Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12599


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Full Text
tsJfiO XLV1. NUMERO 50

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Por tros m7M 4Uaitsjrt>>!
Pbf He! ditos ii'"m .
l*or r:m naoo idei.. .
2 da mnmero mtlao ,



12)9000
S4000
aso
SEXTA FEIRA I OE MARCO DE 1812
PAU DimO A OIA DA fSOnjttTA.
Por tres mezea adiautados ..........>%'- #?
Por seis ditoi idea..................... ISJf
Por boto ditos idem................... Wlttj
Por um anuo dem......?"..,......... I7JOQJ
Fropriedade de Manoel Figueira da Faria & Filhos.


AO A.Bia* :
Ca Sra. Gerardo Antonio Ai ves d Filhos, do Para ; Gon$aives 4 Pinto, no Maralo ; Joaqoim Jos de Oliveira de Filbo, no Cear ; Antoatio de Lesaoa Braga, no Aracatj ; Joio Mara Julio Chavea, no Am ; Antonio Marques da Sijva, no.Nataj' Jos Jastoat
Pereira d'Almeida, em Maoiangaape; Augusto Gomes da Silva, na Parahyba ; Antonio Jos Gomes, na Villa da Peona; Belarmino doa Santos Bulcio, em Santo Aatio; Domingoa Jos da Costa Braga,
eoi Nazareth ; Antonio Ferreira de Agaiar, em Goyanna; Francino Tavarea da Costa, em Alagoas ; Dr. Jos Martins Alves, na'Bsiua? >a Leite, Cerquinho & C. no Rio de, Janeiro.
PARTE OFFICIAL
Ministerio da fazeuda.
Senh(r.Esteva Busk ti C, representantes da
companhiaBrasil & River Piala Steara i e
consignatarios do vapoi Coperuko da ni-iida com-
panhia, recoma, par. o cuu.eino de estado da
deciso do tribunal du lliesouro, que coulkmou o
despacho do inspector da alfandi ga desta corte,
o qual raand ra cobrar direiios era dobro, no va-
lor de 618*670, por una cauta oo manifestada, e
ae deixara de ser entregue tu alfandega com
roupa de us) de um pa.-sageiro.
Os recorreotes fuoiameLiara aste recurso alle-
gando que a avaliagai da referida caixa devora
ser feita conforme a J i -1 > ,.. do art. 423 do re
galamente de I'. de eeletnbio ds 1860, e nao pe-
lo peso da caixi, segundo a laxa da tarifa. Fa-
zem notar que, havendo cutra caixa com o mesmo
destino e com u mesmo dstico, e que sabira da
altaodega antes da outra un ii igra, pagando ni-
camente 16000. os direiios- em dobro daqutdla
deviam corresponder a 32*000, e o 618*570.
Mas, as informagoes da eparligao (i-cal sao que
a caixa, cuja avalugo os^ recrrenos propoein
como base do calculo, silura di alaudega sem
despacho ou liscaiizago alguma, como aitigo Je
bagagem, sendo por coaseqnencia mpossivel efe
tabelecer-9e qualquer comparago entre os valo-
res do cootedo de urna e oulra.
Alm disso. resulta das mosruas informagoes que
urna das caixas continha kraga e a outra roupa,
como declaran) o proprios recorremos. 0; em-
pregado?, por consequeoca, lendj de avahar urna
s caixa, pois que a ou ra uo ,-e acbava man em
poder da alfaodega. regularan) se pela tanta, co
ujo tambem permute o humoso art. 423 Jj regula-
maoto, qnando nao ha volume idntico.
Nao (eodo, pois, havido viulago de le, nem pre-
terigao de formulas essenciaaa u->m iucompeten
ca, como exige o decreto de 29 de Janeiro de
1859 para que o conselho de estado propooba a
annullago da deciso lo tribunal do toesouro,
a .-'Oa) de uareoer que nao ple ser atteodlo o
presente recurso. Vossa Magestade Imperial, po-
rm, resolver o que nula < Sala das cofereucias, 13 de Janeiro de 1872.
francisco de Salles Torres H-mem. Visconde de
9. Vicente.
Resol ucao
Como parece a sec^o. Pa^o, 1 de feverairo
de 1872. PRINCEZA IHPEUlAl. REGENTE.-
VisconJe do Rio Bramo.
A ihesouiaria de S. Pedro do Sul se declara,
em resposta ao cfl'.io de 7 de outubro ultim5, que
a pioliibjcaa de entrada as alfandegas e mesa* de
rendas e a prisao a que se referem os arts. 199 e
200 do regulameoto de 19 de setembro de 1830
sao somonte applieaveis aoi emoregados que, nos
termos dos meamos artigas, fcrem encontrados
dentro das respectivas repartieres fiscaes commet-
tendo frau 1' ca loretn disso convencidos, ou se
tornaren) sospeilos, pelo seu comportameoto, aos
ioteressea da lazenda nacional ; podendo os ins-
pectores e administradores daa ditas repartieras,
nos casos como o de que trata o mencionado fili-
en, near licenca aos empregados suspensos,
usando 11 lacnldade implicitamente conferida pe-
lo arl. 105 3 nico do citado regulameoto.
SenhorPor aviso de 1 de deiembro prximo
passado mandou Vossa Mageslada Imperial, que
a secflo de faz-oda do cooselbo de estado cnsul-
tasse coiu seu parecer sobre a materia do ruque-
rimento junto, em que Luiz Octavio Ayque Cal-
das, pede privilegio para o estabelecimot > nesta
corte, de urna empreza com a denomina^o de -
Traductora, dos manifestos e lulas de sebresa-
lentes dos navios que dereu entrada na alfaa-,
tan.
A diretoria geral das rendas publicas do the-
souro nacional, ouvida sebre o objecto desta pre-
tendo, nao ajuga admissivel por ser inefBcaz
para o Qm que se tem em vista, isto remover
os inconvenientes da morosidade, quando a Qel
execuyao do art. 372 do rt-gulament> das alfande-
gas bastara para apressar a reguiansar o servico
de que se trata.
O inspector da alfaodega da curte, em sua iu-
formacjto sobre o mesmo assumpto, igualmente
mostra-se contrario empreza, nao s porque o
privilegio solicitado nao tt funda em ulilidade pu-
blica, como porque vai de enconiri s disposigoes
do coligo do commercio e legislacao da alfao-
dega, a tal respeito.
Com effeilo, o cdigo do commercio (art. 62) fa-
culta aos con atores dos navios a traduegao dos
mauitestos e outros documentos que os commao-
daules das embarcatijfs es'.raageiras devera apr-
senla/ s alfandegas.
O regalamenlo fiscal de 19 de setembro de 1860
providenciando sobre esta materia, estatuio que as
traduceoes dos referidos documentos sero fetas
na forma do supracitada artigo do cdigo do cam-
mercio, e que, quaodo i-so se nao passa verificar,
ser a traduj feita por traductores e interpre-
tes da n imeacao do tribunal do commercio, e, na
sua falta ou impedimento, por interpretes nornea
dos pelo inspector da alfaodega.
A'vista dos recursos que pata as iraduccOes
offerece a legislaclo em vigor nao baveria motivo
para altera-la confortado se ao autor da empreza
em questo o monopolio de la> longo periodo so-
bre urna industria fcil, isenta da necessidade de
capi'.aes, e que encontrara a necessaria concor-
rencia na activdade particular para conseguir o
objecio a que se destina.
O monopelio na o adequado iocenlivo para
corrigir os eff;itos da moro-idade, nem para evi-
tar os abusos que em semillante materia pode m
tornar-se gravissimos.
A nomeacao de um fiscal da propria companhia,
e por ella retribuido, seria urna Ilusoria precau-
cao, alm de constituir nina irregularidade na
alministragao, introduzindo neila um agente ex-
terno encarregado de faocefos que nao ppdem
perteSMMr seno ao ebefe da alfiniega.
Por todas estas consderacois a sec^o de pa-
recer que nao leve ser alten lida a proposla do
upplicanle, maa Vossa Magestade Imperial deci-
dir o que mais acertado fr.
Sala das conferencias em 13 de Janeiro da 1872
Francisco de Salles Torres ftomun. Visconde
de S. Vicente.
Resolacao.
Como parece seccax Paco, de fevereiro de
I872.-PRINCEZA IMPERIAL REGENTE. Ki-
conde do Rio Bramo.
Rcpartl^o da polica
2.* seceo Secretiria da polica de Pernambu-
co, i) .le fevereiro de 1872.
N. 385 II!m e Exm. Sr. Levo ao conheci-
men'o de V. Exc. que, segundo consta das pirti
eipaodes recebidas hoje n'esta reparlicao, forara
hontern recolhidos casa de dstencao osseguintes
individuos :
A' rainha ordem, Joio Carlos, sentenciado a ga-
les perpetuas, disposico do Dr. jiiz de direito
das execoQ* ; Jes Alvos Barbosa, vindo da
Parahyba como criminoso ; Silvestre, escravo de
Mariues & Birros, e Amaro, escravo da. Anton
Vieira de Soasa, vind) do norte, atim de serem en-
tregues a seus senhores.
A' ordem do .-ubdilegado de Muribeca, Manoel
Jo.- de Sanl'Anna, por crime de ferimeotos gra-
ves, -a disposifio do juiz de direito do quinto dis-
tricto.
Por ofllcio de 17 desle mez, commuoicou-me o
delegado do termo de Cimbres, que oa nontedo
dia anterior evadiram se da" cadea daquelle ter-
mo, os reos pronunciados Jos" Gomes de Ges.
Clemente Alvas da Barros e Severano Nnnes da
Silva, sendo inuteis os estorbos empregados para
os capturar, que presumindo com algum fnda-
me!) ter sido o carcereiro complica em seme-
Ihante fuga, fuera recolhe-lo pnso para contra
elle proceder-se nos termos da lei.
Deus guarda V. ExcIllm. e Exm. Sr. coa-
sellieiro Joio Jos de Oliveira Junquera, presiden-
te da provincia. O chele de polica, Domingos
Monte ir o Peixoto.
EXTERIOR.
EXPEDIENTE DE 27 DE JANEIKO.
A'thesonraria de Pornambuco se communica
que tendo sido presente ao tribunal do thesouro o
recurso ioterposto por Aotooio Ferreira Praga, da
dec i=3o da dita thesonraria, c nifirraatori a dada
recebedona, que negou-lhe a reslituigao da quan-
tia que inievidamenle pagara ds imposto de sna
taverna ra da Penha n. 33, e custas, relativa-
mente ao exereieio de 18671368 ; e o referido
tribunal:
Considerando que, conforme consta da iofor-
tnaclo do administrador da recebedoria de 3 do
dito mez, o recrreme arreraatou em leilio no da
18 de setembro anterior a taverna de que se tra-
ta, outr'ora perlencente a Joo Pioheiro da Rocha,
e que, nao podendo o mesmo leilo veriQcar-se
seno em vrtude de ordem da autoridade compe
tente, eslava a especie comprehendlda no art. 4*
do decreto n J^06 de 16 de novembro de 1839,
devendo-se, portanto, cobrar do dito Rocha o im-
Sosto do primeiro aemestre de 18671868 at o
ia do leilao, e do neot rente qaaotia que corres
pondesse ao novo arbitramento, na irma da se-
gunda parte do art. 3* do citado decreto, e nanea
alm do imposto do mencionado semestre, por in-
teiro, que deixoa de pagar Pioheiro Roeba, con-
forme a declaracao feita pelo recebedor no verso
do conhecimeoto, a repetieio desse imposto em
igual imporuncia.
Resolvea dar provimento ao recurso, mandan-
do resumir ao recrreme nao s a importancia do
imposto do primeiro semestre de 1867 -1868, que
pagon por Pioheiro Rocha aUn do dia 18 de se-
ttmbro, como tambem a quaiUia que exceder
qoou a que asesino recrreme ficoa sujaito da-
qneUe dia a dtante, asfanite o cvp arbitra-
asento.
A questo do Paraguay
II.
Consta que o representante do Brasil no Para-
guay celebrara com essa nago os tratados, a que
se refere a allianga. At bootem, nao quizamos
acreditar que o imperio, esquecendo os seus com-
promisos, presciadisse completamente da repbli-
ca Argentina, e hoje, qua temos quasi a evidencia
de que o Brasil j celebrara os tratados, cusa-
nos anda acreditar, que se pudesse pratica com-
nosco urna deslealdade, porque nao queremos
perder a crenca no concelto que formara is do paz
que, com o nosso, derramou o seu sangue nos
campos de batalha.
E-peraado o conhecimanto dos fados, vamos
no eotanto proseguir na tarefa, que nos impu-
zeuios, para mostrar com documentos qua a Rep-
blica Argentina nao o foi quemdeu o primeiro
p s-o para romper o tratado da allianga.
So lera de romper se a ailianga, rmpase em-
bora, mas reste-nos a salisfago de bavermos sa-
lisfeilo lealineote os nossos compromissos al ao
ultimo momento, flqae nos o direito de lancar so
bre oulros a responsabilidade de um acto, que nao
reveltria boa f nem lealdade.
Hjjtem pablicamos o protocol) que procedeu o
estabelecimento do governo provisorio no Para-
guay, e por elie se vio, que os alliados assigoaram
esse documento de perfeito accordo, a que uelle se
consi^nou, que seu acord devia sempre exis
tir em lado o que respeitasse allianga ; por
que sala o eslabelece o tratado do 1* de malo.
Electivamente as negojiagoss, que se seguirara
morte do di:tador Lpez, provara que osse era
o peosameolo dos alliadloa. Disculio-se eolio mui-
lo, bouve divergencia de opinidos na inlerprelago
do tratado de allianga, divergencia que parecen
ebegar a um rompimeoto ; mas os bons desejos e
o .ia senso prevaleceram sampre, e, havendo
conce.-o;; reciprosas, o accordo lirmou-se, e a
paz preliminar foi assigoada por lodos os al-
liados.
O governo argentino fez notar esta crcumstan-
ca, quando no seu relatorio dirigido ao congresso
no 1" dejulnode 1870, submettea os protocolos
mencionados approvagao do poder legislativo, di-
zendo o seguiote :
i A negociagao dessas prot*colos foi longa, pir-
que 03 pleaipob3ncar03 alliados, segurado as ios-
trucgdes de seus respectivos governos, difTeriam
nos meios de chagar-se ao resaltado que se dase-
java. Todas as dtflkuldades foram porim venci-
das, fazendo-se reciprocas comessoes, correspon
dendo os governos ao bom espirito e perfeita har-
mona que tem havido entre elles no decurso da
longa e sangrenta lula, que terminou com a.mor.
te do general Lpez.
Donde proveio enlo a idea ou o boato de que o
Brasil procede por si s, porque a Repblica Ar-
gentina estabeleeea que cada na?o poda tratar
separadamente ?
E' urna calumnia sem fundamento.
O protocolo que estabeleeea a paz com a Re-
pblica do Paraguay diz assim :
Arl. 7.* No caso de demorar se a eleicao do
governo permanente do Paraguay, por mais de 3
mezes, os governos alliados se enlendero entre st,
acerca da resolugo a tomar sobre os ajustes defi-
nitivos de paz, os quaes, no inieresse de todos, nao
piem ser adalos por muilo lempo.
Este documento que julgamos ser o ultimo as-
signado pelos 3 alliados, longede estabeleo-r o rom-
pimento da allianga, renova o compromisso, consig
nado no tratado do 1 ds raaio, dos tres plenipo-
tenciarios oroeederera'conectivamente.
O Sr. Paranhos, actual presidente do governo
brasileiro, assigoado nesse protocolo, sabe perfei
lamente que esta foi a ihteocao e o d:sejo do go
verno argentino em toda a negociagao e nao sabe-
mos como explicar o fado do brasil fu ;r o trata-
do sem o concarao das nagdea alnadas, quando,
para fagir-se a esse extremo, se zerara concassoss
reciprocas nos protocolos da julho de 1870.
O Sr. Paranhos susienlava enlo com vebemen
cia, que os tratados defloitivos de pai deviam ee-
lebrar-ae com o geverno provisorio creado pelos
alliadoa. Porque motivo pois, nao levoa avasie,
asinho, oa seus propsitos, naquella poca ?
Muito longe disso, vimo-lo retroceder de suas
pretengoai e assigoar o protocolo, qoe|estabeleceu
oa preliminares da paz com o Paraguay, do qaal
acabamos de transcrever o art. 7% pelo qaal se re-
nova o compromisso do enramara accordo para a
celebragao dos tratados defloitivos a que a allianga
se refere.
Diz-se hoje que a causa do procedimeoto do
Brasil porque nos ofTereeemos ao Paraguay a
discussao da questo de limites e nao impor-lhes.
os de qus trata o protocolo do 1. de malo.
E' efrestivamente assim : o governo argentioo
declarou que nao pretenda conquistar territorio
ao Para|aay, mas rebaver o que se lbe usurpara
o Braiil assentio a esta tnesma doutrina, que
fleou consignada com a assignatura dos tras ple-
aia^aiiarlpe aJlUdos.
Qiaolo se discuta com o Paraguay o protocolo
que estabeleeea as coodigSes de paz com aquella
repblica, o governo provisorio pedio e obieve,
que se alterasse a redaccio do art. 2*, declarando
que a questo de limites na i era revolvida nos
term is designados no tratado da trplice allianga,
mas que o Paraguay propon t e sustentarla o que
juigsse conf>rme o sen direito no acto de celebra'
se tratado definitivo de paz. (Protocolo de 20
dejanh) de 1870.)
O Sr. Paranhos, ministro brasleiro. confirmoa
pela sua parle a intelligencia dada ao artig), se-
gundo substitutivo, nao seodo# inleogo dos gover-
nos alliados a conquista doi territorios pelo direito
da victoria, mas exigir > neote aquiilo a que tem
direito, respailando igualmente a-integrilade terri-
torial da repblica, como solemnemente foi decla-
rado no tratado do Ia de maio de 1865. (O mes-
mo protocolo citado)
Qoer isto dizer que enlo, al na interpretago
do tratado, em relaco aos limites, o Brasil esteve
de accordo comnosco.
Em que ple apoiar-se entretanto o imperio
para prescindir da repblica na celebrago dos
tratados com n Paraguay ?
Nao acreditamos que direito algum o acompa-
ohe neste proced ment. Se purera faz o tratado,
a oossa poltica a sea respeito sena deixa lo. Se
o Brasil se empenha em consumar actos, que jas-
lilicam as accasagas que se Ihe fazem, nao im-
porta. Proceda a repblica com independencia e
(o ne nota do resultadoAnal da allianga.
laclinamo-oos a acreditar todava que o Bra-
sil nao ha de ter para comnosco a aliitade bostil,
que parece desprender se de seas actos.
Tal vez o seo representante no Paraguay tenha
querido ganhar lempo a tenha formulado tratados
com o Paraguay, a ti-ti da os submatier nossa
approvagao.
Veremos
No eolretanto, em um oatro artigo, bavemos
mostrar como o governo argentino, no decurso de
todas as negociaron, sastenlou qae a victoria ibe
dava direito a occapar o territorio do Chaco,
usurpado pelo Paraguay.
III
O tratado da triplica allianga estabeleeea daas
classes de relagss : as relacoes entre si dos po-
deres alliados. e as relago a des alliados com o
Paraguay.
Em lodo o decurso da guerra, a repblica Ar-
gentina moslroa o respeito que professava aos
compromissos contrahidos, affaslando em vez de
crear, aqaelles obstculos, qae podiam trazer um
rompimeoto de allianga.
Quaodo o presidente Mitre, general em chee
dos ex-rcius alliados, exigi pelo tratado, que a
esquadra de operages estivesse as suas ordeas, o
Brasil poz obstculos e mais de ama operagio
fa bou, porque nao bouve ama s cabega, que li
zesse realisar o seu peosamento, nem urna s von-
lade a que se submeltessem todas a; outras. To-
dava a repblica Argentina cootinaou as boas
relagSes cora o imperio, coraprehendendo que
urna desintelligeocia qualquer naquelle momento
teria importado a derrota moral da allianga, e,
mais tarde para que o fado de nao fuar a esqua-
dra as ordens do general argentino se toroasse
mais saliente, o general brasileir>, que tomou o
eomnaudo era chele das pragas aliadas quando
o presidente Mitre se vio obrigado a retirar-se do
Paraguay, f. i tambem chefs da esquadra, orde-
nando e superintendente em. todas as suas ope-
rages.
Recordamos estes fados, nao com o intuito de
fazer aecusagdes, nem de provocar discasses in-
tempestivas, otas simplesmente para mostrar que
a repblica argentina foi at condeseendente no
cumprimento dos compromissos que contrabio,
assignaodo o tratado da trplice allianga.
Isto pelo qae respeila s relagas dos alliados
entre si, durante a guerra.
Anda este se nao terminara, comee, m a discus-
sao sobra o modo porque devia proceder-sa com
o Paraguay vencido, esobre as relace s dos allia-
dos com o mesmo Paraguay.
Nesta dcusso que se apresentaram aprecia-
g5es diversas pelos alliados, attandendo ao futuro,
e, pelo crdito do nosso Dome, que se tornara sos-
peilo ao mando, sustentamos que a poltica mais
conveniente era a da generosidade e mansido
para com o vencido.
lofluia poderosamente no anio dos nossos lu-
men- pblicos, para assim pensarera, o estado de
prostrago e aniqailamento em que fleava o Para-
guay depois da victoria. Fuerais um tratado
para ama guerra qae se calcula va dorar tres
mezas e durou tres annos: contavamos encontrar
dapois da victoria ama nago vigorosa,* amia
depois do contraste, e encootramo-oos com um
cadver.
O governo argentino eniendea ealo que o que
a poltica e a dgnidade aconselhavara erara a be-
nevolencia com os restos do Paraguay, que op-
pondo s a inercia a preiencoes exageradas, nos
teria collocado em sitoago difflcil. Sa o governo
argentino procedeu bam oa raa;, di-lo-bao futuro,
mas consegulo j um resaltado, qual o dasappa-
racer a calumnia, reconbecenlo todos qae nao
havia razo, qaando nos accosavam de querer ha-
milhar e conquistar o Paraguay.
O Brasil, nestas discussss manifestou-se do-
minado pelas mesmas ideas de benevolencia e
sio provam os protocolos celbralos para o esU
belecimentodo governo provisorio do Paraguay e
a pro '.Umarlo dos preliminares da paz com aquella
repblica.
Como poda enlo hoje 'o imperio renegar este
passado honroso, qae nos commum. para nelle
apoiado commelter ama deslealdade ?
Para sa nao quebrar a allianga fizeram-se con-
cessss reciprocas, do qae resultaram os protoco-
los, e, para coroar a obra teria o Brasil a cora-
gem de rompe-la. tratando por si s com o Para-
guay, por Ihe ouVecer opportondade favoravel
neste sentido a nossa questo de limites t
Ne o acreditamos, porque a boora do imperio
nao ganha com sso. a Prussia bamilhaodo a
Franga depms de vencida, mas a Franga poderosa
e grande, nao conquistan as sympathias publicas.
Nem menos as conquistara o Brasil, se dsse hoje
por pretexto para qaebra a allianca, que a rep-
blica Argentina quiz evitar um faci anlogo, tra-
tando -se do Paraguay, onde, depois da fgida de
Lpez para as serras e bosques s se eneonira-
ram multieres esfarrapad?s e meninos qae mor-
ram de fome pelas roas da capital.
Se o Brasil se tivesse separado de os, porque
enlo manifestamos aqaelles principios, nao o de-
vamos sentir, porque nnnea ha arrependimento
para os (actos de que resultam ben.
O alliados, tratando com o goveroo, que elles
meamos crearam no Paraguay, e, impondo a esse
governo os limites que o tratado designa, sem
dar-Ibes pelo menos o direito da discussao, seria
um fado anda menos toleravel do qae a Prnssla
conquistando a Alsacia e a Lorena, impondo-lhes
o pagamento de cinco milhoes de iranios, man-
iendo em refans a oceupago militar, porque a
Franga conla com alba popo'ago de qaarenta
milhdes de habitantes e o governo creado pela sua
vontade accedeu aquellas humillantes coodigdes
de pas.
Esperamos pcis qae nao haja exactidao nos boa-
tos que se propalara em relagao ao Brasil, e que,
se infelizmente o forem, bavemos de proceder
como nos compre.
A oceupago do Chaco pelas nossas forjas foi
urna consequencia da victoria. Trata-sa de terri-
torio a que temos prelengsae qae q; Paraguay
i eos osorpou.- 8e boj* p*ra|uay trata com o
Brasil e e resiste a fase-lo comnosco, que q tiza-
mos ser generosos com elle, conservemos os di-
reitos que nos deu a victoria, obr.gando o Para-
guay a fuer o que Ulvez nao exigissemos sem
essa i; Ante-,, ca, que i-sim se procela, deve o go-
verno argentino procurar tolos os meio possiveis
de eonciliago.
O rompimento da allianga ante de se curapri-
rem lodos os seas propsitos, seria a ju'fclicagS)
mais completa dos que tara aceasalo o Brasil de
falla le f oo carapnraento dis tratados.
(Di Tribuna de Baeoos Ayres de 6 do cor-
rente.)
INTERIOR.
PARA'.
BELEM, 14 DE FEVERKiR'J DE 1872.
Hffeitos di portara de 2 de dezembro.
O grande acto episcopal do Exm Sr. I). Aoto-
oio da Maee.io Costa condemoando as doutrioas
impas,berecticas e escandalosas que una ira-
prensa corruptora eslava espalhaodo entre nos,
tem ti 11 "il'-m- importantissimos oo pont> de vis-
ta do deseavolvimento do catholicismo oesta dio
cese.
O primeiro effaito fu por bam patete aos olhos
da todos a hrraago entre n. da urna etta con-
traria n usa santa religio, seita capitaneada por
dous paires suspensos, que ja apostatara) da ver-
dadeira f*. visto recusarem submetter-se ao con-
cilio ecumnico, e proclamaren que oinca obe-
decerlo ao sea legitimo bispo, que esta em uai)
com a Santa S Apostlica.
Esta seita, que tanto tem trabalhado mais oa
menos dissiinuUdameate, ne.-tes ltimos aoaos,
arrancar o povo catholico do Para a sujeig&o do
seu legitimo prelado, propalando nos j irnaes, nos
clubs, as cooversaga* que este com os outros
bspos do Brasil, e o clero que Ihes e-t unil-i.
formara urna seita perKosa, qae disvirta o
Christiainno para seus _fins ; que sao homens
vendidos a urna ordra tenebrosa, phanaticos, hy-
pocritas, falsos ministros de Deus, verladeiros im-
postores de quera todo a povo deve affaslar-se com
horror, esta seita, dizemos que propagava isto
mais ou manos disimuladamente, afflrmou-se agi-
r ciar, do modo o mais evideate, depois que se
sentio f nda pelo acto episcopal da 2 da d-zera-
bro.
Assim a serpea: > collih mais couvulsa, e em
apparencia, mais tremenda, depois da pancala fa-
tal, qae lbe quebrou a espintu dorsal e Ihe impe-
de a march i.
Protestos, descomposturas iosolent-ts, caricatu-
ras infames, espalhailas noite de natal, laes sao
os mo vi o autos espa; mdicos, desordenados, que
irahem a agoja da seita, ven lo-se desmacarada
a perdida.
N) ple haver mais duvida alguma : o nro
testo dos qoairo declarou-o formalmente : atlaca-
remos sempre os que desvirtuam o christtanismo
para seus fim ; "(falla do bispo catholico, e dos pa-
dres catholicas em commanho com esse bispo.)
< O cath-ilicismo romano, confirma o Liberal,
incompativel com a liberdade.
O que a seita ataca, pois, o que ella promette
continuar a atacar a autoridade catholica, o
calholicismo romano, em nome da razao absoluta,
que da sanecao revelacao.
Por is30 procurara injuriar, calumniar os bispos,
os papas, os concilio', todas as instiluiges catho-
licas, para tirarem Ibes toda a forgt moral, e fl
carera elles tripudiando sobre as ruinas da reli-
gio, entregues aos delirios de sua transviada ra-
zo.
Tal fii o primeiro resultado do acto de 2 de
Ldezerabro : desaflvelar a mascara da seita, e rais-
tra-la ao puo.c tholico em toda a hediondez que
a caractersa.
O segando resallado, importante, mipoifico,des-
se corajoso a^to apostlico foi mostrar a fraqieza
dassa grapa dscolo, qae escrevinha n >s jornaes.
com o flm coofassado da desmwonnrem o solio
episcopal de um bnpo em commanhao com a San
la',S, em oulros termos de arruinaren] a autori-
dade episcopal, tornando-a odiosa aos. olhos do
pov), proclamando que um bispo ultrapassa a
esphera das leis religiosas e civis quando c radem
na erros contra a f, e qua sua misslo s acon-
s^lhar e discattr, deixaado a razio o dar sancfao
aoensinoda igreja, aceitando uns e recusando
outros.
Ouvistas o urlo que laogou o monstro, quan-
do sobre elle cabio o acto episcopsl de 2 de de-
zembro T
Esse acto, vociferaran), era Jesprezvel, in^pira-
va horror a todo3 ; o bispo qae o fizera eslava
louco, e era punido pelo despreso e pela risada
universal. .
As3im fallavam esses|homnes. Quera nao dra
que elles eram fortes ?
Qaem nao dira que elle3 tinham em seu favor
a opiuo geral da provincia ?
Qaem nao diria que todo o jornaiismo seria por
elles 1
Nad disso, p>rm, succedeo, nada absoluta-
mele I O fado veio demonstrar que elles deca-
mavam n'um deserto de affeicBes, como multo bom
sa disse.
O jornaiismo da provincia, excepto um de seus
orgos, que juigou dever cooservar-se em reser-
va, fez urna solemne e explcita proflsso de l na
autoridade dautrioal do Sommo pontfice, do con-
cilio ecamenico e do pastor legitimo desta dioeese,
e oenhama manifsstacao favoravel veio aos seda-
rlos da parte das populaces.
Apezar das intrigas para comprometter o bispo
com o partido liberal, apezar de faosas diatnbes,
ealumoias, mentiras, caricatura, emissaros e pe-
didos de sabscripg s pelas portas, nada conse-
guirn) I Eaganamo-nos : conseguirn) 5 raisera-
vels assinaluras em Monte-Alegre t
Logo, pelo fado, fado publico, notorio, enorme
como ama caleia de montanhas, est demonstrado
qae os ioimigos da religio eatholica apostlica ro-
mana sao anda fraqaissimos no Para. .
Em flm, terceiro e ultimo resoltado, esplendido,
adrairavel do acto episcopal de 2 de dezembro :
foi mostrar quanto as crengas catholicas estao en-
raizadas oo corago do povo brasleiro e em parti-
calar do povo paraense.
Em qaanto os inlmigos da igreja esbravejavam
sosiobos, no meio da iodUTareoga de nos, da tris-
teza de ootros, do a3Co de] lodos, o nosso digQO
prelado recebe de todos os pontos da dlocese as
adhesas mais sigoifl sativas. Todi3 as parochias
eslo fazende um estrondoso acto de f oas doutri-
oas eosioadas palo seo legitimo pastor, e coodem
oando com elle os erros do Liberal da Tribuna e
do Sanio ofltcto, orgios da propagaoda aolt-catho-
lioa.
Pi i iremos penco a pouco publicando esses do-
cu Denlos, que sero um dia registrados na histo-
ria da Igreja Brasilera, como o immenso e solem-
ne acto de f de om povo inieiro na Religio Ca-
hoMca Apostlica Romana.
Nao, por mais que facam sectarios atrabiliario
e menlirosos para arrancaren) do corago de-te
povo as crengas que bafejaram le o bergo, a crenga
que zelosos Apostlos da Jezus Canato aqui pisa-
'ir.m, a custa de tantos saores, de tantas fadigas,
de tantas viagens, de tantas lagrimas, nao o bao
de conseguir.
Este povo guardar involavel a beraaga de seus
pas. Elles se engrandecern), cubriram-se de
gloria, e apparecem coroados de esplendores no
Pantbeon da historia por lerem propagado a l e
o imperio as trras ticosas fkfrua, e d'Asia, as-
srm como desta nossa to b mi assombrada e es-
peraacosa America: nao olharam ocanos, nao
olbarara naufragios, nao olharam alarves e feraa
bravias; o> olharam climas inhspitos. Tudo
affrontaram, tu lo venceram para dilatar as fron-
leiras do reino do Christo, assim como os domi-
iino. da cora porlugueza.
Como elle.-, seos Blhos oo separaram o amor
da Patria e o da Religio.
Este povo, desceod-nta da Portugal fideli.-simo,
descendente das tribus por elle conquistado f,
M b iptisad -, foi ungido desde o bergo oa f da
11 -ligiio Calholiea Apostlica Romana; ninguem
legrar apagar lbe ni fronte o sigoal de seu ba-
ptismo.
I-t-j demonstrou evidente o aclo episcopal de 2
de detenibro, e por isso, nao hesitamos dizer que
elle marea nina pagina das mais gloriosas no epis-
copalo do Etm. Sr. D. Antonio de Micedo Costa.
(Da Afora Era.y
PERNAMBUCO.
ASSEMBLEA PROVINCIAL.
3.' SE5SJ PREPAHATOHIA EM 29 DE FEVE-
REIRO DE 1872.
PRESIDENCU DO SU. DR. FERREIRA DE AGUIAR.
As 12 horas da maoh feita a chamada achara-
se presentes es Sra. Oliveira Fonceca, Freir Ga-
merio, Ges Cavalcaote, Pinto de Campos, II. Ma-
mado, Silva Reg, Eroesto Vieira, Firmioo de No-
vaos, Alcofo'rado Jnior, Ahpio Costa, Vieira de
Araujo, Mello Reto, Ralis e Silva, Barros Wander-
ley Amarai Correia, Barros Cirrea, Guedes Gon-
'i.iii, Cincioato Cambiim, Tjlentrao, Googilves
Ferreira, Alboquerque Lacerda, Lamenba, Texeira
de S, Oliveira Andrade, Ferreira de Aguiar, Go-
mes Prente, Pinto Jnior, Gusmo Lobo, Almeida
Pernambuco, Marques da Silva, Amorira Salgado e
Correia de Araojo.
Abre-se a sessao, lida e approvalaa acia da
antecedente.
O Sr. i. secretario d eonta do seguinte :
EXPEDIENTE.
Officios:
Do secretario do governo, eommnnicaDdo qae o
Exm. presidente da provincia comparecer ama-
nh pela ama hora da tarde, ali.n de 1er o sea re-
latorio.Ioteirado.
D> mesmo, remetiendo a acia da eleigo a que
se procedeu para diputados provinciaas oo collegio
d'Agua PreaA' commisso de verifreaco de po-
deres.
Entra em discussao o segrate parecer.
A commisso de poderes, sendo-nos presentes as
uotas daa eleicas procedidas nos diversos collegms
do 3. districto, examinando-as cora a devida at-
tengo, passa a dar seu parecer.
Em relagao eleigo procedida oo collegio de
Ro Forraoso consta lerem sidos apraseniados pelo
Dr. Francisco Augusto da Costa, peraote a cma-
ra municipal do Cabo os segrales documentos: 1
certido do commandante superior da guarda na-
cional do II.o Formoso.da qual se v que o tenante
coronel do lutalbo n. 41 de infamara- da guarda
nacional do mesmo commando presiou juramento
deste cargo em 20 de margo de 1871, data do
rumora so p.-sto era sua patente; 2* copia do aviso
do ministerio da justiga, da 19 de Janeiro de 1869.
Posto que na referida certido nao se declare
quera s-j i o teoeote corooel de qae se trata, a
commisso, vista dos termos en qua esta con-
cebida petigo com que se obieve tal certido, d
como certo, qua o meacionado po3to f> aceito por
Tbomaz Lius Gallas, que consta da respectiva acta
ler sido o juiz de paz, que presidia a eleigo ; en-
tretanto, nao sa d a nullidade da raesraa eleigo
Dor qoe segundo o aviso da 4 de outubro de 1871,
que se refere ao de 13 de Janeiro de 1869 a iucom
patibilidade entre o cargo de juiz de paz e os pes-
tos da guarda nacional diz respailo somente no ej-
ercicio commutativo dos cargos. Accresce que nao
consta, que a acceilagio do posto aa guarda na
cional tivesse lugar quando a pessoa aquem foi
conferido o mesmo p isto estivesse em effectivo ex-
ercicio do cargo de juiz de paz.
Quanto a eleigo do collegio de Agua Preta, nao
se v da respectiva ada qoe tenha havido qual-
quer protesto, nem que se tsnba dado qualquer
irregularidade,
E havendo corrido regularmente o processo^ e-
leitoral nos outros collegios de qae se compoe o
aie-mo d'.-trict'.i, a commisso de pareeer qae
sejim approvadas as eleices que ahi se flseram,
sendo declarados depulados 03 Srs. Dr. Paulo de
Amorim Salgado Nato, Dr. Jos Manoel de Barros
Wanderley, Dr. Alipio Jos da Costa, Dr. Jos
Franciseo de Ges Cavalcaote, Dr. Alvaro Ucboa
Cavalcante, Dr. Olimpio Marques da Silva, padre
Aolonicda Cuaba Figueiredo, Dr. Pedro Gaudia-
no de Rajis e Silva, e Dr. Hennque Mmele Lins
de Almeida.
Sala daa commissdes 29 de fevereiro de 1871
Oliveira Fonceca.
Teixeira de S.
Correia.
, (Continua. )
os Srs. G33 Caval-
&EVISTA DIASIA.
ASSEMBLEA PROVINCIAL.-tiontem leve lu-
ga.- a 2' sessao preparatoria, discutiodose a elei-
go do 3* distrido, a qaal foi approvada.
Tomaram parte oo debate
cante e Oliveira Fonceca.
Hoje deve ter lagar a iostallaoao, compareceudo
o Exm. Sr. presidente da provincia pela 1 hora
da tarde, aflm de ler o seu relat irio.
EVASAO DE PRESOSNa noute de 16 do cor-
rete evadram se da cada da villa de Cimbras os
reos proooociados Jos Gomes de Ge, Clemente
Alve3 de Barros, e Severiano Nudos da Silva, sus-
peilando-se ter sido cmplice na evasao o respec-
tivo carcereiro, pelo que foi este presa e vae ser
processado.
DINHEIRO.-Os vapores Giom, Mandan* e Pa-
Estas adheaea. t ido espontaneas, revestem duas' ron levaram hontam : nnriiooo
formas : em urnas os Rvds. parochoa atteslam so- Para Maceio m riZiOOfl
lemnemente a geral adheso de seas parodanos,: Para.Penedo ^Slnnn
como em Abael, onde declara o Rvd. panocho que Para AracajU 3.458*000
s om Israelita approvou e feslejou a propaganda ; Para a Babia !,V nniooo
conira o Calholicismo feita por aqoel es .afames Pera o Rio fle Janeiro JoiooOO
papis; em outras veem-se os parochianos, coma, Para a Parahyba s-r^xnno
impacientes do silencio, aaslgoarera elles mesraos Para o Natal "igSgSx
sens nomes em dilatadas ftslas, testemunhanlo Para Mossor 5.O*UUO
SS f mi doutrinas da Igreja ICalholica. e sua ANNIVERSARlO.-^mpleUm-sehoja dous an-
aeadhesao ao sen iegilimo pastor, Bragang.JSan- nos que se ferio a ce.ebre batalha do Aqa.daban,
urBm.MonU-Alegre, Igaarapmerira, todas a ou.<, perecido o tyranno do Paraguay, Franci-co Sola>
tras parochiastera vindo succesaivarasnle deeianr no Lpez, e terminando assim a porBada lula, que
o horror que Ihes inspira to. desleal ati*e re- o-Brasil sustentava em desaffrom d. U3 *
ligio de seos pai?, I e diejuidad?,
brios
Sondo da tao honroso para o Brasil, bm m(
que se d-se alguma demonslraco de regeeifo aV.
pernambucaoos pe i coramemoragao da viciar >
alcangada pelo exercitn brasleiro.
PRATICAGEM DA BARRA Eaa vista de ir
soltado do coocorso, a qne hootecn se i rocedr
peraote o Sr. capitao do porto, fui nemeado pn
raeiro pralico da barra de Pernambuco o Sr. A*<
pho Kernandes da Silva Manta, em sabslituigio 4
compaoheiro que foi o orneado ajodaote do prai
co-rar.
E' om aclo, sem davida, de toda a jusliga o qu
acaba da praticar o Sr. capitao do porto, gala'
doaodo com o arcesso aquello qne tinba, em seo
favor habililago e boos servigos, estana<> ise
de ootas.
SANTA CASA DE MISERICORDIA. No asa-
reata mez sao rooraomo?: oa casa d,s expo-'
Sr. Dr. Ilutino Augusto da Almeida ; no nospiv
Pedro II, o Sr. Toomaz Caroeiro da Coaita :
asylo de inendicidade, o Sr. Dr. J.,rge Dorn.il
Ribtiro Pessoa ; no hospital dos lairos, o Sr. Ha
noel Alves Barbosa ; no collegio do orpbos, o Si
Mam,.-! Jos dos Santos ; no collegio das urpais
o Sr. Francisco de Panla Goacalvea da Silva ; o n
hospicio de alienados, o Sr. Dr. Manoel F.
de Faria.
COLLEGIO DOS ORPHAOS. Por dVI-beraci i
da junta administrativa da Santa ('*-* de kasfi
cordia, em sessao de hoot-m, foram mandado ai
mitiir no collegio dos orppbios os meoores, gue
achavam inscriptos no respectivo quadro :
Jos, filho legitimo de Tlierezi Mara de J--u
Camerino e Francisco, lilhos legilioaos de Aou
Emilia de Lemos e S.
ESMOLAS.Deslriboem-se aos pobre zae t-
apresentarem na ordem terceira do Caro o, pela
8 horas da manba de araantua p r ocrasia ia
missa resada por alma la D. Ja u liermiata a Os
la Machado.
CURVETA NICTHEROHY. Lemas no Cure,
do biasil:
c Qaiota-feira (22) parte em v.agem de instru-
gao a corveta Nictherohy, armada e preparad pa
ra seguir a derrota coosianle das osiruccoea ex -
pedidas pelo ministerio da marinea.
c As viageos de iosirucgio, eslabelecida ha I >
para 14 annos, formara o qua-to anno do cor-
naval, sendo por assim dizer, o complemento pr.
tico do esludo theorico a qoe a nossa mocidade *-
dedica na sscola de marraba.
O Brasil foi talvez o primeiro paz qae ad jp'
o systema de mandar seos joveas oflirues eorre-
rera os portos das nagdas mais adiaotada*. Mb
litando os neophytos da armada para oeona>ci-
meoto espacial de' todas as invengas* s aperfetg<..
meatos nuticos.
i Desde o anno- de 1858, os estndante* formad j
pela academia de marioha sebera para fra com
destino de vistarem diversos pases, perccrreui
os mares mais afamados do universo.
c Desde a viagem que ao ocano Pacifico effec
tuou o Sr. aliuiranl* Barroso, aetisl bario do A
mazooas, at os das de hoje nunca honve duvil.
quaoto aos resultados desse meio plane.ad >, ti.
de dar a educago prolissional de nossa armada
cunho pratico que s a experiencia pede fome -
cer.
Nao obstante o empenho empregaeo por di-
versos ministros de estado na coisecugo de la
desejado alvo, anda nenhuma exeursio ptide ser
falta por nm programma tao conveniente como sia
b iralo pelo Sr. conselheiro Duarte de Azevedo que
anda mais leve o cuidado de confia Ijiubi-
cial to dislincio como o Sr. capitao de mar e tBer-
ra Aribur SiUeira da M.lia, nome condecorado
pelo mrito e formado nos episodios mais sangres
tos da guerra com o Paraguay, onde u lustre ma-
rtimo e guerreiro subi a maior altura, galgand
todos os postes desde simples tesante l quasi < u-
cial general.
a A curveta Nictherohy, eotregne ao commatii
desse bravo lalbado para a vida do toar, tem d-
seguir um rotero oieiramente novo, qual o d<
parcorrer lodo o mediterrneo, tocar nos p 'ros d.
Adritico, alravessar o mar J dada da Conslanlinapla.
> luformara-nos de que o Sr. commandante Sil
veira da Multa, alem do istbmo da Soez pe o qua
tem ordem de transitar, pretende levar a Nicteroh.i
pelas aguas do Mar-Vermelbo, pas-ando ao depui-
o estreilo de Kabel-Mandeb, e entrando no mar d
Ornan.
t Pianos dfssa ordem, desvendando a unicidad-
brasilera o conheci ment de paizes remotos, le-
vando o nosso pa vi ih o a regidas lio lonjioqua-
qae apenas de nome o conheceo, honrara a seu-
autores, mxime quando, collaborado* por cftiriae
muito notaveis, estes se incambem de reala-k*.
nao se poupanlo para isso a fadigas e traba'.bc* d -
lodo genero.
i Assim a Nictherohy, ornada com todo o esme-
ro do laxo nutico, vai, nao hesitamos affi-oaa-ic.
causar sensago nos diversos pontos do Hirarario
ja pelo goslo e cuidado que presidio ao sea prepi
ro, j pela pericia e illastraco de sen digo) eom
mandante, j floalmente pela luida o&kiilidad
qae compe os sens qaadros.
i A Nicterohy, om dos melhores rasos da nos-.
esquadra, tem 200 ps de quilba, 40 de booca, i*
de calado, e possue urna inachioa de forca de JP
cavailos.
Saa marcha a vela com bom vento regala a
ve milhas por hora, uontm t2 pecas Os eslibr-
30 e 2 rodizios raiados de calibre 70.
t A respediva gaarnigao compde-se, alead
commandante 16 oflkiae, 20 guardas-mariiiha, ."
fuzileiros navaes e 220 marinbeiros.
t A crvela est disposta com o maior t o e re
gularidade, nada lbe faltando, altan de amenisar o
rigores ds nma excarso demorada como ada
suas ioslrnectoes.
i O local destinado as aulas ejpacosc, arejao
e bam situado.
i Os camarotes destinados pan a offlcialida1!
sao construidos cornudas as coawaod'dade g *
rantidas pelo recurso do lagar.
a Os alojamentos dos gu*rda? se em daas repaniedes, cada urna das qasus rece
be dez entre elles.
i A cmara do commandante, sea gabinete cr-
estudo, as salas de recepcia, acham se decorada
segundo as regras do luxo e do bom gosto, sobr-
sahinlo a circamslancia de ser todo o trabalho do-
movis e paredes feito de madeira da pait, o n/i
airas all nao motivo de admiracao, pois toda -
curveta tambem construida debaixi de idsutic
e exclusivo sentimento de patriotismo.
c Nos aposentos do'commandante existe* os re-
tratos de ana magestade o I rape-ador, de sst ana
gestade a imperalriz, ds saa alteza a princez im
perial regente de sua alteza o Sr. codde de En
de sna alteza o Sr. duque de Sax.
i A machina das melhores. Oa eelleiros do na
vio jaaem abastecidos dos alimentos necessaric
a longa romaria martima qne por elle tesa de set
eraprehendida, notando se entre oulros melnsra -
menlo o de um grande fortSa, M nuil toios "
dtas se ootera pi fresco.
cUma combinacao de sigMea pfie emcorassneK
cao o passadico do commandante coa a ataca*
de modo que aquella ple entender se com o
aeus subordinados, teade plena certeaa de qi
anas ordens sero fielmente cumpridaa, anda n*
oscasies de pergo e alarma.
t A Wiclnroaii, iracas ao besa alienado de sen-
nrraajM, tem sido admirada not teos quaato.' *
V1S Moja hoatem o Sr. mia^stTd da SMriaha, d-
tjanlo dizer lha om ad*
radaajsnie > seu bordo
apresenton-se iasssf
U horas da manbie



.>*

r

------------r-----------------------' f
nl> rMb[*D-c devoras a saa alia posis.
A' p istosloda a guarnrcii dj oaviv nadado
por uo-aaiBOiplo ihto, S. BfO. XaqtiaM i car-
tela i Me tolda at o porao, paison revista a
quipagum o mostrou se catale coto 3 qae
VIO
Ao mef-dia f h csbfala plo capellas a tnissa
' solemne, a qual as.-i-'.irain luds is pedas pro-
seles.
O Sr. ministro da manila*, prenuncio lam-
tieiii a di lancb a vapor (la carots)
que rebac brea do navio.
Essa lan.ch.i-#4[eiii pelo plano do habrt cons-
tructor o Sr. Trajaoe de Carvajtin, o consista em dar ao (nulo i: embarcaco urna fir-
ma aae diniiuoe tiBto quan'o pis-ivel a rests-
.encia oppona pttafuide, de manera qa>, com a
rnestna f irca adiolra se um toneleravel 'angmeti
vr ^^wi^^i'rramlwic Sexla eira l dt Marqo dm 18V2
- ....-" -__L-TJ=^r- im ... irrrs.- .. '........ '
-
t ports e.sl sugtflo ao aiamanio da molla ttt van a su
t laacleaida micarttaiatorao, .atada <*rigats a -
fuer rejrerta^^H -ira casa dito c
i UBttOlO. .
t P.-ico la cmara municip 14 de
fevereiro de tWl.Df. Prxedes &iwt de 3o
to da velocidade, conservando a embarca jai a sua reqtft^w
p-ova i e qsff si offl'ie ao procurador.
Oum da commissao do cemiterio "da cidade
tamban oes seguintea termos:
i P?o;o qae o numero de aervaftiea empregados
no cemtteno polliea suficiente ara o sptico
d'ee, na entanto que a caraara resol ve- como
entiiodcr.
Paco da cmara municipal da^ Rec, la d-
fevereiro de 1871Dr. PraxedelTLim-s de Sou-
za 'Manga e Jo> Mara Freir Ka
privado. ^
O Sr. venador (Janeiro, apreseotoo. o sepilo!
imeira.Ap-
inalteravel linha de apm, e havino aisia a van
tagfin ilo maiJP deslocaiaemo dentr ) da* msalas
dimanas *
S. Exe. o 9r. retirou-se saramamonte s).!ifato_c jna o aspct i
toa ordem da fketherohi/, lastiman! apena; \<\-
*eja ella armada de miliaria Usa, para orJeuar a
remoli da ttoal S. Exc. rpera s o pirecef dos
'ffleiaes eorosMsai malos pelo govern p*ra e-tu-
Oarem ni Inglaterra, o medior'meio de substituir
1 esse -y.stemade arnlharia, cojos defeitus e incoa-
vrniemes ?5s n
O commanlaue da N-cthero^ como j.i lis-
aeraos, o Sr. capitaldjn-r e guerra Anhu- vi-
vara da Ujttt, cuj > n.'iu est ligad i_ billarda
de nessas glor a^, -endo o li^no clil'.'ii iifjj
beres da lula | 19 su-'.niamos ilaraie einjo aa-
bs eon o .ve' i dj l'a.'.'.ga y, o qaelU |ue,
s-jiabaolo da m rte, primeiro aff odtoa as orren
tes da. famo-a Homayta.
i O imm-diai) Ja oorvita n Sr. capii len-
te L'tii F. la Saldanha da iJiraa, disItneUjoven
tambem laureado na campaulii (luda, o |ue a p r
de S'jtio merajimento rene tolas as quaridades
es V bordo sejinm tarntiem, co-npletando a of
hi-aial" os Sr^. prmeirai leaenles i.>a-|iiim
Marques Bapii-ta de Leo, Andi le Paula (irne
Madeira, bola Josd doa Santos, e Arihur de Aneve
do TompsoD, o segundo i lenenteK Jo). da S:lv
Fernandes, Luia Pedro 1'avares Juuior, Atetan
'rio Paria de Alencar e ios Antonia da Silva
tiUimarae*.
O Sr. capito Antonio de Sema Madnreir*
o prif'ssor de" direitj mriiimo, dtsetpnrihan 1
0 Sr. 1* ter.esie Aflouo de Aleo'.a.'tro Ur;a as
faacedes de in-tructir de hydrograpnia e hist.ria
mval.
O corpo medico anisa Jos Srs. Drs. Seve
riaoo Braulio M>BWiro, como pnmeiro aeatta-
uvo, e Aultnio Nogueira d-j MeoJon^a aono
segando.
O carelli" o Uvm. frei Antonio da Con-.pi
cao Usans atnoritn, moage beaadfdB*.
< O guardas-marinha ;i as Srs. : Bernard'i
i)nraive da Casta, Isatinn de So;ir.a Franco,
J*\ Bodrignas i* Abreu. Fr'.ncijeo Jos Vieira.
Manoel i-angoes Cijadn. Jo- Kami'sda Fon "i.
Jos da lunha Hibeiro Eipinols, Alfredo Sllaeri i
de SjUZ), Artinr Indio do Brasil a Silva, Alfreda
Jos de br*o, Ga*ta*o Antonio arnier, Fran-
eisco Aatooto le Maeeio, lerinym > V rreira da-
.\eve<. i'.y il;:: i nc.lve< Xogreiraa, Alberto Sala-
dio Rgueira di .5?uir, Ignacio las Aodinho,
Hjnlo Con di da Cmara, lo l,i Pjreira Ba-
bia Jnior, Cmdidi Garrido Btllas Juntar e Ca-
dilo dos Saatu^ I.ira.
0 harmacftico o Sr. Joaquira Fortimalo
Soares da Can .i, e o < H.;ial de fazenda o Sr.
iioualdo K idngnes St xa.
CASA DK I)KTi-:Ni;Au. -Movimanto do tia 28
de fevereiro de 187 :'
Extsiiam (preso ) 8&, eotraranl 6, satura ai:)
*xistem 339. a sal^r : najionaes 2oi, mu-
ioeres 11, estrangeros 45, escravos 18, escra
va 3.
Alimentados casta dos cofre pblicos 287.
MbvimeulJ da enfermara d> dia iS Je fevereiro
de 1872
Tiverara baixa :
J i Mano-1 de Souza, febre.
"danoel Pedro de Ate\e4o. gi.-tnl?.
V.eenle Ferreira Maciel. f;bre.
Maooel do Na-cimento Bijrra, sarna,
.intonia Miria da Conceicii, t< bre.
Tere alta:
1 ; Antonio Rodrigues Vlicieiro.
tOTBRIA.A que se -,cha ven la a iil',
ti'neli-io da igrer. de Nosaa Senh>ra do Guadalu-
pe de linda, a qual eorra noflia 7.
PASSAflBIROS.Sabidos para os portos do ul
no vapir Hai'dih :
1 -ee Joaquin barbosa JaSIvn, Antonio Muniz
MoreKa, Jo)-Ca;.!s'.ra:!o de Oliveira, Manoel Cae-
tao de Aguar Branda >. Kclippe da Coila, Joa-
Sahidos para o norte no vapor Grqii :
Lanrentiuo F. Maia, Dr. Francisco l.- M<-ira e
ia.Lima, Dr. Antonio P. Ferre-ira Lima, Dr. Alci-
hiades D. A. L'm,Francisco ik 'i.xr.es, Manoel
l'Treira da S:Ua Viega*, J >io Luiz Ferreira Ri-
i:j:n, Joaqnim Soares Raposo da Cmara, Fran-
ri-,-o Jos (oocilves da silva, D. Mara Loiza da
hoieico, Th maz Miia, J. Maria Julio Chaves, J.
M tfiiro da Fooceca Guimarae?, J. Paulo S;u'.a.
x Aehaado-e o lagar de Sanio Amaro ia Sa-
, liaas, mutta aogmeniado era populacao e nao
i batelo no locar agjja poUvel, requeire que a
cmara peca a presidencia para fateT coliocar
, all una ch^fari^ , moradores d'aqnalle lugar e sens contorooa,
Paco da cmara rauaicipal do Recife, 1> de*
fevereiro da 1871Jos'Marl* Fretre tameiroa
i Aparovado, e que se ptea.
Ij n v,fflMO da eageoheiro ch;fe das oirs pobli
caY*n despicho Jo" Exra. presideote Ja provln-
Li-ia,'mandodo a cmara muoieipal informa^.A'
coin.r.s o d; edicacio. *
Despicharan- a-> p-ti^Ses da Al.-mndre ^is
Santo Barro, Auioaio Marcelino dos Santos, Ao
t'ooi) daAmonm, Antonio Alves da Costa, o de^'
" ob.rgid r Bernardo Ma:hdo da Con B%ria.
Praueisc le Paula-Cabral, Franciseo Mirtina F.-r
reir dos Samos o g"renie d coinpanhi Stgei
Rj v/ay, Ja |inn Campos de Lma, (' I i^ Domin-
Qfs Maia, J* Mana Cesar do Aiuaral Innior,
Joaqoiip Lope< da Coa! Mita, kw Alv.s L'ma,
J a -{.lidia Mara de AthayJe, Oy.npio (Tonoaive;
II isa Patro Pessoa Vell -so da Silveira, Pedro Jos
Mari ns Bri**'. 3 Santa um de Misericordia e "W I
Eu Augusto Gsnuiae da Figaeired, oflJcial-
maior a e-crevi no impedimento do secretario.
Declaro e.n lenpo qae, acerca do parecer da
commissao da edaWacM a cmara resolum qu
se pii ced'-g-e a d-sappropriac\o do terrtn i de An
loni Gmcalves da M raes. Figueiredo, o dt
elar'i.
I'inario Jonquin Ae. Souza L?a\ ir presidente
Jati Mara frafr flmaaVro. Dr. Prxedes Gomes
de S-niri Pitanqa.- Cwtuno Curial da Costa Va
wVd.-D'. Silcio Tarquinio Villai-Bas. -Dr. Pe
dro ic Aihnyde Lobo loscoso.
~
rrr
e fol alio que 3 ube. qaa na
^^Bwpxi'i.
virtude l'aiitt'eoKulta do Sr
havia -4 |ua sAwa->ee a ia'pecto'ia o
Sr, H f>< r ekcfca de sCc'ib int;> u-
fedMdi) i ha .permisai, msteolei o me di-
, aaseado em disposifao (X^re-sa e qw oio
n Fitanga e JMstS Mara Freir Gamero.Ap-. poda sdmitrr duvida algama ; mas S S,eotiiu-
on a usteni.-.r o direito de ^ntigaidaie como su-
perior ao pruprio duerto espre^s.), conchiindo por
lastiipar que o nossos hoiadns de estado senipn
que legisiam o f-.i n dt modo a precisar de avi-
sos para Ibes dar a devida llelligeacia t t. 3'
anli trocou algoias palavras c u| respeito a
mwiha pessta sen duvi la para "oavjsar-a injus-
tica que arabara mvoluniriameuta 4 (aier-me:
e digo .wvoiaoi porque at ntij'S. S.
proceda fem ititcncddl du offenierme.
Ifelizmeuie, p rrn,-a poltica qe ludo invade,
ft-/e de proltjiir ;t;U8 paio Horacio sao libera'e'f e eu consarvador eis
expluado o fkto.
Sa, p,jiJ, o art. 16 do regula'iBento da 1868 es
tava em seu in'.eiro- vigor, a designacao de quem
deia'sabsrilutr ao inspector nasua ausencia pro-
longada, c.^no a de una lieenga, perlencia ao
presidente da p: iviaa'a, deven-Jo, pflrant), S. >..
assm c. o-iderar. .'evar ao coiAacimento d-
S. Kic. i m;.s as.-im nao proceJiU S 5., conside-
rando como de ua p-imuivaaitribuicao e exclu-
siva cjHipeteDci.i eisa deslgoeco.
De orados-mutJos das, resolv representar S.
Exc. contra essa arbtrariedade offensiva de meu
d.raiio ; a re^peftiva refr^seotacao, poim, inJo a
ibfirnrar, nutua se Ihairu s4mc&i>.
Tendi Sr. lu-pacior da iheaiuraria levado aoj
conh ci.aento do thesoaro.J Sr. minuirn baixoa
\.aui a vi) re:oubeeedlo o ineu direiio, mas che-
gan Ij aqu nos lias de agoste, aehava-rae enta-
eon asseuto na asiemb a provincial; coritloa-
me todava que os Srs. Res e Samo.io d.i ain que
o aviso bao resolva a qoesiao I
Vallando da a-s-inb;a a >tti quer. Horacio
quandu.i.o sa acava na casa o S". i-peirl ir, fa
zia n m relea despacbnlo psli^S--* e dan Jo
aiiJaineiitj a i Jos os neoyt-s loncarneoles ios-
peci. ii : ptlo |ua dir gime ai Sr. inspector, nao
palo lac o de hourar uuo em subs.itu;-li; mas pe
direito .(us me dava a lei, para pggaotat-llie se
depois do avis i :-. i oda resiav duvida subdb a n
ta.iig mcia di le, visto como va o meur co Itg <
destinpeiih..r aliribui^oe privat.vas da S. S.. coaau
be uiosire coi a apiaruvacij Jo valor da factura
de um de.-pa:hi q> Le auretanH.
D, s .ia etnai S, S que e le, as.-im como o ins-
pector da thesouraria, entead resolva a qoes '. Depua de aigumas bs. rv-
Coss njc'piocas instei p.la ibljrmscao do meu re
ijuerimt'aio, e pr-p.-rava-me para levar ao col be-
cimento Ja presidencia cutra representacao, quan-
do no da seguate, esundo ausente o Sr. ins-
MCIi r, veio o luesnio despachante trazer rae ani
re-jueriraenfc) para despachar. Soube ento qoe
J-p i* da mintii raeia'.iai;o o Si. inspector hav;;
climalio meu colleja para recommendir Irte que
se asti /e-se de em sua aosencia fazer as las
Vi7.es, alim, ditia, de evitar c<.niictos.
.Nao obstante, das depois voltei ao Sr. Sampaio,
procurando o meu r<-queri nenio, disse etto
que elle e o Sr. in-pe:tor da thesouraria tinham
rir>,lvido dir aj avi;o a mesma iu'.el:igencu
que eu I
.Nao peosera o leitores que o negocio terminoo
.qjt, nao ; o Sr Sampaio cotiuuiu a repreentar
e mostrar a conveaieucia e r.e'essidude de reparar
a ofroz injustira que eoffira o meu cmtandor,
por )Ue alem do direilo de aol'gmdade, nha mais
o indio qoe Iba dava a muita inlelligecia, gran
Je zelo e urna probtdide srvera ; devendo assim
caber me a o>'gzcao dessas qualidades, peiia e
UiSACOES A PtUISfl.
PAItA
SEGCie DA ALfANUEGA AO EX-I>S-
-S3A0
(AMARA WLMCIPAL.
EXTrtAOHDINAUlA AOS li DE FE-
VEREIRO DE 1871
i ajRMblCIA DO DR. BEXT0 COSTA, CONTI.NUADA PELO
SK. DR. 60XA LEO.
Presentes oe Srs. Gamero, Dr. Pijanga, Angelo
II nriaaca, Dr. Villas Boas, e Dr. Moscoso, abri-
se a -es'lo e l ii lda i approvada a ac'.a da ante -
clenle.
Loa-se o seguate
EXPEDIENTE.
Din ofH:io ) Exm. presidente da provincia, re
u.etendo .i caara l,s oSficios dos juizes de dire-to
ivalivo de o phos, da primeira vara crime, em
<:aa audiencias.Ao Sr. vereador Pitang para
mandar proven
Ootro do mesmo, ordenando a cmara qtie in-
l-nnequanias pharmacas exitem nesta capital, e
-e a vista do seu numero fciz-se nec-ssaria a b >
i;:a de .Joao Jo: de Cont.A' commi.^) Je
-ande.
Outro do roesmo, approvando o contrato de ar-
rematadlo, que sdb flanea idouea fez Joaquim Jos
de Macedo Juuior, com a cmara municipal, d >
imposto de 60 res p r 'ala p de coqueira, qie
d fraclo pelo prego de !>02aJ0O. -Qjfl se lavre o
termo
Outro do mesmo, tamb -ra approvaado o contri-
to de arrematacao que s b llanca idnea f z a ca
mar municipal, oom Jo. Angu-io da Araujo, pa-
ra constru ;cao do mercado publico deata nda'.e
na importancia da 336:0OO.-tj le se lavre ti
lermo.
Oulro do mesmo, cmniunicando a cmara mu-
nicipal qae em data te 13 de evertiro corr-n'.",
dejiguu a tarceira domiega do mez de margo po
ximo vmioun para ter lugar a reunio da junt-i
de quaiiflcacao de votantes da freguezia de Aossa
SaaBora da Graga.nieirada eque se fa<;a a fipnl
manicacSo.
Urna peticao da comp;.nhia Pernambuco Street
Hailwsy, com despacho d > Exm. presidente da pro
vmcia, mandaudo a cam, ri municipal r f .miar.
'Jae aa iuform-.
Um olllcio do juiz de paz do segando districto
da fregaezia de Mnribeca quinto votado, cjo-uI
lando em vista de falta de suppleotesse a elle com
pete segundo a lei, o exeracu do cargo.'Jae se
nfBcieao imraediati.
Um pareier do eagenoeiro Cirdeador, avoravel
aaiatlco de Wtlaon llora.Cooceden-s?.
Utoeulcio do nac da Ireguezia de Santo Auto
uio, informan lo o ufflcio dirigido a presidencia da
provincia pela compaobia de Segaros Norslhem de
Loadres.a' comassao le eJificacio.
Oatro do fiscal da freguezia da Boa-Vista, infor-
mando favoravelmente a peticao de Pedro Jo!
Manas Brag,.Goa:eJeu-se.
Dous parecer2s la eoumisso de ediQ;aco nos
rguales termos :
c 1.* O terreno ae dere eer desapproprisdo oa
i travesaa de 5. lua, ten vinte palmos de renn
e aelenia e cinco da fon lo, fazeudo tamtem fren-
* te para a dita trafessi, e de propried ide d
Antonio Goacalves de llorae-, que pede 2O0JO0O
por ser para servido publica. Esta proprieta-
rio que njostra bons desejos esl dlsposto na
falta de oamerario a feceber um vate para Iba
aer pago no vindoilroxercicio, pe'o qae enleu
< de a commissao que se deve realisar,
f Paco da cmara DJuoicip.il dj Recife, 13 de
ferereiro de 1871Dr. Prxedes Gomes de Son-
Pilanga e Jos Mara Freir Gamero. Ap;
pro vado. >
i.' os Mara S.jdr-1 Ja Molla, infringi e
< termo qae assigail *i se nao utillsar das pa-
juenas casa deoivwii'jpeiias proprielades, e
oo faado
O i>:lt:-: da 1
l'KOTO 1 I'A JIESMA AUGUSTO CEZAIt SAl'AIO.
C^rre-aie o dever de provar aos iuous aimgr-s e
ao publico a quem devo satisfaco, que a c^nscien-
cii me nao exproba de ha ver souiUMsWido qo.aiqu. i
falta qas me seja um dasloiiro e faca desmertcei
rn> conoetlo de Bumeal de b-s.ii com jue me honrara
e qun tanto rae txforcj por conservar. Tenho
alem disso un.a pusu;ao na soeiedade que devo fa-
tr r-.speitar.
K' libido u qua lera ha vi j-j na aUandega desla
capital Jurante a luspect na do Sr. Auguro Cezsr.
Sampaio, em cuja repar.ifo s-u chefa da l" see-
cao. U i. j rnal que me vola entranhado odio,'dea
noticia cu da siguite so da negada do vapor
Puid, das rem.,\;6es dta Sr-. inspeci res da ttie-
SOUraria e da altandega, iccre-centaulo que o ul-
iimo b.ivia recibido urua de nao euLr.-|jr a ins-
joct-ria seuo ao seu succesM r nomealo. Como
che fu de se c cao, a mira tu jiu che fe de seccao
Ja laes .uriiu, dejign.ido pela prosi.leocia penan-
ca as.-umir a adniuisiraco da alf.ndega. Pala
que, poreii, asitn nao ao-.utec,!, c.i.-ter que a
meu ra.-peito baja alu:u uutivo plaoaiva, e outr
nio pode ser euao lformtcojs que cuira miui
baja i!> o Sr. ex-wpeCWr Augusto Cazar Sam-
paio.
lUcoaheQo que o ir. ministro da fazenda longt
do lugar dos acontecinientos pode ver, ouvir e
fallar pelos seos agentes, que taj em tais casos
seus legtimos orgos.
As.-un, pas, ferilo nos meas bros e sentimen-
tos de honra, dirijo-me ao Sr San.paio om o flm
de emprasal-o a que publique as acusac,oes que
me fea,poli jae quero defeuuer-ine, visIj cao me
restar ouiro raeio p.>ra o re-.tabclecimtuio da jer-
dada. O huinein que se presa, de\e ler a cora-
gcm.de seus acios, porque devem ser elles paula-
do" lelos sentiraeotos do deVcr ; a?sira p^is, deve
S. S. aceitar o meu emprasa:T:ento.
lruho raras bera ponderosas para suppv.r-mt-
victima das raais revullantes calumnias, v< u por
i .u o expol-as para que o publ.co melnor as
aprecie.
E' s<.b:da a rtlacao cordeal bavida enlre raim
a u Sr. iiigns'.o Cesar Sampaio, antes da saa re-
iii. ca > no mgar de ajudaole do inspector para a
alfanJega do Uaraubao, Jaudo-lhe eu arada u*. -s
oecasio provas inequvocas Je Larticular eslima,
bem como quando voltou para esta provincia ao
cargo da inspecior. ,
. E-tas relacoes continuaram de -araba pa'te, e
ai i.l.i costm aaiia.n, porque ,-ei conservar i leal-
dade com que o hornera de bera sabe presar laes
seutimentos.
Tendo o Sr. Sampaio restlvido fater urna vigeiii
a Maraubo, aOm de eifactuar o seu consorcio, re-
so. veu eiiipeubar-se para que o sub.-tiluissa du-
raute o seu impedimento o mea coliega, que ej
mal amigo qae eu na classe de cbi fe da aeecao,
dmendo que o faz.a porque dizia-lbe o mea colle-
gi, que com sua retirada tena elle de expenmeo
lar iguaes desgostos aos que experimentara, sen-
da preteiiJo como fora de nutras vezes.
Cara quanlo pdese eu iuieressar rae para que
a de-iguco recaliisse sobre mira, visto ser eniSo,
como agora, es-a desigoaco feta pela presidencia
telaba era um pas-o del, aiit-'s concordei em que
loase o meu collega o designado pela razo ja ex-
;.en ida,
Nesse meio lempo, porem, foi publicado o regu-
laraonla da 20 do abril de 1870, e tiiuinJ i no seu
Ia art. que as aifandegas de 3' ordem erara M
subsiuuios natos dos respeclivos mspecljrss os
chefs da 1' secgo.
Assim, pois, bavia en adquirido nm direito do
qual Do poaia prescindir.
Convem s;;ber-sa que o repirilamento veio dis
concertar o plano e inutiliaar os aforeos empr-
ga los pelo Sr. Sampaio a favor de eu prediiett
amigo e compadre ; o que ver9quei qnan?o d*iri-
giodo-mo a ede, ibe pemuoiei se j lirha bdo o
rejulamei.to 1 Responden me contrariado que J,
e que havia erro nasse reglamento, p. rquant.
devia aer o ebefe da segunda seecio o substituto,
porque esteva mais tra coulacto eom o inspect r.
O Sr. Sampaio bomem que nao recna diaott
de qualquer considerago qnando pretende clie-
gar a nm lm : dobrar a cerviz ao imperio da lei
.-na nada menos qae dar parte de fraco e per-
ler o prestigio, elle qne se considera superior a
ella.
Gonvlnba entretanto guardar as appareneias, e
pira Uso .-occorreu-se 3. S. de suscitar duvidas
sotre a.iotelligencia ahs clara do arl, 1* do ja
citado regulamento de 20 de abnl cem o art. 16
do regulaineulo de 9 de mato de 1868 : o ficto,
pon ii, que o Sr. inspector da ibesouraria re-
solveu que compela assumr a inspectora ao
mea ca lega,
Nao devi deixar de notar que esta resoluci foi
tomada com a raalor reservare com quanto alguus
aa gos charoassem minha atleocaa para a'gnoia i
lada, to quiz ligar imponaucia a essas snspeitas,
porque nao .>* tS3 clan a diaposicao da le1, co-
mo sera perciso con-iderar o Sr. s'.mpaio capaz
de um: deslealdade para com qu-.-m nloo n creca
e qae ponco tempo bavia (restlLo Ibe um serv c*
que coniprovava a sua estima.
Elstou peruiadido deque o Sr. Sampaio nao de-
s-j; ri qoaeu o man-f-sfa, moito meos cima
ciritumita'jria com qne a quena revestir qnarendo
a-im fazei' passar dois tungos pelas forjas ca-
dinas.
Veio, poram, o teropo defvsndar-rae a illufo
sobre o conceito que fizia do caracter.de S. S. No
da seguate ao da sua partida, cbigiodo a alfan
daga, vi o,Sr. Horacio e Silva ocenpando a banca
Je ajudaole, e p-rguntando Ihe se li avia rebebido
algama ordem a respeito da in^pacterl; raspon-
deo-mo que o que h.avia era o ollcio doSr. ras-
pador Sampaio entregan lo-lhe a aifandega, como
chsfe de secci mais anligo, pelo qne ia lavar ao
ejnfl'Cimento do Sr. inspector d tbescuraria.
Man festei-ii ento que em virtud,* da disoosi-
clo clara do art. 1.* do regalan rato de 20 de
abril, a mim i-oropetia assotnir a inspectora da
afandag na falta qaer raomeotanea, quer -pro-
loij|;ada do inspector ; mas nao querendo crear
coalicio ia dirigir-me ao Sr. inspector da Iheon-
raria, como de fado o flz.
Jirign lo-ae a ibesonraris, manife-lei ao Sr-
iocp?-Hor Ra por i* o a minha retmcSo para a 2* secga >, aflm
de substituir il:e i S. S. ; e com issocontavam p r
todos os vapores e' nao se faz i a esse respeito a
iLrtWr reserva ; at que reio o deereti o.... ni',
reraevendo me p;ira a 2 seci;Io como se esperava,
ma< restabelwoudo o art. 16 ; o facto qne hivia
sua nio, ie'o que nao me iscandab-ava, vite
mo o S". Sampaio era digno de ter porsuccesso
i> Sr. H Tacio.
De pe i s do que dea expsto se que naa era
possivel baver entre c- eutra reluci mais do
que aquella a que nos obrigava o ser vico publico.
Assim pois, nao ser para sorprender as oceur
reacias qae se dTatn, tanto mU quanJo o Sr.
Sao'paio coo.-iderva-me na son.b'9, on, ratlhor,
un i b-taculo que wnvmha fazer desappancer.
Eitre os tactos qae sa deram narrarei nm que
por si sei 'nfSciecte para paio-ntear de qnaulo
capz o Sr. Sairpaio.
Q an lo era I8(il deu-=e rxecnijao ao rfglamen
to de 1S0O, e quaado a alfanJega anda renda
menos da metade do eu actual rendiraento, fi-
rara di-tribaidns 5 empregados para b servio d.-
! s8!f;o. Em ld'O rfaodo o servico havia qu
JruplicaJo com o movimento e desenvclvimento
do coinrnercio, cotu o da reexpo.'tscio e transito,
com o de cabotage.u para Minaos e Canet e com
as reformas de 1868 e 1870, passaudo granle par
te dos trabathos da exbocta 3* seecio para esta,
Doureon o Sr. Sampaio, era vista da'detleiencia d>.
pessjai que encontreu a commissao, nm !, um 2*
e um 3 e.-cripturarios, e um cottab. ndor. Qiem
pois tiver coobeeimento do que actualmente corre
por esta seceso, recoohecera que anda esse pea-
soal insufflciente para os sens variados ervicos.
Nao obstante, em a> de ontuf,ro, voltando da
assembla, acommodel me s circurastancias. Mis
o Sr. Sampaio tinha nm plano e comeciu a pd-lo
era execucao. Distrahio o escripturario a or 'I
ganis:.r mappas de cabolagens feitas pelos navios
nacionaes e estraugeiros, abrangenda o anno,
servico este que, devtrado eslar felo pela 2" sec-
?o, uem se quer havia apanbamentos; o 2* e-
r.npiurario em orgaoisar mappas qae tambera de
viara str feitas pela i' secca>, e a lavrar anda em
mar^o termos dos lei'oes felts em outubro, do
slvalos do vapor Paraense, cujas mercadorias fo
ram entregues Da mesma occasio da arrematacao.
deveodo ser nesta^ccasio lavrados os respectivos
termos ; e o 3' escriplurajio passou para a 2"
secgao, escriturando o hvi'o de receita, substi-
luiudo este por ura colaborador de mediana intel-
gencia e sem pratica.
Arada uo se bavia apresentadoo 2* cscriplura
rio, quando me veio d.zer que traha recebido or-
dem para fazer os mappas do imposto pessoal e
das renda, e om quanto se Ibe dissesse qae toa-
st felo as horas Viga, exigiase-ibe urgencia do
irabalho.
A' vista do exposln, recenhecido estava .03 bon^
desejos de se me comprometler i reclamei enta
por e^enpto, declarando qoe o fazia para retirar
de mira qualquer responsabilidade, e ofiz espoad-i
os fados com loda a moderacao. Vas o Sr. Sara
paio entendeu que devia mostrar toda a se venda-
je coulestndo os faele3, Litando para i.-so a ver-
Jada. Replique:-lbe como me cumpria para res
labelecer a verdade desss fados, e como fana x>
bomem qus lera conscieaiia da saa dignidade e
procedimenlo.
Dous amigos oossos me vieram pedir que acei-
tasse uraa coafereuc.a com S. S. ; negnei-me a
principio, mas instancias fervorosa? de nm ami-
go acced, posto que com bastante repugnancia.
Ass.-tiram a conferencia os dons amigos, que
durou mais de dnas horas, concluinde-se pela tro
ca de papis.
Nes.-a occasio. pedic-me o Sr. San-paio que na
de9*e credilo ao que me lossem dizer a seu res-
peito, porque Tana o mesmo.
Talvez alguem presuma que desde eniao o Sr
Augusto Cesar Sampaio procedesse com a lealJa
de de um horaem que se presa? Nao, oSa: o
Sr. Sampaio fez seguir barra tora a portarla que
me dirigi sem taze la aeorapanhar de minha res-
posta. Este miseravel procedimiento delxo aos no
mens da honra e de pudor que o qaa'lfiquem e
qual cutro ai-ario, latente e, succes-ivameole pro-
seguido cravanlo as irevas o sea pauhal assassi-
no em miaba repulaco,
Reste rae poja, emprazar como emprazo ao Sr
Augusto Cesar* Sampaio para que rasgue a mas
cara e venba cm publico aecusarme ; quero df-
fander me, contando qae terei em mea abono o
juizo dos homens de bem. Quero ser conderena
do se o merecer, oa ver o srgma cobrir o rneoJ
desleal detractor, cahindo soJore elle a igapminia
j3 cabo aoa desleaes detractores.
Nno:a fui jogador, nanea conin-hi dtvMas qae
as nao pudesse saldar, parque conHdero queqaem
assim proc-de nm cavaifeiro do indostria, nm
reo de polica, os methor anvladrlo.
V vico s-m mancha corrm atiesta mfnha concencia
e poderlo afflrma'lo lodo os homens clrcarapec
los para quem appello.
Balero, 13 de fevefeiro de 1872.
A5T0SI0 PUIENTA DB MaGAI.HAES.
(Di Diario Si flfm)
Elleiqfto
devotos que Sia de festejar
a 9enhora do Heiucdios no
auno de 1893
Juiz por eleicao.
0 J!l r>. Sr. ccqameodador Maooe! da Silva Santos.
* Juiza por eleicae. vpr*m
A Vtxoii. Sr*. D. Candida a de Moraes Barre,
posa *o l'lm. Sr. cowiftndador Bellarmino do
!*ege barros.
Juizes por devocao.
1 O lllm. Sr. :
Candido A[bsrto Sodr da Molla.
Maooel Ji ao de Amorim.
Juias por deve cao.
As Exmas. Sras.: .
A esposa do lllm. Sr. -Theodoro^Chnstiansero, D.
Fraoeisea de Souza' Leao Cbrfstiansera.
O. Armrada, esposa do IHra. Sr. Dr. Cosme de Sa
Pereira.
Mordomos.
Os Ubi. Srs. :
Libaolo Qiodido Ribeko.*
Domingos Autnnes Vnica.
M^.jo> Deflno l/ou Cavalcante Pa-soa.
Teneote bionel Augu-te Ferreira.
Firraino Pereira da Cunha.
O Exm. Baro Je Nasarelh.
Capillo Joaquim Custodio Duarte de Azevedo.
Maooel Ignacio u'Avilla.
Mordomas.
As TTxmas. Sras. :
D. Josephina, esposa do lllm. Sr. Jo Caetano de
Aiboquerque.
A esposa do lllm. Sr. Tnomaz ds Aquiao Pereira
4a Brito. "f
D. Adelaide, lilha da Ex na. Sra. D. Urahelina do
Reg Machado.
D. Mathilde Pereira da Cimha, lilha da lllm. Sr.
conaaeuiadiir Jos Pereira da Cunha.
D. Francisca, lilha do lllm. Sr. Dr. Joaquim Jo;
A: ves Albnqaerqa''.
A esposa de lio;. Sr. Livio de Soma e Silva.
A e-posa do (lira Sr. capito Jos Pereira da Cunha
Jnior.
A sposa do Um. Sr. capio Joaouiui Mauricio
i neaives Roza.
E-crivies por devocao.
Os Iilms. Srs. : .
Manoel icaquim Ramos da Silva Jnior.
Atitonio Alvos do F nseea^.
Escrivas por devreo.
A Exma. Sra. D. Rita, esposa do llira. Sr. espito
Jos Marcelino Aives da Fonseca.
A Exma. espo.-a dolilin. Sr. espillo Manoel Anto-
nio Goncalves.
' Juizes prnteekres.
Os Illrr.s. Srs. :
Joo Penira da Cuchi1.
Dr. Felippe deFigueiroa Farii.
Ant nij Joaqnim Machado,
eoto Joaquim (lomes. *
Antonio Valenta) da Silva Rarrcca.
Jo^ M.reira Ja Silva,
loaquim Francisco Jo Espirito Santo.
H nrique Bernardo de Oliven a.
Francisco Ferreira Balthar.
D. P. Wild.
Joo Cbri-liani.
J. s Manteiro de Siqueira.
Maooel Jos Kioleiro Tunes.
Capilo Joaquim Jo- Franco.
Dr.-Jos Joaquim da Moraes Sarment.
Antonio B.ite'hi Pinto de Me? jaita.
T-neote coronel Franci.-co Carneiro Mncbado Ri-
Jnior.
Capito J s Mariano de Alboqacrque.
Teneote LyJio Mariaao de Albuquerque.
Tenenia Ignacio de Souza Lco.
Juizas protecteras.
As Exmas. Sras. :
D. Mari?, esposa do lllm. Sr. Fraccisco do Livra-
iu- ni j Gomes
D. Mana da Natividade de Assis U mes.
D. Amelia, esposa do lilm. Sr. kt de Azevedo
Andrada.
D. Paulina, esposa do lllm. Sr. Odori'-o Raposo da
Cmara.
D Franc sa Amelia de A buqueiq.e.
D. J ,aDoa, esposa do li in. Sr. .ramendador Al-
bino Jj: da Silva.
A Exma. e pasa de Piro. Sr. los Marcelino da
Hz.
D. Mara, esposa do I lm. Sr. J >.- Buile.
0. Jostpinu*, esposando lllm. Sr. MaaoeJ Ignacic
d'Avilla.
D. Mara do Carmo de Si.uza -Carneiro Villa.
A espesa do Sr. Dr. Jos Jcaqnim Alves de Albu-
querque.
D. Antonia, fiiha do "llm. Sr. leneale Antonio Me-
nelles de Gusmo.
A aeaaaa do Illro. Sr.-Jose Mus de S.uza.
A esposa do I lm Sr. Jerouyrao de HJIaoda Ca
va I cante.
A eip.isa do lllm. Sr. W Eiesbao BorgesUcboa.
D. Mara Anta de Jezas Campeilo.
D. Idalma, esposa do lllm. Sr. Virgilio Jos da
Molla.
A esposa do Sr. Teaente F, ausco Gnga'.ves da
Luz.
D. Albertina lilha do Sr. eomaseudalor Bellarmi-
no do llego Barro.!
D. Joaqira Candila de Luo.
Commissao da fest*
Os Iilms. S:. :
Major Drllco Lins C*valcante Pe-soa.
Coinuiandad >r Bellatmiuo co Rejo Barros.
Capilo Jos Mariano de Albuquerque.
Antpoio Jofquiro. Macaado.
Teneote Leonel Aaguslo Ferreira.
TiMsoureiro
O lllm. 5r. Jos D .miogues do Car,ino e Silva.
O vigario,
Joaqnim Jos de Farta.
MOVIMENTO 00 PORTO
Navios entrados no dia 29.
Rio de Janeiro18 dias, brigoe hespanhol Lrpan-
to, de 2i3 toneladas, capito Jaai R ger, eqai
pagem 11, em lastro; a Pereira Carneiro & C.
Terra-Nova -26 dias, barca ioglea Lnvtnia, de
251 toneladas, capito Me. Kenzie, equipagcm
<3, casca 2,700 barricas com bacalh ; a Saaa-
ders 3rothers & C.
Rio delaoeiro 26 dias, brigue allemo Bmii, de
270 toa. ladas, capito D. Bescbofl, equipagf m 9,
em lastro ; a Henry Wi'.msr.
Rio de Jan i>o2 dias, barca iogleza Sir R. G
Me. Dcnneil, de 613 looelidas, capito Charles
Croaty, eqnipagem li, em lastro ; a \V. G. Fen-
naly. Seglo para Mace '.
Navios sahilos no meano Ha.
Rio de JineiroVapor brasilero Paran, com-
mandante Garca, carga assacar e uniros gne-
ros.
Granja e portos intermedios-Vapor brasileiro Gi
qm, commaodante Pereira Maiiobo, carga va
nos gneros.
Araraj e partos intermedio^ Vapor nacional
jfirnd'iAu', com tndante Julio Gomes di Silva
carga differentes gneros.
HavreLogar francez Cf/m < iladelanie. capi-
lo Goteare, carga algodo.
COMMERCJC.
PRAGA DO RECIPE 29-DE F8VEREIRO.
DE IV,
as 3 1,2 HORAS DA TABDB.
CotacSes officiae.
Vssucarbruto americano SjO.'iO e 22.'i0 por 15
kilos.
Algodo de Macera [ st.rta 803 rs. por kilo.
posto a bordo a frete de 7j8 e 5 0*0,
hontem.
ugrtdo da Paratyb 1* sprte 797 rs. por kilo
poslo a bordo a frele de 7|8 e S 0(0. hon-
tem
Algolo do Rio Grande do Norte 762 r. por
kilo posto a bordo a frete de d. e 50|0,
boj*.
Aceoas-da divida jinblica de 6 0,0 ao par
Cour isseceos salgados 611 rs. por kilo, boje.
Cti.overdes salgados 331 r>. por kilo, hontem
e boje.
Frele de assncar de Maeei para Liverpool 33
e 5 0,0.
Frele de algolo de Maeei para LiverpoM 5,8
e 5 0 0.
J. P.Pinto,
Presideote.
.'..'' Daboarcq.
Secretario.
ALFANDEGA
ftandimaoto dadla I a 28.' .
ldea lo dia i) .
1,031: MU76S
1,0d5:9S4*28I
UesearreganL boje Ia de mareo de 1872.
Paf-cho ragl zft/rat-kacailrao.
Lugar allemiRepublik -varita generoa.
Bngne poriufOf zFtorinda -idanr.
Vapor rag!'zCotzodrr-oilerr.
Vapor ioglejTalitmanIdeo1.
CARATAZIA OA ALFANDEGA
l'.MlMBnto do dia I a 23. 7-t6il)ti
dem do da'29........ \ ?TA*I8()
887kl5
Fazendas sahidas pela 1" e 2" porta (vol..) 69
Diversos gneros de estiva sahidos
pela i, 2" e 3" porta (vols.) 96
Somma
165
Despechos de erporktfdo no dia 28 it
fevereiro de 1872.
Para os portas do exterhr.
No navio *ioglez E.ccellent, para o Ooal.
earregaram-: Keller 4 C 12 saccas com 88i l|2
kilos de algodo.
Na patacho allerao Joane, para o Rio da
Prata, carregarara : Jos da Silva L-yo & F Iho
500 barricas cora 59,553 kilos de assucar branco.
Ni brigie it glez Kcrali, paa o Rio da Pra
ta, carregaram : Amorim Irmos 4 C 7C0 bar-
ricas cora 82763 kilos de assncar branco.
No patacho hespanh I Arlurila, pira o Rio
Ja-Prata, cairegaram : Pereira Ciroeiro 4 C. 35"
barricas com 37,190 kilos de assacar branoo.
No navi> puriuguez S. Manoel I, para Lis
boa, earrrgarara : E, R. Rabtll-j 4 C. 517 couror
ilesos ainados cora 6.OV k las.
fara os portos do interior.
No vapor Giqw, para Ceir, larreearam.:
J. J, Goucalvej B^Hro 10 barricas Boa*. 673 kiio-
e assacar branco ; Co-ta 4 1 i'i lias com
1,575 ditos de dit. ; Maooel A'.ves de Lraia 35
meias ditas cora 2,240 ditas dedil.
IECEIIEDORIA DE RENDAS INTFRNaV
GEUAES DE PERNAMBUCO
endircento do dia 1 a 28. 62:996*iW
dem (!o dia 29. .... 3:498*790
66:195*211)
CONSULADO PROVINCIAL.
Aendimento do .lia 1 a 28. 173 909i'i
dem do dia 29...... 6.88699"
180:796*:43
EC1TAW
O Dr. SebastiSo ilo Rigo llarros de Lacer
da, jeiz de direito especial do cornmer-
cio desta cidade do Recife do Per-
nambuco por S. M. a quem Deus guar-
de etc.
Fa^o saber aos 'jue o pr.sent edita;
viren e dd'e noiic3 tivereai que no dia
primei o de margo do atino vindotiri de
nil oilo centos stima e doa?, ao meio dia
oa sala das .ti Ik-nclas, te r ligar a reuna.'
dos credores da massa fallida de Martina A
Leopoldo, afim de serem ctirnpridas as dis-
posii;o3 dos artigos 8i ?, c segtiintes do
cdigo soounercfal, sen lo pie nenhurn cre-
dor ser admiiitido por procorador se este
nao tiver poderes especiaes para o acto,
era a pr.ocuraro peder ser J^ la a pesos
qne sja devedora ar.s fallidos, ero um
mesmo procurador representar por d us
diversos credores, e cco apresentem os
refeiidos fallid-s pn-jecto de cencordata,
sero considerados como adherentes a mes-
ma i s votos diqueHes que nio Ci,mp rece-
r m na orfrmidade do artigo primeiro do
decreto n. 1,368 de 18 de ag< s'o de 1831.
E para que ebepae ao cono cimento de
todos mandei passar o presente que ser
publicado pela impr nsa e alfixado nos lu
g^res do cosime.
Dado e pjssado nesta cidaJe do Recift
de Pdrnambuo, ii dedezembrode 1871.
Eu Manoel Mara Rodrigues do Nascimen-
o, OscritSo o snhs'.rev:.
Si-bastido do Reg Barros de Lcenla.
Pela rt-sonrari.T t ivtncal s.-i m publici
jue foi iransfenJa para o dia 7 de marco prximo
vtodoaro, a arremaiagao la.obra do n-tiaixament'
ia ladeira de Timb, oreada em 7:9iOOOO.
Secretaria da thesooraria provincial Je Per-
nambuco, 23 de l'-.-vereiro de 187i.
O olcial da secretaria,
M. A. Ferreira.
O Dr. Francisco de As i.- de i'livtira Uaciel, eaval-
ielro da ordem de Christo, ja'i de direito priv^tl
vo de orphos da cidade do Recife e seu termo
pT sua altera imperial regenta, em n me de
Sua Magestade o I operador o Sr. D Pedro II a
quera Dos guarde etc.
Faco saber aos que o fregte edital virem e
delle tiverem noticia, que por fectenc desle joito
est considerada int rdicta a viuva 0 Francisca
Caetana de Almeida Ca'aoho, cm vi-t, di sao es-
talo de loucura, verificad.) por exarae medico, s
reqnerimento do Dr. curador geral.
E para que chegue ao conhecimenlo de todas,
mandei passar o presente que s-ri : gar do eostame, e'publicado p-!a impreosa.
Dado e passadi nesta cidado do rVcife ais 27
de fevereiro de I87. Qiinquagesirao da inlepen-
dencia di Imperio do Brasil.
Eu Joo Tiburcio da Silva Gaitoares, eaerivio
de irphaos ioteriao escre^i.
Recife, 27 de f. vereiro de 1872.
Frinc.'s'o d* Assis de niire'.ra Maciel.
IfiCLARflCOES.
Pela conladona da caraara mooicipal desta
cidade se faz sciente aos pr prielarios de diverso?
estabf.leciraentos de porta aberta, que do l* dt
narco vioituoro comeoa a cobrarq.\ do imposto de
ij creado por le, decenio porm apr--eilarera c
conheciraento do Impono-geral, a de provarem
ter as-ira -atisfeilo o reterido imposto.
lambcm sao chamados os Dis-uidjres de car-
rosas e vehculos de i rodas, empregados no ser-
vico da capital, os proprietarios de terrenos dentro
da cidade e sens uburhiis qaWfoo P't'-j-m edi
fleados ou cultivaib, emb >ra se cinservera mri-
dos, os mscales e boceteiras, os proprietarios de
estabelecknentoi que f6r xovidos por machinas a
vapor a virem satisfaz r os dovidos imposta.
Contadura 1a cmara municital 1) Itetife, 97
de fevereiro de 1372.
O conlador,
Hypolito Casiaoo de Vtsconcellos \. Maraobi.
GMVAMIL4
So convidados os Srs. accionistas desta
companhia reunirem se em asemb!s ge-
ral exiranlioaria no eMa 2 da margo pro
ximo futuro ao jxeio dia no escriptorio da
menina, roa do Cabuf n. id, atini de re-
sol ver-se sobre a proposta feita pelo Sr.
Fraciseo Antonio de Oliveira para srrenda-
asento ou compra das uaries que esta com-
parbia possue no engenhoDous lrmioa.
Escriptorio da companhia 27 de feverei-
ro de 1872.
O secretario,
Jos Honorio B. dt Merteze.
Motacsia 4a m!serSordia do
ReJfe.
Tendo a junta administrativa da. unta ea#a de
mandar celebrar oa igreja de N. 3. do Paraian,
pelas 8 hora da manhaa, .o da i demarco, per
aln.a do hUaaldn irmo o deemba'gadnr Fnaeis-
o de Aasis Pewira llaeha orna misa de reqoietn,
convida para assiatireni a ese aeto d'i piedade
ctiri-iaa ao s Exma. familia, como tambera ao?
aoiig is do mesmo tinado e todos os ira aos da
santa ca-.
Secretaria da sania casa da miserieudia do
Recife 26 de fevereiro de 1872.
l G eserivio,
Pedro Rodrigues da So ata.
-mt^mmmmmmmmmmmmummi
----------"^ w, 9
UKfiR
- A thesourara da f .oinda te* le enramar
o farnecimento de papel, peonas, iMta, m!*,
livros a mais argos do expodieo' Oja* '** l rea*
oecessarios durante o seoiesire le jolito a d*bo
prximo futuro, eoj lista se acha aula secreta-
ria para ser vista por qaea prrteadw tar
mesmo fornacimaato.
O (urnecedur prd-tar flanea as multas tw 4a
incorrer, e devera -er pessna conhaeida e etUDO-
le..ra nesta cidade.
Recrbera-se do da l> da marco futura an
diaote propostas em ca ta fechada para o dito for-
oecimento, as q jae Seria abena< oo dia H
mesmi mei peranWoa Dr-folenles e e e-.-
da nota da me-ma thes> arara.
Secretaria da hesouraiia d* tazsoda de Peroata-
boco, 27 de fevereiro de 1871
Servintoda of&Vul mn.i.
Uaood Jos PiO'O.
laspeccfio mirlnha.
Teado-se de contratar a ratura da san saM
da ic'perjai cora quera pir meois a ftier, o I ico.
Sr. in-pecor convida aos pretendentes apr-t:-
larera suas proposUs no da 5 de narf) \,t xit. .
vinJ oro, as II hiras da raanha, para ei ;> fca
desde ja thes fraaqueala a caa atlm de in .;-
n, e podim diriiiir->e a esta se-nla-'i para '-
rom c inhecirnento das era lines sob que sari
to psfe trab.ilho.
fospaeoio do arsenal de msrinlia le Perr.. :
co 28 Je fevereiro Je 1871.
O -ecetrrii,
Alexandr.' Itod l|* I t>W \
TIIKATIH)
GOSPMl ra.ui.B.i
EalPBEZ DE
A'rANlAV
Les deux suarda
Jeanne qui picure el km*
qui ril.
Hr.Choufkuri regtera dm
lu5..,
Priactoiari as 8 1>.
mw
Preparase a exceii-me per nagii-a ora*',1'-
msica, d. nea, rminira, lranforacoVs #?-
11 dados
La reine den fleurs.
GYJI^SIO Ii84 illfit
g>
.
de marco
As ti horas Segn'a represeotaco do excellma e !
applaudido drama em I acl- s, original f-ria ?.
ni lu'aij :
Segue-se, pela menina O ympia e o nenir.
o engracado e inuit- applaudido duelo
A panella do fetip^
Terminar o pwtieatn, a pedido, com a r-
ciosa cena cmica onida de irosica, d-
nada :
0 PMRESSISTA D'eSC.\CH% PECEfitEIM
ou
O DEFKNSOR
DA
Ola se ctixiral.
Exeulada pe'o 5r. Da-fiiovanol.
Os tilhetes aham e venda no ecriptor. '?
rheatro,
A's 6 horas da tarf*.
X. R. Na prxima semana subir sosa,
pela primeira vet tela cpitl, o apparaioso i?ra-
ma-s'cro de grande espectaenlo, em :ctr* # i
qoalrn, orna^i de -na-ica, michiaismos. vena-
lidades e rrat-fornja^ttei ds maravilhoo *' ,
intitulado :
fS MUGRES
DE
WW08 MARTIMOS
Par o Araca'.y sahe impretf-riviiliwaai a-
o dia 4 d m-rc o hiate Mar.a Ameiii, eap
pratico Francl^co Bmmbm de A-si, j na) d*0?
tercos de s u carr-iiaii: uto ; para o resto mia-
se com Antonio Alberto Ce Souza A guiar, a roa
do Amorim n. fio.

Companhia americana e brasile-
ra de palletes a vapor.
At o da 2 de nato,' esperado dos ,
de sul o vapor ainorcaui Jferrissirit, -?-
mandante Slocum, o uual depaia da iemora do
ostuma seguir para New-Yoik tccaaJo ">
Para e S. Thomaz.
Para condi^es, (retes e paswgeas, tratase aa
ageacia, ra do Comraercio i. 9.
,:l^

c
i
DAS
Mescegeri3 ma-itimes.
At o dia li do corrate net pera sa da ka-
ropa o vapor fraacez Girante, nal j+ptia ala
demora no cistume fgnira para Bueiea-Avar*.
tocando oa Baha, Rio de lanairo Moitetda.
Para coudicdes, frates e paasagets irata-as i
agracia, ra do Commercioa. 9.
At o dia 43 do correte mea mpera-is 4o p*>
tos do sul o vapor fraucez Stndk, commtminn *
Massentt, o qual depois da deaioja do coaSSaai tr>
goir para Brdeos, tocoslo OSS Dakar (fiord*)
a Lisboa.
Para comiedes, (retes a aaSssai, isafejraa as
agencia, ruado GomaMreia 9.
1MT0
r-**.
vij- sabir cera i ou:os diaa :. aarss ai
Vitie-ioia. Rsche alifomi ea'g panigata
a traiar c m SO'PW Pri-wn, rat 11 Vigrt- i
Sva sabir at o dia 10 dj canate a bar & **
$ U, poda recaav alguna awigairw : a 3
isr com S res J?rial>




-dML
:-
kllemSo
r"rtiioJittir, vindo d MontevMo .com
cirg'i traia oeste p rio per causa de a varias re-
cibidas a j mar n iinvaba'raamenlo, precisa
para ocsftnr as despms do coocerio do
I08$ai9 Mia a riso martimo da q^amia
de 25:0 0# posee maisoo menos sobre o
casco, frete e carregaraento do mesmo na-r
i. Offertas em cartas fechadas serio re-
bebidas do c insolad;) do imperio Germnico
at o da Io de mirgo vindooro ao meio
in> d* FerjMfcra i Sexl*fafr 1 # Maigf iV 1912
^iiii-i
Para'
fT esperadla do Bio de Janeiro era peu-
mos das a barca portagrjezi Linda, qne de-
piii de poaca dmela seguir para o in-
dicado p rio por iar ji grande pircSo da
cirga engajada e para q i* loe falla : trata-
re com o consignatario Joaquina J)s


iion-
n. 5.
i
a veteira escuna sueca fir.r Pile, da lOi tone-
ladas de registro, elasaioado 3|3 A. i.l. em vi-
aias por 7 BBos era agostu de 1870, forrada de
roela., calando soroente 7 pos coto carga comple
t*: atraurcom H Luodgrea a ra do Commer-
p. i.______________________________.
^ari o Rio-Grande do Sul
Vai seguir com muita brevidade o patacho bra-
**i!tir- Gra$a, capiai Fernaodts. Recebo parle
di erregimemo a f et->, para o que trata-se coro
fl >m lesas n. 3.
LEILOES,
G c.nde e varillo
Leilao
O trc. R. ViiDoa recen-cuegado da
Earopa, onde esleve quasi doas anuos,
aperfeiewodo-ee nos coobeeimeiMo* de
sua prolimo, e frequent o os pnoripaes
hnspitaes de Paris, L.ndres, BruxeHas e
Vienna d'Austria, dedicaodi *e com es-
pecialidad ft partos, mtrttint du mu-
Iheres. e aperaQoes das vas genilo wri-
narias, ttado aeompaoliado os profeaso-
res mais celebres da Frang e Aliema-
nht nesia:* especialidades, curorouaica ao
Tespeitave! publico desta eidade que abri
_ o seu connli>rio Da caa de ma resid.n-
I cia ra to Vicario p. 1, i- andar, onde,,
podera ser procurado a quaiquer cora do
dia ou da noule.
Consulta todis os das do l|2" dia s 2
llorasgratis aos pobres.
Opera os estreitaraentos d'arettra por
mio de eleitricidade, por om processo
fiDieirameolt novo, e sem der, garant
do a cura radical en poucos dias.
gRua do Vigario n, 1, w
gundo Midiiv.."
Precisare de urna ao para casa de ho-
rneo solteiro : na taberoa do paleo da Ribeira n
23, pira calichar o lavar.
Ama e criado.
Precisase de umi ama que saiba cozintur bem,
assim como d uin diado, preferiodo-so ambo*
escravos, oaga se bom : ni ra Nova, loj n. II.
Precisa-.-e de ama ama for-
ra ou escrava, que saiba o
ziohar e eogommar, pagando
sebem : trata-se na ra do Vigarto n. 16, primei-
ro andar.
Au^ucao
O Sr. Manosl Gomes de Farii nao ple vender
o toa esUbelecimento a ra dos Guarar^pes, em
Fofa de Portas, sem entenderse priioeiro com
Tajeo Irroao dt C.
< tlves
;i de Sou
meques, Jj5o Pe
st de. 8-jaza (mssn
N
a>
AntonioJate Pedr
GjD5Wjv&rlota di
reiriJjiishj, H ;lmiro
V) Idal0% de Souza M^alJobo, Ggilfiefmm Mya
le SjUiaa Mircoliu Cala gradecem
tadas.as. paaao3s lueirvera a boaade d^ cnn.
paobar ao.eamiierio poblh lo morlae' de
mu prezauiho, iraiu a.^b-tois) iJ^j J,. p p.
iro Goajflbs; e da. nv*tfl;ie raga o ciridpw ,. f.,ur
lokaeq3?,..s;ireai.ajiila,aSlim. dido.^a98rl?*-k,to ^^ceifl. joja di
seo fjliecimeolo, que lera lugar na igreja da Mi
dre de Dos ne dia 'SMFfV'ra 5 do crreme,!
pelas 7 horas da manMf t>58e^de j dirige seas ,
' ftvPer.ia da Motta
medico operador parttr : ra do
peradr o 43 f andar.
ADYO0ADO *
RES 1914
-COM ESCRIPTOmO
\ RA^TRFJf A Daj^>.kHI0 N. 23,.
r- um curso d- huieria uoirersal, M
arKiHlielica, a|*bra, p-omeria e fraoct'i, m
fm easa- de jua rt-sidoci, ra da J
Pri^ia:Isabel o. 6. O
Ai 5*0004000
* ?Qd?.J&AeUM tytoeim da lotera da
J'ron>mo Joaquitn FWw "de Oliveira, convida
aos seas amigos e os de seu finado irmao Emig-
dio.Jos de Oliveira, para-assMlirem a nioa..missa
que por sua alma Biaaa> celebrar oa-ioatrii do
Corpo Santo pelas? I|l bas.da manba do dia
i, trigsimo de seu fallecimenig na eidade do
P^rto. i
zz=z
CASA. DA FORT0HA
' DE MAHCO OUTIfORA
' CRESPO N M.
i 2ft000*000;
RA r
veo
DE

movis, loutjrt, vidros e crystaes
Constando de :
Un piasni Crte e quasi novo, 1 excedente mo-
bilia dejicirania com I aoft, I jard-oeira, 8 con-
.itos, Z ealeiras deiirac>^, 2 de balanc", e 18 de
puaroiao, 2 -erpentina-*, irros e vasos para fl.)-
.*!.', 2 ricos eandieirus gaz, tapetes, e-carraJei -
ti* e I eadeira para piaiino.
Caa cami tranceu df jasarand, i toi'et, i
coasolos, I guarJa-veslidos, I commoda, I grande
epono, 1 devan e I machina de costura.
L> na mesa elisiifl, 1 guarda-loofi, 2 appara-
d-jMS, IS cainiras de pilha, looea, vidro?, crys-
tis e I m.ibilia de am-rillo, tudo em bom estado.
R iim:.
O agente Piolo lev ir leilio, por cinta de urna
lailti que reiironse para Eiropa, mailos e dif
f-r sales maveis q-ie Serio trao-porudos para o
* .': j!o da ra d 11 operador n. 12, onde se effjc
iiiar.\ o leilio, as 10 hora* do dia cima dito.
AMA
Preeisa-sc de una bem cozinhar : na ra Duque de Ca-
nas n. 92, luja.
sitio-par i lugar no Poco d
Ptinea.
Com grande casa de mcrala, rocheira, estriba
ra, quartos para criados e cozinha fra, cacimba
1e maito baa agu de b'lier, sendj o sitio tdo
morado e com diversas fracteiras : trata-se com
Eluard Pat, ra do Commercio n. 16. ou sua
.a*a no Poco.
Leilao
DE
I i cabrio!el americano jr-, 2 rodas con co-
b.rta e I pianno forte
Hoje
p..r iolervencao d< agente Pin:o.
Na rn* dolmpoiadnr casa n. 12.
DH
doot p:aDos fortes, duas taobilias, 00 ca-
deiras, dus mesas elsticas) dous appa-
radures, mesas, rommolas, ljucas, vi-
dros, obras de prala, um cabriole! e um
alio, e moitis ostros objectos.
H je.
Por inlerveDc.10 do agente Pinto.
N) sobrado da roa do Imperador n.j|
i
LeiEuo
' DE
ditas
28 m'as
com cebo e
pioas
graja.
Segunda feira 4 do correte.
As 0 horas em ponto.
A' reqWimento de AgoMinbo Ni ry da Silva Lo-
ba eapitao dj trigu- naatoaal Alberto, por despa-
<-.\i i 5o l. :u. Sr. Dr. j ii de direito especia! do
eommeteio e por Intervencio do agente Pestaa,
ae (ir leilao de 412 pipas e 28 meias ditas com
c-3o e graxa. af qoaes lafio Veudas em leilao
nu dia cima legnoda feira 4 do crrente, s 10
htras da rninbaa em piat >; ni ra .1,0 Brum ar-
ir-aem n. 2, defronte da f.trica do Sabo do Sr.
Vasconeellos.
AVISOS DIVERSOS
AuseDlou-se do eiigeuho Huinayia em feve
reiro de 72 o e-cravj FreJerico, crioub, idade 40
aooos, alto, corpo reguljr, rosto comprido, pou'a
barba, cantador, serraleiro : rogase as aulorida
des, capiles de campo, a quatquer pessoa do
povo, a captara do dit i escravo, sendo coadozidt
ao mearoo enge.uli i, q.ie ser bsm recomp nad\
Alaga-se u:u moieqno de 16 para 18 annos-
i'rio'.b, para servigo ioteroo : na ra do Impera
dirn 20.________________________
Ao pnboo.
Acaba de ev.idir-se da Csieia de Nazareth o ce-
lebre Jezaino B.-zerra de Men-zei Bitalha. Aps
immeosos sacrificios qie he* feit) para a captura
deste celerad.i, e depoii d: sinceres fafore, is d >
aciual delegido de polica para a forma^io da
culpa, quando se ailiava conclu to o process',
soffro a decepcao raais cruel, venlo escapir a oc-
caio de ser pumdj e;se reprobo, inimigo da so-
eiedaie.
Nesias aD ctivas circumstaacias rogo e pee s
autoridades policiaes desla pruviocia, e das imi
trophes a aprehensio deste criminoso, respon-abi-
isaudo-me pt-r qualquer d.spcia que para esse
lim occorrer e especialmente re:ommendo aos
meas procurad r s, o Exm. Sr. Baraode Buiquo
e capio Manoel Jos Nuoes, de D:ias Barras, lo
da a deligeo:ia na a.recadado d* bms, qui per-
lenceram ao dito Ditalha, producto do rubo que
me f-z em dezerabro de 1870, de qie o publico
j lem conbecimento.
Kogenbo Santos Meades, 21 de fevereiro de
872.
Laurentino Gimes da Cuaha Pereii-a B.dirao.
Joaquina de Souza Coelho Silva, agradece a to-
dos os seos prenles e mais pessoas de sua ami-
zade, qae assistiram ao enterro de sea finado
marido Joaquim Francisco da Silva Juaior, e a
lodos roga se digaem assistlf. a missa do 7* dia
na igreU do Divino E-piriio, Sanio, segunda feira
4 do cftfente pelas 7 h ras da manilla, e bem as -
slm pede desculpa de quaiquer Ma que se Ihe
lenb off.-recido, devijo ao estado de dr em que
se acha.
.0 ab|ixo asignado tera sempre exposto
lt osflizes birbetes do Rio de Janeiro, pagande
oromptamente, como costuma, qualquerpnamio.
PREgOS.
toteiro iOO
Majo 124009.
(iuarto 6*000_
Manoel Martin. Pinta.
2OO#&0O de gratificagar?
DMppareceranr o eagwho aoriiy do tarno
villa de Agua-Prett, os eseravos segniote, e
que sio propriedada do aluixo aasignado, no da
i9 do carrete raez a 2 horas da manha, os
quses tem o* signaos sepuintes : ,
Paulo, naci, pela falla parece monta, de id de 46 aonos, cor prea, maj-alguroa c^nsa fula,
alio, corp bem perfilado, ps e raaos be n feilos,
cabellos earapinhos, olhos regulares e bocea, na-,
riz carto bem feilo, rosto enro e eslreo. com
pouca barba, lem lodos os denles ; este r>ndu?i >
roopa de alfnda azul americana ; fu comprado
ao capta) Jos fezerra, moradi.r em QuebraBgttlr,
diz elle leu una irmi no Reeife.
AatoDio, crioulo. cor prea, alta, idade de 36 an-
nos, nao se perfila bm, por ler ama meia coren-o-
da, asa d roda barba, apezar de pof ca, enj lodo
caso a tera feiada, e lem bigndes, esie escravo
lem falta de deoles na frente do lado de cima, o
rosto magro e largo, qoeixo fino, aariz chato,
'mas Lem disponalo, olhos grandes, bem fal-
,ianta-e maito moderado, anteo le de carriar; levou
rouoa de algo-lio americano de liaras; t, foi com-
prado ao alfares fcjs Hoberlo Ferreirar morador
em Balxa-Verdo do Paje ; anda lem mis estes
slnaes,'canella fina, pe. beio feitoa. mos grandes
e bracos fios. Quera os apprehender qot-ira os
entregar ai abaixi* assigoado em sua res>dencia,
ju no sea engenbo Manriiv ao sen adrani-trador
de quena, recTb^ro a gratifijacj de UOlOSO por
cada uto.
Povoado dos Monles, 20 de fevereiio de IS72.
Irme, Jaonario de Oliveira.
Previnjse a Jaier negooiM amo os a-socad J. L II e i
S com a b-.rcaca Vernica di Gloria, qae a ..'
ma devedora ao ibaird assigna lo.
I O. 9.



Jos Bernardo GalvSo Alcoforado, sna mnlber,
canhadas e filhis, convidam aos seos amigos para
assistirem a ama mis>a que mandam resar no da
i do mei vindoaro, pelas 8 horai da manhaa, na
matriz do l'uc. i da Panella, por alma de seu sogro,
pai e av, Luiz Jj- de Sampai), f.llecido no Rj
de Janeiro no dia 3 do eairente.
^^wagaeaiasa^jaaasnwwaBatft iSJB.'gsggaw
m
o
0
*
HE4IIC)
Jos de Siaza Soares, tendo urgente neces-
sidade de derigir se a provincia das Alagdi?, tcm
WDslitnido ao Sr. Antonio C rra de Va-copcel-
los, sea procurad.ir com pleaos poderes para tra-
tar de seu< negocios dnrant sna curia amencia.
Recife, 29 do fevereiro de 1872.
Aluga se o andar e sntao d.i casa siti ra
de Lombas Valentioa n. 27, anga'rua de Aguas
Verdes : tratar na ra Duqn* de Cax'as n C3.
1M1
N.i ra do P.ie.s, sotraflo n. 28,
precisa--e J> duas amas, s^-n'o
nma boa engommadeira e oulr que cozinhe bem,
t.rra ou escrava.
Antonio Mandes da Cosa Santos, refrando'
se para o Rio de Janeiro e pela presteza de sua via
gera deixou de despedirse de sea bnns
amigo*, aos qune< pedindo despulpa desla falta,
cffrece sea limitado pestimo no lagar pira on
Je se dirige.
B:jixn-Ve (ie
Cw^dj se em ago-lo prximo passalo do
!ir-jnh> Sicapenaa da freguezia do Cabo o mula-
ta I ajmo do sigmes seguales : altura regular,
tr uiralela, c;-bellos cresoos, ps grossos por
causa de ery.iipelia, dentuij\ levoa um cavallo
mniado, julf-ic andar acoi.ado nos arrabaldes do
R< .' Qbtm faij ao dia 28 de Janeiro do
orrento auno um oatro escravo de nome Mi-
u'I, a.opeliidado por piahnio, cor preta, estatura
res !'ar, testa grande e s-li-ute, desdentado na
f.-enie, natural Be Caruai, e foi do Sr Antonio
l.'jlugero Torres Gilinlo, roga-se as autoridades
pdHeiiM e capits de Cimpo a apreh-nriao dos
dito* psenvos, que -ae re trapnar generosa-
mete no Recife, ra de Marclio Das oulr'ura
1) reita, taberna do Sr. Antonio Ferrera de Oli-
vara, ou ao dito eog^nho Se:aperaa, comarca do
Cabo.
Oompanhia Hecife
Draynage
,\ i d:a Pnmeiro de margo principiara) a func-
ioaar os app3relhos co'locados no palacio da pre-
til-ocia, ra B 1 a, ma da Florentina, ra de S.
Francisco e ra do Do,a* de Caxias at ira
veasa do Ouvidor, porm uenhum morador podj-
tf. faz tuso dos apparelhos enijuaoio nao rece-
ber um cariiv la companhia auihoriaalo-o para
i so con'orrae mar^a o regulamento do governo.
teotro em poneos das foro abertaa outros quar-
ciroj? da .fiefoeaia d-S 4lasife, 23 dj fvorciru de 1872.
Os gsrentes,
L'W & Blouni.
Pi*?cisa-S} de urna
Perganta-se se ja^to que o e< brador Ji bar
reir da Capuaga fexe com g'andes oos de c>
queiro a pequea ponte que se serven] os mora-
dores do mesmo log?r, e se a Imissivel qne para
tr. 9 ou q'iairo vileos qae dalia o cobrador de,
receber de algam maluto que vai la vend.-r os
seos generoi de priu)ei mesmos moradores soffreado privagoes per arabi
qSj de um homem sem eoDsaiaoma : qaem com
pelir, pedem os mesmoi moradores providencias'
A irmandade de Santa Cecilia do Livram-'D
to faz ver aos profesares da me'ma que se acha
ea debito a virem pagar em qnanto antes e tirar
suas CARTAS PATE.NTiiS para polerem fuuccio-
nar, sob pena de fi.-areai spspensos.
. O secretario,
T. Mathias Pereira da Lnz.
*
Precisa-se de urna ama para comprar e co-
zinhar : no pateo do Tergo n. 63.
Mmoel lidr-i de Miranda e Amalia Carolina de
Sampaio Miranda, mandam a 7 horas do da 2 de
margo, na igreja d. Bomfl o desta eidade da Olin-
da, eelebrsr umi mi-sa por alma de sea sogro e
Pai Luiz Jos de Sampai \ fallecido no Rio de
Janeiro no dia 3 do orrente mez; e convidara
aos amigos e paralas a assistirem a esse acto
de religio : cotifessaodo-sedesde j gratos qael-
las pe.ssoas que comnarecerem tal fim.
Francisco Laix do C^m) Ribeiro manda rezor
urna missa n.i dia 2 de margo, as 8 horas da ma-
aba na capella do ee-nilerio publico, pelo eterno
repouso d'alma de Locio Pessoa da Silva, e para
le'acto convida a familia, pareles e amigos d>j
fallecido.
Jodo Beno de Gouveia.
Jos Elias le Monra, pai, mai e irmaos rogam
aos seus pareles e amigos o earidoso obequio
de asgiatirem a uaa missa, que mandam rezar na
igreja convento de S. Francisco, sabbado 2 de
marco, as 8 l|2 horas, pelo repouzo eierno da al
ma do sea presado lio e amigo J ,5o Bento de G u-
vea, fallecido no engenbo Matto 6 ros so, na fre
guezia do Rio Formoso; e confessara-3e desde j
ct-mameote agradec ,os.
Jos Laiz Gmga^ves Peana Jnior, amigo e so-
cio do Sr. Joaquitn Lipes Machado, manda cele
brar missas, no dia 2 de marg, ni igreja da Or-
demTerceira do Carmo, pelas 8 h ra-i da raanhs,
por alma de D. Julia Hermina da Costa Machado,
fallecida em Priz, no da I do mez prximo pasea-
do, mulber dajaelle sea amigo; e para esse acto
convida a lodos os pareules e aagos da finada e
de sea marido.
Oot.o sim, far em memoria da fallecida, des
tribuir efmola< aos p ibres, pona da supradita
groja, as1 mesmis hora' das mis O Dr. Jos de Miranda Curio, medico X
pela Facnldade da Bahia, f.J- ser.pro 2
curado das 9 horas da ra naaa s 3 di fi$
da tarde, em sou consultorio ra do X&
Marqnez de Oliuda n. 3i. I andar: as *
man horas do dia e a qulquer das da jgr;
noute na casa da sua. residencia, ra do X*
leriqiii o. 7.
A M 4 Pfeci;a se de urna ama para cozinhar
O.XL T. f comtirar : u'a ra da Palma n. 42.
Armazem de mate-
riaes.
Praga du Concordio n I
Os senhores donos e empre: ?iros le obras en-
contrarlo si-mpre neste annazem todo necessario
para qnalqier censtruegio, como seja,: Cal bran-
:a e preta, lijollos grossose de Ldrilhoa, telha, ci-
mento, areia e urna granJe quamidade de ma-
ieiras de 22 a 6o palmos de comprmanlo.
;raveja:ueulo ele. ele.
Outro sim, e.ocarrega-se o proprieiario do dito
irmazem Ai qualquer fornecimr-nto de nateiiaw?
que a obra neee-isitar, para o que tea) cac6as,
i carregas, poden lo ajustar ludo posto na obra,
por menos i melhor que ociro qualquar, pois que
tambera lem olarias.
Mudanza
Gustuve Htrvulm
tabeElcacelro
Tero a boira de prevenir ao respeilajeJ publico
e parlicn arcfnle a seus numerosos fregnezes, que
madou o sen e:lab;kcimeolo para a casa o 53
mesma ra la CaJ.ia di Recife, andar, por ci
ma di aimaz-m Umo Mercanlil.
l'a a a semana auta
Na ra e.Urei;a do Risario n. 35.
Avlsa-se todos os freguezes de~ dentro da ei-
dade e de fura, que tero prompto um grande sor-
limeato de rosas c palmas para sepulcro, de pan-
no e da papel, co.ea-de rosa Drausas, e escarate,
bres. par enfeite de cpamele e saiuiss para an
os, das c'ires que quizerem, ro-as pira nuvens
de anju, f-stoai para igreja e parns, tuJo por
pregos mais coaniidos do que em oatra qualqocr
pane ; enfella-ie peitos para aujos e capacetes,
vellas pnft'.idis tanto de fl res de eera como de
flores de pr. neo para sepulcro e ramos fiaos espe-
ciaes para Dimng> de Ramos, e ctlcha para an-
dores, lambea ludo por prego commodo.
riihlieaco erarU
Discursos
DIVERSOS EISCRIPTOS
KM
Dr. Aprijio Just'itijnj di Sitia Guimmiu
F.ligio a mais muda que tera sabido do fre
de Peroambuco (e n fotra'.o do anlor)
A venda na Livraru Franceza. i rata Fiiaaei'
de Marga o. .-Prefo lijOO. O, Sr. i
les podem maudar pr .curar .-. us exaaaati
esoioiorio do autor, praga da Pedra I',
larnnem sn \ XAROM PT0HaE JAMES
Coosilerado como tspecifio contra aa broacbi-
les lano aguda? como chroaiea-, dcflaxas, taaat
rafeeldes, toaaes coDwiisas e asthmauca, dr o
peiro, escarros de sangu* e contra todu'aj iriita-
co-.-a nervosas
DKPOSITO EM PEHNA.MBUCO
Phamw.ia de Ferreira A C.
ANTECESSORES DE l. A. PINTO
lO aua Larga do Rosarlo
plinto ao qoartel de Delicia.)
VI
Na trayessa da m
das tees a, l pri-
mm andar, da-se di-
sobre peoliores
ooro, prata e brhan-
tes, seja qaal for a (pa-
lia. Na mesma casa eos-
pram-se os mesos me- 1
laes e pedras.
urnas parlas americanas ja assenladas e pintada-,
as quaes acabou d: conveacer-me de qne Da
guern por cerio comprar mad-ira para as nua
(lar f'zer h. vendo -as lio bm leiia< > tao barau-
.-to umb>-m conlirioa a rand- atinda que n'li
mmenle tero tilo as inesmas p.rias, oo armaze.-n
da bola amarella, no onao di secretaria da Dol
ca. *^
ATI
^^
m
Acha-se ra do Bario da Victoria, sobra-
do, 2* andar n. 61, dous escravos peca para ven
der^se.
mmmmmmsmm
ADVOGADO M
DfU JoAQtJIM COHRA DE AhAJO
67Rda do Imperador67
Vende-se a casa e sitio da estrada des
AfflicUis n. 2, cun bons commodos e so-
t3o, o sitio tem 85 palaios de freota i
1.300 de furjiio, nurada a frtrre e parte
dos lados com doas caciit-b*, tanqoe e
iDD'tas arvores de frucio o mo sapuiiser!,
cjqueiros e baixo para capim e poco de
excellente agua pata bebei ; o lugar mul-
to fres;o o saudavel, toi.ianoo-e muilu
recommendavei por ser pOTt* do R cife,
f;.zendo estago era sua freno a via frrea
do Recife ao Cactuog : a tratar com An-
tonio Jos Rodrigues de Sooza, tbeaonrei-
ro das lotera!:.
Graficd^as A pessoa em cuj ca>a r.-iivcr occulla a escra-
va do nome Mirce.l3, n.alaia clara, de 3i mam
e idada, p( neo mais cu menos, cuellos prelos e
longo alia, roapra c papa, que ausenloc-se a
casa dj sea seahir no dia 2! de junho do corra-
le anno, lenha a bondade de leva-la a roa Formo-
| Sa n. 8, freguezia da Boa-vista, qae s^r grat.fica-
do coro SOt ; ou mesir.o quera della der ootieia
ixiia, do conlrano prot-sla-se proctder legai-
men'e confa quslqnfr individuo que a lenha em
;n i eoapaBbia a nuil., d ama hvre
PreSsa-M de uma ama furt
ou ecrava, para cozichar par*
pou;a f.miiu : na ma D mu
numvo 6.'j.
Servente,
Na phirmcia da roa de Ma*cilio Dias n. 88
preci.-a-se de um srvenle, e se prefere porlupuer.
ab. ixo as.-ignado faz cenle ao respeila-
ve! publico e coni esjeciali lade ao corpa do com-
merco, que nesti data coropr.a o armazem de
ii'illi: dos-i o ra de SiatJ Amaro o. 8, que
ayrava sob a firma de JV>a uim Daarld 4 Irmo,
ticande lo i > o adivo e passivo a meu cargo e na
g-rencia d/.mesrao a> Sr Jjaquim Va;, do Si
queira e L.doro Francisca da Siqueira. Rc:fe
! de fe ver. i rod 1872.
naci Aviib.
JUmMl.
AriMz-Ui de lepjsito-
Recebe-so em deposito, volomes de fizendaa nu
icalquer outro genero ao prtQ> muito mdico :
iralar na ma do Cirnmereio n. i-i.
Auzencia longa.
E>i aui-nie da casa do seu senhor, desde o
da 23 de junho do aano prox mo passad.-, o es-
cravo Luiz, mualo claro, alto, cabellos crespos e
sem barba, lem nm pequeo sigial de cabellos no
queix, e rep'esena ter 22 a 23 aonos pouco
iS^'wtt fl PfTj eaaiD" ro f"!3 w*" Unh e'n ltiro ira-
i policaes tar parea do Qiaimad > n. 10.
Sobra b\poih..'oa em al^oau pequera casa
nesta eidale, da se a modiu- prejuio 8t-0CCO : ao
pretndeme ser indicada pessoa que os da, -
rigilo sea ra i.uya do I, sarta n. 3G.
AMA
e capiia-s de campo a sua apprebenso, e felta
esta tragara n'o ra da Mairiz u. 33, onde sero
g-nerosaaenie recompensados.
Precisa-se de urna ama de boa
conducta, que compre e cozinhe Leu:,
para duas pessoas : na ra do Padre
Floriano u. 7, sobrado.
Urna pessoa desta praca ufferece-aa p'r?. f*-
|zerc braoeae, bem eumo ii rr,a ajumis es:it>-
tai a fazer em paradas dcL-a' s, daoda>|iwA>
ccnhecimenlo de sua caudu-la : as pes-oas toe
Uec. -slarem delle para si n-c h .n'es srrvi^us,-
deu. dnigir-se as ras M,.iq,z de Oiada o-^B
A, P.-imfiro de M..'c n. :> e da I iq erairiz n. W.
Precisa-s de ama ama
pra?a do Conde d'Ea n. 17.
para coziohar : na
O Sr Aotonio Eaclides da Sdvelra tera ama
carta viola da Bahia, ,na ra do Vigario c. 17,
Io aadar.
%luga se o 2o audar
Imperial: a tratar com
Ferreira.
do sobrado a. 63 a ru<
Luiz de Moraes Gomes
AMI
ama para eosf-
ara comprar para casa de duas
peaaoas, pisare-se es;rava, paga se bem agradan-
do a tr< Na raa do Padre Floriano
n..7, sobrado se precisa de
oa de boa conducta, qae
compre, eoziahe e lave, para doas pe'soas.
- Precisa-se de uaaoessoa para fachina : na
ngel n. 9.
Deseja-se alagar una pessoa fl -I ou que d
Manca de sua conduca, para oervico externa de
uma ca a, compras, recados, etc. : na ra do Ga'
bug n. 7, l" andar.
Aluga-se
o Io andar do predio n. 39 na roa do A"morim,
proprio para pequea familia : a tratar no arma-
zei do mesmo.
Vicente Ferreira da Costa, convida seas amigos
e prenle? para as Istirem a nraa mUsa rzala
p ir alma de sna flaada fl'ha Julia Hermina da
Costa-Machado fallecida em Paris em 1 do cr-
reme, o que ter lugar no da 2 de marca na ca-
pella do Collegio de S. Francisco Xtvier, no Hos-
picio, s 7 horas da rnanhi.
aBBseese
&
p-iiiria d roa no Ra
MEDICO
Dr. JbBWC' Han-s da Andrade Lima pode
ser paWWaw a roa larja do Rosario"!). 80, a
qnalqqer hora do dia e da noate.
Precisa te de uma ama : na roa
das Triocbeirai a. 17, I" aadar.
AMA
O seiat*
ratriz : tr
('. immercio n. 31.
Aluga-se
o ailar da casa n. 8 raa da lunpa-
tratar eaai l. I. de Mell) Reg a raa do
Precisay-se de ama ama paso' arranjos de
'qaarta e engomrnid >: aa rajWa friaaaz a Iaabe
m m mii
Aos 5:000,51000.
BUketes garnntido da pro- *
vlncla.
Raa do Barao da
Victoria,
Outr'ordrua Nova n.~ 63 e casa-
do costume. .
Aeham-s) venda os maito feliiej biihetes g*
raatidos da 2' parle da lotera a banedeio da igreja
de N. S. do Guadalupe de Olinda (W) qae aert
utrahida ao dia quinta feira 7 o vindoaro mez.
PRESOS.
Iatelre 1000
meios 34000
Qaartos 1|500
&6 iOOfJOOO para cima.
Intelro StfJO
Meios 24730
Qaartos U375
Joao Joaqaim da Costa Laiu
Ao Sr. taeiooreiro da irmandade de
Santa Lozia da igreja do Lirramaata ie
precisa fallir nesta typographia. .
D. Aaoa Soares d'Amorim Ataujo, no Io
de margo prximo 1 anoiversario do falle
c'ment) de sea presado espo.to J >5o Antonio
d'Araujo, manda celebrar pe a alma do mes-
mo algomas missas na igreja do Corpo San-
to das 7 para as 8 horas da manba, e con
vida aos seus psrentes e aos amigos di seu
tinado marido assistirem.
Os Srs. Jos Fracc^co Ribio de Soa-
sa e Dr. Francisc Jjs6 R;;bello, o Io prc-
prietaii) do collegio de Sotto Amaro e o
i prop icario d om ou ro colegi<, sao
rogados a r a.ida.em a esta typograpbia a
negocio de inters se.
Na iua d i
uma aTa de
mmm
Precisa se de uma ama para casa de uma fa-
milia compjsta de tres pes'oas : oe>ta typogra
phia a iraar coma administrador, ou em Olinda
no oitao do Amparo, casa de porlao verde.

fos Ignacio de Uedelros Reg.
Jos Ignacio de Medeires Reg Mooieiro e sua
familia c rdialraenle agradecara aos seos parentes
e amigos qae acoropanharam ao cemiierio publico
Os restos mortaes do sea sempre cbarado Albo e
irmo Jcr Ignacio de Msdeiios llego, e de novo
convidam a envirem as missas do stimo dia, qae
te tem de celeb-ar no dia S de narco pelas 7 ha-
rs da manha, na matriz da Roa-vista, e na ca-
pella da Estancia, pelo qae desde j te costeasam
agradecidos.
Fumn' Al ves Ferreira scienlidca aos seas na-
tnerosos treguezes, araig)-, e ao publico em peral,
qu roudou o seu e.-labe.eciAFQto de roupas feitas
e offlcioa de alfiiate da ra Marclio Dias n. 38,
para o n. 50 da mesma roa, onde continua com
um soriimeiio completa de fazenda* de lia e liaba
leodo um hbil mesire para sali-f .zer as encom-
>nendas a re > muito resumidos. O mesmo es-
pera a ennearrencia do rejpeitavel pnb'ico, pro
ineitend i todo o zelo e modicidale de precos as
bbras quu i'ie forem encommemiadis.
Alnga se a ca
(a pinte da Passajem ds Magdalena, mu frasea e
saud.*vel, c .m 7 quartos, quintal echado e com
por ao na fundo, bann na frenie, a commodo pre-
go : a tratar na roa e-treia do Rosario n. 17, 1*
andar, esenptorio, das 10 as i horas da tarde.
De orieua do Exm. Sr. presidente da socie-
dade beq.-Sceto da Oliada fago publico qae a
reunilo. m-osal d-i prximo mst nao teri lugar
na priaeira de-minga, e sim na veapera, sabbado
2 do referido mez s 5 horas da larda n) coasis-
lorio da jgreja dos Milagros.
Olinda, 2< de fevereiro de 1872.
O jecreiario,
Padre Jos hay mondo Baptlsta.
O abano avignado perdeu aa manhaa de
boje, da roa Noval do Hispicio, daela jnnio a
ponte da Boa-vista, nm sinele grande de eadeia de
relogio, de ooro, ornado com pequeas folhas es-
maltadas de atol e preta, leodo na base ama gra-
nada titcalar. Da raa Nava i entrada da roa do
Hoamcio o trajelo fj| kilo palos Irilhaa arbuos,
oa Street Railway ; oem o Ufar acbao rasti
tai-lo mt graJT^
im de Aquinxt F-eca,
UMeaAav
Dr.lUo
Cneiot, pM(
leuda coa: o t
io de seda ioU
prehen lentes,
Aeico
la
laoai
bi

de
-htaez ,
oajiaio ella bonita fa-
aea, am leci-
aeodo de corea sor-
etaro, rosa, lyrlo, a cor
de cufft, e vende-sB>J.e.,udirainalo preso, de i* o
eovado ; s o Papagaio na roa da -Iraperairir o.
40, da Mudes Carvalho,
Troca-se notas do banco do Brasil e de saas
Qliaes na ra do Baro da Victoria n. 63, acg
roa Nova, loja de Joao Joaquim da Cista Leite.
D;sappareceu de casa deseusenhir no dia
i do corrente, urna preta de nom^ Mariana, de
dade de 50 anuos pouco mais ou menss, cabo los
mais brancos que pretus. com poucos denles,
quando falla dentara um pouco as palavras, esta-
tura baixa, levon comsigo um pralo e uma bande-
ja de charo pintada* levon v rauceliaa desbatada, chale de melim de quadro.i
de cor, rozlas de ouro pequea, desconfia se t>r
elh seguido para a Luz, visto que a senbora qu"
a venden ha pouco era me.tra regi i deste lugar
e hoje exerce a eadeira de Pedra Tpala, o que
ella ignorava; por oulra occa Ja i de fuga foi pre-a
em caminho de Papacara, don le ella liilu, no
em (anto disseram que fai eucontrada no da 10
na ponte da Boavista para a ra Fermosa, qaem a
apprehendtr quair remetter a praga da Iovp, n
dencia n. 33, que ser recampensado com geoe-
rosjdade.
Precisa-se alugar ama ama livre on
escrava para casa de pequea fax i
lia : a tratar na ra da I operatriz n.
26. luja.____________________________________
Empreza do gaz
Pernambuco.
Es'a empreza tem om liado sortimemo de can-
J eiros, araudelas, pendentes, etc., tanto em vidro
(crystal) como em metal, e ama variedade de glo-
bos dos padtoes mais moderu s e por preg>. m-
dicos. As amostras podem ser vistis no escipto-
rio n. 31 roa do Imperador. Bicos psrs gaz de
melhor fetio a 60 rs. cada uro. As encoraraen-
das oodem ser feilas por escrip'o, na rna do Im
perador jauto a secretaria da polica, on dirigidas
ao abiix i assigaado na fabrica S. Jos, que sero
promptamente Hendidas.
K\
m
abuixi aaalfaado faz setenje ao respeivel
puLico com e.-peciai. !ade ao ci i\ <\w desde I* de jaciir^ do cenente, interesson
os
Manoel da S.ivt Braga, gyrando aa aGnca de
Guilberme C da Cui.hi A C.
T.ecife, 28 de fuvtreiro de 1872.
Guilliern.e Janeiro da Cacha
Coa irceicla
Precisa-se de um caixeiro de 12 a 14 anuos
de idade, com bstanle praliea de taberna, prefe-
re se porlugaex e qu-- t Dador de soa conduca :
a tratar no poleo de S. Pedro o. I.____________
Do engento Marrecas em Porto Calvo,
provincia de Ahgas, desappareceu o escra
vo Migiel de cor ataiocado, a!t i, corpo re-
gular, de boni:a figora, bem fallante, olhos
grandes, b rbado, denles perfeito e repre-
senta quarenta annos; foi escravo no serto
do Sr. Joaquim B

Peixe, qnem d!le der noticia certa, na
roa do Bom Jess n, 51 escriporio do Sr.
Antonio Climaco M reir Temporal, recebe-
r boa gratiflcacS?.
Eogenho Marr?cas 8 de Janeiro de IB72.
Joao da Rocha Hollanda Cacalcante.
8i prccisa-se
servigo.
Na padaria da ra Direna n.
alagar um preto escravo para l> do
Ao commercio
O abaixo asignado faz s;ient; ao respeilvel
corpo do cammerco desta praga e daquellas em
\n* tem transaeg5es que de3da a data de hontem
tem cessido a sopiedaie que inlepandente de ins-
trumento publico oa pariii'Ular, havia dido ao
sea eaixeiro Jos Aolpho de Oliveira Lima, pelo
qiva acha-so este Sr. inhibido de proceder aos
recebimentGS e de praticsr outro qnalqaer acto
ijn religai a ca-a commercial do aanancianle oa
dt fin Lima'Veiga & (.-
Re.*ife, 87 de fevereiro de 1871
Juo Manosl da Veiga e Saias.
IMf A precisa-se de orna ama para servil
MirJal- a nraa pessjs. na raa do Bom-Jesas
oatr'ora raa da Cruz n fl 3 and ir, qie seja for-
ra ou escrava.
COZhlMRO
Na roa de S. Francisco o. 71, junto a estagi)
dos trilbos urbanos, precisase de nra bom cozi-
Bheiro.
Pedese ao Sr. Ti i; tan Jctate do Araifo mora-
dor na f.-eguezia dos Aligados asaba a lin-
dado de apparecer oa ra do L maeota c. !>,
a negecio de su in:-.res--'.
(J S,. Jos i: nJiJo c.' Soi-zi C Ma, lea
uma caiia do e-:;ipt -ri> i'e J ..-:, i iu.-e G nsal-
vea lleliio : ra c.o Gai-.iiuerii. u. .'>,
Muita atcued
Ao ecmmicio.
Manoel Marlins de AzeveJj, declara ao co-
mercio e s quero inleressar inssa, que ti u ,% lo
e roalralado rio o Sr. D.;arie B rges Ua Suva
Jaoi.r a sna Ijt d- fateadas a rea da Iniprta-
iriz n. fli, livrd e J< -n,b ia;ada ; ?e alguem se
julgar com direito a mesou, faca ;-a rclaaafo
no praso <\ '.res dias.
Recif'. 28 di fevereiro de I87i
AO PUBLICO
Pedese como especial favor a pe-soa qae sel, n
na noute do dia 25 deste mez, da igrej do 1. :a
meato at ao fim deste pateo, ama paleeira 4
n u aico, qneua trr a i. n iadj de trazar a raa di
aio n. 52, que ser gratificado. Peda ae laan-
beru aos Srs. omives, qae .-onda dita pul<.ra of
ferecida Ibe fu i o favor de nao a nrgociareat, pe
dendo apprebenderem na e annuncur prr i
Diario que serio r>ci rapeng.dos g-nero^meMe
Precisa-se de ama airt :
La raa das Tnncheiras t. 1'.
primiro ?nd .r.
V^^
nnmeio 7.
Precisa-.e de om* aaaa au-
ra Cia d? p. queaa laanilu
tratar na ra da Coaceir 3
Amonio Ignacio Penar* Cut-lli,., pncu.*o\.j
bastante do Sr. Maarel los da Silva Fitgceirs*.
pelo present faz publico que o Sr.Coiilanl o< Mu-
iros SimSes tex u de ser caxeiro da venda *
raesmo Sr. Filgueir^s sita a roa da Seasala .tova
o. 36 desde o dia 21 do correle.
AMA
Precisa se orna ama ... ttite : na rs.;
do Apollo n. o 2* andar.
Relogio roubado
Roubaram hontem 38 do corrate api rrlefi'*
borisonlal de ooro sem vidro, lato com o ti Jr
quebrado, levar > igulaseme orna cTrente <
ouro ingleza sem eassole a : roga-aaaos senborr-.
ourives oa a quera lor eaVrecido, o fa. r de a <
preheoder lae> oLjerios, daudu parte aa roa e
treita do Ratano n. IS, qne se Deari srocerameu
te agradecido, alero de recompensar fCBerosaawa
te se assim I >r exig lo.
AUeiH'i
O preprietario dos carros qae cosiamaai Uarr
jemanalmeni as viagens para Gnanaa, a sa a
pessoas que Terem oecessidade de viajareai para
a dita eidade, que na rna da Cuspo n 3. toja, en
conirarii sempre ama pasaos eacarregada de tra-
tar sobre as passageai.
, Ida! ..... ISlOOO
Idea volla y000_________
oleque-
Preeisa-sa alugar om moUqoe de il III an-
nos para aerrigo de easa de poaca toija :.alj *
tar roa da Gamboa do Carat n. ai, r aaew.

~





China m rernaiabucm Sexta {eir1 4(, Mar<;o 'dfclllrli^
CWXEISO
Una pessoa im bastante pratica de commercio
em geral, oto omita prafica de fazendas por ter
sido locista, de escriptoracao mercantil por par-
na* dobradae por ter sido caikeiro de ama casa
de froeso trato, ollereee-se para eaixeiro, tanto
netta praca como fra della, quer para armazem
qaer para eseriptorio, ou mesmo para servico ds
roa : qaem de sea prestimo precisar, pode diri-
gir a roa Daqne de Gaiias o. M.________
l__ Precisa-?e de ama ama para coznbar
illu e comprar para casa de rapaz solleiro :
na rtia larga do Rosario n. 3X.
No dia 4 do corrate mez, entre 11 oras
da manbaa e 3 horas da tarde, rooboa -se do sitio
da Ponte de Hcha, habitado pelo Sr. Harlsmen
dy, ora relogio de onro eom cadeia do mesmo me-
tal, ama caica de panno preto e ama carteira pe-
1' nena. O relogio remontado, para darse cor-
i sem chave e tem oa caixa do fundo as iniciaos
A. H. entrelazados e encrnstados. Reompenssr-
se-ba com generosidade a qaem levar estes ob-
jectos em cas de Tisset Frres, na raa do Cora-
mereio n. 9.
Desappareceram da casa do abaixo asfigna-
da os escravos r Antonio, pardo escaro, idade de
JO nonos, estatura pequea, secco do corpo, ca-
bera pequea, rosto curto, bocea grande, dentes
largos, com principio de buco e barba, cabello
carapinbado, ps e maos pequeas, levou calca e
camisa branca e blnsa parda, chapeo de ma?a
novo, copeiro e criado de carro ; Joao Cosario,
preto, idade de 55 anuos, naci, estatura regular,
secco do corpo, eabeca pequeua, calvo, testa gran-
de, cabellos grisalboa, rosto o ral,' olhos pequeos,
macaes salientes, nariz chato, bocea grande, bei-
eos grossos, barba e bigode brancos, mios e ps
pequeos, cozinheirb de protisso : quem os ap-
prehnder receber urna generosa gratifleaco, le-
vando-os ao sitio de Luir de Uoraes Gomes Farrei-
ra, Ponte de Ucnoa n. 16, oa- a raa do Mrquez
de Olinda n. 80._________________________
i II" i C1 Precisa-re de nina escrava, boa
A IVI A N cozinbeira e ama livre para en-
fl.lTlil.aJ gommar e faxer o servico interno
de casa de familia, paga-se bem : na ra da Cruz
do Reelfe n. 42, armazem, ou no Corredor do Bis-
po n. 23.
Arroz de casca
Saperior em saceos muito grandes : nes arma-
zena de Taaso Irmlos & C.__________________
Auzentou-se, desde o mez de setembro do an-
nc prximo passado, o preto Lucas, idade 50 an-
uos pouco mais ou menos, estatura bastante baixa
e relorcada, ceg de um olbo, ps apalhetados,
andar um tanto apressado, costoma a embriagar-
se e qaando assirn est flea muito regruta, intitu-
lando se de forro : pele se as autoridades poli
ciaes e capitaes de campo a sua captura e logo
qne o consigam poderlo dirigirse a ra Primeiro
de Marco, enliga do Crespo, n. 7 A, que se recom-
pensara. ________________
GASA DE SAMi
%
QQv >. Precisa-se alugar urna mu-
ml|\ \^ lher forra oo escrava, para o
. j YW ^k! servico de casa de familia :
na ra da Palma n. 34.
i:ii/,imimii\
Precisa-se de urna mulher forra cu captiva, que
seja boa cozinheira, nico mister em que ser
oceupada : tratar na roa do Amorim i. 37, ou
em Olinda, pateo de S. Pedro, casa encarnada.
Aluga-se
ama escrava de boa conducta para comprar e co-
zinhar : a tratar na ra do Principe n. 22.
__Precisa se de urna ama para comprar co
zinhar na praca da Independencia n. 8 c 20.
Desappareceu na madrugada de sabbado
para domingo 28 de Janeiro ultimo, do eogenb
Carnij da freguezia de Santo Amaro Jaboatio, o
escravo cnoulo por nome Pedro Paulo, em :ompa-
nbia de dona mulatos trabalhadoros de enxadas
roubando tres cavados com cangalbts, das quae
duas de ferro. Os eavallos sao : um ruco de di-
nas pretas, o qual tem a pouta de urna das orelhas
cortada, um aiazo e outro rodado. O escravo
moco, de 20 annos, muito preto, estatura regular
o bonita figura; tem duas ou mais marcas de be-
sigas em urna das faces, e tem as canellas mar-
ras de sarjas grandes e feridas, tem os res raal-
f-itos, e muito intelligeote ; e escreve mal ;
trabalba de meslre de assucar, de carapina de
pedreiro, de ferreiro e deslillador. Suppt"i8;se que
eguem para o Assii, mas at Limceiro foram
vistosos dous mulatos com os tres eavallos. O ne-
gro fol visto passar s no engenho Una da fregu
ia da Luz e nao se teve mais noticia d'elle. Levou
bastante roupa, chapeo de bata branca e bonet
preto : quem o prender leve-o ao mesmo engenho,
que sera gratificado ; o mesmo se recommenda
sobre os tres eavallos._______
__Precisa-se de costureiras : a tratar na ra
Formo?a o. 5.
Na ra do Mrquez de 0-
linda n. 3i, i* andar, preci-
__sa-se de orna ama para o
servido interno de urna casa de peqoeca familia.
citi no
Paga-se bem a um criado : a tratar na ras da
Aurora n. 18, das 11 as 3 turas do dia.________
Francisco Ferreira Balthar, nao podendo,
pela presteza de sua viagem, despedlr-se de to-
dos os *ens amigos, procura este meio para pe-
dir Ibes descolpa desta falta, e offerece ao mesmo
lempo o sea limitado prestimo em qaalquer par-
le da Europa em que se achar.
AM4
V*v
Precisa S8 de urna am.i para comprar e co-
zinhar pan casa de familia : a tratar na ra de
Joao Fernandes Vieira n. 2.
Am:t (le leite
Precisa-se de urna ama de leite que nao traga
filbo e seja omito cuidadosa : quem se achar nes
tas condicoesdirij3-se ra do Jeriqnity n. 7 jun-
to a padaria, em casa do Dr. Villas-boas ra do
Hospicio.____________________________
Precisa-se de urna ama de leite por quaiquer
j-reco : na ra do Socego v. 8 (Cainpo-v-rde).
CASA DA TORTURA
Aos 5:0001
Bilhetes garantidos.
4 m* Primeiro de Margo (ootr'ora rat c
Crepo) n. 23 e cssas do co3tame.
A.ham-s a venda os bilhetes garantidos ..
2' partn das loteras, a beneficio da igreja de
Nossa Smhora de Guadalupe de Olinda (227a),
rae se ex'rxbir na qi'ntafeira 7 do mez vin-
donro.
PRECOS.
Bilhete inteiro 6*000
Meio bilbele 3f00
Qaarto 1*500
-a- porcio de. 1OOJ0OO para cima.
Bilhete inteiro 5*800
Meio bilhete 2j750
Qnarto 1*375
Mano-1 Martms finta.
AVISHE
a quem der noticia da ecrava Guilhermina, que
foi do tenente coronel Feliciano Joaquim dos San-
tos, e depois comprada ao Barao de Nazareib,
representa ter 25 annos, tem falla de denles na
frente e as maos com elcatrizes de quelmadura ie
gaz, sec.a do corpa e muito regrista, que desap
parecen da casa de sobrado n. 26, da ra dos
Coeihos, que ser generosamente recompensado.
__Precisa-se de urna ama com bons sentiraen-
tos para urna casa estrangeira de poucas pessoas :
na roa di Imperatriz n. 26, 1" andar.__________
__Precisa-se de um cozioneire ou cozinbeira,
assim como de um criado de mesa : em casa de
Luiz de Moraes Gomes Ferreira a Ponte de Ucha
o. 16._______________________________.
Precisa-se de nma ama para casa
de pouea familia, para o servico In-
terno de duas pessoas : a tratar na
ra Direita n. 3, 1 andar._______
ALUGA-SE
nm lindo sobrado a travessa do chafariz n. II, ea
Fra de Portas : a tratar com o commendadoi
Tasso.________________________________
Pcecisa-se de nma ama que saiba
cosiohar para casa-de familia: na
ra do Vigario n. 5, segundo andar.
Suhloca- se o arrendaraento do predio a ra
lo Mrquez de Olinda o. 23, consistndo em uro
fasto pavimento terreo com os fundos para a
ruada Cacimba, com chagiono centro sendo lam-
oem muito espacDSO o andar, o qual tem sabida
ndependente, pedendo ser pelo armazem, pro-
prio para um grande negoeio por atacado, por
;fer o logfr o mehor possivel : tratar com An-
tonia Jos Rodrigues de Souza na thesouraria das
loteras, ra do Crespo n. 6._____________
Rogase acs credores do finado Ignacio Pes-
soa da Silva, q-riram apresentar as suas contas
ra do Rangel n. 58.
MOFINA
Olha elle!...
Roga-se ao II lm. Sr. Ignacio V.etr da Mello,
trivao na cidade deNazareth desta provincia,
'avor de vir a ra do Imperador n. 18 a concluii
iquelle negocio que V. S. se compromettea reali-
ar, pela terceira ciamada deste jornal, em fin
le dezemt-ro prximo passado, e depois para ja
neiro, passou a fcvereiro e abril, e nada camprio
e por este motivo do novo chamado para dte
flm ; pois V. S. se deve lembrar que este negoc
de mais de otto annos, e qaando o senhor mi
Sbo se aebava no es cesta cidade
L
Ausecluu-se da ra do Corredor do Bispo n.
> a preta Joanna de 19 annos de idade, baixa gor-
da, pescoco curto, falla baixa e cornpassada, e qae
teve por algura tetnpo em casa do Sr. Brito que
tem prensa de algedo no caes do Ramos,
Levou apenas i vestidos sendo nm de chita cla-
ra comporto de raa e casaco enlejiado de tranca
acamada, e outro do mesmo leitie, sem enfeites,
Je chita escura anda nao lavada, e chales novo de
i-hita ordinario. Cr-se que anda aqui na eidade
oa na estrada nova ou remedio ond < j morou o
Sr. Bnto. A pessoa que a entregar na casa cima
ser recompensada.
1 iil \ '" *n^ir- prcisa-se de ama ama
mir fra.
Precisa sede 600* a juros para pagarse em
presiacSes mensaas de GO*, desoitado-se logo os
juros : quem quizer annuncie.;
Precisa-ce de nma ama pa-
ra cozinhar e comprar, sende
de boa conducta : na rua da
Palma n. 54.
Precisa se de urna ama pa-
ra cozinhar : na roa Duqoe
de Caxias o. 50, 1* andar.
Imperial Instiiuto de N. 8.
do Bom ConseliV,
Dirigido pelo bacharel Antonio Columbino
Serapbico de Assis Garva'bo.
Acham-se funecionando neste instituto as aula?
de primeiras letras, linguas latina, franceza, ingle-
za e nacional, geogragbia, philosophia, geometra,
rhetorica, anthmetica e historia universal.
para comprar e cozinhar e dor-
AMA
Precisa-se de urna ama
que saiba cozinbar cora
perfelco para casa de
pouca familia. Prefere
se escrava. Na rua da
Aurora n. o. 2* andar.
tiatermeiro e criador
.so hospital portugaez de beneficencia precisa-
se de um entermeiro que tenha pratica, e de dous
riados para o servir do mesmo hospital : a tra-
tar coro o provedor na rua da Madre 4e Deo&,nn-
mero 28.
Aluga-se o armazem do sobrado da rua de
Domingos Jos Martn, antiga da Senulla Velba
o. 54, muito proprio para reeolher fazendas ; i
tratar na mesen rua n, 50-____________________
Pede-se u) Sr. Jerooymo Utba Cavalcante o
favor de vir a rua do Mrquez de Olinda n. 59,
ou'rora rua da Cadeia, para tratar de negocios
qie Ibe interessam.________________________
O Sr. Automo Pereira da Rocba chamado
a entender se com Tasso Irroaos em liquidacao a
rua do Amorim n. 97, faz-se este por ignorar-se
-ia morada.
AVISO.
Dsappareeeii do armazem da rna da Praia o.
lo ama bol^a de tapete ave!udada, tendo a fecha-
Jura qabfada, contendo doos livros, sendo um
caixa e am oenla correte da soeiedade Emanci-
padora e diversos objecios: qaem a apprabender
leve ie nMsioo armazem, on a rua da Cadeia do
Recito n. 4, qu ser generosamente recompen-
sado.
Taruram di escriptorio la rna do Vigario n.
tu, on Mogio de ouro o>aoberto, eom as iniciaos
C. P. S. e o nniagro 16116, e nma corrente e cas-
> Meta de onro com retrato e as Iniciaos C C. : pe-
ife-fi a ]al.]ur pessoa a apprehenso desses eb-
jectos, qoepoderJ- ser vados ao mesmo es:rip-
ioriods JOa 4 borap fl? dia. ce i r* da a.ora-
ra n. 15.
, ADVGADOS
Joao Barbalho
E
Jos Dniz Barreto
RUA DO IMPERADOR NUMERO i8,
1" ANDAR.
s
Aluga-se nm sitie na Pedra Molle, com boa
casa, muitas fructeira?, baixas proprias para ca
piro, cana, etc. : a tratar no mesmo sitio, que fica
na estaco dos irilhos urbanos denominada Pedra
Molle, e confronte ao sitio do Sr. Silva do Brasil.
Moldador.
Precisase de um moldador : as ofBcinas da
companbia Recife Draioage as Cinco Pontas.
Engoi
mmadeif a,
Precisas* de urna ama para lavar e engom-
mar : rua do Daqne de Caxias n. 50, 1* andar.
Taberna.
Faz-so negocio com a taberna sita rna da Gam-
boa do Carino n. 2 : a tratar na mesma.
Engommadeira.
Precisa se de urna criada que engomme e la-
ve : na rua do Imperador n. 57, 2* andar. En
nada "pelo Caes 22 de Novembro.
imw
Acba se Divamente aborto o grande hotel do
bem passar, na rna larga do Rosario numero
4i, onde sero bsm servidos com acceioe promp-
tido todos senbores concorrentes, para isso o pro
priet;.rio nada se tem nonpade para o lim de aug
menta do sea estabeleclmento.
COMPANHIA
SANTA THEREZA
? o tendo comparecido numero legal de accio-
nistas nara ter lugar a renoiao d'assembla geral
coovicada para hoje, atim de caraprir-se o dtspos-
to no artigo 20 J 6. dos estatutos, sao de novo
convida Jos oa Srs. accionistas para reunir* m-se
no dia 6 de marco prximo ao meio dia no pri-
meiro andar do predio o. 12 da rua da Companbia
Pernambucana, preveniodo-se quena formado ar-
tiga 16 dos meamos estatutos a reuniio so effec-
tairra com os Srs. accionistas qne comparecerem
e Recife 28 de fevareiro de 1871
O gerente,
Jut'.itu Jote ie S. Campos
SANTO AMARO
HE
J
DA SILVA RAMOS
Medico pela Universidade de Coimbra
Este antigo e j bem conceitaado estabe'ecimento acaba de ser completamente reformado, qaer em
saas acommodac5e8, qoer em seo rgimen interno.
0 servico medico-cirargico diario eito pelo proprietario; porm em casos graves ser5o consultados
ostros clnicos, escomidos segando a especialidade, em qae forem mais conceitoados.
Os doentes de molestias contagiosas, como bexigas, sero tratados em lugar separado. }
Ha qoartos especiaos para parturientes.
As operacoes sero previamente ajustadas.
Qaalquer facultativo pode medicar o doente por elle recolhido ao estabelecimento.
Os proprietarios dos engenhos, e os possoidorea de moitos escravos e trabajadores podem contra-
tar por prazo de um anno um ou mais leitos para o tratamento dos mesmos; no que obtei ao um grande j
abatimento.
O estabelecimento pode ser visitado a qaalquer hora para que o publico observe a ordem, qae
nelle reina, e o bom tratamento dos doentes.
Quinquilharias
Finos artigos de Pars, ia
rhantasia, como sjam os segis*
eques para tenhoras e roewaas,
Luvas de pellica e de So do beoda.
Bspelbos differente?, para sala
Vid ros avu sos para espelhos.
Caixiobas de costara ornada eom _
Albnns e qnadriohos paro retratos.
Diversas obras de onro de le.
Correles de plaqu para retofios.
Bolcinias e cofres do seda o de vedado.
Diversos cbjectos tfe phaotasia para toi!-t
Pencinez, oculot e beogallas de laxo.
Chicotes e bengillas de balea, Caen* e janeo.
Ponteiras de espuma para charutos e cigarro*.
Escovas para cabellos, roaps, dentes aobi'
Pentes de marfim mala floos, para caspas.
Ditos dlfferentes para cabello e berta.
Carteiras para notas e para distaste.
Malas, belfas e saceos de viagem.
Gaiolas de rame para passarioboe.
Venecianas transparentes para jaeeilas
Abat-jours transparentes para eaadiokroa,
Mamadeiras de dar leite mui fcil as cianeas.
Tiras de molduras donradas para qoadres.
Ricos quadros ja promptos eom paisagees.
Estampas de santos, cidades e phaeUties.
E? ter ios copo e cosme ramas eom ricas vista*.
Obiecios ne mgicas para esKnestamatae.
Machinas da difterentes systemas para ef*.
Bercos de vimos para embalar criaeca-
Cestmhas para meninas de escola.
Jogos, de dama, domin, bagatela e da gloria.
Campanhias de molas para chamar erados.
Realejos, aeeordious, vtdros avalaos para ces-
moramas e oatros moitos artigos de ejita*at-
ibaras difflceis de mencionar.
Brinquedos
Para enancas.
O roaior sortimeoto que se pode destjar de
sorte de brinquedos fabricados em diversos pa
da Europa para entretenimeoto des msaiaoe
Presos.
I. classe qaarto indepeodente............... 6KK)0
o. > .................................. 45000
3. > .................................. 25500
i.a para escravos....................... 1*5500
Os doentes as tres primeiras classes ter3o roupa para a cama e qnarto; os da 1.a terao tambem
para sea aso.
Em virtade de novas ordeos dos fabrica.. .
vende-se todo preoos baratiseieao* : no arma-
zem do vapor francer, roa do Bario da Vica-
ria, oqtr'ora roa Nova aero 7._____________
Joaquim Jos Gonpal-
ves Beltrao
Roa do Commercio n. 5, I* andar.
S'acca por lodos os paquetes sobre >
banco do Minho, em Braga, e .obre oa e-
gointes lugares de Portugal.
Amarante.
Arcos de Val de Vez.
Barcellos.
Beja.
Chaves.
Coimbra.
Coviiba.
Faro.
Goarda.
GuimarSe*.
Lamego.
Lisboa.
Mirandella.
MoDf5o.
Ponte de Linca.
Porto.
Tavira.
Valpassos.
Vianna do Castello.
Villa de Conde.
Villa Nova de Famalico.
Villa Nova de PortimSo.
Villa Real.
Vizea.
Valenca.
Figueira.
Penafiel.
Regoa.
Engorntradeiras
Paga-se bem a duas mulhem que se|ao perfei-
tas eogoraraadeiras e que deem osnhecimento da
sua conducta, para casa de ftmia a traur oa
rua da Aurora, casa nova eom (radeameoto de
ferro ao lado do canal Riachuelo. _______
AMA
na rua nova n. 31 1." andar pretisa-se de urna
ama pira cosinhar.__________________________
AMA
precisa-se de urna para cosinhar, na rua do Apol-
lo o. 12 armasem de assncr.
OLINDA.
Aluga-se urna boa casa cora bs?tant3S cemmo-
Jos oa rua de S. Bento, muito h-etca, quintal mu-
rado, perto do baaho e da estacJo : tratar na
roa do Commercio n. 't8. __________________
Pricisa-se "le 6001 a joros para pagarse em
prestacoes de 50,* mensaes : tratar na rua lar-
ga do Rosario n. 20, 2 andar.
COMPRAS.
Compra-se jpoHces da divida provincial
na rua Nova n. 23, loja.
Compra-se o Jornal do Recife n. 30 de
7 de fcvereiro d> anno passado : na rna da Ira-
pera'.riz n. 40, loja. _________ .
Compra-se nma rotula de amereJIo em bum
estado, quem tiver aonuncie._________________.
Lojj
Papel
Compra-se diarios a o JOCO a arroba : na fabri-,
ca de cigarros, rua larga do Rosario n 8. ;
Compra se uiu compendio de geograpbia por
Abren, mmpa por Gurjon, historia de Inglaterra
por Joo Liogards, grammatica por Motta : na
Soledade n. 80, ou annnncie.
VENDAS.
VEiinineiBi
BICHAS HAMBURGUEZAS
NICO DBPOSITO EM PER.SAHBUCO
53 -Rua la Cadeia -53,
Primeiro andar.
Farinha de mandioca
em barricas, muito nova e superior, vende para
ultimar laetura, e por mdico preco, Jos Mari
Palmeira. Corpo Santo n. 4. andar._________*
Vende-se escravos de diversas Idades : a
tratar em Olinda, nos Quatro Cantos, :om Thoma7
Jos de Sosmo.____________________________
Vende-se um carro americano de 4 rodas,
novo e mallo elegante, com 4 a-sentos: na rua do
Imperador n. 10.___________________________
Vende-se um bom terreno com 171 palmos
de frente na estrada nova de Beberibe, peno a es
tacio da Eoerazilhada : traia-se na raa do Bario
da Vietona n. 3, loja de selleiro.
ESTAMPILBAS
Vende-se na praca do Corno Santo n. 4. ar-
mazem. ^____
Libras
Vende se na rna do Amorim n. 43, armazem de
Fernandos da Costa C.
1930*
i**
Vioho do Porto nV
9*000 cada ama : r
j8-inw duzia a
ll'n-
Joaqnim de Sin *laiimjv,. ^"?ada lode-
pendeocia n 14 30, te**, ^rvender em ma-
?o oo a retalbo snperio- oape'io de ffambarfo.
A COROA BRILHANTE
ja de joias
ll-ESQ NA DA RUA DO CABUG-ll.
Apparece loz a Cora brilhante,
Em o numero I i, rua o Cabug 1
)e alfaias preciosas sortida bastante
Ornada de joias, raiando est ;
Onde o rabim, esmeralda, diamante
llrilha no bom gosto que a arte lhe d
Por pref( t5o commodo, qae nio vio alguem,
Antonio Seraflm da Silva ani tem:
De brilhantes as joias mais galante.
Atereeos, brincos, anneis, rozetinhas
Para as meuinas e mocas bonilinhas ;
AlQcetes, botes, cruzes enfladas
Em vnltas de perolas, noiva offertadas,
Anneis c-jm rubins, esmeraldas, turquezas,
nix, amethisia p'ra luto, riquezas,
De ouro, porcia, agalha e opala,
Com lettras, que nomes indicam sem (alia ;
Ricas voltas para memna e senbora
Se cham na Cora Brilhante agora ;
De cassoletas nm grande sorlimenlo
De preciosos gestos, esmaltado avent ;
Di u'itima moda lindas cassoletas
De todo o tamanho com flor de ouro, pretas,
Ditas de ires mil res muito engracadiQhas
P'ra enfeitar pequeas lindas yysiuhas;
Cassoletas de nix, pretas esmaltadas,
E tambera tem azues muito delicadas,
Tranceln, cadeias, relegios de ornato,
Exeellentes allinetes de retrato ;
Ricas abotaaduras para colletes.
De camafeo, e tambem tem alflnetes
Do dito de go Assim como bons anneis para cabello,
Pulceiras, brincos de coral e dgas,
Para dar ou fazer mimo as amigas ;
Grande sorlimento de condecoraedes,
Para distiactivo de heroicas acedes;
Da Rosa, de Christo com cruz a coraraenda
No Corda Brilhante se aebam a venda ;
Hbitos de Christo, Ava, R jsa, Cruzeiro
Com todo o preciso sortimento Inteiro;
Nao fallando as flus da caropanha geral,
Ao bravo soldado e destincto ofncial,
Filas para todo qualqner dislinctivo
All se encontram por este motivo.
Pince-nz de ouro e dourada prata
Lindos delicados, obra mni barata;
Oc'los de ouro con armacao intelra,
Que nao pegam cabello nem eabelleira i
Brincos, alflnetes rozos e pretlnbos
Serio no lato, na moda garridinbos ;
Botoes de puoho em camafeo, nix, rabim,
Emeralda, perola, sem igoaes assim ;
Do mesmo, as preciosas bellas rozetinhas
P'ra menuas lindas sor enfeitadinbas '
Dedaes de onro e prata sortidos, onde
O mais mimoso dedo alli se esconde;
Coras de curo e prata para iraagens,
De tilagram lavradas de gosto', em raraagens;
De prata lera joias de costo e primores,
Caslicaes, maracaes, sortidos resplandores ;
Copos para meninas do collegio,
Qne de ser os melhores teem privilegio.
Tem esporas lisas; ditas de corrate
Escrevanias chamando o eserevente;
Comeres de sopa, de iba. de terrinas,
Boas salvas grandes tambem neqoemnas.
Dourados clices lisos e lanados,
Por commodos precos sempre procurados,
Os mais engranados pequeos faqaeiros,
De mui bellas forma lindos pahteires ;
Todas as jotas por propria encommenda,
Por isso ao publico se recommenda.
Outros mil objeetos sem se nomear,
Na Corda Brilhante se ho de achar.
Queimando btiraUssimo
Sb o Triumpho da Boa Vista
ORua da ImperatrizSO
Grande e variado sortimento de fazendas linas
como sejam, ricoos cortes e era pecas de sedinlias,
oriente, adliue, popelinas, alpacas lavradas e de
listras, granadme com li.'tras de seda, lanzichas,
cassas, carobraias lisas, organdy, madapolio frao-
cez, grosdenaples preto de toda a qualidade, man-
tiihas a brasileira, bournus, ricas saias bordadas,
ricos enchovaes para bapiisados a$sim como sim-
ples roopSes, roupSes bordados para senbora,
grande variedade em vestidos brancos boMadu?,
i-hai.sde velludo para senhera?, bramante de
linho, dito de algodn, selesia de lioho, esgoiao,
fus'.oes da cor, proprio para vestido e roupas de
enanca, ospartlbos, meias e lencos, os precos
deslAS fazendas sao admiraveis a!m das seguiotes
pechincbas : grcsdenaples preto a 'GOOi'Cova-
do, chapeos de ve'ado para senhoras a 103 e l|,
rasdapolio franca a 8, mantilhas a Brasilt-ira
prprias para a qjaresma a 6, vestidos brancos
bordados e de cores a 33, alpacas de listras cem
lustro a 300 rj. o covado. lanzinhas a 320 e iOO
r. o covado, fo.i>.n japonez muito lrgo para ves-
tidj a 640 rs. o covado, toalhas para mjza a )|,
eolxas eom barra a 65, bolsas para viagem a
i e 4 jOO, organdy braneo para vstido a 640 rs.
a vara, ricoj cries de vestido hrao;o com 18
metros, de babadinhos a 7i, ditos com 44 metros
a 15, raadapolao lino a 6 a peca, algodo marca
i T snperior a 6, havendo grande e variado sorti-
mento em chitas, cassas, madapoloes, r upas fitas,
i brin), cazemiras e moitos artigos que nao mencio
I namos, ludo por menos 20 por cerno que em outra
qualqner parle.
FARIA & LESSA.
Barato.
Vende-se ama boa balance de Romo com os
Cos de arrobas : a tratar no largo da Assem
a n. 1, armazem.
Utencao
Vrnde-se ama armacao de taberna com todos os
pertences em muito boa localidad*, e o ahgoel
da casa itmito barato, pro#ria para quera liver
pouco capital, a tratar nos Aflogados, raa do Ha-
tocc*"T)b ti, 54, tbena.
Nova publicado
Aonotaces ao cdigo crimiaal
pelo Dr. T. Alves Jnior, 2o tel. publicado oliima-
mente, acha-se venda na livraria Universal, rua
do Imperador n. 34, 1 vol. com mais de 700 pa
ginas ; escusalo dizer nada a respeiio desta
obra, visto j ser eonhecida des entendido* em
vista do 1 vol. qae o mesmo autor pablion :
mesma livraria chegoa n ultimo numero da Revis-
ta Jurdica, que branse at dezembro passado.
AO ARMAZEM
DO
viaipoa naaoalia
Rua do Barao da Victoria
N. 7-Oatr'n rua Nova.N. 7
Acaba de ebegar novos sortimentos
Calcado francez.
Botinas para bomens, boro bezerro pellica, lor-
dayao vaqueta e panno, dnraqne com biqueira de
verniz, pellica coro biqueira de verniz, bizerro e
pellica com ilhoses e com botoes. tanto dos fabri-
cantes Suzer como de Polak.
Botas russianas, meias botas, perneiras e meias
peroeiras para montara,
Sapatos de vaqueta de verniz com scla de roa-
deira, proprios para os sitios, jarlinse banhos,
tanto para .-enhora como para hornero.
Sapatos de borracha para homem.
Bolinas e abotinados de moitas quaiidades e pro-
cos para meninas e meninos.
Sapatos de verniz, charlat, cazeroira, tapetes
avelladados e de frang, franeezes e ponuguezes.
Perfumaras
Finos extractos, banbas, cosmticos, leos, opia-
tas, e poses dentifrices, agua de flores de laranja,
agua de eologne, divina, florida, lavande, e de
toilet, tintura para barba e cabello, pos de arroz,
sabonete?. e rnuitos artigos delicados, com fras
nbos de extractos, tudo de pnmeira qoall-
e dos bem conhecidos fabricantes, PJvjf e Con-
dray. _^_^______
l'echincha
Vende-*e >ioijk freseds a 2*800 ff. co Pro-
gre*Ki d' Pa'e5 99 C;mo rt. 9.
A MUI AFAMADA
AGA DE FLORIDA,
DE
KIRRAY eft lYtXH.tV
He o mais delicado c mimoso a m> -
mo tempo o mais estavel de todos os pt -
fumes, e encerra emsi, no seu maior an.e
de excellencia, o proprio aroma das vi -
deiras flores, quando ainda na sua flores"
eenda e fragancia natural. Como um me o
seguro e rpido allivio contra as dores t'e
eabeca, nervosidade, onbilidade, desmak-,
flatos, assim como dectra todas as frm. s
ordinarias enteca s decid hystericos; Je
summa efficacta e n5o tem outro queos
iguale. Igualmente, quando destemperada
com agua, torna-se um denlilticio o mais
agradare 1 e excellente, dando aos dente?,
aquella alvurae aperolada apparencia t?e
altamente apreciada e desejada pelas S
nhoras.
orno um remedio contra o mau hal .)
da boca, depois de diluida em agua, A
summamente excellente, faz remover neu-
tralizar todas as materias impuras que '
criam roda dos dentes e das gengiva*.
tornando-as duras, sadias e d'uma linda cor
encamada. Qu-tnto a delicadeza, riqoe;
e permanencia do seu fragrant aroma. Ha
por certo n5o tem igual; e a sua snpe-
rioridade sem rival. Ella igualmente tor-
na-se um meio mui excellente, para fazer
remover de sobre a pelle do rosto, toda a
qualidade de brotoejas, ebulitoes, sardas,
pannos, manchas, impigens e spinhas.
Quando se queira hervir della como rem*-
dio para fazer desaparecer quaiquer um
destes disOguramentos, e que tanto desfei-
am as lindas feices do bello sexo; dewi. -
se usal-a n'um estado de dilluicao, destem-
perando-a n'uma pouca d'agim ; porm ro
ratamente de quaiquer espinhi. usar-se-ba
della pura em loda a sua 'orea. Final-
mente como um admiravel meio de com-
municar as feices tiifwiras e paludas,
urna pelle macia e d'uma transparente a1-
vura, dando-lhe urna linda cor de rosa :
para um tal flm, ella leva a palma a todos
os perfumes que se teem intentado at bo-
je, e existe em plena sobentnia son rival.
Bem entendido tudo isto te refere tnica-
mente a Agua nc Florida de Mi a y
Lanman.
As imitacoes que se tem 'eito na Franca.
Allemanha, assim como em outras partes ;
sao inteiramente imitis e invaliosas ; por-
tante recommenda-se mu especialmente
s senhoras, que tenham loda i precancio
e cuidado, de quando cotnirareai,' estej-tm
certas qne compram.
A Gemina
AGUA DE FLORIDA
M
IURRAY & LANMAN.
FUMO CAPORAL
Fresco por :ada p*qa:lr.
CHARUTOS DE HA?A^\
Grande tt L'Tiria Fnnieu.
^v
L
J
.
2


1t"
Damh* d. Jr'tfiMflbl.iic* fcJexla'* 1 % Marqo de letf~


4
u



RU1 DO BRUM N. 52
(Passando o chafariz)
Annuncia aos senhores, de engeuhos que por falta d'agua
ou mortes de animaes nao possam tirar su as safras, que est
prompto a assentar vapores dentro em 8 dias do pedido applican-
do elles as moendas ja existentes.
Tem em deposito variado sortimento de preparos
MOTORES PARA DESCAROCAR aLGODaO
A vapor, agua ou animaos
inclusve alguns que nao precisam de obra alguma de Garapia
pelo que podem funccionar logo que cheguem ao lugar.
FORMAS PARA ASSCAR
Aquelles propiietarios que quizerem formas podem desde
j fazer suas encommendas, pois a casatm em viagem e car-
regando numero suficiente para sunrir atodosquantos queiram.
lGHlMSHOS DIVERSOS
nesta fabrica ha deposito de todos os .iiachinismos empregados
na provincia, e acceita-se encommendas para fazer vir qual-
quer machinismo a vontade do cliente.
0 JAYME
recoahecendo a necessidade de qae se resenta esta bella cidade de nm esiabelecimento
onde o respeitavel publico, e com eapecialidade o bello sexo eocontrasse, sem perca
'e tempo, os adoraos precisos para om elegante penieado, resolveu montar urna loja as
condices exigidas, roa Duqoe de Caxias n. 30 (ootr'ora Cruzes).
A maneira por que o JAYME entendeu preparar um esiabelecimento de tal genero,
a prova segura de que nao s o rico mas tambem o pobre, pode, S3m detrimento,
.;ozar das alternativas da moda.
As seguintes tabellas que offerece aapreciacjo de todos, segarameite attesiam o
quanto acaba de expender.
Tabella de prepos por compra
Coques da ultima moda iOd, l, 155,.
200, 255 e 305000.................,
Cacbepaines de cabellos naturalmente eres
pos 105, (25, 155. 205 e 255000....
Crescetes 85, 105, 125, 155 e 205000. [Alm de muito resumidos os preces de taes
Trancas ondul 105, 155, 20 e 255000. Vobjectos, ter o comprador 10 /0 de des-
Enchimentos para bandos 35, 45, 55 ef cont em cifra maior de 205000.
65000............................
Cadeias para relogios 35, 55 e 65000...
Praceletes 55, 65, 85 e 100000........
Traneai para armis a 300 w............
Tabella de presos par alugueis
m coque.... -............. 25OC0
Um cacoepaiae... ,......... 25000
Um cresecnte.................. t(jo<>
Urna tranca onddl.............. 15000
Um tope diadema iris.......... 15000
Um par de enchimenos.......... I?S0( 0
Penteadoa de ooqoes l-j500.
Perneados de cicbepaines 15000.
Penteados de senbaras 35000 (na ci '...],).
Variadsimo sortimento de perfumaras finas e objectos ele gosto, re ebidos direc-
tamente por todos os paquetes da Europa.
CASA CAUVIN Mmm
Pharma'euUco privilegiad*
successor
Boulevard Sebastopol, 50. PARS.
NOVAS ESPECIALIDADES A. MARINIER
Apresentadas a Academia de Sciencias e ao Instituto de Franca.
m ma.
Ra Duque de Caxlaa u 50
Botinas inglezas para meninas.
A loja d'Aguia Brinca a raa Duque de Caxias
o. 30 receben por amostra urna pequea quanti-
dade de bolinas de marroqoim com borracha ao
lado obra mu boa para mt ninas, e para qae te-
nham promp sabida a Aguia Branca est ven-
dendo-as baratamente.
Smaocome
Tonteo especial contra a calvice
Com nm bello sortimento de perfumarla qae a
Aguia Branca acaba de receber veio tambera o
apreciadoSmaoconecujo proveitoso effeilo
j bem conbecido por quantos o tem usado e ser
ainda mai por aquelles qae necessam de saa
utilidade. O coniiouado uso do Saiaicome d o
lium resultado de impedir a queda dos cabellos,
aze los renascer e conservar o sea bruno natural
alm de que seu odor mais agradavel qae d'ou-
tro qaalquer tnico continua a ser vendido na! ofa
:da Aguia Branca.
Leite de rosas brancas
Excedente para acabar com as sardas, pannos e
espiabas ne rosto.
Vende-se a 2 o fraseo, na loja da Aguia Branca
ra Dnqae de Caxias n. 30.
Bonitas caixas com perfumaras
proprias para presentes
Vendem-se na loja d'Agoia Branca ra Daqae
de Caxias o. 80.
Agua Florida.
Acaba de chegar novamente a afamada agua
florida de Gaislain para tingir de preto os ca-
bellos brancos. Como sabem os que tem osado
dessa apreciada agua, o seo effeilo nao instant-
neo porra sen resultado segiroeefflcaz. Che-
goa tambera a agua de Topasio para o mesrao nm,
e contnuam a ser vendidas a "Je frasco na loja
d'Aguia Branca raa do Duque de Caxias n. 50.
Molduras douradas para qua-
dros.
Na loja d'Aguia Branca a roa Duque de Caxias
o. 30 vndese molduras douradas com diferentes
Moldes e largaras, e por preco commodo.
Pennas de ac bico de lanq*.
Caixas com 100 penas a 400 rs. na loja d'Aguia
Branca.
Bonitas capellas com veos para
noivas.
Vendem se na loja d'Aguia Branca a ra Duque
de Caxias n. 30. Tambem se vendem separada-
mente bonitos veos ou mantas bordadas para noi-
vas, e veos de cures para chapeos.
Escumilha preta fina e larga.
Vende-se na loja d'Aguia Branca ra Daqae
de Caxias n 30.
Botdes
Cebarlos de engullo proprios pira carnizas, e por
sua duracao preferiveis aos de madreperola.
Vende se na loja d'Aguia Branca.
Caixinhas com 3 sabonetes finos
a i l, 1*200 e 1/1300 a caixa.
Vende se na loja d'Aguia Branca.
Meias brancas e de la para
homens e fenhoras e de cores para creancas.
Vende-pe na loja d'Aguia Branca.
Talagarsa
Seda fronxa e torca! para bor-
dados.
Vende-so na loja d'Aguia Branca.
Pides de nova invengo!
Aquslles engranados pioes que daneam um
quarto de hora mais ou menos, mostrando diffe-
rentes cores e representando diversos caraeres
o que trazem urna agradavel distracio, receben
a Nova Espeanca roa do Duqoe de Caxias na-
mero 63.
Hovo perfume.
Agradavel Agua de Kananga, perfume japonez,
superior asua florida e oulros perfumes que ser-
vej para o lenco e pura refrescar a pelle dando-
ihe aquella nucteza que antros perfumes nao con-
segnem. a Nuva E-perinca tem a verdadera.
Aproveltem.
A Nova Eaprauca a ra do D:>i|ue de Cxias
n. 63 acab..i o recel r urna pequea qnantidade
de candi?iros \in :;i, oa qies tem serventa
onppla, lo ?5o i andieiros e lrio bonitos jar-
ros se Ihe retrasiem os competentes depsitos s
se vendo poder-se lz avaliar.
Eremitas bordadas
A Nova Esperanza ua do Duque de Caxias
. 63, anab de receber lindissimas fionhas bor-
nadas de | uro Itabo, as quaes ja esto proror.ias
d vende-as por pre^o rasca ve), tambem tem fro-
ehas de lanrinlbo.
III ICPPin Sob forma de Pastilla, devediila e doscada para fascr di
Irid KAU momenlo urna solcelo PREVENTIVA E CCBITJV4 Au
MOLESTIAS CONTAGIOSAS
INJHM-MILIHfl
do volume de um relogio, servinde
de 1'iiii.tro e Seringa sem os
Graves inconvenientes de fragiliasde.
Com a forma, e do volomi de um Portc-Voeda ccclend
T000 TISATAMKNTO.
ESTOJOS
CO)Vf jYR O Contra as affeocjois a Depositarios geral ] a:a o ItK'iii:. e Ik05KTL:GAL
-3V, ra larga do Bosaiio." PtlKAMBUCO.*
lABTrJOLOKO C
..
CAHLUUEBO
N. 82 RA DA IKPERATRIZ N' 82
E8(ot<;ando-se para satbfdzer ao illustrada poblico no joerelativ, fo- ?n> irabalhos
de sua profisso, cjid a maior promptidS), cotnmodo, e esmero, resolver* fszer refor-
ma em seu esiabelecimento e mnnir-se do joe nos mercados eslrangeiros ha de meltnr
e do ullitno gJta mananlo vir em d.reitura e por soa conta nao t grande qumiidade
de cabellos de todas as cores e tamanho como to'os os prep rados reconbecidoa pelas
sociedades hygienicas como os mais uteis a conservacSo em embellezament dos cabellos
natoraes sem prejaiZ3 dJ sade, achindose assim habilitado aforneceracs consumidores,
por 20 % menos do qae outro qnalqaer os objectos de phantasia para adorno, asseio e
byg.ene m cabeca indispeosaveis ao mondo elegante e em geral a todos qu nidam de
conservar a propria existeici', drixando de usar de olttos, biblias e cjmeicoa proscrip-
tos pelos homens de sciencia como capases de amortecar os bulbos espillares produzir
a calvice oa aprestar o enbranijaecimento dos cabellos, e o:c cephalaigia, eclampsia, epilepsia e bystoria e oulras molestias ci.taueas e nervos.s.
O pess)al do seu esiabelecimento se acha montado com capricho a escolber dos me
ibores artistas natoraes e estrangeiios hvidos na p oviocia entre os juaes se distingoe
Mr. Alfred Belpeche e o Sr. NapoleSo especialmente dastinados aos parteados das se-
nhoras para o qae ha demonstrado pericia inimitavj por ootrem entre cs havido. A
facilidade e o gosto com qoe o Sr. NapoleSo executa os penteado mais dilTiceis tanto
historeos como de saapbantasia aotorisa a que se o considere come um genio nesta es
periadade.
Os empregados do seo estabelccimento sem excpelo exclusivamente cada um na
espaeialidade que mais amostrado.
A casa recebe por todos os vapores os flgorinos da ultima mn6-'. de pentsad-is ad-
mittidos nos paizes civjlisados entre os quaes prima o sumpiaoso Parts.
0 bello sexo encontrar no estabelecimento grande e variado sortiuteou de coques
de trancas, chJgnons, normanas, coques de cachos, cache peines, toupes, poucles, cret-
centts do que ha de mais moderno e elegante oeste genero, perfumaras do) melhores
labncantti corno Lnbin, Um G irnell, RimoMll, Artiokson, Le grandPmr, Couiray etc.,
etc., lindStimas flores especiae da cabera pos deooio, de diamanie para polverisar os
cabellos, tiiseimas mcovs de dsates, pentes d tarlaruga, e muitcs ostros objectos in-
dispensareis a om toHette de gosto.
O* sane i50llegs encontrarlo a contento ot utnjilios de toas pr"oQs5e9, thesooras-
ferros para /pitar, ferros para p?pe'io>te cifdOftC, et;., "jj*r ero pr>;clo qoerareta-
O OLEODE FIGADO DE BACALHAO
Nutrimento
MEDICINA!
TPieparadospor
Lanman A- Kemp
para tsica e toda
qualidanta dedo-
eneas, quer seja
na gai santa, pei-
to ou bofes.
Expressa
mente escolhido
dos melhores fi-
gados dos quaes
se extrahe o
oleo, no banco
da Terra Nova,
purificado cb>
micalmente, e
suas
propriedade?
conservadas
com todo o cui-
dado, em todo o
frasco, se garan-
te perfeitamen
te puro.
Este oleo tem
sido sbmettido
a um rame
mailosevero, pelos chimicos de mais tale-n
ot, do govemo hespaiihol em Cuba.foi de-
"ulgado por ello e contem
MAIOR PORgAO D'IODINA
io que outro qualquer oleo, que elle tem
examinado
IODINO E'LM PODER SALVADOR
Em todo o oleo de figado de bacalho:
i naquelle no qual contera a maior porco
d'esta iuvaluavel propriedade o nico
rneio para curar todas as doencas de
GARGANTA, PEITO, BOFES.FIGADO,
risica, bronebites, asma, catarrho, tosse,
resfriamentos.etc.
Las pcacos frascos d carues ae muito
magro que seja, clarea a uista^e d vigor
todo o corpo. Neabum outio artigo co-
nhecido na medicina ou sciencia, d tanto
nutrimento ao systeraa e encommodando
quasi nada e estomago
As pessoas cuja orgnisacSo tem sido
destruida pelas alfeccoes das
ESCRFULAS O RHEMATISMO
e todas aquellas cujadigest5o se acha eos-
patamente desirranjada.devni tomar
GAnie de porco salgada
em barril de 90*1 libras, propria para a alimen-
i*i*o i berdo : do? if*!5ieO * (
Eecreio estoxnachico!
nharos fregoezes e amig-s
onvi bem o qoe vos digo,
alta attenclo, pois, vos peco,
"porque a annnciar ja comego:
r-iogaas seeeis muito novas,
eorvilhas, conservas, ova?,
Hiapioca, \noi, sai fino,
ostras ,queljo lonribo,
walame, caf, fejo,
O gostoso macarro I
wap, bages, peize em latas,
somate em massa, batatas,
-ngleza genebra lina,
3armelada gennina I
BiJ ealda (rucias, azeite,
gafaos, amendoas e leite;
Hiueinbo fino, aletria,
onde o sabor se aprecia t
otes, massa de sag,
o bom dj.:e de caj ;
velae?, Anas lentilhas,
garas, peitoraes pastilbas.
gate, doce de ar?g.
>ljo(ar mui fino cb,
c^em rival nesta cidade,
M em sabor rsridade I
anleiga Dna. cacao,
oces, gelas, baealbo,
os presuntos procurados,
^marees tio desojados.
>renques e fino vinho,
auito novo e bom corainho.
olios, albos, queijo prato.
o bom fejao carrapato,
-salmn, ameixas, sardinbas,
zovas ceblas, bolaebinbas,
>zeitonas, mlho mglez,
arirade desla vea I
-.fano, pois, do que temos,
todos ebamar podemos I
oO Minas queijo, champagne,
o vinagre, a fina banba :
i.nda mais : temos licores,
guita Soos e de sabores;
eaasas, cerveja, sabio,
cqrvadoce e salpicao,
refinado assucar, s, .
>raruta flna em p t
oos charutos regala
o seu ebeiro ambrosia t
sjazoes estas, s porque, .
5o devo massan'e ser,
ama ves que o men fim,
gesmo neste tempo rmm,
w vender muito barato,
idele, e a todos grato t
ora, pois, e os espero
Jrem ver com que esmero,
'nveolei c um Bazar
zo intuito de agradar
nodos quanto el entrarem,
- qoe dos gneros compraren).
qoe espera aconteca :
-nda mais qoe tppeteca
^udo do dito Basar.
Oque proprio a qoaresmar.
&%%
A
ii
/

Em tempos modernos nenhum descubr-
ment operou maior revolacao no modo d
curar anteriormente em voga do que o
PEITORVL DE ANAGABDITA
TANTO NO TRATAMBNTO DA
TOSSE, CHOPO,
ASTHMA, THISICA,
BOQUmO, RESFRI AMENTOS.
BRONCH1TES,
TOSSE CONVULSA,
PORES DE PEITO,
iXPECTURACAO DE SANGE.
Como em toda a grande serie de enfermi
dades da garganta, do peito e dos orgao
da respiracAo, que tanto atormentara e fa
lea zemsoffrera bumani. A maneiraoda
tiga de curar consista geralmenle na appli-
cacSo de vesicatorios, sangrias,sarjar ou ap
plicar exteriormente ungentos fortissimos
compostos de substancias vesicantes, alm
de produzir empolhas; cujos differentesmo
dos de curar, nao faziam seno enflaque-
cer e diminuir as forjas do pobre doente,
contribuindo por esta forma d'uma maneir;
mais fcil e certa para a enfciraidade aiai
truic3o inevitavel de sua victima I Quem dif
jerente poisto o effei admiravel do
PEITORAL DE ANACAHUITA !
VM E EZ DE IRRITAR, MORTIFICAR E CAUZAI
INAUDITOS SOFFRIMENTOS AO DOENTE,
CALMA, MODIFICA E SUAVIZA A DOR.
ALLIVIA AIRRITACAO
DESEMVOLVE SENT NDJMENTO,
FORTIF ICA OCORPO
e faz com que o systema
Desaloje d'uma maneira prompta e rapid;
at o ultimo vestigio da enfermidade. O
melhores votos em medicina da Europa (o
Lentes dos Collegios de Medicina de Berlim)
testificam serem exactase verdadeiras estas
leaces analgicas, ou al m disso^a experi -
enca de milhares de pessoas da1 Americ
Hespanhola, as quaes foram curadas com
este maravilhoso remedio, sao mais que
suficientes para sustentareis a opiniao do
PEITORAL DE ANACAHUITA I
Deve-se notar que este remedio se achi
inteiramente izento de venenos, tanto mine-
raes, como vegetaes, em quanto que porm
alguns d'cstes ltimos, e particularmente
aquees que slo dados sob a forma de Opic
8 Acido Hydrocianico, formam a base di
maior parte dos Xaropes, com os quaes tic
fcilmente se engaa a credulidade do pu
buco. A Coraposiclo de Anacahuita Peito
a acha-se linda e curiosamente engarrafadas
m frascos da medida.de cerca de rneio-
quartilbo cada um, e como a dose que se to-
ma s d'uma colher pequea: basta ge-
ramente a applicac5o d'ura ou dous frascos
effectuacSopara a de qualquer cura.
Acha-se venda nos estabeleciraenlos d<
p. Maurer A C, J. C Bravo A C, A
Caore, B. M. Barboza. Barthoiomeo A C
Manteletes e vts os.
Amaral Nabnco & C. vendem rteos b irles de
vestidos de seda de cor e pretot bordados.mantele-
les de seda preta (g irgurao) enfestados, do ultimo
gosto : no Bazir Victoria, rna do Baraj da Vic-
toria n. 2.
Moscas, mosquitos e estrellas
Amaral rliboco & C. avisara as Exmas. senho-
ras, qoe acasam de receber mo.eas, borbolelas,
^assaros, .lantejoula*, ele douradas e praleadas
para enfeite de Hus para o pe.coco, da ulti-
ma moda, e tambem para enfeite de vestimenta de
unagens e de aoj-; de procfcij : no Bazar Victo-
ria ra do Bario da victoria o. 1
Paraos Sis. fum.utes.
Amaral Nabnzo k C receberam o eguinie :
sasimbos de espuma e de raadeira, lisos, ota let
tras com figura*, ponteiras de am'ias e de espu-
ma, lisas e cjin leltras, charatelras de couro da
Rassia e careirinhas para pho*pbcros e rap fran
ei: vende-se go Br ViJtorr, ra do Bsrio da
Vitoria o. 1
45-RA DL'QUE DE CA^IAAS-45
A MAGNOLIA, tem reoebido por todos os vapo-
res, variedades de objectos de moda e phanfasia,
e pelo grande sortimento que tem ch;-ma a attn
gao do publico e 03pecialraente a do b lio sex-',
afitn de visitarem na e d'ella sab rem prvidos d'a-
quillo que de^ejarero.
A MAGNOLIA nao wndecaro, qutlnuer lu'-ro
Ibe satisfaz, todo o seu lira servir bem, para
augmentar a freguezia e vender limito.
A MAGNOLIA, do grande sorlimenlo qu? tem
poda fazer um pomposo anmiocio, e dizer muiln
mas nao ; liraita-se sement a annunaar os ob
jectos .-eguintes :
Bonitas camisinhas e punhoa boriados para se-
nhora.
Chapeos de velluda e palba de Italia modernos e
de gosto para sennora.
Lagos de seda para cabeca e peito (ooviJade.)
Lindas (velas de madreperola.
Cintos modernos para senhora.
Lequesde madreperola, marflin, oso, sanialo e
madeira.
Meios aderemos pretos, carletas, voltas e cruzes,
gostos modernos.
' Ricos enxovaes para baptisado.
Chapeos de sol para senbora, ricamente enfei-
tados.
Bonitas capellas com veo e sem elle, proprias
para noivas.
Escolhido sortimento de bot5e de Iarangeira?
para enleites de vestido de casamento
Linba de todos os nmeros oara croch.
Rico serlimento de flores de cores e pretas para
chapea e cabello.
Rijos port-joias, pon candes de visitas, porl-mo-
ney, propries para fazer presentes.
Lindos livriahos para missa, com capa de mar-
Qm.
Chapeos de sol inglezes, cabos de marhm, e ben
galas de cana com cabo de marflm.
Tapetes aveliudados.le diversos tamanhos.
Ditos de coco para portas de sala ae diversjs ta-
manhos,
Ricos sapatos de laa, bordados em talagarc.*.
Lmdas almofadas para sof.
As floristas,
A MAGNOLIA receben pelo ultimo vapor o qae
os Srs. fl iristas precisarera para fabricar flore?,
como sejam :
Peslilhas de varias cores.
Bagos de vidros de diversos modellos e la-
manhos.
Olhos para mal-me-queres e era vos.
Clices para rosas.
Bagas douradas para flores.
Folbas verdes e pretas encralas so:lida3 eui
tamanhos e feitios etc. etc.
Puntada alpaca.
Deste excellente privativo da quedi dos c.iel
los, e muito apreciada por aquelles que a confie-
cem, receben a Magnolia pequea quantilade; s
ella antes qne se acabe.
Pedes a Rocambole.
Realmente sao muito engrasados esses peoss I
engenhosa e distrahe mnito esta nova invenflo.
Sna Magnolia, ra Dnquede Caxias n. 15.
CANDIEiROS ECONOMI IOS.
Os candieiros econmicos, sao na vetdade de
invengo agradavel, priva a quera desejar embel-
lezar urna sala de fazer dnas depezas, po s qae
tirando-se-lhe o deposito onde se conservi o gaz.
tornase um lindo jarro para tl->res.
Todos eses artigos s se enerntram o Mugi-
la, os seus correspondentes primara em gcslo [
para que esses objectos tenhara muita extrc elles reccmmendara aos seos proprielaiios q i se-
jam mdicos nos precos e agrad;ra muito aos fre-
goezes.
A MAGNOLIA
46Rna Duque de Caxiasio
DE
S I.eltao, Feuscea fi coip.
'O
w"-rb%
XAHOPC2
DE
Chloral
O Chloral un composlo cbifia i*
XilUNDE PiniITCADOR DO SANCUE
Esta cxcellonte e admiravel meanriiii, t
jrejiarada d'nni.i maneira a mais si'ietiLL-
:a por Chimicns e Droguistas mui douto^
d'uma instrueco rtrofontU, tendotido rooi-
tos anuos de experiencia ao par d'uma mt
a e laboriosa pratiixi.
A tii composiro nao consiste d'tun sm-
ple extracto d'um s artigo; mas sin.
:mpo>tu d'extractos d'um numero de ra-
tes, nenas, casca e folhas, possuindo to-
las ellas, sua virtttde especial ou poder
m curar as molestia* ; 9U essento, no stiiigue ou nos humores :
e estes differeates extractos vecatna, aakaaa-
?e por nma tal forma combinados paa
le conservarein em toda a sua forca, o cu-
rativo especial de virtode, que cada um de
per si possue. A raz da pianta de Salsa-
parrilha, produzida as Honduras, aque
qs usami-s nesta preparado, sendo a qua-
idade que todos os medicot mais prezam
estimam. Na composiclo da KvImi-
parrilha tic liii^to! eattra aiaati
oo.r cento deste coii''entr;idn extracto. K'.a
ao eocerra em si coo&a alguma, que paa>
ja por le\e ser pc-rigosaoa injuriosa i
*ade; e tanto ueste, coa em quasi la-
ios os mais respeilus, ella inteirain
liversa- de todas essas mais preaaracoes
is quaes delmixo do nome de Salsap;. r-
.ha, slo accondicionadas ou postas aai |
rafas pequeas) sendo receitada em di
mui diminutas d'uma colher de cha pm
:ada vez. Nos pelo contrario angarrafa-
oos a
SALSAPAIUtlRA lE BRISTC*.
m fras* grandes, e assim por es1*
Jivldimo: -u os cons
iioveito vantagem alcancado r aqu
jue 'i, na j-.- i'.irai.Ti'.i e afas pequeas. Cada um dos n os da
los.sa Mals|iarriltia Ic BrUtol
WDteem a mes.-;! quantidade igual i \
wntidanaquellas garrafas pcqttia-, : )>
iisso, possue ainda muito mais I
irto.de medicinal do que aquella, q ,
.eiitma .>: possa achar o ntida dentr
jis garrafas de pcqufcno iunanlio. IV-
tanto mui natural, qu<. icl
icham oceupados em preparar c \<
mas produce5es, ".. gairafas pequ
nunnurem cgiitcm contra os nosses fia-
sgrandes1 proclamandu q ieaw ssa Bal
aparrha c Bi!*tol nao [tosauc
nenor virtode; porm quio efecti.
.e sao c-les toaos em silem i>. quai
wmos, ou implesnv'nto referimHios
. m ccrtidties e
munhos aul por nos re
le tol->' 6S classos da i ''; ''
. k- cura:i\c

i
''''''

il(
ir.":
re-
cente emprego na medicina, c q;ie r.v .
tem apreseutado p^ra i'eterminar nm somoo
doentes fatgalo? "
gr
V vai ''' --'
: ::'< lugares ai
i, I mas, < ;
as de que se con
quillo; dientes fatgalos por insoria, apasigna j-^ jJJ ,,.,,. tta i
as dores as raa;s mto'.eraveis sera os graves in-l P ,;;.,,
convenientes do opio. er dqi u
Com o xarope de Gh'oral, Chamora seaia i TimuloSa
resolver a que^ao de die, que apr^'.'i'.'.'..i diii i
culdades. e pelo u^o dello pod-:-j adumi l
cora a maior facilidade e sera perico' io pod
agente para ujo de innmeras niole.-t,.s.
a Deposito na pbarmacia e drogara d Bjrtholo
meu & C, ra larga do Rosario n 34.
i i .
Em quo'po que
i0S poiqiainos i em dihimiro, aem
.-. r :i ?: afira d al< i i
':'
l i;'
ovas
5o; t pon le
. ; I ;
luacoes
"li: a '>':
<. ...',:
%er\
q
mnsicaes
\s
aisai-
y :
.-
u
I


Acal)
de publlc:r e a aJa no'k.i p r1 ; i
C-aast
composi^o do maestro Rodolpho Mitloze. Asiff.
ao mesmo esiabelecimento s:sba de chgar a lin-
dissima quadrilha
Cblarlal
Dedicada a est>; Ilustra arliila, pelo mc-ludioii ,
compositor da Babia, o maestro ARAGAO.
Acham-se a venda, a ra Nova n. 11, armazera
de piaooj e msicas do Azev> i

v-
'.
:u
'''idas IjIi ;'-.
U)sassos Apoit' 11
Srupcijes,
rleijws.
Salsagem
Vende sa por barato prego urna propriedade s
uargem da earaba ds Remedios, lazcuqvs
;oda vantagem ao comprador, re:ebendo-go psrtt
am dinheiro e parta em letras bu objectos d<
prompta venda ; coja propriedade comrn. nm>
grande olaria de peora e cal que lastra W.OoO
lijlos de alvenaria grossa e forno que comporu
25,000, com msis um forno e l?stro para fazer-se
telhas, ladrilbo?, canos e lonca, com excellenu
barro para qualquer obra, oon dous eieellente*
iveiros de peixe e com casa de vive*nia para
grande fam.ua, turna-se re^cramendavcl por pas
jar porto a linha dos bonds : as pessoas que prc
tenderem dirijara-se dita propriedade a entender
o com o capilao Delfim Lins Cavalcante Pe?so.
Feij 6 muiatiuho
Vende-se feijo molatinho ivo a 11210 rs. a
cni : no pateo do Tersn n. 34.
Merino fraiueez a IS000 o
coiado,
Acaba e chegar i loja do Papagaio u;n buoilo
sortimento de meriros de ores para vestidos, fa
zenda larga, de urna s cor e de nm tecido nli
lamente novo, tendo verde, azal lyrio, ro.-a Ijrio,
cor de caf e amarello, as cores sao muito bonitas,
e de nm effeito brilhante em obra, e vande-se
pelo baratissimo pre.jo de dez tustSes o cnalo :
na rna da Imperatriz n. W, loja do Papagaio de
Meno>s A Carvalho.
Amiral Nabaeo 4 C. vendem ri:as jaqnetinhas
de la a hespanhola para Sra., basquina- do gor-
gurao prelj bordadas com gosio espart ih:?, ib-
signias maconicai. capachos de c^>, toucaores
com gaveta de Jacaranda e de mogno, riqusimas
estampas de magens e de pay.*ag>>ns e'.c. & fumo e
coloridos, lentos para jogo.flvellas dotara padres, no Bazar Victoria ra do Biri da Victo-
ria n. S, amiga rna .Nova.___________
Chocolate Menier.
Vende-se chocolate M do Marqnez de Gringa n. SO.
na ra
Liados peixiu^os
Vende-se na roa da Cre o. 13, pvix^t -s peje
e tere em ridro f M??ay.
' fac
lores .
I so .
f u gularida i
Sexo
Ffiiiiiiiiio.
Ncrvoaidade,
Debilidadc G
'ebra e Mali^
Pebre e Seal
Biliosas.
. 1 inli initlentes c n miltenles
i vi ropesia o ictericia, etc., etc.
Oi)lri>sim, acbar-sc-ba, qoe para i
resaltado eperfeilo curativo de toda
..- ::Virilidades cima apuntadas o ai
amento da caa, grandemente pnaaoti-
Jo e apressorafk asando s ao m:
i das nossas mui \aosa pilnla>
recetaos assc;<*ara ;cmadas em'doaos, DMdofaaai em conntc-
;ao ou coriiiiiictajaeuLecoiua Salsaparril i
ellas fazeui rem-)ver e exjiellir grande*
cuantidades de Materias morbficas i i '-
moros viciados que >. desprendem e livro-
nente circui.un espalhados pelo systema
lato causado pelo utso da Salsr.parrilba;
sor esta forma faciliar a volta e o exercM-^
ormal tas oaeracoea funcionaes.
^ qua' preparada* Minenle pelos hcoi
Prapnrielaoe,
Vrodd-se urna labehia sit? no t.can.ii>
roo lo sfiefui'zad* r;< leul.. e :.m. p. u.o.- ( n
dos pripiu pata piiooipiaotr, tendo rr>a.v,4 para familia; t liawr na iu> raa com Reisn-a
Sabino Vinna. mo n ).
N. i, mi do Bu o da
.Nova norrtro 1
Vi-lori, aakpa rp
Amara) N.baco k C aui>aa de receber as
variad Ddemelas de algodio para ?"
mera, seabork, a tiiic nii. anaca* e 4*
cores se 4a taca h-iamaasaaicr*. e dec'a.
ar*:'T t pretas para padre.
'
mm \



Dita fe de iVflafnMtct .tu .ira J JeTEr!o I* 1872

N;i irja de Anto-mo Pedro'de Souza Soares, na raa de
Baito da Victoria n. 28, outi'orania Nova
Granie reducQo em prepos
I2$000
Transpar- ntes co paissgeos para
jneflara.......
'MLaoos leqces de oso parase-
nhoaa....., 8;$00(i
0 Un 3 sndalo a.....5#0 O
[wo miticij com hntejooas a 2QQ
Rica eafutes de blond e (lores
p*ra CibCJ a......;?00
Gutuobas n nimbes bardados para
senhirjs a 2^ 50!) e ....
Gravativas Ja seda cora franja
para enbora a.....
P*j -s defranja do seda modernas a
Ment dem i lem a 8 l e .
Fita di setira larga escossezi para
ciato, var a......
M1DEZAS
Earom-fos c baja-tos tapados e
iran:p rentes a prca de 600 rs. a
>PdC4i le traaos de coras de lia a
Oa-ia d.'rartesdelioba preta :i rs.
Canas de liaba do ga sorli.hs
m cora* a rs......
Dmh de p^as Je tranc de cara-
coi a rs........
dem (dem lisas a rs.....
Bsogi'as de caaa e juoco a Id e
Caixa da papel amade muito
soperhr a ri......
1 letn dem de cores a rs .
Ijeai i lea de quadrinbos a rs. .
Gdiaid euvel pas finos de por-
celana a rs.......
(Jera idm a rs. 100 e .
dem de r*mia a rs. 500, 800 e .
Ab m-.liras para cabete grande
virdade ars......
I :! !'!! RiaS |.....
i iili-oi de cornaftaat cijstal a
' i n 1 tirad is ii'i'j rtmh >s ;i r-.
'J 'i- r. botida pretos para cal-
ar. ..
dem i 'em brincos a rs. .
Coques de trancas modernos a. .
Dozias de baralhos francezes boi-
ra dourada a......
Dozis de lalheres om cabo de
osso 2 B a ......
Dia de ditos oravados ( barat-
simo) a 2iJ000e ....
3.5500
I
1*200,
SdOOO
1(51500
35000
300:0
400
120
810
i 4i)0
204
35000
700
700
GtO
800
500
15000
200
l#XX)
14800
500
\m
Garrafa de tica roxa extra fina a
Potes de dita ingleza a rs <00'e
Esttrr.pas de combates da guerra
franco-prussiana a .
CartSdS com relroz de todas as
cores a rs.......
PEUFUMARIAS
Rosas cora extracto a .' .
Frasco com extracto inglez muito
superior a ......
I lem kaoanga muito superior a .
Agua de florida verdadeira, gar-
rafa a ........
200
(5000
30600
55500
25600
10000
160
10000
40
10800
10000
15200
o ha mal cabello braaeus
Tintura japona.-a.
S e uniea approvada pelas as academias d-
ciencia, reeontecida superior a toda qo& tem jp-
ar-jcido at huie, Deposito principal a ra da
Cadeia do Reeffe n. 51, 1* andar, em todas as.bo
iras a casa de cabelleireiro.
H
dem kananga doJapSo a ,
Banha inglez i em frascos e potes
deporceilana a.....
Mem muito boa a rs.....
Saboneta com figura a rs.
Macos de sabonetes inglezes muito
bons a rs........
Sabonetes dearaendoa mito su-
periores a rs......
Mera decolla transparentes a rs.
Cosra^tivjue de cores a rs. .
Pacotas com pos de arroz fino
a 3C0, 400 e .....
Caixas com dito muito fino ka-
nanga a........ 1^300
M m com dito para deiites a rs. 320
Frasco de oleo philocome verda-
des a ........ 10000
Jilo fe dito antique moito supe-
no-a rs. 320 a 400
Tam i venda-em seas rmaseos, alm de ontros
irtigos de sea nego randam por precos maii mdicos qa m oa-
tra qualquer parta :
PORTAS de piabo almpfodadae.
PORTEIRAS de ferro para cerca* ~
SALITRE inglez.
SSTEIRAS da india para dama a torrar talas.
CANOS de barro raucez para esgoto.
SESSO superior en> porcSes e a eooteoto.
CEMENTO de todas as qtulidadea.
MACHINAS de descarocar algodao.
LONAS e brinzdes da Rusia.
OLEADOS americanos para forro de sarros.
rooOES americanos moito boas a econmicos.
7INHO de Bordeanx.
COGNAC auperrde'GaatierFrares,
fARELLO em saecos grandes a 3*500.
AGUA florida legitima.
BALANCAS decimaes.
CADEIRAS amerieaaas.
RHUM da Jamaica.
AZULEJOS de Lisboa, ________
Xarope Sedativo
DE
,200 Casca de laranjas amargas
10200 BROMRfifODEPOTASSIM
DE
li'ROZE
Este novo preparado a pro Vado pela academia
9((n imperial de medicina," inulto se recoramenda pela
ina aecao sedativa e calmante, sobre o syjtema
aeryoso, o bromuretd'de potassura, naoUeraa e
lar os mais eertos resultados as diversas alfee-
5es do organismo e principalmente nas-molesttas
lo corace, das vias digestivas da respiracao, das
vias g?nito-arinarfa5 na epilepsia, as molestias
nervosas da prenhez, na insomnia das crncas
durante o periocto da denticao eK1. ote.
Vende-se tra pbarmacia e drogari
de
Bartbolomen AC.
3iRA LARrA DOROSARO.%
10000
500
800
300
500
100
500
' '''' 'J <*'* cima menc'woarto', t-mos um grande sortimento.de mindezas,
; l' >; *, tmi" lii gi bos, brirwjaedos pira enancas, meias para senboras, bomens
. lias, bi ose rends do h|. nd de seda, espelbos grandes moldura dourada e
- i xUi le objectoi que por se tornar demasiado longo deixamos de mencionar.
N. S Ra do Br&o da Victoria N. 28
- a
gr*n
i'echineha na loja do PavaSL !offm de camb:aia braDCa8 de cr
Saias de a com barra de cr a 3?. 40,
,..00. e ontros muitos arlis one sena
dade oeUqodar n:u fmndas de la., h- tohdo ho m n,
da e alg )a que iba Hcaram m is
POlt OAtiZA 10 rNCSNuIO
P. Pfr-ira U'i Silv, ten urgente nscessi-
) raatlapo'Sj n i&, l500 e 5^.
c tra 2 i rdas a 2^300
Ofl raen1 s efr*;;j iis par o.to do in-
cenH) <};; se ko nos dous estabtlacimen-
ios conl'gufts ao 11.
Pegada a'g)35*lnbo a 10OOOe 40OOO
D'iaa
Ditis
a ;).
1) !:? ffiu-.: muito 5no com O varis a
0 00.
Ugo 3o largo ti'tnc/ido rara lencoes a
800 ti f).
I? -.:..::!: le nbo snperior com 10 pal-
atas de l^r^i a a 5 n m tro.
Dito di lgo com a mesma largara a
1 > v:v o metro.
P.c/>s de camba'a trrnsparenta com 8
I .:: c ama v.n de'a-gua a 305OJ o
i COO.
Ditas Victoria coa a m'sma medida a
3020 le 10.
Ditas de e mbr 'i Je a'picos cara 8 1,
san i ?!,->
0 U* de diti : m -i ,!
r o qne se liquida muito
barto na loja do Pavo ra da Imperatrir
o. 60.
im
LOPES MACHA
Oc
es
a
para veUidcs
e licores a mesma
i' da cor coa
ora / v. .a; u
.T i j nr para fosi
li !.)s
1,2 V. i 35.1! I.
cita 8 Ij2 viras W
:,i.- .,. b ra los
rajijt a >.)(;..
Cort;s le* org i y ''r--
7 I 2 v r?.; a
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Pet :
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Gr;. :. ..i i;' i .; i !;ia i escoras a;
210 B : '
Cu. tic 13o j p i ; oa>x\j e ja;iclas o pi a
li, 80, 10;.
Sajas de qo pzriao com pregas a
20 va
ftomdras p de ci :'. i i 5 e 6.
T : ) para tnesa Je
jan!.*r a 3 150 f.
ra !j aa iiu para a rama a P, 500.
Grande sortnoento da rasqrt'wbrts ou
batq.na3 mol :_: : dt la e cr et., rica-
BBonU; e I i utos ptra differenes procos.
Gorg rio de cr para veiliJj a 3-50 o
eotado.
Barfgea transparente a 320.
]}'. os : a 160,
Dotiaj Carnizas *;.:--;..:- para liomein a l^00
Caletea de meia ca:ra:ra e biia a
O.
C^'cs d; brim brinco Iteho a 25 35.
Mitote de a!,)c! nrtla da.sa'pico a 20.
bit s sobrecasacos de brim a a0.
Ditos de cazcrira de cc^ 40500.
Panno protocom ti palmos de hrgura a
1 > i' 0 fi cowdo.
Castas prtos lisas a 120 ris a vara.
Chita prcta usa a 100 tia o covadi.
Chales p re tos adamase ("s a 10GOO.
Dios de birege de cor a i0.
(Junga ranceza a 320 o covado.
.izs de lencos brancos 10500.
Punhos com gollinbas de cafflbrsia tapad
a trjtiypareoit a 10-'-;00.
A verdadeira cerveja da Baviera, marca ban
deira, de soperior qualidade, veudem Taaso Irmos
A C, armatem da roa do Anoorira n. 37.
LIQDACAO
DE *
FAZERDAS
Pretas para a quares-
ma
NO BAZAR NACIONAL
Ra da imperatrtz n. 72
DE
L.oarenvo Perdra leudc Gmt-
HMres
COBTES DE CASEMIUA A [20500
Vende-se cores de ca:emira preta para
calsa 20600, a 40 bom corte.
PAWN PBETO A 10500
Vende -se panno prelo Dar caisas ps4i-(
tots 105CO 20 20500.
Dito muito Bno 30500 40
CASEMIUA TRANSADAS 20000
Vende-se casemira transada preta, 20OC
20500 o eovado.
GROSDENAPLE PBETO 20000
Giosdenaple prelo para vestidos de se
nbora e meninas a 10800, 20. 20500 o 3#
o covado.
FAZEiNDAS DE CORES E ALPACAS DE
LI3IRAS A5O0RS.
Vende-se nm grande sortimento de alpa-
cas de listras lizas e de qnadrs para ves-
tidos de senboras a 500$ 840, e 800 o co-
vado.
LSINHAS DE GORES 160
Vende-se ISsinbas de cores a 160, 200,
400 e 500 o covado.
CHITAS FRANCEZAS A 200 RS.
Vendc-sc chitas francezas largas a 230,
240 320 o eovaio.
MADAPOLO BARATO 30
Vende-se pesas da madapolo infestado
a 30. dito de 20 e 22 metros a 40, 50 80.
70 e 80.
BOLSAS PARA VIAGEM
Vendse um grando sortimento de bol-
seoVmai'road> Amoro .", que o preio 8as Para vi geir a 30, 33500, 40 e 50
3_njii^______________________________ALGODQ' BARATO
i'pj.jn.rt i Vende-se pesas de algodio 30, 40, 50,
eil'l-.-t e 65000.
:eri..nos,!oiadodou!,dos;!ioOhofeVi(iro,em Vndese pecas & cambraias brancas
'jruair.eiriro, aos palmos : (:ieoi p-ftendpr pote1. ,, ;.* ir. "u"
ver a planta que se aeha na Wa do Sr. Gaspar, na v,ctor,a 4> ditas transparentes a 4-:0, e
ootras minias fazendas em liquidagao, one
se vendem muito barato, para ftixar con-
1 las, a chapeos para bomem e meninos, e
roura ejt preta para a qoarfsma de todas
as qoalidades e tambera de cores.
RA DA IMPERAHUZ N. 72
Travassa do Oorpo
S^nto n. 25.
Ven-le-se machinas a va pe tai incomaveis dofor-
ea .! 2, 3, 4 e (i cavsllos e seus perlencc, pedras
.u o-,. : milho, arelos pra carro para dous ca-
vall < cen retranca.
Ja' cliogon o vorla-
< I piro doce de goiaba
o vende-fe na ra de Mirciho U,ai u. 91, arma-
i.:!:, Relmpago.
ctunsH
ViT-ladei
ra noque rie Caxias n. \3.
Oorreo P-rnumbucino
. Vende se a lypographia e a em. reza do
jornal Crrelo Permmbucano, iratar na
i na do Imperador n. i, das 10 da manbaa
i -3 da larde.
Piano
Venda se um piano proprio para principiante :
ai roa de PeJro Affunso, angi ra da Praa, n.
4\ prirodro andar.
Deposito de gaz
Eai paqoenas e grandes porcSns, marca Devoes,
mi do Apollo n. 4, vendem Jcao do Reg Lima
* i;.
\ 520.
1
Vende se caixinhas cora i? ne arror pelo di-
m>iiQio preco de 320 rs. a caixa : venha a ra da
Cadeia o. 30 A, bja de mingzas.
CONTEA A TOSSE
Liaitivo peitorai
DE
Este xaropo d:om gosto agradival mai tScaz
em todas as doen^as da garganta, do pello e do
estomago, alm disso constitoo rerdadtiro es
pecifleo contra ss constipicSs?, caiarrhss. rouqoi-
do, asthraa, tosses nervosas, eoqeluche, etc. etc.
Depo'iio na pharmaeia e drogara de Barloo-
lomen & C, roa larga o Rn-tario n 34.
EspecUtlidade.
\ inho do Porto o melbor a desejar, em barris
da 10* e 20*: vende se no escriporio de Soares
Primos, rna do Vlgario n. 17.
Fotas&a em 1x2 barris
No armarera de Candido Alberto Sodr da Motta
4 d, traversa da Madre -Dens n. M.
Libras st@rlinas.
Vende-se no arraaum de faiendas de Aucusio
F. de Oliveira & (1, i ra lo Commerciu n. 41
HachinaB de costura.
Chegaram ao Bazar ersal da ruaUniv
Nora n. 2, om sortjmento dej machinas
p'ra costura, das Bjelbores- qoal dades que
existe oa america, ds quaes muitas j sl
bem conbecid. s pelos seos autores, [como
sejam : Weller & Wilsoo, Grover & Boka,
Slenciosas, Weed e Inapenaes e oulras
militas que com a vista dererao agradar aos
compra Jores.
EsCs machinas tem a varr?fem de fazer
o'irbslh- qop trin'ta costureiras pdm
fazer diariamente e cosem com tanta per-
tVicSo como as mais pereitas e^stureiras.
Garante-s a sua boa guaiidade e neina-se
a trabalhareoa perfejc3o*m. menos de orna
hora, e re precos s"o r5o commodos qoe
devem agradar aos p difluientes,
Gura lapjdit) .radical dos
esti.rs-
pela potTKKi (i a I opea o
Bssa pomada qne trb reol'ados tem solhi-
du'aspesoas qne deih i--.! fsito aso acata de
ehegar para o sea dapwii especial,.
m
Pbarmae'a-j drogara
Barlholomea & C. roa- ^rge do Rosario ca-
Sustento restaurativo da
saue
PEL* VERDAKIRA'FAMXHA
A, k Barry fm
Os abaixo asssigoados fazem srienie a seos fre
2aezo.,.qne pelo vapor Inglez topista receberau
Jegunda remosta desa excedente farinba, enjr
oso mito se recommenda para as crianzas, pes-
soas debis e conTalescentes, appliqada com rece
ohecida vantagem as eonslIpag-SM, diarrhea?
nausea do estomago, tos8, ejc,-irro de sangue
phthvsre-1, etc. etc. Preferida anda pelo agradave
sabor.Unlricoa outra qnalquer.
flB A' ra do Commer-.io n. 1, escripto- SS
9-rio de Jos Joaqnim da Co?a faia, en SL
con4ra-se para vender p.T commodos f
|M presos :
3 Awlejes bespsehes.
Poibas de ferro galvanizado ja eiha- M
| do de diversos iamaDbos. M
Ditas de dito dito liras.
icas de ferro galvanizado.
BB Camieiras dito. fq
Portadas complias para caotaria.
W Ladrilhos.
m noivai>is.
Bonito ports buqnet.
Lindisiaws. Isqnes de madreperc'a-raoJes in-
teiramen^ nevos.
Cortinados bordado?.
Camisd bordadas para homem,
Finas anas de seda para ?nfiora,
A iova Esperavea aoem tem !'r t
DESAPPAEtl\M AS SARDAS
A Nova Bsppranca a roa do D.iqne (e Caxias
n. 63, acaba de receber o bem conhecido leite
de ro?a branca, e lamiiem leite virginal, os fazcm desatinari'cer as 'arrias on p;-ono.
Passiiros
Vendj-se excellento passaros de diversas qua-
lidalas : a tratar na ra Direita n. 3, Io andar.
JlfjbCJ-
O verdadeiro Poriland : s6 se vende na
rna da Madre Dos n. 22, armszem de Joao
Martias\de Barros.
Setius de cores a 2#500.
Completo sortimento de todas as erres, sendo
aznl oaro, lyrio vrde, encarnado^branen, e cor de
rosa, e seliin maco, e om sortimento de poopeli-
nas lavradas, e sediohas de delieadas cores a 2$ o
covado : s na loja do Papagaio, roa da Impera-
tris n. 40, de Mendes & Carvalho.
A Magnolia, rna uuqoe de Caxias n. 45, rece
beu om gr^bde sortimento de coqnes o mais mo-
'derno qne na, e ven !e por menos do qp.e era cu-
ra ooalquer parte.
Terreno e casa.
Vende-se por preco mallo barato nm terreno
com 400 palmos t!e frenie e 320 de fondo, coro
casa peqaena de pedra c cal, em Beberibe de
Baixo oa Pondo, na roa de Olinda, ( venle-se
com o terreno que o pretenderte qoiier ) e tam-
bero so realba no masmo lugar 760 palmos com
330 da tundo, o melhor terreno do lugar e ven-
de--e barato por precizo : tratar com Migoel
Ftrr. ira Car tir^, nos dias atis rna estrella do
Rosario n. 41, loja, e dos domingos oo Fandao,
roa d Esperance.
Superiores cortes de seda preta adamascada com peqoeno toqoe de mofo pelo baratissimo preco de 200, i50 e
300O0 o corto.
Grosdenapls de soda pretos, largos, a ItfCOO, 25. 2)5500 a 3/5000 o covado.
Ditos dito dito com listas assetinadas a 2800, 3#, 3A500 e 46000 o covado.
G -rguro de soda prelo a 3*500, 40, 44500 e 5700C o covado.
Dito dito ilo muito sopero a 6$, 6)?500, 13. 7(5500 e 85000 o covado.
Mantas e rrar tiebaj brasilinas de soperior qaalidade.
Fil pr'to !.3-:> e E outrananitas fazendas pretas propilaaapara a quaresma, bavon-Jo grande a variado sorliaenlo para os com-
pradores escoiertm.
Na roa Pimeiro de Marco (oatr'ora do espo) d. 13, loja das Columna, de Antonio Correa de Vas-
conceilos.
Vende-se as propriedades tarreas sitas rna da
Camoda do Carmo o. 1, roa das Flores o. I, tra-.
vessa da mesma n 1, e a mei agua sita Praia
da Concordia n. 2 : a tratar com Jj- Ignacio
Ai!la roa nova da Saota Rita, serrara a vapor.
Rap Cearense
De superior qualidade da fabrica de Vaseoncel
Ss & Pilho, deposito em Pemarobueo, c-a cisa do
ms. Tasso Irmos & C. rna do Amnrim n 37.
Vende-se orna excedente oarelha de cavados
pretos : no eaes 22 de Novembro n. i*.
F.'iriuha de mandioca
Superior e nlto propria para mesa, em barri-
scas de farinba de trigo ; a HjOiO rs. a barrica:
nos armuzens de Tasso Jrman & C.
A flor do pao ebinei todos os dias as 4 horas da
Urde ; emqoanio a limpeza e bsmfsitoria des-
necessario elogio algum, easta pouco aos fregne-
es a conheeer a verdade, sssim como vndele a
ova bolachinba americana e pao commom, todo
da melhor (arioba: ra de Gervsiio Pire* o, 48,
nova padaria aine.iiea.Ba,
'm-
cflHicM n m\
** *?ai de
ERNESTO & LEOPOLDO
N, 2 D Ra do Cabug N. 2 D
Acba-se montado de forma tai este esUbelecimenlo de joias qoe pode
vender aos seos numero.- os (regoezea em grosso e a ratalbo e por precoa
moi resumidos visto qoe recebe de conta propria por todos os vapores de
Eoropa. O gosto de desenbo de suas joias o mais lindo do p*i da*
modas, ooro de iei, brilbaotes verdadeiros, esmeraldas, rubina, parolas,
turquezas, sapbiras, coral rosa etc. etc. Obras de prata do porto tanto
para igreja como para servico domestico. Convidamo as Exmas. familia*
a visitarem o dito eslabelecimento todos os oas at 9 horas da noif .
Compra.se ouro, prata e pedras preciosas em obras velbas. ^l
56 ARa do Mrquez de Olinda56A
outr*ora ra da Cadeia.
LOJA DAS MACHINAS
Sendo este antigo estabelec.mento assaz coobecido como principal e recommea
dado pelos grandes depsitos e.bons sortimentos eom qoa se^pfe pria.i em ter 4a.-
mehoias, mais acreditadas e verdadeiras mjMhiaa* aanerflaaaas para alfe>-
d3a, desda 10 60 serras, e liaveodo em todos os tamar-'hos diwcaidaJes de ayate
mas e melboramentos para perfeito e rpido desca?ocarnelo; tornam-se digna* 4*
serem vistas e apreciadas pelos 3rs. agricoltores ; os quaes, alea disto, eacontrirl
jambem mais:
Apurados vap&bes logomoveis, de forca
do 3 4 cavallos, e pertences.
Macbiuas para lavar roopa.
Arados americanos para varzea a la-
deira.
Carros de m3o para atterros.
Tinas de madeira.
Baldes de dita.
Ditos de ferro esianbado.
Ditos com vvala para avatorioss
Ditos de madeira para compras.
ApparelLos para jardins.
Goardas-comidas.
Tampas para cobrir pratos.
Tarracbas para fazer parafuses de ierro.
Ditas dita ditos de madeira.
Trens para cozinha.
Temos de bande'ia3 finas.
Emfim muitos ontres argos, qce
OftMHinados.
Correates para zrrasiar madeira.
Cylindrjs americanos para padariaa.
Perteaces avnlsos para macoioa*.
Salitre refinado.
Breu soperior.
Moinbos de diversos fabricantes pr>
milbo e ca'.
Dcbolbadores para miib.
Azeile de spefmacete para mach..3
Camas de ferro.
Bombas c!e Jepy.
Ditas amcricacaj.
Cofres de forro patente.
Canos de ferro esm.ltado*.
Ditos de dito estanbado.
Ditos de cbombo.
Ditos de borracha.
Folies para ferrer<-s.
s aviita e nest estabalecimento poder!
LIQD^ClO DE FIM DE ANNO
RA DO DUQUE DE C4XIAS
(Outr'ora do Queisiado)
Este eslabelecimento acaba de receber om importante sortiroenlo de dnarsa* fi-
2*14*9 propriaa para vestidos, sendo poopelinas de seda,: i,s, isas, percales, d:tas coa
barres propr2S para babado3, lindu cambraias crox, e em fim urna inin:dade d'arti-
goo-de moda, tudo proprio para a fesa, o qoe tudo vended por precos Ltai amest
rasodve's, em coosequencU de estarmos prestes ao fim do nuo, a o ti5 lo qaer !*
gr.ade trabatbo c^m o seo balanco preferindo tomar dir>beiro a fazendas, convida-*
potyiito ao respeitvtl publico a virem sortir-so na loja do 05 anude comprario por pre
(ea-que nao obtero em ootro qoalqoer estabelecim. ntn ; em fim ver para cr*r
A
ROA DO, DfiE D CAMAS
(Our'ora do Queimado)
Farinka ce mlio
Vende-se fariaha de milho moida a vapor, dia-
rinmente, pelos presos seguiniej : grossa para
maguar a 90 rs., dita para anj, pinlo3 o passa-
rinhos a 100 rs., para cangica e pao de Provenga
a 120 r?., e para scus a 140 r?., em arroa e
mais barato : na roa do.Cotovello n. 25.
CHAMPAGNE
Marca ('.lis Pare
O deposito d'quella marca acha-se actaalmen-
te na roa do Bom Jess antiga ra da Crnz n.
22, andar.
Cerveja de Noruega.
Verdadeira e soperior : venda nos armazen*
de Tasso lrmaos A C.
AOS PADRES
A Nova Esperanca, ra Doquo de Caxias n'
63, r-j.--m vende as meihres meias de laia : a
qnanti&ide pequea, portanlo ellas antes qno
se acabem.
Banheiros de marmore
200 rs. um banho
A casa debanhos do Recite aceita al o naaero
do vinte asignaturas para banhos diarios oa ra-
zan de 6000 por cada orna, pagos adiantados. O
subscriptor ter de assigoar o sen oorao a data
em que ss snbscreve co livro da casa.
Assignatara de 30 candes tranfei iveis 10*800
Meia dita de 1S ditos ditos 6500o
1 banbo para pessea residente na previo.
cia 500
l dito para passaceiro de qualqner especie t $000
Rap francez e fumo
caporal.
Vende-se ne Bazar Victoria roa do Barao da
Vieioria n. 8.____________________________
Por muito mdico preco
vende-se tres casas na povoacao, oe Una ocenpadas
eom astabelecimento : a tratar com o major Joa-
qoim GoncaWes da Alboqoerque e Silva- nessa
logar, oo Adriano Ca-lro & C. na roa da Cadeia
numero 16.
Vende se o botel denominado Loso Conquis-
tador, noto a esticao ds bonds, bem airea;aerado
e nraprio para principiante; garant se a casa : a
tratar na roa da Goia o. 9. taberna.
Vende-se urna cauda grande qoe coodoi mu
a floveetntos tijollos de alvenaria grossa : tra-
tar no Porto das eacas, armsiem da esquina qoe
vira para a deteocio.
Pereira da Cnnha Irrrrs vendam no sei depo-
lito praca de Pidi 1 o. 16, amigo arfo 4o
Cbafariz da ra do Hruir, kerosene da prmeira
qualidade (Devoe) em caixas da dnas !a.as, na-
* a gro so como a realbo, por prejos corrmo-
dos : ..tratar oo s.-;i escriptorio a roa do Mr-
quez de Olioda n. I, oulrVra da Cad-ia.
Os mesmos rec.-ihe-i. tambam e>se artigo n
mesroo depozito. por rordica annhten;.gem.
TTSSA"
Da Russia, nova e de boa qoalidade : vcod:r.
Pereira da Cunn Irmcs : roa 4a Mannat d .
Qtmda n. H._____________________
Verde Chiome.
Vende-se na fcrris de 4 arrabal : aa raa ^
Mrquez de Olinda n. 40.
oleo peito de figado de racajlhao
mi
terha nova
DE
H. LAa^MllE
Esto, aleo qoe lio boa aeceitscao tea atnraei*).
meito se recommeada por ser o mais pnriSea*
qoa at boje lem vado, e aind:i pela boa Nhtl,
.upwior a entro qualqner : vnnae-a a 4aoait
paeial Je BarlbAlomeu. di C.: roa Larga 4a io-
laria 34.
Attenpio
Vende se ama taberna sita no Eaeaaif*Mt>
muito afreguezada no reUltrb a coa* pooemtmln,
propria para principiante, leaAa eomansioi para
familia : a tratar na mesma coa Bellanriao Sa-
bino Vianna, oo oo progresso do pateo do Canco
o. 9._________________________________
Vende se tras caas na povoacao 4a t aa oc
copadas com estabelecimeoto : tratar co A4rU-
no, Castro C no Hocife raa a Cadete K.
AUenflA
Vende-se o sobrado da raa da S. Goman. JT:
tratar no armaxam 4a boWa aimarelU, m Mo
da seeraurla da poliaU, oo a roa Fi
ro 8. J saak
Aos jardineiroa.
A Nova Esperanca acaba d* nm mm
especiaes para jardineiros, sao aa bmtWu qoa
tem vlado ao meaeado, a ella attac qtw i aca-
bem,

{
L
}
L
z,


0
I
I
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a
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Daro di Pernambuco
i
Sexla eira 1 de MaivO de 1#72
_------------
ADOTIRAVKIi LIQUIDADO
SEM LIMITES
Nk
LOJA E ARBIAZEIVI
DO


PAVAO
DE
FLIX PEREIBA DA SILVA ft CL
NA RA DA IMPERATRIZ N. 60-
B a din^eiro vista
Os proprietarios deste estabeleciraento tendo grande necessidade fe diminuir o im
menso deposito que tena de fasendau e grande urgencia de apurarern dinheiro, tem re-
tolvido faer ama verdadeira liquidado com grandas abatimentos nos precos de todo;
os seas artigos: para o qae convidan ao respeitavel publico desta capitel a vr sortir-s<
poislQegarantemque rm parte algami poderSo encontrar t3o grande 'sorttmettoe me:
mo nao compraro pelos preces qae se lhes pode vender na loja desvao ; porra ad
virtindo-se que s se venda a dinhein vista. Os mesmos proprietarios deste estabe
iecimeuto rogam a todos os seos de ved ires desta prac o favor de vi rom saldar seos >
Ditos, e todos qufliles qoa esvereui devendo contas antigs e o nio fizrem terao d;
ler encommodados judicialmente.
CAMBRAUS BRANCAS A 000 E 10500; NOVOs'VESTIDOS A 5,5000.
O Parlo tem pecas da cambraia branca O Pavo tem lindjs cortes de vestido di
transparentes com 8 1/2 varas qae vende 'fioissimas carobraias com bonitos bordado:
pelo barato preco de 43000 e 45500, ten- de cores e tambera iodos brdalos braoct
do tambera rauito finas do 50000 at que veude pal baratsimopreco de WOW
10-5000. |ca(ja c5rtej grande pechiiuha.
Ditas tapadas oa Victorias tendo de 3*500 PANNOS DE CHO HE PARA GADE1RAS 1
a pega at a mais fina que vem ao mer-
cado.
.rostlcnaples prelo e de corea.
O PavjJo tem ora grande sortimento de
grosdenaples e gurgurao preto para vestidos
tendo de 141600 o covado ate ao mais su
perior qae costuma ffr ao mercado, assira
como ura grande sortimento de ditos de
todas as cores e branco boj bonito sorti-
mento de setins branco e de cores que ven-
de oor pr.'cos muito ero emita.
CASAQUINHOS A 130, 180 E 200000.
O Pavo tem um grande sortimento d.e
"icos casaquinhos de seda prela multe bem
afeitados e modernos que vendo a 150,
484 e 205000, sendo fazenda de muito
lais valor, assim como ricos chales pretos
oordados com franjas largas de retroz a
CORTINADOS PARA CAMAS E JANELLAS.
a 85, 10,5, 120 e 1S0OOO.
SOPHAS.
O Pari tem ura grande sortimento d
pannos de croch pr.oprios para encost d;
cadeiras e de sdphis, assim como um ric(
sortimento de tapetes do todos os tamanioi
proprios para salas.
MADAi'OLAO BARATO A 40, 40500 E 50
O Pavo tem pc.'s de madapol5o com 24
jardas ou 20 varas que vende a4| 40501
a pega, dito muilo no e largo de 60 par
cima, dito (f incei do molhor qae tem vinde
ao mercado, assim como dito fiaissimo en
pegas do 40 jardas.
crles de c" as.
a 1^600, 20000 e20SOO.
O Pavo tem -cortes de chitas francez?'.
com 10 covado*, que vende pelo barato pro-
co de 10600 e 20000, ditas que vende i
160, 200*6 280 rs o covado, tambem tea
um grande sortimento de ditas finas clara:
,e escuras que vende a 280 e 320 rs. o co
, J/,?. > m < ""S! f rt,ment0 vado e fioissioas percales miudiuhas propri
22 m! ?T ^T ,ptSn2!as P camisas, vestidos a roapas para me
SiS ,V 9 q Ve W 3t Q,B8 rte a 360 e 400 rs
ioouuu o par. xj/^c nHiwm
r^jaSo^S^i-lSlS OPlffcSXoTttSS abanhado,
icos damascos coT e 8 palmos1 de S- t?! munm 6m 8er ^h^ *<
*a proprios para colchas Pdema,%X|^d^;X^b0n,l0i ,6D'
sem ricas colchas Ha riama*.na imhwh Ha !^S DOraa.yA_Par! I?a0-
5em ricas colcbasde damsscoa imi'.acSo de!
as rr.iis lindas que
A 400 RS.O
4eda e ditas de-#ro -bet
;eai viudo ao mercado.
TJSSELINAS PE CORES
COVADO.
O Pavao tem um bonito sortimento de
amsseiroas de cores, padrees inteiramente I
aovos e cores fixas, que ver.Je a 400 rs. e j
covado. Ditas brancas muito finas a 400 \
560rs. Meta branco dadia muito fiao'
para vestidos e roopas de meninos a 720 rs.
tcovado. Cretones de cores muiLo BMor-l
(jados para vestidos a 600 re. o covado.
ROUPA PARA HOMENS.
Sobrecasacos de panno preto lino send
muito bem feitos de 120 at 400000.
Palitos de panno preto fraques e sacc
de 80 at 120000.
Ditos de casemira de cor.de 60 at 120.
Ditos de alpaca preta fina de 40 a 60000.
Ditos de dita branca e de cores 60000
Ditos -de brira de lisbo trancado a 60000.
Calcas de casemirs preta de 60000 at
120006.
Ditas de briffl branco de linho de 40OOC
at 80000.
Dias de brim de linho de c6r para todof
os procos e qualidades.
Metralhadoras!
Chegoa par a M. do Pavio am a^gBiflo sor- JS^H?f?S? lA'"38 "i"0 P8lS
Dent de corles de validos de cambraia com a a'RMao O.) l^bOO at 50, em duZ'3 ven
Umento
oabados branco' e de cores, denominados a me-
ralhadora, sendo *ta fazenda a mai; moderna e
de melhor go>to fjec tem vindo ejte anno para a
!sta : assim corno MMtoa tambera um Mn4o
ortirontorife cortos cambraia com palmmhas
oordadas a Taa. fa.tecda de maita phr.otazia, e ven-
4-S8 ludo muito K3is barata do que em ootra
ajalqner part : dtu di I nperatr-iz n. 60, t<^a
tarmazern de Perena da Silva & C.
Popelinas de seda
A i0tOO rs.
Ha loja do Pava? vende-se um elegante sortt-
eacto das melhores e mai* modernas popelinas
4 seda, que se liquida pelo baratsimo preco de
f 500 rs. o covado, i grande pechincha : rui
Imperatriz n. 60, loja de Pereira da Silva &
de-se mais barato.
Ditas de meia dD 300 rs. para cima.
Coroulas de linho algodio, fcaocazai t
feitas na ierra.
Collarinhos da papal, algodo e lrabc
que se vende muito barato p^ra liquidar.
Para noivas.
0 Pavo tem rico gargoro de seda, bran-
co. Grosdensple branco rnnito encorpado
Agraciannas brancas com listras de seda
Ponpolinas brancas de seda lisas e lavra-
das. Sedas brancas, lavradase lisas. Ca-
pellas com palma de flor de laranga con
rkos vos4)ordados, qse tudose vende raai
barato do que em oulra qualquer parte.
A loja do Pavio acha-se constantemente aberta du
na da noite, ra <* '"oneratr n. 60.
6 horas da manhaa at as 9
Para a qnresma
GROSDENAPLES PRETOS A 10600,
20JCO 20500 e 30200
O Pavo r-cebeu um grande sortimento
de grosdenaples e grguroes pretos que
vende por prcco muito em con'a, sendo
grosdenaple preto liso muilo boa fizeoda a
10600 o colado. Dito a 20000 e 20500.
Dito de cjrdo ou gorgurSo muito encor-
pado de boa largura a 30000, 30iOO e
30500 al 5# 100 ou 60000 o covad*. as
8im como grosdenaple lisu com 4 palmos
de largura, sendo moito encorpado a 30200
grande pecbiocha, na loja do Pavo ra
da Imperatriz n. CO.
FAZEHDAS PRETAS PARA A QUARESMA
Na loja do Povo ven Je-so um grande
sormenlo de fazendas pretas pro, ras pata
a qoaresma como cejam : grosdenaples pre-
tos de todas as qoalidades, panno bno pre-
to de 10600 o covado at 100000, carena-
ras pretas de todos os precos e qualidades,
merinos trancados e de cordo, bombasiaas,
alpacas e ootros muilos artigos qoe se ven-
dem mais barato do que em outra qualquer
parte roa da Imperatriz 0. 60.
Panno preto a ltt'JO o covado
0 Pavo vende panno preto uno de duas
larguras a 10600 o covado, dito muito su-
perior a 20500 pecbinba, ra da Impe-
ratriz n. 60. '
RICAS SAIAS BORDADAS A 80000 E
100000
O Pavo recebeu um bonito sortimento
das mais ricas saiaa bordadas, teado 4 pal-
mos cada orna e vende a 80000 e 100000,
send) fazenda que vale 120000 e 140OCO,
pechincha, ra da Imperatriz n. GO.
LASINHAS NOVAS
O Pavo receheu um elegante sortimento
das mais modernas las para venidos com
listras de seda que vende a 800 e 10000 o
covado, diag de pbantasia sem listras de
seda que vende de 400 at 610 rs. pe-
chincha na loja do PavSo roa da Impera-
triz n.60.
fadupolo com uiofo a 6^000
a #eea
O Pavao vende bem adapolo, teado 4
palmos de largura, com 20 varas oa 2t
metros, pe) barato preco de 6;000, por
ter um leve tjque de mofo; assim como
pecas d'algodiosinbo a S0OOO. ^
MANTILHAS R3ASILEIRAS
O Pavao vendo bonitas mantilbas brasilei
ras a 100000 pecbinba, ra da Impe-
ratriz n.60.
NOVAS CAMBRAIAS BORDADAS A 50000
O Pava) recebeu ura bonito sortimento
de novas caaibraias bordadas para vestidos
tendo todas brancas e com honrados dn co-
res e veude se pelo barato preco de 50000
cada corte, tendo 8 1/2 vara pecheinha,
ra da Imperatriz n. 60.
6ra4e pechincha
SaiJs a 2^00
Saias a 20500
Saias a 20500 .
0 Pavo vende um grande sortimento de
saias brancas j promptas com folbos ma-
chiados, pelo baralissimo preco de 20500
cada ama, fzenda que sem.re se venneo a
40500 grande pechincha, ra da Impe-
triz n. 60.
Botutos e finos entremeios e
babadinhns bordados
A Agoia Branca 4 ra dj Duque de Caxias n.
50, receben novamenie nm bom tortimento de en-
tremeios o babadinho* bordados, coja snpwriorida-
de sera conbecida por qnem os quizer comprar e
dirigir-ae a dita I; ja.
CamLzinlius p?ira baptisados
A Agnia Branca receben bonitas camizinhas
enfeitadas para baptisades, e como sempre cooti-
nda vende-las.por precos coirmedos.
Fiejo
Veode-se feijao mulatinho novo a i#i80 a coia
m ra Direita n. 8
Crttore? a 400 rs.
Chegon para a loja do Papagaio nm bonito sor-
timento de cretones de todas as cores raoito flxa,
proprios para vestidos de casa, e para roopas d
meninos, e veodera-se pelo diminuto preco de 400
rs. o covado, sendo seo pr>o regular 80 rs., e
neste me-mo sentido outra? muas riendas : na
loja do Pioagaio, ra da Imperatriz n. 40.
Chumbo d munido.
Vende se dinheiro por 23| o quintal: na roa
do Coramerclo n, 3, 2* andar.
iMiBiiMiiyiK.
^*ioc m vio nm processo'mais permito e <\v.e at-
# i tal forma a asfazer as exigeaciss mara
veraa da f scripturacao.
raa cor- iiodissima e nao precisa decnida-
t >-i,l.. para se conservar no tioteiro sempre
ijw a mesma cor, sem borra, er'-a tolr ou sem
t* afora conbecidas, anda mesmo dos ci^Thores
.torea esirangeiros.
iobretr;io, este estimavel prncio nao ataca as
<:nas de ac, entes pele contrario, a penna
-j|tur Bm esmalte doarado que, sendo inters-
w.-, asss provuitoso.
Sia trata, nao sendo especialmente para copiar,
a comrado duas, tres, ou trais opiac nm ru> s
aoota de escripia ; preciso, porra, deixar-llie
uivpei bem molbado sem o eoxuaar oom o mata-
rCtrv), porque au ha o rwco de borrar. Para se
rr mais de urna copia, nao se aggl#meram tan-
m mihas quantas copias n queren tirar, mas
>ta-M cem o original tirar a urna Untas quantas
is.'asajam, sem qas o original Oque prejadicAto
utas axiriiioes.
corre aqu diacr que, para copiar uoporta
;ta intelligeneia $ habiHd.-de, som e que a ma-
dor tinta nao satisfaz, e o deleito recae sempK
r>?r a Una, que niuita* v, xe. queni menos
moa. tem.
& dupla qualidade desta tinta exxrcmamento
cruciavel, pois que evita que em qualquer es-
ifnnia baja mais do que urna tinta para os di-
ito misieres.
mai-Euio a saa dnrabilidade, nao ba a oppr
jtWMor d>> vida pois que "- tinta depoia de as-
cripta suffrB o choque de cidos !ertissimost sem
3e decoinpr; rra, so na cidos nao tem accao so-
bre ella, maitr. menos a accao do tompo a pd*
destruir; isto plaosiveL
Nao s6 ao coinmercio que este meu producto
veio ser mil ; os profesores dos collegios, investi-
gando todos os meios para o adiantamento dos
seas diminuios, tem a^jproveitado MH tinta, que
com rssao a acharara apta para desenvolver o
gosto ts educandos, em consequencia da beleza
da cor e faclidade 4o correr na pequea pela sua
liquidez. Ha exewplos de cr;Bcas que havia
mnik) tempo tinbs^n urna repugnancia extrema
par* a escripta, lofo qoe foi admiltida es'a tinta
te eoliegio, apoderou-ee dalias a curiosidade e o
goslo, e ponco tempo depoia o sen adiantamento
era manitesto.
Esta tinta, a par de tantas vantagens, tem um
Batee inconvenisnte, deteriora-se ao <:ontacto de
TOtra qualquer; eavru poie te la emtinteiro
isenlos do meeor vislumbre de outra tinta, e evi-
tar escrever com a peona suja de urna preparacao
difireme e incompativel; verificando isto, nao h.3
ratio para se usar de tinta que nao seja a VIO-
LETA EXTRA-FINA DE MuNTEIRO.
Observado.
Diversas falsiflcarSes e semelhaocas MQ appa-
recido, cuja durabilidad* duvidoss. Os Srs.
compradores podem evitar o engao dirigindo-se
casas circuraspcctas, e pedindo a tinta que eu
fabrico
4. C. Mrmtrirn.
AEMAZEM DOS
Ra Duque da Caxias n. 29.
Os proprietarios deste bem munlado esUbelecimento scienlifjcam aoreSpeitave
respeitavel pabico d-sta provincia que se achara com um variadi e completo serti-
nento de movis, tanto nacionats como e||raDgeirs, sendo estes escobidos por nm dos
sosos qoe se acha actualmente na Eoropa. O mesmo tem contrastado com os melhores
fabricantes daquelleconiinente as remessas das mais ricas mobilias feitas all.
Na oflictoa tem os mais habis artistas deste genero, e por isso pedem que ve-
uhara visitar o estabelecmento, aonde encontrarSo a realidade do que acabara de expr*
ue se pode examinar; ricas e completas mobilias de Jacaranda, mrgno, faia, tarvalbo, a-
marello, ele, ricas e elegantes camas deja caranda, pi setim, amarillo, etc etc., goarda
vestido de araarello, guarda louca de cogueira e de amarello com tampo de pedra, apa-
radores dedto dita, peti toilettes especialmente para fazer a birba, toilettes de jaca-
randa, amreilo, pedra, secrela-ia; da Jacaranda e mognocustureiras oe mogno, san-
tuarios, thcars pjra bordar, barcos, lavatorios com espelbo, de psdra rosrmore e seus
pertences, cadeiras privadas, bids; etc., etc., e mukos ontros artigos que deixamos de
mencioaar por sejtcrnar enftdonho
MML
AFLORDEOUKO
No 24 A-Rua larga do Eosario-I. 24 A
B]VJA]IIJ & IRHiO t
Sempre viva no cumprimentn-de feos deveres, sada a seos innmeros fregu- *
zes pela entrada do novo anno de 1671, e de coraco deseja, a todos, bem boa sororaa $|
Ce) de cantos de ris-, afloi de que jamis esqueeam o jardim das joias que existe a roa ^R;
' larga c.o ilosarm o. i\ A, onde tota muito p.uo dinheiro orgaoi.-am um bonito rama- (gfa
Ihete que cao ezpargindo perfume eo deixa com tudo de ser de subido va-
lor, e mil vezes preferido s flores vegetaes que perdendo o odor murchara e d?sap-
parecem. Anno novas, n'va eousas ; pertaolo respeilaveis leiterat vifitai o estabeleci-
n enio qne encentrareis urna variedad tal ooe com certeza daris por bem empregado
o tempo precioso passsado na FLOR DE OURO que
Em modieiade de prepes sem igual
Lindas voltinhas de ouro 8/000, lunttas eom-caixa de madreperola obra de
goslo para senhi ra a t0|000, pans de brinco de phantasia i Si e lOfOOO, meios ade- 5* re^oa a 16/, roietinha de diver-os modeHos a bf e 6#;e 8/000 o par, paleeirinha de ^ft
^j} corai a 7/, atacadores de dito para manca com bollinhas'e diversos enfeites de ouro a f'
{%/$) a 20/000, v>! johas de coral com cruz dv ouro a 5/0O0_bilnqu;nho8 de ccral a 3/ e
4/000, tigf s a 2/, lindos anneis de benitas e bras pedraTa ?/ e 4/, ditos de pidras
linas a 6/000, ertizes de diversos gofios a 3/, 4/ e 8/, ditos de esmeralda, perolas e
rubias a 12/, 14/, e 16/000, cacoletas com inscripcSes e sem ellas a 6/, 6/ e 8J,
lidas fvelmlias de prata para as modernas pulceiras de fita a 1/.
Aos apreciadores da moda
E' fomento na Flor de Ouro que se vende jolas modernas por poaco dinheiro
como sejam : guarnieses cem tre3 boRies paraubertora i 4/, pares de ditos e de dtf
ferentes gottot a o/, ditos a 8/. ditos de eolerinhos a l/500-o par filos para punbos i
8/, cadnas muito chiques a 20/, ditas a 6/500 a oitava, pencinez de prata dourada
a 4/, 4/500 e 5/, medalu5e para caderas a 12/, medalhas com le.ras a 8/; alm
de um grande sortiratDto de obras de brilbaotes, brincos, braceletes, alflnetes, adere-
qm completos, meios ditos de pedraa finas e coral, medalhSes, vohas e trancellins,
anneis com letras e da diversos modelos-, cuto, pencinez de ouro, relogios de ouro e
prsta durado e de afamados fabricantes, assim como grande sortimento de obras de
prata do Porto, tacto para o servioo domestico, como para grojas, e garantimos ser
tudo tei.
A lllor de Oui'O cantiBa a estar aberta at as
8 horas da noute
i*
^ MACHINAS
COSTURA
-A' "
DOS POSPONTOS
OOSOOO
DOS P0S?OITOS
IVlAUt A
DBIPAH'I
00OO
mof'O
9?00J
9000)
9 .000
!)'0C0
90^ O
SINGEB
oc.#oto yAMFACIllIXft
M|CQ8
90?C00
BMi^iT
,
I
1
F1X0 NO BRACO DE
GRDE TRII1MPH0
OBTIDO SOBRE MUS DE tUttk EX^SITORES, IMLUM10
TODAS AS GASAS PBWCIPAES RESTE U1Q 1)1 insni'i
-
:
ALTON\
Us jurados, pra decidir t^a qualidades >: valias mail-.icas (u3o so a t^; tH excdlen-ia da toiistrocco, c mo tmr>i-m da snperioridade *1o reballiJ wrrls'f! r
gai.isari-.m ntreos exposi-ores nma lula de tmer, em qoe oa joradoa dtkikwra ,.
esiribuiram os maieriaeade qt-: >e d>viam usar
Reconh ecu-se unanimemen le
Que a machina moderna ptra Obtura de fmila, i!e
SiNGER MftUKCTURiHG CQfflPAV
alcancou ma victoria fcil s..bre 'odas as concorrenlea, leado efT tt ado om^ -..l
i 3/4 horas, qtuado a mais rpida das oulras liaba levad '.i b >i i ; ta nti ,.tr o
mesmo irabluo de una maiiira mui.o inferior.
0 nouvro propordonal de palmos de costura fei!a era 10 h ra? de ir,
os
a machina Sir.ger, era 1,500, Deecssitado 1,000 a I,a00 jardas de heba ; no
ser preciso 3,0.0 a 4.000 jardas pa.a fazer o mesmo coupnme.lo di ctor u. -
machinas.
O preco de 3,000 jarda--de Inhi................ J <*
O prego de 1,000 jiras do linha................ S >
G q-ie mo por dia emprego das machinas de pinto dec:d;:. lazando m u-. .. :
o obreiro um r^jui o de mus de 340, q ar.tia pela qnal t'; -_. \ -
machinas.
nico agente m Pernambuco
(Note-se Lem o numero) "W", H. (jlipiHlll (Naie se ben o non
4 5 R n a do Impera d o.f 4 5
.'
wm e mm
F
GMMTO



liGI
ifirm
64 RA M
ATRIZ U
O grsnde sorlimenlo de fazenias Anas que ulCroamenie ncbeme, aue ui .
demos por presos qne a lodos admira, nos aninn a cham-rims a-al'.en 5o'd s r
oumerosos freguezes. cortos da qn n5i Ibes fallar agr lo o siacr.dide r
tos, Outro sim os preos por qae f.rem marcadas algi;mas fazendas s serai
das a din .ciro.
Algaras lisas acolxoadas pdroes ndjs todo escnlhido a capricho e po- r.
Aoas a 7C0, 800
a 410 rs. o
a 50u rs. o covado.
Ditas Iavradas muito
e 900 rs o covado.
Ditas lisas bonitos padres
covado.
Merinos lisos de cores diversas a 500 rs.
o covado.
Dilo vero moilo superior a 2;>800 e
30000.
Bareges de 15a lindas cores para acabar
a 280, pecbincba.
Gaze de seda com Itndos padroes para
vestidos e veos boje muilo em oso e por ba*
ratisfimo preco.
Dita de seda com o assento branco e
bordado de cor muito proprio para son ees
a 205000 o corte.
Fil de seda branco. Dito preto por
menos preco que em outra parle.
Mantilhas pretas" de seda esmeralda
i I 000,
A' duqneza-a 12000.
A' brazileira a 130.
PARA A SEMANA SANTA
Recebemos o melhor sortimento de gros^
denaple preto do melhor fabricante france?,
pois neste genero podemos garantir aos nos-
sos numerosos fr-guezes qne nao temos ri-
val, os precos s3o desde 1800 at 5:500
Groz de cores da melhor qaalidade e
precos razoaveis.
Setins de cores dos melhores fbticantes
de 10 a 20800,
Cambraia Victoria de 4$ at 80
de 8 1/2 varas.
Dita transparente Gna de 30300
10*00
Mecejana, recebemos novamente esta lin-
da cambraia que feito o vestido parece urna
seda, a peca tem 30 Js. e custa 180 e
240OCO.
Saias de ust5o e de mosselina para fa-
zer a 30,
Ditas j feitas a 40.
Ditas bordadas a 50500.
Ditas m?is finas de 80 e 90.
Chapenbas para senhora* da palha de
Raba ricamente enfeitadas pelo baratissimo
preco de 150.
em qnalqoer oulra p?lo
Basquinas de seda ricam n!e ir.f-
200000.
Mehs para h-nern, rnbora -. -
de iodos 03 taminhos e qaalidados.
Guardanapos de linho ai".
Ditos ac [nados grande* a ( 3
Gachinez a 3 para acabar.
Cimizas para h im ns de 20 at l-\
Dita? borladas ioa? a 60.
Ditas ditas para tofos a 10j>.
Ditas p-ra meninos a 0.
Colxas brancas grandes a $65*0, d:t -
mm.
Ditas de cores muilo superiores a V
Bramante de linho a 20200 dito a .
a vara.
Dito de ;lg do a 10700 meiro.
Alopiado de linho de superior ijoali-ia-
de a 305 jO a vara.
D.Ij de algodSo a I0W a vara.
Babados borda ios muito Anos.
Dit"S mtremeios.
Fusto branco muito superior para
pa de meninos.
Golliubas de esguiio bordadas para ie-
nbora.
a peca
at
Ditas de algod?ro
Luvas frescas de Jouvin a 30.
Tapetes para guarnc3o de salla para t->.
^dos os precos e t-maubos.
Cortinados para camas de 80, 90 al & 0
o par.
Pdnnos a croch para- goarniclo dl*6iia
muilo baratos.
Para lot). Alpacas m rn3 c?nio>^
princezfas b^mbazma, chita preta, de pre-
cale, crep, !5n preta fioa, qae todo vende-'
mes por um preco diminuto.
M rdapolSo franijez para 70 80 9^ K*J
11059* a peca de 24 Js. *
Dito inglez a 50 60 70 e 80 a cessa c b
24 Js..
Casemira para bomeos e meninos de lo-
dos padroes e por precos baratissimos.
Ronpas fritas para homens gra tdc si
ment e s no.Cysoe se pode vender t -
rato.
Anquiobas de c'iia.das mais modernas s
Cmbralas branca com listras bordadas 30 p 40.
a 80 I D-ixamos de annunciar muias entras ^a-
Chapos de sol para senhora com forro de
seda muilo fino.
Ditos cabos de marflm.
Grmaldas para noivas ricamente infei-
ladas.
Ves de blend, sedas brancas, popelinas
64 Ra da Imperatriz 64
FIGUEIREDO ft LOPES
zendaa por se Jomar enfdootroe nu.
por que os nosso? numerosos fregK:>r
sabem que o Cyne tem por cystem v ndir
barato, e Ij engansr seos fregaezes, e
isso venh so escolbida^ a capricho
r



.
Diario de Fernambuc Sexta feira 1 da Man;u de 18"/2

JURIS?R0PS3ftA.
Reforma jH XMI
Deficiente e inconpleta como a reforma
vimos que era materia crim-nal iotroduzi-i
inaovacdet de grande valor, sobretodo em
relagSo as garantas q*ie concedo ts i*ei
para sua defeza. Ouiro t uto nao podcno^
i'zer no qne loca a* p-rte civil, qoo de
bem mais a desejar que a parto criminal.
Quanto s altrjbuiis i!os juizes, ir.tro
dozio Ici as segointes inodificago s t
Aos juizes de paz, que sao de eligio o
polar, e, portento, da inmediata c ollanga
iie povo, parecendo augmentar Ihes a alfa*
da de 50 j a 10t5, em realidade tirou Ib'n,
porque ale agora a sentenga delles era seo:
recurso .al 50?; agora, embora juiguom
at 100$, na appe llaco para o juiz de di-
reilo da sentenga proferida ?obre todi e
qualquer quantia.
Aos juizes munieipaes de norneacio do
governo, que servera por um qu.itrieo.iij,
or termos das comarcas gene*, compete o
preparo de todos os (eitos civeii que o juir
ue direito julga. C >mptto rais o proceso
e julgamento das cansas mperiores a rOf-5
e (ne nio passara de 5005, com appellagi
para os juizes de direito.
Desla manein claro que tambera fi
ex'isota a Icada ios juizes mooieipaes, t.-
mando aquello termo no seu sentido mni.
genoaOi como limite de quantia da decis
sobre a qual niio ha recurso. -
U 'opete tambem ao joiz municipal a pa
b'icag.io e execogSo .hs lentengas civeis.
podendo ser peran'e ell. sinterposlos apn-
parados os rpeursos que deltas coobereni.
Ni; hes compete, porm. a pabhcaclo di
tleci.ois proferidas polo juiz de direito. .
Nos termos reunido* o respectivo rapple-'-
-do juiz municipal em exercieio devera
preparar o feito uando o valer for soperi r
a 500& e remetta-lo ao raesmo juiz, qu
antes de fazo lo subir ao juiz de direito, pu-
liera* ordenar as di generas precisas, rtevol-
vendo para isso o processo ao anpplerite
com precises iostroegoes.
Os juizes de .lireiio, magdrados perpe-
-, perora am Miis, jnlgarSo as eom.tr-
.'rn's em 'i' instancia todas as caos as
:is at o valor de 500)', ou teDbam sido
..a 1* instancia silenciados pelos juizes de
paz ou pelos Juizes monicipaes.
N.s comarcas especiaes jalgam em "
instancia as causas civeis at o valor de
1005, seattoc sdas em Ia instancia pelo |uz
de paa,. e processao] e julgam em urna e
E'p ra'lastimar que a nova lei se limi-
j-se, quanto ao pessoal do I6ro, s medi-
adas qne se acham apuntadas, quando mes-
rao fra dos joizes a experiencia tira mos-
trado a grande u gen:h do reformas.
Acaso a nossa Iegislac3> tocou a perfei-
g3o no que niz rtspeito a advogados, conta-
dores, distribuidores, procaradores, defen-
sores, solicitadores, escosadores, assisten-
tes, oppoentes, portearos e officiaes de jas-
liga ?
S los escrives e taualliSes a lei fallo.',
. i
c que nao exuden de 500.
loc'ue mais sin joriadiccao o jolgamemr-
di p.irtilhas, qualquer oulra decisio defini-
tiva que p"r,ha termo cansa em I* instan-
cia, o dos aggravos ioterpostos dosjuiza
riorea, e aos de direito das comarcas
vizinhas, e execoc3o das senteng^s civeis.
Ficaram, pois, com aleada aos juizes do
direito.
as comarcas especiaos aioda compele
aos juiTies fe direito o processo e juramen-
to em Ia instancia das causas da val r ta-
Derior a 5005, e a execugao das sentenga.*'
destas cansas : e podera ser auxiliados no
preparo e iottrucgSo id todas as causis ci-
tis da sua competencia pelos seas siibsti
tutos at qualq er sentenga excksivamentr,
indotado a sentenga de absolvigao de ins-
tancia, ou oaira qualquer de que caiba ap-
peilegio ou aggravo. O mesmo se observa
qo caso de ubstituicSo reciproca, determi-
jitidose as>:ra os ecos dos juizes substi
tutos nos feitos civeis, e dos juizes de di-
reito cffec.ivs jue substituirem outros em
is varas.
Aos ju zes Si.lititotos tambera cabe a
secocSo das sentencas as causas civeis do,
dor superior a 1005 e nao excedente a
>, juljadas e;u Ia e nica instancia pe-
n isizes de direito, salvo as decises que
h estes compotirm.
.\3-susp"n33s postas jos joizes de direi-
o decididas us comarcas geracs pal-.
u:z lo direit > da comarca mais vizinha,
8*pociaes peio presidente da relac5o.
|}aanto s 'etacSes, abenas dispoem que,
< fXcepcSo (I > d sembargador procurador
ira na relacjo da corte, os das ootras
rei :>':; eDtr.iSo na ordem dos ju'gadore?
]) respectivo tri...:aal, sojeicos distribui-
os feitos j;u qne nSo boaverem de in-
ir como promotores da jastica ou pro-
> tiradoras da fazeada nacional.
00 foro so teem introdez rio muitos abusos,
que jeria-convemet-t extirpar, e-qoe deslas-
trara a adm;ni-trac3> di justica em um paiz
civilizado, e lempo de garantir melhor os
intereses das. partes e os interesses das
classes qu legitiraimnto se dodicam ao
f.o.
O processo civil estabeieei lo pela nova
lei para o juizo do paz summarissirao,
sem comtudo oraittir actos essenciaes.
Assira o novo regulamento exige tentativa
conciliatoria, petielo inicial em que se es-
pecifique o contrat", transacc^o ou fado ;
estimativa do valor, quaodo nlo certo ;
inlic('ai de provas e rul de testemunbas.
Na occa?i3o di citac3o inicial d sa ao reo
copia da pelcSo; ni audiencia aprazida,
presente o reo c > sia revelia, o ju z de paz orve a* tesomu-
nli.u de ambas as p:rtes, toraando-se os de-
p.iroentos por termo, e tomado o deaoie
ment ou juramento de alguma'das partes,
3o estas onviJas verbalm^nte, ou se Ibes
recebem ai a'legaces e.-crij.t s e os docu-
meolos que clldrecerem ; enl3o o juiz de
paz taiga a final.
No caso de appellai3o o5o ha traslado, o
qae orna vanUgem, residindo o juiz de
direito no lugar; e morando fra, fose lira
traskfdc qnnd > ai partes ns*o convm.
A appcllaglo tem effeito suspensivo, e as
partes arrazoara em cinco dias cada urna
peranle o juiz a quo, ou ad qnem:
Nestas aci.es iterante o juiz de paz s
sao pe mittida as exceprSes da incompeten-
ia e do suspec3). todas as nutra* devera
entrar ni contrariedade, onde as apreciar a
sen'enga definitiva.
O, decisSo sobre comptancia h3 para o
juiz de direito aggravo, qm segua nos pro-
prios ajios.
V sospeico processa-se sumraarissima-
raenic pirante o juiz da direito, qne a jolg-.
definitivamente, depois de ter onvido as
testemuntias do recusante, e as do recusado.
Quanto execucSo no juizo de paz, basta
o simples mandad o cora a substancia do
as justificacSes a nova lei dispensa o
traslado, salvo quinto a parte o exige.
Ficam blidos o* dias de corte.
D'ora era diantl**s relatera! as relac5es
faro relatarlo e cripto, como no IriDurrai
do commercio.
O presidente da relacio pode prorogar o
prazo ao relator por 20 atas, ao3 outros
juizes por 10.
Tent sido n>sso nico intuito dar urna
idea geral das dsposc5es da nova lei s
pes'oas qiM-della nio ti mam conbecimento
i qiH
, dar
fa loj pooco. E' caretao'o notorio que- directo, damos aqui por finio o nosso mo
desto ,lrab:lbo.
N5o podem uegar-se i reforma sinceros
elogios; mas tarabem nao se devo oceultar
qae ella ficoa mudo quem do qli> razoa
volmente se poa esperar.
Muitas das saas dijposicoes achara-.} n
completas; d-.br \r que por ura lado n3o
sortir3o todo o esmerado enfilo, per ouiro
apparecer na pratica ama confuso, oode
n3o ser fcil trac-ar seguro caminbo.
A vasta accaraulacio da nossa legis'aclo
cada vez mais impiriosamaote reclama nma
codificacSo qne a sysienatise E' muito de
lastimar que as tentativas feitas por este
lado teaham abortado completamente.
Quaesqtier, porm, qae sejam as difQc:!-
dades que urai legislag3o defeituosa e de-
licente ponhi boa administrado da jus
tic. i, ha um mel de realizar esto bello i leal :
escolber urna magistratura laboriosa, ins-
truida e bonita.
instancia as do valor de nais de 100> juigado, processaudoso summariamente os
embargos execnco, so'jre os quaes ou-
vida a parte contraria, em 48 eras, deci-
diodo o juiz afinal com appellago para o
j'jiz de direito.
Peran'.e os jui es munieipaes e juizes de
direito o processo da3 c usas que veisam
sor-re valores de mais de 1005 al 5005, e
jue nao envolvem bens de raiz, regido
pelo regulamento n. 737, e segu o curso
das caus?s summarias comraerciaes, segn
d) o masrao regulamento, o processo dos
embargos offerecidos na execucSo.
Nestas causas s se recebem o proces-
sam como taes as excepcoes de incompeten-
cia e suspeicSo, constituindo todas as outras
materia de defeza. O processo destas sus -
peices igual ao da juizo de paz, o que
tambera prevalece as causas sbre bens de
raiz cejo valor Dio exceda 5005.
Os juizes munieipaes decidem os embar-
,' s oppostos s suas sentencas, quando
n3o tiver havido ap,oellagao; devea dar,
porm, os recursos legaes.
Os juizes que preparam os feitor, ou
nelles cooperam, devem dar audiaocia, em
dias certos nma cu du'as vezes por semana,
confoncea aflloencia dotrabalho. Os sub
sutatos (fevem dar suas audiencias nos
muraos les era jue asdarem oseffectivos.
Tanto os joizes da Ia como da ia instan-
cia sr.o obrigidos a a-signar um iivro de
caiga dos autos que raceberem.
Os juizes da Ia instancia sao obrigado3 a
dar an sentongas deBnitivas dentro do prazo
da 60 dias, e os outros de-pachos em 10
dias.
Os rehtores dos fJtos na3 relages de-
vera passa-los ao jniz mmediato dentro de
'i0 das, tendo cada ura do3 outros 20 dias
para o exarae dos autos.
Esta providencia importa um beneficio
real; ficam assim cortadas asprotelagas dos
juizes e das partes.
UTTERATRA.
FOLHETIffl -i
ummi propicias.
POR
CAMII.LO CASTELLO-BftANGO
(ContinnagSo do n. 49)
Felisberto chegou diante de Antonio de
izevedo, e disse com forgado riso :
Ests ootra vez somnambuh, Anto-
nio ? En estou peior, porque venho estu-
pido de spasmo I
Qae ?
Querem casarme com a toa Corintia 2
\zevedo ergoeu a fronte avincada, e
disse :
Pois costume oferecerem-se assim
as filbas n'am baile ao bomem a quem se
e apresentado ?!
Nao costme : moda agora... O
Gastlo vai sabir com a familia ajuntou
FelibertoPodemos ir, e l fra conversa-
remos,
Oovio o bacbarel o dialogo em resumo ;
contou ao sen amigo as ultimas palavras de
Cornna; e adoroa a imagem da primeira
raulber amada pos alvores da anrora que
repontava. O qae elle entlo disse, em
arrobos de pcesie, era o sublime represado
ri'aquelle corag3o em sna primeira prima-
vera.
Pergaotou lhe Taveira se pensava anda
em ir ao Brasil.
Hoje mais qne nunca respondeo I de reflexio, responden
elle. Meu enero amigo
berlo qae vollas rico a [Portugal ? De
que genero de trabslho fias tu a tua pros-
pe idade ?.
De to Jos os gneros honestos. Se
nao valer como ad\ ogado, valerei como ca-
xe'ro ; se cao tiver aptido para o negocio,
ensinarei o que sei ; se tiver de descer, dos-
cer,i som vorgonha ; se descer t3o baixo
que nunca possa ergaer-me d'enlre os l-
timos operarios, abi Qcarei, e l morrerei :
ninguem dir, depois, -que transig com a
miaba ieatilidade.
Quer-mo parecer retorqoio Taveira
que a linda Gorinna est sendo anda pon
quissima cousa na toa alma I Darse-ba
caso que, em verdade, tu seja3 refractario
ao amor, ou que a tua sensibilidade, como
disseste, se consumiese em galantear os
ministros dajastiga !? Qualquer bomem,
que nao fosse tu, forte do amor inspirado
por um aojo como Gorinna, e com as tuas
bdbilitages, cuidava desde j em agenciar
na patria nma mediana, qae a docura da
vida intima ccmverlesse em opulencia inve-
javeljaos mais opulentos. Suppondo qne
'ta nao pndesses, n'um ou dous anuos, al-
canzar emprego, ou clientela como advogado
de crer que tivesses um amigo a quem
pedisses um, dous, ou mais contos de .is
para te estabeleceres aqui, em Lisboa, na
tua trra, ou onde qoizeres vi ver. Sup-
pondo mais que tu me tivesses na conta do
teu primeiro amigo, era a mim que tu pe-
dias esse emprestimo, e eu com mil von-
tades te sirvia agora, e depois, e sempre.
Antonio d'Azevedo, aps alguna espago
A theoria da iiu :uuiilcde
l'M LIVRO HE OIRAMNN
(Con luso).
E' isto singular, nio verdade ? mas o
antor, que tem liio emito, aconselha que
nao deve a gnte vociferar muito cedo
contra isb. As reformas projectadas por
Girardio es:andalsira-v >-, espadara vos tal-
ez ellas, It-itor admirado, so D:ns vos
Uzease nascer no secuto d'Anstoteles, te-
nis certaraar^te o hado como a em doudo
perigoso acuelle que propuzasse a aboligo
di escravjt ra.
Abolir a escravatura I Sera minar os
fundamentos da sociedade humana, violar
tojos os direitos, arruinar a civilisago f Si
osseis florentino no seculo XIII acredita-
reis qne o inferno monstruoso de Dmls,
com os sens sabi s e exquisi;os supplicios,
era o uni dique opp.-sto correte do3
cniries. Aquelle que tivasse feito ora mo-
vimento sequar para deraolir ura tal obs-
tculo, attrabiria sobre si mil impreca-
g5es. O inferno- de D nte limpo da ima-
ginago dos homras, nica fjnte onde nis-
cera, e n3o parece que a nossa especie lenba
peiorado. #1
O regeio dos castigos na oclra vida nao
impedio os crentes de fazerem rad. Tran-
quillos era parte, esclarecidos e'.miralisados
os homens do nosso lempo em grande maic-
ria, fazem o bera porque o amara, e sem
idea u'outra,pag3. Evitara o mal por urna
repugnancia natural, infinitamente mais for-
te do que o mado, Hi cera aanos a tortu-
ra teria sido para vos, como para nma mol-
ti 'o da espiraos relativamente sabios e si
sudoso fundamento iodispensavel da justi-
ga. Quando Voltaire bravejava contra ella
a opimao dos legistas fulminava-o. Os ho-
mens de 89 aboliram a Urtura, e far-vos-
bia hoje horror, cerno um mons'.ro anti-di-
Invisno o hornera que advogasse o seo res-
tabelecimento.
Mi apenas 40 ai nos qae o pelourinho, a
raarca, a grilheta do forgado faziam parte
integrante do arsenal judiciario, excitando
coi ira si apenas peqoeno namero de sola-
dos protestos. A Franga iuteira^ie'levan
taria contra a resiaurago destas cousas em
1871. AprisSo por dividas foi apenas hon
tem abolida, e j boje a opiniSo publi a so
admira de que seraelhante lei fosse tolerada
ura dia sequtr. Quem pJe prever o juizo
que os franetzes do seculo XIX maoifesta-
ro acerc das enxovias e dos careares do
seculo XIX ?
Girardin nao pertence ao numero daquel-
les qaeNapnleSo jolxava lisongear chaman-
do-Ibes idelogos. Nem um s tomo de
raetaphysica se encontra neste Iivro; a pro-
pria SGmpleta ausencia.
Nao registra a distinego entre o bem e o
mal; aceita-a sam discutir, tal como o sen-' 'vro e larga-lo
so coramam no la d.
__________fc--------------------------,------
Como assim ?! Aquella molher nao
te prende patria ?
Preode-me sobra todo a am sacra-
tsimo dever. At agora pensava em ir
b i',-, as 11 para segurar o f atoro de qaatre
irmSas pobremente criadas e boas de con-
tentar com penco ; d'bora em diante hei
de ver no horisoote das miabas ambig5es,
a!m de minbas irmSas, Corinna da Sol-
dade, edatada com as regalas da sua con-
digo, e s digna do bomem qne a o3o obri-
gar a descer de posigSo aos oihos da soa
sociedade.
E qnem le asseveraredargaio Folia-
se o verdadeiro
amor ama desordem da razo, esse nao
o amor que eu sinto. Qae a miaba vida
est passando por nova pbase, certo : es-
la excitagSo d'alrua, qae eu n3o sei se deva
chamar alegra da inventada feliz, nanea
experimenten Porm nenhoma das miabas
facaldadeavqoe pensam, julgam, e anteveera
os saocessov, se eseurecea : oaso at af-
irmar-to que o juizo se revigora, e a pre-
videncia se aclara 'mais. Depois d'isto,
imaginemos que tu ma emprestas o cabe-
dal necessario para eu ter nma casa, ama
esposa, e a subsistencia certa de algum
teatpo. A esposa devia ser necessariaman-
te a filha e cm bomem qne cabio ua soa
dignidad^ offareceado-t'a porque es rico, e
que se dignon recoramendar me qae n3o
pirtarbasse o socego de urna familia, qae
vive tranqai'la. N3a foi isto ?
Pocco mais ou menos.
Bem : e oo entendes tn qce seria
utna indignilade ir ea perturbar o socego
do pai de Corinna, casando-me com a Giba,
por meio d'um rapio ou da intervengo da
jastiga ?
Nao entendo assim a dignidade. Se
Corinna consentir em ser raptada para o
mais santo dos intentos a qae o coragSo a
poda impedir; e, se ella rasoavelmente se
na) quizer sacrificar ambiguo do pai, nem
a tua honra, nem a sua, nem a da familia
Ilustre ou nao Ilustra, soffrem desaire.
Discordamos replicn Azevedo
GastSo de Noronba qaer qae soa filha case
rica : eotende elle qae saa Giba s pode
ser feliz sendo rica. Sara absardidade urna
tal cpiniio ? Vai tn pergantar a qualquer
pessoa estranha a Corinna, se a julga feiz
na pobreza : ha de respjnder-te qae a jui
ga mais feliz sendo rica. Pois se os estra
nhos pensam assim, qae far om pai ?
Convenbo ; mas sobejam exemplos
de mulheres sacrificadas por esse erro dos
pas.
Deixa-los sobejar : anda mesmo que
todos os exemplos fossem contra os pais,
nem por isso a voptada bem intencionada
d'elles deixava de ser respeitavel; mas ere
tu, meu amigo, que o maior numero de
casos justifica o arbitrio dos pais. Ea te-
nho vivido muito arredado d'esles estados
da sociedade em qae ta deves saber mui-
to ; assim mesmo, se ta quizeres posso re-
cordar-te de os ter oovido a ti e aos outros
ilguns casamentos mal agoarados por terem
sido contra vootade das filhas, arrancadas
por forca a affeigas de mogos pobres para
serem adjudicadas a horneas odiados com
toda sua riqaeza. Pois, com o rpido an
dar-de alguas mezes, se nao dias, as-es-
posas violentadas apparecem radiosas de
alegra as suas carraagens, nos seas ca-
marotes e nos seas sales; em quaoto os
mociobos pobres e amantissimos, ou porque
emmagrecem, ou porque engordara muito,
chegam a passar por as noivas, qae os poe-
A respeito do livre arbitrio, desse gran-
de problema, bS.i ha no Iivro urna paiavra
esjripta.
E' um bomem de e.-tado que racciocina,
pouco lhe importa quindo a responsabilida-
de de um mao passo se reparte entre as
fraquezas maraes e as forga^ fitaes.
Concede aos individuos o direito de !egi<
giuma defeza; contesta, porm, a delega
g3o desse direito em proveito da sociedade,
que principia a usar delle qu>ndo el'o aci
ba; porque, n) fim de todo, o peior st-elera-
do amarrado, desarmado e garrolado per
doos policas actualmente meaos repug-
nante a*seus concidadaos do qoe um pobre
Uiabo que cabe em tima do1 cascalbo, ou
que apanha ura defluxo no cerebro. Bate
com ju-la razSo o pretend 1j paci social,
que ninguem ass'gnou. e pelo qual os la-
Jres'eos assas.-mos sao julgados habis
para dar pinos poderes ao Estado sobre
soas parigosas pessoas.
Girardin nega absolutamente sociedade
o dieito de ponir; porm como elle tem
espii i/o pralico e poltico, nio receia con-
iradizers.', parmiitmdo ao carrasco djs-
empenbar por emquantoo seu oflicio, isto
por espago de trinta anoos ; e conserva
ainda ao magistrado o direito de punir o
colpados, privando os de urna parte de scus
cabellos e de ura i parte da sua liberdade,
a liberdade de ir e de vir. Nao oeaa-
sureis por suas contradicgas, visto qne el-
las erara quasi ineviiaveis; a p. lifica nao
mais uraa feiencia exacta, ne.m os bomeus
sao linhas rectas, nem o globo terrestre urna
esrhera no absoluto sentido da plavra.
O tratado do doeilo de punir susteuti por
triot annos a pena de raorie: a nica
qae a'.tinga ao seu fim, a nica que prote-
ge elficazmente a sociedade, a nica que nao
crue. : porque se abrevia a rida, igual-
mente abrevia o sollriraento.
Sustenta sera limite marcada a pena que
consiste naprivago do uraa soiuraa de di
oheiro'em proveiio do Estada uj particula-
res, mult s ou coujpensag5.es.
Esta mesma pena p>r:n, est destinada
a dasapparecer ; transitoria no espirito
do autor; ella menos urna pena, prooria
mente dita, do que ura meio da ttere sar
as familias e as cjinmunis na educagj e
vigrancia de todos 03 seus meaibnx.
Por urna disposig3o tS equitativa como
engenhosa, a importanc.a das multas ser
regalad i conforme a furtuna do e jipado,
se elle tiver por onda. Se r insolvavel,
todos o par ntos em grao successivo de-
vem pagar por elle, a na falta da familia,
a municipalidade. Decretando tai solida-
riedade, leve o autor em vista lazer conver-
gir todos os esforgos das familus e da?
communas para a extinego da ignorancia,
da miseria hereditaria do vicio.
Creio bem que e(lectivamente as familias
e as muoicipalida'e?, postas assim nesta
obrigago, empregarlo esforgos desespera-
dos. Talvez que venham a lucrar muito
com isso; mas daqui a esse dia feliz ver-
se-hao muitos innocentes arruinados por
causa dos criminos1 s, era virtude da abo-
lig3o dos castigos, o que parecer b.m sin-
gular ; e nao evitaremos, mesan por esse
prego, a necassidide de pmir os culpados;
porque um hornera internado no lugar de
seu msciraent -, apontado como infama
aos olhos de seus concidadSos, privado do
direito de refugiar-se em qualquer ouiro
caoto di Franga e da racoraegar a sua vida,
n3o ser em nada menos desgragado, isto
, menos punido que os i33otos, coja s.fte
preoecupa 13o justamente Girardin.
A theoria da impunidaie prende-se a um
systc-ma original quo abraga a sociedade in-
teira, e que Girardin tola a sua vida tem
desenvolvido, completado e criticado, sem
que teuha chegado perfeigo, era jamis
ebegar. As ideas "do autor eucadeam se
estreitamente: tem-n'as exctllentes, cora o
seja a do imposto nico : tem n'as perigo-
sas, como feja a parte quo tem a communa
e o e>tado era todas as neraagas; teran'as
ded.n'il expicigo, posto que boas em
principio^como seja da divisa.) a da Franga
era 5,000 coraraonas, cuja populago media
ser de 7 ou 8,000 habitantes.
Oatras ideas ba que devoraos qualificar
cjmo utopias, tal aboligo da guerra, aodi-
cag3o do nos o poder continental e a trans-
(ormago da Franga em estado martimo e
colonial.
Em samma: ueeessarij pegar ueste li-
tirar delle muito, mas dei-
xar muitissimo mais. E' pena que seja im-
las denomraam martyres, sem ellas os co-
nhecerem,
Felisberto rio-se do semblante grave com
qu eeseaamigoprferio as ultimas palavras.
Aps'breve pausa, Antonio d'Azavedo
coDtioaou :
Estamos aqui a fallir da casamento,
como se Corinna me tivesse dito que quer
casar comigo 1.. O qoeha entre ns
ama ligago das qae se desligam no ioter-
vallo da dous bailes, meu amigo. Lembra-
le que eu nao soa de todo hospede n'estas
materias : traduzi vinte oumaisvolumes de
romances, e acredito nos romances, cu-
jas passagens a minha razSo explica. Dado,
porm, que a magia duradoara, e qae este
amor eocerra.em si um drama, qae ba de
fechar pelo casamento, ea s poderei ser
marido de Corinna quando o pai me aco-
Iber. sem equivoco, como te acolbou a ti ba
poacas horas. E' preciso que a jastiga n5o
interceda a favor do mea coragio. Quando
ea pader dizer a Corinna qae son bom, e
ao pai de Corinna que sou rico, entan ve-
rei se este preseotimento da felicidade era
mais que um sonho dos que os grandes
desbragados convertem logo em excruciaole
realidade da vida. l\ r ora, nem bom nem
rico. Para a boodade falta-ma ter esgota-
do as forgas qae ainda sinto em adquirir
meios com que sostente urna grande porgao
do bem estar, impossivel de alcangar se
sem ellas. Eu nao sei quo mereoim ntos
pode ter, no coaceito d'uma malber, o bo-
mem pobre qae, em nomo da sua desva
rada paix3o, a convida a ser pobre com
ele, e a recober da sociedade as, talvez
involuntarias, desatteogoes que necesaria-
mente avexam o pobre, se elle nao est san-
tificado pela paciencia. Ora, a santificagio
n'estes nossos das, meo amigo, nem o
muito amor a pode dar aos casados pobres.
Do tea arrazoadodisse Feliberto
concluo, e toda a gente ha da concluir, que
amas Corinna como am inglez, eslabelecido
as Antilhas, amara a saa noiva, qne elle
nanea vio, estabelecida em Londres. Dea-
tro de qainze dias ests modado, oa eni3o
ha abi grande aleijiona toa alma I Hei de
dar-te am conseibo, se nao mudares.
Ento d-m o j, qae ea tico pela mi-
aba constancia.
possivel escolber algaras cousa era tal sys-
lera? sera o deitar abaixo, como impossi-
vel iirar de uraa casa as melhores pedras,
sem a deraolir iateira,
A obra pois, irapeifeita, emboza admi-
ra ve) a muitos raspeaos. Sanio de um ge
nio incompleto, embora prodigioso, e muito
superio ao simples bom senso dos crticos,
que o julgam cora o chapeo na mao,
Autbo
VARIEDADE
A SITUACO ACTUAL DA ALSACIA
E LCRENA.
Da um jornal francez extrahimos o se-
guinte notavel artigo :
* A situagao destas duas pr^viocias nao
a mais propria para fazer esquecer as tra-
ga', as da eenqui t.\
* Ura exrctlo mais temivel do que o dos
sida.os allam3es invadi as, maaira de
urna lgi3o da emprega los, vidos de se
oaiajjaren nos seus empreg03. crnica- u
ria e ao incendio su;codeu o manyrol. gio
continuado em mil vexamas sob tudaa as
lrmas iiuagiiiavais, e a mais ruda pressao
adrainistiativa. Os polticos supeeliciaes,
que nao fa.iam certaraente do lado occiden
tal dos Vosges, n3o so aDercebera de que a
nacionalidaca fiauceza qou all ba a destruir
nao a simples mudauga da ama va eli
qtiata; ali lia qae arrancar a raii at ul-
tima somente da vida social e poltica, e os
auvos irmioa que do outro lado do rtiieno
caora era bandos sob.o essas provincias,
eotiuecem-o b-m, e nat perdera ura mo-
raealo era e..tabe!e;ai- a sua obra da das-
pejo.
t Sa os adrairaoras da Prussia, os exal-
Uores da sua superioridada intellectual e
moral, do seu podarme di sua organisagao,
couteraplarara o que ss passa naqualUs
pro vi acias, bao do convencer-so da maneira
como a Prussia (repara sem deseango o
Glacis fortificado, atraz do qual esto a Ai
sacia e a Lorena coadeojoadas a desappare-
;er. Vendo que os mais charos o os mais
legtimos mteresses raoraes e matariaes da
todo o genero esi3o estinados a ser sacri-
licados a esse Ura, nao eslraihanam tanto
o apego inveoeivel, a persistencia e o allit-
co dos alsacianos e loreoeuses a todos os
sentimeots o s ideas (rancezas.
* Os c;Jados que erara o amparo das
leis de Franga, veem sa boje reduzidos pe a
Prussia ao estado da populag3j confisca Ja
luatamenta com o seu territorio. Vivem
lateralmente stipprimidos no "seu proprio
paiz, entregues arbilranedada absoluta e
mare do conquistad r e de seus lonccio-
nanos. A organisagSo deste rgimen acaba
de ser saneciouada palo reishstg.
t A Alsacia e a Loreua ficam submetii-
das directamente autoridaie do impera
dor, assibtido do coaselho federal do impe-
rio. Nasta corporag >, escusa lo dizer
que nenhoma daquellas duas provincias
tem representago, eraquanto que a Prussia
rene s por si 17 votos dos 58 membros
do q.ra se compoe.
< Alli se preparara as leis, cuja execugao
se confia aos i'unccionarios noraeados pelo
imperador. Em noma deste guverna o prin-
cipa ehanceller, por meio da um delegado
com residencia em Strasburgo, e com o ti-
tulo de presidente superior da Alsacia e
Lorena. Este ultimo, porm, nao fez ou-
tras nomeagoes alera das dos cnpregados
inferiores; mas ao mesmo lempo miuis-
tro do interior, da fazenda e da instrueco
publica, e concontra -a roana na soa pessoa
as mais diversas atlnbuiges.
As forgas militares tem ob.igago de
correr ao seu charaamento, logo que se Ihes
ordeoe, e dispa de ura orgamento especal
de uns 030,000 francos, sam tor qua dar
coula dos seus actos da governo sen3o ao
chancellar imperial, em uome do \A exer-
ce os seus poderes.
Todos os directoras dos dilToraates ser-
vigos administrativos de ambas as provin-
cias estao Instalados era Strasburgo, sob a
iospeegao e vigilancia do presidenta upa
rior.
* Uraa direcgo nica ceutralsa toaos os
impostos nos seus diliaren tes ramos : ter-
ritorial, pessoal, directa e indirecta, legislo
civil, sedo, contractos, hypoibecas, etc ele,
etc. A diiecgao dispo de ura orgamento
que passa de quatro millies de francos.
O presidente superior cercase de um
conseibo supremo, cujas attribuigoes e ju-
Ordena ie, faz-te conego, bispo, pa-
triarcha, cordeal, e n3o vas ao Brasil.
VII
Gasto de Noronba, poucos dias depois
do baile da Torro da Marca, sabio do Por-
to apressadamente com a familia, p r sa-
ber que ebegara a Vianna um seo prente
de Lisboa,com o intento de passar a e:ta
g3o da primavera na quinta das margens
do Lima.
Momentos antes da partida, Corinna da
Soledade escreveu esta carta :
t Vamos partir. Lembre-se d'esta sua
outra irma para Ibe contar os seus dissa-
bores. Pode parecer lhe que este desejo
das suas cartas desejo de quem vai viver
na solido da aldei.-, e precisa distrabir-se
seja com o qno fr. Talvez a sua bondade
me nao recasasse tal distracg3o, ainda mes-
mo ten Jo o meu amigo a certeza de ser
tamanho e to de gelo o meo egosmo. Nao,
nao assim. En, sem pejo, lhe confessei
que o estimava quanto poda, e nenhum
accidente da minba vida me far mudar. Se
vir o caminbo da felicidade, siga o, meo
irmo, e nao volva a face l para* minha
soledade, para aqaelles arvoredos onde eu
hei de esconder-me com as suas cartas.
Adeas.C. da S.
Na carta ia i ohmio um bilbete com om
nomo de bomem, a quera deviam sersabs-
criptadas as cartas de Antonio n'Azevedo.
Agora sabe a sensivel leitora so Corinna
da Soledade tiolia razo de estar tristo mais
qae suas irm3as, quando, idas do tumultuoso
Porto, se virara outra vez no errao, quaodo
as arvores mal sacudido tinham os gelos
do invern, e comegavam a abrolhar os
gomos da saa nova folbagem.
O prente, que esperava em Vianna.-Gas-
to, era um fidalgo sexagenario, filho d
Lisboa, grande morgado no Aleotejo, e
muilo amigo de dirertir-se, do que dora
cabal prova ao decurso de sua vida celiba
taria. Chamava-se D. JoSo de Mallos e
Noronba, e vioha a ser segando primo de
Gast3o, ou coasa assim parecida. O ir elle
ao Minb.0, na primavera d'aqaelle anao,
posso asseverar-lbes qne olo era movido
por desejo de ver florido o jardim de Por-
tugal, nem se Iba a elle dava qae as claras
aguas do Lima corressem para baixo oa
risdiego. se assimiln m maito ao antg>
cooselbo de estado de Franca. Cornpe-.*
nasuimiior parte de altos fuaccionarios
qae (lingera os principies ramos de admi-
rust-aga .
Alm deste grande centro de governo,
residente em Strasburgo, ba tres presiden-
tes de districlo, assistidos cada am dalles
por um conselho anlogo ao superior de
Strasburgo.
t Os tres distridos em que ficam dividi-
das as duas provincias, suusttu;r3o os an-
tigo.s departamentos de Metz, Calmar e
Strasburgo. Fica, porm, muito modifica-
da a sua importancia territorial^ como fo-
rara modificdos os seu* nomes.
O orgamento dos tres presidentes de
distriuo eleva-se a l.OO.OOO francos.
Emfim, os tres grandes diatrctes
acham-se pela ina parte subdivididos em
li circa'rs com um director frente de
cada ura delles, com attribuiges simulta-
neas de che e de polica e de adainis-
trsgo.
i Os vinte e dais directoras dispem de
um orgiraento de parto de 600:000 frar.-
eos.
* t iasirucgo publica est dividida da
masaia maneia; eusiao superior, dirigid >
e vigiado pelo presidente superior, qual.
corao ja ilissemos, reuoe Ara si todas a?
atlribaicbea de ministro, relio; e inspector,
eusiao seundario fica sob a iaspecgo es-
pecial dos prrsi lentes de disliieto, e por
ultimo a :str .egiii primar,a fica abaldona-
da ao cuidido dos directores do circulo.
t Em ultimo logar tem os municipios
com'mairose adjuncios, ora-.alo pefa
imperador, por es ago de cinc annos.
t Os bosques o aguis formaaa urna admi-
nislratao distmcia, diuiida em districtoee.
reservada especialmente alta direcgo d
principe cbancel er.
t Tojo este pessoal administrativo, sem
contar os tribunaes de primeira e segand >
instancia, absorvetu ura o:gara ra' > total de
sote raiiboes de francos, ao qual figura ura.
parcela da mais da 8 0,00*1 para a pulicia,
em quamo que a instiucco primara ap-
uas est representada, alcangrndo uns vint-
oito mil francos e pooco mais.
t Naturalmente emquanto o am.juisti 1...
permittir que ejam recou'iecidas tudas M
parceltas do orgamento de despeza, sabi-
lo da muito poucos a quanto sobe a enor-
me somraa que se cobra naquellas provin-
cias, e qae vai egrossar as arcas do the-
souro imperial.
t N3o podem os lorenenses e alsac aoo>
illudir-se a respeito da autonoma quo pode
dar-Ibes urna assembla provincial, com s>
domis garauias polticas de qua se vejam
privados, '
t Acham-sefangadis, sema ineor tr;a-
sico, do reg non imperial (rancez, no mi.
vezes mais duro jugo, qae Ibes mpdd o
imperio allemo ; ficam reduzidos ao asso
lador materialismo de um povo couquistad
e nada-mais.
Apezardos seas desejos, das suas e*p;
rangas, e das suis aspirages. estio, estar
sempre do lado da Franga, e da sua rega-
neragao, sara se oceuparem, nem se enquie-
tarera pelos acontecimenlos ou pela sor*
da Allemanha, e maito menos do resultad
as suas conquistas.
A esperanga no futuro, a nica cou-
sa que suavisa as soas dores, com quant i
na actualizado n5o deixa de affectar o sen
coragao o estado tumultuoso e semi-anai-
chico da maior parle das povoacoes e cen-
tro da Franga, circumsuncias todas qu-
affasiam indefinidamente a laalisaga los
seus anciosos desejos.
t Eis agora aqui a forma em qua lean
divididas as duas antigs provincias.
t Antigo Baixa Rueo : forma o distric-
lo da Baixa Alsacia, qae co"rxrrth?nl. alrr.
do antigo departamento, os dois can oes d
Scherineck e de Saales. segregado- da d-
Voges, coja parta restante ficou am poder
da Franga.
Distiicto da Alta Alsacia : for;. ajo d
antigo Alto Hheno, menos Ueifort. que ( restituido Fianga em preo o da s>ja he-
roica resistencia.
t Districto de Lcrena: Ne.-n listrict
encorara se c^mprebeodenuo todo o antg
departamento da Moseia, Ghateau Sslin,
Sarrebourg.
t Cunto j dissemos, Strasburgo, Melz
e Colmar, s3o as capilaea Testes tres dis-
tridos.
(Cont nnar-se-ba)
para cima. O caso era todo medicinal.
Cerno stnlisso aspernas facas, e o estoma-
go preguigoso, consultou varios mdicos, t
lodos Ibe disseram que fizessa exercicio, e
bebesse bous ares, especialmente os d.'
Mioho. Occorren logo a D. Jo3o de Mal-
los qua tinha am prente n.s suburbio,
de Vianna; e, posto que nanea se visseni
nem correspondessenf, .ntendeu elle qae.
a toda a hora, om or toba seria bam re-
cebido na solar do fidalgo minhoto. Ootra
razo vem condizendo para explicar a asco-
llia da provincia, e era que o velho Sdalgo
de Lisboa, na ultima dcada da vida, se
fizera to econmico e avaro, quanto lora
prodigo e dissipado at aos cincoenta annos
d'onde resalta va que o seu grande praxer
seria acbar bom gasalbado gratuito em cata
de parentes, que se dariam por bem pagos
com a honra de o terem hospede.
Cresceu de ponto a satisfagan do velbo,
quando se vio aegreraente acolhido oes
bragos de sea primo, dando a beijar a mi
s cinco formosas meninas, que lhe chama-
vara tto D. Joio.
A medicina teve am triumpln. O este-
mago de D. Joio activou admiravelmentc
soas dige.toes ; as pernas paredaa reca-
deadas de ago ; movia ae o remecado ve-
lbo com a flexibilidade dos seos quarenta
annos. A natnreza brindoo-o com as anas
ornas aromticas : eram todo tapetes e ate-
cis da flores a festeja-lo ; aa calhar.dras e
os r.uxinoes desgarravam-se em cactilenas
quando o velho passava com as sobrinba.-
pelos bragos ; at o lima, recobrando a pri-
mitiva magia de dar o esqaecimento a qoem
o traospanha, pareca ter matado no sexa-
genario saudades, e renascido esperancaa
em novo comegar da vida.
Esperangas I ora, esperangas aos f-esaen-
ta annos, (dis o leitor) em qne, a nio ser
na salvagSo de sua alma ?
Vero o qne d'alli sabe. II io de mara-
vi har-se do influxo d'aquellea ares agna;
do Mrabo, as fibras revelhas de om paito
ido de Lisboa, onde as cachexias do cora
gao vem muito mais temporana o qae,
a meu ver; se deve ao mi ar e i paaa|a
agua, elementos irnportantissim a da ata-
gue.______________(Coahaawr-*frj> i)____
TYP. D DtAlbBIA DO UUQUK U CAXIA
1
)



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