Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12575


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Full Text

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V
ANNO XLVIII. NUMERO 26

rABA ? CAPITA1 S LU6AU OIBS AO SI PASA MTI.
Por treg hmxm adiaUdo ................. 4000
Por se* ditos idea ... .'%..... 43,0000
Por om uno idai................... JidOOO
J%A%
VUlsO .

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. .

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QUINTA FEIM I OE FEVEflEIRO DE 1812.
MA DIITIO I FOBA DA PUQTCICIA.

Por trw meaos batato* .
P6r fe!i dftot Mwu.....
Por nove ditos ideen.....
Por. o m uno i dan .
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17100-J


Propriedade de Manoel Fguert de Faria & Filhos.
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O Sr*. Gerard Antonio AIvm & Filhos, no Par ; Gongalves & Pinto, no Maralo ; Joaqoim Jos de Otveira Filho, no Cear ; Antoai de Leaos Braga, no Aracatj ; Jlo Mara Julio Chaves, no Ass ; Antonio Margos da Suva, no Natal; Jos Jostiot
Pereira d'Almoida, em Mamanguape; Augusto Gomes da Silva, na Parahyba ; Antonio Jos Gomes, na Villa da Penha; Belarmino doa Santos Baldo, em Santo Antio; Domingos Jos da Costa Braga,
em Nazareth ; Antonio Ferreira de Agniar, em Goyanna; Francino Tavares da Costa, em Alagoas ; pr. Jos Martins Alvos, na Babia; e Leite, Cerqninbo & C.J no Rio de Janeiro.
PARTE OFFICIAL.
CioTerao da provincia.
KCTfiiMEXTK DO DA 18 DK JANK1UO DK 1872.
AUS :
- O pte-sideote a provincia, attendeodo ao que
requeren o capito agregado ao 2. balalho de
reserva do municipio do Hecife, Jos Francisco de
Salle?, e ao exposto pelo respectivo comraaodaote
superior, em ofllcio de 13 do correte, resol ve que
a loe de a guia de que trata o artigo 45 do de-
creto a. 1130 de 12 de margo de 1833, para o ba-
Uo de reserva do municipio da cidade da VIS*
loria.Cummunicou-ie aos respectivos comman-
daetas superiores.
O presideoie da provincia, atiendealo ao que
requereu Jos Aogu.-to de Aranjo, contratante dos
reparos da ponte do Anjo, resolve de cooformida
de com a informacio do chele da repartico das
obras publicas, de 29 d-> dezembro ultimo, sob n.
A10, conceder he mais 30 dias de prorogacaj p.ra
a eouclusao de taes reparo-, a contar da dala em
qaa se Qudou o prazo para isso marulo. Esta
jen apresentada as estafes competentes para
ter a devida exeeucio.
Oficios :
Ao Exm. presidente da Babia, pediudo iufor-
: i; "i y acerca do soldado do 9.* batalhio de tufan
tarn, Manuel 11 im > da Cruz, que, lendo embar
codo como guarda nacional do balalho n. to de
intimara da freguezia de Saola Aaoa de Cat.
para a guerra do Paraguay, acba-se como praca
do balalho a que pertence.
Ao Exm. presidente da provincia do M ira-
nhio, acerca do soldado do 9.* batalbao de iofao-
Ur desla provincia, lUymando Ricardo de Aze-
vedo.
Ao Exm. presidente das Alagoas, acerca do
soldado do 9.* balalho de ofaotaria desla provin-
cia, Mareos Jos de Sania Anua.
Ao inspector da thesouraria da fazeoda, cora-
:. ji cando para os ftns convenienies, ter a 28 do
ti j- prximo Ando, eotrado em exercicio da vara
i; d.reito da comarca de Goyanna, por acuar-se
no ,'-' de liceoga o respectivo proprietario, o sea
absiitato bacbarel Joaquim Cordeiro Coelbo Cin-
tra.
Ao mesmo, commuaicando lar entrado a 13 do
orreote no exercicio de engenheiro fiscal interine
da estrada de ferro do Recite a S. Francisco, o en-
genhsiro Filippe de Kigueir i Faria, nomeado por
acto da presidencia da mesma data. Cimmuni-
, ene*se ao repectiv!i engeobeiro.
Ao mesmo, mandando pagar a Jerooymo Pe-
reira Mariz on a Evaristo Mea les da Cunba Aze-
y/tia o* vencimenios da fatua e pret juntos, do
JUcaruentj di guarda nacional di villa doBre-
- o, relativos ao mez de dezembro ultimo.Comrau-
uieou se ao respectivo commandanto superior.
Ao inspector da tbesourarja provincial, re-
meneado copia do contrato celebrado perante a
pre-ilencia eredozido a t-rmo nessa thesouraria
coa o bacnarel Beuto Jos da Costa para o pro-
loagimeoto, at acidada da Victoria, da estrada
de Ferro dasta capital para Jaboatio.
a Por essa thesoaraha mandou-so effectaar os
segaintes pagamentos:
A' Jos Ignacio de Avila, arrematante da obra
do paco da assembla provincial a quarta presta-
co de seu contrato na importancia de..........
ii :3-i*332, deduziDdo-se della os 10 por cento de
iiie (rata o art. 9a do regnlamenio da reparti(ao
das obras publicas.
A' Francisco Lias Wanderley, arrematante dos
reparos das pontes e aterros da ra Bella na eida
da do Rio Formoso, a quantia de 800*000 que del-
xoa-se de pagar por nao estar conenido o empe-
dramoato que era obrigado a fazer nos aterros
contiguos aos maros das referidas pontes, que
agora se acha prompto.
Ae Dr. caefe de polica, recommendando a
-.\pedicio de suas ordeos, para que continen) a
permanecer na casa de deien^o os sentenciados
militares, vindos da corte no vapor Cruzeiro do
SuJ com destino ao presidio de Fernando, onde
vio camprir as respectivas peaas, por nao pode-
rea) ser removidos para o xadrez da fortaleza do
rirum, que vai ser asphaltado, como rsquisilon o
coronal commandaote das armas interino.
ao director do arsenal de guerra, para man-
dar coadanr e recolner aos armazens desse arse-
nal os segaiotes objectos, pertenceotes ao deposito
da -..rulas e dados a consumo pelo sea mo es-
tado : dua* marquezas de paliaba, du?.s cadei-
ras de dita, sete barras de madeira, ama ca-
oeca para carregar agua, cinco cioturoes cora pa-
:roaas e tres baiuhas de aabre.Commanicou-se
ac commaodanie das armas
Ao inspector do arsenal de marinha, para
oundar condazir ao hospital militar e collocar no
respectivo lugar o fogo de ferro, que se maodoa
fabricar nesse arsenal, por j achar-se prompto,
conforme commanicou o brigadeiro director do
oaesmo hospital.
A' assoeiaco comraercial Reneficente, aecusan-
do o reeebimento de sea olicio de 13 do correte,
em qae declara estar tratando de satisfazer as vis-
tas desea digna assoeiaco, fazendo mudar a ad
rmnistracio do cerreio para o bairro do Recife,
como reclamam os interesaos rauito attendiveis de
coomereio dasta praca.Esta presidencia prevale-
ce-se da oecasiio para renovar as segnrangas de
coasidera^o e apreco a essa assoeiaco.
Ao vigario da freguezia de Nossa Sentla do
(/ de Goyanna, acetoiendo o tea offlcio de 9 do
corrate, em que reautteu os trabalho? exigidos
pela circaUr de 10 de novembro do aaoo nado,
para satisfazer a reqaisicio da directora geral da
seceo de estatistica.No mesmo sentido aos viga-
rio das fregaezias de Nossa Senhora do lio-ario
de Goyaina e Bom-Jardim.
Ao bacnarel Sebastin do Reg Barros, pro-
aaoior pablico da comarca do Buique-Teolio por
.-onveniente louvar a V. Exc. pela firmeza e ei-
visms de que dea provas no desempenbo das fnne-
^fts de tea cargo durante a erise perqne passoa
sa comarca, pertarkada por grupos desordeiros
e salteadores, qae boje, felizmente |i nao a in-
festan.
Ao rente da companhia pernambocana,
para expedir suas ordena, para qae o vapor, qae
teta de fazer a viegam ao presidio de Fernando,
siga o sen destino oe priroeiro de fevereiro prxi-
mo vindeoro.Gomamnicoa-se ae coronel com-
mandaate das armas interino e ao inspector da
hesoaratia de fazenda e ao Dr. cliefe de polica.
fortaria :
A' cmara municipal da eidsde de Nazareth,
declarando em resposta ao offlcio de 22 de novem-
bro animo, qae approva as arreaeetteoes dos res-
pectivos impostos constantes doedernoe qae acom-
panaram o dito offlcio ; e aulorisa a arreeaJar
por sel proeorsdor, os qae deixaram de ser ar-
reesaUdos por falta de licitantes, podendo a mes
macmara aagmeour mais a quinta partee
TuesHia porejM foi oreado o fortecimento dos ser-
vi^M ssascasses. em proporcie ao lempo qae
falta pe(S>pletr o prazo de um auno, e pr
de noee em basta publjca n mesmi fornecimento.
fsespeeboi: ~
'Aesiio asiigeidos moradores do Arralal.-In-
frase e engenheiro fiscal da cssspenhia lira si lian
Street Raiiway. oavindo o respectivo gerente.
Antonio de Meneaos Cysneiro Bandelra de Mel-
lo.Nao tem lagar o que reqaer a supplicante.
Antonio Manoel de Souza. Seja destinado ao
nxereito.
Digna de Santa Rosa.Pasas portara conceden-
do prorogacio de lieenca por quarenta das, ccaj
Emilia Pereira de Abreu. Informe o Sr. coro-
nel commandiLtt! superior da guarda nacional do
municipio da capital.
Ernesto Augusto de Athayde. Passe penara,
eoneedendo a liceoei reqnerlda.com ordenado na
forma da lei, para tratar de soa saiide.
Eiouierto Roberto TssSjS^ute-'Eipiriio Sante^r
Nao tem lugar o que reiueHj sopplicante.
Francisco Luiz Wanderjey.Deferido fom offl-
cio desta data dirigido a tbesouraria provincial.
Joo da Porciuncrtla Valleaga Informe o Sr.
coronel conimaodante superior da guarda nacio-
nal do municipio de Garanhuns.
Joiqnim Jos de Moura.Como requer.
Jo Candido da Silva Pessa. Nao tem lugar
o que requer o supplicante.
Tenenie Jos Taixeira da Motta Cavalcaole.
Informe c Sr. Dr. chafa de polica.
Joaqoim Duarte Pinheiro e Silva.Nao tero lu-
gar o que requer o upplicante, poi?, foram pagos
integralmente.
Jos Matheus Nuuos da Silva.A' vista da in-
formacao, nao tem lugar o que reqaer o sup-
plieaote.
Tenente-coronel Mantel Francisco de Sonza
Leao.Informe o Sr. inspector di thesouraria
provincial.
Flix Jos de Souza e ontros. Informe o Sr.
inspector da thesouraria provincial.
Tftomaz de Carvalho Soares Brsndio Sobrinho.
Informe com a possivel urgencia o Sr. enge-
nheiro chefe da repartico das obras pablic&s, de-
clarando qual a importancia ou a somma total
desse accrescimo.
Fr. Venancio Maria de Ferrara.Informa o Sr.
engenheiro chefe da reparlicio das obras pu-
blicas.
O mesmo.laforme o Sr. inspector da thesou-
raria provincial.
EXPfDIKNTE DO SICRTARIO.
Oflkios :
Ao hachar! Chriitov5o dos Santos .Cavalcante,
acensando de ordem do Exm. Sr. presidente da
provincia, ao sea offlcio de 3 do corrate, era qae
participa ter assuraido interinamente o exercicio
do cargo de juiz municipal e de orphaos do tr-
ras de Pao d'AIbo como seu primeiro supplente.
Ao bachartl Francisco de Carvalho Soares
Brando, acensando de ordem do Exm. Sr. presi-
dente da provincia, o reeebimento de sea offlcio de
15 do corralo, em qae participa ter prestado ju-
ramento como substituto de urna das varas de di-
reito desta capital, deixaodo entretaotode entrar
no respectivo exercicio por ncommodo desale.
A' Bernardino de Sonzs Moniz, acensando
de oriera do Exm. Sr. presidente da provincia, o
sea offlcio de 8 do corrate, em qae participa ter
oaquella data, e na qualidade de4* juiz de paz da
freguezia de Nos*a Senhora da (iraca, entrad > no
exerci ;io das respectivas fancc5es.
Ao Dr. chefe de polica, declaraado da or-
dem do Exm. Sr. presidente da provincia, qae
por despacho de boje, ex ira lo no requerimeote de
Antonio Manoel de Souza, que fossn destinado ao
srvese do exercilo Jo) Manoel de Souza, filho
daquelle qae s j acha preso ordem do subdele-
gado da freguezia da Boa-Vista desla capital.
Ao gerente da companhia Pernambocana,
mandando por a disposico do bacnarel Octavio
Alfonso de Mello al o Cear, ds ordem do Exm.
Sr. presidente da provincia, duas passageos de es-
tado, sendo urna a r e outra a proa, no vapor
dessa companhia, quo seguir para os porto do
norte no da 15 de fevereiro prximo vmdoaro.
RECTIFICACO. Na publicacJo hontera feta
dos suppenles dos jaizes de direilo aas tomareis
nao especiaes. deixoo de ser mencionado quera
suhsiiiue o juiz rodoicipal do termo de Tacaral
no sn impedimento, que sao : em 1* lagar os sup-
pleoles do termo de Tacaral, e era 2* os de Fio-
FREGfEZIA DOS
l'EKNAMBUCO.
Tsacimeaios na forma da le.
i VIST A DIARIA.
I.SSTRGQAO PBLICA.-Por portara da pre-
sidencia da provincia, de 30 de Janeiro, foi no-
meado Januario Jos dos Santos Bernardos para
exercer interinamente as funec5es de amanuense
da repartico di instrjcgo pabiiea, durante o
impedimento do effsetivo.
GUARDA NACIONAL. Por portara da presi-
dencia da provincia, de 39 de Janeiro : foi exo-
nerado, sea pedido, o alferes da 8' companhia
do 9 batalhao de infmtaria. do municipio de Ola-
da, Aatonio Lobo Albertina de Miranda Hanriqaes;
e raandou-se dar goia da passagem para o muni-
cipio de Olinda, ao capitao da 7a companhia do 8
batalho de infamara, do municipio do Recife,
Antonio AI ves de Oliveira Braga.
AUTORIDADES POLICf AES. Por portara da
presidencia da provincia, de 30 de Janeiro, foram
nomeados :
Termo de Iguarassii
1*, 2* e 3o supplentes do subdelegado do distric-
to de Maricota Jlo Vielra da Fraga, Franciseo
Carapello Pires Fexpelra e Jos Mathias da l'on-
ceca.
Termo de Flore?.
1, 2 e 3* supplentes do delegado do termo de
FloresBenedicto Horteocio de Siqaeira Campos,
Jos da Vera Cruz Campos, Joaqoim Rodrigues
Florencio.
1*, 2* e 3 sappleotes do subdelegado do 1 dis -
treloManoel da Silva Ja a, Jos lves de Ges e
Mello, Manoel Jos de Medeiros.
Termo de- Villa-Bella.
i*, > e 3 supplentes do subdelegado do 1 dis-
trictoJoaquim Francolino de Souza Guerra, Joio
Luiz de Magalhes, Jos de Mello Mattos.
i*, 2* e .'! suppleates do subdelegado do 2* dis-
tritoFrancisco Hmygdio de S Maranbo, Ma-
noel Lopes Furlado, Manoel Pereira de S alara-
nhao.
1*, 2* e 3a supplentes do subdelegado do 3* dis-
tritoJos Pereira de guiar, Manoel da Silva
Pereira, Jos Avelio> Pereira da Silva.
1*, 2* e 3 supplentes do subdelegado do distric-
te de S. Domingo? Braz da Costa Mello, Cosme
Damiio aues, Manee) Alexandre da Silva.
Termo de Cabrob,
1*, 2* e 3* supplentes do delegado do termo de
CabrobLiberato Ribeiro Granja, Joo Qaiutino
dis Santos, Loarenco Por Deas Gaimaraes.
i*, 2a e 3* supplentes do subdelegado do distric-
to de Oancary Joo Qaintino dos Sanios, Ale-
xandre Gomes da Silva Jnior, Aatonio Urbano
dos Santos. %
i*, 2* e 3 aupplentes do subdelegado do 1* dis-
trictoCorbiniano Alvea de Jess, Andr Avelino
de S, David Gomes de S Correa.
1% 2* e 3* supplentes do subdelegado do 2* dis-
trictoJoo Francisco de Gouva Ferraz, Felippe
Aotonio da Concecao, Procopio Jos de Carvalho.
1*, 2* e 3* suppleotes do subdelegado do distric-
to de LeopoldinaAntonio Pires da Silva, Moyss*
Goocalves Lima, Jos Freir do Naseimento.
Termo da Boavista.
Ia, 2 e 3a supplentes do subdelegado do Ia dis-
trictoAotonio Tolentino Rodrigues Coelbo, Mar-
Kniano Lelte da Silva, E'yseo Benicio da Silva.
Ia, 2* e 3a supplentes do subdelegado do 2a dis.
trietoJos Fraociseo de Albaquerque Cavalcan-
te, Jos Antonio Ferreira de Andrade, Manoel
Francisco de Amorim.
Ia, 2 e 3a supplentes do subdelegado do distric-
to de Carabybas -Manoel Mandes da Mola, Fran-
cisco Aatonio ds Cooceicio, Antonio Adeliao Man-
des.
Ia, 2a e 3a sappl antes do stahaUagado do distric
to da Boa-vista Joio FerrB .Nunes, Aatonio
Rodrigues de Almeida, JoSlBNpopio RdUrlsae
Coelbo.
1, 2* e 3a supaleutes da delegado do tvmo
Joio Tertollano i\efg.ues Coelho, Jos, ferreira
ornes, Victortsjs/^rigqis Coelho."

AFPOADOSNo da 4 do
correte celebra-se na matriz desta freguezia, com
toda a magnificencia do eostume, a (esta da res-
pectiva padroeira, occapaado a tribuna sagrada ao
Evangelno o Rvio. Aotonio de Mello e Albaquer-
que, e ao Te-Deum o Rvm. Esteves Viaona. A
orcheslra, sob a direccao do distiocto professor
Colas, executar a grande raissa Natal, de eos
coraposico, cantando os solos diversos professo-
res. Logo que terminar o Te-Deum, ser queima*
do um lindo e vanado fogo de artificio ; tocando
em todos os actos a banda de msica do corpo de
polica.
O estandar'e da padroeira ser hasteado no
sabbado s 5 horas da madrugada, de accordo
cora a circular do Exm. e Rvm. vigario capi-
tular.
O EXM. CONSELHEIRO DR. AUrRAN.-No dis
i ti de Janeiro retirou-se para a curte, a regar a
cideira novameote creada de Economa Poltica,
no Instituto Commercial, o lauta jubilado na mes-
ma scieocia e vic-director da Facaldade de Di-
reilo do Recife, o Exm Sr. coaselbeiro Dr. Pedro
Aairan da Matis e Albaqaerqoe.
Hoje, pois, qae elle se acha ausente d'esta pro-
vincia, ja se ple livreraaaie manifestar am juizo
imparcia! seu respailo.
Na dade de 67 anoos, e depois de Vi de resi-
dencia em Peraambuco, foi aquello destnelo fun-
dador do curso jurdico de Olinda, e veneraodo de-
cano da nossa Facaldade, sea maior ora unen lo,
chamado capital do imperio para a importante
tarefa de iniciar o easioo d'assa sciencia no refe-
rido estabeleciment, e elle, sempre respeitoso ao
goverao imperial, promptameaie obedecen ^o que
desempenhar cabalmente, e com geraes ap-
plausos, visto como niogaem hoje no Brasij n'ella
miis versado, e j eoofeccionoa e pablicoa tres
excellentes compendios sobre a mesraa materia,
alim de rauitos eseriptos, e de ser dotado de urna
palavra fcil, convincente e omito sgradavel.
E, para prova da Imparc alidade d'esse nosso
juizo, seja-aos lcito transerever textualmente as
brilbantes palavras do eloquonie Sr. Dr. Aprigio
Guimares (antes mesrai de oceupar aqaelle ma-
gisterio superior) era urna de suas mais luminosas
lucabracSescom rslac* ao mesmo Exra. Sr.
conselheiro Dr. Antran :
O conselkeiro Autran, se Deus me tivesse dado
atentos para ser um da Unte de direito, seria na
cadeira o mea modello ; perfetto conhecimenlo da
lingua, fcil ellocuctto, pranunciacao elegante.acen-
tuada, lgica vigorosa, argumentacao minias vezes
ao modo dos grandes argumentadores da Escols-
tica, amenidade de estylo com que too felitmente I
se faz entender, eeis um bom nustre.
Mas, se itto juntare verdadeira paixao peat
sciencia, o fogo da inspirando no gesto, nfl foet e.
na voz, tereis mais do que um bom tneslre privi-
legiado, um mod'lh que far o desespero ds mais
de um copista.
Ide Faculdade de Direito na sala do quinto
anno, vede esse homem encanecido pela vigili i
estado, mas com a juventude na face, o enthusta
mo no gesto na voz.
Demorai-vos um pouco: attendei como a ex-
presso IKe sae colorida dos labios, como o gesto
sabe acompanhar o vigor da expressdo.
Deixai ir o nojjo Basta!, vede como elle ra de
harmona em harmona ; vede como a economa
poltica vos parece causa di/}'rente do que tendes
ouvido meia duzia de sabios de saldo ; video
rematando suas brilhantes demonstragoespor apon-
lar no auge da eloquencia para a nao potente, que
ludo rege; indigitacao, que jamis escapa ao seu
espirito ortkodoxo, e por fim diris comigt :E' um
grande tnestre I
O conselheiro Autran desses que nada perdem
em ser ouvidos.Suas prtleccoes lenofeaphadas
provariam, que elle falla anda melhor do que es
creve.
Outrosim, o Exm. Sr. conselaeiro Autran d-u
estampa ootras importantes obras*.como od
compendios (premiados em parte peto goverao
imperial) sobre algumas das sciencias sociaes, que
se ensinam oaquella Facaldade, alera de preciosas
monograpbias, e diversos trabal has littef arios.
Sobre os seas Elementos de Ditfilo Natural Pri-
vado, o Exm. Sr. conselaeiro Dr. Levy Hara Jor
dio, eximio jurisconsulto, disse na Gazeta dos Tri-
bunaes de Lisboa de 25 de agosto de 1831que
eram preferiveis aos do Exm. Sr. Di: Vicente Fer-
rer de Paiva Netto (lente na Faculdade de Direito
de Coimbra), mereciam muitos elogios pela clareta
com que estovan escrjptos, t pelo mrito que o seu
autor leve dr reunir em too curto espaco doulri-
as too vastas e tao difficeis.
A* respailo de sua ultima obra sb o* (RaloEfe-
mentos de Direito Publico Universal, assim ajai-
iou um dos nossos mais notaveis estadistas, por
soa illustraco e iategridade de carcterno Jor-
nal do Commercio da corte do 1.* de marco de
1857 :
Que aquelle livro que elle havia publicado, nao
s era til nuxidade acadmica, como diodos;
assim como que constitue um trabalho consciesuso,
digno de aphlausos, methodico em tua apresentando os seas principios com clareza em
formulas proprias para fixarermae na memoria,
adoptando em geral a argumentacao tfllogistisa a
demonstracao de suas propositse i em urna pala-
vra, que elle se havia mostrado credox do elogio de
destincto publicista brasileiro.
Longa sena, pois, a reprodcelo dos elogios
prestados aos aeus numerosos e brilhantes es-
eriptos.
Como homem e cidado, o Exm. Sr. coaselbeiro
Dr. Antran recommendavel, e torna-se mu con-
siderado por su.s expelientes qoalidades moraaa,
virtudes cvicas, maoeiras assaz delicadas e ioJT
nuantes, carcter inoftensivo e itjBtmenios ver-
daderamente caritativos ; erada catholiee exem-
plar, excellente pai de familia, perfeito conselheiro,
amigo typieo ou di direas, na bella phrase da
lingua verncula/ j
Nao obstante tao vliosos ttulos, que realmente
destlnguem o Exm. Sr. conselheiro Dr. Antran,
por vezes encontrn zoilos ; mas afo i elle que se
poderia appliear o jadicioso ditoque s aoe bons
fructos t as pessoas ie mrito joamm-se pedradas.
0 goverao imperial tem sido pirco para com
o conselheiro Dr. Autran, seso dnmda porque elle
nanea Ihe pedio, nem Iba requerenjeonsa algunas"
i tal respeito. .
Oxal, que agora elle posan na corte ser jasta-
dente compensado pelo tcesmo foverno imperial,
raois demonstrando querer aasrear se de eidaemss
prestantes e benemritos pira all expentanea*
mente o ehamou, e eotao adera aprovita Jabem
So servico publico anda o restosdPssn>igor.
Entretanto, de esperar que all gose da subida
consideraco e estima quos sempre gosou em Per*
nambuco, onde deixa moos amigos, s o sea anas
ser sempre lembrado eom viva sanaade, sebde
todos descjamlbe, ua Exma. familia, longos
anuos, e as nfaiores felicidades.
JABOATAO.-Domingo (4 do oorrenie) tes lu-
gar,n^pov^^ddJ^rjoe^aJestA do
te-Deum o Ivm. Leonaj-do Grego. A' noute ser
qaeiraado np brilhaote fogo de artificio.
As novenas tem sido feias com grande esplen-
dor, tocanoo durante ellas urna msica sob a di-
reccao do professor Francolino.
CIDADE DE OLINDA.A irradade?de Nossa
Senhora do Bom Parto, rejta na igrej de S. Se
baslio da cidade de Olinda, fe*teja com toda a
pompa sua escales padroeira, no clia 2 do correo-
le. Ser cantada hoje noute ama ladainha e
pelas 11 da mauba ter lugar a fasta, sendo ora-
dor ao Evaraielbo o Rvm. Manoel Joio Gomes e ao
va. Leonardo Joio tirego.
de, esperara qae para maior brlhan-
os moradores Iluminara as frentes
Te-Deum o
A ir man
tismo do a
de iuasc
MATRIZ
reate ser f<
bavendo s
ooate expo:
SANTO ANTONIO,A 3 do cor-
ijado aesta igrejao milagrosos. Braz,
horas da maaha missa solemne, e
.id do santo raartyr, a qual durar
cineo Htt. i m
SBCRETRlA DO GOVERNO.-O Sr. Dr. Elias
F.-eweo db Almeida e Albnqaerqne, Mcretario
da presideneia da provincia, entra boje no goso
de urna lieenca de dez dias. ssm vaneimentos para
para tratar de negocios de sea ioteresse fora da
provincia.
NOVA PUBLICACO.-Aeaba de vir a luz da
publiedade am lindo volame de 500 paginas coc-
iendo Discursos e diversos eseriptos do destnelo
lote da Faculdade de Direito do Reeife, Dr. Apri-
gio Jsiiniaao di Silva Gaimaraes, por eila mesmo
compilados a dados estampa.
Vera ahi o tracto de muitas horas de trabalho d
homem trabalhadnr, e muita somma de ideas grao-
diosas e dignas de aprego RccommenJarao lo aos
nossos leyeres, qae o encontraro a venda na li-
vraria franceza
JURY MrBECIFE.Aeha-se desloado o dia 19
do eorrennntara comecar a sessao ordinaria do
tribunal do jary do termo do Recife. N'outro la-
gar pablicamoi o respectivo edita).
*flWA'INE8RE.-Sabbado s 7 hora* da raa-
nha os filhos do tinado desembargador Francisco
de Assis fbreira ttocba mandam celebrar raissas
por sua alma, na villa de Iguarassii, e para ellas
convidara os prenles e amigos do seu chorado
- POf') DA PANELLA. Calebra-se amanbia a
le*u de Mbssa Seobora da Sal, padroeira da
fregaezie de Poco da Paaella, com todo o esplen-
dor, oraibrin ao Evangeltio o Rrm. Leonardo Gre-
go e ao Te-Deum o Rvm. Augusto, e sendo a or-
cbe-ira regida pelo professor Co s. A' noute, de-
pois Ao Te-Deum, ser jueimad) ara lindo fogo
de artificio.
PANORAMAS D8 LISBOA E BORTO.Est an-
onadado para boje no Tneatro Gyranasio Drama-
tico, a" ultima exhibicao dos panoramas. Sio real-
mente dignos de se verem nao s pelo sen mere-
ciioeuio \rtistice, como tambem pelo recreio qae
o flete'- .
DURIO DPERNAMBUCO.Se chegar hoje o
vapor americano North America, destribuiremos
amnala nosso numero de sabbado.
ASSOClACAO DOS GUARDAS LIVROS. Os
raembros de na corporacio sao convidados a se rea-
ire i n no da 1 do corrente, do 2* andar do sobra-
do o. 21 da raa da Gamboa do Carino, a lira de se
proceder eleicio dos respectivos faoccioaares.
THESOURARIA DE FAZENDA.-Continnam a
ser as tyuartas-feiras e sabbados da cada semana,
s 2 horas da tarde, as sessdas da jauta da tbe-
souraria de fazenda, passaodo para os dias imme-
diatos, q jando aquellas forera feriados.
CAPATAZIADA ALFANDEGA.-Como iodem-
nisacao dos encargos e 9trvicos de que se acom-
be a empreza da capatazia da alfandega, tem ella
o direilo da cobrar no mximo e provisoriamente
as seguales taxis:
t Condcao 3.*Como indemnisacao dos encar-
gos e servico*, de que se incumba a empreza ter
e direilo de cobrar no mximo e provisoriamente
as segaiotes laxas.
ear Araripe Jnior, Jos Joaquim D. do Reg,
Joaquim Goncalves dos Santos, Frederico Skmer e
sua senhora, capitao Castriciann Marques de Gou-
va, Ignacio Joaquim Ferreira, Olympio de Miran-
da, Joaquim Coriolano M. de Medeiros, Vicente
Pungido, Manoel Goncalves de Oliveira Castro, Dr.
Joajaim Pacheco Mandes e sua mai, Antonio Pa-
checo Mandes, eonego Firmino de M. Azevedo e 1
criado, Jos Soares Filgueira, Dr. Elias Frederico
de Almeida Albaquerqoe, Gailherme C. da Cunta,
Jos Joaqoim de Araujo Machado, Jos Francisco
de Aranjo, Francisca de Gouva C Harreto, Joa
quim de Gouva C. Brrelo, Antonio Villela de Mo-
raes, Primenio Duarte Ribeiro e 1 criado.
bindo-os de cnidarem de seas ialerewes espe-
ciaes no Paraguay, e manteaba o Paraguay sob
urna sitaacio precaria, incerto sobra a soa s-rte.
smeacaao a lodo momento, sem saber qual a ul-
tima palavra dos adiados a sen respeito.
O Brasil mono exigente para com o vencido f
Nao o eremos, porque todos os factos revlaae a
maior generosidad?. Concedamos, porm, que o
seja.
Porqne neste caso collocar os ontros atliadV
na aliernativa de subs ere verem aquella preteseir.
ou de roraperem com o seu alliadoT
E a repblica Argentina que difflculta o aju'-
tes de pa; com exigencias qae nao sao obligato-
rias para os seos aljdos, e qae repagase)
consciencia destes ? Porque constitu-los jaizes -s
responsaveis Dessa questao quando as partes in-
teressadas sio as nicas competentes para resol-
v-la, e pode conciliar-sa perfaitameole o princi-
pio e deveres da alliaoca com o respeito a anti-
nomia, boa fe e dignidade da cada alliado *
Nao sabemos qual a bypolbeee ine snrgio na*
conferencias dos alliados entre si e com o govern i
do Paraguay ; pode sar que os boatos de dtssiden-
" a sejam de lodo ponto infundado?, ana '*
Lemos porm bem claramente nesses eseriptos patriotismo nao pode ouv'ir qne o Brasil so i*<-
que, se ha ou se houver alguma desiatelligeoca tratar qaando e como quizer repblica Argn
enire os afilados, a culpa ha de ser fogosamente tina
PUBLICACOES A PEDIDO.
Os traetados com o Paraguay.
Nao sabemos em qae foote beberam algons dos
escriptores da imprensa diaria da corte saas in-
formagoes sobre o estado dos ajustes de paz, que
ata de negociar entre os alliados e o Para- do Paraguay
< ijg-iOO ris diarios por toneladas de arquea
ci sewlo navio,e 150senlo alvareaga, lancha ou
canda,di cada embarcarlo qae atracar ai pontes
da alfandega, e dos trapiches e armazens costea-
dos pela empreza para carregar ou descarregar.
2.'803 ris por tonelada de erques cao oclui-
do o frete da alvarenga ou lancha pela carga ou
descarga de cada navio fundeado dentro do porto,
que nio atracar as ditas pontes, e desembarcar
toda a sua carga. No caso contrario pagar a dita
taxa por tonelada de mercadoria atractivamente
descarregada.
3.'10 nVs por embarque ou desembarque de
volume nio excedente a 50 kilogrammos. Ex-
codeado deste peso mais vate ris por dezena
oa fracc.10 de d -/.ana excedente de 50 kilogram-
mos.
* i Sendo porm bagagem :
100 ris por volame al 5 kilogrammos de
peso.
t 500 ris por voiqaa que exceder de 5 kilo-
grammos.
c .' -I'm real por da de cada dezena de kilo-
graeomo de mercadoria nacional, e de dous reaes
or dia de cada dezi
orla trangaira, i\
zeas a cargo da era
deverio exceder de
cadoria pagar, e n
ella for isenla de di
instrncr;Ses annexas..
padre
Santo Amaro, otago e Ireguwia, com o maior
ival, para o que todo t/b envidado
ro respectivo, o Sr. los Fernaojes
na actvidade e detjgeia' mnito i
?ceupa* a tribuna, sagrad ao Evan-
felbg Rv. KX'w. a> ejeHo e Aalqaefqae e ao
r
kilogrammo de merca
depositada nos arma-
Estas taxas porm nio
>/0 dos direilos qae a m ar-
le 25 0/0 de sea valor, se
os, na forma do art 2* das
decreto 4618 de 4 de no
venbro'de 1870-qt serio observadas era. ludo
quanU forem applicaveis empreza dos contra
tantee.
5.* Pela eaaisso de garantes ds deposito, na
forma daeondicao 8a, 1/1 0/0 do valor das merca-
dorias nelle mencionadas.
f 6.aPela abertura dos votarnos o aoe for ti-
xadojra tabella, approvado pele inspector da al-
faodega, nao excedeudo a 300 ris a taxa do 1*
volame aberto.
TPor ejtaJojaer oatro servic;), o que for
ajustado eom os particulares.
LOTERA.A qp ae acha venda a 22.\
i beneficio da matriz de Escada, a qual corre
boje.
CASA DS D8TBNCAO.-Movua.into do dia 30
de Janeiro de 1872 :
l&istiam (presos) 442, entraram 1, sahiram 3,
exJalem 400. A saber: Naeionaes 294, mulbares
7, tstrangeiroa 41, eseravos 55, escravas 3.
AlimenUdiaa casta dos cofres pblicos 308. I
Movimeoto da enfermara da dia 29 da Janeiro,
Tiveram baixa :
Aotonio da Caoba 01 iveiia, odenalgia.
km Ignacio do Espirito Sanio, sarnAs.
Maaoal da, Luz CavaJoante, nter Jlente.
Tiveram alto:
Ignacio Jos do Espirito-Santo.
Lanrentioo S. dos Santos.
Jos Justino da, abuza.
las Francisco le Vuconcellos.
Aatonio G. das Chagas.
PA8SA0EIR0S.Sabidos para o sol no vapor
Manddh:
Mirtinho de Freitas Berreto, Dr. Joaquim Bar-
bosa Lima, Jo** M. Cardoso Pereira, Aristteles de
Souza B., Joio Ittjaio do Sooza, Luiz Caetaao Bar-
bosa, Silvestre Bisa da Silva, Flix Barreto de W.
Maebsdo.
Sabiies para o narta, ni Vapor Jafuanbe :
Miguel %.\ de JJeHo, MssMBora soa sogra,
J,oiq yonealves de N^tjb, Or.fro de AWa
do plaaipotenciario brasileiro, isto do'illuMrado
bario de Cotegipe.
Para esta preveor;ao coatra nos, e tao extrema
sympathia jara com os estranhos, Dao descubri-
mos oatro fundamento qne nao seja o das inspira-
i;5es dessa velha poltica iateraa, que taotos males
tem cansado ao paiz, porque sacrifica a causa aa
cional aos interesaos transitorios de um partido,
tudo acha bom oa mo, ptimo ou pessirao, se-
guado os nomes propros a que o louvor ou o vi-
tuperio pide referir-se.
Bem sabemos qne nio seria a primeira vez em
que, trocadas as posicoas dos actores da scena po-
ltica, o faeto boje censurado, amaaha appareces-
se com outras cores, e visto luz das novas cir-
aurastancias merecesse approvacio e applauso.
Mas sempre prejudicial aos interesses de um
grande povo esse systema de opposicio, qae nem
aas que-tSes exteruas pode dar treguas ao espiri-
to de partido e dominar sua ambicio de mando
qae alias legitima quanlo se nio transvia da
senda, qae o dever social impoe a todo cidadao.
C-.mo j dissemos, ignor irnos o sagrad i das ne-
gociacoes diplomticas a qae se alia.de, e, na du-
vida, nossa presumpcio ser sempre a favor do
represeolaote do Brasil, anda qae elle nao seja
um vario tio provecto e respeitavel como o ba-
rio de Colegipe.
Todava, nio vimos agora tomar a defesa de am
brasileiro filustre e amigo ; para julgar dos actos
desta aguardaremos que elle- venham epportaoa-
mente a Inz da publiedade.
O que ora pretendemos notar as contradicoes
ineyilaveis de um crtica apaixooada, falsa doutri-
na inridiea que ella se propde estabelecer em re-
lacio dos ajustes de paz com q Paraguay, e as
promessas da poltica neo-platina, que torna a ap-
parecer com todos os ares de um platonismo pue-
ril.
Nio ba muito liamos no9 artigas dessas maimos
escriptores, qae nada tinbamos lucrad) com a vic-
toria do Paraguay, porque a guerra terminara, e
os ajustes de paz esta va tn adiados para as k tien-
das gregas. Comparava-se o procedimento do
Brasil com a energa, colerldade e rigor das exi-
gencias do principe de Bismark.
Dir-se-bia qae esses eximios censores qaeriam
que o Brasil iraitasse a Prassia na recenta guerra
cora a Franca; nem mais nem menos. Qae in-
continenti irapuzesseraos pela forca ao veocido o
reconbecimeoto de nossos dlreitos, o reembolso dos
avallados gastos qae custou-nos a guerra, a in-
demnisacao de todos os prejuizos que os Para-
guayos causaran) ao imperio e aos seus habitan-
tes.
Nao se reliadla entao oa existencia de urna tr-
plice allianaa, nao sepergnntava como os alliados
pensavam, se qaeriam proceder a prussiaaa ou
conteraporisar e ser generosos. Nada se tem feito, I
Picamos como antes ; era a caqtilnu dos escrip-
tores opposieionistas. Segando elles, nossos dipl-
malas andavam a reboque dos argentinos ; exac-
tamente o mesmo que era Raenos-Ayres diziam
ouiros escriptores em desfavor dos ministros ar-
gentinos.
Examinemos, porm, os factos.
Era que estado licou o Paraguay depois da guer-
ra ? Acaso oo licou reduzdo ao maior grao de
abatimenlo moral e physico a que pJe chegar
urna naci ? Em taes circunstancias haveria
Bisraark que-dalli pudesse tirar recursos para
sranentar suas tropas, ou que pelo effeito moral e
material da occupaeao militar obrigasse o veoci
do a ssigaar e cumpnr as condicoes de paz *
Em vez de riquezas enconlraria. miseria e rui-
nas ; em vez de ama populacho numerosa e opu-
lenta saciando por ver-se livre da oppresso es-
trangeira, achar-se-bja eom povoaedes qaasi de-
sertas, e seas poacoe e pobrissimos habitantes
olhando para as tropas estraogeiras como para
urna garanta de ordem e de seguranea, am auxi-
lio da Providencia, o principal incentivo do sea
trabalho e eoraraercio.
Hoje, o que se aconselha ao goverao do Brasil,
e at se inculca como opiniao muito pensada do
partido liberal? A Bsfarma o diz por modo qne nao
deixoo nos duvida alguma sobre o sea p ensarnen to.
Susienla-se nada meaos do que o seguate : a
allianea do tratado do i* de mao, sejam quaes fo-
rem os motivos de divergencia, obriga o Brasil a
sabordinar-se Jteftubltba Argentina, esta ao
Brasil, sem que baja meio decoroso e amgavel
de affroaxar esse vinculo de ferro, que pode bu-
railhar a urna oa outra naci, ou sacwfiear in-
teresses sagrados de urna a pretendes exageradas
da outra.
Ninguem pede nesconhecer que, substiluindo
um pacto de allianea, o mais cooveoieote e o mais
desejavel qne os alliados proceda de accordo
entre si, e que baja am instrumento geral de paz,
se o accordo cemmum for possivel, excepto em
todo caso os ajustes peculiares a cada om dos al-
liados, que devem ser setos distincin.
Demos, porm, que o accord commum aera o
vencido se torne impossivel, poique alguas dos al-
liados seja por demais ejflgente. O que fazer nes
ta conjunetnra ? ,
Tratar em commum, seria impossivel. Preva-
lecer a vontade de um a dos outros alliados, fora
I urna lyraonia e urna humilhaco.
Somos dos que desejam o Brasil em perfeita
iotelligencia e amizade com os seus viziobos,entre
os quaes sobresane pela son importancia a re-
pblica argentina ; mas nao queremos essa enten-
d cordial a todo costo. E os palavresEstados
americanos, poltica larga, poltica elevada, nobre
eeenanca, oa ao palavras. vis qae nada signi-
ficara no dominio de tutos positivos, que emen-
den com direilos e s digaidade de urna nago,
on apenas ioenleam sentimenlos muilo comamos
entre todos os goveroos e todos os membros das
soledades caltas.
Os ajates defiaitivos de paz com o Paraguay,
ou nio sio necessarios, ou lempo de conclui-los.
Ha dous annos esli adiados, ao que nos consta,
por exigencia do goverao argentino e condescen-
dencia dos seus alliados. .
Coacordarao em que a verdadeira garanta do
Brasi,nio est em um documento, que se escreva
aa, AsjJampcao com o nome de tratado definitivo;
mas isto seria razio para abrir mi desses ajas-
les, e nia para conserva-loa oamo urna- cadeia
Hiqe prenda eternamente os fiido? pire ai, qbi
Nio ha muilo que os ministerios crnervadat*
eram accuados de fraqueza, de snb'ervieoeia *
nosso alliado, porque proialava.e o Iraiado >-
nitivo de paz ; agora um diario, que se apresto!i
como orgao do partido liberal, ven dizar-nts ro
devemos estar por ludo qnanti quizarem osozurc-
alliadosl
Antes esta submissio do que o meio decoroMi a
conciliador de tratarem es alliados separadarara
te sem desligarem-se das bases do seu trtalo <*
alliam;i e sem qnebra de sua reciproca henee.-
leneia!
Cosa a erer, mis isto o que se est apre-
goaod> como necessidade iodeclinavel era o' rr
das boas relacoes do Brasil com a repblica Ar-
gantina ; como se o governn do Brasil e o "i
povo nao tivessem dado exuberantes provas d
qae mnito apreciara a amizade argentina ; ocia*
se houvesse amizade possivel entre daas nac5.
sem ter por base a digoidade e o respeito reciprr-
co aos seus direilos e interesses legitimo*.
Nos esperamos muito dessa honrosa ami-.idj
dos dous ovemos, e da sua sabedorta e pruden-
cia. Nio tememos a raptara e oem mesmo o res-
friamento de urna allianea manttda ha sele anu-
dando ambas as partes nesse longo periodo provas
inequvocas de seu mutuo aprec/, provas en iro
de cario o Brasil nio licou qaem do sen ailiad
Nia obstante, jamis aconselhareraos ao gorer-
no do Brasil que mantenha essa allianea a prec<
de humilhacoes, ou do sacrificio dos legtimos in-
teresses da communhio brasileira.
O fim principal da allianea como j o disse
proprio governo argentino, foi a dsstrneio J
goverao de Lipez. Para esse fim, podemos dizr-
lo com verdade e sem jactinei. m-nrram allial
fez sacrificios iguaes aos do Brasil, qne quasi tic i
s em campanba na segunda -hase da goerra.
Do qae ora se trata Da ajustes de limies.
de garantas para a navegacao fluvial e um in
demaisacio de guerra, que de inccnlestavel d-
reito, mas que por muito lempo nio pasara d.
simples promessa de pagamento.
Se nio ha perfeito accordo entre os alliado*
sobre esses pontos, porque razio entraren por
isso em craflictti, quaodo n.-nham delles qaereri
prejadcar os direilos dos ontros, quaodo todo*
saberie respeilar as restriccoes que se impsizc-
rara pelo pacto de allianea quando qualqoer dMIe*
bastante forte para se fazer respeilar do Par:-
guay ?
Djz-se qae nao podem tratar com e Paraguay
seno em commum.
Oode est semeibante sujeiro, tao absoluta, lio
imperiosa e fatal ?
No tratado do de maia de 1MST Segiua-
mente nao.
Ah e labelecaram-sa bases para os ajustes eom
o Paragaay, mas nSo se presereven qae *i.vs
ajustes nao pudessem ser celebrados separada-
mente no que respeita a cada alliado, ama vez
salva a ex:epc5o do art. 6*.
Este artigo prohibi que ora alliado pedes*?
depr as aruias. ou tratar com o rnimigo paro dar
por linda a guerra, ^m o accordo do ontros al-
liados .
O caso actual nio o do art. 6a, porque a guer-
ra lermiuou ha muito, e j ara acto coinmum do*
alliados. o de 20 de junho do anno passado, a dea
por lida, e reslabelecda a paz entre os al liad
e o Paraguas.
O que resta sio os ajasles definitivos, que por
sua naturea se prestam a um tratado commum.
mas que podem ser objecto deaeius distioelos para
cada alliado, e que necessariamente o devam **t
para os liraiies e o raais que peculiar as reta-
cos* de visinhaoga de cada um delles com o Pa-
raguay.
A unto dos alliados nio qaer dizer o me>m .
qae aaificacio dos seus ajuste de paz. A oe-
paraciodoa ajustes nao quer dizer bbslilidaic re-
ciproca dos alliados. Quer dizer bem eolendili
liberdade de aeco, respeito independencia -i
cada um delles, sera quobra do seu pacto di
lianca.
Se a solucao detioiuva do conflicto com o Pa-
raguay nio for essa, dada a dtlculdade invencr.**'
por parte de algum dos alliados, e dificultad
em que os outros nio devam considerar-se soli-
darios, que outro alvitre ser possivel :
Nao vemos senio manulencio do statu qto.
Pensa a He forma que ludo 6 prelerivel au qu.-
oio seja do muilo bom grado aceito pela Repoblic
Argentina ?
Mas entio que papel representar o D.-a. no
programma da aluan^a ?
Na guerra os maiores sacrificios de
dinbeiro ; na paz absoluta sujeicio ao -u ;
A Repblica Argeolina*j lomou pbssedo i3*ac-
e do territorio de Misadas, entre o Uajanay '
Paran, territorios que eram antes oetufaweaelo*'
Paraguayos. O que lhe falta ? A navegatio i
rio Paran, sua ba muilo tempo; a do no Par,
8uay, pouco Ibe interessa, e qaando Ibe inleressa
ca garantido pelo sen dominio sobre o Chaco.
O statu euo em nada prejudica a Repblica .V-
genlioa, em nada a inquieta.
O Brasil estar no mesmo caso T
O Brasil nao pretende territorio que nao stli-
vesse antes do sea dominio.
A sus navegacio pelo rio'Paraguay do alio in-
teresse para ama das provincias do Imperio *
para as aas novas relacdos eomasorcaos com a
Bolivia.
O Brasil, no sen proprio Ioteresse o no do Para-
guay, dev abrir relaces commereteos eom este
pela fronteira terrestre, ao que so opfde a raaoa-
tencio do statu quo.
Se agora livessemos de alongar valas sobre f -
tnro nao muito remoto, diriamos qne Hutas fri
reas e lelegrapbcas nos devem mais urde lijar a .
Paraguay, como brevemente nos ligario ao Esta
do-Oriental e a Repblica Argentina.
A tudo isso se oppoe a conservaeio do statn
euo, que nio a paz nem a guerra, mas um nter
dicto lodeflnido, que nos prejudica e acabara por
tornar impossivel a existencia da naci Paugnay i
enfraquecida no Interior pela anarchla, e sumUia-
da e ameacada no exterior pelos seas vsielws.
Ora, oslo resultado iaeviiavef da eoluca qne *
no iQuasalIta, em nome do partWo liberal, Jj
saralM '
iU aliado:

I imiH 1
laWor-----:---->----r-----*


1
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Ifoi 3Q- fiflt.
Ma
d%> rr'aamlucv Quinta fein 1 d Fevereiro d
18.2
ft
itfl
=
cstt bo tratado da allianca, nao est em oossos in-
tresses, Dio coodiz com a uo kffersM.
0 A wnstracoja dos eanaes t.n por fin ou ferti-
lisa/ os terrenos por meio da irriga;o, ou dar
desenvolvioiento cenas iBdustrias, ou, eraam,
o que mais importante, dar pasaagem aos pro
acto* por meio da navecaeao, serapre sais ba-
rata que nutro qualqaer neto de tran-m orle.
Era nenham. desta* caso} se ah o casal cla-
mado de Ui a chuela, ceroo vamos demonstrar.
B*te caaal o resltalo da ati-rr ;s fritos em m
ira grao le alabad mi que. apenas le laram fiear
passage a*estreila qoa so toas algum. profand
Ierro e viaes psra as dificaij8e., pareces* at que log
H*. ais hoavessere edificios fazer, dCsappaiecial
tarabea o canal, que, alora do pr*timo menciona-
o, nao lera oatra qaaldade que nao seja prejudi-
cial.
Esiudemas, nDi, a questo pelos diversos lados
por que ea sttos nprcent* e vejamos se a cou-
< "e, como pensamos, ara grande mal pira a pj
palacio, e jpnncipalmate para aquellos que om-
pregsrem Vas capitana e*n eiifkios Imprtame*
aos lados da canal, pensando que elle era breve
*e*appareeerfa, b sera Me Raaseeta lurte-* de un*
dos raaiores ncommoflos que se ^le sotrer a vi-
-embanca de ura deposito de .iraraundicie* de toda
a qaaJidade.
Consideremos pois, o pFe$o da obra qae tem de
*e (azar para que o canal posta ser M oras e
-seja, como deve ser, ara caual deairo de oraa ci
dade : em segundo lugar a uiraiervsgao d> inssro'
canal por awio de escavac.0**; 3* a utilidade qae
t-oie vir d'ell* qaer ao de*envolvrotai9 da indus-
ira, quer da navegado.: 4 a pelleta ou tormo
-ora qus posa elle dar aquellos lugares por ou i
.passa.
Alguem, que se jalga habilitad) -faxer ara b*J
calo mais ou menos basaado ni experiencia, peasa
que a uiuralba e o atsrro necesarios para e-ai
rara importar era 300:0001000; outros. porra,
que se julg** oo meaos habilitado*, e coruiJe
randa ni mu grande profuadidade do aterro e d>
muralha era certos lugares, pr.nji pal mente ao
aahr da ponte de Santo Amaro, avallara as obras
de alienara, atierros e comporten em mais do
l,0Od .000*000 ; oclioarao-aos a este* ltimos
sao s porque a ino d'obra e os materiaes eres
cem o>piutos.viv_ratu de prego todo os das, oro/
memo porqua era cortos casos maguen pul'
.zer calcula exacto, porque o prego dos malenaes
dos slanos vanam as veaes d ura dia pira
ootro, de nraa maneira extraordinaria : tomando,
por.n, o termo medio, teremos 73t):0O0H para a
factura da rouralha e atierro necessinos ons-
tru>-<,'3) do canal.
Ninguem dir nue, [nraa vez Jeita a obra necea
sana para seguranca das ras latera s ao caoal.
o cumpreheodua tambem a dd-peia com a <:x:a-
*acao d le e cora urna coraposla de certa aliura
que tunega a evacuigio olal das agais, aura d.
que sempre nelle fique urna por;o de agua, qae
uao deixe vasa exposta .osraios solares, ne-
n'auma outra despega baja a fazer-se para a si
coaserv;i5io e do val. Nu fallando no_ estrago
mais o-i menos que possa sollrer o parada), por-
que por b^m teito que seja pie alguraa exteu-ao
d'ce ir a'-aixo, ou desaprumar-se pelo m-iuuj.
tereraos que por esse habito enraii .do na nossa
^nte, priuc:plmente oa iofelii classe d>s fmu-
lo* e esenvoi, ha de ser preciso constaatemeoli
>eavar o caoal, porque, por raais diligencias qu
se empreguera, por ra>i vigilancia que se teuna,
aili q'ie se ba de f izer, romo agora, o de*pj
de imrauadiciss, de cisco, de toda a qualidade dd
ixo, erafl n, arada que hajara carroras destinadas
para receberera-ao das casas oao filiando na
eceaas de impudicia qus presenciara aquellos que
morara ao p das praias, cujas fimilu tai mui
las v-.ze.j obrigadis viverem tranca i^s par3 evi
lar ;ao desagradavel e imraoral espacuculo.
Alm d'isso, com a cachate e vas jale da m.ir,
divessos o ijejto? qae nadara, as$im eomo grande
q lami lade de ara enlraro no canal, e nao tal
altida led p-'!o erabjrao qae Ihe causa a com-
p >ru fu rio depositados oeile e concorrero para
a sna ob;lrucc sendo por laoto certa o infallivui
t d'.?peza que se tem de fazer com a escavaco
ii' .is ou moos f.equeules vezes.
i:' claro, p>r uot\ qae, alm da despeza eoor-
misiina cora a construc^ao do xesmo canal,
ia#M9Jl nutra nao menos importare para sua
conserva.', de nodo nao se tornar summa-
mehto projadicial a saude.
?e considerara os, por tanto, essas duas avalla-
das verbas, e as coiqjaraos com a alinda !. qce
pie trazar o canal de ftiacbuelo para desenvolv
meato da mdusliia e da navegacao, acharemos
um va'uo completo, e podemos logo concluir que
uii ''sp-za improductiva, e sem utitidade de
qaalidado alguma.
') uni lado por que tal respeiio sa poderia
garfil a questao era qaanto a navegaqo e por
oasegaiote facibdade de traosporte de mercado-
ras e mesmo de gente, mas qu-ra ignora que nao
ni ooe o habito de percorer a cidade era embarca-
i proprias para isso, porque as mais das vezes
au possivel passar de crrtos logares por falla
o'agua, e por is-o mesmo nao lera se desenvolvido
otra nos essa industria de pequeas embarcacoes
qae em oojras partes do mondo fazem a b lleza
das eidadss, comoem Veneza, por exempio?
O iraosporl de mercadonas. por meio de bar-
cos anda se tornara mais difflcultoso, e roasmo
de eusto mais eleva io porque as redolidas baldea
tM para as carretas e para os baroo3 tornariam
maior a d-speza, do qae cairegaido-os em um
carrq no bairro do Recite, e trazeodo-as jiara
os diversos pratos da cidade, como vemos toaos os
das.
Anda ha urna outra raiao para turnir a nave
t-aio impossivel logo que as ;gaas da maro le
libara baixado am poaco e a comporta que
lendo ama c-rta altura par conservar sempre
agaa oo canal, impedir qje qualjuer erabarca-
(io possa eoirar oa sabir de!J>, senao qaaodo a
maro estiver ebeis.
I.' evidente, t>ortaoto, que por Deabamydos la-
dos qae se encare a questao, ella aprsenla atiii
dada oo presumo algum.
Demonstrada a evidencia a inu'.id ide do canal
de Riachuelo, e m falla de possibidade de apre-
sentar arguTientos, algnera oicorre-se da belleza
e formo ura que deve trszer o canal depeis d
construida a muralh e mais obras necessarias:
mas pergunlaremos coi ? sendo essa obra soraeo-
(e de goslo, e nao trazando uenhuraa utilidade a
provincia, sera possirl que baja quera roauda
gastar de am i vei 700 oa 800 conloa de ris im-
prudui-.tivos, alen da despeza innua neeessaria
conserracao do canal, oa ser essajfcdespeza fit
por pH.ju>-a s parcel!3s annaaes, e per conseg-uiote
de nma exeeuco longa e dema>iadaioenls demo-
rada ? E onde estar albliiade de ?e eonservur
anda durante vate oa triota annos ura foco de
inf-ccao constante, am ino-nroodo de todos os ios
Untes para aquellos jue tenlo deseen iido sorama
abultadas (om a construccao de belma e aprimora-
d ediflcf-is. b)je passam nraa vida de raanyrio-
seide a cada instante atacados por esses tigre* fe
faces qae a qnal^aMr* hora do dia ou ta; poile va i
es pretos atirar ao canal de Riachuelo T '
O aterraraento desse resto de alagadd, a que dio
impropriamente o ora? de canal de Rtaehaet,
trat beneficus ao publico proraptos e ianaajiiat<.
naa s porqde se i hr. ',';- a-jjto ptrtwe toco
ddBfecaj de ethalacsies mephilica e encom
modas, como porque ama ra de 110 palmos de
largura e^oas a tres rail de exleaso, planuda da
arrerese seraeada de bancas erar idas des'as c.'O*
titaearbm aneno a defcio.-o pa -en e qae nao
tem iue mveoiente algum ; alera da qae serMait
cora a di am U quantia deviuiee cinco a Irinta
coat* de ris, sendo que podara eitar prampto ao
flm de oiio a dez mezes, se iouvar ba voaude e
dl*pj8t(3.
At aqu nqi tomamos na considerado que me
rece a qdfJlio de rfygieoe que nao pela ser es-
queciia qnnd) se falta era bera puMieo e aquillo
qde Ihe i-otaiive: mai cosa* sosa questao tem
a peso o vil* tal que nao ude s-r e vida Jo, so-
mos farcad is a entrar anda que succinta neato un
tai aporeesafae e mostrar qual o e-inogente qu-
ea pode prestar para eombater a iia rame-
raor$* j i caod de RiaeQeelo..
Tojos sabara que nos lagos, brejos, pais app-
txos logares nade as aguas e-t ignara e nao tem
curso ttvre ba na oceaato de saa desetacio ama
conslinte do .oraposicio de materias aaimies e e
getaes, que dao lagar So desprenlimento de prin-
cipios ehiioicos, a qae se da o noms de miasmas e
qae seudo ao-urvidos petos nos*"* rgSos proda-
zem diversas molestias, como a feo-es intermiteo
tes, as malignas, aaeaehechias pstudisas e eutro-
qae jan lus, que mesmo sendo staaados eoergwa e
-cooveaienb mente, mQitas vezas trazem a morae de
c*anteoas de ra vidrio*.
Hi manos escrHitorcs di?tiot08 qu peaam
que q lando esta decomposicao se faz por nvioj
' fugua slgala os mla rejos o dsvetn por t&Plo ser evitada Com mais cni-
l.(jV); om, se a d*rame ra-s dj alagido *ne tao toratveis, como nlieero
elles misturado* a cala instan*) cora, amaaaw nos'
les de toda espede, e cora es materias focaes em
estado de podnio, u M vao a*eitar de iqUaotc
a lasta.te, issrai nomo ar^ue saera di caono de
ara hospital tada as vetes accuraulam-ae MSe
100 militares doenles t
Seodo asm o depost'.o dj3 quant iaj.mijndicf Ua
fcil expita a freq^aci* com qpe ao atacadjf pmveite algosa para ce espiriio
oee 4o saor da pria, ens^ee verfiohiiso,
q ie de,J..r !r\sttj Vjk. tneapaa *e 4ext pro-
fea^f. snlr,)s ? *! r/8c,agem. 'ns uieuairui,
o%v-)o* npmef. que tm grau,tmaiorilna laadn
adS 04.IV-aBaos, sai retirados do r^pjtBj du
Ultras para sa darent- aoa trapslhts da lavMra,
oa ao das *rw mechanicas, qeando chegarem a
boateis tajtas, falla de ahrircra livro, e so'en-
iragaes au vida laboriosa, de nada se lembrando
qae tajpit c^jujande -yiaja^ ^*-yjn saja
U eatarrke, da diairWa, a da outraa-iacerij. ras-
lasttas as pissdas qee habitaa aos Udfl do raaal,
irtBcieaimente n latto do saa, as emaes as podem
'auportar o obeire pnirido o infecto qpe se des-
preada da vas de caaal e das materias aninae*
era awafac;io q~ja all existe eoawtautemeale.
Sefossa em ootro paiz eeriamentanj) se eoas-
trniria am cae da esgto de m hospital qae re-
ceba nm avallado aamero de doeatas, atinadono
atar de ma ra onde extoen maltas casas hht-
ladas por numerosas familias : emporqu at agora
nao se ten pre-tado a oecessana attenc>o by-
giene publica e aos cuidados que mereee tata pe
pulacao crescente a olhs vistos, segue-se que de-
veraos continuar no mesmo desterxo", no mesmo
abandono, no mesm icrimef
O progresso da civilsagio era toda parte do
mando reoommenda os mais senos cuidados am
prol da s: ilte dos povos e tomara pr%cucds pa
ra affastar as cansas que cencorrera directa ou
indirecuraeo'.e para soa deteriaraoao : para laso,
descara se panunos.'atterrara -e aligados,abrern-
.se esgotos, t J^ rmavaon-sa ai iramuudtces, ea-
tarram-se os animaes morios : eratlra cuida se era
parificar o ar, oa preeara-se evitar que elle se
lorue insalubre : ja lempo da fazermos alguma
L-ousa ero beneficio da satile publica : lempo de
cuidar em ramovor *. extinguir as fonie* de soa,
.1 ternraeaj : lempo ealira de mostrar que
acompanbamos o verdaeir prugresso do genero
humano e uao qae fallamos Ubi era progresso
sem conhecer aa manos a sigmli;acaoda palavra.
Daseiariamos que nos deraonsirassem que labo-
ramos em erro qnaato a pensaruios na muiilidade
o desproveilo da caaservacao do canal de llia-
chaelo: ser ella de am casto 'muito elevad
sem qae traga vatagens de qualqner qaalidade
ao pub'ico; entruanto qae esse capital pode ser
erapregado era outros meihoraraeoXos de que laute
precisa a provincia, seodo em primeiro lugar as
vias dj cormunicarj pelos beneficios qtte fraem
a urna granle pirte' da pipuja?i> imm-Jiatameii
t, e aos favores sera numero-qae pmtaai a agri-
cuitnra, ao coraraircio e a industria.
Xsste moraeoto chega-nes urna ida e nao qup-
rsmjs furtar uos a urna com.{i3r,'Cg: pedimos
parmissao para apreseuta-la de pass;igem: e oa
D -ve, poto, o ensrao da. historia, nat escolas prl-
biarias, toraar-he am perfeitn eaadro moral. Nada
de earreces atiia. Da historia santa, eda da paiz
devem sabir o unacipaes p mak largos funda-
mentos da e*mr pa applicaeio de melhodo taha
ai noss t aaadr'i hi-iorico moral.
Orgaa*ae-?e, prtante essa ehave de accorio
com o feque >e deseja, e deveado conter ponaos
de ama certa importauaia, eaa qtaes sempre se
possa tirar araa concloeao moral.
Nos exercieios sobrq o mappa, dssenvolva o
mestre; coavaatcaasajaente, o objeeto da lecaa%
lembrando-se qe owm principal nao e soore-
earregar a meaoria dos meninos com muites pro-
raenores, ss nao farlar-Ibes ao corado, para for-
mar bomens de bem o perfeiios cbnstsos.
Ponha constantemente em scena a vtrtade a o
vicio; este, recebendo tarde ou cedo o merecido
castiga; aquella, v ramente sem recompensa, porra sempre exaltada.
E aakara qw a opporvaas#de sa offareca corrija
os.erros e precooceitos populares; combata o
HMUg (Me, popaa aapatlor da riqaeu
uioslre o horror que sempre inspira o crirae ainda
qae eoberte-e parpara? oulloaado sobre o thro
ao. Ao contrario, faea reconiecar o eneanlo o
poder da sabe loria; demonstre cora exemplos,
que nada to l^ravavel como a honra, e a prqbi
iiide; advjru qoeo valor, das grandes, e bellas
aci,o:>, Ul que ainda maia0 os,, mps horneas
nao dei.xam de Ibes prestar admira?So j, esti-
ma eic.
Este modo de ensenar pelo melhodo Zaba nao
pdle denat,de agradar a'as meamos, para qaem
parece que priiciplmente convite, promoveodo
ao mesmo tsapo nm rpido progresso ; e s
assim qae {segundo me parece) se podera gravar
em sen espirit; iadelevelraente, os acrate.-imen
tos que se Mtea tenham de ensinar, pois, nao se
appella smenla para a memoria, si nao tambera
para o coraclo e para o juizo. E coqjp os meal-
nos que prendera a historia aprenden a geogra-
ph;a, ainda teremes a im-gioao coacorreado
com o sea piafa para a Fioaltsando aqui, of-reg, coasideraco illas-
irada de V. S. o que lo toscamente e >em nexo
Mea exposto, e espero me baja, ne desculpar as
da menos que a abertura do canal a untos iodos .faltas, .eadeaio a .iiiinha fraqoeza.
projctado para desvio das cheas do Cap bariDe
da Varzaa, ao Motoco'.omb, e que por urna mM
fatalidades, que ningaem comprebiede e menos
pule explicar, lera daixdo de ser execOAado, e cu
jas vanlag.ras sao por iodos contiendas.
A aq-enjia desle C3nal t-m >ido a ca?a do es-
trago que quasi todos os annos st.frera os no:so
lindos arrattaldes e tem peiado o sea dosenvolvl-
ni-at). JDpare-seo io-reraentj que lera lili oa
tros lugares desta cidade, cora o que tara apresen
Udo a estiada aiva e suas circuaivisinhanc^s, e
cora fac idade se c mpreberid-r quo as cheia* do
Capibanbe fio ama maraiha de granito opposu
ao cresclraeato dos arrabaldes, onde ellas f. zara
ma:s estragos.
Emfln, cotiamos tudo do bom sapap do Exm.
5r. coseiheiro presidente da praviacia e da boa
voolada que tem mostrado era promover o que
de utilidade real para a provincia, a estamos cer-
tas que S. Ex- exaraioar e-ta qaesta com a hi-
bilidade de qae lera dado oauraeras inequivoca
pravas em sua admini-iranio, e tomar araa dect-
sao qaa seja de provajto ao eugraodaciraento da
provincia, que muito Ihe deveri se. S. Ex>". se dig
uar proporcioaar-tba ra.'loraraantos qu.a s^jaui
de beaeluio goral.
P. P.
0 iiietiaodo aba e o sr. i>r.
Colla?**.
XIII.
1 lm. Sr.Accuse a reeejTcio do officio da V. 8.
datado de '0 de juuho ajtwsM fiado, era que
cumpriado o qae determina o Exm. aovaran da
provincia, procara V. S. saber o raen parecer so-
bre o valor Iliterario do metbodo Z ba, e a vaau
gem de sua aioplacao oa sautas publicas para o es-
ludo da bis:eria universal. Infelizmente reaonhecu
a mioha incompetencia para o di-sempanlu de
seraelliante encargo. M-:us limiladissmos couha-
ciTientos, e a falta dwqueiia patavra aatorisada,
a quo possuem aqaeiles que tem profanado, por
longos annos, a vasta e dilScli scieocia da listona,
rae rullocam em urna psicao lo espiobofa e obs f
Deas, guarde a V. & Babia e .extrnalo iMtaxal
3 de j'ilao da 1.^71.-I.Ira. Sr. Dr. Antonio Franco
da C'Mia Meirelles, director geral da ia.truc;Jo
pti.oln:;!. Ja. xternato.Conforme..lafonio Garca. Pacheco
tiranto, secretario geral.
(Con linuar- se kaj.
s do* sea* cliefes, como fio gran jn. atisfcio de
wduoerm!ercio d'csu praca, n;io poera nanea
ser esquecido peto govenra, que, st nao o remu-
mroav melhor agora, eminente o ha de fazer
quaajo elle pedir e ohtiver sua apesealadoria.

Os panoramas deljisboa
aaauociado para h(a a ultima
rxhi-
Wcio'estoj
Adniiraigate da arte, qaaodo
Hroes
magnilieoa- pam'raaUf
ella sa apre-eola
em todo o aau esplendor," como acontece nestes
paaoromaa, nao podemos deixar de exhortar ao
pabHco latt* capital, a que va' assistir a essa
exhibitao Sndo assim nma preva do sea gosto
pela artev ajgosando ao mesmo lempo de ura es-
pectculo tatito recreiatJtJQ e iuteiraraenle novo
entre nos. loto toca sobre lado, mnilo de perto
sos porlngoezes, pois a' vista d'ama obra d'arte,
de Unto mrito, de am sea compatriota, devara
sentir-se dominados de ara justo agthaalaattio
por ver* qae no sea paiz, as artes Dio esto es-
tacionaria, como lambe, pop Ihe despertar as
reminiscencias da sua bella patria, retratando-lhe
lielmale as saas duascidades mais importante-.
COMMERCIO.
NORTHERN.
Capital.
sundo de
, ... 50,000:000*000
reserva .... 8,000:000<000
Agentes,
Milis Lthan C.

IMPERIAL
Companhift de seguros contra
foco.
;aoei%es
S. P. JOUHSTON & c,
Una da weuaala-nova a. i*.
THB ALUANC8 BKITISH d FORE1GN.
Life and Pire Assaraoce Corapaoy esubelecida
im 18. Capital 5,000,000
Os agentes desta compaahia tomara segaros
;ontra fogo sobre predios, gneros e fa;ecdas 1
)agam aqu prejaizos devidamente provados.
Rabe SchmeUaa A C
Corpo Santo n. 15.
Coaamiissito cacar* egaia ale fes-
Cejar a Eieelsa. Seahora. da
Coaceiea em sua capella da
estrada de JoSo de Barros,
a correute anco de 1819 a
Presidente.
O; liia. Sr. aaaoel Antonio Ferreira fiajass.
Viee- presidente.
0 lilis. Sr. Aotoro Laonarlo Rodrigues.
Secretario.
O IU.n. Sr. taoento Francisco Aatooio-ae S Br-
relo,
Tbesooreiro
0 Illoa. Sr. Jj' Htcoljo Ferreira Gomal
Prearadoras.
Os I lm*. Srs.:
Frau:isco Aotumo Gongilves. de H>deirea.
Manoel Ifpgoline Hereira Giraldea; m'*r%
30oel Daarte Vierr Jonior
Maooel da Silva; Piaibj>.
Msrgellno Gomes da Pooceea.
Joaquina Bogenio Fisrrerra;
dos devotos e devotas
de festejar a Kxcelsa Meohora
da Ccelco. eaa saa capella
la estrada de Joa de Barros
no corrate auno de tl A
1893.
dase poreleico
O Exm. Sr. eomawadador J>n Mana*, do Nasal*
ment Machad* Portera.
Jaza, por eleigao.
<
Segaros conlra-ogo
COMPANHIA.
qwe teas
.
SS|5a! 0,Exma.Sri
objeeto de tanta impartancia, e ser Baile ura
va-lo irapugeavet. Todava, liv/o de toda pro
leci.'io, e sraeolo por obediencia a,V. S. diret algu.
mas palavras manifestando o mea particular jui),
folio dapois de dnas cooforencias. qae assU da-
Jas pelo Sr. coode 2aba para oem rastrar as van
lageas d> metbodo. Na primeiradessas conferaa-
cias, apesar de forleraeate imprestioaado o raeu
espirito pela novidada do objeeto, e apparenca de
nfalllvtl bom xito que apraeotava, ficarara-me
aigumas duvidas, cujo assumoto procorei ve-
rillcar manindo-m do um exemplar do mappa
com sea aueciorio, e fazeudo sobre elle um es-
tado serio, racional e desinteressado. Assim ha-
bilitado pule na segunda conferencia apreciar me-
lhor o moihodo, a convencer-me da sua pereita
exeqaibitidade, e ncoatastavel atiiidade no ea-
sino da historia universal. Taiaho pois que para
mim o metbdo Zab% em .-ua nalureza, urna das
mus falizes concen<}9es do espirito humano. Frac-
to de ama ratelligtncra frtil, elle contera em si o
agradavel e o ulil; porque, simples como o f-
cil de ser posto em pralica, tem a dupa vaalagem
de tornarle em urna especie de jogo divertido,
que raoito despenara a ati nsao dos rapases, e da
ao mesmo lampo exerciundo-lbe* a memoria e a
lat-'ligencia, de gravar-:has 00 espirito, sen es-
larsa, as lec^oas que l.i*.m o ohjacto dos seas es-
tados, com tanto que o raestre sa compeaHre bam
do papel qae deve representar. a
Considero que sea>elbaale melhodo p ideea^pak
vaitosameate adoptado no- lyceus e wllegaos, como
as esealas primarias, e at no seio das familias,
guaidada a dsvida gradacao que em taes ca os, o
en-ioodeva pedir.
O mappa syowoiico do autor, e a chave qae c
acompaoba aervinio, como servem, apenas para
mostrar como se deve proceder uo ensino da ln--
toria, sajeilam-se psrfeiUmenle a todas as modiR-
cac5s qae se desejam, sem que por isso se aliare
em nada a esaencia do melhodo.
B' aisim que ina persuado qae aos lyceus ecol-
legios, onde a io?truccao mais extensa, se poda-
r proceder do modo seguale :
Orgaoise o mestre urna chave, da accordo coa
o programla do sea easno. Asssotides oa ata-
os, teaba cada am sobre a meza o sea mappa
mudo aeompaohalo da respectiva caixloha de yra-
boloa; e o mestre tetina tamben junto a si um
mappa symbotioo lo formato grande, para servir
:he as oxpicacS-s, e as reaa|italar,oas e exa-
mes, qae tenba de fazer, para eerbficar-se do pro
veito dos seo alumnos. Tonaado o me-trecada
-e.alo por obj co de am leccio, exponba osfss
tos relativoa conlidos na sua chave, e fa;a com qae
os alomaos as *-i:n<"Ti era ses mappas, coito
-aoeo convenientemente os respectivos symbolos.
Oepois da repelido, diariaiaeoia, este exercicio as
vetes qae eoaberem na melada do lempo das lee
e5as, (pfo meao-), mandetim oa raais alomaos ao
mappa eTanda interrogae-os acerca de que has
foi ensinado. Os erros, que te derem, devero
sempre ser desfeitos por nuirotaper ultimoquaa
do nenliam saiba emendar, saja e masire quera o
faea.
S depois de asseaboreadas os rapares da todas.
os fados coneeraeotes a ama poca notavel 01 a
ama das prioeipaas divisss da historia, adraui-
las pelos bons autores, poder o masire com suaa
exp incoes e relexSss ajada-ios a coordenar e com-
meitar eses* factor, aflm de coobecerem a rafluf n
etc. etc.
Pros-gnindo oeste passo, craio qna a mesis*
L'hagaia ao termo desejado cora ptimo aproveiU-
meato ios qae o aeompanbaai: e si este modo de
ensioar pode parecer meaos bom, porque ero
ver,lade o maior tribalho perteaceao mesira.
.las escolas primarias o> ex rociea dererao ser
faiios do mamo modo t m:i objeeto do ensin
ba de ser muito ms.is resain.d.t, e baseado em
ama adoquada espeeialilade, que ser sempre
til aos que Sverem de seguir a instra.c > supe-
rior e neeessaria aos qae tvere de car cem
a primaria.
Lerabre-se o.meatre de priaeiras latirs qae o
en rajao rida de urna serie da factaa, de nomos pro- .drgdei.
pnos, de PaUlbas, e tratados etc., sea nraa s re Pensamos,
fiaxo eapaz de prendar 1 attencao dos ajeniaos, ?5*s
E-orifio perelelcao.
U Illa. Sr. Joaqtim Javeacio da. S.Iva.
-cri'it por elaicao.
A Exm, Sra.. D. Otympia Caroeiro de Barros
Campellc.
Escrivao por devajao.
O niai. Sr. Dr. Aprlgio Jastiniaoo da Silva Cuma
ries.
Escriva por devogo.
A Exma, Sra. D. Maria Fredarina de agaiar.
Jaizas p>r dev.cao.
Os Illms. Srs.
ov(ri.cR Vola mes entrados

Pernara-
de
-


Baro de Nazareth.
Dr. Joao da Silva Ramos.
Antooio Corroa de Vasconcellos.
Antonio Perreira Ramos. *
Ludugero Joaquira de Parta Nev'.
Fia vio Ferreira, Cato.
Laiz Antooio Pereira.
Joaquim Jos de Fana Naves.
Conmeodador Miguel Jos-de Almeida
bnco.
Antonio Franstsco Uarlios da Miranda.
Jnizas por devoras.
As Exmas. Srgs : .
D. Maria, esposa dq Illm. Sr. Jbo Martios
Barros.
D. Maria Christina de Carvalh: Mirae-
D Francisca de Assis Jarge.
O. Mara Emilia Jurge Neves.
D. Igaez rnilia de Paria Neves.
O. Maria Ign cu Ferreira.
D. laabel Tertuliara Ferreira.
. Olympia Afra ra Mi-?non;a.
0. Marianoa Emilia Ferreira.
D. Leonor de Araazja3s Villas Boa?.
Jaizes protactores.
Os Illms. Srs.;
Dr. Antonio Mara de Faria Nave?.
Maaoel lgoaci\> de Oliveira Lobo.
lir. Cae'.ano Mara de Fina Neves.
Mariano de Figaeiroa, Faria.,
Joao Francisco Ferreira. t
Antonio Lnpes Pereira de Mjrim.
Dr. Aatorn Jo de Almeid* Peraimbuw.
Padre Eraesio Ferreira da Canoa.
Joaquira Leocad o Vieg3?. .
Vicente Macbajlo Freir Perejra d S:lva,
Juizas protectoras.
As Exmas. Sr as.:
D. Praueelma Maurlna da Silva Albnqaerque.
D. Mara dos Santos Vlegas.
D. Maria Joephiaa Libo desala Neves,
O. Geerla. esp?ad) I3-. Jm;iSo do Oii-
vaira Malla,
D. Amelia PugL
t. Anua Cavalr.anifl.,
1). Maria Rasa Ferreira Jorga.
D. Leopoldina. Cecilia da Salles Jorga.
D. Ideltrudes Ferrelrs.
D. Silvana Jalja Caraeifo de Almeida.
D. Mana Egypeiaca de bocio Lumaebi.

N.io qracajBM
v-i 1 qna elles uvarara oos deitinos da hora anidada acto d govefnfl, mas. teja eomo fdr, nao podemos
Iloje paesa a ser lito por aa^tiMslraao de ama
eompanbia que cenlratou coa e*|averoo meaiaate
nm privilegio do SO annos, o servico da capataza
da alfaadea d'eeu provinera, driando poraoto
a erT=*lividade d'esse servico o administrador Joao
Athanaslo Boirlio.
entrar aqni na analyse d'ess
deixar de dicer alguraa" coa-a qae signifique am
voto de nomeaagem qaslle emnregado qae, sem-
pre zeloso pele comprimen le seas aevires-, e
maU aioda. pelo bem do erra; publico, napea
acoco se ea aii{ap algum de {fealdades,
que (izessero Iropeju ao service da capataMa ;
antes elle raoiiroa-aa iewjnrft Ora adalo|*irdor
tal como imaginoo-o a goveroe^jpjando aopve por
bem nomaa-k).
II.orado por dernais aerappa bemeraiste no
exercicio do sea eapregov aonbe oSr. ftatalae l<-r
aquella energa precisa quera axira-se ao iran-
Iba le adraraiatrar servia (M for ipa cu-
mia lastraida o mal igoorpoi* da sacuda Je,
ida seapra de aaViataie, isa aaqaeoas ex-
pnJa, qae am eronrgado as conii-
public.
SEGURO CONTRA FOGO
The Liverpool & Lonilon dt Glob
Insurance Compaoy.
Agentes :
Saooders Brotbers & C.
1!Corpo Saoto11.
-
Novo baoco de Pernambuco em liquidago
, 19 de Janeiro da 1872.
Os seahores accionistas podem receber 8o di-
videndo jle 1 i|4 por cento do capital; s quar-
tas feiraa e sabbadcs.
------- **
PRAGA DO KECIF 31 DE JANEIRO.
DE lh/
as 3 1/ Boitaa da TAJioa.
Colacots officiaea.
de Goyanna sem lnjpecc,o 633 rs.
por kilo, Hornera.
ugado da Parabyba sorle 688 rs. por kilo
posto a bordo a frele de i d. sem capa,
'ambiosobre Landres a 90 d/v. J5 d- por 149*0,
Oeseontode letras 9 1|2 0,o ao anuo.
Freade algododsqui para Liverpool II|1) J.
por Hbra sem capa.
Al
"
P-
ALFANDEGA
aendiraento do da 1 a 30 .
dem do dia 31. .
J. Pinto.
Presidente.
Dubourcq.
SecreUrin.
l,lfii:70&Aoil
3:10002o
l.94:80SaS63
Volames
>
com
com
sabidos com
oom
fazeiidaa-
geoeroa.
lazendas
gneros
320
470
4tT
88Z
790
i:3o9
Canaltrigne ingez Maigarel Ridlity, capillo C
La y loa. carga asiocar.
Rio Grande do Sal-Bj oa portuguoza Arminda,
capllo V. J. da Nova, carga assucar.
Rio da PalaPatacho hespaub*"Priro, eapilo
Agoalioho Conell, carga assnca'.
Granja e porlos intermediosVapor nacional Ja -
guarilx, comraandante Gailherae de Castro,
carga varios gneros.
Ara*aj e porlos intermediosVapor brasileiro
M'iniah, commandante Ja'io Gomes da Silva,
carga differen'-s gneros.
EDITAES
O Inspector da.alfandega faz publico aa
corpo comaeyeial desta provincia e a quem mais
ioteressar possa qae em virlude da ordem do tbe-
souro nacional n. 265 de 29 de dezembro ultimo
commuoicada por portara da thesnuraria de fa-
tenda n. li de 15 do corrente, ter execncao o
contrato celebrado pela directora geral do tbesoa
ro com Bellarmrao do llego Barros, Francisco Fer-
reira Balihar los da Silva Loyo e Jos Joaquim
Antunes, para o servico das cspatazias.erabarqae e
desembarque de mercaduras nesta alfandega, a
comecar do 1* de favereiro prximo em diaote.
Alfandeza de Pornarabuco, 25 de Janeiro de
1872.
O inspector interino,
Faustino Jos dos Santos.
O Lira. Sr. inspector da ihesouraria provin-
cia! manda fazer publico, era cumpriraento da or-
dem do Exra. Sr. prndente da provincia, que no
da l de fev.reiro provimo vinlouro, pera ole a
junta da faaeoda da mesma thesourara se ha de
arrematar a quem por meaos Qaer, o fornecimeDlo
de alimentacao e dietas aos presos pobres da casa
de detencao, e pelo restante do trimestre corrente,
servindo d base ao c intrato os pregas abano de-
clarados, e de conformidade com a nova tabella :
Domraeo, almoc 1, jamar e ceia 400
Desoarregam boje Io de fevereiro de 187J.
Barca portagaeza Pereira Bonjet varios ge-
nero*.
Vapor ingiez.*.miavarios gneros.
Despachos de expoiiacfo no dia 30 dt
jamiro de 1872.
Para os porto, do exterior.
No navio suoco.Adolph, par o Canal, afo-
garara : Keller a C/300 saccas com 19,032 kilos
de algodo.
Ha aavlo iogle Insigne, para Liverpool, car-
regaran : Haory Wallraer 80 saccas com 20,:io8
kilos de algodo.
! Na barca ingleza BarbadSes, para Liverpool,
ear.-ogaranv: Thomaz JelTerias A C. 92 s com 6,101 kilos e algodo ; Eduardo da Costa
Oliveira 123.saccasoom 8,984 k los de algodo.
No b-igue fraoeaa St. Eliene. para o Havre
carregaram : Tissat frere* 4 c. 29i sascas com
22,i2 kilos de a'goaao,
.Na barca porwgueza Novo Silencio, para
o Porto, carretn : sotoaio M. Machado Jnior 3
raeas barricas com 130 kilos de asmar braa.-o ,
Maria Joaquina da Oliveira 4 ditas cora 190 ditos
de dito. Para Lisboa, Antonio Loyo 200 sacco*
cora 13,0OtjHtlos, de assaear raascavido ; E. R.
Rabeila 4 G. 1 sa* com 120 kilos de sem.raie dt-
al o lo.
Na barca ingina Keriland, para Liverpool,
fVarregacam : Mills L.than 4 C. 1.500.saceos cora
111,500 kilos de sssocar ra c.-.i o
Natjarca ingleza Petrel, p .ra L; ver pool, car
garau: Patn 4 G. 600 saceos coa 43,000 ki
ios deuissecar raascavado.
^aaarea portogaeza Pereira Borgcs, para.
Liaboa, carregaram: B. H. KaPrlto 4- G. !,'. o
saceos coaV 75.0W kilos de assucar raascavad.
tr Na baraa amerieana licuar, para >>w
York, earregavam : Henry Fowler 4 C. 2,100
sacaos com 157,500 kilos de a^sa^ar masca vado
Jas da Silva L yo 4 Filaos 1,000 ditos cao 75,000
ditos de dito.
jara os porto do iotonor.
* saajjawarcaca 'fres limaos, para Mossoro, jar-
regorf: Braga G .mes 10 barrica- com 680 kilos
deassuear bvence.
|r Na vapor nacional Jagmrtb*, para Acarac
cirregarim : Terpandes Irmos 4 barricas com
384; kilos da assaear branca^ Jenaino Jo- da Rosa
1 meiavT>arrtcas<*om 910 ditos de dito.
Hegebedoia DE~TeiN&AS interna?
^aemes db peknambco.
"HiBHwn. do dia 1 a 30. 59.300it0
Idea do dia 31,,..... 2:575*775
61:876*225
CONSULADO PROVINCIAL,
imeate dn dia 1 a 30. 168.216*161
do da 31...... 2.W64I.33
-
i7l:lli*7!'6
de levaMhe* ao*launa do cora?ao ama sement longo tempp'ig ja>Mla aaVanaoa,patarvanlo
productora de atfos ajeoerosog da virtule, bea> .amare a oais ricaias aaaidaidide a conisto o
iVUlENTD O PORTO.
-----------aaW----- --------
-4 ijavto ftraio no dia 31.
B hia10 das, barca ingleza t/uio, de 294 tone-.
late*, capi&o Weale, e4Uiiag3in 10, ora lastro.;
a T. Carrire. .
Sanos sakiios no wimo dia.
L:v '-rna.-dBarca loglcia Patgeno, capillo You:)g.
aa\b assuc-r e algodo.
?raaPauco iDg ei J|ic!r, capitio John
arga a>sucar.
Pala Patacho bespanbol Pelaya, eapitao
Jfti-Gari
Bvrp
l'ggler, ci
carga asiucar.
1 mgleu Alisa Crtig,
algodo aassucur.
capilao
#
llEBftTj
Segunda fora dem 1 400
Terca feira dem 400
juarta-feira dem 360
Quinta-feira dem 400
Sexia-teira idera 360
Sabbido dem Dietas. 360
N. 1Al moco tu
N. 2Al moco ejantar 370
N. 3-liera 5911
N. 4dem 310
H, 5-Idem 3.0
E para couslar, - e mandou pub icar 0 presente
pelo jornal.
Secretaria da thosouraria proviac lal de Pernam-
buco, 23 de Janeiro de 1872.
0 1 :i v.1 da s crelaria.
Miguel Alense Ferroira.
ra.
J
O lllm. Sr. inspector da the.-onrarsa provra-
viocial, era camprimeuto da ordem d) Exm. Sr
paesideoto da provincia, manda fazer publico, que
no dia l* de feverairo prximo vjndonro, peraate
a junta desta ihesouraria sa lia de arrematar
quem por menos tizar os concarios da que care-
cer o qtiarlel da cidade de Giyanna oreados em
1:6021213 res, e sobre as clausulas espetiaes
abaixo copiadas.
As pe-s as que se propo:>.erem a essa arremata-
do comparecam na sala das sesadas da refer la
junta no dia cima mencionado, polo meio da e
competentemente habilitada-.
E para constar se raandoa publicar o presente
pelo jornal.
Secretaria da thesouraria provincial de Pernam-
buco, 15 de Janeiro de 1872.
O offlcial da sccreuri,
Miguel Afonso Ferreira.
CLUSLAS ESPtSGlAES.
i." Os reparos do auartel de Goyaooa oa irapor-
Uacia de 1:6021213 r. sero execulalos de con-
formidade com o respectivo orraraeolo.
T O eontrauote dar comerlo as obras no pra-
so de 8 das, e as concluir no de 3 m-*zes, am-
bos cootados da data da approvacio do cootrato.
3.* O pagamento da importancia da arremata-
cao ser feito era 3 prestacoes iguaes, sendo a 1'
quando liver camelado a obra, a 2.a quando bou-
ver metade dos reparos, e a i1 quando conclu las.
i.' Para o mais que nao se acba especificado
as presentes clausulas se observara as disposi-
cues do regolamento de 31 de julho de 1C66.
Conforme,
M. A. Ferreira.
4a secci).Secretaria da presidencia de
Peraambtico, era lu de Janeiro de 187'.
Por esta secretaria se faz publico qoe,
tendo o Exm. Sr. presidente da iirovincia
de dar execoc^O ^ &rt. ^ da le provincial
Q. I-j de 13 de jiiribo do anao liado abai
s'i transcripta, se coovida a qaem qaizer
ontrat^r o assentamento de carris de ferro
em toda a extns53 desta capital para o
transporte de gneros, bagageo e mercado-
riati na toaaioa- lutada Iok a apresealdr
suas prcBAptap m prazj do 30 dtas a con-
tar da praieiit. data.
O secretario
liasF. d'Alm?tda c Albuq&rque.
Le provincial n. 100 de \'i de junbo
e (871.
Arf 2. Fica igualmente o presidente
da provincia autorisado a contratar com
Ballarmino di Reg Barros, Jos da Stlva
Loyo e Jos Jjaquim Antunes, oo qoem ma-
Ibores vantagens oferecer o assentamento
de carrin dd fcrro em toda a extoaso da ci-
dade destn '.d.;s ao traosporte de gneros,
hagajjens e mercadorias, com o privilegio
de vate e cinco annos, e as mesmas co>>
digoas da c iBcessio feita a eompanbia loco-
motora do Rio de Janeiro equipolentes as
circom'Unca* da empresa.
O lilra. Sr inspector da ihesour^na provia-
cial, era cumpriraenle da ordem do Exm, Sr. pre-
sidente da provincia, manda faz-r publico que no
da 1 de fevera.ro prximo vradouro, perante a
junta d'esta thesonraria se ba de arrematar
quem por menos fuer, os concertos de que carece
a cadeia da cidade de Goyanna, oreados em.....
2 0781125, e sob as clausulas especiaes abaixo
declaradas.
As pessoas que se propozeram essa arremata-
gao comparecam na sala das sessoes da referida
junta, ao da cima mencionado, pelo meio da, e
competentemente habilitadas.
E para constar se maadou publicar o presente
pelo jornal.
Secretaria da thesonraria provincial de Pernam-
buco, lo de Janeiro da 1872.
O offlcial da secretaria, -
Migiul Affonso Ferreira.
Clausulas e-peciae-. ,
1 Os reparos da cadeia d Goyanna na impor-
tancia, de 2:078112o, sero exacotados de confor-
midade cora o respecliro orgaraenlo.
2a O conlractanle dar cora, qj as obras no pra
zo do 8 das n ,-.s concluir no da 3 majes, ambos
cootados da dala da aop'ovaclo do contracto,
3* O pagamento da importancia.da arrematar)
sera feita era tres prestacoes igaaas, sendo a pri-
meira quando lavar comecado a obra, a segn la
quando hoover metade dos reparos, a tercena
quaodo eouclui-ios.
a* Para o mais qae nao so a;bar especificado
oas presente.- clausulas, se observar as disposi-
(oes do regulara, uto da 31 de julho de 1866.
Conforme.3f. A. Ferreira.
Irmael Osar Daarte Ribero.
Dr. D i-rie E-tevcs do Oliveira.
Urano Airea Barbosa da Silva.
Santo Antooio.
Antonio Jos Pereira de Mendoaca.
Antooio de S raza e Sa.
Dr. Lao'inco de Maraes Pa;
Jos Duarte Pereira.
Dr. Joaquim Pinto de Miranda.
Dr. Aaiouio Raegel deTaajaiiao*
Dr. Antonio Eaaavinooaafoe Baile.
Jos Candido Yangas.
Sebaetiao Antonio da Silva liaixa
Francisco Pinto Gaimares. f
Anselmo Jos da Costa.
S. Jos.
Flix Paes da Silva Pereira.
Joaquim Al ves Machado.
lija-Vista.
Maooel Fernandes Barros.
Dr. Vicente Pereira do riego.
Affonso do Reg Barros.
Pedro Ignacio Baptista.
alanoel Laiz Vires.
Caslooio Moreira Diis.
Antonio Ignacio da Silva.
Justino Jos de Sonta Campo*.
Heorique Eduardo da Gasta Ga
Joaqu-m Francisco do Reg.
Afagados.
Laiz Francisco de Carvaibo Paee de Acaree*
Joao Joaquim Alves.
Varzea.
Vieente da Araojn Pinheiro.
Francisco Xavier Caroeiro Lins.
Francisco Solero de Figueiredo.
Poce.
Joao Cavalcsnti Filgoeiias de Meteej*..
Maribeca.
Joaqaim Ribeiro de Aguiar MoaUrroyo*.
Joao Lins Ribeiro de Parlas.
Jos Carlos Vieira fexein.
Jaboato.
Fellppe B-zerra Cavalcaoti d AlbaqaerqiH.
Manoel Pirej Ferreira.
Jos Fernandos Monteiro.
S. Loureoijo.
Lniz Francisco de Barros Reg.
A' todos es qnaes e cada am de per ai, it-*
como todos os interessados em geral, se coa-vid
para compirecerera no prmeiro andar da '*aea
que fot ctdeia, na sala do jury. Unto di fterlo
da e hora, como as demai das segoictes, f-
quanio durar a sesso, sob as penas da le se Ul-
larem.
E para qae ebegae ao coonecimeolo de todV,
mandei pasiar o presente edital. qoa sari Isaao a
afiliado nos Ingarrs mais pblicos, publicado
pela imprenta, e tambera remetter ignaw ao res-
peclivos snbd?legados para pablfea-lo, e maada-
rem fazer as notili -acoes necessarias aoa jorados,
aos culpados e s testemanhas qae se achrete eav
seas diiriclos.
Cidade do rtecife, 31 de Janeiro de 187*.
F.a. Flsrencio Rodrigues de Miranda ttanw, f-
erivao do jury, o escrevi
____________Manoel Jos da Silvt Nrit*.
A catu&ca iuuaiciial desta. cidade pelo pr-
senle convida aos pretndanles arreraaUcao do
imposto de 60 rs. por cada p de coquear de pra-
dueco, ex;ep;uando 10 ps para o oso do pro-
prielario pela quana aunual de 9011, a compa-
recern) no dia 7 de fevereiro viaaooro manilo*
de flanea.
Paco da cmara municipal do Recite, 31 de Ja-
neiro de 1872.
Ignacio Joaqui n de Sooaa Leao.
[ r i-presi late.
Augusto Gsouiao de FiguNrede,
Quicial-maior ser iodo de secreur*o.
O Dr. Manuel J s di S Nelva. om:ial da ir-
perial ordem oa Rosa e cav Iheiro da de Cbr,is-
to, juiz de direitodaprlmeira vara e preparad ir
dos procesaos do tribunal do jury d!e*la comar
ca do Recife, por. Sua Magestade o laiperaior,
etc. ele.
Faz saber que pelo Exm. Sr. consf Iheiro presi-
dente do tribunal da relaco Ihe foi qoramonicado
ter designado o dia 19 de feverairo do corrente
auno, pelas 10 horas da naanha, para, teq lugar
a praueic sesso ordraa/ia do jurjr, que irabaltia-
r em das coasecutivoi;, e batMcdo boj-i proce.-
di Jo ao srtelo dos 48 juradas, que le^m deservir
na mesma ?cssan, era conformidade do art. 32S do
regulaaanto o 110 de 31 de aaoiro de 1812, fo-
rara sorteados e desigaados 03 ciiados sa.
guales :
(Ucifc,
Boma) Antonio da Silva Alcntara.
iu-tavj Naziazaao FurtiJo do Mendoaca.
Manuel di- Santos YiUaga.
Mi Pedro < Neata
J,- dawilva Loja Jagor.
Joao BiWi*ia daWvffra.
Pf*iici*cii Ferreira 3orge.
Aaieto Francisco da Costa Poroaatlmso.
Fran>ico de Sil'es Andrde L'nia.

GECLARACOES.
Pela secretaria di cmara municipal ce*U
cidade, se faz publico, qoe nao tealo sido effee-
tuada a arremataco da obra de coottmecio 0
aovo msreado publico desu cidade, cemofoiaa-
nunc ado, de novo sao c.ravtdadosos coaeorrente*
a coraparecerem oo dia 7 de fevereiro vinfooro,
api e.-ent indo os mesmos >uas habililacoes trr
das antes do indicada
Secretaria da cmara municipal do Recife, '*
de Janeiro de IS7t
0 1 lli-ial maior sorviodo de ae^eurte.
Angosto Genuino de Figaeiree>i
SANTA CASA DA MlSElUCOrlDU DO REdPL
A Illm, junta administrativa da Saou Casa et>.
Misericordia do Recife, maada fagar |>aUico qae.
na sala de snas sessdss.no dia I do mei de feverei-
ro p?las 3 horas da tarde, lem de aer arre-
matados a quera mais vanugeo* Merecer, pek>
tempo de um a tres annos, as randa* dos pr.-o
em seguida declarados.
ESTABELEC1MENTOS DE CARIDADE.
Ra da Matriz da B>a Vista. |
Casa terrea n. :> i.......2e*teK<
Roa de Sao Rita.
Casa terrea n. 32.......201*000
Ba da Moeda.
Loja d sobrado n. 37......l-j*0ttt
Ra larga do Roaario.
Segundo andar do sobrado n. 2i A. 30S*O^
Rita da Gloria.
Casa terrea n. 61......SaCaOOC
PATRIMONIO DOS OBPHAOS.
Ra do Codorniz.
Casa terrea n. I."......600*0/-'
Rna do Amonm.
Casa torrea o. 3k......120*00n
Roa da Guia.
Casa terrea a. 12.......193*OOg,
Os pretndanles devero apreseotar ao acto da
arremauro as suas flaneas, oa comparecer
icompaohados dos respectivos flaaoraa.
Secretaria da Santa Casa de Misericordia de Re-
,ife, 28 de jPneiro de 1872.
O escrivao,
Pedro Bodriguet de Svutm.
O admioi-trador da reeeiwdoru de ranea
internas p -raes fat publico que neta asea de
Janeiro e no de fevereiro pr xtmo fmuro que tesa
de ser paga sem multa a laxa dos escravos, reta-
iva ao exerecio cerrentede 1871-71,^0 que Bata
o referido preso ser cobrada com ': multa le
seis por cento
Recebedoria de Pernambuco 18 d* Janeiro i.
1872.
Mtnoel Caraeiro de Soaza Lacarda.
ltoda>.
Consuadi) ProviaciaJ.
Por esta reparlico faz-se constar ac
vos conmbuioies, qce no 1* do vndxuro mea de
fevereiro, coaaeca a correr o prazo para o paga-
mento voluntario dos impostes em segniua mea-
cionados pertencentes ao anoo floaccru de 3" 1
1872 : iocorrendo na mulla de 6 0/0 os que de-
xarem de realisa-lo dentro dos 30 ca* daaa pra-
zo ; 20 0/0 sobre div-rsos estabekcimeulea, um
mercues 8 0/0 sobre cc-iutorios, co.-ultorice e
cartonos; & 0/0 sobre diversos *
commerciat fura da cidade, e de indit-irt. e pra-
li ,-5o ; 5 0/0 sobra o espira vendiu naste rila-
de ; 60 ris por liare de agurdenla consu eda na,
provincia (1* semestre); 1*000 por tonelada de
alvan-nga e caeda erapregadas no sanies da per-
to, navegacao a transpone nos luis 2ViO *x
escravo eanhader i 5*000 por cav.i.o da aiu-
gael; 5*000 por cada esiatM-leeansato coraotar-
cial desta cidade ; 6*000 por earroca t a vebical
de twnsportej 16*000 por carro p.vticalar ce
pa-s 10 de a-rod.s; 10*000 por dito de I lodi
20*000 por maseat; 23*000 por orcoinaa
por carro dealognel e por carra funelce;
por escravo empregado no servico d< alv
de carga e descarga do porto ; 30*0*) per < a*e
de modas ; 40*000 por casa de nm bi.aat; 100*
por tvjoenaa qoa vender mindezas a qaanqaafca-
nas; 100* por casa qoe veoder pe v-ra ; Mk|>
por deposito de carvno de pedra ; ICO* pcivam
que vender roupa feita, (br,-s de fe Le ira en de
marceoeiria eatcangeira; 100* por >ada corres-
tor cemmeicial, ag-oles da tono; 2<>0* por cai-
xeiro, correotor-a** iecuioad r de esoavo*; 20*)*,
por 'a-a de camota; bOO* por c bcana, eav
prritaaarriyiTis on ag> ocia; hOO >* p.r cas* (>a
aganam de segaros; 1 ;00O* i>oc oen* de gar aa-
tia de bhetea ; 4:000*000 por ca* As ceaaavaa
'"gaada oa qaelqnet traosaeco saVe eropaao*.
2^000* par casa da pennore* ; e 1 jttpi pop c|aV
joalhelro que maseataar B" pr> v.aaJ^K
' Coasalado Provincia), 2 d- jiopS] jajt
A. Carntin AficAad Asa*.
De orjsmiklrrm. Sr. inspeafce dai
/ana de fzen*t f
coatinuara a ser as qdartas a -abaslw
ras da Urde qae nao forera sant.aaad
da janta da mesma tbesooraru.
Sacrstaria da thesoorsria de faaaoia V
ac em 26 de Janeiro de 1871
Servindo de o.-ial-air,
M.DOil Jos fte>.
provineia se fat aaaatae *M
Sacr
oambu
M1.-A

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toi&lb *- i>tnU*ieif f de F
evereiro da 1^2

THEATHO
'Prt meiro
Os*iaes
caras sabbado 3
preparado?.
PAR 4
0 PORTO
Ya sabir multo breve o bngue portognz
niio ; para carga e paisageiros trata-se.com
Seares Primes i roa da Vilano ti. 17.
PARA O
W
u ira
L IT4U4IW
NO
CflNDlgfinOHAS
fe 8 lloras da nunle
GM'Im exercicios gymuasiicds, acrobti-
cos i-bireograpbieos e de eqriitacao.
l^rlmelra vex
GtUNM. CT0 NUNCA VISTO
d nm ms mm
executade per 9 seahsritas un fasem difllceis i
pingosos rapes sobre eavaitos ricamenie vesti
rni-: Gaiaareies 15 eadefras........
Gadetra..................
jeraes rezervad*s............
O raeauo mea* res de 8 anoo3
PlaTas gerae?................
Pira evitar eonfosroe aa porta da entrada ba-
veta duas divisos fla segrate maoeira :
A' DIRE1TA. Entr da para os camarotes, ca-
deras e g^raes reserva-Jas.
A' ESQUSRA. Uolcn nenie ntrala para a
piale i gerW.
O Sr. CHTAfilNI previne ao Ilustrado publico
*ta capital, qje de pasaagem para es Estados
Unidos dar algumat reprepeutacoes.
A CGnvanhia irab.ilhar todas noutes, as 8 ho-
ras a nos ii :;i., e dias santos hiver duas re-
proa entac*3es, sendo a primeira s i 1)2 da tarde
e a segunda a* 8 l, da noule.
Do asid da at as 3 horas da tarle, e das 6
i a* da tarde em diante, esto exposws os bilhe-
tes venda no escriplorio do circo no Campo dis
Pri acezas.
As cotilas dessa eompanbia serio nagas na bi-
Iheteria do circo, todas as segundas feira da 1 ho-
ra as 3 da tarle.
O Sr. Chiarioi pan mais satislsz?r ao re vel publico e desjando realmente qoe seus traba-
Ibos tejara-vi tos por todos, teto a n-.nra da parti-
cipar, que de boje em diintfl haver um irera to-
das as noutes depois Jo espectculo, quo partir
do Campo das Princezas para Caxanga tocando
sin todos os pontos.
PORTO

Caries Pioto ds Leaos a O, tendo de sfecuar,
3aanto antes, a muiioea de seu estab-lscimeoto
e fazenda*, sita i ruido Tigario Tenorio, para a
Jo Mrquez de Olmas, farao leilao, pele ageote
Oliveira, por interveoeao de sea pfeposto Pinho
Borge*, le ura explaeldo e o mais perfeito aorti
tmenlo fe fazends, de seda, liono/lSa e de alg-
dao, tojas daaaelbres qoalidades, e a< mais
proprias este surcado, assim como de chapeos de
difeimes qualidades, raiudezas e amitos outrs
e variados artigos de moda e phaotacia, etc., cuja
nomencltor serla tetadonha. tanto roais por se-
rum j.i besa connecMas e apreciadas por sed?
prestimos** freguezes e-am'gos, cuja concurrencia
soliciiam para o mesmo leilao, qae lera logar
va seguir cora a maior brevidade a barea"porta
gueza /t/nWid.porseachar cora quasi toda a carga
engajada ; ara o pouco qae ihe falta, e passsgai
tos, trata-se na ra do Vigario n. t, andar,
eseripiOHo.de Bilihar O entra & C

AS 10 HORfcS Or\!MANIIA\.

eia aeu aroutMD, silo raa do
Tenorio
i>H. FltAACtS.-O DE PAULA KALEi
flaa i'hrjDe ge lliiif. cotrVa das
Grat* a. 37. *rimiVadar.
Pn>>llcat>So iltterarln
Discursos
DI TE BOS SCRIPTOS
TELO

Leilao

D
t8*(!00
3 20
1*000
lOOO
Compmihia americana e brasilei-
ra de paquetes a vapor.
At o da Io de fevereiro esperado des portos
do sal vapor americano Nmth America, eoa>-
maodanie H'V. o qual iepais da demora do
costume seguir pira Ken-Vork locando no
Para e S. TIiosmz.
Para fretes e passagens, trata-se enm os agen-
es Henry Forster & C. ra do Commercio d. 8.
6 partes aa oasa e terresxw sita oa Trempo,
joato do sobrado do Sr. Luiz Jos da
Costa Aoorm.
Sexta-fetra 9 d>) corrfiata.
_ O agente Pesian i legalaiente autarisado taca lei-
lao de 6 par-tes os sobrado e 2 terrenos silos na
treffipe, tem 4 qwtrtos, sotlo, eostaba "despeiie e
.uawosaMa pretos, caciniba, tem 90 planos de
fteote e il.'i de fun lo, o sobrado de pe ira eesl
e esta edificado em chaos proprioa, os prelsadeo-
tes poaVni examina lo, e o leilao ter lugar sexta
fe ira 9 do corren te, no escri otario do agen t na
roa-do Vigario n. 45, I andar.
Dr. Apr^io Justininno a Silva fuimaiSr
Van ,*"*1' nttWa que tem sahtdo dos preos
ae Peroambuco (co>n retrato do autor)
a vinar fla Livrtri Pranceza, roa Pr'imero
de Marco c. >.-Prego ilfOOO. OSr*. aiigoan
tes podem mandar procurar sens exemplares no
escrlpiono do aator, a praea de Pedro II, onde
tambem se vtooe o livro.
fc,1)rt ortem dtj Etm. Sr. rlgario capitular,
presmVnteda Sociedade BeeBcenie do Soceorros
** **a(da eS)os o* socios e socias
den socieJale se reuairem no coBsislorio da
igreja dos Hilagres dnalag 4-ete correte. Oltoda
1 de fevertifo-a i*7.
O i* secreurio,
____________Padre Jw Raymuadn Baptista.
Sfgue at o da de fevereiro impreteriveN
mente a barca ingleza Gihlani : recebe a carga
que houvar a trate conimodo, para o quo se trata
axclusivamente com J a.juim Gerardo de Bastos,
a ra do Vigarii n. 16. Io andar.
GYHUSIO DilATGO
GRANDE NOVIDADK !
Extraordina io successo !
Hoje
Quiata-feira 1 do fevereiro.
Ultima.
Exbibic.io dos magnitico?, scrprendent's e muito
i plaudi;
PilOBAlUS
DA
mm D| Lisiiji
CIDM SO ?0M
de cumprientu, tobn
A pedido
Coa liO inetr
de altura.
1,4
rt'i.-res?ntar-sa ba a albuiasticamenl applaadi-
da cjintdia-drama em dous actos, oriiaal por-
tuguez, iotiutada :
Lili
;.o 2* a**, exhibir se-ha o
GIDADEDE LISBOA
Oejiois da c o.i-i i represeutar-t-e-ha o noro
eaCre-aeto cotico, compo.-iQo do arli.-ta Pc-nante,
daorniuada :
Terminara o espectculo com a exhibir) do
mm m posto
Os bilaeles acham-se vea.U qo eacripterio do
tbealro.
Principiar "s 8 1/4.
\. u.Nos camarotes da Kordem, ha entra-
das avulsas, (ara set>boras.
oras
Xas noeles de 10 II, 12 e 13 do corrale ha-
tero oe-te ih?at;o
EXPLENDIDOS
HilbJ
THEATRO
Recita e&traorluarla
EM
Beneficio da actriz
Satihao 3 do corante
PKIME1RA HEI'HKSENTACAO
iesnortasHe drama en K actos, original porta-
Toma parte toda a eompaohia.
Sigair-se bi, palo acter Penante, ama Irada
SGENA CMICA
Teroaur^ o espectculo coiq urna e*p:ri:ur.--
com:
AVISOS M
S.
Para o Rio de Janeiro.
A lodo o momento esperado o brigua nacio-
nal Galgo, que depnls ie pe-juaua demora, segai-
para o porto cima, par ter a mato parta da
carga engajada ; recabe a brete o resd fo Ihe
faltj, e asersvo. Para tratsr rna-go Bsto do
Tnriapbo n. 90, atttr*ora faa do Bram.
COMPAMHIJL
DA
Mes^efferies
DAS
naritimes.
At o dia 10 do corrento mez espera-se da Eu-
ropa o vapoi raacez Smdh, o qual depois da
demorado costums seguir para Buenos-Avrc.
tocando na Babia, Itio de Janeiro e Montevideo.
Para condicjs. fretai o passag-n?, lrata-se na
agencia, ra do Cummcrci-) u. 9.
No dia II do corrento raez espera-se dos por-
ios do sul o vapor frailees Amnson; cotnmandante
Joret, o qual depois da demora to costume se-
guir para Bordeo?, tocando eai Dakar (Gore)
Lisboa.
Para cooHicOas, fn-t"? e passagens, trata-so na
agencia, roa do Commercle n. 9.
T ra Li>b
A barca porlugueza Pinira Borges, capillo Ma-
noel da Jesos o Silva, ai shir com brc\idade, e
lera bous coatmodoa par;, passageiros, trata-se
cum E. R. Rtballj & C., ra do Commercio n. 48,
ou com o capio.
Par;i o l^orto
A burea Portugus Hol/u Meiro, capltao J,o
Baptista de Lima, esparada a tolo o momento
do Rio de Janeiro, sabir pouuos dias depois de
sua ehagaaa a esto pono, por j ter a inator par-
le da carga engajada, tm boas acco-.umodasCes
para passageiros: trata-re cura E. li. Rabd.u &
C. ra di Commercio n. 48.
Para o Porto.
D.:pi is de pqjena demora sahira a barca por-
tuguesa S. Mtincrl II a chegar por estes dias.
Tratam-se desd, j carpa e paawgeos no turip-
torio de Boares Primos. iua do Vigiiu Thesorio
0.17.__________________________________
GOMPANH1A PERNAMBGANA
DE
%'avega^o cose'ra por rapor.
Fernando de Nororfna.
Para esto presidio sane no
Io do nez de fevereiro o va-
por Coruripe, commandantu
Silva.
Para carga e passagens ca
C">mi>ar.ha Pernambncana.
A5S0S DIVERSOS
PKOCaKAML.lfA
UA
Pesta de Nossa Seobora da Assampco das
Fronteiras a tu igreja -da Esta-.x a.
No da 4 de feweiru pnixtmo, ter logar a
festa de Nossa Seobora da A-.>uinpco da Ejtan-
cia, com Wda a pompa e'brilhantisma do costme.
'o da 3 ao meio uta snbiro aosa'rrs'nwnen-
sas ^yrandilas de fogo.-toCindo nesta eccasdi*a
msica d j 9* batalbao de lieba.
A' nou'.e sera hasieada a bandeira com todo o
brillian'.isuio e deceacia possivel.
Ao rutar da aurora de ia 4, sTtar-se-ha urna
salva de 21 tiros, que annueciar aos neis ser
chegado o dia de festejar aquella soeras Se-
nhora, sobre caja pruteceo tao briihautes victo-
rias alcancaram oe invictos exercitos do patrila
general flenriqaa Dias.
A's 9 horas do dia, depois que tlvcr chegado o
i* batalhao da guarda nacional, entrar a fe^a,
ssudo pre; i,.r u eloqaecte orador padre Dj-stre
fre Joaqnim do Espirito Santo, e a orchaatra di-
rgida p*!')'Insigue professorfers Coelho Bafh ,sa.
Durante a tarde, a astca do 9* batalhao du
itoha tocata lidas e escoltada* pera-, soltndo-
se por e.-ta i'.asao'diW'.rs-s baioe.
As 7 horas entrar o ~*T-DUm laniamo;, sendo
pregador o elorpienissimo orador fret Joo do
Sonta Thereza. Tarminar a fesia, queimando-se
um liodo e vardo figo de afirl'-io.
Precia se de urna na qu compre
coznha ara ^oao Milu : roa da
PHOGRAMMA
DA
Fesla de Nossa Senhoia da S Je, no
oonve..lo de S. Francisco.
lljje as 7 horas da aaue str basteado o e.-lsn-
darle da xcslca padroeira a Senhcra da Sale,
sendo acompanhalo por meninas, e aa sern de
urna banda de mostea mareiai.
Araanba (sexa-fetFa 1} as 11 bofas da manhaa
entrar a lesla, sendo a or* lieatra dirigida peiu
nrtffessor Mareelino Cielo, cando ao ijpogelbo
o Rvm. frei Joao de Santa Tiiereza de Jasu^s, ja
$em conhecido pela sua eloquencia efeos cvwo-
rio?. As 7 horas da naate ecitnra o W-ttaa,
orudo o Rvid. Sr. padre Gol u I i.) ^essazano. A
b*na> de msica tocara em todo? e.-ses acier>.
LEUDES.
80 ssccos com arroz (sendo parte avadado)
Habbado 3 do cui-reute.
AO MEIO DA.
0 age ate Pinto far leilao, por conta c risco de
quem perteneer, de 80 saceos coai arrr-7, sendo
parte avanado, bordo da barca inglesa Hermione,
e existentes no arraazem do Sr. Aones, em frente
alfandega, a onde so elTectuara o leilao ao dia e
hora mencionados.
Leilao
DE
54 saceos marca A L 0 A & C.
Sabbado 3 do correle
O agente PesUna far leilao, por con ti e risco
de quem perteneer de 51 saceos com arroz ava-
hado de agua salgada, bordo da barca ingleza
Hermione, em sua viagem de Liverpool este por-
to, entrada no crrenlo mez, os quaes sern ven
didos sabbado 3 lo correte, as 11 horas da ma-
nhaa no trapiche do baro do Livramento Porte
do Mallos n. 17.
fo dia 6 do prdtimo toer, s 11 horas era twn
t, se far leilo, por Intervencio do agenie'Mar-
t-n?, i travessa da ra das rnzes n. i, dos penho-
re3 Jas camellas n. 1504; 16, 1217, 12i9, 1235.
124 V, 1252, 1286, 1294, 1299. 1307, 1311,1318,
1319.1322, 1334, 1341, 1347,1403,1413,1421,
1430, 1436, 4463. I47d, 147*. 1494, 1497,1499,
loOO, 1504,1507,1324, 1531,-1542, 1544, 1560,
1573,1574,1578,1588, 1589, 1592,1593, 1140,
1159,1130, 476. 1192. 10419,-1113. 11*), 1<74,
1059, 1165, 1M4, 1022,1047, 1067. 10W, 956
876, 938. 821. 823.. 739 7S7, 72i, 660. 585. 623,
387, 3i9 A, 253 k, BS3 &. BiC A, 339 A, 320 A
349 A, 414 A, 486 A, 448 A, 441 A, 440 A, 44S A
473 A, 421 A, 438 A, 452 A, 472 A, 357 A, 476 A,
50? A, 507 A, 524 A, 558 A, 537 A, 540 A, 548 A,
547 A, 552 A,'33i A, 328 A, 7 B, 29 B, 35 B, 38
B, 40 B C, 48 B, todos elles de gost i e novos, in-
aiuaSvele differentes cbjectos de brilbaotes, di,-
amiis, perolas e esmeraldas, tfte ser2o Vendidos
logo que-alance pague o prhWipal ejures venci-
dos.
Os resgates e reformas sao adaiissives at o La-
ter do martello.
.'.A. L. A.v
IV. 223\-.
si.
34, 976. 1094,
109-j, 2926, 2y3i,
aH,
v. c.-.-
-. JJ
^ Mutknca de residea-
M ca e escrip+0'io.
SU Os bacnareis Laurino de Moraes P,-
rK cheiro e 3albno de Moraes Pioheuo mu-
-.i daram sui residencia e eeriptorii para
^j a ra do Visconde de Inhauma n. 7, ou-
-t tr'ora roa do Rangel, onde podeu ser
procurados pora os reiteres de sua pro-
ti-sao.
3^S
a
I i
b Na ma do Pires, so-
brado n. 2, preciase
de urna ama boa engom-
madeira. e outra lozi-
uheira, forra ou ^erava,
paga se bem, sen lo de
l'roc;.vi-Mj de uuij o.imi
para coztohar e comprar: a
ma da mia n.V).
gao,
Preeisa-se de urna ama que
eonnha bem, para casa de pe-
quea familia : na roa do Ara-
amiga Viscoada de Pelotas o. 37.
4MA:
AMA
Na roa Nova u. 6, precisa-se de
urna ama que cuzions com perfti
cao, pagi-se bem, para caa de hornero solero.
Alugase o I* andar do sobrado n. II da
roa do Burgos : tratar enm Jos Feliciano de
Natareih, roa da Praia n. 20, armazem.
Uorreio Ptrnambucano
Veode-se a typograpiia e em reza do
jornal Correio Pernambueano, tratar Da
ra d> Imperador n. 2, das 10 da manhaa da estaco do i
as 3 da larde.
&
, O bacbarel Frsnciscj de Carvalho
Iba S ares Brando tem eseriplorio de
, advocaciaa roa do .'Imperador o. 57,
V entrada pelo caes 22 as Novembro. ^
l Pode ser procurado da.- 10 hars is
V 3 em dito esenptrio fra dessas hn-
i ras em sua residencia a ra da Auro- **
V ra 0.16,1*-aira ir. w
AssocLcSo de Guarda Li-
Ama
Concordia n. 1:5.
Programma
Da festta de W. 9. ala Luz na
Igreja de H. fos de Riba-mar.
No da 3 de fevereiro vind^uro ao meio-dia ser
annnncido aos devotos da Virgem Samiasima, por
(ogos lo arkimina tanda de msica miliur que
chegado as vesperas de sn festlvidada.
A s 7 oras da'nontt dever ter lugar a ban-
dura, sua cauduzidapela innaadade, acora-
panhanlo a *ma.ioiJisar, qae preeocher o re
rendo acto, finalisiudo o mesmo com om bala'
^ ibera* d* arug,ta tto da segowie ser
celebrada urna raissa solemne, e ao romper d'au-
rora, sera aantraoiaae aes iusmtios -dvetos por
urna sslv de 21 iros a testa de to excelsa senho-
ra. s II twrw dodrto d,s ter rftgar a festa,
t>eBopatoa tribuna'sagrada oTtvd. pregsdor Jo>
Bsteve TfMnt. A rnuzica da hflft'lra ser di-
rigida pelo maestro Julio Poppe, seado a m'ssa de
Santo3'Pinto, e ps solos sero desempenhados por
baWfrarnsta3Ua capital Na occasio do >ermo
0-ariis.u Antonio Martins Vianna execuUra urna
urilhante Uata-ia uo seu clarifito ; oa < o^siao
do Gloria serao desttibuidas relias bentas aos de-
votos. Finia 4 (asa, saltar se-tta um eleaau*
baiao acortpatiliw.o de nina silva resL Xs 4
horas da tarde ser exposia em solemn-; procisso
a virgem Sealiora da Luz, a qual percjrrer as
seguimos ras : S. J.,, SBgbeirt/S. Wta, Ts-
cadores^Llv-adas, Assuiopcaj, Direita, Aguis-
V-sttas,- orta.Ataisuita.'b.cfo do Pcixoto, Coco
Hoatas, beccp da lecha. Ra do Padre Floriano,
Ac-Migumbo, ao retfter se.- As 7 horas da noule
tera' lugar o Te-Dtftm, oMopenlo a sagrada tri-
buna o_pregadur Ja ca;, !!a imp na!, frei Joaquim
do Lspjrite-sanU : ingn qne rielar este acto ti-
rar-sj na a bandeira ua forma do costaste,
A irmandade (!eN. 5, da Lnzapdje cordi!mente
a tolos es moradores daquellas lites, qno por
o:casio destes actos 'tunim-tn as Trentes 5o -ns
c*sas. -Artsa-ro a-todos os thTvctotjnea ^CTrttora
da Luz depois Ja e>ta (car' ezposta a*.reja
as vistas dos meamos.
Por espado'de Ti noutes destribuir-se-ha 'vellas
bentas. .
Secretaria da irmaadadj do N. S. da Luz, 31 de
Janeiro de 1872.
O ecrctario,
_________ B^ilarmino Prntu do Paivn.
Auga-sa un,* c.tsa na Uapuuga, ioblio (ros-
ca, cea) ours aie vas. duas salas, ovuuua fra,
grande quintil'ir.urad), aWoiajdQS, poco d'agua :
a tratar no sanmu lu^ar, ra da^ Peraaubueauas
liberna n. 38.
Na ravessa da
das Criizes n, 2,
meiro andar, da-se di-
flhelro sobre penbores
de onro, prala e brillias-
es, seja qaal $r a qaas-
ta. Na fljesaa cm com-
pram-sc s msms me-
tacs epedras.
Iico^sjl
ro ^t
AM 9C3,V? a^traC SpKSJgpf^^iK^
III lf A El O O Dr. Jos? de Mirapda Cario, tiadic^
pela Facoldade da Babia, | di ser pro-
corado das 9 horas da n.naaaai 31 '
da ire\<. em jen eoMalwr** raa
Marqutz da Oliuda a. 3A. 4 audir: as v
mais by do lia aluslqer das da W
^ i.onte B faca da sda m.aVatu, luidok
5 Jeriqiult a. 7. W
C0ZWHEI1A
Precisa se de nrai cozabelra para astro nu-
cos esUangeiros: a tratar na ruado Crtspo a t*
I* andar, e,*eripioro. Pat:i. beok
Enonimadeira.
Prec'sa-se de urna crhda me fDg-,rare e la-
ve : na ma do Imperador B. 57, t salar. Sa
irada pelo C^es 22 de jiovembro.
Na ra Prea, aut>r4
o. 28, precisa-se de asna ansa
boa engoma aleira, e aira
cozinbeira, forra ou escrav?, paga-se be.n, aand
de Boa ff. durli.
^m\
.
DA
FESTA Di
N ME
OSA M ORTUIB
Aos 5:0001
Bilhetes garantidos.
i roa Primeiro de Marco (oatr'ora roa do
Crespo) n. 23 e casas do coituae.
O abaixo assignado, tendo vendido nos leus *
es bilhetes um meio n. 511 com 3:0004030, ara
meto n. 2253 cora 800J00, um meio n. l!M;y com
jOOOOO, um quatro n. 6o com 1005000, e ou-
tras sortea da 40*000 e 20000 da lotera que se
acaboa de extrabir (222'), convida aos possui-
dores a virem receber na conformidsde de eos-
ume sem descont algum.
_ Acham-st a Tenda os bilhetes garantidos di
o' parle das loteras, a beneficio da matiiz da K*
cada (223'), que se extrabjr na quinta-feira de
mm vindooTu.
PRECOS.
Bilhete inteiro 6*000
Meio bilhete 3*0C0
Quarto i 500
ra porcao de 100i?00 para cima.
Bilhete inteiro 5*500
Meio bilhete 2*750
Quarto 1*375
Manoel lartins Pins*

Aiugi-se o Indar do sdtraoo u. II da
rna c. liurgos : a trtur cora Jo- Feliciano d*
N-zar.-ih a ra da Prala n. 20. armazem.
l'recisj-.-e de orna aiua-
n de meia id^de jue corr-
\ p.-.-s- a- : oa ruado Pa-
dre Floria-jo o. 7, sobra
uo de mu andar
!)W
Aos 5:000rJO0O.
B!}!tedes garantidos da pr*-
riceia.
Eua do ai*ao da
Victoria,
Outr'ora ra N.wa n. 63 e casa*
ti o costume.
O abolr.o aiisignado auba
!*'is ni..- fes bbe'.ea
ATTENCA
O abaixo assignaij, proprietario d> aneenho
Fortaleza, da f;eguezia de N. S. do 0' de Goyinna,
irisa a quem interessar possa, bue a escrava" Jo,n
na, muala, que se acha em poder de D. Quiten;.
Mara da Conceiea, sua irru.ia e sogra. pprtence
a) abaixo assignado por escriptnra d doto para-
la pela sua referida irma. Bog-ralio F ralez.
21 de Janeiro de 1872.
_________B-nlo frezt-rra Fe-re ira de Matto?.
isa. Diririr
RA 1 UK HAltCO OUTR'OIU DO
8RS8PJ -\ 23.
Aos 20:000^000.
O al*rxo assignado tora satnnre exposto v r.
la os teiizes bilueles do P.u de Janeiro, pagaedr
sTMOsaueate, como costuma, qnalqu-r premio.
PPJ^OS.
Inteiro tMOOb
Msio I2*(H.
Qarto 600-
Manoel Marns Finia
AOS 5:000^0CW

DE
EU SUA CREA EM OLi.NDA, A i
FEV'iStsEUiO IMiTi.
tdootlogo e fecgnalfc-fIra
No di-, 3, i-l^- 6 nuras oa tt/dtj, ser arvorada
o bandeira eo~qm representa a eUJ.io da mearna
Senbora, defronte de sua'Igreja, sen Jo saudala
com gyrand ..'as de toge, e urna mnsfea militar do
9 bualho da guarda nacional; tm seguida haver
iadaiuna e eoBt:nu*lo Ja mesma ujuica.
Ao romper do Ca 4 a msica mi liar locar al
?orada e subir ao ar .ligabas g\ ran!olas do fago
A missa da festa pretil i Ja ;por S. xe. o Sr.
D. Abbade do S. iBsnto, endo untador o Exm.
Sr. D. Atoado l-V. Fe ippe Pntm. H msica da
orchestra dirigida pelo ti lustro Trajano Felippe
Heves, qner ao-s <'a festa, h i, o durante a
tare, ata o Ikial da i.-taimis. A msica militar
execuiar algumas pro S que m. rectrfio a^plano.-
para :. juelie quo a dirq, tlsalisando u da da
inesoia festa eorn -u.n-bai.lt>.
No dia 5, pelas 7 horas da no:te, ser exposto
vista du publico ven Irado e vanado logo com al
gamas peca anida nai vulgares, preparado peio
Sr. Leoncio G mes da -'joseca, inte.rn.oio :om a
mesma musiei militar, Oaaulo assim liuaiisada a
msrai f-sta.
Ojui: perpetno,
Manoel Loiz Vires. .
Andt Ah.-s Gama taz publiljo atte ulo >'
miis senoor da ti.borna n. 4 da eueruzlhada do
Beliem, e pois se acha desonerado de lodo e qual-
juer imposto.
Advogad^J
A. J. R. DAS COTatS- fi^
a contina uo seu escitpiorio ra larga jft
5 do-Aoaario n. 21, Io andar. *
i
PEOE-SE
at o Recife um leque
de nftrtim : quem o achou, querendo restituir,
dirija se a taberna da ra das Cruzes n. 8, que
era rseempeusalo.
-*- 0 general Joaquim rwlngues Uoelho Kelly
tenlo obndo do governo imperial Uceaba para
iraosf-jrir temporariamente sua residencia desla
HBviaela ra a cidade oriental do Uruguay, Mon
tevido, em cose |uencia de seu tstado de saude,
ede sna alba, deven lo partir com su lamilla no
paquete Irancz prximo a chegar. nio tendo lem-
po de despedir se pessoalmente de seus amigse
Oais pessoas .jue Ihe Lonrarara com suas amia
des, o IM felo preson'.e arnunci >, rogaodp-:hes
desculpa, olT-reeecdo-se a curnprir all suas
ordens.
vros.
Tendo sido spprbvd^ por portarla tfa prest-
deadla da provincia de 17 do correle os estala
los dssta assuciaco, cohvidoj por ordem o col-
lega presidente previsorio da me.-tua a*,oc,icao e
do ciif.rm;dade com a letra Wnrl. 71 dos re-
feridos eWaTUWS, "todos os rt-Socios par a
sesso de assembla flertt, gjttldfcn rJdr o+jecto
a eleioao dos respectivos fao-eionarisa ; aqnK!
dever ter. lugar no ou 4 de feveraiM
felas 11 horas da maobia no 2o andar
n. fl, ra da Gamboa do Cartnr).
Sa-rreirla prwvtsaiiada Alssoela^T tftoarda.
vrosnapraca de Keatfe, 16 da Janeiro de 1872.
Francisco Augu-io Paabeco.
i i..
De.-eja se fallar com o
Perrerra, ra do Crespo n


proxssM
J predio
DAS
liis importantes
Fazendas, miudzas, cbspos e moitos ou-
iroi trtigos de mndi e phntatta, et.
pAra
mudanen de cstabelecimento
Eacernmeato de facturas.
Festa da tteuli&ra d
fe m ?w 4a P/aeilt
Ficam transferidos a ailuete de asilla
a (esta da Sediora da Soledade lo Pi.^j dd
netla aara a ultima lotera do mez de feverl..
ctiji Ie3ta tert rigar tro primeiro dtemilga d*pa
da ettraccao da loteras;
Oe encarregados (La festa.
Mf ea Preclm-sa da urna atoa para co-
s nL ziobar em cava da pauc familia:
aa raa de Pedro Afjocn a. 3 (aaflga da Prataj
bal
*:
Mantel Jjaoteiro da Ctiona agradece do intimo
d'ilma atadas as pessoas que se dignaram acom-
|Nbar1fe cemiteno pablico^o* restos mortaes di
sna se
Pin be i
B
chorada coasoT|e D. Ermelmda Mara
teiro ; e de novo Ibes nga o obse-
irem as missas qae por alma da
resar no da 3 de feverairo. setlm
lo, na or lein terceira de S. Fra
s da manhaa, por cojo acto de
raa a recompensa no reino da gloria.
fWA*
0)?|,t
iRAZIUAi^ STREET4
ay 6bttipBny( Limited
de fevereiro, dia da festa de Nossa
Sade do Poco da Ptneita, es tren
pela tabella em v
fitao a venda os fauzes niibeies da i
ah'., aa casatelu do arco da Coneeic>, ioja di
> rives no Raeil.
hite: meiro e criado^
ino hospital pnrlujuez de beneficencia precisa-
so de am enterai-'ir'i que tenha pratiea,. e de deas
criados para o strvicj do mes no h)epilal : a tra-
tar coro o provedjr u ra da Madre Ce Oeos du-
mero ^8____________
Fuidi^ru da .-juro i a em Santo
Amaro
Os ropiietanos deste estabelecimenio convidara
eus numer s is fri-gaezss e mais pessoas Jo c.iu-
mercio'a fomprarem t;.xas da ferio ba;i;o, r!) .pie
tem bora srrt ment, e se pr mptieam a faz las
Je qualqaer tamaito e ('iua cora pYesteza. II .je
a f'Cidade de ci-ndafn dos bonos Bui'.u uncor-
re paT.. visit-.i-se rsto .staheleeih.elto.
Bjii negoio.
T'sspassase os utencilios da padaria da ra to
Lima era Santo Amaro n. 6, eorn boa fregoezia : a
tratar na mesma cen rn'rrietano.
lingo ui .tki a.
Precisase de ama ama para lavar e engom
mar : rna do Duque de Gaxitt p. ol), 1' andar.
Precisa-aa de Urna ama pa-
ta coziobar :4je ra Duque
de laxas p. 50. I andar.
Subloca-se o Sobrado da ra da Imperatriz
o. 12, segundo andar, com grande soto, boas
acommodacfe3 Ireseo : a entender se com o Dr.
Cnrisiovao Xivlet Lope% em d;ia Casa, ou em
Oiioda, rita de S.'B-u 10.
Para -asa de pequea fa-
milia precisa-se de orna ama
_ que coziohe bem e engoinme
algumtfcousa : a tratar na ra da Cadeia n. 4S,
ou oa Capnn?a, porto d) Jacobina, n. 48.
svN
Jnior J ser pro
Im
O #r. Joao Jos Piulo
carado oe seu escrislorio, ra do Imperador n.
43, 1* andar, das 10 horas da manhaa a 1 da tar-
de ; dessa hura at as 3 na directora da in-truc-
cao publica para negocio relativo a essa repartiQo,
e depois em casa do sua residencia, ra do
Yiscoode de Goyanna, outr'ora Mondego, n. o(i.
Festa de B. Briz na matriz
de S. Jos.
A irmaudxde de N. 3. do Terco participa qae
sabbado 3 de fevereiro festeja S. Braz com missa
callada as 4 horas 4 mairugafo e Wdainb* as 7
horas 8a noute, e (lea a loiagem do Glorioso Santo
a exp-isico dos liis por espago de oito dias com
abengo de garganta.

*
b e


imperial Instituto d H.8.
do Bom Conselli >,
Dirigido pelo baclurel Antonio Colnmtauo
Seraphico de Assis Car va o.
Acham-se fuuccionsndo neste iOsllfcto as aulas
de primeiras leiras, linguas latina, franceza, ingle-
sa e nacional, geograghia, philosopbia, geometra,
ivertaL --.
iespeiiavi-1 pa-
a>BTMsm
correte passou nova-
mente a perteneer Iha o cslabelecimeuto de cabel-
leireiro, silo ra Mrquez da Girada, outr'ora
Cadeia d Itecifd n. 31, ih'r'e e desembarazado de
quatsquer onus i u encargos. O aonuncianie pro-
melle servir beke' public "eui tdtfo que dS rs-
peito a tr-balhos de Cabellos, e_ espera continuar
a merecer cdnana sa lia fregnexia.'
serao
do vender enuaot
a serte de liXlOO
^ro tres quartos de u. 63, e dons mes bilaeles de
ii. 501 i com a sorie de l'.'f, idean Je cutras soriee
iUtnore Jo ivO e Sttj\u0 da lotera qae m
ICAfcoa de Exuahir (222), pudendo seus
'.' rirem t^a-bcr, qus pr-rapiameni
Pifar.
O tnescio aruixo assi; nado convida ao
yel publico para vir-tti ...ojtu ~L^&
somprar os felizes bilbi ;--s gjrantido', cae ate
bkaride tira; i!iji'.,,-.r prauuo como (. 'a paka
aamoa annuncios.
Aca*iu-se a venda es rouito eliies ..hbtej fa
rantior-s da o parle das otsrias em -toeficio a
Slatnz d,i Escala, .^t v,- Rt;ra '
quinta (cira Io de (evereiro vindour*.
pulios.
lai fi0v>i
atiioi :i/or.t
Cuartos t*:O
De ir^K-o pan cim?.
Moto 1*7.^1
Qua if,:; .
'' .' ;: da Cosli L;:
oa so
mmm
lo.quina Rosa d) K-pirlio Santa pato ;:eseot
declara que Eioguem lafa negocio Boas j-ju ma-
rido Francisco Lutz Gj.t;aUes Guiotaries c-m as
Gravas Lucreci eii icia, por i-so que a!m
le e>tar dito Haraatid .a do sua c.-nipaah a
. mais de 12 aaro>, aecr^s.e que duas laaMaaa
po'tencem axelnsivamante snss fihis.
).
ftiVL
Preeisa-se de am rntin ha I r maceii
entregar ote : na- ftwo Poota o. m).
Alu;.a-' a casa o. H roa do JaSu
Ifatarea roa da Aurora p. Si).

rraeMa-ee de u a caiiwtMie a 11 anuo-.
n> ortica de bbani : na rna Im^-rial u. Vi.
d CiltH I" "'' l'|..li'-
al Saara, -u rt>ra ew
Oa ;u- bm ba c ziah.-
-fp-quraa Lu la :
ra. 3.i.
Alug se nina
tratar ua ra J, G :.
Jasmii n. Vt.
Precise Je ama
e eogommar para ansa
tratar na roa do III
Alugase a e;-a lej.'tii u. i, siu a ra uo Co-
rofle Sua suna, aatsga ra Augu-'a, cod das
la-, seis quari s, c zlnh i fofa e a:uta! ; Ira-
tarna ro Direiig n. i\, .dara.
Precisa-seda um cvzlusre'r.. : na ruado
!! -,"!,: da Bi Vista n. |S.
AMA
Prtc.-j se do u aa amaqu-t co;nh"
e compre- pro ca-a do hoo.tr *?oi-
teiros : c ti.a do Amcrim n.:)';.
1
wXl
m
s
i
0
i
l'racisa.se ao arnaaiaa pa
ra casa de pouca familia es-
.rageira : na ra da Cam-
Tiy. f irnd.Hr._______________
O abaixo assiguado faz sciente ao publico
que se acha abetta a roatrjcnla da aula publica de
cidade, e que
* pesma no
qdW-sa]
. a, sltn
Mlle. Mario La-orgne tem a houra de .
SCienDcar as Ex:n;s Sras. que ene.a- ^
truria em seu sri: do caDeertiro i ra aH
Primeiro de M.irc. n. 14. um Irado sr-
timonto da ccqn>, i.i.ti ; tr : ei ni
de caches, e por prtrv muito coa-mi-
^as; assim como un variado e berra sor-
tnionto e perfumir. fr.injezas e ingle J3^
irt dos Uelhores fbnaut:-s. Olli-nce
taabom s Ex-o-. Sr.i>. os seguraos
tbjectobq;.: II. s -fi i indi-pensave, ha-
dos eep.uihs a duqueza, obra mu o >x
bem ac bada, propnas para nuivas, e -
^ limameoie ebrgad s; ditos mais mleri
res, ditos para iiienuias; bonitas ligas ii
se la e de algo.'.a > lino >s pentes a I n-
peralriz, tanto de ruruga coma a ir.u-
t?jao para ornat>;s eos ponteados, objoe-
. tos de ultima uioJ.i do Pn, os cais i-
^ nitos e miden o< bques de jsso. a imin
K5 cao de marliin, pentes de alira, sM..is
para tirar pitVi ?, le-ouras finas pr.ra
uuhas, escovas para dentns e ..na nahs.-,
bonitas bolsii.has para meninas, mago.li
eos bouquets e ramos de fl ,res artill-
ciaes, grvalas de seda e de cambm** muito juilas, lurts de peluca, le da
e de fo de Escoc.*, brancas, de aires
prelas ( Umbem tem para hoasen i
lindos fcoio.'s para punlios. ramos la fl
res pra vestido, cafeiles de palh* fara
coques, sapatos cbanut, ditos aveinddos, ^
ditos de tranca, botinas prda- para me- w
nica-" per barato prec hrinju-.dos p;.a yk
memaos, e urna inliniJade de ohjeci
une omiue para e nao tonar i-nfadiHea.
Para mais eomincdidsde de snasExtx;*.
( clientes, lem pnparado una sala que -o A
terattingreso neia as seiiiiorss quizerera peutear em seu estabefl
? to sem estarem expostas aa vistas iH
< mais concorreutes, e s-^i a annuSCisaie
c quem se encarregar do t.abalbo Ja pen-
tear.
. MOFINA
a-se ao Illm. Sr. Ignodo V.aira
> na cidade de rtaiam'a d
favor de vir a ra du Imperador
aquello negocio quj V. S. se compr
-ar, pela tercoira chamada deste
de dezemhro proaiaio passado, a
eiro, passou a fevereiro e abril, a
b por esto movo e de uovo oa
lm ; pois V. S. se deve lembrar que
da mais ds otto anuos, e quando
Sho so acbava no os nesta cdie
*

*
0
UUBRMal

a juro
D-s qnalquer nnantia era manos la l?*> i
e nem mais de 409> sofcre hjectticen ai. pal.
de maior valor do que seja a vuaua % qp;oj aps-
ci^ uuya-so a (yp^a^tti. o sa
que
%

, laf. Aasini co
tan andar com
s
eri


"/
<
/
Diari* d Fernanibuc* QuiaU feira 1 d Fe\erro da 1812
Dr. Perora da Motta i
ra do Im-M

medico operador e parteiro
perador n. 13, 2* andar.
AJGA-SE
lindo sobrado travesea do chafarz n. li, en.
de Portas : a iraur com o commendador
Procuradura.
O solicitador Burgos Pones de Len,
carreo se de quaesquer causas civa, commer-
eiae, crimes e eeclesiastieas/seodo que destas ulti-
mas especialmente a de divorcio, tem nma praca
da 47 anuos; assim como se cfferece a trabalbar
de partido por anuo, ludo por ajaste razoavel e de
aado a sasfazer i seos constitointes. Declara
laos que, por attestado do respectivo paro-
. provarem ser pobres, cojos direilos defrada-
la qoerem defender, que nelle encontrarlo boa
atado em prestar fratnitameots seos servicos fo-
trau-se na roa das Triocheiras n. 48, 1*
andar, ou na sala das andiencias roa do Impe-
nder.
I
0
MARAVILHOSO REMEDIO
CHAS. DE GBATH
DO
OLEO ELCTRICO
KING OF FAIIVI O RE DA DOR
PARA USO INTERNO E EXTERNO
CURA CHOLERA E CHOLERA MORBTJ8,
DUrrhea, Itw a* iaa*aa, aa ** da.
D6r i Mb;i, orai aa vid* I
trM minutoi.
Dar de dint, aa am adate.
JT .ajaljia, .m cinco ir.iantoa.
PaaloeanSai, im viate miaataa
Bargaatai iaea&daa, 4m inutea
Clica eoavolioM, ai aine. minute*
Baaaaatimo, am un iia.
Fm ftbrt inUrmitaaU, a as ala.
Os abaixo assihnados scientificam ao publico e
especialmente ao respeitavel cerpo commercial,
une desde o da 31 de dezembro preximn passado,
seolveram amigavelmente a sociedade que tem*
-errado nesta praca sob a firma Antones & Barros,
fleado todo o activo e pas.'ivo a cargo do socio
Aniones. Pao d'A'ho 13 de Janeiro de 1871
Dar ih iMtwiMi Laa*,aa ea
atea.
Taaaaa SJSJpssj raMadaa, aaa am i
Plaaraaia, u da.
Berta a aatama.
Hamorrlioida 1
Iaammaeaa bi riaa,
Pyipafia, aryrialaa,
Molaitiai d fifUa,
Palvitacaai
Attemjao
A ass9tente examinada
Livraroento presentemente
Marga rida Garca do
mora na roa das Cal
*>./*



'
u
Amonio Antones da Silva.
David Moreira de Barros
ATTENCAO
i
Vende se por barato prego orna propriedade a
gargem da camboa dos fleraedios, fazendo-se
MU vamagem ao comprador, recebendo-se parte
n dinheiro e parte em letras oa objectos de
jproapta venda ; coja propriedade conim orna
ande otaria de peora e cal que lastra 16,000
*~i de alveoaria grossa e forno que comporta
[, com mais um forno e lastro para faxer-se
ladrilbos, canos e lonca, com excellente
para qnalqoer obra, com doos excellentes
aieeiros de peixe e com casa de vvenla para
jornada familia, torna-se recommendavel por pas-
tar perto a linha dos bonds : as pessoas que pre-
teaderero dirijam-se dita propriedade a entender-
o capitao Deltitn Los Cavalcante Pessoa.
r i
Dr. Joaqulm
67Ra i
MM
ADVOGADO
Joaquim Correa de Aracjo
do Imperador67
RESERVE SEMPRE ESTE REMEDIO EM SUA FAMILI&
AS MERCAS SE ATRESENTAJa, (I'ARDO MENOS SE ESPEBanL
OLEO EL.EUTK1UO O "KINO OF PAIK" (O ral MlMtlu e dora, alllvla mal oa (oflrlmeoioi prodni em mal perfelto aqaUlkrla no ayitama namiaa, taa i
f6i flctur no mes no tempo, com qoalqu.r outro remedio medeclnal.
Este multo popular remedio cata acora ando- Keralmema, pela rasae sa allnarac dej
irada eom o dito remedio pelo Dr. Grata outroa mala.
Ijte Importante remedio nao te oBereca para oarar toda ai doenf ai, pora ta tdminte para aqmUai i
iu noaau dlree^oes.
Eiti operando do pr inciploi da almlca da eleeirlflldada por lato, ee ti appUeaval para car ameaU parmM
ratauravo .1 aeoo nacural doi orgoi -iu* lollrem da Irregular elrculaco dea flazca dol prlnslpaai narre*. Qftf
tlectrlco O Klng of Palo opera directamente nos atuorrenMa, rateado deiapparecer ai lMaafOM dai glaadu)ma|
am am teupo lnorlvel, breve tem perlgo do **u uio debalu da qualquer olreumitaaeia.
O remedio, e ama medeolna para o uao externo Interno, compoato doi elemento* eoraUroa, ratiai, aarraa, I
lace, coico ae tem aaado doa nosao* aotepaiiadoi, daa quae* tem grande existencia no mando, pan I
noleetlaf. afluiente v.r,en<:o e quae* ella ao.
Fol nm grande e cipeclal desojo da racaUad* de modecina durante multoa anno* da azparUasla parI
nellaore modo* qao fe derlam adoptar para ourar a* aegulnta* daaaf aa, que proporyoe* 4a medeolna f* darla (
Sidas n. 22, aonde pode ser procorada a qaalqoer
ora do da oa da noote para o servico de sua
pronsto.________
Na roa do Harqoex de 0-
lnda n. 34, 4* andar, preci-
_ a-se de ama ama para o
serv?o interno de"ma casa de peqoeoa familia.
^%^
Attenpao

IOD1NO E'M PODER SALVADOR
Em todo o oleo de ligado de bacalho,
e naque He no qoal contm a maior porco
d'esta invaluavel propriedade o nico
mei o para curar todas as doencas de
GARGANTA, PEITO, ROFES.FIGADO,
Tsica, bronebites, asma, catarrbo, tosse,
resfriamentos,etc.
Uns poucos frascos d carnes ae muito
magro que seja, clarea a nista.e d vigor a
lodo o corpo. Nenbum outro artigo co-
nbecido na medicina ou sciencia, d tanto
nutrimento ao systema e encommodando
quasi nada e estomago
As pessoas cuja organisaco tem sido
destruida pelas alleores das
EM PER1VTAMBUCO
njl irar.m;a.oi-a. e drogara
BARTHOLOMEO fe C
]IT.-=34 Ra Iarga do Rosario. M.
Cuidado com as falsificacjoes
UBI
Pililas assncaradas de Brislol.
NAO 00NTEM NEM CALOMELANOS NEM NENHat
OUTRO MINERAL.
A grande necessidade e falta de um ca-
tbarco ou de urna medicina purgativa, ha
muito que tem sido sentida, tanto pelo po-
vo, como mesmo por meio da faculdade
medica; e por isso, infinito o gosto e
prazer que sentimos, em pdennos com
toda a confianca e seguridade, recommendar
as pilulas vegetaes assucaradas de Bristol,
como urna excellente medicina purgativa, a
qual encerra em si todas as partes e mais
ingredientes essenciaes, tornando-se em um
perfeito, seguro e agrada ve 1 catbartico de
familia. Este remedio nao composto
dessas drogas ordinariamente usadas na
composicao dessas pululas, que por abi se
vendem, mas sim, sao preparadas com as
mais finas e superiores qualidades de raizes
medicinaes, bervas e plantas, depois de se
haver chimicaraente extrahido e separado,
os principios activos, ou aquellas partes
que contem o verdadeiro valor medicinal,
daquellas porches fibrosas inertes e agres-
tes inteiramente destituidas da menor virtu-
de. Entre esses agentes activos ou ingre-
dientes especficos, podemos nomear a po-
iophgtiin, i qual segundo a experiencia
mm demonstrado, possue um poder o mais
"jaravilhoso possivel sobre as regioes do
Jgado, assim como sobre todas as secre-
tes biliosas. Isto de combinaco com o
leptandrin, e mais alguns extractos vege-
taes e drogas altamente valiosas, consti-
tuem e formam urna pirula purgativa, tor-
nando-se por isso muitissimo superior, i
qualquer urna outra medicina da mesma
natureza, que jamis fora presentado ao
publico. As pilulas vegetaes assucaradas
ie Bristol, achar-se-bao sempre um reme-
dio prompto, seguro e eminentemente efi-
caz, para a cura de molestias, taes como
sejam as seguintes.
Precisa-se da qnaotia de !:0004 a juro< pelo
lempo de seU meies, e garanie-se este emprestimo
com ama bypolbeca em qoatro eseravoa de idade
menor de 24 annot: qaem qaizer emprestar ao-
naneie sos morada para ser procurado.
Nova officina de pianos
Aogasto Rastoail partecipa ao respeitavel pu-
blico, que se desiigou do estabelecmento do Sr.
Rbigas desde o 1* de Janeiro, e abri por sna con-.
ta orna offleina roa do Imperador n. 29, onde
se repara, concerta e afina pianos com esmero e
promptidao, e far todo quanto tor a sea alcance
para condonar a merecer a benvola eonfianca
qoe seos fregoezes Ibe concederem at hoje com
sciencia zelo e promptidao.
NOTAS
Trsca-se notas do banco do Brasil e de soas
filiaos na ra do Bario da Victoria n. 63, antiga
ra Nova, loja de Joo Joaquim da Costa Leite.
Empreza do gaz
Pernambuco.
Esta empreza tem am lindo sortimento de cao-
dieiros, arandelas, pendentes, ele, Unto em vidro
(crysul) como em metal, e ama variedade de glo-
bos dos padroee mais modernos e por precos m-
dicos. As amostras podem ser vistas no escrito-
rio n. 31 roa do Imperador. Bicoi para gaz do
roelhor feitio a 60 rs. cada nm. As -encommen-
das oodem ser feitas por escripto, na rna do Im-
perador jauto a secretoria da poliela, oa dirigidas
ao abaixo assignado na fabrica S. Jos, que serao
promptamente atiendidas. __________________
Precia-se de urna ama pa-
ra cozinbar e comprar, aendo
de boa conducta : na roa da
Palma n. 34.
M
GASA DE SADE
EM
SANTO AMARO
DE
J
DA SILVA

Medico pela Universidade de Coimbra


i
Este antigo e j bem conceitaado estabelecmento acaba de ser completamente reformado, qoer em
soas acommodaces, qoer em seo rgimen interno.
O servico medico-cirorgico diario feito pelo proprietario ; pormem casos graves serio consoltados
cutros clnicos, escolbidos segando a espeoialidade, em qae forem mais conceitoadoc.
Os doentes de molestias contagiosas, como bexigas, serlo tratados em lugar separado.
Ha qoartos especiaos para parturientes.
As operacfos serio previamente ajustadas.
Qnalqoer facultativo pode medicar o doeule por elle recolbido ao estabelecmento.
Os proprietarios dos eogenhos, e os possoidoros de mohos escravos e trabalhadores podem contra-
tar por prazo de om anno om oa mais leos para o tratameoto dos mesaos; do qoe obtero um grande
abatimento.
0 estabeleciment pode ser visitado a qualqoer bora para qoe o publico observe a orden), qoe
fieite reina, e o bom tratameoto dos doentes. .
I
I.* classe qoarto independente.
*' ........"..........
3.
4.*
4J00G
21600
11500

. .......r ..............,****.....
para eacravoe....................
Os doentes das tres primeirae clasees tero roopa para a cama e qoarto;
para seo oto.
os da i.* tero lamlsem
Hydrppesia dosmem-
bros ou do corpo,
Affecc5es do figado,
Ictericia,
Hemorr odias,
Mau hlito, e irregu-
laridades do sexo
femenino,
Dores de cabeca.
Dspepsa, ou indi-
gestSo,
dAstringencia ou..
prisSo do ventre
* habitual,
Azia do estomago e
Bflatulencia,
Perda do apetite,
Edtomago sujo,
Em todas as molestias que derivam i
sua origem da massa do sangue: a salsa
parrilha de Bristol esse melhor de todoi
os purificadores deve ser tomado conjun
lamente com as piulas, pois que estas
suas medicinas, ten do sido expressamente
preparadas para obrarem de harmona urna
com a outra, quando fielmente assim se faz,
nio nos resta a menor duvida em dizer
que no maior numero dos casos, odemos'
affiancar nlo so um grande alivio, como
tambem urna cura prompta e radical, isto
est bem visto, quando o doente nao se
acbe n'um estado muito alm dos recursos
humanos.
&K*
O gerente da empreza das obras e
capatasia da alfandega desta provincia faz
publico, para coabecimento dos ioteressados,
a condico 5.a, abaixo transcripta do con
trato celebrado com o governo em 29 de
dezembro prximo Ando, e que ter execa-
cio do i. de fe ve rer o vindoaro, a qual
forma a receita da mesma empreza pelos
servicos e obras, a qoe se obrigou.
O gerente,
Jos Joaquim Antunes.
CondicSo 5.1 Gomo indemnisacao dos
encargos e servicos, de qae se incumbe
a empreza ter o direto de cobrar no m-
ximo e provisoriamente as seguintes taxas:
i.* 100 ris diarios por tonelada de
arqueagao sendo navio, e 150 sendo al va-
re nga, lancba ou canoa, de cada embarca-
rlo qoe atracar as ponles da alfandega, e
dos trapiches e armazens custeados pela
empreza para carregar oa desearregar.
2.* 800 ris por tonelada de arqteac
incluido o frete da alvareoga ou lancba pela
carga ou descarga de cada navio fundeado
dentro do porto, qae nlo atracar as ditas
pontes, e desembarcar toda a soa carga.
No caso contrario pagar a dita taxa por
tonelada de mercadoria efectivamente des-
carregada.
3.1 40 ris por embarque oa desem-
barque de volme nao excedente a 50 kilu-
grammos. Excedeodo desle peso mais 20
ris por dezena ou fraccSo de dezena exce-
dente de 50 kilogrammos.
Sendo porm bagagem:
100 ris por volme at 5 kilogrammos
de peso.
500 ri3 por volme que exceder de 5
kilogrammos.
4.a Una real por dia de cada dezena de
kilogrammo de mercadoria nacional, e de
dous reaes por dia de cada dezena de kilo-
grammo de mercadoria estrangeira, qoe for
depositada nos armazens a cargo da em-
preza. Estas taxas porm o5o deverio
exceder de 10 % dos direitos que a mer-
cadoria pagar, e nem de 25 % de seu va-
lor, se ella for isenla de direitos, na U rma
do art. 2. das inslrucces annexas do de-
creto 4618 de 4 de novembro de 1870,
qoe sero observadas em tudo quanto fo-
rem applicaveis empreza dos coDcrataDtes.
5,o Pela emisso de garantes de depo
sito, na forma da condico 8.a, 1/4 % do
valor das mercadonas nel e mencionadas.
6._Pela abertura doj vilumes o qoe
for fixado em tabella, approvada pelo ins-
pector da alfandega, nao excedendo a 300
ris a taxa do 1. volume aberto.
7. por qnalqoer outro servico, o qoe
for ajustado com os particulares
J LABORATORIO HOMEOPTICO
t Franelsc* de Patri* Car
A, do** alataale*. A C
41Ra do Inaperador41
Qffi Acabam de recebar dala*.toterra es
4=^ cellentt chocolate hoaisepainico em la
WJ tas e pacotes de l|t libra e latas de '
n 1|4, pi de denlas, escovas para m
yi) mesraos, e um novo eortnenio de da-
j^ toras e carteiraa da caaa dos abasados
9) ehimicos de Londres, Jamas Epa* A C.
e Leath & Roas.
Tambem receberam do Rio de Jaaaxro
n nm completo sortimaato da naadka-
B meatos do paiz.
x No seu esubelecimeato encontrar-
a se bao sempra tubos vastos, carada
ax de rnica, vidros bamburguetaa da a
2 oocas, a um liado volme encalar-
^ nado da magnifica obra do Dr. atara,
a Medico do Podo tradueco ees 3*
Z edieco do Dr. Silva Piulo : todo aor
MJ presos muito ratoaveis, conservan lo-
sao mesmo aberto das 6 horas da na-
a, nba s 10 da nonte.
Em tempos modernos nenhum descubr-
ment operou maior revoluco no modo dt
curar anteriormente em voga do que o
PEITOKVL DE ANACAHU1TA
TANTO NO TRATAMENTO DA
TOSSE, CROPO,
ASTHMA, THIS1CA,
ROCQUrOO, RESPRIAMENT09.
BRONCHITES,
TOSSE CONVULSA,
nORES nE PEITO,
EXPECTURACAO DE SANGUE.
Como em toda a grande serie de enfermi-
dades da gafiganta, do peito e dos orgao
da RESPrRAcAo, que tanto atormentam e fa-
lea zemsoffrera humani. A maneiranda
liga de curar consista geralmente na appli-
cago de vesicatorios, sangrias,sarjar ou ap-
pcar exteriormente ungentos fortissimos
compostos de substancias vesicantes, alm
de produzir empolhas; cujos differentes mo-
dos tie curar, tiio faziam seno enfraque-
cer e diminuir as forcas do pobre doente,
contribuindo'por esta forma d'uma maneir?
mais fcil e certa para a enfermidade a ie
truiQo inevitavel de sua victima Quem dit
jerente poisto o effei admiravel do
PEITORAL DE ANACAHUITA I
TM E EZ DE IRRITAR, MORTIFICAR E CAUZAJ
INAUDITOS SOFFRIMENTOS AO DOENTE,
CAULA, MODIFICA E SUAVIZA A DOR.
ALLTVTA AIRRJTACAO
DESEMVOLVE ENTE NDIMENTO,
FORTIF ICA OCORPO
e faz com que o systema
f Desaloje d'uma maneira prompta e rpida
S o ultimo vestigio da enfermidade. Oa
meihores votos em medicina da Europa (o?
Lentes dos Collegios de Medicina de Berlim)
testificam serem exactase verdadeiras estas
leacoes analgicas, oual m dissoa experi-
eqpia de millares de pessoas da America
Hespanhola, as quaes foram caradas com
eete maravilhoso remedio, sio mais que
suficientes para sustentarem a opiniao do
NITORAL DE ANACAHUITA!
Devt-se notar que este remedio se ach
inteiramente izento de venenos, tanto mine-
raes, coma vegetaes, em quanto que porm,
alguns d'estes ltimos, e particularmente
aquelles que sao dados sob a forma de Opio
e Acido Hydrocianico, formam a base da
mak)B*parte dos Xaropes, com os quaes tac
fcilmente se engaa a credulidade do pu-
Mico. A Composicao de Anacahuita Peito-
a acha-se linda e curiosamente engarrafadas
m frascos da medida de cerca de meioi
quartilho cada um, e como a dose que se to-
ma so d'uma colher pequea; Dasta ge-
ralmente a applicaco d'um ou doga frascos
eiectyaciopara a de qualquer cura.
SEGUROS
MARTIMOS
E
CONTRA. FOGO.
A companhia Indemniudora, eatabetec-ti
eata praca, toma seguros maritimoa aobrt
lavios e seua carregamentoa e contra toa*
im edificios, aureadoriai e mobilias *
ra do Tigario n. 4, pavimeoto terreo.
Joaquim Jos Gonfa-
ves Beltrao
Ra do Commercio n. 5, I* anda'
Sacca por todos oa paquetes sobre o
banco do Minho, em Braga, e wbre o se-
guintes logares de Portugal.
Amarante.
Arcos de Val de Yes.
Barcellos.
Beja.
Chaves.
Coimbra.
Covilbi.
Faro.
Guarda.
Guimaraes.
Lamego. .
Lisboa.
Miraudella.
Moocao.
Ponte de Lima.
Porto.
Tavira.
Yalpassos.
Viaona do Castello.
Villa de Conde.
Villa Nova de Famalicao.
Villa Nova de Portimlo.
Villa Real.
Vizeu.
Valeoca.
Figoeira.
Penafiel.
Regoa._____________________
aloaqalm da Uva Castro
Jos Joajuim da Costa M.ia e sua familia pun-
gidos do mais doloroso sentimento pela perda que
acabam de soflrer pelo fallecimento de seu tio e
coobado Joaquim da Silva Castro, convida a todos
os seos amigos e aos daqoelle (loado a fazerem-
Iheso caridoso obsequio ^eassistirem no dia 1* de
fevereiro a9 8 boras da manba a rnissa e memen-
to que na igreja dos religiosos franciscanos desta
cidaje mandan celebrar por soa alma ; por cuj
obseaoio ihes serio eternamente agradecido?.
Bai
A flor do pao cbioei todos os das as 4 horas da
tarde ; emjuanto a timpera e bamfsitoria des-
necessario elogio alguro. cuita pouco ao9 fregoe-
res a aonhe:er a vc-rdade : roa de Gervasio Pi-
res n. i.'i, nova padaria americana.
BUHOS ORBAOS
DO
Hit II I. Jk OM.HII.%
e Beberibe
Os senbores accionistas sao por meio do presen-
te convidados a receber suas acedes no rscripto-
rio da :ompanhia dentro do praso de trinta dia;
atis, a con'.arda presente data, das li boras d>
ttanha as 2 da larde. Os qoe tiverem accoes da
primeira emissao deverio traze-las para serem
substituidas por ootras da nova serie.
Escriptorio da companhia, 1? de Janeiro de
I87t.
0 i secretario interino,
___________ Jos Fbrtunato S. Porto.
CLIB DO OVEIRO
REUNIO FAMILIAR
Na qoiota-feira 1* do fevereiro, a qoal princi-
piara as 8 l| horas da noite e linalisara a meia
noute. Havera trem especial para a volta, qoe
gair meia bora depois.
O empresario,
P. J. Layme.
Precisa se da orna ama para o servi-
co de orna casa de piuca familia : a
AMA
tratar aa roa da Praia n. 53, 5* andar.
Antonio Jos de
Araujo
Para es;e senbor existe orna caria vinda do Ma-
rale no eseriptorio dos Sr*. E. R. Rabello & C.
i roa do Coramerelo n. 48, i* andar.
AIH4
Predsa-sa de orna ama para casa
de poaca familia, para o servico in-
terno de doas pe.-s tas : a tratar na
rna Diraita n. 3, i* andar.
1
Companhia Allianpa
DB
segaros martimos e terrestres
estabelecida na Baha em 15
de Janeiro de 1870.
CAPITAL..Rs. 4^)00:000*000.
Toma seguro de mercadorias e dtabero
a risco martimo em navio de vel'a e vapo-
res para dentro e fra do imperio, assim
como contra fogo sobre predios, gneros e
fazendas.
genos roa do Commercio n. 5, es-
criptor o de Joaqun Jos Gopcalves Bel-
tr5o.

los Antonio Pinto Serodio, Francisco Lai: i
Olivera \zevedc e Joaquim Ferreira lleii s
maraes, maodam celebrar misias, por alma do r
oado Sr. Joaquim da Silva Castro, fallecido na z -
dade do Pirto, sogro do seu amigo e a*ato3r
Joaquim Francisco da Silva Atevedo, na rr.a
do Corpo Santo pelas 7 1|2 boras da oaobaa j.>
.lia 3 d-3 fevereiro, trigessimo de sen passainen
Convidam pois a seus amigos, aos do iatC :
prenles a assistirem a este acto de caridade, pe que Ihes prometiera o sea reconbecimento e gr
lidia,
Armazem de mate
raos.
Praca da Coneordio i I
0.- senhores donos e empreiteiros Je obra
contrario empre oeste armazem todo oacese.*\
para qualquer constroc^ao, como seja : cal tona
:a e preta, tijolios grossose de ladrilbcs. telba. a
ment, area e uma graode quantidade de aa-
leiras d? 21 a 65 palmos de coiprim*:- .
'.ravejamento etc. etc.
Oatro sim, eocarrega-se o proprietario do i.
irmazem de qualqoer fornecimeoto de matariaf*
que a obra necessitar, para o qoe tem cao as,
e carroeas, podeodo ajuslar todo posto na otra,
por menos e melhor qne outro qualqoer. pois c u
lambem tem olaria. ___________
Subloca se o arrendamonlo do prew a rta-
lo Mrquez de Olinda n. 23, consisinoo em ja>
vasto pavimento terreo com os fondos para
roa da Cacimba, com chagaono centro oado aaaj-
3em mnito espacoao o andar, o qual tem safc-c*
independente^ podendo ser pelo armazem, ira-
prio para om grande negocio por atacada, aur
>er o lagar o melhor possivel : tratar com An -
ionio Jos Rodrigues de Sonta na tbesocraria da
loteras, rna do Crespo n. d._______________
AH
Precisa-se de uma
Direita n. 68. aodar.
ama : na rt>*
Muir attnc&o.
Ignorndose a morada do Sr. Jo3o Paak>
de Carvalbo, qoe fbi empregado na tnacbaa
bomba de Olinda, roga-se o favor de ir to
Paleo do Carao n. 9 concluir o neg
qoe nio ignora.______________________
Aloga ae caaa da liba do Retiro 10 joc
to a ponte da Passagem da Magdalena, toan coo
modos para familia, mni fresca a coa banho aa>
porta : a tratar aa rna estreita do Rosario n. I"
1* andar, das" 10 as i horas da tarde.____________
Precisa-se de ama ama de leile livra ou s
crava : aa r*a do Soceto a. t fCaeaan-Verda).
No dia 10 do correte dnaapareaaa da roa
i defraale do bote!) aaai
de S. Beato (sobrado i
qae de arme Francisco, crioalo, de 18 aa*os c
idade, pouco mais oa aseaos, re (oreado a aor bec
preta, coa ama marea de bexlga aafnre a aeata
do narit, otacial tecedor de aalkioaa e can..
envernisador, a cojos servicos eostaou m oflare-
cer : quem o apprebeader qoeira leva-I caaa
ftipra, oa a rna do Imperador a. >D, oa*a aar
bem recompensado.________ b
Si Na rna ealrtila do Rosario o. lt (actaa-ap
Tofar ama escrava de meia idade, fie a
o servico de roa, paga ae boa.
Alagase o 2* andar e solio do sobrado da
ra Direita a. 8, cora grandes ooamados oread
fleado d< novo; a traUr oa aaaaaaa le*.
Qoe eaaoasan a caar-
nna para ou tiraate a>
duw pessoas. Pifase-
bem. A tratar ae Uff
de Cerne Santa a. i, f
andar, das 16 tora da
manbia a 4 da larde.
Or. Joaadim Jos da Aaoosdoaja*asara a>
engenno Ginipapo, qoeira vir i rna Duque da Ca-
nas, outr'ora du C-utes a, 21, para rooeaer
arta vteda de Portnaar.___________ ______
ajara para
AMA
ItedJeasededUOj
preitteiaa * r^raswpaM
aaeoMandr-'e laa**a


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' ;
Diario da Fernanubuco Quinta (eir 1 de Fevereiro de 1872
RU i DO BRUM % 52
(Passando o chafariz)
Annuucia aos senhores, de engenhos que por falta d'agua
ou mortes de animaes nao possam tirar su as safras, que est
prompto a assentar vapores dentro em 8 dias do pedido applican-
do elles as moendas ja existentes.
Tem em deposito variado sortirnento de preparos
MOTORES PARA DESCAROCAR aLGODaO
A vapor, agua ou animaes
inclusve alguns que nao precisa m de obra al guia de car apia
pelo que podem funecionar logo que cheguem ao lugar.
FORMAS PARA ASSCAR
A que lies propietarios quequizerem formas podem desde
j fazer suas encommendas, pois a casatni em viagem e car-
regando numero suTiciente para suprir a todos quantos queiram.
MAGH1MSM0S DIVERSOS
jnesta fabrica ha deposito de todos os .nachinismos em pregados
na provincia, e acceita-se encommendas para fazer vir qual-
quer machinismo a vontade do cliente.
M
0 JAYME
reconhecendo a necessidade de que se resenta esta bella cidade de am estabelecimento
onde o respeitavel publico, e com especialidade o bello sexo encontrarse, sem perca
de tempo, os adoraos precisos para om elegante perneado, resolvea montar urna loja as
condicoes exigidas, ra Duqoe de Caxias n. 30 (outr'ora Cruzes).
A maneira por que o JAYME entended preparar uru estabelecimento de tal genero,
a prova segara de que nao s o rico mas tambera o pobre, pode, sem detrimento,
gozar das alternativas da moda.
As segaintes tabellas que offerece a apreciado de lodos, seguram<;ote altes tam o
quanto acaba de expender.
Tabella de presos por compra
Coques da ultima moda 104, li, 15*5,
20*. 25,5 e 304000.................\
Cacbepaines de cabellos naturalmente cres-
pos 10$. 124, iH. 204 e 25,5000....
Grescentes 84, 104, 124. 154 e 204000.
Trancas ondul 104, 154, 20 e 254000.
Encbimentos para bandos 34, 44, 54 e
64000............................
Cadeias para relogios 34, 54 e 64000...
Braceletes 54. 64, 84 e 104000........
Trancas para annis i 500 rs............
Tabella de presos por alaguis
mcoqae...! #-............. 2#)00
Ura cacbepaiae.v..<.......... 24060
Um crescente.................. 14080
Urna tranca ondul.............. 14000
Um topet diadema iris.......... 14000,
Um par de encbkaentos.......... 14600
Perneados de coqoes 14500.
Peoteados de cacbepaines 14000.
Penteados de senboras 34000 (na cidade;.
Variadissimo sorlimento de perfumaras finas e objectos de gosto, peoebidos direc-
tamente por todos os paquetes da Europa
fAlm de muito resumidos os precos de taes
^objectos, ter o comprador 10 */ de des-
| cont em cifra m^iar de 204000.
Esta' decidido !
S elle brilha!
Quem ? o Campos com armatero,
Na ra do Imperador,
Numero assi attrahidor,
Vmte e oitu I
Vende os melbores biscoitos,
Arroz mallo especial.
Como jamis se rio igual
Queijo londrino I ~v-
Da India cha o mal* fino,
Queijos flaraeoRos mol novo?,
Alm das tio boas oras,
Bom toaeiobo I
Do Porto o mala fino robo,
Presunto?, tombo?, chouricas, '
A par das boas salcbiclias.
Rao le i te I .
De Portugal o ateile,
Camares mol saborosos,
E o nao menos deleitosos,
Doce em latas t
Inglesas novas batatas,
Bacalbo superior,
De requintado sabor,
O chocolate I
Boa massa de tomate,
Cal, manteiga, feijio,
Para sopa o macarrio r
E estrellinhas t
Finas ameixas em lalinhas,
Passas, figos e licores
De aparados sabores,
As conservas I
Go tosas aieitooas d'Elvas,
SilmoD, doce de caj,
Massa fina de sag
E aletria !
Por todos a primazia,
J is Unguas foram- dadas,
E as to preconisadas
Gelas I
Do Bass a sublime idea :
Em barril cerveja boa I
Das sardinbas a fama va
E do salame I
E' natural que se ame,
Do Campos o amazem,
Visto que s elle tem
Finos charutos!
Os afamados e vetustos,
Vinbo Bordeanx e Madeira
Nao esquecendo o Figueira,
E ararota t
Em frascos muit finas fructas ;
E para que se veja at,
Que dar massada o quer
Vai lindar I
Prometiendo desde j,
S vender bom queijo prato,
E tudo mais mallo barato
A dinheiro t
Note beru. E' aluneiro
Dos gneros o paladar,
E quem sto davidar
Veoha ver t




-


*


rKSc
INTERMITO
DE
S. BERNA1D
ESTABELECIDO NA CIDADE DO RECIPE EM 1862
*oba preteceo do iinanao Pootlflee Po 1%
DIRECTOR itfIUREL EN MATIIEUATIl'An
BERNARDO PEREIRA DO CARMO JNIOR.
1 VICE-DIRECTOR..........
-2o DITO-Padre 1. V. de Algoner.
O director do internato de S. Bernardo, nao tendo evitado estor-
bas aetn sacrificios para proporcionar aos seas alomaos urna perfeila edo-
caco physica, moral, intellectual e religiosa, offerecendo-lh.es urna habita-
rlo com bastantes condigoes de salobridade, habis professores que sao
solcitos em prepara-los convenientemente ao fim a que ce destinam. me-
dico pratico que Ibes faga comprebender os preceitos da bygiene e ihes
core das doencas, e Soalmente am sacerdote .lastrado e honesto que Ihes
explique os principios da religiao cbristSa, espera que assim constituido e
em vista do escolente resoltado, qua tem apresentado, contando um eres-
cido numero de alumnos na Faculdade de Direito, que concluiram aili
vantayosamente os estudos preparatorios, nao deixar o teu estabelecimen-
to de continuar a merecer dos Srs. pais de familia o auxilio e conanca
com qne j muitos o tem honrado ; e ibes roga, bem como a todas as
pessoas interessadas, que se digoem de visitar o mesmo seo estabeleci-
mento, onde sempre encontrarlo franco iogresso.
Cadeiras de ensino:Prime ras leltras dividida em duas classes,
.tendo cada ata* o sea professor, latina, franeez, mglez, arithmetica, alge-
bra e geometra, geographia, philosophia, rbetorica, desenlio e msica.
O collegio tem a sua sede no espacoso edificio d. 6 ra do Hos-
picio.
Nos estatutos do collegio, qoe estSo a disposico de quem os iqi-
zer ler, se acham consignadas as condic5as de entrada e matricula as
diversas aulas do eatabelecimen'o.

m
KA
'Al
AO ARMAZEM
Roa do Bario da Victoria
N. 7 jOutr'ora ra Nova_N. 7
Aceta de cnepar noves sortimentos
Calcado franeez.
Botinas para honwns, bom bezerro pellica, cor-
davao aqueta e pasmo, dnraqae com biqueira de
verniz, peluca com biqueira de verniz, bizarro e
pellica-cora ilhoses e cora botes, tanto dos fabri-
cantes -fiuzer como de Polak.
Botas rassianas, meias botas, perneiras e meias
perneiras para montara,
Sapatos de vaqueta de verniz com sola de ma-
deira, proprios para os sitios, jar lina e banhos,
lanto.para senhura como para bomem.
Sapaos de borrajea para'tornera.
Botinas e abotinados de rauitas qualidades e pro-
cos para meninae e meninos.
-Sapatos de verniz, charlat, cazemira, tapetes
avelludados o de tranca, francezes e poiuguezes.
Perfumaras
Finoe extractos, haDbas, cosmticos, cleot, opia-
tas, e peses deotifrices, agua de flores de raranja,
agua de cologoe, divina, florida, lavande, e de
toilet, tintura para barba e cabello, pos de arroz,
abonete:-, a muiios artigos delicados, com (ras
quinos de extractos, tudo de primeira qaali-
dade dos bom coabecidos fabricantes, Pivr e Cou-
dray.
Mascaras
r

Loyo Sobrinbo & C madaram pro*
visoriamente seo estabelecimento de fazen-
das para o primeiro andar da casa n. 86
da roa do Mrquez de Olinda.
Pcecisa-se de urna aun que saiba
cosiobar para casa de familia: na
ra do Vigark n. 5, segando andar.
AVIA
FEITOR
s
Precisa se de nm feilor oB ie am criado qce
saiba tratar de jardim e fazer afganas cumpras :
na ra do Commereio n. 38, armasen?.
_____ Alaga-se oa vende-se a ca-
MMB^si e sitio da estrada dos Af-
yiB^^flictos n. o qaal tem 00
^*^ palmos de frente e cerca de
1,300 de fondo, com c cimba, fructeira,
etc assim como veudem-ie terreos aos
lados do mesmo, tendo as frentes e os fun-
dos" morados, sendo na verdade excellente
acquiaicSo para edificacao, nao t por ser
bem perto da cidade, como por pastar pela
frente a va frrea do Arraial: a tratar com
Antonio Jos Rodrigos de f oou oa tbesoo-
rara dw loletin oo com Carlos da Silva
Araojo oa roo do Bom Jess o. 23, arroa-
zem.
ITT
lili O mais superior cemento qoe ba so me/oAdo.
^ PyJ f-V-VViE v em barricas grandes de 12 arrobas arqualas 4e
03 S#. Josl Francisco Ribeiro de Soa-' ferro : no trapiche Oie-ra, no Bacife.________
u e Dr Frtoi JdsHabelk, o Io pro-1 Tnm -*- "
prietatio M colirio de Satto Amaro e o ,.' fiom't 1/Wliy.
4? propitelaxo de om oatro col eeio, sJo L No dl* J i*vw>, i eow,)rm.dad &mu
r..JA V ZZ.A*mmwT,L .-i -l.^ ;, dllww3w ^ orapromisso, a rj?? mesa da ir-
rogado a aundrem lefi tvpognph a[37j ^ ^ Senhor &m jg, a> s^rra?.
ft*t para o carnaval ehegoo nma grande factura com
todo sortimeot tanto e ojasea., como de arante,
da se<1ae de cera, para vender-se barato em du-
zias c a retalho.
Qainquilharas
Finos artigas de Pars, de deferentes gostos e
phaniasia, como ejarn os segniutes:
Leques para senhoras e meninas,
Lavas 'de pellica e de Bo de Escoc?.
Kspelhos dtferenie.;, para sala e gabinee.
Vidros avuuosoara espelho.
Ca^Kinhas de costura ornada com msica.
Atbaus e quaariabos paro retratos.
Diverjas obrae de ouro de lei.
Comentes de plagad para relogios.
Bolciatias e cofres de seda e de velludo.
Diversos objectos Ce phaotasia para toilet.
Penckez, oculoa e beogallas de laxo.
Cbicaie 6 bcng'-llas de balea, cauna e junco.
Pooteiue de espama para charutos e cigarros.
Escovas para cabello*, roupa, denles e unbae.
Peni s 4e marnm omito tinos, para caspas.
Ditos diferente:* para abello e barba.
Carteiras para notas e para dinheiro.
Malas, belfas e saceos de viagem.
Gaiolas de rame para passarinbos.
Veoezianas transparentes para janella?.
Abat-jours traosparentes para candieiro?.
Mamadeiras dn dar leite mui fcil as eriaocai.
Tiras de molduras douradas para qoadroa.
Ricos qnadros ja promptot com pa*sgens.
Estampas de santos, cidades e phantazias.
Estenoscopo e cosmeramas com ricas vistas.
Obiecios ne magiea*para entreteoimento.
Maeftmas da difterentes sysieraas para caf.
Berros de vimes para embalar enancas.
Cestmi)? para meninas de escola. *
Jogos, de Jaron, domin, bagatela e da gloria.
Campaohias de. molas para chamar erados.
Realejos, accerdions, vidros avalsis para eos-
moramu a ontros maitos artigas de qoinqai-
Iharias difceis de mencionar.
.'Brinquedos
Para criancas,
O maior fortimento qne se pode detejar de toda
sorte de brinquedos fabricados em diversos paizes
da Europa para eotretenimento des msninos
Alenlo
No restaurant Santa Isabel na ra da Florenti-
na n. S, precisa-ie alagar um escravo que seja
moco para o servico do mesmo.
I J
Os Srs. abano mencionados sao rogados a virem
a ra da Cruz a, 63 a negocio qoe ihes diz res-
peiu :
Jacintho Soares 4a Meoeui.
Joaqnim da Silva Honra.
Joaqaim Jos Perer Albaadra.
Domingoi Jote Vieira braga.
Festa do Monte.
No domingo i o segunda-feira 5 de fevereiro,
hora 4a ehagada dos trens ordinarios, baverao
treos oxprosioa entre o Recife e Olinda, emqaanto
bouver aftlienciada pastageiros.
Recife, at de Janeiro do 1871
O gerente,
J. R. Campillo
Francisco Ferreira Battbar, nao podendo,
pela presteza de sua viagem, despedir-se de to-
dos oa seas amigos, procura este msio para ps-
dir-lbes doseclpa desta (tita, o offereco ao mesmo
tempo o sea limitado presumo en qualquer par-
te da Europa em qoe se acbar.
^s eobem c^Smir
N a Rnruin ^W
I
:
N. 4. Horacio.
K-ien.. kl-oa. ki-en.. ki-oo.. ki-en.
Ha L ha L ha L ha I.
And., and., and., and., and..
Oh I. oh I. oh I.
Desomas omoes.. desamas orones..
desanas orones.
And....
Grande sortirnento do coques a i 4000 o UoOO
cada nm, a elles antes que se acabera, por tal
proco vale a pena : roa da (mperatriz n. 86.
O bacharel Jos Lopes Pessoa da
Costa Jnior tem escriptorio de advo-
gato na roa do Imperador o. 41, 1'
andar, onde pode ser procurado das
9 lioras da manfta is 4 da tarde.
Ama emgommadeira
Preclsfl-se de ama ama forra oa escrava qne
engoeaene com perfeicio, para casa de pequea
familia : trata-so na roa da Amizade n. 18, Ca
-y.
embarcador francisco de
sala JPerelra Rocha.
Eustaquio Jos das Chagas, em prova de pro-
funda gjatidao e subido respeito as virtudes qoe
ornamentavam o eminente ciladSo e hooradhsimo
magistrado, o Exra. Sr. desembargador Francisco
de Assis Pereira Rocha, manda resar ama missa
por sea eterno descanco na igreja malris do Poco
da Paoeila no dia S is 8 horas da manhaa para o
qne convida aos prenles e amigos ao mesmo des-
embargador para assis t i re m.
AMA
mero 111.
Precisa-se de urna ama forra on es-
crava : na ra Duque de Caxias na-
Precisa-se de ama armaco propria para ar-
maren), e de nm cofre inglez prova de fogo do
fabricante Hilnra, porai que regle um metro de
altura: a tratar na rna da Cruz, armazem nu-
mere 23.
COMPRAS.
Compra-se urna casa terrea nova ou pele
menos em bom estado, que renda mensalmente
pelo menos 404000 : quem a tiver e quizer ven-
der, dirija-se i rna Duque de Caxias n. 43.
Compra-se jornaes para embrulbo : na ra
do Crespo n. 10. _______
MOVIS
Compram-se no vos asados: a ra do Impera-
dor n 48, armazem de trastes.
ODAS.
Vende-se
Prepos.
Em vu-tade da novas ordens dos fabricantes,
vende-se tudo precos baraifMiaaos : no arma-
zem do v,,por francs, ra 4o Bario da Victo-
ria, outr'cra rna Nova nunero 7.
Moleque.
0 Campas da roa do- Imperador d. 38 precisa
alugar um moleque.
8*r4**rtt*ft**-*
g 0 ADVOSADO
X flOH ESCRIPTORIO
JA RA ESTREITA do ROSARIO N. 25
Ti-m Om cuno de historia oarrersal,
lL arithmetica, algebra, geometra fran:ex,
2 ero M-*a de sua residencia, ra da
9 Prit.ctu Isabel n. 6.
A uga-se bm eieeHeilo e< zmheiro : a Ira
tratar na ra da? Trine huirs n W, fabrica de
cigarro; asgim eom ns uiM-na vende-se bcr
rt.'ba otra lima, .-opunir qdaliade.
prar par *>' !*<*
Saot. jaaf) ?a
p. 8. i.
em
'.i-ti
Urna casa terrea de pedra e cal em chaos pro-
prios, tendo commodos para grande familia, e ter-
reno ao lado, cerca de 50 palmos, com 250 de
fundo, sita dita casa no Encanamento n. 10 :
tratar na ra do A mor m n. 33.
No Bazar Victoria vende-ne metas de laa de
cores, para senboras e homens e de seda carme-
sin epreta para padres camisas de la ponto de
meia e seronla de thnella, no Bazar Victoria, ra
do Bario da Victoria n. 2 de Amaral, Nabaco
C.
Chocolate Menier.
Vende-se chocolate Menier de saado : na roa
do Mrquez do Olinda n. 40.
Deposito de gaz
Em pequeas e grandes por -oes, marca Devoes,
i ra do Apollo o. 4, veudem Joio do Reg Lima
AO___________________________________
Xarope peitoral James
Considerado como especifico contra as bron-
cbites, tanto agudas como ebrooicas, defluxos,
toases rebeldes, toases convulsas e astbmaticas, dor
de peito, escarros de sangue e contra todas as ir
riUcSea nervosas.
DEPOSITO EMPERNAMBUCO
PHARUACU PK FKRREIBA di C.
10Rna Larga do Rosario10 (junto ao quartel
de polica.)
Madapolao a variado a i/, 44500 e "i* a poca,
cambraia de forro a IJ600 a peca, pechineba ;
s oa roa do Crespo n. 20. loja de Guilherme
Carneiro da Caoba k C.
Vende-se rpalos de tranca a 14400, ditos de
lio para criancas a 240 r., pbcsphoros do sf go-
raaca a 240 rs. a dntia, aloetes a 120 rs. a
arla, latas com banba a 80 rs., liabas de bordar
a 240 rs. o masso, sabonetas de bolla a 140 rs.
cada om, fitas para debruffhar vestidos do todas
as odres a 240 rs. a peca, earreteis de relroz do
todas ai cores a 40 rs., oitava de reiroz do to-
das as coros a 200 rs. a peca, tranca de tala eom
7 metros, bonitas para eofeitar vestidos a 1*600,
MOOO e 24300 : veoha roa da Impertirla n. 8,
loja de miudezas, ver o grande o barato sorti-
meato.
. CfiRVM
Pereiru, da Cunlia
A verdadeira cerveja da Baviera, marca bn-
deira, de superior qualidade, veodem Tasso I roaos
A C, armazem da ra do Amorim o. 37.
Aos estudautcg de phllosopnla
que teem de foier esaiue em
atareo.
Addendo philosophia de A. Charma, na parte
lgica do seu compendio. Iodispensavel aos esta
daotes desta disciplina que vio fazer exame. Ven-
de-se por 14 ris, na livraria franceza, e na dos
Sn Nogoeira & Medeiro.______________
Irmaos.
RAPE
A loja da praga da Independencia n. 5, ebegon
nova remessa do muito acredtalo rap gasse
Srosso, fino, amarellinbo, rolao fraaeez, princeza
a Babia, princesa de Lisboa, Paulo Cordeiro coro-
mum e viajado e Rocha ; vende se em libras e a
retalbo.
PECHIRCHA
Lencos de esgul&o a 341 OO rs.
a duzla
Cbegou i loja do Papagaio orna grande porcio
de lencos de e.-guio j abainhados, e vende se
por 3*200 rs. a dozia para acabar, s o Papagaio
na ra da Imperatrii n. 40.
Hamburgos com 30
varas
A loja do Papagaio acaba de receber urna pe-
quena porcio de hamburgos com 30 varas cada
urna peca, que vende pelo diminuto preco de 12*,
sao proprios para lence?, loalhas etc. e mais
barato que algodSes : na ra da Imperatriz n, 40,
A 320 rs. ocovado
Alpacas de lia de furia cures, proprias para
vestidos, o para roopinnas de meninos, por este
preco so na loja do Papagaio, ra da Imperatriz
n. 40,
Vende-se a taberna da Espranos n 14, ca
cidade do Olinda, com refina cao s seus pertsoces:
tratar na mesma, Ladeira do tTaradonro.
Vendo-sa umairmacio de taberna em muild
boa hMalidade : a tratar nos Afogado<. raa do Mo-
tocolomb n. 24.
Chumbo 'de munido.
Vende Jo Comaorcio n. 32, andar.
Amaral, Nabuco & C avisam aos seus freguezes
e amigos de Goyanna, Escada, Una, Nazaretb,
Olinda, Caxanga, e tamhem aos da Casa Porte e
Apipueos, que receberam am grande e variadis-
simo sortirnento do mascaras de papelao, cera e
rame, brancas, pretas e mulatas, as mais esque-
sitas que tem vindo ao mercado, para bomens,
roulheres e meninos, e veudem per borato preco,
quer em porcio, quer a retalho : no Baiar Victo-
ria, rna do Bario da Victoria n. 2.___________
YENDE-SE
Um grande sitio na travessa da estrada dos Re-
medios, com urna grande casa de vivenda pro-
pria para numerosa familia, est em bom estado,
tem ama magnifica capelia com todos os seas
pertences, mais duas pequeas casas no mesmn
sitio proprias para feitores e eseravos. O sitio
todo morado, est bem plantado, contera grande
quaotidade de arvores fructferas, e am excel-
lente vtveiro o um bom porto de desembarque :
tratar na roa do Bario da Victoria, antiga ra
Nova, na livraria Industrial.
Ra da Caiieia do Recife n. 21
VENDEM :
Pi-tassa da Russia.
Cemento Portland.
Agna-raz
l'ixe da Suecia.*
Alcatrio dito.
Zinco era folh, para latoelro.
Esleirs da India, brancas e do xadrez.
Agua Florida (legitima).
Cadeiras amencaua?.
Bezerros de lustre.
Cognac
Eoxifre.
II llllil
O Bazar Victoria acaba de r cebtr om ou;' -
to srrtimento de enf-ites, de n.upa de ma-c;.ri.
como sejam, franjas donradas de diversas laijc-
ras, lenlejonlas, herblelas, moscas, eMri lias >
ontros muitos tbjertos dturados e prateadj-, .-
belleiras brancas, brincos para sinbcra e
mollas para bomem, flus de perolas, capacete- a
Chicard, e cacas de meia de algocau e de
Todos estes artigos sao do mais apurado gesto -
da ultima moda ero Franca, e grande ata;
nesta cidade, onde os amadores do carnaval pade-
rio encontrar com facilidaCe o qie for neces>
rio paia se apresenurem elegautemenle no caro*
val no
Bazar Victoria
Roa do Baro da victoria a. S
LOJA DB
AMARAL, NAcUCO A C. ___
LOPES MACHA
0o
e-3
Almanack da proviucia para
1872
Preco 24000
as livrarias Acadmica e Industrial.
CIMENTO
Verdadeiro, vende Jlo Ignicio da Costa, em
sea armazem roa do Amorim n. 39, que o preco
aonvida.
Novas publ 3a musioaes
Acaba de publicar-se a linda polka pira piano
Casan
composiejio do maestro Rodolpho Matioze. Assim
ao mesmo estabelecimento acaba de ebegar a lia-
dissima quadrilba
Cbiarlni
Dedicada a este ilustre artista, pelo melodioso
compositor da Bahia, o nuestroARAGO.
Acbam-se a venda, a ra Nova n. 11, armazem
de pianos e msicas do Azewdo.
POTASSA
Da Russia, nova e de boa qualidade : vendem
Pereira da Cunha Irmios : roa do Mrquez de
Olinda n. 21.
Um bom engenho
Vende-se o engenho Pacas, sito em Agua-Prota,
demarcado e cercado de vallados no tundo com
agua sofflciente, bem obrado com proporcoes
para saffrejar de 3 a 4,000 pies : os pretendemos
queiram dirigir-se ao dito engenbo que encontra-
rlo com quem tratar.
Cimento o verdadero For-
tland.
Vende Jio Ignacio da Costa, em barris por
barato preco : no armazem da Escadinha da Al-
fandega n. 5.
Vende-se por pre<;o commodo um tne-
thodo do autor Rodolpbo ; na ra da Roda
D, 4.
Especialdade.
Vinho do Porto o melhor a riese jar, em barris
de 10* e 20: vndese no escrip:orio de Soares
Primos, ra do Vigario n. 17.
Novissima reforma ju di ciara
Aeha-se i venda na Livraria Universal, ra do
Imperador n. 54, impresso em bom typo e no f r-
mato de 8 franeez ou 4 portugnez, ltimamente
chegada do Rio de Janeiro, a 640 rs.
Caf do Ceara'
O melhor e mais barato, veLde-se para acabar.
na ra do Mrquez de Olinda n. iO.
V^ende-se
Joaquina da Silva L >pe, competentemente auto
risado por seas eredores, vende as tabernas n. 1
do pateo de S. Pedro o v. 41 da ra do Raogel :
os pratend' ntes podem enlender-se comoannun
ciante ou com o Sr. Joio Tavarea Cordeiro.
VENUE-SE
um lindo piano de armario, todo de Jacaranda e de
construrcao de nm dos melnom fabricantes de
Pars, bem como um novo cabriolet americano,
eoberto e de duas rodas, e juntamente o cavallo do
servico do mesmo com o; competentes arreios: a
tratar na raa Duque de Caxias e. VI, { aidar, cu
roa larga do Rosario o. 24 A.
Farinha demendice
\
Vende-se superior farinha de mandioca de San-
ta Camarina, j ensiceada, e colla da Baha: no
escritorio di Jos Victorino de Rexende & C
ma. ow t,r1H ^ ?<:oda. ootoT| -3adeia nu-
bih6.
4dt-"-
e :-5.
2*::o
Travessa do Corpo
Santo n. 25.
Vende-se machinas vapires locomoveis de r
ca de 2, 3, 4 e 6 cavallos e seos pertences. pt:;
de moer inilbo, arreios pira carro para d,u .
valloscom retranca _^^
techmcha aa loja do Pava"
POR CAUZA 10 INCSNMO
F. Pereira da Silva, tem uigeote oectfM-
dade de liquidar multas fondas de lia, li-
nbo, seda e algifln, que Ibe Ecaram m<
oa menos estragadas por ocsttita do ,a-
cendio que se deu nos dous esiibtle:im(r:
los contiguos ao tea.
Pegas de algodi siobo a '100 e
Ditas de madapoln a M, i500
Ditas enfestadocom l jardas a
e 3|.
Di'as frncez mtiito 5no c.-m iO vana -,
9^000.
Algoilo larpo Iranr 800 e 1.
Bramante de nho superior com 10 \,
mos de largura as o metro.
Dito de a!f!or.3.> com a mifma 'arger.
1)}60( o metro.
Pegas de carabaia tr.n.-prrtnle cea *
I2 vara e urna vara de la;gura a 'y .
4CC0.
Ditas Victoria com a ratsm mtd'df
UiO e 45.
Ditas de amuraia ie 'pi^j tou b i>
varas a .''>.
Dtas de cita id*mascadas para vestid
crm 8 l|2 varas a i5
Ditas cem bordados c'edLres a me.:..
medida a 44*00.
Cortes de crg.n y brinco e de cr
"'112 vira* a r&. ,
Ditos de c ssa i!e tr im 7 v.-.
U* o.
Pecas du i ga v bt nr i p;-.-a res
tendo 8 l\i varas a !T3(0.
Grande sr.rt;mento de .Lilas esecn-
240 e 80 ris o cova lo.
Coi tinados par.: cams c riel is o pif a
74. H, I0.r.
Stus de um s6 phhjo Cvm ni e
2?> (0.
Romeiras pretas de cride i 44 a C.
T<'a h.i grandes de fustao para meaa !e
jantar a 3500 e 6(J.
Cobenas do fostlo para a cama a IfSCC.
Grande sortirnento dd casaquintos it
basqiinas modeini s de seda e croch, rica-
mete enfeitados para dille-rentes precos.
GorgrrSo de cor para vestido a 3-0 i
catado.
Bareges transparente a 320.
Ditos ditos a 160,
Dozias de toalhas para mo a 0> e r >.
Carnizas francezas para bomem a \&>'
e 2'J0O.
c'oletes de meia eazemira e biim a
1^800.
Galg.-s de brim brauco de liobo a 24 \3.
Pahtots de alpaca prela de. salpico a 25.
Dit' s sobrecasacos de brim a 24.
Ditos de cazemira de cor a 14500.
Panno preto cora 6 palmos de largara i
I 3(0 o cavado.
Cassas pretas lisas a 120 rii a vari.
Cfftt.. preta lisa a 100 ris o covado.
Chales pretoa adamascados a 14600.
Ditos de barege de cor a 44.
Ganga francesa a 320 o covado.
Duz'as de lencol brancos 14600.
Punbos com golnnas da cambraia tapaJ
a traus pare ote a l:>rjOO.
Corpiobos de camb. aia branca a da cr
3 24000.
Saias de lia com barra de cor a 35, l-S,
54' 00. e oolros muitos ait'goa que seria
infadubo mencionar o qoe se liqaidt ikoito
barato oa loja do Patio roa da Imperatr i
n. 60.
CIMENTO
Veode-se o verdadeiro cimento Portland, ebe-
gado ullimamenle de Londras : na raa do Am i-
r im n. i8 e 30, armasen de afagalhaos & Innato
'Verde Chrome.
Vfnde se em barra do 4 arrobas : aa raa 4
Msrquei de Olinda o. 40.____________ _____
E' sempre assim 1
Sao superiores !
So o P;as podo vender presan'. oV licf>
a 480 rs. a libra oa fceX rs. o kilo : a Ht wrt.ta
do Holro n. 9 jao'o a ifreja.





-----------
L
]
%



1
^ I Wu(>
um nwiniimn
"re*
HMI


DlaiM de Pernamune Quinte *fcirt j Je fev^r ro le 1M2.
\
Sao ha mal* cabello* braaeos
Tintara japoue.a.
36 oc ca app.ovada pelas as asaderas 0 d o dSfti raw rfnerenlo re>irar-* fac) sbr qjo.o.nem quiter comprar, a con noca, rt'Cinhwida supefloj a. toda ojia tem. p-
nirga de sen rcg.iio p>.;e I pp ancier. vende-ae a dinUeirj coma tambera a pmo orncido v b4a, Deposito prmriaTX taa-d
LIQTJIDA(?AO DA CASA DO BfJsM-lASTOB
conforme as garantas, ceda'tao-bera a lo3 com a armac3o, materia!, soca 39 mercado- f*** ^''L^^J"**** eo toda* Mba
rias, sendo boa p >sici i e a casa muilo conhecida, pode servir a qua!q*er gotero de ne- c" a c"a e S'T'r
.fOCio garante o conseutiaieuto do pnprk'tari Jo predio.
Acha se neste ucico es^.belecimento m noria derte imperio.
Grande soi tiraento le ornamentos e alfaUs.
dem idem da csiampus religiosas, santida Jes, via-9acras, etc.
dem dem de Moral dooradfs, enrernisados, pretas etc.
dem iietn de bronr.es, lampada?, castgeS, serpentinas, arandela*,
dem idem ds obras da prata o prateada. cax eambula?.
I lera idem de gal! ta, caldfrinhas, turbulos e cor6af.
Mem idem da resplandores, bandeiras etc., etc.
dem idem dem idem de banquetas, eaiantes, sacras, tronttos etc.
Mem idem ve osario? ciuzes e bunios, etc etc.
Idtm idin i!e galDi, franja, ouro lino e retro* etc.

|*c!
UJL

i
achara com um variad e completo serti-
IV9p6UVel pnblico dita provincia na) se
B.rato de mans, tanto nacionas como estr^g^ros, s.ndo e*.tes escoltados por nmdos
K>sio< q--a >e acha gataataent' na Enroox O ir.e>rao tem contractado om os melbores
larr cuitas da jull.cminin1G h ro d mais ricas mobilia feits all.
.Si oii'ii temos ir b.i'o.i ariistis 1 -st-j gn^ro, e por sso pedem qus ve*
D; "... Vi -i' .'C il >SUl,*'C<' '
V 'h- \ I :!: ri
Tara a venda-em asb'annazens, atm de ostros
iriitos de sea nego*Jp XMPAtg,, os sjjguiatas, qua'
wndem por presos -asAs ,D}(JdlcoS qne ,4ax oa-
tra qnalr parte :
PORTAS de pinh almeladas. ,
PORTEIJUS.de terro^ariiercas.
SAL1TRK Wglez.
g3rEII>A5 da India para cama forrar sata*.
CANOS le-barro fcancez pera.- eagoto.
88*80 saperiw em porcSes e-.a eoniaio.
KM.N10 .de todas aa quktttes.
aACHLNAS dodescaroar algooao.
LONAS e hrinzoeida Russia.
OLEADOS americanos para forro de carros.
FOGOE& americanos muito bons e aco-aomicoj.
'iUHO de Bordeau*.
GOG.NAC superi r da Gautier Freres.
ttRELLO era sacioa grandes a. 3*.>io.
AGUA flmd*,legitima. ^'m^r
BALANCAS dacimae.
CADEfiAS amarioanas.
RHUM d.Ujaaiea.
AZULEJOS da Lisboa.__________________
Xarop.8 sedfttiyp
Gasea de naranjas sma-rgas
COM
BROMRETO DE POTASSIM
DE
Este novo preparado aprovado pela academia
imperial de medicina, muilo sa recoramenda pela
saa aegao uiatfva e xalmanle, sobre o systeraa
aervoso, o broqtureio;da pot?3iora,.nio deixa de
,tar. os mai?. pertos-resultados as diversas .afec-
oes do orjatiismo e principalmente as molatu
lo corac3), das vias digestivas' da respiragao, da3
fias genito-urinariai, na epilepsia, na3 molestias
aervosas d.i preohez, ja insomnia .das criancas
taraate o |>eriodo da deoticao etc.- etc.
Vende-se na paarmacia e drogara
I de
Bartholomea 3i^BUA LAivIA f>0I!)SAn!O-
:,
.;-' I
v i
p?c
r"
lui (>.
B
.

ion le en-vintcario a radidado do qoeacabfm de expr,
a ni b liara fie Jacaranda, migno, faia, carvaibo, a-
; --. .i. .;, ,r:,ni;i p,i,, saira, "m.relio, etc., etc.,gaarda
l; tarda : j*; d i ;.,:; .ira o dj arc rallo com tampo de pedra, apa-
..(i .; "i* p-p.-ridmenta parj fazer a barba, toileltes de jca-
....... i '< vi ilfi mognoii3 tur* ras ae mogoo, san-
!i .,) lavaimiscum espelbo, dd p^dra inarmore a seus
ri .-, te. e milites oatros art'gos que deiamos do
;: r tal: niio
N i'i
i M

-
*1
N ; j le At do P 'drode Swza Soare?, 111irea do
sa :1o a Vi; r i u, 28, outi'ora ra Nova
GraiJ*
>
da miado as, p^f,:mari., c3:idros 3
gaz e objeclos

Qoando muitas lejas proenram adquirir grande-
locros nao eompadeeendo-se das bolgas alhctas,
a Nova Esptranga busca coneegui-Ios sera que de
forma algn: va tniesica-ias; porque seguu sem
pre o seu antigo e santo systeraa de vender bara-
to ic.ra tender muito e chegar assim ao fitn dtte-
jain.
A Nova Esperanza nio almeja somente o hiero
pecuniario, 8Qs pra?ofl^ sao mais benvola?,
em quanio ao interseo maleria!, conteaia-sa com
a mediocredade, -era qaanto orra ao moral, nu
entao ao swncial que ella julga ocmeadasen-
t urna va guerra ao costunie mac&rrooieo da caresta.
A sua pruvengao necessaria, consiste em avar
ao respeitivel pnbco e eepecialninte ao btdlu
sexo, m9 ella evt sempre prvida do qne ha-de
melh r o mais elegante no -muido das modas, e'
eulao necessano nao d-Sxar- ai a Nova Bpe-'
ranga para prefnrem outro qnalqoer estabeieci-
ment, porque aqu, o lyuo da caresta, e al,
(na Nova E-ptrangaj o epylogo de lado qaanto
bom e barato.
" "Tr^KSS
v:s par.
para senbo-
r nspai ni i cera
1 lias a .
; -; 1 i'- .\ o
ra a ......
L !. i 1: .'. ; '.' .
:. i. i; ,r .i .
: '< fi j: '" .el rcol na
! -era id a i lera a 8 ;0 a .
::; ; ilif-ti I Je t! :J
pira cebica a .
G Itinhas e pi:nho I, 1
senhoris. 2$ 01 e
Grav;:tih3 il :
para coleta vari-
i Aboiuadcras
lj(OCO| dade a........
Llun i'iem muito lisas a .
8-$000 i IJe-' brancas cora pedrs a imit;-
5^0.0 c5 ^e brnatite a .
' I itm de cornalina e ci vsial a
-'-'O
mn'- v liem dcaradas para puob s a
Iroza bct5 p.-tlcs
!
para
e lo es
a a
ia .!iji
calca a
I! m i em br neos a .
Bardos fr; ncezes dor.rauos linos a
Qy I'i.-ihos com notos a .
i-, ia dn. ulbrcej cora fabo
osso IJ a ....
05000
^4500
para senbura :t
;. 1 y; i [?.: : bJ V:-
Fita d-i seiim ma .i 1
para cinto, var* a
E1 rra i-
i.:- : p
P, -l !
DO :i li
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i ..- i
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"'" l .ri l i
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ll-l ; .1
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Pia de ditos erav;.dos a
dem
:''i.i ; ; i .
ccl a........
Iddffl d'IT ':<:-.......
Carrilf-I de li raa 2"0 jrdas .
: de ca : : jarico a .
Caixa di ia, amiude tuito
;.'.<''........
dem 1 eai i] driaboa a .
C i ;3 d 1 :.v i pea linos de por-
a a ......
Idea idem 3 ICO e.....
dem le cnna3 a SOO 800 a .
Idoin idm p ni e praita l s 3. ..
Gair.fj de tirn-roia extra lina a.
Potes da diia inglesa a 10.) a
PEUFUAIAMAS
v| Ri sis chd extracto a .
b'rarco de extracto inglez a .
I-li m :dm kanaoga a .
400 S.bomte.omQgoraa .
! fi Id' ui iogiez a......
8ti 1 km d^ ;.n-; d a muito bons a .
1 I lera 'a eolia iranspan r.tes a .
Iknt.ajpUzj cm frascos moito
- pior a.......
dem a......
200
14000
4 "00
1:>300
500
160
2C0
4iO
320
54300
25600
J i vi sedigo o costume que ba entre todos
os que quernn fazar cpobear de seus estbele
cimentos por maw ie pompeaos wudiiwh, cora bstanla razS-j ss arredam o? Ie&>res da?
massadas c( m que nos mimoseara os taes anean-
eiaaws.
O Campos da mi do Imperador n mero 28,
se qnizesse seguir es?a rotina antija de fzer es
lampar nns ;ornaes raais lido*, annuncios bomb.u
iic"s prendidos de ttulos garrafaes para melhr.r
cbamar a attengo do respeavel publico ; mnito
tena qi:e dizer a respailo de seu bera eonheodo
ariureTj de vveres sito rna do Imperador n.
28. Dira por exemplo: que no seu armszem
tem constanieme.it(>, prei-unio para fiambre e ua-
ra pacolla, ^alaases de Lion, qutijos de diversas
qualidides, lioguicjs e cDoucjas, ovas di camu
rupim, eoaservss ioglezas e ratcozas, vinbos de
Porto e da Pigat-ira superior licores tinos, bola-
chioha?,- fh SBjWfiOT verde o pretoB onlros mui-
los ariigos qoe sao prepries psra mesa, dispensa e
cozT.h.i. M;.s nao.
O Campos s e someate avisa a*resp;iiavc| pu
blico desta cdade e sc-uj suburbios, que em ras<
Machinas de costura.
Chegaram ao Bazar ersal da roaUniv
Nova n. 22, um sortimento dej machinas
p ra castora, das melbores quahdadesque
existe na america, ds quaes muitas j s3^
bem conhecid.s pelos seus autores,, como
sejam : Weller & Wilsorj, Grover & Bcka,
Slenciosas, Weed e Impenaes e outra?
muitis que com a vista dovero agradar aos
compra o ores.
Estas machinas tem a vantagem de fazer
o trabalho que trinta costureiras podem
fazer diariamente e cozem com tanta per-
f. ivo como as mais perteitas costureiras.
Garante-se a sua boa quaiidade e ensina-se
a trabalhar com perkicoemmnos de urna
hora, e os precos -to to oommodos que
devera agradar aos p'etodentes,
Cura rpida ^ radical dos
cal'cS
pela pomada Galopea u
Essa pomada que tso b o du as pessos que d,nila ri fctw uso acaba de
ebegar para o sea dnp-=:- e?pecia.
Na
Pturmac 1 e'JroEarria
W'
Bartholomeu de C. rna larga do Rosario nu-
rjparn :t-
ERNESTO & LEOPOLM
R 2 ti Ra do Cabug N. 2 D
Acha-se montado deforma tal este estbelecimcnto de joiaa que pode
vender aos seus numerosos reguezes era grosso e a retalljo e por prefos
mui resnmid s visto que recebe de corita propria por todos os vaporea de
Europa. O gosto de desenbo de soas joias o mais lindo do pah das
modas, ouro de le, brilbaotes verdadeiros. esmeraldas, rabias, aerolaa,
turquezas, saphiras, roral rosa etc. etc. Obras de prata doporio tanto
. para igreja como para ser viro domestico. Convidamos as Exmas. familia*
a visirarem o dito estabeiecimeoto todos es Aras at 9 horas Compra.so ouro, prata e podras.preciesas em obras velbas.
m

56 ARa o Mrquez de Olinda66
outr'ora ra a, Cadeia.
LUJA DAS MM3DNbS
Sustento restaurativo da
saude
PEA VERDADEIRA PARIXHA
A, Du Barry d'Arabia
Os afcaixo aisignadoj Taiem .scieme a seus nv
Zuezes.que peto vapor inglez la-Plata recebera.t
Segunda remessa (i's--a encllente fariaba, cuj. i
usa muito se recoramenda para as criangas, pes-
sos debis e cc-nvalescentes, applicada com reco-
ehecida vantagem as constipares, diarrbeas.
na-.isea do esloraago, tosse, escrro de saeguei
phihy*idi, ele. etc. Preferida ainda ptio agradave
?abor,Umricoa ouira qualqut-r.
11^8 A' ra do Commemo n. 10, escripto- |
^ rio do Jos Joaqoim da Tosa Maia, en- 5
8 conira-se para vender p.r camraodos g
pi Azulejos beapanhff. H
Folbas de ferro galvanizado para !e!ha- %
M do de diversos lamar-fros.
^ Ditas de dito dito lizas.
Hl Bicas da ferro galvanizado.
jQj Cumieiras dito.
S Portadas completas para cantara.
K3 Ladnlhcs. ^
b*M -m-m UiSa :r.3*s K^sa
I rjOOO i de se aproximar o terepo & s c Rega-bofes t> leu.
1GO
14800
14000
1:520
200
200
3C0
elle feito do sea armazera um centro de tuda que
os gr*4o so paladar e para qoe trlnjcem da-
vida do que a:ima se tem do
Pede-se aioa visita a roa do. Imperador n. 28,
arma* m do Campos.
I ti
ti.
100 Cosmtique de cores muilo lijios a
14'^O Pee 'tes com pos de arroz Lissirao
a 3! O, 400 e.....
70' Caixas com dito muilo fioo l 0.0 aega a ........
Id m com dito para det.tes a .
*00 Frasco de oloo pklocome verda-
500 de^ro a........
14000 Dito de dito antique mu.lo snr,e-
B100 rio.e* a 3i0 e .
14000
00
100
500
14300
240
Com e publico em reral.
Objeclos p-ra luto I 1
Brincos, pnleeiras, broches, mei.s aderece*,
ernze-, casscleas e moldes inteirameote novo;
oOO acab e reeeber Nova Esperanga a ra Duqa
1 de 6axias n. 63... a ellas___
E' sempro assim
A Nov Esperance... jamis acaba de reeeLe,
unvidadi-s I agora mesmo.jecebe tantas qae nao
sabe deas qual annuncie I porm sempra deca
ra as segainleH para sciencia de algoem.
MedalbSes de madreperola para voltas, cruzas
pira o mesme Qm, bonitas caixinhas vazias 4e
papelo, mdtrn.w adereeos fie madreperola, de-
licadas corrent;s de plaque, Irodoa eoehovaes para
bapsadcg e cbapeasinbos para o mesmo flm, bem
como dfsla alt mo artigo receben eoosa muito es-
pecial de seda -:opa alta, uu velludo para senboras.
lecrever mais maisaote___
14000
400
Alea dosuij clws acuna mencionado.-, timos um grande sonimenlo de miudezas,
e objectds de porcelana o qua badtfmalt rico, eaudieirvis a g z o que ha de malbor,
lampa i a-, ibatui is* 1 b'f-brtafloedos para criangas, metas para senhoras, homens
e mebiuos. fitas, bi ose rendas de liona deserta, esco va t para mapa, denles e unlias e
grande vaii-da 'e- ie objtetos que pr.rse ttrnjr-.!emaEado longo deixamo3 de mencionar.
N. -8 Hua do B rao da Victoria N. 28

ES ;
\ Nova E'pfwnga, ra D#:u? de Canas n!
X1 Ff? iSfjl ml~? m-eia- de i:ia : a I Cambraia transparewes muu fia* a "a* a peca:
pqai.a, poriafk, a tihs antes T..,;oa r0a ^m,tro ||JK n. 20> |(ljl 3^*^
: d* Goilherrne Carneiro i Cunha 4 C.
1 lsl4T0
Rap ceareose fino
DA
Fabrica
DE
Vasccncellos & Filho, do Cear.
Esle ptimo rap tem sido estimado pelos enten-
dedores e apreciadores deate innocente prazer da
vid*.
Vende-se em caixas de K>0 libras, sendo a 11 a
lifcra.
Em casa dos nicos agentes ne.-ta cidadalasso
Iraoi 4 C,
--C J,;.br!U.
Grosdenple preto
a 300 rs. e. 1*808 : na toja das seis portas em
frente do Livraratmto ; dio-ta amostras.
x-:* aenhares de cagaako e a
aeua curiespoa teues. .
Encerados de lona ingletes para c.rgas. mais
baratos oaa e;n ouira q-ji'ijatr pjrte : na ra
Doion da Caxias n. 51.
Bnles de papel I v,nH
.r vmtorl..vende AL, cestas e"jar-^eS^&
Casa
i>Wi
NoRsz
ro de_p-pel (gosto inieiraaieote hovf.")"p'a"ra"ir-' eio^
minagao ie jaidira etc.. na roa, do Baro da Vicio-
ra n. \ leja de Aiuaril, N;buco & C | Kia."
asa em chaos "proprios na rna
faovoatao de Un) propria para casa da
a juntamente venda-s oira angerao qae
ella ; a triar na rna do Livrimeat desta
cid le d. 0.-
ihr.1 nmmm.
BodRv iorts bu met.
LinJwsimos laques do madrenerola mol Jes ia-
leiraroente nevos.
OurlioadS bordados.
Camisas bordadas para homem,
Finas rneias de teda para ibera,
A Nova Bsperanoa uuem tem 1 I I
DESAPPAKECAM AS SARDAS
A Nova E.-peranca a roa do Duque de Caxias
d. 63, acaba de reeebrr o bem conhecido leite
de rosa branca, a tambera leite virgina1, os -juaes
fazem desajiiir.r^cr .".< -ardas r.n psnnos.
i revalesciere du Barry de
Londres
Todi a doenca caJe a Revalescirre da Barry
que d Mude, energa, appetite, digestao e des
causo. Ella cara as dappsias, gastriles.'hamo-
res, acidez piluiU, flato, enjops, vmitos depois
da comida e gravidez, con lipacoes,t> asthma,
affecsods nulmuaares, bexiga, fU -erebro e
sangue ; 60,000 curas, iucluiado muuas dallas nc
Brasil.
A revajesciere chocolatada du Barry
em p,
Delicioso alimenio para almoco e ceia, mnti
oatritivo, fortifica-u'.o os ervos do estomago sen
causar o menor paso nem ddr de cabeca, nem ir
ritscio.
Ooio deposito para o Brasil em Peraarabac<
na pbarmacia americana de Ferreira Maia A C
ra do Duque de Caxias o. 57. (Todo cuidad
com as falsiiieacfos.)_________________
Vnda-se o sitio que fui du Unido DJlr, no
lugfcr do Peres, rom duas casas a urna coxeira,
leudo urna das casas bastantes omraodos, a frente
e parte do oitao de lijlo, bem como a coxeira,
poco com boa agua, e muitas arvores de frncto :
quera o pretender dirija se ao mesmo sitio.
Com pouoo mofo
Ven Ja-se brim pardo multo 8no a 500 rs, o
covado, chitas escuras avarhdas a 200 r^. o cova-
do, idem idem gretas' a 160 rs. o covado : na rna
1* de Marc,o o. 30, I ja de fazendas do Guihar-
me Csroeiro da Cuoba & C
Sendo esto antigo estabeleclmenlo assaz conhecido como principal e recon
dado pelos gr.rados deposites e bons sortimenlos cem que sempre prima eai te- m
melhoras, mais acreditadas e verdadeiras naachinas amercanaa na<*a $*-
d3, desde 10 60 serra, e haveodo em todos os lmar.hos diversidades de jtt*
mas e melboramenios para perfeiter e rpido desean carnalo; teruam-se digMs a
serem vistas e apreciadas pa!o3 Sr3. agricultores; os qoaes, aism disto, encentrar
tambera mais
Correntes para arrastar madeira.
Cyr.dros americanos para padariaa.
Perteaces avnlsos para machinas.
Salitre rene do.
Breo snperior.
Morabas de diversea fabricantes par
milbo e caf.
Debalbadores para milbo.
Azeile de sparmacete p-a macbiaM.
Camas de ferro.
Bombas de Japy.
Dilas araericanas.
Cofres de ferro pattnte.
Canos de ierro esmaltados.
Ditos de lito e.-ianbaiio.
Ditos de (bombo.
Ditos de borrael?.
Folies para ferreiros.
Aparados vapores LOeoaovKf?, de torca
de 3 4 cavallos, e pertences.
Machinas para lavar roopa.
Arados americanos para varzea e la-
lieira.
Carros de m?o para atterro?.
Tinas de madeira.
Baldes de dila.
Ditos de ferro esiardiado.
Ditos com vlvula para lavatorios.
Ditos de madeira para compra?.
Apparelbos para jardins.
Guardas-comidas.
Tampas para cobrir pratos.
Tarrachas para fazer pararasoa da ferro.
Ditas dila ditos de madeira.
Trecs para coziaha.
Temos de baodeijas Boas.
Emfim muitos oures artigo?, qae
examinados.
s avista e neste estabelecimento poderlo ser
CASACAUVINA-umm,
Pliarmaccuttco n*t*flaa*j tj
ucessor
Sbaatopol, 55. PARS-
NOVAS ESPECIALIDADES A. MARINIE*
AprnsiiUdas l Academia de Scieacias e ao ki^lituio de Kranfa.
!I1 COPAn Sub a (onna de rasiilla, (te*c liluCbllHU momento urna solareis PREVENTIVA 5 C
MOLESTIAS CONTAGIOSAS
* t -loM-a.U Mra t> DliTIVi im
IJECTOR-PHILTRO
do volume de um relo::io. serv d
de I'miltko c Seringa sem o*
CJraves incoiivenientea do fragilidade.
COI.L.YKIO
Com a forma, e do *olnae d<- um Porle-MoL-di roateMa
TOilO IRAI'AHI':Mtl.
ESTOJOS
Contra as al'eccois das palpebras, preparado so!> a atesira forma.
BARTHOL0150 & C
D.]
Q
siturios geral para o ItR *S2. c P4MST1 U\t,
i, ra larga do Rosuiiu. L'KEtSTA.MBUOO^*
DE AUNO
RA DO DUQUE DE CAXIAS
(Outr'ora do Queimado)
Es!e estabelecimento acaba de recebr um importante sorlimtnto de diversas fa-
zendas proprias para vestidos, sendo poupelmas de t4da, fdas, I3as, percales, dit?9 cota
barras proprias para babados, lindas cambraias crox, e em tim urna inSnidade d'arti-
gos de moda, tudo proprio para a festa, o qoe tudo vender por precos ioteiat&eota
razoaveis, em conseqnencia de estarmos prestes ao fim do anno, e o C& nao qaer lar
grande trabalho com o sen balaceo, preferindo tomar dinbeiro a fazendas, convida-e
portanlo ao' respeitvel publico a virem sortir-se na loja do 65 aonde comprarlo por pra-
Cos que nao obterao era ootro qualquer estabelecimento; em fim c ver para crer
Ao mata caspas
A extraccao destB exceenle tnico demonstra
que grande ptoveito se lem tirado na cora com-
pleta das ca-pias, lastre e com-ervacao dos cabellos:
a venda na ra do Imperador o. 71, Papalaria Pa-
Irsiense, pelo nreoo de 11 o frasco.
-.. ,
IV.
*
UJ
SEDAS PRBT
la prtta ad^rntseeda com peqceno Wqnede ttfo peto'bawssimo preco d se?, ?S Mw6s de seda pbtos, |srg,s, a 11000, U, tWQ e 300O o covado.
DIs dito d.to cum listas assr.tinada.-i i 2800, 35. 35303 e 4000 o covado.
U>fgpr3aite suda prelo a 3*5J0, 4,, 4A500 SOOe o covado.
fio dito dito muito saperior a $, 6,1500, 14, 7^500 e 8*360 o corado,
d nt s e Bu.Mujjias brtj-iliria* de superior quadade.
Ft pr< lo fisii e cr m flores.
a *1 l
Libras sttrlinas.
Vende-se no armazem de faiendas de Angosto
9. da Oliveir* A C,, roa lo Commemo n. 44.
-. ao
.
si
iriiaoto pira os com-
yrdo^rSEm afQd33 Pre,a* prP"M P'ra a ^aardfma' biveD'3 ?raD'3 9 SJrt soTt
^n/rv,/''^0^ Mir^(0t,U*'ra j Cre,>) ,3' ^ das Calmnaas, de Antonio Correa de Vas-
Rap Cearense
Oe superior qalidade da fabrica de Yiseoncel-
cs 4 Pillio, deposito em Pernambnco, em casa dos
rns. Tassn Irmios A C^, rna do.Amorim n 37
j P&ssros
Ven4e-se excellentta passaros de diversas qaa-
lidades : a tratar 1im roa Direiia a, 3, 1 andtr
GEMEfF
0 verdadeiio Pwiland : s se vende oa
roa da Matire Dos n. 11, armazem de Jola
Marlins de Berros.
SetiQ
RA DO DOE DE CAXIAS
(Outr'ora do Queimado^
Cunha Irma os 4 U.
Hua da Madre de Dos n. 34
m SE VEi\f)0
pessoas
conc?"o.'
de cores a 2&>0.
Gomplato soriimento datadas as coren, sendo
azul claro, lyrio-verde, enaarnad \ branco, e cor de
rosa, e setim maco, e um sorlrmeom da poueea-
as iavraaas, esediebas da delieadat eore 1M0
aovado : s na Iota do Papagaio, ra da (aptfk-
iriz n. 40, de Mendes A Carvalho.
Cerveja de Noruega.
Verdadeira e rapador : i |H>dA toa afny zeasJ
to Tarso irmios k g. r^
Continua a ter para vender por mdicos precos I chitas Coas para wberia a 14 ra. o eowato.
viDhus embarm e engarrafados Ce diffiarcKes' |eD{0s de es8uiao de lioho a 3A00 a dotie
qaalidades, dos melbores e ja bera onecidas nansac a 50 rs. o covado : na I jja de tartAas
marcas : I da roa i* de Marco n. SO, de Guilherme Carne,ro
Especialidade. daCDDi"AG-___________,.
Chegou ama nova e pequea remessa 4o viDbo i
engarrafado, propria para miraos, ca
doentes.
Yinlio verde.
Em barita de quinto, o meluor que e iude e- i
sejar. rereira da Cunha Irmios tendera no tea fleiv-
} io prica de Pedro I o. 16, aniifo larfo i
Chafara da roa do Brasa, keraaene A prtaailra
le^e faria a niho ^a yspor d... T^T^Z\ ZSS\S *
harnete, pelos preros sego-ntes : grossa para -
nriunri a 90 rs., d'.ta para ang, pintes e passa-
rinhos a 100 rs- para cangtca e \>ao de Proveoca

Farinha alhav por |
cnPbrio i
otr'era da i
toats barato : n' roa do (loiowllo n. 83.
"CHAMPAGNE
Malta Obs rafe
O der,M "aquella marca aeha-se acttalmea-
le na rua do Uom Jesu-, amiga ra da Cruz n.
W, f' andar.
dos : i tratar no san escrlBre i ra do lar-
qn de Olinda n. ti, ostrera da Cadera.
^Borracha
Na pharmaiia e dr^aria da roa do CabogA vea-
. de-se exceilente berrocha para lazar liosa*, e asa-
chinas para ea .Fapel&o hamburgafz
Joaqaim de Soaza Mata 4 C, praca da Inde-
pendencia a. li 30, tosm para vender em maj-
aes oa retalho snperior papelo de Hanahorgo.
Vemle-se tres a.s na pov^a(o de 0
VCTOR
capadas com e^tabelectsceoto : tratar cora Adria- < tacao da maehambomba, e
ao, Csrlro A C, ao Recita ras da Cadkie u. 16, bug n. 4, matea de jolas.
Vende-te ama linea victoria mui! eolias s ia-
teiramenlo nova, cena bolea, e com seoessjoescaY)
pira 4 assentos, por preco muito rasoavel; a^er
aa ras de Sanio Amero, cechelri MSoate t ee-
avrsfcrismtVCa-
i


>-*u~ -* ?y
rr-rr?'
TX"

tiric (! PriwiMu -r^inU fcira l Fevefwro
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I -
. 5JS7W LIMITES
Nk

i-
LO JA E MMftZEM


t.
DO

PAVAO

DE
FLIX PEREIBA DA SILVA a L
KA RA DA IMPERATBIZ N. 60-
S a dinheiro vista
Os proprieUrios deste esUbelecittwnto tendo grande necessidada de diminuir o im
eacnso deposito que tem de fazendas e grande urgencia de apurarem diobeiro, tem re-
sol do (azar urna verdadeiri liqijd*;ao com grandes aba timen los ros presos de todo;
os seas artigas: para o que convidamao respeitavel publico desta capital a vir sortir-s(
pois lbe garantem que em parte a!gama poderlo encontrar t5o grande scvtimeDtoe mef
mo nSo comprarlo pelos presos aae se Ibes podo vender na loja de Tavao; porm ad
virtindo-se qaa so se vende a nbeiro viste. Os meamos proprietarios deste estibe
lecimento rogara a todos os seas devedores desta pra$a o favor de virem saldar seos d-
bitos, e ledos aquelles que esverem devendo codas antigs e o Dio Gzerem terao de
aer eaoommodadas jodiciaheente,.
CAMBMUS BRANCAS A 40000 E 1*800
O l'avio tem pecas de caaibraia branca
transparentes cota 8 1/2 varas que vende
pelo karato preco de i#MX) e 500, ten-
do tambem nmto fiaas de 5#000 at
10*000.
Bitas tapadas o Victorias tendo de 3500
-pega at a mais fina qae vem so mer-
cado. *
irosdeaaples fweto e cores.
O Pavlo tem ure grande sortimento de
g-osdenapks e gargrao preto para vestidas
vendo de (4600 o cavado at ao mais sa
perior qoe costosa vir ao morcado, assan
como na grande sortimento de ditos de
todas as cores e tranco e an bonito s.x-ti-
mento de setinsfcrancoe de cores que ven-
de por procos moito en crota.
CASftQINHOS A 150, d E 200060.
O Pavo tem um grande sortimeato de
"ico? casaquincos de seda preta moito bem
eofeitodos e moderno q:te vende 150,
18$ e 20oOOO, sendo feeenda de moito
mais valor, assim como neos chales pretos
bordados com franjas largas de retroz a
100 e 12(5000.
CORTINADOS PARA CftntAS E JANCLLAS.
a w, 104. m e inma.
8 Pavo tem um grande sortimento de
cortinados
NOVOS VESTIDOS A 53000.
O Pavo tem lindos corles de vestido dt
fmissnas cambraias com bonitos bordadot
de eflres e tambem todos bordados brana
qae vende pelo baratissimo preco de 50OO(
cada corte, grande pecbincha.
PANNOS DE CRO:HE PARA CADEIRAS l
SOPHAS.
O Pavo tem nm grande sortimento d(
pannos de croeb proprios psra encost d<
cadeiras e de spbs, assim como um ricx
sortimento de tapetes de todos os tamaito;
proprios para salas.
MADAPLAO BARATO A l#, 4,5500 E 80
O Pavao tem pecas de madapoISo cok. 24
jardas ou 20 varas que vende a 40 e 405OC
a peca, dito mrjit fino e largo de 60 par:
cima, dito francez. do melbor qae tem vinde
ao mercado, assim como dito finisskao en
pecas de 40 jardas.
Cortes de cbltas.
a 06GO,20OOGe 20800.
O Pavo tem cortes de chitas Irancezai j
coa 10 covado, que vende pelo barato pre-
co de 1,5600 e 2,5000, ditas que vende
l0, 200 e 280 rs o eovado, tambem tea I
um grande -eoriimento -de ditas oas clarar |
e escuras que vende a 280 e 320 rs. o co
vado e aisstmas percales miudinhas propri
s para camisas, vestidos e roup3s para me
ricamente bordados, proprios
?rJt}aS* jaae,lM *ae V6Bd6 '* tt ,t nos qae-se vende a 360 e 400 rs.
tftfUUopar. LENCOS RANGOS.
Pecas de cambrata adamascad com 20 0 Pava tem lencos brancos abanhadet
varas a 104300. croeet ricameMe bordado qa0 8e yiQe a um e 34. a duzia, dito!
para cortadosal30i o metro. Assimcomo randos to marim Mni 9er afcanbadoa a
rcos damascos com Oo 8 palmos de largu-, 3^00 rs. a duzia; assim como bonitos lea-
ra proprtoa para coletas decaes etau-! hor4ios para ^g.
tem. ricas caleas de damasco a ttaitacao de j ROUPA PASA HOMCNS
II* I Hlill lili., as mais lindas qoe sobreoasacos de panno preto fino seod
tem vindo ao mercado.
USSELBAS DE CORES A 400 RS.
COVADO.
O Pavso tem om bonito sortimento dt
osseUnas de cores, padroes icteiramente
ovos e cores (isas, que vende-a 400 rs. eI
eovado. Citas brancas muito fie as a 4061
500 rs. Metim branco da India moito fioo |
para vestidos e roopas de meninos a 720 rs.
< eovado. Cretonos de cores moito encor-'
padoe para vestidos 600 rs. o eovado.
Metralbadoras!
CiMgoa {ro a loja d Pavo am maftSoo sor-
awnto da eoriea a vmtin de caoraia coa
babadas braoce^ e de cores, desointcfidos a me-
walbad-ira, seadj esta fazenda a mais moderna
de rnelhor goeto qoe (ew vindo este mbo para a
festa: asim como receban tambem an liad
onltflf nio de-certes de iniLTaia eom palminhas |
bordadas a lia, a.nda gc muita paotasia, e veo- '
Se-3 todo muo mais barato do qae etn oatra
^jalqaer parte : na ra I aperatnco. 60, loja
amacem de Pereia da ilva & C
muito bem feitos de 12,5 at 40^000.
Palitos de pann9 preto fraques e sacc
de 8-5 at 124000.
Ditos do casemira de cor do G<5 at 124.
Ditos de alpaca preta fina de 4> a 64000.
Ditos de dita branca e de-cores 6f5090,
Ditos o brtm de kobo trancado 64000.
Calcas o casemira preta ce 64000 at
125000.
Ditas de brim braaco de Itabo de 4400C
aiaMN.
Ditas de brim de-lioho de cor para todo!
os procos e qoalidades.
Camisas francezas e inglezas com peitoi
d'algodo de 14600 t H, e de-se mais-barato.
Ditas de meia de 8-GO rs. pera cima.
Ceroalas de linbo ealgodo, raace2ac>c
eitas na trra.
Collariobos de panol, al^oo e nbc
/
as exigencias mtm
k M vio am prosessofmais perfeilo e qae m- | cripta soffre o choqoe de cidos fortissinH>st sem
se decompdr; ora, se os cidos nSo tem aefao so-
bre ella, meito menos a accio do tompo a pode
destruir ; isto 6piaa>ivel.
Nao t ao commercio que este mea producto
veto ser ti; es profestores dos colleaios, investi-
gando todos os meios para o adiantarr?nto dos
seas com raiio a acharam apta para desenvolver o
Rosto nos educandos, em consequencia da belt-za
da cor o facidade d correr na pequea pela t
iqvldei. Ka xemptoe de enancas que havia
uwto trmpo tinhara v,raa repagoancia extrema
para a escripia, togo qae fui admittida esta tinta
no cettogto, apoderou-ee deltas a coriosidade e o
$orto, e penco lempo depois o seu adiantamento
era tDtBftesto.
Esta tisis, par de tantas vantagens, tem nm
eotoo rocenvecieote, deteriorare ao eontacto de
eotr* ^oalqoer; ovm pois te-la em tioteiro
feuto do menor whimfare de ouira tinta, e evi-
tarescrever com a peona saja de ama preparacau
difforeMe e iucompttivel; verMeando isto, nao ha
razio sara se osar de tinta que nio seja a MO-
LETA BKTRA-fWA DE MoSTETJtO.
a A 4c tal forma a smisfater
< tm da eseripiura;-").
Ana edr(iadsmia e nao precisa decs.\Ia-
A agam para se onservar ns tinteiro seepre
an a mesma cAr, m horra, crista, bo!6r at sem
ides estas mateRfis inherentes todas as ^otas
- aurora coohecidfis, anda mesmo dos meberes
taa estraosefres.
1 .cretud-j, esta timavel predacto nao attea aa
Rtoaa de a^o, -antes pele contrario, peona
quire um esmalte doundo que, seoSo interes-
*ate, asss proveitoso.
ata tinta, sao sendo especialmente par* copiar,
1 comtodo enes, tres, ou ttats costas bb :mex
' pois de escrip^ ; precise-, porm, deixar-lbe
:ptpel b-wn mcjiado sem o-enxugar com o mata-
orrai, parcp ao ba o rko de- borrar. Para se
rar bmh de-uaia opta, naase agglomepam tan-
ufolhaa qveaUs epias e querem Orar, m*s
aa-ae oomo origioal tirar unta tantas qoanlas
!Vase,:m,8f.n que o orlgnal fique pvajudicado
m NJNfc
i coocre ai diaar pe, pan eaiar importa
cr nata um saiifat, -o efeo reate:iempn
"r" a tiste, que mttas veres qnenr menos
tipa tem.
k -fopia qa*4idade deatttmta extrem*aeBte
.preciaveL xtois qae-7tu -qoe ni-qc.lqsier es
-npiorio baja mais do <& urna tinta rara os -du-
*r*a uiietes.
Sraotisnto i saa darsadad*, nao aa a oppor
iof dwma pota rae-*'* tinta d^.oii rfa *u
Observado.
Dmrsae fatsi&caooeft e semelhancas tem appa-
reqido, ceja dnratiiidade 4uridosa. Oe 8rs.
omprdorea podes evitar o engao dirigmdo-se
i caaas circnmspeataa, pedtado a tinta que en
fet-rieo
i. C. UmUeiro.
Mrdta etenpo
J no--dsconheeido qoeesMte rae
do Duque de foxias o. 45, a loja de miiK
dezas denominada MAGNOLIA, este elegante
estabelecitnento preteade adquirir m-gran-- ^*T!*JZ%T>ii,
de nnmero e apreciad*.rea, visto roe te*a
sempre o que de melscr honver o mer-
cado e importar (como ,j o tem feito) por
conta prof.fio, o que hcaver de mate chi-
que na veiba Europ.-i, r,Je a MAGNOLIA
tem habis correspondentes, e para proa
do 1 qoe ba expendido a MAGNOLIA Gonrida
todos gerarxente e c m especia I ida o
Arttaj-rt de pbaetasia e proprias par toi-
lette.
Ponbes e gollieb^s bordados.
Caaistnbae birfdadas para seobora.
Jiicos diademas.
todos estes arligos serio vendidos como
es aemais por procos rasoaveis, na MAG-
NOLIA roa do Duque de Caxias n. 45.
bello sexo a v
$0 Rasar Nacional, roa da Imaeratnx a. 72,
tea para veadiraa gr;mie sortimento de veitua-
.isitarom-na ifliMi Ai^aamatar ^os ctar W* faaendw Gnas ; eome se-
iiuremna, anm e pweiar JA>I. de ^ Brancii de alpaca da treg e de
Popelinas de seda
A 14306 rs.
-1a4jja do Pav.ii vende-se um elegante sorti-
AMto das roeioeres e mais modernas pop-3lina3
de seda, qae se liqaida peJo baratissimo preco de
i/,000 re. o eovado, grande pechincha : raa
lmporatriz n. Sfi, loja de Pereira da Silva &
rae se vende muito barato p.a liquidar.
Para noivas.
O Pavk tem-rico gurgurSo deeeda, bran-
ce. Grosdeuaple branco moito encorpado.
Agracianna8 brancas com listras de seda.
Poopeli.ias brancas de seda lisas e lavra-
das. Sedas brancas, ravfadase lisas. Ca-
petias com palma de flor de loriga cok
ricos veos bordados, qoe tndo se vende mais
barato do que em ostra qnalqoer parte.
A leja do Pa-vao acha-se constantemente aborta dai 6 boras da manhia at ai 9
na da noite. roa <** ,roeratr n. 60.
Fazendas de pbintasia
NA LOJV 00 PAVAO PARA OS BAI-
LES DJ CARNAVAL.
Cbegoi para a loja do PavSo um grande
sortimento de bonitas fazendas de pbantasia
proprias para ve tidos e trajes para os brin-
qoedos do carnaval, qae se venden) muito
em co la como sejam :
Organdjs com listras
a 50u rs o metro.
O PavSo ve de bonitos organdys, sendo
cor de rosa, azul lyrio, verrte, cor de gan-
ga, de pero a e roso, com listras da mesma
cor a 500 rs. o metro.
TARLATANA LISTRADAS A 500 RS. 0
O Pavo vende um grande sortimento de
tarlatanas do todas as cores com listras a
500 rs. o metro.
SET1N* PALGODiO A 640 RS.
C Pav*o vrode b mitos setios de Igado,
tendo de todas as cores..sesdo c* de rosa,
lyria, ganga, cor de canario, azul e r6xo,
seoo urna fazepda de mu.to bi bo, propria
para domin*, vestidos oontros qualquer tra-
js, a 6SO rs. o eovado.
GURGURuES A 64Q.RS.
Veniem se bnitos gargorSes eocorpados
com msela de seda, sendo lazenda larga e
muito bonita para dminos, vertidos e un-
iros trajes, a 640 o O*ado.
BARa.GS_ 320 RS.
0 Pavo vende bonqis barajes transra-
CKTES DE MfiTRALHADORAS
O Pavo vende um bonito sortimento de
cortes metralbadora por Drecos mais bara-
to do qae em outra qualquer parte.
DMINOS
O Pavo vende e aluga um grande sorti
ment.) ae dminos por preco commodo, na
ra da Icoperainz n. 60, loja e armazem do
PavSo.
superioridafle de seos objeotos O COSanO-1 larltona com did^des de prc-eo. lo de domin' de toda as qoalidades para todos
A MAGNOLIA, nio pretende UMMt *w4,. >* **. W. A W, 8* fe to* ;
massante, limka-se por ora a meociunar
poneos artigos deixando os -decais para e-
rem vistos pe )3 Bonitos n.xo.vaes para baplisados.
Ricas aimofadas bordadas par* sof.
Perfora iras, leos e banbae dos metae-
res e mais conbecidos fabricantes.
Sa patos bordados em tal aparca.
Ricos objsdos para presenter.
como, grande sortiment) de mascaras de todas as
qjalidcde* e tambem para meninos ; todos estes
artigos ai proprios o carnaval : na Basar Na-
cin* I, fna da Imperalri;. n. 71
OLEO fURO DE FIGADO DE BACALHAO
DA|
TERRA. NOVA
H. LACOMBE
I Este oieo qur taotioa acceitacap tem mereeido.
Chapis de velludo e palha d'Ralia, mo-i-anitose rommenda por ser o'maie purificado
doraos e de gosto. I tjoe-al ""6 tem v>do, e anda pelo bon paladar,
Grtala* moito bonitas P-S^p^Jttfi'Sl^^ e-^
e lacos para cabeca e peito (oovidade.y una-34.
ra Larga do Ito-

XA ROPE
VEGETAL AMERICANO
CSALIDADt
BA;RT NO LOME O & C.
2:001) S.
Borracha para limas
do Baro da Vicloria n. 63, oulr'ora
Na raa
Nova.
Chapeos para sen-hora.
Vndese ricos chapeos de vellado ebegados
pelo oliimo paquete: no Baur Victoria, ra do
Bdfaj da Vctor ja n. 2.____________^^
huvas dt pellica
Vende-se no Baiar Victoria roa do Baro da
victoria a. 3, luvaa de plisa brancas, preta de-
Core?, para fcaaj a enlwras, a U, 15O0 e 2*
> pr.___________________________
Veude-SB orna maroma de roatora em boro
estado: nirua 1o Rangel n. 6i. fabrica de ci-
garros janro a botica : a tratar na mesma rna n.
ti, taberna.
; VenJe-s: nma cia-hina de vapor com forca de
ito cavabos, em bus estado, propHa para enge-
nto ou qoaiquer ferviet, esta machina est anda
reale de Mafrasoire imAtandotr, Itatras. lraMuido at o da 25 defmreiro doorrenla
de teda a 320 e 400 rs. o covad e grande,
ortiiX-ini> d-i i-uito bonita las'nlpae.e al-
paca de grande Lanicia-
Mp#L\.\3 himQ
O Pavo vende ricesoerts .demedio*,
sendo (azenda tranapareotei com palmas de
seda, todo iO covjd COR! ES OE PHAMASiA A 0*000
O Pavao v. nde rices cortes de omita fa-
zenda de graole phahtasia com delicadas
barras e paimae, tenio 3J eovado cada
. core pelo batati preco de 20tf000. Dios
da ir iua fazenda com 16 covados a 153,
assim "too bonitos cortea d* eambma de
co.c, e buM, bordadas a 4de 5,9000.

tura crU i tanei utifu < recente!, uUrrtM iitaiMV, taM{ Um etrtln, uto*
koaekiai, en aajaj eaotM U4m loriateatai dai fia MiairttMli.
DEPOSITO ERAL
BOTICA JB DnOGAHIA
^ U, Bi UROA DO fiOZARK), t
'
PERNAMBUCO
A therapentiea Am difsrsta melcMiM do peito,deid* .
1 ebarjaciu mtl ftnoojr, paisanda pela* iitemi fcroncbitei eatarrkae*
1 a apkj'Mmt iciba Ao iar ooroqaoeid mb um
oto dicimenio, qa tomiri l prwoira ordta> ooU*
iodo (t boje conheridos. 0 atropo Tofotal iatricaoo,
taraaliodo parameila ototal, ato
do.oi
pi, o im
omposicio ni ao atate
m do pl.pt.i indiftan, ctjti pfoPritdi*>i boootcaa
tt eoroaNioMMMfoMoneoai aoo orjot oV rtt-
firtsio r.Tta aer n6s ohwrttdi-. por loafo, tompo,
tom oplimot retuludoi cada tn ata oroacaalot; peto
fao aot jalgimoi titoriadao o eompor o atrope qtt
ifon iprsaoDtimoo. o a oleroeo lo aot atoditoo ao
poblico. ProitBot moi nttsitdoi abado o n U-
tmoi dito, o eoDUMoo m cooeoito dt rao ii iota
urea* Vtfaul taitooat emoort 4* dio t lia,
lado av
anuo : o motivo desta venda porqa vai-ie as-
tentar oira de maior forca em raiao desta nao
dar vencimni > ao servico da ea
comprar pode vir examina la na roa nova de
Sania Bita n. ?U, serrara a vapor-de A villa Ir-
mo A C
Of^tonevM a 400 rs.
Chegon par a l-ji do Papagaio nm bonito or
tmenie da rretoopj de todas as corea moito tas,
copnoa para vestidet da ca, e para roanas do
enioos. e veodem-se pelo diminuto preco de iO*}
rs. o envado, s?ndo seo pr.o regular B60 ra., e
ieste Diurno sentid? ootras mnltn fateodaa^ nk*
1p\ do Papagai). roa da Imperatrii n. 40.
Veuod-e uiiK parte di ca^a a raa do lia
eratrii o. 43, :le 3 t.ndares; a tratar tarj
Boro Jesas n. 57,1 andar.
ito tpoi ia ai uiot oa poiionot oob voaa.
Illa. Sr BtrUuloauo C.-0 uropt Vettul imo-
ricano. preparado on na eonceiiiidtulBi pbiraacU.
4 ta ni nati-ia ? anbiia l------t rliai
Sofrit oa laa.ll. aolttut k o.mu-0 aoao*. ota alada
Ur eMftbatit'o tUa:aot BkHjtMM* aiaatJt oote iluao
;at tivo fot foruaaia qia patetoe por I dita. atoi.
orm o ei miltrrooo itrt: uaMado tptaat troo
idut. (tro prenoto ao fn do aovo aueade Prata
iu, aaa aa tjae wrlifcilialda jh,
feo, pois oa bou agroeciaoalot por at tai i'.lvtadt t
Ue korritot nal. Cota a auit tiab9eativa f raiik
ilbaerovo-tM do Vate*. affocUoao recoubocido triadl
- StwrtM n*ri.-Saa Cala 14 4* hvtrtiro dt taat
A AWTIGA FABRICA DE CHAPEOS DE SOL
D.V

VIL7VA FALQUE
A'
Ra Prirneiro de Marpo

Acata de receber pele ultimo vapor um exi.letddo sortimento de chapeos de *ol : dt .'..ii
japr,nea, forrados de ;ja atol 101 cala um ; de alpaca, frradoa de t la a al, a ~S -r4 bra,
forados de azul e encarnado, a 3|; para senhura, proprios pra o campo, a 31; de bran, t *
narras de tres, a *500; e um completo sirtimeato de chap om caho de narOm, de nierroc,
alpaca, brim tranco, amarello e pardo, de panno, rom bastes de bileia, ilf. Tambem rec
lindo sortimoito de bengalas e chicotes, os quaes -ende por precos mais baratos do que a ontra
qualquer parte. Concerta-se todo e qualqner chapeo ou bengala, e cobri-e as armara v*-iLa, '
toda a qualidade defrzenda.
Cofres de ferro de MilBerse OI)fros
irrenQaS para COpar carta9
Balanzas de pesar, DeiC3es
Tachas de ferro, ,8aDhad
Arados Americanos
IrraHeS, para agricoltora.
Carrinhos de nao.
Machinas a Vapor
JXLaCninaS 6 descarocar algodJo, de 10 al 40 serrss.
1/napaS de errO ga|Vsnisadas para cobrir cuu etc.,
Estes artigos ven-em-se em
cafa dos importadores.
SilAW, Hawkes d C,
h. 4 ra 00 bom jest's.
'oltr'ora ra da Cruz )
NICA LEGITIMA
CEEVEJA DA BA VIERA
MARCA BANDEIRA
Nos armazens de Tasso Irnios&C.
f

Illnt Srt Btrttwt*BM* AC. Depoia 4* nm af
metM 4* aoffrimeoio eoa ni uttt hkmmbU, lattk
itrtoriaMi, oxpoctoraelo dt a catana* aoartll
i*, t parda total dai frcu. oto o maaor pattal
BM btiftvt compleUBeoU, cansado do toav ail w
tr*trtBMdiMBna*lta4otva(elieiitd*ietabtrf*
tbu. piafara ta laropt Vtfoial iBaribta*, tac
til*, trtett t De*t, at* tea* reaubtlecido ha Baia t
dota mtMt, robMl* cota* ta *a*a Uaaaoc *taVid*. I
tralido avt forea a otto ttafairacl*. qat podara* Va, t
faiar o ato qaa otilaran).- So* coa ottiaa 4* Vbmc
Bnioi rtsp*iMdr riada/ Animio ;**** i
M t (bk- a*d.e Vr*Mr*tr* 4 lIMti!
Atuttt *ji* aati do aer*p* I*gtul Aatritiat;
JpT'fiil'" dotfirt BartholoBao i C. para ara 4*
aw* iltlai* at BM tr*ti* na roaaU*. a* at* a*
^A*PSilfr*'!mm'*** ** *la. toa*
fyfrfa* d*i*aa*wao. fio** cao*;, laatato tt
bbeUddO coa ib to v>4r* do atia* i.ropa; ptf
f "f* V2?* **" Fitdia. tUeb* M 4* f
CASA CAUVIM^BUBV
' Pfaarmaceutie rrivilefriailo
euooeawr
lloiiteai i Hbaattopol, BO I'AKIS.
KOVAS ESPECIALIDADES A. MAAlNillfl
Aj.-. sejUil!? t Acabis, dt Scieucu e ao.liKlituto.de Frao U CPt*4ll'f*'* '?**<<> Pj-bi, evadidab 4Mtdt pan
III LVUnU uwr de momento orna solurclo
iNvt* tirstiv* 4at M*K8TiaS COBTUSIoatS.
A FLOR DE OURO
No 24 A-Rua larga do Rosario-N. 24 A
Sempre viva no eomprimeoto de sens deveres, sala a atns innomeros fregne-
zes pela entrada do novo ano de 1872, e de coraco deseja, a todos, ben> boa aomma '
de conloa de rit, aflm de qae jamis esquejam o jardim das joiaa qoe existe a ra C^
larga do Rosario n. 2i A, onde com muito pouo dinbeiru organham om bonito tama- Cj1a.i
Ibete que nSo expargindo perfume r3o deixa tom todo de ser de taido va- flS
ISJttIOR.-fHttTl.a-
4o voWBe t-t ui l>
rmi.i'RO t s
k-rviado 4t
i;t sem o*
ITtvM atttnvtrintei di fra.TiUdadt,
W&Q*?* USte
t 4e volBifl Ai nm rnrt-Mord
0 COXXi.Y.IWO) Centra ag affeccois Cj jalpebrat .
B0L0HE0 & C
Dopojitarioe tIPlt?>r U, m \V$k < Rosar, PBRNAMlitJCO.
. tapidu
lor, e mil vires preferido fljres vegetaes qae perdendo o cdor mnrchanle d sp.
%8/gk parecem. Amo nova, nova ce-osas ; poruoto rt?peilaveis leltcrj visitai o Ubeleei-
ment qne encontrareis urna vari>dade lal one c^m certeaa daris por bem empn-gadi
o lempo precioso pa-?;ado na FLOR DE OURO que
Em modiciiade de prepos sem igual
Lindas voltiOhas de ooro a 8000, laoetaa c m caixa de madreprola obra do
gosto para senbnra a 10*000, pares de brinco de phaotasia a 8a> e lAWO, meibs ade-
recos a 164, r i- tinha de diver-os modell.n a Si e 6*. e 8|000 o par. pabcetrhiba do
coraia 74, aticadores de dito para creaoca com bi llmhas e diversos entait de ooro a
a 204000, voltichas de coral com crut de ouro a 5*000, biiaquianoa a ccral a 34 o
44000, 6(iss a 24, lindos anneis de omitas e b- as pedras a 34 e 44, ditos de'pedia
finas 64OOO, crnxes de divt-r.-os fo*U a 34, 44 e 54, uitos de esmeralda, perolas e
rubina a 134, 144, e I64OOO, ccatelas oom inoripcoa e tem atlas a 64. 64 a 94,
lindas flvelinbas de prata par as modernas poioeiraa da Cu a 14,
Aos apreciadores da moda
E' saieote na Fiar de Ouro-qne se -vende jolas modernas oor ponco diobeim
como sejam : gnirnicfes erm tres botfies para anortara i 44, pararte ddos e de dif
fprentfs goitos a 84; ditos a 34; ditos de coltrinhw a IdtWO a par dil< parapnabos A
84 cadetaa muito chiques a 04, ditas a 6.T4B0 a oitav*. peocuHi dapraU doo/ada
a 44, 44*00 k 54, medaiboes para cadeias a 134, medalhw com loaras, a 84; alm
de um grande sorlimentn de obras de brilhantes, brincos, bra elotes, alfinetes, adere-
ces completos, meio* dit is de pedras fiaas e coral, mea'tiS. vohas e traocellios,
acnets eom letras e de diversos modelo?, ocnlos, penetaet de ouro, reloalea de oun M
prata doorado e de afamados fabricantes, as-m eom grande sortintento de obras de
prata do Porto, tanto para o servbjo domestico, como para igrejas, a garantimos ser
ludo lei.
A Flor de Ouro contina a esar aberta at as
8 horas da noute
%>



m


1
- r- ..-**
>
Diario da Pernarabuco Quh.la eira 1 da Fevervir d t*S

ru?3fcrrn
f
IBTERATURA.
das estas circumstanciaj reunidas, levanta
ram-na a urna altura tao i inmensa, flae 01
dermis estadoi di Europa o podernatien-
tar ne'lj sem cert) seotimento de inveja e
Je respeito.
A Allemanha 080 se tem desenvolvido
pelo fa'or dos seas re 00 Jos seas impe-
radores, senSo que toda a grandeza e pros-
JK.djde de que boj desructa sSo obra do
seo p-oprio esforco. 0uem boover de de
termina'* a origem histrica da grandeza
deste po?o tr talvez de remontar se
cpo;a da reforma; nos por agora, notaiv-j
raos apena o carcter lesse portante
acoDtec.;mento, talvez o nico de qnedepen-
jJej as Jiberdades moderna?, o espirito io-
diWdualiSt) dot no-sos tempos e a violen
las revooj-.'S de-que somos (iiutamin-te ac-
tores e espectadores.
Verdade que a ref clo XVI stav.i praptia> n->s costo-ares
pelos abasos da corte romana e por ura no-
vo ideal ioi?eiido na* vida; owte conceito, a
Agora de Lulbero imito secundaria; mas
nio-ae pede negar que un- simples protesto
formulado por om modesto frad?, abaloa o
l W<>. nornvel seclo este diremos mn(io de eDt3o e occaeionoa o acontec-
nento 11HJF5 universa! qu;. pelas ana* con-
sequencias, conbeceaos 11* Mstofta mo-
derna.
Porque os- poderes eclesisticos riobim
relaxado' a fe n<> ioteresve > saa dontna
C5e; porque o chruian.smo devia voltar
30s seus-priowti sos temos : porque repog-
nava considerar a om Xisto IV e a ura Ara*
xandre VI, como coicos intermediarios er>
POLITIHA FSTRANGEIRA.
1871.
I
Desde qae em Vers3illes, ao cabo do
anuo de 1870, se corooo imperador da Al-
lemanhi o re Gmlherras da IVusaia, desde
titao quantosaconecimentos, quantas trans-
lormacjJa Os casos mais grave?, da tod<
i especie, succoderarase e cc']mu|,^ram-:l,
oeste ?nao qae fhh coro rapid z tal, tima
:' i verigrn, que parecan) n) ter mais
tirapo era que so verificassem.
Triste scelo o nosso, pelo menos par,?
OS qofl virara del'e a prmeira mtide
Proa aos cos que a geracaV vindoora,
desuada a v.ver na segonda metade, vejt
Jias melbpres-f Crea porm no que lite
miemos: s aproveitandose das fieoes em
*,'ue abundi este meio seclo, podera ob-
lar meljyjres das ao mesmo lempo nc-
reca-los..
Islodiz o Sr. Xhier bo fia do vouroe
XIX da s.oa Mstoria do Consulado e do lm-
twio.
igtSfi, se o ha! da segunda metade se pa-
r i-.v com os tinte -ranos primeiros.
E ,*?* feito, relanceando a vista pelo que
pisso i, e attentandj nos pontos negros di
borijo "te, nao_f.aha a gente ao ceno se ha
'- fsti i>r mais os que saforam se 03 que
o de vjr. Aps da tempestada immMis.i.
sticcedeo apenas urna bonanza pass?gair.i,
w bonaoi *a M on 6. e nao cessam de amon-
r 9 01 tas svbre nutras as pesadas nu- tre o lioraewe Bm>, o poro attemSov que-
y:% que to precursoras de m.ior tr- rendo retrowtdat os .sacnlos. Mal ura
IB |j, a Q13 politiza deTbiers, a poltica
1 1 dj Rij a, as crises da Austri.-, o mo
rmntfl tu'o wni3 P^1'" da Blgica, a

>sa di Allemaoba, a unidale
:! illa, cada <1U1 lestes fictos de per si
R] ;re atten;ao especial, sizudo reparo e
e*ui|j serio.
CS6J questes We am fi03111 enun3-
ise aus'.rii 5a '' awnteciraen'.o
M,tttii foodamen "ffeciou e
a wW.es nroblem ,s P'l't'C'S que a E
r^na Mu,d resolvor. T-1010 PeI> que lera
diV'aiwacomo peK fe lt,u f* *b' i
latn pirque est destii..1* receber o pr-
meiro golpe que sobre o 'otro da Eurofu
da^c^rregus o panslaviso \o, :omo porque a
ana cris3 o acontecimen to que lalvez p la
DTcipitar a tenebrosa que. ao do, Oriente e.
a nieen(Ja Iota ;de rafas ; tanto pela gnaj
sitoarSo geograpbica,como ^ela dversid.r!*!
retrojfra-iar os ecnlos, yealisa um
progreiso o orna moora^lo seraelbnte s
que realisou o Evangelbo. Ao poder abso-
luto dos borneas oppoz a doutrierda ti-
berdade; auioridjadeinterior da igreja, ->
respeto pela consernria- disoipfi'for-
malista, ocu't) da d; supersiifo, o
pensamenlo ; f cega, a rizio; jreo?a
irapo.-li, a iivesligacO' livre. Os resulta-
dis de-sa reforma foratviima pnofunda-flou-
la ara- jD^ ein (0ljls a fef^j^j soo'-aes e reli-
giosas que at ento sa ^'.aviara profesado.
O seoulo XVI, e pela f> bocea o pov&-l-
lemio, formuloo o pnHeeli da lumrriade
contra a tyrauaia ; d > livr exaa'e eotlfa
ioposi;es d igmaticas. Esta u earadtr
da acooteciraontj conateito pelo nne la
rftorm. este o faeto histrico qiw coiw-
trtae o fundamento e a raia da grandleza dto
pov aUem5o.
Como coo^equencia detle fado, veio >
deeeraentos moraese poUtii*.osiquA.eriC*i>'jp|ejaiie a pbilosopbo^ iliastres uae abres
merecd a Austria o ser c Msidnra.de.u
prmM-o logr, para se (azer gftvoejfleito
datrans-clo critica por q^| a joropa vai
atravesando. _
lito Bzeraos em arlmos-. r.qut publicado.
sob a ep'graphe de, Austria, e escusado noj
onrece repair^agora o que o leitor ento
e: a extensamente -esplicado, commeotado
e apreciado, ate onde no-lo permittio a. es-
casez das forjas.
E todava, n5o pujemos a Aostna adianto
i todo, por cuidarmo3 que da resoluto
acise austriaca dependa o xito das
T-jestes internaciouaes aioda por ventilar;
mas sim porque no nosso entender a disso-
tug5o do imperio dos Hapsburgos deve pre-
cipitar necessariamente os grandes aconte-
ciatentt qn todos esperam. O germanis-
m 3 e o slavismo, o problema do Oriente e
y russifioaejo- do territorio que roiea o
nr-Negro, a desappari?5o do imperio tor-
co e o nascimento de um forte estado grego,
3 questo polaca e asogei.o do formiguei
ro de proviaeias encravadas as abas de
grandes nafoes, sio ontros tantos anneis da
otesma cadeia. Assim como pelos seus re-
soltados a crise austraca ofiue ne futuro
c'rae nacbes, assim tambem temos dfl
procerar n'ontras na?5es a origem qae lbe
Oeo vida.
Porque agora, e nao n'outros tempos, a
terriveis lulas qae se presentera? Porque
agora, uio antes, os padecimentos que le
va:irasi^rr~constituic53 definitiva das na-
.Mcialidades? Iotirrogue se o espirito bu-
jaano, observen se as transformacoes que
leve dsde a revolucSo fraoceza para c, e
le responder por nos. O despotismo e
a d )minar.o caprichosa j n5o teem rzo
di ser nos nossos dias; a aroitrariedade
um crime que o homem do seclo XIX n5o
coesente, urna affronta que se faz a saa
dignidaie. Os povos que chegaram a ter
conscien;ia da sua missao e doseu destino,
e que se sentem'fortes na razo e no direito,
riis do que no numero; os povos que re-
conbecem a liberdad de coosciencia, nao j
como coocesso, mas sim como proprieda-
de, que a ninguem mais do que a elles per-
taneei esses sao os nicos dignos de chamar
se povo3 civilisados, os aicos que merecem
ser venerados pela humanidade.
O povo allem5o, o seu temperamento, o
seu carcter, as suas ideas: esta a origem
da crise austraca qae vimos, esta a se-
ment qae fractiticou nos povos slavos qae
ormam o imperio da Austria.
E nao somente a crise austraca, senlo
a crise earopa; o grande problema reli-
gioso, o at agora indecifravel problema so-
cial : as ideas de liberdade qae tantos mo-
vimenlos e tantas alternativas caosam na
poltica; o conceito do direito moderno
mediante o qual se presente a joatica per-
eia que no humano cabe; o ideal na arte;
a verdade na sciencia, s5o transformacoes
qus nos imporlam os pensadores e os phi-
iojopbos da Allemaoba.
Com razio se disse j qae o espirito de
nm scalo se eocerra o'am povo determina-
do : assim a Heepanha no seclo XVI, a
laglaterra no scalo XVII. a Franca no se
calo XVIII, e a Allemanha no seclo XIX
represenvanr ama idea capital predomi-
nte. ,- .
O facto innegavel, o que salta a vista de
nuem observar com algoma attencao, que
a Allemanha, oa para melbor dizer, o povo
allemo, boje o que merece pela saa ne-
gligencia e pela sua missio o primeiro lagar
no mondo.
Mo teneos rendido nem renderemos culto
ao deas xito. O ascendente da Allemanha
ajo nos captiva, como nSo nos captivoo
nonca o esplendor e a gloria; marcando a
cada qnal o que lhe peftence, e mesmo ar-
riscndonos a offender os meridioaaeg, de-
vemos confessar, com algam espirito de
jastica, que o povo allemSo actualmente
superior a todos os povos latinos. E temos
de vottar moito alm a vista para compre-
hender o que vilem os nossos tempos e
com elles as grandes crises poltica, social e
religiosa qae observamos.
A raca gerciaoica, ou o sea temprameos
to, ou a ana aptiJao, ou a influencia da su
historia, oa o territorio em qae assenta on
os esforcos vigorosos qae tena feito por se
conbecer a si mesma, ou talvez tambem to-
novas derrotas ao i leal da vida, e'o sentido
verJadeiraaseiHe elevado qoe seive de nor;
mi historia da raga germaoa.
Nao dato admirar portaato apetiorida-+intre8s*s.
tro de grvida Je de syjopathias de oito mi-
Indas de allemSes que anda se charata su*
trncos; o ter feito entender I Rqssia que
nao problema (le fcil solacio o pansivis-
mo no centro do continente, s3o outras tan-
tas consecuencias que i palpamos como
effeito inevitavel da passada guerra.
Era preciso qae a Allemanb* saisse vic-
toriosa na contenda. esta scciedade to
degenerada pelo positivismo e pelos senti-
dos, era preciso qae a idea representada
pela vigorosa raga germana se puzesse a
salvo da influencia fraoceza. A familia al-
lemia tara certamente seas defeitos: nao
sobraos tao optimistas que nao vejamos o lado
frac; do seo carcter; nascda para a li-
berdade, at agora iacapaz de alimentar
o sentrfluento egnalitario que anima os po
vos roerioVonaes. N) s ella a redemp
tora. A n-ossa importancia capital oa
nistor da humanidade, e b?m precisa ella
do calor, da vid i, das explsoos de sntbo -
si asmo qae saem d ? asootci rae otos tao for*
midaveis o transcendentes como a revolu-
to fraoceza. Mas a verdadn que a Ajle
saanha nlo adormece sofere os loaros co-
Imdos: a orgaoisacSo militar tomou impulso
novo; a un!dade da legi'la;ao ser em
bre?e om faetc,- e a uni a Je riKineuji to*
decidida em receates sesees1 do reicb*rt.ig-
Mai anda. A- Allemanha ot a- qna iur-
cioa ayrn- de ara nodo altivo, resoluto- e
decisivo' omovimentc* :ismati:or oppond>*
se ao aoecbronismo e ao coo'.rprQducejt
das solafe do oltimo- concilio.
m
E relaocmtdo a vista pela ve'b? R'oma e
.Demorando' no eatendinmoto as rntns ten-
. Jteoeias do seo rei^papa- e dos seus- gover-
inces, vemoa, da feito, fl nio si l*cta
iraponemente com1 o espiwto i, se abrerc' em balde byimos eoat as
oorreules-e as tendencias da-poca e a ca-
raeter raesquiabo, apartado- e refraciario
das antigs insMoicdes.
O*que para, o-que resi**,e--ionov,
o >{ue-) fecha eo> tenaz isolmento e prc^
trx!o' abSQrdarxooJ comer & movime-ato
das consas ao-iennar doi w*tciraente,
cofidenw-se-fataageota a am-:>ojnrte segara
e a '*> acniqiiitowtik) novi'STt,*:
V6>k dar-se qe os destina di Krej
remata astiveram-por um inuaote pendaa-
'es da otKite&ca aboacta o sensata qoe pod:-|
eeperae.^0 ca oltir*a*coBvocatocia de Vatica-
no;.tm ee^o de serto a juelle- consetho de
prelad? peles veteoe preconsM** de mi
tiaba conservado par, o lentiraento da sua
nacionalidade.que no ultimo qu irtel do seco
lo f 9 a hivi* de rehabilitar aos o'.oos do mun
do, realisando a obra da sua naid ule, ac,:.
tecknento de grande trau^ceiencia. qner
seja considerado sob o ponto de vista do di-
reito internacional e pabli:o da Italia, quer
na alta esphera dos principi >s e da scien-
cia.
A anidada da pennsula italiana, to re-
clamada por algons e i3o coubalida por
maitos, b5o foi aioda apreciada romo dveras
mereca, nem se comprehendo a gr.ndare-
volugSo qaeest destilad 1 a realiiar 111 ve-
Iba Europa, A constitui(;5o de urna gran-
de potencia da rafa latina bo sul da Eu-
ropa, n5o acbntecimetttj to smenos que
deva passar inadvertido; a das3ppari$lo
de um poder ibeocratiro qae era o ce ro
do ultramontanismo e da intolerancia,
ciso que fara pow oa historia.
Sob este duplo aspecto deve ser cois: le-
rada a uoidade italiana, dediiziodo d'elle
as comeqoencias raciooaes e laicas, estu
dando-lac os resaitados e o como se rea-
lisou a despeito do ult>amontaniso e ape-
gar de todos os obstculos tradiciones.
Em meados do secu>o, quando Vistor
iM^ooel sobio ao tbrono o l'iemonte, por
abdfCfSo desenpa;, estavaa Rilia dividi-
da em numerosos estados iudependestes,
sabaettidos tad'js elles a regimra de
.gover) absoluto, e varias das-s^as prov'o-
cias 0081110130}/ parte de oatros estados da
Europo, E era ioduSitavel qoe emquanro
existiss aquella fracciona meo & aque"
I causa dalla por impericia, imprudencia, ou
[falta da observancia da algn regulamentV.
Quanio do acta reaa'tarem smente feri-
m.'Q'.s oj oljueas pbfic-'S, a pena ser da
cinco dias a seis mez.'S.
' fac! de explicar que o legislador de-
sejasso prevenir e reparar o mal material
que provea sociddide pela imprudencia,
irapercia ou falta da. observancia de qual-
qritr regulamento.
Todossa bem, porra, que nina jdas bases
ora que assenta o nosso cdigo criminal
a diaposici > em qua s se considera crimino-
sa a acclo ou oraissaj voluntaria, e ? se
impola rtsponabidaJe ao individuo, que
o'*ra cooi coahecirnento do mal e di inien
jSo de o praticar, di*po de accordo com os principios geraes da
sciencia.
Ora, claro qoe, mandando castigar o
homicidio ou .nflensa physJca ciclada por
simples imprudencia e impericia, a nova
lei ap.irtou se ootavelmante n artiga le-
gisacao.
A iiipericia pode aquiparar-ee ignoran-
c a; a imprudencia raras vezes, ae aigomas,
podera ser considerad* como um acto pre-
visto.
Os- mestres dividen; em tres clas;es o
homiridio: volnntario, sutposo e involun-
tario. Entendem que o homicidio culposo
deve saffrer alguma reprassao.
Para qne seja punido exigem curt* con-
dicoes, que en: -vciu a olTwnsvi de deveres
especiae?, que se prendera observancia
de regras e prece^os por excrcer sem peri
!a organa(3o desptica e absurda, o povo go uma ar>;, prohso ou elli^o.
ilaliDoo n3o podia aspirar a re^nerar-se
eotrando ca correte des nagoes ewilisadas,
a puuito menos a reoastitair a saa nacio-
aaxladt, dksidkratim *; Italia.
Troava-se p >r tanto- necessaria? agru-
par os restos dispersos da patria ilatiana,
dar-ies cobes 1 efoica, ooil-os peIr;s-ioes-
rao< vnculos, pelas meamae ideas, pe fas
mesnvis insliture/oes; erigir um podar que
fosse e*aymb loda nac joclidada e o r-pr.-
senlaote dosiniwesses cocsauns, 6 es era
um ncO'Obsiaceit para e?<*r a cabo a uoi-
dade, porque sendo governo* abso'uto e
pessosee os qa r.giam a aSia; nenboa
monarcho' qaena esiigar-se* da s-ia solera-
pia as aras de ti'anla u!>."a.
O absakitismo aoaaa proderiocousa grao-
da;, e refractario ao-reform' e progres*
que a hiseoria demanda, est atoro qae cao
pava de ser elle q-ieraalisasse- tac pit*:c-
passads>.qve nio -pod vallar,, preeriraujjbca empresa. Esuv reservaba ei mis.- .:
adbenr-r tradierla* impossivf* e suici- a um peqnano estado; que por caasa da saa
das,- e aojraneniar caoachroniaEiO1/ em vez|j>roximidad#ds graaies nacoes- ealava pro-
de se recnaeiiiar cernaos-temp.-e com-as parado parareceber as correrte de CiVifo
exigencia* das nota i-lase doo-iaodernos
de da Allemanha sobre as <\m*9 nacoes da
cootienla. Para accar a explicado do pro-
gresan roalisado pelo grande elector Fr?de-
rico Uniiherrae, das ctnq^iiatas de Frederi-
co H e da preponderancia do soberano ac-
tual, temos de attentar necessamnaeat) no
espirito de libardad i e de iodapendeocia
que ira/, a reforma ; p?a se entender coa o
o qao era hontem insi^nieante ducado de
Btandeburgo se comeran boje eta podero-
sissiino imperio, temos de appeJlar para o
sentimento e para a i&a que aairaoo sem-
pre o seu po^o.
O espinto de livre exarae, quebrando as
vlvulas ao peasamenlo, prodonio o elleilo
a invesligagao primeiro. e depois
A- hiaoii8' de pajado, desdo- o-- seealo
XVI por Jinsle, nift-pasa da tm succes-
sio da gzlpas-de esti-1) contra a civilrsaco,
con ira o-diaeito. costea as-neceasiidades e
lspiraroes- da poca;:-por isso o resulta-
do da ( iiBf>.4tenc:8- o- um jaima> de
derrotas a-orna cadekM solidaria, da catas-
aophes..
Nem m aiperiencxfe. ero, a Ibrca. inqie-
arantavel dos factoei. aniram aa espirito,
cada. da bms- iacoapaiivel-'COBi a-vida, da
S-5o que-viohara Europa occidental e
eatr.il, e wkn foi qta o Piemante gerir^ -
aoo primeifo o penssmanto da uoidade ta-
ita, obra tanganea* pelo gaaio de Ci-
vour e pelo constitucioaalsmo do re.
Qjaoios obstculos se aprseniaram oa>
Punir, perrn, e elevar ealegoria
srime um aeto-p-ov^niente da simples ira
prudencia oiv impericia, inteiraraente estra-
tiho aegao da' vonfade, sem ora exigir a
circurastancia de i;il>abili Jade cima Ilu-
didas, parece reso!u{5o muito melindrosa,
priacipalmen'.e-cm-ucri paiz que seacha as
conloes do r.osso, e afleito a outras con-
dices de crimifialidade-.
Fa*sempre rifm iinpressu na soosieo-
ci 1 publica ver o proprio legislador violar
os principios qae'ftsUbale-rera. Nace dabi
uma <:.:a: mfiani.Y fie qae s principio na i
co3Siitcm uma !be.se apurada pela scien-
cia, nina verdade arranca* pelo comea ao
desceshecido, m-< simpFasmtnte ura> fie-
rio coevamente co p losa de partida de
um s*4tema, qae se- adepta ou rebudia
conforma a conveniaflcia ds-ciriomstantias,
para cfcegaaa um Sua que so- tem em vista,
til ta,>izf mas ins*lo certamente ; porqoe
entre ; ;er e o nao >8flr n baaeio temo
Ou a ratenvio 3temnto irdispensael
do crino oa o n3o .; nao pode haver c,.*-;s
verdades-oppostas,. aem serem' jaitas 00-
demoaeea qae asseetam en principios r*-
d calmea #0Dtrar:ae.
O vico do divergencia de principios, ijae
aeria re:i eensive! nutira regulamento cue
tivesse scsHDrnptos isaie Iiamile3> loma pro-
porpes amito gra-vos quandodella pde-
la liberdze por dous
segu: te
a certeza de uma misso e de um destino :
e gracas ao eosiao que na Allemanha nao
tem encontrado peas de genero algum, gra-
cjs instruccao uaiversai, que all consi-
derada como um dos mais sagrados deve-
res que sociedide se recomraendam, po-
de aquello novo ter conscieucia da sua forca
e do sea va^r.
Sageitando-nos aos tempos presentes,
aos acontecimentos qoe se passaru diante
de nos, nao nos assombra a resigoacJo dos
principes allem3es que bontem eram sobe-
ranos do? seus estados, e boje acatara sem
o menor protesto a lituacio creada pela nl-
m 1 guerra? NSo espanta o procedimento
desses homens aceitando da bom grado o
imperio allemSo e portanto uma vassalla-
gem? NSo admira a circumspecgSj e a
seriedada desse povo, passando sem nenhuno
abalo de uma para outra doui'raco, de um
para outro rgimen ? Certamente, ns os
latinos temos de qoe admirar-nos em pre-
senca de taes acontecimentos. Observem-
se os exemplos da Franca, que se levanta
poderosa e magnifica boje para cahir ma-
niatada no dia seguinte aos pos de um ty-
ranno; vejamo nos nos mesmos os portu-
gueses, em pocas nSo muilo remotas: li-
berdade agora, reacio depois; encaremos
de perto a Italia, na apparencia to prospe-
ra, emquaoto teve por objectivo a sua uni-
dade, e na realidade to embatida por en-
contradas tendencias polticas; reo na se a
sociedade latina, a saa constitui?ao, a sua
familia, o sea desenvolvimento pbysico e
inlellectaal, a sua moralidade e os seos
costumes; comprese com o povo allemao,
o assim apreciaremos as distancias que dalle
nos separa.
NSo isto ser injusto com a nossa rafa,
mas ha verdades que quera eetuda impar-
cialmente o sentido da civilisa,3o contera
poranea nSo pode era deve oceultar sem
faltar a orna obrigaejo sagrada. O erro, a
adalacSo, o amor proprio desmedido, a vai-
dade d'um principe e a leriandade de um
povo acarretaram orna grande derrota e
orna vergonbosa hamilbacSo. A Franca
julgou se capaz de medir a suas forcas,
sem se coohecer a si propria, contra um
iomigo que anda menos cochera : os sol-
dados latinos enconlraram-se nSo ba rauito
em frente dos soldados germanos, e todos
vimos a consequencia da Iota. NSo s ven-
cen a forca ; vencen tambem a intelligeecia,
a estrategia, a disciplina, a iostruocSo, a
idea, em somma. A Allemanha arremes-
son se resoluta paleja, contando com to-
das as probabilidades de ttiampho: o sol
dado qae obedece i voz da patria, nSo po-
da ser vencido pelo qae s obedece voi
do seo general; o povo qne tem conscien -
ca da sua missSo nSo podia, nSo devia ser
derrotado pelo que carece agora pelo me-
nos, de orna ida qoe traosmittir. A victo-
ria da Franca teria representado o cesaris-
mo orgulboso; a victoria da Prussia justifl-
car-se-bia s com ter feito deaappareoer aa
aveotoras imperiaes que tiveram em conti-
nuo desatocego o povo francez e a Europa
inteira. Sem se attenlar senao nos resalta
dos immediatos, o haver despertado a Fran
ga, fazendo-lhe conhecer as suas nanitas
fraquezas que principia a corrigir ; o ter
dado o passo mais difficil para constituir o
que hoja imperio allemao, e ser ama-
nhla ne:es8ariamente uma poderosa confe-
derado ; o ler occasionado a unidad*: italia-
na ; o haver lUrahido como qae ao feo cea-
oepaata, lovaode-se em-conta a influencia,
coria romana. Alimentare a- grandezas que o clerc-exercia a >tempo ce* diversoa-
aaiigas, eempnz-se coma-soyarstico de delados da> llala e o espirito &luamontaao
ut-as idadas que eotm a.basa Jo seu po-pi reinava-.ca corte da Rima.
r e o laadaOMOto da saa autoaitlade ; tem i A lei aesrea doi sao venios votada em
presente, sem nunoa o poder e.'iqaecer, --2885.pelas cwrtes ds-Turira, levanto.! prc-
caminie ^pe leve e mediante o o>tal zu eimada sciso-entre ogoverno da Vctor .V-:.
reabsaco daasaobra. qua nas preoecupa-
poMs huve da vencerv-qaaatas -esislenciaa-l depender pedra
's preciso desarmar, damais o-patenteia jannos I
historia. Ca primeiro passos que o Pie-i' Ss atgamn coas* gde talves tornar sti?H
moote dea na senda ae reforra.aaJTorara la-jportavel y castigo, o a con3-:ierxia de o
borioses e por demai* difficeis,. o qqe ni-- naver menecido ; nue estes dius- anuos Ce
esfazia tarnos, foaaava dymnastas ootor-
gava. iiftperios e ioourreiccionara cona:iert-
eias conSra o qae oxiilia, qcaudo. o qua-j
xtstia, caira va emaentativas da rnbeliiSo a
em amagas de reaoUa oontra a-sua omn!-
patencia, divina.
A\ foaca de soabar com todo isto e de
delirar por isso.eoidou qne dando extensa
frmala poderla supprir c fundo, de qne
;i caree, e certamente qao se G/egorio t
e Irinonncio lie Bonifacio. VIII eram in-
falliveis sem a declararlo e aandavam como
taes, nlo havia mais do eye daclara-lo.ex-.
pliciamente para qne Pa- IX gozasse- de
prerogativas similliantes .
Mas em jalde foi: Po- IX consegaio os
ttulos, o pergamneo, os, avoengos, e.iradi
ejo convertida em caaooe, uma volaco
paria mamar, por assim, dizer, mas kcousa
fugio-lhe.:, na.3 tem ji nem um psimo de
terreno que possa defecto chamar seu, e o
que mais grave,, nem ama conciencia
que integramente ve pertenga. O mais
ortodoxo anda agora tocado da resabios
vo Haitianos, qua nem mesmo dissimulan do.
rauita podem, cnegar a occultav>se.
A lucia que mala alcancou a predileccao
da igreja sobre o espirito qce vivifica.
O padre jackitbo, Doellinger, Strosmay.er,
os calbolicos da reconciiacao, foram desat*
tendidos, nao se lhes escataram os sabios
conselhos nem as soas opportnnas observa-
C&es. O oJtramontanismo relapso toim des-
dennos, e jogoa, perdendo-a a saa partida
mais perigosa. Gomo nao vi ra epois a
derrota dos ultramontanos 1
O movimento antfr-ppista da Allemanha,
principia a dar os, seus fructos o formnton
j as suas bases conhecidas do leitor eeata-
raente, por qae e tempo as demos. NSo
se pode dizer que essas bases cegeitem al-
guns dos antigos dogmas da igreja, nam
que deslruam a f tradicional do catholicis
mo; mis em troca, qaantos preceitqs, es-
tatuem, sao outras Untas transares disci-
plinarias com os tempos, que podiam. moito
bem ter partilo do Vaticano, evitando o
anacbronismo de Roma perante as exigencias
da civilisaglo. ,
E aqai vamos chegaodo naturalmente a
ootro fructo da victoria da Allemanha, qoe
vem a ser a completa uoidade da Italia,
m
A Italia 4 una, desde os Alpes at* i
Adritico, desde os confias do norte at a
ilha de Sicilia. Deaappareceram para sem-
pre ducados e reinos artificiaos, e com el-
les os remendos de diversas cores que en
feitavam o mappi da formosa pennsula
itlica.
Se alguma prova qaizessemos de qoe o
progresso lei da humanidade, e te reali
sa na historia fatal e aecessariamente, tel-
a-biam, e completissima, no acontecimenlo
de que fallamos agora.
Esta na(io, emporio em tempo da culto-
ra e cylisico da Europa, arbitra dos des-
tinos do mondo, senbora de todos os povos
conhecidos, aos quaea imponha a lei, caiu
do pinculo da grandeza n'uma completa
prstilo em lodos os ramos da actividade
humana, e por largos seclos fot o theitro
onde as ambifoes se ensaiavam e onde o
despot smo erigi tbrono ; pareca qua a
humanidade se compraxera em vingar a
affronta que Roma loe tinha inferido nos
seos tinpos de grandeza.
Mas i
noel e a S-inla S; sacoseqi^ncia da V9>
tacSo dessa-lei, ful miaa o pontfice os raioa
da saa ira contra os. lagisladorae de ambas-
as cmara, contra o-re, contra os seus or
niatros, e-eootra todos os epe directa ou
indirectamente hoivoasern lomado parle oa
feitura, promulga^ e execa^o della. O
alto clero, muito especialinonte, trabaibau
quaato pode para impedir c seu.campjiii-
mento c*sm come o de todas as medidas
de carcter liberal, e o govtrao de Turna,
veocende estes obstculos, prosegua a obra
das re&rmas, uako meio ie realisar mais
tarde a apetecida-unidada 4a Italia.
' Qcanlo maiores eram as dUfioaldados qpe
liavii, a vencer,,tanta mais energa e perse-
veraaca desonvclvia Givoar para etiagar ao
consegairaenlo. dos seus. fias; cotbaceodo
porm qpe serum i notis, quantos.oslorcos
fizasse nao sndo secundado na sua tarefa
pea nacoae- estrang-irs benevebs sua
poltica, awiscou o Piemoote na questoes
internacianaes, que ento absoraiam a at-
tenro do, mando diplomtico assagnandoeca
26 de Janeiro de 13S6 um tratado de al-
lianca som a Francie a Inglaterra, coja p/i-
meira consequencia havia de ser a expedi-
{So do. general l a Marmora. Crimea, na
qua,'. o Piemoote. fez boa eclbeita de glo-
ra.
Apezar da parte activa qoe esta nae^o to-
mou nos negocios do Oriente e as confe-
rencias para a paz, o gobern turineose li-
ana fixa a altencSo na pennsula, buscando
nella a recompensa dos. sens valiosos sacri-
ficios. Na congresso internacional de Pa-
rs apresealaram os plenipotenciarios sardos
aos gabinetes de Pars e Londres uma ola,
fazendo ver a siluacao verdaoira da Italia,
e pedindo qoe os austracos dusamparassera
as legajes, em cuj territorio exerciam
completo domini), e que as tropas, trance
zas evacuassem Roma.
Cavour consegaio dar qaostao italiana
urna grande importancia no congresso, cojas
primeiras sesses se consagraram a anima-
dos debates cer;i do problema transalpino.
NSo foram esteris os esforcos do primero
ministro de Vctor Manuel: a maioria dos
plenipotenciarios acolheo com benevolencia
as reclamaces do Piemonte, e a respeto
de Napiles opina va lord Claread oo que con-
vida acoQselhar o rei, que melborasse o seu
sistema do governo, oatorgando aos seas
subditos algamai garanta) coastitacionaes.
KContihuar-se-ha)
pnso deem ser coosideravelmonte enve-
nenados pelo seacimeato da* in^ustica do-
castigo : porque di3ioLlm9nte se- con vencer
o punido de qne comaelten smerime. em
qae a suj< ventada- nSo teve a aieoor parto,
sendo eil talvea. quem tois- o deplora e
quem mais perde- com esse aeoatecimento.
Na assao, que o castigada, ha em regra-
o cooipleao de acv.mal material e um mal
moral. Compro dietmguir qcaato seja poe-
sivel ses doae-elementos diversos. 9
tambeca difiicfimo dscrimina? os actos le-
gaes 'icilcs dos iUicitos. Ctanto a estas
importa discernir quaes sSo aosolutameae
illicitc, e quaas.o sSo nicamente em re'i-
go i circamstanc^s da lagar o tempo.
Des fados cios surge a lormida!
quesjae da teacao ordinaria.
O.mal compie-xo, ou pe ser impercap-
tive. e em (recite do i.0,do art. IChdo
cdigo criminal como que desappareco- a
posaibilidado oa exequibilidade da nov.t dis-
poeicao, principalmente allendendo-se aos
nossos coslamas e educaco. t
Ha fados qi, tendo uma falsa apparen
ra de delicto, entretanto o nao sao. real
mente; ^umpTe iave-tiga-los com a maior
attencao e imparcialidade, para evitar os
em sido cama de tantos erras e injusticia.
a nova reforma ta om servido impor.ante i
tlac5rj.
ra'.mto di ajabar com a significarlo
muito geni e vaga daqoella le. e subali-
to-la por outra maia clara, precias e fila,
a reforma copin o art. 455 da codig) cri-
minal portugoex em qoasi todas as soas
partes, evitando assim ama appcacio ar-
bitraria e cega.
Approvamos sinceraments osla importan-
te correcfSo, apezar de continuar- anda a
renbida questio relativamente fraude,
sendo moito difficil distinguir o dolo nao
dos romanos, da outra especie de dolo que
cbamavam dolo bom. Aquello consista as
aachinacai e artificios fraudulentos, am ar-
limanhas para engaar algoem; este n fi-
nir, esperteza oa babilfdade empregada
as- transaecss ordinarias da vida para
obter vautagens e coacessoe que a lei o
os costme* toleram.
Ji que a relorma tocen* ueste ponto, seria
muito pira desejar que nta dovida ficasse
uiiis esclarecida, porque emfiuy qaaoto me-
nos se deixar ao arbitrio doi joizes, tanto
mais firme ficara a sociedade em seas di-
rei tos
A nova- reforma resalvou a di.aposic*? do
art. 181, parle -J" h cdigo criminal, per-
miniado qoe a autoridade policl oa ojnix
de- paz, sem' mandado da autordnd forma-
ito?a di cu pa, ordonem a prisao do colpa
d > c'e crime natiai; irel, se receterem re
quis-ico da autoridad* competente, ou
qu.ia.Jo fr no3ort a rspedicao da-orden
regatar de captara-, casos estes en> qoe a
autoridade judicial ou o ;oiz de p nao
comtncttem c un., conxa alioardade indivi-
dual, pooivel naqoelle artigo.
Sao ertas- as unios alterafoes qae a nova
reforma fcz uis disposicoe* do cdigo cri-
minal, e qoe jolgiaos ler apreciado xa
todi a imparcialidad^;
Todos sabem qua.io sio eootrovertidaa
eoas quesees de directo penal; anas, tendo
unkamente em vista dar oasa ila gerai
da alterare le tas n> legislado anidrior
pela nova raforma, fcil da eiplicar a
razio porque- nos restringimo ao mbito
de oas artig- de folba diaria ; no bvros
espetaes podar' estui.r quem 'vt sede
de otrtecimeotoa profunaa.-
As providencia tomados pela nava lei
em roacJo > eanpeicoas, pareces1 bailan-
te incompletas. Er esta eme materia im-
portante qua dave- attrahir toda a attencio
do legijador.
Se ka verdade- axiomtica* iacoatostevel.
que a imparciadade oaa coodo in-
dispeooatel de juoti?.-
A ordm e a mofai publica -exigem que
juizfiaae, quanto- aeja pcesHiel, iearbido
de converter sua ^arjsdiccio em- atMaaen-
to e pixoea proprtas ou albotf s<
Qaand om borne* tem a desgraea do
se torosr crimioo>'ou stapeo de om cri-
me, tara -o direito o exigir qne o jalgnam
conforme os estricto priacipia da-ler, sem
a-menor iaflwencia de odios ou vingsneas.
D'aqoi o di eitc- reconbeciao por toda
as legisiajes de oppr saspaieSo, c recu-
sar o juiz'qoe nSo eota no caw de -fllgaT
orna causa com imparcialidad:
Para qae n i prevaleci, pas, .as- ruin*
paixOa da joz, asaiifc como tambem* para
que as partes nao abasem > sea ireito
de reci>sar, tem a legislado esUbdecido
regras etermnadasv
NSo poda a nova reforma sor indiferen-
te a tj grave assnmpto, mata principal-
mente ojeado a ldgislajSo aulericr daixava
muilo a desojar. T'oanju, poia, alfomaj
providoncias de akante, qoe paitamos a
expor.
O j-:ry oio j alga as -sospeses- pcatas ao
sea presidente. Na commarcas eapociaaa
o ju'gados pelo presdeme da reacio, e
as geraes.pelo juiz de direito da. mais vi-
zinba, aa ordem da tabella especia.
QoaaJo.no jury o presidente .'acusado
nSo reconjiece a sospeicSo, nSc&fe.-aspeada
o juramento.
O silencio da nova lei qpanto as saspei-
cas [iostas na fcrmacSo da. cdpa e nos
procbfisos de desobediencia^ i oca a que oes-
tes casos continuara a nao toe lagar as sis-
peieSes.
Ora,, nenbumcn destas disposiees noapa-.
rece rasoavel.
O legislador devia ter em vista garantir
males qne pdem provir de se lbe dasconhe-
cer a natoraa. A boa.razao calma. e_des-|0 rec.'c0nt'r7o abaso do.jpi"z. sociedade
rio tacto jurdico, sao os C0Qlfa 0 aDaso.do roo. soovinhi
JURISPRUDENCIA.
Reforma indiciarla
IX
as diaposcis do cdigo criminal fez a
nova reforma algomaa innovabas; se bem
qoe ponco numerosas, multo importantes.
Prende uma dolas em uma qaestSo tao de-
licada como conhecida dos criminalistas,
qua o plano do nosso trabalho s nos per-
mi tte tocar de passagem.
Hi disposiees criminaos innovadas pela
recente lei ;aio aa que se referem aos te-.
rimemos ou ofensas pbysicaa, ao homicidio
involuntario, e ao eslellionalo.
Imitando a legislacSo poitngoez'j, com-
mina a nova lei a pena de prisco de um
mez a dona aonos e mqlla correspondente,
Italia, apesar da saa decadencia,' contra qnetq commeUr boniciJio, oa fr
preqcsupada, em cer
guias mais segaros em tal materia. Seria,
inadraissivel que a lei produzisse um mal
maior do que aquello que quer evitar.
Ja o nosso cdigo criminal ao art. -U
aberrou do?, saos principios da sciencia e
dajustica, quando consagrou a disposiejio
de que o autor de um ferm^nto rospon-
savel pola mora do ferido, anda guando
esta nio seja uma consequencia immediata
e directa daouelle; e Foder estabelecera:
aqoillo que nao dependo propriamonte da
natareza da ferida nao pode ser imputado
ao autor.
Nesse art. 191 o legislador jas altendea
ao mal material, nSo como consequencia do
acto moral, mas proveciente nicamente de
accidentes imprevistos, em que nSo teve
parte a vontade da agente, e militas vezes
devidos vontade- do ollendido.
Muito mais sai>iam.enta*dispoz em contra-
rio o cdigo da Ba viera em seu art. 144.
NSo senjo admissvel dsposicSo que se
aparte da jasica morai, ou direito que nSo
seja moral, nem na lei expressSo qoe seja
redundante, pensamos que a innovado da
reforma oeste ponto vai de encontr ex-
prs sai voluntaria > do i." do art 2.
do cdigo criminal, ou trate da accSo oa da
omissSo.
A isto applicavel o qoe diz o Dr Mon-
des da Ganba as suas observares sobre o
cdigo penal brasileiro: Jesos ensinon
que o ciime tem a sua raz no corar,lo, e
nSo na materialidade dos actos: de carde
tnirn exeunt.
Alguns criminalistas ebegam at o ponto
de opinar qoe seja ponida a imprudencia
temeraria. Destes talvez se podara a re-
forma approxmar mais prudentemente, fu-
gindo a disposiees absolutas, e eipeciflcan-
do os casos da cnlpa.
Passando a tratar do estellionato, de qne
trata o 4. do art. 264 do cdigo criminal,
define-o a reforma o artificio fraudulento
pelo qnal se obtenha da outrem a entrega
de dioboiro, fundos, ttulos on quaesquer
ber,s pelos meios de: uso de falso nome
ou falsa qualidade, oso de papil falso ou
(d'lsiflcado, emprego de fraude para persua-
dir a existencia de empregos, bens, crdito
ou poder supposto, on para produzir a es-
perance de qnalquer accidente.
Explicando agora aquella dsposicSo do
COdtgo, e tiraado-llie ama elaaticitUde, qae
conceder
o direito da secosacacs. mas em concces
taes que dalle se aao- podesse abusar ; a
justo sera o termo medio entre os dou.-.
extremos.
V-se Qje na nova reforma o legislada.'
se dexou preoccapar pelos abasos qpe
oodiam provir da parle do reo, o que deu
em resallado a desequilibrio contra este
e por consequencia maior ambo aa arbi-
trio do jniz.
E' isto muilo para lastimar. Forquaba de
nolar-se que^neste oso, aqoillo que &e lira
deesa do reo nSo se augmenta as garaolias
da sociedade, como acontece- em outras cir-
comstanoias.
Neste ponto todo o qua nlo fr justo 4
legislado em para perda. Se a sociedade
perde com o abaso que o reo possa fazer
da recusarlo, tambem perde, e talvez mais,.
com o abaso de jurisdiccao que o jaz pos-
sa commelter.
A'm de que, mais eficaz o oortectH
vo da lei contra o abuso que o rao pota*,
ter feito do sea direito de recatar, do qoe
contra a persisten -.ia do jaz em julgir am
feito, em qae nlo pode oficiar imparcial-
mente.
Nada obsta a qae a exceptad da suapei-
cSo seja julgada com celeridaa; e aaaim
nio ba razio para qoe se ooosinla na lyran-
nia de nm julgamento apaixooado, ou na
crueldade de um novo jalgamanlo, qaando
a aatoridade superior reconhece a proco
dencia da snspetcao.
Parece, portanto, moito preferivel qae
se dsse excepcad .de aaapeicSo efleito
suspensivo, ou ao menos algum recorto qoe
corrija o capricho do jola, ^Hacipalmente
3uan1o a recasacio se basoaaae nos caso
o art. 61 do cdigo do processo criminal :
inimizade capital, amizade intima, paren-
tesco consagiaeo oa de afinidad at o
segundo grao, qualidade de amo, do seober,
de totor on" curador, o ficto de ter de-
mtnia com algoma das parles, ou nteres
particular na deoisao da causa.
( Continuar-se-ha )


LifiD
TYP. DO DUJUQ^Wt DO DDQE D| l*i
i
f.


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