Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12612


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Full Text
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AMO XLVIH. NUMERO 63 H1
AHA A CAPITAL S IT&ARIS OD* UO SE PASA PORTI.
Por SOI8 <1li-. ;/! .
Y -! un aauu kLjii..
' ada mumero avulso

#
006
12^000
240OO
aso

SABBADO 16 DE MARCO DE 1812
PABA DIITSO E TOBA DA PS0V2IGLL
F
Por tres meses adiantadoi .
Por aeii ditos dem.
Por nove ditos dem .
Por om anao idea
/


IIM
7#0*>
f
Fropriedade de BLanoel Figneira de Faria & Filhos.
AO AfWnil:
;7 Sr*. Gerardo Anioaio Aives d Filhos, no Par ; Goncalves 6 Pinto, no Maranhio ; Joaquina Jos de Oiivira & Filbo, no Geari ; Antonio de Lemos Braga, no Aracatj ; Joo Mara Jnlo Chavea, no Ass ; Anionio Marques da Suva, nonata!; Jos Jnstno
Pereira d'Almeida, eia Mamangoapa; Augusto Gomes da Silva, na Parahyba ; Antonio Jos Gomes, ns Villa da Penha; Belarmino dos Santos Baldo, em Santo Antio; Domingos Jos da Costa Braga,
em Nazaroh ; Antonio Ferreira de Agaiar, em Goyanna; Francino Tavares da Costa, em Aiagoas; Dr. Jos Martina Alvos, na Baha; e Leite, Cerquinbo & C. no Rio de Janeiro.


t:
,

PARTE OfflCIAL
Hepartlpiiu il i polica
t.* secco.Secretiria da polica de Pernambu-
co. tS de careo de 1872.
N. 406. IHm e Exra. Sr. Levo ao conheci-
aidio de V. Exc. que, segundo consta das parti
cipacoe* recebidas tiesta- repartico, (jram honlera
recolbidos casa de delengao o* seguintes inl-
vidaos :
A minha ordem, Aso-tono, r-seravo ds Miria
Laiza de Mello, a re |unmentn de-ta ; Felinpe as-
cravo, de Lwi Aotouio por-ndar uitido; Vicente,
escravo de los Joaquim Barbosa da Silva, Joao,
escravo de Jo? Aoga, Benedicto,
eseravo de Jos Duarte das Nevea por seren en-
centrados depois de 9 horas deseas senhores.
^r r.fflcio de 14 leste miz enmmanieou-ine o
delegado de Caraira qne, Francisco Fl)ren:io da
Silva se Ihe apres-utara, alim de cumprir a pena
de 3 mezes e o das de prisa), que Ihe lora im-
posta pela juii municipal danuelli ornare*. Da-
rante a no ts le hiera f rara t >midas polas oa-
trulhas rondante r> armas de del'eza e presos
18 lodiviloo,
Deus guarde V. Excfilm, e Exnr Sr. eoa-
selneiro Joo J.is de Oliveira Junqueira, presiden-
ta da provincia. O chefa de pilicia, 'Domingos
Monteiro Peixoto.
PEENAMBIM
ASSEMBLA PROVINCIAL.
SESSAO DE 3 DE MARCO DE 187.
(CuDcIttfo.)
fc." julgado objecio de de.libera.-ao e mandad >;n-
prioiir o seguraie*pnjecto :
Art. 1*. A eoumeas, man.Jipos, cujos limi-
tes nao f -i- ai naiuraes, u por estrals aerees,
ou por eagtnhos, propriedades, sero divididos por
ureos Je pear lavrada com cinco ps de altura
da face da trra, asseniados de miilia em milha.
Arl. 2a. As bubas divisorias sero feitaa pr
ec^eohetio, as quaes correrlo o- rumos de con-
formidadecoma< leis, i|ue esiab ;lecera(n, correado
as daipezas das deuui cales por coala dos cofres
provinciaes.
4 Art. 3\ O presidente da provincia nomear
um, oa mais eogenheiros dos empregados na re-
(articao das obras pnbuc.is, e o eucarrrgar da.-
demarcaedos, de que (rala esu M, podeudo dar-
Ibes urna iiralicagio auaual de t'iOOj.
< Podar eotreaalo lanzar mo de oulros en-
ftoheiros, quando por illlaeneia de irabilbo nao
adjim bastaues os da dita repariicaj
< Art. 4* As picadas das liabas divisorias, ou
rumos serio con.-ervadas sempre abena-. A coo-
servacao deltas, essim cono a dos marcos pubi
eos. lica a cargo das comarcas muuicipaes respecti-
vas, as quaes sao olin^adas a mandar aviveoia-las
urna vez todos os auuos, correado as despeus da
coaservaca por conta dos cofres municipaes res-
pectivos.
Art. 3*. Ficam revogadas as disposicoes em
couirano.
Paco dassembla provincial da Peraambuco,
i de uir$o de 1872.Halis e Silva.
Presa juramento e loma assenlo o Sr. Dr. Ar-
concio Pereira de Silva deputado eleito pelo 5 du-
iricio.
OUDEM Lm DI A
l' discusso do prejeclo o. 21 do anao passado,
traasferiodo do pjvoado de S. Pedro para o da
Camboa, ambos de Pao d'Albo, a ca leira de ins-
truegio elementar para o sexo masculino existen-
te no primeiro dessea pov^ados.Approvado. *
1 discnsso do projec n. 26 do aaai passado,
creando ama cadeira de ia. o sexo (minino no povoado de Craangy.
O SR. GOMES PRENTE : -Sr. presidente, pedi
a palavra nao para me oppor ao projecto, mas para
pedir lgoos esclarecimentos ao seu aobre autor.
Eu sei, Sr. presideoie, que o derramamento da
iastraegao publica, 6 o interessj fun 'araenial dis
pavos modernos ; recoohego que eaire n, depois
da eraencipacao do irabalho, deve vir necessana-
meate a emancipao do espirito esravisado pela
iganraucia. Mas porque reeonheco ist), Sr. pr-
sidente, euteado que dos nao devemos vjtara esmo
a creacc di cadeira-, que multas vetea ? traiem
oaus para os colres pblicos.
O Sa. Omvbiua Fonceca :Oa pelo meaos sem
proveilo correspondente.
O Sr. Gobs UavalcahtS :0 autor do projecto
nao o apresentana se nao boavesse esse proveito.
O Sr.Ouvkiba Fonceca : Nao bstanle para
votar.se por om projecto o norae dj seu autor.
O 3a. .Gomes Parbnte : Eu, portante, para
prestar o mea voto conscien:ioso a adipco do
projecto, preciso de esclarecim' ntes :
V. Exc. sabe que pela insiruccao publica vio
appareeendo muitos abusos, a que preciso por
urn termo. Existem raaitas caeiras creadas mal-
tilmeote, e qae depois de providas os respectivos
ofo'esores passam a ter exercicio em lagares .dif-
trenles ou por falla de alumuos ou falla de casa,
come ja bouve quem allegasse, ou finalmente por
alganra outra razio.
.]'.tirei, como exeiqplo 1) ijie disse a cadeira
aos Arrombados, que foi prvida, e entretanto por
falla da alumnas l esia a irafessora na fregaezia
de S. Pedro em Obuda, onde j ejiistem duus pro-
fessoras em efTec'.ivo exercicio.
Citarei aioda a cadeira ereadi o anno passado
u* estrada nova de Beseribe, que igualmente foi
pruvida, mas a professora.a pretexto de nao ler
eocootralo casa l, esta funceiooando na Eocrusi-
Ibada, onde ja tem urna professora.
UmSb. Dbputao) :A da passagem da Magda-
leas...... ,. .
O S*. Goms Prente : -E ouiras. Ja ve a casa
. qae nao possivel continuannos a crear todeiras
sem ser manifesta a sua ulilidade, tanto mais quan-
to o oslado financeiro da provincia nao lison-
geiro.
Pego, portanlo, ao digno autor do projecto que
nos d as necessarias raformacoes, e tere prazer
em dar o meu vao para a sua adopcao.
O Sa. OLIVEIRA FOXCECA : ir. presidente,
sem me lembrar porque, oem par quem noria sido
apresenlado este projecto, ouvi diter em aparte o
uobre deputado, que se acha 'a minha esquerda.
que o davemos approvar, porque os seus aatores
nosmerecem condini;i. Protestei contra este prin-
cipio. Agjra verifico, que o projecto foi na sesso
do aano passiJo apreseutado peU commisso ae
initraeeao publica, de que eu (azia parte. Man-
tente, porem, o meu protesto.
Lendo-.-e o parecer, que precede ..ao projecto
J veem-se as raades, que a commisso teve para apre-
seata-lo. Foi dirigida a esta assembla ama re-
p;_':entacao dos babitaules de -ruaogy, assignade
por um numero avallado de pessoas de considera-
cao, mostrndose a neces-ilale Ja crea(o de
ooia escola naqaelle lagar.
Lerei o parecer qae diz assim : (le
Certaoseote seno lugar ba to grande aurntro
d familias, deve baver um numero consideravel
de meninas, que (reqaentem urna escola ; logo
deve-?e erear ali orna cadeira de instruccio ele-
mentar para o sexo (eminino.
(Troetm-ae apartas/
O Sr. Oliveira Fonceca :Qaaado se trata da
ereacao de nma escola, deve-se comparar o da-
pendi oecessarto com a sua marj.ueac,ao, e o apro-
veitameoto que se poder auferir, segundo o nu-
mero de alumnos. Se o aproveilamento estiver
quera da de.'pesa, deve-se evtala.
Contado-.e com a frecuencia de 12 oa lo me-
ninos, vale muito a pena gastar-se um con'o de
ris annul.mente.
Em varios paizes, e at em o nosso, teem-se fdito
clculos comparativos para se saber o custo da
instruccio elementar dada pelo estado a cal in-
dividuo ; estes clculos polero servir de base na
creacu do escolas entre c'.
A que se pretende crear em Craangy, segundo
as informacjSs*, qae a earanoissao de nstruccjio pu-
blica aprecien quando redigio o prrjecto, ha de
ter urna (requenca softiente para a convenien-
cia de sua mauutencao.
Portanta o proj co deve ser approvado.
Encerrada a di?cus:o o projecto posto a^votos
approvado
i.* disenssio do projecto n. 3o do anno passado,
estabelec-ndo regras para os contratos de compra
e venda de animaos gavillares.
O SR. RATIS E SILVA observa que ha engao
quanl) ?o estado em que fkou o projecto na sessio
do anao pa sua lembraoga,
fai elle apjrovado em a primeira discusso.
O SR. PRESIDENTE -Manta verifica- ni acta
respee'.iva, se olfectivamente foi o projecto appro-
vada em orimeira discusso, a eoohecendo-se ser
issoexacl>, o projecto retirado da discusso,
para ser incluido ua ordem do da segaiote
2." Ji-ni--\i do projecto n. 9 da anno pissado
auiorisand'i o presidente da provincia a remover a
bibliotheca p ovfoe'al Jo odificio era que se acha
para outr.j mais apropriad), e daado outras pro-
videncias.
O SR. OLIVEIRA FONCECA : Com pezar, Sr.
presidenta, vejo pronunc arem-se alguna dos meas
nobres collegas contra este projecto ; e com ac-
uiumento auimo me a dizer alguina cousa um sea
favor.
Utna provincia do primeira ordem como esta,
onde ha urna faculdade do direito, onde ba tribu-
aaes de seguoda instancia, e onde i instruccao j
se deseavuive de um modo consideravel, necessita
de orna lubliciheca publica.
Nos temos urna, a que se d este nome, talvez
immurecidatnenle, porque at hoje nao tom pre-
enchido os flns para que fai creada, e isto por
differentes razes. Em primeiro lugar a biblio-
tbeca lem um s empregado, que nao pode satis-
fazer bem bdas as occuparoes de que se acha en-
c arregado.
Um Sr. Deputado :Nao tem o que fazer, vive
dormindo.
O Su. Oliveira Fonckca :S-bre elle pesam
multiplicadas obngacoes; bibliunecario, con
servador de livros, porleiro e sl servente ; pois
se nao exerco por si este ultimo inisier, porque
paga quem o exerca. Succede qae quando o bi-
tliothecarii obngado a sahir, como nao tem
quem o substita, torrado a fechar a bibliotheca.
Dar-se-ha o m-smo inconveniente toda vez que
por motivo valijso nao poder oraparecer. Nao
pede urna pe.-:oa ter sobre si t.do o servico de
om etabelecimento semelbante.
O 5n. Goes Cavalcanti : Mas isso nao tem nada
com o projecto.
O Sr. Oliveira Fonceca :Tem muito. Trata-
se das necessidades da Dibliotheca e dos m3io3 de
sali.-f.ze-las. Ba taita de mais om empregado, ha
iaconlestavel deficiencia de livros ; pois a biblio-
theca tem pouqnissimos, nao tem urna colleccao
que salifaca em nenbum dos ramos dos conheci-
meutos humanos. Vota-se quantia insignicinte
annuahoente para a compra de livros, e muitas
vezes essa mesma verba votada deixa de ter appli-
jaco.
Se ha todas estas fahas e tncoovenienies, trate-
mos de os remediar; e se nada podemos fazer
nesle sentido; se oa podemos tomar mais pro-
veitosa a desbeza actualmente feita com a mana-
tencio da bibliotheca, ser melhor acabar com
eila
(Trocara-se apartes.)
O S^. Oliveira Fonceca : E' preciso mais um
empregado, preciso decretanno3 urna qaantia
auaual para a compra de livros, e tambem que a
bibliotheca seja transferida para oatro edificio,
odo sej* mais frequentada. Tado ito esta pre-
venido no prijecio.
Um Sr. Deptaoo :E nao esl n'uraa boa
casa T
O Sr. Oliveira Fonceca :Est em um conven-
to, cuja portara se fecha as 8 horas da noite.
Quera nao sabe qae em toda a parte as bibliote-
cas sao mais (requemadas noite ?
Ero summa, deve se altender ao seguinte :" a
bibliotheca provincial muito couveaienle, mas
as condices em que se aeba poaco proveitosa,
'acarnos com que ella atlioja ao lim para que foi
creada.
Voto, pois, a favor do projecto.
0 SR. J. CORREA DE ARAUJO :-Sr. presi-
dente :,ped a palavra, nao para irapogoar o pro-
jecto em discusso. Sou o primeiro a reconbecer
que a bibliotheca provincial, no estado em que se
aeba, nao presta os servicos que sao para desejar;
roas, por outro lado, vejo que a provincia lula
cora mil diffi mldades para satisfazer as obrigacoe
de qae se acha tobrecarregada vejo qae anda o
anao passado foi cootrahido um emprestlmo, que
esse emprestimo tem sido applicado a differeaies
oirs argentes, a satisfacao de necessidades im-
portantes ; vejo que esse empreitimo acha-se in-
tetramente esgotado. isto a qaantia tomada
e>i prestada, se bem que todo o emprestimo con-
tratado nao esteja anda realisado. Aisin, pois,
me parece que nao convm que estojarnos aqu
a decretar ou a approvar projectos que as ve-
nham trazer augmento de despeza, como o projecto
ora era discusso, sem que conhecamos a receita
de que podemos dispar.
Pee i, pois V. Exc. que consulte casa sobre
o requerimento que vou apresentar, pedindo o
adamento da discusso do presente projecto al a
apresentaco do projecto de orcameato da receita
e despeza da provincia.
Yti mesa e apoiase o segrate reqaeri-
mento :
c Requeiro o a llmenlo da discusso do projec-
to d. 9 do anno passado at discusso do projec-
to de orcarcen'.o provincial.J. Correa de iraujo
O SR. G0NQALVE3 FERtlElRA :Pedi a pala-
vra para impugnar a emenda qae se acha em dis-
cusso juntamente com o projecto. Nao vejo con-
veniencia em que o projecto seja adiado pelos mo-
tivos constantes do discurso do obre deputado
que me preceden,, por isso que a pastagem do
projecto em discusso nao implica nada com o
mo estado de Qnancas em que aos acbamos.-A
passagem do projecto em discusso nao qner dizer
que ni devamos por forca ou sejamos abrigados a
votar a quola para elle, se porveolura o nosso es-
tado floaaceiro o nao permitttir. Se nao houverem
sobras das despezas urgentes e iadispensaveis de
modo que o presidente possa usar d'esta aulorisa-
cao que Ibe concedida pelo projecto, certameote
que nao usar ella de semelbante auwrisaco.
Mas aguardarmos a discusso do projecto de orea-
manto que quasi sempre passa aqu atropellada-
mente, para ento apreciar-se da conveniencia do
projecto que se discute, nao me parece isto ra-
zoavel.
Por cooseguinte eu opponbo-me ao requerimento
de adiamento. .
O SR. J. CORREA DE ARAUJO :-Sr. presi-
dente : as consideracQjs feitas pelo nobre deputa-.
do que acaba de" preceder-roe, de forma algama
rae abalaram. do proposito qfle tire com o rcqae-
rimerjio Qae aprsente! casa. |
Eoteodo, 3r. presidente, que a approvaco do
presenta projecto nao importa ipso *atfo a remo-
oa i da bibliotheca do logar em que ella est para
outro qnalquer ; o projacta apenas autorisa o pre-
sidente da provincia a eftectaar a remoco ; roas
se nos reconheoemos que concedida a autorisaco
nao ha neonvenienle, porque o presidente poda
nao usar d'ella, para que lavemos de autorisar o
presidente a fazer aqaillo que c* sabemos qae
elle nao fara?
Um Sr Deputado :Fir se poder.
O Sn. J. Correa de Araujo : Nos qae temos
de decretar a receita provincial, nessa occasiao
lemos de verificar os recursos da provincia, os
roeios que ella tem para fazer face as saas despe-
zas nessa occasiao, pois, podemos ver se possi-
vel realizar se a remoco de que -e trata.
Para que baveinos tfe autorisar o presidente a
fazer aqnillo que c4 nao sabemos se elle poder
fazer, vino como uo sabemos quae os recursos
da provincia ?
Eu na vejo vaolagem algama oem ulilidade em
autorisar o presidente a faer isto, ajuillo e aqnil-
lo outro, concedenlo-se-lhe innmeras antoria
coes para liearem ellas sem uso algum, porque os
recursos da provincii nao o permitiera, ou caso
venba um presidente que nao roereca contianca,
qu" nao tenha amor aos cofres pnblicos...
Um Sr. Deputado :O que nao raro.
O Sn. J. C. de Araujo... que esbaDge ci di
nheiros da provincia faca u-o dessas autora-
cSes, comprometa os cofres publico para satis-
fazer a aotorisacSes que nos antecipadameote Ihe
concedemos na esperan;* de qae tal autorisa;o
nao sena aprovelada.
O Sr. Gonqalves Ferreira : Me pareo que
o presidente nao pode usar da autorisaco sem
baver ama quota no ornamento.
O Sr. J. C. de Araujo Para remediar isso,
para evitar esse embarago elle abrir um crdito
extraordinario.
O Su. Gonqalvf.s Ferreira :Se abrir ura ere-
dito sem o dever fazer, n* aqui estamos para
censralo.
O Sr. J. Z. dr Araujo : Que importa a cen-
sura se o mal esta feito ? Para que sugeitarmo
nos a ludo isso se nos podemos de anti-mo evi-
tar o abuso ?
Autonsemos a despeza, se quando Jecretarmo3
o ornamento conbecermos que temos tunos para
ella.
O Sr. A. Pernambuco :E desde hoje pde-*e
dizer qae nao temos.
O Sn. J. C. de Araujo : Eu tambem propeodo
para ah.
Ainda ha pouco se discuta a creaco de urna
cadeira de iostruecao primaria para o sexo femi-
nioo em Cruanay e eu ouvi dos nobres deputado
que nao convinha estarmos creando cadeiras sem
que tivssemos c nhocido o orcamento provincial,
sem que conhecessemos os recursis de que dis-
punliimos para occorrer as necessidades da pro-
vincia. Ora se esse argumento procede com re-
lacao creaco de urna cadeira com maioria de
razo deve proceder quando se trata da retnocio
da bibliotheca provincial, remocao que podemos
desde logo atBrmar sera muito mais dispendiosa
do que a creaco de ama cadeira em tal ou tal
lugar.
Por estes motivos eatendo que o presente pro
jecto deve ser adiado para quaudo se tratar do
orcamento provincial, e ento, se virroo que te-
mos malos para remover albibliotbeea, para aug-
mentara!, s o numero de seas empregados, para
colloca la em estado de poder prestar os servicos
que sao (tara desejar, consignaremos no ornamen-
to a verba necessaia. No caso contrario, isto ,
a nao ter a provincia recursos para altender a
essa despeza, nao demos ento ao presidente uma
autorisaco de qae elle nao poder usar, nao au-
torisemos aTSmoco da bibliotheca, que sabemos
se nao. pdejealisar. ,
De que serve.aatorisar o" presidente a remover
a bibliotheca se depois ihe recusamos os mel-
para elle realisar* essa remoco T Desejo muito
concurren com o meu volcara a realisaco des
le e de uuuos melnoramentos de que 'carece a
provincia ;,pJas qunlo estiver convencido de que
as suas lianras nao permittem que sejam e'les
realisados Venhuma duvida tenbo em recosa lo.
O SR. OLIVEIRA FONSECA faz ainda algumas
considerantes m sustentar.) do projecto.
O SR. LYMPIO MARQUES : Me parece qae
a quesio de conveniencia do projecto est tora
da discuss). Ambos o lados em qm v-jo divi-
dida a casa, contera em que o brojeclo conve-
niente ; a divergencia que noto entra os nobres
deputdos versa sobre a exequibilidade do pro-
jecto. .
Um Sr. Deputado : E' que preciso equili-
brar o orcamento.
O Sr. OLysjPio Marques :Nao porque o or-
camento nao "se desequilibrar com tres ou.qa-
tro.contos de ris.
Trata se daexiquibilidadeda lei, e eu vou enun-
ciar uma idea, que ser consignada em uma emen-
da que pretendo offerecer a casa, a qnai.me pa-
rece que concilia ai opinioes divergentes.
A emenda do nobre deputado 1 secretario, en-
tendo eu que nao rqsolve a quesfo, porqu adian-
do-? para quando se disentir o orcamento, teremos
os mesraos erabaracos, a mesma divergencia de
opiniois a respeitada exiquib^idade ^ou nao exi-
quibilidade da ida; se porm se restringir a au-
torisaco para que o presidente s possa usar
delta quando se consignar no infmenlo a com-
petente quota, creio qae esta sanado o mal que
poda vir da inconveniencia que cominellesse o
presidente, usando da autorisaco sem para ella
ter quota marcada e abrindo crdito extraordina-
rio, o que nm abuso. Digo eu que este alvitre
resolve a duvida apreseatada pelo nobre 1* secre
lario, quando admitte a possibilidade de abrir o
presidente crdito extraordinario, nao existindo
quota >.o ornamento.
Um Sr Deputado : A lei marca os casos em
que podem ter lugar os crditos extraordinarios.
O Sr. Olympio Marques :Mas q a a nao o pre-
sidente queira abri-lo creio qae cora o additivo
que pretendo offerecer nao poder fau-lo.
Est resolvida, portanlo, a quesio ffnanceira ou
econmica.
Desde qae o nobre antor do requerimento ad-
mitte a hypotbeae de abrir o presidente crdito
extraordinario...
O Sr. J. C. de Araujo:Ea admiti prrqne v-
jo t-iios os dias te abrir crditos extraordina-
rios.
O Sa,.Olympio Marques : Por isso que eu
quero s esobeleca isto coro toda a calma,%para
qae se nao sophisme a lei, caso tenba de aer exe~-
culada por um presidente que nao seja de nessa
conflaca, e nao deixe de pas-ar um projecto de
manifesta conveniencia e utilidade.,
O Sr. Ges Cavalcante :Ple ser convenien-
te, mas nao urgente.
Val a mesa e apoiado o seguate arflgo addi-
tivo :
t O aso da autorisaco concedida ao presiden-
te s poder ter lugar depois de consignada a ne-
cessana quola no orcamento.Marques da Silva.'
O SR. ALMEIDA PERNAMBUCO :-Pedi a pa-
lavra, Sr. presidente, para justificar o voto que
pretendo dar a favor da emeada do nobre Io se-
cretario e contra a que foi apreseatada p.lo no-,
ore deputado pelo 3* districto.
Nao posso volar pela emenda do nobre deputa-
do do 3 diaricl poreae -a considero completa-
mente desnfl a/ia, visto como j existe dispo-
sico do loi qSajmrSpsamente veda ao prasideo-
le da prvviuota abrir crditos, em cajos la.es. Aj-
sim o crdito que, independente da eaienda do
nobre deputado se na lei do orcamento nao foi
consignada a quota precisa para a despeza com a
biblioteca, provincial, o presidente nao a far ape-
zar deau orisada por lei.
Un Sn. Deputado : E elles nao tem felto isto ?
Sr. A. Pernambuco : Nao me consta que o
tenham feito depois da disposico prohibitiva An-
tes de baver uma lei prohibitiva sim, mas depois
que a assembla esubeleceu a prohibieo nao me
consta qae presidente algam tenha commettido tal
abuso. Palomeos se isto den se ainda nao tive
occasii de ver os nobres deputdos latosos li*-
caes do cumprimento das leis, se apresemarema
censurar presidente algam por um motivo. Nao
posso admitlir, portanlo, que presidente algam
depon da existencia da lei a que me redro teoha
aberto crditos fra dos casos permiltidos.
O Sr. Tolentino de Carvalho : Porque nao
tem bavido ceusura deixar de existir o facto ?
O Sr. A. Pernambuco : Se eu nao conbeco e
nao fai trazida ao conheeiraento da casa Infrae-
cao alguma da lei, nao posso dizer que (oi infrin-
gida.
A restrieco quo eonigna a emenda pois,
completamente desnecessaria e l manifestara no
caso de ser aceita uma prevenco demasiada c >n-
tra quem est ou p.ssa vir a estar na administra-
rn da pr vincia, suppondo-o capaz de infringir
urna disposico de lei.
Voto pela emenda do nobre I* secretario, por-
que alm de nao considerar a despeza pnposla
no projecto das mais urgentes em face da neces-
sidade rea: e Indechoavel qae temo* de fazer aval-
lada despeza com abertura, melborameaio e con-
servaco de estradas, facilitando no transporte dos
productos e alimentando a renda provincial qae
diminue pela dilll-uldade do transporto dos pre-
pucio* qae faz desanimar o orodactor, accresce
que a despeza augmeala lodos os dias e qae a re-
ceita nao olTereceodo meios para satisfazer s to-
las as despezas n?cessarias, preciso satisfazer as
mais urgentes e adiar as que podem ser adiadas.
'Sem duvida alguma de utilidade recoobe.M-
da que uma provincia importante como a de Per-
nambuco teoba ama bibliotheca montada dia-
damente, mas (ambem necessario e indispensa-
vel que se d os meios para que possa sustenta-
la nssse p, e os meios s se obteraocom o aug-
mento da renda e o equilibrio da receita cora a
de'peza.
Me parece que, antes Je se dispor a renda da
provincia, roister crea la, e ? se ple com cri-
terio apreciar e decretar o dispendio da renda
quando se tem estudado o raeio de crea-la e calcu-
lado a sua arrecadaco. E isso no orcamento que
se pode comparar a receita com a despesa para se
poder bara aqaiiatar quaes as despesas que devem
ser preferidas e saiisfeitas com mais urgencia.
O Sr. Oliveira Fonceca :Ealo fique adiado.
O Sr. A. Pernambuco : Me parece que nao
seria extranbavel que sobre os projeelos qae auto
risnm despezas fosse ouvida a cororoisso de orca-
uieo' '.creio memno qn a assembla tero procedido
duii s vezes por esta forma.
A'co.Tirolsso, i deveodo estar entregue ao es-
tado do orciraento que tem de apresentar-nos, e
tent j examinado mais ou menos os dados que
fornecem as repartieres dacaes, se pode conside-
rar de algum modo habilitada para emittir parecer
sobre as despesas mais urgentes e que podem ser
comportadas.
E' recoohecida sera duvida alguma a utilidade
da bibliotheca, mas o resultada beneco que ella
produz nao se pode dizar qae sej* to geral como
outros benelicios que a provincia demanda. A
biblioteca aproveita individuos que teem
um certo grao de instrnecao e que all vo desen-
volver o* conhecimenlos adquiridos; mas a pro-
vincia sobrecarrega se, e deve faze-lo em primeiro
logar, com a avultadissima despasa que faz com a
insiruccao primaria, que necessidade mais mde-
clinavel do espirito.
Portanto, lendo n* todos os diis necessidade de
crear escolas e despender somroa avallada com
nm exercito de professores nao se diri'que, sa-
lifazendo da preferencia aquella necessidade de
ordem secundaria com o adiamento de uma neces-
sidade secuodaria, obstamos o progreso moral da
provincia.
Qaando dfvemos atlenJer necesidades geraes,
B que affecta.n a todos, coma o melhoramento das
estradas, estabelecimeutos de oselas e diminuico
das imposicSes *obre nos os productos, impo-ies
que, por demasiadamente pesadas, atrasara a agri-
cultura com prejuiso da arrecadaco, nao poda-
mos sobrecarreg*r o ornamento com verbas de
despesas que podem ser, sem'grave inconveniente,
adiadas para o teropo em que os nonos balancos
offerecam um saldo a favor, oa ao menos equili-
brio da receita com a despesa.
Quando, ao contrario, tamosavultadi33irao dfi-
cit, e somos obrigados destinar da receita uma
verba importante para pagamento de juros; quan-
do temos necesssidade de adiar a amortisaQo
das apolice, por causa do e-tado da nossas finan-
cas, nao devemos, por ora, aggravar as circums-
tancias fioanceiras da provincia cora despesas que
podem esperar, embora teuham sua utilidade.
Se a commisso de ornamento, comparando
receita calculada a despeza, entender que pode dis-
trahir da receita a verba para bibliotheca
Um Sr. DBBtrrADo:Ple, fazendo verdadeiras
economas.
O Sr. A. Pernambuco :ento consignara
no projecto de orcamento essa despesa.
Como conheco que nao possivel equilibrar o
orcamento, e que a commisso ha de ler um ex-
cessivo traoalbo para poder equilibrar a receita
com a despesa indispensavtl, estou certo que ella
nao consignar esta verba de despesa.
Voto, portanto,pela emenda do nobre ^secreta-
rio, porque paoao que deila resultar o adiameflto
da despesa para quanlo a provincia estiver ero
circnmstaneiaa de collocar a sua bibliotheca no
ponto em que deve ser eoliocada.
Encerrada a discusso, approvado o requeri-
mento de'adiamento.
2'^iscusso do projecto n. 13 do anno passado,
desmembrando de Cimbres e annexando a Pes-
queirVb riacho Cupili.
Vem a mesa e apoiado o seguinte requen-
ment0:" ....
i Requeiro qne seja adiada a discusso por 24
horaBarros Wanderley.
Veriflcando-se nao baver casa, o Sr. presidente
designa a ordem da dia e levanta a sesso.
SESSAO ORDINARIA EM 6 DE MARCO DE
1871
PRESIDENCIA DO SR. FERREIRA DE AGUIAR.
Ao meio dia, feita a chamada, acbam-se pre-
sentes os Srs. Ratis e Silva, Silva Reg, Alcoforado
Jnnior, Freir Gameiro, Ernesto Vieira, Correia
Gondim, G mcalves Rerreira, Tolentino de Carva-
lho, Alipio Cosli, Teixeira de Sa, Pinto Jnior,
Vcha Cavalcante, Felippe de Figuera, Pinto de
Campos, Almeida Pernambuco, Lamanha Lina,
joao Vieira, Albuquerque Lacerda, Firmino de
Novaes, Gusmo Lobo, Ges Cavalcante, Arooncio
Silva, Gomes Prente, Ferreira de Aguiar, Olym-
pio Marques, Araorira Salgado, Hennaue Mamede,
Costa Camboim, Barros Wanderley, Uanha e Fi-
ne i redo, e Mello Reg.
Abre-se a sesso, e lid e appr ovada a acta da
tenor. .
O Sr, 1 Secretario da coala do seguale
expbwrnte
.- Officioan
Do icreiario dQ fovereo, remeUWO 40 exem-
/C
piares impresses do relatcrio do inspector da the
souraria provincral.A' destribuir.
Da mesrao, remetiendo copia do acto pelo qual
o Exm. Sr. conselheiro presidente da provincia
resolveu alterar o pessoal da ihesouraria provin-
cialA' commisso da legislaco.
Requerimento*:
Do protessor jubilado Jos Candido da Silva
Barros, pediodo pagamento da gralificago que
tem direito.A' comrais'o de orcamento.
Dos empregados da tbesouraria provincial, pe-
dindo para ser unida ao ordenado a respectiva
graficaeao, qaando aposentados coro mais de 30
annos de servico.A'co.nraiss' de pelicdS.
_ U Amaneio Godofrado Lucas, pedindo a admis-
so ao gymaasio provincial de um seu ilbo me-
nor.A' commisso de petie.de*.
Da irmandade do Triumpho do Santissimo Co-
raco de Mara, pedindo a approvaco do seu
compromsso.A' commisso da negocios eccle-
siasticos.
E' julgaJo objecto de deliberacao e mandado
imprimir o seguinte projecto :
E' julgado objecto de deliberacao e dispensado
da iiupresso requerimento do Sr. Lamenh.i Lina
0 prvjeclo n. 2.
m A eomutissio de iostruecao publica, attenden-
do Doceaidade de dotar a provincia com edificios
destinad ,s escolas de instrnecao primaria qne
renan) as condices exigivais aa conforto dos
alumnos e ao rgimen do estudos. Juica opportu-
no i_nico;ir a reaiisaco da generosa ida pela fuu-
dac-o "le uma caa modelo no districto Iliterario
da capital que, em proporces embora mudestas,
seja cooi.) o primeiro monumento levantado em
honra da in-iruccao elementar e Ji< grandes des-
liaos que d'ella dependen).
Imoraticavel como seria decretar um lempo,
e por um s acto, a ruodaco de casas da igual
natures.a em todos os muoicip:os da proviacia,
nao parece commisso que daln se cjlha valioso
argumento para nao cuidar desde j em promover
to importante melhoraraento que, nos paizes
adiautados na organisaco e 'diiTuso do eu-inn,
esl solicitaudo a attenco dos governos como aa
sumpio de primeiro nteresse. O exemplo que
nos vera da corle do imperio onde se trahalha ac-
tivamente ua construeco do primeio edificio deste
genero, oreado em 200:0004000, pe patentes as
vistas do goveroo imperial sobre a necessidade da
ir espalhaodo casas apropna las que correspon-
dan! pelas suas proporces e accoramodaces, ao
nivel que cumpre elevar a instruccao primara.
i Convencida deque esta fecaoda tentativa pode
trazer os raelhores fructos, a commisso nao dis-
(arca que a quesio de meios, sempre grave, pode
surgir como um erobaraco realisaco da idea.
Mas, confiando da marcha ascendente da receita
provincial a da complicidade da uma discreta eco-
noma do diobetro puntico, a commisso julga es-
cusado recordar que, se algara ramo do servico
tem direito a exigir renovados e incessantes sacri-
ficios, seguramente a insiruccao publica o que
os pode reclamar ara norae dos mais elevados in-
leresses.
< Confiada em qae estas, sendo as vistas da ad-
ministrar i i hbilmente expostis em a luminosa
falla que ouvimos a dias,sao tambara ao da assem-
bla a a de iodos os espritus que vem na instruc-
cao primaria a primeira e inevitavel coudieo do
progresso moral e intellectual do paiz, tem a om-
misso a honra de propor o seguate projecto de
iei:
c A assembla legislativa provincial resolve :
Art. i. O presidente da provincia fica auto
risada mandar constrair ao districto Iliterario da
capital, segundo o plano que julgar conveniente,
um edificio destiuado a escola da instruccao ele
mentar.
a Art. 2.a Para osle lim ser designada ua lei
do orcameuto a necesaria quota, podendo o presi-
dente da provincia usar d> producto do empres
limo ltimamente cootrahido.
< Art. 3.' Fican revogadas as dupoaicoes om
contrario.
Paco da assembla 6 de marco de 1872.
Gusmao Lobo. Aleo/orado Jnior. Alvaro U Ca-
valcante.
ORDEM DO DIA.
Procede-se a votaca di requariaunto offsreei-
do pelo Sr. arroi. Wanderley na se*so de boa-
lem, propondo o adiamento da discusso do pro-
jecto n. 13 por 2i horas.-E' approvado o ada
ment.
Segunda discusso do projecto n. 30 do anno
passado annexando freguezta do Bonito diversos
territorios das freguezias ilmitrophes.
O SR. OLYMPIO MARQUES : Sr. presideote,
oppondo-me ao projecto, quando prope o aug-
mento da fregaezia do Bonito com territorios de
outras freguezias limitrophas, freguezias pequeas
a da pouca populat, ao passo quu a de Bonito,
que assim ficar augmentada, j nma das raaio
res freguezias da provincia. Tanto isto assim
que algn- senhores deputdos, conhecedores do
lugar, com quem tenho conversado sao da opinio
que essa freguezta deve ser dividida, creando-ve
uma nova ( apeiados.J
Era quanto, pois, nao ouvir razdes qua me con-
vencam de qae estou em erro, voto contra o pro-
jecto.
Eocerrada a discusso do projecto, posto a votos
rejeitado.
Seguoda discusso do projecto n. 32 do anno
passado, creaado mais um districto de paz no mu-
nicipio da cidade da Victoria.
Val a mesa e apoia-se o seguinte artigo addi-
tivo :
< Os limites deste districto sero os raesmos do
terceiro districto policial.Ges Cavalcante. >
Eocerrada a discusso approvado o projecto,
bem como o additivo.
Terceira discusso do projecto n._12 do anno
passado. traojferiado para a povoaco de S. Jos
a villa e tdtfdo termo de Ingateira, bem CGmo a
sede da freguezia da S. Jos de Iogazaira.
O Sr OLYMPIO MARQUES : Sr. presidente,
por informaedes que tenbo de pessoas dbnbecedo
ras da localidade estou convencido do projecto ;
mas podendo nao succeler assim a respailo de
muitos.
Senhores deputdos, e rae parecendo tambem
conveniente que nao caa um projecto desta ordem
com sacrificio man/esto de sua conveniencia, peco
a qualquer de seus nobres signatarios, on qnal-
quer dos nobres deputdos que lem conhecimente
da localidade se digne dar informacas a res-
peiio ao projecto.
O Sn. Novaes J foram dados em primeira e
seguoda discusso.
O Sr. Olympio Marques :-Beiu, nao ouvi, po-
rem o pn jecto acha-se em segunda discusso.
Neste caso estou satisfailo.
Encerrada a disceaeo o projecto posto a votos
approvado.
Primeira discusso do projeclo o. 18 do auno
passado, supprimindo os lagares de medic da po-
lica e encarregados dos corpos de delictos,
O SR. GONCALVES FERREIRA :-Sr. presi-
dente, nao pretenda lomar a palavra na presente
discusso, por que suppunba que a inconvenien-
cia do projecto era eousa de primeira intuicao ;
entretanto acbei-me (oreado a mudar de proposito
por que ouvi na bancada oppoata alguns do3 meus
nobres collegas pronnnciarense a favor do p o-
jecio.
O Sr. Tol.e>ntino: E' am rumor surdo que nao
produz effeito.
O Sr. Goncalws Ferreira : Sr, presidente,
ba om falso sopposto de que, tenia o corpo de
1 polica tres mdicos, a polica tiesta, capital uo
precisa de mais mdicos para os corpos de delicio
Maa, Sr. presidente, se con*iderarmos que os m-
dicos do corpo de polica tem attriboices diffe-
rentes, que nu sao sujeitas a autoridades pcli-
i'ciaes, e que nao podem ser chamados para os cor-
pos de delicio, se nao como qnalquer oatro medi-
co, ver-se-ha que o faci de ter o corpo de poli-
ca tres mdicos nao razo para que se suppri-
raam os lugares de que trata o projecto.
O Sr, Gusmao Lobo : O cdigo do proeesso
providencia.
O Sr. Gonjalves Ferreira : Tera-se dito, Sr.
presidente, qae a creaco dos mdicos da polica
at derrogatoria da lei geral, que nbriga todt.-
os mdicos a acceilar as nomeacoes para os cor-
pos da delicio. Mas, Sr. presidente, se sa attender
que os mdicos nao querem acceilar as nomea-
Cea para as vestorias sem qne sejam pago* ; se
se attender que muitas vezes nao se Ibea "1-
applicar a mposico da lei, a multa, por que "He'
sempre pretextara molestia* e outros erobaiaooa
desta ordem ; se se alten ler a que muita* veae*
pelo rgimen aoligo. rellro-me ao lempo em qc-
no existiara os medico> de polica, Acarara maito?
individuos por serera vestoriados da um d a para
nutro aqui ine-m-j na cidade, se se attender a so-
das estas eonsideracoes creio que nenham do- no
bres deputado* se levantar para sustentar u po
jecto.
Sr. presidente, ha um anno pouco mais nos que sou agente policial nesta caqilal......
Um Sr. Diputado :E muito diguo.
O S. Gohcalvbs Ferreira :.... nesta occasiao
devo dizer qae sempre encon'ri nos milic>i- da
policia loda a coajuvaco pessivel para os curaos
de delict.
Diz-se tambem por abi que a policia lata com
dilQcul lade e para a factara dos corpo* do delicio
que os os medico* da policia nao ;e prestara a este
servici pois desta cadtira eu devo declarar em
boma dos membros mdicos quo sempre qae oa
mandei intimar elles promptos acendiam a inti-
Un Sr. Deputado .Poder nao I
0 Sr. Mello Reg :A qaestai se os lugares
san ou nao necessario.
0 Sr. Goncalves Ferreira :Sr. presidente a
verdade que a creaco dos medico- da policia
trouxe ura certo despeito para o* ouiro* medico?,
de modo que quando se execut ra a lei o. 86, dia-
seram desde logo que nao se prestanam maK
Mis ainda esta razo nao procedente, porque
a lei provinci il nao poda derrogar a geral, elles
seriara obrigados a pre'tar->e qoand i fossera cha-
mados, mesrao porque ao jaiz ple nao merecer
contianca para o caso tal ou qual o medico da po-
licia.
O Sn. Tolentino de Carvalho : Logo urna
iocooveniencia da lei estabelecer smenle dona
medicas.
O Sn. Goncalves Ferreira : O projecto nc
estabelsce uo'us mdicos, supprime os que exis-
tem.
O Sr. Tolentino de Carvalho : Retire-me a
creaco desles lugares.
O Sr. Gonjalvrs Ferreira :Sr. presidente a
despeza qae sez com esses doa* mdicos lio in
signideante que parece qae nao deve apavoiir
ainda aos mais zelosos e amigos da economa
S. Exc. Sr. presidente da provincia na falla qaa
leu na sesso de abertura aqui pede ateo au
ment do ordenado dos mdicos; e se S. Exc.
acha qne o ordenado .qae tem os mdicos da poli-
ca muito diminato, e porque implcitamente re
conhece a necessidade dos raesmos medico*. De-
pois a permanaucia dos mdicos da polica uma
medida de adinioisiraco, e me parece que nao
podara>s oega-la, sob pena da prestar-nos adhe-
so e apoto decidida a ,i lmia.tr. ci. (Muitos n
apoiados.)
I) a i eu que a suppresso dasses mdicos im-
porta uma pr iv i de descoafiauga da administra-
gao. (Nao apoiados.)
Um Sr. Deputado : O projecto raai* an-
tigo,
(Troca il-se apartes.)
O Sr. Goncalves Ferreira :Repito : a admi-
nistraco tem seu relatorio, reportaudo-se a utu
offlcio do chefe de policia, pede at augmento de
ordeoado para esses mdicos, o qae importa im-
plcitamente o reconhecimenio da neoe:sidade dos
tugare .
Um Sr. Deputado : Eulo supprimara se o*
mdicos da polica.
O Sr. Goncalvis Ferreira : Sr. presideote.
eu estou de accrJo com o nobre deputado qae
acaba de darme ura aparte, quanto a approvacac
dos mdicos do corpo de policia, porque veja que
o corpo de polica nao tem hospital; e para veri-
ficarse um ou outro soldado deve ir para o hos-
pital Je caridade, basta um medico.
Neste ponto estou de acerdo, mas collocar aa
autoridades policiaes, qae j tesm nm trabalbo
oneroso, na obrigaco de mendigar dos mdicos d<
suas relajos o favor de se preslarem aos corpos
da delicio o que rae nao parece jasto.
Sr. Presideote, devo dizer que durante o lempo
era que o Sr. Dr. Adrio, que por algam lempo
foi medico da policia. esteve em Fernando, en lu-
tei com raaitas difflculdades para fazer os corpas
de delicto : para que estes se zessem era preciso
recorrer as rainhas relacoes particulares e eu nao
esleu disposlo a dever favores a bem do servic
publico.
O Sr. Tolentino de Carvalho : Porque ni)
foi nomeado um interino 1
O Sr. Gonqalves Fbrrsira :Isso nao com-
migo, nem com a polica, com o presidente da
provincia da ento que nao nomeou quem aSMti-
tuisse ao mesrao Dr. Adrio, parecendo entretanto
que motivos teve aquelle administrador para as-
sim proceder.
O Sr. Gomes Parb-nte :Isso creio qae nao vai
como censara ao Sr. Dr. Adrio.
O Sr. Goncalves Ferreira :Nio senhor, aca-
bei de dizer qae qaando elle esteve em Fernand >
lute com diuculdades para fazer corpos de de-
licto.
Sr. presidente ha uma outra rado que me ia
escapaudo. V. Exc. e a casa sabem que para sa
fazer um corpo de delicto sao precisos conheci-
menlos especiaos, preciso esiudar a medicina
legal.
O Sr. G. Lobo :Isso para outros corpos d.
delicto, nao para esses que se fazem ah.
O Sa. Goncalves RaaMBH : E mais o nobn
deputado sabe, por isso que muilo tem titojMo
no crime, qne muitas vazes se levantam quesles
no jaary por cansa das vestorias que mal classifa-
cam os delicies.
O Sr. Goes Cavalcante :E a le recomaaen-
da que elles sejam feitos por facultativos.
O Sr. Goncalves Felreira : ... boje lemo-
iim medico de polica, o Sr. Dr. Soriano, que tem
conhecimentos especiaos na materia, escreven at
uma obra resseilo e est prestando servicos re-
levantes.
Portanto, parece-rao que, a vista das considera-
Cs exposias, o projecto nao deve pasear.
O SR. VIEIRA DE ARAUJO :-Sr. presidente,
tendo sido ea um dos signatarios do projecto, que
se debaie*corre-roe o*dever de dizer algumas pa-
lavras em sua justifieaco.
Apresentaado o projecto o anno passado ea e al-
gn* collegas da legislatura, Anda e entenderco-
que nao pod'rooj Por lei provincial lar esiabek-
cide- lugares da medico i polica para conseguir
assim ine se flzessem os corpos ae delleto com
mior faoildade do que se nao sxistisHM taes tu-
garos, porque se alguma forte obrifava a le pro-
vincial ao juiz escolher oertos e determioadoa pe-
rigs, quando a le MM-lns a liberdae de esc^-










884 Ib*, qaando*a le .gera! qaer jas fl-jnaa livr es-
coma do rirtoidir da colpa a nomea"f?l *w fe-
nlos.
Alera dista Sr. presidente, entend noe aro od
eervico qre datia ser pago pelos c. tres eraos; >-
oso se para qtfe Tnvemos do estar a legislar para
e pagar os aeris seraes pelos coTres prnv,n-
viociaes, qiad) a respeito de muito* que j si i
pagos pela provincia o govcroo geraH nao o* lera
atteadido, apelar das ifrahas Jeel%m*---o'e que ?e
tero felto sempre.
* U.w Sr Dki'utwj : E-preme& somente jkU
governo geral e oa;l trremot.
OSr Vibhu ote Aait : ---Nao digo ne os
foaccii nanos que ejto"fcem singares de mdicos
da polica oe*i"npen1iem maf Sas fnnceSes'.e ac-
ceito neste rento o juizo do oofcr punto que
me preeedeu sen lo tot u ftfelii inconimoiencia
na conservaco de taej lugares.
O Bctre d-potaio relerio so tambera 10 relato-
*lo do digno administrad *-r da provnola; maso
relaterio foi refereoei siroptesmtmie a lemhrauca
do ctiefe e polica quando pede aogmento de ven-
melo.
Sa Go-ncalvks Feriura : E-acha coove-
nieote.
O Sr. Vieira db Ans.n >: Ni* sei mesmo se
mili juiz>, mas ii: da ijue a-s'Mi seja, oao vem
appello a que>to de coi ii m^ i. desda que lia ou-
iraa rarSa poderosa para que te soppriraa esse-1
ltrgare*.
Urinar-se-ha Je fazer e orpo de delicio aumente
porque nao estatal os logaras de medico de poli
r;ia? Porque nao se chirriara pan eaot eorp-s ff
delicio mdicos militare-4, me<*ico< esnpoiiJiad-s
pelos cofres gerses ou proviaciae-, embora ni i
srjara a ntd restrictamente origa-lo* ? un ser-
vij- q.ie p fe ser milito b*o iiesempeohwfo por
todos os mdicos, aiada rresrao tor aqne les o'
c > sio rmno-Tilo".
OSn. fiotcaivas PiniVRiM : Ple, mas elle;
nao qoen-m pre-tar- e.
OSn. Vikm.\ de Aiunn: V se pir coa*e-
puinte que na > tn se revoga urna lei que nao a-
rece coy. UNKtonal, coral larub 'th e fjz nma ero
noraia a favor do cfres pro'ioeiaes supp immdo
se iis lugares o> medico rta polica.
OSR. ALCAPORADO JNIOR: 9r. pre*id-ra-
te, en voto contra o projeeto, porque nao v<-j t ra-
o neohama pela qual divam ser nppriraidos o
turares de medico do ivnm de pjlicia.
UmSr Dkputado : Nao sao o< mlicos do
carpo de polica.
O Sr. Alcoforid) lo.Nion : Ea orrij, os m-
dicos la polica.
Nao vej> eoarepieoeia nnhama oa noUvo !-
oilidjde publica para es^a -nppres lo, epelo cm-
rario, on-iJennlo a qnsii por qualqaer la lo.
nao flitonao r sejim'aque.'le- lugares coostTvadn, nlp eu tala
muilo alm, enieni) qn,> ai) Ji;vem\er c>o-
ser\ados, como al aogmentidj o* rwpoNfe ou-
mero.
OSn G. Lobo :Aserera conservados, en vot.i
pelo aogmeot;).
OSr. Alcoformio Jimor : -Sr. presidenie, tem
conhecimento das dibVasta&M eom q-i luta-n a>
anijridade* potieiaea na co'ifec(a> d>> torpn de
d-lic'ij. venlo-se auiu vm na rieees^tdade de
chamir lefgos, que por sua ignorancia comprme
lera mu a-< veres a can^i (ajastica filando eN'sj-
flcaco's in-xciis irrmeas Jjs fcioi, rao fle
deixar de .u nrgir-se,/le jrjoneiar-e coo'ra es
se mo estado de eou diar este tn-l a meu ver, ler meJieos stipei-
dial tr-eheos bem pago-".
Ve, 1 que pir" snsieoiacao do pr. ecto se apre-
teoiam duas rarrlns, nenhuma dis qmes sliis pro-
sada A primeira disas ra.oes st urna >.! .
i geral.
o ii e cola nj ilsi'iur u- C\S\ DSP^T
luno averlor h prSt c-IVi Aem warc d*-IWi :

mente *pprovJo por e*ia sMemb'i, os exeicl-
Ci'isfM'lTrrapiic1" ^Jn U:\>< 'o^rnft^riie n t
aase, b o cooselh)
aWninfs di nm
emir os quaesqner, sqe tio farm parle de pro
l^ramma da estulos de cada nm dos siraos do
corso.
Nessas condic^e, pois, sorwilo da asserr.bla a
approva^ao do prejecto que se discute, agunrdau-
do ao sobstilutivo para a sefnnd-i discast.Io, Ji
qufl ot me yj.'riTjeill lo, agora faxe-lo.
Encerra* w disea-So eopmjeto approvafc
I* discujsio do projeMo B. 3^B do anna pasad*'
aniorisanlo e proideote da provincia a despender
a qaantia de ^WOI Com os ooncertos da cadera
de P* d'Alho.
OSR. OLVSl'IO MARQUES: -Sr. presidente
pirece;mo que manifest o pensamento da nssem
bla, e conformiJade com o que se di-dn> hon-
tem a resucito di transfereoen di hlbli-Aieca pro
vineiil, offer<"cendo, como c-ITireijo, un requeri-
menio para que ti|aa addiada a discus3ao deet
projecio at se votar a do orcmento. _
Usi Sr. De?utam :Nem tu neces idade dejte
proieclo.
Vie mesa e asoia-se o seg-inle requerimento:
Requeiro o adiameoto da discussao do projec
lo n. 31 para qnaoiB se discutir o orcameni pro
vincial.nii/mpio MQiqutt.
O SR. PINTO JNlOjl oppflff'se emenda.
Encerrada a di,cusao o requeriJieoto regeiu-
do e o projec'to approvad.
I* dracussao do orojecto n. IJ.'i do aspo passad >
desmftibrando da fre'gnf'zia de Liioeiro os rogi-
res Passos, .(amarada, 'iavto e ouiros, e aoeexaa-
do 09 d rW.erris
O SR. TEIXRIRA DR S :Pedi a palavra para
reclamar a casa qte este projeeto nio absenta em
fafies de jdstica.
A* freguezias de Bezerros que requer angmen-
tir com territorios da Ireguetia do Limoeiro, j
lio exteosa que apenas dista desta em eertos Inga
res 2 leguas, lomando se. de urna grave 'ncoQve
uiencia a a'tTaeo proposla, pir ijso que vao ain-
da augmentar a j muita extena fregnzla de Be
cerros.
Hinm lng.tr dessa fregueiia que dista com >
arabei de d'ter do Limoeiro apenas 2 leguas, e
o< har>itanles dsie I gar consta rae qne preleniem
dirigir a esta illdtre assemhli um abaixo ass'g
nado pe lindo asnaincorporaco ao L'mo'iro. e o
razio das conventenei-s da ficilidale da admioi<
traco da ja*tica, do pasto eapirttui Portanio, eu crio qii- a nasa tomando na dev
da considerar) h qne acab) de dizer nio apro
vara o pnjeode que se rata, a menos que seu<
honrados autores jusiinquem com razoes iirie con
venci de sm nlidade.
0*SH. VIEJRA DE MEL.,0 faz ainda alum.>-
con'iderafSes.
Vae meza e apoia-se o seguicte reqoerim^ato.
ltj(|ueiii> quo seja onvido ogovernad)' do
bi-i>aio sobre o projeeto em di*cafsio. Teixe.'ra
Encerrada a dicu I* d?cu annexando fregnez'a de Gimeil-ir.i diversos t^r
ritjrioS pT'encentPs A* fregucz'as Mmrophes
erando diversas ornareis
V.\e meta e a;>)ia-so seguin' rerjii rimeot).
Requeiro o adiameotn di di*cussao t q^e so
ji ntifid i i governa i r lo hispa o.nu'is e Sito ).<
V.erilicano-se ni) haver numero (ira a dHcus-
si i adiada.
O 311. PRESIDENTE designa a orden do Jia e
evanta a cWsso.
henefl-.i) da raatrU d'Agni Preta, a qua! corro tOi toi esse liirHI de viaho, pip haver ficeoe
4 i-3. u 'aagiBan, o Sr. caato Tutano deve bem lom-
)S ntTSNCjAO. -V .vi-neulo do dta l\
Sxiattwn ( presos)377,entraran ll.saMram O
exwtem 37S. A saber : naaionas 170, mulheres
II, e tal 378.
Alimentados casta dos cofrei pblicos 311. '
Movimemo 1** enfermarii da da Ii demrro de
1872 B1
T.vcram BMxa :
I ii |uim fiomes Rezerra, ioiigeslij.
Tneotoui'o di SHva ffaoderley, coica.
h'eiixJoirdc S)uza, febre caloraI.
A n ir i Nery d s s.nto, dem.
Manoel Qiloo, siimolante.
TiveraOjalta :
M'njoi'rnnymo de S.
Jos Gii*dc: dos Sanios.
SANTA GvSA DE MISERICORDIA. Pessoa|
dos eoenn is posta* e orph#os n.s estabeleci-
mmfc: pi- x carga dista Siatt Cas ao mee de
revertirn :
JL hospital Pedro II
o dos Lazaros
Ni hospicio de alienados
Na casa dos ex posto*
Nj cpilegio dos orphaos
No As olrpKias
No A.-ylo
268
27
81
Iti
90
m
7b'
864
n
Sr. F. nrc Ftr.UEtRoA : -Eisa forte.
OSr Alcopor\do Ji'ndr : Shi para mim
ama razio, porque ha inultas outfas desbezas de
carcter geral |tie ^:in f.otas pir i>6'.
Aqiesio provincial sjb-r s" mil a ctoser-
va^o dos lugrres, p->rq :e se u'il se os lugares*
sao oece^sariis. devetn s;r :onefvad.s eiiih ira o
carseter da di-spe/a.
(Trocam-se apirles).
O ?n. Alcoforadi Jlmor :E*!a razie portan-
i) nio pmeflda.
O '"r. F. of. PhujbirAa Eu aho que a mai?
ort" que .'O ple apr>sentar eontrs o pr jocti
O Su. Alcoforado fUNiOfl :A' outra razio r
devereil s-r sa mdicos a ivre esc loa das par-
i-", tambera nao uma razio procedente, porque.
njjre tudo a lei, o que quer qne o? p-riios n-
Hiealu iospirem a dtvida couflanca. Portanto
desie que os iisdicoa que exercera esses lugares
tiierecem conanc, ci-sfe ioieiramente a razio
apr" enlada.
Nao vej) poisa menor conveniencia ni suppres
sao d s lugares, e poftanto voto contra o pnjech.
OSR. i MFLLO REG : Sr. presidente, n"
me recordava Je que tinhi ass;pm Jo sale p:o-
jecto, mas verificando isto agora, ni i quero exi-
mir-me de dar os motivos que me deti-rminanm
adenr a ida con Ignada neWtefmi pr j-cto.
*. un dos rhefes de polica da provincia ruvi,
ern o.:.;sii) .'i que conversamos, a opiniao d-
|oe eram sem utiiidade o- mtdicrs da pidiia.
OSr. Goncalvks Perreira : R T-rese ao Dr.
'.mudes l'iabeirn, e qundo se retiren eslava
o -'ncid d i necesstdadV.
Ii Sr. Mello Reg :N:'o sei s? elle se c nven-
& u sales ou l-v-is, o que s*e que, em conver-
sa me disse que roavinha rappfimir essei lagares
e a razao que (Java era esta : havia corto in-
iivenienie em ter mdicos esprciaes, os quafcs
i. -iam ser chamados por elles lcompareciam ao
rvico qaaiu i iha convicha o queriam, e s-rviatn
mal.
Disse-me mais, que dcotre os docs, o mais
puwi'pto, nem sempre podia aecudir a>s chama-
a-1-.
Oea estas consideraras feas a mim pelo ttiefe
de pnlicii, pe*>oa mano competente pira avahar
ds uecessididj desses lugares, ii;enm muilo era
meu espirito. Acerases tambera que a despeza
fv.a com os re flidos mdicos, de naureza g?
ral, a nio devenios enerar com ella es magros o
fr da provinci.
Eotenuo mais que tambera ha eu inconvenien
te em baver pernos cerlos e determinado?, que
as partes conlucam de antemao.
O Sr. Goncaltbs Ferrera : Fsso j e jue c
neg.
Outro Sr. Deputaoo : %5io aempre os raes-
mos.
O Sr. Mello Reg A (asHea sera muo mais
severa, sempro que ospeiirs nao forera eoabeei-
d 's previamente.
(Tr.-cam-'e apartes).'
O Sa. Mf.llo Reho : Crearam-se os lugires
com o ordeado de 6004, alera de ser a despeza
de naturoza geral, j se falla da augmento de ven
imentos !
M1I3 aliante virio pelir aindt maiores wnci-
meeto, e por lira dirs yie sao poucos os mdicos
e o entre da provincia que fl iue oaerado com ama
de3peza que nao Ihe pertenc, que dizera r in-
til I
'IIm Sr. Depltado: Sio economas d? palK
O Sr. Mello Reg : Emli n, se quprera con-
servar os logare1, se eniendem qu as desptzis
-jue se querera supprimir cnstiiuem economas
de palitos, votem contra o pnneto.
O Sn. GusmXo Lobo :Se ainstituicio f.'r man
"jia eu voto peo augmento.
O Sr Meli. > Rf.go :Por minha parte, frei o
le euii nio ser do meu drver.
Encerrada a discussio, o Droject'< approvado.
Ia discussi)*do projeeto n. 28 do aono passado
determinando que os alumnos da Escola or nal
a$am exercui calgraphicos no i lno do
JUtO.
O SR..UCH0.V CAVALCNTI :-Sr. presidente
ensupponho que hi inexactido neste pr.jecto.
Os alumnos da Eicola Normal ja fazern ejercicios
tialligraphico'*, mas eaaa* exercicios sio feitos so-
mente durante o i' anuo, e sendo o lemp; injuf
leante para esse estado, eu era mau rea torio pe
di que ae estenJes e at o 3o auno o inesmo tra-
balho. Era vista dessa minha reclamaeao, creio
en, loi apre-eaiadoopr*>jeclo; mas corao elle est,
aenhum tnelhoramento consagra nem poder s-r.
votado, porque a medida pelie consignada, ja foi
attendi)' no regalamento da Escola Nornal ; e os
exercicioscalligrapbicos si, ja all boje praticados
durante e aooo. O que prejiso e que te es-
t*nJam a ao 3o, para qne os alumnos possampre
pararse nesla disciplina ; e nene sentido (ai qua
cu flz algumai consnJ-r,n;oes no relatorio que
apre?tei; e sb como tne parece, foi en v'nuCe
deata miaba red.macio aue apresenterase o pro-
jeeto em discussio, eviaale qae nof larrau em
que se acha elle concebido, nao pode'4 aitender
ao melboramenio.por mira lembrado As .tprasenlarei um pr.ject) snhsUluii'o.
O to Pbesidkntb : Por ora nao. na i' di
usso nio se admtte eojpnda1*, ou c projeeto ha
Je ser appravado ou rege tido.
O Sn. cfWA Cavalcaxii :as eos rraos ero
4ae est, nio pola sor volado, porq la consigoa
ima idea qu* ] estaj^reveciid;.
rtroeam-se parte).
O Sn U--tio\ Cavascant! : S-guodo o rfgiaU-
REVISTA DJA31A.
ASSEMRLEa POVINClAL.-Dcixou de fune-
ci"oar honiem, por la.la de Dum^ro legal de de-
potados.
IU.MIEIR0. Pi'lo va.cr Pirstdente Urara hja-
tera reuiriudos da IhosSurg nacional 2-6:0005000
em notas.
APRBsBKTA^AO.-Ao delega Jo da puKeia d
termo Je arilai apierenwu-se a \i do corieirH,
Francisco Florencio da Silva, afim cumprir
pena de 3 inezes e o Jias de prisi, que llie ftM
irapo-lu peltijuiz municipal Jesse lenu-j.
BOA COL1EITA.Na Octle de 14 do crreme,
turara appri-li-i;ddas 6 armas de defetae, o captu
raraiu-sf 18 individuos par1* recruus.
NAvARf'.TII -Escrevex-nos dessa cidade a o
do correte :
U.n facto lamentavel leu-se nessa citado no
da 2ti d. psssad). Ao meloda, qaando bria-se
a enx*'Via da caieia ao f)rnecedor d'agna para
os arel >s, invertiram estes conira a guarda, que
abaodjBou o seu posto, leixando escaparera-se
nuantos quizerau), ero numero de (dio. No raesrao
da loi capiurad um dus fug tivos e n) dii se
guime ouiro, de sorte que andnm no mundo G.
t D.pusde narrar o facto com toda sua es
caudalosa tiropliadade, niencoriari'i aiguraas cir-
domstaneias, que o tornara por dentis gVave, e
i|ue na'.en'.eam algumas responsabilidades.
111 uns i ou o mezes foi recoihido a c.ideia
3 faraosu Je^uino B.tlha, indiciado :^m> autor do
rcubo audaciosimente p-aticado no ncg'nho San-
ios Meo Jes, do caplio Laurcntieo I!--llrai. L'go
depois de preso foi conh^cida toda a historia de
Bitaliia, suaa opiniSas ultra-communistas, suis
proezas, .-eus numerosos prnceisos, suas reitera-
das prise* e seo profundo Jesdem pelas Lis, po-
las autoridades, e pniicipolmcct', pelos mtios,
qne estas emdregavara para lib^rtarem a socodade
la acio dissolveote do tio rlente sedarlo do
communtmo. Soube sj alm disio que Uatami
jeciarava na pri-u qu** ponco se deraorari.i na
caieia de Nazareih, pola que, pm elle nao hivia
cadeifc-bastaote segara, jbresaltou se a popula-
cao desta cidade com a n;-licia'de semelhante de-
claraci", e a autorizada resolveu por a ferroso
aovt) Rncambole. Depois de murta de.nora f"i o
proceaso conroiJo, reiuando de suas diversas
pejas a certera de ter sido Bnalha o autor do
roib) de Santos Moades, e tolos esperavan an
ciososos o sen julgamen*o, quando Irgrou elle
cumprir a promesa feita, cvadindo-fe a frente de
sele criminosos. .
Depois da especie de estupor causad) por se-
meihante noticia, procurou o publico conhecer as
clreurastancia-; do fado.
t abe-se boje que Ba'.alba, o hornera peigaeo
qne devia ser to cu'dadpsamente tifia lo ttoha
con seus companheiros, comprar srraas e municojs,
e tornar pouco vigilante* e dedicados a sua pes
s>a alguraas prs^as do destacimento. Esta ul i-
macircamsiaoeM e:t prorada porque asta veri-
ficado que foi uma proca do destacamento quera
f i ruaran armas e muoi<;dss aos presos, e est ve
nli^ado tambem qne oa oceasiio em qu*. se ;'brio
a porta da prisio, so tres pracas se acbavam pre
sen!e?, o nem esta, nem nutras, que estavam no
quartel Ihera^n urna resistencia, que, ao meaos,
salvasse ai apparencias. O destacamento, que nio
se animou a irnpt r o pass> a Batalha e eus s--
qdlces, raostrou dDois sua bravura e heowno na
prMo do escravo Jos, um dos fugitivos, o qual
foi, depois de preso, brbaramente espancado.
< S*be se mais que quera abri a pjrta da pri-
sio nio foi o carcereiro, que nunca la a cadeia,
e sira um cabo do heroico destcame!, por
quelle iucambido e substiiuido.
x A facilidade cora que Ralalba, apeznr de tan
tos avisos conseguo evadir se, a uitroducgao, na
cadeia de n1 as e moni(des, o procedimeto ir-
regular e criminoso do carcereiro e do destaca-
mento resalam alguraa cousa, que conven, qu^
:m qu
np-'i.-r
seja conhscida pea"auteridade superior co
te, da qual os nazarenos esperatt providencias
enrgicas.
iSS0CI4CO DOS GUARDAS LIVROS. Deve
reilisar se amanbaa a ioslaacao desta iraport?ii
te soeiedade, no sallao da Associagio Coromercial
B^neficeoie.
GYJINAZIO DRAMTICO. Era beneficios do
aut-res vae boje f esna o lindo e interessante dra
ma sacro, de.grande espectculo, Vida e Miagret
de S. Beneiicto ; ou o Tkaumuturgo da Sicilia
que tantos e tio merecidos applansus tem reeebido
do publico desti cidade.
DECLARACOES NECESSARIASO Sr. Fran-
cisco J lio de Barros Joniur foi xonerado de sub-
delegado da fregueiii de S. Ifei Pedro GmcaWes
seu pedido; e o Sr. Francelino AugoVn de
Hollnla Chacn foi oomeado obdelefado ea fre-
guezla de S. Jo .
RIO GRANDE 00 .\ORTE.-,\a matriz da fre-
gaezia de Nos-a S^nhora da Apresentaeao, da ci-
dade do Natal, tireram principio os sermdds qua
rermaes na qnarta rsira de clnza. seguindo se de-
pois em todos os domingos, terminando o acto
sempre pela LeQ^So do Sntissimo. Aleo ios
seam5es, recitados pelo Rrm. Joaquira Fraucisco
de Vasconcllos, ha em todas as teress-feiras
noate explicacSc do cathecismo on leltnra es.irl-
lu il, e n'ara da determinado de cala semana o
exerciio da va sacra. A'as noujjs de soleranhJa-
de esta sempre :m exp **lc5 o tamoJo do Senhdr,
sendo grande a jncdrrenei3 de Bel.
LOTERA.-., na? 9 acha a rend a 2i>*, a
T.tai
GEMITEMO PXJltlOl.-Obtasrio'do dta 13 do
c rr-'iiie ;
Cfstolio da Cista. branco, Portogal, "IJ ion)*,
solmro, Pecifd ; phiysiea.
Miao.l Narcieo Lopes, parlo, Cear, 3S aooo*,
loit^rro, Boa-Vula tusona I Pedr> Ii ; svpbalitici
acli'iia.
Joa> Francisco Maleira, parjj, fatrtilfmi
i4 aunos, viuvo t.-a-V .1, nrspual Paire II ;
dyarrha.
Antonio, pardo, Pernambucj 2 mezes, B^a-vis
ta; donvulsoes.
Marculino, eseravo, pardo. Pern trabneo, ii an-
uos, so tetro, Santo Antonio : cong-'sti cerebra'.
Benedicto Muios, braou), lle-soanhi, lo aon is.
solfiro, Boa-Vista ; feVe amare la.
Cusma, parda, Pernambuco, :i aanos, S. Jos ;
ignora-se inolestia.
NmotJ, pardo, Pernambuco, 9 mezes, Boa-Vis
ta ; co.tvulsde-.
Jo, branco, Pernambuco, ) anaos, 3. Jos ;
aslh na.
Prfiila, preta, Pd:niraricj, 8 mcjes, B)i-Vjti ,
denticao.
Catharina, escrava, pre.ta, frica, 54 anuos, sol-
teirt. S Jo ; tyarha.
Pmloraeno, parlo, Pe.narahuco, 18 mezes, S
Jos ; bi-xigas.
Virginia, branei, Pernambuco, o mezes, Grag :
convm des.
Sehastiio, brano, Pernambuco, 2 nuces, Recite,
menegite.
- Ii -
Maris, parda, P.rnarabuco, 3 meses, Bn-Vista ;
Ignora se a molestia
Joanna, parda, Pernambuco, 9 raezes, Boa Vis
ta : espasmo.
,'nicij Banto de Loyola, brano, Pernambuco,
3i aunos, casad t, Santo Autoom ; congesti) ce-
rebral.
Ant raa, parda. Pernambuco, 6 anuos, Boa-
Visla ; r^bre araarella.
Jas Franei-co, branco, I'ortogil, B anoos, sol
teiro, B a-Vista ; febre araareh.
F rroioj J is Alexandre. pinto, P-roambuco, 30
annos, B a-Vista : al.sorp ;a 1 oarulents.
Mara Feliciana da C-mceicio, pirda, Alagoas,
2i annos, ^olt'ira, R-tc lo ; varila;.
Mtii Joaquina parda, Parnambaso. 68 anoos,
viuva, R 11 Vista, bispital Pedro II ; eiysipela.
Jjo Das de Sxiza, preto, PeroaiDuco, 23
annos, iaHafrO) Boa-Vista, hospital l^edro Ii;
pa tic.
Antonio da Cate Gaimara, brano, ?ortugai,
72 anni. soltero, Nossa Senhora da Gra';a ; coh-
gestao pulraooar.
i .ni 1 i^^
. cajrti I
X.'Udoii.f
'UBLiCACOES A PEDIDO.
negocios le Fernando.
Dcbaixo da epigraohe cima apresenton-?e o Sr.
cap lio Trajn 1 A'ipi) 1e Cirvaiho M^adono, ao
publico no Diario de 13 do correte para dec'a
rar qa havia sido ahsoivido pe!o conseloo de in-
vestigacio, que re-pondeo, p.slas accusf;o?s que
ihe lizera o couunia unte de Feruando, o Sr. u-
nenie coronel Amonio Je Carapos Mrl:.j ; e, apr>>-
veitanio a oceasiio, lece-se o mais completo elogio
e deprimo e iuuim sera o menor erabaracr a*
raesmo lenle >oroael eao abaixo asrigasdo.As-
sira deve ser-0 Sr. cap!:5o Trajino foi achido
gtm cu'pibilidal'i, pd'Vshsada as partes dilts
pelo oramindi itf Campos Me:lo, ji'gslo falsario
e caiamniador !
Assira-dve ser : a re;>ress3 > do crlrae, boje
um crirae, e ai da'paella que tental a1
No enuoto apresjoto ra ao publico olTerecendo
brevas cosiderai.-o s para mais Armar a anejen
cia do Sr. capito Trajino e transcrevenii algn-
ucumeni s pira corroSoral-is.
O Sr. cipio Trsjiao n-j pamposo elogio, qu* a
si faz, pede ao goveroo ama ommissio para co>>
obecer de seus s-rv:<;>s no presidio. D,'Sj) e
uuibcm que S. Ezc. o Sr. presidenta da provincia
oojindo ao? distmetos olUiaes qne o eornaanla-
rain, conmeis Antonio Gjroes LI e Jas Angelo
de Moraes Reg, tenentes coronis, La>z Jos M >n
te:rot Jos Laca* Sosres Rapiso da Cmara, Sa
hamio Jos Basi'io Pirho e SabastJo Antonio do
Reg Barros ; a"S qoe servirara como majore: o*
prag, capitaes Leopoldo Borges Galvio Ucha
Antonio Raymundj Lios Cilla-, T.burcio Hylano
Ji Silva lavares e Maaoel Ai. xiulrino de i bu
quer |ue Pitt?, a'elles soabesse os servidos que pres
tei em longo periodo de lempo e sempre coro leal
dado
E' verdade que, .0 .que dis*erem e?ses beneme-.
ritos olDciaes d uala. servir no concailo d Sr.
capito Trajino, que j ligan Jo sa o uoico booailo
e curapridor de deveres, attribai-lhes, o mal d
Feroando ; dizeodo S. Exc ora sua corrspoa-
denci.i, sera rcalriccao, que elle provmha di des
moralisa^a de sensgoveroadores !
A) ser eu iguaimeqie ura dos males de Fernan-
do, farei ao Sr..capitio Trajino as sej{aiDtss per
guotas: s (,c0 jbia por que quando commandan-
te do presidio, rae nao destituid do emprego, qu
aii exercia eo, e pelo contrario me julgiva at na-
oeasirio ?
Por qae qaanlo mijor da prac, a pricc;pio.
nunca de mira a qaeixou o fazia-me os uiaiores
elogios .
E' que comoiit'i o graale erro dej^rvir^inda
cora latida>.'e ao Sr. teneote coronel fjhhpos Millo,
dindo-Iba pane de qoe pir orlem do Sr. capilio
Trajino deseraoarcara do vapor Giani tres gar
raf-ias cora agurdenle, como se ve do documeuio
abaixo sob h. I.
CommeiiiJa le micha pwte tio negra falta, nio
era posiv,| continuar eu as boas gracas do Sr.
capito.
Dessa u em diante tornei-rae o pomo da dis-
cordia do pre-idio, a espiaba de garganta do Sr.
capnio Trajino, uao Ihe raerecendo. mais confin-
ra para us desembarques, s-rvic sempre .idilad
a mim pflos pissadua cotnu.andantes e mijores da
prac, inclusive elle.
Nio foi pois o maltrato de minha pirtestos'sen
lenciad.is e o mais qne diz o Sr capito, que -ro.
lizeram perder-lhe a ool'uoc, e >im o errj^jue
BomraeUi, dindo pane ao eommandaote dajjjrda
de; e tao assim que o Sr. capitio Triaoo
nunca seatrevo a declarar o motivo por qoe Ih-i
havia eu perdido a caolianca : o documento n. 2
deixa-o patente. ,-
Coaj o maior emhasiasmo, diz o S". capjtao Tra-
jano, que nunca negociou. Nio 9 contestamos ;
mas os documentos sob'ns. 3 e i provao qae era
ni casi havia :ontrabarrlo eera vendido ; e qua
S. >. oa quililidj de iscjl da presidio, seudj-ti'
zeloso, parece, nao o davia inirar.
^ E' verdade que ao relirit-me, diz_.o Sr. capitio
njauo
orarse, fm enea sdaW* pira nio coustipar-se, nao
ho'jVaaem peiKjWao gsverno da proviacia, aera
coooeaso de aua parte c o documento a 5 bim o
prova, cora saa leiura tire o publico as coose-
quenctas, tendo em vista que as faetf ras eram re-
metiidas pelo cimbado do Sr. capita Trajann, com
quera nntci tive \ menor relicao, e qae at eolio
nunca avia remeltido gneros ptrra Fernando a
Joaana Panla, a quem lambem nao conhece.
Gomo isto tud 1 e mais,
Paramos aqat, o Sr, capitio Irajaoo est absol-
vida, e por tanto :orapltarnute jnstifieado, para
que pois eottinua a abusar" da paciencia do pu-
blico 7 Dtenos qne elle, pe'o qne se tero apre-
seaiado de parle a ptrte, nrma por si o sen
Juizo.
Recite, Iri ds marco de 1872.
Qiirino Joaqitxm Madura.
Documente n I.
lUm. Sr. teninte coronel commandant do prei-
dio de Fernando.Qaarino Joaqunn Mtdeira resi-
dente o'dSta llha, precisa a bem de seu dreito e
defesaque V. S se digne daclarar ao p 'este si
oa nio exacto o segrate : 1. si quando estwe
n'este porto o vapor Giqui da corapanhia Pernara
buca era 10 d julho do c urent) anno, V. S. den
ou oao licen ;a a um marinheiro do raesmo vapor
para desembarcar 2 garralftes com vmhn, diteodo
por eisa occaiuo ao aoplicante, que era eniao
ocarreftdo do Srrvieo d desearga, ifoe exami-
nasse pnmair-i a qnilidade do liquido comido nos
Meame* grrafos para qe-na- dfstaibare.isse em
vez de voifi.i a^uarJeoie. qua pjr maoeira alga-
ma Savia ceserfibarfar.T*Tj-no da seguite o
supplieante deu parte a V. S. do hiveren desem
barcalo 09 wfendos garrafdi conrviohe raaU
por ordera do Sr. capito Trajano Ahpii de Car-
vaiho M-odono.a trez gar^les e um caixo con-
loado aguarden!.
jOairosira, precisa tambera que V. S. se digne
igualmente mandar que o actual Sr. rnajor di pra-
51, oavimlo os smienolados Viesn'.e Ferreira Go-
mes da S Iva, Clemente Jo< do Nascimento e An-
tonio P. reir da Silva, infirme timbem ao t
dVsli se niqaelle memo dia o senteoeitio militar
Francisco Gd de Urito fdra on nao bordo ao re-
ferido vapor, trazando pan trra tres g.rrafes e
ura caixo conteodo aguardeot*.
Hatees trmog. R. II. Finando, 29 de de-
zembro de 1871.Q tirina Joaquim Madeira.
CeriiBco qae verdade lodo quanio o peiicioua
rio diz relauvameote minha pessna, e timbera
verdade que deu-ce parte de haver deremharca
do por ord, m do 8r. capito Trajaoo Alipio de
-Carvalno Mendonca, eniao major da pract, Ir-
garrafo's e um caixo conlendo agurdente do
vapor (iiqui, cOegido neste i.orto no da 10 de
juibo do c Trente anno. O p'tieinnario sempre
foi eacarregado da-cirga e descarga dos nnius,
ins f indeavarn oo porte d'este presili) : ri>*i
ponanlo declarado em f de verdade. enramando
do pre-idio deKeroaulo do Nor.mhi, 19 de dj-
zembro de 18-71.Antonio do Camors Mello, te-
neote-c Tonel cominaadante. A Sr. uajor da
praca para satisazer os mis qnesiios qa^ pede o
supplicaole, a Oem de seu iliretTo e tlefeza. Com-
raando d' presidio.de Fernando le Nirenha, 19 d-
dezembro de 1871.Campos Mello, tenente-coronel
cummandante
Em cumprimenlo da despacho retro, ouvi aos
sentenciados Viceo'.e, Clemente e Antonio Pereira,
que, cora verdade ou nao, alBrraam o que diz o
peticionario na ultima parte de seu reqoenroento.
Feroandide Noronhs, i de fevereiro de 1872. O
jor graduado lu Libraio de Souza, major da
praca.
Docurannt n. 2.
Illm. Sr. lenle crronel c-nirnandante. do presi-
dio de F-jrcanlo.Qnrino Joaquira Madfira, ex-
sargeoto corarosndan'.e da primeira companhia de
conderenados, ora resiieote usc presilio, precisa
a bem sea direito qiw V 3. se digne deciarar
be-4ao p dcste o que entre V. S. e o capitio Trajn 1
Alipio de Carvalho Mendooca se passou, i|oand
V. S. per;untjuai mesmo capitn os motivos jue
lioha elln para pronunciar-sa lano conira o sp
piieant-', quanlo anteriormente fazii-.ha os mais
pomposos elogios.Nastes termosE II. M. Pie
iii 1 d^ Pi-roaodo de Noron'i!, 27 d- dezeubro'-de
1871.Q urino Joaquira Madeiff.
O que o sapplicaote pede pela finia se-
grate :
Vende sempre as indispnsicoes da parta do Sr.
capitio Trajaoo Alipio de Carvalho Menluoca pira
con o peticionario em todo o tulla,, ora da, nu
mez de outubro, chara-i ao mesmo Sr. Trajaoo me
deelarassa o que havia, para que este caminando
podesse providenciar : declarou-rae que neste pre-
sidio nao o podia declarai por mais que o exi
p*M ; a assim ticaram coutinuando sampre as
BCtaias ateposfedt, al -iae a 20 Jo leferido
-miuiiro, chegando o vapor Cururipe, oa presen;;
do peticionario disse que nao tend 1 coaiimja para
0 desembarque .las >*arga, ax-gia *hra ouiro*sai-
aeaio le sua escolha, igntrando sempre este com-
mando qual seria a falta de eooliaoca e faltas em
Dio o ib rao do ser vl^1. CimmanUo di pres' lio
da Fernando de Norooha, 28 de deeembro da 1871.
Antonio de Campos Mello, tenente-coronel ooi-
mandaste.
D.oamenlo n. 3*
Dsclaro era f de verdade e prorapto 1 jurar,
qu- aantarai agoarJeuia e vioho, a ra/.io. -de 3*
1 garrafa ero c#a do Sr. capilo Trajan Alipu
Jo Carvdl) Menlooca, major da prifr oe Fer-
nando. #
femando 23 de outubro* de 1671.andido Joti
R'iftm. Btgnena o sello aaq reeoohoairaeoto 1*
lirma.
I)j:;i'U*9to B. 4. *
Sr. RiyoiuoJo N.maio Ferrera Cavacaoti.
Recife, 28 He outubro da I87.
, Rogo me por amor verdale, que rae declare
ao p Jesta sa o Sr. major da praca de-Fetnando
le Noroobi. Trajino Alimone Carvlhn Mendonca,
|be venan agoarden'e e vinbo no mesmo presidio
ue Faruaodo, dec.ar.iodojambem o prtopr-
pianto comproa cada girr^fa dos mesraos; ouiro
:irotpeo-lfce pennisio paro fazer..u-o de sua res
posta orno meihor entender
Sou com asuma espe;ial Da Vm. amigo e
criado.OsVh Joaquim Madeira.
Eui re-po;la do sua caria dij-o-lh; que eu
mesmo era pesso nanea compre agosrueote e
viuho.ao major Trajaoo. Alipio de Carvalho Meu-
looca, potem umitas vezas raand-1 eonprar p-i.
sedlenciado Usa Ji Jo Jos Rutiuo a pelo sentencia
Jo Francisco Joannes da Souza e sua mulber, e
via sahir da casa do mesmo raajur Trajino, quan-
Jo oecupava o lugar da cornroandaote iotarioc,
seado agoardente a ii a garrafa e o vmbo a 2,
isto .que digo pule Vmc. tesar o uso que Ibe
aproover, pois estou prompto a jurar se pre
CISO f()
dfnrii, nao pd Iirxictas ; e por isso roge>vo* de ainitiirdes *
segoiules infemi^fies; ^ue serviro di correcti-
vo ao vossu artigo de hmten, sob o titulo res-
posta, que vera oa Revista Noticiosa.
Nao nos ingiramos na administraco da compa-
nhia davia terrea* di Recre a Oiioda, mas apre-
ieraos os fados qne esto no dominio do pu-
blico.
A eompaolii dispoe do mchina=. qne poxam
vrate tren* rodaotas, li viorfos da Europa, e 6
feitos as flfcraas d'ella, os qoa-'s todos for.nn
oceupados dorante o da 8 e a uonte oa eoodu-
co dos pasntgeiros, e para regular com segu
rao^a o ervico o soperioiendeo'.e fez embarcar
na machina n. I o cbtfe das offlclnas, o Sr. Ma-
theus, elle proprio embarcos na machina o. 2
embarcanio na 0. 3 o Sr. JoJiio, sendo distribui-
dos 03 cooJoetores ppr todos os wagons.
Ora, os wagons sio de peqoena loiscio e para
coodozirem oda ura 32 pessoas ; porm condu-
tiram roai da 90; porque era impossivel resistir
a pressio do jranienso povo, qoe se agglomerou
oa estacio desia cidade para ir, e na de Olinda
pira vr ; .deveria s por isso muilo soffrerem os
wagons; Informan me que apenas se estragou
uma mola de borracha por sentar no fundo do
carro, e mesmo oa fhnja das rodas do wagn,
deixando por isso de fazer o seu gyro as re asmas
roda;.
E os estragos nao furam grande, quando todo
elles form concertados em doa? horas, sem da-
rera lugar a ioterropcio das vi.igans pelo que o>
pfejnizos nao p-dem ter excedido aos lucros rea-
libados, e muito menos ios oljalados.
Ss Isto corao ple o collega verificar, j vi*i
iua nenhnma difBjnldade tive era responder-lhe
sobre este poni.
Permitt.vme coDtetar-lhes o tmor de se poder
fazer m.10 juito a respeito de nosso adiantanm-nto
por tna furores sem motivo, pois que na Euro-
pa, que e diz eivjlisala, r!i'>--e taes disturbios
sera que os reguladores das cirilisacoes as julgero
por i Periiiiita-rae aiuJa dizer lli-, que quando co-
megou a agitaeu era Olinda, o Sr. delegado, que
membro da directora, a fangos* lio aulla qut
entrejou ao soperintenlente a acoraodacio. di-
Zendo-se coaflanta em soa energa e prudencio,
se foi p-ra Beberibe, estando o Sr. suodelea
do a porta da casa do Exm. St. desembargador
Guerra.
Poi bem, como j disss no meu primeira artig,
foi te^emucha oceular, assisii de principia a tim
a prop'riii.raeate Igazura ce alguos impertinentes
que qaeriam ser os primelros a v iltar para o Re-
cite ; per essa oco-i. ura dos directores Ja
companhia instava culi a Sr. Anir Porto para re-
quisitar a pol'cia, e este re.-pondeti pouco mais ou
neoos o segoiote :
Esta empreza do povo, o povo apreuder a
respeita-la sera coaccio, porque aisim proced;ndu
respeita-se* si. 1
Nessa ecas io muios Illhos do povo que tialiam
.inmeiro embarcado jora stus familias, desceran)
d .s wagons, e f >ram offererer ao superiolendentu
os seus ervlc-os pira fazen m o necessario soce-
go, o qne sarc*feu continuaodo as carreiras das
iooootiva em sen-ivtl estorvo, vallando eu para
eta cidade s i horas da manhia.
Sera duvida o Sr. Audr Porto, sendo um dos
mais fortes accionistas da Companhia, qur como
Gerente, ou como simples accionista, deve ler
mximo interesa pela prisperidade da Cimpa-
nhii, porque oro'peram tambara seas capitaes e
recursos.
Desde qae acaben com intriguinaas Insigiifl*
cantes, com otamioho* io*dignoi da nossa civiiisa-
co, desde que sa con^ei tarem era um ajeord.,
para bem da Companhia, directores e gerente,
taivez se ':r.-ibetn essas eseitaeddS populares, sem
razio Je ser, e que tenho ouvido altnbinr jogo,
ou en'insi'io o'atgum director.
A tropreit incontestavilnenie popular, gran
de ni-mero de artistas e horneas do povo sio accio-
nistas, seus ioteresses eetao no progresso da em
preta e nao em sua ruina, esti) na raanntancii
de ura superintendente, que filho do povo e re-
pudia for-ji para coagir aos q ie tran-itara pela
via-ferrea, eoolundo ludo da raio h do habito.
Por toda a parte, cesmo n-? E-tados-Unidos,
esses novas trabilrns de viaci) e de coraraunica
ci lelegraphiea, tem excitado a carranrismo, que
quer ver natas inveacBes arte diablica, e como
diste, trilbos, wagons e lioha tel graphica teem
toSrid), j em resaludo de fanatismo, por
crerem ts trahalbadores que contrariara seus iu-
leres prugf e-sos otili;am a tolos ; e mais utisario, se
par oviles pr greiirem os Intarestet moraes.
Inforinam>rae que o supennteodente, prevendo
a possibiuJade U pialqner exeesso, dra instruc
^oes escripias anteriormente ao Sr. engenheiro da
liaba, jue se prestou as?i-iir al *i h-irss da roa-
Dhai, e a pedido do mesmo openotendente se
pre-i.u o Sr. director Uves ; e'taodo qar em
UlioJ.i, nor no centro da Imln u:n cabo cora
g ote se/preveocio.
Cumpre ser justo, oeohoma previsao pndria
conta' cora a nesoraoltco do f.ove em Olikdi
desde o da o i tarde, para quererem todos vir
para esta cidade n.t noite de 8, alim de rio perder
ira!)-:Ido na iguala teira
Espero, pois, que o collega meihor informado,
cora a iealdada de seu costn), declare mexacta?
spas prlmeins, informfeis*.
E jaiba o coleg que esse peqjeoo iocideote
harones t* a previsto peto sopertotendente, que
padio providencias dirtctorii, qae as oio dea,
por juigar taivez visionaria a prevl.-o de taota
aaitlomeracao de povo oa testa do M.ote, que o
Diario de Pertiainh'ico de honiem calculou sm 20
rail pessoas, sendo misler em tal caso maicr nu-
mero de wagn, tanto mais na valta, quando cada
nm quer ser 1 pnmeiro a embarcar.
Era conclu'io, a importaocia da agitarjio toi tal
q io o Esm. presidente n aodou saber do soperio-
ledente so tmha ondnero para elle, satistassl-
do-sjj cora a re. posta negativa.
Recife, !) de 11011ro de 1871.
Bento Borges da Fonseca.
1D0 Correio Pernnmbucano.)
do nutlnlentaaieute, e aiada au rebabli-
Da Vate/servo e criado. nymundo Nonato- tajo, nos pareep, qae, .em vista da dootrina
Ferreira tavalcanli.
IVrnamuu%) 31 de,ontuuro de. 1871. Segu se
o sello e recouhecimeoio da tirina.
Documento o. 5.
illm. e Exm. Sr. tjosaltutro presidente da pro-
vincia. Pas-ePalacio da presidencia de Pei-
tarabuco 23 de fevereiro da 1872. Junqueira.
Quiriao Joaquim Madeira precisa a bem de seu
dirailo que V. Bie. se digne maular que pela se
trotara dessa presidencia su ibe d por cerlidao
portaras coneadendo lieeocj ao Sr. Antonio CIi-
'iia:o Moreira Tampoial para reraetier com desli-
00 a ilha de Fernando, nos mezes de juliio e
agost) do anuo pr^xim 1 passa-lo aa suppli;aote
reaeros alimenticios e ura barril com vinno con-
tra a exiiressi disposigio do art. ii do regula
memo, qd% rege o pras dio. Nestes termos, ptde
a V. Exc defenmepto.
Recife, 23 de fevereiro Je 1872.Qiurmo Joa-
quim Muieifi.
, Era cumpriraeoto do despacho retro certifico
Trajaoo, vcnll a Thoraa*; Rodrigues FerreiraVres
ta;:t3 de raioha drspeii*,eomo f,,Z)m rodos os mi<
Praticandj assim, peCon ou nio o Sr. capitio
Traiano contra o regaafnerito do presllio, que o
prohibe expres-iameoie ; e o que mais vndenlo
a ora saotenilado.
Os abusos pelot mais pratieados aotorisavam o
que dasia reparuco consta a portara seguale
Palacio do governo de P j'uiho
d 1871.-O vice-presideote da provincia ait;n-
deodo ao que reqnereram Antonio ciimaeo Morei-
ra Temporal, resalvo coucedar-lne liceoca para
embarcar nara o oresidio de Feroaodu no vator
H
embarcar para o presidio de Feroaodu no van
Ja vompantiia Peroambueaaa, que segu h
para a!i os geoerps couslaaies da relacio junta
asaigoa^a pelo olficial-raaior serviodo a secreta-
rio, a sefem entregues no mesmo residi a D.
Joanna Madeira.Dr. Manoel do Nascimento Ja-
ckado Portilla
G-.rnliio ignmlroenta qae deixo de transen-
ver a relacio dos objeclos que o iupplicaoie peda
-or-oao eutiir a'asia repinicio. Ceriilico ioal-
jeate j4a ao mez de agosto do anno pagado, nio
, consta qua Antonio Climaco Moreira Temporal re-
prrgidos p
dos, e perfeito tlsja! do regnlimento T S'giraos
o Sr. eapiiao Trajaoo est absolvilo. Diz que nao
obstante haver reitierido as certid5?s das llceoas
qoe ob.eve do governo tira Seu cnobad), para te
netter psri Fernando ficturas minha pe:soa, f-^
gnrando na pgonda am barril de vinho, aluda naj BJ
as ple obterE cem as obtera ; l.'fjer qae ?
Sr. seu cunhido n juca reidord ao govrnn per
mis-5o para manda' para Pertaodo faetaras a mi-
ola pessoa e im a .'oanna Paula MaaTa; por
qoe pafa rrlit da eftrtia faclar, e em qoe
Hat.
E p,ra qua a-sim o conste, pasiei o presente
nesta secretaria da presidencia de Pernanibneo,
27 de fevereiro de 1872.
O -befe do archivo, yo-io Pakfttti Vilella. Se-
!ue-s>j a nota de baver apresentado o conheci-
eni-', que prova o pagamemo dos emolameniof.
en charo analco-
O :relito de votro jornt! li seguro pela ene-
tdio de oi? otfel, eomo por voisa indepen-
Para S. E.s. o nr. conselhero
prriijente da proTncta ver.
TandtVM de f'zer prximamente as no
meafes da uppleRtes de joizes manici-
paes, naturai que seja incluido na lista
dos de Agua-Preta o tenente coronel Joa-
quim Lucio Mor eiro da Franca, actual 1."
sobstitulo.
Mas. sendo este cidado negociaate falli-
do aviio ote 8 4 muilo regular soa nomeacio para oro da-
que'les logares.
Da Idi o, correndo, ou podando cor re
execu.o contra elle, movida por seus tre-
dores, 1 te eaiDaragos nio eccontraro es-
tes no andamento do suas qnestftjs, tendo
seo dasedo.*, najuelle loro, o prestigio e
inf-ien.'ia dejuiz?
Sobre esles eruDaragoi sccresee ainda
ser o dito cidadJo 1. juiz de paz do 2."
districto, o qoe torna anda uiais dificultosa
a m'arcba dos feitos conira elle encarai-
nhadps.
atoo), poi**, oonsiios de que os acos de
S. Exc. o Sr. conselheiro presidente da
pi'jvinria sao paulados sempre pela morali-
dada ftsJBsif! ohamamos soa Ilustrada ai-
teSo para este ponto, afim de resolve-lo
com o criterio que tanto o recofnmeada'.
Um morador de montes.
SOMMERCIO.
IIORTHEHN.
pitaJ........S0,000:000a;00'.
?uadr v reaerv ... ^OOO:!^)*!)^
Agentes,
- ,MilU Lathan C.
Gompaiia Pnenix Pernam-
bacana.
loma JB60? raaritimoj em mercadorit, frotes,
din!:eiro i riwo e nalmente de qoalquer natu
rza,em vapores, onvloa a vella ao barca cas,
premios '.nnlte moiassi: A rta do Commercio oo-
mem 3i.
Segaros eonlra-feg
COMPANHIA
SEGURO CONTRA FOGO
The Liverpool & London Glob
Insurance Company.
Agentes :
Saonders Crothers A (1
U Corpo Santo 5f.
ALFANDKfA
rteadimeoto Jo di 1 U. .
tdttn do 'li.i 13. ;
6*l;7S#St
35:09/m
6ti:S78/lfi:t
Descarregam hoje 16 de margo de 1871
Patacho ioglezBi otitis Pr/Je-varios g usros.
Patacho inglesSolano bacalhio.
Barca iDglezalard Cnlliagnel madeira.
bStra \agWuAcjr(i varios geaeros,
Barca fr nceza Veridiona ideo.
Patacho hespanholPresidentevinhos.
Barca nacionalPero/avarios genero?.
CAPATAZIA DA ALFANDE'A
Reodiraento do dia I a li. ::vo.~*
Idato doia 15........ iliJlSV
3:771*80
FjzendDS sabidas pela I* e 2" porta (vols.) 27
Diversos (teoeros de estiv sahidos
pela I", i' e 3 porU (vols.) !li
Somina
2ii
Despachos de erportacao to da 14 *
tarfo de. 1872.
Para os portos do extoiior.
No lujur norte-allemao EUs, par* o R>. a
Prata, earretaran : Jus da Silva Luyo A Poao
10 pipas com 4.800 litros de cacbac e Z8 kT-
ricas culi 29,7 oo kil it de a.-sucar braaco.
. Na barca iogleza Petrel, para Livurpool, o.r-
rfgira.n : C. (*. Sirapsoo & C. 20 saneas *om
1,51'oV kilod de algodo.
No navio io|tlfz Cuba, p r? Liverpool, zr-
regarara : Tnoinaz J^tTeries 4 C. .139 saccas 'vm
2.218 kilo tia algodo.
No vapor ioglez Cmznder, para Liverpool,
carregamn : Raba Schamettau A G. 253 aceta
com lsl/il.) kilos de a jjod .
Na barca iogleza F11UUI, para o Havre, car-
regaram : Keller 4 (". iOO saccas com 26,53f5 kiio
de algolao.
Na barca ingleza Malborongk, para Btreel-
loaa, carrogou : P. M. Maury 71 saccas cora 3.058
Kilos ds algodio.
Na birca pinagueza Vencedera, para o Pur-
to, carreg.iram : Ferre.ra Casero & Filbos I bar-
rica coto 1,007 kilos de assnear branco e 1 drta
com 2 lii'kllos de firinha. de mantlioca ; Soitret
Primos 530 saceos eom 41,130 kilos de assnrr
braaco.
Xa birea Inglett (fation, para o Rio da Pra
ta, carregarara : Carvalho & Nojueira 200 far.-i-
cas com 22,243 kirot de rssucir branco.
N i bngue norueguense Vone, pata o Ri: ila
Prata, earreuaram : P Cara-iro & C, 350 barr -
cas cora 35 709 kilos da istactr braaco
Na barca ingiera Alam Dmenl, para Lirer-
piol, carregarara: T. Jt llenes & C. 700 ss'i
eo.o 52,501 kilos de assuc.r maseavado.
Para os portos do interior.
No palhabole ponuguez Sympnlhia, para
Santos, carregou : P. SI. Maury 50 pipas ivm
24,000 Uros de cachaca.
No hiate naci mal Dous Kmiqos, para Bosfo-
ro, carregou : Aotooio Goms da Cunba & Silva
4 lipas com 1,920 ,rros de cachacJ.
No pancho nacional Leopolaiun, para o Rio
Graole do Sul, cirregoi : los Vctor n Retsm-
de 200 barricas coa ll.Ofil kilos Oe assnear
branco.
\o brigue hespanhol Uaiao, para o Rio
Grande do Sul, carregatam : Amorim Irmos A
C. i saceos com f20 kilos e asnear roascava.
RECKBEDRIA DE BENDAS INTERNAS
GKIIAES DB PERNAMBUCO.
itendimento do dia I a 14. 4l:248t904
'dem eo da lo...... 4:50iA'4
4i.761>(J98
CONSULADO PROVINCIAL.
dandi ment do dia I a 14. 82:96J1H
dem do dia 13...... 6.375*3.34
mmmm
MOVIMENTO DB PORTO.
Natos entrados no dia 15.
Baha10 dias, barca braseira Pero/a, de 18tl
toneladas, capito Boaventura R idrigues dos
Sapns, i'fiuipagem II, cara ef e oulros ge-
neras ; a J J Goncalves Beltrio.
Buenos Avres26 da, barca n<;rnpgaense Mag-
iiwt Lozabrter, de 483 toneladas, capitio Bron,
equipagem 10. era lastro; a ordera
Navios snhiios no ractrao dia.
Portos do sul Va per brasiieiro Presidente, com-
mandante Huaveotora Borgat Pamplona Jnior,
carga d;(T*rentP.s gneros.
Granja 4 poros intermedios Vapor brasikro
Pirapama. ci minaodante Azevedo, carga var-ns
generas,
tracaiii e portos intermedios Vapir brasikro
Martilla, c tmmaodaote Julio G. da Silva, car-
ga diferentes geoeros.
Liverpool-Galera inglesa West Deibij, capitio
Rj'kes carga assucar, atgodSo e outres ge-
eros.
B |i a Suma:a he-paoh.la IVitrurifti, capitia
Alsina, cirfa me-.raa que troox; de Barra-
lona.
Craal-Brigue sueco Bote, cipit.lo Marrara, er-
ga assucar e algodo.
EClTAtS
Parante a camar. municioal desta cidad*'
estaro em praga nos dias 13, 16, 18, 19 e 20 do
eorreote para serom arrematadas por rjuem me-
nor pres;o clTsrecer, as obras do cemiteno da ie-
gueiia de S. Lourencoda Malta, oreadas aa quan-
tii de l:8loj : aquellas que preteoderera concor-
rer arremangaj de taes obras, hibilit^ra-se na
forma da lei, sera o que nao podero liutar.
r.. ; da cmara municipal do Recita 14 de m r-
50 de 1872.
Ignacio Joaquira de Sonta Lean,
Pro presdante.
Augusto Genuino de Figueir'd).
OPtkial-maior .serviodo de secretario.__
Pela thesouraria proviocial .e faz piblieo,
que foram transferidas para o dia 17 do correla
os arremalc5?s das obras segrales
Obra da Ponte de ferro sobre o rio Una oread
An 92:400*000.
Cooeertos da cadeia de Agua Preta orean em
880*000.
Secretaria da thesonraria provincial de Peroaat-
buco 14 de marc de 1872.
O olli'ial maior,
M. AtTotiso Ferrera.
A cmara municipal desta cidade quereodv
commemorar o da era que devem ebegar a esta
orovmcia de volla de sua viagem S. M. o Impera-
dor ti S.)!, a Imperatriz, ornvida a todos os sen?
muuicipos para que llumiuem as freotes ds sois
casas, em prova de regosjo, manifestanlo desta
sorte o prazer de que se acham possnldos.
E-pera a mesma cmara que os moradores das
ras nor oale ransitar-m as Augustas Pessoas do
Seus Iraperntes raandarem, ornar as mesorfernas
com'flires e tolbas como slgnal de veriadeiro
cunten tmenlo.
Paco da cmara municipal do toelfe, (5 do
o>ar;t e 1871
lnn:io Joaqmm de Sonta Litio,
Pro-pre-ldene.
A agosto Geoaioo de Figneiredo,
OUlcial-mainr serviodo de stario-
, fel tkesonraria proviacial se (at. .publico
que foram transfndas para o dia Si do jrenla
as se guiles arremata^ei :
Rebaixaraenio da lideira de Timb 7:920fO0O
Ponte de ferro sobre o rio Capiba-
riba no Pahiba................ r3J:S5a|ff0
Stcretaria da thesouraria provincial da Pernam-
buijp, 8 domarlo de 1872.OolTl*i;-l maier.M. A,
Fairelra.




'i




//

-..
.


diaria d Pcnjambac* Sabbado 16 Je Marc;o a- 1812
3
Segunitarfetra
Cuarta J*u
QwaMa-felra
Se*la fufra
*shbado
- Olllm. Sr. Mfteetor dflhesonr./' ProT I D P*MPndii9S artfices.
c;il DjQJa itef MMieo qua era catflprKneol r. i. .Bon*u fle B#PH aMls do servico, blusas de
rsolucio dajuata se contrata por \owpa o%" eti [Dnm Draneo, olsw de algodo azul,, blusas de
tetes wat do de abril prximo viadoorv'-1*"? azoJ. '" da brim brando, calcas de al-
n fixoealftM de alimenta*) e dietas das pw-^"40 "ul. camisas da algodioxintiq, cobertores da
soas pobres-*. de fr-teneto, servindo de b8M!a,v- r,res lla al0lla)> cilos de couro branco
a arteraataQao^ ju?jsujfiiites : (rreriilK''1^ ca,t^ de panno azul, cukhSas de
Alrooco ajamar 2* a tabella 380 linrw ritw:0> de Palla. frontes de algodozinho,
3801 laucos de; seda p/61* para grvalas, leucos de al-
380 goior.lobo, sa-feto*/ 3acc 350 !e travasseros de liefio t>e,ot ) P*lhi.
380 Para imperte .marnbe>'.r03 e apreadir.83
310 ditos.
3i0 j Bonela de panno e*u', eaojiss de. brim branco,
I ealcis Ja algodo azul, camisa? de alodio azul, |
caigas de panno azul, caigas de bro) brinco, ca
mitas debaeta azul todo v eorpo 4 l|f palmes de
coroorunento e 2 as maugas inclusive os puohjs,
eamsa de baeta azul leuda o eorpo 3 palmos de
eempnmento e 2 as mangas inclusive os punhos,
fardeta de panno aial, lencos de s :da preta para
fravatas, sapaifoss a taceos da lona para mari-
olugem.
Para, ertillees avalaos.
Blasas de panno atol, blusas de algodo azul,
caifa) de brim brinco, calcas de panno azol, cal
cas de algodo azul, camisas da algolonnao, ci-
los de couro branca en venteado.
Para ruariabagen.
Caifas de rim branco, caigas de algo-jilo atul,
tamisas de brim branco, camisas de algodo atul.
e umitas e baca azul leodo o corpo 4 i|2 pal-
mos de comprimeoto e 3 as mangas inclusive os
puohos.
Sala das sessoes doeonselho de compras de ma
-mba de Peroambaco li de marc de 1872.
O secreiario,
Alexandre Rodrigues dos Anjo-,
amero
<} fijwlraljtite
dem idea
dem dem
dio ilem dem
idem
dem dem
i ieni dem
Diet *.
1 m
2- 400
3 640
4 400
5 400
tambs n abrigado a f
f irotcer
*a oa ratas do al mor, o e pelo prego de 120 r
As pessoas iue se propozerem a essa arremata-
Cu i eoiDpare<;ain na sala das sess5es da referida.!
jauta, no da l do comente ao meio dia, e com-
peeoi>inent habilitada?.
E para constar se mandnu publicar o presente.}
peo jornal.
S'sereiaria da thesouraria provincial de Peruana-
bueo 8 de margo de 1872.
O oujial maior,
Miguel Afl mso Ferreira.
U lila. Sr, inapecior da lesourana provm-
ciil, fin cumprimenti da ordem do Exm. Sr. pre-
sdeos da provincia-, manda fazer publico que no
ht 18 d* abril prximo vmdouro, peranie a (nota
d> futenda da mesma tlwaouraria se ha de arre-
mular a q'aem por meaos fi'-r a obra da eidela e
cas da cmara na villa do Fiores, oreada era
49:40O$i)OO, e sob as clati declaradas.
As priisoas q:i> se propozerem a e.-sa arrean-
lac&i omparegim na sala das sessoes da referida
junta na dta cima mencionado pelo meio dia e
cvrapctemeuie b>biliiadas.
E para ;.msiar.se niaudoa publicar o presente
p- jornal.
S'cretaria da ibesouraria ur.n'iniial Je Pernam-
fcu:o 15 de. fevereiro de 1872.
O oIBeial da secretaria,
J. A. Ferreira.
ra.iwiiU* espeeiaes.
COMPANHA PE31NAMBCANJI
Vavegac&o costelr i por vajhr
Feroando fle Noroaha.
No da 15 do ounreirta ao
meio dio, rehuir para o por
lo cima o a'par Juguaribe,
CDmmandantT Gullherme.
ftecebendo carga al o da
27, encommeodas, passasairos
a diobaito a (Vate aui aa 10 horas d* manlwa do
dia d-e -ua sabida : eseriptorio no Fu/t do ilit-
|Qg_D1 H.
COMPANHA PEKNAMUUCANA
DI
Navemiqdo costetrayor vapor
Porto d"fl alliohM, tlio ormoso
Tarnaadar.
O vapor nacioaoJ faraty-
/'.seguir paraps paitos'aei
ma oo dia 20 do correte .
roeia ooate.
Recebe carga, eacommen
das, paasageiroe e diuheiro t
freie : no escriptoriodo Porte do Mattos n. 12
..^.- ^Ig^ajom
/ *
casa oa mmi
A.o 5:OO0|
Bilhetes garantidos.
rs%Primeiro dfi atrgo ^oarort^aa
[?eioj) n. tt e casai do ostnAe.
Barcapa
Cliusulaa
1.
A obra da casa da cmara municipal a cadeia
da villa de Flores ser f-;tade cuul'ormidade eom
a plaota e orcameotos junto na imporlancia de
18.400*000.
1>
O arrematante dar co.-eco as obras oo prazo
de tre< roezes e as coucluirv oo de dezitn, ambos
COOiaJos da dala da approvago do coulra'.o.
l.
O pagtinento ser (tito em seis prestag5es iguaes
aaTaetQaado-se a pumeira quaodo liver comego a
obra ; a seguuda, quaodo todas as paredes do edi-
ficio eslivo.-eiu un nicho cima da sapata sops
rior do alioeroe, a lereeira. quaodo todas as pare-
des es'.iverem na altura- do prixeiro aojar, a
paiJes estiverem em estad:
de receber a cobe^ta, a qoioin, quaodo a cubera,
o lidrllu e as.snaIhoestiverem promptos.ea sexta
quinii a obra for concluida.
4.1
Se para vrrficaga > do directo que tiver o con-
tratante ao pajamaalo.de qualquer prestacao n
for Bp.nivel loaudar uin eiigeolieiro desia repar'-
{o devera ee ;ruva-.o c un atlestado ao juiz de
di.-citu da.comarca e au autoridades do lugar.
o.*
En tudo mai's obsurvai o regulamanto re
geste da reoartigij dis obras publicas.
Ornarme, i
M. .1. Pirrtira,
SANTA CASA DE MISERICORDIA UO
REC1FE
A Iilraj. junta administrativa da saota casa da
myericordia do ReciTe, oa quiota-feira 21 do cor-
rente, pelas 3 boraa da tarde, tem de contratar o
krnecimento dos nedicaraeDlos qne houver de
cousamir a botica do h spital Pedro II oo trimes-
tre de abril a jonho, teado preferocia aqoelle dos
licitantes qoe maior abatimento fher sobre os pro-
eos constantes do mesmo re'eeituario, que se acha
alterado e que pod-ra ser eonsuado nesta secre-
taria.
Secretaria da santa casa da misericordia do 1.
cife 6 de margo de 1871
O escriv-o,
Pedro Rodripne* d Snhta.
Vede-ee a nova bareaga denominada Uoilo
do Brasil, de hlacae d 430 saceos de assnear :
quem pretender derij* Se a rna do Setrtier Roto
Jess Di 59.
. >* vlnia oa bthetaa garapidos i
, l*T '*? lol**to. oaaaoeio da matriz daj
Agua Preta (229-), qae se extraer no sabbado
ti oo cjrraoia oiez.
PREgOS.
Bilhete intelfO dfOOO
Meio bilbete 9*000
nano B00
to porcaode 100*800 para aioa.
Biihete intoiro 5*900
"Mel bilbete 2*7J0
t*>o ,*375
____ Manoal Martn Pinta
ltenlo
O abdica assigoalo previne ao respeitavel
. car-
po do eommercio que a firma Azeved; & Pint
e tabeleeida roa Villa do Culo cora orna rerinagao
de assnear, tt aeha wsorrda deade o dia 2. de
tenibro do auno passatto, teado ftVsio todo o
activo e passivo cargo io uoeamo afcaixn assie-
Hdo. *
Antonio .losfltadjr derAz-'veiio.
Cosinhei o
Para lautos
segu em poneos das o brigue Brasileiio hitrrpt-
do : paraearga trata-te com seu coosigoataric
Doiringos Ale Maibens na do .Vlfario n. 21.
Lisbo e Porto,
Vai sabir eos pinicos das a barca poKngueza
Vencedora. Recebo algnma carga e paasageiros :
tratar com Soares Primos, roa do Vigarioo. 17.
Associacao te gm dihl-
CelebraDdo esta sociedade a sua installa-
C5o domingo 17 do corrate, pelas II ho-
ras da maoh5a. nos salSas <3a Associacao
totnmercial Ben'eflcente. de ordem da di-
rextoria convido pelo presente as corp ra-
Ces, aos senbores eMtaerciaatds *sorius,
a que uor ventura ni o twha expedido car-
tas neste sentido.
Secretaria da AstfMia(3o dos Guarda-Li-
aros, 14 de marco de 187. O secre-
tario, JS.-j Mtrtins da.Andrade.
Aos 5:000,55000.
BiHieldjs garantido* da pr
Ttaela.
Rna do
Ba^'o
Victoria,
da
Preci a-se de nm homem forro ou escravo oari
comprar e erjzrobar para easa de familia de tre
yeasoas: a tratar na rn da ','arteia n. I i.
para
Nova nha de mnibus
/aboala >
Francisco Candido de Medeiros, avisa ao uu<
"toigos e ao publico, fjue oo da 16 do correte
encelar a sua linha. ru;o vtfctrfo se dettomTtfir i
samo Amaro de Jab O'as utea do Rec.fe as 3 l,t horas da larde e de
J-finaraj as 7 horas Milu
O lilin. ^r. iu>peci.r oa tliesourana provio
cial, em comprimeoto da ordem do Exm. Sr. pre-
siden'.- da provincia :!e 6 Jo crreme, maula fa-
zer publico que no da 7 de marco prximo vio-
douro, pemil" a Junta da rr.esm* tuesouraria se
ha de arremutar a q-iem p >r meuos liz?r a obra
da ponte d- ferro sobre o ru Capibaribe no lugar
do Tahiba na villa di Pao d'Albo. oreada em
132:350*.
A airetnatseo ser f ita na forma da lei pro-
vineial p. 313 da 18 de uni de 1831, e sob as
clausulas espeeiaes nbaixo declara las :
As pessoas qu3 se oropozerem a essa anemala-
jama no da in-llcadoe competentemente habilita-
das no f-ij-i dis artigos 60, 61 e 62 do regula-
memo de 31 de |ulln le IHti).
E para eonstar ie mandn publicar o presente
pe j iro.il.
Secretaria da thesournria provincial de Pernam-
buc i Je fdvereiit) de 1872.
O ollleial da secretaria,
Migntl Alfonso Ferreira.
Clausulas espeeiaes.
I' (1 contraame da ponte de ferro do Tahiim
levera eomtgi as obras no praso de dous m-ies
depoia de assiguar o contrato e as concluir oo de
ora e meio annn.
! O CJirai.-iutasera obriado a fzer a obra
como se acha descripto no orgameato e de coufiir-
midade c uio a ,>l tridamente na ex^cugao dos trabalhos as instruc-
gdes do -ogaulietro eocarregado de sua li-cali-
sago..
* Os pagam^niGS s?ro realisdos em cinco
prestago^s iguae- ,- sendo a priineira qnaudo o
eontraiaote der comeco ; seguoda logo que apre-
eutar coohecimeolo de It-r embrcalo oa Europr-
toda a ferragem ; tereeira quaudo concluir as
obras de alrenaiia ; qaarta quaudo der principio
a cravario da ponte e quinta na eoirega provi-
soria.
4* Para garantir as prestagoes que o contratan-
te tnuver de reeeber prestar ni the-ouraria pro-
vincial urna fiioga de V):000*
5" O pagamentos serlo "ffeeiuados em spolices
da divida piwiaeial na eouf*rraidade da le pro-
vineial u. 96'.
6* De eada prestaeSo ser dessontado 10 OjO
que Meara mo A. psito at decorrer o praso da
resp insabilida ie, o 'jual ser de uiu ann >.
7- Para todo ina? que uiio vai estipulado as
prer-entesv clausulas seguir-se-ba o que dispoe o
regularneato de 31 de juiiio de 1861.
Cinforme M. A. Ferreira.
Pela cootadoria da cimara municipal desta
cidade -e fiz sclente aos pr prietarios de diversos
estableeimenlae de porta abena, que do 1" de
margo vio )> uro comegs a cobraoga do imposto de
4* creado por lei, doven lo porm apresentarem o
ennh.eixenio do imposto geral, aflm de provarem
ter as-im ;ili-fin"o retrido imposto.
Tanbem sao chamados os Dos-uidores de car-
rogas e vehicnlos de 4 roda, empregados no ser-
vigo da capital, os proprietarios de terrenos dentro
da eidade e se.issobirliis qie n) est-jim edi-
Meados cu cultivado?, eirb.ra se cooservem mura-
dos, os mscate* e boeeteiray, os proprietarios de
etabelecfhi?nlos qis for movidos por machinas a
vapor vir"Ti satisfaz >r 03 devido impostos.
Cootadoria la cmara municipal do llecif, 27
de ferereiro de 1872.
O contador,
Uf-pai Csiauo de Vatconcellos A. Maranh.o
SAiNl'A CASA LA MlsMIoiJilUlA ll lie. Are
A Illai, junta administrativa da Saota Casa de
Mi- >rie irJtii do Recife; manda fazer publico que
na sala de rom sessdas, o > dia 21 do mez de mar-
go pelas 3 horas da larde, tem de ser arrema-
tados a que n mai9 vaniageos cfferecer, pelo
tempo de un a tres aooos. as rendas dos predios.
-m seguida declarados.
ESTABELECIMENTOS DE CARIDADE.
Ra da Guia (boje Restauragac)
Casa frrea o. 29........193*000
Ra da Ponte Veiho.
Casa terrea e. 44........365*000
Ra de Santa Rila.
Casa terrea n. 32.......201*000
Ra larga do Rosario.
Segundo andar de stbrado o. 21 A. 308*000
PATRIMONIO DOS ORPHAOS.
Ra do Codorniz.
Cna terrea d. 1.......600000
Os pretendentes devero aprejeotar no acto d?
irremataeo as suas llancas, oo comparecern
teumpaohados dos reipectlvos fiadores.
Secretaria da Sama Casa do-Misericordia do Re
fe, 6 de mareo de 1872
O esenvo,
Ptrfi'o Rodrigues de Soma.
A.MINISTI.\CA ) I) ) CRlE OS D' PICIt.NAH-
BUCO lo OE M\IIC i DE 1872."
Malas pelo vapor Presidente la Cimpinhia
Bra-ileira.
A correspondencia que tem de ser expedita
hoje (13) pi'h vapor cima mtnci inado para os
portas do sui, ser recebida p;la maneira se-
guinte :
Magos de joraaes, impressos de lualqoer natu
reza, e cartas a registra"- at 1 hora da tirde,
cartas ordinarias at 2 hora?.
As caria i e jornaes que se dirigirem ao Rio dr.
Prata pagarao previamente, aquellas a tacha de
100 rs. por lo grammas da fraeco de 13 gram-
mas, e e>te> 40 rs por 40 grammas ou fraego de
40 gramma.-. na progrfSiao est tlielecida as ta-
ttella5C eDannexas as io'tracgojs do I* de
dezembn de 1866.
Malas pelos vapores Maadaha Pnopoma da Cora-
panhia Pernambueana.
A C4rre>poBdencia que tem d-' sar expedida
li' j (lo) paios vapores cima mencinalos para
js portos di snl at o Aracaj, e par^ os do orte
ac Granja, 9era recebida pela maneira se-
gulnte :
sJ-.gos de jornaes impressos de qualquer natu
rea*, e cartas a registrar al 1 hora da tarde,
cartas ordinarias at 2 horas, e estas al 3 i|2
pagando porto duplo.
O administrad ir,
Allinso do Reg Borros.
OMiaBMHMMa
Para o indicado porto pretende segpir eom mui-
ta brevidade a barca portugoeza l.inrt, por ter a
maior parte de seu carregamenlo engajado, e pa-
ra o resto que lh falta trata-se com o c asigna-
tario Joaquim Jo. GoDgalves Beltio; ra do
Comiuereio p. 5.
BAHA
Para este porto tumni com a maior brevidade
o hiale nacional GarilnUdi, que se aeha em des-
carga : para carga e fretee treta-w cora-Tasso lr-
raos : C, em .-en esoriptorio ra do Amorim
o. 37, 1 aodar.
Bftra liTerpojl
O 0090 e vell8|r (fiKsaikr
Tem excellenles commodos para Passagnns.
O vapor fd-le tocar em
Lisboa
achaodo 12 ou raais passageiros de Cabina para
ete porto.
A tratar com Rabe Schamettau,
&C.
ies de 8. Benedicto'
IWpreifoia.se asnalmente do- gimnasio dra-
maWai oexeellwiie drama-sacro 8. Ben'dicio, dovida amis sublime de todas as comoosgoes
que at boje nste genero teem apparecido nos
iheatros do Brasil. SIo dispensados maiores e'o
gin, quinde o publico dora ite a renr-s"ot-iei
seotese irausportado de nm mundo, la nov.' e
descoohecidas seosagoes T-do o lia**deao-
los sao d mari'vilH iso tffe'lO ; mas o 2" quadro
dd a acto arrebata o espeihtfor. St la pala-
vras que exprunam o que se sent ante o gran-
dioso quadro do g ilgotha.
H.ije vai pea quinta vez este drama magnifico
perteucendeo pro-luctrda repte.eotacao ais au-
tores
Ambos conhecIJos e estmulos do publico, de-
ve fogosamente ha ver completa eocu-mi! oo
tbeatro.
Pedlmes que haja un tren para O! oJa depoi-
do espestacnli.
Porhi por Lisboa
A barca poiiugr.eza Alegra, capilio G. F. Soa-
res vai sabir breve ; p.:ra carga e pas-ageiros ira-
la-se com E. R. Rabello A C. ra do Cemraercio
numero 48.
iofia't^iiiw
DE
avegapao Brasileira
At o dia 2 do eorrente t
esperado dos u do ful o
vapol Paran, commandante
3 Garcti. o qual depois da de-
do
lepois da
costume seguir .para
THEaTRO
(lYM^SIO DR4H rICO
Sabbado 16 de mam.
RE .ITA EXTRAOKDINARIA
DOS
Autores.
Qjinla representacao do importante e enlhu-
siasleamente applauido drama-sacro de graode
espectacu'o era 4 actos e 8 quadros, ornado de
mnsica, machinismo. visualidades e lrau;forraa-
eoss de maraviiho-o efTaitP, intitulado :
VIDA E 5IILAGRES
DE
ou
0 il.lil.\TtRlill l)\ SICIL1\
Os bilbeles achamse venda no escriptorio do
tbeatro.
Principiar s 8 1|4.
Domingo 17 de marro
Sxta repre^entago do drama-sacre
Vida e milagres de S. Benedicto
ou
0 rktuimaturgo da Sicilia
Os bilhe-tes achara-se venda no escriptorio do
Principiar as 8 1(4.
mora
o; portos do Dorte.
Para fretes e passageiros traa se ni agencia.
E'ieoiiimeudis la poraeno valor, pean, mediJj
e tambera dinhoiro, roebem se at a 1 hora da
tarde do da da s-ibids do vapor. Agencia ra aV
Comowrclj n. 8.
As enc^mmendas viada* por este vapor sera
entregues i'.n aia di sihMa dbmesmo, no es
crlotorle da companhia. dep >i* t-r.uo ssrao reeo
Ihidas ni ira piche do Dant>s.
LEfLOES.
LEILVO
O agente Martina vudera a.' ciiJIeegoes ao Da-,
rio de Pernambuco de 1859 a 1852e parta de 63
tudo encaderua'do e errubom citado.
lado corrente.
No armazem da ra do I npera lor ti. 48, s
loras dn dia. ,
Leilo
DE
Gigos c?m excelleotci btalas novas tieseju-
barcadas boie.
HOJE. '
O agente Pestaa, fara leilo por eonla e ri-co
de quem perleac-r de gigos coai batatas novas
desembrcalas hsje, os quies serado vendidos hoje,
s 10 1/2 horas da maoha :
No anuazem lo Anoes em freole.'a alfaniega.
Leilao
Um
OE CHIVIS
LOUC\ E CAYSTAES
carro de 4 rodas e Civallo para
iheatro.
>s
Pela recebciori de rendas ioternas geraes
se faz pulihc que aesie mez e ni de abril pro
ximo futuro que os cantribnintes do imposto so
bre industria e prjfls*5es deven pagar' livre de
multa, o s'guni i semestre djexercicio Crrente
ds 1871-72, oque, flnd o referido praso, ser co-
brajcjai a.multa de 6 00,
lleceb-d ji.i de Peraambuco 11 de margo de
1872.O adm'ioisiradoi,
M^noel Caroniro de Souza Lieerda.
Tribaaal do o'mmercio
Esta secretaria f.z publico que na presente data
f.i adraettido matricula Irlo Rodrigues de Mou-
r, cidadi'o brasileiro, de 33 aanos de idade, es-
tabetecido ne-ta eiJad i %r'ui d i Birlo da Visto
ria n. 46, com casi de coraxercio de fazendas e
roupas eias.-
Secretaria do irilinaaldcr eommercio d Per-
DaiDbaee>8 de manpd de 1871
, O offlial-malor,
THEATRO
J SANTO ANTONIO

Julio Gu ajarles.
Conselho de compras de ma-
rinha.
O eonselhi eontrata no da 19 do correte mez
avista de propostai reeiJoidas at as 11 horas da
maoha, e sob as cooditiOes do estylo, o forneci-
ment por tres mezes ^ados em junho prximo
viodouro^ dos objecios seguimes -:
C0MPAII.4 FRANCBZA
Na prxima semana
A ap api* a tosa e luteressaate
Oprela mgica
, Em tres actos e qustro quadros :
REINE DES FLERS
Masica dos maeuros OfFembach, Herv e
Ju;io Poppe.
E-ta opereta rst montada eom todo capricho,
sort* o iceoi.no piulado pelo Sr. L. Cbapelio. e
as mutacdrt, fraosformaQoes e ;.cessur.j. ejecu-
tados pelo mesire machinista, o Sr. Jos Al'ves.
O programla ser publicado deuladiinenle
as vesperas do espectculo.
ftVISOS MARTIMOS
Rio Graude do Sul
Para o mencionado peno sahir com toda a
presteza o patacho nacional David, recebe carga
a tratar ua ra do Barao de Triumpho
jVTvfftf n. vT,
m stno.
Segn la-feira 18 do correte
\a Ponte (illioi.
0 cone!heiro Jos liento da Cunba Figueiredo,
lendo flxado temporariamente sua resfnenci". ra
corte, levara a leilo por Tot-rveneo do agente
Pinto os movis e mais ohjeetoS abaixo descrilos
eixientes na easa de sua residencia na Ponte
d'Ucha.
A saber
1 piano forte, 1 mobilia Luiz XV, 1 candela-
bro, 2 serpentinas, jarros para flores, quadros, 2
coosolos eraesa de charo, 12 cadaira* douradas,
2 cbaises laogues, 2 aJmfadas, candieiro a taz, 2
estantes para Iwrr-s
Urna cama franceta, 1 loilet, 1 guarda vestid*,
1 comraoda, 2 lavalorio, 2 marquezas, 6 cadeiras
pretas e 3 eabides.
I''ug r i:n ao auiUDeref oo dia lian i ve-
reiro uliiroo, do engenho S^rraiia sito na tregne-
na de Tracuohem da comarca da cidade de Na-
zareth, perteocente ao capitao guaci Francisco
Cavalcante Waoderley, uin casal de e.scravos de
propriedade incooteslavel do mesmo capitn, cu
jos escravos sao casados sendo O'-gru 4 norne
Luiz, cricolo, de 30 annos e idade, altura reu
lar cheio oo corpo, espaduas larjas, roste redun-
do, olbos aociuadoj e viv.is, nari curto e grosso,
bocea redodda, rr bem preta, cabellos carapi
Dhoa, cora um dente podre na f. eule. d i lado de
eiuoa, coki orna pequea cicatriz iuuto ao hrabro
do brago esquerdo, prrnas fiaas bastanu pa
chola, jcffre cailor de figado era ariiba- as loaos
e mal em unoa do que era onirp, t"iu por eos tu-
rne elar sempie armiando e I em parecido. L
vou 2-ebapoc, ora de baeta branca e ouiro de
couro, duas caifas, urna branca e nutra parda,
ambas osadas, urna camisa d-- rUcadiubo ensar-
nado, urna rede larabem ja os-Ja e uoia fouce de
rtcir.
Jospha tambera orjoola, de 18 annos de idads
pouco inais ou meo ;s, alta e ,eeea do corpii, cor
fula, rosto descarnado e comprid olbos fondos,
nariz, meio gro so, b cea grande, bic^is gros.-.s,
com filra de denles na trente; g'g-iija pouco fal-
lando moderada e f.llanlo aprestada ba-tante
gaga, ps seceos regalare-. Le-ou 3 vertidos, peo-
do um de cainbrata braa-ra, um do chita de Istras
verdes e brancas com ums Bwej amsrellas, pre-
tas e riixas, e um de azuto e o hm uso, uin cha-
la encarnado com palmas e Franjas tranca, um
parziuho de argollas de ouro, do uso anti^\ E'
a priraeir futida que fzem e descoma se tereni
seguido para o sin pir tereni por l prenles :
quem os apprehender e os conluzir ao reierido
eogeaho a ?er entregue ao mesmo seu seuhor,
ser reeompengido c.m cem mil ris.
Os Srs. Jos Fraac feo Ribeiro de Sou-
za e Dr. Francitc < Jos Radio* o Io pr"-
prietarta do colleci> de Santo Amaro e o
i." prop'ietari de nm ouiro col egio, sao
rogados a nadarem a esta lypograiihia a
negocio de interessa.
Empreza do gaz
Pernambuco.
Esta empreza tem om lindo sorliojento de can-
d'eiros, arandelas, pendentes, etc., tatito em vidre
(crystal) como em metal, e una vaxiddada de glo-
bos dos padtes raais modcrn.s e por procos m-
dicos. As amostras podem ser vistas no escipto-
rio n. 31 ra"do Imperador. Bicos tara gaz de
melbor feitio a 60 rs. cada lim. As encoraraen-
daa Dodem ser feitas por esenpto, na rna do Im-
perador junio asecreurii da poicla, ou dirigidas
ao ab3ixi assigoario na fabrica S. Jo.', que serao
promptaraeote adendidas.
Outr'orarua N do costuran.
O abixo assigaado acaba de vender nos seus
muilo felizes bilbr-tes a porte de 3.UC0 em dius
qnartos de n. 1399, e 30Q em dous meios tfe n.
2!3, alem de ou ras sones menores de 40 e 20^
da literta. que se acabou de ixirabir 228), e con
'Ida aos possoidores a v r reeeber, que proropta-
loenie sera o pagos.
O msalo abaixo assfgnado convida ao respeila-
vel puWiopara ii ao seu es abeleciraento com-
praros muilo felizes bilhate, que nodeixar de
tirar quaijuer premio, como pro va eom os mes
mos>aannncios.
Aoham-se a venda os omito felizes bilbeles ga
ranttdos da 3' parte da lotera a beneficie da igreja
law.tria de Agua-Prela qn? sari ztrahida no da
sabbado i do cirrente mez.
PllECOS
Inteiro 6^000
meios 3*000
-, Quartos U500
De 400*300 para cima,
i'oleiro 5*300
Meios 27-V)
Qaartos 1*373
_____________Joo Joaqnlm da Cona Leu.
: A mesa regadora da irraaulade do Seobor
Bom Jess da Dores, na sua igreja em S. G incalo,
agradece s cirporacoes religiosas que dunaram-
>e arompanhar a solemne proci-sj do Senhor
3im Jesu dis P-ibres Aflictos no dia 10 do cor-
rete; assim como todas as psnoaa gradi, o fi-
nalmente a briosa e respeitavel oflljiaiidade do 9o
Datalho do infantaria de liuha ae-ta pr.viucia
itecife 14 de maro de 1872.
Agostioh i Ja"ome Bazerra,
E crivanria irmaolade.
MMMR4
P.eci'a-se una; livre iu everava, perita e
r-rigerada : na mi do I mirador n. 25.
tem
Sapotiseiros
L r.nigeir s
bicatizeiros
Pihlieir.is
e outras raui'.as qikliladea de arvore< Irnetlferas
e apro^irudas para ailoruarem roas e jordios, nao
esqiiecsnio eos apre^iadiires q ;e hi gran.ie sorti-
meoto de uranias (donbacidas por pahnei.as de
liques) cedro do oor.e, e de uutras qualidades,
lOreiris, caue!eirj, a- bellas palmeiras jmps
naes, e as nao esquecidas c^suarinas (conh(=ciJas
por piobsiro), um urnde sortimeoto oe diveras
qualidades de roseiras, aeeacias. tiigooia-', o (ui -
meriaa, petunias ; a;sim cuno grande numero de
cebolis de Bofas, que se loruatia enfadonbo mso-
conar :^ tratar no sitio do Abrigo, em Olioda,
ron e.xlacaona tr;>v s O. Sr. Atiluuio l'ereirrt oa KuCQa e C0ama a entender se com Tas?o Irmioa em MqaMicao a
ra do Amorim o. o7, faz se este por igoorar-se
;ua m.rada.
\mmmm
Medio
fiil
O Dr, Francisco G. de Andrade Lima
pote ser procurado em sua" residencia,
ra da 1 nperamz n. 8, a qualquer ho-
ra d dia e di uouie. Da consultas to-
dos os das de meio dia s 3 horas da
tarde; gratis aos pobres.
sto venda os felizes bilhetes da lotera di
labia, na casa.feliz do arco da Conceico, ioja di
mrives no Recife.
mm.K9
f*
Evadio-se o preto n-rnardo, alto, de c. rpo regu
lar, alegre, filio nm pnueo rouea, consia andar
pelos engenhos de juararapts, Novo e Conceico
em Muribeca : ruga-se a sua apprehec3o, que
sera gratificada na ra do Imperador h. 73, 1"
andar.
Precita-se alugar um moleque at 18 annos,
par todo e seajrion interno de nina casa : tra-
tar na ra das Trilicheirps d. 19,*artfirio de or-
phlos.
COJII'JWmIO
Santa Doroths, na Soledle, a. a ra di Hotpi
Urna meza elstica, 2 apparadores grandes, 2 di- eio, urna pulseira pe tartaruga ra&rc.betaia de oo
tos menores, H cadeiras de (ala, 12 ditas de tnog
ni, 1 quartinbelra, 1 apparelho de coree llana para
jaotar, 1 dito para cha, copos*, caliees, garralas,
earapoi?iras, fructeiras de crystal, 1 porta-quei^,
1 pona-licor, 5 bandejas, 1 sof, metas, cadeiras
e muitos outros objectos
A's 10 horas de dia cima dito, partir da esta-
ca-i do arco de Santo Antonio o trono que servir
de eenduc^o (gratis) aos coneorreotes ao leilo.
O leilo principiara s 10 l|i horas em pooto.
AVISOS DIVERSOS
ATTBJS^ASS
Vende-se a casa e sitio da estrada des
Afllictos o. 2, com boas commodos e so-
lio, o sitio tem 830 palmos de frente e
1,300 de fondo, morada a frente e parte
dos lados com duas cacimbas, taoqoe e
muitas arvores de frocto amo sapatiseirosj
cjqueiros e baixo para capim e po?o de
excellente agua para beber; o logar mui-
lo fresco e saudavel, tornaQdo-..e muito
recemmendavel por ser perlo^o Reeife, *
fazndo eslaclo em sua frente a va forrea
do Recife ao Gacha Dg : a tratar com An-
tonio Jos Rodrigues de Souza, tbesourei-
ro dafl lotera?.
DE ,
Do
Proeesso ciril coBifarado coso
o coa!Biictacial
Pelo sexhor correelbeiro
F. de P Bupttsta.
Acba-se no prwlo a 3' f d cao de-te compendio,
queeontra a.ccre-simo de materia* muilo imnor-
lantes, ele., etc., e nota? n,ui-luainesas a respeite
da nova le da rpfiitma jodieiarla, n\- qua^s o au
tor reso ve que.-toej-da grande ioieres.-e para a
ppMa.
Nr-s Ijvrarias Aeadem ca e Iplostrial rapehem-
'se asslgnnturas para e;:a obra fi icl*ivarunnte a
Hermenutica Jurdica) ao prego da 8jp?f!,3UQ
acto da Subscripco, cujo preoo ser eievidoa
10* ou 12* depois di publicajo.
Precisa-se de um cnx-iro que leuha pratica
de taberna, pan Qear em lugar de ouiro que vai
sahir : no becco do Cainpelio n. 4
estal
d Janeiro
Josa Joaquim da Coa a M na a ra do Gom-
roereio n. 10, saca sobre Li-b a P-rto.
Terden-se ao sabir do eoiiegio a< innaes de
ro, com orna bola de coral e preso por urnas
agarras de ouro : a pe=soa que a ti ver aehsdo,
qtferendo entrega la, pode dirigir-se roa do SeV
o. 3eVqne ser gratificada generosa mente._______
Precisa-se alugar U'oa casa terrea que tenha
i quartos, 2 salas, cozirojja fura, e-riinul, sedo
as ras do Arago e 9audadej.
_---------------------------------- 4. ,----------------
Armazem de mate-
, r. rias. j
Prajadi Concordipn. I
Os seiiliores- denos e empro) drss e obras en-
iontraro sempre neste armazem lodo necessario
para qualquer constrocgo, comer seja : cal bran-
a e preta, tijollos grossos e de ladrilhoa, telha, ci-
mento, areia e urna grande quantidade de ma-
leiras de 22 a W palmos de cotnprimento.
iravejamento etc. etc. *
Oatro slm, encarrega-se o propietario do dito
irmazem de qualquer fornecimento de iiateriaes
que a obra oecessitar, para o que tem caobas,
e carrocas, podendo ajustar todo posto oa obra,
por meos e melbor que ouiro qnaJquw, pois qoe
tambero tem olarias.
Precisa se comprar um burro que estejs
acostomad em carrogis : i ra Nova o 48.
g Precisa sa de urna ama preferudo se esera-
va para coilnnar e comprar para urna casa, de
pequea famina tratar na rui Formen nu-
mero 19,
Companhia Allian?a
DB
3eguros martimos e terrestres
belecidis na Bihia em 15
de 1870.
CAPITAL..Rs. 4,000:000*000.
Toma Segara de mercadoms e dinheiio
i a ri-co maniimo em-navio de vel'a e vapo-
res para dentro e lora do imperio, ssitu
como contia fogi s^bre predios, gnerjs e
lazendas.
Agenci roa do Comiflereio d. 5, es-
criptorio de Joaquitn Jos Goncalves el-
tr|o._______________________________
Existe n-'sta eidale urna pessoa que cura
cancros e loucura mediante celtas eondi^oes, na-
da exigindo quatili o doeute nao Qca completa-
mente cutado de taes tofermidades at boje re
outada9 quasi mcuraveis. Poderiamos precisar o
oome de algomas pendas miracuiosamente resta-
balecidas, e gozando boje da melbor saude, depois
de por muito lernpi terem sido coosidersdas irre-
mlssivelmente p pareles e amigo, se tivessmos em mete fr.er
prosellrlsmo ; como poim apenas preteulcmos
prestar um valioso -cvico a huinaoidade, lumia-
ido -nos a prevemr aos que se.acharem em seme-
iliante estado que, nara obterem mais. ampias in-
formace; pejerao d r>gir--e ra das Calcadas,
casa n. 43, lunlo a i areal das Cineo Ponas, onde
serao recebidos com a manir corlezia e msbili-
dade.
Precisa se Oe uui ama livre ouescrava pa-
ra, o servio de casa de urna firailia : na roa do
Mrquez do Hdrvil, sobrado de um indar conti-
gua a nadara. Nao se declara o numero porque
a rosnai esi numerada.____________________
Ponbaram nomem 12 do corrents, da easa
do Cajueiro u. 8 um oculo e dedal de ouro,
lendo d dedal as mi -iae* e o volia V*. P. F. A.:
Bode-ae a qgea foen n^reoideu taes oblectos
le oe-apprelendHr s gn-ffica-d eom e valor ds
aiesroos a quem descobnr o autor de somelbante
roubo.
Os a ivogados
Dr. Aptobio Borges di Fonceca,
Antonio Borgoi da Poaccca Jnior
e.
Bento Mirles da Fonceca
Raa do Imperador 37
Sobrado.
O Sr. Do-iin;^ J Pefnandes tem carta
vinda de Para, em casa de E, A, Burle & C ; rua-
do Bo Jess tJt U.
Desappareeen da cisa do abxo assigasdo o
escravo Joo Cesarin, preio, idade .>' aono-
o; {So, estatura reg:hr. seeco do corpo, cabeea'
neqoena, calvo, testa grana>, canell,. nsaihos,
rosto oval, olho? paqneno-, m cies >.i';inies, na-
riz chalo, bocea granJ-, beic >s grossos, barba
bigode branco3, mos e ps pejuenos, eoiiakei -
ro de pruissao : quem o appri hender recebera a
rife dagratiflcagao, le and jo ao sitio do itesm
aliixo assigoado, Rate de Uena n. 1^, oo a
roa do Marqoez de Otmda n. 20.
___________Luiz de jjorw Gomes Ftrreira.
Imperial Sociedade dos Artistas Mechanicos
e Liberaes.
Continuam abertas as matriculas das aula.
de.^ta sociedade para os nucios, seus li los e ag-
regados, as-im como para todos os aiii-ias que
se qoizerem ostruir.
(Jaixeiros
Precisase de dons com prat'ca de taberna
^endo um par* fra da cidaJe (Barreiros) i roa
di Ma.jr Deus n. 14. -
-~~~^---------------------
.% oclaciio min diiarda i..vrv
For ordem da directora cominunico a s
Srs. 8 (ios que, em sessao de (J desle mer.
fui asseulado o s. gumie :
Que o Sr. Matioet Mon ira Campos co-
brar s respeenvas men.a!idad>-s e joias de
conoruiidade :om as dispo^ivoes do |.
art. G." dos estatutos, abaixo transcriptas.
Qoe o ann-) Boanctiro da assoiiafo co-
mecou no da l.c de marco crtente.
A i ligo 6.
Sao deveres d >s socio-'.
| \. Contiibuir com joia de ciucoen
ta ml ris paga de umi s vez oa em pre>-
lai;oes mensaes nunca inleiiores a 5f5OO0.
i." SatisfJzei a m n ainada de 2(5000
pagi em tnmesires a.iiiniados.
Art.go 78
Os socios effectiVS d.clara.ao por es-
criplo, as prestacois em que querem faier
o pagamento d soas oas, lendo em vista
o disp sto no | Io do an. (i.
iio potianio cotiMiladi s os S.s. aixios
a observar ersas dispi-si(5es logo que o in
dicado cobrado* Ibes ;.jjresttite o recibo
rm do pelo Sr. tbesoureiro.
Scretaria d'AssocacSd dos Gualda Li-
vtis, 7 de margo de I87
O 2. sfcre ario.
Joo Martin de Andrade.
O Dr. Joaquim de Aquino Fon-
ceca ruad i ni sua re idencia pra a
rita do 11 spicin n. 54, onde con-
tioua a dar cmsollas medicas todos
os das das 7 s 9 horas da mauba,
o, sometite em casos urgentes, das
Ef II a .'i da tirde
Tendo de fazer urna ving-ra para a Earopa.
deixo aqu cora proenrac^o bastante para a ge
reocia da casa, o Se Guara 1 Waclismann, e co-
mo substituto desle em di s de impedimento : o
Sr. Jjo M ireira da Silva tinga.
Recife. lo de raarjo de 187i.
Otto Bf Ihrrs
*
0
I
i
a
o
*
Pede-ss
ao Sr. Aurtiiano Aogu-li de owsa S-rrano qii.i
apparerja na na do Livraimnto n. 14 a n-goco an-
tigo de particular in.. .?...
LU
roa
di-
m
1
m
Sa traversa da
i da? Onse* n, <>
8 Riei aidar, da-se
heiro sobre penhores
| de coro, piaa e kilaa-
| tes, seja (joa for a ^afas-
(ia. Na mm' tm cea-
prafcHt os (Besaos m-
taes c pedras.
Joaquim Joa Gon^al-
ves Beltrao
Rna do Commercio n. 5, I* acdir
Sacca por lulos os paqaets subr -.
banco do Mmbo, em braga, e obr* oa >>-
quintes lugares de Faringal.
Amarante.
Arcos de Val de Vea.
Barcellos.
Beja.
Cbaves.
Combra.
Covilb.
Fro.
Guarda.
GoimarSes.
Lamego.
Lisboa.
Mirandella.
Moogao.
Ponte de Lia a.
Porto.
Tavira.
Valpastos.
Visnna do Castelio.
Villa de Conde.
Villa Nova de Famalieio.
Villa Nova de Fortimio.
Villa Real.
Viztn.


i.'rtVYKA. FOGO.
A companhia lndemnitadora, ewbele-
testa pra^a, toma segaros martimos sobra
avioa e seos crregameaios e contra tago
imedificio&, morcadorial e mobiUu: u
o*do Vijsrio n. i, pavmeoto terno.
r


Diario do Koruanmco Sabbado 16 i M uqo lo".*
Declarado
0 abano assipnado esttbelecido com casa
oe penbores uaveisa da roa das Cruzes
n. 2, competentemente aotorisado pelo *o-
vo, tm virtode do decreto a. 2,4592 de
14 de novembro de 1800. previne a todas
as pessoas que dio dmheiro sob penhores
com conus de vendas imaladas ou outros
artificios para illadirem a lei, que proce-
der contra ellas, logo que esleja munido
le provas suficientes, como succede com
o dono de urna loja de chapeos ra Nova
desta cidade; e para que alo se chamen) a
ignorancia, o abaixo assiguado faz ver a to-
dos os infractores que as penas de que
trata a lei, sSo : prisao de 2 a 6 meies, e
multa de 1:0005 a 8:000t.
Tambero previne o abaixo assignado s
pessoas que precisam tomar emprestimos
sob penbores, qoe ( em soa casa os pe-
chores serio garantidos com todas as for-
malidades necesarias t o da de seu res
gato, pagando o competente premio, por
isso que tem elle grave responsabilidade
perante a polica e o poblico, o qoe nio suc
cede com os agiotas particulares qoe mul-
tas vezes ne?am o recebimento de pcnbores
de valores, recebdos sem previa avaliac5o
de perito nomeado pelo Sr. Dr. chefe de
polica.
A vista pois desta declarac2o, ninguem se
chame a ignorancia, era mesmo um Sr.
scrvo da ra de Santa Thereza a quem
cortamente incommodaremos em tempo op-
portuno.
Recife, 14 de margo de 1872.
_______Julio hace.
Subloca se o arreudanieuto do prediu a ra
do Mrquez de Olinda n. 23, consistido era um
- ato pavimento terreo com os fondos para a
roa da Ga'cimba, cura cbagono centro ende lam
bem muito espagoso o andar, o qual tem sahida
independentej podendo ser pelo armazem, pro-
firi para um grande negoeio por atacado, por
r o logar o melbor possivel : tratar com An-
tonio Jos Rodrigues de Soma na thesouraria das
loteras, ra do Crespo n. ti._______________
MUDANfJA
STIRO & CAMEIO
proprieUrioa do'sillo de cabelleireiro intitulado Tranca Monstro ra Duque de Caxias
n. 59 Io andar, scientifleam ao respeiUvel publico e particularmente seus numerosos
fregoezes que por Ibes ter sido exigido o primeiro andar que occopavaro, resol verana
entrar em negociacio com o novo estabeiecimento do Sr. Jayme, silo mesma ra no
pavimento torreo n. 67, e. so bem qoe nSo estivesse proparado as condicoes de saiao
para cortar e barbear, tem todava os annonciantes feito organisar tal commodo com es-
mero e gosto, a6m de satisfacer a espectativa de todos, garantindo os encontrarem sem-
pre promptos para os misteres de sua profissao. .
O Sr- Jayme attendendo a contingencia em que nos achavamos, nao so tez-nos
cess3o de sua nova casa, mas anda compromeUeu-se a ajodar-nos era nossos trabamos,
para o qoe sor sempre encontrado do mesmo estabeiecimento. Ontro sim, aciiamo-
nos resolvidos a fazer firme as tabellas de precos, quer por compra, qoer por alogneis,
que o mesmo senhor tem feito publicar por este Diario.
Ne8la condco pois esperam os annonciantes continuar a merecer a coadjovacao
deste respeilavel poblico, de quem se considerara assaz reconbecidos.____________
> Na Soledadeeito b. 89 era que mora Jos
Henrique da Silva Gnlmaraes precisa-se de um
fmtor : tratar do metmo sitio das 4 da tarde as
fO da manhia, e fora dessa obra na ra no Du-
}oe de Caxias d. 99, oulr'ora ra das Cruza, no
andar._________________________
ESTAMPILHAS
Vetde-se na
mate
orara do Corpo Santo n. 4. sr-



Preca-se de nota ama for
ra ou escrava, que saiba eo-
zinbar e eogommar, pagndo-
se bem : trata-se na ra do Vigano n. 16, primei-
ro andar.
%%*
\ M A Preci'-se de urna ama para eozinhar
ixlILO. e eogommar para duas pessoas : ira-
tar na roa Direita n. 3. i* andar.
i \K A O Precisase de urna escrava, boa
Al] IV coiinheira e urna livre para en-
xl.lUil.kJ gommar e fazer o servir interno
de casa de familia, paga-se bem : na roa da Croz
do Recito n. 42, armazem, ou no Corredor do Bis-
po o. 23.
ATTENC&O
Olha eleL
tiof a-e ao Illm. Sr. Ignacio V.eira da Melio, es-
trivio na cidado de Nazareth, desta provincia, o
favor de vir a ra do Imperador n. (8 a conclu
quelle negocio que V. S. se comprometteu reah-
hit, peia terceira chamada deste jornal, em fin;
de deiembro prximo passaio, e depois paxa ja
oeiro, passou a fovereiro e abril, e nada eumprio
e por este motivo de novo chamado para ditt
flm ; pois V. S. se deve leoibrax que este negocie
* de mais de oito annos, e quando o senhor
tbo se achava no es nesta cidade
MI

Mohlador.
Precisa-fe de um moldador : as cincinas da
companbia Recite Drainage oas Cinco Pomas.
Na ra di Marcilio Dia?, ouir'ora Direita,
casa n. 8, 2 andar, precisa-se de um criado oo
criada para ponco .-ervico.
mmmmm mmm-wmmmm
0 Dr. R. Vianna recem-chegado da Z
I Europa, onde esleve quasi dous annos, 98
aperfeigoando-se nos conbecimentos de K
sua profissao, e frequentoa os principaes 55
hospitaes de Pari, Londres, Bruxelias o S
Vienna d'Austria, dedicando se com es- ja
pecialidade a partos, molestias das mu- 52
Iheres. e operaroes das vas genito ouri- 83
narias, tecido acompanhado os professo- M
res mais celebres da Franca e Allema- H
nha nestas especialidades, communi:a ao 1
respeilavel publico desta cidade que abri flg
o sen consultorio na casa de sua residen- 2
eia ra do Vigario n. 1, 2 andar, onde'i
poder ser procurado a qaalquer hora do J5g
dia oo da noule. S
Consultas todos osdias de l|2 dia a? 2 M
l horasgratis aos pobres.
Oyera os estreitaa,eot.'S dureilra por 2
neio de electricidade, por um procesa st
inteirarnente novo, e sem dar, garanti- H|
do a cura radical em poneos dias.
Ra ?o Vigario n. 1,
ODILOff DDASTE
C4BELLEIREII0
N. 82 RA DA IMPERATRIZ N. 82
Esforcando-se para saiisfazer ao Ilustrado poblico no qoe relativo for aos trabalhos
de soa profissao, c >m a maior promplidaj, commodo, e esmero, resolver fazer refor-
ma em seu estabeiecimento e munir-se do qoe nos morcados estraogeiros ba de melbor
e do ultimo gosto mandando vir em direitura e por soa conta nao so grande quanlidade
de cabellos de todas as cores e tamanbo como tolos os preparados reconbecidos pelas
sociedades hygienicas como os mais utes a conservado em embellezamento dos cabello
natoraes sem prejuizo da sade, achando-se assim habilitado a fornecer aos consumidores,
por 20 % menos do que outro qualquer os objectos de pbanlasia para adorno, asseio e
hygiene da cabera indispensaveis ao mundo elegante e em geral a todos qoe cuidara de
conservar a propria existencia, deixando de osar de leos, banhas e cosmticos proscrip-
tos pelos homens de sciencia como capazes de amortecer os bolbos capillares prodozir
a calvice ou apressar o enbranquecimento dos cabellos, e occasionar o apparecitneoto da
cephalalgia, eclampsia, epilepsia e hysteria e outras molestias CHtaneas e nervosas.
O pessoal do seo estabeiecimento se acha montado com capricho a escolber dos me-
lhores artistas natoraes e estrangeiros havidos na provincia entre os quaes se distingue
Mr. Alfred Belpeche e o Sr. Napoleao especialmente destinados aos ponteados das se~
nhoras para o que ha demonstrado pericia iaimitavel por outrem entre dos havido. A
facilidade e o gosto com que o Sr. Napoleao execota os penteados mais difficeis tanto
histricos como de suaphantasia autorisa a que se o considere como um genio nesta es-
pecialidade. .
Os empregados do seu estabeiecimento sem excepcao exclusivamente cada om na
especiaiidade que mais amostrado. .
A casa recebe por todos os vapores os flgorinos da ultima moda de penteados ad-
mittidos nos paizes civilisados entre os qoaes prima o sumptuoso Paris.
O bello sexo encontrar no estabeiecimento grande e variado sortimeoto de coquis
de trancas, chignons, normanas, coques de cachos, cache peines, toupets, boucles, cret-
centes do que ha de mais moderno e elegante neste genero, perfumaras dos melhores
fabricantes como Lubin, John Gornell, Rimmell, Artinkson, Le grand Piver, Coudray etc.,
etc., lindsimas flores especiaes da cabeca pos de ooro, de diamante para polverisar os
cabellos, fiaissimas escovas de denles, pentes de tartaruga, e muitos outros objectos in-
dispensaveis a um toilette de gosto.
Os seos collegas encontrado a contento os utencilios de suas profissSes, thesooras-
ferros para frizar, ferros para papellostes cardos etc., etc., quer em porcao quera reta-
Ibo serao vendidos.
Precisase de urna ama para casa de nma fa-
milia composta de tres pessoas : nesta typogra
pbia a tratar com o administrador, ou em Olinda
no oitao do Amparo, casa da porto verde.
Precisa se de nma ama pa-
ra cozinbar : na ra Duque
de Caxias n. 50,1* andar.
Prseisa-se de urna para eo-
zinhar, prefera Jo-fe escrava:
tratar na roa do Crespo na-
NOTAS
Troca-e notas do banco do Brasil e de snai
Bliaes na ra do Bario da Victoria n. 63, aniig
roa Nova, loja de Io5o Joaqnim da Cogu Leita.
Gratificaqo de 501000.
A pessoa em cuja casa esliver occulta a escra-
va de nome Marcella, muala clara, de 34 annos
de idada, ponco mais ou menos; cabellos preles e
longos, alta, magra e gaga, que ausentou-se da
casa do seu senhor no dia 22 de junho do anno
passdo. tenha a bondade de leva-la ra Formo
sa n. 8, freguezia da Boa-vista, que ser gratifica-
do com 50| ; ou mesmo qnem della der noticia
exacta, do contrario protesla-se proceder legal
mente contra qaalquer individuo que a tenha em
*aw *** a*0
a O AUfOUADO
^ Ayres Gama
tem seu escriptorio i na Primeiro de
Marco n. 23. X
*
\%%
mero 7.
AMA
n. 14.
Precisa-se de urna ama para cozinbar
e comprar : na ra larga do Rosario
familia
Precisa se de ama ama
livre oa escrava, para com-
prar e eozinhar em casa de
paga-se 6em na roa do Vigario n. 26.
^^
- my jt Precisa-se de ama ama que en-
m jVB.'- gomme bem : a tratar oa ra da
Cruz n 2i, andar.________________
D se 2 000* a premio sobre hypotheca em
algum predio que esleja livre e desembaracado :
quem pretender dirlja-se ao escriptorio desta ty
pographia. ^^^_____
Chegaram para a loja de miuezas d. 86
junto venda que fici defronle da matriz da
Boa-Vista, lindos coques modernos, es quaes se
vendem por menos do que em cutra quilquer par-
te, isto a roa da Iraperatriz n. 86, loja de Jos Ber-
nardo da Motta:______________________*
Acha-se ra do Bario da Victoria, sobra-
do, 2* andar n. 61, dous escravos pega para ven
der-se.
Precisa-se de urna ama pa-
x ra eozinhar : na ra do Apoi-
w* lo n. 14, armazem de assacar.
A FLOR DE OURO
Nao poendo exprimir o quaoto se a:ha penhorada peb cooceito que Ibes tem
dispensado o respeilavel publico da heroica provincia de Pernambuco, serve-se de sens
ai* propietarios como interprelres dos sentimenios d gratido, de que se a:ha replecu,
'{ para testemnnbar sea agradecimento, e de novo solicitar a frquentar o jardim que a

de que se a:ha replecu,
que a
sementes que e acqam
se-
I!
do Vigario v.
gundo liiidnr.
mu
Noticia proveitosa
Apezar de haverera mailoi estabeleeimentos de
mdas e conlinuarem a apparecerem outros roui-
'Os, nao podem cinjeguir re:eberfm objeetjs
'guaes ans da NOVA ESPEBAN'jA, pois que
questao j decitfida. o boro gosto de seus corres-
pondentes e elegancia Je seus objectos, tanto que
quandi qualquer ?enhora por mais caprichosa
que seja, quando quer ou precisa dar expanao
ao .en bom gosto, da um passeio a NOVA E5PE-
RAKCA onde tem a certeza de encontrar o que
!ezeji e por prego razoavtl ; a NOVA ESPERAN-
KA tanto mais augmenta o numero de seus fre
linezes aos qoaes se confessa agradecido, quanto
mais esforcase em corre.-ponder esla preferencia
tendo sempre em vistas reunir o til ao agrada
el, isto o boro por pouco preco: isio s se v na
Nova boeranca, ra do Duque de Caxia- nu-
mero 60. __________________________
Preci-a-*e de urna ama pan cosinbar para
',iairo pesoas; a traur oa ra Domingos Jos
Martina, antiga Senzalla V^itu n. 48.
Quem precisar e urna peisoa para ensinar
frar.eei e allemao, pode derigir-.-e ra Nova,
i Barao d Vicaria n. 21, andar.
Do engenho Marrecas em Porto Gilvo,
provine! i de Alagas, desappareceu o escra-
vo Miguel de cor ataiocado, alio, corpo re-
gular, de bonita figura, bem fallante, olbos
grandes, barbado, dentes peifeitos e repre-
senta quarenta annos ; ji escravo no serian
doSr. Joaquim Baplista, morador no Rio do
Peixe, quem delle der noticia certa, na
roa do Bom Jess n, 51 escriptorio do Sr.
Antonio Glimaco Moreira Temporal, rebebe-
r boa gratificado.
Eogeobo Maracas 8 de Janeiro de 1872.
Joo da Rocha Hollando Cacalcante.
Mudanza
^
^w centem, afira de apreciaren! a multiplissima quaotidade de
oh ramadas por qjalquer c;nto para onde o espectador se vire.
"O rubim, a esmeralda, o brilhante, a saphyra, a turqueza, o coral, aP*K1
amentista, fazem o complecto de um bello matiz onde reclinada se devnlga a FLOH DE
OURO deposito inexgotavel dos primores de Parlz.
Brincos, anneis, correntes, aderezo* complectos, ludo se encontrara a escolher
a voniade no bem conhecido jardim da FLOR DE OURO, ra larga o Rosario n. 24
A, de Bemjam A frmao.
m
\n
Precisa-ve de nma ama livre
oa escrava, para casa de peque-
a familia : tratar na ra es-
treita do Rosario, fabrica de cha-
Dos de sol d. 14
ADVOGADO
Dr. Joaquim Corka de Arauo
67Rr.v do Imperador67
s
AVISO.
Preclsa-se
do andar.
de orna a roa Direita n. 89, segn-
V^
Precisa-se de ama ama :
para comprar e eozinhar pa-
ra pequea familia : a roa da
Alegra n. o.
Attenpao
Na loja de curives do Collar de ouro,
Cabug'n. 3 A, precisa se de ama
servico de casa de familia.________
a ra do
ama para o
_ -mm m Pre-isa se de ama ama para co-
AlTJl..m zinbar : na roa do Apollo n. 14,
armazem de a-sucar.
Ama de leite
Precisa-se de uroa ama de leite : ra do Du
que de Caxias n. 32.______________________
Precisa-se de urna ama para casa
dt ra co solteiro : a tratar na ra de
Pedro Affjnso n. 38.
AMA
CRIADA.
OtTerece-se nma mulher portugneza de bons
costames para criada de casa de familia, engomraa
3 tem maneiras para andar com enancas, prefe-
rinao ca a estraugeira : a tratar na ra de
Mateo n. I. _______^__________
FE1T0R
A's Exmas. senhoras
m

Lindas voltinhas de ouro a 8*000, lunetas com eaixa de madreperola obra de
gosto para senhora a lOaCOO, pares de brinco de phantasia a 8* e lOlOOO, meios ade-
remos a 16*, rozetmha de diversos modeos a 5/ e H. e 8*000 o par, palceirioha de .
coral a 71, atacadores de dito para ereanca com bollinhas e diversos enfeites de ouro a ggg
a 20(X)0, v:!nhas de coral com erur de ouro a 5*000, brlnquinhos de ccral a e (gj
ilOlK), fJgss a 2, lindos anneis de bonitas e boas pedras a .'3* e 4*, ditos de pedras '3
tinas a 6*000, cruzes de dlvenos gastos a 3*, t e 31, ditos de esmeralda, perolaa e vrw
rubios a 12*, 14*, e 16*000, cazoletas com inscripcoee e sem ellas a 5*. fi e 8f, isg
lindas velinhas de prata para as modernas pulceiras de fita a 1* o par. -
Aos apreciadores da moda |~
E' smente na Flor de Ouro quo se vende joias modernas por paco dinbeiro
como sejam : guunieoes com tres bot5es para abertura 4*, pares de ditos e de dif-
ferentes gostos a 5*, ditos a 3*. ditos de bollinhas a l*00 o par ditos para-punbos a
8*. cadeas muito chiques a 20*, ditas a 6*500 a oitava, pencmez de prata dourada Hp,
a 4*, 4*500 e 6*, medalhoes para cadeias a 12*, medalha com Jeiras a 8*; alm f?
de um grande sortimento de obras da brilhantes, brincos, bracelete?, alflnetes, adere- }$g
eos completos, meios ditos de pedras finas e coral, medalhoes, voltas e trancemos,
SU anneis com letras e de diversos modelos, ocnlos, pencinez de ouro, relogios de ouro e
jf/r prata dourado e de afamados fabricantes, assim como grande sortimento de obras de
' prata do Porto, tanto para o servico domestico, ;omo para igrejas, e garactimes ser ^
3^
^ fudo I
'SI
A Flor de Ouro contina a estar aberta at as
8 horas da noute
r&
Precisa ^e de um fdtor para um sitio nesta ci-
dade, e pre'ere-se poriuguez : na ra do Hospicio
n. 54._________________________________
Precisa-se de urna mulher para eozinhar :
no largo do Terco n. 71. ________ .
O solicitador Antonio Francisco de Sooza Maga
lbes Jnior, convenientemente autorizado, convi-
da a todas as pessoas que veram negocios foren-
ses com o finado capitao Honorato Joseph de Oh-
veira Figueiredo, coroparecerem oo escriptorio
do escrivao Mella (ra estreita do Rosario n. 17,
primeire andar) para com o annunciante conciai-
rem esses negocios e receberem seus ttulos.____
Precisase de dous ponuguezes para traba
Ibarera em um sitia nos arrabaldes desta e de um criado para tratar de Davalas : a tratar
na ra Velha n. 79, Boa-vista.
ROUBO.
Da meia noute para o dia 10 do crreme, Ao-
tonio Gomes da Costa, caixeiro da taberna n. 6
sita ra do Raogel, prpetron um rsubo de cer-
ca de um cont e tanto em dinheiro, arrombando
um bab e delle tirando as chaves do cofre d'on-
de lircu o dinheiro cima dito. O caixeiro tem os
sigoaes segointes : idade 20 annes, natural de
Portugal, estatura regular, rosto comprido, ca-
bellos corridos, falla grossa, sem barba, presenca
agradavel, foi ltimamente eaixeiro dos Srs. Bel-
trio & Irmio, era Fra de Porta?, e recommen-
dado ao Sr. Antonio Martins de Carvalho Azevedo,
morador roa do Rosario da Boa-vista. O referi-
do caixeiro evadi se e igoora-se para onde : ro-
ga-se as autoridades policiaes de o apprebenderem
eremetterem ao Illm. Sr. Dr. chele de polica, a
quem se dea sciencia do occorrido.___________
AO ARMAZEM
Roa do Bario da Victoria
N. 7-Outr'ora ra Nova_N. 7
Acaba de ebegar novos soitimentof
Calcado francez.
Bolinas para homens, liom bezerro pellica,: '
davao vaqueta e panno, dnraqne com biqueira u*
ver ni z, pellica com biqueira de verniz, bizenc e
pellica Com ilboses e com boto?, tasto 4os Uto'
cantes Suzer como de Polak.
Botas rossianas, meias bous, peraeirai aMU?
perneiras para montara,
Sapatos de vaqueta de verniz com tola 4a m*-
deira, proprios para os sitio?, jar lia e baiOo?,
tanto para senhora como para hornero.
Sapatos de borracha para hornero,
Bolinas e abotinados de mnitas qualidadea e pre-
co? para meninas e meninos.
Sapatos de verniz, cbarlat, cazemira, tape.
avelludados e de tranca, francezes e ponagoetM.
Ferfamarias
Finos extractos, banhas cosmticos leos, opa-
tas, e poses dentfricos, agua de flores de laran,..
agua de eologne, divina, florida, lavaoe, M
toilet, tintura para barba e cabello, pos de arre:,
sabonetes. e muitos artigos delicados, coa fra-
Iuinhos de extractos, todo de pnroeira qnai -
ade dos bem coahecidos fabricantes, Pivar Coa-
dray.
Qoinquilharias
Finos artigos de Paris, de difireme awtt*
phantasia, como M-jara os segointo :
Leqaes para senhoras e meninas,
Lavas de pellica e de flo de Escocia.
Cspelhos differente?, para sala e gabinete.
Vidros avu.sus para espelbns.
Caixinbas de contara ornada com musir.
Albaos e quadriohos paro retratos.
Diversas obras de ooro de lei.
Correntes de plaqu para relogios.
Bolcinhas e cofres de teda e de vallado.
Diversos objectos tfe phantasia para toilet
Pencinez, ocolui e bengalla> de luxo.
Chicotes e bengallas de balea, caona e jooco.
Ponteiras de espuma para charolo* e eigarro?
Escovas para cabello?, roupa, dentes lasas
Pent-s de marfim roaito linos, para ca?pas.
Ditos dlfferentes para cabello e barba.
Carteiras para notas e para dinheiro.
Malas, b6lcas e saceos de viagero.
Gaiolas de rame para passariobos.
Veneziaoas transparentes para jaaellaa.
Abat-jours transparentes para candieirw.
Mamadeiras de dar leite raui fcil as eriaaca?
Tiras de moldaras douradas para quadr>?.
Ricos qnadros ja promplot com paisagM?.
Estampas de santos, cJdades e phantanas.
Esterioscopo e cosrocramas com ricas viia?.
Obieclos ne mgicas para eolreieoimenli.
Machinas da difterenles systema* para caf.
Bercos de vimes para embalar criaocas.
Cesiinhas para meninas de escola.
Jogos, de dama, domin, bagatela e da gloria.
Campaohias de molas para chamar criados.
Realejos, accerdinm, vidros avolsis para e-
moramas e outros muitos artigos do quinan.-
barias difficeis de mencionar.
Brinquedos
Para criaocas,
O maior orraento que se pode desojar da toe
sorte de brinqoedos fabricados em diversos pai^
da Europa para entretenimento dos manios
Frepos.
V^^fc
Prtcisa-se de uma ama para
cosinhar para pequea familia;
a tratar na ra Nova n. 11 loja.
fc -b Precisa-se de orna ama para co-
JmNmLiM. zinhar e comprar para dnas pes-
a tratar no becco das Barreiras n. 9.
soas
Ama de leite.
Precisa-se com urgencia nma ama que tiver
bom Ifite : tratar oa ra da Cadeia n. 66, loja.
Sociedade iuveatude.
Por deliberado da presidencia, ter logar do-
mingo !7 as 7 horas da manba a eleico da presi-
dencia fuctura, uma vez que domiogo40 na-) po-
de se realisar pelo adiantamento da hora.
Secretaria da sociedade Juventude, 13 de marco
de 1875.
O secretario, P. Camello
Atoendam
&
Cario1 Pinto de Lemos & C
ii.Zm de fitendas da roa do
do Mrquez de Olinda n. 1.
mudaram sea ar-
Vigario, para ra
Aluga e uro escravo criuulo, asss reforca-
do e preprio para todo servico, de cerca de 28
annos : i ra do Imperador n. 20
SITIO
-r-
para ilutar entre a Gafa Forte e o Poco ''.ontrn
ie a esta$ai da Casa Forte. A casa tem exilen-
le comuiodos para familia, o lilla esta todo ma-
rido, com coeneira, estribarla, quartos para cria-
do, coiioha lora, ncimba com boa agua de be
r>er : ra a -e com Ednardo Patn, roa do Com-
inercio o. 6, no na soa casa no Ve<.->.
GASA DA FORTURA
BCA 1* DE MARCO OUTBORA DO
CRESPOTN M.
I "olea qne paga as sortea
Aos 20:000^000. r
(i bailo assignado '.em sempre exposto veo
i oc felizes t-ilbetes do Rio de Janeiro, pagandi
*rc'pumenie. c^mo eostuma, qaalquer premio,
PRECOS.
inuiro J4#0t alelo (2400P.
Qnano ;o*00(L'fe
__________K*r,oel Martfps Fina.._______
Offerce-e oa rapaz de I-I anoo? para cai-
xeiro de i i. ca rtt d-> Iwpri5cr c b'O '! andar;
e '"g- *- p*:.t : if'-'n (
CHAPELLERIE DES DAMES
nico estabeiecimento ueste genero
,16Ra do Barao da Victorial
(LOJA)
O propietario deste etabelecimento previne ao publico e aos seos fregoezes que
para maior commodidade dos compradores acaba de mudar seu estabeiecimento para a
loja d. 16 da mesma roa aondo se acbava establecido.
Previne mais s Exm.J" Sr." que tem recebido um esplendido sortimeoto de cha-
peos de todas as qualidades para senboras, meninos e enancas, como sejam : cbapelioas
de gaze preto com flores de c>, formas modernas; ditas de palha da Italia, muito ana,
grande novidade ; chapeos de velludo, grande phantasia; ditas de palba, de moldes
inteiramente novos e ricamente enftitados; lemos tambera vbapos de palba da Italia,
cor de caf e cor de ooro, para se enhilar ae gosto do comprador, para o qoe tembs
liados enfeites. Pelo vapor que se espera, esperamos anda muitos chapeos, ultima
novidade de Paris, proprios pan a quaresma. Portaoto pedimos s Exm. Sr." qoe
hajam de visitar nosso estabeiecimento, nico neste genero, e qoe se acha ricamente
sonido de chapeos, o qoe ba de melbor na prsca.
Chapellerie des Dames
16-RA DO BARAO DA VICTORIA-16
(ANTICA RA NOVA).
Qaantas vezes vemos cm lindo vestido de
boa seda e com Modos desenhos, porm cora tae
enfeites que Jizsdos com nos:o, e peoa um ves-
,ldo perdido, porque ? por falta d6 dar um pas-
seio a NOVA ESPERANCA e comprar enfeites
qoe sejam adecuados afateoda: qoantas vea as sen-
timos escapar de algam len?o aromas enioativos e
porque? por -nao chegarem a NOVA ESPERAN
CA e comprarem seas extractos j tao conhecido-;
3'nautas pessoas nao gastam sea dinheiro e alm
isso Bcam desgostosis ? por nao comprarem ob
jectos que Ihes satisfaca, por nao hirem a NOVA
ESPERANCA ond9 encontraro o que de melhor
e mais elegante ba no mercado, e est por Ul
forma c'onhecida a NOVA ESPERANCA qoe quan-
do em qualquer reaaiio se v4 um bonito eofeite,
om la$o, um coiue moderno 9 com certa gracia,
quando se gente escapar de algum lenco agrada-
vel aroma, quando se v Analmente ..uai uer cou
sa xique, ninguem mais pergunte d'ondo roi ou
donde veio, caa um responde ou diz comsigo
isto foi da NOVA ESPERANCA ra Duque de
C>:.* n. 60.
Auzentou-se, desde o niez de setembro do an-
no prximo passado, o preto Lucas, idade 50 an-
nos ponco mai9 ou ilcuos, tv.aiura bastante baixa
e reforgada, ceg de um olbo, ps apalhetados,
andar am tanto apressado, costnma a embriagar-
se e quando assim est tica muito regri*ta, intitu-
lando se de forro : pede-se as autoridades poli
ciaes e capitaes de campo a sua captura e logo
que o con^igam poderao dirigir se a ra Primeiro
de Marco, antiga do Crespo, n. 7 A, que se recom-
pensar.________________________________
OLINDA.
Alug3-se uma boa casa com bastantes comino-
dos na ra de S. Eento, muito fresca, quintal mu-
rado, perto do baano e da estacao : a '.r&tar na
roa do Commercio o. 48.
Em virtude de novas ordena des fabricanie:
veode-se ludo presos barxiissiraos : oo ara>-
zem d> vifr-r francei. roa do Bario da Vi'u-
ria. outr'ora ra Nova no ero 7.
Taberna.
Faz-.-e negocio com a taberna sita rna da Cau -
oa do Carmo n. 2 : a tntar na mesma
O ahaixo.assigoad lat aeieui-s a estt pra'i
que o Sr. Leonel de Lacerda Muandw, deixoa o
ser seu empregado desde o da M e iaoer i
prximo passado. caodo poi tanto sem efteitc a
procufagao, ou qualquer carta de orde& em po-
der do'mesmo Sr., firmada por mim.
Recife, 15 de margo de 1871
Joaquim Rodrigues Tavares de Melir
Atten O abaixo assignado previne ao respeilavel pu-
blico e especialmente ao cerpo do ;oromercio, que
nesta data nada deve a pessoa alguma, quer por
contas con.raerciace, quer por qualquer papel par-
ticular por ella firmado. Se alguem se julgar seu
credor, pede que aprsente seus documentos no
praso de tres ia* contar da ata do presente
annuoSo queselo verdadeiros serio pago?.
Recife, 11 de Margo de 1872.
Aainio Jo.- de Araujo Rras.
Precisase de um rapaz de I, a lo annos,
para caixeiro de uro grnele estabeiecimento em
Gamelleira : iratar na roa Direita n. 72.______
Alaga-tea casa terrea no bec:o do Falco
n. 6 : trata se na ra dos Pescadores n. 17.
r*** f.-'-MSmena-i t m mmmmmm
^o(|iilni Fernaiides de Of f-
velra.
Antonio Fernandes da
Silva, Jos Fernandes da
Silva e Fructuoso Fernan-
des da Sv, sebr nt;-s do
finado Joaquim Fernandes
de Oliveira :onvidam a to-
dos o seos prenles e
anigis a as-istirem a uma missa que mandam re-
zar sabbado 16 do correle, stimo dia, najgreja
de S. Francisco, pelas *J l|2 horas da ro&nna, pe
lo que se canesssm eternamente gratos.
COMPRAS.
BURRO
Comprase om burro, proprio para ca roja, a
tratar na fab'ica do gz*____________________
Compra-se plices da divida proviac.a'
na ra Suva o. 33. loja.____________________
Na Praga da Independencia n. 33 tt coasra
ouro, prata e. peJras preciosa, e tambero se vtmm
ilir; s Je igual especie.
roaanc m
em bom estado :
rio, loja n 16.
A Flor do PSo Chine? novamente aperfeigoado
em gosto e o mais alvo possivel todos os dias as
4 horas da tarde, eaiqaanto a limpeza e bemfei-
torla desnecessario elogio algum, casta poaeo
os fregaezes conbecer a verdado. Assim como
vende-se a nova bolaxinha americana e pie com-
mum, lodo da melbor fartofaa : a roa de Gervasio
Pires o. 45, nova padaria americana.
ALUGA-SE
am lindo sobrado travessa do ehafariz o. II, em
Fra de Poros : a tratar com o commendaor
toso.
-1
Engommaoe a.
Pr&via-se de orna ama para lavare enaom-
T>ar na o Ltiooe f Caijas n, -jO, i* aedar.
Maooel de Christo Pacheco, -proprielario do ho-
tel Uoo, participa aos sen" fregoezes qoe se
mudou da rna do Hospicio n. 8o para a praga
do Conde d'Ea n. 31. onde o achara sempre
prompto para foroeoar comidas com asseio e
Eroropildfio ; como tambera a dita casa offerese
asanle commodidade.
Precise-se de nma ama que enienda bem "de
cotinba e mais servico de casa, para tres pessoas
eilrangeiras, paga-se bem agradando, e qoe- d
Manca de sua conducta : na roa do Imperadei o.
79, > andar._______________________J
Cozmheiro
Precisa-se de am bom eosinuairo Torro ca %t-
:ra?o qoe de fiador de sua ccQ :r*ur n*
rae- H i Itovembrc r. ??.
Compauhia deNaveaa(;o Bra-
1 sileira.
Previne se aos Srs. accionistas qoe, conforme
as ordens da directora, a qainta e ultima chama-
da sobre as ac;oes desia coupanhia, de 400/0 ou
80* por accao, deve ser paga dentro do praso de
20 diss desta data no Loudoo & Brazilian Kank
Limited em Pernambaco.
R o de Janeiro S de margo de 1872.
/. Jf. Garrir Assislant Treassuter
rY
O Dr. Adrin avisa a saos clieotes qoe,
achando-se restabelecido dos sena incommedo-,
que o obngara a a retirar-se para fra desta ci-
dade, voltou paia soa residencia na ra larga do
Rosario n. 10,1* andar, oods pode ser procurado
a qualquer hora do dia oa Da noute para os mis-
teres .de sua profissao.
*-
Curta perdida.
Quem tiver acbado ama carta derigida abai-
xo assignadi, carta pVMida hoje em nma das se-
grales roas, Direita, Peona, Rangel, Fogo e Ri
beira, ter a bondade de entrega la a ra do Fo-
go n. E qne ser bem recompensado, :*so qoei-
ra. Dezeja-se ter a carta feixada, oo j aberta.
Recife, 15 de margo da 1871
Carlota Rosalina dos Santos.
Atttmtflo.
Eo abaixo assignado. lenho jnsto e contratado
com a Sr. Theodora Mara da CoBceigio a o m-
pra de sua taberna sita a roa Imperial n. 138,
que dirigida por Jos Ribeiro Lemos Dnarte,
livre e deserobaracada de debita e de qaaes-
qoe ontis : qnem se julgar credor dirija-se a
mewa no praso de tres dias pa W attendido.
Re:!'*. !; de maico de 1871
Castndfo Jo? de Oirrrra.-
Angelina Botlrai convida
s pessoas de soa amizade,
e de saa fallecida mi
Lonije Bottine, a qae a
dignem assistlr a missa,
que por alma da mesma
ter Ingar s3bbado, 16 do
correte, ter lugar sabbado 16 do correte, as 8
horas da manba, na igreja de N. S. da Btala,
?o Pc?o da Panella. ______
N. SL da Luz.
A meza regedora da irmandade
de N. S. da Luz convida a todos os;
aeos amados irmo- e a Exma. fa-
milia e amigos do finado Jos1 Flo-
ro Xavier de Ssixas, adra de as-
sistirem a missa do stimo dia. que
manda celebrar a irmandade pela
alma do seu digno' fundador o ex 1* procurador
da mesma a qaal deve ter logar seguuda-feira 18
do correte mez na Igreja de S. Joe de Ribamar
pelas 7 horas da manhaa.
Pede-se aos amigos e paren-
do fallecido Sr. Jo? Marqies
Soares o favor de sna assis-
tencia na inbumagao de seos
restos mortfes do -'imiterio
publico boje as 10 horas da manhaa. *
Recife 16 de mrco de **
um par e malas qoe est'jaj'
a tratar na ra larga do Ro;t-
COJIPKASE
moedas de ouro e piala
qaez de Olinda n. 58.
na loja da roa do kV -
Ccmpra-se ama
ziohe e engomme
n. 50, 3 andar.
escrava de meia idade qoe C -
tratar na rna ts liiperadi-
Compra se chombo velho, paga-se bom ; i .o
armazem da bi Ha amsrella oo oiii> secretarm
da [i -ii ":.______________________________
CASA
Ccmpra-se ou aluga-se para orna pta.aeaa !t-
mia urna casa ii'ama rna boa, oa am slto pe-
queo que nao seja muito longe dos boaa. Par
ira ar no largo 1. andar.
VENDAS.
Azas para anjoe
Veode-se azas para aojos ; na rna larga>o
Rosario d. S2, i' audar.
Negocio vantajoso,
Venie-se ama excelleote casa acabada ba pon-
co, no logar de Agm Fra, roa de Sanio Aatoni.
em ierren) proprio, isodo i Mtlas, k qnarifs, eo-
zioha 'ora, eetrbarit eqaarto pira rrlMos. o
terrtoo 200 palmos de Irenie s b 80 de taado,
com bo agoa : a tratar na rna rireila do R^
sario n. 17, i* andar. ^__^__^__
'*-~***s3mm*mmmmmm^
Iga.icsjto Rento
1
187
yola.
Amelia Constancia de
Paiva Loyolla, filnosK ir-
mios e cannados agrade-
cera cordeaimenle a todas
ae pessoas qne se digna-
ran acompanhar ts restos
moraos de sen preado es-
poso, pai, irraao e cunhado, a sua nltima morada,
e de nova Ihes rogara o ciridoso obsequio de as
sistirem a missa do se imo dia que '.ora lugar na
igreja de X. S. do Carmo ptlas C l. hora? da ma-.
oha, no dia 19 do corread.
VERDE SE
cem palmos de ierrono altos na povoagiodoBe
heribe, com fundos al o Rio : a tratar na rna e<-
ireiU do flosario s.-lir^do n. 17 1* artar.
Quem qaiter cjmpra' farnba de n4B A -
nja-se a ruado Rog*' 58.if0:i? fpC
lo risnawL a 100 r-^ 110. I0 180 a I
Vende-se
Uma casa terrea nova, na rna de S. Joo, Srt-
gaezia de S Jos, con dua jaaeRa a tan par-
ta na frente, duas'sallaj, cinco /urina, boa om.*
tal, -acimba, gaz na, sala : a mur oo* Goelbo
com Antorio Caroeiro da Contu.
:
Vtnde se nm4 ha casa t*rre
Jos para familia e quintal re! 4a eldade de (r-iyarma : a tratar a Itff
'.H-ramento. loja o. 11.


Diario d% 'ernaibuco Sabbado 16 de Mar.-o le 1872
i
ADIIHAVEL JLl^t EfiMVlO
SEM LIMITES
Nk
n
LOJA E ARMAZEM
DO
PAVAO
DE
FLIX PEREIBA DA SILVA ft C.
NA RA DA IMPERATRIZ N. 60*
S a dinbeiro vista
Os proprietarios deste estabelecimento tendo grande necessidade Je diminuir o im
MMO deposito que tem de fazendas e graDde urgencia de apurarem dinbeiro, tem re-
toWido fazer urna verdadeira liquidado com grandes abatimentos nos precos de todos
oa seas artigos: para o que convidara ao respeitavel pablico desta capital a vir sortir-s
pois lbe garantem qoe em parte algoma podero encontrar to grande sorUmentoe mei
mo nao comprarlo pelos precos qne se Ibes pode vender na loja de Pav5o; porna ad
Tirtindo-se qae s se vende a dinheiro vista. Os mesmos proprietarios deste estabe-
cimento rogam a todos os seos devedores desta praca o favor de virem saldar eos de-
Ditos, e todos aquellos que estiverem devendo contas antigs e o Dio fizerem terao d
er encommodados judicialmente.
i Toalhas grandes de fustao para mesa de
ijaotar a 30500 e 60.
Gobertas de fustao para a cama a 3,-?500.
Grande sorlimeoto de casaquiabos on
O Pav5o receben um grande sormentOjDasqaina3 moderno8 de seda e croch, rica-
de grosdenaples e gorgorita pretos qae) mente enfeitados para differentes precos.
ende por preco muito em coma, sendo Gorgoro de cor para vestido a 360 o
grosdenaple preto liso muito boa fazenda a,.nva 1^600 o covado. Dito a 20000 e 20500.
Para a quresma
GROSDENAPLES PRETOS A 10600,
20000 20500 e 30200
lito de cordao ou gorguro muito encor-
ado de boa largura a 30000, 30200 e
10500 at 50OOO ou 60000 o covado, as.
m como grosdenaple liso com 4 palmos
de largura, sendo moito encorpado a 30200
grande pecbincba, na loja do Pavao ra
la Imperatriz n. 60.
FAZENDAS PRETAS PARA A QURESMA
Na loja do P partimento de fazendas pretas proprias para
a qoaresma como sejam : grosdenaples pre-
08 de todas as qualidades, paono fino pre-
io de 10600 o covado at 100000, casemi-
ras pretas de todos os precos e qualidades,
merinos trancados e de cordao, bombasioas,
. [pacas e outros muitos artigos que se ven-
'em mais barato do que em outra qualquer
arte ra da Imperatriz n. 60.
Cxplendido sorlimento
DE
GROSDENAPLES NA LOJA DO PAVAO DE
10600 at 100000
Bareges transparente a 320.
Ditos ditos a 160,
Dozias de toalbas para m3o a 60 e 80.
Carnizas fraocezas para hornero a 10600
e 20900.
Coletes de meia cazemira e brim
10500.
Cal?as de brim branco de linho a 20 30.
Palitots de alpaca preta dc4 salpico a 20.
Dit s sobrecasacos de brim a 20.
Ditos de cazemira de cor a 10500.
Panno preto com 6 palmos de largura a
10600 o covado.
Cassas pretas lisas a 120 ris a vari.
Chita preta lisa a 100 ris o covado.
Chales pretos adamascados a 10600.
Ditos de barege de cor a 10.
Ganga franceza a 320 o covado.
Dozias de lencos brancos 10600.
Ptinhos com gollinhas de cambraia tapad
b transparente a 10600. .
Corpinbos de cambraia branca e de cor
a 20000..
O Pavao vende um grande sorlimento de Saias de 13a com barra de cor a 30, 40,
grosdenaples e gorgures pretos para vest-' 50000. e outros muitos artigas que seria
Jos, qae vende a 10600 o covado, dito a inadoobo mencionar o qoe se liquida muito
J0OOO, dito a 20SOO, dito com 4* palmos de
:argura a 30000, dito a 30500, 40 e 50000
lito com mais de c.m metro de largura que
iota 9 covados se faz um vestido, a 80, 90
e 100000. todos estes grosdenaples se po-
iem vender mais barato do que em outra
ealquer parle, altendendo grande qoan-
dade que se receben desta fazenda, a ra
Ja Imperatriz B. 60, loja de Pereira da Sil- ?J
va & C.
Paono preto a I 6> o corado
O Pavo vende panno preto fino de doas
GRANDE PECHINCHA EM PANNO PRETO
A.30000
Na loja do Pavao vende-se superior panno
preto pelo barato prego de 30000 o covado
sendo fazenda qoe sempre se vendeu por 40
e 40500, e liquida-se por este preco por
se feito urna grande compra, assim como
no mesmo estabeleeiroenio se ven Je grande
sortimenio de panno preio, casemiras mais
barato do que em oulra qualquer oate na
arguras a lMX) o covado, dito muito su r j, ,,,; ni, H,n n T
,. aisnu n,hnh a An *.* rua da 11 peratnz n. i0, oa de Pereira da
oenor a 20800 e pechmha, a roa da Impe- c-. x. p
barato na loja do Pavo rua da Imperatri7
n. 60.
ratriz n. 60.
RICAS SAIAS BORDADAS A 80000 E
100000
O Pavo recebeu om bonito sorlimento
.as mais ricas saias bordadas, tendo 4 pal-
ai os cada urna e vende a 80000 e 100000,
-endo fazenda que vale 120000 e 140000,
- peohincba, i rea LAASINIUS NOVAS
O Pavo recebeu um elegante sortimento
Jas mais mo lernas las para vestidos com
stras de seda que vend a 800 e 10000 o
'aovado, di'as de pbantas>a sera listras de
seda que veode de 400 at 640 rs. pe-
chiniha na loja do Pavao a roa da Impera-
triz n.60.
MANT1LUAS BRASLEIRAS
O.PdVo v>:ndj bonitas mautilbas brasilei-
ri. a 100'HoO pecbinba, i> rua da Impe-
ratrii o. 60.
NOVAS CAMBRAIAS BORDABAS A 50000
O Pavo recebeu um bonito sortimento
da novas cambraias bordadas para vestidos
sendo todas brancas e com bordados de co-
res i vende se pelo barato preoo de 50000
ada corte, leudo 8 1/2 vara pecheinba,
rua da Imperatriz n. 60.
i echiucha na loja do Pavao
POR CAZA DO INCENDIO
f. Pereira da Silva, tem urgente necessi
Silva & C
NOVOS VESTIDOS A 50000.
O Pavo tem lindos cortes de vestido d(
finissimas cambraias com bonitos bordado)
de cores e tambem todos bordados branc<
que vende pe baratissi reo preco ie'50OO(
cada corte, grande pecbincba
PANNOS DE CROCH PAKA CADEIRASI
SOPHS.
O Pavo tem um grane sorlimento dt
pannos de" roch proprios para p::o?io di
cadeiras e de spbs. aseim como um rici
sortimento de tpeles de todos os tamanbo:
proprios para salas.
MAOAPOLO BARATO A 40, 40500 E 50
O Pavo tem peras ris madapoio eott ti
jardas ou 20 varas que vende a 40 e 405O(
a peca, dito muito fino e !arg" de 60 par;
oima, dito francei do meltor que tem vindt
ao mercado, assim como dito ii.;>.--. roe en
pecas de 40jardae.
Cortea de ehltx.
a 10600, 2i>000 e 20giO.
O Pavo tem caries de chitas raocttsai
com 10 covado, que vende pelo barato pre-
co de 10600 e 20000, d'uas que veode i
160, 200 e 280 rs o covado, tambem tea
uta grande sortimento de ditas unas clara;
e escuras que vende a 80 e 320 r. o co
vado e tinissima? percales miudinbaa propri-
lade de liquidar muitas fazendas de 12a, li-ias para cambas, vestidos 6 roopaspra me
ibo, seda e algodo, que Ibe ficaram mais nios que revende a 360 o 400 rs.
,u menos .estraga Jas por o;ciso do in- LENQOS BRANCOS.
oeedio que se deu nos dous estabelecimeo- O Pavao tem lencos brancos abanoadoi
/os contiguos ao seu. que se vende a 20400 e '>. a duzia, ditoi
Pec^s de algodiiisiobo a 30000 e 40000 grandos de mnrira sem ser abanbados <
Ditas de madapolSo.a 40, 4500 e 50. 30200 rs. a duzia : assim.como bonitos len-
DKas entestado com 12 jardas a 2J500 eos bordados para mos.
V n ROPA PARA HOVENS.
1(S w m,,t0 fiQ0 com 0 vars a Sobrecasacos le panno preto fino send
3*D*W- muito bem feitos de 120 at 400000.
alft-odao *w trancado para lenCoea a i pa|it09 de panm, prel0 fraqueg e |acc
*J'2e ,,' ,. de 80 at 120000.
BrMuat* de linho superior com 10 pal-1 ,)it08 de casemira de cor de e5 3t m
:t.os de largura a 2 o metro. Dito8 3|paCa preta fina de 40 a 60000.
Ditode-lgodao com a mesma largura a! Dtns de dj| br;tnca ede c6re9 Qmo
lom o metro. i Dtos de bnm de linho trancado a 60000
Pecas de cambraia transparente com 8 J Clcs dc Clemir, u de 6000 aU
?'2 vara e urna vara de largura a 30uOO e 112^000, .
'^rS*' v a-a DiUs de brim branco denbo de 40OOC
Dttai Victoria >m a mesma medida a at 8(X)0. ^
^^S06.4*- .. ..J Ditas de. brim de linbo^f cor para todoi
Ditas de cambraia de lpicos com 8 1|2 o precos e qualidades.
ras a 30 Camisas francezas e inglezas com peiio
Ditas de dita adamascadas para vestid..*: '\cn>io de 10600 at 50, em duz
^m 8 l| varas a 40. de.se m9 barat0
Pitas com bordados dederes a mesroal DUs de meif de 800 rs. para cima.
(Mdid a 4050?. Ceroulas de linbo ealgodo. francezas i
Oortes de organdy branco e de cor com fejta{ na jerr3.
7 112 vara?
Ditos de
0500.
Pecas de orgaody branco para vestidos
tendo 8 1,2 varas a 3*900.
Grande sortimento de chitas escoras a
40 a 80 ris o cova-lo.
Cortinados-para cama e'janeas o par
70, 80, m.
Saa de, rj 46 pinto com pregas
0500. v *
f.omeiras pretal de croch a 40 e 60.
*isca s* vio nrn procsso|mai8 perfeito e qne
.: (H ta! forma a satisfazer as exigencias mais
ifss da escriptnracio.
i *t\a cr tiiidissima e nao precis* de cuida-
'o .'nra para se conservar no tinteiro sempre
an a megma cor, em borra, crdsta, bolor on sem
iu tatas mazeltas inherentes i todas as tintas
t tfora coafeeeftas, a!nd\ mesmo dos melhores
ttores estrangeires.
itobretudo, este esttmnvel producto nio auca as
ancas Jf a^o, antes rx'le contrario, a peona
dqnin nm esmalte acurado qoe, sendo inters-
nt, asss prove toso.
Etta tinta, nao sendo especWtmente para copiar,
i ccoMado duas, tres, oa sais copias nan 'fia
'vea de escripia ; presfeo, porm, deixir-ltie
ji^tl bem mclhdo sem o enxug&r com o mtt-
cTfct, porque nao o a orii: t Dorrar. Para se
tz mais de nica copia, sao se agglomeram tan-
-. Unas (juaras capias se qner^m tirar, mas
*-* ceme op'pina!lirr nma tatw qnantas
.jai, sem qoo o crtlgioal fiqua prejndicade
wiai extracoes.
Ooeorfa aqu dizer qae, para copiar importa
v! ticu nio MirStai, e o deleito recae ensere
or* a tinta, qcemnias veier qaem mnos
..1. .fLl..
k dnpia qaaliikde de .prciavei, peas que evita que em qualquer ts-
ntetorto baj Batas do qne nma tinta para os di-
rio 1 mistere.
lanmanio a sna dorabilidade, nao ha a oppr
{taMior 4nvidt -coi* on mu Unta dtpois da ts-
cripta sonYe o choque de cidos fortissimos, sem
se decompflr; ora, se os cidos nao tem accao so-
bre ella, mnite menos a accao do tompo a poda
destruir; isto plinsivel.
Nio s ao commercio que este men producto
velo ser til ; os professores dos coegios, Investi-
gando todos es meios para o adiantsmento dos
seas discpulos, tem ipproveiudo esta tinta, qae
com razio a acbaram apta para desenvolver o
Sosto nos edneandos, em consequencia da beleza
a cor e facilidade de correr na peqnena pela sna
liqnidei. Ha exemplos de enancas que havia
maRo tempo tinham nma repngnancia extrema
pan a escripta, logo qae foi admitlida esta tinta
no coliegio, apoderoa-se dellas a cariosidade e o
gesto, e ponen tempo depois o sen adiantamento
en manitesto.
Esa tinta, par de untas vanugens, tem nm
nico inconveniente, deteriora-se ao contacto de
outra qualquer; cenvm pois te-la em tinteiro
isentos do menor vislumbre de ou'.ra tinta, e evi-
ur escrever com a penna soja de nma prepararlo
difTerecie e incompativel; verificando isto, cao ha
razio para so usar de tinta que nio seja a VIO-
LETA EXTRA-FINA DE MONTEIRO.
Observapo.
Diverjas lalsicacoe e semelbancas tem appa-
recide, cuja darabiiidade duvidosa. Os Sn.
compndorea podem evitar o engao dirigindo-se
i casas circntpeeu.\ t pedindo a iluta qoe en
fabrico
i. C. Slonrr,
n
i
DE
COSTURA
. A'
DOUS POSPONTOS
90S00W
DOS P0SP0ITOS
SINGER
900000
900000
MAIMTira 93*00.3 s
9.0000
9O0OTO ni jy
9O0COO Mi
9Cd0f0 UlFACTlnl\1,
ood^oo MMn
MfCOO
COIP-IMHIA
FIXO NO BRACO DE CADA MACHINA
GRANDE TRIUMPHO
OBTIDO SOBRE U4IS DE Ti\T\ EXPOSITORES, IMU1MM)
TODAS AS GASAS PfflIPAES KISTE RAMO DE \WM\
EXPosicA
1 n:
{
Os jurados, pira decidir as qualidades de varias m;( Unas (nio s a re<, e da
excellencia da constroccSo, emo tambem ua upeiioridade :u trahalb' >; '.*-;
ganisaram tntreos expositores urna lua de cow, em j e orpdos d-Urn 3iam e
destribuiram os materaesde queso d'.viam t;sr
Riconheceu-sc ni an imemente
Que a machina moderna pira costura de Umiliai. le
SINGER MflNFftCTUftIKG CCKPARY
alcancou orna victoria fcil sobro 'odas as concnrrenie*. trido efl'd 1 ttU m
2 3/4 horas, quando a rosis rpida das oulras linba load '> lior | uta:
mesmo irabalno de urna maneira mui.o infeiior.
O numero proporcional de palmos de costura 'v'1',3 a machina Singer, era 1,500, uecessitado 1.000 .1 l.OO jirdi de i6a ev\r<-
ser preciso 3,000 a 1,000jardas para faz^r u r;-.-ir: 1 c", inme b di 1 -ma ,-m +%
machinas.
A POXVf DK C.^nEl
O preco de 3,000 jardas de I r.ln................ IMSO
, O preco de 1,000 jardas ile'.i? !i............... 4550
O que mostra nm prejnzo ceno pilo mei.us de IJf-O
por dia emprego das macbinas de p^nto de cader :z 1 !: nt un an 1 "00 di,
o obreiro um prejui o-de mais de 310, q y, ;.:. {; ^u. m ^.il|i-: 9jw t
machinas.
nico agente em Fernambueo
(Ntese bem o Damero) >\ II, (j\\ ijiiP.ri N #< N aacoMrn)
4 5 Rua do 1111 111 rae! ." 4 5
ROVO E GRANDE cWfflSBTO
DE

B4 RUA -D mv:i: \\IU

k.
liMAZEM DOS LEOES
Rna Buque de Caxias n. 29.
9 proorieiarii'.- deste bem mentado efitabelecimento scientificam riorespeilave
rf.i^-.tavel publico d-su provincia que mi aciiam m um variad e complete sorti-
sento de movis, tanto nacional s, como esirangeiros, sendo estes eecolbidos por amdos
aus.u qne se a acuiaimente na Roropa! O esmo tem contractado com os melhores
fibivantes riaq^ell.--coniiueaie as retuesto; das is-iis ri.-.as mobilias feKas alli.
Na oicioa iem o m.nis babeis artistaai deste genei>o. e por aso pedem que ve-
dam visitar o esabe.'ec^ento, aonde<;:.ci;trar8Q arc;didade do i;oeacabam de eipr'l
ue po po<1e eraisJoar; ricas ecompleUs mobilias de jacarau, moguo, faia, carvamo, a-
WUtibx, eic, rica* e eiegapw camas deja caranda, pao setioi, amarello, etc., etc., guarda
vestido de amarello guarda louca de nagueira e fie amarello com tampo de pedra, apa-
radores de dio dita, peti oilettes especialmente tiara fazer ai barba, toilettes de jaca-
randa, amare! 10. pe marios. tbears pn^ bordar. wpo. lavatorios com e*pelho. de pedra maamore e seas
pertenct, caliras prfadjs, pides; etc., ei-;., e m:ft06 ootro# artigos gacdeixamos de
mencionar por sejicrnwc *ofadonho
| Cofres de ferro Mi!Berg e oolros

.
etc.
ir rencas parl l0piar tars
Balanpas de pesar, Dflciraie. Romiift
Tachas de ferro, 08taDhado.
Arados Americanos
IrraueS, para agricultura.
Carrinhos de mac .
Machinas a Vapor
IxLaCllinaS e napaS Oe errO ^^^63$ para casa etc..
E-bu* riigoa ver/em-se em
t> doe importadorttt.
$MWi Hawkks-A C ,
.. bca do box paW
/ITF'riR. RCADA C*W
I
I
0 grasde sortimento de fazenas Qoas <|o*t nltiiran-n'e Ii^cIms .-.
demos por prec/w que a todos admira, .-.- ,. re j&ian.! -, t v.i, i .s ..o* .:
Butnerosos fregueses, certos de qie na ibas fatura > i <:,;. ,d 1'. !.<$ "<
tos, Ontro sini os prefn* por qce f.rem n:?,:? .: : '.
das a dm-eiro.
Alpacas lisas acolxoads y-droes !;r.dos :,
a 500 rs. o covado. i: i.
Ditas avradas muite Orias a 700, WK V-
500 rs.-e covado. -ii!
i r:,i, '>-
' .11* >tp.;
v.- -..
I
Ditas liflH bonitos p'"tes a 4i0 rs. o
cavado.
Merinos lisos de cores diversas a iJOO rs.
o covado.
Oito verlo nmito superior a 20800 c
30000.
areges de 15a lindas <:ores para acatar
a 20, pecoincba.
Gaie de seda cora lindos padie< para
vestidos -e veos boje moiio^m oso e p f ba-
ratissima preco.
Dita de seda com o 8sento branco i
bordado de cor muito propio pan soiie
a 20iSO00 o cce.
Fil de seda branco. Pit preto p >t
menos preco que em outra parle.
Mantifeas pretas de seda nneralda i
4000,
A' doqoeza a WUOO.
A* brazileira a 135.
PAiA A SEMANA SANTA
Recebemos o melbor sortimento de gros-
denaple preti do melbor fabricante; fraoci,
-
; 'i .-.;,'U* *

! ,-.:;': T" .. ( V..
it '' rs truanh< <...'.: .
- rlfl 'o. i ',
'" 'r '..' a (-V
''.'< -. 3->para a;abar
<-' \)L*i rth !ir:a- 3 t'<.
' iS ;.--.: n H'VOS ; 10^.
Di ; p^ra xeoMios a 2$,
*:,-.- hin; rraade; a 855X1, tai
ii-.r.-s a 35.700.
i 0 d:i; i i00
I570C metro.
1 de superior qali.
Oi!.- di r 1
rJ:i:n:.- i..
a vara.
D to (* .
Ateil -: 1 r. -
ij* : vari.
to de a4gu4n ? i-H) vari.
batmli"' 1 r 1 ni mu '- finos.
D : ,r!.-< mf
pt;stlij r. cri,yi mi.'ito superio* para
f? de menino-".
do1',-t-.ts de (Sj.'iJ l)id*dai
roo
pera
pois ueste gmero podemos garantir aos nos- nbnr*.
sosnomero80irfguezes que nao itmot i't-\ Dtil ik ifoOo
va!, os precos o desde 00 alo o:00 1 i. ivas fretca de taraa 35.
Groz da coies a meor qoali de r\ r^pftef \vt puarni;lo de salla para 10-
dof melhores fbikanus
peca
al
i-!.'
WW (WJ gnarricio ds saHa
a 25.
cassa de
cor com 7 varas a
Coarinhos de papel, a!god3c e tinhr
que se vende ir.uilo barato p Para noiva?.
O Pa\S'- u-m rku itiugualn de seda, bran-
1 co. Grosdenaple branco moito encorpado.
: Agraciaunar-brancas com strsa de seda.
,1 Poupelinas brancas de soda lisas e lawa-
das. Seda* brancas, iviadase ii*as. Ca-
a pellas com palma, da flor de laranga con
ricos vros bureados, qce todo se vende mi
barffcj dr lne eos oulrs qoa'qoer partH
i ioja 4*fcPavae acba-e Dwit,'ti?tf* '!-vil S leal & mfl tt a
fr VlilOllJ D. "
Vtad *e Jhpo9 de sol ebn muito Doa de u-
uliioi Ce-re:eb pr ptrior "-ja pelo dimDulopre-;: d* 7*000, veabam
ap .r um t.;.' t :yiiip!io fvrii dia O- 50 }., o] de miudez*?.
Hoa d mi-
Amara!, XalMN &
efe nliim;
i- fhipe,' |< Mtliora. J<* palhi e o* linau
prnDorii'tirer.t nt'of.t*, A.4t* l5j|ioa d<
sfj.i. (1 '1, le tHiia 6 de cij6Df|M
Cava para vender
Wbd fe* qu.i'-n para da a* lerr
la a rua Augo*u, hje Granel S^ssaoa, n 4..
ehao* propri-., e. nceriada de nove, multo freses LMU) DEPOSITO EM F AME
e cc-.-n ftiu-iH tuokuwdj nra Dmnersa ami ir ~* < CtmtW
a i-t-B< JU. f-ope-aw S. UP apar. 1 frfraeiro p4r,
VEHDADEIRA
BICHAS HAMBURGUEZAS
CO
*
precos razoaveis.
Setios de cores
de l| a 2800,
Cmbraia Vitoria de io al 8? a
de 8 1/2 varas.
Dita trusparente fin? de H4jC0
1O0COO
Mecejana, recebemos novamer.te esta lin-
da cambraia que feito o ^slldo parece unas
seda, a peci lera 30 i$. e c-^ta 18* e
*4OIO.
Saiaa de fosto e de mosselici rara la-
tera H
Ditas ja feitas a i.
Ditas bordadas a 3*500.
Ditas mais finas de 8 e v
Cbapelinbas para senbora >} Italia ricamente enfeitadas pelo baraiissim<'i
preco de lofi.
C*robraias branca com i.siras U-n)aeWil.3o n ti
a W Ljixam s de aunoociar moins outraa ta-
Cbapos de sol para seabora com o;c -le ienis por a tortor seda rouio fino. por qce o notaos, rouieroaoa frfgwaii
Ditos cabos de marfim. ,b'*T r 9 i> p rm p r ,'vtema vnriar
Grinal'as para Doiras ri- :vui\> ii.f-.i-ibarar.-i, t ni ldis. ,s<< venli ro v.r as \*j*od*i J-j Cysae y*
Yos de'blond, 6edis brincas, popelinas 's3o es .c'L-ia a raprieboa
64 Rna da Imperatriz 64
FJGUEIREDO ? LOPES
oa pf'Cri e ( nac os.
i ion o i '.. i pmcaaai -.'e M. 3a^20
,u tar.
P.-TiT.O" a
iico baratoi.
P.ra i:t'. Alpaca- m rni csntair,
pr-f--">l-* b rrh7.m>. .h^ prela. <1# pr*-
raie, cr*pe, 'a- pr.u 11, qae ludo veode-
(toj por um pr*ea dira:n.io.
M-.polio muti fm* 7j 81 '>* It'
U500 pea de lt Ja.
Dt : -'-\r i :;% i:\:^t 8| a nessa caaa
24 k.
i inaatiir ?irA boaaeos e meonKis de hn-
-;M -a'! :-.- e ;.or precos baratitaaiojt.
P. ip mus par buineus gra -e toni-
iBTttC e n i Cy,-ne *e pode vender b-
ran.
Ahquiobas de laa das mais arderoaa a
m
\
r


6
Oiaiie de Pernamimc*
SubbiJo 16 Je Marco le 1812
i
NOV;
DE
a
QffiKM DEPOSITO GERfc
BARTH0L0MEU & C.
Ra Larga do Rosario u. 34
Iji:
Coufeitos de Griuiaud/frut
Gira as incontinencias d'urinas
/n precio-a coaita as affeccoes ment das molestias nervosas, vtrtigens,
XAROPE DE BROMURETO DE POTASS UM
HSNBY MURE
Sedactivo por excelencia paca o trata-
c-lr ticas, pa'lidas cores, leu:beria, paraiy
a J* bexjiaa, uero as de qualqr.jr naiurezt,
pe I .--...; ae?, <| R c<;i.-p -nsadon coso med.-ros de pata
DI F.xpus (fo de !Sti7.
diuoeas deioduketo p0tas3iumde
l. fouchek
C tai lio irnyi-rl oto preparado desappa
rtr.-rii. u ocju venientes inevit<>veis ebem
c.ja.i-ai i n:i apjlicafo du io Jrelo de po-
tas* oa em .'nua da solugio, po:cSo, xaro
E' pudoroso aoiddio con'ra as dores
rl).'ua'ici.Ni i i das as m tles'iis syphiiticas.
XaIUH I.EUTlVOP&ll'O !AL dkij. flon
ara as d sagas Ja. garrama, do peilo e
do estoma#->, d!ai d^ser o verdadeiro es-
pecifico contra as confeti pagues, catn los,
roojutdao, astbna, toases nervosa*, coque-
luche etc.
A lio ido o )s hospllaes do todos os pa-
ses ild Europa.
r^egivnuos deMeynet
Aol doto moi recooUado cuulra as en-
xtteuf, nevalgi s, e lod^s as molestias
nervosas; e aiada contra as (obras intermi'.-
t.LtS a ibturna i-,mo agudo.
AlGJFriHE Di DIDIER
Slo ha mala cabellos l
Tintura japona
* So e nica approvsds pelas
taiencia, reconhejda snperioM|__
recad at luto DsposimJPBIpaf i roa da
'.adata do Re* a. 51, i atfaar, am todas afeo
iras e osa de ctaaHflirerrfl.
F.iriuha te mandioca
Superior e i uito proprla para meta, em barri-
rioas de forraba de trigo ; a 11*090 rs. a barrica:
na armazena doTaaao Irrois A C.
Aos jardineiros.
A N'ov E^eranoa acaba de receber ftMW"
especias para jardineiros, sao as memores que
[em viado to rnaacaio, a attaa antes qae se aea-
bem. ?

li>) silier:n contra as dores de'
que fas passsr eui iim minuto, cura
e preserva o oeo la-
rt-jai
A -. '>.
>- <[. los denles,
Xtrvpe de < doral de ( ha moni
ti Cfttora! nm oupleto cb:> ico do mni
Ment eroprego m roedicna, eq.e grande
> ;.:: ..,!!esecudo para deterniaar nm
suiotii ronquillo jh d cnt s foiga os niir
apjj gua :s dores as m.iis iulole-
1,1 -.i i .i ;
ra vi-, m;u.i oS'graves in ori\e ientes
po, e rec o Da sua appl.CoCo.
do
dores de cabecas, insonras, epilepsia, mo-
iestiis do cerebro e.da espima dorsal etc.
JALEA DE OLE FIADO DE BACALHAO AflO-
MATISADO DE TUItEL
Facilita o uzj do-to preaio&o medida-
melo, visto seu gusto agadavel. TJtil na
debilidades, molestias escrophn;osa?, do esr
lomago, e dos pulmes etc.
Colorigern Riganol.
O
Liquiio regeoeradF d cor peiiiitwa d s
l cabellos
Em msos de ^dias reslilue aos caballos
sua'Cr primitiva sem nod iar a pelle, nem
emporcalbar.a ronpa; esem o emprego de
outra qualquer bubstaocia.
Pilulas de Crosuier antt ner
valgicas
Acceitas pelos mus acreditados mdicos
de Fraoc. eonira a oervalgia, molestias do
coraclo, dores agad3S, feoreg perniciosas e
todas as molestias nervosas
As mis ^-e familia
FARINHA DE-RESILS
Alimento lctea para as cmncas e pessoas
di beis.
A farinba ladea Nestla cotem todas as
paites nuililivis e pieparado por orna
combioaco ele principios verifijadjs pela
sicncia e pela pratica, de oraneira a offere-
cer aos meninos da tenra idade, e pessoas
Iracas e valetudinarias nm ptimo alimento
de nntrico Capaz de restaurar as torcas em
pouco tempo e favorecer o desenvolvimen-
to das enancas dando llie robustez.
Essa farinha prefenvel a todas as oatras
e anda ntilisada na cura das molestias do
eitestino e estomago, cumo nm excellente
lenico retaorador.
Uaico oeposito na pbarmacia e drogara
Bartbolomeu d- C. roa Luga do Rjsario
n.3i,
Merina Traacez afflMMtl o
cwaiJo,
Acaba ebegar i toja 4a Papagaio um bonito
sortiiDente de mritos decires para vestidos, la-
teada larga, de ama s cor e de on tecido totei
ramele uoto, tendo verde, azal I vito, rosa Ijrio,
cor de caf eamareHo, u cores so>awito b.itts,
e de nin fffeo brittnate era obr,- e varji-sp
pelo baraUssimo preco de dei tastow o covfd* :
n% ra da tmperatriz a. 40, toja do Papagaio de
Mandes A Carvalho._______________________
Bspecialidade.
Vinho do Porto o roelhor a dewjar, em barris
de 10 i1 20*: vndese no escrip'.orio de Soares
Primos, rna do Vlgario o. 17.________________
Verde Chrome.
Veaite-se eo barr de 4 arrobas : na rna
Marqnet de Otinda n. 40.___________________
Ja' chegou o veria-
deiro doce de goiaba
e vende-se na roa da Mareilio Das n. 91, arma-
zem Relmpago.
<>/
PECHmCHAS
NO
EMPORIO COMMERCIAL
15 Kl li NrUM l
DE
Ulyssas & Irmao
Nesle j bem coobeeido estabelecimento encontrar o respoitavel poblico em pono
de todo por mdicos precos. e tendo seus propietarios resedvido liquidar algons ariigo-
de que se compoe o mesmo estabelecimenio, vende os por menos do sen costo
como si:ja
NOVO AEMAZEK DE FAZENDAS
A
Machinas de costara.
Chegaram ao Bazar ersal da ruaUniv
Nova n. i, nm sortimento del machinas
P ra costura, das rneUiores qnal.dades que
existe na america, das quaes muitas j sao
bem conbecids pelos seas autores, como
sejam: Weller & Wibjoo, Grover & Boka,
S lendosas, Weed Iaipenaes e otrtras
muitas que com a vista dererlo agradar aos
compradores.
Estes machinas tem a vantagem de fazer
o tranalho qne triota costareiras pod m
fazer diariamente e cozera com tanta per-
fcic3o como as atis pereitas costureiras.
arateaea *oa boa qaaiilade e ensica-se
a trabaihar com pe:fcicoem menos de nma
hora, e es precos s"o 13o commodos que
devem agradar aos petendentes,
vinho
Garrafas de vidro Bacarat para vinho a
SI, 6| e 7,5000 o par.
Compote i ras a 6?5 e 75000 o par.
Copos de vidro fino para agua
40200 a dnzia.
Clices de vidro de cor fino para
a 20000.
Meios appa-elhos de louca ngleza fina
para janar por 50i$000.
Prat vende b rato.
Jarros para f! tres de 35 a i 55000 o
par.
Cauces de ridro fino para licor a
a dnzia.
Punhos de linho para camisa a 9j000 a
dnzia.
Coarinhos de linho para camisa a 6# a
45 e \ dnzia.
Anqninas de crina para creancas e se-
nioras, de 30 a 45000.
Cortes de cambraiabranca decordao cosa
8 i/i varas a 3300.
Fronhas de crivo a 530 rs. urna.
Corles de castor para calesa 40180.
Aigodio ite lista a 260 rs. o covado
Coxis branca adanmca'as grandes a
25800,35000.
Cobertas de chita.graedes s 2#40u.
COM
BRINDE OFFICINA DE ALFA1ATE
Di.ig (J i pelo bemco.uhecido e distinc o mestre
-
do ilarqoez de Oliida n. 40
!% Pi do C. aca'iam de abrir e;lo novo estabelpcimsnto e peden a
'i-'' -.'. -.1 p-r.ii o que encontrar completo e sempre renovado sortinen-
',''- '" r J ''i r> da cores as mais mordenas da Europa, vehudos, gor-
, u.nins, p.ctf, firmado todas as cores e qualiJadea. No mesmo bacojjpUtc
I s-ndis f;vnezas, inglczi, allomaos, suissas e hamburgaezas, e
: i iriuu
i dem
pre os liindicos, atim de acreditar este novo- armazeia.
p, ;:\m\\A b-tratissiiBO
- t iiiiiiph -la B >a Vista.
?G -Bina la fsjperr.rlzl
e-aia ,;, r mo corifs e em p'Casde aediobas,
. ,-.'':, -i np'liois, alpacas Uv.-;da< arde
n i: ira* si-l-, laaziabas,
fa>. can i i rgindy, m i lp >iao fran-
.' de >da a qaaliiad', m a-
i, I ricas -,ii .s ii irdadas,
'. lia| li-adiis -"- :m coiro sim-
i 3 ;. r..: ."; h'l'l cara senbor,
rwdale p(\ t .{ i- s brao-ros b>rla:..-.
'' vt-Hu'o i.'a >-..u i', I ramanie da
. "U i!- !; i.-g -ia\
'',. 11 -i i -. roojai
i
i--..
I % -
i

: -:
. d V.'

i .* ,' OS precos
r !- 'i-i- r-2:iinte?
"s pretil i y' '' i aova-
11 feili ras i !'.-"> r I !,
Ti
essa do G>rpo
n. 25,
m frsnc s -, i i..- \ lii-asileira
ria< para .i q r^Mua :\ ii ve-li-1o? braceos
v c im .'!.} alpacas d li>lras cr-m
... i iDiinhas a 3i e iCO
r-. '-<:\\ f.i-'". iiuoez innitj lrgo -ara ves-
uti f.' i r-. o coi tuches pira m-za a '3,
'> J i) barra '3 bolsas para viacem a
ti e '. (100, crgae \ hrancopara vestido a C40 rs.
*"*r, n.:n: i' vn: braa;o; com 18
'i 7 j, i ios com 44 metrus
' '"' flik a > a pa?a, algodo marca
T .-'- *i r ^ lj bav.-a.jo gr.-.nl-i a variado sortl-
mr-u' m chita*, eassa>, mdapul-s, r upr.'s f-rta?,
ariii'. c.zprnira e m utos arijos que nao tnencio
nr-
Santo
Veode-se machinas a vapews ktcomoveto de for-
ra de 2, 3, i e O caVdlius e seas, perieocea, pedras
de moer imilig, arreos para arro para dona c-
vanos cora retranca.
45-RUA DUQUE DE CAXIAAS-45
A MAGNOLIA, tem receido por lodos os vapo-
res, variedades de objectos de moda e phaniasia,
e pelo grande snrlimento que tem chama a atten-
cao do publico o especialmente a di b-llo exo,
alira e viitarem na e d'tlla sahircm prvidos d'a-
quillo qu de-ejarem.
A MAGNOL'A nio vende caro, qu?lqner Inrro
Ibe satisfaz, todo o seu tira. servir bem, para
augmentar a freguezia e vender mnilo.
A MAGNOLIA, co grande sortimento que tem
poda fazer nm pomposo anaaneio, e dizer mnilo
mas na>; limita-se fioenle a annunciar os ob-
jectos seguiotes :
Bonitas.camirinhas e punhos borlados para se-
nhora.
Chapeos de velludo e patha de Italia molernos e
de gasta para senhora.
Lagos de seda para cibera e peito (oovidade.)
Lindas livelas de madrepercla".
Cintos modernos para senhora.
Leqo.es da madre:ero!a, marfim, os-o, sanialo e
madeira.
Meios adereces pretos, cacoletas, voltas e cruzas,
gostos modernos.
Ricos enxovaes para baptisado.
Chapeos de sol para senhora, ricamente enfei-
tados.
Bonitas capellas cora veo o sera elle, proprias
para noivas.
Escolhilo sortimento de bolSes de laraogeiras
para enfeites de vertido de casamento
Liana de lodos os anraeros para croch.
Rico s-riimento de Aires de cores e pretas para
chap) e cabello.
Rieo. portjiia?, port cartSes de visitas, port-mo
oey, proprios para fazer presentes.
Lindos ivnahos para rtissa, cora capa deroar-
tlm.
Chapis de sol inglems, cabo de mar6m, e ben-
galas de cana cora cabo de martina.
Tapetes avelludadis da diverso,- tamanhos.
Ditos Ai coco pira portas de sala oe diws>s ta-
maito,
Ricos sapatos Je la, bordados niili(lll|llS<
I. nd-i< alraofadas para sof.
As floristas,
A MAGNOLIA recebwi pelo ultimo vapor oflne
os Srs. fl iristas preciarem para fahhcar flores,
como sejam :
Pestilhas de varias cores.
Bagos de vidros de diversos modellos e ta-
maito?.
Olhus para mal-me-queri?s ecravos.
Callees para rosas.
B-'gai dcnrada para II res. i
F.lhas verdes e pretas enceradas sortida em
lmannos efeitios etc. etc.
Pomada alpaca.
I>este_fxeel!ente privativo da queda dos cabel-
los, e mu to' apreciada por aqoelles qne a conhe-
cem, recetora Magnolia pequea qaantidade; a
ella antes oye se acab-1.
Pedes a Rocambule.
Realmente sao muito engranados esses peoes l_
encenhn?a e distrahe tnoio eta nova invencao.
. S na Mtgoolia, rin Duque de Caxias n. 4o.
CANDIEIROS" econmicos. .
Os candieiros econmicos, ^o na verdade de
invengao agradavel, priva a quera desejar embel-
lezar.uma sala de fazer duasdespezas, pos que
tiraodo-se-lbe o deposito onde se conserva o gaz.
tero-se um lindo jarro para flores.
Todos eses artigo s se encontram na Magno-
lia, os^eus correspondentes primam era gesto : e
para que esses objectos (enham muita extraccao,
files recommendam aos seos propietarios qae se-
luengo
Vsnde-se ama irmas.-5o de t; bsrna com todos os
pertences em muito I di I-calidade, e o aluguel
da casa muito bar*!", pr-pria para qnem iiver
ponco capital, a iraur tu- Affigajps, roa do Mo-
tocolomb n 24. tabeiu'.
.Sustento rest; iranvo da
Paiie
PELA VERDADERA FAItl.NHA
A, DuBarry d'irabia
Os abaixo asignados fawm sciente a seus fre
guezes, que pelo vapor lOflez l.a-plata receborarr
Jegunda remessa d'essa excellente farinha, cuje
oso mnilo se recommenda para a criancas, per1
soas debis e convalesceoli'S, applicala com reco-
obecida vantagem as constipaoes, disrrheas
nausea do estomago, toso, e-carro de sangue
phlhysio, etc. etc. Preferida ainda pelo agradavel
sabor,Uniricoa outra qualquer.

A roa ao Commerjio n. 10, escrito-
rio de Jos Joaquira da Costa Maia, en
coclra-so para vender p.T commodos
precos :
Azulejos hespanhes.
Fjlhas de ferro gaivaaizajo p,ira telha-
do de diversos tamaitos.
Ditas de dito dito lizas.
Ricas de ferro galvanizado.
Cumieiras dito.
Portadas eompletai para cantara.
Ladnlhcs.
mimm.
Bonitos port* oujnot.
Littdi-sni.s leqws de madreperola mol les in-
teiramentH trovos.
Gortinados bordadas.
Camias bordadas para homem,
Fuws meias de seda para (ahora,
A N'iva Esperaect aero tem I I
DSSAPPARECMI AS SARDAS
A Nova Esperaoca a ra do Duque do Caxias
n. 63, acaba de receber o bem conheeido Inte
de rosa branca, e tambera leite virginal, os ^uaes
fazem deaapparecer as 'ardason pannos.
Vinho do Porta lioo em caixa de um.i dnzia a
9X000 cada urna : na ra di Apollo n. 4 .
Vidr.ts de chatnin para candieiro a 20200 Superior brim de Manoburgo de linho c- ai
e 30400 a duzia. 110 palmos de largara a 20800 a vara.
Giobos para candierro a I0COO e 10800 Bonitas frocteiras cea sab seter. de Troc-
eada um. tas, proprias para presente a 40000.
Bonitas qoartinhas haosburguezas a 4000 Lindos livros coro extracto* e sabonete*
e 40OO o par. l a 20500 e 40000 pt>i |ueentr.
Escarradeiras de vidro a 30000 o p*r. Oteo phrlocome a 600 rs. o fra*co, e
Bonitos caadieiros de jarro a 160000 um. muitas nutras perfumaras que se v nde ba-
Grande qaantidade de arandellas para' rato, como se>a : sbonetes finos a 10200 e
dependurar a parede, de 10500 a 20000 20000 a duzia.
70000
branca de 150CO
cada urna.
Ternos da bsodej" a
Paliteiros de porco.:.ua
a 0OOO cada um.
Lava ra5o de zinco a 40500 om.
A'godo inglez para roupa de escravos e
saceos a 32) a jarda.
Tpeles avellndadcs para quatro csteiris
a 250000.
Um grande espelho moldura donrada or
800000.
Lindos libaos para retratos a 1000*0
cada um.
Bonitos chapeos de velludo para senhora
a 100 e 120000.
Aberturas d iinbo para camisa a 1O0COO
dtrzia.
jim mdicos nos precos e gradem muito aus fre-
Ra do Crespo n. 2.O.- "<-*,
A MAGNOLIA
DE
u)ilJ:nloqi:oeraculraGui.her'iteC daOaiihu & 0. 45-Ma
I- .11 a & LE5SA.
A Turquesa'
1 v-su i' pre! 1 !; troadof.
S.d^-'r. gl< pr -.
u a- basqnirtu.
Mti''; ir e v w pret'.-s.
Exci-n'es capas e ntantai d la de cores para
sui >ra e mpn:n.-!.
a raa '. Har' da Victoria n. 9, antiga raa
Kciva.
A Turcjueza
b raw o seguiole :
C re-. cambraia b rJ3J. a 14*0110.
D.t'U r. chin cora lj' .;,vaJos a ,'. .
D.W* de Urhtana borida a 20J.
aW-toiiiar ^ 12*.
A' roa >i> Baro di Victoria n. 9. amiga ra
Kjv.i.
Nan*uc a 200 e 240 ret o covadi, lazlohas'
miudinhas a 320 rs. u covado.
Alpacas pretas com listas brancas, proprias para
lulo, a 440 o covado.
Ditas fia' de cores a 440 ris o covado, cam-
braiaa lizas de cores- a 2S0 ru o covado, loadlas
alo :. i das para rosto a SOO ris, ditas felpudas.
800 rs.
Rr-manta proprio paralenr)l, cora 10 palios
de largura, a l*00 a vara
Dito de dito muito fino cora II e meio palmos
de largura a 2*600.
Carabrala transparente Una a 3 apoca, dita
Victoria a 4*, dita de diti de forro a'l*600
musselrna braa;a a 40) r s o eovado* casimira
preta mojlo fina a 2* e 2*500 o covado, lencos
de cambraia de hnho abaraados a 4* a dnzia,
ditos de dito pequeos proprios para meninos
2*800 a duzia.
Corles de cambraia bordados com 16 covados
5*. E' peehiocha : s ni roa do Cresio n. 20, lo '
de Guilherme C daCunba A l!.
Duque de Caxias4
de
i elto Fnseea ft eomp.
Venle-ss boas passaroa caatadores : na roa Di-
rei.a u. 3, 1 andar.
- Chapeos de sjI de seda a
51000.
Para senhoras ou meninas, pelo baratssimo
l preoo do 5* : des^nganem-se, peehinchas s na
-ruada Imperatriz n. 26, Ibja da Rosa Bfanca.
i
Chapeos para bapisadode erianca a 2050
e 306CO
Coqoes para cabello a 2000*.
Cadarco tranco a 360 rs. a dtzia.
Dito t<-acc. do largo a 140 rs. a pe?a com
4 varas.
Caixa de p?pel amifado a 700 rs.
Dita de 100 envelopes a 400 rs.
Duzia de penies para alisar a 106O('
10800 e20000.
Bonitos chapeo1! Ce palhi com aba f ira-
da, para homem a 45000 e para menino a
30000
Sonimenlo d-i meias para homens, senho
ras e crianc*s, e mu tos o- Los artigos qne
deix-mos de nwncionar, e q'i igualmente
vendemos por pre,-'js c>an !J ...i..'
O EMPORIO COMMERCIAL eacarrega-se da factura de ronpa por medida, e capn-
cba em bam servir aos fregoezes, tanto no comprimento de seus tratos, como na boa
qoalidade defazendas e modicidad: de precos.
PEGHINCHAS DE ROUPA FEITA
O EMPORIO COMMERCIAL vende pa'.etols fraque de casimira fina bem aeabado
a 180000, 500000 e 220000. Paletts saceos de casemira preta e de cores de 70OCO a
120000. Ditos de merm prclo de 70 a 105000. Cdcas de casemira preta e de co-
res de 60 a 120000 cada um;. Golletes de casem>ra de 30 a 40000. Calcas de brim
muito bem feita3 de 20500 a 80000. Paletols de alpaca fina de cores, branco e preto
a 20500 cada nm. Ceroolas de linho a 25800, e de cretona a 10600 cada orna. Cal-
ca de castor a 10700 ; superiores pannos finos, casemiras e biins.
EiHPOflECI COmiEKCIAaL
A Magnolia, roa Duque de Caxias o. 45, rece-
hea om grabde scriim?nio de coques o mais mo-
derno que ta, e vende pjr menos do qns em cu-
ra qnalquer parte. '
Vende-se
om. far lamento completo para offk'ial montado- do
Io batalhao de infaotaria, e tambera sellini e ar-
reos militares : ra da Aurora n. 42.
;!D$ I
Vende-se una !;.Dra-i oem afregueztda
Uuli p ra :< t^rra com i para o malo, na ra i-
pen! 11.133: qavm pretender dirija-sa mes-
m>, que achara com quem tratar Tan.bem d se
aorie aJe a ijuera eutrar cora algara capital.
500 si e 10600
Grosdenaplepreto mnilo boa fazeoda pelo dimi-
nuto preco de 500 e 160, na loja das ti portas em
frente do Livramjolo, esta se acabando.
lllILillt
O muzen ologanie acaba de despachar o que ha
i de mais moderno em veos pretos de blondo, mantas
preta- e raaclilaas brasileiras as mais moderna*,
tambera receben grande sorttmento de franjas
pretas e de cores toda de seda, coqoes diade-
! mas cousa de nllimo go-to, luvas de ptica pretas
e diversos objectos Ja moda, e esto vendendo
' mnito barato : ra estrella'do Rosario n. 1.
Bonitos e linfM ntremelos e
b^badinlns bordados
A Aguia Braoca a ra do nuqu; de Caxias n.
50, receben oovamenie nm bom or:imeoto de n-
tremelos e babadinhas bordados, cuja superioriia-
^e sera conhecia por quera os quizer comprar e
tlirigir-se a dita leja.

SSo
Superiores cortes de seda preta adamascada com pequeo toque de mofo pelo baratssimo preco de 200, 250 e
30jOO o uirU. m
Grosdenaples de seda pretos, largos, a 10600. 20, 20500 e. 30000 o covado.
Ditos dito do com listas assetinadas a 25800, 35, 30500 e 40000 o covado.
G >rgura.) de seda preto a 30500, 40, 40500 o 50OOl o covado.
Dilo d.tj iliu muito superior a 60, 60500, 70, 70500 e 80000 o covado.
MantS o mantiobas brasilinas de superior qaalidade.
Fil pri tu liso e com flores.
E outra i muitas fazen Jas pretas proprias p.ra a quaresma, ha vendo grande e variado soriijaeato para os com-
pradores esoolberem.
Na ros P. iafeiro de Marco (outr'ora io Ciespo) n. 13, loja das Colomna, de' Aotonio Corts de Vas-
conce.BtW.*
Ooc dat Meaie^.
Vende-so chocolate Meoler de saude : na ra
do Mrquez de Olin^a n. 10.
ENGENHO
Vende--e por preco muito commodo o engenho
La ge Pormosa, ie.primei.-a safra, sito a margem
do rio Pirangy Grande, no districto da Colonia de
Pimeoteiras disiaote da estacao de Uoa quatro
leguas, por onde lera de p%ssar a estrada do go-
verno, moente e correte, cora safra aova, aai
maes de roda, boi* raanc>s, carros, etc., teado
excelentes trras de photacoes, maltas virgens,
Dom cercado; com a vaoia^em de moer com agna
do R o coni mita facilidado para cujo (Ira tiron-
ee o nivel para a edilic-acao da onra : quem o pre-
tender dirija-se a rna Direita o. 57, ou ao referi-
do engebh) que achara cora quera trinar.______
15 Ra da Imperatriz 15
IILYSSE8 4 \M
m
llfl
Grande reuc?ao em prepos
Na loja de Anta nio Pedro de Souza fkmrm, na ra do
Bar o da Victoria n. 28, outr'ora :uaNova
MODAS
a 400
60000
;;0ooo
20200
20000
60000
10000
30000
25000
AOS PADRES
A Nova Esperanca, ra Duqne de Caxias n
63, quem veade as melh res meias do laia : a
quantidade pequea, portanto ellas antes une
se acabem.

]l
A verdadeira cerveja da Baviera, marca ban
Jeira, de superior qnalidade, vendeo Tasso lrraios
& C, amazem da rna do Aaaorim a. 37.
Cerveja de Noruega.
Verdadeira o superior : a veada nos armasen-
de Tasso Irmos 4 C.
Oorpiuhos Dranoos
Lioos corpinhos de cambraia iransparecle -
carnete enlejiados de branco a 3*500, casaqni
nhos de eretone com bonitas listras de cor enfei-
tados con esmero a 2*?00 ; ludo isto nr. vida le,
e manda-s levar Das ca Iriz n. 26^tfja da Rosa Branca.
CHAMPAGNE
Marca Chs Fare
O deposito d'aquella marea acha-se actualmen-
te na rna do Bom Jasas, amiga ra da Cruz a.
, 1 andar.
Vende se urna armaco de venda : na rna da
Penba n. 11, a tratar con o dono na oeama.
Coqoes de trancas o qne tem vin
do de mais gosto a 50OOJ e
Mimosos leqnes de sndalo com
lantej ulas a.....'.
Ditos a imitico com lantejoulas a
Aderecos pretos com camifeu (no-
vidade) a .
VoKss ou aljofres pretos e de co-
re; a 5.0,800 rs. e 10000
Ricos enfeites de blond e-flores
para cabega a ......
Gravatinhas do seda com franja
para geohora a .... .
Franja de seda preta eslreilae larga
dem idem de cores pega a .
Gil5.?s de seda 10500 e .......
Luvas de pellica preta e de cores
o par 500 rs., 10000, 20000 e
Transparentes com paisagens para
janellasa .. I250C0
Bicco de seda preto e branca pega
de 45000 a......70000
MIDEZAS
ntremelos e ba Dados tapados e
transparentes a peca de 600 rs. a
Pecas de trancas de cores de 120 a
Caixas de licha do gaz de cores a rs
Dnzia de pecas de trancas de cara-
col a rs........
dem idem lisas a rs.....
Bengalas de caona e junco a 10 e
Caixa de papel amizade muito
superior a rs......
dem idem de cores a rs .
dem dem de quadrinhos a.rs. .
Caixas de envelopes finos de por-
celana s rs.....-
dem idem a rs. 400 e .
dem de pennas a rs. 500, 800 e .
Abolladuras para collete grande
variedade a rs......
Idem idem de cryslal a .
dem douradas para ponaos a rs.
Dnzia de baralbos francezes bei-
ra dounada a ..... 30600
lilas de pares de meias para ho-
mens a 30500, 50003 e 60000
dem idem para senhoras
500 rs. e.......7#00O
Duzia de talheres com cabo de
osso 2 B a......50500
Dia de ditos cravado.- ( barats-
simo) a 20000 e .... 2560t
Garrafa de tinta roxa extra-fina a 10000
Potes de dita iuglea a rs. iOO e 160
Estampas de combates da guerra
franco-prussiana a 10000
Carles com retroz de todas as
cores a rs....... 40
PERFUMARAS
30OCO
400
800
400
20C
30000
700
700
640
800
500
200
10000
500
R isas ccm-*xira:!o a .... 1080o
Frasco com extracto inglez muit.*
superior a......10000
.dem com dito kananga muito sn-
30300 perior a.......15201
Agua de florida verdadeira, gar-
rafa a ........ 10200
dem kananga doJapSoa 10200
Banba ingleza em frascos e potes
de porce'ilana a.....10000
dem dem a.rs...... 00
Macos de sabonetes n?lezes muito
bons a rs........ 000
Sabonetes de amendoa muilo io-
-periores a rs......
Cosmetlque de cores a rs. 100
Pacotes com pos de arroz fino
a 300. 400 e..... 500
Caltas com dito mtyto fino ka-
oanga a....... 10500
Frasco com oleo oriza verdadeiro a 10200
Frasco de oleo philocome verda-
deiro a ........ 10200
Dilo de dito antique muito supe-
rior a rs. 320 e 400
10000 Ga'8r'a dos grandes homens cada
estatua com nm frasco de ex
tracto a.......2JJ0O0
Frascos com agua de cologne s rs.
500. 10000 e.....#500
Garrafas com dita (taque ha de me
lbor a 30300 e.....4J000
Elegantes caixinhas com extractas
o sobooetes.*......
i
UKI\Ol KIOS PABA CRIANZAS
Bonecasde lonca, massa, cera de todos os lmannos, tambores, coMBoramii,
rinhos, gaitas, soldados de chombo e muitos ontros objectos qne por se lorasr dema
siado longo d>,ixo de mencionar.
N. 28 Ra do Bar8o da Victoria N. 28
*-'-..... ......


Eiario dt Ftraambuco Sabbado i6 Je Marqo Jo I8ft& r
i
J
AWiBMLBil
LOJA DE JOIAS
II-ESQUINA DA RA DO CABUGA'1-4
Apparece lu a Corte Brilhante
Em o numero orne-, roa do Cabog I
De alaias preciosas ntida bastite.
Ornada de joias, raiaodo e$.t.
Cale o rubim, esmeralda, diamante
Brilba no bom gosto que a arte Ibed
Por precotSocommodo, que nSo to algoem,
Antonio Seraphim da Silva abi tem,
De bnthanta as joias mais galantes.
Adereces, brnys, anoeis, rosetinhas
Para as meninas e mo;a< bonitiiihag ;
Aifinetes, bol5es, cruzes en fu; as
Em Tolla de per'la i, a djvs offertadas,
Anoeis com rabias, esmeraldas, tarquezas,
Goix, amelhista p'ra loto, riquezas,
De oaro, perola, agatba, opala,
Com letras, que Domes indican) sem falla ;
Ricas volias para menina e seuhora
Se acham na Cor BrilhaDio agora ;
De cassoletas um grande sortimento
De preciosos gostos, esmaltado inveDo :
Da ultima moda lindas cassoletas
De todo o tamaoho com il ir d'ooro, relas.
Ditas de tres mil res muito eDgracadiobas
P'ra eofeitar pequeas lindas y.iyasinhss .
Cassoletas de nix, pretas esmaltarlas,
E tambem tem azu?s roano delicadas
Tranceln*, cadeias, relegios de ornato,
Encllenles ailinelcs de retrato,
Ricas abjtoaauras para cuteles.
De camafeo, e tambem lem altirets
D dito de gusto d-licado e belb.
Assim como bons anneis oara cabello,
Pulceiras, brinco de coral e liga*.
Para dar ou fazer mimo as amigas:
Grande soriioieuin de condeciri^oes,
Para distioctivo de heroicas >ec<5es;
Da Rosa, de Cbristo com cruz i coinmeoJa
Na pera Bnlbaute se acham a venda ;
Hbitos de Jiri>t>, Avz, Rosa, Cruzeiro
Com lodo o preciso sortimento iateiro ;
Nao tallando as Ihas di campattha geral,
Ao bravo soldado e disiincto ol! -.al,
Pitas pira todo qaalquer disttuciivo
All e enconTn poi eie motivo.
Pioee-nz* de our6 e doorada prala
Lindos, delicados, obra raoi barata ;
Oe'los de oaro com armacio imeira,
Que nao pegim cabello oem cabelleira ;
Brincos, altine;es roxos e pretioho
Serio nj lui.i, u.i ir.u ... gamJmh is;
Bot5es de punho em Ramalea, nix, rliim,
Esmeralda, perola, sem iguaes asim ;
Do mesmo, as preciosas bellas rosetinnas
P'ra meninas iradas ser eufeiadinhas ;
Dedaes de ouro e prala sortidat, oude
O mais mimoso dedo all >e,>'t.>'i'lt ;
Coras de onro e prala para imageas,
De filagran lavradas de gosto, em ramagens;
Da prau lem joias de cusi e primores,
Casticaes, maracas, sonidos respleudares;
Copos para menioas do coegio,
Que de ser os melhore* teem privilegio.
Tem esporas lizas, ditas de cor rente
Escrevanrahas chamando o e.'crevenle ;
Colheres de sopa, de cha, de lemuas,
Boas salvas grandes tambero pequeninas,
Deurados clices lizos e Uvrados,
Por commodos precia sempre pr.curados,
Os mais engracados'pequeos Uqueins,
De mu bellas f-mis Irados paiteiros;
Tojas as Joias por pro;irii encommeoda,
Por isso ao publico se re-nniroenda.
Gotosa mil nbjecns **m se nomear,
Na Coroa Brilhante se ho de adiar.
E' pechincha
Cobertores de la escuras a 000
* na roa do Crespo n. 20, toja de
Caraeiro da C^nha A C.
Vndese preciosa memoria, com finas es-
tampas do Smh >r do Bom Jess do Mnnte em
traga, p t diminuto preeo : na luja d. 28 K, ra
Jo Crespo, esqaioa da do Qneimado.
Peneir. s ce ara me
Na ra do Mrquez de Olinda, loja de ferrsgens
r.. 44, receben ltimamente um completo >ortimen-
o das referidas peneiras, propriamente para refi-
canoas e padarias, sea preeo o mais commodo
ossivel.
Alerta !
Olhem e vejam.
Reparen bera que na ra do Imperador n. 24
est collocado um lampto que se ac,ende notiie
e tem o seguiote diltieo t Centellara do Campos.
Naquella easa est establecida urna confeiiaria,
pastelar.a, conservara c eolio, ra, alm da tudo
mais que proprio para ama boa mesa ; de ar-
te que, se ama persea tem orna visita inexperada,,' .asa
nao tem raafs do qne ir on mandar aquella osla-
beleeiroanlo ; pois all encontrar sempre, ou p r-
;|ue esteja prompto, ou porque se apromplara
com a maior brevidade, o seguinte :
Un lanche opparo.
Urna sobremesa variada.
Urna merenda agradavel'
Por esta forma j nioguem se deve vexar por
urna visita que cao se fez esperar, pois os prepa-
ratorios da ConMiaria do Campo?, tem capricha
do em bem servir a todos que os tem honrado
com suas freguezias e de certo nao aproveitar a j
occasio das pressas e atropellos para deixar de
servir aqaellej qae rec;rrerem Confiiaria do
Aos dois mil palitots
NA
Loja de Paulo iiiiiiaraes
Rna Dsjuiiie de Casias n 50
Botinas itiglezas para meninas.
A laja fl'Agnia Branca ra Duque de "Caxias
Graode sortimento de palot* de tedas avW recebe cor;aaioira orna pequea quanii-
as quaiidales os quies se venda por presos
baratissimos, e com especiadade de alpaca
prata e de cor proprios para ardar em
Campos.
Becreio estomachico!
nharos fregaezes e amigos
cu vi bem o que vos,digo,
suia attencao, pois, vos peco,
rorque a annuciar ja cornejo :
inguas seccis muiio novas,
arvilhas, conservas, ovas,
napioea, arroi, sal Uno,
Ostras .queijo londrino,
cnalame, cafe, fejao,
O gostoso macanio I
::a|i, bages, peixe em latas,
~i .mate em massa, batatas,
~ngleza geoebra lina,
:armelada genuina I
rini calda fructas, azeite,
- H^ucinho fino, aleiria,
oude o sabor se aprecia !
iijOzes, massa de ssg,
o bom do e de caj ;
.velaes, finas leoi:llias,
rr.iras, peitoraes pastilhas.
cgate, doce de araea,
>ljofar ii u. fino cha,
jauta rival nesta cidade,
^3 em sabor raridade !
2anteiga fina, cacao,
joces, gelas, bacalho,
os presumas procurados,
-j-maroes to desejados.
>renques e fino vinho,
gilo novo e bom cominho.
t>aios. alhos, queijo pralo.
o bom le.jao carrapato,
yalmon, ameixas, sardinhas,
aovas ceblas, bolachinhss,
>zeitonas, mlho mgiez,
arirade desta vez I
fano, pois, do que temos,
> todos chamar podemos I
0e Minas queijo, champagne,
o vinagre, a fina banha :
,i.nda mais : lemcs licores,
3uitd fiaos e de sabores ;
-cassas, cerveja, ssbao,
Mrvadoce e salpicao,
sselinado assucar, s,
>raruta flua em p I
- s charutos regala
o spu cheiro ambrosia !
sazoes estas, porque,
ao devo ma*sane ser,
ma vez que o meu Uro,
sgesmo neste lempo ruirc,
K vtnder muilo barato,
idente, e i t>dos grato I
era, pois, c os espero
J-irem ver com que esmero.
nveniei c um Bazar
zo intuito de agradar
Hodos quanto c entrarem,
M que dos gen-r^s coraprarem.
o que espera aconte? :
nda mais que appeieca
"*iido do dito Bazar,
Palitots d'alpaca sobrecasacos e saceos a
20000 e 25500.
Dito3 de merino lobrecasacos e saceos a
4d( 00 e 6,i0C0. #
Ditos de panno fino sobrecasacos e saceos
de 50 a i8000.
Ditos de diversas qaalidades sobrecasacos
e saceos de 106OJ a 63000.
Calcas de casen ira preta de 40 a 160000.
Ditas de brim decores de500rs a 20000
Colietes de casemiras preta ecor de 10600
a 50000.
Kuzt'iidaa
Gresdenaf le preto snperior de 10800 a"
55000 o rovado.
Seda preta la\rada a 20000 o covado.
Moreantiq.ie preto a 26200 o covado.
Chitas prtias 320 e 360 rs. ocovao"o.
Las p re as i 3l0 e 400 rs o covado.
Chitas escuras e claras 160 e 400 rs.
o covado.
Casemira preta 35500 e 40000 o corte
' calca.
Ofioirm d'alfalate
Mandara-se fazer obras por medidas futas
;debaixo da iireccjid'um perito metire, ga-
; rnte- se f wr muit) m.;is baraio do que ero
orjtra qualjuer parle
No mesiDo Cht beie.a-nto se encontrar
um corople 1 sortimento de fazenlas, pro-
prias pata liomens.
48 Kua da' Imperalriz 48
JUNTO PADARIA FRANCEZA
dade de botinas de nsrioqa'm com borracha ao
lado obra mu ba para mininas, e para quete-
nham prornpia safcida a Aguia Branca esta ven-
deirdo-as barMamette.
Sinaocome
loa loo especial contra a elvlce
Com um bello sortimento de perfumarla que a
Agula Branca acab de reciber veio tambetn o
apreciadoSmaoconecujo proveitoso ttTito
ja bem conhecido por quantos o tem usado e ser
anda mais por aquelles que necessitam de sua
uiilidade O contiauado oso do S na come di o| rio p1Ip as mnpnrlm a prtstenlpH
bom resaltado de impedir a qnela dos cabellos, S id eXlS eb#
are Ioj repascer e conservar o sen brilho natural I
alm de que tea odor mais agradavel que d'ou-
tro qaalquer inico continua a ser vendido na! cja
:da Aguia Branca.
Leite de rosas brancas
Excellente para acabar com as.sardas, pannos e
espinhas no tju\
Vndese a 2j o fraseo, oa leja d Aguia Branca
a ra Duque deCaxias o. 30.
Bonitas caixas com perfu marias
propnas para prtsentes
Vendeo-8e na loja d'Agnia Branca ra Duque
de Caxias o. SO.
Agua Fioritla.
Acaba de chegar oovaraenie a timada
110 BRIM N. 52
(Passando o chafarz)
Annnnria as senhores, ou mor lea oe animaes nao possam tirar suas safras, que esta
prompto a assentar vapores dentro em 8 dias do pedido appiVan-
Tem em deposito variado sortimento de preparos
MOTOBES PARA DESGAJAR aLGODa0
A vapor, agua ou animaes
inclusve alguns que no^recisam de obra alguma dectrapina
pelo que podem funecionar logo que cheguem ao tugar.
\<
.O
PARA ASSC\I!
?gua
Aquelles propiietarios quequizerem formas podtm det I -
j fazer suas en-ommen las, pois a casatm em viagem o .-^r-
Novo ma
nual prtico
da fabnea-
eao dos v-
noos naci-
II rida de Gnislain para fingir de prelo os ca- .
bellos brancos. Ccmo abeto os que tem usade. reganoo numero sulucieute para suprir a t dosqtisnU.o ou- i *m
deas*.apreciada agua, o sen efiritp nao instaata- I
neo porm sen resultado segiro e elTicaz. Che- i
goa lamliem a agua de Topaiio pan n mesmo flm, I
iXSS^i^^iSU^\ae^ abrica ha (,>P"S!l de h>J os aohinismos empr
HAGH1RISH0S DIVERSOS
Molduras douradas para qua-lna Pr0VI,1<;'-; e ceita-ae
dros quer machinismp avontad
eoeommendas
i do ctente.
na ra
r
..Y.
i:
Na loja d'Agnia Bro -a a roa Dique d
a. .10 teode-M molduras dour "
UnitlfS e largura?, e por pree
Peanas Je ac bteo de Innqa.
Caixas cora 100 penas a 400 r?. na loja d'guia
R ranea.
para
i ra D114ue.lt' Caxias VX:l&SiGSAtaG*GlS* (i'^^^C^^^yiiirXii^i i ,>-v*> f,.v- :-' .-.,
en-cimmod .. ^RwrefiWJW M9M'^iWMiiW 9 **.?'
vi?
Bonitas capillas com veos
uoivas.
Vendem sena loja d'Agnia Branca a ra Duque S&
Caxias n. 50. Tatnbem se vendem separada- 3***:

.le
gabas, caldo de canna de assaeiTr e com o rrel de
turo, fabrlcacio d ttd.os os vinagres, licores, cog-
nac,, brtter e bebidas gaosas o m urna gravura i
em qne se acham deeenbados lodos os objeclos
preciaos a fabricaco das bebidas mencionadas :
acha-fe venda na livraria Uuivirsal e livrarla
Econmica.
rara quaivsnia
Franjas, iracQas. bordes relos; vendem se na
NOVA BSPERAXCl roa do Duque de CaiiH
0. 60.
Caixas vasias
A NOVA ESPEHA.Ni;,\ ra do Duqne da Ca-
xias n. 60, acaba de rceber arn lindo sortimento
de caixiobas vasias, seodo de nauito tamanhus e
moldes, tendo com espelhos e era elUs, propria?
oara Joias, custura ou outra qualquer can'a ;
Nova Esperanza quem tero.
separada
naes com o i mente bonitos veos ou mantas bordadas para coi-
processo pa-
ra fabricar
vinhos igua-
es aos que
vem da Ea-
ropa, por
meio lo Ca-
j, laranja,
arac, geni-
papo, mo
>*
Vende-se na loja 'Aguia Branca ma Duque
de Caxias n 50.
Botoes

-^que e proprio a quaresmar.
Arroz de casca
cada um I ~" 'veBlle se eogeoho Manasil, situado na fre-
Guilhorme* I 8ne?ia de Santo Amaro da Jaboslo, distante des-
'! ta cidade tres legoas, com bastante varreas, com
i proporcSes pa'-a farer grandes safras, tendo dons
tercos le snas ierras de baixo de matas virgens,
com muilo boas maleiras de etnstruecao, sendo
as matas em roda -do engenbo, onde se p. Jera
abrir novos partidos, bom eercado, tendo propor
coes para se fazer grandes cercados para refazer
gado. 0 engentio movido a agua, podando ti
rar grandes safras, sendo o eogenho copeiro e ten-
do a roda iO palmos, urna boa e elegante casa de
vivenda de lijlo e cal, sendo toda envidracada,
um bom pomar, as obra* sao todas de fijlo e
amito commodas para o manejo d i engenbo,
urna boa e bem montada desulacil >, um grande
vas, e veos de cores para chapeos.
Escumilha preta fina e larga. 3
Vende-se na lofa rt'A0iii Rrinna ni rinana sS^
Cobertos de e:gaiao proprios para carnizas, e por j
sua durarao preferiveis aos de madreperola.
Vende se na loja u'Agu.a Branca.
Caixinhascom 3 saboneles finos
a \i, I52C0 e i 500 a caixa.
Vende ;e na loja d'Aguia Bracea.
Meias brancas e de la para!
homens e senhoras e de cores para creancas.
Vende-e na loja d'Aguia Branca.
Talagarsa
*eIa frnnxa e ttbrcal para bor-
dados.
Vende sa na loja d'Agnia Branca.
Vende-se um carro americano de 4r odas,
a com qnatro assentos, muito leve, elegante, bem
alntatlo e ferrado: ra do Imperador o. 20.
tos *rs. acadmicos do i" auno
da facnldade de divrlto.
Vende-se por mais barato preco do que em
qualquer outra livraria de?la cidade, us poaquls-
irnos cxemplares que realam das excellentes an ,
notiro-s do cdigo commercial portuguez, pelo
N
[J
!'
ERNESTO & LEOPOLDO
2 D Ra do Cabuira N.2
.Ursa-s montado de forma tal este est'belecimento de jo-as que
vender aos wos nnmero.-os freguezes rm grosso e a reta-no ep:
mui rescmido3 visto que recebe de cunta popria p.,r todos .. van
Europa. 0 gosto de desenho de suas joias o mala lido do pa %
modas, ouro de lei, brilhantes veradetros, esmeraldas, rut.-ins. pe
terquezas, s^pbiras, viral rrti etc. ve,. Obrar de prala dfi ;^orio
para igreja como para servico domestico. Convidamos as Exujs. f ;
i viilarem o dito estabelcoim.'nto toios os dias at 9 ht.ras da o
Compra.se onro, prala e podras preciosas em olus veUua.
: Fli DE hM

n

RIJA DO DUQUE DE CAXIAS
(Ontr'ora do Qneimado)
Es.e tsutlecimento cala de receber nm impoiiante sortimento de ..
< toptH'<>.a \n'OJll< Z^^SXSI^tSCS^lf^ ProprJM Para vestidos, sendo poapehn de lida, sedas. i3aS, percate,
A J4QVA ESPERANZA roa i i).iie di Csr* | PuMak^ lniH catedrtico dessa materia Ha uai- \ barras propnas p?ra babados, lindas cambrai-s crox, e en
n.-rf|>-i- ti i,t i. | t^oa quant'
M n-,r;
n. aO,]acab< *
de lio;';.:- chap i.i. mu
rcalmeiiit- >. .-i- :.-. meii i
cado.
Albmi^ p&rz
A.NOVv K%-'R't iv: ritsaj lnu|u.- -
xias n. 60, \*r~\n~i u ~u sortimento inusica e sen< <.
W i *"rrto*i de Coimbrs, obra mano interessante e, gos de moda, tud l i ri>pr0 para a frito, 0 que tudo vender
, l
mi, e > i i
p=im n-.r, ir.io e mui-pensave paraossnnores acadmicos do,razoavei>. cm cons"-quencU de estantes prestes ao nm o t:,o. v. .. lio n
: '; ": ( ^ IS JSS^^S^JIm K V** l"^ o ^> nalado tomar dinheho a fax- ma,
- ; ir.-i' n. -m ta Crespo, e-quina da ra do portanto w TSfi itvd pnblico 3 vireru sortir-se na loja rio 68 nde comp
rCtlTiauOS U'J-''.>..! r>. -_a, loja._____ ___ r;oa que UdO obierao. em ootro qua!qoer estabelecimeriiu ; em om t '; ; .
Libras

i" *
-..i.
bas
Superior em saceos milito grandes
;ens de Taso Irmes A- <".
nos arma-
Moscas, mosquitos e estrellas
Amaral Nabuco & C. avisam as Ex mas. senho-
ras, que acakam do receber rao-cas, borboletas,
pasearos, lantejoulas, etc douradas e prateadai-
para enfeile da Uta para o pescoco. da ulli
ma moda, e tambem (ira enfeile de vestimenta de
magens e de anjo de procissao : no Bazar Victo-
ria rna do Baro da Victoria n. 2.
Fotassa em 12 barrs
No armazem de Candido Alberto Sodr da Motta
! C, travesea da Madre de D- us u. li.
tanque para deposito di mel, ama estuf t muilo
comrnoda. A roda d'agua toda de arrar6lo com
4arlho de ferro, assim com? os-rodetes u enge-
nho na) Ihe falta obra algomt, vai-?e so engenho
a carro, distando da estrada do govern ponco
A Aguia Br.
tem j 50, acaba d r
Lindos 3der'
madr pero:a
raa do Duque de Casias n.
Vende se na ra do Amorim n. i3, armazem de
Fernandes da Casta-4 C.
' "perela.
Modernos t*an ,..... .u.
Fivellas de Ja maiores e menores para pulceiras,
cabellos, ele. etc.
Corarles ou raedaihas de lita com camapheu.
Voltas dourada?, obra do ultimo gosto.
engenho Manasf.
mai? de um quirto de legoa : quem ijuiier com-; Estojos com :) e i tezcuras UT.as'exceenies para
pra-lo pe procurar o propri?tano no referido I presentes.
! Guarnicoes de lac/is com broches e grampos.
------; Bonitas franjas pretas.
a|Gal5es pretns com b n:tr desecln.
i Bicos p'retus de d.n"ereute> larguras.
' Bonit-'S coque grandes de tranca.
Eranjas pretas
1^280 o metro
Ro sortimento da franjas de pura .-eda tara
enfeites de casaquinhos e vestidos pretns ; cha-
geto a peohinetia, por este pre?o t na ra da
Imperalnz n. 26, loja da Rosa Branca.
Negocio de pechinsha
Vende-se multo barato urna destil-cao bem
Boatada com todos os nerteoces, e era Mita I
bom estado, tanto para transferir como qaerendo'
o comprador continuar aluga se a casa onde'
se acha absentada, sita no povoado de Gamellelra:
tratar no Progresso do pateo*do Carro'>a. 9, ou
no mesmo povuado cora o Sr. A;>"lim.
RA DO, DPOE DE CAXIAS
(Ontr'o a d> Queinnult^
Libras sf>-li ns
Vende-se no armatum de h ..
?. de Oliveira & ti, a rna lo i'..nin>i
Vender borzettolns para homem pelo diminu-
ta pre^o rte '.-$0QQ. venham a loja de miudezas n.
30, rna do Mrquez de Olinda, anliga Cadeia.
Franjas retas
Rico sortimento de franjas'de seda pretas para '
enfeites de C3saquinhos e vs'idos, vende-se mais
Chapeos de So] a 000
Superiores chapos de sol de alpaca MA de co-
res, 12 a*teas a 4000 rs. <5 na ra da Impe-
ratriz n. 20, loja 3* Rosa Branca..
| batato do qae as tojas ds tshr-jels ; daose
amostras com peono:: as rm como tvmbem te-
; mus um ssplenlido sortimento de cb.>peVis de sol
do seda para senhoras e homens e um bonito
sortimento de fazendas e roopas felas, tndo por
precos muito razoaveis : na nova loja da ROSA
R.INCA a ra da Imperariz a. 26
B)a-v3ia n. 2, propria pan principame por ter
poneos .'jados, e e>tar bem afrrguezida, vetde-
se por seu dono ter da retirar so para Europa :
tratar de sua satlJe, por isso s se Lz a ven-
da a diofctiro, oa "ora garante que possa ter dos
como : d tratar na mesma.
Tendere hotel na ra lirga do Rosario
n. 4i : a tratar eo mesmo.
Vende-si- ou arrenda-t-e j com a>
da r-go morto ) o cogenho >. \
gufzia de Ssrinliem, comarca i .:
pnximo do embarque ; eom ?r.
panl e m:c'p. a roda da ni.i
mangues pura roadeifa oeces-i.
etc.: tratar na ra j Imperad i
*
'
Deposito >v g z
Em pequeas e grandes porcV !, mai
i roa io Apollo n. i, vendem Inio
4C.
i:
22
:;
DOS PREMIOS DA PARTE DAS LOTERAS'CONCEDIDA POR LEI PROVINCIAL N. 993, A RENEFICIO DA IGREJA DE N0SSA"SENIORA DA-P1EDADC DE SANTO AMAW, EXTRAHIDA EM V DE MARCO DBB72.
;
-*------------ '; .1
M. PREMS. ff. PEMS NS. PREMS. x\S. PREMS. N3. PRIM8, I NS. PREMS. t

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I0


8
Diario da l'ernambuco Ni Sabbado 16 a Mano U 18**2
/

LIHEMTRi
DO IVCLK/.
Kvaagrltaa.
UOJIANCE DA ACAMA, THAUL'ZIDO
dehenriqve \\\ longfellow pon CAi.os I f.froalidades, que os colonos francezes da
Acadia lo sem dispersos por toda aexten
Tudosti coacoireu para loma los anii-
palhieosaesioglezes.
ijjpelfo pnrraotivo; de desconfucgae
de id i >, o rei Jirge, ou antes, seo ministro
Ijrd Chjihman urde o: um dia, som mais
MOM.A VICl'A.NFW YOIIK, 4871.
(ConclusSo )
Provavelmente haver atgumis oulrj,'
que de prompio n3> me o correra ; raja
ainda deixan:o de menciona las, pos o ,.
segurar que ta rarisiraas.
Mora, pokv acadia de dar um exem.jh SISA? de trababo, oscellelrosds gros#. Por
que seria oara destjar fo.-e seguiJo poj oiihu fez emba carern-se, em navios'adr-
ontros hispanoamericanos, para quera ; b, frep irados, to los os proscriptos, bo
musas'teem sido gtnemsas. B> o mu he e>', aos qaaes fo deixando
Sua liaducco em oilava rima Ja AVio-j^.v ros pontos apartados, sem lhes im-
s5o da America Ingleza.
Est brbaro mandato foi executado ao
i' it- l-Jtirj. "ra corpo de tropas ct^io
lo itopiyviso sobre a infeliz populago.
Era stguida incendiou as casas, os uten
f' de trabado, os
gelina ura tro que se le com pra?er..
com muito prazer.
Nao posso calcular at qae ponto el i
ebegon a reprod ;z!r todas as bellezas e to
portar que as familias (icassem reonidas.
fo. este aeontec raen'./ ura dos mais des-
liad tres que se p ssa imaginar.
OfoMa de Cambridge propoi-se apro-
do o colorido da obra de Longfellow, nu* retar a teesrdacaj profunda qae, segundo
posso dizer que entre as estroph^s de que e diz, deixou o animo do pavo norte-
n compOe a verso, algomas ha magnificas, amencano aqaellecalamitoso soccesso, para
outras boas, outras regulares e outras in i laf a scu poema o iutctsse de urna Ira
feriores, as quaes o impulsa d vino do es
tro di.se ihio.
o trab-
i.-potavt!
Nao tbstaule, fallando no lod
Iho de Mora lem um merilo u
que fz honra a sea joven autor.
E it to n3o scu eu s quem o di/.; rmr
timbera um juiz muito mais competeLb
principa m nte oesta materia, o propia
bragftllow, oa seguiute enra que dirigi
ri Mora Vicn. a' boje inedt>, e qu
por causualidade me \eo s mos :
Cambridge, 8 de teierabro de 187:.
Meu ca'o senhor. A longa auseuii.
-)ue livo da cidade, e iruitas oceupago;-
que reclamara minha immediata atienen
privaram-me do prazer de dar Ihi ha ma -
it-mpo os agrajecimentos por sua araav.
irta e pela traduego da Evangeiina qu
teve a bondade de eovar-me. Aceite est
ardi,, mas cordiai reconheeiinento'.
t Considero rae abrigadsimo bonde
le que o sentid me dispensou cora e t
iraduego ; e todo u alguma experierci
nula especie de irabalbo-1, vejtcom
' iiccao nacional, ligando o argumento .ete
dispersc*da colooia franceza que existi
ua aniija Acadia.
A'goos artistas, eximios em representar
j llores e frutos, toban por costme pintar
I magnificas gnoaldas, esmerando-sc em os-
I :eniir lodos os primores do seu talento,
! ,;ira formar cora ellas urna moldura eocan-
; tad jra era cujo centro coilocavam a figura
: Ja virgera oa de algura santo.
Pude dizer-se qoe Loagfellow teve pro-
jOcdimenlo anali/go oa composiclo da Evan-
versas paysagens da natoreza norte ameri-
cana. ,
. Todos os esforcos de Evangana sao
baldados. Era vao perc rre as raais vas-
tas esteasSes, sera encontrar o arcante.
Mas de ama vec, el'a ebegou a urna ha-
bitacSo, donde havia doos dias que.Gabriel
tinba partido. Sascedeo anda ver do mui-
to longe o fogo que seu ooivo tinha accea-
d cer-se ; porarj quando chegava ao logar j
se tinha posto em marha o iacansavel va-
jante, que procurava no constante movimea-
to o alivio suas magoas, ignorando comple
lamente que Evangeiina lhe segua os pai-
sos. i
Em certa occasiSo. as eub-rcafs dos
dous amactes se cruzaram Das guas do
Mississipi, uaveganlo.eni oppostas direi-
edes; mas a interposicio de um ilho'.e e a
ramagem de um pequeo boiqae impedic-
os de se avistarem.
A desgracada E^aogelina s veioa saber
queestivera 15o perto de sanjGabriel, qua:.-
do a inftlicidade de u3o l-lo visto j tra
rrtniediavel.
' esta ama das scenas mais interessan-
tes e commoveotjs do pona.
Pass^ram-se os lempos ;em que Evange
lina pudesse juotar-se com seu ooivo a
quem p.r toda a pane procjrava.
Os aanjs e os trabalhos a enrelbeceram.
Eutre seus negro cabellos appareceram
fios de praia como diz o poeta; cans, em
idioma profano.
Evaigelioa, perdida esperanca de ser
dlkz na erra, fe/.-se irra3> de (haridade e
jelina, dando por qojdro de sua potica Idedicou se aos hospitaes de Philadelphia o
ereaco urna esplendida pintura da oatureza
de tea paiz. ;
As belle3 peculiares do campo aprasi-
vel e iio ma: 'tormentoso, dos emmararria-
Idos bo^qu.se das rios caudalosos, propor
'cnniram sempre e em toda pane vasto as-
sumpto para numerosas e variadas wodoc-
ces litter rias.
| As obras campestres e buclicas foram as
.'pie :ra ceit.s epochali istiveram em moda
je erara-s raais-cultiva las pebs autores e
fa^io i'Je supero.i ioda- aadiltiraldades com ; prefrridas pelos leitores.
raais feliz resultado, conae^uralo proai:-
zir ura poema a ora terapo fluido e barra
'" oso.
S*nliria lalvez a necesida le que lhe
' brigou > mudar de metrificaco ; mas como
nheco as suflicientes e boas razoes que
para isto Ibe ^ssistiram, nada tenho que 0)
u rvar.
" rirgadissmo!
Son, meu charo S-., sen affectuosissi
to amigo.Henry W. Longfellow.
.Mo.'laexpoa no prefacio as razes q'''
leve paravaiiar metiilioag.;, asquaes Loa
gfeiluw Ilude em sua carta.
Em minha Iradocco, diz Mora, nai |
aloptei o hexmetro de qo
C)ral']do, militas composcoes deste ge-
nero peccara por um fctylo artiGciale fazem
passar por deante dos cilios unw serie de
scenas combinadas peloi escrptores no seo
gabinete e bos livros, mas que nao cintera-
piaraia Dea admiraraiu a esplendida o ini-
raitavel realidadda natoreza. A tfstasdes-
cripgoas rhetoricas fallara os perfooies das
liervas e das flftres.
Com .sobra erazo pode dzer-se qu;
estes autores e^tudarara a naturez-i das ja-
aellas de seus aposentos..
L >ngf a naturtza e acouhece muito de perto.
Suas l'scripcis a nenas e graciosas sao
r.al, orqne esta meti-iflcaco nao se acli.
Diada introduzia em nossa litieratura tendo scenas
apenas feto laros eosaios deilt alguas po
tas mediocres, que nao conslitucm auton
dade. Collocado por esta circumstaucia m
fiecessidade de escolher metrilicaco para
ora Micidade ladrniraveis pela verdade e pela belleza. S5o
I
nos representara rdurae;;te os objectos e as
lio magistral azoo o aot> do poema origi-! desenliadas com tragos naturalissimoi. que
E^tos pinturas tem, alm de tuto, o m-
rito ioeatii;avel di coocisao eda variedade.
Longfellow soube animar este quidro.j
da si to attractivo, fazendo o servir de
oiiaba vcrs5o,juiguei qoo a importancia d! l'eairo s nobres accoas de urna mulher
obra e a iqueza potica de su estylo n-
<;upria a mais nub'e eba:moniosa das e -
tropbes castelhanas : a oitava rima.
Esta variagao da raelriOcagao impoz so
inductor orna nova e maior diflicaldade
(ia> fazer caber os pensamenlos do origina!
n i artilicioso molde da oitava rima.
J que falles da traduce*), chegou a oj-
[ortooidade de tratar do poema era si
mesmo.
i) argumento da Evangeiina tem origem
em um doloroso soccesso, qoe por desgra-|
;a histrico.
A h'ranga ceden Inglaterra pelo tratado
do Uirecht, era 1713, a colonia que tinba o
nome de cadia, em um dos E.lados Unidos
da America do Norte.
Os francezes habitantes da colonia nao
ticaram satisfeitos de passarem a ser in-
g!eze
Na guerra contra o Canad nao s raaui-
festaram sympatbias pelos seus compatriotas
caoadenses como recusaram marchar, fa-
zeoflo parte das tropas destinadas' a cora-
rj.te-los. Dizia-.-e at que lhes preslaram
auxilio.
angtlica.
Ni vespera Ja espantosa cataslrophe da
Acadia, Angelina e Gabriel, dois jovens que
desde creancas se am;ivara, haviam 6rmado,
entre applusos da prenles e amigos, o seu
contracto de casamento.
Um dia sbastou para impedir que t3o
risonbas e-peranes ce cumprissem.
Os soldadas do ei Jorge incendiaram a
cidade e aprisionaram os habiaotos.
Em seguida ah abindoram-os, aqui a es-
tes, alm quclles, >eptrados os amigos
dos amigos, os companheiros dos compa-
nheiros, os prenles dos prenles.
Evaogeua e Gabriel foram separados e
deixados em legares dislantes. Os perse-
guidles nao derum aos r.oivos occasiao de
co.Tb:nar siquer um lugar p3ra se rcuni-
rem.
Desde entUo, a desconsolada e intrpida
mog emprehenddu urna penosa perigrina-
gao alravs dos prados, pela margera dos
rios, por meio das fbrestas, para buscar o
sen Gabriel.
Longfellow se aproveita desta longa
correra pira desdobrar vista do leilor di-
FOLHETIM
I.ELLU PROPICIAS.
POR
CAMILLO CASTELLO-BRANCO
(Continoago do o. 6)
XVII

As cartas de Antonio de Azevedo a Co
moa e Fernando produziram o que elle
at certo pomo vaticinara, fallando com Va-
lentn. -
Coriooa duvidou do amor, que se desafo-
ga im disserlages mysticas, e buclicas
saudades d'arvores e de rios.
A*s irraas de CoriBna, com o louvavel
iotento de a consolaren?, abundavam no pa-
recer o'ella.
Fernando de Atbayde dizia a sua mo-
!ber qoe n5o poda caber amor em corago
tSo cheio de orgulbc.
D. Mafalda dizia ao marido que era moda
a genlc baixa fingir pbilaocia de fidalgos.
Gasio, acidulado pelo dito da esposa,
deu para baiso na peooagem, e declaroo
que sempre esperas a qae sua Qlba levasse
nina boa ligio.
Acontecer estar n'e&te ensejo era Lisboa
e hospede de Fernando, o visconde da Cruz
e seu irm5o Lniz. A declamsglo do fidal-
go ferira acremente a dedicada alma do
^5 onde. Tambem este bavia de ter urna
cara explicativa do proceder de Antonio
ii 'Azevedo : espera va-a do Porto, e, sem a
ter lulo, n3o quera arvorar-se defensor do
ausente. Tanto, porem, sabio Gastlo em
sarcasmos contra o homem de Barcellos,
qua o visconde mou :
Senhor GastSo de Noronba! o homem
de Barcellos, quando vossa excellencia e ta<
va em risco de extrema pobreza...
C .rinna correo coa tra o visconde, e poz-
ihe a mo na bocea, supplicando silencio.
A prevista menina sabia qae duro vtame o
pai ia soffrer com tal revelaeio. Calou-se
o visconde, e o flda'go insisti na continua-
o da pbrase, com tregeitos iracondo?. O
visconde ia pegar do chapeo, quando Emma
Ibe disse :
N5o saia assim irritado, visconde.
Seo eu qae lh'o rogo.
Parece qae Erami podia moito no animo
do visconde.
Fernando Iravo do brago do cavaiheiro,
e pass o sala inmediata.
Vocdisse elleha de dizer-me o
resto da phrae. Que fez Antonio d'Azeve-
do, quando uaeu primo eslava em risco de
extrema p.breza ?
Maodou-m? seis contos de ris para
eu lhe valer, sem declarar a seu primo que
os mandava elle. No mesmo paquete em
que recebi tal ordero, veio voc. Logo qoe
me reveloa quem ora e o atento com que
vioha, eatendi qua a posig3j de seu primo
eslava mudada. Anda assim, fui a Vimna
e ofertci diobetM a Gasio. Como nao
precisava, devolv a ordeoa a Antonio d'.Ue-
uedo.
Bera disse Fernando forgoso o
segredo ?
E'. Corinna valeu-aie nrnm impeto
de clera; agora confio de voc que a mi-
nha paiavra, dada ao Azevedo, se nao que-
brante.
Conlia bem, visconde. Qoe admira
veis virtodes as d'este mogo I She voc
que ura homem, cohecedor de laes ext ra-
pios de honra, nunca esi bem com a sua
conscitjicia I? Eu n3o sei o que j hei de
fazor a favor de Antonio d'Azevedo 1....
Aqui me diz o m-au corresponde, te que elle
deixou Qcar o diobeiro em deposito at nova
ordera. Est claro qae o nSo icceila...
Clarissimo. Se ella nao vera, como
iria levantar a prenda da noiva ti disse o
visconde.
Que se ha de faer, meu amigo ?
NSo sei : esperar que elle tenba o
pie jalga neceisario saa independencia.
Vou dar ura pas3o decisivo Itornoa
Fernando, depoii de breve raedilag5o.
Oaal ?
Voc ver. Vamos sala. Receio
qae meu primo diga alguma grosseria a
Corinna.
Qaanl) entraran, a pobre menina eslava
chorando, e Felisraiaa, langando-lbe os
bragos sobre os hombros, segredava-lhe
consolag.'S.
Fernando approximou se
disse a Corinna :
Est tu,o remediado.
alguns dias. E, volando a
jovialmente :
- Ole, prima o incidente passou ; tor-
na ludo ao seu corso regalar. Aqui n5o
*
Je ambos, e
E' qaestio de
Gast5o, disse
servteo das desgragados.
Urna terrivel epidemii coae;oo de fazar
estragos no paiz.
Ceito dia em que a rmi charidade
percorria urna desalas do hospital, levando
aos eofirmoealrtio para o corpaa ci-usolago
para o tupirte, dtrrpeote se de?e\e e desiaf
leceu.
Tuina deanie de ai, em orna das camn,
um velad raoribiind1, paludo a *2canegido
como ella.
Gabriel: meu amor r exclamoor e cahin-
do de jetbue cobriu^li beijos as Sces do
enfermo e enxugou o soor de agoaia que
humedeca s\u fr nte,
O vjdio .espirante rito teve torgas para
fallar.
. No meio do si'encio, reproduziranvte em
um raoraenij aos o!bos- de arabos as- sce-
nas de seus primearos annos, e t)as as
aventuras, e todas as proraessas do juvenil
amor, r>unca sati'eiio, que aquel.e doos ve-
Ros, separados por tantos anuos, conserva-
vara ainla-intacto oo c ira$o.
Gabriel, exalou o ultimo suspiro.
rafas meo Pai I dwse Evanguliua,
chavando os olbo uo co.
Tal esta singella historia, que com-ga
em urna granja e termina na sala uvo- um
bespitat.
E' difcil de obier-se resoltado t5o-gran-
i'.d com meio to simples.
A msica e a poesa sao- as rae Inora re
craages da alma.
As ideas- e os aliados e*orssados- por
soos harmoniosos recreiam e coraraovem.
Quando o pezar nos affige e a fadiga
nos acabruaha, a execug5o da urna pe^i de
msica oa de canto, ou a leitura tb urna
composigao em verso, tran uillisa o-espi-
rito, e d alecto ao corpo.
A meloda da rytbma nos transportes at
o extremo do encante o continua, dspois de
terminada a obra, como -impulso de urna
barca persiste ainda depois dos retaos ces-
sarem de mover-se.
A leitura da Evangetma deixa uraa ira-
pressSo triste e terna qoe provoca a medi-
tago.
Evangeiina a imagem da vida. A vio-
lencia dos borneas e o capricho da sorte
separara na de seu novo. Entre a taoa e
s lab es surgi ura obstculo que bes im-
pedio de saborear o doce nctar de que
aquella estava ebeia.
A pobre menina gastn su i mocidade em
procura do amante, o que s veio a deesco-J
bi ir na hora da morte, depois de ter passado
jnelo a elle sem v lo. Quantas vezes
a felicidade nos est t3o prxima, toca-nos
c m a mo sera qua voIt8mo-nos par
olha-la, nos que corremos tresl meados
se falla bera nem mal de Antonio d'Azeve-
do. Defende-lo seria ultraja-lo. Accusa-lo
sera um vilipendio. Ninguem Qcou mais
nem menos do que era.
Na noul d'esse lia eslava C)rinna*no
seu quario coa Felisraina, quando eotrou
Gasto de allavel serablante.Sentou-se entro
ambas, e disse com mellica eotoag):
Tu s m'nha Qlba, s o meu sangoe.
tens pundonor de raa, o deves esta, cura-
da, Corinna. Ha muito quera te pretenda ;
o teu cunbado de:xa-le a admraistragio dos
vineros para tu poderes escolher marido.
.Tens res bons partidos a escolher. O mar-
gado de Villar da "Rocha est aqui em Lis-
boa, vio te, e p rguntu-me se nao es'tavas
proraetlida. Um filho segundo do marqoez
de Travassos, familia mais antiga qae a La-
sitauia, ez-rne igual perguuta. O baro da
Teixeira, vindoba poucoda Bibia, com raais
de quinhentos-cornos, falln em ti a) Fer-
nando. Escolhe.
Nao escolho ningaem disse resolu-
tamente Corinna O qoe ea escolhia era a
morte.
Antes is.o que a vergonha da familia I
repliccuo pai.
Que vergoas d ella familia ?
perguntou Felismiua com os geitos especiaos
de quera lera dous cuilboas.
Gisto involcntaiiamente respeilou a
iriterpellago da fi lia millionaria. A bem
dizer, a pergunta era irresponiivel.
D'ahi a pouco eslava fabril Corinna, e as
aacias e solugos to f equentes a oppriaii-
ram, que a familia houve meio d'algam ac-
cesso de lou:ura
Fernando da Alh^yJe, coascio da brevi
dado do insu lo nervoso, disse ao primo :
Nao volie a injuriar a pobre menina,
qoe a mata a ella, e perde a minblesiima.
Eu hei de necesariamente f o nao conseguir, maldigo a hora em qae a
coobeci.
Oas depois, Corinna sabira do seo quar-
to, paluda, desolbada e triste. O sangue
mal lhe acuda ao pulso. As p.lavras sa-
hiam torga de caricias. Era precies fa-
ze-U chorar para que as lastimas sabiaiem
do coragS) aos labios. Fallavam-lhe em
Antonio d Azevedo, e as faces retiogiam-
se-lbe: mostravam-lhe o aojo da esperanga
a voejar para ella, e o sarriso volitava-lbe
em toda a face al se confundir com as
lagrimas de jubilo. Mu este meamo jubilo
era aaa aceesso" de febre. Os mediros t-
deJla em busca, quanio nos bastara ura
kwe movioDnto pira estreita-la no? bra-
gos I
Sera ejnbarg, o poema de Longfellow
nao exemplo dseniaes.
Talvtz a historia da barbara dispersao
dos colonos francezes da Acadia, que cons-
lilue a base da obra, seja muito conbecida
oa America dj No le, e por Isto o autor
se tenba julgjlo auturi ado p'ara descree*
la, s;m expci-la: mas, de qoa'quer raj-
do, lal omrss" > lora i obscuro e iocompre*
liensiyel o argumento pra os leitores es-
irangeros.
Pelo mesmo f.cto de tracUr-se de ura
'Clot5odeshum.no o injustilha.tl, neces-
sario seria detir-se um pouco raais na ex
posig5o de seus precedentes historeos, si
uiio'qiiz^sse que o successo perecease tai-
vez demasiado inverosmil.
A narrago de Longfellow geralmanle
poaet desenvolv a.
Ple-se d z;r que o pierna Evangeiina
se compSe de uraa serie de qnados sola-
dos, em que se bosquejara diversas sita-
g3S da herona. O leilor lera que adevi-
nhar os successos intermediirios e com-
pletar os quadros que o autor apenas illu-
min u.
Longfelow p3ra Gxar tedas as attenees
em Evangeiina, deixa os dentis persona-
geas ni sombra.
Desagiada pariicolarmei le a nenbuma
importancia que deu a G.briel, que desem-
peuba ura papel deairoso e mesmo alguma
cousa ridiculo.
Evangelio?, sem desisniar-se, corre sem-
pre em seu segoimento.
S'f *e v que o ooivo estivesse animado
de uro pixio coraparaviri de sua inie-
ressant norva
Ha certas asnageos quo s5o urna vefda*
deira dissonaiwk uo carcter geral da com
posigo.
L.'tigfehow, prop^z-se fer um beDo
edyllio Assim devu ler se etnpenhatlo
ora affastar de so* ora tillo o- que tiveeae
viso* Je atfactafe.
i.mgfello'Vereoo ura dos raais admira-
ve* ly^os da mulher q ae po*ja imagi -
Qal-te.
Evangelio um persoaagern ideal, cujo
exempio estiuula pr atea do bem, e que
ass|nila qual a direcgSo que os- iufelizes
devgra dar w existencia.
EaUetanto, tolos o* discursos que dis-
tribue seas personagens i3o teflUBOm-
mertia-subtis e melaphysicos.
O poeta esnoerou-se sua pintar ;:s scenas
mais sasias e auras ; o o consegoio. NSo
obstaste, o quaoro era que reprsenla Ga-
briel, oceulto entre a fobagem, espiando a
punusaorosa Evangeiina que se despe para
durrair,. desatent seu proposito
Apowr destes defeitos, o poema,, no to-
do, merece a fama que tem.
Este poema urna obra concebida e exe-
culada- por om systema inteiraraente oppos-
to ao que se costuma seguir na conaposigo
das obras- pertancentes escola que se cha-
ma realista.
Sem duvida t a pintura, da vida lal como
em si, sem retroceder diaote das raaiores
deformidades, dos m dores vicios, dos
raaiores crimas> p le cclocar o aifista em
silua.'io de pr.iduz.r os etei'.os ma3 assom-
brosos da vetdade, qua oausem impresso
profunda ; mas timbera, innegavel que as
produogoes da-escola idealista sao raais sa-
lutares para o espiuto.
A. aepugnaacia que qnasi sempre nos faz
experimentar a cootemplgSo da corrupgo
e da maldade freqoeolemente ua preser-
tive contra as quedas jaoraes.
A leitura das obras da escola realista cos-
tuma produzir a rae-jan benfica iutpresslo
qae urna visita a esses rauscus em que se
represenlam em figuras de cora os estragos
da dissolugo.
Seja como for : o esludo aturado dos vi-
ctos, aiaia quando- se tenba o cuidado de
nao deicobri-los sob apparencias seducto-
ras, pode familiarisar-nos com elles e mi-
norar o horror quu d&vem inspirar.
As obras no estylo da Evangeiina nao
offereJem esto perigo. A mi mais severa
nio prohibir a Qlba qua as lt.
Miguel Luiz Amcnategui.
(Oa Repblica, de Santiago).
VARIEDADE
nbam-se engaado : aquel'e quebranto de
torgas e eiges erara prenuncios de morte.
A gente experimentada f o-mente diagnos-
tica estas insaneaveis doengas : os mdicos
que, do cocuruto da sciencia. o que or-
dinariamente palpara u'estes symplomas
urna doenfia que entende com o estomag
oo com o figado. De corago s conhecem
lez5es, turgecencias, hypertrophias, aneu
rismas, etc. Tem assim, e por conta da
sciencia, morrido moita gente, que se cu-
rava com um raio de alegra e um pouco
de corapaixo do mundo.
Fernando eocerrou-se com GaslOt e
disse-lba :
Vouvliquidar a minha casa ao Rio de
Janeiro. Mandei crenar a galera. Parto
na prxima semana. Minha mulher vai co
migo ; e Corinna ir tambem, sa o primo a
ama e me estima a rain. Se Qcar, morro;
e se morrer, .Felisaina n5o quer voltar a
Portogal.
Vai procurar o noivo miaba lha ?
disse Gasto irnicamente. .
_ Vti procurar a vida; e se Antonio de
Azevedo Ib'a dr, bear baja o salvador da
nossa Corinna t
Pois qae v : nos partiremos para o
Minbo.
Pedia-lbes qae ficassem em Lisboa, e
nao alterassea os.costuraes de minha casa.
Tenho relag5as qua desejo conservar. Meu
primo honrar os nossos imifol, recebe>
do-o. Em seu podar Oca a porgo da
fortuna que tenho era Portugal. A saa
eslima p.r mira ha de ebegar aisacridcio
de esperar em Li boa a nossa volta da
Brasil.
Nio se fez rogar o fidalgo, Sujeitou-.-e
plenamente vonlade do genro.
Recebeu Corinna da Soledaio a nova da
viagem. Alvorocou-se al recahir na fabre;
mas a crise foi leve, e rpida a convdes-
ceoca.
A galera de Fernando, construida em In-
glaterra, era garbosa, linda e leveira como
ura cyano. A tolda era ara camaranche!
de sedas, como o das aaligts gradlas de
Veneza. O chrisma para Felismina fadou-
Ibe mais ricos deslios. O amor lhe inven-
tara os adornos, os peifames, as gracas e
garridices qae s o amor desentranha de
saas fantasas. A sala de r era orna ante -
cmara de sultana. Ia por esses mares fra
aquella coacba de perolas, aamoradi das
toras qu cic,iavam oo veame, imitando as
O calor.
Que calor! pareced) dous r
E* calor de racbar todo...
A torneiras j nao pingam,
J nao ha um s canudo..
Qae refresque os gorgomilos ;
O negocio est bicudo.
A famosa Carioca,
Palroeira dos-barris,
Essa raesrba pouco piDga
No sen vasto chafariz;
Os irapiebeiros seccaram,
Se verdade o que se diz.
Os patuscos aguadeiros
.Vedara todos na gandaia;
Os burros, andam a gcslo
Sem temer que a chova caa ;
O capim v5i matisgando
Era santo ocio, na baia.
Os poetas mais n5o choram
Pela ua castaella,
Com a scea, nada bebem
Resequida tem a gola;
Est secca e mais que scea
A ve a da cboradella.
As beatas andam tristes
i'or n5o terem agua henta,
P'ra cnxotar o qtafarrico
Tentador que as'apoquenta,
Boseandi) raetter-lhe os chtfres
Na mantiiha ji ssbenta.
O menino do P;>sseio
J nao brinca, la szudo;
Erabora lhe pegaca agua
Nao responde, Ira mudo ;
Aos peaNotes sequio*os
Mostra apenas o canudo.
O bravo bere tas bombas
J uo p'ie ler capricho,
De manobrar voalade
O seu tren>endo esguicno ;
O incendio, vista deWe,
As casas rluz a lixo.
Tres navios que traz am
5>as Casiiarias, agua pura,
fbrderam so inteirameote
Ao norte da Cascadura ;
Custa mais ura cop i d'agua
Que d'ouira qualquer mistura.
Em taes casos, vale a pena
Ser camello ; quando quer
Fas do buxa uraa cisterna,
E baja l o qoe houver
Durante cinco ou seis dia,
Nao lhe falla qae beber.
Alm disto, nao se pode
Aturar este calor...
Anda a gente pela ra
Alagado em suor,
E bufando con mais foifa
Qoe uraa barca de vapor.
De-noite, ninguem poe olho...
Persevejos aos milhares t
Os mosquitos, ao3 milhOes.
A voarem pelos ares ;
ET preciso estar sempre
A bater os calcanhares...
Quando nao a bichara
D-nos cabo do oslado;
Qualqner una qu se descuide
\raanhece en:alombado;
E ento... cada calombo
Qoe parece o Corcovado !
Bertoeja... isso mallo
No corpo da creatura...
As dez unbas nao aguenlam
A cossar a tal diabrura ;
Fica a gente cora a pelle
Que parece lixa pura.
De mmera que um homeu.
Qual boneco de realejo,
Ora, cossa a bertoeja,
Ora... esmaga um persevejo..
Ora... esfrega qualqner parle
Onde a pulga Ibe deu beijo.
bran doras de suas rmas derramidspelas
inultas dos gestaes. Que vonlade fazia
aquella gentil galera de ir ter um mundo
na vastido > ocano, e nao ver mais que
ella eco, e um ente amado, debaixo das
estrellas a espalharem-se nos paramos azues
das aguas Como all o coragao, golpea-
do na trra, se iria contente, se c d'este
abysmos levasse ainda a salvo o condo da
poesa que faz sabir raunJos sobre mundos
dos abysmos do mar I
A gatharda galera, como ovante da gen
il alma qoe levava, sabio barra fra com
todo o panno e prospera mongo. A fesli
val menina, por esses mare3 fra, sobre a
tolda, a scisraar, com os cilios l no infinito
horisonte, d'onde a chamava o esposo, e os
favonios a enfunarem-lhe as roupas alvrssi-
raas... que linda ia julgareis ver a pom-
ba sobre a arca Quctuante oas aguas j se-
renas do diluvio !
Ao vigsimo nono dia de viagem avistaran)
phares das trras da Saala Cruz.
Corinna, ao repontar da alva, subi ao
tombadilho, e vio a cidade d'ouro, a rainha
do novo inundo, espreguigaodo-se do ultimo
somno e .tro os cerleos coxins do seu ira-
menso leito com pavilho de mil fitramulas
e bandeiras. Parecia-lhe ver caminhar a
trra, rar dentro, a recele-la ; mas tardo
era o a.angar da galera a encontra-la.
D'aqui a meia hora ? disse ella a
Fernando,
Sira, d'aqui a meia hora, miaba egois
talrespondeu o prior, e conlinuou sor-
rindo -D'aqui a meia hora j nao tens pa-
tria, nam hma, nem cuuhado I O Anto-
niubo, que, a eslas horas est escrevendo
uns provards, com o supremo tedio de que
susceplivel a crealura humana, vai rece-
be r um golpe d'alegria murtal I... llave-
ra no genero humana um segundo horaem
a ponto de experimentar prazer igual ?! E'
impossivel que elle te n31 adeviabe, mana
Corinna I salvo se o corago de ura juris-
consulto tapado a toda a casta de inspira-
gio divina /.........................
A este lempo, ebegava Antonio d'Aze-
vedo Barbosa, ao caes.
Adevinhou. com effeito ? pergunta o
lei'or.
Neto somara da presentimento, meu ami-
go 1 O qua trazia ao caes, e a bordo de
um navh, Antonio d'Azevedo, sucessso
E assim se passa a noite,
Darmir... qual... nio com estas!
Appella p'ra outra noite,,
Sahe-lhe o trumto i avessas;
O ar quente, a qualuuer fortto
De padeiro, pede messes.
S qoem vive na frescata
E' o prelinho cachaceiro ;
Que lhe impor a este calor,
Falta n'agua, se o bregeiro
Tem fresco e mata sede
Em casa do laverneiro ?!...
O poeta dizqnem vive
Ausente do bem amado!
Digo euquem poder
Com este calor da nina do I
Se isto dura mais lempo
Morre ludo, a-afado.
Quando o so!, por om acaso
Fica s vetea encoberto...
E' agora bradam lodos,
O agu airo co'lo !
Qual o que... h volta o si
K cada vez mais esperto.

As vetes, o co, p'ra bateo
Faz por dia ce o caretas :
L vera cMiva! l vera ella!
Gritam trinta mil trombetas:
Afinal, cahem tres pingos
E... babo... ora... galoetaa..
Vi u uo bond, p'ra Tijuca,
Istn por c 'sil bicudo :
Ao menos, all lera agua
P'ra beber e para tuda :
Tem a p'ra t. hit baabos
De case la e de canudo.
A. 0. Muntewo.
MODO DE ESTL'DAR AS ANTIGS ACA-
DEMIAS JUDAICAS DE BABYLCNIX
EM SOV E PAMBEDirA.
Vinbara os discipubs de todas as parte-
onde moravaua. e se reuniam no mez Ka!
(.agosto), no tempo do estio, e tambem n
lempo do invern.
Cada discpulo, durante o ntermII > i-
cinco mezes, estudava (era sua casa) a Sa
aquelle tratado que Ibe desigoava o reiU l
e u principe da academia, quando M\t s-
affistava, indo para casa. Porque no mez
Adar (fevereiro) dizia-lbes:
N m>z Elul (agosto) explicarrmos o tra-
tado (al' udico. E do mesmo a odo dizia
no mez Elul: Exporemo3 tal tratado B>
mez Adar.
Vinliam ento todos e sentavara se dian!^
dos prioctpea das academias no mez Adar
e Elul. O principe de cala academia di: -
gia >uas pessoas e\*eu estudo e exaatina-
va-os.
Eis aqui a ordem da aula.
Ksiava sentado o principo da academia, e
diante delle 10 homens, e esta chamava-sr
serie ou primeira classe. Os ros os deste-
estavam voltados para o reitor da acaderai*
Destes 10 sentados di ote delle alguc-
eram kallotis (p incipes), e tres caoapa-
nheiros.
E porque eram chamados prncipe-
das coras ? ^g
Porque cada qual d'entre ellet tr
prefeito de dez do S/uedrio, e ejte* chama
vam-se principes.
Este era o uso : Se fallecesse algara dos
priocipes e deixasse flbo que podesM sop-
prir o lugar do pai, herdava-o e sentiva-s-'
nelle; quando n3o, .entava-se cem os mai
discpulos que eram 2,100. A oraaa, pi-
rra, dos raerabros do Sonhedrim era di?
tribuida era seto c asses.
A primeira classe sentav2-:e pelo mod
que dissemos, e atraz desta at s set -
classe-. e todos eslavam voltados para
principe da-academia, e todos os uisipol'-
se assentavam airaz dalles, <* nenhux o s -
ba o seu lugar; purera cada um das set
clas-es conbecia o seu lugar, e nen'.um s-
sentava no lugar do seu cumpanbeiro.
Se algara das sete classestosse raais in?
truido que os outros, nao o faziam assentar
no seu lugar, para o bardar o lugar d?
seu pai, mas davara-lhe um raais honro-
ota a -ua sciencia.
(CoMtiti ua r-$t-ka)
infausto que lera urna historia concisa, mu
necessaria.
Um dos raaos do bacbarel, Francisc
d'Azevedo, era caix-.iro, em Lisboa, n'ooa,
casa de cambio la ra dos Cipeilistas. Mi-
redera um b ra aorae, c chira em teota^o
depois de o ler merecido. As desorden*
da vi ia, as demasi.it de luio, a aacia de
mostrarse rico aos o'li >s d'umi molber
que distiogoia os mogos ricot, raJazram no
a subtrabir, cora iateogo de os repor, ca
ptaes, qae excedan os seas ordenados d.-
dous annos. Francisco jogou na esperan
gi de resgalar-se, e cavou mais no abjsmo
de sua perdiga j. Quasi a pomo da ser
descoberto, quanio o p.iro davao bataneo
o caixeiro desappareceu, e fugo caminio
do Brasil, confiado na reforma de seos
cosiames, e na pjs.-ibili.lade de ganhar dc-
pressa com <]ne restituir o forte.
Chogou ao Rio, e rocurou o irmio. Deu
expcagts inventadas da saa ida, e cone
guio logo, meJiaute Anltnio d'Atevedo.
boa casa, bom ordenado e muita estiaacio
dos pairos.
O bacbarel eslava contente do expedienta
de sea irmao, Lembrava-se qoe assim mais
cedo as rmas teriam bom amparo
Lia, passados trinta dias, Antonio d'Azi-
ved a o Comnurcio do Rio de Janeiro, a
ca-ualmente parou os olhos sobre esta cor-
respondencia, intitulada : Cautela sobre o*
ladres.
E segua d'este tbeor :
c Fugio de Lisboa, com direccia ao
Brasil, um caixeiro do cambista F-. Gha-
ma-se Francisco de Azevedo, nitaral de
Bircelos. Desfalcou o pairi > em doos
conloa de ris. Para qoe o ladrio nao le-
gre o b-jm resultado das soas mnbas, avi-
sa-se o commercio do Brasil.
Antonio d'Azevedo vio eotre si e o jornal
ura redemoinbo de sciotiilas de Iume, a, ao
levar as raaos aos olbos, tinba perdido os
sentidos. Bate lance passara-se oo escrip-
torio de Valeotim da Costa.
Entrara o velbo, e oovira o solucar cor-
tante do seu amigo, Iaterrogoo o com
paternal cariohr. Azevedo ergoea-se como
aiordoado, e, ao sabir, marmoroo tetas
palavras :
A infamia est abi escripia n*u%^
jornal.
(Conti*mr-*f~Ji*.)
TY'. 00 UMIIIU IWh IIOlMll "IIJ ""*i
/

I


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