..
Tiras de moldaras donradas para quadros.
Ricos quadros ja promptos com paisanw.
Esumpas e santos, cidades a phanlazias.
Esterioscopo e cosmeramas com ricas vistas
Obiectos ne mgicas para entretenimento.
Machinas da difterentes systemas para caf.
Bercos de vimes para embalar enancas.
Cestinhis para meninas de escola.
Jogos, de dama, domin, bagatela e da gloria
Campanhias de molas para chamar criados.
Realejos, aceordious, vidros avnlsss para tas
moramas e outros muitos arligos da q" ur-
inarias difflceis. de mencionar.

Brinquedos
Para enancas.
O maior sorlimento aae se pode desejar de toa
sorle de brinquedos fabricados em diversos pa.:-
da Europa para entretenimento dos msninos
Prepos.
Em virtude de novas ordena dos PjaTtaaaM
vende-se todo precos baralissiaos : no arro*-
zem do vapor francez, rna do Bario da V -
ria. outr'ora roa Nova numero 7.
Taberna.
Faz-se negocio com a taberna sia a ra a jm -
boa do Carmo n. 2 : a tratar na
O abano asignado faz scieoie a esta pr
que o Sr. Leooel de Lacerda Mach.do, dei.ron ir
ser seu empregado desde o da 30 de uaer
proximo passado, Meando portanlo sea eneit -
procarago, ou qualquer carta da ordens. err i-
der d mesmo Sr., firmad por mim.
Ilecie, 15 de marco de 1872.
Joaquim Rodrigue Tavares da Me.'
Aliento
iai '*
A Flor de Ouro contina a estar aborta at as
8 horas da noute
Mudanza
Carlos Pinto de Lemos & C. mndaram seu ar-
mazem de fazendas da raa do Vigario, para roa
do Harqoez de Olinda a. 1.
Aluga-se um escravo crioulo, asss reforca-
annos: ra do Imperador n. 20
SITIO
para singar eotre a Gasa Forte e o Poco confroa
tea es'.acao da Casa Forte. A casa tem expelien-
tes commodos para familia, n sitio esta todo mu-
rado, com cocheira. estribara, qaartos para cria-
dos, cozinba (ora, cacimba com boa agua de be
ker : tratase com Eduardo Patn, raa do Com-
mercio n. 6, oa na soa casa no Poco.
Precisa-se de um rapaz de 14 a 16 annos,
rara eaixeiro dc um grande estabelecimento em
Gamseir.i : tratar i:a ra Direita n. 72.
IgasieJo Siento dc I^oyola.^
Amelia Constancia de
Paiva Loyolla, filhos, ir-
maos e cuohados agrade-
cen) cordealmente a todas
as pessoas qae se digoa-
ram acorrpanhar os restos
morlaes de seu presado e-
poso, pai, irmao e curhado, a sua ultima morada,
Previne se aos Srs. accionistas qae, :oa"c-r:c-:-|e de novo Ihe? rogam o ciridoso obieqoio de M
as ordens da directora, a quinta e ultima chama- sisrem a mis-a do semo da qne tera lagar oa
Compauhia de lNavegai;ao Bra-
sileira.
da sobre as. accSes desta cenpanhia, de 10 3 0 ca
80* por accao, deve ser paga dentro do prao e
20 das desta data no London & Brariliac i.'aoi
Limited en Pernambnco.
R o de Janeiro 2 de margo de 1872.
_________J- M. Carrre Assislant y/as suri i-
Cjrta perdida.
Qaem tiver acbado orna carta derigida aba:-
xo assignadi, carta perdida h je em urna das se-
guiles roas, Direita, Penha, Rangel, Fogo e P.i
beira, ter a bondade de entrega la ra do Fo-
go a\ 12. que ser bem recompensado, biso qoei-
ra. Dezija-se ter a carta feixada, ou ja aberta.
Recife, 15 de marco de 1872.
Carlota Rosalina dos Santos.
Attentfio,
(i2* DA FORTIU
Dls MARCO OUTn'ORA DO
RPCU N
RA 1 .
CRESPO ^ 3-
i ule* qne paga 25 orle
Aos 20:000^00(5.
O abaixo assignado tem sempre exposto v*T
4a os felizes bilhetes do Rio de Janeiro, pagandr.
promptamente, como costoma, qualquer premio.
PRECOS.
Inteiro- 24*000
Meio 12*009.
Quarto '.JOttL'teS-
Manoel Martina Finia.______
Olerece-se um rapaz de lo annos para cai-
xeiro da loja, na roa do Imperador n. SO 3 andar;
t aluga-se um escrava para o ser vi go de casa.
CHAPELLERIE DES DAMES
nico estabelecimento neste genero
16Rna do Barao da Victoria16
(LOJA)
O proprietario deste estabelecimento previne ao publico e aos seos freguezes que
para maior commodidade dos compradores acaba de mudar seo estabelecimento para a
'ja D' iifnn!!?.1 /.ara0DeC8eaCb,T8. !?!S59?- u Ea ab,xo aeoado. tenho justo e contrado
Frevine mais s Exm." Sr." que tem recabido um esplendido sorttmento de cba-lcom a Sra. Theodora Mara da conceigo a tra-
peos de todas as qualidades para senboras, meninos e crianzas, como sejam: cbapelinas
de gaze preto com flores de cor, formas modernas ; ditas de palba da Italia, muito fina,
grande novidade; chapeos de velludo, grande pbantasia ; ditas de palha, de moldes
iDteiramente novos e ricamente eBleitados; temos tambem cbapos de palba da Italia,
cor de caf e cor de ouro, para se enfeitar ao gosto do comprador, para o que temos
liados enfeites. Pelo vapor que se espera, esperamos ainda muitos cbapos, ultima
novidade de Pars, proprios para a quaresma. Portanto pedimos s Exm." Sr.*4 qoe
bajam de visitar nosso estabelecimento, nico neste genero, e que se acba ricamente
sortido de chapeos, o qae ba de melbor na praca.
Chapellerie des Dames
16RA D0BAR0 DA VICTORIA16
(ANTICA ROA NOVA).
pra de sua taberna sita a ra Imperial n. 13,
que dirigida por Jos Ribeiro Lemos Daarte,
livre e desembarazada de dbil e de qaaes-
qae ooas : qaem se jolgar credor dirija-se a
mesma no praso de tres dias para ser atteiididc.
Reeife, 13 de marco de 1872,
Custodio Jos de Oliveira.
Precisa se comprar
,U8tomado am carree :
UD barro qae esteja
i raa Nova n. 48.
Prei'i-se alagar ama cata tarrea qaa tenha
% qoarto, 2 salas, ectiaha fura "aiola:. sendo
*s ruge do Arafio e Siadad$,
A Flor do Pao Cblnez novameote aperfeicoado
em gosto e o mais alvo possivel lodos os das as
4 horas da tarde, emquanto a limpeza e bemfei-
.'orla dejuecessario elogio algum, casta ponco
0 ,*"*ffnezes conhecer a verdade. Assim como
vende-se > nov* bolaxioba americana e pao com-
mum, todo "da i^lor fannha : a roa de Gervasio
Pires n. 45, nova pao> oercana.
ALUGA-SE ,
am liado sobrado travessa do ehabrii il.
Fra de Portas : a tratar com o coamenlaaCr
Tasto.
Manoel de Quisto Pacheco, proprietario do ho-
tel Uniio, partecipa aos seas freguezes qne se
oadoa da rna do Hospicio o. 86 para a praca
do Conde d'En n. 31, onde o achara sempre
prompto para fornecer comidas com asieio e
promptdao; como tambem a dita casa offereje
bastante commodidade.
Engommaaera,
Preeist-u de ama ama para lavar e engom-
nar: rsi 8 ppqne de Caxias g. SO, l* apdar,
Precisa-se de urna ama que eotenda bem de
cozlnha e mais servico de asa, para tres pessoas
estrangeira, paga-se bem agradando, e que d
flanea de sna conducta : na roa do Imperader n.
79, 2 andar.
Cozmheiro
Precisa-s de nm bom cozioneiro forro oa es-
cravo qne d n*>r de sna c^ndots : trata no
;ae? 22 de N'ovembro r. ?*
MOFINA
Olha elle I...
Roga-se ao Illm Sr. Ignacio V.eira de Mello, es-
srivio na cidade de Nazareth desta provincia, o
favor de vir a roa do Imperador n. 18 a conclni
aquelle negocio qne Y. S. sa comprometten reali-
sar, pela terceira chamada deste jornal, em fin
de dexembro prximo passado, e depois para Ja-
neiro, passou a fevereiro e abril, a nada enmprio,
i por este motivo de novo chamado para ditc
am ; pois V. S. se deve lembrar qae este negocie
de mais de oito annos, e guando o senhor Mt
Oho se achava no es neita cidade
igrej de N. S. do Carmo pelas 6 i|2 horas da ma-
nhia, no dii 19 di correte.________
l'OHPE^flllO
DE
Do
Processo clvl! comparado con
o commcrclal
Pelo senhor conselheiro
F. de P. Bartula.
Acha-se no prelo a 3* edicao de-te compendio,
que cootm accressimo de materias milito moor-
tantes, etc., etc., e notas mu larrinosas a respeito
da nova lei da reforma jndiciaria, as qaaes o an
tot resoive quesioes de grande inieres.-e para a
pr tica.
Nss livrarias Acadmica e Industrial recebem-
se assignaluras para esta obra (inclusivamente a
Hermenutica Jurdica) ao prego de 8J pagos ue
a:!? da subscripto, cujo prego ser elevido a
I O oa 12 depois da publicago.
O abaixo assignalo previne ao re>petiave!
po do commercio <\ie a finna Azevedt & F.i>.
e t3belecida na Villa do Cabo com uxa retina -
de assncar, se acha dissolvida des le o dia 2' m
setembro do anno passado, tendo ficalj toa' "
activo e passivo cargo do mesmo abaixo X't?-
nado.
__________Antonio Jo Gpar de Azeved,
COSINBHIA
Precisa-se u:ua, livre ou escrava, perita e re
morigerada : na ra do Imperador o. 25.
:
Medico
Empreza do gaz
Pernambuco.
Esta empreza tem nm lindo sorlimento de can-
dieiros, arandelas, pendentes, ele., tanto em vidro
(crystal) como em metal, e ama variedade de glo-
bos dos padroes mais modernos e por precos m-
dicos. As amostras podem ser vistas no escripto-
rio n. 31 i roa do Imperador. Bieos para gaz do
melhor feitio a 60 rs. cada nm. As encomman-
das podem ser feitas por escripto, na rna do Im-
perador junto a secretaria da polica, ou dirigidas
ao abaixo assignado na fabrica S. Jos, qae se rao
promptameole atlendida*.
Armazem de mate-
riaes.
Praca da Concordia n, 1
Os senhores donos e emprei contrarlo sempre neste armazem todo necessario
para qualqaer coustrocgo, como seja : cal bran-
ca e preta, tijollos grossos e de ladrilhos, telha, ci-
mento, areia e urna grande quantidade de ma-
ieiras de 22 a 63 palmos de comprimento.
'.ravejamento ele. etc.
Oatro sim, eacarrega-se o proprietario do dito
armazem de qualquer fornecimeoto de iiateriaes
qae a obra neeessitar, para o que tem canoas,
e carrocas, podendo ajastar todo posto na obra,
por menos e melhor qae oatro qaalqaer, pois que
tambem tem piarlas.____________
Precisa sa de urna ama preferodo se escra-
va para cozinhar a comprar para ama casa de
pequea familia :v tratar na roa Formosa nu-
mero 19.
O Dr. Francisco G. de Aodrade Lirr...
pie ser procurado em soa resid ra da l-nperatriz n. 8, a qnalquer ho-
ra do dia e da nonte. D consuius to-
d>s os dias de meio dia 3 horas da
tarde; gratis aos pobres.
am ni! mmuM
AOS 6:005^000
Esto venda os felizes bilhetes da loter.. ca
Jahia. na casa feliz do arco da Conceico. toj m
larves no Recife.
Preciia-se alagar um moleque at 18 anco
para todo o servico interno de orna casa : a tra-
tar na roa das Trihcheiras n. 19, carterio de v-
phaos.
Companhia Allianpa
DE
seguros martimos e terrestres
esiabelecida na Baha em
de Janeiro de 1870.
CAPITAL..Rs. 4,000:0004000.
Toma seguro'de merendonas e diobe>r>
a risco martimo em navio de vel'a e vapi-
res para dentro e fra do imperio, assiic
como contra fogo sobre predios, geoero; e
fazendas.
Agencia roa do Commercio n. 5, es-
criptorio de Joaquim Jos Gonralves r- -
trao.
Precisa se de asna an livre on escrava p>-
ra o servigo de casa 4a nma fmilia : na rna >
Mrquez do Herval, sobrado da an indar eoni--
guo a padaria. Nao sa declara o numero porone
a roa nao est numerada.
Jos Joaqolm da Costa Maia roa do Com-
mercio n. 10, saca sobre LUb-a e Porto.
Constando-ru que alguem pretenie com-
prar ao meu ilho Jos Capilulino da Cunlia a mi-
nba nropriedada denominada Mundo-Novo, sita na
cidade da Imperatriz da provincia do Rio Grande
do Norte, destaro qae ser callo qualquer nego-
cio feito om o mea referido Albo a respailo de
dita propriedade, vieto nao estar ella autorisado Precisase de am eiiinro qae techa pralica
pira cegocla-la. Pernambuco 4 de marco de 1871 de taberna, par fiear em lugar de dut> que vai
Catbariaa Freir da Cania, I sabir ; no Meco do Campello n. i
advocados
Dr. Antonio Borges da Fooceci,
Antonio Borges da Fonceea Jnior

Bento Borges da Fooceca
Roa do Imperador 37
Sobrado.
. $&!
Perdeu-se ao sahir do cjllegio du traes
Sanu Dorotha, na Soledade, at a rna a Rasa>-
eio, nma pulseira de urtaruga maretciata 4o on-
ro, com urna bola de coral a praso por nma--
agarras de onro : a pessoa que a tiver aekanV,
qnerendo entrega la, pode dingir-se rna do Se' -.
o. 38, que ser gratificada genotoumsnai.







Diaria do Praamfcuc* Segunda feira 18 de Man;o de 1872
RU i DO BRUM X 52
(Passando o chafariz)
Annuncia aos senhores, de engenhoa que por falta d'agua
ou mortes de animaes nao possam tirar suas safras, que est
prompto a assentar Yapores dentro em 8 dias do pedido applican-
do elles as moendas ja existentes.
Tem em deposito variado sortimento de preparos
MOTORES PARA DESGAROCAR aLGODaO
A vapor, agua ou animaes
inclusve alguns que nao precisan de obra alguma de campia
pelo que podem funccionar logo que cheguem ao lugar.
FORMAS PARA ASSUCAR
Aquellts propiietarios quequizerem formas podem desde
j fszer suas encommendas, pois a casatm em viagem e car-
regando numero suTiciente para suprir a todos quantos queiram.
MACH1MSM0S DIVERSOS
tiesta fabrica ha deposito de todos os .nachintsmos empregados
na provincia, e. acceita-se encommendas pa^a fazer vir qual-
quer machinismo a vontade do cliente.
ti
Cosinheiro
Preci a-se de um homem forro oa escravo para
comprar e coziohar para casa de familia de Ire
pessoas: a tratar oa roa da Cadeia n. II.
ERNESTO & LEOPOLDO
N. 2 D Ra do Cabug N. 2 D
ACtaa-se montado de forma tal este estabelecimento de joias que pode
vender aos seas numerosos fregaezes em grosso e a relalbo epor precos
mai resumidos visto qoe recebe de conta propria por todos os vapores de
Europa. O gosto de desenbo de suas joias o mais lindo do paiz das
molas, onro de le, brilhantes verdadeiros, esmeraldas, robins, perolas,
tnrquezas, saphiras, cera! rosa etc. etc. Obras de prata do porto tanto
pera igreja como para servico domestico. Convidamos as Esmas. familia*
a visitarem o dito estabelecimento todos es dias at 9 boras da rolt .
Compra.se ooro, prata e pedras preciosas em obras velhas.
LIQIDACiO DE FIM DE ANNO
i
Nova linha de mnibus para
/aboatao
Francisco Candido de Medercs, avisa aos seus
amigos e ao publico, que do da 10 do correte
encelar a ana liona, cojo vinculo se denominara
Santo Amaro de Jaboatio, devendo partir noa
dias nteis do Recifeas 3 i| boras da tarde e de
Jabaatao as 7 horas da manbi*.
Imperial Sociedade dos Artistas Mechanicoi
e Liberaes,
Continuara abertas as matriculas das aulas
desta sociedade para oa socios, mus flihos e ag-
gregados, assim como para lodos os artistas que
se quizerera instruir.
ft O Dr. Joiqoim de AqoinoFon-
{ ceca mudoo soa residencia para a
roa do Hospicio o. 54, onde con-
tinua a dar consultas medicas todos
os dias das 7 as 9 boras da manbia, '
e, somente em casos argentes, das M
3 s 5 da tarde. w
Fede-se
as Sr. Aureliano Angosto de Sooia Serrano qne
appareca Da ra do Livramento d. ti a negocio an-
tigo de particular interesse.
*


-
RA DO DUQUE DE CAHAS
(Outr'ora do Queimado)
Este estabelecimento acaba de receber um importante sortimento de diversas la
zendas proprias para vestidos, sendo poupelmas de seda, sedas, I5as, percales, ditas coa
barras proprias para babados, lindas cambraiascrox, e em fim tima infictdade d'arti-
gos de moda, ludo proprio para a festa, o qoe tudo vender por precos ioteiramcnu
razoavcis, em cossequencia de estarmos prestes ao fim do anuo, e o 05 no quer te;
grande trabalbo com o sea balanro, preferindo tomar dinbeiro a fazendas, convida-se
portanto ao respevel pobiteo a virem sortir-se na loja do 63 aonde comprara*, por pre
oi que alo obtro em ootro qualquer estabelecimento; em fim ver para crer;
ROA DO, DOE DE CAXIAS
(Outr'ora do Queimado)
i
Xa travessa da roa
das Crizes n, !, pri-
neiro andar, da-se di-
nhelro sobre penhores
de ooro, prata e brilhan-
tes, seja qaal for a quan-
lia. Na mesma casa com-
I pram-se os mesraos -
laes e pedras.
nmiiiinwj
Joaquina Jos Oon^al-
ves Beltrao
Roa do Gommercio n. 5, i' andar.
Sacca por todos os paquetes sobre o
banco do Minbo, em Braga, e obre os se-
guntes logares de Portugal.
Amarante.
Arcos de Val de Vez.
Baroellos.
Beja.
Cbaves.
Goimbra.
CovilbS.
Faro.
Guarda.
GuhnarSes.
Lamego.
Lisboa.
Mirandella.
IfOOfifO.
Ponte de L'K*.
Porto.
Tavira.
Valpassos.
Vianna do Casteo.
Villa de Conde.
Villa Nova de Famalico.
Villa Nova de Portimao.
Villa Real.
Visea.
Corredor do Bispo d. 18-
D-se comida particular a qualquer pessoa, e
aflanca-se limpesa e bemfeitorla ; na mesma casa
trabalha-se em camisas de homem da ultima mo-
da, on mesmo para eohora, tambem lavase e
engomma-se com psrfecao por preco* commodos :
pode qoalqaer pessoa dirigirse a qualqoer hora
do dia.
Preeisa-se
de um caixeiro, qoe tenha pratica de molhados :
na roa Dir ta o. ti.
COMPRAS.
BURRO
Compra-se um borro, proprio para car roca,
tratar na fabrica do g4<__________________
Compra-se apolices da divida
ni roa Nova o. J3. loja.
Na Praca da Independencia n. 33 se compra
ooro, prata e pedras preciosas, e tambem se vendf
obras de Ignai especie.
Compra-se um par de malas que estejam
em bom estado : tratar na roa larga do Rosa-
rio, loja n. 16.___________________________
COMPRASE
moedas de ooro e prata : na loja da roa do Mr-
quez de Olinda n.
Comprase chombo velho, paga-se bem : no
armaxem da bolla amarella no oito da secretaria
da polica.
CASA
Compra-se oo aloga-se para orna pequea fa-
milia orna casa n'ama roa boa, ou um sillo pe-
qaeno qoe nao seja muito longe dos bondj. Para
tratar no largo da matriz de Santo Antonio n. 2,
1.* andar.
Alerta !
Ollim e vejam.

Reparen) bem que na ra do Imperador o. 21
est collocado um lampso que se aceode noule
e tem o segoiote distico Ccnf-ltaria do Campos.
Naquella casa (?t e-tablerid urna confeitaria,
pastelaria, conservara e cuim ria, alm de tudo
mais que proprio para urna boa mesa ; de or-
le qoe, se uu>a pessoa tem orna visita inexperada,
nao tem mais o que ir on crao<1ar quelle esta-
beleelmeDt); pois all en^DUara sempre, ou p r-
qoe esteja prompto, oo porgue se aproirp :ra
com a maior brevidade, o seguirte :
Us lanche opparo.
Urna sobremesa variada. .
Urna merenda agradavel*
Por esta forma ja Dinguem se deve vexar poi
urna visita que nao se fez esperar, pois os prepa-
ratorios da Confeitaria do Campo, tem capricba
do em bem servir a todos que os tem honrado
com suas freguezias e de corto nao ;.pro eiiai a
occasio das pressas e atropello* par d<-ixsr d"
provincial .servir aquelles qoe rec;rrerem Coufeiiaria do
Campos.
Compra-se um sellim inglez e cabezadas j
usadas e em bom estado, 1 par de malas tambem
asadas : quem tiver para vender, dirija-se roa
do Pires n. 37.
Compra-se orna escrava j de idade qoe sai-
na cozinhar e lavar : na rna do Lima, em Santo
A-oaro d. 68, padria.
VENDAS.
Negocio vantajoso,
Veode-se orna excelleme casa acabada ha pon-
co, no logar de Agua Fria, ra de Santo Antonio
em terreo} proprio, teodo 2 salas, 4 quartos, co
zinha lora, estribarii e quarto para criados, e
terreno 200 palmos de frente s.b 480 de rundo,
com boa agua : a tratar na ra estrella do Ro
sario n. 17, 1 andar.
VNDESE
cem palmos de terreno sitos na povoagao de Be-
beribe, com fundos at o Rio : a tratar na ra es-
treita do /(osario, sobrado n. 17. 1* andar.
Quem qoizer comprar farinba de milho di-
rija-se a ruado Rangel n- 58,deposito. Preco mui-
to razoavel, a 10O r-., 120. 160 e 180 a libra.
Veade-se
Urna casa terrea nova, na roa de S. Joo, fre-
guezia de S Jos, com doas jaoellas e orna por-
ta na frente, doas sallas, cdco quartos, bom quin-
tal, cacimba, gaz na sala : tratar nos Goelhos
com Aotorio Caroeiro da Cunta.
De-appareceu da casa d- abatxo assigoado o
escravo Joio Gesario, preto, idade de 55 aooo,
nayo, estatura regalar, ie:cj do corpo, cabeca
pequea, calvo, testa grande, cabellos gralhos,
rosto oval, olbos peqoeno-, maules saliente?, na-
riz chato, bocea grande, beijos grossos, barba e
bigoe brancos, mijs e ps pequeo?, coz:nbei -
ro de proflssio : quem o apprehender recebar 4
referMarfrafisacao, leand) o ao sitio do mesmo
abano assigoado. Ponte de JhCj o. Ifi, oo
Ti do Marqoez de Oiinda n, 20.
f-nlz d oraw Jr,Bes prreirJ#
Sobloca-se o aneodameoto do predio a ra
lo Mrquez de Olioda r. 23, consislodo em nm
7asto pavimento terreo com os fondos para a
rus da Cacimba, com chagono centro sendo tam
oem cuito espacoso o andar, o qoal tem sahida
ndepen?ntej podendo ser pelo armazem, pro-
prio para nm grande negocio por atacado, por
ser o lagar o melhor poisive! : tratar com An-
tonio Jos Rodrigues de Sooza na tbefoararia da?
loteras, rna do Cre^o n. 6.
MARTIMOS
E
,_.&WRA FOGO*
A companbia Indemnisadora, establecid
:eeia praga, toma segaros martimos iobn
arvios e seos carregamentos e centra foge
em edificios, mercaduras e mobilias : n>
fot da Vicario n. 4, pavimento terreo.
"CffiDOOIO
Aos 5:000^000.
Bfeetec garantidos da pro-
?inela.
Ena do Baiao da
Victoria,
Outr'ora ra Nova n. 63 e casas
do costume.
O abaiso assignado acabad vender nos seos
mnito felizes oilhetes a sorte de 5:000j em deus
quartos de n. 1399, e 300 em dous meios de n.
2.j-i, aiem de ouiras sorles menores de iO e 20i
da rotera qoe ae acabou de (Xlrabir (228), e con-
vida aos possoidores a vir reeeber, qoe prompta-
mente serao pagos.
O mesmo abaixo assignado convida ao respeita-
vel publica para ir ao seo es ahelecimento com-
prar os muito felizes bilhetes, que nlo deixar de
tirar quaiqoer premio, como prova comesraes-
mos aiouncios.
Acham-se venda os amito fezee biihetw gn
ranttdos da 3' parte da iieria a oenericio da igreja
matriz de .Agua-Pre qn< ert eitrahlda no dia
.atibado 23 do ci rrente mez.
PRICOS.
inteiro 6^000
meios 3*000
uarto U500
De 400)1000 para cima.
Inteiro 5*500
Meios 2*750
Quartos 14375
____________Joio Joaquim da Costa Uiu
Vende-se orna hoa casa terrea com cernina-
dos para familia e quintal murado, sita raa Di-
reita da eidade de Goyanna : tratar oa largo do
Livramento, loja n. 21.
Peneir<>8 de rame
Na roa do Mrquez de Olioda, loja de ferragens
n. i.reeebeu ltimamente um completo sortimen-
to das referidas penaras, propriamerte para reQ-
oacoes e padarias, seo preco o mais commodo
possivel.
Arroz de casca
Superior em saceos muito grandes: nos arma
zeos de Tasso Irmios & C.
Recreio estomachico!
r.haros freguezes e amig's
ouvi bem o que vos digo,
Suita altenjao, pois, vos pec,pj
morque a annuciar ja cornejo :
rioguas secess muito nova?,
srvilhas, conservas, ovas,
-tapioca, arroz, sal lloo,
ostras ,quelj) londrino,
salame, cal, fejao,
o gostoso macarro 1
ap, bages, peixe em latas,
-somate em massa, batatas,
-ngleza genebra lina,
zarmelada genuioa i
mm calda lru:tas, azeite,
tratos, ametidoas e leste;
-ineinbo fino, aletria,
onde o sabor se apre:ia !
-fin, massa de sag,
o bom dj e de caj ;
.velaes, finas leotilha?,
-jaras, peitoraes pasthas.
a;ate, doce de ar3,
>ljofar mui Bno ca,
^.era rival ne-ta eidade,
k em sabor rarldade t
satieiga Gna, cacao,
oces, gelas, baealbo,
os presuntos procurados,
i^maroes to dtsejado?.
>renques e fino viobo,
3-uito novo bom cominho.
oaios, albos, qoeijo pialo.
o bom fejao carrapato,
Y^almon, amesas, sardinha?,
zovas cebla?, bolacbnha?,
>zeitooas, mlbo icglez,
arirade desta vez I
fano, pois, do que temos,
> todos chamar podemos I
0e Minas qoeijo, champag?,
O vinagre, a una banba :
.nda mais : temos licores,
soito finos e de sabores;
"^assas, cerveja, sabio,
nrvadoce e salpicao,
scelioado assuoar, ?,
>raruta fina em | !
sos charutos reg^a
c seu chelro arstrosia t
azC'!s estas, s porque,
sao devo maane ?er,
ma vez que o meo fim,
ge^mo neste lempo ruirn,
35 vtDder muito barato,
dente, e a todos grato I
era, pof?, c es pero
< nvente c ura Bazar
2o intu;o de agrf.car
-sodos qaanto ca entrarern.
y que dos gneros compraren!,
o que espera acntela :
nda mais que appcteca
Hado do dito Razir.
que proprio c-aresmar.
.1(111.1 U.UU.
Rna Dnqne de Caitas SO
Botinas inglezas par.t mentitaa.
A loja d'Agoia Branca a r.ia Daqje '.tx*%
0. !>0 receben por taxtira cma peioena qnuj
dade de botinas de naircqnm c> l'Otr-h .
lado ebra mui bi para mateaf, e paraqafie-
nham promp'a sabida a Afi II;. bc m \t~
'leudo as baralamfl*.
SihiOCunio
Taateo rspccljt cocia acalTlcr
Com nm I ello oiiiin r.'.o de i-rifuirtaru Aguia Biauca acaba de tectbtr ico IM (>*. >
apreciadoSrnaocosecuj j bem conhecido |k* qnao!.>.....m o-4'lo s*ra
anda mai? por a#idbe qaa ui-^ewitam Ae *
utilidad**. O contioaiido Ma u S s costa* te o
bom resultado da impedir a o/teii dos c*bdles
fnze los renascer e conservar re'i biti
alm de quf ^eu od.r mai- tgnikvti j.
tro qusl juer tnico continua a ttr vendida oa .a
:ia Agu* Branca.
Leite Excellente para acbar com as sardas, (mi
esputo ni
Vende se a 2* o frasco, M luja t* Agi.
ra nque de Caxias i>. M.
Bonitas caixc.s rom perfumari'-
proprias ptn prsiites
Vendem-se na leja a'Agoa C L':a ro L
de C-xi.is n. 30.
Agua Kiuritla.
Acaba de chfgar nevamnte : afinada agi'
fl rida de Gnislaio para ncii de pr<;
bellos branens. &uo ^.l n ','ie tein -
dessa apreciad >goa, o > oeo poim eu n*nltto t*m ttfBcaz
gou tambem a agua de Topasio 1 r. ummis
e contiaii'm a ser vendidas a 'i, < lraco c
d'Aguia Branca ra do Dnqoe de ixu "
MoMtiras (Jima<1;s para qua-
drot,
Ka loja d'Aguia T -..i a rtta I>a.uede C.i:'.
0. 50 vende se moldo I .. 11, d .
Moldes e largara?, por prefo "(rniunilo.
Pe ii:is Cilxas ctm 100 p n.t. a 1 r*. La !-j I
Branca.
Bonitas captlas com voa
no'iTAs
Vend m se na loia i'Agsu i. .cea a mi L.. .?
de Caxias n. 10. ''iKui < tai :u waim-
mente bonitosvji ou iniiit- l.-*. sai -
va?, e veos de core? pata rba; s-
Escumilha prc-tn fina e lar^.
Vende-se na leja d'Agoia Brasu tjj
.le Caxias n 50.
Boto s
Coberlos de e-guiSc |. :. para eaai*?, */-(
Ma durarlo pid i .- Mdrcfer' .
Vende se na leja o' \\ I rr :a.
Caixinhaa com 3 sabonetei fin
a U, l,W(i e 11300 .-. alia.
Ven Je se na loja 'Agcia iJT'Vi.
Meias brancas e ?e ll
homens e senbor&s e de ; res i ra crri
Vende-se na I j d'Agna B ama.
TahnrFa
Se;!a friixn c torzal para l>r
dad.
Wnde n ni loja d'Aguia liran .
\vh Nra.
tcndcuilcoK d 4#
asa*
Moscas, mosquitos e estrellas
Amaral Nabuco & C. avisam as Exmas. senho-
ras, qne acafeam de receber mo-cas, borboletas,
passaros, lantejoolas, etc douradas e prateadas
para enfeite de fitas para o pescoceo, da ulti-
ma moda, e tambem para enfeite de vestimenta de
imagens e de anj de procisso : no Bazar Victo-
ria ra do Baro da Victoria n. 2.
Vende se urna armaco de venda : na ra da
Peni i o. 11, a tratar com o dono na mesma.
Caixas vasias
A NOVA ESPERANZA ra do Duque d3 Ca
xias d. 60, acaba de receber um liado sortimento
de caixiohas vasias, seodo de muitos tamanhos e
moldes, tendo com espelhos e pem elles, proprias
para joias, costara ou outra qualqoer coosa :
Nova Esperanca quem tem.
Libras
Vende se na roa do Amorim n. 43, armazem de
Fernandes da Costa & C.
CEMENTO.
0 verdadeiro Porlland: s se vende na
roa da Madre de Oens d. 22, armazem de
Joo Martins de Barros.
8o iQdispensaveis.
Est prxima a chegada de S. M. o Imperador,
para coja reeepcJ? sSo indispsnsaveis os chapeos
da pata.
Sao os onisos que ha no mercado.
Vendem-se de finissima qualidade e por mdico
6reg : na roa do Bario da Victoria (amiga ra
ova n. 44.
Cbapelaria de J. Christiani.
Vende se o engenhj Manass, simado ca fre-
guezia de Santo Amaro da Jaboatio, distante des-
ta cidado tres egaas, c.m !,..'aite varzea?, com
proporcoes para !jrer grandes safra?, tendo dou^
tercos de snas trra* de baixo de matas virgen?,
com mnito boas mae.ras de construccao, sendo
as matas em roJa da engenhc, cuJe se peder
abrir novos partidos, bora esreado, tendo propor
cSes para se jz?t pracJ > cercados para rt. .
gado. Oengenho a agua, podendo ti
rar grandes fafras, send i o engenho copeiro e ten-
do a roda iO palm ?, ? ; i a e elegante casa d.
vivenda de lijlo t :?.;, send) nda eEvidragada,
om bom pomar, as obras sao todas de lijlo e
moito commodes para o manejo do engenho, tem
urna boa e bem montada (es:: 30/0, um grande
tanque para deposito de rr.e!, urna cstufi mnito
commoda. A r;.-. d'agna toda de amarello com
sarilho de ferro, a;5:m coma es rodete?, O enge-
nho n) Ihe fa!:?. obra algoma, val-se ao engenho
a carro, dis'ando da estrada do goveroo poce:
mais de om qasrto fie egoa quem qaizer coin-
pra-lo ple procurar o p.">pretario no referido
engenho Manafs.
Franjas pretas ~~
Rico sortimento de franjas e seda pretas para
enfeiles de casaqjintos e vestidos, vende-se D'ps
barato do que as loja; > roiudeas ; dao se
amostras Com penbor: f.s im como t?mbem te
mos um ssplenjij^ sortimento de ch:pos do sol
de seda par senhoras i horaeoa e om bonil
sortimento de fazendas e roopas feitas tudo por
precos muito raz veii : na nova |..ja da ROSA
BRANCA a raa di Imp'ra'.r:? n. 26
da facuMadc rtc dfrelU
Vei de-se p i inaia barato ( ) do a
qualquer rutra i:.rara do.-ia c.J Mino- txeiiip'ares q:e restaai i-> tieetleMa* aa
nota (des do cdigo c...nr e-;i>: rnrrnt'irt.
^onseibeiro Dr. Diogn Pereira 1" rjsz d- Sarr,p;
Ptmentel, I. ot cathedratlco d tratarte ai .-
versjdade dt '. jtlna, a.-a mon ictere*-ar-
at inditfieti*av.I .s.i. ... r.oi tcaaa
i" ann'd. Lcnldide de direit-i ?:. oidade,;
grande h m ( neidade entre .*ru''> roi*i -.
Br.-.^i! : m rna di Cr**pe i Qu-i nad i. 2.1 a. I<>a.
r?i
Negocio de peclnjha
Vende-e moito barato nm debtalo i
Tontada rom lojis os (" ; .. c
bom esta l\ unto para ir n-f-i.
o compr..*' i e unui *-.ia
se ocha a-sentada, sita no p ivoad*
a tratar no Progreaeo do pateo 'I i CaHM 2 h
no mesm pofoado coa .. Sr. Ap.'irr.
bm .,J^r -
ime! ':.
K NOVA BSPR I v- l
n. CO, 1
Bitas fl
realmente >. ..; :
cado.

as

:
an
ind j o


Albiui& para retratoh
A NOVA !.c: !: : \C
xa- i! CO re< bi a bom
; nsica e srm 1 lia?.
1 r |o
r':Ti de 1%
Molddor.
Precsa-se de nm moldador : as offleinas
companbia Reeife Drainage as Ciado Ponas.
da
Aiuga-sea casa terrea no beeco do Falco
p. 9 ; trata-n u Hi d?? Pes.'aore! o. 17.
Sapotizeiros
L^rangeiras
Abacatizeiros
Piuheiras
e outras muitas qnalidades de arvores froctiferas
e apropriadas para adornarem ras e jardn*, nao
esqoeceodo tos apre:iadores qae ha grande sorti-
mento de uranias (condecidas por palmeiras de
leques) cedro do norte, e de outras qualidade?,
lonreiraa, esneleiras, as bellas palmeiras impa
riaes, e as nio esquecidas casuarinas (conhecidas
por pinbeiroi. nm grande sortimento de diversas
qualilades de roseir.*s, aecacia?, bigonias, eqni -
meria, petunias ; assiro orno grande numero de
cebolis de floree, qoe se {ornara eDfadonho raso-
cionar : a tratar no silo do Abrigo, em Olioda,
com estaco na travessa do Tm'zeira Lopaa.
Vende-se duas. casas em Olinda, em chaos
proprios, com commodo suficiente para familia
sendo urna na ra do Arjnbe n. 17, e outra na
rna do Jogo da Bella n. 17 : a tratar na ra da
Imoeratriz n. S, 1* andar.
-Aos senhores de engenho.
Potassi americana recentemene chegada, mnito
Cpna para purificar assucar, e vende se mais
ato do qoe em outra parte : na rna do Apollo
n. ti, e no caes II de noverobro n. 1
Novo ma-
nual pratico
da fabrica-
do tos V|,-
nhos naci-
naos com o
processo pa-
ra fabricar
vinhos igua-
es aos que
vem da Eu-
r o pa, por
meio do Ca-
j, laraiiji,
arac, geni-
papo, min-
gaba?, caldo de canna de assecar e com o ael de
foro, fabricacao de lodos os vinagre?, licores, cog-
nac, bitter e bebidas ga-osas om uma gravura
em qne se acham desenbados lodos os objeelo-
precisos a fabricacao das bebidas mencionadas :
acha-se venda r vraria L'oiversal e livrarla
Econmica.
O Sr. Antonio Pereira da Hot&a obamado
a estender se com Tasso rmsos em Jiquidacao a
roa do Afporjm n
50a morada.
W.
faz-te este por ignorar-se
Terreno e casa
Vende-se por pre$o multo barato om terreno
com 400 palmos de frente e 330 de fundo, com
casa pequea de pedra e cal, em Bebcribs de
Baixo ou Fundo, na ra de Olinda, vende-se com
o terreno qoe o pretenderte qoizer, e tambem se
retalba no mesmo logar 76*3 palmos com 330 de
fondo, o melhor terreno do Ingar e vende-. rato por preclso : a tratar com Miguel Ferreira
Caroeiro, nos dias otis roa estrella do Rosario
o, 41, loja, e dos domingos no Fundi, roa da
Esperaoca.
Libra? sterlhas.
Vende-se no armazem de fazendas de Angosta
?. de Oliveira A C. rea lo Cornmerciu n. 41
Veode-se ou arrenda-se com a'guns annos
de fogo morto ) o engenho S. Gaspar, sito na fre
guezia de Ssrinbaem, comarca do Rio Formdso,
prximo do embarque ; com grandes parlidos de
pal e macap5, a roda da moenda, mattos e
mangues para rraeiri necessaria, bom pasto,
etc.: tratar ca-raa So Imcerador n. 20.
Vende-se o esiabelfcimento de molhado; sito
rna Direila, hoje Marcilio Dias n. 99, e tambem
farinba de ra Ibo Soa e grossa.
Veade-se urna escrava com perfeita saule,
sem vicio algom, com 10 a 21 annos d idade,
perfsita lavadeiri, cozinheira e eagommadeira, o
motiva da venda se dir a quem qaizer compra-
la : a tratar no largo do Pifar n. 17, em Fra do
Portas.
Casas e terrenos
Vende-se as duts casas do sitio da Tamarineira
m. 3 e 6, de pedra e cal, junto a estacio, e reta-
lha-se a tratar com Antonio D >miogUM Marques Romao
rna da Madre de Dos n. 30. "
Vende se borzegains para homem pelo diminu-
ta preco de o000, renham a loja de mindezas o
SO a roa do Marqu;z de O'io'ta, artiga Cadeia.
Venlese a taberna sita a ra do Rosario da
Bia-vista n. 2, piopria par* principiante por ter
poneos fundos, e estar bem afrguezad?, vnde-
se por sou dono ter de retirar se para Europa :
tratar de soa saie, por isso 10 se faz a ven-
da a dioheiro, oa com garante cue possa ter des
cont :' tratar na mesma.
Vende-se o hotel a
n. 44 : a tratar no mesmo.
roa hrgado Rosario
Vende-se a preciosa memoria, com finas es-
tampas do Senhor do Bom Jesas do Monte em
Braca, por diminuto preco : na leja n. 25 A, ra
do Crespo, esquina da do Qqeimado.
Para cuaresma
Franjas, tranca?, ootues prelos vendem se na
NOVA E3PERAVC i Ju-MdoDaqoe de Caxias
Aos ^ois mil palitot
4 NA
Ufi k Pitillo 1 jiiarf5
Graneo sortimento oa patitata de lada
ts qaalida os os qti^esst \t-nde j-orpre.
varatissimos, e cora especia!,dade de alpz
prela e de cur profrwa pan andar 'ssa.
Pal!! is d'alpaca lobraeaiacaa a ac<-,w a
20C0 e 2tJOO.
Ditos de merino soartciacoi e fxc< ^
A5..00 e (!VX0.
Ditos de panno iu aobrtcaMoai e Man
'le U a 184000.
Ditos de di-ertai quai lah 1 Mbftsaai*xi
e saceos de Ijjoj a CjOOO.
Calcas de casemira prela de ij a i6d>X? 1
Ditas da bnm decores de .*;00 rs a 2#00"
Colletes de easeuiiras piola e cor ialJM I
a 50000.
Fazendas
Grosdenaple pret? cperi.-j ue lANOO j
5|000 o covado.
Seda preta lavrada a 2$00 o covado.
Moreaot q-ie preto a 30C o eovado.
Chitas pretas 30 e 360 ra. ocowdo.
Lias pretas 360 e iOO rs o covado.
Chilas escoras e claras !G0 o 400 r;
o covado.
Casemira prela 300 e 4#000 o ' caifa.
Offieina d'alaate
Mandam-se fazer obras por medida* f.itas
debaixo 4 direeci> d'om perito BMtre, ga-
ruite- se f. zer muito mais baratado ooe ca
outra qualquer parte
No mesmo estibelecimeoio se eacoatrara
um completo soriimeoto de fienlae, pro*
prias para li.nuns.
48 Roa d luperatriz 4H
JUNTO PAPARA FRANCEZA
Ob.as de madr pero:a
A Aguia Bracea rna do boque de Caxias a.
50, acaba de receber :
Lindos aderecos de madreperela.
Modernos grampos de dita.
Fuella de dita maiore* e meoores para poieetraa,
cabello, el*, etc.
Coranes 00 medallas de dita com caaaapbw.
Voltas douradas, obra do o I limo go.-to.
Estojos com 3 e 4 teiouras finas, exeelleartea pan
presentes.
Gnarnicoes de la(os com brocoea e era
Bonitas franjas pretas.
Galoes prelos com bonitos atatahas. '
Bicos prelos de d.oVreetes largnraa.
Booitos. coque' grande* de iraaca

v<
'






"Tf
V
6
Oiaric de Pemamimet ~- Segunda fera 18 ie .Mur<;o fe 1872
i
DE
S ESPECIALIDADES
ok ten mmm geml
BARTKOLONiEU & C.
Ba Larga do Rosario n. 34
PBI liSJfllCIA E I1ROGARIA
Confeitos de (irimaud 4rnf
XAROPE DE BROMUHETO DE POTAS3 UM
HKNRY MURE
Cara a3 acnntinsncias d'urnas Sedactivo por excellencia para o trata-
Msdicaco'preciosa contra as afecgues ment das molestias nervosas, vertigens,
cliirtli'a?, pnidas c&res, ku.heria, paraly
sia di b.'iiga. anemias de qoa'quer na urez<
pwdoikttbau!, queda do reetiime etc.
tecutapensadoa com medltia de p.-ata
na Exgjk?5o do 1867.
DAliEAS DSIOOURBVO POTASS1UMDE
L. FOUCIIKU
Coca lao imporl nte preparado desappa
recerar* o inco venientes inevitaveis ebem
CBWhifBid na apolioago da iolureto de po-
las ere en forma di solugo, po.'go, xaro
pe fie.
E,' jod-rojo remedio con'ra as dores
itaaaatkas, e t das asmolosiijssyphliiicas.
KAflOME LRSiTlVO PEIT.mL DE H. FLO.N
Cora as d eneas da garganta, do paito e
o estomago, leen dj ser o verdadero es-
pecifico contra as c onstipages, catnbos,
rooqnid'to, asthma, tosse; nervosas, coque
iucb etc.
himl ido as hospitaes da todos os pai-
zes da Europa.
Pos e granulos ce Meynet
Anidlo rao i .reconisad > contra as eo-
xaqnecas, uev.-.lgi s, e todas as molestias
nervosas; e ainda contra as fibras Qtermi'-
titim e thjrnai-mo agudo.
AlG^FINE di DIDIER
dores de caberas, i.'isonias, epelepsia, mo-
lestias do cerebro e da espin'oa dorsal etc.
JALEA DE OLEO F1GADO DE BACALHAO ARO-
MATIZADO DE TREL
Facilita o oza de tio precioso medica-
raeDli, visto sen gosto ag*adivel. til as
debilidades, molestias escropbo'.osas, do es-
tomago, e dos pulmoes etc.
Colorigern Riganol.-
ou
lo ha mal cabello brancos
Tintura japone-a.
36 aniea approvada peas as aoasemias *t
(Ciencia, rt-conbeci3a sopenur a luda que teta ap-
oaraculo al hoje. Deposito principal cu da
adaia do Recite o. 51, I* andar, em todas as bo-
iras e casa de eabelleireiio.
Verde Obrme.
Vt-Ede-se em barra de 4 "arrobas : oa ra,
Marqnet de Qlinda d. 40.________________'
Aos jarinairos.
A Nova Esperauga acaba de receber tbesouras
especiaes para t/ardineiros, sao as melhores que
tem viado ao meacalo, a ellas antes que se aca-
ben).
Merino nmi a ISOOO o
covado,
Acaba de ebegar a loja da Papagaio ura bonito
sortimeoto de merinos 4' cores para vestidos, fa
teoda larga, de ama cor e de nm tecido intei
lamente novo, tendo verde1, azul lyrio, rosa lyrl,
cor de caf eamarello, as cores sao muito bonitas,
e de uo fll.'iio brilbanle em obra, e vande-se
pelo baratsimo proco de dea tostos o eivalo
na ra da Imperatrii n. 40, loja do Papagaio A
Mendes & Carvalho. '
LiquiJo regenerador da cor primitiva djs
cabellos Afi^PifiRP?
Era menos do 8 das reslitne aos cabellos All I AUAElj
sua cor primitiva sera ood'iar a pelle, nena A Nova Esperaoca, -rua- Duque de Caxias n".
empoaalba. a roupa e sem o emprego de > ^ Qt0 eIlas antes qae
oulra qualqner substanna. seacabem.
Plalas'de Crosaier anti ner
valgicas
Acceits pelos mus acreditados mdicos
de Frang contra a norvalgia, molestias do
coragao, dores agudas, feares perniciosas 6
todaas molestias nervosas.
As milis <^e familii
FARLNHA DENESILS
Alimento lctea para as ctingas e pessoas
dibeis.
A f rinha lctea Nesllc contera todas as
partes nutritiv s e p.eparado por ama
combinagS) de principios vericadjs pela
INCH4S
EMPORIO COMMERCIAL
13 lili M IMPfMM 13
DE
Ulyssas & Irmao
Nesle j bem conbecido establecimento encontrar o nspeitavel publico nm pooce
de tudo por mdicos pregos, e tendo seus propietarios resolvido liquidar alguna artigos
de que se compe o mesmo estabelecimento, veade os por menos do sen custo
COlflO SEJA

Eranjas pretas a
1^280 o metro
Im sortimenlo de franjas de pura seda para
enfeites de casaquinhos e vestidos pretos ; che-
em a peebincb, por este prego s na ra da
peratriz n. S^, Inja da Rosa Branca.
R*dio Bobertn-i centra as dores de s:i-.ncia e pela pratica, de rcaneira a offere
ieaut ij'ie faz passar era ura minuto, cura
a< caras dos denles, e preserva o ir) La-

\m\pc de Cktjral de Chamom
O Chloral ora completo cbhi ico de raui
n prego ni medicna, eq egrande
xilj tfai prosentido para detern'iuar im
h hiit -s fitiga'os por tenico restaurador.
cer aos meninos da tenra idade, e pessoas
iracas e valcludinariis ura ptimo alimsnto
de Dntri(So capaz de restaurar as Torgas em
pouco tempo e favorecer o desenvolvimen-
to das criangas dando Iba robustez.
Essa farinlia preferivel a todas as outras
? ainda ntilisada na cur3 das molestias do
eilesiino e estomago, como om excellente
: apas:gua a dores as m.us int- lo
ra>ti.% >etp os gravo incooveeotds do
v,... e rece o na s. a apphc f3o.
Uuico deposito na pbarmacia e drogara
Bartbolomeu d- C. ra Lirga do Rosario
n. 3 i,
NOY AEMAZEM DE FAZEDAS
guem
i n
A
.ir.
i i.
GRANDE
Di i di
COM
J
Jl..
DE ALFAIATE
pelo bem ccmhecidc e distinc o mestre
45-RUA DUQUE DE GAXIAAS45 i
A MAGNOLIA, lera recebido por todos os vapo-
res, variedades de objecios de moda e pbaniasia,
e pelo grande sortimento que tem chama a alten-
gao do publico e especialmente a di b lio sexo,
afim do visitare u na e d'tlla sabirem prvidos d'a-
quillo qa^ de-ejrero.
A UAG\0L:a nao v.iode caro, quzlqner lucro
Ibe satisfaz, todo o seu (i n servir bem, para
augmentar a freguezia e vender moilo.
A M\GN0L1A: do grande sortimento que tem
podia fazer un pomposo annuucio, e dizer muilo
mas r.ii i; limita-se sement a annunziar os ob-
jectos seguintes:
Bonitas camhinhas e paohos borlados para se-
nhora.
Chapeos de velludo e palha de Italia molernos e
de g )st > para seabora.
Lagos de seda para cabega e peito (novidade.)
Lindas flvelas de madreperola.
Cintos modernos para senhora.
Lques do ujadreerola, ccarQra, osso, sndalo e
madeira.
Meios adereg.s pretos, cagoletas, voltas e creas,
gostos modernos.
Ricos enxovaes para baptisado.
Chapeos de sol para senhora, ricamente enfei-
tados.
Bonitas capellas com veo e sem elle, proprias
Ipata noivas.
Escolhilo sortimento de botes de larangeiras
Machinas de costara.
Cbegaram ao Bazar ersal da ruaniv
Nova n. ti, nm sortimento dej machinas
para costura, das melhores qnaltdades que
existe na america, d -s quaes moita3 ] sao
bem conhecid.s pelos seus autores, como
sejam: Weller & Wilson, Grover & Bok*.
S lenciosas, Weed e Impenaes e outras
muitas que c m a vista deverao agradar aos
compraJoreF.
Estas machinas tem a vantagem de fazer
o trabalho que trinta costureiras podom
fazer diariamente e cozem com tanta per-
feigo como as mais pereitas costareiras.
Garante-se a sua boa quii !a je o ensica-se
a trabalhar com perfcigSoem menos de urna
hora, e es pregos |5o lo commodos que
devem agradar aos p-etendentes,
m M ^
Rua do Marques de Olinda n. 40
Pinto C. acabaos de abrir e>te novo estabelecimento e peder a
ido i publico qoe encontrara completo e sempre renovado sortinen-
g no*. i*a .-mira p gord, memos, slp cs, bnos de todas as cores e quali lados. No rnesmo ha corapi;tc
;' i I T '-J^ larlp se \ m : n pre os mdicos, afim de acreditar este novo armazem.
(faoiiiajifl i braiissiaio
Sb o t iumph > ra B "a Vista.
80-Uua -\.\ Sipcraraz
GratiO> avirialj sorfainmio do f-.zeudis fins
eano aejait, r.v-1 cortos t cm pegrs da sedinhas, '
irieoi ; os, alpacas lavradas e de
, '-:r I li tras de seda, Icazinha,''
.' "y. .: 1S0 fran-
. ':. q ... lad m n-
i, t' uro r i9 : i i? bordadas, i
aSim como sim-
pta i r ...'- \, ) I a senhora,
gnae tai laJ ,'.-': s i- \, r lados, j
. .:!! .-, bramante s'
iak>. :< -,. .. i., c.-g iia->, I
viij i e roupas de!
; p ni'l m'i-is e I ti( os pre? is |
D
Rbios! Mi.. > \\:-\ :< \ i' ) 1 tn-
,. I : : 1 -. il .. i lj,
aiapoa .. z '' n.anii is a ll^asilrira!
mpriM para-j i ;r-.i ,i (\ vertidos branots i
11 e .i! I alpacas de lislras com i
la*tic> ?i SCO :-. cova la lanziohas a 'O e 400 '
r<. >i corado, fu i i j ponei moilJ lrgo i ara ves-1
lid.) a fiiO r.-. o c .-; i toalhas pira m a o,'
rizas r>n barra luisas para vlag^-ro a '
S
^%
--l-^
LOPES MICHI


i ...j-*;'
rn
ravessa
S anto
Venle-93 machinan a vapores locomoveis defor-,
ca de 2, 3, 4 e 6 cavalloa e seus perteoces, pedras
de moer milito*, atreios para carro para dous ca- invengao agradavel, priva a qaem despejar embe,
para enteites de vestido de casamento
Linba de todis os mineros para croch.
Rico sortimento de fLres de cores e pretas para
chapeo e cabello.
Rijos port j >as, port cartoes de visitas, port-mo
oey, propries para fazer presentes.
Lindos livriahos para miisa, com capa de mar-
fim.
Chapeas de sol inglez-'s, cabos de marfim, e ben
galas de caaa com cabo do marfim.
Tapetes avcliudadi'S de diversos tamaitos.
Ditos d-_- cojo pira portas de sala de diversos ta
manhos,
Ricos sapatos de laa, bordados em talagarga.
L n.:..s almofalas para sof.
As floristas,
A MAGNOLIA receben pelo ultimo vapor o qae
os Srs. fl iristM precisarem para fabricar Qores,
como sejam :
Peslhas de varias cores.
Bagos de v.dros de diversos modellos e ta-
maullos.
Olh.is para mal-me-queres e cravos.
Clices para rosas.
It.pa- douradas para Aires.
F -Ihis verdes e protas encera las sorlida3 em
Uotanboi efeitios e.e. etc.
Pomada alpaca.
D'eate excellente privativo da queda dos cabel
los, e mulo apreciada por aquelles quo a conhe
cem, recebeu a Magualia pequea quantiiade; a
ella antes que te acab.*.
Pedes a Rocambole.
Realmente sao muito engragados esses peSes I
engenh^sa e distrahe maito esta nova mvencao.
S na Magnolia, mi Da^ue de Cillas n. 45.
CANDIEROS EGONOMI X)S.
Os candieiros eeanomicos, sao na verdade de
ItteiiCO
Vende-se urna arma'
li berna com todos os
pertences era muito ii l.xalidade, e o alugnel
da casa muito baratu, pr i>'ia para qoem tiver
pouco capital, a tratar no> AfTjgaJos, rua do Mo-
tocolomb n. 24, taberns.
Susteato restaurativo da
saue
PELA VERDADK1RA l'ARIXHA
A, Du Barry il'Arabia
Os abaixo asssigoados i;..''n sriente a seus fre
Kuezes, que pelo vapor Dg'tz La-Plata receberau
Jegunda reraessa d'essa excellente farinha, cuje
uso muito se recoramenta para as criangas, pes-
soas debis e convalesceutes, applicida com rtco-
onecida vantagem as conslipagoes, diarrheas
nausea do estomago, losse, escarro do saegue..
phthysici, etc. etc. Preferida ainda pelo agradave!
snlior.Uniricoa ontra qualquer.
mmwmmmmmi
BUt A' rua .i Lommerjio n. 10, scnplo-
S rio ^e J"^ Joaquim da Costa Maia, en
I contra-se para vender por commodos
m pregos :
S5 Azulejos hespanhes.
^ Folhas de ferro galvanizado para telha-
| do de diversos lmannos.
S Ditas de dito dito lizas.
Bicas de ferro galvanizado.
M Cumieiras dito.
Portadas compietas para cantara.
Sa Ladrilhos. H
Bonitos ports bu'uet?.
Lindissimos leques de madreperola moldes in-
lei.'aroen'.j novos.
Cortinados bordados.
Camisas bardadas para hornern,
Finas meias de seda para senhora,
A Nova Esperacca auem tem I I I
DiSAPPAREgAM AS SARDAS
A Nov.i E.-paranca a rua do Duque de Caxias
n. 63, acaba de receb'.r o bem conhecido kite
de rosa b auca, e tambem lcite virginal, os ^uaes
Lzem desauparecer as sardas on pannos.
A 91000 J VL
Vinho do Purto Gao em caixas de urna duzia a
9/000 cada uma : na rua d> Apollo n. 4
Garrafas de vidro Bacarat para vinbo a
U, H e 7,5000 o par.
Compoteiras a 6,-j e 75000 o par.
Copos de vidro Goo para agua a 45 e
i-io a doza.
Clices de vidro de cor Gao para vinbo
a25000.
Meios apparelhos de louga ingleza floa
para janiar por fO^OOO.
Pratos e diversas pegas avulsas que se
vende b rato.
Jirros paraflires tle 35 a 155000 o
par.
Clices de vidro fiao para licor a 25800
a duzia.
Vtdros de clnaain paracandieiro a 25200
e 25400 a duzia.
Giobos para candieiro a 1500U e 15800
cada um.
Bonitas qoartinhas hamburguezas a 45000
e 45200 o par.
Escarraderras de vidro a 35000 o par.
Bonitos candieiros dejarro a 165000 um.
Grande qoanlidade de arandellas para
dependurar a parede, de 15500 a 25000
cada uma.
Ternos do bandejas a 75000
Paliteiros de porcellaoa branca de 15000
a 25000 cada um.
Lava mao de zinco a 45500 om.
A'godo inglez para roupa de escravoj e
saceos a 323 jarda.
Tapetes avelludadcs para qoatro cadeiras
a 255000.
Um grande espelho moldura doorada por
805000.
Lindos albuo: para retratos a 1050"0
cada um.
Bonitos chapeos de velludo para senhora
a 105 e 125000.
Aberturas de linho para camisa a 105000
a duzia.

val os com retranca.
4* e 1*500, crear I, anca p ira vestido a 640 rs.
Avara, r;- ivtido braaios Cjm 18
etrof, ie 1 b 7, ditos com 44 met -
a 15, ttadapo a 1 ti 1 ;, C u p^;a, algodio mar:a
T superior a 6 haveodo grande e v.'riad > sorti-
OKBio ta chita-, cassas, malapolS s, r opas f ita-,
brios. catADiras e m utos artigos qae na moncio
qoiiquer parle
Boa do Crespo n, 20.
DE
; .
A Turoueza
8fr.xbtia :
Corts de vwtidos pretoj bordados.
S .i' e fio- pretos.
Nota' basqaioas.
MaotlSs e veos pret..".
Eievli ;ot<;s capas e tu iotas de la de cores
mbora e Denina.
A' rua do Bario da Victoria n. 0, anga raa
fova..
ZELSt*1; :"s 20 PM eeQ1qlefra c,,!a Gillierme C- da Cimba & 0.!
F iR A & LRSSA. Na:nca200 e 2iQ res o covada, laziohas
miodinba a 320 rs. o covado.
Alpacas pretas com listas brancas, proprias para
luto, a 440 o covalo.
Ditas lizis de cores a 440 ris o covado, cam-
braias lizas de cores a 280 ri o covado, toalhas
;.'c xo..das para rosto a 500ris ditas felpudas
800 rs.
Br-manta proprio paraleng!, com 10 palmos
de largura, a lV"00 a vara
D.to da dito muito fiao caai II e meio palmos
de largura a S'jOO.
Cambrala transparente floa a 3i apeg, dita
Victoria a 44, dita de din de firro a 1*600
musselina branca a 403 r's o covad, casimira
prela muito fna a 2/ ea2500 o covado, lengos
de cambraia de liuho ab'.iinh::dos a 41 a duzia,
ditos de dito pequeuos proprios para meninos a
2km a duzia.
Cortes de cambraia bordados com 16 covados a
5. E' pechiactn : s ai rua do Ciespo u. 20, lo
de Guilherme C da Cunha & C
I lezar urna sala de f.izer duas de-pezas, po:s que
! tirando-sc-lhe o depsito onde se conserva o gaz.
' toraa -se ura lindo jarro para fl >res.
| Todos eses artigo; s se encontrara na Magno-
i lia, os seus correspondentes primam em gesto e
i para que esse3 objectos tenham muita extraego,
elles reccmmendam aos seus proprietarios qie se-
jim mdicos nos pregos e agradem muito aos fre-
AMAONOLfi
45 Rua Duque de Caxias45
DE
Hk E.eitro, Fouseca k comp.
para
ATu
roueza
Vente barato o seguinte :
Cana de cambraia birdaia a 11 000.
Ditas de chita com I c vados a 5.
l.ios de t .ri.-. .na bordada a 205.
a^uioas a i2.
St,a.
m^dibarao di Victoria d. 0. n!;ga rua
Fotassa em 12 barris
No armazem de Candido A'lierto Sodr da Multa
& C, travessa da W-dre de Deus n. 14.
500 m e 10600
Grosdenaple preto muito boa fazeuda pelo dimi-
nuto preco de 500 e 160, na loja das 6 portas em
[ frente do Livramanto, esta se acabando.
Venie-se bous pasaaro3 cantadores : na rua Di-
reita n. 3, 1 andar.
Chape03 de sol de seda a
5$000.
Para senhoras ou meninas, pelo taratissimo
prego do 5J : des^nganera-se, pecbiochas s na
rua da imperatriz n 26, loja da Rosa Branca.
O IUUZ-.U elogaule acaba de despajar o que ba
da mais moderno em veos pretos de bionde, mantas
pretas e mnlilhas brasileras as mais modernas,
tambem recebeu grande, sortimento de franjas
pretas e de cores toda de seda, coques e diade-
mas cousa de ullimo go;to, luvas de pelica pretas
e diversos objectoi da moda, e esto vendendo
muito barato : rua estreita do Rosario n 1.
Superiores cortes de sedl prela adamascada com pequeo toque de mofo pelo baralissimo prego de 205, 255 e
305000 o corte.
Grosdenaples de seda pretos, largos, a 15600, 25, 25500 e 35000 o covado.
NM dito dito com 3tas assetinadas a 25800, 35. 35500 e 45000 o covado.
Gorgorao de seda preto a 35500, 45, 45500 e 5500C o covado.
Dito dito dito muito superior* 65, 65500, 75,-75500 e 85000 o covado.
Mantas e mautinbas brasilinas de superior qualidade.
Fil preto liso e crm flores.
E ootrai muitas fazendas pretas proprias para a quaresma, havenio granle e variado sorlimeato para os com-
pradores escolberem.
Na roa P.imeiro de Marco (outr'ora do Ciespo) n. 13, loja das Columnas, de Antonio Correa de Vas-
concelos.
A Magnrlia, rua DuqiiH de Caxias n. 18, rece-
tieu una gr-ibde st-rtimeolo de coques o mais mo-
deraa que na, e vnie por menos do q'ia em ou-
ra qualquer part.
0huc-)Lit*3 Jttenier.
Vende-se chocola'.p Menier de saude : na rua
do Mrquez de Olin'a n. 40.
Deposito de gaz
Em poa,tien33 e grandes porgues, marca Devoes,
i rui do Apollo n. 4, vendem Joo do Reg Lima
& C.___________________________________
Especiaiidade.
Vinho do Porto o melhor a desejar, em barris
dav10 e 20: vende-se no escrip orio de Soares
Primos, rua do Vigario n. 17.
Bonitos e finoi entrdmeios e
bibaJiuhos bordados
A Aguia Branca rua do Duque de Caxias n.
50, recebeu novamenie um bom tortimenlo de n-
tremelos e babadinbos b ,rdado3, coja superiorida-
4e s?ra c.obecija por qu;m os qaizer comprar e
dirigir-se a dita loja.
il
A verdadeira cervija da Biviera, marca ban-
deira, de superior qualilad^, vendem Tasso Irmaos
4 C, armazem da rua do A norim n. 37.
Cerveja de Noruega
Verdaleira e snperior : venda nos armazn-
de Tisso irmaos & C-
Oorpiahos francos
Lindos corpinhos de cambraia transparente ri-
camente enfeitados de branco a 3*500, casaqui-
nhos de cretona com bonitas listrai de cor enfei-
tados com esmero a 2*700 ; tudo isto nr vida le,
a manda-se levar as ca as : na rua da Impera
triz n. 26, leja da Rosa Brapca.
Punhos de linbo para camisa a 5000 a
duzia.
Collarinhos de hubo para camisas 65 a
duzia.
Anqoinas de crina psra creangas e se-
nhoras, d 35 a 454D0.
Cortes de cambraia branca decordlc com
8 i/ varas a 355U0. ^
Fronbas de crivo a 560 rs. ama.
Cortes de castor para caiga a 15280.
Algodao de h.-la a 260 rs. o covado
Co'xas branca adamasca Jas grandes a
35000.
Cobertas de cbita grandes a 25VCO.
Superiorbrim de HaiLburgo deliihc m
10 palmos de largura a 5800 a vara.
Bonitas frucleiras cm abneles de frac-
tas, proprias para presente a 55000.
Lindos livros com extractos e sabonetes
a 25500 e 45000 para presente.
Oleo plii'ocome a 600 rs. o frasco, e
muitas outras perfumaras que se vende ba-
rato, como se a : abneles finos a 14200 e
25000 a duzia.
Chapeos para baptisado de crianga a 2#500
e 35o'.0.
Coques para cabello a 25000.
Cadargo forneo a 360 rs. a duzia.
Dito t a.:g do largo a 140 rs. a pega com
4 varas.
Caixa de papel amisade a 70C rs.
Dita de 100 eavelopes a 400 rs.
Duzia de pentes para alisar a t|600
15800 e 25000.
Bonitos chapeos ce palha com aba f rra-
da, para humera a 45000 e para menino a
35')00.
Sortimento de meias para bomens, senho-
ras e criangas, e mu tos ostros artigos que
deix-mos de mencionar, e qoe igualmeLte
vendemos por pregos commodos.
O EMPOO COMMERCIAL eacarrega-se da factura de roupa por medida, e capr.
cha era bim servir aos freguezes, tanto no comprimento de seus tratos, como na boa
qualidade da fazendas e modicidad; de pregos.
PECHINCHAS DE ROUPA FEITA
O EMPORIO COMERCIAL vende pa'.etoU raqtio de casimira fija bem acabados
a 185000, 205000 e 25O00. Paletts saceos de casermra.preta e de cores de 75000 a
125000. Ditos de merino prtto de 75 a 10J000. C-lcas de casemira preta e de co-
res de 65 a 15000 cada uma. Colimes de. casemira de 35 a 44000. Caigas de brim
muito bem talas de 25500 a 85000. Pdleiots de alpaca fina de cores, branco e prele
a 25500 cada nm. Ceroulas de linho a 2)800, e d* cretona a 15600 cada uma. Cai-
ga de castor a 15700 ; superiores pannos finos, c;semircs e brins.
EMPORIO COMMEKCIAIj
15 Rua da Imperatris 15
toes & mm
Granie reueQao ein presos
Na loja de int nio Pedro de Soja Soares, na na
Baulo da Victoria u. 28, outr'ora xuaNova
MODAS
l,!.-rr idem pra senhoras a i5
65000
de
25000,
15000
CHAMPAGNE
Marca Cbs Fare
deposito d'aquella marca acha-se aclualmcn
te na roa do Bom Jess, antiga rua da Cruz n.
22, 1 andar.
Vande-se um carro americano de 4r odas,
e coro quatro assen'.os, muito lave,, elegante, bem
pintado e forrado: rua do Imperador n. 20.
E' pacMnclia
Cobertores de ia escurras a 2*000 cada um,
s na roa do Crespo p. JO, loja de Guilbarme
Caruelro da Cinba & C
FftriDha de mandioca
Superior p, xuite propria para mesa, em
rieas d%|;finba de trigo ; a 11*000 rs. a t
aos arovizens de Tasso Irmaos A
_ barr-
barrica:
Coques de trangas o que tem vio
do de mais gosto a 550OJ e .
Miraosos leques de sndalo com
lantej ulas a......
Ditos a imitigao com lantejoolas a
Aderegos pretos com camafeu (oo-
vidade) a ,.....
Voltas ou aljofres pretos e de co-
re) a 5'JO, 800 rs. e .
Ricos endites de blond e flores
para cabega a 65000
Sravatinhas de seda com fraBja
para senhora a.....15000
Franja de seda preta estreitae larga
dem idem de cores pega a 35000
GjI'S de sda de cores a 800 rs.
15500 e.......25000
Luvas de pellica preta e de cores
o par 500 rs., 15000, 25000 e 35)00
Transparentes com paisagens para
janellasa.......1250C0
Bicco de seda preto e bran:o pega
de 45000 a......75000
MIUDEZAS
Entremeios e babados tapados e
trans parentes a pega de 600 rs. a 350"0
Pegas de traBgas de cores de 120 a 400
Caixas de linba do gaz de cores a rs 880
Duzia de pegas de trangas de cara-
col a rs........ 400
Idem idem lisas a rs..... 20.
Bengalas de caona e junco 14 e 35000
Caixa de papel amizade muilo
snperior a rs...... 700
Idem. idem de cores a rs 700
dem idem de quadrinhos a rs. 0.0
Caixas de envebpes finos de por-
celana ars....... 800
dem idem a rs. 400 e 500
dem de pennas a rs. 500, 800 e 15000
Abotuadnras para collete grande
variedade ars...... 200
Idem idem de crystal a 15000
Mem douradas para pnnhos a rs. 500
Duzia de baralbos francezes boi-
ra doorada a...... 35600
Ditas de pares de meias para bo-
mens a 35500, 54000 e 64000
Unos dem
55^ rs e .......
Duzia de talheres com cabo de
55000^ csso 2B a r -. .
2500 Di a de ditos cravado- ( barat-
simo) a 250OOe .
Garrafa de lint' roxa extra fina a
Pote dita ingleza a rs. 100 e
Estimpas de combates da guena
franco-prussiana a .
Cartoes com retroz de todas as
cores a rs.......
PERFUMARAS
R sas c ru extracto a .
Frasco com extracto inglez moitj
superior a......
I lem com d.to kananga muito su-
perior a.......
Agua de florida verdadeira, gar-
rafa a........
dem kananga doJapaoa .
Banha ingleza em frascos e potes
deporcelana a.....
dem idem a rs......
Magos de sabonetes inglezfsmuitc
bom a rs .. .
Sabonetes de am.nJoa moko su-
periores a .s......
Cosmetique de cores a rs. .
Pacotes com pos de atroz fino
a 300. 400 e .....
Caixas cora dito maito &bo ka-
nanga a. .......
Frasco com oleo oriza verdadeiro a
Frasco de oleo pbilocome verda-
deiro a ........
Dito de dito antique maito snpe-
rior a rs. 320 e .
Galera dus grandes bomens cada
estatua com om frasco de ex-
tracto a.......
Frascos com agua de colognt a rt.
50), 14000 e.....
Garrafas com dita o que ka de ate
Ihor a 34000 e .....
Elegantes caixinbas com exti actos
e sobonetes.......
75OCO
HHi
25600
I500U
m
15000
',
1480o
I500C
I >* i >
14200
14*00
1 m
100
600
300
100
500
14100
IJM
14200
400
24OOO
14800
44000


BRINQIJfiDOS PARA CRIANZAS
Bonecas de I^uca, massa, cera de todos os lmannos, tambores, cosmoramai, car
rinhos, gaitas, toldados de chambo e muito oatros objectos que, por & tonar
siado loogq deixo de mencionar.
U. 28 Rua do JBarao da Victoria N. 8
BMBM
I



. w
I
friari dt Fwnamlmc Segunda [aira 18 de Marceo da 18" 2 '&'
5-E7AT LlklTES
Nk
LOJA E AHMAZEM
FLIX PEREIBA DA SILVA & C.
NA RA DA IMPERATBIZ N. 60-
S a dinlieiro vista

<
Os proprietarios deste estabelecimento tendograrde necessidade 1e diminuir o im
menso deposito que tem de fazendas e grande urgencia de apurareaj dinheiro, tem re-
Otnao fazer urna verdadeira liqurdaco cora grandes abatimentos nos precos de todoj
M seus artigos: para o que convidara ao respeitavel publico desla capital a vir sortir-s<
pois rae ganntem que em parte alguraa poderlo encontrar t8o grande sortimeitoe mei
mo oSo comprarlo pelos precos qne se Ibes podo vender na loja de PavJo ; porra ad
virtindo-se que s se venda a draheiro vista. Os raesmos prop ietarios deste estabe
.ecimento rogara a todos os sens devedores dasta praca o favor de virera saldar seos de-
Ditos, e todos aquelles que estiverera devendo contas antigs e o nio fizerem ter5o d<
ier encommodados judicialmente.
Para a qu resma
GROSDENAPLES PRETOS A I0GOO,
2,5(000 2^500 e 30:200
O Pavao rcebeu um grande sorlimento
de grosdenaples e gorguies preos qne
vende por pirco muito em conia, sendo
rrosdenaple preto liso muito boa fazenda a
t0SOO o covado. Dito a 20OCO e 205CO.
*)to de cordSo ou gorguro muio encor-
cado do boa largura a 30000, 30-200 e
"*05OO at 55)00 ou 6000 o covsd >, as
ra como grosdcnaple liso com i palmos
de largura, sendo muito encorpado a 35-200
grande pechincha, na loja do Pav2o rui
di Imperatriz n. 00.
FAZENDAS PRETAS PARA A QUARESMA
Na loja do P.vo vende-se uai grande
sortimento de fazendas pretas proprias para
a quaresma co.uo sejam : grosdenaples pre-
tcs de tod?s as qoalidades, panno fino pre-
to de 15600 o covado at 105000, casemi-
ras pretas de todos os precis e qualidades,
merinos trancados e de cordo, bombasioas,
alpacas e outros muitos arligos que se vea-
t& mais barato do que em outra qualquer
narte ra da Imperatriz n. GO.
Explendido sortimento
DE
GROSDENAPLES NA LOJA DO PAV.iO DE
15600 at 105000
f 0 Pavo vende ora grande sortimento de
grosdeoaples e gorguies pretos para vesti-
das, que vende a 15600 o covado, dito a
5000, dito a 25500, dito com l palmos de
largara a 35000, dito a 35303, 45 e 5500O
'.o com mais de am metro de largura que
com 9 covados se faz ura vestido, a 85, 95
e 105000, todos estes grosdenaples se po-
den vender mais barato do que era oulra
qualquer parte, altcndendo i grande quan-
lidade que se recfeberj desta fazenda, ra
da Imperatriz 0. 60, loja de Pereira da Sil-
va dC.
Panno preto a 14339 o covado
O Pavao vende panno preto fino de duas
largona a 15600 o covado, din muito su
perior a 20500 pechkjha, ra da Impe-
ratriz n. 60.
RICAS SAIAS BORDADAS A 85000 E
105000
O Pavlo recebeu cm bonito sortimento
das mais ricas saias bordadas, ten do 4 pal-
mos cada urna e vende a 85000 e 105000,
sendo fazenda que vale 125000 e 140OGO,
pechinoha, ra da Imperatriz n. 60.
LA9WHAS NOVAS
O Pavlo recebeu um elegante sortimento
das mais moiernas lias para vestidos com
istras de seda que venda a 800 e 15000 o
;ovado, ditas de phantasia sem listras de
seda que vende de 400 at 640 rs. pe-
bincha na loja do Paito ra d Impera-
triz n.60.
MANTiLHAS BRASILEIRAS
O Pavirj vendo bonitas mantilbas brasilei-
ras a 105900 pechinha, ra da Impe-
ratriz n. 60.
NOVAS CAMORAIAS BORDADAS A 55000
O Pavlo recebeu um bonito sortimento
de novas cambraias bordadas p3ra vestidos
sendo todas brancas e com bordados do co-
res e" venda se pelo barato preco de 55000
cada corle, teodo 8 1/2 vara pecheinha,
ra da Imperatriz n. 60.
Pechiuch* na loja do Pavao
POR GAZA DO INCENDIO
F. Pereira da Silva, tem argente necessi
Tealhas grandes de fusilo para mesa de
jantar a 3:500 e 00.
Coberlas de fusilo para a cama a 3|300.
Grande sortimento de Cc83quiahos oo
basquinas modern s ele seda e croch, rica
mente eiiftitados para differentes precos.
Gorg rio de cor para vestido a 350 o
covado.
Bari-ges transparente a 320.
Ditos ditos a 160,
Dozias de to.ihas para mo a 65 e 85.
Carnizas friracezas para homem a 15600
e 20'.OO.
Cn'etes de meia cazemira e biim a
10500.
Caicas de brirn branco de linho a 25 35.
Palitots de alpaca preta deksalpico a 25.
Dil s sobrecasacos de brim a 25.
Ditos de cazemira de rr a 45500.
Panno preto cora 6 palmos de largura a
156'O o covado.
Cansas pretas lisas a 120 ris a vara.
Chita preta lisa a 100 ris o covad-).
Cales pretos adamascados a 15600.
Ditos de b'Tege de cor a 15.
Ganga franceza a 320 o covado.
Dazias de lencos brancos 15600.
Punhos com gollinhas de cambraia tapad
9 trasparente a 10COO.
Corpinbos de cambraia branca e de cor
a 25000.
Sdias de lia com barra de cor a 3J, 45,
55OOO. e outros muit03 art'gos que seria
infadojho m ncicnar o que se liquida muito
barato na loja do Pavlo ra da Imperatr7
n. 60.
GRANDE PECHINCHA EM PANNO PRETO
A.35000
Na loja do Pavo vende-se superior panno
preto pelo barato preco de 30OCO o covad)
:-eudo fazenda que smpre se vendeu por 45
e 45500, e liquidase por este pr*co por
ter-se feito urna grande compra, assim como
n) raesrao estabelecimento se ven Je grande
sortimento de panno preto, casemiras mais
barato do que em outra qualquer parte na
ra da in peratriz n. 60, lija de Pereira da
Silva & C.
NOVOS VESTIDOS A 55000.
O Pavlo tera lindos cortes de vestido d(
finissimas cambraias com bonitos bordadoi
de cores e tambem iodos bordados brana
que vende pelobaratissitr.oprei.o >'e 5500
cada corte, grande pechincha.
PANNOS DE CROCH PARA CADEIRAS I
SOPH.AS.
O Pavlo tem um grande sortimento di
pannos de croch proprios para encost d<
cadeiras e de spbs, assim como um rice
sortimento de tapetes de todos os tamanhoi
proprios para salas.
MADAPOLO BARATO A 45, 45500 E 55
O Pavlo tem pecas de madapolo com 21
jardas ou 20 varas que vende a 45 e 4550(
a peca, dito muito nao e largo de 65 par;
cima, dito francez do melhor que tem vind(
ao mercado, assim como dito finissimo en
pecas de 40 jardas.
Cortes do chitas.
a 15600,25000 6 25800.
O Pavao tem cortes de chitas francezai
com 10 covado, que vende pelo barato pre-
CO de 15600 e 25000, ditas qae vendo
160, 200 e 280 rs. 0 covado, tambem ten
um grande sortimento de ditas finas clarai
e escuras que vende a 280 e 320 rs. o co
vado e finissimas percales miadinhss propr
lfl/

OSTURA
OSPOSFGNOS m
$000
MLAIU'A
dos posrciuos
ano vio um processo'mais perfeito e que at-
ih i al forma i saii?faier as exigencia mais
rara da escrifinrao.
knx efir lindissiira e nao precisa de ciiida-
0 tam para se conservar no tinieiro sempre
-; a mesma cor, sera borra, crfia. bolSr ou sem
yin tsias ojazellas inherentes lodas as timas
tt afora cobecidas, aici'a mesmo dns malogres
atores estrangeiros.
Sobrstndo, ate estiraavol producto ao ataca as
unaa de acp, antes peln contrario, a penna
4qoir um .esmalte acurado que, seado interes-
nta, 4 asss proveitoso.
Cita tinta, cao sendo especialmente para copiar,
a comtado duas, ires, ou mais copias nm .uiez
po* de escripia ; preciso, porra, deixar-ibe
cpapel bem molhado sem o enxugar com o mata-
irao, porque nao ba o risco de borrar. Para S8
.rar mais de urna copia, uao se apglomeram tan-
ta folhas quantas copias se qu6rem tirar, mas
-i como original tirar urna tantas qnantas
itdutjam, sem que o original fiqaa prejndicado
itlai trances.
Occorre ^qni diier que, para copiar importa
ttita inteliigencia e habilidad?, sem o qua a me-
jor tinta nao satisfaz, e o defeo reca'o sempre
ofcr a tinta, que muilas veres qaem menos
?i--.* tem.
A dupla qnalidade desta tinta, extremamente
prcciavel. pois que evita que em iu...'qucr es-
ni torio naja mais do que ma tinta para os di-
wi misteres.
'^rinanto sna durabilidade, nao ha a oppor
tanor dnvida poit qu i tinta dapoii dt as-
cripta soffre o choque de acido fortissimos^ sem
se decompr ; ora, se os cidos nao tem aegao so-
bre ella, muito menos a accao do tompo a pd^
destruir; isto plausivel.
Nio s ao comraorcio que este men producto
veto ser til ; os professores dos collegios, Invest
gando todos os meios para o adiantamento dos
sens discpulos, tem approveitado esta tinta, que
com razio a acbaram apta para desenvolver o
gosto nos edneandos, era corraequenca da belera
da cor e facilidade de correr na pequea pela sua
liquidez. Ha exemplos de cr.^ncas que bavia
muito tempo tinham urna repugnancia extrema
para a escripia, logo que foi admittida esta tinta
no coegio, apoderou-se deilas a cariosidade e o
gesto, e poaco tempo depois o seu adiantamento
era msnitesio.
Esta tinta, par de tantas vantagens, tem um
nico inconveniente, deteriora-se ao contacto de
outra qualquer; envara pois te- la em tinteiro
isentos do menor vislumbre de outra tinta, e evi-
tar escrever com a penna suja ds urna preparacao
difTereote e incompativel; verificando isto, nao ha
razio para se usar de tinta que nio seja a VIO-
LETA EXTRA-FINA DE MoNTEIRO.
Observfujo.
Diversas falsiflcacoes e semelhancas tero apa-
recido, enja durabilidade dnvidosa. Os Srs.
compradores polem evitar o engao dirigindo-se
casas circunspectas, e pe delo a tinta qca en
fabrico
I. C. 5/r.ntp.iro
TI p sofoco
lilUjll 9050C0
miwcTimiw ^5000
(BQiTaHir
90OO0
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COJflP 1% MHIA
FIXO NO BRACO DE CADA MACHINA
GBSIDE TBI^PHO
OBTIDO SOBRE SUS M TIINT EVOSITORFS. !\(!i|-
TODAS JS GASAS PSIATIPAFS KSTI IAW HE IVDTI'
EXPOSICAO
^5^ <

i
^
Os jurados, pra deci-ir dassjualidades do vaths ma I icas (aS > a ;
c-xctllencia da cODSlruccJo, c mo ti.mh^m da tupe: ioridade .0 Irabtlbo >.-
gar.iS2r;m 1 nlre os expositores una lula de cnsrr. cm qne os OKdi.S d. U-:n .: n9 t
deslnbuiram os msieriaesde que?. d< viam '-sar
Re.conh ceu-se unnimemente
Que a machina moderna pira oottuia Je mili.
S HGE MJlNFilCTUtR& C0S1PANY
alcancou urna victoria fcil sibre 'odas as concurrentes, te-do ffetl ad
2 3/i horas, quandj a mais r?pida das outras linba levad 1 3 hor.'s pa mesmo irabaiho dj una mantirs inoito -nfeiior.
O numfro proporcionsl de p?lmcs de ros'ura '. i'a era 10 h r.- de iral
a marb-'na Sirger, era 1,500, ntcessitado 1.000 a 1,200 jardas de I ti. tu ; n
ser preciso 3,Ov.O a 4,000 jardas para faztr o mesmo coairimei to de
machinas.
A POITO DE CAI>EI
O preco de 3,000 jada* de Uln................ 1
O preco de I.OCOj trias de linba................
O qus moftra ura prejuzo certo p^lo mer.os de l((<)
por diaemprego das machinas de ponto decdea. az ndo ira uro am 1
o obrero um {.r^jui o de mais de 3iO, qnaotia ptla qual {de- machinas.
nico agente m Pernamfauco
(Note se bem o numero) "\Y, J{, CliapmTl (Note se lena o u
4 5 lina do Im'perailor 4 .">
>
-
GRANDE SORlMENTO
DE
FSZNDAS FINAS
dade de liquidar muitas fazendas de !5a, li- as para camisas, vestidos e roopas para me
nho, seda e algod5\ que Ihe Acarara meis' nios que se vende a 360 e 400 rs.
que
LENQOS BRANCOS.
O Pavao tem len?o3 brancos abanhadoi
quo se vende a 25400 e 35. a duzia, ditoi
oa menos estragadas por oceato do 10-
ceadio que se deu nos dous estabelecimen-
tos contiguos ao tea.
Pecas de alg)di< D:tas de madapolSo a 15. 45500 e 55.' 35200 rs. a duzia ; assim como bonitos leo-
Ditas enfestado cora 12 jardas a 2?500'COs bord.dos para maos.
e 35.
Ditas francez moito flno com 20 varis a
95000.
Algoiao largo trancado para lencoes a
800 e 15-
Bramante de linho superior com 10 pal-
mos de largura a 2 o metro.
Dito de algodao com a mesma largara a
1560C o metro.
Pecas de cambraia transparente com 8
*l2vara-e urna vara de largura a 35500 e
45COO.
Ditas Victoria com a mesma medida a
35200 e 45.
Ditas de cambraia de sa'pieos com 8 1|2
varas a 55.
Ditas de dita adamascadas para vestides
com 8 l|2 varas a 45.
Ditas com bordados de dcres a mesma
medida a 45500.
Cortes de organdy branco e de cor com
7 112 varas a 25.
Ditos de cassa de c6r com 7 varas a
2530O.
Pecas d organdy branco para vestidos
tendo 8 I p varas a 33500.
Grande sortimento de chitas escaras a
240 e 280 ris o covado.
Cortinados para cama e jaoellas o par a
75, 85, 105.
Saias de ura sd panno com oreiras a
25*0. F *
Romeiras pretas de croch a 45 e 65.
ROUPA PARA HOMENS.
Sobrecasacos de panno preto flno send
muito bem feitos de 125 at 405000.
Palitos de panno preto fraques e sacc
de 85 at 125000.
Ditos de casemira de cor de 65 al 125.
Ditos de alpaca preta fina de 45 a 65000.
Ditos de dita branca e de cores 65000,
Ditos de brim de linho trancado a 65000.
Calcas de casemira preta de 65000 at
125000.
Ditas de brim branco de linho de 45000
at 85000.
Ditas de brim de linho de cor para todoi
os precos e qualidades.
Camisas francezas e nglezas com peitot
d'algodJo de 15600 at 55, em duzia ven-
de-se mais barato.
Ditas de meia de 800 rs. para cima.
Ceroulas de linho e algodao, francezas c
feita na trra.
Collarinbos de papel, algodao e linbc
que se vende muito barato para liquidar.
Para noivas.
O Pavo tem rico gurgurSo de seda, bran-
co. Grosdenaple branco moito encorpado.
Agraciarnos brancas com listras de seda.
Poupelinas brancas de seda lisas e lavra-
das. Sedas brancas, lavradas e lisas. Ca-
pellas com palma de flor de laranga com
ricos veos bordados, qae tndo se vende maif
barato do que em outra qnalquer parte.
A loja do Pavao acha-se constantemente aberta dai 6 horas da maoha at as 9
bo 31 di noite, ro a ^oeratr n. 60.
HAZEM DOS LEES
Ra Duque de Casias n. 29.
Os propietarios deste bem montado esUbelecimento sc;entificm acrespeitave
respeitavel publico dfsta provincia qu9 se acham com um variado e completo strti-
ajenio de movis, tanto nacionac s como estrangeiros, sendo estes scolhidos por om dos
sosios que se acha actualmente na Europa. O mesmo tem contraclado com os melhores
fabricantes daquelUconiiaenie as remessas das mais ricas mobilias feitas all.
Na officina tem os mais habis artistas deste genero, e por isso pedem qae ve-
oham visitar o estabelec meato, aonde encontrarao a reslidade do qneacab?ra de expr'
ue se pode examinar; ricas e completas mobilias de Jacaranda, nrgno, fa'a, carvalbo, a-
marello, etc, ricas e elegantes camas deja caranda, pao setim, am^relio, etc., de, goarda
vestido de amarello. guarda louca de cogueira e de amarello com tampo de pedra, apa-
radores dedto dita, peti toilettes especialmente para fazer a barba, toilettes de jaca-
randa, amreilo, pedra, secrela-iai da Jacaranda e mognocus ture iras ce mogno, san-
tuarios, thears pan bordar, bercos, lavatorios com espelho, de pedra mrmore e seus
pertences, cadeiras privadas, bidos; etc., etc., e muitos ontros artigos que deixamos de
mencionar per seicrnar tnfadonho
Cofres de ferro de Mm, oulros
XTCnpaS para COpar cartas.
Balanzas de pesar, DCmaes, Romanas> elc<
Tachas de ferro, C8laDhad0
Arados Americanos
UraueS, para agricultura.
Carrinhos de mad.
Machinas a Vapor
Machinas
de descarocar algodao, de 10 ate 40 serras.
i/UapaS Ue I6ITO gaivanisadas para cobrir casas etc.,
Estes artigos ven^em-se em
casa dos importadores.
Sh^w, Hawkes C.,
9. 4 ra do bou jess.
(outr'ora roa da Cruz )
I
I

muo k LOPES
64 RA DA IMPERATRIZ 64
O grande sortimento de fazendas fioas que oltMMMBM rfceberas, ja->
demos por prreos que a todos admira, nos anim a cbam.-irajs a atten lo d
numerosos feguezes. cert03 de qie n) Ibes fallar agraio a sir.cenl.di
tos, Outro sim os prejos por que f rem marcedis algumas 'azenias s sj:
das a din eiro.
Alpacas lisas acolxoadas pidtes lindas tedo eco.ido a capricho epor
Vende se ebapos de sol > bra multo boa de su-
C. s Jabam de re:eher por perior seda peto diminuto prefo de 74000, venham
rico e completo lorlimento' a roa do Urquei de OlinJa, amiga roa da Ca-
' deis D. SO A, loja de miudezas.
Raa do Bao da Victoria d. 2.
AraaraP, Nabuco &
este ultimo vapor om
de chapeos para seobora, de palha e de velludo
primorosamente enfeitado?, e ricas basquinas de
seda, fil de seda e de eaiemlra,_______
Casa para vender
Vende-se tres qnartas parles da casa terrea
sita ra Angosta, boje Coronel Saassona, n. 184,
cbios proprios, concertada de novo, moito fresca
e com granles coramodos para oomerosa familia:
a tratar oa raa do Imperador o. 81,2 aodar.
A
VERDADEIKA
BICHAS HAMBURGUEZAS
UNIC DEPOSITO EM PERNAMBUGO
53 Roa da Cadela 53,
Pn'meiro andar.
a 500 rs. o covado.
Ditas lavradas muit finas a 7C0, 800
e 900 rs. o covado.
Ditas lisas bonitos padroes a 4'0 rs. o
covado.
Merinos lisos de cores diversas a 500 rs.
o covado.
Dito verlo muito superior a 25800 e
30000.
Bareges de 13a lindas cores para acabar
a 280, pechincha.
Gaze de seda com lindos padres prra
vestidos e veos hje muito em oso e por La-
ratistimo preco.
Dita de seda com o assento branco e
bordado de cor muito proprio para soires
a 200000 o corte.
Fil de seda branco. Dito p'eto por
menos prec3 que em outra parte.
Manthas pretas de seda esmeralda
110000,
A' duqoeza a 12000.
A' brazileira a 130.
PARA A SEMANA SANTA
Recebemos o raelbor sortimento de gros-
denaple preto do melhor fab cante francez,
pois neste genero podemos garantir aos nos-
sos numerosos, frrguezes que nio temos ri-
val, os precos s3o desde 1800 at 5:500
Groz de cotes da melhor qualid.de e
precos razoaveis.
Setins decores dos melhores fabricantes
de 10 a 2800,
Cambraia Victoria de 40 at 80 a peca
de 8 1/2 varas.
Dita trausparente fina de 30500 at
100(00
Mecejana, recebemos novamente esta lin-
da cambraia qae feito o vestido parece ama
seda, a peca tem 30 Js. e costa 180 e
240OCO.
Saias de fustao e de mosselina (ara fa-
zer a 30,
Ditas i feitas a 40.
Ditas bordadas a 50500.
Ditas mais finas de 80 e 90.
Chapenbas para senbora de palha de
Italia ricamente enfeitadas pelo baratissimo
preco de 150.
Cambraias branca com listras bordadas
a 80
Chapeos de sol para senbora com forro de
seda moito fino.
Ditos cabos de marfim.
Grinaldas para noivas ricamente infti-
ladas.
Veos de blond, sedas brancas, popelinas

em qualquer cutra parte
Basquinas de seda riwm n:e
200000.
Ifeiai para hoiera, senbora
de todos os lamanbcs o qoalidades.
Goardanapos de nbo a l*.
Ditos aleo hoadrs gr. mies a C
Cachinz a 30 para acabar.
Carnizas para h.im ns de 25
Ditas b DiUs ditas pra noivos a |ii>.
Ditas p ra xen'nos a 20.
Colxas braceas g-aodts a ?">>'
50500.
Ditas decores moito tnrm. res i
Bramante de lineo a 2>2C0 dito s .
a vara.
Dito de 'g do a I07CO metro.
.Voilhado de linho de superior
de a 305CO a vara.
D to de algodao a I V.C' a var?
Babsdos brdalos muito Ibm.
Dit< s intremeios.
Fust5o b-aoco moito superior r
pa de meninos.
Gollinbas de esguiio bordadas pe
nhora.
Ditas de algodSo
Luvas frescas de Jouvin a 30.
Tapetes para goarniclo de salla ;.,
dos os precos e t. raanbos.
Cortinados para camas de 80, 9i iti |
o far.
Pannos a croct para guarticlo d: moito baratos.
Para lut). Alpacas m rr r;n'"*s
princeifas bnmbazin?, chita preta, de p-
cale, crep, lia prtta fina, que todo v.nde-
mos por om preco diminato.
Madapolo francez para 70 80 !'i ICJ
110500 a peca de 24 Js.
Dito ingles a 5J 60 70 e 80 a pessa cm
24 Js.. 2
Casemira para homens e menin;
dos padroes e por precos baratissimes.
Roupas feitas para homens groda i
ment e f no Cysne se pode ven-i* r
rato.
Anquinhas de cia dai mais rr. Jcrcis c
30 e 40.
Deixamos de annunciar moiasci'-r'
zendas por se tornar enfadcnbo e
por qae os nossos numerosos frgw
sabe ai qae o Cysne tem porcysUma v,i
barato, e nio engaar seas fregus?
isso venham ver as faxendjs do Cy i
s5o escolhidas a capricho a

64 Ba da Imperatriz 64
FIGUEIREDO a LOPES


8
Diario d Pemambuco Segunda feira 18 d Marco de 1812
VAREDADE
NODO DE ESTUDAR AS ANTIGS ACA-
DEMIAS JUDAICAS DS BAYLCNI*.
EMSOV E PAMBEDirA.
(Corc'usio)
Qoando o procipe da academia que a
experimentar aigam acerca de 960 estado,
fazta-lhe designar o lempo era qnairo sab-
bados no mez Ad3r (fevereiro*. Ento sen-
tado o principe da academia, a primo'.ra
ciasso recitava diante delle, estando ouvio
da as out-as das-es ctalas. Qu.odo se
cbeuav ao logar de qui se havia de fall-.r,
deile fallavam de modo tal que se enten-
desseiem a sub.tencia delle. O prrroi,.e
da academia otivi i-os e entenda as suas
palavras. -Ao depoi< lia, estando elles cala-
do*, porque j haviam comprehenidj o
argomeoro delles.
Terminada a leura, orava e recitiva
>cerca ("aquello tratado a que elles se ap-
oiicivam no invern, cada qual em sua casa,
e Ib** txplL'ava resumidament\ bem como
. a controversia entre os discpulos ; e 6ni5o
f*aia a asplicarjo das lices, a qoal elle
sxigia deltas.
El'es ealao saudavam se nns aos ootro-,
e todos ao prmeips da academia e pediam-
Ihe a interpret't3o.
NSoera permittido a algum filiar ero
soa presecea, sc+m delle obter Iteenca. Elle-
Idilavam como sainara e o ptinc;p3 expunh.:
infusamente as palavrs delles, interpelan-
do cada orna d*s icss, at qne todas as
ceo?as Ihe fieassem bem claras. E bem
explicadas assira, levanta vase um da pri
metra ciasse, e de novo as explicava larga
raene, at qae fossem bem comprebend
das por todos, tanto peq senos, como gran-
des : e toda o que o via estar de p, co-
leadla estando de p tmente para expli-
car a lirio extravagante, porque delta t< -
ms'-a auxilio o ou ido.
Eolio os mais discpulos pensavam di i
gntemenfe nella, indagavana, o explana-
lan-n'a ptimamente. Por esta frm pre-
cedan tcd>s das os do mez
No quarto sabbado li;ra todo o liwo So-
jedrio ( cerca do'gran le Senado ) E todrs
.3 disc pulo? e principes da academia in -
ptcejonafan. qiustionavam, e os expeii-
aentavam, a' que se tornasse mais ciato
e mais apto na doutrina que seu compa-
neiro.
Vendo, porm, que algum delles nao ti
:.:ia em sua bocea bem ordenada a doutrina.
anda Ihe objeciava e o reprehenda o ex)
minador, increpan o e indicava-lha os lu-
gares era que era deleixado, e tropec-ava, e
o adverta.
Se para otitra vez assim recitasse, e naj
Gzesse por aprender bem a materia, Dio
ihe era dada cousa algrjma.
Por isso ele? tornavam se agudos e dili-
gentes do oslado ca materia: estudo agr-
urel, para que n3o emperrassem rJian:e
dees na materia da lico; e nenhuma
tlasse se relrava delle emqoauto nao sou-
oesse o tratado era que cada qual se tinn3
ogeapado em soa casa
Nio era necessario exarxinar os outros
discpulos, mas cada ora recitava o tratado
."rae mais Ihe sgradava.
Este era o cosanse as ra postas s per
guatas em cada dia do mez. Qualqoer
propuoha as quetes que Ihe occorriam,
c dava-se licerca de Ihes responder. Ellos
ho.ruvam-n'o e diziara, N5o respondere-
m tua presenta, at qoe elle esteja
fe.te radias, e en'.ao cada um fallava se-
gundo seu saber, e segundo sua sabedoria,
e argumentavam, dmdiam, tiravam e
.ccrescfola'.ara e attendiara ptimamente a
aJot.
11 pHncipe, porm, da academia ouvia as
r'i' v..>3 del'es, e altendia a tudo que elles
,i, a arguitntava contra etles, obs?r-
\i e .xaminava as palavras delle?, alo
o"- coobeces e claramente a verdade. Logo
lava ;o amanuense que as pozesse per
gf** ora o oso emeada dia, a' que to-
dos livesem respondido s questes pro-
Drttas dorante o auno. Na fim do mez
r.i qcesitos e as respostas perante toda
a ccngregatSo, eram assignadas pelo pnn-
cre -!a academia e eram depois enviadas
aos seus pre-postos qoe distribuala os pre-
mios entre elles.
OMEDO
O valor" urna grande cousa.
isto tem se aTo j em todas as prosas e
versos passados e presentes.
Nao ha utilidada em repet lo.NSo succede
o mesmo com o mdo.
Todos o im vituperado, vilipendiado e
escarnecido.
: ioj s
Erro cg.! notoria ii.j s ]$3 0 que ta
fazom nunca pessirm que o medo maior,
rnais impoitanie, BftatJ til e mais necessa-
rio do qie o v.ilor ; e que a homanidade
pode vi\er seru valor, emquanto sem o
ocelo suecumbiria.
Isto deve-se demonstrar.
Antes de tudo o medo est em maioria,
pois para cada vakno ba mutos e muitos
covardes. Tem. pelo menos, direitos nu-
mricos suprenaaci.".
O medo no horaem 6 natural; o valor
artificial,
O munJn obra do medo.
Os omeQS anlavam errantes, solados,
u-f03es. As ras, mais fortes do que
ellas, o devoraram. Por medo s fras
reonTam se e formaran] povoa',5js. O medo
foi, portan'o, o ge.me das naces; a so-
mente do medo, espalhada no campo da
impotencia humana, den porfrociO a arvore
das sociedades.
Urna vez reunidos estabeleceram leis.
O que faltar !ei, disseram, ser casti-
ga lo. O medo ao castigo produzio o res-
peilo s lei?.
O medo a fjica do legislador e a base
de todo o governo.
Ur.s po^os c-esceram e invadirn! os
oulros. Osfracos jor medo se armarame
formaran exerciras. O medo (oi a origem
da forga.
s hom;ns se assuilaram do poder dos
elementos; e em mo medo es julgaram
deu-ies, e por medo a seu poder e para
e-Ios prop'cios os diwnisaram, erigiraaa-
Ibes altares e Ihes oiroceram victimas. As
rtgOs se originaram do medo aos
deuses,
Na Diblia enconara-se miude o medo
fazendo uui papel aportante, levita se
ba.'a no medo.
Maltas vezes a sorle d. s imperios de
pende ele urna batalha, cojo resuliado ser
um triumpho e urna derrota. Pois bem :
as balalhas nao se dio entre dous exerci-
los. ioimifos, mas entre dona aenirasentos
oppostos. entre o va'.or e o medo. qne sao
os veidadeiros conten ore. Nao marerham
va'eu'ts contra valules, ans tlenles con-
tra covardes.
Dzb que os valorosos decidera o re-
sultado, e en sustento qua o decid. n> s
covardes. Si os vencidos sao iiessem i:
medo, o combate continuarla. Seu me*!o-
obrepnjon o alors os vencedores e
combate lerminou.
Parto de dous milliftes de persas invaden)
a formosa Grecia. Precipitara se sob e os
gregos, luctam, team raed o e fogemassas-
tados; a Grecia livre. O medo dos per-
sas e nao o valor d03 hellenos savon a
Rompa, e acaso a civisaeo. Si aquelles,
13o superiores em numero, n3o irvassem
senti.lo medo, o que leria sido dos bsroes
dai Termopilas, Platea e Salamina V
Rima dominoo o mundo, n3o por
valor, sinao poique o resto do mundo-
mais medroso aa que ella. Devou
grandeza ao ruedo e nao novolor.
Conheceis nada mais forte do epae o*
selho dos dez em Veneza ?
Pois sen sceptroera o medo.
A inquisic/o, conbecendu a iraportaocia
do med-a, quiz faie lo instrumento de do-
minio, e o ennseguio. Qniz introduzir a
f como medo o s ruelteu medo com
a f.
Durante o terror na Franca, qusm- fo
rei ? O medo,
Porqne foi poderoso Napoloao! Porque
metieu raedo Bar-opa." Porque morrea
na desgraca ?
Porque a Enropa Ihe liana medo.
Hoja mesmo, quando grande urna
naco ? Quando Ihe leem ado e o temor
das ouiras Ihe revela sua prepria grandeza.
seu
era
sua
co b
lemb arena qne a elle* devana sua gran le-
za, seas triumphos e snas glorias. Da oms-
ma forma riem se os fo;mo-os dos eiea.
esqoecenlo se oj ingratos que estes cota a
sua feald'd* rea'cara e mullicara *aa for
mosnra pelo multiplicador do contraste.
A maior parte do qae 6 grande e bom
laz-se por mdo.
Os que leem f e consciencia sao bons
por modo dos tormentos eternos. Pensam
muito na mor te, as caldeiras de Pedro Bo-
ttlb), Belsebulh o Companbia, e por md>
muitas Magdalenas tornam-se convertidas e
muros d. Juioeremit53S. O irrppen-im n.
purissirao mdo.
O mlo aos go;eroantes evita as revo-
lares, e o mdo s revolucoas contm os
governos. Perde o governante o mdo ?
faz-so tyranna; perdem no es governados?
sublevam se. A ordem o mdo social.
Pergenia o catbechismo: as ma'heres
com seui maridos, como deten viver ? Eu
respondo: com mdo. Porque com mdo...
fazem o ue fazem ; o que seria se o per-
dessem ?
O temor do marido o freio de moitas
mulheres qae, n3o tenlo a o taleza da vir-
tude, teem per f.rtuoa do consorte a fra-
qaeza do m'o.
Vssa Irnra, maridos, (sempre taco ex
cepces) nao se arrima na saotidade do
sacramento, mas na realidade de escarmen-
t. A fidebdade de vossas Peoelopes
menos guardada pela lembranca das epsto-
las do apostlo ciamenteiro, do que pelas
vossas pistollas, nao lio saoiic, porm mais
convincentes. Garant a moita Lucrecns
que o marido nao vira -e ellas se tornarlo
messalinas.
Q.ie milagre roaior e mais evidente que
o do nJo ? Que iwelbor amigo da honra ?
Entretanto, quantos maridos rrem-se do
mlo, desconhecendo- qtranto aele devora t
t^amo se educara c menino?' Era pe-
qcwaos coro o mdo dvlfdao. lepoia com
o tn io da palraat- ria; quando estudaotes
com o rece/o da prisa j o das eveotuafi adas
dos exame?. O me lo do- titho a foreja do
pai. Supprin-se o mdlev seri diffioil
aos pas fjzer a educacS de seos pim-
po! bu.
Bem se que a> este mdft-chama-se res-
peito; porm reSexionando o' qae seje o
respeit-> ecomo nusce, ach3.*s-na qae o
me o transformado- ptlo amen e pela edo.
caso. Ornado ?n- tilho perde o medo o
seu pai emstguida-falia-lhe couj o respeit'i
0 que contm o ladrSo o mdo do
carcere. 'ouba e- o pren-Jeto; perdfe- j
este mede>; sea malelade crewe-e s teme
o-palibulo. A^sasskaa e o dfeoapilam Se
ha ouiro oa outros mondos elle, ir sem
mdo, e l> chegand- far> mais- desorjeos,
do que todos os iml'vados da 3&nra. Pano-
sa tarefa ser a do que \'mr de fWMt
abarbado cora urna afila de sssassinos as
regios de seu imperio.
3s amantes portam-se bem emquaototm
medo de se desgostarem. Quando o-par-
dem, um pocha para-a direita eoutropara
a esquerda.
O-raeilo o sustentculo do-amor.
A vida supporta-s9i mais pelo temon da
mofle que por apego existencia. Desier-
re esse temer e desde logo angente saen-
fomr como quera poe urna grvala; un
para na a ter o encommodo da barbeawe;
outros porcjpe o averno frk>; estes por-
qne os charutos sao mos e caros; aquellea
porque n3o tem disheiro paia compra* la-
vas e assim os deanais por outros i3 po-
derosos mol vos. Pelo medo pois, snbis-
te a bumanidade.
Se nao honvessa medo 3^ horneas- vivi-
yiam rocs)ando, matando e esbofeteando-se
a cada passo. Felizmente a balanc social
tem em urna concha o valar e a forea, e na
O que o decantado equilibrio poltico loutra o mdo e a-fraqueza ; por isto man-
-
FOLHETIH
lifiHurmriiiu
POR
CAMILLO CA5TELL0-BRA.NC0
(Continoac3o do n. 62)
europeo t O me lo legislado e ccastitoido-
em direito.
Fica provado qua o mdo, por s?u im-
portante papel histori:o, o elementa ma
indispensavel para governar.
Dizem que sobre os covardes nada se
tem escripto. Mentira: tem-se escripto mais
delloa do que do3 valentes, principiando
porque n3o pode haver valentas se nao hoa-
vessem covardes, como nao haveria bonitos
se nao exist ssem os feios.
Ao referir-se as facanhas da ura here ha
de fallar-se da covardia de suas medrosas
victimas. Quando, descreveodouraa batalha,
se diz: os inimigos fugiram espaveriios,
lancaram-se ao rio, (orara degolados oa
fit03 prisioneros etc fallare tanto dos
covardes, seo3o mais, que dos valentes.
Cada vencedor presupte pelo, menos, um
vencido.
Os feries escaraecem des freos, sem se
lm o sen indispeosavel equilibrio
O medo e a dor nos sobmeltem 03 ani-
maes que tanto, nos ajudam com. o tribu-
to de suas foreras e a homenagem de soa
docidade
A honra a mdo do ridiculo. Elimine-
mos este mdo, e o istolo caair, do altar e
o cjnismo vira oceupar sen poslo.
O valente o qae tem aullo mdo ele
qae Ihe cbamem da covare.
A moral tem por fundamento o mdo ao
que dirtto ?
Estabe!eca-se o valor de que me importa,
e a sociedade tornar se-ha sejidade.
A virtude o mdo ao vicio.
A prudencia o mdo da raz3o ; a tem-
pornea o mio do estomago aos perigos
da gula; a castidad o mdo s conse-
quencias do terceiro peccado capital e aos
achaques da liberlinagem ; a diligencia, o
mdo aos Qlhos da pregaba, qoe sendo sol-
.
(airona, m3i de todos os vicias e portan-
lo at da lome e da miseria.
Vemos claramente qae este mlo to
escarnecido o lago que une os hornens,
o sustentculo das Qslitujces, a columna
da religiao, a pedra angular da uwial, o
poio da jastici. e arbitro das victorias, em
a deu a espacie humana para qae sabsMi
mova se, desenvolva-se, sustentada por est^
principio conservardor de seu proprio ser
e natareza.
Analysemos o mJo psychologicamente.
Dizem algaos que o valor a dissioiult-
Cao, oa a byp^cr isia do medo. Ha alguma
verdadenisto. O valor onsite em serse
superior ao perigo.
O mdo cre-se inferior a ella, o va-
lor sobrepujado pe) perigo.
Dirio que uto fcophisma, mas qaasi
se pode assegarar que o modo o ultimo
grao, o nec plus d j valor. Para ebegar-se
at o mdo passa-se por todos os graos do
valor, at sabir de seas limites.
l'igare-se ao leihr qae o ameaca um
msnino de dez aonoa; espera o porque jul-
ga-se lup.'rior a elle, se o rapazioho tem
qumze innos, o leitor faz be frente, porm
lem que empregar mais valor; se um
hornera de trinta, aiuda mais; se o iniraigo
um alhieta, sea valor vacila e preciso
esforcar-se.
Se o .-.tllela empitona orna clava, ento
se o espera por amor proprio, mas es-
pera-} com mlo, porque est empregando
lodo o seu valor e isto n3o basta.
Quando senlio o mdo ? Depais de ter
sido valonte at o u timo grao e de baver
esgotado lado seu valor, assim eomo ser
frac)quando, para levantar um grande peso,
liver etnpregado em va toda sua lor;a.
Cwseqaencia lgica, senSo verdaeira :
o m Jo o cmalo do valer, Q covarde
o superlativo to vleme
Em osa desan\>, o que v,.r tremando- o
mais digno, porquejulgando o-perigo nsaor
do qae ojulga seu adversa?', vai por
boora.
Homero t^aiz- pinta? o hornera mais vales-
e, e pintn o mais cobarde e miseravel do
bomena.
grande Achules ie invulneravel, nao
pode morrer e sabe efcsto; de que lera
n\lo? Achlfw nao om neroe, rom su-
blime assassino- Haitorrsim : este va-
lente. Lula com oque nao poda merrer
a seu gripes impotentes.
E' sabido qae pelo md>, tem-se pratica-
do as maiores fafanhas. 9e pudessemos
penetrar na- mais iotimo &y corado de al-
gn here, ao realitarem tacna granoVproe
za, teU-ez-encontrassemos o-mais refinado
dos modos como motriz de seo forte braco,
e ireeassemas a admiratao ea riso e o ap-
plauao-em aiaobio.
Por mais qae d^am, ooaca hoava-bo-
mera sem medo. O Gid, Ba-;ard e cairos
qae has, de algama eoasa deviam ter me-
do ; mas a hisloria taoo diz^porqae eomo
myope que s v as cousas grandes 3 ex-
teriores, e no as intimas e pequeas. Se
nao verem medo foi porque nao os sob-
mettemm pravas maiores odiversa* das
que arrostiram.
O 8id, qoe* venceo>nm leo de rorasnee,
nao eotraria na jaula do de qpalquer mo-
darno domador de fras. Queaa sabe sa le-
ria medo aos-(aniquilo* de Ximena ?
Qqem nos diz que Bayard, o cavaeiro
sanzpitr etsans rtgroche, o teria de mor-
cego*> araonas ou ouiro bicho ainda maoor ?
Nia^uem conhece a alma huaaana e suas
mil anomalas.
A arte deve alguma cousa ao medo As
mcralhas de Babylcnia, as da China a ou
trae nao menos ncteveis, ca casteilos da
media idade e as fortalezas de boje, o me-
do- qae aslevantoa. Os jortos sedevem
ao medo das tempestades.
Talvez. ao medo. devamos um pe-ala deli-
cioso.
Se Horacio nao o ti ve ase sentido em Fi-
lippos, e posto os pos em,. polvorosa relie
ta nonbene pars-nulla, talvez tivesse pere-
cido, i os Iliteratos n5o sa embrigariam com
o nctar de saas odes o cora o sal de suas
satyras,
Em troca o valor nes privn da Garcila-
zo, e nos privara em Lepanlo do d. Quijo-
te, se o iniawgo, como deu no breen, che-
gasse a dar na pradigiosa cabe?, que soo-
cebeo to incomparavel obra.
Urna facada pola em Campaldina anni-
qadlar maior de todos os poetas o aialoros >
Dante. En compensacjlo o mod) de ser
queimado vivo, a que lha haviam condemna-
do seus concidadaos, fe lo escrever no des-
terro a mais sublime das epopas.
O valor, geralmente, lera alguma
loucura; o rielo, muito de discric
cousa
ie loucura; i mlo, 'muito de disenso.
Injustos horneas, qae des^ohecem o va-
lor do mdo !
< O mJo guarda a vino > diz o rifao.
Eu digo o mdo gaarda tudo.
O propietario possue, porque o mdo
guarda seas bens.
O lar, a fara lia, ubsi.-tem pelo modo.
.Mlo nis himigos, deve pedir o cand
Iba pa/a triumpbar; mdo noa feus, para
ser obedecido. A diciplina o mlo re-
galameotado e aniformeado e ao soldado
se manda com o mdo ordenanca.
M lo, duve desejar o sacerdote para cot -
verter.
Mudo o poltico para governar.
Basta; o mdo a forca. A mdologia
a primeira sciencia que convm estad r-se
Lycurgo fez de Sparta um povo de guer-
reirospara metter mlo a seus vizinhos.
Se os Ilotas nao houvessem tido mdo e
seus ser.hores, Sparta acabara por con-
surapclo.
Que oulro Lycurgo forme um paiz de
hornens que a nada lenliara m!) ; durar
um di.a, porqae realisarSo a fbula dos
guerreiros de Cadmo.
No da era qae todos os homens liveren
mlo, d3o haver mais guerras, crimes,
uem injuslicas; a paz e o progressa reina-
r3o no mundo.
Ai do dia em que falte o mdo I Da
raesraa forma qua sera a atiricio a trra
se deslocar, no dia era qne acabar a forca
mantened are e atiracva do mJo, os ato-
raos-mordes chamados homens se separa
r3o e ser3) destrnrdos, em vz de rjorem
se, combinarem-se e engrandecerera-se.
Com mlo e tudo, a raca hurana se pre-
cipita em todos os males.
Gem humana ruit jxr vetitum nefas.
O que se faria sem efe, quando a Jpi-
ter, qua era o raelhor pjssivel, c3o era
dado depr seus temi\es raios ?
lractftda Jovem poner fulmin <.
Eis aqui o m^lo.
E nao baver um cantor da sua epnpa,
nem um Pindaro elos medrosos !
Mahomet diese : o liomein 4 ingrato.
Sa o leitor leve o valor de 1er eaas-
lahas, eu ter.ho ES'o de car.ca-lo, e por
isio faco posto;
Mea mlolivrao de lo petado e enfa-
rcoho escripo.
Josk AlcalA G.vmano.
( Do El Siglo' de Montevideo.)
3US TAL rQue usa hornera se suicide
perqu v perdida a saa fortuna, ou porque
tristes negocioo de familia o atormentara,
um acto de desesperaco^ que de -serlo mo-
do se explica-;: mas esfaquear-se porque
s3o-aperladas urnas oslas, vai alm de
quaoto poda erer-se. Conta um jornal
trance?., que uta certo Affoaso Hannier ti
nba sido convidado para um jantar. Cal-
co urnas botas que Ihe atormentaran) hor-
rivelmeote os pos. Qo tira-las sem de-
mora, mas n3o- o poda, conseguir. Fra
de si, escreveu o seguine bilhele : > Des-
de que nasci tudo me corre mal. Agora
at-me impossivel descalcar as bolas.
Depois empunhou a faca da coziaha. e feri-
se ao lado esqcerdo do peilo. O eslrondo
da qaeda fez correr os vhsinbos. N'oio ma-
dico, mas s3o poucas as esperanzas de o
saliar.
BOM MEIODE LIQfilDAB.X polica
de Londres tem empregado todas a diligen-
cias para descobrir um coinmissario de
urna casa commercial ele Bermingham, cha-
mado Bauer, "que se diz ter sido condem-
nao moiie por urna sociedade secreta da
Krjssia, que j- demos cedida.
Bauer chegou a Londres, vindo de Mos
COK, no da 3 de Janeiro. Neste dia te-
legraphou para Mr. Blews, de Bermingham,
sea committeate. dizendo-ibe que parta de
tarde. No dia 3 de fevereiro Mr. Biews
recebeu urna carta ele Bauer, partecipando-
Ihe a saa condemnaco. e poucos das de-
pois veio outra caria communicando a mor-
Esle assassinato. inacredavel, Nao
a primeira voz qae se fingem.mertos agen-
tes para encobrirem a sua fraudulenta ge-
rencia. Bauer porera era de urna probi-
dade a toda psova. Os seus pa-entes dizem
que tinha a mania de ser perseguido por
pessoas desconhecidas. Descona-se <,ue
tivesse desarranjo mental, e que este fosse
causa da sua norte.
A polica descobriu no Tamisa, prximo
de Blachfrians, om cadver com alguas
dos signaos de Bauer, mas da verificaco se
conheceu nao ser o dalle, e sim o de um
alternan chamado Henrique-Schacht.
MA'O D1VERTIME.NT0 Urna terrtal
queda, a qae se seguio a mote, acaba de
hoToriwr o poblico qae se icha\a n'om
circo de Bruxe os exercicios do trpezio, imiUodo o
famoso LeoUrd, om gymnasiarca, calcalaa-
do mal o balaceo, apenas Ihe foi posa i ve l
com orna das mos segurar o trapezio para
o qual voava, seguodo a etprestio dos car-
tazes. Mas o impolso qae levavs era ti>
forte qae n3o pode segorir-se; o iofei
com ama seta, f.i baler com a obefa
tra o ampbilhejtro, caio banhando en
gue.
Nio ha imito lempo qae om domador de
feras foi desped cado por seos ledas; hese
vista dos espectadores morre om pebre
acrbata; e amanha outra desgrata os a!-
ligir; co-niudo similtiantes catastropbef,
e as repuguanies deslocaces de aeaacas,
sempre em perigo de morrerem arrebenta-
das, nao impede qae o publico corra a es-
sos espectculos deslmanos onde experi-
mentan! sensaces que depravan o sent-
memo.
Parece-nos que a aotoridade nio andara
mal se tomatse medidas afim de prohibir
esses divertimentos lio perigosos e craeil.
Nio ba qne respe/lar principio algum de
liberdada em semelbante qoestio. Oo-
ir\ ra, em nome da bumanidade foram pro-
bibi ios os jugos do circo ; e de nos-os das,
naces mais adiantadas de qoe r.s, nio coo-
sente corridas de t iro?, brigas e gallos, etc.
jaas coBsenem noa circos chamados eqnes-
tres, exercicios cojos execotantes anda
sempre eom a vid* em perigo.
Na reHlade. do jornal donde tiramos
esla noticia, tem rwau quando eselanu :
somos genie civilisada ; mas descesaos
t militas veies ao niH dos mawres bar-
barosl
EXECCO*.L-se o segointe em >n
diario franrez :
A execucSo de Ondet, condem lo i
morte pelos crimes de roaboe assassinat9,
teve logar na quinta feira pela raanhja na
pr.'ca Sainie Bonnet-ae Sarers (Canal) em
presenca de, urna grande moltidio. Ti-
nhana-se tomado todas as precaoces do
costwne, rodeando o cadaAlso, qoe fra
levantado durante-a noato, om destacamen-
to do 92 (*e linha e o n outra de gendarme-
ria. As 7 horas da manhaa Ondet chegou
a 9aio;-Bcnaet e os executores ve liram-
Ihe a loupi dos condemnados. Ondet eita-
va em um estado de abatinatolo e pnsta-
Cio extrema, repetindo sem cessar: Meu
Deas, tende piedsde de mi; perdoai-e
raen Deas. O capellio do carcere. qoe
o aeompanhra sempre, prodigaron-Bn as
ultimas consolaces da religiio. A's 8 ho-
ras cerlas, chegoc jauto da machina fatal,
e o ruido sordo da queda do entallo anaon-
cioa mn'lidio silsociosa, fjoe a expiac-io
eslava consumada.
BOM MEDICO! Ha muilfc mdicos que
coraprehendem a alta missio de qoe se
achara encarregados perante abomanidide:
oulros, porm, s tratara de especular cora
a saa profissio, adulando os vicios ; a
quando chegam ao leito do pobre, elle
muitas vezes victima da saa falta da inte-
resse oa leviandade. Eis om terrivel 3xem-
pa:
fin Belgoj' so, na Italia, om ir.dividu i
pouco abastada, achavase atacado par be-
xigas; para sosegi-lo, omedeo r^caitou
le ura narctico, que o sobmerg n'uiu
somno lo proftindo, qae por fim s :ornou
lelhargico, com todos os sgnaos uY raerle
apparente. O* prenles julgara u nio o
doente, e assim o parliciparam ao i adiro ;
e este, sem querer incommodar-se em ir
verificar o bito, lavroa immediatamenta a
certidao do costume.
J o cadver eslava no caixio, e o arma-
dor pregava a lampa, quando se ouvio om
gemido profundo de dentro do caixio.
Os asistentes, espantados, possdiram so
de terror e fugiram ; us outras pessos
mais corajosas correram para o caixio, abu-
rara-o e tiraram delle o supposto defur.io.
qae boje se acba em coovalescenca.
O parocho da fregnezia instaoroa am
processo contra o medico, qne to leriana-
mente autorisra o enterro.
r
*-v
Fci ao armazem onde Francisco era
gnarda-Mvros ; eHtrou no gabinete pnico-
'ai do negociante, e encontrn o lendo o
j-.'mal.
O negociante estava correndo a primeira
pagina, e a neticia vinha na segunda.
Por c, doulor I disse alegremente
o patrio de FranciscoVem saber como j
\\ o nosso hornera ? ptimamente Estoo
contentifsimo. E' sea irmio, e basta l
Eram frechas qae varavam o peito de
Amonio de Azevedo I A dr rompeu-lbe
era lagrimas. O negociante vio-as, e ex-
clamou: ,
Que tem o doator ?l Algama des-
graca de familia l na trra ? Morreu lbe
a gura de seos irmos ?
Morrea Francisco balbacioo o ba-
cbarel.
O qoft 1 morrea Francisco I O doa-
tor est a sonhar I Pois nio o vio quando
entrn ?1
Morrea para a honra tornoa j se-
renamente Antonio Ahi est na segunda
pagina d'esse jornal o ignominioso epitaphio
do desgranado.
O qoe ? qoe diz o doutor de epita-
fio ?
Azevedo collocoo o dedo indicador sobre
a correspondencia. O commerciante leo, e
ez-se amarello. Depoz o jornal, levou as
mos aos raros cabellos brancos, e disse :
Tem razio, doator t sea desgranado
irmio est morto t
Vim para o levar comigo. Qaeira o
tenbor dar-lhe orden de sabir. Rogo lbe
a generosidade de nao lbe dizer a causa
perqoe o despede.
De leve se *a scisinar o negociaotei o disse
com energa de boa alma :
Vamos ver se o salvamos.
Salva-lo como ?
Vai com outro come para o Para.
O nome nao o infamado; elle.
Crea o meu amigo qoe eu n3o vim pedir-
Ihe a sua proleccio para salvar o hornera
indigno d'ella. Vim buscar mea irm3o.
Foi chamado Fraacisco.
D coalas ao senhor Silva, que vaes
sabir de soa casa.
O goarda-livros fez-se rouxo.
Nao ba explicares previastornon
AntonioAprsenla os livros a ten cargo ao
senhor Silva.
Os livros esio vistosdisse o neg
cianteN3o tenho a menersuspeita da pro-
bidade do senhor Francisco.
Susptita ? atalhou este.
Silencio 1 disse imperiosameate An-
tonioVamos.
O commerciante aperlou a mi do ba-
charel, e lancou ao irmio om olbar com
passivo.
Francisco hospedou-se com Antonio.
Dons dias depois, recebeu da repente a no-
ticia da saa volta a Portugal, accresceotada
d'estas palavras :
Ealrega esta carta ea Lisboa. A pas-
aos a quem a entregas ir comtigo a casa do
cambista F tea patrio que foi. Dars
ao cambista o dinheiro em que elle se
dsser roubado por ti. Cobrars recibo,
que me enviars. Feito isto, recolbe-le a
Barcellos, e pede a toas irmias qae te deem
um qainbio da sua subsistencia.
Francisco, lavado em lagrimas, quizajoe-
I aar aos ps de seu irmio, e contar a his-
toria dos seas desatinos.
Nio ha historia qae absolva um rou-
bodi:8eo bacharel.
E no dia segrate, qoando elle acompa-
uavj ao navio o irmio, qae a vistosa
galera Felismina se baloucava, como oda-
lisca, sobre a camilhi azul das agnas qoe
reveroeravam o sol nascente, e se cobriam
de scntillante lbama de ouro.
Olhem afelicidade de Cornna e afehci-
dade de Amonio de Azevedo 1
XV1I1
Antonio de Azevedo foi abrir a represa de
lagrimas no seio do aociio que o esperava
cora as suas, nico balsamo da3 supremas
aflieces.
Veja a minha vida I disse eutre so-
lucos o bacharel Pensar eu qoe o muito
trabalhar me dara um quieto contenlamen
lo, e qoe, alm des dissabores do coracio,
nunca leria oulros I... E agora estes I os
da ultima deshonra 1 ama vergonha irre-
medavel qoe me priva de olhar de frente
para os homens qae estimaram meo irmio
por amor de mim I
O velho, combateado os escrpulos do
moco, teve a admiravel e inspirada eloquen-
cia da verdade. Declinoa a deshonra so-
bre qaem a praticara, e provoa ser aquella
desgraca mais urna prova para aquilatar a
virtudes do bacharel. Verdadeiros, mas,
ainda assim, ^consolativos argumentos I
Fallaram longo tempo. Valentina nio
deixara sabir o amigo n'aquella manhia,
receloso de qua a solidio loe amargurasse
a mais as apprebensas.
Quando o moco se impanha a si mesmo
o preceilo da forca para o trabalho, e o ve-
lho insista nos seas dictamos insinuativos
de coragem, entrou no escritorio Fernando
da Atbayde.
Antonio de Azevedo, come a deseotor-
pecer-se de um glacial spasmo, esUndea-
lbe machinalmente a mi e deixou se abra-
Car. Valentn fazia um alarido de excla-
mares de espanto, qae nio deixavam oa-
vir o adventicio.
Vejo-o triste e demudado, senhor
Azevedo Idisse o primo de Corinna.
E' o ouro qae est ainda ardendp da
uhima prova I respondeu o velbo des-
graca cuidou qae o fulmina va ; mas a honra
vencen.
Antonio de Azevedo fez om gesto sup-
plicante de silencio ao doutor, e dissa a
Fernando:
Ningoem o esperava no Rio, senhor
Athayde.
Foi ama partida repentina. Assim e
que se fazem as coasas !
Como ficoa Corrana ? pergnntou
Azevedo ; e logo as lagrimas Iba saltaran a
quatro, e urna ancia Ihe ressumou face em
suor fri.
Sentou-se quabrantado, e mormurou.
Dasculpe-me : estou-me fazendo mu-
Iher... Estas lagrimas.se as nio cho-
rasse, matavam me.
Sao de -saudade ?disse Fernando.
Sio.de desesperaba, cuido eu res-
ponden Azevedo, esconden lo os olaos com
as mos.
Anime-se Iexclamou AthaydeQue
descorcoamenlo esse, improprio de orna
alma de bronze Azevedo, saia d'essa le-
ihargia I Oiae qne Corinna ama-o como
sempre, e espera-o com a anciedade de am
aojo consolador de todas as suas magoas.
Tarda vira a consolacio Ibalbacioo
o moco Daas me livre de a coodemnar a
soffrerdebaixo da minha estrella... Ei-
creveu me ella?
Que pergunla I Tenho em casa urna
carli sem fim, qae o nea arago ha de 1er
cono se ella nesna a eslivesse fallando.
Ven ha comigo, e cuidar qae tem entre
mos, nao ama carta, mas o proprio cora-
Cio da soa Corinna I
Agora consinto qoe valdisse o velho.
E o doulor vem tambem acudi
Fernando.
Vanos li Ivoltoa o velhoVoces os
rapazes andana conigo d'aqai p'r'ali, cono
36 esta gotta alo nerecsse respeito ne-
nhan geracio nova I Ora esperem ah,
qoe ea voa vestir a dalmacia, a casaca cir-
cunspecta I Saa senhora veio?
Veio, sim. ,
Ah I disse Azevedo est c a se-
nhora D. Felismina ?!
Pois eu havia de deiiar l a alma!
Entao voc nio sabe qae marido eu sou !
Minha nulher sou ea disse con festivo
semblante o nillionario.
Sabiram.
Lio veio da ceo I disse Vaientim
Quem distrahiria o meu pobre Antonio, se
lbe n3o chegassem os bons amigos da pa-
tria I Vai ter om dia cheio, meu amigo I
Quem Iba fallara com mais ternura da sua
Corinna que a irm3a querida I Felismraa
se chama ella : hoja que faliz mina de
consolaces para o maa desterrado!
Assim, com estes dizeres aUecluosos do
alegre anciio, chegaram ao grandioso pro-
dio, qae Fernando babitava.
Na primeira sala esperava-os Felismina.
O doulor, qae sabia na dianleira, ao ve-la,
exclamou :
Sim, senhores I E' muito linda I
Ha muito qoe nio vi u'estes (rudos da mi-
nhi trra / Quero e gosto qua as senhoras
brasileiras vejam o qoe li ha por Portu-
gal t
Feismina sorrio-se ao galanteio do velho,
e abracou Antonio de Azevedo.
Como esi abatido !disse ella.
Abatido no tost, mis Sansio na alma!
acudi Valeolim.
. Acha-me velho ? disse Azevedo
N'este paz acaba-se depressa o horaem
que se nio exercita muito, e endurece ao
fogo do sol. A sua familia, minha senhora,
ficoa boa ? A senhora D. Corinna ?
Como faz essa pergonla, senhor Aze-
vedo I.. .disse FelisminaQue frialdadei
Dar sc-ha caso que vossa senboria oio ame
j minha irmia ?
Por Dos, minha senhora Irespon-
deu o mocoTodos os infortunios podem
menos sobre mim que nma injostica, qae
deixa de ser injoria por ser dita por vossa
excelleacia.
Se elle ama saa irm5a! atalhoa o
velho-O' ninhi senhora, se os neos ca-
bellos bracios inspiran confianca, crea
vossa escellencia qae o mea Azevedo aro
tanto saa irnia que, por anor d'ella, ex-
cede-se a si proprio na pratica das virtudes.
Grande e distinelo deve ser o anor qae
faz o virtuoso f Vicios e crines o qoe
ea leuho visto resaltar dos amores vulga-
res. ..
Est o senhor Azevedo ancioso por
qoe Ihe eafregaem a carta de Corinna
disse Fernando Vai ta basca-la, Felis-
mina.
Abri se orna porta, e appareceo Corinna
exclamando :
Nio preciso que me tragara t
E coidam que ella impallidecea, des-
maiou, ou, pelo menos, expedio am ai da
procedencia dramtica ?
Nio, senhores. Corinna entrou de cor-
rida, leve como om gnomo, a rir e a cho-
rar, purpureada, com os olhos a saltar-lbe
fra da face, os bracos abertos e convolsos,
a respiracio como tomada, e os labios
crispando nervosamente, sem poderem pro-
ferir o quer qae era de qoe s os drama-
turgos acbam sempre ama exprsalo ins-
pida, incolor e inverosmil.
Antonio de Azevedo qoe (sen desaire
seja dito) dea ons ares de idiotismo, qoe,
na cena, seriara lastimaveis Abracoa
Corinna, cono a nedo : era a primeira tez
que a senta nos braco?. Filoo-a cono
quem duvida ; remirou a, cono qaem tena
om engao dos sentidos ; estava-se acor-
dando do sonho ; nvocava a roa raxio; e.
qaando a razio lbe noslroa em votu d'elle
todas as faces orvalbadas de lagrimas,
qae Azevedo pode exclamar :
Ben bajas, anjo de Daos t...
Im gine agora a ninha leitora os sec-
cessos indescripiives d'esle lance. Por pou-
co imaginativa qae seje, vosea excelencia
ba de avolta lo melhor em soa fantasa do
qae ea poderia dar Ih'o n'esta pagina. Una
s poesa creou a natareza pan tees qoa-
dros: a poesa da piolan.
(C(Mimiar-$e~hm.)
TYP, PO DIARIO-RA DO DUQUE PEfCAXlS
i

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Full Text
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