Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12580


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Full Text
<_
V*
anno xLtfi. mmm 31
k ;s r )>
HU A CJcfITAL E IGATTCS CITES IA0 SI PACA M1TI.

rvv iro* azi adianudm
1*or seis ditos ir>oi .
Por azi auno idem.. ...
j3da aaomero avuito.
....... 6)1000
.... 12)|000
a,...... JifJOOO
P. O
^ -f-
QUINTA FEIRA 8 DE FEVEHEIRO DE 1811
.i't


Por tres mezei adiantadoa
Por mi ditos idem. .
Por doto ditos idem
Por me armo idem .
PA1A MMTHO I F01A DA P&07TCIA.
9 '*'.......
um
114*09
lomo
17#000
DE PEMA1BUC0.
Fropriedade de Manoel Fignei^da de Faria & Filhos.
^3r~~-----------------
Marta:
AO ACU
$ Sn. Uerardo Antonio Alvoa A Filhos, no Para ; Goncalves & Pinto, no Maranho ; Joaquina Jos de (Mivira 4 Filho, no Cear ; Antokio de Lemoa Braga, no Aracatj ; Jlo Mara Julio Chavea, no Ass ; Antonio Marcea da Siira, no.Natal; Jos Joato
Pereira d'Almeida, em Mainangnape; Augusto Gomes da Silva, na Parahyba ; Antonio Jos Gomes, na Villa di Penha; Belarmino dos Santos Buido, em Santo Antio; Domingos Jos da Costa Braga,
em Nazareth ; Antonio Ferreira de Agniar, em Goyanna; Francino Tavares da Costa, em Alagoas; Dr. Jos Martina Alvea, na Baha ; e Leite, Cerquinho C.J no Rio de Janeiro.
k
PARTE OFFICIAL.
ioverno da provine a.
gXrfDlENTK DO DIV 29 DK JANSI110 DK 1872.
Actas:
O presidente da proviocia, attendeod) ao que
r<|aerram os emprezarios da eompanh a Recite
Drsyuage, revive declarar em additimento ao
regulamanto, q>ie baixou cora a portara de 12 do
torrente :
!.Que a multa imposta aos que deterioraren)
ou daraoitlcarem os apparelhos, alm da repara-
$io que garantida pelo art. 10 do contrato, o
*ej nao m para depois de ftraccionarem os appa-
reino?, como ante* d'isso e logo que forera eolio-
.ido*, devendo e-u multi ser imposta em am-
bos os casos pelo fiscal do g)eruo com recurso
para o presidente da pro/iucia. Do uiesiuo mo-
o ee proceder n i< multas em que '.eolia n os
mprezarios de acorrer; sendo o modo pralico
* cobra-la o tudicado no niolelo annexo.
i.*Que a recepto das obras de cala districto,
de que trata a clausula 6" da ci;ada portara, sao
as geraes, sem que se possa exigir que estejam
aoceionando, uesse districto todos os apparelbos,
bastando que o e.-teja parte delle, 9endo que o re-
cabimento de ditas < liras nao importa para a com-
pendia o direito de haver o custo doe apparelhos
e dan i contar o das aouuidades, seno para os qa<>
attiverem fonceionaudo regularmente e un ter-
mo? da citad.1, clausulv
3.*Que o serv.cj dos incendios, de que trata
c art. W do regulamenio, de 12 do correte, s
era oorigatirio para a compaoha, depois de
ajotadas definitivamente com o governo as condi
^5es d'esse servido, e votada a respectiva verba
pela aMembli provincial.
4.Qae as despetas com as qustos decididas
por arbitros, quaado estes se uo queirara prestar
gratuitaiueoie, correro por conta da part ven-
cida.
5.*Que Reara em vigor todas as dsposigoas
do regulamento de 4 de outubro de 1870, que nao
taran expresamente raodifuadas pelo de 12 do
correte.
O presideote d provincia, teodo concedido
sai* metes de licenga sera veacimentos ao Dr. Ma
a vi Buarque de Micedo, eogenlieiro fiscal da es-
trada de ferro do Recite Guanga, resolve no
nvir para servir interinamente o dilo cargo t
bacharel Pelippe de Figueira Paria.
O presideote da provincia, leudo designado,
por portara de 13 do correte, o ajudante do s-
cai da estrada de ferro do Recife i Francisco, en
Janeiro FelippedUe Figueira Faria, para servir
interinamente o lugar de liscal por se achar o ef-
fectivo oo goso de llcenga, resolve nomear o enga-
oneiro Joaquira Jos da Almeida Praambucc para
sxereer ioterioaraente o. lugar de ajudante do
dito fiscal.Fizeram se as devidas coramumea-
toe.
O presideote da provincia, de cooforniiJaie
com o disposto nos arts. 3 e 4 do decreto n. 4,821,
de 22 de novembro prximo flodo, resolve qoe
cada ?ira dos substitutos designados para cada
ama das varas de direito d'est comarca recipro-
camente se substltuam na mesma ordem estabele-
".idi para os diversos juizes de dirrilo entre si.
O presidente da provracia, altendendo ao
que reqoereu Joaquira Jo- da Costa Leite, tabel-
iiao do publico judicial e notas, e mais aooexos
do termo de Goyanaa, resolve conceder-lh8 tres
aetei de licenga, para tratar de sua saii le, onde
Ibe eoavier.
O presidente da provincia, vista do olQcio
do Dr. chefe de polica, n. 162, de 20 do correte,
resolve exonerar dos lugares de 1, 2o, 3*, V\ 5* e
6* supplentes do subdelegado do 3 districto do
termo de Villa-Bella os cidados, alferes Joaquina
Pereira de Aguiar, lente Manuel da Silva Pe-
reira, Jos Avelion Pereira da Silva, Joaqun Fer-
rara da Cuoha, Jos Leite do Nascimeoto e Sa-
turnino Pemra da Silva.
O presidente da proviocia, vista do ofTJcio
.1 v Dr. chele de polica, u. 161, de 20 do corrente,
ranolve exonerar dos lugares de 1", i", 3", 4o, o" e
ff sapleotes do delegado do termo de Flores os
cilados Francisco ilenriqoe Barreto MariboDdo,
WaRoel Gomes Coimbra de Campos, Joao Baplista
de Siqueira, Luiz Ilibeiro Vanos, Jos da Vera-
Crai Caopo< e Jo Al ves Ges e Millo.
O presidente da provincu, a vista do ofHcio
do Dr. ebee de polica, o. 161, de 20 do correte,
retolve exonerar do cargo de delegado do termo
o> Flores, o bacharel Jos Rodrigues do Passo,
par ser ineompativel com o de juiz municipal que
exeree.
O presidente da provincia, vista do ofHcio
i Dr. ebee de polica, n. 160, de 20 do correte,
re*olve exonei ar do cargo de !, 2o, 3*. 4*, 5o, e 6*
suplientes do 1 districto do termo de Flores os
cidados Benedicto Hortencio de Sique ra Campos,
Manoel da Silva Jaca, Jos Alves de Ges e Mello,
Torqaato Jos da Silva, Manoal Jos da Costa
Borgss e Manoel Nones da Silva.
O presidente da provincia, vista do ofBeio
do Dr. ebefe de polica, o. 139, de 20 do corresie,
resolve eiooerr(tes lagares-nVi'r 2?, 3-, 4*, o*
5* npplens do delegado do termo de Cabrob
ot cidados Fortunato Francisco dos Saotos, Libe-
rato Hibeiro Granja, Joa) Quiotioo dos Santos,
Loureo^) Por Deus Guimares, Benedicto Leite
Rabeilo e FelipBe Antonio da Cooceigao.
O presidente da provincia, vista do ofJQcio
do Dr. chefe de polica, n. 140, de" 19 do corrente,
resolve exonerar dos lugares de 1*. 2*, 3o, 4o, 5* e
6* aapplentes do subdelegado do 3' districto do
termo de Petrolina (Pontal) os cidaios Jos Fran-
cisco de Albuquerque Cavalcante, Jos Antonio
Fsrrara de Aodrad.-; Manoel Francisco de Amo
rim, Jos Marques Rorigues, Joao Coeibo Rodri-
gues e Joio Rodrigues da Silva.
O presidente da provincia, viste do efflcio
a Dr. chefe de polica, o. 136, de 20 do corrente,
resolve exonerar dos logares de 1*, 2*, 3". i\ 3o e
i* supplentes do subdelegado do 1 districto do
iermo de Villa-Bella, os cidados Joaquira Fra uce-
an i de Sonzi Guerra, Joo Luiz de Magalhe?, Jos
Sebastio Pereira da Silva, Andrelino Gooe.alv<>s
Lima, Antonio Gomes dos Santos e Joaquira de
M-llo Mattos.
O presideote da provincia, vista do offlcio
do Dr. chefe de polica, n. 138, de 19 do corrente,
resolve exooerai dos cargos de I, 2, 3*, 4, 5* e
$ snppleotes do subdelegad) do 1 districto do
iermo da Boa vista, os cidad Aotoaio Fortunato
Rodrigues Coelno, Marliniano Leite da Silva, Elyseu
Beoifleio da Silva, Jos Muoiz dos Aojos, Aoto-
aio Pereira de Oliveira e Serito Alves dos Aojos.
O presideote da provincia, vista do offlcio
do Dr. chefi de polica, n. 107 de 2! do correte,
resolve exooerar dos lugares de 1, 2*, 3*, 4a, 5 e
6o snppleotes do subdelegado do districto de Leo-
poldina do termo de Corob, os cidados Antonio
Pires da Silva, Moyi* Goncalves Lima, Jas Frei-
r do Nascimeoto, Raymaodo da Costa Araajo,
CyprUno Rodrigues da Silva, Antonio Freir do
aseimento.
O presidente da provincia, de conformidade
ora a proposta do Dr. chefe de polica, em offlcio
a. 167 de 22 do correte, resolve nomear para os
lagares de 1 S e 3 supplentes do snbdelegado
4o distriets de Leopoldina do termo de Csbrob,
ot cidados secarales na ordem era que vo eolio-
cados : Antonio Pires da Silva, Moyss Goacalves
l.ima Jos Freir do Nascimento.
O presilente da provincia, a vista do offlcio
o Dr. befo de polica n. 184 de 23 do correte,
fwoive tiontrir dos logares de l, *, 3, 4 *> e
6 supplentes do subdelegado do districto da Boa-
Vista do termo do raesrao nome, os cidados Jlo
Ferriira Nune?, Antonio Rodrigues de Almeida,
J)? Procopio Rodrigues Coelho, Antonio Nones
F;rrein, Andr Nones de Barros e Manoel Gon-
ealvea de Assis.
O presidente da provincia de conformidade
com a propo*ta do Dr. chefe de polica, em offlcio
n. 184 de 23 do corrente, resolve nomear para os
lugares de 1 2 e 3# snppleotes da subdelegado
do districto de Boa-Vista do termo do mesrao no-
me, os cidados seguintes naorijra da collacaco :
Joio Ferreira Nunes, Antonio Rodrigues de Almei-
da, Jo; Proeopio Rodrigues Coelho.
O presidente da provincia, a vista do offlcio
do Dr. chefe de polica, n. 183 de 23 do corrente,
resolve axooerar dos lugares ne 1% 2*, 39, 4", 5* e
6' supplentes do subdelegado do districto de Ca-
rahibas do termo da Bot-Visla, os cidados Manoel
Minies da Motta, Francisco Antonio de Carvalho,
Antonio Adelino Menles, Francisco de Caldas Fran-
co, Jos Asso de Oliveira e Candido Ribeiro de
Araujo.
Oprs'iden'e da provincia, de conformfdale
com a proposta do Dr. chefe de polica, em offljio
ci n. 183 de 23 do correan, resolve nomear pa-
ra os lugares de 1 2 e 3 supplentes do subde-
legado do districto do Carahibas de termo de Boa-
Vista os cidad)?' seguintes na ordem em que
vo collocados: Manoel Menle? da M>tta, Fran-
cisco Antonio da Conceico, Anfonio Adelino Mea-
das.
O presidente da provincia, de conformidade
com a proposta do Dr. chefe de polica, em offlcio
n. 140, do 19 do cerrente, resolve nomear para os
lugares de 1, 2a e 3' suppleotes do subdelegado
do segundo districto do termo de B ja-Vista (Pon-
tal) os cidados seguintes na ordem de sai eolio
caca): Jos Francisco de 'Albuinerqae Cantean
la, Jos Antonio Ferreira de Anlrade, Manoel
Francisco de Araorim.
O presidente da provincia de conformidade
coraba prooosta do Dr. chefe do polica, f.m offlcio
n. 139 de 20 do corrnntj, resolve nomear para os
lugares de Io, 2o e 3" sapplsntos de delegado do
termo de Cabrob os cidados seguintes ua orlem
era que esto collocalos: Liberato Ribeiro Gran-
ja, Joo Quintino dos Santos e Lourenc,o de Deas
Guimares. Fizarara-se as devidas coramaoica-
5 oes.
Offlcios :
Ao Exm. presidenta da proviocia de Hallo*
Grosso, aecusando recib 1) o ssa offljio de 25
de novembro ultimo, acompanhando dous relato-
rios com que foi aberta a asemb!a legislativa da-
queila provincia a 20 do agosto do auno pas-
sado.
Ao Exm. prosiJmte da provincia da Baha,
rogando a expedico da snas ordens no sentido de
er ministrado um documento que prove haver a
prv" do 9a balalBio de afamara, Maximiano Ri-
beiro seguido dessa provioria para a csmpanha de
Paraguay cono guarda nacional designado do pri-
meiro balalbo de infamara da mesma pro-
vincia.
Ao coronel eoraraandan'.e das armas interino,
mandando que expega suas ordeus no sentido de
nao receber-sa mais, na fortalesa (do Buraco, pol -
vora afgana, sera orlera da pr:sIen:ia curaprin-
do que informe a qaantidade desse genero, que
ahi existe, com declaraoao da que perteoce ao mi-
nisterio da guerra, ao da manaba, e aos particu-
lares, oa romettida pala alfandega.
Ao mesrao, respondenlo, com a copia do offl-
cio do capillo de engenheiros, encarregado das
obras militares de 2o do correot?, o sea de 20 do
mesmo mes acerca dos cooertos da iliuminaco
a gaz dos quartei3 e estajeleeimentos militares.
Ao mesmo, mandan lo que d snas crlens no
sentido de ser observado o aviso circular do mi-
nisterio da guerra de 18 do corrente, no qual de-
terraiua que os corpos do exercto remettam res-
pectiva secretaria de estado urna relaco das pra-
vas que. teodo sido almiltidasnos mesmos, analfa-
betas, aprendern! a ler e escrever as escolas re
gimentaes, bem como oatra do numero de pracas
que as frequentam.
Ao inspector da thesourarii da fazenda, man-
dando pagar ao bacharel Julio Augusto da Cunha
Guimares, offlcial maior do tribanal do commer-
co, os veacimentos qae (ver direito, na forma
da le, i contar de 18 de dezembro ultimo at 21
do corrente, visto proceder a licenca concedida
pelo mesmo tribunal.
Ao mesrao, remetiendo para serem entregues
quem se mostrar competentemente autorisado as
portaras de nomeago dos Drs. Bernardo Jos da
Cmara e Laurindo Feij da Mello para ajudaotes
da comraisso cargo do engenheiro Joo Gomes
do Val, mediana ai gratificacoes mensaes de ...
450*000
Ao mesmo, remetiendo para ser entregue a
quem competir, depois d8 pagos os respectivos di-
reito?, o titulo de secretario da inspeccao de saude
do porto desta provincia, conferido a Flix de Can-
lalice da Silva Lobo.Accasou-se ao director ge-
ral da secretaria de estado do ministerio do impe-
rio a recepeo do referido titulo
Ao mesmo; remetleodo, para ser'entregue; a
quem competir, depois de pagos os direitos, o lta-
lo de nomeaco de Zeferino Aareliaao de Fgae-
redo e Mello para agente do correio da Villa da
Escada naita provincia. Giraraunicoa-se ao di-
rector geral dos correios.
Ao mesmo, declarando ter sido aatorsada por
aviso do ministerio da marinba de 12 do corrente
a despeza de 7:192*103 em qae forara oreadas
pelo engenheiro das obras geraes da provincia as
qae reclama conservado da nova residencia do
inspector do arsenal de marinha. Communicou-
se ao inspector do arsenal de marinha.
Ao mesis commnniccndo ter sido nomeado,
por portara desta data, o ongenheiro Joaqoim Jo-
s da Almeida Pernarabuco, para servir interina-
mente o lugar de ajudante fiscal da estrada de fer-
ro do Recife a S. Francisco por achar-se no exer-
cicio de liscal o respectivo ajudante engenheiro Fe-
lippe de Figueroa Paria.
Ao mesrao, commnnicaodo ter nesta data re-
solvido mandar equiparar o jemal do raestre da
offleina da i' classe Manoel Malaqoias de Camargo
ao des mestres das demais offleinas do arsenal de
guerra. Comraunicoa-se ao direclor do arsenal
de guerra.
Ao mesmo, communicando, para os devidos
fin, que segando o aviso do ministerio da jnsiica
de 15 do corrente, foi solicitado do da fazenda a
expedigo do ordem, aflm de ser habilitada essa
thesouraria com a qaantia de 900*000 res para
o pagamento da ajada de cusi arbitrada ao juiz
de direito Maooel'da Silva Reg, removido da co-
marca de Tacaratd para o cargo dethefe de po
licia da Parahyba.
Ao mejmo, transmitlindo os decretos qae de
sigua ao iaiz de direito Herraogenes Scrates Ta-
vares de Vasconcellos a comarca de Goyanna, e
nomea o bacharel Benjamn Pinto Nogaeira -juiz
de direito da comarca do Buique.
Por essa thesouraria se mandm offestuar os
segrales pagamentos :
Ao gerente da eorapanhia pernambucana a im-
portancia das contas que se remetiera, proveniente
de passagens e coraodorias abonadas por conta do
mioislerio da guerra as praQas, presas e mais pas-
sageiros que seguirara para o presidio de Pernan-
do no vapor Gtqui oo mez de dezembro Ando,
A' Sebastio Lopes Guimares a qaantia de
537*000 proveniente da condueco de carvo de
Ao tenente Pedro Paulo dos Santos a qaantia de
58*904 proveniente do forneeimento de agua e
laz para oquartel do destacamento do termo de
Cimbres, nos mezes da junho setenobro ultime.
Ao inspector da thesouraria provincial, com-
municando ter nomeado, por portara desta data,
o bacharel Felippe de Figneiroa Faria para servir
interinamente o cargo de engenheiro fiscal da es-
trada'de ferro do Recife a Casanga, durante a li-
cenga do effe:tivo.
Ao mesmo, autorizando entregar a mesa
reged )ra da irmandade do divino Espirito-Santo
da igreja do co'legio a qaantia de 9303 proveni-
ente do benecio da 7' parte da lotera concedida
favor das obras da dita igreja.
Ao mesmo, mandando entregar ao thesoa-
reiro da raprtelo das obras publicas a qaantia
de 4:000* para a obra do ajardimenlo do Caupe
das Princezas. Communicou-se ao director das
obras publicas.
Ao raesrao, mandando estregar ao vce-pro-
vador da Santa Casa de Misericordia a qaantia de
10:000* para compra de objectos mdspensaveis
ao Asylo de Meodicidade. Commaaicoa-se ao
mesmo vice-provedor.
Ao mesrao, mandando relevar da multa em
que iocorrea Anna Mara da Luz, por nao ter
apresentado para a competente averbaco no coa-
salado provincial, na praso de 30 das, a escriptu-
ra de qae trata o reqaerimento qae alinde a
sua informago de 22 do corrate.
Por essa thesouraria mandou-se fazer os
seguintes pagamentos :
A' Framisco Lodgero Nones Vianna a qaaotia
de 63* do sustento dos presos pobres da cadeia da
Olinda, durante os mezes de junho novembro
do anno lindo.
A' Dinamerico Augusto do Reg Rangel, a
quantia de 30* de aluguel de 6 mezes da casa
que serve de cadeia em Cabrob, vencido era
dezembro ultimo.
Ao Dr. chefe de polica, communicando que
por parte do coronal coramandante das armas in-
terino ser apresentado a V. S. o recruta Joa-
qoim Alves Bezerra, que se acha processado e
tera de ser submettido ao jury, atim de que manda
re: ilner casa de Detenco. Communicou-se
ao coronel comraandante das armas.
Ao mesrao, para qje informe com urgencia
qnal o nnraero de sentencia los desta e da ootras
provincias que devem segnir para o presidio de
Fernando de Norooha na primeira occasio, afira
de providenciarse sobre a escolla qae os deve
acompanhar.
Ao mesmo, por occasio da visita que fiz,
no dia 25 do corrente casa de Detenco, o de-
tento de no ne Joo Flix da Cruz queixou-se de
que alo annos se achava preso sem qae dorante
esse longo tempo, houvesse" respondido ao jury
Recoraraendo, portante, a V. S. que proceda as
averiguares necessarias para se canhecer a ver-
dade dessa allegago, e dar-se .as providencias
precisas.
Ao inspector do arsenal de Marinha, tenlo
eu assislido cahir ao mar a draga oi I, cura-
pro o dever de declarar a V. S. e ao cipilo te-
nente Jos Mara da Conceico Jnior, que maito
me satisfez o modo por qae eslava montada aquella
draga, e a faeilidade com qoe ella foi lanzada
ao mar.
Ao director do arsenal de guerra, pan que
d suas ordens afira de ser ferrepuado o soldado
do extinelo deposito especial de instruyelo Joo
Joaquim da Silva Lobo, qoe para esse tim ihe ser
mandado apreseatar pelo commaadanle interino
do Forte do Huraco.Communicou-se ao coronel
coramandante das armas interino.
Ao vice-provedor da Sania Casa de Misericordia
antorsando a entrega, nos termos da sua infor-
mara de 19 do correte, a Joo Pedro Blanchin,
de sua lllba Amelia, edacanda pensionista do colla-
gio das orpbs.
ao engenheiro encarregado das obras mili-
tares, mandando informar, nos (erraos do aviso
do ministerio da guerra de 17 do corrente para
se poder levar effeilo a obra oreada em 898*610
que precisa a'casa de residencia do ajudante do
tone do Buraco, se ha sobras que possam com-
portar essa despeza, do credila de 3:164*120 con-
calido por aviso de 19 de outubro ultimo, para
as obras com a acommodaco necessaria ao pes-
soal administrativo do mesmo Forte.
Ao commandanle superior da guarda nacio-
nal do Recife, mandando dar guia de passagem
para o batalho de Oiinda ao eapita da 7i' com-
panhia do 8.* batalho de infantaria Ant no Al-
ves de Oliveira Braga, que ali flxara sua residen-
cia.
Commnnicou se ao commandanle superior de
Olinda.
Ao mesmo, mandando que expega saas or-
dens afira de str postada era frente a igreja de
N. Senil ira do Poco da Panella, ama guarda do
4.. batalho de infantaria para faser as honran e
assstir a fasta qae ali, no dia 2 de fevereiro vin-
donro, tem da ser celebrada.
Ao commaadanle do presidio de Fernando de
.Norooha, mandando qae eavie, na primeira oc-
casio, a guia do sentenciado Manoel Gomes de Li-
ma, que ilahi veio e se lacha recoih.do casa de
delenco. _,
Ao mesmo, para que receba nesse presidio,
como determina o aviso do ministerio da guerra
de 18, com referencia a reqaisigao do da jostica
da 13 do corrente, os.ros escravos Leopoldloo a
Izidoro, coodemaados'a galos perpetuas.
Ao commandanta do corpo de polica, mandan-
do apreseotar o mais breve possival ao Dr. chefe
de polica nm offlcial de conQanga e 22 pragas do
mesmo corpo, adra de escoltaren! at Plores 7
criminosos e indiciados em crirae?. que teem de
ser julgados ali, indo eatre ellos um official e
2 pragas dasse corpo.
Co.'imjunicou-se ao Dr. chefe de polica.
Ao Dr. Hermogenes Scrates Tavares de Vag-
concello?, communicando, para os devidos tos,
qoe nesta data enviou-se a thesouraria de fazenda
o Dec. de 10 do correte que Ihe desigoa a co-
marca de Goyanna para nelle ter exercicio.
Despacho:
Auna Mara da Laz.Deferido com'ofllcio desta
data derigido a tnasoararia provincial.
Adolfo Cavalcante de Oliveira Maciel.Informe
o Sr. Dr. chefe de polieia.
Antonio Carlos de AlmeidaNao estando
exlincto o lagar de escrivo de polica, mas
somante redazido, o sapplicante deve ceotinuar a
exercel-o. a menos que o renunciei exprs sanen-
te. No entretantoseja o presen'e reqaerimento
reunido aos oatros sobre offlcios ds justiga, vagos
nesta capital, para ser tomado na coosiderago
que merecer.
Companhia Pernambucana,Deferido com of-
flcio desta dala darjgido a thesouraria de fazen-
da.
Faldea Brothers.Volle ao Sr. inspector da
Ihesourarra de fazenda, para informar se pelo
saldo das verbas destinados aos reparos das forta-
lezas, e pala de eveotoaes, nao se pode desde j
satisfazer esss diminuta qaantia.
Flix de Araajo Lima.Ao Sr. Dr. juiz de di-
reito da 1' vara da capital para ioformar com ur-
gencia.
Irmandale do Divino Espirito-Santo da Igreja
do collegio.Deferida com offlcio desta data diri-
gido a thesouraria provincial.
Encarregados da festa da excelsa Senhora da
Saude da fregiuzia do Pogo da Panella.Dien-
ta dala ao Sr. provedor da Santa Casa de Miseri-
cordia.
Bacharel Jalio Angosto da Cunha Guimares.
Em vista da liceoga concedida pelo tribanal do
commereio pague a thesouraria de faz rada o or-
denado do suppllicaute.
Bacharel Joo Alvares Pereira de Lyra.Passe
do qne eon-tar.
Joio Bfcptuta Pereira de Mello.Passe portara
coocedeodb doos mezes de liceoga com veacimen-
tos na forma da lei, para tratar da sna sade.
Miguel Joaquina Alves da Silva.Informe o Sr.
direclor do arsenal de guerra.
Paire Manoel Francisco Pereira.Eotregue-se
mediante recibo.
Manoel Malaqoias de Camargo.Como requer,
em vista das informaros?.
Manoel Gomes de Lima.Na secretaria desta
presidencia nao c rasta qao do presidio de Fernan-
do do Norooha houvesse sido remedido a guia de
qne trata o snpplicante. sendo nesta dala expedi-
da a conveniente ordem nesse sentid).
Ovidio Cypriano Bezerra de Mello.Informa a
cmara municipal da villa do Bonito.
Sociedade Segred e Unio.Aguarde a sup-
licante o exame e approvaco dos estatntos.
Therexa Cesara de Jess Dutra Ioforma o Sr.
Dr. chela de polica,
EXPEDIENTE DO SECRETARIO.
Offlcios :
Ao Dr. chefe da polica, mandando declarar
de ordem do Exm. Sr. presidente da proviocia,
em respo3ta ao seu offlcio de 23 deste mez, ter se
providenciado respailo do destacamento qae de-
ve haver em Boa Jardim.
Ao Dr. Hermogenes Scrates Tavares de Vas
concellos, acensando, de ordem do Exm. Sr. pre-
sideote da provincia, a recepgo do seu offlcio de
24 do corrente, era que declara aceitar a comar-
ca de Goyanna, qae Ihe foi designada por decreto
de 10 deste mez.
Ao gerente da companhia Parnambacaoa,
mandando dar passagem de estado at o Cear, no
vapor qae para all tiver de seguir primeiro ao
Dr. Tnsto do Alencar Araripe Jnior, juiz muni-
cipal de Maraangaape naquella provincia, e a Jos
Joaquim Das do Reg, deveoio ditas passagens
ser des Muladas das futuras-
3S^^-w=s=|^^ayrw-i---
ED1TAL
Por esta se:retariase coromnnica ao Sr. Joao
Zeferino Pires de Lyra, qae, por aviso do ministe-
rio da agricultura, commereio e obras publicas
de 17 do corrente, Ihe foi negado provimento, por
ter sido ioterposto fra de tempo e carecer de
fundamento em direito, ao re:arso que ioterpoz
ao governo imperial da seateoga da presidencia,
approvando a medigao da posse denominada-
Monteem Agua Prela, requerida por Joaquim
Lncio Monleiro da Franca, sua muluer e outro3.
Coramanicou-sa ao juiz commisssario do Iermo de
Agua-Prela.
EXTERIOR.
pedra fornecido ao arseaal|de marinha oo mez de do com offlcio desta data ao commandanta supe-
dezerobro fiado.Communicou-se ao inspector do rior.
arsenal de marinha. I Joo Pedro Blaochio.Deferido com cfliio des-
lo imperador NapoleSo III.
Senhor.Djiem qoe vs conspiris. Dous dos
vosso3 jornaes foram suspensos. Ordens severas
ameacam os que sa vos conservaran! flei-, e vo
persegu-i >- al no estrangeiro.
Nao sabemos o qoe ha de verdade nesse zum-
zum. Nao conspiris, senhor, Faze-'o boje em
face do inimigo qae dos olha de perto, seria um
crirae ; e vista do qoe se est passando, seria
ama cousa perfeitairente intil.
Conspiracoe3 para qu Nao foi Strasbonrg
era Bolonha qae vos den o throno. Nao vos
terieis sentado nelle, se nao fosse a malanga de ju-
nho ; e se tendes de voltar, os mesmos homons
vos traro.
Para que conspirar, se aqui tudo conspira a vos-
so favor ?
J tendes revolucionarios, e breve tereis gover-
no. Este conspira pela fraqneza, aquellos pela au-
dacia e pelo terror que inspirara.
Para que gastar os 'vossos recor303 em jornaes
bonapartists ? Tendes o Radical, o Povo Sobera-
no, a Constiluigao, a Repblica Franceza, nao fal-
lando no Siecle, que contina a servir-vos sob ou-
tra lrma.
Nao vos custam cousa nenhuma : sao de grsga.
e preparam a vossa volts, amaldigoando o vosso
nome.
Ah I se esses jornaes lefendessem urna repbli-
ca moderada e seria que pudesse sednzir a Franga,
enio havera para v3 verdadeiro perigo; porm
elles celebram era prosa e verso oserimes da com
mua, e espantan) a sociedade I Dexai-vos estar
onde estaes, tranquillo, espera da hora em que
elles liverem p sto a Franga em tal estado que te-
nia urgente nacessidade de vos.
Nao vos afflija o governo. Nenhuma das vossas
conspiradles valerla mais do qae as faltas qae elle
esta commetteodo todos os dias. Coitado I Trata
mais na sua fraqueza de se defender a si, do que
em proteger a sociedade ; e snpprimindo os vossos
jornaes est dizendo Franga e Europa qaanto
sois aiada teraivel.
" Nao perturbis, pois, gente que to bem conspi-
ra em vosso favor; e acreditai-nos, em nomo da
vossa volta, que podis confiar mais nos loimigos
do que nos vossos correligionarios.
Nao sabemos o qae qae se chama partido bo-
napartista. Confessamos at qoe nnnea o vimos.
Conheceraos oito milhoes de horaens qae tiveram
ruedo... e qae anda outra vez sero medrosos,
Nesse dia nao baver era principios, nem f,
era bandeira : apenas urna naco espaaada que
?e agachar perto de um dictador para Ihe pedir
forca.
Vede como as cousas se vo eocaminhando I
Ha um anno, ninguem se atreverla a pronunciar
o vos30 nome; boje os republicanos teem feilo taes
cousas queja sois temido I
Perdoai-nos a franqueza, senhor : se era nossas
raaos estivessem os destinos da nossa patria, nao
seria vossa porta qoe riamos baler. Conllava-
mo-los aos principes da casa de Fringa, para re-
novaram a cadeia do passado, arrebentad pela re-
volugio. Vos ainda sois a ravolaglo, fllho della.
Mas, poaco importa o que dizemos. As eousas
vo dr modo, senbor, qne tos ainda baveis de vol-
tar ; mas volureis depois de iocriveis desgragas...
depois.de outra com mana, seguida de oovos cata-
clisraas I
Qnando este governo desapparecer dehellado
por esta democracia qae elle lisonga nesie mo-
mento, e quandoGambetta, o proprio GamueU Mr
devorado pela tempestado, a Franga jue tantos
horrores tem visto, conhecer outras maiores ain-
da ; e ento vira o cahos, e vj depois, como sal-
vador.
Nesse "da, nenbuma censpirago vos ira buscar,
aechara partido; baveis de entrar pela forga dos
proprios acooleciraentos.
E qualqaer que Mr ento o sentimento que pos-
sa moa experimentar, nao nos agarraremos a vos;
porque olhando, mais d'all, remontaremos aos
verdadeiros autores da vossa restaurago.
Hio de ser os re publicados que vos ho de ir
bascar, s os republicanos a qoem daveis o thro-
no desde 1848, a quem vosso to deveu o poder
desde 1793, e qua. h je vas esto preparando o ca-
rainho. Bem sabis que a burguezia vos nao
quer, e que, se a vossa familia tem reinado em
Franga, que o agradega repblica.
Qaando voliardes, seobor, nao continuireraos a
opposiglo que ha multo vos fazamos; e lembran-
J
mos os nossos destinos.
Commettemos grandes erros, quando estaveis no
ihrono ; fomos severos conti
bro. Acreditavamos, ent
respeito ao direito. Acreditavamos,
do o uffragio universal, a assembla uacional era
urna assembla soberana, e que era nm crime'vio-
la-la. Foi por isso que tanto contemnmos o
golpe de estado.
Depois disso comprehendemos as cousas. Vimos
o dia 4 de setembro, vemos os homens das sedigoes
populares, no poder, e vmo-los hoje era todas as
honras.
Sabemos agora qne ludo quanto a npposigo di-
zia de respeito lei era apenas machina de
guerra em que ninguem acreditava. Sabemos que
nao ha rftais lei em Prang, que de heje por dian-
te reinar a gentalha sublevada, e que o direito
residir na forga....
Bem longe de censurar vossos rigores para cora
os republicanos, julgainos qne a historia dir um
dia que deportastes muita pequea quantidade
deltas.
Sim, foram poneos os deportados: ainda ah fl-
caram qnaal03 chegarara para incendiar Paris, as-
sassnar os refens e fuzlar os nossos soldados I
Sim, foram poucos os deportados, porque ainda
ah ficaram em numero snfflcienle para fi mentar
a revolja em frente do inimigo, para atraigoar Pa-
rs, Lean, Marselha, atraigoar ludo.
E a historia dir tambera que o vosso maior
crime foi o de querer luoogear a democracia. Es-
cuta-tes os mais Incapazas, e os mais impotentes
de todos os homens.
Foi por Ihes agradar que emprehendestes a
guerra da Italia, qoe deixastes (azer Sadowa, e
que desarmasles a Franga. Sao esses homens que
vos atiraram no abysnn.
Mas, se vos perder ra, podis estar vingaflo. V
de-os hoje todos. Aquellos que vos exclamavam
que armasseis o povo soberano, j desarmaram os
guardas nacionaes ; os qae vos repetiam que a li-
berdade da imprensa nao ara perigo, acabam de
suspender os vossos ijrnaes ; aquelles qne pediam
a liberdade de reunios, fecharam os clubs em to-
das as cidades da Franga....
E nos, que em nossa inexperiencia acreditamos
as palavras da opposigo, reconhecemos agora,
que tudo isso era pura mentira. Reeonhecemos
que esses horaens nao linbam respeito pela le,
nem pelo direito, nem pelo soffragio universal;
qne nao qneriam mais llberdade do que vos que-
rais ; com a nica difterenga, qae, em lagar de
violarem a assembla cora o exercto, pretendan)
faze-lo com o povo, e segundo a consciencia del-
les, sao preferiveis os larbolent -s aos golpe? de
estado. Recoohocemos hoja qne, depois do vosso
golpe de estado, a Franga teve ordem e seguran-
za, entretanto qna depois desses revoltosos, nao
ella mais do que um cabos.
Nao conspiris, poi?, senhor, porque ludo est
conspirando em vosso favor. E, se vossos partida-
rios desejam decididamente crear jornaes, que se-
jam jornaes revolucionarios se Ibes parecer que
os (que ahi ha nao sao bastante sanguinolento?,
e que nao espantara quano eonvra a sociedade,
que e3crevam papis exaltando diariamente o In-
cendio, a torte, o assassinato, e qae preparara pelo
terror a volta de ama prxima dictadora...
No meio dos clamores e dos ultrajes que vos
vo magoar no exilio, talvez estranhera o respeito
com que vos fallamos.
Quaesqaer qae sejam as faltas ou os crimes de
um reino, quaesqaer qae sejam as nossas syrapa
thias pessoaes, respetamos em vos, senhor, aquel-
lo que durante dezoito annos foi o soberano de
nossa patria. Fallaodo-vo3 assim, respailamos a
Franga, respeilarao-nos a n3 mesmos.
Nao vos esquegas, porm, que a maior parte
daquelles qoe vos ultrajara, sao os mesmos que
tinhei3, ha muito, a vossos ps, sao os homens que
insultara todos os que cahsm, e que acclamam to-
dos os que se levaulam.
Se, floalmeote, dopois de Sedan a Franga est
distinada a tornar a ver-vos ; na vossa volta, ha-
veij de eneoncontra-los de joelhos, porque oeste
desgragado paiz, pola se medir a baixeza para
cora o soberano, pela injuria para cora o exi-
lado.
(fgaro.)
Queixamo-aos da inveja; a a le vae sralal
ros quanoo estaris no nas 9;C,,a9 primaras. Al creangas senlir-sa-h
a, ZiST**1**conn 0Q,r'0J4 ruli4- en> P **
lo no respeto a le, no e em povogoido SeDhores ilavaraos, que coucedi- ,ao precoces I
ASSEMBLA FRACESA.
Na discusso que boave n'ama das commssoes
da assembla de Versalhes, sobre o projec.o de
iei de iostruego primaria, o Ilustre publicista
Edgar Quine! pronunciou o seguinte discurso :
(...Ra a mais importante questo que nos
polo ser apreseotada. Pendamos de parte o es-
pirito de partido o as paixdes polticas ; porque se
trata nada menos de que formar as novas gera-
ges que bao de restituir a Franga a sua superio-
ridade moral.
tTra.a-sa de luctar cora a Prussia no campo de
batalha da civlisago, onde mesmo depois da paz
concluida, a lucta contina rdeme. Quem leva
r vantagem na ordem intellectuar, a Franga ou
Allemanba i Nao acreditis qae a Prussia, enre-
quecida com os nossos despojos, nos deixe tran-
quillos. Ella camioha e avanga ; avancemos dos
tambera.
c Se nos achassemos em circunstancias ordina-
rias, a le proposta seria um progresso, que sa-
tisfara a rauitas intelligencas. Mas ser ella snf-
flciente Das circunstancia) acto'aes de que neces-
itamos sair t Contera ella os elementos e o prin-
cipio necessaria para a regenerago ? E' o qae ea
voa examinar, liraitando-me a alguns pontos mais
i portantes.
t A lei estabelece o principio da instruccio
primaria obrigatoria. Nada ha melhor era mais
necessario. Nao insistirei em tal evidencia, que
hoje reconbecida por todos os nomes liberaes.
A Europa admita esse principio co no pedra an-
gular da civlisago. Nos nao poderemos, perianto
entrar era regenarago, cando quera de todus os
povos que nos cercara.
Diz-se qoe entre nos a obrigago de instruir
traz comsigo o ensino gratuito. Objecta-sa qae a
Prossia, cora a qual devenios rivaiisar, tom a obri-
gago e nao a graluidade na instruego primaria.
A isso respondo, que a Prussia nm estado pro-
tjante ; e que entra na natareza do protestan-
tismo o deseavolvimonto da instruego popular,
pela raaSo da que todo o protestante deve poder
ler e interpretar as escriplaras. Entre i.s nao
existo esse motivo de mpulso ; e por isso esta-
mos obrigados a craar ura. A forga de impulso
3ue ha a dar ao e (ornar-se gratuito.
i Eu bem vfjo que o relatorio. declara que a
in trocean ser gratuita para os que nao tiverem
com que pgala. Mas esse, talvez, o maior vicio
qoe lera a lei. E eis a razo :
t Na nossa educaeo auliga, to impeieita, In-
via ao ira ns esta circuras ancia excellente : As
creangas duraate algum tempo coosideravam-se
iguaes nos bancos das escolas ; este ura princi-
pio de concordia ; tornavam-se verdaderos ami-
gos ; pobres e ricos achavam-se reunidos, e li-
nbam o mesrao qnerer. Se as reeorda.;5es do
tempo de collogio sao to preciosas para lacios
homens, porque d'ellas encontrara elementos de
concordia, e asiladas, que lhes tratera memoria
que j fkerara parte do mesmo povo. O que ve-
mos ros ni nova lei ? O banco dos pobres e o
banbo dos ricos. Nada h miis funesto e mais
contrario idea da regenerago. As creangas de
6 a 13 annos nao gosaro d'esse momento nico
oa exsteocia, era que ignoram as nossas talles
precoces I
Que gerages novia que se invejaro ao ea
trar na vida I Nao ; nao fagamos tal. Nio rmo-
nws mesmos Ungir o odio e a discordia no cora-
go do infanta.
Fatlemrs nas materias e nas disciplinas da
inslrncgo primaria. O que se entinar ? O qu*
eslava prescripto na lei de 1854. Nada mais, -<
Dada menos. Traha muito que diier sobreest
questo ; limilar-me-hei porem ao iodispeosavel
O quo I Ter a Frang mudado de regiraeo
luvera passado do principio cesarino ?r a prin
ciplo republicano : e o ensino, esse principio de
renasceofa, nao ser modificado em relajo a ea
nova ordem de coisas r Aprender a craega aoli
a repblica o mesrao que aprenda h o impe-
rio T Reeeher hoje as ro-.-mis laanroailaa, a
mesrao fondo eas mesraas nogd t do dia -fuint-
ao 2 de dezembro ?
Nao, isso nao possivei. E quera ni) aatr.
que de 6a Mannos a idale ende se laagan o-
fundamentos do futuro de urna creanga. e'do p;-
pel que mais tarde tem que r^pre^ntar na ripi'-
blica T
Com sto to quero diier qua na estudinta-
entrem nas laclas polticas; que Djs tal n> p mitta t Mas pretendo qu; Certai nog-"i;j e beni
publico, de patria e de vi Ja nacional Ih's aMi
ser tnosmiliidas.
Vi na Suissa Albos de mugentes receLer dar
de o primeiro 4nsina;ro-)to Bogot de puna, d-
histeria nacional, e .:e c'e eivuaao, qne na crenct
preparam o homem. E nos em Frang haveao-
de c- macar nosso reuascimento nacional ooolo
no-si-s filhos sob a invoogao do ensino impera'
de 1831, em Ihe acrescentar nada mais ?
Renunciemos a semiihantes ilota, l' r .
a parle na Europa a inlancia aprende oa tcala a
que patria pertence, a que rgimen obedece, e M
deve amar o re, cu a repblica, on a confeifj*.
gao. Evitemos deixar nascer a indiligencia di
creanga na ignorancia absoluta do qne re.-peila a
paiz e a nago. O homem mais tarde o que fri
na adolescencia.
< Vou concluir, tocando na questo mus dii-.
da qual dependen) as entras; quero dizer : i n-
cesidade do espirito secahr no eosioo ; mei
nico de acabar com a rolina e de faier ,- jm ai
a Franga ectre na posse das lberlad-s nn^r-
nas. Se evitasse esta'qoesto, faltara a um i
ver.
t No conjuncto da lni ha om noMo qo> lato
chamar a vossa attengao. E' de tena urna 'Xtr-
ni'i diflkuldade conciliar duas coisas inconcilia-
vis : osinteresses da rastruego secular, a otin-
tertsses do dominio ecclssiasuco. Em maitos ca-
sos a le abandona o principio sobre o cuai tan
Frang se acha fundado o estado. Por ex-mpl >
em quanto a sociedade civil (ca por irmciii.
sua independencia perante os ecitos, a li admit'
que as escolas do estado possam ser dirigidla po.
membros do clero, qu Dvjecjnhecr, a ni) pod*
reconbecer a igoaldade abanta dos caito*, bt
chara-se eoL'ar na regio uo estado. Otta esta
a indepeodeoeia do pr^eeotor Actta-ae k4 a
viedancia, ou para melhor dizer, debaixo a late
la de parodio ou do cara di aldeia.
N'uoia paiavra, sente-se em toda esta lei o
etforco impotente para ligar no mesmo ysl.a >.
temporal e o espiritual.
c II i 23 annos, na assembla l> g'sUiiva da 18.
j me achava impressionado H difficoldile da
resolver o prubltma da instruego awabr ti co-
rno entre nos se acha propoito. Nv.ie i i\
riram i'ebalde as forgas do estado. Apmentri
um projacto de lei pediodo a separara > da egrrja
e do estado, ao menos na escola.
Demoostrci que o povo mus religioso da Bu-
ropa, e talvez o mais sensato, o povo hoilaodf/.
ha perto de nm scalo qae ehegoa a essa :.u.-
a uoica qae pole fuer cessar a contra i
perpetuas, contra as quaes o ensino va Je.-|
tacar-te.
Atesar de 'n* punca esperaag la con-egu i
que hoje se aceit) semiibaole solagao, proponaxt- -
oatra vez ao? raeus coliegas: do-me rxagtm
peasameutos que expend.
As nossas lacomparaveis desgragas iWveu.
encinar-nos urna coisa : para curar tai grande,
males, necessila se grandes remedios. >
PERNAMBUCO.
REVISTA DIASIA.
MEDICO DA POLICA.Por portara di pres
dencia da provincia, de 6 do correte, f nme .
do o Dr. Luiz Jos Corre i de S medico da poli-
ca da capital.
AUTORIDADES POLICIAES.-Por portaras d.
presidencia di provracia, de 6 do corrente, forar;
Horneados :
Subdelegada do Ia districto do termo da Ta >
d'AlhoJos Prxedes dos Saotos Cavaleaote.
1* e 2* supplentes do delegado Jo termo d -
GoyannaLoodegario Corre" de Oliveira Andrad.
Jos Corre i de Oliveira Andrade Jnior.
1 e 2 supplentes do subdelegado da Gloria d
GoitJuvencio Vieira de Birros, Jos AlexaoJr
de Freilas.
FESTIVIDADE RELIGIOSA.Os eoearr-gado-
da festa de S. Gongalo de Amaranto), que se ve-
nera na igreja do Borafim da cidade de Olmia.
pretenden) sjlemnisar esse milagroso Santo n
sabbado (IB), mandando celebrar pela cataba.
nma missa, e noute ama ladainha, para eoj
tim leui envidado todos os esforgos possivei*.
PASSEIO PUBLICO. Ot proprietarios doa ler
renos ao lado norte do gymnasio provincial desia
nados para a fundsgo do passeio publico a ei -
dade do Recife, devem a presentir os en litnb-
e as condiedesda vala, qnanlo* antes, oo na re >
do Imperador n. 43 primeiro andar, oo na rapar-
ligio das obras publica?.
COMPANHIA DB NAVEGACAO BRASU.EIRA.
Os accionistas desta empreu devem rtalisar
qnaria entrada sobre o valor nominal de cada ar
rao, na razo de dez por cento oo viole rail rs
por rala nma.
JUIZO DOS FEITOS DA FAZENDA,O Sr. Dr
Joaquim Gongalves Lima, juiz doa laitos da fazeu
da.d audiencia naslqaintas-feiras de cada seena>
as 11 horas da manha; e nas segundas f siras,
me sin i? horas, do crime.
O IMPERADOR DO BRASIL,U ato atgtttV-
em urna correspondencia de Paris dirigida a pa-
ca, de Madrid :
t Houve hontem grande banquete no palacio d
presidente da repblica. Aasiatiram a aHe o im-
perador do Brasil, o principe de Joioville, os Sr
Guizot, Alexandre Domas a onlros individuos. U
imperador ao Brasil mosiroo-se mnito versado na-
cousas ltterarias a artsticas, qae fpratt o as-
sumpto quasi exclusivo da conversaeo. JA tjraa
rae oceupo desta soberano, que breveottole aori
nosso hospede, nao ieti fra da propotilo uer
duas palavras sobre um dos seos roertJos favor'
tos. Consiste este em pedir aos persooagtos d-
distinego qae o visitara, e coa os qatee tara al
guma intimidade, que escrevam aa raspo jUi tJOi
o seu geoio Ibes snggerira adianto das ptfgoauj
que se eonin em um albora litcgnphicj.
/
/

-A.


1
.r
Ran* d jftniaffikuca Quinta eim 8 d Fevereiro 1 18' 2
I
a'bons, milito era vof a m In^!>terra, cha mam se
-alli: .4tom con*s lo exeinplar que D. Pedn II possue, achani-se as
segrala respwias escripias pelo sea proprio pa-
nno :
Que poeta,preters ?
Byrnn.
Qae msico ?
Ueeihoven.
Qae pintor ?
Raphael.
Onde dcsejaveis estar se nao e.'tivesjcis onde
estaes ?
Na minh.i patria.
Qjal no tosso conceito a primeira Tir-
tade T
A prudencie.
E o maior defeiio ?
A mentira.
Ka maior felicWade T
A caridae.
E o maior pesar ?
O que nos causa ura amigo.
Ueste jg) imperial ple dirse o coetrario
(Lo que d;sse Girardin da sua prosa qari serve
le- divisa ; Cercando il rere.
A CIDADE DO CIHGAGO.-Parece que os ele-
mentos se conjuram contra a cdade de Chicago
Seguodt refcrem os diarios da localidade no ia
23 do mez passalo um (arioso furac destruio
grande parte dos edilici^s que se estavam cons-
truiudtf ou reedificando em conseqiunciado gran-
deinoeodro que ha poucos mezes reduzco a cintas
daas tercas partes da oidade.
O reesmo furaeao caasou estragos a diversos
navios que estavam medrados ni porto de S Luiz,
bem como aos edificios, -teodendo-se a destrui-
<;ao at Mer.ipliis e Loaisville, un KentacRy.
NOVA OPERETA E OFFENBACHL-segund'i
referem os diarios parizeases, brevemente ser
posta era scena em ura dos iheatros de Panz urna
nova operen mgico tjuffi, de OVmbacb, leitra
de Sardoa. inlituiada o 0 re Zanahoria Dz um
oos referidos diarios, que o libreto estpido e
qae fra extr ido do como de H juman iotuuladi.
O m Cinabrio. As decoraos e vestuarios cas
turara OJOOO francos e o uumero de actores e
atru-j, sera coatar os cljwns, o anraae* do nes-
Mcos e as feras, passa de 8D I
GLLOT.Fadeeau em IngUtsrra um dos na
meas mais cjahecio no niun lo industrial. E4e
bomem Giiloi.o m*i)rfrabicante de peanas d'a;-'.
Ttaharz islas peaoas anda o alto prego de 600
ou 700 ris cad. urna, quaud) elle inveutou o pro-
cesso d fatirrea^lo que permittio logo vender a
groza pelo prego que at ah traba cada penua.
Gaohou. assim urna enoi me Lrtuna. I fabrica
de G'llot produz actualmente (30 milho?s de peana-.
por anuo, e eaiprega 430 ojeranos. Kra gran Je
amidor de quadros, e d x iu urna galeria de pin
tura avahada em 89,000 libras.
MOSAICOEntre as repblicas dos Ettados-
Daidoi e Nicaragua eutab .laram-se negociag-s,
toraindo a iniciativa a primeira, para abrir um
csnal intercceauico aproveiando o rio S. Joao e
os lagos ae Nicaragua e de Managua.
Os allemaes uao d-scangain. A Corretpo*--
deuda de Berlim anouncia que ja esta or;au
-ando o batalho de caminties de f.;no, o qual
se compoe Je qualro conpanhias, sendo a saa
obrigacao em campaolia construir e explorar
cunioaos de ferro, no que se exec-rcitaro previa
mente.
Principiou acunhar-se era Ilerlim urna aova
moeda allema, de ouro, cujo tanunho quasi o
inesmo das libras inglrzas. De mu lado tem a
elUigie de imperador com a inscripeo : Wilhen
1> Deulscher Kaiser, Koenig von Prcussen, e no
iavero, era relevo, v-se a aguia allema encima
da pela cora imperial, teodo gravado no peito
a aguia prusiana co.u o escudo de Hobenaollern,
bsm como a divisa prussiana : G II mil um, cm
cruz. as moeda* que se cuuoarara na Baviera,
em S3X-S, no Wurieuiberg, etc., ser substituida a
effl'ga do imperador pela dos soberanos ou prin-
cipes reinantes de cada ura desses paizes.
Refere um diario francez que o Instituto
acaba de collocar entre os monumento- historeos
a casa em que Tuiers nasceu, era Marselha, cm l*i
de abril de 1797.
Refere ura diario francoz qae dous irmos
gemeat, u;n femenino e uutro mascoliao, que les
di 1791, em que nascerara, nunca se tinhim se-
p\rado, acabara ds fallecer ora Siinl-Martin-I.-s-
nas, deparlaraeoto do Loire, no raeioo dia, mes-
i i hora e da tnema doenca.
TitlBU\AE> IN'GLEZEs. No tribunal crimi-
iiii central de Londres comecou oo dia 10 de ja
iieiro o ja'gamento do revern lo John Selhy Wat-
?:n, padro pro.estaate, de 67 anms de idadf, ac-
:aado dj ter assasinado sua raulber Atina Wat-
son, de 6i sanos, na sua casa em Stockwell, em
ontobro ultimo.
O reo teve a assasj/tfada ocjulta por dous ou
tres dia, e conproaA-.ido prussico, que loraou
em pequea quantidade.
Tea : i aloecido foi conhecid) o crirae, e oessa
i.ccasij se encontraran! diffsrentes declaragoes
escn.itis, as quaes o reo confessa ter morto sua
muilier, exaltado e fra de si em seguida a urna
a'i^rcaco em que fra muito provocado.
O assassi) servio se de ama pistola velha co-
mo iastrumecto contundente, com qae fez a soa
victima ferimentos mortaes na cabega, o cadver
ii'tln signaes de ter havido urna Iota.
O defioior do reo allegava a insania do seu
.lente, e que por isto u)era enmiaoso.
'limecou a uiquirigo dai testemuohas.
A audiencia fol addiada para o dia 11, ftcando
v jurados incommuoicaveis.
No mesmo tnbuoal fji julgala urna mulber
chamada Aooa Show de 25 anuos de idade, ac-
cusada de ter farido seu marido com Intencaode
h matar, fazendo Ibe com urna faca cinco feridas
ua cara, duas na garganta e urna no pescoco.
A t provou que fiira provocada por seu mari-
do, sendo por elle maltratada.
O jai y deu o crime por provado, havendo, po-
rm, provocagao, e recomraendou a accada
henevolencia dos juir.ee. A sentenc fieou para
i.utra audiencia.
JACQUELIN.No dia 6 de Janeiro falleceu em
Pars o acor Jacquelia. ura dos boas interpreies
dos dramas de Vctor Hugo.
n respeito de?te acter conta a Independencia
helga a seguate ancdota.
Orna arate desemoeohava elle em Brnxellas a
parle de Tnbonlet no floi s'amuse (ionde Verdi
xtrahio a 9ua opera Rigolelto). Todos sabera que
no qaiato acto trzem para a scena, meltido den-
tro de um sacco o corpo da filha do bobo, assas-
siaida na eslalagem era logar lo daque. Coslu-
raa ser um comparsa quera substitue oo sacco a
actriz enearregada da parte de Blan-rhe (na opera
filia). Jacquelin, querendo proluzir um elTelto
dramtico, tomn o sacco entre os bragos para
abracar a morta contra o sea seio paterno, lof i-
lizmento enganou-se no lado, e fji pelas perna-
que agarrou no comparsa. K em posijo lio desagradavel, vio-se obrigado, aflra
de iue a cabega nao Ibe arrastasse oo cbao, a ir
re. apoiaodo sobre as raaos.
E' fcil imaginar a hilaridide dos espectado-
res, vendo o cadver que assim se entregava qal
le singular exercieio. Foi preciso baixar immediata-
rnenie o panno. >
VIDA E EXECUCO DE E. H. RULLOFF.Le
mos n'um jornal : *
A execugao de Eluirlo ll. Rulloff em Bing
hamton, no estado de Nova-York quinta-feira 18
de maio, por ter as9as nove mezes antes, poz termo a urna existencia
ebeia de interesse e mysterio.
Depois da senteoca, foi assampto de muitos
commeatarios o seu mereciraento corao producto
pbilelogo. Por e9sa occasiio diversos incidentes
ta saa vida de 50 annos for ira desenvolvidos cora
o intuito de apresentaren*-n'o ao mundo como ura
hornera siogularmeule notavel. Apezar dos varia-
dos predicados para attrahir a aiteoi.a > publica,
hoove profnodo mysterio acerca da saa historia,
qae ja agora est fra do alcance de qualquer m
vestigago.
c RullolT nassen em 1819 em Ilammond River,
New-Brnmswik, de paes allemes. Na idade de
14 annos eomecoa a prender-se n'uraa idea lixa.
Tinba orna grande misso a preeoeber, qae viada
a ser raduzr a factos positivos uraa tbeoria philo-
logica, qae havii de tornar o estudo das lioguas
mais fcil e mais agradavel, do qan oatro qual
qner systema usado. Os seas estado3 eram pro
fondos, e ao mesmo lempo qae procarava aebar na
lingaa grega ama base para -a sna tbeoria parti-
cular, prestava muita attencao a obras de ceno
carcter materialista, cojo resaltado appareceu em
todas as phases sub.'equentes da saa carreira
avemurosa, e at mesmo na ultima de* soa vida.
Estadava pbarmacia para estabelecer-se depois
nesta ramo de negocio ; mas, nao a acbando em
relajio com as suas disposigoes oataraes, appli-
coa-se ao estado di legislagao, e, loroando-se se
nhor dos seas principios, babilitoa-se por si mesra
para as mais elevadas questdes no foro do Canad.
Com perspectivas tai descommuoalmeate aas-
pjciosas para ara mancebo, poz de parte a profls-
to e tfs esia4o, e eomraeuea am roube, pelo
qual mandararo-n'o por dous anooa para peni-1
ifoeiarrjrilri S. Iba. Era 182 alagou-se cora
irbilhador no canal, em Drylen, Tom|kios coon
iy, oo espado de Nova-York ; pout. depois doixon
aquella trabaiho, e tomoo a sen cargo ama esaola
pstatielecida em casa de ura cavalbeiro chamado
Sctiatt. Naseeu entio urna affeicio reciproca en
tre.o toestre Henriqne a Scha<., virtuosa menina
de ezeseis annos. Apezar da opposigao forta dos
pas, casaram-se. Tornauciu -se multo conhccidas
as suas inclinagoe para o' reubo, sabio do lugar,
raudoa-se para Lansio; aas nroxiraidades de lua-
ca, e comecou a exercer a medicina.
c Comegaram n'esta poca os seas maiores cri-
ines; assassinou a mulher e am fllbinho, levando
os carpos em uro malla qae disse elle, eiava
cheia de livros e atrori-os no lago Cayuga. Ha-
vendo vehemente.' snspeius de crime foi vigiado,
e, nao podendo satisfactoriamente explicar a au-
sencia de sna raulber e de seu fllho, proceda-se
a veriguagdes; o assessino fugio, mas foi perse-
guido, capturado e trazido para Ithaca. Nao fe-
ram encontrados os cadveres das victimas; o pro
motor publico do districto de Tompkins eouaty
sabia que nesse caso era impossivel provar-se o
asstMinato. O hornera foi processado pelo d?sp-
parecimento inexplicavel da mulhsr, e sabmettido
a julgamento no tribunal de Oyer o Terrainer. I) s-
in julgamento resultoa ser senteuciado a 10 annos
de prisao com trabalhos forados. Obteveram
1819 urna senteoca de pronuncia por crime de
morte contra aHe. sentnga qae comegaria a cnm-
prir-se qaaodo expirasse o lempo da prh-o, em
1858, che'gad esta poca, no mesmo da, era .ne
tinha de ser sollo o sberiff de Tompkins cou*ty
bai;u-ike mpktmbro na occasiao em que rec*bia
o alvara de soltura, trouxe-o para Ittiaea, e tor-
naran! a encarcera-lo. Na sessi de abril, do su-
premo tribunal, enlrou em julgamento o processo;
o prisioneiro compareceu e dtfmdeu-se a si
mesmo.
Ficou patente, outra vez, que nao Ibe poliam
at'.ribuir culpabilidade, p^is que nunca fura tiieon
trado o cadver. Mis pelo mesmo lempo exped-
rain <*.ooira elle urna nova senteuga de (iroouncia
pelo aisassinato do filho ; acharara-o criminoso, e
com circunnlancias evidenics condemnaram-o a
raorte. 'onseguio-se fustar a jusga, e o rio ja
zeu por algum lempo na prisao de ToU);k:as cono-
ly, ond travou conheciinolo com A Iberio T. Ja-
vns, fi!Uo do carcereiro, a quera subornou, e por
cuja morte subseqnenta elle raoralraen'.e re^poo
savel. Em companhia e com o auxilio desse man-
cebo, fugio da prisao em maio de 1857. Viveu por
algum lempa completamente escondijo e sol, no-
mes suppo8tos, mas fji de uovo deudo, asieagadi
com a le de Lincli e escapou por meio dd tricas
legaes, desenvolv Jas por elle mesiiio. Dm'Os dis-
to, i sua primeira aventura digna de nota foi o
seu a;parecimento cm Red Creck, de Waynecoun-
ty, na qualidade de pintor retratista e liagui>u
ailemo, grangeando rauitas amsades por uieio
Jas suis prendas. Em 1861 esteva debdo na pri-
sao de Srag-sing por crime de arrombamenio e
entrada uacasa albeia ; abi iravou relago Guberrae T. Dexter, e com o (iiho do carcereiro
coostituio urna sociedade, a qual, logo que foratn
st los eommetteo urna ^ere ue criines de toia es
pecio. Rollolf e Jirvis estavam ua cdade de N-
va-Yoik em 1866, ambos com nones suppostos
Un 1808 encelou o priraeiro a sua obra.
Meihodo da formago das lioguas. E.n 1869
esiabeieceu a saa rtsiJencia, juutainen'.e cora Jar-
vis, ua lereeira avenida a. 170, era casa do Sr. Sa
miiol Jacob, eonde viva sod onorae de E. Leurio,
prufessor ; Jsrvis adoptou o nome e as maneiras
de Carlos G. Curts, negociante em viagara.
t O seu viver era socegado, e passava aosolbos
dos Jacobs por am professor Ilustre e de genio
amavel O comparecimento em pubico deste ho
raem singular teve logtr era seguida em Bing
hamploo, onde fdi levado aos tribuoaes pelo assas
sinato de Frederico A. Mrrick caixeiro de um ar
rnazem de g^neris seceos, dos irmos llallierl, e
cojos pormenores to muilo eotoacidos para se-
rcw ao,ui repetidos. Dexter e Jarvis firam seuj
cflinplices no assassinato de Merrick ; o corpo de
cada um aelles foi euconlrado no rio Chenang.
i Os dias da vida do prisioneiro, pisSOfl-M elle
oeeupado com as suas obras de philologia, empre-
gava ist a demora da aegao da jusiiga. as ul
timas horas ootava-se-lhe desarraujo de [acuida-
des, visto a confu.o e o desacero cora qne mis-
turava gracejos baixos e expressoes sera sen-o
commum, com as ideas expeciaes e peculiares de
toda a sua vida.
Morreu corao vivera ; firme na convicclo da
sua propria graadeza, e dando mosiras de raro vi
gor e cooiuraacia.
LOTERA.A que se acba venda a i*A.',
a beneficio da da imperial capelli da Estancia, a
qaal corre no dia 12.
LE'LAO.Hoje effectua o agente Martina o le-
lo de movis e canario* ao priraeiro andar do
sobrado n. 48 da ra do Imperador as 11 horas
lo da.
CASA DE DETENCAO.Movimenlo do dia 6
le fevereiro de 1872 :
Existiam ( presos) 3i3, entraram 37, saturara 5,
existem 373. A saber: naciooaes 2 11, strangeiros 41, eseravos 33, escravas 3._
Acimentados casia dos cofres pblicos 272
Movimento da eofermara di dia 6 de fevereiro
de 1872.
Teve balxa :
Bemveaaio, escravo, de Prxedes Gumao ; febre.
Tiverara alta :
Manoel Laiz Cavalcanle.
loia Baplisti dos Sanio-'.
Joo Francisco de Sani'Anna.
Fioriano Francisco Mendos. -H
Luiz, escravo, sentenciado.
CEMITERIO PUBLICOObituario do dia 3 de
fevereiro de 1872:
Candido, pardo, Peraambuco, II da?, S. Jos ;
espasmo.
Antonio do Monte, preto, Pemambuco, 23 annos,
solteiro, S. Jos ; fsbre cerebral.
Mara, parda, Pernambuco, 9 dia?, S. Jos ; con-
volsSas.
Joanna Maria dos Pmres, parda, Pernambuce,
80 annos. solieira, Boa-Vista ; rheuraatismo. Asy-
lo de Mendicidade.
Sazana, escrava. prea, frica, 'i0 annos, soltei-
ra, Recife ; anemia.
Guilhermini Maria da Conceigai ; parda, Per-
nambaco. 40 annos, solteira, Boa-Vista ; tubrcu-
los pulraooares. Hospital Pedro II. .
Cosme, preto, Peruambnco, 7 mezes, G'aga ;
eoovulsSes.
Tnomaz Jos da Costa e S, braneo, Pemamba-
co, 58 anuos, casado, Santo Antonio ; amolecimen-
to cerebral.
Major Jo Laiz Pereira, braneo, Pernambnco,
48 annos, casado, Pogo ; moLstia do coragao.
Manoel da Vera, braneo, Portugal, 37 anaos, ca-
sado, Broa-Vista ; febre amarella.
Romaua Senhorinha de Mello, branca, Pernam
buco, 70 annos, viuva, Santo Antonio; tubrculos
pulmonares.
Francisco Jos de Almeida, braneo, Pernambu-
co, 47 annos, casado, S. Jos ; pli uro pneumona.
Simplicio Pereira. pardo, Pernambuco, 24 an-
nos, solteiro, Ba-Visla ; tubrculos pulmonares.
Mara Joaquina da Conceio^, branca, Pernam
buco, 80 annos, viuva, Ba-Vista ; erysipella.
Tiburco, braneo, Pernambuco, 6 annos, Ba-
Vista ; ttano.
Mara, parda, Pernambuco, recem-nascida, Ra-
cife ; espasmo.
Felippe, preto, Pernambnco, 5 mezes, Boa Vis-
ta ; diarrha.
Francisco, pardo, Pernambuco, 7 1/2 annos, S.
Jos; verme.
-5-
Antoulo Manoel da Silva, braneo, Parahyba, 26
annos ; casado, Ba-Visla ; tubrculos pulmo-
nares.
Archania, escrava, preta, Pernambuco, 40 an-
nos, solteira. Boa-Vista ; bepatlte ebrorneo.
Joaqaim, bradeo, Pernambaeo, 3 annos, Santo
Antonio ; eclampeia.
Balblno, escravo, pardo, Pernambuco, 20 annos,
Solteiro, S Jos ; febre lyphoida.
Manoel Jos Gomes Lima, braaco, Portugal, 44
annos, casado, Recife; febre adynaemica.
Joio Hanrlque de Lyra, pardo, Pernambuco, 24
annos, casado, Boa-Vista ; febre lyphica.
Joviuiano, pardo, Pernambaeo, y) annos, soltei-
ro, Bros -'Vista ; tuber:alos pulmonares Hospital
Pedro II.
Joo, preto, frica, 70 annos, vi ovo, Boa-Vista ;
entente chronica.
Herenlane, preto, Pernambaeo, 28 annos, sol-
teiro, Bda-Virt ; ttano espontaneo. Hospital Pe-
dro JI.
Manoel pardo, Pernambnco, 4 mezes, Boa-Vis-
ta ; espasmo. Hospital Pedro II.
Senhorinha, parda, Pernambaeo, 5 mezes, S.
Jos ; eaovalsSes.
fflROMfl JlJPiriARIJL
Tribunal An e iinstierclo.
ACr.V DA 5 SSAO ADUIN1STATIVA EM I DE
FEVEREIRO DE 1872.
MsmKKRia no xm. sb. consbliiriro a. t. n-
RRTTI.
Secrrfano Julio Gtumares.
As dez horas da miiha reralos os Srs. de-
turados Miranda Leal. Olalo Bastos Candido Al-
eof-trado, e Alvaro, S. Ese. o Sr. eonseRieiro pre-
sidente deotaroa abena a se-sfio.
Foi Hila e approvada a acta da sessao adminis-
trativa de 23 de janairo ultimo.
EXWMMRNTB
Oflot.Sr. deserabargador Custodio Mana*
da Silva Goiraaraes, inielrando o tribunal de ha-
ver assumido as funego-o de fiscal em virtud* de
se adiar UccncioJo o Sr. deserabargador Jos Ig-
nacio Aoeioli de 'aMsconcello.O triounal ncou
entendido.
OQlcio do inspector da thesouraria da fazenda
Smillo Xavier Ssbreira de Mello, communicando a
sua noraeagoo para dito lugar e demostranlo os
bons desejos fie tem de aeolher as renuisigoes
deste tribunal.O tribunal ficou scieole. e resol-
vea qae se aecasasse o reoehiaenio com as mes-
mas exprs-Sis silenciosas.
Officio do secretario de tribunal do eomraercio
da Biba, remetendo a relagio dos negociantes
all m trcala dos no semestre de julhe a dezembro
do anno prozimo lindo.Foi mandado para o .ar-
chivo,
Olli-.io lo jirosidente e secretario da junta dos
corretot'es, remellen lo as cota'goSs oM-:iaes de 22
27 do mez ulimio. -Mmdou sa archivar.
Jornal offlcial, os es. 12, 13, 14 e 15.-Para o
archivo.
Livm da correspondencia cffl::al : regularmen
te escripturado al u n. 3C0.
Livros commereiaes. Foram destribaidos o<
seguntee : copiador de Manbel Francisco Pogas
& C. diario e copiador de Cnnha A Manta, diario
de K dler'- C, dito d Msrceliao k C, dito de
Mello & Silva, dito de. Bastos & C, copiador e da
rio te Juaqnim Ferreira Libo, ditos' de Jos Vctor
da Silva Pimenlel, copiadores (t) de Araonm Ir-
mos t C-, diario ee-piador de Rodrigo Piolo Mo-
rera, ditos de Furia A Filho.
DESPACHOS.
Pe'gao de Clmenle N mes PacheeoeMmoel da
R;cha Pra'.-s. apresentinio o dislraeto que amiga-
velmente celebraram da lirraa Pacheco A Pinto.
Vista ai Sr. desembargudor fiscal.
Di Manoel Francisco Pogis e Jos Francisco
Pogis, apresentando ocoalrato so:ial que celebra-
ram para comprarem e veolerera cagalo nacio-
nal e estrangeiro.-Haja vista o Sr desembargador
fiscal.
De Manoel Francisco Pogis e Manoel Francisco
Ferreira, outro igual cintran ocial soba razo
de Manoel Francisco Pogas & CVista ao Sr. des-
erabargador fiscal. (Enbora estas duas pe:ic5ss
supra teuham as esiampilhas respectivas a daia
de 3 de jmeiro prximo passado, so boje foram
apresenladas
De Ma.ioel Francisco Pogas, pednJo que trans-
fira firma do Mmoel Francisco Pogis & C, o li-
vro diario qie individual nen'.e Ihe pertencia e de
que se servir al pagioas 7i Cono psde.
DeBernardi de Cerqueira Castro Monteiro e
Augusto de Castro Monteiro, contrati social cim-
raand lario que celebraran) em urna padaria e ar-
raizara de reculher mi larga do Rosano n. 46.
Visa ao Sr. deserabargador lisca'.
Dj Francisco Guedes de Araojo, Antonio Gomes
de Almeida e Silva e Antonio Maria Fernandos e
Silva, distrato social qae haviara apresentado na
prexima pascada sessao. e i|oe si mandn enm-
prlr odispos'.o no art. 2* | 7a do decreto n. 4503
Vista ao Sr. dessrabargador fiscal.
De Leopoldo Jos Fellpae Siniiago, cllado
brasleiro, natural da provincia da Parahyba, de
iJade de 35 annos, socio da firma Ernesto t Leo-
poldo, esiabelecida com luja de (oas a grosso e a
realho na ra do Cabug deuta cdade, pedindo
ser iodiviluaimente mitr:ulado coramerciante.
Junla ura atiestado de abonago firmado por An-
tonio Gomes de Millos, Gomes de Maltos Irmos,
Manoel Moreira de Sonza, Prente Vianna 4.C. e
D P. Villar & CVista ao Sr. deserabargador
fiscal.
De Ernesto Jos Flippe Santiago, natural e
mirador nesia cdade do Recife.de idade de 38
annos,socio da sobredita firmada Ernes'.o & Leo-
poldo, pedindo igualmente sor matriculado cora-
raeroiante.Junta tambera em sen abono atlestado
semelhante ao que aprsenla Leopoldo Jo: Felip-
pe Santiago.Vista ao Sr. desembargador fiscal.
De Bernirdo de Cerqueira Castre Mooieiro, pe-
dindo que se Ine. con-ioia continuar a fazer em
seu livro diario a eu-ripturago da firma Castro
Monteiro A C., lavrsnlo-se .para isto -ps compe-
tentes lerrao'. -Deferido
Da Antonio Annes Jacome, pelindo oertido de
ler sido oscriflo Paulino Annes Jaeome caixeiro
de sua casa commerclal e se como t se conserva
anda. -Ni forma pedida.
De Cardaso & Meras.padindo qu se Ibes trans-
Qrara os livros diario e copiado? que perlenceram
a Manoel Cardoso de Souza.-Cpmo requer.
De Samuel P.wer Johnston & C-, pediado o re-
gistro da noraeagao de seu caixeiro Hcrroes Er-
nesto Das Fernandes.Na forma requerida.
De Marcos de 1'm~4|.t;. pedindo o registro
do theor da nomeagao m seu caixeiro Joao An-
tonio H .norato de Oliveira.D se a cerlido re-
querida.
De Cramer Frey C, apresentando para ser
registrada a noraeagao de seu caixeiro Augusto
Francisco do Reg.Sira.
De Cunha A Maula, procuradores de Raymondo
Nonato Lopes de Menezes, do Cear, apresen-
Uodo para tambem ser registrada a nomeagao de
eu caixeiro dada a seu consumate por Joao An-
tonio do Amaral.Seja registrada.
De Raphael Blanco Caedo e Francisco de Son -
xa Guerra, apreseniando o distrato da sociedade
que lindara na casa de pasto a ra larga do Rosa-
rio n. 29.Vista ao Sr. deserabargador Fiscal.
De Jos Bernardo da Molla, declarando, para
que se faga a competente nota, havr despedido
de sua casa commercial ao caixairojFontino Alves
da Silva, licando somante o de nome Miguel Fer-
roira do Carrao.Deferido.
De Frederico P.ot) & C, stsbmetten lo a registro
o seu contrato social.Vista ao Sr. deserabarga-
dor fiscal.
COM PARECER F4SCAL.
Petigio de Olympio Gongalvea Rgsa e Joo Bap-
tisu da Crat, raodilicago e o seu contrato social
no sentido de fijar sendo solidario o que era cora
maodtario, e mudar-se a denominago da firma.
Adiado.
Dd Jos da C isla Miia, registro de seu contrato
socialRegistre-se na forma do decreto n. 4394
De Manoel Joaqnira Rioeiro A C, registro tam-
bem de sea contrato social.Regstrele na forma
do decreto n. 4,394. ,
De Jos de Souza Braz eFran:isco Jos Fernan-
des Marcos, dem. Registre-se na forma do de-
creto n. 4394.
Do Baro de Sania Cruz e Jos Pedro de Souza
e Silva, distrato social.Satisfaga-so a exigencia
do parecer fiscal.
Da Domingos Manoel Munz, carta de matricula
de comnierciante.Como pede.
Divida da secretaria em vnuie de se nao ter
no contrato da firma Lidstone Robliard & C. de-
clarado qaal a forma da nomeagao dos arbitros.-*
Adiado. i
OQlcio do craservaior do eomraercio d^ftif*-
hyba, manifestando a duvida que Ihe su
disposicao do ari. 1* do decreto n 439
refere ao art. 14 do decreto n. 27ll
lacio aos contratos sociaes.Adiaer*
Autos de rebabilaagio de Antonio da
Borges.Adiados.
Diles de Jos Joaquim de Oliveira Googaives.
idem.
Nada mais havendo a despachar, e sendo poni
mais de 11 horas e 1/2 do da o Exm. Sr. conse
Iheiro presidente encerrou a sesso.
4CTA DA SESSO ADMINISTRATIVA DE 5 DE
FEVEREIRO DE 1872.
PRESIDENCIA DO BXM. SR. CONSBLHEIRO ANSELMO
FRANCISCO PERETTI.
As 10 horas da raanha, renoidos os Srs. depu
lados secretario Miranda Leal, Olmlo Bastos, Can-
dido Aleoforado e Alvaro de Almeida, S. Exc. o
Sr. conselbero presidente abri a sesso.
Foi hda e approvada a acta da sessao do 1* do
correte.
IXPBDtRNTB.
Oflico do presidente e secretario da jaula dos
corretores, remetiendo as eotagdes oflSeiaes da se-
mana decorrida de 29 de Janeiro prximo passado
3 do presente fevereiro, e oniro sim o resumo
das cotacSes pelos corredores era dito mez de Ja-
neiro.
Jornal offlcial de na. 16 a 18. Para o ar-
chivo.
Ao Sr. depnlado Olioto Bastos foi distribuido o
| livro copiador de Sererino, Irmlo & C.
BBSPAeHOS.
Reqoericoenio de Antonio Alves da Silva Jnior e
Manoel Viclor s Jatos d Malta, snhmentendi a
rrftisirn o contrato que xmigavelmcnto Celebraram
di-sobentH a soci Jada que oham tob a firma de
Silva & Mal a.Vista ao Sr. desenbargador fiscal.
.De Braga. Silva & Reg, aprsentelo o addita-
menta qae fieritn ao sea contrato social celebra-
de no |. de Janeiro de 1870 e registrado era 16
de marco do dito anno.Vista jo Sr. deserabar-
dor fiscal.
De Anacleto Jos de Maties, poil.nJj qae se Ibe
transfiram os livros ooe prtenceram a lirraa
extincta ib Frenas & Mallos, vlo ler flcado a
le cargoso activo e paesivo d'eata.Deferido
Do Baro de Santa Cruz, pediud > qae e Ibe
registren nomeagio que data a Luii Leopoldo dos
(iuimarie.peixoio para gerir o' seu estabeleci-
mento de phsrrnacia.\,i Jorma requerida.
De Uolrigues a Frenas, declaraado, para se
proceder a cempetentenlirainaio, h^verera des-
pedido ojwn caixeiro Aotomo TSomaz de Barcel
los.Como pedem.
Dj Francisco Antonio Se Brito A Filho, fazendo
cual declarayao para que teuha lugar a elimina-
ga de seu caixeiro Manoel da Silva Fialho.Carao
requerera..
De Alexandre da Motta Canto, apresentando a
registro a noraeagao de sea caixeiro Jos Joaquim
Je Quairoz. Registre-se.
De Angnsto de G.oova Menezes, snbraettendo
a registro o caotralo que celebrara com Fraacisco
G traes da Silva, lendo por objecto a cesso que
eite Ihe flisra do'lempo que Ihe reslava do arruo-
daraento do sitio Salgadinho.Pago o sello com
relago a rend do siu'o, nos annos de arrenda-
meoio e ao valor dos objectos o utensilios deca
radjs no contrato junto, volle a peiigao.
De Jercnyrao Eniliano de Miranda Cistro, pe-
dindo 3"r renovada a sna nomeagao de avaliador
coramercial. Adiado.
Duvida do Sr. Dr. (diti' maior por nao ter o
Baro do Livraraeoto provalo qne com effeito no
lia !) de outubro prximo passado livera lugar a
v"enda do tirigue Aloerlo.Procede a duvida.
Declarago do me-mo senbor, no iniuilo de de-
monstrar a procedencia da duvida opposla em II
de selerabro do anno prximo passado, de que
pelo documento, que juma sob n. 8, se evidencia
ter sido vencida uva ti de maio de 1870 a barca
nacional Agostmha, no entanto que o recolbimen
lo da respectiva carta de registro se dura era 30
de agosto de 1871.P.ocede a duvida.
CUM PARECEU DO Sil. DKSKMBARGADR FISCAL
Papis adiados na sesso prxima passada.
Requerimento de Olympio Googaives Rosa e
Joo Baplsla da Cruz.Informa a se.retara ae
ji verin>oa-se algara caso semelhaule ao da pre
senie peligo.
Duvida da secretaria sobre o contrato de Lids-
tone Robliard A C Procede a davida.
OIBcio do conservador do commercio da Para-
hyba.Seja apresentado na prxima sesso com
a liquidago constante do parecer fiscal.
Renabilitago de Jos Joaquim de Oliveira Gin-
Qilv.es. Satisfaga a Ia parte do parecer fi cal.
Dila de Antonia daCostt Borges.Aliado pe
dido de um Sr. depnlado.
Com parecer fiscal e apresentados hoje.
Contrato de dislrato da lirioa Pacheco A Pinto.
Registre-se nos termos do decreto o. 4394
Dijo le Adolpbo Birle.Nao tem lugar vista
do parecer li-cai.
Distrato de Gomes Silva A CRegistre se na
forma do decreto n. 4391.
Contrato de Amaral A Da?.Satisfagan) o pa-
recer fiscal.
Dito da Manoel Francisco Ponas A CRegistre
se nos termos do decreto u. 1394.
Dito de Pogas A Irmo.Registre de eonforrai-
dade com o decreto n. 4394.
Dhlralo da firma Raphael A Souza Registre-
se na. forma do decreto n. 4)94.
Ofii-io da junta dos correctores de 29 de nov(ru-
bro prximo passado.Adiado para ser apresen
lado com a legulago citada no parecer -cil.
Ofli;.o do conservador de Macei a respeilo do
agente de leiloas Fortunato Benjamn) L ns de
Vasconcelos.O tribunal resolveu que se oflkias-
se ao coaiervador do coramercio de Macio com
as orgis do, parecer fiscal cora o qual se confor-
raou o mesmo tribunal,. pira telenda do mesmo
conservador, e para qae faga confiar a quera con
vier.
OQlcio da junta dos correctores de 21 de setem
I to do anno prximo passado.O iribuoal decidi
que se i ilhiasse a onta dzendo-ihe que se con-
forme com o parecer riscal cuja copia maodou que
se remetlesse a dita junta.
Sendo e -ocioso o sumraario ex-ofllcio contra
Jos Luiz Gnaiaco, o Exro. Sr. conselheiro presi-
dente propoz o adiaroen to e foi-lbe concedido.
ada a hora (lie 1/2 da manh) e nada mais
tendo vindo despacho, o Exm. Sr. conseibeiro
presidente encerrou a sesso..
PUBLICACOES A PEDIDO.
Costa
O Inspector da vii le do porto e
o Sr. Pedro fiaury negoeiaatc
de groso trato.
No Diario de Pernanthuco de bontem vem um
communicado em qne o Sr. Pedro Moury preled-
de fater-me carga de um fac.o em que nao ti ve a
menor parle, e que apenas live noticia delle corr
immediatamente ao Recife, para dar as previden-
cias qae fossem precisas, e encootrando-me com o
Sr. Maary e fallando Ibe na forma da 'araizade
qne desenpta por S. S. em dito commamcado, S. S
nio se digaou fazer -rae a miaima observago,
como teslemuaharam dous senhires para qaem
ea poderia appillar, se jalgasse qae alguera duvi-
dava dique eu disiesse, e qne estavam a alrao-
gar com o Sr. Manry.
Deixo muito de proposito de responder ao Sr.
Pedro Maury na parte em qae falla das oossas re-
lacees de araizade alera da eortezia, 1 porque qual-
quer pessoa de simples bem senso apreciar o
valor qae o Sr. Pedro Maury d s suas relagoes
de amizade que vo alm de simples eortezia, 2'
porqne nao sendo eu honiem de apurada eduea-
go receio cahir era alguma armadilhi e depois
vir alguem dizer-me que eu sou peior qua o sica-
ro vingalivo, que para nao perder o golpe, aim
de agacalar o punhal, envenena-lhe a pona, 3"
porque quero a todo irause respeilar essa amisa-
de que exista entre nos e qne de f irma alguma
devia ser irazda baila, a oo ser como circuns-
tancia para aggravar a injusta e'infundala aecn-a
gao que o Sr. Pedro Maary quiz fazer-me, a qual
era mmha opimo, e u vez na de muita gente, n;i
(raga ontra cooseqoencia eno mais plena jasti
fieago dos actos% do inspector da sade do porto
e dos sena empregados e a prova real de qus se ha
irregalardade no servigo do mar nao parti ella
daquella reparligo e sira das outras a pete a fleallsaco e polica, 4 rmalraente, porqne
en j estoa em idade em que niQ.'uem perdi ter
assomos propros da mocidade era teda forg? de
seu'vlgor.
Todos nma voz qnerem me acensar, mas nun
ca ningnem teve melhores e mais voluntarios de-
fensores do qae en ; e se por infelieidade mmha
ea precisatse de defeza como ompregado publico,
cerlamente nao acharia por defensor seno algans
dos qae talvez me tendo ajuJado a derrabar, e de-
pois me vendo cahido por trra se apresentasse
como tal para arredar de si as suspeilas.
Creo, portanto, que o Sr. Pedro Manry fol raar-
tyr de si mesmo, quero dxerplauejou acensar-
me porra veio somenle moslrar ao publico que
os empregados da satiJe do porto enmprem o sen
dever e nao sacrificara o sea bro e padonor de
empregados puolicos amaades particulares por
mais esireraecidas que sejam.
O publico sempre lllntirado e justo vae ver de
que qualidade a acjusaco que prelendea fa-
zer-me o Sr. Pedro Manry e a parte que Uve no
grande desacato feto ao commercio estrangeiro, e
por s mesmo ajuixar como querem que se faga o
servigo.
Nao devo terminar sera render infinitas gragas
a Den, por me ter concedido a graga de gosar da
amizade do Sr. Pedro Mauryalm da eortezia,
e de ser S. S. alm disso nm negoeiants de grosso
trato, de fina adueacao e m go muito distincto,
porque seno ae dessem todas estas circunstan-
cias favoraves, o que seria de mira, ion Jo eahido
no desagrado de 3. S., anda qae sem a menor
culpa T Tremo de pensar nisso.......
Glido fro entorpeoe-me o pensamento.....e
faz-rae cahir a panna da mo......
Ao Sr. Pedro Maury e mais senhores, que ime-se
Decapado nos jornaes com negocios da saiide do
porto, declaro qae en nao tiro meiot de subsis-
tencia desse lugar era dos outr.-s empregos p-
blicos qae exerco : qaem se julgar uifendido em
aens direilos requeira auloridade competente,
porque en nao lenlio lempo para entreter polerai -
cas em jornaes.
Ha um meio mnito faoil e vou propo-lo a Ss. Si.:
rennam-sa lodos e pegara a miaba demissao ao
gove no e ficaro livres de embarazos que ponbo
a aue crda nm faga o que qner : mas, emquanto
nao eu fr inspector de saiide do porto hei de eam-
prir o mea dever e fater qae os empregados de mi-
nha repariiga cumprara -o que Ibes determina o
regleoto.
e lur noraealo ociro inspeclor qne apparega
oo porto de aauo n anno, e lendo secretario qae
faga ludo qaanto os Senhores Ihe determioarem.
Acara todo arraojado : e como o secretario actual
nao quiz prestar!! s exigencias que Ihe foram
feitas, ser boro qae tambem reqaeram logo a
a sun exonerago.
Deixo o campo livre ao Sr. Padre Manry e todos
os mais que me qnizerem ottseauiar com anas fi-
nezas.
As pesscat iraparciaes qae leiam a parle do se-
cretario e ajaizera.
Dr. Lobo Moscoo.
Machambomba de Oliada
Est pastada a festa do Monte que tantos cuida-
dos dava ao Sr. gereate, ji mandando cobrir de
zioco algnns wogons, j mandando concertar as
duas locomotivas victimas do atrazo do seu relo-
gio.....e nada de irera os irens at o pateo do
Carrao. :
Se a estrada ja esl reparada qual a razo da
demora em ir al lT
Se anda nao esl o que faz o raosmo senbor e o
seu ajudaoter
Esmdaro anda alguns planos.....
Estaro anda tirando planta* ou o que r
Ah agora me lembro, a companhia va pres-
cindir de nos levar al la, p ii i alto da ladeira do Varadouro um machnsmo
mullo bom cousa dos engenh urosque por meio
Je impurroes que ha de dar botar ns passageiroi,
da vendado Braga na porta da academia.
Faliaro irabalhadores, raandera-os buscar na
China, nao ha quera os dirija, torae a companhia
mais um uogenhiro.
J pensamos que fos-e por falla de cobres, po-
rm na>, se os i endimentos sao tantos que al se
J 200OOO de esmolla para a fasta do Monte (di-
nheiro raais bam asto do que oulros), se todos
os empregados estao psgos em dia e no cofre anda
ba bom saldo.
A coasa outra, j rce parece capricho da al-
guera porque nao quer ser lerabraio era suas
obngagoes e nao tem quera lh lembre seno o
publico
And ir assim que bom andar, ao depois em as-
sembla geral nao se queixem.
Vamo3 concluir le obrando, a jaem quer que
ja, que temos o direito do represeulago ao Exm.
Sr. presidente da provincia e qae d elle laogare-
raos rao se nesia sera ni nao Forraos ao paio do
Carrao nos trens, pois que ba muito que abusara
da nossa paciencia.
Un assiijnanle voo muils.
Ao publico
ilontem li do correte pjlas 8 para !) Lo-
ras da rjoite entravam em raiotu venda o
Sr. tenente da 4.1 coii/patibia do 6. bata-
lho da Oliada Alanoal Maria, acompauha-
do de um uarda nacional com o deslino
ie prenderen) um ooiro gaa:da nacional
qvie naqnelle iistanlo bavia alli en.rado
para comprar; e Ihe dando v, z de prisao
Ihe z ver que suppunna eu ter sido atten-
dido no pedido qae Ihd liz pira despensar
da prisao aqnche guarda que era meo
compadre ; ao que nao atlendendo o dito
Sr. tenente, declarei ao meu compadre qoe
sejjuisse, e que ainda havia muitos lio-
mens.
A estas palavr^s prorom ieu o Sr. ten-
te em altas vozes e amisc^s a minha pes-
soa passando a dar-rae voz de prisJo or-
dem do Sr, delegado de polica 1
Fiz-lhe ver que eslava em minha casa,
e aquellas horas, que nenhum crime tinha
comaitttido, e qua o Sr. delegado era jus-
ticeiro por nao appr^var semelhantes ar
bilrariedades.
O dito Sr. lente moslrou-se moilo
ofl'endido, njuito exaltado e me prcmetien
fazer o mal que podesse 1
Declaro que nao tenho inimigos; sou
pacifico e respfitoas leis' e as autoridades,
conseguintemente quem estas, e o pobli-
.0 sabendo qne d'ora em dianle estoa sob
a presso de nma ameaga, e o que me
succeder a elle o aiiribuirei.
Ricife, 7 de fevereiro de 1871.
Jori Evangelista Bandeira de Mello.
foi recoohecdo pe Exa. Sr. presMwxt ii W*'
v'iicia.
Se, por.n, foi com o lira do Mtfnr vmmfttte
mica jornaiistica, declaro ao director te aiiiHl
de gnerra, que, comqnanto nao esieja a:nstt
a eemelhAiites pulemiras, porque me ftlt apo
e iolalligencia para ella ; todav tm qoizer ckav*
mar-me para etse campo nao oengeit, ''
poderei mostrar ao dtreetor, que n3o son to I
lil em fazer reclaraagdes, como diz em toa p
blieago, pelo simples fado de tuna une rea-
raagio qae f|> em relagio ao tallado foraeeMMato
das caigas brancas, porquanio N assim foaata, Mr
corlo lena redamado coaira o forneeinvnJe' *
calcas zoes, feitas ao mea batalho por ser ni
? de malcra prima inferior, como mesaw aal
irabalbadas, que por economa de panno fosa na-
das emendadas entre-pernas. Entretanto- utaerw,
e nenhuraa reclamagao Oz, verdad*, qne por
pedido, e tanto -na le -ue nao son ess* reefa-
mante exigente e pertinaz, qne o proprio dinwtor
confessa, que nenhuma reclamagao fix en rrfago
as caigas e sobresacos de bnm pardo por serena
de boa qualidade.
Qaanto a ailegago do director, de qo* ni r
(10--1V1-I fornecer se melh-ir materia prima, aM'
o pregj marcado ni tabella confeccionarla a 17
annos, seria procedente se fuste dito por ostro
pessoa, mas pelo direcior do arsenal de |roa
por ceno que nao, porqnanto sendo elle depwan
a assembla geral, e militar, reeonhecendo ata la-
cuoa, devia principalmente como membro teaapro
das commisMOs de marioha e gnerra, par n#*
de sua alia sabedoria e v,z son na a la mlaraej-
anie o governo, padindo providtocras fmleMea a
fazer desapparecer esse inconveniente.
Por ora sao as ligeiras consider^goet qua mr
occorre fater alguns t(iicos da pablicagato 4o re-
ferido directi.r, e espero que nao aerei nid for-
gado a extrar em novas cousiderogoVt po fatt
ds enmprir os deveres de meu cargo.
Ilecife G de I- vereiro de W7.
Alexandre Augusto de Friut VilU*.
Protectora das Familias
Certidcs tle vida
A exi-lenciados segurados dos contraena&aup
enumerados deve ser provaaa al Mi daaAorrt y
corrale auno de 1872, por cenidao do p*Rxto,
ou do inspector de quarteiro, devena <)aaJ;tMr
das lirnus ser reconhocida por labelbo. X*r
certidoesque vierem das proviocus o tigaaJ fas
abellio dalli deve ser recenlncido rer tabelho
da corle.
Os segurados de roaiordade, resdontet aaror-
le, podero provar a sna ex-sienc por declarado
de sen puntio, enjt as,sigi)*lura seja re coa?.-da
por tabelliio, declaran lo este qoe ella ki frita em
sua presenga. Jo- Jnsiiuo Rodrigues, iaacto/
geral.
5, 3, 138, 139, 141 a 152, 231. 27*, .114. 340 a
352, 374, 375. 386, 400 a 401. 434, 4<5, 437 446
442,444. 'i i i, 448. 450. 452, 464. 466, 4#X a 471,
464, 483, 485, 487, 489, 491, 516, 517. HU. 523.
525, 527, 5:9. 531. 532.535. 543, 544, 5V>, 55,
559, 572, 596, 598, 600. 602, C04, 6, 613> 61*.
617. 625, 027, 619, 931, 533, 635, 637, 63D 641,
643, 645, 47, G49. 650 a 655. 658, 660. 56H. WO.
682. 686, 6^8, 690. 692 694. 6% 698. 7t, 704-,
706, 708, 710, 713, 719, 721, 723, 725, 77, 7V,
731, 734 736. 738, 740, 742. 744, 746, 74. 750.
:.:., 758, 762, 764, 766. 770, 773, 775, 777, 780,
784, 7n7, 789, 823, 825, 828. 830, 832. 834, 836,
838, 840, 842, 844. 846, 848. 850, 853, 876, 878.
880. 882. 884 886, 890, 895 896, 897, 900, 903,
905, 909, 911, 913, 915, 917. 919. 921, !29 a 933.
956. 938, 940, 942, 952 a 955. 961, 961, 5, MV,
970, 976, 980. 982. 984. 686. 988, 990, ttt, W4,
996,1004, 1006,1008. 1010,1011. 10ll. K17, 104.
1021,1025 1027,1029,1031, I033.M035.1037, 103,
1041, 1044, 1047, 1068. 1062, 1064, 1066, I06S.
1074, 1077, 1079, 1081, 1083. 1085. 10H6. U*7,
1090, 1092, 1094, 1096, 1098. 1W2, ItOS-, 110*.
lili a 1116. 1120, 1122. 1124. 1126, ItXl a 1477,
148J, 1481, 1498 a 2045, 2047 a 2190. 12I91. a
2362. 2383 a 2395. 2397 i 2445.1448 468, J471
a 2523, 2525 a 2605, 2607 a 2650, 2660, 26 I 166-1
a 2669, 2690, 2693 a 2696, 269 a 270K 8714 a
2723, 2733 a 2746, 2749 a 2754, 2756 a 176,
2765 a 2775, 2789, 2790, 2803 a 2806,1811. 2**2.
2814,2817.2818. 2828, 2829, 2831 a 2852, 2665
a 2873. 2876, a 2881, 2883, 2890 a 2896, 2891,
2900, 2947 a 2950.
COMMERCIO.
Ao corpo eleitoral do 3.* des
tricto.
Ainda honteuQ allirmei, que na; bavia
abindonado a eleigo qae se tem de proce-
der a II de fevereiro para preenchiaienlo
da vaga, qne na caimra temporaria deixou
o Exm. Sr. deserabargador Alvaro Barbalho
Ucha Caialcaole oliimamente escolbido
Senador por esla provincia. Hoje venho
dizer, que me retiro do pleito, e cedo o
passo ao meo competidor o Dr. Jo3 Beato
da Cunba e Figueredo Jnior.
NSo me julgnem porm leviano e conlra-
dictono no que acabo de expr.
As conveniencias polticas, a harmona do
partido a que pertenco, exigiram este sacri-
ficio da minha parle, ea o fiz abandonando
o pleito e fizando votos para qae o meu
competidor seja feiz.
Em ludo isto esia-me apenas o prazer
de n3o crear dissidencias e embarazos aos
meus araigoi pblicos.
Os meus amigos, qua fazem parte do
corpo eleitoral do 3. deslricto resignem-se
como eu me resigno ante os grandes inte-
resses do partido a qae pertencemos.
E ellos e os distioclos cavalbeiros que me
prestaran! valioso auxilio em minha prelen-
Cjo eleitoral, recebam as expressoes do meu
mais sabido rBconheciraento.
Aos que "me ijafiaraa e caloinularam, e
a meQtiram procurando assim deffender a
causa do mea competidor, como chrislSo,
Ihe perdo.
No silencio da vida particular a que me
retiro nao me esquecerei de ans o de oa-
tros.
Recifo, de fevereiro de 1872.
Gaspar de Drummond.
Testemunho de gratido
O abnxo assignalo, vem dar, como pode, um
testemunho de sua immensa gralidao ao muito il-
lustri.de Sr. Dr S Pereira.
Pai de numerosa familia, e vendo quasi :go seu
liih i Francisco Solano s Souza Magalbes, a es-
peranga querida de sua volhice, o que nao deve
o abaixo assignado ao Sr. Or. S Pereira, que
restiluio a vista ao seu filho, depois de baldados
esforgis de tantos outros facultativos, e quando o
caso ja pareca desespralo?
Nao para augmentar a grande nomeada do Sr.
Dr. SPereira, mas para qne se ouga a voz do
coragao agradecido d'um pai, escreve e assigna
estas linbas.
Manoel Thomaz de Souza ilagalhatt.
r
I_JM_1
Nao sei com que fim o direcior do arsenal de
guerra, pedio ao Exm. Sr. conselheiro presidente
da provincia permisso, para punlicar como fez,
no Diario de Pernambuco de 2 do crreme, am
illlcio que dirigi a presidenta acerca do forneci-
ment de caigas de brirn braneo para o seu ba-
talho.
Se foi com o fim de censurar o mea proced-
ment, nio vejo mi plausivel para tal o fazer,
porque, pelo fado de eu zular os ulereases dos
meus soldados, eumpro nm dever e nm dever du-
plo, que priraeiro lazer com que os meus oom
mandados nao recebam caigas de fazenda tal, que
nao dure o espago de lempo que marcado no re*
gulaineoto e que venham ellas a andar trapiibos
e a tallar o servigo devido por falta de vestuario
com qne po-ssno se apreseotar limpos em forma,
e em segn lo lugar, porque, c-ooeumindo os co-
fres do ealado nao poqueoa qaanlia cora farda
memos e outros aprestos para os corpos do exer-
eilo, nao justo qoe se fornega easea objectos de
materia prima, que nenhuma duragio tem. e qae
nio cjmpecsa o capital empregado, como oiesfflo
'<,.
NORTHERN.
^piUl........20,0:iatw
?undo da reserva .... 8,0O>.-06l>*.M<.
Agentas.
jilU La/han C.
IMPERIAL
Companhia de seguros contra
fogo.
LAGENTRS
s. p. jomsToy i c-,
Ruada enzala-nora a. -.
THE ALLIANCE BRITISH dr FOBEJGN.
Life and Fire Assaranco Conipany eetaOelecnU
im 1824. Capital 5,000,0o0
Os agentes desta companhia tomara safnvw
:ontra fogo sobre predios, gneros e fauea;
oagam aqu prejnizos devidamente provado,
l'.abe Schmetua & C
Corpo Santo n. 15.
Seguros contra-logo
COMPANHIA
SEGURO CONTRA FOGO
Tbe Liverpool 4 London A Glofc
Insaraoce Company.
Agentes :
Saunders Brothers dr C
11Corpo Saoto u.
Novo banco de Pernambuco em 1 quida;*.
19 de Janeiro de 187.
Os aenboi es afiioOislas podem Teer a-V^P"
videndo de 1 1|4 por cento do capital; ae toar-
las feiras e sabbados.
PRAGA DO RECIKB 7 DE FEV'JSIBP
DB 1H72.
aa 3 1/2 rosas da tardi.
Cotacoes officiaes.
i.gadao da Parahyba 1" sorte 69 ra. por to*
posio a bordo a frele de 1 d. ooo* no
capa, hontem.
Dito de dila 2* sorle 626 rs. por kilo pese
bordo a frele de 1 d. com, o tem capa
hontem.
Cambio sobre Londres a 90 1/v. 24 7p*#, tw
1J00O.
Frele de algodSo daqui para Liverpool 3|4 #..
e 5 0|0.
P. I. Pinto,
Presdanla.
Leal Seve,
Pelo secretara.
ALFANDEGA
tendimemo do dia 1 a 6 itVTOTitr*
dem do dia 7 50:0%*t
2f:SNr7
HoTimento da alfaadeKa.
Volnraes aanidoa com lazendas 167
i i eom geueroa 76)
|M
Descarregam boje 8 de fevereiro de 1872.
Vapor inileFire Queen varios gaasroa.
lirigoe iglez.livn(annha de trigo.
Barca portuguesailotta fibeiroittioi geaar^a,
Barca mglezaLady ilelne- bacalbo.
Brigue inglezChanltcbtaridem.
CAPATAZIA DA ALFANDEGA
Uendimenlo do dia 1 a 6
dem do dia 7 .
59S#4
5t#t9
':118H7
Despachos di exporlago noa $ d
/wretro de 1872.
Para os portos do exterior.
No lagar portiguoz Julio, para Liibca, tatv

L


J
)
' \
iarim d Pernambuc Quinte Jn 8 de* Fevereiro*'d IS72

*~
: ttrttite tlann & C. 6i ocas com
arda *4dao-, Maoo*l toar** da Silva
i coas .74 kilos de assncar brinco.
No aavi* aaoco AdoJp#**nara,o Canal, earre-
afMMarr Keller G. 120 anteas cora 7,500 kilos
eaigmtto.
Jla tKa_ ingleza /faro/sto*, para o Canal,
mm$mmi: Boaatolssan A C. lo sacca coro
*fiktls .de algodo.
Jto tortor iaglez SmkM, para Liverpool, oar
Wfaram : SaundersBrolhers & C. 129 saecas com
AM Vilo?bralgodo; Amento Valentim da Su-
va Barroca Bajitas com 33,400 ditos de dito.
a galera, ingleza West. De'rby, para Liver-
ipoot, arre*arara : E. A. Borle & C 40 saecas
om 3029 kilos, le algodo.
Xi barca ingleza Ktsklnnd, pira Liverpool,
caarogarem : Mills Laman A 0. 512 saecas coro
J7^e>'kik>s de algodo,
io-flaircUo norte-allamo Luna, para Liver
mL, carregu : P. M. Maury 352 sacias com
1L3H tHos de algodo
Mo brigue inglz Somergdle, para o Canal,
earoegaram : Saunders Brotas de C. 300 saceos
<9,300fcrhw de assuear mascavado.
Y galera perlugueza Artas, para L'verpool,
etfWfon; Jos Fernanlea Ferreira 400 saceos,
tan W.200 kilos de asaucar mascavado.
No brigaa nacioual Constante. Unido, para o
Ata. Ja. Prata, carregoo : Francisco Itioeiro Pinto
emtraes 600 barrica euro. 69,264 kilos de as-,
sror toranop;-
Para os porto do interior.
__Ka batas Mfuite Chmto para Mainanguape,
atttgoa : Manuel Ferreira Pona* 8 pipas com
J/SMoliiros le .agurdenle.
li* oate mciooal Deas te Qmrit, para Ara-
oaf/rarregon: Manoel Alve Barbes* a barricas
c* i kilos de assucar branco e 4 ditas com 36
dtlu de dito.
EGEBEDORIA DE RENDAS INTERNAS
GEIUKS DE PERNAMBCO.
ftendimenro do dia 1 a 6 I1:*57491
S*tt> CO dia 7....... 3:902*787
, f 15:S0*478
CONSULADO PROVINCIAL,
tedimeoto do dia 1 a 6 26:880i5O9
do din 7 ...... 4.32!**83
oda*m*cm>ento. e execneSo da prsenle resolano
pertencer, qno a cumpram e fachm cumprir to
intelraroente como nella,op cont.
O secretario da presideveia des a provincia a fa-
ca imprimir, publicar e correr.
Palacio da presidencia de pernambuco, 22 de
maio de 1871, 50* da independeouia e do imperio.
L. S. Dr. Manoel 4o Nasciineito Machado PtrA
Ma.
Sellada e publicada a presente resolnclo nesta
secretaria da presidencia de Pernambuco aos 22
de maio de 1871.
O secretario, Elias Freienw de Almeida e Al-,
buquerque.
DECLARACOES.
Pela -tbsouraria provincial, de Pernamboco
se faz publico que do dia 1 do crrante por dian -
re pagam-se os ordenados dos umpregado' .pro
vlnclaos vencidos rio mez de Janeiro, prximo
rindo.
Secretaria da tbesoararia provincial de Pernaro-
buco, 1* de fevereiro de 1872.
O offlcial da tfecrotaria,
M. A. I'erreira,
31.2034193
MOVIMENTO DO PORTO.
Marios entrados no dia 7
fjti12 das, barca ingleza Doogfas, de 322 t-
etela las, eapito lloare,'equipgera 11, ero las-
MUa Theodbro Cbrutiansen. Seguio para Pa-
rabv ba.
afcia-0 dias, barca sueca Tluodor Parker, de
-1*6 tonelada?, capilo I. Berglund, equipagoro
i, *m lastro ; a- Johnston Pater & C.
Cea de Fernando48 horas, vapor nacional Cu-
rmripe, de 222 tuneadas, comoiandante Jos H.
Ja Silva, equipagem 17, carga mino e ouiros
peseros ; a eompanhia Pernarobucana.
Navtos sahidos no mesmo dia.
fleer-TorkBarca americana lltzard, eapito G.
A. Karston, carga assucar.
8i 4a Pratalliaie americano S. C. Evans, capi-
SoHube, carga a-snnr.
Ct Barca iugleza Kirkland, eapilao Colledge,
carga assucar e a gudo.
LisbSaLngar p >rtogniz Julio, eapilao Joo de
Sarros, carga as^oKar.
V>seroacao
Ssapeoden do lamaro para ilar.uiliao a barca
eiltesa Oepton, capillo G. Qauntllett, com o me-
Iastro ue trouxe da Baha.
E
O inspector interino di alfandega fu publico
las eabbad j 10 do carrete, depois do maio dia,
s-rta da m^sma reparticao, sero vendiJ >s em lei-
ao,ivr de direito au arrematante, 3i0 kilogram-
s de obre, vlho extrahid) d> firro da birca
de cigia n. 4, no valor offlcial do 1873 ; ficando
ii'.a dependente da approvao da Exma. pra-
finea da provincia o resultado dessa venda.
Alfaalog do Pernambuco 7 io fevereiro de
1*72.
O inspector .interino,
Faustino Joi- rtns Santos.
O liim. .ir. iu>peciur da mes .arana provin
asi jinda fa.er publico, qua eiu cumprirneulo da
raen do Bxm. 8r. presidente da provincia, vai
afmente a praca no dia 22 do corrale com o
jegMPQto ie 2') 0|0 no valor dj resp?ctivo orija-
eeto, que send) de 6:.600A, flcoa elvalo a
73291, a obra do reuaixameolo da laicira do
fHibfj, e sob as clausulas espeeiaes j anoun-
- Secretaria da thesonrarh provincial de Pernam
nt% de fdvereiro de 1872.
O offl :ial da secretaria,
Miguel Alfonso Ferreira.
4* secc;5).Secretaria da presidencia de
Paraamb co, em |t) de Janeiro de 187 i.
Por esta secreiaria se faz publico que,
tstJa o Esm. Sr. presidete da provincia
de dar execoejio a1) art. -0 da lei provincial
ol 10X1 de 13 dejunhodoanno fludo abai-
19 transcripta, se convida a quera quizer.
eaolratr o assentamento de carris re ferro.
6 toda a extensa desta capital para o-
traasporte de gneros, bagagens e mercado "
riu, aos termos da citada lei, a apresentar
mu pri potas no prazo de 30 das a con-
tar da presente data.
0 secretario
lias F. L:i provincial n. ItOO de 13 de junho
4 1S71.
Art' 2o. Fica igualmente o presidente
da provincia autorisado a contratar com
fi3tarmino di Reg Rarros, Jos da Silva
Layo e Jos Jjaquim Antunes, oa qaem m '-
lfc#res vantagBS offerecer o assentamento
de carris da ferro em toda aextensao da ci-
dsJe, destinados ao transporte de gneros,
togageas' e mercaduras, com o privilegio
da vinte e cinco annos, e as mesmas coo-
*3 tora do Rio de laneiro equipolentes a?
circrjm4ancias da empreza.
Cepi.4.* secijo.-Secretaria da presidencia
41 provincia de Peroambuco era'3 de fevereiro de
1*71
t?of esta secretaria s(M-pblienr, qae tendo o
fixm. Sr. presi late da provincia de dar execucjio
ki gruvincisl n. 992 de 2J de maio do anno pro-
xtse pascado, ahaixo traosciipta, se convida
-xwaqnier cmiraiar a cornTucijo de urna es-
irada de ferro qu*, pirtindo da cidade de G^yanna
a terminar em Itamb, nos temos da citada lei,
i apresent&r soas prnpostas no praso de sessenta
Jias, aeontar a presente data.
O secretario iottrinn, Aiolpho Lnmenha J.ins.
LEI N. 992.
O Dr. Manoel do Nascimento Machado Portella,
*lee-presi lente da provincia de Pernamboco.
l?a$o saber a todos os seus habitantes que a as-
etrAla legislativa provincial decretoo e ea sanc-
leaei a resolaocao segniote :
Art 1.* Fie o presidente da provincia autori-
zada a contratar com Joaqnim Lopes dos Aojos,
o* om aera melhores vantagens offerecer, a
^sewtracelo de urna estrada de ferro, cojo motor
aera a vapor, a qual partinio da cidade de Goyan-
a -va terminar em Itamb.
Art. I.* As obras da estrada sero comecadas
Jeatra 4o praso de 18 roeze, e terminadas no de
3a> aiezes cootados da da a da asaignalura do con-
aveft
art. 3.' O eaotratante lera o direito d desapro-
fiar, oa forma das lei* provrneiaes, qaalqaer ter-
reis do dominio particular, de que precise para o
teste 4a via farrea, .rameos, estafes, offlcioas e
ais obras da estra la.
Art. V (Vs duposigdes dqs %% 10, U, 13 e 14
efcie.44l de 2-4e Janeiro de 1842 farao par-
JlAxontraio. '
3.* Ene ea-o oehpra ser permittido ao
nte absentar os jrimos dareferida estrada
o ledo das estradas de oagem da provi^-
(ta, eaa4 o caso de crasamento nivel. ''
Art 6.* Fica concedido ao contratante uro pr-.
tego p>r 20 anos para u*ufrnir e explorar a
effta estrada.
Art. 7.* Fieam revog,das a3 disposi^oas ea
rario.
anio pirlanl), a tolas aj jgtofidiis, i qaeni
SA.NTA GASA DA MISEUlOUDlA DU REUtFK
A Ilion, junta administrativa da Santa Casa de
Misericordia, do, Hecife, manda fazer publico que
na sala desuaa s.essoes,no dia 9 di raez de feverei-
ro pelas 3 horas da tarde, ten d ser arre-
matados a quem mais vantagens offerecer, pelo,
tempo de uro a tres annos, as rondas dos predios
4m seguida declarados.
BSTABEL.EG1MENTOS DE CARIDADE.
Boa da Matriz da Boa Vista. |
Casa terrea n. 39.......2044000
ilua de Santa Rita.
Casa terrea n. 32.......201 000
Ra larga do Rosario.
Segundo andar do sobrado n. 21 A. 308000
Roa da Gloria.
Casa terrea n. 61......2404000
PATRIMONIO DOS ORPHAOS.
Ra do Codorniz.
Casa terrea n. 1.......6004000
Ra da Gaia.
Casa terrea n. 12.......1934000
Os pretndeme deverae apreientar no acto da
irremataflo as suas angas, cu comparecererr
tcompanhados dos respectivos fiadores.
Secretaria da Santa Casa de Misericordia do Re
lite, 28 de j9neiro de 1872.
O escrivao,
Pedro Rodrigues de Sd'uza.
- O administrador da recebedona do rendas
internas geraes faz publico que oeste mez de
Janeiro e no de fevereiro pr ximo futuro que te
de ser paga sem multa a taxa dos escravos, rea-
iva ao exercicio carrele de 1871-72, e que lindo
o referido praso ser cobrada cora a multa de
seis por cento
Recebedoria de Pernambuco i8 de Janeiro de
1872.
Manoel Caraeiro de Smza Lacerda.
HLindo e gra&'oao tratalho sob cavato, exeeu-
tado pela jympalhica aroazoaa Catbarina Hollo-
way.
PRIMEIRA VBZ.
OGIfi
De 20 palmos de' aliara, executado |plo Sr.
Orrio.
OS JOCOS ICARIOS
Difflceis trabalhoa execatados pela celebre fa-
milia Pereira, cemposu de cinco, pessoas.
A ESTATUA BRANCA
Graciosa pantomima ob a directo de proles-
sor Sr. Catn,
Camarotes 6 cadeiras........ 184000
GaialMS,..-.............. 34000
Geraea rezervadas............ 24000
Os meninos menores de 8 aooee 14000
Plateas geraes................ 14000
Para evitar confuroe na pona da entrada ba
ver doas divifdes da segointe raanetra :
A' DIREITA. Eu:r,.da para os camarotes, ca-
deiras e geraes reservadas.
A' ESQGEBDA. nicamente ntrala para a
platea geral.
O Sr. CHIARINI previne ao Ilstralo publico
desta capital, que de passagem para os Estados
Unidos dar algamas represeniacSes.
A companhia irabalhar todas noates, as 8 ho
ras e nos domingos e dias santos haver duas re-!
presentares, sendo a primeira s 4 l|2 da tarde.
e a segunda as 8 lp da noute.
Do uieio dia at s ;;t horas da tar le, e das 6
horas da tarde em diaoie, eslo eipostos os bilhe-
tes venda no escriptorio do circo no Campo dis
Princezas.
As-cpntas dessa enmpanhia sero pagas oa bi-
lhele.ria dq circo, todas as segundas-feirade 1 ho-
ra as 3 da tarde.
O Sr. Chiarint para mais satisfaz>r ao raspeita-
vel publico e adSRjan'ld realniele quneos traba-
Ibos s :jam vi tos por todos, tero a nonra t parti-
cipar, que de hoje em diante haver tira trern to-
das as nontes depois do espectculo, que partir
do Campo das' Princezas para Caxanga tocando
em todos os pontos.
DaipaiaaiM^aiBaaaa
DIRECCO DE CH. HURBAIN.
Pj.'kM
8ch9liak.
exeeotada pela oraheatea exwabidaa ao reper-
torio do
Magioo Offemba(,
lie orno
Grand-Dochesse, Barbe-Bleore, BeUs*Hel-
lene, Ravards, etot etc. te.
'S 2 IH3RAS
terminar o baile com o famoso
Galope infernal
Todo o e goto^eleganeia e c.WMB<>didatfe. haveoJo ao3 la-
dos des, camarotes, duas e^pacoeas vrandas, e
acianap-se o .salila pUla. sufllieatemente ara-
jado. F T ^*
O botetraim aeh-se eprttdo com todos os g-
neros de-bebidas d memores qaalidades e por
preso :aneav,ei)!,.e servido jai nm pesaoal snlfl-
cente, para atteqdor todos, a exigencias dos se-
ntiores co'nu'n>niidc"res.
Emflm, dtrigidd pelo muito eonhecido Sr. Joao
Martioa Vii gas, que ka muito lempo o respoo-
savel. pot. .lodos o negocios tendentes ao bolo
quim. .
O proprietariq fez todo quantd est ao sea al-
cance para a-presentar no carnaval deste anno bai-
les cp*rioes a todos oa anno* anteriores
' PRBCpS DE ENTRABA.
valhero SfrOOv
Ima1?, gratis; "
Os cemarotes hteraes eeti disposicao das
familias que qmzerm ass^lir aos bailes tendo as
senb.orajeutra.das gratuitas e Meando apenas su-
jltp aos pfec'sf da entrada os cavalheiros qoe as
aeompanhar. ''
AVISOS MARTIMOS.
! ______________.
qniofa ftiraf do correte pelas i hora da rr.a-
una, no aremem da roa, da Seuzafla Velhe n.
106, dos Srs. Matneus Austio A C.
AVISO.
Obras publc s.
A coramiss') encarregada p^lo Exra. Sr. presi-
dente da provincia de promovor a desapropiad
dos terrenos ao lado do Gyranasio provincial, des-
linados para pas*eio publico, coavida aos possui-
Jores dos mesraos a apreseotarem os seos ttulos
e respectivas propoitas da desapropriaco, a ra
do Imperador o. 43, 1" andar, on na repartiejio
das obras pab'icas.
Secretarla das obras publicas 6 de fevereiro de
1872.
O secretario,
___________ Feliciano Rodrigues da Silva.
OonsuiaHo Prov|tiai.
Por esta reparlijao faz-so constar aos respecti:
vos contnbulates, que no 1 do vindeuro mez de
fevereiro, comega a correr o prazo para o paga-
mentovoluntario dos iropestos em seguida men-
cionados, pertencentes ao anno financeiro de 1871
1872 : incorrendo na. multa de 6 0/0 os qne dei-
xarera de realisa-lo dentro dos 30 dias desse pra-
zo ; 20 0/0 sobre diversos estabeleeimenlos com-
merciaes ; 8 0/0 sobre ), ccnsaltorios e
cartorios; 4 o/O sobre diversos esiaheleciraeotos
commerciaes fra da cidade, e do industria e pro-
llssoes; 5 0/0 sobre o capiro vendido nesta ciia-
de ; 60 ris por litro de agurdente consu.nida na
provincia (1* semestre); 1009 por tonelada de
alvartmga e eaca ompregadas no sarvico do por-
to, navegagaj e transporta nos ros ; 23000 por.
escravo ganhador; 54000 por cvalo de alu-
guel; 35000 por cada eslabelecimsnto commer-
cial desia cidade ; 6000 por earroca ou vehicul"
de tr?.nspo te ; 16W)0 por carro particular de
passeio de 4 rod.s; I04OOO por dito de 2 rodas;
2O4OOO por mscate ; 234000 por mnibus ; 304
por carro deaiugnel e por cairo fnebre: 30,3000
per escravo empregado no servico de alvarengas
Je carga e de-eara do pono ; 304090 por ca-a
de modas ; 403000 por casa da um biihar ; 10
por taberna que vender raiudezaa e quinquilh^-
ras; 1004 p:r casa que vendar pdv ira ; 1(j0
por deposito de caivo de pedra ; 1004 por casa
que vender roapa felta, obras d; selleiro ou de
marceneiria estrang-ira ; 1004 por cala correc-
tor commercial, agestes de leilo; 2004 por cai-
xelro, corrfor ou fornicad r de escravos; 2004
por a-a da cambio; MW4 por casa bancaria, em-
preza anonyma ou agencia ; 1:0004 por casa ou.
agencia de' seguros; 1:0004 por casa de gara o-
lia de bilhetes ; 1:0004000 por casa de compra e
venda ou qualquer transaeco sobre escravos;
2:0004 por casi de penbores ; e 2:0004 por cada
joalheiro que mecatear nn provincia.
Consulado Provincial, 23 de Janeiro de 1872.
O administrador,
A Carneiro .Vnchtdo Rios.
Devendo chegar no prlmairo pajnete da Eu
ropa os artistas que faltara para completar o pes-
soal da companhla, a direcgo teociooa dar co-
raeco aos seus trab'alns depois do dia 1S do cor
rent. Acha-se aberta orna assignitora de cama-
rotes e caderas com o abaiimenlo de 20 0|0 sobre
os pregos ordinarios. As. pessoas que quizerera
subscrever podem dirigir-seao abaixo assignadd
no escriptorlo do tbeatro Santo Antonio, em ledos
os dias uteis desde o ffleio da al as 3 oras da
tarde.
O secretario,
J. Xavier.
i
At o da 12 do crreme
esperado dos portas do norte o
vapor Para, commandnle Pe-
reira, o qual depofa'da demora
. io' costnme segdir para os por-
tes do snt.
Para fretes e passageiros tratase oa agencia.
Eocommendas de pequeo valor, peso, medida
e tambera dinheiro, recetem-se" al al hora da
tarde do da da saluda do vapor. Agencia ra do
Coramercio n. 8.
Urna mobilia de amarello constando de 12 cadei-
ras de guarnigao, 2 de bracos, 2 consollos, 1 so
f e mesa redonda era ramio bom eslado, 1 dita
tambara de amarello e com as mesmas pecis. I
qaartiobeira de amarello con 12 partanos,
1 lavatorio de amarello com nacu e jarro, 3
naneas, 3 escarTadiras de -porcelana, X espe-
lhos grandes com moldara dourada, 1 relogio
de parede, 6 Cadeiras americanas, 1 ma/qjrezo
de arnarellc, 1 marquen, lavatorios de ferro,
2 armarios, 2 me.-as de pinbo, cabidee, talha-,
trem de cosinhi, c ixes de pinho, i par de ve
nezlanas, empanadas, 2 repartimentos de ptobo,
e entres mullos objectos'de orna essa de fa-
milia :
Hoje.
O agente Marlins f*r lello dos movis cima,
por ordera de nm familia qno mudou de residen-
cia, no andar do sobrado o. 48 da ra do Impe-
rador, as 11 horas do dia cima.
Preclfa-se de ama ama para e snv'co in>r-
no de urna casa de familia : a tratar aa roa J ao
Ferhandes Viein, sitio n. 34.
A M A OfTerece se urna, que sabe ziohar
luia perfeitaniente e pretor* asa estraaaoi-
ra : quem precisar dirija se a roa le Codornir,
Korte do Mallos n. 8, entrada pela rtti 4a fciaa.
2* andar._________________..... _______
Aluga- nho, com minias fructeiras, peflo da via-brrra
tratar no pateo de S. Jos n. 49.
Precisa se de urna ama para o servleo nter
no de urna casa de familia : tratar oa roa i**
Cruzes n. 29, arnutaro de trastea.
Da-se ue 3()04 a l:0or>4 tratar na ra de Hortas a. 94.
LEILAO
Hoje
DE
Um viveiro com 3 casaes de canarios bel-
gasjmuito boas.
Pelo agente Marlins no 1 andar do sobrado n,
48 da ra do Imperador.
THE/1TR0
GYMSI0 DRAMTICO
Viva o carnaval !
3 do correle,
as nontes de 10, 11, 12 e
vera nesle tbeatro
ba-
l\
EXPLENDIDOS
r
iia.i.v\Ji
A' iraitagao dos d'Eunpa e Rio de Janeiro.
' &mm
As familias teem entrada gratis nos camarotes
de segunda orieai reservados para as mesmas.
Os cavalheiros, qus as acompanharem, pagarao
as suas entradas.
PREQO DOS BILHETES
Entrada para hom^m lO'W.
As damss teem ntrala franca, ainla mesmo
que se apreseotora phantasiadas de hornera.
ioiirt^ijiv
Navegapo Brasileira
At o dia 8 do correte, espe-
rado dos portos do sul o vapor.
Paran eommandantt Garrid, o
qnal depois da demora do cos-
l--r-23 gatC turne seguir para o> portos do
norte.
Para carga e passageiros 'rata-se na agencia.
Eocommendas le pequeo valor, peso, medida e
tamb;m dinheiro recebem-se at 1 hora da tarde
do dia de sua sahida : na agencia, ra do Cora-
mercio n. 8.
vai seguir cora a raaior breyidade a barca por'u-
gueza Amelia, por.se ehar offl quasi toda a carga
engjada ; para o pcjco uta Ibo faha e passagei-
ros, 1rafa-/3 oa ru do Vigarlo n.' I, 1* andar,
escriptorlo do Baltnar Oiiveira'ac C.
Theatro de Santo Aatonio.
O beneScio da actriz Eufrasia Guerreiro que
devia ter lugar no lia 8 de-te msz tica transferido
P r,i qcandn se aonunciar. Os bilhetes j passa-
dos teem entrada para a noote em qoe tor o be-
neficio.
THEATRO
Pela thesourana provincial se faz publico
ru foi transferida para o di 15 do corrente o
fornecimento de alimentacao e dietas aos presos
pobres da caa de detenco.
Secretaria da thesourana provincial de Pernam-
buco, de fevereiro de 1872.
O efBcial da secretaria,
M. K. Ferreira.
Pela ihesouraria provincial se faz publico
que foi transferido para o dia 8 de fevereiro cor-
rente a arreraatago dos ferros velhos recolhidos
ao quartel de cavallaria ero Santo Amaro, avalla-
dos era 1:2984000.
Secretaria da*tbesoararia provincial de Pernam-
buco, de fevereiro de 1872.
O ofBciat da secretaria,
M. A Fernta.
Pela thesourana provincial se faz pBBjtco
qne foram transferidas para o dia lo do corrente
as seguintes srrematsgSes :
Punte de ferro sobre o rio Una: oreada em
91:4004000.
Reporos da cadea de Goyanna : oreados em
2:078412o.
Reparo do quartel de Goyanaa : oreados em
l:60242i:j.
Secretaria da thesourana provincial de Pernam-
buco 1* de fevereiro de 1872.
O offlcial da secretaria,
M. A. Ferreira.
REAL 1T4L1
NO
GA1P0 DAS PRIMEZAS
GRANDIOSA ESORPaEHK\llE\rE FL\Cr\Q
iioj:.
As 8 horas da noute
TRAJULHOS NO VOS E VARIADOS
Prime Ira vez
OS LANCEIROS
Grande qoadrllha executada por 4 sfnhontas e
4 cavalleiros ricamente vestidos ae maodo do Sr.
GtuariOi montando n seo elegaote cavallo
oute Chrlofo.
..... y
GRANDE FESTA
CARNAVALESCA
QUATRO
ESPLENDIDOS E POMPOSOS
Bailes de mascaras
AS BOBEES DE
10, 11, 12 e 13
de fevereiro,
abrilliautaJs cura o concurso de todos o>
artistas e damas da nova compaabia
fraoct-za dirigida por
Mr. Harbain.
PlaOCiRilIUi
AS 7 HORAS
de cada orna das noutes, cima aonunciadas,
abrir-se-bo a conenrrencia publica as portas do
estabelelecimento. franqueando aos amadores dos
folguedos do carnaval
Tres magmficcs salde?,
Um ameno jardm,
E um botequini com fortn el,
indo garbosamente ornado, embanderado e des-
lumbrante -
ILLUMINACAO A' GIORNO \
Em seguida as distincias sociedades carnavales-
cas, intituladas
ismotieu,
Carlbaliliua.
Coraoiuna,
' E cornavalesiea
farao cada urna por sna vez a
ntrala sote une
sendo a saeiedade d Communa precedida pela
sna
BANDA DE mUSICA
e arvorando todos- os seus estandarte; e respee-
vas insignia?.
Depois da entrada, oceupario as socidades es
camarotes de frente, qne Ibe e3lo reservados e
delles festejaro alegremente os denses
Momo e Folia
tomando era settrita parte aeliva e importante em
lodos 05 folgnedosTlostasquatnr--------
N0UT8S DE PRAZER
daosando simultaniante no salSo do palco qoe ex-
pressameale Ibes est reservado.
As9 H2hcwaa
era aberto o baile palta artistas damas da
COMPAiNaNAFRANOEZA -
que se apreaeniaxao em ricas trages de pUaolsii
'"- '.
DAS
Mes.sep:ries maritimas.
egries
Al o dia 10 do corrente mez esperase da Eu-
ropa o vapor fraocez Sindh, o ijual depois da
demorado costme" segoif para Ruenos-Ayres.
locando na B..I10, Rio de Janeiro e Montevideo.
Para condicoes, frotes e pas>agens, .trata-se na
agencia, rui do Coramercio n. 9.
No dia 11 do corrate moz espera-se dos por-
tos do sul o vapor fraricz Am-i:one, eommandantt
Joret, o qual depois da dombra do conura* se-
guir para Brdeos, tocaudo em Dakar (Gorej
1 Lisboa.
Para condicoes, fretea^p passagens, trata-se na
agencia, ra do Coramercio o'. 9.
Fazendas e miudezas
Chapeos e muitos outrps aicos dn moda e
pbantazia, etc., e aigumas fazendas ingle-
z s avariadas.
Em co clusao.
HOJE.
8 do corrale
Garlos Pinto d Lemos A G., nao tendo podido
concluir hootera o-sen leilo, continuaran o mesmo
hoje, 8 do corrente, as 10 horas da manhaa, no
eu armazem da ra do Vigario Tenorio, pira n
qual novamente solicitara a assistencia de seus fre
guezes.
1
Em continua?o
DE
Camellas dadas em penbor.
Sexta-fe ira 9 do corrente.
O agente Marlins far leilo, em coniinuac-o, de
camellas vencidas, dadas em penbor, constando de
objectos de ouro, perolas, rubins e brilbaotes, as
quaes sero vendidas pelo roaior prego pur ser o
ultimo leilo.
Na casa de penhoros da traversa da rus das
Cruzes n. 2. andar, principiando logo s 10 ho
ras.
D. Candida Senbonnbi Pereira, D. Mar Ang-
lica da Fooceca Pereira e seus irmaos agrade-
cera profundamente a todas as pesos qne se dig-
naran! aeompanhar ao cemiterio os neto* or-
taes de sen presado fllho, aeposo e eaatode *
raajor Jcs Luiz Pereira. e as convdala nov
mente para que se presten) a comparecers atie-
sas que mandam rezar no da sexta fera 9 do
correle na igreja da Coneeieao dos Militares, as
7 1|2 horas da manhaa. con o qne anda aaais
penhor ram eus reconbacimeatos.
nfc.'.ritiiiiiMM ni
AHENCA
No bdel da praca da Ribdra de S. Jos
0- 9, dt-seja-se fal ar ao aiumiu mestre di
escola normal, Mdooel Ferreira Juedes, a
aegu o de seu inters e.
sKsm
'.-
iw-iIQ-'-iMP-aUMai
LEILO
DE
MIUDEZAS
Sexti-faira 9 do correte
J. Carrero levar por intelvencao do agioto Pin
to am cnmp'eto sortinenio de mindezfs existen-
tes eia seu armaze.n a ra da Craz n. 34, as qna.-
serao vendidas ao correr do mriello, por querer
acabar cora este genero de mercadoria?.
O leilSo principiar s 10 horas em ponto por
serem muitos os lotes.
ra
Lisboa
A barca portugneza Pereira Borges, eapito Ma
noel de Jerus e Silva, vai s.ihir com brevidade, e
tem bens comraodoa para passageir. s, tra'.:-se
com E. R. Rtbello < C., ra do Coramercio n. 48,
ou com o capi ao.
Para o Porto.
Dep( is de peqjena demora sahir a barca por-
tngueza 8. Manoel 11 a ohegar por estes dias.
Tratam-se desde j carga e pissageos no erip-
torio de Soares Primos, tua do Vigario Thenorio
n. 17.
H Ackermann, capitn do lugar allerao Man-
darn, vlndo de Aouerpu com carga de vidros e
ontres gneros, com destino para Sao Francisco,
entrado ne^e porto c,m agua abtrta, precisa pa-
ra occorr-r as despezas do concert do mesmo
navio a riso martimo da quantia de quarenla
contos de ris pou-,) mais ou menos sobre o cas-
co, fres e carrega.'iiento do dito navio. Olleras
em cara* f chadas sero rec bidas no consulado
do Imperio Germnico at o dia 8 do corrente
mez ao mel dia._____________________________
Segu cora muita hrevidade para o porto da
Parabyba o hite nacinl Senara dos Navegantes
para onde tem a maior parts de seu carrgamento
e toma carga para o Cear : qiem nel.le quizer
carrejar dirija se a ra da Maire de Deo?, escrip-
lorlo de Barlboliiroeu Lourenro : a tratar com o
mesmo on com Joao Alves de Quintal
*' GOMPANHIA PERNAMBCANA
DE
Navegacdo costeira por vapor
Mamanguape.
Frete pelo prec/) de bin-ai; e livre de capaiasia.
U vaper Coruripe, com
mandante Silva, seguir.
para o porto cima nc
dia 10 do corrente as t
horas da tarde.
Recebe carga, ncom-
mendas,"passageiros e dinheiro a frete at as i
horas da tarde do dia de sua sabida : aseriptoric
bo Forte do Mattos n. I*.
GOMPANHIA PERNAMBCANA
M
Vavegaco eosteira por vapor.
Ds braem do eonselbo de direccao sao convida-
dos, o* Srs. accionistas testo ;ompaohia a reani-
rem-e em assembla geral n j da 13 do correte
a Bina hora da Urde, no l* andar de sen prejio
n. ISA roa da Compadra Pernambueana.
de chlsnrr se o disposto no art 19 dos en
RCife de fevereiro de 1672.
\--- O gerente,
francisco Ferreira Borges.
orejio
at$l

'
LEILOES.
Leillo
Emcjntinuicao
DE
Diversas miudezas, perfuraarias e a!r:uraas
fazendas pira liquidar.
S8xta-foira 9 do corrente.
O agen'e Pestaa continuar o seu leilo d-i di-
versas miudezas, perfuraarias e aigumas fazendas,
como -ejam, caserairas gros-do uaple-, 01- ai
oas de seda, sahidas de baile, bal5es, saias, o-par-
mho-, bonets de panno e de eouro ; na ra do
Vigario n. II, arnazem, s 11 horas da manhaa.
Leilao
DE
6 partes na casa e terreos sita na Trompe,
junto do sobrado (L Sr. Luiz Jos da
Cosa Amorim.
Sexta-feira 9 do correnta.
O agente Pesian> legalmeote autorisado far lei-
lo de 6 partes no sobrado e 2 terrenos sitos na
trempe, tem i quarlos, solo, cosioha despenga e
quartos psra pretos, cacimba, tem 90 palmos de
frente e i lo de fono, o sobrado de peJra e cal
e est edilicado em chais proprios, os pretenden-
tes podem examina lo, e o leilo ter lugar sexta-
feira 9 do correte, no escritorio do agenta na
rna do Vigario n. 15, 1 andar. _______
A vijya, filh;i e Irmaos d' loado Marcorflini
Panera<-io Pereira !>.- Sintos ronvidum aos ami-
gos de seu manto, pai a im> a uiiiaao a avaoa
que pelo eterno u.-.-coca de aua alma uitud^n.
r-ltbrar n- matrx da Rna-vM*. exta-fHra 9 g
corrente a 7horat da raonoa, pelo qoe ei>
reconbe cides.
Rega-so so- : -11-( ,1, .., 11 1 naca Pes
soa da Silva qoeiram apreseoiar suas lolas ron
d'i Hang>-| -i. ."'^.
a Precisa-se d<
l-LTH. '. r-irv'i. 'i.r t
: oa ra 10 S. Proncteeu h. 14,
uina a na forra eu
e ponra f.-,mi-
F.1 sus
Preci-^-se comprar quaru mesinhhs cora lam
pr de i- 1i '. : t ni- : quero
liver e queira vender dinja-se a imp.rui l'*brir.
de rhapns rus d" Craspn n 6.
Biih,
f
Leilo
DE
FAZENDAS
EM LIQUFDACO
AS\BER :
Madapoiojs, chitas, britis, cimbris, ca>sas,
atoalhados, casemiras, pianos, las, se-
das, manteletes, capas, enfeites, roupas
feita e muitos outros artigos existentes
na luja
da ruQ da Emperatriz n. 2
avilho da Aurora
Segunda feira 12 do orrente.
O agente Pinto levar leilSo, em lotes a vonta-
de dos compradores as fazendas e- mais artigos da
toja di ra da Imperatriz n. 2:
Em eontinuac) e depois do- vendidas^ todas os
faiendas, vender se ha tarobem a armaco, balean,
carteiras, burra prova de fogo e mais objectos ali
existentes.
O leilo principala as 10 hars por serem mui-
tos os lotes.
AVISOS DIVERSOS
dao
janJo o
segulod9-se Aol
^jodritt^
Leilo
DE
Cerco de :iO) barricas com farioba de trigo
americana.
HOJE
e risco
oonM
IHNtfUAlrE
DE
S. Jos d'Agooia erecta 00 convenio da
N- S. do Carma.
Tendo por eqpvoco ih:do innuncUdo o convi-
te pira o? irnm(.s ex-me'arios dula ira>andidt\
comparecerem no consistorio da mesma, quarta-
feira 7 do corrente mez, declaro aos mesmos Srs.
ex-inf sarios que sera a reumao da mesa coojunc-
ia boje quinta- feira 8, as 3 horas da tarde ; para
0 que sao .convidados tarobem os irmaos da mesa
rege dora.
Secceiariada Irmao lade, .7 de fevereiro de 1872.
Ju.- Joaqnim 8a 1 bol a di SiHa.
...........SpirpUrlo.
Offerece^e
Para ama, nma prla para todo servico, menos
engommado : tratar na ra do Hospicio n. 26,
2* dar.
Ao Sr. '.uesU'ureirQ da irauo4de da
Santa, dona ia igreja do LivpBHMO. 1
f^iM tiltil ()$jt tT^ograpbls,
Precisa-se comprar uui bobar : q lem v ver -
queirs vender dinja se i ra do Crrspi n. 6, im-
perial fabriea de chae.
O abaix-j assiguau r'ranei cu 1. nz Oioca
ves Gaimari a, em rfl po ij ao i nnm co inserta
no iario do 1" do ci r-n.o em que -na mnlbet
Joaquina It si do BspiritO Santo 1 r.:v ne ao pu-
blico que nragiiem fac u ;4 >> > >i 'lie acere 1
das escravas Locreeia o J ntfieia, por perteocj-
re:n estas a .-uns filhas, ded ia ao pul) ico :
I.* Quennca venden, nea pivieud vender
bens do seu casal;
2. Que a Jila sua mu 'ir que venJeu, srm
o poder fazer, a e-crava Jj ca assioi como acbi de venler um piano e eouro*
objectos pertenceotes ac casal) e do ei ntrabir d-
viJas, sem audiencia, nem cun.eMimtuto do abai-
xo asignado ;
3. Que o abaixo assignado nao te r'spinsabili-
sa p hs dividasconlrahldas por sua 11 atoar ; a>-
:ui eomo, protesta iti. laa'qoer veid* que
pi-r ventora ella da h j m I
te bens do ca-al, e contra qu. ella contranida ;
4. Finalmente qne, coro quaoto tiovivaelM
maritalment: con a di'a soa mulb^r, mludo ca-
sou-se p"lo regioi^ra da eommurJae e nao esu
privado de a lmmistrar Reciff, 5 de fevere.ro de W7i.
Pranelcn L'itii Crcdvee Cnimari;'.
Iflllll)
Tendo-se desencaniir.il ilo dop'd-r fti looT
assignados duas leitras, ac iloa r Pnlro Ame
rico & C. e garantidas p. r Aoiooio > ncalve-
Gosta, a primeira aoooada em 10 de 1 ..vembro Cr
1871 1a quantia de 9631868, e a segni4a aa
em 18 de dezembro, da qu'niiia de I:777i8i".
ambas a praso de 8 mezei : roga-se a quem as
liver achadn o favor de as entrar nairoa da Im-
peratriz n. 60, que ser gra(ideado : a-sim t99f
se previne ao respeitav-l pnUtca e porden-
larmeute ao corpo Coinmcrcial, pa a UMBooft
.;am transaego algnma om ditas "tiras, que II
cara sem valor nl^uin, vi-t) que >.> akane bOsh
nados trataro de as f >zer bOoatilair txr "U'ras, t;
rando a aquellas lodo o vat^r q te por vdii,,
possam ttr.
Recife, 3 de fevereiro de 1872.
Pereira da S 'va & C
Ara:i de ene.
Precisa-se de urna ama de le:te : tratar n*
ra do Imperador 0. I, das 9 da manhia as 3 lo
ras da tarde, pf ga-se ben>.
Para casa de bon.ein m I-
v teiro precisa-sede m
K que saiba eoaokor, podran .
ser livre ou escrava : ra do Mrquez di- Olin-
da n. 28, Bazar de Londres.
AMA
Piecisa-se lugar oua-s prtus es-
cravas orna que sama W>t*nt
e outra que engomm e cota tratar em Sao
Amaro, adianto da fun 1 cao n. 48.
Na ra da C*deia do Refe d. 59, pre:is-
se de urna ama para casa de hornero snlteiro.
O abaixo assignadd e sua familia, vai an
Rio-Grande do Norte a tratar d- soa Hile. *
delxa por seus procuradores os Srs. P reir da Silva, Albeiros, O.ivelra 4 C. e Pial".
Barbosa & C, e na gerencia da soa casa comnter
*.ial o sen inteiessado Jos Thoranz da Silva.
Reci/e, 6 de fevereiro de 187.
Joao Franci'rn Predrs Port".
Gratificaplo
Dejppare-ceu do qi.intal da cata o. 30 dt ni
de Sanio Amaro, freguezia da Ba Vists, ao ia '
deste mez, por volta do m- io dia, um eiral:
ru3so claro, gorlo, ta^nho regular, Ovo, gtli.
pador.com marca R ooqnart> esqaordo port
da jauta. Snpp5-se ter idi forlado, gratifica-
se a quem o levar nit-sma ea*a en der w '
exactas qne condusam a appreheocio.
Monte pi brasileiro
A directora desta sociedade convida aos ten*
associados para assembla geral 03 dio S do coi -
rente, as 7 horas da noite.
Secretaria do Monte Po Brasileiro oe leverei
ro de 1871
Jo:Duarte Calato,
! secretan*.
Empreza do gaz
Pernamboco.
Ks'.a empreza tem am linio -orura.eto imr-
deiros, arandelas, peodeotos, Ma, taalo e vmr
(crystal) como em metal, o ama variedad* de |l''
boa dos padroes mais modernos e por (** '"
dicoa. As amostras podara ser vistai o*.crlfi^
rio n. 3.1 rna do Impudor. Bieo | f 4.
meltaor feitio a 60 rs. cada ara. As aocoenuM;.
das oodem ser leius por eseripo, u roa d t...
perador junto a secretaria da noticia, oa dn*i|
ao abaixo asaiooado aa fabrica S. Jou, qne
pmmplamente" aitendidas. ___ .
Alaga-se o sitio n 5 jnTi o ropeo S
Jos do Maaguinho : a tratar aa trato feOrp -
- Precisa-* dea pervonte paroooW
raa Nov
.""i" "
.-------- -----------------


/
Bm d ru**iJbiio Quinta leira 8 -U*'-Fever-.ro

9

ESTABTO MENELECI EM 1832
Salsapaiillia de Brislol.
LEGITIMA E ORIGINAL
EM FRASCOS GRANDES
AGRANDE PUR1FICAD0R DO SANGUE.I
Esta excellente e admiravel medicina, e
preparada d'uma maoeira a mais seientifi-
ca por Chimicos e Droguistas mui doutos e
d'uma instruccSo profunda, tendo tido mui-
tos anuos de experiencia ao par d'uma lon-
gae laboriosa pratica.
A sua composicao nao consiste d'um sim-
ple extracto d'um s artigo; mas sim,
composta d'extractos d'um numero de rai-
les, nervas, cascas, e folhas, possuindo to-
das ellas, sua virtude especial ou poder
10 curaj as molestias as quaes teem sede
oaesscnto.no sangue ou nos humores;
e estes differentes extractos vegetaes, acham-
se por urna tal forma combinados ponto
de conservaren em toda a sua torca, o cu-
rativo especial de virtude, que cada um de
prios agentes naquelles lugares aonde as
differentes raizes, drogas, hervas, e plan-
las de que se compSera as nossas medicinas,
sao producidas, que nos habilita exer-
cer aquello constante cuidado e disvello na
minuciosa escolha; e o que assegura e ga-
rante uniformidade de excellencia.
Em quanto que, por outro lado, nos nao
aos poupamos nem dinheiro, nem dili-
gencias ; afim de alcancarmos o melhor
8 nicamente o melhorde cada um artigo
ou ingridiente que entra na sua com_j-
}So; pois levados e compenetrados "da
maia uimee persuasiva conuanca; que po-
demos afoutamente dizer aos doentes de to-
das as naces, e de todos os pazes, que na
Salsaparrilha de Brlstol. possuem
om remedio mais efficaz e seguro; do que
aenhum outro, que vos tenha sido offere-
cido at hoje, e o qual por certo nao hade
mallograr vossas expectativas, na prompta
9 efectiva cura das seguintes enfermidades:
Escrfulas,
Chagas antigs,
Ulceras,

Feridas Ulcerosas,
fumores
bscessos Apostemas,
Erupces,
Herpes,
per si possue. A raiz da planta de Salsa-
parrilha, produzida as Honduras, a que i j^sagen.
nos usamos nesta preparado, sendo a qua- j jmpg0ns>
lidade que todos os mdicos mais prezam Lepra> fe'bres intermitientes e remitientes,
e estimam. Na composicao da Salsa- hydropesia e ictericia, etc., etc.
Tinha.
Syphilis.ouMal Ve-
nreo
Humores Escrofu-
losos,
Irregularidades do
Sexo
Femimno,
Nervosidade,
Debilidade Geral,
Febra e Malignas e
Febre e Sez<5es
Biliosas,
parrllhn de Brlstol entra mais de 50
por cento deste concentrado extracto. Ella
jilo encerra em si ceusa alguma, que pos-
sa por. leve ser perigosaou injuriosa
sade; e tanto n'este, como em quasi to-
dos os mais respeitos, ella inteiramente
diversa de todas essas mais preparaces,
Ontrb-sim, achar-se-ha, que para o bom
resultado e perfeito curativo de todas aquel-
las enfermidades cima apontadas o adian-
tamento da cura, grandemente promovi-
do e apressurad^usando s ao mesmo
j tempo das nossas mui valiosa plalas
vegetaes assucaradas de Brlstol.
as quaes debaixo do nome de Salsaparr- i toma lha, sao accondicionadas ou postas em gari Ql0 ou coniunctamente com a Salsaparrilha;
rafas pequeas, sendo receitada em doses ellas fazem remover e expellir grandes
mui diminutas d'uma colher de cha por quandades de materias morbificas e hu-
cada vez. Nos pelo contrario engarrafa- mores vica(jos que se desprendem e livre-
mos a ; mente circulam espalhados pelo systema,
SALSAPARRIRA DE BRlbTOL st0 causa(j0 pei0 uso da Salsaparrilha;
m frascos grandes, e assim por este modo, por esta forma faciIta a v0]ta e 0 exercicio
dividimos com os consumidores, o grande normal das operacoes fURccionaes,
proveito e vantagem alcanzado por aquelles qual preparada smente pelos unicoi
que acondicionam sua preparado em gar- Proprietarios,
rafas pequeas. Cada um dos frascos da
MMt Salsaparrilha de Brlstol
oonteem a messa quautidade igual porcSo,
contidnaquellas garrafas pequeuas,e alm
disso, possue ainda muito mais torca e
virtude medicinal do que aquella, que por
ventura se possa achar contida dentro de
seis garrafas de pequeo tamanho. Por- \
tanto mui natural, que aquelles, que se
acham occupados em preparar e vender as
suas produccoes, em garrafas pequeas,1 Tft' BT fYRTf.A
murmurem'e gritem contra os nossos fras-' ^oUA IJEj i LUrxiuA,
eos grandes: proclamando, que a nossa Sal-: de
aparrllha de Brlstol nao possue a niuitvi A 1.AMHAIV.
menor virtude; porm quo effectivaraen- He o mais delicado e mimoso a mes-
te sao elles postos em silencio, guando indi- mo tempo o mais estavel de todos os per-
damos, ou simplesmente referimo-nos para fumes, e encerra em si, no seu maior auge
com essas centenares de certides e tes- de excellencia, o proprio aroma das verda-
temunhos authenticos, por nos recebidos deiras llores, quando ainda na sua flores
de todas as classes da sociedade, nos quaes cenca e fragancia natural. Como um meio
plenamente attestam o poder curativo e vir- seguro e rpido allivio contra as dores de
tudes maravilhosas da nossa. ; eabeca, nervosidade, debilidade, desmaios,
SALSAPARRILHA DE BRISTOL. flatos, assim como contra todas as formas
A vantagem de termos os nossos pro- ordinarias enteca s decid hystericos; de
summa efficacia e nao tem outro queo
iguale. Igualmente, quando destemperada
com agua, torna-se um dentifrjio o mais
agradavel e excellente, dando aos dentes,
aquella alvurae aperolada apparencia talo
altamente apreciada e desojada pelas Se
Dhoras.
orno um remedio contra o mau hlito
da boca, depois de diluida em agua,
suramamente excellente, faz remover neu-
tralizar todas as materias imDuras que se
criam roda do entes ~e (fas gengivas,
tornando-as duras, sadias e d'uma linda cor
encarnada. Quanto a delicadeza, .riqueza
e permanencia do seu fragrant aroma, eHa
por certo nao tem igual; e a sua supe-
rioridade sem rival. Ella igualmente tor-
na-se um meio mui excellente, para fazei
remover de sobre a pelle do rosto, toda a
qualidade de brotoejas, ebulicoes, sardas,
pannos, manchas, impigens e espinhas.
Quando se queira servir della como reme-
dio para fazer desaparecer qualquer um
destes disflguramentos, e que tanto desfei-
am as lindas feicoes do bello sexo; de vera-
se usal-a n'um estado de dilluigao, destem-
perando-a n'uma pouca d'agua ; porm no
rataraento de qualquer espinha, usar-se-ha
della pura em toda a sua torca. Final-
mente como um admiravel meio de com-
municar as feicoes trigueiras e paludas,
urna pelle macia e d'uma transparente al-
vura, dando-lhe urna linda cor de rosa :
para um tal fim, ella leva a palma a todos
os perfumes que se teem inventado at ho-
je, e existe em plena soberana sem rival.
Bem entendido tudo isto se refere nica-
mente a Agua pe Florida de Murrat _
Lanman.
As imitacoes que se tem feilo na Franca,
Allemanha, assim como em outras partes ;
sao inteiramente imitis e invaliosas ; per-
ianto recommenda-se mui especialmente
s senhoras, que tenham toda a precauco
e cuidado, de quando comprarem. estejam
certas que compram.
A Genuina
AGUA DE FLORIDA
DE
MURRAY A LANMAN,
Gompanhia Alli aneja
DE
seguros martimos e terrestres
esiabelecida na Baha em 15
de Janeiro de 1870.
CAPITAL..R. 4,000:000*000.
Toma seguro de mercadorias e dinheiro
a risco martimo em navio de vel'a e vapo-
res para dentro e fra do imperio, assim
como contra fogo sobre predios, gneros e
fazendas.
Agencia roa do Commercio n. 5, es-
criptorio de Joaqaim Jos Goocalves Bel-
tro.
CASA DO 010
Aos 5:000,5(000.
BUhetes garantido* 4a pro
rela.
Rua do Baro da
Victoria,
Outr'orarua Nova n. 63 e caas
do eos turne.
O abaixo assignado acaba d vender entre o.
mu moito felires bilhetes a sorte de 300*000
m tres quartos de n. 2384, alm de outras sortea
menores de 40*000 e 504000 da leteria que se
acaboo de eztrahir (223}, podendo seus possui-
iore Tirem receber, que promptamenie serio
patos.
O mesmo abaixo assignado convida ao respei-
uvel publico para virem ao seu estabelecimentt
wmprar os felaes bilhetes garantidos, que nax
deixar da tirar qualquer premio como prova peloi
mesmos annuncios.
Acham-se venda os muito feiizes bilhetes g
rantidos da 5' parte das loteras em beneficio d
imperial capella da Estancia, que sera extrahida
no dia segunda feira 12 de fevereiro vindouro.
PREgoS.
Inteiro 6*000 -
meios 3*000
Uuartos 1*500
De 1004000 para cima.
Inteiro 5*500
Meios 2*780
Qoarios 1*375
Joo Joaqnim da Costa LeiU.
Pedido
Pede-se a pessoa que em cofianca pedio um
iivro de amostras toja da Magnolia, ra Duque
de Caxias n, 45, o favor de vir restitui-lo, e pen-
sar na neeessidade que tem o dito estabelecimento
do d Advocado g
A. J. R. DOS COTIAS
A contina no sen eseriptorio ra das mC
g Crespo n. 18 1* andar. X
0iBi* ** ******
Taberna.
Fai-se negocio com a taberna sita ra da Gam-
boa do Carmo n. 2 : a tratar na mesma._______
Mudanza de cartorio.
O escrivao Jos Mariano mudon seu cartorio
para a ra do Imperador n. 12.
B Precisa-se de homens para trabalhar
a noite : nesta typograpbia.
Na ra WImperador n. 8U, 3o an-
AMA
dar, se precisa de urna ama forra ou
escrava.
Atten A assistente examinada Margirida Garca do
Livramenlo presentemente mora na roa das Cal-
cadas n. 22, aonde pode ser procurada a qualquer
hora do dia ou da noule para o servico de sua
profljslo. ^_______________
j,v QTX 3v Na roa do Mrquez de 0-
%. >|B\ Ws, linda n. 31, ( andar, pre.ci-
w iN ^ sa-se de urna ama para o
servico interno de urna em de pequea familia.
IlV 1411*1
A flor do pao cbinez todos os das as 4 horas da
tarde ; emquanto a timpeza e bsoirsiloria des-
necessario elogio algum, cusa pouco aos trege-
les a conhecer a verdade : ra de Gervasio Pi-
res n. 45, nova padaria americana.
ATTENCAO
Urna pessoa habilitada se encarrega a cobrar di-
vidas, e de promover cobranca de aingueres de
casa, mediante raioavel comimsso, ou ajuste :
na ra do Alecrim n. 33, das 3 horas da tarde
em diante.________________________
Preeisa-se de urna armagao propria para ar-
mazem, e de um cofre inglez prova de fogo do
fabricante Milnrs, porm que regule um metro de
altura: a tratar na ra da Croz, armazem nu-
mero 23.
EM
TO AMARO
DE
JOO U SILVA RAMOS
Medico pela Universidade de Coimbra
.-*'
m
*4, >
Este antigo e ja bem conceitoado estabelecimento acaba de ser completamente reformado, quer em
suas acommodacoes, qcer em seo rgimen interno.
O servico medico-cirnrgico diario feito pelo proprietario; porm em casos graves serSo consultados
cntros clnicos, escolbidos segundo a especialidade, em qae forem mais conceitoados.
Os doentes de molestias contagiosas, como bexigas, sero tratados em lugar separado.
Ha qoartos especiaos para parturientes.
As operares sero previameote ajustadas.
jualquer facultativo pode medicar o doenle por elle recolbido ao estabelecimento.
Os proprietarios dos eogenbos, e os posseidores de moilos escravos e trabajadores podem contra-
tar por prazo de om anoo om ou mais leitos para o tratamento dos mesmos; no que obtero um grande
abatimento.
O estabelecimeoto pode ser visitado a qualquer bora para que o publico observe a ordem, qae
nelle rein, e o bom tratamento dos doentes.
MA'JMMA
I .* classe qoarto indepeodente............... 6<5000
2. .................................. 40000
3.. .........,......................i. 24500
4.* para escravoa....................... 1*500
Os doentea das tres primeiras ciasses terio roupa fui a cama e quarto; o da 4. terSo Uoribem
para seu uso. .:.*.
wm
mmh
me.
TRILHOS URBANOS
DO
KLvIlK A OMHD4
e Beberibe
Os senhores accionistns slo por meio do presen-
te convidados a receber suas acedes no tscripto-
rio da companhia dentro do praso de trnta das
atis, a contar da presente dala, das 12 horas da
usaobaa as 2 da tarde. Os que tiverem actes da
primeira emissao deverio traze la- para seren
substituidas por outras da nova serie.
Bscriptorio da companhia, l? de Janeiro de
1872.
O secretario interino,
Jos Fortunato S. Porto.
AMA
machia as 4 da tarde,

Qae
nbe para ama faoila $
duaa pettoa*. Tmtm
bem. A tratar M mm>
do Corpo Santo l. 4, V
andar, das 10 boraa m
m\
Precisa-se de urna ama par,
de pouca familia, para o servil i
temo de duaa peaeoe : a traur
ra Oireila n. 3, i a4ar.
Os Srs. Jos FranAseo Ribeiro de ."oo-
n e Dr. Francisco Jos Rabello, o I* pro-
prielario do collegio de Santo Amaro o
2o proprietario de om oolro col ef, >!
rogados a mandarem a esta typographia a
negocio de intereaae._____________
Loyo Sobrinbo de C mudaran pro-
visoriamente sen eslabelecimeoto de {.sen-
das para o primeiro andar da casa n. 56
da rua do Mrquez de Olinda.
Grande sortimeolo do coques a 1#000 .1_0D
cada nm, a elles antes que se acabet,_wr tal
preco vale a pena : rua da Imperatriz 9%.
Ama emgommadeira
Precisa-se de uma ama forra oa escrav iw
engomme com perfei.ao, para casa de penntM
familia : traase na roa da Amizade o. 1K, Ca
panga.
Para casa de pequea fa-
milia preci?a-se de uma ama
que coliche bem e eogomrae
aigama consa : a tratar na rna da Cadeia n. 45,
ou na Capunga, porto di Jacobina, n. 48.
t-1.%0
se espera pelo Sr. Joao Miguel de Oliveira Beraldo,
na rua estreita do Rosario n. 9 : agora daremos
explicares de que natureza o negocio para que
chamado, publicando os seus proprios bilhetes,
se nestes poucos dias nao procurar dar solucao a
tal respeilo. ____________________
vRaymundo Lacerre preeisa de uma ama para
eagommar e cozinbar, e de nm criado para com-
prar e outros servicos do campo : quem preten-
der servi-lo procore-o nesta cidade rua Imperial,
fabrica de vinagre, oa no engenho Brum, no Ca-
xang, onde reside, sendo alli das 9 horas as 4 da
tarde, e aqu das 6 as 9 da manba e das 5 em
diante da tarde.
Boa recompensa.
Perdeu-se urna bengala de unicorne coco cha-
pinha de onro com este expressivo dsticoSau-
dade J. P. F. J. 20 de marco 69 : quem a entre-
gar na rua do Mrquez de Olinda n. 40, loja, re-
cebera do dono qaautia superior ao sea valor.
Deseja-se tallar comoSr. Jos Jacintho Hen-
riqne da Silva, na padaria da roa do Rangel n 9.
ALUGA-SE
a loja do sobrado rua Direita n. 93, e vende-se a
armacao nella exietente, ou aluga-se tndo : a tra-
tar com o Sr. Francisco Antonio da Rosa.
Precisa-se de uma ama pa-
ra lavar e engommar para
uma casa de pequea fatni
lia, porm qae seja de boa conducta : a tratar na
rua do Vigario n. 5, 3 andar_________________
&
Aluga se uma eserava para todo serv.o de
casa de familia : a tratar na rua da Gloria, sahin-
do da rna da Maogueira, lado direito, terceira
casa.
Oesappareceu das 7 para as 8 horas da mu
te, do largo da ribeira, onde eslava a servico, um
menino forro, de idade de 7 pzra 8 annos, \o\-
mais ou menos, de nome Joao, levou vestido ca-
misa branca, ealca da brim de listras e bonet de
panno preo. Este menino ebegou ha poucos dias
da cidade de Goyanna : roga-se pois a quem o
encontrar o obsequio de leva-lo rua do Jardim
n. 23, que se gratificar.____________________
O tenente coronel coximandante e olHciaes do
1 batalhao de artilbaria da guarda nacional deste
municipio mandam celebrar uma missa sollemne,
e memento por alma do capiao do mesmo Lata-
Ibao Jos Adrio da Costa Moreira, e para esse
acto, que ter lugar 8 desie mez, stimo dia
do seu fallecimento, convidara a familia, prenles
e amigos do dito finado coroparecerem as 8
horas da raanha na igreja de Nossa Senhora da
Conceico dos Militares; cujo compareroento
sera um favor, pefo qual desde j se coefessam
gratos.
MA
anea.
Precisa-se de uma ama : U FM
de S. Jorge n. 117. Assim eome mm
rapariga para andar com una en-
Fnrtaram do eseriptorio Ja rua do Vigario a.
10, um relogio de ouro descocerlo, com a inlciaes
C. P. S. e o numero 16116, e uma corrente e eas-
soleta de ouro com retrato e as iniciaes C. C. : pe-
de-se a qualquer pessoa a apprehenso desses eb-
jectos, quepoderao ser levados ao mesmo eserip-
torio das 10 as 4 hoias do dia, ou rua da Auro-
ra n. 15.
Precisa-se de uma ama de leite livre ou es-
erava, que tenba bastante leite e sej i robnsta :
quem quizer dinj.i-se rna do Imperador n. 54,
2 andar, por cima da livraria universal.
llopeiro.
Precisa se de um para casa de familia : a tra-
tar na rna da Cadeia u. 35.
Precisa-se de nina costureira que trabalhe
em machina : nn Corredor do Hispo n. 6.
Precisa-se de uma ama para o servico Inter-
no de uma pessoa : ne rua Bella n. 29.
Aluga-se urna eserava para o servico de
casa : oa rua do Imperador u. 50, 3" andar.
OTerece se um rapaz^selteiro para criado de
uma casa : a tratar na rua da Roda n. 25.
Precisa-se de uma ama; a rua do Monde
go n. 32, taberna.
* Vi A Precisa-se de urna boa ama para casa
tliil-V de uma familia eslrangdira, para se oc-
cupar com uma erianca : a tratar na rua da Cruz
n. 88. ,
Leiam.
Agr & C. anda avisara aos devedores da ex-
tracta firma de Quinteiros & Agr, que espassou o
praso para o pagamento de suas conlas al o dia
29 do correte ; e esperara que durante elle ve-
nham salda-las, afim de pouparem desgo-:tos e
despezas, fazondo-lhes mais o abate de 10 0|O, pois
qae desejam concluir amigavelmente esta liqui-
da cao.
Para a casa da modista italiana, que mora
no Corredor do Bispo n. 6, acaba de chegar nm
completo sortimento de gorgaro preto e setim :
quem quizer pode procurar, visto que o prego
com modo._____________________
Aluga-se a casa n. 8 da rua do Jasraira :
tratar na rua da Anrora n. 50.
i-
Precisase de uma ama pa-
ra comprar e cozinhar: na
rua da Palma n. 34.
Aluga-se uma pequea casa com sala, 2
quartos e eozinha, por detraz da rua do Lima em
Santo Amaro edificada de novo no meio de um
terre.no cercado e plantado de capim, cora 900
palmos de comprido e 50 de largo propria para
pequea familia que queira estar no retiro e per-
to dos bonds : traase no mesmo lugar no segui-
mento da rua da Aurora n. 44, 1* andar a qaal-
qner hora.__________________________________
Precisa-se de uma ama que compre o cot-
nbe para uros casa de pouca familia : na rna
nova de Santa Rita n. 41.
MUROS
MARTIMOS
E
0O\XRi FOGO
A companhia Indemnisadora, estabelecidt
eata praca, toma seguros martimos aobrf
aviot? e seus carregamentoa e contra toge
w. edificios, mercadorias e mobilias: n;
roa do Vigario n. 4, pavimento terreo.
ATTENCAO
Precisa se de uma ama para casa de uma fa-
milia composta de tres pessoas : nena typogra-
phia a tratar com o administrador, oa em Olinda
no oitio do Amparo, easa de porto verde.
Rua do Imperador e suas
nmediaco^8
Pree-sa-se alagar uma sala na rua do Impera-
dor ou suas imroediac.s, podeodo ser sala da
frente ou detraz: a tratar na mesma r o. f4,
confitara do Campos.-
1
O ; ;v '} -.i!" Manoel Joaquira Silveira
pode ser proiur.do para os rolsteres de
Boaprofiisaoe.il :>eu eseriptorio rua
! de Margo n. 13, 1" andar, das 10 ho-
ras da nr-i r". i as 3 da larde.
Gabinete portuguez
de leitura.
Alo se tendo reunilo r.umero legal de merbros
do conselho deliberativo no dia 26 de Janeiro prxi-
mo passade, novamente os convida, por ordem do
Illro. Sr. presidente deste conselho, a reunirem-se
em sessao ordinaria sexta-f.ira 9 do crrente, na
salla das sessoes as 6 horas da tarde.
Secretaria do conselho deliberativo do Gabinete
Portugnez de Leitura era Pernambnco 6 de feve-
reiro de 1872.
Antonio Augusto dos Sanios Pono,
1* secretario.
Copeiro.
Precisa-se de uro. no segundo andar n. 1 :
rua da Imperatriz.
Moleque.
Rua da Seuzalla Velha n. 90, precisa-se de um
moleque de 12 a 14 acnns pira criado.______
Publicaeo Iliteraria
Discursos
DIVERSOS ESCRIPTOS
PELO
Dr. Aprigio Justtniano da Silva Guimarei
Edice a mais ntida que tem sahido dos prelos
de Pernambuco (com retrato do autor)
A' venda na Liviana Frsnceza, rua Primeiro
de Margo n. 9.Prego 129OOO. Os Srs. assignan-
tes podem mandar precurar seus exemplares no
eseriptorio do autor, praca de Pedro II, onde
tambera se venae o Iivro.
Attenpao.
Vende-se um coffre de ferro prova de fogo : na
rna de Santo Amaro n. 6.
Procuradura.
O solicitador Burgos Pouce de Len,
encarrega se de quaesquer causas civis, commer-
eiae?, crimes e ecclesiastieas, sendo que destas ulti-
mas especialmente a de divorcio, tem uma pratica
de 17 annos; assim como se offereee a trabalhar
de partido por anno, tndo por ajuste razoavel e de
mado a salisfazer i seos consumiles. Declara
tambem aos que, por attestado do respectivo paro-
cho, provarem ser pobres, cojos direitos defrauda-
dos, quizerem defender, que nelle encontrarlo boa
voatade em prestar gratnitaments seus servicos fo-
renses : trata-se na rua das Trincheiras o. 48, 1*
andar, ou na sala das audiencias i rna do Impe-
rador.
ADVOGADO
DR. FRANCISCO DE PAULA SALE
Ra Duque de Caxias, outr'ora das
Croze, n. 37, prinHro an_r__
ir
i
amaa-gsittffi ni
8Dr. Penira da Motta
medico operador e parteiro : rna do fc
- perador n 43, 2* andar.
!_! mmmmm-mnm
ALUGA-SE
um lindo sobrado a travessa do chafar n. 11, e
Fra de Portas : a traur com o coameodad ?
Tasso.
ADVOGADO
Dr. Joaquim Correa de Aracjo
67Ra no Imperador67
Moleque.
O Campos da rua do Imperador n. IB rrecis
aluzar um m Jeque.
a*-******-***
| 0 ADVOGADO
S AY.RKN GAMA 2
COM ESCrtIPTORK)
Ja rua estreita do rosario n. sJ
9 Tem um curso de histeria universal, f
arithraetica, algebra, geometra e francez,
g em casa de sua residencia, i rua da
9 Princeza Isabel n. 6. /
Os Srs. abaixo mencionados sao rogados a v
a rua da Cruz n. 63 a negocio que Ibes diz
peilo :
Jacintho Soares de Menezes.
Joajuim da Silva Monra.
Joaqaim Jos Perei'a Alhaudra.
Domingos Jos Vieira Braga.
ir cr
m
AMA
Pcecisa-se de uma ama qua
co-mh.r para casa de f.u-'l
rua do Vigario o. 5, segundo
Sun loca se o arrendamenlo do preaw a ro-
lo Marqnez de Olinda n. 23, coosisrade na u
vasto pavimento terreo com os fondos vara a
~ua da Cacimba, com chapaono centro ende Mi
oem muito espacoso o andar, o qual lea ubK*
edependentej podendo ser pe) armazem, p.\
ario para um grande negocio por atacad), por
er o lugar o melhor possivel : a traur com At-
.onio Jos Rodrigues de Souu na thesouraria d*
oterias, rua do Crespo o. 6.
AMA
Precisase de urna ama para en,.
mar : na rua Nova n. 31. I* and.- r.
Precisa-se de uma coztobeira : na rua d-
Rossriofda Boa-VisU n. 18.
Os ab.sixo assihnados scirntificam ao i .L!i<
especialmente ao respeitavel csrpo coir.owrcia ,
que desde o dia 31 de deaembro prximo passad .
dissolveram amigavelmente a sociedade qua Wat
gryado nesU praca seb a firma Aotnoes & 3arr.-.
Qcando todo o activo e passivo a cargo de soci.
Amanes Pao d'Alho 23 de jan uro do IJCJ.
Antonio Antones da Suva.
Dd Moreira de Barros.
Mudanza
Antonio Secundino do Monte participa aoa tama
nuncerosos amigos e freguezes qae mudou o to
estabelecimento de cabelleireiro e barbeiro. *ia a
rur estreita do Rosario n. 10, para o primeiro as-
dar n 4 da mesma roa. Espera merecer -
mesmos seas amigos e freguezes a sua valias*
caadjovacao.________________________________
Aluga-se o terceiro andar da proprii-t4e a.
4, sita rua da Imperatriz, co n boas accoawaaa-
Joes para familia : a tratar no 1* andar do esrr -
as 31|2 as fi da tarde.______________________
0. Anna Cordeire Goocalves Moreira, Mar a
Cordeiro Goocalves Braga, Caeuoo Cyreo d_
Costa Moreira, Joaquim Pedro da Cotia Mireir.'-
Joo Licio Marques, Joo da Silva llegadas, e Mar-
cellino Jos Goocalves da Ponte, viova, aagn, ar-
maos, canbados, e bm assim, a demais inaaa-
e prenles de finado Jos Adriao da Costa Morei-
ra, agradeeera sinceramente a todas aa Masca.
qae no dia 2 do correle mez acompaatiaraa a
cemiierio o corpo do dito loado, e rogam aje an- -
gos de He e aos seos, qae se dignem coaaturanr
oa igreja de Nossa Senhora da CooeeiJcJ* ao* Mi-
litares, pelas 7 1|2 horas da manhia da 8 do aar-
reole, para assistirem as missas do 7* da qoe w
tem de ah celebrar, pelo que se tornarao ceder.
de seu recoohecimeotq..
No fim da missa do 7* dia, pelo falwcMMMt
de Jos Adno da Costa Moreira, se de*tril>uirk>
emollas aos pobre*.
Precisa-ia de ama ama para easa do
pequea familia, para conohir coa-
paga se bem : rna do Amoria n. 43, ptt-
AMA
prar; pi_
metro andar.
Aluga se um grande ananai a oaar to
Ramos o. 34, com modos ooaaaaada. : a tratar aa
padaria da roa de Podro Aftoaao a. 47.
Aluga-se uma boa casa terrea
les commodos, bom quioUI, paseando o rio
do, no lugar Porto da Madoira, a nal se ara
reedificada de novo : a traur no larga do nrafc
n. 14, 1* andar.
Scenas da vida aiiieriQUM
Sabio luz e vende-se na tivraria de biMucar
4 C a. 9 roa de Marco, nm hado auan
traduudc do fraocez, muito en_r;o>k. e ra'
para !;-$. Precn dea tusiots.
-
I



A
^>,-.;
1> r o ,i JferuamJbaco Quinta eira 8 de Fevereiro de 1872
s=5:
R 1 DO BRUM X 52
(Passando o chafariz)
Annuncia aos senhores, de Tigenhos que por falta d'agua
ou mortes de animaes nSo possam tirar suas safras, que est
prompto a assentar vapores dentro em 8 dias do pedido applican-
do elles as moendas ja existentes.
Tem em deposito variado sortimento de preparas
MOTORES PAR DESCARGAR aLGODaO
A vapor, agua ou animaes
inclusve alguns que nao precisam de obra alguma de carapina
pelo que podem funccionar logo que cheguem ao lucar.
FORMAS PARA ASSUCAR
Aquelles propiietarios quequizerem formas podem desde
j fazer suas encommendas, pois a casatni em viagem e car-
regando numero suficiente para sunrir a todos quantos queiram.
MACH1NISM0S DIVERSOS
nesta fabrica ha deposito de todos os .trachinismos empregados
na provincia, e acceita-se encommendas para fazer vir qual-
quer machinismo a vontade do cliente.
Na Iravessa da roa
das Croxes n, 2, pri-
nere andar, da-se di-
ntielrc sobre penhores
de ooro, prata e brilhan-
les, seja qial for a pan-
tia. Na mesma casa com-
pram-se os mesraos me-
taes e pedras.
CASA DA FORMA
RA I DE MARGO OUTR'ORA DO
5P N
CRESI
23.
OJAY
recoabecendo a necessidade de que se resenta esta bella cidade de ou estabelecimento
onde o respeitavel publico, e com especialidade o bello sexo encoutrasse, sem perca
de lempo, os adoraos precisos para um elegante ponteado, resolveu montar urna loja as
condigoes exigidas, roa Duque de Gaxias n. 30 (outr'ora Cruzes).
A maneira porque o JAYME entendea preparar um estabelecimento de tal genero,
a prova segura de que nao s o rico mas tambem o pobre, pode, sem detrimento,
gozar das alternativas da moda.
As segaintes tabellas que offerece a apreciafo da todos, seguramente alteslam o
quanto acaba de expender.
Tabella de prepos por compra
Coques da ultima moda 10>, lifi, 150,
m, 254 e 304000.................\
Cachepaines de cabellos naturalmente cres-
pos 10, 120, i5), 204 e 250000....
Grescentes 84.104. 124. 154 e 204000. [Alm de muilo resumidos os pre eos Ja taes
Traucos ondul 104, 154, 20 e 254000. \objectos, ter o comprador 10 "/ de des-
Encbimentos para bandos 34, 44, 54 el cont em cifra maior de 204000.
64000............................
Cadeias para relogios 34, 34 e 64000...
Braceletes 54, 64, 84 e 104000........
Trancas para annis 500 rs............ '
Tabella de presos por alugueis
Um ceque....- ^............. 25OCO
Um cacbepaice.,. e-e........... 24000
Um crescente.................. 14000
Urna tranfa ondul.............. lOOO
Um topet diadema fris.......... 15000
Um par de ervchimeros.......... I JOCO
Ponteados de coques 14500.
r Penteados de cachepaines 14000.
Penteados de senboras 34000 (na cidade).
Variadsimo sortimento de perfumaras finas e objectos de gosto, recebidos direc-
tamente por todos os paquetes da Europa.
2s
Aos 20:000^000.
O abaixo asignado tem sempre exposto ven-
ia os felizes biibetes do Rio de Janeiro, pagando
proroptamente, como costnma, qaalquer premio.
PREgOS.
Intoiro 24*000
Meio 12*009.
Qoarto 6*000..
Manoel Martins Finia.
AOS 5.-000^000
Estao i venda os felizes bilhetes da lotera t
Jabia, na casa feliz do arce da Coneeico, oja di
arives no Recite.________________________
lotermeiro e criado^
no bospital porluguez de beoeQceacia precisa-
se de um entei raeiro que tenha pratica, e de dous
criados para o servico do raesrao hospital : a tra-
tar com o provedor na ra da Madre de Dos no-
mero 28_____________________________
Fundicjio da /lurora em Sanlt
Amaro
Os propietarios deste estabelecimenio convidara
jeus numerosos freguezes e mais pessoas do com-
mercio a comprarf m taxas de ferro balido, do que
tem bom surt ment, e se promptificara a faxelas
de qualqoer tamanho e forma com presteza. Hoje
i facilidade de conduelo dos bonds muito concor-
re para visitarse este estabelecimento._________
Engommadei a.
Precisase de urna ama para lavar e engom-
mar : roa d) Duque de Caxia3 p. 50, i* andar.
Precisa se de urna ama pa-
ra cozinbar : na roa Duque
de Uaxias n. 50,1* andar.
O Dr. loa; Jos Piulo Jnior pode ser pro-
curado no seu escriptorio, ra do Imperador n.
45, 1* andar, das 10 horas da manha a 1 da tar-
de ; dessa hora at as 3 na directora da instruc-
cao publica para negocio relativo a essa reparticSo,
e depois em casa de sua residencia, a ra do
Visconde de Goyanna, outr'ora Mondego, n. 56.
AO ARMAZEM
mam vmmv
Ra do Bario da Victoria
N. 7 J)utr'ora ra NovaJ. 7
Acaba de cnegar novos sorlimentos
Calqado francez.
Bounas para bomens, bom beierro peluca, cor-
davio vaqueta e panno, duraque com biquera de
verniz, pellica eom biqueira de verniz, bizerro e
pellica con llhoses e com bot&es, Unto dos fabri-
cantes Suzer como de Polak.
Bolas russianas, meias botas, perneiras e metas
peroeiras para montara,
Sapaios de vaqueta de verniz com sola de ma-
deira, proprios para os sitios, jarlinse banhos,
tanto para senhora como para bomem.
Sapatos de borracha para hornera.
Botinas e abotinados de muilas qnalidades e pro-
cos para meninas e meninos.
5855 < verniz, charlat, cazemira, tapetes
avelladados e de tranca, francezes e po'tuguetes.
Perfumaras
Finos extractos, banhas, cosmticos, leos, opia-
tas, e poses dentfricos, agua de flores de laranja,
agua de cologne, divina, florida, lavande, e de
toile, tintnra para barba e cabello, pos de arroz,
jabonetes, e amitos artigos delicados, com fras
quintaos de extractos, tudo de pnmeira quali-
dade dos bem coabecidos fabricantes, Piver e Con-
dray.
SOCIIS >_*;
Beneficente Luso-Bra-
sileira
A directora provisoria desta sociedade resoWe
fazer urna sessao extraordinaria sexta feira 9 do
corrente, as 6 1|2 borai da (arde, na easa de nos-
sas sessSas ra nova de Santa Rila o. 1. A mes-
ma directora convicta dos bons -tnlimentos de
seas associados, espera o comparecimeato de to-
dos, visto a materia dotsmmpto la disctelo des-
ta sessao ser de utlidate ao urogresso da socie-
dad*.
Secretaria da sociedad* Luso Brasileira 8 de
fevereiro de 1871.
O secretario interino,
Bento de Sonta Mira.
I)'pObiio de g..z
Em pe.qnenas e g'andporeo">, Marca DW",
roa do Apollo n. i, venden I-mm 4n Rffo I.
4 C.
Fannh'i de ra ndi'C
t
Vtnde-se iiperiir fri! i de rrandicca d- 5tr>
ta eatbarina, ja en-iccada, e clia da fiahu
eferiptori.i .Je J V.- .ria le R<>z^nd< |(l
ra ri, M.,r juz de (lioi, un'ora Cadetk an-
mero f,0.
Mascaras
Imperial Instituto de N. S.
do Bom Conselho,
Dirigido peto bachsrel Antonio Columbano
SerapLico de Assis Garvalbo.
Acham-se fanccionando oeste instituto as aulas
de prioieiras leiras, linguas latina, francea, ingle-
za e nacional, geograghia, philosopha, gettnetri,
rhelorica, arithmeiica e historia universal.
i
%m\m
*
IWERWAT
DE
D
M_K
S. BERNA
ESTABELECIDO NA CIDADE DO RECIFE EM 1862
Sob a protecQo do sumnio Pontllflce Pi iX
DIRECTOR BAtHAREL EM M4THEMATICAS
BERNARDO PEREIRA DO CARMO JNIOR.
1 VICE-DIREGTOR..........
o DITOPadre J. V. de Algooez.
O director do intrnalo de S. Bernardo, n5o tendo evitado esor-
r.os nem sacrideios para proporcionar aos seas alomaos nma perfeita edu-
caclo physica, moral, inlellectoal e religiosa, offerecendo-lhes tima babita-
ra com bastantes condicoes de salabridade, habis professores que sao
solcitos em prepara-los convenientemente ao fira a que se destinam. me-
dico pratico que Ibes faca comprebender os preceitos da bygiene e ibes
core das doenfas, e finalmente nm sacerdote (lastrado e hone>to que Ihes
esplique os principios da religio christaa, espera que assim conslQdo e
em vista do excellente resultado, que tem apresentado, contando um ere
cido numero de alumnos na Faculdade de Direito, que concluiram all
vanidosamente os estados preparatorios, nao deixar o seu estabelecimen-
to de continuar a merecer dos Srs. pais de familia o anxilio e confianza
com que j muitos o tem honrado ; e Ihes roga, bem como a todas as
pessoas imeressadas, que se dignem de visitar o mesmo seu estabeleci-
mento, onde sempre encontraro franco ingresso.
Caleiras de ensino:Primeiras lettras dividida em dnas classes,
tendo cada urna o sea profe.-sor, Utim. francez, ioglez, arilbmetica, alge-
bra e geometra, geograpbia, philosopbia, rbelorioa, desenlio e mnsica.
O collegto tem a sua sede no espacoso edificio d. 6 ra d ,Hos-
picio.
Nos estatatos do collegio, qoe eslo a disposico de quem os qui-
zer ler, se acbam consignadas as condics de entrada e matricula ms
diversas aulas do estabelecimento.
"S<
&_
O Dr. Idi de Miranda Cnrio, medico
pela Facnldade da Baha, pode ser pro-
enradn das 9 horas da nvmhaa as 3 d:i
da larde, em seu cuisultorio a ra do l
Mrquez de Olinda n. 34. andar : as ^
mais luras i) dia e a qualquer das d 5
n.nitf na cafa da sua residencia, ra do fi
Jeriquili n. 7. S
para o cornaval chegoo urna grande factura com
todo sortimento lauto de massa, como de rame,
de seda e de cera, para vender-se barato em da-
zias e a retal bo.
Quinquilharias
Finos artigos de Paris, de diferentes gostos e
phantasia, como sejam os seguintes :
Leqaes para senhoras e meninas,
Lavas de pellica e de fio de Escocia.
Cspelhos difireme?, para sala e gabinete.
Vidros avulsos para espelhos.
Caixinhas de costara ornada com mostea.
Albans e qaadrinhos paro retratos.
Diversas obras de ouro-de lei.
Correles de plaqu para relogios.
Bolcinhas e cofres de seda e de vellado.
Diversos objectos e phantasia para toilet.
Pencinez, ocalos e beogallas de laxo.
Chicotes e bengallas de baleia, canoa e junco.
Ponteiras de espuma para charutos e cigarros.
Escovas para cabellos, roupa, dentes e nnhas.
Pentes de marfim muito finos, para caspas.
Ditos dlfferentes para cabello e barba.
Garteiras para notas e para dioheiro.
Malas, belcas e saceos de viagem.
Gaiolas de rame para passarinhos.
Venezianas transparentes para janellas.
Abat-jours transparentes para candieiros.
Mamadeiras de dar leile mui fcil as criancas.
Tiras de moldaras dooradas para quadros.
Ricos quadros ja prompto com paisagens.
Estampas de santos, cidades e phantazias.
Esterioscopo e cosmeramas com ricas vistas.
Obiectos ne mgicas para entretenmento.
Machinas da ditlerenles systemas para caf.
Bercos de vi mes para embalar criancas.
Cestinhas para meninas de escola.
Jogos, de dama, domin, bagatela e da gloria.
Campanhias de molas para chamar criados.
Realejos, accordions, vidros avulsos para eos-
moramas e oatros muitos artigos de qainqui-
lharias difflceis de mencionar.
Brinquedos
Para criancas,
O maior sortimento que se pode desejar de toda
sorte de brinquedos fabricados em diversos paites
da Europa para entretenmento dos msninos. ,
Fregos.
Em virtudo de novas ordens dos fabricantes,
veede-se tudo precos baratissimos : no arma-
tem do vapor francez, ra do Bario da Victo-
ria, outr'ora ra Nova nuero 7.
Ama de leite
A' roa do Forte, sobrado n. 6, precisa-se de
urna ama de leite, quer seja forra, ou escrava, a
quem se afflanca remunerar de modo que agrade.
**B8rjft**r******
Precis'.-se de ama ama que saiba cozinhar
eengommar pira casa dej peqmna familia :
ratar na ra do Ho'pico u. 35'.

Armazem de mate-
riaes.
Pra^a da Coneordio n, <
Os senhores donos e empre: siros de obras en-
contrario sempre oeste armizem todo necessario
para qaalquer construeco, como seja : cal brau-
a e preta, lijollos grossose de ladrilhos, telha, ci-
mento, areia e orna grande quantiJade de ma-
deras de 22 a 66 palmos de ecmprior-nto.
travejamento etc. etc.
Outro sim, encarrega-se o proprietario do dito
armazem de qaalquer fornecimmto de nateriaes
qoe a obra necessitar, para o que tem candas,
6 carroeas, podendo justar lado posto na obra,
por menos e melbor que outro qualquer, pois qae
timbera tem otaras.
~ Francisco Ferreira BuJiuar, nao podendo,
pela presteza de sua viagem, despedir-se de to-
dos os seas amigos, proco *a este meio para pe-
dir-lhet desculpa desta falta, e offerece ao mesmo
lempo o seo limitado presumo em qualqper par-
te da Earoja em qae se achar.
Engommadeira.
Precisa se de urna criada que engomme e la-
ve : na ra do Imperador n. 57, 2* andar. En-
trada pelo Caes 22 de Novembro.
imam
-mrmm m Para cozinhar e comprar preci-
V wmJm. sa sede orna ama : na ra da Ae-
jria d. 3.
Joaqnina Rea do Espirito Santo pelo presenta
declara qae Eingnem faija negocio cora sen ma-
rido Francisco Luiz 'un ;alves Guirs&raes com as
escravas Lucrecia e Bmifacia, por isso que alm
de estar dito seo marido (ora de sua compaohia
a mais de 12 anno>, accresce que ditas escravas
perteneera exclusiva mente a sais ftihas.
Precisa-se de urna ama para
casa de pequea familia : na ra
do Imprador n. 79. loja.
Na retlmcij dn raa Direita n. 22 precha-se
de trabalhadores e de um bomem para entregar
assuear.
AMA
AMA
Na roa de Pedro Affooto n. 10 pre-
cisa-se de ama ama para cozinbsr ps-
ra pequea familia paga-se bem.
All i Na roa do Visconde de Goyao-
II \ us n. 111, outi'oraMondego, pre-
i'J. Im. cisa-ee de umi ama para o ser-
vido do interior.
Mudinca de residen-
cia e escriptorio.
Os bacnaren Laurino do Moraes Pi- I
nheiro e talb'uo de Moraes Pinheiro mu- 5
daram m residencia e e:criptorio p^ra
a ra do Visconde de Inhanma n. 7, ou- U|
tr'ora raa do Rangel, onde podem ser 9
procuraos para os raisteres de sua pro-
3S30. I fl
mmmmmi
Na ra do Pires, so-
brado n. 28, precisa se
de urna arr a boa engom-
inadeira, e oatra cozi-
nheira, forra ou escrava,
paga se bem, sendo de
boa conducta.
Sociedade Recreativa Ju-
ventude.
De ordem da presidencia, convido aos senbores
socios para comparecerem domingo 11 do corren-
te, pelas 7 horas da manhia, no reeintho dta
sociedade, aftm de proceder-se a eleigao de vice-
presidente, julgando-se coa com qualquer numero de sjcos que corxparcce-
rero.
Secretaria da Soeiedade Recreativa Javentu.'e.
8 de fevereiro de 1872. r
Francisco Viacna,
! secretario.
l ir i Precisase de urna ama p?ra iroi-
\ VI \ prar e cozinhar : na praca da Inde-
i l-LTX/l. pendencia ns. 27 e 29.
Precisa-se de urna escrava, boa cozmh-ira e
urna ama livre para engommar e fazer o servico
interno de casa de.familia, paga-se bem : na ra
da Cruz n. i2, armazem, ou no Corredor do Bispo
n. 23.
mon
ri
Roga-se ao Illm. Sr. Ignacio V.eira de Mello,
irivao na cidade de Nazareth desu provincia,
favor de vir a ra do Imperador n. 18 a loncfuii
aqnelle negocio que V. S. so compromelteu reali-
sar, pela terceira chamada deste jornal, em flni
de dezembro prximo passado, e depois para ja
neiro, passou a teverero e abril, o na la caraprio
s por este motivo de novo chamado para lite
flm ; pois V. S. se deve lembrar qae este negock
i de mais de otto annos, e quanao o senhor si
5ho se achava no es nesta eidate
Vende-se ou faz-se qualquer netucio cjd
um estabelecimento de molhados sito na ra do
Mar juez de Olinda, outr'ora ra da Cadeia do He-
cife n. 50. Este estabelecimento off'irece grandes
vantagens a urna pessoa pratica, o que tenha al-
Rum capital, para pagamento dos credores exis-
tentes.
Precisa sede 600JJ a juros para pagar se em
prestaQoes mensaes de 60, descontaudo-.-e logo os
joros : qaem quizer annunrie.
k\
Palma n. 54.
Precisa-se do urna ama pa*
N. ra cozinhar e comprar, sendo
iaj de boa conduela : na roa da
Com urgencia
Precisa-se de urca ama que tenha bom e abun-
dante leite, quer seja torren escrava, para urna
menina de tres mezes : pagase b?m, nest? typo-
grapbia, tratar com o administrador, ou em
Olinda, no oitao do Amparo casa de ponao verde.
O fflais superiw rfwt^ que ha nonnrea.'
em barrica grandes ife 12 arrobas tiqueadas i-,
lern : ni trapiche Gucria, n<> ito ife.
ATTEiVCAO
a
Vende se por baiat- piecj urna pn-priedade a
uai'gt-m da camba i"- /....edioj, ate;;,
ioda vanu^eiQ ;c, ewu.| ;m dinl ro ; :! nu li-tras ou rhjectr dV
lia i. iipneil^de runiui am*
grauao olaria de [>edra e. cal <}ue lastra I6,0\i)
icios de aiviaai > gi -m e torea que eoapona
15,000, eom nii* um ftroo e lastro para h_~-W
lellias, Iddnih i?, > n. .- lour^a, com exeellenv
barro p-r.i .; i ,tiii, eon dos excel ent*
lveiros de peixe ecoiu casa de vvenla para
grande familia, i rns-?e r.cdtnrr.indavel por p.--
iar perto a liuha i i.i.nd* : as pessoas qut pre
tenlerem dirijsm-.-r d'U ir 'priedade a entender-
se com o e*pit:i'i li'-:iiin l.tris Cvalcaote Pcms.
Pies rv (v i ie so e chuvi
Cha, v s enf i I -. m 12 istias a ',:w, 6 se va*
esle prffi p ;. grande (uavii ade : ni lojae da--
poi i i ni fi i r:i<- i L'VMirii-nli'.
A _6 i uuza v 160 um
Leucvi.- i! c .'. .-. :' i.rraziu!
prios par:. ;.:t, li: i.i a !,(i0 i di:zia e a id' n.i:
na I j i i-" i"i ras em '-Me t-, LivniMWri,
l\0T4S
Troca-se mita? do banco do Brasil e de sua?
liaes na ra do Bario da Victoria n. 63, otig
roa Nova, loja de Joao Joaquira da Costa Leite.
COMPRAS.
Compra-se nma casa terrea nova ou pele
menos em Qom estado, que renda m-cnsalmenie
pelo menos iOtfOOO : quem a tiver e quizer veu-
der, dirija-se ra Duque de Caxias n. 3.
MOVIS
Comprara se novos e usadis: a ra do Impera-
dor n 48. arrnazam de traste*.
Piiros Aquelles engra^; los 5Vs que dan;aiu n*r>
qnarl' : man u nwn r, n.ostrando dift--
rentes -m- e r. re.-eutodu divarsos cm.i
e ; v v.;. agr ".'-I di-tracao, :' l
a .\... v... :, .ca ra d uqae de Csx'ai en
mt-. 6;.
v; porfome.
Agraia>tl A|-.i.i v .nai.^-i, [erfume jatcn .
superi'-r -l fl r.da a i.u'.r-s pifaa ? fMur-
ven p'!' o hC' e para re!nscar a p.-lle daad
ibe a )>'.. ih-n z.r/t <|ui > u'ros peiruiM-* ni eon
segu ni, .N. va K pi, ni raid d ira
Aproveitem.
A Nova Esperases roa do Duque d-'
n. 63 acaba de itceber u : quena qoa '' '
do candijlros para gt, n> j \*m .-:
auppli, is! i sao icdidrr- e >eta bn.l
ros se ih-; re rasseui os c impotentes de| ) ..
se vi'rdo pider se !;a av*'i
Fronhas bardadas
A N;.va E-iper^n^a tu:i do Dnque le Ca t-
n.69, ;>.ui. -' r c -, r iinissintas fioohas bor-
dada d> :'.' tili.i as qu.es ja esto atioptts
" vnde a< pr.r prc^o r,.- svel, tambem tem fi
olas de. labynnthn.
Aos jardineiros.
A Nuva lv^i-ra,,i;a a.-ab.i de teceber Ihe^oura*
especiaes p.>r;t jaidineiros, .-ao meib-jir.- que
tem viadu ineaca I .. Ilai ant ^ue se ac-
Lem.
Para o carnaval.
A N va l'.-\,.-t;:i'_ r..J d-i !'u <' de (;\ u
63, ten lv- de i/a .etiii ptqaeaMi tuqje d
mAfo e vendwas por IwraC* pr>c>._________
aFtiuvirte Li>l)"a ebrgado m nti-
mo V i l -. i : '
qiiaqii'.t pulen tratar na ni. do Bo.ti
Jess n. 7 t ''>). ____________
Ven.l i 'a de Horiai i
a qual < m .ir b-- .o.i, mh b i-rliude : a
tr;tar na r.; -m.i.
Irmsndade de S. los <1 Agona
ereeta no coaveato de X. *. do
Carino.
Tendo adiada a mesa conjuncta de 29 de Janeiro
prximo passado, sao de nuvo convidados todos os
irmos ex-roesarios afim de se reunirem no con-
sistorio da mesma irmandade no dia quinta-reira
8 de fevereiro, pelas o horas da tarde, afim de
se formar mesa conjuncta como ordena os arts.
39 e 40 do compromisso ; a mesa regedora espera
qae os dignos irmos ex-mesarios nao faltem, ra-
lo ser convocada a bem do patrimonio de nosso
patriarcha.
Consistorio da irmandade de S. Jos d'Agona 3
de fevereiro de 1872.
Jos Joaquim Barbosa da Silva,
Secretario.__________
COZIRHEIRA
Precisa-se de ama que seja perfeita cozinheira,
para casa de familia : tratar na ra da Cadeia
n. 35.
VrNDAS
i?_ Vende-se a tabnrna da Esperanza n li, na
cidade de Olinda, cora refloacao e seus pertences:
tratar na mesma, Adeira do Varadonro.
Alug ?:: o 1* andar do sobrado o. 11 da
ra do Burgos : tratar com Jos Feliciano de
Nazareth, roa da Praia n. 20, armazem.
^ O bacbarel Francisco de Carvalho
KS' Ibo Soares Brando tem escriptorio de
advocada na do Imperador n. 37,
entrada pelo caes 22 da Novembro.
gfci Pode ser procarado da- 10 horas as
>3?; 3 em dito escriptorio e fra dessas bo-
ras em sna resideoeia a rus da Auro-
V ra n. 36, andar.
mmmm
Pesta da Senhora di Soleda-
<^e no Poco da P.uielLt
Ficara transferidos os bilhetes de asmla para
aa |sta da Senhora da Soledade do Puco da Pa-
du a para a ultima lotera do mez de fevereiro,
'eos esta ter lagar no primefro domingo depois
fcj extraccao da lotera.
Os encarregados da festa.
ADVOGADO
O bacharel Jos Lopes Pessu da
Costa Jnior tem escriptorio de advo-
gad) na rna do Imperador n. 'ti, I*
andar, onde pd* ser procurado das
9 horas da manhia as i da larde.
9
Quitos parj alugar^
Alua se e.rcellentes quart na Magdalena; sao
proprios para carroceros, visio ser o terreo)
murad', que garante as carreis e animaes :
quem pr leader, pode en.euJer-se com Manoel da
Silva MoreiN, a roa da Paysaod n. 19, Magda-
lena.___________j_______________*______
Di-se a quan.ia d^ 3:300 a juro de I 1|2
pir ceno ao m.'Z sibre hypjiheca em casa dentro
desta cidade, pelo tempo que se conveucioaar, cuja
casa eja hvro e de*en"branada : qnem estiver
nestas condijCes dirjase roa do Rangel n. t,
i qae se dir qaem da a mencinala 'inantja.
Mudanza
Gustave Hervelm
Cabelleirelro
Tem a honra de prevenir ao respeitavel publico
e particularmente a seas numerosos freguezes, que
inadoa o seo estabelecimento para a casa n. 33
mesma roa da Cadeia do Recife, 1* andar, por ci-
ma do armazem Unlao Mercantil.
Eagommadeira
Precisa-se de ama qae engomme perfeitamente
para casa de familia : tratar na ra da Cadeia
n. 35.
GASA DA FORTUNA
Aos 5:0001
Bilhetes garantidos.
i roa Primeiro de Margo (ootr'ora raa do
Crespo) o. 23 e casas do costme.
O abaixo assignado, tendo vendido nos seos fs
isas blOtoUs um meio n. 1076 com 5:000*000, am
quarto n.2384 cora 300*000, dous nietos n. 12(1
om 100*000, nm meio n. 1273 cora 100*, e oo-
tras aortas do 0*000 e 20*000 da lotera qae se
icaboa de extrabir (223*), convida aos posiai-
dores a virem reeeber na conformidade de cos-
ame sem descont algam. j
Acham-se renda os biibetes garantidos di
o' panadas loteras, a beneficio da imperial ca-
pella da Estancia (22i*), qae se extrabir na se-
gunda-feira 12 do corrente mez.
PREgOS.
Bilbete inteiro 6*000
Molo bilbete 3*000
Qoarto 1*500
Sa poroio de 100*600 para cima.
Bilhete inteiro 5*500
Meio bilhete 2*750
Quarto 1*375
Manoel Martins Flan.
Viva o carnaval!!
Para este alegre e grande diverlimento carna-
valesco, encontram para alujar, os amadores do
bom gosto, um variado sortimeoto de bellos tra-
jes para damas e eavalleiros, feitos com todo ca-
pricho aos osos da Europa. Chama para elles at-
tec a viuva Barreiroj, cibeeireira, em sen
estabelecimento i roa de Stnlo Amaro, defronte
do oltao do Bazar da Moda. Promelte commodidade
nos precos__________________
Oflerecd se um rapaz de 16 a 17 annos para
caixeiro do qualqoer estabelecimento, nao sendo
de molhados, o qual d fiador de sna eoodacta :
quem pretender dirija se ra do Vizconde de
Ajbaqnerqne n. 31, q:ie achara cera qu.*ra tratar,
30 s-enao aoooocie para tiuasl
Vende-se urna annacao de taberna em muito
ba localiJade : a tratar nos Afogados, ra do Mo
tocolomb n. 2i.
Pa a voitaret
li rracha
muito boa : quema vende na I I a
do t;.irinj n : la!"'rna.
Vende-se no Bazar Ja Victoria a rea do Bario
da Victoria n. 2, finas cartas para voltarete e las
qninet.____________________________
Para iliuminucao.
No Bazar Victoria ra do Bario da Victoria n.
2, vende-se baldes Je papel de cores de difieren-
les frmalos proprio pira illnminacao as noates
de carnaval.
Rap francez e fumo
caporal,
Vende-se no Bazar Victoria roa du Barao da
Victoria n. 2.
V-'nd' > -,mi i i >-
Porto, d : .. lia- I
peri'.ir ; a.'.-l-v
iO paln: na ra I I.
Vend liin -
casa de m< r Jia : '''
trente, 100 de fuuJ "' ;''"- nilonaj
denominadi '*J *!-'
Btbenbt i x..
seu don i "i ;l i I
ltai)(-l n. !'.
: iil .: .
Vende st um ;<..i;;r e bom caval'o ia>
tante artdador, n-ovo taaotemlo :<-;i o m-
nor achi]!j- t, ij-ie S6 garanlf, ctitn b'n
arreios inj,*'<-z ;i tratar oa m Ja Reda
coebeira n. fiO.
VNDESE
urna casa terrea na estrada de Parnaraeirira n. I,
com o quintal todo cercado por lima \ a qual fica
na frente das entradas, e defronte da casa do
Illm. Sr. cirnrgiSe Leal : quem a pretender en-
tenda-se eom os Antunes Guimara, na ra do
Aragao n. 13, on ra Dcrque de Caxia* n. 13.
Ja* chegou o voria-
deiro doce de goiaba
e vende-se na ra de Marciln Das n. 91, arma
zem Relmpago. ____
K-SK
ou faz-se qaalquer negocio om am estabelecimen-
to de molbados sito ra do Mrquez de Oliiid j,
outr'ora rna ds Cadeia do Recife n. 'O. E;ti e -
tabelecimento oflotece gran les vanagens a urna
pessoa pratica, e que tenha algam capital, para
pagameoto dos credores existentes.
Vende-se
dous terreno*, um na ru Vidal de Negreiros jun-
to a motriz de S. fos, com 56 palmos de frente e
126 de fund, outro na primeira iravessa da
mesan raa com 131 palmos de freno e 90 de fon
do, arabos ;om aroea dividido, e as paredes
das frentes com sitara d 9 palmos : a trstar na
ra do Imperador u. i8 arjnazem de traites.
Per multo mdico prec>
vende-se tres ca?as na povoajlo ue Una occujadas
cora estabeiecimeoto : a traiar com o major toa-
qam Gonca'.vej di Albaquerque e Silva-n?.se
lugar, ou Adriano Ca tro 4 C na ma da Cadeia
numero 16._____________________________'
Vende se farintia llua de maudiuca muito u
pertor em barricas grandes que tero tras alqaei
res : a tratar no irgn di Ci'p> sn o. 4, es-
criptllio da Jos Mari> Pi'meir._______
Vend-.-e nm* mei-agaa em cbia proprio,
no pateo do Paraizo n. 3i : a trstar na ra das
Ciuze? n 32.

-------------------------------,-----,-----------.--------
.\ i 'iiio jauto .u holplUiptirtuguez ba para
ven ler um caci de carniza em bom
estsdo : a tratar c? mesroi H
Ruaestreit: do Rosario*. 10
O dono d:le r.vt. ute ecirtontr do no-'o anoi a- ;,,,i> nonatrc-W* fregu es e
Ibe i lerece j* as por menos "0 por cento do que
ouira qualtjiitr p:r".e, eo :o tejan :
Lindas volitabas de ouro a 74. sare de brin
eos de phantalia a 7, 8 03 e 16*, int.jf ade
recos a 14*. roieilus de ri II rentes g;tot a 2*.
3*, 'i?.. 5. 0, 7* e 8* o par, gas de cora! a
3*. ditas de olicume a 1*500; Imsios encaaluados
a ouro a i, lindos ancei ct;n brilntiMMM t,
ditos com eiffi raldl, rubios a 6*, cruzes do di-
verso^ gosu-s a 3 e i*, dius com e~meilias e
rubn? a 10*, '3-oleias a t* 6* o 8*, guarncao
c.irn tie- b"t5ej p. ra ternura a 2*. 3* o 4*, di-
tos para cotriuno a I*50t\ ditos para puchos a
8* o par, .deias a 20*, dita* a 6*o00 a oiuva,
p^ni-inft de o-jro a li*, med.-ih-: para relogo
a 10* e 12*, anneis para cabello a 2*500, re
ros de nrata donrada a Ifi* e **. hrinc s a ba-
lao a ii'.M), a i.<:e a 3*, 4*. at 8*. dedaet de
yraia 800 r;, alm de um grande surtmtnto de
ubras une seria eufadooho mencionar o garant
tudo sor dn miro de lei, o Dedal de Oom espera a
proteica i d > puil c > e e-i aberiu ar 8 turas da
noute.__________________________________
Vende-se a cisa e f-'tio da e-Irada des Anse-
los n. 22, a qual tem bons commodcs o tOt >.
ten lo o sitio 8 "O palmos de frente e 1,300 de
fund), mura !o e parte dos lados ; coa doas ca
eimbv, tanque ei.*. n o siiio com matas arvores
de froc, como sap-iiiseiros, cquoiros, maogoei-
ras, oajoeiros- e.c baixa para capim e popo de
boa agua |>i. brber : tambem se vende melad?
do mesmo sitio, por ser em logar muito fren, saodave e porto
da cilade do Recfe, cuja via-ferrea tea saa est-
cao ni (rente do merino : tratar oa roa do
Crespo n. 6. ihesourarsiU das loteras, coas Ao-
'oaio Jos R-drigue de Sonta______________
Balanzas horizontae,
as raelhor6s qae a boje tem viadj ao mercado
para cima ds balco, de Torca de 5, 10, 15 o 20
kilos : ven 1 Mor- ira Dias em sea armat m ra
li Crom 26. ______
v ende- o
ierren,)? Jo lado do su', d 'idro, em
Parnaroeirim, ac pemos : quem pretender g*
ver a iiii^t.-i qie s a.'ha na i 'ispK, n<
roa Doque de ailM n. 43.
j jgiB I
(

J



#
Diaiio de Pernamimc Quinta fcira 8 de Fever.iro le 18)4.
MIHTA
Sa loja de Antonio Pedro de Souza Soares, na ra do
iJaifto da Victoria n. 28, outi'orarua Nova
Granle redoccSo en presos de miude as, perfjmarias, candieiros a gaz e objectos
de por:elana :
' Mo ha mal cabelle! forneos.
I Tintura Upoatia.
So a nica approvada1 pedas a3 academias de
sciencia, reconbeeida sup|rior a Joda fue tera ap-
oarecido at-hoja. Deposito principar raa da
>daia do Reeife n. 51, i* andar, em todas as bo
icaa > casa de cawtWrt^;
f
Transparrntos com pasagens para
jallas a....... liWCO
.fUcos loquea de osso para senbo-
raa......... 8000
Ditos de sndalo a..... 5#0;0
Difcs a imitico a..... 23Oo
Pc, ,s de franja de sede modernas a 3??030
dem dem dem a 830 e 1*5300
ftieos enfdiles de blond e fices
para cabera a...... 6#000
Gjl'inhase pnnhns bordados para
senhorasa 2*500 e 3(5800
r.rivaliohas de seda com franja
para senhora a..... I 20")
Chapeos para baptisado a 4 0
Fiti da setim maco esccssej
para cinto, vara a 4 #000
Eo'rem-iose bagados transparen-
t! a p?c.a a MODO e 30OCO
'era; de traecas de cores de 120 a 400
Di]na de cartoes de liaba preta a 120
Caitas de llnha do marca a 280
I lea dem do gu a 8&0
Onaia de pec-ts oe tranca de cara-
col a ........ 4G0
1 lera id('m lisas a..... 20
I ari-iiel de liaba de 10 j rdas 100
B?rp,a'as de ca^na e junco a lf>J00
aisa de papel amizade muito
E&p&rhr a....... 70')
[*WB i lena dn qiiadrinhos a 6':0
,: .. t'li-V'i (i;s liloS de por-
a...... ,-00
(j -.MI Jilllf..... *00
' m !: tiini.v., 500 800 b I|M0
' : ::i i I' i < I -i! Kfc! S 8. 1 vi'IU
Abotnaduras para colete vare-
dade a........ 200
dem dem muito flaas a l^OOO
dem brancas com pedras a mita-
ca ) de brilbante a .... I dem de cornalina ecrystal a |i800
Mem douradas para punhos a 500
Groza de bot5es pretos para
calca a........ 160
dem i lem brancos a 200
Bsralbos francezes dourados finos a 440
Quadrinhos com santos a 320
Ouza delalheres com cabo de
osso 2 B a......50500
Pi'a de ditos cravados a 25600
Garrafa de lint! roxa extra-lina a. lf)000
Potes de dita ingleza a 101 e 160
PEHFMARIAS
Rosas com extracto a .
Frase.) de extracto inglez a .
dem dem kananga a .
Saboneta com figura a .
Ilem inglez a......
dem de am r.d>a muilo boos a .
dem de bolla transparentes a .
Banha inglezi em frascos muito
superior a.......
dem a........
Cosmetique de cores muito fiaos a
Pacotes com pos de arroz finissimo
a 800. 400 e.....
Caixas com dito muito fino ka-
nanga a........
(d m com dito para denles a .
Frasco de oloo ph'docome verda-
de.ro a........10000
Tem i vefida em seos armatens, alera de outroe
irtigosde seu negocio rotular, os seguintes, que
findem por presos mais mdicos que imoa-
rra aqalr parte:
PORTAS de pinbo atmofadadas.
P0RTE1RAS de ferro para cercas.
8ALTRB Ingles.
I3TEIRAS da India para cama e forrar la*
CANOS do barro (ranees para agoto.
SSStSQ superior em porches e a contento.
CEMENTO de toda as qualidades.
MACHINAS de descarocar algodao.
LONAS e brinides da Rasis.
OLEADOS americanos para forro de carros.
VOGOES americanos muito boas e econmicos.
VINHO de Bordeaux.
COGNAC superier de Gaatier Freres.
ARELLO em taceos grandes a 3#M0.
AGUA florida legitima.
BALANCAS deeiroaes.
CADEIRAS americana*.
RHUM da Jamaica.
AZULEJOS de Lisboa. ________________
Xarope sedativo
Casca de laranjas amargas
COM
BROMURETO DE P0TASSIUM
DE
MHO/K
Este novo preparado aprovado pela academia
imperial de medicina, muito se recoramenda pela
loa accao sedativa e calmante, sobre o syslema
nervoso, o bromureto de potassium, nao deixa de
| dar os mais certos resaltados as diversas affec-
15000 ^es do organismo e principalmente as molestias
10800
10000
10200
200
200
300
500
800
100
500
10100
240
!
Dito de dito antique muito snpe-
rio e a 340 e..... 400
. j dosut-j cli's cima mencionados, tornos um grande sorlimento de madezas,
v > lis il pn c lan i '> qu- ha de un rie-, cmdieiros a g z o que ba de nulhor,
i i i, !i;uni:ii- e I h.s. tn:: | los p^ra enancas, meias pira senhoras, bomens
i 'S. i'.:'. o* rend s de nlnnd de seda, escova para ronpa, dentase Dabas a
.. !. .. ,|e i,{](.rt,>s qi?a pi'rs' ii.nvr demasi?doImgodeixamos de mencionar.
N. zH Kun do B rao da Victoria N. 28
Pechincb m loja do Pavafl
POB CAUZA 10 INCSNOIO
P:-rjrra di SiIv, t^m urgente necessi-
dade de liquidar moi'as fizeodas de i
1)0, seda e igodS,queIbe ficsram
;
com -O vares a
para lencoes a
n*s estrgalas por o:c: i3o do in
erodio que se dennos dons es;-:!) lecimen'
los contiguos ao tea.
\':r s de alg da sin'm ;i l'.fOOe U
O us de madapoa a'JO k 51.
O ts enfesl do cura \-2 jardas a 2:^00
30.
O us rrancaz moito Bn<
Ali(0 i co Irancido
SCO o 1$.
B amarit le lnhosuperior rom 10 pal-
OSOS de I-T/o a a 2$ o meto.
D'-'o de algodao com a msala largura a
lv!!' (. metro.
3 de camb a'a Ir-nsparente rom 8
1,2 vira euiii vara de largura a 30500 e
0.
Ditas Victoria com a rasma medida a
30O)e 4>.
Ditas de cimbraja de sa'picos com 8 1,2
var;~ ; 10
D las COW S |;2 v;ras a 4,3
D tas com bordados dederes a mefraj
rne rl a ivo .
Coates de org n'y branc c de cor com
7 l2 vm ? t
Corpiuhoj de cambraia branca e de cor
a 20000.
Saias de 13a com barra de c&r a 3?, 40,
50.00. e outroamuitos artgjs qie seria
infadobo m ncionar o que se liquida muito
ra js I barto na loja do Pav5o rui da Imperatriz
li-
n. (il).
ilCHU
-*s
ravessa
Santo
do
n.
Carpo
25.
Vende-se maentsas vane ra luconmeis defor-
ca d 3, 4 e G caval'oa e :eus porlence. pedras
er milbo, :-.ireos
*.i|i)s enm ivlrarira
par carro p;
.!.'
cor rr-m v^ras a
' v hr-n
vest -s
ras a a
ss o pa-
com pregas
I m d
'--. 0.
P -.s ,1
I D lo H l|2 varas a 33?i:<).
Gr.;!i!.' s >r!mf-fttn d i i l,il i<
ivu ,. 280 t s a cova ".
C"'li t 'o. i.n canil ( aoi
;.-. 80, loj.
SataS de un: f pnno
20 ().
om-iras p-etas de croe! e a 40 e 60.
T >a i)i> .-i- nd s de fusilo para mesa de
hntir a 3 50 i e (;0
Coberta' dj fustn para a cama a3>5)0.
Grande sorlimento da cas3qniahos o\i
basq linas modero s de seda e crocl rica-
mete, enfisados para dili'erenics preco*.
Cuirgnrlq de cor pira vertido a 3 ;0 o
covad-.
Baregea transparente a 3?0.
D.ios ditn-i a 160,
rrozias de !o has pira nao a 6 e S0.
Ct rizas frzncezas para betoem a 10600
p 20 K)0.
10100.
CdC- Paiitols de aipac preta detsalpico a 20.
Oit s sobrecaros de brim a 20.
Ditos de cazemira de cor a 40300.
Panno preto com 6 palmos de birgura a
10 i O o covado.
Cassas pretie lis^s a 120 r3 a vira.
Chita preta lm a 100 ris o covadj.
Chales pretoj damascids a 106GO.
Ditos de birege de rr a 10.
Ganga franceza a 320 o covado.
Dizps de lencos brancos 10-'00.
Punhos com gollinbas de cambraia tap^d
a trauspareute a 10500.
VeoJi-.-e apais de tranca a 14'X), diio< de
l p ra enanras a 540 r?., phos^oios de srgu-
nn\ a 240 r.* a duzia. allinetes a 10 ra. a
.ni. i. us cai. baaba a 80 r.j., linbaa ae bordar
i 240 i>. o massi, B.boneles de bolla a 140 r?.
cjda um. Blas rara debrunhar vestidos do todas
edres a 40 ve. a p?ca, c^rreieis de relroz de
ludas as cores a K n., ciiava de \eftci de lo-
u3 as cores a 200 rs. a peca, iranca Je seda com
7 metros, bnnila* para e-nfeilar vestidos a 1*600,
2-jy,o e -2''r.) : veoha ra da Imtieratrii u. G8,
tvja de mi'jdtzas, \eu u grande t barato surli-
nieolo.
do coracae, das vias digestivae da resplraco, das
vas genito-arinarias, na epilepsia, as molestias
nervosas da prenbez, na insomnia das eriancas
dorante o periodo da denticao etc. etc.
Vende-se na pbannaeia e drogara
de
Bartholomen di C.
34-RUA LAR.-A DQROSARIO-34
Machinas de costara.
Chegaram ao Bazar ersal da ruaniv
Nova n. 22, um sortimento dej machinas
p^ra costura, das melbores quabdades que
existe na america, das quaes mudas j sao
bem conhecids pelos seus autores, [como
sejam : Weller & Wilson, Grover & Boka,
S lenciosas, Weed e Impenaes e oulras
muitas que com-a vista deverao agradar aos
compradores.
Estas machinas tena a vantagem de fazer
o trabalho que trinta costureiras podem
fazer diariamente e cozem eom tanta per-
.i,o como as mais perfeitas costureiras.
Garante-se a sua boa qualidade e ensina-se
la trabalhar com perfeirSoero aaenos de urna
hora, e rs precos sr'o t5o commodos que
devem agradar aos p-etendentes,
J lao sedico o costnme qce ba entre tedos
os que querem farer conbeeer de sens estele
cimentos por meto (te pomposo snnnneies, que
com bastante razao se arredam n< leitores das
massadas com que nos mimoseara os taes annan-
can les.
O Campos da raa do Imperador omero 28,
se qoizesse seguir essa rotina artiga de fazer-es.
lampar nos jornae* mai< lidu-, anunneios bombss-
ticos precedidos, de titulo garra raes para melber
chamar a atteocao do respailavel publico; muito
tena que drzer a respelto de sen bem conheeido
armazem de vveres sito roa do Imperador n.
28 Diria por ext'inplo : que no seu armaxem
tem constantemente, presaatos para Hambre e oa-
ra panella, salames de Lioo, qnerjos de diversas
qualidades, liegnicas e cboaricaa, ovas de camu
ropim, conservas iogiezas e rancezas, vinhos do
Porto e da Figneira superior, licores finos, bola-
chiohas, cha superior verde e preto e outros mu-
tos artigos que sa propros para mesa, dispensa e
cozinba. Mas oo.
O Campos s e somente avisa ao respjitavel pn
tilico desta cidade e si-u' suburbios, qne em raso
de se aproximar o lempo dos Rega-botes tem
elle feito do seu armazem um ci-niro de turto
pos grato ao paladar e para que oinguem
vide do que aima se tem dito.
Pede-se urna visita a roa do
armazem do Campe.
Rap cearense fino
DA
Fabrica
DE
VasconcelJos & Filho, do Cear.
Este ptimo rap tem sido estimado pelos euten-
dedores e apreciadores deste innocenie prazer da
vida.
Vende-se em lmx .- de 100 libras, sendo a 1 a
libra.
Rm casa dos nicos agentes nesia cidadeTasso
Irmaos & C.
Cura rpida e radical dos
callos
pela pomada G ai opea u
Essa pomada que to btmn resultados tem colhi-
du as pessoas que della t*m feito aso acaba de
chegar para o sen deposito especial..
NA
Pharmacia e drogara
DE
Barlholomeu A C. ra larga do Rosario nu-
rntro -!4-
3ue
Imperador n. 28,
I!
A verdadeira cerveja da Bavitra, marca bm-
deira, do superior qualidade, venden) Tasso Irmaos
& C, armazem da ra do Anorim n. 37.
IXUMJ'. %JL
Madapol.io avahado a 44, 4J5O0 c 5 a peca,
cambraia de forro a 16G0 a peca, pe-hincha ;
s oa ra do Crespo u. 20. loja dn Guilherme
Carueiro da Cunta & C
Ci do Orara'
O melbor e mais barato, vebde-se para acabar,
na rna dn Mrquez de Olivia o. 40.
~EGEHO
Venle-se um engenbo de animaes. perto da es-
lacio da via farrea de Ribeuaj, por muito com-
molo preco e com os praus que eoovier ao com-
prador : oa ra do Livrmenio o. 14, acbaro com
quera iratar.
CIMENTO
Novas publ3a$oes
musicaes
Acaba de publicarse a linda polka para piano
Cassi
composico do maestro Rodolpho Malioze. Assim
ao ratsmo eslabelecimenlo acaba de chegar a lio-
dissima quadriltia ,
CIilarlDl
Delicada a este ilustre artista, pelo melodioso
compositor da Baha, o maestro -ARAGO.
Acbam-se a venda, a ra Nova n. II, armazem
de piano e musical do Azev>do.
Aos senborcs de eugjuho c a
seus correspouilentes
Encerados de lona inglezes para cargas, mais
baratos que em outra qualquer parte : na ra
Duque de Caxias n. 51.
Especialjdade.
Vinho do Porlo o melhor a desejar, em barra
de 10 e 20: vende-se no escripiorio de Soares
Primo?, roa do Vigario n. 17.
Novissima reforma judiciaria
Acha-se venda na Livraria Universal, roa do
Imperador n. 54, impresso em bom typo e no Lr-
' mato de 8* fraocez oa 4' portugaez, ltimamente
chegada do Rio de Janeiro, a 640 ra.
Xarope petoral James
Considerado como especifico contra as bron-
chites, tanto agudas como chronicas, defluxns,
tosses rebeldes, tosses convulsas e asthmaticas, dor
de peito, escarros de singue e cor ira todas as ir-
ritaroes nervosas.
DEPOSITO EM PERNAMBUCO
PHARMACIA PE I CTIRKIRA & C.
rMPoru9 em lO-RuXar do Josario-10 anlo ao quartel
Verdadeiro, vende Joio Ignido da Costa, em
seu armazem ra dj Amurim o. 39, que o prego
sonvda.
Grosdenple preto
a 500 n. e (800 : na loja das seis
Sustento restaurativo da
saude
PELA VEHDADKIRA FARl>rHA
A, Du Barry d'Arabia

Os abaixo asssigoados lazem sciente a seus '<
gaeies, que pelo vapor inglez La-Plata reeberaff
egunda remessa d'essa excellente farinha, enje
uso ronito se recoramenda para as eriancas, pes-
soas debis e convalescentes, applicada com reco-
obecida vantagem as constipaedes, diarrbeas.
nausea do estumago, tosse, esearro de sangue,
phthysic, etc. etc. Preferida anda pelo agradavei
sabor.Umricoa outra qualqaer.
2jS^ S Su ^ll
Ar ra do Commerjo n. 10, e rio de Jos Joaqun) da Costa Maia, en-
contrarse para vender por eommodos
precos :
Azulejos bespanhes.
Polbas de ferro galvanizado para telha-
do de diversos tamanhos.
Ditas de tino dito lizas.
Bicas de ferro galvanizado.
Cumieiras dito.
Portadas completas para cantara.
Ladrilhos.
U NOlVAbDS.
Bonitos porls buquets.
Liodissimos leques de madreperola mol es in-
teiraraenla no'vos.
Cortinados bordados.
Camisas bordadas para hornero,
Pinas meias de seda para seubora,
A Nova Esperar.ca auero. tem I I I
DESAPPARECAM AS SARDAS
A Nova E-peranra a ma do Djque de Caxias
n. 63, acaba de recebar n bem conheeido Inte
de rosa branca, e lambern leite virginal, os qaaes
fazem desapparecer a? sartas on pannos.
A. revaltsciere du Barry de
Londres
Toda a doenca cede a Revalesciere dn Barry
que d sade. energa, appetite, dge?to e des
Maso. Ella cura as dispepsias, gastrites, humo-
res, acidez pituita, flato, eujps, vmitos depois
da comida e gravidez, con tipaudes,t> asthma,
affecQoas pulm mares, bixiga, 9ga' -erebro e
sangue ; 60,000 curas, in.'luiudo muuas dellas nc
Brasil.
A revalesciere cbocolatada du Barry
em p,
Delicioso alimento para almoco e cea, muiti
nutritivo, forlificaiido os ervos do estomaeo sen
cansar o menor peso nem dor de cabeca, nem ir
rita^ao.
nico deposito para o Brasil em Pernambuc
na pbarmicia americana de Fecreira Maia & <].
ra do Duque do Caxi.'.- n. 57. (Todo cuidadi
com as falsiflcac5es.)
, Vude-se o sino que foi do finido Datra, no
higar do Peres, com doas casas e urna cox-ira,
teodo ama das casas ba.-tinles oramodos, a frente
e parle do oito de tijolb, bem como a coxeira,
po?o com boa agua, e muta3 arvores de fructo :
quem o pretender dirija se ao mesmo sitio.
Com pouco mofo
Venda-se brim prd i nimio Sno a 500 rs, o
covado, chitas escuras avari idaj a 20) rs. o cova-
do. dem dem pretas a 160 rs. o covado : na roa
t* de Marco n. 20, loja de fazenda) de Guilher-
me Ctrnelm da Cunha & C ^^^^^^
Libras steraas.
Vende-se no armazem de fazendas de Angosto
". do Oiveira A C. rn lo Commerri" n. 41.
Veude se trag-fcaias o puvua^io de Uoa oc-
enpadas com estanencimeni: tratar cora Adria-
no, Castro & C, no Reeife roa da Cadeia n. 16.
"*
-.vi
D
SEDAS PRETAS
-)AinS!?eri0Are8 Cofles de seda prt,a adamascada com peqneno toque de mofo peto baratfsstmo prtfo de 2d5, 25J o
MjfOOO o corte.
Grosdenapls de seda prelos, largas, a 10600, U, 2*600 e 3/jK)00 o covado.
Dit.s dito dio com listas assetinadas a 20800, 30, 30500 e 40000 o covado.
Girgert de seda preto a 305'JO, 40, 40500 e 50OOC o covado.
Dito dito dito moito superior a 60, 60500, 70, 70500 e 80000 o covado.
Manas e mantinhas braMoas de superior qualidade.
Fil pri-lo liso e com flores.
E outra-. muilai fazendas preUs proprias p3ra a quarema, baveodo grande e variado sortiawato para os com
pradorw escolherem. .
Na roa Pwmeiro de Marco (ootr'ora do Crespo) d. 13, loja das Golomni, de Aolooto Correa de Vas-
conce.los.
Pausaros
Vende-se exeellentts passaros de diversas qua-
lidades : a tratar oa rna Direita n. 3, 1* andar.
CEMENTO
0 verdadeiro Porlland: s se vende na
roa da Madre Deas n. 11, armazem de Joo
Martins de Barros.
(Ctt-7W5t2) o?>v.\
Setiu de cores a 2#50O.
Completo sorlimento deudas as. cores, sendo
azu! claro, lyrio verde., encarnado, branen, e cor de
rosa, e setim macan, e um sorlimento de poupeli-
B3< avradas, e sediohas de delicadas ores a 2j o
covado : so na leja do Papagaio, roa da Impera-
triz n. 40, de Mendes A Car val ho.
Cerveja de Noruega.
. Verdadeira e superior : i venda nos rmateos
de Tatso irmaos A C.
ERNESTO & LEOPOLDO
N. 2 D Ra do Cabug N. 2 D
Acha-se montado de forma tal este eslabelecimenlo de jeias qoe pode
vender aos seas numerosos reg&ezes em grosso e a relalbo e por prejoa
moi resomidos visto que receb de conta propria por todos os vapores de
Eoropa. O gosto de desecho de soas joias o mais lindo do paix dat
modas, ouro de lei, brilbaotes verdadetros, esmeraldas, rubina, perolaa,
turqoezas, sapbras, coral rosa etc. etc. Obras de prata do porto tanto
para igreja como para servido domestico. Convidamos as Exmas. familia*
a visitaren o dito eslabelecimenlo todos os das at 9 horas da nuil .
Compra.se ouro, prata e pedras preciosas em obras velbas.
tHHM
56 ARa do Mrquez de Olinda66A
outr'ora ra da Cadeia.
LOJA DAS MACHINAS
Sendo este antigo estabelec;mento assaa conheeido como principal e recomma-
dado pelos grandes depsitos e bous sortimentos com que sempre prima em te; da
melboras, mais acreditadas e verdadeiras machinas americana para alga>-
da, desde 10 60 serras, e ha vendo em todos os tamachos diversidades de sjtta
mas e melboramentos para perfeitrr e rpido descarne amento; tornam-se digna* Ai
serem vistas e apreciadas pelos Srs. agricultores; os quaes, alm disto, encontrara*
tambem mais:
Apurados vapores loqojioveis, de forra
de 3 4 avallos, e pertences.
Machinas para lavar ronpa.
Arados americanos para varzea e la-
deira. .
Carros de mSo para atierros.
Tinas de madeira.
Baldes de dita.
Ditos da ferro estanhado.
Ditos com vlvula para lavatorios.
Ditos de madeira para compras.
Apparelcos para jardins.
Guardas-comidas.
Tampa3 para cobrir pratos.
Tarracbas para fazer parafuaoa de ferro.
Ditas dita ditos de madeira.
Trens para cozinba.
Temos de bandeijas finas.
Emfim muitos outros artigos, que
examinados.
Correr tes para arrastar madeira.
Cylindro3 americanos para padarias.
Pertences avalaos para machinas.
Salitre refinado.
Breu superior.
. Moinbos de diversos fabricantes par
milbo e caf.
Debulbadores para milbo.
Azeite de spermacete para machina
Camas de ferro.
Bombas de Japy.
Ditas americanas.
Cofres de ferro patente.
Canos de ferro esmaltados.
Ditos de dito estanhado.
Ditos de chombo.
Ditos de borracha.
Folies para ferreiros.
s avista e neste eslabelecimenlo poderlo
LIQUID
0 DE FIM DE ANNO
65
RA DO DUQUE DE CAXIAS
(Outr'cra do Queimado)
Este eslabelecimenlo acaba de receber nm importante sortimenlo de diversas fa-
zendas proprias para vestidos, sendo poupelmas de seda, sedas, I3as, percales, dios coas
barras proprias para babadas, lindas cambraidS crox, e em rJm urna iaSnidade d'arli-
gos de moda, tudo proprio para a frsia, o que tudo vender por prefoa ii.iei amectt
razoaveis, em consequench de estarmos prestes ao im do anno, e o 05 nao quer ler
grande trabalho com o seu baianco, preferir-do tomar dinbeiro a fazendas, convida-s*
porlanto ao respeitvel pnblieo a virem sortir-se na loja do 65 aonde comprarlo por pre
qos que nao obierao em outro qualquer eslabelecimenlo; em fim ver para crer
ROA DO. DOE DE CAXIAS
(Outr'ora do Queintado)
Cunha Irma os G.
Ruada Madre de Dos n. 34
ConlDa a ter para vender t.or mdicos presos
vinh>s em barri< e engarrafados de d (T.renies
qaalidades, dos melhores e j bem c.nhecidas
marcas :
Especialidad^.
Cbegon nmi nova e pequea remessa do vinho
engarrafado, proprio para mimos, on pessoas
doentes.
Vinho ive^de.
Em bartij de quinto, o melhor que se ple de-
sejar.
Farinha de milho
Vende se farinha de milho moi Ja a vapor, dia-
riamente, pelos prefos seguintes : grossa para
mogunr a 90 rs., dita para ang, pintos e passa-
rinh is a 100 rs.. para cangica e pao de Provenca
a 120 rs., e para cuscas a O rs.,. em arroba e
mais barato : na rna do Cotovello n. 2o.
CHAMPAGNE
Marca Chs Ka re
O deposito d'aquella marca acba-se actualmen-
te ni raa do Bom Jess amia ra da Cruz d.
22, Io andar.
Fapelao hamburguez
Joaquim de Souza Maia & C, iraca da Iodo-
pendencia n 14 i 30, teem para vender em mas-
sos oa aretalho superior papelao de Hamburgo.
Fereira da Cunha
Irmaos.
Ra da Cadeia do Reeife n 21
VENDEM :
Pola;:-a da Russia.
Cemento Porlland.
Agua-ra
Pxe da Sue:ia.
Alcatrao dito.
Zioco em folha, para latoeire.
Esleirs da India, brancas a de xadrer.
Agua Florida (legiiima).
Cadniras americ^oas.
Bezerros de lustre.
Cognac.
Enxofre.
Pereira da Cunha Irmaos vendem no siu 4epc-
lito praca de Pedro I n. 16, amigo largo do
Chafariz da rna do Brum, kerosene de irimeir*
qualidade (Devoes) em eaixas de doas latas, na
s a gro so como a relalbo, por precos :omnc-
dos : tratar no seu escritorio a ma do Mr-
quez de Olinda o. SI, outr'ora da Cadeia
Os mesmos recolhem tambem esse artigo bc
mesmo depozito, por mdica armazenagem.
AOS PADRES
A Nova Esperanca, ra Duqne de Caxias n;
63, quem vende as melbres meias de iaia : a
POTASSA
quantidade pequea,
se acabem.
portanto ellas antes que
Choc late Menier.
Vende-se chocolate Menier de sauda : na roa
do Mrquez de Olinda n. 40.
SO' SE VEMO
. Chitas finas para caberla a 240 rs. o covado.
itabos de esguiao de iono a 3*500 a doaia e
nansuc a 260 rs. o covado ; oa I >ja de fazendas
da ra 1 de Marco n. M, 4* GuUfrrme Qaroeiro
da Canat &
Vende-se ou permutase por casas terreas, sen-
da estas as freopezias de Sanio Antonio e Boa-
vista desta cidade do Reeife, o sitio existente na
travesa do Remedio, fregoezia dos Afogados n. 21,
boje becco da trsvssa do Remedio o. 18, am
chao proprio : quem o pretender enlenda-se oom
o sen propietario na ra da S. Francisco dasta
cidade a.
Vende-te o hotel da ra Nova de Siaia Bita
n. I; i tratar no mesmo,
Da Russia. nova e de boa qaalidade
Pereira da Cunha IrmSba : i rna do
Olinda n. 21.
Vfl
MarqoaKV
RAP
A loja da praca da Independencia a. 5, esafo
nova remessa do muito acreditado rap gata*
Srosso, fino, amtrelliohu, rolio (raajMt, rfimu
t Babia, princeza da Lisboa, Paulo Cordairo eam-
mnm e viajado e Rocha ; vende sa em lillas e a
relalbo.
Verde. Chrome.
Vesda-ae em barrs da 4 arroba* : aa na $
Mrquez de CHmda n. 40.____________
E' sempre ubsi~
Si sapertorar r
So o Pocas poda veatierpratos di Lama* -
a 400 ra. alibra ou 880 rSiD.kjlo : i ru (Stnfe
do Rosario p, 9 junto a |reja.
i


llEEttH 1






--en
Biarit (ft Ptrnmba Quila feira 8 (U Fevereiro d iS^2
*
ID^IIRAVEIi LIQUIDADO
SEM LIMITES
Nk
LOJA E ARMAZEM
FLIX PEREIBA DA SILVA 8: C.
NA RA DA IMPERATRIZ N. 60-
8 a dinheiro vista
O proprietarios deste estabelecimento tendo grande necessidade Se diminuir o im
enso deposito qae tem de fazendas e grande urgencia de apuraren dinheiro, tem re-
sollido fazer urna verdadetra liqaidacSo cota grandes abaiimeriios nos pre'cos de todo;
os seos artigos: ptri o que convidara ao respettavel publico desta capital a vir sortrr-st
pois Ine garanten qoe em parte algomi podero encontrar t5o grande sortimentoe met
mo n5o comprarlo pelos precos que se Ibes pode vender na toja de Pavao; porna ad
virtindo-se que a se vende a dinheiro vista. Os mesmos proprietarios deste estabe
lecimento rogem a todos os seus devedores desta praca o favor de virem saldar seos d-
bitos, e todos quedes qae estiverem devendo contas antigs e o nio Ozerem terlo di
ser encommodados judicialmente.
CAMBRAUS BRANCAS A 000 E 4#500
O Pavio tem pecas de cambraia branca
transparentes com 8 \/i varas que vende
pelo barato preco de hMOO e 45800, ten-
do tambem muito finas de 5(5000 at
403000.
Ditas tapadas ou Victorias tendo de 3)5500
a peca at a mais fina cado.
Crscnnplcs prcto e de cores.
O Pava o tem um grande sortimento de
grosdenaplS e gurgorSo prelo para vestidos
tendo de I #600 o ce va Jo at ao mais su
perier que costuma vir ao mercado, ssim
como um grande sertimento do ditos de
NOVOS VESTIDOS A 53000.
O Pavo tem lindos cortes de vestido di
finissimas cambraias com gnitos bordadoi
de cores e tambem todos bordados branct
que vende pelo baratissimo preco de 55O0(
cada corte, grande ptebincba.
PANNOS DE CRO :HE PARA CADE1RAS I
SOPHS.
O Pavio tem nm graode sortimento d<
pannos de croch proprio. para encost dt
cadeiras e de sphas, assim como um ric<
sortimento de tapetes de todos os tamanboi
proprios para salas.
MADAPOLAO BARATO A i3, 43500 E 53.
O Pavo tem pecas de madapolo com 2<
todes as cores e brsnco e um bonito sorti-'jardas ou 20 varas que vende a 43 e 4 ento de setins branco e de cores que ven-
ato por precos mnrto em coota.
CASAQINIOS A 453.83E 203000.
O Pavao tem cm grande sortimento de
-icos casaqoinhos de seda preta muito bem
-afeitados e modernos que vende a (33,
184 e 20300O, sendo fazenda de muito
ais valor, assim como ricos chales pretos
bordados com franjas largas de retrot c
403 e 123000.
CORTINADOS AIU CAMAS fi JANELLAS.
a 83, 403, 123 et (53000.
a pe^a, dito muito ao e largo de 63 pan
cima, dito france. do melbor q*e tem vintk
ao mercado, assim como dito tinissimo en
pacM de 40 jardas.
Cortes de ofela*.
a 13600, 23000 e 2*3800.
O Pavo tem cortes de chitas francesat;
cem 10 covado, que vende pelo barato pre-
co de 13600 e 23900, ditas que vende 1
460, 200 e 280 rs. o covado, tambem tea
00 graode sortimento de ditas finas clare!
le escuras que vet>e a 280 e 320 rs. o co
O Pavo tem um graode sortimento de 1 vado e Mk\mt* percales miudinhas propri
cortinados ricamente bordados, propnos w para caiBI8.8, vestidos 6 roopas para me
ptracamas e.jaoellas que vende de 8| at; Oi qua se ^e a 360 0 400 rs.
v WOOO o par. I LENCOS BRANCOS.
p^a,de*ba ^mascada ^ ? O Pavo tem lencos bracos abanbadoi
varas a 103000. crochet ricamente bordadoQQ 8e veode a 2,5400 e 33. a duzia, dito,
para cortinados a 13500 o metro. Assim come grando8 de ffiarjm sem ger abanhados a
neodamascos com Ge 8 palmos de largu-; um r9> a dasa assim ^^ bont08 ien.
ra propnos pera colchas de camas e tam-^0s bordaos para mos.
bem ricas coteaas de damasco a mitacSo de ROUf'A PARA HOMENS
seda e ditas de crochet as mais lindas qee; SobreCa8acos de pa*a$> preto fino end
tem viodo ao mercado. imuil0 bem fei:os de m at 40)JOG>
fllSSELlNAS DE CORES A 400 RS. C palitos de panno preto fraques e acc
COVADO. de 83 at 12,1000.
Ditos de esemira de cor de 63 al 123-
Ditos de alpaca preta fina de 43 a G3000.
Ditos de dita branca e de cores 63000,
Ditos de br:m de lie Lo trancado a-63000.
Calcas de casemira preta de 63000 at
123000.
Ditas de brim branco de linho de 4300C
at 83000.
Ditas de brim de labo de cor para todoi
os precos e qualidades.
Camisas fre aceza se ioglezas com peitos
Chegon para* loja do Pavao am magaifeo sor- A>a\nA*n a, <*caa ,t km m ^7
uaamo de corles de vestidos de cambraia ok |d algodao deJ3600 ate 53, em dozw ven
abados braoeos e de cores, denoraioados a me- de-se mais barato,
tnlhadora, seoo esta fazenda a mais moderna Ditas de Oioia de 8"0 rs. para cima.
de meihor gosto qae tem vindo este anno pan Ceroolas de linho e algodo, francezas
(ta-.aasim cerno receben tambera ora Irado I fi, '
ortimtnto de ortes d^ cambwiia cora palmwAas ". ,"** .
Bordadas a lia, tienda de marta phaniazia, e ven-, i Collannnos de papel, aigodo e linhc
4*sb todo maite mais barato <3o qae era outrVque se vende cauito barato para liquidar.
or noria no rito lio I oncrot... r, RA '.! w. '
O Pavo tem um boaito sortimeoto de
musselinas de cores, padres inteiramente
oovos e cores fixas, que vende a 400 rs. c
covado. Ditas brancas muito finas a 460
500 rs. Xfctim branco da India moito fine
para vestidos e roupas de meninos a 7 O rs,
ccovado. Cretoes de eres muito encor-
dados para vestidos a 600 rs. o covado.
Metralhador as!
4ialqaer parte : na na da I aperatnz n. 60, toja
armaiem de Pereira da Silva 4 C.
Popelinas de seda
A 13600 rs.
M loja do Pava vende-se nm elegante sorti-
mtato das raeltaores e mais modernas pepelraas
* seia, qae se llqaida pelo baratissirao preco de
14400 rs. o covado, grande peehincha : raa
Imperatriz n. (O, loja de Pereira da Silva &
Para
aoivas.
O Pavo tem rico gurguro de seda, bran-
co. Grosdenaple branco muito encorpado.
Agraciannas brancas com listras de seda.
Poupelinas brancas de seda lisas e labra-
das. Sedas brancas, lavradas e lisas. -Ca-
pailas com palma de flor de laranga oom
fieos veos bordados, que tudo se vende mais
berato do que em outra qualquer parte.
A loja do Pavio acha-se constantemente aberta das
ras da noite. rna A~ IrT>neratr n. 60.
6 horas da manha at as 9
TARLATANA USTRADAS A 500 RS. O
METRO
O Pavio vende um grande sortimento de
tarlatanas de todas as cores com listras a
500 rs. o metro.
SETINS D'ALGDO A Ci-0 RS.
O Pavo vende bonitos setins de algodo,
tendo de todas as cores, sendo cor de rosa,
lyrio, ganga, cor de canario, azul e roso,
sendo urna fazenda de mu.to b; i no, propria
para dminos, vestidos e antros qualquer Ira-
eji, a 640 rs. o covado.
GURGURuES,A-640 rs.
Veniem-se-lxmEs gorgures encorpados
com msela de seda, ondo fazenda larga e
moito bonita para dminos, vestidos e un-
iros trajes, a 640 o covado.
BAREGES A 320 Rg.
O Pavo vende bonitas bareges transpa-
rentes de todas as cores imitando ter listras
de seda a 320 e 400 rs. o covado e grande
ortiment) de muito bonitas lasiohas e al-
paca de grande uhantasia.
MDINAS A 103000
O Pavao vende ricos cortes de medina,
nsndo azenda transparente com palmas de | veode-se um. parte da
Seda, tendo 20 Covaoos cada corle a 103000. peratrii o. 43, ds 3 aodares
CORTES DE PHANTASIA A 203OO0
O Pavo vende ricos cortes de bonita fa-
zenda de grande phantasia com delicadas
barras e palmas, ten 10 30 covados cada
corte pelo barato precd de 203000. Ditos
4a nema fazenda com 18 covados a 153.
aawn como bonitos cortes de.cambraias de
ceras e brancas, bordadas a 43 e 53000.
CORTES DE METRALHADORAS
O,Pavo vende um boeito sortimeoto de
cortes raetralhadora por Drecos mais bara-
tos do que em outra qualquer parte.
DMINOS
O Pavo vende e aluga um grande sorti
Fazehdas de phantasia
NA LOJA. DO PAVAO PARA OS BAI-
LES DJ CARNAVAL.
Chegoa para a loja do Pavo ura grande
sortimento de bonitas fazendas de phantasia
proprias para ve-tidos e trajes para os brin-jmente de dminos por"pr&Co commodo, na
quedos do carnaval, que se vendem moito
em conta como sejam :
Organdys com listras
a 500 rs o metro,
O Pavo vende bonitos organdys, sendo
ga, de pero'a e rxo, con listras da mesma
ebt a 500 rs. o metro.
roa da Jmperairiz n. 60, loja o armazem do
Pavo.
2:000 RS.
Borracha para limas
Na raa do Bario da Victoria d. 3, ontr'ora
Nova.
Luvas de pellica.
Vende-se no Bazar Victoria raa do Bario da
Victoria n. 2, luvas de pellica brancas, prelas e de
cores, para horaens e senboras, a li, 11300 e 2i
o par.
Vende-se urna machina de vapor com Torca de
oito cavalio*, em bom estado, propria para enge-
rira on qualquer servico, esta machina est aiada
traba Hundo at o dia 25 de fevereiro do correte
anno : o motivo desta venda porque vai-se as-
sentar outra de maior torca em razo desta nio
dar vencimento ao servico da casa : quera quizer
comprar pode vir examina la na roa nova de
Sania Rila n. 51, serrara a vapor de Avtlla Ir-
mao de C.
OetODes a 400 rs.
Chegcu para a loja do Papagaio um bonito sor-
timento de cretones de todas as cores muito Bitas,
proprios para vestidos de cata, e para roopas de
meninos, e veadem-se. pelo diminuto preco de 100
rs. o cavado, sendo seo pre?o regular 560 rs., e
neste mesroo sentido ontras maltas fazendas : na
loja do Papagaio, rna da Imperatriz n. 40.
Bum Jess n. 57, i andar.
casa da ra do Im-
a tratar na raa do
Ao entndnntcs de phllonqpitln
que (eem de fozer exnne en
marco.
Addendo i pbiloophia de A. Charma, na parte
1 lgica do sea compendio. Indispensavel aos asta-
| danles desta disciplina qae vio fazer exame. Yen-
> de-se por 1J ris. na livraria fraaceza, e na dos
Srj Nogueira ij Medeiros.
^eirsa se vio uro processo'mais perfeito e qae at-
KM % tai forma a satt'sfazer as exigencias Ibais
vra da scriptnra^lo.
k aa cor lindis?ima e to precisa de cnida-
o ttum para se conservar ns timeiro sempre
ota a mesma cor, sem borra, wsta, bolr oa sem
odu atas mazellas inherentes a todas as tintas
.4 &gor?. conhecidss, anda tnesmo dos melhores
\tores esirangeiros.
Sobretodo, este stimavel pradneto nao ataca as
senas de ac, antes pelo contrario, a penca
utqoira um esmalte dourado que, sendo interes-
*a'.e, asss preveitoso.
lita tinta, nao sendo espeo'almonte para copiar,
s ecmtndo dnxs, tres, ou raais copias um mea
'cois de escripia ; preciso, porm, deixar-lbe
papel bem roolhado sem o enxugar com o mata-
orrlo, porque no ba otmco de horrar. Para se
ta olbas quantas copias se qaerera tirar, mas
'tt-s como original tirar urna tantas quantas
: um aztr&gdas.
Occorre a^oi dizer que, para copiar importa-
iita intelligeeeia e habrHdade, sem e qoe a me-
cr tinta eao satisfaz, e o defeito recae sempre
-trj a tinta, que muitas vezea quera menos
tipa tem.
4 dcpla qnadade desta tinta extremamente
praclavel, pois que evita que era qualquer -es-
nntorio baja mais de qae ama tinta pan os di-
?so Disteres.
twonantn sua dnrbilidade, nio ba a oppor
jHBMOf tftrvida pois otw tin dapo d as-
cripta soffre o choque de ridos fortissimos, sem
se decompor ; ora, se os cidos nao tem accao so-
bre ella, muits menos a aeco do toropo a pode
estrair; istq plausivet.
Nao s ao comraercio que este meo producto
veio ser til ; os profesores dos collegios, investi-
gando todos os meios para o adiantamento dos
seos discpulos, tem approveitado ecta tinta, que
com n>io a achaTam apta para desenvolver o
gosto sos educandos, em consequencia da beleza
da cor e facilidade de correr na pequea pela sua
liqnidex. Ha exemplos de enancas que havia
multo lempo tintara urna repugnancia extrema
para a escripia, logo que foi admittida esta tinta
no coliegio, apoderou-se deltas a curiosidade e o
goio, e ponco tempo depois o seu adiantamento
era manitesio.
Esta tima, par de tantas vantagens, tero nm
afeo inconveniente, deteriora-se ao contacto de
ootra qualquer; envm pois ta-la em tinteiro
isentos do menor vislumhre de outra tinta, e evi-
tar escrever com a penna saja de ama preparaco
differente e ineompativel; verifleando isto, nao ha
razio para se usar de tinta que nao seja a VIO-
LETA EXTRA-FLNA DE MNTE'.BO.
Observado.
Diversas HMOcuBM e seraelhancas tem appa-
recido, caja durabilidade dovidosa. Os Srs.
compradores podem evitar o engao dirigindo-se
casas cirenmspectas, e pedind a tinta qua en
fabrico
4. C. Montar o.
CARNAVAL
No Basar Nacional, ra da Iroperatr o. 72,
tem para endtr um gran Je sortimeoto de vestua-
rios a carcter, todos te fazendts*bnas ; como se-
jam : de seda branca, de alpaca de cores e de
tarlatanaton pafos, e tambem grande sortimen-
to de dminos de lodiv as qnalidades para todos
os precos, a i, 2?. 3. 41, 5j, 8j e 10* ; .'.s-im
como, grande sortimento de mascaras d<4odas as
qaalidades e tambem para meninos ; todos estes
arpgos sao proprios'do carnaval : na Basar Na-
ciooil, ra da Imperairiz o. 71.
OLEO PUBO DE F1GADO DE BACAtHAO
Al
TBRM NOVA
DG
H. LACOMBE
Este oleo que to boa acceitacio tem merecido,
Daito se rcccmmenda por ser o mais parificado
loa at boje lem vrodo, e anda pelo bom peladar,
.uperior a entro qualquer : vende-se no deposito
ispecial de Bartbolomea A C.: ra Larga do Ro-
lara 34.
"1i Burato "
Cambraia transparentes muito Pina a 34 a peco:
na rna Primero de Marco n. 20, loja de fazendas
de Guilherme Carneiro da Conha & C.
PECHIRCHA
Lenco* le esgnt a 3toO rs.
a Inzla
iih)g.--u i loja do Papagaio orna grande porcah
de lencas de esgoiio j asaiohados, e vende se
por 3*390 rs. a duzia para acabar, so o Papagaio
na ra da lmperatrii o. 40.
Hamburgos com 30
varas
A leja do Papagaio acaba quea porra.) de lambn gos com 30 varas cada
ama pega, qae vende pelo diminato preco de 12*\
sio propnos para lenres, toaibas etc. e mais
barato que algoddes : na roa da Imperatriz n, 40,
A 320 rs. o covado
A'pacis de lia de furia core?, proprias para
vestidos, e para roupinbas de meninos, por este
preco s na loja do Papagaio, raa da Imperatriz
n. 40,
Oorreio Peroambucano
Vende se a typographia e a em^reza do
jornal Correio Pcrnambucana, iratar na
ra do Imperador n. i, das 10 da manha
s 3 da tarde.
Chumbo de muidlo
Vende se a dinheiro por 23| o quintal:
do Commercio n. 32, 2* andar.
Rap Cearense
I De superior qoaiidade da fabrica de Vascoocel-
na rna Ss f Pilho, deposito em Pernambuco, era casa dos
ms. Tasso Irmios 4 C, ra do Amorim n. 37.
XA ROPE
VEGETAL AMERICANO
ESA LID ADE
OE
BARTHOLOMEO&C
fin i cora carta das (mu intlfii a recentes, ctlarrta pulmonar, istina; toua mtbIh,
krOMtJai, aa |al centra todtt m loffrimeatos du vial iiralorii.
DEPOSITO GER1L
BOTICA B DROGARA
PERNAMBUCO
A taer*ntlct du dirsi iinlestiii do peto,dede
i harTDiite mal da ftrfMta tt i tnterenlacla
aaliMMr, pfsndo ptln diverui bronchile eatirriuM
i o emphv*M> icih d Mr areqoecid mi m*ii
ta nedicamento, qut toawr a primtira nina tr
lados (t hoja conhecidos. 0 ztropa Vegetal AawdUDo,
faraotindo paramaatt vegetal, ato coate eao aaa
aa o
a*
*ompoiclo aa 16 tomo da opie, aira teaenu ac
en > plaatas iadlgenit, eijaa prettrto^adea btnelieal
aa cara da molestia* qn* perteoeem oi or|o* de rea-
ainco foram per Ut ebeerradae per longo tempo,
tem eptimoa reeultados cada vea mm aeccutel; pela
ae aa jnlgamo* antoritadoe a oompor e larop n
agora apreaentaao*, e e fferece lo o* medico* e ao
bbMc, Preiarnoa cem et aileaUdoe ab*4xo o ene le-
'imei dito, e cntimo* qn* conceito de qae j gow
e xarope Vegetal Americano enacera de da a dia,
inundo moito ipoi da (i todo oa peiaora** em vogi.
Illm. Sr Barthalome* ft C.0 atropa Vegetal imt-
tleaao, preparado em ni eonccittudiuim* phirmacia,
nm atil remedio pan eombater terri*l aithma.
Sofra ea aquella molona aa qiatro matet, **m anda
Mr combatido e* ataqiaa mentaea qae tinta; cate iltimo
( tita foi fortiiiim* qn* mo proaton por I dita, m,
" i ata milagroio atram*, tomando apeaat trea
anta Bit foi de ao
i mitMwtid. pw
i*rata o
Uta*, al o prtaante Bit foi dt aofo titeado. Praaa
qit ai fiqaa n
Iba, poto M meo* agrdeeimeaio* per me ler alltlae
lio norrifel mal. Com t mtit tigaifleaTa gratilia
latteneo-m* deVme*. affecuwao e reconbecid* cxlat
Sateria* DmtrU.-Sai Caa 14 de fetarairo de IM
IHmt Srt Bartholomeo t C. Deptl* de qiail aat
BMCee de soffrimento com ama tttM inceeaaiu, (aatk
aitraordinario, eipectoracio dt am caUrrbt amiwila
do, t perla total du fereja, qee meaer ptaatjt
me fatiga* completamente, cantado i timar mato e*
tro*rtmedioiMm reeallado tire falicidadedauitrat
Vaca, prepararan o larope Vegetal imerieaao, tf
elle, gracia a One. me ach* reatabelecido aa mal
loi* mete*, roban* como m nada tu aaa* n-ra. I
ratidio ma forca a *tt* declarat*, qa* poderle Tbmb
anr o ato qn qnii*r*m. Soa etm eatima di Vmea
mailo rep*il*dor criad. ntU itmmm i
Cutt* i Sihi Becif* la ftvartirt di 1 IM.
AtU*to qn im! dt zirtpt Vh*uI Amwieaae; *
eompotieio do* Sr* BarOtolome. C C. para ran le aa
forte deftio qae me tron ama roaqiidlo, qn BM aa
ftcii edt*nder, itOammaeit a ler na gargaata, taaat
grande falta Vrttpirtclo, fiqn*i complatuaeil* raat
CAUVIN
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MOLESTIAS CONTAGIOSAS

IECT0R-PII1LTR0
Graves
do volunte de um relogio, aarvinij
de Philtbo e Sebisg* tem oa
inconvenientes de fratgilldade.
Coa a forma, e do vn!umr de am Porte-Xoed* e)itta4*>
TOW) 1RATAMENT0.
ESTOJOS
Contra as affeccois das palpebraa, preparado sob a mesma forma.
TI1TI1ITTAI AUPA 0 fla Depositarios geral para o BRASII, e POHTUMAIa
BAR I liULUiaLU t (i -3i, ra larga do Rosario.'- PERNAMBUCO-
COLLYRIO
r
s < p
< w t
O a% trr-
Cofres de ferro de M!Qers e ou(ros
-CTGUyfiS para COpar carias.
Balanzas de pesar, DecimaeS) Romna5, ef.
Tachas de ferro, t8lanhad0.
Arados Americanos
ItraCieS, para agricoltara.
Carrinhos de mao.
Machinas a Vapor
maCMnaS de descarocar algod5o, de 10 at 10 serras.
VliapaS e terrO galvanisadas para cobrir casaa
etc.,
Eates artigos veni^em-se em
casa dos importadores.
Shaw, Hawkes & C,
x. 4 ra do bom jess.
(outr'ora ra da Cruz )
S
NICA LEGITIMA
CEEVEJA DA B A VIERA
MARCA BANDEIRA
Nos armazens de Tasso Irmos & C.
AFLORIMEOUR
N. 24 A-Rua larga do Rosario-N. 24 jip
Sempre viva no camprimento de seas deveres, sada a sem innameros (regoe- j'
* zes pela entrada do novo anno de 1872, e de corseo deseja, a todos, bem boa aomma >
de cootos de ris, aflm de qne jamis esqrjecam o jardim das joias qae existe a ra C-"*?
larga do Rosario n. ti A, onde ecm moito poaro diDbeiro orgaaisam nm bonito ruma- ';"':
Ihete qne dho expargiodo perfume cao deixa com todo de ser de sabido va- (Smk
lor, e rcil vtzes preferido s flores vegetaes que perdendo o odor marchara ed,ap- j^K
parecem. Anno novas, nova ecotas; por|anlo respeitaveis leiteras visitai o estabeleci- \.^
ment que encontrareis orna variedade tal aue com certeza daris por bem empregado
o tempo precioso passsado oa FLOR DE OURO que
Em modici iade de presos sem igual
Liadas volitabas de curo a 8*000, lelas c< n> caixa de madreperola obra de
gosto para seubcra a lOatCOO, pares de brioco de phantasia a 8* e IOA000, meios ade-
remos a 46, rezelinba de diversos modellos a 5' e 6, e 8C00 o par. pulceirioha de
cori a 7AV atacadores de dito para creanca com bollinhas e diversos enfeites de curo a
a aOtiOOO, valiicbas de coral com cruz de caro a 5*000, brlnqoiohoa de ral a 3 o
4afOCO, figs. a ti, lindos anneis de benitas e boas pedras a 3j e if, ditos de pedras
finas a 6/000, crozes de diversos gostos a 3t, if e 3f, ditos de esmeralda, perclaa e
TBbiaa a |-2|, lia. e 16/OCO, cazoletas com iascrip^es e sem ellas a 5*, # e 8x,
lindas fivelinbas de prata para as modernas polceiras de fita a 1 j.
Aos apreciadores da moda
E' rnenle na Flor de Ooro qae se vende joias modernas por ponco dinbeiro
como sejam : gthroicOes com tres botdes para abertora 4, pares de ditos e de dif
ferentes gostos a 6*1, ditos a 3/, ditos de colerinhos a U500 o par ditos para pochos i
"i, eadeas mnito chiques a JO*, ditas a 6*800 a oitava. peuelnez de prat donrada '
a 4/, .4*100 e Si, medalbdes para eadetas a I3, meda has com le.ras a 84; Mm
de um graode sortimento de obras de bridantes, brioeos, bracetes, alfloetee, adere-
{os completos, meios ditos de pedras. finas e coral, medalbdes, vcltas e trancellios,
anneis com letras e de diversos modelos, ocalo?, peoclnet de onro, relogioa de oaro e
prata delirado e de afamados fabricantes, assim como grande sortimento de obras de
prata. do Porto, tanto para o servico domestico, como para igrejas, garantieses ser
lado lef.
A Flor de Oaro contina a estar aberto at as
8 horas da coate <




Diario de l'ernambuco Quinta eira 8 de Fevertire de 18**2
/

UTTERATMA,
lNSmTO ARCHEOLOGICO E GEOGRA
MICO PERNA MUCAMO.
DlSr.DRO PRONUNCIADO PKLO D. JOAO J )A-
QUIMStWCECA DE ALHUQUKHQUE, NA I.NAU
CURASAO DA COU'MNA NO l.l'AII AHHAIAI.
NOVO.
Senhores.Uma palavra de que raais se
tero abusado nesla ierra a palavra povi>,
para os despolas e inimigos da patria <
povo sembr urna faocio turbulenta ;
sua subera ia lanca-se o escarnen do de;;
rio, sua liberdade o estigma da oppreiio;
e o povo sempre o povo, o maior am g
da gloria, o cordeiro das iromolacoes po-
lticas ; estas maldicas que partera do
alto, 5o o fiucto da hypncresia c do cri-
te!
Aqoi que se julga o servilismo official;
oestas (estas caique a nbersnia a virtu-
de, a liberdide o heroisno. o povo
juiz, o rei subdito ; pernie Deus e a mi
nha patria a realeza est no coracSo ; o pri
rueiro e nico imperio da humanidade u
impexio da raz3o.
Na lotta homrica de 1630 1654 o p-v.
vo achou-se s ; pedio ao rei auxilio e o ro
trahi) patria negando ao povo dinheiro h
soltado ; ordenou obediencia e a
diencia melhor servio nntria; s livem >
um auxilio, a Providencia que, desif Ci-
Lral at no*, tem veliado sobre o destino
di Brazil; e ficai certos da que dois gigan-
tes esraagaro o Batavo audaz : o pwo e o
diicilo, e mais tarde, dis estrellas allnmia
rm no universo a nossa independencia : a
cruz e a liberdade.
S5o passados 226 annos !
Nestes retiros o povo deu a sua le.
Km 1646 quando esta provincia chorav
ao peso da heresia lutherana, o amor d
relii8o e di patria dsscreveu, em semi-
crculo, para os tyrannos o aperto do des
potiamo, e para nos a mvia-lua da liberd;;-
para Olinda, o ridltani^z sentio. nesse abra
co terrivel, o feu maior exterminio; e hoj;
'{uaodo o tempo nao tinba ainda vencido,
rom 0 esqueinvnto, as glorias do pasa id >,
o povo se rene neste mmonso capitolio
do i.eroismo, ajoelhado duas gran-les di-
\indades : a historia que nao mente, a op
nio que nao lisongeia I
Estamos sobr? as ruinas da fortaleza d
B-Jaa Jasas; quaulo rae orgulho de all r
deste lugar em qua a feliciJade da patn
estove sempre cima ae pueris vaidades :
l'Ste lugar em que a confianza saivou a
lio ra, a vida, a familia e a propriedade ;
;.>te lugar om que o civismo deu leis ;i
iramutalidad^ concedendo, aos encantos da
vi-.lu1e, a gloria de Cames !
Oh I grande esta festa !
Nao ha morte em passado para os gran
des de coracao, que s5o os grandes do
Cea ; a virtode o sol da patria; nSo ha
occaso para esse sol porque n5o la som-
bras nos sorriso- da Divin da Je.
Que es mulo para oexemplo, que exem-
plo para a posteridade !
Foi no da Io de Janeiro de 1646 qo3,
ao pesado som di artilharia deste forte, o
bollandez tremen de espanto e de surpre-
za; o haptisrao que esse dia consagren,
com o roysterio da CircumsicSo, a este fur
inidavel oalaarle, fez \r ao inimigo que
ot D;us era contra a usnrpac3>.
E foi!.., A crnz depoz a espida e sal-
\'i.u a nossa patria.
Foi neste ponto que m^is hat-u o coracao
pernatnbncano, daqui partiram todos os
planos e movimientos de defeza.
Que silencio reina hoja por estes luga-
res !... e baiatico fugitivo destss arvores
que parecem fallar, o canto vago e solita-
rio de algum passaro, o que se OBve
com saudade inesprimivel; tanta vida que
passoa I Que lempo !-...
Senhores. Esta columna urna lcmbran-
r.i e umjuizo; umi paga de conscienca
e de coracao. devores que a historia im-
poe e a opinio venera.
as sciencias como as artes o genio
um rostrado ; a perfeicio do gosto, na du-
pla natureza. eleva o genio c inmortaliza
as producoes; os loces em que se deram
(actos qoe honram a buraanidade sao tem
pos de virtude; cada lemhranca urna
ingina para a historia do futuro; nos
pregressos d'arte, as inspir?coes da scien-
cia qoe o passado a.ystifica-se no present"
o n os applansos da civilisaco ; o homem
vioga a saudade na resorreico dos tem
pos; subslitue o esqaecimento pela memo
ria fazendo da vida um dia que n3o tem
noute.
Esludar as ruinas deste forte estudar a
oossa cara patria ; ha neste trabalho urna
escolla de moralidades tradiciooaes; si
par dos annos, sobre a natureza physica, o
tempo torna-se cruel, o homem lleve cum-
plir o seu dever ; si para compensac5o des-
Si lei ioexoravel, qae tudo arrasla na soc-
cessSo da vida, a propria natureza rodeia a
morte das mais bellas iilases, brotando
flores sobre enlutaos, como qae ass'gna-
an lo em cada ruina urna saudad o ho-
mem deve detestar a morte; quanlo a
trra abre sette palmos ao nosso corpo in-
[.aromado, a tradicito abre tres mundos
immortalidade: a palavra, a imprensa e o
monumento; em mundo de presente e dois
mundos de futuro: cada monumento qoe se
ergue em memoria do passado como L-
zaro sahindo do sepulchro; a antiguidade
que se levanta palavra mysieriosa do ge-
nio, aos reclamos da granulo, ao impulso
generoso das artes, aos pedidos instantes
a historia.
A infancia dos povos escreve-se nos mo-
numentos da antiguidade ; cada monumen-
to un ensino; na destribuic3o das virtu*
.I is cvicas as multiplicarles perlencem
ao amor; somma total, tres unidades :
religio, patria e liberdade.
A historia do patriotismo urna arith-
metica poltica; as pro vas] sao infalliveis:
o mrito ao merit; o demerito que princi-
pia por um erro do coracSo, acaba pelo
eclipse da memoria. A tradicSo monu-
mental a ressurreifo da bumanidade.
A vassallagem da morte s domina os
cadveres; obsdece o corpo mas sobe-
rana a a.ma; qaando se resolvem mysterios
a mentira capitula na verdade ; beira do
sepulcro as terronas illuses pass3o como
navens; a elegia o ultimo adeos do pre-
sente, a cruz a sentinella da etemidade;
nio ha impossiveis para a f, como nao ha
contradicho nos segredos da Providencia, o
flm principio ; morrer nascer; a trra
abraca o corpo, o infinito a alma; esta se-
parac5o ama viagem necessaria; da som-
bra luz, o espirito despese do involucro!
si passa deste mando deixindo por fianza
I do Jever, bene3cios que a ctridada recoft
pinsa^e a grado nao esquece feliz..., a
'hnmanidada esta ao p da sepultura como
Deas est na consciencia. E depois: corre
'o mais. Dor conta do Co e di historia ; 6
; o paganismo ma-
christianismo im-
por
assim que n3o se morre
terialisuu o espirito ; o
mortalisou a morte.
Harmona suprema^! Um principio salva
nutro principio. Absurdo nenham. A ira-
piedade que tem contra si os absurdos ;
v so tmulo o termo da existencia huma-
na, quando o t mulo o recif) de um no-
vo mundo deseoberlo por si mesmo.
Ei3 a conta qua voi aprsenla o Instil-
lo Archeo'ogico e Ge^graphico Pernambu-
cano, somando os felos com a imparciali-
dale do diver e om aauthnticidale topo-
graphici; l.uiino herJeiro dos tempo-!
palriarcbes, laocao nme da posuridada
no catalogo dos elevadores da patria.
Sob estas ruinas|esconde- e um capital de
sangue e de virtudes que s a gratidSo eo
exemplo podem pagar; esta columna pos
to que simples e modesta vale pelo juro
de mais de dous seculos t
Ja muito para o pouco que code o Ins-
tituto ; e como nunca vem tarda o reco-
nhecimsoto comlemplemos neste mnnomen-
to a subcrania do pooo e a liberdade da pa
liia. Q'ieni passar por qii descubra-se ;
" sao santos estes lugares; si considerar-
utos qiid daqui d. u leu a inspirarlo, este
forte iuibolisa ruinas ; de um Sinai; si
iltendermos a que m-iitos a^ai desfallece-
ram em def sa da pa ria, estas ruinas es-
crevem a historia de um Calvario.
DISCURSO DO ORADOR DA SOCIEDADE DOS IIEN-
IWOt'ES, NA INALUURACO DA COLUMNA NO
ARHAIAL NOVO DO B JM K30S.
Sdoborea do Insiitat-. Archeologico e Geo-
grapbico Pernambucano. a commisso da
^uciodade dos (ieanques, nao poda deixar
de acompanbar-vos nesta solemne (esta. Os
descendentes de Haoriqnes D as, dispostos
como esto em promover e animar os dig-
nos esfo.ciis do Instituto no pagamento de
uma divida lio sagradii que devemos a pa-
tria, vem neste arVaial de recordages hon
rosa para nos todos, conraiUlar-:e eomvos-
co. Nao vos enfadis, senborcs, com os pe-
qaeuos vultos que esto a vossa vista.
Pequemos como somos, sentimos em nos-
sos curaedes o orgullio de sermos brasilei-
ro, de sermos Pcrnaaibucanos; e o patrio-
tismo qua accendeu o coracao do nosso h-
roe a queco tomamos por no/ma em suas
vii tdes, far com qua vos acompanhemos
sernpre na cominemoraco dos grandes fei-
tos dos tieres di nossa historia : Hlgreiros,
Vieira, Camaroe Ilenrique Dias.
Aln estilo os montes ue Tabocas, Casa
Forte e Guararapes, e oatros muitos luga-
res que o proclamam.
Ilenrique Dias qae setornou o terror dos
HoiUndezes, pisando por estes campos onde
ora esl.uioi; com o seu mgico baslo fa-
zia fugir espavorido o inimigo, atirando o
no mcio delles para que os seus soldados
a quem cuamava (ilhos, o fossera resgaiar.
Era ui.i a-tuto meio de reaniuial-o, e qoe
nunca falhju, porque sempre sabia victo-
rioso.
Senuores do Instituto. Compre uo mo
lomar .-.eijfadonno, nao vos devo roubar
mais tempo.
Em nomeda sociedade do3 Heuriquas, eu,
como homiide orgo da commisso aqu
presente, vos sa lo. A sociedade vos agra-
dece a alta consideraba j %m que a tendes ;
e em seu notte eu vos asseguro que ella
fara sempre por continuar a merece-la. Te-
nbo dito.
Campo do Arraial Novo, 8 de Janeiro de
187.
O orador,
Gregorio Saziazeno Baptista Duavte.
A ALMA DO OUTfiO MUNDO.
CONT DO NORTE.
(Continuado)
Pedi uma vez tia noticus da ailhada.
Interessa te muito, palo que vejo I
disse n mdionaria deixaii io scintillar no
sorriso a cauda serpentina da malicia.
Adriano pertirbou-se um pouco.
Interessa-me de cerlo. E' uma me-
nina graciosa na exlenso da palavra.
Sim ? S por isso
Ora, minha tia Que pergnnta !
Nada mais natural, meu caro Voc3
sao poetas e os poetas nao perdem tem-
po em explorarles...
Termine a phrase I
ScientiQcas. Tu ainda s poeta, pa-
rece me I Li bontem no Diario ans versos
assignados por leu nome. E diga se logo :
que de uma paixo !
Adriano sacriGcou se ao gracejo, mane-
jando entre os dedos impacientes o castSo
de sui flixivel bengala.
A milionaria nao dava treguas nem quar-
(el ao inimigo.
E' um anjo a Rosinha, comecou ella
cravando os olhos em Adriano. Ss eu p-
dese arrancal-a do seu maldito Jord3o !
.. Faca isso, minha tia, exclamou Adria-
no sem poder suffocar um impeto de pra-
zer.
Bravo, sim senbor, muito bem I Es-
tou vendo que a matutinha encheu-lbe o
olho, heii ?
NSo torca os meus sentimentos, minha
tiasinha. E' a coasa mais natural do man-
do sympathisar se com aquella creatura
tmida e deslumbrante como o raio do
sol I
Poeta Poeta I
E cabe senhora grande parte nos
successos que sua afi hada adquiri doran-
te a noito I S estas mgicas m3os, minha
tia, transformarais a flor agreste em pere-
grina rosa 1
Com qae trabalho, Adriano I aGudio a
milionaria banhando-se nos xtasis da saa
vaidade salisfeita. N3o imaginas sequer a
Iota que tenho travado com o Paz t E' am
bomem de bons instinctos, mas estupido
como um abacachi 1 Adora a filha como o
negro Olhelo adorava a pobre Desdemoaa.
Amor furioso, ebeio de ciomes e de coleras
borriveis A menina um seraphim do
Senbor I Aqnillo dobra se a lado, para
tudo tem um sorriso e ama alegra. Sup-
porta os sentios do pai sem se queixar nem
revelar no rosto o menor signal de tris-
teza i
O tal Paz um monstro, pouco mais
oa menos ?
E' am ex jaisitSo apenas. Cria aquel-
la Giba como o hortelao cria a couve man-
teiga; o qae elle deseja cima de todo
que nao transformem o sea lgame em
souessenculmeute nervosa, com as extra-
vagancias desse .lorpa I
=Infdliz menioa! Tio delicada! Tio
digna de ser admirada pelo grande man-
do !
E nota orna coasa, mea sobrinho,
Rosinha tem ama inteligencia prod giosa e
om espirito raro I
Infeliz meoioa I
S ibes o que de ves fazer em vez de
estares hi a lastimar a sorte de minha
atildada como um novo Jeremas ? Acom-
panbar-me ao Jordao t
Prompto, miuba tia I exclamoo Adria-
no immediatameote.
Deixa-me primeiro sondar o terreno,
meu caro. Pelo menos livrar-te da alga
ma carga de chambo com qoe pretenda-te
mimosear o homem I
Que ideal volveu Adriano Caminal,
desprendeudo umi estrepitosa gargalbada.
No dia em que a milliooaria apresentou-
se no Jordao, em compaobia de Adrianoj
a menina havialido e retido s phrases apai-
xonadas daquella carta, que nao merecer
resposta. Rosinha dando com es olhos no
moco, fez-se vermelha como uma papoola
e em seguida de uma palidez sepulcbral.
Adriano apertou-lhea m3o fria e teve im-
placaveis desejos de cobril-a de beijos, a
essa mo avelludadi como a ptala das bo-
nillas!
NSo me foi possivel resistir por mais
tempo disse a millionaria mostrando o so-
brinho ; creio qoe se elle c n3o vessj hoje
sacramentava-se amanha.
Cbegou a vez de Adriano envo!ver-se na
nuvem do rubor, qu4, apesar do bigode,
ia-lln a pintar.
Risinha rio-se entregando o rosto as ca-
ricias de sua madrina i.
Eram S horas da tarde ; o dia mergnlha-
va-seno occidente, e as tmidas auras do
crepsculo sopravaai, hmidas de perfu-
mes. Alriano eRosiab mil se vum ; evi-
ta v.im-se. como doui oiaplices abarra do
tribuna'.
A millionarii faz as despezas da conver-
sado : fallo i de b\di, toilletes, poesa,
versis, modista e processos mysterios js,
Pela jlidia aberta viamse adejar bandos
e bandos da andoriuhas; as mangabeiras
suspiravam cora o vento, e o cannavial mo-
va ao ionge its seus pennachos fineta-
antes.
Quando Jos Paz cbegou, esleve a ponto
de desmaiar, descobriudo um extraoho em
sua casa, ora extranho! um mofo de bigo
de luzidio e attituda pretenciosa I
A millionaria incumb o-se da apresenta
cao.
O matulo abaixou acbela, t^nto por de-
licadeza como por impotencia ; tamoem o
elepbante supporta o selim e o boi a canga,
sem exbaUrem nm gemido.
Adriano Carvalbal conseguio .ter espirito,
apezar de sollrer as tortoras do suppcialo
junto ao corpo fatal.
A espera do trem, vieram todos para a
estrada qoasi deserta. Pouco distante ha-
via uma tasca coberta de sap e uma grande
cerca onde pousavam os ans despreodendo
ons pos prolongados e tristes.
No co azul cruzavam-sa as aves que
fugiam da noote.
Adriano cravoa os olhos em Rosinha ;
Rosinha por acaso olnou-o, e deixoa-se ir
niquelle embriagante xtasi, iacomprehen
sivel para a saa alma ignorante e pura.
Jos Paz n3o arredava a vista dos doas.
Mas o matulo esquecia- falla mais alto ao silencio
Os olhos s3a os labios
ama.
Jos Paz nao dormio a noute inteira lem
brando-se da nova visita. Despertou rub'o
e terrivel como o symbolo da vinganca.
Rosinha at romper o dia pensou em
Adriano, e quando beijoa a m3o do pai, ao
ergoer -se da cama, eslava bella e sombra
como a estatua do amor.
A millionaria, durante
tara ao sobrinho :
Gostaste ?
Maito.
E voltars ?
Nunca f
Oh I
NSo se admire, minha tia. A felici-
dade um abysoo de diamantes que afoga
quem mergulhi nelle t
A millionaria admirou se da resposta.
Adriano nSo deu por isso ; segua, atravez
da \ draga do wagn, as rbidas naves do
vap >r qae obscureciam o ar.
Doos dias depois, o criado da ricassa foi
ao Jordlo com um recado da senhora.
A neote, Adriano Carvalbal esleve em
casa da tia, jovial, bulhento, espirituoso,
insopportavel.
Nanea te vi assim I observoa-lhe a
millionaria.
Qoe quer, miaba tia, a alma humana
uma charada que ningnem comprebende t
Faco idea I Teas olhos esto te
atraigoaado, meu Gibo 1
O mysterio era de facilima Adriano Carvalbal recebera do Jordao um
bilbete, hmido de perfumes e talvez de la
grimas, qussi roto, dobrado, torc'.do, amar-
rotado, conten do esta nica palavra : Sim.
VII
Havia festa no Jordao. Era domingo.
O dia amanbecera risonho, azul, resplan-
decen te e tentador como as pri me i ras alvo-
radas do paraso perdido. As jandaias em
grupos compactos voavam sobre a estrada
e raettiara-se pelas maltas susurrantes des-
preodendo gritos de felicidade e de alegra I
O sol dardejava raios de fogo e as patativas
entre os ramos ebeirosos do cajueiro, des-
Savam o sen rosario de melodas fugazos e
perolas crysUltinas 1
O domingo em todas as aldeas do mando
o dia por excelencia, o grande dia, o dia
da roupa nova e das gargalbadas expansi-
vas Os braco?, habituados ao roda traba
Ibo, descansam em redor da franzina cinto
ra de um filhinbo que sorri, e em qnanto
o Uvrador desenrola ao companheiro o rol
das suas mximas -esperances com o rosto
alegre e os olhos cheios de saude e de f,
as raparigas, de vestidinho enfeitado, es-
piara o jan ota da aldea que passa orgolhoso
sombra de om chapeo cor de craza, o
chapeo dos domingos, o chapeo fallado 1 oo
escutam, embebidas em suave arroobo, a
melaucolica toada da viola qae parece des-
fazer se no ar em ros de lagn.aas I
Santo dia do domingo 1 O roceiro adra-
le como a elegante a noute do baile e o po-
ltico a desojada hora das eleig5es I Em
cada mamario das las brisas, oh t mimo
da primavera I em cada orna das toas bri-
sas ondula a sota celeste de umacancSo
de que o amor
do que oo ruido,
da creatura que
a viagem pjrgun*
flor deliciosa. Cada vez que Rosinha vem I djesconhecida, e o sol qae te annoncia, en
ao Recife entra-llie om espinho no cora&So. eontra sempre abertos, para recebel-o, ol
Ora v l cowo "tnbo soffrdo, ea qae I cauce palpitante das Adres, os labios verme-1' Ame:
Iho* da infancia e o coracao enternecido dos
pobres!
Quasi a beira do rio estavam ot habitan-
tes do lugar empenbados em levantar um
alpendre, largo, coberto de folhas eccas,
6 sustentado por amas enormes estacas ador-
nadas de foioas ramas frescas! As pi-
Iheriaa, as farcolas, as gracas tro:avam-se
vivamente entre os trabalhadores fo'gzoas
com ama prodigalidade espantosa. Que
seria aqnillo ? Alta oovidade I alta novida-
de no Jofd3o O Pedro Camoraia tirata
em um quarto da lotera a sorte grande I
Nada mais, n^m ra nos do qae am coat c
a3o sei qaantos mil ris i
O Pedro Cambra'n era um sugeito de
quarenta e doas annos, baixinho, neiio, lu-
zidio como uma moeda de cobre novo I Nu
era nem feio nem bonito, e:gracado nem
tolo; mas possuia uns olhos esverdeados
de falseantes malicias e dansava o samba
com tal melhodo e brilbanlismo, qae la/.ia
dizer aos companbeiros:
O cambraia, esse antes da nascer, j
sabia o passo do caranguejo (O c rangue-
jo urna das variantes mais distinctas do
samba do Norte.)
Veio Ihe o appellido de Cambraia por um
facto excntrico que se deu em sua vida,
Pedro ioncalo, que assim se chama va o
s.imbista, em se lhe deven lo alguma cousa
torna va se ama legitima praga em couro e
cabello! Atormentava o deved^r, perse-
guia-o, ctiinclnava-o, alordoava-o e ebegava
at a pro-oca I-o s vezes. Como ailesiado
de seu carcter bulbenio, a ponta de uma
faca inimiga deixara-lbe no meio do rosto
um valeule taibo, que se irausfurmaia um
eterna cicatriz. Havia um umeo meio de se
nao brigar com o Cambraia : era nao lbe
dever nada.
Mua Escolstica, ama doazellona do lu-
gar, pedira-lne emprestada certa quaOiia
para comprar Das ui3os de um mscale
aventureirj um co.te de cambraia. Dizia
a p bre da rapaiiga que aquella fazenda ba
va de servir-lbe no dia do uoivado. Pedro
(oai;alo empresiou o dinbeiro com pequeo
praso e...., sem juros! Mas desse mo-
mento por diante, a socegada Escolstica
ficou bypothecada. ai insaciavel credor.
Cansado de espei\ r, Pedro dil igio se sem
mais cerimonia rapariga. Mara Escolas-
tica tremen qaando poz os olhos na cara de
Cambraia. A cicatriz, rubra e coruscante,
salta va-1 be flor do rosto. Era esse o pre-
nuncio da tempestada immiuente !
Maria Escolstica, voc paga ou n5o
paga o cobre ?
Ouve c, Pedro.
J ba um mez e 18 dias qae me an-
das prometiendo, e nada, minba dona Lio
uo tem cabimento. Voc me conbece !
voc sabe quem eu sou Maria Escolas-
tica !
Pedro Cambraia estalou com a ogua e ar-
queo u o braco, firmando os dedos u cin-
tura.
Mas, se eo nSo tenho dinbeiro fi.bo de
Dus!
Porqoepedio emprstalo, entSo? E'
botar j para aqui os cobrinbos, miohi ta-
fnlona, que eu.boje nao estou oo.n !
A Mara Escolstica va-se em apuros,
e, por mais tratos que desse ao jaizo, n3c
acbava meio da desenvencilbar-se da leia,
Pedro Goncalo repetio tres ou qaatro
phrases mais, carrancudo e mastigando as
palavras surtamente.
Ah ( n3o me pagas ? Nao me pagas ?
Pois passe-me o cort de cambraia!
Que !
D c a cambraia, Maria Escolstica !
Viu maodir fazer roupa para mim !
Voc anda-mal da bola !
Da c a cambraia, mulber 1
A rapariga, ateraorisada por um gesto
furibundo do implacavel credor, entregou-
lhe a fazeada que compunba as delicias de
ama velha caixa de piuho.
No primeiro dia de festa Pedro Goncilo
appareceu porta de casa, com um largo
chambre de cambraia, atraves do q.ial viam-
se-lhe os suspensorios flammejantes como
dous raios cruzados 1
Os habitantes do logarejo, previnidos por
Mara Escolstica, receberam o vestuario
original do sambista com uma homrica ri-
sada e umi palmara digna da claqua do
mais turbulento tbeatro.
Desse dia em diante Pedro Gonzalo ficou
sendo Pedro Cambraia para os amigos e
desconhecidos, O appellido agarrou-se-lne
pelle como uma nova tnica de Nessus.
.\ '8 2 horas da larde deu-se por promp-
to o alpendre, subindo ao ar uma ruilosa
gyrandola no meio ds g.itos, ovacoes e
vivas entbusiasticos, O Pedro Cambraia
nao eslava em si de contente ; esfregava
as m3os, esfregava os ps, esfregava o na -
riz com crescentes signaos de incomparavel
prazer.
Jos Paz approximou-je ao grupo.
Oh I l, Sr. Paz! veja se falta logo
com a Rosinha I bradou o Cambraia.
Nem pensar nisso bom. Rosinha
diz que est um bocadinbo mcommodada,
mas vem para a festa!
Varias vozes interpellaram o amphytrio:
Voc n3o deve se esquecer da gente
dos Duros, Cambraia Se a Rosalina vies-
se, o negocio cheirava melhor !
Ha de vir; porque n3o ? Daqui a
pouco von convidar o Cosme RibeirSo.
Da Boa Viagem, qu9m vem ?
O Teto...
Viva I Ferve o samba hoje !
O Eustaquio, o Leopoldo, a Rita dos
Prazerei.
E a Justina miodinba ?
Diabo 1 ea n3o posso me partir em
joco pedacos! Quera quer ir em um pulo
aos Prazeres chamar o Manoel do O' ?
-r- Eu von, s Camtraia I
Assim, rapaz ; sorve para alguma
MbM.
*~ A Fortuna disse qae n3o faltava!
Chegava azafimado oesle momento o
Chico valenle.
O bomem do violSo j est fallado,
s Pedro I disse elle sacudiodo a cabera
donde jorrava o suor em bicas. As duas
guitarras tambem veem ; eu c por mim j
afinei as cordas e comprei oatras oo Ramos
dos Duros I FlaaU, oicles t
N3o faz mal. Em havendo guitarras,
violSo, maracas e botijas. O Olho do Neo
toca botija I
O pequeo alluiido conchegouse ao ban-
do, lazindo de felicidade. Um fogaete es-
qaecido sabio aos ares, estrondando mages-
tosa mente.
Viva o Pedro Cambraia !
Viva o Pedro Cambraia!
Viva, minha gente, e viva Nosso Se-
nbor Jasas Chnsto tambem, que n3o se es-
quece dos pobres. ,
Rosinha, sentada na humilde cama, onde
noite io'-ocava debalde as sombras pro
lectoras do somno, deixava-se ir na torren
te impetuos i dos s os desejos, das suas
lembrancas e das suas rrg-ns aspiraces,
como um passaro que abandona corren-
teza da agua as pennas, ama por ama. A
imagem de Adriano erguia-se adiaote delta
e abra-lbe os bracos apaixonados; as ulti-
mas palavras delie soavam-lbe ainda aos
oovidOs como 03 cebos' de uma musici ter-
riv.l e meiga.
Eslava jogada a principal carta de'sua
vidi! E la araava, a pobre rapariga I amava
com todos os delirios, com todos os sonaos
e todas as illusoas de sua alma deslum-
brada I
O raido da bomba e os gritos festivos
em honra a Pedro Cambraia despertar uu-na
de sbito e a coadoziram porta de casa,
los Paz, de volta, dirigio-se-lbe com enor-
me sorriso na bocea escancarada.
O Cambraia nao quer razes, nem raeias
razes. Ta has de ir noute !
Mas meu paisioho.. ..
Est lima fasta arrojad) que faz gosto.
Gente umita, e o Teto vem para o samba.
Ora, o uambrai Sampre acontejera cousas
que fazcm pasmar um bomem Quera lhe
dira a elle, que havia de (irar a sort- ?
Nao essa a felicida Je! murmurou
Rosinha, como se repetisso as palavras de
uma voz intima e mysteriosa.
Oviara-se repicarem vibrantes os sinos
da eapella dos Prazeres.
Sabes que ba hoje um casamento nos
Prazeres ?
Ah !
A filba do Candido ferrator com o
Jos grande. Aqnela na de ser sempre
umi pequea de boa caheca. O pai quiz
o cisamento e ella zas ( Nao disse uem que
sim, nem que nao I
Os olhos de Rosinhi seguiram doceoien-
te o vo dos coleiros, que se beijavam en-
tre as iouras espigas de milho, aira v j da
cerca.
Os repiques succediam se sem tregoas, e
com uma energia miraculosa, da parte do
sacbristao.
A filha de Candido nunca pz p no
Recife, grabas a Deus! coutinuou Jis Paz,
mirando de esguclba a filba. O pai delli
teve jaizo, fazendo Nossa Senhora madrinhi
da mofa Por isso que ella ha de ser
sempre abencoada pelo co!
Rosinha ergueu os olhos hmidos e sor-
rio cora a mesma dr, com qoe os outros
costumam chorar.
O ra tuto arependeu sa e prendendo en-
tre as suas a mo alva da menina:
Estas tristezas todas ho de acabar
um dia ; n3o h3o de, minha filha ? Eu, pa-
lavra de honra, dava metade da perna di-
reita s para nao te ver mais aborrecida
como andas!
E' meu genio!
NSo leu genio, n3o! foi aquella mal-
dita !...
E Jos Paz fechou a bocea com a mo e
suffocando o resto da pbrase imprudente.
Sabes, proseguio elle, qual o meio
de te fazer alegre ?
Rosinha olbou-o serena e terna.
E' seguiros o caminho da filha do
Candido. Ainda bootetn me disseram, que
as meninas tristes em solteira modam logo
quando se casam.
A afi hada da millionaria ergueu quasi
imperceptivelmente os hombros.
Jos Paz deu largas ao seu honesto pen-
sameuto :
Eu c por mim n3o era capaz de ir
contra os teus gosos. Um rapaz trabatba
dor, honrado e bom que le pedisse.
Deixe se disso, meu paisinbo.
Era melbor, acuc'io Jos Paz, ferindo
inlencionalmente as palavras, do que esses
pelin'ras da cidade que procurara as mocas
pobres para deshonra las e atirar com eltas
depois na estrada orno um cachorro mort)!
Rosinha cobrio-se de uma lividez mor-
tual ia e apoiou-se, para nao cabir, ao peito-
ril dajanella.
As 7 horas da noute estava o alpendra
ornado de lantemas de papel mnlicores e
ebei; de povo : velos, velhas, rapazes, ra-
parigas e meninos.de toda a idadee feitio.
Atinavam-se as guitarras, afinavam-se os
violos, as vi Jas, as vozes e os pandeiros.
Quatro ou cinco pequeos de botija em pu-
abo e facca erguida esperavam o signal para
acompanharem o fado.
O samba do Norte ama cousa digna de
se ver. As toadas das cratigis em desafio
prendem a alma e provocara os sentidos.
Ha certa poasia selvagem naque-lias dansas
caracterislica entrecortadas de modas e tro-
vas, que revela exbuberantemnte o mun-
do de sentimento da alma rude e ingenua
do povo I
Miuba gente, veohara ver
Minha prima o que me fe'. ;
Trazia dous engaados
Comigo faziam tres.
A pombinba vai voando
Com pennas que Deus lbe deu ;
Contando penna por penna,
Mas pennas padeco eu.
E l vem de vez em quando uma quadra
metter-se na harmona geral como Plalos
no credo :
Planlei o roxo n'agua
O encarnado na areia,
O amor que nao firme
Com qualquer coosa vareia.
Pedro Cambraia repartia-se pelos convi-
dados com uma verdadeira elegancia grot-
tesca. Era para este um copinbo de agua
ardeote, para aquella um gole de zurrapa,
para aqu um aperto de mo. um abraco
para acola etc., ele, etc.
Teto l Teto gritara m varias vozes
enternecidas com a tintura da canna nacio-
nal.
Ferva o samba, minha gente Entra
na roda, Teto !
Tertulliano oa Teto era um rapaz magro,
amorenado, como por i diziam, de olhos
vivos e cintura delgada. Morava em Olio-
da ; mas na redondeza de quarenta leguas
nio se comecava um samba sem elle che-
gar. Dansava como um coriseo e pulava
como uma cobra.
Corta jaca, Teto !
O passo da thesoura 1 O passo da
thesonra /
O cirangueijo.
Teto entrn e lancou ao c'jo com uma
agilidade graciosa o cbapellinho de palba.
Estava em mangas de camisa e trazia uma
grvala de seda vermelha, que ondulava-ihe
ao pescoco, como a bandeira ingleza no
mastro grande de uma fragata I As gui-
tarras generara ; as faccas alacaram as bo-
tijas, os violos e aa violas uniram-aa-af
ruidoso concert com as toas bogas e plan-
gentes notas :
Batam bem nessa viola,
Deixem as cordas qoebrar,
Qae eo qaero espalbar laudadas,
Quero penas espalbar I
Canta Justina miudinba I
A Justina fez am amao, e am tenor do
mimo cartello, um tal Leopoldo, offerec-ju
o concurso de saa voz empreza lyrici:
Meo bem, nao fujas de mim.
Repara bem que sou ea ;
Eu sou aquello amorsiobo
Por quem voc ji morreo.
Justina Justina miudinba I
Uma fresca voz de mulber respondeu ao
Leopoldo :
Meu coracao fechado
Como a flor da mangabeira,
Niogaem conbece os segredos
Desta flor, desta trigoeirs.
A parelha I A parelha, gente boa !
Foi muu-se a parelha em um abrir e fe-
char de olhos:
Quem perdeu o innel
Do dedo miadinbo,
Passe a mo pelo chao
Bain agacnadinbo
Minba parelha boa
L se vai !
Fecha o tempo, gente,
Deixa, vai!
Jos Paz perder da vista a filha oa con-
fusao do povo.
Os curios s cercavam o alpendre de mo-
do a tornar impossivel qualqaer movimeolo
alera da dansa para a qual se formara om
circulo especial.
Rosin'ia abra em vio a alma aquella ond t
de ii'iu j.ohs selvageu;, em que se emba!-
laram felizes a seus prima-iros aoous. Nata
a atlrahia j aos c >stumes de saa ierra e la
lem'.ranc.is do seu innocente pastado I
Os instrumentos calaram-se por algoos
instantes. Podro Cambraia bateu palmas e
alirou so na roda sapateando como um pos-
sesso.
Bravo o Pedro I
Viva Pedro Cambraia !
As gritaras, as botijas, os violdes, es
maracas e as v olas coraec;arm de novo
com a a ardor estopen lo. Empenbou-s-
a dansa em todas as (iliieiras; algumis rapa-
rigas g -niis e formosas, convidadas argot-
tmeme pelo ampbytriio, movern o Ulbe
o amiudaram os passinhos como as jurolys
na gramma orvalbada domalto.
A noute estava tranquilla, estrellada
cheirosa que era um regalo. A loa derra-
ma va sol >re os valles e sobre os campos >
vasto lene I, hmido e transparente.
Os vagalumes abriam a auna doce es-
curiJ i, e o vento bolia na copa frondosa
das mangueiras, de cujas folbas corvas po-
gava, baga a baga, o consolador orvalbo da
noute!
Pooco distante do alpendre, sombra di
uma enorme aroeira, conversavam doas
creaturas : uma mulber e um ho.nem, com >
criminosos que evitara a preseoca da al -
guem.
A voz do homem dizia trmula e apai-
xonada : *
E que me importa a mim, santa de
mea corceo, qae me importa o mondo, a
vi la, o futuro longe de li I
Esie amor ba de perder-me suspi-
ra va ella
Este amor o singue do mea carpo
e a luz do meu espirito. Olba para mim :
assim. Como tu s baila. Deas do co '
Parece que ea vejo aos teus olbos lazir a
minha esperanca, tentidora e pira !
Vai-le, vai-te I Podem oqv.-ooj *
encontraram te aqui!
NSo ; ninguem me ouve, ning lem m
v, ninguem nos sorprender.
Cantava uma voz no samba :
Como correm sobre as aguas
As pennas do bemtivi,
Minbas Loras correodo,
Moiena, por'mor de ti.
Este amor que me atormenta
Este amor que me consola,
eixa canta lo, meu bem,
as cordas desta viola.
as cordas desta viola
Hei de meu peito ferir,
Qaando ta ja nao me amares
Posso deixar de existir.
Deus me casiigou no dia em qae co-
mecei a te amar. O qoe ser de mim ? O
qoe ser de mim, Virgem Sanlissim, se ta
me abandonares!
a 1 n3o falles assim, mea doce ama;
o co te castiga se o repetiros, pirque
uma blasphemia o que ests dizeodo I Ea
nunca deixarei de te amar, e at, quera sa-
be, se o deslino me fara morrer a teas ps1
Pelo amor de Deas, calla-te.
Este amor que me atormenta,
Este amor qae me consola,
Deixa caita-,o, mea bem,
as cordas desta viola.
A mais segura moulaoba,
Pode o tempo derribar,
Mas tea oome no mea peito
N3o capaz de apagar.
Nanea fars isso I murmurou a voz,
supplicanie e tmida.
Porque? Encontras oo mondo sacrificio
maior que o leo amor ?
Mas orna traifJro I Um crine con-
tra meu pai. contra minha vida e contra
Deus 1
E poderei supportar a ausencia por
tanto tempo ? Ab t mal comprehen es os
desesperos da minba saudade e os martyrw*
do meu amor 1
Vem gente I articolou ella, puchan-
do o vivamente para a sombra.
Nao era ninguem; fora o raido cansado
pelas azas de om bacuro medroi
regara, na passagem, os galhos da i
Elle proseguio dando 4 vos as modola-
ces chorosas de uma sopplica oa
prece:
( Continuar-te-ka.)
OODiABlO-ttu, DQ UUQOS U* t Ai*
-

LJHSM


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