Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12569


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Full Text

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Manoel Figueirte
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A Km:
Ai be. fitrarAo Aateo Alvos eVllho, no Pari ; (tonculves d Pinto, no Maralo ; Joaqoim Jos de Oliveira d? Who, do Ceari ; Antonio do Lomoa Brafa, no Aracsty ; Jlo Mara Julio Chavea, no Aaa ; Antonio Marqnea da Silva, .Natal; Jos Justa
Pereira d'Ahneida,-em Mamangaape; \ogusto Gomes da Silva, na Parafajba ; Antonio Jos Gomes, na Wb da Peste; Belansino doe Santos Buido, em Santo Anuo; Domingos Jos da Costa Braga,
em Nasareth : Antonio Ferreira de Aguiar, em Goyanna; Francino Tavares da Costa, em Alagoai; Dr. Jos MSnns Alvos, na Baha ; e Leite,* Cerquinbo d C] no Rio de Janeiro.
PARTEO
Mimfticrn da |H tic
t.1 Ae^u.Ministerio dos negocios J jojtica.
Rio de Jansiro em 12 de Janeiro de *87.llitn.
* Ex. S. Tenlo-se suscrtaJo duvidas sobre a
douirina cuntida no parecer da seceso de justica
do cobm*o de estado da 19 de abril ao anno pas-
sado. adoptado peta resolagS> imperlil de !6 de
jalao tiagainle, mandn a Prineeza Imperial
gente, em nome do Imperador, qne a musira sec-
"Sgocios do imperio, cnsul-
vista 9a resoluto de consol
gao, rdunida dos nezocio:
tae aovameote, e vista
ta de 3 de novembro de isrJO e a> aviso a. Jl uc
! de setembro de 186K, sobre o requerimento de
Amerieo Vespucio Qjadros, qae representara con-
tra o acta daasserahla legislativa dessa pnyinea
m viTtude do qual f-1 supprimidn o offl;lo de
terceiro tabella a capital, coja serventa vitalicia
iba liavia sido concedida por decreto de 14 de se-
tembro de 1870.
E a mesraa Augusta SVnhora, eoisiderando que
a resolucio de consnlta de 3 de novembro de
180 nio te traten di simples snpprassio de offl-
cio de jusca, mas de nma suppressio qne envol-
va a i lea de desannexagio on separagio de ofi-
cios, de modo que o respectivo serventnario nao
podia ser nelles manlido, sena eontradigio do pen-
sameuto da lei, que o desannexara ;
Considerando que nesse caso a serventa nao
toi supprimida absolutamente, mas limitada, e que
o serventnario nio podia allegar direilo adquirido,
porque solicaia sua carta depois de desaonoxada
e supprmido o oficio;
Conslerando, por ontro lado, que o aviso n.
383 de de setembro de 1865 nao decidi senao
que o servenluario de ura oficio extincto so lem
direita a ser provino era novo oficio, mediante
concurso e nabilitagia especial, que esse novo ofi-
cio reiuer:
Manda declarar a V. Exc, para os ros conve-
nientes, que a imperial resolugio de 86 de julho
do anno passada, remanida a essa presidencia com
o aviso de 10 de agosto seguate, deve ser obser-
vada e cumprida. nao so por ser postenor, como
porqae a sua doutrina coneilia a attribuigio in-
conteatavel que tem n assembla provlnciaes de
iuppritnir numricamente os oficios de justiga
com os prin:pios de equdade e boa dminisiraco
segundo 03 quaes devem ser respeitados os direi-
ws adquiridos por virtude de ura titulo vitalicio,
quando a isso ua > se oppoem interesse algura de
ordem publica. ,._,,
Deas gaarde a V. ExcFrancisca de Paula de
Stfreiros Sayo Lobato.Sr. presidente da pro-
vincia do Para.
Mlalsterlo da agricultura, com-
arelo e abras publicas.
Ligacio Imperial do Brasil. Londres, 7 de ou-
tnbro de 1871.Iilm. Exm. 5r.Tenho a honra
Je eommunicar a V. Exe. que em 27 de setem-
bro prximo tado, dirigi me Lord Gort, presiden-
te da directora da campaobia da estrada de (erro
de Peruambaco. a carta inclusa (copia n. 1) en-
viando-raa a prova impressa do relatorio que pre-
tenda distribuir aos accionistas da eomnanhia, os
quies eram convocados para a sessao geral se-
mestral que ha de ler lugar no da 17 do corrente
Dvolv o projectado relatorio, acoropanbando o
da carta qae V. Exe. encontrar aqui annexa sob
n. 2, aposentando algumas objeccSes a que fosse
-stribuido sem que previamente me fomecesse
certas xplica?5es. ....
No dk 3 do torrente recebt as informacues que
harta etssido, e consUm da carta inclusa de Lord
flor (epb n. 3).
Ainds nao respond a esta ultima carta, porem,
vista, ti* declarado de Lord G)rt, de que ne-
nhum onus tinha de recahir sobre o governo im-
perial, proveniente da emisso de 4J51 ac^es no
valor de 10.000. nao me resta outro alvitre se-
oao cooaentir na distribaicao do alludido relatorio
do qual encontrar V. Exc. um exemplar aqui
unto sob n. 4.
Esperando qae V. Exe. dignar-se-ha approvar
quanto levo referido a respeito da minba inter-
v.'agao no assnmpt) acim mencionado, aproveito
a occiaiio para reiterar a V Exc. as seguranzas
de minba mui distncta estima e subida censide-
Ao Exm. Sr. conselheiro Toeodoro Machado
Freir Pereira da Silva, ministre e secretario de
estado dos negocios da agricultura, commeicio e
abras publicas.Joo Pereira de Andraie.
Estrada de ferro de Pernambuco.
Ustnetto inviusa urna prova do relatorio que tem
de ser distribuid* pelos accioni-tas dasta eurapa-
nhia e apresentado na reaniao geral que se ha de
effsetuar na terca-feira 17 de outubro pr-
ximo.
Maito agradeeerei se tiverdes a bondade de de
volver-m'a com a possivel brevidade, eommani-
cauda-me as suggesloes que por ventura tenhaes
da fuer sobre elle, aSm de que pa-sa ser impres-
so, depois do ^ue serie remetudos legacao os
nx'empiares do costme.
Tenha a honra, etc.Londres, 27 de setembro
de 1871.Gort.Sr. Pereira de Andrade,
Trecho do esboco do relatorio que a companhia
da estrada de ferro de Pernambuco devia ser
apresentado pela directora respetiva em 17 de
ontabro desle ama.
Vao apenas as contas do capital e do rendimeu-
lo at 30 de junbo.
Quanto as pritneiras, notaram os accionistas que
csrregou-se a quanua de 10.000 para as despe-
gas feitas durante i longopenodo das negociagoes
para eooseguir-se ne Ki) de Janeiro o augmento
do capital garantido.
Para occorrer a estas qnantias propde os di-
rectoras a emisso de 481 aecSes, boje em mi
4a campaoaia.
Landres, 30 de setembro da 1871. Devolvo a
laciuia prova do relatorio, qne a directora da
companhia da estrada de ferro de Pernambuco
-.endona distribuir pelos sens aecianistas, e apre
sentar na reunio geral de 17 de ontabro pro
XiflDO.
Alm das observabas qne tire a honra de apr-
senla r a V, S. em mlnha carta de han ten, snggi
ro qus, ss as 10.000, para as quaes propoBdes
mitur 481 acedes, hoja em poder da companhia,
em de augmentar a importancia da garanta do
govsf ao, ser evidente que eumpre-me exigir qae
se solicite o necessario assentimenlo do mesmo
governo, antes da ncloir-se este novo encargo as
eontas da companhia. .
Se porm estas 10.000 rorem eliminadas do
aapiul dasta, ou se nao jravarem a garanta do
governo, nenhuma objecc.a tenho a fazer a prova
do nUMrio.
No caso contrario, serei obrgido a protasur
contra aemelhante augmento, e nio me considera-
re autsrisalo para consentir no pagamento da ga-
ranta, m Ibj i eorrespondente.
Bsesraado qas V. S. conoardar com as ideas
a tus* esssodidas e qae fl juera suspensas as rae-
aores sarcelUs, a qae me refer na minba carta
a Manten) aguardando se as explicagoes pedidas,
eeisao do govsrno imperial, nenhuma objec-
Mpito, taono *e* o esbozo do rea-
setembro, rer.-bi toen 2 da crrante,acompanhado
da prova do relatorio semestral dos directores,
que tem de ser apresentado aos accionistas em 17
do correnta.
Hela'ivamente as 10.000, para as qnaos se
propde emttir 481 accoes, de qne tratas, commu-
nico-vos qae maoeira alguraa ellas involverao aug-
mente na imporMaera da garanta do governo,
cora s qnal asttfama relami test. -Gort. Sr.
Pereira de Andrade,
Secretara de estado dos negoeios da agricul-
tura, commereio e obras publicas, 17 de novem-
bro de 1871.
Acenso o recebimento do oficio dessa legacao
de 7 da mez flnd'), o qaal acompanhon o projecto
de relatorio que a directora da companhia da es-
trada de ferra de Pernambuco i i apresentar
respectiva assembla geral, e bem assim a corres-
pondera trocada entre a legacao e directora
sobre a emisso de 481 accoes no valor de 5?....,....
10.000. -
De ludo inteirado, e vista da resposta da lord
Gort, presidente da reesma directora, na qual
formalmente declarou que a referida operacao n
nbum augmento acarretar importancia da ga-
rants do governo, cora a qual nenhuma relami
tem, approvo o procediraento da legago relativa
mente a este assumpto.
Ds>is guarde a V. S.-TftoJoro Machado Freir
Pereira da Silva.Sr. conselheiro Jos Carlos de
Almeida Ardas.
cao,
de Andtedt.Sr.
Daos guarde etc. Ptrtiw
visconde Gort.
3 ootabre de 197l.9Teaho a honra oeac-
iaisr Q raMatasoto do yosso despacho de JO de
-
.verno da provincia.
RXPBDIBNTR DO DA 13 DE JA^BIBO DE 1872.
Actos :
O presidente da provincia, vista da propos-
la do Dr. ebefe de polica, n. 89, de 10 do carre-
te, resolve exonerar da cargo de delegado do ter-
mo de Papacaca, Amerieo Cavalcante de Alba-
qnerqne, visto ser incarapativel o dito cargo com
o de juiz de paz.Coramunicou-se ao Dr.' ebefe de
polica.
O presidente da provincia, vista do oficio
do Dr. ebefe de policia, n. 49, de 5 do corrente,
resolve exonerar dos lugares de i*, 2', 3o, 4*, 5 e
6* sapplentes de delegado do termo de Papacaca
os cidadios Emigdio Alexandre Jos de Aiapenba,
eapita Antonio Gongalves de Mello, Jos Emiliano
Cavalcante de Albuquerqae, Antonio Manoel Tei-
xeira, Joaquim Izidoro da Costa e Joao Cavalcante
de Albuquerque.S:ienlificoa-se ao Dr. ebefe de
policia.
O presidente da provincia, vista do oficio
do Dr. chafe de policia, n. 42 de 5 do corrente, re-
solve exanerar dos lugares de Io, 2, 3*, 4, b' e
6* supplentes do subdelegado da fraguezia de Pa-
pacara os cidados, Pedro Cavalcante de Albo-
querque, Joaquim Jos da Silva Pavoas, Nemezio
Carlos Soares de Vtlella, Juvencio Soares Velloso,
Antonio Vieira Dantas e Antonio Moreira Ferrei-
ra dos Santas.Communicou-se ao Dr. chefe de
polica.
O presidente da provincia, de cooformidile
com a proposta do Dr. ebefe de polica, n. 49, de
5 do carrele, resolve nomear para o cargo de de-
legado do termo de Papacaca o capitio Antonio
Goncalves de Mallo, e para as de 1 2> e 3o sup-
plentes do mesmo delegada os cidadaos>eguintes
na ordem em que vio collacados: Jos Emiliano
Cavalcante de Albuquerque, Garcindo Augusto
Soares Vilella e Emigdio Alexandre Jos de Aia-
penba. Communicou-se ao Dr. ebefe de po-
lica.
O presidente da provincia, de conformidade
com a proposta do Dr. chefe de policia. em oficio
n. 42 de S do corrente, resolve nomear para os
lugares de 1, 2 e 3* sapplentes do subdelegado
da freguezia de Papacara, os cidadios seguintes
na ordem da collocacio, Pedro Cavalcante de Al-
buquerque, Joaquim Jos da Silva Pavoas e Ne-
mezio Carlos Soares Vilella.Scentificou-se ao
Dr. ebefe de polica.
O presidente da provincia, re30lvo designar
o ajudaota do engeobiro fiscal da estrada de ier-
ro do Recite a S. Francisco, Felippe de Figueira
Faria, para servir interinamente o cargo de enge-
nheiro fi,cal, durante o impedimento do effeetiva,
que se acba no goso de licenga.Fzeram-se as
devidas comraunicagoes.
O presidente da provincia, resolve nomear
Mara Florentina de Ges Cavalcante, para reger
interinamente a cadeira de instruccia primaria
do sexo feminino da povoacio da ponte dos carva-
itaos, medante a gratifleacao de 6004000 annual.
Communicou-se ao director geral da iostruecio
publica.
O presidente da provincia, ten lo em vista o
que representou o inspector da sade do parto, em
oficio de 8 do corrente, e o qae a este respeito in-
foraiou o da tbesouraria de fazenda, em 12, resol-
ve sob respons&bilidade da presidencia, nos ter-
mos do art. 5 do decreto de n. 2884, do 1" de fe-
vereiro de 1862, abrir um crdito na importancia
de 1:0004, a verba socamos pblicos e melbara-
mento do estado sanitario do ministerio do impe-
rio, para occorrer s despezas com o servico da
desinfeccio dos navios estacionados no porto desta
cidale, onde tem-se desenvolvido a febre amarella
visto na dita verba do actual exerelcio de 1871
1872, nio haver crdito para as despezas de qne
cima se trata.Remetten-se copia thesonraria
de fazenda para os devidos ins.
O presidente da provincia, resolve nomear
Clara da Costa Menezes, para reger interinamente
a 2' cadeira de instraccio primaria da sexo femi-
nino da fregaezia de S."Jos desta eidade, median
te a gratificacao annual de 6004, al que a profes
sora nomeada efectivamente para a mesma cadei
ra assuma o exercicio.Communicou-se ao direc-
tor geral da instraccio publica.
O presidente da provincia, attendendo ao qae
representramos indios do aldeiamentode Cim-
bres, esta presidencia e ao governo imperial, e
tendo em vista as reeommendagoes do mesmo go-
verno, sobre o assnmpto, resolve demittir, a bam
do servgo publico, o eidadio Joaquim de Almeida
Calanho Sobrinho, do cargo de director do referi-
do aldeiamento, de conformidade com o art. 3 do
decreto n. 425 de 24 julho de 1845, e nomear para
substituil o o teaente coronel Severiano Montairo
Lete que servir interinamente. Pizeram-se as
devidas eommanicacoes.
O presidente da provincia, em cumprimento
do Aviso do ministerio dos negocios da fazenda, de
4 do corrente, resolve nomear Felippe de Figuei-
ra Faria, engenbeiro fiscal interino da estrada de
ferro do Recile ao S. Francisco, para examinar
quaes os obiectos destinados ao uso da empresa
de introduegao aesta provincia, de machinas e ve-
hculos de Thompson > de que coneessionario,
Paulo Jos de OUveira, que estio precisamente no
caso'de obler isengao de direitos por terem exclu-
siva applicacao referida emprua. Fizeram-se
as neeessarias communioagfos.
Oficios :
Ao chefe do 2 districto naval, remetiendo
um exemplar da obra Roteiro da Costa do Bra-
sil pelo capitio de fragata, Manoel Antonio Vi-
ul de (Miveira. De igual theor, mutatis utan-
iit ao eommandante da eorveu Paraense.
Ao coronel eommandante das armas interino,
mandando por em liberdade o recrutado Mauoei
Teixeira de Carvalbo qae, pelo chefe de polica,
Ihe foi enviado com o nome de Antonio Teixeira
de Carvalbo.
Ao roesmo, mandando por em Vioerdade o
rscrotado Bellarmino Belmiro "^ ptr% Malagneta,
julgado ineapat do *-/,,- y^,
Ao mesmo^ aU0jaBa,0 por em liberdade, dan-
p-ie-le VM K j, litlTM QQ, prac* o recrota
Isidro Manoel Girao, que Ihe fot enviada pelo
chefe de policia com o nome de Isidro Miguel, ou
Manoel Jernimo, por ser tambor do Ia baulrtio
de artilbaria da guarda nacional da capital, con-
forme -olicitou o respectivo esmmandaote mm-
rior. Communicou-se ao commandanu superior
do Reeife. >
Ao mesmo, declarando lar conesdidoo praao
de 15 dias ao recrutado Antonio Jacinta de Me-
deiros Dutra para provar isMgM legal.
Ao inspector da tbesouraria de tazenda, cora-
ra un eaudo a coocessao de .i mezas de licenca
com vencimentos na forma da lei, pelo ministerio
da fazenda, para tratar de sua saude, ondt ihe
convier.
Ao mesmo, declarando, em solugio a m He-
ra de seu oficio n. 11 de 9 do corrate, que, em
vista do Aviso do ministerio da (azenda da J de
agosto de 1870, sio sontos de direitos de impor-
tacio os objeetos viods da Europa para o expe-
diente da secretaria do governo desta provincia,
e nio neeessita de ordem do tbesoaro, para que
possam el les ser despachados livres dos mesmos
direitos, e nesse sentido d suas ordens segundo
a recommendagio couttda em oficio de 8 deste
mez.
Ao mesmo, declarando, para os lins conve-
nientes, que per Aviso do ministerio da jusca ds
30 do mez prximo passado, foi nessa data solici-
tado do da fazenda as neceisarias ardens no sen-
tido de ser augmentado com a quantia de......
17:6334604 o crdito destribuiao para os encar-
gos da verba justica de 1* instancia desta pro-
vincia do exercicio lindo de 18701871.
Ao mesmo, communicando, para os fias con
venientes, qae por Aviso do ministerio do imperio
de 3 dp corrate, forara approvados pela verba
soccorros pblicos do exercicio correte os dous
ereditos de 11:7734756, sendo um de 10:0004000
para as despezas com a salnbridade publica, e ou-
tro de 1:7754756 para pagamento das qae se fl-
zeram com os presos da casa de detencio, qas se-
guiram para o presidio de Fernando atacados ds
beriberi.
Ao mesmo, communicando, para os fias eos-
venientes qae, por Aviso do ministerio do impe-
rio de 9 do corrente, forana apprevadas pela ver-
ba soccorros pblicos do exercicio coi rente, as
despezas na importancia de 704000, mandadas f-
fectuar pela presidencia, sendo 204000 do qae se
estava devendo a Guimaraes 6 Oliveira pela com-
pra da obra do Dr. Sabino, intitulada a Tbesoaro
hotueopatbico para servir de guia no tratamento
dos individuos accommettidos de Varila na fre-
guesia de Panellas, e 504000 de gratificacao, ven-
cida no mez de outubro ultimo por Jos Eduardo
de Souza Landim, contratado para coadjuvar o
servico do expediente a cargo do inspector de sau-
de publica, por oecasiao do apparecimento da epi-
demia febre amarella.
Ao mesmo, eommunicaodo, para os lins coa-
venientes, que aesta data autorisei o Dr. inspector
de saude do porto a empregar no servio de des-
infeegao dos navios ancorados no porto desta ca-
pital o patrio a gente 4o esoaier ik dita, inspecto-
ra, mediante a diaria de 800 rs a cada mannbej-
ro, e 11200 res ao patrio ; incumbindo da direc-
ta) de dito servigo o secretario e guarda da re-
fer ia inspectora com a graticaga de 1004000
rs. mensaes, reparadamente entre arabos.Auto-
risou-se ao Dr. inspector de saude do porto.
Ao mesmo, para mandar abonar ao baebarel
Paulino Rodrigues Fernandes Chave*, noueado
juiz substituto da corte a ajudade eusio, a que
ver direite, sendo o pagamento felo sob a raspn-
saailidade da prosidencia, na forma do art. 5 6
do decreto n. 2,884 de 1 de fevere.ro de 1862
Ao mesmo, communicanda qne a 11 do cor-
rente assumio o bacharel Manoel Jos da Silva
Neiva o exercicio das fancgdes do cargo de juiz
de direito civel da 1* vara desta comarca.
Ao inspector da tbesouraria provincial, trans-
mitndo as comas dos objeetos fornecidos pelo
arsenal de guerra para o carpo de policia, nos
mezes de julho novembro do anno prximo pas-
sado, arim de ser indemoisado o ministerio da
guerra da importancia das mencionadas conias.
Ao mesma, transmittindo as ralagdes e eon-
tis remettidas palo chefe de policia com cilicio de
11 do corrente sob n. 94, afim de que, estando em
termos, mande pagar ao ornecedor Ricardo Ca-
duff, ou a seu procurador o lente Pedro Paulo
dos Santos, a quantia de 4644320 rs., despendida
nos mezes de agosto outubro do anno prximo
passado, cara o sustento dos presos pebres da ca-
deia de Cimbres. Communicou-se ao ebefe de
policia.
Ao mesmo, communicando, para os flns con-
venientes, que 5 do correule dexou o bacharel
Jos Manoel de Barros Wanderler Jnior o exer-
cicio do cargo de promotor publico da comarca do
Rio Formoso, por ter sido nomeado juiz substituto
das varas de direito desta capital.
Ao mesmo, declarando, em resposta ao seu
oficio de 11 do correte sob n. 17, que nao ap-
prova a arrematagio que se propde fazer o bacha-
rel Joaquim Jos Ferreira da Rocha Jnior, para
o fornecimento de alimentago e dieta dos presos
pobres da casa de detengo ; porque na tabella
que servio de base dita arrematado, nao se fez
reduegao alguraa, como recommendei ,em mea of-
ficio do dezembro ultimo, cumprindo que mande
por de novo em praga esse fornecimento, tomando
por base a amiga tabella convenientemente redu-
zida com o acrescimo, porm, da cea, que mandei
fornecer aos ditos presos, cujo prego dever estar
era proporgao com o que for esubelecido para
outra parte do mesmo fornecimento.
Ao mesmo, mandando fazer a seguinte des-
tribuioio dos exeraplares do roteiro da costa do
Brasil, comprados pela provincia : 100 exerapla-
res ao director da instruegao publica, .afim de se-
ren repartidos por escolas de instruegao primaria,
50 exemplares assembla provincial, 10 ao gym-
nasio provincial, 10 escola normal, 10 capita-
na do porto, e o biblolheea publica, Oeando os
de ruis archivados nessa tbesouraria. *
Ao mesmo, mandando pagar a Odn Ferrei -
ra Cabral, encarrregado das despezas miudas do
arsenal de guerra a quantia da 404800 rs. da pin-
tura e envernisamento de 150 correames perten-
centes ao carpo de polica.Communicou-se ao
director do arsenal de guerra.
Ao mesmo, mandando pagar a Thoraaz de
bem como a mandar fazer a guar'a barras e sa-
rilbes de que trata seu ol&cio de 30 de dezembro
ultimo.Commanisan-se tbesouraria provincial.
Ao director geral dos Indios da provincia,
recommendaado providencias, em observancia do
aviso de-ministerio da agricultura, commereio e
obras publicas de 3 do corrente, para qus nio vao
corte indios dos aldearaemos desta provincia,
visto suas viagens'occasionarem sempre despezas
improflcuas ao Estado.
Ao director do atdsamemo de Ypanema. cen-
vem que Vmc, beor do servico publico, se apr-
sente ante presidencia no prasa mais breve que
I be for possivel.
Ao Dr. Felippe de Figneira Faria, comrou-
nieando a sua uomeagio para examinar quaes os
objeetos destinados ao uso da empresa de intro-
duegao de maebinas e vehculos deThompson
de que coneessionario Panlo Jos de Oliveira,
qae estio no caso da ooter isengio de direitos por
terem exclusiva appJicaejk> referida emareu,
esperando que isso se ao recusar.
Desataos:
Anua Francolina do Rago Barro?.Informe o
Sr. director geral da iostruegao publica.
Anta Mara daPurilicacio Informe o Sr. Dr.
director ganl da instruegao pnbiica.
Abaixo assigoados moradores na pavoagia de
Goianainha.Informe o Sr. Dr. direetbr geral' da
instruegao publica.
Angelo laptista do Naseimento.Passe.
Major Bslarmiuo do Reg Barros.Dose.
Corapanaia Pernarabucana.informe o Sr. con-
selheiro inspector da tbesouraria de fazenda.
Elisiaris Gomes da Mello.Informe o Sr. ins-
pector da tbesouraria provincial.
Francisco Hnrique Caris.Reir.etldo ao Sr.
inspector da thesourana provincial para mandar
pagar o qus foi ajastado.
Innoeeocio Antonio de Fanas Torres.Informe
o Sr. conetheiro presidente do tribunal do com-
mereio.
Bachare Julio Augusto da Canha Guimaries.
Informe o Sr. conselheiro presidente do tribunal
do commereio.
Lniz Jane da Silva G imaraes.Pa.-se.
Manoel Teixeira Bastos.D-se.
Manoel Francisco de Paula,Deferido com ofi-
cio d'esta data ao Sr. vice-provedor da Santa Casa
de Misericordia.
Manoel Maruns Gomes.informe o Sr. coronel
eommandante das armas.
Miria Cnristina Civalcanti Pessoa Cesar.Passe
portara conceden i a um mez de licenea com orde-
nado, na forma da lei, para tratar de sua sade.
Thomazds Car ralbo Soares Branio Sobrinha.
Deferido com oficio d'esta data dirigido a tne-
souraria provincial.
Thereza Severa de Jess.Concedo ojprazi de
15 dias.
SXPEDU.NTE DO SECRETARIO.
Oficios .
Ao eommandante superior da guarda nacional
do Limosiro.O Exm. Sr. presidente da provincia
-.U declarar V. 8. para os desidos lias, que
por poruria de 26 de jnlho prximo nano foi man-
dada dar a gnia de que trata o art. 43 do decreto
n. 1130 de 12 de margo de 1853 para o municipio
de Olioda ao alferes secretario do batalbio 22 do
municipio do Bam Jardim, Camerino Rodrigues
Collago.
Ai gerente da companhia Pernarabucana,
mandando, de ordem do Exm. Sr. presidente da
proviucia, dar ama pas;agem r, no vapor que
a 13 tem do seguir para os portos do norte at o
Natal, a Joaquim Franeisco de Paula Moreira, e por
coma das futuras viagens a que a presidencia lem
direito.
EXPEDIENTE DO PI.V 15 DE JANEIRO DE 1872.
Actos : '
O presidente da provincia, a vista do oficio
do Dr. chefe de policia u. 43, de 5 do correnu,
resolve nomear para o cargo de delegado do ter-
mo de Aguas-Bellas o teneute-coronel Constantino
Rodrigues Lins de Albuquerque, e para os del,
2* e 3* supplentes do mesmo delegado os cidados
seguimos na ordem de sua eollocagao : alferes
Vicente Ferreira de Araujo, alferes J*s Jorquim
de Oliveira Nenis. Igaacio Jos da Silva. Com-
mnnicou-se ao Dr. ebefe de policia.
O presidente da provincia, tendo em vista o
que reouereu Geraldo Corro Luna, oficial de des-
carga da alfandega desta capital, e bem assim as
informagoes ministradas a este respeito, pelas es-
tagoes compatentes, resalve canceder-lbe 2 mezes
de licenga com vencimeotas, na farma da lei,
para tratar de sua sade.
O presidente da provincia, de conformidade
com i proposta do Dr. chefe de policia, em oficio
n. 96, de 11 do corrente, resolve crear, na fregue-
zia de N. Sra. da Graga da Cabanga, mais um dis-
tricto de subdelegado, que tera a denominagio de
Belem, e ser considerado 2*, comprebendendo a
estrada de Paulino Cmara, Belem, Campo Gran-
de, e Salgidinho, que servir de limite pelo lado
do termo de Olioda, e a estrada d Joao Fernan-
das Vieira, becc* do Espnheiro, do Boi, Afflictos
e Tamarinera, at a estrada do Arraial, qne Ihe
servir de limite pelos lados dos distrctos da Boa-
vista, Beberibe e Pogo da Panela.
O presidente da provincia, de conformidade
com a proposta do Dr. chefe de policia, em oficio
n. 96, de ti do corrente, resolve nomear para o
cargo de subdelegado do districto de Belem 2* da
freguezia de N. Sra. da Graga da Capunga, o ci-
dadao Jas Henriques Machado.Communicou-se
ao Dr. chefe de polica.
O presidente da provincia, attendendo ao que
requeren o eogenheiro Joio Gomes do Val, en
commissio do governo imperial nesta provincia,
resolve conceder-lbe um mez de licenga com ven-
c mantos. .
O presidente da provincia, vista da oficio
do Dr. chefe de policia, n. 80, de 8 do corrente,
resolva exonerar dos lugares de !, 2*. 3% 4*, 9 e
6* soppleutes do subdelegado da freguezia do Al-
tinho, os cidados Manoel Thom Al ves Cont,
Jos Alves da Josta, demento Rodrigas dos San-
to?, Jos Frrncisco Torres Gallindo, Antonio Ca-
valcante de Albuquerqae e Manoel Salyro de Bar-
o presidente da provincia, de conformidade
com a proposta do Dr. ebefe de polica, em cilicio
n. 80, de 8 do corrente, resolve nomear apata os
KXPIDIBHTE DO SECRRTASIO.
Oficios :
Ao eogenheiro fiscal da estrada de (erro o.
Recite a Oiinda e Beberibe, aecusaodo, de ordem
do Exm. Sr. presidente da provincia, o oansio do
12 do correte, em qoe vioba copia do do geren-
te da respectiva companhia, expendo as oecurreu-
cas do da 10 da mwmo mez
Ao gerente da Companhia Peraambaeaa.
mandando, da ordem do Exm. Sr. presidente t
provincia, dar duas passagens r, al o atui,
n vapor que nesta data segne aos portos do nor-
te, e por cuota das futuras, a qae a provincia laa
direito, aos padres jesutas Roodioia e Aranaetti.
PERNAMBUCO.
n 83, de do corrente, resolve nomear para os lu-
gares de 1*, 2*e 3* supplentes do subdelegado do
2* districto da freguezia do Altlnho, do termo de
Caruar os cidadios segrales, na ordem de sua
eollocagao: Feliciano Zeoolio Torres Gallindo,
Jos Jsnuario Carneiro de S, Felippe de Moraes
8ezerra de Andrade.Scieolificou-se ao Dr. che-
te da policia.
O presidente da provincia, vista do oficio
do Dr. cnefa do palela, n. ?9 de 8 do corrente,
resolve exonerar dos cargos de t, 2, 3, 4, 5* e
supplentes do subdelegado do districto do Ver-
de, 2' do termo de Bonito, os cidadios Joao Clau-
dino de Inojosa Varejio, Miguel Dias de Amor m
Bezerra, Lourengo Cavalcante de Albaquerque,
Manoel Joaquim de Vasconcelos, Luiz Francisco
de Moura e Antonia Fej de Mello Lins.
O presidente da provincia, confarmaodo-se
com a proposta do Dr. chefe de polica, em oficio !
n. 79, de 8 da corrente, resolve nomear para
os cargos de 1*, 2* e 3* sapplentes do subdelega-1 REVISTA DIARIA.
do do districto do Verde, termo de Bonito, os ei -i MINISTERIO DA AGRICULTOR*. A" prasi-
dadaos segrales na ordena em que sao collocados: deQCa desU provincia foi dirigid) o situante
Joao Claudma de Inojosa Vareao, Miguel Das de aviso '
Amarm Bezerra, Lourenga Cavalcante de Albu-1 N". !.-! secgio.-Rio de Janeiro, ministeri-
querque.-Commnnicou-se ao Dr. chee de po- ddS negocios da agricaltora, commereio e sjBMa
*" publicas, em 9 de Janeiro de 1872.-Ilim. e Exm.
_ O presidente da provincia, a vuta da pro- ; Sr.-Em resposta ao oficio de 7 de dezembro ai-
posta do Dr chefe de polica em oficio n. 7o. de limo em qae y. Exc. solicita nm crdito dwoa
S dicorrente, reso:ve exonerar dos lomes de f, do a aux ar a S0Ciedade Auxiliadora da Colori-
V. > 3 e 6 supplentes do delegado da termo de taca0 e Immigraclo, ltimamente crganisada.nes-
Ouneury, os cidadios Joaquim Por Deus Rodn- iu pr0vioc.a, decaro V. Exc. que o goverao i.n-
gues S.ixas, alferes Fiancisco Pere.ra do Ligo,' eria, el disposl0 a Mmttim a mesa oeie4.
Luiz f alr.gues de Camlho, Constan rao Antonio oe iogo que sejara approvados os ssus estatal.,
Goocilves Vianna e Joao Lopes da Silva os mesmos fairor9J OQtorgados a misil lili de I.n-
O presideote da provincia, de conformidade ragra,ao e Co|0nisagao fndala na proviaei as
com a propasta do Dr. chele de polica, era oficio s Pau|0 con5Uot9:, J0 ximpl>r ionto.
i. 7o, de 8 da corrente, resolve nomear para os Dbus guarde a v Exc Teodon

cargas de i*, 2* e 3' sapplentes da delegado do ler
mo de Ourieary os cidadios segaintes, na ordem
em que vio cellocados : Joaquim Par Daus Ro-
drigues Seixas, alferes Francisco Pereira do Lago,
e Luiz Pereira de Carvalbo.Communicou-se ao
Dr. ebefe de polica.
Oficios :
Ao Exm. presidente da Babia, enviando para
os flns convenientes o reqaerimento do soldada do
9' batalbio de infamara, Jao Barbosa Continuo,
em que declara que tendo sido designada ao ser-
vigo de guerra, embarcara para a eampanha como
guarda nacional dessa provincia, acha-se contem-
plado cerno recrutado, no batalhia que pertenee,
e considerando o coronel comraaudanie das armas
interino, altendivel o pedido da dita praga, raga
V. Exc. se digne informar semelhante prolongan
devolvendo a petigio.
Ao da provincia, das Alagoa?, acerca das
pracas do 9* batalhio de utilitaria, eaba de ei-
quadra Joio Carlos dos Santos e anspecada Cy-
priano Jas de Sam'Anna.
Ao vicario capitular, acensando a recepgo
de seu oficio de 11 do correule, em que eomnu-
oica haver entrado no goso de 3 mezes do licenga
ovigartode Maribeca, Jeaquira de Aragia Eb!a. -
Commuuicau-se a thesourari da tazenda.
Ao inspector da thesourari de (azoada, com-
momeando ter no dia ti do corrente assumido o
exercicio de juiz substitua da 1* vara civel desta
capital, o bacharel Jos Hygino Duarta Pereira.
Respoadea-se ao referido juiz.
Ao mesmo, mandando pagar a Manael da
Conceigaa Oiympio da Silva, carpinteiro do arsenal
de marinha, o jornal que tiver direito, a cantar
de 13 a 27 de dezembro ultimo, em qis esteva
doente.
Ao inspector da thssauraria provincial,
transmittindo para os lins convenientes a relagio
dos presas da cadeia do Limoeiro, relativa ao tri-
mestre ultimo.
Ao mesmo, mandando pagar em vista das
respectivos prets a Amonio da Fonceca e Silva, os
vencimentos do destacamento de guarda oacional
da villa do Agua-Preta, na importancia de...
226J920 relativos ao mez de dezembro Ando.
Communicoa-se ao respectivo eommandante su-
perior
Ao chefe de policia/declarando em resposta
ao sea oficio de 8 do/orrente, que oppariuna-
mente ser elevado o sta amento de Itamb.
Ao mesmo, rapondendo o seu oficio de 10
do corrente, em qu/participou os aconiecimemos
e prisoes effaciuadas a 9 do mesmo raez.
Ao inspector do arsenal de marinha, autorl-
sando conforme solicitou em oficia de 13 do cor-
rente sob n. 213, a compra dos objeetos nelle in-
dicados para a draga, que tera de ir ao mar em
22 ou 23 do referido mez.Comaaunicou-sea tbe-
souraria de fazenda.
Ao mesma, declarando que a canoa man Jada
comprar para o servigo da fortaleza de Itaraarac,
deve ter as diraensoes ordinarias.
Ao capitio do porto interino, dec'araodo,
era solugio ao sen oficio de 8 do corrente ter o
inspector da tbesouraria de fazenda designado o 1'
escripturario Jas Gangalves de Medeiros, para fa-
zer o servico de que falla o art. 31 do regula-
memo de 28 de fevereiro de 1834
Ao Dr, inspector de sade do porto, remet-
iendo copla do aviso do ministerio do imperio de
2 do correte, em solugio ao oficio da presiden-
cia de 16 de novembro ultimo, a que acampanhou
o de V. S. expondo o estado da repanigaa a seu
cargo, pedindo providencia na intuito de me-
Ihora-la.
Ao eommandante superior da gnarda nacio-
nal de Garauhuns, remetiendo, para ser informa-
do, o requerimento de Antonio Evangelista de
t,yra, que, tendo embarcado para a eampanha,
como guarda nacional, hoje praga recrutada do
9* batalhia de lofantaria.
Ao engenbeiro fiscal da companhia Becife
Draynage, autorisando-o declarar ao gerente da
repectiva companhia que poda principiar a fue-
cionar, abrindo os apparelhos j proroptos do
servigo seu cargo, como resolv eouceder por
acto de 12 do corrente e regulamento expedido
na mesma data.
Ao gerente da campanhia Bxasilian Street
Ralway, determinindo a demogao do perto da
Jaqueira, na linha de Apipueos, enja conservacao
ameaga a seguranca dos passagsiros Communi-
cou-se ao respectivo engenbeiro fiscal.
guarde a V. Exc. THeodoro Stacki>
Freir Pereira da Sdoa.
AUTORIDADES POLICIAES.Por portaras da
presidencia da provincia, de 23 do corrate, f>-
ram nomeados :
i*, 2* e 3* supplentes do delegado do termo d*
TacaralJos Francisca Cavalcante, Jas Xavier
de S e Jos Nonnalo da Silva.
1*, 2*, e ;' sapplentes da delegado do termo lo-
SaigneroAntonio Rufino de Arauja, Antonio
Sampayo Filgueira*, Manoel das Sanio* a Silva.
Io, 2, e 3* supplentes do delegada do termo de
FlorestaFrancisco de Barros do Naseimento, Ao-
tono Valgundes da Srlva, Benedicta Alves de Car
valho.
Subdelgalo, l 2 e 3 suppleote* da frstneiia
de TacaralManoel Aotooo Vanos, Jos Perei-
ra de Barros Micha lo, Franciso Raniroa ia
Silva, Manoel Vctor da Silva.
RE 'ARTICAO DE OBRAS PUBLICAS. Por
portara da presidencia da provincia, de 13 doeor-
ren'.e, foi nomeado Domieio Cavalcante Poace d*
Leoo, pralicaote interino da reparligio das obris
publicas.
GUARDA NACIONALPor portara da par-
deaste da provincia, de 23 do correte. f,ram o -
meados para o 47* batalbio de infantina da mu-
nicipio da Boa-Vista :
Alferes secretario Esmeralio Copertioo de Ari-
8*- .
1* campanhia. Capitaa Elesbi Chrtspioian
Coelbo Brandio, lene re Joaquim Cypriano Rodri-
gues Coelho, alferes Dianizio Rodrigues CosItM Aquino.
2* companhia.Capil* Jaao Tanniiaoo Radii-
gues Coelha, lenle Jos Ferreira G>mes.
3* campanhia.Capio Jas Cyriaca de.Vn-
nra, lente Joao Coelbo Rodrigues.
4* companhia.Alferes Joaquim Manoel Rain
gues Coelho.
VAPO'.t PARA'Drame as 30 hars fea ao
nosso porto deraorou-se o vapor Para, da conpi-
nhia brasileira de paquetes ltimamente organi.-i-
d na corte, foi elle visitado por crescido numero
de pessoas d'esta eidade, que assim mostrararo-se
meressadas pela prasperidide de urna companhu
inaugurada sob boas e promeitedores ansptetos.
A' urna e meia hora da tarde de bootera, S. Ey.
o Sr. conselheiro presidente da provincia, aea i
panhado por aliosni pessoas gradas, para all i
dirigi e foi receido pelo comuian Jante do yap >r.
agentes da companhia e varias convidados d'e tos.
S. Exc. visitou lodo o vapor, e mastron-se tio
salisfeito qoanto se moslraram geraltr.en'e MtSS
aquellos que o inspeccionaran!.
As duas horas m servido bordo um proaaw
laaeSa durante o qiI virios brindes forara ergoi
dos prosperidade da emprezi, ao pavo araasara,
ao Exm. presidente, s senboras e diversos cavi-
Iheiros presentes essa tata modesta e digna.
O vapor Pa' muito bem construido, ese seo*
ornado com luxo e goslo. As accoramadagoas pan
pasageiros sa excellentes. E' lamentavel fas a
mesa seja na segunda cmara, e por isso esuj
n'uraa atmosphera calida. Este defeito, por*-?
que s o para o nosso clima, dizem-nos ser e r
regido nos outros paquetes que a empreza m-od' i
construir era Glascow, de onde foi o Par ptra i
Rio de Janeiro.
A marcha regular do rapar c de 10 a 12 miln .
por hora, pesto que na viagem do Rio para
ella s tenba posto 9 milhas.
Almejamos prospero futuro empreza, e erfrr -<
qne ella o ter, porque Incontestavelmenie pule ra
dizer, pelo que vimos, quo o rervico de bord\
mais do que islo, os commodos offerecilos aos va-
ores, attrahi-los-hio da preferencia aos paquea-
da companhia brasileira, sb todos os p"Wos d
das obras do muro do jardim do Campo d s Prin-
cesas, a importancia de 1:5314419. primeit pres-
lacio de seu contrato, de conformidade com o cer-
tificado da reparticao das obras publicas.
Ao director geral da instruegao publica, au-
torizando a imprassio na revista da instruegao
publica, sob sua direegao, nao s o que pona in-
teressar ao eonhecimento e desenvolvimeuto da
mesma instruegao, como a correspondencia oficial
com a presidencia, qae nio contiver materia re-
servada, e o mais de que trata o sen offleio de 30
de dezembro ultimo.
Ao vice-provedor da Santa Casa ds Miseri-
cordia, declarando que pode mandar effeetuar o
casamento ds ama das educandas do eollegio das
orpuaas com Manoel Francisco de Paula, de con-
formidade com sua informaeo da 12 do crreme.
Ao director gtral das obras publicas, cha-
mando sua ailengio para o estado da illaminagio
a gaz que se acba muito enfraqaeelda, nio tendo
as toas a precisa intensldade ; e senda envsl qus
1'outriba para Isso o mi carvio erapregado pira
a exlraecio do gaz. .
Ao chefe de poileia, autorlsandq ^ (oaaelp de
ama outra casa capaz de presta.r-sa aprisao
mpanbii
vista prefenveis aos pequeos vapores das wtr
panbias proviaciaoas, que navegara entre varia
provincias di norte e sui dt Pernamouco, n a
muilos respeitos idnticos aos das enmpanhia'
transatlntica que transportam passageiros d*
unas pera oulras provincias da imperio.
DRAGA.Teve effeclivamente lagar balsa
por valta das 3 horas da tarde, o langameoto >U
draga, que deve ser empregada oa escavacaa a
porto do Recita.
S. Exc. o Sr. prasidenle da provincia, acoaaa-
nhado por varias pessoas gradas, eheg*n ao arse -
nal de marinha s 3 horas da tarde, e. d-poi- d-
visitar adrafa, franqueada inspeegao de S I
quantos a quizeram ver, lomou logar n'ora pivi
Ao Rvd* vliario da freguezia de Santo Anlo-1 Ibo adrede erguido ao lado da carnira do ssta
acensando o sen oficio ds 2 leiro, ro qual tambera lomaram SSaasS vanas a^
Carvalho Soares' Braodao Sobr.oho, arrematante lugares de t, % e i' supplentes^ do subdelegado
da freguezia do Altinbo, os cidados segnintes, na
ordem de sua collocaeao: Manoel Thom Alves
da Costa, los Alves da Costa e Clemente Rodn-
Srjes dos Santos.Communicoa-se ao Dr. chefe
b policia.
O presidente da provincia, attendendo. ao qoe
expoi o Dr. director feral ioterino da instruegao
publica, em offleio de 28 de dezembro, altimo, sob
o 419, resolve, na conformidade do disposto no
art. 4 da lei n. 369, de 14 de maro de 1856, ap-
provar a regulamento que veto annexo ao citado
oficio, para a respectiva aeoraUria.Communi-
esuse ao Dr. director feral dainstrucciQ pa-
blica. .
O presdeme da provincia, a vista do oficio
do Dr. ebefe de polica, n. 83, de 9 do corrente,
resolve exonerar dos lugares de 1*. 1. 3, 4, S* e
6* supplentes do subdelegado do 2' districto da
fregaezia do A'.tinbo, do termo de Caruar, os ci-
dadios Feliciano I-^Ho Torre3 Gallindo, Jos
Jnuario QamjK, de s.Fetippe de Moraes Ro-
drigues d *k0arade Luiz Miguel Gomes dos Sas-
to^F'lucisco Jos dos Santos e Antonio Jaelntbo
O presidente da provjnelj, de conformidade
nio desta capital,
do crreme, qae acompaaii trabalhos da estatistie*, reoommendado por circu-
lar de 10 de novembro ultima.
Despachos:
Antonio Cartos de Almeida InUme o Sr. Dr.
juiz de direito da 1' vara.
Antonio Francisco de Moura.Passe portara,
coneedeuda um mez de licenca com vencimentos.
Ernesto Augusto de Alhayde.informe o Sr.
couselheiro inspector da iheaourarlt de fazenda.
Francisco Eustaquio da Silva.Concedo a li-
cenga pedida sera vencimentoJ, visto nio poder o
supplicante ter direito i elles, senio quando tra-
balha.
Garaldo Correa Lima.Passe poruria, conce-
dido a licenga pedid. '
Bscharel Jos Nicolao Tolentino de Carvalbo.
Informe o Sr. inspeetor da tbesouraria de a-
Zej)i Gomes do Val.-Passe portara, concedendo
um mez de lieenca, com vencimentos.
LuiCyriaco da Silva e Cyrillo Augusto da
Silva Siolisga.-Passe portari, na forma reque-
rida.
Manoel Malaquias de Cmarfe.-K|0Pme 0 r.
urna oatra casa capaz de prestar-si a, pnaso o presidente da PrJ"n"^nXi, r r^elo director do arsenal de guerra,
quanel do esucameato ^o termo di S. l^toj999 > proppsu do Dr.ebefs de polica, en wam m*>* _......y .....
nhoras e csvalbeiros distinetos pela sua posigi.
na sociedade.
O pateo em volia do esttlsiro acbava-se ca" >
de espectadores de todas as classes, e no ano da
carreira oslenUva-se o famoso auxiliar d SfcsWSSa
do canal da Suez, lodo ataviado com bandtiras
imoenaes s ostentando vivas e brilbantes cores.
Poucos minutos depois de 3 horas e aps a ben
gio do estylo, cortaram se os cabo que paMbsa
a sobarba 'mole, e a anetedade deseahoa-ss era
todos os semblantes. Logo, porm, qae (orara 1,
rados os ltimos espeques e que o aaacaeo imari
mo o primeiro movimento na drai, esta dastaa
garbosa pela carreira e tendeo as ondas com ga-
Ihardia ao som de estrepitosos vivas, levaatd->
pela marinbagem qne a tripolava, ao estampido 6
ionumerot f caetes que subiram ao ar, e aos -oa
harmnicos i.a msica das seor es da arstaal.
Todos oa;i*'toi expiodiram-ss entio n ota wr-
riso de satiskco, s mnilo nraeos se estend
para o inteligente consirnelor da '*'?_,,
Conccicio, que sseebeu esas provas """*,
^recldos encomios, cot aoiestos *
|agprqenaCrqre5entn..daae *&&:
dos aoe lados da boera da '"'"Z^L
Iquenoa vapores, eujoJ r,ri0
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fl jQ frtOiUt & iS HRI31 i
dt> f _rnmb_n
do
raen predios. A'gaos minatos depois
nenio foi a drng dar fuodo pcr'.o do
conitrucco ni. caiiai em face do areol.
A sua colftrdefio paree* solida, e pessoa babi
anca cii da lolps_ aao
,uisatf
wnpna, era fa
'.uiaadHr. a levava gritando najto
i Vendo estes doas meamos man atril
tereose
era que
serio :
litada nos iaforaioa que essa drag ha de prestar j 0 puvj, qua vi* o oavia fon peta priflNfefc tOrit tase '
eieellentes sarti^ae soporto, embora se juiguej ver, julgavaie *r.npTtado par a Guie ou para
qae por pouco tenpo resistir) as chapas' de (erro -
que formara trlafto, suelta a na peqneoa es-
pinara e fcil deterioramento peta acciio constante
do elemento Mimoso das aguas.
lia crea de un aupo u,ue anega ram J* Europa
as varias pechas d"es_e,draga da sua compenhia,
que val ser arm
meses que ella ees
tirabas acrivid
e do ent>eheiro
dersm proseguir
de arraacao da dra
a China, onde fas so o indigna iraffea de seres fa-
c ornes.
Interveio um policial a instancias de algumas
peuoa* (dignadas. O gnWnfo '
quartet de pdlclri. Parec*
que iodos da admiradlo quejes pro
pois diaia que orara criaocas, de qu
tinnata direito de desfaaer ?e porque S
sua de ningaem nais.
Cita razio de seren as trelacas ias boWM
um coiit sllenavel tono o fab, da r_elma irla
qe entre os rom saos, pareoe que toHvenejfil
polifila, porque o qutuadeiro W de^Wo era Ifwr
dada eorn su as bolsas e suas eriancas. Multo bsui 1
Tita a liberdade da Austria I
i Ja deve te-loi vendido. A consoieneia huma-
na soffre com este faeto que saocede a capital de
urna repblica, e s barbas de autoridades que o
presenciara iropasiveia.
J as roes desnaturadas peden abster-se de
abandonar seus lilhos s portas das rejas ou na
rna, porque meihor e que as maBiem veuderem
bolsas, porque em fim esta Itima cousa nao
crtmineta nem ptiSHorf come priaeira.
Como progredimos 1
CASA DE DTELO.Mownento do da ti
de Janeiro de 1872 :
Exisliaro (presos) 341, entraran 1, sahiran 1,
existen 341.
A' saber:
Nacionaes 164, nnlhsres 7, estraugeiros 39, es
cravos 18, escravas 3.
Alimentados i casta dos cofres pblicos 298.
Movimeoto da enfermara d) da 13 de Janeiro
de 1879:
Tiveram baixa :
Manoel Osear Villa Mar, datos.
Lanrentino S alio dos Santos, sarna*.
Antonio Graciliano das Chagas, goumorfia.
Luis, escravo de Stquera, eepbaiagia.
Tiveram alta :
Antonio de II illanda Cavalcaate.
Joao Carlos Jos das Santos.
Jos, eseravo do visean le da Saassuna.
CgMiTRRIO POBUGO.Obituario do da 21 de
jaoeiro de 1871:
Antonia de tal, branca, Peniambuco, 4t anuos,
viuvi, S. Jos ; dyarrb.
Ai-xaodre Jos Joaquin, pardo, Baha, nilMr,
Boa-Vista ; aceite.
Gatharna, escrava, preti, Pernarabuco, 60 sa-
no?, soltoira, Boa-Vista; nenia.
LOTERA.A que se ana i venda 1*2% a
benetcro da natrit da Ronda a qoal la Xtraht
ra no dia de evereiro.
nn
ontra fogo obre predije, ge-ero
lagam aqni prejuizo* d^idanatU provaA*.
Rabe .i-jiraetua u
' Corpo Saatu n. 15.
ktfft ivvi
A u. .. n
Scptrts contra-fego
COMPANHU
(a eira 25 dt Janeiro de 1S.S 'j| HJMjj Q^-,,
raldem
ira dem
ira dem
ra idera
dem
1Almo$:)
M. 1Almoco e jantar
N. 3dem
Distas.
WrJ
COCW:
OOOWt
"ti
arjo
400
380
360
!BB
PUBLICACOES A PEDIDO.
nWanntatM

agora, a ha can de seis
ira Utaleire.
Sr. iaafector da arsenal
;or o- Sr. Conocilo, po-
perstfln% os trabattiu<
, que J'aqn i ura ana roje-
ta funccionar, fjfirqd e*iar3o eomprlaraBole ter-
minados tolo os tr2talh3 aecsasrjos te appa-
relhos preprios ao raister da e^cavajari a que ella
se destina.
Dentro de qnalro raezes provavelraente sera
laucada a segueda draga, cujos trasalhos de ar-
ntacovo ser enceladas dentro em poneos dias.
ffsyols do latcaiento da draga, a Sf. inspeclof
do arsenal, Stt'pple da Silva, levoa rescide nu
mero dj seus convidados para a casa de suaresi-
d>n:ii, e abi olTareceu un profuso, delicado e es-
plendido luttck, durante a ?ervice do qusl reln mi a
meihor cocdialidade eetre os convivas, e foram
erguidos enthusiasticos brindes referentes esta
bella (esta, em que tto activa parte tomou S. S.,
cajo zelo e iotelligeate direc^aa dada a todos os
negocios do arsenal, lornart-ji-u u sobremodo re-
etnmndavel i estima dns seus comprovincianos
s stlencOes do governo imperial.
REONlAO. Os Srs. etflciaes honorarios do
c&arot", residuales esta proviueia, sao coavida-
des para ama mniao, qae deve reajisar-se no dia
31 do corrate *s 6 huras da tarde, na ra do
Imperador n. 18 primerro andar, aQm de se ira-
lar de negocio de inwresss da classe.
FHEGUEZIA DOS AFOQADOS. A jarra #fi
qaalificaeo desta Iregoezia cc-m^os-se dos grs. :
ooaameeddor Manoel Joaqoim do Hego Albniuer-
qne, p'-'M'!ente ; Antonio Correa M na e J-'io Ri-
beire Pe-sAi de Laeerda, secretarlos ; Joao Chrv-
sostomo tu \lbu luerque e Antonio Jomjuim Lo-
pes de Carvaiho, escrutadores.
EXBi*t>lt:iO fi FOGO.Ane-heaten tarde
o 2* hai.'Jb,) de lufauana de linha. do com
mando *xer"icio de t*fo ao eaibfw aviado do viv.iro do
Monis, a freguesa de S. los. O cxercieio cor-
reu bem, rnoslrtnto osofflciaes e pra5:s_agilida-
de e presta nos movimentos. 0 balaibio etava
lozido e garbosa.
GA1TJN0S. Consta-nos que em Btberibe de
baixo, em urna taberna que existe ra dos Cl-
rigos, j duas vfzes Um os gatunos teutad<< pene-
trar eun o fim de fazerera iilhagera, o que trriam
lilvtz consegu'do se nao fossero tepellJo- pela
polica ; seta conveniente que o Sr. subdelegado
nao os perca de vista para nao renovaren) to ue-
rigosas vti-iiut.
E3LAME.Perguntava ura examinad: r a ura ali-
jado estudaale.
Que animal celebre ba na historia de 'i -
Wf
O mestre de ero.
O qae, senhor ? I A bba, araar, a loba.
Mas onde de xa o senhor o barro i
Continuemos. Era que se ooc jpou No quin-
ao sahio da a -ca T
Era cerner magro.
Ora e>ta, hornera I
Sin, seulnr, porque depois do diluvio 5 ha-
ia peixe.
Aliante. O que diz o senhor dos Parto *
Qae mettem raedo a mioha mi.
O esludante sabio approvado.
APPLIQUEM O CASO.-A um philosopho greg)
dajaatiguidadd diiia um amigo :
A malher com quera vives nao gos!a de ti.
Nao ? replicoa o philosopho, pois tambem
os peixes n5a me querem e eu os corno com roui-
u> gosto.
CABOTAGEM.-Um cfB-ial que tinha feito urna
i xp-'Jica> da Europa ao Mxico contava em urna
i- uiiii i as suas ioopressoes de viagem.
A fragata que nos levou ao Mxico em vinte
i cinco dias, trouxe-nos de volta |>ara a Europa
em qnarenta.
Mas porque tardn quinze dias mais na val-
u "' pergantou um ouvinte.
-- Porque na volta, responda o offl.'ial, na voJ-
. uavegaraos junto a costa.
A HISORIA DE UM PI.ITOlApenas a gallinba
:em 10 b^ras de ehoeo j se pode observar no ovo
cortos signaes do futuro pinto. No tira de um da
aparece o coracao, no segundo dia percebe-se
djaj vei:u!as de sangue cuja palpitago ja *eu-
MaL
\ i I-i de eJneoeata horas notam-se os v-?niri-
j:o? do cora&o, no lira de setenta desliagnen se
. zas e na cabera dous pequeos pontos pira o
i rearo, un para o bico e ouiro* dous mais, um
i; lieate e outro atraz da mesma.
N'o lerceiro da esta formado o ligado, as sent
- iriota e ama turas nota se pela primetra vez
: z raivimenlo vo!notario e cinco Joras jpoii v-
se o estomago e a moela.
Ni Qm de seis dias apparecera os intestinos e a
parta superior do bico.
Nu fim de site dias o cerebro que at entao ti-
uha estado meio liqaido, adquire certa consisten-
a.
Aos orto dias de acubado abre-se o bico 8 ap
j/ireea a carne do peito e seus onos.
,; ras, o bico ganha urna cor esver Jeada e se nes-
u estado tirar-.se o pinto de sea envolucro ver-
' ha que j lera movimeoto proprio : principiara
a irescer as pennas e a eabe;i cobre-se de pen-
Dugota.
No undcimo dia apparecem os olhjs ; m lira
qulore v-se o pin:o abrir e fechar o bico com fre-
cuencia ; no de dezoto pa pela prtmeira vez ;
'lepis disto vae crescendo e adquirindo torcas
ora rapi-;z ate que por fim rompe a casca oala
est preso.
A MlILHEFl.-Leraos na Tiibuna de 13 :
As omitieres aprenderara desde a infanjia a
'jrasiderar o casamento como o granie e o prin-
'.ial objecto de sua existencia. Nello basiiam as
-uas esperancas de felicidade, contando sempre
ivalisar ou eclipsar suas corapanheiras e amigts
e ate quem ser a primetra a casarse em urna fa
railia, assurapto de particular consideraco.
Estas Circunstancias militan), pois, forlemente
em favor do namorado que priraeiro Ibes offerece
easamento em breve praso.
O coracao femenino, quasi sempre bom e genej
roso, sent a saa propria fraqoeza que o torna in-
capaz de arrostar ozinho os labores e as provan-
cas da vida. Necessitando o arrimo de oolrem
alm de desfrnctar as delicias mais ceagensfes
seas semimentos, qaer a eraanaeao daquelies ter-
nos affectos, de cojo exercicio dependem princi-
ptdmente os gosos mentaes da malher.
E esta a razio porque o amor de muita? mo-
cas chega gradualmente a fixar-se irrevogavel-
meoto na melle? qae a principio olhavsm com a
maior indiferenga seno com desprao, por ira
pulsos de um principio recndito de generosidade
inherente sea propria natureza, principio abso-
lutamente indispensavel para man'er o evito
tquiibrio em nossos respectivos direitos e praze-
res, assim como para marcar o coraportameato de
nm para com o outro sexo.
8ATI3FACA0 DEVDA.-Em certa legislatura
tiradeput&i Jise taes injurias respondenoo a .vo-
to, qae elle proprio depois reconhecea a saa falta
e escrevfa i sea adversarlo a fegurate caria de 0 i* tenente d'armada Pedro .Lopes da Concel-
satiifa^io : cao, declara nao ter parre alguma do commahl-
Prezado e r-speitavel Sr.No calor do mprov!- cado publicado ao Jornal do Recifit d' 20 do cor-
so disse no correr do mea discurso de bontera al- rente, cera o pilheto de vergonzosa inexactldao
aris pbrases mai clfeo.-ivas a V. Exe. 6 que
agora a sangae fri lamento te-las pronunciado.
Apezarde sermos adversarios po!iti;os, i:io nao ex-
clae acortezia e a eonsi.deraco com qae V. Exc
merece ser tratado ; porm raeu geoio tal, qae
qaando oaco dizer bernardlces, asaeiraa e nece-
dades, edmo as que V. Exc. oitse no sea insigni-
^eante discurso, nao me posso cunter e na respo.--
ta excedo os limites da conveniencia.
Receba V. Exc etc.
O que ha de mais eagracado no caso ne o
adversario foi mostrando esta carta aos amigos
como nm trlunpbo e urna satisfao obtida por
cite ao terrivel orador.
NOVO ARTIGO DE COMMERCIO.-Dix o Va-
curio i Valparaso:
Homero a tarde, houve na roa de Santa Rosa
ura grande a!voro;o, os moradores das casas, qae,
por cariosidade assomarara s janellas ou s por-
tas da rna, e os rapares agrupados, tudo indieava
que saecedia aignma cousa extraordinaria. Cora
eITeito, o espectculo qae todos os vsinbos tiabam
rtsta olo poda ser mais desasado.
t Passava por esta roa uro camponio montado
em sea roeiaate com bolsas cheias, nio d: fartaba
de mi'bo, pois esta milito cara e vale era oaro
o que pesa, mas sim de doas tenrao creaturas, ca-
>* latas cabacinbas sabiam para fra das bol-
sa; latera o que neste momento aiirabia a alten*
210
370
590
se ma
opreseat!
\ m
Saanders
ffP-OM*
C.
SiQto-ll..:]
thesonri4a |TovMnt n Psrnan-
eiro de 4874
MqVl<^||eSiri.

Nova banco de Pernatnbwco etn liqaidar;o
^ i9 de jaaeiro de 1872.
Os sabores aceintstas poem reetner 8" di-
videndo de 1 I|i por cesto de capital; s quar-
la Teiras o sabbadoe.
PRACA DO RBCIFR Si DE JANEIRO.
M l 1/3 tMMLU M TASM.
Coi^BS officiaes.
Algoaiode Peroaonuco ^ so re 69* rs. por tito.
Algo lio do Itio Grande do Norte sera raspee-
a ftf w, .per kilo posto a- Itrio a frote
de I i|M e 50| Aito^do dito dtio S6 rs. por kilo posto a n< ro a
frete de I I# d. por I*.
k.godao da Pirahyb Ia son 653 rs. por kilo
osfo a bordo a ffete de 1 de 3 00,
ontem.
Apoliees da divida publica de 6 00 9i <\0 e
ao par.
Cnbfc sobre Lonlres a 90 div. r, d. e J."i 1(8
d., e do banco 2i 7|8 d. por UdOO, boa
lera e boje.
Cambiosobre Pigueira vista 120 0,0 d premio
boBien.
Cambio sobre Lisboa 90 d|v. 113 0,0 do premio
hotfterh.
Cambiosobre Para 15 djr. 1 OjO de descont.
P. i. Pinto
Pmtdenu.
Dbourcq,
Sreurl6.
LFANDEGA
do dU 1 a ti. 4 976:-;M4 Idtm do dia ia kfrmUM
o nimM
A morte acaba de arrebatar ama preciosa exis
tencia na ilor dos anuos, qoanlo i i m.is ne:es-
saria se fazia ao esposo, a tres anoceaies filbos e
a um earuiaosa mil nos seas ltimos amargara-
dos U'f I
A 20 do crreme receheu o cemiterio publico es
restos mortaes da Sra. 1>. Anua Amalia de Fi-
guveiredo Perelra, esposa do Sr. Jos Tbeotonio Pe
reir de Carvaiho.
lima cruel enfermilale, devorand)-lhe lenta-
mente a vida, da por dia, no longo periodo de nm
anuo, foi o instrumento de que se servio a morte
para por em prova a suas anglicas virlales.
Nunca, porra, de seus labios esnapuu ama s pa-
lavra de amargura ou de impaciencia I
Tanta resigaacio no meio dos mais crois sjf-
frimentos, que diariamente mais resrudesciam pe-
lo augmeuui e iaiensidade do mal que a consu-
ma, so tem quem possue corico fortalecido as
excellencias da doutrina ebristaa, e inflamado pe-
la luz da divina graca ; e ella o possuia naquella
mansiiao de carcter que evita as discordias, na
qaella paz que faz ao hornera tubo de Deus, na-
quella paciencia as ailribulacoes que levanta a
creatura sobre as estrellas, onda nao ehegain as
per-grims imoressss deste mondo.
Sua morte foi cora o sua vida, to tranquilla co-
mo esta, embora as dores e os cntratemp s qae
a cereivam. Sjo eterno desappareciraento de tao
exeelleute espo-a, extremosa mii e desvelada (ha
foi um golpe profundsimo nos ceragoes do e
poso, dos filbos e dos prenles; resigaen-se es-
tes cora os Oecrelos da Providencia. Ella a cha-
moa ao cj para ter q aera orasse e intercedease
por elle?.
L V.



I,01ft578#90
ii. i '*.''
e*fttttt da alfnili;-
Volames entrados com fazendas
con gneros
m
Volames sabidos com lazendas
> > eorn gneros
33
316
33
i lo
O panorama do Porto.
(TIUltSCRlfCo)
Notiiati do Diario do Gran Para de 18 de ou-
tuero prximo panudo.
Fez se domiogj a noite, no theatro Chale:, a pri-
meira exbibi;ao do oanorama da cidade do Porto,
magnifica tela de 150 metros de comprmento so-
poi 3 I ore 4 I/i de altara, qne representa a mais formo-
lo parte daquella cidade.
' uma obra d'arte, o panorama da cidade in-
victa, qae em sua beilesa seduz todos os espiritos.
O artista creon em milagres da scenograpbla um
harniouioso conjuncto de bailesas, que retrata a
realidade do objecto, com um toque de poesa se-
rena e inspirada, que d s mil minuciosidades do
quadro un grande valor artstico.
E' naturalissimo o jogo das nuances que estabe-
lece a harmona da luz e sombras cora tio pere-
grina feicao de verdade, que causa a mais com-
pleta lluso. As galas da natnresa na paisagero,
animada pelo fumo que se escoa da cnamin da
casinba da serra, as vagas doiradas do Douro a se
desenrollaren] na praia, a linha de serras fechan-
do o borisonte, e a cidade com os seus monumen-
tos, com a sua edificacao de tantos typos archte
toacos de tanta pocas da historia, aniada pela
luz lmpida e suave, que se Ibeiria d'um co ela-
ro, a retratar-se no sau rio de tantas leadae en-
cantadas, puvoavam a alma do espectador com
as mais inefaveis visoes, que nao raro refazem
poemas ntimos, de que vivera aa reminiscen-
cias. O Chalet es leve multo concorrido, porque o
publtco paraense nao perde ensejo de festejar ama
obra d'arte.
Ao Sr. Dr. Chtft de Polica
A bem da moralidad* e da seguraoca individual
rogamos ao Sr. Br. chefe de polica, que d snas
terminantes ordens paia qdm afugenteoiuma malta
de moleqnes o menino), que se jontam diariamen-
te em volta do circo do Sr. Chiariai, nao s f-
jenlo exercicios gymnastieos. acompanhados del
insuportavei assaada, durable os espectculos, co
mo-tampem sltarJQo palavroes de arrancar con
ro e cabello.
Se o oosso pedido merecer a divida atloooao,
estamos convencidos de que nao turamos a lamen-
tar funestas eonsequencias^ occasiooada*, quasi
sempre, pelos acrbatas de eaitrete e faca de
ponta.
O amigo da otdm.
Descarregan hoje 25 de Janeiro de 1872.
Brgue Hgl-zAtertcarvo e ferro.
Vapo nglez Douro mer'cadoriu.
Brigue iogiezRove Pf(i/-bacalho.
Barca portngaeza Pereira B^rges arios g-
neros.
_____
Despachos de exporlaco no dia 23 d
Janeiro de 1872.
Pan og portos do exterior.
Na barca regleta Insigne, para LW(fpoe4,
carregaram : Thomaz JefTries A C, 400 laceas
com 31,357 kilos de algodio ; R >be Senamettau A
C .5 fardos r,i m 8 3*z ditos de Sito.
-* Pfo lugar nglefc Amelia, para Lrterprjol, car-
regon : P. I Manry 12 saccas com 91. kilos de
algodio.
JTa bafea 'aiei'rt S. atiene, para o Havre,
arregaram : Tisset freres ft C iOO saceas com
IH.ilO kilos de algodio.
No palifho iog'et Elebre, para o Rio da
Prata, carregaram : Arnorim Irmos A C. 300 bir-
ricas com 5r5,60 krtos in assrtcar branco.
No brgne naeionst Momento, para o Rio d
Prata, carregaram : los da Silva Loyo Fimo
500 barricas com 47.712 kilos de asnear oraneo.
Na galera portugueza Asia, para Liverpool,
carreeoa : Jos* FerfMedes Perrerra 100 saceos
com 14,100 kilos de assa;ar re asea vado.
Na barca portuguesa Nuco Silencio, pan
Listo, -carregaram: Joaquina Jos Ramos 2O0
saceos zon i.5,008 k los de assacat mascavado; J. J.
Gonafve. BaMo 200 coaros sec&is si fiad com
2,400 kifos.
No Migar inglez Jalo, para Lisboa, carrega
ram : Thomaz de Aquino Fonseca A C 1,850 sac-
eos com !3R,750 kilos Ce assaosr ntwcavado.
Na escuna portngaeza AfjcA..Vn.*1, .para o
Rio da Prata, carregaram : Arnorim Irmaos A C.
300 barricas com 32 967 Julos de assncar masca-
vado.
^ pitaebo bespanho! Pr Prata, ctrregarsm : Pereira Carne-.ro A C, 400
barricas com 4,280 k.Ios de assacar .raneo.
Para os portos do ioienor.
Na barcaca S. Benedicto, para a villa do Don
ro, carregoa : Manoel Ferreira Pontes 4 pipas com
1,960 litros de agurdente.
o patacho bespanbol Pelnjo, para Uruguay-
anna, carregou : P. Carnelro A '1 450 bjrrtcas
'com 50,344 kilos de assacar braaco.
No vapor nacional Para, para o maranhao,
carregaram : Oliveira A Filhos 30i) barricas :om
21,225 kilos de asacar braceo.
Na barca portngaeza Arminda, para o Rio
Grande do Sal, carregaram : Carvaiho & Noguera
167 barrica} com 18,734 kilos de assucar branco.
RECEBEDORIA DE RENDAS INTERNAS
GERAES DE PERNAMBUGO.
Sendlraento do dia 1 a 23. 41:3594316
(demdo-ciaft...... 1:455*630
42.814|9i6
CONSULADO PROVINOIAL.
^endimento do dia 1 a 23. 136:918/640
dem do d 24...... 7.028*308
133:940*948
MOVIMENTO DO PORTO.
Xavies mirados no 4ta 24.
Ro de Janeiro19 dias, Brigoe bnslleiro Danao,
de 29'i tJ3.li.ds?, capit-o Ca.-imiro llibeiro Go-
signada eorn a letra C.
COMMERCIO.
mes.eqnipagem 10, carga 453 barricas compol
vora.'e omros gneros ; a A. L. de O. Azevedo
Natos sahidos no mesmo dio.
Rio Grande do SalPatacho brasileiro Probidade.
capito Virgilio Lusas de Mallo?, ctrga as-
sncar.
ParaHiate naiional OUnda, capito Trajano
Teodorairo de Moora, carga assacar e ontros
gneros.
Para e portos iniermedir*Vapor nacional Para,
eonmandaote F.lippe F. Pereira, carga earnd e
octres gerjero.
* Qbtifvnj&o.
Sospenderam do laroaro :
Pan a Parabyba o Ipgar Qcwn Rangtrt. capi-
ta Hellyer, com o DJesrao biirb. n_g {roaxe do
Rtt... JatQeiro:
Para a Parabyba', o brigue _ngie_ Mayfitld, ca-
pie T. Ree, com o mesmo lastro que trouxe do
Rio d j Janeiro.
ni
NORTHERN.
Capital. .
Pando dt reserva
. !O,00O:0rJ0#00e
. ,. 8,rjW:000|0fJ.
Agentes,
9itU Lrlhnn I C.
IMPERIAL
Companhia de segaroai contra
logo.
.AGENTES
s, p. JomsTox i o,
Ras da 9enza.a-.noTl. u. 41.
TH ALLJANGE BRITISH 4 FOlEIGN.
Life acd Fire Assarane. Companv eetaberecid
m 1814. Capital EsWO^OQ
Os agentes desta eompashia tomam segaroi
Facaldade delreito.
Da ordem do Exm. Sr. direct ir se faz publico
c prograranja qu. .vi ser observada nos exa-
noj n*e par ato. we m ana se nn de nraeeaac ao
tfroxltno vindoaro "mee, a comecar do dia Io s 9
aera da inaobaa ; aesin ono so (as igoalraMl*
publico a tita de todos os inscriptos as materias
Uohre iiue_tem de versar os referidos exames.
Secretaria da Facaldade de Direito do Recite,
U de jane.ro 1.71
O secretarlo,
> Batrra de Menezes.
(JA.
ateo eeeak
lilplicacid dos nmeros ralelros.
*r r>m> dos-gqrfleros tateiros.
4. Redneclo das fraecoes ao mesmo deno-
tdrandor.
5. RedOccHo das frac_5es 4 wpresso mii
Si iH pies.
>. Operacoes sobre as fraceSes ordinarias.
7. Operacdes sobre as fraefoes decimaes.
0. Seen, ttiettico.
9. Operacdes sibre os nmeros complexos.
W. DrrMtHMade dos nomefos.
ti. Dizimas peridicas.
I i Quadrado e rarz quadr-ds.
13. Cubo e raiz cubica.
14. Proporcdes por d*?ree?a e por quociente.
15. Regir de tres simples e eomposta.
16. Regra de juro< e de desconi >.
17. Regra de com pao h a.
f8 Progrssoes poY d<9wenca.
W. Progres<5es por q.oetefB.
W. Theoria elementar dos logarismos.
AL6BBRA.
1. AoMico e ubtra.cio algbrica.
2. NnlmlieseSo alge.ra.
3. Divisao rlgebrea.
*. opericoe^ sobre .as rrae_5es algbricas.
5. Mximo commom divisor llgebrico.
6. Equaco c problemas do 1* grao, a uma s
acogolla.
7. RiuaeSes e prebleroas do l* grao, a dirs
incgnitas.
ff Formulas getaes para resoroeao de ura >ys-
teme qualquer de eqaaees do 4 grao.
9. SolutSe5 _e*a*ivas dbs probkna. Theoria
das qasntldades negativas.
10. Discussio des equacSes do 1 grao.
11. Discdssao de prootenn dos correio?.
II Analye indeterminada do grao.
Qtmumt
1. Theoria fas perpendicnlsres e obllqaas.
2. Theoria das parallelas.
3. Tbeoria dos Vnifilos.
4. Ooe qodrilaros e saas variedades.
5. Dos polygonos coovenor.
8; De e>r cota a Iraba recia. Propriedade da perpendicu-
lar abaixada do centro do circulo sobre amo
cor*.
7. Medida dos ngulos entra!, inscripto, cir-
cem*cripto e exceMUao.
8. En iodo o triangulo e em todo polygoao re-
gular sempre possiwi inserever e c.cunscrever
nm elfttlo.
9-. Do crculos seecaMes e dos circuios tan-
gentes.
M>. Lmhas proporeiouaes.
11. SemeHhane dos t-iangolos e dos eolygoao.
II Propriedade de porpeitdiculw abatxed do
vsrtico do ngulo recto de um triangulo reslangu-
lo sobre a hyoothenusa.
O quadrado de qoalquer lado de an triangulo
igal i somnia dos ijuadrados dos outros doui,
se reeto o ngulo opposto ao primeivo ; tal
obtuso oa agudo, mais ou nenos o dobro do pro-
duelo de nm aesies lados pele projeecao do outro
sobre elle.
19. DotH perarfelef rammes da mesma bese e da
mesma airara sao equivalentes. Doas rectngulo
quaefqu-r sao propoftieMes ees productos da*
ba?es pelas alturas. A'rea do rectngulo, do pl
rallelogramrao, do triangulo e do trapezio reci-
Mfft
14. A'rea do polygono regalar, do crculo, do
sector circular e d trapeso circular.
13. Rehreao entre as reas de deus polygono?
emelhaiites e de doas crculos de ratos diffe-
rentes.
A irea do quadrado construido sobra a hyoo-
thenusa igual a somma das reas dos quadrades
construidos sobre oatros doas- lados
16. Lrahas proporcionaes consideradas no cir-
culo.
17. Avaliaeio dos lados dos polygoflos rega-
lares.
18. Das rectas e dos planos perpendiculares e
obliqoos entre si.
19. ngulos diedos e saa medida.
20. Das reet.'s e planos parallelos.
21. Dos ngulos poljedros.
22. Dos poiyedros coavexos.
23. Semelhanea dos poiyedros.
24. Dous parallehplpedos da raejma base e da
mesma altura sao equivalentes. Todo o paralleli-
ppedo obiiqno, pode ser transformado en um pa-
raJIelipipedo rectngulo. Todo o prisma obliquo
d metade de um parallelipipsdo de base dupla e a
altara igual do prisma.
25. Doas parallellpipedos rectngulos da mesma
base sao proporcionaes s s_ae airaras. Doas pa-
raiielipipedos rectngulos da mesma altara sao
proporcionaes as suas bases. Doas parallelipipe-
dos rectngulos qnaesqaer sao proporcionaes aos
productos das bases pelas alturas.
20. Doas tetraedos de bases igoaes da meiraa
altara sao equivalentes. Tolo o tetraedo a ter-
ri parte de um prisma triangular da mesma base
da mesma altara.
27 Volme do paral!elipipedo, de prisma, do ey-
Hndro, da pvramide e de eone.
28. Superficie lateral do prisma, do cyndro rec-
to, da pvramide regalar e do cone recto.
29. Toda scelo feita na esphera nm circulo.
Todo o plano perpendicular ao ralo ne extremo
tangente a esphera.
30. A'rea e volme da esphera.
PHILOSOPR1A.
1. Ohiecto, ulilidade e divisao da phiiosophia,
saa atitidade e reacSo ora as mais scieneras.
2. Das fatuidades da alma : sensibildade, en-
tendimento, vontade.
3. Da sensibilidade : seas caracteres ; sensa-
c3es, sentimentos, paixoes.
4. Das nossas ideas etn geral ; saas diversas
especies.
5. Da percepeo exterior, da altencio e com-
paraco.
6. Da abstraecb, forroacao das ideas geraes.
7. Da memoria, aasociacao das ideas, iraagi-
aacio.
8. Do jnzc e raclcioeinio.
9. Dos signaes, e ero particular dos vocabulos,
na rea _io com o pegamento.
10. Da aeiividade' espbdtanea e reflexa, descrip
9- D'M aitriaotos w|apbysieea deaaa, 0. fns attnlrato* itiortes deDetis.
31. tJi providencia considerada relativaneote a
^existencia do mal.
Si. Dos motivos dos actos humanos.
33. Critica das principien opiaides dos phyloso-
phos sobre a natureza do dever.
34. Demonstracao ia le natural ; lei positiva.
35. Conscieneia moral, Impatacao.
i 36. Do mente e demerita, peana e prento.
37. Moral regics*; culta agteruo externa.
38. Moral in_fviJ__l; dol aeverearelalivos ao
gespirito.
39. Dos levares referios M corpa e aos aea
xtrinsecoa,
40. Moral sacia I des devepas de b8e_ceiicla.
41. Nccdea do direito, deveres gdran da jan-
ca.
42. Dos deveres genes na soeiedade domestica
e eivil.
GEOGRAPHIA.
i. Geographia : ierra, sua figura, raoviraentos,
soaetlele ; exo, polis, equador, meridianos, pa
rllelos, trpico, circuios pilares e zonas da trra
Diviso da superficie do globo em Ierras e aguas,
libas e continentes. Priroelra divisao das trras.
O.vano e sais divides. Costa, grupo de has, ar-
cbipelago.
2. Horisoote visual. Pontos cardeaes e collate-
raes. Regiio, pas, narae, capitel. M^rs, cor-
rentes, campos, rnonlanbas de gelo. Fundo do
mar, sua eievaclo at a superficie exterior dai
aguas.
3. Pntias, riba?, dunas, pennsulas, isthraos e
cab1 i. Planicie?, montes, serras, valles, grupos, e
syjtsmas de roootanhas, volceos, neves perpetna
e geleiros, ma-sieos e sleppes, desertos, e oasis. La-
gos, Isgas, patn os, ros, canae?, bacas e ver-
tentes.
4. Limites, divisa), mares, golphos e estreitos
da Europa. libas, peniusalae, istbmos e cabos da
Europa.
5. Montanhas, vo'.cGos, inassicos, valles plani-
cies, stepp.? deiertos, da Europa. Veriente-, n
nha de divisao das aguas, lago, rios e lagunas
da Earopa.
6 Limites, divi5o, mare<, golphos, e estreito
da A-ia. Illms, peuinsulas, lthraos e cabos da
Asia.
7. Montanba?, volefies, raassicos, depre-tes,
valles, plaoicies, stepp>>s e dsenos da A-ia. Ver-
tales, linha de divisao das aguas, lagos, ros e
lagunas da Asia.
8. Limites, divisao, mares, golphos e estreitos
da frica. Mas, pennsulas e cabos da frica.
9. MoBlanna?, voleos, massic/o?, vallas, plaoi-
cies, steppes e deserto da frica. Vertente--, la-
gos, rios e lagaas da frica.
10: Limites, divisdes, mares, golpb o estreitoi
da America. liba, pennsulas, isthraos e cabos
da America.
11. Momeaba, vouas, inassicos, vallas, plani-
cies, steppes e desertos da America. Verteotes,
i-
Aatoaao e Ocaavie.
. Aaream. Os Casal
De Comraeo a
1 i, Prinelra e eaga|a guerra paniei.
16. Querrs civi-, l_flo e Sylls. Pii
umviralo. Casar e Poraxwa.
17. Segaalo triamvfiraln.
Estabelectnenlo do
gusto.
18. De Tiberio a M
res. Flavlos e Amontaos,
cleciano.
l'i. Orig->m a f_njrtso e rj__gsMai.
??*____ CospUno lago*. Triimpho aa
^braanM^mo,
2* Bvijao de fWfwrn. IoTaaaa d->s Brbaro*
QaedJa do imperte deOcaMaate. Urcajii
doi nndado- en nu gaaicriaa.
IL Os Francos, dai Cifln>aartel.
no a Breve. Carln M;
i ario do OecaflaMr
21 Mihomet a saa
Anees. Onraiaaae a
Ragdal e de Cordova.
p. Imperla llyuntioo.
rnaflbeloriDiaato eo
Cooquivus eo
Ci itaeoe da>
-
EDITAES.
i -i .
O administra lor da re^bedoria de rendas
internas gsraos- lax p Jillm qae4 nrats um d (_.-
nr iro e no de evereiro prximo /atoro qae tem
de ser paga, nm malta, a laxa dos eiaravos, re-
lativa ao eiericin corrate da 1871-72, e que Da-
de o referido praso ser cobrada oo_ a molla de
5 Ora
Reoebedoria de Pernambaeo 18 de jaaetro de
1871 av,
Manoel Carnelro de Sonia Lacerda.
_______
O lilni. Sr. ittSDator da thesour.ria provin-
cial manda Jartr pnaaca, en cumpriaento da.or-
den do Exm. Sr. pree idete da provincia qae no
dia 1* de tevereiro prximo vinJouro, aerante a
juma da aieoda da neena de ilimaniacao e djeua aos presos pobjes da caa anuo da alma com o carpo,
da de,ten_o, e pelo restante do triaesife brrente,
i de
pit- dos actos da vontade.
H. Do methodrj': aaaly.-e e synfhese.
12. Da priposicos, srjs especies, oonversio e
opposldta. .
13. Oa deflnlcjio, divIsJ) de classTflca_.o.
14. Do !n?.o intimo : evidsnfcis, certeza, axio-
mas.e demonstra^Jel'
lo. Da obsrx'acJa externa : induefio, analoga
;j probabilida'de.
8. Do tesfe'rnunno hamauo : regras de critica
.histrica.
17. Oo syllogiimo, suas epecks, regras e -
i"**- __.._
. 18. Da arfiuraenlaco, suas formas e regra?.
10. Dosiaahismas e causas dos erro?.
- ,20. Da origai de nossas' Idas; aprecia qo de
opiio.di.aa,icr*,.
21. )as U faadameniaea do enlendimento
humano ; substan;ia, causa, tempo, espaoo miloi-
to, finito, uoidade, eorpo.
2_. Demonstra .lo da liberdade : influencia dos
motaros sobre a vontade.
13. Do Eu, saa unidade e dentdade. Espiri-
luaadade da alma.
1*4 sposico e critica das bypolhses sobre s
servindo'de bas ao contrato os presos ablico- de-
clarado., e de coBormidade com a nova tabella :
Dcmioffyalmr"
SeganJa-lerra
Dcmngo, almo..^antar e ia
K. Da iraraortlidade da alma.
25.|Oa idea de ament supremo ; prova meta-
pbysica de saa evisteocia.
17. Prova pbysica da existencia da Dea?.
V. Prova moral da existencia tfe Deas.
linha de dm.-ao das aguas, lagas, riw4 e lagunas
da America.
12. Llmiles, divisao, mares, golphos e estreitos
da Oceania. Ilhas, pennsulas cabos da Ocea
nia. Montanhas, volcoes, inassicos, plauicies, step-
pes e desertos da Oceania. Verteutes, lagos, rios
e lagunas da Osoaaie.
13. Regiao natural, poltica e ethnograpbica.
Estados, soberanas e meios soberanos; divide?
empregadas na sua de?cripco. Superficie de um
paiz. Populaeo absoluta e relativa. Governo e
suas f -mus principase. Religio e suas divisdes.
14. Divi-ao dos povos segundo seu aspecto ex-
terior e dtsenvolvimento moral. Clima physico,
suas causas s influencia sobre a destnbuicao dos
vegetae> e animaes na superficie da trra. Lat-
lude e longitude.
15. Limites, sitaa;o, superficie, diviso, gover-
no e religi) doa diversos estados da Earopa o-,ci-
dental e septentrional. Capitaes e cidades prin
tipae?.
16. dem da En-opa occidental central.
17. llera da Europa occidental oieriodinal.
18. dem da Europa occidental.
19. dem da Asii septentrional e oriental.
20. dem da Asia meridional.
21. Hora da Asia occiieotal.
22. dem da frica septentrional.
23. dem da frica occidental.
24. Mera da frica meridional.
25. dem da Afri :a oriental.
26. dem da frica central.
27. Malasia e Australia, Polincsyia e terral An-
trcticas.
.8. Situarlo, extensio, saperfJ:ie e eonlguraco
da America. Sua divisao
Aspecto gerai, climas e produccoes.
Populan ., racis, liogaas, religiSes e governos
da America.
29. Brasil : suacao, limites, extensio, superfi-
cie, coafigaracio e ikviso do Brasil.
Bahas, portos, cabos, estreitos, recife, ilhas,
roontanhas, cordifheiras, planicies, vertentes do
Brasil.
30. Liabas de diviso das aguas, lagos, n, do
Brasil. Capitaes, cidades, villas principaes das
provincias do Brasil. Aspecto geral, clima, popu-
laeo, i r Jj.'c ?, i i Uiias naiuraes, religio e
governo do Brasil.
31. Repblica Ori:)nUl do Uruguay. Confedera-
cao Argentina, Repuolicado Paraguay, Chile.
32. Bolivia, Per. Estados Unidos de Venesuela,
Columbia e Equador. Patagonia.
33. Guyanas. Anliibas. America central e Pa-
nam.
34. Mxico. Estados-Unidos da America do
Norte. Trras rcticas dinaraariuezes. Groelan-
dia.
33. Islandia e ilha de loao Mayen. Nova Bre-
lanha.
Territorio Je Ala-ka.
36. Astros sua divisao em estrellas propria-
mente ditas. Planeta' e cometas. Esphera celes-
te.. Roti_Io apparente. Polos e eixo da esphera
celte.
Ejireas prspriameate ditas. CinstellacSes.
Scintiacao, grandeza, cor distaneia da trra a
raoviraentos das estrilas. Estrellas variavei*, tem-
porarias, daplas e mltiplas, nebulosas. Via lc-
tea.
37. Sol : volume. movimenios, conslituico e
manchas do sol. Systema solar. Cometas, parles
de qne se eomp59a, den?ldade e dimen'oes. Co-
metas peridicos. Planetas. Diviso, distancia do
sol, volume, massa, lempo da revolucao e rotago
e mais particularidades dos planetas. Asteroi-
des, aeroliihos, bolides, estrellas cadentes, luz zo-
diacal.
38. Syslemas de Polcmeo e Coperniso. Leis 4*
Kepler. Allracco e repulso, leis de attrae.'.
Figura da trra : demonstracao d saa redondsza
e verdadeira forma, de saa rotacSo e revolucao.
Crculos da osphera celeste a da trra ; equador,
meridianos; culminacao dos astros, horisonte ra
cional e amprente: meridiano, pontos cardeaes
Rasa dos ventos. E:liptiea. Zodiaco. Discordan-
cia entre os signaes e constelIac.es xo-iacaes.
39. Anuo sideral o trpico oa civil. Estacles.
Explicacao e duracao das estages. Posico da
esphera : recta, oblicua pararella. Determinaco
da po?i(o da esphera para qaalquer lugar do
globo. Da natural e artificial, sideral e solar, ci
vil, verdadeiro e medico. Refracco : augmento
dos dias na'uraes pela refracco ; crepsculo. Dia
solar maior que o sideral. Causas da sna varia-
cio.
40. La : seu volme, dimetro, distancia da
trra e movimentos. Revolucao sideral e synodi-
ca. Aspecto e falta de atmospbers : Libracao.
Pha?e?. Ei-lypses do sol e da loa.
II. Mares, Ltisoe e longitude terrestres. Me-
th.'do de as determinar.
HISTORIA.
1. Creacao 4o mundo. Diluvio. Vocaoo de
Abralio. Moyas.
2. Eslabelecimealos dos Israelistas na Terra da
Promlsso. Jlzes. David e Salomeo. Divisao
do reino. Destru j3o dos reinos de Israel e de
Mi.
3. Prrmeiro e segando imperio dos Assyrlos.
Imperio de Babyrocia. Naboibodnoor.
4. Erypio. Conqoistis de Sesostrls. P?amrae'
tico e sir saccess^os. M'mumenios e eosiamss
dos Egypcios.
5. Ippeno Wdo-Prsico, Cyf esn* cdttqnis-
ta?. Cfc.0, Daro, Xerxe. ( _
6. Grecia. Tea!pos heroico. Ar_oBaatis. '
Gqerra contra Xbf ba?. OtrerTa ff Troya. !__.-
sao dos Dorios. Homero. .,- .
7. LwAtrgo. 3,toi..C-onia3_gFgs. ,t
8. Guerras medicas. Tratado de Cimoh.
9. Guerra do Reiopoeeso. Scrates. Expedico
dos dea mil. Ylopidas e Eparaioodas,
10.. Pbiltppa do Macedonia. Demosteaes. Ae-
xandre Magno L ,- saJ
11. Diviso do imperio de Alexan.re. Macedo-
na e Grecia at a conquistas pelos Bomanos.
12 Diviso da Italia. Fundacao de Roma. Os
res ale aa-oli.. da reai_Ma__H. ----- __
13. Estabelecimanio d repblica. .Gaefra com
Por son a. Consolarlo. Dictadura. Tribunato. De-
cemviros. nvasao dosOaulexes.
14. Conqoista da Italia. Guerra dm os Latios,
Sara altas, Pirro HutnW.
Justiniaeo I. Heri-
cl.4, Isanrioe. Maeedoaios. Comacaios. !_
leolasM.
24. Qivisao do imoerio is Carlos Ma__o. Km
dos C iroviogios na Franc a na Allenaetia. Ge-
meco di imperio da Alleraanha. Drantia de Sa-
xonia.
2."j. Dynastia* de Franeonia e de Soabia. l.au
com o PoMiSeaeo. Gregario VIL leei cutio II.
26. Cruzadas.
27. Franca. Capeting i.
28. Franca. Valois al Carlos VU. Gaerra do*
con annu>.
29. Inglaterra. Coaaou das Nornaalua.
nastrr dos Pianrageneta*. Ongem da etl
iaglezn. Migna C*rta.
30. ll-.-p.aha, Portugal at o Im da lf ia*a>
Dyiiania de Rorgouha e de Avft. Pareaiia f Isa-
bel a Ca'h ihc.
31. Estado a Italia. Mine. Taam
Genova e aples.
32. Fraoca. Carlos Vil. Lua XL Duque de Bar-
graba. Saissa.
33. Inglaterra uo 15* scalo. Guerra das ta-
sas
34. Guerra d Italia. Carlos VIH l.ofe XII.
3->. liarlos V. Francisco I.
36. f.hri.iova.> Coloabo. Ya*ao ia Giua. Peer
AI ves Cab ral.
37. Ral' rraa r-ligiosa. Lufhero. Calviao. Coaolic
Trideatia.i. Compaohia de Ja-as.
3g. Ga- rra da religio em Franca. Fim di ca-
sa de Valis. Casa de Bonraea. flneriena IT
39. GraaJtza e decadencia da "-|"iH can a
Dyaatua da Austria. Pbipee U. lo^tpaaeraeia
di Llanda. Reaoiao dt Pirtugal "grirlri lo
depenlenaia de Portugal.
40. Inglaterra. Dvnasiia. To,r. Oaaastla ttaar,
Revolucao CromweU.
41. Franca. Lu XIII e Riebeliea. GietTa os
trila aaan.
42. Fraoca. Luiz XIV
13. Franca. Luiz XV. Guerra da necees!, da
Austria. Guerra dos sata amos.
44. Origem do imperio da Russia. Pairo o
Grande e Carlos XII, Catliariaa IL Dirise a P.
lona.
4b". Espirito de reforma. Fredereo IL Maa
Thereza. Jo II. Cirios III en aples e na Res
pinha. O mar.|,iez de Po.nbal.
46. Inglaterra. Segnoda re-oloco. Aseenci)
da Dynasiia de Hanuver. Jorge I. J irge II. J. *g
III. Conquista da Indoaaadtacta dos Esta_ae-lj_u-
dos.
47. Revolucao franceza. AssemUa coostitoiD-
te. Assembla legislativa. Coaveoco. Directo-
rio.
48. Napoleao. Coealado. Inaerio.
49. Brasil. Capit.nias h-reditanas. Estabr>:i-
menio de um governo geral. Thom da S.nza
Duarte da Costa, tteodts de S. Fundacao do Rio
de Janeiro.
50. O Brasil no dominio hspanh d. Hostilida-
des invasSes dos Inglexes, Francczes e Holaa-I-
es. Perd e restaurarlo Aa cida-Je eo ialvaer
5!. Invasito e otabeleciaento dos H.llandez**
em Peroambaeo. Rompimento da lu-urreicio per-
nambucana, e guerra da indepeedencia at a rv
lirada dos H. Ilandezes.
52. Rebellio de Beckman. Destrui^io dos Pal-
mares. Guerras civis dos Mscalas a dos Kmbca
bis.
53. Lutas com os Hespanhes ao su!. Doc'sr
e Duguay Trouin no Rio de Janeiro.
54. Desenvolvimaoto e progresan do Brasil ec
reinado de D. Jo4o V.
55. Remado de D. Jos. Qoes'ies e Ma ao
sal do Brasil. BxUncco dos Jaaoitn. O nar-
qasz de Pomhal.
50. Priroeiraa leas di iadoeendeaeia ae Bvasit,
conspirsco malograda. O Tira-deetta.
37. Transmigrado ds lamina real de Bragamca
para o Brasil. Rio de Jaaairo, capital da aaonar-
chia portanaeza.
58. Gaerra com os Heseeabei ao sal a eem oa
Francezes ao norte.
59. Revolucao de Portugal em 1820 e seas effei-
tos no Brasil. Regresso da corte portugoeta para
Lsboa.
60. Prinieiros mezes da regencia de D. Pedro ao
Brasil. Desde o dia do Fico at o ata eo feo-
ranga. Aeclaraacao e eoroacio de prineiro mi-
rador do Bra-. Guerra da loderjeaaeada.
RHETORICA E POTICA.
i. Definido e uiidado da raesariea e de <4s-
quencia.
2. Gneros de eloqueneia.
3. Partes do discurso.
4. Exordio.
5. Narraco.
6. Contlmaco
7. Peroracao.
8 Dispt-sicAo.
9. E" cucao.
10. Oraato oratorio.
11. Ei'juencia poltica.
12. Elo-jueocia f-raase.
13. Eloqueneia do pulpito.
14. Do modo de escrever a binaria, ot-ra* ;-3i
losophieas, dilogos, epstolas, novellas e roman-
ces historeos.
15. Da accao oratoria.
16. Da origem e defloico da poesa e de po-
tica.
17. Da versicaeao.
18. Do genero lyrleo.
19. Do genero pico.
20. Do genero dramtico.
21. Do genero didctico.
22. Do genero elegiaco.
23. Do genero pastoril.
24. Das escolas elassica, romntica e reatUia.
25. Da critica Iliteraria.
26. Do gosto, do belfo e do sublima.
O lilao. Sr. inspector da thesourana pr.viu-
viacial, era cumprimento da ordem d> Ezn. Sr
paesidenic da provincia, luaada fazer pnbtico, qao
ao da 1* de fevereiro prximo viaaoaro, perae1*
a junta desta thesourana se ba de arrematar
quem por menos Saer os eoacertos de qae care-
cer o quartel da cidade de Goyanna oreados en
1:602213 res, e sobre as clausulas especia**
abaixo eopiadas.
As pe co compareesrn aa sala das sessoes da eetT .a
jaota no dia cima mencionado, pelo meio dia e
competentemente habilitadas.
E para coartar se mandos publicar e preteate
pelo jornal.
Secretaria-da thescuraria provincial de Penan-
buco, 15 de Janeiro de W72.
O offlcial da secretaraa.
Miguel Affmto Ftmtrax
CLUSULAS ESPECIAKS.
1.' Os reparos do auattel de Goyanna na impor-
tancia de 1:62*.I3 r. serie executados da eoa-
forrr.rdiue con o respectivo orcameato.
2.a O contraante dar comeco as obras no pra-
so de 8 dias, e as concluir oo de 3 _.., aca-
bos contados da data da approvacao do contrato
3.a O pantneoto da iuiportana da arranata-
cic ser feito em 3 presuedes ifuaen sead al*
qQando tiver eonecade a obra, a Ia eaeade aaa-
v-t meiade dos reparos, e a :! qaeado eaaena-iae.
..a Para o mala que nao se acha eapecneaa
das presentes clausulas se observar aa etapaei-
coes do regujamento d H dsj'.'* *
ti* A- nftttn.
_V. cmara municipal desta ctiatto,
da lavar aeffeito a coilr_c_to'rft.&*
cado publico, convida ai pada _l_ W
qD,erem encarregar di nesai *mtnp
a comparecerem oa fUesraa caoln, no pra-
z> de sessenia diaj da dala dsM tm m
effactuar a arretiwUcJo jattiXtjtt' 9Q
ment e a pfeota approridos, qa M acBo
na da cmara, p*dta ser apuaios
per qaem. quizor arremalar a upr. dita
obra ; leodo em viUi s condfccrJrt alntiH
mencionadla.
Pafo da .atoira mtmi(rJ|ai do fidoHt
i
.i.
*****
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^ A"
diario d Pernaiubiic
..
Quife1 teira*rf$ a* JUneM tt ft:2

.



to Jnaqitim
.._. Lounnco
B**rra Cahun daCunha, secretario.
Clausulas espednes para o coulrao relqih
m a cnnstraccap tcr mirlado public W
* U4k-+Mf,.
,-M- KsArtracto do,meroa4f rbli-
ctt 4i cMae ddRecJfe, se feita de con-
foraiAida oon i [riada e tormento appro-
vado **f:rqsjnre$a do eqgepberro fiscal
4a obra ; pela tfpjMa de 38f5:0:Oj>OpO.
Art. 2. 0 impreiieiro dar cgmejo as
otras dentro do prazo d3 tras mezes, e
CQtfdtftra do de viole mazes, contados
assigolfcr da contrajo, sob pena de urna
molthe5}oTaWlQ0 ao prkaeiro caso, e de
lOiQOttiOQ do seguido.
aagaV3v OipagamsBl sir fdo iiseis
prestacea iguaes. A primoira qoando o
arraaaajnie assignar o cent ajo,, a segunda
[ando mostrar o conhecimedo 46 ter era-
barcafQ tooj a ferragem, a tercera qaando
livor feito a tof?* parce das obra, a quarta
qoando estiveran esecoiados os dous tar-
cas das diUs obras a quinta qaanio esti-
ver coociaindo iodo o edificio, a sexta sais
mezes depois de ejecutadas e concluidas
todas as obras e conservadas.
Art. 4. O empreiieiro Ur um engeubei-
ro eocarrega Jo de irigir as obras em exe-
crlo.
Art. 5. O empreiieiro oorigado a fazer
por sua epata ensero direta) algutn o exeas-
so de (erro oatoo, batido, ou laminado,
toneladas, alero do calculado no orcamento.
Art. 6. O contratante ds-us socios s'
os tiver nao poderSo era lempo algum alle-
gar perdae e damoot, nem usar de encara
pacas algaraai, para o que renunciara a
todos os casos fortuitos.
Art. 7. O contratante prestar urna fia>
ca de 80:000000.) para o pagamento das
prestaces que tiver de recebar.
4* seccj.Secretaria da presidencia de
Prnambuco, err 10 de Janeiro de 187 .
Por esta secretaria se faz pnblico que,
tendo o Exaj. Sr. presidente da provincia
de dar execoco ao art. da lei provincial
n. 1030 de 13 de junho do anno liodo abai
xo transcripta, se convida a qaem qnizer
contratar o assentamento de carris de ferro
em toda a extensao desta capital para o
transporte de gneros, bagagens e meitado-
rias, nos termos da citada lei. a apresen lar
suas prepotas uo prazo de 30 das a con
tar da presente data.
O secretario
lias F. d'Almeida c Albuquerque.
Lei provincial n. 100 de 13 de junbo
,.e 1871.
i- Arf 2o. Fica igaalmente o presidente
da provincia autorisado a contratar com
BeHarmino do Reg Berros, Jos da Silva
Loyo e Jos Joaquim Antunes, ou qumate-
ores vantagens offerecer o assentamento
de carris de ierro em toda a extensas da ei-
dade, destinados ao transporte de gneros,
bagagens e mercadorias, com o privilegio
de vintc e cinco anuos, e as mesmas coti-
dices daoncessao feita a companhia loco-
motora do Rio de Janeiro equipolentes as
circumstaneias da empreza.
a*ov'nt|l IB de
0), KdlLIQL-
M
o
ge-acha _
com e*0ttlK|ia>PBta8i||aW: a mesaia, que
carregadTWlSEv diTassocar, sendo con*
aiao do Kaaife para esta cMasto por om carvoaS
que aersagoido fafiri, ettkaado o dte eavaS7:
nuim sejalgar can direito ao mesme apparaAa
nesia saMatefJjel.
O.lnda 23 de Janeiro d 1812.
Maeiel Holnteiro,
I If' Subdeegado.
Smoi ana Ind t.W>ullnJt. nJPtfivn.t
"^~
i
6THUSI0 D1UMATIC0
GRANDE NOVJDADE I
Extraorina t'o sitecesso !
Qiiiata-feira 25 de Janeiro
Quwtj espectculo em ijua toma parte o das-
acto e niutio applaudido artista porluguez
Gsros Kodrigaes
Pela primeira vez, a exibigo 4o magoilico
Same aoaitDda iT]Hdaiabro4|re
Julio, por t*r a ouMrjparia mmmgt
Pire e-rwto aanaeig^ree trata-ee %m o
umr**TumtfiMcMm Atnee A
aeren. a.JtoftndailBgamaL 1. -
rm
d e
Navegapao
o diiJtVdocorrent
, do3 portqs do non
:ero o Su!, com
Cardoza, o qat'j(fepois
ra do costume egtdr
Para caria e pasageroa trara-se na
EacomrtewKsil pequono valor, peso,
tatnbm Sabe'a.recebeai-sa at 1 liara
do da de jua jahida : na
tnercipi. 8.
agencia, na de Co
i s
O fama __
a*** aabntavdtma fcflaMi,
>fHtr o l+U.
O leilo principale
tos o lule;.
......
mui-
. troQje os 2. |, um palkrif M
peaio emprestado para trazer no cairo
la e ja fazem foan dous mezes e anda nao dig
ot-ee traxer : mes ee no pran de tres das uj
tur trazer .ipii do Ctfcog n. 9, er o seo non.e
par extenso nests jemal. Rec.fe 1 de janeijo de
l'o/Z. '
DIVEBSOS

*
DA

CIDADE DO PORTO
auso
uppi
iffeii
Gommu vmfaw
V
Navtgasdo costeara. fbr
Mamaogaape.
O vaecr Cor un pe, com-
maodadte Silva, aaguin
pare o porto cima m
dia 27 de correla as &
horas da tarde.
Recete carga, en com-
passageiros e dinheiro a rete at as J
sabida : eseriplorie
O panorama da ciiade de Lisboa causou enttiu-
siasmo e admirado ; por isso e de supo t quo o
do Porto produir deslumbrante elieiio, atien-
deudo piutura ser maravilbosa I
AVISO.
T I vez do prximo paquete o artista Hodrigaes
se retire para a Europa.
Os bilneies acham-se venda no escriplorio do
tbealro.
Principiar s 8 l|'i da noute.
me:
horas da tarde do dia de sua
a o Forte d. Mallos i. 12.
Para o Para.
Patacho portagaez Olmda capilao M. J. de Mo-
raes, sega ir em poueo lempo, por j ter a.maior
parte da sea carregamemo engajado ; par o res-
to da que falta trata-se com Monteiro OrMerio &
G. ra do Bom Jess, outr'ora Cruz b. w.
jgE3h!tm.-.
irwtrese emtampo, a qaara ptete4er com-
prar a Augusto Jos Teketra^ a pbra de decora-
gao, exisrente em o ttre^rro aodar d rna So Uvra-
meato deau ciiadajL 23,qaaffita obra perieoee
a boj.-. Cor.-. L-j.: e Ppx de aua fui socio dito
Augiuto, cen geralaifBle laiioo e .-e deha es-
Ia e*'f*(* Por ler silo a carapina qie rece-
beu t.mm que eat dita obra dos para axecncao dalla.
Gotcptenteioenid habilitado para negociar a
caea terrea sita a rea Imperial, que foi do mu-
chante Virgioio, declaro que aquelTes que qniae-
rem compra-la dirijatn-se ao quartel da Soledade
tratar com o ahaixo asaigoau, pois nao s Dole-
r dar toda as inormacoes e e-^larecimeDtoi
preeisos a renpeito da dita casa, como avista dalla
fazer negocio.
MaUias Carlos de Araujo Maeiel,
____ Alfera^
Ahigasenm prsto forro
Nova_n 48, loj da Norma.
Preeisa*se,
escravo: na ra
oa
PARA'
DEGLARAGOFS
SANTA CASA DA MISERICORDIA DO RECIPE.
A Illm, ^unta administrativa da Santa Casa de
Misericordia do Recife, manda fazer publico que
na sala do suas ses3e$,no dia 2o do ni. de Janei-
ro pelas 3 horas da tarde, tem de ser arre-
matados a quem mais vantagos offjrecer, pelo
tempo de nava tres annos, as rendas dos predio?
em seguida declarado.-.
ESTABELECfMENTOS DE CARIDADE.
Ra de Santa Rita.
Casa terrea n. 32.......2015000
Ra da Meada.
Loja do sobrado n. 37......150/000
Ra larga do Rosario.
Segania andar do sobrado o. 2i A. 308/000
Ra da Gloria.
Ca terrea n. 61 '......210/000
PATRIMONIO DOS ORPHAOS.
R ia do Codorniz.
Casa terrea n. 1.......00/000
Ra do Amorim.
Casa terrea n. 3i.......120/000
Roa da tiai:i.
Casa terrean. 12.......193/000
Os pretendemos deverao apresentar no acto da
orremata^o as suas flaneas, ou comparecerem
acompaDhados dos respectivos fiadores.
Secretaria da Santa Casa de Misericordia do Re-
cite, 13 de jSneiro de 1872.
O esenvo,
______________Pudro Rodrigues de Souza.
O iaspector da alandegi faz publico que o
leilo das 130 caixas com cebo'as da marca dia-
mante M, anouocudo para boje, fica transferido
pira qnarta fera 24 do correte.
Altaadega de Pirnambaco 22 de Janeiro de
1872.
__________Bmifa Xavier Sonreir de Mello.
O admini-trador da recebedona de rendas
internas geraes faz publico que ne-te mez de
Janeiro e no de ferereiro nr limo fnluro qae tem
de ser paga sem malta a.tai dos escravos, rela-
tiva ao exerc.cio eorrentede,4871-7, e que lindo
o referido praao ser Cofcraja com a multa de
seis por cento
Recebedoria de Pemambueo' 1S de Janeiro de
1872.
_________ Manoel Caraeiro di>Sonta Licerda.
Pela thesonraria provincial se faz publico que
foram transferida- para o dia 8 da (evereiro pr-
ximo viadonro a obra do rebsixemeato da ladeira
do Timb entre o 15 e o 16 lances da estrada da
Victoria, oreada em 6:600/, e a ponte do Caxito
na estrada de N. S. do O', oreada em 5:706/.
Secretaria 4a thesoHrria proviaeial de Pernam-
baco 19 de Janeiro de 1871
O ollijial da secretaria,
M, A. Ferreira
REtL ITALIANO
NO
CAMPO DAS PRINCEZAS
GRANDIOSA E SORPREIMDEWE FCSCCO
HOJE.
As 8 horas da noute
T1UBALH0S NO VOS E VARIADOS
Priiuelra vea;
SILVA
Intelligente cavali do Gibo da Boa Esperanga
montado a alta escola pelo Sr. G. Cbiarini.
PRIMEIRA VEZ.
OSJOGOSGREGOS
D.fBeil e arriscado (rabalho de oqnitaco exe-
cuiaJo pelo joven creoulo Tbeodor Coba, sobre 3
cavados em pello.
PRIMEIRA VEZ.
Segu para o indicado porto com ptmea demora
o novo biate O/inda por lera maior parte da carga
e para a que Ihe falla trata se com o consignata-
rio Joaquim Jos Goncalvea Beltrao, ra do
Commercio n. 5.
1H
Tercciro andar,
'.'Aluga-se o terceiro andar com 5 ijoartos. duas
salas, aazinlia fra, na ra do Padre Fioriano :
tratar na ra lar do Rosario n. 22.
~TaxeIS6
Precisa-se de um caixeiro com praticaa de ta-
berna : no pauto da Santa Cruz n. 2.
Precisa se de ama ama para todo o servia
de cata da muito pouca familia : na roa Bella
aumoro 20.
I'reci a-se de orna ana que nao seia mnito
moca para casa de um hornera slleiro em um dgs
arrabaldas desta eidade : quem quizer anoaacie
ou dirija- se a rna Imperial n. 47, taberna.
IINII
Precisa-se de am caixeiro que tenha alguma
pratica de hotel : na roa do Commereio n. 2.
Aluga-ae o 2' e 3*andares da ra Nova, es-
quina da Gamboa do Carmo : a tratar na loja do
mesmo.
ESPEMHCA
L. tih. B.
I-nopt. M, pa, acal. Q, noea, ablp, mu, tha.
LEILOES.
Leilo
DE
iOO saceos com arror avariado, marca M
FC dtC
HOJE
O agente Pestaa ari eilo, por coala e risco
da quem pertencer, de 100 saceos can arroz ava-
riado d'agua salgada, marca cima declarada,
viudos bordo da barca inglesa Hermionc, em sua
ultima viagem este porto, e serao vendidos qnin
ta-feira 23 do correte s 11 horas da maaha no
armaztm dos Srs. Manoel Fernandes da Costa &
C, ra do Amorim n. 3.
COM U8CE1IA
Pede-se ao Sr. Manoel Jsnaarlo ds Barros, se
nbar de engenbo na freguezia de Agua-Preta,
que tenha a bandada de apparecer na ra do Ij-
vramento o. 16, a negocio que nao ignora e nao
o fazendo .-era declarado por esto jornal o mo-
tivo.
Sociedade Recreativa Ju-
ventuJe.
De ordem da ^rdencia convido a os senhores
socios para que comparecam domingo 28 do cor-
rele, pelas 6 horas da manha, aiim de em as
sembla geral proceder-se a eleicau de vicepresi-
dente, visto nao ter tido lugar na sesso de do-
mingo prximo passado.
Seereiaria da sociodaJe Recreativa Juvenmde2*i
de Janeiro de 1872.
O secretario,
____ Francisco Vi-i ana
PEBFABATOE10S
ivUa
Fevereiro e man; >.
Jos Soares d'Azevtio, ptolaaaor e lio
gu e irtteratnra oftciunal no fljaliiliu pro
viocial do ftccfe, tem atarlo en sua casa,
roa B>lla n 37, ai egointas aula* dt pre-
paratorio* para oa eatodantot qa tattirea
de fazer exame em evtreiro e marco prxi-
mos : "
rhetohica e foktica
khilosoi'iha ;
ceographia ;
mistohia ;
Alem des las a otos, cont;,,aam m de f. n-
cez e porluguez durante todo o aooo.
Dirigir-se residencia indicada, da ma-
nhaa at s 8 horas, e de (ario das i s.'
horas.
<*

LABORATORIO irOHEOPATICO
DE
Wrmmclucm de PaMl* Cr
dos iiaalan*. & C
41Ra do Imperador I
Acabam de receber ds Inglaterra f x
cellente chocolata bomeepataico em a *~
tas e pacotes de l|2 libra o latas de "y1
^ 14, pii; de denles, e,covas para os 1^.
Yf: mesraos, o um novo sortimento de Oa- Q5i
turas e carteiras da casa dos teaud-)s
'
^
chimieos de L^idres, James F.pi 4 C. Gjl
e Leath A Ross.
Caixeiro.
Precia-se de um caixeiro }ue enlenda do ser vi-
co de hotel : na ra do Commercio n. 2.
GI14N.4G.4
Inteilijfenle e bem donesticado animal, natural
do desertos africanos, em liberdade, salla bar rei-
rs e cercas, ao mando do Sr. J Romano.
0
Animal bam ensinado, trabalhar em cima de
um cavallo, saltando arcos f.rrados de papel e
dando saltos mortaes.
PRESOS.
Camarotes 6 cadeiras........ 18/000
Cadelra?.................. 3<000
Geraes..................... 2000
Os menino menores de8 annos ltOOO
O Sr. Cniarini previne ao Ilustrado pnblico
desta capital, que de paaaagem para os Estados-
Unidos dar algamas rapresenta^Ses.
A eompanbia trabalhar todas as noutes s 8
horas e nos do triaos e dias samos havera duas
represeotacees, sendo a primeira s4 l|2 datar-
de, e a segunda as 8 1|2 da ooate.
Do meio dia at s 3 horas da tarde e das 6
em diante esto expo!tos os bilhetes venda no
escriplorio do circo no Campo das Princczas.
Fazendas e miudezas
AS 11 HOBAS A laANHA4.
Silva 4 Cardse, tendo condado o seu estabele-
cimeoto de fazendas da rna do Mrquez de Olmda
para a do Rom Jess, onde foi o arraazem dos Srs.
Schalfetlien 4 C, e querendo liquidar per todo o.
pre^o diversas actn/as par coata dos fabricantes,
e xpr agenda muias outras receotimenie che-
gadas, faro leirao pelo agente Ob^ejra, por iater-
vencao do aeu renoslo Pioho Borges, de um aia-
gniQco sortimento de fazendas e miudezas, iogle-
za, fraeeecH e-aHemaae, tedas proprias deste
mercado, existentes no sea amigo armazem da
ra do Mrquez de Olinda n. I. onda -ser efec-
tuado o leilo, para o qual onvidaiu e esperan a
concurrencia de sens numerosos fregnezes : qoa-
'.a feira 25 do correte, s 10 horas da manha
em poni par serem rnuitos os lotes, no snpra-
mencionado armazem e roa.
O abaixo asatgnado lando por om aviso que fez
aossaas fr^faezes em noverabro prximo passa-
do para que Ibe tizessem o favor de saldar seas
debitoe de fazendas em aua loja sita ra da
Imperatni a. 2, (Pavilho d'Aurara) al 31 de de
zembro prximo pas.ido, o como poacos foram
os que saldaram, roga portanto aos que thes sao
devedores, quer por retiras quer de conla de li-
vro, Na saldaren seas debita at W uo correnle
mez, aflm de nao se ver obrigado contra sua voc-
lade demndalos.
Recife, 28 de Janeiro de 1872.
_____________Ji)o Lmz Ferreira Ribeiro.
Precisa-se de urna coziabeira : na ra da
Impsratnz a. o, 2 andar.
Clara Haoriquei Correa du Liobares, nao
ten lo mudado de easa como tsnc'ooava, eonliaa
a ter aula aborta para o sexo feminino, cono pro-
fessora particular, oa roa do Lima em Santo Aca-
ro caea n. 8. As mataras de enslno sao : pri
a>eiras latirs, owtara, bardados, francez e geo
graphia. Os pas ile familia qae Iho quizerem con-
confiar suas Blhaiv polera ir a casa cima.
ATTENCA
o
O abaixo assignalo, proprietario do aogenho
Foruleza, da freguezia de N. S. do 0' de Goyanna,
avisa a quem interessar possa, bue a escrava Joan
na, muala, que se acha em poder da D. Quiteria
Maria da C)nceicao, sua irmaa e sogra. perteoee
aj abaixo assignado por escriptura de dote paga-
da pela sua referida irma. Engenbo Fortaleza
21 de Janeiro de 1872.
__________Bento Bezerra Ferreira de Mattos.
Precisa-se de urna ama forra ou captiva pa-
ra casa de pouca familia : a tratar na ra dos
Acongniohos n. 20, taberna. _______
A M A Precisa-se de urna ama para cozinhar,
r*ala.iX prefere-se que seja escrava : na ra do
Mrquez de Olmda n. 51.
9
DO URO
A il ir do pao chine! todos o diaa as 4 horas da
-tarde { emsuaaao a limpeza e bsmf'itona des-
necessario elogio algum, oosta pqaco aos fregu
zps a cnnheeer a verdade : ra de Gervazio Pi-
res n.4'5, nova padara americana.
Ama,
THEATRO
Conwli^lo FroviQcial.
Por esta repartirn faz-se cmstar aos respecti-
vos eoninbaiotes, qoe no r* do vindoaro mez de
evereiro, comca a correr o prazo para o paga-
mento voluntario dos imposto? em seguida mon-
ciooados, pertancantBsa) anao uaneeiro de 1871
1872: iocorrendo na malta de 6 0/0 os qae dei-
xarem de realisalo dentro dos 30 das dasse pra-
zo ; 20 0/0 sobre diversas eatabeleciaaentos cora-
mereiaes -, 8 0/0 sobre eiciplorios, eonsnltorios e
carinos; i tL* obre yarso estabeleciraenros
commerciae lera da ekiaae, e de iadu'tria e po-
ssoaa; 5 0/0 jobre o capim vendido nesta ciia-
de; 80 ri3 por litro de aguardnts consonida na
provincia (f* semestre); 11009 por tonelada da
alvarenga a canoa empregadas no servico do por-
to, navegaco e transporte an ros ; 2*000 por
escravo ganhador 3*0*0 p,a cavallo de ala-
gue! ; 5/000 par eda estabelecim joto commer-
eial desta eidade ; 0*009 por carrees oa vehculo
de transporte ; 16*000 por carao pareariar de
aaaeio de rod>s; 10*000 por dito de 2 rodas;
1*000 por mncala; ityOOO por pmoiboa; 3o*
por carro de alague! e por carro fnebre; 30*000
que
do opilo ; IIUO por cas
oraana.de un atibar 109*
vendar ajadazaa e quinquilha
por isso desde j s confessa profundamente gra-
to a todos os seos protectores.
por escravo empregado no sernco de alvarenger e anima no flm humanitario a qae se procos,
de carga e '
de m
por taberna
rus: 100* por casa qae veoer plvora ; lijo*
por deposito de-catrlw de pedra ; 100* por casa
que vender roana feita, otras da setteiro oa de
marcaneiria aatraanaeara m$ por cada correc-
^iS^SSSl deslio; 260* por eai-
, smier^/am-iMBdaaaVr da aacravaiTMe*
por casa-neaai,; aOO* po^ca-bMaa^ia, am-
fO-eoa*loayauoflaeneJa; 1:000* por casa 00
eoe'.'a da segaros; 1.000* por caaa.Aaan|-
tia de bilhetes] 1:000*000 p^ casa de compra e
venda oa qualqoer transaecao sobre aaeravos;
2:000* por casa de pennores f e 2:099* por cada
joalbeiro qae maealsar aa'prbrkicla.
Sfllibado 27 de Janeiro,
BENfiFICI DO
MONTE-PIO WLAR PERX.4I1H1G.IW
Depois de nma escolhida symphonia, represen-
tar-se-ha pela primeira vez neste theatre o liado
drama em i aetos ornado de msica.
OS BRILH ANTES
DE
MNHA MULHER.
Persanagens.
Jorge Lamv.............
Adolpho Meloonrt........
Latour .................
Gastavo.................
Frederieo, negocila.-
Ricardo, dem.............
Boulet...................
Commissarlo de polica....
A accao passa-se em Paris durante
da Crimea.
Dar lim ao espectculo a muito appl indida co
media vanderille em 1 aeto
Actores.
Sr. S. Silva,
Qr. Guerreiro
Sr. Brochado.
Sr. Braga.
Sr. Paita.
Sr. Correa.
N. N.
H. N.
a guerra
1IMI YOUTE
DE
CONDESCENDEMOS
PersonageDs.
Savourn
Verdier
Vigoroso
Jalio
RigO
Tbereza
Mme. Verdier
M. Vigoroso
Actores.
Sr. Brochado.
Sr. S. Silva-
Sr. Braga.
Sr. Paiva.
Sr. Cerr.
D. Eufrasia.
D. Carolina.
D. Paulina.
DE
20 barra ora manlerg ingleza.
HOJE.
AS 11 HOR4Sm MANHA\\
O agente Pestaa far leilo de 20 barris com
manteiga ingleza sabidos luja da alfandega, es
quaes serao vendidos boje em 1 oa mais lotes :
No armazem do Andes defrunte da alfandega.
DE
Urna mobilia de Jacaranda, com 1 sof, 2 consol-
los, 2 cadeiras de bracos e 12 da guarnir 1, 1
mesa de jantar, 1 dita de pinte, 4 cadeiras de
amarello, 4 ditas da balance, 6 ditas de faia, 1
gnarda-roopa, 1 lavatorio, 1 cabide, 1 inarqoe-
za, 1 cama de vento, 2 mesas, 1 lote de louaa
para jantar, 8 copos,.? campaleiras, .12 chicaras
e pires, 12 colheros, 70|garral'as da vioho, 10
quadros, 1 jogo de Xadrez, 1 relogio de praa,
i par de botoes da ourp.
Sexta* feira 2f lio torrente.
A'S 10 HORAS
O agente Pinto levar leilo requerimento
dos depositarios (aoje administradores) da massa
fallida de Magalbes & Irmos, e por maadade do
Illm. Sr. Dr. jaiz especial do commercio, os mo-
vis, e mais objectos cima descriptos, qoe fazem
parte da referida massa, existentes no 1 andar
do sobrado da roa da Cadeia, onde se cUecluar o
leilo.
IiGao
n
Gaaarios do Imperio e gaiollas novas.
Sexta feira 26 do correnle.
No armazem da rna da Cadeia.

Leilo
DE
83 saceos coro atroz avariado, 1 i dito* com
piawDia, 50 barricas coro cimento, mar-
ca T G. B.
Sexta-feira 26 do corrate.
O agente Pestaa far leilo,-por cjala e risco
de quem pertencer das mercadorias cima men-
cionadas, todas avariadas de agoa salgada, via-
das de Liverpool Da barca ingleza fermhne, ao
irada neste porto no mez correnle, e serio todas
vendidas no aia cima sexta-foira 26 do crrente,
s 11 horas da manha : Jj -
No armazem do Annes am freato da alfandega.


O Monta-Pi Popular Peraambucano espera a
protecQo do genesoaa pubiieo, que o conesita
AVISOS MARTIMOS.
'' '. I I I
PARA
PORTO
Vai sabir mnito breve o brigu porluguez
UniSo ; para carga e passageiros trata-se com
Soares Primos i ra o Tlparlo o 1?,
v
DB
MOVIS
.1
!
LOUfAS E GfiYSTAES
E obra da prata do Porto
__ A SAftERi
Um excallente piano nevo a /te, i mobilia de
Jacaranda,-14rta de-mego*, l canJairos gaz. 1
relogio pasante (obra priaas} 4 easticaaa a mangas,
4 vasos par* lores, tapetan, esaarradems, guarda-
roupa, 1 guarda -vestido, 1 commoda, 2 toUets '
Jacaranda, 1 cama francesa, 2 marquezas, 2
dalras da bataneo, II cadeiras da mogao (aova
6 cadeiras italianas, 2 cabides, I marqnalo,
cadeiras de janea, 1 cama da farra a 1 cora.
Urna mesa elstica, 1 guarda louca, 1 appara-
dor, 1 quarilabeira, 1 machina de I i arpar facas, 1
dita de torrar caf, 1 dita de fazer caf, 12 coi-
bertas d rame, 4 dzuiM ae garlos a facas cabos
de rnarm, 2 pares, de ir i achantas, colhares, i apT
parefbo do electro-plata para cha, 1 apnaralbo de
porcellana para jantar, 1 dito louija de c6r, i ditos
para cb*. 24 copos, 24 clices, garrafa, tampotei-
Precisa-se de nma ama para cosiohar para casa
de familia de duas psssoaa : na ra do Apollo n.
ol, i*andar
Mii emgommudjBim
Precisase na roa do Hospicio n. 39paa
de pouca familia.
easa
winheiro a juros
D-saqnalquer qaantia nem menos da l;000i
e nem mais de 4 003/ sobra bypolheca em predio
de maior valor do qae ceja a quaatia : qaem pre-
cisar dirija-se a esta typograpbia que se dir
quem d.
Precisa-se de
Imperatriz n. 45, 2*
ama cosinheira :
andar.
na ra da
Vilia do Cabo.
CONTINAfAO DOS PR0MENOBC3 DA FESTA, DO
GLOm.SO MARTYRS. SEBASTIO, NO DA 28
DO CORREN l'K.
Na sezta-ftira e sabbado d'eata semana, cava-
Iludas na rna da Matriz corridas por um baluarte
de cavalbeiros oriundos da mesma villa.
A's 7 horas da noite de sabbado baver vspe-
ras, tomando parte toda a msica da orclieatra, a
qual ser executada por habis profesores sob a
djreccij do maestro Pope, pregando nesta occa-
%siao o cloquete prgador frei Augasio, prior do
convento do Carmo. Depcis das vesperas aa sol-
tar pacas de (ogo de articio a om bonito balo.
Na madrugada da domingo baver missa resa-
na, depois orna salva dt 21 tiros annunciara aos
habitantes, que cnegou o dia desojado28 do cor-
rele.
A's 11 tioras da manba d'essa dia entrara a
festa.^O L'iudamus e graUasj&tio ditos peta Ex roa.
seaiiora que canu os versos da novena, que tanto
tem agradado aos moradores do logar. O domine
Deus, qm tole qui sedes, Iquonmm sarao ditos por
distinctos cavalbeiros, que obsequiosamente se
prestam, sendo o celebrante o Rvd. Dr. vigarlo de
Papacaca, subindo tribuna sagrada o eximio e
distlncto prgador monsenlnr Pinio de Campas.
A larde baver a procissao do costuuie, depois
entrar o Te-Deum, sendo o prgador o eloquenie
orador padre mesure Astmio de Mello Albuquer-
aaa ; seguir-se-ha o transifci da baaaaira, a por
ultimo se soltar um liado e variado rogo de artil-
cio, preparado por am Hbil afsia, sendo o painel
de novo gosto.
Todos os actos serao intermediados oom lindas
pacas demoaica ma/cial.
Kaa
Aos 5:000^000.
Balheteo garantldoa da pro-
vincia.
do Bavao da
Victoria,
Outr'ora ra Nova n. 63 ecasai
do costume.
O abaixo assignado acaba de vender entre o.
tana muito felizes bilhetes a sorte de 100*000
am tres quarios ao a. 6o, e dous meios bilhetes de
n. 2014 com a sorie de 100, alm do outras 3ortes
menores de 40*000 e 20*(X)0 da lotera qaa s,
acabon de axtrahir (222), podendo seus possui
loros virem receber, qua promptamente sero
pagos.
O mesmo abaixo assignado convida ao respe!-
tavel pnblico para virem ao seu esiabelecimect
omprar os felizes bilhetes garantidos, qna n<
ieixar de tirar qoalquer premio como piova peloi
iiosmos annuncios.
Acham-se a venda os mnito felizes bilhetes ga
rantidos da 5a parte das loteras em beneficio ds
matriz da Eseada, qna ser extrahida no dia
quinta feira lde evereiro vindouro.
PRECOS.
Inteiro 6gO00
meios 3*000
Qnartos 1*500
De 100(J000 para cima.
Inteiro S*500
Meios 2*750
Qoartos 1*375
____^_ Joo Joaquim da Costa Leita.
Tambem receberam do Itio de Janeiro
nm completo sortimento de meJiea-
meulos do paiz.
No sea estabdeeimeoto encostrar-
se hao sempre tubos vaaios, enceraoo
de rnica, vidros hamburgueses de le
- nr i-, e um lindo volume encajar-
1. nado na magnifica'obra do Dr. Mur*.
V Medico do Poro traduccio em !l*
edieco do Dr Silva Hmto : ludo per
pri 1; is muito razoavcl?, on-ervindc-
ss ri mesmo heno das 6 horas da ma-
nhaa s 10 da noute.
m
0
0
*r

casa w roera
Aos 5:0001
Bilhetes garantidos.
4 roa Printeiro de Marco (outr'ora roo do
Crespo) n. 23 e casas do c
O abaixo assignado, tendo vendido ana seos fa>
uxaa bilhetes um meio n. oli com S-.QQOiOQO, ora
meio n. 2255 com 800*000, um meio n. 1900 com
300*000, um quatro n. 65 com 100*900, a ou-
tras sones da 40*000 e 20*000 ds loaarla gae se
acabon de extrabir (222-), ""Taaaa arr-ni
dores a virem receber na coiilormiaada, do7cosr
tnma sem descont algum.
Acnam-ss venda os bilhetes galaatgV dt
o' parta das loteras, a beneficio dasnaaris aa Es
cada (223*), que se exlrahir na quintsrlaira 1* dt
mez vindouro.
PRECOS. I
BUheta inteiro 6*000
Meio bilbete 3*000 -aT
Qnarto lWaV,.iaV
tai porcao da 100*000 para cima..
Bilhete inteiro 8*500
Meio bilbete tr v
Qaarto.^A l*t
, ^^^^sV a^aaWaaJaWltramUaV
I
itvT
AsStV
.uota' 1
61 a roa do Meadego,
com cmmodos para familia-: tratar aaasma
rus, qo sitio do Poni o. 63, juma a uiesaia. cata
Aluga-sa a casa n.
JoSo Pinto de Lemos.
Um amigo e prente do finado commendador
Joao Pinto de Leraos manda celebrar urna missa
por sua alma, na igreja matriz da freguezia
de Santo Antonio, as 7 borat da manha do dia
sexta-feira 26 do eorrente, primeiro annlverserio
de sen fallecimento.
Attenpo
Preci3a-se arrendar um sl|io grande para plan
tacoes, nos arrabaldes da eidade : quem ti ver di-
rija-se a ruar da Cadeia n. 34, que achara com
quem tratar, oa anuuncie para ser procurado.
Compra-se groa casa na fregnezia da Boa-
Vista qae tenia comosodos para pouca familia : a
tratar na rus da Esperancan. 71.


*
imperial Instituto de N. 8,
do jBom Conselh'>fc
Dirigido pelo bacharel Antonio Colombino
Sdrapbico de Assis Carva'bo.
Acham-se fuoccionsodo oeste instituto as aula-
de primeiras leitas, linguas latina, franceza, ingle-
za e nacional^gaagraghia. philosophia, geometra,
rbetorica, ariiraeiica a historia universal.
CO/IMIIIRII
Precisa se de om bom cozinheiro na roa do
Mrquez de Olmda n. 20, paga se bem.
lstruegao prinivrii
particular,
A aula particular, regida peto padre
Vicente Varejio, contijruar em sea
ejercido lectivo no de evereiro pio-
xhno fataro, na ra do Cabng n. 9,
prrmeiro andar.
^W0
Fazendas de plianlasia
NA LOJV DO PAVAO FAkU OS BU-
LES DJ CARNAVAL.
Cnegou para a loja Jo Pa\ao um grande
sorlimeuto de bonitas fazendas de ptoantasia
proprias para vellidos e trajes para os brio-
quedos do carnaval, quo s vender muito
em coota como seja'm :
Organdys cora listras
a 500 rs o metro.
O PavSo vende bonitoa organdys, sendo
cor de rosa, azul lyrio, agrio, cor de gan-
ga, de perola e rxo, com nslras da mesma
cor a 500 rs. o metro.
TARLATANA LISTRADAS A 50J RS O
METRO
O Pavo vende um grande orlimsHo de
tarlatanas de to jas as i ores com litras a
500 rs. o metro.
SET1NS D'ALGODAO A 640 RS.
0 Pavo vende bonitos selios de algodo,
tendo de todas as cores, sendo cor de rosa.
lyi ij, ganga, cor de c^nirio, azul e rxo,
sen lo urna fazenda de muito b.i bo, propria
para dminos, vestidoj e oolros qualquer tra-
jes, a 640 rs. o covado.
GURGUKES A 040 RS.
Veniem-se bonitos gurguioes eocorpados
com msela de seda, sendo fazenda larga e
muito bonita para doans, \e-liJoj e uu-
tros trajes, a 640 o covado.
BAREGES A 320 RS.
O Pavo vende bonitas bareges transpa-
rentes de todas as cores imitando ter listras
de seda a -UO e 400 rs. o covado e giando
soriimenu dd muito bonitas lasinbas a ai-
paca de grande pbantasia.
MEDINAS A 1O0COO
O Pavo vendo ricos cortes de mediua.
sendo fazenda transparente com palmas de
s Ja, tendo 0 co vados cada orle a 10OO.
CORTES DE PHANTASIA A 20000
0 Pavo vende ricos cortes de bonita fa-
zenda de grande pbantasia com delicada
barras e palmas, teoJo 3J covados cada
corte pelo barato preco de OoOuo. Ditos
da me-ma fazenda com 16 covados a lo,
assim como bonitos cortes de cambraias de
cores e bran:as, bordadas a 4 CORTES DE METRALHADORAS
O Pavo vende um bonito sortimento da
.cortes a meiralbidora por oreos mais bara-
tos do que em outra qualquer paite.
DMINOS
O Pavo vende e aluga um grande sorti-
mento de dminos por preco commodo, na
roa da Imperatriz n. 60, loja e armazem do
Pava_____________________
Empreza do gaz~
Pemambueo.
Esta empreza tem nm lindo sortimeDto de cao-
dieiros, arandelas, pendentes, etc., unto e.i -^dro
(crysul) como ea metal, e aoaa variaaada da glo-
bos dos padrfcs mais modera;s e por prec. >s m-
dicos. As amostras podem ser vistas no saoripto-
rio n. 31 rna do Imperador. Bico para u-.z do
melhor (cilio a 60 rs. cada uta. As eucoaini n-
das podem ser ferias por eseripio, aa raa < Im-
perador jante a seereiaria da polica, on ding.das
ao abaixo assignad) na fabrica S. Jos, qoe ser)
promptamente anendiaas.
Thos. Newbiggiag,
Gerente.
SEGUROS
MARTIMOS
COVTIll FOGOa
A compaohia andoaaiiadora, esube.eckli
testa pracai.toma seguros auritimos sobre
avios e seus carregamentoa e contra logo
su edifkioa, m orcadorias e mobilia*: na
raa do Vigario n. 4, pavimento torreo.
ATTENgAO
Vende-se por barato preco asta propria4a4a a
margam da eaaa^.a dos jfemedios, (aaeaaaae
toda vaaiagam ao comprador, reoabeado se par.
em dinheiro e parte em letras on objecin U-
prempu venda ; -cuja pnofriedade contem <
anda otaria de peora a sal que la
jlos ds alvwoaha irosas, a (atan
'000, com mais um (orno e lastro' para fasRsa
tenas, ladrilhos, canos e louca, com reaWiu-
Ierro para qaalqner obra, com dous exctl
iveiros de peixs e com casa de vi ven Ja
grande familia, torna-se.recouunandavel
sar parto a linha doa bonds : as paaseaa _
tendereta dirijam-se i dita protajedade a anl
ootmaflana
lauta bVO
ua oiiaMru
AoJa^tajIiastavalcante
Muda]
Sil Ax)s20:00(^Mr, ---l
O abao aestcnMlo tem samprs exposto i ve JttUWMlV
W a iemea bimtiOP da Rio ds Janeiro, pagandt Aulonio Secundino do Monis participa ausseu
totao costunu, quaiquer premio. numerosos amigas e fregueses ana mnaou o aaa
PRK(^)S. esubeleciroea* daaaabeHairerro a barbeiro, sito
latairo SiiOQ rur aatroiu do Rosarlo n. 10, para o primairo aa-
aasa 11*000. dar a. 4 aa mesma ras. Espera merecer doa
Qnarto 6*000- meantes saos amigos a freguesa a SOS Tltsau
Manoel Marns Fio. \ coadjuvacao,

%-

a


nirtt-
>
/:
%

*;
Iha. d* r^rnffP>*c. uiu1fi Iw^farJ&W**^*-*
C f EMAIM3CAI0
Tendo o instituto Archeologico e Geogra-
pLioo Pemambucarx) de celebrar sabbado
Broximo 17 do corrate janeiro, pala i hora
da tarde, o 40. anaiveririo da sua (anda-
fio na Ma ii Bibltotbeca publica provincial,
SO convento do Carino, e devendo no do-
ingo immediato 28, pelai -I horas da tar-
do, inaugurar ana colomoa commemorativa
na fregnezia da Varzea, sitio do Forte, etn
qae existi o basiiio que Joao Fernandez
Viera levantara para servir de centro de
operares bellicas corara os hollaed jzes:
ao convidados para urna e outra solemni-
dide lodos os socios do Instituto qae se
aebarem no Recife, efectivos, honora-
tos o corretpondente*, assim como todas
i issociac5es Iliterarias, seienticas, arts-
ticas e de beneficencia que tstem nesta
aesana cidade, e ceja sede se ignora.
Egual convite tem -o InstKoto a honra de
lirigf ao digno orpo consolar residente no
Recife, rogando-he a fineza de ordenar que.
oa navios de toas reaeetrvas nacSes surtos
am dosso porto permanecam em^andeirados
nesses dois das de Testa Racional.
ltimamente espera o Instituto que as re-
.parces publicas e os moradores desta ci-
dade illominem os predios em que residem
ais nones de 27 e 28 do correte, em sig-
nal doregotijo publico.
Secretaria do-Instituto, 22 de Janeiro de
1872.
J. -SOABES D'AZEVEDO.
Secretario perpetuo.
"_ Precisa-se alegar om escravo de U a
48 annos, que seja de boa conducta para
caa de familia : a tratar com Antonio Jos
Rodrigues to Sooza na thesouraria das lo-
tera. ________.
Monte pi portugus.
Nao ionio os seahores eonsoltaeiros oomnareci
do era numero legal na reuniao oooroeada par o
di 22 desie mex, sio notamente convidados o*
niesmos sennores a reunirtra*se qaiuia (eir SO
do correnle, pelas 6 lr2 horas da Urde, a salla
de suas sessd>.
Secretaria do cotsslho Bical do Monte-pio-por-
tuguez 13 de Janeiro de 1871.
J.D. Ganos,
Secretario interino.
V)ara caa de una bo-
taen solleiro, que le trata
eora asseto, precisa-se de
urna senhora de meia
fiada, non bstanle ca
Wm naolasnsj, para lomar a
4o e^taywmaann Ha aarWnio. t^asan-ee t,
das as iiMgrii mateoer ac hmeos.
porumento : oo Bazar da Moda, roa Nova a. >,
ie dir cop qnw se. traa.
AMA
Precisa-se de urna a?
nbar: na roa do Canario
pira cot-
. 13.
Sr. Leonardo de Siqueira Cavaieaote e o Sr.
Joie Jos da Gesta tenham a bondade de aptare
cer loja do Collar de Oaro i raa do Caboga n-
3 A a negocio que oio ignora.______________
o serv-
na raa
A AL A qc de urna senhora sstraogeira
da Cade a-nova o. ti._______ ______
Deteia se tallar cora o Sr. Luis Goncalvw
Ferreira, a roa do Crespo n. 16, t* and_ar._
Ama engommadelra
28, piecne-se de _y do's espartilhos
ira ou escrava ; > D*in acabada, [
Na ra do Prea, sobrado n.
unu ana > engomme bem, farra
assim can entra que corinbe bero.
-
Precisa-se de un. ama aque saiba eozinhar
para nina casa de qnairo pessoas : na:. Cinco
Pur-as n. 136.

Gabinete portuguez
de leitura.
De riera do Illra. Sr. piesidente do conselho
deliberativo convido aos membros do conselho
este Gabinete a reunirem-se era sessao ordmaril
ea salla das respectivas ses-oes, sexia-feira 26 do
camina, as 6 horas da tarde. _
Seerelsri* do conseibo deliberalivo do Gabioete
Porlugaez de Leitura em Pernambuco 23 de ja-
-seiro e 1872. o
Antonio Augusto dos Santos Porto,
i" secretar h.
a m-amu*
&

M*p e ftttytri*
loiio Xos de Camilo Uoraes fu Miente *o
ceranaercio qae lem transferido sen esenptorio da
na do Ruque (te Caxias n. 56, (ontr'oxa Queiraa-
o) para a da Praca do Commereio n. 32, entra-
da pela roa do Torras, por cima do Loodon and
Brasillan Batfk. ,____________
Hfe. liarte Lavdrfo* teai honra di
BWaIffii ir at Exmas firts. qae encon- &
tnrio era aea ulio de- cabllereii i raa m
Prirneiro de Margo n. 14, nm lindo sor- J
timeoto de coqaaa, tacto de tranga como i
l^USBBdktriTS:
timento de pertamirias franceus e ingle
zas dos aMthoras fabrieautea. Oilerece
lasbem a* Kteaai. Sras..os segniotes
ebjectos que Ibes to indispeosaveis, Un- Wf
"" i a doqueza, obra mato q
propriaa par*, qoiva, e al- ?
tlmameate ebegados ; dito raai inferi- f$^
raa, dtlot para meninas ; bonilla ligas de
i
Commendador Jeo Pinto de
Lentes,
D. Adelaide de Matos Leraos manda celebrar
algumas missas por alma .le sea fallecido mando
o commeolador Joo Pinto d Leraos, sexu fera
26 do correte, prirneiro anciversario de sen pas-
samento, na m.itriz da Boa-via das 7 as 9 horas
da manhia, convida seus prente e amigos para
assisreui, por cojo ob '1 *%*'?)
Os efficiaes do 1 batalbao de infantaria i
goarda nacional do Reclfe rcandam celebrar urna
ana re^r um memento na matriz ds Boa-vista,
na qoinu-eira 23 do correle, as 8 boras da tr.a-
H1-T. pelo repoaso eterno de sea companbeiro
leneuteFiauklio Freir Gameiro ; e convidanJo a
familia e amigos Jo finado para assistjrem a ja es
actos, esperara que uns e ontros se nao negaro a
pagar este tributo de religiosa saudade memoria
do astimavel Pernambucenix______
WMaTilii JBaMaaaaatWMBBBI
CRIADO.
No cafe .ienomiuado Greaio Coramercial, sito a
r*a do Bom Jeiu?, outr'ora da Cruz, o. 33, preci-
sa-se de un criado que stja diligente e fiel, d-se
prefereocu a escravo, e que nao exceda de 20
ocn4 de idade.
Precisa-se de om caixeiro de 12 a 16 annos
de idade, naci nal ou estrangeiro, cora pratica de
taberna que d conhecimento de sna condusta :
tratar ca ra d Santa Cruz o. 1. w..
t M\)\m i
k O Dr. Jos de Miranda Curio, medico
2 pela Facnldade da Babia, pode ser pro- g
$9( corado das 9 horas da manual as 3 da W
da larde, em seu coisaltorio ra do
Mrquez de Olinda n. 31. Io andar:
Com orgencia
de orna ama qne teuha bom a abun-
I tratar nesta typograpbia, cora o
administrador, on em Olinda no oitSo do Amparo,
casa terrea de cinco portas de Irente.________
precia-se
dante leite
Trabalbador
Precisa-se. de BL_
americana : a raa Dffjue de
lira-se escravo. ^___
iralaihador na paarmaea
Qixiaa n. 57, r-
NOTaS
^ Mrquez oe uuima n. 01, 1- rauai u ^
0 mais horas do dia e a quaiquer das da g
y noute na casa da sua residencia, ra do 0
H Jeriquiti n. 7. a
= Traspassa-se a chave de om bom so-
brado, em urna das melhrres roas do bai-
ro de Santo Antonio: tretar a Iravessa
Jas Gruzes n. 4, loja._____________
Os abaixo assigoados socios e gerentes da
razoso:ial Manoel Fontan &C., estabeleci-
dos em Macei, leudo voltado de sua viagem
a Europa e assomido a gerencia de sua casa
dasde 10 de Janeiro do correte, julgam lo-
casados seus dbitos em Pernambuco com
os Srs. Alfredo A C. e Ferreira & Matheus,
mai3 se algoem se julgar credor da mesma
mam,
Teodo-se resgatado e reformado parte das cao-
tellas destinadas para leilo no dia 10 do correo-
te, na travesa das Crozes d. 2, o abaixo assigoa-
do concede ainda aos muta arios qae esto em de-
bito, o praso de 18 das para reforanarem as cao-
tellas, ou resgaurem seas penhores, ficando im-
prorogavelmenie mareado o leilo para o da t>
de fevereiro pmimn.
Recite, 20 de jaoeiro do 1871.
_____ Jubo baae.________
O Sr. Joao Manoel de Oliveira Beral-
do rogado vir raa estrella do Rosario
o. S para oitimar aegocio que n3o igno-
ra, certo oe qoe, em nuanto o nao fizer
nao ser retirado este annoncio.
COSJ>HEIrtV
Unsa familia esirangeira precisa de orna
d be ira boa : na ra do Commercion. 36.
*$
K ADVOGADO
m Dr. Joacjom Correa oe Araujo
67Ra do Imperador67
llliHIllllll
AOS 5.O004000
gstao venda os feires bilbetes da lotera da
labia, na casa feliz do arco da Conceico, loja di
rarives no Recite.
seda e de'atgodio ; iodos pentas a Im-
peratriz, taoto de tartaruga como a imi-
ta;io para ornatos dos penteados, objec-
tos de ultima moda de Pariz, oa mais bo-
nitos e moderos leqnes do 5sso, a imita
co de marflm, pentes de alisar, ditos
5 para rar pilhos, tesooras finas para
unhas, eieova para dentes a para unhas,
* bonitas bolsinhas para meninas, magnifi-
W. eos bouqnets e ramos de florea artifl- ^
JJK ciaes, grvalas de seda e de cambraia dj
S muito bonitas, lavas de pellica, de seda
W e de fio da Escocia, braneas, de cores e W
pretas ( tambera tem para bomem ) lindos botoes para punho-, ramos de fio- <
res para vestido, enfeites de palba para W
coques, sapatos cbanot, ditos avelodados, 0
ditos de tranca, botinas pretas para me- w
nina* por barato preco, brinquedos para W
IL mentos, e urna ionnidade de objectos 10
que omitte para se nao tornar enfadonbo. g.
ts eommodidade de saas Exmaj. W
0
coa-
Para ma
clientes, lem preparado orna sala que so
terao iogresso oella as seoborss que se
quizerem pentear em seu estabelecimen ,
10 sera estarm expostas as vistas dos <
mais con correales, e ser a annunciante w
quera ae encarregari do trabalbo de peo- W
Precisa se de 600# a Joros para pagar se em
prestacSes mensaes de 60#, descontando-?e logo os
joros : quera quizer anonocie.
Troca-se notas do banco do Brasil e de soa>
filiaos na roa do P.arao da Victoria n. 63, Mitiga
roa Nova, loja de Joao Joaqoira da 0)sta Leita.
Companhia Altiantja
seguros maritimos e terrestres
estabelecida na Baha em 15
de Janeiro de 1870.
CAPITAL..Rs. 4,000:000#000.
Toma seguro de mercaderas e diobeiro
a risco martimo em navio de velU e vapo-
res para dentro e lora do imperio, assim
como contra fogo sobre predios, gneros
fazendas.
Agencia roa do Commercio d. ?, es-
cripturio de Joaquim Jos Gongalves Bel-
tr5o.__________________________________
O abaixo assignado teodo oDtido do Exm.
Sr. conselheiro presidente do egregio tribnoal da
relacao, proviso para continuar a exercer o offl-
cio de sJicitador de causas dos auditorios desta
provincia, offerece seus servicos quelle= que del-
les se quizerem utilisar, com especial dade ao res-
peitavel corpo coramercial, de cujo rro tem bas-
tante conhecimento e pratica. Pode ser procurado
tonos os das nteis das 9 as 3 boras da tarde no
escriptorio do escrivib Molta.
Antonio Francisco de Souza Magalhies Jnior.
Nesta typompliia se
dir qaem pre(| alagar
um preto de m^ia Made.
Aloga se o armazem da roa doi Sar-
gos n. H, o qoal serva para recolber g-
neros : a tratar com Jos Feliciano Naxaretn
a roa de Pedro AfJnnso n 20 armazem.
ALUGA-SE
um lindo sobrado & iravessa do ckalarli a. II, ett
Pora de Portas : a tratar con o eoaaaseedador
Tasso. _______
. i| l Na roa de Mortas, sohtaslo n. 16,
\ \I \ Dcr ciroa d* lo'a de *riVM> P**6"*
/llTlnL se de urna pesso* escrava oa bw*
para andar com orna meotna de 1 anuo de tdaaV
Nova oBcina de pianoe
Angosto Rastooil parteeipa ao respeittvel jo-
buco, qoe se desiigou do esiabeleeimento do Sr.
Rhigas desde o de jaoeiro, e abr por sua cau-
la orna cillera a i roa do Imperador o. ti, ood
se repara, coneerta e aSoa pianos com esmero e
promptidao, e fsri ludo qoaoto lor a seu altane*
para continuar a merecer a benvola eoanaica
qne seo fregaezei Ihe coocederem al boje eom
scieocia zelo e promplidio.
Caixeiro,
Precisa-se de ora caixeiro portuguez com pra-
tica de taberna, de 16 a 18 annos, dando informa-
cao de sua conducta : no pateo da Ribeira n.
13.
ltenlo
!rw-r-: f^tPfiJr
TRILHOS URBANOS
DO
RECIPE A O IM a
e Beberibe
Os senbores accionistas sao por meio do presen
te convidados a receber sqas acedes no tsenpto-
rio da compaohia dentro do praso de trinta das
atis, a con'.ar da presente data, das 12 horas da
nanbaa as i da tarde. Os qae tiverem accoes da
firma por quaiquer litote, apresentat at o I primeira emisso deverio i
15 de fevereiro prximo futuro
Na raa direita o. 53, precisa-se fallar ao Sr.
Hermenegildo da Cunha Albuquerque, a negocio
do sea interesse, visto que ignorase saa resi-
dencia. ^___________________________
Aluga-se a luja do sobrado silo a roa airaz
da Matriz de Santo Antonio n. 18, com os com-
modos segnintes : 1 sala, 2 qnartos, cozlnha fora
e quintal; caiada e pintada de novo : tratar na
ra nova n. 17, lojs. __________ _____
Estaminet
Ra do Imperador n. 32.
Precisase de umbora cosinhetro e nm moleqne
de 18 a SO annos, paga-se bem.______
AMA
Na ra da Cadeia n. 59, pre-
cisa-se de urna ama para casa
de hornera solteiro.
aos
D.35.
Precisa-se de nma ama pa-
ra cuidar de um menino de 1
aono, lavar e engommar a
- toa roopa, prefere se escrava : a tratar na raa
o Marqtm de O inda n. 31, 1* an.lar_________
>o lirg do Carmo n.
crava mcci/a qual eug imm
orate.
luga-se
curaba
urna es-
solfrive-
l'troeo-se no trem expresso que e.nduza
nasiagelroa no dia SI a noute da Boa-viagera ao
Reeie, urna bolomba de setim rdxo apparelbada
jeira de madreperula e um maso de chaves, en-
tre ontros objectos de pequeo valor : qotm a ti-
ser encontrado e a quizer re.-titnir a seu dono,
irija-se ao escriptorio do Dr. lelo Tooir da S;i-
va no pateo do Collegio, t-nJe s^r grtt.lijado.
Manoei Martina de Amonas, eslabelecido com
3iaa taberna ra imperial a 2)8, tendD encon-
\rado nesta pr>.;a oolra pessoa com e raesmo b-o
oe, c para untar duvidas declara qoe de hoje em
d ante se a-signara por Manoel-Martins de Amo-
/ira e Si va. Recife 23 de Janeiro de 1872.
Fundido da Aurora-em SaiIj
Amaro
r)s propritarios desta estabekdmenio envidara
-eus oamerosus reguezes e mais pessoas do com-
aurcio a curaprarera laxas de ferro batido, do que
-.9U! ;,.:.) s> ri meoto, e se prtnpt.Jcara a faze las
i'w im! ja-.T lamanho e -osa cora preiUia. Hoje
* ls'11 dse de condumio los bonds rauito concor-
a i.-r- vjsiiir-e i tah*lecimnto.
oa
Srs. Alfredo 4 C. roa da Cadeia
para, sendo legaes, seren pagos.
Outro sim declaram em lempo qae moti-
vado por sua aosencia tinoam out;rgado por
procoraco poderes limitados ao S'. Manoel
Vidal, permissao que cessou desde o dia 10
de Janeiro do correnle em que deixou de
ser empregado de sua casa commeicial com
sede emMaceio.
Macei 18 de Janeiro de I87.
Jos Clemente do Souto.
Francisco Fonlam.
Btsa3saDfx;3aKJiswjsa&driZJi-
i. -m t
Jos Mara r reir Ganriro, su?, espesa, ora e
Sillos, cordeaimente agradecen! aus seas amigos e
pareles que Ibe tizeram o camdoso obsequio de
acompanharem ao cemiterio publico os restos
mortaes de seu presado fllho, esposo e mano, e d-
novo bes pedem os seus cemparecimentos na
quinta-eira 2o do corrate pelas 7 horas da raa-
nhaa na matriz da Boa-vista, afim de assistirem
as missas qonpor alma_do raesmo raanaaia rezar.
Aluga-se daas casas na pcvoaco de Djarte
Colho, em Olinda : trala-se eonlronte as mesmas
3om o Sr. capitao Domingos Uafra.
janeiro
sobstitoidas por outra? da nova serie.
Escriptcri da companhia, 19 de
1872.
O Ia secretario interino,
Jet Fortunato S. Porto.
Armazm
a. 4i, pra^a do Commercio. nroprio at para es-
criptorio ; aluga-se no 1* andar.

* -'^<~-_
4naa Amelia de Figueiredo
Pereira.
3*e Iheotonio Pereira de Carvalho agradece^
* -c.lmente aos seas psreotes e amigos qne se
l^uram acompanhar ao cemiterio publico os
re*:o mortaes de Asei'de.FigiHireJ'j Pereira ; e de novo os con-
v.la para a-sistirem a missa da stimo da, sexta-
iefti 26 do corren.?, na igreja da Santa Croz,
pelae 7 h.;r- da manbaa, prolesuodo desde j seu
profundo r-i-nnhefimpoln.__________________
Os Srs. Jos Francesco Ribeirc vde Sou-
za e Dr. Francisco Jos Rabello, o> Io pro-
prielario do collegio de Santo Amaro e o
-i" proprieiario de um outro colegio, sao
rogados a maodarem a esta typographia a
negocio de interesse. ____^______
AMA
Precisa-se ama ama
ma da Palma o. 42.
para cziohar : na
A refina de Sanu Rita n. 83 precisa cora muita urgencia
de caixeiros, fornalheiros e butelor"-', e tambera
i a 4 pretos para entregar a asnear.
Na fabrica de cha-
andar; preetstt-tt
roa larga do Rosario c. 2i, Io
de costureira;.
Casa da fortuna
RA DE MARCO V 23.
> abaixo aaaignado tecdo vendido a sorte de
400004 no n. 3537 da lotera do Bio n. 159, con-
-*ida o possuidor a vir receber, qo promplamente
era pago oa farra a dr. costme.
_______________Manoel Martras f iota.
GOZIRflEIM
^fecisa se de nma ecziabeira para quairo rao-
tjoa estrangeiro*: a tratar na roa do Crespo d. 18,
'-indar, criptorie. Pagi-?e bera.
Copeiro
Preei** s .it nm copeiro : oo restavant Sanu
..bel, ma da Florenoi d. 2.
ttttsl Ill-ttlil ^
dLLMIlES.RU.mi
\\\B,
R2 m HsMplelo 3t.
No dia 5 de fevereiro coraecarao a
raaecionar as aulas deste collegjo, ficando a
iberia desde jas matriculas para aquel- i
ex cao juizirem te ioserever.
mm-mmm-m mmwmm
Criadas.
Era ,jt io Mrogaioho, sitio n 2. an'.os da
^rtiji ; psga-sa ora a daas criadas cara eogom-
nar, e aleara eosi'wai'J.
En^omniaieira.
Preriia-'- de
Os abaixo assibnados seieutiScam ao pnblie)
especialmente ao respettave! eerpo coramercial.
qoe desde o dia 31 de 4ozembro prximo passado,
dissolveram amigayimeate a sociedade que lera
gryado nesta praca son a firma Amanes & Barros,
tirando todo o activo e naesivo a eargo do socio
Anluoes. Pao d'Aibo 23 de Janeiro de 1671
Antonio Aatnnes da Silva.
D'.vi j More'ra de Barros
Precisa-se de nma ama em Bebe-
ribe. na povoaco : a tratar na raa
do Vigario n. 26. 1 andar.________
Prensa hydraulica ingleza. ra
do Apollo n. 26.
Este estabelejiraento do 1' de jineiro de 1872
em diante acba-se de novo proraplo para inspeccio-
nar, receber em deposito e enfardar alodio, qnal
qoer qae seja a quaotidade, cora a promptidio
que se ; 1 Ja desejar. O abaixo assignado participa
portanto aos stnhores recebedores ce aigodo, que
esur sempre prompto a servi-ljs com '.o 3a a
presiesa e exastidao. Os armados achara-se abor-
tos desde as 7 boras da manhiu al as "i da tarde.
O presto para a inspecjio, embarque t deposito
dos algodoes s?r regulado e segundo o costurae
Japraca, a do enfarflament- bydranleo como se
coa vene*: n i id.
William Vaogian.
Sociedade Ftriotica Dose
de Setembro
A commiaap central desta sociedade convida a
todos os a?9ociados a comparecerem no sallo do
Club Peroatnbucano no da 30 da correte s 6
horas da larde para tratar se de n gocios de som-
ma importancia.
Secretaria da Sociedade Patritica 12 de Setem-
bro 20 de janeh-o de 1872.
I.uiz Gongalve? da Silva,
!. secretario.
COMPANHIA
Santa Thereza
Os Senhares accionistas podem mandar receber
suas ac aos reciba que Ibes foram faruecidos, por occa-
sio das differentes entradas do capital.
Aqoelles senbores qae ltimamente se rascreve-
ram, lodem tambera reeebs-lss desde j, reali-
saodo o saldo do capiul subscripto.
Recite 2 de janetrode 1872.
O gerente,
Justino Campos.
Na Iravessa da raa
Crozes n, % pri-
aieiro andar, da-se di-
nhelro sobre penhores
de ooro, prala e brilhan-
tes, seja qoal lor a quan-
tia. Na mesna casa com-
pram-se os mesraos rae-
taes e pedras.
iOflNA
Roga-se ao iiim. Sr. Ignacio V.eira da MaUb,
;rivio oa cidade de .Nazareth desta provincia
'avor de vir a roa do Imperador n. 18 a ronciu
aquelle negocio qne V. S. se comprometten ral-
iar, pela terceira chamada deste jornal, em ftw
le dezembro prximo passado, a depois para ia-
aeiro, passoa a fevereiro labril, e nada eampric,
por este motivo de novo chamado para d.w
3ra ; pois V. S. se deve lembrar ana este negocie
de mais de oito annos, e quando o aankor sen
Boo se acbava no es nesta cidade
****** *** *****
Advogados
Franklin Tavora e Casle'.lo Branco
* 35-Roa do Impera lor35
0**** ********
Armazem.
Traspassa-se o arrendamento do armazem n. 34
oa raa da Cruz : a tratar na ra do Crespo n.
16 andar.
Ooncerta-se'machinas para
costura
de qua!qoer antor por uro machinista nor-
te-americano ha pouco ebegado eui
Casa de Chauman
Ra do Impera lor n. 45,
a*";
AMA
Precisase de urna ama :
relia n*6l, loja de chapos.
na raa Di
hutermeiiO e criado
COMPRAS.
= Compra-re orna casa terrea qoe seja boa o
tenha pelo menoi 4 quarlos e bora Ojnantal, r rs
freguezias da Boa-Vista e Santo Antonb tran-
se no armazem da roa do Imperador n. 16.
Dr. Perora da Mol-i
medico operador e parteir:
perador n \?, fr anda'.
AMA
i
Na raa do Bom Jess, outr'ora da
Croz, u. 3J, sobrado 2 on 3 andar.
preisa-se de urna ama que saiba
eozinhar bem o iiarlo d urna :asa
de penca familia, paga-se bem.
Participa-se ao respeilsvel publico que est
aberto o hotel do Po>;o com* ".odas as commodida-
des dose jada?.
Palma n. 34.
Precisa-se de urna ama pa-
ra eozinhar e oniprar, sendo
de boa conducta : na raa da
m Precisa-se de urna raulber forra oo
escrava para eozinhar somenla, pa>
gando-se bim ordenado, se agradar:
na raa de S. Francisco n. 72.
AVISO

yrar
3 de
O abaixo anigoado cier.ti.ica ao publico e es-
pecialmente ao respeilavel eorpo do commercio,
que desde dia 18 do eorrenie m admittio para
socio de saa casa commerelal ao Sr. Manoel An-
gosto Pinto da Sonto, pauando dita casa a
sob a firma-Autones & Sonto. Pao d'Aibo
janeiro de 1871
Antonio Antones da Silva.
Preciia-se de duas amas, nma
para eozinhar e eimprar e ostra
para eniomrnar, [.ara oasa de daaa
roa de S. Francisco n. 31,
AMAS
pessoas: na
Alaga se o 2* andar do sobrado sito a raa de
Lomas Valentinas n. 86, com os corara dos segnio
lea : 2 salas grandes e bastante frescas 3 qnarv*
grandes, coiinha fora e nm corredor cosa poriae
para a raa de Hartas: qaem pretnder dirijt si
i pra;a da Indepeodenia ns. 13 e 21 loja de coa-
oos. ______^^^^__^___^
30,000 KS.
ama a p;ri tvwr
nj ttia jq.iae J' vaV i *'.\

Na roa estrtita do Rosario n. 35, prirneiro an-
lar, contiana-ae a forneeer atoos e jantar pan
lora, som asseio e promptidao, sendo para tres oo
patro pessoas reunida*, a 30/ par pessoa, e o-
io pira uou so por W, manaando-aa leva na
usa dos assigeantes 4s tiaras que os raesmos de-
;erm!narem. aJ _______
ojoni-r-*T i'reeisa-* de nina euohraiC ""ta do Ro-
ar.dar, |r*? da Bia-Tti p IP.

Joaquim Jos GoncsI-
ves Beltrao
Rott do Commercio n. 5, i andar.
Saoca por tsdos os paqnetw sobre o
banco 4o Minbo, em Braga/ e sobre oe. e-
guintes tjgiresdflPortica'.
Amarante.
Arco- Je Val de Vez.
Barcenos-
Beja.
QMMh
Cowabra.
CotHhi.
Faro.
Goirin.
.


. rn

Goimarim.
LMMgO.
t"
Um*.
Mirwdelia.
Wmtth
Ponte de Lima.
Porto.
Tavira.
Vilpasnos.
Vianna do Casterv
Villa de Cooje.
Villa Nova de amaiiwc
Villa Nova de Pwbo.
Villa Rea!.
Vi zea.
Valeaca.
Figonira.
PTiGel.
Rigoa.
Aluga-se uu vende-se a ca-
sa e siiio da estrada dos Af-
flictos n. 22, o qual tem 200
palmos de frente e cerca de
! 1,300 de fundo, com cacimba, frocteiras,
etc assim como vendem-ee terrenos aos
lados do mesmo, tendo as f. entes e os fun-
gad de beneficencia precisa- ** murados, lendo na verdade excelleute
se de um entermeiro que tenha pratica, e de don:- acquisigo para edicafo, nao to por ser
criad>s para o servico do mesmo hospital : a tra- Dem pertO da ciaie, como por passar pela
tar com o provedor na rna da Madre de Dos nu-1 freDle a va ferrea do Ajriial: a tratar C m
mero 28-------------------------------r;-------? ; Antonio Jos Rodrigues de Sousa na Ihesoo-
_ A'ogaseu^ salla na ra do topo rador,} flri> ^ -m QQ conQ Carlos da Si,va
rUU ^^ "; Araujo na ra do Bom Jess o. 23. arn>a-
zen^________ _____________________
Aos influentes do
carnaval.
Na roa esireitr. Jo Rosario n. 35, prirneiro an-
dar, alaga-so e ea:le-se vestuarios para e carna-
val como s9ja.11 : dminos, vestuarios de prin-
cipe bordados a ouro e las, vestuarios de cam-
braia para booer.s o meninos, ludo palo barato
preco de 3, M, :$ e 8| rs. de aiaguel, e ven-
de-se psra fra o"a cidade aos reguezes que cos-
tumam a ;oraprar rodos os annos por preco com-
modo. Tambem z-se vestuarios a carcter e
phantazia, trazento sen' donos os tigurinos Avi-
sa se erra teu.po aos freguez^s qoe todos os annos
maridat.-) fafer tanto aira as lojaa como para qual-
luer mojo rae cura gosto se queira vestir._____
Gorapra-se ama casa lorre< nova ou pe;
msnos em hora estado, que renda men?lme;e
pelo menos 404006 : quera a Uver e qoixer im-
der, dirija-se a roa Doqoe de Caxias n. 43.
Uompr..-se
Urna taberna propria para principiante : na ru
das Cinco Ponus n. 148 se dir qaem .
X' ESCOLA PARTICULAI
m 19.-------Rvk DA Penua.-------19
M. Auna Senhorinha Monteiro Pessa.
Materias de ensino.Todas as que com
preheadera a instruccio primaria.To
S os trabalhos de agulha, inclusive bardado
fi de oure.Flores etc.
S Ensina-se msica com previa ajaste.
M Tambera recebem-se alumnas ioternas.
m* *** *****
*
I
*
m
"'
V'NDAS.
AMA;
Pcecisa-se de nma ama que saiba >
calichar para easa de familia: na
aa do Vigario n. 5, segundo andar
AMA a
i'fsoi-a-se de ama ama para coz-
nha : a tratar na ra do Crespo n.
2* andar.
Cabelle!reiro franctz,
pode ser procurad o para pontalos de senboras
ma Dnque de Caxias u. 30, laja de perfumaras de
Sr. Jayrae. ^^^_^___________^___
Qaem tiver ama preta para alugar. dirija-se
a roa d<* Horias n. 06.
V^
O proprietario do esiabeleeimento Bazar Univer-
sal, a ra do Bar' da Victoria, outr'ora Nova, n.
22, pede a todos os sens devedores des la pra^a e
interior da provincia, o ospeeial favor de virem ou
mandare saldar seas dbitos .-ontrahldos at 31
de dezembro do auno prximo passado, devendo-o
fizerem at 30 deste mez, caso' contrario serio as
tontas entregaes ao cobrador. Recife 16 de a
neiro de 1872._____________________
Presisa-se de nma ama pa-
ra andar cora om menino de
_ anno e meio e lavar e engom-
mar para o raesmo menino : ca rea Nova n. 4.
Honteiu peideu-se ae^de o circo d;s savalli-
nbos al a emeo do caminho de tewe le Oi-.nla
nma pulceira de nioiaico, com cinco raedalhoes,
tend) de no lado escrlpto am^ade e do ontro
sete retratos de familia : ?aem o entregar ao Dr.
Jlo Francisco Xavier Paos Barreno era Oiin.Ia
raa do Boratira, oa nesta cidade em cana do Ba-
rio de Goararapes, sera generosamente recom-
pensado.
Precisa-se d'uma ama es-
crava on forra, qae eosinhe,
compre e engome, easa de
poac* familia, ra de S. Francisco n. 54.
v&v
^^. Precisa-se de nma, para
^-v %*\%>\ r-a*a de pouca familia estrao-
Crmo n. 19 I* andar.
raa da Carabea do
8o3eSffe Emancipailora
De ordem do Sr. presidente desta sociedade se
fas pablico qae qumla-feira 25 i corrate as 6
boras da tarde Ha ver reuniao da dir.:'o: a no
salad do Crabtfemunbneano.
Sesretaria di Sociedade Em&tKipadora, SO de
Janeiro de 1872.
Alolpho Lamenba Lins,
1 aeerewrio.
Armazem de mate-
riaes.
Praca Coneordio n, I
Os s6nhores donos e empreiteiros Je obras en-
;on*rarao sempre Deste armazem todo necessario
para qaalqaer construceao, comu seja : cal bran-
:a e preta, tijollos grossos e de ladrilhos, lelha, ci-
mento, areia e nma grande quantidade de ma-
ieiras de 22 a 63 palmos de emprimento.
travejamenra etc. ele.
Oatro sim, encarrega-se o proprieurio do dito
irraazem d qua'quer fornedmeato de materiaes
;ue a obra ne:essitar, para o que tem candas,
j carrocas, ^odendo ajastar tudo posto na obra,
>.>r menos e inelhor que outro quaiquer, pois qae
aibora ten olariss.
Caixeiro
Otlerece-se ara menino de idade de 13 a 14 an-
nos para caixeiro de algama loja de fazendas. cu
miodezas ; o qaal dar fiador de sua conducta,
no caso que exija : nesta typographia se dar ra-
fermacoes necassarias
Alaga- urna casa terrea na ra do Hospi-
cio com comandos para ama grande familia: a
tratar na al'andega com J. C Reg f alenca, oo
era Olinda brn casa do Sr. Antonio Ramos.
Baix-i ile capirjn
Arreoda-se, no sitio da estrada de Jle de Bar
ros s. 22. ____
.
?t
AMA DE LEITE
Freciaa-se de umi ama de leite, i quem
se promette eneroea paga, i roa Estrena
do Rosario n. 41, i" andar.
Precisa-se de ama ama lirre on escrava para
orna casa, da familia: na roa do Marques de Ker-
val tauuga roa da Concordia) unto ama padana.
Nao se declara o numero, por qa* raa nao tem
nnroeraeio.
pretendenten.
Pn-9tnegeoio com tejad? roa Novad. 16,
gar*n;tndo-sf jrTeB^u>eot9 ; t Traur
owsir.a
na
Snhloc se o arrendamf nto do predio a roa
Jo Marqnet de Olinda a 23, eonsisindo em um
vasto pavrtBento terreo com os fondos para a
ma da Cacimba, finni cbago no centro sende tara
seta mniW epacoso o andar, o qoal tem sbila
impenden!*: podsndo ser pelo armazem, pro-
D-io nara nfl> grande oegoco por stacado, por
ier o Jugar o .^selhor jwnimI : tratar cora An-
ionia Jos Rodn^nes d Sorna na thesoursrla dea
loferias. roa do Ci'espo B. 6.________ _____
' _'frecVa-sa de n.^ csciavo de mela idade para
tratar de nra pequeo Nifo : tralar iraiPti
mfiro de marco n. 8. _______ __
Procisa-fe de om ca^eiro que tenha alga
ma pratica fe taberna, oo ue^o aeo nenhnma,
de 15 a 16 annoN do idade : na '0* do Mondego
n. 97,
i^xj condac
Qaem prsci:r de em una
U e qoo eoznha ptifeitamente, seJo l,*rclM
de bomem swjpiro, on ai* tres pessoas, i>* Pr'
corar n* (lin^ir. a r;.a t-upertal, c.ua tb7r*a
naaero4"v | | f'
T jur>)?, daodj-ss nma i
rantlA; quera h'kt dar |
Precisa se det$00#l
peesoa onea para sa_.
Jaflnnn'ile par! ?er prarinda
A refinado da ra de Sania Rita N. K
vende assucar reinado fino de !* sorio a
5l20 a arroba, de 2* s;.rte i 4M80 e !
3a sorle a 36840 por 15 kilos._________
imento o verdadeiro l'or
tland.
Vende Joo
barato prec^i :
fandega n. 6.
Ignaro da CosU, em barr.s i-
no armazem da Escadraha da >'
No escriptorio de Vicente Ferreira da :
jnnto ac arco da Cooce>cao vende-se egn.ri
Caixas com vtdros de grosora dupla 13(1.,
I6|li, 17(15, 19|I4 e 23.15 ; camas de fern .; i
estrado de palhinba e I palo.os de largara, **
gosto moderno, lavatorios de ferr: m e$f
baldes e regador**.__________________
MOH11AIMI,
Vende se metade ds nm subrado c tres and
re< era orna das primeiras ras desta cidade
tratar na tua da Irareratrir. taberna n 4
BOTICA
Ve de-te a botica da ra da
Dias n. 88 : a tratar Da mesma.
Mir.n.
No Bazar Vict'ria venle-te metas de lia i.'
cores, para s<-oboras e homens e de seda cari*
sn e preta para padres camisas le lia poaia I
raeia e seroula de flaneJa, no Bazar Victoria, r i
do Bario da Victoria n. 2 de Awarel, !!> i -
i C.__________________________________
Ceneja de Noruega
VerdaJeira c superior : venda > arma-
Je Tasso Irraaos Ir C
mi%b)
Velai de cera para baptisados a magr*, -
barato preco, icn par* '"** a t**0 ''*^,
no pateo d Livraro*nto i. 3H._____________
Ghoc late Meaier.
Vende-se eboeolale Menier de saade
do kfamnez de Olinda a.
.i
40.
MHHUIM)
VenJe-se metade de nm sobrado a V>\ ma
i tratar na rna do Bario 4a Victoria, onarV*
Nova n. 69, ulerea.
CAVALL
Vende-se ara ca valle alaaio aaaarello caa|ad
de emi: na rna oa rVala n. t______________
Vende-se dua* arrobas de diarios para t
brumo: oa roa do Uondego, p-nUo slfla nn-
mero 63.
Cal de Lisboa
Desembarcada oo da 14, rinda na Partir V
ats: vende te do aramea da rna do AaoU j ..
16 e trapiche AlfaneVgi V*^_______________
t Vndese nm eaftVsjWtoMo, nMlnMive
elegante, ranito bew psnta t Jarano: a ?"
na roa da Phreniiaa na (oiaM a* Mr. Gf^eni
onde se dir cora quisa te snwn nma.
Veodiv-se a't^frna sita i rna ta jsnsion e>.
P--T Stl
Ci?U9tt.5 sota pon** Wlj*.
ripiante r a tratar na
\?ende-ii. Vi. caa> o ananjthi r tt : .
I trafar ea rpj u &^w 7L
IttJR |
L
(
-"V-i


\
4'
>o 4* Feiuutbikos -- Qumla airar d Janoifo SEMblBWES
NK >L9JA E MMRZEMU
i-
OCEJDSLO!
as.i
SMf

u*5
FLIX PEREIBA DA SILVA & a
NA RA DA IMPERATRIZ N. 60-
8 a dinheiro vista 5
Os propietarios leste estabeiecimento tendo grande necessidade ia diminuir o im
tiento deposito que tem de fazendas e grande urgencia de a parare m dinhe!ro, tem re-
sollido farer ama verdadeira liquidado com grandes batimentos nos presos de todoi
os seas artigos: para o qoe convidam ao respetavel publico desta capital a vil- sortir-sl
pois lne garantem que em parte algnma poderlo encontrar to grande sortimentoe mes
Bo nao comprarao pelos pretjos que se Ibes pode vender na loja de Pavio; porra ad
virtindo-se qoe so se vendo a dinheiro vista. Os meamos proprietarios deste estabe-
iecimento rogam a todos os seas devedores desta praca o favor de viren saldar seos d-
bitos, e todos aquellos qoe estiverem devendo contas antigs e o niofizerem terio dt
ser encommodados judicialmente.
Loja do Pavo
SAIAS BRANCAS BARATAS
a (JSOO e 341000.
O PavSo .vende cortes de boa azenda
mperatriz n. 40
ihecido, e acreditado ettatoaiecimento, resolvern
-existentes, e pelo maior preso que poderem obler,
nio engeitatido preco algn at o a> do ano*; porttato prerfaem aorespeitavel publico,
para approveitar a occasiio de comprar bom e barato.
Lencos brancos jarrndes de
abainhados*a 33200 a dozia. I |;,
Os proprielarie* dcste .
fazer urna liquidagao das fazenda
i ANII6A FMiA DE CHAPEOS DE SOL
DA
VIUVA FAfiQVE
4Rua pnmeiro de Mar (jo4
i,'. Acaba de racetaer pelo ultimo v.pjr um explendido sortmeulo de-chapeos de sol: d.-1
lapoueza, forrados fe >ed azul i 10/ cada un ; de alpaca, tarados de seda axol a 7 i,** r.:,
5SS. ^Z&?$. Panno-,. 'S%X1^JAJXZ^^
lindo swtiiwoto de bengalas e cbieotes, o$ fiases teode por precos mais barato* io q:ie m '
qwlquer parle; GaranU lodo e qualquer chapeo ou bengala, e rtbrc-se as armadoj, v^lu-
toda a qualidade de azenda.
4
d
->

I i!alias barata e do Pavo. o
Alsacianas com lindas listras de seda a
10000 o aovado.
Ditas Usas com muito briiho a lo o cavado i
Atlantts, fazenda de muito gosto tecida i
i,m seda a 740 rs, o covado.
Ditas com qaadros de seda e cores muito
delicadas a 610.
Poil de ctavre, d'oma so cor com atrito
fcritoo a 500 rs. o covado.
Merinos escossezes (azenda de muito gosto
{Mira vestidos bornos e roapas de menino
e 640 rs. o covado.
Gurgaro muito bonito, tendo de todas
as cores a 100 rs. o oevado.
Llismhas modernas com diferentes gos-
oe a 400 e 500 rs. o covado.
Ditas ditas a 280 e 320 rs. o covado.
Bareges transparentes com diferentes co-
r a 160 rs. o ovado.
Alpacas de cores lisas e lavradas azenda
* muito gosto a 500 e 800 rs. o covado.
Cassas do Pavio.
Oibms inglesas com bonitos gostos a 200
a 240 xa. o covado.
Ditas finissimas a 300 rs. o covado.
Ditas francezas de muita pbantasia a 400
t. o covado.
Cortes de cassas com 7 varas fazenda
moito fina e bonita a 2<$500 e 3)9000.
Ditas ri'organdy tranco e de cores a
tiJUSOO.
CORTES D'ORGANOY A 4,5000.
O Pavao tem cortes de organdy branco
con 81/2 varas qoe vende pelo barato pre-
ro da 4)5000, assim como lioissimo organdy
irsnco cea listrinbas e qoadriobos o me-
nor que tem vindo ao mereado e vende
pelo barato preco de 7O rs. a vara.
Poapellaas de seda a S*OO.
O Pav3o tem um elegante sortimento de
poopelinas de s da tanto lisas como lavra-
das as mais modernas que tem viudo ao
mercado e vende' a ^000 o covado.
CAMBRA1AS LARGAS A 800 RS. A VARA.
O Pavio tem cimbrau branca transpa-
rente de boa qualidade, com 8 palmos de
'afgura, que a penas precisa 4 varas para
om vestid',1 e vende a 800 rs. a vara, dita
finissima da fiscosaia tendo a mesma largu-
ra, qoe vende a 10600.
CAMBRAUS BRANCAS A 5000,6 *3fc
O Pava tem pecas de cambraia branca
sransparentes com 8 1/2 varas que vende
^elo barato preco de 45000 e 5500, ten-
do tamben moito finas de j'&OQO at
QjOO.
Oitas tapadas ou Victorias tedio de 3(5500
peca at a mais fina qoe vefo ao mer-
cado.
Vrftsdeaiaples preto e 3e cores.
O PavSo tem um graniW sortimento de
grosdenapios e gurgurav^preto para vestidos
endo'de !56O0 oj^ovado t ao mais su
perior qoe cos^irna vir ao mercado, assim
.-too um gibada sortimento do ditos de
Ditos ditos de algodSo, e cera abaidbado
largo e pintado.
Um completo sortimento de roapas
futas para bumens e meninos.
Casimiras pretas e de cores, pannos finos
zoes epretos.
FatBi de cores para vestidos, padroes
tniudjnhos a 400 rs. o covado.
Custumes de alpaca de cotes afeitados | Cambraias brancas bordadas para vesti-
do seda e lia para meninos. Palitota de alpaca de cores part bomens a ROUPAS PEITAS E OFFICINA DE ALFAUTE
3^jo. Urna grande quantidade de palitots, calcas,
Capellas e veos para noivas, ludo janto,,coUetesde pannos, casemiras ebrins para
prego muito barato.
Ditos adamascados para camas e janellas.
j recortados.
'
^dss ^'c^res a branco e um bonito sorti-
aoe^rt) .le setms branco e de cores que ven-
d*. por r-recfls tuu.L) em cinta.
E^SAQUINIIOf 1W, \U E 20*000.
O T'av? tem um grande sortimento de
-tcos i,asaquip.;.os de seda ireta moito bera
bfeitsdos o molimos que vende a 15#.
:&S e 20400, 6endo fazenda de mato
mais valor, assim como ricos chales pretos
cordados com franja* largas de retroz a
'04 124000.
CORTINADOS PARA CAMAS E JANELLAS.
a 84, 104, 12,5 e 16,5000.
3 Pavo tem om grande sortimento de
'Timados ricamente bordados, proprios
para camas e janellas que vende de 84 at
''4090 o par.
Pecas de cambraia adamascada com 20
eras a 104000. crochet ricamente bordado.
pra -;ortcadosa 14000 ometro. Assmcomo
ico*damascos com-Ge 8palmos de largo-
' proprios pera colcha de camas e tara*
branca com bonitas barras de pregas, pele
baratsimo preco de 24500 e 35000 cada
orna, e grande pechiocha na ra da Impera-
triz n. 60, loja do Pav5o.
MODERNAS BAREGES COM LISTRAS DE
SEDA E FRANJA AO LADO.
a 800 rs. o covado.
Cbegon para a loja do Pav5o, roa d*
Imper.atrtz n. ftO, um elegante sortimentc
das mais lindas bareges modernas e tende
o lado bonitas listras asselinadas e franjas
para os enfeites, as quaes se venilem pele
baralisikno preeo de 800 rs. o covado, por
baver um grande sortimento desta nova fa-
zenda ; assim como delicadissimas baregei
com lindas listras de seda, sendo fazenda d<
moila pbaota^ia a 640 rs. grande pechin-
cha, no armazem do Pavio.
Fazenda para lato.
O Pavo tem um grande sortimento dt
fazeadas pretas para luto,- como sejam :
Merino prelo com 6 palmos de largar.
para vestidos a 24000 e 24500 o covado
Merinos pretos e de cordo para todoi
os precos e differentes quididades.
Bombasinbas para todes os precos.
Cantes e alpacas pretas. Lasinhas pre
tas ou cassas de la de; 360 at 500 rs. <
covado. i
Cassas pretas francezks e inglezas de to
das as qualidades. y
Chitas pretas francezas e inglezas de 20(
rs. para cima.
Crppe preto para veos.
CASEMIRAS PARA CALCAS A 44, 55, 64,
75,. E 84000.
O Pavo tem m grande sortimento dt
cortes da7casemiras de cores para calcas^
sendo osfmais moderos que tem viudo ac
mercado e vende-se de 45 at 104000 (
crteC ditas ero pecas francezas e inglesa*
panaeaicas, palitots e coiletes que vende tu
loOat 64000 o covado, ditas escuras i
prava d'agoa que vende a <5 o co^e ou ;
(3 o covado, sendo estas casemiras omit
^iroprias para meninos de escola por seren
es uras e de muita durado.
NOVOS VESTIDOS A 54000.
O Pavo tem lindos cortes de vestido dt
Qnissimas cambraias coro bonitos tardadoi
de cores e tambem iodos bordados4Jran
que vende pelo baratissimo r'^-fo i4?400(
cada corte, grande "pechiGrna.
PANNOS DE CROCH PARA C'.DEIRASI
. SOPHS.
O Pavao tem om gracJi sortimento d
pannos de croch proprios para encost d<
cadeiras e de sphs, assim como um ric<
sortimento de tapetes de todos os tamanho:
proprios para salas.
MADAPOLAO BARATO A 44, 4^00 E 54
O Pavo tem pecas d- aadapolao com 21
jardas ou 20 varas que vndp a 4 e *450C
a pec, dito moito fino e hrgo de 64 par
cim, dito francez do m;;:h.,r que tem vmd(
ao mercado, assim como dito nissimo en
ecas de 40 jardas.
Cortes fe ehiats.
a mo, 2*000 e &OG.
O Pavio tem cortes de chitas franceaf
Grande sortimento de bareges, liasiobas
e alpacas pretas e de cores, lavradas e lisas
para precos moito em conta.
Grande variedade de chitas de 210 at
400 rs. o covado.
Cassas de cores, e cambraias listadas para
diveraos precos.

todos os precos.
Camisas de lia, ditas de meia, ditas de
lioho, francesas e inglezas, collarinhos de
linho a de papel, sortimento de mantas e
grvalas de seda preta e de cor, bournus e
ontras mui'.as fazendas, como sejam:
Bramante de linho e de algodSo toalba-
*> trancado e adamascado, esgaiSo, metes
para homens, senhoras e meniuos, coberto-
res, colchas e oatras moitas fazendas qoe
nio descrevemos parao annuncio se nio tor-
nar enfadonho. A dinheiro.
Pelo prego qne se vende s a dinheiro.


AO PAPAGA10
NA
Ra da Imperatriz n 40.
DE
MENDES & CARVALHO
/, <. m to nm f'reces'o'mais perfeito e f.ou ftt-
*j b tl ^orma asaiefarer a? geDcfei- tae
nt. ? tfa-8cri|*ioracaa.
* ni v^Dm t*ra se waaanar no Mtejro semijre
St aesl,.
s*> a.1 a-ate
com 10 covado. .qpe vende pelo barato pro-
co de 14600 e 24000, ditas qoe vende :
160, 200 e 280 rs. o covado, tanbem te
um grande sortimento de ditas finas larai
e escoras que vende a 80 e 330 r'. o co
vado e finissimas percales miudmhs prppri
as para camisas, vestidos 6 ronpaspara me
nios que se vende a 360 e 400 rs.
LENCOS BRANCOS.
O Pavao tea lencos brincos abobado
qao se vende a 4-SOO e 3$. a dozia. ditoi
raudos de rourim sem ser abanados 3
34-200 rs. a duzia; assim como benitos leo-
m ricas cakbasde uam-um imiaco d^ V* hordaos para jnos.
cripta soffre o choque de cidos forlissimoN sem
se deeompor; ora, se os cidos nao ten anejo so-
bre ella, muito senos a aoco do torapo a pode
destruir; isto pkunivel.
Nao s ao oommercio que este mea producto
^nd Xeuimave' croducto eso ates \M*v> nos educandos, em consecuencia dabelea
CT^rSrSB '* *r e facilidade de correr na pequea pela sna
Sttl^J^ajjoiiSE S^io-ai*: i quidez. Ha templos de cr.^oas.qne hav.a
tolSuM. mlritotempo tinhwn urna renajganea extrema
c,-. .^imtff, .._,__ M ; para a escripu, loo que foi admitida eatt tinta
t*it ;jia, aau aeado **v*i-aette ps W*f\jL mo. apodou- dallas a ourioaidade e o
cortado do**, tres, oa rus wpiw -.oantl tiara roolte^ ses o uotogar com a uta- Io" "**~ .-.-*. ,^^.. -. .._-. ,. ^m
So. tersa vSo ha o riacodebwrar. Para se I ats Onu, a par do tastos tlo^m, tem ntn
Km a jTXa, nao aaglomeram m- naico isconveniente, detenora-se ap contacto de
S,X qu*aS P.?as V-rem tirar, Sa alqor; canvem pms Is-te em trnte.ro
r^. amo origina: :Srar oSTunus ^aatas i?Mt do menor vislumbre de^ontra tinui e evi-
iata*jc,cuqca a orlgiial fi* pseadieado [tar*BWtr coma penna nqa.da urna _preparac*i
!^TS^m difforonte o Dcompaftve!; venteando Mto, nao ha
uccrreqpi .di;-:- ?w.pir **>! topoiU r.RTA H(TRA-P1NA DE MuN"
)
(*
>
t^da e ditas de rocbet as mais lindas que
-tu vindo ao mercado.
fcSELlft* DE CORES A 4?0 RS. O
. COVADO.
) PavSo tem um bonito sormecto de
ilu. aelinas de ores, padroes ioteiramente
ovos e cores fixas, qne vende a *0 rs. v
.-OTdo. Dftas brancs moito finas a 400
a .'. jC rs. Metim branco dalndia muito Sao
f..ra vestidos e roapas de meninos a 7 O rs.
erado. Cretones de cores auilo ncor-
y jos para vestidos a 600 rs. o eovado.
Metralhadoras!
Jb30 para i ioj; do Pavo um trotj*'arf?
.-.ment de ^orie de vestido? de cr.avjrnia eom
dadora, -endo esta faienda a v** tnoderna e
i dlBor gosto que lem vindo esw inno para
e?u: astm omo receben urobom om Hada
XtHBBto de ftos de eambraia eom palminhas
Tdi llfc,'eada de multa pinta-Js. e van-
t-;;F!3J mull mus barato do * i zriqtef parta i oa rea da T aperatni 3 d, loja
?fcaioai a r**i ROUPA PARA HOMEN?
Sobrecasacos de panno preto fino ?ead
muito bem fetos de 14 a ,0,5000.
Piiki* de psnn* pretvr fraqoes e So.cc
de 84 at i 25000-
Ditos de casemira de cor de 65 at t25
Ditos de alpaca preta fina de 44 a 64000.
Ditos de dita branca ede efires 64000
Ditos de bnra d-i linho trancado a 64000.
Calc8 de ca*emira preta de 65^>-> al
iiACOO.
Ditas de brim braceo de inho de 4400C
at 84000. ,
Ditas de brim d-?' lafto db cftr f-ara loof
oa prigoa e eoalidkU*;.
Camifis (rancezas e .'igle:as cmo peiiof
i'algjo-lio itV*s44600 afc ijfc em doria ven
ds-se. rca!s barato. ; ,
Dita* do mftia de SOp.rs. im cm.
Ceroulas de inho algotao, tnhwat (
filias nn trra.
Popelinas de seda

A 44600 rs.
*i :;j! "fr fava vertfw cm elpgant san
"|w*ls raiderni pope;ma*
t mIo ttaritis^imo pr?.;.oc>
rna
, .___,, i rizas p*rae owr oe inu? qae nao
cnejM ^:*r aporta LETA JHtTHA-WNA DB MuSIElRO.
xmti nre';pci* ^ aWidade, un qne a m#- ljB,li L*^. .
nr .'tna DCctitfai, e o defei'.o reae aeropre
ctr* i ^nu. $ee mait veies qm menos
tis* *m.
y.ssptf-gcalidad* dse cinta e 6itroiioeck>
bservapao.
Diversas faleidtacoes e semelhaoc& tem appa-
._vJe desoteca e zB-^iaecto ^^ darablldade duvido&a. Os Sra.
,r...r.c, v- \zeevta aze en qoal^r el- ^J^g $' 0 ano dlrigindo^o
mrfrro bal. m& dr 08Cmi tlou para w di- | fSSSSS^.- pedaid? a ttoi jue tu
c-fiuwr a .oa *W3b;ia*, nio ta ot>|jr nDnoP r *******
m TTEHAO
la &*)a d? A- P. de Souza Sirs tV na. do Bario da
Victoria r. 28, oute'ora ra Kn
Gi-wi. r.du4aoBi prec/ de miudaas. perfomarias, oasieiros a gaz e objectos
de porrjl'/M : '
Re compro sortimento de objecUis de porcelana, *endo jarras, paliteiros,
vazos, sant"S, 6&>uit e oxorrot. andJeiros a gai o que ha de icelhor, lamparinas,
ih.anMki.v e'of'Os. e meias para sealjara e pafi hoavns irans, leos, e rendas de
Co'.lariabos de papel, a'godo Kqh. g^TJJ
meias r-._ ..,-.. r_.----------
b'ond, entremeine babados, rices enfsiis dablood e t3>rss para cabeo, noos
baa para wfraOo, adejeces pretojse de rrt grande sormuflo de rofudea*
se \endita por demintito pre',o. .
iiac?4.r(eotes aon paieos para /Dozia de cirtCes de inha prete a
\
j **) rs,* 4jl
Iwade afj'nrha : n
qoe 66 vende raoisy-barac- pira liqi*lr
Fdrs, jioivAf.
O Pavio tem r;:o gerjjpro a sedr bro
co. Grudena'pia hrssco moito encirpsdo
Agraciannas Lraecaj com listos t^e seda
i- Popalinas brsneas de seda fea?
dae.. ScdSbja
pea iijp/aii
orJ
al-
ooe
99.\
!>ran;a
dem iduia Je ainSal) ,.*>^X. 50UCO' .*.,
iVcasderri.jade^dsmodcraM 3o-0J '
j'*'"4-


'i*
X y
aaba_-5 toEatrinAdC!*'
14i00 Mein dem di ioz nove'
JOOO jOnzai de pes*s da,tr. aja
7t0 ract a ...?
.120 dem idemidetn \W .,-,
Mem dem a .... .
Dengals tfe" cima e jnnee a
! Caiv;s do -?tfl wififo 3 .
Qurdr-i ioiu scfos a *. .~v
fNrn^aj/ iaffids*. 0 ^ O*- Pecaselr-f >s deedreade UO a AfffilGrota -de bflit ce ofp par;
aM^fefVrdJ ;?K"Va, "Off Pares de briarof de faotaeiide 80 a H#Ot c? a ***'.'*' **x
dadQS.W (n'* ^S2 a* ouaduws.flir co^ia i.. BtrCarrtiji_d *
^.tiaVcIo, b::
Cores de ierro je m\am e OUiros
JlicIIv^n para copiar cartas.
'BS u8 |/6SSrt Decimaes, Rdnap,
Tachas de ferro,, lanb>d0i
Arados Americanos
' te.
J

1
para agricollura.
Carrinhos demac.
mas


V
.DXaQninl.S ut deska'rocajajgodao, de 40 r W safra'
Chapas de ferro
avanisadas para oo,
Estes arigos ven-em-se <-m
su due mportadort?.
Sha-w, Hawkes A C..
f. 4 n.*, no ?'. mos."
rOCTR'OHA Oa ca Croz 1

S?>^:. : V
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m m sjjjj
________Gl
OERVEJA DA BAVIERA
MARCA BANDER4
Nos ar!iizens de Tasso Irmilos & C.
Al FLOR DE OCRO

SI
f'-"'
9*/ LES p3l<
Sfe, d cont
I No 24 A-Eua largra do Rosario-N. 24 Ag|
RBVJ iIS & IIIMAO
jr:r;r', Da oa nn^VImpeto de ?os devereti, uda a wus inoaraeroi fregu---
i< pela potrada do r.ov.i ,..!. 6e tfli, e de coriyo detja, a todo?, bem b i3mma '&
d* ata* le rr. i:(! de qce iami!- e.'quecD o jardirn das joias que estile a ra V'
larga Co :lo*rjo n. ri i, ^ni.i m ibJo poui-o diohtir.) orgaui:am um bonita rami- (ff:
r Ihetu que cao ciparsiupo ptfun>e to eixa toa te do de ser d jbido a- {7;\v
' lor, e airr.-nv p;JferTdq Vite* -gciae? qoe perdendo o c4or murchi ^ desap- (f/f*
parecer. Aldo totm, r-ta ^tf*f i portanlo respeilaTfi leitor.s vitai o esubeleei- Sji&
renlo ( eMontrareu orna -srifdsrtr til que com certeza darei- por bfm emiregadc *^J
p tempj precijo pwsiiflo c ; LOH, DE O'JRO que V' '43
Em modiciiade de presos sem ual l|
' L'qIa stniai de ero t itC-Od, iuntus e: m caixa de madr(imr>la otra do ^J^
gost.. psra >tobcra a iGCi)C, -ares 4* ; rm.-n de ptiuntaMa r. 8 n lOaoOO, iaeio< rf-;>J -lOJf, 't* Mtinu U< c'"f;.! modello* a 3 e P. e 8C00 o par, palu-irmlu de ^>*
eoatl T#. kticlijr<* de.dito pra""i'8Bc*>uittllmba* e diversos tbfritts do iur. i 'i/i
^5) a 0i"0>, viiirha1 d ors! rom t-.u .? onro a 5(.0, biioqoioh'>s do r.rjl a 3 e (?>y
idlWO, (t a /. iodo? o*i d? boeiiin e r*as pedras a .'l e lf, dit>? do pedras r-V-'j
riioa a 00*i. i-rns e d^r-o? itn-\0' a 3d, 4/ 51, dit's de esmeralda, perolas e .J
I Mil a ifi# M, e Ifi/OlO. ca^leus com io>crip<;oes e em ella a 5. t'5 6 8/, .Hy^
flrehphai de yrata jtera a? nrWe:.-;;? pulceiras do fita a id. *r^
/ ri#9 apreciadores da moda
F, uiLt c I1r.oro .jue jo vende joias modernas por pe
oofc -ff um ; guD.;oi-- :n u3 h.t5t3 jara absrtura pares de ditos e de dif
tj, vJi'.p; d o^,p!nh'!i a 1/500 o par ditos para pcmic
por poaco diubein
" ditos e de dif
para puncos 3 ^
"'i Sr> jraoe' pww. P^lTfoq, b^$3. hwty: agu k3
lart^9 bor Pr8'.:os rB;dos,"
irretei de i na i
prados rwumidos, 6 lj V h: ''
!, 28 Ras lo BsT 4 'V^Wf*'^^
rmenlo

le le. _
Flor ie O;.:; c^tirmaa esa" berta at as
9 ivwig d^ noute
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..,,,........ i,, ,, ,.,,....... ni i ^a*
Xtmm de Fefnamoncm.i-^ jQui*U4wra 25 de Jan?iro
le m
2.
,Uj
*S
ARDO KM
rrfmeiro introductor dos pocos tu
bulares da Abyssinia m P^
nanrbueo.
Acaba-se de recebar, a preo^s multo re
duzidos, nota remessa desses execellentfs a ele-
gantes p eos, cajas vantagens j bem conhecidas pe-
la prompU e abundante quandade d'agaa qae dSo,
f-zem-se recommendaveis os 8ra. empreiteiroa de
obras, para os estabelecimentos fabris, industriis e
euros, pella fcil collocacSo e remoflo,liniotietro
como fora dos edificios. E1m se prestara igual-
mente dos quartos e casas de banlios pela commo-
didade do leu aaeentamento e pouco espaco que oc-
cupsm, e grande economia da despeza que se teri'a,
pelo encannamento e consumo, coro a companbia de
Beberibe.
Estes poqos tambem substituem
completamente as bombas dentro das
cacimbas j feitas, distinguin'Jo-se del-
las pela aun elegancia, solide/ e quan-
tidade dagua que fornecero,
So s& recebe o pagamento de-
pois de collocados e que funecionem
a contento dos compradores.
Para encommendas e mais esclare-
c me i! tos trata-se na officina de me.
taes do senhor paulo jos da silva
freihe, no largo da Concordia n. 7.
UQTJIDCAO DA CASA DO BOU-BASTOS
O dono desta casa qnerpnlo retirar-se, fa?o saber que quem qoiier comprar a con
*;nnaco do sen negocio pode apparecer. vende-e a dinbeiro como tambem a prazo
ooiiforme as garantas, cede la r.bem a luja com a armaco, material, sem as mereado-
riaa, sendo boa ptsicji a a casa muio conhecida, pode servir a qualfuer genero do e-
jocio garante u consentia>aato do proprietario do predio.
Acha ?e oeste nico estabelecimento no norte detle imperio.
Crsndesortimenio Iiiem idem de estampas religiosas, santidades, via-sacras, etc.
Ir**:.. >! ir. ',: mocaras choradas, nveroisados, pretas etc.
dem i lera de bromes, lampadas, cast'caes, serpentinas, arandelas, ate-
dem ilein i: obras de prati e praieada, calix e ambulas.
idem itlem d galnlas, rald'rinhas, turbulos e cordas.
dem 4em dj resplandores, hanrieiras etc., etc.
feniMffl por pn
7 qnak-uer par1
SALrTM? agl-i.
gSTOHAS di indi vearcnnajerttmiTalai.
oq *
n
dem
dem
dem
dem
Mera de imagem de madeira iucarnadas e oratork.
Mem d; banquetas, estantes, sacras, troo6tos etc.
idem'de rosarios crines e bsalos, etc., etc.
idem de galoes, franja, ouro fino e retroz etc.
figtlP -
Frevenco necessa-'ia
Quando mukas lujas procuram adquirir -andes
lucro nao cornpadeceado-ee das bolgas Rhaas,
a Nova Esperance busca eonsegui-los sem que de
forma alguma va entesica-las; porque segae sem-
pre o seaantigo- e santo systema- e temer intra-
to para tender limito e chegar atsn ao Jim dse-
jado.
A Nova Espera oca nao almeja somente o lacro
pecuniario, suas a?p>racoe* sao ais benvolas,
eai quauto ao ioieresse material, oomema-se com
a raeJiucredade, em (joaoio porm ao moral, ou
eolio ao essenclal qae ella jurjta noraetdasen-
la orna vana ambicie., aae detesta e fu lod a
guerra ao eostume macarrnico da caresta.
A sua prevenga necessaria, consiste em avisar
ao respeitavel publico e especialmente ao bello
sexo, que e'li est sempre provida do que ha de
melh-ir e mais elegante no minuto das modas, e
emo necessario nao deixarem a Nova-spe-
ranga para preferirem outro tjnalquer estabeleci-
mento, porque aqui, i- o typo da caresta, e all,
(oa Nova Esperanca) o epylogo de lodo (punto
bom e barato.
propicanos
Os .
Mptftavel pabc
Q:,fc e movis,
aos-os que
ftniatnlf i "f
Na u\i.-a
Sbjffi TJSt : >
que :-e pode i
RU.4 DUQUE DE CAXIAS N. 29
ueste grande e bem montado estabelecimento scientificam a&
d U provincia qua se acbam com um variado e completa sor'.i-
uiM ntetona s cerno eslrangeiros, sendo estes escolaidos por nm dos
!. : na Europa. O me?mo tem contractado com os memores
niiut.'Vd as remes?as das naia ricas mobilias feitas all.
n : :...> habis artistas desie genero, e por isso pedem qoj ?e-
-'.ii, anude en'.ontraro a realidad* do qaeacab3m do exfr,
> en pelas mobiliaS de Jacaranda, mogno, faia, carvaibo, a-
mareib, eic, i*a se*-ir-i les c uas deja caranda, pao selim. amrello, etc., etc., gaarda
vertido di amereU>. guanla looga de not.eira e de amarello com tampo de pedra, apa-
radores da.itJ lili, pati to.lcues ep.ca;nente pira fazer a barba, toilettes de jaca-
randa, uare ta. ;>)dra, secreU'iaj de Jacaranda e mognocuslureiras ae mogno, san-
tanos, Ibears pira bordar, barcos, lavatorios com espelho, da pedra tarars&ore e seus
Dartences, caiftns privadas, bids; etc., etc., e muitos ontros artigos que di-isamos de
eacionar por .-e u mar enfadonbo
Multa atten(jo
3i nao desconhecido que existe raa
doDj^ue de Cixias o. 45, a loja de min-
deaas rlenomtnada MA.NOLIA, ete elegante
tabeieciraento pretende adquirir um gran
de numero de apreciadores, visto que ter
sempre o que dd mtloor hoover no mer-
cado e importar (>-omo j o tem eito) por
conla propiia, o que lio-ver de mais cLi-
qne na velha fcirop nde a MAGNOLIA
tem habis corresp ndeotes, e para prova
do que ha expendido a .MAGNOLIA convida
a todo* geraltnento e c m especialidade o
bello *exo a visitarem-na, afim de apreciar
a scperiorMa^.e de seus objeclos e commo-
cbdades de pre-j?.
A MAGNOLIA, tiSo pretenda torear-se
xoaasaote, limita se por ora a mencionar
poneos artigos deixando os demais para se-
ren vistos petos concurrentes.
Besitos enxovaet para baptisados.
Ricas almofadas bordadas para sof.
Pcrfjm-r's. leos e banhas dos melho-
nsemt. cidos labricantes.
Sapatos .dos em talaffarga.
Uicc-s objettos para presente^.
Chapeos de velludo e palba d'Italia, mo-
dernos e de gosto.
Gravatmbas ranito bonitas para senhora,
c lacos para cabrea e peito (novidade.)
Arlig>s de phantasia e proprias para toi-
lette.
Pannos e goilinbss bordados.
Caa'iKi'as bordadas para terjbora. Q
Ricos diademas.
L fe*TC soperlores
Todos estes artigos serio vendidos como
m demais por precia rasoavtig, oa MAG-
HQUA roa do Duque de Gaxias u. 45.
r Barato
aaarata iransparenUs muito Qoa a 3 a peca:
a rm rtim-sir de atarea n. t%, lo|a. de lateadas
i nu do Apolle n
AC
Deposito de gaz
mar
do Refo Lima
piena* e grandes porcSes, marca Oevoes,
vendem Jlo
AOS PADRES
A Nova Esperanca, ra Duque de Caxas d)
63, quem vende as melh res meias de laia : a
quantidade pequea, portanto ellas antes que
je acabem.
Uaf do Oeara'
O melhor e mais barato, vende-se para acabar,
na ra do Marque* de OhnJa n. 40.
X'irope peito^al James
Considerado como e.-peotteo contra as bron-
chites, tanto agudas como chronica?, delluxns.
tosses rebeldes,4*sses eonwlsM e aathmalicas, dr
de peito, escirros de 3cngae e contra todas as ir-
ritantes nervosa?.
DEPOSITO EM PERNAMBUCO
PlIABMACtA! FERHEinA & C.
tORaa Larga do Rosario10 (junto ao quartel
de polica.)
O novissima Acaba de chegar na barca Partir Borget: ven-
de Joaquim Jos Ramos a roa do Bom Jetos n.
8. i andar.
OLEO PURO DE FIGADO DE BACALHAO
DA|
TERRA NOVA
DE \
H. LACOMBE \
Bate oleo qoa tio boa- acceitacao tem merecido,
auito se recommenda por ser o mais panucado
que at ho>e tem viudo, e atilda peto bou paladar,
uperior a entro qoalqaer : vende-se no deposito
jepeciai de Bartholomea k C.: roa Larga do Ro-
aria34._________________
CEMENTO
O verdadeiro Portland : s se vende aa
rna da Madre Dos n. 22, armazem de Joao
Martina de Barro. _____________
E' sempre assim]
Sao superiores I
$o o Pdeas pode vender presuntos de Limego
a 400 rs. a libra oa 880 rs. o kilo : a ra tffeita
do Boeario n. 9 junto a igTeja.______________
-*- senhores de eugcoho e a
seas correspondentes.
Encerados de lona ingieres para cargas, mais
baratos que em ontra qaalqaer parle: na rna
4Daqede Caaiaa^a. 81.
CANOS de barro rrancez para eefplo.,
8ESSO superior em porcSes e a contento.
EMJSN'fO da toda as qualidades.
' MACfihNAS de dfl^carocar algodo.
LONAS e-%rmi5esdavRuawa. 1 8*J^
OLEADOS amerieaao pan forro de-carros.
POGOES americanos muito boas a econmico!.
VLNliO do Bordeaos.
BOOWAC saperisr de aantierTrwes.
PARELLO m saceos grande a WOf.
AGUA fonda tefiUma.
BALANCAS decimae.
CADEIRAS americanas.
RHUM da Jsraaica.
AZULEJOS de Lisboa._________________
Xarope seilatvo
DI
Oaso de laranjas amargas
COM
BROMURETO DE PGTASSIUM
DE
jLIHOZE
Este novo preparada aprovado peta academia
imperial de medicina, muito se recomraauda pela
sua accio sedativa e calmante, sobro o systema
aervoeo, o bromoreto de potassiam, nc fcraa de
dar os mais certoe resnltados as Tersas affeo-
c3es do organismo e principalmente as bestias
lo cora cao, das vias digestivas da respiracao, das
fias genito-urinarias, na epilepsia, as molestias
Demias da prenhez, na insoDjnia das cfiangls
durante o periodo da disueno etc. ete.
Vende-se na i harmaeia e drogara
de
Bartholomea & C.
34-RUA LAR:;*j|>OROSARir>14
0
*W
Machinas de costara.
Chegaram ao Bazar ersal da rnaniv
Nova n. ti, um sortimeuto dej machina
para costara, das melhores qrjahdadea que
existe na america, das quaes muitas j sao
bem conbecid.a pelos leus autores, [como
sejam: Weller & Wilson, Grover & Boka,
Sdenciosas, Weed e Impenaes e oalras
muitas que cem a vista devero gradar aos
compradores.
Estas machinas tem a vantagem de fazer
o trabalho que trila costureiras podem
fazer diariamente e cozem com tanta per-
fti5o tomo as man pereitas eostnreiras.
Garante-se a sna boa qualidade e ensiaa-se
a trabaifrar com perleifaoem menos de urna
ora, e es precos 5o lo commodos que
ievem,agradar aos p'etendentes,
Cura rpida e radical dos
callos
pela pomada Galopau
Essa pomada qoe. o b'ij resaltados tem ct-ifei-
Ldvas peasoas qae della i-'io fci'.e aso acaba de
efeegar para o sea dWpaeiio especia*..
NA
Phanaacia e drogaba
DE
Bartholomea dY G. ra larga de Rosario nu-
mero :u- ,'
J. 0, C. Doyie tem em seu
armaera para veiMler
OSEGUIWIE :
COGNAC WE^NESS.
VIMHO XERE2.
DITO BE LISBOA,
FrLTRADEIRAS;
BITTER
A* raa- do Commercio o. 38.
Cal aeva
ebegada recentemenle de Lisboa no patacho
portugoez t Jos ; tem para vender Joa-
quim Jos Gooralves Bellro, no sea es-
criptnrio raa do Commercio n. 5.
Vende-se doas casas em chaos proprios,. ao lar-
go da Soledad ns. 18 e 20 : a tratar na raa da
Cruz n. 46, andar.
J to sed ico o cestume que ha entra todos
e que qnerem fzer conbeeer de aeo eatabele
eimentos por moto de pomposos annancios, qae
oom bastante- ratao se- arredam os leitores das
massadas com que nos-nimoseam os laes annnn-
ciaotes.
O Campos da ra do Imperador Damero J8,
se qoiiesse segair essa- rotioa antiga de ftwr es-
tampar no joraaes oms lido?, aanuncioa-bombas-
ticos pre:edtdos de ttulos garrafaes rara melhor
chamar a attencao de- respeitavel publico; mnito
lena que diter a resaeito de ssu bem ooobeeido
aroacem de viveros sito raa do Imperador n.
28. Diria por exoralo : qae- no s<* arataiem
tem constantemente-, presuntos para ftaasare e pa-
ra panel-, salames de Lioo, qoeijos de versas
qaalidade3, linguitea e cbcuricas, ov;i de camu
rupim, conservas logleus e Iranceza;- vinhos do
Porto a da Figueira superior, licores fiau, bola-
ehinha.), cha saperior verde e preto oatros mui-
tos artigos que sao proprios para masa, dtopensa e
coziaaa. Mas nao.
O Campos s. e smente avisa ao respeitavel pn
unco desta oidade e seu< saburbios, qae em raso
de se aproximar o tempo dos i Rega-bofes tea
ello feito do sea armazer&tam eentro de tuda qoa
nos grato ao paladar e para aae ningaem i
vide do qae cima se lea dito.
Pede-se urna visita a roa do emperador n. 28,
armazem do Campos.
Com o publico em gerai.
Objectos para lato \ \
Bruteo?, pulceiras, broches, meios aderecos,
cruzes. cassoletas e moldes inteiraieato novos
acaba de receber a Nova Esperanca rna, Daqu
de Caxias n. 63... a elies....
E'. sempre assim
A Nova Esperance... jamis acaba de recebe,
novidades I agora mesnao, recebe taatas qae na
sabe dellas qual annuneie I porm sampre decla-
ra as segaintes para ciencia de algaem.
Medalhoes de madreperola para voltas, eroies
pira o mejmo Qm, bonitas eaixiahae vazias de
papelo, modernos aderecos de madreperola, de-
licadas correles de plaqu. Hado*, encliovaes para
baptisados e chapeusinhos para o mesmo fim, bem
como deste ultimo artigo receben cousa muito es-
pecial de seda copa alta, uu vallado para senhora?,
ieserever mais mascante....
Rap oeai^Bi>e tino
DA
Fabrica
mi
VascoaceWos & Filho, do Cear.
Este ptimo rap tem sido estimado pilos enten-
dedores e apreciadores desle innocente priier da
vida.
Vende-se em eaixaa de 100 libras, sendo alia
libra.
Em casa dos nnicoi agentes netta. cidadeTasso
mos t C.
Irmaos
> t: a i
Marca brilhante
O mais prornrada.
Vende-se na roa do Imperador n. 39, armazem
da bola amareila, em latas, por meaos prego do
qae em ontra qnalqner parte.______?
Especialidade.
Vinbo do Porto o melhor a desejar, em barris
de 10 e 20*: vende-se no eseripiorto dj Soaras
Primos, roa do Vigario n. 17.
-----

Livros malezas

. Aeode se por commodo na raa do Com-
mercio n. 9, um exaelieova rogo da livros, eoe-
potto de diario e raxlo. 7
\ -
" >','.
r
~w
Sustento restaurativo da
saude
PEL\ VER1ADE1RA PAR1NHA
A, Du terry d Arabia
Oaaaaixo asssifnados fazem seiente a seus fre-
guezes,.qu peio vapor lnglez La-Plata reesberam
Segunda remessa fes3a excellente farinha, cujo
aso muito se racoraraenda para as enancas, pes-
soas debis e cuavalescentes, applicada cora reco-
obecida vantageaa aas eonstipagdes, diarrheas.
nausea do es 11 mago, toase, esearro de sangne.
phthysica, etc. etc. Preferida anda pelo agr3dave!
sabor.niricoa tmtra qaalqaer. .....
:JIla9mpta
A ra do Cometeriio n. 10, escrito-
rio de Jos Joaquim da Cesta Maia, en-
eontra-se para vender per- commodos
ppecos :
Azulejos hespanhes.
Polhas de (erro galvanirado para telha-
o de diversos Saroanhos.
Ditas de dito dito lizas.
Bicas de ferro galvanizado.
Cumieiras dito.
Portadas completas para santaria.
Ladnlbos.
s
PAR mudos.
ionitos porte baqueta
Usdiwimos It'O.ues de madreperola roldes in-
traments novos.
Cortinados bordados.
Camisas bordudas para honem,
Finas meias de seda para senhora,
A Nova Bsperacca quem tem I r I
DESA>PlrAREgAM AS SAUIMS
! A Nova Esperance a ra do Duque de Caxias
n. 63, acaba de receber o bem condecido leite
de rosa branca, tambem'leite virginal, os quaes
fazem desapparocer as sardas on pannos.
A revalesciere du Barry de
Londres
Toda a deenoa cede a Revalesciere du Barry.
que d sade. energa, appetite, digestao e des
canso. Ella cura as dispepsias, gastrites, humo-
res, aodee pituita, flao, enjps, vmitos dnpois
da comida e gnvidei, con ;tipafes,t >,'' asthrm,
affec?3es pulmonaree, bexiga, ftga/ -retro e
saugue ; 80,000 caras, incluindo munas dellae nc
nal,
A revalesciere cbocoialada da Barry
em p.
Delicioso alimento para alrooco e cia, rauiu
nutritivo, fortificando os ervos do estomago sea
causar o menor poso oem dor de cabeca, oem ir
ritaco. .
nico deposito para o Brasil em Pernambuc
na pharmacia americana de Ferreira Mala & C.
ra do Duque de Caxias o. 57. (Todo caidadi
com as falsiflcacoes.)
Vnde-se o sitio qae foi do \do Datra, no
lugar do Peres, com anas casas e ama eox-ira,
tendo ama as easa btanles e>mmodos, a frente
le parle do oito de lijlo, bem como a coxeira,
poco com boa afaa, e mnitas arvores .de tracto .
quem o pretender dirija se ao mesmo sitio.
Cm pouco mofo
Ven Js-se brim pardo mnito fine a 500 rs, 6'
covado, chitas escoras variadas a 200 rs. o cova-
do, idem idem pretas aH60 rs. o covado : na roa
1* de Marco n. 20, loja de fazendas de Guillar-
me Csrneiro da Conna & C______^______
Ao mata caspas
A extraccao deste excellente tnico demonstra
que grande prove! j se tem tirado na cora com-
pleta das campas, lastre e conserva?In dos cabellos:
a venda na roa do Imperador o. 71, Papelaria Pa-
risiense, pelo preco de II o frasea
Libras sterliaas.
Vende-se no armazem de fazendas de Angosto
r*. de Otiveira 4C..s roa lo Commercio n. 41
n
Rap Cearense
De saperior qualidade da fabrica de Vasconeel-
3 & Ftlho, deposito em Pernambuco, em casa dos
a Tasso Irmaos 4 ti, roa do Amorira n ?7
Borracha
Na pharmasla e drogara da roa do Cabug ven-
de-se excellente borre cha para tater limas, e rna-
obieas pan eocber as mesmai.
BalOeH de papel
No'Bazar Victoria vende se bates, cartas e jar-
ros de papel (gosto nteiramerite novo) para illu-
mloaQlo de jardn eU., os. roa do Barao d Victo-.
Jh o, I, loji de Amaral, Ntbuco ds C,
-^- V9WI DE
ERNESTO & LEOPOLDO
N.2D Roa de Cabug N.2D
Acna-se mentado da (orna tal -este eBiabaleciment de jotas qae pode
veDder aos aeo nnraarwoa fregaases aa graiiso e a Malno e por precos
mui resumidos visto que recebe de cunta propria por loaos s vapores de
Europa. O gosto de desenlio de suas joias o mais lindo do paiz das
modas, ouro da tei, Lrilhantes verdadeiios, eaiaeraldas, rubios, pitlas,
barquezae, sapoiras, coral rosa etc. etc. Obras de pr|ta da porta tacao
para igreja como para servido domesljco. Convidamos as Exmas. familia*
a visitarem o dito estabeleci'menU todos os das at 9 horas da na .
Compra.se ouro, prata e pedras preciosas em obras vemas.
.
56 ABa do Mrquez de Olinda56A
outr'ora rna da Cadeia.
LOJA DAS MACHINAS
Semlo este aotigo estabelecimento assn conhecido como principal e recoavoen-
dado petes grande? depsitos- e boas sortimeotos com qae sempre prima em ter di
melhoras.. mais; acreditadas e verdadeiras machinas aaaterieanas pstra alfa
dfi, de3je io 60 serrar e havendo em todos os tamaitos diversidades de ejita-
mas e melhoramen ios para perfeito e rpido descaro cemento; torcam se dignas da
serem vistas e apreciadas pelot Srs. agricultores ; os quaes, alm disto, encontrar!'
lambem mais:
Aparados vapores LoeOMovEa, de forca
de 3 4 ca-tallos, e pertences.
Machinas fera lavar roopa.
Arados americanos para vane o la-
deira. /'
Carros da mao para atierros.
Tinas da madeira.
Baldes de d'M.
Ritos de fer?s estanhades.
Ditos com vlvula para lavatorios.
Ditos de mrteira para compras.
Aaparelhos piara jardins.
Guardas-comtas.
lampas para cobrir pratoa.
Tarrachas par* fazer parafnsos de fe?ra.
Ditas dita ditos /de madeira.
Trens para cosiri(|a.
Temos de bandeijajs finas.
Correntes para arrastar madeira.
Cylindros americaaoa para padariaa.
Pertences avoisoe para machinas.
Salitre refinado.
Brea superior.
Moiahos de diversos fabricana par'
milbo e caf.
Debalhadores para mil-be.
Aseite de spermaoete para maettinaa
Camas de ferro.
Bombas de Japy.
Ditas americanas.
Cofres de ferro patente.
Canes de ferro esmaltado*.
Ditos de dito estanhado.
Ditos de chumbo.
Ditos de borracha.
Folies para ferreiros.
Emfim maitos ^ww artigos, qae s avista e oeste es&belecimente- poderlo a
examinados.
MACHINAS
Al
De 10 a 40 erras,
VAPOR
para mover as machinas.
Em casa dos iMPotvrADonEs\ Ba doj Bom-Jesos n. 4
Siiaw HawkesITTL I olr"ora Cruz.
s&i&^
u&sj
LIQUI0A(i,0 DE FIM DE
AO 65
RA DO DUQUE DE CAXIAS
(Outr'ora do Quemado)
Este estabelecimento acaba de receber um importante sortimento de diversas fa-
zendas proprias para vestidos, sendo poopehnas de seda, sedas, laas, prcales, dias coa
barras proprias para babados, lindas cambraias crox, ecm fin ama inflntdade d'arti-
gos de moda, tudo proprio para a festa, o que todo vender por presos ioteiramente
razoaveis, em conseqoencia de estarmos prestes ao fim do anno, e o 65 d3o quer ter
grande trabalho com o sea balanco, preferindo tomar dinbeiro a fazendas, convida-se
portanto ao respeitve) publico a virem sortir-se na loja do 65 aonde comprarlo por pre-
cos que zao obterao em ootro qualquer estabelecimento ; em fim ver para crer


RD DO, DOE DE CAXIAS
(Outr'ora do Queimado)
.5-
Cunha IrmaOs i C.
uada Madre de Dos n. 34
Contina a ter para vender por modicoa precos
vinhos em birrii e engarrafados de diferentes
cualidades, dos melbores e j bem conbecidas
marcas:
Especialidade.
diChegou urna nova e peeaena remessa do vinho
engarrafado, proprio para mimos, ou pessoas
doente?.
Yinho iverde.
Em banis de quinto, o melhor qae fe pode de-
sojar. ^^_^_^^
SO' SE VENDO
Chitas finas para ceberta a 240 n. o covado.
lencos de pguio de linho a 3*500 a doria e
nansuc a 260 r?. o covado : na laja de faaeada
da roa 1* de Marco n. 20, de GnUberme Caraeiro
da Cunha a C. .
Farinha de miiho
Vende se farinha de milho moida a vapor, dia-
riamente, pelos precos segulnte: grossa para
moganr a 90 rs., dita para ang, pintos e passa-
rinhos a iOO rs para cangica e pao de Provenca
a 120 rs., e para ctucoa a 140 t., em arroba
mais barato : na rna do Cotovello n. 25.
CHAMPAGNE
Marca Cha Fare
O deposito d'aqueHa marca acha-se actualmen
te na raa do Bom Jeeai, antiga raa -aa Cruz n.
22,1* andar.
Papelo hamburguez
Joaquim de Soma Maia & C, praca da lude-
pendencia n. 24 30, teem para vendgr em mas-
soi oa a reU{ho superior papeHo degattbnrgo^
Vende se trea casas na povo^io de Una oc-
ftapadas eom estabelecimento : flatateom Adria-
no, Cauro 4 O, no Recife ra da CaW a. I*
Pereira da Cnnha IrraSos venden no sen depo-
tilo praca de Pedro I n. 16, antigo largo do
Cbafarix da ra do Brum, kerosene de primeira
qoalidada (Devoes) em caixas de daas latas, nio
s a gro ao como a retaJbo, por preoo commo-
dos : tratar no sau eacriplort roa do Mar
qnet de Olinda n. 21, outr'ora da Cadeia
Oa meamos recolbem tambem essa ajtifo 1k>
mesmo depozito, por mdica armataBAgeav
Apparelho de prata.
QVende-se uro fqroerro completo, nm apparelho
para cha, tudo de prata de lei sem uaraifom e
do melhor goste qne fcm valo do.fe**: i a-
tar no armazem de lonja da ra larga do Rosario
n_28. *
JfflS^%.
res- e,
Vende-se gresdenaplea ptetos e de efete de oaot-
to boa qualidade a 3J500 ris o aovado, camisa
bordadas para senhora a 94 cada urna, ditas di-
tas maia finas a 184 : aa raa do Vtearn n. 5, f
andar.


1
i
^ .

i
J

j





Mkfe V*n**kM* ml. ^iia m* d J*hit*'ill!
,'M.iL.
p .sjijIu-i
RM BO BRIM N. 52
(Passando a chafarte)
Esta' decidido !
SeUeoru!
i Unen ? o Canpaa- coa acanzero,
LNa roa do Imperador,
mr I Via* a o t to mena* errtfris por occwiSo do io-1
[nj ie Vendeos roelhorebMfMp ca e|MTWh- '(lidio que M des 00 dss estarjelerirnen J
* > [ 10 contiguos so too.
Pehiicha m leja do PavaS
POR CAU_* BO INCENDIO
F. Pdreira ds Mrta, lera urgente aecessi-
dade de liquidar muas etendas de 151, li-
obo seda e altadlo. ooe (be fe nr,is
Aunuucia im seuhores, de eiigenhos que por falta d'agua
oi martes de animaes nt) possam tirar suas safras, que est
prompto a assentar vapores dentro em 8 das do pedido aplican-
do elle as moendas ja existentes,
Tem em deposito variado sortimento de pre
Si / to i
1
*.
'
MOTORES PARA DESCAROCAR aL<
A vapor, agua 011 animaes

Arroz ifluo aspeeiat,
Como jamis se fio igual
Qjerj Wtrtno f
lia Indi* h mai- m,
Queijos llmennos mu aovo,
Alm ds lie boa* o/a, ,
Boro teaetobo f
Do Pono o mal Uso rito,
Presuntos, lombos, ehonricas,
A par das boa* MfcMMiat,: %- Jt O
__ Fll
pe Portngal o azeite,
"amire* mu saborosos,
E o nao menos deleitosos,
. DJce em litas f
logreras twts* batatas,
Baealho snpermr,
De requintado sabor,
O etweetote I Boa Okaas* aloma*,
Cale, maawif, Mjin,
Para sopa o macarra.)
inclusve alguns que nao precisam de obra alguma de oarapinalFioas aaaina^^iataf,
pelo que podem funecionar logo que cheguem ao logar.
FORMAS PARA ASSUCAR
Aquellts propiietarios qnequizerem formas podem desde
j fazer suas encommen las, pois a casatm em viagem e car-
regando numero suficiente para suprir a todos quantos qaeiram
.- tmt
lAGHlRISMOS DIVERSOS


11 esta fabrica ha deposito de todos os i achinismos empregados
na provincia, e aeceita-se encommeadas para fazer vir qual-
quer macbinismo a tontade do cliente.
O JAYME

recoBheceDdo a- necessidada de que se resenta esta bella crdade de um estabe'eciment
onde o respeitavel publico, e cora especialidade o bello sexo encon asse, som perca
de tempo, os adoraos precisos para um elegante ponteado, resolven montar un loja na<
condicoes exigidas i ras Duque de Casias n. 30 (ootr'ora Cruzes).
A maneira por que o JAYME enteodeu preparar am estabelecimento de tal genero,
a prova segura de que nao so o rice mes tambera o pobre, pode, sem detrimento,
czar das alternativas da moda.
As segumtes tabellas qee olerece a apreciaro de todo, segaramoite attestam o
qaanto acaba de expender.
Tabella de pre r.oqoes da ultima moda a m, \U, 15/),
90J, m* 301000.................\
Cacbepaines de cabellos naturalmente cree
pos 10:), 12o, li-5. 205 e 233000....
Crescenles 84, lo. 12:5. 15<5 e 20-5000. f Alera de mnito resumidos es precoe Trancas ondul IOd, 150, 20 e S5^000. \orjectos, ter o comprador 10 "/ yle des-
le tded
i
vil asi
De apurados sabotas,
As consenas r
(imam azeiiorras tfR(*a.,
S ilmon, dees de caj,
Massa Una de san
Por todos a pnmaait,
ft a> tmguas fonwj M*i,
E as lio BfeeoaiMew
Gels f
Do Bass a sublime idea :
Em barril erw>ja fila !
Das sardinhas a fama voa
E lo salame I
K" natnr! qtae te aate,
Do Campos o armazem,
Visto que s elte ttm
rh* charetos I
O* afmate* e ?wwtos,
Viebo- Bordeanx e Mtdeira
Nao esqaeceodo o Pigueira,
B aramia :
Em frascos ruuit Anas (metas ;
R para que se veja at,
Qoe dar raassada nao qaer
Vai nadar t
Prometiendo desde ja,
S vender boro qdeijo pratn,
E tado mals multo barato
Pegas de algodi sinbo a 3C00 e 4AO00
Ditas de madapoo a 44, 4)00 e 5J.
Ditas enfestado com ti jardas a 2)000
u.
IMlaa fraocet muito Uno com 20 varri a
900O.
AlgodSo largo trancado para leocoei a
800 e I a.
Bramante de liulto superior com 10 pal-
mos de largura iDo metro.
Dito de algodao com a mesma largara a
lJtiO( o metro.
Pecas de cambraia transpartnte com 8
til vara- & urna vara de largura a 3;i00 e
fatfOOO.
Ditas Victoria com a mesma medida a
3A"iO0e4A.
Ditas de cambraia de salpicas cem 8 IrS
\iras a fi.

Pereira da Cnnha
Irmaos.
Ra da Cadeia do Recife n. %l
VENDEM :
PotatM d Ratsia.
Cemento Portland.
Agaa-m
Pixe Sae;i.
Alcatrio dito.
Zmco em fulba, para latoeiro.
Esleirs da Iolia, brancas e de xadrer.
Agua Fiorida (legitima).
Cadeiras amencnas.
Berros de lastre.
Cognse.
Enxcfre.
iflnn
A 1^400
Yende-se sipatos 3e tranca, obra muito boa,
pilo diminuto pre^o de UiO : na ra de Mar-
qoei de Olinda, aatiga da Cnici-a n. 50, loja de
miadezas.
O Basar Victoria acaba Se r ceber am comple-
to sortiaento de eofe nes, de roapa de mascaras,
comos^am. tranias docradas do diversas largo-
Dita de dUa adamascadas para vestidos jrs, rentojoaias, borbolaias, moscas, Wtreilas e
fontros muitos objectos beileiras braneas,
ii i


A. -dtoneiro -t
K' allaaeiro
Note bem.
Do* gneros o paladar,
E quena isto davKfor
Vet*vrt


PECHfflCHs
Lencos de esguli a 3^
Ohgju a loja do Paostgain ana grande ecrcao.'
de fences de esenilo ja batanados, e vende-se
por 3#20O rs. dalia nar nt, r o*ipagaia
na ra d* lmpwatria, n. 40.
Hamburgos eom 30
varat

A loja do 'Papa^aio acaba fe neeber-waa pe-'
Qnena porco de tumba-gas craa peca, qe veade-peto dananto preoo de 12^
so propnes pira leees, urinas etc. inais
barato qoe A S20 rs.*covado
Alpacas e lia de
vestidos, para ronpinbas
(arta tres, proprfas para
de meninos, por este
prfco na loja do r-apagai, raa da Imperara
.40,
Amaral, abaco 8c C avisare ao* seas-freguf ie
j-f. amigos de Goyaann, Bsaada, una, Otuntb,
Ottoda, Casanga, tanseem aos l Gasa -Porn
Apipneos, ^we receben i Eccbimentos para bandos 3*. k#, 54 e|'cont em cifra maior de 20.5000.
Cadeias para reiogios 35, H e OHWO. ..
Braceletes 51 64, 8 e 0*W0........
Trancas para anoeis 300 rs............
Tabella de prepos por alaguis
Um coque..................... 20006
m cacbepatae................. 2i500O:
Um cresceate.........-........ 1)5000
Urna tranca ondul.............. 1-5000
Uotopet-diadema fris.......... 1-5000
Um par de enebimentos.......... WW
Perneados de coqoes 14300.
Perneados de cacbepaines 15000.
Penteadas de senboras 3|000 (aa cidade).
Variadsimo sermento de perfumaras finas e objectos de gosto, twmi^mw^SS!f!Sm%g^f^ VSUEi
tamente por todos es paquetes da Eoropa. -3rus q'ae iem vindo ae mimada, para Mib,
-malheret eo.-eornos, e veodem por burato nmeo,
iuer em poimo, quer a retalbo : no Bazar 0Fie>-
*Tia, ra do afao da Vitoria o. J.
VNDESE
X m grande-i.o na traeessa da estrada dos Re-
medio*, com usa grande casa de vivenda prc-
pria para aamarosa 'amii, est em bom estado,
(em una magifiea capella cena todos os seos
pertences, ritis doas pequea^ casas no mesmo
sitio .ptoprias para feitores o esecavos. O sitio -
todo morado, ata bem plantado, cootem grande
quaotidade de awores frnctrferas, um exeel-
lente vrveiro e na bom porto de desembarque :
tratar na rna do Baro ta Victoria, amiga raa
Nova, na Irvraria -Industria!.
CASA CUVIN L imm
I*harmoooilJoo -prirteflodo
puccesBor
Ca* NOVAS GPECIALIBAOES 4. ARINIER
|::m-:!j-;.' a Att&eni Je -Scieiuias e n l.sl.lJto Je Franja,
IIIICPPn s*,b 'ornu ^ [>,st'l,a< desflida e dosczda pal*
liTutuuAU fjsr ie momento ama soiuc(lo
Frcrvtiva e CDislita das MOLESTIAS GOnTAGIOB.'.S.
do atuve rWLTRO e SERINGA sen o
.\JLll tlrt IllLII" gtavec"" BCOB.-enien*a de frajUiiada.
EST040S c m
a forma, de roame de im Porte-Hoedt
OOTFNM TODO RUTAUSNTO.
COLLVBIO Centra as afTeccois das palpebrat,
preparado s-2b a me)it3 forma.
BABTHOLOIEO 4 f
DeposiUiioB geral para e aUKASBL e FOKTUGAJL
3, ra ivga da Bosario. PERNAMBOO.
cem 8 l| varas a 45
Ditas oam bordados de dcres a mesma
medida a 44900.
Cortea de orandy branoo o de odr com
7'frl vares ti.
Ditos de casie de cor cora 7 varas a
t500,
Pefas de orgaddy hranco para vestidos
tendo 8 M varas a i*.
Gtande ortimeoto de tortas senrs
*Oa280iao tova le,
Coitinados para cama e janCas o par a
?#, %, m.
Saiasdeum.s psmto cota pregas a
| fM*
i Romeras pretas dt roch a 45 e $.
Tualbaa grandes de fustlo -para mesa de
jintar* 31600 e 64-
Gobertas de fusiae para a cama a 3^00.
Orasde sortimento de 6asaqoinbos ou
basquinas moderaos de seda e croebe, rica-
mente enfeitados pera difierentes procos.
' Gofgarao de cf para vestido a S0O o
covado.
Bareges transperentea 420.
Ditos ditos a 160,
Doziaa de toathas para m5o a :^ e 85-
Carnizas francesas pera bomem a 1560!)
Coletea de meie cazemira-e brim a
Calcas de brim braaoo de linho a 25 3J.
Palitots de alpaca preta dek salpico a 24.
Ditos sobrscasacos 4e brim a 25.
'.Ditos de casemira de cor* %f500.
Panno pretocorcC palmos de largura a
H49CO o covado.
Cassas pretas lisas a 120 ria a vara.
Cbita preta liea a 800 rtis o covado.
Cbales pretos adamascados a 15600.
Ditos de barege de cor a l.
Ganga franceza a 320 o covado.
Duzas de leacos brancos 15000.
Punbos com 4'ollinhas de cambraia tapada
m transpareote a *>diO.
Corpinbos de cam6raia branca e de cor
25000.
Saias de lia cota barra do er a 34 J>
SIOOO. e otros mados artigas que serla
iofadoaho meatcieaar o qoe se liquida muito
barato na loja do Pavio rna da Imperatrii
au0.
brtaeos para senbora e com
mdf.as para bounerr. fi.'s de perolas, capacetes a
Cbicard, e caldas de neia de algodao e de seda.
Todus estes ang;os fio do mais apurado gosto e
da ultima m<4 em Fran?, e grande novidade
nsala cidadf, nde os amadores do carnaval pede-
to encontrar com Eacihdade o i|te for necessa-
to para se atvreseou-rem elegantemente no carna-
val no
Bazar Victoiia
Ra 4 Itatro da VictarU u. 0
LOJA DE
AM.W.AL, NAbUGO C._______
UPES MACHA
Travesea do Corpo
Santo n. 25.
*VecSe-o machiaas a vapores locomoveis de for
^a dcPt, 3, 4 e 6 cavados e seos perieuces, pedras
de moer milbo, aireios para carro para done ea-
ir tilos coa retranca. ____________________
fflVJk
A erdadeira cei s>ja da Baviera, marca ban-
deira, de superior qualidade, vendem Tasso Irmaos
& d, armazem da ra do Amorim n. 37.
AO AHMAZCU
Hoa d.i Bario da \iitoria
N. T.Outr'ora vm Nova.H. 7
Acaba de cegar novoa sortimecin
Calqado franesz.
Bolinas para h-iin-n-, bom t#v rr.i wlhea, r-
davao vaqu-ia e pann, duraqoe cum tiqueirn Se
vtrniz, pel.ica com biqaeira de wrn'c, birerfn a
pellica com Ihosea e e>in t. tojs, (mo do> fcUrv
cantes Suzer como de Mam
Botas russiacas, mcias IhiUs, perMiras attaa
pTneiras para unitaria,
Sapatos de v?quo! de vrrnii co-n seta de mz-
deira, proprios para os utiet, jari-ns e tsnvm,
tanto para reobura coito para hemen.
Sapatos de borradla para homem.
Botinas e abotinadis de muitas qaalidades e pra-
dos para meninas e meninos.
Sapatos de veroiz, dtarlat, catHRira, tpeme
avelludados e de tranca, frjnetats e pvMnfMZrf.
Ferfumarias
Finos extractos, banhas. co=m. tico*, tinaa,npi-
tas, e poses dentifrices.; gu.i de llores de laranja,
agua de c< hgne, .i:vii-, florida, la*n\, de
loSlet, tintura para bsiba e cabello, jos de arroz,
sabcneles 3 maitos artigos delicado*, con fra qoinhos de extractos, tndo de proieir qnai:-
dade Jos Lera caohecidos fabriantea, rv*r e Cou-
drty.
Mascaras
Aos estndUiatni d phllosophU
inte leen de fozer csaiuc em
ijatareo.
Addendo pbiiosopt.in de A. Charra, na parte
lgica do sea ecmpeodio. Iodispensavel aos esta-
daates desta disciplina que vo fazer exame. Ven-
de-se por 1JJ ri?, na livraria franceza, e na dos
n Nogoelra Medeiros.
para o cornaval chr-goo urna raed* factura
todo sortimento tanto de nwsn, c->mo n arante,
de sella c de cera, para veatfer-t* f.io em da -
z:as e a retaho.
Quiuquilharia
Finos aniso* de Paris, de ditT.rrare go-t a
phintasia, cuino sejam os setointes :
Leiues para (eohora* e mi-Dmas.
Luvas de pellica e de fio da Escoc?.
Espelbos dill. iid para sala e gatitaela.
Vidros avu si.s para espelhos.
Ca a iilias de .: tura ornada coro nrneica.
Albans e quadrinlios paro retrato!.
Diversas ibras iie nnro de le.
Correales de plaqu para reiogios.
Bolcin'jas e cofres du itda e de veilodo.
Diversos objeitos i"e anaaiasia para tonel,
hencint-z, ocnlo? o tengallae de lu.u.
Chicotes e beogiltas de baleia, ranna e jure .
Pouteiras du espuma para cbarutos a c*'w.-<.-
Escovas para cal-eilo, roapa, denles e nih'
Peut s de marllm mniio liaos, para caspas.
Ditos diferentes para cabello e barba.
Carteiras para notas e para dloneiro.
Malas, bblcas e saceos de viajero.
Gaiolas de rame para passariLbos.
Veoezianas transparentes para janellas.
Abat-jours transparentes nara candieiros.
Hamadeiras do dar leite mui fcil as eviaafeja.
Tiras de molduras douradas para qnadros.
Bicos qaadros ja prcmplos aam paisapw*.
Estampas de santos, a.iade> e pbactaatea.
Esterioscopo e cosmiramas cem ricas vistas.
Obiectos oe mgicas para PClreteBJrurnlo.
Machinas da didereotes ystemas para caf.
Bercos de vimes para errt a'ar chancas.
Cestinbas para meninas de escola.
Jopos, de dama, domin, bagatela e da gloria.
Carapanhias de molas para rhamar criados
Realejos, accordiens, vidros avals para c-
moramas e uniros muit argos dt Ibarias difficeis de menciouar.
Brinqaedos
RAPE
Para crianfas,
O maior sortimento que e pode desejar de leda
sorte de brinquedos fabricados em dverros paire
da Europa para entreienimento lea msniooi.
Em
Presos.
CIMENTO
virtude de novas creta des fabrean;' -
jpmm da Independencia n. 5, chegoa SVJft*tSS? SS7S S fK'
oe,a remeta so auito acreditado rap gane ria. onirv. m. v .JL
grosso, Gao, amareHinao, rolo francez, princezai
da Babia, princeza de Lisboa, Paulo Cordeiro com*
mem e viajado e Rocba vende se em libras e a I
reulho.
Vnde-se o verdadeiro cimento Portland, che-
gado altimamente de Loadres .- na raa do Amo-
rim-n. 48 6 30, armazem de Magalbiee & Irmaos
Verde Ckrome.
Vende-se era barris de .' arrobas : na rna .
Marque:- de Olinda a. 40.
Na praca do Coade d'Eu, ant>ga da
Boa-Vista e na botica do fiameiro, van
de-se superior bo-racha muito fina para li-
mas a tres mil ria a libra.
C [MENT
Verdadeiro, vende Jalo Ignifo da Costa, em
sen armazem roa do Amorim n. 39, ene o prego
eowida.
:ria. outr'ra ra Nova nn-ero
PTA OSSA
Da Rnssia, nova e de boa qnalidaie : vendem
Pereira da Cuaha lrraaos : roa do Mrquez de
Olinda d. 2i.
m bom engenho
Vende-se o engenho Pacas, sito em Agua-Preta,
demarcado e cercado ie vallados no tundo com
agua snffieiente, bem obrado e cora proporcSes
para saffrejar de 3 a 4,000 pes : os pretendemos
qaeiram dirigir-se ao dito engenbo que encontra-
ran cora qoem tratar.
Almanack da provincia para
1872
Pre co if(K0
as iivrarias Aoadcmica e IaduiitriaJ.
Novas publi5ap5es
musicaes
Acaba de publicarse a linda polka para pian
Cassi
composico do maestro Rodolpho Mati z*. a -
ao mesmo estabelecimento acaba de cortar a Un*
dissima quadrilha
C'Riaral
DeJteada a este illostre artista, nel? me
compositor da Bahia, o maestroARAGO.
Acbam-se a venda, a roa Nova d. i i, ar.rt v>-
de pianos e msicas do AzevH).
Grosdenple preto
auOOrs.e 11800: na loja Ja? m portas tic
frente do Livramento ; do se amostru.
_____
......11 n
-*3

5.*,
LISTA GERAL

222.
a
-

DOS PREMIOS DA Un PARTE DAS LOTERAS CONCEDIDA POR LE PROVINCIAL N. 106, A BENEFICIO DA MATRIZ )0 BONITO, EXTBAKIDA EM M DE JANEIRO DE 1872.

-

1
NS. PREMS. NS. ?mS j .NS. PIU2MS M. PREMS. NS. PREMS. K&. PREMS. v PREMS. US. PREMS. NS. PREMS. L NS. PREMS. MS. PREMB. KSk PREMB. JS. PREM8. j NS. PREMS. AS. PREMS. M8. PREM8.
2 6* 185 6 417 61



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_.
UTTERATRA,

.



V
A tempe*de
Deus le MiRTlMii) iiliil,
que moves os (Motos,
'l.ue fallas no voz dos ventos,
Deas te salve I Nao me assuslas,
K. espwlha 3 noote densa,
\a raaior, trevosa, mransa,
tenho n'alma a escondi.
illa essas naves pesa-las.
quebraas no espico, tro veja
aqui dentro relampeja,
oesta alma, coa nais borror.
Sao mil raios coruscantes
lesencontrades afectes:
a mete cheia de espectros
tiaxoavulsivo alerlor.
Brame, brame, 6 tempestade,
leuWtbombo nao me aterra.
Lias elementos i gaerra,
as dlaupas, e raio,
fm ssqoer tio arremedo,
nena seiueiham os furores,
. n igualam miobas -lores,
ntoi slo deltas fraco easaio.
i r-id.o no paito a voragem,
veneno, fel, amargaras,
onde fervem desventuras
10 rascaMo da agona.
Teu raio, Den, & ligeiro,
e cUpa, crepita e soine,
mas todo o qoe me consom
vai alm da campa fra.
Sao magnos da amor inundo,
penas e afeclo menudo,
mas de uto voto, fementido
moitH amorosa traifie;
Canee que narceram moras,
e a morte de orna esperanza
que 0111 v i le consol na afiliccio.
Sapranios, luto e sede,
s Je o amor, amor d'alma,
sedo a nunca se acalma,
e no i'o fexve, esta
na e> f ns de negras fezae,
unes. r:contram,-se debatem
,e mlnli' -Ima triste abatem,
r,i.-cs vaga a rocha Oa-
Im ue?8)03 inSCSdo,
a loucura, odiotismo ;
e-requintado cynismo
j crer oobre o qoe n5o ;
>5o paixoes qoe todo excedem,
cegoeira do entendrmento,
ou senhos do pensamento,
tutlo, todo, menos fe.
Menos pois creo em nada ;
alo ba crenc'i qoe nao minia ;
e se ha verdade que en sinta
que o inferno existe aqui :
aqu, no peito que sangra,
aqui, nesta alma que geme,
quino juizo que treme
no jaizo que ea ja perd.
Vida, qoe raorle ma prendes,
posso ferir-te sem e-rime,
que esta raorle que me opprime
e vida, mas infernal ;
as torrentes, a borrasca,
e a guerra dos elementos,
ko temiveis, sao cruentos
qoal humano vendaval T

Hcge, pois, tempestade,
despedaza o horizonte,
a manda-me sobre a frente
oas azas de fogo o raio ;
despede iroves. ascas,
sola os venios rugidores.
N5o crescero miabas dores
da catureza ao desmaio.
Sa mentira esta verdade,
s peior o teu iofcrno,
J-me, Daos, o fogo eterno,
xas tira-roe esta pixo ;
era borbotoes o mea sangue
nio ha fabre qoe o consoma,
no peito transborda a espuma
e afoga-me o coraco.
Se na languidez de um beijo
bebido em labio fremente,
morrer podesse o demente
morreodo-lhe sobre o seio...
Tu s, Daos, pies slvar-me,
00 as cbammas do profundo,
.1 as entranbas do mundo,
1 dos decQooios em meio.
S por demonios te troco,
aojo, mulher, que perdestes
meu coracao que cedesies
ao tormento, aos desvarios.
era vida minha vida ;
ai! quero-a hoje esquecida
Do demonio aos beijos fros.
I', porque cesse o martyrio
>or este amor qae padeco.

est minh'alma sem pre?o
iespedacada em letlSo-
Vmde ap martello, demonios
Neete balcio de vileza
lem corso, tem realeza,
limo, fezes, podridlo.
Koge, borne tempestado,
despedaza o borisonte,
e mandadme obre a fronte
as azas de fogo o raio.
espede trovoes, fascas,
solta os ventos rugidores,
nao crescerio miobas dores
da oatoreza ao desmaio 1
Rio, ootobro de 185...
Lmz Jos Pereira Siloa.


A NOsjVH DE RUI*
( Conclusao.)
A bonina cota ares de crianca contemplen
o boquiaberta e Macedo, alisando docemeote
o bigode com a mi enlavada, comegou a
failar acerca da importancia do jogo as so-
ciedades modernas, do enthusiasmo cansado
em Paria pelas novas formas de toncados,
etc., etc., rtc. \ '
A fortona de Macedo ei osa e sega-
ra. Alea da legitima pal ra3i ac-
dia-lhe da prompto ao ma vagante
capricho e a mais costosa phan.
O diabo qoe nao dorme, segu .*. a ca-
rnncbo.'.a opiiio das beatas, melten-se (Je
pcrmeiaoa felicidade daqnela escellente fa
raiid. Cbejiou a Pernamboco ama compa-
nhia ambulante de Alczar e Lauriaoo, sem
se saber porque, apaixohoa-ae pomo om
moo4miBo por urna das chilcadoris de re-
pertorio de Offenbacb. A s medido estre-
mecen de borror oaviodo narrar os trechos
desse romance escandaloso, e 6 nomo de
LaoriaDO Macedo foi perseguido incontinente
pela execrado familiar.
Duem 'j">' por tal motivo a m3i do mooo
cahio da cana e depois de doos mezes de
lula contra a invencive! febre, que a devo
rata, subi ao co abencoando entre lagri-
mas o filbo.
.Macedo acompanhou lod 1 a dolorosa ago-
na d iquella a quena mais amava na trra.
Levantou-se dos ps da cama mortuaria
purificado pela dr e santiGcado pelo cruen-
to remorso.
A aicazarina, nesse pequeo espaco de
treguas, bypothecara-se oulra fortuna
gorda.
O certo que Lanriano Macedo, doas se
roanas depois do enterro da -soa m3i, des-
appareceu do Recifd, incumbindo a uro vo-
ltio e honrado amigo de distribuir a sna
fortuna liquida pelos asylos e casas de mi-
sericordia.
E o senhor para onde vai 1
Eu ? respondeu Laoriano, voo ver
se realiso a piedos legeeda do jadea amal-
dir.oado per Cbristo.
Desde entao ninguem mais vio, ningaem
mais falln, ninguem mais se lembroe do
prmeiro jaoota pernambuenno, o terror das
vclhas gaiteiras, o querido fructo das don-
zedas e o camarada certo dos rapazes da
alta sociedade.
O commendador era um dos mais
abistados senh^res de engenho de Pernam-
baco. O engenbo principal, e onde.mora-
va a familia, estava situado ao norte da pro-
vincia, virj'e leguas distante da capital.
Relii moradia, soberbo predio aformoseado
moderna, fabricas novas, engenbo magni-
fico, ceuto e vinte escravos, trras vastas e
urna consideravel fartara de plan'aces.
O conmandador era um homem rispido
e brotal, um verdadeiro representante dessa
pavorosa classe de fazendeiros e plantado-
res do tempo..ntigi), cujo poder feudal re-
fleela se em negros terrores sobre i bnmil-
dade nviltante das escravos e o medroso
respeito dos filbos. (Jaa nica Giba que
possua am de tres teninos do casal sym-
Bolisava o mais snirve typa decandura, da
belleza e da generosidade feaoina.
Chamava-se Angele; tintaa deeoita anoos
na poca em que se pass i esta historia,
inverojijl como a -verdade. Era ormosa
cono um raio do so!, e terna como o lcteo
claro da lu. -Riam-se nos se-us olhoa as
madrugadas dooo*, dsaarochevam naboa
bocc< as rosas do paraso.
A edacacSn da meninn lora feita aob ai
delicadas vistas maternas; eis o motivo
porque o feoz commendador podera ter a
vaidade de apresentar um da nos saloes
pernambucaaos urna completa senhora, com
lodos os qnesitos primaroses qoe a fina so-
ciedade reqoer.
Angela amava a solidSo e a paysagem al-
pestre com a furia iosaciavel das almas ami-
gas d > desMBbecido e das sagradas poe-
sas, innatas na naturea 'irgem. Um bom
livro e um bom cavalio era* as saas glo-
rias intimas, os seus desejos e as suas
grandes e nicas ambices.
as horas do sol abrasador, emquanto
os passaros acoatavam-se febris as folhas
do arvorede sombro e a enchada cavava a
trra ao grito ompassado doses.ravos, a
manina n> ?eu quarto, junto janeHa es-
cancarada, relia no versos de Mussel e nos
romances de Alencar os queridos poemas
de sna alma, bafejados pelos quatro ventos
da mocidade injoieta.
Tudo Ibe corra s mil maravbas; lar-
de o pagem esteodia-lbe o estrb> de um
animal fogoso e bello; Angela de um sallo
apoderava-se do sellim, vibrava a chibatinha
no ar fresco e minutos depois amoxona e
corsel, dessppareciam na encruzlhada, r-
pidos como os cavalleiros de Ossian.
O commendador, oceupado com os mo-
Ihorameatos dos engenbos, e o jogo das ac-
coe?, pouco tempo offerecia amizade da
familia. A mulher e es filbos tremiam
como condemnad>s sna presenta. Angela
estin ava-o sem leme-lo. Era ella o balsamo
d3 casa; em seu seio vinham os meuinos
resmungar antes de ir para o collegio e ou
vir a explicaco da liga) marcada, no lou-
vavel intuito de evitar raeia duzia de bolos.
Os escravos amavam na com fanatismo.
L vai a santinha! diziam elles entre
si quando i) longe corra em om turbilbSo
a amazona, com o seu chapeo emplumado e
as largas saiasdo vestuario cinzento voando
na zona lomioosa da tarde.
Em um desses passeios Angela ficou sor-
prendida de ver ora novo typo naquelles ar-
reares. A' porta da hunilissima cabana,
meio-coberta de telhas, meio eoberta de sa-
p, esto va um moco vesiido de simples
blusa, lendo atentamente um livro de capa
negra com arabescos, que pareceu aos olbos
da Angela, ser a Biblia.
Ao ruido das patas do animal o leitor er-
gueu os olbos, vio na eslrada a moca, cor-
tejou-a humildemente e continuou a empre-
gar a attengo no livro. Aquellos negros
oibos que se fiwram de relance na fiiha do
commendador, eram os olbos de Lauri .no
de Macedo.
Angela essa noite nao pode dormir s
horas do costurae. Abri um livro e leu-
Ibe as primeiras paginas; fecnou-o de im-
pelo, deilou-se, levantoa-se imoQediatamen-
te, e, debrucado-se na jauella, por onde
respjravam as deliciosas aragens da noite,
poz os olhos pensativos as coras de es-
trellas que entre'afavam-se no co.
S s frescas bafagens da manha foi que
ella consegoio de fatigada fechar os olhos
abatidos. Soohava com o desconhecido do
passeio, quando a mucama veio participar-
ibe qne estava sellado o animal para as ex-
curses habituaos.
Ella vestio-se, tremola como om condena-
nado qne enverga a mortalha do eidafalso.
Olhou-se ao espelbo: estava paluda, da pal-
lidez dos morios.
Manda recolber o cavado! exclamoo
flagellando a amazona com a ponta flexivel
da chibata.
A crioola observou-a admirada.
Estoa doeote I N5o passeio boje I
E quando a mucama sabio a cumprir a
ordem, a menina escondea p rosto oas
mos, chorando convulsivamente.
Ora, urna das coasas msis disentidas e
menos comprehendidas do mundo -o amof
Deua, dando ingresso na lima humana ao'
rairacoloso.eniimento. torpoa-Q impenetra-
yel s vistas da creatura que o acolhe. No

mysteri > do amor est toda a forca, todo o
entbuiiasao, todo o delirio e todos os he-
rosmos de coraco que ama.
Angela charaou doos das depois do en-
contr o seu pagem favorito.
1 Coohecei aquello mofo que
sempre para 01 lados da Venda-Nova T
Elle ebegou ba poneos diac.
O escravo delle ao conbeco ; agora
elle...
lodijja; oaviste ? icodio ella nerosa-
mente. Indaga hoje mesmo.
A' tarde o pagem declarou filba do
commendador qne o desconhecido cbimiva-
se Lucio Marialva. '.'7^
- Mais nada ? !| :j
Nada.
E quem e elle ? D onde veio ? 8'
filbo d'aqoi ? Est em Parnamboco ha asi-
lo trapo ?
N3o m, nao, senbora.
Angela correo ao seu qjprto e compri-
mido com ambas as naos a alma que Ibe
stilava no coragao :
Qoe roe importa o seo non? ? bradon
cheia de ddr e de enthesiasmo. Aao-o !
Amo-ot Dtus de misericordia f Ea o
amo I
Lucio Mariaha era o proprio Lauriaw) de
Macedo. Estara elle naqiraile caeebre iso-
lado. expiando- algora prufoedo crkne ? Fe-
gindo do mundo-, o ..de fra here da rood,
tentara Macedo erocar a alo de sna *.
pedindo-lbe dia e noite o perdi qoe eVa
Ibe conceder r* ora dos- dermdeirw
adeuses ?
Um s escravu vW com Lasrwno. Er
o seo amigo, era o sen cao, era a sua som-
bra. Go o oome mudado e espirito
eompletaaeote livre dae ambice-futeis es
perava o e>]anota cowerrer
ao lugar que o co reserva aos justos e aos
arrepaedidoe.
Mas o desaine* detenoBOiJ o ceotrario.
Aigda neto entre Laorweo e o fotoro de
ambos collocar-se comu uW figura ;tal.
Um mez depow do prioieiro encontr, '
beira da eslrade-,-ceoverse vain- os doee mo-
co junto a crea d.> caujetoa de LanfUoo.
O pagem ficavxi nessoe ocsa^toes eipreita
uro pouco longo-, e as peiavras de Maedo e
de xkigela cousoreaviim-se no meio deeeeii
doce natureza coa a segpanc.) que 9ees
concede aos amoa- priv^egiedos.
Os- bello ol bo* de Angol procura va o
horisdote emquaoao l^auriaao dina:
Eu si'u uadesgranado* Angela, nos
desgranado que ceda espera neto da jos^fja
dos trwaens. nea da jyslii; divioa.
Eu te amaret,. murmurava a meone,
meiga como um cauto-de: ave..
O destioo ojhz que te- apparecesses
em raen caminho, pebre cuaao, qpando en
fugia de lodos e Ai todo. O jue-esperae?
O que liesejas? .la entre el* aepar.>;o
profunda, cavada pela tua lignosa e peto
leo nome.
Eu te amo articula va ella, piedoee
como r> suspiro da* fon tes, so longe, ec>U*
os arvoredos.
Amas-me, l>em o sai, e bera t'o agra-
dece, adorado aijp da miaba, guarda. O
amor, porm, na basta para compensara*
exigeucias da sociedade em. qoe vives e
d'onde ae e&patriei para sempise.
Angela volveupara elle oeseos avelloa--)
dos e hmidos olbos:
Nanea deixareide te amar. Esperarei
um anuo, dous annos, cic*;o,. teia, at-o
dia em que a Virgera, conamla que ea saja
toda tua e tu meo, na vida na morte.
A la a ponta va no borisonte e o pagem
approximava-se. com o animal pela radea.
Duas m3os ciogiam-se trmulas; os ojbos
confundiam-se espranosos, e moaaftos
depois Angela accenava com o lenco na cur-
va do caminho e desapparecia.
O rgimen feudal do commendador fez-se
sentir e poz om termo aos passeios- da fi-
lba. O pagem ontoua aventura ei&segre-
do a um companheiro, o companheiro, con-
tou-a a outro, e de um a outro ebegou o
caso s oui.ms do (nitor, om gordanwgare-
fe, que poz tudo no ouvido do commeu--
dador.
Forana vedados os passeios menina, e a
mai de Angela ouvio da bocea do marido
palavras que a fizeram estar duas noiles in-
leiras soocaa em lagrimas.
Eu ensinarei sua filhinha, senbora;
nao ha de o diabo ler lempo de esfregar
um olbo at o dia e u que eu casar.
Um ricasse da vizinbaaca, sugeito obtuso
e intil, comecou a visitar a familia e a fa-
zer a corte a Angela. Um dia o commen-
dador declarou formalmente filha que ia
casa-la com o ricasso. Angela respondeu
entre os assomos da dignidade e a delicade-
za filial que se recusava ao projectado en-
lace.
O commendador rio eslrond osa mente e
nada mais se dase.
Gorreram as festas do Natal como nunca
em trras do engenho. Dansas, msica,
enorme profuso de convivas, e at nma
modista, por ordem do commendador, veio
tomar medida para o enxoval da menina.
Angela escrevea a Lauriano:
t Lucio. Querem casar-me forcerf
Pertenco-te. Nao me abandones.
Laoriano respondeu:
Angela.Cede vontade de teu pai.
Qaem sabe se.nao Deua que te da a feli-
cidade separado-ie de mim ? >
Urna mucama de velha conflanca era a en-
carregada das missivas. ',
No dia 4 de Janeiro de (86... a mai de
Angela, paluda e sombra, approxim tose I
filha:
Augela, nao te quero engaar. Teu
pai arranjou lodo para te casares por bem
ou por mal na capala do engenho na noite
de Reis. llavera folia, baile, msicas, e
est meio mondo convidado. Langa-te a
seos ps, e...
N3o, senbora; eu espero a noite do
meo casamento.
A mucama nio encontrn Laoriano; en-
tregou a carta ao velbo escravo, rogando-
Ibe pelo amor de Deas, que fizesse chegar
depressa s mos do senbor.
As 8 horas da noite caminhava Angela
vestida de noiva, dirigindose, cercada de
povo, capella do engenho. Estava paluda,
mas serena; os seus olbos volviam-se para
a eslrada de vez em q ando.
De repente, sem qoe ningaem explicasse
a sbita apparicio, -em cavalteiro traoapoz
a porteira, e como om raio affaitou a multi-
d3o. Era Laoriano.
Angela! bradou elle.
A menina langoa-se-lhe frente; elle,
agarrou-a frentico, e voltando o cava.Ho es-
p reou-B arffgando entre o*seas bracos a
iva desmaiada.
O commendador nao era desprevjnido;
vjjvia a todo o raorjiento rodeado de ca-
papgas.
vj-} osft-grito
detapoareceu sus-
orado catpo.
Duas&aa^tMei
dilacrame e o
tendo onido ao
Distante do
dos labios da noiva o primuiro e ulflSo
beijo de amor. Estava aorta, com duas
balas enterradas no coreca*.
1 As i horas da madrugada ardia o enge-
nho e o incendiario Lauriano de Macedo
entregava-se voluntariamente s mos da
jostica. 1
Luiz GnMABAta JNton.
(Diario do Ri).
_.
Healno Jesu.
( LENOA 0E PESCADORES ).
< S eonira mim te conjura?,
meoino qoe s tollo amor.
Sempre cemtigo ne koaveate >,
Jbe diz apjaUndo ao cea
A. P. de C. N. do pobrainho.
Era um logarejo pobrezinbo, a bera-
m*r, habitado por pescadores mieeraveis.
Os sinos da modesta igreja repicavam ale-
gremente, espalhando per toda a parte os
sene festivos; pelas frena des eabaoae, co-
bartae de pinho, irradiava a luz; aqai e
alli roagot8s de pescadores, eabucados nos
seos aaplos gaboes, converaavam e ria;
oovia-se a guitarra, a compaebeir fiel de
todas ae festas do sossooovo? mais pata
looge, offiultos das- vistas" cariosas por a^
gum velbo barco retirado d^s fainas do mar,
ciciavam es namorade as suas peiawas de
amor.
A loa e as estrellas- resplandesendb era
ora co imsHculado, &ominavam >plendi-
,clmenle o qoadrj eucintottor.
|: Era noite de alegra, de lala, oV folgoe-
coaelficacia ces para toda a laboriosa oopolae3o; a
^reja enioavj'os seus bjiamos mata suaves,
celebrando o nasciment-v de om raeoiao que
jMNS tarde baen de solfeen aorta infaoauHe
para remir coro o seu prteioso saegoe os
pescados da bomaudad.
i Hateram ai !& bada!a;!ks- da mate ooito,
enebeo-se o templo. O* e/go soatava as
vu-* notas melodiosas repissedas de mti-
ca poesa, as columnas perfumadas o in-
cense-e as precas- daqoeta-, gente bowada
subiem ate ao tbrono e-Dees. S'Deos
abencoava aquellos filhos rmeridos, aqneHfas
hroes obscuras-qne no aero das lube hor-
rorosas com as lonas do iw, nunca esqoe-
ciaao seusantooome, iavocavam-n'o sem-
pre, alo voroisado dos siio labios puros a
peconba da otaephemia. Cbegados aoorto
e satwmento tibam por prmeiro dtever
abracar as mulberes e o- albos, e em se-
gu daylogo depois, cubrir i o uSerendas pia-
dosas o aliar pcbrezinho ca soa igrejai
Qua- santa goete, e qoe-vida to peetica
nao a- do mar f
Acaben a roteca; sigames estes ranchos
alegre Este, este o qoe mais :>oese-
doi. Abrera o cortejo doas rapagoas lor-
ie como duas torres, tocan-do as suas vio-
la. Segoese ama ion>dade de rapazes
enlatando pela catara ;:* suas oaaoradas,
raparigas-de encantar, olbo preto vivsi-
mo, cabello azeichado, o sorriso a- descer-
rar-lhs- a hoc:a mimosa para deixar ver urna
fileira de denles alvos cerno a esfuma do
seu mar ta.) querido ; cnioras delgadas a
ponto de matar de it-vojj a d*j idaigas,
cmijidas pelas- fechas garridas, quasl sempre
presente do- rapaz ao veltar da rc-maa.
O velbos techam e cortejo ; com o ca-
cbioabo re>ueimid9, deedenbo^ajOid cabi-
do para 0 cinto da bocea, l \o sorrindo
ondascendontes para, a folia dos Qlbos e
dos netos, A ua ou outro rola-ihe pela aguas
face urna lagrima de tristeza. Sao sauda-
des dos lempos da. mocidauo. Quem as
nao ter sentido ?
Entraram em casa ; ludo roapira alegri;;,
bom. fogo crepita na lareira, a mesa espera
as comidas. Pujamos dos rapases qoe nos
eadoudeaem com as saas coavaraagoes rui-
dosas. Vamos aqu para ao, p deste velbo
pescador, que est assenlado n'um rolo, de
cor lame, afagando con orgolho as seas
compridas turbas, 1S0. alvas e cuidadas
como as do seu collega S. Pedro.
Deixra o -velbo de anadiar as barbas,
para tirar cki algibeira o cachimbo ; depois
de o ler atibado bem, de tabaco, accendeu, o
e poz-se a fumar com a voluptuosidade de
um sol to.
Entretanto as raparigas tinhanvii'o ro-
deado. Urna cfiancioba de cinco on seis
annos, saltn para os joelbos do volbo pes-
cador, e passaodo-lhe os dedos rosados pela
barba de nev, entrara a pedir Ibe coma
voz, piegas das criangas mimosas, qoo Ibe
contasse urna historia.
Goite, sira, meu av ; bem sabe que
4 sea devor contar sempre urna historia na
noite de Natal. Ande, cont, :ouie qoe lb'o
pede a sua netinba.
O que pedirs ta que eu nio te faca,
minha cabecinha de anjo ? !
L vai ama historia passada com um pe-
qnenilo, assim do teu tamanho.Foi aqui,
j ha muitos annos, nao vive boje ninguem
desse tempo ; comtodo um painel represen-
lando o milagro l est na igreja para con-
fundir aquellas que julgarem impostara o
que voo coqtar. Amanhecra brilbauo o
dia de NataL O co estava puro, nao bavia
vento,'o mar pareca dormir. Um pesca-
dor sentado na praia concertava as malbas
da sua rede. O ftlbno delle brincava den-
tro de orna canoa que estava bem amarrada
e distanciada da trra lalvez aos 10 oa 12
passos. Gantavam ambos, o pai uma toada
irislonha e feia como a noite de troves, o
pequenito urnas trovas singellas e barmo-
niosas emlouvor do Deus-Menino, que tinha
ouvido na ves;era entoadas por um baatlo
de raparigas ao sahram da missa do gallo.
De repente o co fez se negro e medonho
p tufo rugi enfurecido, as ondas cresce-
ram, cresceram a coufuniir-se com co.
E o pobre pai nem lempo ti vera pira
arrancar da canoa o seo querido filbo I
A teapestade aagmentava borrivelmente
at qoe uma onda qoebrou a amarra, e col-
locindo no seu dorso a canda e a crianca,
foi arrernessa-las para alto mar.
NSobitia esperanca de salvamento. Os
uivos medontios do temporal nio deixavam
chegar ao oavido de Deus os gritos dilace-
rantes do desgranado pai I
. Al molberes e as criangas attrabidas
praii pelos gritos lastimosos do pescador
desabafavao em alto choro a sua afllicgo.
O tufo assobiBva insolente, e o aar pa-
reca escarnecer aquella dr atirando para
os roetes la va dos em pranio os escarros da
oa espuma!
j Ojpescador choraba como ama crianca,
e exclamava arranciado pandados de ca-
bellos :
Desgranado d mim que perd o mea
filbo, o mea querido filbo. E fui ea que o
matei. Por que o deix.ei brincar na bar'Qt
Coa lautos anuos de labolicJo 00 mar,
j dev saker que eHte I irii^oairo ; t3o da-
pressa nos Uiebe os ps taaildemeoie, o
ao se levanta ebeio ie raiva abrindo a
^aWaio'' receben soas faucei de tgn proaetaa a en>jiir-
nos f Mea querido filbo, onde estars tu,
a que praia desconhecida ir dar o tea ca-
dver pequenito?
E cahio d-jrrubado pela sua ddr immen-
sa. Alguns dos seus compinheiros foraa
po-lo em casa e deitaramoo sem dar acor-
do de si ni miseravel enxerga. Os homem
sabiram, e a gamas mulheres piedosas Aca-
raos velando cabeceira.
Dorme, darme, u teu fijho voltar.
Dos nao desampara os peqoeninos que
sioeens irmaOs; e os filbos dos pobres,
seus irmos duas vetes I >
Serenara a tempestade. O co ia-se tor-
nando azul, amansavjo as ondas, e o vento
acalmare-se. Os peqoentos, j refetos de
susto e voltando-lbes a alegra coa a ale-
gra da natureza, reunidos na praia dispota-
vJo eocarmeadamente os despojos qoe o
mar e o vento tintara arremedado para
all. Um que tinha arregacalo as calcitas
para se aetier no aar, grilou dasigeeodo
omp.nto negro que pareca dirigir-se para
Ierra.
Olbea c. Nao vea aqaillo negro,
l ao looge, meilo aoloofe '? Ea ia ayos
,tar em coroe orna cano.-.
E' sijr, nao tem du?rda clamam es
outro?.
Os pescidbres correrara :/ praia cbamv
I los pe(03 gritos des rapazes.
O poni negro divisava-sa cada vez mais
olettDctameote-.
liogoio-se-lbe- a
co mais, e gritaram todos con* a voz tre-
mola de esperanca':
B' uma canda, e a popa wa sentada
urna erianga.
S a crianga sal toa
em trra. ?Wo tinha
orna beliscadota. Todos a abra$araa lou-
cosde-oontentameoto aeconheceodo eeila o
filbo do pesca or.
Gntou que no alto- mar, justamente
quando a canoa ia a afondar-se, appareoeu
urna gndola toda de oaro e pedrarias. A
gndola deixave as cedas um sulco de
loatlebribaotfr-qoe desmaorava. Apopa
vicha sentado u'm cocbaum mer.ino mai
to besito, de cabellos loaros cabidos at os
honores em fice anillados. as bancadas
dos remadores viam-se nudos anjoeeabo
cande-tubas e edilbanda-em lyras e ouro
Assim qne o meaino, que era sem duvida o
memneJasos a-^stou a cacea, levaotoa-ee
e ejteileu-lo a- s,3oziaba para as ondas ira-
das poz preci-to ao mar e aos ventos, e
logo se seguio cao grande bonanca como
diz:o versculo 26 do Sanio Evangelbo de
Manees.
.V. alegra epo o pai teve ao abcefar o
filio que a ju^eera pela dr que ieo sen-
t lo aquelles que j viram os seos-- filbos
martos.
Assira que velbo pescador ac-aboo a
historia, ouviosw am toque de buztr.s. Era
o aestre que chima va a compaohia para
bordo. Gorro*am prcia, os pescadores
embarcaram, vinba rompeodo o so, amn-
Ihares com os-olbos rasos de lagrtcuas hze-
r3 ajoelbar o orar as enancas.
As velas do barco eofomaram-se- com o
veeto avors-vei, e ircpelli'-am-oo para o
laigo. Os pescadores quando a o permittia, acenavam om os birretes.
Depois o barco nao era mais de qpe um
ponlinho brinco na immensidade do mar,
pareca ucia aza de gaivota rogando as
quer deates cases ae lavar aoe
a compeielte, qeer a exedpcw l
acida de viva voz, quer per esefipto.
i para lastimar qo| ta&epM fro#-
Mcia fosee pela e^o> MdAadeho k-
compleu, que qua* ae pode dixer ioeftcaL
Desde que a decisao do aeanejaz sobe-
rana, desde qoe a le nao cotcale pane
recurso algamde rejeigSo di excepcao, o
acensado fica inteiramente desarmado diaate
do erro ou do capricho do joiz, casos e-e
que, desgrag.adaaeote, nao se pdea d zer
de orna randado fabulosa.
Em tjdas as circuaetanc as a cae a in-
competencia pode ser allegada, ba seapre
um recurso para ama auiordade eopetier.
E' lio geral esta regra qoe, nea meao na
queslbes de aleada do jora ds pea (qoe na*
excediaa bO&) se Ibe fazia excepcao.
A razio 6 clara. Na excepcao de iacoa-
petencia o jai sempre at cario poeto io-
tereaado, ao meaos ea soas paixdas, po-
dendo suppor qoe o reo o nio >olga baste-
le inaiiigente ou imparcial pera apreciar soa
di-fea.
Assim, pois, o simples faeto de oppr
uma excepcSo de competencia pode ea
o unios desconhadoe causar eae prevencao
desfivoravel ao reo. Ora, desde qoe tal
prevenco existe,- a deeisao j o pode ser
proferida nes desejavei condigoe de iapar-
cialidade.
Longe, pora, de progredir, a no* le rae-
te ponto retruyradou. 9e o legislador que-
ra faaer uma a.fraco oeste principio; alia*
t-lo sanitir, eniJo maii valora ea legar de
declarar soberana a deciaeo do proprio loi
Ccjtinuou a navegar e dis- do processo, mandar qoe adecico f a. Navepjeu'ua pou recumeete proferida pelo jota superior. Ka
todo ocaso neoboa iocooveniente podsnio
descobrir em que ae seguiste a regra grral,
nem nos occorre per qtial t'aodaaento al
disposigo- pudessd ar aid > eegferida.
E' tanto mais sorprendente esta decisfo,
qoaado nao-se pode dizer qoe a nova le:
sej i avara de recursos, e at os concede
das decboa do presidente de jury, que
um magistrado de catheperia aepenor!
Qbanto aos effeitos in promocie, ba na
nova le evidente progresan.
Pelo regofoaenio n. *ao de M de Ja-
neiro de 184, art. 2V*, | 2 .'w sospeo-
so pzea o reo pronuocado o extrae do
direitbt- pektiw, a nova le laHa nica-
mente da saspensao da ftmcffei puUicas.
Assim, o pronunciado pardo o direito de
ser votado para eieitor, membro da aesea-
bla geral ou provincia^ cargos para qoe
se exra a qualidade oeoesaara pera ter
eleitor, salvo todava a dapostcio- do art.
i" da lei n. 3*1 de 19 e agosto de 1HI6,
A ceestituigao do iaperie no art. 8* 0.
i, s .o.iina a soepenaao dos direitoe poli-
ticos no caso de sentenca ojoe condaana
prisio ou degrade, emqoeoto dura rom seos
effeitSy.
(latamente qo* a proawwa nao na
condeneaco ; a portanto a aova lei appro-
ximoo-se do esporitoda oenetitoiga quo
do .ir..',.)i) o erJeo da proooocia soapeo-
so das luncgoes publicas. Teia porta, a
retorna realizad a iuteucJo do legislador
consUucioual qeando anda suspende o di-
reilo aisivo de ser votado para eleitor, de-
potado geral, senador, tasabro da asam-
blea provincia; e para o cargos paa,que se
exgem as qoalidades necesarias para ser
eleitor ?
Parece qoe nao. Em. todo o caso a pro-
aoncia nao impede o di re lo de votar.
Tambem a pronuncia ale traz iccapacida-
de para os actos da vida civil. E, pois in-
coniesiavel que a nova lei constitue oa pas-
so no caminho da libertaco do voto.
Para esto Um conserva tambem a nava.
lei em pleno vigor o art. 2 da lei regular
mentar das eleicoes, em virtode do qual a
pronuncia alo suspende o juiz de paz aais-
votado do exercicio da soas ftin.roes-de
presidente da jonta qoe qoalifica n v jun-
tes. Embora a reforma nio faca :;\eMa
do presidente da assemb < f iro-
cbial, de crer que aquella *| osigio o
comprehenda lambam. Par<> ambos os ca-
sos concorrem as-mesmss razoes. coodu-
centos ao mesmo Sm, e proiozindo- a aes-
mas vantagens e gaMUtias.
as comarca* especiaos fica coapetiado
ao jiJze de dweiio a pronuncia om crimes
cotamuns, ? psonancia e o jolgameato dos
crimes i'-, lei n. 562 de 1S dejoibo de...
4850. e os do art. Io do decrete n. 1,090
do ; de setembro de 1860; o processo e
kiigamenlo dos empregados pblicos privk
aga dos, o o dos crimes de contrabando
tora deflagrante delicio perleocendo o jura-
mento desta ultima especie de crimes tam-
bem ao juiz de direilo as comarcas ge-
raes.
A os substituios dosjuizesde direilo des
comarcas especiaos compete processar os
crimes comamos at a pronuncia exclosi^-
mente.
Aos juizes mnnicipaes compete a pronun-
cia nos crimes communs, com recurso para
o juiz de direito respectivo.
Aos supplentes dos juizes municipees cabe
cooperar 00 p eparo de todos os processea.
at a pronuncia e jnlgamento.
Aos chefes de polica fica. a facoldade de
proceder formacSo da colpa nos ca?oi ex-
traordinarios, com recurso neceasario, sem
suspensio da priso decretada, pare o pre-
sidente da relagao as provincias de fcil
communicagao, e para o juiz de direilo da
capital as oulras provincias.
Estas disposigoes nao despertam particu-
lar reparo, pelo qoe passaremos directa-
mente a analysar as disposicoes da nova re*
forma em relaco fiauga, que j loamos
de passagem, caugao dos crimes de lgida
e recursos, oque dar assumpto aossobse-
quemes estudos.
YIU
Passamos aoccopar-nos da anga.
Esta caugao legal qoe habilito o reo a
conservar a soa liberdade, e 00 gozo del la
iratar de soa defeza, um remedio ao co-
nbecido defeto da legislago anterior.
A coustituigo garante so cidado a soa
liberdade, prestando flanee nos casos em
qoe esta tem lugar. Bem looge, porea,
estava esta prescripeo legal de ter a efica-
cia qoe a lei fundamental inculcava; tolos
os das aconteca prenderse om cidadao e
conservarem no eocarcerado longos das
emquanto tarde e di saiioso se arras ti va o
processo da prestadlo di fianca.
Deu a nova lei podaos remedio a sst
mal, e segurado o exemplo d> palies tois
a iiaotados, realisou a prompt concessao
da flanga. Era este am compsMeoto l-
gico e necessario das medidas tomadas so-
bre a priiSo preventiva.
A nova reforma estatu a caocao, a fiaoca
provisoria e a flanea defioitivi,
' '________(C>e|a^a-U. 1
Joc Mor alo Roma.
JRISPRODERCtiT"
Reforma judaciarla.
VIL
Para, garantir a defesa do acosado na
formago da colpa tomn a nova lei pro- mencao
videncias salatares. Pode,, porm. pr-se
em llovida se anda assim a defesa ticuu to
ampia e desembaragada como seria parade-
sejar, o exigem os principios coostituco-
naes, que prciegem a liberdade e a digai
dade do cidado.
Na formado da culpa admitte a nova re-
forma nicamente urna defesa summaria,
qae consiste era explicages e esclarecimen-
los no interrogatorio, em conlestaco de
tesierauotas q .er no inquerito polica), quer
na propria form.ag.3o da culpa, finalmente
em documentos, qae o acensa to oflerega.
Comquanto estabelega a competencia do
juiz l'ormador da culpa para conheaMr dos
casos do. art. 10 do cdigo crimin?' s con-
cede d. lesa a facutdade de contrariar os
indicios aecusadores.
Ora, urna vez que ao juiz formadar da
culpa incumbo a deciso de qaestoes taes
como a das escusas egaes, estado de alie-
nago, ntervallos lucidos^ disoeroimento,
constrangimento physico ou moral, casuali-
dade e outi as accessorias e oxurrenles, nao
vemos inconvenisnte algum, e antes, parece
de just:ga, que se co^cedesse tambem ao
reo um prazo, embora breve, para produ-
zir prova em sua defesa.
Verdade que a le permiti ao acensa
do fazer qaaesquer pergunta? s testemu-
nhas, nao podendo o juiz imped las se nao
quaudo n3o t -niara relaco alguma com a
exp jjigo feua na quoixi ou denuncia, de-
vendo o reqaerimeulo da parte e a recusa
do juiz flear consignados no processo, caso
essa recasa tenha lugar. Tambem durante
o interrogatorio p je o aecusado juntar
qaaesquer documentos ejastificac3es pro;es
sadas em uutro juizo, para o que se Ibe
concede o prazo de tres das, caso o re-
qaeira.
Mas de primeira intuigo que esta prova
poda com rauito raaior commodidade e me-
nor despeza ser feita na formagSo da culpa,
sem qae se possa objectar com dilagoes oa
debates prolongados, ou com a inverso da
ordem e competencia dos processos e dos
juizes, principalmente quando a nova lei
muito judiegamente prescreve que os jui-
zes de direilo as comarcas especiaos, e os
municipaes as geraes, se sirvam, nos autos
de formagSo da colpa, dos escrivles dos de-
legados e subdelegados de polica nos res-
pectivos disir.ctos.
Mais urna garanta concede a nova lei ao
principio constitucional da defesa quando ad-
mitte na formaco da culpa a exceogao de-
clinatoria, de incompetencia do juiz para o
ummaro.
Esta excepcao pode ser allegada antes da
inqurgo das teslemunbas* oa logo qae o
reo coaiparega em juizo.
Reconnecida pelo juiz sua incompetencia,
vai o feito auloi idade competente ; alo
re^pahecida, coQtioa o smmariq como te
til eijCepg-So nao fra allegada, Em qaal-
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