Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12573


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Full Text
. NUMERO 2

i '

.
?ABA A CAPITAL E iUGIRIS OD! IAO SI PACA POHTV

Por -p mezes adiaotadoa
>lor seis ditos ittoro .
?or am noo ideui.. .
lada aamero avnlsu ....

*

' .....
-.


iERC* FERA 30 .
PASA DIITBO l JOSA DA POTIIClA.
Por tre mezei adiaatadoi
Por seis ditos dem. ....
Por nove ditos idem ....
Por nm auno i
.


Fropriedade de Manoel Fi^elra de Varia Se Filhos.



O 3r*. Gerttdo Antonio Alvee d Fi
Pereira
A Annrai:
dt Filhoa, no Para ; Gongalve A Pinto, no Maranhio ; Joaqnim Joi de Ovra A Filho, 09 Cear ; Antonio de Leaos Braja, no Ancatj ; Joio Maris Jnlio Chaves, no Ass ; Antonio Margues ds Suva, no Natal; Jos
ra d'Alnreida, em Majianguape; Augusto Gomes da Silva, na Parahyba; Antonio Joe Gomes, ns Villa ds Penha; Belarmine dos Santos Buido, em Santo Antlo; Domingos Joa ds Costa Braga,
em Nazaretb ; Antonio Ferreira de Agoiar, em Goyanna; Frsncino Ta vares ds Costa, em Alagoas; Dr. Jos Martina Alvos, ns Babia; e Le te, Cerqainbo d C.i no Rio de Janeiro.
------------------------------------ -- 1 --------------------------------------------------------- .....,. _. ._
PABTE OFFICIL.
(onmiuil.) das armas.
QCkKKL GENERAL DO COMMANDO DAS ARMAS
KA PROVINCIA 1)10 PERXAMBUCO, EU 211 DE
JANfiJRO DE 1872.
Ordem do da n. 601.
O eoronel coraraandaute das armas nleriuo faz
pablica para cooheclraenti da guarnidlo ose-.
guate:
1." Que a 13 foi deslgalo do 9* batalhao com
destino a crtrte par* se reunir ao seu batalbio, 16
de infantaria, o Sr. tenante Jeo Evangelista Leal,
que seguro a sea destino a 27, lado do correnta.
2. Que na mesma dita se apresenlou vindo da
coart conduzinlo presos, o Sr. alferet do o* bata-
lhao O infamara Aid'-b de Souza lavara, que
sendo addiJo ao 2* halala a 23, f.i desligado a
26. e regresson corte.
3. Que a 24 se apreseptou rindo da meara i
procedencia o Sr. 2* cirurgio do carpo de sale
do exerci'.o Dr. Francisco Borges da Barros, no-
maado pelo ministerio Ja guerra para o servieo
medico da goaroigo desta cidade.
4.a Qae.a i-> desta mez apro pito hooorario do exercit" Antonio Francisco Car-
doeo da Sampaio, vial> da provincia do Maraoho
coadoziodo presos destinadas ao presidio de Fer-
oaudo da Noronha, para onde deven seguir na
pnmeira opportunidade de transporte, fleando em
quaota oio segu para ai addido ao 2 batalhao
de infamara.
5. Finalmente, que a 27 lambem do corrente o
Sr. cipitao do 1' rgimen! > de arlilharia a cavado
Cosario de Almera Nobre de Gu o resto da licenga de 2 mezes que obteve por avio
da ministerio da guerra do t dezambro prximo
fiado, e fui mandado addir coropaohia da aval-
lara paraneila fazer o servigo que lhe competir,
asaquanto nao seirae para a eorte reunir se ao
seu rrgimento o que ter logar no primeiro va-
por da oirapanhia Brasil-ira procedente do norte.
O mesmo coronel cororaaodaote das armas de-
termina, que na rnanha do da Io de fevereiro
vindouro .ss passe mista de mostra aos corpos
em gaarnicao nesta provincia, e as companhias de
aper-rios militares uo arsenal de guerra, a deca-
vallara, pela ordem seguiote :
A's 6 "/i a coraoanhia de operarios, s 7 a de
avallara, s 7 >/a ao 2' batalbao de infamara.
as 8 a o 9* da mesma arma, e s 8 '/j ao deposito
Ue racruUa.
(kiHga*o).Jo$ Hara Ildefonm lzame in
'Vtiga Pettoa e Mello.
(Conforme). Csmenle Francilio Tivares, te-
oeat--aj.dame de orJens eBcarregado do deta-
Iba.
Cosnuiaado superior.
{CARTEL DO COMMANDO SUPERIOR DA OCAttDA
NACIONAL DO MUNICIPIO DO BECIPE, i) DE
JANEIRO DE 4872.
Ordem do da n. 51
O lllm. Sr. coronel comraandante supe
rior manda dar sciencia aos corpos .sob seu
commado, do segointc :
V qae pordesp^cnos de 5 docorrenlemez
cooceden 4 mezes de licena ao Sr. Io te-
oeata do Io batalLS i de artilbaria Thomaz
Feroandes da Canba Jaoior, para tratar de
seu* interesses particalares dentro da pro-
vincia.
S" qoe por portara de 19 o Exm. Sr.
coaaelheiro presidente da provincia mandou
dar guia da passagem para o municipio do
Cabo, onde fixou sua residencia ao Sr. ca
pito do 7o batalhao de infantaria Joaquira
Pedro Carneiro Campello.
3 qoe no referido dia 19 do corrente
mez fallcceu o Sr. teaente do 1" batalhao de
infantaria Frankm Freir Gimeiro.
Manda oairo sim reoommendar aos Srs.
commandanies dos corpo a pontual remes
sa dos mappas mensaes de que tratam os
?> 1- e 13 do artigj Io do decreto de G de
abr! de 1854. X
Eatra de servico ra mez de fevereiro
prximo o Sr. major anudante de ordens
('W Gomes Lial.
odolpho Joo Bar a'a de Almeida.
Corone! chefa iolerioo de estado-maior.
EXTERIOR.
Buenos- iyres
14 do jsneiro.
Nio raais no dia i' deste m^z o encarmen-
lo d exposigao de Cordova, como estava marca-
de f-fflcialmente e publicado era todos os jor-
BRM.
A.iui o governo nao urna eotidade moral:
o individuo as>im faltando o individuo, falta o go-
verno, e n ; actos em que o geverno deve ligu-
rar, a falta da pessa govcrnam^ntal nao pode
Mr substituida fcilmente. A exposiejio de Cor-
dn, qae tantos motivos fizeram adiar na sna
abertura por duas vezes, acaba de ser adiada em
sao encerramento para oito diasj depois. Essa fal-
ta de pratualidade em certas actos pblicos lira
Ibes o prestigio d? certo modo.
- A molestia do presidente da repblica priva-o
de comparecer ao acto do encerramento da expo-
sieao, que elle to pomposamente abrir. S. Exc.
actuase muito melhorado ; mas ao que se diz, de-
ve aabir para o campo, a conselho de seus mdi-
cos. Sj realisar se esta bypothese, entrar para
o governo o vice-presidente D. Adolpho Al-
Eco razo da aaolestia do presidente ia presidir
ao acto do encerramento da exposiQao o ministro
da rastruccio e callo, e como traba-se mareado o
dia t- para o encerramento, todos os diarios po-
blieavam qua S. Exc sabina no dia 10 para Cor-
dova, como disse eu na anterior. Agora, como S.
Exc. tem uegocios a tratar nasta cidade, baixa
ico decreto adiando o encerramento para o dia 21.
Nao ei porque nao bavia de ser representado
o presidente aesse acto solemoe pelo vice-presi-
wl; da repblica, como fura rnais curial.
De todoi os paizes da Europa o qoe proco -
roa figurar mais na expo'icao de Cordova foi a
Inglaterra que oecupoa todo o espaco qoe Ibe ca-
ba ao lado sul do palacio c >oi suas mercadorias,
a nfila do pavimento inferior, e metade do salo
de machinas levantado no parque. Oa outros pai-
m poaco expotertm, maa todos se flxenm e-
praseoiar mais oa menos bem.
O presidente da cjmmisso director!, qae
io l poapado estorbos para dar a expasicjio de
Cordova uda a importancia, acaba de ter urna
crasa satisfacao no reonbecimeoto dos seas ira-
albos.
Os habitantes da cidade de Cordova mandaram
aoabar urna medalha de ouro para oerecer-lhe
memoria dos seas servido-1. A medalha ter- serrat e do do Loreto, coa a exposicii fandoo-se
rubins e topasios, tenlo no cenUo um bri-
Ibanle.
Um peridico illustralo ioglez'publica ama gra-
vara di palacio da exposicao, acompnhada de
nm artigo noticioso e lisongeiro. Essa mesmo pe
riodico, logo abaixo, oeenpa-se da le de 28 de se-
lemiiro, que aboli a escravidao nacional no Bra-
-il, fazeudo pomposos elogias ao imperio.
Tive occasio de ver a gnvura das medalhas
que se mandaram cunhir em Londres para pre-
miar os expnitores que o mere:erem. Hi meda-
lhas de ouro, de prata e de bronze.
A gravura representa urna medalha circular.
Em urna face, na circumferencia, em letras gran-
des,-Libertad y trabajo Ano MDCCCLXXl. No
ceutro do circulo, em mcio de dons ramos de fo-
Ibas em letras menores. Al mrito el gobierno
argentino, bajo la adminisiracion de D F. Sar-
miento.
Na ontra face di medalha a gravura repreien-
la a industria, o commercio e a agricultura, sen-
di esta ultima coreada pela Repulica Argentina,
que re.oousa o bracj esquerdo sobre o escudo na-
cional (onde brilin o gorro phrygio), tem ao lado
um globo da geograpftu urna esphera armillar.
Por detraz do symbolo da rapub'ica sedascobre
o* busto do actual presidente D. F. Sarmiento.
Por detraz do grupo appare:e urna locomotiva a
um barco a vapor. Ni fundo do quadro elevara-
alias montanhas, qae representara os Andas.
No alto, onde pairam as navens do co, esta
l ascript) em letras majaselas.
Repblica Argent-na.
No iado opposto, na bsse do grupo cima des-
enpto lem se estas palavras em urna li'a :
Exposicin nacional de Cardona.
A gravura e.-t muito bem feita, e a juizi dos
entendido perfeitissima. E'peram-se as mada-
llias da Europa uestes tres mezes.
A distribnicio solemne dos diplomas, que altas-
tamos premios obtidos pelos ibjectos expostos,
ten lugar era Cordova a> dia que se fixar poste-
riormente.
Os expositores residentes em Cordova, au devi-
damente representados all, qae hoaverein obtido
premios, dovero registrar seus nomes no escrip-
torio da comraissaria geral da expsito nauuella
cidade, oito dias antes da dislribuigo dos diplo-
ma.
Os registros para esses objectos licara abarlos
em Cordova at 2o do corrente. Com esses co-
nheciraentos authenlicos o representante do go-
verno nacional far a entrega dos diplomas aos
inuressados presentes.
A coraraisso directora far posteriormente en-
trega em Baenos-Ayres daqaelles que oio se hou-
verem reclamado era Cordova.
Dos objeitos expostos d) Brasil, que, come
notorio nao passaram de cinco, foram premiados
tres, como se vai vr:
CstSgoria 31. Gustavo Schnorbasch. (N. do
Cal. 3.) Amostra de cigarros da Baha.terceiro
premio medalha de bronze.
Categora 51.Candido Alfonso Morelra. ff.1
doCat.) Seis frascos contendo amostras variadas
de assucar de caunaterceiro premio medalha de
bronze.
Categora 66.Uippolvto Gautier de Santa Ca-
tharina (N. do Cali. 7)Co'lleceao de plantas do Bra-
silsegundo premio medsfha de prata.
A colleccao da madeiras mandada pelo gover-
no do Paraguay, ganbou o piimeiro premio, me-
dalha de ouro.
Depois me he de occapar dos outros pre-
mios.
Chegaram no oa 10 a esta cidade telegrammas
da cidade da Paz, que aflirmara ter reoentado
ama revolugao em Corrientes.
Contava-se cora isso ja qmado passei por
all.
A eleicao para o governador daquella provincia
era noverabro do anoo findo, foi feta com todas
as tranqoibarnias, alicantinas, pri.-oes e barbari-
dades, que caractorisam essa acto da soberana do
pavo n-stas repblica* em qae as formulas lbe-
raes sao perfaias barias e plantasraagorias.
O partido vencido na eleicao era ama seccao
do proprio partido que irumphava. O partido
vencedor era representado por Raibiene, o gover-
nador deento, pelo Dr. Lagrane, governador da
provincia no lempo da invasi paraguaya, e pelo
Dr. Torre a i, que foi s ministro argentino nessa
corte, antes do tinado Paamero.
O outra partido lioha por chefe Parapin, e ou-
tros horaeos de posicao elevada, entre os ques lo-
sarralde e Arcona.
Esses tinhara-se unido ao amigo, partido federal
de Corrientes representado por Evaristo Lopes,
que foi deposto por u^a revolngao era 1868. Pa-
ra prova desta uni) erara representados na im-
prensa per um jornal qae tinha por tijulo 'A fu-
silo,
A seccao qae se achava no poder tinha por or-
go a Eiperanea, amigo periodijo de Corrientes,
novo govsroalor tomou posse a 25 de dezerabro
no meio de todas as feliciacoes e banquetes dos
vencedores-
Duron quinze dias no poder.
Os vencidos qae desde covembro, depois da
derrota das urnas, conspiravaii em toda a provin-
cia, umrain-se, ao que parece, a Lpez Jordn,
que tinha odio Bgadal a Babiene e a seus corren-
tinos, pois foram esses os que o derrotaran) em
fevereiro do anno passado no combale de Naem-
b, que termioou a guerra de Eatre-Rios. Em
ama e ouira das duas provincias lavra, pois, a se-
dicao, se verdadeira a viada de Lpez Jordn.
Os jornaes de Buaaos-Ayres oceuparam-se logo
no dia immediato ao dos telegrammas d'esse as-
surapto, e teera conlinuado at boje, exprimindo-
se cada ura segundo :uas opinioes a respeito de
cada grupo, e peaindo alguns ao governo central
providencias para apaziguar o molira, que entre-
tanto applaudido pela inaior parte.
O governador de Corrientes, D. Agustina Justo,
foi deposio e preso, dizem. Os revolucionarios apo-
deraram se do governo. Babiene, o ex-governa-
der, escreve de Goya, dizendo que ali est rea-
nindo gente para dominar a revolujo. O gover-
nador da provincia nao pedio ainda o auxilio do
governo nacional, sem o que, conforme a consli-
tuicao, nao pode o governo central Intervir nos ne-
gocios de cada proviacia. Nao obstante, o com-
mandaate do vapor Espora j tevg ordem de adiar-
se proropto primeira ordem.
Pondo de parte estas scenas. qae provara o
atraso das inslitaicdes democrticas nestas para-
ge ns, vo i ta re mioha tarefa mais grata.
Na minht anterior correspondencia apresenlei a
idea da funda^io de duas escolas, ama de seiencias
naiurae* para Uatto-Grosso, e a ontra militar para
o Rio Graode do Sal.
Esta- ideas podera parecer extravagantes
quera smenie pensar as despezas a fazer com
duas provincias qae. sao j to pesadas ao thesou-
ro nacional, sem attender % qae a fandacao das
duas escotes dar > no porvir aalto boas fraetos,
qae convertero em productivas taes despezas.
A necessidade qae ha no Brasil de disseminar
o ensino publico, traz como eonseqoencia imme-
diata a descentralisaco da nstracco offlcial. A
Repblica Argentina'est tratando de realisar esta
Idea com a fuodacSo de col agios nacionaes em to-
das as provincias, dotando-as de ndeos do ensino
professiooal, segando as tendencias topographicas
de cada provincia, sem dar importancia despeza
qne (az com Uto.
Em Cordova, alm da aniversidade qae j existia
de ha rnuito terapo, do collegio nacional de Mont-
clonal, estabe'.ecido all por ama le do congresso.
Tive occasio de visitar aquella observatorio em
ama occasio em qae vis'ton-o tambero o vice-
presidente da repblica e sua comitiva, pelo que se
permittio a tolos observar enlo algaas planetas,
seado a visita faita noute, e mostrando-se maila
araabilidade para coa todos os visitantes. O di-
rector do observatorio um astrnomo norte-ame-
ricano, o Sr. Dr. D. B. A. Gould.
O obiervitorie acba-se collocado no alto da bar-
ranca a S. E. da cidade', a amas 8 quadras lo
passeio de Sobremonte, 13 da prara principal e ho
longo dos jarlins da exposicao nacional.
O plano do edificio coasiste em um qaadrado
dividido em quatro qoartoi de 5u8 de lado para
cada um, formando azas a S. E., doas qartai
mais de 3m6 de largara para 4m2 de compri-
men!) destinados a observacoes no plano do me-
ridiano, e as extremidades das duas torres circu-
lares de 6 n de dimetro cada ama, em direceo
N. e S. Serven de prolongaco ao edificio duas
torres raeuores de im de dimetro.
As capolas de todas as torres sao gyratorias, e
crim um syslema de janellinhas qua parmttem
aberturas em qualquer elevado.
Da sorte que lado o edificio forma ama cruz
que termina em cada ura dos seus eitremos por
urna torre.
O eomprimento total de cerca de 38m de
E. a 0. para ama largura de 2im3 da N. a S. A
elevacao das torres maiores de 6m e das meno-
res .rimi.
O terreno, em qne est collocado o observatorio,
foi cedido pelo governo da provincia ao da naci
e forma nm quadrado de 2l6m9. A maior parte
dos maternas para os qaartos e as torres foram
trazidos da America do Norte. As obras de pe
dreiro foram fetas na provincia. Adjacente ao
observatorio, edilicou se tambem a casa de habita-
cao do director e da mais erapregados. Os segura-
tas i ns aumentos acbam-se j collocado-*, e em bre
ve ti 'ara concluido todo o edificio.
O circulo meridiano, qae serva para determinar
as portajes absolutas dos corpos celestes, per ob-
servacoes feitas em sea transito pelo meridiano,
foi construido era Hamburgo pelos Srs. Adolpho
Repsold e filhos, cujas oficinas sao as mais acre-
ditadas para instrumentos d'esla classe. O eom-
primento do telescopio de 1 m 484 ; a abertura
de sea objeclivo de 122m ; as divses doa circu-
ios permitiera a apreciarlo at de segundos, por
meio de microscopios.
Todo o apparelho est mentado sobra dous pila-
res de marmore braneo da serra da Cordova, em
cimentes slidos, qae teera Iraiil de altura por
,m7l de largura.
Por meio de um apparelho o iastraraento pode
ser remov lo, e invertidas as extremidades de um
eixo principal em dous minutos de lempo.
O Grande Equalorial o primeiro instromento,
se consi derarmos seu tamaoho imponente e a (br-
oa de augmento. Nao (ando sido encomraendado
com a devida antecipagao, sua onstruccio nao
est ainda terminada ; mas o director do observa-
torio procarou um objeciivo de graa-le superiori-
dade, obra de Fitz, distincln ptico de Nova-York,
e enja torga tem sido j ensaiada. O telescopio
tem urna abertura de 0,m8, urna distaneis- focal
de cerca de 3,ra63- E' dotado de om appareibo a
modo dos de relogio qae lhe commuaica am mov-
an soto adaptado ao de qualquer estrella, de modo
qae o observador a julgaria estacionaria no cam-
po do insiruraento. Este descansa em ara pilar de
marmore braneo, da altara de l.m'.U, e oceupa a
torre de E., cujo tecto giratorio pie ser movido
a permute a vista do astro em qualquer regio do
co.
O pequeo equalorial tem ama abertura de cer
ca da 13 centmetros e dotado de dous circuios
cuidadosamente divididos, est collocado na torre
do sul.
O photometro que se acha na torre do norte,
um pequeo, porm utilissimo instrumento
Foi construido na Allemanha sob a immediata ios-
pecgo de seu inventor, o professor Zicllner de
L-ipsik.
O spectroscopio, que se est construindo em
Leipsik, aiola nao est ni observatorio.
Estes dous ltimos ostrameatos sao propnedade
da academia americana de arles e sciencias de
Boston, e foram empre-tados adra de que o pro
fessor Gould estudasse a laz das estrellas d> sul.
E' de esperar qae o governo argentino faga a
acqnisjgio d'esses instrumealos, e os retenba corao
pertencentes ao observatorio.
A bibliotbeca do observatorio compoe-se de uns
dnzentos volames, doados por inslituigSes scientiQ-
cas da Europa.
Como a exposigo patenteou maitos horison-
tes novos para a repblica na mioeralogia, e
agricultura, (era sido nomeados professores d essas
cadeiras nos collegios de Cataraarca, S. Juan, Tu-
cuman e Salto, onde fundou-se ura departamento
agronmico.
O ministerio da inslrucgo publica lera expe-
dido decretos para a remessa de ranitos livros da
inslrucgo primaria e secundaria para todas as
provincias, o que determina enormes despezas para
o thesouro nacional.
Urna comraissao para fundar bibliothacas parti-
calares acaba de dirigir a todas as redaegoes dos
peridicos urna circular pedindo qaa todos elles
a ajadera nessa propaganda fecunda. Todos pu-
olicaram j a circular.
lia, pois, um grande movimento offlcial para o
progresso da inslrucgo, caja frente se tem
apresentado o ministro respectivo, lalvez porque
candidato presidencia,"e qaer fazer jus votago
as provincias.
Qualquer qae sejat o motivo, eu applaudo esse
movimento, porqne a instraegao est anda muito
atrazada, como se ver das seguales bases :
A povoago total da Repblica Argentina, in-
clusive a dos territorios naeiooaes, avalia-se se-
gundo o censo, no algarismo de 1,877,490 habi-
tantes. Has, dedaziado 41,000 Argentinos qae
vivem no estrangeiro, e 93,148 selvagens nos ter-
ritorios nacionaes, temos dentro dos limites das 14
provincias da repoblica 1,74.3,342] habitantes,
sendo :
Homens. Malheres. Total.
897,780 8io,572
Dizem qae sabem
lr.....204,933 155,750 360,683
Dizem qae sabem
escrevr. 186,132 125,879 312,011
O termo medio dos que declarara saber lr e
escrevr sobe a 336,347, isto poaco mais de
ama quinta parte da populaco. D'este modo, de
dunda esta somma da de 1,836,147, qne represen
ta a populago efTactiva da repoblica, inclusos os
territorios, resultara 1,500,143 ignorantes.
Ainda ha qae (azor outra conta em respeito aoa
qne dizem saber lr e escrevr.
Horacio Mann, referiio-se a dados anlogos doa
Estados-Unidos, demonstron plenamente qoe na-
cessaro diminuir 30/100 .-no algarismo dos que
apparecem no censo, sabendo lr e escrevr. Fica
ento a nossa somma rednzida a 235,442 e ang
mentada a dos ignorantes 1,001,047.
Ha, porm, mais, segando o Sr. W. H. Prasser,
ama classe que no censo ipparece como sabendo
lr e escrevr, e que no entretanto nao o sabe se-
nao muito imperfetamente. Os d'esla classe ISm
com grande dffllculdade e gaguejando; e, se sa-
bem assignar o seu nome, raras vezes fazera uso
de urna oa de outra oousa. Por isso nao apro-
veitara os meios de instruir-se e de aprender o que
olTerecera os Jivroi os diarios, nem fazQra suas
os ignorantes e os bem educados, pode com sega-
ranga afflrmar-se a sexta parte dos qae o censo d
como tocados.
SegoeiB este, o algarismo da gante bem e me-
dianamente educada Oca reduzido entre os Argen-
tinos a 196,202, subindo o das pessoas perfeita a
medianamente ignorante a l,r>40,87.
Devo aqu declarar qae as observag&s aoterio-
res da al Prasser se referem aos Estados-Unidos,
onde ha boas escolas, e grande estmalo pela edn-
cagao, a onde, em um so estado, o de Nova-York,
ha mais Se 14,000 bibliothacas.
Aparadlo a estatislica, e seguindo termos da
eomparafiao qae nagoes mais avantajadas ollero-
cera, podemos por analoga calcular qae dai
196,202, pessoas qae apparecem no censo sabendo
ler bem, quatro quintas partes, isto 6, 156,961,
nada lem por falta de livros, e per consiguite
nao tem sogSes de mda. A nove dcimas partes
dos restantes, nto 35,316 nio sabendo outro
idioma sonao o he. cenles, ojo podem eitender-se a esphera dos seas
conbecimentos.
A decinn parte restante, isto 3,942, l;m em
francaz o| tnglez o qne Ibes vemos mo.
Nao se deve prever de vista a le da erescimen-
to da povoago argentina, que deve calcularle em
27/100 era cada dacennio.
A parte correspondente ao crescimento natunl,
17/100 mais oa menos deve juntar-se ao algarismo '
dos ignorantes.
Emquanto ao cre3cim8nto por accessio doo
40,000 immigrantes que todos oa anuos se iocorpo
ram ao poo argeotino, oito (temas partes, ists
, 32,000 sao completa e mediaaameute igno-
rantes.
Segando o censo, o namiro de prvulo de 0 a
14 annos :
Da meninos. Meninas Total
219,17o 194,284 417,459
44,990 37,681 82,671
o cavalleiro, e quebrando lhe as
Vo escala.
Ficam, por-
tanto, sen es-
cola.....y... 184,18o 155,603 340,788
Ficara, portan!o, desuardados da aprender.....
340,788 crjangas I
Vejamos agora qnanto dinheiro dodica e paiz
edacago rudimental de seas fllQos.
Actualmente se gsstam com a instraegao pri-
maria dos 12,671 meninos, entre o governo nacio-
nal, os governes de provincia, as municipalidades
e o particulares, 701.000 pesos fortes ou........
1.100:000*', o que d a proporgo de ura menino
na escola para 22 babitantei, e ama despeza de 38
centavos fdrtes por cada habitante. Repartindo o
totil de despezas feitas entra todos os que o censo
d como asaistindo a escola, toca para cada crian-
ga 8,46 pesos fortes oa 161500.
Oatrazo se demonstra ainda por este fado.
No Rio le Janeiro fizeram os livreiros Laera-
mert Garnier fortuna immensa com a venda de
livros. A populago qae Id tem bibhothecas par-
ticulares do Brasil.
S i Rio da Prata as livrarias, apszar de nao pa-
garem aenhom direito, aenhama fortuna fazem ;
poriamo, vendara ponco. As nicas livrarias que
fazera negoof sao as dos aHemies e dos inglezes.
Essas duas Colonias sao no Rio da Prata as que re-
presentara o amor da leitura. A teitura da popu-
lago proiriamente dita lera por base principal os
diarios, os sommanarios e as revistas. O prego
das sabscripgoas mailo barato, e cada qual as
signa o seu jornal; esses sim, sao lilos por lohs.
A bibliotbeca publica aquirio por compra no
mez de dezerabro 12 obras com 31 volaraes e 13
peridicos. Por doagoes adqairio 55 obras o
formara 99 volames, 2 entregas de publicagoas pe-
ridicas, 2 mappas e 1 plano. Nessas doagoes nao
esto incluidas a Revista Trimensal d) Instituto
Histrico do Brasil, e outras obras que esperara
amia j annunciadas.
Os concurrentes a bibliotbeca foram no mez da
dezerabro 223, que pedirara 78 obras de direito,
47 de litteratura, 2 de pathologia, 30 de historia,
23 de scioacias exactas e 52 peridicas.
Dessas obras 58 sao em fraocez, 20 em ioglez, 8
em italiano e as demais em hespanbol.
Livrarias s existera am Buenos-Ayres, Rosario,
e Cordova. as outras provincias nao se vendem
livros.
- O atrazo da inslrucgo popular sa depreben-
de tambera dos segrales fados :
No Io deste mez houve urna especie de S.
Barthotomeu dos Mediis em urna povoago da
provincia de Baenos-Ayres, ao sal desta cidade.
Foram os assassinatos de Tandis. Um chileao que
rlngindo-se medico inspirado por Daus tiulu sabi-
lo fanatisar o pavo daquella povoago, ao araa-
nbecer do dia 1* acompanhado de grande numero
de pessoas do povo, e at de fazeodeiros, com bau-
deiras era que vioham desenbadas cruzes verme-
Ibas, assaita va a populago estrangeira, degolanda
a e matando-a, aos gritos de morram os macoes,
morram os hereges t
As familias estrangeiras eram as vieiimas da
carnificina, fazendo at parte da hecatombe do fa-
natismo as changas de peito aos setos das pro-
prias mais.
O hornera qne caaitaneava este motirn era um
pobre diabo, qne fazia em Tandil o mesmo ou mais
do qne fazia o Jaca Rosa no Rio de Janeiro, por
meio de curas milagrosas. Felizmente a popula-
go estrangeira, protegida pelo juiz de paz do lu-
gar, reagio a lempo.
Foram morios alguns dos vingadores da igrtja, e
presos outros, entre os quaes o celebre Medico
Dios, a quera mataram depois na priso era que
se achava.
comas, nem. augmentara com urna carta o peso
miua em urna cor.a de loro, Expore aqu a historia do celebre Solares. A
generalidade dos habitantes da campanha, os gau-
chos denorrdaavam ao Chileno Solares medico adi-
vino. Outros o chamavam enviado de Deus. Oo-
tros lhe davam o nome de medico divino e de Tata
Dios. Era um indio.
Dizia um Santiagueo que de urna das povoa-
goes do campo de Sanl'Iago del Estero raziara qua-
tro annos que bavia desaparecido S. Jeronymo, e
que provavelmente era elle qae Bgurava como
medico Deus, a julgar pelos milagres qaa fazia,
pois nao podiam dar outro qualificativo s curas
prodigiosas qae, safando a generalidade, fazia
elle.
Dizem qae o tal medico divino traha um cavaiio
qae de dia e de noute estava arreiado, com o freio
na bocea, porta do enviado de Deus, sem comer
nem beber, e em perfeito estado de gordora.
Contara tambem qne um proprietaro tinha um
peo doeote, e quera esse que aquello advlnho o
axaminasse. Fazia-lhe ver o proprietaro o mal
qae ia fazer em pdr-se as mos daquelle esper-
talhio, pois qae nao era me tico e qoe, portaoto,
nao o havia de corar. Insistia o peo em qae o
levassem, e por Qm decidi ao patro a que o
acompanhasse. Urna vez em casa do medico, foi
examinado o peo, e o patrio foi encarregado de
llar no outro dia para busca-lo, qae j estara
sio.
Quaudo o proprietaro, qae nada sonra, teve de
despedir-se, parguntou ao medico se poda recei-
tar-lhe algama cousa para elle, ao qae lhe respon-
den qae no dia segaiote vollasse e lhe receilaria,
preveoindo-o qae sellasse para voliar o cavallo
mais manso que tivesse, e viesse o mais devagar
possivel.
O fazendeiro para ver al coda chegava o cynis-
mo e desfagafez do tal medie \ cumprio a recom-
mendagio ao p da letra, e quando ia pela metade
da eammho o cavallo^ um qaera tinha inleira con-
fian? w eomegou a vrenvear cono um potro, Mi-
rando ao chio
duas perno-,
O medico, qne ainda qne nao v, adivinha, disse
a sua gente que em tal distancia, e em tal direcgo
eslava am hornera com as duas pernal quebra-
das, e que fessem busea-lo, o que fizeram, trazen-
do o fazendeiro em um carro presenga do adivi-
nho, qae ioterrogoa ao doente a respeito do que
lhe havia proluzido as fracturas das duas pernas.
O do-rate narroa o acontecido tal qual tioba tido
lugar, e urna vez ioteirado o medico do accidente,
exprimio-se deste modo : Quera fez qae o se-
nbor qaehrasse as pernas fui ea, era desaggravo
de qae o senher qaiz zombar comigo honiem, pe-
dindo-me remedio para um mal que nao padeca ;
e agora, para provar-lhe que Deus lado me con-
cede, levante-se, senhor, queja est sao, v para
sua casa com seu peo, que tambem est curado, e
de outra vez tenha fi. %
O tenha fe era o cordo daquelle velbaco, como
de outros.
Conta-se tambera que o adivoho passava urna
vez por onde caminhava urna tropa de carretas ;
que um dos peots rio-se da figura ridicula do
medico, e que nao havia andado urna quadra,
quando o peo cabio morto, pelo que tuve de parar
toda a tropa.
Sabedor o medico do que se passava voltou para
a tropa, e dtsse ao capataz que nao sepnliasse o
cadver, porque no dia seguinte resuscitaria; pois
ara s um castigo que el e Ibe havia dado, porque
se traha rido delle, quando passava. E' intil di-
zjr qae no dia segninta o morto resusciteu, e se-
guio a tropa sea caminho. O marabnto de Tandil
ganbava cada vez mais o espirito dos nescios
Todo* esses sao milagres da ura mrito inesti-
mave!, mas o que deu mais popularidade ao adi-
vinho o que se segu :
Sao do dominio publico aqui e na provincia os
estragos qne tera feiio as comarcas de Aayaca-
cho e Tandil a secca e os gafannotos.
A gauchada se agglomerava era casa do medico,
afim de qae flzesse chover. Smente elle poda fa-
zer as preces pro pluvia, que fazem os padres no
Brasil. 0 adivinho, que sem duvida bavia visto o
almanacke, e sabia qne a 25 de dezerabro bavia
movimento da la, disse-lbes que se relirassem,
que com o nascimento do Senhor Menino se faria
o mtlagre, e que no dia 16 j nao haveria mais
gafanliotos. Ao menos nao fez andar o povo de
ps decalgos, frzendo preces pelas ras.
Com enalto, no dia 25 choveu, e como conse-
quencia disso, no dia 26 diminuirn) os gafanhotos
de modo extraordinario. O fanatismo cresceu.
Healsada a prediccao do nosso hornera, as mu-
lo er al velas lhe acendiam de noute, e ai de
quera se poze nho. Qae fastas I
Ha mais ainda. Um boraem da campo, sim,
mas de boa razio, dizia que ludo quanto se coma-
va do medico era certo, porque ello estava rauto
doente de rheuraatismo, e foi casa do medico,
mas sna estrella qaiz que nao pudesse v-lo; mas
que por conseiba de um dos deentes que all ba-
via, fez urna promessa ao adivinho de todo o ce-
ra gao, pondo se em viagem (inmediatamente para
sua casa, e quando chegou estava completamente
sao.
Per ultimo preciso dizer, que o qne deve mais
popularidade ao medico, era que, pelas coras ou
consulta?, nao cobrava um real sequer; mas tinha
outro meio de explorar a creJulidade do pavo.
Depois de raceitar ao doente, este Iha pergun-
tava quanto Iha davia, e responda o medico :
A mira nao deve naia ; pague Vrac. a Nossa
Senhora, que qnem o vai curar, Scando previ-
nido de que nao deve ser menos de dez pesos, nem
mais de emeoenta. >
O quarto d) tal medico era urna especie de gro-
ja, em que bavia oito ou dez santos, cada ura era
um altar com a Nossa Senhora no centro, tendo
esta dianto de si urna bau leja em qua se deposi-
tava o obulo christo.
Faziara ao Medico Deut cerca de duzentas con-
sultas por dia, e de todas as partes chegavam fa-
milias inteiras para ,v-lo. A estancia, em que es-
lava alojado, divisava-se como um acampamento
to grande como o que s fazia na guerra do Pa-
raguay para ura batalhao.
Esses pormenores todos coibi da ioilura de car-
tas, e declaragoes que lera sido publicadas na .W
cion, e na Prensa dous jornaes couceituados dasia
capital.
O Standar! e o River Piale Mail, jornaes ingle-
zes tera publcalo urna serie da artigas fulminan-
do o phana'.israo, e pedindo a pena de Talio para
os assassinos da famil'as, de velhos, de criangas.
Da Tribuna e Repblica fago estes extractos:
< A sociedade tomando a igreja debaixo de sua
protecgo, oppoz o maior obstculo a seu pro
gresso e aiiantameoto moral: destruio a indepen-
dencia da igreja, e associou-se ura elemento inof-
tensivo na esphera livre da actividade humana,
porm perigoso coma as armas officiaes que tem
a seu servigo.
Os privilegios concedidos igreja catbolica
palo estado convenido em crete tem influido de
modo decisivo em lodos os actos humanos. O es-
pirito religioso se tem associado a todas as caba-
las polticas.
A poltica se lera saturado do phanatismo.
It-lig.ao e poltica tem cahido em triste degene-
raco.
Se as mais ciaras intelligencias se tem dobra-
do ame o espirito retrogrado, votando recente-
mente a conservaco daqaelles privilegios, imagi-
nemos a autoridade discrlpcional qua exercer o
clero em nossa campanha desolada, onde encon-
tra urna populago errante e dispersa, preparada
para admirar o raaravilhoso com a crdula simpa-
cidade da ignorancia primitiva.
All o clero apoderon-se de tolas as conscien-
cias. Indignos sacerdotes de nma religio que
conta to augustos martyres, tem propagado da
cadeira espiritual as mais grosseras superstigoas
e semeado o phanatismo mais abomina/el. O cura
da campanha quasi sempre a autoridade abso-
luta e mfallivel do districlo. Sabese que era Sao-
ta-F houve am cara catbolico que impellio o seu
rebanho a bostilisar de todos os modos a popula-
go protestante, e que a bostilisava elle proorio,
promovendoo divorcio dos matrimonios, desconhe-
cemL-os, e antorisando novos vnculos das ma-
lheres protestantes, e divorciadas cora homens da
grey catbolica.
t Era vista de taes exemplos nao possivel des-
conbecer a influencia dessa propaganda funesta,
nem delxar de explicar os fados monstruosos do
Tandil, como ura frudo maldito da ignorancia e
da superstigao.
< O que jodia langar a esses gauchos, desher-
dados dos beneficios da educago, em quem a in-
telligencia est obscurecida callado lodo o sent-
meuto de dignidade, a emprehender urna campa-
nha contra os mages e os estrangairos, se nao
fosse a influencia de ama propaganda subversiva
e criminosa ?
Quera poda dar aquellos gauchos urna
A cadeira do Espirito-Saoio servio entao fa-
r ressusclar os odios, qne parecan Mlanajnir-
se, contra es mages, e mi I bares de firntae sata*
ao p de urna representagao dirigida eo*ee>ri
mosiravam qae tinha bavido energa ncSfraMnJL'
nos trabalbos.
Essa predica imprudente da igreja era catuf-
os macoes, como eram contra os magoai es gnu-
dos assassinos de Tandil.
A igreja catboliea nao responsarei pala nor-
te de Tandil, mas responsavei o claro neto ptu
naismo qae insnirou em alguna doa aseaseis*-
Note-se qua esses extractes sao dos joron ar
gentinos, nao dos inglezes.
Reproduzindo essas palavras s tenbo em ir*
mostrar o ponto a que foi levado na iiiiprosHi I
Bueoos-Ayres o assamplo de Tal-Dtos.
Os extractos cima sao respo.-las doa doank i-
ros a am artito de outro que, ditia qae os patatos
da repblica nao tinbam culpa uenauata dais!
las desgragas.
A polmica tem sido enrgica, e bom qo t*
conbega no Rio de Janeiro que a capital da grasaV
Repblica Argentina, a provincia de Boen-.s-Av
res, tem nm luca Rosa superior em teiloa a *
Rio de Janeiro, invocando o nome do Dees ios
ebristaos rodeando-se da imagen* dos sanios para
fazer seus milagres. E' bom qu sr Ma tamben.
o que escrevem dous danos imp-oruntes a respe
to do clero argentino, afim de que veja- n a con-
veniencia e a justificacao dos extract>- leK esa
um dos ltimos Jornaes do CommeiCf hit acto*
do clero jillemo e do clero francez.
Pelos ltimos carreras vindos da R lisis, pu-
blican) os jornaes daqui a noticia do d<-< brisen
to da minas de prata de riqueza fabalo- na Bu
livia, em ara lugar a 100 anlbas SU. de Atacaos
A veia mais larga descnpla como u lo oor-
metros de largura. Trezentas outras de > ir:a* u
manbos tem sido abena?. Dizem qa f 6*
eomprimento quasi 100 railbas. Um hs nosb qn-
tem o nome de Gana, foi o descubridor, tara ja
vendido urna pequana parte de sua cuol s* por
um milho e meio de pesos fortf. Vi. iare* J*
pessoas estao correado para a* minas. Os traos
portes e as provises estao por pregas fabalo* *
Os pedes ganbara 80 a 100 patacoes pur twr.
Por mais exageradas que postara t* a uAt
oenhuma razio ha para duvidar da ''Ocia 4*
minas de prata na Bolivia.
As condigdes geolgicas desta parle da Amerir
do Sul mostrara anqueza do sea terreno eniam-
neraes Potos nome qae passoa a ser provr
balmento symbolo da riqueza. O Per a prin-
cipal regia metatlifera.
O ouro e a prata sao sappn Jas ao mundo p> r
Colurabia, Venezuela, Brasil, Chile Bolifia. Wra
da California. Geralmente, a prata predoeauu
mais nos Andes, assitn como a ouro as serras So
Mxico e da California.
A afamada mina de prata de Poln toa Solivia,
deu, depois da sua exploracao non tras senlo?.
orna somma maior de prau do qne toSsa s .-
as do Peni e quasi metade do valor do pradcei<<
de todas as minas da Mxico. (John YealtRa*.
material's.)
Quando insisto pela creagao de urna e=c la di
s.iencias naluraes em Malto-Groaso, tenhoem mi
rasque se fagam nesta provincia da Brasil estado*
de mineraloga a trabalbos de mineragio.
A immansa riqueza que relirou a metro!*
poringaeza das antigs minas da Diamantina, Vi-
ta Bella, e de outru* pontos de Matto-Grosso, saV-
documenta de ludo quanto ple goardar ainda
em seus seios aquelle terreno.
O Sr. baro de Villa Mara, que se ach agura
no;itio de Janeiro, e qua euleode da minaragi.-
sabe at que ponto a rica provincia de que I oin-o
pode ser explorada. Daus queira qae > iloseo-
briraenlo da nova mina estabelega em (lauJs
commercio de Caramba para a Bolivia.
Falleceu em MonteviJo no da 10 d i cr-
rente, o Sr. Mauoel Alve* da Cunha, p rugu* .
que era mailo heroquisto uiiaella cidade. Ao
principio, vindo do Brasil, erapregar- n- c tu
merciu ; depois foi gerente do Banco O MSMfCtal,
e por ultimo do Banco Maca 4 C, onle adquiri
militas syrapalh as e muilo mue. Os j ru i. ni
de Montevideo, como det* si lade, daod es*
noticia lecera elogios ao tinado, o qne prava a es-
tima de que gusava era urna e outra margen1.
Nem isso de admirar, por qae o Sr. Bario Su
Man, tera sabido escolhar para gerentes de seo<
bancos cavalheiros de alta probidad?, de umita in-
tslligencia e maneiras amenas e aflatis.
Sirva de exemplo os Srs. M. A. de Fraila* Aav
rim, gerente ao banco Miu nesta edad*, cn
respeitabilidade am titulo de con;ideragia t ss-
liraa, para toda a populago de Buenos-Ayres
Todos quanto conhecem a esse distinclo brasilesr >
nao pudem deixar de prestar-lhe a bnifsag'n.
de respeito e amizade.
Outro exemplo o gerente do banco Maua n
Rosario, o Sr. F. F. Blanco, no-so ice-cansul -
quella cidade.
Cavalheira de maneiras as mais delicadas, o Sr.
Feroandes Blanco conquista as sympathias de le-
dos qne teem a felicidade ce traalo.
O Sr. Baro da Mau tem prestada latnensa-
servigos ao Brasil. co.*o sens estabelecimenlcs su-
repblicas platinas.
PERNAMBUCO.
deira contra os mofo e os hereges, se nao as
preoecupagdes estupidas e a superatago religiosa,
agoilboadas pelo agente de ura plano tenebroso e
sinisiro ? i
Outro jornal no mesmo dia diz :
Isto o qae tem resultado d ,s predicas que de
tempes atraz se tem estado a fazer do palpito.
> Quando a convenci constituirte se oceupava
de fazer a reforma em seo seio inieioo-se a se-
paragao da igreja e do estado, alguns sacerdotes
catholicos emprehenderam a tarefa de proclamar
at a revolta as povaages da campanha, com i
tajlo, tji? nitCi se fizare essa tepira(o.
&E VISTA DIARIA.
OS IMPERANTES DO BRASIL-Segnnlo SefU
dos agentes da real companbia dos vaparns in-
glezes, na corte, suas mag-istades imaeriaesoSr
ti. Pedro II e sua angosta conforte, mandaram
reservar lagares para si, e para sua comitiva,
vapor inglez Bogue, qae deve tocar era Lisboa a
13 ou 14 de margo prximo.
PROFESSORA PUBLICA.Por portara da prs
sidencia da provincia de 26 do corrale, f >i ns-
meada Anna Clemeoln*. de Soaza Brro.. profe-
sora publica de instraegao primaria da illa d-
Petrolina.
COMARCA DE PAO D'ALHO.Por portara di
presidencia da provincia, de 20 do crreme, ti-
rara nomeados sapplentes dos Substitutos dos ji
zas de direito da comarca de Pao d'Alho :
Primeira vara.Joio Antonio da Silva Cabra'.
Jao d'Azevedo de Aranjo Pinheiro, Antas i-
Barro Correa.
Segunda varaDr. Magno Bruno Marques Ba-
calho, Manoel Thomaz de Albuquerqne Mar
obaa, Manoel Cavalcanti de Albuqnerqae.
COADJUCTORES.Pelo Exm. e Rvm Sr. esae
go viga rio capitular foram nomealos coadjadon?->
das fregueiias: delpica.o Rvm. ManoelTaare*d
Souza ; de Pao dos Ferros, o Rvm. Jos lonfsjn
do Franca Contrario ; de Nazaretb o Rvra Jos S
Cauto Amaral; de Noasa Senhora do Traimpb'*
h._ em Baixa-Verde, o Rvm. Florennu Barbosa de
* Souu Ferrar. ; de Gamelleira, o Rvav Leen
Bsaas.
VIGARIOS BNCOMMENDAD05.-Psl Ixa. -
Rvm. Sr. cooego vigario capitular forana i
dos viganos encommendadoa para as fregl
da Jardim, o Rvm. Isidoro uwnsa Se
de S Jas de Ingaieira, o Rvm. Amnelo Lette da
Silva; e da Matta-Graode, o Rvm. Florinos Bel
miro da Costa.
COLUMNA COMMEMORATtVA.-Besjeigo nlt -
mo ioangarou o Instituto Archeolofico e lsofra-
Shico Peroambuein) a caiqrnna caenieesrai
a fortaleri dn B>>b \m\u jo Arralal Novo.
f WITIIMI "i
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Ficando este a
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Fortt, na
4 horas d
versas el
Henriqueti
lorze ca.
msica do
ama hagan desta eilad* ti Jo
i Bel (lenominacio'W'SlrVd

1
Bel
da Vanea, para aili segua
inle nrjiueYo da socios das f-.
?a coinwisaio da secedale dos
o nio Jutid precito de qna-
t$<) preceda" ura omaibus coto a
ttalhao de lioha; a qaal anjuo-
ciando a partida palo hyipno oaciOBaL eonliuuou
em tedo o trajelo a tadff'Wias pp, toja? har-
monas aeordavamjfcsueB drvsrsas, e como
oue convidavam %b?3n*lpteiiia in .-egnsij i .1 o
Us'Rhei.o Paseo-a) as. amajadas, itriaaeav.xus l t Parece .omlad impossivel que setaja (>#*. | Ado que ama Ui singularmente origo
I5 ? %5 (J dg n"U'e, *" --"" "* "! itm n!n.i iminMrtl ii" .i., 1.. L.abn .,, it.. ~,*m~Stin< fli ne.lt E'V
atas n {
1 di exeemar ama parte dessa plao imp&oeme^t,, .lofitAfcgostortos o* persooag^n* di pe i Eyu,
&ttu4( tcaift.?.Vor do
w ,;T1 'fMls^j raliio aos m\tiriosos run^a|j#iftt/
patrioiico losiuuto
I i oh a desta cid a de
E si em pasta'I
r a viia e a ho
ca, consgrala q
operarios de
ruanca a pe
<: is oo mona
i
o
olar) i|{ranle
he'ruisejo.
ssidade de defen-
la n r comieren-
. ngue de tantos
da di grande ex-
glorius, *yml>olija-
i'l >, aqdlle! ermo*
AraoiWe.tara,n.s reas, qii
das. 1 t 8 horai no'uie. *
ALFANDRGA.~Rm virtude*dacrd8ra d6"the-," ww*ficorrer, quinera enveis.
oafo nacional a. M8 de 80 de eterabro otomo,' atrcrt.t.poffrtrsidade. po casa Imtortuv;
Gomeca a ter execran no do feterairo prottao' porqaerf-*ia- cr tido pir lonco qj
o contrato celebrado pela directora geral do the-
souro nacional coj os. Srs. Bellarmino do Re
diiia.
Ksse^ homem
alga fflP'ch
mapa, da
losario e
u tronlei
D
nmaraaa>s*,e prodirzio-se o pro,d ligo, regorgit.ndj de povo nao ao as adiacenclas,]
jomo o ponto central da soleranldade.oode poitava-
se o &* batathio de Irtantaria da guarda nacional
:-.o-eaa*do do-Sr.-Uaenie-corooel Eraeio Maelud.i
Freir Pereira da Silva e um piquete de cavila-
ra de lirrtia, fazeodo as honras do acto da referi-
da imtoguraeao.
O.rpado o prcMito, deseen a coramisao espe-
al d"ina!>gurr.c/\o compoala dos Sr^. Dr. i Csmpe'l i k. imjor Salvador, ao pavilo, que
.'Ara armado para reeepco, onde ja Xchava-se o
4Xm. Sr. conselheir'j presidente da provincia, i
d Sr. presidente da cmara nraticie.l icorapa-
aftBhi de tr s verea3cre ea eofliniissa da m-'S
ma municpalidai-, e mujts outras passoas gra-
das ; s joaas se rearmara <' Emrt. commaodau-
;e da-t atinan, o Sr. coramandanK snpenor d<
f oarda aacioaal, os Srs. coronel cetnraandante d >
'9o WHttao d iinha e *etjenie*coTonel eOinman-
dante d t* tanibem de imha, que aziatn parte
ao prestito como socios d -Instituto, bein como
ooeios Drs. Snws "o Azoveo, Aflrigio Gaima
raes, Witrusio Pinto endeira, AITonso d Albu-
quarque, foncec de Atbaqererque, Tioorcio Pe-
refra de Magalhies, Aureliao e A adr Ferrira
VAImskU cnlro. cajo? nomeS nos escapam
ajtra a BMtoora. "ubi segoio-separa a minen
ota, onde Mra leraa'ada a columna cortmera >ra
liva ; e no es ps^o a inda -velado por cortinas a
pnMico, d-se om*o ao acto da iaaagnraco
coas assfstencia sos-lagares de hirira dos Exm.t.
Srs. conseihero presidente da provioiia e com-
mandacte das armas, dos 6rs. presidente e verea
dores da etawra muaiciptl, dos jSrs. comman-
danlsuperior da goarda nacional ecom:naadaa-
le do e 9* Gatalbe* de Imha, e ouiros Srs. so-
cios o convidados, oflRriando na b?ocio religiosa
o pirocho la Tregen Hvm. frei loau Baptisia d>
Silva, ap* o qoal, correado a Exm. Sr. conie-
Iheiro Jooquelra as cortinas, descobrio ao' pnvo
o monumento, que atesla sos presentes a cistiria
dos hroes da nossa restauradlo, e fallarn) fu
taro do trabalho a qo-f >e vota o loititnto en
vnlgarisa-lo por todos os modos.
.N'essa alleluia abarla a s olhos d) pwo, qoe
festivo se grnpava pelas collioas e pelas ^as lai-
das a :estemonhar nm acto para si n-vo/e :um-
plrtameote desasad, que Ihe fallar "alma le
n"je para sempre a lingnagera do am^T pelo tor-
rao oatal, os ates er "toas reaes e fogoetes ; e as msicas mrciae* sau
laram o monumento com o hymno aayional.
O monumento consta de urna colv/;na de mar-
njore, da ordem joni-a, tendo noyseae'mo uma
crut; .e bo resvectivo pedestal,/na fice Je leste,
ha a seguinte inscripcao :OJMsli'ulo Archetfo-
gieo e Gtegmph o Pernambuttano mnndo'i elevar
rtU monvnuiito sobre ofn,Ye do Anavil, Soco do
Born Jeeas, qut stmo/d* base de operacSes do
exerato libertador^ /<#.o. Est eregido sobre o*
alicerces do baljuarte sal da antiga fortaltza, da
qnal restaa ainM bein visiveis ali tres bastioes o as
S-ea7?os do sj/e de leste, assira como o largo fsso,
que a ti'rcOiTidava, a cacimba d'agua potavel, e
ama orla opulenta de roatn, qa; marca u (ju
fextenor, qae abrigou sombra de seus nubS^s,
lomados aos projinos inimigos, as fi-uilias fofitivas
do insultos e p-rsegu Qfles d'eiie.
Volvidas tolas as prsonagens, depois disto, ao
navhao, o Sr. com mandante superior A. Gome*
Lea!, oa qualidade de vi-e-presi ler.le do Instituto,
tea una breve allococao alia-iva jo acto ; e se-
foio-se-lhe na palavra o orador Dr. Aprigio Gui-
maraes, o Dr Fonceca d Albojuerqne e o Sr. Bap
IMi Dnarle.oradordasociedade dfs Henriques, ter
mimado o acto solemne da inanguraglo com vivas
a religiao do estado, aos hroes peruaiiibucanos, an
imperador a ao Exm. cooselheiro presidente da
provincia ; o qual fechnos com nm viva ao bro
fo pavo pernambncano, senda todos correspond
dos com verdadeiro enlhusiasmo pelo povo. que
ancio?os animais enehia o pavilhao e rodeava o
m circuios concntrico'.
K van copia elnquente, que de sea tnbaio
societario deixa o Instituto apreciaeao publica ;
ronclumli esta exposicao, aproprimo-nos das
segointas liohas :J nao indiferente o vian
dame io transitar per esses retiros ; ha de parar
sTeuiocIdo, o corvar se ao bietogllpho, coiro ns
amigos Egypclos. Lera nessa columoa agora
raneno eollocida nos destroces d'e-te baluarte, a.
bi'ioria dos hroes da nossa rest.irj'aca e o amor
da patria dos piicos operarios, que sostenanlo
In-Muto Archei lgico.
DINHEIRO.-O vapor Cruzeiro Jo Sul levoa .
Para Macelo li9:000OCO
Bara a Babia 5:16G50!>0
Para o Rio de Janeiro 1:830*1)00
UANUMISSSS.No seu te.-lamt-nto deixou D.
Antouii Luiz (Urdes forres os seus escravos Lio-
iningog, de nacao congo, e Luiza, or n a.
N > dia 1* do correte, na villa da Passo de Ca
maiagibe, o Sr. Antouio Piulo da Cnnha alfoirlou
a su eseraviuha Mara, de idade de 4 annos, sem
ri-ir.liuicao alguina, dando em segai la um lano e
. piraru jM.br a todos os (408 numeroso amigos
un rego.-ijo do a. lo. Actos como esle sao dignos
d* ser imitado1, e que muiio con- brecerx aquello*
que os praticam em prol da humanidale.
INSTITUTO ARCHEOLO JICO E GEOfHUPHl-
CO.D*raos em seguida a acta da sessao majua
t'e 27 do correle mez
Acta da ses-o era assembla geral do dcimo
smnirersario do In'tolo em 27 de Janeiro de
1872.Presidencia do Exm. conselheiro raon-e-
nhor Muuiz Tavares. A' urna hora da tarde, de
fols de receida a continencia da brigada postada
e:n frente do edificio, os Exms. Sr*. conselheiro
presidente da provincia e commamlmie da* ar-
mas sao acompinhados pela respectiva cnmnvsso
ao* logares qae Ihes havia sido destinados; o, es
lando prsenles as offl calida les dos d ff "rentes
corpos de Iinha e guarda nacional, as eommtaes
das sociedades Monte Po Santa Cruz, Imperial
Soeiedade de Artistas Mchameos e Liberaes e a
Sjeiedade dns Bennqoes, varias peso3S gradas
e um crescido numero de cidados; verilica-se
iualm>ne a preseoca dos seguales genios: Drs.
Soares de Arevelo, Aprrf'o GoimarSe, Gervasio
Caropello, Ayres Gama, Vravi i Pinto BanTeifa,
Ino'icerjcii Seraphico, Soares Brandao, Q-i-iroz
Fonceca, Ja :intho de Samtaio, A(Tjoo de A bu-
qnerqoe, Pe'eira d-a Camlbo, o os Srs. Lonrenco
Jos Mara Ildefonso, tenen'.e-joronel Prias Villar,
major Salvador Hearique e cirargio Perreira de
Almeida, o Exm. Sr. presidente declara aherta a
eesso e l um discurso analr go do objeclo.
O Sr. secreta; lo perpetuo faz a leitura do re-
jatorio do anno social (indo.
O Sr. Dr. Aprigio, como orador, l o seu dis
corso.
Os Srs. Dr. Sampaio e Victoriano Paularos re-
cilam aquelle um discurso e esle ama poesa de
congratulae < ao (osttato.
O, Srs. Drs. Felippe de Fignira Faria e Ma-
aoel Francisco de Barros Reg recitara diseurs
Imperial Soeiedade de Artistas Me-:haoicos e Li
berae?, e o segundo cm nome do Mote Pi S.n-
la Cruz.
Ttirnaioado assim o acto, o Exm. Sr. presiden
le convi la os socios presentes para a assembla
geral e eapwial de eleieao a 15 de fevereiro vn
ajor.
Retirara se o* Exas. Srj. tfon'e'hsiro pre'i
dente da provincia e ominanlante jas armas,
oin as mesinas f .rmalidades com que entrarain.
Lavaota .-e a sessao.
SOCIDADE DJS ARTISTAS MECHANCOS E
LIBERAES.Acha-gsaberla a raaincola das aulas
desia sociedadp, nao para os geus associ; dos
como para todis os artistas, li los e aggrcgalos
deste-, devn-lo ellas comecar a fuaecionar n-i dia
3 de fevereiro p-oxi no pa firma egoiote :
Pri-neiras leuras (. .f ra ft di utei, a exeepcao dos sab-
bados, da? 7 as 9 horas da noute.
Gram-natia p"rtngioza (pr^fes=nr intnrino Dr.
Manoel Barbjs* de Araojo) oas segunda, qoaria"
scx'.aa, 8 as 9 botas da noute.
Fraooez (professir Dr. Manoel Barbosa de Anu
j<) as tercas, quintas jabeado, das 8 as 9 bo-
rts da omite.
Barros, Fraucisc Ferr ira fallir, fos da Sil
I. yo Jos Inquim An tunes, para a cpala
embarque e desembarque d mercaMrfs na
laadega desla provincia.
CONSOLADO PROVINCIAL.- No primeiro de
fevereiro prximo oraca acorrer o praso para
pagametiio volnniario dos swjaimes imposios, per-
terteewas ao ano doaoreir lf>7l172, innor-
reodo na muHa de O/O os- qae daixftrem do rea-
lisa-lo dtntro do praso de SOttias ^10 0/0 o*ce
vrsoa estabelecimentos commetciaes; 8 0/9 so- j Qa4n-do ehiV)a Tm(Jj| n., mi>1 de Ootabro,
tore escripionos consultoriosecarinos;**/.ewiMBUBetoa.i,iflMll0 ,ffw0i, fc humanidute, leo-
d.versos eslabelec.mentos comraerc.aes fra la do.<8 ^miao meimo ^, Azul medico an-
dada e de mdustria e prons^oes ',.'otira o eaplm, JJ D(US
vendido oesta cidade ; 60 rs. por litro de aguar-, # KlWp4eil^^ nhado do joix de paz, que tambera autoridade,
la, e ,e ai
bavi Aforo
i)t, *Stiv>ert| o
mas pov
a se chanta
oruwn,"^
ia das Eor
* ara- para,
de Azor oi obrif do a M|
i, parque .em mus de nma orcasio
ni desorden*, por causa da oas
iliviiliiroes.
o porfae mMc '1* Entre-Bios, dh-s'e
acat&ad^B' felto* parecido i com
veo-weeSwr.
.as, mea st-se-nhor : nao la-Ar-Ja nene
Ttftu/n ga gago em fo-o-da a-a pe-pe a...
O oritljo flcoa atordiado. Gago era o autor.
Oh I com os dia aos, vista disto falta na
jealo rjie eu Iheea-
lenie consumida na proviocia (l* semestre)'; 14
por tonelada de alvareoga e canda embregadas no
servQ) do porto, navaga^ae e transpone nos ros;
?i por escravo ganhador; 5S por cavado de alu-
gael; 35 por cada esleaeleuimeowt eaiarc*al
desta cidade ; G por carroca oo vehculo de trans-
pone ; I6| por carro paracnlar de pesseia de i
rodas; I0A por. dito de 1 rodas; 20J por msca-
la ; 2!H por omebas? W* por earrod alago;! e
por carra fonebro ; 3# por escravo empread i no
servir de alvarengas de carga e descarga depor-
to | :W* por caaa de modas.; I040OO por casa de
l buhar; iOOi por taberna que tender miudtuas
e qainquilhanas; *80 por casa qae vender pal
vora; 10| por deposito de earvao de .pedra;
I00A por asa qae vender roapa feita, obras de
selteiro oa de marceoeri3 estraageira; 1004 aTor
ssada correelor commercial, agentes de ieilo ; i0O4
por calxeiro, eerrector oo iucalcatfor de ascravos ;
004 por casa de eambio; SO04 pr m bancaria,
empreza aoonwma ouageocia ; 1:0004 por casa on
agencia de segaros; 1:0004 por casa de garanta
te bilhetes; 1:000J por casa de compra e venda
oo qualjoter transaeoiosobraescravos;:0004por
casa de psnhores.; e 2:0004 por cada joalbeiro qae
maseatear na provincia.
PArUHfBA.-Em 2o *o corroan escreve nosso
correspondente da capital : .
Contma a fehre amarada a fater vieiinus
as tnpclaoes de 12 navios estraogiros surtos no
pono desla cidade.
a Al ao presento cheg a It o numero del I as,
coohece-se, porm, que a intensidade do mal j
vai deciinaado.
A trra -esta ain-la isenta do cootagio gracas
s diligencias e cuidados do Exm. presidente da
provincia e do do digoo inspector da sa le do
polio.
t Oa alfectados do mal sSo conduiiios a nm
h lapilal estabelecido no lasarew da ilha da Res-
tinga, e all tratados e pausados pelo medica Jo)
Gnete de Mauos, a cuja disposici se pozeram os
recursos e meios necessarios assim de pessoal e
material, como de medicamentos e dietas.
A cmara manicipal da capital ja fez a apu-
rar) geral da virtaco para ntewtros da assera-
hia provincial pelo 1* districlo elei oral. O resulta-
do o mesmo ja aoianonneuie publicado e sabi-
do Nao consta arad, porm, o resultado da atm-
raco no z*ii*tricto, neo qual foi a vola cao do
collegw da cidade de Pombal
c O Dr. -rapio anda nao ebegou da sua ex-
cnrso ao ceojro da provincia. De volta a essa
capital a.lecju em Alagoa-Granla. Consta que
foi convidado o uiz de direilo da comarca de la-
naneins, Br. Antonio da Cnoha Xavier de An Ira-
de, para assnmir merinamente oexercicio di car-
go de chefe de polica, visto ter sido reinovid i_o
Dr. S.rapio para a provincia de A agoas, e nai
ter aioda ee apreseuiadj o Dr. Manoel da Silva
i-ges, nonu'ado para ctlectivamente ojoapar o di-
to cargo.
Reaolo-se no dia 21 do correte mez a junta
le qualilicaco dos vjtantes da paro.-.hii desl.i ca-
piU. e se acha regularmente fonceionando.
s Foi a orneado o pa Ir Felippe da Cnniilii-
beiro para capjlio da Saata Casa de Miseri-
cordia.
A alfandeea rendeu era lodo o anao de 1871 a
quantia de 251':7004.
O consulado provincial em o mesmo periodi
rendeu 123:4004-
Temos lido algomas chuvas e com ellas prc-
me*sas e esperancas de oom inveino.
STUDENT.-Ds Liverpool em direitara ebegou
homem o vapor ioglez Student, nada adintad i
em noticias.
RIO GRANDE DO NORTE.Com o prao de
90 diis, contado de 22 do rorrente, recebe pre-
sidencia da provincia do Rio Grane do Nuile,
pruposias para a cons:iucco de urna va lerrea
entre a cidade de Mossoi e o pono cu pn:o de
d.-caiga dos navios e vapores qoe entrara rio rio
daouelle nome, medante as condir533 menciona-
das no edilal publicad i no lugar competente.
AUREMATACOES.-Peraote a junta da thesou
raria provincial vo praca no di.i i de feverei-
ro: o farnecimeoto de aliraentaQo o tietai ao*
presos pobres da caa de Jelenca\ servindo de
base o* precos rceuei .-nados no edita! n'outro !u-
frar publicad'o; os cenceos de que carece o qnar-
tel da cidade de Goyanna, o/cad's em 1:0.024213 ;
os concertos necessarios cadea da cidade de
Goyanna, avahados en 2:0784125 rs.; o reoaixa-
mento da ladeira do Timb, na estrada da Victoria
oreado em 6:6004 ; e a constrneco da porte do
Caxito, na estnda da Nussa Senhora do 0', ava-
llada era 5:7064.
COMPAMIIA PERNAMBUCANA.- Hoje o ai-
timo da era que tvcebem carga os vapores lagua-
nbe e Manda/t. para os portos do norle e sul
conforme o annuncio da mesmacompanbia.
/FERNANDO DE NORONHA.-Para este presi-
dio sahe o i Io do mez de levtreiro r. vapor Cun
ripe, ratnmanlante Silva : para carga e passa
g-ns na ccmpanhia Pernambucana.
ESTATISTICA MORTUARIA.A mortalklade da
cidade do Rio de Janeiro dorante os mezes de se-
tembro a dezembro de 1871, segundo o re*umo
feite pelo eticarregado da aatatistica o Sr. Dr. Luiz
da S-lva Brando, fui a segutote :
Fdlleceram 3,335 indiviiuos.a saber : emsetem-
bro 71i3, em ootubro 810, em novembro 803, em
deztmbro 999.
Dos 3,353 morios eram : 1,975 masculinos,
1,380 feminioos ; 2,6.7 livres, 97 escravos e II
le condicc3o ignorada ; 2.269 nacionaes, 1,015
e-iracgoiros e 71 d n icionalidada ign .r de da* de idade. 2o9 de mexes, 318 de I a & an-
nos, 93 de i a 7, 111 de 7 a 15, 338 de 15 a 25,
63i de 23 a 40, 69-' de 40 a 35. 323 de 53 a 70,
136 le 70 a 83 ; 32 i- 85 a 100 e 234 de idaue
igmrala ; 71 de prolisso martima, 66 militar
103 cuiunierc-al, 176 artista, 21 litteraria, 234
trabalhador, 90 domestica, 14 mendigo e 2,576
euj'S altesiados nao indicavam a profLaio.
Os bitos se derara : no hospital do Misericor-
dia 62o, no la Fade 72, no hospicio de D. Pe-
dro II10, na casa dos exposios 76, no hospital da
narraba 27, no militar 38, no do An Jarahy 9, no
do curpo policial I, no de S. Francisca de Paula
II, no da Penitencia 21, no do Carra) 23, no da
Bne!icencia Portugueza 21. no asylo de. invlidos
6, as diversa casas de sa le 171, na freguezia
de Sacramento 242, na de S. Jos Vk>* da Cande-
laria 37 Sar.la itita 232, Saot'Anna 391, S. Chns
t vo 154. Engenlio V^lho 160, Sanio Anlcnio 240,
Gloria 201, I..,... 122. Espirito Santo 157, Ir
guezias de fra da cidade 25, localidade igno-
rada 21.
As molestias qoe maior numero do vi Mimas ;i-
zeram foram : tubrculos pulmonares 611, f.-bre
perniciosa 334, l-'i-o -s do taba digestivo 208, do
coracao 164, pneomooia 130, erysipelas 115, me-
ningo-eneephadte 93, einvolsoes 84, dirrha e dy
senteria 80, apoplexia cerebral 80, labrenlos rae-
entricos 73, (entino dos recem-nas> idos 66, con
deslio cerebral 57, hvpatite 57, feore typboide
Si, escarlatina 52. bex'gas 41, congestio e apo-
plexia pulmonar 37, bydr pesias 37, peritonite 33,
hypoomia e cachexia paludosa 29, loleccao paro-
lenta 24, naseidos morios 172. etc. etc. te.
Honre dez casos de desastre e seta de sueidio.
Os casos de erysipela se deram : 23 em selem
bro, 26 em outuLro, 23 em novembro, 41 em
dtiembro.
Os de escarlatina : 12 eo setembro, 11 em oo-
tabro, 11 em novembro, 16 em deztmoro.
Os de febra v8rr,'cl la : etn seieabro, 86
em oalabro, 37 em novembro, 90 em dezembro^
Os de fehre typhoHe 11 em setembro, 12 m
outuhro. 14 m noven pro, 17 em dezembro.
TUINTa E SS8 ASSASSI.SIOS. L-se. se-
guinte na Verdt.ie do Bu-aos-Ayre< : v
O saogoinano d'ama de Tandil lem por ori-
gen a eaploraco brutal, exereida- por um ho-
mem perverso, obre a jooraacin. de mallos rae,-
radores do logar e inira aiai;oes ; sem *a atinar com o oLjs.;io da seoielbscie plano, a
oi ?r de roiibar as povoacdei, fagtndo dpois
Geomelria (prefessor interino Dr. Jorge Djrnot-1 para r jair aos inos iniroigos.
e qoe vive na sua estancia a raais deduaa leguas
do povo de Tandil. O Sr. Gomes recebeu-o bera
e protegau-o logo sua cagada. )a j
t Nesse lugar principian a ter elientea' entre
as moradores, ,u* iam eoasulia-lo, de. anda vez
en maior numero.
i Solan icrasnaraaU annos.mals on aienos ;
muito moreno,' palliao, cara ympaihica, falla
poocj)fe"dngB""e?tar5BTnp:re pensativo. Vma era
d os quartos. X'ui: eslava elle pobremente alo
ja.do, ten lo ta pafede nrr.a i nagem de porfMana
la Vlrgem. Wt outro estavam dos onitres bo-
mens, que aram como qae espa*,' oorVbso qoe
conyersavam primeiro cora os qtte(j vinmm Con-
saltar, sabedo elle le ante man o\qtie os mora-
dores'vinhara dizer Ihe, p idendo menior reprpaen-
lar o seu papeL"
Ha ara "mez. a esta parte a alTenciatornoo-se
moi-numerosa, viodo dos 'distnctos immediatos,
como'Azul, Tapafmier.Areraales, et-, cVgando a
reaoir-58 qu'lbentas pessoas em .carretas, carros
e diferenies modos de eondacei
Gaviara a Soln cora devocio, e estavam dts-
poslos a executarsajs ordebs, tal"era oaecinden-
te que'ohegara a ter sobre aquella pobre .geote.
O vjihjscome(yam a-Inqoletar-je coro Ipre-
seoca rJe ta^os indivldud5, qaJe lata, vtnhai.
i A autoridade eniendeu Oao toniar medida al-
grima. S ilad, chfalo pelos rtoradores Tal-
fOio?, nlo coorava'dinniro petas eonsnltas, porm,
dava a entender que presenteassero. a Virgem que
tinha no seu qUart).
e Dizja qoe iinha revelares divinasjior1 inter-
medio della; e que deviam obedecer |P'suas or-
deos, oarlgando-09 a. jurar qoe assim b fariam,
porque seno rcahiHaol oas mesma^ eofermi-
dades.
Mandara fazer nma bandel'ra branca e eScal*-"
nad, o qu era saTiido por todos, e aunnneiara
qae no primeiro (fia do anno baveri um succtsso
em que correra sangue, e que seria esse dia um
dia de loto.
Nlngaem se titportou com so, a nao sere,
os hometfs finatlsdos e explorados em sua igoo
rnula oor atjaelte' mlvalo.
EITecti va mente na iqadrogada do i* de Janei-
ro a vizinhaftca de Tandil ro desertada pelos ro-
los de tambor, mas nao aereditou qri isso fosse
toque de alarma, e a popalacio na se toquietoo.
c Ksp.ain.rasi! r ipidaraeaio o que se passava^J
dizendo-se qoe uus baod1d03 andavam assassi-
oaodo o povo, e que esfavam na praca de 40 a 50
horaens a cavado com urna tita vermeltu oo cha-
peo e q ie se diriaiam aojolzado de paz eom grao-
de larido, levando una ban'leira branca e encr-
nala.
J haviam esse? homeos arrombido e aborto
as ponas da cadeia pira dar -sabida sos presos,
nao h.vendo nsa occa^io mais da que um l.
Apoderaran! e das arraa, brigaado a fugir os
horneas qae esiavam de servico.
a De v.lta d) ja'zado de paz raStarara, oa pra-
ca, com urna faca la, um italiano. as Immeuia-
jes'da povoacao maiaram e degolaram oito vas-
cos que condnziau urna tropa. Pas.-ando casa
de neg"oeio de Guilherrae Thompsop, mataram-o,
assim com a sua joven esp isa, recem-casido*, e
saquearan a casa. A duss leguas d'ahi assas-i-
naram toda a fa.nilia deOhapaz, homens, rabl&e-
res e criancas, sendo urna 8e peito.
Neste entretanto as antorilades e es vizinh)s
armados, gente do paiz o e*lrangeiro=, a cavallo e
a p reuntram-se e sahiram para persogir osas
sassines.
Aioanciraoiros perto de Chapaz, tomando
matee mudando 1e cavallo*. Seriara ao lodo tra-
la a trila e cinco.
Colloc.raro-se a principio, como qnem oae-
ra bater-se; apreseniou se, porm, m tal Rodri-
gues, antigo sargento, como pariameolirio.
A forca e os quo se Ihe juntararn eram c:m-
maodados por Menesirosa, e inusiraram to los ac-
tividade energa.
Ai principio, ordenou-ihes que su rendessem
immedialanjeoie, ea os passaria lodos faca, se
resisiissem.
Retirou-se Rodrigues com es-a intinag), e
os bandides fugiram, sendo pertinazmente perse
guidos.
t Nesta perseguicao foram mottos dezeseis e
aprisionados cinco. Entre estes eslava Solan,
que dis-e-se enlregava para quo o o*a julgassem
cmplice, e protestando que uao lioba culpa oe-
nhuma no que acontecer.
i Foram em seguida preses outros, que se
achara oa cadeia de Tandil, e entre elies Sulan,
*en lo gurdalos por viziohos e estrangeiros, tu-
auxiliara as aulori Jadas e esio de accordo com
ellas.
O restante dos assassinus fagio era todas as
dlreccoes e nao se pode saber o numero com exac-
lido. As udayarS proseeuem cora actividad".
i Em nsumo o numero das victimas cuuhecilo
de ti iiita e seis.
t Das declaracdjs feilas dedoz-so qus ha lem-
pos o bruxo Solan andava seduzindo os morado-
res para nina especie de S. Itanh >k.m?u contra
e-trangeiros, sem que se saiba a cau-a do olio
infernal que fez victimas a propnas mulheres e
criancas, inglezes, hespanhes, vascos e um ita-
liano.
< Solac, j preso, predisse anda raaiores de-
-astres. Os gritos que davara os assa.-sinos, eram
morras aos tstrangetros e vivas ao coronel Macha
o e ao juiz de paz.
c O coronel Machado ameacoo Solan da o man
dar fuzlar imraediaiaraente, porm, aote so|pli-
ou-iheque o nao raatasse e foi man Jado preso
com os outros.
Solan flzera acreditar 9ua clientella, qae
urna pinnd i, .ue Ihe distribuir, e con a qual
deviam untar o eorpo, os (ornava iavulneraveis
as balas, e rafaodia-lhes a idea, de que o sen ci-
vallo baio destruira todos os que lites qnizessem
fazer mal.
Eatre os fanatisados por ests charlatao per-
verso bavia alguns moradores di lagar, coo.sile-
rados boa gente e algoos at propnelatius.
lio i re outros menciona se o capataz de um
rico e respeiiavel esiraDgairo, qae o iinha a seu
servico havia doze annos, de coja hrnradeznao
tinha qieixa, e qoe era le maisa mais pai de fa-
m.lia.
O* estrangeiros qa; acompanharam a pollita
do paiz, persegoindo os bandidos, iam armados
de espingardas e escopetas e ssrvirjdo de atan-
laria.
Qjando deseobriram os assasslnos, sc-riam 4
horas da tarde do me;mo dia 1 de Janeiro, con
daiirapt-os ao povoalo, qae estava afTIicio e in-
dignado cora (antas victimas.
t O povo espera qoe as autoridades mnstrem a
devida energa, e a necessaria aelivMade neste
processo, e qae se principie o conjlaa pelo joiz
do Hireii > da|i e nio n'oatra parte. E*tes aate-
eedente9 e a relaco dos feltos foram-nos commu
nicados peloSh Fredenco Lefranr;)is, vizinho des-
la cid le, que foi Um dos estrangeiros armadas,
que ajjJoj a perseguir os criminosos.
ILLUSTRACAO IIESPANIIOLA E AMERICANA
Chegaram para a respectiva agencia neita cida-
de, ra do Bom lesas n. 5, primeiro andar, os
n. 36 do 15 anno, 1 e 3o do 16 anno do impor-
tante jornal madrileo Ilustrando. UespanhoU *
Americana, que tiu acceit c,i>iem lido entre a>.
Alora de grande rariedade de gravaras, cad>
qual melbor e mais attrahente, e de artigos lilla
ranos momenlosos, iraz on. I Ji crrente anno
eomo premio aos seus assignaotos, aau liada gra
Tura repressentando os manes Genis e FrejJs.
ia, pdi tfichapo-na ea
fH pH oatra TreV
I
qoe a dazia de
E' c por causa
trabalho curio*.> e digoo de apreco.
EMBACADELLA A DOUS. Um mof), aulorde
ama comedia era 4 actos, qmz l la ao director
principal de um tbeatro, porm mal oeonh.eiide
vista. O director sabia da c usa e evit3va-0'"(jup
lo oodia.
Urna vez, porm, apirareiau-lha em; casa au-
tor, o na> tuuve meio de fugir leitura.
Comecou e lerrainou a triste leitura, e Bul (o
autor) Ij gaguejando erppre. No fim disse-lhe
o crilieo : *'
coroposlcao o maior rasr
conlrava.
O autor tlrolou a pa
seca, des .iva escada
EjA PAftA.- Entrou haguijes das am Pas,
oa*-asa da ajan joven p nn::efc Miagens, nm ne-
gccianie ajuadros muilo JbnlMBido de todos os
artista. .
Q'iaitoique o Sr.'quer par fita tala 1 per-
guntou ao taeRtoso pintor.
Mil e qtitmenios rirtcos, TVBn4?u este.
Safa I Isto nao vale mais qoe dez loizes.
D-z utes 1... Para vender este quadro por
esse proco, era eaessario que ea e*tlvesso a mor-
rer de forae.
Bem I respoadea fleogmaticamente o honra-
do mercador, nesse caso esperare* por essa oc-
casiao...
ESPEkTACRIANCA. a mi disse urna vez a
urna (libraba de tata' aunes, quanlo a deitava aa
cama:'
Miaba tiih, v oque eu te digo : uo te
descubras, seno marres.
Ora maraai... reapotdea a enanca a Am>(
rica foi descobena por Christavo Goiombo, e ata-
da nao morreo.
DEFINICO DA LIBEHBAHE REPUBLICANA.
Onde cada nm taz o que qoer, nlngaem fazo
pie qner : onde filo ba setihnr, todo o mobdo '
senhor : onde todo o mondo 'seohor, todo o moo-
do escravo
Serve-lhes ?
UMA DUZIA PEQUEA. --Um freqneotaJor de
botequins e restaurants, notru jae a dazia de os-
tras nao tinha mais qoe ooze. Disse isto a am
amigo.
;Seotaram-se a mesa, e um d'elles disse ao
crudo :
Oiha, l; ple-se conseguir
HStras que so pedi, tetilla doze ?
de ama eoOsa.
Poi=, o3o, reSponleo iinmediatamnte o cria-
do ; e cbgando poria db' servico, disse em alta
voz:
Ostras, nma dazia de doze.
3ANTAMULIER. ^Apre-entou se orna mnlher
em urna botica e pergonioa pelo boticario.
Son o, dis e este.
0 Sr. faz me favor de preparar esta receila,
que para mea marido, que est doente ?
O boticario oonsattou a phnrmacopa, compoz cr
remedio e eotregoo-o mnlherzfnha.
Cusa Ihe dons rail reis.
Mas mil I exclaraou a mulher. Nesse caso
guarde o. Pode muito bera ser que quando eu
chegoe a casa j o homem esteja morto.
BOM PARENTESCO.-ao deixar a Bretanha,
soa patria, um 'esealptordbn como lembraoea a
sua velha mi, entre varios objeclo*, um Christo e
urna tigela, esealpforados no mesmo pslac de
cirvalho.
Parti o fllho, e a mai diriga algomas vezes es-
ta* simples supplica imagem de Deas:
Mea bom Christo d maieira, irmo da minha
tigela, foi meo fllho qae te fez, e fui ea que flz
mea fllho, e por isso son toa av. Teode, pois,
piedade do c.
PEDIDO CURIOSO. O bigiro, fallaodo das su
bscripcoes abarlas em favor das viovas e fllhos dos
comrnanistas^ diz qoe receben a segoiote carta :
Cidadp redactor. Fui condemoalo no lem
po do imperio a vinte annos de trabilhos forcados
p'nfHer incodado uns mtanos de trigo; j havia
sfdo condmnado antes a dez annos por tentativa
de assassinato seguida de rotibo
Sei boje, cota grode espanto mea, que depois
que aqui me metteram, mlnha mnlher e meus fi-
Ihos n?fn-9e visto na neensldade'de trabalhar pa-
ra comer. Peco-vos, pois, que organiseis urna
suhscripcao em favor delle.
Viva a democracia social. Sanie e fraterni-
dade. -T. P.
PROCLAMAS.Foram lidos no dia 28, na ma
triz da freguezia de Santo Antonio os proclama*
eguintes:
i." denunciaco.
Jola Carlos Biptista los Santa?, morador na Pa-
rahyoa do Norte, qaer mjstrar-se desirapedido.
Tibanino Moodim Pestaa, cem Jannaria Mara
Lardoso dos Santos.
Joao Tertuliano Ferreirade Magalbes, com Oli-
via Ovidia Pelinca do Amaral, viava.
Jos Marlins Dias, cora Franeisea Correia Libo-
ria Be.zejra, viuva de Antonio Servlo Bezerra.
Guilbermino Jos d'A1bU]uerque, cora Amelia
da As*umpcao Fernandes.
BernardiJo de Olivelra, viuvo de Francisca de
Paula Maraes, com Angela Maria do Moute.
Francisco Paoliuo Jos do Sacramento, viuvo de
Maria Paes da Nativfad de Mello e Albnqaer
qoe, com Sevenua M.ria de Soaza.
Rodolpho Tavares de Souza, com Antonia Maria
d) Val.
2." denunciacao.
Manoel Pacheco, com Maria da Cbncelcao.
Severino Gomes de Afaojo, com Joanna Gual-
berto da Conceican.
Carlos Estevas Alve?, que acha e no Rio Gran-
de do Norte, qoer raostrar-se desi.npedido.
Manoel Vicente Ferreira de Mondonga, com Ma-
ria Aulonia Franeisea da Paz.
Leonardo Jos Ribeiro de Magailins, com Clau
dina Gancalves 'Assumpoo Ferreira.
Jos Antonio Marques, riitural de Portagal viu-
vo de Mal vma dos Santos Marques, com Altino
I,-.milla de Miranda Duran.
Francisco Anastaeio da Cruz, com Felicidade
altas Maria da Conceicio.
Filomeno Jos de Sonza, com Maria Bernardina
Ananias Mendos, viova de RaymunJo Luiz de
Franca.
Antonio da Coaceigao Callado, cora Joanna Pa-
cifica de Colonia.
Antonio Preneillo dos Sanios, eom Francisca Ma-
ra Lumack Miguei3.
Luiz GooQalvt-s de Maura Gyrilto, sentenciado
na deienso, natural de Poritigal, cem Joaquina
Francisca de Lima.
Raymundo Noonato de Oiiveir.i, morador no
Ceara, qaer mostrarse desimpedido.
Tbomai Je Aquino Vianna com L3opoldina Ame-
lia da Silva Medeiros.
Pe 1ro Alexandrede Mattos, com Adelina Ama-
lia Capisirano.
3" denuncia jao. .
alubias Jos da S.lva Ferrar, africano liberto,
com Catharioa Lucina ios Santos.
Zeferino Jo* da Costa Va'.eote, com Auna aro
lina dos Santos Porto.
Manoel Francisco Moreira, com Bita Josepha
dos Sanios Lins.
Jo- Correa de Mello, cora Angjsta do Jesos
Souza.
Jos Ferreira dos Sanios, com Dcnitia Dorotha
.Auguate Jos Prato, ortico Portugal, 37 anos
el alo. Ro Vista, tutcrculopulmonar.
M .poel Je Oliveira, oan -o, Portugal, 13 anos,
solieiro, Boa Vula, febre amarella.
Bilbina, parda, Pernambuco, 10 annos, soltelra,
(iraca, intente.
Mara Francisca de Asevedo, branca, Parahiba,
li annos, solteira, Sanio Antonio, labre pluvepi-
ral.
Jas R iiigers, branco, Allemanha, 34 annos, Ca-
pado, Recife, febre amarella.
Isabel Dantas dos Santos, parda, Pernambuco,
li annos, solteira, Santo Amafio, febre typboide.
: Antooio Rodrigues Selle, parlo, Pernambneo, 14
nnos, viuvo, Graca, ascite.
Locreeia, es era va, preta, Atrl'.a, 96 annos, sol-
teira, a tingados, vribice.
Fraucelino, pari, Pernambocj, 18 tnezes, Sao
Jos, convulsoes.
Um homem eocootrado morto oo caes da De-
tenga), Santo Antonio, aslichia por submercao.
27
Mariana Joaquina da Conceieao, preta, Pernam-
buco, 40 annos, solteira, Graca, congesto cere-
bral.
Joaqulm, pardo, Pernambuco, 6 annos, Recife,
febre perniciosa.
Antonia Luiza Guedes, braoca, Portugal, 74 an-
uas, solteira, 13 a Vista, hemorrbagia.
Slraphorosa, parda, Pernambnco, 12 annos, San-
to Antonio, casa d>s expostos, febre.
Domingos Jos Ignacio, branco, Portugal, 18
annos, Ba Vista, (ebria amarella.
Maria T-hodora, preta, Pernambnco, 23 annos,
solteira, Boa Vista, Hospital Pedro II, bexigas.
Manoel Maciel, pardo, Pernambuco, 40 annos,
casado, Boa Vista, Hcpiial Pedro II, abeesso.
Carolina Francisca, braoca, Portugal, 34 annos,
solteira, Boa Vista, Hospital Padro II, typhoide.
Marcelina Maria da Conceica \ parda, Pernam-
buco, 45 annos solteira, Sao Jos, febre perni-
ciosa.
Moreira de Mendonoa.
Franci>co Barbosa, com Maria Joaquina Gomes
Gaspar Fragoso de Albuqoerqd, com LsopolJi-
oa Franrisca de Souza.
Antonio Jaa |ui;n da Silva, com Unibelina Maria
do Sacramento.
Anlvnio Jos da CosU Guiraares, com Maria
Emilia Coelho do Lemos.
Daniel Antmio dos Reis, com Candia Isabel
dos Santos Alves.
Justino Gomes de Almeida, com Joaqnina Rodri-
gues de Olivelra.
Joaqaim Moreira Dias com Laill M3g-1a!eaa Lo-
pes Lima.
LOTERIA.-A que o acha venia a 221'.
beneticio da matriz da Escada, a qoal se extrabi-
ra no dia 1* de fevereiro.
CASA DE DETF.NgAO.-Movimento do dia 27
de Janeiro de 1872:
Existan) (preso.-) 394, entraram 4, sahiram i
existen 397.
A saber:
Nacionaes 2S9, rauiueres 7, estrangeiros 42, es
eravos 56, escravas 3.
Alimentados casta dos cofres pubiiaos 303.
Moviraento da enfermara d) dia 27 de Janeiro,
Tiverui alta:
Guilherme Exelve.
Josspba Maria da Concticao.
Harm.no Jos Quaresroa^
Joj Francisco de Sant'Anna.
- 28 -
Exi- tiara presos 397 aatraram 8, sahio i e exis-
ten! 401.
A sibor :
Nacicnaes 293, muHieres 7, estrangeiros 42, es-
cravos 59, escravas 3.
Aumentados a casta dos cofres publico?, 316.
'SloJ-imento da enfermarla do dia 28 de Janeiro
de 1872.
Teve biiaa :
Ignacio Joao do Espirito Sanio, odortolgia.
CEMITERIO PUBLICO.-Obltnarfo do da 26 de
anelro de 1872:

Senhores accioni*tas da companhia Indammsa-
dora.Curapriodo o pra^eito dos estatutos que
regem esta associaca, vimos pre-tar-vos comas
de oossa gerene arlalivas aoaono prximo Hado.
0> premios dos segaros martimos tiveram, em
relaco ao anno antecedente, urna dimionico, de
25:35*53450, devida nio a concorrencia de ou -
Iros esiabeleeimentos, mas tambera pda diminai-
cao que houve no mivimento commercial, cora
especialiJade para os parlo para 'nde sao mais
InportaOtes nossas lran*acdss. Enlreanlo, nos
seguros terre.-tres, nio obstante ter augmentado o
numero das agencias aqui establecidas, hoove am
acere*cimo de 12:2692i0.
Comparando a receila dos daos ramos nos anno*
de 1870 e 1871, apparece ne*te uliim) urna diini-
nai?)de 13:0861190
Todavia, como os prejuiz)s foram moderados, o
resultado do anno foi satisfactorio; porque, pagos
todos os prejaizos havido*, permiti qae se destri"
boa agora um divilendo de 405000 poraeei
qu, junio ao de 125000 do primeiro semestre,
prefaz a quantia de 511000, dividendo do anoo ;
fleando anda um saldo aa coala de tueros e per-
das de 81.7591 23, correspondente aos premios
dos riscos pendeoles, com se verifica da segrate
demonstracao :
Seguros martimo?.
Premios respectivos. 68:49oJ770
Apolices........... 7361000
69:2S15770
Meno3 a importancia
dos externos..... 12:851135
Seguros terrestres.
Premios respectivos. 68:9065230
Apolices.......... 1:2825500
Descont* de letras.
II'i leu esta verba.
Saldo da conla de lu-
cros e perdas de
1870............
70:1881730
31:0801588
11:4381712
180:7041665
Esta somma teve a seguinte pplieaco :
ladenraisaeoes martimas.
Avanas em mercadorias no pata-
cho norte allemo Georgine, des-
te porto para o do Para, apolice
6373 e 1174................. 3.6371910
dem idem no vapor Pirnpama,
d'esle porto para o do Acarac,
apolice 6834................. 1431791
Perda total em mere.doria-* no
hiale Ptrnnmbucano, naufragado
em viagem desle porto para o
do Ceara, apolice 6429........ 2.0001000
dem dem na escuna norte-alle-
ii.aa Helena, naufragada em via-
gem do Rio Grande do Sal para
este'porto, apo-'lee 6745...... 1:000l000
A varias em mercadorias na barca
portngueza Flor de S. Simo,
naufragada entrada da b do Porto, apolice 6741......... 501600
dem dem no patacho nort-atle-
mo Mathilde, d'e^tepoito para
o do Para, apolice 6809........ 4731701
dem idem no vapor Presidente,
d'esteporto para o do Rio de J-
neiro, apolice 6873........ .. 6608830
Perda total em mercadorias na
barca porlugueza Acoriana, nau-
fragada em viagem do Rio de
Janeiro para esle porto, apolice
7181........................ 2:5001000
Avarias era mercaduras na barca
franceza Saint Altar, dd Havre
para este porto, i po!ice6742... 501000
dem i lem no paiach) americano
Williant para o d< Rio daPra'.a, apolice
6610....................... 2 3933877
Indemoisaooes terrestres.
amnrs causados no prelb n. 46
da ra do Baro da Victoria,
pelo ineeodi > do predio COOtigOO,
apolice 2705................. 3461000
llera idem no predio n. 42 da
mesma ra, pelo mesui) incen-
dio, apoliea-1665............. .45250
A'arias em meradonas cau-alas
pelo incendio da predi > o. 29 da
ra do Mrquez deOlioda, apo-
lue 2082.................. 2:0001000
Daranos cansados no predio n. 83
da raesma ra, pelo mesmo in-
cendio, apoce 2::)........... 285140
dem idem nos predios as. 20 e 24
da ro do Baro 'a Victoria,
pelo inceadio do predio conti-
guo, apolice 2418............. 1175840
2:5361230
i ----------------------_
Total das inJemoisacSes 15:4461960
Diversas verbas.
Despezas geraes___ 6:646522o
Coiniuissao a garan-
ta da dlreccao... 19 7681802
Abatiment a aa cotila
dos movis...... 2001000
Segorado* fallido.-.. 4:8831520
Saldo a conla da lu-
cros o pardas, pre-
mias C, is riscos
pendsntes........ 81.7595223
Dividendo do Io se-
raa-ir'c 1*1000 por
ateao............ 12.0005000
dem di segn lo din
401000......... 40:0005000
180:7044665
No correuij mez lvemjs nm prejuiso de 9:5001
que j se acha palo, importancia de avaria em
mercadorias seguras no predio n. 60 da ra da Irn-
pratriz, em coiasequencia do incendio do predio
inmediato. .. ,
O primeiro e nico pliiio que a companbia teve
nacessidada de sus.oaiar, foi jaigado nosso favor,
da cojo resollado tranca duvidatnos.
Como J fosteis informados, anteriormente tra-
lavase de um estabeleci tiento incendiado em re-
sultado de um calculo inmoral para defraudar a
companha, mas achaodo-je profado all at a evi-
dencia esse torpe anillcio, nao era possivel que
deixa>se do nos ser fetla a .'de vida jastica.
Terminando, permiiti, senhorej acenmsla, que
nos congratulemos comvosco pelo estado fl re--
eeule da companbti, faZind) votos para que el a
continu a nunter o boa enaceito publico qun
lem ipspiraJn, pela boa f e leadade qoe tem sem-
I re observado no rjmprimecio de seas con-
trato.
Pernambuco, 27 de j.neo de 1872.
Os directores,
Joa da Silva Regadas.
Jpj da s/ri row.
An! rtf/r.
.i.Mi .... i. -
BALANCO da C ropanhi'la Segaros Mariimt*
terrestres tlodemnfadTat a*, f tt-
mesire Sudo bu 31 de dezembro de
1871.
ACTIVO.
Accionistas...... 8007C01000
Beas movel..... i'.ft8#Mft
Caixa........... 18:8431405
Lettraa de-cooia
das........... 338.11.11889
Segaradis marvti-
nws........... 4X1931846
Segurados ierres-
tres........... 3Ss46oJ8t'
Esumpilhas...... 21 1400
{,38:4J7<
PAS9ITS).
Capital.......... I,000:000100
Fundo de rezerva. 100:0001000
Dividendos....... 40.841)1000
Commissio e ga-
randa da dir :-
mana
Accfies em liqui-
6:4001000
Lncros e pardas, -ai
premios de segu-
ros martimos e X
terrestres qoe *
estio pendentes 81:;:i91223
_ ------------------ t,t38:to7*!r
Pernambnoo, 30 de dezembro de 18W.
Jeronymo m Costo 8na
Guarda vros.
S nliores aaennislras da compaohis de Srt^i-
rortn1eTnntsadora.-.\ comraisso tlseal, Iweaa
satisfeito o precalo que Iba Impoem oa arlagos *
e 31 dos estatutos, para dar vos conla dc< exa-
raes, que vista das livros procedea em tolas a
comas a valores era earteir, e verirtrairlo Ufle
indo est de canfor.nidada coro o batarae qae so
apresentado pela direccii, da parecer qoe ap>-
proaris as coma*, fazeodo iiiaoacio da dcb aoio
de asradecimeirto a raesma direecao pelo h
soheitude i|ue tem desenvolvido em prol dos- -
lere**es da compannia.
Es:riptorio da companhia de Segaras Inttemaji-
sidra, 27 da Janeiro de I872.
Lmz Jos da Costa Amorim.
Joao Quirino de Agilitar.
Jos de S Le o Jnior.
PUBUCACOES A PEDIDO.
O metilo l /-.ib e o Hr- Dr
Collaco.
XII
Trato hoje do raelhodo Ziha entre *.-
Ko S. Paulo onle esleve o ooude Zaba ft; etr
bem aeceito, as-im comu em Campias, tt e -5
Ds.
No Bio de Jioero altamette se pronunciara
em seu favor homens de mstrorcio e illostra^k-
O acolhimenlo foi o oris lisoogeiro possivel.
Nonas pfovindat apparecem os nomos dos sa-
nadores o Exm. Sr. conselheiro vjscoode de Sapa-
cahy, Sinimb; dos couse!heiros Dr. Maooi Pa-
checo da Silva, Dr. D)raragx Ramos, Mello .
Dr. Joaquim Manoel de Mac-do ; Dr. Jo.
C-.logaras, professor de hi.-l>ria do eollegio
II. e autor de ama historia da Hade media, Pr.
Pires da Motta, Dr. Pedn d'Alcanlara L-stuVi, so-
nador Dr. Gandido Mendes, Dr. Frazio, Dr. Abdio
e outros cojos nomes nao tenho presente, nem ?-
jornaes em qae vera essa adhesio.
O Sr. Galogeras, pessda habiltala para fallar ea
materia, publicou urna cirta dirigida a) meatto
conde.
Na Baha, a excepcii) dos Sr-. Drs. LisMa *-
telho e Costa, e pouquissimos oais sem nome. 'r
dos se declarara adhereotes ao melhodo Zata.
E qoanlo a esses Srs. Drs. no meu artifo o*---
ror flz ver, que essa opposioio era de vida a i-
misade do Dr. Ahilio Osar Borges.
Era Pernambuco a populacao geralmeat', o eor-
po do commercio oaeianal e eslraogeiro, coms al-
leraaes e inglezes, pes-s a-.*.is mMruidas ae^be-
ram om mnita benevolencia o melhodo liba e ia
elasse das leltras pronnneisram se em fav-r do
melhodo Ziba e os Srs. Drs. cooselheiro Pedro-
Autran, Maraes Sarment, Manoel Porlella, Apri-
gio Goimaraes. Pinto Jnior, Correa d'Arao o.
Franca de S, Jos Soares e ootros mnit>s
nomes me esqaecem ni oca-il) presente.
0> que se apresenlaram combatttodo o BYMrio-
do, lizeram sem um esludo desenvolvido ; e rantc
assim que alguns (em-n'a acceado en> par.e.
quanda d'anieser.i.n adveraarios aceOfisiMB,
O espirito de pr veucao e da de.-peiio xah
mo conselheiro pira qu.'ra quor ser imp-.rcial.
Para se avallar do resultado da qoestao Zata
Rahia em seguida transcrevo os offlcios de aaa il-
lustrado vce-director da inslrucco publica seMi
provfai-ia o !. mais dous profesores.
Ei los :
DIRECTORA GERAL DA INSTRUCCO
PUBLICA.
lilm. e Extn. Sr.Tenho a boora de ofierecsr a
consideracao de V. Exc os pareceres, par oaa
juntos, dos prolassores de geographia e bis..,.*
no Ly:eo, e no extrnate normal, e bem a;ni o
do director do ultimo destis estabelecimentos. ae*
quaes, em obediencia a detenmoacio de V. Bxc,
ouvi sobre o val x do n -th .do do conde .ba ra-
ra o eslulo da historia universal e a c mveoient.a
de sua adopeo uas escolas publicas; deivando de
remeiter o do ontro pn Nssor da historia di Lv-
ceu por nao telo recbalo anda. Con?itod..-B
qu- o Rvd. Dr. Urbaio da Silva Monte bata ad-
mitlido et^e melhodo para o esltio da huwnaiK
collego que to dignamente dirige, juigui-i conve-
niente ouvi-lo igualrrente a simi'hanle rvpeito. ^
da resposta que se dignou elle dar-me pee>o \icto-
?a a V. Exc para remeiter llie a inclusa i pa. (
director do extrnalo normal, como a Rvd. Dr.
Monle. opiuiao, como ver V. Exc, da omito moi
favoravel ao meihodo do idusire conde.
O professor no extrnalo porm com quaoto
reciuheca a vantagera do melhodo, oppsie Ihe to-
dava a ...nsiJi un,,io de que seta d'fikii ao alussv
no conservar as diversas ideas que un -.
representa segando a posicao d.fferenie qus f
inappa do Cwude occopa e segoslo a tone* t eit
qae lem, ajunuodoque n s caios 4e gierra e
c >n i aisla nao de o symtalo qual -a agio vence-
dora, i|iial a v -ucida.
A em vez di-so, no raetlKido Zba ama guerra
ttr..luiente r- preseatada pela cor da nafta vic-
toriosa ; sendo a derrota dos romanos oo primti-
ro scalo representada pela cor romn, porqu-
ana,-io barbara victoriosa nao poasui?. ai oda a
dignidade de estado.
Quanlo a forma e a rflr dos symbolos. rompra-
hende ?e a necessidade de c."i>erv-l coa
raesma forma simples para torna-hs mais fafats-
de ser ob o va los pelos alumnos; e, teta qnaol<
sej un da mema forma, >ua sigo Acacio daasT-
mimda pelo corapariiraento que oceupam. To4a-
va nao n profesor obrigado a cireuio>,reref-
*e a aes symbolos; pJa nuda-los se .1 tpro-
ver; mas semelaote ailaracao, parece. augroat-
lia a diffliulJade era vez de diroiouMa.
Qian.o ao receto que natre aquella pr' da qut encontr o esiudante diflkuldade e ro-
tor na msm-jria os factos e snas data.*, pdi-
dizer-se cm seguranza que os canhecim-iilos ad-
quir 1 h por ordem oo arraajo das ideas fixar so
facilmtnte oa raaraoria a dilDcilmeole sa e*nuo-
cem.
A duvida em que parece laborar o pn^s. rnfc
extrnalo normal seria facl.nente removida, cocm*
ella proprio pensa, se a*sis:isse a ama conferecis
jirat ca sobre o melhodo em quesiao.
Qnanto ao professor da Lyc.-u, iDtsraraaa>>
opposto ao meiliodo, e para sustentar se par
adduz argumentos que resumem os qne I--.
dos n'um peridico desta cidade, tem sido j)
lajosamenls refalados pelo ilInHindo aubr domo-
ibodo i .o q::e.-:a i. S-.bre eiles d.-ra r r-:m hi
um paoco urna vez que me ord.ua V. Ex: qx
lambem emita mha opinio.
Soguni) a fhroaica dos Benedictinos tfto,
como Jiz o i,ustrado professor do Lyeeti, a crea
gi) do munlo teve logar no anoo 4963 an- V
Chrism, e portanW, mais 26 seculos e Jav^n*
contar no mappa do conle Ziba, alm ii qa ti-
le indica.
Sera entretanto, aque1labroaologia a atis fe-
ralraeoto admitlida t iaecutesiavoi qa i tKr*
de coadunar os factos histrico* perlones a crdHt)
dos monge* Danedctinos e o aune da Hjotaao-*
Pequeo, que foi o primeiro qu concebea ratsv
bra giganiesca no scalo sexto, leal dtrMoB *we-
t* gratido.
Mas, o -tonormsute, sahe V. Bxc, oioitas ia-
vestig-cfios se lem fulo sobre tao impwtirn o*>-
jecto e > resoltado 6 qae a estructura ehranelgi-
ca do* H-neJielinos tem passa Jo por complea al-
leraci :
Na. eollegios da Frsnc como oas u iva, sida-
des de Oxford o Carntedge te, antwidadea 4
m
L
1
>




atftiritt rlr PtntfjT^ Tev^Teirfr 3#> dbBjttH^o>im
*8

tt
ber, o Dr. Btilr,
ereacao do man
ar a auot. de 4004.
|V*T'-- que tranecreva aqu d>
billar-i universal por Daederise,
laeonse > eV4fl9tfoea& pablia na
f 'asnina Jferrir* Saares. w*>*
M'EI*y da eunceteio. *' *]
Eserrraas por davocio.
As ExmaA Stm. '>*".
lo asa adrJirJVa o que acabo d* D. idaloa Mari da-,Sva Rosa.
n. Alejandrina Pargdnliua ds MenJoofa.
oflo aroo-to ter* logar successi-- D. Ansa Rosa dos Praavres.
Sr. Carlos ferrara Marttos'Rrbe
Algod
LjiJnaJ*.-^
'najipri
vamwrte, e 3 ella eonragron tfans seis dias
'periodo. O'lwrtmm, a mah perfeita das
flbraj le Dea, foi creado ara ai timo ragr,
qundo a trra ja. seiaqbava em Miad.) df I
rwew-1. T)e*nrt* di aas costell foi IM
radaa multoer. O- Barato terrestre, sus
i^Maaeira rala, paraca i-ar e-ia pule da
Asia 0Bda.se eneoairam as ortgens de Araxe,
dolmase.do E'.ipbrate do Tigra,* 'onde
vierena nos os atis Wiciosos fructoe.
fie, ais,'V. Eso. .ajila ao deve ser laucado em
r'otta da*Ialta 0 erro an nnioa* do meibodo o pr*3
farkroarooHKigia Benadicima, oodneeida pala
ieaiminac-Vi de en vulgar, un opima i qon am
Jsea.aTOT canta tao notaveis autoridade?. Mas
aial quaado jsw a chrouologia Beaedictioa a
fralmente admitlid, que nao nada pravava
ontra o methodo 2 iba a preferencia dada outra
>eU *uur des** meibodo, visto como aos que ad-
mmw -aTW,comptehendVa priraeifa vista qual-
aed do que ajuncar ao mappe os scalos qae qui-
ae *erie aniversal em. outra base qaa.nao seja dos
batas, fdra contra todas as re^raj afadenies a dar
a iefayivi9ieat0'da ntelligcdlitiniia reata di-
rw-ciu. d-qae se Sirii de umacldeio que se
projlrln a erigir un ediQeo comecaodo por
coaitrair-lhe o lelo em re de aliotrces 1 Os
motivos tn;,tarpettBTa o genero humana a obrar
teste otfdaduellfl modo a inflieocia relativa das
eaosaa e do <-ffeitc?, a coudicad do semtimeato
tnurai; a? manffestaeiJsi do espirito humano sob a
.preasio da caria* eircumslaucias a grandeza dss
virtudes cvicas ou dos ..Times,.lulo isto o ledo
do edificio t6*lJtm)e e*a seto nao p'e ser
construido sem ana para elle estoja bera-prepara
da **ase do faeto. tiuerras, batalbas, horaeos
minantes, soberano, calamidades, Jjseobrirantos
gwgraphieos oaaonotieos sao fado* explicativo-
da eoudicri moral, inteltectaal e poltica da socie-
dad* *| f>
O raelbodd Z.ba e*>a basi ou alicerce, e tecla deve s#>coosiruido pelo professor ou pelo
proprio emulante com o auxilio das obras bisic-
T'c: ret erar que o cjode.Zbi tive.sa a preieocao de
querer aniquilar a missao do profassor, ou muil-
iisar os livros em materia de (ao alta imponaacU.
, Atm disto, niogaemple negar que o methodo
?.\bi, tornando o lempo visivel, remtva agrande
t3.B:uldada at hoja sentida no eiudo da historia
universal da conaervr-se na memoria os algaris-
los que representan) as dalas ; a este ment s
4>or si bastara para racoramanda-lo.
t-'iaalmeuie qaem quereria banir como iouteis
f>>niente os no nes das eidades, dos rio- e das
rfidQtaohas, sera Ihes ajuntar rainudeacia al-
grjina ?
A crHiia. sempre o baplismo obrigad,-., ja o
diie algueiu, de toda a iunovacao seria e duravel
'ji materia de iusiruega i.
Por multo t 'mpo sabe V. Exe pregn se na
propria Bnropa contra o enstno mutuo; mas nem
pf iaso deixou elle de propagar-se e de ser, como
oi,, reconhe:di1 de maravilhosa p-oficuidade.
fSs*ta cond c5e< nao admira qne se leoham le-
vantado nesta capital algnroas objecQSes emita
o methodo Zba, apezar de fer sido saa ntilidada
explicada de modo coavincenie por seu ilo>i:ado
auior, e cabalmenn demonstrada pelo aproveita
Timlo de que algn* alumno* confalos s suas
lecrd's ja deram provas em diversas conferencias
a que V. Exc. se tem dignado assistir.
.Vos Estados-Unidos, entretanto, cumpre die-lo,
o e -nselho do instituto dos Preceptores era Was-
hington, depois da accorsdo e minucioso exame
4obre este methodo, convenceu se_ de seu grande
valor e recomr^ndou a sna adopcao as escolas;
m Boston, depois da conferenjia feita pelo conde
Jftin na presonc> de aais da dazentos profisso
res, o resultado foi iguilmmte satisfactorio, divi-
d adose neaa aesma occasiao os profesares
presentes erfi drfferentes clas?es pira ouvir-m
fl'alli em diante as prelectes do conde sobre a9
traolageos do sea systema no eetado da historia.
!*um dos peridicos que noliciam quanio acabo
de referir, no fosfon Daily Adveiiiser l so qae
tambem na Inglaterra (em Oxford e Cambridge),
orno na Franga tnaitos esludantes ja por esse me-
thodo se preparam m3is fcilmente para os exa-
oie'.
No Brasil, no Rio de Janeiro a S. Paulo, a im-
prosfio prodozida por esse sy-tema no espirito do
publico Hlntrado foi tambem "a maU vantaj >sa
prt'Sivel.
So Rio de Janeiro em particular, distinctos pro
(stores como Manoel Pereira Frazao e Alcntara
t.ishoi, depois da ouvirem as prelecc5es do conde
Zba sobre a vanlagem do seu raelhorainento vie-
ran a imprena proclama lo cerno um auxiliar
poierosissim nao s para promover as mait ftli-
zes attociacors de ideas, como para por meio deltas
archivar tommas consideraceis de conhecinunlos
divrrsos, de nudo a estarem presentes ao espirito e
na melhor ordem, em qualquer momento pneiso.
O moito illuslrada prufassor I-a Btptisti Calo-
gara?, cuja superior competencia na materia re-
o.oahecila no imperio, de publico tambem mani
fastou sua adhesao ai methodo declaraodo-o de
SMaMi uilidide para o esludo da historia e dign
de ser adoptado pura o enano dtsta importante
rienda.
Depois da paltvra autorisada desse sabio pro
iassor, nada mate pomo oara devo ajuntar. Can-
cjjindo dirai, pois, a V. Exc. qne o methodo Ztba
por ser naturalmente atiraetivo e carioso, por ser
a'eesMv.-l lo la i as intelligancias 6 idades, por
nio fatigar a memoria no raeu humilde penear
> grande vanlagem para o estudo da historia
aniveasal.
ens guarda a V. Exc. IH n. e Exm. Sr. Dr.
ee-preideole da p'ovincia.O vico director, Dr.
jtnt.jnio Franco da Costa Meirelles.
(Continuarse nal.
D. loanna Candida deJesM,,,^
D. H.norata Mara da Conceicao..
luiati protectores.
Os Itlmi. Srs. :
Francisco Alexaudre Cordeiro Juaior.
Vicente Nunes Ferreira.
Teoente Manoel orberto da Cosa.
Antonio da Barros Leite.
Joi Fraociioo Soares.^ ^, ^ \
Mizas proteVtoras.
A* Sxmas. Sras. : -
D. IVi-alma Maria da-Concaicio. '
O. Mara lilieeria da Conceifo.
D. Margarjda Roaa de Itima.
I). Mana Vi eir do Patrocini.-
D. Amelia VUarmba Gomas dsUrvalho.
D. Taemotei Josepha Cnrneiro MdcM da SU"ra.
D. Josepha da Miranda Pinbo.
D. Mariana Theoiora de Albuquerqae Bezerra.
dt-id
h a7 rs. por I
m+tietpmb m
Cambiosobre Pars, avista, 38&MMII
Cambiosobre Haabnrgo--a-flO- \r.
ace. tawnsimvm.
ftl. Pinto,
o? ^m
Presidente.
DuiMBinq,
SacMtarw.
. -!
l^andlmento do da f 27.
Ata do 'di* 29
*l,l!:7!|lli
im&um
/lnmes'entrados com fazenas ^B\
fel
cotp geiefa
con latead a*
cana i fawaoi i
mes safeMbs
233
Desoamgan naje de;jieir.J da IfTl
Barca portuga|a .Pertfta Borges varfcfge-
eros.
Qaasi hespanholada.
So este, titulo um jornal da pennsula ibrica
la esiarapi a segainta apreciacao analyca dtr
clnica medica^ umeelebraao galeno urda di ^ ^
KCrffinKUron proced, 21 = ^--^a;* ^
Abroz.-0 pilado da lndv4<%-9e a 2/OO
por arroba. ,
Axwrs-Doc-0 dfMbMMljiMleo-se a 2^900
#**> EstraiP) a 2160 tm gaUo.
B*iai3ttB.^-A mtASM'^m0.i-ie <,* 3J( a iU
- em ataado a 4100 pfr fciirrttai O deposito
atMta a to.OO^qouiaM.
IMIUtasVeYdeu-se a W) a arroba.
llAmmag.dem: aH a bar#qinb*,
G*rt.Mam da 8*5W-a 9*HM par arroba.
" Cu.-Idem^ de i #600 a 2*J a fibra.
HvgA.Rotalhou se de 1*00 a 7#6(iO'a du-
zla de botijas ou garrafa*
Cowws.-.0s seecos lalpaVM' WMron a 270 f.
por rr.
LobcaVendeu se a iugleza MU por canto
dWpTwn'to sobre a faeturtf.
Ma.ntbiga.a iugleza vendeu-.se de lf a 1*051>
e a frabeeza de 660 a 680-rs. porHhrt.
Ma^as.Veadeu-se a 7> a caia.
Oi.nlPm Xwimqa.Negt4it-se a 2.J por ga-
FA3*j.-4ttem4, |-aalxa.
Presuntos.dem a loa'arr6ba.
" wae*.-^ flmengdS vuddei-am-ae ^ 2/100
fe eoprato a 900 rs.l'Bfcra.
'.'-rVBWJeftise a TOIrj. *> ingfez por libra.
dem o fle Lisboa a UjOWa ar-
Dios entrados no segulni, adultos
dem dem dem, creancas........
Termo medio das visitas ca te no corso do tratament j : .....
Teial das visitas durante o anno.....
Termo medio do honorario por cada
donte.........................|
Rendimento annual da clnica......
66
V.:j
1,131
= >=
JO
UvlO
aCOu
55:;i50iOOO

Ora 11,310 visitas durante o anno da por di a
30,98 ; e sendo o menor tempo, qae se pode gas-
lar na visita dcada doenie, rnea hora teTmo me-
dior v se qne oceupa^se o galeno diariamente no
trabalho exclusivo de visitar e receftar seas doen-
les lo ';_, horas.
Tem o da 34 horas.
Aparte urna para o almoQ e da9 para o jantar.
inao ple ser excessivo este clcalo, visto ser o
oncedilo ao jornaleros para esas funcfSsO en
ira as horas diurnas; e eomecando o trabalho cl-
nico s 6 horas da raanh*. taramos al s 6 da
larde9Mas como sao 15 Vi hora:* lrab*'
Iho constante de clinica, deve entrar este palas ho-
ras nocturnas at '/i hora dp >is de maia noute.
Fiodando o trabaino meia hora da raaahaa, e
cons'umiudo pelo manos meia hora em coiar, con'
ciliar o somoo, etc., etc., e 1 hora em hacharse
e aceiar se antes de encetar o fatigante trabalho
do dia, vera a re-tar-lhe somente o lempo havido
das 2 s 5 horas da manba, isto 3 horas, para
dormir, cou*uur os tratados, lar os jornaes scien-
liflcos iodispeosaveis ao acompanbamanto do pro-
gresso da materia medica I
Com toda a probabiiidade s dorme 1 hora por
da o Dr., sendo portanto antipoda dos desembar-
naoras, que s accardfim duas vezas pr,r ^emaaa.
E como estes sao os sacerdote da juslic.a e devera
ser o symbolo da viriade, forQJsa a condumio
da que o galeno e... gracejado); e procura diver
fir-se com a publicacao de tal resultado de sua
clnica ; pois do contrario, com tanto labor, mor-
rer breve sendo um marryr, qne sacrificar a
existencia para salvar a vida sens smelnantes,
do que ine resaltar sem duvida a canoui-acio.
O fabuloso rendimento da clinica acha-se repre-
sentado oos valores segulnei:
Bensderaiz..................... OOOOOOOO
Apolice da divida publica......... 000005001
Empregos de ferro carris......... OOOOOjHHX)
Capitaes em bancos............... ^"wlSx
Em companhias de minera^o...... OOOOOOOO
Ora bolas I
E' principio de physica, que quando a lar esta a
acabarse, cresee um grande pharo!, e em seguida
apaga-aa.
COMMERCIO.
HORTH
NB1R0 A 3 DE t'WERBIU BK 187.-
Merc*dJB>s: unidad os.
Abanos......... duza
Algodio em car'?o..... kllog.
dem em rama ou em la, t
njd vivos....... nm
sojcoeident.........
Arroz com/ cftffu /. w l(Hog.
-pthdo
on
. orna'
.
men-
litr.
dem desc
Aasucar j
UrvU
flaWr
almh! ....
?apgalo* .
Azditede amendrjim
dobim.....
fdemdecoco .
dem de mamona^ ^ ^ J
Batatas alimenticias. ltUbg-
Bannilha J
Bebidas espirBuosas 4tonneiitadas:
Agurdente Cathc.'
dem de cansa'."'. '.
dem geuebra
(dem restilada
dem alcool.
(dem cerveja .
Idemvrnagre .
dem .vlnho de. caj......
Bolacha nna.compreliendido9 os
biscoitos...... .
dem ordinaria, propria. para
embarque. .......
Caf bom .
(dem escolha ou restolho .
dem torrado ou moide.
Cal branca........
dem preta........
Carne secca ( xarque ). .
Carvao vegetal.......
Cera amarella.......
dem de carnauba em bruto. .
(dem dem em velas, ....
Cha..........
Cocos seceos
".olla.
Vix^teB.O de Portugal vendeu-se a 12 a
WHfoe. Os de Lisboa veadfcraru-se de 0<
. 2604, e os de outros paizes da 212 a 230f por
'P. ^
. Vblas.As de cooaposicao venderam-se da 580
rs. oajacaid de o velas:e'iibra.
DBsco.vio.rrO rebate de letras-lei-se de 10 a 11
r cent ao anuo.
Frbts.lio algodao, carregaado de le oara o
Ttade Birctlona 1 d e 5 0/t, parao ii Canal a
2*O0Hr ordens at Con*taJt de 10/16 por libra e 5 0/0, para
6fr o de Liverpool de /8 a 3/i d. e 0/0,'do da'Mi-
177- ci a 3/i .i. e 5 0,0. do da Parahyba a'S/t e 5
250 0/0 ; do as-n -ar a'a:;ni para Llverpo 35/ a B"0/0,
3 para 0,-Canal 53/ a,55' nominal, para o Estad.O't-
43& vJoldor a "0 centesimos dominare dos porto* vi-
pnUos para, o Canal a 65/ 5 QfO. ?.
937-
67*
523
1024
. .
:

kilog.
tai
300
337
600
300
M"
476


>
t
. cento
. kilog.
Coaros de boi, seceos salgados.
dem idem espichados....
dem idem verdes.....
dem de cabras corridos .
!dem de onca.......
Doces era calda.....
(dem em gela on massa. .
dem seceos.......
Espanadores de pennas grndes .
(dem pequeos......
lem de palha.......
Fteiras de carnauba .
nm

kilog.
i
duza.
cenio
Eleipao


DOS
tVOTOS QUE TEEM DE FESTEJAR A V1BCEM
SAsnssiMA Mi SM sccesso Nocoaacv-
TE ANNO DE 1872 A 1873, EM SUA CAPEL-
l.A NAGIfUDE DE OLINDA.
Juiz perpetuo.
tt film. Sr. Manoel Jos Correa.
Juia por eleieo.
O Sr. Jos de Pmlio Jnior.
Escrivao por eleicao,
O Sr. Lourenco Gomes de Mello.
Procurador.
O sr. H-rculano Jo- Victoriano.
Thesooreiro.
i) Sr. Trajino Francisco Barbosa do Amparo.
Definidores.
0*llfBs.Srs.:
Liberato Prisco Uibeiro.
Jos Caetaoo Biboire.
aiaooal Fionano Al ves de Santa Ados.
?rimo Feliciano da Silva.
Jaaqnia* Tciles da ateoeze.'.
GUisas Quiatiliaao de Carvalfao.
JUaoe! Ftireocio da Itessorreico.
Luiz Tome Coa zaga.
Joio Barnardo iaaei da Silva.
i'n Bernardo da Souza Leo.
Jaita par alucaa
consorte
iapital........20,000:000*001'
undo de reserva .... 8,000:000*000
Agentes,
t.Mif.? Lathan & C.
IMPED AL
Companhia de seguros contra
fogo.
;AGENTES
S. P. J01ISSTON & C;
Ra da Hcazala-nova a. 49.
THE ALLIANCE BRiTISH 4 FOREIGN.
Life and Fire AssoTance Company estabelecids
.m 1824. Capital 5,000,000
Os agentes desta compaBhia tornara seguro;
;ontra fogo sobra predios, genaros e fazendas t
)agam aqui prejaizos devidamente provados.
Rabo Schmettau & C
Corpo Santo n. 15.
Segaros conlra-fogo
COMPANHIA
SEGURO CONTRA FOGO
The Liverpool i Loarloa Glob
Iusarauce Company.
' Agentes :
Saonders Brothers d G.
i4-Corpo SantoII.
A Ex a. Sra. B. Aarelia Teixaira
de Illa. Sr Jos Mara Braga Jnior.
A Exraa. Sra
.Simoes.
Novo banco de Pernambuco em liquidado
19 de Janeiro de 4872.
Os senbores accionistas podem receber e 8o di-
videndo de 1 i\k por cento do capital; s quar-
tas feiras e sabbados.
em propria para forro ou estiva
de navio........
Estopa nacional...... kilog.
?arratia de aramia.....
dem de mandioca...... >
Feijao de qualquer qnalidade.
Fumo charutos...... centro
dem garros.......
(doro, i lem folha bom. kilog.
Idee era folha, ordinario ou ras-
lomlho ........
dem ero rolo e em latas bom
dem, ordinario ou restolho.
Rap.
iJomma de mandioca. (polv>Uio>
pecacuanha ( raz )..... >
amco (toros)...... duzia
Gaibros........ nm
Enxams........ '
Frechaes........ '
Jacaranda (couc/ieiras) duzia
Lenha em achas...... cento
Idem em toros......
Linhas e e^teios...... nm
Loar s (pranchoes).....
Pao Brasil........ kog.
dem de jangada...... nm
Quiri ......**
Vinhatico costadinho de 25 a 30
millimotros de grossura. um
dem pranchoes de dous costa-
dos at 50 mil li metros de gros-
sura ......... 20*00"
idem taboado de rueos de 25
milKmetros de grossura dnzia 1444000
Taboado divorso...... 96^000
Tatajuba........kilog. 33
Travs.........urna 6*000
Varas para pescar.....dnzia 24O0
idem para aguilhadas ... 6*000
dem para canoas.....ama 1*000
Cavernas de sucupira(era obra) 3*500
Exos da cienpira par carro. par 16*000
Melaco.....' kilog. 35
Mel deabelha....... 3
Milho.......... 88
Ossos ...,.- *
Palha de carnauba.....raolhos 1*000
Pechnry....... Wlog. 817
Pedras de amolar .,...*. 31
Idem de filtrar...... I*
dem de rebollo j 34
Pennas de ema. ...".. 4*796
Piassava..........molhos 160
Pontas ou chifres de novlUio ou
2i
476
442
939
39
27
i
168
432
436
763
4*360
4*000
1*438
588
o:
350
10*000
1*133
784
2*180
48*000
24*000
12*000
16*000
12*000
136
681
92
272
3*000
320
1*090
613
631
545
2*180
170
1*703
60*000
360
1*500
5*000
95*000
3*000
12*0OU
6*000
10*000
103
5*000
6*000
16*00*
ro'
m
MOVIWENTD DO PORTO.
A'.no entrados no ia 28
R'o de Janeiro18 Jias galera inglasa \Vf Der-
ftjz, re 820 lonj. equip,20, em lastro, a Pereira
Car^eiro & C
30o* fonos sahidos no in/mo dia.
3M- Ga gi\vliigue iuglaz Countenay, capillo Jack-
man, carpa asucar.
Navios entrados no dia 29
LiverfftoJ por S. Vicente 18 -das, v.>par ioglpz
Stu'dent, i? 401 ten, capitao U. i. Gell, eqaip.
24, carga laaeoda e cuiros geuerus a Joboiton
Patar & C
RiodaJaniro 17 diasb rc ilinain?riuesa Sva
mente 11, em lastro a Kaller & C.
3ahia % da* barca Ingleza Dapan, de 345 toas,
capitao Goiefhlty etjuip. 11, eui la-tro a T Car-
rera.
Bolork-33dla, barca aniari-aoa ilazard, de 338
ton 5., papila i G. A. Kirsiens, equip. 1, em las-
tro a II-iy Fyrst-T.& C
Navio sal ido %o mesmo dia
Rio d Janeiro -barca portog leza Claudia, capi-
tao Lu/, de O. C"b>, catua assucar.
QbseiT'JCtw.
Sas^endeu dft lam-irao para o Ccrnr| o brigue
ingles Lucy, capiio Gray, com o mesmo lastro
que irouxe do Rio de Janeiro.
Idam para a Parahibi a barca inglezi Weslward
Ro, eaofae M. Cracheu, co u o mesmo lastro que
trouxadi Rio de Janeiro.
Jo) Carlos ft^nbalaft ou,c*i queramais vaota-
gens e garailaWowrlawv siroccao de uina
extraa la ferro, ieguod-o aiptema maia econ-
mico e da acebrado cora 03 aperfecaameu.o< mo-
derno- lalfodutfos neste genero da via?a, a
3ual i ,;ue a ciliada de iloorp ao iouid cu pono
e descarga dos daVios a vapores dte entrao ni
rio a'aquelU) noxna a, m igualdad^ <*^ condigde?,
sari''preferidos ebmo'coniratadores o refarilos
ngenheiro?, medanle as seguales bates ;
f 1. Poderlo os cobeessionarios corntrnir par
fi, ou por ama otopanbra que orgshiRrert den-
tro ou fra 4a imperio, as obr-s da estrada.
| 2. Os con Hiiionarl. ero o prvilegin e go-
aci exclusivo por ciucoenta aonos, nao se podeado
CBCfder pntife^gio da igual naiareza a onrr ps-
soa, on erapreza dentro de ama zona de 4 leguas
por cada lado da roesina estrada.
3.* Couclairo a eftiada dentro do praso d-5
anuos a contar da data do contrato.
4." Seo jseotoi dos dircitos provinciaes os
maien.iL' .destinados a eonstrucfo e cuieio da
estrada ; a o presidente da provincia solicitara do
uoverno reral a in'sen^So- dos direttbs gerass de
impon a cao dos meamos ntatenaos.
J 5fl Garantirse ha ao concesionarios, ou i
companhia, preferencia era igualdad* decendiedes
ao proloogamenlo da mesma- estrada em qaaiqner
direccao.
Ari. 2: O' prego de traosserta de rada arroba
de carga nao exceder a 20 rs-. por legua de es-
trada, e a de 306 rs. por passageiro na mesma dis-
tancia, leudo em todo o caso o goveroo direito ao
transporte gratuito al 4 quintaos de carga o 2
passageas em cada trera, bera como o transpone
de malas do correio e seus estafetas,, e oas c^rgaj-
do governo, quer goral quer provincial, qm- exce
da aquello peso, os prego de lraoporte lero re-
do cgao de 25/o,
Art. '.' Pic*ra sem effeilo o prW4lei;o : I.* Se
os concassiooarios ou a compaoliia, nao a presen-
tarem as plantas e-orgimentos da Knha a appro-
vagao do presidente da pravinca, uentro do oras
de 2 annos, a contar da data do contrato : i.* Se
nao for assigoado o emirato por culpa do* conces-
sionarios no praso de 6 mezas, a coolar da data da
saoccio datta le: i.' Se nao eu:rearem a estra-
da ao ii aiicj no tempo marcado de 5 anoos J i data
do contrato.
Art le* Fica o pre.-ideute da provincia- aamrr-a
do a irapr aos coatra4aotes outras condiees que
julgar necessarias para facilitar a realistgo desta
erapreza e impor as convenientes mollas.
Art. 5. Prado o praso do privilegio, reverter
proviacia a est ada cora todo o seu material ftx >
e rodaue, sera nderantsarao aos cooces ou a companhia.
Ar.t, 0.* Revogam-se as disposigSes em con-
tra no.
Mando, pr tanto, a todas as autoridales a quem
o conhecimeuto e execueo da referida lei perln-
cer, que a cumpram e fajara cunprir tao muira-
uienle c >mo n'ella se contera O secretario da pro-
vincia a faga imprimir publicar e carrer.
Palacio do giverno da provincia do Rio Grande
do Norte ao Hi dias do mez de drz^ranro da 1871,
:i' da independencia e do imperio.
L. S. I) ;i,) Angusio Cavalcanle de Albuquer
que.
Le pela qual V. Bxc. manda executar o decre
to da as.-enib ea legislativa provincial, anlorisando
coalralar com aa eugeaheiros Luiz Jos da Silva
a Joao Cirios Greenhalgh urna estrada ae ferro,
segondj o syslema mais ecimomico, a qoal ligue
a cidade de Afossoi ao ponto ou pono de descarga
dos navios e vapores que eoirarem no rio daqual-
le noiua, sendo preferidos us referidos erganheiros
em igualdado de condigocis, (Hedanle as bises es-
tipulada', como cima M declara.
Para V. Exc. ver.
Manoel P. reir de Azavodo a fai. Sellada a pu
blicada nesia secretaria do governo do Rio '.rail-
de do Norte, 14 de dezenibro do 1871.'
Servindo de secretario o oftteial-maior ^tn/oriio
Pinheim da Cmara.
*" twt*
ter^in
1
01
4* Pifa omsis qtre nao se aihar espretJeado
oas preaeataa clauaua#, s* obqryti as dupxwi-
c5es do regolamento de 31 de jomo de 1866.
ferreira,
,ii. > i
Conforme.i/. A.,
ir
M
O aspfetor da ifeadegi fax. {flkaa qae >
Mtlo-daa im caix.is c m cabute gr]Ba dia-
mante M, annuaciado para nf Wa\ttSnBparid
para qUartt-eira i24 do cMB
-Aifaadega la ^ruambjeo 2? de Itwlr'
l7.
Emilia Xavier S EDITAES.
De ordem de S Exe o Sr. presidente da proviu-
a se faz publico para conhecimento das pess-ms,
a quem inieressir que achaadose omesm) Exm.
5r. antoraoo pelo arl. 22 da lei provincial n. 443
da 19 de dezewbro do auno proxixo liado, a con-
tratar o ni quero melhores vanlagens olferer r o
akaatasimeolo d'agua pouve! a esta capital ai-iu
oous ao cofre provincial, recebem-se nertasecre-
uria pr. postas para o dito flm al o dia 17 de
margo viodmro, sob as seguintes principaes
basas :
i' Os mprtzarios ou a cimoanhia s> obriga-
dos a encaar agua potavel soffluenia para o abas
tecimeo o desta cidade de qualquer manan Mal com
tanto que* gni que honver de ser formada nao
seja era quaotidade inferior a 1:200 libras por
cada 24 horas.
- 2* Os mesmos emorezarios sao abriga Jos a cons-
truir 8kafenzes nos lugares mais convenientes
da cidade alta e baixa.
3' Con:eder-se-ba aos emprezarios ou a compa-
nhia o dreito exclusivo, por 50 anno?, para venda
u'agua aos habientes, desta cidade, nos chafarizes
por prego qae nao exceda da 20 rs, o caneco de
8 garraas ou 3 1,2 caada?, ped-jado o forneci-
memo ser feito fora dos mesmos chafarizes por
prego que nao exceda a 40 rs. o caneco da capa-
cidade cima indicada,
4" Fir se ha cessai a empreza do uso dorante
o temo do contrato, de todas as (odies, de que
aciualmenta ta abastece d'agua a popu'gio desta
cilade, sendo por.n a empieza obriza la con
servir as meneiooadas feotes era boro estado, pu-
dendo f izer qualquer allerago no senlido de me-
Ihora las, a sio de accordo cora a presidencia da
rhvincia.Secretaria do governo da Parahyba,
em 17 de Janeiro de 1872 F. A Miniella.
O lllro. Sr. inspector d* Ihesoararta pr.ovin-
vioclal, em cumprimento da ordem d) Exm. Sr
paesidenle da provincia, manda fezer publico, que
no da 1* de fevereiro prximo vinduoro, peran-*
a junta desta thesourana se ha de arrematar
quem por menos flzer oa oncenos de que care-
cer o quariel da cidade de (oyanna oreados em
1:602*213 res, e sobre as clausulas espetiaes
abaixo copiadas.
As pe-s as que se propoaerem a cssa arremata-
c3o coraprogam na sala das e5 da refarila
junta no dia cima mencionado, pt'.o nielo da e
competentemente habilitada*.
E para constar se raandou publicar o presente
pelu jornal.
Sacrelaria da Ihesouraria provincial de Pernam-
buco, 15 de Janeiro de 1872.
O oDcial da secretaria,
Miguel Alonso Ferreira.
CLSULAS ESPKC1AES.
1.* Os reparos do auartcl de Goyanna na impor-
tancia de 1:602*213 r. serio execatadns de coa-
fermidada cora o respectivo orgamento.
2 O contratante dar coraego as obras no pra-
so de 8 dias, e as concluir no da 3 mzes, am-
ito* contados da data da approvagao do contrato.
3.1 0 pagamento da importancia da arremata-
gao ser feito em 3 prestagfies igoaas, sendo a l'
__O Inspector da alfandega fiz publico ae
corpo coramercial desta provincia e a qaem mais
interessar possa. qne em vinude da ordem do the-
souro nacional n. 265 de 29 de dezembro ultimo
comrauoicada por portara da Ihesouraria da fa-
zenda n. 14 de 15 do correte, ter execncao o
contrato celebrado pela directora geral do tbesou
ro cora Bellarraino do Hago Barros, Francisco Fer
reir Ballhar los da Silva Loyo e Jos Joaquim
Antuues, para o servigo das capatazias,err,barque e
desembarque de mercadorias nesta alfandega, a
coroegar do Io de five.-ero prximo em diante.
Alfanlega de Pernambuco, 25 da Janeiro
1872. .
O inspector interino,
Faustino Joi dos Santos.
de
Escriva por eleicao.
D. Mara Joaquina do Sacra manto
Joizes por devogo.
O 'Ulnu. Sw,: .
tevm.*aoego Tranaailino Cabral de Vas;oQ:elloB.
Adolfbe TeixL|na*. /
JTeoeate coronel Manoel Dionizio Gomes do Regp.
Joaqaim Jeronyroo Serpa.
Jos Dativo dos Pasaos Bastos.
Jaitas por detogao
Rs Exmss. 6ras.:
D IrtacJi Maria do Nasclmenio, consona do Illm.
St. alfares Jos Antonio dadiva.
A Walina Accieli Pessa de Brlto, consor d
Jila. 6r. lente Joacrtim Rabello Pesso da
frito.
f). Joatraa Candida d Miranda Lobo, fllha do Illm.
Sr. 9r. Manoel Joaqnim Se Miran 1 Lobo.
i). Fraaciaca Ra#i|oes do Espirito Satflo.
jD. Mara fotloa da Conceigio.
m. Alaxand-tna Julia da Silva Saaopaiq, coiswta
do *lm. fk. Mldael 4a aira aApaloT
Escrivea por divoc^o.
Os PIms. Sr.:
Thomaz de A taino vTanna.
Rocha Pa.
? Urna.
PRAUA DO REG1FB 27 DE JANEIRO.
DB ia2
aa 3 1/1 horab t> tab. -,
Cotaeoes officiaes.
Algodode Pernarabaeo sorle 667 rs. por kilo,
boniam.
Dito-de dito dita 660 e 667 rs. por kilo, hoje.
Algodo do sertio aera iospeego 646 rs. por
kilo, hontero.
Algodaodo Acarac sem inspeegao 620 rs. por
kilo, honlera.
Algodode Macelo l* sorle 701 rs. por kilo pasto
a bordo a frote de 7|8 d. e 5 0(0, hontem.
Ditode dito dita 701 a 708 rs. por kilo posto a
borde a frea de 7,8 d. e 5 0|0, hoje.
tajadle da Psranyb 1* sorte 688 rs. por kilo
posto a bordo a frete de 1 d. e 5 0|0,
hontem e hoje.
Algodio do Rio Grande do Norte 1* sorte 687
rs. par kilo posto a bordo a (rata de 1 d.
a fJ0|0, boje,
^abiosobre Londres a 3 dr. 24 6|& por 1*000
do banco, hontem.
Ditosobre dito a 90 djv. 25 d. por 1* do banco,
hontem.
Ditosobre dito a 90 d|V. 25 d. e 25 1|S d., e do
banco 25 d. por i*, baje.
Cambio-sobra Paris a 90 drv. 372 rs. por franco,
boje.
Ditosobre dito a 90 div. 377 rs. por franco do,
banco, hontem.
Cambio sabr Para 15 d|v. I 0(0 de descont,;
hoMam.
Freada algodio -laqui para Barcakraa 1 d. e5
0,0, bornea.
Ditoda dito daqni para. Liverpool 5|8 d. e o OjO
ranor, oontam.
Ditode dito dito 3|4 d. a 5 0,0, vela, hontem.
Ditode dito Mar nho dito I d. e 5 OjO, honjem, 3W,0Oft
Prele de asaacar Maranhao para Liverpool 40| AioonxoO de
a & 0|0 (hontem). lir, rendea-ae ae
frefe 6> algodao da Parahvba para LirerpoPi 9*900 a 9*900 e
15iU d. e 80.0, bcratem. bordo, aqaelle a
1 ?. J. P*to, 5 0/0
Presidente, asccui.
vacca.......
Sabo .......
Sal. ...,..
Salsaparrilha.....
Sapatos de coaro branco .
Sebo en graxa emrama .
dem em vela. .
Sola e vsqaeta ....
Tapioca.......
nhas de boi......
Vassouras de carnauba .
Idem de piassava ....
dem de imbo. i
Alfandega, ae Pernambuco,27 de Janeiro da-1871.
O 1.' conferenteJoaquim Azevedo VtmtttrUu.
O 2.* coniereota Jov Maria Cisar do Amural.
Approvo. Alfandega, 20 de Janeiro de 1872.
Kmilo Sobreira.
Conforme.Joaquim Tertuliano de Ueetns.
*
: .'
. -6MK0
. duzia

2*800
348
10
2*643
800
340
476
1*20(1
204
380
768.
Uffl
__O Iilm. Sr. inspector da ihesouraria provin-
cial mana fazer publico, era cumprimento da tr-
dem do Exm. Sr. presdeme da provincia, que. no
dia Io de ferereiro prximo vinouro, peranie a
junta da hienda da mesma iesoarana se ha de
arrematar a quera por menos fizer, o f irnecimento
de alimeatacao a dietas aos preses pobres da casa
de detenga, e pelo restante do trimestre corrente,
servindo da base ao contratos precos abaixo de-
clarados, e de oonformidada com a nova tabella :
Dom'Ogo, almoco, jantar e ceia
Saganda-faira dem
Torga feira idem
Qaarta-fefra dem
Qanta-feira idem
Sexta-feir.i (dem
Sabbido idem
400-
400
- ft
360
400
. 360
- 360
quando tiver comegido a obra, a 2.* quando hou-
ver metade dos reparos, e a 3" quando conclni las.
4." Para o mais que nao se acha especificado
as presentes elaasulas se observara as lisposi-
g5es do regalamanlo da 31 de jolho de 1866.
Conforme,
M. A Ferreira.________
4a seccj.Sscreiaria da presideacia de
Pernambuco, em 10 de Janeiro de 187?.
Por esta secretaria se faz publico que,
tendo o Exm. Sr. presidente da provincia
de dar execugao ao art. a da lei provincial
n. 1030 de 13 de juaho do anno fiado abai
xo transcripta, se convida a qoem quizer
contratar o assentamenlo de carris de ferro
em toda a exteos2o desta capial para o
transporte de gneros, bagagens e mercado-
rias, nos termos da citada lei, a apresenlar
suas prepotas no prazo de 30 das a con-
tar da presente data.
O secretario
Elias F. d'Almeida e Albuquerque.
Lei provincial n. iGOO de 13 de junho
e 4871.
Art- 2?. Fica igaalmeate. o. presidente
da provincia autorisado a contratar com
Bdllarmioo do Reg Barros, Jos da Silva
Loyo e Jos Joaquim Antunes, on quem mi-
li) oros vanlageus oierecer o assentameuto
da carril da Ierro em toda aextengo da ci-
dade, desttoados ao transporte de gneros,
bagaggoa e mercadorias. com a privilegio
de vale e cinco annos, e as mesmas con-
dices da oncesso feita a companhia loco-
motora do Rio de Janeiro equipolentes as
dreomstancias da empreza.
O .iilmioMredor da raaebedona de renda*
interna garaea faa piiMie ana tests oiet dr
jaaeiri>*e ao te favaruiro pr-XimofnBrr' qu |#n
de ser paga lem mulla a laxa det eatir, rel
iva ao Br8TCo>c**r8ntede871<2, c tu liad
o referido praso aera cobrad* com a malta d
seis por canto.
Kecebedoria de Paraambuco 18 d Janeiro 1-
183.
^^ Maooei Caraairo daSowa Licerda
fel Ihesouraria provincial ae fax publico i^u*
foranrtransferida* para o da 8 da fererairo pr-
ximo '"indonro a obra do rcbaixacealo da lad :m
do Timb entra o 15 e o f (ancos da estrada aV
Victoria oreada era 6:600>, e a ponte do Can
na estrada de N. S. do O', oreada em 5:706.
Secretaria da thesourana provincial de Pernaoi
baco 19 de Janeiro de 1872.
!) offi-ia) da aaeretaria,
M. A. Ferreira
Oonu'a Por esia r^particao faz-sa cuantar aos raapaoti-
vos coniribuint-s, qne no 1 do viodoaro met d?
fevereiro, cometa a correr o praio para o paga-
mento vuiuutano dos imnosios em egnida ro m-
cionado.-, parleucentea ao aitno dnaneair de M7I
1872 : incorrendo ua multa de 6 8jX> oa jue *-
xarem de reali.-a-lo dentro dos 30 oi* desaa pra-
xo ; 20 0/0-obre iliv-rsos osulieleciiceat ccoi-
merciaes; 8 0/0 .-obre e'c ifion crasnlimlts -
carinos ; 4 0/0 sabr diver.'os cstabetaeiraaai >-
commerci.."- fra cidade. e de industria e ar
H-Sas ; S Q/(l da ; 60 ris por litro d agurdenla consasida n
provincia (I* emesarr)] l008> por looclada da
alvari-njia e cac* emprendidas no ssrvio do por-
to, navegaco e traasD'-n-* nu ros ; 2iO"W por
escravo gatiha 1. r; "JftiwO por cavallo de aiu-
guel; 000 por cada esiabeleiminlo eommr-
cial desia cidade ; 6:>W por carrosa ot vehicui
da trp.ospo.'te ; 1600:i i->r carra avticaaar a
pa-s-io da4 rod.s ; 10000 por alto da 2 rodas ;
OlOOO por roascat; invOOOpor mnibus ; %)i
por carro de aluguel e per ca ra fundir.'; :iuiiK (
por escravo empregado di servicp da alvi.reoga.-
de carga e deseara do (torta- ^jOOo por a-a
de modas; 40000 por casa de um hilhar; 100*
por tiberna que vandii: imuitexas e quinjuilha-
nas; 100< por cas que. vender pdvura ; 1.0*
por depusito de carva i da pedra ; loo* por casa
que vender roupa feita, :-r<- da f*l eiro on o-
marceneiria estraogeira 103por cada corroo-
lor c nimercal, agento dalailu; 200* por ca
xeiro, corrector ou ro-u'cad r do c*cravo>; ix i
por a-a da cambio; f.00 pur casa baacaria, em-
preza anonyma ou agtn.-ia i I0OHA. p iT cata cu
agencia de spgnro*: I 000* por ca-a de garaa-
'i3 de biihetes ; l:030*O0;> por casa d eompra i
retn cu qualquer transacc, io sobre anarataa;
:000i por casa da peohoras e 2:0OO por cad
j lalfitiro qae ma>caiear ui iirovincia.
CoQsulaJo Provincial, 21 de pneirj da 187 i.
O admini-irador,
A C'in-iro ifririmili Rios
I)e ordem do- l.lm. Sr. inspector da Ihatku-
raria de fazanda desta provineta se declara ajn-J
o concurso abarlo na raesn.a repariirio para n
preenchimento das vagas de tsroeiros e enptiri-
rios da me-raa, cnntiuuar no dia 30 do cd n:
mez ; o qae se faz pubucu pata qae os cand.daln<
ao dito concurso comparecam para esse 6m no so-
b-edto dia.
Si-crelaria da thesonraiia de fazenda de Per-
narauuco 26 de Janeiro de I8T2.
Servindo do iflUial-maior,
Mano I Jo'i Ptnto.
luspec?o I ar.vcaal le
u.riulia.
Esta iospecc) compra u na canoa la cooduc-
?a i, nova, ou ao mei-c em amito bom a>ud k. ajta
teohi 40 palmos de coroorimento eo l|2 de kuaet,
e convida aos pretndante* a venaa a apres-.-nta
reui-*e cora sua* t>rupo U* no da 31 do corren'.-
ni ex, as 10 heras da raanliaa.
Iospecco do arsenal da marinba d- Pernambu-
co 26 de Janeiro da 1871.
Pur ordem do Sr. inspector,
O ecrelar^o,
Aii-s iu ir-j llodrigues doa Aojos.
De ordem do illa*. Sr. inspector da thnou-
rana de fazanda desta provincia te laz publico fO i
coHiinuam a ser as quaitas e -ahbtdos as i to-
na da tarde que tao forem santificados s se.-5:
da junta da mesma ibescurana.
Seerttaria da the'onraria de fazenda de Per-
nambnco em 26 de Janeiro de 1872.
Servindo de oIBcial-mainr,
M noel Jos Pino.
Hielan.
N. 1Almoc,)
N. 2Almoco e jantar
t. 3-rdem
S. 4-ldera
N. S-ldern
CAMPO DiS PR1XCEZAS
HOJTE.
\s S horas 4a noute
TKABALHOS NO VOS
Prlotelra
1
o
370
590
310
340
RECEBEDORIA. DE ftBNOAS IRTEUNAP
GERAES DE FEBNAMUCO.
fteadimento do dia la 17. ttc2aa)*ian>
Idam de dia 29...... ;>:WSi*88l
Re
Ide
. a CONSULAR) WWNC1A||.
atttftffr-
:
HtfKtyi
PRA5A.DORBOE
W 7 DB fASKlRl DK 1872 XS ? HOIUS DA TAtM
REVISTA SEXAXAL.
CikMBioSobre Londres eu*nciuraui so transac
coas da 24 7/8 a 25 d. baauwiaa 24 7/8 a-13
E para coostar, se rnaadju publicar o prsenle
pelo jornal. '*
Secretaria da thesouraria prpvocial de Pernam-
buco, 23id*Jrnerp d. 1872.
^ ^,rr O'fflcial dassereuria,
Miguel Afleas* Ferroira.
O'afeaixn, assigaaoa, oManal-miiur, servmuu de
da aeerotacio ia peaidaaoivxlaatai provincia, con-
vidavdordamd) Kxm. Sr. avesaMa da-aanma
araaiaaaK a tadoa oa que le oterem encarregar
da construc^o da estrada, a qua se refere a. lei
k a 6 abaiJW ttanseripta, a aprewatarem aas
matetas em carta I chadt nesta seereuri, a>a-
21 iRdiifataa da noratu dias, qne se contara da
58:312*349
De ordem do Illm. Sr. director ger.il iotaiiao
da instraecao publica convido o professor publico
de in*trucco primaria da>eadeira de Apipncos,
Hetri-ne Ciar iodo laylor.s comparecer no fras)
de tres dias, a contar desta data, nesla secretaria
para objeeto do servico publico.
Seereuria da instrneca) publica de Peraamba-
co29de Janeiro de 1872.
O seere'.&rio,
Aareliano A. P. da Carralho.
_ :o1.ascdlhho e reg
900 ? o *#%.
nra a 9fuB e porro la
7/8 d. e fiQ/MtftfrtaVe
Yeadaa-sa o rjuKatado purtagt de
lenta, do ateaente edita!
i Saaraurta da governo da provincia do Mo-Qinn
de do Norte, 22 de Janeiro da 1872.
Antonio Pinhtiro da Cmara.
; tt 646.
Delflao Aagnsto G'avalcan'ti de Albaquerque, bt-
1 ciaref fbruado em sciencias Juridreas a soda*,
crirValheiro da imperial ordem da Roa, juiz ia
irefto, presente a prorncia do Rlo-fJfttla;
-"V'por'S X. o frajerador a quem De*
aw't todos os seas habituales, que a as
Uva- provlncfal ovrtloa, a aa wnc
ciouei a iajemaie;
art. I," O aantidanta dAprninciajtoMttognatlo
i eoqintaPW O Illm. Sr. inspector da ihesouraria provin-
cial, em eumprinUnto da ordem do Eim, Sr. pre-
sidente da provine, manda fazjr publica que no
dia 1 de fevereiro proxioio vindonro, aerante a.
junta d'esta ttlesohrsria se tu da, arrematar
quem por menos flzer, os concertos da que carece
a cadea da cidade de Goyanna, oreados em.....
2078*12.1, e sob as clausulas eapeciass abaixo
declaradas.
Aa pasin nansa pcopoaaram essa arremata-
gao comparecam ni sala das sessoes da referida
jauta, ao dia aeima mencionado, pelo mel da, e
corapelenteroenthabtMTadas.
Kpara ceaslar ee mandpa publicar o prosele
pelo'JqrJaai.
Secretaria da thesouraria provincial de Pernam-
buco, 15 de Jaa^|adj2*Vi.4
Tjellewda seoreuria,
Mipul Affmso- ferreira.
Claa&nlas espeaUa. ,
1 Os reparoa da, cadeia de Goyanna da impor
^te da fcW%i-|, sern ewout3dos de. confor-
Wajbddtkl'.d,,reuacU;o orcartanto.
' V O cooiractante dar ccmeM as obras no pra
zo de 8 dias a s conolttlri no da 3 roe, cobos
contados da data da atipfovac.ao do coaracto.
O pagaaaaaia da iaapartacia d arremata?o
sera falla env trea praataede* igaaes, sendo s or-
metra q-4'tdQ U*er coawgaa t obra, a jeguo.U
Assombroso trabalho d3 equilibrio intiinisd
Mo quebrada
executado pelo distinti artista Frederico Ctr'oa.
A ESTATUA BRANCA
Iniereisante e bem d rgida paniomiaa, $t direccao do professor William Cario.
iio:vo*
(Camarotes ti cadeias........ Hja^Oli
Gadeia'................. 3a*0(
Geraes reaarvada#............. MWo
O menino j menores de S anaoe IJOOC
Plateas geraes................ 1*000
Pura evitar confu.-e na porta da entrada b*
ver duas divi:a da sogwale ruanuira :
A' DiRElTA. Enlr-da para os camarotts, ;a-
deiras e geraes reservadas.
A' ESQUBRDA. Uaieaaenie entiada par.
platea geral.
O Sr. CHIAhLNl previa aitastra*> aaaVic
desia capital, que da pMsagem para t? stad '
Unidos dar algttnus reareseo&toes.
A comjanhia traaalhar lodis touiaa, .
ras e nos domingos a dias santos naverit ida n
preseniacftes, sendo a priroeir* 4 VI da Urd*
a a segunda as & 1(2 da noute.
La meio dia al as 3 boras da torta, e d
horas da tarda era dlante, eato Mrpostos oe bay-
te* i venda o escriplcrio do cima to jaaapo d u
Princexas. _____
As contas assa oompankiA to pagaa na bi
lheieria do circo, todaa^iatacadas feita da 1 h-i-.
ra as 3 da tarde.
O S. Cniartnl vara aais saUafaxH ao ra>jfJM\
vel publico e detejan^a realmente qne teiu trab
ihos seja'a vi tos por todos, ten a tonta u Bau-
cipar, que da aoje m diinu navari om traai to-
daa as nootes dapoia do aapaotactK T*1 P*rWa
do Campo aa Princeeas para Cxaja
\m toaos os |'



f
W-


~'vl'

Pir da Jr#ri*a*a -.Tef^,fer* ^dmukuMx%b^r^m%
*>

i:
1'
I
.

i-/-
AVISAS MttlTIMM.
----------------------------------------------------------P-----------------------------------""
COMPANHIA PBRNAMBUCANA
M
Nm>tiM$do costctrapor vapr
Porto da GalliDba, Rio Formoso e
Tamandar.
6 vapor nacional Farahy-
toMefira pira os portos ci-
ma no di 31 do correte a
meia nonte.
Recebe carga, encommen-
dai, paasag eiros e dinheiro a
uoeicrlptoriodo Forte do Mattos n. 1*.
rAT..
PARA
0 PORTO
Vai sabir moho breve o brigne portuguez
4Mi para carga e passageiros trata-se com
Soaree PTttuoa ra do Vlgarto n. 17.
COMPANHIA PEHNAMBUCANA
DI
ttavef fio eoatelra por vapor
Paraayba, Nata', Maco, Moaaor, Ara
ej, Cear, Mandah, Acarac e
Granja.
0 vapor Jaguaribe comman Jan-
te Guilherme, seguir para os
portos cima no dia 31 de
correte as 5 horas da tarde
Recebe carga al o dia JO,
eneommendas, passagens e di
ahatro a brete ate* as 2 horas da urde do dia d;
no escriplorio do Forte do Mattos n. 12.
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
Tetrada o cos eir por vapor.
Macei, escalas, PeDedo e Aracaji.
O vapor ilandah, commandan-
u Julio, seguir para os por-
tos cima no dia 31 do corrente
as 5- horas da tarde. Recebe car-
ia at o dia 30, encommenda.'
i e dinheiro a rete at as 1 horas di
tarde do dia da sabida : escriptorio no Forte d<
a. 12.
Conpanhia americana e brasilei-
ra de paquetes a vapor.
At o dia t* de fevereiro esperado dos portos
do sol o vapor americano Xoith America, coro-
roandame Weir, o qual depois da demora do
oetmne seguir para New-York toeando no
Par e S. Thomaz.
Para (retes e passagens, trata-se com os agen-
es Heary Forster & u, ra do Commercio n. 8.
Attenpao
A assrsiente examinada Margnete. Garca do
Livramento presentemente mora uaTua das Cal
Cadas n. 22, aonde pode ser procurada a qualquer
hora do dia ou da nonte para o servido de soa
proossio._________
Y\ GIO. ^, Na ra do Mrquez de O-
\N ^aX^l^v lindan. .34, i* andar, preci-
^Wh! N ^. sa-ae de usa ame para o
sai vico inte/po de urna casa de pequea familia;
Atten Precisa-se da quantia de 1:0064 a juro, pelo
lempo de seis mezes, e garante-se este emprestimo
com urna hypolbeca em quatro escravoa de idade
menor de 2i annos: quem quizer emprestar ao-
nnncie su morada para ser procurado.
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
avegaco costelra por vapor
Femando de Noronna.
Para este presidio sahe no
i* do mez de evereiro o va-
por Ceruripe, commandsnte
Silva.
Para carga e passagens na
companhia Peroambucana.
Segoe at o dia de fevereiro impreterivel-
niente a barca raj-leza Gtlsland : recebe a carga
ijue boaver a froto wmmodo, para o que so trata
exclusivamente cem Joaquim Gerardo de Bastos,
ra do Vigario n. 16, ( andar.
LEILOES.
Leilo
DE
DE
Un pessoa que se retiroa para fora da
piovincii, e zssim mais diversas mobilias
oc para fechar conla sem reserva.
floje.
O Pestaa far leilo, por couta e risco
iSffl tencer, de urna mobilia de Jacaranda
oaac /u 12 cadeiras, 4 ditas de bracos, 2 con-
sollo oes* lampo de pedra, 1 sof, l'mobilia de
ajn< om 12 cadeiras, 1 sefa, 2 cnusollos, 1 me-
com pedra, 2 cadeires de balanfo, 2 commodas,
1 -ecretaria, lavatom toilet, mesa elstica, casti-
>vj com mangas c"e vidro, armario, raarquezas,
mesas, porta-licor, chicara, copos etc., e assim
mais na mema occasio vender I mobilia de ja-
caranda nova, i guarda vc-siidos 1 toilet com pe-
dra, 1 lavatorio, 2 apparadore?, i lindo guarda-
comidas. 1 cama, 2 duzias de eadeiras, 2 mar-
quetas, ludo sem reserva; no dia terca-feira 30
do corrente, principiando s 10 1/2 horas, na roa
do Commercio u. 17, andar.
LEIL40
DE
Una viveiro com 21 passares de diversas
qoalidades, i gaiolas com 2 papagaios,
4 caixSo com 12 papagaios, I quaty, 1
kagado jabnty, 1 gaiola com um cancao
e f maca de oleado, fechada.
HOJE
O agente Martins far leo, requerimeoto de
Jos Lourenco Gonjalves, e por mandado do juiz
de paz do 1* districlo da freguezia da Boavista,
dos passaros e anima es cima, os qoaes foram ar-
restados a Antonio Joaquim dos Santos.
No armazem da ra do Imperador n. 48,s
horas do dia cima!
O gerente da empresa das obras e
capatasia da alfandega desta provincia faz
publico, para coBbecimento dos iteressados,
a condiclo 5.a, abaixo transcripta do con
trato celebrado com o goveroo em 29 de
dezembro prozimo findo, e que ter execa-
clo do 1 de fevereiro vindooro, a qnal
forma a receita da mesma empreza pelos
servicos e obras, a que se obrigou.
O gerente,
Jos Joaquim Animes.
Condico 5.a Comu iu encargos e servidos, de que se incumbe
a empreza ter o direito de cobrar no m-
ximo e provisoriamente as seguintes tazas:
4.a100 ris diarios por tonelada de
arqueara o sendo navio, e 150 sendo alva-
rt-ng), lancha ou canoa, de cada embarca-
do que atracar as pootes da alfandega, e
dos tr? piches e armazens custeados pela
empreza para carregar oa descarregar.
2.a 800 ris por tonelada de arqceaco
incluido o fete da alvarenga ou lancha pela
carga ou descarga de cada navio fondeado
dentro do porto, que nao atracar as ditas
pontes, e desembarcar toda a sna carga.
No caso contrario pagar a dita taxa por
tonelada de mercadona efectivamente des-
carregada.
3.a 40 ris por embarque oa desem-
barque de volme nao excedente a 50 kilo-
giaramos. Excedendo deste peso mais 20
ris por dezena ou fraeco de dezena exce-
dente de 50 kilogrammos.
Sendo porm bagagem:
100 ris por volme at 5 kilogrammos
de peso.
500 ris por volume que exceder de 5
kilogramos s.
4.a Um real por dia de cada dezena de
kilogrammo de mercadoria nacional, e de
dous reaes por dia de cada dezena de kilo-
grammo de mercadoria estrangeira, que for
depositada nos armazens a carno da em-
preza. Estas taxas porm nao deverlo
exceder de 10 % dos direitos que a mer-
cadoria pagar, e nem de 25 / de seu va-
lor, se ella for isenU ce direitos, na f< rma
do art. 2. das inslrucces annexas do de-
creto 4618 de 4 de novembro de 1870,
que serSo observadas era indo quanto fo-
rero applicaveis empreza'dos concratantes.
5. Pela emisso de garantes de depo-
sito, na forma da cndilo 8.a, 1/4 % do
valor das mercadorias nel.e mencionadas.
6.a Pe i abertura do? vtlumes o qae
for fixado em tabella, appruveda pelo ins-
pector da alfandega, nao excedendo a 300
ris a taxa do 1. volume aberlo.
7.a Por qnalqoer ootro servico, o que
for ajustado com os Darliculares.
Nossa'Sniora da Sanfle no
Po$o da Panella.
Tende i noeto-ee u novenas de excelsa Si-
ntiera da Sade, qae tem sido mulo coacorridas
e solemaoadas oc pooaa e brilhaotttno, no di*
( de prt'iteao aez de evereiro, eeado o versos
cantados pete Kxuu. ftra. D. Paulina Aletada a
Brochado, que unlndo a vos doee e tuavaeiseM
sympathii de todos, e reepondide* per na ptr-
feilo coro de aojos qoa muito agraden pelas seas
encantadoras votes, ter logar afela no dia 2.
A aminbecer esee dia sera sudad* cees la
salva real e innmeras gyrandohs de fogn**es.
As 11 horas entrar a festa, seado orohestra
do maestro Colas, e os sotos cantados polos me-
Ihores castores coaUeeidos. ?>>
No Evangelho pregar o insigne orador padre
Grego.
Das 4 horas em diante snbirao ao ar balees fei-
tos capricho.
As 7 horas subir ao palpito o eloaaeate ora-
dor padre Augusto, qae locera o elogio da feste-
jada virgen Santlssiaada Sade, fiado o aaal en-
toar-se-ba o T Deum laudamos.
Acabildo o T-Dnm tirar-se-ha a aaaiiira da
Santissiaa Virgem, e ser recomida cea toda a
decencia e pompa devida a tao excelsa padroeira.
A esse acto seguir uta graode e bem acabado
fogo artificial feto pelo bem eoebeoido pyrothechi-
nico Leooco.
'W
0
LABORATORIO HOMEOPTICO
a
Fr.inelsco ale Paula Ca-
dos Jnior. A C
41Ra do Imperador44
Acabam de receber de Inglaterra ex
cellentt chocolate boroeopalbico era la
tas e pecles de ijx libra e latas de
i|i, pos de denles, escovas para os
meamos, e um novo sortimento de Un-
turas e carteiras da casa dos atenuaos
chimieos de Londres, James Epps A C
e Leath A Ross.
Tambeo receberam do Rio de Janeiro
um completo sortimento de medica-
mentos do paiL
No sea estabelecimento encontrar-
se bao sempre lobos vasios, encerado
de rnica, vidros hamburgueses de 1 e
i oocas, e um lindo volme encader-
nado da magnifica obra do Dr. More,
Medico do Povo tradcelo em 3'
ediccio do Dr Silva Pinto : tado por
precos maito raioaveis, cooservando-
sa o mesmo aberio das 6 horas da ma-
nba s 10 da nonte.
SEGUROS
MARTIMOS
E
CONTRI FOGO*
A companhia Indemnisadora, estabelecid
esia praca, toma segaros martimos lobre
lavios e seos carregamento* e contra fogo
?m edificios, m3rcadoras e mobilias : ni
*na do Vigario n. 4, pavimento terreo.
Desappareceu da casa de Thornai J. Har-
ding, situada em Sanl'Anna, na manba do dia 27
do corrente mez, dous relogios de algibeira, ds
ouro, sendo um delles do proprio anoaaciante, do
autor Dent de Leodres, e outro de s nhora. Pede-
se por obsequio aos senhorej relojoeiros que na-
jara de os nao comprar, e a qualquer ontra pes-
soa qae os apprehender de leva-Ios roa do Tra-
piche n. 36, escriptoro de Matheas Aastin 4 C.
que se recompensar generosamente.
Para alugar.
Aluga-se urna sala com doas aleovas e um ter-
rado que deita para a ra do Imperador, do !
andar da casa s'ta mesma roa n. 87 : enten-
der fe na-mesma casa 1* andar, das 9 as tres da
tarde.
No cale deaomfflado Gremio Commereial, silo
li'JdS iZLoatr'^ .?"- Mi p'-
Pr9fcre2* wcravo, e qae alo exceda
os ae M*de. -
da SO
Fuadiqfto da A afora em 5ant:
Amaro
Os proprietano* oeste esubelecimenio convidam
9eus nameroaos fregueses e mais pessoas do com-
mercio a comprarem laaaa de ferro batido, do qne
tem boo son meato, protapUflcara a fue-las
de qoalquer tamanbo e forma com pretiera. Hoie
a facilldaaa de condocio dos boods maito coacor-
re para visitar-se este stabelecimeoto.
Precisa-se de nm eaixeiro de l a 16 annos
de idade, nacional ou estraogeiro, com pratiea de
taberna, qoa d coahecimento de soa conducta :
tratar oa ra da Santa Cruz n. 1.
m '
BUS
HEDiCd
= Traspassa-se a chave de um bom so-
brado, em urna das melhores roas do bai-
ro de Santo Antonio: tratar ni travessa
das Crazas n. 4, loja.
Alaga-se o i andar a solio do sobrado da
roa ireita n. 8, com grandes commodos e reedi
fleado de novo ; tratar na mesroe loja.
Sinnii mmmmmM\
ftdvogados
Joao Barbalho
E
Jos Diniz Brrelo
Estabeleceram provisoriamente seu es-
criptorio roa das Larangeiras n. 1
IS9IMHH
INDEMNISADORA
A direccao da cempanbia indemnisadora convi-
da aos seonores accionistas para se rennirem em
assembla geral ao meio dia de 30 do correte no
escriptoro da mesma companhia para Ibe serem
apresentadas u cantas das operacoas realisadas
durante o anno Ando.
Recite M de Janeiro de 1872.
Os directores,
Antonio Jos Leal Reis.
Joao da Silva Regadas.
_______________Jos da Silva Loyo.
Engommadei a.
Precisase de ama ama para lavar e eogom-
mar : roa do Pugne de Caxias n. 30, andar.
%.Ha*
Precisa se de ama ama pa-
ra cozinhar : na roa Duque
de Caxias n. 50.1* andar.
Joaquina da i i va Castro
I jf Joaquim da C?sta M< a e sua familia pun-
gidas do mais doloruso senlimento pela perda que
acabam de soffrer pelo fallecimento de seu lio e
cunbado Joaquim da Silva Ca.-tro, convida a todos
os seus amigos e aos daquelle finado a fazerem-
Ibeso caridoso obsequio leassistirem no dia 1* de
fevereiro as 8 horas da manhaa a missa e raemen
lo que na igreja dos religiosos franciscauos desta
cidade mandara celebrar por sua alma ; por cujo
obsequio ihes serlo eternam?nte^agradecidos.
FI.0K DI) PAO CHIVZ
A '1 ir do pao cbinez todos os das as 4 horas da
tarde ; emquanlo a limpeza e bemfaitoria des-
necessario elogio algum, costa pouco aos fregu-
zes a Mohecer a verdade : ra de G-?rvazio Pi-
res n. 45, nova padaria americana.

li.lilfll
Tendo-se resgatado e reformado parte das cau-
tellas destinadas para leilo no dia 20 do corren-
te, na travessa das Cruzes o. 2, o abaixo assigna-
do concede anda aos mutuarios que e.-iao em de-
bito, o praso de 15 dias para reformaren) as cau-
tellas, ou resgatarem sens penbores, ficando im-
prorogavelmente marcado o ieilo para o da 4
de fevereiro prximo.
Recite. 20 de Janeiro de 1872.
Julio Iiaae.
Leilo
DE
Urna partida de charutos, parte com toque
de avaria e parte com principio de bicho
Quarta-eira 31 do corrente
O agente Pestaoa far leilo, por eonta e risco
de quem per'.encer de uro partida de charutos
cima mencionados, no dia cima quarta-feira 31
do corrate, s 10 '/2 horas da manha :
Wo armazem do Annes defronie da alfandega.
IEIIAO
DE
26 dazias de couro de lustro
Ouarta-feira 31 do correte.
O agente Pestaa, far leilo por conta e risco
de quem pi-rtenccr, de 26 duzias de couros de
lu-tro, rs qnaes serao vendidos no dia quarta-fei-
ra 31 do corrente, s 12 horas no escriptoro do
agente ; ra do Vigario n. 13, i* andar.
TRILHOS URBANOS
DO
RECIPE a oiinnt
e Beberibe
Os senbores accionistas sio por meio do presen-
te convidados a receber suas acc5es no cripto-
rio da companhia dentro do praso de trinta dia?
uteis, a contar da presente data, das 12 horas da
canilla as 2 da tarde. Os que tiverem aeces da
primeira em.ssao devero traxe-las para serem
ubstitnidas por outras da nova serie.
Escriptoro da companhia, 1P de Janeiro de
Joaquim Jos Gonejal-
ves Beltrao
Roa do Commercio n. 5, Io andar.
Sacca por todos os paquetes sobre o
banco do Minbo, em Braga, e sobre os se-
guintes lugares de Portugal.
Amarante.
Arcos de Val de Vez.
Barcellos.
Beja.
Chaves.
Coi rubra.
CovilbS.
Faro.
Guarda.
GuimarSe*.
Lamego.
Lisboa.
Mirandelli.
Moocao.
Ponte de Lina.
Porto. -
Tavira.
Valpassos.
Vianna do Castello.
Villa de Conde.
Villa Nova de Famalico.
Villa Nova de Portimao.
Villa Real.
Vizeo.
Valenca.
Figueira.
Penafiel.
Regoa.
Sobloca-se o sobrado da ra da Imperatriz
o. 42, segundo andar, com grande soto, boas
acommedacoes e fresco : entenderse com o Dr.
Cbnstovo Xavier Lopes, em dita casa, ou em
Pilada, roa de S. Benio._________
GASA DA rORTlfl
Aos 5:0001
Bilhetes garantidos.
i rna Primeiro de Marco (ontr'ora roa do
Crespo) n. 23 e casas do costme.
O abaixo assignado, tendo vendido nos seos te-
dies bilhetes un meio n. 511 com 5:0004000, uro
meio n. 2255 com 800/1000, om meio n. 1900 com
300*000, um quatro o. 65 om lOOfOOO, e ou-
tras sones de 10*000 e 20*000 da lotera qoe se
acaboo de extrahir (222a), convida aos poseoi-
dorea a virem receber na conformidade do cos-
ame sem descont algum.
Acham-se Tend os bilhetes garantidos da
5' parte das loteras, a beneficio da raatriz da Es
cada (223a), qae se extrahir na qointa-feira Ia do
mez vindooro.
PRESOS.
Bilhete inteiro 6*000
Meio bilhete 3*000
Qoarto 1*500
las p;rcao de 100*900 para cima.
Bilhete inteiro 5*500
Meio bilhete 2*750
Qoarto 1*375
_______________Manoel Martins Finia.
Compelenlemente habilitado para negociar a
casa terrea sita roa Imperial, qne foi do mar-
chante Virginio, declaro que melles que quize-
rera compra-la dirijam-se ao qoariel da Soledade
tratar com o abaixo assignado. pois nao s pede-
r dar todas as informales e esclarecimentos
precisos a respeito da dita casa, como vista della
fazer negocio.
Mithias Carlos de Araujo Maciel,
Alferes.
8
I
i
-~ Alaga-se duas casa? oa povoacao de Duane
Coelho, em Olinda : traU-se confronte as mesmas
com o Sr. capitao Domingos Mafra.
II
O Dr. Jos de Miranda Cario, medico
pela Facnldade da Babia, pode ser pro-
curado das 9 horas da rambla as 3 Oa
da tarde, em sea consultorio ra do
Mrquez de Olinda o. 31,1* andar : oas
mais horas do dia e a qualquer das da
nonte na casa da sua residencia, rna do
Jeriqniti o. 7. .
COZIWHEIRA
Precisa-se de orna coxinheira para quatro mo-
cos eslrangeiros: a tratar na rna do Crespo n. 16,
1* andar, escrptorie. Paga-ie bem.
Dtetele fallar com o Sr. Luiz Gonealves
Ferreira, a roa do Crespo n. 16, Ia andar.
Engommadeira.
Preeisa se de ama criada qne engorme e la-
va : na rna do Imperador n. 57, 2a andar. En-
trada pelo Caes 52 de Novembro.
Precisa-se de um portnguez das llhas, para
caixeiro de engenbo, e que entenda de hortaliza:
tratar na ra do Bom Jess n. 8, Ia andar,
AO COHHIO
Prente Vianna & C. fazem publico qoe o Sr.
Francisco Ignacio Tinoco de Souza deixoo de fazer
parte da sua firma, e se retiroa dos negocios des-
de 31 de dezembro prximo passado ; continuando
a casa em suas transieres commereiaes por con-
ta dos deraais associados, ditbaixo da mesma firma
Frecisa-se
de ama ama para servir em casa de familia : na
rus de Gervasio Pires n. 91, esquina do Corredor
do Bispo.
Na ra do Pires, sobrado
o. 28, precisa-se de urna ama
boa engomo a leira, e ontra
cozinheira, forra ou escrava, paga-se bem, sendo
de boa eondncta.
Valaa
Tercdro ante
Aloga-se o tereeiro andar coa 9 flartee, aa
na, cozinha fora, na fu* do Padre Flor as
tratar na roa finta do Rosario n
ALGA-SE
um lindo sobrado travesa do ehafar II, *,
Fra de Portas : a tratar coat o coMwdesr
Tasso. r_________
Nova officioa de pi*iios^
Angosto Hastouil partecipa ao reafHttvel ja-
buco, qne se desUgon do estabelecimeoto do Ir.
Rbiga desde o de Janeiro, e abra por sea ooa-
ta urna ofncioa roa do Imperador & 21, ea
se repara, coaeertaefc alia pianos coa enmeeo t
prompiidao, e far todoaaanto tor a sea ateaiee
para ontinnar a merecer a benvola real anca
qae seas fregueses Ibe coocederera ate boje exm
ciencia zelo e promptido.
Precisa-se de orna aasa p7-
ra cozinbar e comprar, seada
de boa eondncta : m raa da
Palma n. 34. _______________________
Precita se de 600* a jaros para pegar-ae ea*
preslicoes mensaes de 60*. descontando-se logt o
joros : qnem quizer annuncie.
%la%a
AMA
manhaa as 4 da tarde,
MOFINA
Alaga-se o Io andar do sobrado o. 11 da
roa do Burgos : a 'ratar com Jos Feliciano de
Nazareth roa da Praia n. 20, armazem.
AMA
Precisa-se de urna ama
de meia idade que com-
pre e coziohe para duas
pessoas : na ra do Pa-
dre Flora'jo n. 7, sobra-
do de um andar
Precisa-se
de urna ama escrava de 12 a II annos para
andar com nm menino de I anno : a tratar
no pateo do Livrameuto n. 36 i andar.
AVISO
Eu abaixo assignado aviso ao respeitavel publi-
co e especial ao iono do commercio, que modei
meu estabelecimeoto de taberna sita a ra do
Conde da Boa-Vista n. 67 para o n. 77 da mesma
ra.
Recife 26 de Janeiro de 1872,
____________Antonio Gomes de Mendonca.


1872.
O secretario interino,
Jote Fortunato S. Porto.
AVISOS DIVERSOS
Precisa-se alogar umescravo de 14 a
46 annos, que seja de boa conducta para
casa de familia: a tratar com Antonio Jos
Rodrigues de Souza na thesooraria das lo-
teras.

Oaixeiro,
frecisa-se de um eaiseiro para ornato, prefe
edo se portagaez, de idade de JO a 12 anno?, de
Boa oodocia, e qoe tenba pra tica de molbados: a
iratsf na ra de P. '
Precisa-se de urna eosinheira : na ra da
Imperatriz n. 45, 2a andar.
CLUB DO Wm\M
REUNlAO FAMILIAR
Na quinta-reira Ia do fevereiro, a qnal princi-
piara as 8 1|2 bom da noite e flnalfsar a meia
nonte. llavera trem especial para a volta, que
sablr meia hora depois.
O empresario,
. P. J. Layme.
MA
Precisa se da ama ama para o servi-
co de ama casa de pouca familia : a
tratar na ra da Praia n. 53, 2a andar.
Pedro Alfonso *, f}3.
Alagase um moleque com muiu prOca de
tO J)i p. 8 (apliga raa DireHa/
Antonio Jos de
Araujo
Para este senbor existe ama carta vinda do Mi
ranho no escrtptorio dos Sr. E. R. Rabello & C.
rna do Cororeercto n. 48, andar.
Prensa hydraulica iogleza, ra
do Apollo n. 26.
Este estabelecimento do 1* de Janeiro de 1872
em diante acba-se de novo prompto para inspeccio
nar, receber em deposito e enfardar algode, qual
qner qae seja a quanitdade, com a promptido
que se pode deseiar. O abaixo assignado participa
prtenla aos senbores reeebedores de algodo, que
estar sempre prompto a servi-loe com toda a
prestesa e exaetidio. Os armazens acharase aber-
los desde as 7 horas da manha at as 5 da tarde.
O prego para a inspeccio, embarque e deposito
dos algodSes ser regulado e segundo o costume
da prac^, a do enfrdameos bydralico como se
oonvenciooam.
Wlliam Vaugbao.
Armazem de mate-
riaes.
Pra^a da Concordio n, I
Os senbores dono e eotpreiieiros de obras en-
contrarn sempre oeste armazem todo nncessaro
para qualquer ooostraecio, como seja : cal bran-
ca e preta, tijolios grosaos e de ladritkos, lelha, ci-
mento, arate e orna grande quaatidade de ma-
deiras de 21 a 68 paJaaoe de coeaprasento.
travejamento etc. ele.
Outro sim, encarrega-se o proprietario do dito
armazem de qualquer tornecinento de raaterses
qae a obra necessitar, para o qoe kssn canoas,
a earrocas, podendo a justar todo posto na ara,
por menos e melbor que oniro qualquer, poto qae
tambera lem olariai.
ATTENCA
m
O abaixo issigoado, proprietario do angenho
ForUlezi, da freguezia de N. S. do O' de Goyanna.
avisa a quem interessar possa, bue a escrava Joan
na, mulata, que se acha em poder de D. Quiteria
Mara da Conceicao, sua irmaa e sogra. pertence
j abaixo assignado por escriptura de dote paf.a-
da pela sua referida irma. Eogenho Fertaieza
21 de Janeiro de 1872.
Benlo Bezerra FeTeira de Mallos.
GASA. DA FORTUNA
RA 1 DE MARCO OUTR'ORA DO
CRESPO N 23.
Aos 20:000^000.
O abaixo assignado tem sempre expostv a vuc
la osfelizes bilhetes do Rio de Janeiro, pagand'
irorr. uta mente, como costuma, qaalqanr premio
PRECOS.
inteiro 24*000
Meio 12*009.
Quarto 6*000.
Manoel Martins Fiuza.
AOS 5:000^000
Bstao venda os felizes bilhetes da lotera da
iania, na casa feliz do arco da Conceicao, oja ds
?irives no Recife.
PRECISASE
de ama ama forra ou escrava para andar cora nm
menino de Anno e meto : na ra Nova n. 4 se
dir quem precisa.
gui i ir
Aos 5:0000000.
Bilheea garantidla da pro
?lacla.
Rua do Barao da
Victoria,
Outr'orarua Nova n. 63 e casas
do costume.
O abaixo assignado acaba de vender entre o.
as muito ft iir.ee bilhetes a sorte de 100*00(
;m tres ;;;,.n. de n. 65, e dons meios bilLetesde
n. 2014 com a son de 100*, alm de uutra- sorte?
menores d- OjOOO e 20*000 da lotera que s?
acabou de exaabir (222), podendo seus jssu-
dores virom receber, qoe promptaraente sero
pagos.
O mesmo abano a---guado coovida ao respoi-
tavel publico para v:rem ao seu esui>eleeimen<
: o -i-.".-.r es ftiizea hilbetes garantidos, qae na.
ieixrde tirar qnalqoer premio como prova pele
mesmo auoancios.
Aebam-se 4 v^.-ii!:. l ma:lo felixes Di; ha tes gj.
rantidos da 5a parte das loteras em beneficio da
matriz da Sacada, iue sari extrahida no tis
quinta foira Ia de evereiro vindouro.
PREfOS.
loteirc 6*000
meios 3*000
Uaartos !*50fl
De 100(5000 nara cirr.
Inteirc 5*500
Meios ?*7H0
Quarios 1*375
___ Joo Joaquim da Costa Leitt
NOTAS
*
m
Companhia Al!ian DE
seguros martimos e terrestres
estabelecida ua Baha em 15
de Janeiro de 1870.
CAPITAL. .Rs. 4,000:000*000.
Toma seguro de mercadoriaa e diobeiro
a risco martimo em navio de vel'a e vapo-
res para dentro e fra do imperio, assim
como cootra fogo sobre predios, gneros e
(aseadas.
Agencia raa do Commercio o. 5, es-
criptoro de Joaqmm Jos Gonealves Bel-
tr3o.
Jaermeiro e criado*
o hospital poriugoez de bene8cencla precisa-
se de om entermeiro qae tenba pratiea, e de dous
catados para o servico do mesmo hospital : a tra-
tar com o provedor na roa da Madre de Dos no-
mero 28.
l
0
*
*
imperial Instituto de N, 8.
do Bom Oonselho,
Dirigido pelo bacbarel Antonio Colombino
Serapbico de Assis Carvaibo.
Acham-se funccionaodo ueste instituto as aulas
de primeiras letras, linguas latios, franceza, ingle-
sa e nacional, geograghla, philosophia, geometra,
rhetorica, anlhmetica e historia universal.
m
AMi
Precisa-se de urna ama para casa
de pouca familia, para o servico in-
terno de duas pe. roa Direita n. % andar.
f reeisa-ee de ama ama para comprar
cwabar : a intr do.P^ho. PdWco
Sublocase o meudamento do preoio a rna
do Mrquez de Olinda c. 23, coosistodo em um
fasto pavimento terreo coa os fondos para a
roa da Cacimba, com chagono centro sendo tam-
bera mallo espacoso o dir, o qnal tem sahida
independeos podendo ser pelo armazem, pro-
prio para nm grande negocio por atacado, por
w o Jugar o melbor possivel : traur com An-
onia Jas Rodrigues de Soaza na Ibeaonraria das
oterias, rna rf<> crespo o. 6.
tWA
Precisa-se de um ama
DrrtNH, W, l'ajdar.
na raa
ATTENCAO
O proprietario do estabelecimento Basar Univer-
sal, ra do Bario da Victoria, oair'ora Nova, o.
22, pede a todos os sens devedores desta praca e
interior da provincia, a especial favor de virem ou
mandarem salBar setfs dbil js eonlrahido* at 31
de dezembro do ane prximo paseado, devendo-o
fazerera at 30 deste mez, caso cootrario serio as
eoous entregues a" cobrador. Recifs 16 de ja
neiro de 1872._____________
Preciss-se de ama ama livie oa escrava para
ama casa de familia : na roa do Marqnez do Her-
val (anua roa da Concordia) junto urna padaria.
Nao se declara o numero, por qne a raa nao tero
bd mereci.__________ ________ i
Precisi-ee fie ama ama de leite ivra oa es-
ori|;. pa roj 5o P. t (CStnp>Verd*j.
Ojssjletr perdida.
No domingo 28 do corrente a noaie em pa-seio
perdea-se urna cassoleta com retrato, da ra de
S. Joao roa de Santa Rita-nova, e desta ra
Nova : quem a achot, querendo entregar a seo
dono, qoeira vir ra nova de Santa Rita, serra-
ria a vapor, qoa se gratifi:ar.
Gastavo Herveliui avisa ao espeitavel pu-
blico e ao commer ;io desta cidade que por escrip-
tura celibrp.di em 17 do correle passou nova-
mente a perleucer-lbe o estabelecimento de capel-
leireiro, sito roa Mrquez da Olinda, outr'ora
Cadeia do Recife n. 51, Uvre e desembarazado de
quasquer onus cu encargos. O annunciante pro-
mette servir bem ao publico em ludo qae diz res-
peito a tribalhos de cabellos, e espera continuar
a merecer a confian? de sua boa freguezia.
Precisa-se do ama ama pa-
ra casa de pouca familia es-
iraogeira : na roa da Gam-
boa do Cirmo n. 19, I" andar.
V^\*
O abano assignado faz scienle ao publico
que se aeha aberta a matricula da anla publica de
latim da freguezia de S. Jos desta cidade, e que
lero principio os trabaihos lectivos da mesma ao
dia 3 de fevertiro prximo vindooro : quera se
qaizer matricular dinja-se ao sobrado o. S, silo
ao largo da ribeira da referida freguezia.
O professor de latim,
Manuel Francisco Coelho.
.
E' proessor.
Ao Sr. Manoel Ferreira Guedes deseja se
no largo da ribeira d> Jjs n. 9.
fallar
AM
snc;.
Precia-se de ama ama : na roa
de S. Jorge n. 1*7. A ira rimo urna
rapariga para andar corr urna crs-
Tr j.-a--c nota:, do banco do Brasil e de sean
flliaes na roa do Bario da Victoria n. 63, antiga
roa Nova, loja de Joo Joaqnim da Costa Leite.
Precisa se de duas amas livres ou eseravas
urna oara cozinhar e comprar e ontra para fater
o servico interno : no Corredor do Bispo o. 2?.
Aos influentes do
carnaval.
Na ra estrei'a do 11 sario n. 33, primeirc an-
dar, aluga-se e vende-se vestuarios para o carL<-
val; como sfjam : doramos, vestuarios de prin
cipe bordados a curo e la, vestuarios de eam-
braia para horaens e meninos, tudo ph barate
precio de 3*, 4*. 'i* e 8* rs. de alaguel, e ven-
de-se pira fra da cidade aos fregoezes qne eos-
tomam a comprar todos os annos por precocn>-
(p lo. Tambem faz-se vestuarios a carcter e
phantazia tratendo seu dones es figurinos Avi-
sa se C'im tempo aos freguezes que todcs os anne*
mandara faser tanto para as lojas como para qua.-
qoer mogo qoe curo gnsto se queira vestir.
nec^a-se de um esciaVo de meia idade para
tratar de um pequeo sitio : iralar roa Pn-
meiro de marco n. 8
Aluga-se urna salla na raa do raperad.-r.
i r 'prii para escriptoro : a tratar na mesma m
u. 20, loja. -______________________
Quem anneucoa pediod) 1.000* a jaros so-
bre hypothca de quatro escravos, dirija-se a roo
Nova, loja do Germano.
Precisa-se de ama escrava o,ae seja boa c -
zinheira e engommadeira, qae nao se duvida dar
b^ra^ordenado ou me^mo por qualquer outr trac-
saeco : a traiar oa raa do Livramento n 34
Mlle. Uarie Lavergne tem a honra de
0 scientillcar as Exmas Sras. que enron-
fy traro em sea salo de cabellereiro roa
" Primeiro de Marco o. 14, um liado hor-
tiraento de coques, tanto de tranca cerno
de cachos, e por precos moito commo-
dos ; assim romo um variado e bello sor-
lmenlo de perfumaras franeezas e ingle-
taa dos raelhnre* fabricantes. Offerece
tan bem as Exmas. Sras. os seguintes
ebjectos que Ihes sio indispensaveis, lin-
dos espartilhos a duqueza, obra maito
bem acabada, proprias para ooivas, e l-
timamente chegados ; ditos mais inferio-
res, ditos para meninas; bonitas ligas de
seda e de algodio ; lindos penles a Izo-
jjgfc peratriz, tanta de tartaruga como a i-ni-
ta;o para ornatos dos penteado?, objec-
tos de nltima moda de Pariz, os mais bo-
t nit03 e modernos leqnes de 5sso, a imita-
f cao de marBm, pentes de alisar, ditos
2 para tirar pilhos, tesonras finas para
j*5 uobas, escovas para denles e para enras,
bonitas bolsinhas para meninas, magni-
eos bouquets e ramos do flores anifl-
g^ eiaes, gravitas de seda e de cambraia
muilo bonitas, lavas de pellica, de seda
e de fl.i de Escocia, brancas, de eraa e
preta; ( tambem tem para hornero ) M>
lindos botos para puohos, ramos de f)o- m
res para vestido, enfeites de palba para W
cr-qnes. sapato chariot, ditos aveladados, )fe
ditos de tranca, bolinas prelas para ma- s
nir.a-- por barato preco, brinqaedos para 9
meainos, e urna inflnidade de objectos
que omitte para se nao loriar enfadonho.
Para mais cmmodidade de snas Exmas.
10 clientes, lem preparado ama sala qae s
lero ingresso nelU as sen hora* qae se ^
quizerem pentear em seo estabeleciaien- '
0 to sem esUrem expostas as vistas dos
mais cooeorrentes, e ser a annnnciante
quem se encarregar do trabalbo de (a*
fttear- m
OOO OO 00 00 0000
Empreza do gas
PernamBuco.
Esta empreza tem nm lindo sortimento de cao-
dieiros, arandelas, pendentes, etc., tanto em vidra
(crystal) coraoem metal, e ama variedade de glo-
bos dos padioes mais modera a e por preeos m-
dicos. As amostras podem ser vistu no escrip; -
rio n. 31 ra duimperador. Bico* para tai d
melbor feitio a 60 rs. cada nm. As eneotnoiea-
das podem ser feitas por escripia, na rae do Im-
perador junto a secretaria da policia, oo dirigida?
ao abiio assignado. na fabrica S. Jos, promptaraante attoadidas.
0
0
0
0
0
0
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I
na
Dr. Per. i. a da Kotta m
8 medico operador e narteiro : rna do Im-B
perador n 43, 2* andar.
i.^wsenejaew ^raflaH la
] ILUHt ]
Qae eagoawe e een-
nhe para nava familia de
duas pessoas. Pag -
bem. A tratar ae Tari-
do Corno Santo 4, l
andar, daa 10 horas da
O Sr. Joaquim Jjs de Azevedo que mora no
engenbo Gmipapo, queira vir roa Ooqoe de Ce-
lias, outr'ora das C'uzes o. ti, para
carta viada de Portugal.
Estaminet
Ra do Imperador n. 32.
Precisa-se de um bom cosinheiro e om SBeleaja
de 18 a 20 annos, paga-se bem.
Roga-se ao lllm. Sr. Ignacio V.etra 4a **.
srivao oa cidade de Nazareth desta provucu.
favor de vir a roa do Imperador n. ft a r^iivj
aquelle negocio qoe V. S. a compromettea rasa-
sar, pela terceira chamada deste jornal, me om
de dezembro prximo passado, e depois para Ja-
neiro, passou a fevereiro e abril, e nada ccatarM,
e por este motivo de novo chamado para aa
Qm ; pois V. S. se deve lembrar aoe esto nogvjcsv
de mais de oito annos, e croando o senbor aaa
Oho se acbava oo es nesta cidade
(00000 000 00000
Advogados
jai Pranklin Tavora e Castello Branoo S
0 35-Roa do ImperadorVi 0
000000 00 00000:0
>inheiro a juros
D-se qualquer quantia aera menos de i;0v0
e nem mais de 4 000* sobre hypotbeca era predio
de maior valor do qae seja a quaotia : qoem pre-
cisar dirija-se a esta typographia qne se d.ra
quem d.
'\-
-r-


Aittif 4# J?mambuco Tersa" -e^ 3d ^* Janeiro de 1872

RUID0BRUMR52
(Paseando o chafariz)
Aniiuucia aos seuhores, de engenhos que por falta (Tagua
ou mortes de animaes nao possam tirar suas safras, que est
prompto a assentar vapores dentro em 8 dias do pedido applican-
do elles as moendas ja existentes.
Tem em deposito variado sortiment de preparas
MOTORES PARA DESCAMAR aLGODaO
A vapor, agua ou animaes
inclusve alguns que nao precisam de obra alguma de carapina
pelo que podem unccionar logo que cheguem ao lugar.
FORMAS PARA ASSCAR
Aquells propiietarios quequizerem formas podem desde
ja fazer suas encommendas, pois a casatm em viagem e car-
I regando numero sufliciente para sunrir a todos qu autos queiram.
liGHlHISHOS DIVERSOS
nesta fabrica ha deposito de todos os .nachinismos empregados
)na provincia, e acceita-se encommendas para fazer vir qual-
quer machinismo a vontade do cliente.
~OJAYII-
1 reconhecendo a necessidade de que se resenta esta bella cidade de nm estabelecimento
)onde o respeitavel publico, e com especialidade o bello sexo encnatrasse, sem perca
;de lempo, os adornos precisos para om elegante peoteado, resolveu montar urna loja as
\ condicoes exigidas, i ra Duque de Caxias n. 30 (outr'ora Cruzes).
< A raaneira por que o JAYME entendeu preparar um estabelecimento de tal genero,
a prdva segura de qoe n3o s o rico mas lambem o pobre, pode, sem detrimento,
gozar das alternativas da moda.
As aeguintes tabellas qoe offerece a apreciado de todos, segarameae attestam o
qnanto acaba de expender.
Tabella de prepos por compra
Goqo.es da ultima moda 10-5, \-l&, 150,
200, 250 e 300000.................\
Cacbepaines de cabellos naturalmente cres-
pos 100, 120, 153, 200 e 250000....
Crescenles 80, ICf, 120. 150 e 200000.
Trancas ondul 100, 150, 20 e 250000. \objeclos, ter o comprador 10 % de des-
Encbimentos para bandos 30, 40, 5$ e corito em cifra maior de 200000.
60000 ........
Cadeias para relogios 30, 50 e 60000...
Braceletes i 50, 60. 80 e 100000........J
Trancas para atinis 300 rs............*
Tabella de presos por alugueis
Um coque... -............. *WQ
Um cacbepaine. ......... 20000
Um crescente.................. 10000
Urna tranca ondul.............. 10000
Um topet diadema frise.......... I >000
Um par de encbimentos.. i....... I r*3( O
Penteados de coques 10500.
Penteados de cacbepaines 10000.
Penteados de senhoras 30000 (na cidade).
Variadsimo sortimento de perfumaras unas e objectos do gto. recebe** dtrec-
lamente por todos os paquetes da Europa.
'Meta de muito resumidos os precos de taes
Esta9 decidido !
S elle brilhaJ
Qoero ? o Canpos eom armazem,
Na roa do Imperador,
N amero assii attrahidor,
Vmte e oilo I
Veode os mel ores bifcoitos,
Arroz raailo especial, .
Coa jamis se vio igual
Qaejo londriD> I
Da India cha o mais Gao,
Qaeijos flamengos mai novo?,
Alm das lio boas ovas,
Honi toacioho I
Do Porto o mais Uno v nho,
Presamos, lorabo, choaricas,
A par das boas salchichas.
Fino leite t
De Portugal o azete,
"araarees mu saborosos,
E o nio menos deleitosos, .
Doce em Utas I
Inglezas novas batatas,
Dacalbo superior,
De requintado sabor,
O chocolate I
Boa mas-a de tomate, *
Caf, manteigl, feijio,
Para sopa o macarrio
E estrelliohas t
Fins ameixas em latlnhas,
Passas, figos e licores
De apurados sabores,
As conservas 1
Gof losas azeitooas d'Elvas,
Silmon, doce de caj,
Massa tina de sag
E alelria !
Por todos a primazia,
J as linguas.fnram dadis,
E as to preeonisadas
Gelas I
Do Bass a sublime idea :
Em barril ccrveja boa !
Das sardinhas a fama va
E do salame I
E' na'ural que se ame,
Do Campos o armazem,
Visio que s elle tem
Fios charutos!
Os afamados e vetastos,
Vioho Bordeaux e Madeira
Nao esqueceodo o Figaeira,
E ararula !
Em frascos muit finas fructas;
E para que se veja at,
Que dar raassada nao quer
Vai lindar I
Prometiendo desde j,
S vender br-m queijo prato,
E tudo mais muito barato
A dinbeiroI
Note bem. E' altaneiro
Dos gneros o paladar,
E quem lato duvidar
Veoha ver I
x.


/

-<

'

que Augusto aniel, oonseobur e
reodeiro do engenbo Salirabo da fregu-
zia de Una do termo 4o Rio Formoso, avi-
asa a qaem par Tentara te tiver utilisado
dos eervicos dos seos escravos Benedicto
e Joaquim, ausentes desde o Da do
crreme mez, que nio ter este anuo a
meuna couUmplacao que te va o anno
pastado com quero estove cinco metes
usofrumdo o trabalho do mesmo Bene-
dicto, e cobrar judicialmente os dias de
servico.
&___
_IN *b^bw _aaw wvaw _anw bhmp _nnw aeiw r^.
aixo asignado taco seiente ao respei-
tavel publico e e* pecutmente ao commercio desla
praca de Pernambneo, que esta data dissolvi ami-
gavelmente a sociedade commercial que gyrava
sob a Arma Silva & Seve, na cidade de Mossor ;
ficando o activo t. passivo da meima Irma a car-
go do socio Jos Joaquim Seve, que asame toda a
responsabilidade da exliacla tirma. Cidade de
Mossor 12 de deteubro de 1871.
Ignacio Gomes da Silva.
Alaga-se am moleqae
don. 2.
na ra do Qat ima-
AHenfo
No restauran! Santa babel na roa da Florenti-
na n. J, precisa- *e alagar nm escravo que seja
oco para o servico do mesmo.
COMPRAS.
CUIJA
A verdadeira eervej da Baviera, marca bao-
deira, de soperior qualidad, vendem Tasso Irmos
4 C, armazem da roa do Amorim n. 37.
Aos estallantes de phlUisopnla
que lecm de foier eiame en
narco.
Addendo philosophia de A. Chara, na parte
lgica do sea compendio. Indispensavl aos esto
dantes desta disciplina que vio fazer exame. Ven
de-se por 11 ris, na livraria raocei, e na dos
Sn Nogoeira Medeiros. _______ _____
RAPE
Compra-ie ama casa terrea nova ou pele
manos em bom estado, qoe renda mensalmente
pelo menos 401000 : quem a tirer e qaizer ven-
der, dirija-se roa Duqae de Caxias n. 43.
Compra-se jornaea para embralbo
do Crespo a. 10.
na roa
-HU
ODAS.
Vende-se
Urna casa terrea de pedra e cal em cbios pro-
prios, tendo commodos para grande familia, e ter-
reno ao lado, cerca de 50 palmos, com 250 de
fundo, sita dita casa no Encanamento n. 10 :
tratar na roa do Amorim n. 33.______________
No Bazar ViOjria vende-se meias de la de
cores, para senhoras e horneas e de seda carme-
sin e preta para padres camisas de laa ponto de
meia e teroala-de (huella, no Bazar Victoria, ra
do "Bario da Victoria n. 2 de Amaral, Nabuco
di C
Cerveja de Noruega.
Verdadeira e superior : a venda nos armazens
de Tasso lrmaos & C
S2_l_8fi8_
DE
ESTABELECDO NA CIDADE DO RECIFE EM 1862
*b a proteeco do iBinnto Pontfice Pi IX
DIRECTOR BACUAREL EM M^THEMATICAS
BERNARDO PEREIRA DO CARMO JNIOR.
Io V1CE-DIRECT0R..........
_ DITOPaire L V. de Algonez.
O Jirector do Dternato de S. Bernardo, nao lendo evitado esfor-
503 oeui sacrificios para proporcionar aos seos alomos rima perfeita eiiu-
caci pbysica, moral, inlellectual e religiosa, offerecendoltes urna habita-
Cao com bastantes condicSes de salobridade, habis prufj$sors que sao
solcitos em prepara-los convenientemeote ao fim a que se d,Etinam. _e-
dico pratico que Ibes aa comprebender os preceitos da nygiene e bes
cure das doencas, e finalmente nm sacerdote Mostrado e bouesto que Ihes
explique os principios da religi3o christa, espera que as&itn constituido e
em vista do excedente resaltado, que tem apresendo, cotando um cres-
cido numero de alumnos na Faculdade de Direito, que concl-a;ram alii
vaniajosamenie^os estudos preparatorios, nao deixar o teu estafcelecimea-
to de continuar a merecer dos Srs. pais de fa_t3ia o anxilij e confianca
com qoe j muitos o tem honrado ; e ihes roga, beat como a todas as
pessoas inieresadas, que se digoem de visitar o mes:no sea estabeleci-
mento, onde sempre encontrarlo franco ingresso.
CaJeiras de ensino:_ riuieiras lettras dividida em doas classes,
tendo cada urna o seu profeisor, laitu, francez, oglez, arithmetica, alge-
bra e geometria, geograpbia, piiilosopbia, rheioiics, desenlio e rousica.
O coilegto tem a sua sle no e6par;oso edificio o. o ra du Hos-
picio.
Nos estatuios do collegid, que esto a disposicSo c!e qnem os >\ zer ler, se achara consignadas as o:w\u;t< >li entrada e matrcoU o<$
diversas aubs do eslabelecimea'o.
S&

AO ARMAZEM
DO
Ra do Baro da Victoria
X, 7_.0utr'ora _ua Nova_N. 7
Acaba de chegar novos sortimentos
Calcado franeez.
Botio_; para homeB?, bom bezerro pellica, cot-
davao vaqueta e panno, dnraque oom biqueira de
verniz, telica cora biqueira de veraiz, bizerro e
pellica com ithoses e cora bolSes, tonto dos fetri-
cantes_uzer como de Polak.
Hotas russianas, meias botas, perneiras e meias
pernerras para montf>ria,
Sa^atos de vaqueta de verniz eom scla de ma-
deira, proprios pira -os sitios, ptrlins e benitos,
ianto Sanaos de borracha para h^wm.
Betiaas e abotinados de mnitas qualidades e pre-
ces f_ra meninas e meninos.
Sapetos de. verniz, charlat, cazemira, tapetes
aveiiiuiados de tranca, francezes e po'lngoeaes.
Peifemarias
PifiO exlrteUt>,>banlias, cosmticos, teos, opia-
tas, t poses dentifree. gua de lores d laranja,
agua de eUogne, .vina, florida, lavaade, e de
toilet; tintura o^ra barba o. cabello, pos de erroz,
sabo-3?te?. 9 mai'.os aitigcs delicados, com fras-
quiaios de exlMMM, tudo 6e pnmeira qnali-
dade cios hem conhecidos fabricante?, Piver eCon-
dray.
Mascaras
para carnaval chsgon urna rand9 factura com
todo Bortimento tanto de massa, como de rame,
de seae de con, ptra vender-se barato em du-
zla^ bm retalbo.
Quinquilharias
Chocolate Menier.
' Vende-se chocolate Menier de saade : na roa
do Mrquez da diada o. 10.
A toja da praca da Independencia n. 5, chegoa
nova remessa do muito acredtalo rsp ga9.>e
grosso, fino, msrelliubo, rolo franeez, pnnceza
da Babia, princeza de Lisboa, Paulo Cordeiro com
mam e viajado e Rocba ; vende se em libras e a
retalho.____________________
PMHCHA
Lencos de esgulio a :i.*'dOO rs.
a luzia
Chsgon loja do Papagaio urna grande por^ao
de lencos de esguio j abainhado?, e vende se
por 31200 rs. a dazia para acabar, s o Papagaio
na rna da Imperatri: n. 40.
Hamburgos com 30
varas
A loja do Papagaio acaba de receber ama pe-
quena porcSo de hamburgos com 30 varas cada
orna pe;, que vende pelo diminuto preco de 12,
sio proprios para lences, toalhas etc. e mais
barato que algodSes : na ra da Imperatriz o, 16,
A 320 rs. ocovado
A'pacas de lia de furia cores, proprias para
vestidos, e para ronpinhas de meninos, por este
preco so na loja do Papagaio, ra da Imperatriz
n. 40,
Pereira da Cuiilia
Irma5s.
Ra da Cadeia VENDEM :
P< Ussa da Russia.
CemeMo Pontead.
Agua raz
Pxe da Sue a.
Alcatro di:n.
I. noe em Mha, rara Utoeiro.
E.-teiras da (olla, brsil e dv juJm
Agua Florida (legiiim^l.
i'adeiras amen^ras.
Bzerrrs d Inslre.
Cognac
Ent-fre.
O Bazar Victoria acaba da r cit.tr um ccrrpV-
t) sc-rttmento de eoMtef, d# ronpi de mascar; s.
cooio ejam, Iranjas donradas de diversas lar ja-
ras, lentej'!u!a, horbr natros mnitos iDJeeMM diurado* r prteado>, ra-
belleiras brancas, brincos para stnhora e c mollas para homem, os de pen-las, capacete1 9
Coterd, e ca cas de meia de algodio e de
Tcdos estes ar'gos sao do mais aperado MNi
da ultima moda em Fratca. e grinle nn ii
nesta cidade, cede rs amadores do carnaval pid-*
rao encentrar c.m lacilidade o ifie tof necesa-
rio para se apteentrem elegan'.eir.enie no tanta-
va! no
Baz;tr Victoria
Ra do Baria la victoria u Z
LQfa N
AMM1AL. N.UUOO A C.
WALOPESCHa
| Veode se nm carro americano, mullo leve,
elegante, murto bem pintado e forrado: a ver
na rna da Fhreatina na oficina de Mr. Grc}ean :
onde se dir com quem se deve tratar.________
Deposito de gaz
Em peqoeoas e grandes porcSes, marca Devoes,
rna do Apollo n. 4, veadem Joio do Reg Lima
4C.___________________________________
Xnrope peitoral James
Considerado como especifico contra as bron-
chites, tanto agudas como chronicas, defluxns,
tosses rebeldes, tosses convalsas e asrimaticas, dr
de peito, escarros de sangne e contra ledas as ir-
ritacoes nervosas.
DEPOSITO EM PERNAMBTJCO
PHARMAC.rX'PE FERREIRA &-f.
10Roa larga do Rosario10 Qunlo ao quartel
de polica.)
CQ1 novissima de Lisboa
Acaba de ebegar na barca Pereira 8 de Joaquim Jo.- Ramos a rna do Bom Jeras o.
8.1* andar.
VICTORlF
Vende-se uroa linda victoria muito solida e m-
teiramenta nova, com bolea, e com acommodacao
.>ira 4 assentos, por preco muito razoavel : a ver
na ra de Santo Amaro, cocheira defrente da es-
taco da macbambomba, e a tratar oa ra do Ca-
bug o. 4, matea de joias.________________
Amaral, Nabuco C. avisam aos seus freguezes
e amigos de Goyiooa, Escada, Una, Nazareth,
Olinda, Caxanga, e tamhem aos da Casa PoMa e
Apipaco, que receberam um grande e_ variadis-
sirao sortimento de mascaras de papelo. cera e
rame, brancas, pretas e mulatas, as mais esque-
sitas que tem vindo ao mercado, par. borneas,
malberes e m?muos, e veadem per barato preca,
querera porcao, qaer a retalbo : no Batar Victo-
ria, rna do Barao da Victoria n. t.___________
VENDE-SE
Um grsode sitio na travessa da estrada dos Re-
medios, com urna graode casa de vivenda pro-
pria para numerosa familia, est em bom estado,
tem mna magnifica capella com todos os seas
perteaces, mais doas pequea* casas no mesmo
sitio proprias para feitores e escravos. O sitio
lodo murado, est bem plantado, contera granle
quantidade de arvores fructferas, e um exeel-
leute vtveiro e um bom porto de desembarque :
tratar ua roa do Bario da Victoria, anliga ra
Nova, na livraria Industrial._______'

1%
___
Na pra^a do Conde d'Eo, antga aa
Boa-Vista e na botica do Gimeiro, ven
de-e superior bo racha mnito tina para li-
mas a tres mil ris a libra.
Cretonas a 400 rs.
Chegoa para a lija do Papagaio am bonito sor-
timento de cretones de todas as cores muito lisas,
proprias para vestidos de casa, e para ronpas de
meninos, e vendem-se pelo diminuto preco de 400
rs. o cevado, sendo sea preco regular ifiO rs., e
neste mesmo sentido outras muita* fozendas : na
leja do Papagaio, rna da Imperatriz n. 40.______
Fio93 artigos de Pars, de riitierente? gosos e
phiBtaeJa, como sejam os segaintes:
Leques para senhoras e meninas,
Luvas.de pellica e de Qa de Escog?..
Espetos diferente;, .para sala c.giibinete.
Vidro* avalaos para cspolho3.
CaArahee f! costura ornada com rrustea.
Aibcas "lUi'lriDhc* paro retratos.
Diveises obras de -.'uro de lei.
Corrente3 de plaqu para relogios.
Bolcinas e cofres de jerta e de velludo.
Diversos objectos Ce phaotasia oara toilet.
Pencinez., ocaloi e heogailas de loso.
Chicotes e bengalas d baleia, canoa e junco.
Ponteiraa de espuma para charutos e cigarroe.
Escovas para cabello", roapa, denles e unhas.
Penis do marirn muco tinos, para caspas,
i Ditos dlrTerei:tes para cabello e barba.
SjS Cartelra pwa notas e para dinheiro.
' Malas, brtl^as e saceos de viagem.
Gaiolas do rame para passarinhos.
Venczanas transparente* para janellas.
Abal-jours trasparentes nara caudieira*.
Mamaneira* do dar leite mui fcil as crianzas.
Tira^ dfl molduras-dnuradas para quadroe.
Rices quadros ja prempto; com paisageoe.
Estampas ae santo?, cidades e phantazias.
Esterioscopo e cosmeramas coa ricas vistas.
Obie.tos ne mgicas para entretenimento.
Machinas da dillerentes systemas para caf.
Berros de vimes para embalar eriancas.
Ceetinhis para meninas de escola.
Jago*, de dama, domino, bagatela e da gloria.
Caoinaohias de malas para chamar criadas.
Ueal^os, accardion, vidros avulsis para coa-
mofacnase antros muitos artigas de quinqui-
Ibarw difllceis de menciooar.
9
m

PF**
<^B
Aloga*se 6o vende-se a ca-
sa e siiio da estrada dos Af-
iliaos o. 22, o qual tem 200
palmos de frente e cerca de
O abaixa asstgnado lendo por um aviso que f^z
1,300 de fondo, com Cf cimba, ffocleiras, aos seus fregnezes ero novembro prximo passa-
etc. assim como vendem-se terrenos aos/'" para que ine
lados do mesmo, tendo as frentes e osfun- 1
dos curados, sendo na verdade encllenle
acqaisico para edicacao, nao por ser
de fatendas em saa l>ja sita ra a
Imperatriz n. (Pavilhi a'Aurora) at 31 de de-
zembro prximo passado, e como poneos foram
es que saldaram. roga portan!.) aos que thes sao
bem OOrtO da Cidade. como por passar pela devedore, qa*r por lettras quer dei conta de u-
rVant-a via forrea dn irraial a tratar m ,ro'ln" >**" ?e,!S deUitis a ]i ao correll,e
frente a va lerrea ao Arraiat. a traiar um Sn ge ver obrJgado Cnlra SU voc.
Brinquedos
Para crianza?,
O msior oriimento que se podo desejar de toda
sorte de brinquedos fabricados em diversos paizes
da Eurapa pura entretenimento dos msninoa
Prepos.
Em vtrtuda de uoyas crJeas dos fabricantes,
vende-se tudo prcc'os baratissimo : no arma
zfm do vapor franeez, ra do Barao da Victo-
ria. _tr'ora rna Nova nnnero 7.
Setiu de cores a 2*501).
Completo sortimento de todas as cores, sendo
azul claro, lyrio-verde, encarnado, branca, e cor de
rosa, e sctim rnacio, e am sortimento de poopeli-
as lavradas, e sediDhas de delicadas cores a i o
cavado : s aa loja do Papagaio, roa da Impera-
triz n. 40, de Mendes & Carvalbo.
Vende-se ama parte da casa da roa do Ira
peratriz o. 43, de 3 andares ; a Miar oa ra do
Bom Jesos n. 37, 1 andar.
Marca brilhante
O mais procurado.
Vende-se na raa do Imperador n. 29, armazem
da bola amarella, em latas, por menos prego do
que em ontra qnalqner parte._________^_^
lmantck da proviueia yara
1872
Preco aaoco
as livrarias Acadmica e Industrial.
CtMENrO
Verdadeiro, vende Joo Ignacio da Costa, em
sen armazem ra dj Amorim n. 39, qoe o iirero
Movida.
Travesa do Corpo
Santo n. 25.
Ven le se machinas vapcre lucensveii del.r
ca de 2. 3, 4 e 6 cavados e seus pericotes, ped*-
ae moer milho. arelos par^ carra para dons c-
vallas com retranca
feekmchrt n;t loja du Pa?aO
POR CAUZA 10 INCENDIO
F. Pereira da Silva, tem ingente necessi-
dade de liquidar mailas ftndas de 'la, li-
nbo, seda e alg'da que Ibe bcaiatn m is
ou menos eslragiJas por oecniio do in-
cendio que se den nos doos esi^btlecimr}-
los contigoos ao eo.
Pecas de alg-Jria sinho a :i(00e 4J0OO
Ditas de madapo'i 4*500 c '-5.
Ditas enfestado C'Tm 12 jardas a ^
e U.
Di''S franeez mnito Bno com 20 riri *
94C00
AlgooSo ar-o ;rarcido [ara lencoe; a
80e I).
Btamarii- de r.Iio snperior com l< pa
naos de larpn a a ( metro.
Dito de aik'oi :; com a m'tiM >!<'
l$r0( o metro.
Pecas 8e ramlra'a Imspannte tri
112 vara e urna v.-rj delaigtua a :i:.'
MCOO.
Ditas Victoria cem a mtm _id:ja
3#i0 Ditas de esmbraia
varas a .'.>.
D las du dita ad mas a las
com 8 l; varas a 45
Ditas ct.m bonbd^s edi'O'tan
medid? a M?0f.
Cortes i'e i rg n y Lrrn
7*412 vaia? a r.
Dilos de <. ?S2 'i'.-
:>,< O.
Petas d i .<'.". v I-i i
lando 8 1(2 Xctii a 'IICO.
Antonio Pinto de Barros permuta por casas
terreas, on veode o sea sitio no Monteiro, as van-
tageos serio patente) aos prelendentes que se po-
dem dirigir ao mesmo sitio, nos dias atis at as
8 horas da maonia e nos santificados todcs os
dias.
Passaros
Vende-se ezcellentf s passaros de diversas qua-
lidadas : a trotar na roa Direita o. 3,1* andar.
Madapolo avariado a 44, 4*500 e Si a peca,
cambraia de farro a 11600 a peca, pechincba ;
s na roa do Crespo n. SO. loja de fiuilherme
Carnewo da Con ha k C.
Taberna.
Vende-ee urna taberna eam poneos fondos, pro-
pria para principiante e muito afregnezada para a
trra : na rna Direin r. 53 se dir quem veode.
000 US.
Borracha para limas
Novas pubii]a musicaes
piano
Acaba de publicr-se a liada poika p.ra
C_M1
composicao do maestro Rudolpho Matioxe. Assim
ao mesmo estabelecimento acaba de chegar a lia-
dissima qaadrilha
Chiarlnl
DeJieada a esie Ilustre artista, pelo melodioso
compositor da Bahia, o maestro -ARAGO.
Acham-se a venda, a ra Nova n. 11, a.'mazem
de piano) e msicas do Azev-da.
Da Russia, nova e de boa qnalidr.de : vendem
Pereira da Cunha lrmaos : rna do Mrquez de
Olinda n. 21.
Na ra
Nova.
do Bario da Victoria o. 63, ontr'ora
Antonio Jos Rodrigues de ouu na thesou
rafia das loteras on com Garlos da Si va
Araojo na ro o Bom Jesus d. 23, arma-
zem. L.
0s %_.* jrbeiro de Son-
xa e Di |rfWp W 'PP6"0? f Prr-
prietario fojoWgM WDto Aman) e o
i" proptielirio de n oatro coleg", 3o
rogado! i laudaren a esta lypff wl":
pefocjo de InereM.
tadA demanda los.
Rtcif.-, 25 de Janeiro de 1872.
Joio Luiz Ferreira Ribeiro.
~ Loyo Sobriitlio A C midarara pro-
visorianjente sen ebiabnlerimouto de fazen-
das para o primeiro aodar da casa n. 36
da ra do Mrquez de Olinda.______
Preelsa-se' de urna eeclura capaz para an-
imar pnmeiras lettras o'uio engenbo perto desta
cidade : Ira^r na ro da B m Je.-as o. 8, pri-
meiro .(Mar. -
Pr3ct?a se aiugar u:n negro, livre uu escra-
vo : no armazem da Ncrm, roa _ia n. i8.
Pcecrra-se de
coiich-r fara
ama ama que saiba
casa de familia: oa
, ilJ ? *' Vilit ii. ?|'iBdo indar.
mmm
DF,
S. Fraucisco de Paula era
Oaxaiiga'.
De ordem da actual raena regedora se dirima-
nica aoi senhores possoidorej de terreos farei-
ros a mesma irmsodale, qne* leato expirado o
pr.'so de 30 dias, qao tes foi marcado para apee-
seotar seui litlos e pagMr es loros airazadosf
assim como, passar a scnpioras publicas de
conrlrmacSo, se Ihos erncfd" dito favor at o IIi
das ferias, finias as qnaes H prKoden judcial-
mfnte contra o f,reirs rtmitet.
Consistorio da irmr.at.iJe da S. Franiifeo e
Panla no Caxaog', 15 de Janeiro ii 1872.
0 escriba,
Jj.-.Marv'*iin. Goecaitet Saltueirc.
_v
Prci*a-' lo urna am
ue e:zink tero, para ea*
e peqn-na familia : oa rna
i Vrcande de PeJ 4a fu-'ora A*grJ p. }?,
_S
Chapeos para senhoia.
Vende se ricos chapeos de velludo chegados
pelo ultimo paquete : no Bazar Victoria, ra Jo
llarao da Victoria n. 1_____________________
"Lavas de pellica
Vende-se no Bazar Victoria roa do Bario da
Victoria o. 2, luvas de pellica brancas, preta e de
core?, para torneos e senhoras, a II, l#50i) e H
o par._______________________________
Vende-se urna machina de cos'.ura em bem
estado ; na rna do Rangel n. 62. fabrica de el-
5arras junto a banca : tratar na mesma raa o
I, taberna.
Um bom engenho
Vende-se o engenho Pacas, silo em Agna-Preta,
demarcado e cercado de vallados no londo eom
agua sufflcieDie, bem obrado e cora propones
para saffrejar de 3 a 4,000 pes : os prelendentes
qpeiram dirigir-se aa dita engenbo que encontra-
ra com qnem tratar. .
limeato o veiviadeiro 'or-
tland.
Vende Jao Ignacio da Casia, ero narria por
barato preco : no armazem da Escadinha da Al-
fandega o. 5-______ __________________
SOJBUADO
Vende se metade da um s< brada de tres inda
res en urna das ptimeiras ras desta cidade : <
tratar oa ma da Imperatriz, uberna n. 4.
Vende-se por preco commodo um m -
thodo do autor Rodolpho ; na ra da Roa;.
d, 4.
sn'p:.-. S -
par* v :'d(s
^m
or .:.

" .
i hit; s Fffar:<
c
Cvm i'r:
Grande sor m*ntn de
^Ul e 280 ris o a 'o.
i nrtinado: p ;..
16. 8:>, l(n.
Sai:;s ttm Ti : nr.o
_> O.
fiomeiras pretas de crocfO 5
Tia'ha; grandes de fiislai. para niesa de
jant'r a 3 -:iOu e i'.
Cobertas du fosUo para a < ama a 3"* P.
Grande sortimento d" rasaqoiotjos on
basquinas tr-odem- s de seda e crec rica-
mente efi'ados para dTerentes preco.
Gmg' rao de rr para vestido a .1 0 >
covado.
Rarege? trrn?parrrite a 30.
Dilos dilos a KiO,
Doxias de. to Ihas psra os a b
Carnizas frarcezas .ara hoffiem a
23 On.
e fi&.
fPOt
Onleles de me'n raicm ra e iriim 3
I
C*lc.s de brim branco de ludio a 2* "I5.
Paht'ls de ilpac prela d.\-r.!pi.'o a ti.
Dit s sobrccasf.cos de brim a 2.
D;to< le cazemira de rrV a IJSOO.
Panno preto con 0 palmos de tgnra a
I M 0 n corado.
Gaseas pretas lss a 120 ris a tara,
Chita preta lisa ?. 100 ris o oanx
Chales piet;>; adauasivds a 1)5000.
D;tos de b.rege de <<\r a 1$.
Ganga franceza a 'teO o covado.
l).iz?s de lencos bramos '.#fltO.
Punbos com g<.llinbaa de tatnbraia tapa-I
a transparente a IS 00..
Ciroiriho- de cunb aia brsncj e de cf
i 2,5000.
Saias de I9l ccn barra de cor s 3{, V5,
5$ 00 e entro muitos artgis qui- sena
infail ho m' n 'ionar o (pie se liqaida ajoito
banto na loja n. CO.
CIMENTO
Vaade-se ama machina de vapor erm farca de
oilo civalios, em bom estado, propiia para enge-
nho ou qualqaer servia, esu machina est anda
trahalhando at o dia 23 de fevereiro do c irrente
anno ; o motiva ik'sta venda parcas vai-se as-
sentar onra de maior forfa em rio desta nao
dar vencimentj ao servido da cas ; qnem qulier
comprar pode vir examina la oa r> nova de
>."ta RiSl B, SI, *enT\i a vapc ls Afja Ir-
\ mia A C7
Especialidade.
Vioha do Porto o meihor a desejar, em'barr?
de 10* e 20*: vndese naescriporiu de Soares
Primos, ra da Vigaria n. 17.___________
Vende-se taberna sita a ra i* Oamboa do
Camn.2 com poucos fuada-, propria p piante : a tratar na mesma
Novissima reforma judicuria
Aeha-se venda na lavara Universal, rna da
Imperador o. 34, impresio em bom Ifpa e ao f. r-
uuto de 8 franeez ou i' portuguei^ ulliaiamenls
chegada i> Rio de Janeiro, a 010 rs.
Ule do Ceara'
O melbor e mais hiratu, veud-se r.ri
a frj? da 9?"\m -i y 0!'0l> n. 40,

Vende-se o verdadeira cimenta Port jad, eoe-
gado uliimamenie de Landres : oa ra do Ama-
lira n. 48 e 50, armazem de Magalhaes a Irma
Verde Chrome.
Vtude se era barris de 4 arrobas : oa ra _
Mrquez de OLnda c. 40. _______
E' sempre assim!
S5.^ saperjorel I
So o r;> poae vnde/prtanlJ* d Ld_t/>
a 400 n- a iibra tu ^0 ra. o kilo : a ru.. tt i -a
do Rosario u. 9att a greja.
V
___.



DWni de FernamDiK Terqa felfa 30 de Jan iro W52.
\L\


XIQUIDAQAO DA CASA DO BOM-BASTOR
teas casa de eabatleireiro.
io ha mU cabelle braacott
Timara japoniza.
S nks approvada pelas as academias 4
O dono a'.*(;) casi qieren lo re'irar-so, fu?) sabor que quera quizar comprar a coa sancm, reeortrjeeida superior a toda que tem p-
kKi^n de sen tegvio pMe pparecer\ vende-se a dnoeiro cwio taiiibein a prazo parecido > hoje. Deposito principal roa .forme as garanta*, cede tan beta a loja'com a armscJo, materia1, sem as mercado- '
tus, sendo boa p isqS 1 e a casa milito coohecida, pode servir 1 qualquer genero de ne-
$Mtl garante o conseniimento do proprieta rio do predio.
Acha $ ne?te or.ico estabelecimeiito no norte de.-te imperio.
Grsode sorlimento de ornamentos e alfais.
dem idem de e.Niaropa* religiosas, santidades, via-sacras, ele.
dem dem do mo'dnras dourad?s, envernisados, pretas etc.
dem idem de bronzes, lampa la?, cast-caes, serpentinas, arandelas, ele.
Hem idem (le obras de prati e praleada. ralis e ambuias.
Iiem idem de galtas, caldprinbas, turbulos e cora?.
tem dem de resplandores, bandeiras etc., etc.
fdpm idem de magem de madeir3 ncarnadas e oratorios,
dem dem de banquetas, estantes, sacras, troottos etc.
dem idem 'e 1 otarios chitos e bocios, etc., etc.
flem idem de galoes, franja, ouro fino e rctroz etc.



KO UtillUC,
AkS3-
respeitavel publico d ta provincia qm su acham com um variad) e compiti sorti-
ato de movis, tanio nacional s como esiraugeiros, sendo estes escoltados por om dos
* -vos qoe se acha aetnalmen.3 na Europa. O mesmo tem contractado com os melbores
r:<:ro.fHas daquelUe niinen'o as re u< s-as das mais ricas mobilias feitas alli.
Na officina temos mais b^i.-i. ai listas deste genero, e por isso pedem que ve-
. ;: visitar a estabeiecm^iito, Mide encontrarlo a re.didade do qae acabara de expor,
' porte el ,-'te, -i:n el-x"H$ camas1-.j:i<-arand, p.io setira, am?rello, etc.,etc.,guarda
-id. de amaieilo, gaarda !otic< d^ Logweira e de amarello com tarapo de podra, apa-
r I "s de 111 d.ti, peli 1.1 hites B-oecialraeole para fazer a barba, toilettes de jaca-
rai-ia amrH'lo. pin. secreta ii >i agranda e mognootis tureiras oe magno, san-
. 1 :... in g.n 'lord.ir. b 1:0 Uvatnridscom espelbo, de pedra raarmore e seus
::--;-,-'s. .i i-iri> priv las, 1 -s: e.ir... ele. e muitos ontros artigos que deixamos de
ion r [) se h oar tnladonb
'i paisagens para
para senho-
Abotuadoras para co'ete vare-
IJ >0 0l dada a........
dem iiem muito flaas a .
S 1000 dem brancas com pedras a imita-
_-;.,,, q gao de brilhanle a .
2 '.4{. 1 lem de cornalina e ci ystal a .
"" ; ", I lem di uradas para puobos a .
.J>JiO (i,oza e butoes
I .J."iOO
3 500
-20)
no o
:;>.i ,)
too
! -20
. SU
SO
i O
20t.
100
I.-K00
700
0*0
pretos para
Ni 1 ji te Snt< nio Podro de Souza Soare<, na mi do
ba o {la \rm ra 28, cufci'ora ma N^va
Jran! :'..:'.'i ox u i' mi o do as, p.'rf .raarias, candeiros a gaz e objectos
poi celana :
. !t*par*nte
nclUs a .
O le Jtti i:0
; a........
': san i!o a .
Ditos a imit .;a i a .
s deranja ,!e i '' n odernas
;, dem i iem a O o .
enfites do blond e Ho.es
ira cabeca a......05000
; I r-.hase pimhos bordados para
stnhoras a -> :o.) e .
.jr.ivatnhas do srda com fraija
para senbora a.....
I i para baptia 'o a .
i :. do seim ma'o esccssej
. ra cinto, var a .
: ,11 -ios e i: ldiii ii'aO: pleo-
es .1 p-i;a a I .)) >
. ;,-; i; le ir. r .: : >. !: |-0a
[ 1a i)-- irafrt- ie i h i preta a
,a::v::; de ii.lia di 'liaiv i .
! lem i'J'- i' d. ff. a
IXnia 1h p-fas i i i; i de <
col a .' .......
dem dem lisas .....
Ca ritel de linha de '"O j.rdas .
.alas de ('i na e junco a .
.mi de e.-i amigado muito
8up8fi"ra.......
3 iem dem ln ipiadnohos a .
Caitas do eiiVei pes finos de por-
celana a ...... .
I Je ai iiem i iOOe.....
f.iem lo itonasa 503 800 o .
;;q !.im p.nie pratiadi.s a. .
AIjq dos (I i otos cima mencionado?, ttmos um grande sorlimeuto de miadezasi
e o jeitos de poicelam o que ha de m..i rico, candeiros a g z o que ba de melbor,'
lampan as. ibamiooiae gi bos. brinquedos para crimeas, meias para senboras, horneas
e'memao. fitas, bicose rendas do bbrnd de seda, escova para roopa, denles e unhas o
grande raii dade e objtitus que purse tornai" demasiado longo deixamos de mencionar
N. :^8 Ba do B rao da Victoria N. 28
caiga a
Idi m i 'em brantos a .
Baralbos fr;ncezes dourados finos a
Quadriobos com sanios a .
uzia di- lalhere com cabo de
osso 2 R a......
Dita de ditos cravedos a \
Carrafa de lint i roxa extra-fina a.
I'otes de dita inglesa a 00 e
PERFUMARAS
Rosas cmn extracto a .
Frase.) de extracto inglez a .'
dem dem kananga a .
Sab i. le 'Oiu figura a
Iiem inglez a .
I i m de ;.in r.doa muio boos a .
dem de bolla transparentes a
Ban.'ia ingUzj tm fiascos mudo
superior a.......
dem a .......
CosmJique de cores muito tinos a
Pcotes cora pos de arroz i issimo
a 3t 0, 400 e.....
Caixas com dito muito fino ka-
nanga a........
Idtm com dito para denles a .'
Frasco de oloo philocome verda-
deiro a......
Oto de ditoantique mudo supe-
rio, es a 340 e .
fOO
500
I -V lili
l:S'rOO
200
l,)000
ifj:oo
IrSOO
300
ICO
200
410
320
5;jo00
25600
15000
ICO
1,51800
1^000
I52u0
200
200
300
500
l:)000
600
100
500
I)OO
240
15000
400
f m \ venda em seas anuarens, alm de outros
trtgpa da sea neg, io regular, os aeguintes, qas
Modem por presos man mdicos qua a ou-
PORTAS de pinho almofadadu.
PORTK1RAS da ferro para eercas.
SALITRE ingler..
ISTEIRA8 da India para cama e torrar tala*.
CANOS de barro francs para esgoto.
3BSSO saperc em peredea e a contanto.
51J8ST0 da toda as qanlidade*.
MACHINAS de descarocar alfodao.
LONAS brinadea da Ilossia.
OLEADOS americanos para ftnTO de carros.
rCiJOES americanos muito bons conomicos.
VINHO de Bordeau.
COGNAC snperiirdfl GaaMer Freres. -
rARELLO em saceo prandes a 3f500.
AGUA florida legitina.
BALAXCAS decim*?.
CADEIRAS americanas.
RHUM da Jamaica.
AZULEJOS de Lisboa._____________________
Xarope sedativo
DE
Casca de laranjas amargas
COS
RROMURETO DE POTASSIUM
DE
MKflF
Este novo preparado aprovado pela academia
imperial de medicina, muito se recommenda pela
ma aeco sedativa e calmante, sobre o systema
nervoso, o bromureto de potassium, nao deixa de
lar os mais certos resoltados -ma diversas aftec-
;es do organismo e principalment > as molestias
lo coracao, das vas digestivas da respiracao, da >
vias genito-arinarias, na epilepsia, as molestias
aervosas da prenhez, na insomnla das criancas
durante o periodo da denticao etc. etc.
Vende-se na pharmacia e drogara
de
Bartholomen iSfcC.
34RA LAR3A DOROSARIO3i

i
m
6
EENETO Se LEOPOLDO
N. 2 D Ra do Cabuga N. 2 D
Acba-se montado de forma tal este estabelecimento de joias que pode
vender aos seus numerosos fregaezes em grosso e a retalbo e por precw
mu resumidos visto que recebe de conta propria por todos s vapores de
Europa. O gosto de desenho de saas joias o mais lindo do pan da*
modas, ouro de le, brilbantes verdadeiros. esmeraldas, rubios, peroles,
turquezas, saobiras, coral rosa etc. etc. Obras de prala do porto tanto
para igreja como para servido domestico. Convidamos as Exmas. familia*
a vistarem o dito estabelecimento todos os das at 9 bocas da nuil .
Compra.se ouro, prata e pedras preciosas em obras velbas.
F revenlo necessa'ia
Qaando mnitas lojas procuram adquirir grandes
lucros nao compadecendo-se das 6o/fos alhnas,
a Nova Esperanca busca consegu-las sem que de
forma alguma va entesica-las; porqne segu sem-
pre o seu antigo e santo systema de vender bara-
to para vender muito e chegar assim ao fim dte-
jado.
A Nova Esperanza nao almeja somente o lucro
pecuniario, soas aspiracoes sao mais beaevuia >,
em quanto ao inieresse material, conienta-se com
a mediocredade, em quanto porm ao moral, ou
enlao ao sseoeisl que ella jnlga Borneadaen-
te ama vana ambicio, que detesta e fax toda a
guerra ao costume macarrnico da caresta.
A sua pravenrao necessaria, consisto em avisar
ao respeit*vel publico e especialmente ao bello
sexo, que ella est sempre.prvida do que ha de
melii r e mais elegante no mundo da.i modas, e
ento necessario nio.deixarem a Nova Espe-
ranza para preferirem outro qualquer estabeleci-
mento, porque aqui, o typo da caresta, e alH,
toa Nova Esperanca) o epylogo de lodo quanto
e bora e barat.
J.i tao sedico o costume que ba entre todos
os que querem faier conhecer de seus estabele
cimentos por meio Je pomposo* annuncios, que
com bastaote ratSp se arredam os leitores das
massadas com que nos mimoseara os taes annun
ciaoies.
O Campos da ma do Imperador n amero 28,
se quiesse seguir essa rotina amiga de fazer es
lampar nos jornaes mais lido-, anouncios bombs-
ticos prendidos de ttulos garrafaes para melbor
chamar a auencao do respetavel publico ; maito
tena que diier a resneto de seu bem conhecido
amaiera de vveres stto ra do Imperador n.
28. Dira por exempla: que bo seu armazem
tem constantemente, ortsunios n'i-a ^mhroe pa-
ra panella, salames de Lion, queijos de diversas
qualidades, lngui^as e cbcuicas, ovas de camu
rupim, conservas inglezas e (rancezas, vinhes do
Porto e da Figueira superior, licores finos, bola-
cainitas, cha superior verde e preto e outros mui-
tos artigos que sao proprios paia mesa, dispensa e
cozintu. Ma9 nao.
O Campos s e sement avisa ao respjitavel pu-
blico desta cidade e seus suburbios, que em rasao
de se aproximar o ternpo dos c Rega-bofes km
elle feito do sen armazem um centro de tudo que
nos grato ao paladar s para que ninguem du-
vide do que a;ma se tem dito.
Pede-se urna visita a roa do
armazem do Campos.
Imperador n. 28,
Com o publico em geral.
Objectos para uto I I
Brincos, pulceiras, broches, raeios aderegos,
cruzes, cassoletas e moldes inteiramente novo?
acaba de receber Nova Esperanza a roa Duqu
de Caxias n. 63... a elles___
E' sempre assim
A Nova Esperanca... jamis acaba de recebe,
novidades I agora mesmo, recebe taas que nao
sabe dellas quai annoncie I porm sempre deca
ra as seguintes para sciencia de algaem.
Medalboes de madreperola para voltas, cruzes
ptra o mesmo lira, bonitas caixinhas vazias de
papelo, modernos adaregos de madreperola, de-
licadas correles de plaqo, lindos enchovaes para
bapsados e chapeusinbos para o mesmo fim, bem
como deste altimo artigo reeebeu cousa muito es-
pecial de seda copa alta, uu velludo para senboras
lescrever mais mas-ante....
Rap cearense fino
DA
Machinas de costara.
Chegaram ao Bazar ersal da ruaUniv
Nova n. 22, um sorttmento del machinas
p?ra costura, das melbores qual.dades que
existe na america, das quaes moitas ] sao
bem conhecids pelos seus autores, [como
sejam : Weller & Wilsort, Grovtr & Boka,
Silenciosas, Weed e Impenaes e outras
muitas que cem a vista devc-r3o agradar aos
compradores.
Estas machinas tem a vantagem de fazer
o trahalho que trinta costnreiras podem
fazer diariamente e cozem com tanta per-
IVicio como as mais pereitas coitureiras.
Garante-se a sua boa qualidade e ensica-se
a trabalhar com peifek'Soem menos de urna
hora, e es presos sao 13o commodos que
devem agradar aos preteadentes,
Oura rpida radical dos
caros
pela pomada Galopean
Essa pomada que tao i- ns resultados tem colhi-
du as pessoas que della imi fer.o uso aeaba de
cSegar para o seu deposii.i especial..
XA
Pharmacia drogara
DE
Barlholomea & C. roa lara do Itosaro nu-
mero ::i-
J. 0. C. Doy le tem em seu
armazem para veader
O SEGINTE :
COGNAK HENNESSA.
VIMHO XEREZ.
DITO DE L1SUOA,
FILTRADEIRAS.
BITTER
A' ma do Commerco n. 38.
Sustento restaurativo da
saudo
PELA VERDADEIR.V FARI.VIIA
A, Du Barry d'Arabia
Os abaixo asssignado3 fazem scicnte a seus fre
uezes, que pelo vapor inglez La-Piata recebaran.
Jegunda remessa d'esa excellente farnha, cuje
uso muito se recommenda para as crianzas, pes-
soas debis e convalesceot.es, appiica-Ja com reco-
nhecida vantagem as eonelipaeSes, diarrheas
nausea do estomago, tosse, escarro do sangue.
phthysic, etc. etc. Preferida anda pelo agradave!
sabor,Unricoa outra qualquer.
A' ra do Cbraroer:io n. 10, escrito-
rio de Jos Joaquim da Costa Maia, en-
ODtra-se paid veuer por commodos
precos :
Azulejos bespanhes.
Folhas de ferro uaivanizado para telha-
do de diversos taraanhos.
Ditas de dito dito lizas.
Bicas de ferro galvanizado.
Curaieiras dito.
Portadas completas para cantara.
Ladrilhos.
m*
Fabrica
AOSPADRES I
K !*ova Esperan^, ma Duque de Camas n*
quera vend as mtih rea meias de '"
laia
E I! tSUTO
DE
Vasconcellos & Filho, do Cear.
Este ptimo rap lem sido estimado pelos enten-
dedores e apreciadores deste innocente prazer da
vida.
Vende-se em caixas de 100 libras, sendo alia
libra.
Em casa dos aicos agentes nesta cidadeTaaso
frmio3 4 C.
Cambraia iransparent^s muito lina a 31 a Deca-
Ma* pequea, portaoto a ellas antes que!a ra Priraeiro de (larca n. 20, leja fazendas
*e ai-.-.bem.
.lo seutiores de eu*eoho e a
seus correspondentes.
Eaetradoa de lona injlezes para Cirgat, mais
barata qu* em outra qua'quer parie : na ra
ae de Caxias n. 51.
Grosdenple preto
a 500 rs. e I #800 : na loja das seis portas em
frente do Livramento ; dao-se amostras.
Casa
Vende-se urna casa em ehaos .'proprios na ma
Vende-se raetade de om i brado em boa roa : SSj^fggggP.**!!^ HH* P" casa de
do feria' da Victoria, .^.MlSSaMW;
cidade o. 9.
I de Guilherma Carneiro da Cunha dt C.
MII!I!U)0
Nova n. 69, taberna.
AS PRETAS
30wI!Porc6reta.Crt6S ** *** Prt'a adamascada com Pe1ueno t(lae de ^fo pelo baratissimo preco de Grosdenaples de seda pretos, largos, a l<$00, 24, 230O e 3.J000 o eovado.
Uttos dito d to com listas assetinadas a 25800, 3^. 3*500 e 4O0O o eovado.
Wgurlo de seda preto a 3300, U, 4,J50O e 5AO0C o eovado.
O.to d>to mo maito soperior a U, 6*500, 7*. 7*500 e 8*000 o eovado.
M.inws o mantiDhas brasilinas de snperior qualidade
Fil pnto iiso e com flores.
prado^rsolS'em.^'^38 Pr6,aS PrPraS *'" q,"mm' *"* grMde e varildo 80f,ia^to P -
N,L,M plimeiro d Mir?o (ontr'ora ^o Crespo) n. 13, loja
&A
PARA NMVADOS.
Bonitos ports buquets.
Lindissimos lequcs de madreperola mol Jes in-
teiramente novos.
Cortinados bordado?.
Camisas bordadas para homem,
Finas meias de seda para senhora,
A Nova Esperanca uuem tero I I I
DESAPPAREGAM AS SAliDAS
A Nova Esperanca a ra do Duque de Caxias
o. 63, acaba de receber o bem conhecido leite
de rosa bracea, e tambem"!eite virginal, os quaes
fazem desaparecer as sardas ou pannos.
A revalesciere du Barry~de
Londres
TodA a daenca cede a Revalesciere du Barry
qae da sade, energa, appetite, d.gesto e des
canso. Ella cura as dispepsias, gastrites, humo-
res, acidez pituita, flato, enjps, vmitos depois
da comida e gravidez, con liparjoes.t) asthma,
affeceoes pulmonares, bexi?a, llgjV ^erebro e
sangue ; 60,000 curas, incluindo munas dellas dc
Brasil.
A revalesciere cbocolatada du Barry
em p,
Delicioso alimento para alraoco e ceia, muiu
nutritivo, fcrliflcaado os ervos do estomago sen
causar o menor peso era dflr do caboca, nem ir-
ritacio.
nico deposito para o Brasil em Pernambuct
na pharmacia americana Je Ferreira Maia dt C.
ra do Duque de Caxias n. 57. (Todo cuidad
com as falsificacSes.)
Voda-se o sitio que foi do finado Datra, no
lugar do Peres, com dnas casas e ama coxeira,
taodo ama das casas baguales c inunodus, a frente
e parte do ottio de lijlo, bem como a eoxeira,
poco com boa agoa, e muitas arvotes de fructo :
qnem o pretender dirija se ao mesmo sitio.
Com pouco mofo
VenJe-se brira pardo moito 8no a 500 rs, o
eovado, chitas escaras avahadas a 200 rs. o eova-
do, idem idem pretas a 160 rs. o eovado : na ra
i de Marco n. 20, Ir.ja de fazendas Je Guilher-
me Carneiro da Cunha & CJ
Ao mata caspas
A extracto deste exeellente tnico demonstra
qne grande proveito se tem tirado na cura com-
pleta das carpas, lastre e conser vacao dos cabellos:
a venda na roa do Imperador n. 71, Papelaria Pa-
risiense, pelo preco de i | o frasco.
58 ARa do Mrquez de Olinda56A
ontr'ora ma da Cadeia.
lio
Sendo este antigo eslabelecimento assaz conhecido como principad
lado polos grandes depsitos e b>ns sortimeatos com que sempre prima em te- la
meihoras, mais acreditadas e verdaderas machinas americanas para ala*
das, desde 10 60 serras, e havendo em todos os tamarhos diersidades da Ti-
mas e meloramemos para perfeito e rpido desean camonlo; tornan-m dignaa t_
serem vistas e apreciadas pelos Sis. agricultores; os quaes, alem disto, encontrar!*
tatnbem mais:
Apurados vapores LoeotcovEis, de forca
de 3 4 cavallos, e pertences.
Machinas para lavar roopa.
Arados americanos para varzea e la-
deira.
Carros de man para atierros.
Tinas de madeira.
Balds do dita.
Ditos da ferro estanhadn.
Ditos com vlvula para lavatorios.
Ditos de madeira para compras.
App.iroihos para jsrdins.
Guardas-comidas.
Tampas para cobrir pralos.
Tarrachas para fazer parafnsrs de ferro.
Ditas dita ditos de madeira.
Trens para cozinha.
Temos de bandeijas finas.
Correntes para arrastar madeira.
Cylindros americano! para padana*.
Pertences avolsos para macbtnas.
Salitre refinado.
Brea snperior.
Moinbos de diversos fabrica&tca par
mi'.lio e caf.
Debulbadores para mho.
Azi te dc spermacete para nachina*
Camas de ferro.
Bombas de Japy.
Ditas americanas.
Cofres de ferro patente.
Canos de ferro esmaltados.
Ditos de dito estanhado.
Ditos do chumbo.
Ditos de borracha.
Folies para ferreiros.
Emfim muitos outros artigos, qoe s avista e neste estabeiecimeio poderlo mi
examinados.
m
m
SJSS
De 10 a 40 serras.
VAPOR
para mover as machinas.
Em casa dos importadores!Ra do Bom-Jesu? n. i
Siiaw Hawkes d- C. I oulr'ora Cruz.
P
- '- -' '. -:< <.' 515550 > E-y vsflj^ (* .'VJwu&-3!f5
LIQIOIQAO DE FIM DE ANNO
5
RA DO DUQUE DE CAMAS
(Outr'ora do Queimado)
Este eslabelecimento acaba de receber um importante sorlimento de diverts fa-
zendas proprias para vestido.*, sendo poupelinas de seda, sedas, lias, percales, ditas com
barras proprias para babados, lindas cambraias crox, e em fim urna inBmdade d'arti-
gos de moda, ludo propro para a festa, o que tudo vender por pre(os ioteirameoUi
razoaveis, em consequencia de eslarmos prestes ao fim do anno, e o 65 n5o quer le
grande trabalho com o sen balanco, preeriDdo tomar dinbeiro a fazendas, convida-te
portauto ao respeitvel publico a virem sortirse na loja do 65 aonde comprarlo por pro-
cos que nao obterSo em ootro qualquer estabelecimenio; em fim ver para crer
RA DO. DOUE DE CAXIAS
(Outr'ora do Queimado^
m SE VENDO
Libras stGrliaas.
Vende-se no armazem de fatendas de Augusto
?. de Oiiveira 4 (i. rna io Gommercm n. 41
Eap Cearense
De superior qualidade da fabrica de Vasconcel-
os & Filho, depjvto em Peroambuco, em casa dos
ms. Tasso Irmacs dt C, rna do Amorim n 37
Bw/acha
Na pharma:ia e drogara da rea do Cabug ven-
de-sa excellente borrocha para fazer limas, e ma-
chinas para encher as mesma i.
Baldes de pttpel
No Bazar Victoria vende se ba oes, ceslas a jar-
ros d papel (gosto inteiramente aovo) para illa
rainsao de jardm etc., na ra dc Bario da Victo-
ria a, I, loja de A ruar j I, Nsbuco & G.
Cunha IrmaOs i C.
Ra da Madre de Dos n. 34
Contina a ter para vender por mdicos precos
vinhos em barril e engarrafados de difTerentes' |en de en.a. da iSh \ SaM 22
juMjdea. dos melbores e bem cenbecidas Se OT. eovado* lV**SL
t\ t i -i I da ra 1* de Marco n. SO, de Gailberme Carneir)
-bspecialiaaae. Id Cnnn *G-
Chegon nma nova e pequea remessa do vinho
engarrafado, propno para mimos, ou pessoas
ioaaJat.
Vinho verde.
Em bar is de quinto, o melbor qae se i o Je de-
sejar.
Farinha de milho
Pereira da Cunha Irmos vendem no san depo-
zito praca de Pedro I n. 16, antigo largo do
Cbafariz da rna do Brum, kerosene da priaMira
Vende-se farinba de milho moida a vapor, da- 1P>||(1,1 (Devoes) em caixas de duas latas,
riamente, pelos precos seguintes: grossa para i *u V0:*0 coni0 "lalbo, por precos ccbhm
mogun a 90 rs,dita para ang, pintos e passa- d09 : ,r-aUr no 3fa cnplorto i ra do Mar
riDhos a 100 rs., para cangica e pao de Provenga
a 120 rs., e para cascas a 140 rs., em arroba e
mais barato : na roa do Cotovello n. 25.
CHAMPAGNE
Marca chs Pare
0 deposito d aquella marca acba-se actualmen-
te na roa do Bom Jess, amiga roa da Cruz a.
22, andar.
Fapelfio hamburguez
Joaquim de Sonta Maia k C, i praca da Inde-
pendencia o. 24 30, teem para vender em mas-
sos oa a retalbo soperior papelo Je Hamburgo.
Vende se tres ca-as na rwvoacio de Una oc-
cupadas com -
ao, Castro 4
quez de Olinda n. 21, oulr'ora da Cadeia.
Os mesmos recolhem tarabea etse artigo io
mesmo depozito, por medica armaasaagam.
Apparelho de prata.
3 Vende-se om fa^ueiro compialo, om apaaralto
para cha, todo da trata da lei asta nao aiaa a
do melhor gosto qua tem viada da Parto : a tra-
tar no armasen de tonca aa roa larga do Rosar o
o. 28.
CEMENTO
0 verdadeiro Portland : t m veod* m
esubeiecimeotoV tratar cora Aorta- a da Madre Dos n. 14, arQ&xen d Jo
&, ao Reoifo ras da Cadeia o. I*. Marlins de Barros.

L
i ~~~~.
..


Biari* d% PTD&mlnc* Ten;a ira 30 d Janeiro da IS?!
I

SEM LIMITES
k
LUJA E JkRMAZEM
FLIX PEREIBA DA SILVA a C.
NA RA DA IMPERATRIZ N. 60-
S a dinheiro vista'
Ot proprietarios deste estabelecimento tendo grande necessidade de diminoir o im
oso deposito qoe tem de fazendas e grande orgeocia de apuraren) dinheiro, tem re-
volvido fazer ama verdadeira liquidacSo com grandes abatimentos nos precos de todo;
os seas artigos: para o que convidara ao respeitavel pablko desta capiul a vir sortir-s<
poislne garanten! que em parte algaraj podero encontrar tao grande sn/iimeotoe roe
mo nao comprarSo pelos precos que se Ibes pode vender na loja de Pavao ; porra ad
virtiodo-se qae s se vende_a dinheiro vista. Os mesmos propietarios deste estabe
lecimento rogara a todos os seos devedores desta praca o favor de virem saldar seos d-
bitos, e todos aquelles que estiverem devendo contas antigs e o nio flzerem terao d<
aer encoiamodados judicialmente.
Juglaras barata* do Pavita, o
Alsaciaoas com lia Jas lis tras de seda a
1*000 o covado.
Dita litas cora muito briibo a 1 J o ce vado
Atlantas, fazenda de muito gosto tecida
toa teda a 720 rs. o covado.
Ditas cora qaadros de seda e cores muito
delicadas a 610.
Poil de chvre, d'uma s cor com muito
briibo a 500 rs. o covado.
Merinos escossezes fazenda de muito gdsto
para vestidos bornus e roupas de menino
a 640 rs. o covado.
Gargnro muito bonito, tendo de todas
ai cores a 400 rs. o covado.
Laisinhas nodernas com differentes gos-
oi 400 e 500 rs. o covado.
3 tas ditas a 280 e 320 rs. o covado.
Garages transparentes com differenies c-
ai a ItiO rs. o covado.
Alpacas de cores lisas e lavradas fazenda
a muito gosto a 500 e 800 rs. o covado.
Cassas do Pavao.
Cassas inglezas com bonitos gostos a 200
140 rs. o covado.
Ditas flnissimas a 300 rs. o covado.
Ditas francezas de muita phanUsia a 400
rt. o covado.
Cortes de cassas com 7 varas fazenda
imito fina e bonita a 5500 e 3-3000.
Ditas d'organdy branco e de cores a
24*00.
CORTES D'ORGANDY A 40000.
O Pavo tem cortes de organdy branco
coa 8 1/2 varas que vende pelo barat) pre-
(0 d? i3000, assim como Gnissimo organdy
brsn:o com listrinhas e qoadrinbos o me-
ihor que tem vindo ao mercado e vende
pelo barato preco de 720 rs. a vara.
Poupeliuas de seda a 84000.
O PavSo tero nm o'egante sortimento de
poupelinas de s da tanto lisas como lavra-
das as mais modernas que tem viudo ao
mercado e vende a 25000 o covado.
CAMBRAIAS LARGAS A 800 RS. A VARA.
O Pava) tem csrabraia branca transpa-
rente -de boa qualidade, com 8 palmos de
largara, que apenas precisa 4 varas para
um vestido e vende a 800 rs. a vara, dita
finissima da Escosca tendo a mesma largu-
ra, que vende a I500.
CAMBRAIAS BRANCAS A 45000 E 4300
O Pavo tem pecas de carabraia branca
transparentes com 8 1/2 varas que vende
pelo barato prego de 45000 e 4500, ten-
do tambera muito finas de 50000 at
100000.
Ditas tapadas ou Victorias tendo de 30500
i peca at a mais fina que vem ao mer-
cado.
tros!on;!es preto e de corea.
O Pavo tra nm grande sortimeiito de
grosdenaplcs e gurguro preto para vestidos
tendo de 10600 o covado al ao mais su
perior que costuma vir ao mercado, assim
como um grande sortimento de ditos de
todas as cores e branco e um bonito sorti-
mento de setins branco e de cores que ven-
do par precos muito era con'.a.
CASAQUINHOS A 150,180 E 200000.
O Pavo tem um grande sortimento de
"icos casaquinnos de seda preta muito bem
ofertados e modernos que vende a 150,
80 e 200000, sendo fazenda de rauito
mais valor, assim como ricos chales pretos
bordados cora franjas largas de retroz a
100 e 120000.
CORTINADOS PARA CAMAS E IANLLAS.
a 80, 100, 120 e 150000.
O Pavo tem um grande sortimento de
cortinados ricamente bordados, proprins
para camas e j^nellas que vende de 80 at
160000 o par.
Pecas de cambraia adamascada cora 20
aras a 100000. crochet ricamente bordado
para cortinados a 10500 o metro. Assim corno
ricos damascos com 6 e 8 palmos de largu-
ra proprios para colchas de camas e tam-
ben) ricas olebas de damasco a imi'acao de
teda e ditas de crochet as mais lindas que
'.em vindo ao mercado.
MOSSELFNAS
DE CORES
COVADO.
A 400
RS.O
O Pavo tem um bonito sortimento de
musselinas de cores, padroes inteiraracnte
Dovos e cores lijas, que vende a 40 rs. o
covado. Ditas brancas muito tinas a 400
500 rs. Metim branco dalndia muito fino
para vestidos e roupas de meninos a 720 rs.
pados para vestidos a 600 rs. o covado.
Metralhadoras!
Chegoo para a loja do Pavo aro mapni ;o sor-
senlo de corles de vestidos de cambraia com
babadas branco e de cores, denominados a me-
tramadora, sendj esta raziada a mais moderna e
de meihor goHo qae tea vindo este auno pan a
(esta : assim como receben tambero um lindo
ortiaunlo de curtes de cambraia com palrainh is
bordadas a laa, fazenda de maita phantazia, e ven
a-3 todo muito mais barato do que em ontra
Iquer parte : na ra da 1 nperatnz n. 0, loja
artnaxea de Per eir da Silva & C.
Popelinas de seda
A 10600 rs.
i loja do Pari veade-se om 'gante sorti-
talo das melnurea e mais modernas pepelinae
* aea, qae se liquida pelo baratsimo prego d'
14400 rs. o corado, grande pechincba : ra
laperamz n. 60, teja de Peroira-4* Silva 4
Loja do Pavo
SAIAS BRANCAS BARATAS
a 20500 e 30000.
O Pavo ..vende corles de boa fazend:
branca com bonitas barras de pregas, pelo
baratsimo preco de 20300 e 30000 caite
urna, grande pechincha na ra da Impera
tria n. 60, loja do Pavao.
MODERNAS BAREGES COM LISTRAS DE
SEDA E FRANJA AO LADO,
a 800 rs o covado.
Cbegou para a loja do Pavio, ra d;
Iraperalriz n. 60, um elegante sortimento
das mais lindas bareges modernas e tende
ao lado bonitas listras assetinadas e franjas
para os enfeiles, as quaes se venciera pele
baratsimo preco de 800 rs. o covado, por
haver om grande sortimento desta nova fa-
zenda ; assim como delicadsimas bareget
com lindas listras de seda, sendo fazenda de
muita phauta.-la a 640 rs. grande pechin
cha, no armazem do Pavao.
Fazenda para luto.
O Pavao tem um grande sortimento dt
fazendas prelas para luto, como sejam :
Merino preto com 6 palmos de largor!
para vestidos a 20000 e 20500 o covado
Merinos pretos e de cordo para todoi
os precos e differentes qualidades.
Bombasinbas para todos os precos.
C Hitos e alpacas pretas. LSasinbas pre
tas on cassas de la de 360 at 500 rs. (
covado.
Cassas pretas francezas e inglezas de to
das as qualidades.
Chitas pretas francezas e inglezas de 2(X
rs. para cima.
Crep preto para veos.
CASEM1RAS PARA CALQAS A 40, 50, 60
70 E 80UOO.
O Pavo tem om grande sortimento d(
cortes de casemiras de cores para calcas
sendo os mais modernos que tem vindo at
mercado e vndese de 40 at 100000 c
rte, ditas em pecas francezas e ingtoai
para ca'cas, palitots e colletes qne vende dt
10800 at 60000 o covado, ditas escuras ;
prova d'agoa que vende a 50 o corle ou ;
30 o covado, sendo estas casemiras muitc
proprias para meninos de escola por seren
es:uras e de meita durago.
NOVOS VESTIDOS A 50000.
O Pavo tem lindos cortes de vestido di
finissirnas cambraias com bonitos bordada!
de cores e lambem todos bordados branct
que vende pelo baratissimo prego ;!e 50OO
cada corte, grande pechincha.
PANNOS DE CftO:ilE PARA "CADEIRAS I
SOPHS.
O Pavo tem nm grande sortimento di
pannos de croch proprios para encost di
cadeiras e de sphs, assim como um rc<
sortimento de tapetes de todos os tamanho;
proprios para salas.
MADAPOLO BARATO A 40, 40500 E 50
O Pavo tem pegas de madapolo com 2
jardas ou 20 varas que vende a 40 e 405OC
a pega, dito muito fino e largo de 60 par.*
cima, dito francea do meihor qne tem vind(
ao mercado, assim como dito finissimo en
pecas de 40 jardas.
Cardes do cilss.
a 10600, 20000 e 20800.
O Pavo tem cortes de chitas fraricczai
com 10 covado, que vende polo barato pre
co de 10600 e 20000, ditas que vende
160, 200 e 280 rs o covado,. tambem lt;a
um grande sortimento de ditas finas claras
e escuras que vende a 280 e 320 rt. o co
vado e fissimas percales miudinhas propri
as para camisas, vestidos 6 roupas para me
nios qne se vende a 360 o 400 rs.
LENCOS BRANCOS.
O Pavo tem lenco3 br.ncos abanhadoi
quo se vende a 20400 e 30. a dozia, ditoi
grandos de ranrim sem ser abnhados ^i
30200 rs. a duzia; assira como bonitos len-
cos bord-dos para inos.
ROUPA PARA HOMENS.
Sobrecasacos de^panno preto fino send
muito bem feitos de 120 at 400000.
IMits de panno preto fraques e sacc
de 80 al 120000.
Ditos de casemira de cor de 60 al 120.
Ditos da alpaca preta fina de 40 a 60000.
Ditos de dita branca e de cores 60000.
Ditos de bnm de linho trancado a 60000.
Calcss de casemira preta de 60000 atf
120UOO.
Ditas de bnm branco de liaho de 40OOC
at 80000.
Ditas de brira de linbo de cor para todot
os Majal e qualidades.
Camisas francezas e inglezas com peitot
d'algodo do 10600 at 50, em dozia ven
de-sfl mais baralo.
Ditas de meia de 800 rs. para cima.
Ceroolas de linh^ e algodlo, francezas c
feitas na trra.
Coliarinnos de papel, algodao e linbo
qne se vende mujto barato pira liquidar.
Para noivas.
O Pavo tem rico gurguro de seda, bran-
co. Grosdenaple branco muito encapado.
Agraciannas brancas com listras de seda.
Poupelinas brancas de seda lisas e lavra-
das. Sedas brancas, lavradas e lisas. Ca-
pellas com palma de or de laranga corx
ricos veos bordados, qoe todo se vende mais
barato do que em entra qoalrjoer parte.
A loja do Pavo acha-se coosUratemeate aberta das
raia noite, roa (* 'foertr ;:n. 60.
"'' !{'?
LOJA DO PAPAGAIO
Ba da Imperatriz n. 40
O propietarios derte bem conbecido, e acreditado estabelecimento, resolveram
fazer urna hqaidaco das fazenda* existentes, e pelo maior preco que poderem obter,
nao engeitaodo preco aignm at o fim do anno; portanto previnem ao respeitavel publico,
para approveitar a occasilo de comprar bom e barato.
Lencos brancos grrndes de esguil) j
abainhados^a 30200 a duzia.
Ditos ditos de algodo, e com abaraado
largo e pintada.
Custumes de alpaca de cores enfeitedos
de seda e la para meninos.
Palitots de a'paca do cores para borneas a
30000.
Capellas e veos para noivas, ludo junto,
preco muito barato.
Ditos adamascados para camas e janellas,
j recortados.
Grande sortimento de bareges, lasinhas
e alpacas prelas e de cores, lavradas e lisas
para prfeos muito em conta.
Grande variedale de chitas de 240 at
400 rs. o covado.
Cassas de cores, e cambraias listadas para
diversos precos.
Um completo sor i ment de roupas
feitas para bumens e meninos.
Casimiras pretas e de cores, pannos fiaos
azues e pretos.
Fu tois de cores para vestidos, padroes
raiodinhos a 400 rs. o covado.
Cambraias brancas bordadas para vesti-
dos a 80500 a peca.
BOPAS FEITAS E OFHGISA DB ALFAIATE
Urna grande quanlid*!* de palitots, caigas,
colletes de pannos, casemiras e brins para
todos os precos.
Camisas de la, ditas de meia, ditas de
liebo, francezas e inglezas, collarinbos de
linbo e de papel, sortimento de mantas e
grvalas de seda preta e de cor, bournus e
ontras mui'as fazendas, cuno sej m :
Bramante de linho e de algodo atoalha-
do trancado e adamascado, esguio, meias
para boraens, Eenhoras e meninos, coberto-
res, colchas e ontras mnitas fazendas que
nao descrevemos parao annuncio se nao tor-
nar enfadonho. A dinheiro.
Pelo prego qoe se vende s a dinheiro.
AO PAPAGAIO
NA
Ra ola Imperalriz n 40.
DE
MENDES kCARVALHO
tanca s* vio um proces^o'maia perfeito e qae at-
sia 4* tal forma a aii.-faz.r as exigeocias m?.is
varas da (scriptnra^o.
A tea cr liDdissima e nao precisa de cnida-
o aifum para se conservar no tiniei>o sempre
oh a mesma cor, sem borra, crsla, bolr on sem
idaj estas marellas inherenles todas as tintas
ti ajora conhecidas, anda mesmo dos melbores
aiorss estrangeiros.
Scbretudo, este estimavel proncto nao ataca as
tar.as de 350, antes pela contrario, a penna
iqcire nm esmalte donrado qoe, sendo ioteres-
50t, asss proveitoso.
EU tinta, nao sendo especialmente para copiar,
i coaludo dnas, tre, ou mais copias um mez
'spots de escripia ; preciso, porm, deixar-lbe
pagel bm mu'hade sea o enxngar com o mata-
rorrao, porque nao ba o riico.de borrar. Para se
irar mais de ama copia, nao se apglomeram tan-
u foibas quantas copias se qnercm tirar, mas
it-se cc-mo original tirr.r i urna tsutns" q-jastas
iidtMJaiD, stre que o original fiqut prejndicado
ilu xtrai;5es.
Occorre aqni dizer que, para copiar importa
ciita iotellieencia e habihdade, sem o qne a me-
ter tinu cao satisfaz, e o deeilo recae sempre
ctrt a tima, que imitas vezes quem meos
cipa tem.
i dopa qualidade esta tinta extremamente
fciave, pois que evita qne 6m qoalqasr es-
iuxorio baja mais do que ama Unta para os di-
mos miteres.
taunanto sna dcrabil!de, lio b a oppcr
i cripta soffre o choque de cidos fortissimosL sem
se decompor; ora, se os-acidos nao tem accao so-
bre ella, muito menos a accao do tompo a pode
destruir; isto plaasivcl.
Nao s ao commercio que este meu producto
veio ser ntil ; os prefessores dos collegios, investi-
gando todos os meios para o adiantamento dos
?ens difciputos, tem af proveitado esta tinta, qne
com razao a acharam apta para desenvolver c
gosto nos educandos, em consequencia da beleza
da cor e facilidade de correr na peqnona pela sna
liquidez. Ha expropio.; de cr.incas que havia
muito tempo tinham nma repugnancia extrema
para a escripia, logo que foi admittida esta tinta
no coliegio, apoderon-ea deltas a enriosidade e o
gcto, e ponco tempo depcis o eu adiantamenlo
era manitesto.
E ;a tinta, par de tantas vantageos, tem nm
noico inconveniente, deteriora-fe ao contacto de
ocua quatquer; c.-.nvf'm pois te-la em tinteiro
sontos do menor vislumbre de entra tinia, e evi-
tar escrever com a ponr a saja do urna prepararlo
differente e incompativel; verificando isto, nao ba
razao para se nsar de unta que nao seja a VIO-
LETA EXTRA-FINA DE MuNTEIRO.
Observado.
Diversas falsiflcacoes e semelbancas tem appa-
recido, caja durabiltdade duvidosa. Os Srs.
compradores podem evitar o engao dirigindo-se
casas circumspectas, e pedindo a tinta qne en
fabrico
A. C. Monteiro.
Muita attenpao
J nao desconhetido qco existe rea
do Duque de Caxias n. 45, a loja de min-
dezas denominada MAGNOLIA, este elegante
estabelecimento pretende adquirir um gran-
de numero de apreciadores, visto que ter
sempre o que de melnor bouver no mer-
cado e importar (como j o tem feito) por
conta propria, o que boover de mais chi-
que na velba Europa, i nde a MAGNOLIA
tem habis correspondeates, e para, prova
do qne ha expendido a MAGNOLIA tonvida
a todos geralmente e com ospecialidade o
bello sexo a visitarem-na, afim de apreciar
a soperioridade de seos objectos e commo
di di des de preco?.
A MAGNOLIA, n5o pretende tornar-so
missante, limita-se por ora a mencionar
poneos artigos deixapdo os deroais para se-
ren vistos pelos correurrfnte8.
Bonitos enxovaes.para baptisados.
Bicas almofadas bordadas para sof.
PerfoniTias, leos e banhas dos melbo-
res e mais conbecidns fabricantes.
Sapatos bordados emlalagarca.
Ricos objeclos para presente:.
Cbapot do velludo e palha ditalia, mo-
dernos e de gosio.
Gravatinhas muito bonitas para seohora,
e tecos para oabeea e poilo (novidade,)
Artigos de pbaotasia e proprias para toi-
lette.
Punhos e gollinbas Bordados.
Camisiobas bordadas para senhoi a.
Ricos diademas.
Degeneros superiores
Todos estes artigos ser3o vendidos como
os demais por precos rasoaveis, ca MAG-
NOLIA ra do Duque de Caxias n. 48.
"1A1AVAL
No Basar Nacional, rna da Imperalriz n. 72,
tem para vender nm grsnie sortimento de vesiua-
I ros orfcter, todos de fazend? finas; como se-
jam : de seda brane, de alpaca de" cores e de
larlatana rom patos, e tambem grande sortimen-
to de domic de todas as qualidades para todos
os precos, a 1, ti, 3*. 4/, Si, 84 e IOJ ; aisim
i como, grande soTtimento'de mascaras de todas as
q alidades e tambem para meninos ; todos estes
aitigos o proprios do carnaval :. na Basar Na-
cijnil, roa da lmperatiiz n. 72.
')LEO PURO DE FIGADO DE "BACALHAO
I)A|
TERRA NOVA
DE
H. LACOMBE
Este oleo qoe tao but accerUjio tem merecido,
-GBitoie recomraeuda por ser o mais purificado
qae at boje tem vindo, e aindS pelo boro paladar,
nperior a miiro quatquer : vende-se no d*posito
isaeciai de BartboioMl di C.: roa Larga do Ro-
*ana*.
A ANTI6A FABRICA DE CHPEOS DE SOL
DA

VI UVA FAIiQVE
4Ra Primeiro de filarla4
Acaba de receber pelo ultimo vapor um explemlido sortimento de chapeos de sol: dt .ffii..
japoneza, forrados de >ia azul I0< cada um ; de alpaca, forrados de sJa azul, a "l; d* U\m^
forrados de azul e fn.-aroado, a 'l; para senhoras, proprios para o campo, a 3X ; de brio* tw
liarras de cores, a 2*300; e nm completo sortimento de chapeos com cabos de narflm, de neriar.
alpaca, bnm branco, amarello e pardo, de panno, com bastes de baleia, a 24. Tambem rectt* oc
lindo soriimento de bengalas e chicotes, os qnaes vende por precos mais baratos dj que eca cwa
qnalqner parte. Coneena-se todo e qualquer chapeo ou bengala, e eobre-se as armacoes TtlaaV, i,
toda a qualidade de fazenda.
i
' r^
n

?.-
1? SffiS^l^^iSSi^SSS^^ S:3^EKE'S3
Cofres de ferro de Milaers e ulros
IrreilyHS para copar cartas.
Balanzas de pesar, Deciniae-Si Rorn3C8g, elc.
Tachas de ferro, fManhad0.
Arados Americanos
\7raQeS, rara agricultura.
Carrinhos demao.
Machinas a Vapor
lliaCinaS de descarocar algod5o, de 10 at 40 serrar
ChapaS de ferrO galvanizas rara cobrir casas etc.,
Estes artigos ven?eta-se em
casa dos imporladore?.
Shaw, Hawkes d- C,
N. 4 RA DO BOM 11808.
(octr'ora ra da Cruz )
CERVEJA DA BAVIERA
MARCA BAWIRA
Nos armazens de Tasso Irmftos & C,
A FLOR DE OURO
No 24 A-Bua larga do Rosario -N. 24 AS
BK\*IAJHI^ & IltUlAO
Sempre viva no cnmprimeniT de sens deveres, ssia a seus innmeros fregue-
zes pela entrada do novo anno de 1872, e de coracao deseja, a todos, bem b^a somma
de contos de ris, afim de que jamis esqueQim o jardim das joias que existe a ra
larga do Rosario n. 2i A, onde com mnito pou Ihete qne nao expargindo perfume nio deixa coi) ludo de ser de subido va-
lor, e mil vezes preferido s flores vegetaes que perdendo o odor murcham e desap-
pareeem. Anno novas, nova censas ; portanto respeitaveis leftorai visitai o estabeleci-
mento que encontrareis urna variedade tal que cutn certeza daris por bem empregado
o tempo precioso passsado na F*LOR DE OURO que
Em modicidade de presos sem igual
Lindas voltinhas de curo s 8000, lunetas cen caixa de msdreperola ebra de
gosto para tenhera a 104COO, pares de brinco dp phantasia a 84 e 104000, meios ade-
reces a 164, rozetinba de diversos rroJeIKs a 54 e 64, e 84COO o par, pulceiriuha de
coraia 74, atacadores de dito para cieanca com bolliuhas e diversos enfeites de turo a
a 204000, voltinhas de coral com cruz de curo a 54000, brinquinbos de ccral a 34 e
44OOO, figas a 24, lindos anneis de bmitas e b- as pedras a 34 e 44, ditos de pedras
finas a 64OOO, cn:zes de diversos gostos a 34, *4 e 54, ditos de esmeralda, perclas e
rnbtns a 124, 144, e I64OOO, cazoletas com inscripedes e sem ellas a 54. 64 e 84,
liadas liviliLaj de prata para as modernas pulceiras de fita a 14.
Aos apreciadores da moda
E''smente m Flor de Ouro qne se vende joias modernas por ponco dinheiro
como sejam : guirnicSes cem tres botVs para abertura 44, pares de ditos e de dif
ferentes gostos a 54, ditos a 34, ditos de colerinbos a 14500 o par Sitos para punhos a
84 eadeias mnito chiqnes a 204, ditas a 64500 a oitava, pencinei de prata dourada
a 44, 44500 e 54, medalhoes para cadeias a 124, medalhas com le:ras a 84; alm
de nm grande sortimento de obras de brilhantes, brincos, braceletes, alfiaetes, adere-
mos completos, meto? ditos de pedras finas. e coral, medalhoes, voltas e trancellin?,
anneis cem letras e de diversos modelos, oculos, peocinez de ouro, relflgios de ouro e
prata dourado e de afamados fabricantes, assim como grande ;ortmenlo de obras da
pra(a do Porto, tanto para o servico domestico, como para Igrejaa, e garantimos ttr
ludo lei.
A Flor de Ouro contina a esta? aberta at aa
8 horas I Mia 1
^-s-


Diario de Feiuan>uc# Terca eira 30 de Jan tiro 4e -1832

VARIEOADE
ACADEMIA FRANCEZA
PANLOUP.
E O SR. DU-

A relacio seguinte, que encontramos no
Fiyaro, pora os nossos leitores ao corrento
do que se pass- u na sessao era >iue a aca-
demia recabeu cotumonicacio olli :iol da d -
cos.sj do Sr. Dopanloup:
Presidia conoo actual director o Sr. N-
lf i-ior, ch ncelle, e Patio, secretario perpe-
tuo.
Ao principiar a sessao, pedio a pa!a
vra o Sr. E. Legouv para urna coramun*
c 3?So importante : fcilmente se adevinh >
que se tratava da caria por meio da qual o
Sr. Du,;aolotip manife-tava que nio poda
coiitinuar a fazer parte da acalemia.
Lid i esta priraeira carta, o Sr. E. Le-
gouv pedio lcenc pira ler a resposta,
qoe na qnadade de presidente tinha df
dar.
Nio reproducimos a carta de demissj
do S'. hispo de Orleans, por j a termo-
publicado.
E < a resposta do Sr. Legme :
Paria, 31 de dezembro de 1871.
M >nseohor :Recbi a carta com que me
hoarOQ. e na prxima quinia-feira dar.i
coajt della academia. Recaba, inoos>-
iii ir, a seguranza di minha mais distiocfa
consideracio.(Assignado) IL Legouv.
j D 'pon da lila esta carta, o Sr. E Le-
gottv man'deston, qu a academia franceza,
n'i i poda, sera faltar s suas grandes ta-
'1c6es, aceitar a demissi i do Sr. bispo rte
Orleans, por mai; que o eminente prelad i
ijvessa fallado riesta occasiio ao respailo
i 'ido i'lu'tre corporaco acadmica, en-
ejado a la demsso aos peridicos, ante-
di a mandar ao director da academia.
t As palavras do Sr. E Legouv firano
aedhidas com mojtras de approvafo, se-
puirid >se Ibe no a) d palavra o Sr.
Goixot.
O solitario de Val-Richar fllou exten
smente i com singular b ira senso da da-
raisslo do seu caro collega monsenlior Dn-
panloap. O Sr. Gnizoi termimii o discara ,
fi um appallo conciliaco, com estas
Mgniftcativas palavras:
i Ate sgora, reobores, oeste acontec
-. i' i, sob todos os aspecto- lamenlaveL a
* vieran franceza, riigo-o com orgulh >.
t-ro sa conservad no lugar qoe Ihe perlen-
'm, isto no raai-s dgoo de applaaso.
>'.Mtservero.o-j.os oelle, senliores, al que
e lo iucideute seja completamente debatido,
i- mv) para acreditar qn o DOSso queri 'o
eoHg nao insistir na sua daterminacui
<\i n w abandonar, depois de se conservar
r.tre q0s durante mais de vinte annos.
t Mito lito, assentou-se o Sr. Gniznt, re-
.cal):li as fjiicitbvJj dos seus collegas,
que absolutamente todos pensara como elle
neste assompto.'
Restabelecido o silencio, tomou a pala
vra o Sr. duqoe de Brog'ie, para dizer que
all-re completameute as reflexes do seo
iliustre amigo o Sr. Guizot.
f O Sr. Covillier-Fleury pede depois que
a academia pass i pora e simplesmente
ordein du da, o q je se decidi por maioria
de 3 votos contra 2.
t O Sr. Ntza.d levanta a sesso era vista
'' h votacio, cuja importancia niognem
i le desc nheco".
O Sr. Dupauloup escreveu ao Journal
/les Debis urna carta, q je ao mesroo tem-
p i remenea aos deniais peridicos, e que
Dio pomos nenhuma duvida em traduzir
aqu. Todo quant) elle possa dizer Bao
faz cora que urna demisso por cansa de
incoropatibi idade de doatriuas deixa de ser
urna novidade nos fastos da venerania cor-
poraco, cuj melhor tradi^ao era talvez a
tolerancia conservada ;it agora.
Sem recuarraos at ao deoimo-oitavo se-
culo, basta leiubrar que o Sr. Dopanloup
esteva na academia com atbeus aoteoticos,
e qoe, so nos na.i engamos, solicitou on
sutfragios deltos para alli entrar. Por coq-
seguiate, como so justifica, depois de taes
precedentes, 68ta rebelliSo contra ura dos
mais merorioi, dos oais sabios borneas
ffancezes do nos'-o lempo ?
S se p1a procurar a explicacSo de lao
errado proceder, na forga my^eriosa, fatal,
irre. islivel, segundo parece, que affasta o
(liramoDtanismo do seclo, ao mesmo tem-
po que o sctilse affasta del!-'. E queren-
do s altentar n'om motivo menos profundo
e mais pessoal. adiaramos o despeito or-
Kulaoso do bornem que se zauga porque
nio venceo.
Veamos a carta que o bispo de Orleans
dirigi ao Journal des Debis :
c Verstiles, 3 de Janeiro.
Sr. redactor principal:
O Journal des Debis publica boje
cont'? mim nm ai ligo que nao posso deixar
passar sera resposta. Como o artigo ano-
nymo, nao sei a quera deva dirigir a respos-
ta", e por isso a envi ao seohor.
Os Debis, m agradavel estylo que Ibes
familiar, censuramme pelo arrcbaiamen-
lo da minlia deciso. Nao ba cousa menos
arrebatada, netn menos irrefJectida, seobor.
Desde o dia 21 que linlia avisado os meus
i.onfrades, e mesmo no dia 30, logo depois
da volacao, escrevi ao director da academia,
para qoe nio se acreditarse um s dia, orna
hora s, que ora bispo approvasse o qoe
entenda ser escndalo.
c Por modo alguno se colloca, senbor,
no ponto de vista que lomei, e que domina
todo isto; e, se penadle que Ib'o diga,
parda-se em consideraces mais do que se-
cundarias, completamente estranbas qaes-
t3o.
i Combateado a candidatura do Sr. Lit-
tr, pensoi primeiro que tudo na religio,
as almas, nos perigos da javentude e da
sociedade, nos interesses superiores da
moral e da verdade. Convencido ao mes-
mo tempo de que a acad.mia nao poda ser
tadifiereote a esses interesses, tive a ambi-
cio de defender a bonra da corporacio a
q i; pertencia.- A victoria dessa candidatu-
ra em taes coniic5es mpanba-me outro de
ver, e j o cumpri.
c Diz que eu nio devia negar a entrada
na academia a om sabio, que j era membro
do instituto; qoe ponbo em apuros a aca-
demia obrigando a elogiar um acadmico
em vida ; que j a incommodava recitando-
ibe homilas qu ? sao antiquadas, e que a
miaba demisso, finalmente, vai prestar-se
is reflexes menos melanclicas da galera.
Tai a elevaco de ideas a que se monta
aqu, senbor. \
< Fcil me seria o responder-lbe, que
eado j o sabio Sr. filtr da academia dos
eruditos, nao bavia grande motivo para o
chimar dos Iliteratos; qne muito mais
serio apuro do que esse da qae falla; ser o
de fit? o tlojjio das Obras das doatrinas
lo que acaba de ser eleito; a assemb'.a
'.io peJicadA, que a honra da academia no
dia da glandes recepces, ao mesmo tempo
que a academia faz is vezes as toas nobres
delicias, levantarsehia todaioteira,seohor,
se bouvesse quem se alrevesse a expr pe-
rante olla algumas das theorias do novo aca-
dmico ccrc de Deus, da alma, do pen-
samento, di liberdade moral, do amor da
sociedade, do hojtem. \
Poderia xccrescentar que um pontfice
do athe; eruoaracoso do que ura pontfice da reli-
gio, e que se a galera de que falla pode
achii qiii motivo da riso, ba outra galera
que rir tambera,, mas com riso amargo, a
Europa, a Allemioha, encantada de ludo o
que demonstra e acelera a degradacio da
Franca. Essa galera, certo estou disto,
sustenta a opinio de qoe as minbas anti-
quadas homilas acerca do atheismo, e do
petigo social, rejuvenesceram singularmente
com os horneas da comrauna.
E' este, senbor, o lado grave da qaes-
to ; porque as quastes nio s i o que os
horneas querera, e ha tempos que augmeo
tara a sua grawdade ; nio depende nem do
senbor nem de mim o molar o espantoso
auno que acaba de passar. Tudo est
nisio.
E como lenho idis differentes das
suas acerca dos estragos que o materialismo
atheu f i/, em todas as classes de ama na
cao, noto que lio pouco entendo como o
seobor a idea que de ve fazer-se da acade-
mia franceza.
* Se a acjderc3 francoza nao fosse mais
do que urna sala de palestra Iliteraria, e se
a negac t publica e obstinada de Deus, da
alma e da liberdade humana fosse apenas
urna cbimera sera importancia, tera razio o
senbor, e sena eu o iludido ; que importa
as mais das vezes quera entra e sabe n'uraa
sh ?
Mas eu ticha eito outra idea da acade-
mia, e como o disse a propria academia,
vendo que esta coutm os primeires bo-
raens d estado, os piimeiros philosophos,
us primei.os jurisconsultos, os priraeiros
litteratos do meo pa z, jnlgava e continuo
julgando que a Franca esa atienta aos sen
aclos, ssoas palavras, s suas ele;r;5'S. O
ra8u erro, se que o t;nh<\ foi o acostu
,ar me idea de que nenhuma cosa de-
via fazer eora que a academia descesse des-
sa altura.
t As doutriaas do Sr. Littr sao de til
naturezi, que com ellas nao possivel ne-
nhuma ^ociadade, nenhuma religio, nenhu-
ma philosopbia. Sancciona-Ias, elevando s
primeiras honras do talento francez o es-
critor, que entre nos o sea mais ardente
propaga Jor, pareceume absolutamente im-
possivel. Isto era uos momentos actuaes e
na confusio intelleclual em que parecemos
asse tar om golpe rijo de mais na coos en-
ca publica.
E pensando assm, senbor, estiva oas
tradices e no proprio espirito da acade-
mia, e para isso me amparo a dous gran-
des acadmico.', o S-. Villeraan e o Sr.
Cousn. Umfoi membro da academia fran-
ceza durante 50 anaos, e seu secretario per-
petuo. O o .tro teve assento na oobre cor-
porago, sabido com esplendor, durante
mais de 30 annos. Ora, nem omnera ou-
tro admittiam que a qualidade das doutri-
nas iraportasse pouco academia: ambos
professavam qae o* erros fundamentaos,
que a negado das verdades necessarias
consttuiara urna indignidad^.
t O Sr. Cousn, a proposito d'an candi-
dito que ensbava os mesmos erros qoe o
Sr. Littr, diza aos defensores da saa can-
didatura, na academia das sciencias moraes
e polticas: O vo-so amigo atbeu, ma-
terialista, e arro tacom o senso commom :
pode escrever livro. captar eleitores, eob-
ter grande renorae ; mas temp > vira era
que o senso ommura, qoe nio a philoso
phia, mas que o juiz da philosopbia, se
assentar.i sobre o seu tomulo, e o riscar
da li-ta do3 pensadores; e at ento in-
eligivel, pelo menos se a a ademia nio qui
zer largar por mo a direceo dos Irabalhos
da raocidade, o tirar toda a significado
honra de ser admiltido no seu seio.
E ( Sr. Vllemain, tendo de explicar
n'ama sesso annaal publica, a 21 de ju'bo
de 180'i, poique motivo recusara a acade-
mia 03 seus fuffragios a um e3criptor, mui-
to superior ao Sr. Littr no eslylo. nao he-
sitava ora declarar qoe o molivo dessa re-
casava era um erro, que o talento nao
pode corrigir, e cujo alcance s vezes ag-
grava ; essa erro, era o mesmo erro que
professa e propaga o Sr. Littr, a d letri-
na que explica o mundo, o pensamiento, o
gen:o, s pelas forcas vivas da materia ;
islo o materialismo. O Sr. Vllemain de-
iLia depois eloquentemente o que a evi-
dencia e o proprio bom senso, jue nem
todas as opnies teem direito a fazer-se
aceitar iodifferenleraente por urna honrara
publica; e que a academia, na negarcio
das verdades necessarias, via cora razio a
impossi: ilidadd para ella de coroar o tlen-
lo que as desconhese.
t TuJo islo peremptorio. Mas ca-
rioso e triste o pensar que exactamente ao
Sr. Vllemain d a academia por soccessor
o Sr. Litt-.
t Diz-me que a academia nem sempre
tora sido fiel a esse grande respailo de s
mesma. Nio sei, mas a verdade que
nunca a vi affaslar-se delle. E oque sei
tambem que o proprio Voltaire, cojo nome
aqui se pronuncia, ni) era atbeu, e o Sr.
Littr declara-o algores muito candido na
expresso da sua crem;a em Daa.
t Tendo julgado a academia poder passar
v ,nte em opp Qes que acabo de recordar, s me restava
um partido a tomar : o de manifestar por
taes dontrinas o meu publico desprezo.
O espirito de dominacio de qae falla
nem a intolerancia nada lera qoe ver aqui.
A agora acrediiava em que expliear-se em
publico, contradizer de frente om as pro-
vas na mi, expondo ae ama pessoa repli-
ca e mais livre polmica, era o que se cha-
raava liberdade de discusso; e qae de to-
do o feitio, a primeira e a mais innocente
de todas as tiberiales,qlando est de per-
meio a bonra da consciencia, era a liberda-
de de cada qual ae retirar.
c Diz-me que toiavia conainlo em con*
tinuar a ser collega do Sr. Littr na asseaa-
bla nacional.
t A minha resposta muito simples: que
i0:000,100:000 eleitores de umi cidade
popular vo'.ern por om candidato de causas
perigosas isso deploro eu, sem qae me sar-
preaeada; mas que eleitores selectoa e do
primeiro grao, os borneas mais eminentes
deam paiz, os mestres da poltica o das
letras ejewm ovara man rari de qoe pd
lem dispar o profesaor ruis coahscMo e
militante do ateiinj'). ao da mmsdiato
mais espantosa explosSo do materialismo em
poltica e em moral qae tem conhecido o
mando, isto parecea-me verdaderamente
ura espectculo lamentavel.
< Cincluiad > esla carta e relendo o seo
artigo, noto, aonbor, qoe ha pelo menos
um poato em que estamos de accordo,
vem a ser qoando fall o dos tajos que me
prendera ba vinte annos, academia, aonde
sempre tenho encoolrado, com o seohor o
repito, e recoabecido, lano os respeitos
dos meus adversarios como os dos meas
amigas. E certo, senbor u'aqnella con'ra-
t en i ida de havia lacos, prazer e boira, qae
s por um de /er se dec dira sacrifical-os.
t Posto isio. vej) aenbor que nio apre-
ciamos do mesmo feitio nem o papal da
academia, nem o perigo da sociedade, nem
as consecuencias das doutriaas subversivas,
nem o uso da liberdade. Mas nao o senbor,
o grande publico francez, serio e conser-
vador, que aceito aqui por juiz.
c Nio. sonhor, os borneas serios nao
achara o oeste incid.nte, motivo da nao, con-
forme intimara, as suas ulti uas palavras. E
esses que teniassem faze-lo, dariam mais
ama pro va da incoravel le vianda le qae aos
ceasurara.
* O Sr. tem. no Journal des Debis.
apezar da ua litleratura, freqaentes livian-
dades daquellas a que me refer, lataes
intellgencu e conciencia publica. O se-
nhor dos que, depois do congresao de
Leg), me diziam : Sao creabas A'
senbor responda eu : t Esta crencai, tal-
vez que daqui a dez annos sajara seus mes-
tres > Nao esperaran! dez annos: hontem
ainda entravam na comrauna de Pjris, e o
seohor leria alguo> dos seus noraej por
baixo dos seus darelos.
Continuaudo-se a ter em Frang to
poacaxinho cudalo miral pelos homeos,
taes compremiasoi e taes desfallecimenlos,
nao lardarlo novas desgragis, oio s na
academia franceza mas timbera n'outras
partes.
c digne se de aceitar, sensor, etc.
f Flix, bispo de Orleans.
Agora a resposta do* Debis :
< io discutiremos essa extensa carta,
por muito provocadora que seja. Nio se
faz alli seoo coatinoar. com outra forma,
o d'bate que o S*. upmloup suscitara as
sesses privadas da academia, e do qual dau
conoecimeoto irapreosa. Urna d.scusso
dastis, ce.'ca do aoto da liberdade moral,
apinigio mdestructivel da alma numana,
condemnar-nos bia a repeticoes da que o
bispo de Orleans manos avaro do qae nos.
Tem alrais a sea orgo.
A eleiejo do Sr. Littr am fado con-
samraado. Teve por patronos e defensores
na academia franceza, nio todos os homaos
eminentes que a compoem, uuia vez que
era contrario o Sr. bispo de Orleans, mas
os raiis Ilustres d'en re ellas, os qoe a teem
lorifhado com os seus escrpios, os que
boje salvam a Franca c m os seas actos,
melhor anda do qae o virtuoso prelado
com os seus discursos. Recusamo nos a
fer nessi eleico o que o bispo chama -i
escndalo. Com esta palavra sa despade
definitivamente dos seus antigos confrad.s'
Casi ainsi qu'an partant je voas fais mas adieax '
A academia nio qoiz laclar em rigor e
era vehemencia como seu veneravel aotago
nsta. O partido por ella tomado no prin-
cipio da sessio d qainta feira, de nio
aceitar a demisso do Sr. bispo da Or-
leans e de passar ordara do dia, ser
coraprebendido pelo pobco, qae aera sem-
pre tem, tanto como se cnida, perfeita cora
prehensil o das cousas mais sublis? Ni) af-
tiangam >s. Aquella recusa da aceita?lo to
extrac (linaria, seria a resolufo que Ihe
devia inspirar o soatimento da sua dignida-
de ferida ? Foi segaramenle generosa. Mis
como int rpretar o bispo o caso ? Nao fa-
ra a academia mais jos'igo ao prelado e .:
si mesma, aceitando triste e sirap'.esraeole
uraa demisso dada to dicididamaite ?
c Ura hornera destes. ora procedimeoto
assra deviam ser tomados a serio. >
A LNSTrUJCCAO PUBLICA NA ALLE-
MANHA.
as cmaras legislativas da Allemanha
f)i agora apresentado um projeclo sobra a
reforma da instrucelo primaria elementar
cujas priocipaes disposicoes vamos referir.
O projeclo precodido por am curto ro-
tatorio onde se expe os motivos qae obr-
garam o goverao a apresenta-lo e sio :
recoahecer-se que absolutamente necessa-
rio collocar a instruccio primara ao nivel
das exigencias modernas: urgencia de
collocar o professor primario na posicio que
merece, como educador dijoventude, como
aquello de qosm depende em lio gran le
parte o porvir da sociedade, o futuro da
patria; desenvolver e enriquecer consi-
deravelmente os progrmalas escolares,
dando s escolas ama administrado inde
peadeote, sob a direccio do estado, tornan-
do a instruccio obrigatoria.
O projeclo contera sraente trinta e oito ar
tigoa, e alguns bastante desenvolvidos ; qae
dispern: que a escola primaria seja dividi-
da em quatro graos inferior, medio, sa-
perior, e complementar (Forbildungschule),
palavra qae indica qae o altimo grao tem
por lira completar a instraeco qae tiver
sido recebida ais tres anteriores.) As
escolas dorairacaes # nociacnas, etc., aio
consideradas pela le como complementares.
O prrgramma da instruccio primaria dada
soccessivamente nos quatro graos distinstos,
comprebender obrigatoriamente : a re-
ligio, a lingua allemia (le tora, escripta,
aualyse gramatical, e lgica ), a aritbmetica,
a historia, a geograpbia, a historia mtural,
a pbysica, o cant\ o desenho e a gyranas-
tica devendo-se accrescentar para as rapa
rige s os irabalhos mmuaes onde forera ne-
uessaros.
Todas as cranlas deverio frequentar
a escola sem interrup?o dorante oito
annos consecutivos, quer seja dos seis aos
qaatorze annos, ou escolba, dos sete aos
qaioze. Serio dispensados desta obrigafo
smeale os qae provarem qae recebem a
instrcefio em familia ou n'a'guma escola
particular, mas segundo o programma cima
indicado. Excepto o caso da instruccio
particular, asefeaocu nio podero frequen
tar senio a escola da saa propria commnna,
ou as cidades, a da saa circumscripcio ou
paroebia.
Poder ser dispensado o altimo inno da
escola a creanca qae satisfizer ao exama de
madureza estabelecido para ajuelles qae
completarem os oito annos de instruevio
obrigatoria. Pelo contrario, o alumno qae
depois de oito annos de escola nao puder
aatisfazer nm exama era religio, aiiemio..
leitara, estfipta e aritlimetic*, cootinu ir
mais um asmo.
Os pais e ra'us, ou i jodies ijh saas'
vezes fizeram, sao obrigados a manJi' os
seus Dopillos escola. A mesma obriga(io
incumbe aos patroes, mestre3 de officioa,.
etc., pelas crean ;as qte trabalhem era saas
casas.
A le nio se limiti o proolamir a instuc-
Cio obrigatoria, mas estabelece o segrate
systeraa ds penalidade: serio ponidos
cora a malta de 4 a 10 franos to^ps '?
pais, patr3S, tutores, ele,'qoe nao maa-
darem regularmente escola o saus lili)os
ou as creancas confiadas a,s sais cuidados.
Todava, o pai ou patr i pode optar pela
multa ou prisio.
A a Imiaislrayo das escolas poler sub-
trahir au oridade dos pais, pitr5;s, etc.,
as cranlas cuja educaba > f>r descara la.
Estas se o collocadas em casa de urna ou-
tra familia, casa de educicio, oo ao cuida
do de urna casa penitenciaria, at idade
da sua sahida legal da es:oli, e isto a ex-
pensas dos pais, patres, ou da commana.
Sara makado em 75 francos o pa ou
patrio que uo mandar absolutamente os
seus filbos ou familiares a escola. Nj caso
de uo pagamento, ser coodemnado era
seis semanas de prso. O produdo das
multas ser applicado na compra de objac-
los de ensino.
As ceancas frequen aro as escolas da
sua religi); mas se a uo houver, cursa-
rio a da coramuha, nao sendo obrigadoo s
licees de religio, quando os pas nao oa-
oif-stem ura desoj contrario.
As communas sustenam as suas escolas,
inclusive as omp ementares As contribu
(.osa sar) eslatieleci las conforme os rendi-
mentos d'ajuellas. Estas coniribuiees ser-
viro era particular pira pagir os proles-
sote '
A escola primina elementa-', a qua o pro-
jecto chama simples, corapa-se deduis
classes, para as cream; s dos G aos 8, ou
de 7 a 9 aanos:cada uraa destas classes
nio poder cootar mus da t) alumnos, e
am profess)r nao poder instru r miis de
duas classes, ou 120 alumnos por dii.
A instruccio, na escola elementar, limita-
se religii), historia sagrada, iheo'.o-
gia, bem como aos ramos indispensavei:,
taes como a laitora, escripta e arithmetica,
e bem assira aos elemeutos de historia e
geograpbia, etc.
A escola media compe-se de duas clas-
ses, ao menos para as cranlas de 8 a 11
ou de 9 a 12anno3. O seu fira enrique-
cer os conhecimentos adquiridos pelos alom-
aos na elementar, dar, n'ama palavra,
soa instraeco um gio mais elevado.Uraa
classe nio poder ter mais de 50 alum-
nos.
A escola superior, qae comprehende os
alumnos de 11 a 14 oa de i a 15 annos,
formar pelo menos cinco classes. Alera
das disciolinas obrigatorias. do programara
cima referido, o ensino so estender a dis-
ciplinas facaitativas, como o estado di3 lin-
guas estrangoiras. Cada classe nao poden
ser frecuentada por mais de 40 alumno?.
A instruccio as familias e 033 escolas
primarias s ple ser dada por mestres ha-
bilitados com titulo decapacidide.
Sa forem raparigas, as mestras poJero
tambem ser empreadas as escolas frequen
tadas pelas raparigas e rapazas. Qoando
se casera as mestras nao podero continuar
ainda mesmo as escolas femininas.
Tanto os professores como as professo-
ras eocirregadas do ensino da religiio prns-
tario juramento de ensinar a sua disciplina
conforme o espirito do Evangelho. Ne-
nhum professor ser obrigido a exercar o
lugar de sachrisfao, s.neiro, etc.
Se um professor for chmalo paa outra
commuaa, esta Ihe dever szlisfazar todas
as despezas da rn;:dam;i.
Todo o professor que servir por qaareata
annos e ti-er peh menos sesseota e cinco
aanos, lera direito a ama peosi)
O mximo das lices que de ve dar um
professor n'oma escola elementar ser de
32 por semana. Nao poder dar lices par-
ticulares sera autorisagao da commisso lo-
cal das escolas.
Ni) podero ser inflingidas correctos
corporaes aos alumnos das escolas comple-
mentares; mas poler-fe-hio consentir as
escolas elementares, medias e superiores,
qaaado forem necessarias para conservarlo
da disciplina
A commisso local das escolas]comp2-se
de um director da escola, de algons pro'os-
sores e d) cura da paroebia, e nomeada
pelos professores da comrauna reunidos, e
as suas fonecas dorara tres annos. 'Esta
commiss) deve reunir pelo raenos ama vez
por trimestre.
Pelo que respeita inspec^o doeslad),
sera esta exercida por inspectores nomeados
pelo governo ; mas qoe i podero ser t-
ralos dos corpos docentes. Estes inspec-
tores serio retribuidos pelo estado e con-
siderados como fuoccionarios pblicos,
O reino de Saxe, que apenas tem urna
populacho de dois e meio mlhas de habi-
tantes, ser dividido em vinte e quatro re-
gi5as escholares, tendo cada urna o sea ins-
pector. Os inspectores vencero um orde
nado mnimo annaal de 5:625 fran;os eo
mximo ae 6:750 francos.
A commisso escolar de regia o ou de di
trist) secompa do prefeito, do inspetor da
dislricto, do inspector local e, oas cidades,
de algons merabros da camira munici-
pal.
Taes sao os pnne pos sobre que assenta
a reforma da instraeco popular aprsenla
da as cmaras allemis.
Entre nos tambem se tem tratado por va-
rias vezes do mesmo assurapto e nenhuma
das reformas apresentadas sa ple compa-
rar com esta, senio a do Sr. D. Antonio da
Costa, qoe em moitos ponlor est de accor-
do com acuellas cujos tpicos ficam esbo-
zados, i
O actual gabinete, segundo se dia, tem
tambera urna reforma de in.-trucoio promp-
ta. Veremos as bases sobre qae assenta
e se ella satisfaz ou tem em vista satisfazsr
as uossas acluaes necesidades
S depois della ;er apresentada ao par-
lamento podaremos desenganar-nos.
ARGEBISPO DE PARS.Damos em se-
gulda a carta do padre Gratry ao arcebispo
de Pars:
Monteux, canlo de Vaul (Saissa), 25
de novembrode 1871.
Monsenbor.Se eo oio estivesse muito
doente e sem poder escrever ama carta, j
vos taria enviado na mnitos dias os meus
emboras.
c Qaero ao menos hoja, monsenhor, di-
ser-vos simplemente o qae, segando me
pir,:\ nio precisava mesmo de ser dito, e
vera -er qoe acei'. i, como todos o meus
irmioi no sacerdocio, os decretos do coaci
lio do Vaticano Tudooque j este respai-
lo, aoles da deciso eu escrevi contrario aos
decretos, lado destraio.
< Dignai vos, monsenbor, de rae enviar a
vos-a benfio A Gratry, padre da dioce-
se de Paris. '
O are .'bispo* rospiaden com grande ale-
gra :
# Pars, 8 de dezerobro de 1871. Meo
charo paire.A breve massigoifleativa car-
ta q e me d.rigisies do vosso laito de dr
editica-me e consol i-me. Distinta vosco-
uaecia eu para nanea terdavidado da vossa
intera ecompleta docilidade a respeito das
decisas da igreja. E la subraissio a glo-
ra e a verdadeira grand za do padre e do
bispo, tambera a nica seg-iran^a da cons-
ciencia.
Muito tenias es;ripo para defasa da
verdade; mas prestas igreja raaior ser-
v;o, riscaudo as ultimas paginas tragadas
pela vossa mo, d > qae qu indo escrevesUs
esses livros To otis e lio eloquen'.es que
teem firmado a f era tantas almas.
Cora estes nobrej e generosos exem
pios, porais o oosso proceder de accordo
cora as nossas convienes, e provamos ao
mondo que sorao: sinceros qoando sosten
larao3 que a luz da f superior luz da
nos-a frica e vacillanla razio.
t Fajo ardentes voDs pelo restabeleci-
raento da vjisa sa-le, arim de que possaes
coatiuuar a defender a causa da religiio com
o laleuto qae vos dislioguo ea nova auli
ridide que vis dd o acto honroso da sub-
raissio qua acabaes de realisar.
t Abenc)-vos da iodo o meo carasio,
querido padre, e renov a seguranza dos
meu unis allecioososseutiraeulos. ./. \\ palito, arcebispo de Paris.
NOTICIARIO E3TRANGEIR0.
Osconselbos de guerra de Franja tr-
balo mi incesantemente, e era breve esta-
rao tirmiuados todos os julgaraeatos dos
implica los na ultima revoluto.
A prisio des Chanliers era Versailles con-
tai 700 presos, 1500 est) na Linterna,
antigo ponto da reuno dos catadores, na
estrada de Versailles a Si. Cyro. Entre
estes ltimos ti i 200 rapazes de menor
idade, Nao ha ja nonhoma raulhar presa
,- Luizi .Michel, que nao qoiz recorrer di
semen ;a qua a conderanou, part;o para o
seu destino com as tres mulberes Saetens,
Papavoine e Marchis, a quera foramcom-
rautadas as penas.
? Oj joroaes ioglezes dio noticia da
raerte do conde de Ellenboroogh, antigo
governador geral da India., O conde nas-
cera era 8 de sete nbro de 1790 e era Stho
do celeb e jursconiulto que defender
Warron Histmgs e condemnara lord C)-
ebrane.
* Por decreto do presileote da rep-
blica rancaza foi autorsada a ereceo de
urna estatua ao finado Berryer no palacio
da jastica de Paris.
*' As commisses caotonaes do depar-
tamento do Sena avaliaram em 450 milhoaa
as perdas cansadas pela guerra, que n'a-
quelle departamento devem ser indemnisa-
dasnio sao aqui comprebendidos os edi-
ficios pblicos.
Estas 150 milhes di videra se d'este mo-
do : 80 milhoas, damnos causados pela
guerra estrangeira 16 milhes pardas can-
sadas pelas operaces do exercito francez,
que libartou Paris da commana61 milboes
provenientes dos incendios e pilhagem da
commana.
Oj pedidos de indemnisaeio sobem a
')0 milhes.
Em c nsequeocia das grandes neves
que lem cabido as moatanbas de Titaguas
(Valencia) nm bando de lobos percorre oa
arredores das povoscooes espalhando o ter-
ror por toda a parte. Na semana passala
appareceram morios por aquellas faras um
pastor e o cao que o acompanbava para
aguarda do gado. Os pivos d'aqoelles
arredores tem feto randas montaras, mas
ainda nao conseguirn) matar seno ura dos
referidos animaos.
O ultimo recenseamento do Japo d
a este pait 31.785:321 habitantes. D'estes
31,951:821 sao agricultores e commercan-
tes, o resto consiste em militares e litio-
ratos.
Asrenlas]do estado e'.evara-se a mais de
300 mil coat'os da ris.
Por occasio da fesia do mikado, cel-
brala era 4 de novembro do anoo finio
bavia n'quelle imperio revista e a noute o
corfo diplomatio e os altos digoatarios do
imperio assistiram a ora banquete presidido
pelo ministro dos negocios estrangeiros. Co
mo se ve, o Japo vai se cvilisando.
... O conselho municipal de Paris conce-
deu uraa subven^o de 180:000 francos
pagaveis era tres annos ao jardim de accli-
raaco do Bosque de lloulogne.
Cora este auxilio vai reaascer aquello
precioso eslabelecimento.
O duque de Aomale foi eleito mem
bro da academia franceza. Dos :it mem-
bro3 hoje vivo3 s estavam presentes 29.
O principe, diz o Sicle, cuja bagagem
litteraria consiste em orna Historia dos Prin-
cipes de Conde nio teve consarreote ; foi
eleito por 28 votos contra 1.
No segundo escrutinio foi eleito Mr. Lit-
tr con.ra Saint-R3ne Tallionnier.
Mr. Edmont About nio foi volado.
No dia ta receppio do corpo diplo-
mtico o presidente da repblica receben a
seguinie cart, do conde d'Arnra. "
t Pars, lde Janeiro de 1872.Senbor
presidente. Nao tendo ainda a honra de
fazer parte do corpo diplomalico, devo, com
o maior sentimento, renunciar ao prazar e a
honra de me associar aos votos que monse-
nbor Chigi vos hade dirigir boje.
t Todava, a demora qne me priva do
meo lugar entre aquelles senhores, nio po-
deria impedir-rae de vos offerecer, no dia
do anno bom, os meas cumprimentos mais
respeitosos, e de assegarar a vossa excel-
encia, que expresso, o pensimento do meu
governo, desejando-vos, no exercicio das
vossas laboriosas e patriticas funege1, to-
dos os succ ssos qoe podis desejar.
Aproveito, senbor presidente esta oc-
casiio, para vos reiterar a expresso da
alta considerarlo com qua tenbo a honra de
serDe vossa excellencia, o mais humille
e obediente Servidor.)(Assignado) Arnm.
O ro da Baviera commuloa a pena
de morte na de Irabalhos pblicos per pe -
tuos a K^ro, soldado do regiment 13 de in
fanteria, con lemnado pelo tribunal militar
por ter assassiuado e roobado o arebiteelo
Desmuyk ao bosqoe de Viacennes.
... No tribunal de Guildhali (Londres)
foi pronunciado am ratoeeare acensado pelo
crime de furto a creancas, qae nio coota-
am mais de quatro anees.
Este ladrio attrahia as mas victimas a
sitios e euros, despia-as e levava-lhe todo
o (ato, e qaaodo chora vam oo griuvam
anwaciva-as e eapancava as. A polkia j
liaba conhecimento de 37 creancas qae
baviam sido assim despidas.
* No tribaml criminal central ds Lon-
dres foi julgado ltimamente William An-
thony aecusa lo do crime de fogo posto. O
reo (o autor de mais de ICO iucendios na
cidade Antes de aer preto o termo modio
dos fogos era 25 a 30 por mez, depois da
-ua prisio os fogos ficaram radozdos a tres
por mez. O juiz condemaoo Williim An-
thonv a doze annos de prialo com traba-
Ibo. O
Casimiro Bonis, redactor do Grito da
Povo, durante a cmmona, foi condemoado
pela jarisdicci) militar pena de deporti-
co em umi praga fortificada.
A Academia das Sciencial de S. Pe-
lersburgo elegeu o conde de Mollka mem-
bro honorario.
Vai constroirse em Barcelona am
edificio qae, seaelbaoc do Sydenaaa de
Inglaterra, sirva deeipisicSi permanente
los pr iductos das innmeras indastrias qoe
se exercem no principado cataln.
A ex-imperatrz Eugenia j cbagon a
Londres em companhia de seo esposo. O
maire da Sjuthampton, ao saber qoe a im-
peratriz desembarcava n'aqoelle porto, foi
ollerecer us seus raspeitos iliustre viajaola
... A commisso da assembla f-aoce;'..
encarregada da reorgaaisacio do exercito
adoplm o .-ystema da isencio temporal do
servifo militar qoe existe na Prasaia para
s chefes de osiabelecimentos (abrs, agri
ool.'s e coramerciaes. Os ecclesia$ti;o
lamben ficam isent>s.
... No dia 7 de jane.ro fez-se em Bolln
o enterro de Tbomai Macearte, conbecido
por Massarti, domador de (eras, morlo em
oonsequencia das ler.das e molilacoss qu
he fizeram os leas, com rae trabalbava
u'um cir;o p-blico. O uairal *i s-eguodo
o rito catholico, a que partencia o defanto.
Coocorreu immeasa mullidu. O padre E.
Crter, que acompanhoa e encommendoo
corpo, fez ura pequeo discorso, dizeodo
que a religiio calholica repro\aa que os
deis expozesvem a sua vida por motivos fa
teis, e sem vauUgem algo roa para a boma
nidada ; que o bom christio nio devia coo-
correr a espectculos onde eules humano.
se arriscavam a morrer s psra divertir I
publico ; e qua sen para desejar qoec
poder civil prohibisse divertimeutos d'esta
natorexa.
... No dia 8 de jineiro foi execotado na
prisio de Gloncester (Inglaterra) Frederico
Jones, coadamnado por ter cortado o pes-
coco com urna navalba de barba a Emilia
Garoner, com qnem tinha relaces amoro-
sas. O roo, depois de sentenciado confe--
son qae bavia commetlido o crime por ciu-
raes ; que amava e sempre amou com pai-
xo a assassiaada ; qae se liaba servido da
urna invada do proprio pai da victima
Froderico Jones tanlou suiemar-se qaaodo
foi preso, mas nio teve animo de levar a
cabo o seu intento.
... No dia '-' de Janeiro foi presa em
Greenock e conduzida a Edimborgo orna
rapariga de Inverness, qae aidava vestil-
de homem e bavia casado em Kirkr e\v com
outra repariga iriandeza. Depois do casa-
mento das duas raparigas vivaran por al-
gara tempo em boa barmraia, mas em con-
secuencia de ama aliercaco qae liveram a
iriandeza denuociou u sea falso marido i
polica. O supposto homem trabalhoa maj-
to tempo em Kirkaew sem que niogueai
suspeitasse qaal era o sea verdadeiro seso,
e ahi oamiroa a irlaadezi e ajosi u o ca-
samento cora ella.
... O gro-doqae Alexis ao den o- Nova
York entregou urna somma de 5, OOdol-
lars para serem distribuidos pelos habitan-
tes pobres daqualla cidade.
... Aseverara es j >rnaes panzieoses qae
a qoesto de amnystia ser resoNida pelo
governo as condices segoinles : 10:00i
presos serio postos em liberdade, conpre-
benlendo aquelles que sio accasados de
crimes menos graves, a que possam ser con-
siderados solficieniemeaie punidos com os
sete mezes de prisio que tem j sordo.
O governo reservar se-ba alm disso, o di-
reito de os expulsar da capital oa do Ihe*
permittir a saa permanenca o'eha.
... Diz-se que a pena de deporlacio sim-
ples pruonuciada contra o joven sabio Elsea
Reclus, foi commulada na de expolsio da
Paris. Eotre as monas pessoas que se in
teressaram por Elise Recios cont; m-se di
versos persodagens consideraveis de Ingla-
terra, perseaceates ao mundo das sciencias
e das letras.
... O conselho municipal de Paris conco-
deu urna sobveuco de 180:000 francos a
jardim de acchmalacio do bosque de Bole-
aba, para com essa somma se proceder s
reparaces j comecadis e compra d.-
aaimaes destinados a completarem as col-
lecces desvaidas.
CARRASCO FEMININO. -Diz am diari
bespanbol qae est vago em Marrocos o
lugar de carrasco-femea, pois qoe a le
marroquina aio consente qae nenhom ho-
mem toque em ama raulher, nem mesm
com o ctelo.
CMARA FRANCEZA.Mr. Denison quf
vai renunciar ao elevado cargo de presiden-
te da cmara dos communs, oceopa a ca-
deira da presidencia desde 30 d'abril de
1857. Vai retirar-se com urna peasio de
cem mil francos, e um litlo de nobreza
pro va ve I meo te o de viscoode de Ossiogtoe.
A elevaclo de Mr. Denison digoidade de
par deixar orna vacatura no dislricto de
North Noltingham-bire. Julga-se qoe Ib*
succeder na presidencia da cmara, Mr.
Cardwall, ministro da guerra.
Em Inglaterra os presidentes do parla-
mento occopam por moitos annos o seo
posto. Os dois ltimos desempenbaram
este car Desde 18o2, isto dorante om periodo de
setenta annos, a cmara dos commons nio
teve mais do qoe cinco presidentes, qoe
sio Carlos Albot, depois Lord Colcbesier
(18021817); CarlosMoosersSoiioo.de-
p)isvscoale da Cunlerburjr(1817-1835);
Carlos Sbew Ltlebre (I83&-1857/ ; e fi-
nalmente Denison (1857-1871.)
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