<%BANNER%>

Diario de Pernambuco ( Tuesday, February 20, 1872 )

Permanent Link: http://ufdc.ufl.edu/AA00011611/12590

Material Information

Title: Diario de Pernambuco
Physical Description: Newspaper
Language: Portuguese
Publication Date: Tuesday, February 20, 1872

Subjects

Genre: newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage: Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract: The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding: Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation: Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities: Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution: University of Florida
Holding Location: UF Latin American Collections
Rights Management: Applicable rights reserved.
Resource Identifier: aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID: AA00011611:12590

Permanent Link: http://ufdc.ufl.edu/AA00011611/12590

Material Information

Title: Diario de Pernambuco
Physical Description: Newspaper
Language: Portuguese
Publication Date: Tuesday, February 20, 1872

Subjects

Genre: newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage: Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract: The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding: Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation: Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities: Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution: University of Florida
Holding Location: UF Latin American Collections
Rights Management: Applicable rights reserved.
Resource Identifier: aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID: AA00011611:12590

Full Text
AMO XLVIlt NUMERO 41

*
)

I
fiiA a ama t wuszs oibi iao se faia po
P>r rea meses adianudoa
Pr-r sois dito* idem
Por um anno Kioto..
C tdi moaere avoleo



*
iiQOO
14,1000
no
-
-
TERCA FEIRA 20 DE FEVEHEIR DE 1812.
FAIA DIITEO I JOBA DA PKOYIICIA.
Por trea meiea adiajitadoe .....
Por mi dito idem.......
Por novo ditos idea......
Por nm armo idem ......

7M

<
DE PEMAM
Propriedade de Manoel Fijpieira de Faria & Filhos.


AO AOIIT1I.
O. Sra. Gerardo Antonio Alvee Filhos, no Par ; Goncalve. 4 Pinto, no Machio ; Joaquim Jo* de Olive*, d- Filho, no Cear.; Antonio de Lomo. Braga, no Aracalv ; Jlo Mari. Julio Chavea, no 4*4 ; Atonie Marae, da Suva, no Natal A* ioatoo
Pereira d'Almeida, em Marnanguape; Augusto Comea da Silva, na Parahyba; Antonio Joae Gome*, na Villa da Penha; Belarmino doi Santo. Bnlclo, em Santo Antlo; Domingoa Jos da Coafc Braga,
^___________:__________ PARTE OFHCIAl.
Hovera da provincia.
IJC.'KIKMTK ti DA 5 DE FEVERKIR i DE 1372.
Actos :
O presidente da proviuci, aiteaJeodo a o qua
requereu Eduardo Autuues de Albuquerque Mella,
tabellilo e escrivo de oolas e mais aooexu do
termo de Cimbres resolve cooeeder-lhe dous me-
te* de luenga para tratar de mii aaiila nesla ca-
pital.
O presidente da provincia, u tmica que Ihe couere o art. 3 lo decreto o. 4687
de 31 dejioeiro do anuo pagado e em vista do
oficio do inspector da thasouraria de fazeoda n.
71 de ib' de Janeiro uIii.no, resolve designar o che-
te da I* secea da alfaodega des'.a capital Fausti-
no Jos Ju Sanios para eiercer interinamente o
lugar de inspector da mesma alfandega durable o
impedimento do respectivo proprietario.
O presidente da pruviucia, tomando era con-
sideraco o que expoz o inspector da thesouraria
proviucial, em oIBcio do i* do corrente, sob n. 62
-resolte autorisar um crdito suppleuaeular na im-
partaacia de 1:3*64310 rs. para a continuaba) da
despeza do art. 7U 11 da le do i.r amento vigon-
te, visto ler nido insuficiente a quantia votada
pelo menciona lo artigo, seguado consta da demons-
tracaoanoexa as citado ofllcia. Reraetteu-se co-
pia a thesouraria provincial.
O presiente da proviucia, attendenJo ao que
requereram Belarmino Barbosa de Tirapos, Jos
Fernandas Lopes, Aotinio Livio de Cmjos, lla-
nque Nunes Lira i a Joao Rodrigues de Maraes
Campos, oficiaes oomeados para o 1 corpo de
cavallana, resolve conceder Ibes dispensa do lapso
de t-jiif^o a:ira de poderem tirar as respectivas pa-
teutasf o qui devero fazer no prasa de 45 da*.
' O presdeme da provincia, vista do oho
do Dr. chafa de polica n. 41, de a do mez prxi-
mo lindo, resolve exonerar dos lugares de Ia, 2,
3*. 4*, 5* e 6* suppleotes do delegado do termo de
Bnique os cidados seguinles : Lxraardo Balbino
Pessaa, Francisco Vaz Cavalcante, coronel Andr
Cavalcaute ds Albuquerque Arco Verde, Haaoel
da Albuquerque Cavalcante, Bento Leite Beoicio
Cavalcante e J-.a Ilypolito de Sauza.
O presidente da provincia, vista do olllcio
do Dr. chele de polica n. 73. de 8 do mez Uni,
resolve exonerar dos cargos dd 1o, 2% 3*, 4*, 5', e
* suppleatei do sublelegado do distncto de Ca
choeinnha do termo de S. Bento es cidadoi : Ai
lomo Carlea d< Rocha, Francisco Teixeira de Pau-
la, Francisco Simoes de MaceJo, Luiz da OutCor-
deiro, Manoel SimoiS Duaru e .intanio Guilber-
me de Oliveira.
O presidente da provincia, a vista do offleb
do Dr. ebefe de polica n. 48, de 5 de Janeiro rindo
res*ira xoaerar dos logaras de I*, 2. 3 4" '
e 6* suppleeies da subdelegado da freguezia de
Buique os eidadoi : Jjijoi.ii Epipbanio de Mello,
HemiTdo Jos. de Almeida, Bento Benicia Leite
Cavalcante, Luiz Manoel de Siqueira e Antonio
Cavalcante de Andrade.
O presidente da provincia, da conformidade
coa a proposta do Dr. chafe de polica n. 48, de o
J) mez lindo, resolve noraear para os lugares de
I*, V, e 3 supplentes do subdelgalo da frequo-
zia de Bmqne os cidados seguioies na ordem de
sai collocaco : Joaquim Epipbanio de Mello, Ber-
nardina Jos de Almeida e Luiz Manoel de Si-
queira.
O presidente da provincia, vista do otH :io
do Dr. ch-fe de polica n. 50 de 3 do mez lindo,
resolve exonerar dos lugares de IA 2*, 3*, 4, 5*
6* suppleotes do subdelegado do 3* district) da
reguezia de llora Jardim (Qaeimadas) os cidados
seguintes : Mauricio da Motta Ribeiro, Sevehano
Barbosa da Silva N, Francisco de Sjuzs Leal, An-
tonio Ferreiri de S>uza jnior, Joo Barbosa do
Reg e Silva e Joao Cordeiro de Araujo.
O presdeme da provincia, de conformidad.*
com a proposta do Dr, ebefe de polica, em officio
n. 73, de 8 do mez linio, resolve nomear para o-
tugares de I, 2 a 3* suppleaus do subdelegado
do district.) de Caenoeiriuha, do termo de S. Ben-
to, os cidados seguinles na trdem em que vo
coliocados : Antonio Correa da Rocha, Francisco
Teixeira de Paula e Francisco Sirodes de Macedo.
O presidente da provincia, de conformida
de com a proposta do Dr. chefe de polica em offi-
cio o. ."i!) de o do mez dolo, resolve nomear para
os lugares de 1, 2* e 3 supplentes do subdelega
do do 2 distnci.' da (reguezia de U. u Jirdim
(Qjeiraadas) os cidados seguintes na ordem da
collocaco : Tenenta Francisso de Souza Leal, An-
tonio Ferreira de Soua Jnior e Joao Cordeiro de
Araujo.
O presidente da provincia, de conformidade
com a prpposta do Dr. ebefe da polica era olllcio
ti. 41, de o do mez lindo, resolve noraear para os
lugares de Ia, 2" e 3* snpplente do delegado do
termo de Buique os cidados seguintes na ordem
de sua collocaco: Lunario Balbino Pessoa, Fran-
cisco Vat Cavalcante e coronel Au ir Cavalcante
de Albuquerque Arco Verle.
O presidente da provine a, de conformidade
com a preposta do Dr. chefe de polica, em officio
n. 218 do 1' do correte, resolve nomear par. os
ligares de 1*, 2* e 3* suppleotes do subdelegado
do distrieto de-Belm. da fregutzia de Nossa Se-
nhora da Gr da sna collocaco : Jos Hilario de Barros Brre-
lo, Felippe Beaicio Cavale^nta de Albuquerque e
Joaquim de Barros Wanderlev.
Offlcios :
Ao Bxra. presidente da provincia da Para-
uvbi, rogando providencias de modo que sejam
ministrados docnmeutos que provem ter o cabo
de esquadra do 2* baialbao de infantaria Antonio
Manoel do Nasciraento s alistada nessa provincia
a 9 de Janeiro de 1863 na qualidade de volunta-
rio.
Ao Exm. conseibeiro presidente do tribunal
da re.acio. Accusando recebido sea officio de 3 do
corrente, em que parteeipa o fallec ment do das
embarcador Francisco de Assis Pereira Roeba,
declara que j sabia da perda sen.-ivel que sofTreu
esse tribunal e o paiz pela morie desse magis-
trado.
Ao coronel commandante das armas interino
declarando, em resposta aos seas offlcios de 10 el8
d Janeiro ultimo, que nao pode ser redozido o
numero de pravas de que se compde a guarda da
casa de detenco, em vista do offlcio do respecti
vo administrador de 23 do citado met.
Ao mesnao, autorisando nos termos de sua
ioformaco de 30 de jaaeiro ultimo, em deferimen-
lo ao requenmento do aiferes addido ao 9* bata-
Ibo de infantaria, Luiz Jos de Sjuzs, a conce
der-lhe permisso, p>r tres meses, para ir espe
rar aa villa do Triampho, onde tem familia, a de
ciso do governo imperial sobre a reforma por elle
solicitada, visto soffrer de bypetropbia de coracao
segando o parecer da junta medica que o raspee-
cioatm.
Ao mesmo mandando providenciar, afltn de
vitarse abusos no consamo do aseite e Qos (orne
ciJ.j* para a illumiaaco das fortalezas e qaarteis
que nos f>rneeimenlo> dasses gneros se observe
rigorosamente o art. 56 das instrnecoes de 10 de
Janeiro de 1843, e ordem do dia desse com man do
de 19 de jnoho do mesrae anuo ; e bem assim o
que cerca desse assumpto opina o inspector da
tne^ouraria de razenda no officio por caiaCom-
HQDicou-se io director du arsenal de guerra.
Ao mesrao, mandando assenar praca nos
4oas batalbdee de lian.* desta guarnico, aos re-r
crtiUi qae M forera apurando.
A) inspector da thesouraria de fazenla, cora-
municindo para os Qns convonientej, que em 30
de Janeiro ultimo, assumio o exercicio interino do
cargo de ajudante do engenbeiro riscal da estrada
de ferro do Recife a S. Francisco, o engenheiro ci-
vil Joaquim Jos de Almeida Pernarabico.
A) laspector da tttesoararia de fazenda, raan-
daodo entregar ao quartal-mestre do 2* batalbo
da gnarda nacional deste municipio, a quantia de
I50|000 para compra de ama bandeira de que
necessita o dito batalhio. Cxnmanicou se ao
comunnlante superior da guarda nacional do Re
tifa
Ao mesmo, comraunicand) para os devidos
rins, que a ii do mez lindo, entrou o bacbrel Joo
Pauh M mieiro de Andrade, juiz de diraito da co-
marca de Nazareth, no gozo da licenca concedida
por portara de 26 de dezembro Ando.
Ao mesmo, communicand) ler, a 25 de jaaei-
ro altirao, assnraido as fuaecoes do cargo de juiz
de direito da comarca de .Nazareth, o primelro sup-
plante do juiz municipal Jjs Francisco Lopes
Lima.
Ao mesma, transmitlindo 7 ordens do thesou-
ro nacional sob ns. 11 a 17, urna do ministerio da
guerra de 23 de jtneiro ultimo, e um officio da di-
rectora geral da rendas publicas de 22 do mesmo
mez.
Ao mesmo, traosmittmdo a conta em duplica
ta, na importancia de l:!12ii60 rs., de um fogo
feito pelo arsenal da marinha para a enfermara
militar, aflm de que, quando ebegar o augmento
de ere lito selicitado por coata da verbacorpo de
sade a hospitaes-do ministerio da guerra, seja o
di marinha indemnisado dessa quantia. Comtnu-
njcou-se ao inspector do arsenal de marinha.
Ao mesrao, mandando pagar os vencimenlos
dos tambores, cornetas e clarins dos corpas da
guarda nacional deste municipio, relativos aos me-
ses de noverobro e dezembro do anno Ando, na im-
portancia de 2:1704520, conforme solicitou o res-
peclivo coxmandante superior em officio de 3 do
corrente.
Ao mesmo, mandando pagar nao s a gratill-
caco do secretario interino e guarda da sale do
porto, como a diaria arbitrada ao patro e remado-
res encarregados do servico da desinfeccao dos na-
vio, onde apparecem a feore amarella, cajo paga-
raenl) ser elTectuado por conta do credido de nm
cont de res, abarlo para esse lira.Communicou-
se ao inspector da saJe do porto.
Ao mesmo, mandando pagar a qaantia de......
294700 de dietas Tornecidas aos indigentes ataca-
dos da varila ni termo de Agaa-Preta, a Luiz
Francisco de Paula Ramos, sendo esse pagamento
feito pelo crdito de um cont de res, aberto em
13 de Janeiro ultimo, para as despezasda desiafec-
Cao dos navios, em que se acbaa pessoas acema
mettidas de fsbre amarella, visto oc haver na ver-
ba soceprros pblicoso crdito preciso para o
pagamento de que se trata.
Ao mesrao, manlando pagar ao hachare! Mi
Qw'J*2afl_& Cunha Mtciel, Jniz municipal e de
ftfpnaos do termo de Giranhuns, a grtifleacaoque
ihe competir nos termos da tabella de 2o de outu-
bro do anua prximo pascado, de conformidade
com o parecer da coodoria dessa thesoararia.
Ao mesrao, mandando pagar os vencimenlos
dos ofleiae-, caletas e pracas do deposito de re-
crulas, soad) o dos offlciaes'e calcetas, relativo ao
mez de jaueiro ultimo, e os das praQas a segunda
quinzena do mesrao mez.
Ao inspector da thesouraria provincial, de-
clarando, era resposta ao seu officio do pnmeire
do correte,era que corarauoiea nao ter appareci Jo
concurrentes a arrematagao do fornecimento do
sustento dos presos pobres da casa de detenco,
que approvo a anterior arrematacao, pois o preco
dalla foi ans vanlajoso a fazenda provincial do
que aquelle que vigorava peio augmento dado a
nova tabella para o dito fornecimento.
Por esa thesouraria se mandn etJectuar os
seguintes pigmentos :
Joao Fernandas Lopes, os vencimenlos de urna
escojta de guardas nacionaes qae da villa do Li-
moeiro cooduzio presos de justica para esta capi-
tal.Commnnicou-se ao commandante superior da
guarda nacional do L'moeiro.
A Anlonio Domingues de Almeida Pocas, a
qaantia de 41.000, despendida em novembro ul-
timo, cora o sustento dos presas pobres da cadeia
de Sinto Anto.Communicou-se ao Dr. ebefe de
polica.
Domingos Ferreira das Neves Guimares
a quantia deiil.855 de objectas ornecidos para
o expediente do c-m-ulado, sendo esse pagamento
feito pela verbaevantuaesvisto achar-se esgo-
tada a consiguaco votad pelo 7o do art. 10 do
orcamento vigente.
pessoa competentemente autorisada, nao s
os vencimentas do destacameoto da guarda nacio-
nal da cidade de Olioda, relativos ao mez de Janei-
ro ultimo, como o fornecimento ds luies e agua ao
respectivo quartel.Communicou se ao comman-
dante superior da guarda nacional de Olioda.
Ao conslho de compras do arsenal de guer-
ra, autorisando a promover o fornecimento de 120
canecos de louea, precisos para o rancho da com-
panhia de elucando.Communicou-se ao inspec-
tor da thesouraria !e fazenda.
Ao inspector do arsenal de marinha, appro-
vanlo a deliberago que, segundo o san officio de
31 de Janeiro ultimo, loraou de mandar alojar no
pavimento superior de um dos edificios desse ar-
senal es aprendizes arliees e avulsos para serem
os quarteis, por estes deixados, oceupados pel>s
aprendizes marinheiros, desembarcados dos vapo-
res das dragas, e o autoriso a mandar augmentar
o referido pavimento de 53 palmos, aflm de dar-
Ihe maiores accommodaedes, despeodendo nessa
obra a qaantia de 8:852.600 conforme o orcamen-
to annexo ao sea citado officio.Coinmani;oa-se
ao inspector da thesoararia de fazenda.
Ao director geral da insiruccao publica, decla-
rando, em respo3la ao sen officio de 21 de Janeiro
ultimo que fu a assembla,legislativa provincial po-
de transferir para o Arraial a cadeira do sexo fe-
minino que existe actaalmeate na povoado de
Sant'Anna, .juera darei conheciraento da neces-
sidade fdessa transferencia em sua prxima reu-
niao.
Ao commandante superior da gnarda nacional
do Recife, devol vendo a proposta do 7. batalhio
de infantaria da guarda nacional por nio constar
da matricula existente nesta secretaria qae na 4*
companhia do dito Datalho, haja aiferes de nome
Alexandrino Jos Alves de Amorim, e sim Bernar*
dino Alves de Amorim qpe veio paoosto para te-
nate da mssma.Tpor ter paseado a capito o e
nente Abdias; Bebiano da Cunha Sal-les.
.=Au mesmo, devolvendo o conslho instaurado,
requerimento do capito Adriano da Silva Farias
para dar-lhe o conveniente destino, proodendo,
conforma a lei, nos termos do artigo 1.* f 16, do
decreto n. 1.351 da 6 de abril de 185i.
Ao commandante superior da guarda nacional
de Olinda, accusando recebido o sen officio de 12
do mez dudo, e inteirado de qaanto nelle expos,
declara qae me achara prompto a prestar-lhe a
coadjuvaco necassaria para o bom desempenbo
do servico da guarda nacional.
Ao commandante superior da guarda nacional
da [tamb, devolvendo o mappa que acompanbou
ao sea officio de 8 de deiembro ultimo para ser
corregido, deelaraado as pracas da cada um ba-
talbo, sendo que am oa oatro, segando o lugar
da residencia, devea ser agregadas as que diz
periencer a companhia de cavallana, e ao batalho
da H. Vicente, que nao estao creados, por compar-
sa hpenas esse commando superior dos dois. bata-
InSts da iofantafia de os. 15 a 56.
Ao inspector de sanie do porto, declarandoLvil/as ou cidades cinco vereadores, podero deli-
em resposta ao seu officio da 3 de deterabro ulti-
mo, em que psde a nomsacio de mais nm guarda
para essa repartico, que por ora nio >6ie ter lu-
gar tal nomeacao por falta de crdito, como infor-
mo a o inspector da thesouraria.
Ao jniz de direito da oraarea de Garanhuns,
para informar, colbendo es precisos esclareeimen
los, cerca do mado porque correu o processo de
reviso da qualilicaco da freguezla de Papaeac
dessa comarca, e Jas occarrencias que por vea*
tura se tenham dado posteriormente as de qae tra-
ta o juiz de paz, presidente da junta de qualiOei-
cao em officio da 22 do mez Qodo, que envo por
copia.
Ao juiz de direito da comarca do Breio, acen-
sando recebido o sea oficio de 27 do mez ando, em
qae parteeipa ter convocado para 27 deste mez a
1.* sesso ordinaria do jury do termo do Brejo.
Ao jniz de direito interino da comarca de Na
sareth, 'declarando em resposta as duvidas apre-
seatadas em seu oficio de 25 do mez fiado, qae,
pela lei da reforma jndieiaria, soincompativeis com
os cargos poljeiaes as altribnicoes jadiciarias, pelo
que nao s noj podem os mesmos individaos aa1-
cumular o exercicio de taes cargo-, com outros em
que Pttem julgar, com) qae h je na podem
mais julgar, anda mesma aqaeh-s processos que
tenham iniciado.
Ao juiz municipal e da orpbos do termo de
Bom Jardim, declarando, em resposta ao sea rfflcio
de 4 do mez fiado com relicao a nomeacle qae fez
de serventairios de justica qae, de conformidade
com a lei, deve por em concurso o ditas cffljios,
aum de serem provides vitaliciamente.
Ao commandante do corpa de polica. Expeca
Vrac. suas ordens pira qae das pra$as de sea
caminando, destacadas em Buique vo oa offidal e
20 pracas para Caraar, permaoeeeado 25 na di-
ta villa de Baiqae, racolhendo-se a esta capital o
capito Samuel de Sa Monte Negro, ex-dalegado
diquelle termo com o resto das pracas e os cri-
minosos mais importantes r.li ltimamente captu-
rados
O oficial qne deve ir commandar o destacamen-
to de Carnar poder ser nm dos que se achara
no Buique, oa oatro qae Vmc. daqai remeta.
Outro-m. se a tninha ordem anterior para a reti-
rada de 20 pracw daqaede destacamento do Buique
ja estiver coraprida, eessa forja esteja a ebegar a
esta capital, exeeate-se tudo qae cima deixo pres-
crito, menos na parte relativa remessa das 20
pracas para Carnar, por qaaulo raister que o
capito Samuel tenha o numero suficiente de s I-
dados para guardar os presos durante o sen tra-
jelo para esta cidade.
Recommeade Vmc. aa alfares Xumeriano Jos
de Barros, nomeado delegado para Buiqoe qae si-
ga sem demora.
Remetieu-ie copia deste (fsUio ao Dr. ebefe
de polica.
Ao mesmo, mandando, vista do exposto pa-
lo ?. sargento do carpo sob seu commando Mano-
el da Rosa e Souza no reqaarimenlo que informoa
em 31 do mez (iodo, pd-loem liberd.de, visto oo
haver contra elle processo algam instaurado.
Ao engenheiro fiscal interino da estrada de
ferro do Recife a S. Francisco, remetiendo, para
seu conhecimento e observancia, copia do aviso do
ministerio da agricultura, commercio e obras pn
blicas de 19 de Janeiro ultimo, em que se reco-
rarada qu9 faiji d'ora om diante acorapannar os
balancetes de nm relatorio esplicativo da receita
e de-posa do mivimento dessa estrada.
Ao director da socielade12 da Setembrc
mandanda entregar ao director da socedade dos
Artistas Mecbanicos e Libaraes as quantias agan
ciadas por es3a sociadade para as obras do Lyceu
de Artes e Offlcios.
Offleioa-se no mesmo sentido a oommisso do
eommercio.
Ao bacbarel Nabor Carneiro B-?zerra Caval-
cante, remetiendo para sua sciencia a ioormaco
dada pela secgio respectiva da secretaria do go-
verno sobre a peticlo derigida por Vmc. ao mea
antecessor, carto de que esta presidencia est sem-
pre disposta a auxilia!-o as suas vistas patrio-
ticas.
Portaras:
A' cmara municipal da villa de Flores, de-
clarando, em solnco a duvida suscitada em offisio
de 29 de novembro do aano fiado que a lei. rega-
ando o exercicio finaaceiro municipal, dentro do
Iqnal se arrecadam as rendas e se decretam as ne
cessanas de9pezas, somente, por le, pode ser es-
tabelecida epocha d.ffreote para arrematar) de
impostas, de modo que, como solicita essa cmara
o praso de taes arrematacoes, comeea a correr de-
pois da colhida a safra do anno anterior. As ques-
toes dos arrematantes deverSo ser decididas ami-
gevel ou judicialmente, entre elles raesmos, sem
necessidade de recorrer-se ao meio proposte pela
referida cmara, que se fosse legal e praticavel,
nao resolvera completameole a diffl;uldade, visto
como pedera 'muitas vetes acontecer que impos-
tas nao cabrados no anno respectivo e dentro do
terapo qne se presume e.-tar feita a colheita fossem
recebidos no anno segnint > pelo arrematante de
impostos. correspondentes a este, e nao a aquel-
le aquem deveriam pertoneer.
A cmara municipal da villa do Bonito, de
clarando, em resposta ao seu officio de 18 do mez
Ando, haver demiltido o raspecvo proenrader
Ovidio Cypriano Bizerra de Mello que nao tendo
o demiltido recorrido a deliberaco dessa cmara,
nao compete a esta presidencia resolver sobre o
negocio.
Qaanto, porm, aas vereadores decdanles, sa
elles forem competentes a em numero tal que se
possam constituir em cmara, fra de davida
qae, qaalqaer acto por elles praticados, ser sob
sua responsabilidad?, e se proeederem regular-
mente o acto ser legitimo.
A' cmara municipal da cidade de Goyanna,
remetiendo o officio do vereador padre Manoel
Marques Barbosa, em que coamltou a esta presi-
dencia se poda assamir aquelle cargo,; Jecia-
rando qae, nao nfliginlo a lei a perda do cargo
de vereador ao qne acceita o lugai de pirocho,
embora sejam ambos incompativeis, era podeado
ter applicacao especie as dispesiedes citadas por
essa cmara, que regulara a ineompatibilidade en-
tre cargos diferentes ; aecrescendo tambom que,
us termos do .aviso do ministerio da imperio, n.
558, de 2 de dezembro de 1860, o Tacto da ter
morado o cidado algam tempo, como o padre
Marques, em nm lagar onde davia ter sua resi-
deuela oflhial, nao era suficiente para que fosse
excluido da presidencia da cmara, pois que en-
tre os motivos da escusa, apontados pela lei do 1*
de outabro de 1828, nao se encontra o da mudan
;a do vereador, por tuda i-t > fra de duvida
que o padre Marques nao est inhibido de conti-
nuar a fanecionar como vereador da mesma c-
mara.
A' cmara municipal da cidade de Olinda.
Accusando recebido o sen oficio de 23 de dezem-
bro fiado, declara que a aela da insiallaco da
mesa do callegio, reunida a 26 de novembro ul-
timo naquella cidade, e qae Ihe foi exigida por of-
ficio da presidencia de 16 do citado mez, devera
ter sido lavrado, especialmente a acto da inslalla-
~o, como expresso nos artigos 70 e 84 da lei
e 19 de agosto de 1846, visto qae contera dis-
poslco difireme e iaapplicaval especie o art.
114 da referida lei, invocada pela mesma cmara.
A' cmara municipal da cidada da Vctor.a,
declarando, em solacio as duvidas propostai pelo
vereador dessa cmara, Manoel Jos Pereira Bor-
ges, qae, nos, termos dos artigos 27 o 28 d a le do
l* de outabro de, 18.28, se telando reunidos cu-
berar, e na falta de numero legal chamar-se-ho
as tmmediatos em voto, quanto o impedimento dos
vereadores effeclvos exceder de 15 dias, ou a ur-
gencia e importancia do negocio exigir o numero
completo da vereadores. Qaanto ontra dnvida,
obre i oorigacao imposta pelas posturas raun-
etpaes aos que devem aHerir os seas posos e me-
didas, essa cmara compete decidir por se tra-
tar de objecto de pura economa e rgimen mu-
nicipal.
--Aos agentes da companhia de navegaco
brasileira, mandando dar paasagem, at o Para,
par cont do ministario da marinha, no vapor es'
pirado do sul, ao pratico da costa Joo Antonio
da silveira, que veio conduzndo at este porto
a corveta a vapor Mof. Communicou-se ao com
mandante da mesma crvela.
Despachos:
Agnello Heraclito de Araujo Pernambueo.In-
farta o Sr. administrador do correio geral desta
protinea. "
Antonio Jos Ferreira.Informa o Sr. adminis-
trador do correio geral.
Adolpbo Pereira Moutinho. Aprsente a sup-
Plfcaute na thesouraria de fazenda a carta do jniz
de direito seu constitainte.
Tenante coronel Antonio Francisco de Souza
Magalhaes. Fornec *-se.
Anas Carolina Cesar de Mello. Informe o Sr.
director geral da instrueco publica.
Alexandrina rabelina de Freitai Uchi. Op-
portnnamente ser a supplicante attendida.
Antonia Francisca da Hora.-AoSr. inspector
lo arsenal de marinha para informar se o suppli-
eante est com praca.
Adolpho Cavalcante de Oliveira Maciel. Nao
tem lugar em vista da informaco.
Antonia Cberubina de Azevedo.Informe o Sr.
provedor da Santa Casa de Misericordia.
Antonio Candido Ferreira. Nao tem lugar o
que requer.
Bjftrgard 4 Fara. Informe o Sr.' inspector da
thesoararia provincial.
Bastos & CInforme o Sr. inpector da thesou-
na provincial.
Celestino Disgeoes Paes de Albuquerque. In-
forma o Sr. director geral das obras publicas.
Copupanhia de segaros Northern de Londres.
Informe a cmara municipal desta cidade.
Ernesto Augusto de Almeida. Informe o Sr.
director das obras publicas.
Francisca Amalia Moreira, Alexandrina Amelia
lorelra e Celestina Anglica Moreira. Remettido
eoasmisso nomeada para tratar da aequisicio
dos torreos para o passeio publico.
Ifljcio da Barros Lins Wanderley. Informe o
Sr. etgenheiro Loiz Jofi da Sila.
Cato Jos Biserra Cavalcanti Maciel. Infor-
me o Sr. coronel commandaute superior dos mu-
nicipios da-Barreiros e Agua Preta.
Jos Joaquim Alves. !l>roettido novamente ao
Se; director do hospital militar para syndicar do
procediraente do supplicante e informar opporta-
namenle.
Jjjuim Gomes de Albuquerque.Seja aggre-
gado a guarda nacional de G .yanna designando-lhe
o Sr. coronel commandante snperiur o batalho
respectivo. ,
Jos Ignacio A villa.Informe o Sr. inspector da
thesouraria de fazenda.
Jo Poliearpo de Freitas JniorPasse porta-
ra concedendo lo das.
Jos Augusto d'Aranja. Informe o Sr. enge-
nh'iro chefe da repartico das obras publicas.
Tenante Joaquim Jos de Souza.Informe o Sr.
inspector da thesouraria provincial.
Joaquim Pereira da Silva.Reqa-ira ao gover-
no imperial por intermedio desta presidencia.
Joaquim Roberto Pereira. Informe o Sr. ins-
pector da thesouraria de fazenda.
Joo Goncalvas Ferreira e Silva. Nao pode por
ora ser attendido.
Baeharel Jos Maximiano Alves Cavalcanti.
Certifijue-se.
Joaquim Lopes dos Adjo3.Informe com urgen-
cia o Sr. director das obras publicas.
Jos Firmo Xavier.Informe o Sr. Dr. chefe ds
polici?.
Jesoiao Domingues Carneiro.Como requer.
Joao Pires Ferreira.Ioforme o Sr* inspector da
thesouraria provincial.
Jos Pelippe de Souza.Nao existe a vaga de
que trata o supplicante
Joaquim Cavalcanti de Albuquerque.Nao jem
lugar o que requer.
Joaquim Lopes dos Aojos. Ponha-se em con-
currencia com o praso da 60 dias.
Leopoldina Antonio da Ponceca.Informe o Sr.
Dr. director geral interino da instrueco publica.
Leovigilda Maria da Silva Cordeiro. J est
provida a cadeira de qoe trata a supplicante.
Manoel Annes Jacome Pires. Como requer.
Bacbarel Manoel Lopes da Cunha.Deflrido cob
officio desta data dirigido a thesouraria de fazenda.
Dr. Manoel Eoedino Reg Valenca. Informe
o Sr. inspector da thesouraria de fazenda.
Osear Destibeaux.Informe a directora do in-
penal institnto de agricultura.
Pacifico Paulino Malaquias. Opporlunameote
deliberare! sobre o que requer o supplicante.
KXPEDIBNTE DO SECRETARIO.
Oficios :
Ao coronel commandante das armas interoo,
comraunicando, de ordem do Exm. Sr. presidente
da provincia ter autorisado o fornecimento ao 9.
batalho de infantaria dos liv.-os constantes do pe-
dido, de que tratan os seus offlcios de 10 de Ja-
neiro ultimo e 1 do crreme.
Ao inspector da thesoararia provincial, traci-
mittindo, de ordem do Exm Sr. presidente da pro-
vincia, o pedido dos objeetos nacessarios ao expo-
diente desta repartico, relativamente ao correte
mez.
Ao director interino do Asylo de mendicidade,
acensando recebido, de ordem do Exm. Sr. presi-
dente da provincia, o relatorio qne Ibe re neltora
no 1* de Janeiro ultimo, acerca do estado desse ss-
tabelecimenta e em eumprimento ao disposto no g
9* do art. 7 do regulamento de 21 de outabro de
1869.
Ao jniz de paz presidente da junta de qualili-
caco dos votantes da fregnesla de S. Fre Pedro
Goncalves, acensando recebido, de ordem do Ex m.
Sr presidenta da Provincia, o offlcio de 27 de Ja-
neiro ultimo, acompanhado das relaejes dos vo-
tantes dessa fregnesia, fleando corto de ter dexig-
nado o da 27 de marco vinlonro pan o recurso
na forma da le.
Ao baeharel Arrainio Conolaoo Tavares dos
Santos, acensando recebido, de ordem do Exm.
Sr. prndente da provincia, o sen oficio de 30 do
mez Ando, em que declara nio poder aeeailar a
nomeacao de juiz substituto de urna das varas da
direilo desta capital.
Aa baeharel Joo Paulo Monleirp da Andrade
juiz da direito da comarca de Nasarth, acensando
recebido, de ordem do Exm. Sr. presidente da
provincia, o sen officio de 27 do mez Ando, em
que parteeipa ter entrado, a 2.4 do Uto me;., no
goso da licenca concedida por portara do dia an-
terior.
Ao juiz de d!relto iolerioa da comarca di Na-
zareth, Jos Francisco Lopes Lima, acensando re-
cebido, de ordem do Exm. Sr. presidente da pro-
vincia, o sea ofl'io de 25 de Janeiro ultima, em
qne parteeipa ter entrado na mesma dala no exer-
cicio das fonec^e? do cargo de juiz de direito, co-
mo t supp'enje. Ja jais municipal em exercicio.
Repartico da polica
Arl. 20 Delinque-se contra a socedade nos qtw
10"/..:":]'"?..^ Pl,c,a da Pernambu-1 comprometan a existencia, liaerdade,
co, 19 de fevereiro de 1872.
N. 313 lllra e Eim. Sr. Levo ao conheci-
menio de V. Exc. que, segando consta das part
eipacoes recebidas hoje n'esta repartico, o-
ram recolhidos a casa de detenco os seguintes
individuos.
ISo da 17 do corrente, a ordem do subdelegado
do Recife, Antonio Pedro de Oliveira, Florinda Ma-
na da Conceico, Lniza Brazilitia e Joanna Maria
da Conceico, por ofieosaa a moral publica ; o sub-
dito oglez Alfredo Toder, a requisica do respecti-
vo consol.
A" orden do da Capanga, Alexandre, escravo
ae Bernardino Gomes de Carvalbo, por andar f-
gido.
18
A' ordem do subdelegado do Recie, LoneJ, es-
cravo de Rodrigues de tal, Francisco Antonio e
Antonio Manoel Silvesire por disturbios.
A' ordem do da Santo Antonio, Jjs, escravo de
l?rancisco Alves, por andar fgido.
A ordem do de S. Jos, Gertrudes, escrava de
Miguel Jos da Malta, a requerimento deste.
A ordem do de Munbeca, Andr Germano de
Oliveira, Manoel, escravo de Roque Ferreira da
Costa, por crime de ferimentos graves.
Por offlcio desta data commuoicou-me o subde-
legado da Baa Vista, que hontem pelas 2 horas da
madi ugada fallecer o inspector de quarteiro Joa-
quim Saveriano Cavalcante de Albuquerque. em
coosequencia do farimento que receban do soldado
do 9* t.atalbo da infantaria Valeriano Raphael des
[tota, de que flz menco em minha parte diaria de
lo do correte sob n. 301.
Deus guarde V. Exc.Jllm. e Exm. Sr. con-
selheiro Joo Jos de Oliveira Junqueira, presiden-
te da provincia. O chefe da polica, Domingos
Monte tro Peixoto.
----------, oa iBtegri-
i aaae da nacac, ou expoobam a ama gatrra ee-
; Irangoira, ou tendam a iraojlornar a traoquillidj-
i de e ordem publica, ou inciten on sustenten eoa-
mocoes, ou desobediencia s le, on , aatertd*-
des, ou provoquen a perp-iracao de algam atic-
to, ou sejam <.beatos uu immoraps.
Art. 21. Nao
manifestara
os
EXTERIOR.
SOLIVIA.
LEI E REGULAMENTO SOBRE A LIBERDADE
DE IMPRENSA.
DECRETO OE 24 DE MARCO.
Hfguameno da imprenta.
Jos Mana de Acb, presidente provisorio da re-
pblica boliviana.
Considerando qae a le de <5 de agosto de 1861
aatori-a o p-,der execulivo para regulamentar,
sob as bases por ella estabelecidas, o exercicio da
liberdade de imprensa, declarada pelo art. 3.* da
constituico do estado, resolve decretar o se-
guate :
Capitulo J.
Estabelecimentos, publieacoes e pessoas respon
savet.
Art. 1. Todo o individuo tem na repblica o di-
reito de exercer *a industria da imprensa, e fazer
publicaces de conformidade cora a constituico e
t esto regulameuto.
Art. 2.a Os qne ntroduzam, possuam ou adqui-
ram imprensas ou oulros muios de pubiieaco, da-
rao disso conheciraento ao fiscal mais caracterisa-
do do logar.
Art. 3.* Para ser impresor, ou estabelecer urna
imprensa, necessario estar no goso pleno dos
direitos civis.
Art. 4.* Os impressores ao abrir um estabeleci-
mento, darlo parte ao fiscal, declarando seus no-
mes, estado, domicilio e o nome da impreosa. Este
ultimo se fixar em leireiro na porta do estabele-
cimento.
Art. 5. Todas as publicara para a impreca
ou outro fim anlogo, que se fajam 30b qaalqaer
lorraa de livro, folhelo, peridico ou papel avalso,
conlero o nome e appellidos osases do autor, os
do editor respon3avcl, se fr outrem ; o da im-
prensa: e o logar e data da edico.
Art, 6. Para ser editor responsavel. oecessa-
rio estar no goso dos direitos civi a polticos.
Art. 7.* Os impressores podem ser editores res-
poo-aveis, preenchendo ambas as coodigoes.
Art. 8.* Sao obrigagSes dos editores responsa-
veis, e no seu caso, dos impresserej: 1.*, ter um
livro, rubricada em todas as suas paginas pelo fis
cal, em que assigoem os autores, deveodo ser esta
a lirma, que apparega na publicafo ; 2.*, conser-
var os manuscriptos firmados por seus autores,
durante o lempo marcado no art. 29 ; 3.', conser-
var urna collecco ordenada de todas as publica-
res feitas pelo editor, ou pela imprenta ; 4.% re-
metter de lodo o impresso, que nao seja carta de
convite ou outro semelhante, um exemplar ao mi-
nistro do governo, ao chefe poltico, ao fiscal e a
biblioiheca ; 5.', publicar gratuitamente as viodi-
cages e defezas das pessoas offeodidas no mesmo
peridico, sempre que nao excedam ao dobro do
esenpto contestado, e cobrando o excedente con-
forme a pratica oa a tarifa do estabeleciraeo'.o.
Esta inser rao se far por ama s vez e inmediata-
mente qne a reclame a pessoa offendida, oa qu.il-
quer outra por ella, dentro do erase da prescrip-
gao; 6.', publicar do mesmo modo as sentencas
em materias de imprensa e as di.-posicoes supre-
mas oa superiores, que expressamente forera re-
mettidas pela auioridade ; (7.*) derogada.
Art. 9. O impressor oo poder recusar, a pre-
co corrente, a edico de escripto algura, se oo
quando seja offensivo sua pessoa, a individuo de
sua familia, ou a seu prolector, ou quando tenha
motivos fundados de decencia, ou quando o autor
ou editor nao offereca garanda suficiente. Esta
obrigaco nao comprenn Je o ditor responsavel de
um peridico.
Art. 10. Sao clandestinas as imprensas e as pu
blicacis qae earecam das formalidades exigidas
por este regulamento.
Art. 11. E' autor ante a lei o que assigna ura
impresso, pelo qual directamente responsavel,
salvo o caso de provar que outro o vardeiro au-
tor, e que assigaon, sem conheciraento da materia,
por meio de dolo ou engao.
Art. 12. Sao responsa veis por toda a pubiieaco
na imprensa :
I.* o autor, falta d'esta o editor, e na d'este o
impressor, salva a aeco civil do commioado cootra
aquelle por quem responden.
Art. 13. Pelas punlicacSes clandestinas sao res-
ponsaveis em commura o autor, o editor e o im-
pressor.
Art. 14. Na falta d'estas tres, a imprensa com
todos os seus perleuces.
Art. 15. Sio respons'Aves como autores os que
garantan com sua firma urna transcripto ou
reimpresso.
Arl 16. Pelos escripias impressos no exterior
sao respoosaveis os autores oa editores, qus este-
jara na repblica, ou os que maliciosamente os fa-
cam circular.
Capitulo II.
Delicias, faltas, penas e prescrpeo.
Arl. 17. Nao ha delicio de impreosa sem pubii-
eaco. Sulende-se realisada \ pubiieaco, quando
se distrtaoem tres oa mais exemplares do impres-
so, ou tenha sido lido por cinco ou mais individuos,
oa pae-se venda, ou afflxa-se, em algara panto,
deixa-se no estabelecimento, remelle se pelo cor-
reio, oa outros casos semelhaotes.
Art. 18. Delioqae-se contra a religlo nos es-
erlptos que tendem a destruir cu mular a do es-
tado, ou atacam oa ridicalarisam os seus dog]
mas.
Art 19. Dalinqae-se contra i constituico nos
qae se destinara a Uanstoroar, destruir, ou indn-
zir a inobservancia ern todo QU
I dispo-c.3e,
se comnx-tte delicio, quando s
defeitos da coosiitnicio, on des
actos legislativos, administrativos, judiciae, eom
o tina da fazer conbecer seas erras, oa a aeeessi-
dade de sua reforma, sempre qua nao eoalenbam
offensas de ouiro genero.
Art. 22. Delinqne-se contra as pessoa* ib.iv -
duaes, ou conectivas, nos impressos qn*a as toja
riara directa ou iodirectamaote, sejam on nio ta-
sas as impntacoes iojnriosas.
Art. 23. Ninguem poda ser admitido a provar
a verdade de factos diffamaiorios, seoio aTa
os fonecionaros pblicos, oa gerentes tescei4a-
de anonyma, cu em eommandiu por acedes, sobr i
imputaces relativas ao exercicio de suas fanecoa.-.
A prava das faetos imputad, s poe o autor a
abrigo de toda a pena, sem prejuzo da qns cor-
responda pela injuria, qne nao for necessariaaen-
le dependente dos meamos faetos.
Art. 2I>. Sao fjltas de impreusas as contravea-
Qoes de qualquor das disposices deste r-goia-
raento, nao comprehendidos na ca-;ti.-acia A*
delictos.
Art. 25. As penas pelos dilicto, cujo c.akac.-
meoto eerlaaea exclosivamente ao jurado, >i) pe-
cuniarias, e em nenbnm caso, podem exeelar d*
quinhenlos pesos.
Art 26. Os delicies qualificados de pe-soa.
obscenos e immoraes, se castigaro com ua.a mulla
de 50 a 300 petos.
Os deudos cootra a religio, de 200 a 400peso<
Os outros delictos contra a socedade ou a cons-
tituico, de 400 a 500 pesas.
Art. 27. Nos delictos de que ceoheca o jnrv.
.> poder impor-ie pena corporal, aos que na
possam exhibir a pena pecuniaria, computando -
se cada dia de pr sao pelo valor de 4 pesas.
Art. 28. As faltas de imprensa se castigara
com urna multa, que oo exceda de 200 pesos.
Art. 29. A aeco penal prescreva no prazo de
quatro mezes, decorridos do dia da pubiieaco d
impresso; e nos clandestinos, desde que b>nv chegado ao coohecimento da anloridade. Se >
oiTendido esliver fra da repblica, o prazo corre
r desde seu regresso a ella.
Capitulo III.
Juradosjurisdieco.
Art. 30. O corpo da jurados campo*-** de qoa-
renia a oitenta individuos, segnndo a populacho,
serio eleitos pelos conseihos municipaes, praie
rindo-s* osadvogados mais nota veis, memaros 4-
universidade e proprielanos com residencia tii.
no logar.
Art. 31. Para ser arados preciso ler re*. -
denciano lugar e exercicio pleno d. s direitos ci-
vis e poltico.
Arl. 32. As funci/iM de jurados sil incaap*
tiveis com as de ministro de estado, chefe pola.-
co, l'ncal, vogal do tribunal da partide e agen:--
de polica.
Arl. 33. Sao escusas para ser jurado as desig-
nadas no art. 15 da lei regulamentar das roiai-
cipalidades, de 9 de agosto de 1801.
Arl. 34. No caso de ausencia indiiinida, morto.
inhabilitaco ou emprego ioeoropalivel de nm ju-
rado, a manicipalidade nomeara immediatamen-
te entro, procurando que nunca esUja ineoapJeto
o numero.
Arl. 35. Os jurades sao mviolaveis no exereic. <
de suas fnnecoes, a s respoosaveis per cae:
sao ou suborno ante os tribonaes ccrarcut.-
Art. 36. Compete ao jnrado o conhecim u' do<
delictos de impreo-a sem distiorro de foros.
Somente nos delictos de calomnia e injnna cen-
tra os particulares, ten estes a faeuldade prapr
d) queixar-se ante o jurado ou os tribunaes er-
dinarios. Quando estes conhecem da cansa, ti
cam os delioquentes snjaitos peoalidade do c.-
digo.
Art. 37. Compele tambera aos tribnoaes rea-
nanos conheeer das calumnias a injunss cantra >
jurado das faltas de imprenta, e das acrOes eivi<
procedentes dos julgamentos pelo jury.
Capitulo IV.
Aeco penalforraacao do jurye varios proce-
diraentos.
Art. 38. A ac^o penal por delictos e faltas da
imprensa, cabe ao minisisro publico. A denuo
eia, a qnalquer individuo. '
Art. 39. A queixa por delictos pe-soae?, s com-
peta ao offendido, e no caso do ausencia, ou nor-
te, a qualquer de seus paren/es ou herdeiro?
Art. 40. A denuncia oa queixa se rara por es-
cripto, ante o presidente do tribunal de part lo,
qual mandar citar em pessoa ou domicilio a au-
tor, editor e impresser, sa forem diversos, i fis-
cal e partes interessadas, designando da, hora -
lugar para o sorteio dos jurados.
Arl. i I. Se o impresso fr clandestino, o pre-
sidente do tribuna! dever, antes do sorteio, pra-
ticar todas as diligencias oecesssrias para su .
averiguaco, requerimento do fiscal e sem re-
curso algura.
Arl. 42. Njs casos previstos palos art. II 2t
dever o presidente do tribunal da partido rec-
ber a prova pro e contra, no praao perempton
de oito dias, e todas as acensacd's, citndose c*
Interessados. Vencido o prazo proceder ao sor-
teio segundo o art. 40.
Art. 43. No sorteio proceder-se-ka deste rr -
do : o presidente na presen.a dos citados, se es
tiverem prsenles, e em publico, introduzlr a'ama
urna as cdulas qoe conienham os ooaes de to-
dos os jurados, leudo em alta vos, elle oa o secre-
tario, urna por urna.
O qaeixoso, ou qualquer dos offendidj, cu c*
sua falta, urna pessoa do publico, extrahir at
vinte e quatro cdalas qoe se anotaro por or-
dem numrica. O denunciante ou i (Tendida po-
der recusar seis, sem expr causa algoma :
igual direito tem o denunciado on pessoa re-pao-
savel. Quanda forem varios os denunciados, *
vid i rao entre si o aso do direilo de recasa. O
mesrao faro os orTendidos. Os doze primeincs
nao recasados, formarlo o tribunal sando_ sap -
penles os seis, que segoirem em numeraco. A
falla dalles, sa sortearo do mesmo modo oteros
doze, dos qoaes poder cada parte recusar tres,
tacando os seis dos restantes para supplentes,
Art. 41. De tudo se lavrar aeta cireoaulaa-
ciada.
O
Art. V5. O presidente do tribunal mandar ci-
tar os juizes e suppleotes, designando dia, hora a
lugar para o julgaiaento di imprensa.
Os jurados nomeados s poderlo esousar-se per
enfermidsde ou ouiro impedimento legitimo,
juixo do presidente, de accordo com os jeraies
sorteados presentes.
Art. 46. Se legalmente citados faltaren sem
justa causa. Ibes impura urna mulla de 90 a EO
pases, sem recuisoalgum.
Art 47. Se lera por ausento o que nao compa-
recer hora mareada, e o una abandonar o sea
lugar antes de concluido o jalgamento.
Arl. 48. Sempre qne, por qualquer causa, alo
houver numero suficiente de jurados no dia. a
hora designados, se adiar o jalgamento pan o
seguala, e as-inj suecesiivamante at qo* a o:-
ganiso o tribunal.
Art. 49. Reunidos os doze juradas, prwelarv.
eal parte, de uta{juramento ante o presidenta do tribunal de part
. Igo cw esn. f r-nu*; -Jarais i proauMe por


------------------~


1
T^
.
: ; -^x ^_JU!J3WL

eira 20
t Fevereiro ia 1AV2
!*

i'
am
Oei e itesignal da cru*, ]olgr era jistira e
na absoluti iraparchlilid^. s!13UL*osi
cansciencii, a inti na eiuvieoax sen ielxsr-voi
goiar raor natvi n intaresie, alia, iUscj, era
paixii atgtntT' CM\ jari.'p responder, ara
por um,sin, a jura. >
Imaaediaumenio f seio do JMftes a 5luritJa;1o de votes, so (jua!
pasear as pravas pri.luti.1aa nas casii determi-
nado pelo arts. 41 e M, a dectaxam4o insultado
o jury. e ret r*ra
Arl. *?. O pre-iaoi * Jury declarar aturio
o julgimenta s ajwmrs atoarte laenaiapi.
dera Cizer contra o r- -r Un devid ,\* leis, e que
devem fxprimir-sn eam decana e owderacfn
Advi r.ir igun'iaeMt o panuco le qaa alo Icit.i
izer imuife t.'.'ia alf'iina da ap iruv^o oa ites-
approvac/u, e maulara I ir os an*. 64 at. C7.
Art. 51. Sa na c.mcerror o iatiatnent) i
autor que lf*lmert hotrver rar-se-ha como osne o editor, i n% sna fal'a t>
iaapresior. tC falsa dis we, o presidenta da jary
nornear defensor a imprenta.
Art. 51 O nseal far uaaa exposicaa sueciola
da causa.
Art. 51. O sseretarto l^r o ispre-so lenwcia
do, o escrio de denuncia, os artigas de-te regu-
lamento que se aupada infring la-*, as pe.fas do>
autos q'e mandar 1er o presiaeute, a requsnmeot.
dos intereasad rs.
Era seguida irtfnrmirSo suecessivammie o qnei
xoso ou accusad.T oa sea defensor, o accu-d i
ou defensor-; o riscal (ara sua evaelvMaes. Na<
bavdndo queixoso. o is^t fara anmeiro a ac-ti-
sacio. P'rmitti-*f-ha aipllca o a contra-r-
pnce.
Art 54.Qi tala ais-amonta deva abrr-se
sobre factis innaroatnrias impoudrs .o- f m-eio
Barios publie -.s,oa grenles.de sociedad" ;.n>i:yma
ou em commandita por acedes no ffxpciciu d
citar com autece-le.'wia at testcmuelias para seu
eomparecim^nt'i, n n'.-s demats >e proceder con-
forme as disposi^oss dos art- 37 seguidles al
27i )a le do procesio criminal.
Art.S. Bm ses > ereta, .-e i!is-:t!r e r solv.i
r, p_T raaioru abiolu'.a devotos inclusi' o do
presidente, s- br? as seguinlrj joes>5s: 1"N.'M.
ou i) clpalo do 4-1 co aceusado ? 2a
cireum-tancii' acgravautes? 3'Ha circuinsUn-
cas atteniiantes f
Art. 53.No caso de serem ious oa nnis o*
tlelictos arca-aJn*, a primetra perguma recib
obre cada om d'elle.
Art. o7. A voiacii sa far inJiviltti'ni'.'ol , res-
pondend) cada un pergunta geral.
Arj. 38 Em caso de e uoate, prevalecer o va >
avoravel.
Atl 59. A declaranS) do jury sera ass'ignadi
por todos o* jura Jes. sem excepto dfs votos di
vergenies da -euteoQ.1, e to dar logar a recurso
algum.
Art. 60. Qlindo o iribunal estivr-r reunido poi
oito h Tas consecutivas, podera suspeod.*r->o o
julgaraent) para cjonaa o e termina lo precisa-
mente no dia immedi.u>.
Art. 61. Ligo [!i se assigne a sentetica, ejqi
noar a ?c*-o publica, e, qualqnr dosjuiadefl lea
o verdielo em vz atu e o pre-iJeu;e declarara
di.jeolvilo o tribunal.
Art 62. O pfocesso ser enviado ao tribuaal d
partido para que appli^ue a pena na proporri
d graviiale declarada pelo jury i pena sera
im.jjva ao autor amdi quauJ n.i> hoJire- c e.irrilo ao jilgam^c'.), e sub.-idianain?nte sera
execu'adi contra os de.mais rasp.n.vtvjis san oa-
tro proceso confirme 03 arts. ^2 e 51.
Art. 63 O jiigim-nn pelo jqry - poler sei
ecretj, quanli d pnlUcidade pjssa resinar es-
cndalo a iffjosa i>' b.as cj,tu.nes, ou pertur-
baeSa i'a ordem pub ica.
Art. 64. Se no do) cotrtenliras pertuibir a or-
dem a ordatn-ia aulieocii oa d.;-a-attr a autori-
ilil- di trbunal ou iojarlar, o prejideuta o chi-
mar ordrn pela primera vez, e p-JlJ segnuJ i
dianninar u. prisa1, reque.-iuli io I1>mI u
seu jolgameot).
Art. 63. Se n publico 8er man fe-tintH de ap
pnvaeaj ou reprov ca, o presiJsnta cinmara a
orlin" pela pnmica vei, pala ngmla deiermi-
nara a prisa i j , culpad a a pela terceira ordena-
ra a expulsa*, eatebraado-se a sessio p3rtas fe-
chadas
Art 66. O prj3;i1;n'.a poler req-iiMiar a fte.
publica em caso Ja necesidad*.
Art 67. Tilas a-< veii que p.rraittir a desir-
an multa de 20 a 5J psjt a juiZj Jo tribunal
le partido, pir denuncia dada pelo ministerio pu-
blico, cu qualqner individuo.
Capitulo V. .
Qisporieoes diversas.
Arl. 63 (rogado).
Art. 69. En iieabun caso rudera decretar se a
saspeQcao de urna i.npreosa.
Art W. As finmliJa-las.da prjva testenunbal
e pnas impTiiveis s testemunbas que uj com-
pare^erera sera juta causa, sero em seu caso a>
presen jtaj na le do pro:esso criminal.
Art. 71. O producto das mullas impostas palo?
decretos a fallas de inapreasa, ser reco.bijo ao
:besouro da raunicipaliiile respectiva, para que
esta a appliqae a ebras da beneicencia.
Art. 71 Imposta urna mull, dir-se-ba imma-
diatamenta coabecimenlo ao ebefa poltico, para
que a faga elfjcliva, a tamb^m a municipahdale
para que a;a os pequeraeolo* qae firem neces-
sario.
Art. 73. Todas as autoajoes sero feitas por um
dos secretarias do tribunal de parti lo, que gozar
por cada julgameato ante o jury 10 (esos, pagos
pela parta que perder.
Af. 74. Os liscaes darao conhecimen'.o ao mi-
nisterio do governo doa inconvenientes a dilllcul-
dsd s que este regulamanto encontrar ni pratica.
Oidoem La Paz a 24 de margo de 1862.
Jos Muta Ach. O ministro do go/erao, Jos
Ma&donio Salinas. EsU confirm?. 0 cnefe de
asco,.Fe DECUETO DE 26 HE OUTUBRJ.
Imprenta : addicco: ao regalainenlo.
Jcs Muria de Acba, presnante constitucional
da repblica e capitn geoeral do s;u exarjij, ele
Considerando : 1.* Que pe;a lei de 15 de agosto
e 1861, sa acba o poder executivo autonsa-ao
para reglamentar o uso da impreosa :
2. Que tsnlo demonstrado a experiencia alguns
vacuos no regulamento de 24 de marco de 1862,
indispensavel preanebe los, a lim de que o julga-
manto por jurados saja completo, a nao do lugar
as frequeates que-'O js que suscita. Vi-ta a con-
ulta apreseolada pelo aseal Jo pirtidi da i)a.
em conforraidade do art. 74 do manciouado regu-
lamento, a ouvido o parecer da Exraa. corte su-
prema de jutUica.
Decreta:
ArL I. O tribunal de panida devolver ao jury,
no pra-o de 24 horas, o veredicto que bouver
pronunciado, quanJo nao se ja claro, completo,
preciso e concordante.Nesle caso o jai y devsi
rever a sna declar (io na qual precisamente fara
a elassilicaji do facto, m-ntiona-iJo o numero
de cireumsun;aj aggravantes e af.eou int -, que
tiverem coacorrida para sua perpetraco.
Arl. 2.* Sha ha recipr acida Je as injurias ou
calumnias infligidas pela imprensa, e o jury nao
podera conbacer ao mesmo lempo de duas pub-
cacSss respectivamente injuriosas ou calumniosas.
Arl. 3. A falta ou oraisso das praacnpc,.js de
?oal juer dos artigos seguales : 41,42, 43 44. 45,
9, 51,32, 53, 54, 5o, 56, 57 5 e ttf do regula-
meato de 24 de marco Je 1862, dar lugar ao re-
curso de nuliidade, que devara interpor-se dentro
dos tres das subse fuente ao em que bouver pro-
ferido seotanca o tribunal da partida. O presi-
denta deste trrtiaual, dando lra. que dever cootesta-lo dealro de outros tres da.,
remeitera o proueseo pelo priraeiro corre.o corte
da cassaco.
Art. 4.* igual recurso e oa naeama forma, lera
lugar no oaso de qu o tnbooal de partido, diver-^
gindo da classiiicacao feita pela jury, impoaba
ama poa dsfTarente de q Art. 5* Qaando pelo jury nja declarado que
existem circumsiancias aggravantes no delicio,
ser imposta pela mz de direito a pena na razao
asrendjnte, desde a raetade do mximo at o ma
xim i da pena mrcala uas arts. 25, 26, 27 e 28,
do regulamento de 24 de margo de 1862. Se pelo
tonirario declarar qaa existem circumstancias
alternantes, se impora a pena na escala descen-
dente, desde a raetade do mximo at o mximo
das penas asajgnaradas dos ciudos artigo?.
Art. 6.* Os jurados supplentes nlo terio voz
nem foto as sco^s previas; e fono caao de im-
pedimeiiti de niguas dos proprietarios, podera
tomar parte aellas o auppleoie que dsva substi-
tuir o impedido,
Art. 7.* A faculdade ouihorgad a um Impres-
sor pelo art. 9o Jo decreto de 24 de marco de
1852, da recusar a edicia de um escripia offeasivo
de um individuo de sua familia, so deve ter lugar
quanJo es:e individuo for um prenle legitimo
dentro do i. grao de consaguinidade ou ! de
kQaidad?.
Art, 8.1* Oj funceionarios pblicos que forem
iaju-iatiis *ii na'uuohlis. pe!a Inaacensa, cima |
pasikuUft, teta i o rtil'wpforafl * qne!xar>o ;
inte j'-..v bu o'. inbunaes nrliuari'is.
Ss as densas perm Ihas fsre fctUllai o.
sai qualidade 4a embregados e com refaoitcia a
exercicio de saas fuoccoes >6 o Jury cenar o
conhecinienw das injurias ol calomiiias.
Arl, O A respousatiilidade estabeiecida da art.
12 do regulamento da 24 de narc.) de 1852, nu
p o Jera tor lugar em hatera si a Us juv
julgalos cada um das sMatdiariaaaata res
stwets de eanformidade com as leiatara o cato*
A*. 10.' firaa revofalas as tl|08i(;<5ei
caatrark' ao presea* decre-s.
O minisiro de astado Ja p*p irti^ao do go
cllo"e rela(.ocs (xt'Tiores lica eacmegao da
^xecucae e curaprlmenio do presente decreto, oe
-a mai'dar publicar pela imprensa. Dado o pa
lacio nacional -m Cocharabamba em 21 de- tu-
r- de 1863 (A Jo-d liria da Aoha.
O mini-tro do governo, culto e rerf^as exte-
nore>.Rifkael Batallo.
Angustia Morales.Presidente provisoria da re
publica ele.
Consideranio qtw um dever dj girerao pro-
tser e respeitar a liberdale da induslria da im
prensa.
Que qualquer peridico ple registrar e repro-
duzir as leas e decretos sob a garanta 8o edito-
res, que rspofedam pela aafheatkiJUsa a exaeii-
do dos docuntent' s !Ti :.--.
Que ogoveroo tam o *eu leriodieo til-.ial, o
qnal registra 'oos os seus actos adminisirativos,
politices econmicos
D:crto
Art. h Todos os imprassores padem reprodnzir
em foiei < i u inserir en seus parwdjeiis a cont
tilm^o poltica do estado, assim como toda a lei
decreto na doenmenlo oUJciat, devendo c-s liscaes
f.ner 3juisar criminalmente os qae falsidquera ou
aiterem o theor litieral'della.-.
Art. 2.' Neohuma Isi, decreto ou resnlu/*o pa-
jera ser publicada ai.tes de registrada no periodi
co offl-'al, ou o orgao qae teana a aularidade de-
parlawepUl p.ra :ua3 publicscds.
O ministro do gjverna e rela^oas extenores fi-
ca eicarrattaJ} da execuiji e cumpri.i*nto deett-
decreto.
Uido em Sucre em 23 de oulubro de 1871.
AugnUia Morales. O ministro do goveruo a te
laces exteriores, Casimiro Corral. E-l confor-
m--. O clllc aim.i'or. Jorge DeUj'iddillo.
, PEMAMBOCa
VIA-FERRE.V DE S FRANCISCO -Cmo meio
Je sati.-f.'Zer as aecaasiddes da circulajo de pas-
sigeirof, e?sa via de coiniiiuni-aco aci.lia J^ es-
llatelecer mais um trtm na 1a secc,i>, al o rabo
o qual. partindo d'--U villa as 9 Iteras e 43 mi ,u
tus da manla, regrassa de Ciraco-pontas para all
as 12 liori- e I/i da t.rde.-
Foi essa sem da vi 1 a urna baa ni Jila, ij mil1
to pile e ha do concorrer para o incremento da
rec-iu cim o transporte de passagiros ; e certa-
mente maior locro deixar ella se fur pr.ilorgada
vi ;i_'"!;) redo-iia J'esse irem auxiar al a est*ci.<
) i E-cada, oo extremo ila 2.' ece,o, como lem re
clamado moii>- moradoras ii'esta seico. cuja vit-
jem no irem commum, que ch 'a ao Re.-ifd s 4
a iO iiiianios Ja tarde, fi-los perder auaca mano-
Je tres das, qaanji a fj:^a dos saus negocios os
obn-tam vir capital.
St-SttFE E Hg|B.NT0S.-Sa1baJo n!mn, p r
vo'ta i ;s 7 horas da uaite, nr> quarfaj Jo H.ispici >,
onde s; ari i afiarMl>i. q !). tt.laliai do raan
tana de liuha. ewtrnir o nMarfi JSi ftayunnd i,
ulgi-fi IBSapat d) ervigi pur f-rimenlos recebi-
d>s en campanha, e-nbrmgafi^e rmalo cun um
i-anivele. Alguns outros sldajlos, qie o viram as
sira eotrar, q-iuepam dssrma lo, cinliecenlo pre-
via, aent-', co no,conhe;iara, os setu laos lastinc-
tis, j demonstra dos no Paraguay, onde tenioui
c nlra a vi la di! ora s-u superiar.
O soldado Joi ni se resi^nou pirm a ser
deano3lo, e atirou a lorio e a Jireito vanas carn
v-'t lias naqneiles que encontrn, e por f:?a form.
ferio gravemente os sida Jo* J" Firmo de Siquei-
ri. Paxedes Antonio Je Peiippe Nery Pereira.
!nvalcau:e. e mortalments o sil la 1o Joi Oas do
Santos. S dtpois disto foi qus os outros canss-
guiram desarma-lo, auxiliados pelo caJe;e Aato-
ui' Valerio dos Santo? Xeves.
O solJa lo J o Dias dos Santos morrea poaco
lempo depois de repolhile ao ooapial, para onle
foram levados todos os faridos.
O delinquente aeha-se preso e vai ser proces-
saio. Acabava de cumprir sententja, e parece que
a cruel vida de detento aogarioa-lne as sympa-
thia*. Desgracadi homam I
JURY DO REC1F.Nao se req.iio hontem nu-
mero sullicieniede junas de factJ para ser instal
lada a priueira sestio julicaria da comarca do
Racife, foran sorteados da urna mais es no.mes se
guintes :
S^veriino de Stqusin Cavjlcant.
Raymundo da Silva Maia.
Dr. Pedro de Albuquerque Aotran.
Dr. Praxeles jomes de Souza Piunga.
Jos Jacome de Araujo.
Dr. Pedro Affin-o de Mello.
Dr. Aure'iano A. Pereira de Garvalho.
Symplicioda Cruz Hibeiro.
Pedro do Allantara dos GuimarSes Peixoto.
Vicente de Paula da Oliveira Villas-Bia?.
Dr. J i.aiuim Antonio Carneiro da Confia Miranda.
Francisco Pac.flco di Amiral.
Virgilia Jos da Molta.
Manoel Antonio re Jesns.
Domingos Soriano Al ves da Silva.
Manoel Peregrino da Silva.
Miguel B;rnarlo Qainielro.
Tnaodoro Jas Tavares.
[>r Tarquinio Braulio de Souza Araaran'.h'.
Thomaz Carnein da Cunha.
Toomai Lios Caldas,
Dr. Joaquim de Oliveira e Souza.
Joaqttiin da Co-ta Ribeiro.
Joaquim Ferreir Runos.
Jeronymo Emiliano de Miraida Castro.
Dr. J ai Honorio Bezerra de Meneze?.
Jos Rodrigues de Siuza.
Leopoldioo Amonio da Fonceca.
Jos Lucas Soares Rapuso da Ca nara.
los Francisco de Salles Bavira.
Dr. Miguel Archanjo Pereira do P.eg?.
Dr. Miguel Jos da Costa.
Jos Henrique Trindade.
Jos Antonio Pereira da Silva.
Joaquim Caetano de Souza Cousseiro.
Joio Marns do Rio.
Joaquim Baibasa Jos Reis.
Dr. Joio Francisco T'ix-ira.
Dr Jos Francisco Uchoa Cavalcan'.e.
Pelo tribunal da relacio forara assim destri-
buidas os pTocessos que tem de ser julgados oa
presonte ses-Io :
Ao Sr. desembargador Gitirapa. G'dade do Re-
cife. Motora a jasu;a publica; reo Canuto Can-
dido Ramos.
Ao %r. tesembargador Lourenrco Santiago. Ci-
dade do Recife. Autora a justica publica ; reo Ja
cintho Ramas Machado.
Ao Sr, desembargador A. e Alboquerqne. Ci-
dade do Recife. Autora a justtga ; reo Joo Ma
noel Fernandos.
Ao Sr. desembargador Motla. Cidad do Recife.
Motora a ja^tita; reo J. Odilon Tavares de Lyra.
Ao Sr. deseratiargador Dona. CMade do Raci-
fe. Motora a justiga; rea Francisco Sjares Lope.
Ao Sr. deseaibargador Domiogues da Silva. Ci
dade do Recife. Autora apistica ; reo Umbelino
Pedro Alexandrin^.
Ao Sr. desembargador Regneira Costa. Cldade
do Recife. Autora a Justina ; reo Manoel 'gnaci
Ja Costa.
Ao Sr. desembargador Sonza Leio. Cidade do
Recife Autora a jasiica ; reo Francisco, escravo-
Ao Sr. desembargador Gitirana. Cidade do Re-
cife. Autora a justiea; reo Manoel Mrtins Saa-
re?.
Ao Sr. desembargador Loarenco Sm'iago. Cl-
dade do Recife. Autora a jasiica ; rea Francisco
da Souza Ferraz
Ao Sr. desembargador A. e Albaqoerqoe. Ci-
dade do Recife. Autora a jnatica; reas Anna Ma-
ra do Espirito Santo e ouiros.
Ao Sr. desembargador Moda. Cidada do Reci-
fe. Autora a justfga; reo Jlo Maooel do Nasci-
mento.
Ao 8r. desembargador Doria. Cidade do Recife.
Autora a jug| {a ; re Fecidade Pires da-Luz.
Ao Sr. lasembargador Domiogues da Silva. Ci-
dade do Rerffe. Autora a jasiica ; reo Adolpbo
Cavaieante le OUvera Macisl.
Ao Sr. desemUargador Regueira Cosa. Cidade
lo Recife. Autora a jastica; rea Liberato Jos Mo
reno.
Ao_S/. desembargador Souza Lalo. Cidade do
Recife. Autora a msiiea ; reo Martinho Francisco
da Costa.
Ao Sr. desembargador Gitirana. Cidade do Re-
cife. Autora a justiea; ro Jos Marflniaoo a
Silva. i
V i Sr. lescmbargaVii Liureoco SaaHbo. Ci- rt
da le df> Recite. \ut ira a jastica; rq Manoel dos
\ajos PoTfinncnla.
PASSAMEMO.Deu llantera a alma so Ce*-
6r, aps longo padeciraento, o Sr. JosV Vjmi
4a (Mndv
'iiHH'ldri'fi vm certas occisii--t*-;~i > do nivel das aguas naohouva erro de mina*
fol.Uttt.ntn'. u pnrle suptiwr iinterior Susteu' , '. v-ritn-t^ t fo'o' de . asararar qu a execocao 'ae tal obra a arretar,
lite de, outros inconvenientes qae nio v< m a pello
Oneira, Muyanle do prsticu-mr da barra e mp Wn d>ia ir.tiacia. O tloado era bona cidada i, ex- ror pateo de palacio etc., qnasdetas mires cora-
trerouso pai e amigo dedic*do. A' wu incens- '^O'rem com os ventos e agnac iros que reinara
pal e amigo
lavbis tllbos nossis psames.
Tamata -blvceu. hmi-jm, vieUai de ma
congenio ctrebr*!. o Sr. Viawjel (,ui7. 'iojtetalves,
ueg'Hi .ma assa vaca, cavalneiro di-iiMto po
suas u i a atara* de iraiar. a cesvMado chela *e fa-
anlia. A*sa^ depilada con tira.n nosoas Helares.
MOltfla>Kn riasjeioenct 03 f-riaento* pie
receba14 do crrante Jo soldado do !>. bain-
Ifco ito af miaria da lilia Valeriano Rsp'.iael 4os
Res, fcaVceu no ilnraiog > tiela malragada o io-
pvinr a quartetro iTiaquim S'rreriaoa Caval?sa-
le de Albuquerque.
R/PCULr>Arwi DU DIREITA-Consecam no dia
21 V c irrente a pr-i^as escripias dos exames de
geometra.
fERMOES Q0ARESMAS5. Aole-hiateo prin-
cipiaran! os serradas quarasioae na matriz de Gi
melleira pelo lespe-tiva vigario M moel Cavatcsmte
Assis Bezerra de Meneces.
- Do* di Caaenfo d >* Militaras e matriz da
Roa-Vista orador o Rvj, Amonio de Mallo Al-
bqo*fqtie.
UEUNIA^.-T.va lusa* no domingo 18 to cf-
rente nma reuaiao dos 'elos inscriptos para *.
eoeiedaaO pfri<<*^a de Bea M:enc a d empre
gados no coraurcio a iniustra. flmpareceram
63 so Joaq-JHu AOT nsu-Goi nara-e, seo Jo acctamaJos ota-
niemente para "Pgs'iia; (jio dos estfalos os S;s
Jo* Joaquina Aflfmso Gunnare', Aoaaoio de Si>u
i Pinto, Jwd Rodptfoas^ da Salvas Iteeba, Danie:
Tavares C ai e J.-- PrUleaeio Jo- Sau.os.
FANDANGO.Hij Jjsve'r ese divertirrento
no Poco da Paqella, haVendo tambera om trem
ao depid-, a qnal-tocar em tolos o pomos.
TRA\3FERE.\:iA.-Era eoDsqueoejia da fa-ta
de No-si Senhur* do Mon e ser no dia 4 do e n-
rent", foi tr.--u.-ferida a de .Nassa Saoh-ira das Ne-
cesstJades m povialo da Duaria C'iai para
quando (6r anncnciida.
I. iTKI.IA.A que se a.-na ven la a 225*. a
bene-.in do cultegio 4oi orpnos e orphaas, que
Curre hqe.
LF.ILO.-l! e (20) til C.dd o agente Pinto o
le !n de fazendas lunpas a avanadas nn armaz-m
de A. C. de Abren, na ma do Mrquez de OlmJn.
CASA DE DETENgAO.Movimeato do da 13
le fevereiro de 1872 :
Existiam (pre^o ) 62, entraram 7,sahirara 3, fal-
leceu I, islrmlBS. A saber: nacron'aes 258, mu-
Ihere^ lo, strargi:o 41, cscravos 16, escravss 2.
Alimentados a casta dos cofres pblicos 29a.
Movttnento da enfermara di dia 18 Ja fevereiro
le I87J
Tiverara baixa :
Amonio Pereira da Silva, ndustelgia.
Manoel, escravo de Riqua Francisca da -*osta, fe-
rmenlo.
Fa'ieceu':
Gertrude?, escrava de Miguel Jos da Motta, con
ge-iao cerebral.
CEMITERIO rUBLICJ.-Obtuirio do da 17 de
fevereiro de 1872.
Bemjamin J i? Banilsta, pardo, Pemambuco, 2o
anjaos, casado, Boa-Vista, hospital Pairo fl; qnei-
roadara.
Jao Pereira da Cunha, brinco, Portugal, 29 an
no, solteiro, Boa-Vista ; beriberi.
Mtria, prea, Pernambu;o, 4 horas, Santo Ao
tonio ; eipa-mo.
I) :n n.; .- A i ves da Cruz,, branca, Faringal, 15
anuos, solteiro, Boa-Vista, hospital Pedro II ; febre
arcarella.
Antonio de Oliveira Campos, branco, ParlugaJ,
15 auna*, solt-iro. Roa-Vista ; febre amarella.
Jaama Miria das Dires, branca, Pernambaco,
73 sano*, viiva, S Jo.- ; diarrba.
R isa, branca, Painamb ico, 6 horas, Recife; fra-
queza congeaita.
18
Jj aairn SiverianoGivalcaote Albuqunrqae,par-
do, Pvrnsmbuci. 42 auno.-", ca-aJo, Joa-Visla ; f;-
rmenlo penetran!.
Jo-, preto, Peraamhaco, 2 raezes, S. Jos ; t-
tano.
Francisco, pardo, Paraamboc1, 4 mezes, Boa-
Vista ; c.ravlsoes.
Mana, escrava, parda, frica, 61 anao>, soltara,
Gra^a; veWee.
J io D.s das Sintos, preto, Cear,21 annos, mi-
litar, 3oa-Vis.'.a; feriraento.
Luiina. escrava, preta, P;rnambuco, 40 auno,
so'teira, S Jos ; eatharro pulm mar.
Lniz Potiacar. branca, Italia, 27 aunos, ofta|ro,
B is-VlitJ ; febre amare'la.
Paulina, branca, Pemambuco, 8 mezes, Graca
espa'ino.
Jjseyna, escrava, preta, Pemambuco, 25 annos,
solteira^ Recife ; tubrculos pulmonares.
Miria, parda Pemambuco, 7 dia*, Boa-Vista
le'ano.
Joaquim Jo de Frei'a, branca, Pemambuco,
30 anuos, militar, Boa-Vista; varilas confluentes.
Clemencia, escrava, parda, Pemambuco, 40 an-
nos, solteira, Recife ; tuJaerculos pulmonares.
-
COMMUNICADOS.
Melhor luteatn do vori de Per
nambueo
Srs. ieiactorit. -Nos Diarios Offkiats do. 14 e
16 do raez prximo passa-lo, foram inseridas, por
ordena do mmi-teri > da agricultura, caramera j e
abras publicas duas p;ibiic pelo Sr. C. Neate e ouira pelo Sr. Dr. Galvo, era
re.sposU a primeira.
Versan ellas principalmente sobre o projectn
de dcas e melharamento do porto d'esta cidade,
organisado pe dificado pelo Sr. G. H.wk^haw, projecta, que
baseaJo na abertura de uua espac.isu canal airavt
do istbmo de Olinda entra a fortaleza do Brum e o
bairro do Recife, para a passagem do braco es
querdo do rio Qapibaribe.
O Sr. I Neate procura, enabora j o uzease sera
bj.n exiio era nutras occasioas, Mular as objae-
(5es per mira apresenladas em dTeremea pocas
contra o sea prujecta Citando a miaba opima o
sabio a probibidade de serem alagados algn^
caes d'esta cidale, casa se veriQcatsa a abertura
do istia n i, tKigera sobre modo o que eu disse e
accrescenta que, lendo-me fundado ero dalos erro
neos, .segundo demanstira o Sr. Dr. Galvo, nao
devem raais ser adraiitidas as minhas conclutes ;
o Qnalmcuta tratando d,. agitacao provavel das
aguas, em Crema ra da Aurora e em tomo da
caes de pataco, eaqueca ama eircurastancia que,
alias, convm nao despresar.
E-tes (res tpicos do artigo da Sr C Neate e o
silencio que sobre elles guardn em sua respo-ta
o Sr. Dr. Galva, silenco, que poderia ser tomado
com a approviclo tacila, me mpvzerara a obriga-
cao de escrever esias buhas.
Nao cangare o pulolico raprodoziado as ob-
jec^Sas que liz e os argumentes que aprsenle
para combater o prejucta de aiaertura do ittbno de
Olinda, tanto mais quanto, os mesaaos argumentas
foram intezralmente r.ep.'tiJos oa minuciosa, me-
mona aprasamada ao. governo imperial sobre o
indhoramoLto do port d'esta cidade pelo Sr. Or.
Galvo, qua compartlha inleirament) os mesos
receios qne en, quanto adopeo de tal projecto,
apenas divergindo quanto >altura relativa da,ares
U, do alguns d i$ caes qa-j o. lam esta cidade.
CingT-me h.i, por tanto, a tratar d'esses trae
tpicos, caJ um de pee si.
Diz o Sr. C Neate oa sua publicago de 11 do
rae/ pr> xirap passado o segrala :
< A it. p .su para abnr-se um eaaal no isthmo
de OlmJa j tinha sido impugnada pelo Dr. Barro*
Brralo, o qual saatemoei quo i parte superior e
iuterior da cidade Acara iniailivelmente inundada
em certas ocaasiO-Js.
O Dr. Gario acaba,de aprasentar urna serie
do uivew com tona a apparaacia de exactidao, a
qual raoslra que as c,,i:clu-oes do Dr. Barros Bar
reto fuodarara-se em Jados errneos, nao sendo 03
niveis relativos da.agua e da ierra, nem oa da pro
pria agua taea como aacma.
f lato ooobsiaotaolB aquinhoa o receja do Dr.
Barros B.rrato quanjo ao* efcilos da canal pro-
posto;
Este treeho cootm duas questfles distinctas
qua-pa/a roa.s clareza iraurai separadamente :
Na primeira .-me altribua u receio de ser ioun
dada ofallivelmaote em certas oecaaidag a parte
superiar e interior da cidade, e na segunda ass.e-
vara se que as conclu-iies por mim tiradas fnnJa-
ra ra se em dados errneos, segundo se coHige da
serie de niveia apreseaiada pelo Sr. Dr. Galvo.
Tralarei da primeira quesiao antes de ludo.
Sunca disse nem se podera deduzlr de meas es-
criptos: que a aberiura do canal alravz do stb-
com (orea em certas pocas o em occasi&o de res
saca forte. aja jajiT
-Esta aptmao, emitttd pi imeirtmeotii era diffe-
rates araifo" que escrwi em 1864, e retiroduzida
a pagiat 25 e^a-sej aais desenvolvida no artigo qne escrevi
A navoaAr > le 1867.; par i.i traoserev i aqui
-Hcntaaa parte 'esse art-fo:
_ Qiajttf ba torm-mas a agkava das ondas
tai graadaa testa do bairro lo Recif-, qae alguraas
d ellas tiii i sobre e'gaem sa a alguna pontos do
arsenal da ajan alia, cuav>a| se transmutara mul-
to alm pelo actual caual do porto, jroJuzmdo
a'iwta serte excssin agitacao das agitas e mesmo
galgan lo alguns caes em lagares qae le achara
mais distantes da ex'remidade corte do rec;f ac
mal, do que a entrada da ranal propastu tara Ja se
achar distante da extremo norte da recife, depois
de prolongado.
6on OarJados algumas veze?, fta da duvida que os
interi res qua .-a muita .mais baixas, ti sero era
mais freqnencia, principalmenle quando as onJas
f rem agitadas petoi vean de n.rdeso, os quaes
reinando com fu r-a em cer a qua,Ira oo anno, im-
peiiiri .r masmas dadas pala espao-asae larga
entraba di canal propaiio al os caos nter teres
onde eqnebrrr-.
E-te. incoMinienie s ra mais sea-ival teado-
se em vista a -direccii ao canal prupasf, o qnal,
como se ve na placa do Sr. C. Neale, tem de ti car
ni a. i qne j canil actual oa dareecao do rumo
a'aqueiles vento-, anda m-smo depiii do prolon
gamenio do recite.
Por e-ta simples exaiic) s-.ni mais commeota-
>r4 v m que, o que avancei mu d.vjrs i da opi-
ma) que sa roa empresta, e omeu ptnsaraento ex-
nris.-ado com ficajii, nao ultrapassi oa lBcs
di cossive1, e ao ;nduz ao ridcuoqua resal-
tara da assaverar qae a parte superior e interior
di ctdiide sena inftllivelmente intmloda.
Coiava li ervar ipie nao me eoasta qne al o
.Trente aquella opinio lenha sido vanlajosamen-
te comtia'.ida, sa bem qua emimda por iaexpe-
riame eagenheira. e nao oft.-lante lar sido divalga-
Ja aa cono exia estrangairo pela aulorisaJa peo-
na e int ressintes publicaQosi (eiiai pelo Sr. con-
seibairn M. C. Galvo suba o ma.luramea:o do
porto d'esta cela le.
Passarei ao segundo trecho do artiga do Sr. C.
.Neate :
D.z S. S. qu- as n ioh.as conclusa's (undaram-
se ii.ii dados air neos, nao sondo os niveis d'agua
o da trra nem os da piopria agua taes como af-
orran.
Esta opinio parece ter sida partilhala pelo Sr.
Dr. Galvo, visto como respoodeado aoarugidj
Sr. Neate, nada diz a tal respaila ; o na cu me-
moria, cima citada, ocenpa sa exieo-meme des
deapagini 49 a 59 em damoslrar que hanve
inexaciido nis nivelamentos por mim apro-eir-
t(Jos. E com mais0dovolvunenio OsH ponto, qae, alias, im
prtanla.
B verdade que o Sr. D.-. G.Wia disse em toa
mamaria qua encontrara diiTarenga sensivel eotre
o nivrlamenlo por ella eito e o por mim apresan-
ado, como concluifse, por.n. danda-rae razio e
acliau lo procidoale- as minhas objeegow. julguei
intil voiiacara ponto de ivergeu.ia existente en-
tra nos.
O Sr. Neate mesmo iranscre.au o seguate ir-
cjio di mamona do Sr. De Galva oa qual cou-
oataa esta com a nimba of.iuio.
< Nao sin |ois de-tnuulas de fundamonta as
objec^aes feiaa pelo sr. Dr. Barros Brrelo.
E ue mais lea lo eu empregado para contieir *
i fi'.-n-n; i 1; nivais titsejada, um proca-sa apra-
xinaalo, alias simples e expe liio, consistmdo em
a io.vit.r para esse lim a tranq,uilidade Jas aguas
e.n ix i- uar em occa-iaa de cilanaria e quan.i..
reaoulava a mar ; ao passl que o Sr. Dr. Gal-
vi.1, engnheiro maii habilitado, lenda vndo em
eoramissao por parte do governo, especialmente
incu nbido oe (azar lae.s estudos e uaiuralmeute
tendo em prega lo instrumentos exactos, muito pro
vaval era qua S. S. livess cilhido resuilaaos mais
perfeios.
N> proeurei portanto verificar os dadas cotbi-
ds par S. S^uma vez qua alies conduiiam ao
mesmo resaltado que os meas, tendo sida meu
proposita chegar s conclusoes o nao eaiabelecei
coniraversii.
H j?, porm, que se aproveila d'ess.i divergan-
cia para se argumentar a favor da abertura Jo
isthimo, tomei ou.ra resolucao.
Racirihecendo, todava, a m-uUi:ieacii de mi
nhas tiabilitacoas e para tirar qualquer duv. I..
achei prn lente escuJar rae no testemunha auton-
salo da Sr. d rector das obras publicas o qual be-
nignamente pretou-sa a verilicar peas-almente o
nivelamento controvertido, luman 1 > todas as mi-
nuciosas pre:a'.ie(j> exigidas em irabalhos exac
tos.
O resmltaJo d'e-sa estado acha-so_ mencionado
oo eegaiate documento : Reparticao das obra-
publicas de Pernirabuco, 17 de fevereiro da 187 .
-Mm. Sr.-SatifazauJo oque V. S. ma solicita
em seu cilicio de 13 do crranle acerca da dilla
renca de ntvel, que existe em differentes pintos
dos caes, que bordara esta cidade passo a respon-
der qaa lando ltimamente venlicada os puntos
por V. S. indicados achei o seguate resallado :
i L* Entre a arasta do caes da rampa da ra
da Aurora em frente ao gyrauasio o o caes do
Apallo, em freute ra da observatorio, o priraei-
ro poato mais baixo que o segunJo 0,"213;
* 2.* Entro o caes ao Apilo e o do arsenal de
marraba, esti oliima de nivel mais elevada
0,-933;
3 o Entre o caes da roa da Aurora, em frente
ao gymnaria, e o cae ae norte do arsenal de ma-
rrana, este ultimo est mais alto que o priraeiro
1,-148.-Dru* guarde a V. S.-Illm. Sr. Manoel
de Brros Barreta, digno eubenheiro civil.O en-
gech'jiro ch-:fi, J as Tibarcio Perira de Miga-
Ihaes.
Comparando oa nuaaeros contados n'este docu
meato cora os resaltados obtidos pelo Sr. Dr. G<1
vio a por mim, os quaes acham se mencionado-
as paginas 40 e 31 da memoria escripia por S. S.,
taramos o seguate :
Eotre oa -aes da ra da Aurora e do Apollo as
diffjrencas encontradas vanara enlre si perneo-
centimrtros; entra aquella caes e os da acsaoal
de raarinha l'ai achado palo Sr. De IMxircio 88
ceniimetros para mais, pelo ir. Dr. Galvo 40 a 60
centmetros, e por rain 103 a LIO, isto aa acnei
para mais 17 a 22, eo Dr. Galvaa 23 a 48cajiiime
tros para menos ; entra o cae- do norte do ar.-e
nal a o caes da ra da Aurora, principal poma
contestado, o Sr. Or. Tiburcio achou 107, o Sr. Dr.
t> .Ivao apenas a 23 e eu I4i>, ilo , para mais
33, e .S. S. para menas 82 a 101 centmetros cerca
de 4 a 3 palmas para menos.
Se esta alrima comparacao Mr faila relalivanwn
te a aresta da rampa da ra da Aurora, em frnte
ao gymnasio." a diIIrenca ser de 9 eeniimetrss
para mais, quantidae esta que devera ser lorxi
nada nns 3i c'entimeotros qae a'Oei de mais, e
augmentada aos 82 a 101 qnao Dr. Galvo aehon
dfr menos, o qe tornar aluda mais aoiavel a
divergeucia enlre os resallados obtidos por d.
Convra lembrar qae o mve'aineote que fiz teve
por Um mostrar que na fra sera fundamento
^ue era 1864 assevrrava que os eas exteriores,
leste do bairro do R'cife, erara mais alto* qne os
caes interiores que wrcam o lveo do^rio entre a
rn dt Aurora o o caes #o Apollo.
Aqaclle nlveJamento fui esecu ado em 18G6 e
4'essa poea em disme o eaos do norte tendo sido
tVnroiio estragado, e acb-iodo se abaulo em mai'os
lugares e at desmoronado em raats de 80 metros
de ex:en-o, como severa o Sr.'Dr. Galvo na
pagina 59 de sna memoria, |nHe multo bem ter
acontecido que algans dos pontos d'esse caes nive-
lados o'aquella pocs, tlvessem abatido, e causas-
sera a dilierenca que se encontra entre o nivela-
mente feto, ba seis annos, e o novimente exeeu-
tado, diffarenoa esta entretanto qae nao excede
33 centmetro, cerca da 12 pollega-las. -*
E todo o caso, o que fi:a ivenguado , queos
caes do Arsenal de Marraba eslo mais alte
88 eemimetros qie o caes do Arollo ; e o caes lo
Harta est mais alio r07 que o da ra da Aoro
r, e nao apenas 6 25 c mi-metros, como asseve-
roa o Sr. D'. Galvo.
Releva ponderar qne o caes da roa d Aurora,
ao norte d ponte do Starr, atada mais baixo que
em frente ao Gymnasio.
Par can-egumie lenbo tido razio qnando desde
1884 assevero que si os caes exteriores sa alaga-
do' a'guraas veze?; com mnioria de razio os in-
teriores o sero eoro mais frequeocia e era maior
escals, logo que um larga e espacoso canal dar
franca passagem as ondas para o interi. r do lveo
do rio capibanbe entre os caes Oo Apata, da Au-
rora, etc.
Passarei a demonstrar que uoibem na aprecia-
..arte civtto presume o Sr. C. Nsale ; e p?c, i venia
para demon-'ra-lo com as propriai experiencias
J i Sr. Dr. Galvo.
Disse cu ua pagina 24 do folhelo qae ^esemi
sobre o mdliorameato do parlo, qua o praaraar na
costa preceda mais de meia har ao praaraar em
freaio ra a Aurbra,-e que qaindo bouver
coinciJencia narharas as aguas se elevaran nesle
ultimo Ing r mais di que clnaiinraie
O Sr. Dr. Galvaa atiesta-aona se v Jai obser
vaedes uienei madas nas pagina* 54, 5.a e 37 de
sua uleraoria, qaa existe com elsito diTareoca de
cerca da ama b gares.
Nesle ponto p is nio ha divergencia entro n .
Q aanto a d.i r ng i catre o praaraar actaal era
freute ra da Aurora e a altara a qua dever
elle chegar, qaa a lo coincidir, cora o presmar na
barra, nao a mencin, i por parecer-ma evidente
qie essa diff-reng ni padaria ser inferior a que
exisla catre a altura da mar na barra meia hora
ares e na iccasii lv, "amar, isla , cerca de
20 23 centmetros ; IsilTerenca esta qne nao se
aflasta seasivelmeata do qu i se c .Higa das nume-
rosas experiencias feitas de maia em meia h ira
pelo Sr. D\ Gilva i durante seis mezas successi-
vos, segunda se l em sua memoria.
Cnn i-fTaito os resalalas da tai raaaciosas ex-
periencias vsnam tanta qua firca, escolher
a tormo rad a para se colheren ditos raais apro-
ximados.
Tomando, po, o termo media" Jas experiencias
de cala ura dos mezas meactoaaJoa nas paginas
o a 53 da raJacUa memoria, vosa que na ma: de
janho a elevagio foi da 6 centmetros raai.a na
narra, resaltado de ietio in-igoilicante, na mz
da jullio da 30 ceaiimairos, em agosto da 20 o em
outnbrot6; resuluJas esles, que, na i sei coaa.i
antonsam a Jaer-ia qua hrave erra u aprecia
fio par mira faila.
Releva notar que s em menor numero da casas,
especial.nenia de 6 a 9 da seiembro. as experien-
cias mostrara que a.lilT renga foi a favor da praa-
raar ein franta aocaas do .pollo, phonuAMCO e3se,
que lano sorprelianleii ao ir. Or. Gnv.io que >i
qialilicou da anomala a procar ni rxplica-loat
pagina 53 da sua memoria : ialiribainJo-0 aos
veatos i|ue demorara.n a vante e i rara com
qae-a endienta oa turra rara'iise qtaolo aioda
ionsarvava-sa graale altura a'agaa ua interior,
aqo.i aogra8ntava lanbam ecra a quantidade
d'agua receb:da Jo rio.
Cumpre-ras li.i da p.iblicaaj da Sr. C. Neale.
Recapitulan-la S. S. por assim di ser, tolos os sr
guneair.s que apraseiitou contra a probalniiJade
de haver agitagio das agas no lveo la rio cora-
prehendido entre|os c;es Jo Apollo, da ma da Au-
rora, etc., exprime-sa nos segaintes termas :
A (laesiao reilnente simples. E'a agua
agitala no sanal actu-l na ifotaaiia di 301 a 330
oracas do phiro.f
No caso nrga ivo porqae sera ella agitada na
niesma d-.siaocia d extremida le do qubra mar
proposio na proloogainenio do rtacifa?
Re-pioleodoa estas perguntas dtrei em pri-
meira lugar: qua existe lucoutestavelmente ag
tac*) Jas aguas no canal actaal do porto, ea urna
ilitaacia de mais de 300 a 330 br.cis da paarol,
e aocreseeniarei que es-a agita cao muto menor
dj qae a que dever haver era intior Jistar.cia do
pmrol, no canal pr.'jectada, masrao Jepo:s Ja ex-
ocuSo do prolonganienli do Reeifo ; porquanto
o ic'tual canal do parto tica em direcca obtqna
relaliv mente aus veutoi do q ladrante de E. N. E.
qua sai H que tn;i> arremessara as ondis para o
interior do porto, sendo por aquella motiva as
ondas de refraccao, somet!); e nao as directa, ?.s
que se transmitt'em ::.ciua'mei!lo n'essa dirtec.
Eurstanto o canal projnclado, atravez do istbmo,
aatino depois de prolongado o rae fe, laari exac-
tam mte na direegao Jo rumo de taes ventos ; e
por cneguinte facilitar a passagam das onda
directa* e uo as de rafeaetM que assoberbaro
cara toda irapetuosiliJa o "lveo do rio, conpre
hendido entre os caes interiores, nicos obstcu-
los aua velocidadeal aa da profundidad s que eo
entrarn na seu pe curso.
Isto a iceu ver, li obvio que despenda qial
quer deinonstraco.
Pacta ideni.ca se observa actualmente quando
reinara os ventos do quadrante da E. S. E. que
nao produzem igaco notavel no canal do pono,
aa passo qae ao norte do pharil, na direec) do
rumo ideases ventos, a arrebeourco das ondas
enorme sobre o Isthmo de Oiinda.
T;rraioo estas liabas pedindp desculpa aos de
fensores du projecto de abertura do isthmo de
Onla, pela rasi-tenni cora que tenho combatido
tal idea, insistencia, f nenie liltia da mais sincera
cun-'icci, e nao de oppoaic.u >y temtica.
Recife 19 de fevereiro de 1872.
ill. ie Barros Birretn.
P^s I', a' a 3* pHU
122
saoiaa
2W
Despacho de exporm$o m da
de inte.
ir *
ftteretro
Para os partos do o tenor.
Na barca nespaulwU OtotiUo, paraba Ra la
Prata, carregae : P. M. Siury 20 pipas ora 9,QO
litro de ratinas.
Na barc. uee IVolora Parker, ara o
Canil, carregaram : Ral.e SenimetUu A C 97
.-ccas om 7t'479 k los de alfosio.
Ni harc iogiezi Kn-eltior, para o Canat,
carrejaran: Ror-ielman A d 284 ne*w onm
O.3C0 kd i de ai.'oiit ; K-llar A C. 1,3:0 liras
ewi 85.930 ditos de M >.
No vap regaram : Oiveira Kitli is 4 C. i m-a om 7f
kilos de algo lio ; E. I\. Itihell i A C NMh
cora 2.462 dito le Mu ; Saunders Brothers C
2S4 ditas coa) 37 07* ditos 1 aaa,
Na olera mg>zi Weit Oerig pn l.v-"-
pool, carregiram : Miil- l.ithan \ C. M irr.i
cora 8 0I3 kilos de ligedla.
Ni barca injl za o-i, para l,iverp>i!. | r-
m?ou : A. V. di Silva Barraca 120 saccis coa
8,9111 kilos'do a'godie.
.vj b .rea inflen Z'naii, para U**r>aa*l
BiVieg a : C C Snpsan 472 taccii coro 14,?.
kilos d- a'goil >.
Ni Oar.-.i fr.in-*-';.i feilke, pira o Un:*,
carr-;ir,i-n : Tisset fi -r. s A C. I46 si c i c -a
11.770 Ivi'a- la algoio.
Ni barca ingozi Iktonitale, para hWc' -
na, carrvfnn : P. M. Manrv :i70sacaoom i" l*4
kilos da alfolio.
Na barca yartugu-zi .{nidia, pira ( I .
.-.inegariiH : -'ern. n I la C i-ij A C. N la s
com 2.459kilos da aigidio.
Na brign he'pa.ah d FMCia. pira o fl > '
Prati, carregaran : Pereira Caro.iro "1 '>
barricas com 37/M kilos da aoaaav brin'o.
- Nopatacti) naspanVil Oira, ptrall>i la
Prata. carregiram : M d% Sdr I, .y A F.liv
3K) barricas com 3:J,<5i kila de a-n-'ar aaa*.
No brigue u>o Sor*, para i Cana', -
taram J.ihno ra Paler k C. 5)0 sa
3S.5IIO ! Na ua"io jne:e Catea, para Liverpv.'. .-ag-
regara n Kel'er A C. l.iM sacos om 1.
kdos d assu'ap micva 11.
Na ni.mi inglez Mi Irmm, pira I. r
pool, arregoa : C. (1 Srapsan 3,000 sicms eaal
224,000 k..... a uor aaaeavafl*,
S > Prisa- ingl' Sletror, pin Liver.a h'. %
rtgaram : Saindar- Br.thrs A C. 2,000 *a:
cnn 150,800 ki!>< le t*anaar raascavain.
N> lugar 'rtneet CaHr ilnnl tr. para a II-
vr^, carn-ziram : Tisrel f eras com 120 030 kii a de issucar mascaval >.
"to t>r*.u' mgiez Saatv'ftf, p-ra aarstw,
cirr. gira n : E. A Rur A C :l,01J sacc > iiiiiti kilos Ja in-ncar wat cavia.
N i br gi? italiana Petrt Kugmio, para o
Riada l'.-it', cirr--zir"n : A-ni'in Ir n A "...
150 brrrieas o 13 7ii4 kos le rataa m. -
vado.
Na barca dinamarquesa Sw mne, para i Ra
da Prata, earr-'garam : Pon-ira Carneira A '.. 6*j
birricas om 73,691 kilos 1 a.-ucar araac
N> li rea Ingies* Uniah, para n Rio .la Pti-
la, carregarain : CarvanVi A Nogueira li kan -
cas cora 11.206 kilos di asacar mascar, a.
Na turca pa>tf za Mata Ribenn, para
Lisboa, carregaram : E. It Habello 4 C. 171 i i-
ros seaeos salgados com 2 034 UtM
Para os Dorios Ao inttrior.
a barraca Uniao, paa villa da PaaJla,
regara n : Beato A Gaimaiies 3 barrls cam t>>
litros de aguarden'''.
Ni rjire qi Diunna, para iruroangiup'*, ^ir-
regm : Ai linio >ie Me-qnita 2 tarncas cava !ll
kllis de assucar branca.
RECEIIEORA DE RENDAS INTFhVS
GEIUES !)E PEHNAMK'JCO.
dendimento no Jia i a 17. 32:7.V*>; a
donado daa 19...... :i :>i2li
3::080'
Seguros conlra-fogo
COMPANHIA
mm cotpj\ fogq
Tbe Liverpool & Lorj Irisorance Gompany.
Agentes :
Saanders Brothers 4 C.
tiGorpo SantoII.
Novo banco le Pernambaco em liquidado
19 de Janeiro da 1672.
Os senhores accionistas podera receben 8* di-
videndo de 1 I 4 por ceota do capital; s guar-
as feiras e satinados.
HORTHE
apical.
'p.ndo de
Compaiihia
,......2O,OW:000j00l'
reserva .... 8,000^)00#O0C
Agentes,
.Mills LathanA C.
co atra
seguros
fogo.
AGENTES
S. P. JQflXSTON & Ci
lina da caza!a-nova n. 49.
THE ALLIANCE K1TISH A FOREIGN.
Lile anJ Fire Assurance Comnaay estabalecids
im 1824. Capital 5,000,000
Os agentes desta comuanha uraam segnTO
:iilra logo sobre predios, gneros e frondas a
jagam satis prejuizos devidamente provaJos.
Ratie Schraeitau A C
Corpo Santo n. 13.
PACA D KECIFB 19 "K F8VIBEIBO.
DE 1872.
as 3 1/2 BOBAS DA TA-RDB.
Gutat;oes officiaes.
Vlgodode 1' sorta 722 rs. por kilo,
Oasisoutode leiras 9 I2 0|0 ao anno.
Frele-de asneor daqui para Santos 340 r*. por
arroba, sabbado.
Frelo de assucar da )u para Now-York 60 cen-
tesimo em ouro par sacco de 73 kilos,
sabbado.
Dubaurc],
Pelo presidente.
Leal Sove,
Pelo secretario.
ALFANDEGA
lendimeoto do dia I a 17. .
dem do dia 1-9 .
6W:84S#tm
39:883*69^
ti8fi:S28i733
!>esearregsm twje- SO de evereiro de 87t
Brigne ingtez-Bettha-bseaibao.
B-igne itagl z Gemadem.
Brigue oglezUandem.
Patacho americanofmilif varios penaros.
Palbabate americano -A. Richardmadeira?.
CAPATAZIA DA ALFANDEGA
Rendtmento do dia 1 a 17.
Idam do dia I ?. .
Fazendas sahidas pe! 1* e 2* port*
Diversos g?ne.-35 de estiva sabidos
4:381*218
833it)7
":l4#45
~94
CONSULADO PROVINCIAL.
endirai-nh) do dia I a 17. I03:'"t>*#T7
i-m da da i9...... 6..li7#Jj7
II0:I2.14'57
PRAGA DO REQFE
vi 19 db fevf.hkiro dk 1872, as 3 Hur.-s r
TARDf.
ia:visr% innwvi.
iJAMinosSobre Londres elecluarara se -jan-"c-
o5*s de 24 7/ a 24 3/4 d. particul .r e banca: a a
24 5/8 d. por I a ; e si bre Pars i 378 r-. par
r.; chegindo o tola I dos saques realisida4 para a
Europa a lOOOOO.
Ali'iooO de Pemambuco, ecolhido e rega-
lar, vei.Jeu-se de 98uO a lOlillg o > Vac<->,
poi-io a buido, de M700 a lli ea da Pirah-ia.
idera, de lOai.'iO a iO&JO por arn-ba o I"
kilos.
Assui^VR.Vendeu se o mas cavado prgala Ja
2*350 a 2803 e o brul>) americana de 2#!50 a
2*300 por arn ba.
Aguardfate.Xegocii'U-se a 62* a pipa.
Arboz.O pilado da India regulan a l#44K t
arroba.
Azrite-doceO de Li-boa negaciausi a "-*
galo.
Bacalhao.A retaibi vaaaM e a 16* 3 e
atacado a i**000 por tiarnca.
BatatasVendeu-se a 2*300 por arreba.
Caf.dem de 9*000 a 9*800 por arrota
Cha Itegulou de 1*600 a 2*400 pir nara
CfiRvaia.Idea de 4*800 a 7*500 por ca-
ita de garrafas ou botija?.
Untar A ingttza eudeu-se o 420 '. de 'rr*.-
mo sutre a factura.
Mantgiga.Neg teirase a ingleza a 1*130 e a
franceza a 640 rs. por libra.
Massas.Vendeu-se a 7*300 a cala.
Oleo j>e lishao*.N-gociou-se a 1"'0 r
gala".
Passas.dem a 7*003 a caixa.
Qubuos.Os flamengos regularaa a 2*H
jada um e o prato a 730 rs. por libra.
Toucimho. O de Lisboa veoden-se a lO*'*^
por arroba.
Vi.vauhe.O de Portugal veadeo-se de II *
a 130* por pipa.
VtNtios. O de Lisboa negockau-se oV !i-><
a 330*, e o de outros paires a 212* por pip -..
Velas.As de composicao uegocaratn-se a j *l
ris por libra.
Descont.O rebate de letras et-se 10 a 11
por cunto ao anno.
Fretks.Do algodao, carregando ne-t jar* a
porto de Liverp. o', de 3/4 1/8 d. e 3 / T*Pnr c
vela, para o canal oo Barceloaa a l d.5', a vrva,
carr gaa na Parahyba pin o priaieira port) a
7/8 d. e 3 7. e di Araei y, Ceara e Mt.anhaa ;i I
d. e a /? Oa a-sucar li'aqui p ra o rel: Jo
porto a 33/ e 5 /. para o Canil da 45/ a 90/ e 5
-/., para os Estad -sid >s i 60 cernirn* por sic-
ca, para Santos a 360 ris e para o Rio da Prau a
t I It, carreg; uda em Macei pira o Caaat 4o 2/(5
a 50 e a /
VIOViMENTO 00 PDHTO.
.Varo entrna no din 18.
Rio Gran le do Sol31 das, escuda sueca Bic*r
Piale, di 96 l.n lad*. capiiio S. W. Socan'.
e luipagem f, cirga 3 Reieaile & G.
A'ucw cutraod no tUa J9.
Rio de Janeiro17 das, barca ragbau //-.. de .M
tonelada?, eapiaa Uuiehison, equipaga IS, oaa
lastro ; K llar &.
ivttMOi ai o nuim 4ia.
Rio a Praia-Bngua ortsi.ero Comttamle i
capito Antonio C.d.ha di Castro, airga agaur^r
e ontros gneros.
Rio da araia-Bfigaa noria aMaoaao *- ?. amara
aanita Hasaageia, carga aa-mcar.
BahaPaiabo imericaoo .VWar 4ii/nn, carntao
Coa. aarg parte da qne troeaa da Id v. Yot.
w
ED1TAES.
Faculdide de dinsito
D ordam do Fina. Sr. director faga poalir*
qoe onam-feira 21 do corroa aaata;aa os exi-
mes escripia de geoinatria.
Secritan da acaldada de dinito do Rocift 19
de fevereiro de 1871.
faltiilMia
Jas Honorio B?ierra da Manan


/






l
I


xHari (to PmaM^*c*' Ta>fQa feto 20 de* P^ewr 'd' iwfr
O III m. Sr.paatkc. da rtsooraria proio
Mi. es? cojp^jmsntada. ordem do 1,01. Se pre-
siden U dXa#ouca de 6 do correle, manda fa-
ft^ publico quauo dia 7 de margo prximo va
douro, peraote a junta da mesm tnssouraria te
tei de arrematar a q una por meaos fizar a obra
a poa*do Mr obre o rio teplbaritw eo tugar
.* Tabre*- aa- vil* de Pao d'Albo. rese ato
A arrenlaf)- le/i hita aa forma da (el pro-
vincial 0. 3t3~lP W"de malo de 1834, e sob as
clausulas espacias aballo dbdlfdaas :
A) puoaJ|||P sejirop izerem a essj. arremata-
cu i coiuparUrana Ja das fcssiJis la referida
juma no liaifcieade t eorepejenienieilie habilita-
das aa f mi d 1* artigos 60, 61 e 02 da regola
fiato A?:t! de'jottnde 16>.
Irpstti enastar ce- maadeu publicar o presenta
pelo j >raal.
. S-cretirii da tlieaouraria provincial de Pernam-
uo 8 de fe/er^ro de 1873.
O oflicial da seeretiria,
Migutl Alfonso Frrreira.
Ctausolas aspQcii.es.
tJ o cratrauae du ponto de (rio do Tabtba
dever coanl s otras 00 raso de dous nvzes
d'po u de assigtujr o cntralo e ae oocluira do de
u;n e meio anuo.
5*0 contraanle ser obrisaio a fuer a obra
ewn a schi serilo 00 oreamanto e de eunfor-
mdale' ea a pianta e ii.mili i>. curaprtndo re
Me m eBo4a Jos trabatboe as lostruc
nfenhein enesrregsdo de sua fl^cih-
rao.
O* psgatsentoi sero realis-los ei cirtee
suches igaa'; seo lo a primeira qoaude o
jlrataue Jer eotoeco ; secunda logo <) ia apea
Hr eouneciraent 1 de ?r eral arcado na Ruropa
a terrajen! ; lerceira quaudo concluir as
ra* ile alfvaarta ; ojiarla guando er prtocipio
a eravaeao da p.aie e quiou na entrega provi-
soria. A y m i
4' Para garjatir at ari-lanleg ue o contratan-
te ii jq>ver u reer.b- r :>re.-.tr na itie>. uiaria pro-
vincial orea Basca de io.iKWjs.
5* O pagamentos serio "TeciUiJo* em apoca
di d.4*w*vnKwl a c*)Hf.rBidaite da iet pro-
vincia! n. 9ft".
6' l: Cada preatteie ser deswn'aio 10 0,0
qjtfl ficar en deposito at decorrer o pfaso da
resp o.'alHli Jal'-, o qiul ser do um ano >.
7' Para lud 1 ais que nao vai estimulado as
presentes an-uias seguir-ae-ha o qae d:so6e o
re. nanelo da 31 de j 11 too de 18jl
C-et iriBii M. A- Ferreira.
O Mm. Sr. raspete? da the.x>uvrari provin-
cial, ero comprimen! 1 da orde n do Gxro. S\ pre
silente da provincia, maada f*ff publico que n
da 18 iK- x\in\ prximo rin louro, per*nie a loma
i tazn la da mtSin 1 thesooraria se ha de 'arre-
-aaaii- a ] sem -or satOtM (/.<>r a ot.ra da cdela e
c*i 1a rutiara na villa de Fiore.-, oreada era
iS.'iij'aii), f. S.,|) a_< claasolas espedaes abaixo
iRMluMar.
As p.j;sia que se prupnteren a e>sa arreroa-
laca i comparet im na rala da-> ses^oes da rif-rida
jiia no di.i acin. 1 ineuci >nado pelo meio da e
CiT.p'lemeoto riibilitadaJ
E para onstar se maodou pablicar o presente
.falo j icn.il.
Screiaria di ihesouraria ornviosial 1e Pero ara-
bu.M lid-) f eraaw de 187;.
0 oflk-ial da secretaria,
M. A. Penetra.
Cl nsuln especiaes.
l.
A obra di cija li cunara municipal e cadiia
da villa de Flores ser f iia de conf irmidade com
a nUnn e oniamenio* juaiu> ni importancia de
i8.iOO000. "
V
O arrematante dar comee > ss obras no praz;
de Ir.' mei-s e as eoneloiri n. de dezoilo, ambos
ociados da data di appmvaco do onira'o.
3.-
O p^giinent) ser f il) em seis prestacSas iguaes
ITctumlo-se a primeira quaado tiver eomeoo a
obra ; a segaodt, qiiaodj todas as paredes do tdi-
fl.'io estivp,>m u n metro cima da 9,ipala sups
ror do alicerce, a terceira quaado todas as pare-
des ejverem na altura do pri.ueiro aniar, a
qaarta, quaolo as paredes estiverem em estada
de reether a coberla, a quiula, quanina coberia,
o ladrlhi e assoalhoesliverera prornptos.ea sexta
quaolo a obra for coucluidi.
4.
Se para v-rlflcaca) do direilc que llvtr o coa
traunte ao pagiineno-de qualquer prestigio n
fir pauivel mandar um engenheiro des lartpti
gi 1 dever elle prova-lo cora alteslado ao juiz de
direit) d.\ comarca > nais a ti t ndades do lugar.
.*i '
Entalo msi- so ob-ervato regalaasenlo re
g?ota da rejan cii d.-s (bras ajibliajis.
C'Df'rme.
il. A. frreira.
O Liiii. r. iuspeilor d ilicsuurana provin-
cial em cunimment. da ordem do Exm. S-. pre-
sideui ia proviucia .le 7 do crrante, manda faz^ r
pnlilici iui nn dia 2< do ra-no mei se ba d'^ ar-
rematar a piMii por ixe;os lizer, os cucerUs de
que care:e ; catia da villa d'Agoa Prela, ogi-
S em 880i .-O I e sob a; c!ar.:-u!as e-peciaes sb'ji-
xo declaradas :
A.~ p-s-os que se proposerem a ess3arre:uaia-
alj co oparecan ua sa'a das . g-o*s da referida
junta no iii.i atmia aseocioiM-ju pe 1 meio da e
competecietiierrte h bita Jos.
t pira cou.-iai a>j iao:itfu publicar o prsenle
pelo j-iroal.
S.jcreuria da irirsooraria ioi'ovin;ial de Peruam-
buco 16 de everairo do 1872.
O 'iHcial da secretaria,
Miguel A. Ferreira.
Clausulas e.spcciaes.
I.4 Os eonmkja da cadeia da v.Ila d'Agu^
Prea leo l'eiios de c.afrj)ilade. con o oica-
menio e p.aaia, ni inpertaneta de 8800J0.
i' O frreRiaUila dar coniego as obras no
piaso de l" dias eas concluir no de 3 mezes.
3' O pagimeuto ser eI.-:iuado do urna t vez,
depois de e 'ueluiias as obras que sero recebidas
deuniuvamcole. .
'1/ Para la lo mais que nao vai csoecilicado
sr rea/alado peJoaju dispuso reguiamento de
31 de jolli.de 1866.
Coaorme,
_________ Miguel A Ferreira
Pea ihtsuraru pruviaeial de Pernarabocj
se f >z publico, que Corara transferidas para o dia
do ctrrenie as arrematages das obras ae-
gmntes:
P.nie de ferro sobro o rio Una or-
eada em 92:400'.00
Keparos do quartel do Gojaona
oreados em l:60212o
Oiius da cadeia de Goyaona orca-
d-sera 2:078l20
Sec-etaria da theonrar3 provincial de Pernam-
buco, 16 de fovereiro de 1871.
O oilieial da secretaria,
Miguel A. Ferreira.
ras; Wf por caa que vender plvora ; 100*
por deposito de carv 1 de pedra ; 100J por casa
que tender ronpa feta, obras de felleiro ou de
marcenelria esiraog-ira ; IfJOi por cada correc-
tor eommercial, agentes deleilio; 200 por cai-
xeiro, corrector ou iueu'cad r de esaravos; 200*
por ra.-a de earnbio; 5W* por casa bancaria, em-
preza anoBjirau ou ag^a.-ia ; 1:000* por casa ou
agencia da efuro*; (000* por asa de gara-
na de bilhstes ; 1:00*000 por casa de compra e
venda ou qoalqaer transaego sobre escravos;
2:000* por casa de pannore* ; e 2:1X30* por cada
joalbeiro que mascalear na provincia.
Consulado Provincial, 2 de jaaa.ro da 1872.
0 aduiiiii-uador,
.\ Carneirp Mgdi'ijj Un.
Matricula esptcul dos es-
cravos.
Pela reeeUedurii de reodas internas geraea do
launieipio do Hecifs na provioeia de Pernambuoo,
era 17 da feversiro de W71 f.a-ae publico, decun-
l'ormidade c-ru o regulaueuio de 1 da dazembra de
1871, que a matricula dos escravos resieataa
oeste municipio, ordenada pola lei n 2i0 de 28
de setemoTo do d ti anno, adiarse hi aberts a
mesma r*ctbed ira dea le a i.* abril at 30 dese-
teiubro do corr nte.
{ftti esse Asi sero presentadas retaco, em
daplicata, coate.ido a decljraco do uoia por in-
i"iro e o lugar da residenc a do sentior do matri-
culando e d cao (se V coaliecida). aptldo para o trabalho e
profissao a este, conforme o modelo B 4u mencio-
nado regnlaruent .
As r.-lacoes devom ser datadas a assignadas pa-
las pesaos* a quiln lauumbe a obrigagao de dar
ntairicnla, ou p.r algueni a sen roso coa duas
teslemunbas, o e-sas pessoas nao sonberem ou
oo podereui escrever. Ineuiube lat ubi iga^-o.
1.a Aos senil .Tes ou possuidores dos escravoj
e n impedimeoto de.-tes, a quera os representar
legal mente.
* Aos tutores e curadores, a uspeito dos es-
cravos de seos tutelados e curaUlados.
3.* Aos depositarios judiciaes, a respeito dos es-
cravns depositadas em seu poder.
4. Aos >yadico<; proearad>res ou oatros re-
presentantes de orde-m e corporaco ;s religio.as. a
respe to dos tscravo dessas ojdaos e corpora-
cSe'.
3. Aos gerente.*, directores ou outros represen-
snentesde sociedades, conijianhias e ouiras iflaes
quer assoJagOes, a respello dos scravos dessas
asso:iac5es.
Pgir-e-liio 500 reis de e.ooluraeutos pela ma-
tricula de cid ecrivo ni re -rido pra'so, e 1*000
Jepois do eccrramenij ate 30 de setemoru de
1873.
c 0. escravos que, par culpa ou ojpUio dts in-
teres-ados, oo forera dados mat:icola at um
anno epois do enceria .eoli desta, seio por este
facto considerados libertos ( Lei o. 2040, art 8.*
As imnumissjs, mudaocis do residencia para
fura do municipio, tran-fe.reucias de domraio e bi-
tos dus escravos iininculados deveiouiamfestar-
se esta rccebedoiia dentro do praxo de tres me-
tas sobsequeates a oceurrencia desses facfs, na
f rma dos arts. 21 e 23 Jo citado regalamento, 50b
pena de encorrerera os lufiacl.res na multa de
10*003 a 50*000.
Ile.ebedoria de Peroambuco 17 de Fevereiro de
1872.
O Administrad ir,
Unnoel Carneiro de Souzi Laceria.
Matrioaia dos tiUos livres
da multie escrav .
Pela rcctbedoria d- ruada* internas geraes do
iiDO'Cipio do ec.fe m provincia de Peroan buco,
em 17 de f-ver ro da 1872 f.-z-se publico, em exe-
cucio do ic;.i,..nu:r,, da i du dezerabru de 871,
que os li lio; ivres de mulher esirava, nascidos
desde 28 de seierabro al 31 de dezembro do dito
anuo, que se aeharem ne.-ae mnmclpio deeruser
dados malncula na rae ma recebedoiia no mez
le abril do crreme auno, e de entS) em diante
eniro de trez mes coutados da dala do nasci-
uienlo ; .'presentanlo es infere sad.s relagoes duplcala, era a de tlarago do oorae por iuleiro e
o lugar da residencia d-isenhor da mi do inalri-
culaudo e do oome, sexo, cor, dia, miz o anno do
nas'raenlo, catualijado e Qlla() desie.
Se os matriculan.los nio estivaram aindabapti-
s.ido?, declarar-e ha> os nomes que livores de
receb-r.
T.mbm sero declarad is os que toDhtm faileci-
do antes de seren d'd.'S a malncula v de&lrJo do
p.azc de tres meses, os que lailecercm depois de
matriclalo?.
As re!ag5.:s zeio fe.tas cen.'orrco o modelo D
ano-xo ao eittdo regulatuento, datada? e assigoa-
da- pelas passoaa a quera eonipre matricular as
e-crivas, ruis do< menores, 80 por a'guein aseu
rogo cora duas leiemunha', >e e-.sis pessoas nao
roubi-rera 011 na 1 pGd rem e:crtVor.
As pessoas a i|uem incumbe uar a tna'.ricuta fi-
Ibci livres da mulher esorava, n.i: o hiendo no
lempa e do n;odo eslbeec:do, incorrero, se por
raer negligencia, na niu'la de 1 J0*000 a 200*000
lanas vezes repelida quantos forera os iudiviJuos
o.niliidos na malncula ; se por lrau.de, oas penas
tio arl. 179 do c cigo criminal.
Ioc.-rreiSo na rauila de iOiOOO a 50*000, sg
forera omissas em communicar o altrcimenlo dos
111,.mos lilhos livres de mulher escrava.
ItecebedTia de Pernarabuco, 17 te fevereiro Je
187->.
O Administrador,
iltinoel C'irneiro de Souza Laceria.
&E&LA6AC0B,
O admioi-trauar da receaedori ta endas
Internas geraes faz publico que ne-te mez de
Janeiro e no de fevereiro prximo futuro que len
de ser paga sera multa a laxa dos escravos, rea-
iva ao exeic ci cerrentede 1871-72, e que linde
o refer do praso ser cobrada com a multa de
seis por ceolo
(lecebedoria de Peraambueo 18 de Janeiro V
1871
Manoel Caneiro de Souza Licerda.
---------------------------1---------1---------T~-------------------------
Consulado PrOYuoia.
Por esta reparliel faz-ss constar aos respecti-
tos eontribuintes, que no ! do vindouro mez de
fevereiro, comca a correr o prazo para o paga-
mento voluntario os Imposto em seguida men-
cionado, pertencentes ao armo financelro de 1871
t872 : incorrendo na rrraltade G 0/0 os que dei-
xarem de realisalo dentro dos'30 dias de*se pra-
zo; 20 0/0 sobre div rsos estabelecimentos com-
merctaes ; 8 0/0 so'ire eriBriptorros, ccnsultorios e
carti.n is; 4 0/0 sobre diverso? c-stabelecimeatas
comrnfci-ciaas fra da cidade, e de industria e pro
fisso:*; 5 0/0 sobre a caaiiu vendido nesta ti la-
de ; 60 res por litro de agoardente conu nidada
provincia ( semestre); i*0Of> por tonelada de
alvarenga e canoa empref idas no sera ico do por-
to, oivefacJo e transpone, nos ros ; 1*000 por
eseravo gaabaltr; 5000 por cavallo de aln-
tuel; 5*000 por ea la estabolecBUflto eommer-
cial desta cidade ; 6*ti60 pr carrosa u Vehculo
de trasporte ; 16*000 por oarro 'partieular de
passvid de 4 radas; 40*000.por dita de 2 rodas;
20*000 por mscate; *o(>t> por omnibas ; 30*
por erra de atogael e por carro Aiaebro; 30fJW
por eScravo erm^sfadotto ervifo- detalvareogti
de carg e descarga do porto ; 30*000 por rtM
4m modas 40*000 por casa de um bilbar ; 100*
por t-.Lerna que veaJer miudeza e quioquilba-
i.
;.-is;:r-Li-
SC T- H ^ -i TI =
TH.23
&s
= .5
-
-0 -DT3 "TJT
V -^ as 5
-1 m ~- ^ m i -n d O
0. V sg-r
M> i^ &a j. w " a
*"0 c ceo* 0 >
=. m
X a 3 0
*4 O H

cC1 J
O V o
1 S(8
_. ^
-1 a ~>
o o
V
- a- T
o a* p w
>T3
P
-.0 3
' o-
c
PJ
H
>
O




3
F
>
o
>>
o
'a,e a o .
3. o; -, CJ -T. T.
a.
a o
O
ce
rx
<
co

3
9
5
s
5*
en
>
O
fias
i
9---
- eo
> i,
sp
a
e-e-
0>
ce
t
C
o
8
J9IOllitiO O.
Nota n.
las Franci-eo da Cunta,- rcideale neste mu-
nicipio, deoltra que 00 rila 28 de setembro de
1871 naseeram cm sua eseraTa, soltelra, de noroe
Isabel, paria, etigommdeira, que sef aclia matri-
culada cora os ns. 7 da m-irijula geral do rauoi-
oipio e 2 da relijo apr.seulada pelo meamo Gu-
uba, duas oriaoijas g meas, una do sexa raascu
liuo,-balisada com o oome de Joo, ouira do se-
xo femioino, baptisada eom o nome de Mara, a
ambas pardas..
Recife, 17 da.abrilrde 1872.
Jos Frmcise da Cunha.
povo
Consellio de compras & m
rinha. i
O consalno promove no dia 31 do correntemea,fL',,p^!;ienole "'ora amnrr-
visla de propus
manba e sob a
segainles objecfl iuia
2 vardes de
pollegada, 4 bafl
,ds largo e4|8
dade, 600 folbas de cobr de 28|0-, 20 eadm&os
de lapis de ns. 35 a 83,
pecas de cabo de liaho i
4-lt1ti7k6V.l>d
3 ditas.Tdius de 2 diua-, 10 cadernaes
ditas, 20 arrobas de estopa de linho. 5 birra de
ferro da susca de 2-3i4-l-3i4, 5 ditas d
!l* Ij314--,(rdii#s#al-li-l-ilt4--, 5 '
m
Mr. Cathier.
Mr. Antome.
Mr. Val.
Mr.' Calbier.
Val.
.Mis.
lOtille.
m.
t$%. -
(Ucnel.
Fuoco.
filalg-, damas
ditas
-5i8-, 5
W Ir5,-, 5
2-I-:
-l-5*.*>v
-I 5,8 ., 5 dilas de 1 -1 2-1-3,8 -, 3
ferro-daStugai da |frl|l-.palj.eadas d
ra, dina di IbWb% dita-, 4 ditos
dila -. 4 ditos de I -I2 d.t;i-, 4 di
d.ta, i dos da-i d>u 4 dtii>s de 7.,
tos de-3,4 *-, 4 ditos de 3)8 dita,
d-< papel almacn branco pautado de 100
ditos da dito de 50 diie*~-, 12 duzas de
de 1|4 a 3|4. 10 pecas de lona larga, 10
dita estreila, 24 lanleroas de vista^l^pj/^cajy
de assoalhoJn MsnaTktTi
6 Juz.as de laboas
duzas
duzps
e o arrtba
Sala das sessdes do
rinha de Pernambuoo
de I pplfejad*. *
5a ,|e|afdelpetet
_ compras de na
Sratr^de &U.
O eoreqrifc
^lexandre* HOdntajes dos AnioN,
'VOllW #i.isee1oF #a.*WW'pr,iJ.
tal manda fa.er publico, que era cumpriraeolo da
oriera do Exai, Sr. prisiiaMe da- provini, tai
oovameote a praca no dia t do correte eem o
augmento de 20 0|0 co valor di respectivo oresj.
monto, quo sendo ,4jf 6J00*, ficou elevado a
7.920*. a obra do retaiaiimieto da ladtjra do
Timbo, epob as .clajisulif eipecaes ja po|ua-
cisdaa.
Secretaria da tbesoorarta provincial de Femara
buco, 6 Je evgreiro de 1872.
xtUcial da secretaria,
____________ Mtguel fonto Ferreira.
eclaraqao.
Amanha na audiencia do.ijz Je paz d> fre-
gaezia de Santo Antraio vai a arramatasjb ani-
maes &ibrun* qu* tirara prezas ua licnisaoio da
mesma fre;uozu : as audieacias sao na casa d i
juiz a ra do Virio da Victoria, as du*a horas da
tarde.
lU-eife, 19 de fevexeu-o de 1872.
O nscal.
Torres GaMindo.
Pela sublelegacia de polica da f'egutzia d-
Sao Pedro Minyr da-cidade de Oltnla Mi apure-
hendido, e ach se depositado, um cavado ruda-
Jo c ra c-aogalha, djulo aiga.ii na mesma que.
velo carregado coa carga d assucar sendo con-
duziio do Recife para e-la cida le por um carro-
ceiro, que perseguido, fucila dsixini 1 o dito ra-
vailo : quiii 39 julgir com direit 1 appract nes-
ta snblelegaeia.
Olinda, 19 de fevjreiro de 1872.
Mmicl Moaleiro,
Subdelegado.
GiiroBAsnncius
MOJE.
Peuuitima emaju;
GLOK E VARIS! ffiHCiO
As 8 horas di noite
fitn'DEK i:f'i'i.
C Acrobticos.
Otilroographl'cos
12 de ccn:i;ico.
Os jo.2^)s gnegos
11 .vi e arriscado trabalhe de equitaea.\execu-
tid) pelo joven crioulo Taeodoro Cuba, sobre tres
cavadlos era pello.
uan ca
lotelligente e benr"domesticado ani ral. natura!
dos dsenos africanos, em liberd;Je, s..lta barrei-
ras e cercas ao mando do Sr. Jos Romano.
O Sr. Chiariui previne-ao illustrido publico que
dar n>ui piucas reprtsentaro fiesta capila!.
A companhia irabslhar todas aooale as 8 lio
ras e nos domingos e.dias santos hiver duas re
presentar,oas, sendo a primeira s 4 l|2 da tard.
e a segunda a* 8 l|2 da coule.
Do meio d>a at s 3 horas da tarle, e das (
horas da tarde era dianle, eslo exposlos os L1II1 -
tes veuda no escriplorio do circo uo ampo dis
Princezas.
As contas dassa companhia serio pagas na bi-
Iheleria do circo, tolas as seguudas feira da l lio
ra as 3 da tarde.
O Sr. Chiariui para mais satistaz.*r ao re-peita
vel publico, e desejando realmente qua seus traba
ihos sejam vi tos por todos, tem a nonra ds parti
cipar, que de hoje em diante haver um trem to
das as ooutes depois do espectculo, que partir
do Campo das Princezas para Caxanga tocando
em todos os pontos.
Na qurta-feira 21 do cirrentt ter logar o be
nuci da bella e syrauathi.a amazona Catharina
Hall way, a qu>l desde ja anticipa se em pedir a
prolecco do respeitavel publico desia ciJaue.
EMPREZA DE
cu. afilan va*.
AO PUBJLICO
Nao lando ido pessivel faaer oa necess' 1 au-
salps de oreoestra por se ajliarem ocupad is os
professores com a fe da do Poco, a empr.za, pira
melnnr xito da represenlarjo, ju'^ou doverirans
fer la, pelo que pede descalpa aos setlures aasig
cantes e a pnbli:o .n g-fal,
iuriii:jiiKi\ j;.u;;mi.
Qointa-feira 2 do corrento
EST8I DA GOflRftUflA
l.1 RECITA DE ASSIGNAIUftA.
Primeira represeolaco da opera bulla em
actos :
Muaica de J. Offew
Distrlbuicao. '
Piqnillo, eaotor arabnlaate. U't. GanUiier.
t. AnJr de Ribeira, vice-rei Ui>d
O candada Panatellas, gajUjl-,
homem da cmara '
D. Pedro, governado
O Mrquez de Tar
marist. ...,/-
Priraeiro tabellio
Segondo dito; .
imu e^nlheres do poro,
K fW*. fcdsjfc uardas etc.
A saaua passt-se ai Uro a, iw P, no ikxula
nmara o e*pectactilo co u a primeira repre-
niaco da opereta em I acto
m Mil mm
Muiic de tvm
Dugravier
sar
liarles
ertrapd.
Jasrain
Rt-ine
Louise
Jule
Distribuicao.
Mr,
JM
Mr,
Mr. v
Mr. flurbain.
Mr. Barbot:
Mme. Lea.
Vine. Sarah.
Mme. C unille.
j* 8 horas em p IJsspe4j> da poctauolos haver sempre
Ca marolas de Jraue cora 6 alradas
Dos de lado com '> dilas
Jl VJ 1 lierae*
Kulreg^-.e cj t^Jheta
^spra fe e*pecUNilo a.
diesdo p?rlo por tf }i grande pircSo dd
crg engajada e para c^ua &e falla: trata-
m com o conjignatao Joaqoiai Jos Gon-
calvaa B Ilr5o, i roa do comtpercio n. 5.
C01IPANHIA
DE
Al 9 dia 21 do correte, espe
rado dos porto do sal o vapor
Cruzeiro oo tul, eoioraandaatu
Gardozo o qual depois da demo-
ra do costuioe seguir par 0-
portos do norte.
Para arga a paasagetros Irala-sn ua ageaeia.
Eucoramendas de pesoeno valor, pesa, medida e
lamben diabeiro reeebem-se ata 1 hura da tarde
do dia de sna sabida : na agencia, ra do Com
marera n. 8.

um
11*100
10*000
2*000
1*000
endao al a
ps, e b*m asain
as assigntUras, medanle a apriseataco do reci-
bo 4a primeira prestarlo de 10 recitas.
GffllAtW BiliiHTWO
Oiiarla-Hra 21 da frrenle
RE HA K\TKAOHDINAIUA
Km favor dos ardlaUa* ta ea-
l>auhlu dramtica.
Primeira representar,^) do excedente drama em
i ael-if, original p
S gue-ae pelo Sr. Penaal.', a espvriuio.-a e mul-
to ipplaud'.da scena cmica
Terminar o o p caclo com a graciosa come-
dia era um acto
TIVA
LIBERDADEADO TABACO
Os anulas da companhia disraaiic,', U11O0 sof
frilo alano.- revez-'S, pir circorastaiiclas imp te vis-
tas, esperam merecer do respeilavel pub.ico a n
cessaria vadb^rayo.
Os bicales aclurii se venda Uj esrriptoris d
iheatro.
Principiar as 8 1,4.
N. B.Era ara d.^1 intatvailoa, a coramiss) dos
artistas ir aos eamara'cs agrad.-cer aos stus il-
lustres conviJ tos.
npara-se o draaiia-sacro O- Milagros d| S.
Beot dicto.
LEfLOES.
Leilao
DE

FAZSIDAS
H je.
'O do crenle
A. C. d'Abreu contioaar o seu Irilo, p,.r nter-
ven^o do ag^n'e Pialo, de um esplenJidO surli-
m nlode f^zeadas ingl. zas.todas proprias do mer
cado : li ' i,-rci feira ;i do eorren-e .1- II horas
la m.u.ba em pr.clo, e 11 -su am.;o.' n aun do
Marque di Olind oulr'ora di Cadeia.
Leilao
DE
Mad'.poo3s avtri dos
<|imr(a-feii-a 'a do correa e
As O horas em (routo.
P.r inlerv-'nijo do agente Piro
No armazem do S.\ Angust Cesar de Abren,
por oCCa-ii) di Ifilii de f^>en'a< linp.s.
Sitio e escelljte casa de moradia com U0
palmos do frente e 50) de fundo, rom
muro c grada de Carro, prie? na
frente, ua ra de S. Antonio em Bebe
rtbe de rJaixo, c m cacimba, boa agua de
b-bjr, atvoredose parreral.
Qiiinta-fe.ra 22d)Correnle
AS II initASDblA.
Por interveueo do ageste Pialo, em seu'escrip
lorio a ra da Cruz n. 38.
Leilao
DE
DIVIDAS
NA
mp'rtancii .le 8:(,353837 rs.
Quinta fei-a L2i d) corrc'.e.
? 10 1|2 horas
O agente Pinto levara uuraaaeoip o pea ultima
vez leilao de contomidada cora odespaclnd.
t'lm. S-. Dr. juiz espeei-il do cainreercio, as divi-
das activas da massa fallida de Costa & Castro, na
importancia de 8:033*837 rs., servalo ds base a
oUerta cbtida no leilao do da 8 do'correle, de-
vendo u'aquclla occas 1 effecinar se dita venda
cora qaem raelhor vantsgem derecer : i*to s 10
l|f horas do dia acuna dit"
Vn aai'rinlnri.1 d,\ ra. c.l
No escriplorio do it r.d >
0. 38.
.' g*nle, ra da Cruz
IflH
JlliilJi]

DE
60 saccas marca J. C; B cimb farelo avariadogl'a
gua salgada.
T rca.eira 20 >.to corren'.e.
O agente Pestaa far leilao por cenia e risco
de quem perteocer de 130 saccas oiarca J. <',. B.
com tVeu avariadat d'a*ia a'gada viadas de
New-Yoik pelo navio Nellia Autrirc no.corntVn
anno, asquaes serao vendijas no dia atjma tejjr
feira SO do correntn as H hora da manrSa jamo
do armazem dos Srs. Tasso Irin'is, uo caes do
App lio. __________________ ajiQ
tt.berj
Carro
.3
cvanos e mais utencilios da coxeitada
Migo do Panno D. isV
a 98 do correuite.
mm ^WriMfc

'' -"

mti&\ m
.bjC .-' '
anetr.i em pou-
a Linda, que de
ir para o ia-
PARA
O brmue Rato, apiio l^ooreiro, vae segoi com
muita brevidaie. Rnceba um resto de carga,
fre.- coraran Jo ; tratar com Aosorim Irmaos &
(t, ra do Bom Jo^as 11. 3.
Porto por Lisboa
A birca pprtuguera Mola Ribeiro, capitao Joo
Biptista de Lima, vai sabir al 20 do correrte e
em lindas s eco ramo dardos p ra passageiris Ira
a-se ora E II. Ilabello & C. ra do Contraercio
n. 48, ou com o capijo.
Bebocador pacifico.
Achaodo-se prompto dos pequeo. reparos que
preclsava, e en regu a ora hbil eogenh iro, con-
tina em tolo o servico de rebo jues, etc., por
qnalguer orejo onvencionado : 00 escriplorio do-
agentes Wilsoo R.we & C. praca de Comiercio
u. 14
avisos DIVERSOS
Ag a&cimeuto
Os abaixi assignalos aradscei siucsramen-
te ao llira. Sr. 5* teoeote do 9 b lUl.iai do iafai-
taria0Jtaiuu'j ATr^'lj Gomis Pa-Jilba, qand-
se chava de guara sa alfialega oa nouto dd 14
do eorrente, pela ra.ineira atiencicsa com que se
portou coadjuvando-nos para a captura de indivi-
duos que naquella noute pre'.-nliam furcar a>
portas do nos.-o tstabeiecimento ra do Vigiri,
empregando elle os meios ao slu alcance de qu<
pooii dispr.
Deceb, pois, o Ilion. Sr. Oc'.aviano Padilba, nos-
ss agradeimeut"9 epedimos-lbs disculpa se m.-to
offnndeaos sna modilia.
ltec.fe, 19 de Isvereiro de 1872.
Manoel Jos de Aguiar C.
imam acbeoloiuo e gegrphja-
CO PERSAMBCCASO
Nao se l nd 1 reunido quinta feira ullima
stil'iio.t'ir.i) numero de socios pata o insti-
tuto se conslit.iir em assemb'a gera!, so
da dovo convidadla todos os tocio.* qtia ora
se ach m uo Recife a se itonirctu qiinia-
feira prxima i.i do c rronte pelas 11 ho-
ras A\ man'aai ni lugar djosiam-?, fin ae
qne etn a.ssemblea geral su proceda s elei-
toes Ua me.-a adn;tiistrativ, e c m iis>o.:.-s
diversas que aj doseivir 1872-73.
SiCttaria do lasiiluto I!) de fevereiro di
187.
J. SOAIIKS d'/KVEDO
Secrei>rio perpetuo.
A o.- 5:000
illieics garant iob.
ra Primeiro de Marco (ou'ora i^* o
Crespo) u. 23 e gasss do coume.
) Lauo aaaignado, teno vcudio no stu? '
iza* Lihetea ucqus ti p. 2993 com 5:000*. an.
meion. 2042 cim 800*000, um quarto n. 298.1
cora 300*000, um quarlo n. 4 com 100*, e 01-
iras sones de i0000 a 40/000 1 ioiena que M
a-;aboa de uraair I4'), co/ia aos posaoi-
Jorea a riftai reiebr na conforraiJide d; e turne sea desonto algura.
AcJiam-ss a venda 01 bilhete?. gsxtnudoa 6:
8' ptodas ioteriis, a benedeio dos colleg^os d^
orpbis e orpbis (25a), que se oxiria:.M n.i
l-r^a-aira 20 do correule raez.
PRJSCOS.
Biibete lutairo e*mv>
Meio biibete 3*03
Quanc 1*300
Im porcao d 100*900 para cima.
Bilhetfi huiro B*I500
M^io biibete 273" "
tjuarto ia;<7o
afano! Martin* :-iai.-
Eecreio 8tomachico I
nhiros fregacees e mig 1
oa*l beru n que rn* ilg,
Saita silencio,pcis, veapf a.rqne a aonuciar }aaa9/i:
rSriguas seccia mano novaa,
pgrvilbas, coosrrvaa, ev*,
Hipioca, arrot, sal Sao,
cetras ,qneij > loodfio',
Mlimt, cate, fejo,
O josloso iiiacrrie I
9sspe, bages, palie eo Maa,
h mate era uussa, balalai,
iigleza K-nrbra na,
Birruelada genuina I
mm calda ir ucus. siesta,
taeabos, ameodoas teita ;
Houealio lia > ileiria,
O ido a sab ir se apreda I 0
:j>. >z 's, massa de sag,
O bom dj e de caj ;
.velacs, finas leoiuha*,
-iris, peiicraes pwUlbaa.
6-aie, doce de ane.
>ljolar mu lioc cha,
-.-. !!! rival oesta iadv,
n m sabor randadr I
Cinteiga flna. cacao,
oees, galeas, bazatho,
os presuntas procurados,
-> m^roes ta-. desojado*.
>reoques e fino viutoe,
sjuiio novo o bora com.obo.
-c-uos. albos, queijo prala.
O bom fejo carrapato,
cA.iimoo, ameisas, sard naas.
ovas ceblas, bolacbinbas.
>zeitonss, mlhj logiez,
arirad.i desia v. 1 I
rj'ano, pois, do qne temos,
j, todos chamar podemos t
ci Mioas qun.j 1, champagne,
O vinagre, a ffua barba :
j_oda mais : tainos lieores,
s'.iit- Onos a de sal...res;
-osas, cervej.i, sabo,
nrvadoce e tlpicao.
=oeiinadi aasopar, t,
>..iiL:ta floa tm | I
O s cbarutos repela
o sea cheiro (. aahroaja I
S'Z'S esta--, t i.arajoe,
3i-j devj ma-san e ?er,
C'i" vez qu? ra. u lm,
jgesnio ne.if i.r.ipo ioiib,
n vender moilo barato,
acdente, e a tjdos grato 1
ora, pois, ca os rapara
^.iiei ve; ctm <}i .-.-i! aro,
nvcn:ei c u u Datar -
y.o ioiuitn de afra::
hidos quan:.! v. o,i.
ra que dos geaafua cuM^l W.
'ae espera seariMeea
ida mais que .- ppi tee,
"3 id.) da dito >*? --.
____ '|u : propia i qi.re-u.ar.

Precisi-.-e di am, ama : t> ra <. S. Fran-
cisco n. S\.
""A JLa Aa*a"
M.. Q
1830, BO 817, t.iii-l,
1j99, 2,:jo4 ijr&l,
_______________________?. C.v
Pracisa-te de urna ani. livre m es-
crav 1 qie ..Oa coziuhar e engom-
mir, preferiad>- eacrava : a irat*r
Jo Viga rio a. Ifi. lr aniar escriplorio.
\
n* ru
m
w8
0 bacharel Mmiel Piratfni diMslio
S8 mu lou a su.i residencia da rtu Ji ilaro
1 Victoria para a di Iijquj de i^axias
3
i^mi^fi-nsx.fi&a
A
uga-se.
o i* aniar dosnSrado n. 2 la rui do Torres: a
iratir ni rda da Vigarto n id, 1* andar, es:rip-
lorio.
i * 1 1 Precis. .- . ' um 0 1 1 tu> en*
\ \l 1 , gomtoa.lt ira P lenli vir . ti ncr.
\ Jl L da raa-iti ". v !...- as C di urde
.1. -se li m : ua ral 1 > ' res ira! a. M.
Precisa c
de pesaoaababiltai era irabiibi di ve:las de
carnauba e qv i-ubi boa conducta : na ra do
Vnnrio Tenori>i n. 20, fraro-a.
Pedido.
Estrada de firro do lieoifi
Olinda e Beberib >.
Pergunla se ao Sr;. directores djsla Cmpaabii
ou aoSr. guarda-livros seenglobou no seu quadro
da recita da companhia doi mezes de dezembro
de 71 a Janeiro 72, o readiraoalo da linba de
Bebiribe? por nao falar no movimento delta
lioha conjlui uui que o seu rendiraenio nao figura
na receta e assim 4eve ser p que e enr, de-
zembro de 1870 quaodo ainda ni linha a cem-
panhia dous eng^nheires, e .' imlia 2 machinas,
i cirros de primeira classe e 0 le tercera, com
este tram rodante e uraeate com a liuhi de O.in-
da, prodntio a receita de 16:680jlC0, em dez;m-
bro de 1871, em 6 raichina^, 110 carros e a< duas
linlias de Olinda e Uit.eribe Jeu a receita de......
23:7734 em Janeiro de 71 aiada com as 2 ma-
chinas e na 10 carros c-mi a linha unici de. Ulaidi
areceita foi de 19:6-^7*o0 em Janeiro de 72, com G
machinas, 30 carrus e as duis liDliisdd Olinda e
il. b Tibe produzio a receu de 2l:tld*-J00 u t.o
foi englobado o rendiraenio das duas liabas, ou
entia re:eita da companhia cora relacao as liuli .s
a perc .rrer e ao trea.rodanle corrparado a de de-
zemnro de 1870 e Janeiro de 1871 com o de de-
zembro de 71 ejaneirode 72 tem diminoilo mais
de 60 por cauto. ccresce jue un: dezembro de
70 e Jioeiro de II a uespezi coai o pessoal em-
pregado da companhia era por rez 2:8115605, e
em de7erabrode 71 e'ta ver^a importou em.. .
4:344*i8 : e nos G uieies de marco a selernbro
de IX* I, adsapezieom azsiia, graixa e vellis gis-
tou-ie 4.'2i*l8 ujs 2 mezas, de deaionm
d^i 71 ajanero de 72 gisiou se 4:830*il3 as.'ira
breve cheia a wo.
_______Dm curioso e apreciadordo relajan.
Obturas
Qose-se com porfeica, gosto e coraraodo prego,
toja e qualquer vestido, capa e chap) para se-
nhora, segando os liiurinos fraacezes: na ra
Di re i la n. 54, 2 andar.
Attenpao
Os proprieiario do Cif Chiniz, chaudo se pr-
vidos de um li.i'o e excediente coiiheiro, por
meio desle, paiuc.paai ao re^ptilavej publico que
se encarregam de foruecer coraraedorlas por assig
natura, manio-as em casa dos Srs. assignantn se
assim o quezizerera, promeUaodo servir coa todo
o ho e piuiupudiu. Timbera fornecera luebs
a a lalquer ora do da, bem como ale a raeia omi-
te ou res'oo mais larde, principalmente em nottes
desabbado. as quaes ss conserva bario o esta-
jo at do maohj.
ua Larga do .llo^rio n. 31 Io aqjar;
Papas!! p pa l!
A' ra Lirga do Rosario n. 31,1* andar, se en-
costrara as aabofoaas ptpas da taita, desde 6 1(2
as 7 1|2 hiras da manbaa, eado altamala a
q'iaiidkda da firinbi *. paro lias icajamavnos a
aiieeeie do respeitavel publico.
APrensa-39 de ufns asa para
Basa da pous famUii, para izi-
nhar e co.nprir : 4 ra do Ma'r
deljerval n. II. junto a partira.
FANDANGO
ao Poco do Paueila, uoia, priqaipira, i i >/* hu-
r da B-uie.
Pida si ais seaiores qn^ aluerara vrsMsTM
iiaiu- e.-ii bonlade de traz r os veaiuariiM a o alegaal para
ro explicarra 1- pelo I): ir: 1 .. n ma d-- cada un
d per si, p.is queremos estregar M 'atoarte* e
.' dinheiroao don d;.s f^z n-;..
O Mallo asupaiiu pareas ua nuiiuas Se
I. jo, da ra Nava i-dj Hiapido, e d: ta jjn.o a
ponte 1a Boa-vbta, um ttnttt grande ce rad'ia
rtloi 1, de ouro, oroad 1 > i. i"ju<-u- fo.bss es
maliadas de azul c pn 1 . t nii 111 b ui.ia gra-
nada etreular. li ra .Sj*-- 1 btradi d. ru d
Hospieioo !raj'.-i if 11 no \> I irisas inti-n .
oa S.rtet Ru w y : mem > i.-.r scbdu e re-ti-
lui-lo ser gratificado.
Or. Joaquim d' Ai. o F n=eea
TneoJoro iraiar de *ua saude.
Precisa-se lugar usa
pesa m kan pan iO| m-
mar p.i.a e n 1 de prisa
:ia fir.ii 1 ; par infir-
mar ns rui do Vise >ad->
<*a de luhiuraa ti. 61, nt ga
na do Kingrl. i.barniacia.
Alug se duas caa coin graneo ta \a e
captes, tu lugar de Siuf Auna : a UUar era o
..baixo aisgnido oo 1 r.<--1. rase,
____________Joo V. Micli'lo da Pa. Joaior.
Alagara-.-* s ir*, andard ao UMMl I m
praca do Conde o'En e. 32 : a Iralai na ru* da
Senzala-vfIba n. H fi.
mmm
OaVrece-se ura m 11 no lo 12 a ti anno, para
caixdro de i'gumi loja d fuzendas, uu raiadesa-
quem precisar dirij-i-se a esti typograpbia que se
dar inf. rmaco a ra pait do n.esroo___
O Sr. Anlji i l'eivira a entender se com Taao Irrawa era li jiJata.> a
ra do Amorira u. '>". fazse este por ignar.ir -
-ua m nda.
Precisa-as e:u um engeubo de la pr> f s-or
do lingua saejoaai e alguna p'ejiaraeros, prs>-
linio-seum pidr--, qus o mesno sirv.; d- eajar-
la 1: atraer na rna c Aorra n 3. 2* andir.
OfLrece-se um npaz olleiro para t.nd-i
do alguraa casa : a iraiar na-rea Ca Rada s. 1.'..
Aluga^e o 2* essar do sobrado a W silo a
ra de Lomis Valentinas, cora os eoemeiis f-
gmoles : 2 salas bailantes granJ -s e {rateas, '
quartos, connha lora, quratal com potlio para a
ra de lionas e Cacimba 'f iem pritwdar sri-
ja-se pra^a da ludqp*o de chapeos.
Pre t .
iia-tis?
ne percebe de ef tm*s* aa
a qoem por ventura, eo asneara pvsheaso s
Mrse ir Pernuinbnc> a> b.w.- proteo la alegar
sitio deCanull, na P>nl de (ktei, que o dili si
to est em ligio enire i- befdiroe e ? a 2*
matrimonio Ao n-t-rido casal, e que dUi deajjSa J'
quetir.o tiepeude coiiU.-cer-Mi se allslpeMv'a
uns desle herdt.,-s ou *. ui.iiw,que petum
as repdas rculbidas a
seiem Idvaniadas por quem a ellas nv r lefpt.011
direit i.
Urna pesrn
oual mais de As
gencia, a preraV 1
ra ; quera qustV
-i-'V'nioso u 11a t ji as faiesai on| p'
fundes en una boa na corara-iciil r- booj pos-
to, propTifpirra pri5.*itfarn : quem preteewd-
flja-se 1 e.-ta ivpograpwa me re dar 1 seeets*-
rias k)f)ripar,oes.
Aluga-se ot* andar da rna ud Castalia V'e-
iba o. 76 : i l.atar cora Jaa Plii0) Nazareib,
ru da Pri n, |0, rnjaiein; K
W^

--


Piarie da Pemambuca Terca feir 20 d fever.'ro" e> WTJt
Aoseotou se de osa do itaixo assignado, a
qaecn prtencj, do da 10 du corrate, antes mes-
D)9 qae este dejembarcasse, de volt de toa via-
gem a Europ?, o pardo Aquilino, bem conbecido
oeaia cidade, de idade de 13 a ii anuos, estatnra
refalar, magro, do cabellos eastanhos carapinba-
dos, rosto descarnado eom o que valgarmeole de-
nominaos espiabas, majaes salientes, bieea gran-
de eom nm dos denles incisivos superiores que-
brado, do qoal t existe a rail, bracos um tanto
comprido, teodo junto ao punho do esquerdo
ama cicatriz procedente de ama mordedura de
ci que foi cauterlsada, ps grandes, tendo as ar-
tieulacSes detles am tanto grossas em eonseqoen
ca de rhenmatismo. E' vadio e cassaador, e
gosta de sucias e de aeompsnhar bandas de m-
sicas militare!
Quera o pegar e eonduti lo ao abaixo assigna-
do ser recompensado.
Dr. Joaqnim d'Aqaino Fonceca.


Precisa se de ama ama para o servico inter-
no de ama casa d pouca familia ; na roa do Li-
vrameni.) n. 36, 3* andar.
" ...
Na ra da Estancia casi a. 4, junto da bai-
xa de eapim lava-je e engomma-se ; qaem preci-
sar deste servico dirija-se dita casa. _________
Quena precisar de ama boa ama de
AMA
leilo dirija se prac.a
n. 5, 2* andar.
do Conde d'Eu
Na ra da- Trieheiras n. 50,
1 M 1 I' aodar, precisa-se de urna ama
t\. l"x Im. para comprar e coxinhar e dor-
mir tora._______
En abaixo aasignado declaro ao respeitavel
publico e ao commercio que o francez Paulo
Oaelph. proprietario da loja do Bom Pastor, da
roa da Imperatru n. 3, deixoa de ser mea corres-
pondente, o qaal nesta data ajusiou contas com-
migo dos assacares de tres stiras, flcando saldo
ds contas, como tambera sem effeito qnalqaer do-
cameoto que por ventura bouvesse em sen po-
der. Declaro mais que nanea devi, nem devo
eoosa algnma aos Srs. Lehmann (reres, pelos
quaes consta-me ter seguido deste jaizo pan o de
Pao d'Albo um deprcalo para eu ser citado sobre
ama lettra, que o Sr. Paulo Quelph Ihe havia
traspassado, qaando pelo ajuste de contas a dita
lettra fiaou prejadieada e aena se boje intregal-
mente paga, como docnmentalmente, e era tempo
opportano, provarei. A carta precaloria foi para
Pao d'Albo qaando publico que desde o dia 23
do mez paseado me acho nesta cidade em ajaste
de contas cou o mesmo Paulo Quelpbe.
Recife, 13 de evereiro de 1871
Jos Hara dos Santos.
MACHINAS
Criado
Pre;isa-se alogar ora criado forro oa e-eravo,
preferindo-se o ultimo : roa Nova loja n. 11.
AMA
Precisa-se de ama ama
que saiba cozinbar cora
perfeico para casa de
pouca familia. Prefere
se escrava. Na roa da
Aurora n- 5. 2* andar.
Amar Precisa-1
\| \ engomraar
lli t\ ga do Ross
dar.
Precisase de urna ama para
e cozer : na ra lar-
Rosario n. 22, segundo an-
Ao Sr. thesoureiro da irmanddde de
Santa Luzia da igreja do Livramento se
precisa fallar nesta lypographia.___________
ATTENCA
No engenho Pimentel precisa-se de ura caixel-
ro que tenha alguraa habilitaco para o servido
material do encaxamento : quera estiver nessas
cendicoes e quizer approveitar dirija se a roa es-
treiu do Rosario n. 47, para informar-oes oa au
dito engenho.______________________^^
Graude novidude
100 caribes do visita por 250000 con re
trato photographado, nome do individuo,
profissio e enderece.
Esses lindos candes, que hoje estilo em grande
favor as principaes cidades do mando eivilisado,
sao ura verdadeiro mimo da arte pbotoffraphiea
as classes iodnstriaes. O medico, o engenbeiro, o
advogado, o commercianle, o industrial e o artista
por meio d'elles fazem a saa pessoa mais conhe
rida, e indicara saa residencia, o que cortamente
Ibes assegara augmento e certeza de transaec.des
e de lacros. Qaantas vezes se corre a procura de
ura medico, que nao se encostra tando-se passado
ao lado de raui'os que se nao eonhecem f Qnan-
tas vezes procuramos nm advogado, um procura-
dor, ou outros proflssionaes, deixando pelo cami-
nbo que passamos os individuos cojos tenteos no
sao necessarios, e cajos luiros aogmentariamos 7
Qaantos coromerciaales e arti>tas menos honestos
usurpara intereses de outros al le roubando o
nome por que o individuo en ja boa f iliaqaeam
nao eonhecem de pessoa aquello a qaem procu-
raos? Emflm, sio facis de apreciar a vanta-
gens que offerece ura pedacinbo de delicado car-
tao de 2 sobre 3 pollegadas eom um bem feito e
Bel retrato photographico, eom o nome por ex-
tenso, proflssao e moradia ntidamente impressos
de qaalqner iodividoo que vive da sciencia oa da
industria. Para as classes aristocrtica e ociosa fa-
zem-se dos mesmos eartSes eom o retrato, o U-
tulo, a coroa oa brazao, oa outros qaaesqaer diie-
res que forem indicados.
A nica photographia nesta cidade que possue
as machinas e apnarelhos precisos para preparar
esses candes a Photographia Imperial a roa do
Cabog n. 18. Como sabido de todos, o pro
prietario defse estabelecimento De poapa esforcos
para o sea desenvolviraento, e para oflerecer ao
publico desta cidade todos os gosos e melbora-
mentos que o progresso da photographia di aos
habitantes das principaes capitaes da Europa e da
America Agora mesmo est esperando novos ap-
parelbos do Londres para a prodcelo de um no-
vo systema dos candes de visita boje geralmente
em uso, porm, que por ama nova transfjimacao
e melhoramentos que Ibes acaba de ser dado, se-
gundo jornaes pbotographicos de Londres e de Pa-
rs se tornara de nm primor e belleza desconnecl
do e mu apreciaveis.
Enccntram-se specimens dos cartoes cima an
nunciados a 23*000 o eento, na Photographia Im-
perial e na livraria Franceza do Sr. De Lailbaear
roa do Crespo.
COSTURA
DOS POSPONTOS
oosooo
yt\KVA
DOS POSPONTOS
SINGER
900000
90*000
MAN
Ea abaixo 'assignado declara ao digno corpo
commercial des'.a praca, que deixei de ser caixei-
ro do Sr. Manoel Jos de Oliveira Itomas, desde
dia 31 de dezembro prximo pausado de 1871.
ReeJI, 18 de fevereiro de 1872.
Joaqnim Ribeiro da Silva._____
AVISO
904000 QTTVrPP
90*000 oliiijrjit
90*000 MAHUACTUING
90*000 BDMWT
90*000
Na rna do Mrquez de 0-
linda n. :ti, 1* andar, preci-
se de urna ama para o
servico interno de urna casa de pequea familia.
^m
Hvpothcca
Na roa do Imperador a. 16, 1 andar, das 9 aa>
11 horas da manbia e as 3 hora di larde te dir
qnem d 10:0004 a premb coa bytratfceca al-
gura predio nesta cidade de mais iubtdo valer.

i .
Aluga-se
om grande sitio na Ponte de Uchoa n. 10. A fa-
milia retirando-se para rra da provincia, alaga
a casa mobiliada, o sitio eom os escravo!, ani-
roaes, carrocas, etc. A casa lem coromodidades
para grande familia, tendo 2 grandes salas de vi-
sita, grande sala de jantar, 9 grandes qoartos para
dormir, dispensa, qoarto para fructas, qaarto para
criadas, grande senzala para prelos, qaarto de
feitor, -ainha, estribara, coebeira, galinheiro de
peora e cal, cacimba cora tanque e uraa pequea
capella. O sitio esta todo arruado e bem situa-
do entre dous caminbos de ferro, e tem nm passa-
gem espe:ial para o rio. O dito sitio, alera de
ama graode baixa de capim, tem perto de 1,000
larangeiras de todas as qualidades, de umbigo, ce-
letra, China, tangerina, caf premiado pela expo-
9ico, mangaeiras, jaqueiras, sapoti, frocta-pao,
pinheiras, bananeiras, coqueiros, safron, geiabei-
ras e outras qualidadss de fructas pequeas, urna
bonita borla e pequeo jardim de flores. Sitio de
Carroll d. 10.
Pedido
NANUFACTUI1NG 90*000
DHJHI 900000
90*000
COMPAMHIA
FIXO NO BRACO DE CADA MACHINA
GRANDE TRIUMPHO
OBTIDO SOBRE MUS DE TRI\T\ EXPOSITORES, WCLIKDO
TODAS AS GASAS PRINCIPAES UESTE RAMO DE INDUSTRIA
IVA
EXPOSIClO DE ALTONA
Os jurados, para decidir das qualidades de varias machinas (nao s a respeito da
excellencia da constroefao, como tambeni da superioridade do trabalho execntado), or-
ganisaram entre os expositores ama lata de coser, em qne os jorados determinaran!
destribu i ram 01 maienaes de que se de viam osar.
Reconheceu-se unnimemente
Que a machina moderna para costura de familia, de
SINGER MANUFACTURING COMPAHY
alcancoa orna victoria fcil sobre todas as concurrentes, tendo effectoado orna tarefa em
2 3/4 horas, qaando a mais rpida das outras tioba levado 3 boras para execotar o
mesmo trabalho de orna maneira moito inferior.
O namero proporcional de palmos de costara feita em 10 bous de trabalho, eom
a>achina Sioger, era 1,500, necessitado 1.000 a 1,200 jardas de linhi; no entretanto
ser preciso 3,000 a 4,000 jardas para fazer o mesmo comprimeoto de costara eom as
machinas. .
A PONTO DE CADB1
O preco de 3,000 jardas de liaba................ I650
O preco de 1,000 jardas de linba................ 0350
O que moslra am prejaizo certo pelo menos de 10000
por dia emprego das machinas de ponto de cadea, fazendo em am anno de 300 dias,
o obreiro nm prejuko de mais de 340, qaantia pela qaal pde-se qaasi comprar qaatro
machinas.
nico agente em Fernambuco
(Note-se bem o numero) W. H. ChapniaU (Ntese bem o numero)
45 Ra do Imperador 45
MO E GRANDE SORTIMEHTO ~
DE
TRILHOS URBANOS
DO
RECIFE A O I til \
e Bebribe
Os seohore? accionistas sio por meio do presen-
te convidados a receber suas aceces no scripto-
rio da eoropanhia dentro do praso de trinta dia?
atis, a contar da presente data, das 12 boras d>
nanbaa as t da tarde. Os qne tiverem acedes da
primeira emissao deverio trazlas para serem
sobititaidas por outras da nova serie.
Kscrlptorio da companhia, 1P de Janeiro de
I87t.
O 1* secretario interino,
Jos Fortunato S. Porto.
I
Furtaram do escriptorio Ja rna do Vlgario n.
10, nm relogio de onro depcoberto, eom as inieiaes
C. P. S. e o numero 16116, e ama corrente e cas-
soleta de onro eom retrato e as inieiaes C. C. : pe-
de-se a qualqner pessoa a apprehenso desses eb-
jeetos, qne poderlo ser levados ao mesmo escrip-
torio das 10 as 4 boras do dia, on rna da Auro-
ra n. 1S.
m
PrQCIM'M 9 VttA MU Mffft C&M
de pouca familia, ara t lervico in-
terno de dnas peiso : a mar u
rna Dircita a. 3, i*
Os Srs. Jos Francisco Ribeiro di Son-
sa e Dr. Francisca Jos Rabello, o 1* pro-
prietario do collegio de Santo Amaro e o
2 propietario de am oatro col egio, sao
rogados a mandarem a esta typographia a
negocio de intereiie.
IA900
rial
Grande sortimento do coques a 1*000 e
cada nm, a elles antes qne se acabem,
preco vale a pena : ra da Imperatrii n.
9SHHK-SSS
Dr. Per. ira da Motta
S
medico operador
perador n. 43, S an
e par
indar.
teiro : ra do lo

AMA
Precisa-se de ama boa ama para casa
de urna familia estrangeira, para se oc-
capar eom urna crianca : a tratar na roa da Crnz
n.55.________________________________'
Precisa-se de um criado para casa de ho-
rnero soltelro : na ra da Camba do Carmo n.
21, 1* andar.
ALUGA-SE
ara lindo sobrado i travest do chafarla n. II, f a
Pora de Ponas : a tratar con o commeodador
Tasso.
Atiendo!!!
No da 13 do corrente, s 6 boras da tarde,
.lesapp.rejeu do sitio do Chora Meoino, a eacra-
va Benigna, conhecida por penica. pertencente a
Jof Antnnio Marque, eom os sigoaes segaiutes :
ilade 20 annos, cor preta, cara comprida, bei-
cada, nariz chato, denles perfeitos, boc:a regular,
n'hos regulares e mnito vivos, cabeca pequena,
cabello baixn pxaim, peitos regu'ares, na mao di-
reita tem nm dedo ao p do ovnirao e a nnha pre-
ta como bi'o de papa^aio, persas tinas, ps com-
i>i idos e esses faltos de algumas unhas por bixos
ntigo, tem o umbigo estufado, seca do errpo, al
i raia rxa de salpico* eom vivos encarnados, foi
eoeaftirada no dia seguinte de raaohaa no chafa-
rlz do viveiro da Passagem da Magdalena, descon-
tiase qae <=stpja por atli secutada ou pelos arre-
halde-; prtanto roi?a-se as buioridades poli iae-,
oa a .litera a prendr leva-la ;io dito sitio que se-
r be:i) gratitiado. ________________
Sit para se alugar a pataria do Chora Me
nio c m todos os oertences e mnito afreguezada
;or nrrm i-omrnodo.
Ara i de ieite.
Prpcia -e de urna que tenha
olna . prec> livre ou escrava
Rosario o 15, loja de funileiro.
bem Ieite, nao se
rua'estreita do
AMA
Preci horaem solteiro, na ra do Mrquez de
Olinda n. 59.______________________________
Aluga-se
Urna graode casa e sitio na Passagem da Magdale-
na, junto a do Sr. commendador Manoel da Silva
Santos ; tratar na roa da Moada n. i, ou na ra
do Apollo n. 10._______|_____________________
UDa moca por'.ugaeza chegada ba peuco,
abendo lavar, engommar e coser eom perfeico,
deseja arranjar-e em casa de urna familia ; qncm
de sens servicos precisar deixs carta nesia typo-
graphia coro as inniciaes P. P._________________
A lif A Precisa-se de uraa ama para engom-
"iillflk. mar ns rna Nova n. 31, 1* andar.
Do eogenao Marrecas em Porto Calvo,
provincia d'Alagas, desaparecen o escravo
Miguel de cor ataiocado, alto, corpo regu
lar, de bonita Sgura, bem fallante, olhos
grandes, barbado, e dentes perfeitos, re
presenta quarenta annos; foi escravo no
sertio do Sr. Joaqnim Baptista, morador
no Rio do Peixe, qoem delle der noticias
(erta.s na roa do Bom Jesu) n. 51 escripto-
rio do Sr. Antonio Climaco Moreira Tem-
poral, recebec boa gratificado.
Engeibo Marrecas 8 de Janeiro de 1872.
Joo da Rocha Hollando (Jacaleante.
GUIADO
No andar terreo do sobrado n. 26 da
ra da UniSo, atraz do gymnasio provin-
cial, existe cm hornern que se offerece para
criado para comprar, cosiobar e ootroqoal-
qaer serv c', para casa de horaem solteiro
oa pequea f- mi lia, do qae tem moita pra-
tica.
LINDA.
Alnga-se ama boa casa eom bastantes comino
Arm na roa de S. Bento, mnito fresca, quintal mu
rado, perto do baabo e da estacao : tratar na
ra do Commercio n. 48.
m -apur precisa se de urna nma para
AiTJl/m. de bomem solteiro inelosive
comprar, a tratar na roa do Amorim n. 39.
casa
para
.11, Pre:isa-se de ama ama que saiba co-
Alia nbar para casa de familia de daas pea-
oas | na ra do Apollo n. 51,1* andar.
NO DIA 2
i deieaibro prximo passado, desapparoefu da
roa do Raojei n. 67, o preto Agostioho, costuma
a mudar bosm, idade de 30 annos piuco mais
00 menos, atara regular, cabello! earapinhos,
olhos gran lee apiloa hados, r oslo comprido,- pou-
a arfes, falla groas* seeco do corpo : protea
u-*e contra qaem o tiver oeeulto, e quem o ipre-
Jieoder !eve-o a roa snpra qe ser geteroa "oto
$ racomnenc^lo.
Pede-se a pessoa qae em eunfianca pedio um
livro de amostras loja da Magnolia, ra Duque
de Caxias n, 45, o favor de vir restiiui-lo, e pen-
sar na nec=sMdade que tem o dito estabelecimento
do dio livro.
Taberna.
Faz-se negocio eom a taberna sita rna da Cam-
ba do Carmo n. 8 : a tratar na mesma.
ALUGA-SE
a loja do sobrado a ra Direita n. 93, e vende-se a
armacao celia exietente, cu aluga-se todo : a tra-
tar eom o Sr. Francisco Antonio da Rosa._________
Precisa-se de uraa ama pa
ra lavar e engommar para
urna casa de pequea fami
porm que seja de boa conducta : a tratar na
ra do Vigari) n. o, 3o andar.__________________
L\
lia
Para a casa da modista italiana, que mora
no Corredor do Bispo d. 6, acaba de chegar um
completo sortimento de gorgaro preto e stUm :
quera quizer pode procurar, visto que o preco
coramodo.
Precisa se de dous moleques de 18 a 20 : na
ra do Imperalor n. 3i, Estaminet hotel da iode-
pendencia.______________________ SjSJSJ
NOTAS
Truca-?e nota; do banco do Brasil e de sua>
flliaes na ra do Bar&o da Victoria n. 63, antiga
na Nova, loja de Joo Joaqnim da Costa Leite.
No dia 16 do corrente desapparecen da ra
de S. Beoto (sobrado defronte do hotel) nm mole-
que de nome Francisco, crioulo, de 18 annos de
idade, pouco mais ou menos, reforcado e cor bem
preta, cora urna marca de bfxiga sobre a ponta
lo nariz, officia! tecedor de palbinha cnrijso
envernisador, cujos servicos costuma se offere -
cer : quem o apprebender queira leva-lo casa
supra, ou ra do Imperador n. 20, onde ser
bem recompensado._______________________________
Precisa-se de urna mulner
que engorme cora perfeico
m para casa de familia : tra-
tar no principio da estrada dos Afflictos, sitio nu-
mere 33.
V^\*
Precisa se de nma malher brance, de bons
cottumes e cuidadosa para se encarregar exclu-
sivamente de uraa crianca : na ra do Imperador
n. 73 primeiro^andar.
Protectora das Familias
ASSOCIACO DE SEGUROS
Mutuos sobre a vida
E' nico responsavel dos dinbeiros desta
associati o Banco Rural e Hypotbecario do
Rio de Janeiro e por isso nao esto auto-
risados os agentes desta associacio, a re-
ceber por cocta della dinbeiros dos Srs.
contribuintes, nem por conseqoencia a pas-
sar recibos em nome da mesma associag5o,
pelas quantias recebidaa.
Os Srs. contribuintes dando aos agentes
qaaesqaer quantias correm-lhe o risco at
que ellas entrera nos cofres do Banco Ra-
ra!, desde qaando smente cometa a res-
ponsabilidad da mesmo Banco, sendo o Sr.
thesoureiro o nico autorisado a passar ra-
bo em nome da. aseociacao.
Rio de Janeiro 6 de fevereiro de 1872.
Jos J us tinta no Rodrigues inspector ge-
ral.
Desapparecen da casa do Sr. major Gusmio
o sen escravo de nome Mareos, e ten os signaes
segaiotes : pardo, cabellos amarellados, altara re-
Sar, ps e maos tambem regalares, pouca barba,
dentado em ambos os qoeixrs, bastante regris-
la, trabalha de pedrsiro, fanileiro, calador e pin-
tor ; alem destes signaes tem no paaeoco diversas
eicatrizea de gommas e seropholas e tambem pe
los pellos, sendo que duas lusas ekatriies o tor-
nara bem conbecido por quisto urna logo abaixo
do peseoco, qua nio pode atar neoberia, e outra
em cima das costones leo praeo menos de IjS
polegada de profnndidade, tem em eiioa de cada
costa de mo um signo salomao feito i Unta azul,
levoa vestido jaqaelio de panno floo axul, calca
branca e camisa, chapeo de massa opa baixa ;
roga se portanto a todas as autoridad* ou qaal-
quer que o faca apprehenicr e o con iazir a ra
i Angosta o. 96, que se fratiOcari lonorosaiant.
Pede-se a nobre directora da estrada de ferro
do Recife Olinda que convoque j Assembla
geral para mostrar aos Accbnistas o bom onmau
estado em que receberam dos sens antecessores,
os balancetes de receitas e despzas de debito e
desfalque qae encontraran). A.-im como podi-
mos para que seja pnblicalo a mesma receita e
despezas afirn d todos saberem quanto existe em
favor dos accisonistas. e nao ficar engarafado como
at hoje se o nao o flzerem obriga nos a reque-
rer-mos. .
Recife, lo de fevereiro de 1872.
Alguns accinalas
AMA
Pceeisa-se de urna ama que sa>aa
cosiohar para casa de familia: na
rna do Vigario n. 5, segundo andar.
be.'appareceram da casa do abaixo asigna-
da os escravo*: Antonio, pardo escuro, idade de
20 annos, estatura pequea, secco do corpo, ca-
beca pequea, rosto curto, bocea grande, dentes
largos, eom principio de buco e barba, cabello
carapinhado, ps e mios pequeas, levoa calca e
camisa branca e blusa parda, chap) de maca
novo, copeiro e criado de carro ; Joo Cesario,
preto, idade de 55 annos, naco, estatora regular,
secco do corpo, cabeca pequeua, calvo, testa gran-
de, cabellos grisalhos, rosto oral, olhos peanenos,
macaes salientes, nariz chato, bocea grande, bei-
cos grossos, barba e bigode brancos, roaos e ps
pequeos, cozinbeiro de prtiisso : quem os ap-
prehender receber nma genero a grauQcacao, le-
vndolos ao sitio de Luiz de Moraes Gomes Ferrei-
ra, Ponte de Ucboa n. 16, ou ra do Mrquez
de Olinda n. 20.
FAZENDAS FINAS
NA
LOJA DO CY
DE
EDO & LOPES
64 RA M WIPEWBIZ 4
\
O grnde sortimento de fazenlas Qoas que ltimamente recebemos, que vende-
remos por presos que a todos admira, nos anim a chamarmos a alten :5o dos nossos
numerosos freguezes. certos de (\\9 nj Ihes faltar agrao e sinceridade nos trac
tos, Outro sim os precos por que forem marcadas algumas fazendas s seriio vend
das a dinbeiro.
Alpacas lisas acolxoadas pidres lindos
a 500 rs. o covado.
Ditas lavradas muito finas a 700, 800
e 900 rs. o covado.
Ditas lisas bonitos padres a 440 rs. o
covado.
Merinos lisos de cores diversas a 500 rs.
o covado.
Dito verlo muito superior a 2 30000.
Bareges de lia lindas cores para acabar
a 260, pecbincba.
Gaze de seda eom lindos padres para
vestidos e veos boje muito em oso e pw ba-
ratsimo preco.
Dita de seda eom o assento branco e
bordado de cor muito proprio para soires
a 20(J000 o corte.
Fil de seda branco. Dito preto por
menos preco qae em outra parte.
Mantilbas pretas de seda esmeralda
1I.J000,
A' doqueza a 12000..
A* brazileira a 130.
PARA A SEMANA SANTA
Recebemos o melbor sortimento de gros-
denaple preto do melbor fabricante francs,
pois neste genero podemos garantir aos nos-
80snomerosos[frrguezes que nio temos ri-
val, os precos sao desde 1800 at 5:500
Groz de cores da melbor qualidade e
precos razoaveis.
Setins decores dos meibores fabricantes
de I* a 20800,
Cambraia Victoria de 40 at 80 a pe?a
de 8 1/2 varas.
Dita trasparente fina de 30500 at
100000
Mecejana, recebemos novamenle esta lin-
da cambraia que feito o vestido parece ama
seda, a peca tem 30 te. t costa 180 e
140000.
Saiai de aslSo e de mosselina para fa-
ra 30,
Ditas j feitas a 40.
Ditas bordada* a 50500.
Ditas mais finas de 80 e 90.
Cbapelinhai para senbora de palba de
Italia ricamente enfeitadas pelo baratissimo
preco de 150.
Cambraias branca eom listras bordadas
80
Gbapos de sol para senbora eom forro de
seda moito fino.
Ditos cabos de marfim.
Grinaldas para noivas ricamente iofei-
ladas.
Veos ds blond, sedas brancas, popelinas
todo escolhido a capricho e por menos que
em qualqner outra parte
Basquinas de seda ricamnte infeiladas a
200000.
Mei-is para homem, senbora e meninos
de todos os tamanbos e qualidades.
Guardanapos. de linbo a 40.
Ditos alco.boados grandes a 6-j.
Cacbinez a .'!.-) para acabar.
".imizas para hom- ns de 20 at 50.
Ditas borladas finas a 60.
Ditas ditas para noivos a 100.
Ditas para meninos a 20.
Colxas brancas grandes a 805DO, ditas a
50500.
Ditas decores moito superiores a 50500.
Bramante de linbo a 20200 dito a 20500
a vara.
Dito de algodao a 10700 metro.
Atoalbado de linbo de superior qualida-
de a 30500 a vara.
Dito de algodSo a 10603 a vara.
Babados bordados muito finos.
Ditos intremeios.
Fusto branco moito superior para rou-
pa de meninos.
Gollinbas de esgoiao bordadas para se-
nbora.
Ditas de algodSo.
Lavas frescas de Jouvin a 30.
Tapetes para guarnico de salla para to-
dos os precos e tamanbos.
Cortinados para camas de 80, 90 at 200
o par.
Pannos a croch para guarnico de salla
moito baratos.
Para lato. Alpacas merinos cantes,
princezfas bombazina, chita preta, de pro-
cale, crep, lia preta fina, que todo vende-
mos por om preco diminuto.
Madapolao francez para 70 80 90 100
110500 a peca de 24 Js.
Dito inglez a 50 60 70 e 80 a pessa eom
24 Js..
Casemira para homens e meninos de lin-
dos padres e por precos baratissimos.
Ronpas feitas para homens graode sorti-
mento e t no Cysne se pode vender ba-
rato.
Anquiobas de dina das mais modernas e
30 e 40.
Deixamos de annonciar muitas outras fa-
zondas por se tornar enfadonbo e mesmo
por que os nossos numerosos freguezes j
saben qae o Cjrsne tem por cystems vender
barato, e nio engaar seus freguezes, e por
isso venham ver as fazendas do Cysne qae
sio escolhidas a capricho a
Ra da Imperatriz 64
FIGUEIREDO & LOPES
I
Preca-se de um criado para oa-a de ho-
mem solteiro : na ra da Camboa do Carmo n.
21, 1 andar.
Casa para alugar
Aluga-se o 2" andar n. 5, ra da imperatriz :
est todo pintado de novo e eom bastantes acom-
modacoes para familia : quem pretender pode
procurar a chave no Caf Imperatriz.
Suhloca-se o arrendamento do predio a roa
lo Mrquez de Olinda n. 33, consisindo em cm
rasto pavimento terreo eom os fondos para a
ra da Cacimba, eom chagio no centro teoda i.m-
bem muito espacoso o andar, o qoal tem ai. oa
mdependente, pudendo Mr pelo armazem, pro-
prio para nm grande negoeio por atacado, por
i6t o lugar o melbor possivel : i tratar eom An-
tonio Jos Rodrigues de Sorna na themuraria ci
loteras, roa do Crespo n. 6.
Roga-se aos credores do tinado Ignacio Pes-
soa da Silva, qu i ram apresentar as suas corzas
ra do Rangel n. 58.___________________________
Ama ou criada.
Precisa * de urna mnlher de meia idade, ho-
nesta, para o.servico interno de nma pequea fa-
milia, e qne,faiba andar eom chancas e ene: tu-
rnar : no Corredor do Bispo n. 47.
MOFINA
Olha elle!...
Roga-se ao Illm. Sr. Ignacio V.er da Mk.
crivao na cidade de Naiaretb desta provinea-
favor de vir a na do Imperador . 18 a corx &.i
aquelle negocio que V. S. se compromettea r i-
sar, pela terceira chamada deste jornal, em fina
de dezembro prximo passado, e depois para a-
neiro, passoa a fovereiro e abril, e nada camino,
s por este motivo de novo chamado para .i*
Qm ; pois V. S. se deve lembrar que este negrr*
de mais de oito annos, e qaando o aeobor nm
flbo se achara no es nesta cidade________________
Precisa sede 6004 a juros para pagar se r2>
prestares mensaes de 60i, descontando-se logo os
juros: qoem quizer annuocie._____________^___
Precisa-se de nma ama pa-
ra cozinbar e comprar, sendo
de boa conducta : na ra da
Palma n. 54.
_.-.
AMAS
Precisa-se de urna escrava, toa
coriDheira e urna iivre para en
goramar e fazer o servico interno
de casa de familia, paga-se bem : na raa da Cruz
do Recife n. 42, armazem, ou no Corredor do Bis-
po n. 23.__________________________________________
Empreza do gaz
Pemambuco.
Esta empreza tem om lindo sortirnecto de can-
dieiros, arandelas, pendentes, etc., tanto em vidro
(crystal) como em metal, e ama variedade de glo-
bos dos padres mais modernos e per precos m-
dicos. As amostras podem ser vistas no escripto-
rio n. 31 ra do Imperador. Bicos para gaz dt
melhor feitio a 60 rs. cada um. As ercoramen-
d?s podem ser feitas por eteripto, ca rna do fm
perador junto a secretaria da polica, ou dirigida*
ao ab.iixo a'signado na fabrica S. J , que serac
proroptameote~ attendidas.
na ra da Palma
Precisa-se alugar uraa mu-
lher forra ou escrava, para o
servico de casa de familia :
n. 34.
Precisa se de ama ama
que CvZinhe e engomme
bem, nao importa que
seja forra en escrava, pa-
ra casa de pequea fa-
milia : a tratar na ra
da Cruz n. 35, escripDrio.
SUIISMUWU tti)
AMA
Anna Joaquina de Pontes Marinho, agradece
cordeaimente as pessoas, qae se dignaram acom-
panhar ao cemiterio publico o cadver de sua
muito pregada flba Guilhermina Carolina de Pon-
tes Marinho; e de novo as convida para a missa
do 7* dia, qae ter lugar tt-rca-feira 20 do cor-
rente pelas 6 1/2 horas da manba, na contraria de
Santa Rita de Cassia, pelo que ainla mais grata
se tornara. _______
JMSjsjni i 'I "i iI
Para a semana santa
Na ra estreita do Rosario n. 35.
Avisa-se a todos os freguezes de dentro da ci-
dade e de fora, que tem promplo nm grande sor-
timento de rosas e palmas para sepulcro, de pan-
no e de papel, cores de rosa bran:as, e escarate,
flores para enfeite de capacete e saiotes para an
jos, das cores que quizerem, rosas para nuvens
de anjos, festdes para igreja e palmas, tndo por
precos mais commodos do que em outra qualqner
pane ; enfelta-se peitos nra anjos e capacetes,
vellas enfeitadas tanto de tarea e cera como de
flores de panno para sepulcro e ramos fios e-pe-
ciaes para Domingo de Ramos, e colcha para an-
dores, tambem todo por preco coramodo.
Precisa-se alugar duas ou tres escrava para
servico interno, paga-se hora ordenado a tratar
na ra imperial, casa n. 223, das 6 ao mei: fca,
e das 7 da noite em diante.
Precisa-se de uraa ctzioheira ua ra d>
sario da 3oa-vist n 18.
:::>
Urna pessoa habilitada se encarrega a Cvbrar di-
vidas, e de promover cobranza de aingnere de
casa, mediante razoavel c mimssio, ou JtJ :
na roa do Alecrira n. 33, das 3 horas da ta-.e
em diante.__________________________________________
Paga-se 4 '0000 mensaes a urna co-
sioheira, e 300 a urna engommadeira. Na
estrada da Ponte d'Ucha sitio no*o d. i
antes de S. Jos.
VEICDADEIKA
BICHAS HAMBURGUEZAS
NICO DEPOSITO EM PER.S'AMBUCO
53 Raa da Cadela s:f.
Priraeiro andar.
AttencSo
Desapparecea do engenho Arariba de baixD o
escravo Iota, mulato, ilade 22 a 26 anuos, cabel-
los carap.ohos, alto, seco, .-.ndar um pouco ccr-
vado, natnral de Paje de Flores, onde foi escravo
de Manoel de Souzi Conserva, morador em Col*
na. Roga-se, potoca apprehensio de dito escra-
V) as autoridades policiae. e aos capitaes de cam-
po, os qoaes serio re impensados generosamente
no Recife, ra da Madre de Djus n. 36, 1* andar
ou no mencionado eDgenbo Arariba dp baix, ca-
ares do Cabo.
Precisa-se de nma ama
para comprar, cozinhir
e mais servico de casa
de uro homem viuvo eom
um tilbo, e que sej.i ca-
paz de tomar ennta da
casa : ns rna do Vigario n. 33, venda.
AMA
CMiNBHIi
Precisa-se de nma malher forra cu captiva, que
seja boa cozinheira, nico mister em que ser
oceupada : tratar na raa do Amorim a. 37, on
em Olinda, pateo de S. Pedro, casa encarnada.
4VISHE
a qoem der noticia da eserava Guilhermina, que
foi do lente coronel Felidano Joaqnim dos San-
tos, e depois comprada ao Bario de Nazareth,
representa ter 25 annos, lem falta de dentes na
frente e as maos eom clcaUizes de qaelmadara de
gaz, secia do corpo e mnito regrisu, qae desap
parecen da casa de sobradq n. 26, da ra dos
Coelhos, qne ser generosamente re:ompenQado.
Deseja-se encontrar algnma sen hora viuva
qne tenha ponca familia e de maior idade, para
tomar con la de urna menina de 7 annos ; paga-se
bem senlo casa qne agrade ao pai da menina qne
solteiro; qaem pretender indique saa residencia
ra do Livramento a. 34 loja.
Aluga se urna pequeua casa eom sala, 2
qnartos e cosioha, edificad* de novo co meio de
om grande terreno, coro capim e aignm arvoredo,
em Santo Amaro, porem, retirado do cemiterio,
lugar que nao se v passar os de famos: a tratar
a roa do Lima, taberna n. 10, ou roa do Livra
men'.o n. 34 loja, das 10 horas at as 4 c"a tarde.
ADVOGADO
Dr. Joaquim Cohka de Ahadjo
67Ra do Imperador67
O ADYOGADO
2 AREC-Alfl S
COM ESCRIPTORIO
*A RA ESTREITA DO ROSARIO N. 23*
W Tem um curso de histeria universal, jfc
Karithmetica, algebra, geometra e francez,
K em casa de saa residencia, roa da
W Princeza Isabel n. 6.
A Hit do nio cbinet todos os das as 4 boras oa
tarde ; emqaanlo a lirapez e bemfaitoria des-
necessario elogio algum. casta pouco aos fregue-
zes a conbecer a verdade, assim como vende se a
nova bolachinha americana e pao eommom, todo
da melbor farinba: ra de Gervasio Pires a. 48,
nova padaria americana.
'Ufcv
Precisa se de nma ama pa-
ra cozinbar : na rna Duque
de 'Uxias o. 50, S> andar.
l>s*ppareMi, desde IV de nuveranro oj
anno prximo fiado, da rna da Bario do Triun-
pbo o. 66, o arelo Cyriaco, erionlo, de l aaaoa
poneos mais ou meaos, eom os goafa eguinles :
altara regatar. Bao do corpo, rosto comprido,
cambeta de ana perna, eom falta de deotes, e 4
dedos de ama das mios fechados, levoa calca e
camisa de estopa e lem sido visto aao s aos ar-
rabales desta cidade, cono en) S. Louraac), ver-
deado caldo de cana. Pde-se portaato as auto-
ridades polu-iaes, ou quem o eaeoatrar de aun-
da-lo entregar rna do Mrqaez2*e Olinda a. 10,
qae ser recompesado.
Precisa-se de orna eostureira que traha'nd
em machina : no Corredor do Bispo a. 6.
>
/
i ? i
V
, , : .^

i * A


Pian d Faruanibacn Terc.a eira 20 1 Fevereiro it 1872
'T
Rui DO BRIM N. 52
,; (Pausando o chafarte)
Annuncia aos senhores, de engenhos qae por falta d agua
ou mortes de animaes nao possam tirar su as safras, que est
prompto a aasentar vapores dentro em 8 dias do pedido applican-
do elles as moendas ja existentes.
Tera era deposito variado sortimento de preparos
MOTORES PARA DESGAROCAR LGOIIaO
A vapor, agua on animaes
inclusve alguns que nao precisam de obra alguma de carapina
pelo que podem funecionar logo que cheguem ao lugar.
FORMAS PARA ASSCAR
Aquellcs propiietarios quequizerem formas podem desde
j fazer suas encommendas, pois a casatui em viagem e car-
regando numero sufficiente para suprir a todos quantos queiram.
MACHIRISMOS DIVERSOS
nesta fabrica ha deposito de todos os .nach mismos empregados
na provincia, e acceita-se encommendas para fazer vir qual
quer machn i smo a vontade do cliente.
. 0 JAYM
recoBbecendo a necessidade de que se resenta esta bella cidade de om estabelecimento
onde o respeitavel publico, e com eapecialidade o bello sexo encontrasse, sem perca
de tempo, os adornos precisos para om elegante perneado, resolven montar nma loja as
condic5es exigidas, roa Daqoe de Caxias n. 30 (outr'ora Crozes).
A maneira por que o JAYME entendeo preparar nm estabelecimento de tal genero,
a prova segura de qoe nao so o rico mas tambem o pobre, pode, sem detrimento,
gozar das alternativas da moda.
As segointe8 tabellas qoe olereca aaprciago de todos, seguramente attestam o
uaDto acaba de expender.
Tabella de presos por compra
Coqoes da ultima moda l, li, 150,
^ 200, 25J e 30,J000.................\
Cacbepaines de cabellos naturalmente eres
pos i t, m, t o,), 20d e i5:5000....
Crescentes 8#, IC#, 12,5, 15,5 e 20OOO.fAlm de muito resumidos os preps de taes
Trancas ondul 105, 150, 20 e 250000. Vobjectos, ter o comprador 10 /, de des-
Encbimentos para bandos 30, 40, 50 [cont em cid a maior de 20>000.
60000............................
Cadeias para relogios 30, 50 e 60000...
Braceletes 50, 60, 80 e 100000........
Traoras para annis 500 rs............
Tabella de prepos por alugueis
Um coqoe... .............. 20OfO
Um cacbepaine. %u .......... 20000
Um crescente.................. 10000
Urna tranca ondule.............. 10000
Um topet diadema fris.......... 10000
Um par de encbimentos.......... 100(0
Pentearfos de coqoes 10500.
Ponteados de cacbepaines 10000.
Peoteados de senboras 30000 (na cidade).
Variadsimo sortimento de perfumaras finas e c bjectos de gosto, recebiJos direc-
umente por todos os paquetes da Earopa.
AO ARMAZEM
Roa do Bario da Victoria
N. 7-0utr\)ra ra NovaJi. 7
Acaba de ebegar novos sortimentoe
Calcado francs.
Boiina par horaens, bom bezerro pellica, eor-
davao vaqueta e panno, duraque com btqueira de
verpit, pellica cora biqueira de verniz, bixerro e
pellica com ilhoses e com boldes, tanto dos Ubri-
cuntes Suzer como de Polak.
Rota* rosaiaoas, meias botas, perneiras e metas
[roeiras para montara,
Sapatoe de vaqueta de vernit com ola de raa-
deira, proprioa para os sitios, jariinse banhos,
tanto para senhora como para hornero.
Sapa toa de borracha para hornero.
Botinas e abotinados de muitai qualidades e pre-
sos para meninas meninos.
Sapatps de verniz, cbarlat, caxemira, tapetes
avelludados e de tranca, fraocezes e portugueie.
Perfumaras
Finos extractos, banbas, cosmticos, leos, opia-
tas, e poses dentifrices, agna de flores de laranja,
agua de eologne, divina, florida, lavando, e de
toilet, tintura para barba e cabello, pos de arroz,
sabonetes. a amitos artigos delicados, com tras
Suinboa de extractos, tndo de pnmeira qnali-
ade dos bera coobeeidos fabricantes, Pitar e Con-
dray.
Quinquilharias
Finos artigo* de Par, de ditJereotes gosto*
pbantasia, como sejam os segaintes :
Leqaes para senhoras e meninas,
Lavas de pellica e de fio de Escocia.
Espelhos difireme?, para sala e gabinete.
Vidros avnsos para espelbos.
Calimbas de coi-tora ornada com msica.
Albnos e qnadrinhos paro retratos.
Diversas obras de ouro de le.
Correntes de plaqu para relogios.
Bolcinhas e cofres de seda e de vallado.
Diversos objectos de phaoUsia para toilet.
Pencinex, ocolos e bengallas de loxo.
Chicotes e bengallas de baleia, caona e junco.
Pooteiras de espuma para charutos e cigarros.
Escovas para cabellos, ronpa, denles e nnbas.
Prnt s de marfim mur.o fios, para caspas.
Ditos dlflerei.tes para cabello e barba.
Garteiras para cotas e para dnheiro.
Malas, belcas e saccoe de viarem.
Gaiolas de rame para passariohos.
Venezianas tiansparentei para janellas.
Abat-joars transparentes para caadieiros.
Mamadeira* de dar ieite mu fcil as enancas.
Tiras de moldaras douradas para quadros.
Ricos quadros ja promptoi com paisagens.
Estampas de santos, cidades e phantazias.
Esterioscopo e cosmeramas cora ricas vistas.
Obiectos ue mgicas para entrelenimenlo.
Machinas da difterentee systemas para caf.
Bercos de vimes para embalar criaucas.
Ce>tinhis para meninas de escola.
Jogo3, de dama, domin, bagatela e da gloria.
Carapanhias de molas para chamar criados.
Realejos, accordions, vidros avalsis para eos
rooramas e outros muitos artigos de qainqai
haras difces de menciooar.
Dessapparecea desde o da i de fevereiro,
2 fW"* ''*fa'e> ***> oe noroe- Kredericu,
de idade 40 annos, estalara regular, cor fula, ea-
bolle pexaaham, desdentado aa frente, crionlo, vea-
do coca eamisa de roadapolao, calca de brim ou
brim de lona e chap t de dhn : roga se as au-
toridades, ao* capites de cmpo o a qualquer pes-
s0*Lu povo e*Ptar* ** **" wavo, sendo eon-
dniido ao engenbo Verde, on a roa do Imparador
d. 80, que aerao barn gratificado.
D-sappareceu da casa deseu senhor no da
6 do eorreote ama arela de aome Mariana, de
idade 60 aunes poseo mais oa menos, cabello*
mais brincos que pretos, com pou ios denles ;
qaando falla demera nm pouco as palavras, esta-
tnra baita; levou com sigo nrn pralo e ama dan
deijioaa de chara* pintada ; foi vestida cam nma
ala de musselina desbolada, chale* de metim de
quadros de cor, roseta* de ouro pequen*'. Des-
confta-se ter ella seguido para a luz, vbt, qae a
senhjra qae a vendeu ha poseo era profesiora
publica d este logar, e boje exerce a cidera de
Pedra Tapada, o que ella ignerava, por oatra oc-
casiao de fuga, foi presa em caminho de Papaca-
ca, d onde lia natural; so entinto disseram
qoe foi encontrada na ponte da Boa-Vista para a
roa Formse : quem a apprehender, queira re-
met* la praco da Independencia n. 33, qae ser
recompensado eoea geeeroudad*.
Om moc) naturtl do Ceara e que se acha resi
diodo nesta cidade ba 0 aonos, e que por activo
de saude acba se desarrumade ha I anoo, vara
untreeer-se como caixero de es.*rpiorio ou co-
braa$a, e d fiadjr de ana conducta : quem pre-
tender dirija-se a roa do Imperador n. Si, bitiea,
das 6 da raanhaa s 8 di nite.
MI LIMA-
lina Duque de Caxias
Botinas iuglezas
A luja d'Azuia liranca ra Daqoe de Caxia*
n. SO recebeu por atroaira orna pequea quauti-
dade de br.tims >la mMTi.qoun com b-irracha a.
la... < bra mtfi Ik.j psra mnunas, e para que >-
nh'.m prooij*, Mtijla a Aguia Branca esta *-
dendo-a* baratairpuir.
wm
par>t meninas.
Na roa d) Pilar
ama ama de Ieite.
n. 45, 2* andar, precisi-se
Na padaria da roa Direiu a. 84, ha sempre
para vender por preco eommodo os acreditados
biiaios para o trafico de padaria.
Brinquedos
Para criancas.
0 maior sortimento une se pode desejar de toda
son de brinquedos fabricados em diversos paiies
da Europa para entretenimento dos msnino*
Prepos.
Em virtcde de novas ordens dos fabricantes,
veode-se tudo precos baratissimos : no arma-
zera do vapor fraseu, ra do Baro da Victo-
ria, outr'ora ra Nova nunero 7.
Servente.
p
f.
TOILETTE DAS DAMA

Pr e-te titulo ser conhecida a loja de modas que se acaba de abrir a ra do
Bario da Victoria n 65, amiga ra Nova.
O proprietario desse novo estabelecimento scientiflea ao respeitavel publico e cora
especiahdade as Exma*. familias que tero organisado no interior do seu estabelecimen-
to nm Je:oro mediata


D,

a qual prr sua vez, passa a convidar as Exmas. familias a virim obsequia la visitando. S^i
sua oiva residencia onde- po:erao, com toda franqueta, consltala das 6 horas da. roa- '
nhaa s 8 da noote ;*se provindo de um eplendido sortimento de objectos de modas e de
ama sorprehendente escolba dos objectos seguin'.es :
Ricos chapeos de velludo, palba e seda para senhora e menina1, chapinas dos
maii apuradas gostes, om lindo sortimento de grvalas e Iscjs para senh >ra, corpinbos,
mar gitos e golas dos mais ricos qae tem vindo ao mercado, floifsimas mantas e man-
"ZS >ilhu brasileiraa e a duqueza, fresquissroas lavas brancas e de cores do afamado
saias bordadas, espartilhes, lencos bordados e lisos, vestuarios para mrciuos, ricos pen-
teadores e talhos para camisa?, trabalbo manaal dos maii lindos djennos e ntidamen-
te acabado e mil outros objectoa que Ibe nio poss vel mencionar os quaes serao ven-
didos por eommodissimos precos.
NOVO ARMAZEM DE FAZENDAS
COM
GRANDE OFFICINA DE ALFAIATE
Dirigida pelo bem conhecido e distinelo mestre
L.U ItiWO JOS DE BARROS
Ra do Mrquez de Olinda n. 40
I'rederico Pinto A C. acabara de abrir e-te novo estabelecimento e pedem a
freqoDciado respeitavel publico que encontrar completo e sempre renovado sortimen-
to de-pannos, casemiras preas e de cores as mais mordenas da Europa, \elIudos, gor-
jroas, merinos, alpacas, brins de lodis k cores e qualidades. No metsmo ha completo
e variado sortimento de hiendas francezas, inglezas, allemSes, suissas e bamburgaezas, e
todas se vendem por precos mdicos, afim de acreditar este novo armazem.
A loja dos.Arcu de Alvaro Augusto d'Almeida & C. ra I" de Mario o. 20|A
acba-se prjvida deom completo sortimento de fzendas pretas propnas para os actos da
qoareiroa como sajana:
Basqoinas egorguro prtto ricamente enfeitadas.
Dita* de grosdenaples preto ricamente enfeitadai.
ManUlbas lK-t*Htras.
Manua de fil de teda.
Gorgorto de seda preto de superior qualidade.
GrtfSdepaplee preto de i*506. 3|, 3*500, i<$, 4^500 e 0000.
Fil de ceda preto bordado para veos.
P^ra o mesmo estabelecimecto acaba de ch-gar um completo sortimento de cba-.
poe de velludo e cbapellioas de gosto! inteirameote novas.
Precisa-se de um servente que seja fjiro ou es-
cravo, prefore-se escravo : no botal francez, ra
das Larang-iras n. 10.__________
Engommadeira.
Precisa se de urna criada que fugorare e la-
ve : ua ra do Imperador n. 57, 2' andar. En-
trada pelo Caes 22 de Novembro.
ATTKNIJJiil
Precisa se de urna ama para casa de urna fa-
milia comporta de tres pes-oas : nesia typogra
pbia a tratar com o administrador, ou ero Olinda
no oo do Amparo, casa de porto verde.
iotermeiro e criado^
\o hospital portnguez de beneficencia precisa-
se de um entermeiro que tenha pratica, e de duus
criad js para o servici do mesmo hospital : a tra-
tar com o prott oa ra da Madre le Dos nu-
mero 28
Armazem de leposito
Recebeso era deposito, voluraes de fizenas nu
qualquer outro genero ao preg) muito mdico :
tratar na ra do Commercio n. 48
Ni ra de Hortat n 10 precisa-se de urna
ama para todo o servico de casa de ama s pes-
soa, paga-se bem.
Precisa-sede nm eaixeTo pan taberna, ae
10 a 12 aonos, anda mesma sem pratica : na ra
do Cotovello n. 87.
Allenfo
O proprietario dos carros que coslumam (azer
semaualinenie as vagens para Gjyanna, avara as
pessoas que tiverem necessidade d viajaren para
a dita cidade, que na ra do Crespo o 3, loja, en
contraro sempre nma pessoa encarr'egada de tra
tar sobre as passagens.
Dinheiro
D-se 2:000i a juros sob hypotheca em ben de
raz : qaem pretenler dirija-se roa d > Duque
de Caxias n. 67, que achario a pessoa que faz ne-
gocio.
AMA
n. 52.
Pie:i*a-se
ama pessoa
de urna ama par servir a
a tratar na ra Augusta
[.cuniao de proprielorios
Sao convidados todos os Srs. prpriaUros ur-
banos e mbnrbanos para a reuna* que deve ter
lugar no da 24 do crrente, ao tceio da, na roa
larga do Risario a. 40. i* andar, afim de ter to*
mada em consideracio a representacio feila o
governo em defeza dos di renos dos mesaos.
Os senhores proprietarius devm convencerse
da conveniencia e alcance de reooirem-se em as-
so tiacio que tome medidas eftlc.ir.es em bem da
propnedade particular, seja qoal fr a natureza
da olTensa qae ella urtra.
Recfe, 9 de Tevereir- de 1872.
O " secretarlo,
Franklis Tavcra.
Aloga-se
on compra-se om ef cravo de idade de 18 a 30 an-
oo, que seja sadi ; a tratar no Largo da Altan-
d-ga. armatem P. t, no 7 B._________
a tavgj m Precisa-so de urna ama, que
-'m.iwal m. cosinhe e compre, a quem se paga
bem agradando, assim como se precisa de ama
noolher on rapariga, f.,rra to escrava para cnidar
de urna menina de um anoo ; tratar oa ra de
Hjgtag, entrada n 15, s >brad<>.
AM
* Precisa-se de un> na ra do Booi Je
- sus amigamente ra da Cruz, n. 17, ar-
mazem, para servir uma s pessoa.
Precisa -se alagar om moleque que d fia-
dor i sua conducta, para fazer recados e servir
de copeiro e.m ama cara de pottcaa testoas: i
tratar na roa do Viga rio n. 17
Armazem de mate-
riaes.
Praca da Concordia n i
O* senhores dono* e emprei <>iros Je obras en-
contrarlo sempre oeste armazem todo nncessario
para qualquer construcciu, como seja : cal bran-
ca e preta, tijollos grosao*e de ladrilhoa, telha, ci-
mento, gela e orna grande qaanlidade de ma-
ieiraA^e 22 a 65 palmos de eomprmento.
.ravejamento etc. etc.
Outro ilm, enearrega-se o proprietario do dito
trmaum de qualquer fornecimento de nateriaes
qoe a obra neeessitar, para o qne tem candas,
> oarrocas, podendo ajosttr todo posto na obra,
por manos e melhor que outro qualquer, pois que
tambem tem olarias.
COMPRAS.
Compra-se apolices
na ra Nova n. 23, loja.
da divida provincial
Comprare nma casa ierre* ojva ou pele-
menos em oom estado, que renda mensalmente
pelo menos 10*000 : qaem a tiver e quizer ven-
der, dirija-se roa Duque de Caxias n. 43.
VrNDAS.
Francisco Ferreira Balthar, nao podendo,
pela presteza de sua viagem, despedir-se de to-
dos os seos amigos, procara este meio para pe-
dir-lhes desenlpa desta falta, e offerece ao mesmo
tempo o tea limitado presumo em qualquer par-
te da Earopa em que se acbar.
P
vende-se tres casas na povoacao ae Una oceupadas
com estabelecimento : a tratar com o roajor Joa-
qoim Goncalves de Albuquerque e Silva netse
lugar, ou Adriano Ca^ro & C. na ra da Cadeia
auraero 16.
Vende e vaeeas, novilho- e garrotes d- pas-
to, gordos, e por preco eommodo : na estrada dos
Afilelos, sitio n 16.
Vende-se uma excellente parelh de caval
pretos : no caes 22 de Novembro n. 22.
as
Pcio-ae de um fetor
Ja-oova c. 30.
oa roa da Seoza
Aaseotoa-se do abaixo assignado e do enge-
nbo Sieopira da fregaezia do Cabo o eseravo Ha-
noel, cer preta, altara regalar, testa grande e sa-
liente, eom faita de denles na frente, espadado,
natural de Caruar, e foi comprado ao Sr. An-
tonia Ladgero Torres Galado, morador na mesma
comarca ; evadio-se no dia 28 de Janeiro prximo
passado : grati:a-se generosamente a qaem o le
var no dito engenho, oa no Recfe, taberna do Sr.
Antonio Ferreira de Oliveira.
Eduardo Carneiro Leio.
DESAPPABEGEO
No dia 14 de daxembro prximo passado desap-
pareceu do Mangainbo o pardo eteravo Cynaco,
natural dn Cear, boa figura e estatura regalar ;
26 annos de idade, cabello carapioho e que usa
perneado, tem (alta de denles na frente e seis dedos
oo pe direito ; tem por eostome andar descalco,
mas sempre bem engommado : Lom cozinbeiro
e bastante carioso para todo e qualquer servico,
como seja o de pintor, pedreiro e mesmo tratar
de jardiro. Consta ter sido visto calcado segurado
caminho da Goyanna, e como para ser admittido
em algara engenbo, ou casa particular, como for-
ro : roga-se as autoridades policiaes a sua apre-
bensao, qae no Recfe, a roa da Cruz, armazem
n. 30, se gratificar aos portadores com generosi-
dades__________________^________________
Antero Vieira da Canha, testamenteiro e in-
ventarame da casa dos seus fallecidos tos major
Manoel do Nasciment > da Costa Monteiro e de sua
Tiulher D. Antonia Vieira da Costa, de novo con-
vida a todos os auihados dos seus fallecidos tos a
apreseSUrem dentro de 30 dias, a contar da data
deste af uo, suas ceriides de baptlsmo, afim de
serem Contemplados no inventario e receberem o
qoe I he* lora doado. A certidio pode ser entre-
gue na roa do Livrameoto n. 8 Francisco de
Souza ftego Monteiro.
= Ddsappareceu da casa do abaixo as.-ignado o
seu eteravj Joo, idade 55 annos, pouco mais on
menos, e tem os signaos segaintes : preto, cor fu-
la, atura baxa, ps e mos peqaenos, secco do
corpo, piuca barba, tem poneos cabellos brancos
na cabeoa, cfficial de pedreiro. e por isso jalga-
se estar trabalbaado em algama obra fra da ci-
dade : roga-ae, portanto, a qaalqaer pessoa que o
faca apprehender e conduii lo ra Augusta o.
98, que ser generosamente recompensado, bem
somo se delle der noticia.
Luizda SiWa Gumo.
Preci^a-se
de um caixeiro para taberna, rom pratica : na ra
do Rangel n. 6
Ao; senhores devedores do estabelecimento do
larg) do Paraizo n. 14, pede vi iva de Jos Pelro
Gaio de Miranda o especial obsequio de pagarem
sena dbitos at o fim do eorrente roez, sob pena
de serem constrangiaos a fazerex-no judicial-
mente.
A M A Prec'"*>8". de uma ama que coziobe
*JU-*. com perfjigo e aceio, paga-se bom or-
denado : na ra do Livramento o 6 loja.
Alaga se para casa de familia uma escrava
engommadeira e qae tambem ose : quem preci-
sar dirija-se em Santo Amaro, sobrado junto ao
eemiteno inglez.
6km ttM-*M mmm*
O Dr. R. Vianna recem-chegado da
Europa, onde estere quasi dous annos,
aperfdic>ando-se dos conhecimentos de
aua profissio, e frequentou os principaes
bospilaes de Par*, Londres, Bruxellas e
Vienaa d'Austria, dedicando se com es-
peeialidade partos, molestias das mu-
heres. e opera$oes das vas gento omi-
nar ios, tea do acompanbado os professo-
res mais celebre* da Franca e Aliema-
nha seataa especialidades, communica ao
respeitavel pablico desta cidade qae abri
o sen con>uHono na casa de sua residen-
cia ra do Vigario n. I, t* andar, onde
poder ser precarado a qualquer hora do
da oa da noute.
Consaltas todo* os da* do 1|2 dia s 2
horasgratis aos pobres.
Opera os estreitaroentos d'uretlra por
meio de eiectricidsde, por nm procesao
luieirameole oovo, e sem ior; garaotin-
do a cora radical em poneos dias.
[Ra do Vigario n, 1, se-
andar.
S

i
s
m
m
m
5
Para a quresma
GROSDENAPLES PRETOS A i600,
2^'XiO WOO e 3I200
O PavSo rtcebea um grande sortimento
de grosdenaples e gorgotees pretos que
vende por preco rooito em coma, sendo
gro3ilenaple preto liso moito boa f-zenda a
I (jaco o covado. Dito a BJ0TO e (J500.
Dito de cordSo on gorgur5o muito encor-
pado de boa largura a 30000, 30200 e
30500 at 50 XX) oo 60000 o covad, as
sim como grosdenaple liso com 4 palmos
de largara, sendo moitoencorpadoa 30200
grande pechincba, na luja do Pavo rus
da Imperatriz n. 00.
FAZENOAS PRETAS PARA A QURESMA
Na loja do P.vSo vende-e um grande
sortimento de fazendas preas pro.rias paia
a qoaresma como sejam : grosdenaples pre-
tos de todas as qaalidades, panno tino pre-
to de 10600 o covado at O0OUO, caemi
ras pretas de todos os precos.e qualidades,
merinos trancados e de cordSo, bombasinas,
alpacas e outros muitos artigos qoe se ven-
dem mais barato do que em outra qualquer
parte, ra da Imperatriz n. GO.
Panno preto a 1BOO o corado
O PavSo vende panno preto fino de duas
larguras a 10600 o covado, dito muito su
perior a 20500 pecbinha, ra da Impe-
ratriz n. 60.
RICAS SAIAS BORDADAS A 0000 E
100000
0 Pav5o receben om bonito sortimento
das mais ricas saias bordadas, tendo i pal-
mos cada orna e vende a 80000 e 100000,
sendo fazendaqoe vale 120000 e 140Oi.O,
pechincba, ra da Imperatriz n. 60.
LASINHAS NOVAS
O Paviq recebeu um elegante aorlimento
das mais mo lernas las para vestidos com
listras de seda que vende a 800 e 10000 o
covado, ditas de pbantas a sera listras de
seda que vende de 400 at 610 rs. pe-
cbincba na loja do PavSo ra da Impea-
triz n.60.
liadspolo com mofo a 6000
a peca
O Pavo vende bom madapoio, tendo 4
palmos de Lrgura, com 20 varas ou 1i
metros, pelj barato, prego de 6^000, por r
ter um leve tjque de mofj; assim como
pecas d'algodaosinbo a 30000.
MANTILHAS BRASILEIRAS
O Pavo vende bon'tasmantilhas brasilei
ras a 100000 pecbinha, ra da Impe-
ralriz n. 60.
NOVAS CAMBRAIAS BORDADAS A 50000
O Patio recebeu um bonito sortimento
de novas cambraias bordadas pra vestidos
sendo todas brancas e com bordad ;s d.- c
res e vende se pelo barato preco de 50(JO
cada corte, tendo 8 1/2 vara pecbcinlia,
ra da Imperatriz n. 60.
Grande p ehiucha
Saias a 25500
Saias a 20100
Siias a 20500
O Pav3o vende om grande sortimento de
saias brancas j promptas com folbos ma-
chiados, pelo baratsimo pre;o de 20500
cada ama, fazenda que sempre se venoeu a
40500 grande pechincba, ra da Impe-
triz n. 60.
Sita uv Ti^any ti, j, oc j
gando andar.
? -
CAIXEIRO
Precisa-se de nm, so largo la Santa Cruz n. I,
padaria.
Moldado*.
Precisase de nm moldador : as oflleisas da
eonpanhia Recite Drainage na Cmoo Poetas.
Precisa-se de nma ama de boa
conducta, qae compre e cuzobe bem,
ara doas pessoas: na ra do Padre
Ploriano o. 7, sobrado.
Preeisa-M de ama ama para cornhar e com
prar: a* rsa d Livramento a. I.
Precisa-se de amassadoree : aa padaria da
raa *WRaagel n. 0.
Botica da Cmceipao
Precisa-se do aa bom oflhial de pharmacia :
na rsa da Cadeia o 61. _______________
Yendrm se apolices provineiaea venceodo o
joro de 8 0,0 ao aam : i tratV na travesa do
>ricia a. J, aes do flamo.
Sii,orme
fnico especial contra a calvice
Gura um bello -ortimeolo de perfumarla qno a
Ag ila Branca acata de reeber veio tamliem t
apreciaJoSmaoconectiju i inveitoso eff i. e
ja bem condecido pi r ijuanto- o tem usido e sera
anda man por a<|aellea que oecessitam dt tu
ntilidvf'. O continuado n;-j do S/ia com da
d.im resulia.lu do impedir a qoeda dor cabell.s,
f<>ze lo- renascer e conservar o seu brilho aataral
alx de qne >ei odor mais agradavcl qoe u'.li-
tro qi*l.iur tnico continua a ser vendido oa: .'i
da Agina Rranc*.
Leile de rosas brancas
Excdeme para acabar com as sardas, pacn i
espindas nu rostr.
Vende se a 2 o Irasco, na loja da Aguu Bianc
a ra Doque de Caxias n. 50.
B Miitiscaixits cOQ pei'fuQUirr;is
propnas para presentes
Vendero-se na loja d'Agu Brasca roa Psajoa
de Caxias o. 30.
Agua Florida.
Acaba deehegar novaracnte a afimada agna
fl rila de Gutelaia para tiugir de preto os ca-
nellos brancoe. C>.nu sabem os qne tem usado
deasa apreciada agua, o #rn efT-itonao instant-
neo porn siu rertiltadn r; segiroeeficaz. Cht-
gou tambem a f\ d- T..psio pan a mesmo t'un,
ecununiiin a ser vendidas ;i 7a r frasco oa loja
d'Agu a Branca rus du Duque de Caxia< o. 50.
Mol 1 tiras (loiir&das para qua-
dros
Na loja d'Agua l'tr.nra a roa Doqne de Ca s
n. i>'J vende-se moldura douradas om d.ffereut-s
Moldes e larguras, e por j.reco commodj.
Pemas de a<*> bico de huir
Caixas com 100 penas a 100 rs. na loja d'Agja
Branca
Bonitas capillas com veos para
noivas.
Vendem se na l ja i.'Agnia Branca a roa Duic<
de Caxias n. oO. Tamriem se veudem separada-
mente bonitos v js ou mantas bardadas para c .-
vas. e veos de cures para rbapes.
Esctimilha preta lina e larga.
Vende-se na loja d'Agua Branca raa Du;.*
de Caxias n 50.
Botdea
Ctberns de e'gn'ao proprio* para carnizas, e per
Ma darario prerhveis rs de madreperoia.
Vende se na l< ja fl'Apu:a Branca
Caixinhas com 3 sabonetes finos
a la iSHO o is.mh a eaixa.
Vende -e na loja n'Aguia Branca.
Menta brancas e de la
\lilOPE
DE
Chloral
O Ghloral um compaslo chmico de mu re
cente emprego na medicina, e qne grande xito
tem apresentado para determinar um soraio tran
qullo; doentea fatigados por insonias, apasigna
ts dores as ma's int Miera veis sem os graves 10
convenientes do epio.
Com o xarope de Ch'oral, Cluifi. a acaba de
resolver a que-tao de sote, que apresenlava diiTi-
coldades, e pelo uso delle podesse administrar
eom a maior facilidade e sem perigo lo poderoso
agente para uso de innmeras molestias.
Deposito na pharmaca e drogara de Barlholc-
mea & C, a ra larga do Rosario n 34.
VENDE-SE
dnas arrobas de U.anos de Pernambuco para
erobrulho : tratar ra do Moniego n. 63. No
mesmo lugar vende ae duas grades de ferro pata
janellas de 8 1,2 palmos de eomprmento e 6 de
largura, e uma arraiga > de araarello, eom porta
e balaustre, obra bem feila para divUao de escrip
toric, e qoatro bandas de cnis de amarello
para o fabrioo de caadis ; e doas candas velhas,
abertas, que anda sao aproveiuveis.___________
Farinha de mandioca
Vende-se a\ rna da Madre de Deus a. 3, pri-
meiro andar._____________
CONTRA A TOSSE
\4iiori:
Linitivo pei toral
DE
Este xarupe i um goato agrada vel mai efflca
em todas ts doeocas da grgola, do p^lo e da
estomago, alm disso ccnstiiae o verdadeiro es
peeifleo cintra';5 conripac5es. ralarrhes. ronqni
dio, asthma, tossee nervoMs, coqueluche, etc. etc.
Deposito na pturma:ia e drogara de Bartbe-
Imer. C, a raa larga de Rosarlo o 3i.
para
homeoa e senlmraa e de cores psra creanra.
Vende-se na l.ji d'Agnia Branca.
ralagarsa
Seda fr dadna-
Ven1e-o na kja d'Agua Branca.
Pi5es de nova invengo!
Aquelles engracados p5-a rue dancan etn
quarto de hora mais u menis, irostrando ITe-
rentfs curra e ivpri rintando -v-r-i, c*ra:t.;*
c me Irai m uma agracavrl citraco, reeet-ea
a Nota E-peianc,a iua dj Duque de Csx>a- i i-
mero 03.
Novo perfume.
Agradavel Ayua de Ksnanga, perfume jiprn-j,
up''-r agua ftorda e lotrt- perfumes que --
ven para o lenc e para refrescar a pelle danflo-
ilie acuella macieza ijue outros peirumes nao c i-
segum, a X va E-p-rniea lem veidadfira.
Aproveitem.
A X va Esperarla a ra do D-ique de Cax a-"
o. C-l acata de iceder urna pequea quantiO.J^
de candi'Iros pata g*t, n< qu-s tem aertsstia
ucppla, i>iu >iu randicirca e sciio boB'lot jar-
ros se Ihe relr:i.--em os c mpe'eules depo.iti^ :
-c vM.d i pider se da ava'isr.
Fronhas bordadas
A X.va Es|
fi'l. i r.'.i \ d'
i'ias fle per dr h i
9 v-n-1" n- |k r i ' (i
lili dn |i \t:> >
. np.i "ii d. D
r'Ci dT i u l"->i.Tia<
|"6 dt d'.'
frr-al. L
as i '. i ;i e-I.' ,
r..s .. '. ioL- tu
i um:
eu
V1S510.
Vei.dt-se i>pt:i..? .,,.
nbos pilo bi ralo i ie;o cl-
ac V. r.|nei d- Ol.nla, a
oja de na 'eras.
'- i (I : Vtnba r-
j 'Jad- la u.
V-nde e
rr'iUto (.:
Ca-leia 0. 30 A,
A 520.
calxiahai c m jii- uearnz peto di-
lle tilO rs aus; venba a taa aa
ja de niiui**.'as.
Fui ha de mandioca
Superior e nito pr> pria para mesa, em barri-
ricas de farinha de irg> a IliOCO rs. a harnea:
ao* rmateos de T!-o linio A C.
Xa i lana ainarii a di trente do b'ispitJ re-
dro II ii. i3, ha ara vender te'ha e lijlos de .a
dnlho e alvenaria batida, rpa's barata oo qne rm
octra qualquer parte 1.1 0,0.
1JI
Xa ra de Sao Franc^eo n. i, esquina da rea
do Imperador, veodem-se por pnce cnooiodo os
seguinits livros, com muito praco aso :
Corsa* mis Cicilis, 3 volames.
Iridie, Dioit Croon, 6 vol.
Oriolan, Explicaiion des lost.ta'cs de Jastinies,
3 vol.
viere, [t.titions critrs sur I- Col da CoD-
nrerce, i *oL
Ferros, Thecri de Direito Penal, i vol.
Lobo, .Notas a M- II i vol.
Biblia, padre Antonio de Figutiredo, t vol.
Li: Tnreira, Curso ds D;reito Civil, 3 vol.
Pellal, D.oit Priv des Rnmains, I vol.
Ceelho da Rccha, Insttntfdea de Direito Civil, t
vol.
Canes Ulra, Digesto Portuguez, 1 vol.
Pliillipa, Droit Ecclesia>liqae, i voL
hulms Le Proleslanlisme compar au Catholi-
cisme, 3 vjl.
Bros Cdigo Commercial, i voL
E. Gaboriati, Processo Lerouf*, t vol.
mqis;
A Magnolia, raa i^qvjedeCauus. 45, rtta
beu um gmbde sf((lmr0W ^ ^q^^ 0 mg m.
deroo que h' 0 yj|1^e 03r ao ^ .
ra riaal
uQquf8 de ph ntnzia a pom-
podour
A loja da Agnia Braaea receben aovameol*
daqaelles lindos leqne* de ostso perfeitament*
untando mufla, e eom elles veio um tro sor-
;,^aivdj| leqoei de (hazuasia, o lio agraiaveis
pela novidade de go.-' * Sao pea* eestaao-
didade de pr'cos, os quaei varu* ** aiiTa
por taca pregoa elle* poseo durato : .** *3f u
Agnia Brarca i rna de Dnqoe de Cx' a. tu.
Potassa em l\2 barris
No ."injgzero de Gandid Albeito S-e> da M t'a
A C, traveasa da MaOre dr Deas r. I i.
ILECTREl 1



/
T
Diaifc'g _2
Na \(j\ de Antoiiio Podro de Souza Soares, na ra do
fcaifto da Victoria n. 28, outi'orarua Nova
Grande reduc ; So ka mal cabello braaco*
TiOlON jtMOBiat
S atea apprwaea pela* as inrtii n>
tcfieacia, r*hkl ita^llMM' nal* OIWiijaHm-
pireeidc ate bofe. Deposito' prf*#al -rua a
bota 0 Reeife a. 51, I* anaar, H tete aa ae-
iras cas de eabeHeiretro.
Trmsparonlos cora paisagens para
janellasa....... I 2*000
SL.noos Wqres de oaso prase-
la a ........ 8*000
Dios da sndalo a. .... 5#0.0
Ditos a mtica) com Unlejonlas a 2f$iOo
fcicos enfries de blond e flores
para cabec/a a...... C$000
Gullinhas e punhos bordados para
senboras a 2JQ0 e 3i800
Grivatiuaas do seda com franja
para senhora a..... I #2^0
Pae^s de franja do seda modernas a n^OOO
l-fem dem i>lem a 830 e 15500
Ft Ja setim larpacscosseza para
cinto; veri-a ...... 3*000
MUDEZAS
E'rernos e habatos tapados e
trac: prenlas a pee a OJO rs. e 3J0C0
Pocas de trancas de cores de 110 a 40;)
Do-ia da carlSesdelinhi prsla a rs. 120
Caixis de lii.lia do giz sortidas
ern core* a rs...... 8C0
mzla de pechas de tranca de cara-
col a rs........ 4'0
Mam idem lisas a rs..... 20(.
Bengalas dj can e jorren alie 30000
Caii de papel ami*ade muito
tagarno a n...... 700
m dem de cores a rs 700
lem idem de qnadrinhos a rs. G10
jiiuJa envel.pes flus do por-
lana a r?....... 800
Itao dem a rs 400 o 500
Idea de neno i a rs. 500, 800 e 1 #000
Jth .tu id rm par* rollete grande
raiMiOfe rvt. ..... 200
Id :o ilfeitiftlas a..... I#>00
Id.::., :.i '.i de :ori:*i'\M\j eijrstet 10800
Ic?.-rr d Br!il*# p r.; pwdni .i rt. >')(>
C'i-; e b"iOi-s urrtus oara al-
. : rs........ 100
00
Id. in i'en Raneo a rs.
Duzias de baralbos franoazasbei-
ra dourada a......3RG00
Dozia de talherea om oaho- de
osso 2 B a......SUMO
Dia de ditos cravado ( baratas- f
simo) a#ooo* .... %m*{
Carrafa de lint roaa extra-oae*a 1*000
Potes de dita ingleii a rs. ITJO'e ICO
Eftimpas de combates da goerra
fraiicc-prussiana a .
CariSas com rer, z de todas as
cores a rs...... .
PBH FUMA MAS
Rosas com extrae**- 1 .
Fiasco com extracto inglez muito
superior a ......
dem kananga muitosuperior a .
Agua de florida verdadeira, gar-
rafa a........
14000-
i*soo
e#ooo
1*200
I*00
1*200
._ aswettoaTOBai at *e Otna-
trtlftt Oa-aeo aego.* refriar, o aegoiates; qne
rama por fejs na raodtcos qe ata oa-
tro eaaieer par". '.'
WWNW le pinh atmofalaao
KWTWOaS de tetro antaveertav
SAHTH1 wglefl
H9HHRA8 da (ama par ca e torrar salas.
iJANOS de barro taVet para esaeto .
31*0 superior w'uewlur e-a otateaie.
swaawro o ais a* daaliaadaa.
sMmHitR *e dMearoftr aiajoaib.
bOIVA8 a affinffsa ra Rsala.
OLSADOS afaiarltaB>a pala Mrr de earros.
POGES amerieaaa atuil aoa acaiioaiicoB.
VHIHO da orena.
COGNAC snperuraathaUai^araa.^
tkWW

AGA-aVmda leptiou.
BALAXCAS decfcnaafc
aaDHlnAO aiBorieaaaa.
-?
AZ
!.s
dem kananga doJapSoa .
Banha inglz> em frascos e potes
deporceilana a.....
dem muito boa a rs.....
Saboneta com figura a rs.. .
Ma?os de sabonetea ingleses tmiito
bonsa rs. .
Sibonetes de amend ja mbito su-
periores a rs.....
dem de bolla transparentes a rs.
Co3m^tjne de cores a rs. .
Pacotes com pos de arroz fino
a 300, 400 e .....
Gaixaa cooi dito moito fioo ka-
nanga a........
Id in com dito para denles a rs. .
Frasco de oleo ph-locome venta
dewoa........
Oiio de dito antique mu.to sope
riora rs. 320 e ... 400
1*000
500
200
800
3<*0
500
100
500
1*500
320
XaropeNaWativo
Oasca (fe larajas aiarga^
EBNItO & BEOfL-W
N2 D Ra do-CMug* N.2D
Acha-se montado de forma tal este eatabelecimenlo de ioias que pode
vender aos seo uomeroao fregoeaes em groaao b relamo e-por prafoa
mn resumidos visto que recebe de conta propria por todos os vapores oa
Eoropa. 0 gosto de desenho deTarjas jolas o ma?s Hmo do patt oa
modastoaro de lei, brbantes verttaieiroj;' esmeralda, ratioi pewtaev
torquezas, saphiras, cxiral rosa etc. etc. Obras de prala te porto tanto
para igreja como para.servio domestico. Coividamusai EiiaF. famma*
a visitarem o dito estabeletiBH-rto tffdds os eas^ at berta1 da' oot
Gompra.se ooro, prata e pedia preciesas em obras velhas.
c
BROMUR8T0 DB>P0TA9SIUM
! illOZl
Este novo preparado aprovade. pela academia
lia penal da medteioat rnuilo aa reeomraeoda pela
Oa ae^ae sedativa e calmante, sobre o syatema
a*rvoso, o bromareto .i^petassiam, nao deixa de
lar os mais eertoa resoltados oas diversas atee-
8S do oriraaisno e proeipaira lo coraran, das vas digestiva* da repirac), das
*s fenrto-ttrinarias, aa epttepna, oas ojolestias
Mrfosaa da prebhez, ni iosomnia das flaneas
iorante o pertcrdW da' dem{Jo ere: er.
Vende-se na phartrracia e drogara
- de
Barttiotomeu 4 C
3-RA LAR3A OGROSArffO-R
Machinas da costura.
Chegararn ao Bazar ersal da ruaUniv
MoW r.' 22; t* srtrniento de< machinas
para costura, das meltores qual.dades que
existe na america, *s qoaes mudas j s5
bem conbecid-s peros seus amores, como
sjtt Wfir Slenciosas, Wee e.Impenaes e ootras
muius que com a viste devero agradar aos
compra lrs.
Est^s macboas ten a vantagem de fazer
o trabalho qtre" trila coRoreiras podi-m
Tazer diariamente e cozem com tabla per-
7i-;Io como as mais pereiias costoreiras.
farante-se a sna boa qathlae e ensina-se
a Irabalhar comg!frf. itjaoem mcios de ama
bora, e rs prcos s'io 15o oommodos que
devem agradar aos p'rytftidenU*s, _____
\ i'.ii do.' 'tj d'-s cima mencin a**-, tfioos um grande sorlimento de miodezas,
''j-.-sd. p.>H<'i;rii-i ji!" hade mal< neo, cindieiros a g?z o qne ba de msttior,
1-. . i:>:1111 -"':-. {t l"is, brn'|iii-d:;s p-ra criancas, rneias pira senhoras, homens
# :: i i'. -ii.'-.. !n o** rendas de Wnnd gratiii .a-i'dtie H1 titjtrtos que, por se ir-rnar demasiado longo deijamos de mencionar.
N. zS Hua do Barfio da Victoria N. 28
\ Ljliiucba na leja do Parad
PR CAl'Z.v 10 IKGBNOfO
F. IVreira da Sdw; tem orfeote necssi-
de qoidar rm as bzendas de 15', li-
lade
abo, s- da e alg 'la quelbe
caram m.is
oo i'i s estrrp i las |>or o*c*?i9o do in-
li i qbe se dan nos dous estabdecinen-
;..; c mi guos ao icu.
Pee s de alg idi-sioho a 35000 e 4*!X)0!
U.tas d madapolo a i*. 44500 h 5f
Corpinhoj de- camb aia branca e de
a 2*000.
Satas de 13? com turra re cor a 3?, 45,
*)00. e ontros mudos artg'*s q'ie sena
nfad j.lio m ncionar o qne.se liquida muito
bsralo na loj;t do Pavlo roa da Insperalrir
n. 60.
LOPES
I
o<
r
Oi'.as eiiestado rora 12 jardas a 2 'buO
e 3)1.
Lhtas franoe?. rar.ilo fino com 20 varfs a'
90CO. I
Algo io iargo trine ido para leocoesai
SOOe I). !
B amaoli de linho superior com 10 pal-
i i de lar^U'3 a i o mel<0.
D;'.odo rlgof'3 com a mcsuia largora a
i v'.v o metfo.
' is de cimb ata transparente com 8
! i vara e ama vra do la-gura a 3*50e) e
-4>.Of>.
I);'!3 Vidorra .o:n a m-'-sraa m dida a
3>OJc M}. y, rMP.;e f7.-,,-!i:n-; % vapires (> comervi* de for ,
Ditas de Csobriia de Ea'piCOS COl 8 I|2 ra de 2, 3. le G cavaltoa e seas perleDce*. (tedras j
j ;1 (A ce moer milito, ai reos p3r.i carro para dodl ca-1
J fio sedreo o cosime qoe ha entre lodos
os que querem faier conheeer de seus estabele
cimentes por meio Je pomposos annoncios, qne
cora bastante railo ss arreosm os leltores das
massadas com que nos mimoseara os taes amran-
eianies.
O Campos da ra do Imperador omero 28,
se qniiess8 sefoir essa-rotipa aoHsa-da fer es
tampar nos joraes mais lhw>, ahViacios Iwmbas
tos preed*- d titbf'gavrMIY parimethor
ebamsr a altWtS de respeftaW-pnbtied: rttukfi
tena qne dizer a respRo de sen bem cooheedo
armaipm de vivere* filo rita do Imperador n.
Cr 28 Drria por exemplo : (|ae no sen aromen.
tem eoostnatemeote, presotlWs pirra narntire e 'ja-
ra paoella, atmes de Lien, queijos de diversas
qnalidade?, liagoicas e cheurieas, ova* d earrtu
rupim, conservas loglezas e franecas, vintios do
Parlo e oa Pigoeira sftpenor, Iteores finos; bola-'
chinhas, cha superior verde e preto e ontro mui-
tos ariigos qae sao proprios para mesa, dispensa e
co/inh i. Mas nio.
O Cambes ? esomeae avisa ao resp'itavel pu-
I blico desla cidade e seos snbprbis, qne em raSSo
j de se aproximar o tempo dos Rega-bofes te
elle ieito do sea armazem tam centro de tudo qne
I nos c grato ao pula lar e para que ninguenv da-
vde do que a^iina jo tem dito.
Pedo-se urna visita a roa do Imperador n. 28,
srmai-m do Camt>o>.
I '
Travessa do Gorpo
Santo n. 25.
A verdadeira cerveja da Bviera, marca ban-
deira, de snperlor quaJidade, veofem Tasso Irtnios
A C armazem da rna do A morir n. 37.
f>las de dita adamascadas para vajiidrah cm retraer.
:. S 1.-2 taras a 45.
Das com borda'os dederes a raesma
ida a 45500.
C rtes de org n 'y branM < de c5r
M 2 v j f a a >.
I .:.. > ?ss ti 10- com 7 v*ras
-:; 0.
I prjr.i i \ I.. :T!i [13ra *eSi !.-S
;..
a
Ja' chegOB o veria-
deiro dore ele goiaba
e vendp?e na ra de Harelu D.as n. 91, arma-
um Relmpago.
r,
Novas publi 3a musicaes
piano
<:
a 3500.
. i|2 .ar
Gi .ij'i s irtnu1 :! 1!
2 .. cova
I'
mM\)
chil ^s bscutjs a
Colina ' i ;
cama e jautas e p
nuo com pregas
T.
e mesa (
: 8, io.
Satas da 111
>:.o.
.: m. iras .. 1 las de erocli a
T ,i'lu< ci'n! s de fusta) para
jaiit:r a :; E><3 I '.
Gobertas o; fu'.D > para a cama a 35810.
Grande sorlimento do cataqoiahoa o\
fcasq inas moJeron de seda e croch, tica-
E-'rr eoftitadoa para diflerootea precos.
r'g rio de edr para venido a3i0 o
eovdu.
Baregel 'i;nspnreotoa 320.
1) 'i;S Ufe .) *0,
S>OEias de lo ibis ir.ra too a
Vjadapol.lo "variado a \i, 4-'iC0 c lis a peca,1 "77T
rao br.ia de forro a |$CC0 a eca, pechiucba ;'
: uh roa de Crespo n. 20. laja de Guilhencc
C irneiro da Canha 4 C.
Acaba de publiesr-se a lila polka para
catato si
icomposicao do maestro lloJopho Malioie. Assim
I ao mesm > estabelcciraeni-j acaba de chegar a la-
' dissiun quadriiha
Chfarlnl
DeJicaJa a esto liluire artista, pelo rnploJioso
'cempojitor da Babia, o rnaeslro ARAGO.
Ai:ham-.-e a vala, a ra Nbv n. II, armazem
de piano* e mnsicavdo Aievido.
Veota-sd um enjeobo de aorrdaes*. perto da es-
la<;o da va frrea de Rlb^ira, por moito com
molo preco e cora 's prazs qee c nvier ao com-
aenhores d e.ig'3uho e a
setis rorrsponieaC8.
Encerados de lona ngleze3 para cirga9, juai?
I barates r.ue em ouira qua'qner parle : na ra
Duque de Caxias n. 51.
prador : na ra do Litrataei
qoem tratar.
10 d. li, acharao com
Especia'idade.
Vinho do Porto o melhor a desejar, em barris
de 10 e 20-: vndese no escriptorio de Soares
Primos, rus do Vigario n. 17.
CtMENTO
Vndese a casa e ?n;o da e-trada dos ulic-
os n. 2i, a qual tem bons coramodos e sollo,
unl.i o sitin 850 palmos de frente e 1,300 de
fundo, riiuraio e parte dos lados; com duas ca-
cimba', tanque etc. e o sitio com rooilas arvores
!d frueti, com,. sapoizeiros, coqndr.n, manguei-
ras, cajueiros-etc. baixa para captan a poco de
boa agua para beber : tambero se vende melada
do mesmo sitio, sendo na verdade boa acqulsifao
por ser em lugar muito froseo, saodavel e perro
Cura rpida a .adicai dos
cal'os
pela pomada (alopau
Ess pomada qne tao aatks laaalBBM tem coltat-
du as pessoas qoe delia U*< Uiu> uso acaba de
eatgar para o sea deposito ataaaWL
NA
Pbarmacia e drofaria
W.
Bartholoraeo dr C. ra lar? do Rosario no-
mrr .'l i-
iSusteTo resf; uratvo da
saude
PELV VERDADEIRA PARIXHA
A, Du Barn d'Arabia
Os abaito assfignados fatem sciecte a seas fre
Oezes, que pelo vapor inglez Ln-Phta receberan'
Jegunda remessa d'essa expeliente farioha, eajr
aso moito se recomraenda para as enancas, pos
seas debeU e convalescentes, applicada eom reco-
nhecida vaotagem as Cn3lipaci,'es, fliarrbeas.
ausea do esiomago. tosse, escarro de sangae.
phthysic, etc. etc. Preferida anda pelo agradavei
tabor.Uniricoa ootra qaalqner.
'Kiaaastsiai^aHi|
A' roa do Commerjio n. 10. eserpto- |
rio de Jos Joaqaim da Cosa Muid, en- S
contrase para vender p.;r commodjs {S
precos : ^
Azulejos hespa-Dlies.
Pulhas de ferro galvanizado para tena- SE
do de diversos umanhos.
Ditas de dito dito lizas.
Bieas de ferro galvanizado.
Camieiras dito.
Portadas completas para cantara.
Ladnlhos. -
rlSiSa WM& W W&& %B
par m\mm.
Bonitos porls buqoel*.
Linli-simos leques de madre'erola mol les in-
teiramen novos.
Cortinados bordados.
Camisas b-.rdadas para homem,
Finas n:fi.i5 de seda psra enhora,
A Nova Efperafeca cuem i-m I t I
DESAPPARECAM AS SAUDAS
A Nova Esperanca a ra do Duque de Caxias
u. C3, acaba de receber bem eoabecido Lite
de rosa branca, e lamhem leite virginal, os ^aaes
fazem desapparecer a^ 'ardas ru pumos._______
Vnde-se o sitie qce foi d.> tiuido Ditra, no
lagar do Peres, com duas casas o urna coxeira,
lendo ama das casa* ba-untes cmamados, a frente
e parte do oifio de lijlo, bem como "a coxeira,
iioco com ba ajua, e muas arvores de fructo :
quera o pretender dirija S" ao mesmo sitia.
Gom pouco mofo
Ven^-se brim pardo molla 8no a 500 rs, o
covado, chitas escuras averiadas a 200 rs. o cova-
do, idem dem pretas a 100 rs. o covado : na roa
Io de Marco n. 20, I. ja de fazenda le Gailher-
me Csroeiro da Canha & c;__________________
Libras st^rlias
Vende-se no armazem de fazendas de Angosto
*. de Oiveira & C rna !o Cnmmerclo n. 42.
56 ARa do Mrquez de OUntfti66A
outr'ora ra da Cadeia.
LOJA DAS
r
L
Sendo este antigo estabeleeimento assaz conhecido caaio prineipai e recoman
dado pelos grandes depsitos e bons sortimentos com rcelboras, mais acreditadas e verdadeiras uaehlnas aancrlcassa para
d, desde 10 60 serras. e avendo em todos os tamapbos diversidades daajrasa
mas e melboramen'os para perfeito* e rpido desean r,amento ; tornaos-se dignas A
serem vistas e apreciadas pelos Srs. agricultores ; os qoaes, alm disto, encontrar!*
tambera mais:
Aorados vapores l.womoveis, de torga
de 3 4 cavallos, e pertences.
Machinas para lavar roopa.
Arados americanos para vanea e la-
deira.
Carros de mo para attrros.
Tinas de madeira.
Baldes de dita.
Ditos de ferro estanhado.
Ditos cora vlvula para lavatorios.
Diles de madeira para compras.
Apparelhos para jardins.
Guardas-comidas.
Tampas para cobrir pratos.
Tarracbas para fazer parafusos de ferro.
Ditas dita ditos de madeira.
Trens para cozinha.
Ternos de bandeijas fioo?.
m
m
o
fea AM
Gd e 5. Vcrdadeiro, vende Mo IgnJc,cr"nir Cita, era da cidadu de' Recife, cuja via-ferre lem sua estay
cao na frente do
Carnizas fraocezae ara humera a 1,5600 w-t armaiem rna da Araorim n. 39, que o pre^o ao na irenie do me,mo : a tratar oa ra a
,. r oonvila crespo n. 6, thesourararii das hienas, Com Ao-
__________________________________________tooli Jus Rodrigues de Souza.
Vende-e !Eao francez e fumo
terrenos do lado do sul, do s.tio Olho de Vidro^em ;**'**r/*' ** w**w v * hieles de pea cazemira e biim a
V-iCO.
C .; s de brw branco de linho a 2? 30.
Palitols de arpac preta deksa'pco a 2,^.
Dit 3 sobrecose eos de brim a 2r5.
J.los de cazrioira tie c:- a 4-5500.
I'anno preio com 6 palmos de largura a
') o corado.
Ca;sas pret'S lisas a 120 ria a vara.
Chita preta li?. a 100 ris o covad3.'
Chiles preloi adamase idos a I $600.
Ddos de b rege ae cor a lf5.
6 cga fraDceza a 320 o covado.
Dz.'.s de Icnccs brancos i?>500.
Pimhos com golnhas de cambraia tap.d
a traofprente a Ir5^00.
P^rnainelriro, aos palmos : qupm pretender ple
vcr a planta qae se ach na > Ja do Sr. Gaspar, na
ra Duque de Caxias n. 43.
Deposito de g Em pejuenas e grandes pnrefies, marca Devoes,
a rui do Apollo n 4, vendera Juo do Reg Lima
& C.
caporal.
Vende-se no Bazar
Vleioria ot 2.
Victoria ra do Bario da-
do Bario
Attenao.
Vende-ss do* acedes dos trunos urbanos de
linda : a tratar na ra aalreita do Rosario na-
mero i i.
Vende-se beloe doarados prrprioa par fardas
do militaras pelo diminuto preco de 400 rs. a du-
zia : vnha a ra do Marqnez de Oiinda, amiga
Cadeia d. 50 A, loja de miadezei
Sobnido
Vende-etmi sobrado de 2-andares e sotio, oa
ra da Aurora prximo aponte da Bvsta ;
tratar na roa d imperatriz n. 40 loja, ou oa raw
1 do Birao da Victoria o. 42 loja.
llillllllill^Pi
'?.- m
Stiperires cortes de seda prea adamascada com pequeo toque de m&fo pelo baratissimo preco de 20/9, 255 e
3000U a corta. taAiaa. A ..^rv
Grosdenaples de seda pretos, largos, a lfii00, 25, 300 e 359O0*p covado.
Dit >s dito dito com listas assetinidas a 25800, 35. 35500 e 4)5000 e covado.
G rrguta > de seda preto a 3,joJ0, 45, 45500 a- 5JD0C o- aovado.
D.to d.to dito muito soperior a 65, 65500, U, 7doO0 e 8*000 o covado. ,
Mant>s e teantiebas brasilinas de soperior qualidade.
Fil prtto uso e era flores. ***%. aar
E outra; muitas fazendas pretas propias para a ^uaretB*, havendo grande e variado sertiaeoto para os eon-
{,rodorei e.colberem. Ot: J SB
Na roa Primeiro de Marco (ootr'ora do C-espo) n. 13, loja das Colamaaa, de Aalooio Corroa * Vas-
Emrlm muilos oatros arigos, qae
examinados.
Correntes para arrastar madaira.
Cylindros americanos para padariaa.
Perteuccs avulsoa para machias*.
Salitre refinado.
Breo soperior.
Moinhos d diversos fabricante
milho e caf.
Debnlhadores para milho.
Azcite de spermacele pan macb'&aa
GsflBM de ferro.
Bombas de Japy.
Ditas aniel icac3S.
Cofres de ferro patenta.
Canos Je ferro esmaltados.
Ditos de dito estanbado.
Dito de eboaabo.
Ditos de Uorraii.3.
relies para ferreir's.
s avista e nesie estabeleciraecto poderlo
DE ANNO
lil
10 DUQUE DE CAXIAS
(Oatr'ora do Queimado)
Este, estabeleeimento acaba de recebr uro importanio si>rtimen'.o de diversas fa-
zendas pro>r2S prs valido., stn o poupelmas da feda. sdlasi laas, peicalcs, ditas cota
barras proprias para babados, lio Jas canibraias crox, e em Ra orna infinidtde d'art.-
gos de moda, todo proprio para a festa, o que ludo vender" por precos i. ie anua*
razoaveis, em consequencii de estarnos presles ao Gm do anno, e oii5 nSo ijuer U*
grande trabalho com o sen balancn, preferiodo tomar diubeiro a Isaaaaao, convija-se
portento ao raspertviil publico a virera sortir-se na loja do 65 a< nJe c eos que nao oblerSo em ontro qualquer cstalclecimen'o; em hu f para crer
f^-,9
Vende se tres ca*as a povoacAo de Un OC-
cupadas com estabeleeimento : tratar com Adria-
no, Castro & C, no Reeife ra da Cadeia n. 16.
Pausaros
Vende-se excellntrs passaros de diversas qna-
lidalas : a tratar na ra Direa n. 3, 1* andar.
G
ROA DO, DOOE DE CAXIAS
(Oatr'ora do QueimaJo^
Farlnlia Ce millio
Vende se farnha de milho rooida a vapor, dia-
riamente, pelos precos segonle! : grossa para
raogan? a 90 rs., dita para acfti, pintos e passa-
rinhos a 100 rs., para caugica e pao de Provenea
a 120 rs., e para cascas a i40 r*., em arroba e
mais barato : na ra dr ^toveilo n. 25.
0 verdadeiro Portland : s vende na
roa da Madre Densn. 22, ?:-iazem de Jo5o
Marlins de Barros._________________________
Senil de corea a tO.
Completo sortimenio deudas as ctres, sendo
azul claro, lyrio verde, encarnado, branco, e cor de
rosa, e setim maco, e um sortimento de poupeli-
oas lavradas, e sedlnhus de delicadae cores a 23 o
eovalo : s na loja do Pa^agao, ra da Impera-
trz n. 40, de Meodes 4 Carvalho^_________^^
Cerveja de Noruega.
" Verdadeira e superior : venda nos armazeas
I de Tasso lrmaos Se C. _________
so' se wm
Chitas finas para coberta a 240 rs. o covado.
lencos de esguiao de linho a 34500 a dnzia e
nansuc a 260 rs. o eovalo : oa loja de fazendas
da ra Ia de Marco n. 11-, de Guillarme Carneiro
da Cuuha & C
CHAMPAGNE
Marca Cbs Fare
O aposito d'aqnella marca acha-se acloalmen-
rj .ia roa do Bom Jesu*. amiga ra da Cruz n.
22, ! andar.________________________________
Orf do Geara'
O melhor e mais barato, vende-se para acabar,
na rna do Mrquez de Olrada n. 40. ______
AOS PADRES
A Nova Esperaoca, roa Duque de Caxias n|
63, quem vendo as m6lh res meias de laia : a
qnantidade pequeaa, portanto ellas anles qae
se acabem.
Pereira da Cnnhi irruios vendera no seu >
ziio i praca de Puli 1 o. 16, amigo largo 4\
Chafariz da ra do Brnro, kerosene de pr meir.
qnalidade (Devo-s) em eaias de doas latas, al
s a gro so como a retalbo, por precos tar-
dos : tratar no su escriptorio a na Oa Mar-
H'r.-i do Oiinda n. 21, outr\ra da Cadeia.
Os mesraos rccillicT. tambera esse artigo B
mesmo Jepuziti,, por medica armazenagem.
PTASSA
Da Russia. nova le boa qnalidade : v n-n
Pereira da Canha lrmaos : raa do Va-qaez de
Oiinda o. 21.
/
Chocolate Menier.
Vende-se ebeecrate Menier da saude : na rna
do Mrquez de Oiinda n. 40.'
Carriiiho americano
Vende se nra carrfoho americano com 4 rodas,
4 a.'.seni is, laaea para -doos cavallos, arreio.- e
vara para um, esta em perfnto estad* e piolado
le novo : quem pretender pola dirigir-se ao cal
tnpcratriij.qae achara pej-oa corapetnte para
mostrar e tratar do negocio.
Aos jardiueiros.
A N.va Esperanza acaba de receber tbe-ouraa
eepeciaes para jardineiros, sao as raelhores que
tem viado ao meacado, a ellas antes que se aca-
bem.
Vende-se urna ca-a oa esirad< nova de Be-
beribe, defrente do ponto de Agna Fra da liaba
farrea. vende-~e a casa cora o estabeleeimento ou
'seri elle da maneira ene os pretndeme? qoize-
rim, podando oi.mesmos pretendeoies dirigtr-se
mesma ; vanie-se tarabaa un lerreae Com 300
palmas de frente no memo logar.
Vende-se o eogenho denominado Sao Jos, silo
na fregoezia da Loz, margem do rio Capibari-
be, limites da fregoezia de S. Looreoco da Malla
e a 6 leguas da cidade do Becie : seas terrenos
sao de boa prodoccao com mais de raeia legua
quadrads, tem boas maltas e obras soffriveis, po-
dendo saffreiar de dous a tres rail pies de assu-
car : tratar no mesmo engenh, ou a roa Direi-
ta n. II coa o Sr. Tihorcio Valeriano Bptista.
Tambera se veade o mesmo engeaho de porieiraa
feichadas, eoivindo ae comprador.
Banheiros de marnore
200 rs. um banho
A casa de banho- do Becife aceiti at o numero
de vinte assignataras para banhos diarios na ra-
zio de 61000 por cada ama, pagos adiantados. O
sobscrptor lera de assigoar o sea nome e dala
em que se sobscreve no Tivro da casa.
Assigoalura de 30 carlOes tranfei veis
Meia dita de 15 ditos ditos
1 banho para pessea residente da previo
ca "OO
l dito para passageiro de qualqaer especie 14000
Saota Rila
108OO
6400o
Vende-se o hoiel da rna Nova
o. I; tratar no mes mo,
RAPE
A loja da praca da Independencia n. 5. .hg .
nova remessa do muito arredlalo r>| gas4-
grosso, lino, aro.retitplio, rulo traaeez, tnoctia
da Babia, prineeza de Lisboa, Paato Cnrdrir eoc-
murn e visjad < e Rocha ; vende se em libras a a
retalho.
Verde Chrome.
Vende-se ere barris de 4 arrobas : aa roa 4
Mrquez de Oiinda n. 40.
E' sempre assim!
Sao superiores !
So o Tocas pode vender presuntos de Lameg.
a 40H rs. a libra a 880 rs. o kilo : a ra astita
lo Roaarto a. 9 ioaui a iariTia. _^
i
I
Vende-se uaia ae adioa ta eaea -leaMa a
raoaeraa, na roa la S. Mael, coa as ae.-olat--
ontaojedo- : 3 jananas da fraaie, aonae ei
ma direccan, 4 qnarios, 2 portas e f lanellas ao
oito, oosinha fra, eom 0 -pim otao, pruptio para jardim, tent no mesmj oitao
vanas flores e frncteiras, quintal lodo natrrale
qnem pretender esta compra a%v}n-sa'nes A tafe-
aos, largo la Puaa.lv e 13, ae* aabaia com
quem tratar. .. <
l
Vende-se orna
propria para pnncrpiaase.a
i trra : no pateo do Terco n
vende.
Cbnnibo 4o aMMiifAo.
Ven lesa a diohelro por MI o
do Commeeio o. 32, f anear.
urna
1



...... ....... ..... -.

I

.

X
"biVS
tkil
SEM LIMITES
Iflfear'W 'l-MiAbc. - Ten; ter ZO^afve1ftVl.,Wr
------ TV ~v '
*p*li I .cj*Je.. k
.'snlac tM| aoqiq eod
'Hita*' re' m oln Id lajj.flo:

mxt
H
l
I!


OX PEREBA DA SILVA & C.
RA DA IMPERATRIZ N. 60*
$6 a dinheiro vista
Os proprietarios deste estabelecimento tendo grande neeesMade le diminuir o im
oso deposito qn tem de fornidas e gr?nde urgencia de aphrarem dinheiro, tem re-
aolvido foiar tima verdadera pida?So cm grandes batimentos nos precos de todo;
os seas artrgos: para o qae convidara ad respeitavel publico desta capital a vir sr(ir-s<
pois !he garanten que em parte algiMi poderlo encontrar Uo grande so.-iiawi.toe me
o nao oomprarifo pelos precos qnVse Ihes pode vender na loja de P.vSo ; porrs ad
virtmdo-se qne so se vende a ditiiiero vista. Os mesmos proprietarios deste cstabe
cimento rogan a todos os seos deved -res desta pra^a o favor de viren saldar seus de-
oitos, e todos aqoees qne esliverein devendo contas antigs e o nao fizorem teo d
er encoajoiodadus jodicislnifciiie.
'TAMDRAf \S BRAXCS A 45000 E 4,5500
O Pavio tem pegas de oambraia branca
transparentes com S !/2 \an3 q-e vende
pelo barato preco de 4J0Q0 e 43300, ten-
do tarabem moito finas de 55000
105000.
NOVOS VESTIDOS A oOOO.
O Pavio tem lindos corlea de vestido di
fioissiroas carob^aias cos benitos bordadoi
t de cores e tambi-m iodos borda os braoc
at que vende pelo atutissiocopre;o de oi&OCX
cada corte, t grande pecbincha
que vera ao mer-
Ditas tapadas ou Victorias tendo do 3uO0, PANNOS DE CftO .Ht PARA CADEIRAS I
SOI'HS.
O Pavio tem am grande sortimento d<
pannos de rroch pr.'prios para encost di
cadeiras e de spLs. sssim como tim rici
sormento de tapetes de todos ostamanhoi
proprios para . MADAPOLO BARATO A i, 4*3500 E H
O Pavio tena p:.cas de madapolio com 24
i pe^a at a mais fina
cado.
krosrlcnaplcs prco e do cores.
O Pavo tem nra grande sorlimeuto de
grosdenaples e gargorio preto para vestidos
tendo de 13600 o cavado at ao mais su
perior qne costuma vir ao mercado, assito
somo nm grande sortimento do ditos de
todas as cores e branco e nm bonito sort- jardss ou O varas qne vende a 4j e 4HO
ment de setins branco e de cores que vea- a peca, dito moo fino e largo de 6,5 pan
? SS'? ??- 2?ia in0a' dit0 fr'*W *lhor qoe tem vindt
CASAQUIMHOS A Ja0, 180 E 20,JOOO. i0 merejo, assim como dito finissimo en
OPavao tem um grande sortimento de pacas de 40 jardas.
"icos casaqoinhos de seda preta maito bem
eefeitados e modernos qne vende a 150,
'.&$ e 20^000, sendo fazenda de muito
atis valor, assim como ricos cbales pretos
oordados com franjas largas de retro* a
100 e 120000.
CORTINADOS PARA CAMAS E JANELLAS.
a 80, 100, 0e 1(50000.
O Pavio tem um grande sortimento de
eorttoados ricamente bordados, proprios
para camas e janeflas que vende de 80 at
60000 o par.
Pecas de carnbraia, adamascada com 20
raras a 100000. crochet ricamente bordado
para cortioadosa 10500 o metro. Assim como
ico damascos com e 8 palmos de largu-
ra proprios para colchas de camas e tam-
oem ricas colchas de damasco a imitacio de
aeda e ditas de crochet as mais lindas que
tem viudo ao morcado.
JSSELWAS DE CORES A 400 RS. O
COVADO.
O PavSo tem um bonito sortimento de
assenas de cores, padrSes inteiramente
aovos e cores fisas, que vende a 400 rs. o
:ovado. Ditas brancas muito finas a 400
500 rs. Motim branco da India muito fioo
para vestidos e roopas de meniDos a 7O rs.
tcovado. Cretonas do cores muito encor-
dados para vestidos a 600 rs. o covado.

Metralhadoras!
Gbegou para a loja do Pavo om m(infljo sor-
raento de cortes e viudos de carnbraia com
tiao&dos branco^ e de core", aenommaaus a me-
Talhadora, sndo e^fa fazenda a oais moderna e
He rcelhor fo^to qae tem vindo eMe anno para a
e?ta : asi'.n como recebea tarabem ara lindo
aor'.irntno de cortes de carnbraia com palmirih *
tt&rdatas a !aa, tazeoda de maita pbaalazia, e ven-
4e-J tado muito raats barato do qne era outra
w!-.;uer parte : na roa da I aperatnz n. 60, loja
taf mazara de Pereira da Silva & C.
Popelinas de seda
A 10*iOO rs.
M loja do Pavi vender nm elegante sorti-
txnto das melhores e mais modernas popelinas
seda, qae se liquida pelo baratissimo praco de
f<500 rs. o covado, grande pechincha : ra
Cortes de eMlas.
a 10600, 20000 e 20800.
O Pavao tem cortes de chitas francesai
com 10 covado, qu8 vende pelo barato pre
co de 10600 e 20000* ditas que vende i
160, 200 e 280 rs o covado, tamben ten
um graede sortimento de ditas finas clarar
e escuras qne vende a 280 e 320 rs.- o co-
vado e finissimas percales miudiobas propri
as para camisas, vestidos c roopas para me
nios que se vende a 3G0 o 400 rs.
LENCOS BHANOOS.
O Pavio tem lencos brincos abanhadoi
que se vende a 20400 e 30. a dozia, ditoi
grandos de murim sem ser abanbados a
30200 rs. a duzia; assim como bonitos len-
cos bordados para ntos.
ROUPA PARA HOMENS.
Sobrecasacos de panno preto fiuo send
muito bem feitos de 120 at 400000.
Palitos de panno preto fraques e sacc .
de 80 at 120000.
Ditos de casemira de cor de 60 at 120.
Ditos de alpaca preta fina de 40 a 60000.
Ditos de dita branca e'de coree 60000,
Ditos de bnm de linho trancado a 60000.
Calc>s de casemira preta de 60000 at
120000.
Ditas de brim branco de linho de 40OOC
at 80000.
Ditas de brim de linho de cor para todoi
os precos e.qualidades.
Camisas (rancezas e inglezas com peito
d'algodo da 10600 at 50, em duzia ven
de-se mais barato.
Ditas de meia da 800 rs. para cima.
Cerooias do imhn alcodo, francesas
fetas na trra.
Collarinhos de papel, algodo e linni
que se vende muito barato pira liquidar.
Para noivas.
O Pavio tem rico gorgoreo de seda, bran-
co. Orosdenaple branco mnito encorpado
Agraciannas brancas com listras de seda
Poopelinas braceas de seda lisas e lavra-
da. Sedas brancas. lavradas o lisas. Ca-
pellas com palma de Cor da laranga con
imperatnz d. 60, loja de Pereira da Silva 4 r,cos vos bordados, qne tudose vende maif
barato do que em ontra qualqner parte.
A loja do Pavao acba*se constantemente aberta das
raa da noite. ra t' 'nneratr o. <50.
6 horas da maohia at as 9
Atten(jao
Vende se o eDgenho SaDi'Aaoa no '>etmo de
Agua Preta, jnnto ao engenbo Bambrr sendo de
aoimaes, e vtnde-se de corteiras feixadas, com
todo aue existir, entrando a safra criada para
Serto de dous mil paes, por preci commo-
o, ou a dinheiro ou recebondo a ter^a parte.
ora terrena e bastante mattas : que pretender
dirija-ie ao me-sino ongenho : a tratar com o pro-
prietario.
Ffs rvativo de sol e cim\fa
Chip s de sol re alpsca muito fina e esbo?
enteUados, com 12 asiias a 4300, i se vode porfi
este prec) pela grande qusniiade : na lojae oas
portas em frente ln Livramento.
COQUES.
O Muzeu Elegante recebes pelo vapor rancez o
4ue ba de n ai- lindo m diademas -ufe tartaruga e
a imiatao, e tambtia coques de troas e crespos,
cousas de alta novidsde em Pars, e se eslao vja-
dendo per pre?os rao lieos : na -ra estreita do Rj-
aario o. t.
* i.' .' -------
r-t-r?

ps de roselri(S da varias quaiidades, de Pndanos
de piobeira, anoto, absate, flgneira : na Boa-
vista, ra do Vieconde tfc Goyanua n. 101, oulr'o-
ra Mondego.
Rtobi de xudioc
Mello Carneiro & C. na ra d) L'Trmenlo n.
38, vend-m ar-ubi de mandn ca nova, em saceos,
propria para embarque.
-
Pm a voitiiret .
Ven Je se no Bizar da Victoria a ra do Bario
Victoria n. 2, anas cartas para voltirete e las
uiot.
Cretonas a 400 rs.
Ch'gf
timeoto de cretopes de todas as cores mnito fixas,
propios para vestidos de casa,- e para roopas de
meninos, e vendem-se pelo dimiouto preco de 400
rs. o covado, sendo se pr.-?o regular 560 rs., e
nesle mesmd sentido ontras muitas fazendas : ia
loja do Papagaio. ra da tmperatriz n. 40.
Chapaos tr sejikoja
Hadamoyeelle Marie Lavergne faz cente as
Exmas. seohoras que acaba de reetber d&Pariz
um linio ortimento de chapeos de palha da Halla
ricamente enfeitados e da ultima moda, qne vende
por prtcos commido', em seu esubeleeiroeato de-)
cabe li-reiro a ra Primeiro de Marco o. 14, pri-
meiro andar.
Pe i fumarlas finas
O vespeitavel publico enenntrar nm bello sor-
lmenlo de perfumaras francezas e ingleza* dos
mais acreditados abricants? e por baratus preoos
no salo de' cabelieireiro da niaderm y.salle Marie
Lavergne, a ra Primeiro de Marjo n. li, primairo
abiar.
Obras de cabelles verdadeiros
M femoysel'.e Mirie'Lavetgne iem a honra de
participar a- Exmas. senboras que acbario era
sen tsi.tbele.imento 4 roa Prirneiru de Marco u.
14, um g-3:j:ie ortimenij de coques de d.versos
modelos, bellas trancas, cres:eaies, tapetes, ca-
chepain, rilo ; a venda como para alugar, tud)
por mdicos preces.
Ao ctnilau(c de phllusopbla
que eem de fozer eiane em
atareo.
lidendo philosophic de A. Charma, na parle
lgica do sea .mpendio. Iniispcnsavel aos esto
dntes desta disciplini que vaj fazer exame. Ven-
de-se por U ris, na livraria franceta, e na dos
Sn Nogoeira Medeiros._________________
Papelao hamburgupz
Joaquim de Sonza Maia & C, praca da Inde-
pendencia n %l i JO, teem para vendar em mas-
ot oo fretalbo superior ppela? (TeHamburgo.
Oalas para viagm
A leja d)s arcos de Alvaro Auatisto de Almei
da & C. rna { de Marco n. 20 A. .acaba de re
Ccber otu coiaplelo sortimento de txcellentes roa-
las pjra viagem, e que se vender por precos ra-
zeaveis.
T;auci ?* vio nm prficesso'rosis perfilo e qne al-
ai; it tal forma a satisfazer as exigencias mais
v i sua cor lindissima e nao precisa de cuida-
c ilf/nm para se conservar no tinteim sempre
At a mesa or, sem borra, erecta, botor ou sem
i t* >.fora couhecidas, anda meamo dos oeioores
itorea estrang'rcs.
?cbretudo, este estlmavel producto nao ataca as
a de a^o, antes pete contrario, a peana
ifBire ura esmalte dmirado que, sendo icteres-
&c;*, assas proveitoso.
Zita tinta, nao sendo especialmente para copiar,
a comtudo d.is, tres, oa mais copias ura me.z
'pos de escripta ; preciso, por-JtOt Jeir.ar-lhe
ipapel bra mo'hado ra-o euxngar cora o tnata-
a.'iio, porque uao ba o naco de borrar. Para se
nr mais de urna copia, oio se aggtuiuer*m Un-
a 'ollus 'aa-a* con 6 original tirar orna tantas quanlas
tuttjsro, a^m qae o orlfirral ftqua projodicado
*iu xtra^oa*.
Occorre aqu dizer qae, para copiar imncru
itta intelligencia ebibiidade, sem e une a rae-
ter tcta nao satisfaz,' e o de>fsito reoae serapre
obra a treta, i,Tje u i tas- *mea cmem manos
upa tem.
i dopia gualidade desta lista ture mmenle
rtcavel, pois que evita qae era qualqner* es-
rpterto baja mais do que cma tioia para os di-
' fot miste res.
Smovanto ana dnrabilidade, io ba a oppAr
itaawor dnvds poia cripta saffre o choque de cidos fortissiroos, sea,
se deoompr; ara, se oa cidos cao tem accao so-
bre ella, rnuite rueo* a aeco d destruir; isto p!aasivl.
Nao ?6 ao comnitrcio qne este mea producto
veio ser ntil ; os professores dos collegios, investi-
gando todos os meios para o adianiamenlo dos
seas discpulos, tem approveitado enta tinta, que
com razan a acharara apta para desenvolver o
posto nos edneandos, em conaeqnencia da beleza
da cor e facilidae de correr na pequea pola sus
liquidez. Ha exemplos de cr.ncas que havia
muito lempo tinbam orna repugnancia extrmn
para a escripta, logo qna foi admlttla esta tinta
no cotiegio, apoderon-e dellas a curiosidad* a o
gosto, e ronco teropo depois osea aiantameilo
era manilesto.
Esta tinta, Dar de untas vantagens, tem nm
uuico inct'Qvenienie, deteriora-se ao contacto de
ontra qnalqner; envm nois ta la em tinteiro
isentos do menor vislumbre de ^ntra tinta, e evi-
tarescrever com a penna saja de ama preparacao
dillerente e iucorcpativel; vnricanlo isto, nao ha
rarao bara se nsar e tint qoe nao seja a VlO-
T.CTA EXTRA-PINA DE MoNTEIRO.
Observapao.
Diversas falsificares
recido, cuja dnrabilidada
c-"es e .bwp:bant;js tero appa-
rabilidada fhrv{wa. Os Srs.
compradoras podera evitar o engao dirigindo-e
casas circumspectas, e pedindo a tinta qne en
fabrico
1. C. Itonteiro
OLEO PURO DE FIGADO DE BACALIAO
DA|
TERRA NOVA
DE
H. LAGOMBE
PECHIFCHA


i'itnaes, iUNBaoai, :.
Cofres de ferro ,lc MBers,
X iif/io para COpar C3riaS-
Balanzas de pesar, Dc
Tachas de ferro, irtJDhJd0.
Arados Americanos
VI ck6Sa para agricultura.
Carrinhos de meo.
Machinas a Vapor
MaPuliaS de descarocar algodao, de 10 at 40 serras.
Chapas de ferro gaiv

ivanisadas para cobrir ; asas etc.,

reacos de esgulo a 3900 rs
a duzia
Chagnu a loja do Papagaio nma grande porcao
' abainhados, e vende se
acabar, s o Papagaio
Impera!
Este oleo qne lao boa acceitacao tem merecido, ^^W de esguio i a
tuitose recur.menda por ser o mais purilicado nnr juO ra a iinna r
satftia ia&tfMs!*a k ETSS impera"? FU
Hamburgos com SO
LII i II11II
Carnbraia transparenl>s muito fina a 3| a peca:
na rna Primeiro de Marco n. 10, loja de fazendas
:">rme Carneiro da Cnnha & 0.
Vende-se
[V"~T "a ra de Hoitas n. 43, l
a qnal bem afrrgoezada, o eu, v... i,^4iiaa i
rilar na reesma.
varas
A loja do Papagaio acaba de reerber urca pe-
quea porclo de hambug s com 30 varas cada
nma peca, qne vende pelo diminuta preco de l,
sao proprios para toncos, toalhas le. e mais
. barato que algodes : na ra da Imperatriz n, 40,
A 320 rs. o covado
veApacis de lia de furia rres, proprias para
m*m pirra so nai,. n,mn rn rt i-m'.i
*> Papagaio, rna <*"
O mais superior cemento que ha no mercado,
em barricas grandea de 12 arrobas arqueadas de
ferro : bo trapiche Gqerra, no Itocife.
Correio PtrQambiieino
Vendaje a typographia e emoreea iio
jornal Crrelo Pernambucano, tratar na
ra do Imperador n. i, das 1U da manha
> 3 da tarde.
A l^GOO a -duzia e 160 um Rap Cearense
Lene. de l)tfMl fina coro barrazinha, pro- { De superior qualidade da fabrica de Vssconcel
prios para algara a U60O a duzia e a K'-O uee: s &- Fi\i\,.dep.isito ra Pernaiafcnco, em casa dos
oa I. ja das ti portaem f ente do Lamnenlo, ras. Tasto Irmlos & (L rna do Aniorim n. 37.







I :.
Ba Duque de Gaxias n. 29.

Estes rticos ven'em-se em
c?3 dos importadores.
Shaw, Hawkes 4 C,
n. 4 roa do bom jesos.
(otr'ora ra da Cruz)

GITM
CERVEJA DA B A VIERA
MARCA BANDEIRA
Nos arranzftns dft Tasso rmaos & C.
A FLOR DE ORO
No 24 A-Rua larga do Rosario-N. 24
Sempre viva no cumprimenm de seas deveres, sr.da a seas innnicero frefae-
ze? pela entrada do novo anno de 1872, e de coracao dt-seja, a todos, Lera boa somma
de contos de ris, fm de que jamis esqurcam o jsrdim das jniaa qoe existe a rna
larga do Rosario n. 24 A, onde com muito pou<-o dialuiro organi.-am om bonito rama-
Ihete que nao expargindo perfume rio deixa com -ludo de ser de subido va-
lor, e mil veres preferido s flores vegetaes que perdendo o odor murcham e deaap-
parecem. Amo novas, nova censas ; portanto respeitavtis leilir..? visiiai o eslabeleci-
'i ment qne encontrareis urna variedade tal one com certeza daris per bem emprejado
tS o lempo precioso passsado na FLOR DE OURO que
m Em modici iade de pregos sem igual
Lindas voltinbas de onro a 8000, lonetas e m caixa de madreperola ebra de
gosto para senbora a I0C00, pares de brinco de phantasia a 84 e lOfOOO, meios ade-
remos a 16/, rozetinba de diversos roodelios a 5/ e 6/, e 8JC00 o par, palceiribb'. de
corai a 7/, atacadores de dito p.-ra creanca com bollmbas e diversos enfeites de coro a
a 204000, Yjliitihas de coral com cruz de onro a 5*000, brlnqnbos de ral a f t
441)00, lijif s a 24, lindos anneis de benitas e beas pedraa a 34 e 14. ditoa de pet'ras
finas a 64000, crozes de diversos gosto- a 34, 44 e ,'4, ditos de esmeralda, perolas e
mbins a 124, 144, e 164000, cacoletas com inscripc5es e sem ellas a 54. 64 e 84,
lindas fivelinbas de prata para as modemas pulceiras de fita a 14.
Aos apreciadores da moda
E" rnente na Flor de Onro que se vende jolas modernas por ponco diab-Hro
como fcjam : gnirnicdes ocm tres botdes para asertara i 44, pares de drtoa e de de-
ferentes gostos a 54, ditos a 34, ditos de colerinhos a I400 o par ditos para pachos 1
84, cadeas muito chiqnes a 204, ditas a 64500 a oitava, pencinez de prata domada vv$
a 44, 44600 e 54, medallioes para eadeias a 124, raedalhas com leras a 84; atm (7\
de nm grande sortimento de obras de brilhantes, brincos, braceletes, alUneles, d>re-
ces completos, meios ditos de pedras finas e coral, medalbdes, volua trancellna,
anneis com letras e de diversos modelos, ocules, pencinez de onro, raiogioa de ara a
'9/^j prata donrado e de afamados fabricantes, <>ssim como grande soriimento de obras de

u prata do Porto, Unto para o
ludo lei.
servido domestico, como para Igrejas, e jarantime* aer
A Flor de Ouro contina a estar aborta at as
8 hoK*s da noute
CASA CAVIN A MARINIER
PharmarwiUeo
prlriVa.aa
Rouleyard SbMlopol, 88. PARlf.
Vendo se ama magnifica vi-iraca bexagjna
de jacaraadi com repartimentos de vldro e gave
las em baixo, pr^pria para expo-ici) de joiaa, per-
fumaras ti miudezaa finas : a tratar na ra ta
Imperatriz u. 7.
Ven^le-se e sobraiio de don andaras n. 100
L ra .reijj : a tratar na ra do Vigario n. 19,
1* anlar. ________^_____
Vende se urna escrava peca curo, lodas as
habilidades para o ervica domestico de familia,
engomma, cozinba, lava e ose cjm perfeic? : a
tratar na travessa da Maire de ^os . li, on na
Passagem da Magdalena n. 5, passand a ponie encionsr por Mjicraar enfadordio

NOVAS ESPECIALIDADES A.
Apresfntaias i Ao4eait it Stieneiii M
IIIICPPAn Sob i form IHvCuuHU momnrto ubhoHko
MOLESTIAS COMTAGIOiAS
.
0a proprietarios deste bem montado e?l.-belecimento scienlificam aorespeitave
raspeitavel pobco i fta provincia que se acham com um vaiiad e completo serti
sedo de movis, tanto naciones como estraogeiros, sendo estes escolbidos por nm dos
osios qoe se acba encmente na Europa. 0 mesmo tem contraetado com os melhores
fabricantes daque'leconlinen'e as remessasdas mais ricas mobilias feitas all.
N officina temos mais habis artistas dfsta genpro, e por isso-pfcdem qus ve-
abam visitar o estabelec ment, aonrte encontrarlo a re^lidade do que acabam de expr'
ue te pode minar; ricas e oomplelas tnobilias de Jacaranda, mi gno, faia, carvalbo.'a-
marell <, ele, ticas e elegantes camas deja caranda, pao setim, amarello, etc., etc., goarda
ve?t;do de-amarello, goarda !ou?a de giiflira e de amarello com tampo de pedra, apa-
radores dedto dita, peti toilettes especialmente para fazer a barba, toileltss de jsca-
rand, amarello, pedra, seereta'ias da Jacaranda e mognocos tnreiras oe mogno, san-
tuertos, thears para bordar, bweos, lavatorios com espelho, de pedra marmore e seos COLLYRIO Contra as afleo;oig das patpeam, preparan
MARN I ER
4 Frw(>.
ra (ni *
"1?4
ruEOT-roiLTie
Q raros
do volme de nm relogio, i
de PHItTRO c Scmnoa f en oa
nconvenientea de rraSlIhaad*.
ESTOJOS Coa a f"-e WSASR**'eo-"*
RltiSIL e POBTVfiAL
BARTHOLOMEO&Ca *^r?=3^^?



Uiaria da Fernambaca. Twa tetra 20 de Fever,. tro da 18'<2
yyuM1
lTURA
yniacrajii histricamente produzida nos
j'oto.. m> clisset oh nis famHas.
O qu* e-i sei que aa moles la* nervosas
(receil .e. v ca* dia augaoeutaa-1-i e se compicau-
eonHELAcAo m iYtw.Lic.K>wu com a DKHii.i d> mais Oui povoi callos, sendo mai raras
dan orgnica, em nuonro e em especie entre os selva-
I 'ge*-
Parece ser creoca com laura que os ha Explicar-me-hei melhor. E'claro qoe
mons iniarligtniasaio garsnenle fracos; a machina roe roaisseusa ou abusa a qne
ta's !3 aoi ha raoiu g'iue qw peo.e se decomp3* mas depressi. De doodose
ser a mte'guiicia orejee me sy-np: >a > de hysiericos ojiSo cheios os armarios do
debilidad ou molestia, 'granie museo dos povos cultos. Apoz
Eu meiecmlo diierlid emllenm q.i-r elle* vera os tysicos. os magros e mais
o ge;>io i .-yuiptoaia d.i ly.-ica c oaresie .un, como no c nejo do boi gordo de
principio elle chegoa mesmu a deduiir q i- Vctor Hogo, v-ra a caoalba com soas laces
Nosso Senhor Jatos Christo davu lar stdi coradas, olhar brilhante, forte respiragoe
freeo'e muiio ua.-vj.-o, procurando confirmar robustos msculos aptos para o trabalho.
tai awercJo pela npid:z om que mor eu' Qaem sabe se os barbaros do Norte ser-
niCroz e pela violencia de saus ataques viram i civilisagSa decabida da Europa da
contra os phariseos. | mssuia maneira qoe o gentil campesino in-
Os naturaes da campanha de Buenos-Ay- funde nova vida a orna estirpe que te ai-
res segondo assevera o Sr. Srrmiento.M''*- '^i Ojem Mbd M eofraqoecimenio
basas America) sempra acreditarain que de carcter qoe le observa nos povos a
ot homens da cidtde eram mai* debis do1 medida qoe te cmlium nlo eolra
que alies, opiniao que universal em tu !o< coate mais do qoe a relaxaco de lecido
tis pov-s da trra, mas que o Sr. Sarmien- muscular!
tocmsidera errnea e origem de certo lo-j A lei d3S compensages ama lai por-
ugonismo eutre o campo a ciJade, anta-
gonismo qoe tem caracierisado as guerras
Civis argentinas.
Esta trenca de lodos os caraponezes do
mundo fonda se em observares positiva*.
Ktles sa comparara physicamente coa os
te al osa.
III
Agora bem.
Pea razio mesmo de que a pnmeira
vista parece um dispa'rato, tenho tentages
de (trovar que a fraqueza da inteiligencia.
iiibiuotea" Ycidade^ 11) geral coaside- '('.om a grag.a de Daus a 1 paciencia d) lei
rara-se mais rostdos, mais glotoes e m>is tor vamos procurar faze-lo.
fortes a como atsim aclum que estas qm- O meu raciocinio este :
(dadas s3o symotoraas desauJee rabaste'.J Sa pensamos porque sentimos, nao e
iu'garaas que n5o raciocina a mal. vardada ? Se alguem duvidasse M lein-
S Frei Gerundio 00 Silgas podem con braiii que toda a idea, todo o conhecimen-
tradizer as concluses tiradas do sent 11 to do raasdo exterior, todo o miterial de
v. )mraum porque ha a'ga mas excepgoes. Em
ijualdade de circumstan;ias a sciencia n m
auiorisa acreditar no que acreditamos cam-
ponezes. O ar puro e o genero de OCCflpa-
Co, sao cansas sufficietes para abonar a
pbysiologia nos homens da oatureza.
Ntjste estado da quesl, e teodo em
DMM favor crencas vagas de humaiidade,
vimos dar conta da um principio, cujas ap-
I>:icac5es sao do man vasto alcacce sobre a
torta dos mortaes.
CoflM se ver, o problema affecta mais
a as ouvros homens cultos do que aos pro-
pr;OS homens do campo. Elle nos dar o
liM bal-neo para sa apreciar bem es?a for-
V- P'iysica de que ellos se jactam e ssa
cultora de emocas, lilteratura a varaos,
C >n a qoal gastamos o corpo, sacrificand-i
aquella vigor que dasprezamos a titulo da
:v libados.
A;.-im pois, neste trabalho ir3o ligad
j.bis os probleans: a relacao da iatelli-
-i ii c)m 1 fw/za, 8 como cirollarn
t> piincipio, o que serve de epigraphe 1
tata artigo: a precocidade iotellecioal.
II
iNada t5o satisfactorio para os pas do
a/ie ajuella vivacidade infantil qoe nj pria-
tipio lisongea-lbes a vaidaie e que depois
aan-mcia-lhes para o futuro um famoso dou-
l>r, om sabio medico etc., qoe dar fami e
nome famia.
Eu tenbo orna menina de seis ann03 que
excede a toda esperanca. Aprendeu a 1er
e a escrever qoasi que tem ser ensinadi.
E* observadora, todo pergunta, falla em todo
is vezos reveU miis juizo do que urna
pessoa de 60 anuos.
Mas quero pensar que eo tico triste con
templando tantas habilidades ? Quem po-
dtr acreditar que eo desejaria antes qoe
nimba ilba fosse nessa idade ama tola, qua
so se oceupasse em digerir como um bicho
e seda ?
Quando om hornera imagina ama idea
geral (em principio) lorna-se ella om sexto
sentido teo. V ludo prisma da sua con-
\icc3o.
i'.n principio falso envenena toda a exis
teaeia. Um principio verdadeiro phiroi
qoe nos alluoia o caminho da vida.
E' pois, claro, qoe o homem que tem a
ewKicfid qoe tenho, em cada prximo gor-
do, j'.nga ver um tolo, em cada fraco om
homam iotelgente.
Mas sa se reflectir um pooco var-se ha
r.oejuhgiJlg^ - *'
Que todos os gordos, em igualdade de
f ti'instancias tejam menos intelligantes
ce que os magros concloe-se de om princi-
pio da antagonismo physiologico ; porm
tste jnizo Comparativo nao implica que todos
es gordos sejam estu, idos e todos os ma-
gros iulalligentes.
O que se pode afumar qoe se um gor-
do f sse franziao, conservando a metma
strnctura nervosa 'eria mais intelligente,
f.m proporco que as funegoes animilativas
fossem manos activas.
l'ode-se, poitanto, sustentar que ma-
terialmente impossival que a inteiligencia
de um individuo oo de orna familia augmen-
ta om o tempo sem que na mesma propor-
(3o se deterireos os ciernis tecidos.
Lembro me ter dito um grande philoso
pho qoe, qoaudo as familias de proflssSo
intellactoal perpetuara o mesmo trabalho
em soas descendentes, sem exercitar outros
tecid;3, taes como os masclos, os ossos,
oo os apparalbos nathtivos, pode-se prog-
costicar a fysica para a qoarta geracio.
Ento para sa tornar intelligente bastar
deixar de comer, emmagrecer ?
A este argumento responderemos de-
pois.
Por ora a nossa proposico nao que a
magreza prodoza iotelligeniia ; o iaverso:
a inteiligencia produz a magreza.
Logo veremos qne por soa vez o efieito
aprsenla se com* causa, pbenomeno cora-
mum na vida orgnica.
Como em geral om orgio oa om tecido
nossa actividado iotellectual adquirido
sanitario se, isto , pelo exerecio dos or-
gos Motoaet.
Se certo qia pensamos porque senti-
mos, seguir-se ha em consaqoencia q-ie
quera sante mais pen-a mais ?
Porn sentir mais olo so lar sensacoei
variadas (1 este respailo to los tem cico
seados). Na realidade santa mais aqaelle
que m is susceptivel a accio do taundo
axta ior, aqaelle coj m ervos exp3rimen-
taa urai imorasso miior, mus intensa a
*(cM cora menores causis oa forejs ra
fraew.
Mov o vento urna harpa eolia.
S em laar da cordas flaas, tiver ella
bord-'s, claro que aenhura sem prodo
zir.
Todos jabera que um ty-ico na raaior de-
biliiida de forcas nao poJe soffrero me
oor ca lo. K' tal a vinraco que o ar on-
do'anta iransmitte a tei s ervos que s isto
o dase-pera. Parece que soas cordas 3o
rehentar. O mesmo dira a harpa eolia se
fallisse onvindo o barolho dos carros de
Buenos-Ayres.
Poroo dos dizemos qae a sensaco nio
s serve ao pensamenio pelas ideas qne
communica, com i palo estimulo que imppri-
me.Os sabios eos loalligaates nao siosim-
ples laminas photographicas. As mpress5;S
s5 > a materia prima com qoe o homem eli
bora a saa stbadona. O mais que sabe-
mos o producto da nossa n-fltxSo, mas
raflaxo qoe precisa da estmalo.
O menos aiilado laitor j ter compre
hendido qua estas premissas levara nos em
linba recta ao nosso typo, os fracos.
Ajumaremos seuiprs algoma cousa da-
monstraco j feita.
Nota-sa qae, palo principio exposto, om
cooslinta exercicio do cerebro produzin Jo
por fim a magreza ; presumimos que o
nosso magro prtence a esta cathegoria A
these porm, u5o qae toda a magreza ha
de pr^vir de grande exercicio raeotal; pode
haver magros que o sajam por oatras c u-
sas.
Pois bam, passemos agara a um principio
mais curioso. Se se nao prtence especie
dos pensadores magros, s pelo fado de
ser magro por qualqaer motivo ; adqaire-
se era o ser mullo mais intelligente.
Sa um marinheiro, um acrbata, om
camponez, um trabalhad.r qual uer, torna-
se mais fraco oa parda parte do vigor vital,
u\i-uu v-u ^ r.t...'rt- .. ,,, aanaivAl B
por conseqr enca mais pensador.
Vicc-eru : se um pensador por algoma
causa excepcional principia a mostrar mais
nutricio, perde na inteiligencia, porq
principia a perder na sensibilidade
Assim, pois, da qualqner lado qae eo
careraos a questo, a Inteiligencia em goal-
dada da circumstaocias parleoce aos magros
e fracos. e a estupidez aos gordos.
E* pana qoe esta lei tenua soas compen-
sares fataes t O termo de um desequili-
brio a estupidez. O termo do oatro
a loacura, a tysica, a precocdade io'ellec
tual, o mando t
IV
A inteljench, pois, deve ser um dom
mui precioso, desde qae s comparada
com a ruorte certa oo em perspectiva pira
03 Glbos.
O philosopho Spencer, foi o nico que se
salvoo da familia de seu pai. Goohecendo
elle a sciencia da soa salvagao (o pai era
um sabio) toabe economisar saus ervos
t publicar a metade da sea vasto plano.
De doos em doas anoos escrevia om vo-
lume, e largava 'da peona para tratar dos
ervos.
Isto que sa chama escrever por prin-
cipios.
E' conhecer a sua posicSo e assim triom-
pbar da natareza, illadindo as saas sen-
tencas.
A existencia de Spencer 6 a gloria di
sabedoria humana. Todos seos irmios
nasciam mortos, e o prodente pai n3o po-
da applicar sua sciencia em cadveres. Por
eseovolve-se com o exercicio, assim o ce- q q Qaica um vivo, mas j trazeodo soa
rebro e todo o systama nervoso se desen- sentenca sellada na froote. A hygienetoma
volv. com exercicio ligado proQssSo do o feto o ravoga a seoteoca, dando ao mondo
poeta, philosopho, Iliterato, homem pen-
sador, etc.
Parm se orna machina humana gasta or
enanamente muito da saa forca em pensar
e sentir, claro qoe na mesma proporcSo
sa excitarSo menos os demais apparelhos,
acabando por eofraqaacar-se e gastar-se os
masclos, os ossos, os ligamentos e como
nos prova a experiencia qootidiana, o pro-
pito confio, ot palmos e o estomago.
Esta lei que chamaremos econmica, se-
cundada pelo principio da coQservacJfo em
vtf lude do qaai o cerebro reaga poderosa-
mete sobra todo o tystema.
Se esta magnifico principio fosse bem
conbecido quanio mal evitara homanida-
da E' o arimairo principio da hygiene
iatallectoal.
E' a barretea levantada contri, os abusos
io astado. E' o crysol dos tystemas de
idaeaclo.
ravoga a sentenca,
um 1 hilosopho.
A educicSo Spencer foi lio sabia como
asua creado. Nada de escola (matadouro
da infancia.) Um tio conego encarrega se
Ii sua instraccio na qaal 'observa ama
perfeita economa, isto , nio Ihe enslnou
nada qua depois tivessa de desaprender.
Assim t da a disciplina intellectoal deste
grande e original pensador redozio-se a
apreodizagem pratica das sciencias physico-
naturaes. \
Quantas victimas do tmalo, qaan\ps
grandei horneas seriam salvos pela hygie-
ne, desses fataes planos de educaco que
correm pelo mando I
.A escola, o collegi), as armas, a ignoran-
cia universal dos principio3 philosophicos,
qaantos entes preciosos n3o eoviam eter-
nidade /
Se o erro consistase em comprar a in-
teligencia custa da sade, seria elle dea-
Nao sei se a civilisacSo hucaana ama I calpaval pela sublimidade do desojo. Po
reas, perder a snida ion ilmaate e ir ga
nhir attupide? a enfermidades, inacredi
tavel/
Vardada que ha homens asaim edac
dos que ptracem sabios. .
Tambem ha muita moeda falsa que pa-
rece uro^^k__ fi
Mas naites lampas da rasurreicSo ja aa
vai comprehendeodo qae entre a igno
rancia formada e 1 verdadeira ignorancia,
ha apenas a collocacSo de om capello pre-
senteado por qualqoer coagreagcJo 00 fa-
caldade.
V
A precocidtde htellactaal qae tanto nos
prende 8ca assim enllocada em aua verda-
deira loa.
Ella snpp5e debilidade orgnica.
E de facto a experiencia confirma a enon-
ciacio do princip.o.
Nao ba observad.r qoe nao tenha encon-
trado moitos exemplos not qoaes orna in-
telligencit, p-ecoce, seja na pnmeira oan
ca 00 na mondada, om juz, acompaobada
da symptomas de debilidade, taet como a
paludas, o faslio, aeriedada habitual, ir-
ritibdilade oa mi coosliiui(So pulmonar.
Nio raro encootrar-se e m um dastas
meninos precoces om graoda desenvolv
manto de cerebro. Ne3te caso opaenomi-
no manifest.
A actividide vital est oncentrada "no
tecido nervoso cm prejuizo d<>s demais
uneces.
Excitar o pansamento nestes eotat tran-
zinos por aeio de uraa falsa educacfb, se-
ria mata-Ios mais cedo ou mais tarde.
O poder intellectual, oo como ae dia 1
inteiligencia, hereditario. S a instraccab
adqoarida.
Ja provamos. porm, que este deseo ol-
vimento carebral oarvoso qae se iraotmitte
por geracSes, tem por compensadlo naces-
saria a debilidade dos demais tecidos e
mt:i priocip ilmenta do estomigo e dos pul-
moa*.
No qae se tHm ao estoin igo prova a
exper.e ca msgistrites dos" litleratis.
A depresso pulmonar juila assim sar
explicada : tanto as letras um obeio se-
denl rio, como a costn, etc., chro qu
estas pessoas fazem poaco exercicio de
tiraros, o-racos destes esforcos que agita 1
do o organismo fazem func ionar com for-
cas os polmes. O pooco aso por flm de-
primo este orgli.
O hornera perde os palmas coma a tou
peira a vista a o mergulhador as atas.
Mis a inteiligencia dos precoces pode
ser em parte hereditaria e em parte adqui-
rida.
O simples facto da herelitarielade j
s ppa urna fraqueza relativa.
Esta debililade pode existir mesm<
quando o menino pareca gordo, corado ;
mas neste caso ha da sar as fanecoea res-
piratorias.
NSo raro ver se pessoas gordas e no
emtauto mui fracas por tut m coaUitoi-
c3u pmlmonar. Qaisi sempre t.n tambem
atfecces do coracSo e por itto maito sen-
siveis e delicadas.
E-ta debilidade que por si mesma pre
disp9e-se s eraocoas, sinonymo de irri
tabilidada oa como se diz vu'garmente de
ervos.
k caosa est na debilidade.
Os poetas, oa Iliteratos, os nervosos, os
Juuules, os tjsio , aa maHtar-* comptra-
das com os homens a 03 meninos com os
adulos, todos s3o mais seosiveis do que
seos correlativos por ama mesma causa
deb idade.
E' a harpa eolia que soa ao sopro da
brisa.
E' a disposicSo nervosa em nos commo-
vermos mais leve caosa, desde o mais li
geiro insulto at o mais rpido aconteci-
mento do mundo externo.
O pai prodente qne teoha a desgrana 00
a necessidade de possuir uns destes por'
lentos qae se chamara meninos precoces-
dca sabendo qoe as tcantelhas qoe o encan-
tara, sao a luz que allomia a saa sentenca
de mor te. Pider neutralisa-la se n3o em-
bevecer-se com as gracas di creanc&ft .
Mas infelizmenle a allur'-^ e afon,ca
e faci!.
Em Bu9"s-ATrej Por circumslancias es-
per. degeneroa j em endemia.
Que gloria nao ter-se om filho que
aos seis anoos j l corrido ? I Gomo
bonito ser-3e doator aos qaatorze an-
nos.
E de nutrico como passamos ? Sabe o
senhor pae como se alimenta om menino de
dous annos ?
A hygiene da infancia qoe nos bordamos
de nossos paes maito conhecida.
O menino deve comer e beber o mesmo
e s mesmas horas que os vlhos. Os do-
ces e froctas s5o dadas por condescenden-
cia e s3o no amianto om veneno para a in
fancia, O leile j nSo se asa porque as
leiteiras o teem deita lo a perder.
Pobre menino, tao franzino e vivendo e
dormindo em um quarto escoro sem ar'e
sem luz.
Seu instincto passear, mas o qae se ha
de dizer de om menino que anda sempre
na roa e nao para em casa ?
Mea filho, Sr. mestre, nlo coohece
as ras. E' um menino quieto que lava
tolo o dia sentado ao p de saa mi.
E da fado, o menino tem o rosto palu-
do como o de om coodemoado.
O systema de educaco est pintado em
seo rosto em lgubres caracteres.
E' erenga gertl qae a nossa gente armis
intelligente do que a europea em igoaldade
de condices,
Eu estara p ar esta opiniSo no sentido
de ama nielligancia natural, mas alliando-
sempre a seu correlativo : maior debili-
dade orgnica,
E' lambem curioso observar se qoe esta
sasceptibilidade nervosa que acompanha os
entes fracos, parece incluir tambem orna
poberdade tempori e antecipada. Urna
moga' ingleza de 16 aanos anda brinca com
bonecas e nio pansa em m>rido. Entre n
moilo antes dessa idade, ama moca j teve
seis namorados, oa est casada, se ji nao
osla viuva.
Como vaa sea marido ? "
O senhor nio taba que elle morrea ?
Como ? I Da qae ? I
Da ama fort a coaatipacio,.
E'mu lo-urioso obsar var-se qae as
plantas um grande desenvolvimento prju-
dica a fruclilicago.
Os vegetaes mais co poleotos a frondosos
sao esteris : a excassiva nutricio parece
absorver a fecundag3o Nestes caaos impe-
d ndo-se o cresciment das plantas eflas
fructiScam melbcr.
Levamos provado por meios de racioci-
nios deductivos qae a precocid> de intellec-
toal termo correlativo da deb idade o -llador i
ganica. A veriflcacSo inductiva ft-U-ba o I -s- de ur
tor por si, ipplicando-a aos casot que pre
Dasejirnos qua a moitos proiimos apro-
senciar. p
vete este grito de alarma.
Qae seas diabrtes da 6 annos se oceu-
pem s oceupem s em comer e dormir,
brincar a desenvolver o sra physico ; cn-
teodendo-se que t da a sua desgraga con-
siste em nascerom demasiado ricos de in-
teiligencia e maito pobres de sade.
E' preciso reslabelecer o equilibrio.
Nicomboks Amelo.
(Da Repblica da Baenos-Ayres.)
imparci.il
HELATORI0 APRSE.NTADO AO IIESi'ECTIVO MI-
NISTRO, PELO CHUE DA DIRECTORA' DE INS
TRCCAO PUBLICA, NA SECRETARIA DE ESTA-
DO DOS NEGOCIOS DO INTERIOR DOS ESTADOS-
UNIDOS.
Saubor. Ha apenas oilo mezes incom-
pletos qae eotrei pira o exercicio do cargo
em vrlud d> qoal*me compete a confecgSo
do presenta relalorio.
Por occasia da m nba oomeaglo, contava
esta rapar liga o tio tmente dous olliciaes,
com os ven:im>ratos da l.iOO dollars cada
um, sendo que o local respectivo achava-*e
liltaralme-ile atravancado de litros, folhelos
e mesas d8 escrever, da modo que nenhom
trabalho regalar se poda fazer.
Foi-me de grande aoxi'c* a :reac3o de
mais om olQcial por vos decretada ; porm,
a elliciencia desta directora subi aioda de
ponto com a resoluto adoptada pelo con-
grego em li de juluo de 1870, elevando o
numero dos empregados coai o augmento
da mais de tres ofliciaes, venceiido um
t.800, outro 1,600 e emSm o oltiinj 1,100
dollars; a bam assim astabelecen lo um
lugar de correio, com o salario animal de
810 dollars. A referida resolugo atinbuin-
do mus a esta repartigao, um subsidio de
3.000 dollars annuos, para tratValhos ex-
traord narios, e aorainalmente corapilago
de dados estatisticos a coniecgao da relato-
ros ; satisfaz urna palpitanta necassidadf.
Desde setembro qua o servigo progride
muito mais salisaclorumeulo ; accrescenJo
a aladeara da repartigio para om espago
mais conveniente que he proporcionaste.
A actual secc3o de instrucg3o publica deste
mraistario, tem ata asa data, sob varios
n; mes sotrido nao pequeas vicissitudes.
Primeiramente com a categora de urna
secreta ia da estado a repartido passou da-
pois a constituir ama subdivs3o da secre-
taria dos negocioi do interior, recebeado
tgora olicu!mente o ltalo da directora
Os veacimantos do d rector foram origi-
nariamente de 4,000 dollars, passaram de-
pois pela dimiouico da t.OOO dollars.
Os ordenado dos miis empregados sof-
freram nessa occasi3o, ama redcelo cor-
respondente.
A orgaaisacio da directora era tal, pie
palos saus limitados meios de acedio e cir-
curasenpta esphera, vi logo que tioha de
lutar com os mais serios obstculo. Da-
va-se isto tambem, em conseqaencia de se
considerar asss vulgarmente a inslituicSo
puc mais o manos como suparflaa, alm
de 3o seren em geral bem comptehendi-
dos ou apreciados os seos flns e intentos.
A ida da sa volveram com precisJo, as
vistas do Esta lo para a edocac3o eaciona1,
e bam assim a agricultura, liaba sido mais
e<> un rw aventada por Washington e seus
contemporneos m directo dos pblicos
negocios, em cujo empauno os irailaram
posteriormenie varios outros estiaislas il-
ustres a patriticos. Es'.ea esforcos. po-
rm, maito tempo baldados, s comeoaram
a produzir os desejados effeitos quando em
coosequeocia da apresentago ao con;rasso,
de orna represeotago expondo a necessida-
de da creacSo de um corpo especial conecti-
vo para direcco e i ispee gao das escolas,
foi adoptada a lei de 3 de marco de 1867,
creando omi secretaria de estado da instrac-
ci publica, a m de collgir e ordenar to-
dos os dados eslalislicos e facto <^uies
0 flr-..- vi e inlelliganie; dase antolh r
na magnitude (ai que longe de
ser suffi;ienic 00 adeqoado, a inda b
pessu.il respectivo infariar a aliara d >s seus
postullo?, onle vam coia;idir al mesm-.
as theorias mais sabtis de publica orgaui-
sac3o.
Cada correio qae ebegava traza-nos sem-
pre dj todos os lados solicitag'S pedndo-
com instancia a reraessa de publicages so-
bre o ovjecto; de lab com1-'l8xo,.lhema s
qoaes tmenle podamos replicar, allegando
a falta de traoalhos impres.os :
Repetidamente conco;riara tanto da na-
cioaaes como cslrangeiroa. a eutre estes
agentes d:p'.omaticos, as mais variadas re
quisigias postulando a communicicS) de
facto? estatisticos e histricos sobre a nossa
educag3o nacional; fados de que entretan-
to nao conbeciamos os elementos pela de-
ficiencia dos respetivos dados, ou que s
podamos appreciar indirectamente pelo
iheor de documentos a relato, os publicados
por nag53S cstrangeiras, posto que origina
riaraeute procedesse a sui noedio de infor-
mages pres adas em outras pochas pelos
raeus p e lecessores.
Dasi'arl.a 'inharaos nos assim em ultima
an-lyse a ajuiUlar nesle assuinpto. lo u-
teressante materia apenas pelo rellexo do
uizo sempre mperfeito de e.-tranhos. A
a-teog3o publici preoecupa-se activamente
com o fado da existencia no p^iz de n3-j
pequeo numero da amlpiabetos, daado
ensejo a isso, por occasio da ultima guer-
ra a eolebracTio da paz. a discus;3o di ma-
teria di eraenla 15 a conslitoiglo fade
demonstrar
(...(/ilUS
em toda a exlengSo d*
Oiife'
Una >; do mesmo modo que Ilustrar
ophio nacional e vulgarisar o mais possi-
vel os principios e systemas mais proprios
para por tolas as maneiras promover a df
fusio da nstrocgio no paiz, regalando-se
para isso pelos meios mais conducentes a
attingir esse desidertum.
Nestes termos v-se que a referida' lei
asss defina e detorminava a nalureza desli
repartigao. Entretanto os trabalhos feitos
da oenbum modo correspondiam ao plano
qoe tiobam em mente os legisladores; nada
ou quasi nada lucrando o publico em geral,
com a nova creago. NSo obstante acca-
maihvam-se, concorrendo de dia em dia
mais, de todas as partes da UniSo, e de
pazes estrangeiros reiterados e multiplicas
pedidos de informages sobre todos os ra-
mos de edaca;3o nacional e iastroecib pn-
bli:a; o que devia efflcazmenla convencer
os incrdulos da necessidade e manifesta
utilidade da repartigao.
A edigaa pouco numerosa do nico reta-
torio publicado, esgotou-se logo ; nao res-
tando se quer exemplares pira aso dos em-
pregados, quando assumi as funegoes meu
cargo. Havia verdade, ama collecgo
nao pequea da informacas e dados scien-
liflcos sobre a malaria ; taato recolbidos no
paiz como fra dalle. Mas grande parte
deste material alias da mais relevante utili-
dade; comquano ha mais de daus annos
destinado pnbcidade, continoava archiva-
do sem que ella effectivameale se realisas-
se. Conscio da grande importancia do ob-
jacto, em conseqaencia das minhas occopa-
ebes anteriores e experiencia em assamptos
de instrucglo publica, consida,*ai sempre
da mais traosceodente importancia satis-
fagao immediata das iodagacbes dirigidas
repartigao conveoceodo me cada vez mais
da grande responsabilidade qoe cabe i ad-
ministragSo em semelbantes tpicos.
A grande multiplicidado de pedidos de
informac2o a que tem sempra a directora
lido qua fazer face; comiudo tal, q aa
tenho me vista obrgado a soccorrer me dos
melhod ;s mais severos e economisadores do
temp >; prefarindo oas raspostas qae tenho
a dar, as qaeslDas mais intirauante ligadas
k edocagio propriamanle dita e seos resul-
tados praticos; mas procurando tanto quan-
to permitiera as nossas forcas, satislazer a
todos.
As mais simples indagages muitas vazes
reeolveodo se na esphera dos mais diflioeis
e arduos problemas da iostracgSo publica
e eiucago nacional, corrobararam em mim
cada dia mas a idea, do poaco acert da-
qaelles qae anda se affigoram como intil
oa soperflua esta reparticao ; ou preteodem
restringir o circalo di acgSo que Iba com-
pete ; o qaal nSo pode deixar o perscru-
rai. C>ra elf ito estabelecido ahi o soffra-
gio universal, o osp rito publico '.oroou se
ancioso, e se moslroo inquieta cora a idea
de que um lal direito para ser convename
mente exerciJo n3o podia deixir de consti-
tuir anda c m mu r emergeocia a necessi-
dade de ama vu!garisa?3o tal da instruccSo
que pe|o menos tornasse rara sano impos-
sivela carencia absolua dalla.
Os fictos qae caracterisam a inslrucg3o
publica enlre nos converteram-ie para mu-
tos, em objeclo de um esludo zaloso e diii-
gente ; procuranda-se averiguar em toda a
extens3o da Repblica, a proporc3o do*
analphabetos, na massa da popoUcSo ; e as
razSis, ctusase a cidenies da loda a natu-
reza, qaa, infla ndo na educagSo nacional,
tornavam se factores dos dado3 observados;
isto com particularidad!! no sul, onde com
mais especialidade, ainda a creag-o de esco-
las de lodo o genero se apresjoiava n3o s
como alducen'e dHs beneficios que resul-
tam sempre da in trucgSo publica; mas
lambem como ummeio importa.te da rear-
ganisago social.
Quando mais vivas se agitavam estas
questors, a cmara dos representantes adop-
tou em maio nma resolugio mandando pro-
ceder no Sul da Un-,i i a om inqaerilo sobre
o esta !o e andamento da instrueco pu-
blica.
Nessa mesma occasiSo entrou em debata
a natareza desta reparlig3o; sosctando-se
a cotrov arsia, de saberse at que ponto
deviam ser ampliadas as proporges desta
mesma directora: reconaecendo-se a ira-
possibidade de com to diminutas forras
ou sa'.isfazer ou at mesmo preparar con-
venientemente a realitagSo a um tao vasto
plano.
Cuidando cem particular solicitada de res-
ponder, e qaanto coobesse noi nossos limi-
tados recursos, ler em dia a corresponden-
cia ; nao me julguei eu habilitado a por
des le logo em execugo a deliberago to-
mada pelo co-gresso ; esperando que a 1 u-
blcaco progressiva do material accamula-
do pelos meus predecessores, facilitando o
expediente, visto poder muitas vezas cifrar-
se a corresponden ;ia, a remessa da impres-
sos conjunctamente estabelecesse urna solida
base para o traba ho pelo mesmo congresso
delerminado, o qual se tornava ** menos
difficil e I* "'""'
luraiizmente porm terrainou a sessSo le-
gislativa sem que fossen votados os neces-
serios fundos para a comiouag3o das publi-
esges que tinba era mente ; de serie qoe
o expedanla leva de cingir-sa a urna avalla-
da e seaapre crescante correspondencia es-
cripta, ecuprado qoasi exclusivamente a
nossa atteng3o.
Aeslas circumslancias, foi por ordem das-
te ministerio impressa urna circular pres-
tando a generalidad das informages qoe
podia dar a directora; o que muilo alliviou
o servigo. Foram deslribuidus 3000 exem-
plares ; numero porm q ia ficou quem da
concurrencia; mostrando-se visivelmenle in-
Sufficiente,
Na realidade extraordinaria a procura
de docoment >s impressos sobre a instruc-
g3o publica. Eu tenoo-me visto obrgado
a communicar tolos aquellas que de qaal-
qu;r medo, me chagara s mSos: e qual-
quer qoe seja a sua especie; sem exceptuar
discursos pronunciados no congresso ; alio-
coges proferidas por (.rofessores em as-
semblas de mestres dos diffarentes graos
de astrucg3o pabca, ralat ros dos conse-
Ihos municipaes: memorias histricas de
universidades; programmas de collegios,
etc. etc. Muitos exemplares tambem los
escriptos e obras do Sr. Horacio Maun fo
ram por saa esposa offerecidos a esta repar-
tigao, a fim de manda los distribuir gratui-
tamente.
Julguei, tal importancia i'a materia, de
ver neste sentido tomar sobra mim a ini-
ciativa ( como com aeito fiz ) da me. diri-
gir s autori ades administreivas dos di-
versos centros do governo da Uniao, em
toda a sua escala bierarchica ; convindan-
do as para constituirem as respectivas se-
des, om ncleo de pablicagbes da todo o
genero sobre instrucc3o publica; formndo-
se desliarte por toda a parte no paiz, de
psitos desta especie de letras, os qoaes
trocassem entre ti continuadamente os rs-
ped vos productos ; mantendo-se em con-
tinua ommunicago. Reservava me en
eu ainda estabelecer este mesmo systema
enlre os Estados Unidos e os paizes estran
geiroa; promovendo assim em todo o man-
do ama circuladlo geral de ideas sobre a
maioria.
Esse commaltimento apenas encelado j
entretanto prometi os mais facundos resal-
tados. Era lempo, pois a nossa patria
escenci Imenle dffi:ienteem subsidios des-
ta ordem.
Efectivamente intuitivo que na capital
da repblica e bem assim na capital de cada
om dos Estado?, e em todas as cidades
mais importantes da Uaiao, deve existir um
deposito de livros, typos para uso das esco-
las de todo o genero, bem como de figuras,
modellos e apparelhos mecbaoicos 13o pro-
veitosos sobre tudo na instrueco elementar,
e emfira de planos para edficacSo da es-
colas, alm de todo o mais material qoe
diz respailo iattruccJo do povo. Eviden-
temente te circutoecraTo aate quadro dos
termos exposlos, pda difficuldade de tor-
na lo extensivo a iodos ot centros de po-
vuago, como alia seria de mais j-rofkua
e ioconteauval vantagem. Em ralacia a aio
dellas a apparelhot proprot aara a inttrocio
publica, para colligal oe, alo se fas tename
alalgom; nio sa tendo proporcionado oo occa
si3o oa ou nacessarios meios. Entn-tanto
certo qoe esta directora tem sido palo me-
nos o mais rico deposito de documentos
impressos sobro inslroccio publica linio
nacionaes como estrangeiros, existentes no
paiz. Entre outro cabedal acha-ie na re-
particao a livraria particular, versando so-
bre instrueco pablica, peileocaoaa ao fal-
lecido director o Dr em direito Henry
Barnard, fructo de astiduas prsqoizjs ac-
qnisigbes. durante orna vida imein da ea-
dulo trabalho. Esta colleceao com part
colarida ia moilo rica em relatnos cata-
lagos, a sem dovida coottilae a mais copio-
sa fonle qoe possuimos, da dootrini a ras
peilo da materia. Mavera muile a lucr.r
com a compra que di metma se fizesse pa-
ra uso e proprieda le definitiva desta direc-
tora.
Desde que prssamos a oceupar iccomo-
dages mais espagosas, tenho me dedicad -
organisacio da om deposito de todae as
formas e apparelhos qoe comprtala o enti-
no publico, bem como da livrot-typot para
esc o as, islo o3o .- da procedencia naci
nal como da estrtngeira.
Ojp.-imido natas emergencias, palo ten-
limento di falla do equilibrio entra os pos-
talados do trabalho ara evidente falta da
pessoal. tomei resolulimeiita a deiiberacio
de fazer cassar ludas as occuoaces soscep-
tivais da ficarem por algum lempo sopita
das ( adiantando as mais ) a Qra de proco-
rar dar um rigoroso impolto ao reutori
geral sobre a inst uegio publica not Estadat-
nido. O acto do congressa creando ama
secretaria de estado da instruego publica,
cujo teor sar ve a nda da pauta asa rapar
tigo determina qoa o respectivo ebefa
aprsente todos os anuos rep/esenlacli
nacional, um relalorio conjunctamente ota
nifestando a historaodo lodos ot seus aa-
ludoj, peiquizas a iavasiiga-. 1, e bam
assim enamerando os melhoramebtos e fa-
zendo quasquer proposlas dirigidas ao adi-
amntenlo da materia a sea car^o. Excu-
sado dizer quio difficil o adimpmeal
de tamanha tarifa. O mau antecessor
certo, nio se poupia a libores, a fia da
desempenbar este encargo, mas lambem
nio menos verdico que oenbum rtlstorio
geral foi publicado.
O vasto estofo di$liodia-e de un a ou-
tro occeana. p,s-a da golpho a lagos, e a
mulliplicidade complexa da materia, mal
suje la a ordem, insorgndo-se contra mal
combinados ou poaco alentados esforco,
ameagava tornar quasi impossivel a raali-
za(io do em, enbo qae te liana em mira.
Nao obstante, logo qoe eiitrei para e&ta
cargo, foi gizado o plano, e diversos traba-
lhos se concluiram para satisfazer este com-
promisso. O meo principal intento oeste
empenho, foi ao menos nio deixar passar
sem nota oa referencia, facto algum relati-
vo educagao nacional, ou de que para
ella se pudesie collgir ou eaUbelecer dou-
trina. Ao mesmo tempo, Uva sempre em
mente em todas occasibei, desfazer prejui-
zo.-, a corrigir oa rectificar qoaasquer ideas
menos exactas, dominantes no paiz a qaa
qualquer modo dissessem re-paito a lio
ioteressante ramo e tio fecundo, da pabli-
ca admioistrscio. Sem duvida, estimei
como fra da qoestio a ji da per si debel-
lada a opioio de raui'os qoe pretendiam
ver om tal documento limitar-se i exposi-
gio de mathodos, programmat da escolas
e outros incidentes circunscriptos aos edi-
cios de eiucagio publica, oa m ramele
aos marcos da vida profissional, a exarr
ces pr a I icos do magisterio.
Apredei como inconteslaveis e evidente-
mente cima de loda a controversia os sen-
timentot daqoelles qae eolendem qae a
educagio do homem cornaca logo desde o
bergo, sem esperar pela forma das escolee ;
e segurado este juizo, coovenci-me da qoa
na vida da cada om, ha sempra a atiender
principies peculiares de educagao cajo des-
envolvimento nao menos importante do
que a instruegio form.-l; devendo a saa
combioagio levar aos ltimos aperfaicoa-
menlos da instruego publica. Estas re-
sltalos procurei inculcar e presentar co-
mo o meio mais seguro de preparar a po-
pulado para os vast s horizontes qoe te
Ihe devtm abrir com esta chave da ouro.
Em harmona com teles presopoatoa,
claro que em nos-a elevada mistlo, dSo
devenios preterir circamslancia alguma
qae posss adeclar a massa educanda cor-
poral oa intelledualmenie; mas sim nos
cumpre por lodos os meios ao nosso alcan-
ce, envidar os maiores e mais bam comai
nados esforgos a fim da qaa quer da carpo
quer de espirito, o cidado atlioja ao pice
da sua maidr cuitara : que como fiz aotar
deve proceder logo desde a infancia a con-
tinuar progressivamenie at ao tmulo se
possivel fr.
Aos educadores conpete fazer sobrest-
hir e avultar a grandea destas coocepebas,
3ao deve a populago acoilumar-se sem
emora a con-id\rar como um Miema come-
tinho e ioeootroverso.
Os elementos da educaco naciona', lo
complexo total da sua vasta multipiicidada,
quer intellectuaes, compre que necessaria-
mente com rigor concaten idos, iocidam e
se colloqaem systamatisadameale em coa-
tacto com a massa nacional sem esforc do
momento, mas em virtade de medidas ge-
raes, no poeto a que pala nalureza das
cousas, segondo a mvocaacio das viscissi-
tudes publicas tndem impulsivamente.
Dest'arte deixar do haver detharmooia e
desigualdades, e deeapparecerio quaes-
quer la cunas oc cu pando a iostroocio publi-
ca o lugar eminente qua verdaderamente
Ihe assignam ae aspiragoee publicas ao r-
gimen da naci.
As tendencias para o crime e para o vi-
cio sio manifestamante, nma falta de com-
petente inatruegio e edocacio apropriada,
qua da vemos comba ter radicalmente. Assim
procedendo, veremos qae com effeiio, o
qae geralmente merece o nome de edoca-
cio, islo em summa a inslroccio pablica
em seus difierenles graos e especies, de-
rece ao olhar investigador, a qoe a reve-
lara os seas arcanos pelos seas resaltados
urna harmona que qaasi poda comparar-
se dos corpos celestes.
v.
(Continmtr-m-lmJ.
TYl'.DODURlO-R 00 DQI DI CiLt



/

Haaai
^jpr