Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12582


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Full Text
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IMOJLVIII. NUMERO 33
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Propriedade de


Figaeira de Paria

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A
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Perelra d'Almeida, em Mamanguape; Aogasto Gomes da Silva, na Parahjba ; Antonio Jote Gomef, ,
em Nazaretfa ; Antonio Ftrreira do Agriar, em Goyanna; Francino Tauros da Coata, em
\
fe Sr.. Qtiwio Antonio Alvo A Fimos, no Para ; Goncalve - Villa da Penha; Belarmino doa Sentoe Buido, em Santo Antio; Domingo* Joie da Coata Braga,
Alagoae; Joe Maini Alve, na Babia; e Leite, Cerqoinho 4 CJ no Rio de Janeiro.
PARTE OFHCIAL
avispad deOlinda.
SEDE VACANTE.
.uirauauJo a* mesmaa causas polas quaes se
.ui permiiud) n'esta dioce->e 1 eeaaiiia 4a carne
o lempo quaresma', S. Exc. Rvm. concede o dito
alimono ama vez o da, excepto aa quarta faira
da cinta, qnarta-eira das tmporas era 21 de feve-
riru. toda* a'. sextas e sabbados, e Da semana
santa, principiando do Domingo de llamos.
Secretaria episcopal, 6 de fevereiro de |x: J.
fonogo Tranquilino Cabral Tavares de Vascon-
relio*, secretario do bispado.
C*BHiHan QCARTEL OCNEHAL DO C0.MMA.MK) DAS ARMAS
NA PROVINCIA DE PERNAMBUCO 8 DE PKVE-
rtf.IHO Ifi I87.
Ordem do da n. 603.
O coronel commandante das arma* interino
d.cij, como IIh curapre, execugio as onlaos d >
governo iiuperiil cootldaa bjj aviso do ministerio
da guerra de 13 de deiemoro do anuo prximo
Hado, e as qoe recebad da preaidencia as datas
de 27 daquella raez 3d' ferereiro correte, de-
clara a caaroicao para que surta o necesario ef-
-ito que tica nesta data exmela a enfermara mi-
litar aesta cidirte aob a_admiui>irai;aj do ooselbo
econmico do 9* batalhao de infamara e restaba-
>'jido obotpital militar exmelo por aviso de 11
da abril de 1865, por ocaio da guerra do Pa-
raguay.
Para o lugar de director do h >piul bou ve por
bem o governo imperial nomear per decreto de
13 da referido mea de deaembro o Exm. Sr.brlga
deiro honorario do exercilo Francisco Joaquim Pe-
reir L>bo, que fes a saa apreseotacao e presin
o juramento do tylo a 8 de Janeiro ultimo.
Para os logares de almoxarfe, e escrivo do
aws.no hospital foram norneados por decreto da
preltto inez de dezembro, para o primeiro dos re-
fer los lagares o Sr. maj ir honorario do exercilo
je3o Sanoel Pereira de Abreu, e para o segando
o Sr. api:u Joaqnim A^ripm > Purtado de Mea-
dooa.
Por aviso do ministerio da guerra de 13 do ci-
tado mes fjl nomeado o pessoal medico e pharma-
ueaiieo que Dea assim eompisto.
1* medico.
O Sr. cirargiao mor de brigada graduado Dr.
lya /.achinas de Carvallo.
1* cirurgi.)
O Sr. cirorgo mor de brigada graduado Dr.
Fortunato Augusto da Silva.
i cirurgides.
CU St. otrorgioas mure- de brigada gradaados
Ve. Aagusto Padro de Allantara.
Dr. Manoet Cardos) da Costa Lobo.
4* cirttrgtia Dr. Javiiiano Reginaldo Alvim.
Pharmaceunco.
Os Srs. pharmaceuucos : Tenante Lacio Flos-
caia da Silva.
Alferas Aprigio Antero Cirino de Manezes.
Contioaam em vigor o> contratos faitos no cor
reate semestre os os foraecadures de medica-
mentos e de dietas para os doentes em tratamenio
aqoalle at que a pbarmacia do hospital seja con-
ven.internante tn)Qtada e possa fanecionar, e este
al que ssjam comalos os respectivos emprega-
doa do aliBoxarifado.
O conselho eiooomi:o do 9 batalhao de infama-
ra considerar encerrada a esenpiuracao rela-
tivamente a enfermara militar extincta e ajustar
sal cantas com a tbesooraria de fazeada.
A ascrtotaraQo do bjspital ora restabeleeido,
stf fula em novo livros, fazeado-se para isso o
competente pedido de conformidade com os mode-
los estabelecilos, por nao onvir que semslbante
ascrptaraeio se fa^a aos livros do hospital ex-
liocto emi86S.
Os uiansis e mais objaclos da extincta enferma-
ra a cargo do conselho econmico sera i inventa-
riados por tripl ata, sendo um dos inventarios com
os atenis e oais objectos entregues a direicto-
ra e os dons restantes a secretaria militar para
tarara o devido destino.
No inventario se far mengo djs objectos que
ss acham em mi estado.
CAaslgoado). Jos Marta Ildefonso acorn da
Veigi Pessoa t Millo.
(Conforme). Clemente Francilio Taoares, te-
neate-ajadante de ordens encarregado do deta-
Iba.
ptiliiiea extravagante e destituida de bom senso,
tlcando por lira de contas como os desamparados
que nao teem para onde volver os olhos.
Comprehender agora o Sr. Sarmiento, qae o po-
der nao urna matulo de deleites, onde podem
saeiar-se todos os cpridos, e qae os povos nao
sao escolas de primeiras lettras, coj >s directores
podem representar papel Se o actual presidente da repblica Argentina
tives- trado, ne.ihum conflicto Seriamos que lamentar.
V revolta de Aparicio, a quera elle e sea ministro
Tejedor ajudaram, estara boje vencida e expulsa
de nosso territorio, Lpez Jordn tranquillo era
sua casa, Corrientes em perfeila paz, e o Brasil
em urna .tntale tambera pacilka, pela propria
for^a dos acootecimentos.
Nao teriahavido nem conveniencia nem possi-
bilidade para o Imperio em ir de encontr a ama
ordem de coasas que se alHrmava na paz real e
elfectiva dos povos do Prata; de sorte que as ne-
gociaedes argentinas teriara sido levadas a sea ter-
mo san o raen;r obstacnlo.
Hoje d-se o contrario de indo iso, e sobre
nioguem recabe tanta culpa como sobre o Sr. Sar-
miento.
Foi elle quera compellio o Paraguay alliaoca
brasileira, porque essa na^ao se vio entre Scyla e
Charbidas cora as quebras que soffrera os pac-
tos da alliaoca por causa dos Srs. Varella, Quinta-
na e uniros diplmalas; por isso deve ser elle
punido cora as responsabiliJades do sea proced-
meato.
Qaanto n, o papel que nos compete bem
fcil de cumprehender se. A controversia nao lo-
leressa nossas conveniencias; permanecemos, pois
na mais absoluta neutralidade.
Tamos urna guerra interna que precisamos ter-
minar, e boje, mais do que nnnea, coovm aog
oossos interesses sntlicar a revolta para estarmos
e.ii plena pai quando trava.--se a lua brasiiio-
argeatioa.
Nao duvidam^s que a uni:i soIuqo desta que
bra da allianga saja a guerra. Se a poltica Sar-
miento proseguir no mesmo ramo de at boje, a
guerra ao Brasil, saa aspirado mais consume,
seria a conssquencia natural de seus planos osten-
sivos.
Ss a gusrra declarar se, pais, n ...-a missio ser
a mais stricta neutralidade. Nao se deixem bal-
lucinar nossos governos por otlerecimentos i Jeaes,
porque a conveniencia de nossos interesses esl
na paz, emqinoio ellas se guerreara. J fomos
durante multo tempo o joguete dos povos qae nos
rodeiam.
A vieteria de quatqaer dos Idous contendores
aos dir o qae tiveraos ao Paraguay : trabalbar
em proveito aiiieio. Entretanto a neutralidade
poderia pr-nos em condicojs de influir por qaal-
quer modo e aafarir vantageos da guerra. (De
Los Debates de Montevideo.)
Para qae se declare a guerra cumpre qne se reuniu
o congresso. E' ceno qae quando rompen a guer-
ra eom o Paraguay, Mitre do alto,de umi cadeira
de pallinba, na roa San Martin, chamoa o paiz <
armas ; mas eolio o nocto solo estava invadido,
os nosses vapores aprwionados'e as nossas clda-
des saqueadas. O caa agota- divarso ; os ple-
nipotenciarios adiados sa deshouveram, o Brasil
trabalhou para si, mas a Repblica Argentina le
ra feito o mesmo se a Dr. Q .tintina houvesse po
dido obrigar o Bario de Cotegipe a rerar-se para
Buenos-Ayres.
A que.-tao nao nos parece tio sena orno o di-
zera os nossos collegas, eas probalidade;de guer-
ra esto anda tio remotas qae, acreditara >-Io sin-
ceramente, o Grao-Chaco nao corre perigo. Coio
j dissemos, poaco imperta a este paiz os accor
dos entre o Brasil e o Paraguay, emqnanto for
garantida a lvre navegacio dos rios. A ilha do
Cerrito, na confluencia do Paran e Paraguay, alo
ama fortaleza, mas ama especie de estaleiro do
Brasil.
Nao ha duvda qus o Brasil est de posse de
posicoes importantes cima dos ros, e lalvez fosse
mais conveniente que nao o eitivesse ; mas de-
pois de ama lata terrivel como a do Paraguay, na
qual o Brasil tomou parte principal, ningaem se
deve al nrar de que elle oceupe qaalquer pomo
estratgico at qae veja saos direitos reconneci-
dos e suas reclama(5ES attendidas. E' em todo o
caso impoltico dar grande vulto e importancia ao
trtadd paraguayo, m simples laucarJd'olhos
para os lados do Estado Oriental, para Corrientes
e muitas outras provincias nossas bastar para
convencer-nos de que nao este o momento op-
portuno para tratar de tal qoeslio. O tratado
paraguayo nada vale ; nos que Ihe estamos dando
importancia. Eaquecamo-nos dalla e voltemos
nossas vistas para o projeclo do novo porto.
(Standart)
Tudo ifto, porm, deve r feito por qaem nos
dirite; e como a repblica nio deposita confianza
nos hornaos qte aos arreme*sarara nasta terrivel
shoagao, exijamos a retirada dos ministros qoe
nio teem a sea favor a opiniao publica e que sio
os a atores de todos os males.
Por eamaate ateVeaau preaeiBitir de atacar o
Brasil, no ponte da vista da pohtlea de Sea gover-
no em saa? relacoes cora os povos do Rio da
Prata.
Tempo Ip dos ni para tratar de todos estes pon-
tos, se por desgraca u patriotismo e a prudencia
de todos nio conjurar a tormeota; se o povo
brasileiro se flier s>lidario4a viMagio da f publi-
ca commettida por sen governo.
Nio ple o governo argenting daiiar de ouvir a
impreosa, quaalo as madiias am que ella se mos-
tra accorde.
Abandonen o Paraguay antea de tempo f Poda-
r voltar a fXKJcao qne, sera premeditacio deixou?
Se asaim oio parea lampo. .
Ne esso contrario, vite urna humilbacao estril.
Entretanto, repatimes, a revolucio em Corrien-
tes deve fodar; devem ter um termo as a mea gas
aos governos que nio se sabmettem aes caprichos
do gabinete nacional.
E difflcil a quadra que atravesamos, e a peior
i que o povu acredita que saa sorte est conliada
a uiu* direcg.ao inconsiderada.
(Da Nacin.)
Esses tres appareihos extractores
. Antonio Francisco dos Sanios ou Antonio Fran- &to?Ho^r.VSo ""-'-^'?'' d'
cisco Banlino Cavaleame, preso em 1 de novera- i m%,?.l r'bat
bro de 1871, morte, processado ne.ta capital. >S^iZ
Vicente Barbosa da Silva, preso em 2 de no-
vembro de 1871, ferimentos, processado em Muri-
um da, para ser avahad-
o lodo elevado altara J
Desembaracada assim no exterior a parte a
um navio, procde-se emio Uvagan iauriei
por meio da bomba de compressio d'agoa qoe p-i
de sopporlar 6 atmospheras, e cojo jacto debaix
a agua (em a velocidade para man de 13 me;r
por segunde, na sua sabida.
' rfi?'!?!' *^ad*. d* luz. elec,rlc*. sonda-Ios, e p-
i Gabriel, eseravo de Gelim Coelho da Silva,
preso em 4 de novembro de 1871, furto, proces-
sado na capital.
i Manoel dos Anjos da Porciuncula, preso em
capital
Jos Salvador dos Santos, presp em 2i de no-
i as escavajoes necessanas, liapara
PERNAMBUCO.
da
EXTERIOR.
Conflicto* Interaaelonaes.
Muito grave a questio qne se snseita entre o
Brasil e a repblica Argentina. O ultimo tratado
que. o Imperio celebrou com a repblica do Para-
guay importa a quabra da trplice allianya, pelas
coacessoss qae o Paraguay fez ao Brasil.
Para a repblica Argentina nunca pule ser
uia-s desvantajosa a hostilidads do Imperio qae
agora.
Abalada no interior por ama guerra civil, que
de da para '.i. va tomando carcter mais serlo,
acibrunbada no exterior pelo abuso desea crdi-
to, malbaratado no ultimo empreslimo que cou-
trahio, dando dous e meio milbOas de pesos fortes
da commissao, alera dos exorbitantes jaros ajusta-
dos cornos emprestadore', a repblica vizinha se
ach prestes a despenbar-se n'om abysmo.
O tratado brasilio paraguayo a p5e da faci em
nostilidade com as duas naces. Nao estando ella
preparada para a guerra, v se, entretanto, com-
pellida a assumir urna attitude resoluta diante de
factos internaeionaes que ferem seus direitos reco-
abecidos em tratados preexistentes.
E-ta falsa posicio em que se acbam hoje nossos
vizjohos augmenta as Jiffl;uldades da sita j) e
acabar por eemprometter-nos tambara. Pela vi-
linhanca e outras eondiedes especiaos em que es-
tamos em relacio a ambos os contendores, nossa
altilade nos sauessas deve ser muilo pradente
para nio nos envclvarmos no conflicto geral.
Fngir dos comprorcissos qoe nio podem aceitar-
se com proveito para o paiz, on repellir-se segura-
do ao plana poltico, o meia mais lacil de nao
emneobarmo-nos em ulteriores responsabilidades.
O proeediraento, de certo tempo a esta parte, do
Saverno argentino, fiz com que nao as sarpren-
am.is coa o que acontece boje. O lempo decorri-
do entre a conclusio da guerra e o ajuste dasSul-
ti.uoi tratados empregou-o o governo viznbo em
uata continua nostilidade ao Imperio, que, atinal,
produzlo seus etTettos.
O Sr. Sarmiento, no empenbo de fazer poltica
iwra, reagindo contra a de seu antecessor, triihou
ara caminlio errado, que devia (orcpsamenle lva-
lo ao ponto a qne ebegou. Sera tino bulante para
preparar-se para a guerra, sera plan) premedita-
do para prolongar afufa quo as negociares
que se eatabotavaat, o presidente da repblica Ar-
gentina arredou de a todas as sympalhias, mal-
qaistoa-ae coa todos e v-se hoje inhabilitado
para tomar resolocoes que orrespondam a um
n.amento elevado,
aairaw o exercilo sem neeessidade, s por
orgalbo ; eoaaprometleo as boas relaedes da sea
pau com os v.ziahos para fazer alarde de pujaa-
(a; mtaaot-M com o partido blanco do nasa*
, A:i;\) HYPOTHBCARIA POLI l'ICa.
O que boje o Paraguay sanio um paiz snjeito
a urna aeoio hypjtnecuM na qual tres credores
disputam preferencias ? O Brasil, gragas a hab-
lidade da seus advogados, conseguio ser o primei-
ro, aleaocou a preferencia, como o prava o trata-
do que publicamos antes que quaiquer outra
folba de Buenos-Ayres. Os artigos da Nation e
da Repblica mostrara qual seja a importancia qoe
se d a esta solacio.
Pensa a Nacin que o tratado era qaestio equi-
vale a ama declaracio de guerra. A Repblica,
pelo contrario, julga que por este fado nio se
ple dizer que esteja declarada a guerra, mas
de opiniao que o governo argentino nao pode dei-
xar de enviar tropas para o Paraguay e de fazer
os preparativos necessarios para uaa lata que Ihe
parece inevitavel. Conservando-se ainda sob si-
gui todos os documentos offlciaes relativos a tr-
plice alliaoga, nio podemos emittir juizo positivo
sobre esta imporUotissima qaestao ; mas diz-se
sem rebucj que ba um protecollo, no qual foi
estipulad que nenhuma das altas parles contra-
anles poderia reclamar territorios sobre os quaes
nao provasse ter bem fundados direitos. Se o go-
varno argentino foi iludid j com essa eslipulaQo,
o protocollo ni) passa de ama cilada poltica ;
cusa nos, porem, a acreditar que um ministro ar-
gentino tirmasse tal documento, cuja existencia
seria forlissimo argumento contra as pretencoas
ao Grio-Cnaco, territorio site margem direila
do rio Paraguay.
A Repblica pretende corngir a nossa expsito
na parle relativa a ficar o Brasil com o territorio
do rio Apa em pagamento da divida da guerra :
a verdade, porem, e que nunca dissemos tal coosa;
apenas emittraos a opiniao de que o Brasil, depois
de tio prolongada lula, s poda reivindicar urna
propriedade que em todos os lempos reclamou
como saa, por isso que o recoonecimeoto por parte
do Paraguay da divisa da guerra para com o
Brasil Retenta e dous miradas esternos) nada na
realidaae signiflea : o governo paraguayo poderia
com a mesma faclldade recoahecer-se devedor
de quinbentos milbdes esterlinos, visto como nio
ba nem sequer remota probabilidade de que os
ven ha a pagar.
O territorio do Grao-Chaco que ao nosso ver
o no gordio da questio, nunca f n explorado por
passoa alguma, excepcio feita de um marinbeiro
amaricano, cuja excursao ptlo Chaco desde Tres
Boceas atea Villa Occidental produzio immansa
sorpreza em Assumpc.lo ha cerca de 20 annos.
Declarou aquella americano que encontrara va-
rios indios, atravesara algumas aldeas habitadas
por essa gente, desobrira urna larga estrada, que
Ihe parecer cort ir aquella paiz pelo centro, e vira,
margeando essa estrada, longos renques de pal-
meiras, nao all nascidas espontneamente, mas
plantadas pela mao do bomem. D. Carlos Anto-
nio Lpez tentou por varias vezes explorar o Chaco,
mas as expediedes por elle enviadas raramente
foram alem de 20 a 30 leguas; da urna dessas
expediedes nunca mais boave noticia, snppondo-
se qoe os horneas foram morios pelos indios, on
devorados pelos animaos ferozes.
Na Revista del Rio de la Plata, peridico Ilite-
rario raensal, est sendo publicada a relacio das
viagens de Azara pelo Chaco, e o numero que
appare:eu no mez passado contm am capitulo
inlaressaulssimo sobre este assumpo. Si) mu
incompletas e escassas, entretanto, as nformacdss
que temos sobre o Grao-Chaco, e posto que se diga
geral nenie que aquella territorio muilo rico e
lerul, os que lem navegado o Paran e o Paraguay
asseguram qae elle selvagem, inculto e intil.
Fazemos estas observacoes sobre o Grao-Chaco
para mostrar aos oossos leilores, nao s o neobura
valor do objecto em discussi), mas tambera que,
ae infelizmente, em consequeucia de razoes polti-
cas, esta repblica for levada a guerra, o Grio-
Cnaco nao ser mais do que um pretexto para ii-
lodlr o povo e desviar a ailencao do verdadeiro
ponto da questo. O Grao-Chaco ioleiro, com suas
malas, seus nos, seas jacars e todo o mais quanto
nelle se contem nio vale as despezas em ama se-
mana da projectala campanha. Pela nossa parle
negamos qae a repblica emprehenda ama guerra
por causa de um lerrilorio de tio pouco valor.
Se bouver guerra, aeu Um ser castigar os Para-
guayos e os Brasileiros por se teraui adianlado a
nos e cnegado a um accordo sem que (ossemos
ouvidos.
Mas possvel tal guerra T Bala a questio
principal. Dous (fallando em gerai) dos mais bem
informados joraaes desta cidade dizata, e com car-
ie tom de quera est para tanto auterisado, qae a
guerra sera a consequencia do tratado; otas preci
RELAfOES DO BRASIL E SEL" GOVERNO COM O
RIO DA PRATA.
A opiniao geral que o tratado celebrado entre
os governos do Ilr.sil e do Paraguay importa rom -
pimento do tratado de alaoca, o que ple arras-
tar-nos a urna nova guerra com o rasil.
Estamos, pois, em um momento solemne, mis
ter examinar eom calma a sem paixio o qoe coa-
vera fazer.
De que nos qneixamos nos t D) baver o Brasil
violado o tratado da trplice aliianca.
Pretendemos que o tratado se compra. Se, po-
rm, elle tio celebre quanto funesto, se ioiquo,
devemos abandona lo e nao aceitar a guerra para
fazer cumprir urna iniquidade.
Sa a poltica prfida e desleal do imperio do Bra--]
sil apparece hoja ao mundo em toda sua repugnan-
te Dadex, como disse um dos orgi>s mais illustn-
dos da imprensa, por haver daspedacide o trata Jo
da trplice aliianca, forcoee reconbeeer qaeo| AUTORIDADES POLIUARS. Por portaras da
tratado oio envolve os males a escndalos que se presidencia da provincia, de I do crrante, foram
comeados :
i-, 1* a 3* aoppiea'.es d) subdelegad> de Taqua-
RE VIST A DIARIA.
PR0FESS0RE3 PUBLICOS.-Por portaras
presidencia da provincia de 8 do crrente :
Foi nomeado profaaaar interino da cadeira da
instruccio primaria di aexo masculino da p>voa-
q ) de Una, Antonio Teiaira Pimental.
Foram removidos os prolassores pnblieos: Tr-
nalo Laurentioo Ferresra da Mallo, da cadeira de
8. Benedicto para a do Altiabo ; e Jos Antonio
da Silva, da Je ai tinao para a de S. Bene-
dicto.
ESCOLA NORViAL-Por portara da presiden-
cia da provincia, da 8 do crrante, ra designado
o professor Dr. Ayres de Alboquerque Gama para
servir de secretarlo da Escola Normal, no correte
auno.
GUARDA NACIONALPar portara da presiden-
cia da provincia, da 8 do orrente,eonceleu se dis-
pensa do lapso do tempo, para poderem tirar paten-
tes : ao tenenle do 16* batalhao de infamara, do
municipio da Pao d'Alhn, Jesnino Domiognes Car
neiro ; a ae alfares da 1* eompanbia do '> bata
Iha ', do municipio do Recite, Jos Peres Campado
de Almrida.
tamos ainia ouvir a opiniao de ootrot coUegat. qaw aggreuio eventual.
aitribuem.
Nio ae realisario as previades do Nacional; el-
le eombatia-o a hoja lea de aefeade-lo, porqae*
no terreno de seu cumplimento que estamos lodos
eollocados.
Nio devemos tambera attribuir a poltica partida
e desleal do imperio, o qae em grande parte nio
senio obra da improvidencia de nosso governo.
O ministro do Brasil anden por mais de um an-
oo as ante-salas do nosso, preteadendo fazer cum-
prir o tratado, que, no pensar de nosso ministro
era iniquo.
Quera inventou a doutrina de que a victoria nio
di direitos ? Qaem concedea ao Paraguay a facul-
dade de discutir os limites ? Quera exig > qae os
ailiados tratassem separadamente ? Foi nosso go-
verno, foi o ex-ministro dos negocios esirangai-
ros.
Nao se eelbsm os fractos de unu grande polti-
ca, porque urna pelitica imprudente j os des-
t'UO.
Vemos com dr que os erro?, masticas e preoe-
eupacoes que crearam tantas difllculdades e con-
flictos na guerra do Paraguay, vie repetir-se
agora.
Os qae aleotavam a resistencia de Lpez, os
que ridicalarisavam os recursos dos afliados, o
que os apresentavam como inimigos, quando com-
batamos junios, os qae fomenlavam as desercoes
e levantamento de nossas forcas e apoiavara os
insidiosos protestos que nos roubavam a forea mo-
ral, esses, na verdade, por mais santas qoe mesera
suas intencoej, eahiam em um erro lameatavel.
Ningaem, entretanto, confundi o qae proce-
dan) dest'arto, com os alliados de Lpez que era m
por demais conbecidos.
Que o passado nos sirva de experiencia na gra
ve emergensia que sobrevol agora.
Vemos com dr qae se comer a ornar am mi
ponto de partida, appellando-ae para meios fu-
nes"os..
Se tiobamos am tratado eom o Brasil, qae sea
governo violn, qae nos resta fazer T
Comecar eoodemnaado o tratado da aliianca ?
Porm como possvel empenfaar o paiz em ama
guerra, para fazer cumprir o que um erime, e
am escndalo ? Parece-nos isto tnsastentavet.
O tratado de aliianca, cujo eumprimento exigi-
mos, nio ple ser condemnado, ao mesmo tempo
que se invoca como causa de um rompiraeato.
misler tambera nio confundir os metoa de ae-
ci. Nio toroemos causa de am rompimenio to-
dos os terroris, preoecapieSes e ojastigts que nos
arrastariam a urna guerra de exterminio.
Nio correramos as armas se chegassemos a lio
triste ex trem Jade, senio para qae se eamprisse
am tratado solemne,
Quaiquer que seja, por ontro lado, nossa for;a
nosso direito tio explcito qae devemos contar
com o ap)io da opiniao do propro Brasil, que ha
de coodemnar a attitude de sea governo.
Se, porm, flzermos questio pela poltica perfl-
d?. do Brasil, se invocarmos o antagonismo de ra-
sas, se de novo ferirmos as susceptibilidades de
um povo, chamaodc-o macacos, negreiros, pr-
fidos, ser en tio a guerra de povo a novo, o que
absurdo oeste tempo em que a razio publica,
tsm caminhado tanto.
Deixemos qae cada povo seja o qae nio pre-
tendamos arrojar para alera do ocano a coma dos
Braganc.is, nem oos Hadamos oom chimericos r-
ceos.
Colloquemo nos em nosso verdadeiro terreno.
Exijamos do Brasil o eumprimento do tratado, e
nio o fagamos responsavel por am acto inexplica-
vel de sea governo, emqaanto o povo nio ss fizar
solidario com elle.
tio culpado o Brasil pelo tratado fajto entre
seu governo e o Paraguay, qaanto o povo argenti-
no pelos protocollos Varella, Pranlos, Rodri-
gues.
A poltica que seguem os governos nio ama
responsabilidade que possa pesar eternamente so-
bre os povos.
Nio devemos, prtanlo, perder tempo abiindo
am abysmo entre dous povos ; cifreno-nos a ques-
tio verlente, sem trazer para arena recrimiaacdes
vela. as.
claro o tratado de aliianca.
O governo do Brasil violoa. Exijamos seu eum-
primento. Esclaregamoi aopinio publica do pro-
pro Brasil e do mondo.
Protstenlo* e ao mesmo tempo tomamos as me-
didas de preeaugioqae nossa sima gao requer.
A repblica esl desarmada. Armemo la.
Nossas coalas estio sem os raeias precisos de de-
ba, ponhamolas em caadigDas" de repellir qual-
reii oDomingos Pereira da Costs. Manoel Flo-
ranlino Bezerra Cavaleante, Msxmo Jos da
Silva.
l; i* e 3 supplentes do subdelegado de Malha-
dinhaFernando Amonio Vieira, Manoel Tboanz
de Farias, Antonio Liz Bronne.
1*, 2* e 3 supplentes do subdelegado do 1* dis-
trito de Limoetro Manoel Clementino dos Santos
Lins Jos Eleaterio de Sam'Anna, Jos Barbosa
da Silva.
SOCIEDADE LUSO-BRASILEIRA.Por porta-
ra da presidencia da provincia, de 8 do correnta,
foram approvados os estatutos da sociadade Lino-
Brasilea, fundada na cidade do Recite.
FANDANGO. Pedem-nos o segrate: t Nio
lando sido possvel realisar-se o fandango na loute
de .'i do crrante, por oceaso da fasnvidade de
Nossa Senhora da Paz. nos Affjgaaos, por causa
da chura, licou tran-ferid) para amaobaa s qua
tro boras da tarde, devando terminar as sete ho-
ras. Os fandangueros apresentar se-aio mas-
carados.
i Pede-se encarec Jmenla ao Sr. regente da
compaohia de bon Js se digna ordenar que neste
da b jara trens necessarios, afim de poder haver
concurrencia
MERCADO PUBLICO.- A cmara municipal
c intraten com o Sr. Jos Augusto de Aranjo, ten
do por fiador Eduardo Petew Wilson Jnior, pela
quantia de 336:9001, a constracgio do mercado
publico da cidade do Recita.
CARRIS PARA TRANSPORTE.-Tendo expira-
do tontera o praso para o recebimento de propos-
tas para o assentamento de trillos as ras da
capital e couJucgio de gneros dentro dalla, fo-
ram recebidas pala presideocia da provincia duas
propostas, urna do Sr. Bellarmno do Reg Bar-
ros, e outra do Sr. engenbeiro Dr. Panto Jos de
Oliveira.
Naquarla-feira (14) serio abenas solemnemente
as propostas.
A QUE VI COMPETIR.Damos em seguida urna
nota dos presos pronunciados existentes na casa
de detengio, e que devem ser julgados pelo jury
da capital, alguns dos qoaes recolbidos all ba
quasi dons annos :
a Izidoro Das dos Prazeres, recolhido em 6 de
agosto de 1869, por crirae de ferimentos, proces-
sado em Jaboatao.
f Edmundo Jos Saldanha, recolhido em 16 de
jaiba de 1870, furto de escravos, processado na
capital.
t Jos Deodato de Medeiros, recolbido em 23
de selembro de 1870, estellienato, processado na
capital.
t Jos Pereira da Costa, recolhido era 21 de ou-
tubro de 1870, furto, processado na capital.
f Manoel Gomes de Soaza. preso em 4 de no-
vembro de 1870, armas prohib las, processado na
capital.
f Antonio Joaqaim Ferreira, preso em 18 de
novembro de 1870, morie, processado nesta ca-
pital.
Manoel Ignacio do Canto, preso em 15 de
Janeiro de 1871, morte, processadu nesta capital.
a Luir, eseravo de Cbystovio Beato do Reg
Brrelo, preso em 22 de fevereiro de 1671, feri-
mentos, processado nesla capital.
c Manoel Marlins Soares, preso em 22 de feve-
reiro de 1871, furto e falsidade, processado nesta
capital.
< Francisco de Soaza Ferraz, preso en lo de
margo de 1871, ferimentos, processado nesta ca-
pital.
Joao Manoel do Nascimeoto, preso em 22 de
margo de 1871. processado na capital.
i Adolpho Cavaleante da Oliveira Maciel, preso
em 20 de maio de 1871, estelionato, processado
na capital.
c Fortunato Jos candido Arara, preso em II
de jaabo de 1871, morte, prexssado na capital.
f Manoel Jos des Anjos, preso em II de ja-
nho de 1871, tentativa de morte, processado na
capital.
f Ambrozino Francisco Amnelo, preso era 8
de agesto de 1871, ferimentos, proeessalo na fre-
guezia da Varsea.
c Laurentrao Sabino dos Santos, preso em 3 de
selembro de 1871, ferimentos, processado na ca-
pital.
i Luciano Jos de Mattos, preso em 22 de se-
tembro de 1871. roubo, processado na capital.
i Manoel Jos de Oliveira, preso em 17 de ou-
tubro de 1871. ferimentos, proeaesado em S. Lou-
reugo da Malta.
OS GALEOES SUBMERGIDOS na baha de
VIGO. Lemoi n'um jornal de Lisboa :
Esta prestes a concloir-se o armamento da
um navio a que em Si. Nazaire, neste momento,
o Sr. Basin procede com a maior assidnidade para
a expedigio a Vigo.
Parece nos qae ser interessante para os nos-
sos leilores o eonbecer os diversos appareihos que
o hbil engenbeiro orna empregar para as ope-
racoes submarinas na babia da]uella cidade.
Os navios naufragados na baha de S. Simio
em 1702, isto ha cento e sessenta e nove annos,
acham-se na profunddade de 20 metros, e sob
urna carnada de lodo, cuja eraessura attinga n'al-
guos pontos, 6 metros.
As riquesas com das nesses navios submergi-
dos, taem do objacto de numerosas iuvesiigagoes,
mas os asfogos tentados at boje por diflerentes
engenheiros oio produzirara resultado algum ;
o Sr. Basin na saa campanha da exploragio de
1870 conseguio acbar algumas turras de prata.
c A extraegio dos galedes de Vigo aprsenla
grandes dilHcnlJades, mas o Sr. Basin nio se pre-
oceopa eom ellas, gragas aos eagenhos e machinas
que inventou, e com os quaes espera tirar bom re-
sultado da sua operar), que segundo diz o Salut
devia comegar mesmo em pleuo invern.
< Engaar-se ba quem pensar que o elemento
de raergulhadores suficiente para trabalhos de
sirailhante ordem. O Sr. Basin comprehendeu que
era preciso rmalo de pegas e utensilios inteira-
mente novos, para ir a Vigo.
< 0 seu navio expedicionario, ao qual poz o no-
rae de Vigo, urna magnifica embarcagio da tres
mastros, e que mel 1:800 toneladas. A coberta
falsa est convenientemente disposta para alojar
um pessoal composto de 60 lomees de guarnigao,
e 13 raergulhadores.
a No porio esli estabelecidos locomoveis, e as
arvores de transmissio n-cessarias para por era
movimeolo bombas centrifugas, machinas hydrau-
licas, e Qoalmenle poderosas machinas magneto-
electricas, destinadas a produzir no fundo do mar
a necessaria luz para a exploragio dos navios afun-
dados, e seas fragmentos.
No tombadilo acha-sa nm completo material
de sondagem, cabrestantes, ahmncas, rodizios, to-
dos movidos a vapor, e enorme quaotidade de
amarras; sobre um grande pranchao que sae do
navio, ura magnifico projector elctrico deve allu-
miar os trabalhos submarinos; tubos de caoat-
chouc necessarios para a extraegio do lodo traba*
Iham de combioacao eom grandes cubos de ma-
deira ; poderosos guindastes de 6:000 kilogram-
mos, e Oxos na coberta, suspendem em cadeias
urna enorme lanlerna elctrica submarina, cojo
vidn feito as tfficinas do Sr. Saint Gobain, nao
mede menos de am metro e 20 centmetros de di-
metro sobre a espessura de 5 centmetros, admira-
vel trabalbo eomo at aqui jamis foi emprehendi-
do em quaiquer fabrica de vidros. Outro guin-
daste move o curioso e admiravel apparelho em o
qual o Sr. Basin vai visitar os seus'trabalhos, e a
que elle chama o seu observatorio submarn).
i Nada se lera visto at hoje tio curioso como
este observatorio cyliodrico que mede 2 metros de
altura subre 1 metro de dimetro, e qua esl ar-
mado de 2 lentes objectivas de 30 centmetros de
dimetro. No interior acha-se ura appirMIio ics-
tico, bem como um jogo de campanhias denomina-
do de soccorro.
No cimo do observatorio est enllocado um re-
cipiente de ar qne no caso de algum accidenta
inesperado permute ao observador respirar por al-
gnns minutos.
Na coberta existen., tambera dragas de esca-
vano, que devem ser rebocadas por urna chalupa
a vapor da torca de 30 ca val los, a que bao de pro-
curar escavando no fundo da baha os gileoes que
se achara subterrado?.
E finalmente, os necessarios torpedos para a
desaggregagio do lolo, uas pedras e dos molluscos
bem como machinas de toda a especie e feltio,
acham-se arrumadas com svmetria no tombadilho
a promptas para serem utilisadas conforme forem
precisas.
N'uma palavra, o Vigo urna vasta officina
flucuante, na qual se acham forjas, torres, todos
os -utensilios necessarios para concertar esse nu-
meroso material.
< Seria demasiadamente tonga a explicagao por
pormenores de todos esses elementos de salvagio;
por isso nos limitamos a chamar a attengio do
leitor para os prncipaes appareihos que dio mais
na vista.
< Primeramente: a draga escavadora que da-
ve operar as exalorages, e que se compe de urna
especie Je grade de deslerroar, armada de 9 p>-
derosos denles de ferro forjado, e rapni Ja de um
recipiente d'ar, ajuda do qual, a draga iluctua,
-Uoviuieulo do da 9
navio, e conseguir pl-o em agua clara, islo a.
estado do navio recentemente naufragado; aaBk
.er-lhe-ha I.cil proceder com raelhodo, e eom
ajuda da sua< poderosas mi chinas extrabir toda ..
carga subraergida.
Os joroaes si) de opiniao .que com uas afe-
mentos o hbil engenheiro couseguir apoltrar ;
do legendario thetouro da Vigo ; e dos (Tocaran--
raos por os Oussos leiore. ao orreute las di.Te-
reutas peripecias dessa inieressante -xpedigo
que at peo lado scientUlco e cheia de iate-
resse.
LOTERA.A qne se acha a vnda e a J14\ a
beneficio da imperial capella da C.taaci*. a qa..
corre no dia 12.
LEILAO.-rlIoje effa;tua o agenta Pinto o leiia
de fazendas e miudezas, assim como differealee fa-
zendas avahadas no arinzera do Sr. J. Carrer-
rua da Cruz n. 3V.
CASA DE DETENCAO.-
de fevareiro de 1872 :"
Exisham ( presos) 369, entraran) 4. sahiraa 4,
exlslem 369. A saber: nacionaes 268, maillera-
9, estrangeiros 42, escravos 49, escravas 3.
Alimentados costa dos cofres pblicos 302
Movraenio da enfermara d) da 9 de fevereir
de 1872.
Tiveram alta :
Bemvenulo, eseravo de Prxedes Guarnan.
Silvestre, eseravo de Manoel Vieira da Caoba.
CSMITERIO PUBLICO.-Obitaario do du 7 i-
favereiro de 1872:
Igaacia Marta, branca, Pemambuco, 90 aaaos
iolleira, S. Jos ; velhice.
Mara Benedicta, branca, Pemambuco, 2 anac,
viuva, Boa-Vista ; bexigas.
Manoel, preto, frica, 53 anuo-, Boa-Vista ; au-
plexia. Ho pital Pedro II.
Frabcisio Delmonte, branco, Italia, 19 annos
solteiro, Boa-Vista ; febre amarella. Hospital P*
dro II. ^
Joio, branco, Parnambuco, 8 mezas, S. Jos .
entero colite.
Candida, branca, Pernambuco, 9 metes, Ba-
Vista ; febre continua.
Manoel, branco, 8 mezs, Reeifa ; arndolas ea-
fartadas.
Mara, parda, Pernambuco, 1 das, S. Jo;.-
eonvulses.
Manoel, pardo, Pernambocc, 6 mezes, Ba-Ve-
ta ; convnlsdes.
PASSAGEIROS.Seguirn para o noria no va-
por Paran :
J/elippe Etrella, 1 cabo, 4 pragas 3cn nino-o-
Francisco Xavier de Oliveira, Jio Diaria da Sil-
va, Thomaz William Silmio, George L. M aunar
D Maria B FernandcS Lopes, eaptlio Ant-mi
Francisco C. deSarapaio, 2 cab)s, 7 ansiie^ads.
31 pragas do corpo provisorio do Shranhio, Ja-
nuario J. da Silva, Eluardo S:!i neJUiubrr, Ray-
rauud) G. do Valle Guiraarae., pratco di Costa
Joao Antonio da Silveira, Eluardo Waldroo.
Dr
(ai
ou se immerge eom extrema facilidade segnodo a
vontade do operador.
O momento da draga escavadora encontrar
fundo immedialanenie annunciado por ama
grande eampainba elctrica.
c Entio o observatorio desee ao mesmo tempo
que a i an terna elctrica, a qual, al! ura i and) com
grande intensidade o (nodo do mar n'ura raio de
10 metros, pouco mais ou menos, permita reco-
nbeeer os navios, e os seus menores destroc..
Afim de desembarazar esses destroeps que se
achara lilteralmeate enterrados no lodo, o Sr. Ba-
sin imaginoo nm apparelho dos mais simples, pra-
tco por excellsncla, e de exaclido verdadera-
mente fabulosa nessa profunddade de 20 metros.
< No exterior do navio, e a tres metros e meio
da sua linha de fluciuagio, estabeleceu 3 prezas
d'agua; a cada urna dessas prezas d'agua que
comrauoicam com o interior do uavio, adaptou 3
tubos de caouichouc, de 10 centmetros de di-
metro interior, e de 20 metros de comprimento
cada um.
Na exlremidade desses tubos flexiveis acha-
se li xo por urna rosea um apparelho de cobre que
el e denomina devorador, tendo a forma de um ca-
chimbo coja fornalba cncava tem urna grade rae-
(allica. Essa exlremidade, vae um mergulhador
entrrala no lodo liquido.
< a pressio estabelectda pela differenga de q-
veis que exsiem entre a linha de fluctuagao e as
reprezas lixas nos flancos do navio, determinan)
nos tubos urna crreme ascensional d'agua, coja
calendado desaggrega o lodo, e o leva sem dilli-
culdade para o interior do navio.
c Ple calcularse que a vea liquida, no seu
movimeolo ascensional, aspira o mnimo de ama
quinta parte de lodo.
t Essa mistara liquida cabe no interior de um
recipiente, d'onde repellida para um tuba con-
ductor, do comprimento de 60 metros, e suspenso
por bolas, qua o vae langar ao mar, segurado *
crreme das mares.
CMARA MUNICIPAL
SESSAO EXTRAORDINARIA AOS 2 DE JA-
NEIRO DE 1872
PBESIDEXCIA DO Sil. Dn. SOlZX Liu.
Presentes os Srs. Dr. Pitauga, Beoto Co*
Villas Boas, e L)r. Hoscoso, abro-se a sessa^e
lida s approvada a acta da aaiecedeule.
Leu se o seguiuie
KXPKDIK.NTE.
Urna carta Je convite do Instituto Arcbeoiogie
a Geograpbico Pernambucan), cmara moaiepai
para aasislir n) dia ii do crreme a inanguragio
de urna columna commemorativa no lagar do
Arraiat Novo. Intairada.
Um ofllcio do mesmo, padindo qua a cansar.
convide os seus muoicipas a iliuminarem as frene-
de suas casas nos das 26, 27 e 28 do eorreni -
em signa! da regosijo pelo anniversario da liber-
tago do jugo bollandez.Qua se convide.
Outro da cmara municipal da Cabrob aeea-
sando a recapgio do ofllcio dasta cmara, esa qui
sa Ihe communicara a posse do actual admiaiatra
dor da provincia.Inteirada.
Outro do fiscal da freguezia da Boa-Vista, daad >
informagio favoraval a paligio da Antonio Lu/
Baptsta.- Concedeu-se.
Um parecer do engenbeiro cordaador, favor ave.
a 1' paile da petigio de Domingos Jas Avila.-
Defindo na primeira parte e indefirido na segunda
Um abaixo assignado dos padeiros da frigie:
de Santo Antonio.Ao fiscal.
Despacharam-se as petigoaa da Antonio Geagal-
vesde Mora-s, Antonio Joaquim Das, Coaaiaaiin)
da Silva Mafra, Clotidas Ignes da Silveira Batios
Domingos Bernardino da Conba, Eilaa da Rocha
Pereira, Fraicsco Jos da Silva, Fraasis Anto-
nio de Mello, Joio Paulo Monteiro de Aadrada Jos-*
Joaquim Gougalves de Barros, Maria dos Prateres
da Coneeigio, Maria Francisca de Almeida Gomes
Marcelino Francisco de Paula e Rabello Almeida
AC.e levantou-se a sessio.
Eu, Lourengo Bezerra Carnero da Caaba, se-
cretaria o snbscrivi.
Ignacio Joaquim de Souza Ledo, pro-presidente.
Jos Maria Preire Gametro. Angelo Htnri-
ques da Silva Dr. Prxedes Gomes de Souza Pi-
tonga.Dr. Silvio Tarqninio Villas-Bon. Dr.
Pedro de Atthayde Lobo Moscoso.
PUBLICACOES A PEDIDO.
Tendo-se publicado no Jornal do Commeicio de
15 do corrite, am artigo em qoe se leve era vista
smeole injuriar o Iilm. Sr. corameodad r Emito
Xavier Sobreira de Mello, ex-inspector da attaa-
dega desta provincia, iovocaado-se ah o neme d)
commercio desta praga: os abaixo asatgaalas ae-
gocantes matriculados, veem protestar cesura se-
melhante publicagio, deelaraodo, qne pela ana
parla o nao aatorlsaram, nem por qualqner modo
nella consentirn), sendo que nenhnma qaeixa lem
do Im. Sr. Emilio Sobreira, que Ibes consla sem
pre tratou a todos que o procuravam eom as ma
neiras de um cavalhelro, e se no desemperno seus deveres se mostrou sollicito e zeloso pelos in-
teresses do fisco, nnnea deixou deauendar <|oaat.<
Ihe foi possivel, e no que era licito aos pirtici-
lares.
Recite 31 da janeiro de 1871
Saunders Brothers A C
Jos da Silva Loyo A Filbo.
Jos Hanrique da Trndade.
f. P. Cramer Freres A C^ P. Belley.
Tiaset Frres.
Johnslon Pater & C
*


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1
II
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r__________________-------------
Antonio Valentn da Silva Barroca.
Alriano, Castro 4 C.
Keller & C.
D. P.WilMrM' '#
Amonio tariKi G. # # #
Bar) de BeaUcs.
Bario de m Verle. -
DomingosWleB Hathou*.
Joio Jos Hodrigues Mandes.
Augusto Cesar de Abr
Augusto Frederico dJ
Mende, Azevedo eV
Tasso Irroios C '
Baltar, Oliveira & G.


i.
>r&mbfict Sa
i Apresente-o?i em, mfo nio tetaba eadlo
.jbrj|*^p an |ti< Mm ijKUa i><*
nprn puot>^, mM is.nm por Utor a raspn^
sabilidade **..,. Hrt-tl^i
Amu'a e-ia responsabilidad*,; .P"f/
gast^ i seus 0:<*000, que em al ti voz
r.ra gastar eontra mim.
Racifit, 9 de fevereiro de NM. "^
TVojaiw Ah'pio de Carvatho Mendonca
atoe* tidejaafc da t f a) ft* ivefta A
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'nodo da raserva
O Inspector 4a san je lo porto c
Sr. Pedro Haiiry iedjaetan-
No Diario ffrrfaeiri>>nee de, toaie n vera ara
-^onmunlcado em qjiiv*M% Ptdn arsory^pre-teo-'
"e fazer-ine carga de un fasto em que nao ve a
menor parte, b que apenas ttve notieta del le corr
moiedaUoente ao Recfe, oara dar as providen-
eiasasefessem precisa;, e encontrando-me con o
Sr. Httry e fallando.tha a forma 4a amiade
que deseripta por S. S. era dito eommauoicado.S.
S. ue s* ignou fazer-me a inioima observaco,
como k junharam doas seohores para quero
u ader'i appellar. sa julgasse que alguem du-
tdava do que eu dissesse, o que esta vara a almo
car c va o Sr. Manry.
Beixo muito de proposito de responder so Sr.
Pedro Maury. na parte em qae. falla da? tfossas re-
tacees de amizade alera da corteza, l'pirqie qual-
quar pastea -de tma'es bom senso apreciar o
valor que o Sr.. Peleo Miury di as suas relaces
de amale qe vio alen de simple' cortizia, 2
porque Oo sendo eu hornera de apurada educa-
ci recelo cahir em algumi armadilha e depois
vir alzuem alzarme que eu sou peior quo n si -a
rio vingativn, que pira nai perder o golpe, a'n
de acicalar o pnohal, euvenena-lbe a prnta, '
porque quero o'todo o tran9e reipeitar e-isa ami
zale que exi-t a entre lu e qua da forma algu-na
aevia sor trizida Dalla, a nao-er cjj circu-us
laneia para apgravar a iujusta e iufaudada accu
sajo que o Sr. Podro Maury quiz atr me, a qual
o miuha opiniao, e Ulvez na de muita gentv.n.j
traga outra coisequen;ia :<;) dos acto* do inspector da sale do part
e dos sens empregados e a prova real de que se h
irregutaridale n) servido do mar nao parti ella
daqaella repartico'e fin das outraj a queu cora
pata a flscalisaca) e polica, i' Qoairaea'.e, porque
ea Ja estou em ilale eiu que ninguem ptrdoa le
asiomos proprios da mocidade eui '.oda a fo {a de
sea tigor.
Todos ama voz querem me censar, roas nun
ca uraguem teve meihorat e mais voluntario* de
Tensores do que eu ; e se por iofoiiciiale roiaha
eu precizasse de defezacomo erapr.gado publico,
certamente uija:harla p>r drfen-or seo) alguos
dos que taivez roe tendoajudado a derrubar, e de
pois.me veudo cahido pjr trra se apre?eaia?st>
como taj para arredar de si as suspelta*.
Creio, portanto, que o ?r. Pelro lliory toi mar-
lyr de si mesmo, qoero diz;rplaoejou ajcu*ar-
ine p-jiru veio ;neote mjstrar ao publico q e
os empregados da sale d pino :uinprem o sen
dever e oao sacrifi:ain o seu brb e punlonjr de
enpregidos pblicos amzade< part mulares por
mais astreoecidis qie sejam,
O publico sempre illustrad) e justo vae ver de
qae qualidale a aecusarjio que protaoJeo fa-
zer me o Sr. Pedro Maury e a par;e que uve no
grande desacato feito ai comraercio estraogeiro, e
por si mesrao ajuizar sumo querem que se faca
e servico.
Niodevo terminar sera reader iallnias gra?js
a Deas, por me ter coacedidj a gra>;a de g>sar da
amitade doSr. Pedro Miutyalen da cortezia, -
e da ser S. S. alm disso uui uegK-iante de gro<
so trato, de flna e^uiaejo e rni^i muito distraen,
pjrque sa nao se da .'ias avoraveis, o que sera de mi n, tenlj cnido
no desagrado de S. S, aiuda que sera a menor
culpa ? Tremo de pensar nisso.....
(elido fri eatorpece-rce o peusaraeoto.. .o faz-
me cabir a penra da mao...
Aa Sr. Pedro Maury e mais sniores, que lem
e oceupado n>s j>rnaes com negoiiis da sade
d> porto, declare que eu na j tiro raeios da suoais-
teoeia desse lugar era dos oulros empregis pu
luios que exergj: quera se ju'gar i.lTradido em
pirque eu ui teuho terapo para eutret'.ar poierai
ca em jonaes.
Ha un meio muito fcil e roa propo lo a S<.
Ss., rranam-se tolos e p*ca a miuha demis>o
ao governo e (icario livres Je ambararos Que pi-
abo a que cada um fi ;a o que quer : mas em-
^uanto eu fr inspector de a le Jo porto bei
e cumsnr o o meu dever e fazer que os empre-
gados de minba rvpariigao curaprara o que Ihes
determina o regulamento.
S for nimeadojoutro inspfetor que apparrQi no
porto de anno a anuo, e tendo secretario qne fa^a
oudo qoantj o ^eahores Ihe deteiminarem, lie ira
irado arraujado : e como o secretario actual na a
lu* presUr-se s exigencias qou Ihe fjram feitas
--ra bom qne tambara re jueiram logo a sua exo-
n^racao.
Deixo o campo livre ao Sr. Pedro Manry e to-
os o* mais que me qaiierem obsequiar cora suas
finezas.
As pessoas imparciej que leiam a parte do
sectetaric e ajuizem.
Dr. Lobo Hoscoso.
Regulimento de 23 de janeiio de 186.
\tl 11. Todos as embarcacoes nacionaes on es-
iraneeiras, mercantes on de guerra, sao sujeitas
uo acto da entrada no porto, visita do escaler.
Ai. 19. Obtidas as informales do artigo an-
tecedente, se forera satisfactorias e lirapa a carta
ie taille, o ajudante laujar nella e dar livre
pra'iea embarcaeao.
Art. 20. Se oio forera satisfactorias as informa
6a, flear a embarcarlo iocoramunicavel a. que
9?ja em livre pralica,
Art. 57. Se a embarcarlo entrada nao apresen-
tar carta de si ie -o ter livre pratica se o aju-
d-.ate depois lo exarae conveniente, conheeer que
eatl as condices de obte-la, e se no porto donde
parti e naquelles era que tocou ou communicon
naoreinava epidemicamento alguraa molestia pes-
ulencial.
InipeecSo da sale do porto era S de fevereim
de!87.Illm. Sr.Dirigindo-se para trra neje,
por volia das 7 horas da roauhaa, o bote de urna
-umaca hespanbota que desde hontem se achava
fondeada no lamaro sem ter anda coraniuoicado
com a trra, fui ao encontr do bote peno do pha
rol para proceder visita sanitaria, ao qne o ca-
pillo nao qulz se sujeitar negando se formalmente
a me mostrar a carta de sale, allegando que to
vinba aqui raeeber ordene [ara os prrtos do sul;
em consequeucia disso dei parte ao 1' posto fiscal
da aMandega, ara de nioguera cornmuoiear cora
o capito seru primeiro estar desembarazaio' por
esta repartico. Poucos momentos depois o cap
lio largos cora o bote para o laraario e o navio
fet-ae de vela, de formas qae qnando V. S. che-
goa as 9 horas ji o navio tinha sabido.
Dea i guarde a V. S.lllm. Sr. Dr. P. Atbaydn
L. Hoscoso, mui digro inspector de sade do por-
ta. O secretario, Flix de Cantatiee da Sika
tal*
-----a.
Negocios de Fernando.
Tendo, como me cumpria para desafrontar de
minba digoidade, chamado a responsabilidad* r-
edielor do Diario de Perntm'iiir^ para apreaeutnr
e jufeo oirn'ogriphi)s das correspondencias, as-
-gnidas por Querino ioaqnira Madeira, e aoony-
raos, e publicados cintra mira por esse Diario
luando espera va que Madeira tivtjs.-e asumido a
respon-abilidade, mesmo d'aquellas em que vera o
sea nome assigaado e onde declara ao publico
Do qne en liver dito lenho os documentos compro-
batotloi e atsigno toda qualpuer responsubilida
de aprsenla Jo pelo mesrao edtetor ama de;la*
racao de Manoel Rodrigues P.nlulro (testa da fer-
ro), em que este se reaponsabilisa por ludo quanto
foi publicado nao ; com as asignaturas de Ma-
deira, como com outra*.
Pode, vista disto dar o publico crdito ao que
publiccu Madeira contra mim ?
Eij sabia disto, oa antes deseonftava queso
se infama ara hornera honrado, qoando se escreve
sem reaponsabiiidade, ou sob anonymo*.
Agora porra qne est o Sr. Maleira nesta eida-
Je, e qne trouxe como natural, notos documen-
tos eontra mim, eu o provoco que assuraa a ros-
ponaabilidade, ojo ; io que ja disse, como do qne
tem de dizer, a nao querer ser (ido por um infa-
me calumniador. Sel que ntreos e araeacas de
commandante do presidio (na forma de sea loava-
rel costme) traz docomentoa eontra mira, pa-sa-
pfls pelo sentenciados /* Pairae Nascimeoto qne
foraoa meas faxioeiros Corca^* #4'fl ( !iae1'
ro) Chicio, e oatros sens apaoignado ______'
() Tendo sabido sem
brje esta pab!iea$o.
Oirw UHMiui
B" larneatavel qcw n'uraa cidad* pogi'osa e
portante como esta nao tenmalilo .vi la a
ciaeao do sea real merea*nmto ^a tompai
eqaestre e gymnastkado 8r. G. CWwrai.
F laraenuve! dliamos, parque e oo Km a>
laneiro, oade realmate goato pasa arte nao ,
nunca foi e nern ha *e ser auuajrior ao noaao,
jimais deixoa de haTW coBCurretfcia no circo-do
Sr. Chiarini, e a companhfa ali deteve-se um loOfo
praso de tempa anferindo reaes interesses, nao|
era ds esperar qae em Pernambuco qta* nanea
se desmentio nesse sentido fosse lo pfJfteo apre-
ciada aquella importante companhia, e onde o Sr.
Ctilirlni parece qae achia o contrario do que
certamente Ihe haviara dito a nosso respeito como
verdadeiros apreciadores de lio importante arte.
Com pesar temos visto quasi sempre o circo
sea aquella eoncurranoia que rara para esperar e
que da Perosmbao nunca se duvidou.
Admiran., pata, kf.o. quando bos rawdaaaoa
Ja concorre'ocia que4emj)re teve o eirco Grande
Oceane de Spaldiug/fc Bagers, o-fia1|eno are Ve
Marcos Casati e ulttroameale a companhia do Sr.
Antonio Canos do"Carmo.
Nos apreciadores ou para meHiur ,dieer, estre
mmente amantes desse eooro de diverumento
sentimos que o 3r. Chiarini teoha tilwa de deixar
Pernambuco soiTrendo urejaiao*, quando para Per-
nambuco veio as memores dispoar.$es pensando
certamente encontrar aquello aceihwento qae ti-
verara oj seas aateaessores.
E' nossa opinio, entretanto que se os oatros
t:verau coueorreneia. na razio de um o circo- do
Sr. Chiarini devra lel-o na razio de quatro por-
que realmente parece que o Sr. Chiarini) man
compreheodendo-nos nao poupou esforoa para
proporcionar nos ooites de aprasivel divrtiraeoto.
E cumpro notar que P.rnarabuco ainda oao
veio nraa companhia lo numerosa e que tanto
satislizesse.
A de Spilding 4 Rogers que muito apreciamos
pelis seu* trabalhos e ainda raais pela ordena e
pontualidade que observava nao era comtudo
igual a esta. E que o digam os proussionaes que
as lem visto e os entendidos.
Avancaraos a dizer, pois, sem modo de errar,
que na no-sa provincia nao estove ainda compa-
nhia di-'tanto mareemento.
O ceno que so o desejo de agradar-nos e sa-
ti-fazer nos inJuziri* o Sr. Cdiarioi a deier-se
a mi com sua companhia, cojo pessoal MO esco-
UiiJo a importante exige um grande dispendio e
ihiarini com aquella
fran |ueza e cavalleirisrno que lh* sao proprios
nao duvida ura momento solrer prejuitos cora
a inten^io de satitfazer o publico pernambucano.
Q.iera entende o que valem os trabalhos do
circo do Sr. .Chiarini tu de convir que nao e pos
sivel exlgir-se mais de um hornera, e quera tam
Viajada a Europa, tendo ido ao circo Napolen de
Pars que o centro dessas celebridades nao ha
de ter visto artistas moltures do que o< tres ir-
raaos Carlos, o* d ras creoulos Theodoro e B.lem
Cuba, Catharina Hollowiy etc. e outros tantos qae
ao seus p tiros u trabaihos sio o assorabr > dos
propri >s prcli'sionaea.
Par or limitara*! nos ao poneo que temos
dito, esperando que este p aro de Pernambuco,
haspitaleiro por excellencia e soberamente apre-
ciador das tries, nao continu a desmentir o sen
conhecido nome.
O apreciador imparcial.
A COMARCA DO BONITO
De caso pensado deixei pas-ar d as sobre a mi-
-nha txorera^io do cargo de suDdelegado de poli-
ca desta villa. Nao quena que as coasiderae/ies
que sobre ella tenho a Utor, ;pareces*em fllhas do
le.'peito.
Agora, p rom, parece-rae lempo de diaer algo-
ma c u-a ao publico.
Fui dem tndo por estar processado por crime
de resoonsabiliJade t
Devo explicar oa faelr.?, para que se saina qne
este motivo todo frivolo.
A roinha demissio e de outros, que como en
foram castigados, nao teve outro ra se nao a ex-
ecuQiio das ameacas feitas no dia da eleicjio pro-
vine al, a melles q ie gnardarara a independencia
do sea voto, e nao se carvaram vontadea ea-
(irichosas.
Era ea 1." sapplente da stibdelegaca. qaando
fui Borneado subdelegado. Por nao convir aoa mens
interesses o extrcicio desa cargo, nio o aeceitei
n*ra pre?tei jarammto slnao quando mo constou
que a minha exoneracae eslava resolvida entre o*
meas desaffeetos nesla villa.
Eniao comprehendi, que, para maior gloria del-
les, divera eu paasar por ma demssao, e a
aguaidei.
Foram promptas, e nao me azeram eaperar
maito.
Serviu de thema o .processo de respoosabih-
dade I
O que ha a este respeito o segnlnte :
Bstava en, como i. sopplenie, em exercicio da
subdelegada, qaando oocorrea aqui nm crime ;
prendi o individuo sobae o qnal recahiaro indicios
vehemrntes.
No correr do processo, reqaerett-me ser posto
em liberdade, e onvindo en a promotori, esta foi
de parecer qae se negasse a acitara, por qie os
indicios compromettiam muito o preso. Estire por
este parecer. .
Tend, porem, passado a exercer a vara de juu
de direito, reqnereu-me o mesmo individuo soltu-
ra por hateas corpus, o que eoneedl, por estarem
no processo, desvanecidos aqatlles indioioe.
No recorso do meu acto para a relacao do dea-
tricto, esta approvandc-o, mandn responsabilisar
a autoridade que ordenou a pri io; mas de tal
processo nao se cnidou, e era eu poda ser pro-
nunciado, avista da rrgularidade do mea proce-
dimento.
O Sr. chee de polica, nao ob-tante, mais dase-
joso do satisfazer aos eupenhos dos nens desaf-
feetos, do qne de avoriguar oa fado, acceiton o
pre'exto ftil, e demittiu-rae I
Nao tenho pesar du-to, nem don importancia
demissio : S tenho p sar do dasacerto cora que
se inaogarajuma nova poltica nesta infeliz eo
marca, despresando- se os amigos leaes em todas
as epoehas, para dar-se forca aos abyssinios poli
ticos.
Ttnho pesar de ver isto.
N io assim que se deve fiser pontiea I
Bonito, 38 de Janeiro de 1871
Jos Cypriano Bezrra de Mel'.o.
90,000:0001000
. 8,000:0001000
Agentes,
14
Life and Fire Assnrance Company eslabelecida
ra 18ti. Capital 5,000,600
Os agentes desta companhia tomam seguros
ontrafogo sobre predios, generar WtfattiNP
oagam aqui prejnizos devidamente provados.
Raba Schmauan A C
CofTKi Santo n. 16.
PA<* DO K^# PE F*VJJfiKU\n.
*l I/IJRWAB 0AfAka>
Cotacoes officiaes.
Assncarm*sea>i00 por l'i kilos,
hoWem.
Aguardante 62/1 por pipa.
Atgodode 1' sor te 68U rs. por kilo, bootem.
Vlgoaiode Macei I* aorta 728 rs. por kilo peste
a bordo a /rete de :)|4 d. e 5 0(0, bootem.
Dilo de dito dita 708 rs. por.kilo pato a-bordo a
frete de 13|I6 d. e 5 OjD, hontem.
Ditode dito dita 715 rs. por kilo posto a bordo a
frete de 7(8 e o 00, hontem e hoje.
Aiioliees da divida publica de 6 0,0 ao par.
.arabio sobra Londres a.9Q d/v. 2i 78 d. e 2b'
d, e do banco 2. 3|i d. oor IJUOO.
Cambiosobre Paria a 90 duf. 37o n. por franco,
Cambiosobra Portugal 8 d|v. 120 0(0 de premio.
V. 1. Pinto,
Presidente.
Dubourcq,
Secretario.
ALFANDEGA
endimeuto do da I a 8 20:ilM*77
dem do dia 9 r 77:6M)M>97
B'" "
338:0*571
,| ||, !
no vi atento da nli**nd>*
Volumes sabidos com fazendas l8


um embru-,
eza Rtd'ireast,
inda de Him-
Stsf, enirada
com generen
80
-----18
Descarregam hie H de MWoNMtl 1874.
Hrigne ioglezAvenf*rnha de trigo.
Safca ingUiaLodu .WWi-4iacalhao.
Barca franceufl#r CAPATAZIA DA
Rendimenlo do dia 1 a 8
Idera do dia 9 .
ALFANDBGA
. i:MttfU9
. 565120^

1:983#657

Despachos de xportago no dia 8 dt
/iioemra ie J872.
Para os portos do exterior.
No brigne hespanbol FTne/o, para o Rio da
Prata, carr>garara : fereira Carnsiro C. 50 pi-
pas com Si. 000 kilos de agurdente.
No avio sueco Adotph, para o Canal, earre-
garara : Kellor & C. WO-ncnae cora ,WI kilos
da algo lio.
No brigue atasco Prociosa, para Livetpool,
c*rregaram : Rabe Sehamettau 4 C 368 sacca-
c*ra io.ii kilos de tigedao.
Na galera ingles West Derty, para Liver-
pool, carregarara : (illa Laflian h C. 732 eacoas
com 33.753 kilos de algooie.
No brigne ingles L>is, para Barcellona, ear-
regou i P. M. MMiry 201 Mecas com 15,03i kilos
deBlgodo.
No vjpor inglez Sludent, para Liverpool, car
raga rara : Sauuer* Brothers A C. 3tt9aaccas aom
11,076 k;los de algodao.
No patacho austraco Nlond, para o Canal,
earregaram : Sauadera.Brothers A C. 860 saaeos
cora 60.000 k'los de assucar mascavads.
' Na barca iogleza ^Hiota, para Liverpool,
earregaram : Thomaz JefTenes & C 300 saceos
com 150,000 kilos de assaear mascavado.
Na barca ragleza Petrel, para L verpool, car
regaram : Patn A C 1.080 lceos com 76.50 ki
los de assucar mascavado.
So brigue italiano Petro Eugenio, par
Rio da Prala, carregatam : Araorim Irraaos & C
350 brrricas com 0,817 kilos le assaear branco.
No paiacho beapanhol Pac, oara o Rio da
Prata, carregoo : Miguel los da Motta 580 bar-
ricas com 30,731 kilos de assaear tranco.
No vapor f'aneez Sindn, para o Rio da rra
ta, earregaram : Pereira Carneiro A C 200 bar-
ricas com 22,191 kilos de assaear branco.
No brigue nacional Momniro, para o Rio da
Prata, earregaram: Jos da Suva Loyo A Filho
218 barricas coa 14,231 k'los de assucar branco.
No brigne nacional Constante niSo, para o
Rio da Pfata, carregon : Francisco Rioeiro Pinto
Guimaries 300 barrtcag eom 31,Oi9 kilos de as-
sucar branco.
No brigue Inglez Danel Crs, para o Canal
earregaram : Johnston Pater & C 2,000 saceos
com 150,000 kilos de asnear mascavado.
Na barca portugueza Pe eir Sorget, para
Lisboa, earregaram: E R. Rabello A C. 2,250
saceos eom 191.130 kilos de assucar mascavado e
116 couros salgados com 1,511 luto*.
Para oa porto* do hilenor.
No patacho portugoei Olind, para o Rb
Grande do Sul, earregaram : Ctrvaiho A Noguei-
ra.169 barricas com lo,ii6 kilos de assucar
branco. .
No vrpor nacional Paran, para o Para, car
rgarara : Tbeodoro Cbristiansen 100 borricav
com 21.307 kilos de assucar branco ; Miguel Jos
Aire* 120 ditas com 8,016 diloe de dito ; J. Ge
raido Bastos 10 meias ditas com 736 ditos de dito;
Francisco G. Bastos e S. para o Maranbao, 30 di-
tas cora 3,859 ditos de dito.
RECEBELXJRIA DE RENDAS INTERNAS
GEAAES DE PEKNA-MSC.
Rendimento do a 1 a 8 16:70541 l
dem ao dia 9...... 1:66818j
Sr. RedactorUo Diario de bontera dava por
terminada, isto por minha par e a lide jornalis-
tiea a respeil de negocio* de sands do porto
porem a imatrilidada erm que o Sr. (os de Vas
.-oncelhs me trata hoje no Jornal do Htdfe de qne
elle proprielario e redactor obriga-me a sabir
do meu proposito e dar ainda urna pequea res-
posta ao Sr. Jos de Vasconcellos ; porem em
quanto dura a hesitacao, Isto ero qnanto dou
cunta das minhaa ubrigaces, rogo ao Sr. Jos >
Va-eoncellos o obsequio de requrer a sntoridade
competente qu? mande touur por termo jurado
Jos Saoios Evaoginlhos o dopoioento do guarda
Jos Ribero de Vasconeellos, Manoel Caetano Ca
valeante de Albnqoerque, do pauai Jos S bino
Lisboa e de todos os mainheiros do escaler por
que com esse depoimento que S.S. ba de provar
ao goverao e ao publico que S.S. tem feito e taz
o serv eo que Ihe compete e nao o manda fazer
pelo patrio do eacaler como en a-severei e con
tinao a asseverar sob o Jorambnto dos santos
EAVNT.KI-HOS 1
Deixemo-nos de cousas para inglez ver-
Dr. Lobo Hoscoso.
C0MMERC10.
Seguros conlra-fogo
COMPANHIA
os apuensos,
A reiaecno.
rTpe;*
FOGO
G!ob
SEGURO CONTRA
The Liverpool & Loadon &
Insurance Companj'.
Agentes :
Saonders Brothers C.
11Corpo Stia^H
Jloro banco de Pernambaco en-' lff|t)jd3CJ'*
19 de jatfeiro de 187#.
tibores accionistas podera Tttatr ?


18:374*197
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendimento do dia 1 a 8 39:4B8965
dem do dia 9...... ''


-L
.
46.-241*097
MOVIMENTO DO PORTO.
.\avio sahido no ia 8
CanalBrgae inglez Somerville, capito Prosl,
carga assnear e algodao.
Navio entrado no dia 9
tant H laire nos E-tados-Unidos52 das, palhabo
te americano A. Rechard, de 160 tonelada.", ca-
pito R. W. Reed, eqnipagem 7, earga madei-
ra ; a H^nry For>t'r A C.
Navios sonidos no mesmo dia.
AracalyPalbabole nacional Deus Ti Gnarde, oa
pillo Manoel Fermndes Mes, earga differentas
gene ros.
Rio-Grande do Sul-Palhabote portugaez Deliftn
te, capito Joi) Hartada 1, iodaJe, earga assu-
car.
CanalEscuoa ingiera Rare Plont, capito Peu-
berihv, earga assucar.
Para e portos intermediosVapor braalleiro Para-
n. eommandaate Garca, earga varios gneros
EDITAES.
-----
de
.....**
Pernambaco, 9 de
Os
Secretaria eV goverao
fevereiro de 187.
Por esta secretaria se faz pabNeo, de nr>m de
S. Exc. o Sr* eonsetheJro -presdante da provincia,
que qaarta-feira 14 do correte ao meio da ter
logar a abertura dae prof^laa para a eoHocacjk)
de earrls de ferro cas rmi *esta etdae>, aeto a
qae pojero conjpareeei' os joropenentes.
^eerefarieinWrtao,
Av l^Ht -Lins.
im 3 llijlo "na Vneama os volumes abaixj pevs'andos
3o L
^
do Havre na
em 11 de ja-
nal eom o disporto
laaseoto* de 19 da setjftSm de
o decreto n. 317 e Til de dfcmhro de
seas dones ou cooiiguaiarieB*verJ a-
no prazo de 30 dias, sob peas de, fiado
m vendidos por sua coala, sem que Ihes
.jua compelilo allegar centra oinfenos de.'sa
venia.
Armatera a. 1.
Bastos
verpool
de janei
Mi) um
a ingle
iro de 1871, conloada a Jo.- Ao-
Diaa
nma raixe dem, Mea.
m- Crace ditas dem dem en'.rada
ira.
Urna dita dem dem.
'3.Onze altas dem (dem.
Dita CarvalnoZiohaA C.5I/00.Um embrulho
vindo de Liverpool oopatacho inglez EiUjue, en-
trada era 20 Idera dem am ostras.
Dita JAMD 1061.-Urna eaixa vinda .de Hara-
tinrgo na baria ingieza ~Brtghst Star, entrada em
31 idera idem, coa signada a Jos Antonio Mor eir
'ADia*. .
Dita diamante SZ1/duas ditas viadas de Fiara-
bargo no i>atacbo.1iogn(^iUrBao Ama Saphie, en
irada em 25 idera, consignado a S Leito A Coim-
era.
Dita animante STC 5W-Uma dita idem Jem.
Dita OB 3877 Urna dila iJem coasignada a Olio
fjokres.
D.la JCCS 130.Um volurae vndo de Liverpool
no patacho inglez Atalantp, idem dem amos-
tras.
Dita diamante MI 81/33.Um crabrulho Vndo
de Glasgow na barca ingieza Delphtm, idera idem
idem.
Dita AdarnsOU H. A C. .-era marcaUm dito
idem idem.
Dita Miits Latnam A C: sem marca.Ura dito
vmdo de Liverpool na barca ingieza Ohver Bland
entrada era 30 Idera idera.
Dita Joaqun Gerardo Bastos, dito.Ura dito
dem idem idera.
Dita JMP dita idera dem.
Dita Izidqro Batos A C. dita idera dem.
Dita Wilson Hett dita idera idem.
D la diaman e Meodes Coelho, dita idem idem
idera.
D.ta Antonio L. 0. Azevedo A CUra dito viu-
do de Liverpool na barca ingieza Minrne 'Jray, en-
trada era 22 de marco de 1871, amostra?.
Dita CZA Cdlta um dito vindo de Liverpool no
brigue hollandez Trieste, entrado a 4 de abril,
idem idem.
Dita TWWA C 660.Urna oaixa vinda de An-
tuerpia no brigne dinaraarqoez Armanrf, entrado
no 1 Idera Idera consgnala a Joaquira Antonio
de Aranjo & C.
l),ta 677/679Tres ditas idera dem.
D,ta68.V6S6 Tres ditas idjra idem.
Di a 637/689 Tteg idem dem.
Dita 694 Urna llera tdem.
Dila 698/693 Tres idera i den?.
Dita 703/706 Qaatro idem dem.
Dita 721 U na i lem idera.
Dita 724/726 Tres i lem idera.
Dita 733 Urna dem idem.
Dita 791 Urna idem dem.
D'a 80t''iW Daas idera idem.
Dita 090 Urna idem idem, en trida era 14, idem
idem.
D;ta 8M Urna idem idem.
D dem.
Dita 72/723 Duas idera idem.
Dita 794 Urna.
Dita 797 Urna.
Arraazem n. 6.
Marca FS 13,Una caixa vinda
barca franceza anuncense, entrada
neir > de 187 consignada a Flix Sauvage.
'Dita. 11. Uraa dita, idem i lem.
C P L A C L B C611- llera idem.
Dita.614. Ide.m idera.
Dita.613. dem idem.
Dita.614.dem idem.
D ta.tito dem idera.
s -717. I Jem idem vinda do Porto na barca
portaugeza Seixas I.
dem idera consignada a Honteiro Gregorio A
C.
Dita.-7I8. Urna dita idem idem.
Dita.720. llem idem.
A J A.Sol. Urna barrica viada de Londres no
patacho inglez Endoia, entrado era 20, idera idem,
a ordem.
Dita.533. Uraa dita i lem dem.
Da -Vii. dem dem.
Dita.oo. dem idem, entrado em 24, dem
dem,
' S B.Um paeote eom areia viodo de Liverpool
&o brigue ioglez Olinda, entrado em 5 de feverei-
ro de 1871, consignado a Sannders Brothers A C.
A C443. Ura gigo vindo de Liverpool no bri-
gue iogle Uonne 50 de 1871. cod*ignado a Alves A C.
I) la.W. Urna dila idera idem.
DF \V S 8.13. Uraa barrica dem, entrada em
30 idem dem, consignada a Jos Antonio Moreira
Das.
Dita.l. Urna dila, idem, estrada em 3 de
abril de 1871, idera.
Arm?zom n. 7.
LHLC B 73. Urna caixa vinda de Liver-
pool 00 vapor inglez Humboldt entrado era 29 de
novembro de 1870. consignado a H. Leger.
Dita.76. Uraa dita idem idem.
A A C221. (dem idem, consignado a Alves
& C
M GAG.-I. Uraa dita vinda de Liverpool no
vapor ingle* Amazone, entrada em 26 de dezera-
bro de 1870, c n-ignido a Monieiro A C.
A G A.I. Uraa dita idem idera, consignada a
Antonio Gnncalve* de Araujo.
A A C260. Urna dila, viada de Liverpool
aa barca iogleza Olwer Braneh, entrada era
28 de jaoeiro de 1871, consignada a Alves A C.
Dita.261. Mero idem.
Dita.262. Ides lera.
Dit.263. Ilem idem.
Dita.264. dem dem.
Dita.263. dem idera.
Dita.268. dem idem.
Dita.269. dem dem.
Dita.270. dem idem.
Dita.271. dem Jem.
Dita.-273. leara dem.
Dita.Z74. dem idem.
Dita.273. idera idera.
D.ta.276. Idera dem.
Dita 238. Idera Idem.
Dita.233. Ilem idera, entrada era 1 de feve-
reiro de 1871.
Dita.239. dem idera.
Dita.240. dem dem.
Dita.241. Mera dem.
Dita.242. dem dem.
Dita.213. dem idem.
Dita.214. Ideo idem.
Dita.215. tdem idem.
Dita.246. Mera idem.
Dila.218. Idem dem.
Dita.249. dem idem.
Dita.230. tem idem.
Dita.251. dem idera.
Dita.252. llem irJem.
Dita,254. dem idem.
Dita.255. Mera idera .
Dita.239. dem dem. \
Dita.266. Idera dem.
- Dita.256. Idera idera.
E P L -12:1. Urna dita vino de Liverpool 'no
vapor inglez Diinda, entrado em i idera idera,
consignado Scbapbelim A C.
D1.-124. dem idem.
Dita.125. dem idem.
Dita.123. dem dem.
Arraazem n. 11.
AC C.-3I3 e 314. Bnas caixas vindas de
Southampton* no vapor inglez La Plata, entrado
era 27 de marc/o de 1876, eensignado a Adriano
Castro A C.
T R.-Uma dita vmda da liba de S. Mignel na
escuna portugueza Dias, entrada em 18 de abr
idem, consignada a CandWo Aflbnso Moreira.
A L R L B C.-424. Urna dita vinda de {Bor
deaux no vapor francez Amazone, entrado em 8
de (nio, Mera idem.
C PT.Urna dit vinda de...na barca porta-
gueza Alexandre Herciifttno, entrada era 22, idera
dem.
C G A C.-217. Tres1 as VindaS de Liverpool
no vapor inglez Pascal, entrado em 26 de agosto
dem idem.
D ta.214. Tres ditas de IdemMem.
C1557. Uraa dita trna de Soothtmpton no
vapor inglez Oaeida, entrado era 57, dem ittem,
consignado a 6. Abren.
R.-Uma dita, idenjidem.
H L.-318, 3X9, 320. Tres ditas viadas de Sou-
thampton no vatfor ioglea La Plata; eWrado em
27 de aetembro idem, consignada a'H. Leger.
T. J m B.^Uraa dita *i#-de R! .< ^"W
10 TmSftltt^^ "
on-
(1 de
> Jast.
TAA4 0-I e 2. Dnai lus violas da Lisboa
uo patacho porlugUez Principio, mirado era 18
dem ideo, consignada alos Antonio de Araujo
A C
OHL B.-68, 69, 70.-Tres dita* viodas de Li-
verpool ao vapor ia>glei Gkdiador, estrado m
19 idem dem, consignada a II, Leger.
A A C. S M C1050. Urna dita vinda de
Souihanpton no vapor inglez Douro, entrado em
27 dem dem, a ordem.
F. J. Geroan.-Dez ditas todas de... na barca
ioglezi Watfreil, entrada em 3 de novembro dem
con-'nadas a II'ory Forster dt C.
Dita. -17 dita^ viudas de....idera dem eitradas
era 7 idera idem.
Dita2 ditas de.... idea idera, entradas em 8
dem idera.
J P. A.'67.-Ura 1 '1 ta viola de Bordeaat no
vapor raacez S/n-ft idera Idera consignada a loa-
quira Pereira Arantes.
Diamante A. C A C. P.117.1 1176 1177.Tres
fardos fiados de Souihanpton no vapor inglez
Oneida entrados era 27 idem idera consignados a
Andriano Castro A C
Dita.1178 1179.-Duas ditas ilera idera.
Diamante W. P. S.-8, 9 10 11 ll-Craco cai-
xas viadas de Liverpool no vapor inglez Humbolt,
entradas em 28 idera idem.
F. Grman.22 dias, viodas de.... no navio
americano Leonardo, entradas em idem idem con-
signadas a Heoiy Forster A u
Sdraicirculo \V.Qnalro ditas vindasde.... na
barca americana Umao ntralas em 6 de dezem-
bro dem inip0Bds a \V. R. (^issito A C.
J. M. P. e P. L. G.23 barris, manleiga viudos
de Bordeaux no vapor fran:ez Gironde, entrados
em 10 dem idem a ordem.
Dila. 23 l|2Jios ditos Jera lora.
H. L Tres fardos, viodos de.... no brigue in-
gliz Sea Brid, entrado en 19 dem idera, consig-
nados a Lendon Wii 1 A C.
J. M. C. L.198(1 122(2 203.3 178,4 -Qualro
caixas vinaas de.... na barca allema Soctetat,
idera idem, consgnalas Heniy For.-ler A C.
Dita. I6i7 87|8 57,9.-Tres ditas idem Idera.
D.ta.160,5 58,6 22|10 22|ILQoatro barricas
idera dem'
F. S.-17 18 19 20-Qiatro caixas vndas de
Liverpool 00 vapor inglez Amazone, entradas em 21
idem idem eomuignadas a Flix Saavage A C.
Diamante 10080. Uraa dila idam dem en-
trada em 21 idem idem consignada a Alves I C.
J. R. Souza.Uraa dita vinda da liba de S. Mi-
guel na escuna portngueza Dias, entrada om 13 de
fevereiro de 1871, conmigo ida a lio: K. de-Siuza.
A. F. 1. Urna dita vinda de- no brigue
porluguez Despiqu II, entrada era 18 dera idera
consignada a Carlos Pinto de L mos A C.
Dita.- 2 Ura fardo dem idera.
A A C6.Uraa eaixa viuda Je Liverpool no
vaoor inglez Snladtm, entrada era 23 idera idera,
consign da Alves A C
I. A.175.Uraa dila Jera Jera coasignada
Joo Antouio de Aranjo A C.
M. diamante II. L. N.Uraa dita dem dem con
signada a II. Leger.
M. S. M.96. Uraa dit 1 viada Ca Ilha de S.
Miguel na escuna portugueza Utas entrada era 13
idem dem ordem.
A. C 438-451.Duas ditas vindas de Liver-
pool no vapor inglez Olila ntralas era 3 de je
vereiro idem idem.
Alfandega le Pernambuio, 8 de fevereiro de
1871
O inspector interino.
haustino Jos dos Santos.




O lllm. Sr. inspector da ihesourana proviu
citl, era enmprimento da ordem do Exm. Sr. pre-
sidente da provincia de 6 do corren le, mana fa-
zer publico que no dia 7 de mari-o prximo vin
douro, perante a junta da mesma thesouraria se
ha de arrematar a quera pir menos lizer a obra
da ponte de ferro sobre o rio Capibaribe no Ingar
do Tahiba na villa de Pao d'Alho, oreada em
32:550*.
A arremaicao ser feria na forma da le pro-
vincial n. 313 de 13 de maio do 1834. e sob as
clausulas especiaes abalxo declaradas :
As pessoas que se propizerem a essa arremata-
cao compareram na sala das sessoes da referida
junta no da indicado e competentemente habilita-
das na forma d>s artigos 60, 61 e 62 do regula
ment de 31 de julho de 1860.
E para constar se mandoa publicar o presente
pelo jornal.
Secretaria da thesouraria provincial de Pernam-
buco 8 de fe?ereiro de 1872.
O offt'ial da secretaria,
Wgiul Affonso Fnrera.
Clansnlas especiaos.
I* O contratante da ponte de (erro do Tahiba
dever corae?ar as obras no praso de dons irnte
depois de assigoar o contrato e as concluir no de
um e meio aqno.
2" O contratante ser obrigado a fazer a obra
como se acha descripto no orgamento e de confor
midade eom a planta e detlho, cumprindo res
tridamente na execocae dos trabalhos aa lustruc-
c5es do -ngenheiro encarregado de sua flscali-
sacio.
3" Os pagamentos aatao realiados era cinco
prestases iguae* ; sendo a primeira qnaudo o
contratante der cometo ; segunda logo que apre
sentar coohecimento de ter erorarcado na Europa
toda a ferro ge ra ; tereeira qaando concluir as
obras de alvenaria ; qaarta qaando der principio
a era vacio da ponte e quinta na entrega provi-
soria.
4* Para garantir as pre?tac5es que o contratan-
te honver de receber prestar na thesouraria pro-
vincial nma Manca de 10:1X10/.
5* Os pagamentos serio *ffectuados em apolces
da divida provincial na eonformidade da le pro
vincial n. 961
6" Dcada prestaeo ser des:on que flear era deposito at decorrer o praso da
responsabilidad*, o qual ser de ara ann >.
7" Para tud) mai? que nao vai estipulado as
presentes clausulas segur-se-ha o que dp5e o
regulamento de 31 de jalho de 1831
Conforme M. A- Ferreira._______________
O inspector interino da alfandega faz publico
que sabbado 10 do carrete, depois do maio dia,
porta da mesma repartico, sero vendidos em lei-
lo, livres de direito ao arrematante, 340 kilograra-
mas de :obre velho extrahido do forro da barca
de viga n. 4, no valor offlcial de 187* ; ficando
todava dependente da approvao da Exraa. pre-
sidencia da provincia o resaltado dessa venda.
Alfandega do Pernambuco 7 le fevereiro de
1872.
O ra'pector .interino,
Faustino Jos dos Santos.
cootraiaote aaseotar os trUaos da refarida ostraU
obfe o le* da^esrArtt rte rodageai de Bfovm-
cia; salvo o caso de jnHameAto 4 niveL
Art. 6.' nea coo%dilo ao contratante um pri -
vilegio por 20-aasee para oofralr e explorar
refarida estrada.
Art. 7.* Pcara revogada as dtaneeigeea ea coa-
traYlo.
Mando portanto, tolas as autoridad, i qaem
o ceatoecimeatoe execucao ds presente reaoince
peraneer, jueacn mpram e facera cumprir e
intatramenie edaaoBella se conta*.
O secretario a presidencia desta provincia a fa-
ca imprimir, pablicar e correr.
Palacio da pre^id-raeia te psraarabueo, 22 du
raaie de 1871, 00* da independencia e do Imperio.
L. 6. Dr. Manoel do XtiKimmIe Machado Per-
tella.
Sellada a publicada a prsense resolacao nesti
secreana da pretidaocia de Peraaoabuco aos 21
de maio de 1871.
0 secretario, Elias Fie en x> de Almeiia 1 Ai-
buquerque.__________________ .
FaculilaJe de direito
De ordem do Exm. Sr. director fa^o pnblico a
lista dos esiadantes qae foram habilitados em pfci-
losophia para o exame oral, que deveri come.;r
no dia 15 do correte, as 9 horas da manbaa.
Seereiaria da farmldade de direito do Recifc 9
de fevereiro da 1872.
Jos lira ir i o II. de Meoetes,
Secretario.
1 Adalberto Elpidio de Alooqotrqu) Flgnetred?.
2 Alfoo-o Octaviaoo Moto Guimaries.
"3 Aiexandrino Dias Guimaraes.
4 AlfredoSaldaoba.
5 Ainirieo Carvalhe do Pasao.
6 Antonio do Carino Seraphira e Silva.
7 Antonio Francisco Pereira de Caxvalho.
8 Antonio Marques da Silva Giimarie*.
9 Aninnp Pacheco Sures da Silva.
10 Antonio Pedro da Silva Marques.
11 Amonio Piuheiro Lobo de SAeaetes.
12 Argemiro A'ves Aroxa.
13 Augusto de Miranda Soaza Gimes.
14 Augusto T'ixeira de Azevedo.
15 Hernirdo Antonio de Mene-ioca. 1
16 i'.tut-aubrand Bandeira de Mello. ^
17 Fia vio da Cu i ha Lima Ribeiro.
18 Frn'isce ltapti-ia Vieira.
19 Francisco Barbosa de Paula Pasoa
20 Fr -cisco de Ca-tro Nones.
21 Francisco Ferreira Martina Ribeire Jemor.
22 Francisco Fer.eira de Siioeira Varejio.
23 Francisco Magarioos de Souza Leao.
24 Fraoci-eo Marques Camacho.
25 Frederico Augusto Borges.
50 Ginoseo salles Bandeira de Mello.
27 Guillierrae Vieira da Cunta.
28 Helvecio Xavier Lope.
29 lkg.no de Bastos MHlo.
30 J oio Baptista de Castro Rebell 1 Junio'.
31 Joio Gualberto Gomes de Si.
32 Joio Joaquim le Preitas Henriques.
13 Jiao da Silva Pire? Ferreira.
34 Joiquira Fi-roindes de Carvalh).
35 Joaquira Filgueiras de Menezes,
36 Joaquim Jo da Silva Santiago.
37 Joaqaim O ympio de Paivi,
38 Joaquira Pereira de Mello Moran.
39 Jos de Amorira Salgad'.
iO J-.s do Azevedo Silva.
al los Baptista Rodrigaes Pereira.
i i Jos de Cupertrao Dantas.
43 los da S Iva Pires F-rreira.
44 Manoel Js de Med-ns Correr.
45 Manoel de Moquita Wanlerly Lias.
46 Mano 'I Pinto Brandio.
47 Malinas Carlos de Araujo Maciel
48 Terencio Francisco do Espirito Santo.
49 Unel Gomes de Sa.
O IHm. Sr. inspector da tbesuuraria provin-
cial manda fa:er publico, que era curaprmenlo da
ordena do Exm. Sr. presideote da provincia, vai
novaraente a praca no dia 22 do correte com o
augmento de 20 0|O no valor do respectivo orca-
raento, que sendo da 6:600*. flcou elvale a
7.920*, a obra do rebaixamento da laJeira do
Timbo, e sob as clausulas especiaes j anoun-
ciadas.
Secretaria da thesouraria provincial de Pernam
buco, 6 de fevereiro de 1872.
O oUicial da secretaria,
Miguel Alfonso Ferreira.
Cop?.4.* seecio.Secretaria da presidencia
da provincia de Pernambuco em^S de fevereiro de
1872.
Por esta secretaria e faz publico, qne tendo o
Exm. Sr. presidente da provincia de dar exeoejie
i lei provincial n. 992 de 2! de maio do anno pr-
ximo pasado, abaixo transcripta, se convida i
quera quizer contratar a eonstracc.o de orna es-
trada de ferro que, partilo da eidade de Goyanna
vi terminar era Itamb, nos termos da citada lei,
apresentar snas propostas no praso de sessenta
dias, a contar da presente data.
O secretario ittrrao, Adotpho Lamenha Ltns.
. LEI N. 992.
O Dr. Manoel do Nascimento Machado Portella,
vice-presHente da provincia de Pernambaco.
Pac saber a todos os seus habitantes que a as-
sembla legislativa provincial deeretou e eu sane-
cionel a resolacrSo sgninte :
Art. 1. Fica o presidente da provincia autori-
zado a eentratar cora Joaqnlm Lopes do An)o,
ou eom qaem melhores vantagens oflerecer, a
construecoV) de nma estrada de ferro, cuje moior
ser a vapor, a qual partndo da eidade do Goyan-
na vi terminar em ftaftib.
Art. 2. As obras da estrada serlo combadas
dentro do praso de 18 ineze, e terminadas no de
36 mezes contados da da a da assignatura do con-
trato.
Art.6. O eoetratante ter o direito de desapro-
orlar, na forma das leij provinciaes, qaalquer ter-
reno do dominio particular, de que precise para o
laitda Via frrea', mazeos, estagdes, offfcinas e
man obras daeatraia.
*rf. As dtsposicoes dos H), 11, 13 e 14
da le i. 641 de 36 de Jtaeir de 1851 farao par-
ta do eonJMtfo. ...
Art 5. fis-'e* erfiflm rer permiltldo ao
DECLARACOES.
Consulado Provincia'.
Por esta repartico fat-se constar aos respecti-
vos contribuales, que no 1 do vmdoaro raet 4e
fevereiro, cum>Qa a correr o prate para o paga-
mento voluntario dos imposto* era seguida roer-
eionados, per ten cenes ao anno flnanoearo de 1671
i 1872 : ncorrendo na multada 6 0/0 oa que Jei-
xarera de realisa-lo deatro dos 30 das de*se pra-
zo ; 20 0/0 sobre divrsos esuheaaoaaeartoa eom-
merciaes ; 8 0/0 sobre ec jitorios, oenaaltori>s e
cartorios; i 0/0 sobre diveraos eatabrteeiraeiitos
commurciaes tora da eidade, e fi-soes; 5 0/0 sobre o capim venlido nesta cila-
de ; 60 res por litro de agurdente eoou niY"na
provincia (l* semestre); 1*000 por tonelada de
alvarenga e cana empregadaa no servico do por-
to, oavegacao e transporte noa ros ; 2*000 per
escravo ganhador; 5*000 por cavallo de aia-
guel; 5*000 por cada eatabelecmmto eomm*r-
cial desta eidade; 6J000 por carrosa on vehiaulo
de irp.nsporte ; 16*000 por carro particular de
passeio de 4 rodas ; 1*000 por dito da 2 rodas ;
20|000 por mscate ; 23*000 por mnibus; *i*
por carro de aloguel e por ctrre fnebre ; 30*00O
por escravo empregado no servico de alvareogaa
de carga e deseare a de porto ; 30*010 por ra-a
de modas; 40*000 por casa de um biihar ; 100*
por taberna que vender miudezas e qoinqu Ibe-
rias ; 100* por caa qne vender plvora ; 100*
por deposito de earvao de pedra ; 100* por casa
que vender rnupa feta, obras de seleiro oa de
marcneme estraogeira 100* por cada correc-
tor ecminercial, agentes de leilio ; 200* por cai-
xeiro, corrector ou iocuicad- r de eacravoe; 90A*
por ra-a de cambio; 300* por casa bascara, ea-
preza anooyma oa agencia ; 1:000* por casa oa
agencia de seguros; 1:000* por easa de garan-
ta de bilbetea ; 1:000*000 por easa de eompra e
venia 00 qnalquer traosaeco sobre estraves;
2:000* por easa de penbores ; e 2:000* per :ada
joalheiro que roaseatear na provincia.
Consulado Provincial, 23 de Janeiro de 1872.
O administrador,
t Ciineiro Machvdo Rio'.
O administrador da receftedoria de reooas
internas g.'raes faz publico que ne-te mei de
Janeiro e 00 de fovsrairo pr ximo futuro que lea
de ser paga sem multa a laxa dos escravo, rela-
va so exercicio eurrenlede 1871-72, e que lindo
o referido praso ser cobrada com a multa de
seis por cento
Recebedoria de Pomambuco 18 de Janeiro de
1872.
Manoel Carieiro de Souza Lacerca.
Pela ihesnuraria provincial de Peroamlm -o
se faz publico qne do dia 3 do eorrenle por dian-
te pagam-se os ordenados dos empregado* pro-
vinciaes vencidos no mez de Janeiro prximo
flndo.
Secretaria da thesouraria provincial de Penaa
buco, 1* de fevereiro de 1872.
O ofncial da seereiaria,
M. A. Perrr'ra.
Pela tnesouraria provincial se faz patuco
qne foram transferidas para o dia 15 do corrate
as seguin'es arrematarles :
Ponte de ferro sobre o rio Una : oreada em
92400*000.
Reparos da cadeia ie Goyanna : oreados em
2:078*123.
Reparo* io quartel de Goyanaa : oreados ea
1:602*213. .
Secretaria da thesouraria provmcial de Pertam-
buco 1* de fevereiro de 1872.
O ofusiil da secretaria,
M. A. Ferreira.
0br A commissio eocarregada pele Exm. Sr. pre-
sidente da provincia de promover a desapprofica-
cio dos terrenos ao lado do gymaaaio provincial
destinados para paseio publico, convida a->s eor-
soidores dos mesmos apTeseaaarem os seos t-
tulos e respectivas propn*t>s de despproprisran,
rea do Imperador n. 43, I* andar, oa am re-
parlioo das obras publicas.
Secretaria das obras publicas, 6 de fevereiro
de 1501.
O secretario.
Feliciano Rodrigues da Silva.
DIRECCAO DE CH. HMUAIN.
AVISO.
Devendo chi-gar no pnmairo peqoete da Ea>
ropa os artistas que faltara para completar o pes-
soal da companhia, a direccio tenciona da:' e>-
1B051 aos seus trabalhos depois de dia 15 do cor-
rease. AcuVse abena urna asiigaeiaee de aoaa-
rotes e eadeiras com o abatmeato de tu 0|0 lobre
oa-arecus oriaarias. Aa peaaoaa qaa ojolaoreea
sobaoraver podem diflgir-se ao abala asaagas o
raaaaeriptofio do Aeavro Sacio dayitat, eaa tade
>
[~WBT\.
1



lrk d rbmnbam ^>*>bado 10 de Fevereiro d !S?2
i


/
uaKii dade o meio di at u 3 rtorat da
.taVCdcV
O secretario,
J..Xatler.
----------
THEATRO
GRANDE FESTA
CUNiVALRSGi
o uno
ESPLENDIDOS E POMPOSOS
Bailes de mascaras
AS NOUTES DE
10, 11, 12 e 13
de fevereiro,
abrilhaotadus com o concurso de todos os
artistas e damas da nova companhia
frcela dirigida por
Mr. Barbaja.
FKOfatJL.H.tlA
AS 7 HORAS
de cada ama dai noutes, cima aanuneiadas,
abrir-se-hao a concurrencia publica as portas do
e--iabeleleciraento, franqueando aos amadora* dos
olguedos do carnaval
Tres magaificos saldes,
Un ameno jardm,
E un botequim comfortavel,
ludo garbosamente ornado, embandeirado e des-
lumbracle
illuminacao a1 giorno
Km seguida as disuadas sociedades carnavales-
cas, intituladas
\-4iiiodeu.
Carlbaldlna,
(ouiiuiiiaa.
E carnavalesca
faro cada urna por sna ves a
Eotrada sol mu
sjndo a saciedade Communa precedida pela
sua
BANDA DE mUSICA
e arvorando todos os seus eslaudarte; e respec-
vas insignia*.
Depois da entrada, oicoparao as socidades os
camarotes de frente, que Ihe estao reservados e
delles festejaro alegremente os deuses
Momo e Folia
tomando em sejuila parle activa e imprtanle em
todos os flguedos denlas quatro
NOUTES DE PRAZER
dansando simultamente no sali do palco que ex-
presjamente Ihe.s est reservado.
A's 9 l|2 horas
ser aberto o baile peles artistas e damas da
COMPANHIA FRANCEZA
que se apresentara em rico* trages de pbantazia
danzando o enlhnsiastico
CASCA
seguiod-se depois uma.escolhida serie de
Quadriiuas,
Wal$as,
Po.kas e
s Schotisk.
executadas pela orchestra c extrabidas do reper-
torio do
Mgico Offemback,
Taes como
Graoil-Duehesse, Barbe-Bleure, Be'la-Hel-
lene, lnvards, etc. etc. etc.
A'S 8 HORAS
terminar o baile com o famoso
Galope infernal
Todo o estabelucimento est preparado com
(Ofeto, elegancia o commodidade, haveodo ao3 la-
dos dos camarotes duas espacias vrandas, e
acbando-se o sali da platea sullicientemeute are-
0|botequim acha-se sortido com todos os g-
neros de bebidas das melbores qualidade e por
preos rawauii, e servido por uro pessoal suffi-
cente, para Hender todos a exigeasiai dos se-
Bhores connummidcres.
Emflm, dirigido pelo moito eonhecido Sr. Joao
Martins Viran*, que ha muito lempo o respon-
9avel por tolos os negocios tendentes ao bote-
qoim.
O proprietario fez tudo quanto est ao seu al-
cance para ayreseniar no carnaval desie auno bai-
les superiores a lodos os annos anteriores
PREC03 DE ENTRADA.
Oavalieiro 2*000.
Damas, gratis.
Os eemaroles laieraes est) disposigao das
familiar que quizaren) assistir aos bailes tendo as
senhoras entradas gratuitas e ficando apenas su-
jeitbs aos pregos da entrada osxavalbeiros que as
acompanhar.
theItro
GYHNAS10 DR\H\TI0
Viva o carnaval !
EXPLENDIDOS
Banda marcial
dar m tando urna allnvro de
SCHOTT1SKS,
MAZURKAS,
POLKAS.
WALSAS,
BA1HIANOS
E GALOPES INFERNAES
acampanbados de tiros, repiques de sinos, choca-
Idos, foguetes a congreve, fogos de bengala, ma-
tracas e tudo quanto a Folia inventan para ale-
grar a triste bumanidade.
Diversas sociedades, comoslas de distinctos ca-
valleiros, entre ellas
PANDEGOS DO RECIEE,
FOLGAZOE8 CARNAVALESCOS,
CLUB DOS BARRIGUDOS,
E LAHIQUEIROS
fatio, opponunamente, as suas entrailas trinm-
phanles do
Templo das musas
dirigindos e depois aos seos respectivos camarotes
deceolemeute preparados, onde deporao os MA
GESTATICOS ESTANDARTES.
Alm do que fica dito bavera mais um bsxir
le prendas pilhencas, tendo direito os que com-
praren) bilueles de ingresio a um numero, ano
de habilitarera-se a tirar qualquer premio que
Ibe sabir por sorle.
Nos ires priraeiros das de carnaval, as S ho_
ras da tarde, sabir do' theatro um BANDO DE
MASCARAS levando a sua frente urna banda de
msica com os competentes estandartes carnava-
lescos guarnecidos de emblemas caractersticos,
devendo percorrer as ras principaes desta cida-
ds ; nao esqnecendo que faz parle integrante do
prestito o amantetico, sempre lembrado e muito
prestimoso Bacho montado em urna pipa.
No ultimo dia farseba o enterro do carnaval,
sendo os restos mortaes conduud03 em um esqui-
fe acompanhado por 8 rubicundas carpideiras.
Para saudosa roeordagau o cadver do dofuoto n
nado morto, ser tambera conduzido proceisio-
nalmente pelas referidas ras, para que os seus
fanticos e numsrosos compaoheiros d'arraas, at-
ienden lo aos relevantes servigos por elle presta-
dos nos pretritos e presente atino, derramen)
ahondantes e lacrimosas lagrimas para que a tr-
ra Ihe seja leve.
VK3
As sociedade e mais pessois que se anticiparem
na compra de bilhetes, poderao tomar parte no
Bando, recbenlo para isso am carlao especial.
O theatro achar-se ha convenientemente deco-
rado e illurainado-VENEZIANA. Em lugar
apropriado; haver um botequim sertitb de ludo
quanto appetecerem.
O Ilustre artista o Sr. Ghiarini e a sua distmeta
companhia, a convite da eraprezi, abrilhantarao
os bailes ..com as suas apreciaveis presentas.
Condemnaqao condemnatoria.
O homem do sexo masculino que nao assistir
aos Bailes de lascaras no theatro Gynnasio
Dramtico, sera condemnado a gales perpetua*
por 20 annos. A senhora, do sexo eov.nino, que
deixar de ir ao* Bailes no supradito itieatro flcar
prohida expressamente de fallar por espago de
2- horas.
N. B. Esta pena acharaos terrivel da mais; por
isso, para evitar linguacidws, talvez seja modifica-
da, visto ser impossivel que as senhoras possam
estar caladas durante o longo espago da o minutos.
Passaud) de um polo a ontro hemispherio, o
mesmo para evitar dnvidas, julganns prudeute
declarar os prego dos bilhetes :
Camarotes de. segunda ordem, reservados para
familias, pagan lo a entrada unicamento os senho-
res que as acompaoharem.
Eotrada para eavalheiros 2^090.
As damas, aiadannesmu que ?e apresentem era
trajos de homjm, nao teem en:rada franca no3
bailes, como tambeni poderao tomar parle no ban
do sem pagarem imposte algura.
No theatro, em lugar reservado, haver para
alugar por comraodos pregos, lindos vestuarios de
pbaolazia.
As instruegoes policiaes serao observadas com
todo o rigor, o que suppomos desneCessanq ; pois
de esperar que os que forera diverij'r-se nao pro-
voquen) disturbios.
Ao publico.
0 director do Gymnasio Dramatk'S nao quer
comprar as minas da California, com o producto
dos bailes de mascaras ; deseja que- o respeitavt-l
publico o coadjuve, para p ider d-les como em
Ptruair.buco nunca o.* dsram iguaes; restando
Ihe a satisfactoria satisfagan do seu fulura ser ga
remido, dopois de morto, palos Folguoes Carna-
valescos e seu nome ser levado em chirola a pos
leridade I I I
A' vista do exposlo
Mogos, velho=, bellas, feios.
Mancos, torios, aleijados ;
Devem lodo1, no Gymnasio,
Ver os BAILES MASCAR ADOS.
Ihos sejan vi-toa por todo?, tem a honra ds parti-
cipar, que de boje em diante haver um irem te-
das as nootei depois do espectacalo, que partir
do Campo das Princeas para Casanga locando
em todos os pontos.
-55E
=a
AVISOS martimos.
t'OUl'AXUIA
Al o dia 12 do correte
esperado dos por tos do norte o
vapor Para, commandante Pa-
reira, o, qual depois da demora
costuioe seguir para os par-
tos do sal.
Para fretes e. passageiros trata se na agencia.
Encommends de pequeo valor, peso, medida
e tambera dmbeiro, resebem-se al a l hora da
tarde do da d sabida do vapor. Agencia ra da
Coramercio n. 8.
PARA O
val seguir com a maior brevidade a barca portu-
gueza Amelia, por se acbar com quasi toda a carga
engajada ; para o pouco que lbe falta e passagei-
ros, trata-se na roa do Vigario n. i, 1* andar,
escriplorio de Balthar Oiiveira St C.
tOJIPiVIIIA
DAS
Messegeries maritime^
Al o da 10 do corrente mez espera-se da Eu-
ropa o vapor francez Sindh, o qual depois da
demora do costume seguir para Buenos-Ayres.
tocando na Babia, Rio de Janeiro e Montevideo.
Para condigoes, fretes e passagens, trata-se na
agencia, ra do Coramercio n. 9.
No dia 11 do corrente mez espera-se dos por-
tes do sul o vapor francez AtAaione, commandante
Joret, o qual depois da demora do cosame se-
guir para Brdeos, tocando em Dakar (Gore)
i Lisboa.
Para condigoes, fretes e passagens, trata-se na
agencia, ra do Coramercio a. 9.
Pora Lisboa
A barca portugueza Pereira Borges, capitao Ma-
ne-1 de Jesas e Silva, vai sabir com brevidade, e
tem bons commodos para passageiros, trata-se
com E. R. Raballo C, ra do Coramercio n. 48,
ou cora o capillo.____________________________
Para o Porto.
Depois de p'eqiena demora sabir a barca por-
tugueza S. Munoel 11, a chegar por estes das
Tratam-se desde j carga e passagens no escrip-
torio de Soares Primos, i ua do Vigario Thenorio
n.17.
te
Um

i caixa marca V & n- 89 com 30
pecas de alodio i..7"' (com defeito) e
00 pet3 de madapoi0 Ano (com a va
ti).
HOJE
AS I0BQIV>S dX'MANHAA.
"?0 agente Pinto levar leila? por conta e rnco
de quem pertencer, as fazendas cima menciona-
das, as 10 horas do fia cima dito no arraazem da
roa da Cruz n S4. __________________
Leilao
FAZENDAS
EM UQUIDAQAO
A SABER :
Madapoloas, chitas, bros, cambrais, cassas,
aloaibados, casemiras, pumos, las, se-
das, manteletes, capas, enfeites, roupas
feita e. moitos oatros, artigos existentes,
na laja
da ra da Imperatriz n. 2
i*avlihao da Aurora
Segunda feira 12 do corrente.
O agente Piulo levar leilo, em lotes vonta-
e dos compradores as fazendas e mais artigos da
ioja da rna da Imperatriz n. i.
Em coQlinuacao e depois de vendidas todas as
fazendas, venderse ba tambem a arraacao, balcao,
earteiras, burra prova-de fogo e mais ob)ectos ali \
existentes,
Oleilio principiar s 10 hars por serem mui
tos os lotes.
COMPANHIA PEUMMDUCANA
DE
Navegagdo costeira por vapor
Mamanguape.
Frete pelo prego de barcag e livre de capatasia.
Ovapcr Coruripe, com
mandante Silva, seguir;
para o porto cima ni-
dia 10 do corrente as t
horas da tarde.
0 Recebe carga, encem-
raendas. passageiros e dinheiro a frete at as !
boras da tarde do dia de sua sabida : ascriptorir
ao Forte do Mattos u. 12.
DE
PREDIOS
A SABER :
Urna terca parte do|sobrabo de 3 andares
da roa da Cruz o. 9 ,
Urna quinta parle co sodrado de 1 andares
e sotao da ra Uireila n. 29, edificada
em chaos proprios.
Urna grande casa de sobrado, com 4 salas
e 9 quarlos, edificada em chSus ptoprios,
colarlo e ao lado da matriz do Poco da
Panella.
SABBADO 17 DO CORRENTE
A'S10!|2IIQHASDAMAN11.
O agente Pinto levar leilao, precedida a com-
petente anlorisago, os predios cima menciona-
dos, no dia e hora cima ditos.
Era seu escriplorio ra da Cruz n. 38.
Leilao
i
AS NOUTES DE
10, 11, 12, e 13
de fevereiro. .
A direegao deste theatro, procurando todos es
roeios a seu alcance para satisfaz^r ao respeitavel
publico, idnciona dar sampinosos BAILES DE
MASCABAS as noutes de carnaval, cima indica-
das, imitagao dos da Europa e Rio de Janeiro ;
nao se p upando a despezas para que o divert-
ment seja deslumbrante e em lado digoo de am
poro Ilustrado como o desta capital, de quem es-
' pera merecer a neeessaria coadjuvagao.
Programina burlesco.
No anno da Graga, quando' o Excelso Malakofl
dr a retumbante badalaia, alegatorio prenuncio
4o feehamen'.o das casas commereiaes dos tres
bairros, que circulanlo-ibes as veas o mesmo
sangue, vivem em completa desunio por intrigas
do Capibaribe, ama
Baada marcial
composta de 9999 professores, mandada conlralar
em Hong-Kong, cujo numero sera resumido, se o
baldo aeroil.itico *|ue tiver de transporta-la pelas
regies ethereas, nio incendiar se durante o exten-
so espag que tem de p-reorrer, executar a as-
sombrosa, moito desojada e nunca asss ouvida
symphonia
0 EMPREZ4RI0 El QLEBRADEIRV
OU A DERROTA DAS
Companhias dramticas pela
companhia Ghiarini
9 Segnir-ae-ha orna sorprebendente quadrtlha, sem
ser a dos Salteadores i* Palperra, em que pode-
rlo tomar parte mascaradas e desmacaradot de
ambos ot sexis, que es;ivtrm lesolvidos a dan-
fitr, cootradangar, pular, escorregar e al mesmo
cabir, nao se meoxando, bem entendido : por-
ue iaao. daria immsnso, inaudito e extraordinario
deigosu directora direcgio ; nio s por t-Ios
magoados, como tambera porque seria preciso
dwpenier algias bonds e maxambonbas, para ter
orlimMto de rnica e salsaparrilha de Briitol,
afla de os* as eompateotes iut Materna, mi-
Srar-lnes as ddret oceasionadas pelos trambt-
5e.
Depois a supradi.a, menonada e referida
CASPO DAS PRIJiCEZAS
GRANDIOSA ESRPREHEMNTEFOIClO
HOJE.
As 8 toras da noute
TRABALHOS N0VO3 E VARIADOS
0 tH DAS fflPIUS
Execatado por 9 senhoritas, que fazem difflceis
e perigosos grupos sobre
[idos.
cavados ricamente ves-
Famoso cavallo de para raga iogleza em liber-
dade ao mando do Sr. Ghiarini.
Para'
E' esperada do Rio de Janeiro em pou*
eos das a barca portugueza Linda, que de-*
pois de pouc demora seguir para o in-
dicado porto por ter j grande p>rc3o de
carga engajada e para que Ihe falta: trata-
se com o consignatario Joaquina Jos Gon-
Calves Biltro, ra do commercio n. .
Porto por Lisboa
A birca portugueza Mote. Ribeiro, capitao JuSo
Baplista de Lima, vai sahir at 20 do correle e
tem lindas zcecramodagoes para passageiros : tra
ta-se com E R. Rabello & C. ra do Commercio
n. 48, ou com o capitao.
COMPANHIA PERNAMEUGANA
DI
VaTega^o costeira por vapor
Parahyba, Natal, Maco, Mossor, Ara-
caty, Cear, .Mandah, Acarac e
Granja.
O vapor Pirapama comman
dante.Azevedo seguir par os
portos cima no da 15 de
corrente as 5 horas da tarde.
Recebe carga at o dia 14,
encommends, passagens e di
nheiro a frete at as i horas da tarde do dia di
jahida : no escriplorio do Forte do Mallos n. 12.
DO
Sobrado de andares da ra de S. Bc-m
Jess, outr'ora da Cruz n. 7 (Recife,)
SAB3ADO 47 DO CORRENTE
A'S ti HORAS
O agente Pinto levar leilo, por mandado do
!llm. Sr. Dr. juiz de orphos, a requerimento dos
herdeiros da liaala D. Joanna J. M. Pires Ferre.ra
o obrado de 3 andares da ra da Cruz n. 7, o
qual tornase recommehdavel pela sua boa 1 cali-
dade
O leilo ser effectuado s 11 boras do dia ci-
ma dito, no escriplorio do referido agente ra da
Cruz n. 38.
AVISOS DIVERSOS
O bacharel Febx de Figaeira Faria,
retirando-se para a villa de Paje de Flores,
a assumir o exercicio de promotor pablico
da comarca, e n5o tendo ptdido pessoalmen
le despedir-se de lodas as pessoas de sua
amisade. vem faze-lo pelo presente meio,
oflerecendo san preslimo naqnella villa.
TELO
lio de pura raga i
do Sr. Cbiarini.
0 POETA DE PARS
ou o louco pela equilago, scena cmica eques-
tre, execatada pelo Sr. Vicente Pereira,
CONCERT COjllCO
Exeeulado pelos immineutes Irmaos Cario.
Coocluir esta funego com a graciosa panlomi
ma intitulada
JOGKO
ou o mono da frica.
PRESOS.
Camarotes 6 cadeiras........ 18*000
Cadeiras.................... 3*000
Geraes rezervadas............ 2*000
O menino) menores de 8 annos 1*000
Plateas geraes................ 1*000
Para evitar confusoe1, na porta da entrada ha-
ver duas divisoes da seguinte maneira :
A' DIREITA. Entrada para os camarotes, ca-
deiras (raes reservadas.
A' ESQUBRDA. nicamente entrada para a
platea geral.
O Sr. C1IIAR1M previne ao Ilustrado pablico
desta capiUl, que de passagem para os Estados-
Buidos dir algnmat represeniagdes.
A companhia trabalhar todas noutes, s 8 ho-
ras e nos domingos e dias santos haver duas re-
presenugdes, sendo- a primeira s 4 1(2 da tarde
e a segunda as 8 l|2 da noute.
Do meio din at as ;3 boma da taris e das 6
liosas 4a Urde en dame, estad expostos os bilhe-
les veaa no aaeriptono do o reo no Campo das
Prineetas.
As cootai dessa companhia serao pagas na w-
Iheteria circo, todas as segundas feira de 1 b
ra as 3 da larda,
O Sr. Catara! para mais satislazsr ao respeita-l
Companhia americana e brasile-
ra de paquetes a vapor.
At o dia 1S do corrente esperado de New-
York por S. Tbomaz e Para o vapor americano
Merrimack, commandante, Slocam, o qual depois
da demora do costume seguir para os portos
do sul.
Para fretes e passagens, trata-se com os agen-
es Henry Forster & C., roa do Commercio o. 8.
Os abaixo a>s gna-s partecipara ao respei-
tevel pablico e e?peeial.iieni.- ao distincto corpo
do coramercio, que de comraura accordo dissol-
veran. a sociedade commercial que tinham no es-
tabelecimento intulado Li-raria Econmica
e que, desdo Janeiro de 1869 at 31 de Janeiro
prximo pasaao, g\rou iob a Arma de Nogueira
& Medeiros: flcand'o a cargo do ex-socio Noguei-
ra ti do o activo e passivo da exiinct sociedade ;
e o ex-socio Medeiros pago de todos os seas ha-
veres e exonerado de toda a responsabilidade rela-
tiva aquelle estabeleciraenu.
Recife, 3 de fevereiro Je 187J.
Jos Nogueira de Souza.
Joaqoim Francisco d- Medeiros-
T.-. 224'..
1356,1!'30. 1984,
2335, 2336, 2602.
M."
2081,
V. c-
VIVA
LEILOES.
DE
Fazendas francezas
Por liquidaqSo.
HOJE
i. Carrre levara leilo, por interveneao do
agente Pinto, nm grande sortimento de fazendas
traocezas, existentes em sea armazem da ra da
Cruz o. 31.
Principiar s 10 horas em ponto. __J
Joao Francisco da Silva Braga participa aos
seas amigos e fr.gnezes frecuentadores dos bailes
no theatro de S>nto Antonio, qae tem preparado
sua casa em frente ao me^mo theatro n. 22, com
fodes os commodos precisos para qualquer senho-
ra mascarada i sai ella, assim como acha-se na
mesma grandes e reservados qaartos e salas bem
preparados para se lomar qualquer refrosco, como
seja limonada gazosa, cerveja bass da diversos fa
bricantes, dila norvjy e mayoga, e vlnhos de di-
versas qualidade.-, Porto, Bordeaox, Cherez, etc.,
licores e champagne de diversos fabricantes, ge-
nebra ingleza, cognac, marca martelo, e de mais
labricantes, B0I03, po-de-l, pudios.pasteis de
nata e mais gneros por prego ratoavel.
N. B. Em cada quarto ou sala tem doas criados
para servir os fregueses.
Sociedade Recreativa Jn-
ventude.
Em rasolucao da presidencia de boje, convido
aos senbores socios para comparecerem em o re
cintbo desta sociedade domiogo 11 do corrente,
pelas 7 boras da manba, atira de em assembla
geral tratar-se de diversos assumptos, devendo jul-
gar-se constituida a assembla com qualquer nu-
mero de socios.
Secretaria da Sociedade Recreativa Javeotude.
9 de fevereiro de 1872.
Francisco Vianaa,
1* secretario.
DE
Fazendas avadadas.
floje.
A'S 10 HORAS EM PONTO.
O agente Pinto levar i leilo, por autorisagao
do consol de Franga, em presenga de aen chan-
eeller, e por conta risco de quem aarteneer, 4
caixas com brira de algodo para calca, marea R
S C, na.fia3afi1lfi, HilUdn a borio don-
por iofUz SttUrnt, anana ultima ifm este
porto.
O leilo ser oteiluafc) no armazem da raa da
0 MfrRAVILH
XB.
ilEDSG 00
GRATH
nrlua ^&> sm ma (ja
KERC OF PAIH O RE DA DOR
1ara. uso interno sxrri^Rurcx-
CXJRA CHOIJSBA JE CHOLERA EIORBS,
IhurtiMO 4oxd Al !iffa. m bu dl>.
Otx da c.c, dorea da oavid*
traa ain.'.toi.
Dr 4a dente, ein nm minata.
BeurI|;i, ara cbcs rntaiKe*.
Oaaloa,:ai. am Tinta rainoto.
OaryaBta,* ioebada, am dai minuta*
Colisa confuliflai, em eiasa miantoa.
Rhauaiatiireo. am am dia.
Vaara fabre iotariaitenta, *a na ala.
Dar aat coitaa- not
antoe.
Toaaei perigoaaj rafrlalia, aaa
Planreeia, am u dia,
Surdea a aithma.
Hamorrtaaidaa a braaccltU
InflammagSo noa riaa.
DvBpapaia, erjaipalas.
Kolastias da flgada.
PalpiU?! da aaracia.

'as*.--*"
.r.i. .i. I BaBs^
RESERVE SEMPRE ESTE REMEDIO EM SUA FAMILIA
AS DOENCAS SE ATRESEHTAX, RUANDO HENOS WE ESPEKAJL
OLEO ELCTRICO O "KINO OF PAIN" (O re da dor) aquieta a positivamente d
a>)lUaJ e doras, e Ulvla mal os eollrluienlos e proJu um mala prrfelto equilibrio ao ajsteasa ha
6de eaectaar no metmo teuii>, com qualquer outro romedlo aiu Ii-rlnil.
Rste multo popular remedio est* SRora usat.Juse Kcralmante, pa)a raaao qae mllaarec da
gratis com o lito remedio pilo Dr. Grath e outros mala.
Este .Imprtente remedio nao se oderece pas curar todas as docuya s, porem tao rmente para aquellas
tas u:--~f dlreofoes.
WmU operando nos principios da chlmlca e d?. electrlcldade a por lsse, esU appIlaaTel pera a eara_
rastaurayao da sc^so natural dos orgaos que soflrem da Irregular clrcalstfao dos flaxos de artaaaaaas)
elctrico O Klng or Paln opera dlroctamento nos absorventee, ratendo desappareeer as lacaaoosa daa
em um tempo tncrlvel, breve som perlgo do seu uso debaixo de qualquer ctrcumsiancla.
O remedie, i ama medeolna para o uso externo e Interno, oomposlo dos elementos curativos, raleas, as
laae, eomo se tem us vio dos nossos antepassadoa, e das quaas tem grande existencia no uuado, rara
nolestlas, soinente ,-jliendo-se quaes ellas sao.
Yol am grande e especial desojo da raculdade de mcdeclna durante multos ancos de experiencia para
eaaUMraa modos qo ao deviam adoptar para curar os seguintes doanyas, a que properf oes de atadeataa ta
TJr^TICO DEPOSITC
EM PERIAMBCO
IVA I'HARMACIA l DROGARA
Se O
B.-=04 Ra Larga do Rosario.IVT.
Cuidado com as alsificaQoes
]
^1
-
Iih \\\V

Itoi costnmsmoi procurar aiieitadoi para icredilsr
icsscs preparodos, e deiismos qas sos sppcacio c os
raaaitsdoi oblidos pelas pessoas que sa dignaram acceita-
tas, lhes deei* crdito a soga ; porque alo semprt ca
il'.eiitdo; coeslersdos gratuitos, a delles que lauca
lo a charlatanismo; mas c qnerendo oflcnrler aspes-
taasqaeespoauoesmente Dosoffereeersni.qs qae absiie
le irsoscripti.j, os taMmos publicar auoieslaudu-lhes
lena gratidlo pela aUeojao, esperando qae reobsa
ules corroborar o couccito, e acceiiaclo qns tan aero-
de Bosio itrope. fiariAolotneo i C,
4TTisTir.es.
IHms. Srs. Rjriholomeo C. com a rcais sabida
iitisftcio que decltrc ser o rop Americsno de cms
fflcseia exlraordinaria, pois que soUreudo ha din: t':
a'.oDst tosse. poni de nio poder dormir a noiie a
'.espaito mesmo ue medicamentos que tomars. s Mt
eserri a na terec-ir colher fui allivudo. e de todo rj
iho hoje restabelscido com o oso somen'.e de qu:si
aeio_frasco: grato pois i ssss re: 'lado manifest s
'jjSs. Bica reronhcimer.to. lie Vt. Ss. ami^o, t:-
tand-.r o obtigad. M.-r.oel AntDiiio Viejas Juoior.
-?uj casa '.- de >Lril iic 181-8.
lile.-. Srs. tbrtl.nlrtgicfl i {'.. ~p"nt"radi ''! i : na 'i.,rsm di sfoujtlhjro oso Jo lar vi
Vegital Americano, da sis coaaosicAa.
acliaTi baatsnte doaola dt ana coa-tipaicSe. sanj aaa
tornoa completamente rcace e que troaxe asaa Issaav
tosse, e me imi ssiliiiou da camprir as tesas
de cantor da empreza Ijrica, roa sradi car-lasa
completo reatabalecimenU), qie obtire ca asi a
do mesma nrope, depois da aaver recorrida a
tralamentos. Desejsrei qae nlros easaa a*)
ao sea xaroaa para sa sarem alitiadaa da tai
incommodo, Ua fatal atsit pan. tem autor
taclo conliBo a ter de Vt. Sa. alicate, si
ebrigado. Laix Cieaaaa. Racfa SS da
de 1868.
Illms Srs VarlholoasaftC.O xaroaa Vegetal Aaae
ri;sao qce V-.. Ss.'tSai axpnsta I Moda da leda aaaV
eac pars o cutHto d'asihiua, eaifarats sbsart: a
plicando-o a mtu hlhc, Josqaiot. manar ds ejaaafa>
ancos: victima d'essa n|'lo, qae ala salle** -.
cicedtme a doas annos ka.a resistida a apiras ia de gnnde ntJitada. u;:nm f-oia Vt. 5a. aaaaaaar t>
eipressio ai-jcnata sincea de asaa raceikaciasaata aa-
ineritorio scrvi;.i qa \ prssUTsp cas i jilea as
nrope. acr:il.-.n-lomt rra sen-.; re ds Vt. $s. criaaV
s'.ienlo obrigirl. K... nct fUtto di Maaaaam.
rte'-.'f i d Btibra i i'i-'
*
o rmasela
vel publico e desejaado realmente qae teas traba-1 Croa n. 34.
Ofciece-se am mo(o que possue o conbeci"
ment de porlugaez, fraucez, hespnhol, ariltame
tica e geograpbia pira eserever em alguma eau
commarcul, on servir de ajudanle de gnaraa-
livroa : qnem precisar dirija-se i raa do Torres
n. ii, i andir.______________________
Ama de leite.
Quem precisar dirija-se i raa ia Imperatriz d.
J3, qae'achara com qoero tratar.____________
N. S. da Lnz
Da odem do irmo jnlz, convido a todos os
ama(Ls trmos pan reunidos em nosso consisto-
rio qo aajfiBiogo II do corrente palas 9 horas da
manka, srocedermoi a cleiclo dos novo faoc-
nioaariea de 1872 a 1873.
Secretaria da irmandada de N. S. da ua, 7 da
fevereiro de 1871
teJiarmino Hrnode.Paita,
- Na roa on Gadeia do-Becla b. W, pracia
te de orna ana para casa de nmem soltelro.
Em terapos modernos nenlium descubr
ment operou maior revolucao no modo dt
corar anteriormente em voga do que o
PITORYL DI AN4CAB1TA
TANTO NO TRATAMENTO DA
TOSSE, CROPO,
ASTHMA, THISICA,
RODQUIDO, RESFRIAMENTOS.
BRONCUITES,
TOSSE CONVULSA,
DORES DE PEITO,
EXPECTJJRACO DE SANGUE.
Como em toda a grande serie de enfermi
dades da GAriGANTA, do peito e dos orgao
da respiraco, que tanto atormentam e fa-
}ea zemsoffrera humani. A maneiraiida
tiga de curar consista geralmente na appli-
cac5o de vesicatorios, sangrias.sarjar ou ap-
plicar exteriormente ungentos fortissimo
compostos de substancias vesicantes, alm
de produzir empolhas; cujos differentes mo-
dos de curar, n3o faziam seno enfraque-
cer e diminuir as torcas do pobre doenie:
contribuindo por esta forma d'uma maneir?
mais fcil e certa para a enfermidade adaj
truicSo inevitavel de sua victima Quem dit-
jerente poisto o effei admiravel do
PEITORAL DE ANACAHUITA !
VM E EZ DE IRRITAR, MORTIFICAR E CALZA
INAUDITOS SOFFRIMENTOS AO DOENTE,
CALMA, MODIFICA E SUAVIZA A DOR.
A1.LIVIA AIRRITACAO
DESEMVOLVE ENTE'.NDIMENTO,
FQR1UT ICA OCORPO
e faz com que o systema
Desaloje d'uma maaeira prompta e rapid;
at o ultimo vestigio da enfermidade. Os
melbores votos em medicina da Europa (o
Lentes dos Coltegios de Medicina de Berlina)
testificam serem exactase verdadeiras estas
eacQes analgicas, oual m disso|a experi-
encia de mimares de pessoas da America
Hespanhola, as quaes foram curadas com
este maravilhos remedio', sao mais que
suficientes para sustentarem a ppinip do
raiTORAL DE ANACAHJITA!
Deve-se notar que este remedio se acha
inteiramente izento de venenos, tanto mine-
raes, como vegetaes, em quanto que portt:
alguns d'estes ltimos, e parcukra*mt
iqueUes que sao dados sob a formada Ojtic
Acido ivdrocianico, formam a bate da
larOfrpartadosXaropes.cwnos quaes tic
fcilmente se engaa a creduiidt.de do pu
buco. A Composicao de Anacahuita Peito
a acha-se linda e curiosamente engarrafada?
m frascos da medida de cerca de meion
quartillio cada um, e como a dose que se to-
ma s d'uma colher pequea: basta ge-
ralmente a applieai.o 'um ou doas frasco
effectuapnpara a de qualquer cura.
Aclia-se venda nos estalicleciiv.entos d
P. Maurer & C, J. C B:avo & C, A
Gaors, M. Barboza, Battaoioroeo d C
0
0
:
m
Mlle. Marie LavergriR tem a honrad
sc<-niii!.:r as Exmas Sra. qoe eflOM
traro em f-u salo d ra^eilerelrn roa
Prim-.'.r de Mirc> n. IV um liado sor-
timento de c ques, lar.t-) de tranca com
de cachi?, e por precns muit > comsno-
dos; asi-n como um variado e bello aor
timi'nli 'I,- ptrfumar.as fr.iu:i'Ui e iugle
zas dos melhore* fabritantes. OnVece
tarr.be.-u as Exuu.. Sras. os KgDinta?
cbji'cios que Ibes sao iodi-'peDsateta, da-
dos espartilhos a doqueu, obra mnit >
bem acbadi, propraa para nira*, e ul-
liniament? ch^gadus ; ditos tvaii iulerio
res, ditos para m -nina*; heainm lif as de
seda e de atgodao ; lindos peatee a ha-
peratriz, tanto de urtaroga romo a imi-
tajao para oruatos 'dus perneados, objec-
los de uima moda de Paria, oa mais bo-
nitos e ai Jemo- I' i'.ies de jo. a imia f,fn
cao de marflm, p-nies de alisar, datos jaa
para tirar pilhs, te-ouras flnai para
j3( unhas. t.-Mvas para d<>nte e pera naba. 4
bonitas bi/l>inhas para meoioat, nugoiA (_%
i
*
i
0
W eos booquets e
W ciaes, grvalas
ramos de florea artifl-
de seda e de catnbraia
muito bonitas, lovas de ptliica, da anda
e de fio de Escocia, brancas, da coree e
jK pretas ( tambem tero para borneen )
S lindos boioes pera puohos, ramos de lo-
K res para vestido, etiteites de palba para
ifi coques, sapalos cbar.ot, ditos ateludados,
ditos de tranca, bolinas pretal para me
ninas por barato preco, bhoqnsdoe par
meninos, e urna intinidade o a('
que omitie para se nio toroar enasi
Para mais commodidade de som
clientes, lem preparado nma tala ana *
terao ingresso nella as senhoras na te
qoizerem penlear ero sen eal*heis*ansnn-
lo sem estarem exposlaa ai tistat a
mais concorrentes, e wr a anaasacianas
quem se encarregar do trabalbo de ven-
tear.
i
*
*
0
0
toa para *
htonkd. 5
Chus. *
COMPANHIA PERNAMBOCANA
M
avegacrt costeira >** vf*c
De ordem do conselho de direcr;i)alo nanoya-
dos os Srs. accionistas desto eoaasnankaO a raia
rem-se em assembla geral m da II de eorntaU
a ama hora da urde, no 1* andar da ano ttfodi
n. H ra da Companhia Peroaranneaaa,
de enmprir se o diiposia no art II doe
Recife 5 de fevereiro de 1871.
_________Frosnief) rVmra I jm.
Offerece-sa
Para ama, ama preu para todo
eogoomad?: i tratar aa rna de I
* andar. ^^___
aVJu
aV aOsOT aa. Precua-at de nana
mili A escrata, para ana la
lia: oa roa e S. Fraoctico IV
m~
>-
[ tmi i
mi ii a.' i i
----------



0iar d Keruamfctic* Sabbado 10 i FeveFc.ro d L8?_-
f.
Pillas assucaradas de Brislol.
MAO C6NTESI NEM CALOMELANOS NEM NENHUM
OTRO MINERAL.
A grande necessidade e falta de um ca-
thartico ou de urna medicina purgativa, ha
mito que tem sido sentida, tanto pelo po-
so, como mesmo por meio da faculdade
medica; e por isso, infinito o gosto e
prazer que sentimos, em pdennos com
toda a confianca e seguridade, recommendar
as plalas vegetaes assucaradas de Brislol,
como urna excellente medicina purgativa, a
qual encerra em si todas as partes e mais
ingredientes essenciaes, tornando-se em um
perfeito, seguro e agradavel cathartico de
familia. Este remedio nao composto
dessas drogas ordinariamente usadas na
composiao dessas pululas, que por ahi se
vendem, mas sim, sao preparadas com as
mais finas e superiores qualidades de raizes
medicinaes, torvas e plantas, depois de se
baver chimicamente extrahido e separado,
os principios activos, ou aquellas partes
que conteem o verdadeiro valor medicinal,
aquellas porces fibrosas inertes e agres-
tes inteirameate destituidas da menor virtu-
de. Entre esses agentes activos ou ingre-
dientes especficos, podemos nomear a po-
dophgtiin, a qual segundo a experiencia
mm demonstrado., possue um poder o mais
jaravilhoso possivel sobre as regies do
figado, assim como sobre todas as secre-
coes biliosas. Isto de combinado com o
leptandrin, e mais alguns extractos vege-
taes e drogas altamente valiosas, consti-
tuem e formam urna pilula pur^a:iva, tor-
nando-se por isso muitissimo superior,
qnalquer urna outra medicina da mesma
natureza, que jamis fora apresentado ao
publico. As plalas vegetaes assucaradas
de Bristol, achar-se-hao sempre um reme-
dio prompto, seguro e eminentemente effi-
caz, para a cura de molestias, taes como
sejam as seguintes.
Hydropesia dosmem-
bros ou do corpo,
est bem visto, quando o doente nao se
acbe n'um estado muito alm dos recursos
humanos.
ATTENCaO
Precisa se de ama ama para casa de ama fa-
milia composta de tres pessoas. : nesta typogra-
phia a tratar com o administrador, oo em Olinda
do oitao do Amparo, casa de portio verde.
kiimu
Qaem qoizer comprar ama grande casa sita na
roa do Paysand oatr'ora Passagem da Magdale-
na, com seis quartos, duas grajsdissimas salas, nm
grande solio, eozinha fr, nm grande copiar,
um corredor qne vai desenboecar na margfi do
rio Capibaribe e de solo proprio; assim como,
ama terca parte de ama casa na roa dos Pesca-
dores : dirjase roa Oireita n. 3, 3* andar.
Ra do Imperador e suas
immediar;5es
Precisa-se alogar ama sala na roa do Impera-
dor cu suas immediacSes, podendo ser sala da
frente ou detraz: a tratar na mesma ra n. 24,
confeitaria do Campos.
Precisa-se de nm servente para o botel da
ra Nova de Santa Rila n. i.
Precisa se de urna ama para o servico inter-
no de ama casa de familia : i tratar na rna das
Crozes n. 29, armazem de trastes.
AOMM
Joao Francisco Ferreira Jnior vai ao interior
da provincia, e deixa como seus procaradores, em
1* ingar a seu pai o Sr. Joao Francisco Ferreira,
em 2* a sen primo o Sr. Joao Ferreira Loureiro e
em 3* a seu amigo o Sr. Jos Correia de Almeida.
Deixa ensarregado das vendas no sen estabele-
I cimento de raleados ra do Livramento n. 37 a
I sea eaixeiro o Sr. Antonio Lins de Albuquerqne, e
o n. 39 a sen socio o Sr. Antonio Alfonso Rodri-
gues, que ]alm de dirigir este estabelecimento
encarregado das compras para ambos.
Dspepsia, ou indi-
gesto,
dAstringencia, ou..
priso do ventre
habitual,
Azia do estomago e
ir. flatulencia,
Per da do apetite,
Edtomago sujo,
AffeccSes do figado.
Ictericia,
Hemorrodias,
Mau hlito, e irregu-
: laridades do sexo
femenino,
Dores de cabera.
Em todas as molestias que derivam
sua origcm da massa do sangue: a salsa
parrilha de Bristol esse melhor de todo
os purifleadores deve ser tomado conjun
lamente com as piulas, pois que estas
suas medicinas, tendo sido expressamente
preparadas para obrarem de harmona urna
com a outra, quando fielmente assim se faz,
nao nos resta a menor duvida em dizer
que nomaior numero dos casos, odemos'
amanear nao s um grande alivio, como
iambem urna cura prompU e radical, isto
O OLEO DE^ FIGADO DE BACALHAO
Nutrimento
MEDICINA! (
[Preparados por
Lanman & Kemp
para tsica e-teda
qualidanta dedo-
eneas, quer seja
na garganta, pei-
to ou bofes.
Expressa-
mente escolbido
dos melhores fi-
gados dos quaes
se extrae o
oleo, no banco
da Terra Nova,
purificado chi-
micalmente, e
suas
p ropriedades
conservadas
com todo o cui-
dado, em todo o
frasco, se garan-
te perfeitamen
te puro. ,
Este oleo tem
sido submettido
a um exame
muitosevero, pelos chmeos de mais tale-n
ot, do governo hespanhol em Cuba,foi de-
vulgado por elle e contem
MAIOR PORCO D'IODINA
do que oulro qualquer oleo, que elle tem
examinado
IODINO E'UM PODER SALVADOR
Em todo o oleo de figado de bacalho,
enaquelle no qual contm a maior porcao
d'esta invaluavel propriedade o nico
meio para curar todas as doencas de
GARGANTA, PEITO, BOFES.FIGADO,
Alnga-se o segundo andar com solio 3o so-
brado n. 25 da roa do Santa Rita : i tratar na
rna do Qneimado n. 1______________________
r
'. t
Mara Luiza Stepple Lima, Heoriqae G. Stepple,
Francisco Romano Stepple da Silva e Jos Antonio
de Brito Bastos, agradecen) siceramente as pessoas
que se dignaran) acompanbar ao eeroiterio publi-
co o cadver de sea marido, georo e concunbado
Manoel Jos Gomes Lima, e Ibes pede o earidoso
obsequio de assistirem, em 10 do correte mez, a
missa do 7 da que mandam celebrar na eapella
do arsenal de marinba, as 8 horas da manhaa,
pelo que anda mais agradecido Ibes iear.
Aluga-se o sobrado de nm andar e solio na
roa Direita n. 81 : para ver na leja do mesmo e
tratar na rna das Cinco-Pontas n. 31.
Mudanca de firma
Braga & Silva, partecipam ao respeitavel cr-
pu commercial desta praca, que admit ram em
sea estabelecimento de pharmacia roa do Rao-
ge!, boje Viiconde de Iobanma, n. 62, como leu
socio o Sr. pbarmacentico Manoel Tbomaz Perara
do Reg do 1* do correte mez em diante, fleasdo
desta data em diante o nosso estabelecimento gy-
rando sob a firma de Braga, Silva & Reg, ti -an-
do a cargo deste ultimo socio direceo do mes-
mo estabelecimento de pbarmacia.
Recife 8 de fevereiro de 1872.
Braga, Silva & Bego.
AO JULIO
Na roa de Santa Isabel n. 9, acba-se rices e ele
gantes vestuarios, tanto a carcter como i pban
tazia, como tambem novos e bem preparados d-
minos pretos e de cores : a elles quinto altes.
Alogam-se dminos de seda, de verbntina
preta, e de lpaca de cores, por preeos mdicos :
na loja da Conquista rna do Caringa n. 6,
Mudauga de cartorio
O eso-rivao Saraiva mudou o sen cartorio da
roa do Imperador o, 27, para a casa de sna resi-
dencia a roa do Caldereiro n. 42, onde pode ser
prcenrado a qualquer bra que nao esteja no
servico da audiencia.
Fonceea & Santos, avisa de novo a todos os
seas devedores, qaeiram quanto antes saldar seas
dbitos, isto no praso de quinze dias a contar de
boje, Ando os quaes seo cobrados judicialmen
te, visto nao ter sido possivel ultimar por meios
amigaveis.
Recife, 8 de fevereiro de 1872. *
Para casa de homem soltero precisase de
urna engommadeira e costureira : tratar na raa
da Aurora em Santo Amaro n. 44, primeiro an-
dar, ao p do qaartel general.
Ao Sr. tbesoureiro da irmandade de
Santa Luzia da igreja do Livramento se
precisa fallar nesta typograpbia.
Precisa-se lngar duas ou tres escravas para
servico interno, paga-se bom ordenado. a tratar
na ra Imperial, easa n. 223, das 6 ao meio da,
e das 7 da noite em diante.
Precisase de urna ama para cozmbar : as
sim como de um homem forro ou escravo para
todo servido de pactara : roa de Jo3o do Reg
n. 1, outr'ora da Florentina.
EM
AMARO
DE
JOAO DA Wk RAMOS
Medico pela Universidade de Goimbra
Este antigo e j bem conceituado estabelecimento acaba de ser completamente reformad-, quer em
suas aeommodaces, quer em seo rgimen interno.
O servigo medico-cirnrgico diario feito pelo proprietario ; pormem casos graves sero consultados
cutros clnicos, escolbidos segundo a especialidade, em que forem mais conceitoados.
Os doentes de molestias contagiosas, como bexigas, sero tratados em logar separado.
Ha qoartos especiaos para parturiente?.
As operares serlo previamente ajustadas.
Qaalqtier facultativo pode medicar o doente por elle recolbido ao estabelecimento.
Os propietarios dos eogenbos, e os possoidores de moitos escravos e trabajadores podem coolra-
tar por prazo de um anno nm ou mais leitos para o tratamento dos mesmos; no que obteio um grande
abatimento.
O estabelecimento pode ser visitado a qualquer bora para que o publico observe a ordem, que
nelle reina, e o bom tratamento dos doentes.

gM
Aos 5:000,5000.
Bilhetes garantido! da pro
Tela.
Rna do Barao da
Victoria,
Outr'ora ra Nova n. 63 e casa*
do costume.
O abaixo assignado acaba de vender entre o.
mus muito felizea bilhetes a sorte de 300*000
im tres qaartos de n. 2384, alm de outras sortee
menores de 40*000 e 20*000 da lotera que se
acabou de extrabir (223), podendo seus posaui-
dore virem receber, que prompttmecte sero
pagos.
O mesmo abaixo assignado convida ao respel-
tavel publico para virem ao seu estabelecimenu
jomprar os febzes bilhetes garantidos, qu ni
deixar di tirar qualquer premio como prova pela
mesmos annancios.
Aeham-M i venda os muito felizes bilhetes ga
rantidos da 5* parte das loteras n beneficio da
imperial eapella da Estela, qne sen extrahida
no da seganda-feira 12 de fevereiro vindouro.
PREQOS.
Inteiro 6*000
meios 3*000
Quartos 1*500
De 1004000 para cima.
Inteiro 8*500
Meios 2*760
Quartos 1*375
Joao Joaquim da Costa LeiU.
Pedido
Pede-se a pessoa que em confianca pedio um
livro de amostras loja da Magnolia, ra Duque
de Caxias n, 45, o favor de vir restitui-lo. e pen-
sar na necessidade que tem o dito estabelecimento
do d'to livro.
* Advocado m
Wt A. J. R. D3 COTIAS
Wk contina no seu eseriplorio ra das mC
cE Crespo n. 18 1* andar. 55
Taberna.
Fai-se negocio com a taberna sita ra da Cam-
oda do Carmo n. 2 : a tratar na mesma.
MM
se espera pelo Sr. Joao Miguel de Oliveira Beraldo.
na ra estreita do Rosario n. 9 : agora daremos
explicares de que natureza o negocio para que
chamado, publicando os seus proprios bilhetes,
se nestes poucos dias nao procurar dar solucao a
tal respeio.
Raymundo Lacerre precisa de urna ama para
engommar e coziobar, e de um criado para com-
prar e outros servicos do campo : qaem preten-
der servilo procure-o nesia cidade rna Imperial,
fabrica de vinagre, ou no engenbo Brnm, no Ca-
xang, onde reside, sendo alli das 9 horas as 4 da
tarde, e aqu das 6 as 9 da raanha e das 5 em
diante da tarde.
Boa recompensa.
Perdeu-se urna beogala de unicorne com cha
pinba de ouro com este expressivo disticoSau-
dade J. P. F. J. 20 de marca 69 : quem a entre-
gar na rus do Mrquez de Olinda n. 40, loja, re-
cebera do dono quantia superior ao seu valor.
Dtela-se fallar comoSr. Jos Jacintho Hen-
rique da Silva, na padaria da ra do Rangel n 9.
ALUGA-SE
a loja Ao sobrado ra Direita n. 93, e vende-se a
armacao nella exietente, ou aluga-se tudo : a tra-
tar com o Sr. Francisco Antonio da Rosa.
flfti
Precisa-se de urna ama pa-
ra lavar e engommar para
urna casa de pequea fami
lia, porm que seja de boa condutta : a tratar na
ra do Vigario n. 5, 3* andar. >
Aluga se nma escrava para todo servico de
casa de familia : a tratar na ra da Gloria, sabio-
do da rna da Mangueira, lado direito, terceira
casa.
Leiam.
Agr & C. anda avisara aos devedores da ex-
tracta firma de Qutnleiros & Agr, que espassou o
praso para o pagamento de saas contas al o dia
29 do crreme ; e esperm que durante elle ve-
nham salda-las, afim de poaparem desgo(os e
despezas, fazendo-lbes mais o abate de 10 fl|0, pois
que desojara concluir amigavelraeote esta liqui-
da cao.
Para a casa di modista italiana, que mora
no Corredor do Bispo n. 6, acaba de chegar um
completo sortimento de gorgaro preto e setim :
quem qnizer pode procurar, visto que o preco
coramodo.
Precisase de urna ama pa-
ra comprar e cozinhar : na
ra da Palma n. 34.
MARTIMOS
E
CONTRI FOCO.
A companbia Indemnisadora, estabelecim
testa praca, toma seguros martimos sobre
3 i vi os e seus carregamentos e contra toge
va edificios, m ircadorias e mobilias: ni
na do Vigario n. 4, pavimento terreo.
I." :lasse quarto indepeodente............... 66000
2. .................................. 4J000
3. .................................. 2(JS00
4. para escravoe....................... i)J300
Os doentes das tres primeiras clasees terSo roopa para a cama e qoarto; os da 4.a tero tambem
para seo uso.
Joaquim Jos Gordal-
ves Beltrc
Roa do Gommercio n. 5, i" andar.
Sacca por todos os paquetes sobre o
banco do Minho, em Braga, e Robre os te-
fguintes lugares de Portugal.
Amarante.
Arcos de Val de Vez.
Barcellos.
Beja.
Chaves.
Coimbra.
CovilbS.
Faro.
Guarda.
Guimar'es.
Lamego.
Lisboa.
Mirandella.
MoocSo.
Ponte de Lima.
Porto.
Tavira.
Valpa8S0S.
Vianna do Gastello.
Villa de Conde.
Villa Nova de Famalico.
Vrila Nova de PortimSo.
Villa Real.
Vtzeu.
Valejica.
Figueira.
Penafiel.
Regoa.
Na roa do Mrquez de O-
linda n. 34, 1* andar, preci-
sa-se de urna ama para o
servico interno de urna casa de peqoeoa familia.
A flor do pi chinez todos os dias as 4 boras da
tarde ; emquanto a timpeza e bemfitoria des-
necessario elogio algam, casta pouco aos fregu-
zes a conbecer a verdade : ra de Gervazio Pi-
res n. 45, nova padaria americana.
m\
Precisa-se de nma itu .
de pouea familia, para o servio 1
temo de duas pesaos* : a tratar
ra Direita 3, mbr.
TRILHOS URBAHOS
DO
RECIFE A OI1HD.4
e Beberibe
Os senhores accionistas so por meio do presen-
te convidados a receber suas accjJes no scripto-
rio da companhia dentro do praso de trinta dia*
uteis, a contar da presente data, das 12 horas d>
manbaa as 2 da tarde. Os que tiverem acedes da
primeira emissio deverao tme las para seren
substituidas por outras da nova serie.
Escriptorio da companbia, 1P de Janeiro de
1872.
O secretario interino,
los Fortunato S. Porto.
Farlaram do escriptorio Ja ra do Vigario n.
10, um relogio de ouro descoberto, com as iniciaes
C. P. S. e o numero 16116, e urna corrente e cas-
soleta de ouro com retrato e as iniciaes C. C. : pe-
de-se a qualquer pessoa a apprehensSo desses eb-
jectos, que podero ser levados ao mesmo escrip-
torio das 10 as 4 horas do da, ou ra da Auro-
ra n. 15.
Copeiro.
Precisa se de -um para casa de familia : a tra-
tar na roa da Cadeia n. 35.
Prcisa-se de urna costureira qne trabalhe
em machina : no Corredor do Bispo n. 5.
A M A Precisa-se de nraa boa ama para casa
&j3m de urna fimilia estrangeira, para se oc-
cupar com urna criaoca : a tratar na ra da Cruz
n. 88.
&l
iail
m'
m
i-
i
O advogado Manoel Joaquim Silveira
pode ser procurado para os miares de
sua profisso em seu escriptorio ra
! de Margo n. 12, Io andar, das 10 ho-
ras da manhaa as 3 da tarde.
Moleque.
Rna di Seuzalla Velba n. 90, precisase de um
moleque de 12 a 14 annos para criado.
Publicado Iliteraria
Discursos
DIVERSOS ESCR1PT0S
TELO
Dr. Aprigio Justtniano da Silva GuimarSes
Edicae a mais ntida que tem sabido dns prelos
de Pernambuco (com retrato do auter)
A' venda na Livraria Franceza, ra Primeiro
de Margo n. 9.Preco 12{>000. Os Srs. assignan
tes podem mandar prcenrar seus exemplares no
escriptorio do autor, pra^a de Pedro II, onde
tambem se vende o livro.
Os Srs. Jos Francsco Ribeiro da Sec-
ta e Dr. Francisco Jos Rabello. o pr -
prietario do collegio de Santo Amaro o
Ia proprietario de um oatro col egio, io
rogados a ruandarem a esta typograph ? a
negocio de interesse.
Grande sortimento do coquea a 1*000 e ifiO
cada nm, a elles antes que se acaben, p-ir tal
preco vale a pena : ra da Imperatriz o. M.
Dr. Per ira da Motta
medico operador e parteiro : rna do lia-
perador n 43, 2* andar.
ALUGA-SE
um lindo sobrado traveasa do chafarir a. II, 'ti
Fr de Portas : a tratar com o cootoeadator
Tasso.
ADVOGADO
Dr. Joaqodi Correa de Arai-jo
67Ra do Imperador67
Moleque.
O Campos da rna do Imperador o. 28 are risa
ilugar um moleque.
| 0 ADVOGADO
1 iiki:n ama
X COM ESCRIPTORIO
Ja ra estreita do rosario n. tm
9 Tem um curso de histeria universal, W.
t arithmelica, algebra, geometra e francet, A
2 em easa de -ua residencia, i roa da c
9 Princeza Isabel n. 6. 9
i
Procuradoria.
O solicitador Bargas Pj:ce de Len,
encarrega se de quaesqoer cansas civis, commer-
eiaes, crimes e ecclesiasticas, sendo que destas ulti-
mas especialmente a de divorcio, temtm3 pr^tica
de 17 anos; assim como se cfferece a trabalhar
de partido por anno, tudo por ajuste razoavel e de
mado a satisfazer seus eonstiluiotes. Declara
tambem aos que, por attestado do respectivo pro-
cho, provarem ser pebres, cujos diieitos defrauda-
dos, qoizerem defender, que nelle encontrarlo boa
vontade em prestar graiuitxmenta seus servicos fo-
renses : trata-se na ra das Trincheiras n. 48, 1
andar, ou na sala das audiencias ra do Impe-
rador.
~i
m
ADVOGADO
DR. FRANCISCO DE PAULA SALES
Ra Duque de Caxias, outr'ora das
Ouzes, n. 37, primeiro andar.
m-m-'mmm '
Os Srs. abaixo mencionados sao rogados a v,.. m
a ra da Cruzo. 63 a negocio que Ibes diz re-
pello :
JaciDtho Soare- de Menezes.
Joajuim da Silva Moora.
Joaquim los Peretra Albandra.
Domingos Jos Vieira Draga.
Pceeisa-se de una ama qu< m.m
cosiohar para casa de fmilii: aa
ra do Vigario n. 5, segundo :.oJ-r
AMA
Suhloca se o arrenlameoto do preeio a roa
lo Mrquez de Olinda n. 23, coosistndo em cas
.asto pavimento terreo com os foodos Mn
ruada Cacimba, com ctagiono centro tam-
bem muito espagoso o andar, o qual tem ab'da
independentei podendo ser pelo armazeoa, pro-
prio para nm grande negocio por atacad', r
er o lugar o melhor possivel : a tratar com An-
tonio Jos Rodrigues de Souza na tbesouraria i*a
oleras, rna do Crespo n. 8.
AMA
Precisa-se de urna ama para eng Hu-
mar : na rna Nova n. 31. I* aodar.
t \f a Precisa-se de urna ana para n-a de
lilLl pequea familia, para cozinhar e com
prar; paga se bem : ra do Amorim n. 41, pri-
meiro andar.
Scenas da vida americRna
Sahio Inz e vende-se na livnru *. I.ai I
& C. n. 9 ra 1* de Margo, mu i, d rMaaa.'e
traduudo do fraocez, rooito eogragai, e icridh
para ler-se. Prego dez tustSes.
^!
Empreza do gaz
Pernambuco.
Esta empreza tem um lindo soriirr-nto de can-
d eiros, arandelas, pendentes, etc., tacto em vidro
(crystal) corao em metal, e urna variedade de glo-
bos dos padros mais modernos e por presos m-
dicos. A amostras podem ser vistas no escripto-
rio n. 31 ra do Imperador. Bicot para gaz do
melhor feitio a 60 rs. cada um. As encommen-
das podem ser feitas por escrip'.o, nr. rna do Im-
perador junto a secretaria da polica, ou dirigidas
ao abaixo asignado na fabrica S. Jos, que serio
promptameote attendidas.
COZINHEIRA
Precisa-se de urna que seja perfeita cozinbeira,
para casa de familia : tratar na roa da Cadeia
n. 3S._____________________________________
ATLf A Precisa-se alugar duas pretas es
ilL a. cravas, urna que saiba cozinhar
e outra que engomme e coza : tratar em Santo
Amaro, adiante da fandlcao n. 48.



AMA
u 16, 2* andar.
Precisa-se de ama ama para
cezinhar e comprar na raa do
Bom Jezus, oatr'ora rea da Crnz
ao coin
Tendo-se deseocamiohado do poder dos abai-
xo assignados duas ledras, a -citas por Pedro
Americo & C. e garantidas por Antonio Goncal-
ves Costa, a primeira saceada aos 10 de novem-
bro de 1871, da quaatia de 961*868, e a segunda
saceada em 18 de dezembro, da quantia de ris
1:777*840, ambas ao praso de oito raezes : roga-
se a qnem as tiver acbado o favor de as entregar
na rna da Imperatriz n. SO, que ser gratificado :
assim como se previne ao respeitavel poblico e
particularmente ao corpo commer:ial, para que
nao facam transaeco algoma com ditas lettras,
que ficar sem valor algum, visto que os abaixo
assignados tratara de as fazer substituir por ou-
tras, tirando a aquellas todo o valor que por ven-
tura possam ter.
Recife, 3 de fevereiro de 1872.
Pereira da Silva & C.
Precisa-se de urna ama para c servico mir-
no de urna easa de familia : a tratar na ro Jefe
Ferhandes Vieira, sitio n. 34.
O teaente cor nel coramandaote e offletaes oo
1* b italho de artilbaria da guarda nacioaal de:e
municipio, agradecem a todas o* pareles do :.-
puao Jos Adrio da Guata M r t ., a saa asi-
teucia ao funeral que maolaram celebrar na ip-
ja de Nossa Senhora da Cooceifio c-i mibltres o
dia 8. do corrente por occasiu do stimo da t>
fallecimento do mes no, e igual agralec raer-
lo il nsern a todos as pessoas, que a sen c rav;
tionraram esse acto,bem como a re>pectiva irman-
dade e ao Sr. Mmoel Gm^alves Agr, pla eoope-
raco que prestaran) para o brilhantitmo d)
raesrao.____________________________________
Precna-se de um menino pxra caix-iro '*
taberna cora alnma pratiea ; ra de Vi!;1
Negreiros (iratr'ora pate? do Tere.' > n. II.
Precisa-se de um meoino para eaixtir>; lo
pateo do Carmo n. 9
Disappareceu da casa de seu seotiur no di. 6
do corrente urna preta de norae Mariano i da ii -
le de.SO annos pouco mais ou menos, lato >
mais branoo do que 'preto, com pouos deole* .
quando lilla dTnnra um pouco as pr-lavra, lev a
consigo um pr.it i e urna bandeijinha *.* rkatao
pintada, levou vestida nuu saia de mussu'iOi d
botada, chales de meta, ordinario com quadres fe
cor, rozetas de ouro pequeas; desonfia-fe i;r
ella segnido para a Luz, visto qje a s nhora que
a venden a pouco era mestra regia deste lugar, e
hoje exerce a caJeira dePedra Tapada, o qtietl a
ignorava. Por outra occasiao de foga foi pr- .
em caminho de Papacaea, d'onde ella tilba. mi i
a apprebender queira remetter pra^i da Inde-
pendencia n. 33, qne ser recompensado, eaM
de costume.________________________________
Precisa-sede urna ama que compre e co
sinbe ; a tratar na prac* da lnJepenlencii t.
8 elO,
Estrada de ferro do Recife
ao Caxanga'.
Avlsa-se as pessoas que anda tiverem bilhetes
velbos dessa emprez>, que depois do fin) do cor-
rete mez em diaute, nao se conlioa mais a tro-
car ditos bilhetes, sendo esse troco feito auas ve-
zas por semana, as tercas e sextis-feiras, na esta
gao da rna do Sol, das 9 da manhaa as 2 da tarde,
somente at o ultimo do corrente mez.
Escriptorio da companbia, 8 de fevereiro de
1872.
W. Sweosoo,
Crente interino.
ATTENCAO
Urna pessoa habilitada se encarrega a coorar di-
vidas, e de promover cobraoca de aiugueres de
casa, mediante razoavel commiss_, oo ajuste:
na ra do Alecrim n 33, das 3 boras da tarde
em diante.
Precisa -se
Saber na ra da M.Jre de Deus arnazam a. vi
quem o dono de 100 caixas com cebollas, mar-
ca S V & C. vindas de Hamburgu co brigne *-
naraarquez ster.
Attenpao
No dia 11 do correte sabir da ra de Sana
Rita VelhaA na(o velba de Cambiada, a qua.
vai em direitura ra das Calcadas buscar a -ua
raiDba, e depois percorrer diversas ras, e as
3 horas se achara em frente da igreja do Rom i
onde se soltara algumas gyrandolas de fogo e una
salva de 21 tiros, dabi seguir para o Reeile e i -
roa de Rom J zu ; vollara con a vi.-e-rainr-*
desoa naci.
Rebocador Pacifico
Achando-se prompto dos pequeos reparos qce
precisa va, e entregue a um babil engenbeirc, ci-
tinua em todo o servico de reboque, le ; per
qualqaer preco conveneionado noescriplorn 4os
ageotes Wilsoo, Rowe & C, praca do Commerc >
o. 14.______________________________________
Precisa-so de urna ama para cosiatiar, pre-
fere-se escrava ; aa rna das Cinco Potas n. 87.
Precisa-se de nm bom rosioheiro, na roa
Larga do Rosario n. 29.
Roga-se aos creoiTts do finado Ignac Pe
soa da Silva, qu ram apreseolar as suas cont.s
rna do Rangel n. 58.
Jaboat&o
O secretario da contraria do SS. Sacramento
erecta na matriz de Jaboatao, tac scente a lodt-i
os irmaos afim da mesma matriz no dia 18 do correte mec.ptla
10 boras da manhaa, para se tratar da elegi do
aovo definitorio que tem de fupceiooar no r-reses-
te anno, em vista do que marca o eompremisso.
Jaboalo de fevereiro de 1871
Jos Francisco do Rege Barro.
Aluga-se o sitio a. !> junto a eapella da R.
Jos do Maiguinho : a traur na pra^a d- Corp}
Santo D. y
L
ILEBfttl 1
^
Hil._ll> III .>



O0BRUMN.52
(Passando o chafariz)

Annuncia aos senhores, de engenhos que por falla (Tagua
oo mortes de animaes nao possam tirar suas safras, que est
prompto a assentar vapores dentro em 8 dias do pedido applican-
do elles as moendas ja existentes.
Tem em deposito variado sorti ment de preparas
MOTORES PARA DESCAROCAR aLGODaO
A vapor, agua ou animaos
inclusve alguns que naoprecisam de obra alguma decarapina
pelo quepodem funccionar logo que cheguem ao War
FORMAS PARA ASSUCAR
Aquelles propiietarios que quizerem formas podem desde
j fazer suas eneommendas, pois a casatni em viagem e car-
regando numero suficiente para sunrir a todos quantos queiram
MACHMISMOS DIVERSOS
nesta fabrica ha deposito de todos os aiachinismos empregados
na provincia, e acceita-se eneommendas para fazer vir qual-
quer machinismo a vontade do cliente.
0 JAYM
recoBhecendo a neceaaidade de que se resenta esta bella cidide de t
onde o respeitavel publico, e com especialidade o bello sexo encootrasse, sem perca
T' ? a?ornos Precisos para om elegante penteado, resolveu montar urna loja as
condicoes exigidas, i ra Doqoe de Caxias n. 30 (outr'ora Cruzes).
A raaneira por que o JAYME entendeo preparar nm estabelecimento de lal genero,
e a prova segara de qoe nao o rico mas tambem o pobre, pode,
gozar das alternativas da moda.
Na trtvessa da na
Crizes r. 2, pri-
neiro andar, da-se di-
nhelro sobre penhores
de ooro, prata e brilhan-
tes, seja qoal for a fnin-
tia. Ha rnesna casa com-
pran-se os mesaos me-
laes e pedras.
llilllillllli
CASA. DA FORTUNA
RA I DE MARGO OUTR'ORA DO
CRESPO S 3.
Aos 20:000^000.
O abaixo assignado tem sempre exposlo i ven
la os fezes bilhetes do Rio de Janeiro, pagando
womptamente, como costuma, qualquer premio
PRECOS.
Inteiro 24*000
Meio li*0O9.
Quario 6*000.
Manoel Martins Finia.
AOS 57000^000
Estio venda os felizes bilhetes da lotera da
labia, na casa feliz do arco da Coneeico, ja da
"irives no Recife.
nermeiro e criadov
no hospital portugoez de beneficencia precisa-
se de um enrermeiro que tenha pratica, e de dons
criados para o servico do mesmo hospital : a tra-
tar com o provedor na ra da Madre de Dos nu-
mero 28
Roa o Bario 8a Victoria
N. 7 J)utr\)ra ra No?a_N. 7
Acaba de chegar novos sortimentos
Calgado francez.
Botinas para horneas, bom bezerro pellica, eor-
Vlq?,a e P*"00' *w*w > biqueira de
veraix, pellica com biqueira de verniz, bizerro e
pellica com ilhoses e com botoes, Unto dos fabri-
cantes Suaer eomo de Polak.
.JSL"1"11"1* ""'" boUs. Perneiras e metas
peraeiras para montarla,
Sapatos de vaqueta de verniz com sola de ma-
^.In,nS^,pr^iwPar" ** id8- J*tlns a banhos,
taaio para seo hora como para bomem.
Sapatos e borracha para bomem.
Botinas e abotinados de muitas qoalidades e pre-
go* para meninas e meninos.
,v.nffi ,Te^B'I ****** eaxemira, tapetes
avelludados e de tranca, franceses e portugueses.
Perfumaras
Finos extractos, banhas, cosmticos, leos, opia-
tas, e poses dentfricos, agua de flores de Urania,
fffiS .. c0'0, *>lma. florida, lavande, e de
ilL P*1* b,rb* e "Mo, Pos de arroz,
saoonelB, e muitos artigos delicados, com iras
quinaos de extractos, tndo de primeira quali-
dade dos bem eeahecidos fabricantes, Piver e Con-
Precisa M de urna sin r-ra ;.;
prar o cuMOhar : na ^raca ja luje
pendencia ni. 27 e 2t.
..-e.CHWe dl,ra* e8Bra'1' b'" mh-irt e
urna ama livre para eogommar e fazer o servico
interno de casa de familia, paga-*e bem : na ra
" j?nz n- ** aroruem, ou no Corredtr do Bispo
n 23. r
MOFINA
Roga-se ao Illra. Sr. Ignacio V.eira de Me'lo,
riti na cidade de Nazareih desu provincia,
tavor de vir a ra do Imperador n. 18 a concinii
aquelle negocio que V. S. se comprometten reali-
jar, peu tereeira chamada deste jornal, em fin
de dezembro prximo passado, e depois para ja
neiro, passon a (evereiro e abril, e nada enmprio
e por este motivo de novo chamado para diu
MJ; pois V. S. se deve lembrar que este negocie
* de mais de oito annos, e quando o senhor tes
nbo se acbava no es nesu cidade
Precisa sede 600* a joro* para pagarse em
presumes mensaes de 60*. descontando-se
joros : qqem qnizer annuncie.
OgO O!
Mascaras
para o cornaval chogoo nma grande factura com
iodo sortimento unto de massa, como de rame
de seda e de cera, para vender-se barato em du-
nas e a retalbo.
Quinquilharias
PaJma n. 54.
Precisare de urna ama pa*
ra cozinbar e comprar, sendo
de boa conducta : na ra da
urgencia
sem detrimento,
As aegaintes tabellas qne oferece a apreciafo de todos, segarameate altes tam o
qnanto acaba de expender.
Tabella de prepos por compra
Ooqnes da ultima moda m, 12,51, loa,
200, 250 6 30^000................ \
Cachepainea de cabellos naturalmente crea
pos 106, 120, 150, 200 e 250000....
SS'nnH SftA % 'S e 2m- fAlm de muil resumidos os pref.os de taee
ESCaS* ,(?' i^' .2?se 2f000- Objectos'ter comprador 10 /, de des-
$K para Dd0S a 3*' ** 5* como em cifra maior de 20^000.
wwo............................
Ladeias para relogios 30, 50 e 60000...
Braceletes 50, 60, 80 e 100000........
Trancaa para annis 500 rs............
Tabella de presos por alaguis
Um coque...,. *-............. 20OCO
Um cacbepaine,,,.............. 20000
Um cresetnte.................. 10000
Uoaa traiga ondul.............-. 0OOO
Um topet diadema fris.......... J0OOO
Um par de enebimentos.......... lOCO
coques. 10500.
Perneados de cacbepaiues 10000.
_ Penteados de senboras 30000 (na eidade).
Vanadissimo sortimento de perfumaras finas e objectos de gosto, recebidos direc-
tamente por todos os paquetes da Europa.
Fundic.ao da aurora em SantJ
Amaro
Os propietarios deste estabelecimenio eonvidam
jeus numerosos freguezes e mais pessoas do com-
mereja a cumprarem t2xas de ferro batido, do qne
lera bom sort ment, e se promplillcara a fase-las
de qualqaer tamanho e forma com presteza. Hoje
a facilidade de condagao dos bonds muito concor-
re para visilar-se esta estabelecimento.
Engommadei a.
Precisa ?e de urna ama para lavar e eogom-
mar : roa da ngne de Caxias n. 50. andar.
%>HsV 2
Precisa se de urna ama pa-
cozinhar
Caxias n.
na ra Duque
50,1* andar.
Penteados de
I.VTERViTO
r de

S. BER
3
ESTABELECIOO NA CIDADE DO RECIFE EM 1862
*iob a protecc&o do Inomg Ponlltlce Pi tx
DIRECTOR BACH.UEL EM M4THEMATICAS
BERNARDO PEREiRA DO CARMO JNIOR.
1 VICE-DIRECTOR..........
2o DITOPadre J. V. de Algonez.
0 direfitor do internato de S. Bernardo, nao tendo e\iado esor-
coa nem sacrificios para proporcionar aos seas alumnos orna perfeff' edu-
cago pbysica, moral, intelectual e religiosa, offerecendo-lhes urna habita-
cao com bastantes condicoes de salnbridade, habis professores que sao
solcitos em prepara-los convenientemente ao fim a que te destinara, me-
dico pratico que Ibes faca comprehender os preceitos da bygiene e ibea
cure das doencas, e finalmente um sacerdote idustrado e hoaevto que Ihes
explique os principios da religiao cbristla, espera que assim constituido e
em vista do excellente resollado, que tem apresentado, contando um eres-
cido numero de alumnos na Faculdade de Direito, que concluirara atli
vani3}osamente os estados preparatorios, n3o deixar o eu estabelecimea-
to de continuar a merecer dos Srs. pas de familia o auxilio e confianca
com que ja muitos o tem honrado ; e Ihes roga, bem como a todas as
pessoas mieressadas, qoe se dignem de visitar o mesmo seu estabeleci-
ment, onde sempre encontrado franco ingresso.
Ima C?deim de ensinor-Primeiraa leltraa dividida em duas classes.
tendo cada eme o seu profesor, Itina, francez, iDglez, arithmetica, alge-
ora e geometra, geograpbia, philosophia, rhetorica, desenlio e msica
, O collegio tem a sua sede no espacoso edificio n. 6 ra do Hos-
picio.
Nos estatutos do csMegio, que eslao a disposicSo de quem os qui-
zer ler, se acnam consignadas as Condicoas de entrada e matricula m
diversas aulas do estabelecimen'o.
4
O Dr. Joao Jos Pinto Jnior pode ser pre-
curado no seu escriptorio, ra do Imperador n.
io, andar, das 10 horas da manhaa a 1 da tar-
de ; dessa hora at as 3 na directora da instrnc-
(,-ao publica para negocio relativo a essa reparticSo,
e depois em casa de sua residencia, ra do
Visconde de Goyanna, outr'ora Mondego, n. 56.
imperial Instituto de N. 8.
do Bom Oonselho,
Dirigido pelo bacharel Antonio Columbano
Seraphico de Assis Carvalbo.
Acham-se funeciooaado neste instituto as aulas
de primeiras letras, linguas latina, franceza, ingle-
sa e nacional, geogragbia, philosophia, geometra,
rhetorica, anlhrneiica e historia universal
I MEIIICO i
m O Dr. Jos de Miranda Curio, medico jK
^ pela Facnldade da Bania, pode ser pro- gj
^9 curado das 9 oras da urnnaa as 3 da
A da tarde, em sea coasuilorio ra do j^
X Marque: de Oiinda n. 34. i andar: aas S
O mais horas dj dia e a qaalquer das da &
&L noote na casa da sua residencia, ra do att
S JerJqnHi b. 7. **
Finos artip de Pars, de diferentes costos
phanlasia, como-sejara os seguintes :
Leqnes para senhoras e meninas,
Luvas de pellica e de fio de Escocia,
Espelhos diferentes, para sala e gabinete.
Vidros avulsos para espelbes.
Ca>xinbas de costura ornada com msica.
Alonas e quadrinhos paro retratos.
Diversas obras de ouro de les.
Gorrentes de plaqu para relogios.
Bolcinhas e cofres de seda e de velludo.
Diversos objectos de pbantasia para toilet
Pencinez, oculoa e bengallas de luxo.
Chicotes e bengallas de oaleia, canna e junco.
Ponteiras de espuma, para charutos e cigarros.
Escovas para cabellos, ronpa, denles e unhas.
Pentes de marflm muito finos, para caspas.
Ditos diferentes para cabello e barba.
Carteiras para notas e para dinheiro.
Malas, belgas e saceos de viagem.
Gaiolas de rame para passarinbos.
Venezianas transparentes para janellas.
Abat-jours transparentes para caadieiros.
Mamadeiras de dar leite mui fcil as crianzas.
Tiras de molduras douradas para quadros.
Ricos quadros ja promptos com paisagens.
Estampas de santos, cidades e phantazias.
Esterioscopo e cosmeramas com ricas vistas.
Obiecios ue mgicas para entretenimento.
Machinas da difterentes systemas para caf.
Bercos de vimes para embalar enancas.
Cestinhas para meninas de escola. y
Jogos, de dama, domino, bagatelt-c J^gloria.
Campanhias de molas para chamar criados.
Realejos, aceerdions, vidros avulsos para eos-
moramas e outros muitos artigos de quinqui-
Inarias difflceis de menciooar.
Brinquedos
Para criancas,
O maior sortimento que se pode desejar de toda
sorte de brinquedos fabricados em diversos paizes
da Europa para entretenimento dos manios
Pre Em virtud de novas crdens dos fabricantes,
veode-se tudq- i precos baratsimo? : no arma-
zem do vaper francs, ra do Bario da Victo-
na. outr'ora ra Nova numero 7.
iPrecisa-se de nma ama que tenba bom e hn-
dante leite, quer seja forra ou escrava, >para urna
menina de Ires mezes : psga-se bem, nesta tvpo-
rrapoia, a iratar com o administrador, on em
Oiinda, no oitao do Amparo casa de perto verde.
NOTAS
Convite especial*
Fructtioro AI i., cjnvjdt aseas beni/-
nis freguezes a \ireoi a na tar#a d R
sirio iiuinirem-ie balaios e cestas hontem chegad- de Lisboa,
entre estas obras solresai os ptimos ber-
Cos de palha para crianfa, barios de u,.-
nios apprender cndar, cari inlios de booe -
cas de meninas, esiinbaa fioas e de tee
para meninas de dsc la, ma acas de paiha.
condecinhas para doc.a aeccof, balaios .e
p para frurias sjbre-raea, ditos com lam-
pa e sem esta para custuras rosaas e ntm
mysteres as casa.-, ;,-. Uaiilu, diloi pira
facas e gufus, cestas grandes e menore*
para compras de carne, cullecvOea de b.n-
o>j tas applicagots ter.do o compriraento de 2 a
6 palm-is, collecces de acafates e de con-
dessa n. 1 at l. balaios para nasaecreta-
nas servirem de deposito de papis naga-
dos, balaios mostras para deposito de roa
pa servida, gigos de vira para o traficadas
padarias, balnios para n ribos decanirro.
A prompta exlraccSo das oirs de pa'ha
e de vtme constantemente ebegados d? llam-
burgo, Fracija e Lisboa ao nosso estabele-
cimento mais que fnlTkientemenie para
provar que ainda su>U:QUtn09 o amigo ya-
lemafle vender ronilo i-om pouc locrt.
DeDosito de
gdZ
Em peqnenss e grande noreSef, marca Dewe*
i rui do Apollo n. i, vn.Jem Joj do Hego Lima
4 (1
Troca-se nota; do banco do Brasil e de na
nliaes na ra do Baro da Victoria n. 63, latci
roa Nova, loja de Joo Joaquira da Cu Leite
Palma n. 41.
Precisa-se de urna ama para
comprar e cozinbar : na ra da
No dia 16 do correle de.-appareceu da ra
de S. Bento (sobrado defronte do botei) um mole-
!tQe de nome Francisco, crioulo, de 18 anuos de
idade, ponco mais ou menos, reforgado e cor bem
preta, com urna marca de bxig foure apona
lo nariz, official tecedor de palbioha e curi.isc.
envernisador, cujos servicos costuma seoff-re-
cer : quem o aporehender qoeira leva-lo casa
jupra, ou ra do imperador o. 20, onde ser
bem recompensado.
Precisa-se de urna mulher de meia idade
para companhia de urna senhera : a tratar na
ra Direita, loja n. 64, ou ra da Palma n. 88.
O mai-superior renuaij que ha no o--'real-
era harneas grande de I i ai; I. arqueadas e
ferro : ni Irapirh'- Gloria, n-i l'.i-ii^.
AI i Li
COMPRAS.
Compra-se ama casa Ierre nova ou pele
rosos em Dom estado, que renda men?almente
pelo menos 40*000 : quem a tiver e quizer ven-
der, dirija-se a ma Doqne de Caxias n. 43.
MOVIS
a ra do Impera-
Compram-se novos e usad .3
dor n 48. armazera de trasta*.
VENDAS.
Vende ." por barato pri urna pr^ptiedade 1
nargera da ctu.ba d>- ;::ed'>s, Utendo--
da vamagAin o cmpra-l r, re bendo-e patee
?m dinheiro e paite em letra u objetos J-
rrorapta venda ; pnja pr'i '.' ni.
grande olaria de pedra p t:| i3r;.
Jkilos dealvenaria gnwa ef-ru' q>;e eomport
io.OOO, cora mais u:.i I re ; tro para (azer m
lelhas, ladrilhos, cam i : ... c exrHteate
barro para qnaiquer obra, c^rn jw execitenm
liveiros de peive eci-in rasa de vi venia para
grande familia, t.rna-se rtromnicadavel poraas*
r perto a hnh^ des l nd? : i.> ;. > |ne (.re-
.enderem dirijam-se '."'.i pTopriodaae a .toVr-
com o cauiai Delfim Lia Cavaleaote p,,r*.
t-.li
Pre?1 rvtivj Chap.s de sol de alp;ca mnito lina e cabe
enWuifos, ci-m 12 aslia a t/,500, t ?e vnde \ore,
este preC/J pela grande quanti ade : na l.j.e a<
portas em frente I Livrameot.
Aluga se um grande armazem ao caes do
Ramos a 34, com aauilos commodos : a tratar na
padaria da ra de Pedro Affonso n. 47.
_~ Vende-se a taberna da Esperanca n 14, na
cidade de Oiinda, com reliaacao e seus pertences:
a tratar na mesma, Ladeira do Varadouro.
Nuil
Vndese urna a rmacao de taberna era muito
boa localidade : a tratar nos Afogado?, ra do Mo
locolombu n. 24.
Rap francez e fumo
caporal.
Victoria ra do Barao J
V?nde-se no Bazar
Vicioria n. 2.

i

@
4>
O bacharel Francisco de Carvalho
Iho Soares Braodo tem ecriptorio de
advocacia ra do Imperador n. 57,
entrada pelo caes 22 de Novembro.
|fc Poda ser procurado da- 10 h^ra? s
gi 3 em dito escripurio e fra dt^ssas ho-
ras em sua residencia a ros da Auro-
ra n. 36, 1* andar.
m
AVOGADO
da
Armazem de mate-
riaes.
Praca da Concordia ni
Os senhores donos e emprei iros e obias en-
contraro sempre oeste armazem todo necesario
para qualquer oenstroceao, como seja : cal bran-
Engomraadira.
Precisa se de urna criada qne engoma.e
ve : na roa do Imperador n. 57, 2 andar.
(rada pelo Caes 12 de N'jvewbrc.
e l-
En-
AMA
Preeisa-se de nma ama para
casa de pequea familia : na ra
do Imprador n. 79, loja.
Na reltaacio do roa Diflua o. ti preela-se
ca e preta, tijollos fresaos e de ladrilhos, telha, ci- trahalbador.s e de uro bomfm para entreasr
mpnto orAi* a nm* nv.inrf.. .>-.: i...t.. j- __ *.-i,.i..h
ment, areia e nma grande .joaa:idade de na-
dars de 22 a 65 palmos de eomprimtnto.
iravejamento etc. etc.
Ootro sim, eacarrega-se o proprieUn^do dito
armaiera de qualquer forneciroeoto de tiateriaes
que a obra nesessitar, para o que tem canoas,
e-carrocas, podando ajosur todo posto na obra,
por menos e melbor que outro qualquer, pois que
timbera tem olarias. '
Francisco Furreu-a BalilHr, nao podando,
pela presteza de sna viagan, Ortpedrr-se de lo-
dos os *eos amigos, proco .-a este
'Jir-lhes dicolj 4esU fj
terapo 4 saa Umludo pi
meio para pe-
olWece an mesmo
- *n aaalquet-'aar-
te da Eoropa em quejj achar
Par coiiahat c'nprar preoj-
preetiaio
gria o.
sacada owaaa : 0i ,,u 4 Ve.
. i i..cx-
assocar.
i lf i W roa de Pedro AfTooso o. 10 pra-
A l A cisa"M dfl Qra> *s Jara coztnhsr pa-
ll.liJil.ra pequea familia paga se bero.
0 b .chare Jos Lopes Pesaos
jfe Cosa Jnior tem escriptorio de advo-
W; S-uio na ra do Imperador o. 41, i*
%y andar, onde pode ser procurado das
j 9 huras da manhaa s i da tarde.
ifvmvmppi
Qa rtos par alugar.
Aluga se exeelleotes qoarlos na Magdalena; sao
proprios para carroceiroi, visto ser o terreno
muradi, qne garante as carrocas e animaos :
quera pr.teoder, pode en!ender-se com Hanoel da
Silva Moreira, i ra de Paysantf n. 19, Magda-
lena._________
Copeiro.
Precisa-se de nm, no segundo andar 0. i i
ra da Imperairz.
Joauuim Francisco Rodrigues da Suva e Hanoel
Pinto Buarte f*zem seienie ao respeitavel pnblieo
e com e-pecialidadeac c rpo do commercio qne na
presente data venderara livre e desembarcada de
dbitos e de qualquer onus ao Sr. Tneotonio Lopes
Pereira a taberna que associadamente possuiara a
ra de Ortaao Pires 0. 49 sob a firma soeial de
Suva & Doarta, cuja arma fka extinta por tere>n
pesia data Momo araigavelmente dita sociedade
0:aodo cada ora dos ex-socios pago e ti-f-ito do
seu cipiui e Iut,., e amb loeombido. da cj-
branca das dividas activa* perieocentes sna ex-
uncu sociedade coja liquidacio Ibes comnele em
iomuro. Declsram oatro s'm que nada deven
oesta pr.{a nerri fura aVfra, quer ew fel ci
mencionada Arma de Suva k Doate, quer de coa-
la particular de cala ex-socio, mas se alguem se
juigar credor queira apresentar ua conta aa re-
ferida taberna no praso de tres dia para ser paga
uraa ve?, verificada sua exacdao.
Mudanza
Gustave Hervelm
Cabellelrelro
Tero a honra de prevenir ao respeitavel publico
e particularmente a seos numerosos freguezes, que
raudou o seu estabelecimento para a casa n. 53
raesraa ra da Cadeia do Recife, 1 andar, por ci-
roa di armazem Unio Mercantil.
EaKommadeira
Precisa-se de urna que engorante perfeilamenle
para casa de familia : traur na ra da Cade ia
n. 88.___________
OSA DA FOBTIIU
Aos 5:0001
Bilhetes garantidos.
4 ru Primeiro de Marco (oatr'ora roa do
Graspo) n. 23 e casas do costme.
O abaixo assigado, tendo vendido nos seos fa-
llas bilheies um meio n. 1076 com 5:0004000, om
quarto n. 2384 com 300i000, doos raeios n. 1211
om 100*000, nm meio n. 1273 com 100*, e ou-
tras sones da 404000 a 20*000 da lotera qoe se
acaboo da exlrahir (2231), convida aos possni-
dores a virem reeeber na cooformidade do eos-
toma sem descont algom. 3
Acham-se venda os bilhetes garantidos d:
'* partedas loterias, a beneficio da imperial ca-
paila da Estancia (22f), qne se extrahir na se-
gunda-feira 12 do correnle mez.
PRECOS.
Bilhete inteiro 6*000
Meio bilhete 3*000
Coarto 1*500
ka portao de 100*600 para cima.
Bilhete inteiro 5*500
Meio bilhete 2*750
Qoarto 1*375
Manos! Martins Finia.
Ja' chegou o veria-
deiro doce de golaba
e vende-se na ra de Marcilio Das n. 91, arma-
zem Relmpago.
Al#600 a duz;ael6um
Lencos de cambraia fina cu lirrazioha. pro-
prios para a!g beira a |G0 a dozia e a tftO ua:
na I' ja das 6 portas em f rute >!o Livrinenio.
Pifies de nova invengo!
Aquees engra^ad^s p ots que dancam um
quarlo de hora mais cu i:.en s, itosirand; dlTe
rentes cores e representad diversos cara;U:reH
e que traan urna agradare! disiracio, rccebtu
a Nova E-peraii(;a a ma dy buque de Caxias nu-
mero 63.
Novo perfume.
Agra.lavel Asna de Ko.u.ti, perfume jap:n:-,
superior pnia Burida e _, r eilumfs qiv ser-
ven para o lene, e para n-li-s.-ar a |.*lie da&J
ihe aquella mscieza uu1 r p ; : t.:. < _
I seguem, a .Nova K-peran^a em i idadttra.
Aprovcitem.
A Nova Eperaca ra i Duque de Cax.
u. 63 acaba de reeeber un a 1 quena poiidad
de candi?lros para .-.,., ,;. t '.,:,..
Cuppia, isio >.v and 1 ir< = ..-..:
ros se the rs-t rassem os 1 mi > !,
?e Vendo pi der se I;. tva r.
Fronhas bordadas
ou faz-se qualquer negocio c un um estabele simen
to de molbados sito a ra do Maiquez do Oiinda
outr'ora ra da Cadeia do Recife n. 50. Este e -'
tabelecimento oflerece grandes vantagens a urna
pessoa pratica, e que tenha algom capital, para
pagamento dos ere lores existentes.
Por maito mdico prec
A Nova Esneraafa i m -.
u. lili, acab.. d<- i.-'o r n
'.'.la^ de pnr-i lnh
- v. r 1 : ; ,
iiia- de lbyi ,1.1..'

Aos jardineiros.
>
vende-se tres casas na povoau oe oa oceur ada= ten.
eern estabelecimento : a tratar com o raajor Joa-
qnira Goncalves da Albuquerque e Silva ne>se
lugar, ou Adriano Castro A C. na ra da Cadeia
numero 16.
A Nova E^pennri se: '
especiaes pr? jaram
I tem vado a, m ac I
le
' r the ur*
:. ;.
c -< ac-
Para o
can
wvaL
Vendj-se urna mei-agua em chao
no pateo do Paraizo n. 35 : a iratar na
Crnzes n. 32.
proprio,
ra das
Vende te vaccas, novilhos e garrotes d pas-
to, gordos, e por orejo commodo : oa estrada dos
Afilelos, silio n. 16.
A
A N^va K-peranca, r.ia d j |ne d Caxiaj n
63, tem luvas ce pellica coa piujeoo toque d
pn .
Vende-se espelhos tocadores de divero tama-
nhos pelo barato pre;o de 1*500 : venba na ru>
do Mrquez de Oiinda, antiga da Cadeia o. X \
loja de miudezas.
mofo e vendesas per barato
Cal nova de Lisboa ducado no u.i.-
mo Vapor por nietios do que om outra
qua'qa;r parte a tratar aa un co u.on
Jesns n. 7 c ;.
Borracha
quero a vende a Ramos da Camboa
3. (aberra.
muito boa :
do Carmo n
Viva o carnaval!!
Para esta alegre e grande diveriimento carna-
valesco, encontrara para alugar, os amadores do
bom gosto, om variado sortimento de bellos tra-
jes para damas e cavalleiros, feitos eom todo ca-
pricho aos osos da Europa. Chama para elles at-
lenca a viava Barreiros, cabelleireirs, em seu
esubejecimeuto roa de Santo Amaro, defronte
do oitao do Basar da Moda. Prometle commodidade
nos prtcis
A 320.

S5
erfe,
Recife, 7 de evereiro de 1872
A 11" i .Na ra do Visconde de Goyan-
II A n.m, ootrVraMondego, pre-
-L,Jl ^1- ei^a-M de omi ama para o ser-
vido do interior.
Gratificado
Desppareceu do quintal da caaa n. 30 di roa
de Santo.Amaro, fregoea desie me7, por. vnfta do meio dia, uui cav,i|Io
ruwo lar", g^rjo-, tan?aoho regular, novo, gajoy.
pador, com raifa R Ooqu.r! esqaerdo perio
A jnoia. Snppa-e ter sido fartadn. gratifica-
s a qoem o lfv4r ratsma casa on der noiicia
tarta* qae c^ndosasi a a^rebaaio.
rnedonio Lopes Pereira taz publico que ua pre-
sante daU comnroo aos Sr?. Joaquira Franjiseo
Itadrigues da Silva e Manoel Pialo Duarie, a ta-
berna qne possuiara ra de Gervasio Pires a.
49, livre e desembaraza la de debiloa e de qaalquer
onus, ae alguem se juigar com direito a qualquer
reelamagao dirija-s i mosrr. do praso de tres
ai.
Em tempo deilaro qoe din esiabelecimealo gi-
raa sea- a tirina s>cial de Silva di Duarte
Recite. 7 de feverairo de la"**
Ha outra es:r*a *ar
Gloria, ahlndo da ra da M
tiTceira casa.
re ni m da
ladodirei
un tot
A TTl'l >1*i!P* fl* un ama para 6. serfic* *
1 a k n Ai. dais aaoa<
interno de urna etm de
Vigarion. 1 .!
qai na praja 4j Corp-j
arna-ifn Viparion. 1 :i*fcnlr, seb'ato am-,raf]p
o Saalo.
THEATBO
SANTO ANTONIO
Grande restaurante.
Sab a direccjto de Joo Mariios Viega, anee a-
trar-ta ha u tres eou as necesarias, alimento
do corpo, distraccio da alma e socego do espirito.
O mesmo eoearegado partecipa aos reqneota
dores dos bailes de mascaras, que vender tudu
pelo? presos mais rasoaveis qne se pode eocon-
trar aa outra qualquer parte, a saber :
Serveja Bass a 1*000, Noruega 1*. vinbo Bor-
deaste a 1*. champagne a 3* e a i* a garrafa,
tienta, vinbo Chores e Porto se veoderao por
preeoe rasoaveis ; os lanches sern pelo mesmo
;>reo de quaiquer hotel para qne a-sim nao baja
recoMcSes sobre os precis.
Aa lado direito ha ver urna sala reservada com
diversas mezas para os apreciadores do boro fazer
UneTOO entra qualquer consa que 4e->e-
rregado s oamedyrias Me. Anioioe.
Vndese caixiobas cora pi fle arroz pelo di -
minuto preco de 320 rs. a caixa : venba a ra da
Cadeia p. 50 A, loja de miudezas.
PARA WS~
Veade-se botoes doarados pn-prios pan fardas
de militares pelo diminuto preco de i(KI rs. a du-
zia : venba a ra do Mrquez da Oiinda, amiga
Cadeia n. 50 A, loja de mindera
Chumbo de munitfto.
Vndese a dinheiro pjr 23* o quintal: na ra
do Commercio n. 32, 2* andar.
Vende-se um piano ds armio : ua ra das
Cruzes n. 11.
Taroaiicos do jrto
Vende se lamar.ci? para h mero e senhor, d
Porto, daos da ierra, catadlas du Porto, iu.10 sn-
perior ; assim como um baleio de louro de 35 a
iO palmos, urna pipa prupria p..r aguarcenie
na ra da Scnzaia o va n. I.
\ende-se u 111 saio plantado de novo, com
casa de moradia dealro, meindo 100 palaaps r
trente, 100 de fundo e 400 de comprido. ao lugai
denominado Agua Iria, camiobo do fundi em
Bebenbe de baixo : a tratar 00 mesmo silii eom
seu dono Victorino Femira PmiR, ou aa ma d >
Rangel 0. 9.
Venda vantajosa.
Vende-se um sobradinho na roa dos Qualro
Cantos em Oiinda a. 10, que est arruinado, por
prejo mnito rasoavel : procurar na ra dos Quar-
eis a. 16, 2* andar, por cima da padiria do Sr.
Manoel Antonio de Jess.
Ama de ieite.
80 Issoerador u. 1, das 9 da maiba ai 3 ho
la urda, paga-se *e. *
VENDE-SE
Ss de roseiras d varias qualidades, de Pandaoui
e pioheira, sapetis, abacate, flgueirs: na Boa-
vi-ta. ra do Visconde de G >yanna n. 101. outr'o-
ra M mdego._________________^^
Farinhi de mandioc
Mello Ctrneiro 4 C. na ma do LvranMoto a.
38, vendera farinha de mandioca nava, em sceos,
propria para embarque.
Venls-se um ou dous fogo^e de ferro batido,
ullimameole chegados, dos melhores e mais c. m-
modo raodellos. com deposiu estanhado para
atta. fornaihas para leona e carvo, < [,)r^ |(*ra
assar. sao proprios para cozioht p >r oceupir pe-
queo espado : na roa di Apollo n. 50.
Yumt m dua- arzoti Jj Daro de Pt-rniu
boeopara alaiai I traur ni ra do M,de-
I go, ilio do porto c 6).
Ruaestreita do Rosa rio d. 10
O doro de:le novo e.-Ule.'ecimenlu ..da a estrada
do no' noo ais seus numero*. frrgueie* e
Iba rfleea Jotos por u.eu > 50 por ceato d qne
oatra qaalquer pirte, cerno fejam :
Lindas vottianaa de onro a lt, nares de brin-
cos a | l..;ii..,-.io a 7*. 8*. iOi e 16*, nieio* ade
KOM a lij. rozelinhas de diiTarentes gostos a 2*,
3*. i*, 5*. 6*. 7* e 8* n par, ligas de ecral a
3*, ditas de olicorne a I 500, busios eocistmam
a caro a t*, lindos anoeis rrm hnlhanliaas a 3*.
ditos com esmeraldas, rnbins a 61, cruzes de Si-
versos gostes a 3* e l*, dilos com esmeraidis e
rubn a 10*. cazoletas al* 6* e 8*. goiroico
coro tras botcs para at eriura a S*. 3* e 4*. di-
tos para rollerinhos a 1*500, ditos para ponaos a
8* o par, cadeias a 20*, ditas a 6*500 s o.iava,
pencinez de ouro a 1U, medalhao para rrdogto
a 10* e 12*. anneis para cabello a 2*500, reto
( ilo a 2*300, sf iete- a 3*. 4*. al 8*, deanes te
prtla 800 rs., aleo le um grande aeriimeniu 4a
obras que aaria eotodoabo aaeocioaar e garanto
tndo ser da ooro de lei, o Dedal de Ouro espara a
proteceij di puolico e c-t aberto at 8 hora 4a
noote.
Vemie se finan* fin de muitioca man te-
per, or eui barricas arand** qoe lerio ira* alean-
res : a tratar no Urno.aV Cirao aatjU a. 4 aa-
criptiri") de J s Mri PalmcMS.
iJate dt (Jeara'
O reeibor e mais turulo, veuls para a.b.r.
na rta do Mrquez de Olra la a. V6.
ilegMT 1
,
---------_.


1
1
Q
OUi naUM S.bbmlo 10 te *rtw<*r f 1WS.
*'

Na lcjide Antdiio Pedro de Souza Soares, n^matlo
ba?&oda Victoria n. 28, outi'orarua Nova

Gran le relnceSo ea precos de miudeas, perfamaras, candieiroe iihi objeetoa
de porcelana:
Transparentes com paisagens para
jancNasa....... 12#X0
Ri.-oslequejde ossu para senbo-
ra a......... 8*000
Ditos da sndalo a..... 5,-JO-O
Ditos a imit i? > a..... 2->2nQ
r\jgaoj4 de sede modernas a 33 )?0
Idena dem dem a 8:0e 14500
[ticos endites de blond e fio es
p'ra C3bera a...... C?000
tni.intiase punlios b>rdados para
senhoras a 2 09 e 3,->500
Gravaliuhas de seda com franja
para senhora a.....120~)
Japjs para baptizado a 4;>0 0
Fit'i da setim ma ao esccsstj i
para cioto, vara a 4 000
En'remiose bajos iidDfparen-
tos a p3<;a a IJRM0 e ^Oi O
Pegas de traecas do cores de 120 a 40J
DiKia de cartoes de Inha preta a 120
Caix is de lir:!ia de marca a 280
l'.em dem do g ir. a 8i0
bui de pecas <:e trans de cara-
col a ........ 4C0
1 lem idem lisas a..... 20!,
Carritel de linha d 2)0 j rdas 100
Benga'.as de caona e jnncu a 1 3jOO
Caixa de paptl amuade muito
saperior a....... 70'J
dem idem de quadrinhos a CiO
aixas de envel pj* lims de por-
celana a......
idem idem aiO.....
l.lem de peonas a B 800
?0)
r.00
lVK)
Aboluadoras para coleto vare-
dde a .......
dem ilemmaitofiaas a .
Idean brancas com pedras a imiU-
cao de brhanle a .
dem de cornalina e crystal a .
1 lem djuradas pra pnaos a .
Gioza i'c baloes pretos para
calca a.......Jlj
dem i lem brancos a .
I! irallios francezes dourados finos a
Quadi m.os com santos a .
za de lalheref com cabo de
osso 2 B a......
Dita de dto3 cravadoi .-.... .
arrafa de lint t roxa wtTa-fln a.
i'otes de dita ingleza a IQJ-e
PE1 Rasas com extracto a .
Frasca de extracto oglez a .
dem idem k manga a .
s .i) n. te com figura a .
I!em ing!ez a......
1 lem de am ud >a muito boas a .
dem de bolla transparentes a .
Banha nglrzi em frascos muito
superior a.......
dem a........
Cin Liqrte de cores muito finos a
('acotes com pos de arroz Quissimo
a 3 0. 40) e.....
Caixas com dito moilo fino ka-
nanga a........
lime un dito para danl2S a .
Frasco de oloo plf locme verda-
iL' ro a........
Dito de dito antiqce muito sop-
alo ha ma
S* nniea
sciencia,
parecido
adela do
icas casa
cabcoi braneoe
dflttAW
as academias d>
jue tem ap-
ra da
rlodas as boj
nra
*0O:
1*300
trOO
500
4 O
200
440
320
iVi'in
15600
woo
460
14800
itooo
1*200
200
200
300
500
14000
1-00
500
100
.249
13000
te tanda em acama* al*. d ou**
mr de sea oefocfo refalar, wieftatatts/fM
por prea aun atodicaa qaa am ou-
em
POl
e ferro para cere
i 10 C
140 e
t:inos um grande
sorlimento de
400
miadezas,
klcm idem perri i- i.ianai s a
Alen doioij cl is acuna mencionado
e objectos de pu lamo ju had'flii '.), cn:diero3 a gz o que ha de nnlhor,
lampa-i as, chaim i-egl Ins, brinq c'ns pira cri-'Ocas, muas pira scnboras, borneas
e meninos, Blas, i t-n I s iii ud de tela, escovas para roupa, denles e nnhas e
grande rariedade h .. i t .- que |.r sh i N. -8 li*ua do B.rA da Victoria N. 28
Pechncha na loja do
POB CALZA DO INCEiNT-IO
F. Pereira d Siv.?, leni orgenle -necessi-
!.: le (Ii liiyiidar mutas faceodas de ;', li-
, seda e alg dS que Ibe ficaram ni is
ra- n a Irajfi j.-- p ir o:cs;3o do in
n i qn i so dtu'no d^us e3!abclecin:n-
. ni jjiios ao eu.
1'UOO.
de esmb. aa branca e da cor

a! -dli slnl o a
.
O) o
I
e 5>.
23C0
Saias de 13a com barra de cor a 35. 45,
55 .00. e ontros muitos ailgs qae sena
infadjoho m ncionar o que se liquida muito
bardo na loja do Pavao ra da Imperatrir
n. GO.
LOPES I1SCHA
10 pal
i".s dera idpo!3 i a 45. 4 o 10
eufettad com 12 jardas a
e :M
lv,:. s f.'ancz muito Sno com 20 varrs a
. i
\\ i :aro ; ce do para lcrsroes a
,if:t de tinio superior com
C"S >' l rgo a a '2-J o roeto.
i) tu do al2od5-j co a misma largara a
I. O IV. .
1\?s de camb a"a Ir nspareote erm 8
' :: vr.i o u'ua vara de'a:gura a 35500 e
DiUs Victoria com a mesma medida a
0)c 45.
[) tas il Cmbraia de sa'pieos com 8 12
varas a 155
D.tas de (iila adamascadas para ve;ld-:s
o :i S l2 Vjras ;i 45.
Ollas com birdados dederes a m-sms
medida a 44*0 ;.
Cortas de org n > b. an i e de cor rom
7 ',:! v ras a ?&.
C3c

a
BaTEaA^Iad aaraeaauektrw taiae,
CiNOB da barro Iraaoe para Mgot.
GKSSO superior m-peagoo* a a sataoto.
CEMENTO de tott- m. qnajifadat,
mrrmMfi de datearaflat alfodao.
LONAS e brindes da Ruaaia. Mrtwr <
OLEADOS americano para farro de earroe.
roGOES americaao mao bou* aooooiaiaw.
VINHO de Bordeaax.
COGNAC sopariM i Ganiar Frarea
FARBLLO av aaaaM imadas a 3*500.
AGUA florida legitiau.
BALAM4&4ejajaa
CADEHAS amareaaas.
RHM d Jamaica _% A ff
AZULEJOS de Lisboa_______________
Xarope se dativo
N
Gasea da laranjas amargas
COM
BftOMGRETO DE POTA9SIU
DE ,
Este novo preparado aprovad pela academia
imperial de medicina, milito se recommenda pela
sua scqo sedativa e calmante, sobra o sistema
oerroso, o bromureto de potassiam, aio deaa da
dar os mais ceos resaltados as diversas alTec-
edes do organismo a priacipalmeota ni molestias
ao coracaov da vita digestiva da- esai'a^ao, das
vias geoit-uriaars, na epilapjia, as muleatias
nervosas da pxenbez, na insomnia das changas
dorante o periodo da danlicaa ele. etc.
Vende-&e na pbarmacta e dragarla
de
Bartholomen 4 C
34-BA LAJl^A DOIIOSARIO3
tchinas de costura.
Chegaram ao Bazar ersal da ruaUniv
Nova n. 22, am sortmento def machinas
p'ra costara, das melhores quahdades que
existo na america, das quaes moitas j s3o
bem conhecid .s pelos aeus autores, [como
sejam: W'eller & Wilson, Grover & Boka,
S lenciosas, WQd e Imperiaes e outras
muitas qae com t vista deterjo agradar aos
compFa-JOFea.
Est.is awebinas tem a vantagem de fazer
o trabalbo qne trinta costoreiras podem
fazer diariamente e cozem com tanta per-
fr-i ;ao como a< mais pereilas costareiras.
Garante-se a sua boa qualidade e ensina-se
a Irabaitar com pe.-ft-..Tio em menos de urna
hofa, o os pregos s^o \3o commodos que
devem agradar aos p^etendentes,
ERNESTO i LEOPOLDO
N.2 D Ra fo Cabo^ N.2D
Acba-se montado de forma tal este estabelecimeoto de ioias qae pode
vender aos seas numerosos fregoezes em grosao a retaibo e por prafos
mu resumidos visto que recebe de coota propria por todos os vaporea de
Europa. O gosto de desenlio de suas jotas o mais lindo do paiz dai
modas, oaro de lei, brilhantes verdadetros, esmeraldas, rootaa, perolaa,
terquezas, saphiras, coral rosa etc. etc. Obras de prata- do porto tanto
para igreja como para servco domestico. Convidamos as Exmas. familia
i viaitarem o dito astabelecimento lodot o da* at 9 horas da ooi .
Compra.se ouro, prata e pedras preciosas em obras velbas.
E
J to sedico o costme qae ha entre todos
os que querera fazer contoeeer de seos estabele
cimento por meio le pomposos annoncieB, ejoe
com bstanlo rarlo se arredam o- leitoree-das
massedae com qae no mimoseara os taes aoouo-
eiantaa.
O Campos da ra do. Imperador n uero 28,
se quizesse seguir esea rotina antiga de fazer es
lampar nos jornaes mais liJos, an nuncio bombae
lieos pre:edidos de ttulos .aafrafaes pava oaelbor
chamar a aMencao da respeitavel publico ; mmto
tena que diter a respeito de sea bem conhecldo
amazem de viveros sito i roa do Imperador n.
28 Diria por exeapto: qae no sea. artnazen
lem constantemente, presaaiaa para fiambre e oa-
ra panella, salames- de Lion, qoeijoe de diversa*
qualidades, liagai^s e cnourieas, ovas df cama
rupim, conservas ioglezas e Irancezas, vinbes de
Porlo e da Figaeira superior, licores linos, bola-
chiohas, cha superior verde e preto e outroe mui-
tos artigo qae sajfrproprios para mesa, dispensa e
cozioha. Mas nao.
O Campos s e someate avisa ao respntavel pu
blico desta ridade e seos suburbios, que em rasic
de se aproaimar o tempo doa Rega-bofes lem
elle feito do sea nrmaiem ma centro de tad que
nos grato ao paladar a para qarnioguem du-
vide do que cima se tan dtA.
Pede-se urna visita a roa do Imperador n. 28,
armazjm do Campo*.
7-5
ssa
do
Gorpo
Santo IL 25.
Venle-se machinas a v.ipctes lucoraoveis defor-
5a de 2. 3. 4 h 6 eavallos e seos p-rtences, pedras
Ce murr milbo, arreos para carro para deas ea-
val >s ri ni rt-lranca.
Para illumi'i.gfio.
No Bazir Victoria ra do Ditao da Victoria n.
2, vende-se bsloss te papel de cores de di (fe ren-
tes f'riiaios pruprio para itlomioacJo as noutes
de c iraaval.
no rassa de cor com / v.i
1
rtr.HV'o
para \es;' s
ra-i v
-
. n'.-i d-
'Mva o.
ITi cami e jantUas o pa
chitas escuras a
a
u .nao com pregas a carnwoda Cuoha fc a
de
1):! .
-5 0.
I' .
Gi ':
210 6SO i
C>M i
75, S 10..
Saiai de uii
S5O0.
Romeiras p'etas d-; croch a 4^ e 05.
T,iauai grjiJii^-s d>* lusto para mesa
antir a 3:50 c Vfi.
Cobertas do fusta ) para a cama a 3;'5.0.
Grande sorl.mento di oasaquhhos ou
basquinas moiern s de seda e crocL, toa
monte enfeiados para differentr-s precos.
-Gong >rao de cr para vestido a 3 ;0 o
covado.
Barege3 transparente a 320.
Ditos ditos a J60,
Doiaa de to.lhas pira m5o a C.j e 85.
Carnizas franct-zas pf-ra bornem a I^GO
e c.'-> '00.
C lotes de meia cazemira e biim a
C-dc.is de brim branco de iinh.i a 25 33.
i'at'jts de alpici prola de.teVpi*) a 25.
Dit s sobrccaszcos de brim a 25-
Ditos de cazemira de cor a 45500.
Panno preto com 0 palmos de largura a
i^S 0 o cov.id.
Oassas pretas lisas a 120 r3 a vara.
Cbiti pieta lisa a 100 ris o covadi.
Cbale pretoa adariasi^ds a I5d00.
Ditos de b rege de wr a 15.
Ganga rance-za a 320 o covado.
Djzas de lencos brancos 15i00.
Punhos com gullinba de cambraia tap.d
a traiiipareute a-45iOO.
N i utiu junto ao hospital (orluguez ha para
vender am canoa de carmra aborta e era bom
rsfado : tratar w> msmn 'ip.
M lapotao variado a 4 j, 4j,o00 e S peca
can btsia de fjrro a 16C0 a p^ca, pee Lincha ;
s" ua ra du Crespn. 20. luj de Guilheruie I barats'qe'em omra"qaalqne7"part":'
GEIVEAt
A verdadeira Cervej da Balera, marca bao-
J.ira, de superior qualtdade, vender Tasso Irmaos
dt C, armazera da ra du Auorira a 37.
-a*---------

Novas pub!3a*?oe-3
musicaes
Acaba de publicar se a linda polka para piano
Casst
composicao o maestro Rjdolpho Malioze. Assim
ao mesniu estabeleciiuento acaba de cbeg&r a lin-
dissima quadrilha
Criarlo!
DelieaJa a este i lustre artista, pelo r compositor da Bahia, o maestro-ARAGAo.
A 'hani--e a venda, a ra Nova n. 11, armazn:
de piano* e:rausiea do Azewiio.
1
A os senhores de eug mho <
scu.s corresponleales.
Encerado* de lona inglzes para cargas
Balanzas horlsontae?,
as raelbore que ah'jn tem vi ai ao mercado
para cima ds balco, de for(a d- 5, 10, 15 e 20
kilos : vende Mor. ira Dias em seu arroaz m roa
da Cruz n. 26.________________________________
ENGENH0
Venie-se um eng^nho de acraaes, pert da es-
tablo da via frrea de fiibeirai, por maito com-
molo prfeo e cora os prazis que C'nvier an com-
prador : na la do LivrameQto c. 15, acbarao com
quera tratar.
OtMENfO
nmiD
mais
na ra
nquede Casias n. 31.
Especialidade.
Viabo do Porlo o meraor a deeejar,
de l* e 20: vende se no eseriptorio
Primos, roa do Vigatlo o. 17.
em barrs
de Seares
Vtrdadfeiro, ,voode Joao Igp icio da Cjsta, em j
rea armazem ra flj Aiooriui n. 39, qae o pre>.o
annvija.
Grosdeaple preto
500 r'.'o 11800 : na loja das seis pdftas
frente da'IJvra'menlo ; dio se amo*irap. '
Novissima reforma jutficiara
Aeha-se venda na Ltvraria Universal, ra do
Imperador n. 54, impresso em bom typo e no for-
mato de 8 fraocez ou 4* portaeez, uliimamente
chegad o Rio de Janeiro, a 640 rs.
.... i i i
Xirope pi toral James
Considerado como especiSco contra as bron-
cbites, tanto' agudas como' clironieas, deOuxns,
tosses rebeldes, tosses convnlsase asthmaticas, dr
de peito, escirros de Jangue e contra todas as ir
ritaoes nervosa.
DEPOStTO EM PER'^AMBUCO
PHABMAC1A DE FERRHRA 4 C.
10-Ra Lrga do Ro-ario10 (junto qoartel
de polica.) gtV
em
i
"Vece;e a casa e sitio da e-traa dos Afllip-
o i. J, a qoal ten boa* camnwdos e setao,
Madv o srtfc 850 palmos de frente e 1,360' HF
fuodo, morado e pirrt* dos lados; com dnas l-'
cimba', tanque etc. e o sillo cora maltas ardores
de frocto, como sapotizelros, Ciiqaeiros, matiguei-
ras, cajaeiros* ele. balsa para capim e peco de
boa agu para beber : tambe se vende metade
do raesrao sitio, seodo na verda de boa acqot?ir;ao
por ser em lugar mnito fresco,_saadavel eparto
terronas do lado do su!, do sitio Olho de Vidro. em 0a cidade do Recif.-aif TTiTifrijilrm soa esta
Paruameirim, aos palmos : quera preteoiler-rodeelo na frente dt rasWo : tratar na ra do
ver a planta que ae acha na loja do Sr. Gaspar, na Crespo n. 6. theioattrari as latira
tua Duque de Caxias n. 43. toak. Jos IWdfoes de Souza.
Vende-: e
las, com An-
>i) a,

!
Superiores cortes de seda preta adamascada com pequeo toque de mofo pelo baraiissimo preo de 20 30rOOO o crt.
Groadenapls de seda pretos, largas, a 1,5600, U, 2^500 e 31000 o covado.
Dit>s dito dio com listas assetinadas a 2800, 34, 3^oOO e 4J0^0 o covado.
Q irgoro do seda preto r- 3|5'J0, 45, 45S00 e 5O0C o co^do.
Dito do drfo raoiro soperior a 65, 6J300, 7, 7^500 e 8#000 o covado.
M..riiiS e rxaiitiafcas brasilinas de saperior qaalidade.
Fil prito lisu e dito flores. u#> .
E ouuai maltas taendas pretas proprias para a quaresma, havendo granie e variado sorliineato para e coo-
pradoree etoiberem.
Na raa Piimeiro de-Marco (otrtfori do Crespo) n. 43, loja dw GoWmnas, d Ahtnro Corra de VH-
cooceos.

L_
ura rpida e radical dos
cal'os
pela pomada Galopean
Essa pomada qae to bon-< r sulladus tem colhi-
du as pessoas que della lem f-i'.o aso acaba de
ebegar para o asa deposito especial..
. KA
Pharmaci e drogara
DE
Bartbolomen dt C. roa larga do Rosario nn-
mi>rn 34-
Sustento restaurativo da
saude
PELA VERDADEIRA FARINHA
A, Dn Barrj d'Arabia
Os abaixo assignadoj fazem scieote a seus fre
euezes, qae pelo vapor iu'ez La-Plata receberarc
*egunda remes-a d'essa excellento farinha, cuj,
oso maito se recommenda para as crianzas, pes-
soas debis e convalescentes, applicada com reco-
nhecida vantagem .as constipares, diarrlieas
nausea do estomago, tosse, escarro da sangue
phthysiei, etc. etc. Prefpjida ainda pelo agrdave!
sabor.Uoiricoa ontra qoalqneT.
M| A' ra du Coameroio n. 10, esenpto- M
j2 rio de Jos JcaquTm da C^sta Maia, en- S
H contra-se para vender per commodos 8
m presos :
Azulejos hespanhes.
Folhas de ferro galvanizado para tena- jgg
do de diversos tamaobos. BH
Ditas de dito dito lizas.
Ricas de ferro galvanizado.
Cumieiras dito. jjflf.
Portadas completas para cantara.
Ladnlhos. ^j
m
56 AEua do Mrquez de Olinda56A
outr'ora roa da Cadeia.
LOJA DAS MACHINAS
Sendo este antigo estabelec maulo assaz conbecido como prmpal e recommeD-
dado pelos grandes deposites e b ins sortimentos com qne temare prima en ter Efe
meaoras, mais acreditadas e vardadeiras machinas amerleaoa para aif
tI5o, desde 10 60 sorras, e aveodo em todos os tamaHhos diversidades de rrna
mas e melhorameulos para pereito" e rpido descarocameoio; lornam se dianas U
serem vistas e apreciadas pelos Srs. agricultores; os quaes, alem disto, encootrarl'
lambem mais:
Apurados vapores losomoves, de (orea
de 3 4 cavamos, e pertecces.
- Machinas para lavar roupa.
Arados americanos para varzea e la-
deira.
Carros de m5o para atterros.
Tinas de madera.
Baldes de dita.
Ditos de ferro estenhado.
Ditos com vlvula para lavatorios.
Ditos de madeira para compras.
Appnrelhos para jardius.
Guardas-comidas.
Tampss para cobrir pratos.
Tarrachas para fazer parafusos de ferro.
Ditas dita ditos de madeira.
Trens para cozinha.
Temos de bandeijas finas.
\
PAIU NOIYADU
Bonitos port-s buquet.
Liodissimos leqoes de madreperola mol les in-
leiramente nevos.
C irlioados bordados.
Camisas birdadas pata homem,
Pinas meias de se Ja. para senbora,
A N"va Esperarca onem tem I I I
DESAPPAREgAM AS SARDAS
A Nova Esperan'; a roa do Duque de Caxias
n. 63, acaba de r.-ceber o bera conhecido leite
de rosa branca, e tambem'lete. virginal, os a.aaes
fazem desapparecer as sarrias ou pannos.
A. revalesciere du Barry de
Londres
Toda a doenga cede a Revalesciere da Barry
que d sade. energa, appetite, digesto e des
canso. Ella cura a- dispepsias, gastrites, humo-
res, acidez pkuita, flato, enjps, vmitos depoia
da comida e gravidez, eon tipagoes,t) astbma,
affcecoas pulmonares, bexiga, flga' -erebro e
sangue ; 60,000 curas, indurado muras dallas nc
Brasil.
A revalesciere ehocolatada du Barry
era p,
Delicioso alimento para almoco e ceia, moiu
nutritivo, fortificando os ervos do estomago sen
cansar o menor peso nam dr de cabeca, nem ir
fitaco.
Onico deposito para o Brasil em Pernarabaa
aa pbannacia americana de Ferrera Maia & C.
roa do Dunae de Caxias n. 57. (Todo cuidd<
com as falsificacdea.)_________________________
Vnde-se o sitio que foi do fin-rao Datra, no
lugar do Peres, com doas casas e urna cox^ira,
toado ama das casas bacantes e imraodos, a frente
e puffle do Ho de tij lo, bem como a coxeira,
poco cosa boa agua, e muitas arvoree de frocto .
quem o pretender dirija se ao mesmo sitio.
Com pouco mofo
Veda-se brim pard i muito 8n a 5X)0 rs, o
covado, chitas eseuras avariidas a 100 rs. o cova-
do, dem idem pretas a 160 rs. o covado : na roa
1 de. M re' n. 20, I' ja de fazendas de Guilher-
me Csroeiro da Cnoha t CJ
Libras stej li las.
Vaa**a o armazem de fazenaas 4b AnfOMo
'. OtiMNra A C roa lo VfmmeH'w n. 41.
Veafle se tres ca-as ua povuafio de Uua oc-
eopadas com estabelecimenlo : tratar com Adria-
no, Castro 4 ., no Reeife'rna da Cadeia o. 16.
iv i^ssaros-"
venM-se excellenKs pastaros de diversas qna-
kdais : a tratar na rna Direiia n. 3, 1* andar.
nw
O verdadeiro Portlaod : s se vende oa
rae da Madre Dees o. 22, armazem de Jlo
Martin*, de Barros.__________________
etiu de cores a 2*500.
Completo sjrtimanio de tidas as cores, sendo
claro, lynovefde, encarnado, brinco, e cor de
,4 setmi maco, e um sor lmenlo de poopeli-
j lavradas, e sedinhas de delicadas corra a 2 o
cova lo : ai aa ka do Papagaio, rea da Impera-
I/un.i^aaalydM a Cama;
Emfjm muitos outros argos, que
examinados.
Corren'es para arrastar madeira.
Cylindros americanos para padariaa.
Perteoces avolsos para macbioaa.
Salitre refinado.
Breu soperior.
Moinhos de diversos fabricantes par
milito e caf.
Debalbadores para milho.
Azeite de spermacete para macb aa
Camas de ferro.
Bombas de Japy.
Ditas americanas.
Cofres de ferro patente.
Canos de ferro esmaltados.
Ditos de dito ostatshado.
Ditos de chombo.
Ditos de borracba.
Folies para ferreiros.
s avista e noste 6Slabelecimcaio poi.erk
LIQIDACAO DE Fifi. DE ANNO
RA DO DUQUE D CAXIAS
(Outr'ora do Queijiado)
Este estabelecimen'o acaba de receber om importante sortimento de diversas fa-
zeodas proprias para vestidos, sendo poopelmas de da.sda?, \iM, percales, di;as coai
barras proprias para babados, lindas cambraiaa crox, e em Em nm>-40floid?dt. d'frti-
gos de moda, tudo pruprio para a festa, o que tudo vender pu pre{8"inf amento
razoavei0, em conspqnencia de estarmos prestes ao fim do anuo, e o #5 nao juer te.*
graado trabaiho com o sen batanen, preferiedo tomsr dinbairo a fai^nvlee, cnvida-s
portento ao respeitvel publico a virem sortir-se na loja do (J5 aoode compr^ro por pt>
qo qu nao obtero em outro qnalqoer estabelecimenlo; em fim ver para crer
RA DO DDODE D CAXIAS
(Outr*ora do Queimado)
Cunha Irmaos i G.
Ruada Vadre de Dos n. 34
Contina a ter para vender por modiejs presos
vinhjs em barril e engarrafados Ce diff-'rentes
qoalidaJes, dos melhores e j bem ccnheeldas
marcas :
Especialidade.
Chegou nma nova e pequea remessa do vinho
engarrafado, proprro para mimos, en pesoas
doente?.
Vnh> Iverde.
Em bariii de quinto, o melbor que ?e pode de-
sejar.
Farinha de milho
Vende se farinha de milho monta p vapor, dia-
riamente, pelos precos segrate? : grossa para
raognnr a 90 rs.;diia para ang, pintos e passa-
riobos a 100 rs para cangica e pao de Provenea
a 120 rs., e para cascos a 440 rs., em arroba e
mais b.-rato : na ra do Cotovello n. 23.
CHAMPAGNE
Marca Cbs Pare
O deposito d'aqnella marca acba-se actualmen-
te na raa do Bom Jess amiga roa aa Cruz a
21, andar. ____________________
Fapelo hamburgutz
Joaquina de Souza Maia & C, praca da Inde-
pendencia n 24 30, teem para vender em mas-
sos co a retaibo soperior papelSo de Hamborgo.
AOS PADRES
A Nova Esperance, ra Duijua de Catias bJ
3, quem vende as melh res meias de laia : .a
auantidade pequea, porlanto ellas antes que
se acabem.____________________
Fereira da Cnnha
Irmaos.
Ra da Cadeia do Recife n
VENDEM :
Potassa da Rnssia.
Cemento Portland.
Agua-ra
Pxe da Snecia.
Aloatrio dito.
Zmco em folba, para latoeiro.
Esleirs da India, braocas e de iadr<.
Agua Florida (legitima).
Cadniras americanas.
Becerros de lastre. .
Cognac. ,
Enxofre.
21

>
Pereira da Cnnha Irmios vendem no eu dep-
tito praca de Pedro I n. 16, a-aligo largo do
Chafariz da rna do Hrum, kerosene do primeira
qoalidade (Devo^y) em caixas de doas latas, na >
s a gro so como retaibo, por precos comali-
dos : tratar no ssu esenptorio i ra do HaT-
qnez de Olinda n. 21, outr'.ra da Cadeia.
Os mesmos recolbem tambero esse artigo n
mesmo depozito, por mdica armazenagem.
POTASSA
Da Russia, nova de km qoahdade : vod-;
Pereira da Cunhi Irmaos : ma do Mrquez >
Olinda n. 21.
r__
i de Noruega.
Verdadeira e saperior : a venda nos armazetw
* Tasso tftaaof A C
SO' Sfi VENDO
Chitas flan para cebKta a 240 rs. o covado.
ItazMs deesguiao da "abo a 3/300 a doria e
aaine a 200 r. o covado : e laja do fazotas
da ra de Marco n. 20, #a Gnilbcrmo Careeiro
ea Cunta C
Chocolate Meuier.
Vende-se chocolate Menier de saude : na -roe
do Mrquez de Olinda n. 40.
/: V i
1
Vende-se oa pranla-se-per casas terreas, sen-
do eslas as freaeras de Santo Aatoaio e Boa-
vista desta cidade do Recite, o sitio existente na
travessa do Remedio, freguezia dos Afof ados a. 11,
boje becco da travesn do Remedio n. 18, em
eaao propria: quem o pretender anteada-se com
o sen prtptMUrio na roa de S. Francisco deiu
cidade o. 10.
Veoae-te o batai-da roa Nota da Saeta Ri
a. 1; a tratar do eaasma.

A loja da praca da Independencia o. I, ch*f.
aova raroesM do mnito aei-edrta4o fuf gas-
Srosto, ftno, aa*fa4tlano, rolao traaaat, priacett
a BaWa. prtoeea* de Lisboa, Paola GwMro am-
mam viajad oefca ; vendase em libras >
retaibo.__________________________________
Verde Chroia*.
Veade-se em barril de
Mrquez de Qllnds a. 4C
4 arroba: aa raa *
E' seozjMi aaelaat
M Til Mli a^^kMl Uk o jtvvb wp vHnrvpiii*" y pp
i400 rs. a libra on ** bUto : a re. trra-u
8o Rosar a. V^ttOlo a ifraja.


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MiM s^Mt^ itr A"MMffl^ J^ fW*'1

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FLIX PEREIBA DA SILVA & C.
HA BA DA IMPERATRIZ % 60-
86 a diaheiro vista
B



Ot proprieUrios deste estabelecimento tendo grande necessidade de diminuir o m
menso deposito que tem de Uiendu e grande urgencia de apurarem dineiro, tem re-
tolfida fazer urna verdadeira liquidado coca grandes abatimentos nos presos de'todoa
o* seo* artigos: para o que convidara ao respeitave! publico desta capital a vir sortir-s
pois Ine garaotem qoe em parte algama poderao encontrar tSo grande sortiaM&toe mei
mo nao comprarlo pelos precos qoe se Ibes pode vender na toja de Pavio ; porn ad
virtiodo-se que s se vende a dinheiro i vista. Os mesrnos proprietarios deste estabe
lecimento rogam a todos os seas devedores desta praca o favor de virem saldar teas d-
bitos, e todos aquellos que esiivereui devendo contas antigs e o nio flzerem terao d<
ser encommodados judicialmente.
fi
CAMBRAIAS BRANCAS A 4*000 E 4*500
O PavJo tem pefas de cambraia branca
transparentes cora 8 1/2 varas qoe vende
\o barato preco de 44000 e 4*600, ten-
tambem muito finas de 5*000 at
10*000.
Ditas tapadas ou Victorias tendo de 3*500
a peca at a mais fina que vero, ao mer-
cado.
brasdeaaplea prefo e de core*.
O Pavio tem ora grande sortimento de
grosdeaaplog e gnrgarlo preto para vestido
:eado de 1*000 o covado at ao mais so.
perior qoe costoma vir ao mercado, assim
jomo um grande sortimento de ditos de
NOVOS VESTIDOS A 5*000.
O Pavio tem lindos cortes de vestido di
finissimas cambraias com bonitos bordado*
de cores e tambem todos bordados branc
que vende pelo baratissioio prego de 5*00(
cada corte, grande pechincha.
PANNOS DE CROCH PARA CADE1RAS I
SOPHAS.
O Pav3o tem um grande sortimento d<
pannos de croch proprius para encost di
cadeiras e de spbs, assim como nm ra
sortimento de tapetes de todos os tamanhoi
proprios para ralas.
MADAPOLO BARATO A 4*. 4*500 E 5*
O Pavio tem pecas de madapolao coa. 24
codas as cores e branco e am bonito sorti- 'jardas ou 20 varas que vende a 4* e 4*50C
ment de setins branco e de cores que ven- j a peca, dito muito fino e largo de 6* par;
de por precos moito em conta. 'cima, dito rancez do melhor qne tem vind
CASAQINHOS A 15*. 18* E 20*000. ao mercado, assim como dito finissimo en
O Pavio tem um grande sortimento de
"icos oasaquinbos de seda preta muito bem
afeitados e modernos que vende a 15*,
18* e 20*000, sendo fazenda de muito
mais valor, assim como ricos chales pretos
bordados com franjas largas de retroz a
10* e 12*000.
CORTINADOS PARA CAMAS E JANELLAS.
a 8*, 10*. 12* e lo*000.
O Pavio tem ora grande sortimento de
cortinados ricamente bordados, proprios
para amas e janellas qoe vende de 8* at
C6M000 o par.
Pecas de cambraia adamascada com 20
varas a 10*000. crochet ricamente bordado
para cortinados a 1*500 o metro. Assim como
ricos damascos com 6 e 8 palmos de larga-
ra proprios para colchas de camas e tam-
omi ricas colchas ds damasco a imitaco de
eda e ditas de crochet as mais lindas que
tem vindo ao mercado.
sflJSSELINAS DE CORES A 400 RS. O
COVADO.
O Pavio tem om bonito sortimento de
Muselinas de cores, padres inteiramente
aovos e cores ti xas, que vende a 400 rs. o
:ovado. Ditas brancas muito finas a 400
500 rs. Metim branco da India muito fino
para vestidos e roopas de meninos a 720 rs.
ccovado. Crotones de cores moito encor-
nados para vestidos a 600 rs. o covado.
Metralhadoras!
Cbegou para a toja do Pavo am magnifico sor-
timento de corles de vestidos de cambraia com
balados braceos e de cores, denominados a roe-
tralhadora, sendo esta faxe-nda a mais moderna e
de meihor gosto que tem vindo este anno para a
.'ata : assim eomo recebea tambem um lindo
orimf nto de corles de cambraia com palminhas
:v>rdarta a Ui, fazenda de multa phantazia, e veo-
de-sa todo moito mais barato do que em ontra
jjatqner parte : na ra da I nperatnt n. 60, toja
arniazem de Pereira da Silva A C
Popelinas de seda
A l*fiOO rs.
lia loja do Pavo vende-te nm elegante sorti-
oMto das melhores e mais modernas popelinas
< seda, que se liquida pelo baratissimo preco de
jOO rs. o covado, grande pechiocba : i ra
Imperatriz d. 60, loja de Pereira da Silva 4
pecas de 40 jardas.
Cortes de chitas.
a 1*600, 2*000 e 2*800.
O Pavo tem cortes de chitas francezat
com 10 covado*, qne vende pelo barato pre-
co de 1*600 e 2*000, ditas qne vende
160, 200 e 280 rs. o covado, tambem ten
um grande sortimento de ditas finas clarai
e escaras que vende a 280 e 320 rs. o co
vado e finissimas percales, miudinhas propri
as para camisas, vestidos 6 roopas para me
nios que se vende a 360 c 400 rs.
LENCOS BRANCOS.
O Pavio tem lencos brancos abanbadot
que se vende a 2*400 e 3*. a duzia, ditoi
grandos de murim sem ser abanhados a
3*200 rs. a duzia ; assim como bonitos len-
cos bordados para mios.
ROUPAPARA HOMENS.
Sobrecasacos de panno preto fino eend
muito bem feitos de 12* at 40*000.
Palitos de panno preto fraques e sacc
de 8* at 12*000.
Ditos de casemira de cor de 6* al 12*.
Ditos de alpaca preta fina de 4* a 6*000.
Ditos de dita branca e de cores 6*000,
Ditos de brira de linho trancado a 6*000.
Calcas de casemira preta de 6*000 aU
12*000.
Ditas de brim branco de linho de 4*00
at 8*000. ,
Ditas de brim de liobo de cor para todoi
os precos e qualidades.
Camisas francezas e inglezas com pe tos
d'algodao da 1*600 at 5*, em duzia ven
de-se mais barato.
Ditas de meia de 800 rs. para cima.
Ceroulas de linbo e algodio, francezas c
feitas na trra.
Collarinhos de papel, algodo e linhc
que se vende muito barato pira liquidar.
Para noivas.
O Pavo tem rico gargurio de seda, bran-
co. Grosdenaple branco moito encorpado
Agraciannas brancas com listras de seda
Poopelinas brancas de seda lisas e lavra-
das. Sedas brancas, h vradas e lisas. Ca-
pellas com palma de flor de laranga com
ricos veos bordados, qoe todo se vende naii
barato do qne em ontra qoalqner parte.
nd i
f.btev ef> dffitfd: m
- irq M ; aju
n rall
<}./ IV OrtOi ni! vm
....
A.o
CASA CAUVIN *
A loja do Pavio acha-se constantemente aberta das
ras da noite, i roa <*~ 'nneratr n. 60.
6 horas da machaa at aa 9
Fazendas de phaiUasia
JA LOJA DO PAVAO PARA OS BAI-
LES DJ CARNAVAL.
Giegon para a loja do Pavio om grande
.oriniento de bonitas fazendas de pbaotasia
propriaspara vetidos e trajes para os brin-
?ueos do carnaval, qoe s vendem moito
em orita como sejam :
.Organdys com listras
a 500 rs o metro.
O Pavio vende bonitos organdys, sendo
ga, de pero'a e rxo, com listras da mesma
;r a 300 rs. o metro.
TARLATANA LISTRADAS A 500 RS. O
METRO
O Pavio vende om grande sortimento de
tarlatanas de todas as cores com listras a
500 rs. o metro.
SETLN'S D'ALGODIO A 640 RS.
O Pavo vende bonitos setins de algodio,
tendo de todas as cores, sendo cor de rosa,
lyrio ganga, cor de canario, azul e rxo,
sendo orna fazenda de mu to bri'bo, propria
para dminos, vestidos e otros qaalquer tra
jj, a 640 ra. o covado.
GRGftuES A C40RS.
Ven'emse bonitos gorgorees encorpados
com msela de seda, sendo fazenda larga e
muito bonita para dminos, vestidos e ou-
tros trajes, a 610 o co-ado.
BAREGES A 320 RS.
O Pavo vende bonitas bareges transpa-
rentes-de todas as-cores imitando ter listras
de seda a 320 e 400 rs. o covado e grande
sortiment) de muito bonitas lasinhas e al-
paca de grade phantasia.
'MEtilNAS A 105000
O Pavio vende ricos cortes (fe medina,
sendo fazenda trasparente com palmas de
seda, tendo JO co vados cada corte a 10*000.
CORTES OE PHANTASIA A 20*000
O Pavio vende ricos cortes de bonita fa-
zenda de grande phantasia com delicadas
barras e palmas, tent 30 covados cada
corte pelo barato preco de 20*000. Ditos
da mesma fazenda com 18 covados a 15*,
assim como bonitos cortes de cambraias de
ores e brancas, bordadas a 4* e 5*000.
CORTES DE METRALHADORAS
O Pavio vende um bonito sortimento de
cortes a meiralbadora por precos mais bara-
tos do qne em ontra qoalqoer parte.
DMINOS
O Pavio vende e aluga um grande sorti-
mento de dminos por preco commodo, na
ra da Imperatriz n. 60, loja e armazem do
Pavo._________________________________
Paa voitaretp.
Vende-se no Bazar da Victoria a ra do Bario
da Vk'oria n. 2, floas cartas para voltarete e las
qninet.
------------------h*.
}

Vende-se urna machina de vapor com forra de
oito cavados, em b >m estado, propria para enge-
nbo ou qaalqner smc/>, esta machina est aiofta
trafealbando at o da 55 de feverein do correte
anno ; o motivo desta venda porque vai-se as-
sentar outra do iaaicr forya am razao dosla nao
dar vencimf nt) ao servico da casa : qaem quizer
eomprar pode vir etamina la na^ roa nova de
Santa Rita n. 31, serrara a vapor de Avilla Ir-
mio*a

8Pb*rmacfrat1r , suoceftaor (
llulevar iMUMopol, PARIR
NOVAS ESPECIALIDADES A. MARINIER
Af<*>i'.iUs a Acidcma de Stieselw e M hrstitmo de rrtiic.
111 ICPf> (\ Sob i forma de Pislilta, deredMa e doMadi para 1f*f 4
llllICbWAU momento urna *!<* rURIIIU MOLESTIAS CONTAGIOSAS
INJECT6RPHILTR0d0 SttA TS&SS*
(jiaves inconvenientes de fragilidad*.
Com a forma, c do votnae de un Portc-Xoei cU *r
TOBO TRAfAMENTO.
ESTOJOS
Contra as affoccoia das palpebras, preparado sob a mwma forma.
Di'posiUiios gcrul para o lR.IMI. e I'OKTI U .
*3i, ra larga do Rosario.* PERNAMBTJCO. *
3
CretODes a 400 rs.
Chegoo para a loja do Papagaio nm bonito for
timento de crelones de todas as cores moito flxas,
proprios para vestidos de easa, e para roopas de
meninos, e vendem-se pelo diminuto preco de 400
rs. o covado, sendo ?eu preco regalar 560 rs., e
neste mesmo sentido ontras muius fazendas : na
leja do Papagaio, ra da (mperatrix n. 40.
Vende-se orna parte da casa da ra do Im-
peratriz o. 43, Bom Jess n. 87,1 indar. t ,, a_______
.*o etndan(c de phllosophla
, que tecim de fozer came en
marco.
Addendo i philosoptiia de A. Charras, na parte
lgica do sea compendio. Indispensavel aos esta
dantes deta dfc'plio que v3o fazer exame. Ven-
de-se por 14 ris, na llvrarla francez, e na dos
Sr Nogoeira & Mederos.
Vende-se
dons terreno*, om ni ra.. Vidal de H^greiros jun-
toa nutriz de S. Jos, com 6 palmos de frente e
126 de fundo, e autro na primeira travesa da
msma rna com til! palmos de frents e 90 de fuo
do, ambos com atcerees divididos, e as paredes
das frentes oom stnjra de 9 palmos : a tratar na
ra do Imperador o. 48, armazem de trastes,
flinca se vio om prncesso'mais perfeito e que at-
aja ds tal forma a satisfazex as exigencias mais
varas da escrlprora^ao.
* ni cor lindisslma e nao precisa de cuida-
* algan para se conservar no tinieiro sempre
osi a mesma edr, sem borra, crsta, boldr ou sem
"ias stas matellas inherentes todas as tintas
agora conhecidas, anda mesmo dos melhores
ores estrangeiros.
Sobretudo, este estimavei producto nio ataca u
anas de aro, antes pele contrario, a peona
dqoira om esmalte donrado que, sendo interes-
ante, i asss proveitoso.
tata tinta, nao sendo especialmente para copiar,
a eomtado daas, tres, on mais coplas nm ,mei
pois de escripia ; preciso, porem, deixar-lhe
:p*9l bem mblhado sem o enxagar com o matt-
"orrao, porque nao ha o risco de borrar. Para m
irar mais de orna copia, nao se agglomeram tan-
u folhas quantas copias m quercm tirar, mas
ti-is com o original tirar urna Untas quantas
ixUiaiam, sem qoe o original Qqas prejudicado
nita xtracoes.
Qceorre aqu dizer qne, para copiar importa
sita intelligeneta e habilidade, sem e qne a me-
sor Unta nao satisfaz, e o deleito recae sempre
or a tinta, que militas veces qoem menos
upa tem.
A dupla qnalidade desta tinta extremamente
.practavel, pois qne evita qoe em qnalqoer es-
nrtorio naja mal! do que una tinta para os di-
arios msteles.
Vaaqaanto sos darabilidade, nio ha a oppr
jrciec .- disvida pois qns mu tima dspoil ds ai-
cripta soflre o choque de aeidos fortissimost sem
se decorapfir; ora, se os cidos nio tem accao so-
bre ella, maita menos a accao do tompo a pd?
destruir; isto ptaosivei.
Nio s ao commercio que este meu producto
veio ser til ; os professores dos collegios, investi-
gando todos os meins para o adiantamento dos
seos disefpnlos, tem approveitado esU tinta, qoe
com razio a acharara apU para desenvolver o
nnos educandos, em conseqaencia da beleza
r e lacilidade de correr na peqreoa pela sua
liquidez. Ha exemplos de enancas qne havia
moito tempo tioharo ama repugnancia extrema
para a escripia, logo qne foi admittida esta tiou
no coliegio, apoderou-ee dellas a curiosidade e o
gosto, e ponco tempo depois o sea adiantamento
era manitesto.
E?ta tinta, par de Untas vantagens, tem nm
nico inconveniente, deteriora-so ao contacto de
outra qaalqner; envm pois te-1 a em tinteiro
isentos do menor vislumbra de ontra tinta, e evi-
ur escrever com a peona soja de ama preparacao
differente e incompativel; verificando isto, n5n ha
razao pare se usar de tinta qoe nio seja a VIO-
LETA EXTRA-FINA DE MuNTErRO.
Observapo.
Diversas falsicac^es e semelhancas tem appa-
recido, coja darabilidade dovidosa. Os Srs.
compradores podero evitar o engao dirigindo-se
casas eirenmspectas, s peindo a tinta qne eu
fabrico
A. C. MorOro.
O collar da rainha
Boa do Imperatriz n. til A.
Vende-se por monos do que em outra qaalqner
parte os artigos segointes:
Sasatos de tranca, marca Chaves, para bomem
a U800 e para setrtMra a 4*600.
Ditos de Charlte Je M a V*.
l.inba de carrete! branca a 900 rs. a duzia, a
retalho a 80 rs
Dita de dtto de cores e preU a ti a di ta
retalho a 100 rs.
Botinas pan. homt m, de 4# 6*
E m ai tos o otros que se torn lia enfadonho
menciona-loa, ,-tt a vista do compraj >r.a
PECHIWGHA
OLEO PURO DE FIGADO DE BACALHAO
DA|
TERRA NOVA
DE
H. LACOMM
Este oleo que to boa acceilacao tem merecido,
Jiuito se recommeoda por ser o mais purificado
que at boje tem vindo, e ainda peto boa paladar,
nperor a outro qaalqner : vende-se no deposito
ispecial de Barthoiomea & C. : ra Larga do Ro-
lara 34.
~f BlTiT
Cambraia tranpareotrs omito flns a if a peca:
na ra Primeiro de Marco n. SO, fc'ja de fazendas |
de Guilherme Carneiro da Cucha A C. i
Vende-se taberna da ra de Hor'.as n. 43,
a qual bem -fr'guezada, e em boa localiciade : a
tratar na mesma.
rencos de esgulo a 3tOO rs.
a duzia
Chsgoa i loja do Papagaio ama grande percao
de lecos de ssgu por .'JJOO rs. a duzia pare acabar, s o Papagaio
na roa da Irnperatril o. 40.
Hamburgos com 30
varas
A loja do Papagaio acaba de receber urna pe-
quea porcSo As bamb'gos com 30 varas cada
nma jieca, qne vende pelo diminuto preco de IzA,
sao proprios para lence?, toalhas etc. e mais
barato que algodes : oa ra da Imperatriz o, 40,
A 320 rs. o covado
A'paeas de lia de fua cores, propria? para
vestidos, e para ronprnha de meninos, por este
preco s na loja do Papagaio, rna da Impeilnz
a. 40,
Correio Pernambucano
Vende se a lypographia e a f m reza do
jornal Correio Pernambucana, i tratar oa
ra do Imperador n. 2, das 10 da manba
as 3 da tarde.
Rap Cearense
De superior qnalidade da fabrica de Vasconcel-
os a Filho, deo >sito em Pernarabuco, era casa dos
Bis. Tasso Irma33 & C, rna do Amorim o, 37.
XAROPE
VEGETAL AMERICANO
CSAUOAOC
BA RT HOLOM CO & C
tvt a cura ewta das tsuei ut fas retentes, narrasi pslnonir, utaa tata
krwtaiu, w pral entra todos o wfriawatnj at vM iiinlftiH.
PSITO (.Elltl
BOTICA El DHOOAIIIA
U, ROA LARGA DO ROZAR 10. M
PERNAMBCO
Ib, poi m meas frdMlmmtot per tsr alfvhAs A
Uo horrlvtl aul. Casi a mait sicnifleativa crMiat
nbcm-s> d Vine. aSectaow reconkeeido riaA
- Stttrii Dvartt.-St Casa 14 Ai ftmairo UtW
Illmi !r B*rtblomo AC. Oepab Bezei de soflrimento' com m Um incesiiatt, (asO
itriordiDino, upectf;ao d* aso catana* lafwM
do, ptrt tattl Au fore*, qu rnaatr smI
m M|tvt eonnttiUvenU, cansada da tomar >>
trrem*4ioai resaltad* titea felicidad* dacrq
Vate*, prepvavua o xarop* V*feul America*, *
alie, nacu a Deat, ais aebe rwUbMeeid* ka aatla A
AS* MSSS, e robo* con* f* iada ti***** aefri**. i
mttU tas tefe* ataUekraca*, qo. seAtrls Tata
faxr 1*0 at* quizaren, So* cent stima a Vsm
moito* royeiudor criad*. Antmi /mi 4
Cutri $ SiU. Rteift a dt fararair* dt 1MA.
Attttt qa* *ft i* ttHft Vefeul Aaaritaa*; *
a*a*fo*i*l* de Sr* IwtawloBBM A a *n cara di
fortt daflnio qll* me troii* imi ronqaidlo, qi* bm aA
faca dtender, inflammac. 4 Alt a* tM-ftat*. Mtta
(rand* falta A* reaauaoi*. ioati c*atpl*taatMt na
tableido coa IB *6 tidre do rnaaa* zarape; at
qa* Ib** protesto Urea natiao. IW* ft M 0
jptii
i o emphy'sem* acaba di ser nreqeecida com msis
iste medicamento, qn* Utaarl prlaMra roern Mira
t*dos at boje conhecidos. O isrope Vefetal Americaeo,
firantiodo paranrati eietal, sis eontm am ina
SMipoJiel* si atoa da pl, e ala aonenU sie-
tes dt plaataa mdi|*au, cata* prtpri*d*d*e ben*cu
ai enrk da molatiaa qn* peruncem ao* orglos de res-
tiiay** foram por nos obsemda* per lonjo tenso,
tos ptimoa resultado* cada vea maia ereacenies; pelo
til ao* julgimos aatorisidos i cempor xarop* no
|OTt apreDlamoa, a oflertee la ios mdicos ao
paMic*. Provataa c*a oe attasudo* abats anoa dito, contamo* fas o canoait* da qa* ri tos*
tarop* Vegetal Americano eretcera dt da a di,
ItUaaM miito apis de ai tedo* o* peitoraee esa toja.
IIIb. Sr BartkaleB** a C.-O tattf* ?tal Ab*-
ficano, preparado a sna eoncetuadissim paaraaeia,
I na otil remedio para combater i Urrivt) astbma.
Sofra ea actila mIomi ha afutra Mas, ataVdMk
ter combatido o* atiqaea mena*a qa* tinka; cate ilua*
tat lite foi fortitsimo qai ma prostoi por i diu, uai,
tea milapoN lita*. Matada atetas tru
aotomo
ioeet, e
laofini.!
10 llena jra
tutea, at o pre*al* ato ral aot* aucedo. rra** Mirad* 1848. UwmJm ftftirt) Al Blltl **.
fftat, at ta qit rtttabtlttlA p*r taa a. laal*- Crt* nttakt^Asfj
CASA CAUVIN A
Uoiilevaid Sbn^topol, BS PARS.
NOVAS ESPEC1ALIBAIES A. MARINIER
Aprcstotiiks a AcaJeniu de Sricodat e ao lulitulo i* Franca,
ID lndin Sob i forma de Pasiilla, detedida e doatada para
InJCLOAU i^rjkQ
rrerttrrt' rtratlta 4at K01I
(ir LSTr/tftS?6ISAS.
WflfkWBaikZBijm& *
tararte* da rraxililM'*
>>0, Com a, forma, e ile-volume d nm Porte-Motea
r.j i i'i t *tm .
_ OOLl BIQ> Centra a*-flecoois das palpebra
W a^e(l>f0 !Qb \ ^Hornta.' ,
--------- -ift.t--------------------------
D DTtIAT AlfA *' Dtp*ai# ieral para e ItttMI. e POIITI 4*L
MnlnULUiULU 2 'S
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IIKK.H I
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4a, ;J
^L
^^1^^^
i
1 Cofres de ferro de MilBers e oulro$
XTcllyaS pan COpiar cartas.
Balanzas de pesar, Dec;m8M, l{fimaiSt ^
Tachas de ferro, tslanha(l0.
Arados Americanos
IjraQeS, para agricultura.
Carrinhos de mao.
Machinas a Vapor
ilLaCUinaS e lescarocar algodio, de 10 al 40 serras.
UiiapaS de lerrO galvaoisadas para cobrir casas etc.,
Eatea artigo ven^em-se em
casa dos importadores.
Shaw, Hawkes 4 C,
N. i RA DO BOSI JKSUS.
(oum'ORA RA DA CrZ )
NICA LEGITIMA
CERVEJA DA BAVIEBA
MARCA BANDEIRA
Nos armazens de Tasso Irmslos & C.
A FLOR DE OURO
N 24 A-Rna larga do Rosario-N. 24 A^
BECTJAmiV & irmAo m
Sempra viva do curoprimento de seos, devere?, sada a cus innnm?ros frefne- W**
zes pela entrada do novo anno de 1872, e de corarao deseja, a todos, bem boa somms u
de contos de res, aflro de qne jamis e^qaecam o jardim das joias que existe a roa
larga do Rosario n. 24 A, onde eom muito pouco dinheiro orgauLam om bonito rama-
Ihete que nao eipargiodo perfume nio deixa com ludo de ser de subido va-
lor, e mil veres preferido s llores vegetaes que perdendo o odor nrorcham t d^tap-
parecem. Anno novas, nova ecusas; pertaoto rt.'peilavis leittrss viHat o estaheler -
ment qoe encontrareis nma variedade tal que com certeza daris por bem emprrgado
o tempo precioso passsado na FLOR DE OURO qoe
Em modiciiade de presos sem ignal
Lindas voltlnhas de onro a 8*000, lonetas com caixa de madreperola obra de
g09to para settbora a iOaCOO, pares d brinco de phantasia a 84 a IOJO00, metos ad<-
recos a 16*1, rezetmba de diversos modeUos a bt e 6A, e 8C00 o par, aulceirioha i
corai a 7f, atacadores de dito para crean?a com bollinhas e diversos eneites de .nro a
a 20*000, vjliinhas de coral eom croz de curo a 5*000, brlnqniobos de ctral a 3* e
4*000, ftgit a if, lindos sonis de bonitas e boas podras a 3* e i*, ditos de ptdrsu
finas a 6*000, erozes de diversos goslos a 34, 4* e 5*. ditos de esttenlda, perftas e
rnbins a 12*, 14*, e 16*000, escoletas eom inscrip(oes e sem ellas a 5*. 6* e S.i,
lindas fivelinBas de prata para as modernas pnlceiras de fila a 1*.
Aos apreciadores da moda
E' :fflente na Flor de Ouro qoe se vende joias modernas por ponco dinheiro
como sejam : gairnc.oes cera tres botdes para abertura i 4*, pares de ditos e de dif
ferentes gostos a 5*, ditos a 3*, ditos de coleriobos a 1*500 o par Utos para pannos i
8*. esdeias muito chiques a 20*, ditas a 6*500 a oitava, pneme* de prata douraxia
a \i, 4*500 o 5*, medaiLSes para cadeias a 12*, rueda has eom te ras a 8*; alm
de uta grande sortlmtnto de obras de brilhafttes, brincos, braceletes, alflnttes, ad> M-
cos tompll, metes ditosidt pedras finas e coral, medalbSes, vultas e trancellini,
afinis com Miras e de diversos madelos, oeulos, pencinex de curo, relogios de ouro e
prata doorado e de afamados fabricantes, assim como grande sortimento de obras i
prata do Port, lauto para o servico domestico, como para igrojas, garanti ate
todo lei.
A Flor de Ouro contina a estar aberta at as

8 horas da rtoute


,
Jt.
^ Pernami^^ -. SfHMo iO fe. fewtfes*!. 4* VKftfcl
LITTERATURA.
Ai t s'es tempos Infaustos
. in que iiijlofioi vi'.emos
------
it.
Hns ropho*
- .Duuurieidotttoiw vei'o''
Extra-mmente rivaes I
(Vctor fleco)
Tem visto, povo, esta poca
Teus tribalbos sobrehumanos :
Vio-te altivo, ?nte os tyrannos,
'lalcar a Europa asombrada ;
'V'ando ilirouos hercleos.
Oespedacando ureos sceptros,
Das corasvis espectros
Mostraste o ptenlo -nada.
Un ten o Arco marmreo,
Ootro a pilastra mpontate;
E o malbo, o o oboz fremente
i Tornam-se forjas fataw t



L
Era cada passo titnico
>eraeavas mi! iJ.s :
Marchavas ; iam sa as peas
Qae o orbe torvo preadiara ;
Tuas legies inclumes
Eram viga do progresso :
Transbordadas no arremesso,
Ou cimo a eimo saerguiam.
Via aurora e a gloria
Ciug r-te a fronte de fonros;
erraraavara-se ihesooros
De loz por onde pass ivas ;
E a revologio flimi'oraa
Arremessava i Allemanba
l> ratn ; qoem, sobre a llespanha,
Cora Voltaire t'itiTiphava?.
i: mo do Gregos intrpidos
Uizia o mondo t os t'ranctzes f
Sooerbo em frente aos revezes,
O mal vara cal.ir-'.e s plantas !
As trevas da idade media,
O foo doSnto Otfkio,
O inferno, o erro e o vicio,
C'HB um lampejo quebrantas!
'Ji teus esplendores lmpidos
Eslava a trra juncada,
l'ugia a noote assustada
\o reboar da leus passos !
Emqnaoto a senda eslillifera
Trilnavas, ebrio de cran;as,
fXi historia as fo has iraaensas
l'.-endam le entre sauslagos I...
C-m vezo?, pairando impvido
Nos campos que a luz descerra,
i vaste a face da trra
A' nm teu aceno arrogante.
L)j Tejo, do Elba a victoria
r\o Silo, ao Adiga corra,
K o povo titn pangia
U mesmo c'iefe gigante !
E os dous moncm*nto3 typicos
Dabi surgirom una dia ;
A columna ingente e fria,
' .icopoema ousado ;
Atnbos, povo, sao symbolos
bi teu poder inooito ;
Uta talhado de granito,
Outro de bronre amassado f...
So-qu;es doos phantasmas tliicos
tos passados esplendores,
b'outra idade vengadores,
Si os v, a Europa estremece,
i'or elles velando lamido
s'osso amor,sempre sombro,
as almas accende o brio
'('jando o vigor Itios fallece.
S nos ultrajara estlidos
Ei-los abi teslemunbos
Dj valor de nossos punhos
Nos acenando vioganca ;
No metal, no altivo marmore,
leutamosdos veteranos
-Ver os sabios, livres planos,
k nobre perseveranga.
Ni bora da qu?da hrrida
Mais vivo o orgulbo scintilla ;
Aogmenta a palma que oscilla
O refulgir dos tropbos :
A) palmas no fogo vivido
Accendem a sacra cbamma,
E o povo em lucio se inflamma
No stertor dos escarceos.
Outr*ora a plnlange clere
Passava era pltno lampejo ;
'. -no um cavo, longo barpejo,
(tolava o tros3o dos montes !
Oesses peitos magnnimos
Qae resta ?' O trabalho ingente,
Que a mocidade indolente
Mostra os negro3 borisonles !
Oos vvenles de boje paludos,
Mas qne os morios de ouiras eras
Oessas virtudes Mistelas
Nern raesmo a imagem possoem !
E si ellas tremer nos tmulos,
' ten alviio qoe sa,
Tua bomba qoe reboa,
Contra os portentos qoe alluem .
*
Horriveis dias sao prximos,
Qae signaes atterradores 1
Clamambasta I os pensadores
Como Lear procel a 1
Nao pode morrer nm seculo
Sem que um outro alera disponte,
Ao porvir no germe'insonte,
Quem pode alirar a pela ?f..
Oh I vertigem Pars fulgida
Nem sace quem mais a esmaga !
Si um poder qoe todo estraga,
Si entro que todo fulmina I
Assim l no Sabara trrido
Lictam contrarias tormentas,
Vibrando s ondas poentas
Do raio a cbamma divina I -
l
Errara, povo, esses barathros !
O firmamento que freme,
rijo solo que treme,
Conjunctamente censuro ;
Esses poderes co'ericoa
Cuja saoha cresce ignara ;
Um tera a lei que o ampara
Oufro o direito e o fataro !
Tem Versalbes a paroebia,
Paris ostenta a commona :
Mas, alm dessa columna
Desdobra a Franca seo manto t...
guando devem verter lagrimas
E' justo qoe se devorem,
Sem qoe a desgraca deploren),
Sem qoe vertam negro pranto ?1
Fratricidas I Gemem frvidos
Canhoes, morteiros, raetralha ;
Alm o vndalo espalba,
Do inferno as furias reveis I
Aqoi.se eleva Carybide,
L, Sulla avolta arrojado I
De ico folgor offoseado,
O' povo, vio-seos laoreis t...
Mas vJe! a Franca exnime
Qao esse collossos sostenaos !
N'jsso valor rfpresenam,
K finura ah 1 ;n apar le !
Sim, francfzes, si frenticos
Derribamos essa heraoga,
Qoe rottar da pro vanea ?
0:d3 as honras do estandarte ?

>
'
>S' ao sensor 'condemna iadomito,
Mais furia o povo apparece,,
V Je Spa ta resplaadece
Atravez do despotisaut I
Abnei de nm golpe a arvo
Mas reapeitai a floresta :
Quando chora a patria afista,
Mais bello fulge o herosmo !
Essas almas grandes, bellico,
Nm espirares balou?adas,
Encbem naos almirantadas,
Kossos. pa -i e campias ;
Franqoeiam muralhas s'id-.s,
langas pontes, ljrr.es altas...
W o progresso que assaLas
Com rail armas peregrinas.
Em vez de Cesar grandiloquo
C llucai, j-iftica, Roma :
Ver-sj-l;a que o povo assom
Nesse cimo sf.brancei'o ;
Condemai nesla pyramide
A turba infren", compacta ;
Que o direito ao vulto abata
L)o terror do mundo inteiro t
E que est) gigante extremo
Opovo,acclaran'o a estrada,
Tenha na mo urna espada,
De flaramas ringido o basto ;
lte;peito ao soldado arbtro ;
i A" seus ps o oiio expira !
j o vingador da mentira
Nada iguala o taifas augusto !
Troa oitanla e nove athleti;o
Ganhaodo vinte bataihas ;
Mirsclhesa 1 i tu que espalhas
Medo e assombro velba idade I
Si o granito aqu ostenta se,
O bron e avnlta em rugidos,
E do* tropbos reooifios
Sai la um grito : liberdade 1
Que c ni oossas mos alligeras
lia Franca o seio rasgamos,
E o duolo altar laceramos
Pelos Teutes vejado ?!
Cois que nos padrees egregios
A mu:tid3o deliraote
Cava i clava ilammejante,
Agiti o debo abrazado ?l
E' aos nossos golpes validos
Qoe nossa glora vacilla ;
Seus louros virgen? motila
Nossa massa ensangiienUaa I
E por toda a parte a Prussia 1
Sempre eUa a quem foi vendida,
Ai! pobre patria, perdida,
Tua inveocivel espada ?..
Sim foi por ella que innime
De Ham o nenie Cdhira ;
Ante Reiscboffea expira
Da Wagram o grito ovante
tliscadu Mareogo inc'yto,
Waterloo apenas resta !
E sob a folba funesta
Rasga-se a lenda brilhante 1..
L'raa baodeira teutnica
Easombra nosso horizonte ;
Sedan ennegrece a fronte
Que Aosterlitz dea renome !
Verg mlu A rajada fremita
E' Mac-Mahon que vibra,
Forbach a lena equilibra
E o t'ogo as glorias consom !
Onde os Biclres, Gallia ?..
Os Charentons denodados ?!
Dormem os grandes soldados
S ibre o leito de Procasihoi I
Da Coburgo, de Brunopolis,
Onda ealo os vencedores,
Com seus sabres vmgadores,
Correado areaes adustos '*!
Rasgar da historia ama pagina
N3o nm cime nao ito ?
Nio ser negro delicto
Man:bar bustos que tombaram,
D'aquelles qoe a voz altiloqua
Nunca soube dizerbasta,
Qa? co'a fronte nobre e casta
Papas e res captivaram ?l
Ai aps tantas mizerias
Inda este golpe cruento t
Este delirio sedento
Que na paz mesmo abre chagas !
E tantos combales frivolos 1
Com Strasburgo qoeimada,
Com Paris alracoada...
Que valem, bous, estas plagas ?l,
Si da Prussi o orgulho spero
Vendo seo negro estandarte
Vencedor por toda a parle,
Com Paris soas plantas ;
Nos clamasse. Quero rpida
c A tua gloria obombrada ;
* Abaixo a columna ousada
< Com que ao Universo espantas

Abaixo esse arco insigne
Emblema de orgulho falso,
Qaero aqui um cadafalso,
All, obuzes em liaba t
Contra nm,fogo mortfero
Canhao, bombarda, escopeta:
Cootra ootro, a picareta:
Cumpri: a ordem minha. >
Ob 1 furor! Dira esqualida
A turba altiva : Sofframos 1
< A' morte, morte corramos I
E' demais 1 O insulto novo t...
Qoe importa mais cras magoas ?
Qoe importa novos revezes ?!...
Antes morrermos cem vezes I...
E vos o fizaste, o povo 1
NARCUA AMALIA.
i c uttmeu juij-i, Sr.
)assa dfl doudica do
vicario, ta -
Pedro Cam
A ALMA DO OUTRO MUNDO.
como do Nerut:.
(ConclusSo.)
Pois
do nao p
braia "^B
Vamos ao qie serve. P^rqoi o5o
mudas de trra ? | tiaa eslimaria bas
tanta talvez, e aquellas listezas fugiriam
com o sol de outros climas.
No J irdio nisci ^u : ao JordSo nas-
ceu ella, vigario. S pira ocemiterio qoe
a gente se mudar om dia !
Dos os protija enta >. Olha c : tra-
ga-a doraiofo i missa aos Praeres. E'
raissa cantada qoe a baroneza manda diter
por promessa e veo marta genta do Recife.
Hosinlia se istranir om poaco.
At 4omiogo, Sr. vigario.
-Ver?
Que devida 1 E* preciso qu Notsa
Sanbora veja aquella pobresinha da qaetn
se est esqaecendo I
NSo blasphemes, Jos !
Ah I Sr. vigario I exclaman o matnto
com a expressSo de um amor profundo :
se vosmic fosse pai I...
E erigolio um sotaco qoe partio-se-fho
na gargaa'a agitada,
O padre estendeo-lhe a mi:
At avista. Tenho ama canainbada
agora e nSo posso demorar que far-se tar
de. Adeus. e esptraoca na M da Deas,
I) .[samo para todas ai affliccoM.
Ollie, Sr. vigari >, v.lvea Jos Paz coa
am sentimento de convierto inabalae'.
alguma graada desgraca vai-me acontecer /
=Esls louco, boaaem?
Erafim, a Deas mi entrego. Se for
assim, elle que tenha misericordia da mi
nha alma no outro mondo t
Jos Paz encontr,) entrada do Jordao
tresds perseguidores do phaitasmi t Ti-
burcio. Pedro, Cimbraia e Chico valente.
J Ihe fomos procurar em casa, s Paz,
mas a rueuina disse que voc tinha ido n
sei aoade.
E" nova (esta, Padro ? Tiraste mais
dinheiro na lotera ? perguntou Jos Paz
gracejando.
A cousa c mais seria do qoe am sam-
ba, so Paz, acudi o valenlo Tiburcio,
Esta soito...
Ah ah I Temos historias da almas ?
Os quatro foram andando de vagar, em-
quanto Cuic > valente tomav i a palavra :
Mi caca, s Jos. Agora nao s o
Cambraia qoem falla. Eo vi, vio o Tibur-
cio, vio a Maricas Guand.
k
Mas o que ? o que ? que que voci
viram ?
Jos Paz estacou de repente e aguardou
a resposta dos outros.
Vimos pela volla da meia noile urna
sombra rauito grande sahir da malta e ca-
minhar com os bracos estn idos para a
frente.
-Ora!
Andou um pedaco, pirou, olboo em
redor assim a modo de qoem v se ha
gente no caminho, e...
Jos Paz desprendeu ama gostosa gar-
galnada.
Acaba o resto disse elle ae Tiburcio.
Quero me rir vootade dessas asna,ra t
Pelo que vejo todo anda raalu o por c 1
A alma caminhoo, camiohou e eofiou
os pasaos para sua casa, s Jos t
Jos Paz dea um sallo violento, como
se pisas-se as brazas de orna fogaeira.
Que l isso ? exclamoa elle rubro e
paludo, ao mesmo lempo com as pernas
trmulas e os punhos cerrados. Olbe, s
Tiburcio 1 Pela alma de minha mii, qoe
se voc nio disse a verdade, metto-ihe no
couro doas libras de chombo grosso !
Est dito, s Jos. Venha em nossa
companbia boje de noile, que vamos desen-
covar o bicho.
Vou, responden Xos Paz com a voz
surda e vacilante. Leva-se algoma arma ?
Espingardas com carga de sal. Matar
crime grande, e depois-, se a alma mes-
mo de defunlo.
As almas nao voltam, interrompeu
J s Paz lembrando as palavras do vigario.
E mormurou entre os denles conirahi-
dos:
Eu levo a minha faca.
Rosinha tremea reparaudo na physiono-
mia do pai, quando elle entroo em casa.
Ests melhor ? pergootoo-lhe elle com
orna dovidosa expressio de ternora e de
colera.
Eslou-
0 matlo nio bolio oo jantar, ao sahir
da mesa, sanio tambam de casa. A meni-
na correu ao seo qaarto 6 dexeu-se cabir
na cama, com os olbos desvairados e as
mios crispadas no travesseiro.
Meo Deosl gemeo ella, hoja o ulti-
mo dia de minha vi Ja t
Correa janella ; examinou de novo o
peitoril, o cbio do lado de fra, estendeu
a vista mais alm. Nada vendo do que
procura va, respirou soffregamente e limpou
o mor gelado qoe escorria-lbe entre os ca-
bellos sollos.
Nio bavia noticias da milionaria, nem o
criado viera, j ha iras dias, ao Jordao.
De forma que aquella angustiosa carta es*
cripto na vaspera anda nio tiaha seguido a
leu deslino.
Eram 5 horas da tarde. A' porta da
tasca se diilogavam vivamente Jos Paz,
Tiburcio, Pedro Cambrala, a tendeira e
mais dous ou tres sogeitos.
Um delles, um rapaz de dezoito annos
robusto e candido como om novHho, eo
coslava-se negligentemente ao cano meio
enferrajado de ama davina. Chama vi se
Mariano e era o tal cacador da Boa-Viagem
de quem fallara pela manul o valentao Ti-
burcio.
Vs 11 horas, dizia Jos Paz, estamos
todos reunidos aqui para irmos tocaiar
perto de minha casa.
Quer a minha espingarda, s Jos ?
pergantoa o Braz.
Dous relmpagos sanguinolentos crusa-
ram nos olbos da Jos Par.
Obligado, rapaz. Eu tenho faca.
E bateu no qoadril,
Cuidado com os tiros, se hoaver tiros
minha gente, ooservou a Maricas Guando.
E' bom a gente nio ir parar na cade a por
urna cousa i toa I
NSo ha novidade, exclamoa Pedro
Cambraia. Todo corre pelo melhor; si
Maricas. E voc o que diz, Mariano T
O rapaz da davina, descansando a coro-
nba da arma no chio.
Eu vim s para ver, respoodeu elle.
Se trouxe a Chica (ra eo nome da davina)
porque nunca ando sem ella, las j
boje nio sdrve I
Est carregada V
E c ra chumbo de veado Ji tem ni- / e
h a carga; foi pira a cacada do tal dou-
tjggtL Mas nio faz mal; se for
procotrar> et o degas! ^ M
Jos Paz coatamoiava sua casa, alravez
das arvore?, qoe a envolviam, com o olbar
profundo e agooreiro.
Rosinha recebeu a beocao do pai. !nra
de se recoiher ; a miio do matulo e tava
gelada como una looza do marmore.
A menina oo se despio ; e come; >u a
passeiar pelo qnarto, ora rpida, ora vi-
rosa e tropegi, amparando se s parcKs e
ncostaodo o ovrfo attjrroriado t.boa
gretada da janea.
Estava qaa:i a bater meia noile. A la
em toda a sua expleodida dogura e mages-
tade. conlemplava, cercada de estrellas, a
trra silenciosa, Ura sorda raido produ
zido da encontr janella. f z vaclar ftosi
nha; fora a aza de um morcego, animal
sanisiro qae sempre annuncia desgranas, e
qoe viuha talvez daspertal-a para algum
perigo ioamiaerite. A infeliz leve impitos
de abrir a janella, mas recuou defronte
dessa rula idea. Novo ruid > dentro do
qaarto, ebaraou lbe atlencio, e ella vio
ama granTo borbolela negra (airando so
ore a sus cana.
Com os bracos, as mios e os cabellos,
iarwmdados de suor, as pernas tropegas e
a bocea enregelada, a afiihada da miliona-
ria segua lude o que a cerca va, muda e
lvida como as figara?, qoe ornun os tu-
rnlos adorados.
Estavam de emboscad i Jo Paz, Tibur-
cio, Pudro Cambraia. Mara o. Chico va-
lente e mais outro espa >. T.burcio dejoe-
Ihos na frente do grupo com a espingarda
ire os joelbos alongava a visia pelos
confins da e. Soou a f indica miin noite, lentamente
na aza lgubre do vento qne muunura-
va entre as arvores sombras.
Nio faram bu ha, murmurou Tibur-
cio. Ella nio tarda.
Jos Paz tinha a bocea ftnt e-aberta e a
testa hmida, qoe reluzia ao clario myste-
rioso da la. Chico valente. apezar do sen
titulo de bravura, resiva comsigo urna ora-
cio propria para conjurar duendes e phan-
tasmas.
A om signal rpido de Tiburcio, todos
presUram mais attenco, arregalando os
olhos ennevoados pelo supersticioso terror
que os accommattia. Vinba descendo da
malta a longa figura branca, de bracos es-
tirados e o porte sinistro como o de um
espectro evocado entre os horrores das se
polturas.
Jos Paz apertou com a mi oscillante o
cabo da faca e seas olhos faiscaram tempes-
tuosamente.
A sombra ciminhava solemne, silenciosa,
assostadora, no meio da estrada. Tiburcio
examinou o galilho da espingarda, qae es-
tremeca eotre os seos joelhos barabos,.
Vamos dar um grito'para assustal-a,
s Paz ? questioooa o Chico valente, doido
por safar-se da meiada.
Jos Paz fitou-o com um furor indiscrip-
tivel.
Se alguem gritar aqui, disse '.ella sar-
damente, cravo-lhe a faca na goella !
O phaotasma pouco distava da casa de
Jos Paz. Tiburcio voltoo-se para o pai de
Rosinha e amedrontoo o mais do que a alma
do ootro mundo, a cara hedionda do matu-
lo, fulvo da colera e de horror.
O paito arfava-lbe sibillando ; as narinas
baliam-lbe vivamente e de sua bocea paluda
sabia a respirarlo como o silvo das casca-
veis no meio do fogo.
O phantastna aproxima va-se cada vez mais
e Jos Paz abafoo am grito na garganta abra-
sada.
Nio era possivel duvidarl A sombra,
depois de ama peqiena pausa em que fi-
coo parada como a examinar o que havia em
redor, adiantoa-se para a janella do quarto
de Rosinha.
Tiburcio levantou os bracos e tenlou gri-
tar ; a voz ficoo-lhe estrangulada entre os
dentes que rangiam Jos Paz hallociaado,
lauco, lvido como um cadver, deu um ar-
ranco de fra para traz, desembainhou a
faca, lancou-a ao chio, e antes que se Ihe
podesse impedir o movmento, arrancou das
mios de Mariauno a davina, engatilhou-a e
fez fogo, oivaodo como orna onca ferida.
A sombra sacudi os bracos birtos e ca-
bio estendida por baixo da janella. Qaasi
ao mesmo lempo um grito de dr immensa
atravessou o espaco e urna outra sombra,
alirou-se da janella de Rosinha, cabindo ao
p doferido.
A Maricas Goand e o Braz acudiram ao
romor do tiro e das vozes, com archotes
qoe espalhavam orna luz penetrante e clara.
Correram todos ao lagar do.sinistro e um
brado ge ral desprendeo-se de todos as boc-
eas. Rosinha de joelhos procarava estn
car o sangae com as mios agonisantes, o
sangoe que jorrava do peito do ferido, in
nundando a vasta mortalba era que estrebu-
chava o corpo.
Era Adriano, O chambo penetrara-lhe
oo lado direito, por baixo do hombro fa-
zendo urna ferida larga e mortal. As som-
bras finaes coroavara a paluda cabera do
moribundo, como de urna aureola sagrada.
Seus olhos ennublados filavam o sem liante
da menina e um sorriso, doloroso e meigo,
voava nos seos labios extticos como a ul-
tima irradiarlo da mocidade.
Jos Paz cambaleava e nio tinba ama pa-
lavra a pronunciar naquella desolacio hor-
renda. A Maricas Goand benzia-se, Braz
desatou a chorar e o Marianno ajoalbou-se
jooto ao corpo do ferido :
Perdoe-me, pardee me, mea senhor I
arlicalava o pobre rapaz, torcendo as mios
desesperado. $ clajaa A minha, mas se
eu soubesse disto, anles quera racbar a
a cabeca de encontr a orna pedra!
Adriano volveu os olhos para o rapaz, qoe
solucava contrahndo-se em caimbras dolo-
rosas.
Nio fostes tu, meu amigo, disse elle
a costo e com urna voz suave e triste, foi a
mo de Deas quem carregda a tua davina.
Pobre criaoca I connuou contemplando Ro-
sinha, qoe de joelhos o fitava sem proferir
ama palavra e sem derramar urna lagrima,
pobre criaoca I O co nio quz que eu re-
cebesse de toas mios a felcidade na trra.
Fica o leu veo de noivado, Rosinha, en-
nodoado eternamente de sangae I
Ella nio pestanejou se quer; pareca pe-
trencada pelador.
Sr. Jos Paz, prosegoio Adriano pro-
curando com os olhos qaasi apagados o vul-
to do assassino, eu lbe perdo e lamento-o,
Dio foi a mim que o senhor matn, mea
velho, foi a alma de sua filha I
Jos Paz cambaleou dajovo e egurou-se
I do grupo.
Naaiiajer uai'pad/e-ijor aqu 2 nar-
guJou ovfendo.
Ha nos Prazares, e eu vou bascar
voande excUmou Marianno.
O ferino erri.
Quando volteases ji eu esUta morto.
Nio vas nio; e oacara-me voces todos, meos
amigos.
Aproxiuiaram-^e trmulos descobriudo-se
una por um. X'
Esta menina, accrescentOJ-o moribon-
do, pura como a hostia do altar, e como
s llores de Deus. O culpado foi eo qoe
quiz par fjrcair de encontr ao meo des-
tino. E tu me bavias previ .ido, Rosinha !
Mis eslavaescripto que este louco, tinha de
morrer a teus pos!
A loa, clara e brilhante, qoe por momen-
t)s se esconder entre nuvens, fulguroo no
co, de novo lmpido e ereoo. Um sabia
trinou no meio do matto, caadando que era
dia.
Adriano proseguio abaixmdo a voz pou-
eo a pouco semelhanca de urna luz que
bruxulea e apagase na laalerna secca de
oleo.
Adeus, Rosinha. Pansa algumas ve-
zes em mim...
Respirou .om forca como a despedir-se
oara sempre das aragens d trra, e :
Guarda o meu nome no tea coracio,
oh meu doce e desgrar,ado*amor Rasa
Dar que o co tenha pedade de minha
alma l era cim. f .
Rosinha, sempre moda, cruzou as mos
hmidas de sangue, no seio que estalava
offegante.
Adriano Carvalhal fui ponco a pouco dei-
xando cahir a cabera, estirou os ps gelaios
sob a mortalba rozagante, e tentou por um
esforC") s ibrenatural aperlar na sua a mo
idolatrada da virgera. Mas as forras aban-
donarara-no e a raio bateu pesada ao lado
do corpo ensanguentado.
Seos olhos, sem irradaces e sem cham-
raas, titaram o co Iluminado,
Quantas estrellas i suspiraram os la-
bios estticos e deslarabrados.
E entreabrinrfe a bocea, o moribundo
exhalou o derradeiro sopro, a derradein
exhalao, o derradeiro vestigio de sua mo-
cidade, Para o co festivo ascendeu aquel-
la pobre alma enamorada, ferida no me-
nor banquete de suas esperanzas e de su3s
illosas de amor.
Rosinha desprendeu um gri'o rouco e
cavo, entre o soni producido pela voz hu-
mana e o bramido da fera baleada. Er-
gueu-se da impeto, atiron para traz os ca-
bellos negros, cjxvou-se junto ao cadver,
sacudio-lhe a cabeca inanimada e, desferindo
um circulo com os ps volozes, saltou so-
bre o cirpo de Adriano e parti a correr
pela estrada deserta.
A Maricas Guaod e o Braz voaram-Ihe
ao encalco e a prenieram nos bracj)3 qua.-
abeira do rio. Ella olhou o* com urna fei-
Cio de idiata, escondendo as mios verme-
Ihas de sangae, e desatou a solucar, a cha
rar. e a rir vibrantemente, araea?ando o
co com as mios fechadas e convulsas.
Jos Paz foi entregue a jostica, como as-
sassino de Adriano Carvalhal.
A misionara envelheceu em urna sema-
na, e metade de suas alegras foi dentro do
esquife do sobrinho. Poaco sabia; apenas
de doos em doas das ia Oliada e visitava
alguem no hospital dos alienados.
Esse alguem era Rosinha, do Jordio,
Conta a irraa de caridade que a loucura
da menina era das mais doceis de que ha
noticia, entre os desgranados, orphios de
razio e de luz,
A menina gastava o dia iateiro em tran-
car coras com flores, com papel com tudo
que Ihe viraba s mios, para no dia segnin-
te desmanchar a obra e comeen-la de
novo.
Nio pronunciava urna palavra, o olhava
se nunca a tivesse visto ueste rauudo.
A' meia noute ergoia-se da cama, e p
ante p, com o dedo na bocea a reclamar
silencio, mettia-se no vio da janella, ou-
vado em santo recolbmeuto as doza pan-
cadas do sino confundidas com o sussurro
eterno do mar.
Era essa a hora em que ella costumava
esperar o pobre do Adriano.
Luiz Guimares Jnior.
o. r*tt dilt Jo decreio n. tOM do 1 stembro da 4860
is infraceis dos trseos de sagoranca e
bem-viver, e por appellacao as nfraccis
de pos'(iras municipaes e os crimen dos em
pregados poblicosnio privilegiados.
las comarcas geraes oe joizes de dirtito
julgam as sospetcoes poetas aos uizes in-
feriores e dos meamos juizes de direito na
rdem designados, e por appella;5o as m
fraccoes de posturas municipaes.
as comarcas espe iaes os substituto a
dosju'z;s de direito coiperaram oo pro-
cesso dos crimes do citado 7 doert. IS,
dos da lei n. 56z de 1850, e do art. I* de
decreto d 1860.
Os ebefes, delegados e subdelgalos da
polica auxiliam at o julgamento exclusi-
vamente ac- juizes de direito as eomarcas
especiaos, e aos joizes municipaes oas co-
marcas geraes oo processo dos criaos do
f 7 do art. li, ji citado. Nestes proces-
aos sao tomadas por escripto as exposicja
da accosaci) e da defeza; e os joigadores.
antes de proferir decisio, devem rectifieor
o processo naquilio da qae possa carecer.
At aqui nio ha qoe objectar; ha porm.
ni nova i 'i u a ponto que nio podemo*
dexar passar sem reparo.
Os juizes de paz, como os ebefes, delega-
dos e subdelegados de polica, fazem assig
nar termos de segoranca e bem-viver, e
nenhum delles pode julgar as infrafces des-
tes termos ; mas as autoridades policiaca
preparara o pr cesso destas iofraccos, atlr-
buicio que a lei oo d ao joiz de paz.
Nao parec>- acertado que o prociaso da
infraeco de laes termos seja propendo
pela propria autordade, qoe o fez assigoar.
Quem prepa-a o processo dispon os ole-
mentos do juigamento. e tem grande in-
fluencia na deciso. E" moito para recen;
que esta disposicio convert em iostromou-
to da prepotencia as mios de orna aoton-
dade pouco escrupulosa, qoe alias pode es-
tar preoecupada contra o aecusado, desda
o momento em que Ihe fez assigoar o tenso.
E' possivel que daqui sorjam abasos.
tanto melhor se nos enganirmos nes;e pont :.
O novo regu'amento prescreve a norma
do processo e julgameoto das iofr^eces de
posturas, e a maneira de preparar o p o-
cesso nos crimes policiaes.
Ha iocooleslaveis vaniageas ; mas parece-
nos que tarabem ha nolaveis inconvenientes
oesses Formularios, que alterara disposigss
do cdigo do processo criminal n revogara
parte das do decreto n. 2,438 de G de julb
de 185.
Manda a reforma, que, lavrado o auto de
infraeco de postora, e assignado por doa*
teslemonbas, seja remetdo ao procarador
da cmara municipal, qoe, antes de reqoe-
rer a execogao judicial, dar aviso ao io
fraclor para pagar a multa, quando a pena
for s pecuniaria.
E' defeitaosa esta medida.
Parece coaveniente acabar com a ruina
pralica de serem as tesiemoobas do auto di
infraeco oo do respectivo processo somen-
te os gaardas-fiscaes, dependentes da cama
ra ou do fiscal, qoe em regra, quem la-
vra esse auto. Era mailo para desejar qoe
nelle interviessem testemunhas inteiraaenta
desinteressadas e impardaes; que o depoi-
raento daquellas evideatemete suspeitu.
por ans do am motivo, i o que aiagaem
poder contestar.
Alm disso urge promulgar ama medida
qna d garanta de ser o infractor realmec-
te avisado antes da execuclo judicial. Desde
j contamos com o abuso de se dar como
feito um aviso que realmente se uao fez, s
para causar veame victima de qualquer
reseniinieato infundado do respectivo em-
pregado.
A pratica mostrar se nos engaases
neste ponto.
Na falta de pagamento o auto con o
reqoerimaolo do procurador da cam ara apre-
para a madrnha di vez em quando como 1 sentado ao joiz de paz que com copia do
JURISPRUDENCIA.
a na arvore aSastaado-
Reforma Vudliciarla.
IX
Sio moito importantes as alte-ages que
a nova lei faz na legislagio anterior relativa-
mente ao processo de contrabando, ao de
contravengio das postaras das cmaras, mu-
nicipaes, e ao dos crimes a qoe nio steja
imposta pena maior de multa at 1004, pri-
sio, degredo ou desterro at seis mezes
com muita .correspondente mettade do
lempo, ou sem ella, e tres mezes de casa
de correccio ou oBcinas publicas-
E' ponto assentado que aos precessos
summarios se deve applicar mais particular
cuidado. Se por um lado neles se dispan
sam certas formulas e se evitam deloogas,
por ootro sopprimem se alguns meios de
ebegar ao cabal conheciraento da verdade,
d'onde resulta maior perigo para a liberda-
de, maior risco para a inaocencia do acen-
sado.
A vanlagem qae a sociedade ganha com
a celeridade do processo ficar por certo
bera cara, se alguma vez dar em resallado
o sacrificio da justiga; e a considerado de
qae estes processos sio bastante freq o en-
tes, est bem longe de diminuir o interesse
que esleassumpto merece.
Pas-arn as a enunciar as alterages feitas
pela nova lei, e teremos occasiio da ver
que nem sempre o legislad r conseguio dar
iguaes garantas ao interesse publico e ao
aecusado.
Dispa a reforma que o processo do cri-
me de contrabando, fra dos casos de fla-
grante delicto, seja organisado pelos juizes
municipaes; o julgamento pertence as
camarcas geraes ao juiz de direito, que
as especiaos qua incumbido do processo e
do julgamento.
Os juizes de paz julgam as iofracgssde pos-
turas municipaes e obrigam a assigoar ter-
mo de bem-viver; mas nio julgam as in-
fraeges destes (erraos, cojo julgamento en-
tra na competencia dos juizes municipaes,
bem como o dos crimes do 7o do art. 12
do cdigo do processo criminal.
Os substitutos dos juizes municipaes
cooperaram em todos os processos crimes
at o julgamento exclusivamente,
Os juizes de direito as comarcas espe-
ciaos julgam os crimes de que trata a lei
auto manda intimar o infractor e as teste-
rauonas para a primeira audiencia
Sa o infractor nio comparece, cu manda
escusa relavante, jtilgauo rev ia; se a
escusa procede, esperado para a audleoeia
immediata.
".omparecendo o infractor, lido o soto,
escripta a conlestagio, sio jralos os docu-
mentos que offerecer, inquiridas as teste-
munhas da aecusacio e as da defesa (destas
at tres), e o juiz d a senteoca na mesan
audiencia, oo na segoiate.
A parte vencida pode appellar, oo ver
balmente na mesma audiencia ea qoe f
proferida a sentenga, oo por termo dentr
de 48 horas,- e neste caso vio os autos in-
mediatamente ao joiz de direito, a qoec
sio entregues se estiver presente, oo io
caso de ansencia, ao escrivio do joiz qia
os entregar ao juiz, logo qae ebegue.
Quanto aos crimes policiaes, a queixa m
denuncia apresenta-se autordade prepa-
radora, qae manda citar o reo para a p i-
meira audiencia. Timbera pode dar prin-
cipio a este processo o auto circomstanciado
do delicto com o depoimeato de doas a cin-
co testemunhas, quando a aatoridade cons-
tar a existeocia de om crime.
O reo pode ler e copiar o re lacrmenle
oa auto.
Se o citado nao comparece, a aatoridade
d juramento parte, inqoire sammara-
mente as testemunhas e manda redatir todo
a escripto.
Se comparece, a aatoridade defere jara
ment ao qoeixoso, l o reqoerimaolo oc
auto, recebe a defeza, oava as te3temuobas
faz as pergantas qoe jolga necessaras, e
manda juntar quaesquer expoetces e docu-
mentos.
Coocedem-se Untas audiencias quaolas
forem precisas para inquirir as testemunhas.
Findas as inqoiricoes, as partes podero,
dentro de- vinte e quatro horas, exasstoar e
processo em cartorio, e offerecer allagaces
escripias. Havendo mais de om roo, este
prazo doplica-se.
Fmdo elle, a autordade, dentro de qua-
renta e oto horas, emitte seu parecer fun-
damentado, e manda remoller o processo s
quera o deve jalgar; as comarca; espe-
ciaos ao joiz de direito : as geraes ao juiz
municipal.
Este modo de processar diferente do
antigo, estabelecido nos arts. 205 e segua-
tes do cdigo do processo criminal.
Agora, em vez da aecusacao e del.-sa oral
aps a iaquiricio das tastemanhas aliegam
as parles por escripto dentro de>um prazo
so.
(Gonlinuar-se-li O
TYP. DO DIAHIORU DO OUQUB DB GAXI


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Full Text
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