Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12581


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Full Text
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ANDO XLVIH. NUMERO 32
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UU i CAPITAL K LCASS OIDE UO SI PASA POHTI.
or tras meses auianid*s................. ooo
Por si* .Jitos idnm .... v.......V...... 2^000
Por u anuo Hl*u..................... WOOO
3idt mmaoro vn$o................., O
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' "SEXTA FEIRA 9 DE FEVEHEIRO DE 1812.

PU DimO I fOBA DA PH07IICLA.
Por trM rneiw adiintidos
Por aeii dito idea.
Por nove ditos dem
Por am anuo dem




ti.
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I7#0O0

DE PERM
Propriedade de Manoel JHffueira de Faria & Filhos.
C* Sm. Gerardo Antonio Alves 4 Fhos, no Par ; Goncahei Pinto, no Marannio ; Joaqnim Jo* de OTaira & Filho, no Crt ; atotonio da Lemof Braga, no Aracatj ; Joio Mara Julio Chavea, no Aun ; Antonio Marqaei da Sn, no-Natal; Jos ioatioe
Pereira d'Almeida, em Mamangnape; Augusto Gomes da Silva, na Parahyba ; Antonio Jos Gomes, na VHi da Penha; Belannino dof Santos Bolcio, em Santo Antio; Domingos Jos da Costa Braga,
em Na2areth ; Antonio Ferreira de Agolar, em Goyanoa; Francino Tavares da Costa, em Alagoas; Dr. Jos Martina Alvea, na Baha; e Leite, Cerqninho & C.J no Rio de Janeiro.





5:
i
PARTE OFFICIAL.
Ministerio do Imperta
Em iS de Janeiro eorrente comraunicou-se
ao b.spo da Par, que pelo aviso <\ ix de (agosto
4o aano lado, dirigido ao presidente da provincia
do Amazona*, proviJenrioa-sa relativamente
quintil consignada para o semimno de Manos, a
cojo respeito representou.
Grdenou-se a > directores das (acuidades de
iraito qua maulen abr r inscripcio para o con-
curso ao lugar de profuso,- da c*'deir de grain-
malica e liugua uacional, creada em cada ama das
ditas (acollados plo decreto n. 4,(90 de 11 de fe-
vri.ro do auno passaio.
Ministerio da jusilla.
Rio de Janeiro em :7 de jaueiro de 1872.Dan-
do solugo s duvidas que Vmc, propoe em seu
jBcj Je 3 do correle sobre a execugio do de-
creto o. 482* de ii de novembro ultimo, tenbo a
declarar-Ibe :
Que salvas as modiicagoes expressameote adop-
tadas no mesmo decreto, a que se refere i lei n.
2033 di 20 de selembro do auno passado, devem
ser observadas a legislarlo e pratica anteriores,
qaanto as atlriDuigoes dos juues de paz.
Que vista do art. 63 do decreto citado, a base
para o reconbecimento da lgida, o competencia
o valor do pedido nao exeedeuie de 100*000, em
sodas as causas dveis e reos incidentes, quande
nao tiverrm fon privativo ou privilegiad i.
Que se porventura nao demandar quana, como
na aeco de despejo, ser declarada na petieo ini-
cial a estimativa de valor, conforme o art. 35 do
regularnenio o. Ii3 de 15 de marco de 1842 e 2'
parte do Ia do art. 63 do decreto n, 4824.
Que a coudigdes era que se procede ao arbi-
tramento acham-se re/ulaC pelo art. 14 da lei
de le de outubro de 1833 e mais disposgoas em
vigor ; eumprindo ai juiz appli-a-las aos casos
ocurrentes, visto periencer este assumpto a juris-
prudencia Jos tribunaes e nao caber a interferen-
cia do poder execativo.
Que se entretan'o tiver lugar o arbi:raraento, tu
por outra forma curial o juiz reconhecer que a
cansa excede a ma aleada, de-pae!iara nesta sen-
tido, para que os interessados vo liquidar o seu
direito pernote o juiz > competente.
Deas guarde a Vmc.Francisco de Paula de
Jiiegruros Sayao Mato.Sr. juiz de paz da fre-
guezia da" Gloria.
Em 23 recomoind i'arnambuco, qaa de conformidade com o art. 2!
do decreto n. 687 Je 26 de julao de 1850, mande
omrauuiear ae juii de di.-eito Lourengo Francisco
de Almeida Catanh) a sua reraogio da comarca
do Brejo da Madre de Deus para a de Viga no
Para ; devendo enviar a declaragio do juiz muni-
cipal respectivo sobra o da em juo o mesmo juiz
de direito houver recebido a jommunicagio.
Por despachos desta data forara marcados :
ao miz de direito Tito Augusto Pereira de Hattos
o praio de 4 mezes e a ajada de custo de 1:000*.
Ao juiz de dirtito Laurengb Francisco de Al-
meida Catanh > o praso de 4 mezes e a ajuda le
casto de 6001000.
Ao juiz de direito Joaqun) lavares da Costa
M.randa o praso de 3 mezes.
Em 29 reeommendou-se ao presidente da
Parabyba que informe qual a distancia que ba da
iadapendeocia Maraanguape : e, se for possivel,
a que ba do primeiro ponto a Canguaretama,
ao Rio Grande do Norte.
Ao do Rio Grande do Norte, a respeito da dis-
tancia que ba da comarca da S. Jos de Mipib
de Canguarelama ; e. se for pomvel, a que ba
Jesta comarca da Independencia, na Parahyba.
Couinaando superior.
i.'l'.MI TKI. DO CJMMANDO SUPERIOR DA GL'ARDV
NACIO.NAL DO MUNICIPIO DO RECIPE, 8 DE
IKVESillM de 4872.
Ordem do da n. 52.
O film. Sr. coronel coramaa Jante superior man-
da puhiicir para s:ieocia do* corpas de sea com-
mando, que por portara do Exm. Sr. conselheiro
presidente da provincia de 29 de Janeiro prximo
passado se mandou dar guia de que trata o art. 45
do decreto n. 1130 de 12 de margo de 1853, para
o municipio da Olinda, ao Sr. capito da stima
compaohiadi 8 batalbo de infiotaria, Antonio
Alves le Oliveira Braga, por ter all xado sua re-
sidencia.
Manda igualmente publirar que no lia 2 do cor-
rente mez, fallecer nesta cidade o Sr. capillo da
segunda companhia d > 1- balalhaj de artilharla
Jos Adrio da Costa Moreira.
Rodolpho Joiio Barata de Almeida,
Coronel chefe interino do estado-maior.
EXTERIOR.
lalsterlo da fazeada.
3.* seeco.Ministerio dos negocios da fazenda.
Rio de Janeiro, 29 de Janeiro de 1872.lllm. e
Exm. Sr.Communico a V. Exc, para os devidos
eflaitos, que Sua Alteza a Prioceza Imperial I\e-
zente, em n ,ae do Imperador, por imniediata re-
soluco de 24 do crrante moZ, tomada sobre con-
sulta da scelo de fazeada do couselbo de estado,
acerca do requerimento em que a directora do
-banco Commercial dessa provincia pedio a appro-
vagao da alteracao faita pela assembla geral dos
accijnlstas ao 4* do art. 21 dos -e>pectivoe esta-
tatos, afim de poder o mesmo banco descontar
trras at o praso de um anno, bouve por bam in-
datirir o dito requerimento, por nao ser conve-
niente a referida alteracao.
Daos guarde a V. Exc Visconde do Rio Blan-
co.A S. Exc. o Sr. presidente do Maranbo.
Sanhor.Em observancia di que V. M. Impe-
rial bouve por bem determinar, a scelo de fazen-
da do eonselbo de estado passa emiltir o sen
parecer sobre o incluso requerimento da directo-
ra da baneo Commercial do Maranbo.
Segando os 9eas actuaes estatuios art. 21, 4
referido banco nao pode descontar latirs por
;raso mtior do qua o de 6 mezes, entretanto que
atindanlo aos costumes ou razoes especiaos do
commercio daqae.la capital, isto ao praso de
algumas de suas importantes transacjSes, julga e
pede coma convenieute a alteracao do dito j 4*
para que possa descontar lettras at o praso de
um anuo.
A seccao atteodendo ao que a directora expde
de accerdo com a assemblea geral dos respectivos
accionistas, e outrosim considerando que nao se
traa de om banco de emmiisao, o sim rnenle de
descontos e depsitos limitados, julga que nao ba
inconveniente em attender-se supplica feita era
come do bra do commercio, em vista das cr-
camslancias allegadas.
O conselheiro visconde de Itaborahy da segua-
te opiaio.
Nao nicamente dos bancos de emmisso qae
convm exigir garantas suulcientes do desempe-
uao das obrigagdes que contranem com o publico.
Os de depsitos e descontos negociara principal-
mente com dinheiro recebido a premio, e devem
por uso fazer coincidir, quaolo fr possivel, o ven
cimente das letras que aceitara com o das que
descontara.
O baneo que passaudo letras a 60 e 90 das (e
era regra sero estas as que attrahrao a mxima
parte das depsitos) emprestar o producto deltas a
prazo de 12 nezes, liara bem dapressa inhabilita-
do para satlsfater seus empenhos. Os depositado-
res serlo as victimas de tamaoha imprudencia.
Nossa legislagio determina qae nentium estabe-
lecimenlo do crdito se organise sob a forma ano-
nyma sera que o governo lhe approve os estatu-
tos : approvagao que importa declarar qaa elles
offerecem garantas de acertada direegao.
Sa se eotende qae tal intervenglo desnecassa-
ria or prejudicial, altere e ou revogue-sa a legis-
lagio existente ; mai salve-se o governo da rea-
poniabUidade que Ibe proviria se approvar estatu-
to* qae possam illulir o publico.
Estas eonslderagoas o levara a votar contra a
alttrago requerida pelo banco do Maranbo.
Nio obstante o oxposto V. M. Imperial mandara
t aie fr mais acertado.
Sala das conferencias, 29 da dezembro do 1871.
VUconde de S. Vicente. Francisco de Salles
Torres Homem. Bik
heaaiufi.
Gimo parece ao voto separado.Paco era 24
de Janeiro da 1872.PRINCBZA IMPSRIAL RE-
GKNTE.Kircond do KoBrunco.
O tratado do Paraguay e a Isa
prensa do Rio da Prata.
0 NOVO TRATADO COM 0 PARAGUAY.
Sahio aliaal o Paraguay do estado em que se
achava segregado desde o rompimeoto da guerra
para assumir o seu lugar eulre as naguas da Ame-
rica Meridional, supposto perraanega ultima en-
tre ellas.
Q.lando celebrou-se o tratado secreto com o Pa-
raguay, o Standard foi juera primeiro o deu a
lume nesta cidade. Nao menos importante o
novo tratado (eito entre o Brasil e o Paraguay.
Nao vimos a iutegra desse documento, mas sabe
moa, pelo que nos comrauoicou o nosso corres-
pondente ao Rosario, que sao as segulntes as suas
bates :
1.* Cassao de todo o territorio coaiprehendido
na rea que se estende al o rio Apa
2.* Kecoobeciraeulo pelo Paraguay de toda a di-
vida de guerra do Brasil, equivalente a trezentos
e sesseuta mboee de pasos fortes
3.a O Brasil comprometiese i defender o Para-
guay de qualquer aggressao interna ou externa,
mautendo para este lira o governo imperial nm
exercito permanente no Paraguay pir espago de
dez annos.
A quem lera observado as negociagoas de9paz
entre as nagoes adiadas e o Paraguay, nos l-
timos dous annos e ineio, ni) maravilba quede-
pois de tantos enredos diplomticos fosse o no
gordio corlado pela espada do conquistador. En-
fadooba tarefa seria historiar agora essas diutur-
nas negociages.
RecorJamo-nos de que o fallecido Dr. Ii |ue
Peres, revestido dos mais extensos poderes foi ao
Paraguay com o Sr. Paranhos para assignar os
tratados. Nao esqueceraos tambera as idas a via-
das do miai-iro oriental
Foram nomeados novos plenipotenciarios, lavra-
ram-.-i: uovos protocollos, ludo sem rasullado.
Alguera lalvez igoorasse que a difflculdade pro-
vinha, segundo assevarava se no Paraguay, no Bra-
sil e na Repblica Oriental, das aspirag5es da Re-
publica Argentina ao Chaco, que demora na mar-
gem direita do rio Paraguay.
Nao ba duvida que a Repblica Argentina, nos
termos do tratado da trplice alllanga, tem o direi-
to de exigir do Paraguay territorios em ompep-
sago das deipezas da guerra. Mas urna exteoslo
como a exigida pela repblica era excessiva no
couceito geral, posto seja o Chaco meramente ura
vasto deserto. Passado* dez annos o Paraguay nlo
sentina a perda desse territorio, cuja aequisiglo
nlo accrescentaria a riqueza da Repblica Argen-
tina.
A questao era mais de amor proprio do que de
outra cousa.
O Brasil ao principio pedio as duas margeos do
Alto Paraguay, limitou depois a sua prelengao
parle que Ibe foi cedida.
Qaaoto Banda Oriental, nunca podemos sa-
ber o que desejava este conquistador. Mas a con-
clusao da triplica allianga foi um pastel poltico,
do qual, segundo mostrara as base; mencionadas,
somente cabe araa naca ao Brasil. E aiada as-
sim, o que importa isso ? nicamente o territorio
que .-erapre reclamara como seu, Causa remota da
guerra do Paraguay,
Igualmente a Repblica Argentina sempre re-
clamou a posse de Uissoes, margem esquerda
do Alto Paran, que os paraguayos usurparan) ba
mnitos annos, e que, segando consta-nos, o go-
verno do Paraguay propenda a entregar a esta re-
pblica.
O tratado entre o Brasil e o Paraguay regula as
questoes de territorio, melborando o estado das
coasas.
O Paraguay adquire um ailiido poderoso e paz
que nlo podara ser inlerrompida. A muitos pa-
recer isto anoexagao do Paraguay ; mas o paiz
como aqueile, decabtdo em tamauba proslraglo,
nao possuia elamentos de defeza, nem germeos de
prosperidade. Pelo novo tratado alcanga urna e
outra cousa : resuscitarao seu commercio e io-
dustria ; crescer sua populago ; seu governo,
sob a protocolo do imperio, podera desenvolver
toda a aclividade para o bem e prosperidade do
povo.
Ioteressar cortamente aos leitores saber a gu-
ia cousa acerca do territorio controvertido, ba
tanto lempo, entre o Brasil e o Paraguay, cedido
igora por este.
Ha tres seculos e meio, Jorge Barloso cooduzio
a Europa os primeiros indios guaranys qae all se
virara, cora amostras das arvores e mineraes das
margeos do Paraguay ; e anda ao presente osse
paiz quasi tao pouco conbecido como eolio.
Para eomprebender-se a nalateza e exteasao do
territorio cedido ao Brasil, supponba o leilor que
desferramas do porto de Assumpgao.
O rio Paraguay em sua maior extenslo lera
urna miltia de largara com ribanceiras de 5 ps
de aliara. Depois de passarraos as povoagoes de
S. Pedro e Rosario, e a fz do Coafuso, Jajui e
Ipap, ebegamos Conceigao, 170 milhas ao norte
de Assu npcao, centro dos estabelcciraentos de
commercio do mate. Miis cima 17 milhas acr-
camenos da barra do Apa, qae tem de ser o'ara
em diante a fronteira septentrional do Paraguay.
Todo o espaga entre o Apa e o Rio Branco (180
millns ao norte) foi objecto de controversia entre
Portugal e tlespanba, qae dispalavam o dominio
do (orle Olympo, 420 milhas cima de Assumpglo
3ue situado a 45 ps cima do nivel das aguas,
omioa a oavegacao do alto Paraguay.
Em 1798 os hespaobes plantaram all um forte
com mnralbas de 14 ps de airara e 2 1/2 de lar-
gura e balaartes para pegas. Eal 1822 o tyranao
Francia leve all guarnigao; mas os paraguayos
abandonaram-o em 1850. Lpez o oceupou no-
vamente em 1856. Dessa poca em d.aute radou
de passaidor diffarentes veres. Agora !ca per-
lencendo ao Brasil com o territorio que o Para-
guay cede em compensagao da uliiuia guerra.
Njs primeiros raappas hespanhes o rio Apa
denomloa-se Corrientes. Saa origem demora a 30
milhas no interior da cordilbeira de Aobambaby,
perto do- Aqaidabao, onde Lpez 11 pardeu a vida
com a corda.
A regio circuravizinha, occapada pelos odios
Guiycur?, que o governo brasilsiro trata com a
maior estima, ser annexida provincia de Mal-
to-rosso, sob o dominio de Lopaz a posigaobra-
il-ira limitrophe era o forte de Coimbra, 33 mi-
lhas cima do forte Olympo
A nova linha de fronteirae correr da fez do
Apa 22" 10' S., 58* O, quasi om din-hura a leste
at encontrar o Ypaoema, afluente do Alto Para-
n, no qual desagua 100 nuilaas cima do sallo de
Guayra. A linha antiga eslava a 20* 50' S. e 58*
O. Representa, portanto, o terfltori* cedido ao
Brasil ama rea de 80 milhas de norte a sal, com
200 de leste a oeste, oa 16,000 milhas qaadralas
oa 10 milhdes de acres, igual metadeda Irlanda
e superior Molanla.
No territorio cedido nao existe a mnima pjvoa-
Slo. Os aicos pontos importantes sao o forte
lympo e o pitoresco Pao de Assaear, margem
do Paraguay. Pouco assurapto all se offerece ao
botnico, naturalista oa gelogo.
No diario de saa expedigao, disse o capito Pa-
ge:
Dos passaros que avistavamos tinhamos j
exemplares ; poucas plantas encontramos, e essas
masmas conslstem principalmente em trepadeiras
de div?rsas especies, cojas ires variegadas so-
oresahem na verdura sombra dos arbustos era que
alastra m.
Vimos capivaras e antas, cojo cauro irape-
netravel s balas; e frutas de duas qualidades :
o nohace do tamanho de orna ameixa grande, e o
evepiria que assemelba-se a cereja. <
O Brasil nao pretende a posse da margem occi-
dental do rio qae tica pertencendo ao Paraguay
desde a foz do Bermejo, que limita com a repbli-
ca Argentina, at defronte de Salinas, barra do
Rio Branco, onde comer, segundo se sapde, o ter-
ritorio da Bolivia. A nica povoaglo paraguaya
no Chaco Villa Occidental, qae ha dous annos
tentou oceupar ama forga argentina, mas foi re-
pellida.
A repblica Argentina reclama todo o chaco al
a Bolivia (territorio occopado em saa total dadepe-
los indios); mas o presente tratado com o Brasil
parece assegurar o Paraguay contra essa prten-
glo.
A concessao feita ao Sr. Oliden pelo governo da
Bolivia, na antiga mi-sao des jesutas de Santiago
da Agua Caliente, acba-se cima da foz do Rio
Branco, no Paraguay, e abrange a rea de 22,000
milhas quadrada*. Foi outorgada em 1833, uo-
cionando o concessionario organisar em Londres
ama compaa destinada a colonisar aquellas ier-
ras, mas nao o consegaio. Communica-se com o
Paraguay pelo rio navegavel Otuqnls. D'Orbigoy
descreve essa regio dando-a opulenta de doos na-
turaes. Resolvida a questao de limites com o Bra-
sil, e estando franqueada a navegigao desses ros,
offereee-se opportunidade para levar a efleito o
projecto de Oliden, por intermedio de urna compa-
nhia inglesa.
Disse o capillo Page, qae sabio o rio em Vsol,
qae, tendo transposto cincoenta milhas alera da foz
do Apa, observoa qae o solo as duas margeos
elevas* apenas alguna ps cima do nivel das
aguas, vestindo a vegeragao proprja para a criagao
de gado e palraeiras, qae all alo comraans.
A serra de Anhambahy, a 30 milhas pelo inte-
rior, descortina-se s vetes ; do lado do Chaco a
serra de Sete Pontes limita o honsonte. Nao ba
povoaglo, nem vestigio da vida selvagem oa civi-
Iisada. Aqueile ermo seria horrivel, se nao o
ataviassem as galas da nataresa, se nao fessem as
agradavels seasagdes qae causa a pureza dos
ares.
O Pao de Aisucar ama monlanha vulcanica,
cuja altara calcula-se en 1,350 ps. A largura
do rio aqu de 300 bragas, tendo de fundo de 20
a 90 ps. A's vezes elevam-se mmensas matas;
as vezes deparara se apenas pequeas moitas.
Arvores colossaes cortara aserra d) Olympo ;
adrairam-se perto do forte algarrobos de altara es-
tupenda.
Ha no rio abundancia de peixe.
Soutbey, na sua historia do Brasil descreve mi-
nuciosamente os costuraos dos Mbaias e outras tri
bus selvageos, os esforgos dos jesutas, primeiros
pevoadores desta regio, as suas contendas inces-
sanies com os hespanhes e os portuguezes para
permanecer na posse do territorio que demora
enlre os rios Apa e Branco, cedido agora pelo Pa-
raguay ao Brasil, sem esperanga de recupera-lo.
Entreunto, considerndose que ao Brasil custou
a guerra 70 milhdes esterlinos, de ve-se reconhe-
cer qae o imperio pagoa-os por desmedido prego ;
porqaanto custar cada rea 7, ou cada legua
quadrada fi 45,000, isto quarenta vezes mais
do que as melhores trras lavradias nos Estados-
Unidos ou na Auitralia. (Standard.)
coma negociagio de eraprestimos, cajas corarais-
so"a:despezas de comraissos et calera montara a
6i osiltiOa".
nquaou os empregados nacionaes em Corr-
evrttitomam publicamente parte na revologio, as-
sistiBd reunio ravoluciooaria e enipuuliaudo
tJ; em iu rato se ocenpam em prender gover-
H e ministros, levando-os amarradose ova-
lares domsticos, a tormenta ruge sobre nos-
becas, e o governo e seas orgios, obsecados
peta paixao, festejara, radiantes da alegra, as re-
volnyes qae habilitara certos candidatos para a
nrojfai presidencia I
Pede, no eratanto, soar a hora do perigo e da
prova, e sibe Deus o qaa acontecer entao f
Mw o paiz nao o governo, e temos que salvar
aqueile anda qua para isso seja mister condem-
nar aste aos mais pesados sacrificios.
Oveto do tratado ioiqao. Coavem condem-
ni-ttf prepararmo-nos para defender os direitos
e dignidade da repblica, compromeitidos por
'Bprtvilenles mandatarios.
Arada bem que em breves mares se reaair o
CMtjresso.
Medite o goveroo ns resolugoas qae deve tomar
nortske ellas podem colloear a repblica oa triste
contingencia de ppellar para as armas, aira de
sustentar seus direitos.
Esperamos qae os orgios affei^ulos ao governo
e ao* pros col l os nos digam quaes serlo pira nos,
a sei ver, as co isequeucias dos tratados celebra-
dos entra o Brasil e o Paraguay.
Occupar-nos-bemos anda deste grave assumpto.
(La Nacin)
guarda que os vigiava e se tinham refugiado a
bordo da caohoneira italiana Confianza. D zia-e
tarabem, ultima hora, qae Insaurralde e Lucia-
no Caceres Haviam sido derrotados em Curuzti-
Cuati.
O capital reahsado desta companbia de.....
G00:000< correspondente a 20 0/0 do fondo sor:*..
e, segando o rotatorio, a:ba-se rt-prasentado #
segrale modo : em dinheiro 98:728*400, ma di
apolices geraes, de 6 0^) 501:271X60). O tonu-
da reserva actaalmente d; 256:570*1)79. O m
-uros effectuados nos dous semestres (oraos *m
Nada mai* digno de nota eqcontramos respei-
to da repabl.ca Argentina. Em Montevideo con-
SSZZ Mperar. re^re8S a c')",a,s5 pa. nu,njr" d 2,59! ejprodut.ram de llTlSil"
citieadora, que constava haver chegado ao quartel 151 845*7*9
general de Apparicio, em Cerro Largo, acompa-
nbado de Mnniz.
A folba Los Debates quera j saber que o ar
raisticio linha sido rejeitado pelas blancos, mas
geralmeote lomava-se isto mais como bora desejo
da raesraa folha do que como noticia averiguada.
De BueuosAyrestambem aonunciava o Naional
que o Dr. Alsma recusava tomar parte as nsgo-
ciagoes, e que o general Mitre fara o mesmo se
fosse para sso so icilado. Este general tinha che
gado a Montevid) id) destacone, e seguido logo
para Buenos-Ayres.
Entretanto, reunira-se a assemblea geral legis-
lativa em sessSes extraordinarias para lomar co-
nheciraeoto das aegociagdes de paz. O geoeral
Castro parti aflnal para assumir o comraando do Sal"ciriio <
exercito do governo, caja vanguarda ou cavada
ria do norte loi conllada ao general Caraballo.
Todas as folbas publicara
As rademnisagoes dos sinistro. necorridos du-
rante o anno importaran) em 71:084*170 ttcaol
em suspenso a quantia de 50:000* para ; -.
face a prejuizos provenientes de sinitrcs airada n>
liquidados.
- 29
Inaugurouse. as 9 horas da manba de M d
correlo a comraunicagao leegrapbira entra a
cidades de Porto Alegre e Rio Grande do Sal.
E' um melhoramen.o importante par* a no--.
praga, que mantera exienss relagoes com a d 1
Rio Grande.
Apenas comegou a funecionar a linha,o Sr. des-
embargador Jeronymo Mar'ini.ino Fiyaeira *
1II0, presidente da provincia di Rta Grande J
ministro da
agricultura o seguate telegrarama :
Tenbo a satisfigao de corainunicar a V. Exc

QUKBRA DA ALLIANfA.
Os celebres protocollos Varella-Paranhos-Rodri-
gues produziram sea fructo. Qjando se izeram
e publcaram, danuncioa-os a Nagao coma am
acto que mportava a quebra da allianga.
Viera m os fados confirmar nossas opinioes. A
allianca est quebrada I
O governo nacional deve congratular-se por ha-
ver, eram, realisado seas propsitos. Desgraga-
damente nao pJe o paiz compartilbar a alegra do
governo, porque cora a ruptura da allianga surg -
rara complicagCies to graves, que poderlo obrigar-
nos fatalmente a ama nova guerra e novos empres-
tiraos que custem 62 railboes ou mais talvez, de
commissao, depois que se abaloa o crdito naci
nal com os escndalos praticados.
O silencio da imprensa official, depois do artigo
do Standard de hootem, nao deixa duvid sobre a
veracidade da noticia de ter-se celebrado am tra-
tado entre o Brasil o o Paraguay, sob as basas pu-
blicad.
Que far agora o governo ? Nao eremos qaa
possa varillar na linha Je conducta qae seu de ver
lhelraga.
Lembre-se, porm, que o congresso est convo-
cado para emittir previamente soaopiniao na ques-
tao, e que seria imprudente arremessar a repbli-
ca era difflcaldaJes mu serias sem sea voto e aa-
torisaglo.
Um nico dilemma, acreditamos, resta agora ao
governo ; oa mandar reforgos ao geoeral Vedia
para forrarmo nos a alguma hamilhaclo, ou reii-
ra-lo com lempo para qae o conflicto se nao rea-
lise.
A revoluglo de Corrientes transformoa-se agora
n'uma eepada de dous gumes. Esta provincia, do-
minada pela guerra civil e abalada, ser terreno
mal seguro para servir de base aos elementos, qae
se devera preparar para arrostir as eventualida-
des qae hlo de surgir do tratado do Brasil com o
Paraguay.
Vo romper-se nossas relagoes com o Brasil;
Qcamcs em estado de guerra com o Paraguay, e
o tratado ltimamente celebrado importa ama al-
lianga do Brasil e Paraguay contra esta repblica.
Quando menos pensronos o Paraguay tornar a
tomar posse dos terrenos qae occapamos e qae
possuia antes da guerra, e, estando Corrientes em
guerra civil, ser-lne-ha isse mais fcil.
Se a revolugo triuraphar, segualo os clculos
e desejos da imprensa olfieial. Corrientes flear de-
bilitada ; a parte mais vigorosa do partido liberal
ter que emigrar, e a reaccao, alnada nalnral de
aossas inimigos, como antes se uni a L pez, se
unir aos invasores, e veremos que destino ter a
fraegao liberal qae commeiteu o escndalo da ma s
jus ficada das revolagoes.
Para completar o quadro, apressem-se em Un-
gir por trra o governo deJSnlre-Rios, e entao pre-
paremo-nos p.ra reunir nossos elementos quem
do Paran, nlo sem destruir primeiro os govarnoi
que nao sejam instrumentos do governo naowaal.
A guerra interna, como mio de prepararmo-nos
para a externa, urna poltica que se'harmjuisa
% poltica do Brasil
Romfinento da allianga
Realltaram-se as nossas previsdes. A poltica
pertida e desleal do imperio do Brasil apparece
hoje aos olhos do m un lo em toda a] saa repug-
nante nud'-z.
O tratado da trplice allianga foi despedagado
pelo imperio. Contra o estabelecido expressameote
ueste documento to celebre como fese>, o Brasil
acafea de celebrar separadamente un~. tratado de
paz com o governo do Paraguay.
Ni) preciso dizer que este tratado urna mons-
troosidade, um verdadeiro escndalo; o protecto-
rado do Brasil sobre o Paraguay, e por consegrante
ama aonexagao em perspectiva.
Pelo que toca a Repblica Argentina, sem cojo
auxilio o Brasil nunca teria venc d 1, vera a ficar
em peior oadieglo Jo qaa aates da guerra. Os
ucr.licios heroicas dos seas til los, os tbesoaros
gastos, o saogue derramado, ludo se pardea est-
rilmente.
O uraco resallado positivo que alcangam>s de-
pois daquella guerra sem exemplo na America do
Snl, outra guerra em perspectiva, mas sangrenta,
mais l.-rrival. C)mbatemos contra o Paraguay
agora ims baiereinos contra o Brasil.
Re finemos assim os f rucios d ama grande po-
ltica, Quaolo soltamos o grito de rebate pira
d**#vt. r era todo o Argentino a merecida d-s-
cotit.ogaque nos iospirava .i Brasil, nlo filtoa
Jaeiu quizesse imprimirnos n* fronte o ferrete
os traidores, chamando-nos alliados do Paraguay.
Quando, abrazando-nos no amor da o u-a pa-
tria, descortinamos no porvir os perigos quo a
ameagavam, e procarava nos conjara-los com urna
propaganda firme e resoluta, nao faltou} quera
quizesse irapor-aos silencioso em nome do gra-
liaao e araor que deviamos ao Brasil.
Quizeraraos ter-nos engaado, quizramos que
os defensores do Brasil hoavessem tido ratlo,
quizramos que os maleaedores do tratado de alli-
anga tivessera podido increpar-nos um dia de l-
vennos atacado o Brasil, dominados de urna pre
oecupagao absurda ; s palera isto prejudicar-
nos pessoalmenle.
Mas termos tido a desgraga de nao nos enga-
ar nos I Eocoutrarmo-nos j em frente dos
aconlecimeatos que previamos Ver a conquesta
do Paraguay que o Brasil j realizou ou realizar
em poneos annos; tragar a affronla que importa
o rompimeoto do tratado da trplice alliaoga, ou
ter de empuahar outra vez as armas para defen-
der a dgnidada nacional, quando tinto necessita
varaos e tanto esperavamos de ama paz duradou-
ra, verdadeiramenle triste e acabruuhador I
Eis ahi o Brasil sera mascara. Agora podamos
coahecer os seus aJigaos planos, a sua J.-.-ieai-
dade sem exemplo, a sua par'ersidado sem igual.
Para que serve, porera, esta ligio tarda ? So
para robustecer as fibras uariouaes, para desper-
tar o eotbusiasmo com que em outros das os Ar-
gentinos alcangaram o triumpbo de Itazaiogo.
Para que nos havemosde crear lusoasT Roto
pelo imperio do Brasil o tratado da trplice allianga
deiconaecdos os deveres que o ligavam Rep-
blica Argentina, nao tem esta oatro camnbo que
seguir, sen!) \ ollar guerra cora toda a sua ener-
ga, ou devorar a aflronta recebida. isso nunca.
E' fcil advrahar agora a razio da viada do
plenipotenciario argentino do Paraguay. J a
conhecen es que julgavam encontrar ao proced-
ment do Dr. Quintana motivos de censura, e se
preparavam para fustiga-lo. Mas o qae nio conbe-
een anda, o qae to pouco conhecemos nos, e o
que tambera nio conhece ainda o povo, o me-
morndum em que o Dr. Quintana d cunta da
saa mis sao.
O governo deve publicar sem demora este do-
cumento, sera perda de um dia nem de urna
bora.
E' necessaho que o espirito publico se retem-
pere, porque nao esli longe os uovos tempos de
provagio. Dsa a conhecer ao povo toda a ver-
dade ; nada ignore elle, e apreciando a sua sita-
gao aperceba-se para lado.
Nlo infundado o rebate que damos. O peri-
!;o est inminente, e so puderamos arreda-lo
orga de energa e patriotismo.
Desteja apoiamos fo pensaraento de mandar
Torgas ao general Vedia. Se tivessemos (ido 3,000
homeus no Paraguay, o Brasil nio haveria con-
samado o iaiquo altentade de que nos oceuparaos.
(El Nacional).
agora as condigoes qQe hrje pelas 9 horas da manta,
,.L, aS e" J}Ue? 3aAyrel Pira "'. a comiunicago telegraphica mr'. es. capital -
seu Zt H U'gadaS Pel geU6ral BuFgeS- a Cldade d0 R' rande.'pontr terminal da raV*m.
1,1 1. ,.>,. ^ 1 illDha' <*'riiQcl'> P"<- este faust 1 acoole-inenio, pro-
Alt. 1* Os corpas do exercite, as divisos que veniente das benellcas ord-os de S M
nw 2 3neParaila,n9Q,e' fa '""Coe* q^ oceu- 00r, mQa, felicitaedes do pr.stdenl" d* c
E!*22S ?S fjr5M- -" observaao da municipal da mesm cidade do J* de
Zt ,?' cooservarao aa rosigojsem qae se en por am me|horamento que f*.lta
S!T ao Se,r,"lhi9 commoa,cad? "mstico I adraioistragio e offerece pros
raantendo-se aellas sem pode-las alterar nem mo- iaoatriM desta provincia
antear de molo algura, emquantosenao notilicara ; o Sr ministro da
reoovagio das hostilidades, salvo o caso de encoa '
o irapera-
canaar..
Pelota.*.
os mfios 4.
ressu as difieren."
no-
-
INTERIOR.


1110 : j\Kiito
27 DE JANEIRO DE 1872.
0 paquete francez La France, da linha de Mar-
seiba, trouxe-nos honlem folhas do Ro da Prata
al 21 do correte.
Conlinuava acrimoniosa a polmica da impreasa
respeito do tratado que se dizia celebrado entre
o Brasil e o Par ag a y.
Para qua os leitores formem urna idea do espi-
rito que anima quelli Imprensa, transcrevemos
em outro lugar diversos artigas das principies fo-
lbas diarias qae se teem occapada deste assampto
tanto em Bueaos-Ayres como em MoatsviJo.
A' respeito da revolugo de C Trenla-, d a
.Vacio de Buenos-Axres algumas noticias recan-
tes, segando as quaes o coronel Baibiene continua-
va a reunir torgas junto a Goya, para onde se di-
rgiam as tropas da E-puraa, ola ba vendo j re-
ceto de Iasaurralde, de quem uem se quer se fal-
lava. Accrescentavam que em cavallaria eslava
o governo muil* superior revolugo contra cu-
jos cheles Aacooa e Reguera se proauuciava toda
a campanba.
Alera disto o vapor Emilia, diz a raesraa folba,
irouxe a noticia de qan governador Justo e os
oatros presos polticos qae se achavam na capital,
Mita

trarem-se os corpos do exercito, oa as divisos a
menos de vate leguas contalas dos limites da van
guarda, caso era que cada ura dever retroceder
por igual.
Art. 2* Sobre estes corpos, divises e guarn-
goes designados como principaes, se accrescenta-
rio todas as partidas volantes de urna e outra
parte.
Art, 3* Fie a subentendido qua na prohibigio do
art.,l*se nio somprehendera as mudangas deacam
pamento por escassez de pasto, agua ou lenlia pa
ra serviga do exercito.
Art. 4* Em tal caso os respectivos chefes so-
mante serlo obrigados a impedir que os- ejrcitos
se pstera a menos das vioto leguas de distancia
marcadas como regra.
Art. 3* Enquantu dorar a sospenso de hostili-
dades nenhara dos exercltos belligerantas poler
praticar operagoes de guerra, era fazer mov-
cnentos de tropas ou acquisigio e remissio de ar-
tigas bellicos para melhorar a sua situagio ou
augraentar os sea* elementos de forga, a que o
inimigo teria podido oppor-se era tetnpo de guer-
ra. O* navios de guerra lieam comprehendidos
na prohibigio de transportar tropas oa artigos
bellicos durante o armisticio.
Art. 6* Nio se comprehende na prohibigio do
artigo antecedente a acquisigio do gado para sub-
sistencia dos exordios, que poderla toraa-lo des-
tacando partidas pelos flancos ou retaguarda, mas
conservando sempre a distancia de vate leguas e
dando previo aviso ao chafe inimigo mii?2pro-
ximo. >
Art. 7o Os corpos do exercito ou divisos qua
nio tenhara povoagSes prximas para onde trans-
portar os doentes e feridos graves, poderlo re-
ui-tte-los para qualquer dos que estiverem oceu-
pados pelo exercito inimigo. bastando para isto avi-
so e passaporte do respectivo chefe. ,
Art. 8 O armisticio durar desde a data; da saa
notincagij nos respectivo* quirteis-geperaes al
quatro dias, depois de feita de igual ffraa outra
de acharem-se rotas as negociagoas.
Art. 9* A noticigio do romp uento das nego-
ciages partir do quartel-general di exercito do
governo, e os quatro dias supra se cantarlo do
do seu recebiraento no quartel general da revolu-
go.
Ajustados os termos do armisticio nos artiges a-i-
tecedeates, S. Exc. o Sr. ministro mediador indi-
coa qae a ootiflcago poderia fazer-se pelo go-
verno arg-eotioo drectamente ao oriental e ao
quartel general da revolugo por umauota da que
seria portador uo official da repblica argeo-
tlna.
Assim de accordo todos, deu-se por terminada
a conferencia, lavrando se em triplcala ura pro-
tocollo que foi assignado por Carlos Tejedor An-
dr Lamas, Jos Vasques Sagastume, loso P. Sal-
vanaeh e Estanislao Camino
Por decreto de 30 de dezembro de 1871, foi-
concedida a pensio de 36* raeasaes a D. Francis-
ca Carlota Rodrigues Vaz, mai do alteres de vo-
luntarios da patria Francisco Wenceslao Rodri-
gues Vaz.
Por dacretos de 2i do crrante mez:
Foram nomeados:
Cavalleiros da ordem de S. Bento de Aviz, o
raajor Manoel Alves Frazio de Lina,capitaes Joio
Thomat Canluaria, Jos Mara dos Anjcs Espozel
Jnior, Aotoaio Jos Baptista de Lao, Jos Anto-
nio Ribeiro de Freitas, Constantino Martin? Fer-
nandes, Flaminio Antonio de Vasconcelos, Joio
Baptista de Almeida, Joio Soares Neiva e o major
graduado Francisco Vctor de Mello e Albuquer-
que.
Commeodador da erdem da Rosa o cirurgiao
Francisco Jos da Silva. ^
Foi concedido o grao de cltlcial da ordem
da Rosa ao capitio da guarda nacional da corte
Miguel Joaquim Raogel de Azeredo, era lugar do
de cavalleiro por j ter olle o habito desta ordem
cmo da de Cbristo.
Por cartas imperiaes de 2i do correte
mez:
Foram nomeados cavalleiros da ordem da Rosa
o subdito italiano Achile Arnaud, e o cidadio
francez Abbade Coutnrer.
Foram naturalisados os sabditos- portugue-
zes : Augusto Mendes de Moura, Custodio Manoel
de Oliveira, Diogo Harris Alvarenga, Joio Baptista
da Silva l.!-l)oi, Jos Cemente Rodrigues, Jos
Fernandas, Manoel dos Santos e Sabastiio Alves
Camacho.
Passoa se diploma habilitando o bacharel
Antonio Ferreira da Silva Pinto ao cargo de juiz
de direito.
agricultura re-pondea
termos seguintes :
t Telegramma E>Ugio central, 28 de iaie.r
de 1872. '
O governo imperial reetbea com satisfaga.
noticia de estar inaugurada a coraraonicacie .-
graphica entre essa capitel e a cidade do It.
Grande, e espera que em ponco lempo tra es-
provincia bem desenvolvidas as snas mhas kste-
graphica?, o qae lhe facilitar tudas a- saa? r-a-
goes e prosperidade?.
De Valeoga escrevem em datt de 28 do r-
rente :
< A Sra. D. Mara Candida de Jess Pini 'ir
concedeu lberdade gratuitamente a san e-er
Jos, pardo, ajaiate, em attengio aos bois serv g .*
por elle prest ados. Foi registrada a carta a- e
criptorio do Dr. Jos Francisco de Ara ij a e Silv
t So mesmo escriptono foram taabem regis-
tradas no da 23 da correte, as cartas de liberda
de dos eseravos Joaquim Pedro. Jorge, Sumas*
Josepha, Leocadio e sua mulher Eir.eria, pasu-
das por pessoas notaveis cajos nome* nio po-
declarar, por assim baverem ellas pedido.
O Echo Bananalense de 27 do corrate notir:
o segainta:
t A Sra. D. Mara Joaquina de Alneida core
prou d Aotonio Rodrigue Leal, o esrravo Ele a
terio, por 500*000, CunfermJolha lilerdaJe m
acta da escriptura.
O negociante de?t praga Joi.. Faireira Maa
loho, achava-se ante-bontem, as 6 horas da" tari*
no hotel fslrella de Ostro, i roa da Alfandeg'.
quanJo, repentinamente sent) se incoramodado,
poneos momento? depois era cadver, fndo tido
baldados os e.-forgos embregados pelo Sr. Dr. Ii-
doro de Moraes, que comparecer pronHj4aaMnk>.
O Sr. subdelegado respectivo lomea crabecira':.
do fado.
- 30-
Por decretos de 13 do correle :
Foi reformado o imperial naarinheiro sa I* cla-
se Victorio Jos dos Santos.
Foi commutada em ura anno de prisa) p-n.
de dous annos de p-isi ; com traballto mp -.
soldado do bttaibo naval Manoel Joaqun i
Sant'Anna.
31
Por titulo de 29 do correle foi norr.e- i i
escripturario da thesouraria do Para, Eaptiri-s
Paes de Azevedo.
sido postos em IfberJaJd pela me-uia Gaimatae.1.
Reunram-se luntem, em assemblea geral
ordinaria, no sallo da praga do commercio, oi ac-
ci mistas da companbia Argos Fluminense, repre
sentando por si e como pracuradores de outros,
l,i90 aegoes, sendo eleitos para presidente da
assemblea o Sr. commeodador Joaqnim Antonio
Fernandos Pinheiro e para secretarios os Srs. Re-
lancino de Sa Carvalho e o commeodador Joio
Manoel Fernandas Feitosa, foi pela directora
apresentado e lido o relatorio e balangos do auno
Ando de 1871.
Era seguida procedeu-se eleigao do um direc-
tor, Ires sappientes e membros da commissao de
exime de cootas, sendo o resoltado o seguate:
para director sabio reeleilo o Sr. Domingos Jos
Monteiro, para sappientes os Srs. Manoel Jos Tei-
xelra Jnior, Jo- Ferreira Leal o commeodador
Jeronymo J.sde Freitas Guimares, e para exama
de coatas 03 Srs. Joio Martins Cornelia dos Sao-
tos, Joio Ignacio lavares e Joaqun da Fonceea
,, \ ^

[_|ffi~l
Por decreto de II de dezembro u timo, f< -
se raerc Aoanias Jos Carne.ro, da servent.a
vitalicia do oOklo de contador i< termo da Prac-
ca, na provincia de S. Paulo, e nio do termo C
Guratioguela, como por engao foi poblcado.
Por portara de 27 do corrente foram con-
cedido? ao amanuense de 1' classe do a moxariL-
do do arsenal de guerra da corte, Candido Frac -
cisco de Oliveira, tres raeze* de lirones, com i
respecliv.s venciraento?, para tratar ds u <.-? >
fra da corte.
Reunise hontem, ao meio-da, no sali da
praga do commercio, sob a presidencia do Sr rae-
dor Lima e Silva, a assemblea geral dos merabr
da Asiociagao Commercial.
Aberta a sessio, foi dada a palavra ao Sr. I. J.
Ferreira Margando, relator da eoannis-ai d.i
exame de contas que leu o seguinle parecer :
< Senhores socios da Associagio Commercial i i
Rio de Janeiro.A commissio de contas, por t
eleita na ultima assemblea geral, vem boj* se-
empenhar-se do encargo que lhe fa commeitide.
< No relatario, ja destribudo, da illaslre flrnr-
gao, achara se substanciados os fictos cap'ae .
occorrido? ni nossa associgao, durante e olii"-..
anno, bem como se demonstra o sau estado finas-
ceiro.
Sem entrar em largos desenvolvimeito-, qo
seriara taivez luopportuno.-, a vossa commissi.
nao pode deixar de assignalar algn? dos faet)>
que mais se destacam no referido relatorio.
Como orgio natural do rejpeitavel eorpo d
commerAo, tem sido a nossa associagio incumbida
de enderessar ao governo Imperial algunas repre-
sentegoes attinentes aos negocios daquella illnstr<
classe; o se o m sempre a brevidade na soluei
tem correspondido magoitode do objecto, i per
vectora isso devido cansas qae a votta corarais
sio nio aleangau, mas qae taivez loaran fac
justifieacio.
t Era todo o caso for* par* desejar maior solli-
citude.
Convidada para examinar as peligre? relati-
vas lberdade de cabotagem, a direegao nome. u
u'enlre os seus membros ama eammissao ador.
cajo parecer, sustentando as ideas de liberdad#
foi aceito por ella e enviado ao governo imperiu
Pensa a ommisso qae niu poda a dirtegao ear-
respood-r melhor conflanga do commercio e *
do govrrno, visto como susieotou os mais oreeoni-
sados principios econmicos, os mais conveniente?
e vantajosos ao paiz.
Cora verdadeiro prszer v a commissao qu
dentro de pouco lempo ser ioaugorado o edilie .
da escola publica, em S. Cbristovao, e cainec .do
da nova Praga do Commercio.
E' o primeiro urna conlhbaigao mais e va-
liosa, para o graode imposto que o futuro nev*
recebar da geragio presente. Auxiliando a ms-
truegao publica, o commercio preste am ?ervigo a
causa nacional, e melhora as saas proprias coiidi-
gdes, mostrando ao mesmo lempo que, sollicito as
necessidades da guerra, nio o menos nts obra.'
do paiz. A nova Praga do Commercio era ama
oecessidade de ha maito reclamada; a conmista
applauda o selo da actual direegao, qae paz boa
bros a tio louvavel empresa.
< E' agndavel ommiasao a aoneJa do oxee.-
late resultado oblido na di!tr.buiio a* aegoe*




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u
1 l
fjpr
10 4 rPimbnet

pora eliflcaeio da nova praj, era que toda-
va tal resallado a srpre8 lo'se, ateiio o telo
iatelligwcia da corpa do coai.-ner-ii.
t Daa qoestSes apeoas ftram submajtidas
deei-a de. commisaa arbitral, entretanto in-
contestajml- qae eti maitos eisos n conmercio
laeraria era recirrer ao me?mo exaedieate, aban-
djnaa.1n TM co nmereial, cajas dcisdes, qae
alias se devem aiatar, u3o leem o caracier adW-
gavel.
A eonvissi) contrtala-se eora o augmento
do numero dos soci >s. Dase/ira coratudo que
lie estiveso mais m proporcia di deaenvolvi-
mao(o q e \ aaaociari o lera v lo, E indisp-ansa-
el velar a*) pernal que a ella daixarem de perlenser. Nislo
insisti a ultima ommiasS i', ooia* ; aislo in-
siste a aun ii, recora oealaado o assumpt) a fj-
lara direecao.
Mereecm louvor o- ten tamaa relitivos esta-
lis tica : de e cooreiul, se ogivem ispenal, c niipreheodan-
do a importancia do objecto. e a urgcacia de He,
prestar oseu poleroso auxilh obra da asso-
sjaeio.
A somnissia loava a (Trace!) p-los estire, is
fritos no sentido de me'horar o ser vic do telegra-
pho, caja uiiiidade iuluitiva.
t Linbra a direc^ia no sen relatorio a conve-
oiencia de se impetrar do governo imparial a dis-
pensa do pagnircoto di dcima d novo edirtci
da praca. pela razo humaatUria e pliaolropici
d* nio diminuir os recursos pecuniario* q e r
Sffseaaclo da'iiaa a soccorrer o* s-ua peasions-
las. Til ilea ev;ileal>'tnente justa, a pira s'ii
execuci deve a directo ser amansada peta as-
semble feral.
Julga a coromissao que o f ivern i imperial
def-rir lio It-gitimo pedido, ja porq ie oi> e. ex-
espeto, da le, ja porque ex ir me u n do mais g--
oerosos intuitos da n h-i asa>ciaco.
V cinmioo enu'ahi c>ui ih) cimaria,
aa contis d > anuo ti id > ; verifl loo nao mi a exac
lidio ilellas. c uno a prosp-ndade das ti ni'j i- di
associac/io, e q-je e anda maor so acimp>r.irnjs
MM as d) aiun aminores. A ec iptaraci) Mi
f:'ita cou ud-'e-saria reguiaridade, e a eommiaS
iiom ni 'e em rec.juhecer que o Sr. ecrtUn
da praQa e demais empregadjs t n-sa disvela lo
em bem cumprir os deveres de seas re*pi!C!iv s
car os.
De lu j o q e fu expresso se do luz cara-
mente que a drreccaj cuj > tnaoiat) fio ton. ox-r-
ceu os -eus deveres com a mator so lie tul' e in-
lelligen :i i, tendo semp.'e c o vista o molh >ram 'ni i
e lustre da ascc>a(ao e os alln nleresss d-i cas-
se conm<>rciai.
Coni'lmnlo, a vossa EO nmssi de parecer:
!. Q ie fejao approvda< as cootas relalivia
ao anoo social li ido em .'II de dez-i nbro de H7I.
2." (]h sej* approvadu o eootcsctieeleb-'alo
pela actu.il direego para a fictura di uovo eli-
li :io da praf.
c 3. Qae se d ura v.ito de 1 ,uvir dire-?"i)
peio inex M-div-il filo, iutelligcoia e mtmi s-li-
citade com qoe d semp-ubu a sui mi>-a i.
4. Qie a futura direo$) li |ie d^-d- i aa'O'i-
sada a reqaerer ao goverao nnpjriil a ison';o do
pigiinenio de decimi do novo ed-lici.
t Sala das sessdea da assenib^a g-ia' da-A-so-
eU(&i CoinmorciaJ do Rio de Jane ro, em 3 d'
malo de 1872 / J. Ferrm Murgariio.A ii
Lengru'ter.Tkomtu M. Ewhunk.
0 Sr. presi lente di a -simba?!, dtjoi-- de agra-
decer as exprp<-5?s do parecer relativas ao pro-
eedim-nto d diraecio. p z a voto -is cpn;iu-ois
di mesmo par-seer, as quaes for.nt iriaaim nriin
aporovida .
Pejsin-lo-se a eleiei) di nvi direcgio, foram
recebid* 102 clula', qoe apuradas Jerara o se-
; rute reiu'li to :
' Ju H illocom)9.......16) votos.
J. M Knas........1-0
Anmsto Lhriey......I'!8
JO: MiCldj lAChJ IW
L. A P.yti.........136 .>
Jis Pereira S ares......I'j
Dr. Caetano Furq-iim de Almeida. 149
i. M C>rrere........Ii8
A. Mj. Kmnell.......148
CmdedeS. Mimsde......117
Pedro Martn........I'i7
Jur Jcajuim de L>nta e Sil? Sa-
b.'inli..........lio
II 'i. Gross.........m
; J. Harrah....... IW .
Antonio de Aranas i......140
1 ii Fevtreiro.
Por ponana de 30 de jineiro finio foi exone
ralo, a seu ped lo, o capta) reformado di exer-
eild L'berato Jo- Feliciano da Silva K-I'ey, do
coin.nando da 2.* conpanbi dj operarios militaras
i ar-eoil de guerra da corte.
O Sr. bata) do Carveilc, aiaia coma signal do
prati J p>r ha ver >i lo elvil i a granl > d > (m-
'-ti >. fez Sinta Osa da Sliserijurdn da cidade
M >.lnra doago d? 3:V39A7J>. re ,to de maor
i|iii:,' a que a inesina Sinta Casa Ine de vi a.
- Stt,a
feira 9 d Feveiviro d 18'2

Falleicu hontem pela raanha, v.ct un de urna
I '< peroicio*a, que o acammett.'a na Tijuca, o
l)'. A igusto Candi Id Fortes de Bustaraenie, rae
dio a operad >r, vantajosameale coniaecido.
DIARIO DE PERNAMBUCQ
RECIFE, 9 DE FEVEI1EIH0 DE 1872.
noticias do sui do Imperio.
Procedente deste Isdo do imperio ch^aou hon-
tem o vapor brasileiro Paran, trat-nio datas :
1.1 R o da Prata 21 do passado. do Rio de Jane.ro
I, daBihia 4, e das nlagjas 7 do Jrrente.
Cnamanos a atiene^) do< leilores p^ra as noti-
cias que lamos sb as lubricas Parte Official, Hx
UriuT e Interior. Alera dessass eocoonamos no
j raaes as que seguea).
nF.Pl'BLICAS DO TACiriC >.
Temos noticias da Balivia al 21 do dezem-
bro, do Per a 22 e do Chile at 7 de jan-iro.
A respeito de acontecimentos polticos, ne-
nhima noticia importante nos vem drjuelles pai-
res. A Balivia coniiai sadjugida pela forca bro-
la qoe ao seo dispr lem o coroael M irales, e que
pelo menos ple dar a esta repblica alguin lem-
po da paz, de qne ella tanto necesita.
Onnece se ponco mais ou raen '3 quaes as con-
icSes e fins do emprestimo cuja autoriajao para
er negociado a:aha de dar o ongresso aaliviano.
O empre timo destinado, pane a araortisar i
divida, outra a m l "ik.i- r>- as victimas dos pre-
jairjs causado; pela intima revoiu;o, e fioalraeo-
le, o resto, e houver, ser empregado em uielb)-
rar as estradas e dar ra.'-'i r desenvolvimeoto
instrnecao puDlica.
Hypotheca se o guano do littoral, as rendas das
alfandegas e o producto dos imposto*.
Iostalon-.se en La-Paz, uai 6'jaco nacional boti
nano cora eaixas fiiiaes em Va'paraiu e em Co-
bija. Continnara a fac-r-ie ao governo innmeros
pedidos de coocessdes para novas lintias frreas
No Chile estava a So lar seas Irabalhos o
congresso, e esperava se que ca se encerrara
em ter autarisado a constroecia de dcas para
Valparaso.
O cooseltn de estada chileno discuta mn pro
jecto do presidente Errazurir a respeito das azuas
dos ros, o qne puese ser de grande uti idade
para ? agricultura chilena.
Fallava-se na prxima apresenUco de nm pro-
jecto do cdigo rural.
Tiohi se ceiebrado eam gran le pompa, em S.
Thiago, a collocacaj da piixeira pera do ho-pital
de S. Salvador.
Um vilenlo faraco que a 6 do carrete cihira
sobre o porto de Valparaso flzera sossobrar al
camas embareacois, causando varias em oalras
Haviam silo aparovados ns estatutos la socieda-
de anonyma denominada Companhia Nacional de
Mtneracao com nm capital de 120,000 pesos.
Eslava prximo a pubcar-se o 1" votme da
importante obra doSr Riphael Fernandos Concha,
Direito Publico Eclesistico. Sahara j a lame a
H'tloria do templo da companhia pelo vigario de
Valparaso o Sr. Mariana C sanova.
Haviam sido roubados varios livroi da blblio-
theca do supremo tribuaal de Jostiea.
A notieia mais imporlaoie da repblica do
Per, pelo qne encontramos as follus de Lima,
a da prisao dos redajieres do ycional, com g re-
ve detrimento da liberdade da imprenta.
No dia J8 do passado, a 1 hora da larrtp, eotron
intendente da polica Vargas na lypographia da-
quelle jornal.
Sem dar n?nhuma raza) ou ipre superior era v.rtuda da qua| prjceiessa. prenden
o Dr. Funcisca Fldres Ciiinarro, redactor princi-
pal-do Nacional e embro secretaria da commis-
so permanene da amara dos deputados, bem
com o Dr. Andrs Adelina Acambar, tambera
redac'.or da (utbs. O primeiro f remettida para
.F/-aoeii6de Paula e o segund) para o quartel
de S. Thomaz.
Foram depois selladas e lcralas as parlas da
ypogriptla.
A omm^'i > permanente, ra*lnd-^e no mee-
ai di, dooUraiN q le o po}*r fittro intrin( ra
os arla, "i e o". d,\ cnn*'it lij >, -e iX.fira a lame-
dala soltara do Dr. Cbmarru.
Nio ten 1) sido attendida at e di* SI, represen-
tara segunda vez, sem qne at nliiroa data c n-
a-e haver e governo tomad cao.
Animadas com tal exempln a* autoridades
Jenim, Jauja a Haancayo sraticatam mil arMra-
riedades.
Havia na repblica <*ia inqnietacio pop alar.
minas mal.
Recebemos noticias desta praceaocia at o dia
27.
Por acto de V). o presidente da provincia, <"n
virtude do 7* do art. Ifi d.. le de 3 de dozeoibro
de 1Si i d<> 10 do irt. Jtl do regulamentu n,
120 de 31 de Janeiro de 1842, desipnou a ordem
pela quat os junes mnoioipaes e seus supptenies
devera stibstiluir os j-Mies de direito das comarcas
da provincia no ctrrente nno.
L-se no Niicia4or ie Minas :
t No n. 3'a9 deste j irna: niciamos o sssassi-
nato ]oe leve lu^ar ns immediacas di cidide de
Qieluz na pessoa do piriugnez Minod Bits Ne
ve, dandj como anin s seu eseravos Gmero-o.
Mtnoel e mais tres como cmplices
H)je aceresceniaremos qu, apenas rhezou tal
nnicia a fsta cap tal, S. Etc. o Sr. presidente da
provinria fez seguir para all o pro notar pnblici
Je.-ia c marca, e refor^m o re-pectivo dallan
ment, e lulfamos de asniMciar que foian pro
nuaciidos cono autores do crinie os dons primei
ns eseravos. qoe a" achwo recoililis c*dia
desta i-apitil j ha dias, brevemenn" atrio sub-
mettidjs a jnigunent>.
t Va noute de SI da corrente, I >-6 de S>uza
Alves, negociante deta cilade. casad i. sendo ac-
romineltid > de alienarn mental ieal>u coaira a
propria exsl?ncia, orlan lo a gargiuta ora orna
fac. Lijo que as pes as di familia Uretra co-
uhecimento deate lamentavel ficti, prest iram to
los os socorros mlicos, mis aenda grave o ferir
meato, suc-uio ia Smzi Alves ir.uos h iras d
poi'. [ora nos os pormenores dels ae-ioteci-
mento, e laineataraos que nes'.a pae:li *a capital fu
deem faci desia ordem, explicaveu pela aban-
dono ds fieoldadea menes >
Em resulta to las profilmeas t.inilas pe
secrelara da palicia desta pruvinia, acab de ser
recnlhilo < pisois publr,a<, ten li silo ipiurado
ni t-rino do Arax, o celebre himiciU Jo a ato
nio Wrlno de M l i, soohseilo p>r J Je Mello,
e autor de diversas m irt-s. K te m mlrn trouxe
mpro em alarma diversos municipio desta pro-
vincia, principalmente os de Timan lu, Firm'ga e
Santo Anlonio do Monte, iheatro de seas clos de
perv rsad'-.
Tendo sido captando pe i il -legado da polica
la Arnxa, o criminoso do termo de Barbacen
I lio Gmcalve. Ciraniahy, nu viagen para o tu-
sar da culpa, o mesm > r', ao passar o rio S.
Francisco, atiron-se d barca, morreado afoga lo,
apesar das providencias tomadas.
novAZ.
Aleaseam al 22 de detembroM noticias vi ida-
l".ia pr-.vin-ia.
A ornara municipal eocorp commercial de
Uneraba apresenlaram oi:iv*rn> provincial um
nrtijcto de entrad; geral, entre e-sa cilade e Mor-
.i"bis, ao sui da provincia. S. E.<3. n) > cra-
il as nc-'essarias autorisaces, como alegaron
a.
ais emareaarios auxilia-lo tan o qn&mo permittis-
sema- circunstancias.
Havia -se conclu lo i ponte sobre o rio Meiapon
te, a maor que a proviocia tem actnalmente. E'
de 13 laos, de 411 V? palmos de comprmanlo e
toda de aroeif lavrada.
A respeito desta ponte le-se a Prorind t de
Goyaz :
De tres snnos a e-la parte twn se con-tmido
ne-t eitrala 15 pMiles e pntelhs, e rauito sea
i*m m Inralo na pasgfm das matas ; entre-
tanto re ta ain la man) a se faier e-compre que
os p)iprss competentes nao se deseuidem d
o Inr con toda a atten^ao para es'a nossa va te
coinmunica^-ai, que le n nara o finuro de tornar-
se urna- das ni's imoort-ntes, pois a que em
mais carta disiaocia e em nvlhor lerrso) pj esta
provinna em commuo'caoan om a estrada de
ferro de S. i'aulo, facilitan lo as relacoes ofli:iaes e
co.nmerciaes com a capital 1 I nperio.
PARAN
As ditas desta provincia s i Je 27 Is Janeiro
O CommaViO do Paran noiic.on em data de 18
do correte, que o patacho Bom Ang\ iala re-
cebar um carregamento de madelras, eo*a'bra
nos baixos da ilha dis cobras, onde se perder
completamente.
Dando esta noticia, a olha citada accresceota o
seguiule :
IIi cerca de tres annos, se a memoria n)
nos falla, por occasi) de una forte, t-ovosda, f.o
a oiqe entre o B guass e a costeira o bngue
liom Amigo, qne all seacbava recebendi roadeira.
E' porianto a segunda ounircaeSo di m-smo
ame que aqii sa Derle. Parece que o nos to nao gosia dos Bns Amigas. >
SANTA CATHARINA.
Vo a 2 da jaueiro as nltiroa* datas.*
Fra lanetdo ao mar a 16, no rio Goalrvba, am
cabo .- ol o iruili i que poi em communi-.a^ao a ci-
dade do -sierro cora as estaco** telegraptiieas de
S. Joi do Cimsquam, Pelota*-, llii-Grande e Bir-
ra do Rio-Graode ; at a ultima data fuaccionava
perfeitaroente o telegrapha.
No da II, por occasio de um forte tufao de
suduoeste, frarrojada ao chao, no logar deno-
minado Carreiras, urna casa, qne all se eslava
constroindo ; calculava se o prejuizo em mais de
1:000500!).
Sr. Manoel Jos de Olivera, director do psrio
dico A Piovincia, libertara o seu essravo, :riau!o,
Joo de Paula, de 38 annos de idade.
No da 20 entrara no D*aterro, procedente de
Moutevido, teudo apanhado am lempcral em vis
gem, o encouracado Ltma Barros ; depois de re-
parar algumas avarias seguira para o nosso p r
tp.
De'a tanibem seguir com o roesmo destino, at
2il do correte, o enjouracado Brazil, trazendo a
seu bordo o Sr Baro da Pa*?agera, om andante
da estago.
. PAULO.
Sao de 2o de janei o as datas que recebemos de
Sintos.
Achava-se aberto ooncurso para a arremata
i.o > do asseniemento do telegrapbo e construega
das estacoes de passageiro, di estradi d' {erro
luana, em I e pontos iutermediarios..
O Americano de Sorocab diz e-tarem termina
dos os estuios definitivos d? explorcao da C>m
panhia Soracabana al a capital, e accresceota
que o tras ido tem cerca do nove, kguas de platn
ce, o que facilitar taato a conatraecio, que breve
polera ser aberlo ao tr.af:go a I* seccao, da capi
tal a S. Roque.
O Sorocabiino de 17 declara que, em virtude do
acc iRto que lizeram os negociaates vendedores d i
animaes, devia ter sido a feira pnlongada al de
zerabro. At entio havura sido vendidas 7,000
bestas, mais ou menos, regulando os preeos de
38jj a 52ioJO. Constava exstirera no oampo cer-
ca de 2,000.
Diz a mesraa folba :
< Segundo nos inljrmam, par senteoca do Dr.
jo i? de direito, datada de 2 do corrente, f. i decla-
rada liberta, vista do di-posto no g 2* d art. 4*
da lei n. 2,040, de 28 de setembro do anuo passa
do, a preta Balbina, ex-escrava do cajiai Fran-
cisco de Assls Machado, conforme requeren ao juiz
de orpbaos o curador da mesraa, solicitador Aoto
nio Gonzaga Sneca de Sa Fieory, condemnalo o
dito capito as cusas.
Anda nos iaformam que, a reqnerimeot) do
Dr. promotor publico desta comarca a denoncia
do solicitador S Fieury, orno curador da hbtrt*
Balbiaa, procedeu-se a 11 do corrente, peranle c
juizo municipal, a eorpo de delicio na mesma vis-
to ter ella se queixado de ter sido scoulada, dept
qoe exibira em juizo a quantia d* i.0005, em que
foi arbitrada a sna liberdade; prosegue-Je o su al-
mario da culpa costra o ex-senbor da mesma.
capito A-sis Hachado. *
A Gazeta de Campias no seu numero de 21
assegura qne a agenci? do corrcio estava, havia
das, sera o livro competente para registros, pele
que na se podiam rem-tier oartas registrada;
para outros poato3 do Imperrol
Fra ali abert-", no dia 20, ao transito publico
ara novo carainno, que do rancha prximo ao ce
milerio dos protestantes, e margeanlo a Haha f-r-
rea por Irs da estacio, se dirige ao campo.
SoSre este caminho dir a ref-ria Gazeta:
Foi efO nos terrenos da Sra. D. Rosa Mara
de Jesns, e mandado abrir su cusa Para os
3ue tiveram de transitar caire os dons pontos in-
leados, este caminho de malta it'l'id ?! ; poi,
se nao existisse, iviam de dar ama volta coa>iie
ravel. A referida senhora digna d e en-omios
pelo relevante servio que acaba de prestar.
Escrevem di Faxina :
Morava no bairro das Pelr.-* districto da Fa-
xiua, orna raulher de nome Jacintha Mari) da An-
nunciaeao, de 90 aonps mais ou menos, tend) em
sna companhia ama neta e 1G annos, tamban)
mais oa menos, de uome Mara.
Vsi swiu de 10, talvet p-l'S II turas apsnr-
e* MIS liliv-luo de nmii J .a de til, Wfc > m
Ssvlor M .ateiro, e. ano iti 1. su de ui mcha-
#,, qiio ahava se u.a msuni cas,, dirigise a
porta do quintal, arromb ra-a era s>>gni4a, eestrou
nm urna luz na mao, procura dd Jaciutha'e ah
tieti, quj actnvam-se dormindo em um qnarto ;
astas acordanln-se com o barulua, j enconlra-
ram-n'o na porta do qnarte.
c N'es-e acto deu elle om o machado na cabes
da neta Je Jaciuitia, que anda eonseguio esca-
pir-sj di* sua garras, c de'xtndo sua (ubre av,
sah'O par* o vizioho ma>s psrto, alm le pedir soc-
orrd. qianlo, ao voitar em coapanhia de Rufina
de tal e ama li ha, j encontraran! na casa .a ve-
Iba J.china e- tend i ni cha o on a c brada> e se o urna das inaos, qne o assas ino navia
cortado, tend) quebrad) o odlro brao alero de
outroi forimento-.
t A Inf-hz Jtcinthi, clepoi de algumas horas
de sonriment", morrea llcando sua neta grave-
mente ferida, s-oi perige de vida.
t O assasMQO eadio-*e, e o subdelegado, logo
que teve eonheoimento do fddo, dirigio-se com pe-
ritos para o lugar do delicio, proceden a auto de
eorpo de delicio as doas ulT-ndidas, e logo que
coibeo inf irmacos ou provas de quera era o cri-
minoso, fez sahir esoltas ao sea encalco; nao po-
dendo ainla descohri-lo.
O pFocesso achi-se em andamento.i
Na noute do dia 8 ao orrente, no bairro do
Periiuva. foi Miria, esorav. i FjrtunaU Miriide
J;us, ..ll-ii 1-i.i gravem ile pir un tiro de espin-
garda O . e oatini uq ptOcesso.
a Consta-ser aa:or iless-t a ten alo J-ssuin > Al-
ves Birb>sa, morador em Cun;)iaisrqus achivi-^
oaqujlles. Ja-* 'n>raal," ni biirro dj W-
lova, em casa le sea ir.nai Antonio Munel Al-
ves.
No nortt da proviocia luvijm--e lado as segura
tes ratuumu-e* *.
No Babtnal ocommeadad r Vntonio 3arbjsa da
Silva conceder lber la te. a Gtstaa, li hi de Joan-
na, escrava da Sra. D. A'li Cirdo/ille Barbosa de
SjZ Arru la,
O Sr. Barao ds GaariliogU't solemoisara o dia
de Anoo U >m, na sua fzeaU do Carm, con a
ceremonia do oaptism i djs tres prim-iroi inge-
nuo* nascidos de eseravos da dita fazen la, a sa-
ber: Primo, de W as, Priai Voit* a, de 30
:ad.a urna.
O sr. loao Jas da M > ta ta riba ai lera caria d--
libar lade, sea> con lie i i aigam, sua eseraaa
Hila, era aliene^) am boas servio* que ella Iba
tem prestado.
N) P.iuso-Funlo fira baibirameata es'aqueado
por nm seu eacrao o faze.>l?iro Lauriodb Corre
de 'i)l.iy, o i iv f.-liziiisa'.e se ach livre dd pan-
go. O enmioo-o consegua evilir-se log dap)i
de perpetrado ) crirae.
Durante ama trovoaija que hou/en uo dia.31 a
lardj, um raio esgalh'a una das casaarinai di
quintal do palacio, ni capital. A detonaco foi
i i forte, que lodo* os moradores das casas pr-
ximas fi.farara chii'Sdesasto. Felizmente nao boa-
ve dosgeaf J a lamentar.
L-5-e no Correi Pan'ulano :
Pro-eso acle.nici. A) qie as emsta f>-
ram intima I is e devem comparecer amaahaa n.
aciie.nia, para ser ra oavida-, o Sr. Carlos de
Csrvallu e ui.is 6 ou 7 acidarai-o* recera-cheg4<-
dos do Rio.
No dia 21, pelas i horas da lar le. houvera no
consistorio da ordem t^ceira de S. Francisco reu
niio geral dos Irma js. para o tin de ra'ar-se da
sappresso;da Precissaijde Cinza, e r solver se,
pela v i;n; ui de todos ot presentes e representacao
le mais 33 irraaos, qu ni paierara omparecer,
que toase realmente suppri-mda nio > por nj
estar m os andares decentemente decara Jos, como
lamben e principalmente, psla irregiosidade t
poaca veneradlo que se tem prestado a e*sa ca-
Temoaia i nponeute i|e-nosa regiSa.
Por urna carta de Br>gan;a cdnstsva qne all
estivra.n nm capitalista de S. Paulo 6 engenhei-
ros, no intuito dn exminarm a praticahilidade
lu'uma lioha f-rrrea qu>! diqielle poato segm'sse,
piafando pur A ibai, a entroocar-se no lugar mais
onveuiente com a estrada de Santos a Jun-
diahy.
O* Sr. G. Sydow & C. estaheleceram na capital
di provincia m imprtante esiab.'lecimento de
maroetteria cora machinas aperfeicoadi, movidas
a vapo-, que raodoTa.ii virda Europa
A este respeito diz o Cnrreio Paulistanq :
II i urna grande machina de apparelbar e
aplainar tiboas, cuja imporlancii avalia^e ante o
seguiote confron'o : o preparo de ama duzia de
lab oa-, que trabalho de 2 d3s para um oO!-tal,
a machina executa-o em meaos da urna? hora,
limpando at'tab'ias ao mismo tempa p?la* 4 faces
e abriodo-lhes os respectrvos frisos e juacturas,
quinto isloneossario.
Una outra aiaehiaa, nao menos importa He,
a daoomioada Marcenetro universal, na quil ex-e<-
cuta n-se simuitaneamanto seis operato;s dfT rer-
les, apiaina orno a primaira machina pecas mai*
peqae-ia, lera alm dsso urna piiaa circular, b.
ah serras circulare, erras chamadas de fita, ma
chinisrao de fzTflspigis e de prefbrar. Ple-se
dlzer qae salum d'alli em poucoi momentos todas
as peCrfs de urna cadeir, por exeroplo, ? faitaado
arma-la, empatna-!a e ena-erniza-la.
ir aiada am toma mesante); maciioas es-
pectaes para mol loras, cnrva.s etc.; machina es-
pecial para prefonca e espigas ; rebolos de di-
versis ordens; appareih) proprio para aponlar
serras, etc.
O vapor da fabrica de Ruston Procter 4 C,
de Inglaterra, tem nm raelhoramsnto notavei; ha
no excntrico nma escala de expansao, pela qnal
se pode a vontade rednzir a forca da pressao de 10
a 4 cavados, o que di ensejo a nota val .economa
J eombnstivel.
Fez a compra desias machinas na Europa o en-
genbeiro meeanco Sr. Maximiliano Nothmann, re
sidente no Rio.
O Sr. Adolpbo Sydow foi que incaa*io-se de
montar aqu as machinas, e o fez denotando gran
do peera no seu )fflcio de mecnico, tenlo vindo
ellas como vieran, sem as respectivas gatas e es-
tampa', qua casulmente hiviira sil i e-qieciJa-
na o;cao) da rera"ssa.
Cremos qus os S.s. Sydow vo tirar aprovei-
taraento do capital a eafor^is empregados oeste bel
lo e importantissimo estabelecira-nio, o primeiro
deste genero na provincia.
J o dissenos ha das, ei-e o caminho da
prosperidade desta cap ta1, que rene totas as
ond r5;s pirasr urna cidsle p)r ex;eeacia ma
nufacture ra.
Nesse-sentido que julgamos sempre dignos
do maior applauso e*forcos como os dos Srs Sy
dow, tenanles a ab ir Ihes os largas borboutes da
industria.
Vtnhim as estradas de ferro e a emigracSo,
saibarn os nosso* capitalistas appbear s emprezas
industriaos o ouro que eotregam aos riscos obs-
curos e esteris da usura, que sem difflollrte e
em curto prazo fareraos deile no-so S. Panlo a
nossa pejuena Manckester.
t lloara aos que desde j eneetam esta brHhan
te vereda, i
A cmara municipal de Santos conceiba a 5om-
panhia das Malhorameotos prorogaci0 do prazi
pira a couclusao das obras de ea:nameoto de
agua e gaz, toado em consideraclo, alm de ou-
tras razoes, a de forca maior allegada peio repre
sentante da companhia, qaal a dehaver o navio
Rchmond ; portador dos mais importantes e Indis
pensaveis matetia.es, destinados ia ditas emprezas.
os quaes faram embarcad >s na Inglaterra, en fe-
vereiro do anno passado, e esperados nesta cidale
al mam do dito anoo, arribado Baha, d'onde
-vewo earreswseoto em o navio Jiartnto JK, que
.o chegoa aqu em novembro I
O novo pram oncedid) expira em 31 de jalho,
mis a romjmah'M espera, a nao lia ver translorno
imprevisto, poder dar os sertros concluidos ames
desse tempe
Durante a ausencia do tenante coronel Dr. Igna-
cio Wallace da Gama Cqchrane achavara-se na pre-
sidencia da cmara municipal de Santos o verei-
dor alferos Jos Teixeira da Silva Braga Jnior, e
no commando superior interino o leoente-oronel
Francisco Antonio de Athayde Peniche, de igaape.
Fallecer em Tatuhy o negociante portudue?
Mirtiub) Guedes Pinto de Mello, que multo con-
correu para a prosperidade daquelle logar, dedi-
cando se em extremo a cnltura do algodie. i
BW DE JANTBO.
Pelo governo imperial foi marcado o dia Ifr
le maro prximo pira nelle-se proceder elei-
gao de nm senador pela provincia do Ra de Ja-
neiro, em subslrtuicao do fallecido viseonde de Ita-
boraby
Eis as noticias eommerciae da nHim data :
i Astaxaado cambio se bre Londres con ser va-
ram-se at o dia 17 a Si 3/8 d. para o papel Jjao-
carij, 24 1/2 d. dito repassado, 24 5/8 e 24 3/4 para o particular.
A 18 effsetoaram-se at as 3 horas da larde,
trausaejfles regulares a 34 5/8 d. para o'-* papel
bao cari > e a 54 3/8, 24 3/8 d. para o particular.
Depois dessa hora os bancos baixaram a taxa pa
ra 24 1/4 d.; nao nos cqpstou, porm, tnnsaccio
alguma rea!?aa a essa ttx, qte eotervaram
Di.'egalo, !. i. e 3. sopplentes do termo d>
Btiit -Francisca de Birr-w e Siva, A atolo Jos
Psrtii.i, I si-Blarmoa Pereira de Msllo, Jos
G)nes Cabra!.
: Sublelegado. l*2.*e 3* sopplentes da fregu-
zia de N. S oh ira do O' de I. j i -a I i- da ios-
taJRibairo Cont, JjS) Joaquira Carneiro, Manoel
1 ds'.a H nrique de Cirvalh, M moel da Cunba
Cavalcapie.
GUARDA NACIONAL -Por portara da presi-
dencia d provincia, de 7 do correols, mandou-ta
agitregar om hatalhaodo nmnicilio de Gjyanna
n 2." teuente porta-asiandrte do estado-maior da
2" sec?i) do batalhi de arufhna d maaicipio
da Alhandra, n.-. provincia da Pjrahyba, fjs^ota
Gomes de Albnquerqne.
ADMINBTilACA) D3 C-)RREIO.-Ela repar-
tQo arrecadou no raez de j meiro ultimo.....
5:239*440, sendo:
Sillos. ...............
Cartas..-...............
Premios................
Multas...................
Asignaturas...........
Emolumento............
1:4884988
2:io0i70
81808
41*880
140*000
*000
82*710
300*000
B1NHIKO O vapor Paran trouxe p ra
Agencias...............
Mivimento de frado*.....
40:000*000
8 000*000
(5:00.1*00 J
3:947*400
4:000*000
1600*0)0
1.447 00
l..)()8\OK)
t.liojiMO
100*001
Pereira Ca-neiro* C,'
fnto Barboza C-
P ata Viinna A C."
E. R. Ribellu if
Vlmoel Martiz Fiuza
J s'- R ilrigue- de S mi
Dr. E. F. daSilvi Tava.-es
Antonio Gimes Nalto
Garvalh) & Noguaira
G-rony ni Liurtr; i de Arauj >
QUaRESHA O Exra e Hvm. Sr. conego v.ga-
rio capitular concede qns se cuma c;rne urna vez
ae dia, durante, a preseate quaie ma, excepto oa
quarta feira de ciuzi, q tarta faira das Tenpua
a 21 de fevereiro, tolas a* sextas feras e sabbau
dos, e a ;e;ii:.na sania a eomeor do domra^o d-
RaOMa,
AGCIOBTB MUlTi0.-A escuna ingiera
Jessia. que hontem entrou oeste porto, proceieute
da Terra Nova, na-Lit. 40 2o' c Lmg. 36' p-la*
4 1|2 horas da tari- do du-4 do mez p. passaie,
soffreu urna tao grande volt de mar que qna era eogolida pelas ondas do que re-ultou fi-r
gravmienie ontuidido um dos tr.ariuhairos que
i;h'cou-se de eucntro a uqs amarrados, cerdea-
do alem disso o "navio o bolo e si If rendo motas
ootras avarias.
. LOPERIA.A que se acha venda a 2H.",
a biueliiio da da imperial cap II da Estancia, a
]aal corre no dia 12.
LEI 0.-Hjje(9( eff'.ctu'. o ag-nte P.nto o
leo i dejm udezsanauucia lo para o armazam do
r. Carrere raa da Cruz n. 34.
A-nsnh ( 10) daVJ ter lugir o leil) di f
z.-nlas hmpas eavariadas, conforme est annuu-
ciado para o mesmo armazn lo Sr. Carrere .
CASA DE DBTEXCAO.-M le fevereiro de 1872 :
Existiam (presos) 373, eitrou I. sabirara 7
ex'slem 369. A saber: nacionaes 265, mulaeres
8, estrangeiros 4, eseravos 51, escravas 3.
Alimentados ca M ivimento da eaferra.-.ria d da G He fevereiro
te I87
Teve baix i :
Candido Jis Rafim, bronrhte.
Fran-Ucisea, escrava deFrancisjo I,mes, diar-
rh'a.
T-veram alta :
Luciano, essravo de loio dos San'o.
Mara, escrava do Dr. J -o Tnom.
BSTABE^BGHfsVNrOS DE C\(UD.\DE Resu-
m d) passsal de educandos e enferims existentes
eo* estabdleeimentos pos, a cargo da Sania Casa
la Mi-encordia no m-z da janairo liado
firmes at s II horas do dia 1% em qoe entrou o
iVerfA America.
tlivalga las a* n licias fv iravels do estado do
carasio as praca* do n irte, tiveram os bancos de
elevar de novo a taxa para 24 3/8 d. O papel da
praca hi negociado a 21 1/1 e 24 5/8 d. A 23 e
24 as operacoe* foram avuit.idas a 24 3/8 d. papel
t.inrario, at s II horas de 24 e a 24 1/2, 24 3/8
* 24 1/4 d. papel particular directo e 2l 5/16 d.
dito indirecto, fechando o marcad frouxo. i; ras-
too no mesmo lia qaet! bancos untura l.aix'ii
a taxa para 24 d. ; n|> transpiron. porm, opara
co a'gnma feita a este arefo.
A 5 o mercado estere mais- flr nt,-vig Tand >
das transaec'V.s que se -Hji-tiuran as laxas de 24
d; para, papel bancario, 24 i/i dito repassado, e
as itoji, 24 1/4 e 24 :\/i d. para o particu-
lar. tV> a 26 at hornera-ooosersranm-se o
prac-i* os 14 1/8 d. pata o papel baacario, e os de
24 l/i H, 3/8 d. par o partenlar. H je apenas
se re'alisaram transaecies a 24 1/4 1 papel parti-
cular. A t'xa bmcaria a meara i.
t S bre Franca regulou o eambio de 378 a 38 >
r*. p >r fraoo papsl particular directo, a 375 r-.
dito indirecto, a 388 ra. papel bancario, sibre
fllimburg da 720 a 72? rs. por marco banco, so
bre Portugal de 123 a 127 O/o vist-i.
i Oss'b-ranos obtiveram durante a qinicaa
os preos de 10*140 a I0*40, a dinheiro. f clwn-
J i o mercado hoja a M)*rl7(l. A praz fiznram-.re
veadas de 10/200 at 10*400; sendo 10*100 o
uiiimo prejo, tago a prazi corto.
F o notavei a firmeza e alta que experimenta
rara os preos ia* apoliees geraes de li O/o. O
maread i abrln 98 1/2 0/q foi gradualmente subra-
io at 1:0-00*008 feowoii hoje a 99 1/2 e 99 I/l
0/n a dinheiro. Dw do emprestimo niclonal de
1889 nci*ram-se varios lotes de 1:120*0)0 a
1:1354030, a diaheiro.
Ti vera nh'ro, o que alay ficilttou o mrcalo de de'
cont, cujas tixas'regnjaiMm Je 7 a 10 O/a como
lju gran-le desenvolvjraento. e activida le a< trao
sacoSaa no mercado de accoes de baajos e cumpa
nhias publicis. As do banco do Brasil, sobre tuto
tiveram raovimento avnltadissimo e comalia oag
tante, ex.-epto oestes dous ltimos da.
O pregos qoe vigoraran na* venia da a;-
coas foram os segrate : banco do Brasil de II*
a 21*000 de premio a dinh-iro, de 141000 a 285
Mo a diversos prazos ; buje o mer:a 1 > f:ii ra ti
17*030 e i;*'00 lito a diaheiro ; Corap.anlva d
Carris le Perro de Per.nambu :o 1005003 e 110
lit i a diahejro, e a este ullim > ore;o a prazo cur
to ; Oimnanhia de Navegaci Brs|ieira I03O30,
9*000^8*030 e 7*00) dito a dinheiro e 2i*00
para raire, >. >
Sibirara para Pernambao : a 26, evads
.allemns Bwie e Citlit'ina ; a 27, escuna ale-
os Joltann, e lugre fran:ez Cline Magleleine ;
a 28 barca pnrlugueza Vencedora e lugre a'le.na.
Elbe : a 9 tingues b*spanh>s Soberano J Canal-
ler ;a 30. barc inglez- Late, lugre dito Pairo, e
escuna allema Ha son'.
Eiav.>m.a sahir para Perna-nonc >: brig i>-
ail-rai Emtl, barca hollandeza Isabclla Joana,
br.igues lie-pinh:S Faran e Magia, polaca di la
Fi'ancis/aila, galera ingl-za Octavia, barca dita
Bvceluai; brigue din Ferrtkil, barca naraejam*1
Gaotbelia, brigue portuguei Ovarense, barca rus-a
Vctor, barca portugueza Linda, e brigue iaglez
Carolinc.
ESPiniTO SASTO
Tarais follus da capital at 2o de Janeiro.
O resaltado tiaal da eleicj para intrabros da
a sembla provincial \ o o scgninte :
l., D/. Heliodoro J. da.Siiv, 102 voto?; 2*. ma-
jor Sebasliao F. de Olivera, 102 ; 3, maior Di-
minaos V. G de S raza. 102 ; 4 uiaj r Man le F
de Pajva. 101 ; 5.', coronel D.ouyzio Alvaro Ro
zonde, 99 ; 6., coronel O.in lo G. dos Sanios Pa-
va, 1; 7., capitai Caetano Benti de J. SOvares,
L!6-j 8.', lente Mauoel da Silva Simo?, 3 ; D .
Jos C. F. Rehallo, 72 ; 10, c >renel M. It. C Mi-
oare-.has. 65 ; II, capitj Jas Rib ir i Ce'hi, 62 ;
12 Dr. Terencio Jo Clavantes, 61 ; 13, Dr. J. J.
de India Pire?, 61 ,14. .rpita. F. R. de Bar-
cellos Fieire, 6); 15, padre J de S. M. M Daarte,
oO ; 16, c, ipitao Basilio C. Demoo, 55 ; 17, Ayre-
U A. T ivar, 55 ; 18, Jo-^ D. Figaeired i da Carva-
llo, 55; 19 maj-.r J. C F.a:i-. Pissrra, 53 ; 20,
Maoo^l Sarafim F. Raogel, 52 ; capuo J ao Chry
,io*amo de C. Jnior, 52 ; paire Mieiceslaa F. L.
W.iazeller, 52.
No largo, era frente ao caes do Imperador, fn
co||ocado um chafiriz, par o qu.il cou.-orrera a
prov icia apenas ora o* tunos precisos para o ea-
ca.namento, sendo a de'poia con o assentameoto
dos tobas, collocariio do chafanz, e aeiuisic i des-
te, feita pelo comujerciante Francisco Pinti da Di-
veira.
O pariolico Crrelo di Victoria omeciri a st
publica I tres vezas por semana.
O Sr. Joaquim Antonio de liveira Saabra, rei
late na villa da laclv.eira do Lap -o- run, cutr.
ra pa'a os cofre d i iha-ouraria de fuenla om a
quintia de 615*000, que hiva agencalo para au;
xi iar a construccio da linha telegraphica que lem
de pas-ar por aquella provincia.
No dia II ra irrera alagado o am-iS) Jos Pedro
Rolrigu.es, qnaaloem urna pequea canoa se di-
riga da Victoria para a illit do Dr. Goulart, onde
resida.
Fallecer, na cidade de S. Matheus Jas Lopes
de Azevelo.
BAHA.
A assembla geral dos accioni panhia de S-gnros loleresse Publico procedeu a
eleico dos seus funcionarios, que sao :
Mesa.Presidente, commeadador Djmingos Soa-
res Pereira ; vice-presidente, commendalor Jvas
Lupas da Silva Ltma ; l. secretario, Joaquim Jos
da Fonseca ; 2* dito, commendalor Manoel Joa
quim Rodrigues.
Direccao.Francisco Josa Ramos, commendador
Fernando Pereira da Cu raa, Jas Joaquira Ferr.-
ra Machado.
Commissao de exame de contas.Commendalor
Francisco Teixeira Ribeiro, Jos Joaquim Pereira,
Manoel Gomes Costa.
r A alfsndega rendau no mez le Janeiro......
1,099:281*288.
O eambio sobre Lmdres regula va 24 7/8 d.
por ISOO'J partiiular.
Sahiram par.i Pernimbuco : a 3), brigue in-
gljz Belle, e a 1, barca sueca Ctjgnus.
ALAGAS.
Letno? no Jornal das Alagis :
que no Riacho Doce, lugar deste termo, iransita-
vara dras homens armados, qoe se Jalgavam galos
fgidos da i!lia de Fernando de Nonnha, fez ex
peJIr na =xta feira passada a noite urna escolia
acompanhada de um (lrtaf de jostir-a, a qnal
trouxe ante-honlem (ubbado) preso Raytnu id i
Valeriano da S:iva,. t;ndo se evadid) o seu cora,
panheiro, e daclarou peranle o Sr. Dr. ciefe de
policade qne tinha sido coniemoado a 14 annos
le prisao no jury desta capital, mas que linha
acabado o lempo de sua pena. Nao apresentaodu
escu: algnma, o Sr. Dr. chefe raaodou o por emjoitao Dinoel do M. Pontes Jnior, lente Jis
custodia para proceder s devldas indgacoas. Francisco de Paula Velez, alfe-es CissniD Jos
No dia 24 de dezembra da aano fiado, o nosso da Oiveira Mala, Capito Antonio Francisco Ca
doso de Sa e 33 sentenciados, lamiana Riza da S Iva, Bitan
enr!, Baima Augusta da Srtva iamos e 2 dios me-
nores, Auiou^o A. P. da Silva.
CEM.TEIUO PUBLICO.-Obitaaro do dia C de
f;vereiro Je 1872:
Felbpe Jas de Sant'Aona, pardo, Peroambuco,
70 anoo, casado, Boa-Vista, ho.-pitil Pedro II;
cario dos ossos.
Fernandos de Freiias, bramo, Portugal, 26 an-
ms, so teiro, Baa-ViUa, hospital portuguez; febre
amarella.
Anienio Jos de Abren, pardo, Pernambnco, 50
snno, casado, Bia Vista, hospital Pedro II; t-
tano.
Vietorina, escrava, preti, Pernamharo, 40 an-
uos, solteira, Santo Antonio; febre tTphoide.
M-Ttiniana Maria da Conceicao, parda, Pernam
buen, 20 annos, solteira, S. Jos; ttano.
E ia*. branen, Pernambuco, 2 annos, Graja; in-
fl.ammacao nos int-stinos.
loto, preto, Pernambaco, 5 mezes, Boa-Vista ;
gastro init-rite.
Cndida Albina de Leroos, branca, Pernamboeo,
65 annos, viuva, Reifa/; tnberculo pntmonsr.
;.? SSi'K N18 liIIWB'MI 11 i ig'-
llispual Peiro I!............
H ijpial dos Lazaros. ......
H spicio de alienad is........
Asyl da raen ii:i.lade........
C Regio dos orpho?.........
DIO das orpbaa*............
Casa dos ex josl >s...........
258
27
I* i
88
90
155
105
Total............. 865
PASSA EJROS. -Viudos do sui no vapor brasl
leiro arana:
Jjs da Silva Arotio e sua saohora e qne'.ro fi
ihi* rnenires, Dr. J>aquim da Cosa Ribeiro, H in-
ri que iltfculauo do Reg Jola Paulino Marques,
Mina Augusta d'Anlraie, Maria Migdaleoa, Joio
R imalho d* Manes Antonio Francisco dos Ris,
Jiaqaira Ferreira, Jas Antinio Cnaves Manoel Ca-
bra!, Frncisco No % s Branco, Antonio Jos Cor-
rea Dr. Ernesto Feliciano da Silva Tav.re- M. Gar-
E1 iar l S h nidt linier J ao Hanrique da Silva, Ri-
fa Giles Ja Ci-ti. Feliciana, Jiob U:y-ses D.
L'oncia Uiysses, atmoil Martina F--rnandes, Anto-
nio Polycirpo da Silva, Jjaquim Pereira de Olive-
ra, Jirge Gitias, Jos Llves de Aguiar e sua se-
nhpra, Carra) Jes Castro, Aotonio Pereira Caldas
Pedro Nolasro Correa, Dimingos da Silva Card o.
F.ancisco Paula Lelte, Labia Josephina !t. Man-
docca, Joa- Antonio Gizendo Jnior, Joaquim Al-
va S -ares, Francisco Reto, Antonio Satirio, Anta
nio M.5 Rabelie, Luiz da Francisco M C. Jos de S
Jo Nune- Leite, J ao drbosa de Viveiros Sanu
go, Joo HodnSjas G unes, Nc-i mi Tolentino Cos-
ta, Jos AutonitfSe Oiveira, J iaquira Amonio de
Cirvalbo, Antonio Evangelista S, Antonio Mraoel
le Carvath i, Bento Joaquim Ribeiro, Joao Mendos
Ferreira, Joo Firmino Pires Costa, Domingos Car-
neiro Ma'.n, Francisco Jos Domingues, Cherubino
Bandeira, Manoel Bao, Clacino Franci o Ludo-
vice, Raphaol A. Vz e Silva. Antonio Pereira Pon
te* Grilo, Amonio Victorino Richa.
Segnem para o -norte:
Ex 2 cadete Luiz Antonio M nteiro da Franca
Jnior, 2* cadete Jos Augusto Xavier, Alferes
Firmino Aflons Pereira, capliao Jernimo Anto-
nio da Silveira, lente coronel loo Tu -odoro Pe-
reira de Mello, Franci-co dhn, capito E*tevao
J laq lim de Oiveira, Roberto II11, sua senhora e
3 tilhos. D. Lucrecia Gailhon, Antonio Clemect'.no
de Lima, Ant mi de Almeida Olivera, Americo
Qialros, frai Jo. de Loza, Marq Jane Kerry e I
fliho, Jacraho Custoiio Ferreira, Josc. Roberto, Jo
s Francisco Pinto, Charles Sraith. Michae| Davy,
Quii bago da Silveira L ibato, Pedro Jor dos San
tos Araujo, Higioo Miguel dos Anjos, I) Amancio
Alves de Oiveira Asedo, Belmira Paz de Azsvedo
e sua srahora, Mguel Gimes de Acevedo e i cria-
do, Wiliam Patn, Prelenco Ayrec e sua senno
ra, Joio And Cogoy Jnior, Amonio eseravo a
entregar, 27oraos do exercito e duas da rmala
O vapor Cururtpe ontrado de Pedpo trooxa os
segantes passageiros :
D C.tarina D de Aguiar CarValho e seu roari
do, Querino Joaquim Mideira e um filho, Dr.
J-r.ny.no R. Rvm sua mulhere2 menores, ca
amigo Sr. lente-coronel Jos Candido de Aiba-
qu-rque Miraahiesua illustre consorte a Ktraa.
Sra. D Mana Tneodora de Jasas Allraquerque.
alforriaram seuse>cravos Leandro de 10 annos de
ilade, Agostinho de 6 annos. Benedicto e Jerony-
ma de pouco mais de 4 mezes, sendo os dous lti-
mos na pa baptismal.
Por occasio do consorcio de urna de suas fl-
Ihas, conceden no dia 3 do corrente mez o Sr. ca-
pit) liypalito Cissiano Lope* R ilrigues lber-
la le so*,n ondic.o aUuma aa mulalinbo Jos,
de 3 annos de idade e fin > de sua escrava Cor Jo-
lina ; e ?'a sogra, a Exma. Sra. D. Taereza de
Jess e Silva, pelo mesmo motivo, confer o liber-
dade plena a Franciso, de anoo e raeo de idade,
E leitrudes, de 3 annos, Olhos de sua escrava
Jusiim. >
No dia 7 f>i installada a assembia legisla-
tiva provincial, com as solemnidades do estylo.
Foram nnmeados promotores pblicos :
Da comarca dePenedo, o bacharel Sil rio Pelli-
co Pereira Ferraz, da de Paulo Alfonso, o bacba-
re! Jjnas Policarpo de Pigueiredo, llcando de rio-
ohum efTeito a portara de 30 de novtmbro do
aano passado que o nomeon para igoal cargo na
Imperatriz e desta ultima Comarca o bacharel Joao
Zenobio Aeclbli de Vasconeellos,
PERNAMBUCO.
REVISTA DIAKIA
C\PATAZlAD'ALFANDEGA.-Por portara da
presidenjia da pravmeia, de 3 do corrale, foi
nomeado engenheim fiscal da impresa da C3pata-
i< da alfandega o Sr. eogenheiro clwfa da repar-
lcao das (liras publica, com os vencimeojos Ce
20C*000 mensaes, deduzidos da re;eita respes-
uva.
OBUCACUES A PEDIDO.
AUTORIDADES POLICIAES.-Por portaria di
nrp:d9n nnnWdns 1 corone! Becto Jote Lamenta Lint T
Aos altos podferes r, em nome de urna daa nossas mais robustas
glorias militares, que vimos a imprensa.
Si o raboe da modestia aecndir as facas da v.u-
vez m-gnaJa tm epoa legtimos rrelindres; se al
gnm pseaio aristarebn (desses qu vo filiar a cada
cante) tachar de inconveniente um procedimento
qoe i temos na inlencao de que se faca i'J^tici
nuem est no caso de recebe-la, irwun-noa de es-
cusa a lisura desse mesmo intuito e a exjuntanei-
dade do servio.
on nio nm nome verdadeiramente illustre na
do
nomeidos
En-omrain-e ou ni* escripias sos pr
oses patrins pagina* hrflhaote c>oignni.
i.iipereceiuurtM d'ajaella brwaa e>pada p-rnam
bocana f
Neg-lo seria prophanar nm legada qae lem n-
Jispntavel jus e*tim e veoeraca) de coaMnpo-
rane is por viodouros.
A > passo, po n, que os feitos e o o >m* da be-
nemrito coronel Limenba, imprimiram la-tre m
lelevel a no** historia, deploravel oniriate I
Xdlentissina riuva dess desolado lidad.ir car-
ie o re-to dii pnat-ltdos annos no mais isgrato e
rudo olvido I
O g.werno da nossa trra ni leva nm real a
titulo de olio, nu pensao, ou a qn- litlo foa*e,
ao lar que oatr'ort visava para participar dos ra
pleoiores d gloria d > veterano.
E no enlamo futas parcetlu se despeolaa com
tanta verba de feira i equivoca.. I
Eis ah irm li-;i > que muit-i deve aproveittr a
quem derrama o sangae e ex a a vila no camp*
da batalba.
8 de fjvertiro de 187!.
Domarles
O sr. ir. lovpeclor dn sa A de dio
porto.
Renhila disenssao sa acha irav.i'a na impren-
sa peridica com o Sr.inspector da -.ule do ports
a proposllo do sea e pa- si t i o apr-gnado zeio so
cumprimento dos devere* que Ihe i icumbau con-
chf- daqu'lla reparticii.
Em (al discussa i nao ras envolvera ea, por
eerto, se o respectivo iuspector. o >"r. Dr. Lobo
M iscoso, preteo Jen lo delen ler-se de in repacoo*.
que Ihe erara feita-, na invocasse em seo ivor
testemunlia do corara.-rcio, desse commercio na-
cinna! e eatraogeiro, segualo a -ua dtlin da ex -
presta..
No me mi dia en que S. S. alardeava propor-
rimar trata* Ueitidades a este ejwtURSMa, ja tt
v, so as eoropiliveis com a propna digiudade e
com os seus duaeres como cb>-f da repar>i^-ie da
sa do p.r.o, lu ea victima d s enabar^os que
por parle da repruc/i a c.rgo d> Sr. Lf. L tf
Moscoso rao foram oapostw, iropedindi s me ^r-
malmente, coi&s era m--u coioaanoicadn
le----- -i- mez, ter cominooicaca verbal oa
par esenpto om o c.p.ta-i do OtM Rosa qae vi-
nha recalar ord--us, procedeule de ltrc-l na, por-
t qae nao cootta -e ach iofcladu de kiguxa
apidemitt, oorm,que anda ahinlo-e no ca>>
de po lo suspriiu, nio sana m obstculo aim
pies iransmissio de rleos ao capitn, medanle as
cautelas pH-essarias.aconseibadas pti txpeneoci.
II ii f in i de rexposta minha contestacao, qov
eonliooarei a con-ilerar justa emqnanto o coatia-
no na> fr provaio, n com declamac 3 baa.e*.
na i com ironas in liguas de nma p-ssoa qos
oreza e lem c nsciencia da justica que ll.e assia-
te, mas com urna refulgi bascada em d los legies : vea. boje o Sr. Dr. Lobo M. acoso no
harto de Pernambuco com um estirado artigo,
em que por inf-.lidiadera, appareceno granle
copia de pilavras, ha inteira inopia de argumt*
fo.pel i |iie ti: a m nha qneixa relativa ao na-
sio llosa co niesaio \- tm que eslava.
K' necessarlo notar que eu nao pretend, MOJO
preo dar fallazmente a entender o Sr. Dr. Looo
Moseoso, fazer Ihe carga, par ma vontadn, de tro
feto em que, como S. S. d.z nao teve a meo-r
parte ; qult lai smente como merobro deiaeom-
in t:io, cji tesU'tiiuih S S. iovocou, proteur
cotilla um acto, que considero prepotente, on me-
nos ju.-to ; quiz abenas f.zer-lhe ver que as cou-
sas nao errera lio regularmenle na reparticia a
sen cargo (e quero crr que c>m io',- -ocia de
S. S.) como S. S. suppoe, e islo par que pis-a
dar as providencias que em so aleada e-llreren,
aiim de nao ser injuslam-nte mole.-tado o cnmmer-
eio, a, quena no dizer de S. S. tanto? favores -e li
beralisam.
E' nalmcnte admiravel qae. dizeado o Sr. U-,
eos i as primeira* linbas da sua poblicai-i > He
Diario de hontem ter ceido immrdiotamente as'
Recife logo qoe soube do cao era qu stao, i-to ?
epo:s.de Vi horas de ler ocurrido, para dar a-
provid-ncias qae fisseai pre 'a-as, e ten i i se n
contrado coraigo que eotao lmo^ava om done
amig >, S. S. nada sa dignou dizar-me aor a 6V-
sas providencias que o tir.ham fetioconer al a.
Recifa.... K con3 se admira qae ea nala en'to-
lesse dever diz-r-lhe n'essa occasio, baveodo i-
feto seguir o lavio Ilota para o sal por meio J
lelegraph i de Mariath, le bordo de nm navio kes-
panho! 7 ,
Nada tenhn qoe v-r com a daclaracao qoe faz o
Sr. Mo: coso que niio tira meios de sub.-istrocia
do cargo de inspector de saii le do poro, era So
pouco dos ontr-iS emprego? pblicos qoe exeree.
Nio entro n-ssa apraciacio : o qoe nio olTre do-
vida alguma qie, como funcclonario nao so tem
davores peasoaea a cumprir, como Ihe in-nmfre
velar pelo cnmpriraentj de deveres dos seus so-
baliern s ; na o fazeado aisira, se expori natu-
ralmente a censuras, muito principalmente quc
do S. S. parece ter tanto receio de onfiar ao<
outros es em-ora i os que merecer p-lo seos ael*
O 3r. Dr. l. tu Hoscoso leve anda o m gd.-a
de, f ginlo de tratar da qne-tio verteale, diri(-r
rae allu-5es irnicas, qne p deriam magoar a qaeta
se n3o dedignnsse de Ihes dar importancia ; prr
minna parte i sorriso de pielide, e dexar qne o criterio pnbli -
co Ihes d o apreo que merecarem.
Triste cousa a que precisa de qoe se recorro a
tao iri -tes meios |
Recife, 8 de fevereiro de 1872.
Pedro- J1V. Maunj
COMMERCIO.
NORTHERN.
Capital. .
Tundo da reserva
. O,OO:(W^flt;
. 8,iX.^oW#0UC
Agentes, .
jVilJ* Laikan C
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COMPANHIA
SEGURO CONTRA F060
The Liverpool A London & G!ot
iDSuraQce Cotnpany.
Agentes :
Saanders Brothers & C
IICorpo SantoM.
Novq banco Id Peroambuco era liquidado
19 de Janeiro de I87.
Os senores accionistas pod*m rereber f di-
videndo de 1 l|i por cento do capital; as quar-
tas feiras e sabbados.
PRAgA DO RECITO 8 DE FEVEREIRO.
DE 1872
as 3 1/1 irasaa na tabm.
Cota cries ofliciae.
Algodao-de 1" sorte 67 rs. por kilo, hoolers.
Algodo de Goyanna 1' sorte 660 rs. por kHo,
hontem.
imbio sobre Londres a 90 d/v. 1 7fi e Jb
d, e do haoro 5a 3|i d. por 1 AMO.
Cambiosobre o Purt a 90 d,v. l\\ Ofi pretnto,
hontem.
Fretelastro assucar da Pirabyba para Liver-
pool ifi| e 5 0|O, bnmem.
Kralede algndo da P.raliyb para Liverpool V
e 5 0|0, honiem.
P. J. Piolo,
PiiMiaii.
Dubonrcq,
SecreUrto.
ALFANDKGA
aeodimeoto do d'a 1 a 7 ilO:8io\it77
dem do di 8 ,
260.416/477
s
i
f mm i
-


1
diario de Pem&mbttc
Sexta
felfa
:r*C"
9 di. Feemro 4* Ift
<
I
^J'T
=-
a. -
da alf aadega
coui lateadas 395
00 gMtaa 6
1,039
Dt)fc*rr(poi boje 9 de feurairo d 1872.
Bngae DgtoRAten feriaba d e irigo.
Barca poriunep <-Pereira tiorges pairas.
Vapor ioglft!f o-ui'Kfufarins znnerbs.
Bwlranctt-I!kriA.J-idem.
iagleza-Lady Mehxe- bacalbo.
UAPATA2IA DA
Reo lmenlo do dia i a 7
Mam do a 8.....
ALFAMDEGA
. 1:118*637
. 331*792
l:i:0*ii9
Despacho ie exportuco no dia 7 d>
fetereiro de 872.
Para s porto do exterior.
r-i So navio au^eo A'lol>k, para o Oanal, earre-
faram : Klt>)r 4 C
a. .algo lio.
tal saccas cun 15,212 kilos
Nj v.jr ingle* Student, para Liverpool, car
reganta : Saunlsra Brothers A C. 23i reas id
40,0)9 kilos de algodo ; Amonio Valentira da Sil
va Barroca 6 diu< com 5,615 dito* de dito ; Ma-
noel lo dos Sanios i caixa com 21 kilos e.n 12
larris de doee em calda.
Na baraa porlngueza Despique II, para Lt-
tcpoiil, carregou : Jos Feroaoes Ferreira 43
sancas, con 3.3'k k.los daalgudao.
Na barca nglua"2r4/<'iid, para Liverpool,
arregArara : Mills L.iban A C. 125 saccas com
(UlIUios dealgodi).
S* galera iugleza We>t Dey, para Liver-
pool, carregKam : Pereira Ciro 'im A C. 7G sai-
cas com 5.333 kilos de algao.
No brigue ingle ;s, para Bircetlona, car-
rejo.i P. M ahury 170 saccas Com 23,625 kilo<
de algodao.
Na bar.:a p>rtognezs Amelia, pira'o Porto.
car regara ra : Uanar Oliveira A C. 100 saccas
6MB 8.37* kiljs de algodi i.
Nd brigae ioglez ucean Ranger, para o Ri >
da Praia. carregou : P. M. Maury iO barricas
eom 3.5 kilos do assncar hraoco.
No bngae ioglez R. F. Bell, pira o Canal,
carregou : viuva Bastos 1,000 sacsis com 73,000
kilos Je as mear raascavado.
No brigae aorte-allerao O. //. Sleenken, pa
ra o R'.i da Prata, earreg>u : Luiz J is la Silva
Uuimares 191 barric sacar braaco ; Jj-eVicl.tr de Hezeade 201 d.la-
om 2l,2St> di os de dito.
fto brigue aaeional Momento, para o Rio da
Prata, earregaram : da Silva boyo A Filho
500 barricas coffl 32,697 k los de as.-raear braaco.
No vapor f'anc-i Sindh, para o Itio da Pra
ta, carrogaram : Pereira Carneire A C 30) bar
ricas com 35,o2 kilos de assucar braoco.
Na barca partogueza Pereira Borges, para
Lisboa, earregaram: Amori.n Irma os A C. 80
couros seceos espi-.liad s com 560 kil a ; Rraucis-
co Idbeiro Pinto Guiraarss 61 ciaros seceos fal-
lados com 71! kilos.
Para os porto do interior.
No patacho portuguez Olind, Dar o Ri-
Grande doS-.il. earregaram : Carvalhi A Noguei-
ra 90 barricas com 7,815 kilos de assucar braaco
No patacho nacional Aro jj, para o Rio Giau
de do Sul, earregaram : Amoro) Irmaos A '". 150
barricas com 41,773 kilos de assuear bran'\
Na barcaca nacional Isiaaet. para Maco,
carregou : los Rarbusa de Garvalhi 2 ineias bar
ricas com 267 kilos de assucar braaco.
Na b.ircaca GratitBo, para Natal, carregou :
Jos Barbosa de Carva.lu 8 meias barrios com
30 kilos de as ucar braico.
RECEUEDORIA DE RENDAS INTERNA.-
GERAES DE PEK.WMRjr.O.
Reodimento do dia
Idea ao dia 8 .
la 7
I3:360#77
1:1H633
l6:705ilM
CONSULADO PROVINCIAL.
eadiraento do Jia 1 a 7 31.203292
dem do dia 8...... 8.155*675
39 io8967
MOVIMNTO DO PORTO.
Navios ntrales no dia 8.
Rio de Jan>iro e portes intermedios 7 dia?, va-
por nacional Paran, de 830 louelalas com-
maadaiito Gircia, equipagem 53, carga dillo-
rentts geaerfe ; a Hanry Portier A C.
Terra Novai2 dias, escana iogleza Jaste, di
1")6 tonelada^, caiito John Bryant, entupagein
7, carga 2,440 barricas c^m baca'hao, a or-
dem.
Navio sahi lo no mesmo dia.
Liverpocl-Barca ingleza Hermtone. capitliTowill,
carga assocar e algoda.
imihu
O inpecior da alfandfga fazpubiieo, que exis-
tiado na mesma os volumes aba>xo dec'aralis
ni ca?o de serem arrematados para consummo de
conformidade com o dhpasto no esptalo 6o titulo
3' do rogulamtn'.o de 19 de setembro de 1860, e
art. 18 do decreto a. 3217 de 31 de d-zembro de
1863, o; seas ion'.s oa consignatarios devero da>-
pacha los no prazi de 30 dias, sob pena de, nado
ePe, serem vinlidos por sua coala, sem que Ibes
fl|U3 competalo allegar c ntra o elfeitos dessa
vtnla.
Armaz?ra n. I.
Diminju F. Bistis -ea marea, um embru-
lio viali de Liverpool ni barca ingleza R'dbreast,
entrad* em 5 Je Janeiro ds 1871.
MarcasJ.VV1D 1039. urna aixi vinla de Him-
bargo na baro ingleza Brighst A Stat, entrada
em 18 de Janeiro de 1871, consignada a Jo? An-
loo'.o Moreira ias
Dita 1062urna caixa dem, id^m.
Dita 105i/10'J8.--Cinci ditas idem idem en rada
em 9, idem idt-m.
OiU 1060.Urna dita idem idem.
Dita 1063/1073.Onze ditas idem idem.
Uta Carva.hoZiuha A CSi/iW.U-n embrulho
v.oio de Lverpjjl nopalachi inglez Bairire, en-
trada em 20 idem dem amostras.
Dita JAMO 1061.-Una caixa viola de Hara-
bargo na bar;a ingleza Brighst Star, entrada em
21 dem idem, consignada a Jos Antonio Mireira
Dias.
Dita diamante SZ1/2lasdas viadas Jo lian-
irjTgj no patacho norte allemao .luna Saphie, en
irada em 25 iJem, consignado a S L-Mlo A Coim-
bra. '
Dita diamante STC 549lima dita idem idam.
Dita OB 3877 Urna dita iJsm coasignada a Olio
B.-kres.
D ta JCCS 130.Dm volume violo de Liverpool
no patacbo ioglez Atalanta, idem idem amos-
tras.
DiU diameat* MI 81/35.-Uno embrulho vindo
ds Glasgow na barca ingleza De'phin\ idem idem
idem.
Dita Adamson II. & (1 sem marcaUm dilo
idsra dem.
Dita Mili* Latlim A C. sem marca.Um dilo
viado de Liverpoil fia barca ingleza Olwer Bland
entrada em 30 id/m idem.
Dita Joaqala Cerardo Basios, dita.-Um dito
idem idem idem/
Hita JMP dita idem idem.
Dita Fzid'oro Bato A C. dita idem idem.
Dita Wilsoo Han dita idem idem.
Da diamaae Meades Goelh), dita idem idem
idem.
D,ta Aotooio L. O.Uievedo A CUm dito vio-
di de Liverpoal na banca iagleza Mimm Gray, es-
trada em 22 de maro |e 1871, amostra
vindo de Liverpool no
airado a 4 de abril,
ma caixa viada de An-
arqoez Armand, entrado
Joaqunn Antonio
ida a
Dita CZA C. dita um
brigae hollandez Tries!,
dem idem.
Dita T\V WJt C !
taerpia no brigae dina
no 1 idem Idm coasi;
de Araolo A C.
0ia 677/679-Tres Jifas dem idem.
Dita 685/686 Tres ditas iJim idem
Di.a 687/689 Tres dem idem.
Dita 694 Uma ilem ideuv
Ota696/9STfti idem dem.
Dita"703/708" Qaatr idem ide.n.
DiU 721 U.na i-lem idm.
Sta 714/726 Tres teinleTD.
ta 733 Una Idem dem.
Ditt 7> U-nr Merai dem. '
DiSaSOJ/tJ^liitsldeij ItoQ,^
DiU 69 UiMMeaa, idem, eotida
idenr.
DiU 820 Ua idia ida*.
Dita Mt/Ml-'ftM'-JMhi ,mrala .-tta 15
i em l'yiem
Dita 721/723 Dais idem Idem.
Diu 794 Um.
DiU 797 Urna.
Armazem n. 6.
Marca FS 13, Uea caixa viada-do Ravre na
barca franceza Haanciense, entrada em 11 de Ja-
neiro de 187 consignada a Flix Sauvage.
Dita. 14. Urna dita, idem ilem.
C P L 4 G L B C. 611. Ilem dem.
Dita.612. dem idem.
.la.-6I3. dem idem.
Dita 614.dem idem.
D i.15. Ilem idem.
> 717. tem idem vndi do Porto na barca
portnafea Seixas l.
Mera ideai consignada a Mlntelro Gregorio A
C.
Oiu.-7l8.Uaadita idem idem.
D ia.-720. Ilem idem.
A J A.531 U na barrica viola de Lladres ao
patacho inglez Enloia, entrado em 20, dem dem,
a ordera.
Dita.533. Una dita idem idem.
Dita.554. dem iJem.
DiU.552. dem idem, entrado em i, Ldem
idem,
S B.Um pacote com areia vindo de Liverpool
id brigue ioglez Oltnda, eolrad>em 5 ro de 1871, consgaado a Sannders Brothers A C.
A C445. Um gigo viado de Liverpool no bri-
gue inglez Monnie Gray, entrado m 27 de mar
o de 1871. eod-ignado a Alves k C.
11 la.i 17. Urna dita 11 m idom.
D F W S S.13. Urna barrica idem.eotrjda em
30 idem idem, nonsignada a Josti AatJnid atoreira
Oas.
Dita.14. Uma dila, idem, eatrada em .3 de
abril de 1871, idem.
Atoas wi n. 7.
L H L C U 75. Uma caixi vinda de Liver-
pool no vapor inglez llumboldt entrado em 29 de
novembro de 1870. cousiguaJo a II. Leger.
Dita.76. Uma dita idem idem.
A A C224. dem idem, consignado a Alves
& C
M G A C1. Urna dila vinda de Liverpool no
vapor inglez Amatone, entrada em 26 de dezem-
bro de 1870, oa-igo.do a M mteiro A C.
A G A.I. U na dita idem idem, consignada a
Amonio Gnncalvej de Araujo.
A A C260. Uma dita, vioda de Liverpool
na barca ingleza OUcer Branch, eulrada em
28 de Janeiro de 1871, consignada a Alves A C.
Dita.2fil. Mem ilem.
Dita.262. Mes ilem.
Dit.263. Ilem idem.
Dita.204. dem idem.
Dita.265. Mera idem.
Dila.268. Mem idrro.
Dita.269. Mem idem.
Dita. 870. I lem idem.
Dita.571. Mem ilem.
Dita.-273. Mam idem.
Dita.274 Mem idem.
l)ita.=-275. Ilem ilem.
Dita.276. Ilem ideo).
Dita.138. Ilem dem.
Dita.238. Mam ilem, entrada em Ia de feve-
reiro de 1871 -
Dita.239. I lem idem.
Dita.240. Id-m idem.
Dita.241. Ilem Mem.
Uila.-2i2. Mein ilem.
Dita.243. Mem ilem.
Dita.211. IiIhi iJem.
D.ta.245. Idem idem.
Dita.246. Mein idem.
Dita.-248. Mera Mem.
Dita.249. Mem dem.
Dita.250. I lem Jera.
Dita.231. Mem dem.
Dita.Soi. I lem i'em.
DiU. -254. Mem idea*.
DiU.253. Mem idem
Dita.259. Mem idem.
Dita.268. Idem.idem.
Dita.236. Mam Jera.
E P L 12!. Urna dita vindo Ja Liverpool 'no
vapor inglez Olinda, enirado em 4 idem dem,
consignado SL-liaphei.lim A C.
Dita.124. 1 em Mem.
Dita.123. Mem idem.
Dita.123. Mem ideir.
Anmzera n. 11
A C A C.-313 e 314. Duas caixas viadas de
Sjuihamptun lo vapor iogb.-z La Plata, eotrado
em 27 de mareo le 1870, coQjigu*lo a Adriano
Castro A C.
T 11.-Uma dita vinda la liba de S. Miguel na
escuna porlugutza Dias, ntrala em 1S de abril
idem, consiguada a Candido AlLasa Moreira.
A L R L B G.-424. Urna da viada de {.Bar-
Je?.ux no vapor fran:tz Ainazone, entrado em 8
do |ulb>, idem idem.
G P T.Urna dit; viola de.. .na barca p^rtu-
gueza Alexmdre llciculano, entrada em 22, idsm
ilem.
C G A C.217. Tres liUs viadas de Liverpool
no vapir tagl-z Pascal, entrado em 2o de agiso
dem idem.
D ta.214. Tres dilas da ilem idem.
G.1557. Uma dita vinda da Souiharapton no
vapor inglt-z Oncula, entrado era 27, id sin idem,
ii-iga..Jo a G. Abreu.
R.-Uma dita, idem idem.
II L.318, 319, 320. Tres ditas vialas Je 5ou-
ihamptia ;n vapor inglez La Plata entrado era
27 Je setembro idem. consignada a H. Leger.
T. J M B.Uma dita vinJa do Rio de Janeiro
ni vapor francez Gironde, entrado em 12 Je ou-
tubro idem, consignada a Theodoro Jast.
T A A & G. 1 e 2. Duas ditss vm las de Lisboa
no patacho portugaez Principio, entrado em 18
id. m Meo), consignada a Jos Antonio de Araujo
A G
OIIL B.-68, 69, 70.-Tresdta< viadas de Li-
verpool oo vapor inglez Glvdiador, ntralo era
19 idem idem, consigoada a II. Leger.
A A G. S M A C.1630. Uma dita viada de
Southamptoa no vapor inglez Douro, entrado em
27 i Jera idem, a ordeno.
F. J. Germn.Dez ditas vindas de... na barca
inglezi Wat (red, emrala em 5 de novembro idem
oa^goadas a Hanry Portier & G.
Dila.=17 ditas vindas de....idem idem entrada;
um 7 idem idem.
Dita2 dilas de.... dem dem, entradas em 8
dem idem.
J P. A. .67. V ix dita viola de Bordeaux no
vapor francez Sindh idem idem consignada a Joa-
quim Pereira Arantes.
Diamante A. G. A G P.1173 1176 U77.-Tres
firdos valos de Souihanpton no vapor ioglez
Oimda entra Jos em 27 idem idem consigna Jos
Andriano Castro A C.
Dita.1178 Il79./-Duas ditas ilem idem.
Diamante W. P. .-8, 9 10 11 12.Gmco cai-
xas vindas de Liverpool ao vapor inglez Humbolt,
entradas em 28 dem idem.
F. 1. Germn.22 dias, vindas de.... oo uavio
americaao Leonardo, entradas em idem idem con-
sigoadasa Hamy Forster A G.
Sjmi-circulo W.Quairo ditas vindas de.... na
barca americana Umao ntralas em 6 de dezem-
bro ide.n emsignadas a W. R. Gassito A C.
J. M. P. e P. L. G. 25 barra, maateiga viodos
de Bordeaax no vapor fran:ez Gironde, entrados
em 10 idem idem a ordera.
Dita.25 l|2 ditos ditos idem ilom.
II. L Tres fardos, viodos de.... ao brigue in-
ghz Sea Brii, entrado em 19 idem idem, consig-
nados a Lendon Wild & C.
J. M. C. L.-198|l 12i2 203.3 178,4-Qaalro
caixas viadas de.... na barca allema Soctetat,
idem idem, consignadas Heniy Forster A C.
11,11.-16,7 87i8 57,9.-Tres ditas idem Idem.
Dita.-160(5 58(6 22(10 22(11.Quatro barricas
idem idem-
F. S.-17 18 19 20.-Qaalro caixas viadas de
Liverpool no vapor inglez Amazona, entradas em 23
dem idem conasignadas a Flix Saavage A C.
Diamante 400.80. Uma dita idam idem ea-
trada em 24 idem idem consignada a Alves i C.
J. R. Souza.-Uma dita viada da liba de S. Mi-
guel oa escuna portogueza Dias, entrada em 13 de
fevereiro de 1871, consignada Josa H. de Soaza.
A. F. 1.Uma diu vinda de.... oo brigae
portagaez Despiqu II, entrada em 18 idem idem
consfgnaa a Carlos Pinto de Lemos A C.
Dila.-2.Um fardo idem dem.
A & C.6.Uma caisa vinda de Liverpool no
vapor inglez Suladim, entrada em 23 idem idem,
consiga da a Atve & C
J. A.475.Uma diu idem idem consignada i
Joao Antonio de Araujo A C.
M. diamanta H. L. N.Uma dita idem idem con-
signada a H. Leger.
af: S. M.-96. Una dita viada da Ilha de S.
Miguel oa escena ponagueza Dias entrada cm 13
dem idem a ordeir.
A. C 438-451.Duas ditas vindas de Liver-
pool no tajar iogler, Olala entradas m 3 de je
verelro idem den.
O Iflm. Ir.lnspector da theeowaria provin-
cial, em cenaprimento da' orJera do Esra. Sr. pre-
sidente da-previncia de 6 do correal*, manda fa-
zer publico que no dia 7 de margo prximo vio
louro, peraata a jauta da mesmn tnesouraria se
ha de arrematar a >i da ponte de ferro obre o rio Gapibarrbe no lagar
lo Tahiba na villa da Bao. d'Albo, oreada em
131:550 J.
A arre natacao ser Mta na forma da lei pro-
vincial n. 313 de 15 de mato o 1834, e sob as
clausulas especiaos abaixo deelapa-la? :
As pessoas nne se prop izerera a essa arremata-
ba o comparecam na sala das sessdes da referida
jaata no da Indicado e competentemente habilita-
das na forma d >s amaos 60, 61 e 62 do regala
ment de 31 de julho de 1860.
E para constar se maodou publicar o prseme
pelo jornal.
Secretaria da thesouravla jproviacial de Peros tu-
buco 8 de fevereiro de 1872.
O oilWal da secretaria,
Miguel Alfonso Ferreira.
Clausulas especiaes.
1* O contratante da ponte de (trro do Tablba
dever come car as obras no praso de dons mates
depois de assignar o contrafo e as concluir no de
um e uieio anno.
2a O contratante sei obri jado a tazer a obra
como ee acba descripto do orcamento e de confor-
midade com a planta e det*lho, cumprindo res
irictamenle na execucao dos trabalhos as iosiruc-
edea do ngenbeiro encarregado 'de sda Uscali-
sagao. \
3' Os pagamentos seio realisdos em cinco
prestaedes igaaes ; sendo a primeira qoaudo o
contralaale der cornejo ; segunda logo que apre
sentar conDecimento de ter embarcado oa Europa
toda a ferragem ; lerceira qaando concluir as
obras de alveoaria ; quarta quaado der priociplo
a criv.,eao da ponte e quinta na en.r-ga provi-
soria.
4* Para garantir as presUgoes que o contraan-
le h ">uver de rebeber presiaia na thesouraria pro-
vmcial ama Gaoca1 de 40:0004.
5* Os pagamentos serao elTectuados era poces
da di vi Ja proviucial oa conformidade da le pro-
vincial n. 963.
6a De cada prestacao ser des on'ado 10 0,0
que flear em deposito at decorrer o praso da
resprasabiliUde, o qual ser de um ano).
7' Para todi maisque nao vai estipulado as
presentes claa-oUs seguir-se-ba o que dispoe o
regulamento de 31 de jafho de 1861
'fonforme M. A- Ferfeira._________________
O in-pecto'r iutenoo da aifandega faz publicc
que sabbado 10 do carrente, depois do maio da,
pona da masma repartijo, sero veadidos era le-
o, livres de direito a) arrematante. 340 kilogram
mas Je mbre velhi extrahido d) forro da barca
de viga n. 4, no valor offlcial de 1874 ; Guando
todava dependente da approva;o da Exma. pra-
sideneia da proviacia o resaliadp dessa venda.
AlfanJega do Painarabuco 7 le fevereiro de
1S72.
O inspector .inletiao,
Faustino Jos dos Santos
O Mm. Sr. iaspectur da mes urana previa
cial manda l'a.er publico, que em cumprirasnto da
orlem do Exm. Sr. presidente da provincia, vai
oovameute a praja no dia 22 do correle com o
augmento de 20 0|0 no valor di respectivo orca-
mento, que sendo de 6:6004, cou elevade a
7.9204, a obra do rebaixameato da laleira do
TimL, e sob as clausulas especiaes j aunan-
calas.
Secretaria da thesouraria provincial de Peraam
buco, 6 Je fevereiro de 1872.
O oflhia! da secretaria,
Miguel Affonso Ferreira.
4* sec^a).Secretaria da presidencia, de
Pernambuco, em lu de Janeiro de 187i.
Por esta secre'.aria se faz publico qu,\
tendo o Exm. Sr. presidente da provincia
de dar exeengo au art. ti0 da lei pro incial
a. 1030 de 13 dejuohodoanno lido abai-
xo transcripta, se convida a quera quizer.
contratar o assentamento du canta de ferro,
em toda a extenso des'a cap.al para o.
transpoite de gneros, bagagens e mercado -
ras, ti )j teroios da citada lei, a apresentar
suas prt potas no prazi de 10 das a con-
tar da presente data.
O secretario
lias F d'Almettla e A'buqwrque.
L'i provincial n. I'^OO de 13 do junbo
e 1871.
Art- \ Fica igualmente o presidente
da provincia autorisado a contratar com
Bjllarmini di Reg Barros, Jos da Silva
Loyo e Jos Joaquim Aniuues, ou quemm-
Ihores vantagens offerecer q assentamento
ie carris da ferro em toda aextenso da ci-
dade destinadis ao transporte de geneos.
bagaztns e mercadorias, cora o privilegio
de viole e chico annos, e as mesmas co:.-
diges da oncess) feita a companhia loco-
motora do Rio de Jneiro equipolentes as
circam>lancias da emoreza.
- idem.
U>i ?
/
Copia.4.1 seceo.Secretaria da presidencia
da provincia de Pernambuco era o Je fevereiro de
1872.
Por esta secretaria se faz publico, que endo o
Exm. Sr. oresidente da provincia de Jar execucao
ei pruvinci.il n. 992 de 22 de maio do ann>> pr-
ximo pastado, abaixo trascripta, se convida
quera qaizer ciniraiar a eooslruccao de urna es-
trada de ferro que, p -.i un Jo da cidale de G oyanaa
va terminar en Itamb, nos ter nos da citada lei,
apresentar suas propostas do praso de seasenta
dias, a contar da presente daia.
O secretario iattrino, AdolpUo Lamenha Lins.
LEI N. 992.
O Dr. Manoel do Nascimento Machado Portella,
vice-presi lente da provincia de Pdrnambuco.
Fai saber a mdos os seus habitintes que a as-
sembla legislativa provincial decretou e eu sanc-
cionei a resoluccao seguinle :
Art. 1." Fica o presidente da provincia autori-
sado a contratar com Joaquira Lipes dos Arijo-,
ou com quera raelhores vanlageas offerecer, a
construccao de uma estrada de ferro, cojo molor
ser a vapor, a qual parlindo da cldade de Goyan-
na vi terminar em Itaml..
Art. 2.* As obras da estrada serio coraecadas
deatro do praso de 18 raezes, e terminadas ao de
36 mezes coatados da da a da assignatura do con-
irato.
Art. 3.* O contratante ter o direito d desapro-
priar, na forma das leis provinciaes, qaalquer ter-
reno do dominio particular, de que precise para o
leto da via frrea, armazens, estacSes, olficinas e
mai obras da estrada.
Art. 4. As dispo?iQ6es dos | 10, 11, 13 e 14
da lei n. 641 de 26 de Janeiro de 1832 (ario par-
te do cootralo.
Art. o. Em ca?o nenhora ser perraittido ao
contraante asselar os trilbos da referida estrada
sobre o leilo das estradas de rodagem da provin-
cia, salvo o caso de crusamento i nivell
Ari. 6:* Fica coucedido ao contraame um pri-
vilegio por 20 annos para usutruir e explorar a
referida estrada.
Arl. 7.* Picara revogadas as dispoaicoes em con-
trario.
Mani porlanto, tolas as autoridad>s, quem
o conheeimento e execucao da presente resoluco
pertencer, que a co mpram e facam cumprir tao
inieiramente comooella se contera.
0 secretario da presidencia desta provincia a fa-
<;a imirimir, publicar e correr.
Palacio da presidencia le naraarabueo, 22 de
'maio de 1871, SO* da indeoeadeacia e di imperio.
L. S. Dr. Manoel do Nascimento Hachado Par-
idla.
Sellada e publicada a presente resoluco nesta
secretaria da presidencia de Pernambuco aos 21
de maio de 1871.
O secretario, Elias FreJertco ie Alineida e Al-
buquerque.
de; 6J tij por ftfr*eY**Mfftatia coasnnida na
provincia (V mwmlte); om por amelada de
alvarcnga 9 eaafla ea>prevadas Bse*tfce do por-
to, oavegaeio e trfcsywte nos' fio ?ff00 por
eieravo anhador; 51000 por cavsrfio de alu-
guel 5*000 pr caa eetabMoeira ommer-
etal desia cidade ; eOOO-pW eatroc'otf tedenlo
de tr>spr!e ; 16*000 or carro pariicotac de
pa^selo de 4 rods ; iO000 por dilo do rodas;
20*000 por mscate; 25*000 per mnibus ; 3I>#
por carro de alngoel e por carro fnebre; 30J*
por escravo empregaifo do servteo de alvirengas
ds carga e descarga do (wrio ; 30 JO JO por <-*
de modas ; 40*000 por Casa de una bUhar ; 100*
por tiberm qua. vender raiudezas e qninquilha-
rias; 10( pur C;,.a qae vender plvora ; K.Oi
por deposit de car va i de aedra ; 100* por casa
que vender xoopa foita, rbras de solleiro ou de
marcatusiria, estraogrira ; 10lA por cada correc-
tor commercial, agentes de le lio; 200 i por cai
xeiro, corrector oo tocalcad. r de escrasos; 200*
por raa de cambio; 500*-'ir.r casa baacaria, em-
preza anonyraa ou agencia; 1:000* por casa ou
agencia de seguros-;. l.UUi" por casa de gara-
na de bilheles; 1:000*000 por casa de compra e
venda ou qaalquer transa-eo sobre escravos;
2:000| [ir aasjf de pehotc ; 2:000* por cada
jualtinjro que mascalaar na pruvmc.a.
CoaiuUdo Pru\iictai. 23 de Janeiro de 1872.
O adminfctrador,
A Cameiro Machado Rios
O adnnnistrador da rei-ebedona de renda?
internas geraes fz publico que ne.-te mez de
Janeiro e no de fevereiro pr ximo futuro que lem
de ser paga sera malta a taxa dos escravos, rea-
iva o exetexio eurrenlede 1871-72, e que Ando
o referido praso ser cobrad com a mulla de
s*is por cento
Recebedoria de Pernambuco 18 de Janeiro de
1872. '
__________Manoel Caneiro degouza Laeerda.
Pela ihtsunraria proviaefU 40 Pernambuco
se faz publico que do dia 3 do correte por dian -
le pgam-se os ordenados dos eiapregados pro
vinciaes vencidos no mez de Janeiro prximo
dado.
Secretaria da thesouraria provincial de Pernam-
buco, de fevereiro de 1872.
O ofticial da secretaria,
M. A. Ferrpira.
Pela thesouraria proviueial se faz publico
qoe foram tr.in.--ri las para o dia l'i do crreme
as segrales arrematsC'es:
Punte de ftrro sobre o rio Uoa : oteada em
92 400*000.
Reparos da eadea de Goyauna : oreados, em
2:078*125.
Reparos do quartel de Goyanoa : oreados em
1602*214.
Secretaria da thesouraria provincial de Pernam-
buco de fevereiro de 1872.
O olcial da secretaria,
M. A. Ferreira.
IrHjiectjj do arte nal
mariuha.
de
Faz-se publico que a commisso de peritos exa
minando na frraa determnala no regulamento
annexo ao decreto n. 1324 da 5 Je fevereiro de 1854
o casco, machina, caldeira, apparelh.i, raas-
ireaca, veame, amarras e ancoras do vapor
Pacifico, propredade de Caetaoo LiareoQo de Sei
xas, achou lolos essej objecios fin estado de po
der o vapor coaiinuar uo incuso em que se em
prega.
Inspeeeao do arsenal de rajrinhi de Pernambu
co 7 de fevsreiro de 1872.
Francisco Romana Stepple da Silva,
Inspector
A11MI.MSTRAC.VJ DOS COHUEOS l>K PEKNAU
BUCO 9 DE FEVEREIRO DE 1872.
Malas pelo vpor Paran da Companbia
Brasilelra.
A correspoTrtflncia qas tem de ser "expelida
boje (9) pe) vapor cima minrijnado para os
portos do norte at a Granja, ser recebida ptla
raaoeira segmnte :
Macos de joraaes, impres-os de qaalquer nata
ma, e cartas a registra-- at f horas da tarde,
cartas ordinarias al 3 horas, e estas at 3 l|2,
pagaudo porte dup'.o.
O al.iaisirador,
Alfonso do R'go in -.
DECLARACOES.
Consulado Provincia'.
O inspector iota rio.
faustme it Por esta reparticao faz-se constar aos respecti-
vos contribniotes, qae no 1* do vindoaro mea de
fevereiro, coraeca a correr o praso para o paga- /,
ment voluntario dos impostos em seguida meu-
cionados, perlencentes ao auno Saancelro de 18J"
1872 : ineorrendo na mnttnda 6 0/0 es qas dei- -
xarera de realisa>lo dentro dos 38 das desse pra
ao; 20 0/0 sonr diversos eataktoeimeutos com
iiihm m
RE.\L STALIAAO
NO
CAMPO DAS niHGEZAS
QB1XDI0SA BSOftPHHSXDErB PLWGCiO
IIOnlE.
As 8 horas da noute
TftAB.\LIIOS NO VOS E VARIADOS
Primeira ve/
OS LAHCEIROS
Graode quadrilba exceaiada por 4 ,-inhonias e
4 cavalleiros ricamtnte vestidos ao mando do Sr.
Chiarini montando em sen elegante cavallo
H:>;ile Chrlsto.
PRIMEIRA VEZ
M PTR ESTAG6ES i MHO
Lindo e gracios) trabaiho sob cavallo, execu-
lado pela sympaihiea amazona Calbarina Hollo-
way.
PRIMEIRA VEZ.
0 GIGANTE
De 20 palmos de altura, executado |pelo Sr
Orrin.
OS JOGOS ICARIOS
Dilllceis trabalhos exerntados pela celebn
ilia Pereira, compesta de cinco pessoas.
A ESTATUA BRANCA
Graeiosa pantomima sob a direecao do profes
sor Sr. Cs/lo.
Gamacples 6 cadeiras........ 18*000
CadelRs.................. 3*000
Geraes rezervadas............ 2*000
Os meninos menores de 8 aauos 1*000
Plateas geraes................ 1*000
Para evitar confu.-e na porta da entrada ba
ver duas di vi.-oes da segniate raaoeira :
A' DIREITA. Eutr da para os camarotes, ca-
deiras e geraes reservadas.
A' ESQUERDA. Uoicameme ntrala paja a
platea geral.
O Sr. CHIARINI previne ao Ilustrado publico
desta capital, qae de psssagem para es Estados-
Unidos dar algumas representaedes.
A eompanhia irabalbar todas noutes, as 8 bo
rae e.nos domingos e dias sanios haver duas re-
presentaedes, sendo a primeira s 4 lj2 da tarde
e a segunda as 8 l|2 da nonte.
Do meio da at s |3 horas da lar le, e di .6
horas c tarde em dame, esio expostos os bilhe-
tes veoda no escriptono do circo no Campo das
f*ltieetas.
, As comas dessa companbia sero pagas na ni-
Iheterla do circo, todas as segundas feira da 1 ho-
ra as d tarde.
0 Sr. Chiarini para raais saiisfaz.ir ao re vi poffico e desejando realmente qne sena traba
Ibos aejni vistos por todos, tem a nonra da parti-
cipar, qtte de boje em dame haver um trera lo-
4a w anules depois do espectculo, que partir
p das Pffeeaas para Caxanga tocando
'frs pontos.
Alrandsfa de Pernambuso, 8 de fevereiro de- amenes ; 80/0 sobre scriptatwa, ecnioltoiios e
cartorios; 4 0/0 sobre diversa* esubeeeineatos
comraerciae fra da eidado, e de industria pro
nssSes; 5 0/0 sobre a capto vendido nesta ca
fa
Devendo, cnt-gtr no primeiro ps]DetedaEu
ropa os artistas oue faltara psra complaiar o pes-
soal da compaorrta, a direccio tenciona dar co
awf> aos seas irabalhos depois do dia 1S do cor
reme. Acba-se aberla uma assignatura de cama
rute e cadeiras com o abatimento de 20 Ojo sobre
os preeos ordinarios. As pessoas que quizerem
sberTer podem dirigir-sa ao abaixo assignado
oo eseriptorio do ilieairo Santo Anlonio, em lodo
os da otis desde o meio da al as 3 oras da
tarde.
O secretario,
J. Xavier.
GYPASto DRAMTICO
Viva carnaval !
as noutes da 10, II, 12 e 13 do corrtate, ba
vera neste thealro
EXPLENDIDOS
miles ni mm
A' imaco dos d'Europa e Rio de Janeiro.
As familias teem eatrada gratis nos camarotes
de segunda ordera. reservados para as mesmas.
Os cavalhtiro, qui as acompanbarem, pagaro
as saas eutradas.
PREGO DOS BILRBTB3
Entrada para hornera 2*000.
As damas teem entrada franca, ainla mesrao
que se apresenlora phaniaiadas de bomem.
eOjflPAjVHIA
as
Messegeries martimas.
Al o dia 10 do correle rner espera-te da E j
ropa o vapor francez SmJh, o qual depois a
demorado costme seguir para Boetxn-Ayrw
tocando na Bihia, Rio de Janeiro e HHMevidV
Para condies, fretes e passagens, trata-se aa
agencia, ra do Commercio n. 9.
No dia 11 do correte mez espera-se dot por-
tes do sul o vapor francez i. coramindaoM
Joret, o qual depois da demora do. eostaroe se-
guir para Bordos, tocando a Dakar (Gore.
! Lisboa.
Para conair-oes, fretes e aasr.geis, trata-sen
agencia, ra do Coramcreio n. 9.
P ra -bfi
THEATRO
GRANDE FESTA
CARNAVALESCA
Ql' -VI'HO
ESPLENDIDOS E POiirOSOS
Bailes de mascaras
AS NOUTES DH
10, 11, V e 13
de fevereiro,
abrilhantados cora o concurso arlitas e llamas fia no^a cou)p?nhia
(rDCtza dirigida por
Mr. Hurhain.
aPRO>RHifIA
AS 7 HORAS
de cada uma das noutes, cima aanunciadas,
abrir-se-liao a cmcurr^noia publica as portas do
estahel-lecim^nto. ftaaiuoando aos amadores do-
folguedos do carnaval .
Tres mao-iiiftct s salde?,
Cm ameno jardfm,
E um botequim comforUu-1,
ludo g-.iLi sineaie ornado, embandeirado e des-
lumbraule
[LLJJINACO A' GIORNO
Em seguida as dlinetas sociedades carnavales-
cas, imituladas -
Asnioden,
Carlbaldiua.
Coimuiiua,
sro cada u na por sua vez a
ntrala soleuno
s.nlo a saciedad} da Communa precedida pela
sua
11A.NDA DEmSICA
e arvorando tolos os sen- estandarte? e respec
vas insignii.
Depois da entrada, oceuparao as socilades os
camarotes de freul->, que Iho eslo reservados e
delles festejar-.) al<-greraente os deu?e3
Momo e Folia
tomando em sequila parte activa e irap rante era
todos os fulguedos deltas qnatro
NOLTiS DE PRAZER
dacsando simu'.tameuie no salo do pa'co que ex-
pressameate Ihes esli reservado.
A's 9 i [2 ho-as
ser aberto o baiie pelis artistas e damas da
COMt'AMllA FRANCEZ \
qne se apreseatara) em rico tragos de phantazia
Jai em-! i o enihusiajtico
>egi)indj-se depois uma escolhida serie de
QuadrilLas,
Walfas,
Po kas e
Scbotisk.
executadas pela orehesira e extrahidas do reper-
torio do
Mgico Offemback,
Taes como
Graod-Duchesse, Barbe-Blenre, Bela llel-
lene, Bavards, etc. etc. etc>
A'S 2 HORAS
terminar o baile com o famoso
Galope infernal
Todo o estabelecimenlo est preparado cora
go.-to, elegancia e commodidade, havendo aos la-
dos dos camarotes duas espacosas vrandas, e
achando-se o salo da platea solllcienteraente are-
jad".
O botequim acha-se sortido com todos os g-
neros de bebidas das o>elhores qualidades e por
precos razoaveis, e servido por um pessoal suffl-
cenle, para aileoder todos a exigeocias dos se-
ohores consammidiTes.
Emflm, dirigido pelo muilo eonhecido Sr. Joao
Martios Viegas, que ha muito lempo o respon-
savel por todos os negocios tendentes ao bote-
quim.
.0 proprietario fez tudo guamo est ao seu al
canee para apresentar no carnaval deste anno bai-
les superiores a todos os annos anteriores
PREgOSDE ENTRADA.
Cavalheiro 2*000.
Damas, gratis.
Os camarotes lateraes esli) i disposico das
familias que quizerem asM-lir aos bailes tendo as
senhoras entradas gratuitas e fleando apenas su-
jeilos aos precos da entrada os cavalheiros que as
acoupanha;.
A barca portugueza Pereira Borges, capii*) Ma-
no-I de Jess e Silva, vai shr com brevidade,
(era br-ns c.imtnodos para passageir. s, fcraia-M
com l R. Kabello < C, ra do Commercio n. 48,
ou cora o capi ao.
Para o Porto.
Dep< is de poqiena demora sabiri a barca ^.r
logneza S. Mnmel l, a chegar por estos dias
Tralam-se de.Mle j carga e passagets no esirip-
torio de Soares Primos, ra do Vigario Thencn
aAl.__________ _________
Si'gOf C' m moiu lirevii^de para t porto dj
Parahvba o hi te nacional Senhaa *>s Natrn*!*-
para i n le tem a maii r prtj d seu c*.rr^i!Jii'rD!-'
e toma cargS para o ileara : qoem rniM quiz-r
carrejar dirija ?e a ra da Mare de l)eo, eserrp-
torio dt- BaiiOiilouieu Loareiic>> : a ir.i ir cuta o
mesmn on om loso (Iva* rtp 0');ntl
GOMPAiNHIA PERNAJtfBUCAJI
DE
'Saocgnfdo costetrm por vapor
MamanfniapB.
Frtte pelo preco de bircac iivrp canaiaa.
0 vk|K r C"i itript, wu.
mananle Sila. pf.!'''.
pila port' tmt n
dia 10 Jo coi relite as S
horas a* ird.-.

ii'-'M-o targa, encon-
nen-tas. pa.sai(4irrw e dinheiro a fren al as I
iota- :a tarde Jo Jii l sua sabida : scriptoru
ao l-'iirte do Mallos n. 12.
&:&'
E" e-'per:iJa Jo it > di- J -neiro era pj-
eos ilia< a barca portugoeii Linda, qie de-
pois \ pou^a Uc:1j a Efegu :.i p. ra o in-
dicatlo prlo por ter ji grande p r^o da
erg) eugajada e para qoe loe bita : traa-
se cora o consgnala io Joaquina J)S Gor.-
i;al\vs II lio, ra do cumnaerciu n. .'.
Porto por Lisboa
A birea p'r:ugu--za M7.tr. RUeiro, rapij J i)
B.ptista Je Lima, vai sabir a iO o corre*te -
te:n lindas sccoraraodacSas i>ra eaMafnrda tra-
i-i-se com E II. RabiHo A C, ra do Goaaaerci
n. is, ou com o capilo.
LE1LGS.
AVISOS MARTIMOS.
(OHIM\lllt
DE
WVEtiACAO milSILHl
At o da 12 do crrante
esperado dos portos tenerte o
vapor Para, commandante Pe-
reira, o qual depois da demora
do costme seguir para, os por-
tos do snl.
Para (retes epassageiros trata se na agencia,
ftncommendas de pequeo valor, peso,'medida
e tambem dinheiro, recebem-se at a 1 ora da
urde do da da sabida do vapor. Agencia ra do
Cosaroerco n. 8.
Em continubalo
DE
Camellas dadas ra pentor.
H je.
U agente lia: ti os far leiliu, em Coulnnacio, U-
cauellas vencida-, dalas em t culi r, e stand d
objeelos de ouro, perula-, rubias e lr .antes, a<
quaes serao vtolidas pelo :,a..r j :>.; p.r str >
ultimo leilo.
Xa casa de p^nhoro* da travetsa la raa das
Cruzes d. i 1 indar, .r.n: p aodd lego s 10 h
Sp6"~~
MIUOEZAS
IIO JE
J. Carrere levar por rat- rvencao do g ule Pin-
to ain competo sortim de miadrat exigen-
tes era stu aromen a ra da Crol n. [\\, as ejiae*
sero vendidas ao co:r>r doaaarteo, por querer
acabar com este genero de inercadoria*.
O lei > principiara s 10 bjras e:n pomo > r
serem ramios os lotes.
LtilA'j
Eme niinucio
DE
Diversas raiudezas, pcrlumarias a alguteas
fazeiLs pira iquidar.
HOJE
0 geme Pestaa continuar o seu leilao do di-
versas raiudezas, perfumaras e algumas faz*m la-
como sejara, casemiras. gros-de naples bisqo-
uas de seda, sabidas de baile, baioes, saias, espsr-
tilbos, boaets de panno e de couro ; na raa t
Vigario n. 11, armazem. s 11 huras da mh \
Leilao
.
PARA O
DE
6 partes na casa e terreos sita na Trem,'*.
janto do sobrado do Sr. Lu; Jos da
Cosa Amorim.
HOJE
O agente Pesian) legalmente autorisado far sel-
lan de 0 panes no s< brado e 2 terreos sitos na
trempe, tem 4 quartos, s<'tao, etsinha despeaca .-
quartos para prelos, cacimba, lera 90 palmos de
freote e 113 de Toado, o sobrado de paira e Cal
e est edillcado em chaos proprios, is pretendi
tes podem examina lo, e o leilao lera U gar ststa-
feia 9 do correle, no eseriutorio dt ageuu o
roa do Vigsrio n. iS, 1* indr.
DE
Fazendas franeezas
Por liqaUlaqao.
Sabbado 10 do corrale.
J. Carrre levara leilao, por intar >eceio d
agente Pinto, um grande sorlimenlo d iaaee4*<
trancezas, existentes emseo armazem darnad*
Cruz d. 3.
Principiar as 10 horas pdi ponto.___________
DE
Fzendss aYariad*?.
Sabbado 10 do corrate
A'S 1Q HORAS EM PONTO.
O agente Pinto levar i leilo, par
do cnsul de Franca, em-MBMOjC
gttir com a oaior brtid4a\a barca porin-
Anufw,por se achaj co i|aa toda a cargit
o.po*co n/Je ftw -ralla e passatei-
m l| 1 1QUa\l|
celler, e por eoola e risco
Stuns, nsua
ds sen cavo -
Mialk vtefan A si-
sar O*:tuado araaawni da roa d

L

s
*


.;. i.
0iar da farnamfcuoa Sexta (eir 9 da Fever.ro da 187i
DE
Fazetidas avariadas
SENDO :
Dona caixa marca MAC. n. 189 com 30
pecas de algodSo azul (com defeilo) e
200 pecas de madapolao Ono (com ava-
ra).
Sabbado 10 do correte
A'S 10 HORAS DA MANH \\.
QO agente Pinto levar i leilib por c- nta e risco
de qaero pertencf r, as fazendas cima menciona-
da!1, as 10 horas do da cima dito no armazera da
roa da Cruz n 34.
ATTENCiO
I
Leilo
DE
FAZENDAS
EM LIQUIDAgAO
A SABER :
Madapaloes, chitas, bros, cimbris, cassas,
atoalbados, casemiras, pinnos, las, se-
das, manteletes, capa?, enfeites, rmipas
feita e moitos outros artigos existentes
na luja
da ra da Imperalriz n. 2
Pavllho da Aurora
Segunda eira 12 do correte.
O agente Pinto levar leilo, em loies vonla-
de dos compradores as fazendas e inais artigos da
loja da rna da Imperatriz n. 2.
Em conlinaaco e depois de vendidas lotos aa
fazendas, veoder-seha lambeni a armario, balean,
earteiras, barra prova de logo e mais objeelos ali
existentes.
O lei'j principiar s 10 hjras por aeren roui
tos os lotes.
Quem quizer comprar ama grande casa lita na
roa do Paysand outr'ora Passagem da Magdale-
na, com seis quartos, duas graodissimss salas, um
grande solio, cozinha (ora, nm grande copiar,
um corredor que vai desembcear na margem do
rio Capibarine e de solo proprio ; assim como,
ama terca parte de ama casa na roa dos Pesca-
dores : dirija se ra Oireia n. 3, 3* andar.
Aluga-se o segando andar com solio dj so-
brado n. 25 da rna d > Santa Ra
ra do Qaeimado n. 2.__________
a tratir na
M
Tendo-se deeeneaminhado do poder dos abai
xo assignados doaa lettras, aceeitas por Pedro
Americo A C. e garantidas por Aotonie Goncal-
ves Costa, a primeira saccada sos 10 de novena-
bro de 1871, da quantia de 963/868, e a segunda
saccada em 18 de d'zembro, da quantia de ris
1.777*840, atabas ao praso de olto metes: roga-
se a quem as tiver aebado o favor de as entregar
na roa da Imperalriz n. 60, que ser gratificado:
assim como se previne ao respeitavel publico e
part'calarraeote ao Corp-) commercial, para que
nio ficam traosacclo alguraa com dias lettras,
que tirar sem valor algum, visto que os abaixo
assignados tratam de as fazer substituir por ott-
tras, tirando a aquellas todo o valor que por ven-
tura possam ter.
Recife, 3 de tevereiro de 1878.
Pereira da Silva t C.
AVISOS DIVERSOS
O bacharel Flix de Figneira Faria,
tirando-se para a villa de Paje de Flores,
a assumir o exercicio de promotor poblico
da comarca, e nao tendo pedido pessoalmen
te despedir-se de ledas as pessoas da su a
arrisadcs vem faze-lo pelo presente raeio,
oflVrecendo sen presumo mquella villa.
Vnatw a#pMA.a-papaia aorespe-
level publico e especialoient- ao distiocto corpo
do eommercio, que de cammum accordo disol-
vern, a sociedade cominercial quo linhara no es-
ubelecimento intitulado Li-riris Econmica
e aoe, desde Janeiro de 1869 at 31 de Janeiro
prximo passano, gyrou sob a firma de N gueira
& Medeiros : ficando a sargo do ex-socio Noguet-
ti todo o activo e passivo da exiincta sociedade ;
e o ex-socio Medeiros pigo de lodos o* seas ha-
veres e exonerado de toda a re?ponsabidade rela-
tiva aquelle estabelecimento.
Recifa, 3 de fevereiro de 1872.
Jos Nogueira de Souza.
Joaquim Francisco da Medeiros-
Maria Luiza Stepple Lima, Heorique G. Stepple,
Franc seo Romano Stepple da Silva e Jos Antonio
de Brito Basto?, agradecem siceramenle as pessoas
que se dignaram jeompanhar ao ceralterio publi-
co o cadver de sen marido, Rearo e concunbado
Manoel Jos Gomes Lima, e ihes pede o caridoso
obsequio de assistirem, em 10 do correte mtz, a
missa do 7 da que mandam celebrar na capejla
do arsenal de mariona, as 8 boras da raanhaa,
pelo que aloda mais agradecido Ihoi lijar.
Aluga-se. o sobrado de nm andar e suto na
ra Direita n. 81 : para ver na loja do mesrao e
tratar na ra das Cinco-Ponas n. 31.__________
Mudanza de firra i
Braga & Silva, partecipam ao respeitsvel cor-
po commercial desla praca, que admiit ram em
sea estabelecimento de pharma>'ia ra do Rao-
gel, hoje Vi-conde de Inhauma, n. 62, como sen
socio o Sr. pharmaceotico Manoel Thomaz Pereira
do Reg do do correte mez em diante, ficande
desla tala em dianle o nosso estabelecimonto gy-
rando sob a firma de Braga, Silva Reg, fican-
do a cargo deste ultimo socio direeco do mes-
mo esiabelecimemo de pbarmacia.
Recife 8 de fevereiro de 1872.
Braga, Silva & Reg._________
Uriao
-, Precisa-se de um na travessa de S. Joi n. 26,
casa forrada de azulejo".
AO JULIO
Na ra de Santa Isabel n. 9, acba-sb ricos e ele-
gantes vestuarios, tanto a carcter como a phin-
tazia, como tambera novos e bem preparados do-
mio* pretos e d& cores : a tiles quanto antes.
ATTENCO
Urna pessoa habilitada se enearrega a cobrar di-
vidas, e de promover cobraoca de aiugneres de
casa, mediante razoavel commis.-o, ou ajuste :
na rna do Alecrim n. 33, das 3 horas da larde
em dlante._________^_______________
Precisa-se de orna armaco propria para ar-
mazem, e de um cofre ingles prova de fogo do
fabricante Milnrs, porm qne regule um metro de
altura: a tratar na roa da Croz, armazem nu-
mero 23.
BlIhetM
Aos 5:000^000.
garantidos da pro
rinda.
N. S. da Lnz
De ordem do irmlo juiz, coovido a todos os
amados irisaos para reunidos em nosso consisto-
no no domingo 11 do correte pelas 9 horas da
inioha, procedermos a rle-cSo dos novos func-
cion>rio i'e 1872 a 1873.
Secretaria da irmandade de X. S. da t,uz, 7 de
fevereiro de 1872.
Bellarmiuo Pinto de Paiva,
Secretario. ____
Precisare de urna ama para
rpziiihar e comprar : na rus do
B>m Jezu*, outr'ora ra da Cruz
Offerece-se
Para ama, orna preta para ludo servico, menos
engommado : tratar na ra do Hospicio n. 26,
2* andar.______________________________
Rega-se aos credores do finado Ignacio Pes-
soa da Silva queiram apresentar suas comas ra
do Rangel n. 58.
Rna do Baro da
Victoria,
Outr'ora ra Nova n. 63 e OMOl
do costutne.
O abaixo assignado acaba de vender entre o:
teus muito felizes bilbetes a sorte de 300*00*.
im tres quartos de n. 2384, alm de oulras sortee
menores de 10*000 e 20*000 da lotera que se
acaben de sxtrabir (223), podendo seos possui-
dores viren resaber, qne promptamente sero
O mesmo abaixo assignado convida ao rsspei-
tavel publico para vfrem ao sea estabelecimenu
omprar os felices bilbetes garantidos, qns ni<
ieixar de tirar qnalqner premio como prova peloi
mesmos annuncios.
Acham-se i venda os muito felizes bilbetes ga
rantidos da 5a parte das loteras em beneficio d;
imperial capella da Estancia, qne sari extrahida
oo dia segunda feira 12 de fevereiro vindouro.
PRECOS.
Inteiro 6*000
meios 3*000
Quartos 1*500
De iOOdOOO para cima.
Inteiro 5*500
Meios 2*750
Quartos 1*375
Joio Joaquim da Costa LeiU.
AMA
Na roa do Imperador n. 83, 3* an-
dar, se precisa de urna ama forra oo
escrava.
Attetipo
Margirida Garca do
mora na rna das Cal
A assistonte examinada
Livramento presentemente
cadas n. 22, aonde pide ser procurada a qualqoer
hora do dia ou da Doute para o servico de sua
proflsso.
Na ra do Mrquez de li-
li nd a n. 3V, 1* andar, preci-
_ as-se de urna ama para o
servico interno de urna casa de pequea familia.
^m
A flor do pao chinez todos os dias as 4 horas da
tarde ; emananto a tirapeza e bemfitoria des-
uecessaro elogio aigum, costa pouco aos fregu
zes a conhecer a verdade : ra de Gervasio Pi-
res n. 45, nova padaria americana.
Precisa-se de ama ama i*,
de pouca familia, para o servv
terno de dnas pe;s as: a trata-
rna Direita n. 3, 1* andar.

Os Srs. Jos Francisco Ribeiro de Son-
ga e Dr. FrancUc Jos Rabello, o I* |f>
prielario do collegio de Santo Amaro e o
2o proprietario de nm outro col egio, sio
rogados a n andarem a est typographia a
negocio de interesse.
Pedido
Grande soMimeoto do coques a 1*000 e 1*000
cada nm, a elles antes que se acaben, per tal
preco vale a pena : roa da Imperalriz n. 86.
Preci ase de urna ama : na rna
de S. Jorge n. 147. Assin como orea
apariga para andar com ama er-
AMA?
anca.
Alogam-se dminos de seda, de verbotina
preta, e de alpaca de cores, por presos mdicos :
na loja da Conquista a ra do fobng n. 6,
Mudanga de cartorio
O escrivao Saraiva mudou o seu car'orio da
ra do Imperador n, 27, para a casa de sua resi-
dencia ra do Caldereiro n. 42, onde pode ser
procurado a qualquer b^ra que nao esteja no
servico da audiencia.
Estrada de ferro do Recife
ao Caxanga'.
Avisa se as pessoas que anda liverem bilbetes
velbos dessa emprez*, que depois do fim do cor-
rente mez em diaute, nao se contiui mais a tro-
car dito3 bilbetes, sendo esse troco feito anas ve-
zas por semana, as terets e sextis-feiras, na esta-
cao da ra do Sol, das 9 da maoha as 2 da tarde,
somente at o ultimo do comnte mez.
Escnptorio da ompanhia, 8 de fevtjeiro de
1872.
W. Swenson,
Carente interino.
Pede-se a pessoa que em cenfianca pedio um
livro de amostras loja da Magnolia, ra Duque
de Caxias n, 45, o favor de vir restitui-lo, e pen-
sar na neeessidade qne tem o dito estabelecimento
do dio livro.
****** *** *****
Advocado *
A. J. R. DOS COTIAS *
contina no sea eseriptorio a ra das 1
^ Crespo n. 18 andar. X
y& ^K ^K Un, yQ^ W^ J^\ JQK J*** ^R "T ?QK 7W ^*
s
TRILHOS RBnOS
DO
RECIFE A OMMD.4
e Beberibe
Os secbores accionistas s j por meio do presen-
te convidados a receber suas croes no fscripto-
rio da companhia dentro do praso de trinta dias
atis, a contar da prestnte data, das 12 horas ds
manbaa as 2 da tarde. Os que tiverem acc.oes da
primeira emisso devero trazlas para serem
substituidas por oulras da nova serie.
Eseriptorio da companhia, 1P de Janeiro de
1872.
O secretario interino,
los Fortunato S. Porto.
Para casa de pequea fa-
milia precisa-se de urna ama
que cozintie bem e engomme
alguma cousa : a tratar na rea da Cadeia n. 45,
ou na Capuoga, porto da Jacobina, n. 48.
mmm-mm
Dr. Per ira
da
medico operador e parteiro
perador n 43, 2* andar.
"8
Motta
: roa do lm-|
ALUGA-SE.
ara lindo sobrado travessa do ehafariz n. II, en
Fra de Portas : a tratar com o commetidaor
fssaa.
s
fcl^b
Taberna.
m _- Precisa-se de urna ama torra cu
.m_TM/m. escrava, para cas de penca fami
na ra de S. Francisco n. 54.
ha
Precisase de urna ama para o aenico nter-
'no de urna casa de familia : tratar na ra das
Fonceca & Santus, avisa de novu a lodos os
seas devedore?, queiram qoanto antes saldar sens Cruzes n. 29, armazem de trastes.
dbitos, isto no praso de quinze dias 2 eontar de
hoje, (iodo os quaes sero cobrados judicialmen-
te, visto nao ter sido possivel ultimar por meios
amigaveis.
Recife, 8 de fevereiro de 1872.____________
Para ca>a de homem solteiro precisa-se de
urna cogoinroadeira e coslureira : iratar na ra
da Aurora em Santo Amaro n. 44, primeiro an-
Aluga-se o sitio o. 5 juntu a capella de S.
Jos doMasguinbo : a tratar na praga do Corpo
Santo n. 4.
dar. ao p do quartel general.
AMA
o 26. 2o andar.
Precisa se de urna na para czinhar : as-
sim orno de um borne n forro ou escravo para
todo srvico de padaria : raa de JoS) o Reg na roa
n. I, outr'ora da Florentina. e ais 7
Au Sr. thescureiro da irmandade de
S .uta Lozia 'ia igreja do Livramento se
precisa f*IUr nesta typographia._________
Preci-a-sc alugar duas on tres escravas para
servieo in'.erno, paga-se bom ordenado a iratai
[ nperal, eass n. 2i3,
da'noite em diante.
das C a meio da,
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DI
favegafo cos el r a por vapor
Ds ordem do conselho de direeco sao convida-
dos os Srs. accionistas desto companhia a reuni-
rem-e em assembla geral no da 15 do corrate
a urna hora da tarde, no 1* andar de sea predio
n. 12 ra da Companhia Pernambucana, afim
de curaprir se o disposte no art 19 dos estatutos
Recife o de fevereiro de 1872.
O gerente,
Francisco Feneira Borge?.
Fai-se negocio com a taberna sita raa da Gam-
boa do Carmo n. 2 : a tratar na mesma.
Mudanca de cartorio.
O escrivao Jos Mariano muden sea cartorio
para a ra do Imperador n. 12.
1
r
se espera pelo Sr. Joio Miguel de Oliveira Beraldo,
na ra estreila do Rosario n. 9 : agora daremos
explicacoes de que natureza o negocio para que
chamado, publicando os seus proprios bilhetes,
se nestes poneos dias nao procurar dar soluQo a
tal respeit). ____________________
I
o
Fortaram do eseriptorio ia ra do Vigario n.
10, um relogic de < ur > >!e?c"berto, cora as iniciaes
C. P. S. e o numero 16116, e urna crrante e eas-
soleta de ouro com reirato e as Iniciaes C. C. : pe-
de-se a qualquer pessoa a apprehenso desses eb-
jectos, que poderj ser levados ao mesmo eserip-
torio das 10 as 4 horas di da, ou ra da Auro-
ra o. 15.
ADVOCADO
Dr. Joaqcim Correa ne Aracjo
67U'A DO lMl-KKADOK0"
a tra-
Rayrnnndo Lacerre precisa de ama ama para
eogommar e cozinbar, e de um criado para com-
prar e outros servicos do campo : quem preten-
der serv-lo proeure-o nesta cidade rna Imperial,
fabrica de vinagre, on no engenbo Brum, no Ca-
xanga, onde reside, sendo all das 9 horas as 4 da
tarde, e aqui das 6 as 9 da manha e das 5 era
diante da tarde.
Boa recompensa.
Perdeuse urna bengala de unicorno com cha-
pinha de ouro com este expressivo disticoSau-
dade J. P. F. J. 20 de marco 69 : quera a entre-
gar na roa do Mrquez de Olinda n. 40, loja, re-
cebera do dono qaaotia superior ao sen valor.
Deseja-se tallar comoSr. Jos Jaeintbo Hen-
riqoe da Silva, na padaria da roa do Rangel n 9.
ALUGA-SE
a loja do sobrado raa Direita n. 93, e vende-se a
armaco nella exietente, on aluga-se tudo : a tra-
tar com o Sr. Francisco Antonio da Rosi.
topeiro.
Precisa se de ur.) para casa de familia
tar na rna da Cadeia n. 35._________________
Precira-se de urna coslureira qne trabalhe
em machina : n Corredor do Bispo n. 6._______
Precisa-se de urna ama para o servico inter-
no de urna pessoa : n- ra Bella n 29.
Precisa-se de urna boa ama para casa
de urna familia estrangeira, para se oc-
cupar com urna enanca : a tratar na ra da Cruz
AMA
Moleque.
O Campos da roa do Imperador o. 28 pre:i*a
alazar um moleqoe.
****-******-****
0 ADVOGADO
S vi iti:* %na S
COM ESCRIPTORIO
*A RA ESTREITA DO ROSARIO N. 23^
Wt Tem um corso de histeria universal,
arithmetica, algebra, geometria e fraoeez,
em casa de sua residencia, roa da
& Princeza Isabel n. 6.
$*******&**
n.
L\
fe
Precisa-se de urna ama pa-
ra lavar e engommar para
urna casa de pequea fami
lia, porm que seja de boa conducta : a tratar na
ra do Vigario n. 5, 3 andar._______________
Aluga se urna escrava para todo servido de
casa de familia : a tratar na ra da Gloria, sahio-
do da ra da Mangueira, lado direito, terceirn
casa.
J6A0 M SILVA

Medico pela Universidade de Coimbra
Este antigo e j bem conceitnado estabelecimento acaba de ser completamente reformado, qoer em
suas acommodacSes, qoer em seu rgimen interno.
O servico medico-cirnrgico diario feito pelo proprietario ; porm em casos graveas sero consultados
B cutros clnicos, escolbidos segundo a espeeialidade, em que forem mais conceitoados.
Os doentcs de molestias contagiosas, como bexigas, sero tratados em logar separado.
Ha quartos especiaos para parturiente?.
As operages sero previamente ajustadas.
Qualquer facultativo pode medicar o doecte por elle recolbido ao estabelecimento.
Os propietarios dos engenhos, e os possuidores de moitos escravos e traba'hadores podem contra-
tar por prazo de cm anno nm ou mais leitos para o tratamento dos mesmos; no que obtero um grande
abatimento.
O estabelecimento pode ser visitado a qualquer hora para que o publico observe a ordem, que
nelle reina, e o bom tratamento dos doentes.
esappareceu das 7 para as 8 boras da n n
te, do largo da ribeira, onde eslava a servico, u :
menino firro.de idade de 7 pzra 8 annos, ponn
mais ou menos, de nome Joo, levou vestido ca-
misa branca, caifa da brim de lisiras e bonet de
panno pftto. Este menino chegou ha poucos dias
da cidade de Goyanna : roga-se pois a quera o
encontrar o obsequio de leva-lo roa do Jardim
o. 23, qoe se gratificar.________^^________
Leiam.
Agr & C. aind avisam aos devedores di ex-
iincta firma de Quinteiros & Agr, que espassou o
praso para o pagamento de suas conlas at o dia
29 do corrente ; e esperara que durante elle ve
nham salda-las, afim de pouparem
despezas, fazendo-lhos mais o abate de 10 0, pois
quo desejara concluir amigavelmente esta liqni
dac2>.
&!
O advogado Manoel Joaquim Silveira
pode ser procurado para os raisleres de
sua profisso em seu eseriptorio ra
! de Mar{) D- '2. J0 andar, das 10 ho-
ras da maDhaa as 3 da tarde.
llIBi 3IS
mmmm
Gabinete portuguez
de leitura.
i\o se tendo reunido numero legal de meibros
do conselho delibera'ivo no dia 26 de jiu^iro prxi-
mo passade, c^vamentc os convida, por ordem do
IUm. Sr. presidente de-te conselho, a reunirem-se
em se?aa > ordinaria fexta-feira 9 do frrente, na
salla das se-'oes as 6 li Tas da larde.
Secretarla doconstlfco deliberailvo do Gabinete
Portuguez de Leitura cm Pernarabnco 6 de feve-
reiro de 1872.
An'.cnio Augusto do; Sanio? Porto.
lc secretario.
Moleque.
Ra d Seuzalla Velha n. 90. precisa-se de um
molaqoe de l a 14 annos pira criado.
rtrhlicaco lllcrarla
iscurpos
DIN-
SOS ESCRIPTOS
IF.LO
Dr. Apriglo Jusniano da Silva Guimarcs
Edieaa a mais ntida que tem shido dos prelos
do Perr ;; :: i com retrat' io f-ut r)
A' venda os vratia Franceza, ra Pnraeiio
de Harf-i n. !).Pre-;o 12O00. 0< Srs. assigoan
tes podem n indar d corar ^-us exern.jlares no
eseriptorio do aak-r, pra^a de Pedro II, ende
tambera *e venas 0 l-.vro. *
Attenpo.
irova de, logo
Vende-se :ira coffre de ferro
desgoslos e ra de Santo Amaro r. 6.
us
Os Sr*. abaixo meocionados sao rogados a v.rttB
a ra da Cruz n. 63 a neg< cu qoe Ibes diz: -
peito :
Jacintho Soares de Menezes.
Jea luim da Silva Moura.
Joaquim Jos Pereira Alhatidra.
D imingos Jos Vieira Rraga. _______
iMA:
IV.-,'i-a-?e de urna ama que sa-M
cosioht para casa de familia: tu
na do Vigario o. 5, segundo anda'.
Suhloca-se o srrendamento do predio a ru
lo Mrquez de Olinda n. 23, consislndo em um
'asto pavimento lerreo com os fundos par i a
ra da Cacimba, com cbagono centro ende tam-
oem muito espa^oso o andar, o qoal tem sab a
.ndependentei pteodo ser pelo armazem, pro-
prio para om grande negocio por atacado, por
ter o lugar o melhor possivel : tratar com An-
'.onis Jos Rolrigues de Souza na ihesonraria r*
ioierias, ra do Crespo n. 6. ______
AMA
Precisa-se de ama ama para sagra*
mar : na ra Nova o. 31, 1* andar.
Gs abaixo assihnados scientificam ao |-ut.. i
especialmente ao respeitavel corpo coramerc. .
que de^de o dia 31 do dezembro prximo passa
dissolveran araigavein.enle a sociedade que \> ">
pryado ne-la prai^a st>b a firma Antunes & Barr -.
iicando todo o activo e passivo a cargo do so:
Antunes Pao d'Atho 23 de jan -iro de 187?.
Autonio Antnn.'S da Silva.
D:tvl Moreira de Rirros
Mudanpa
Para a casa da modista italiana, que mora
no Corredor do Bispo n. 6, acaba de chegar um
completo sortimento de gorgaro preto e setim :
quem quizer pode procurar, visto que o prego
coramodo._______________________________
Aluga-se a ca-a n. 8 da ra do Jasmim :
iratar na ra da Aurora n. 50.
*HL
Precisase de urna ama pa-
ra comprar e czinhar : na
roa da Palma n. 34.
>
1 .5"

para seu uso.
I. classe qoarto independiente............... 60000
2. ,.................*................ 4J000
3. .............J*>................. 2*0O
4.1 para escravos. /..................... Kfflft
Os doentes das tres primeiras classes tero roopa para a cama e qoarto;
\


os da 4.* teio tambem
Aluga-se ama pequea casa com sala, 2
quartos e cozinha, por detraz da roa do Lima em
Santo Amaro edificada de novo no meio de um
terreno cercado e plantado de capiro, com 900
palmos de comprido e 50 de largo propria para
pequea familia qne queira estar no retiro e por-
to dos bonds : trata-fe no mesmo lagar no segu-
ment da roa da Aurora n. 44, 1* andar a qual-
quer hora. ______________________
Precisa-se de ama ama que compre o cozi-
nhe para oros casa de poaea familia : na ra
nova de Santa Rita n. 41.
SEGUROS
MARTIMOS
E
lOVTIll FOCO.,
A companhia Indemnisadora, estabelecidt
esta praca, toma segaros martimos sobn
aavios e seos carregamentos e contra togo
ira edificios, m arcadorias e mobilias: na
roa do Vigario n. 4, pavimento terreo.
mielo
Precisa se de ama ama para casa de nma fa-
milia composta de tres pessoas : nesta typogra-
phia a tratar com o administrador, on em Olinda
oo oito do Amparo, casa de porto verde.
Erocuradoria.
O solicitador Burgos Pocice de Len,
enearrega se de quaesquer causas civis, commer-
eiaes, crimes e ecclesiaslisas, sendo que destas ulti-
mas especialmente a de divorcio, tem urna pratica
de 17 annos a^sim orno se offerece a trabalhar
de partido por anuo, ludo por ajuste razoavel e de
mado a satisfazer seus constituidles. Declara
tambem aos que, por auestado do respectivo paro-
dio, provarem ser pobres, cojos direitos defrauda-
dos, quizerem defender, que nelle enconlrarao bea
vonlade em prestar gratuitamenta seus serviles o-
reoses : trata-se na ra das Triocheiras n. 48, 1*
andar, ou na sala das audiencias ra do Impe-
rador.
iaV-itlI-Iri
Antonio Secundino d i Monte participa ao-
numerosos amigos e freguezes que mudou o sen
estabelecimento de cabelleireiro e barbeiro, silo a
rur estreita do Rosario n. 10, para o primeiro se-
dar n 4 da mesma ra. Espera merecer Cos
mesmos seus amigos e freguezes asuival'.-a
eoadjuvacao.__________________________
Aluga-se o ifrcexo auoar da propr edad- :
4, sita ra da Imperalriz, eo n boas Beeoatssoda-
c,os |iara familia : a tratar oo t* andsr d m-.
das 3 l|2 as 6 da urde.___________________
Precisare de urna ama para casa .e
pequea familia, para czinhar e com
prar ; paga se bem : rna do Araorim n 43, pri-
meiro andar. ________^_^^_____-_^_.
Aluga-se nina boa casa ierre* com bas'aa-
tes commodos, hora quintal, passand) o no a
do, no lugar Porto
reedificada denovj
u. 14, 1* andar.
AMA
S
ADVOGADO
DR. FRANCISCO 0E PAULA SALES
Ra Duque de Caxias, outr'ora das
Cruzes, n. 37, primeiro andar.
Empreza do gaz
Pernambuco.
Esta empreza tem um lindo sortimento de can-
dieiros, arandelas, pendentes, etc., Unto era vidro
(cryslal) como em metal, e ama variedade de glo-
bos dos padioes mais modernos e por precos m-
dicos. As amostras podem ser vistas no eseripto-
rio n. 31 ra do Imperador. Bco para gaz do
melhor feitio a 60 rs. cada nm. As encorameu-
das podem ser fettas por escripto, na rna do Im-
perador jnno a se .'rotara da polica, on dirigidas
ao abaixo a^signaoo na fabrica S. Jos, qne serio
promptamente auendidas._______^^
COZINBEIRA
Precisa-se de urna qoo seja perfeila coznheira,
para casa de familia : tratar na roa da Cadeia
n. 35. ______l_____________________,
Air i Precisa-se alagar duas pretas es-
JlL A eravas, orna que saiba cozinbar
e outra que engomme e coza : tratar em Santo
Amaro, adiante da fnndicao n. 48.____________
Raa do Imperador e suas
immediac5es
Precisa-s* alagar ama sala na roa do Impera-
dor on anas immediacSss, podendo ser sala da
frente on detrax: a tratar na roesroa roa a. 14,
confesara do Campos.
Na ra da Cadeia do Recife n. 59, precisa
se de ama ama para casa de homem solteiro.
O abaixo assigoado e ana familia, vai ao
Rio-Grande do Norte "a tratar* sua sale, e
deixa por seas procuradores, os Srs. Feliz Pe-
reira da Suva, libaros, Olivara A Ce Pioto,
Barbosa k C, e na gereoaa da sua casa commer-
cial o sea ioleressadc Jos Thomaz da Silva.
Recife, 6 de feprereira e 1872.
____________Joo Franaiata Paredes Porta.
' Precisa'-s de ni serveote para o hotel da
rns Nova iit, Sarna Riu r. I.
da Madeira, a qual se acra
a tratar no larga do Para:: 3
Scanas da vida americana
Sanio luz e vende-se na livraria de Ijilha.ir
A C. a. 9 ra 1* de Marco, nm lindo roaarre
tradutido do fraoeez, rooito eograeado e agrada**;
para ler-se. Preco dez tusides.
:>>
\ i,*i(,r).,
D. Candida Senlnnoha Pereira, D. Matia Ang-
lica da Fonceca Pereira e seos irmaos agrade-
cem profuodameole a todas as pesoas qoe m d.ji-
naram aerropanhar ao cemiterio ot restos mor-
taes de seu presado tilbo. erposo e conhado s
major Jos Luiz Pereira. e as convidara oov
mente para que se prestem a comparecer s rais-
s"s que mandam rezar no d a sexta feira 9 cj
corrente n igreja da Conceicao dos Militares, as
7 1|2 horas da maoha. com o qoe anda l
penhoriram seus reconheeimentos.
i
VTTENCAl
No hotel da praca da Riboira da S. Jote
o. 9, deseja-se falar ao alumno meslre da
escola normal, Manoel Ferreira Goedes. a
negocio de seu inters-e.
A viava, iliha e irmJo* do floado Marcosair j
Pancracio Pereira dos Santos eoovidam aos aaai
gos de sen marido, pai e irmio a onvirem a ni>sa
que pelo eterno dsseanco < ,m* asada
celebrar na rainz da Boa-vista, sexia-lrira 9 do-
crreme as 7 horas da minhia, pelo ajae sarao
reeonhecidos.
Precisa-se de ama ama para o sen ice iaaar-
no de ama casa de familia : a tratar aa roa Joio
ywaaodes Vieira. sitio n. 34._________________
M A Offerece se orna, que sabe eaaSakar
/^fllV perfeitamenle, e, prefere casa estraaffet-
ra : Forl do Muo< o. 8, entrad taa % MeHi,
2* andar
-
V

\.
*****
f__nHmiui_Zl


a. *J0 d Fernambuoo Seu ejj 9 ^e Fevereiro d 1872

i
RIJA DO BRUM N. 52
(Passando o chafariz)

Annuncia aos senhores, de engenhos que por falta d'agua
ou mortes de animaes no possam tirar suas safras, que est
prompto a assentar vapores dentro em 8 dias do pedido applican-
do elles as moendas ja existentes.
Tem em deposito variado sortimento de preparos
MOTORES PARA DESCAROCAR aLGODaO
A vapor, agua ou animaes
inclusve algims que nao precisam de obra alguma de carapina
pelo que podem funccionar logo que cheguem ao lugar.
FORMAS PARA ASSUCAR
Aquelles propiietarios quequizerem formas podem desde
j fazer suas encommendas, pois a casatm em viagem e car-
regando numero su luciente para sunrir a todos quantos queiram.
HAGH1RISM0S DIVERSOS
nesta fabrica ha deposito de todos os .tiachinismos empregados
na provincia, e acceita-se encommendas para fazer vir qual-
quer machinismo a vontade do cliente.
aiaffintmiiii
Na Iravessa da roa
das Crnzes n, 2, pri-
meiro andar, da-se di-
nhelro sobre penhores
de ooro, prala e brilhan-
les, seja qoal for a qaan-
(ia. Na mesraa casa con-
pram-se os mesnos me-
laes e pedras.
OJAY
recoBhecendo a necessidade de que se resenta esta bella cidade de um estabelecimenlo
onde o respeitavel publico, e cora especialidade o bello sexo encontrasse, sem perca
de lempo, os adornos precisos para um elegante penteado, resolved montar umloja as
eondices exigidas, ra Duque de Caxias n. 30 (ontr'ora Crnzes).
A raaneira porque o JAYME entendea preparar nm estabelecimento de (al genero,
a prova segara de qne n5o s o rico mas tambera o pobre, pode, sera detrimento,
gozar das alternativas da moda.
As segointes tabellas que offerece a apreciado de todos, seguramente altestao o
qoaoto acaba de expender.
Tabella de prepos por compra
Coques da ultima moda 10?, 12?, lo,?,
20/1, 2o0e3OOOO.................\
Cacbepaines de cabellos natnralmente eres- i
pos m, 12,5, iH, 205 e 255000....
Crescentes 80, 100, 12,5, 15(5 e 205000. [Alm de muito resumidos os presos de taes
Trancas ondul 10,5, 15,5, 20 e 255000. \objectos, ter o comprador 10 /0 de des-
Encbimentos para bandos 3,5, 4,5, 55 e( cont em ciia maior de 205000.
6,5000............................
Cadeias para relogios 34, 55 e 65000...
Braceletes 5,5, 6,5, 85 e 105000........
Trancas para annis 500 r's............/
Tabella de prepos por alugueis
*0C
5O00
Um coque...
Um cachepaine.,
Um crescente.................. 15000
Urna Irania ondule.............. 15000
Um tope! diadema fri?.......... 1-5000
Um par de encbimentos.......... I oc o
Petateados de coques 1,5500.
Penteados de c*chepines 15000.
Penteados de senhoras 35000 (na cidade).
Variadissimo sortimento de perfumaras Anas e objectos de gesto, receidos direc-
tamente por todos os paquetes da Europa.
CASA. DA FORTUNA
RA I DE MARGO OUTR'ORA* DO
CRESPO N 23.
ios 20:000^000.
O abaixo assignado tem sernpre exposto Ten-
ia os (lites bilbetes do Rio de Janeiro, pagande
irom pamente, como costnma, qaalquer premio.
PRECOS.
fnteiro 24/000
Meio 12^009.
QuartO 6/000-
Kanoal Hartins Finia.
AOS :OO*>000
ztstio i venda os felizes bilbetes da lotera da
labia, na casa feliz do arco da Conceicio, toja dt
wves no Recite.___________________________
lotermeiro e criado^
.no hospital porluguez de beneficencia precisa-
se de ora eclermeiro que lenha pratica, e de doas
eriados para o servido do mesmo hospital : a tra-
tar cora o provedor na ra da Madre de Dos nu-
mero 28
Fundujao da aurora em Santo
Amaro
Os propietarios deste estabelecimenio convidara
eus numerosos freguis e mais pessoas do cora-
raercio a comprarem laxas de ferro batido, do que
tem bom sort ment, e se promplQcara a (aislas
de qualquer tamaito e forma com presteza. Hoje
i facilidade de condocao dos bonds muito concor-
re para visilar-se esta estabelecimento.
Engommidei a.
Precisa se de urna ama para lavar e engom-
mar : rna do Duque de Caxias n. 30, andar.
Precisa se de urna ama pa-
ra cozinhar : na rna Duque
de Caxias n. 50,1* andar.
O Dr. Joao Jos Pinto Jnior ple ser pro-
curado no seu escriptorio, ra do Imperador n.
I", 1* andar, das 10 horas da manhia a 1 da tar-
de ; dessa lira at as 3 na directora da instroe-
cao publica para negocio relativo a essa repartidlo,
e depois em casa de sua residencia, ra do
Visconde de Guyana, ontr'ora Mondego, n. 56.
#
imperial Instituto de N, S.
do Bom Oonselho,
Dirigido pelo bacbaret Antonio Columbino
Serapbice de Assis Carvalbo.
Acham-se fuuccionando nesle instituto as aulas
de priraeiras le:ras, lioguas latina, franceza, togle-
za e nacional, geograghia, philosophia, geometra,
rbetorica, arilhmelica e historia universal.
O Dr. Jos de Miranda Curio, edico }gL
pela FncnMade da Btia, pode sec pro- ?5
curado das 9 horas da m>naaa as 3 da fg>
tarde, t:n seu coj3ultorio a ra do j&
AO ARMAZEM
DO
Roa do Bario da Victoria
N, 7-Oatr'ora ra Nova_N. 7
Acaba de ebegar dovos sorlimentos
Calcado francez.
Botinas para homens, bom beierro pellica, cor-
davao vaqueta e panno, duraque com biquera de
verniz, peluca com biqnera de verniz, bizerro e
pellica com ilhoses e com bolos?, tanto dos fabri-
cantes Suzer como de Polak.
Botas russiaoas, meias botas, penetras e melas
pi roeiras para montarla,
Sapatos de vaqUeta de verniz com scla de rna-
deira, propros para os sitios, jar lina e banhos,
tanto para senhora como para bomem.
Sapatos de borracha para bomem.
Botinas e abotinados de muitas qualidades e pro-
cos para meninas e meninos.
Sapatos de verniz, cbarlat, cazemra, tapetes
avelludados e de tranca, francezes e portuguezes.
Perfumaras
Pinos extractos, banhas, cosmticos, leos, opia-
tas, e poses dentifrices, agua de flores de laranja,
agoa de eclogne, divina, florida, lavande, e de
toilet, tintura para barba e cabello, pos de arroz,
bonetes, e rouitos artigos delicados, com tris
quinhos de extractos, tudo de prlmeira quali-
dade dos bem coabecidos fabricantes, Pivar e Cou
dray.
Mascaras
para o carnaval chogou urna grande factura com
todo sortimento tanto de massa, como de rame,
de sedae de cera, para vender-se barato em du-
zias e a retalbo.
Quinquilharias
Fios artigos de Paris, de diferentes gostos e
pbantasia, como sejam os segnintes :
Leques para senhoras e meninas,
Luvas de pellica e de fio de Escoc?.
Espelhos differentes, para sala e gabinete.
Vidros avulsos para espelhos.
Caixinbas de costura ornada com msica.
Albuns e quadrinhos paro retratos.
Diversas obras de ouro de lei.
Correntes de plaqu para relogios.
Bolcinbas e cofres de seda e de velludo.
Diversos objectos de pbantasia para toilet.
Pencfnez, oculos e bengallas de Inxo.
Chicotes e bengallas de baleia, caona e junco.
Ponteiras de espuma para charutos e cigarros.
Escovas para cabellos, roupa, denles e unbas.
Pentes de marfim muito finos, para caspas.
Ditos dlfferentes para cabello e barba.
Carteiras para notas e para dioheiro.
Malas, boleas e saceos de viagem.
Gaiolas de rame para passarinhos.
Venezanas transparente) para janellas.
Abat-jonrs transparentes para candieiros.
Maroadeiras de dar leite mui fcil as crianzas.
Tiras de molduras douradas para qnadros.
Ricos quadros ja promptos com paisagens.
Estampas de santos, cidades e phantazias.
Esterioscopo e cosmeramas com ricas vislas.
Obiectos ne mgicas para entretenimento.
Machinas da dillerentes systemas para caf.
Berros de vmes para embalar enancas.
Cestinhis para meninas de escola.
Jogos, de dama, domin, bagatela e da gloria.
Carapanhias de molas para chamar criados.
Realejos, accordions, vidros avulsos para eos-
tnoramas e outros muitos artigos de quinqui-
lharias diffleeis de mencioaar.
Brinquedos
Para crianzas,
O maior sortimento que se pode desejar de toda
sorte da brinquedos fabricados em diversos paizes
da Earopa para oatretenimento dos msninos
Prepos.
Era virtudo e novas ordens dos fabricantes,
vende-se tuds precos baratissimos : no arma-
sem do vapor fraoc-z, ra do Bario da Victo-
ria, ontr'ora ra Nova nnitero 7.
*r------
0
Ama de leite
S. 8ER
IXTER3L4TO
DE
3 i
i *?* i? i
ESrABELECIDO NA CIDADE DO RECIFE EM 1862
Soha. proleeco do Siiaumo I*oniflce Po l\
DIRECTOR BMIJlffl EM IITDHiTlCAS
BERNARDO PEREiRA DO CflRMO JNIOR-
vt
m
- <
:*.--
Io VICE-WREGTOR--....
2n DITO-Padre i. V. de
Algonez.
O director do intrnalo de S. Bernardo, ro lendo evitado esfor-
-fos nem sacriScios para proporcionar aos seas alumnos t,ma perfeita edu-
caco pbysica, moral, intellectua! e religiosa, offerecendo-Ihes urna habita-
c3o com bastantes coodicoes de saJabridade, habis proessores que sao
solcitos em prepara-los convenientemente ao fim a que fe destinam. me-
dico pratico core das doeD?as, e finalmente nm sacerdote i lustrado e boae^to que Ibes
explique os principios da religio ebrista, espera qae aesim constituido e
em vista do eccellente resultado, que tem apresentado, contando um eres-
cido numero de alumnos na Faculdado de Direito, qoe coacluiraaj all
^anta>osainetiie os estados preparatorios, nao deixar o tea estabelecimen-
to de ronlinoar a merecer dos Srs. pais de familia o aacilio e confi?nga
com que j nmitos o tem honrado ; e Ibes roga, bem como a todas as
pessoas mereasadas, que se dignem de visitar o mesmo seu estabeleci-
mento, onde sempre eocontrarSo franco ingresso.
CaJeiras de ensino:Primeiras lettras dividida ei duas classee,
teodo cada urna o sea pcofesor, Ltim. francez, laglez, ariiluaeiica, alge-
bra e geometra, gograpbia, piilosopliia, rbetortc, desenlio e msica.
O collegio tm a sua sede no espacoso edificio n. (i i ra do Hos-
picio.
Nos esiata<06 do ollegio, qoe eto a disposi zer 1er, se acham cousignadas as condi8as d* entrada e matricula as
divrsas aulas do estabelecimento.
m
*
da lardo, era
Mrquez de Olinda o. 3i. 1* andar : as
mais turas dj din e a qualqur das da 5&
noute na casa da sua residencia, ra do ffi
JeriqoKi n. 7. S
Pecisa-se de ama ama que saiba eoahihar
a eng''-cnmar pira casa (]" peqona familia :
raiar na ra doHjjpico n. 3o'.
mmm mmn-mmmmm*
Mudanc de residen-
ca c <\scrip:o:'io,
Os bacnareis Liunno do Moraes ri- j
nbeiro e !lb'<&3 de Hjraes Pioheiro mu- S
d^rflm sua residencia e escriptorio para M
a ra do ViscoadK de Iobatiaia n. 7, ou- US
tr'ura ra do (iangel, onde podem ser 5
procuraios para os misieres de sua pro- 1
f&ao. I
s
so-
boa conducta.
Na ra do Pires,
brado *. 28, precia-se
de urna arca boa eagom-
rnadeira, e outra coz-
nhera, forra ou eserava,
paga se bem, sendo de
Aiut:; m-. o i* andar do sobrado o. l da
ra do Gurgns : a tratar com Jos Feliciano de'
Nazareth, ra da Praia n. 20, armazem.
t A' roa -do Forte, sobrado n. 6, precisa-se de
urna an de leite, qaer seja forra, ou eserava, a
|uem se allianga remunerar de mudo que agrade.
Alaga se um graude armatem no caes do
Ramo? a. 34, cora muitos commodos : a tratar na
padant. da roa de Pedro Alfonso n. 47.
Mudanza
Gusta ve Hervelm
C aliellclrelro
Tn a honra de prevenir ao respeitavel publico
e particularmente a seus numerosos freguezes, que
modou o seu estabelecimento para a casa o. 53
roeema ra da Cadeia do Recite, i* andar, por ci-
ma do armazem nio Mercantil.
Eagommadeira
ilVecisa-se de urna qne engomme perfeilaaiente
para casa de familia : traa*- na ra da Cadeia
U.-3S.
!*&&
BB
Armazem de mate-
riaes.
Prai'a h Concordia n. I
O senhores donos e empre iros e obras en-
contrario sempre neate armazem todo neceesario
para qaalquer eooslruceao, como seja : cal bran-
ca e preta, tijollos gfosese de ladrilhos.telha, ci-
mento, areia urna grande quantidade de rna-
deiru de l a 66 palmes de cenprimt-nto.
Iravejameoto ete. etc.
Ootro aim, encarre|a-se o proprietati do dito
armazem de qaalquer fornecimento de L^ateriaes
qae a obra necessitar, para o que tem canoas,
e earroeas, podendo ajastar todo posto na obra,
por menos e melhor qne outro qaalquer, pois qae
Untan tem olarias.
Francisco Ferreira Billliar, nao podeadu,
pela preiteza de sua viagem, despedir-ie de to-
dos os eus amigos, proca*a este meio para pe-
dir-thes deseoipa desta falta, e offerace ao mesmo
lempo o ata limitado prestio em qaalquer par-
te da Ecrona era qae se achar.
TMA
f Ha p. S.
Para cozitmiir e comprar preci-
a-Md naja ama: pa iua da A
Engommadeira.
Preease de urna criada qne ^ngoranr.e
ve : ua ra do Imperador n. 57, 2* andar,
trada pelo Caes 22 de Novembro.
e la-
En-
AHiff i Pre~'a-se de ama amt para
II \ casa de pequea familia : na ra
iH il do Imprador n. 79, Uja.
Hi retloigo do ra Uireita ri. 22 preei>a-se
de trabalhadoi e de um homem para entregar
assacar.
i l| i Na rna de Pedro Alfonso n. 10 pre-
\ 11 \ c'9i>''e ^e u,n arDt C*ra coziobar pa-
fl.l'1/l.ra pequea familia pagase bem.
Aliar i Na ra do Viscundt- de Goyan-
i I \ na n. i 11, ontr'ora Mondego, pre
S, O bacbarel Francisco de Carvalbo
w> lio Sjares Brandao tem escriptorio de
advocacia ra do Imperador n. 37, ,g*
entrada pdo eaes 22 de Novombro. '!
iji\ Pude ser prncarado -da- 10 h?ras s
> 3 em dito escriptorio e tora dessas ho-
Sji ras em ?ua residenci* a ra da A aro
V ra n. 36, andar.
mmmmMm
w^p%
#
*
ADVOGADO f
O b.Tct}arel Jos Lopes Pessoa da
gi Costa Jnior tem escriptorio de advo-
o? gado na roa do Imperador n. 41, !
ffk, aBdar, onde pode ser procurado da
vP/ 9 horas da manha ia 4 da tarde
Qu-rtos par., alugar.
Aluza se ex-ellentes qa.irtos na Magdalena; sao
propros para earroceiros, visio ser o lerreoo
murad', que garante a* carrosas e animaes:
quem pr.tender, pode en-oler-ie com Miocel Silva Moreira, i ra t Pay?aod o. J9, Maod"
lena. *
mu da mmi
Aos 5:0001
Billietes garantidos.
A roa Primeo de Marco (oatr'ora roa 4o
Crespo) n. 23 e casas do costme.
O abaixo assigoado, tendo vendido nos seos fe-
lizas bcetas urameio b. 1076 com o:000000, um
qnarte o. 2384 con 300/000, dous raeios n. 12(4
i: jai 440/000, nm meio n. 1273 coa 100/, e on-
iras aortas da fcOjOOO e 20a000 da icleria que se
acaboa de extrabir (223'), convida aos possui-
doree a virem reeeber na conermiade do eos-
tume sem descont algum. J
Aenam-M a venda os bilhetes garantidos da
3' parte das loteriaa, a benecio da imperial ca-
pella da Estancia (221*), que se extraJuri na se-
eunda-teira 12 do eerrente mez.
PREQOS.
Bilhete inteiro 6/000
Meio bilhete 3/000
Quarto 1/500
la porcao de 100/900 para cima.
Bilhete icteiro 5/500
Meio bilhete 2/750
Quarto 1/375
Manotl Marlins Finia.
Beneficente Luso-Bra-
sileira
A directora provisoria deMa sociedade reso've
fezer urna sessio extraordinaria sexta ftira 9 do
correte, as 6 lt2 hora* da tarde, ni casa de nos-
sas se?iiOi)S ra nova do San,ti Rita n. 1. A roes-
ma directora convicta dos bons .-enii;r,o.v,o- de
seus assocados, espera o compareciraeato de to-
do?, visto a materia doajnmplo da discossio (es-
ta sessao ser de utidaie ao progresso da socie-
dade.
Secretaria da soeiedade Luso Brasileira 8 de
fevereiro de 1871.
0 secrelario interino,
__________________Bento de Souza Mira.
Sociedade Recreativa Ju-
ventude.
De ordem da presidencia, convido aos senbore;
socios para coicaarecerem domingo 11 do corren
te, pela 7 horas di manha, no reeintho -.^n
jocicdade, aQm de procoder-se a eleicao de vice-
presidente, julgando-se oattltaida a assembi.i
com qualquer numero de socios que coiparjce-
rem.
Secretaria da Sociedade Recreativa Juventu'e.
8 de fevereiro de 1872. T
Francisco Viaca?,
! secretario.
Deposito de ,
Em p8juenas e grandes porefrs^ marea Dee.<
ra do Apollo n. 4, venden Jiio do Mate Liw
a ra
JrC
* Faiioh.1 dem ndi ci
Vndese rapen >r frinha de mandioca de Su
ta Ciharina, j en-arcada, e colla da Qakn : m
escriptorio de J >- Vict-orino de Recea* t Ci
iu.i en Mrquez de Olinda, oatfora Cadra sc-
mero 60.
Precisa se de urna ama para com-
prar e crzinhar : na praca da lade
peudencia ns. 27 e 29.
Prtcisa-se de urna eserava. bi coz;nlieira e
urna ama livre para enzomraar e fazer o aervieo
interno de casa de familia, paga-te bem : na ra
da Cruz o. 42, armazem, ou no Corredor d) Bispo
n. 23.
MOFINA
Roga-se ao lllm. Sr. Ignacio V.eira da Mello,
rivao na eidade de Nazareth desta provincia,
favor de vir a ra do Imperador c. 18 a roncui!
iquelle negocio que V s- compromeneo reali-
ur, pela terceira chamada deste jurual, em Um
de dezembro prximo passado, e depcis para ja
aeiro, passoa a fevereiro e abril, e nada cumprio
s por este motivo e\ de novo ce amado para diu
3m ; pois V. S. se djwe lembrar cue c- te negoci>
de mais de oito antros, e quanoo o senhor se;
5ho se acbava no es rlesla cidade
Precisa sede 000/ a joro- para pagarse em
preslacoes mensaes de 60/, de:contando-.-e logo c
juros : quem quizer annuncie.
Palma n. 54.
Precisa->e de urna ama pa
\ ra co::nhar e comprar, sendo
K* de boa conducta : na ra da
Com urgencia
l'reci-a-se de ama ama qu tenba bom c abun
dante leite, quer seja forra ou eserava, i para urna
menina de tres mezes : paga e bem, nesta typo
graphia, tratar com o administrador, ou em
Olinda, no oito do Amparo casa de pono verde.
NOTAS
Troca-se utas do banco do Bra;il e d >an
Qliaes na ra do Bario da Victoria n. 63, intig?
ra Nova, loja de Joao Joaqnim da Costa Leite.
AMA
Palma n. 42.
Precisa-e de urna ama para
comprar c ccrinbar : na ro da
O mais superior cemento qoe ha n3 zotc
em barricas grandes de 12 arrobas aiqoMdas do
(erro : nj trapiche Gueria, no Ratife.
"'EN CAO
Vende se por barato prer.o orna proprtedafe a
nargem da csmba dos /remedios, Ui-vi.-*<
.oda vantagem ao cumpiador, le.'ebi-ndo-se paM
un dinli; :ro e parte era letras ou objetes de
rompa venda ; cuja propritdade conia os
raodeolaiia de pedra e cal qce lastra lC,v\
'jiclos de al cenara grossa r f-. ra. que rmnponi
!o,000, com mais um f. roe e lastro para bmet-*
tetuas, ladrllbos, canos e |..uca, cm rtfmffaati
jarro para qaalquer obra, Cdm d-u> exnrNeBW
'ivfros de peize e com casa de vvenla ;:
grande familia, t rna-e reeommendavel |wc p*-
sar ello a buha dos bonds : as pess-as qae prt-
'.enierem dirijatn-se a dita prnpriedade a etter-
ie com o caiiiio Dt-ltim Los Cavak-aote P*-4.
Pies mtivu de sol e chuva
Chap s do s<.| de lpica muito wa* -ci>-
eofeitads, c< m 12 astias a i/SOO, re este prre) pea grande '|iianti port.t- fn frente !' Livratnentn.
AlSC a duzia u 60T
Lenco.- de cambra a fm.i pm b.rratiaba,
prios para alg Letra a l/Gf-t) a duzia eilftit
ua I ja d;s 6 portas em I < un- do !,ivrmeM*.
COMPRAS.
Corapra-se ama casa '.erres nova ou pelo
menos em oom es'ado. que renda mensalmente
pelo menos 40/000 : quem a liver e quizer ven-
der, dirija-se ra Duque de Caxias n. 43.
MOVIS
Comprara se novoa e usad >?: a ra d-
dor n 48. armazem de tn-- -.
fpera
Piftes de nova imifJi!
Aquelles encracsd.-is p 5-s qoe dincaai
quari rt hora tnau mi men:-s, uo-traadi dte
ren'cs rOres e reprettntando diversos taraert-.
e qoe !r:.z-in nina agraavW di-traeao, reee
a N iva Kspersuca a ra do Duiuti Je t'.*ia? Bfi
m-r 63.
Novo perfame.
Agraiavel A|iaa de Kinarg, perfomejaB r
superior tgoa ftir.ds e oatroa peijiHiief ven para o l-n^i e pata refrescar a pena dao<.
ihe a jii-lla mieicza 'ue i-utros petTin; r* i5
fguein, i N>va E-peranca lema vcidadtira.
Aproveitem.
A Nova Esperaoca raa do Duque de Caa.
n. 63 acaba de nceber nasa pequea qaaDtidade
do candi'lros para gat, o* ;u?c> coi wiren:
duppla, i>to (' o randifirM eew i l >i u- er-
res se I he ni rassem os c>moeiei>te^ dejio-His '
se vendo prder se ha avahar.
Fronhas bordadas
A Ncva Esperanza iiu do DoqaedaCaxa-i
n 63, acaba de reeeber liulfima- Lootus bor
dadas de puro linti. ?. quaes ja eMio promr-."
e Vindfl a-* o* "r prefo ras.avei, lamrtem lea tr-
ullas de laljynutho.
Aos jardineires.
A .Nuva, E-psraoca acaba de ttctbrt trusoaraf
especiaes para jarJineiros, sao a- aMta.4e< <;o<
ti'ii vaJ-i o i:i-ai-aJo, a ella" :n;!' 'jae *e aca-
lca.
Para c carnaval*
A X >va K-r urc. ra < i Wjqne d^ Casias
G3. leai luva.-de pt-ica r u pi mofo c vn.'lcMis i-i r l.-rii.i rn- .
ilo a.'o lio
ra Oo H.x
VENDAS.
j2 Vende-se a taberna o'a Espern;a r. li, n
cidade de Olinda, com refioaca i t eus pertences:
tratar na mesraa, Lad'ira ic^ Paradouro.
ul
lili
Vende-se urna armario do taberna era moito
boa localdada : a tratar n is \h >" -. toa dj Uo
locolottib n. 24.
Rap fr&ncz
e fumu
Vende-se no Bazar
Victoria r>. 2.
caporal.
Victoria roa d^ barao da
----\. :\ iO> I liti Ll.ltU
o Vapo; p i ti en s i
(in'ijii'r p it' a t; '.
Jotes n. ^7 c ;!0.
V'.-;i: lab rna da toa i.' lionas o. i.
a i;ua! b ni t ^ueii-da, e no b" i 'jra!i4> : .
!r;tar na n n;a.
mui tu boa :
o /> rmclia
lueet a veoJe i a la
: la!" i
'. Ca,|
Trua v > J 1} i
V i .
Pi 11, .! -
i
i.a i ua
lila d
.- : i:a
n va.i:.
: i.
I.
Ja' chegou o vera-
deiro doce de goiaba
e vende-se na ra ds Marci i D.as a. 91, arma
zera Relmpago.
ou faz-se qaalquernegoeio c>m ura estabelecimen-
to de raolhados silo raa do Mrquez de Olinda,
ontr'ora ra da Cadeia do Reeife n. oO. Estee -
labelecimeoto offerece grandes vaotagens a orna
pessoa pratica, e que tenha algara capital, para
pagamento dos ere lores existentes.
Vende-so um ti i
casa de m r-da t '
Iretti. !(' -I- fund p
in: !. >ai i
>: b-T.be i." I >:
s i! i :i i Vi !'
I n. il
l n<1
.-.'i

.-. j .
lili O-
ri c
,"-.-- .

; .> i.i ea
ii
. ru

lili
O dono d
do no-o
B m i in. n)
-,
Ptr muito mdico prec
veade-se tres casas na povoa^o ae i'oa oceupaJas
com estabelecimento : a tratar com o major Joa-
qnim Goncalves de Aibaquerqae e Silva nesj
lugar, ou Adriano Ca-tro 4 C. na raa da Csdeis
numero 16. ,
Vend)-se urna mei agua em -hs:
no pateo di Paraizo n. 33 : a tratar oa
Cruzes n 32.
propri?.
ra da?
M
vico do interior.
cisase de umi ama para o ser-
Gratificado
Desippareeeu do quintal da casa d. 30 dt rna
de Sanie Amaro, fregnezii da Bja Vista, no dia 4
deste tmt, por voka do meio da. um cavallo
rosso clare, gordo, tamanho regular, novo, galo-
pador, com marca R no quarto esquerdo perto
da jaou. Suppe-ae ter ido fnrudo. gratifica-
se a f^fm o levar i roesma casa eo der noticias
eaaa* qw rondosata a pprebeocio.
D*-se a qaanna de 3:500/ a uro de I 12
por cento ao m.z sobre hypotbeca em casa dentro
desta cidade, pelo lempo que se convencioaar, cuja'
cas seja livre e deseo barajada : quero estiver
nestas condijrjos dirija-se na do Rangel n. ,
qoe se d,r quera da a mencinala >iuantia.
Ama de leite.
Precisa-se de ama ama de leite : -traur na
rna do Imperador o. I, das 9 da manhat ai 3 ho
ras da larde, paga-se bem.
Copeiro.

_*
Precisa-se de um, oVietunlo aadar n. f? af
ra da Imperalriz.
Viva o carnaval!!
Para este alegre e grande divertmento carna-
valesco, encootram para alugar, os amadores do
bom gosto, nm variado sorlimeoto de bellos tra-
jes para damas e cavalleiro-, f-iios com todo ca-
pricho aos usos da Europa. Cbaraa para elles at-
teo?ai a viuva Barreiros, cabelleretra, em seu
e.'tabelecimento ra de Santo Amaro, defronie
do oito do Biiar da Moda. Proraelte commodidade
nos presos
O abaixo assignado Fraocisco Luiz Goncal-
ves Guimaries, era resposta ao annoucio inserto
no Diario do 1 do crreme era que sua mulher
Joaquina Rosa do Espirito Santo previne ao pu-
blico qae ninguem faca negocio cora elle acerca
das escravas Lucrecia e Bonifacia, por pertenes-
rera estas a suas filhas, declara ao publico :
1.' Que ouuca v;ndeu, nem pretende vender
bens do sea casal;
1* Que a dita sna molher que venden, sem
o poder fazer, a eserava do casal de notne Maria,
asiitn como acaba de vemler ura piano e outros
objectos perteocentes ao casal, e de contrahir di-
vidas, sem audiencia, nem c m eoiiraento do abai-
xo asignado ;
3.* Qoe o abaixo assignado nao se responsabili-
sa pelss dividas contrahidas por sua mulher ; si-
mo orno, protesta contra qaalquer venda qoe
por ventura ella de hoje em diante pretenda fazer
de bens do casal, e contra quslqaer divida por
ella eontrahida ;
4.* Finalmente qae, com quaoto nao vira elle
maritalmente com a dita sua mulher, comtudo ea-
son-ie pelo rgimen da commnohi) e nao est
.privado da administrar os bens da sen casal.
Reeife, i de fovereir.1 de 1871.
-. > PmicUm Loiz Gaaycilros Guimarea.
Vende *e vaecas, novlho e garrotea d-- pas-
to, gordos, e por praco commodo : na es'rila do?
Affl ctos, sitio n 16
e n vi.. -(; be eeireetti -Mi a ret: i
nno .i ^ si;:- i .
Ihe offerece ion? pi r menos 95 p-- :?c'o do
ontra qualqyer uno, como sejam :
Lindas vollinhas de miro a 7#, i-are? e brc-
eos de pbaoiai a 7/, 8/. I0 e 1C, meios #
recos a 1U, rozeUnhas de dfferen:os go.-t)* a 2/
31, I/, o3, 65, Ti 8i o par, l'ga? em! t
3/, ditas de oheoroe a 1/900, bosos encastoai;
a ouro a ii, IsMai asoeisccm orilliaonaaa 3/
ditoi com esratraldrfs, rubial a 6^ crutts a o.-
versos gostos a 3/ e 4/, di:,; cm e.m.rad^
rubras a 105, ra^eletas i/ t/ r c*, 6JUtj,-
com tres boioes pira alertara a 2/, 3/ 41, d
los para colieriatua a -OO, dit.s oara puiiho i
/ o par, cadeas a 20/, dita- a 6/300 a oiiava
p?ncincz de ouro a Ii/, roed.Iba. para reloi
a 10/ s 123, ann-is para cabello a
ios de piala d.uraia a
A
reloj
2/.TO, re..
ISi cSf. brincos a U
ao a 2/.tO0, al1 .ele. a 3/, 4/. *H 8*. dtdaes i-
|ata 800 r?., acra de um gr.oc* sortimntu tt
K.lrai qu6 seria ecf.i Jocho merciomr e garant-
id Jo ser di- miro d< Iri. o Dedal de Qmt r-ipeTa a
l protcro d' puj| co e o-'i aberw at 8 lurt? tr
uoute.
I
Vende-se espelhos locadores de d;?tr.o> (ama-
nhos pelo barato pre;o de f/ofO : v-oha ni rui
do Mrquez de Olrala, antiga Ja Jadeia o. 50 A
loja de miudeza?.
A 320.
Vende se caxmbas cera p< de arroz pelo di-
minuto preco de 3J0 rs a eaiJta : venha a ra da
Cadeia o. 50 A, I >ja de miudezas.
Vende-se botoes dourados propros para fardas
de militares pelo dimiunlo preco de iOO rs. a du
ta .- veoba a ra do Mrquez d> Ooda, amiga
Cadeia o. 30 A, loja de miudeze:.
O collar da rainha
Ra do Imperador n. G3 A.
Vende-se por meos do qoe em outra qualquer
parte os artigos seguiole?:
Sapatos de tranca, marca Chave*, para hornera
a 1/800 e para senhora a 1/600.
Ditos de Charlte Je 3/ a /.
Linha de carrol branca a 900 rs. t duzia, e a
retalbo a 80 rs.
Dita de dito de cores preta a 1/ i duzia e a
retalho a 100 rs.
Bolinas para hornera, de j a 6/
S m jilos oatroa que se .oru. ochJ
meneona-I*s,-s a vh* -,omprs Veode-se a cisa e cilio da e Irada des jate-
los n. 22, a qnal tem bons cwmoos^ wnaVo
tendo o sitio 850 palmos de frebt* e 1300 oe
fund murado e parte dds lados; com duas ca-
cimba tanque et\ e o ?ito com muitas arwes
de frocto, como sipotiz-irns, coqueiros, maogoev
ras, r-rjueiros- eic. baixa para ca'pim e poce 4
boa agii.i para beber : lamben se vende mKa4a
Jo mesmo sitio, seudo na verdade boa aeqols(ac'
por ser f-m lugar moit fresco, sandaeel art
da eidade do Rec fe, cuja via-frrea tem sna esta-
cao na frente do me. Crespo n. 6, thesoarararii das lateras, oan An-
tonio Jos Rodrigues de Souza.
Balanzas horizontes,
asmelhore< que a h j t*>m viadi aa mercada
para cima ds balco, de forca de 5, M, 15 e 2*
kilos : vende Morera Dias em *eaarmat ra raa
'*_Cimn. 26.
Vende- e
eirenos do lado do sol. do sitio Otko a Vidro, a
Parnameirim, aos plm..s : quero avetaader pose
ver a planta qne se acba na 'ja da Sr Casoar,a
roa Duque de Caxias n. 43.
Luvas de pellica
Vende se n Bnar Victoria m da Bario da
Victoria n. 1, luvas de pell.ca brancas, t*ati e de
cores, para ti roens o senb iras, a I/, IjyiQ e 1/
J Pr.___________________________t________
_ ^gA^^a^hi uaa 4i maadHica maiiu -
peno. a/M itrio tres aloaei-
^T^aito a. i es-
cripia de Jos UiiVPm.
/
J
>-
i
\
i


Oiaiio de Peroamcuo Sexta feir* 9 Je Fever tro le 1S,j.
lio ha mato
braneo
Tin
Na l(ja de Ant< uio Pedro de Souza Soaies, na m flo
haitoda Victoria n. 28, cut'ora ra Nova
Granle reducto ea prco* de.mjude as, peifjmariaj, candieiros a gaz e objectos
te porcelana :
JKinl i.
m academias d.
paliara toda.fue tem ap-
* parecido t*8ft)a. DapoiTlo principal i ra d
iwieia do Recite a./ ? *MJ tod*s Mb-
lea a osa de cabelfeirajro.
S a uniea
ciencia, re
fraaSjpsrrntas com paisageas para
fuellas a,.......
Ricos leques de osso para senho-
r a.........
Ditos do sndalo a.....
Dito* a iniitigao a.....
Vo-3 de franja de sede modernas a
Idem dem i !em a 8?0 e .
fcico3 enlutes de blond e fia es
para cabrea a ......
f&. biabas epunhos bordados para
senboras a 2^00 e
Crivatinhas de seda com frar-ji
para seuhora a.....
Chapeos para baptisado a .
fita da fetim ma.o escts&fji
para ciato, vara a .
Ea.rtiaeipse bagados irantpren-
les a pe?a a t ^0,")0 e .
? Do*a de ca toes de lio ha preta a
Caixas de !i.ha de marca a .
dem iJeia do g a
Duzia de pegas e tranca de cara-
col-# ......
dem id'.m Usas a .... .
Cani'.ei de.linba d- i i) j^r Jas .
,i;is de cama e junco a .
Cwa de papel amizade rauito
superior a.......
1 -.\ i-'em dt> qoartrlnhos a .
CiUfidd eiivel j.-i n<>s de por-
celana u......
f. ~ Mea dem )<<>>.....
ideen de Mtmt > S'K) 800 ; .
iddl tdma p i .is'ia l s j
12>iX0
8^000
o$0,0
2500
340:0
i ,-5500
C-5000
34300
1*201
iJO 0
i^OOO
330: O
400
120
280
8l0
ICO
20.
100
00
10
Aboluaduras para colete vare-
dade a....... 24)0'
Mera iiemmuitofiaas a BJOO.
dem brancas com pedras a imita-
c5o de briihante a 13 00
dem de cornalina cryslal a 1*800
Mem doiiradas para ponhos a 500
Groza e bolSes pretos para
calca a........ 160
Idi m i 'em brincos a 200
B r.dtios fr; ncezes dourados lios a 410.
Qiiadnnbos com santos a 320
Duzia de' lalberes catn cabo de
osso 2 B a...... ftlSQp
[a de ditos cravados a 260O
Garrafa de linin roxa extra lina a. IJObOJ
Potes de dita ingloza a iO)e 100
PERFUMARAS
Rosas cora extracto a 1(J800
Frasco de extracto iDglez a 1 0O0
11(m dem kaoangaa .'. I#500'
Sabont-te com figura a 200
Ilem inglez a ...... 200
IJem de am i.d>a muilo bons a 300
Ilem i!e bolla transparentes 500
Banha ingliza em fiascos muito
superior a....... 1*000
dem a........ 600
Cosnvtiqne de cores muito Anos a 100
Pac-otes com pos de arroz fioissimo
a 3(0, OO e 500
Caixas com dito rauito fino ka-
nanga a........ 14300
M m com dito para dalles a 240
rOO Frasco de oloo philocome verda-
M)) iIoto a ....... 1*000
, tam i venda em seas rmaseos, alra.de outra
irtigos da S0U uegodo refalar, os seguales, que
fmfiem por presos jjlais mdicos qua am oo-
WtMiIb pinh almofadadas.
PORTEARAS de ferro para.cercas.
SSTKsinSaendja para cama e torrar sala.
CANOS de barro francez para escoto.
9BSS0 saperior em porcSes e a cdlntQ.
CEMENTO de tod?S as qualidade.
HACllNAS de descantear aiaodao. -ar
LONAS e brinzoes da Rossla.
OLEADOS americano para forro de carro.
FOGOES americano muito bons eeonomicoe.
V1NHO de Bordean!.
COGNAC superir de Gautier Prere
FARLLO em saceos wandes a S^O*.
i AGUA florida legitima.
BALAVCaS deinJes.
CAT)E1RA9 americanas.
RHUM da lwai(ca.
AZULEJfS de Liboa.
Ws ^Nf^PK
-EraBSTO ft LEOPOLDO
N 2 D Ra do Cabaga N. 2 D
Acha-se montado de forma tal este estabelecimento de jeias qae pode
vender aos seas numerosos reguezid em grosso e a reulho por prafift
mui resumidos visto que recebe de conta propria por todos os vapores de
Eoropa. O gosto de desenbo fle soae joias e o mais lindo do ptix dai
modas, oaro de lei. brilbantes verddew, esmeraldas, rubios, perol,
tarqoezas, saphiras, coral rosa etc. etc. Obras de praU do porto Unto
para igreja como para servico domestico. Convidamos as Extnas. [amiba*
a visitarem o dito estabelecimento todo o dia al 8 horma da nuil .
Comprare ouro, prata e pedras precie sa em obras velbas.
700
0';0
I.))>'()' Dito de ditoantiqae mu.to sope-
1 oiO! rio e; a 3'O e ..... 400
Alea dM'uij cls aeimi meocionados, t-mos um grande sortimenlo de miudezas,
objectos-I- p c Ijimo i had n i >w/u cuidieiros a gz o que ba de nulbor,
1-mpariiia-, >Li.^i* gl bus. hrinqi:edi)s.piracr3ncis, meMS p'^ra senhoras, bomens
i meninos. I'J. Lkihi re t .1,- i,|,nd ileseda, escovas para ronpa, deKtes e unbas e
ando v?'i ii'i I- (.).t^ <\'-v 'h-s- inrnar demasiado longo di'ixsmos de mencionar.
N'. 8 lua do B rilo da Victoria N. 28
Xarope sedativo
PE
Casca de teraftjas amargan
COM
BROMURETODE POTASSIUM
DE
Este novo preparado .aprovado pela academia
imperial de medicina, muilo sa recoumenda pela
toa ac^ao sedativa t calmante, sobre o syslema
nervoso, o bromurelo de potassiam, nao deixa d*
dar os mais cortos resultados as diversa affec-
coes do organismo e principalmente ns molestias
5o corado, das viis digestivas da respirado, das
rias geDito-urnarias, na epilepsia, as molestias
nervosas da prenhez, na insomnia das crianzas
durante o periodo da denticao ate. etc.
Vende-se na pharmacia e drojaria
de
Bartbolomeo & C.
34-^RUA LAR3A DOROSARIO34
Peeliichn na loja do Pavafl
P( R CAUZA 10 INGEN! I)
F. Peivir.i (I- Silva, tem o/gente necessi-
de de liqui !ar muitas Lv nhi de 'i5>, li-
Bbo, sida c aig'iii ,qoeIba ficiram m is
ou mtn 3 itrag la por o:r,-iro Jo in-
jio qne se ios coniffuoa ao ieu.
cor
i'. 5 s de Blg a soho a i; 00 e
a v>. i 500
12 jarda a
i^0
n 55.
2;500
Corpinhos de cirab aia branca e de
a 2^000.
Saias de 13a cora barra de cor a 3?, 45,
SdLOO. e outros muitos ai tg>s que seria
infado.ho m n;ionar o que so liquida muito
bar.to na loja do Pavo ma da Imperatw
n. 60.________________________
LOPES 1PCHJ
D US >\ msdspo'a i
Ditas t-.if .* o com
:i\
bit? franc- x maito finoN:om 20 var a
JCGO.
Algo-3o largo trancado para ler.coes a
'<>0e Ij.
fiiaraaiite de tdio superior com 10 pal-
cos de lar gira a 'i> o mtlo.
Ditodaeifioo? cora a DV.sma argura a
1 >:" o mitro.-
y-.s de camb aia ir nspannle com 8
lavara e u>a v.-ra de la'gura a 3f-50 e
o to.
Ditas Victoia com a misma m;dida a
:!-50)e \y
Ditas de cmbraia de ja'picos coai 8 lt2
taras a ?o.
Di a le uta a(!msscadas para vestid-:s
tem S l|2 vara? s '.
D Beoida a M.OO.
Cortes de nrg n') ari ; e d-3 cor
T \li v-ras a ->
. de Cassa 'le cor rem 7 v.ras a
-. 5 5 0.
1> >-s < gai y hr:nM pnra vesiilcs
halo S t,2 varas '* 3*500.
Gi :. s-irtim ntndrf chitas eecur 2i0 t 280 > o cora !o..
Coi tmailns para cama e jautlUs o pa- a
15, 8-5, 10 .
Sai.fS de irr, s p:nn com pregas a
S#8Q0.
ftomeiras p'etas de creci>-$ e f(5.
Toaba* graml- s de fuslo para mesa de
jsiitar a 3 600 e P^.
Cobcriaj de fosto para a cama a 3*5JO.
Grande sorlimenlo de cassquinhos ou
tasq inas rrodein s de seda e croe! ; rica
bjme enfti'ados para dilferenies pfeco?.
Gurg to de cor p:ra vettido a 3 .0 o
(vad.o.
Barfgej Iranspartnte a 310.
ios ciiios a OJO,
Dnzias de to Ibas para mo a 6e .
Carnizas francezas para bmccu a !G0O
t ^opa
Jnletes de meii cazemira e biim a
5Q0.
CaJf-. de brira blanco de linbo a 2J 31.
Palitots de aipicj preta de^a'pico a 2jl.
Dit s sobrecasEcos de brim a ?)jL
Ditos de cazemira Je iftr a 4.-J500.
i'anno preto com 6 palmos de largura i
>> O o covado.
Osas pretas lisa a 120 tis a vara.
. Chita preta lisa a 100 tis o ovadi.
Chales pretos adamascados a <#6G0.
Dito de b rege d cor a ti.
Ginga franceza a 320 o covado.
Dazas Je lengos brancos 1^*500.
Puubos com gllinhas de cambraia tapad
a transparente a 'A Oc.
MflE
=3

Ja tao sedic/) 9 coilome qu ba entre lodos
os ue qaereni f.zer cnhecer de seus estabele
ciinentos por meio Je pomposos annanclos, que
cora bastante' razao se arredam os leltores das
massadas com que nos mimoseam os tacs annttn-
cian'.es.
O Campos da ra do Imperador d mero 28,
se quizesse seguir essa rotina aoti^ga de fazer es.
lampar nos jornae mais lldo, annuncos bombas
ticos pre;edidos de ttulos garrafaes para methor
chamar a altencao do respitavel publico ; mnile
tena que dizer a respeilo de sen bem conhecido
arenazem de vveres sito ra do Imperador n.
28. Dira por exemplo: que no spu arroazet
tem constantemeote, presuntos para fiambre pa-
ra paaella, salames de Ltob, qntijos de diversas
lUjIidides, linguicas e cb( urinas, ovas dt camu
rupim, conservas ing'ezas e francezas, vinhos de
Porto e da Figueira superior, licores fioos.-bola-
ehinhas, eh superior verde e preto e outros tui-
tos ariigos que sao proprics para mesi, dispensa e
"" cozinha. Mas nao.
O Campos s o someate avisa ao resp?ilavel pu-
! blico desla cidade e seu suburbios, qne em rasao
I de se aproximar o tompo d- s t R^ga-bofes lera
i elle feito do seu armazem cara centro de infle que
! nos grato ao paladar e para que oiogoem da-
videdoqae aeima se lera dito
Pede-.-".- urna visita a roa do Imperador n. 28,
armazem do Campos.
________ '
Rap ceareese fino
DA
Machinas de costura.
Chegaram ao Bazar ersal da ruaUniv
Nova n. 22, um sortimento dej machinas
pra costar?, das melhores qual.dades que
existe na america, i qoaes muitas j s3<
bem conhecid.s pelos seus autores, (como
sejam: Welier & Wilson, Grover & Boka,
S.lenciosas, Weed e Impenaes e oulras
muitas que ccm.a vista deverlo agradar aos
compraJores.
Estas machinas tem a vantagem de fazer
o trabalho que trinta costureiras pedem
fazer diariamente e cozem com tanta per-
[ v3o como as mais pereitas coatureiras.
Garante-ae a "spa boa qualidade e ensita-se
a trabalhar com pe;ftcoem menos do urna
hora, e f 5 precos s5o to commodos que
devem agradar aos p etendentes,________
Cura rpida e* radical dos
cal'03
pela pomada Galopea a
Essa pomada qoe tao bmu resullados tem colhi-
a pessoas que dalla ira feito uso acaba de
chegar para o seu depi:o especial..
iNA
Pharmacia a drogria
08
Bartholomeo 4 C. roa lara do Rosario no-
nafro :ii-
Travessa do Carpo
Santo n. 25.
Vende-se maih'-nas a vapires Iccoraoveis de for
Qa o'e 2, 3, 4 e 6 cavallo e secs periecce?, pedras
da u.uer milho, ;>ireos pira carro para deus ca-
valbs c-m relratca.
Fabrica
VNDESE
'urna c?a lerna na otrada de Parnameirim n. I,
com cora o quintal lodn cercado por limSo, a qual flea
n\ frente fias eniraJas, e defronte da casa do
Illra. Sr. cirurgiae Leal : quem a preiender en-
tenda se c^ra Jo- Antunrg Guiaran, na ra do
Ar5-"* n. t3, on ra Duqn de r,5Xa< n. 13.
Para illunu'i. cilo.
So Batar Victoria ra do Barao da Victoria n.
2, vende-se balde !e papel i!e cures de dff ren-
tes firmales pruprio para illurnioagao cas noutes
de car sa ral.
No sitio junto ao hospital porti'gnez ba para
vender um candi de carnira abena e em bora
estado : tratar no mesrao sitio.
DE
Vasconcellos & Filho, do Cearpf.
Este ptimo rap tem sido eslimado peros eujen-
dedores e apreciadores deste inneceote prazef da
vida.
Vede-se em caixas de 100 libras, sendo a I(a
libra.
Em casa dos nicos agentes nesta cidadeTasso
Irn.aos & C.
r
A verdadeira cerveja da Baviea, marca ban-
deira, de superior qualidade, vendem Tasso Ira.os
& C. armazem da ra do Aaaorim o. 37.
.ILilJ.llMU H.
Madapoln avahado a M, l^SOO e "> a pega,
canbraia de forro a l6t a pira, peihincba ;
s na ra do Crespo n. 20. loja de Guilherme
Caroeiro da Cunta V P,.
U H do Otara1
O melhar e mais barato, vende-se para acabar,
na rna do Mrquez de Olrada n. 40.
Novas publiiapoes
musicaes
Aciba de publicar se a linda polka para piano
Cassi
' composigao do maestro Rodolpho Matloze. Assioi
1 ao mismo estabelecimento acaba de ebegar a lio-
' dissima quadiiiha
Ch(arlui
Oetieada a este ilustre artista, pelo melodioso
compositor da Dahia, o maestroARAGO.
Acbanwe a venda, a roa Nova n. 11, armazem
de pianos e msicas do Azt-v d>.
+
en^enho
e a
IL
Vinde-se um engenho de animaes, perto da es-
tadio da va frrea de Ribeiaa, por muito coco-
molo preco e com os prazis que cenvier ao com-
prador : ca ra do Livrameoto f. 14, acharao com
quera tratar.
Aes senhores de
seas correspondentes.
Encerados de lona inglezes para cargas, mais
baratos que em outra qualquer parte : na ra
! Duque de Casias o. 51.
Especialidade.
Vinbo do Porto o melbor a desejar, em barra
de iO e 20*: vende-se no escriptorio de Soares
Primos, ra do Vigario n. 17.
CtMENIO
Novissima reforma jmliciaria
Acha-se venda na Livraria Universal, rna do
Imperador n. 51, iropresso em bom typo e no uT-'
mato de 8o francez ou 4* portugn'z, ltimamente!
che^ada do Rio de Janeiro, a (340 rs._________
Xarope peitoral James
Considerado como especifico contra as bron-
Verdadeiro, vende Juan Ignacio da Costa, em chiles, tanto agudas cerno chronicas, defluxos,
sen armazem ra da Araurim n. 39, que o preco tosses rebeldes, tosses convulsas e asthmaticas, dr
aoovid.___________________'_____________! de peito, escarros de saBgoe e contra todas as ir-
J 5 i 1 ritaede nervosas.
Grosdenaple nreto I deposito emperxamwico
. ,. T '""* Pharmacia pe ferrkira A c.
aOOr. e 1*800 : na loja das seis portas em 10Rna Larga do Rosario-10 (junto ao quartel
frente do Livramento ; dio se amostras. I e polica)
Sustento restaurativo da
saude
PELA VERDADEIRA FARINIIA
A, Dii Barry d'A rabia
Os abaixo asssignados fazem 9cien:e a seus tre
zut'zrs, que pelo vapor inglez La-Plata receberau
Segunda remessa d'essa excellente farioha, cuj
uso muito se recommenda para as enancas, pea-
soas debis e convalescentes, appiicada cum reco-
obecida vautagem na conslipai;oe9, diarrheas
nausea do estomago, tosse, escarro de sangue
phthysic, etc. etc. Preferida anda pelo agradave
sabor.Uniricoa outra qualquer.
SM A' ra do Coramr:io o. 10, Prcrpto-
S2 rio de Jos Jcaqrjfm da Costa Maia, en-
| coDtra-se para vender per comraodjs
precos :
Aznlejos bespanhes.
Polhas de ferro galvanizado para u-'ha-
do de diversos tamanhus.
Ditas de dito dito lizas.
Bieas de ferro galvanizado.
Cumieiras dito.
Portadas complatas para cantara.
Ladrilhos.
1)
nn noivaos.
Bonitos ports buquel?.
Lindissimos lequss de madreperla mol Jes in-
toiramente novo?.
Cottiuadus bordados.
Camisas bardadas para hornera,
Finas meias de seda para enhora,
A Nova EsperaPca uuera lera I I
DESAPPARECAM AS SARDAS
A Nova Eperanca a ra do Duque d8 Caxias
n. 63, acaba de reeeber o bem couhecido leite
de rosa branca, e tarahem leite virginal, os ^uaes
fazem desapparecer as tardas on pannos.
A revaksciere du Barry de
Londres
Tuda a docnca cede a Revalesciere du Barry
que d sade. energa, appetite, digestao e des
canso. Ella cura as dispepsia?, gastriles, humo
res, acidez pituita, flato, enjps, vmitos depoi?
da comida e gravidez, con tpa$5es,t> asthraa,
ffecedes pulmonares, bexiga, dga' -erebro e
sangue ; 60,000 curas, incluindo muas deltas m
Brasil. >
A revalesciere cbocolatada do Barry
em p,
Delicioso alimento para almoco e ceia, muiti
nutritivo, fortifleasdo os ervos do eslomaito sen
causar o menor peso nem dr de cabeca, nem ir
ritacao.
nico deposito para o Brasil em Pernambnct
na pbarmacia americana de Ferreira Maia & C
ra do Duque de Caxias n. 57. (Todo cuidadi
eom as falsieacdes.) ____________________
Vndese o sitie que fui do finado D jira, no
Jngar do Peres, com anas casas e urna coxeira.
leudo urna das casa> btanles ommodos, a frente
e parte do otto de lijlo, bem como a eexeira.
poco eom boa agu\ e muitas arvores de fructo .
quem o pretender dirija se ao mesmo sitio.
Com pouco mofo
' Venda-se brim pardoNniuito 5no a.300 r, o
covado, chitas escuras avarndaa tdO'h. o cova-
do, idem idem pretas a 160 rs. o covado : na roa
1* de Marco n. 20, loja de fazendas de Guilher-
me Carnelro da Cunta & C
56 ARa do Mrquez de Olinda5G
outr'ora ra da Cadeia.
LOJA DAS MACHINAS
Sendo este antigo eslabelec.meato assaz conhecido como principal e recommeB-
dado pelos grandes depsitos e boas sortimentos com qoe sempre prima em ter 4a
melboias, mais acreditadas e verdadeiras machinas americanas para alf-
dS.^>, desde 10 CO ser ras, e ba vendo em todos os tamacbos diversidades de jato
mas e melhoramenos para perfeiter e rpido descare camento; tornam se dignaa A*
sorem vistas e apreciadas pelos Srs. agricultores; os qoaes, alm disto, encontrar!
larabem mais:
de forga
e la-
Apurados VATOKES LOGOMOVEIS
de 3 4 cavallos, e pertences.
Machinas para lavar roupa.
Arados americanos para varzea
deira.
Carros de mo para atierros.
Tinas de raadeira.
Baldes de dita.
Ditos de ferro estanhado.
Ditos, com vlvula para lavatorios.
Ditos de madeira para compras.
Apparelbos para jardins.
Guardas-comidas.
Tampas para cobrir pratos.
Tarrachas para fazer parafusos de ierro.
Ditas dita ditos de madeira.
Trens para cozinha.
Ternos de bandeijas finas.
Emfim muitos outros artigo?, qoe
examinados.
Correntes para arrastar madeira.
Cylindros americanos para padaria*.
Pertences avolsos para machinas.
Salit.-a refinado.
Breq superior.
Moinbos de diversos fabricante par
milho e caf.
Debulbadores para milho.
Azeite de spermacete para macbiaa
Camas de ferro.
Bombas de Japy.
Ditas americanas.
Cofres de ferro patente-
Canos de ferro esmaltados.
Ditos de dito estanhado.
Ditos de chombo.
Ditos de borracb.
Folies para ferreiro.
s' avista e neste estabelecimento poderle a;
Libras sterliaas.
Vede-se no armazem da fazendas de Angoste
f do Otvftira & C. rna In Ounmerciu n. i.
$&>
SEDAS PRETAS
Superiores cortes de seda pula adamascada com pequeo toque de mofo pelo baralissimo preco de 26, 234 e
304000 o rrte.
Grosdeoaples de seda prelos, largos, a (600, 2#, 2^500 e 3A0Q0 o covado.
Ditos dito d-lo cora listas assetinada a 2*800, 30, 30500 e iOOO o covado.
Gorgurio de seda prelo a 3J500, 45, 4*500 e 50OOC o covado.
Dito dito dito muito superior a 6, 60500, 16, IfroOi) e 84000 o covado.
Munt.-s e teantiebas brasilinas de superior qualidade.
Fij pr< to Hso e a m llores.
E outra; muitas fazendas pretas proprias para a qaaresma, baveado grande e variado, soriiaento par o eom*
pradore escolberem.
Na roa P.imeiro de Marco (outr'ora do Crespo) o. 13, loja das Columnas, de Antonio Correa de Yas.-
cooce:!o.
Vende sa ir ca-as na povob^o de Una oc-
cupadas com estabelecimento : tratar com Adria-
no, Castro 4 C, no Recite roa da Cadeia n. 16.
Passaros
Vende-se excellentcs passaros de diversas qua-
lidalas : a tratar na roa Dlreila n. 3, 1* andar.
"CEMENTO
O verdadeiro Poriland : s se vende na
ra da Madre Dos n. 22, armazem de Jo3o
Martin de Barros.
Satina de cores a 2*500.
Completo sortimento de tjdas as cores, sendo
aznl claro, lyrio-verde, encarnado, brinco, e cor de
rosa, e setim macio, e um sortimento de ponpeli-
na lavradas, e sedinhas de delicadas cores a 21 o
covado : t na Iota do Papagaio, ra da Impera-
trz d. Vi, de Mondes & Carvatho.
Cerveja de Noruega.
1 Verdadeira. e superior : i venda nos armazen-
de Tasso lrmio it C
SO' SE VENDO
Chitas finas para cebarla a 240 rs. o cova^
Chitas anas para
lencos da esguiao da linbo
nansuc a 260 rs. o covado
covado.
i 3*500 a duiia e
na bja de fazendas
da rna i da Mareo o. 20, de Guiinerme Carnetto
4 Cuaba C
LIQUIDSGiO D
FIMDEANNO
65
RA DO DUQUE DE CAXUS .
(Outr'ora do Queimado)
Es'.a eslabeleLimento acaba de reetber um importante sortimento de divert fa-
zendas proprias para venidos, sendo poupelinas de seda, tJ s, ISas, percales, ditas com
barras proprias para babados, lindas cambrai?s crox, e em Sm urna infinid.de 1'afU-
gos de moda, tudo proprio para a fest?, o qce tudo vender por precos ictei imet*
razoaveis, era consequencia de estarmos prestes a"o fim do nno, e o (55 n5o qur tt:
grande trabaiho com o seu balando, preferindo tomar dinheiro a fazendas, convite**
portsnto ao respeitvel publico a viren sortir-se na loja do (55 aonde comprar3o por pre
jos que nao obtero em ootro qualquer estabelecimento; em fim ver para crer
RA DO DOE DE CAXIAS
(Outr'ora do Queimado)
___ M,MI ..... .......^.
Fereira da Cimba
Irmaos.
Ra da Cadeia do Recife n. M
Cimha Irmtos J C.
Ruada Madre de Dos ti. 31
Contina a ter para vender por mdicos preces
vinhos am barr* e engarrafados c*o dtfertntes
qualidades, dos melhores e j bem c.nhecidas
marcas :
Especialidade.
Cbegou orna nova e pequera reraessa do vicho
engarrafado, proprio para mimos, ou pessoas
doente?. V
^jnho ;verde.
Em barti^e quinto, o melbor qne re rde de-
sejar.
Farinha ce milho
Vtnde se farinha de milho molda a vapor, dia-
riamente, pelos precos seguintes : grossa para
mrguo' a 90 rs., dilatara ang, pintos e passa-
rinhos a 100 tk para cangica e pao de Proven?
a 120 rs., e para cuscus a 140 rs., em arroba e
mais barato : na ra do Cotovello n. 23.
CHAMPAGNE
Marca Cbs Fare
O deposito d'aquella marca acha-se actualmen-
te na ra do Bom Jess amiga ra da Cruz n.
22, 1* andar. __________________
Fapelo hamburgufz
Jcaqnim de Souza Mala 1 C, praca da Inde-
pendencia n 24 30, teem para vender em mas-
sos cu a retalho superior papelo de Hamburgo.
AOS PADRES
A Nova Esperanca, rna Duque de Caxias n.
63, quem vende a melh res meias de laia : a
qnantidade pequen, portanto ellas antes qne
se aeabem. ________
VENDEM :
Potaba da Russia.
Cemento Portland.
Agua-rat
Pxe da Suecia.
Alcatrao dito.
Zinco em fulha, para latoeire.
Esleirs da India, brancas de xadrez.
Agua Florida (legitima).
Cadeiras americanas.
Bezerros de lustre.
Cognac.
Eniofre.

OhCilate Menier.
Vende-se chocolate Menier de sande : na rea
do Mrquez de OHnrta n. 40._________________
Vende-se au permuta e por casa terreas, sea-
do estas as 'regueras de Santo Antonio a Boa-
vista desta cidade do Recite, o sitio existente ba
travessa do Reewdio, freguezia dos Afogadoa a. 11,
hoie becco da travttssa do Remedio m. 18, ara
chao proprio : quem o pretender etenda-e eoa
o seu proprtetario aa ra de 3. Praicisco daala.
eidaaa.,!, ______________'
Vende-se o hotel da roa Nova de Santa Rfta.
n. 1 -. traur ao mesmo.
Pereira da Cnnba Irruios vendem no tea lepo-
zito praca de Pedio I n. 16, antigo largo do
Chafariz da ra do Brnm, kerosene de primeira
qualidade (Devoes) em caixas de dnas Uta, ai,
so a gro so como a retalbo, por preces coatco-
dos: tratar no seu escnptorlo rna do Mar-
que de Olinda n. 21, ontr'ira da Cadiia.
Os mesmo recolbem lamLem essa artigo lo
mesmo depozito, por mdica armazensgeoi.
POTASSA
Da Russia, nova e de boa qualidade : Viaaia
Pereira da Cuntu Irmaos': i roa do Marqtei da
Olinda n. 21.
RAP
A loja da praca da Independencia n. I, cnagj
nova remessa do mulle acredtalo rsj, gaav
Srosso, fino, am.'rellinbo, rorio fraacet, pnaceu
a Babia, princeza de Lisboa, Paalo Corevo eom-
mum e viajado a Roca ; vaade sa am lifcaa a
reulho.________ _________________
Yente Cta^mv
Vende-se en narria da 4 agotan : a* r*a $
Mrquez de Olinda 40.
E' sempre
84o tt|rioOT.t
So o Picas poda Miodar tAHBI
a 400 rs. a libra ou 880 ra. o
dq Roaario a 9 junto a igraja
AH-,_____ :
ileMr 1
< 7

*
_


%
0i*m d PtnMkbvM Serta fcira 9 4 Fevereiro d ISIS
k.
SM LIMITES
Na
LOJft E ARPMZEM
I
f ELIX PEREIBA DA SILVA a C.
NA RA DA IMPERATRIZ N. 60-
8<3 a dinfceiro vista
Os proprietarios deste estabelecimento tendo grar.de necessidade Je diminuir o i a.
manso deposito qoe tetn de fazendas e grande urgencia de apuraren) dinbeiro, tem re-
wlvid) fazer nma verdadeira liquidado com grandes batimentos nos precos de todo:
08 seas artigas: para o que convidara ao respeitavel publico desta capital a vir sortir-s
pois lne garantem qae em parte algami poderlo encontrar t3o grande sortimentoe me:
mo nao corapraro pelos precos qne se lhes pode vender na loja de PavSo; porra ad
viriindo-se que so se vende a dinbeiro vista. Os mesrnos proprietarios deste estabe
lecimento rogam a todos os seos deyedores desta praca o favor de virem saldar seas d-
bitos, e todos aquelles qde estiverern devendo contas antigs *e o nio fiz:rem tero dt
er encoromodados judicialmente.
CAMBRAUS BRANCAS A 4,5000 E 40500

O Pavo tem pegas de. cambraia branca
transparentes com 8 1/2 varas que vende
Seto barato preco de 45000 e 40500, ten-
o tambem muito finas de 55000 at
tOflOOO. .
Ditas tapadas ou Victorias tendo de 3<$500
a peca at a mais fina que vera ao mer-
cado.
CroscaajIes preto e de cores.
O Pavo tem om grande .sortimeato de
frosdenaplcs e gurgprio preto para vestidos
tendo de 15*500 o covado at ao mais su
perior qne costuma vir ao mercado, assim
como um grande soriimeoto de ditos de
NOVOS VESTIDOS A 55000.
O Pavaj tem lindos cortes de vestido di
fioissimas cambraias com benitos bordadoi
de cores e tambem todos bordados branc
que vende pelo baratissioio preco de 500(
cada corte, grande pechincha. '
PANNOS DE CaO:HE PARA CADEIRAS I
SOPHAS.
O Pavlo tem um graede sortimento di
pannos de croch propros para encost di
cadeiras e de spbas, assim como um rice
sortimento de tapetes de todos os tamanhoi
proprios para sajas.
MADAPOLO, BARATO A i#, 45500 E 55
O PavSo tem pecas de madapoto corr. 2<
todas as cores e branco e um bonito sorti-jardas ou 20 varas que vende a 45 e 4550C

I ment de setins branco e de cores que ven-
* de por procos muito em corita.
CASAQL'INHOS A 155,185 E 205000.
O Pavo tem um grande sortimento de
icos casaquinbos de seda preta muito bem
afeitados e modernos que vende a 155,
18 e 205000, sendo fazenda de muito
mais valor, assim como ricos chales pretos
bordados com franjas largas de retroz a
105 e 125000.
CORTINADOS PARA CAMAS E JA.NELLAS.
a 85, 105, 125 e 1(55000.
i
v

f
a peca, dito muilo fino e largo de 65 pan
cima, dito Irancez do melhor que tem viodr.
ao mercado, assim como dito finissimo en
pecas de 40 jardas.
Cortes de cMas.
a 15600, 250OOe25800.
0 Pavo tem cortos de chitas francezai
com 10 covado, que vende pelo barato pre-
CO de 15600 e 25000, ditas qne vende
160, 200 e 280 rs o covado, tambera ten
um grande sortimento de ditas finas clara;
e escuras que vende a 280 e 320 n. o co
O Pavo tem um grande sortimento de Tado e flnissima9 percales miudinhas propri
cortinados ricamente bordados, proprios
para camas e janellas que vende de 85 al
(80000 o par.
Pecas de cambraia adamascada com 20
varas a 105000. crochet ricamente bordado
para cortinadosa 15500 o metro. Assim-como
ricos damascos com 6 e 8 palmos de largu-
ra proprios para colchas de camas e tam-
bem ricas olchasde damasco a imitaco de
oda e ditas de crochet as mais lindas que
tem vindo ao mercado.
VUSSEUNAS DE CORES A 400 RS. O
COVADO.
O Pavo tem um bonito sortimento de
msselioas de cores, padrSes inteiramente
novos e cores fixas, que vende a 400 rs. o
covado. Ditas brancas muito finas a 400
500 ra. Metim branco da India muito fino
para vestidos e roopas de meninos a 720 rs.
icovado. Crotones de cores muito encor-
nados para vestidos a 600 rs. o covado.
Ble tralhadoras!
Chegon para a loja do Pavo ura magnifico sor-
timento de eories de vestidos de cambraia com
tacados branco* e de cores, denominados a me-
tra-hadara, -.-n 1 > e^ta faz n 1.1 a mais moderna e
de melbor gosto que tem vindo este anno para a
reata : aim como recebea tambem om lindo
MftincDto de cortes de cambraia eom palminhas
bordada* a laa, fazenda de mnita phantatia, e ven-
4s-se tado muito mus bar lialqner parte : ni ra da I aperatru n. 60, loja
tarmazeai de Pereira da Silva & C.
Popelinas de seda
A 10*00 rs.
i loja do Pavo vends-se nm elegante sorti-
MQto das melbores e mais modernas pepelinas
Ce sefia, que se liquida pelo baratissimo preco de
IJoOO rs. o covado, grande pecbincba : a rna
Imperatriz n. 60, loja de Pereira da Silva &
as para camisas, vestidos 6 roopas para me
nios qne se vende a 360 o 400 rs.
LENCOS BRANCOS.
O Pavo tem lencos braocos abanbadeu
que se vende a 25400 e 35- a dnzia, ditoi
grandos de mnrim sem ser abanhados a
35200 rs. a duzia ; assim como bonitos len-
cos bordados-para mos.
ROUPA PARA HOMENS.
Sobrecasacos de panno preto fino send
muito bem feitos de l4 at 405000.
Palitos de panno preto fraques e sacc
de 85 at 125000.
Ditos de casemira de cor de 60 al 120.
Ditos de alpaca preta fina de 45 a 60000.
Ditos de dita branca e de cores 60000,
Ditos de brim de linho trancado a 60000.
Calcas de casemira preta de 60000 at
120000.
Ditas de brim branco de linbo de 40OOC
at 80000.
Ditas de brim de linbo de cor para todot
os precos e qualidades.
Camisas francezas e inglezas com peito
d'algodo de 10600 at 50, em duzia ven
de-se mais barato.
Ditas de meia de 800 rs. para cima.
Ceroalas de linbo e algodo, francezas c
feitas na trra.
Collarinhos de papel, algodo e iinbc
qpe se vende muito barato p ,ra liquidar.
Para noivas.
O Pavo tem rico gurguro de seda, bran-
co. Grosdenaple branco muito encorpado
Agraciannas brancas com listras de seda.
Poopelinas brancas de seda lisas e lavra-
das. Sedas brancas, hvradase lisas. Ca-
pellas com palma de flor de laranga corr
ricos veos bordados, qoe todo se vende mait
barato do que em ontra qnalquer parte.
A loja do Pavo acha-se constantemente aberta das
ra da noite. roa <*~ '^oeratr n. 60.
6 horas da maaha at ai 9
. Fazendas de ptalasia
NA LOA DO PAVAO PARA OS BAI-
LES DJ CARNAVAL.
Chegoj para a loja do Pavo um grande
sortimento de bonitas fazeadas de phantasia
proprias para ve tidos e trajes para os brin-
qnedoi do carnaval, que se vendem muito
em Conta como sejam :
Organdys com listras
a 500 rs o metro,
O Pavo vende bonitos organdys, sendo
cor de rosa, aznl lyrio, verde, cor de gan-
ga, de pe.ro'a e rxo, cora listras da mesma
cor a 500 rs. o meti.
TARLATANA LISTRADAS A 500 RS. O
METRO
O Pavo vende um granle sortimento de
tarlatanas de to jas as cores com listras a
500 rs. o metro.
SETINS D'ALGODO A 6i0 RS.
O Pavo vende bonitos setins de algodo,
tendo de todas as cores, sendo cor de rosa,
lyrb, ganga, cor de can irlo, azol e rtyxo,
en 1o orna fazenda de mu to bri'bo, propria
para dminos, vestidos e outros qualquer tra-
ejs, a 610 rs. o covado.
OURGURuES A 640 RS. /
Venlem se bonitos gergures encapados
com msela de s la, sendo fazenda ) larga e
muito bonita para dminos, vestidos e un-
iros trajes, a 6i0 o covado.
BAREGES A 320 RS.
O Pav3 vende bonitas bareges transpa-
rentes de todas as cores imitando ter listras
de seda a 320 e 400 rs. o covado e grande
sortimenl) da muito bonitas lasinba e al
paca de grande phantasia.
MEDINAS A 100000
O Pavio vende ricos cortes de me lina,
sendo fazenda transparente com palmas de
seda, tendo 20 covados cada corte a 100000.
CORTES DE PHANTASIA A 200000
O Pavo vende ricos cortes de bonita fa-
zenda de grande ph-rat*sia com delicadas
barras e palmas, ten 'o 3 coyados cada
corle pelo barato preco de 200000. Ditos
da me.roa fazenda com 18 covados a 150,
assim jomo bonitos cortes de cambraias de
6re3 c b:am, bordabas a 40 e 50000.
-y
CORTES DE ME1RALHAD0RAS
O Pavo vende um b mito sortimento de
cortes metralhadora por breos mais bara-
to do que em outra qoa'quer parte.
DMINOS
O Pavo vende e aluga um grande sorti
ment) de dminos por preco commodo, na
ra da Imperatriz n. 60, loja e armazem do
Pava).______________________________
Pa a voltareK
Vende se no Bzar da Victoria a ra doTNrlo
da Victoria n. 2, linas cartas para voltarele e las -
qmnet.
Vende-se nma machina de vapor com torca de
oito eavallos, em bom estado, propria para enge-
nho ou qualqner servi(<>, esta machina est ainda
trahalhando at o da 2o de fevereiro do carrente
anno ; o motivo desta venda porqae vai-se au-
sentar ontra de maior torca em raiio desta n.>
dar vencimenta ao servido da casa : qoemqaiier
comprar pode vir examina la na roa nova de
Santa Rita n.^il, rraria a vapor de Avifla Ir-
mao & C. *
Cretones a 400 rs.
Chfgu para a loja do Papagaio om bonito sor
timento de cretones de todas as eores omito Oxas,
proprios para vestidos de cata, e para roopas de
meninos, e vendem-se pelo diminuto preco de 400
rs. o covado, sendo sed prego regalar S60 rs., e
neste me-mo sentida ontras muitas faiendaa : na
loja do Papagaio, ra da Imperatriz n. 40.
Vende-se um parte da ca*a da ra do Im-
peratriz n. 43, do 3 andares ; a tratar ra ra do
Bom It'sas n. 87, t andar.__________________
A os estn ilanics de phltosophla
que tecm de totee exasne em
Mareo.
Aldendo i philo lgica do sen compendio. Indispensavet aos esta
dantes desta di?ciplini qne vo fizer exime.. Ven-
de-se por 1J ris, na hvraria francera, e na'dos
Srt Nogneira & Medeiros.
Vende-se
doos terrenos, ojn na rn Vidal de Negreiros jun-
to a matriz de S. hit, com 16 palaaoa de frente e
126 de fundo, e nutro na primeira travessa da
mesma roa com 131 palmos de frenta e 90 de fon
do, ambos coro allierces divididos,- e as paredes
dai frentes com altara da 9 palmos : a tratar na
rna do Imperador o. 48, aroazem de traites.

.<*aea se vio oro processo'mais perfeito-e qae at-
s,> de tal forma a satisfazer as exigencias mais
"ra da escriptoracao.
i sea cor lindissima e nao precisa de cnida-
0 alfnm para se conservar no tinleiro semprn
m a mesma cor, sem horra, crsta, bolr ott sem
ida estas mazellas inherentes todas as tintas
agora conheciuas, anda mesmo dos melbores
tores estrangeiros.
''r- rv, este estlmavel producto nao ataca as
rx,a de ac, antes pela contrario, a penna
?qnire ura esmalte donrado que, sendo inters-
ate, asss proveitoso.
Ssta tinta, nao sendo especialmente para copiar,
comtndo ddas, tres, ou mais copias om niez
po'* de escripta ; preciso, porm, deixar-Ibe
.pipe) bem molhado sem o enxugar com o'mata-
orrao, porque nao ha o riaco da borrar. Para se
rar mais de orna copia, cao se agglomeram tan-
m folhas qtiantas copias se q-:erem tirar, mss
t-ie eum o original tirar ama tantas quantas
(waMjam, sem que o orlgicaJ fique prejndic&do
lila* extraCes.
Occorre ?qni dizer qoe, para copiar importa
te intelgeccia e habiHdade, sem e qne a me-
aor tinta nao satisfaz-, e o' defeito recae sempre
ctrt a tinta, qne muitas vezes quem meuos
:ta tem.
i i dupla qc?!dade desta ticte extremamente
preciavei, pois que evita qae ero qualquer es-
n : c ro ba;a mais do que orna trota para os di-
r?ct misteres.
v~acanto a sua dnrabidade, nao ba a oppr
jifKBor devida pois que ?> tinta dpoi< de ei-
cripta soffre o choqne de cidos fortissimos^ sem
se derompor; ora, M os cidos no tem aegao so-
bre ella, mofle nreno- a acelo du tompo a poda
destruir; Mo plausiva.
Nao so ao commercio que este meu producto
veio ser til ; os prnfessores do* cqllegios, investi-
gando todos <* 1110:03 para o adiantaraento dos
seus discpulos, tero approveiudo ecta tinta, que
com razo a acbaram apta para desenvolver o
Sosto nos educandos, em consequencia ua beleza
a cor e facilidade de correr na pequea pela sua
liquidez. Ha exemplos de cr.ncas que havia
muito tempo tinbam urna repugnancia extrema
para a escripia, logo que foi admittida esta tinta
no coliegio, apoderou-ee dedas a coriosidade e o
gosto, e pone,-, tempo depois o seu adiaotamento
era manitesto.
Esta tinta, par de tantas vantagens, tem nm
nnieo inconvetiente, detericra-se ao contacto de
ontra qualquer; cnvoi pois te-la em tinteiro
isentos do menor vislnmfcre de outra tinta, e evi-
tar escrever coma penca suja de urna preparacan
difireme e incompativel; verificando isto, n3o ha
razio para se osar de tinta que nao seja a VIO-
LETA EXTRA-FINA DE MONTEIRO.
Observapo.
Diversas falsificacSes e semelbanoaj tem appa-
recido, cuja dcracilidade duvidosa. Os Srs.
compradores podem evitar o engao dirgindo-se
casas circnmspectas, e pediodo a tinta qae ea
fabrico
A. C. yontetrn
CARNAVAL
No Basar Nacional, rna da Imperatriz n. 72,
tem para vender una granle sorUmenlo de vestua-
rios a carcter, todos de fazendis liuas ; como se-
jam : de seda blanca, de alpaca de cores e de
larlalana <\a palos, e tambem grande sortimeo-
to do domin.'* d-toda- ai qnadades para todos
os precos, a t, 2, 3t, 4|, Si. Sf e !0 ; asirn
como, grande sortimento de mascaras de todas as
qaalidades e tmbem para meninos ; todos estes
artigos sao proprios do carnaval : na Basar Na-
cin: 1, ra da Imperatriz n. 72.
)LEO PURO E FIGADO DE BACALHAO
DAI
TERRA NOVA
DE
H. LACOMBE
Este oleo que to boa acceitacao tem roereefdo,
ouito se recommenda por ser o mais panucado
|ae at boje tem vindo, e anda pelo boa paladar,
.nperior a outro qualquer : vende-se no deposito
tspecial de Banholomeu & C.: ra Larga do Ro-
lara 34.
E I! ilHIO
Cambraia transparenus omito faa a 3 a pe(a:
na ra Primero de Marco n. 29, loja de fazendas
de Guilherme Carneiro aa Conha & C.
Chumbo de mmiic&o.
Vende-se a dinheiro par 23# o quintal: na rna
do Commercio n. 32,2 andar.
PECHINCHA
Lencos de esgul^o a 3tOO rs.
a dnzia
Chagou loj:i do Papagaio urna grande porcio
de lencos -de esgU'io ja abainhados. e vende se
por H'H> rs. e duzia para acabar, so o Papagaio
na rna da Imperatriz o. 40.
Hamburgos com 30
varas
A loja do Papagaio acaba de rebeber una pe-
quena porcSu de bamba'gos com 30 varas cada
urna pega, que vende pelo diminuto prego de lia
sao proprios para lenges, toalbas etc. e mais
barato que algodfrs : na roa da Imperatriz n, 48,
A 320 rs. o covado
A'pacas de lia de furia cores, proprias para
vestidos, e para roopinhas de meninos, por este
preco so na loja do Papagaio, ra da Imperatriz
n. 40,
Correio P^rnambucano
Vende se a typograpbia e a nnreza do
jornal Correio Pernambucano, tratar Da
ra do Imperador n. i, das 10 da manhaa
- 3 da larde._______________________
Rap Cearense
De superior qualidade da fabrica de Vasconcel-
os & Filtro, deposito em Pernambuco, em casa dos
m. Tassolrmos & C, ra do Amorim n, 37.
XA ROPE
VEGETAL AMERICANO
C SAL DAD E
BARTHOLOM E O & C:
Fin i cora earU iu teisc aatifti t recatei, MlarrhM pnlmonar, attkm; tem imtiIm, Mank
>foDchiat, e m ftral eeatra todos o loffrimentos du !u ;eiintori.
DEPOSITO GEHAL
O O TI
rooa;
4, RA LARGA DO ROZARIO, 14
PERNAMBUCO
i theraetntict du diversas nortatis do peiio.deid
i hirjDgite ea mal di firgant at t tnberenlacjae
HlBOBar, plisando Ma* divrsei broMtMs eaJarrUe*
a nphjMma acaM da aer' aoraqMeida com niara
mu ulicamente, qoe oawra a primeira ardem ectre
Wdoi at boje eonhecidos. O iirope Tagetal AmarkM,
farantodo piramaata vateul, nio eenUm im asa
aamposiclo am j tomo de apio, a ala aomenta juc-
aai da plaatai indlgeiaa, cojas prapriedades beaeflcaa
a cora da aoUaiias are* pertaMCM aoa argloa de rei-
piracla foraa por as ebsenadu par loaro lempo,
ata aptiao* reauludoi aa4a vas man traacenies; pela
fia aoa jul|moa aiioriaados a oompw zarope e
afora apreaentaaoa, a a Saraca I* asa mdicos a ao
aiblico, ProTimos com oa attesudoa abata o irae le-
amos dito, a comamos ajea eenteile de oaaa j toa
a zarape Vegetal Americano eresceri da da a da,
s'.iindo mono apa da ai ladea oa peiwraei aa voga.
Illa. 9r Birthslomeo I C.-O zarape egeial Ame-
ricano, preparada ea na eanceiinidtsslma plniaaili.
em ntil remedio para combster tarrirel asihma.
Sofra el amalla molistia ba qnatro melca, aem aleda'
Mr combatido ea auqaea mensaea (rae liaba; oete illimo
le tie foi fortissimo que re prastoa per I das, aaei,
porem sea milagroao zarape, tomando apelas trae
lase, a at o presente lie M le soto atacado, frisa
tees. e.e ea (qae rwublasiea par esa SaeaV
Ibe, pois se masa |rdeclmantoi per me ttr allvtaie <
leo horrirel mal. Com s mala sijnifkstm fritia*
anbacravo-me deTmes, affectaoio s reconhecido eriaj
Srsrrise Pasris.-Su Casa 14 de fevereiro delM
Illms Srs Barthelomao t C. Depels de saaii eet
metes de soffrimwto com tas tosse inccsuite, faabt
extraordinario, expectoracio de aa catarrea imsrelle
do, perda teta das fercas, m a matar pueet
aa tatiseva completamente, canudo da tomir aun ee>
iros remedios asm resallado tvve a felicidade da alboree.
Taes. prcsauTam e zarope Vegetal Amsricsae, s aa?
alie, greca* Dana, zea sebo rtitibelecido ka mais
deis metas, a robusto eomo se nada Usaste seffnoV /
Ctidlo ae torca alta declnele, qne poderle Vair
ir e lee yo eihorea. Sos esm estiat de Tzeeg
moitos respeitador a criada. At*i$ /aastifa i
Catira a Sil,: Secll. S da tovarllra de 16M.
atieste ees leti do zsrope Vegetil Americne;t
eampoelata dae Srs Btriksloaeo t C. pare cari de et
(trie doflnzo ate aa troua ema roeqtidlo, qta sm s4
tttla edtaBdr, Inflammacla t dor ea garganta, sea
grande ralla dertspiricio, o fian si complsliaetle ros
Uboloeido coa ib s ridro do mesme iirope; pe!
ene Ibes protesto atarla gratidla. Recite II de t
aira da 1868. JsefieB farrtrs rteles Jeta*,.
Etao raceibetieai,
CASA CAUVIN Ajussa
Pharmacoutico prlvileciade
Rucceaeor a
JfonlVBrd Sebastopol, 63 PARS.
NOVAS ESPECIALIDADES A. MARiNltR
ApraiiUdas a Icidemii de Scicarias e ao Ii.stiiuio de Franca,
I 31 lT^Pn So1' rrmi Ae PJtilla. drrcdiila c doeada para
llttJIluvHU fasi-r de momento ama solacco
Preventise e coratist das KOLESTIAS CONTAGIOSAS.
IXJECTOR-PiniTRO
dt Toiume t nm rclugio, gi-rvindo as
l nri.TltO e SKI\I>T.A sen os
graves iactnrcaieolee de fragilidad!
ESTOJOS
Com
frrma, e de roame de em Porte-Vocdi
COTENDO TODO fui TAUENTO.
COLLYRIO Centra es aflecois das palpebrat
pwparide tefe' a dcsei formi.
BARTHOLOMEO & C
Depositarios geral para e BRASIL e PORTL'GAl/
34, rea larga' do Rosario. PKEtt^AMBUCO,
CASA CAVIN W
Phoirma^entlco privll
auc:*PBor
Iloulerard Sbaatopol, US. PAHI*.
NOVAS ESPECIALIDADES A. MARINIE*
Apresentadas a Aeadeaia de Scieneias e so htthaio oe rrasca.
Sob i forma de Pafllta, ieietiiU e o runruTiVA i^tnuijv aa
IH tt t IfwAU momento urna Murcio
MOLESTIAS CONTAGIOSAS
INJECT0R-M1LTRO
do volume de um relep, aitaati
de rmi.TBO e Sbiikca i
Grave inconveniuntea do tragil'dade.
rftTft IfAO ^"a 'ornl,> r d" fnimr dr nm orte-oede
LO I UJUO TODO 1 RAUMENTO.
fJOLLYRIO Contra as affeccoit dat palpebras, preparado sob a meema forra.
BARTHOLOMEO4C
a Depositarios ginil para o BRASIL e PORIX'Ctl.
34, ra larga do Rosario.* PERNAMBTJOO. *




i
------
----------
r
Cofres de ferro de Miaers e oulros
x rSllyaa para copiar cartas.
Balanzas de pesar, ecirD,es r, ex.
Tachas de ferro, cslanliad0.
Arados Americanos
IJraCieS, para agrcaltura.
Carrinhos de mao.
Machinas a Vapor
JXLaCilinaS de descarriar algodo, de 10 a' 40 serras.
VliapaS e ierrO gauanisadas para cobrir -'asas ele.,
Estes artigo* ven'ero-se em
casa dos importadores.
Shaw, Hawkes & C,
K. 4 RA DO BOM IE8D8.
(otr'ora ra da Cruz )
NICA LEGITIMA
CERVEJA DA B A VIERA
MARCA BANDEIRa
Nos armazeiis de Tasso Irmos & C.
>,
bbbbbb!
'i"a*
AFLORDEOURO
N* 24 A-Rua larga do Rosario-N. 24 A^
BfilTJTA]fII,^ & IRMAO
Sempre viva do eomprimeDto de sens deveres, sala a seos innnmeros frreroe-
ws pela entrada do novo anuo de 1871, e de corceo deseja, i todos, bem boa somim
de cotos de ris, afim de qne jamis esqnecam o jardlm das joias qae existe a roa
larga do Rosario n. 2i A, onde com moito pcn~o dinbeiro organi-am om bonito rama
Ibete qae nao expargindo perfume ci deixa com lodo de ser de subido va-
lor, e mil vi es preferido s- flores vegetaes qae perdendo o odor roarebam r d*ip-
parecero. Amo novas, nova eoosas; portanlo rtspeitaveis leitcras visitai o eslabeksc!-
mento qne encontrareis orna variedade tal cue eom certera daris por bem emprendo
o lempo precioso passsado na FLOR DE OCRO qoe
Em modiciiade de pre (jas sem igual
Lindas voltinhas de curo s 8/000, lonetas cm caixa de madrfperola obra de
gosto.para senbora a iO/COO, pares de brinco de phantasia a 84 e 10WOO, metes a re?os a 16*, rozftinba de diversos modelloe a 6| e M, 8#0O0 o par. polwlricha e
coraia ^^, atacadores de diio para creance eom bolliebas e diversos enfcitea de coro a
a SOlOOO, V3llioba8 de coral com crox de ooro a 5*060, brlnqninhoa de eral a 3,1 e
4A0C0, 6g*s a if, lindos anneis de benitas e bras pedras a 3* e 4*, ditos de ped-as
finas 6*000, crozes de diteros goo a 3*, 4* e 5*. ditrs de esmeralda, perol e
rnbins a 13*, 14*, e 16*000, caceletas eom inscripcik e sem elras a 5*. 6* e 8*,
lindas fivelinbas de prata para as modernas pillearas de fita a 1*.
Aos apreciadores da moda
E' jmente na Flor de Ouro qoe se "vende joias modernas por ponco dinbeiro
como sejam : gnirnicoes cem ires botoVs para abertura 4*, pares da ditos e de i f
ft-rentes gostos a 8*, ditos a 3*, dilos de colerinhos a 1*500 o par ditos para ponn s a
8*. eadeas moito chiqnes a SO*, ditas a 6*500 a oitava, pencinex de prata door;ida
a *, 4*')00 e 5*, medalboes para cadeias a 12*, medalhis com lejas a 8*; clin
de om grande sortimeoto de obras de brilhanles, brincus, braceletes, alfio^tee, ad
eos completos, meios ditos* de pedras finas e coral, meJa'bdes, voltas e irancrlliw,
atioeis eom letras e de diversos modelos, ocoios, pencinez de ooro, relogiee de ourn e i
prata doorado e de afamados fabricantes, assim como grande rortimenao de obras Ae
prata do Porto, tanto pra o servico domestico, como para igrejas, e garantimos ser
ludo lei.
A Flor de Ouro contina a esta* aberta at as
8 horas di noute
Ma-.-J -AJt- oj-aV X N
m*

rar


f
J
n-------
Uiario da Femambuco Sext* eira 9 di Feveflro d

.
LrTTERATRA,
S A ALMA 00 OTRQ MUNDO.
CONFO DONORTS.
(Cooliooajao.)
Deixa-rae, fteixa-me ser feliz, nm
asato, um segondo, nm nt->nte fipMn
ctiMt pnsamento, ao menos Nso im i-
tanas eaanto itioh* alma precisa ser all va-
d ; cuibo dign) de amparo este corajio
qae agonisa por ti t Rajara as estrellas,
ha loa ; beba os roroai da ooute amorosa
ectf Todo ama, lulo ere, ludo espera
> to lechas o envido voz da m nha pai
1*0 /
Falla me sempre I sempre I qoe e>t*
boceeperigosa e querida, entre em toda
a ttinhi alma e mate-ms, enlooqoecenlo-
se r
Forma a roda, minha gente t gra-
va* oo samba. Pul > Teto 1 Estanuo,
lio (Jo I Rita I Diodinba Rosa I
E'i ? axclara Miuwfw sao os poderes de Dos I
Canta p'rabi, Fouuoa I Rispa na
botja'. Calila I En l, Jos Paz Est
tornan de mal assorobrado ,
Rosinha 1 Rosinha I
Vio te vas para lio longe,
Man na do enea pensar,
Que um ceg de amor na i p le,
De tifo longe te enxergar.
Re.-ponrftu- a lunini mindinha :
Se para longe me vou,
E* ops hu atraz de alguem :
Vh/> segomdo a minba sombra,
Vou um bracos de mea bem.
Rosiatoii chamava Jos Paz.
As raparigas- procoravarn-na arredan-O-
:- M grupos o agalpando-se todos os can
tos. "*
Anda agora, eslava aqui I observou
:-f.-.a it!;*-.
Nessd saomeoto appareceu a um lado,
telando a mullidlo,. > paluda cabeja d<
Q ha de Jos Paz.
Os iastromelos atlrabiraa de novo.s
liosas e os cintos enibnsia*ticos.
Os olhos 'Je Rosinba febri* voiviam-se em
te/no de si. A o long vibra va osurdo e
fii9fi>ogaCop<9 de um cavallo.
A voz de Leopoldo cantava :
Oaiau fiares urna a nma,
Seque o ric, acabe o mar,
Que eu nao hei de te esquocer,
E nem- deixar de te amar!
galope do cavano perdeu se de toda,
m distancia.
VIII
h tasca ^ra Ruada beira da estrada
perleoca a nma tal Mricas Guand,
ttO/fher de ventas arrobitadas e pulso vi-
gore.
Sao talharJas pefo mesmo molde as ven-
tolas, tenias e em geral as quitandas dos
pobres logare jos do Norte : um* mesa d -
piobo troppga e roda serve de balcio com
as oes fi>gados na trra esburacada e hu-
airt?.
Na pared sem cal, de cujas ripas eotre-
W,*3? o barro cabe a >S b"icados, e por
oa ? eolram com idntica familiaridade a
tava, o veato e os raios do sol, estendera-
se doirs a tres registros de sanio, qaasi
sempre Santo Antonio e o Crucificado, or-
aartns 4a folbas de manguera, bo^arins e
fjj* bravas Sio as egides protectoras da
casa, *na mabalavel opinio d< s devotos u
miad i ve I chamariz da fregueia.
A ua:a da Maricas Goand corra para-
la: con as soas orapanbairas 'Jos Duros,
tazares, Boa Viagem e as domis povov
f3s da visinhanja.
4 epeira era muiher do pello do diabo;
atrevida, corajosa, de sobr'olbo carregado e
fii.a grossa. Dizia o Chico valente que a
janji luvia cutuprido .eatenea na ilba
de Fernando, em virlude de uns arranbes
profundos, que em m hora de rixa ella es-
culpir oo pescojo de um pobre imbcil
o m quem vivia.
O cert'o que lodos a respeitavam na
povoacio e fra d'ella. ,
Alm disso consta va qoe a muiher tmba
inbeiro guardado, segando nns,nos ban-
eos do Recife ; segundo oolros, na ca
-imb' do quintal. .
Fosse porque fosse, para asaltayqaestas
it trra servia da campo de pele/a a taber
M de Maricas Guand. /
Urna semana depois do sanea promovi-
do pla rara ventara de Pedro Cambraia,
soavam tenlamente as badaladaa do meio-
dia to S. Goncalo, e o Chico valente, o
Braz, o proprio Cambraia e oot/os da po
oaco estavam ain la de prosana tasca d
aricas Guand.
Algucaa poderosissima causa os arredara
o trabalbo at essa hora e um corto ar de
mysierio envolva as saas palavras, que
rao geratmente trocadas em voz bana e
sorda.
A tandeira com os cotovellos escasos
travados na mesa ebeia de lalhadas de me-
iancia, cajs e gerimoos, entre os qaaes er-
^aia-se o imponente vulto de ama velha bo-
tija de agurdente destapada, segua a con-
veriatio de olbos meio fechados e em orna
spteie de indiRerentismo brutal e somno-
Iwto.
As moscas zumbaos em cardumes em
redor dos fructos e do aroma da botija. Os
allos sentados em trra, com as pe mas
citas expostas ao sol e o cigarro no canto
a oretna, fizeram pausa por um momento.
Soava meio dia.
Loavado seja Nosso Senbor Jess
Cbristo rosnou a tendeira sem mudar de
psito e benzeodose, depois de bocejar,
como o ruido da orna chamin de vapor.
Para sempre 1 repatiram os matutes
descobnodo se.
O sol abrazava ; os passaros emmode-
eiam, abrigados do calor as largas folbas
do arvoredo que nem nm balito de brisa
fcaejava seqoer.
As galliobas mariscavam, defronte da ven-
da, espojando se na poeira ardente da es-
irada deserta.
Tomn a pala.ra Pedro Cambraia :
Poise como se orna coasa feita tivesse
Be entrado oo coaro I Safa I qoe se nao
fosse o que en c sei, j boje nao dorma
no JordSo o Gibo de minba mSi t
Toces slo todos cas mofino31 disse
a taverneira abrindo os olbos vermelbos
como ama fornalba.
Sempre lhe quera ver, sa Maricas,
acuda o Chico valeole, medida nasses as-
tados para enio fallar!
Ora, ora ? o Braz. Entio wmec nao acredita em
ira, ora Pois miaba dona, aqoi almas do nutro mundo I
esta o Cmbraia qoe homem direitoe qoe Eu c p)r mim, iotervsto o Chico va-
vio com os seo-, proprios olbos qoe a trra lente, teobo medo de almas como do diabo.
ha de comer 1 luda me nio sabio da cabera o caso da
Mas o qne viram voces ? raplicou a t Boa Vista no Recib. Ate a polica andn
Mari ;as Guand impaciente. Coat ostra atrapalhida.
vez a historia, Cambraia I
Anda bem nio fallei ji me estou ar-
ripiando como um frango moihado t ob-
i-ervou Pedo Cirab aia, revirando os olbos
magnticamente.
A labernaira espregaigoo-se, e veio mu
nida de um banco escalavrado tomara pre-
sidencia da assembla.
Pedro Cimbris nio se fez rogar.
De ante-hintem para b nte-m isse
el'.", eu tinhi de estar nos Appacos para
um negocio grande com Z Pinto, a res-
peito de ornas irapilh idas que nao vem ao
caso. Ru c, s no dia da miaba mirle,
qoe hei de and.r de carro, se nao for de
rerJo, que mais infiilftm N?o pregoei
olho toda a noute; s pen\ando, s pen-
sando, s p?nsan lo na viagef Bsteu em S.
G"nr;alo meia noale, e ea asse comigo :
Ora, toc n) tero somno, s Pedro. A
uouteesti fresquinha como urna garapa e ha
tantas csfrellas no co, como lojas de fa-
zenlas no Recife.
O luco valente goston da comparaco e
eoSou dias gargilhalaasonoras.
M ricas Guasn fez um gesto de impa-
ciencia e a'iQou pelo oihar sombro a lo-
pjacidade do narrador.
Enflei as ca'cjs, pro.eguo o Cimbraia,
o paleto), paguri ;ii chapeo e.. pernas
para que le quero! pu?-rne no andar da
ra. Fazia um silencio de se oovir voar
un! moriss ca 1 O diab) de urna coruja
berrou mesmo no meu ouvido e foi voan-
do para a banda do mato como nm mo
aguuro Tib I se eu tivesse depois disso,
entrado logo para casa e esperado a ma
drugadioba, nlj havia de passar pelo susto
qoe raspei.. Ma, emfim l iz o Paz, que
o que tam de ser muita forja tem e que
qoaodo i\'o Peior I peiT: Coritas a cousa, ou
levas a para tear aU comp om papagaio ?
L vai, senhora, l va, que Deus
grande I Assim que a damnada da enroja
leu o grito, eu tiquei meio c, meio l.
Alas um fime um lime.
E a muiher om bicho I interrompeu
um npazola, o Braz, saudando a idea com
duas sonoras palmas.
A Ubarneira mostrou o punho ao peque
no, da mesma forma porque o cao de Hila
aprsenla a cabelluda pata.
Calla a bocea, Braz ordeDou Chico
vleme.
C)raecei a andar, contiouoo Pedro
Cimbrea, apartando o passo para ebegar
mais cedo. Assim como assim, eu, j que
saLi de casa, qoiz me presentar oo Recife
a boa bora para bater para os Apipucos.
Eslava escoro ludo que era mesmo de se
quebmr o nariz sem trabalho Nao havia
la, e as estrellas allumiavam s a casa do
Senbor. sem se importar com o qoe havia
c em baixo. Quando eu ia ebegando ao
p do desvio pegado com a casa do Jos
Paz...
A fulva papila da Maricas Guand, fu-
zillou de curiosidade e de cobiea.
Que que viste ? qae que viste t
Ulhe l, vos meca capaz de dizer que
eu ando doudo, e ento e rnelbor parar
aqui.
Conta, Cambraia !
Conta I
A taberneira impoz com o gesto silen-
cio, e enchend) a'. as bordas urna caone-
quinha de agurdente, passou-a ao narra-
dor.
Molba primeiro a goetto, e eonta di-
reiln I
Pedro Cimbraia saboreou gota a goto o-
oectar delicioso, e depois de ensaiar orna
orchestra de pigarros em todos os toos :
Meus olhos no escuro custam a ver
como os olhos do gato. Foi por uso que
eu pensei cue tudo era urna mentira c da
cachola qomdo a alma appareceu...
A alma *!
A lina do outro mundo, sim seohort
Estcquei mesmo defronte da casa do Paz,
que estava toda fechada e sem loz. Poderal
Meia noute passada Comecaram a me
tremer as pernas; o fri coqou me as cos-
tas e urna porQo de candeias faiscou na
minha vista. Qoiz dar um passo para traz ;
qual fortuna I os ps estavam pregados no
cbo que nem verruma em parede nova 1
Anda sempre I anda I disse a Maricas
Goandn, approximando o banco, ebria de
curiosidade. Os beeos alongavam-se-lhe
famintos como se estivessem defronie de
um manjar appeltoso e abundante.
Os matulos bebiam sem perderem urna
syllaba, p?rd5o urna syllabada,as pa-
lavras de' Pedro Cambraia.
Eu nao poda, nem andar para a frente
nem andar para traz.
E a alma vinha eobre ti ?
Qual carapu;as 1 Abi que est o
bosillis I A alma corra adante de mi
como paca que foge do chombo I
E esta !
Era urna (gura brinca, como ornas
mangas cabidas at aocho e a caveira re-
luz ndo que nem fogo de qoeimada I E
ia, ia, que pareca nebrina de manhia de
fri, qoando corneja a soprar vento, e o
sol appareee no co.
A alma parou e como que olbava para
todos os lados. Imaginoa l sua vida
voatade, scismou bem, pensoa, repensoa,
e depois d esa p parece a pelo matto a den-
tro t
Credo I Crnz Nossa Senhora I'
Quando ella sumio-se eu cabi mesmo
em ebeio a Oo comprlo na estrada.
E depois ?
J encommendava^me a Nossa Senhora
da Boa-Viagem, que o medo era moito,
quando me parecen oavir bulhi na casa de
Jos Paz, orna bulha assim de jaoella aberta.
Ob I s Jos Paz I gritei eu reamado todas
as forjas de miauas veas. Ootra bulha de
jaoella e mais nada. Cinco minutos de-
pois...
O altencioso gropo apinbou-se em redor
do narrador. A Maricas Guaod trema
toda da cabeja aos tamancoa.
Cinco minutos depois, sabe om cavallo
e o diabo em cima deil, do matto a dentro,
embaral'usta pela estrada como vento Norte
e voava por all fra qoe nem a vista poda
o acompanbar / Dismalhei de orna vez I
Quando refrescou a manhSa acordei, me
levantei u o ma'.s o Chico valente sabe...
Abi anda coasa de paulara I obser-
vou philosophicamente a tandeira, engola-
do um trago de can na, para desfazer os
restos do terror, qae Ibe cansara a historia.
Nao falle assim, sa Maricas I acudi
Mis aquillo era oo nio era namoro ?
As vezes outras vezes nio s Ma-
ricas aventaron Pedro Cambraia. O vgario
' diz qus a alna i da gente ni i morre e pode
i voltar qaanlo qu zer para var os outros que
esto vivos.
Se a priheira vez qae acontece una
cousa destas do J jrdio !
Urna vez sempre a primara, minba
seniora. Olae o California da Gsmelleira,
qoe ficcu gira depois que vio a alma do
outro ?
O que voces devem fazer esperar a
alma do outro mando thr-Ihe ama boa
surra !
Daos me defenJa I Snti Barbira e
S. Jeronymo.
Nio se me diva a mim de ir, es orna muiher.
Mis orna mulber de pulso! o..servoo
i Braz, com certa irona ma iciosa.
Para que nio tratam omi sucia boa de
gente decid.da ?
Para tudo morrer de medo 1
Calla a bocea, toleirio I Eitou. qaasi
a jurar em co'ue a alma do outro mundo
gente como voces I Qjem sab) mismo,
algum connecido I
Q'ie, senhora ( Aquillo a'gama missa
que o defuoto est pediod) I
E se nio fosse defuoto ?
Sjmpre ea qunii ver !
Pois fal'em com o Josa Paz ; mn 'em
chamar o Teto, o Leopoldo e aquello fu
rioso do Tiburcio, que nio de grajis, e
f jan urna tocaia !
S se fr assim I
Eu tambem entro no rancho I excla-
mou a Mirlos Gjaoi empuniundo um
cabo de vassoura.
Esta dito conlinoou Pedro Cambraia
resolutamente. Vou timbar a espingarda I
Nada de morles I
U na cargasinha de sal basta se a alma
desie moDdo. Se fr d)ootro mesmo.
Nossa Senhora teuha compaixlo de nos I
Oaus graodJ, Pedro Cnobraia.
Jos Paz orna bora ,'depois, eoirou na
tasca de Maricas Guaod e eogo'uo urna
dse de agurdente. J nio havia omgoem
na taberna seria o ve'ho cao que resoosna-
va ao to\, e a dona da casi qae groobia
com a caoeja mergulfrarja nos brajos col-
lossaes,
Eb l, sa Maricas-1 Tome os dow
vintn* I eiclamou o pai do Rosinha des-
pertando a muiher.
Mricas Guand abri a cusi os pesado*
olbos, e vista da- recem-ctagado, des-
pertou de* todo.
Porque nio ve mais cerJo, s Jos?
Houve aqu o oii o i
O diabo ?
Sim, ootoo-se esosas de fawr perder
o somno ao tinboso l
Ora vao< !
E' o qpe eu Ibe digo. Aada nao
conversn coa- o Cambraia ?
Ah I disso que e- trata ? d> Cam-
braia est gira-1
Nio diga- isso ? Elle jura qa ver.
dade todo, oque foi parto de sua sasa I
Jos Paz arguea os- hombros som om
sigoal de isivel enfado.
O cambraia que v4 pontear macacos.
At ioveotou qoe- eu tinta aberto em ji
oeila ; a quo horas 1 meia noute t quando
todo roncava em casa.
Nao peagaintou nada a sua Giba?
c Pois eu quero l mettar medo i me-
nina Ora ailo boas- tardes, sa Maricas.
Diga ao Pedso que v trabalbar em voz de
dar lingos r
E Jos- Paz sabio da tasca sem reparar
em urna careta, que franeioa cara da hedion-
da uberneira.
Rosinha Scara mais paluda desdo a noute
Ida fesla. Em compensajio ria-sa brinca-
va, conversava com o pai e com. a velha,
que a acompantuva s vezes; mas o seo
sorriso era desees, que s voam. nos labio
e que nio chegaa ao corajio I
Jos Paz pulava de satisfeito com a me-
tamorpbose operada na filba. Eicellente e
estupido bornea I Mal sabia elle que Ro-
sinba ia denohando aos poucoa e qoe aquel-
a alegra nao era seno o lampejo mentiro-
so do borisonta, quando se accumulam as
mysteriosas borrascas e crescem a desolajio
e a morte immnentes I Na noute do dia
em que se travoo o animado dialogo na tas-
ca de Maricas Goand. Rosiaha s, no seu
quarto, escrevia la vacillanie de om en-
fuma jado lampeio.
Atraves das ftestas do teclo e da janella
penetravam al a cama da menina os tmi-
dos e melanclicos clarees das estrellas.
Estava calma a noute, e apenas o som de
nma vi da affasud i turbava o religioso silen-
cio da natureza.
Rosinba escrevia i milionaria. ... De
vo-lhe tudo, miaba madrioba (dizia a ulti-
ma parle da carta) tudo ; a minha felicidade
no passado, as miabas alegras do presente
a o que Deus na sua infinita misericordia
quizer dar-me no futuro,
c Venha buscar me pelo amor de sua mii
e pelas dores de Maria Santissima. Algu-
ma cousa me diz qoe est bateado a hora
da minba desgraja... Nao sei o qae ,
minha madrinha, mas teobo medo, medo 1
Quero co'nfessar-lhe o qoe se passa no
meu corajo ; venha para eu abrir-Ibe mi-
nba alma toda e pedir-lbe que me ampare
O que a felicidade sem o descaojo,
mea Deus ? E eu n5o tenho mais desean
so, nao teobo I estou perdida.
A minha propria sombra faz-me ter-
ror ?gora. Parece qoe em redor de mim
ba urna porjio de pbantasmas que me ac-
cusam...
Meu pai ri-se feliz vendme contente.
Contente I Ah minba madrinha 1 Digo Ibe
isto e as lagrimas sal m daas a duas de
meus olhos I
c Venha, venha, minha segunda mii, ve
nha soesorrer a sua infeliz Rosinha. Nio
repare na letlra: toda ea tremo como se
fosse d'aqui a pofleo morrer... Morrer I
A's vezes a morte melbor do que o des-
espero I
Vou resar e vou dormir. Sio ooze
boras e meia da noute. Teobo febre o sin-
to um fro de bater os denles.
Adeos, m'nha madrinha. Deite a beo-
jo em suaafilhada.
Rosinba.
Ella terminou a carta offegante, tremola,
assustada ; dobrou a a custo, poz-lhe o so-
brescripto e escoadeua debaixo do travs-
seiro.
Seos olhos cercados de um circulo som
bro vagaram pelo quarto e foram at
jauella, donde recuiram transidos deespao-
to. El a dirigo-sep ante p a parta do
quarto e collou o ouvido taba. Fazia om
silencio profundo oo interior da cisa.
Em segaida a menina veio de aovo mesa
raigou com mi coavulsa um pedaco de pa-
pal, e trajou estas palavras, mais trmula
mais aterrorisada, mais paluda d) que sem
,>re :
V ; luja, se me tem um pauco de
amor. Nio len'.o a vmganji de Deus Pela
memoria de sej pai, e por mim, foja, fija,
nio se lembre mais, nio pense, nao desgua-
ce quem pela ultima vez lhe escreve e in-
voca a sua geaoro^didd 1 Sa nao ma at
tender, matto-me I >
E bruscamente correu janella, abrio-a,
e dobraodo o bilbete entre os dedos hmi-
dos, collocou-o no peitoril, fechindo a jv
nella no mesm > instante.
Hivja urna traoqui.lidale inviolavel na
noute. A viola callara-se, e oo campanario
affastido, s ibrou a p.im ira pancada da meia
noute.
Rosinba encostou-se janella fechada por
dentro, e estendendo os brajos angustia los
apiioo-se parede para ni) cahir. Estre-
mec i-lhe violentamente o corpo ; seus olhos
escureciam-se o um sao. gelado percorria
Ibe a testa abrasada.
Poaco adante da casa do Jos Paz sa-
biam de um grupo escondido entre as ano-
res palavras em surdina e constantes murmu
ros. Eram os espidas capitaneados por
Pedro Cimbraia, esp.ra do phantasma que
tanti horror causara entre os sabedores da
aventura.
Voces vio ver, dizia o Tiburcioo
\alect3oque tudo fu.am maluquices da
cabeji > Cambraia.' o h.>mem estava com
aumno e vio almas por tod i a parta f
A Miric-as G-aand estafa tambem na tro-
ja, embrulhada em urna lai de sarja, a ti
lulo de capote.
Nio fajam barulbo, fllhos de Deus f
observou ella. Est baendo meia noile em
S. Gonjalo,
Caliaram-se todos e dez olbos curiosos
seguiram a mesma direc?ao pela estraa
acias.
Nos) momento'fecha va Rostnbaajanelia,
depois- de deixar o bilhats, e encostava-se
pjrede, vacillanie. Os latidos- de um cao
feiiran>lhe os ouvidos, e, como se se arre-
pendesso do que havia .'eito, teutou por um
esforjo extrema abrir de novo a aaella,
Os espides conebegaram-se uns aos ou
tros apostando para usv ponto ao longe.
Pedio Cambraia bemou se e o Tiburcio
e^fregou as mios para chamar coragem. A
Maricas Guaod sentio as- pernas dansarem-
Ibe de medo e fecboa. espavorida os
olbos.
De feto, ama sombra ava, urna grande
tnica e dous- bracos esteodidos para o co,
desciam da, aetta silenciosa^ e vinba aqjaela
figura sinistra andando pek>*estrada, airavs
da paluda luz-des estrellas, de vagar e sem
ruido.
Us espies tirita vam como condenados
aop da forca. O Tiburcio; que era ornis
corajoso de todos pedia ao- co que- lhe ti-
zasse nascer raa costas e nos ps di>u8 pa-
res de azas velozes.
Foi ju tameoie nesse instante que- Rosi-
nba tentou abrir de novo a janella, e> depois
de lutar com a afflicjao, qe a suScava,
o aom as nevoas que lhe obscurecalo a
vista estendea agonisante os brajos birlos,
o cahlo 8em~santidos no aeio do q IX.
Eram qaatrcvboras da madrugada, quan-
do-Rosinha tornou a si. As meigas aragens,
precursoras damanhii, eatravam pelas fres
tas,, hmidas e ceiroeae, A aolhada da
millionaria a susto moveu.0 corpo alquebra
do de fadga, de co um >;5es e de febre, ar-
sastando-se jaoella e escancaraodo-a com
urna rispidez nervosa e phrenetica. Na bar-
ca do boriscote -as paludas emanajes do
dia eslendianvse como* um veo diaphano
As arvores raeneiavam. a copa orvalhada e
os grillos aaiudavam o crystalin canto, a
proporjio que a luz do co ia aanuncianda
a presaaja da arvorada. A atmosphera es-
lava transparente e calma. Uaa ou ootra
ave nocturna, retardada, siograva com a
aza negra e silenciosa a onda, etherea do
crepsculo matutino.
Rosinba apoiou os cotovellos ns iy ja-
nella e respirou com o despero da creatura
que e submerge- os consoladores a?es da
natureza vrgem. Paluda o angustiada, sor-
rio a todos os primores que seus olbos viam,
exactamente como essas crianjas moribun-
das, que pela ultima vez saboreiam os en-
cantos de um mundo esperanjoso quasi per-
dido para as suas illusSes, para o; seus amo-
res e para a sua existencia inconsolavel.
Batiam-lbe tumultuosamente as footes e
os seus olhos seceos vagavam de om ponto
a outro sem coosciencia, inquietos, assus-
tados, abrasadores e fataes. Depois, como
se duvdasse do que se passara durante a
noute, correu os dedos fros pelo peitoril
da janella ; o bilbete havia desapparecido.
Cravou a vista no chio, sappondo que o
vento arrebatara o papel; na trra gretada
e nua amontoavam-se apenas algumas (odias
araarellas, que o sol e as brisas despren-
dalo das arvores.
A menina apertou ao peito agitado as
mios febricitantes e desatou a chorar. De
longe em longe os gallos correspondiam-se.
saodando os tenues vapores da manhia,
que esgarjaam-8e no Oriente.
Pobre enanca I Para ella todo estiva j
perdido, e neuhuma das santas harmonas
da natureza achava echo em seu corajio di-
lacerado No meio das angustias, das la -
grimas e do terror, que a perseguiam, ella
reporta va-se ao passado e arrependi.-se,
embora tarde I de ter abaaJooado, attrahida
por um destino miseravel e crael. o verde
ramo das patneos oatae, onde estremeca
vazio o seu ninbo, anda perfumado equentel
As adoradas visos da infancia enchin-
me a alma desvairada, e mo fresco aroma
de boninas e madresilvas, que desceu oa
aza do vento, despertau-lhe alembranja de
om mondo cheio de folgiedos e certas as-
pira jas, snbmergido no naufragio de tolas
as suas es, eranjas I
As velhas arvores qae a conheciam e
cuja sombra em criaoja, ella t nas vezes
adormecer, pareciam apiedar-se das suas
dores e diziam lhe, murmurando com os
bafejos da melanclica maobia :
c Foi toa a colpa. Rosinba. Vivas
Uto bem aqoi ao p de nos, nossa sombra,
ouviudo o doce rumor que a aragem aorda
entre as nossas folbas orralhadas e verdes I
Qae fosta fazer nesse outro mundo, prfido
e trajoeiro, onie tudo perifBSO: o riso
da criaoja, o olbar da innocencia e as la-
grimas incompletas ? Abre de aovo, abre
o teu orajij s rnysticas exhalajoes da ni-
toreza, qne te ijo nascer! Chora Rosiaha I
chora f e consola-te tambem I Nunca tw*-
de para o arrapen lmenlo, e os remorso
sio as oseadas de espinhos por onde a alma
sobe at aos ps misericordiosos da Vir-
gem ( >
Da clice das flores hmidas e do regajo
das pUnias comejaram a sJiir, em capricho-
sos band s, as borboletas, doudas pelo pr
meiro raio do dia !
A alada caravana rojava os cabellos des-
atados da menina, ?xchando lilvez na sua
liogoegem caprichosa e pura:
Taaibaua nos corremos sempre i
procura do melbor mel e do rnelbor perfu-
mo, Rosinba! Mas sabemos distinguir a co-
ro'la em que brilhi a gotla de ambrosia e
o clice onde dorine o veneno amald joado 1
E tu, borbo ota, borboleta I porque tio de
preasa rasgaste as tua3 azas e bebesta a
longos tragos a loucura e a marte ? Vom
coiunosco se qoeres, oh charosa irmi !
Mostrar-te hemos os camp s de esmeralda
onde canlam os passarmbo.s felizes, e as en-
cantadas grutas em que o vento suspira
con mis dojnra do que o orvalho quando
escorre do leqae dos c>queroj I
O sino afastado chamava os fiis mis-a
Ja madrugada. Dispertavaii os ninbos, e
urna immeusa harmona povoava a almos-
pbera transparente. Rosinha levantou a
cabeja e afistou o rosto, em um gasto ar-
rebatado, os cabellos negros qoe se lbecol-
lavam pella enregelada.
AqueiIa noute valera um anno de soffri
memos para sua alma ; ostava lvida como
um defunto e em seus olhos j nao brilha-
va a r;.-a avslludaia e suave, mas sim
um claro negro e sinistro.
Voliou tremando ao interior do quarto e
ajoelhou-se, cabio ajoalhada cibeceira da
cama silenciosa.
Uotetajou as mos, embebida aa avidez
dolorosa de orna orajo intima, a orajio do
naufrago, quando v partido palas ondas o
destrejado lenho a que ae agarrara nis pa
roxismos da morte f
Jos Paz veio daitar-iba abenjo, promp-
to para sabir. Ia a negocio e s vollava
tarde.
A meuina escondau a cabeja desorientada
no seio do par e todo o seu corpo estreme-
ca como ao contacto das pilbas elctricas.
O matoto esbugalboo os olbos-.
Que isto?
Nada, nao- nada, meu paisinbo !
acudi ella de prrompi, tentando' sorrir no
meio d* sua palidez mortal.
Jos Paz abane melanclicamente a ca-
beja.
Po nao saio mais, disse elle.
Mas Raeinbe cowum impeto narvoso to-
rnou entre as suas asinSos callosas dovelbo:
Sia, v, v aos- seus negocios, meu
paisinbo I Timba que ver f por minha causa,
perder alguma coasa !' O dia est borra, est
fresco; repaie: ha muito lempo que nao
Uj- um dia oomo o da boje I
Tu teres- alguma cousa, Rosinba, qne
nao me queros contar!'
Urna nuvem de rubor rojou as faces- da
nenioa.
Eu ? Nada sinto : j Ibe disse. B o
qae foi, passou I
O que que passou ?
Um sop.iio mo, uatu paisinbo, ccr.ti-
nnou ella om o olbar sombro, um sonbo
mo de fazer arrepiar as carnes I
Ora coata-me o sooao mo.
Nao, nao Para que ? S em lembrar-
iii6 delle, cuido morrer l
Ab I Rosinha I Rosioba! parece qoe
Noasa Senhora nio tem mais pena da gente!
Cre'-ceu urna lagrima as palpebras do
matuto, que-elle enxugoocom a palma ju-
gosa da mo.
Por um esforjo beroico> a menina compoz
o- semblante e derramou em torno de si. a
alegra e a felicidade, pela luz dos seus
sorrisos.
V ao- sau negocio, v. J me simo
inteuaiuente socegada I E depois os sonbos
mentam, meu paisiubo. Sa acoutecifsse
tudo quanto se sonha I...
Quando echoaram na estrada os pa6S0s
ieniis e psalos do maulo, Rosiolu levou
freofcticamente bocea um bentinho, ]ue se
Iha eoroscava no .seio, articulando com a
voz suRbcada em solujos :
Minba Nossa Senaora das Dores-1 Pro-
lejei esta desgrajada.
E repeta cobrindo de beijos o adorado
talismn:
Pelo bamdito saogue de voseo- Filbo !
Pelo bemdito sangue- de Jess I
A velha dindinlu Pau'a enirou oo quarto
j de rosario empunhado e O3grossos beijos
em ebuljio beatifica.
Muito bom dia, saalinha t
Bom dia, diodinba Paula t bom dia I
Que cara essa menina ? Passou mal
a noute ?
Muito, muito I
Hen ? O que foi ?
O qae foi a o que ?
Qae qoe leve de noute 1
Nada. Dormi de um somno s at
romper o dia t
Nem ella sabia o qoa dzar i A vetha
acocorou-se em um canto, apalpando a con-
ta de um novo Padre Nosso com urna nova
Ave-Maria,
O sol apona va no horlsonte e as aves sel
vagens em longos esquadres voavam, pai-
rando sobre as arvores cerradas da malta,
Os curios desafiavam-se nos saputisairos,
e a rola gema entre os troncos a sua eter-
na melopea do amor e da saudade,
Os da banda de Pedro Cambraia relem-
bravam na lasca da Mricas Gaaod' os pa-
vorosos sucee.ssos da vespera..
Eatio ? Agora certa a cousa oa
nio ? pergunlou triumphaatemente Pedro
Cambraia.
Tio cerlo, interromqia a teadeira. co-
mo estar eu aqui olhando. para voces I
Aquillo desgraja que est para acon-
tecer.
O valentio Tiburcio entroa na tasca,
Ob I l, Tiburcio ? Aposto em como
nao pregaste olho o resto da noute ? 1
J fui Boa-Viagem e j vim, disse o
recemebegado.
Fazer o que ?
Convilaro Mariano para entrar com
agente de noute no rolo I
=- Qae rolo esse ? pergootoa a Maricas
Goand, contemplando em xtasi os seus
enormes pulsos.
= A cousa ha da se fazer de combina-
jio, proseguio Tiburcio, abaixando a
voz, Vamos eu, Mariano, Pedro Cambraia,
Teto, Basilio que tambem vem logo,
e...
E eu I exclamen a tendeira.
Mau I Muiher sempre eotoroa o
caldo I
Ai. ai. qoa paja. in<,,
Se va e quizesae fazer ama apoe*
V l f
Eu fecho na pala* 4a aae oa vie*
tenzinho chemchem, e se alf oea for cape*
de abrir...
Ganha o vintea ? Ora (ca-see o fa-
vor I
Saoba cinco ail rus I bradou e Ut-
deira, empregando ai mesa oa morro pro-
digioio.
Safa Sitamos salisfeitos coa a amos-
tra I observou o Braz, arreitodo-M pan a
porta. P
You ou qo vcu ? pergunlou a Man-
es Ca ndii cravando os olbos de jetare M
'reguezia assustada.
Vai sim, muiher, vio todos, vai o
mundo inteiro que malher! Ora j o3
se \iram !
Voce paesou em todo como deve ser,
Tiburcio ?
Qae duvida! Eu, o Chico alate e
qual juer outro leva espingarda carregada
de sal. Nao ha de ser preciso faser fogo
com todi a carleza, porqoe o pauso ar-
reia do susto, assim que tos gritaraos.
E se nao se importar coa os gritos"
Faz-se fogo ?
Podera! Urna 'iridiaba de al coa-
sa que tem ehuo do muito aeaioo bo-
nito I
E o inspector ?
Contase ludo ao inspector. Ha tai-
temun'aas! Nos estamos oo oeeeo di-
reito I
L isso verdade r!sse Pedro Cam-
braia sentenciosameute !
D liceaja para urna palavra I sopp ;-
cou o f a ento Tiburcio.
Tem toda.
Eu acbo melbor o seguinte: ti Mri-
cas e um ou dous dos nossos Besa aqoi aa
venda...
Nio, senbor; nio senbor f
Ouja, minba gente f Faz la hoja,
mas ainal de coous a n.tute escora, qoe-
si sempre como fundo de arkain. Ama-
ja-se ardiles ct>m casca de canoa e aceite.
para, quando filar-.se o meco, virea coa luz
e vr-se direilo a cara do lord. \
Asim como assim, observoa a lea- V
derra, nio mal pensado, nio. Poit eti
dito f Eu fico: eu, o Braz e o lit- Pao f
Nada t O Jos Paz oio servo I
Js Paz homrm corajoso l acuda o-
Tiburc'o, com o orgnibo do general) fe*
louvi os actos de bravura de aa subal-
terno.
Esse ba de vir coa a gente, tocaia,
o bicho r
Dio nao acredita I Anda kon.'r, dis-
se aqui que o Cambraia ania va girando 1
L.h;o ea Ibe amosm o qoa fin.
deixa estar r Elle que parece nio ar a
cachola no seu lugar I
Sa o-Paz souber da verdade, oio pde
duvida em> sotrar na fesia r
Ha de entrar com a ajpda de Deae i
Sempre se vai ver quem o diabo da
alma !
Credo-1 Nio falla aasia. Chico I
Eu al acbata me hor ir prinaeiro ao viga-
rio antes de fazer nada. Pode ser o etpri-
to de um peocador qoe faz penitencia I
Pois que v feze la no inferno! excla-
mou o valeatao Tiborcio esvasieodo ama
excellente quaotidade de canica.
Braz, encoltiido na steira, segoia auto-
mancamente os m-ivimentos- dos oatroa.
E t Broa Veos tambem de oooa*
Vote I Mais ae valia caar da cabe;.
para baixo na- estrada, quando ptuiaao o
carro de Ierro t
O Braz, (ka comigo para levarmos a
archotes.
L isso, bem. Na .c da irapalbada
luda, estou prompo I
Mofino-f
E' mou< provet > se sou moa u i O
Rodrigo licou mal assombrado e (i para
hospicio do Olinda! C por atm -oda
quero comer auiu I anab !
A capelia dos Prazaaes cata va aberta aa
hora em que Jas Paz passa va pela fre-
guezia. O astuto entrn, sjoelbea-sa e
com os olbos molba los Qzos no. altcr da
Santa, muraurou o nomo da nina. 9 vi-
gario vinba sabiodo da sachnstia, queod)
Jos Paz levant iva-se e djrigia-ee porta da
igreja.
Ob. h Sr. Jos /
.\Luto boa tarde, Sr. vigai-Ms raspn-
deu o rnatnto curvando-so at o ;hao. Nio
quiz ir-me embora sea pedir A Senbor;
Mi de Deus pela minea, Risioba.
Como vai ella pergootoa o padre
cariabosamente.
E ambos sahiram para o adro da capelia.
cheio de fresco e da sombra. O sol der-
raaava ondas da fogo e a carroca de oa
erigen lio, atopelada de caoaa e manga.
rangia airavessando a estrada,
Jos Paz ergueu os olbos para o co *
suspirn duas vezes.
Nio vai bem, nio, Sr. vgario !
Conta-mo isso, bornea !
.Iguns das depois que queimei-lAe os
livros e o vestidos, ella ria-se alegre, cotia
cantando e nio fallava na madrinha.
O v gario sorrio paternalmente, e batea-
do no hombro do matulo.
As almas oio morrem, Sr. los, mas
tambem oio voltam. Deas reserva-Ibes na
vida futura urna outra existencia comple-
tamente diversa da que liveram, qoando
arraslavam o corpo entre as miserias da
vida.
E' o qoe eu digo : oio voltam.
Se a gum mi espirito humano, Jos,
usa desse* meios phaotaslicos pira ama-
dronlar os iogeouos e pralicar actos aeooi
christios, merece om castigo tremendo I
Bom, bom. Fuste aa pooco exagerado,
meu velha, mas oio fax mal I
Depois comejou a flear oolra vez abor-
recida e triste como d'antes I Alli toda
mo olhalo I
Ab I a proposito de mo olhado qoa
Lhistoria essa de almas do ou ro mondo,
oio me dirs *
Sio besUdadet de Pedro Cambraia.
Acbo que o dioheiro da lotera tea-Iba da-
do muito de beber, e o pobre homt j nio
sabe nem o qoe vd, oea o que conta l
Vosmic acredita em alma do outro Ban-
do T
Eolio o Sr. vigario cuida que,. ?
Nao cuido nada, que aada vi. How
sum. Ouvi estarem por abi a fallar de osa
figura branca que apparece no Jordao, to-
das as noites, e que tem espumado o p-
nico entre os pacficos habitantes do logar!
Isso um crime monstruoso e qae oio
deve ficar impone.
(Conunaar-ae-ha)
TYP. uo UI4R lU-aU." l>0 DQCl OB UA
9*.

.


i


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