Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12605


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Full Text
V-
MO XLVIII. NUMERO 56
fkU k CTX. H.UGAEJS 0I2S *AO SS PASA Kan.
Por tres mezes alisando*.................
Por seis ditos irhia..................
Puram aaao idwi.. ....................
oada mamaro aynlso. ...........ib* MO
I'
*
v-
SEXTA FEIRA 8 DE MARQO DE 1812
J ----------------
PAii oimo i ron da nomaL
Por tre oaasea idiauudoi i.............. i
Por Mif dito* dem................. .
Por nove ditos idem.........., -.......'
Por nm anno idem ....................
fTff
1JJWO
10#Mo
Miooa
,
Propriedade de Manoel Fifneira de Faria & Filhos.

MJLO ICIITU:
3a Sra. Gerardo Antonio Alvos Filhos, no Pari ; Goncalva 4 Pinto, no Maranhio ; Joaquim Jos de Olivira 4 Filho, no Geari ; Antonio de Lemoi Braga, no Aracaty ; Joio Mara Jnlio Chaval, no Au ; Antonio Marque* da Silva, no.Natal; Jos JaitiM
Pereira d'Almeida, em Mamangoape; Augusto Gomes da Silva, na Parahyba ; Antonio Jos Gomes, na Villa da Penha; Belarmino doa Santoi Baldo, em Santo Anta; Domingos Jos da CosU Braga,
em Nazareth ; Antonio Ferreira de Agoiar, em Goyanna; Francino Tavares da Costa, em Ala^oas; Dr. Jos.Martni Atoa, na Bahia; e Leite, Cerqainho C. no Ro de Janeiro.

DIARIO DE PERNftMBUC
RECIFE, 8 DE MARCO DE 1872.
Vapor costciro do norte
Aiuanheeeu Rontem ep nosso porto o vapor bra-
situ Piraputna, trazendo jornaes e carias do
Cear al 29 de fovereiro, do Rio Grande al 5 e
-da Parahyba al 6 do crrente.
CIARA.
Fo noineado promotor pabli :o da comarca
d. Ip o Dr. Piacido de Pinbo Pessoa.
Falleceram : o Rvm. Silverlo Bezerra de
Menezs, capeao da Caigara; e o eap.to Fran-
cisco Severiano de Moraes Correa.
Os diziinos de miungis do Jac foi arre-
matado por 100*000, o de Caigara por 65U00
o da (Jalao por 1:1800<)0, o da capital por 151,
e c de arrouches por 18000.
Achavase oa cap.ial o corouel Tiiom-'Z de
Aquioo Piolo Bandeira, bouiein pret limoso da
Ciaade do Grato,
Esperavana se na capital, viud.s de Ingla-
terra, a estrada porttil, 220 toneladas de Inlhos,
du.i- locomotivas etc.) para a via larrea de Batu-
rit.
Lemps no Cearense :
t S. Exc. o Sr. comnitodador Wilkeus de Mal-
tes proj-cu mandar regularsar a praga du kraelia,
onde actualmente se prepara a estago ceolral da
via-ferrea da Baiuril, alienando e fazendo correr
o calganiento, i-mu uas quatro fao-s da praga,
como do lado do mar, era prolongarlo do que
corre ao uorte Ua cadea ein rumo ao morro do
Giraoata.
Eila obra de rea-uhecda vaniagtm para o
emi)eieamenlo Ja eidad* e deve incitar is edili-
cadores, que e;u p;iucu< anuo>convertero aquelle
campo em urna praga magoilica. >
t Da Grauja uo> escreveua em data de 18 de
eidieiro :
Erumi.s en aperladsimas circunstancias.
i A peste e a fumo flagelan) cada vez com mais
borror a esta pobre populacao e o peior qae
nao lemoj esperanzas do uielborar to cedo; pur-
que a nossa pequetia indusina e trabaili >s ralo-
rlOa aslo quasi paralisados.
< lo anuo passado pouco ou nada nos resta,
pou t sabido quanto elle nos fui ingrato ; emiim
estamos sera recursos.
< Este pobre povo est completamente esgotado,
al:a-the meios para comprar remedios e para
mattar a fome.
Luamos com tres cu quatro variedades de
lebres, cada urna delias f.zeudo victimas ajudada
pe.a lome.
a Nao exagero nem afeio o quadro lamootavel
desle infeliz povo.
No Iboassii, Uoatuba e Varzea Grande priuei-
itmeuie, rarisma a ca.-a em que nao haja
muitos doentes e o numero de victimas de 3 a
5 pur dia em cada um (lestes povoados I
Peca pelo seu jornal ao governo que nos soc-
corra, que nao nos deixe murar a mingua. Pre-
cisamos mais do que nunca das beoeticas vistas
do governo.
nto GRANDE
Em 5 do correte escreve o nos.o correspon-
dente do Natal : i
Por despacito de 28 do mi passado fui julga
do improcedente o processo -de respunsabiliJade
tnaadaJo instaurar de ordem do E*ra. Sr. pres-
deme contra os vereadores Dr. Jellerson, capilo
Joaquim Soares, lente Jos Cerqueira e Joaquim
Jos de Torres, os quaes, cou:tituindo maioria ua
cmara municipal apuradora, deixaram de expedir
diploma de depulado provincial ao major Joaquim
Manjel, nao ohstaute o que Ibes bavia sido ex-
pressamenle recommeudado pelo mesmo Exm. Sr.
em ofcio de 30 de Janeiro prximo passalo.
f Nao se realisou como sesuppuuba, a suspen-
sio da nova cmara, que em reunio de 22 de
fevereiro contirmou o acto da primeira, nao cum-
prindo as ordens de S. Exc de 12 e U daquelle
BMC.
Porm oulra dehoeiagito mais prudente e enr-
gica, e talvez de mais conveniencia e alcance, to-
mou S. Exc. nesta dilScil conjunctura: adioupara
2o de maio a reunio da asserablt provincial
que eslava marcada p.ra o da 25 de m*io cor-
rale pela lei o. 639 de li de dezembro de 1871.
. Sem duvida o Exm. Sr. Dr. Delno, conside-
rando as extraordinarias circunstancias em que
nos adiamos, e os imperiosos m)tivos, que acn-
selu (rala, constante da seguiule portara :
o R.o Crande do Norte. Palacio do governo 26
de fevereiro de 1872.O presidente da provincia
asando da attribuigo que I he confere o 2. do
arl. 24 do acto addicional constituigao do im-
perio, resolve adiar para o da 25 de maio do cor*
renta anno a reunio da assembla legislativa
desta provincia. Ordena, perianto, que ueste sen-
tido se expegam as ordens necessarias.Delfino
AtajUilo Cavalcauti de Albuquerque.
< A' visia disso eonta o major Jaaqaim Manoei
ser reconhecido depulado provin:ial, urna vez que
a 2o de maio nao estar presente e portanto nao
tomara parte na iasiallago da assembla o Dr.
Gomes da Silva, que a esse lempo se acbar com
assento ua caaara do; depulados. Abaixo traoscre-
vo o despacho de despronuncia noprocesso d res-
ponsabiidade de que cima fa'lei : aVtstos e exa-
isinados estes autos etc. Jnlgo improcedente o
retente summario instaurado contra Joaquim
boares Raposo da Cmara, Dr. Jefferson Mirabeau
de Azevedo Soares, Joaquim Jos de Torres e
Jos Gerqueira iarvalbo, vereadtres da carxara
municipal desta cidade, por ordem do Exm. pre-
sidente da provincia, Dr. Delpbino Augusto Ca-
valcanti de Albuquerque, pelo crime previsto
no arl. 139 do cdigo criminal; porquanto em
face dos jandicos fundamentos da resposta de ti-.
13 a 19, e mais disposigoes em vigor: Consile-
rando-se, qne o juiz municipal e de orpbos sup-
pente nao pode ser votado em lodo o districto
eleitoral, em que tiver exercido aaloridade ou
jorisdiego, dentro dos quatro mezes anteriores a
eleigaj, e qae os votos qae recabirem nelle sio
ipso [acto. Quilos, decretos d. 842 de 19 de selem-
bro de 1855, art. 1 20. n. 1812 de 23 de agosto
de 1856, art. 27, n. 1082, de 18 de agosto de 1860,
art. 1* 13, n. 2621 de 22 de| agosto do mesmo
anuo, art. 29;
c Considerando se, que esla provincia forma um
so districto eleitoral, decreto n. 2622 de 22 de
agosto de 1860, art. 4o;
i Considerando-s, que o major Joaquim Mano-
el Teixeira de Moura, 3 supplenie do juiz muni-
cipal e de orpbos deste termo, exerceu o respecti-
vo cargo at o dia 13 de outubro do anno passado,
doos mezes e raeio antes da eleigo para membros
d'assembla legislativa desta provincia, qae teve
lagar 31 de dezembro ultimo, dncamento n. 4 ;
a ConsideranJo-se, que a cmara muohipal des-
ta capital lem uo s o direilo, como tambera o
dever de sommar e apurar oa votos, e tomar em
separado quelles que julgar aullo?, nao inclua-
do-os na apnragao geral, por terem recahido em
canilatos incompativeis, e fzeado disso menguo
motivada as anas acias, com declaracao do nume-
ro de votos qne tiverem obtido. citados decretos.de
33 de agosto de 185 e 22 de agosto de 1860 ;
Considerando-se, qne as leis, decretos e avisos,
em que se fundn o Exm. presidente da provincia
para tuspeuder e mandar responsabilisar os ditos
rereadores, nao tm verdadeira applicago ao caso
vertente, porque nao cogitam das incompatibilidades
do: diversas (anecionarios publico;
< Considenndo se, que nao se trata do caso de
v*ga, previsto pelo arl. Io 5o do decreto n. 1082
de 18 de agosto de 1860, porque o dito Teixeira de
Mjura ainda'iia) era deputado ;
< Coosiderando-se, que o mesmo Exm. presi-
dente nao podia int^rvir, como inttrveio, na apu-
raeao que a cmara mnnicipal desta cidade pro-
ceden no dia 5 do orrente, para membros 'as-
sembla Ipgi-laliva desta provincia, ponto de Ihe
ordenar que dsse diploma ao deputado eleito ma-
jor Moara. documento a fl*. 32 e aviso de 26 de
abril de 1862 :
Conclue-se, cora a maior evidencia : !., que os
referidos vereadores obraram regularmente, nao
expediodo diploma ao mencionado major Teixeira
de lloara, por.'serem nullos, de pleno jure, os votos
que realuram nelle, porque se achava na occisiio
da eleigao, maralmente morto perante a lei para
ser volado; e o contrario disso sena grande absur-
do, oa verdadeira inepcia ; 2'., que os mesraos
vereadores aioda obraram regularmente, mandando
expedir diploma ao Dr. Jos Moreira Branda > Cas-
talio Branco, para completar o numero de 22 de-
pulados, que d esta provincia, decretos n. 2622, de
22 de agosto de 1860, arl. i; n. 842 de 19 de agosto
de 1855, art. 1 16 ; porlanto nenbu n crime
comruetieram.
Pague a municipalidade as costas.
t Recorro desle meu despacho para o Egregio
Tribuual da Relago, aquem o escrivo remeiter
estes autos. d?ixando no cartono o competente tras-
lado.
c En> vista da doutrloa do aviso de 27 de.de-
zei bro de 1855, parece rae que o presente despa-
cho lamben) aproveita ao vereador ausente Joa-
quim Soares Raposo da Cmara ; entretanto, se o
Tribunal Superior resolver o contrario,^ prosegui-
r! no processo cintra e'l?. O escrivo cumpra
o sen regiment. Cidade de (fatal, 28 de fevereiro
d 1872.Joaquim de Paula Pessoa de Laceria.
PABAHYBA.
Pela presidencia da provincia, foi marcado o
dia 21 de abril prximo para :e proceder a elei-
go de um deputado as.embli eral, era subs-
tituigo do fallecido Sr. dserabargador Assis.
Foi nomeado ajudanle do promotor publico
na comarca de Mamanguape o Dr. Antonio Ser-
rano Gongalves de Aodrade.
PERHAMBCO.
ASSEMBLA PROVINCIAL
W8CURS03 PRONUNCIADOS NA SESSaO DE 29
DK FEVEREIRO.
O SR. GOES CAVALCANTE :-Sr. presidente,
sinto-me obrigado a impugnar o parecer da nobre
commisao de verificago de poderjs oa patio re-
lativa eleigao qae se orocedea no collegio eleito
ral de Apna-Prela. ,39 > ^3
O Sr. Tolbnilno de Carvalho]: Eato ha ir
regularidades ? ~t *> a .3
O Sn. Goes Cavalcantk :Ea mostrari.
Isso me alll'ge profanJamonte, Sr. presidente,
porque, para jusliGcar a minha impngnagao, te-
nbo de trazer ao conhecimeato da osa fados por
sua natureza to revoltantes que, se nao fo3se im-
peludo pelo cumprimento do dever e em defea de
non direitu que"* lei me garante, por ceno nao se-
na conteniente patcntea-los aqu.
Sr. presidente, pego casa que nao rae consi-
dere imprudente, era supponba que eu procuro
pietextoparadesabafodequalquer olfeusa, porque
cosiurao sempre que scu tllendido procurar o dej-
aggravo na le, e, quando esta impotente ou nao
respeitada, appello resignado para a Providen-
cia.
Sr. presidente, impugnando o parecer da nobre
commisso de vriflcago de poderes, nao teaho
em vista fazer censuras, por qne esiou certo de
que os fados que teriara ioiuziJo a nobre com-
misso a mudar de parecer nao foram trazidos ao
seu conhecimenlo.
Segundo os documentos que tenho presente re-
lativos eligio procedida no dia 26 de novembro
no collegio eleitoral da villa de Agua-Preta deve
ser consiJei'ada nulla essa eleigo, por que nella
nao foram observadas as proscnpgoes da lei, pre-
valecenlo apenas o arbitrio do presidente do colle-
gio eleitoral, que, collocando-se superior lei, nao
altendeu as reclamagoes da maioria do dislincto
corpo eleitoral e decidi tudo por si soberamente
Sr. presidente, nao foi s nenie a falta de obser-
vago dos preceiles legaes na eleigo que'deve ser-
vir de base para a sua nullidade, nessa eleigo,
Sr. presidenie.inierveio um laclo anda mais revol-
lante, anda mais escandaloso, interveio a fraude.
Pelos documentos que tenho, Sr. presidente, cons-
ta que palo presidente do collegio eleitoral quando
se tratava da apnragao das cdulas e que se acha-
va nellas escripto o meu nome ou de algura cutro
amigo que fossa seu desafiado, 33es noraes eram
supprimidos oa substituidos por outros do agrado
do mesmo presidente.
Sr. presdeme, este fado que acabo de narrar
dea lugar a que deseseis eleiiores, bomens distrae-
tos por soas posigoes na localidade,| iflueocia e
prestigio se retirassera da eleigo, raas depois de
terem esgotado os attimos meios que a lei Ibes fa-
cultara e conveucidos que naquella eleigo nao se
observava a lei, observava-se smente a vontade
soberana do presidente do mesmo collegio,- que,
sendo instado em algumas quesioes consultar o
collegio, declarava que e consultara a mesa e a
isso mesmo por defTerencia aos eleiiores, qaando
a lei determinava, nos casos a que me retiro, que
as quesloes fossem decididas pelo.collegio.
Quando, Sr. prssldente, se pedia a veriGcago
das cdulas em que se lia o nome de oulros, e nao
o meu, que realmente se achava inscripto, a isso
se negava o presidente, inventando um pretexto
qualquer, e, nao havendo oulra sahida, dizia que
o seu orgo visual nunca se enganava.
Sr. presidente, taes inconveniencias que nao se
devam esperar de um adversario leal, nem de um
mogo que aspira urna posigai na sociedade um bom
conceito poltico, darn lugar a que disinctos
eleitore se retirasse, uo sendo acceito nem trans-
cripto na acta o protesto que aprsenla rara, sendo
este recurso intentado perante o Dr. fjuii munici-
pal do termo.
Sr. presidente, a apresentago do tal protesto
nao um fado creado na mente dos adversarios
do presidente do collegio, nm tacto que se acha
comprovado e que o proprto presidente confessa
n'um contra-protesto que apresentou perante o
mesmo juiz municipal.
Sim, Sr. presidente, foi por nao querer o presi-
denta do collegio receber o pro!*-"\ que, oa forma
da lei, cumpria-lbe receber, porqaanto esta va elle
escrip:o em termos convenientes*" decorosos dig-
aos daqaelles que protestaran)' que esses cidados
appellando para o leslemunbo de digno juiz mu-
nicipal do termo, protestaran) perante elle, e este
protesto foi tomado por termo e julga Jo por sen-
tenga.
Sr. presidente, enire estes dstinctos eleiiores a
quem voto o maior reconhecimeoto e gratido pos-
siveis flgurarn o multo Ilustrado e redo juiz de
direito da comarca Dr. Joo Francisco da Silva
Braga, o venerando e honrado delegado de polica
do termo o Sr. major Pedro Miliano da Silveiri
Lessa.... influencia legitimada localidade e o
illustre advogado Francisco Cornelio da Fonceca
Lima, pessoas com a independencia precisa e cri-
terio para nao concordaren) nos (actos que se pri-
mearan).
Sr. prestanle, vou lavar, ao coabecimeoio ra
casa um documento que nao foi apresentdo a
nobre commisso de vriflcago de poderes. Os
eleiiores a que me tenho referido em namero
de deseseis dirigirn) ao presidente da provincia
lima representago, mas entendjndo ea* algans
collegas que nao era o presidente a autoridade que
de via tomar conhecimenlo desses fados, deixei de
apresonta-la ; mas entretanto e servir muito para dar a coohecer circunstancia-
daraente, os fados que se deram por occasio da
referida eleigo.
Vou ler algn* periodos desle documento (t).
Illm. e Exm. Sr.Os abaixo assignados elei-
iores da freguezia de S. Jo3 de Agua-preta, jal-
gam de seu dever levar ao conhecimeato de V.
Exc. todo occorrido aa presente eleigo. Compa-
reeendo no dia 26 do corrente no pago da cmara
muoicipal d'esta villa, aflm de se proceder elei-
go para depulados proviociaes, acontece que nes-
se da apenas tivesse lugar a iostallago dwcolle-
glo, deixndo-se de proceder a eleigo por ter de
voriicar-se diplomas de dous eleitores supplen-
tes.
No dia 27 comparecern) 29 eleitore qae ac
cudrara a chamada, e procadendo-se ao recebi-
menlo das.cednlas e depois a coolagem das mes-
mas, deram exactamente o numero.ae 29.
t Tendo de sagoir-ae apurago, guardadas as
formalidades legaes, aflm de evitar o dolo, eome
previdentemante teve era vista o legislador, come
goa logo o presdeme do collegio o bacharel Pedro
Alfonso Ferreira por calcar aosjps as disposigoes
legaes, destribuindo as leltras-do alphabelo por to-
dos os mesarios, passando elle proprio a fazer a,
leilura das clulas contra a expressa dsposigo do
artigo 77 da le! n. 387 d\i 19 de agosto de 1846,
contra o que reclamando o eleitor bacharel Fran-
cisco Cornelio da Fonceca Lima, e outros eleiiores,
forara todos completamente desaltendidos contra a
disposico do mesmo artigo rilado, pelo que o elei-
tor Trajino Auslrecliano da Costa, usando da pa-
lavra, pedio que fosse consultado o collegio eleito-
ral, visto como e'le presidente por si so-nao podia
resolver, fuoaando-se o mesmo eleitor na dsposi-
go do artigo 71 da lei citada, que manda exprs-
smente qae as duvidas sejam resolvidas pelo pre-
sidente, secretario, escrutadores e eleitores; ainda
assim o presidente negoa-se a consultar o colle-
gio, declarando que por muita attengo ao corpo
eleitoral decliaavt de si a soberania de que se
achava revestido para consultar apenas a mesa, e
nao ao corpo eleitoral, como o devia : por tanto
anda calcou aos pos as disposigoes do artigo 71
j citado.
Exm. Sr. O 3candalo cora que se collocou ci-
ma da lei o presidente do collegio eleitoral, 4esat-
tendendo as mais justas e legaes reclamagoes at
este ponto, nao foi ainda snicienle para que a
maioria dos eleitores procedesse de modo menos
ailencioso e regular, aflm de ver se" conclaiara o-
Irabalhos eleitorae* sem occurreocias desagrada-
veis. Illudiram se porm, por quanto o presida-
le do collegio tendo calculado previa e framente
constituir sua vontade em lei, aguardava a prati
ca de maiores e-candalos: ei-los.
Principian lo o referido presidente a fazer a lei-
lura da sedula por si, nao obstante o jue jl* Ac
exposto, succedeu que na quinta soluta deixasse
de loro primeiro norte que era o do bacharel Jo
s Francisco de Ges Cavalcan.e, passando a ler a
nome immediato ao de3te, o que deu lugar a que
o mesmo eleitor bacharel Francisco Cirnelio da
Fonceca Lima, reclamasse, foi sua reclamago
indeferd), pedmdo a palavr t e obtendo-a o eleitor
bacharel Joo Francisco da Silva Braga, notou ao
mesmo presidente o seu equivoco, e pedio a vri-
flcago da sedula, nao sendo allendido pelo presi-
dente, que sem deciso alguma conlioou na Mia-
ra da raesuia sedula, pronunciando alinal o nome
de outra pessa, que nao stava coudo em dila
sedula, subsiiiuindo assim o nome do Dr. Ges
Cavalcante por outro deu lugar a que o mesmo elei-
tor de novopediad) a palavra reclamasse contra
to inaudito procedmento, que se acha expre3sa-
mente conlido na dsposigo do arl. 102 do cdigo
criminal, requerendo e instando para que o pres-
deme do collegio resolvesse nao s sobra a sub-
traego do nome do Dr. Ges Cavalcante, como so-
bre a iocluso do nome do outro candidato jue
nao se achava inscripto em dita sedula : anda as-
sim o mes no presidente decidi nao de coaformi-
dadu com o art. 71 da le supracitada, mas afinal
por si, bazealo apenas nt lirtneza de seu orgo vi-
sual que nunc o havia engaado (suas proprias
expresso's) muito escarnecer II Nao obstante
quanto flea expendido, a maioria do collegio resi-
gnada esperava que d'abi por diante oulra fosse a
conducta do presidente do collegio eleilt ral, visto
como o seu prccedimeolo irregular linha sido pa-
lomeado : mas nao, continuou no mesmo escnda-
lo substitua Jo em algumas sedulas al o numero
de 9, o nome do Dr. Ges Cavalcante, o que de
novo deu lugar ao mesmo t-leilor protestar p 'ian-
te o collegio eleitoral, deduzndo os fundamentos
de sen protesto, e requerendo fossem elles inser-
dos na acta.
Aliento todo este acervo de escndalos contra o
li vi e goso do exercicia de um direilo polilico man-
tillo pela constituigao do estado do ciJado brasi-
leiro, e reconbecendo a maioria dos eleitores que
a continurem a perseverar no collegio eleitoral
sem remedio a fuer valer os seus direito3, porque
a tudo se oppuuba a vontade soberana do presj-
dente do masmo collegio, o eleitor bacharel Joo
Francisco da Silva Braga, chamando aliengo do
Dr. juiz municipal do termo e invocando o seu les-
lemunlio paca lodos estes escndalos e provoca-
ges, visto achar-se o dito juiz presante, declarou
que perante elle proteslava igualmente como tara
bem o lizeram os eleitores abaixo assignados, con
ira lo revoltantes e escandalosas infraeges da lei
e dos dreilos dos eleiiores e dos eleitOs : depois
do que accordoa a maioria do collegio em retirar
e por nao ser possivel continuaraser.to execran-
v mente escarnecida. E de fado, relirando-se do
c. Wgio as 3 boras da tarde os abaixo as^gaad.\
em numero de 16, dentre esles o primeiro secre--
tario e um escrutador apresemaram a sua petigo
de protesto ao Dr. juiz municipal do termo, peraa
te quem de faci protestaran), cando 13 eleiiores,
que conliuuaram a funecionar, seudo o collegio
dissolvdo as 5 horas da tarde do mesmo dia.
D'abi em dame tudo correu irregular, sendo
qae at as 5 boras da tarde nao se tinha lavrado
a ac nhnm dos tabcliies da villa, por isso que u) li-
nba sido concluida a acta com as formalidades
legaes no paco da cmara municipal, onde fauc-
cionava o referido collegio, que o sero como dis
solvido a essa mesma hora do dia 27, quando o
ultimada a acta as 10 bcras da maBlia de dia 28
em casa particular, e s com assistencia de 5 elei
tores contra a expressa dsposigo do art. 23 do
decreto n. 2621 de 22 de agosto de 1860 e j 10 do
decreto n. 842 de 19 de setembro de 1855, os
quaes determinam que a transcripgao da acta se
faga em seguida e em preseoga do collegio eiei-.o-
ral; transgresso esta que se acha provada, as-
sim como as demais, nao i pela petigo de con-
tra protesto qae fez a mesa : offl:ios a'irigidos pe-
la mesma mesa ao Dr, juiz municipal do termo e
informages dos tabellies de notas desta villa, os
quaes documentos os abaixo assignados oflerecem
a apreciago de V. Exe*aob n?. 1, 2 e 3; bem
como o protesto feito pelos abaixo assignados ao
mesmo Dr. Juiz municipal sob n. 4. Exm. Sr.
conselheiro presidente da provincia. Os eleitores
abaixo assignados, e cada tfrn por si, protestam
perante V. Exc. e sob juramento afflrmam, se m-
cessarlo fr, qae votaram para deputado provin-
cial no bacaarel Jos Francisco Gas CayaUanie,
Orno lzerain ara relago a outroe; ao paso que vndi moitas vezas a expedir desta casa aquellos
I
mesma forma o afllrra.im nao terem votado na
aoa por quera era o mesmo douior substituido,
que tenbam legitimo direito a fazer delta parte.
Sr. presidente, o resultado da votago do colle-
tretanto quo cons'a aos mesmis, que nessa gio d'Agaa Preta nao me prejudica nem a onlro
monstruosa pleicio, apenas se ucha vola lo com
aeis votos aquella primeiro bacharel e o ultimo
Cpm 22 votos I Quanto veem de expor os abaixo
assignados, a pura verdade, e pensara que jamis
oJerao ser posta i era duvidas suas allegages,
r quanto provadas como se achara, accresce
qae estando os mesmos era maioria, s desatinos
io.iuiitic iveis os po teria fazer abandonar o sea
iriumplio ceno ; V. Exc. porm em sua sabedo-
ra procelera como entender acerca da validado
de nraa to monstruosa eleigo.
E' esta Sr. presidente, a representago que foi
dirigda ao Exm. presidente d provincia e o do-
cumento a que ella se r.fere; o protesto apre-
sentaoo perante o Dr. juiz municipal do termo de
que j fallei.
Um Sr. dkputado :Olynipo Marqese que est
assignado pela maioria do collegio.
O Sr. Gors Cavalcante :....e assignado pela
aiaiorii do collegio, por deseseis eleitores I I
O Sr.La.ukmia Lins :E a nullidade dessa elei-
(o prejudica a de algura dos depulados ?
O Sr. Ges Cavalcante :Nao.
Sr. presidente, o presdeme do collegio eleitoral
4'Agua Preta suppoudo que poda inutilisar o pro-
testo apresentou um contra-protesto, qne nao se
nao um corpo de delicio contra o mesmo presiden-
te e quelles que o acompaobaram.
No contra-protesto,que tenho presento e que dei-
xarei de rr por nao jalgal-o necessario, afllrma-
se que de fado o Dr. juiz de direilo da comarca
pedir para ser ventieada a cdula que se disia
couler o meu nome e nao aquelle que foi lido nel-
la ; desculpanio-se o mesmo presidenta no seu
contra protestoque nao podia ter lagar essa ve-
rilicagi, por quanto a clula j eslava reunida
as ouifas. s
Ja se v por tanto, que este fado nao imagi-"
Lnario, elaoto se deu que, apesarde querer di^vir-
tual-o uo se poude todtvia negar a base delle, is-
to que houve r"clamago ueste sentido.
Sr. presidente as irregularidades ebegarara a
um poni tal que al 03 tabellioes do termo nao
quena transcrever nos livros de suas notas a acta
da referida eleigao 3em despacho do Dr. juiz mu-
nicip I, por quauo nao tralio sido para isso con
vidados se nao depois do dia 27, ero que diz o pre-
sidale do collegio ler sido o BMIOM dissolvdo;
e o Dr. juiz municipal oo quz obrigar a isso es-
tes fuocciooariis sera ordera superior como cons-
ta dos ofllcios trocados entre o diio juiz e a mesa
'jo coliegio eleitoral que tenho por copia em um
do quaes o presidente descnlpase que nao cha-
mou no da 27 nenhura dos tabellies para trans-
crever a acta da eleigo por qae, nenbum delle?
se achaca em casa. Ealretanlo exislem nos refe-
ridos documento', sr. presidente, duas informages
lutiii' ito: < desses etnprogados que dizem :no
da 27 esiivemos lodo o dia em nossas casas e nao
tomos convidados pela mesa para tramcrever nos
livros le n.tis a acta da aleigi e j se v Sr.
presiuente que funecionarios pblicos qne teera f
nao njwrerrarn racouer na responsabilidade de
dsr urna informagio desia ordem sera qae essa
Info'raiag' fossa a expressio da verdade.
-Sr. pcesieote nao se queira colgir do que ea
disse que o nobre )r. juiz municipal do termo qui-
sesse ratervTr na eleig) ; mas send) o digno juiz
tnanicipai testemunlia das nfracgdcs de lei qne se
deram, lalve recoramendasso aus tabellies que
reparassein quaado foaaem couvidados para trans-
crever a acia nos seus livros, afirn de que nao fos-
se fjita ama tion=cr|>go inc >uvenieute; e foia de
lempo.
Um Sn. deputado :-E o es-rivo competente
para cooliccer se foram guardadas as formalida-
des legaes na eleigo T
OuTtto Su. deputado :Em todo o caso urna
inconveniencia.
O Sr. Ges Cavalcante :Mas o juiz munici-
pal nao ordenou aos tabellies que deixassem de
transcrever a acta ...
O Sr. J Cohreia :O escrivo nao poie cons-
tituirle juiz aa legahdade da acta, do contrario o
que tasamos usaqui? Deixeuios eato que o es-
crivo aprocie, julgue das eleigoes.
( Trocara se mais apartes )
O Fu. Presidente .Attengo.
O Sr Ces Cavalcante :Eu nao quero por
forma alguma Que seja olTendida a reputarlo do
uolire ju.z municipal d Agna Preta....
Um Sr. Dep.itado :Foi o nobre deputado que
agilou essa ).u>-1..0.
O Sn. Ges Cavalcante : Nao disse que o
juiz municipal prohibir a transcripgao da acta e
apenas que, talvez recommendasse que tives-era
cuidado quando bouvessem de transcrever no livro
de olas a acia.
Um Su. Deputado .--Isso era dispensavel.
O Sn. Olvmpio Marques : O juiz municipal
podia dzer_aos escrives que nao authenticassem
urna fraude.
O Sn. J. Correa :E o escrivo podia conhe:er*
Ento deixemos tudo a apreciago dos escrives.
O Sn. Goes Cavalcante :O oobre.deputado ha
de concordar comigo na hypothese que vou figurar.
Admita se que a acia fosse lavrada em dala de
27 de novembro e queria-sequeo escrivo a trans-
crevesse com a menina data, o entretanto que ella
era apresaplada era 28..
O Sn. J. Correa : Traoscieve-se com a data
do 28.
O Sr Ges Cavalcante : -Bem, v-se portaoto,
que nao houve inconveniencia da parte do juiz
municipal d'Agua Preta, anda sendo verdade o
que suppoobo que se desse, porque o nobre depu-
lado abe que inuitas vezes para se obler iriumpha
?ssn lulas se euipregam todos os meios, quanto
mais procurar faier cora que o escriv) langtsse a
arta uo cora a dala do dia era que foi lavrada,
a eleigo.
qualquer, mas entendo que nao devenios, pelo
fado de nao pnjudicar pessoa alguma a votago
deste collegio, saoccionar um acto injusto, um
aclo immora1, e porque, corno j disse este pre-
cedente mo, e dar Ingar a muitos aba?03 futu-
ros.
Sr. presidenta, oo quero demorar com esta dis-
cusso o reconhecimento dos nobres deputadoa
pelo 3." districto, que esto aocioso para ver
constituida esta casa, mas lembro um meto muito
conveniente que temos para sati=fazer este fim qne
o reconhecimento dos nobres deputado'- pelo 3.*
districto, sem contudo approvaruios urna eleigo
por sua nalureza nulla, e elle urna emenda que
vou offerecer consideragSo da casa. Nao espe-
ro que a minha tmendi tenha bom resultado mas
entendo que ella funda-se na justiga e oa lei. A
minha emenda pede o adiamento da discus-ao
para a vriflcago da eleigo do collegio eleitoral
d'Agua Preta. .
Alem de ontros motivos desejo munir-me de
mais documentos que teoham a furga precisa para
melhor convencer-vos da certeza daquillo que
acabo de avangar. Portaoto, Sr. presidente, em
nada prejudica o reconhecimento dos nobres de-
pulados com a minha emenda, Qcando para de-
pois de constituida a asaewblea tratar-so onio da
nullidade ou nao nullidade do collegio d'Agua
Prea.
O Sn. ToLENTfSo de Carvaliio.Isso nao se po-
de fazer, approvando um parecer licaodo lidiado
quanto a nm collegio.
O Sa. Goes Cavalcante. Porque nao pode ?
A casa nao pedera aceitar a mraha emenda se
porventurao coegh de Agua Preta viesse pre-
judicar o resultado di eleigo, mas desde que nao
prejudica eu entendo que nao ha inconveniente
em adoptar-se semelbante emenda, conceden Jo
me um adiamento que eu pego para ter tempo de
apresentar documentos comprobativoa da3 verda-
des que acabo de expr.
O Sn. Olivira Fonceca. A commisso teve
presentes, cerno se v do parecer, as actas dos
differentes collegios eleitorr.es do 3* districto.
Quanto ao collegio de Agua Pret), a reipelto do
qual constava-nos hornera 'er h m lo um protes-
to, verificamos hoje, que nao consta da respectiva
acta ler alguem protestado, ao contraro declara-
se na mesma que tal nao houve. Consegunte-
raente a commia.-) nao teve conheciraento d'estes
fados, e destes documentos que agora form apo-
sentados.
0 Sr. Goes Cavalcante.Eu confas3ei isto.
O Sr. Oi.ivbira Fonceca.Se desde j se li-
vesse de discutir o valor probatorio destes docu-
mentos, cumpria commisso dizer alguma coosa;
mascorao apenas se pede um adiamanto, eo uo-
bre deputado autor da emenda promette trazer
novos documentos, deixarei de apreeiar o valor
qae estes possam ter.
E como, alm disto, o adiamento pedWo nao
prejudica o iratnediato reconhecimento des depu-
tadns eleilos pelo 3 dlslrieto, a commisio de que
son indigno orgo (nao apoiados) aeeWa o mesmo
adiamento.
SEYISTA DIARIA.
ASSEMBLA PROVINCIAL.Nasessao.de bon-
tem e na hora do expediente a assembla^ appro-
vou remetlpnln comrai3s) de redaego, una
indicago do Sr. Gusrao Lobo e mais outros dos
Srs. depulados, propondo que se dirija um voto de
congratulago ao governo Imperial pelo exforgo e
patritico cofre com que proraoveu perante as du-
as casas de parlamento a votago da humanitario
lei de 28 de setembro.
Na ordem de da oceupou-se com os 3eguintes
assumptos^:
1.* discnsso do projecto n. 57 de 1871 anne-
xmdo freguezia de Gamelleira territorios da<
freguezias liraitrophes e tomando outras medidas.
Foi approvado um requeriraiuto manlaudo ou-
vir a autoridade ecclesiastica.
1. discusso do projecto n. 67 do anno passado
autorisando o presidente da provincia a despender
13 contos de ris com a consiruego do urna casa
sirva de eaiea e casa da cmara na villa
270*00'
I124M><
que
"mas do dia era qie se proceden
(Trocam-se apartes.
0 Sa. Ges Cavalcante :?ols bem, senhores;
isto nao vera rr.uilo ao caso, f.i apenas um fado
que quiz citar em abono do que avancei. Fea
provado, Sr. presidente, que o pretexto de que
3e servio o presidente do coilego eleloraL..
O Sr. Lamenha Lins : -Quem esse presidente
do collegio t .
O Sr. Ges Cavalcante :Nao precisa mais de-
clinar o nome, est escripto no documento que li.
O pretexto de que se aervio o presidente do colle-
gio nao foi cual ; declarando n$o ter sido trans-
cripta a acta uo dia 27 em que foi dissolvdo o
collegio eleitoral por nao estarem os escrives pr-
senles, ao passo que das informages dos mesmos
consta o contrario dis.-o.
Sr. presidente, j se v pelo que eu tenho dito
que tive motivos muito poderosos para impugnar
o parecer da oobre commisso a respeito da elei-
go d'Agua Preta. Como cidado, Sr. presidente,
e sendo offendido em um direilo sagrado nao po-
dia consentir que se legilimasse um acto
d'Agua Preta.Foi adiado at se discutir o orga-
raento provinciol depois de orarem os Srs. Ralis e
Silva, Mello Reg, A. Pernambaco e Marques da
Silva.
1." discusso do projecto n. 3 deste anno, auti
risaodo o governo a mandar construir ne3ta cap
tal urna casa modello, que sirva para as escollas
elementares.Foi approvado sem debate.
1.a discusso do projecto n. 122 do anno pas-
sado, autorisando o governo a aposentar o serven-
ta da repartigo de obras publicas Vicenle Ferrei-
ra de Paiva Simoes.Foi regeiUdo depois de ora-
rem os Srs F. de Figneira, H. Mamede.
l. discnsso do projecto n. 69 do anno passado
annexando freguezia de Santo Anlo lodos os
territorrios perlencente3 ao eogenho Campo Ale-
gre,-Orarara os Srs. A. Pernambuco o Marques
da Silva, sendo o projecto approvado, cem como
um requerimentj mandando ouvir a autoridade
ecclesiastica*.
2.* discuaso d) projecto n. 14 do anno passaao
autorisando o governo a mandar construir o 1."
lango da estrada do Cabo ponte do Engenho Pi-
rapama.Deixou de votar-se por falta de numero,
A ordem do dia para hoje a seguinle : Dis-
cusso de pareceres, adiados, 1.* discassao dos
projectos ns. 82, 84, 88, 89. 94 e 98 do anno pas-
sado, e materias j designadas e nao discut-)?.
GYMNASIO PROVINCIAL.Por portara da
presidencia da provincia, de 6 do corrente, foi
exonerado seu pedido, de porteiro do gymnasio
provincial, Remo do Reg Barros.
FErTNANDO DE NORONHA. or portara da
presidencia da provincia, de 6 do corrente, foi no-
meado o lente honorario do exercto, Miguel
Joaquim do llego Barros, para exercer interina-
mente o lugar de secretario do ccramando do pre-
sidio de Fernando de Noronha.
C0M4RIA DO RIO FORMOSO.-Por portara
da presidencia da provincia, de a do corrente. foi
nomeado o bacharel Francisco Manoel Wanderley
Ltn3 Filho, adjunto do promotor paWici do termo
de Serinhem.
SEMINARIO DE OLINDA.Por incommoaos de
saade, Rvm. padre mestre Fr. Antonio de S. Ci-
millo 4e Lllis pedio ao Extn. Sr. vigaro eapilular
exonerago da cadeira de Francez, que to digna e
vantajosamente ecupava uo seminario dessa -
dade, desde 1854. A perda que soffre o semioa-
rio com a sahida deste presume religioso e aba-
lisado lente, e sobremodo sensi'el. O Exm. Sr
- vigario capitular riomeou para preencher a vaga
incoo- deixada pelo Rvm. padre mestre^Fr Camillo.odis-
A SC'
Joao da Silva Antones.....2:I47J0C"
Alheiro, Olivira C......2:!MJ0C"
Perdigo, .olivira 4C..... IrOOMiOo
Antonio- A" de Sonza Aguiar liUOlJfQ"
Moraes& Irmo........
Pereira Irmos........
Amonio Gongalves Macedo Coulinho
Silva & Alves.........
HONROSO.-A sociedade. do- Artistas Mecha
nicos e Liberaos, em a sessao magna de 6 4a eor-
reule, ollereceu ao seu socio bemfeitor Exr
Sr. Dr. Manoel do Naaciraeoto Machado PortalU, o
placa de que elle ccmmcndador. obra de tralia-
Iho acurado e cravejada d- bnlhames, sendo I.
collocada no peito do recepienle peu Exo. eon-
selhairo presidente da provincia.
SOCIEIUDB. DOS ARTISTAS MECIIAMCOS E
LBERAES.Esta importante aaaociagao acaha ie
crear em s> u seio ama aula te tacbygraphia. a
qual comegai a funecionar na semana proxiana.
poJendo desde ja se matricularen) os respective-
alumnos.
CASO HORROROSO.-Hontem, pela 6 1/2 ter;
da tarde, indo madama Baliox para sua ca-a
roa de Santo Amaro das Salinas, fu aecomoKliid 1
por um inlivdao de cor parda, que prolongndo-
se com ella dea-lbe ama lacada no baixo v*oir*
penetraudo na cavidade e sahindo quatro p .leg-
das do epiplom. Prestaram os pnrneiros soceo-
ros 03 Drs. Velloso e Santos Mello. O f>nm nto t
grave se nao mortal. Ella nao leo conscieseU
do aggressor, e al 8 horas da noite nao havia
comparecido autoridade alguma para tomar te-
nhecimenl > do fado.
P10TEST0.Hontem foi apresentado ao Exm.
presidente da provincia, pela assoeiacao doa pro-
pietarios una representago asignada por gran-
de numero dos maicres proprietarios desta eidad.
oa qual denonstrao a inconstitocionalidate do
comiacio celebrado com a emprua Reeife Drai -
aage Company, alem de irregnlandada e excsi-
va caresta. S, Exc*,recebtudo-a ie?iotidta $t*
a tomara na devida eoMteraete.
CONCERT.Domingo a u tile c Sr. Herriqa
Jansen, destnelo pn-fessor 1!" raaxica d um cea
certo instrumental, ca eidida '.- Orada, con n
concurso de diversos colleg.i- a. Amanbi tar
publicado o programma.
VSINHOINCOMMODO-Petem-BM slcqn- m-
radorf.s da ra larga > Ru-arii, p^r fi 'lia
memos a attencio lo reap c io B; >l, reh'ivi-
mente a um otao qae ditri):.i-n: *te*a ru
agnas em tal estado de ; :; .1- 1 c :m%-
da trd-- que p:*xim 1 \U
LOTERA.A que s:..... I >iW,
beoebcio da igrej le Notes, a nh PiedaC--
de Santo tmaro, qu--> err ao dia lo do curreute
oa LEILAO.rlfjo (8) deve Itr lOfti leilao de
movis annnnciado i*>r ial^-r'-nrito do af*n'
Piulo, no annazun do Sr. Boteito l.i^uoawo, ca
praga do Ccrpo Santo.
CASA DE DETR.NCA.Movim?DU do da 6
le margo de 1872 :
Existam (preo>) 362. emnrm 3, sahiram 1,
existen) 363. A saber : naeiunacs 251, mnitere
13, estrangeiros 13, escravos 9. escravas 5, lo-
tal 363.
Movmento da eufoimah di da 6 de nurg
Tiveramalla :
Francisco Gomes .uuiiubu
Luiz Antonio do Nascix-rate.
Antonia Mara da Conceigo.
Felicidade Pires da Luz.
PASSAGEIROS.-Viodn da Granja e portos ia-
lermedios, no vapir Ptropama :
Francisco da Sil va Saiupaio, Dr. Ant raio Frete-
nco Rodrigues de Aodrade, Henriqoe Dotningor-
da Silva, Domingos Antonio do* Santos, Dr. Fran-
cisco Leal de Miranda, Dr. Augusto Pinto Alve>
Pequeo e 2 criados, Dr Thomaz Pumpeu de Soo-
;.a Brasil Filho, Dr. Francisco Peraandes Vieira -
1 criado, padre Viente Pereira da Silva Guinu-
res, Manoel Jos de Olive.ra Figoeiredo, Antoni.
Rodrigues da Silva e SiU'a, Probo da Silva C-
mara e 1 criado, liraono iioreira da Carvalho e 1
criado, Joaquim Adunes da CosU, sna aanb< r*
1 escrava, Jos Joaquim Oz->ro, Irioen te Lira.
Verde, Francisco Guu\a da Cunta Brrelo, Leon-
cio Gurgel do Amaral, l'.tvmnndo A. Pereira, Ao
Ionio de Maura e Silva, D. Maris Moreira da Co.t..
D. Leopoldina F Moreira, D. Rita Fernandas Mo
reir, Vicente Ferreira, Lbomond Ferreira, Salas
liano Luiz de Franca, Jos Antonio Pereira, Va
noel Pinto de Andiade. A. F. da Silva Leal, Jo*-
Torquato de Si Cavaicanii, Joaquina Torqaato A-
S Cavalcanti, Getolio Alves de Paiva, PrimeDi
Daarte Ribeiro e 1 criado, Cleienaoo da Go'
Nogueira, Jos Ricardo Pinheiro, Jos Mara Za
sola e 1 lilho; Fabio Cabral d^ Olivira, Leowo
de Araojo Costa, Manoel Martins da Stlveira, Ma-
ra da Paz, Rosaura Maria dos Prazeres, Olilon J
Amorim Garca, Antonio de Amorim Garca, Jo
Carrilbo de Rivoredo Barros e 1 criado, Jos Par.
lino de Aodrade e 1 Gibo, Pedro Francolino te Guj-
raares Jnior, Joo Pompilio, Carlos Roishe, Jo
Piolo, Jos Cerqaeira de Carvalho, Jaodaria (es
crava), Antonio Augusto de CarvalDo Serrato, An
tonio da Multa, A. Machado, Joaquim Luiz Pial.
J. Martins da Cruz e Angela, Francisco Antea:
Carnero da Cunha, Augusto Gomes da Silva e l
filho, A. Vicente Migalhes, J )o Pereira do Lag
Braga, Manoel o .Nascknenlo Ribeiro, Manoel Jo?
Medeiros Correa, Domingos Grinf, Bernardin
Caim, Joaquim Rodrigues P.nto, Dr. Joao Leu
Ferreira, Alexandrs do Reg) F. Bnlo, Psete^
Caim. Mauricio Roubach, brz Jos Velbo d
Lima. ,
CEMITERIO PUBLICO.Obtuario te da 6 d
correle : _
Albino Jos Teixeira, pardo, Pernambuco, 1
anoos, soltero. Boa-Visu. hospital Pedro II; yai -
rba. ___.
Manoel Gongalves da Silva, pardo. Baha,
annos, olteiro, Boa-Vista, hospital Pedro 11; dyar
rha,
Mara, parda, Pernambuco, 2 horas Sanio Au"
ionio ; espasmo.
Pedro, escravo, preto, frica, 50 annos, soltfr
Boa-Vista ; bepalite com derrimamecto.
Pedro Bandeira, pardo, Parahyba, 50 aanw.
solleiro, Bsa VisU ; vlvulas
Rosa, branca, Pernambaco, 3 annos, 8. "o**
molestia interior. -
Maria (rtcein-nascida>, branca, Poruaaanoc
Reeife ; fraaueza congenita.
Eduardo Kavarnegb, branco, Inglaterra, 21 an
u. s, soiieiro, Boa-Visia ; febre amarelta.
Fraocisa de Carvalho Correa de Arao|o, brac-
ea, Peroatobai-o, 50 annos, casada, R*t(e ; hep'.
to interne chromca.
Manoel Paotaoells, branco, Hespanha, 18 anaa.-
soiteiro, Boa-Vis#; febre amarella.
nienTereleal ,en)To minos haveV da minha tinctoconego Hajcoflno Patean.* AgnrnL^,
parte una prolltso, protesto que para mira ^MMSf1"*TtoS tenSarUI
porte um aclo de reeonhecimento e graldao! chela de esperangas paraos jovens seminanst
aquellos dstinctos eleitores que me honraran) nao | Oaata ^P'ocese, ...,,,.-., rtflsU ru, se nos
SeSSaSP00' Cm Umbem detfeBjeDd Nogg teKrteSJ.'ffgjteg
Como membro desta casa, Sr.. presente, ,5o .faiem nalla *f+*jB~gg+*
posso deixar passar inclume um fado Wa ailieolras*MaMtg"*^^J
ordem, porque com a reproduca 'elie, por certo duzera de o**.* fSZtoV^SrS'.
se aniquilara, o systeoja qaa aos re?e, e mais Chamamos para isso a atlengao do Sr. (Ucal res
ffifcArf R? qtS? JS PaSSBno -O vapor brasileiro Piraba troa-
abusem do poder (he a lei Ihes coofere como fez xe para qs ^rs. i'tefl^M
o presidenta 4o colleciQ eleitoral d'Agua Preta,! Lutj Antonio Siquelrs......4.0O0*wu
M0V1HENTU DA CA1X.A, EM BESUMO, BA COM
PANHIA DOS TRJLIIOS URBAX03 W) XIKK. A
OLINDA, RELATIVAMENTE AO MEX DE FRVI -
REIRO DE 1872.
Entradas.
Saldo do mz de jaoeiro prximo
passado
?:27t4tel
Receita
Bilhetes
Assigoataras
Carga
Expresaos
U.2M000
2.257JOOO
7olO
4U0OO
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2:700aW'
Receb'. Jo do th8f4UWro
S.E. 4 0. RS. Il:WMM

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V
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3:
I
Sabidas.
Ordnalos
Penas
Diverjas de?petas, nta.teriaes, cebo,
azeite -valla? etc..
Ponas atrasada?, pagas n'este mez
de fwrsro
Mobilia (un cofre para aestseJjda
Aurora)
Regates de bilhetes
Saldo, realzado, em rooeda correle
que passou o mez de marco de
1671.
3:*7*Of
1:023*150
2:459*875
| 9:731*310
396oeo
798650
292!60
S. E. & 0. RS. 91:373^931
Eseriptorio da coropanhia, 7 de margo de I87.
O thesooreiro.
Albino da Silva Leal.
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devotos que leeui le festejar o
rtcnhor Moni aens (oh lDa-
sos na matriz do Poco da Pa-
nca co anuo de 1 S t.
ProveJor por elekao.
0 luna Sr Ifere Aria des Djarte Carneiro d.
Cq!i.i Gama.
Provedora por eleic).
A Exma. S.-a. D. Cletie i ip, esjo do Sr. Jo5j
Pertira do Reg.
Provador por devo?3n.
0 1! na. Sr. Cicero U anle ro de Meti.
Provedora p)r devoo.
A Exrr.a. Sra. D. (uiihermiaa, esposa do S". Car-
tos da*tfe*qoi'j Palclo.
Se-.ret.irio por eleiro.
lllai Sr. corooel Joio do Ra*go Uirros Fa-
S'cretaria por eUifio.
A Exma. Sra. D. Paulina Pereira Barreta I/mt,
epjii do lm. Sr. al-res ioao Rodrigues Li-
ma.
Secretario por devofJ.
l) lil-n. Sr. Joaqaim da Costa Ribairo.
Secretaria por devofao.
A Exma. Sra. D.rMaria Jo^ephina, ep?a
Gabriel de C stro Qailtu*.
Pi ocurador gara!.
11 i.lm. Sr" Luiz Jjs da Cou e Silva.
Procaradora geral.
A Exma. Sra. D. M-iria Tbomaz a Pire.- Lobo.
Tliasoureiro.
ii 1 la. Sr. Joe Clemeniioo H:nriqaei d3 Silva.
.Thesooreira,
A Fr c. Sn. D. Amelia da Gama de Miranda
.-unques.
Provedor perpetuo.
Ma. Sr. capnao Aoioa o da Roiha Accfely
L-n*.
Provedora perpetj.
A ixma. ira. U. Emilia, e^pua do Sr. l'ran'-is
o l> P.ulo.
Mordomos.
0 Hlrai. Sr?. :
I ao los Pinte Jnior.
Ur. Felippe de Figueira Paria.
Mr. ituflno Augusto de Almeia.
:>-. BmMmk Mmele Alves Forreua.
'i r mho de Oliveira Bjrges
Ovidio Perfeira da Silva.
J Si Camillo P res Paleo.
J.-> Camello o Reg Barros.
ABfOttfl Octavlaoo de Souza.
EJuardo Feotn Innior.
Tjrqnato H-nnqne da Silva.
Canudo Amara!.
Alolphod SilvaGuimaraoj.
<^apno Jo Eieulerio dj Azeved'.
Major Jos Tneodoro de Sdo.
lvin. conego Joo Chrisostomo de Pai Tor-
res.
K-a>. Tigario M'guel Amerio Pereira de Souza.
H*ni. Fr. Augusto da Immaculada Conseiciio.
ttvm. padre Lmo do Mjnte Carmelo Lana.;
livin. tigario Vicente Mana Ferrer de Albaquer-
qae.
Mordoraas.
As Exmas. Sras:
l). Francolina da Costa Ribeiro.
D. Mara Olindina de Mattos Ferreira.
I'. Aman Ja Celestina da Gama Duarte.
J. alaria Exilia Lopes Azevsdo.
I). Florinda Perpetua do Reg Motta.
i). Mara Leopoldina de Miranda.
i). Marta das iNeves de M randa.
I). Leopoldina Mara de Miranda.
D. OlegarifcEsraengarda da Costa Gama.
D. Herraina, esposa do Sr. Dr. Felippe Duarte Pe-
reira.
I). Ano do Reg, esposa do Sr. Miguel Francisco
do Reg.
D.Leonor \ugusta Belmont Mafra.
D. Francisca Eugsnia de liveira.
D. Anela Candida Ayres.
f). Hortencia B. de Assis Camino.
D. Guilberraina Adelade de Miranda Peixoto.
D. Mara Tneodora da Costa Ferreira.
D. Mariaona Celeste da Gama L)bj.
D. Guilbermina Rodrigues de Sjuza.Tlr.tos.
D. Amalia, lha do lllm. Sr. Joo da Cnnha
Rei.
Procuradores.
Os IIm- Srs.
Manocl Bruno dos Santos Gouveia.
Luiz Frederico Codeceira.
SeverhM Duarts.
Sebastio Affjnso dj Reg Birro9.
Pedro Americo da Gama Duarte.
Antonio da Silva Nefes.
Teoenie Theophilo Alves" da Silva. _
Teneote Horacio Pires Galvo.
Felinto Elysio de Miranda Peixoto.
Alferes hidoro Theodulo de Mallos Ferreira.
Procuradiras.
Ai Exms. Sras. :
D. Josepba Pires L >bo.
O. Amalia Bedolioa Manriques da Silva. ,
D. Heraclia Ferreira C^rdosq^yres.
D. Mana Amelia de Miranda maridaos.
D. Marianna Ferreira Lopes Res.
D. Cecilia dos Santos Mavigmer.
D. Carolina Cecilia de Miranda Peixoto.
i). Anna Pires Lobo.
D. Francelina Mara Braiilioa Bastos.
D. Carolina Cecilia da Gama Lobo Pires.
Commiso eocarregada da testa.
0s4llms. Srs.:
Augusto Cario de Miranda Henriques.
Genuino Angusto Pdixolo.
Bento Joaqaim de Miranda Menriqoe?.
I'ranklio Benjamn Tbeotonio Peixoto.
Francisco de Paula e Silva.
Eserivao da commissao.
O Illra. Sr. Julio Cesar Cardoso Ayres.
O coadjuctor pro-parocbo,
Padre Vicente Jf RSOA.SB.VIO ATROZ
5r. Redad-res, Sjb a epigrai'lie ida* t
ifuafam-Vmcs- (julilicTui toa oowihm
ci.s/u de O urna ligeira aoticia por aim forueda,
acercade um faci em si mostr grave e deplo
iavei."
Ej qne no Diario'fa hojo apnarece o Sr. Jos
Joaquim Pereira de Mendon^a, tentando em balde
comediar aquilto que o aea arttitldo ve o liada
mais esclarecer e corrnfcerar, isto que o ficto
denunciado existe em todat> as anas referidas cir-
cumsuncias.
Eunao venho respon.4er ao Sr.Meadnnca, n>eu
candado e compadre, de qu tu tentto receido ta
vores, e i queni por uitfea vex tenbo sido til
em moitas (ccistdes comopuacanscieoeia inedira,
e como sal.em petsoa.-* desia cidade e le fra delta
algumas das qoaes aitamenie colla cada?.
Nao venho reponder-Kie, nao purqua faca del-
!e poaco cuso, ^ue nao me juigo com o direit. de
depresar a nin.'Uein, anda o niais vvl ente,
comn de ^a de daiturar aquelle que elle, ptlo ontrari,
lem o dever de acaiar ; oas porque Meariooca
de espicilo rude, como todos que o conbecein bem
o saftem, o era tal caso aniacar-se-hiaa ser em
pura petda ludo quanto Ihii eu dissee e.
Ventio contar oais desoav. Ividameate e com a
pura verdade o fno ao publico, d quem es*
per juizo (avocavelj em q je me apoie, tal s
sautiiiade da cansa-e a eX'jeHeacia dos meus in-
luitos.
Morando em Alagoas rainha infeliz mi e pa-
draslo, pedu da a e.-te e aoa lillio> em artigo de
mofle que Ilzes.em por a fumar alguas da-
c-ciavas que po nomo de U.nniaoa (a escrava urquertao) a quem
tulla grande estima, que nascera em sen- iirai; j-,
qne creara com grande trahalho por ter sido sem-
pra de siude arruinada, t que linalmeaie era a
amiga mais devotada e msi< queii li di familia.
t'n-ie crer o publico que auu ineapaz de contar
urna tabula.
M-u padraslo, rorem, oo porque quizese de-
xar paramis larde essa a fjrria, ou porque pa-
receudo-lhe ( eagaoou-se I ) que Mendi>u;a, que
appienta\a presiar a Dannaua a mesma essima,
liberial-a-lna depos por sua propnacouta deixou
le iazel-o.
Meu irmao, do 2.' ieito, Dr. Domingos, promet--
snpprir a falla de meu paorasio de volta de u ua
viajera que lizera a corte ; mas no da do em-
oarjue. como Damiana cuntale ate ei'Aj nan
eoi Mendonca (matlograda cunaiiea !) em logar
de acompautiar bim i'emio, ap<-zar de ser tirad;
o paaiap-He cumo ?"ndj .. creada, parti para
esta cidade de mota proprio e preseni-ra-se a
MenloiiQapor quem fot rec> bida com g ande al-
vorn^u de prajer porque aleaj do mais elle ini-
raigo de meu irosao. Nesia ceasiao dis>e-me que
pelo faci de havel-o a escrava procoTMO espira-
uueainente, ehe aiforrial-a-ht, e nao s por s?o
mata anda em at;e .<;a-j a ter a me de Uainiaoa
aoHRmaiadu itie um uu dois li hos.
Gumpria purem ames de ludo liquidar o direito
delle a escrava, vi-io fer ortdor do casal por
quai.iia superior. Nesta occatiao D'^stei-ihe todo
u apoio possivel represaatando iodos os hsrdeiros
ausntese leudo i>titen Meodonja por si Do contegntrta vistd fer le todos
luiraig".
E' quaado meu irmao D-ining'i-, as-eminao in-
lerinamenie o exercicio de chre da polica das.
Ai(oas, txpeoe preeatoria ao desta, Ur. Hrmo-
getoeij atim de ser-lhe reraeuda a mulata.
Vendo Mendjnya que de.-ta f.rma lcvar-lhe-hui
vaot gem meu irmao, de quem alia desejava lo-
mar ene tHM vifili:w, pndo-ine que tratasse des-
se negocio de tal aorte ijoe a nmiata nao fo.-se
reraetlda pira Alagoas, nao hesitando era alfar-
riii a ioc.niiuenii, qaaatnn iuntu se fkesac misler
pira conseguir o seu lira.
Nao o iez,piiiera:i.,-racas a mkn nesmo que, sen
do seu aui'gi e qoeteu'lo acauelar :-eus inieres-
Sts ( ingrato I cemo elle me agradece I ) prestei-
ne a ir xh brr o sen direitu ante.o obele <' poli-
ca Dr. Hermogenes, eum o juito auxilio do inte-
gro Dr. ScbiBiiio Lacerda joiz -le dir.it i especia'
do commerclo. FuiaKtndido pelo respeitavci S
D-. Herajogenes, e amlala licou em podr d-
Mendonca, onde esta va.
Tadna no inelhor (i ; Mendonca mu o xeu
amigo ; consulta 'a-uie em todos os seus Mgocioa;
e trativa de cou;luir a acgij ; penhora ,'e la na
mulata.
Por occasio da pra^.i dnas rr-ra^stas opp3re-
cem. urna no valor de 1:OGO000 res, e outra, a
jj M-ii )i ira, no de l:8tK>iJ00, dizeudo este ua
sua pelicau (|ue se pode ver nos anier) que e-
perava ser scceita sua propona visto ser a escra-
va mato estimada da familia Poi-O cl!j alju-
dieadii '
E-tava en muito tranquillo, a\ persuaa) de
que elle contiauaria a dar o memo bom trata-
melo Daraiaoa, que sempre llie foi dado pela
famiha (porque Daimana foi criada eomooxco como
irii.at), e esperando alea disso que elle eifectiiaria
a nromessa que a m;m fizera (oeg.vlo-ha ?J de
alforna-h, qu-audo u'iiin bello da entra-me a
mulata e^i ca.-a toda cbjrosa, coro as mos arre-
bemadas de bolos e lavidj em saague. Procuro
miiii.-di..t. ni n'.e o senbor. quem exprobro as se-
vicias fritan Vi 3 ti Ha. diz-ndo-me elle have-la
castigado d'aqaeile modo por andar ella com ou
tras companhetras pelas ras I
Lembre Iba a promessa d'alfor.la : desdisse-se.
Pedi-lhe qne dissesse por q-ianto a quera libertar,
pois que nao me seria ditticil conseguir quaoiia
sufficieute para tal (ira ; respandeu-me qae a n)
libertaria p -r dinn-iro uenbura. F/z-lhe ver que
a le garante em tescatos ao e3cravo o direito de
ibertar se ; isio o nao demoVa do capncbjso
Iproposuo em que eslava.
Tomando eu a casa, mandei a mulata que voltasse
para a de seu senbor. Disse-me qne seria mais
fcil niatar-se, do jue voltar. Procuro encontrar
me de noVo cora elle, quem tudo cont. Dsse-ms
que a mu'aa poda fl:ar em miaba casa.
.Ng querendo eu as consa- nesee p, escrevo
lhe das depois urna caria fazeodo as mais razoa-
veis ponderaijoes. Nao me respoadeu.
Afloal, ao cabo de certo lempo, vera s minha?
raaos urna carta su?., padindo-rae qaj Ibe man-
dasse a mulata. E lediss no Diario que ordenou-
me. Poda eile ordenar-mj f Poda, verdade ;
ludo pode a ignorancia. A mulata obstiaava-se
em uaj querer volar para a coropanhia d'elle,
declarando sempre nunca o fazer.
A alforria era, pois, como v se, a noica solu
cao possivel da queslao, solucao natural, razoavel
e legal. Mas nao querend > ea anda recorrer a
fsse lucio, porqae nmm MendonQa marido de
miaba irma e enlSo mea amigo, lembrei-me de
eterever a meu frino, jaiz de direito era Minas,
pedindj-lhe urna narta para nos o ennbado em
favor da alforria de Damiana. Mas meo irmao est
uo centro de Minas, nao pooia de prompto ebegar
me resposla sua. Se pelo vapor quemanba espe-
ra se do sul vier e.sa resp-sta, comprometime a
-tampa-la as paginas d'tste Diario, para provar
ao publico a prudencia com que me (eolio ruvld.
em lao xe indroso negocio.
iNeste pauto as eoasas, Damiaaa presa. Eotao
entenli nao caberem mais as contemplaces, e re
quereu-se em^uizo a libertacao d'eila. intim-d- o
senbor, declara t U vendido ao Sr. Jos Lopes
Machado ; iutimado esje, declara ter se ella ev*
nido.
Eis o faci liel e verdadeirameu'.e expjsti. Ha,
ou nao nisso um drama digno da execrado pu-
blici I
Diz mea cunhado que o comprador de Damia-
na, o Sr. Jos Lopes Machado, nao a priendo ha-
ver por bem, prendeu a.
Declaro que o Sr. Jo.- Lopes Machado nunca se
entendeu comigo nem pessoalniente, era por es-
cripto e nem por interposta pesoa a tal respeilo,
e que porianto inexacto o qne impvidamente
allirraa ajuelle em seu artigo de boje. So ulti
ma hora e depois de presa a mulata, foi que Men
doea dectaron ao ofcial do jaizo t-la vendido, o
que consta de certidao.
Ea nunca cootestei Mendonca, nra ningum,
o direito i escrava. Nonea perturbei o curso le-
gal de qaalqnsr negocio em juizo ou fra d'elle.
Mendonca e o publico tabem melbor do que eu
quera capaz de fazer essas perturbaedes.
Ningaem quer aiforrias de me.ia cara, ne n tal
insiauacao se devia trazar ao pob.ico. E a prova
disso| qne ja se requeren arbitramento, apezar
do desapparecimento da mulata, para, presente o
senbor, oo revelia d'este, ser elle feito, e deposi-
tada a gqana arbitrada.
Como se v, o que se quer que a saludar lei
do elemento servil seja ama realidade e nao tus
brinco ; que a iiberdade seja garantida e nn-
guem poasa superpr-se acca> benfica da le,
por capricho brutal, ou valenta ou gaaantia.
Oamiana ba de apparecer viva ou morta: no
primeiro caso ba de ser libertada, porque a iei o
3uer; no segando quem fr criminoso ser puni-
o, porque a lei nio p.;der deixar de qaer-lo.
RtcifH, 7. de marco de 1872.
Antonio Jos Alves de Bnto.
E*tr,lift 'J* ftarifi dA*Rpfnfii tfl2 Antonio Cartea de Castro Madeira, dem.
Mliiai ^C 1AJ U a< i-i;t Aribar de Barnn Falci-r de Lacrdi, idern.
a Oiiud
104 Drac Oiavo Carneiro Lei, idam,.
lO-l Cisvoiiro Beta Gomes e Silva, dem,
os mportatiea^renarM: 106 PrankHn Eugenio de Miranda 9eve, idem.
107 Francisco Ribeiro Freir eArgTo
Concluirn) -se alioii
Teiios na Iraha frrea de Oiinda, na part*qae
deia do Varadovo ao paleo do Carm i (p*ito
fioal da linha) segando dizern os entendidos. '
Entrean, a iltu-trada superintendencia reeei-
8de algam amariamsnto por ttas do convento
dos frades de S. Bento, limita-se a fazer ir all os
treos at aa 3 1|2 horas da urde, emqaanto nJ
cnegar a almejada lapterna mgica para Iluminar
it va, aflv le evitar que as locomotas errara
o camioh cora a escandio da noote. Esta difll -
culdde poda.ser vencida de raomeato, maadando
collocar margem da linha alguns dns laaapeoas
que jazen despresados por aquella cidade.
Os interessados confiando no zelo e boa voniade
que a illastrada directora demonstra em bem ser-
vir os passageiro, fari observar a tabella era
vigor, sto fazer ir ah os treus al as 9 1|2 ho-
ras da noute.
Alguns passageiros.
Resposta ao aviso do fallido
% A- Gaju'
A viova e hwdeir,r de Miguel Arcbanjo de Fi-
gueiredo declarara que nao te.m lugar o avisi do
Sr. Manoel do Amparo Cajd, pnblicado no Diario
de i do correle, visto cuino o Sr. Caj' fo| jalga
do fallido, nao so pelo tribunal do commeram como
pete tribunal superior, e eus bens nao cPgaram
para o pagamento, sendo para isso o sitio denomi-
nadoCirtume, e mais alguns bens adjudicados a
M'guel Arcbanjo de Figueiredo coeno conslj da
sentBO lomada aos i\ de marco de 18G8.
O litigio qun pende apenas o recarsj de revista
iulf-rposio pi-lo administrador da massa filltda so-
tire a dassirkacao de crditos, e nada mais.
Portanio julgam-se habilitados e com direito
vender ou alienar por qualquer maneira a dita
propriedado e bens, assim o queiram.
Recite 2 de mar;o de 1872.
imperial lastruto de S, S.
do Bom Oonselho.
C bacharel Antonio Columbino Seraphico de
A*ab Garvalh". director desie Instituto tem a sa-
itsfago de apresentar aos pas de seus alumno,
caj h nomes va > abaixo, o resoltado dos exames
que llzeram na Facnldade de Direito, no anno lec-
tivo prximo passado.
Pbilosophia.
i Americo de Camino do Passo, approvado
oh mente
2 Frjocisco Baptista Viera, approvado.
3 Joaquim Fernandos de Cirvaitio, idem.
4 Joaquim Ofympio de Paiva, idem.
5 Joaquim Pereira de Mello Moraes, approvado
plenamente.
G Jo- Baptista Rodrigues Pereira, approvado.
7 Mano si P.nlo Branda), approvado pleoamente.
8 Maihias Carlos de Araujj Maciel, idem, idem.
Geographia.
9 Antonio de Arrula Bettrao, approvado plena-
mente.
10 Candido Alcoforalo, dem.'idem.
11 Gabriel losa Barbosa da Silva, dem dem.
12 Wermioo Maniz Crvelo, approvado com dis
linelo.
13 Hanriqae Pereira Maa Vinagre, approvado.
II Jos Mara Correa das Neves, approvado pie
mente
1-5 J M Mauricio Torres Tampsrat, idem dem.
10 J 'o Cabral de Mello, idem idem.
17 Padr.j Vicente Vianna, i-lera dem.
18 Ituymnnlo Antonio da Rocht L vado com jisinijaj.
19 Theodjro Alves Pacheco, dem com dlstincc:.
Historia Universal.
20 Anlmi) t Arroda Bellri, approvado.
21 Americo de Camlho do Passo, idem.
22 Mmoel de Barros Brrelo Filho, dem.
2) Augusto Teixeira Je Azevedo, approvado pie
mente.
24 Joaqaim Oympio de Paiva, idem lera.
25 Joaquim Pereira de Mello Miraes, idem dem.
2o Joo Pedro Honorato de Miranda, approvado.
27 Mjnoel Jos Feroandes Barros Sobriaho, idem.
28 Manoel Mara de Sam'Anna P, approvado
plenamente.
29 Haymundo Au'.onij da Rocha L;ma, appro-
vado.
30 Tneodoro Alves Pachaco, lera.
Rheiorlca.
31 A fredj SJdaoha, approvado. ,
3i Antonio Perefra de Cmara L^ma, idem
33 ejsrotm RoJrignes de F. Caracioli, Jfppro
v.do plenamente.
34 Casimiro Reis Gomes e Silva, approvado.
3) Cypriam J-as Velloso Vianna, approvado pie
menle.
3*5 Hirmioo Muaiz Curvelto, Jem dem
37 Jeror.yrao Maniz Ferro de Aragao,idem i-Jero.
38 Jo'C rleiro Alvira e Slva, idem idem.
39 Joan Cabral de Mello, approvado.
40 Joio Lopes Ferreira Fito o, idem.
41 Joaqaim Fernandos de Camino, idem.
42 Joveniano Avelino Pereira Duarte, dem.
i l Jos Joaquim da Palma, idem.
44 Jos Mana Correa das Neves, approvado ple-
namente.
43 Jos Miurio de Torres Temporal, appro-
vado.
4(5 Jo- do Valle Pedroso e Sjuza, idem.
4< Jos Vianna Vaes, idem.
48 Julio Pereira de Camlbo, dem.
49 Manoel Carneiro de Souza tandeira, approva-
do plenamente.
30 Manoel Joaquim de Mendonca, approvado.
o I Manoel Jus Feroandes Barros, dem.
52 Maaoel Pinto Braadao, id^m.
51 Malhias C. de Aranjo Maciel, idem.
34 Napoleo Simoes de Oliveira, dem-
53 Pedro Celestino de 5raza Macieira, dem.
35 Raymundo da Roshi Lima, approvado plena-
mente
57 Theodora Joaquim de Sam'Anna; approvado.
38 Vicente Ferrer de B. Waoderley, idem.
Geometra.
39 Adolpho Tacio da Costa Cirne, approvado
plenamente.
60 Cypriano Jos Velloso Vianna. approvado.
61 Chauleaubriand Bitulaira de Mello, idem.
62 Gaspir ds Manezas V. Druramond, approva-
do plenamente.
63 Joo Cabral de Mello, idem idem.
64 Joo Joaqun) de Freitas Heoriqaes, appro-
valo. *
63 Jo.- Bandeira de Mello, approvado plena-
mente.
66 Jos Baptista Rodrigues Pereira, idem *om.
67 Jos Dantas Iiapicur, approvado.
68 Jo- Mauricio de Torres Tampoial, idem.
69 Maooel Carneiro de Souza Bandeira, appro-
vado plenamente.
Arithraetlca.
70 Cypriano Jos Velloso Vianna, approvido.
71 Francisco de Ca 72 Frat,k!im Eugeuio de M. Sev'e, idem.
73 Gaspar de Meoeies V. Drummond, apprcv
do plenamente.
74 Joo Cabral de Mallo, approvado. *
75 Jos Bapista Rodrigues Pereira, idem.
76 Jos Dantas itapienr, idem.
77 Jo- Mauicio de Torres Temporal, idem.
78 Maaoel Carneiro de Soaza Bandeira, appro-
vado planamente.
79 Manoel,Jos Fernandas Barros Sobrinho, idem
Idem.
80 Vicente Ferrer 3. fasconcelios Araujo, ap-
provado.
Lingoa nacional.
81 Antonio de Arroda Beliro, approvado.
82 Jo- Mauricio Torres Temporal, idem.
83 Joaqaim Pereira de Mello Moraes, idtm.
84-Joaquina Olyrapto de Paiva,dem.
83 Joaquim Feroandes de Carvalho, dem.
86 Jos Mara Correa das Neves, idem.
87 Napoleo Simoes de Oliveira, idea.
88 Pedro Celestino de Souza Macieira, idem.
Ltiro.
89 Francisco Ribeiro Freir e Arglo, approvado
90 Jos Heorique de Salles Abreu, Idem.
91 Julio Pereira de Carvalho, idem.
92 Jos Solano Carneiro da Cunba, idem.
93 Jos Alvos de Lobio Veras, idea.
94 Jos de Moraes Viera da Cunba, idem.
93 Maaoel Joaqaim de Mondonga, idem.
96 Nopoleo Si uoes de Oliveira, idem.
97 Pacifico da Siva Castalio Branca, idem.
98 Zjzuo Z raades da Cmara Lima, idem.
Fraucez.
99 Ablio Abertino da Cmara Lima, approvado,
100 Aaunio de Arroda Beltro, dem.
101 Antonio CoelhoPiohairo, idem.
. deto.
108 Gustavo Olympio de Miranda Fontouri, idem.
109 Joo Gualberto Gomes de Sa, dem.
110 Jos Baptista Rodrigues Pereira, idem.
111 Jos de Moraes Viera da Cnnha, dem.
Il Jos Bernardo Caroeirp da Cunba, idem.
113 Jos de Parias Maeiil idem.
114 Jo- Bonifacio da Silva Cmara, idem.
115 Joaquim Moneiro Dniz, idem.
116 Napoleo Simos de O.iveira, idem.
117 Pedro Celestino de Souza Macitira, idem.
118 Theodoro Ulysses Torres Tavares, dem.
119 Zosiuo Z-nades da Caraira Lima, idem.
Inglez.
120 Alexan Irino Das Guama/ies, approvado.
121 Aulonio Philadelpho de AlmelJa Patricio, idem
122 Antonio de Arroda Beltro, idtm
123 Alvaro do Prado Pimentel, idem.
124 Francisco Barboia de Paula Pss, idem.
123 Francisco Ribeiro Freir Arglo, idem.
126 Francisco de Assis Bezerra. dem.
14/ Feliciano do Reg Barros e Arauj", idem.
128 II Tcnlano Marques Inglez de Sauza, dem.
119 Jos Flix Gareez, idem.
130 Joo Sabino de Lima Pinto, idem.
131 Jos Baniista Rodrigues Pereira, dem.
132 Joo Carjrat de Mello, idem.
133 Joaquim Monteiro Diniz, i lem.
134 Joaquim de Azevedo Siqaeira Vazejao, Uom
1IS Jos Mina Correa das Neves. idem.
I.'tG" Joaquim Fernandos de Camino, idem.
137 Jjan da Silva Mello, idem.
138 Manoel Ribeiro de Carvalho, 139 Napdi> Simfles de Oliveira, idem.
140 Pedro Celestino de Souza Macieira, idem.
Matncularam-se na Facoldade de direito.os
alumnos seguimos :
Americo de Carvalho do Passo.
Joaquim Pereira de Mello Moraes.
V. Joaquim da Pairas.
Jerooymo Mooiz Ferrio de Arago.
Joaquim Olympio de Paiva.
Jos Baptisia Hodrigues Pereira.
Recife, 7 da marga de 1872.

ViOVIMENfO DO PORTO.
Navios entrados no dia 7.
Rio do Janeiro20 dias, brigue inglez Ferry lili,
de 248 h neladas, capitn R. Barclay, ejuipagem
10, em lastro ; a Borstelman 4"C.
Santos13 dias-, barca ingleza Ruth, de 261 tone-
ladas, capito Thomas Lurpby. equipagem 9, em
lastro ; a Antonio Jos Damas.
Rio de Janeiro16 dias, barca franceza Provence,
de 540 toneladas, capito Valentn, equipagem,
13, era lastro; a Tisset Frere.s
Rio de Janeiro27 d as, patacho americano Abbie
Cleflord, de 230 toneladas, capillo E. M. CUffird,
equipagem 10 em lastro; a Johnston Pater
dtC.
Granja e portos intermedios9 dias, vapor brasi-
leiro Pirapama, de 312 toneladas, commandante
tefeso, eqolnsgem 30, carga varios geoeros ;
a Coropanhia Pernambuc3na.
Rio ie Janeiro26 dias, brigue inglez Rosario, de
277 toneladas, cipilo James Poter, equipagem
II em lastro ; a W. G. Faoneliey
Livarponl37 dias, barca ragleza .Icorn, de 28
tonel? da?, capitao G Wilsou, equipagam 10.
carga faendas ; a G raido Basto.
Navios saludos no meimo dia.
BabiaVapor inglez Ariel, commandante Hory
J oes, com lastro de assucar.
BahaVapor ioglez Talismn, commandante John
Slock, carga parte da que trouxe dos portos da
Europa.
il n. por kilo,
a 90 div. 24 34
por
d. e
?!IACA U HECIFB 7 DE MARC'J.
DE 1872.
*S 3 1/) HORAS DA TAEDa.
Cotaces officiaes.
Algodode 1* sorte 749 rs. aor kilo.
Algodo-ae Goyanna sem mspecgo 718 rs.
kilo.
CjUiosverdes salgados 3
arabio sobre Lon Iros
25 d. por I 000.
Cambio sobra Portugal a 90 d|v. 23 d. por II,
pagavel em Londres.
Fretede aigido do Rio Grande do Norte para o
Canal e or lens para o Reino- UuiJo 3)4 d.
e 3 0|0,
Frele -de assucar da Parahyha para e Canal e cr-
dens para o Reino Uoido 43| o 5 0,0.
J. F. Pinto,
'rnsideut*.
Dobourcq,
Secretario.
A-LFANDEGA
.iendimeoto Jo dra I a 6 .
dem do du 7 \ ,
259:187*723
44:694*793
303:882^318
Descarregara hoje 8 de marco de 1872.
Vapor nacional Pirapamavarios gneros.
Brigue portuguezFlorinda -pedra*.
Barca inglezaISrilhante varios gneros.
Lugar inglez -Huntressidem.
Patacho bespaobolPaq telebacalho.
CAPATAZIA DA
Reodimento do dia I a 6 ,
Idem do dia 7.....
ALFANDEGA
... 2:391443''.
. 406*948
2:798*404
FazenJas sabidas pela I" e 2* porta (vols.) 212
Diversos gneros de estiva sahidos
pela M, 2' e 3 porta (vols.) 380
Sarama 392
Despachos de exportaco no dia 6 dt
marco de 1872.
Para os portos do exterior.
No navio inglez Juanita, para o Canal, car-
regaram : Henry Williaer & C. 307 saccas com
20,303 kilos da algodo.
Na barca Boraegaense Gambetta, para o Ca-
nal, carregaram : Rabe Schameltau & C. 764 sac-
cas com 57,606 kilos de algodo,
Na galera porlugoera Asia, para Liverpool,
carregaram : Thomaz Jefferes & C. 352 saccas
com 30,116 kilos de algodo.
No navio portuguez S. Manoel II, para
Lisboa, carregou : Joaquim Jos Ramos 3 barr
cas cara 283 kilos de assucar braoco.
No navio bespaobol Hugo, para n Rio da Pra-
ta, carregajam Augusto Ferreira Gniraares k C.
200 barricas cora 20380 kilos do assoear branco,
Nobrigoe nespanhol Soberano, para o Rio
da Prata, carregaram : Pereira Carneiro & C. 400
barricas com 44.770 kilos de assucar branco.
W. No brigoe inglez Rae; para o Canal, carre-
garam : Kabe Schameltau & t. 100 saceos com
75,000 kilos de assucar mascavalo.
No navio hespanhol Joven Anna, para Mar-
seille, carregaram : Ba.tbar Oliveira & C. 800 sac-
eos com 60,000 kilos de assncar mas-avado.
No patacho nacional 7 ifc.iiiiio, para New-
York, carregaram : Jo? da Silva Loyo & Filho
1,000 saceos com 73,000 kilo3 da assucar mas-
cavado.
No vapor inglez Cruiader, para Liverpool,
carregou : Joaqoim Jos Ramos 4 meias barricas
com 176 kilos de caf.
Para os portos do interior.
No brigue brasileiro Raio, para Para, car-
regaram : A. de Oliveira 100 barricas com 6,860
kilos de assucar braoco ; Joaquim Jos Gongalves
Belirio 170 ditas com 12,444 ditos de dito.
No patacho nacional Grac, para o ftio Gran-
de do Sul, carregou : Jeronymo Barros 100 bar-
ricas com 8,305 kilos de assncar branca.
No brlgae brasileiro Hugo, Para o Rio de
Janeiro, carregoo : Baro do Livramento 200 sac-
eos com 14,000 kilos de assncar braoco.
No brigue nacional Mariho ni, para o Rio
Grande do Norte, carregaram : Amorim. Irmos
dt C. 3 saceos com 223 kilos de assucar branco.
No vapor brasileiro Pora, para o Para, car-
regaram : Per ira Vianaa & C. 70 barricas com
4,541 kilos de assncar branco; Joajaim Jos
Goncalves Beltro 1/0 ditas com 12,44 ditos de
dito.
Na barcaca D. Constancia, para Goyanaa,
carregoo : Francisco Pereira da Paria 2 barrioasj
com 116 kilos de assncar fino.
Na barcaca Flor do Norte, para Mamanua-
o, carregaram : Silva Irmos & C 2 pipas com
liiiportacao.
Vapor brasileiro Pirapima, viulo da Granja e
escallas, manifo-tju :
A-godo: 26 sacca* a Lniz A. Seqaeira, 1378 1
Si Leiao & Irmao, 139 a Alfredo & C.\ 36 a to
mes de Mattos & Irmao, 34 a Raliarmioo do Reg
Barros, 70 a Clenieclinn de Gos Va-concellos.
Barricas vasias : 160 a Joaqoim Jos Goocalves
Beltro.
Caf : 23 saceos a J. M. Palmeira.
Gra de carnauba: 4 sacc s Jos ferreira Pin-
to de Magtlbes. Cgsrros : 10 barricas a Fian-
ci-co Jos da (osla Guimares. Couro de lastre :
I caixa a Cunha & Manta. Couros seceos : 460 a
Oliveira, Filhos 4 C.
Esleirs: 373 a Clementino de G3S Vas:,n-
cellos.
Gamma : 4 barricas a Joaqaim Geraldo da Bas-
tos.
Pennas de eraa : 1-pacota a Francisco J. de Bar-
ros Jnior.
Qaeijos: 1 caixa a Jos Lopes Davim.
Redes: i caixa a Jo^ Francisco Ribeiro de
Souza.
Sola : 991 meios a Moraes & Irmao, 383 a Luiz
loccilves da Silva 4 Pinto, 136 a Francisco Joio
de Barros Jnior, 350 a- S Le.tao t Irmao, 300
Manoel Marquos Pinto.
Tiucinho : 3 barris a S LeilSo A Irrao.
. Velas de carniba : 42 eaMni a Jos Lopas Da-
vira, 2 a Jos Ferreira Pinto de Magalbes.
RECEBEDORIA DE RENDAS INTERNAS
GERAES.E PERNAMBUCO.
aendimeoto do dia 1 a 6 17:138*725
idem do da 7....... 3:379*354
20.718*081
CONSULADO PROVINCIAL.
dendimenio do dia 1 a 6 39.653*817
dem do dia 7...... 5.130*287
4:784*104
uECLARACuES.
SANTA CASA DA MISERICORDIA DO REIFE
A It I ero, junta administrativa da Sania Casa de
Misericordia do Recita, manda fazer publico que
na sala de suas sessSes, no dia 7 do m>z de mar-
co pelas 3 horas da t3rj>, iem de ser arrema-
tados a quera mais vaniagens offarecer, pelo
lempo de um a tros anuos, as rendas dos predio-
am seguida declarados.
ESTABELECMENTOS DE C.UtfDADE.
Ra da Guia (noje Resta uranio)
Casa farrea n. 29........ 191*005
Rita da Ponto Vc-lho.
Casa terrea e. 44......'. 365*000
Raa da Matriz da Baa/Vista.
Casa terrea a. 54.......204*000
itua de Santa Rita.
Casa terrea o. 32.......201*000
Roa larga do Rosario.
Segundo andar do s.brado n. 24 A. 308*000
Ra da Gloria.
Gasa terrea n. 61 ......210*000
PATRIMONIO DOS ORPHAOS.
Roa do Codorniz.
Casa terrea n. 1.......600*000
Ra da Guia.
Casa terrea n. 12.......19:1*000
Os pretendemos devero apresonlar do aclo d;
arrematarlo as suas Bancas, ou comparecern
acomponhados dos respectivos fiadores.
Secretaria da Santa Gasa de Misericordia do R*-
*,ife, 6 do mareo de 1872
O eserivao,
PirtYo Rodntiws de Souza.
Pela ihesourana provincial e taz publico
que farara transferidas para o dia 14 do correnle
a? arremata c8.!s segointes :
Ponte de ferro sobre o rio Uoa,
oreada em....... 92:400*000
Con:erio da cadeia de Agua-Preta 880*000
Secre'.aria da thasourana provincial de Peruano-
buco 4 de marjo de 1872.
Miguel A. Ferreira
COMFANHIA
ra na ge
Recife
A cootar do dia o do corrente principia
r5o a fo'nccionsr mais o> app^reibos co lo-
cados no pateo do Panizo as casas de d. 2
a 30, em toda a roa da Roda, La travessa
da roa Bella de n. 1 a 118 a 10 e b*?Co
tapado dt ma da Rada n. I e 3. Os mo-
radores portn s po lero usar do*s sppi-
relhos depois que receberem 03 canoas da
companhia autorisanrlo-os pa-a isso.
Recife 5 de naaio de I>72.
Lmo & Blivmt
Gerente?.
60 litros de agurdenle.
A cmara municipal desta cidade querendo
conorae morar o da era que devem chegar a esta
orovineia de volta de soa viagem S. M. o Impera-
dor e S. M. a Iraperairiz, crnvida a todos os seus
municipes para qna illumineai as frentes de snas
casas, em prova da regosjo, manifestando desta
sorto o prazer de qoe se acbam possuidos.
Espera a mesma cmara quo os moradorea das
mas nor onde transitaren! as Angostas Pessoas de
Seus Imperantes mandaren) ornar as mesmas roas
com (liras e folhas como sigoal de verdadeiro
contentaraenlo.
Paco da cmara municipal do Resife, 6 de
marco de 1872.
lgoa:io Joaquim de Souza Leo,
Pro-presiden:o.
Augusto Genuino de Figueiredo,
OBeial-maior servindo de h tirio
A caimra municipal desla cidade, t9ndo de
proceder no dia II do corrente a aparaea p -ral
de v.iin para um dapuiado a assembla geral e
gislativa pelo 1 distrlcto desta provincia, convida
pelo presante e de cooforraidade com o que est
disposto no (2 do art. 1* do decreto o. 842 de
19 de setombro de 1833, e arligj 23 "do decreto
2621 de 22 de agosto de 1860 aos oleitore* dos
collogios que compOein o mesmo districto para
assistirem a referida aparacao oo mencionado dia.
Paca da cmara municipal da Recife 7 de mar
(o de 1872.
Ignacio Joaqoim de Souza Leo,
Pro-presidente.
Augn-to '". ranino de Figueiredo.
Quicial-maior servindo de secretario.
Santa Casa de Misericordia
do Recife.
Forne;inento de 30:000t$ annuaes.
A janta administrativa da sania casa da miseri-
cordia do Recife preeisa contratar o fornecimenlo
los gneros abaixo declarados, qne teem de con
somir todos os estabelecimentos pos a sen cargo,
inclusive o asylo de mendieidade no trimestre de
abril a jonho do corrente anno Recehe para isto
propostas na sala das suas sessoes polas 3 horas
da larde do dia 14 do correnle.
Aletria krtogrammo.
Arrrz do Maranhia idem.
Azeize doce litro.
Dito de carrapato idem.
Agurdente idem.
Bacalho kilogrammo.
Batatas idem. '
Cha hyson idem. .
Dito preto idem.
Caf em grao Idem.
Caroe secca idem.
Ceblas ceoto.
Farioba de mandioca kilogrammo.
Feijo malatinho litro.
Fareilo sacco.
Gaz lata.
Milho sacco.
Mantelg franceza kilograramo.
Potassa dem.
Sabio idem. *
Sal litro.
Tapioca idem.
Toucinho kilogrammo.
Velas de caroaiba idem.
Velas s'.earinaa idem.
Vinagre litro.
Vinhj de Lisboa idem.
Dito branco tden.
Secretaria da Santa Casa da Misericordia do Re-
cife 6 de marco de 1872.
QEacrivio,
Pedro Roirignes ie Sonsa.
Peta p>gatorla da thesoorara da laveaia
dosta pnviocia oxgsm-so no da 7 da rni'-;>
oavKjs de guerra, a compaahia de aprealiia ata-
rioheiros e a todas as-pesauas que nao compare zt-
nm uoa dias qne Ibes competan*.
Pagadoria, 6 de mareo de 1871
O esemi>.
_______ Antonio Jerooymo d> Oiivet-a.
"llATiiF
GVPISIODRAMTIC
Sabbado 9 de mtarW
E
Domingo 10
Primeiras repreaeota^oes do iraoortante e apa-
ratoso drama-sacro de grande espctacaio a la
actos o 8 qoadr-.s, oraado de mnsica, toa-fc.t-
mo. vi-uai'dades e iraoiformacoas da caaravtiboa*
effaito, iotitulaJo :
VIDA E IHL.Uii.ES
DE
ou
0 TflMlMGO 1)1 M\\
Person?.ge.. Actores.
Fre Benediciii, pretf, guirdio
do onven'o de Santa Mara
de Je.-u* em '.ijermo. Peregric .
Marcos, sen ir.nao, ofilcial das
guardas do vice-re.... Lessa.
Satn, ou Sataniel 0 Aojo do
ma!..........D'-G o*
OAnjodohem...... D. Jean'c.
Barnab, pescador.....Finnneo.
Jaona, sua mulber.....D. Olynp a.
Antonio Colonna, vicerci da Si-
cilia..........Th.-mn.
Maria, m <\ s.nliaoi D. Mlftaja a
Pedro, pescador. _, S^nna
Magislrade. ... Pinto.
Um cSeUI das guardas do vi-
co-iei.........PhilauVI
Ura religioso........Knilian:
Giovaani, i-fficial de jn.'ie-, o v -a.
Franchin, dito ...... SivaJuc''
Gaspar, pescador......Rocaa
Manoel, *]J(xo>.......Lyra.
Uin cego i.....Cosa.
Jaizes, aipeetraa, guarda, fiiaigos, hom?D-. T-
ihres e meninos do pov.\
A a.-c.ii pis-a-scem Pal ru no anr.o d '
pjea)oiaiaa(io dos acto?.
I.*A pasea do liaba.
2.*A leotaei'.
3.*O aapectr .
4.*Os mo-t i-.
D n inraai-io d >< qja ira*.
I.A orgia Infera al.
2.'O rjrolgotha.
3."O miljgre.
4.*-A Gloria.
O drama p:-.!!a era serna pelo Sr. Tnarr
piuca.
A mu'ica composta e ensaiada pe m-.
Marcelfin > C-eto Ribeiro
Parte do sjenario pinta lo plo Sr. Penan e.
O ve.sluorin f-it, segn lo os Agsrtaaa da
epoeha, pelo Sr. Pialo.
O macbinisnoo exeentado pelo Sr^ Jlo <>-. -
Principiar h M.
Os bilhote3 acharase venda no eseriptor'O *
ihealro,
N. 8 As pps?oa< q: en-'>'mi*ndrim fclae-
ios, lenham a bonlade de manda los bu-
aniecedenci?.
THEATRO


C0MP..\ FE.WCEZA
Sabbado 9 de marco
Primeloi representacao da com^di eta nm ac
Les tomines qui pie-ir ni
Tomam parle Mms. Poppe e Sarah e Mrs ^a-
bleib, Sguin e Barbara.
Les deux S'iuvds
Terrainar o esneeta:ulo c .ra a primeira
sentaco do vaudeville era ura acto :
L^ >mme aux oeuf ffor
Mme. Poppe desempeobar qnalro tktk:
papis.
Distribuicav
Rosita. Mata, Poppe.
Hocior Mr. Ch. Gaolhier.
B.ancroigoon Mr. Halblnt.
Fraaoulol. Mr. Ambroise
Chilpric. Mr. Calier.
Leooard. Mr. Ba bot.
Principiar as 8 1|4.
Depois dj e?p>c!acaio haver nm liem ;r*
Apipncos e pontes intermeJios.

AVISOS MARTIMO!.
Para tantos
segu era poneos dias o brigue DrasiUii
do : para carga ti ata-;e com seo coasigniiario
Domingos Alves Malheos roa do Vigario a. II.

Barcada
Vrnde-se a nova barcaca d-n^minala a>M
lo Brasil, de Maaia de 450 saceos de aaaasar
quem pretender derija se a ra do S*aV.r -i "i
l.-us d. 59.______________________
Porto por Lisboa
S?gue com a maior brevidad* para ci cita*
portos o brigoe pirmguez Florindt por lar araa-
de parte da carga engajada : para o rrto t pa-
sageiros tratase com os consi,.njiari. s Taoaaax a>
Aqnina Fonssca & C Soccesaores raa Ao Viga-
rio n. 19, oa com o c.pitao na prac.___________
Kara o Rio-Grande do Sul
Vai seguir com maita brevidade o patacho bra-
sileiro Graca, eapitao Feroandes. Reeeka pare
do carregamento a frete, para o qoe trata-e cavo
os consignatarios Amorra) Irmos \ C, raa 5-:
Bom Jess n. 3.
BAHIa
Para este porto segan eom a maior Itrevidad*
o hiate nacional Gajibaldi, qna so ach e tas-
carga : para carga e frotes trati-se com Tasto at-
mos je c., em seo escriptorio roa do Aa>etiaa
o. 37, andar. _______________________^
Para Liverpool
O ooro e v, ileiro vapor ioglrt
l.rusader
Tara excellentes eommodos para Pattofe.ru.
O vapor pode tocar em
Lisboa
achaado 12 oo mais passageiros de Ca
a te porto.
A tratar com Rabe Schameltau.
&C.
^
P. Stehr, capillo do brigoe
Commandeur, indo de MontevaMa coa
:arga de lia, com desliuo para o Havre, ea-
trado neste p >rto por ttnu da a varias re-
cebidas no mar n'um abalroamento, reos*
para occorrer as despezas do ceocerta da
meiiDo navio a risco maritioao da quvu
de 35:0:0-5 poaco maia rnaaot atan o
esseo, frete e carregaanaato do anao M-
vio. OSertas em carias feehtda seraa re-
ceoidas no coDsolado do imperio G<
al o dia 1 de marco visdoaro i
dia.





\ps
i
Mario dt PernamLiic Sexta eira 8 de Margo J* 1872
M.
.1
--------,;,";"" -isa
PARA
PORTO
?ai sabir com pcraeos das a barca portugueza
Vewtiwa. Recebe aiguma carga e passageiros :
a tratar cora Soares Primo?, ra do Vigario n. 17.
COJFIPAJVHIA
DAS
Messegeries martimas.
Al o da li do corrente mez espera-se d Eu-
r-.* o vapor francez Gironie, o qual depois da
demora do costume seguir para Buenos-Ayres.
tocando na Baha, Uto de Janeiro e Montevideo.
Para conduces, (rete* e pasgeos irata-se na
agencia, roa do Commercio n. 9.
At o da 13 do correte mez espera-se dos por-
u- do sul o vapor francez SinttA, commindante
Musenet, o qual depois da demora do cosiume ie-
(aira para Brdeos, tocando era Dakar (Gore)
4 Lisboa.
Para oondiepe?, fretes e passagins, trata-se no
aj-'ucia, roa do Commercio d. 9.
COMPANHIA PERNAMBUUANA
M
Navegando costea por vapor
Porto de Galliobas, Rio Formoso e
Tamandar.
O vapor nacional Parahy-
orr.seguir paraos portos ci-
ma no dia 10 do corrente a
meia no ule.
Recebe carga, encommen-
das, passageiros e dinheiro a
e : Boescriptoriodo Porte do Manos o. 12.
COMPATlHA PEKIUMBUANA
DE
!* a vega?:!o eosaelra por vapor.
Macei, escalas, Penedo e Aracaj.
O vapor Joguarihe, comuiandan-
ii Guilherme.segTiir para os por
tos cima no dia lo do correntt
as 5 horas da tarde. Recebe car
ga at o dia li, encommonda;.
passageirs e dinheiro a (rete at as 2 horas d;
ttrii do dia 4a sabida : sscriptorio no Forte d>
utos n. 12.
iii:iiiio
DE
"'0 barricas, com enchadas.
Seguada-feira H do corrente
A'S 11 HORAS
Jos Antonio Horeira Das, levar leilo por
interveaijo q\j gente Pnto, e por sonu e risco
da qaerr perleneer, 70 barricas com enchadas
sendo 20 barricas com enchadas azuladas e 50
esoro tfti.s ordinarias com marca M D P, ns. 233/62
173/77 'J83/332. O le'io ser efTcluado no es-
criptorld do referido agente rna da Cruz n. 38.
Leilo
DE
412 pipas e28meias jiitas com cebo e
graxa.
Segcnla-foira* 11 do correle
Por despacho do Illm. Sr. Dr. jaiz de direto es-
pecial do comiBercio, e por inierveneo do agente
Postaos. por eonla e risco de qaera perleneer,
ira de novo leilo as 412 pipas e t rucias ci-
ma mencionadas cora cebo e graixa, desembarca-
das do brigue nacional Alberto, as quaes sero
vendidas o-, dia segunda feira 11 do corrale, s
11 horas da macha na ra do Brutn n. 2, arraa-
zem do Baro do Livramenlo.
Um* senhora c educacSo^aaben-
do o francez e piano, precisa acbar
ama familia para fuer a educaco de
alguroas meninas; nao exigente, pois
o que deseja vi ver tranquila no cen-
tro de urna familia honesta : deixeto
carta neste escriptorio com as raiciaeVi
A. B.
'Irmandade das armas erecta na matriz de
S. Fre Pedro Gocalres do Recife.
.0(1 orden) da mesa raedora sio convocados
'lodos- os irmos a se reunirn ei masa geral ni
f consistorio, da irmandade, lercyfeira 11 do cor-
rele s 6 liaras da tarde, para f tratar de ne
I gocio de interese para a irmandade.
Consistorio 8 e marco de 1871
O e^crivSo, J. H Ve t L'gv.'.
No engenbo Jacar da comarca de flazaretii
se precisa de ura feitor da campo, nao se repara
nacionalidade : qom estiver nestas condicSes di-
rija-se ao mesmo engenhp ou casa dos Srs. Leal
& Irmio, roa da Cadeia n. 56
CUMPANH1A PKKNAAIBUCANA
DE
Naveyac.o costeira por vapor
Mamanguape.
vaper Coruripe, com
mandante Silva, seguir;
para o porto cima nc
dia 12 do corrente as.'
horas da tarde.
Recebe carga, encora-
tn.*ndas. passage.ros e dinheiro a frer at as 1
(torea da tarde do dia le sua sahida : ascriptori'
c.1 Porte do Matto3 n. 12.
COMPANHIA PfiBNAMICAA
Wavegaro cosleSra por vapor
P-rayba, Nata i, Maco, Mossor, Ari'
eaty, Cear; Maadah, Acarac e
Granja.
O vapor Pirapama, comman
dante, Azevedo, seguir par.
o? portos cima no dia 1,'i di
corrente as 5 horas da tarde
Recebe carga at o dia 11,
eacon>mendas, passagens e di
nfieiro a freto at as 2 horas da tarde do dia d
sabida : no escriptori i do Forte do Mattos n. 12.
Lb-bo- e Porto,
Vai sahir ea; poneos i'ias a harca porlugueza
Vneeora. Becebe .ilgoma carga e passigeiro'-.
tratar eom Soares Primo?, raa do Vigaric n. 17.

DE! MOVEIN
LOUCA E CflYSTAES
T-rca-feira 12 do corrente.
Jos Francico Livra toado de retirarse para a
Europa com sua familia, levar leilo por iater-
venco do agente Pinto os movis e mais objectos
abaixo descriptos, exi-tt'otea na casa de sua resi-
dencia, raa do Baro de S. Borja n. 16
A saber :
l'.o ejccellente pinno furia, 1 mobflia de jaca-
randa Lqz XV com 1 sof, 4 cadeiras de bracos,
4 cndilos com pedras e 12 cadeiras. de guarai-
co, 6 grandes e boaitos jarros para fl)res. 6 bolas
2 e-carradeirar, 2 almofadas bordadas e tapetes.
Uina outra msbilia de jacaraod com lampas de
pedra, 1 secretaria de Jacaranda, 1 toilet, 1 lavato-
rio, co:n pedra, 2 espelhos gran les, 1 guarda ves-
tidos, i commsda, 1 porta loattia, 2 cadejrai de
balaon, 1 espreguicadeira e 1 burra (.-ofr).
Urna meza elstica, 1 guarda lor;a, 2 apoarado-
re) eom armarios, 12 cadgiras 1 rekgio de pare-
de, 1 p i nao, 1 carteira de viagem, louca, porcela-
na, fiaros, crystaes e muilus outros obje:tos de
I-casa 'le familia.
O leilo principiar s 10 1|2 horas em ponto.
avisos DIVERSOS
ESTAMPILBAS
roa
pri-
Na Iravcssa
das Gnes n, 2,
meira andar, da-se di-
irfielro sobre penhores
de ooro, prata e brilhan-
tes, seja qual for a qnan-
tia. Na asesma casa cora-
pram-se os messaos me-
aes e pedras.
mwmmmmmmmmi
Ve-ile-se na
rnf.ze
fj9SBa*<7z.\:.rz*m:m
prar;a o C>jrpo Santo n. 4. ar-
.sss@sas*aa
Este bem sorlido estabelecimento do> fazendas
floas raa do Mrquez ita Ol oda a. 28, recebeu
pelo ultimo vapor um grande sartim;nto de fazen-
das proprias para a semana santa.
uomo sejam :
Gorgu ao preto, senJo lado sed.
Grosnaple preto de todas as qualidades.
Mantilhas pret^s de renda Chantely.
I :n dem bratifiens.
Fil de seda preta, liso e bordado.
Setim prel>\ maco.
Gase de teda preta.
Las com listas assetinadas.
Cambraiase orgaedys.
Ali'acascoin iisuas e Ibres.___________________
Dase a quamia de 0003KX) rs. sob peubor
em urna escrava, Ociado os juros no servigo : na
ra Dinita n. 5i, 2." andar.
Vsente Ferreira da Coala, penhorado pelo mais
jojto reconhecimento, agradece as ptsaoas de sua
amisade e de s?u geuro Jor-qnim L'-pes Machado
a parle que lemaram em sua dr pela raorie de
na sempre chorada filha Julia Herunna da Costa
lachado.
D. SI ira candida da Paa Costa.
Antonio Augusto do3 Santos Porto
maoda celebrar missas por alma
de D. Mara Candida da Paz Cos-
a, faleeiia em Lisl a; na raa-
Ir z de S. Antonio no dia 8 do cor-
rele s 7 horas da manha, trigs-
imo dia de sea fallec.imento, e con
vida para este acio seus prenles e pessoas de
amisade.
LEILOES.
po porligiiez
A directora deste Monte-po con-
vida ps socios e aga dG finoci-
do V,c:orico.Jos Mauoel Loureiro,
para ; tislireni mit-sa do stimo
dia do seu pasamento, que por al-
ma do mesmo mandam rezar na
igreja do D.vino Espirito S.n'.o, no
dia 9 d> cirreup as 7 hora- da manha.
LELAi
DE
Hoje.
3i) dtizias de serrotes grandes e pequeos,
avariados, chapeos e muitos ouiros arti-
?r>s de-mda, proprios para a qu?resma-
O ag;nle Oveira/ptr iolerwnejlo de seu pre-
; : Aotonij de Pinto Borges, a'ra leilo de di-
versas iiiiu1-7as consistindo em luvas de Juvin,
filas de seda preta, ditas lavra ia--, ditas de sarja,
albura para retratos, coque*, chap js d phaajasia
seado prelos, bramos e amafellos, ccu> leilo
(era logar no dia 8 lo corrale, s 10 poras da
manha, no escriptorio dri refer 11 agent, sito
ra do Bm Jesas n. 33 1" andar, outr'ora raa
da Croi.
LE1U0
DE
2 grandes espelhos dourados, 2 sellins, i
silhao, 1 piaDno, t mobiha de Jacaranda,
l'flacta de bano, longa, vidros e mui
tos outros tbjectoa.
HOJE.
8 do corrente
Por interveaiio do agente Pinto.
No armazen da prar^a do &rpo Sants.
i tao i venda os felices bbetes ca lotera ds
ia, na eaaafalix do aro da Conceico, loja d<
>ar -os no Recife.
H I
DE IfABQO OUTB'OKA DO
CRESPJ N 23.
os 20:000*000.
O ab^ixo asfigndo tem sempre exposto ven
ia oefelizes ti i hules do Rio de Janeiro, pagande
womptamente, como costuma, quaiquer premio.
PffBCOS.
nteiro 24/OOD
' >.-;.. I2*0()S.
Quarto 6000..
Manoel Martins Finz?.
M
DE
109 caixas coen cebollas desembarcadas
HOJE
Peioageole Pestaa lavar leilo de 100 caixas
So ai cebollas muiu novas as quaes sero vend-
as em lotes vonladn dos compra lores no ar
ffaiem do Anncs, s 11 horas da manha.
------------------------------------1-----------------
Lsiiao
DE
um pianno de armario
i'm mobilia de jaranda, 2 candieiros a gaz, 2
qnadros a oleo, 2 bancas de jugo, 2 cadeiras de
bi!anc/>, 1 espelho grande, 1 lote de esteiras e ta-
pete de co:o e 1 realejo grande.
Urna 'oobilia de amareilo, 1 mesa elstica, 1
guarda-louga, 1 apparador graude, longa para cb
e jantar, vidros crystaes, garfos e colheres, l ca-
ma franceza de Jacaranda, 1 guarda roupa, 2 com
modas, 2 camas de ferro, 2 consollos, 1 guarda-
vestidos e muitos outros objectos :
Sexta-feira 8 de marco.
No armazem do largo do Corpo Santo n. 48.
O ageale Pinto, antorisado por um eslrangeiro
que vae Europa, far leilo dos movis e mais
objectos cima descriptos, existentes em seo r-
males da ra do Comoiercio o. 48, onde se tffec-
uari o leilo s 10 horas do dia cima dito.
Armazem de mate-
raes.
Pmja da Concordio n, i
Os seohores donos e emprei ^iros fe obras en-
ionlrarP sempre neste arm&zem todo nncessario
para qualquer conitruc^o, como .-eja : cal bran-
ca e preta, lijoilos grossose de ladriibos, telba, ci-
mento, areia e urna grande quanlidade de ma-
duras de 22 a 63 palmos de couprimento.
'.ravejamento etc. ele.
. Ouiro sim, encarrega-se o proprietno do dito
irmazem de qualqner fornecimento de wateriaes
que a obra nezessitar, para o que tem candas,
b carrocas, podendo ajustar ludo posto na obra,
por menos e melhor que oulro qualquer, pois que
taaban tero olarias.
Os Srs. Jos Franc^co Ribeiro de Son-
;:a e Dr. Fcancisc Jos Rabollo, o i prc-
prietario do collegio de Santo Amaro e o
2o proprielario de am oatra col egio, s5o
rogados a maadarem a esta typograpbia a
negocio de interesse.
Ausentou-se do engenbo ilumayt em feve-
reiro de 72 o eserava Frederico, emulo, idade 40
aanos, alto, corpo regalar, rosto comprido, pouca
barba, caotador, serraieiro : roga se as autorida
des, capitn de campo, a qualquer pessoa do
povo, a captara do dit) escravo, sendo cooduzido
ao mesmo engenbo, que ser bem recompensado.
FEITOR
Precisa-se de um para am sitio em Boberibe de
Baixo : na roa do Destino n. 9, ou na roa do
Commercio n. 14, pavimento terreo.
SITIO
Leilo
DE
um pianno novo e forte
Sexta-fein 8 de marco.
AO MEiO DIA
Por iaterveo(,So do agente Piolo.
No armazem do largo do Corpo [Santo por oc-
eao do leilo de movis que deve ati ter logar.
Para tratar de am peqano sitie e mais alguro
servido, precisa-se de um feitor : em S. Jos do
Maoguinbo, o primeiro sitio ntfVo, com porto de
ferro, antes da Igreja.________________________
Trabajadores.
Na refinaco da ra do Bangel n. 43, precisa-
se de am trabalhador que entenda do sorvicp da
mesma._________________________
Criada e engommadeira
Para servicp de casa precisa-se de um criado
de 14 anuos e de tima boa engommadeira, paga-
se bem : em S. Jos do Mangainho primeiro sitio
novo/porlo de ferro.____________________
Precisa-se fallar ao Sr. Augusto Taedim de
Souxa Lobo, raa do Livramenlo n. 2, leja.
enfo
Vaca furl/ida
Na nouie de 4 para 5 do corrente fur'aram do
siiio n. Iti, da estrada dos Aflictos, ama vaca cas-
tanha verioelba, pouco magra, gachos sbeilos, pei-
tjs grandes, rouio mansa, icando no sitio o Qlho
della : quem der noticia ser recompensado, no
mesmo sitio.
O Sr. Francisco de A.is Castro e Silva, tem
cartas do Aracaty : ra do Amonm o. CO
AVISO
Bernardino da Suva Cosa Campos tea'o por
motivos de sade fazer urna viagem a E-iMpa.
sctetHfle ao resp*HveI pabbeo e as peas >as
com qnem tem relac,o;s commer^raes, que deixa
na gerencia de seu armazem ds molhados ra
do Imperador n. 28, o Sr. Manoel lo de Sooza
Nones, eepera pois o aonuociante m'ieeer de to-
dos durante sua auzencia a mesma confianoa qne
al hoje Ihes tn dispensado.
Perganta-se
des.
le
Lhegaram para a loja de miuaezas t. t>$
Co a vend?. que a defronte da matriz da
-Viia, liados coques modernos, o qoaes se
vaadem por mepos do que em oatra quJquer par-
te, iilo a ra da Imperatriz o. 86, loja de Jos Ber-
nardo da Mona:
$ O ADVOCADO jj
* Ayres Gima $
4*, t^ra sen escriptorio i roa Primeiro de K
S Marco n. 23. *
0********0*0**1
0 DR PEBEIRa DA ItOTrA ^
^ Medico atirreiro t operador X
Ba do Imperador n. 43. O
ua-se z.OO* a premio sobre hypotheca era
aJfom predio qa9 esteja livre e desembaraoado ;
qoem pretender dirlja-se so escriptorio des la ty-
pograpbia.
MMiOIO
Aos 5:000^000.
Bilhetes garantidos da pro-
vincia.
Ra do Baro da
Victoria,
Outr'ora ra Nova n. 63 e casu
do costume.
O abaixo assigoado acaba de venler aos seus
muilo felizes himples a sorte de 100 em iai
meios b.lheies de n. &H>, alem de ou'.ras sortes
monores de 40 e 20 da hteria de xtrabir (iil), e convida aos possuidores a vir
receber, que promptamenie serao pagos.
O mesmo abaixo assigoado convida ao respeita-
vel publico para ir ao sen es abelecimenio com-
prar os muilo Mizes bilhetes, que nodeixar de
tirar quaijuer premio, como prova com os mes-
raos aaouncis.
Acham-se venda os muilo felizes. biihals g
raatides da 1' tarte da loara a beneficio da igreja
de N. S. da Piedade de Santo Amaro, qus sen
extraida no dia quinta feira 15 do ci rrente mez.
PIlECOS.
Iateiro 69000
meios 300
Quartos 1^500
De 100^)00 para cim*.
Ioteiro 5*500
Meios 2J750
Quartos U37
Joao Joaqaim da Costa Le't*
-
i aa bem :
ro BDu^T
Pcrgunta-se a um doj conseobores de om
eogeubos da fregueaia d)s AfogaJos -em qu
ou cosiumes se fuuda para
I.*
Exigir semanalmenla 40 rs. de cada urna pas-
soa, quo lava rcfcpa no rio Tigipi ?
2.
Exigir 20 r.'. por cada carga de areia qa
lira nj leito do rio ?
3."
Entupir cerios lugares do rio para commodo de
seu uso particular com celrimeuto do pub.ica.
Esp:ramo< pela resposta, pirque desejam n sa-
ber a lei que nos refera quiudoS. S. fr subdele
gado do Perjs, o que muilo mos a lllma. cmara municipal que ienha a bon-
dile de dar suas proviJeucias quinto a 3" per-
gunii. ,
SliWiD
do Senhor Bom% Jesos das Dore em
S. "Gongalo.
9 rdem da mesa convido a l idos .os irados a
comparecerem era nosso consistorio oo domingo
10 de narco a I hora da larda paramentado- com
suas capas, a lira de incorporados, acomp: raos a procisso do Senhor Bom Jtsus dos Pobres
Afilelos, quo sai da nossa igreja, e previne-ie a
tad03 aquelies que tenbam capas e qo nao possa
comparecer, mandarem entregar na igreja ao res-
pectivo Ihesoureiro.
Cansistorio da irmandade, 7 de marco de 1871
Agostinho Jacorae Bezerra Pessoa,
^_____________Secretario._____________
PKOCiRAlU.UA
da procisso (ioenCor Bom Jess dos po-
bres AfUictos em S. Goncalo.
No dia 10 do corrente pelas 3 horas da tarde, a
irmandade do Senhor Bom Jess das Dores expr
em solemne procissi as im.gens do Senhor Bam
Jess dos Pobres Affiiclc> e de Nossa Senhora das
Angustias, a qual percorrer as segrales roas :
S. Goncalo, Leo Coroado, Aleg'ia, travessa da
Campinj, largo da Santa Craia, ra do Baro de
S. B >rja, Vlsconde de Goyanna, Viseonde de Al*
buquerque, Imperatriz, Aurora, Conde da Boa-
Vi sia, praga do Conde d'E. mas da Coocei?o,
Rosario, Viseonde de PeloliS^ travessa de Juo
Francisco, ra da Ponte Velha, Santa Cruz a re-
colber-se. A mesa regedora pede a todos os mo-
radores das ras cima neaciouadas que lim-
pem as frentes de suas casas.
Becife, 7 de marco de 1872.
Agostinho Jacome Bezerja PessOa,
Secretario.
Candidj Eustaquio Cesar de Mello previne em
lempo que nioguem contrate coiu Jos de Mclio
Cesar de Andrade as trras da Meroeira que hou-
ve este por heranet d seu irmao o major Salva-
dor Coelho Drummond e Albaquerque, e b m as-
sim a sua casa sita roa do Amparo n. 30 en
Olrada, por se ach^rea ponhorad*s em execaco
movida p^-lo juizo especial do commercio, por D.
Isabel Ribeiro Pires Ferreira na importancia de
5:743/5376, cuj cesso e traspasso bouve o an-
nunclan' por compra qne fez a mesma senhora.
Acommiif-j administrativa da irmandade
do Sr. Bom Jesos dos Mariyros di igreja nova me
determina que identifique ao respeitavel pubo
Tue lo n de expor avista dos fiei> dev i' s no dia
8 do corrente a imagera do seu adorado padro.iro
era olemne proci*so a percorr^r as segulnle-
ruas : ao sahir, ra doi Marlyrios, Augusta, Cha-
farR, Impfri.il, Ciaco Pontas, travessa da Lenba,
Jirdirn, Padre Floriano, travessa da Csrvalha,
Asurapgao, Caiga la^, traversa de S. Jos, Sania
Hila, Sania Oseitla, fr.'nie S. Jo>p, iravts-a da aa-
snrapcia, iu Direita, largo do Terco, Aguas ver-
des, pateo le S. Pel.-o, II .ras, a recolher-se. A
corrlmisio pide aos rn .raJore.' dis ditas ra-
qne conservooi com sce o a sua residencia ; e
Umbsm convida a lodosos irraos para que com
parecam no cousistorio da mesma as 2 nora3 da
uide Je cap> e inarg ali n de acorapaohar-in o
acto.
Consistorio a cimmissSo administrativa da
mesma 7 de mareo ue 1872. .
P.-licaipo Bamos de Jesas,
Secretario da commisso.
O ir. Manoel jo.viuon Pessoa (em- una e:i
commeoda vio ia d Aeirac, no e.-cripiorio de
Jos Lopes Davm, iu> do Vigirio n. li, pri-
meiro anda-.
Tr-i?a-=e notaa do banco do Brasil e de sua
iiliae na ra do Baro da Victoria n. 63, ntiga
rna Nova, loja de Joo Joaquim da Costa Leite.
ll
Gratificado de 50000.
A pessoa em coja o*a estiver oceulta a rucra-
va de nome Marcella, muala clara, de 34 anuos
de dado, pouco mais oa meaos, cabellos preto? o
longo1, alta, magra e gaga, que ausenton-se da
casa do seu Mafacr no dia 21 de junho do anuo
pas3do. tenba a bondado de leva-la ra Furmo
sa n. 8, (regnetia Ja Baa-vi.-ta, qqe ser grat Pica-
do com E0 ; ou mesmo qnem dola der noticia
exacta, do contrario prot sta.-se proceder legal-
mente confa qoalquer individuo que a tenha em
sna coropanhia a titulo de ama livre
- Acba-ie ra do Baro da Victoria, sobra-
do, 2 andar n. 61, dous escravos pei^a para ven
der-se.
ADVOCADO
Dr. Joaquim Corka de Araujo
67Ra't Imperador67
Armazem de deposito
Becebe-so em deposito, votumes de fazendas ou
qnalqaer outro genero ao prreo muito mdico : i
tratar na rna do Commercio n. 48.
O abaixo assigoado, credor de D. Anna Tae-
reza de Jess, moradora na freguezia do Grvala,
no lagar Vaientim, faz scieote ao respeitavel pu-
blico, qne oiDguem poder fazer negocio com
aquella senhora, que em vista de seu estado de-
crepito, e ter de idade mais de cem annos, e nao
poder reger sua pessoa e beos, foi provado e jal
gada demente desde o dia 1 de agosto do anno
prximo lindo, avista pois para que nioguem se
prevaleca de engaos faz sciente a todos geral-
mete aura de se considerar duIo qnalqaer acto
ou negocio que a referida senhora flzer.
Grvala, 5 de marco de 1872.
__________Jos Bezerra de Yasec ncellos Torres.
Anda as papas
As saborosas papas de leite contiauam a en- ~ D ^g^l^ M.rrecas.em Porto Calvo,
contrar-sa (as melbores) ra larga do Rosario proyocia de Ahgoas, desappareceu o escra
n. 31, andar -Caf Gbinez- a atlas I a ellas I vo Migue! de cor alabeado, alU, corpo re-
qne sao um confortativo estomacal para todas as golar, de bonita Agora, bem fallante, olhos
grandes, b rbado, denles perfeito e repre-
senta qoarenta annos; foi escravo no serlao
do Sf. Joaqpim B^ptist?, morador no Rio do
No Caf Cninez, roa larga Rosario n. 31, Io Peixe, qnem delle der noticia certa, na
andar, encontram se a qualquea^fiora do dia e roa do Bom Jess n, 51 escriptorio do Sr.
mesmom hora adiantada da apota, hncfies pre- ,v|Brt nimam Mnreira Temnnral racahft-
parados capricho por on coiioheiro sem rival. AP*f"lfl Uimac0 Moreira temporal, receoe-
Na mesma casa lomam-se assignaturas para co- r^ D01 gratiucatao.
Eogenbo Marrcas 8 de Janeiro de 1872.
Joo da Rocha Hollando Cavalcante.
Auzencia longa.
Est auenie da casa do seu senhor, desde o
dia 23 de joaho do anno prximo passado, o es-
cravo Laiz, mulato claro, alto, cabellos crespos e
sem barba, '.em am pequeo sigaal de cabellos oo
queixo, e represeuta ter 22 a 23 annos ponco
mais ou menos. Tem n'nm dos bracos as lellras L.
F. N. : sabe 1er, trabalha de pedreiro, enverni-
sador e pintor. Pde-se as autoridades policiaes
e capites de campo a sua apprebeoso, e feita
esta tragara n'o roa da Matriz a. 33, oade serio
generosamente recompensados.
Sem rival
medorias tanto dentro como fra della.' Garan
te-se a pericia dP eotianetra, a par ooaseguinte
os seus bons servieps.____________________
Fazem-se vestidos de senhora e meninas ;
i rna das Trinchiras n. 28, ______
Na ra do Commercio n. 10, 2* andar, pre-
cisa-;e de urna perfeita cozinheira, nao se impor*
lando que ella seja escrava oa forra.
MEDICO
Dr. Francisco Gomes de Andrade Lima pode
ser procurado a ra larga do Rosario n. 30, a
qualquer hora do dia e da uoute.
Manuel de Christo Paeheco, proprietarip do ho-
tel Unio, parlecipa aos seas freguezes que se
madou da ra do Hospicio n. 86 para a prsea
do Conde d'ltn t. onda o achara sempre
prompto para fornecer eomidas com asseio e
prompu'do ; como tambera a d la casa tfJere;e
hastacte commoflidade.
Empreza do gaz
Pernambuco.
fiata empreza tem om lindo soNimento de can-
dieiro?, arandelas, pendeotes, etc., tant era ndre
(crystal) como em loelsl, e ama variedade de glo-
bos dos (dies mais mod-rn- s e por preeo m-
dicos. M ameelrai podem *er vistas no escripto-
rio o. 31 raa do Imperador. Bicot para gaz do
melhor fertio a 60 rs. cada um. As encommen-
das Dodera ser /ellas por esenpto, na rna do Im-
perador junio a secretaria da polica, oo dirigidas
ao abaixo assiavado na fabrica S. J...-, qui
promotamente aflendidas.
Preri-a-e de iin;a am f r-
ra ou escrava, que sal"
zinhir e pog-HEMur, pagana.)-
trau-ie na raa do Vigario n. 16, pru
Precisa t dr a^? ,ma "* todo o servir
de ama casa de pequea familia : a i1'*^r aa roa
u'i Livramenlo n. 36, leiMiro andar.
oa rna nova n. 31 1.
ama pm cosinhar.
AMA
^odar preeita-sa aa
lAe
lar na ra Direita n
Prefca-st! ? unu ama pira -
engommar pj uuas pecaaaa
3. f eodr.
ira
lirifci
al*!ei
erao
Para alujar
Ei para alngar o 2o andar do sobrado do caes
do Brum n. 7a, eom bastante coromod >s : ira
lar na rna larga do Rosario n. 3i. botica.
AMA
Precisa-se da aau aaa
de boa ceodata, qae coa
pre e eotioae bm. par*
ou* aaaaaaa: n. raa aa
Padre Florianu p. 7, ro-
hraoo.
AMA
n.22.
Pre-*i-a-ae a> aun aMj
o serviro de ama cae o
poaca fimilia aa rta Aaga-t
A luga-se
O segonio andar da casa n. 8 a ru da Impe-
ratriz : tratar com J. 1. de Mell > Bego a roa de
Commercio n. 34.
DESAPPARECEU-
No dia 14 de dezembro prximo passado des-
appareceu do Maoguinlio o pardo escravo Cyriaco,
natural di C'ar, boa figura e aflatara regalar ,
26 annos de idade, cabellos carapiotKS e que asa
pinteado, tem falta do denles na frente e seis de-
dos no p direifo ; lera pur cosiume andar des-
calco, mas sempre bem eogomuudo : Lora co
zinheiro e bastante curioso para todo e qualquer
si'rvigo, como seja da pintor, pedreiro e menno
tratar de jirdim. Cansta ler sido visto ealeadp
segurado carainho de Goyanna ; e como possa ser
admiltido em algum engenbo, ou casa particular
como forro : roga. se as autoridades policiaca a
sua aprehenso, que no Becife a ra da Cruz, ar
raazera n. 30. se gratificara aos portadores com
genTosi rt^ile.
mro
Lili]
-''i. loja.
Precisa-se slng-r ama ama hm aa
escrava para casa de prc,ne-a fam-
lia : a tratar aa raa da I uparatrix u

AMAS
P, eci.-j-e ile nota atara aa, li
cozinheira e ama iivrn para ta-
gi.'injnar t fazer o servi^i inierox
de casa de familia, pga-se l>etn : na ra d. t'.raz
do R-cifti n. 42, armazem,oa do Co:redar tfo B<-
po n. 23.
fe
Preei Da raa da Tnocbtira* a. 17.
primeiro ndr.
AMA
Preci-a se urpa aaal oe Itiie
do Aplio o. iti 2 andar.
1/XtJLJUi.
RsiadoBoro da Victo fia a. 53
(Antig ra Nova).
Ele acreditado esiabelecimento qae por Ir-ngn
lempo esleve faaccionando na ra larga do Ro.'a-
rio, acha se de novo e.-tabelecido na ra cima,
eom sua bem conhecida admioistraco. Os gene-
ros de alinientaci) !2lj de 1" qoalidade. Becebam-
se encommendas e assignaluras razoaveis, lano
para o hotel como para o domicilio. Tem para
recreio buhar, llano, etc., e jornaes nacionaes e
esrangeiros. Jraitlfi-se h-JSpedagi'nS.
Hotel Santos
U h'tel cima denominado Santos rna
das Tiincheiras n. 48, acaba de ser aborto ao
rspeit-vH publico, aon-le encontrar o necessa-
rio a e-ab.leci:i.euto desta urden.
10 COSFW
Os abaixo assi^nados sciectificam ao Illm. corpo
do commercio, e a qnem mais interesar p
qpe ne.-la dala resolveram de commnm eccord
dissolver a soeiedade que gyrava nesta praj
a firma de Joi do Bepo Lima & Fili i, Beso i
liquidado da exmela firma a carg o i x-
JoS) do Bego Lima. Recife l de marco de 187.'.
Jeio do Bpgo Lima.
J >ao do Beso Lima Jnior.
Oriaao
Precisa->e de um criado na travessa de S. Joo
n. 26. caa forrada do ainlajn, jnni-i ao naz.
Aluga-se lueiad-, de uua casa na ija uo
Gloria n. 47.
Aluga-se.
o primeiro andar e sotao do sobrado da ra das
Trincheiras o. 31, calado e piota-lj de novo : ?
tratar na rna da Assumpco n. 8.
-^%T.l FOGO
A c?mpanhia Infltiinisadora, estab'.Ci
ljAta pra?a, toma segaros martimos sobrt
ivios e peas carregamento9 e contra ?o(
m edificios, m^rcadorias e moDias: n?
ra do Vigario n. 4, pavimonto terreo.
Aluga-se o segundo andar da ra da 11 pe-
rsiriz n. 2 : Ir.'lar na roa de Birlas n. 106.
Atte-cfio
Taffet chiuez
Chegi-u psra a leja do Papagan- e-la bonita fa-
zenda com o nome de Tffel Chinez, um leci-
do de seda inteiramente novo, sendo de cores sor-
prehendeales, verde, azul claro, roza, lyria, e cor
de caff, vende-se pelo diminuto prfco de \> c
covado : s o Papagaio ni ra da Imperatriz n
40, da Mendes & Carvalho.
Previuese a qualqner pessoa que tunha de
fazer negocios com os associados J. h. M. e J. B.
S. com a bircaca Vernica da Gloria, que a mes-
ma devedora ao abaixo assigoado.
_______________________________J G. S.
Oompanhia AUian^a
DE
seguros maritimos e terrestres
estabelecida na Bahia em 15
de Janeiro de 1870.
CAPITAL..Bs. 4,000:000*000.
Toma seguro de mereadorias e dinbeiro
a risco martimo em navio de vel'a e vapo-
res para dentro e fra do imperio, assim
como contra fogo sobre predios, gneros e
fasendas.
Agencia roa do Commercio n. 5, es-
criptorio de Joaqaim Jos Gooc.alves Bel-
tro.
Na roa do Pilar n. 14", 2* andar, pr cisi-se a-
ua ama de Une.
mi [T*
Pre:i.-a se do urna ama para caaa de urna fa-
milia c<>mp)-iade tres pfS'oas : acsta typ ara
phia a iraiar coro o adaniataadi r. no tv?. Ohodi
no oito do Amparo, casa o<- p- ila>i verde.
<&
I v -.- ...
Pieetoa m de un.4 ama pa-
ra c^.ziniar : i^a i'," friU< n. 50 aa.la-.
1M1
l'iecisa >e d un i ana : oa ni
das Tnnebaara* a. 17. I* smlar.
Aa ra '.j P.rs, km iaa a. SR.
ITJb... precisa- e d do! aroas, aaali<
ima boa engommadeira e .uir que c zinhe bem.
fjrra ou escrava.
i-; a casa da pruf-asora pob'.^ca -Ji Obuda.
Var. I. ir', precisa-M de nn um.
AM
l4
Precisa-a de on i a si ialei'i-
gcnla e deb:naco iSMa^pira
o servi,o de orna c^sa de po: c^ familia.
Dirigir se roa Bella n. ^7, sjtrado il^
2 ailares.
Preci.-a-s- de uom jii... : u; ..'.-ve*; u .*>.
Pe 1ro o. 4.________________________________
Preci*-e de iia ama oraoca va-
sija de boa em neta eaatoaa ora
andar c im i aga-se bt-m :
na ruadoHarii i)* s. B-iria n. '.'\
Pr-c:si >.- ir nnaa pata en
ii .li.,-. i. ; i ia:. a aaeravt
a iriif ni iua < Craaaa sa-
mero 7.
aa en Mama eu..
iratar.ua rna da Crai r. II. 1.* andar.
Prerisa-i4 de ama ana ,-
ra n !ai con n.enin-
rna Direita n. 26, y
\ v,
andar
Na Soledme, lino u. 19, pr >a-aa 4a am
i iivi i u e?'-ra." i par .
Na ra
para eofiobar
.Nova u p
em <:: ri" h

?c u- urna a'i a
Offei ece a urna .. ; u i ei
\ bomem sol iro, ; j < i bar i aa-
.i?Jl/l. gomuiar : quem precisar dirija-.e a >
'no do Carmo o. 24
AMA
t de un a a .
. : i,a ruu
.
o. 20,
' andar.
Precu
compre e
Ar n.
l'i E k-r O- HUM ..
\ engom n > ec ra ama
. : no i -o Ca mi
MI
Prec: a-i B. l
urna ama, i soeiab ,e. aaar-
pra?.
AMA
i'iecisa se do urna ao a q -
oxinbeira, livre oo aaorava : na
Aurora n. 8 ou de Bom leaai n 57,
MAe
n. 14.
Precisa-se
comprar :
i:.
.., ii:u para
1 i. larga )

Preci.-a : e de orna roa pai r e i-
zinhar : na rna Aogusia o. 208.
i
ir
. Practoa-se de na i
\ praf e coziohar para c.isa di- bm
soiteiros: oa prac da lad
VI
amas portas americanas ja assentadas e pialadas,
as qnaea acatroa de cmrreocer-are do qne nin-
guem por ceno comprar raadeira para as man-
dar fazer havendoas to bem feitas e tao baratas;
lato tambera confirma a grande sahida qae inti-
mamente tem ti lo as mesmas portas, no armazem
da bola amarella, no oiio da secretaria da poli-
eia._______________________^_______
Preeisa-se de um servente no botel da roa
do Pilar n. 1IJ ; a iraiar no mesmo.
MR DO PAO (IIIH
A Flor do Pao Chinez novamente aperfeicoado
em gosto e o mais alvo possivet todos os das as
4 horas da larde, emquanio a limpeza e berafei-
toria desnecessario elogio a'gum, casta ponco
os freguezes conbecer a verdade. Assim como
vende-se a nova bolaxinha americana.e pao com -
mum, lodo da melhor fannha : a roa de Gervasio
Pires n. 43, nova padaria americana.
Escrava
Precisa se alagar ama es ira va qaitandeira na
rna dos Pires n. 15.
Ai
50*000
Precisa-re le uu;a ama ow
7.inbe p^r..
pcrairiz u. 86, priu '..o andar______________
Lilil
r?. de.gratfic (j 0
Fugio no dia 4 do Ci r.
pertencenle a Antonio alaria drneiro La>.
rador no Ambol Iregnetia da Varaaa, laaa
(ido eamisa de algoo de listra tala
panno azul, bai ref iQ.do, fia um
com falla de denles na (reate, foi comprad i
a Pedio Jorge Ja Silva lUawa, t 'tj Je C.
onde era eteravo de ura iodividni t a'oteU
Feliuho '. quem o appreb-rader pJe leva .1
logar cima do, qae recebera a gratilieac 1
o0000._____________________________
" Os aPmiui>iiadores da a>M* f-lliOa d- "
lim & Leopoldo ccnvidam es crtd..res da n.
a apres-niarem-lhesos res[>eciivo litles so ;-r,*.
de oito dias para serein conferidas. Becife 4 4'
mareo de 1874.
Carnero A Xogneira.
Adminiilradnrrs.
PeneiruS de un me
Na ra do Mrquez de OMnda, loja defcrr |*im
n. 44, recebeu ullimameuie um eoiaplaaa wriuuaa-
10 das referidas peneiras, propriameate para rfa>
na?oes e paflaYias, sea prefo e o
Imperial Sociedade dos Artistas Mecbsoicoa
e Liberaos.
Contiauam aberlas as matriculas das au -
desta sociedade para os socios, seos lobos e se-
gregados, as-ira como para lodos os Maaaal
se qoizerera instruir.
Aluga-se
00 eoropra-?e aro e^c^avo de idade de 18 a 30 aa-
nos, qae seja sadin ; a tratar no Largo da A'fm-
dega, armazem n. i, oa 7 B. ___________
Pede-se
ao Sr. Anrellano Angosto de Sooza Serrano que
appareca aa ra do Livramenlo o. 14 a negocio an-
tigo de particular latera se-
ATTENCAO
Piecisa-se alagar matada da maa casa le fa-
milia para ama outra familia de I pessoas aaa
chanca, prefere se as mas da Peoba, As^uap
co, Raogol, S. Jos on pateo do Panizo, uem
tiver nestas condic.6es appareca na paleo do Pa-
raixo n. 7, qae se dir qnem precita.


i


Diaria da Fwixanibncc Sexta feir 8 d Marqo i 1814
T.


Deseja-se (aliar wira os sentares abaixo de-
clarado, do largo do Panizo n. 14 :
Joo Luiz de Almeida Ribeiro, llorador em
Ifmt.
Luiz Pedn Vianna, eogenho Bom Jardiffi.
Andr Vidal Alvea, Pedra Molk
Juvencio de tal no ma^too logar.
Joio d Deas da Silveira. Pao d'Albo.
Olvmpio da Silva. Tamirioeira.
baenarel Jenoymo Salgado de Castro Accioly,
declara qae Guilhermiua Aagusta de Castro Ac-
cioly, moradora na cidide de Olinda, que eslava
contratada em casamente, cojo casamento nio se
efleetnou : nao faz parte de sua familia e apenas
tem parentesco muito remoto.
Escravo fgido
Anzenlou-se bontem o pardo Joaqnim, qae po-
de eer deseoberto pe los sigoaes segmntes : esta-
tura regalar, mal encarado, cabello frisado e bem
preto, barba e bigode j grisalbos, peito largo,
bracas musculosos, ps Orandes e mal feitos. An-
da inclinando o corpo para diante, e qoando cal-
cado, resenlndo-se do calos, pelo qae costana
cortar as botinas; falla omito e desembarazada
mente, salvo qaaodo o faz a mede, qae entio al-
Kuma* vezes gagaeja, acceoando nessas occasiss
especialmente com a mi esqaerda, e inclinando
-o corpo para traz, calda esmeradamente do ca-
bello, abriodo-o esqaerda.
B' natural da provincia de Santa Catbanna,
onde foi escravo de Feliciana Freir da Silva, es-
leve 8 annos do Rio de Janeiro, e est a 2 nesta
cidade : cozinhiro e bom coebeiro.
Qem o prender e entregar a seu senbor na roa
do Imperador n. 23, ser devidamente recompen-
sado.
Recite, 6 de marco de 1872. ________
Novidade
Pergunta se a lllma. directora, boje funcionan-
do, se cumprem com o que os estatutos do Monte
Po Portugue i retare, ou se foram reformados sera
a maior parte dos socios iaberem, a perguuta
muito fcil. Cahio doente um socio na Casa For-
te, pobre e feitor, a oito mezas em cima da cama,
vai um d>9 socios a directora pedir o soccorro
qae Ibe faculta o art. 40, i; -ibe negado; mor-
re dito soeio, vai o mesmo socio a directora pedir
o soccorro que Ibe faculta o 15 do art. 40, urde
e a ms horas d ordem para hir um carro fue
bre, nao sei de qae ordem, sem carra de acampa
chmenlo, se qoizeram quatro socios, alogaram a
t oa casta.
Os prejudicadot.
O abaixo assigsido rec.immenda as autoridades
peliciaes e capitaes de campo a captura de seu
cravo Joaquim, mulato, fgido em dezembro de
1868, natural de Pao d'Alho, iJade de 38 auoos,
seeco do corpo, ora ponco alio, cabello um poaco
carapinbado e perneado, usava bigode, urna io-
flammacao encruada na junta da mo esqaerda
ou direita e seis dados e'ncolhidos, com grande
falta de dep" 's da parte de cirr a : a dirigirem se
a sea eeerfp'orio na tbesouraria das loteras roa
Primeiro dt Marco n. 6, ou no seu sitio no Mon-
teiro.
Recife, 27 ue ^vereiro de 1872.
Antonio Jos Rodrigues de Sooza.
Preparatorios
Francisco de Borja, proesser particular de ins-
traccao primaria e secundaria, pode ser procura-
do para os mi-teres de s'ia profissso ra es-
treita do Rosario n. I, primeiro andar, das 4 tu-
ras da tarde at as 6 ; presta-se tambem a leccio-
nar em casas particulares.
Cozinhiro
Precisa- se de um bom cozinhiro torro ou es-
cravo qae d fiador de saa conducta : tratar no
caes 22 de Novembro n. 32.
ROUBO.
Roubaram bfera o do correte por volta de
meio dia. de taberna do Sr. Lima, na ra do Ba-
rio da Victoria, ama bo;-;a de tapete, contendo
dentro, um par do b tinas de Suzer, para bomem,
novos em Mha, non machina para siringar olhos,
descnnli-se q r- i r-Meitor fnsse nm negro que
na mesma < 3$/? stava presente, e de mo-
mento sumi--^i:., negro e a bolea. Portan-
10 roga r-e .1 ;;.! ji 1 r pesso*, ou as autoridades
policiaes, a garra 'rom cfferecidos ditos objectos
a apprejiectai das mesmo*, e leva-lo a ra ca Es-
peranza p. 4 que ser recompensado.
Recife. 6 de Maro d 1872.
Jos Leopoldo Bourgard, vai a Europa, e
julga nada dever : qaem no caso contrario se
julgar seu creJor pode vir receber at o dia 12
do corrente na rna do Mrquez de Olinda n. 15.
Bicos e KVndas
Chegou de Araeaty nm nevj sorliraento de bicos
e rendas por precos commodc 5; para Gomes de
Mattos Irmaos, rna do vigario n. '.6 1 andar.
cmxum
Preclsa-se de um caixeiro com alguma pratica
de taberna, prefere-se de 18 annos para baixo :
tratar no largo da Santa Cruz n. 2.
Com urgencia
Pede-se ao Sr. Tristao Jacome de Araujo, mo-
rador na fregaetia de Afogados, qae tenba a bon-
dade de apparecer na ra do Livramento n. 16, 2
negocio de sea interese.
l.iiu.i 1 n.i.
..fina da imperatrlz.S
E. M. Buisson, tem a bonra de participar ao
respeitavel publico desta capital e particularmen-
te a seas amigos e numerosos fregoezes, ^ae se
achara no sea estabelecimento a mais apurada
perfeirao, as tintas de sedas e las. Recommen-
da sna especialidade para limpar a secco, vestua-
rios de homem e vestidos de seda, fetos, garan-
liodo-se a nao alterado das fazenda?, perfeicao no
trabalbo.
Nova lostallaco de machina para abreviar o
trabalbo e sastisfazer com muita brevidade os fre-
guezes.
Tinta preta, tercas e extas-feiras, tanto de se-
das como de lias, garantindo boa tinta que nao
larga na roupa branca.
Isabel Mana de Figueiredo, professora par-
ticular, tendo-se mudado para a roa da Conceieao
o. 37, palo prsenle avisa aos pais de f-.milia, qae
coatina no magisterio de saa profisso em a
dita rna.
.Sa ra Duque de Caxias n. 59, 1* andar,
p/eclsa-se de um rapaz para empregado, livre oa
escravo : a tratar das 10 as 2 da tarde.
AO ARMAZEM
no
Raa do BarSo da Victoria
N. T-Outr'ora ra Nova_N. 7
Acaba de ebegar novos sortimentoe
Calcado francez.
Ilonas para homens, bom bezerro pellica, cor-
davlo vaqueta e panno, duraque com biquira de
verniz, pellica com biqneira de verniz, bizerro e
pellica com ilhoses e com botoes. tanto dos fabri-
cantes Suzer como de Polak.
Bolas rossianas, meias botas, perneiras e melas
perneiras para montarla,
Sapatos de vaqaeta de verniz com sola de ma-
deira, proprios para os sitios, jarlins e banhos,
tacto tara seohora como para homem.
Sapatos de borracha para homem.
Botinas e abotinados de muitas qualidades e pro-
cos para meninas e meninos.
Sapatos de verniz, cbarlat, cazemira, tapetes
avelludados e de tranca, francezes e ponugoezes.
Perfumaras
Finos extractos, baoha?, cosmticos, leos, opia-
tas, e poses dentifricee, agua de flores de laranja,
agua de eologne, divina, florida, lavande, e de
toilet, tintara para barba e cabello, pos de arroz,
jabonetes, e mnitos artigos delicados, com iras-
quinhos de extractos, tudo de pnmeira quali-
dade dos bem ceahecidos fabricantes, Piver e Cou-
dray.
Quinquilharias
Finos artigos de Paris, de dirTerentes gostos a
phantasia, como sejara os segaintes :
Legues para sen horas e meninas,
Lavas de pellica e de fio de Escocia.
Espelhos differente?, para sala e gabinete.
Vidros avalaos para espelhos.
Caixinhas de costara ornada com msica.
Albuns e quadrinhos paro retratos.
Diversas obras de ouro de lei.
Correntes de plaqa para relogios.
Bolclnhas e cofres de seda e de velludo.
Diversos objectos de pbaotasia para toilet.
Pencinez, oculos e bengallas de laxo.
Chicotes e bengallas de baleia, canna e janeo.
Ponteiras de espuma para charutos e cigarros.
Escovas para cabellos, roupa, deotes e onhas.
Pentes de marfim omito fiaos, para caspas.
Ditos dirTerentes para cabello e barba.
Garteiras para notas e para dioheiro.
Malas, boleas e saceos de viagera.
Gaiolas de rame para passarinbos.
Venezianas transparentes para janellas.
Abat-jours transparentes para candieiros.
Hamadeiras de dar leite mal fcil as crianzas.
Tiras de moldaras douradas para qaadros.
Ricos quadros ja promptos com paisagens.
Estampas de santos, cidades e phanlazias.
Esterioscopo e cosmoramas com ricas vistas.
Obieclos ue mgicas para entretenimento.
Machinas da diflerentes systemas para caf.
Bercos de vimes para embalar crianzas.
Cestinhas para meninas de escola.
Jogos, de dama, domin, bagatela e da gloria.
Campannias de molas para chamar criados.
Realejos, accerdious, vidros avalsos para cos-
moramas e outros muitos artigos de quinqui-
lharias difficeis de mencionar.
Brinquedos
Para criancas,
O maior sortimento que se pode desejar de toda
sorte de brinquedos fabricados em diversos paizes
da Europa para entretenimento dos msninos.
Prepos.
Em virtude de novas ordens dos fabricantes,
vende-se tudo procos baratissimos : no arma-
zem do vapor francez, ra do Barao da Victo-
ria, oatr'ora ra Nova numero 7.
Arroz de casca
Superior era saceos muito grandes: dm arma-
zens de Tasso IrmSos & C.
Auzentou-se, desde o mez de setembro do au-
no prximo passado, o preto Lucas, idade oO an-
uos peuco mais ou menos, estatura bastante baixa
e reforcada, ceg de um tlho, ps apaluetados.
andar um tanto apressado, costoma a embriagar-
se e quando assira est fica muito regrista, intitu
lando se de forro : pede se as autoridades poli
ciaes e capitaes de campo a sua captura e logo
que o con.-igam poderlo dirigir se a ra Primeiro
de Margo, autiga do Crespo, n. 7 A, que se recom-
pensar. ________________
CRUDO
Paga-se bem a nm criado : a tratar na ra da
Aurora n. 18, das 11 as 3 tnras do dia.
Ansentoa-se da ra do Corredor do Bispo n.
j a preta Joanna de 19 annos de idade, baixa gor-
da, pescoco curto, falla baixa e compassada, e que
esteve por algum tempo em casa do Sr. Bnto que
tem prensa de algodo no caes do Ramos,
Levoa apenas 2 vestidos sendo nm de chita cla-
ra comporto de taia e casaco enfeitado de tranca
encarnada, e outro do mesmo teitio, sem enfeites,
de cbita escara anda nao lavada, e clnles novo de
chita ordinario. Cr-se qae anda aqu na cidade
oa na estrada nova ou remedio ond< j moroa o
Sr. Brito. A pessoa qae a entregar na casa cima
ser recompensada. ______
OLINDA.
Aluga-se ama boa casa com bastantes commo-
dos na roa de S. Bento, muito fresca, quintal mu-
rado, perto do bauho e da estacio : tratar na
ra do Commercio n. 48.

De ordem da meza regedora da* con-
fraria do Senhor Bom Jess da Va-Sa-
cra da Santa Croz, convido a todos os
irmaos confrades, compareceris no
consistorio de nossa igreja pelas 2 12
horas da tarde do dia 10 do corrente,
para encorporados acompanbarmos a
procisso do Secfcor Bom Jess dos Po-
bres AffliJto*.
O escrivo,
Theodoro Jos Ttvam.
s
; l
KHfli mmmm
vmm
A commisso administradora da Imperial Ca-
pellade N. Sra. da Assumpcio na Estancia, pelo
presente convida a todos os seus carissimos ir-
maos para se reanirem em meza geral no dia 10
do correte mez, pelas 10 horas do dia, para se
proceder a eleco que tem de fnoeeionar no pre
sent anno.
O secretario,
Domingos Francisco Reges.
Soeiedade Jutenlude
De ordem da presidencia sao convidados os Sr.'.
-ocios para domingo 10 do correte, as 6 horas da
manbaa reonirem-se no recinto da soeiedade, arirn
de proceder-se a elti;5o da presidencia qae tem
de fanecionar al agosto, bem *.omo da aprecia-
do do relatorio da presidensia a ielaraada.
Secretaria da !3:iedade Joventade, 6 de marco
de 1872.
!. Camello.
6 Evadi-se era agosto prximo passado do
engenbo Sicupema da freguezia do Cabo o mula-
ta Trajano dos signaes seguntes : altura regalar,
cor macilenta, cabellos erespos, ps grossos por
causa de erysipella, dentaco, levoa um cavallo
melado, julga-se andar acoi'.ado nos arrabaldes do
Recife. Tambem fagio ao dia 28 de Janeiro do
corrente anno um outro escravo de nome Ma-
noel, apellidado por pioheiro, cor preta, estatura
regular, testa grande e saliente, desdentado na
frente, natural de Caruar, e foi do Sr. Antonio
Ludogero Torres Galindo, roga-se as autoridades
policiaes e capitaes de Campo a aprehencao dos
ditos escravos, que se recompensar generosa-
mente no Recife, roa de Marcilio Dias oatr'ora
Direita, taberna do Sr. Antonio Ferreira de Oli-
veira, oa no dito engenbo Secapema, comarca do
Cabo.
COSIMEIB-
Precisa-se na ra qo Imperador n. 25 de um
que seja perito e de probidade Juaneada.
Precisa-se de um cozinhiro oa cozioheira,
assira como de nm criado de mesa em casa de
Laiz de Moraes Gomes Ferreira: na Ponte d'Ucbda
n. 16.
No da 28 de fevereiro do crente anne, do
eogenho Sapacaia, fagio o escravo Silvestre, cor
preto fula, idade 23 auno;, mnito ladino, faltam-
Ihe os denles da frents, estatura regalar, vestido
de calca u camisa branca, chapeo de palha com
fita preta larga, e natural do Cear : gosta muito
de estar no Recife, por ter ahi permanecido mni-
tos mezes em cata do corretor, que o tinha para
vender, o Sr. Gustavo, por va de quem foi com-
prado a sen irmao o Sr. Ismael Gaudencio Por-
tado de Mendonca, morador oo engenbo Pageting,
termo de Iguarassn ; tambem costoma Ir a Par-
nameirim, onde tem ama irmaa em casa do Sr.
Caminba : Roga-se as aSitboridades policiaes t
capllies de campo, a saa apprehensao.________
Em os do mez de dezembro prximo ao
sentou-se da casa do -.irurgio Francisco Jos da
Silva um preto de nome Jnveoal, crioolo, com os
signaos se( jiotes : secco, musculoso, estatura re-
gular, feia, bocea notavelmente grande e com al-
guna dentes podres dos lados, beicos salientes,
nariz cnato. esperto, de movimeotos rpidos, e
eoolnma andar calcado. Na sahda roubou a sea
senbor amas 15 a M libras sterlinas : a pessoa
iueo aapterar t trooxer era feceroiraente re-
vppenudt.
OMMHU
Precisa-se de ama mulher forra ou captiva, que
seja boa cozinbeira, nico roister em qae ser
occopada : tratar na roa do Amortm a. 37, oo
em Olinda, pateo de S. Pedro, cas^ encarnada.
AVISA- SE
a quem der noticia da eserava Guilhermina, qae
foi do tenente coronel Feliciano Joaqnim dos San-
tos, e depois comprada ao Bario ,de Nazareito,
representa ter 25 anno, tem. falta de "denles na
frente e as raaos com cleatrizes de quelmadur de
gaz, sec:a do corpo e muito regrista, que desap-
parecen da casa de sobrado n. 26, da roa dos
Coelbos, que ser generosamente recompensado.
Precisase de um cozinhiro ou ozinheira,
assim como de um criado de mesa : em casa de
Laiz de Moraes Gomes Ferreira Ponte de Ueha
n. 16.
Aluga-se tta escravoyua copeiro ou criado
1 nyroa do Psjgr P- 0- ________________^_
Faz-s negocio
eom o estabelecimento de loacas e crystaes intitu-
ladoPrato de Ourosito ra do Imperador n.
57. O estabelecimento esta acreditado, e smente
porque o dono precisa tratar de saa sade, qae
se destaz d'elle, garantindo pessoa qae o com-
prar, o arrendamento da casa : qaem pretender
dirija-se ao mesmo, a qualquer hora dos dias
alis.
ALUGA-SE
um liado sobrado travessa do chafariz n. 11, em
Fra de Portas : a traur com o commendador
Tasso._______________________________
Subloca-se o arrendamento do preaio a roa
do Mrquez de Olinda n. 23, eonsistndo em um
vasto pavimento terreo com os fondos para a
ra da Cacimba, com ehagaono centro sendo lam
bem muito espacoso o andar, o qoal tem sahida
mdependente, podendo ser pelo armazem, pro')
prio para um grande negoeio por atacado, por
ser o lagar o meloor possivel : tratar eom An-
tonio Jos Rodrigues de Souza na thesouraria das
loteras, ra do Crespo n. 6.
AVISO.
O solicitador Antonio Francisco de Souza Maga
Ihaes Jnior, convenientemente autorisado, convi-
da a todas as pessoas que tiveram negocios foren-
ses com o finado capitao Honorato Joseph de Ol-
veira Figueiredo, a comparecerem no escriptorio
do escrivo Meta (ra estreita do Rosario o. 17,
primeire andar) para com o annonciaote eonclui-
rem esses negocios e receberem seas titules.
Precisase de doas portuguezes para traba-
Ibarem em nm sitio nos arrabaldes. desta cidade,
e de um criado para tratar de cavallos : a tratar
na rna Velha n. 79, Boa-vista.
Criado
No Caf Cbinez roa larga do Rosario n. 31,
precisa-se de nm criado : para servido de hotel.
MOFINA
Olha elle!...
Roga-se ao lllm. Sr. Ignacio V.eira de Mallo, es-
crivo na eiade de Nazareth desta provincia, o
favor de vir a roa do Imperador n. 18 a conclu
aquelle negocio que V. S. se eomprometten reali-
sar, pela terceira chamada deste jornal, em fin
de dezembro prximo passado, e depois para ja
neiro, passoa a fevereiro e abril, e nada cumprio.
e por este motivo de novo chamado para ditc
nm ; pois V. S. se deve lembrar que este negocie
i de mais de oito annos, e quando o senhor tai
fino se aehava no es nesta cidade
Moldador.
Precisa-se de um moldador : as offleinas da
companbia Recite Drainage as Cinco Pomas.
Engonimadei a.
Precisase de ama ama para lavar e engor-
mar : rna do Duque de Caxias n. 50, 1* andar.
Taberna.
Faz-se negoeio com a taberna sita ra da Gam-
boa do Carmo n. 2 : a tratar na mesma '
sst m
O Dr. R. Vianna recem-chegado da S
Europa, onde esteve qaasi doas annos, M
aperfeieoando-se nos conhecimentos de B|
sua profisso, e frequenteu os principaes S
hospitaes de Paris, Londres, Bruxellas e ]
Vienna d'Austria, dedicando se eom es-
pecialidade partos, molestias das mu-
| Iheres. e operaqoes das vas genito ouri-
BS| narias, tendo acomiianhado os professo-
5 res mais celebres da Franca e Aliema-
I nba nestas especialidades, commoniea ao
respeitavel publico desta cidade que abri
o sea consultorio na casa de saa residen
I cia roa do Vigario n. 1, 2* andar, onde
mm poder ser procurado a qualquer horado
9 dia ou da oonte.
B Consultas todos os dias do 1|2 dia s 2
i horasgratis aos pobres.
Opera os estreitamentos d'urettra por
| meio de eleclricidade, por ara processo
I mteiramente novo, e sem dor, garantin-
I do a cura radical em poneos das.
Rhia do Vigario p. 1, se-
gundo iiid.r.
*nsmmmmmmi*
. Pede-se ao Sr. Jerooymo Uihoa Cavalcante o
favor de vir a ra do Mrquez de Olinda n. 59,
oot'rora ra da Cadeia, para tratar de negocios
que Ihe interessam. ___________________
O Sr. Antonio Pereira da Rocha cbamado
a entender se com Tasso Irmaos em liqnidacao a
roa do Amorim n. 37, faz-se este por gmrar-se
sua morada.
8

S
m
%
m
m
. sel
\mmt
Sapot
izeiros
Larangiras
Abacatizeiros
Pinheiras
e outras muitas qualidades de arvores fructferas
e apropriadas para adornarern ras e jardins, nao
esquecendo aos apreciadores qae ha grande sorti-
mento de uranias (conhecidas por palmeiras de
leques) cedro do norte, e de oatras qualidades,
bureiras, caueleiras, as bellas palmeiras impe-
rlaes, e as nao esqoecidas casuarinas (coohecidas
por pioheiro), um grande sertimento de diversas
qualidades de roseiras, accacias, tigonias, equi
merias, petunias ; a-siru cjmo grande numero do
ceblas de flores, que se tornara eofadonho rasn-
cionar : a tratar no sitio do Abrigo, em Olinda,
com estacao na travessa do Teixeira Lopes.
Creada portugueza
Precisa-se de urna creada portugueza de
bons costumes, para o ser vico interno de
ama casa de pouca familia. Diiigir-se -
roa Bella n. 37, sobrado de i andares.
******g-"$**$-**
~&, 0 Dr. Joaqnim de AqninoFon- 0
0 ceca mudou sna residencia para a 0
*l rna do Hospicio n. 51, onde con- m
S linua a dar consullas medicas todos 2*
i os dias das 7 s 9 horas da manbSa, j
W. e, soment em casos urgentes, das
tt 3 s 3 da tarde. 0
&$&$&&&&&& v&$$0
Aluga se urna casa trrrea na ra do Hospi
ci, com commodos para urna grande familia :
tratar oa alfandega eom J. C. do Reg Valenca,
ou em Olinda em casa de Jes Antonio Ramos.
Novo perfume.
Agradavel Agua de Kananga, perfame japonez,
superior agna florida e outros perfumes que ser-
ven para o lenco e para refrescar a pelle dando-
Ibe aquella macieza que outros Derrames nio con-
seguera, a Nova Esperanza tem a verdadelra.
Aproveitem.
A Nova Esperanca ra do Duque de Caxias
n. 63 acaba de receber urna pequea quaotidade
de candieiros para gaz, os qures (em serventa
doppla, i*to sao candieiros e serio bonitos jar-
ros se Ibe ret rassem os competentes depsitos s
se vendo poder-se-ha avaliar.
Fronhas bordadas
A Nova Esperanca ra ^)o Duque de Caxias
n. 63, acaba de receber lindissimas fronbas bor-
dadas de poro linbo, as qoaes ja estio promptas
e vende-as por prec.o rasoavel, tambem tem fro-
nhas de labynntbo.
ao corpo commercial
O abaixo assignado declara em virtade do an-
nuncio publicado ne Diario de Pernambuco do
dia 1 e no Jornal do Recife de 2 e 4 do andante,
qae nao venden o seu estabelecimento da ra dos
Guararapes n. 59, e sim a armacao, em conse-
qoencia de nao pre-isar della, pois tendo de mu-
dar-se para a mesma roa com o mesmo negocio
para a casa n. 61, pois Ibe mais commodo em
virtude de grandes despezas que lhe era prejudi-
cial, achou desoecessario que a dita armacao Ibe
acompaobasse, tirando melhor proveito em ven-
de-la. Outro sim, declara mais qae tem resolvido
abrir o seo novo estabelecimento do dia 13 do
corrente mez em diante.
Recife, 6 de mareo de 1872.
Manoel Gomes de Farias.
Aluga-se a grands casa sita na ra dos Pra-
zeres n. 12 : tratar na ra dos Coelhos n. 5.
CASA DA FOHTDIU
Aos 5:0001
Bilhetes garantidos.
i roa Primeiro de Marco (oatr'ora roa do
Crespo) n. 23 e casas do costme.
O abaixo assignado, tendo vendido nos seos t
lites biibetes urn inteiro n. 2143 com 3004Q00.
um inteiro n. 1773 om 1004, e oatras sones de
40/000 e 20/000 da lotera qae se acaboa de ex-
traair (227*), convida aos possoidores a virem
receber na conformidade do costme sem des-
cont algum.
Acbam-se venda os bilhetes garantidos di
Ia parta das loteras, a beneficio da igreja de
Nossa Senbora da Piedade de Santo imarc
(228a), que se extrahir na sextafeira 15 do
corrente mez.
PREC08.
Bilhete inteiro 6*000
Meio bilhete 3/000
Quarto i/500
toe porcao de 100/600 para cima.
Bilhete inteiro 5/503
Meio bilhete 2/753
Quarto 1/375
Manoel Martins Finia.
COMPRAS.
Compra-se apollces
na ra Nova n. 23, loja.
da divida provincial
Na Praca da Independencia n. 33 se compra
ooro, prata e pedras preciosas, e tambem se vende
obras de ignal especie.
scrava
Compra-se urna eserava
annos, que coziobe e lave
Cadeia n. 34,1* andar.
de idade de 30 a 40
para traur na ra da
*F
-
VENDAS.
Aluga-se o 2* e 3* andar do sobrado n. 47
da roa da imperatriz : traur com seu propne
Urfo o Dr. Joaqnim de Aqoioo Fonceea.
__ Fazfsa negocio com o e-tabelecimento de
loacas erysUes intitulado Prato de Ouro, ra
do Imperador n. 57, por o propnetaho se acbar
basunte doente e precisar de tratar de sua saude,
a primeira condieo a desoneraco da pra$a ;
garante-se o arrendamento da casa pelo tempo
que falu. que sao qaasi cinco annos: a tratar no
mesmo armazem a qaalqurr bora.
Precisa se aluga r um moleque de 14 annos
a traur na rna i* de Marco n. 23.
O mulato Raymoodo de idade 20 annos pou
co mais oo meos, cabellos corridos, tem a cor
alaranjada, falla manca, eanellas tinas, ps sec-
eos e um tanto peqnenos, natural da villa de S.
Joio do Principe, provincia do Cear, freguezia
de N. S. da Paz da Arreirs onde era escravo de
Manoel Leonardo de Araojo Feitosa, e vendido
nesta praca do Recife pelo capitao Jos Rayraun-
Corra, tambem all morador, desappareceo
cerca de quatro mezes da casa de sea senhor o
tenente coronel Jeroeymo Carneiro de Albaquer-
3ue Maranhio, morador no engenbo Mega
e Baixo, na camarca de Goyaoa, Suspeita se
com fundament > qoe este mualo seguir para a
cidade de Arela oa para perto a procara de nm
rapaz qoe estivera como feitor no referido
engenbo, de nome Antonio Gomes Pereira de Vas-
concellos. Protesta-s contra qaem o tiver occal-
to, e pagase generosamente a qaem o levar ao
referido eogenho, oa delle der noticia, oa em Goy-
anna raa do Meio n. 29, loja d? Jone, oa no Re-
cife raa d.> B^m Jess n. 30.
.lili Mu-
Rna Duque de Caxias u 50
Botinas inglezas para meninas.
A loja d'Agnia Branca ra Duque de Caxias
n. 50 receben por amostra orna pequea quaoti-
dade de botinas de marroquim com borracha ao
lado obra mui ba para meninas, e para que te-
nbam prornp'a sabida a Aguia Branca esta ven-
dendo-as baratamente.
Smaocorae
Toa!co especial contra a calvice
Cora um bello -ortimento de perfumara que a
Aguia Branca acaba de receber veio tambera o
apreciadoSinaoeonecojo proveitoso effeito
j bem conhecido por quantos o tem usado e ser
anda mais por aqaelles que necessium de sua
utilidade. O continuado uso do Smaocome d o
bom resultado de impedir a queda dos cabellos,
fazelos renaseer e conservar o seu brilbo natura
altn de que feu odor e mais agradavel qoe dou-
tro qaalqaer tnico continua a ser vendido na! oja
.da Aguia Branca. '
Leite de rosas brancas
Excellente para acabar com as sardas, pannos e
espinbas no rosto.
Vndese a 2/ o frasco, na leja da Aguia Branca
ra Duque de Caxias n. "10.
Bonitas caixas com perfumaras
proprias para presentes
Vendem-se na-loja d'Agnia Bran:a roa Duque
de Caxias n. 50.
Agua Florida.
Acaba ie chegar novamente a afamada agua
florida de Gaislain para Ungir de preto os ca-
bellos braneos. Cerno sabem os que tem usado
dessa apreciada agua, o seu effeito nao instant-
neo porra seu resultado segaro e eilieaz. Che-
goa tambem a agua de Topasio para o mesmo nm,
e Continan) a ser vendidas a 7/ r frasco na loja
d'Aguia Branca ra da Duque de Caxias n. 50.
Molduras dour&das para qua-
dros.
Na loja d'Aguia Branca a roa Duque de Caxias
n. 50 vende-se moldaras douradas com differeotes
.Moldes,, e larguras, e por preco commodo.
Pennas de aqo bico de lanca.
Caixas com 100 penas a 400 rs. oa loja d'Aguia
Branca.
Bonitas capellas com veos para
noivas.
Vendem-se na loja d'Aguia Branca a roa Duque
de Caxias n. 50. Tarabem se vendem separada-
mente bonitos veos oa mantas bordadas para noi-
vas, e veos de cores para chapeos.
Escumilha preta fina e larga.
Vende-se na loja d'Aguia Branca raa Duque
de Caxias n 30.
- Botoes
Cobertos de esgaiao proprios para carnizas, e por
sua daracao preferiveis aes de madreperola.
Vende-se na loja d'Agnia Branca.
Caixinhas com 3 sabonetes finos
a 1/, 142OO e 1/500 a caixa.
Vende se na loja d'Agnia Branca.
Meias brancas e de l
LIQUIDAGO
DE
FAZEWDAS
Pretas para a quares-
ma
NO BAZAR NACIONAL
Ra da imperatrtz n. 72
DE
1,00 re neo Pereira tiendes Onl-
marSes
CORTES DE CASEMIRA A120500
Vende-se cortes de casemira preta para
calsa 20500, a 40 bom o corte.
PANNO PRETO A 10300
Vende-se panno preto Dar calsas pali-
to ts 10500 20 20500.
Dito muito fino 30500 40
CASEMIRA TRANSADAS 20000.
Vende-se casemira transada preta, 20000
20500 o covado.
GROSDENAPLE PRETO 20000
Grosdeoaple prelo para vestidos de se
nhora e meninas a 10800, 20. 20500 e 30
o covado.
FAZENDAS DECRESE ALPACAS DE
LISTRAS A500RS.
Vende-se um grande sortimento de alpa-
cas de ristras lizas e de qaadros para ves-
tidos de senhoras a 50O, 640, e 800 o co-
vado.
LSINHAS DE CORES 160
Vende-se 15sinhas de cores a 160, 200,
400 e 500 o covado.
CHITAS FRANCEZAS A 200 RS.
Vende-se chitas francezas largas a 200,
240 320 o covajo.
MADAPOLO RARATO 30
Vende-se pesas da madapolSo infestado
a 30. dito de 20 e 22 metros a 40, 50 60.
70 e 80.
BOLSAS PARA VIAGEM
Vende-se um grande sortimento de bol
sas para viageo* a 30, 30500, 40 e 50
ALGODQ BARATO
Vende-se pesas de algodo 30, 40, 50,
6 60000.
Vende se pecas de cambraias brancas
victoria 45, ditas transparentes a 40J0, e
oatras muilas fazendas em liqnidacao, que
se vendem muito barato, para feixar cern-
as, e chapeos para homem e meninos, e
roapa feila preta para a qoaresma de todas
as qualidades e tambem de cores.
RA DA IMPERATRIZ N. 72.
LOPES MACHA
C-5
GBANDE NOVIDADE
(00 cartoes de visita por 250000 com re-
trato photogupbado, nome do individuo-
profisso e endereco.
Esses lindos caniles, que boje estio em rana.
favor as principaes cidades do mando cifilitadc,
sio nm verdadeiro mimo da arte ptaoiorrapbiea
s classes industriaos. O medico, o engeilMiro, )
advogado, o commerciante, o industrial e o artwu
por meio d'elles fatem-se mais connecidae, a
iodicam sua residencia, o que certamtnie Nwe
assegura augmento e certeza de tratsaccjes
e de lacros. Qointas vezes se corre procura da
um medico, qae oso se encontr, tendo-se pastad>
ao lado de mullos qae se nio connecem f Qaac-
tas vezes procuramos nm advogado, nm procura-
dor, oa outros proflssiontes. deixando pele cam -
nho que pas-amos os individuos cajos serv.co* so*
sio necesarios, e cojos lacros augmentaramos
Quantos commerciantes e artistas meos honesto?
usurpam ioteresses de outros at Ibes rout ando >
nome por que o iodividuo enja boa fe iliaqueai:
nio connecem de pessoa aquelle quem proco-
ram ? Emrim, sio facis de apreciar ai vnu
geos que offerece nm pedaciobo de delisado ear-
lio de 2 sobre 3 pollegadas eom ora bem fsNo i
fiel retrato pbotograpbico, eom o nome por ex-
tenso, profisso e morada, ntidamente ignrateos
de qualquer iodividuo qoe vive da seieocia ou industria. Para as classes aristocrtica e ociosa !-
zem-se dos mesmos candes com o retrato, e t -
tulo, a coroa oo brazio, ou outros qaaetqoer i'm-
res qae forem indicados.
A nica pbotograpbia nesta cidade que poesn*
as machinas e apparelbos precisos para prepara-
esses car toes a Photegraphia Imperial a rna d]
Cabug o. 18. Como sabido de todos, o pro-
prietario desse estabelecimento nie poupa esfor; -
para o seu desenvolvimento, e para oflerecer ai
publico desta cidade todos os gosos e melbora-
mentos que o progresso da pbotograpbia di m
habitantes das principaes capitaes da Enropa o da
America. Agora mesmo esta esperando oivoa aj.-
parelhos de Londres para a prodoccao de om k-
vo syslerua dos cartoes de visita hoje geralmeo.?
em uso, porm, que por urna nova iranf jrm ; .
e melcramentos que Ibes acaba de ser dado, se-
gundo jornaes pbotographicos de Londres e de Pa-
rs se tornam de nm primor e belleza deseonhe:.-
dos e mui apreciaveis.
Encontrara- se specimens dos candes cima ac
nnnciados a 25J000 o cento, na Phctofrapbia Im-
perial e na linaria Pranceza do Sr. De Lailha:--
ra do Crespo.
Travessa do Corpo
Santo n. 25.
Ve&de-se machinas a vapores locomoveis de tor-
ga de 2, 3, i e 6 cavallos e sens pertences, pedras
de moer milbo, arreios para carro para dous ca-
vallos com retranca.
Ra do Livrament n. 20
Farias & Gomes ecieotideam ao publico que
acabam de realisar a mudanca de seu estabelicl-
mento sito a rna Duque de Caxias n. 73, para a
ra do Livramento n. 20, onde se podera encon-
trar um vahdo sortimento le (azoadas, pelos pro-
cos mais rasoave;s possivels, como sejam :
Cambraias de cores a 240 ris o covado.
Ditas muito Anas a 280 e 320 rs. o covado.
Laa e alpaca a 400 e 500 rs. o covade.
Chitas escuras a 240 rs. o cavado.
Ditas muito fina e lindos padrOes a 280 e 320.
Madapoln fino a 31 e o800 r.-. a peca.
Dito muito no a 6i.
Grosdenaples preto de todas as qualidades.
Brira de cores e pardo.
Camisas franceas e inglezas.
Casemiras de cores e preta*.
Haraburgos, cambraias brancas transparentes e
Victoria de todas as qualidades; tudo por precos
os mais razoaveis possives e por menos que em
outra qualquer parte.
Pillas assocaradas de Irislil.
NAO CONTEM XEM CALOMELANOS NEJI \F.M'f
OCTRO MINERAL.
A grande necessidade e falta de um a-
thartico ou de urna medicina purgativa, ba
muito que tem sido sentida, tanto icio p<-
vo, como mesmo por meio da faculdade
medica; e por isso, infinito o gosto d
prazer que sentimos, em pdennos cota
toda a confianca e segundado, reeommend; -
as pilulas vegetaes assucaradas de Bruto'.,
como urna excellente medicina purgativa, a
quai encerra em si todas as partes e mais
ingredientes essenciaes, tornando-se em un
perfeito, seguro e agradavel cathartico de
familia. Este remedio nao compreu
dessas drogas ordinariamente usadas ra
composifo dessas pululas, que por ah m
vendem, mas sim, s5o preparadas com as
mais finas e superiores qualidades de raizes
medicinaes, liervas e plantas, depois de,i
baver chimicamente extrahido e separad',
os principios activos, ou aquellas partes
que contem o verdadeiro valor medicina1,
daquellas porces fibrosas inertes e agres-
tes inteiramente destituidas da menor viril-
de. Entre esses agentes activos ou ingre-
dientes especficos, podemos nomear a pt~
iophgliin, a qual segundo a experiencia
mm demonstrado, possue um poder o mais
"jararilhoso possivel sobre as regides do
ligado, assim como sobre todas as secre-
c5es biliosas. Isto decombinaco com j
leptandrin, e mais alguns extractos vege-
taes e drogas altamente valiosas, consti-
tuem e formam urna pilula purgativa, tor-
oando-se por isso muitissimo superior, a
qualquer urna outra medicina d mesma
natureza, que jamis fora apresentado c
publico. As pilulas vegetaes asiiicaradc*
ie Bristol, achar-se-hlo sempre um remi-
di prompto, seguro e eminentemente eff'-
caz, para a cura de molestias, taes como
sejam as seguintes.
Hydropesia dos merr-
bros ou do corpe,
Affeccoes do figade,
Ictericia,
Hemorrodias,
Mau balito, e irregu-
laridades do sexo
femenino.
Dores de caboca-
Dspepsia, ou indi-
gestao,
dAstringencia, ou..
prisSo do ventre
habitual,
Azia do estomago e
fiatulencia,
Perda do apetite,
Edtomago sujo,
para
bomens e senhoras e de cores para creancas.
Vende-se na loja d'Agnia Branca.
Talagarsa
Seda froma e torcal para bor-
dados.
Vende so na loja d'Agnia Branca.
Pides de nova invengo!
Aquellos engranados pioes que dan;am nm
quarto de hora mais pu menos, mostrando dirTe-
rentes cores e representando diversos caracteres
e qae trazem urna agradavel distrajo, rebeben
a No? Esperanza raa d? Daqae de Casias na-
aero 63.
BRAGA & PIHERTEL
Ra do Baro da Victoria n, 35
Oatrora ra Nova.
Grande deposito de metaes e offleina de latoeiro,
ealdereiro, funilero e fhndijao de sinos.
Este grande estabelecimento est sempre soni-
do de alambiques, sinos, bombas de todos os l-
mannos do syslema americano de cobre e obras de
folbas, tobos de chumbo para agua, toroeiras de
todos os tamaohos tazas de cobre tanto para re-
flna.'ao como para casa particular, tambera se
encarregam de enllocar e concertar, tanto bombas
como encanamentos para _agua, todo isto por pro-
cos commodos e promptidao.
_ Veode-se por preco commodo o melhor sitio
do Barro, qae foi do finado Dutra, o qoal tem
moias e boas larangiras e sapotiseiros, e toda
diversidade de fracleiras, casa de vivenda, co
chera. estribara e cacimba de boa igna de be-
ber : a tratar no pateo do Terco n. 20.
Em todas as molestias que dervam a
sua origem da massa do sangue: a salte
parrilka de Bristol esse melhor de todos
os purificadores deve ser tomado coojuc
lamente com as piulas, pois que estas
suas medicinas, tendo sido expressamentt
preparadas para obrarem de harmona uir.;-
:om a outra, quando fielmente assim se faz.
nSe nos resta a menor duvida em dir*
que no maior numero dos casos, odemos
affiancar nao s um grande alivio, com
tambem urna cura prompU e radical, isu
est bem visto, quando o doente nio se.
ache n'um estado muito alm dos recurso*
bumanos.
Libras sterliaas.
Vende-se n.~> rrmazem de faumdas de Angas;,
g. de Oiiveira 4 d, ra to Commercio a. 41
Ferreiro.
Veode-se um dos melhores terrenos de Be-
beribe junto a ponte e defronte do sitio do Sr.
Stteple, com duas frentes, sendo dina para o re
e oatra para a estrada, e 200 palmos : a tratar
com A. de Abren Porto oa Jos Antonio de Car-
valho Jnior, a rna do Vigaro d. 9, 1* andar.
Vfo9f-w barati par Bfalto.
Vece-se ama oficina de ferreiro eom seos
pertences, nc caes de Capibanbe n. 14, garanti-
do-se o alague! da easa : tratar na mesma of-
fleina.
Libras
Vende e na ra do Amorim n. 43, artmoeaa >
Femando d Cela 4 K-
Vende-se
terreno do lado do tal, do sitio Otho de Vtdro^prj
Pareameirm, aos palmos : quem preteoder:z*>
ver a planta qoe se acha na loja do Sr. Gaspar, na
roa Daqae de Caxias n. 43.
Vende-se a taberna sita a raa da B<*-VU
n. 2, propria para principiante, por ter poneos
fundos e estar bem afreguezada ; veade-se por
seu dono ter de retirar-se para a Europa a tra-
ur de sua sade ; por isio so se faz a veada a
dinbeiro, o~ rom garante que passa ter de*:fnte
l tratar ti nesma.
*
.
'*


Viaii* de Ftfnambtic Sexla leu* 8 Je Manjo dt 1872
* IMIlfit lYg:L EiIQVinA^AO
SJSJf LIMITES
Ni
LOJA E ARMAZEM
DO
PAVAO
DE
FLIX PEREIBA DA SILVA ft C.
NA RA DA IMPERATRIZ N. 60*
S a dinheiro vista
Os proprietarios deste esUbelecimento tendo graode neceasidade de diminuir o im
nenio deposito que tem de fazendas e grande urgencia de apuraren dinheiro, tem re-
volvido fazer urna verdadera liquidado com grandes abatimettos nos precos de todoj
os seas artigos: para o qae convidam ao respeitavel publico desta capiul a vir sortir-s
pe lhe garantem que em parte a I gama poderlo encontrar o grande 'sor timen toe me*
oo Dio comprarlo pelos precos que se Ibes pode vender na toja de Pav5o; porra ad
virtindo-se que s se vende a dinheiro vista. Os mesmos proprietarios deste estabe-
ecimento rogam a todos os seus devedores desta praca o favor de viren saldar seos de-
ottos, e todos aquelles que estiverem devendo contas antigs e o nio fizerem terSo de
ser encommodados judicialmente.
Para a quresma
GROSDENAPLES PRETOS A 14600,
24000 24500 e 34200
O Pavo receben um grande sortimento
de grosdenaples e gorgoritos pretos que
vende por prego muito em conta, sendo
groidenaple preto liso muito boa fazeoda a
(4600 o covado. Dito a 24000 e 24500.
Dito de cordao ou gorgurao muito encor-
pado de boa largara a 34000, 34200 e
34500 at 54000 ou 64000 o covado, as
im como grosdenaple liso com 4 palmos
de largara, sendo mnito encorpado a 34200
grande pechincba, na toja do Pavo ra
da Imperatriz n. 60.
FAZENDAS PRETAS PARA A QURESMA
Na toja do Pv5o vende-se um grande
sortimento de fazendas pretas proprias para
a quresma como sejam : grosdenaples pre-
tos de todas as qaalidades, panno no pre-
to de 14600 o covado at 104000, casemi-
ras pretas de todos os precos e qualidades,
merinos trancados e de cord5o, bombasioas,
alpacas e outros maitos artigas que se ven-
iem mais barato do que em outra qoalquer
parte ra da Imperatriz n. 60.
Explendido sortimento
DE
GROSDENAPLES NA LOJA DO PAVAO DE
14600 at 104000
O Pavo vende um graode sortimento de
grosdenaples e gorgorees pretos para vesti-
Toalbas grandes de fusto para mesa de
jantar a 34500 e 64-
Cobertas de fusto para a cama a 34500.
Grande sortimento de casaquiahos ou
basquinas modernos de seda e crocb, rica-
mente eofeitados para diflerentes precos.
GorgarSo de cor para vestido a 360 o
covado.
Bareges transparente a 320.
Ditos ditos a 160,
Dozias de toalhas para mo a 64 e 84.
Carnizas francezas para homem a 14600
e 240OO.
Coletea de meia cazeraira e brim a
14500.
Calcas de brim branco de linho a 24 34.
Paiitnts de alpaca preta det salpico a 25.
Ditos sobrecasacos de brim a 24.
Ditos de cazemira de cor a 44500.
Panno preto com 6 palmos de largura a
1^600 o covado.
Cassas pretas lisas a 120 ris a vara.
Chita preta lisa a 100 ris o covado.
Cbales pretos adamascados a 14600.
Ditos de barege de cor a 14.
Ganga franceza a 320 o covado.
Dozias de lencos brancos 14600.
Punhos com golliohas de cambraia tapad
9 transparente a 14600.
Corpinbos de cambraia branca e de cor
a 24000.
Saias de 13a com barra de cor a 34, 44,
54OOO. e outros muitos artigos que seria
dos, que vende a 14600 o covado, dito a, infadooho mencionar o que se liquida muito
240OO, dito a 24500, dito com 4 palmos de
largura a 34000, dito a 34500, 44 e 54000
dito com mais de um metro de largura que
com 9 covados se faz um vestido, a 84, 94
e 104000, todos estes grosdenaples se po-
den* vender mais barato do que em outra
qnalquer parte, altenJendo a grande qoau-
dade que se receben desta fazenda, roa
da Imperatriz n. 60, toja de Pereira da Sil-
va &C.
Panno preto a 1-sfiOO o corado
O Pavo vende panno preto uno de doas
larguras a 14600 o covado, dito muito su
barato na toja do Pav5o ra da Imperatriz
n. 60.
GRANDE PECH1NCHA EM PANNO PRETO
A.340O0
Na toja do Pavo vende-se snperior panno
preto pelo barato prego de 34000 o covado
seodo fazenda que sempre se vendeu por 44
e 44300, e liquida-se por este preco por
ter-se feito urna grande compra, assim como
no mesooo estabelecimento se ven je grande
sortimento de panno preto, casemiras mais
barato do que em outra qualquer parte na
perior a 24500 pechaba, roa da Impe-1 da, JP*** f> t0> i" <*e Pereira da
ratriz n. 60.
RICAS SAAS BORDADAS A 84000 E
104000
O Pavo recebeu um bonito sortimento
das mais ricas saias bordadas, tendo 4 pal-
mos cada orna e vende a 84000 e 105000,
sendo fazenda qne vale 124000 e 144000, cada crte/ grande pechincba.
i pechincba, a ra da Imperatriz n. 60.
NOVOS VESTIDOS A 54000.
O Pavaotem lindos cortes de vertido d(
finissimas cambraias com bonitos bordadoi
de cores e tambem todos bordados brana
que vende pelo barataste o preco LAASINHAS NOVAS
O Pavo recebeu um elegante sortimento
ias mais moiernas 15as para vestidos com
iistras de seda que vende a 800 e 14000 o
ovado, ditas de phantasia sem Iistras de
seda que vende de 400 at 40 rs. pe-
chincha na toja do Pavo ra da Impera-
triz n.60.
MANT1LHAS BRAS1LEIIUS
O Pavo venda bonitas mantilbas brasilei-
ras a 104000 pechioha, roa da Impe-
ratriz n. 60.
NOVAS CAMBRAIAS BORDADAS A 54000
O Pavao recebeu um bonito sortimento
de novas cambraias bordadas para vestidos
sendo todas brancas e com bordados de co-
res s vende se pelo barato preco de 54000
cada corte, tendo 8 1/2 vara pecbcinba,
roa da Imperatriz n. 60.
Pechincha na loja do PavaO
POR CATJZA DO INCENDIO
F. Pereira da Silva, tem urgente necessi
PANNOS DE CROCH PARA CADEiRAS l
SOPHAS.
O Pavo tem nm grande sortimento di
pannos de croch proprius para encost dt
cadeiras e de spbas, assim como um rict
sortimento de tapetes de todos os tamanhoi
proprios para salas.
MADAPOLAO BARATO A 44, 44500 E 54
O Pavo tem pegas de madapolo com 21
jardas ou 20 varas que vende a 44 e 4450C
a pega, dito muito fino e largo de 04 pan
cima, dito france du melhor que tem vindt
ao mercado, assim como dito finsimo en
pecas de 40 jardas.
Cortes de chitas.
a 14600, 24OOO e 24800.
O Pavo tem cortes de chitas francezai
com 10 covado, que vende pelo barato pre-
co de 14000 e 240OO, ditas que vende i
160, 200 e 280 rs. o covado, tambem tea
um graode sortimento de ditas finas claras
e escuras que vende a 280 e 320 rs. o co
vado e finsimas percates miudinbas propri
dade de liquidar muitas fazendas de 15a, li-1 as para camisas, vestidos 6 roopas para me
nho, seda e algodo, que lhe ficaram mais | nnos que se vende a 360 c 400 rs.
ou menos estragadas por occasiSo do io-1 LENCOS BRANCOS.
cendio que se deu nos doas estabelecimen- j o Pavo tem odcos brancos abanhadot
tos contiguos ao seo. qQ0 se vende a 25S00 e 34. a duzia, ditoi
Pecas de afgodioeinbo a 34000 e 44000' graudos de murim sem ter abanhados a
Ditas de madapollo a 45, 45500 e 54. ,3420o rs. a duzia ; assim como bonitos lee-
Ditas entestado coa 12 jardas a 20500 Os bordados para mos.
e 34.
Ditas francez mnito fino com 20 varis a
94000.
Algodo largo trancado para lencoes a
800 e 14.
Bramante de linho superior com 10 pal-
mos de largura a 24 o metro.
Dito de algodo com a mesma argora a
1460C o metro.
Pecas de cambraia transparente com 8
i 2 vara-e urna vara de largara a 34500 e
44^00.
Ditas Victoria com a mesma medida a
:i4iO0 e 44.
Ditas de cambraia de salpicos com 8 t|2
varas a 54-
Ditas de dita adamascadas para vestidos
com 8 1|2 varas a i#.
Ditas com bordados de dcres a mesma
medida a 445 Cortes de organdv branco e de cor com
7 112 varas a 24.
Ditos de cassa de cor com 7 varas a
24500.
Pecas de organdv branco para vestido
tendo 8 I [2 varas a 39000.
Grande sortimento de chitas escoras
240 e 280 ris o covado.
Cortinados para cama e janellas o par
74. 84. 104.
Saias de um s panno com pregas
25500.'
Romeiras pretas de crocb a 44 e 64.
ROUPA PARA H0MENS.
Sobrecasacos de panno preto fino toad
muito bem fe i tos de 124 at 404000.
Palitos de panno preto fraques e sacc
de 84 at 124000,
Ditos de casemira de cor de 64 at 124
Ditos de alpaca preta fina de 44 a 64000.
Ditos de dita branca e de cores 64000.
Ditos de brim de linho trancado a 64000.
Calcas de casemira preta de 65000 at
124000.
Ditas de brim branco de lintio de 4400C
at 84000.
Ditas de brim de linbo de cor para todoi
os precos e qualidades.
Camisas francezas o nglezas com peitor
d'algodSo de 14600 at 54, em duzia ven
de-se mais barato.
Ditas ie meia do 00 rs. para cima.
Ceronlas de linbo o algodo, francezas t
feitas na trra.
Collarinos de papel, algodo e linhe
que se '.ende muito barato para liquidar.
Para noivas.
O Pavo tem rico gnrgnro de seda, bran-
a co. Grosdenaple branco muito encorpado
; Agraciarnos brancas com Iistras de seda.
a j Poopenas brancas de seda lisas e lavra-
das. Sedas brancas, lavradas e lisas. Ca-
pellas com palma de flor de laraoga com
ricos veos bordados, qne todo se vence mais
barato do qne em outra qnalquer parte.
A toja do Pavao acha-ee constar: :euienle ib'.rt d
ho U a roll, i rea s/^neratr c. 60.
C taras? guefei at
*ian ft vio vim processo'niaia perfeito e qne at-
t tal forma a satisfazer as exigencias mais
rraa da t?cripturacio.
1 toa eflr (indissima e nao precisa de cnida-
o algom para se conservar no tinteiro sempre
s* a mesma cor, sem borra, crosta, bolr ou sem
sdat astas marellas inherentes todas as tintas
tf agora coohecidas, anda mesmo dos melhores
tores estrangeiros.
lobretado, este estimavel producto nao ataca as
ranas de ac, antes pele contrario, a penna
Tttir nm esmalte donfado que, sendo interes-
h, asss proveiloso.
Etta tima, nao sendo especialmente para copiar,
a cumiado duas, tres, ou mais copias um mea
't;o!s de escripta ; preciso, porm, deixar-lhe
:pif bem molhado sem o enxugar com o raata-
rrao, porque nio ha o risco de borrar. Para se
irar mais de urna copia, nao se agglomeram tan-
ta oibas quantas copias se querem tirar, mas
t-u com o original tirar nma tantas quantas
laJtHJam, i'-va que o origiual fqut prejudicadn
idas xttacoes.
Occorre aqui direr qne, para copiar importa
uta inteiligencia e habitidade, sem o que a me-
or tinta nao satisfaz, e o defeito recae sempre
or a tinta, que muitas vezes quem menos
iva :tm.
k Jupia qcalidade desu tinta extremamente
prtciavel, pois que eviu que em qualquer es-
.r'ptorin baja ms.s do que urna tinta para os di-
no* estere.
tijnantfi a na arabidade, no ha a oppr
ilstaswr divida pois qna *u tinu dspois d m-
cripta soffire o choque de cidos fortissimo9t sem
se decompdr; ora, se os cidos nao tem accao so-
bre ella, muite menos a aeco do tompo a poda
destruir; isto plausiva!.
Nio s ao commercio que este mea producto
veio ser til; os professores dos collegios, investi-
gando todos os meios para o adiantamento dos
seus discpulos, tem approveitado esta tinta, que
com razao a acharara apta para desenvolver o
Sosto nos educandos, em consequencia da beleza
a cor e facilidade de correr na pequea pela sua
liquidez. Ha exemplos de enancas que havia
muito tempo tinham nma repugnancia extrema
para a escripta, logo que foi admittida esta tinta
no coliegio, apoderon-se deilas a curiosidade e o
gosto, e ponco tempo depois o ten adiantamento
era manifest.
Esta tinta, par de tantas vantagens, tem nm
nico inconveniente, deteriora-se ao contacto de
outra qualquer; cenvm pois te-la em tinteiro
isentos do menor vislumbre de outra tinta, e evi-
tar escrever com a penna snja de nma preparacao
difterente e incompativel; verificando isto, nao ha
razio para se usar de tinta que nao seja a VIO-
LETA EXTRA-FINA DE MNTEIRO.
Observado.
Diverjas talsificacoes e semelhancas tem appa-
recido, cuja durabilidade dnvidosa. Os Srs.
compradores podem evitar o engao dirigindo-se
casa; circnmspectas, s pedindo a tinta que eu
fabrico
A. Stanteirn.
DOS LEOES
Ra Duque de Caxias n. 29.
0> proprietarios deste bem montado estabelecimento scientificam ?o respeitave
respeitavel publico desta provincia que se acham com um variado e completo sorti-
aento de movis, tanto cacionat s como estraDgeiros, seodo estes escolbidos por nm dos
iosos que se acba actualmente na Earopa. O mesmo tem contractado com os melhores
fabricantes daquellecontinente as remessas das mais ricas mobilias feitas alii.
Na officina tem os mais habis artistas deste genero, e por isso pedem que ve
nfcam visitar o estabelecimento, aonde encontrarlo a realidade do que acabara de expr
ue se pode examinar; ricas e completas mobilias de Jacaranda, mogno, faia, camino, a-
marellc, te, rica e elegantes camas deja erand, po setim, amarello, etc., etc., guarda
vestido de amarello. guarda loop d nogueira e de amarello com tampo de pedra, apa-
radores de d to dita, peti toilettes especialmente para fazer a barba, toilettes de jaca-
randa, amarello, poira, se Teta-ia; da Jacaranda e mogoocus tureiras oe mogno, san-
tuario?, thears para bordar, bsreos, lavatorios com espelho, de pedra marmore e seus
pertence, cadeiras privadas, bids; etc., etc.. e maitos ontros artigos que deixamos de
mencionar por sejicrnar enadonho
FLOR DE OURO
lo 24 A-Ra larga do Rosario-N. 24 A^
BfiHTJA3II]| & mulo
>tmpre viva no cuiuprimento de ens deveree, sada a seus innmeros fregae-
tw :via eiiir^da do novo aneo de 1872, de coracao deseja, a todos, bem boa somma
&$ lor, e mil vezes preferido it flores vegetase qne perdendo o odor murcham e desap-
pareceoi. Auno novas, aova eousas ; portaoto respeitaveis leiteras visitai o estabeleci-
mento o tempo precioso passsado na FLOR DE OURO qne
*
Em modicilade de presos sem igual
Lioas voltinhis de coro a 8*000, lunetas com caixa de msdreperola obra de *
goto para enhora a 10*000, pares de brinco de phantasia a 8* e 10*000, meios ade-
reces a_16*, ri>zetioha de diversos modeHos a 5* e 6*, e 8*000 o par. puiceirinha de
coraia "*, at;cadores de dito para creare* com bollinhas e diversos enfeites de ouro a
a 20*000, vjliichas de coral com craz de ouro a 5*000, brlnqainhos de coral a 3* e
4*000, tifrs a 2*, lindos anneis de benits e boas pedras a 3* e 4*, ditos de pedras
tina* a 6*000, eruzes de div<>r03 gosto a 3*, i* e 8*. ditos de esmeralda, parolas e
rubios a 12*, U*, o 16*000. cacoietas com inscripcoes e sem ellas a S*. 6* e 8*,
linda vtlmbas de pra-.a para as modernas pulceiras de tita a 1*.
Aos apreciadores da moda
E* men'e ni Flor de Ouro que se vende joias modernas por pouco dinheiro
como sejam : guuniees em tres Latoes para abertura 4*, pares de ditos 8 de de-
ferentes gostos a o*, ditos a 3*. ditos de colerinbos a 1*500 o par iitcs para ponhes a
8*. cadeas maito chiques a 20*, ditas a 6*500 a oitava, pencinez de prata dourada
a 4*, 4*300 a *, medalhoes para adeias a 12*. medalhas com letras a 8*; slm
de nm grande sortimento de obras de brilhantes, brincos, braseletes. alnetes, adere-
mos completo, meo< ditos de pedras finas e coral, medalboes, voltas e trancellins,
MACHINAS
DE
COSTURA
A'
DOS POSPONTOS
OOSOOO
M.4KCA
DOS POSPONTOS
singer :r
MANITACTIRNG 904000
(DaiPini 9o,ooa
90|000
SLNGER
!K'00
'.H'A.(0
90,000 UDJOIHK
90|C00 -
eompinHiA
FIXO NO BRACO DE CADA MACHINA
GRANDE TRIUMPHO
OBTIDO SOBRE M4IS DE TIHTa EXPOSITORES, UCU'IMMI
TODAS AS GASAS PR1NCIPAES SES1E MO OE )Wm\\
EXPOSICAO
MA
\
Os jurados, para decidir das qualidades de varia? machinas 'nao ? a res: i i'
excellencia da construyo, como tambem da superioridad -.o trahalhD execotado), or-
ganisaram entre os expositores urna lula de coser, em que os uredos determinaram e
destribuiram os materiaesde que se deviam osar
Reconheceu-se unnimemente
Que a machina moderna pira costura Je familia, de
SINGER MANUFACTURING COMPAMY
alcancou urna victoria fcil sobre todas as concurrentes, ledo fftVct. ado urca Urefi
horas pata execoi
rr.
ir o
taMo
2 3/4 horas, qaando a mais rpida das outras linha levad
mesmo trabalbo de nma mane ira muito inferior.
O numero proporcional de palmos de costura feita :n 10 biras de trabalbo.
a "machina Singer, era 1,500, necesitado 1.000 a 1,400 jardas de hoba ; no ert:
ser preciso 3.0C0 a 1,000 jardas para fazer o mesmo compriaet-to de costura
macbioas.
O prego de 3,000 jardas de Inha................ IMF ,,
O-prego de 1,000 jardas de linha................ 35' L
O que mostra um prejuizo ceito p-jlo mefosde I9OOO
por dia emprego das machinas de ponto de cadsa, fatendo im um anno <" t. ^x, *
o obreiro um prejuuo de mais de 340, onaotia pela qual pde-se qoaa c- mun, ,...,,.'*
machinas. l TBW*
nico agente m Pe nambuc /0
(Note-se bem o numero) )V. H. Chapmll iNjte-iebi m 8 numero)
4 5 R11 a do Imperador
^ 5
NOVO E GRANDE SORIMFji
DE
FAZENDAS m$
NA
n
wmm k lopes
64 RA DA KPEWRIZ u
O grznde sortimento de fciendas floas que ult mamen e reeeota s, que KtaAt
demos por precos que a todos admira, nos ^nim^ a cbamum .- 1 .;. ? 3) d nu>\.
numerosos freguezas. certos de qae q2j Ih's faltan '.- %n;:r.d .l- ros tin-
tos, Outro sim os peumos por qne
das a dinbeiro.
f rom marcadi< .'3 m >
' ser! 1 1 n
,i
Alpacas lisas acolxoadas padres lindos
a 500 rs. o covado.
Ditas lavradas muito finas a 7C0, 800
e 900 rs. o covado.
Ditas lisas bonitos padres a i 10 rs. o
covado.
Merinos lisos de cores diversas a 500 t.
o covado.
Dito verao mnito superior a iSOOe
3^000.
Bareges de la lindas cores para acabar
a 280, pecbincha.
Gaze de seda com lindos padres para
vestidos e veos boje muito em aso e p?r ba-
ratsimo preco.
Dita de seda com o assento branco e
ir ni us ijaa
nte ii fit :< s
lod 1 esc Ir.i;. .-., .'
em qualquer (|U'r > ;
lisqi!in:)S de -;
--: '00.
MdS para boiatm. -.;i -; niinin^s
dv-todua f tamanbos e rjoaljilade*.
n 1; os de robo r .
Ditos aleo haados jraoej a 64.
Cacbinei a 3->oara acabar
Csmizss para b mi' na de _'-) al 56.
Ditas borladas lr.as a O.
Ditas ditas para ooivos a I0J.
Ditas p>ra nenmos a 3JL
Colxaa brancas jrades a 830O, ditas a
o-^iOO.
Ditas decores moito >opericresa HO.
25(.-V
s-iperior qc:ii-
bordado de cor muito proprio para soires' Bramante de iinbo a 2 ylCO dito a
a 20*000 o corte. a vara.
Fil de seda branco. Dih preto por. Dito de alg'dio a I 700 metro,
menos preco que em outra parte. Atolbado de Imno de
Mantilhas pretas de seda esmeralda (de a :i>'i.u a vara.
HflWOO, D.to de algodo a IM01 a ira.
A' doqueza a 12000. Babsdi Urdaiwi muito lino.
A' brazileira a 13(>. Dil> s :ntremeios.
PARA A SEMANA SANTA Foatlo branco Boito superior para ros-
Recebemos o melbor sortimento de gros: pa de- meninos.
denapU preto do melhor fabricante fran:er.: Gollibbas de e$guc bridadas para ie-
pois neste genero podemos garantir sos nos-, bora.
sos numerosos frrgoezes que nao temos ri- Ditas de alg^dSo
val, os precos sSo desde 1800 at 5:500 Linas frescas de Jouvin a 35.
Groz de cotes da melbor quadtde e ] Tapetes .a'a gaarni.,3o de salla para 10-
pre Setios de cores dos melhores fabricantes: Cortinadas para >ma- Je S QA
de II a 2*000, :0Par. *.o
Cmbraia Vi;tor de l at 85 a peca.1 Pana* a ax na.-a guarLcao ds salla
de 8 1/2 varas. 'muito baratos.
Dita trausparenti fin de 3-5500 at! P*ra 1-it. Alpacas
,n*ro. piiuc rifas b-iLbazm, cbiUpreU.de
.Alecejana, recebemos iioumet-e esta !'n- cal, rrep. !3t prtU fina, que todo vendi-
da caffibraia que feito o vestido parece urna mos por um urtco diutiauu.
at 201
CaCo>S,
pre-
185 e
messelina rara k-
seda, a p6f* tem 10 Js. e cnsta
X450CO.
Saias de fusi3o 6 de
ter a 35,
Ditas j feitas a 55.
Ditas bordadas a 55500.
Ditas mais finas de 85 e 95.
Chapelmbas para senbora de
Italia ricamente enfeitadas pelo baralissimc- rato.
M dapol3o fr 115500 a pefa de 21 J.
Dito inglez a 5) 0| 16 e 85 a pesss C9E
2i Js..
Oasemira para bomens e meninos de li:.-
dos padrees e por prec-os baratissimos.
Roupas feitas para bomens graode sovti-
palha delmcn'o e r no Cysne se pode vender ba-
>&)
A. Flor de Ouro contina a estar aberta at as
8 horas preco de 55.
Gmbraii8 braDca com lis iras bordadas
Chapeos de sol para senbora com forro de
seda mnito fino.
# Ditos cabos de marfim.
Grinaldas para noivas ricamente inci-
tadas.
Anqninhas de c na das mais modernas e
35 e 44.
Deixamos de a uno ociar moitas ootraa fa-
zendas por se tornar enfadonbo e memo
por que os nossos numerosos fregones i
saben qiu o Cj>ae tem por cystema vender
barato, e nio engaar seos freguezes,
e p*-r
isso venia ;m ver as fazendas do Cysne e-w
Veos de blond, sedas brancas., popelinas' s3o escobidasa capricho a
64 Rna da Imperatriz 64
FIGEIREDO a LOPES

t
r 11
D
m


6
0'a de PemaniDuc* Sexta lew-a 8 de Man;o le 1812
Na lojide Antonio Pedro de Souza Soares, na ra do
Bar&o da Victoria n, 28, outr'ora ra Nova
Granie reduc Vio ha mais cabellos brancos
Tintnra japone/a.
B 6 nnica approvada pelas as academias de
uiencia, reconbeeida superior a toda me tem ap-
parecido al luye. Deposito principal ra da
adeia do Recite n. 51,1* aniar, em todas as bo-
iras a c*3a da cahMleireiro-________________
Furia ha de mandioca
Superior e i uito propra para mesa, em barr-
ricas de farinha de trigo ; a 11*000 rs. a barrica:
nos aroman* de Ta'so Irmlos-4 C.
Traspirantes com paisagens para
j'iQHasi.......
Uques de ossoparase-
nuora a........
, ., saudalo a.....
Oitof a mitigo com laminlas a
s enteles de blond e flores
pjra cabe?,! a......
Goi:Qbas e poohns bordados para
choras a 25J<0 8 .
Grivatiahas do seda com franja
para senbora a.....
Pefi s de franja de seda modernas a
l lera dem i em a 8'0e .
Fu <-'. .lo, vara a......
MIUDEZAS
; rem ios e bagados tapados e
transparentes a p^ga de 600 rs. a
H de tringas d* cures de 120 a
D'i il fl artesit'l'nhi preta a rs.
,; lifcta do SjC sorl'ubs
riii eftres a rs.....
Uftii da pgas e tranca de cara-
el rs........
i \ '. dem lisas a rs.....
boga'is de ci na c junco a 15 e
Caisa de papel amizade muito
i >r a rs......
i le b 'Ion da cores a rs .
'':;! i !em le quadrinhos a rs. ..
. i envel pss linos da por-
ii ars.......
lian i em i rs 400 e .
rwHi-afS. 500, 800 o .
-....' : r.is ..ara collete grande
> i'i iide ai'v.....
' i !!; ......
orraoae crysfal a
imm4*s para punbos a r-\
i: br.ijs pretos para cal-
i > rs........
dem i lem brancos a rs. .
Coques de trancas tnodtroos a. .
Dazias de baralhos fVancezes bei-
ra douraria a......
Duzia de lalheres com cabo de
osso 2 B a ......
Dia de ditos cravados ( baratis-
simo) a 25000e ....
Carrafa de tint roxa extra fina a
I Potas de dita ingleza a rs. 100 e
i tan Estimpas de combates da guerra
ijvjq franco-prussiana a .
503Q CartSas com rctroz de todas as
efires ara.......
PliltFUMARIAS
Rosas com extracto a .
Frasco com extracto inglez moito
superior a......
dem kananga muito superior a .
Agua de florida verdadeira, gar-
rafa a........
i2^000
8 5000
50 JO
9SHBo
63000
35500
15500
350001
30 O
401
120
200
0*OoO
3,5600
55500
2-5600
1,5000
460
1,5000
40
15*00
15000
13200
13200
13200
Nova p ubi icaQftu
Aonotares ao cdigo criminal
pelo D'. T. AI eg Jnior. 2^ ve!, publicado oliima-
inenie, achi-se a venda na liviana Universal, ra
do I operador d. 54, 1 vol. com mais de 700 pa-
ginas ; escusalo dizer nada a respeito desta
obra, visto j ser eonbeeida des entendidos em
vista do 1 vol. qne o mesmo autor pablieon :
me-ma livrsria chegoo o ultimo minero da Revis-
to Jurdica, que abrange at dezembro pascado.
Aos jardineiros.
A Nova Esperanza aeaba de reeeber tbesoaras
espedaes para jardineros, sao a^ melnores que
tem viudo ao meacado, a ellas antes que le ac-
bem.
8 0 dem kananga doJapSo a .
Banba inglez i em frascos e potes
4'0 de porcelana a 13000
20( iietn muito b6a a rs..... 800
33)00 Sibonite com figura a rs. 200
Magos de sabonetes oglez'smuito
70 > bons.a rs........ 800
700 Sabonetes de;mndoa muito su-
6i0 prio-es a rs..... 3no
l hsm de bolla transparentes a rs. 500
800 Lloara lique da cores a rs. 100
S06 P>c->tes cot p6s de arroz fino
13000 a 30. 40() e..... 500
Clisas com dito moito fino ka-
200 n3n?a a........1^500
!,>)0J II m com dito para denles a rs 320
lySi Frasco de oleo plvloco'me verda-
500 deiroa........1;5000
Dilo de dito antique mu'to snpe-
160 rio-a rs. 320 e 400
I1): '' '' s :'n !o!, tomos tim grande sortimento de miudezas,
:,,i -fJ- badj ib ; rico, cr.dieiros a g z o que ha de malbor,
" ,1;!:;i '0|>I' :ll '8. Inrinqnodoa p^racrisneas, meias pira scnboras, homens
ios, ';:>, bi os e n n las j id >nd Je reda, espelhos grandes moldura dourada e
gj i3ue wj iy.:o de oLjccl')s q;e por se torn ir demasiado longo deixamos de mencionar.
N. 28 Ruado Bar2o da Victoria N. 28
ATTENCAO
Vende se por barato prec/> urna pfopriedade a
aiargem da eamba dos flemedios, fazendo-se
ioda vantagem ao comprador, recebendo-se parte
em dinheiro e parte em letras on objectos de
prompta venda ; cuja propriedade cootm ama
grande otaria de pedra e cal que lastra 16,000
ti jlos de al venara grossa e forno que comporta
15,000, com mais um foro e iastro para fazer-se
telbas, ladrilhos, canos e Iodqs, com excellenw
barro para qnalquer olira, com dnus excellentee
viveiros de peixe e com casa de vvenla para
grande familia, torna-se recommendavel por pas-
sar perto a lmha dos bons : as pessoas qne pre
tenderen) dirijam-se dita propriedade a entender-
se com o capilo Delflm Los Cavalcante Pessoa.
Manteiga
Ingiera fl>r moito nova, vende-se a 900 r$. 1J,
11200 e 1*400 a libra : ra larga do Rosario nu-
mero 27.

GQBACAO BE BBB
DE
Machinas de costura.
Chegaram ao Bazar ersal da rnaUniv
Nova n. ii, um sortimento del machinas
p?ra costora, das melbores qualdades que
existe na america, das quaes multas ] si
bem conhecidvg pelos seos actores, {como
sejam : Weller & Wilson, Grover & Bok*,
5 lenciosas, Weed e Impenaes e outra^
muitas que com a vista deverSo agradar aos
compradores.
Estas.machinas tem a vantagem de fazer
6 trabaho que trinta costureiras podr'm
fazer diariamente e cozem com tanta per-
ft-i^So como as mais pereitas costureiras.
Garante-se a sua boa qualidade e ensica-se
a rrabalhar com perftc-3o em menos de urna
hora, e os precos s'io 15o commodos que
devem agradar aos p-et'-ndentes,
J/l
itos e finoi entr m ios e
ibillnhos bordados
Asnia Branca a ra d> Dnqao de C.axia? n.
. r ; i novan en -1. \9 Pn.
I idiCll .-:;:!.. ,-; s--; rj ,rij:,.
ra ; nbenja fr quer ts qon r comprar e
.: ilia Mi.
A N .:
ti i I V.-tJ
I U : ,i i.
Camizinhas pira baptisades
A Agnia Branca recebeu bonitas camizinha
enfunadas par.i hr>ptisa<*o?, e como sempre conli-
ra vendo-|:is por precos t*nmin'>dos.
'"CHAMPAGNE
Mi rea Cbs Fare
O deposito d'<.quella marca acha-se actoalmen-
lr ni ra do Bom Jess amiga roa da Cruz o.
21 iJ andar.
V nde-te escrvos d*> diversas i.*ad--s : a
lias antes que tratar em Olinda, nos Qor.tr.> Cantos, com Tliomaz
Jo de Gnsnaj.
A verdadeira cerveja da Baviera, marca Din-
. deira, de superior qualidade, veudf.m Tasso Irraaos
& C., armazem da ra do A norim n. 37.
Cerveja de Noruega
Verdadeira e superior : venda nos armazen-
1 de Tasso Irmlos A C. __________
Especialidade.
i Vinho do Porto o melhor a desejar, em barris
de 10* e 20*: vndese no escrip'orio de Soares
Primos, roa do Vigario o. 17.________________
Verde Ch'orno.
Veade-se em barris de 4 arrobas : na roa .
Mrquez de Olinda o. 40.
Ja' chagou o veria-
deiro doce de goiaba
e vende-se na ra de Mar:ilu Das n. 91, arma-
zem Relmpago.
AOSFi
; de i
1
!35 !!.
. ia : .'.
FM-J CAlORAL
Fresco pir cada p CHARUTOS D HAVANA
Grandt aba ti ment para liquidar.
Livraria Fraoceza
-Vende te una ar uacao i v.nda : na ra da
Per.tis n. 11, a tratar com o dono ua mesma.

k
Medico pela Universidade de Coimbra
Este anligo e j;' bem conceit :.-ido tstabelecimento acaba de ser completamente reformad >, quer em
sus acomojoda^es qoer em seu ri-g men interno.
Oserv|(o med'xo-cirnrgico diario feito pelo proprietario ; pormem casos graves sero consultados
ftitrrs tnicos, escolbidos segundo a especialidade, em que forem mais conceitoados.
Os doentes de molestas contagiosas, como bexigas, ser5o tratados em lugar separado.
Ha quartos esprciaes para parturiente?.
A.s opara{5es serlo previamente ajustadas.
Qaalqtier facol^tivo pode medicar o doente por elle rccolbidc ao estabelecimento.
0 proprietaiios dos eng obr.s, e os possuidores de moitos escrvos e traba!badores pedes contra-
tar por prazo de tm -.nno om ou mais leitos para o tratamento dos mesmos; no qne obterao um grande
aba tiaie oto.
O eitabelecimenlo pode ser visitado a qualj,uer bora para que o publico observe a ordem, que
nelie reina, e o bom tratamento dos doentes.
ftii ^iki %
l.1 classe qnarto independente............... 63000
2/ .................................. 43000
3. .................................. 2500
4. para escrvos....................... 13500
Os doents das tres primeiras classes terSo roupa para a cama e quarto; os da 4.* torio tambera
para mu oso.
ttl
011C/O
Vende-se orna armaca de tab rna com todos os
pertences em maito li localidade, e o alugoel
da casa muito bar.t pouco capital, a tra;ar nos ArTg3:os, roa do Mo-
tocolomb n 24, taberna.
Vende-se urna taber::-. co.n pencos fundos,
qropria para principian'e e -n .f.eguezada para
ierra : no pateo do Terco n. 36 se, dir quem
vende.
Feiju niulatio
Vende-se faijo nnlalih< novo a 1/2'i0 r?. a
coia : no paleo do Tere.'-" n. 3't.
Sustento restaurativo da
san de
PELA VERDADEIRA PARlNHA
A, Di Barrj d'Arabia
Os abaixo asssignados fazem sciente a seus fre
guezes, que pelo vapor inglez M-Pla'a receber?rr
jegunda remessa d'essa excedente farinha, coje
uso muilo se recommenda para as criangas, pes-
soas debis e convalescentes, appcada eon reco
nbecida vantagem as conslipagoes, diarrhea?
nausea do estomago, tosse, escarro de sangue'
pbtbysic, etc. etc. Preferida anda pelo agradave
saJior.Uniricoa ouira qualqurr.
A rna do Commer;io n. 10, esenpto-
rio de Jos Joaquim da Cosa Mala, en-
I contra-se para vender por cemmodoa
preyos :
Azulejos hespanhes.
FolbaV de ferro galvanizado para telha-
do de diversos tamaohos.
Ditas de dito dito lizas.
Bicas de ferro galvanizado.
M Cumeiras dilo.
Portada- completas para cantara.
Ladnllios. <'
m
BU NNV4Di)S.
Rjniti ports baanats.
Lindissimos leqnes de madreperoia mol io:i in-
teiraments novos.
Cortinados bordados.
Camisas bordadas para hornera,
Finas meias de seda para -euiwra,
A Nova Epeni'.ca ciusra tem i !
DESAPPAREg.\M AS SARDAS
A Nova E-peraoga a ra do Duque d Casias
n. 63, acaba de reeeber o bem conbeeido Inte
de rosa branca, e lambeai leite virginal, os gaaes
fazem desappareeer a. 'ar'ias on pannos.
A 95000 J P L
Vinho do Port) fino em cairas de ama duzia n
9000 cada utea : na ra do Apollo n. I
Fiejao
Vende-se feijo mu itinho novo a 1380acuia
j i ra Direita n. 8
A Magnolia, roa Duque de Caxias o. 45, rece
neu om grabde scrlimenlo de coques o mais mo-
derno que na, e vende por menos do qns em ou-
ra qualquer parte.
Terreno e casa.
Vende-se por preeo muito barato nm terreno
com 400 palmes de frente e 330 de fundo, com
casa pequea de pedra e cal, em Bcberibe de
Baixo ou Fonlo, na roa de Olinda, ( vende-fe
c >m o terreno que o pretenderte quizer ) e tam-
iiem se retalha no mesmo logar 760 paimos com
330 de fondo, o melhor terreno do lugar e ven-
de-=e barato por precizo : a- tratar com Miguel
Pernira Car eiro, nos das utels rna estreta do
Rosario n. 41, loja, e nos domingos no Fundao,
rna d Esperanea.
Vende-ss urna pequma armac o propra
nara principiante, de charolos e cigarros/ por o
dono retirarse por doente, V:nde-se muit) bara-
to : a tratar na ra do Vigario 0. 23, 2 andar,
das 9 ao meio da.
Farinha de mandioca
em barricas, moito nova e superior, vende para
ultimar factura, e por mdico preco, Jos Mara
Pai.ueira. Corpo Santo-o. 4, 1 andar.
Chocolate Menier.
Vende-se chocolate Menier de saude : na ra
do Mrquez de Olinda n. 40.
ENGENHO
Vende-se por prego muito commodo o engenho
Lage Fi.rmosa, le primeira safra, sito a margem
do rio Pirangy Grande, no districto da Colonia de
Pimenteiras distante da estacao da Uaa quatro
leguas, por onde tem de ps-ar a estrada do go-
verno, moente e coirente, com safra nova, ani
maes de roda, boi* mane >s. carros, etc., tendo
excedentes trras de plaotacoes, maltas virgens,
bom cercado; com a vantagem de moer com agua
do Rio com muita facilidade para cujo tim tiron-
ee o nivel para a edificacao da obra : quem o pre-
tender dirjase a ra Direita o. 57, ou ao referi-
do engenho qne achara com quem tratar.
ERNESTO & LEOPOLDO
N, 2 D Ra do Cabug N. 2 D
Acha-se montado de forma tal esta estabelecimento de om que pode
vender aos seas numerosos freguezes em grosso e a retamo e por precos
mui resumidos visto que recebe deconta propra por todos os vapores de
Europa. O gosto de desenlio de suas joias o mais lindo do paiz das
modas, ouro de lei, brilhantes verdadeiros, esmeraldas, rnbins, perolas,
tnrqoezas, saphiras, coral rosa etc. etc. Obras de prata do porto tanto
para igreja como para servido domestico. Convidamos as Exroas. familia
a visitarem o dito estabelecimento todos os das at 9 horas da noil .
Compra.se ouro, prata e podras preciosas em obras velhas.
LIQUiDiCEO DE FIN DE ANNO
65
RIJA DO DUQUE DE CAXIAS .
(Outr'ora do Queimado)
Este estabelecimento acaba de recebftr om importante sortimento de diveraa* fa
zendas propias para vestidos, sendo poupelinas de seda, sed.s, lias, percates, ditas coa
barras proprus para babados, lindas cambraias crox. e em fim nma infinidad d'arti-
gos de moda, ludo proprio para a festa, o que ludo vender por presos it.iei ameott
razoaveis, em cousequencia de estarmos prestes ao fim do anno, e o C5 nlo qwr te*
grande trabaho com o seo ba'anfo, preferindo tomar dinheiro a fazondas, eoivida-s*
portanto ao respeitvel publico a virem sortir-se na loja do 65 aoode comprarlo por pra
qos que nao obierSo em ontro qualquer estabelecimento; em fim ver para aer
% O f **
DO DDOE DE CAXIAS
(Onlr'ora do Queimado^
EMPORIO COMERCIAL
13 11 M niRUTIIZ l,i
DE
Ulyssss & Irmao
Nesla j b^m conbeeido estabelecimento encontrar o respeitavel pnblico um f
de todo por mdicos pregos, e tendo seus proprietarios resolvido liqoidar algor.s ar
de que se compon o mesmo estabelecimento, vende os por menos do sen casto
como SEJA
MC
ligc-
Garrafas d^ vidro Bacarat para vinho a
5(, 05 e 7*5000 o par.
C >mpot 'iras a 6-5 e 7#00O o par.
Cupos de vidro fioo para agoa a i5 e
4;?200 a duzia.
Clices de vidro de cor fino para vinho
a 25000.
Meios apparelhos de louca ingleza fina
para janar por 50j(000.
Pratos e diversas pec:s avulsas que se
veo !e b rato.
Jjrro3 parafln-es de 35 a 155000 o
par.
Clices do v'dro fioo para licor a 25800
a duzia.
Vidros d.' cbatnin naracaneiroa 2f5?0O
e 2#i00 a dozia.
Gobos para candieiro a I5'500 e li?800
eada um.
Bonitas qaartinbas harabarguezas a 45000
e 45-200 o par.
Escarra-ieiras de viiro a 35000 o p-r.
B mitos candieiros dejarro a 105000 um.
Grande quan'.idada de arandellas para
dependorar a parede, de 1500 a 25000
cada urna.
Temos d) bandejas a 75000.
Palitoiros di porcellaoa branca de I50C0
a 25000 cada um.
Lava mao de zinco a 45500 om.
A'godo inglez para roupa de escrvos e
saceos a 323 a jarda.
Tapetes avelludadcs para quatro carleiras
a 255000.
Um grande espelho moldura dourada por
805000.
Lindos albun? para retratos a 105010
cada um.
Bonitos chapeos da velludo para senbora
a 105 e 125000.
Aberturas de linho para camisa a 105C00
a dozia.
Punhos de linbo para camisa a 5$OrO
duzia.
Coarinhos de linho para camisas 65 i
dnzia.
tequian de crina para creanf as e *-
nhoras, de. 35 a 45000.
Cortes de cambraia branca de cor dio cor.1
8 i/i varas a 35500.
Fronhas de crivo a 550 rs. nena.
Cortes de castor para calca a 15:280.
Algodao de lista a 200 rs. o MffaD
Coxas branca adamscalas grandes a
35"'O0.
Cobertas de chita grandes a 25'n.
Superior brim de Hambnro de irlr ?
10 palmos de largura a 25800 a vara.
B mitas fructeiras c >m sab m 'Ips de fruc-
tas, propri^s para rre^ente a 45000.
L:ndos livros com extracto' e saboneta-
a 2-5500 e 45>00 pa-a preent.
Oleo pbi ooome a 000 rs. o Tasco, e
muitas oulras perfnm 'ras qno ye \ i
rato, como sea: sabonet sfinos a 15.00 -
25000 a duzia.
Chapeos para baptisadode cii.inra 2-v"
e 355U0.
Coques para cabello a 250^0.
Cadarzo t>raneo a 360 rs. a d- ira.
Dito tacfdo largo a 140 rs. a peca >'
4 varas.
Caixa de papel amisade a 70C rs.
Dita de. 100 envelopes a 400 rs.
Dozia de pentes para alisar a 1500t>.
1580:.'6 25000.
Bonitos chapeos e palha com aba f ira-
da, para liomem a 45000 e para menino a
35000.
Sortimento da meias para humen?, senho
ras e criangas, e mu tos osteal ar'.igos qn?
diix mos de mencionar, e que tgaal^e''
vendemos por pregos commodos.
O EMPORIO COMMERGIAL eacarrega-se da factura de roupa por medida, e capn-
cba em bem servir aos freguezes, tanto no comprimento de seas tratos, como na boa
qualidade de fazendas e modicidade de pregos.
PECHINCHAS DE ROUPA FEITA
O EMPORIO COMMERCIAL vende paletots fraque de casimira Ooa bem acabadus
a 185000, 2O5O0O e 225000. Paletts saceos de casemira preta e de cores de 7J00O a
125000. Ditos de merino prtto de 75 a 105000. Cilgas de casemira preta e de co-
res de 05 a 125000 cada nma. Golletes de casemira de 35 a 45000. Caigas de brim
moito bem feitas de 25500 a 85000. Paletts de alpaca fina de coras, branco e pret i
a 25500 cada um. Ceroulas de linbo a 2J80O, e de cretone a 15600 cada urna. Cai-
ga de castor a 15700 ; superiores pannos finos, casemiras e brins.
EMPORIO COMMERCLiL
15 Ba da Imperatriz 15
IMSSES AIHIO
OLEO PURO DE FIGADO DE BACALHAO
DA|
TERRA NOVA
DE
H. LACOMBE
Este oleo que lo boa acceitagao tem merecido,
ouito se recommenda por ser o mais purifleado
pie at boje tem vindo, e anda pelo boa paladar,
uperor a ontro qualquer : vende-se no deposito
tspecial de Bartbolomeu & C.: ra Larga do Ro-
lara 34.
Vende-se o botel da roa larga do Rosario
n. 44 : a tratar no mesmo,
A loja dos Arcos de Alvaro Augusto d'Almeida A C. roa 4' de alargo n. tO A
acba-se provida de um completo sortimento de fazendas pretas prepras para os actos d*
quaresma como sejam:
Basquinas de gorgnrao preto ricamente enfeitadas.
Ditas de grosdenaples preto ricamente enfeitadas.
Mantilhas brasileras.
Mantas de fil de seda.
Gorgur3o de seda preto de superior qualidade.
Grosdenaples preto de,25509, 35.35500, 45. 4550Oe WOOQ.
Fito de seda preto bordado para veos.
Para o mesmo estabelecimento aoaba de chsgar um compl.ato sortiaaento de cha-
posde velludo e chapellinag de gostos inteiraraeote novas.
r^i


r-

^
Diario d Pemambuc* Sexta ei/a 8 de Mai\o le 1872..
Aos dois mil palitots
NA
Loja de Paulo Guimares
Grande MrtteeDio de palitots de todas
as qualida 1es es quaes se venda por pre(oj
baratissimos, e coca especiadade de alpsca
preta e de cor proprios para anda.r em
casa.
Palitots d'alpaca sobrecasacos e saceos a
20000 e 20500.
Ditos de merino sobrecasacos e saceos a
40000 e 6^000.
Ditos de panno fino sobrecasacos e saceos
de 50 a t8jOO(i.
Ditos de di-ersas qualidades sob/ecasacos
e saceos de 10600 a 65000.
Calcas de casomira preta de 40 a I60OOO.
Ditas de brim decores de 500 ra. a 20000
Golletes de casemiras preta ecor de 10600
* 50003.
Fazendas
Grosdenaple preto soperior de 10803 a
0OOO o eovado.
Seda preta lavrdi a 20000 o eovado
Moreaotiqr.e preto a 2-5200 o eovado.
Cuitas pretas 320 e 360 rs. o eovado.
Las pretas i 380 e iOO rs o eovado.
Cbitas escuras e claras 160 e 400 rs.
o eovado.
Casemira preta 30500 e 40000 o corte
le cal?a.
Offidna d'alftiate.
Mandam-se fazer obras por medidas futas
debako da direcejo d'um perito mesire, ga-
rante-se f.zer muito mais barato do que em
futra qtialquer parle
Nj mesmo estbelecim-nlo se encontrar
um coraplet > soriiitento do fazendas, pro-
prias para homens.
18 Ra da IiDjteralriz 48
JUNTO PADARIA FRANCEZA
L1QU1UAGA0
Ba. do Crespo n. 20.
DE
Guilherme C. da Cunda & 0.
Nansuc a 200 e 240 ris o cavada, lizinhas
mindinbat a 320 rs. o corado.
Alpacas preas cora listas brancas, proprias para
luto, a 440-o eovado.
Ditas lizas de cores a 440 ris o eovado, cam-
fcraias lizas de cores a 280 ri o eovado, toalhas
aleoxoadas para rosto a 500 ris. diUs fe'.ouda?
hOO rs.
Brimaote proorio para lenol, cora f> paliaos
de largura, a I ''00 a vara
Dito de dito raaito Cmo cora 11 e meio palmos
de largara a 2*600.
Carabrala transparente fina a 3 a ppci, dita
Victoria a 4*. dita de dita de fjrro a 1 600
rausselina branca a 400 ris o eovado, casimira
preta muito fina a '2* e 2*500 o eovado, lencos
de cambraia de linho abainhados a 4* a dozia,
ditos de dito pequenos proprios para meninos a
2*800 a dozia.
_ Cortes de cambraia bordados cim 16 covados a
?>*. E' pecbincba : s na ra do Crespo n. 20, lo
de Goilherme C da Cunha & C
Merino fraacez a IS000 o
eovado,
Acaba de ebegar a loja do Papagaio um boni'.o
'ortimeoto de mritos de cores para vestidos, fa
zenda larga, de orna s cor e de um tecido intei
lamente novo, teodo verde, azul lyrio, rosa lyrio,
cor de caf e amarello, as cores sao muito bonitas,
t de um effeito brilbante em obra, e vande-se
pelo baratsimo pre^o de dez tnstdes o ovado :
na ra da Imperatriz n. 40, loja do Papagaio de
Menes A Camino.
RU 4 DO BRUM N. 52
(Passando o chafariz)
Antiuneia aos senhores, de engenhosqaepor falta d'agua
oa mortes ae anima es nao possam tirar su as safras, que est
prompto a assentar vapores dentro em 8 das do pedido applioan-
do elles as moendas ja existentes.
Tem em deposito variado sortimento de preparos
MOTORES PARA DESGAROG&R aLGODaO
A vapor, agua ou animaos
inclusve algons que nao precisam de obra algnma de carapina
pelo que podem funecionar logo'que chegueuVao lugar.
FORMAS PARA ASSCAR
Aquelles proptietarios quequizerem formas podem desde
j tazer suas. en com mentas, p;>is a casatm em viagem e car-
regando numero suficiente para suprir atodosquantos queiram.
lACHlfflSMOS DIVERSOS
tiesta fabrica ha deposito de to los os i achinismos empregados
^ia provincia, e acceita-se encommendas para fazer yir qual-
quer machinismo a vontadf do cuente.
Manteletes e vest los.
Araaral Nabuco & C vendem ricos eortes de
vpsdos de seda de cor e pretos borlados,mantele-
tes de seda preta (gorgurio) en'estados, do ultimo
gosto : no Bazar Victoria, ra do Baro da Vic-
toria n.l
Mdseas, mosquitos e estrellas
Amaral Nabuco A C. avjsam as Extnas. senbo-
ras, qae araban de receber mo-cas, borbolelas,
pasmos, lantejoulas, etc douradas e prateadas
para enfeite de litis para o pescoco, da ulti-
ma moda, e lamhem para enfeite de vestimenta de
imagens e de anju de procissao : no Bazar Victo-
ria ra do Bario da Victoria n. 2.
Paraos Srs fum.iites.
Amaral Nabuco & C. receberam o seguale :
caximbos de espuma e de made ra, lisos, com Ul-
tras e com figura, ponteiras de ambas e de espu-
ma, lisas e cora lettras, charuteiras de cooro da
Russia e cartelrinhis para phosphoros e rap fran-
cez : ven4e-e no Bajar Vi:toria, ra do Baro da
Victoria n. 2.
500
rw e 10600
Grosdenaple preto muito b>a fazeuda pelo dimi-
nu., preco de Son e 160, na loja das 6 portas em
frena do Livr-ni'nti), esta e acabando
Deposito de gaz
Em pequeas e grandes porcoes, marca Devees,
a ra do Apollo n. 4, vendeua Joo do Reg Lima
A MAGNOLIA
45-UUA IiUQUE DS CAXlAAS-45
A MAGNOLIA, tem receido pir todos os vapo-
res, variedades de objtetos t!e rnoda e phf.niasi-i,
e ptlo grande sortiment.. que tem chama a alten
ci do publico e especialmente a <1'> b^llo mi,
afta) de visitarem na e dVlia sah rem prvidos d'a-
quillo qu- de.-cji.'ir.
A MAGNOL'A nj vnde caro, quilquer lacro
Ibe satisfaz, todo o sea fi-n servir bem, para
augmentar a fregnezia e vni i,r mam.
A MAGNOLIA do grande >brtioiento que tem
poda fazer um in>ujpi*o auuuocio, e dizer mu 11 j
mas d3-> ; Halla-se sement a annnnciar os ob-
jectQS segnintes:
Bonitas cami-inbas e pnnho borJados para se-
nbora.
Rabeca e livrc^
Vende-se lima rabee om pooen jrfhr, rm:
coreo (.; segaiiites iivro? : His'.Oria .
de Liard, e gramavlie. ingina de ii t!\
ruado Cabug n. II, loja d? jiiav
Aenfo.
Venic-s; o anQrado d^ iu< <1^ St. i rj# i. ST.
tratar io armazem da bella amar. Iii, a i
di 5ecre:aiia da policu, iu a ra FfP.ae> <
r i 8.
Vcnne-se a casa e mIo da csUaa. c -
Afflictoi n. i, c..tn ods ccmir.odoi iW
t3o, o sitio tem 850 pilaos de rra-
1,300 de fundo, murada a frente e pj*rr
Cbapoa de velludo e palha de Italia molernos e dos ledOI Com du?s cacm Ij.is. Ub^a* a
recoahecendo a necessidade de que se resenta esla bella cidade de um estabelecimento
iQde o espeitavel publico, e cora especiadade o be ie lempo, os adoraos precisos para um elegante penleado, resoKeu montar urna loja as
CMidicoes exigidas, ra Duque de Caxias n. 67 (outr'ora Cruzes).
A maDeira por que o JAYME entendeu preparar am eslabelecimento de tal genero,
a prova segura de que nao s o rico mas tambero o pobre, pode, sem detrimento,
gozar das alternativas da moda.
As seguiutes tabulas que offerece aaprcciaco de tolos, segarameite attestam o
quanto acaba de expender.
Tabella de prepos por compra
Coques da ultima moda tO, 120, 150,
m, 25^e30dOOO.................\
Cacbepaioes de cabellos naturalmente cros
pos i06, W, i5, m e 25^000....
Orescentes 80,100, 12 Trancas ondul 100, 150, 20 e 250000. lobjectos, ter o comprador 10 /0 de des-
Eochimentos para bandos 30, 40, 50 econto em cifra maioi de 200000.
60000............................
Cadeias para relogios 30, 50 e 60000...
Braceletes 50, 60, 80 e 100000........
francas para annis 500 rs............
Amaral Nabneo A C. vendem ricas jaqaetinhas
de laa a bespanhela para Sra., basquinas de gor-
gurio preto bordadas com gosio espart Ihos, in-
ignias masnica?, capachos de cCuo, toucadores
com gaveta de Jacaranda e de mogno, riqui*-iiiia.-
astampas de imagens e de paysagens etc. a fumo c
coloridos, tentos para j. g-i.&vellaa douradas para
padres, no Bazar Victoria ma do Baiao da Victo-
ria n. 2, antiga roa Nova.
Tabella de presos par alugueis
Um erque...ca-----;- -4...... 20OCO
Um cacnepaite.,..,;.......... 20000
Um cresceute.................. 10000
Urna tranca ondul.............. 10000
Um topet diadema fm ......... 10000
Um par da eDCh'nvDlvs.......... lrK> 0
Penteados de coques 10->OO.
Penleados Je cicbepines 10000.
Penteados de sen.:
Variadsimo sottimen! j de perfumaras fiaas u
lamente por todos os paquetes da Europa.
30000 fita
i-).
bjeclO de R05li>. ir- tsidos M&t-
Potassa em 1x2 barris
No armazem de Candido Alberto Sjdr da Motta
C, travesea da Madre de Deus n. I i.________
Recreio estomachico!
r.baros freguezes e araig s
ouvijtiem o qae vus digo,
Saita attencao, pois, vos peo,
"sorqae a annuejar. ja com? ji :
c-iDguas seccas mu o novas,
ftrvilhas, conservas ova,
-.rapiza, arror, al lino,
csira,queij) lundrin,
uoali'r.e, rale, fetjo,
O iostoo mac.irro I
-ap, bges, peixe eai laus,
h mate em mana, batatas,
-ngleza ginebra lina,
zarmelada genuina I
rem calda ructas, azeile,
-gabo?, aroendoas e leite;
-3>ucinho fin>, alelria,
ende o sabor se aprecia I
ozes, massa de sag,
o bom d e de caj ;
.veles, linas lenulba,
- ira?, peituraes pastilbas.
gate, doce de arar,
>ljofar rrui line cb,
wera rival nesta cidade,
m em sabor raridade I
santeiga Ana. cacao,
oces, gelas) basalho,
es presuntos prucarades,
f^maroes tao desejados.
^renques e fino vinbo,'
suito novo n bom comnho.
-caios, alhos, queijo prato.
~ bom fejao carrapa'.o,
'Salmn, ameixas, sarJihha?,
zovas ceblas, bolachinhas,
i.zeitonas, mlho mgiez,
arirade de?la vez I
j-fano, pois, do qae temos,
> todos chamar podemos I
e Minas queijo, champagne,
c vinagre, a fina banha
NOVO ARMAZEM DE FAZENDAS
COM
D:
n
N
GRANDE
Dirigida pelo bem conhecido e distMieto
L4URI
ALFAIATE
niestre
urna casa por pre /) commodo, no pateo do Parat-
20 n. 35, em cbos proprias : quem pretender di-
nj.vse roa Duque de Caxias a. 65.
HV>JU JLflJ *9L
Ba do Mrquez de Olinda n. 40
Fredericq Pinto & C. acabam de abrir epte novo estabelecimento e pedem a
frecjaen&Ydo respeitavel publico que encontrar completo e sempre renovado sortimen-
to de pannos, casemiras pretas e de cores as mais mordenas da Earopa, velludos, gor-
gurSas, merinos, alpacas, brins de todas as cores e qualidades. No mesmo ba completo
^.nda mais : temos llcrres,
suite finos e de sabores;
-casfas, cerveja, sabo,
Mrvadoce e salpican,
refinado 83sucar s,
>rarota fina em p I
aos charutos regalia
3 sea cheir ambrosia f
azoes estas, s porque,
c?na vez que o mea firo,
s>esmo neste tempo ruim,
73 vender mnito barato,
-"; Jente. e a Udos gralo I
era, pola, c os e?pero
**- JJmd". ser com qne eamero;
oeK4--nm Bazar-
^o taiQito de agradar
-*jdos qnanlo c entrarem,
Mqae dos gneros comprarem,
o qae espera acometa :
oda mais qae sppetec*
"^ado do dito Bazar.
qae proprio qaaresmar.__________
Franjas pretas
luco sortimento de franjas de seda pretas para
enfurtes de casaqainbos e vestidos, vende-se mais
barata do qae as tojas da mindezas ; do-se
amostras com penbor: as im como tambem te-
mos um ssplendido sortimento de ebrpos de sol
de seda para senhoras e bomens'e um bonito
sortimento de fazendas e ronpas feitas. lado por
precos muito razoaves : na nova 1 ja da ROSA
BRANCA a ra da IipD"ratriz n. 26
de gesto para senhura.
Lacjos de seda para cabeca e peito (novidade.)
Lindas fivelas de madrepTola.
Cintos modernos para senbora.
Lequesde madreperoia, marflm, osso, sndalo t
madeira.
Meio? adcrfc )s pretos, escoletas, voltas e cruz?,
gostos modernos.
Ricos enxovies para bapiisado.
Chapeos de sol para senbora, ricamente enfei-
tados.
Bonitas capellas com veo e sera elle, proprias
para noivas. '
E?clhilo sortimento de b .5a? de laraegeiras
para enlei'.es de vestido de casamento
Linha de todos os nmeros nara croch.
Rico sortimento de fl>res de cores e pretas para
chapeo e cabello.
Ricos porl jjias, crl candes de vi.-itas, port-mo
nev. propriea para lazer pri-senies.
Lindos livriho para ni-sa, com capa de mar-
II m.
Chapeos de sol inglez^s, cabis de marfim, e bc-n
palas de cana com cabo de marfin.
Tapetes avella^aJus de diversos tamanho?.
D.tos d ftco Bi:a pcr;a?de j.a:.i ce flivirs '.?
rranhos,
Ricos ?ap?.t>.? !e lia, bordada em lalafaip.
Lndas almofadas para sof.
As floristas,
A MAGNOLIA receben pele ultimo vapor o q-e
os Sr>; fl ,ri-tas prrci arra par^.fabricar llores,
como.fijan. :
Pesiilhas de varias core*.
Bagos de vidros de diversos n.o kilos e ta-
manho?.
Olh.8 para mal-ree-qaeres eeravo.
Clices para rosa*.
Bgas douradas para fiares.
Folhas verdes e pretas eneeralas ?rtid?s etu
tarcanhos e fritios tic. etc.
Pomada alpaca.
Deite/ixcellente privativo da queda dos eabel
los, e mn'to apr. ciada por aqnellei que a conlie-
cem, receben a Magnolia pequea quanlidade; a
ella antes que ^e acabe.
Pedes a Rocambole.
Realmente sao muito engranados esses ppoes I
engenbosa e di?trahe mno'csta nova mveneao.
S na Magnolia, ra* Dn-jie Je Caxias n. 45.
CANDIEIROS ECONOMI US.
Os candieiros ec nomicos, sao na verdade d*
invencao agradavel, priva a quem desejar eratel-
Iezar urna sala de f.izer duas de:pezss, pos qoe
lirando-?e-lbe o iepssilo onde se conserva o gaz.
lorna-seum lindo jarro para fl>re3.
Todos e>ses aigoi s se enentram na M3goo
lia, o seus correspondentes primain em gesta ; e
para que esse cl-jec'.os teoham muita extracta),
files reccmir.eLdc.rn aos seus pmprietarios qie se-
jm mdicos nos preces e agrad-m muito aos fie-
gaezes.
A MAGNOLIA
45Ra Duque de Caxias46
DE
Sk Leilo, Fouscca ft coiup.
muitas arvores de friiCio c. n,o i-.. v.it.-
oqneiros e baino pera rpim e [.
excfllcnie agua pata b'-bf?; o lugar $ ar-
te fres:o e saudavcl, toinonoo-e ti
recommendvei p>r se; terto d^ h
fazet.do estafao em .'ua frenl a m> 1n
do Ilecife ao Cucfiiig : a iralar coa
tonio Jos Rdrijjuea t Suuza Uxi
ro d;.s lotera?.
i
Veodj se cia;t..? de I lira M*o ;:a .-
perior seda i nlo dimiantopr. r. ifa "JO- u .
a roa do Marqnei eObau,aaUp roa J,
di la n. 5 a. i. j, i'e ai
Piftill
L.iilll)
Vende-ss lions pausaros can!id,res
a H. 3, 1 : i r.
ca raa DI
-ra barris
acao a bordo
i C.
ne de porro ttJgktJa
de SO1 libras, prpria para
nos araMieiH de T-*.
.!:.
Vende-se urna ub'in.i 'ii ro K
mnito afreguexada m raulfc eco, i
dos propria jara pritiCifikule, : ,. t
para f..milia ; a tratar na me-ma c m '
Sabina Vianna, ru no Pri: .<
mu n 9.
M'M viijiij:
i 2. rni to Bario da Victoria, n\:r
vi nnmfre 1.
Amaral Nabuco C. a atum d t
variado sr.rtimeoio d- neis-i df Ie i ,
mpm, senh.ra, meiiin..? e Btmar. I
cores, de laa para hjaiem a seulura, e .
carmejim e r.rPla-< pira padrv
Novas publija?6e3
musicaes
Acaba de publicr-'p a linda polka para piano
Mtl
composiflo do maestro Rodolpho Mitioze. A?sim
ao mesmo estabelecimento acaba de ebegar a lin-
dsima quadrilba
Cbiartni
Dedicada a este ilustre artista, pelo melodioso
compositor da Rahia, o maestro-ARAGO.
Acbam-se a venda, a roa Nova n. II, armazem
de pianos e msicas do Azevedo.
QneiDiaii(l.t Iwalissii
So o T.iumpho da I{ a VV,
-Rna<'a c erarfr ; ;
Grande a variado rfftntla de f z .-.
enmo 'jam, r.coos coitos oriente,adlme, p up linas, aljicis" lavr-. i
liatras, granadme c m |i i reda,
casaaa, cambraia> l^a*, rguc'y, u ti f
cez, gr. fdenapics prtic d- i- <-.';- :'
lilhas a brasileira, boarnas, i ca* -i. r'
ricos enchovaes para baptisdoa x .
pies rop5's, roopSes bordados ra
grande varitdade em reaiil ? i
chai s de velludo para ?tb'rj, Ir.'
| inho, dito de algoda\ -elesia di !:: .
lusides de cor, pr.'prio para vp>tid.> e i
cnanti, esparliUioa, saeias a I or c p>
d^sif.5 uteodaa sio admiraveit alea
pe;hinchas: grcsd.i ,
d.', chapeo? d vetad n- r?" i i "
madapoln trloeea a 8. mai.li as .-
proprias para a qiar.-na a 6, ve-tid. Lrai
bordados e de cores a .'l.i, alpacas d
lu?tro a oCO rs. o covaiu. lanthatas a M
tk o eovado, fustn |asjnm minio |rgo para r,-
lido a 6M) rs. o eovado. loalhas para m ra i
colxas c m barra a 6-5, bok-,j para .
4< e 4*300, organdy branco p: ra svatida a 4
a vara, ricos e -ras d.' vestida braaw ecm i>
metros, de babadii.his a 74, ditos corr. ii irl
a 15, madapoio fioo a 6* peca, a ,
T superior a 6, bavtodo granie e v;ri?do -
mnto em cartas, cassas, madap d s, r U[ il f ta
brim, cazerairas e niart s U%ot qie:
c;im->s, ludo por menos 20 p'r eoolo |
qnalqoer parle
FARIA A LE5SA.
variado sirliment d drenad frann iolAaS llpmSpe ;!< o liamhnrff.iP7a o ~ vem>e-se urna laDerna no Barro, muuo arre- venae-se nonegnms para nomem pelo diminu-
e \ariaao soruuuDiO ae riMoau. fratiuezas, lugiesas, allemSes, iuissas e liamDurguezas, e gQeMda, o motivo da venda se dir ao comprador: I ta pre?o de 5*000, venham a |ja de mindezas n
todas se vendem por prejo modiMs, afim de acreditar este aovo armazem- j tratar as Cinco Pontas d. 154. '50, raa do Mrquez de Queda, amiga Cadeia.
VEIIDADEIR i
BICHAS HAMBU:G:Z
UXICO DEPOSITO EM PKft > I ,
53 Roa da Cadeia ..;
Primeiro ondar.
227
U
2.
DOS PKEMIOS DA dfco PARTE DAS LOTERAS CONCEDIDA POR LE PROVINCIAL N. 472, A BENEFICIO DA 1GREJA DE NOSSA SENHORA DO GUADELUPE DE OLINDA, EXTRAHIDA EM 7 DE MARCO DE 1871
N8. PREMS.

9
II
16
2S
26
33
34
33
44
51
53
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62
68
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%>


8
Diario da Pernambuco Sexta (eir 8 da Mm;o ai 1512

UTTERATURA,
.
/


iustriiiH'o primarla aa logia
ter#a
OFFICO DO MINISTRO BRAZILEIRO EM
LONDRES
(ConclusSo)
Por emquaaio o systema em pratica na
Escossia paramente o d-is escjlas deno-
minativas, doagesso concedidas pelo eco
seibo privado escolas, de sertas diveras,
tus qtiaes se ensiii30i as -Joalrinas que Lies
sao ptculiares. As e-colas parbcliiaoa (base
fundamental da edaoago escc-sseza) dep^n-
.lem, oa dos parochos, os quaes r-m g.T I
pertencem a igreja Anglicana, o i dos pro
prietarios, em sua grande maiona (ambem
ineuibro da mesma igreja. Segue-se. que
A escolas parochiaes escossezas acham-se
virtaalraeote entregue? aos parochos, isto
ao clero da igreja eatabelecida ou Angli-
cana.
Quanto aos catholicos; formando elle*,
come formam, a minora, mui duvidoso
que mesmo com o systema da nova Id pos-
mi obtersequer emuma s parochiaa maio
na precisa para poderem dirigir urna uni :.\
escola subvencionada pela tisa local.
O q'i9 se intitolam da igreja livre (Free
Untrch), e bem assim os episcopaes, jun-
tamente cora osea thjlicos p:o:urarain, como
natural, alcangar subvengoos do estado
pata as suas escolas, e de presumir que
t corlo ponto o govemo se veja compel
do attender aos seus reclamos.
A questlo j to clieia da diculdadts.
anula mais se complica quaa lo en:arada e
esludada em re.cao a Irlanda, porquanto a
t?r se de adoptar all o systema que ora reg-
-. Inglaterra, e brevemeule reger a Eseot-
sia, 6 evidente que a eduego ficaria com-
pletamente merc do clero catholico iran
:.z; ficto esie qae as legisladores da Grao*
Bretaoba to cedo nao podero admiitir.
Doro; is, ten do se agora de traiar da re
forma da lei escosseza cora ointiiuitodeun.-
: i misal-a qoanto dr dado com a inglez-',
l'abi surgir o d: cerlo novas diflculJades.
pois mister ser dar-:e urna razo para eo-
n anestar a existencia de urna legislarlo e<
.acal para os iilandezes, di versada das ou-
iras duas parles d. Reino Unido.
E na verdade, nao sendo na Irlanda, es
ola alguma, pert?ncento a qualqner igreja,
.-ostentada peloesiado, para que umelbante
e icepcSo continu a existir p.eciso ser de
.nonstrr que a diversidade dos systenias
i; edricacio adoptados oas tres grandes sub
livisoea do Reino Unido claramente jast:
nel e conveniente. De semelbanto ano-
molia pois nao po iem de.xar de nascer
complicacoes, qaaado se bouver do tratar
do rgimen irlandez, que aggravarSo as dlli
culdad j existentes.
analmente, e resumindo quanto levo ci-
ma exposto, segue-se qae a magna quest5o
da educago primaria, ainda permanece lon-
go de acnar-se resolvala, apezar d js estoicos
dos estadista:- ioglezes, e dos homens emi-
BMtes deste paiz, que se tem dedicado a
:ua reforma e nova organisacao ; e, que a
ten enca do estado, do parlamento e da na
55o, sem duvida manter a educado livre
-' desenvolver a edacaclo obrigatoria, por
loeio de subveogoes do tnesouro publico e
laxas locaess Mas, as diffi;uldades, m er-
cenle as religiosas, que emoargam a reali-
smo desse desidertum sao immensas, e
!:' mui ardua solugao. E' de esperar, po-
fio, que a moderado e a tolerancia pie-
Vdloyam era ultima instancia, a bem dos fin*
a que se aspira attiogir.
Fazendo "votos para que dos apontamentos
qae precedea se possa formar urna idea
aproximada de t5o importante assompto, que
de certa mereca ser tratado por urna penna
taais abai3ada, s rae resla, Exm. Sr., ro-
gar roai respetosamente a V. Exc. baja de
reievar-me a imperfeigo do trabaho, dig-
nrmdo-se levar em conta a sempre crescentu
tarefa que pesa sobre esta legacjo, e sobre
ludo as melindrosas, circumstancias tm que
ella na actoalidade so v, privadas como se
.icba da Ilustrada direcfo e esclarecido
concurso do digno chele, ora to insufficen
emente substituido ad interim.
Aproveito a occasiSo para reiterar V. Exc.
uolesios de mi .lia dislin,ta eslima e
da coosi ieragSo. *
Ao Exm Sr. conselheiro Manoel Francia-
:o Curen, ministro e secretario de estado
los negocio estrangeicoS.Joo Pereira de
Andrada.
Carta pastoral do bispo do rio de janeiro
!). Pedro Mara de Laceria por merc de
Deus e da santa s apostlica bispo de S.
Sebastin do Rio da Janeiro, etc.
A' to los os nossos diocesanos paz e bea-
Co em Noso Senhor Jesu3-Cbristo.
F*ra tornar mais fcil e mais suave o com-
primelo dos mandaraentos da Saota Madre
Ijireja. foi por nos escripto, amados Qlhos
em Jeius-Cbristo, urna pequea pastoral
a 19 de fevereiro de 1869, na qual em vos-
so favor dispensamos para aquello anao par-
te da lei ecc!esiastic3, que diz respeito
abstinencia de carne.
Essa pastoral escripia estando nos ainda
em Miranna foi publicada nesta diocese o
trans ripia no Apostlo de 7 de margo desse
mesmo anno, e a ella se referiram as dis-
pensas que da mencionada lei foram conce-
didas nos annos posteriores.
Rom desejavamos ?gora screver-vos ama
outra pistoral mais de3edvolvida a esse res-
peito, e at chegmos a comecal-a, mas tan-
ios embaracos sobrevir.-m que n>s f i for-
go pOS'f;3o.
Qierendo porm renovar esea mesma
dispensa em vosso favor, pira vigorar du-
riote o crreme anno de 1872, nos ulga-
mos opportuno manijar publicar essa mesma
rmtorai, fizendo Ihe porm algumas altera-
C5ea e a !d tmenlos. Deste modo ficaro
sasfeitos os ped dos daqoelles que vendo
prorc^ada a dispensa dada por essa pasto-
ral, nao a podiam ter iro para seu gover-
no no c.impriment do; deveres de filbos
obadieotes da santa greji.
E' a que se segu:
A s'imma bemgnidade do santo padre Pi
IX dignoQ-se do conceder-nos a 27 de se-
tembro de 18(58, tres dias depois de oossa
confirmacSa para bispo desta diocese, varias
facilidades (iiocesanas, das qnaes a 27a dos
autora para tiNpaosar, qaittdo parecer op-
portuno, sobre coada de carnes, de ovos
e de lacticinio* em tempo de jejons e o a
quar^s^na.
Nos imitacao da oirw Esms. e Rvms
Srs. bispos do Brasil, econdoidio da sorte
dos pobres e dos escravos, e de moitas oo-
tras pe:soas, que ene ntram serias dtfDcul-
dades para observarem em nossa diocese as
santas leis da igreja, qoanlo abstinencia
de carne, e por outras raze*, haremos de
terminado fazer oso por todo este- corrente
anno, d3 autorisagSo, qua nos foi coo:edida
pelo sano padre Pi IX e assim contribuir
para (acotar a salvacjio das almas de nos-
sos querido? filriosera Jesus-Cbrislo. Pelo
que, por autorisaco do s?nto padre o pipa
dispensamos tanto quanto podermos, a todas
ss pessoas do nosso bispado, quer do ltto-
rai qoer do interior, para qae, a excepco
dos di: rera. comer carne nos ootros dtas do anno,
ainda qae nolles caii algnai jejuns.
Os diis que notamos, nos quaes nao dis
pensamos para se poder comer carne sSo os
segniotes:
Todas as sextas leiras to anno, e mais
os segualos dias, a saber: 1 qaarla-feira
de cioza ; i q arla-feira de trevas; 3 quin-
tafeira de endoengas; 4 sabbado de al-
lelaia; qoaesquer das emquocahir alguna
das Vgilias oa vesperas das segointes fes-
tas, a saber : 5 do Es/irito-Santo; 6 da
Santissima Trindade ; 7 da Assumpgao de
Nossa Senbora ; 8 de Todos os S3nt03 ; 9
do Natal.
as sextas-feiras pois e nesses nove dias
que acabamos de notar, Mea em vigor a lei
di igreja, que prohibe acomila de carne
em taes dias, e o christao ano respeita os
mandamentos da Santa Madre Igreja, om
todos esses dias u3o comer carne, nem ss
quer urna vez.
Nos outros dia que forem de jejum,
quer sejam dentro da quaresma, quer fura,
se podor comer carne, mas os que jejua-
rem n3o a poderlo comer senSo ama nica
Srez ao jan'ar.
Nos mais das, que ero forem >s cima
notados e exceptuados, nem forem de je-
jam, como sao as domingas da quaresma,
os 3 dias de rogacoes oa ladainhas antes da
Ascencio, e .os sabbados do anao (n3o ca-
bindo nelles "alguma das solemnidades cima
exceptuadas) s pder, em razao desta
nossa dispensa, comer carne e come-la mais
de urna vez no mesmo dia.
Em razio de varias determinares da san-
ta s, nos dias de jejum e ainda as do
mingas de qoaresma, embora neslas domin-
gas o3o baja jejum, n3o se pode misturar
carne com peixe na mesma refeicSo. E
nesta diocese ou por uso antigo, ou cost-
me legitimo ou por dispensa oossa, que
agora concedemos, senio preciso, serviodo-
nos das citadas facilidades deoaoaes, se
poder nesses dias de jejum e na domraga
da qoaresma misturar peixe com ovos e
lacticinios ao jaotar.
Nos sabbados qae a5o forem de jejum a
igreja n3o prohibe misturar carne com peixe
na mesma refeigao.
N3o reprovavel o oso de muitos que
pela manbaa em dia3 de jejum tomam orna
pequea fatia de pao com urna chicara de
caf oa cb; mas de nencmm modo dispen-
samos nem podemos approvar que aqoeiles
qae jejuam sirvam-se nessa occasiSo deman-
teiga ou de leite.
A dispensa que concedemos aoicamen-
io para este anuo, e pastado este, sei do
oeces^idade nova conces^o.
Parece intil observar que a dispeoa-a qae
concedemos para os- dws de jejum tnica-
mente quanto lei da abstinencia de carne,
nao porm quanto ao- j-jum, pois qae para
tanto nao t-mos autorac5o do Santo Padre.-
E como havemos facilitado com tnuita lar-
gueza a observancia dasleis da santa igrja,
revogamos e annullamos- qaaesguer coiico-
ies feilas per nossus antecessores a quera
quer que seja de nosso bspaoo, e que q>
estejam de conformidade- soa o que deter-
minamos nesta nossi pastoral.
Pala fflijsma razao pedamos encarecida-
mente a nossos amadus d-ocesanos, que
comprara as leis da igreja, quaolo aos pre-
ceitos, do jejum e da abstinencia.
Nao o comer carne, nao o nao jejuar
que fax mal e pei;cado ; o qae m.io
desobedecer a igreja. E tacripto est que
quera oave a igreja, ouve a j^ji>4 Ihrisio,
e quem despreza a igreja uVs-pre'.a a Jess
Christo.
Bis ahi, amados filbos, o qpe v&s disse-
mos em 18H>9, e que vos repetimos boje;
renovando para este anno de 1872 a dis-
pensa que naquelle anno vos concedemos
pela p/imeira vez. Os motivos- que a isso
nos kvam s3o os mesmos, e a autorisag3o
de que u-js valemos a mesraa qae n >s (oi
dada oelo Santo Padre a 2 de setembro
de 1868.
Pormitti agora qae nos aqai- vos a;nde-
in is a.repellir alguns dos lamios escrneos
e sopuismas qae por ahi amontoam os qne
desp'resam a igreja de Jjsus Cbristo.
Alguns fazem um grande rol de peixes
exquisitos, sahorosos e de grande prego e
dizem por zombarii : Eis ama boa naneara
de jeipar.
Re'spoulei-lbe : i., qaa- a igreja nlo
inania comer peixe em dta de jejum nem
em sexta feira ; o que ella manda abalar-
a de carne ; 2., se a igtrtjf mandasso co
mer peixe, como nao marcou a qoalidade
delles, bem poderiam os reos comer esses
peixes delicados e de casto sem transgredir
o preceito ecclesiastico ;. 3., qne aquelle
que se quizesse regalar com taes manjares
poderia faltar a tempornea, como poderSo
fallar os qne procurara iguarias exquisitas
de carne,' mas elle n3o. faltara ao preceito
de abstinencia, nem ao do jejom ; o3o seria
quando muito, penitente, mas seria obedien-
te e abstinente.
Ootros dizem, como pode ser pec:d >
comer carne na sexta, qaaQdo o nao pou-
cas boras antes oa quinta ?
Respoodei-lbes: porqae a lei nao pro-
hibe a carne na quinta, mas s na sexta-
feira de raeia noute a meia noote, e nos
outros dias de preceito. Portanto nao ha
peccado, Isto transgress3o livre da lei co-
mendo-se carae at meia. noute da quinta,
mas o ha dahi por diaote, porque en'.So co-
rnea a vigorar a lei di obediencia.
Outros dizem : que Nosso Senhor disse :
comei o que vos apresentarem.
Perganiai a esses taes ae elles comeriam
brasas e cousas envenena las s porqae ios-
sem apresentadis. De corto que nao, e
logo dirSo que essas palavras tem outro
sentido e nao sa tomam leltra. E' o qua
Casta para confundir a essas laes. E digara
elles porque razo qu;nlo vio a algama
casa cbrist3a, que nos dias da preceito Ibes
apresentam peiteem vez de carne, rejoitara
o que Ibes ap^estntado, e ^aiem carne,
e se metteru a escarnecer de quant s que-
rcru observar as leis de sua re.igio. E
algons delles n3o se envargonham de apre-
goar o falso e impiissimo principio de li
oerdade de consciencia, de culto e toleran-
cia de religiSo. Oo I se elles deixassem
aos catholico* aproveitarem-se do falso prin
cipio que elles propalara 1
Outros di-3o, que Nosso Snnor ensinoo
que nao o q-e eatra pela bucea que iu-
quiaa ao homem, mas u que procede d i
coragSa).
Respondei-lhes, que com elTeilo nao a
carne comida en sexta-feira da Paixo ero
em outros dias de jejum, que inquina o ho
mera, mas a desosedieocia igreja de Jesns
Cbristo, desobediencia essa qua oasce de
um coraco orgulhoso e iiaimigo da mais
leve nombra de mortieagao e de penitencia
tao inculcada, recoaameodada e platicada
pelo mesmo Santissimo Filbo de Deus.
Algons ba> que ao podando destruir a
lei da igreja a esie respeitw. laugan m3o
do- ridiculo e dizeia que estas cousa* de
jejum e abstioe-acia sao ninhanas de qae se
nSo oceupam os bomens sabios-.
Respnudei Ibes que n3o ninbaria cura-
prir ara devar, ebsarar ama lei, obedecer
ao soperior e oavir a igreja do Filbo dw
Deas, e assim oi>*ir o masuio j*:sais Chris-
toi Nao pois oinharia explicar o qae
diz respeito ao jejjm e abstineooia.
Trvera na Allemanhi, oa* soas Rtfltxes
sobre a Encyclica de liento XIV >obr$ o je-
jum ; o De- Lemary oo sea Tratado dos
alimentos; Dr. Pistelli na Italia em sea
Commentario physico sobre a abstinencia e
jejum; o Dr. Liuaud sobre aa vaotageos
bygienicas da abstinencia. E anda accres-
centamos o Dr. Debrevne, dootor pela Fa-
culdade de Pars, piofessor par icular de
medicina pratica, e que dep s se fez reli-
gioso di severa Ordem da Trapa, em seo
Ensato sobre a theologia moral considerada
em sitas relaces com a physiologia e tneili-
cina, ondo no cap. VIII trata ex-professo
do jejum, abstinencia e temperariQa e intem-
peranca, consideradas sob o pinto de vista
physiologico e /tyaienico; das vantagtns mo
raes, intellectuaes, physicas, hygienicas ou
sanitarias provenientes da prattea do jejum
e da abstinencia.
Assim procedem 03 varSes cordatos ; e
faz compaix3o ver que aquillo que objec-
to de estudos dos sabios e de respeito dos
doutores e pontfices se ja objeclo de ra< fa,
de caricaturas, e de insultos da parte de
certa gente menos refiectida.
V6s porm, amados lilhos, jejuai quando
manda a sania aiadre igreja, e oo dias de
abstinencia, respeilai o que vossa rellgilo
prescreve.
Lembrai-vos do que vos dissemos em
Noss4 Pastoral dd 15 de abril ie 1871:
Descouliai dos que imitagao da aerpe
iufernal vos repetem as palavras da pri-
meira tentado do mundo dizendo-vos:
t Curpracepit vobis Deus ut non comeik-
retis de omni ligno puradisi, porqne pro-
hibi Dos comer o fructo de lonas as ar-
vores do Paraizo ? Ah se elles respoa-
desse: Elle- no.-so Deus, e como supe-
rior pode mandar o qae entender em sua
sabedoria ; e ai Ihe devenios obediencia,
e o tributo Je nosso respeito, de nossa gra-
tido por tanics beneficios recebados I Mas
nao ; elles desobedeceram, comeado de um
fructo prohibido, quando Ibes era perrnit-
tiJo comer de lados os mais! Ob I dese-
Viveaos em uu> lempo era qae se espa- bedieucia fatal, que expelliste nossos pri
FOLHETIM
UiRELLAS PROPICIAS.
pon
CAMILI.0 CASTELLO-BRANO
(Gontinoago do n.' 55)
E' om modelo de honra e virtnde
tortioo o volho N5o imagina qae poro
curo o d'aquella alma I Foi a commase
ng3o que o excitoo a tal estranheza de
phrases. Desculpe o, qae o pobre mogo,
no Gm de todo, disse-lhe orna augusta ver-
dade. Olbe qne triste cousa um himem
que edncou cinco Gibas com todo o mimo
e regalas de fidalgas, ve-las privadas de
.ao e de respeitos sociaes.
Em3o que qaar o senhor doator ?
itdboa Fernanlo.
Ea de mim o3o qaero seu3o absolver
a compaixo de Antonio d'Azevedo, e lem-
br ir ao senhor Fernando, qae a caridade e
o perdo sao as virtodes fundamentaos do
dootriDameoto de Josas Ghristo.
E [achata vossa senhoria acerado
acodio Feroando qoe ea perdesse cootos
de ris, qae tenho gastado o'este capricho,
e deixasse os meas vnculos oa posse e di-
reilos de minha prima ?
En n3o aconselho, seohor Fernando.
hA do bem fazer nao se l nem se ensioa :
est dentro do coragSo, I6re intimo,
materia de tratar com Deas. Faga o qoe
bem qoizer ; mas de modo se baja qoe
nunca venha a sentir-so mal comsigo pro-
prio.
A minha consciencia est tranquill.s-
simaretorqoio Fernando.
Guantas vezes a consciencia est quie-
ta, e o coragSo inqoieto ? A consciencia
a inspiradora dos deveres; e o coragSo da
r'lade, da hnrnanidade, e d'ontras virtud
des menos pauladas qoe os meros deveres
e ohrigacoas de ama recta razao. Faga o
qoe quizer, senhor Fernando...
Como eu me eogaoei t atalhoo
Atbayde.
Enganoo-se !? Com qoe e com qaem.
Com o seo socio de escriptorio.
Ora essa I pois...
Ea Ihe digo, senhor doator. Dase-
iba a Biblia com prouso em que se re-
corainenda qie os raesm s qua :io sabem
ler tenham sua Biblia pira in'.erpreta-la a
seu gaito : ora oa Biblia se rec.ommenda
de continoo o jejum e a abstinencia.- A con
cluso do Mlebarrimo Concilio dos Apost-
los em terasalem, conv cario para serenar
sriitione non mnima; celebrado havendo
magna oonqnisitio, qual foi ? A coa insao
foi determinar se e fixar-se a iei de certas
abstinencias UT ABSTINEATIS ves-ab im-
molutis samlacroruf et sanguine, et suf-
fsalo el fornicatione a qtttbus custodenles
vo* bene agelis. Vlete. E quando foi lida
esta caria synodal apostlica multidao con-
gregada, gavis sunt sivper consojflticne. Q ie
muito pois que os successores dos apos-
tlos se oceupem com leis de abstiaencia,
mormente eovolvendo elias a grande qaes-
13o da obidien ;ia s leis da santa igreja de
Jesos- Cbristo? Qae dizer, se repararmos
quo o comprimeoto de>ta lei boje ama
das maiores provas de que urna peaaoa per-
tance a urej catbolica aposoiiea rumana,
o do r. baoao qaa Jess Cbristo antregoo
a S Pedro h sas successores T
Como uioharia o que Daos ao antigo
Testamento rec 'rameodou, e Jesss Cbristo
oo Novo Testaraenio -praticoc e tanto incul-
coa? Como ninbaria o pie lem merecido
a attengSo de* apostlos, dos sanios padres,
dos summos poolioes, dos ihaclogos e ca-
nonistas, d; t utos escriptores ecelesiastico3,
e de t dos os saotos ?
E qne diremos ? Si ha Domaos que es-
carnecem de tud i quanto merece respeito,
e hlasphemaia contra o que ignoram, ha
outros var&es, que sabem respeiur o qoe
santo e procurara al que seo saber sirva
para mais realgar o que sarUameate pres-
cripio. Q'je- extenso catbalogo o3o pode-
riaraos citar ? Mas" nos contentaremos com
poucos e esses mesm s dantre aquellos
varoes que n3o sao citados como theologos.
Sao o Dr. Virrbing, professor de medicina
na uuiversidade de Lovaini na Blgica, na
soa obra Do jejum de Abstinencia mdico-
legal ; o Dr Hecqaat, medico da nomoada
era Paris, no tratado Da dispensa da Qua-
resma ; o Dr. Cohaasen, protomedico de
ram-me que este Antonio d'Azevedo era
om advogado esperto.
Nao Ihe rnentiram.
Ser; n3o duvido. Ora, como ea
quera acabar cora isto custa de mais al-
gQS cont)3de ris, vinha com o filo posto
em offerecer tres ou quatro contos ao doa-
tor Azevedo para el o ir a Portugal t-mar
posse dos vnculos em meu aome, removen-
do todos 03 tmbarajos C(.m a sua esparteza.
Vinbi n'esta dea, e, quando menos o cado,
ajho um pregador da caridade...
Gratuito accrescenlou, sorrindo, o
velbo.
O que fallava era ter de Ihe pagar o
sermo quo a3o Ihe eocommendei /
Pai3 -Ihe que alea dinh:-iro Vossa
senhoria, se for scismar no qae oavio,
amanba est meihor de corago que boje.
Actaa que nao val a dicheiro am melnorameo
t moral ? Oh I se vale I At eo lho devo
a elle mui salutares cooselhos para a ca-
duquez, e quando o escoto esloo como pe
zaroso de o3o ter sido o que elle Pois
que Ihe disse o mea Antonio d'Azevedo ?
Cifra n'isto : O seohor maito rico :
deixe essas migalhas qae est disputando
fami.ia, que n3o tem mais nada: faga de
conia que pegou de sete pessoas pobres de
saa familia, e deu a cada urna sua subsis-
tencia. N5o Ihe sfta bem isto ao animo
desassombrado, senhor Feraando de Atbay-
de ? O seo bom sangue de fidalgo n3o
se azedana as veas, se Ihe c viessem di-
zer qoe ama porefo t5o chegada de seos
pareotes aodava l por Portagual arrastaia
sobre os espiohos da pobreza, da. miseria,
o talvez da deshonra ? Tem o senhor em
Portugal cinco "primas. Onde cada vossa
senhoria qae as pode levar a iodigencia ?
Valentim, fallando d'este theor, tinha os
olbos embaciados de lagrimas. Fernando
olhava-o em certa eslopefacgSo, qae urnas
vezes dureza de sentimento, e matas en-
condimento de renascida sensibilidade. O
velho ealon-se, e o primo de D. Mafalda,
tomando o chapeo, sabio sem proferir pa-
lavra, cortejando o doator com um aceno.
Adeus mea amigodisse o velho
Pense oo Gm da vida. Lembre-se que, oo
invern d'ella, costamam os velhos lembrar-
se das flores d'alma, qae esmngaram na
primavera.
Fernando oavio, do patamar da oseada,
as ultimas palavras, e sabio tanto ou quanto
abalado.
Pooco dpois entrn Antonio d'Azevedo.
Viam se Ihe nos olbos os residuos das la-
grimas. E' que elle acabava de essiever a
seguinto lauda d'ama carta a Coriona :
raeir.os Pais do Paraso, e arraslaste em saa
desgraga a toda saa descendencia f O' cri
me, oa appareueia pequeo, mas horroroso
por seres desobediencia a um !)eos; cri-
me, anda nao bastaram para exjiar-te
hOCO annos de geoiidos e da lagrimas e
montos d ossadas- humanas circomidas
poli morte 11! Gv Ad3o, ainia atroam nos-
sos ouvidos aquellas uiedonhas palavras de
ooso Dos desobedecido e desaffronlando
saa auturidadi: Conteste da arvore de que
en te hacia ordenado que nao comesse; a
trra ser maldita na tua obra ; della ti-
rar i sustento com snuitas fadgas... ella
produzir espinhos e abrolhos... comers
nesuor de tea rosto... s p e em p te has
de tornar.
Queridos Filhos em Jesas Chrsto, j to-
mos muito mais longo do que preteadiaraos,
naai peasavamos ter opporlunidade para tan-
to. Oxal nos tobamos expresado de
ama maneira bstanlo clara e ao alcance de
lodos.
Dbos vos abeigooe vos d a graga de
vos mostrardes Cbriaaos nesta Quaresma e
sempre.
Esta ser lida e registrada em toda3 as
Parochias de tNossa Diocese, e desejamos
que em todas as capailas. Oratorios, Col-
legios Catuolieos se Ihe d publicidade.
Palacio Episcopal da Gonceigo, aos 8 da
Fevereiro de 187.
f PEDROi Bispo de S. Sebisiio
ao Rio de Jan^ira.
c 2 d'abril de 1844 quatro horas da
tarde.
Acabo de saber as desveotaras qao vSo
en toa casa. Ouvi-as da bocea do mesmo
homem que vos quer privar d'essas arvores
e do bergo onde te embalaste, minha que-
rida Coriona. Ea alcaogo a profaadeza
das vossas amargaras, pobres m;oinas e
pobre mi I Que tremenda afflicgo bal-
lociuou tea pai ao ponto de resistir joali-
ga impiedosa, qoe n3o entende de infortu-
nios, nem de lagrimas I Qoantas vezes te
voaria ao coragSo angustiado a imagem in-
valida de tea amigo 1 Tardas exclamagoes,
Slha I Deixa-me ver o que posso conseguir
a bem e teu pai, cujas m3os ea espero
beijar ainda. Talvez qae hora em qoe
receberes esta carta, comegada com taata
alegra, e^3o atormeatada agora, todo seja
sanado, e tea pai olhe como soas para sem-
pre essas reliquias de orna graode fortuna
mal desbaratada. Tenho om presentimen-
to de qae hei de merecer a interveng3o da
providencia oas minhs inteng5es. Talvez
quo. a estas horas, estejas orando, e o an-
jo to nosso amor me segrede os dons que
Deas te concede. Vou sahir, minha Co-
rnea. Voa oavir o santo varo a qoem
devo todo. E tempo do ea Ihe mostrar
que aojo tu s para o fazer leo amigo, e
bemfeitor de ambos. At logo. >
Valentim observoa 8 ar magoado do seo
estremecido amigo, e quiz ver ama extraor-
diara cansa aquello compangir-se pela
familia porlogueza.
Olhe qoe eu c fiquei prgaodo com
o homemdisse o velhoAs soas palavras
foram o (boma do sermao ; mas, a fallar-lbe
a verdee, n3o vejo lora d'onde saia coe-
lho. Este Fernando de Aihayde, cajo pai
e mi conheci, se nao fosse a laida dafi-
dalguia, havia de ser om homem muito es-
limavel. Est maito rico, e acha-se pobre
qoaodo veste a casaca sem o habito de ca-
valleiro oa efficial da Rosa. Ha pouco ar-
ranjou em Portugal o3o sei qaa filtoha,
qoe ellas por l sao tantas e 13o bastas que
nao ba saber estremar os Sdalgos pelas
'Has. Mas o pobre homem nao se conten-
ia com ser condecorado pelo qae faz (.qoe
cu, a bem dizer, n3o sei o que elle faz ou
fez) quer tambera, qoe a saa Qdalgaia Ihe
proceda em linha direita dos godos. Para
isso precisa justificar-se tomando posse das
AUenianha
AS ASSOCIACOES COOPERATIVAS DA
ALLEMANHA.
MEMORIA DO CONSELHEIR0 CESAR SALVAN.
V.IANNA DE LIMA, MiNISTnO EM BEItLIM, 0FFE-
RECIDA AO OVEKNO 1MPBBIAL.
O systeraa de cooparagao actualmente
applioado em miior ou maoor escala am
vari03 paisas da Europa, sobretodo na A!le-
manita, Inglaterra, Franga, Blgica e Suis-
sa. Na Allemonha, onde eUe ja alosio um
certo grao de perfeigo, as associagoes coo-
perativas tem tido um maravithoso d;sen-
volvimetih desde 1849 ate boje, devido
isso ao esforzado empeobo de Mr.
Delitzscb, desse incinsavel a intell
protector das clases operaras.
Mr. Scbolze-Delitzscb n3o foi ato certo o
inventor do systema coopera! *> ota o pri-
meiro que procurou po-ltf l i pratica aa
Allemaoha, mas fra de duvida que com
oa seos aturados estados sobre a materia.
seus vastos coohecimentos econoOMCOS a
autoridade de seos escriptos da aoa pala-
vra tem contribuido poderosamente para
adopg3odo prin apio collectivo applicado s
associagoes de operarios.
Os servicos prestados por Mr. Scbalie-
Delitzsch s classes indigentes da Aliona-
nba sao valosssimos e tem-lbe grangeado
orna tal reputago que aqoi o chamara por
antooomasia o apostlo do povo >. De
feito, grane e bem merecido o reoome
por elle adquirido I Nao a o ardor qoe
raostra peo bem estar de soa clieotola
objecto de geral admiragSo, mis tamben a*
suas innmeras publicages e. as soas pre-
Iecg5es -"m'naes excitara o ialeresse de t -
dos, desde o mais modesto trabalhadcr at
o h t ra a ni mais Ilustrado.
A iinguagem de Mr. Scfaolze-DeKtzsch
admiravelioieote ciara, lgica, despida de
phrases pompus*s e to intelligrw! com
qae elle desenvolve suas ideas sobra as
duas intricadas quesles sociaes qoe <> oc-
eupamreiacSo entre o trabalbo e o cap-
talt meios (fe melhorar a sorte das cl3*
ne essitadase procara resolver esses di
ficis problemas de um modo pratico, in-
dicando o uimco carainbo que pode coodn-
zir a urna solug3o sasfaciona. Dest'arte
derrama elle pelo povo urna sement fecun-
da de iaslrucglo e moralidade e infunde
Ihe oseutimenio da urna bem enteodida a
prodcua ecouorai:.
Em diametral ooposigo s theonas sub-
versivas dos agitadures sociaes, Mr. Schnlze-
Delitzsch, longe de reputar o capital e
traballto minus- inimigos, considera a ten-
dencia instinctiva do homem para acumu-
lar capital como syno:mo da sin aptida*-
cultora intellectca! e ao lraalhor po
que do augmento desse capital que depen-
de o progress i da civisago e o melfjorane:i
to da condigo humana debaixo do ponto
vista moral e material. Por este modo
procura elle diminuir a di ataera que sepa-
ra as classes que possuem das qua ni
possaora, apresontando o trabalho e o capi-
tal como doos agentes igaalmente valioso-
que s oa saa intima uuio padem pre:-
lar ii-rigoi a si e a homanidade. Com a
palavra e a patina na > cessa M. S:ho'Zc-
Delilzsch de repetir qu; a Sulugo Je seac-
Ihante problem depenid sibrutuJo da li
berdade poluica e iodoslrial. Essa libei-
dade, diz ella, o ambiente de vida para
o Estado e a aociodade, pois nao ha pru-
gresso social sem liberdade. eca lib sem progresso social.
Taes doutrioas enconlr?rim poiereaos
impoguadores. Nos seus primeiroa oo-
saios para a creago dosBaocoa popularos
teve Mr. Schulue Delitzch de loiar con-
tra immenaaa difficnldades oppoetas nlo sj
pelo partido reacci )aano, qoe, sob a im-
prcsso dos graves acontecimento* de 18*3.
via oa liberdade de associacio om centra
de coospiragio centra a ordem pobca, ma-
lambem por orna parte do partido conser-
vador, chamada < traegio feodal e pelo
partido socialista capitaneado por Lasaalle
cojo vasto talento de convencer o povo me
grangeoo enorme prestigio e asceodeat*
sobre as classes operaras.
Ha entre aa theorias de Mr. Schoize De-
litzscb e as que suateotava o fallecido Las-
salle, um aotagonismo radical ; o prime*'
apresenta a-txilto proprio cono Lase do
seu systema, o segundo pretenda que "
attxilto fosse prestado pelo Estado.
Os panegyristas das doutrinas pr-ifsaa-
das por Lassalle indicara diversos a'vitre-
p.ira, mediante a acgo do governo, secbe-
gar aos resoltados qae se tem era vista,

. '
quintas viacu adas e dos pardioiros que,
pefbs modos, tem amtia?, adarves, barba-
cans e brazoes com coras e mitras. Isto
o que explica a croa insensibilidade de
Fernando com os seos parentes. Ora diga
l, Azevedo, voce conhece pessoalmente o
tal GastSo de Noronha ?
Conhega o de visla apeuas ; mas Gas-
to de Noronha esl to identificado mi-
aba vida, qae por cansa d'aile esto ti hoje
ao Brasil. O senhor doator Valentim j
sabe quo o mea coraglo lem lagrimas de
saaiade. Eu era aa patria o que ainda
sou aqu ; um rapaz sem bens o sem futu-
ro ; e Gasto de Noronha era o fidalgo nao
rico, mas da sobra ambicioso e soberbo
para me n3o dar sua bina. A maiher qae
eu amo e choro filha de Gasto de No
ronba.
E' notavel a coincidencia I disse Va-
lentimAgora que a soa mgea me pare-
ce racional, e digna me parecera de todo
o modo. Entretanto, meo Azevedo, na
saa mao est salvar essa menina, e desde
j, das contingencias da pobreza. O senhor
j sabe que tem bastos recursos no Brasil.
V a Portugal, qae a soberba do fidalgo
deve estar amohecida. Cise com a sua
dama, e volte, que os seas amigos c o fl-
cam esperando.
Riramosolhos de Antonio d'Azevedo;
mas este danto de alegra foi instantneo.
Seria a felicidada perfeita para mim,
mas nao para eda disse o hachare!, aps
instantes de reflexSo.
Como assim ? pergu.dou o velha
que mais pode ella desojar ?l
Qae seas pas e irmas n3o soffram
as horriveis privages tanto mais annrgas,
qaanlo a vida Ibes correo abuodante e res-
peita Ja. Calcule o senhor doator que des-
gosto nao seria o d'ella ao lembrar-so que
soas quatro irmas ficaram encerradas em
conventos, e dependentes da esraola de pa-
readas I e qae sua mi, privada d'ellas, o
talvez do marido... coma poderia eu ser
assim feliz, mea amigo TI.'..
Antonio d'Azevedo deixava cahir as la-
grimas para qne o velho nlo Ih'as visse en-
xugar I Ha lagrimas qoe lem um como
pudor, e recato qae talvez o modo de
serem mal avahadas. O chorar do homem
ha de ser assim, ou ficar sendo miseravel
alardo de saa fem nil fraqueza.
XII
Valha-me Deus I d.sse o doutor,
esfregando as palmas das raaos trmulas
como ba de a gente remediar isto ? O qne
o meo Antonio quera que todos vhessem
contentes. Christa utopia, que ha de rea-
lisar-se no co I
Eo vinha animado d'um peosamento
qaando aqai entretoroou Azevedopo-
rm desanimei logo que o senhor me disse
qae Feroando de Aihayde queria os va-
calos para mostrar a saa fidalga genea-
loga.
E' o qoe ; o se nao fosse, qoe idea
era a saa ? Vamos discuti-la.
A mioha idea era c ntrahir ea am
emprestimo aqu : sei qoe o obtinha.
Tambem eu sei que o meo amigo
obtem o emprestimo. E depois ?
Avaliavam se os bens vinculados e as
despezas feitas para os liqui tar : eu dava
o valor de todo a Feraaado de Aihayde,
e elle desistia do direito por conciliag3o.
E o Antonio ficava pobre e a traba-
Ihar toda a saa vida para remir a divida ?
Necessanamente.
Com effeito Iexclamou o doutor
e dizem l qae j nao ha santos / Sabe
voc, Azevedo, como que omunio, desde
que perdeu a f nos milagres, chama aos
santos da soa vrtode ? Cbama-lhes men-
tecaptos. Assim devia de ser, porque a
pbilosophia inscreveu tambem como demen-
cia o amor divino dos crucificados por soa
lealdade a Deus, e d'estes vejo que ainda os
ha devotados sublime loucura da cruz.
Queria ento voc adjudicar o trabalho de
toda a vida ao pagamento do dinheiro cora
que pretende reslabelecer o bem estar da
famiia da sua futura seuliora ?... Vamos
meditar. Este Femando de Alha|de, como
j Ihe disse, o qae quer provar tirW et
orbi que fidalgo de raga por sea pai. A
heranga nao lbe importa. Poderemos con-
seguir qoe ello convenga o universo da saa
fidalguia, sem se apossar dos viocolos" de
D. Mafalda ? Aqai qae bate o ponto. E
poderemos conseguido soto que o mea ami-
go hypotbeqoe o seu trabalho solvencia
da divida ? Invoquemos as masas das en-
talag5es, o vejamos o qae elia3 nos decre-
tam em coosa to prosaica, j que os pra-
xistas nos tapara todas as sanida?. Pode
remos pensar no modo do approximar Fer
nando de Atbayde de ama das primas, ca
sando oa ? Este expediente bem se v que
inspirag3o de musas, porque de todo
em todo potico. Qae diz a sto meo ra
paz ?
Creio qae por parte do Gastc
Noronha seria am negocio concluido,
ainda



(Coalinuar-se-ko)
mesmo que Fernando de Alaayde fosse a
mais baixo plebeismo disse Azevedo.
Feliz genio de homem para os notaos
finj I Mas voc sabe qae a renuncia d'om
direito transmissivel, coa;o o atoa viocolos.
Dalla; e qoe os descendentes do renoo-
ciante esl3o sempre ao abrigo da lei. E
preciso que Fernaodo de Atbayde casa com
a menina soccessora dos viocolos, na bypo-
ihese de serem elles legtimamente de ana
m3i...
Essa Coriaoa IJ ioterrompeu Axe-
vedoCoriona a que eu amo I
Ab sim ? ento muda di figura o ne-
gocio... Deixe-me pensar... E so Bus
conseguissemos qi e Fernaodo casaaae com
urna das ootras senhoras ? Leva-lo-hianos
a deixar aos sogres a administragio dos
viocolos, melborados e desembarazados d
dividas com liberalisado capital pelo ricaaao.
e sobre tuio pelo fidalgo, orgulhoso de
reedificar os pardioiros de seus avoeagos
Que Ihe parece ?
Gasto de Noronha nao aceitara a au-
milde posigo de mor Jomo de seu georo
disse AzevedoPor parte d'este a recon-
ciliagSo seria impossivel. S vejo am
meio.
Diga l..
Fernando obteria orna filha de Gastio,
se, antes de psdir-lh'a, rasgaste aa provas
com que se diz successor dos vnculos.
Nao se rasgara assim ficdmeoie as
provas. A perfilhagSo esl archivada, e as
cartas o testamento que o legitimara Qlbo de
FeroSo de Atbayde esto em notas de ta-
beliiSes de Portugal e do Brasil. f~
A desistencia, portaos, invalida ?
tornon Azevedo.
E', a menos que o senhor me nao u-
severe que a descendencia directa de Ferniv
de Aihayde acaba em sea filho.
Pfoseguiranj largo lempo dialogando ja-
ridicameote, e oltimaram indecisos o qoe
diviam fazer.
Antonio d'Azevedo de>velou a j&ella nou-
te em hypotheses qae se combatan o
destruala. Amanbeceu-lhe o dia segrale
para incessanle inqoielagao e dolor osa por-
plexidade. Voltou s onze horas ao escrip-
torio de Valentim da Costa, e inconlroo-o
encerrado com Fernando de Atbayde.
J se demora vadisse-ibo o doator
Sente-se aqai.
I
(Continaar-M-ba)
TYP. DO DLAtUO-RUA DO DOQUf K UXUS
\\



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