Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12568


This item is only available as the following downloads:


Full Text
c.
^
mm ttfit nu*m 19
:

UU A JtFITAL S USASES OSBE IAO SI PACA POBTL
>?yr tras motas adiando .
for seis dito i<5wn < .
T'cmro anuo lloro.. ir -. .
3*i* mainei o avuiso ,

* %

t
60000
sooo
J44000
aso
CUARTA FEiflA 24 t JANEIRO DE 18)2

-

PA1A BlfTID I FOIA DA PBOVIICIA.
Por tres mu tdmtadoa .......?.
Por seu ditos idem. ....'?.....,...........
Par novt dito* idem.................^ ,
Por Obi no idea.....* ..... .' .

ISISO*
trjot
i
Rgneiri


*9s tea. Gerardo Antonio Alves 4 Fimo, no Pari ; Goncalvea Pinto, no Martnhlo ; Joaquim Jos de Oiiveira & Filho, no Ceart ; Antonio de Lemoi Braga, no Aracatj ; Jlo Alaria Julio Chaves, no Ass ; AntoDio Marqnet da Sij>t, no Natal; Jos Justino
Pereira d'Abneida, em Mamangnape; .Augusto Gomes da Silva, na Parahyba ; Antonio Jos Gomes, ni Wli da Penha; Belarmmo dos Santos Bolcio, em Santo Antlo; Domingos Jos da Costa Braga,
miNazaretti; Antonio Ferreira de Agaiar, em Goyanna; Francioo Tavares da Costa, esn Alagoas; Dr. Jos Martins Alves, na Babia ; e Leite, Cerqninbo d C.< no Rio de Janeiro.
*?
PARTE OmCIAL
Tliolrter Jo di Isaperio
Mcecro n, 483t ph 30 as dbzimmio di. 171.
Manda proceder em txecucao do arl. 1* da lei
. S9 de y de Mtembru de l%70, ao prmetro
rea*M A Princesa Imperial Rgeme, em norae do S. M.
j Imperador, ha tyir bem que. para exeeugio do
i4wp6j o srt. 1* da le n. 1829 oca it*.M70; se ooserve o regulamento, que rom
sae haixa, a<9 de Oiiveira, do eonselao de S. M. o Imporador,
miaiatru o secretarte de ciado dos negocios do
mpsrio, que assim o tenha entendido e faga oca-
miar.
Palacio do Rio do Janeiro, aos 31 de dczem^ro
11 anno de 1871, 50 da independencia e do Impe-
*iaL Pbtoeza Imperial Reren-te.Joo Alfredo
oira deOUveira.
:1BtjLAUENT0 PARA A EXECUCAO DO ART 1. DA LE
a. 1829 DB 9 DE SETEMBRO DE 1870, A QL'E si:
seteos o decreto n. 4856 desta data.
CAPITULO I.
ta. poca Ao recenseamenlo, dos boletins ou listas
de famtlia, dat pessoas que as devem encher e
e dat penas e mullas em qae incorrem.
An. 4.a 0 priraeiro recenseamento da populago
-vr tfailo simultneamente, em todo o territorio do
imperio no dia 1* de ag >sto de 1872.
Aft 4. Todos os habitante)* do Imperio, naci-
me* e astrangeiro*, Hvres e escravos, serio recen
utos do lugar on habitagio em que se acbarem
*a referido dia. As pessoas, todava, que nessa
Jia ?ilverem ausentes temporariamente do lugar
44 residencia habitual serio tambera ahi io<-
riana com a nota deausentese a declarado
a ttar era que se acharem, se tur sabido.
Art. 3.' 0 recenseamento ser eito por meio de
oJMias ou listas >le familh, em que se declare a
reapeite de e;ida pessoa o v<\ o sexo, a id.ide, a
V. oestadii civil, a naturalidad, a nacionalidade,
a residencia, o grao de instruccio primaria, a reli-
u as enfermidales apparentes. Tambeai "
.ledarari a relsijao de parentesco oa d conviven-
a de eada pesso com o chefe da.familia, e a res
j--j das crianzas de 6 a 15 annos >e notar se
f>1enUm ou nao as escolas.
| 1.* Coostitue urna familia, para os efTeito* de
twMMfiroento (>irt. 6*, primeira parte e art. 7), a
|nm livre que vive ; e sobre si, em ama hnbi-
ta 4 peuoas que, em razao de relaroe? de parentes-
., 4e ubordmajo oa de simples dependencia,
vhrm m urna hahiti;5o on parte d habilo,
m6 a poder, a ireccao oa protec^ao de nm chefe,
I* ou locatario da habiiafo e com ecooomia
ornnMn.
j J.* Tambem serao incluidos na lista os hospj-
-1>s qae cada familia (ver no dia do reusea-
fSHK*.
Art. 4.* Posto qae tenham morado parte e ge-
raiBBeiU receoseado?, sao considerados com domi-
cji.i especial para ^erem recenseados :
1* Os arinheiros da roarinha mercante, com-
vt<*endendo os capitaes, sobrecargas, immadiatos,
maniMsartos, pilotos, arraes, mestres, contra-mes-
4rw, machinistas e mai-< geate da tripolaca e ser
niio, dos navio, vapores ou narcos mercantes em
pie estiverem servindo e se acbarem matricnla-
4ot. 0< hoens do mar, empregados em pequeos
Aireos de trafego dos portos e da pesca, as capi-
tanas dos portos e capaiazias respectivas ;
i* Os militares arregimentados da 1* e 2* classe
dio etererto e da armada nacional; os da polica da
curte o das provincia?, os alumnos internos e
aprevdzes das escolas e arsenaes de guerra e de
iaarioha, eera as comoanhias, marinhagem e todo
j peseoal das respectivas offleinas, os guardas das
aifanlegas e os da polica civil, arbanaou mani-
deal m seas respectivos quarteis, coniderad'os
iua os vapores e navios de guerra para a ofdciali-
-lae, marinhagem, empregados e guarnico; as
-tseoias e arsenaes para os alumaos, aprendizes,
auopaniiias, mirinhfgem, operarios e serventes; e
ai alfaodegas e postos policiaes para os guardas
iwiueettvM;
i* Os presos, nos presidios, cadeas, casas de
'lorreceo e de deiencac ;
4. Os alumnos internos dos collegos e semina-
rio*, nesses estabelecimentis;
S* As pessoas hospedadas em hoteis, hospeda-
lisa, estalagens, casas de pensao, ne_-ses eslabele-
;icsentos;
6.* Os enfermos da Santa Casa da Misericordia,
Us e d> rmandades, confrarias, ordens terceiras e ou-
:essei esubelecimentos;
?.* Os administradores, mestres, offlciaos, apren-
lizes e serventes de fabrieas eoffl;iuas industriaes,
Je obras publicas e de emprezas e empreiladas de
1 Jifica^ises, de minas, caminhos de [erro, estradas,
poaiet e canses, nessas fabricas e oBcioas e nos
lagares de trabalho, as obras publicas e das em-
pm-i* on empreiladas.
Art. 5 Tem tambem domicilio especial, e sero
recenseados:
1. Os religiosos e regiligiosas de rleos regala-
re* e as recolhidas, em seos conventos e recolh-
seots;
2. Os expostos, os orphos e os mendigos asyla-
l Art 6." A obrig irio de reeeber, encher com
todas as declarables especificadas no art. 3, e en-
tregar ao respectivo agente recenseador (art. 8
| o. i) o boletim on lista de fmi'ia, inenmbe ao
-befe de /amila, do qae trata o art.'3 1 ou a
quena su as vezes fizer.
A mesma obrigacao, qaaoto s listas oa boletins,
4e qne tratan os arts. 3* e 5, incumbe :
1 Aos eapities, commandantes, arraes e mes-
Ves de vapores, navios e barcos mercantes, a res-
peto da tripolacio e mais gente da companbia; e
aos copiaes dos portos e seus capatazes, a respoito
Hm horneas de mar empregados em pequeos
arcos 4o trafego dos portos e de pesca ;
i.- Aos commandames militares de trra e mar,
i respeito da torca arregimentada do exercito eda
armada, e dos corpos militares das provincias e
aaojeipios;
3* Aos inspectores dos arsenaes e directores das
otelas lo exercito e da armada, a respeito dos
aprendizes companbia?, marinhagem, do pessoal
4ie offleinas e dos alumnos in ernos desses estabe-
leementos-,
4.* Aos commandantes dos corpos de polica ci-
vil, e dos gusrdas das alfandegas, a respeito do
.pessoal sob sea com mando;
8. Aos reitores de seminarios e directores de
costarlo*, a respeito dos alronos internos desse
ettiDeleeimento;
*. Aos donos, gerentes oa admimstrodores dos
notis, hespedarias, estalagens e casas de pensao,
a respeito das pessoas ahi hospedadas;
7. Aos provedore?, administradores, mordomos
ja pesseas qne dirigirem os hospitaes. enfermaras
esM de qne traa o art. 4* g 6 a respeito dos
aferraos abi reeolhidos;
fi.' Aos donos ou administradores de fabricas e
iffleinas industriaos; aos inspectores, directores
administradores de obras publicas; e aos ge-
reates, emprezarios on empreiteros de edificares,
da minas, de caminhos de ferro, estradas, pontee
riflainas, emprezas e empreiladas;
#. Aos saperioreg e superoras dos conventos
recotinientos, a respeito dos religiosos, religiosas
ou reeolhidas sob sen poder e adraioistraco;
10. Aot directores e*administradores de casas
de pxpost is e haspicios e asylos de orphaas e de
mendigos, a respeito des expostos orphaas e men-
digos a-yl.til.is.
P.'Mgrapbo nico. As listas das pessoas a ser-
vico da familia imperial e dos moradores nos pala-
cios, quintas e fazendas de S. M. o Imperador e de
3. A. Imperial, serao preenebidas pelos respecli
vos mordomos, almoxarifes oa saperiatenden
les.
Art. 7.* As pessoas que se recusarem a reeeber,
eoclicr oa entregar em lempo e pessoa competen-
to os boletius ou listas de familia, ou que na redac-
cao dos ditos boletins ou em sua verificarlo com
meterora s!ientera9nte algumamexactidae.ou altera-
rom a verdade dos factos, serao processadas e pu-
nidas por crime de desobediencia (le n. 1829 de 9
do setambro de 1870, art g 2"), e psgaro, alm
disso, a multa de O a 100, imposta pelas com-
(0!.-.ro3S censitarias e cobrada execalivameule
pelos agentes fiscaes da fazenda nacional.
CAPITULO II.
Dat pessoas encarvegadas dos trabalhos do
refenseamtnto.
Arl. 8. Para executar, fazer cxecular, inspec-
cionar e dirigir es trabalhos do primro recensea-
manto .'"al baver:
| 1." Em cada parochia do Imperio.
1.* Uma commisso censistaria. composta de
oinco cidadaos residentes na parochia, conhecedo-
res dos limites e dos habitantes della, nomeados
pelo ministro lo imperio, no municipio da corte,
e pelos presidentes, as provincias.
Sj iodistiocumenlu oorigados a aceitar o en-
cargo todos os funecionarios pblicos, de ooraea-
eo ou de eleicao, retribuidos ou nao retribuidos;
o os qne.nio aceitarera on exercerem, ficarao su-
jeiloa multa de 2004060, que Ibes poder ser
imposta pelo ministro do imperio, no municipio
Ua corle, e pelos presidentes, as provincias.
2." O numero dos agentes recenseadores, qae
fr fixad >, no municipio da corte, pelo ministro
io imperio, e as provincias pelos respectivos pre-
sidetes.
% 1* E;n cada provincia, conforme a sua popa-
iaijo, ura, doas ou tres escriplararios, nomeados
pela respectivo presilenle e addidos secretara
ila presidencia, sendo tirados das repartieres ge-
raes, se as houver dsponvei-. O numero destes
empregados, para cada provincia, ser CxaJo,
sobre proposta Jo director geral da esialisiic, pe-
lo ministro do imperio.
% 3.* Na corte e addidos directora geral da
estilstica, o numero do collaboradores que fr fi-
xado, sobre proposta do respectivo director geral,
pelo ministro do imperio.
Arl. 9. Incumbe a commisso sanitaria :
% 1.* Dividir o territorio da (arochia em tantas
seccoes quantas foreai iadispensaveis para que as
opera^oes do receDseamento, em cada ama del-
la?, sejam escrupulosa e fcilmente executadas
por ura -- agente recenseador ;
i. Nomear os agentes recenseadores, deven-
do reeahir a escolha era pesas que, alm de sa -
oerem lr e eserever corr>.nt6meaie, sejam ini:!-
iigentes, activas, probas o rauito conhecedoras da
paroebia ou das seecoes para qne forera no-
meadas. Em geral, e qaando os proprietar.os, fo-
reiros, adminisiradores oa (eilores se prestem a
fazer o recenseamento das pessoas que habilarem
e trabalharem as fjenlas, estancias, engenhos e
qaaesquer oatros eslabeleeimentos raraes, sero
as trras destes estabelecimentos consideradas sec-
cOes das parochias a que pertsocerem.
3.* Distribuir peios agentes recenseadores o
numero de listas de ramilla, de boletins especiaes,
de quadros e mappas de seceo correspondente ao
nomero de fogos o estabelecimentos das respecti-
vas necces ;
4. Propor ao ministro do imperio, namani-
cipi'i da trte, e aos presidentes as provincias, a
retribnicao pecuniaria qne devoro perceber os
agentes rvsenseadores, quando estes se nao pres-
tem a servir gratuitamente.
5." Fiscalisar escrupulosamente as operares
dos agentes recenseadores, dando-lhes as inslruc-
eoes necessarias e resolvendo as difflculdaies que
occorrerem no curso das operacoes ;
s 6. Proceder, depos de terminado o recensea-
manto, verificado das lisias e boletins, preen-
chendo as I -.cuna-, rectificando os esclareciraentos
inexactos, examinando se os chefes de familia ou
de estabelecimentos commetteram erres oa fizeram
occuliaeoes pelos quaes nao dssem os ageotes :
7.* Imor aos chefes de familia e mais pes-
soas designadas no art. 6, e aos agentes recen-
seadores, as multas de qae tratara os arts. 7 e
11, e remetter autoridade criminal competente
os doenmeotos comprobatorios da crimnalidade
de qae tratara os citados artigos ;
8. Remetter, no municipio da corte, ao direc-
tor geral da eslalistica, e as provincias aos res-
pectivos presidentes, todas as listas de familia, bo-
letins especiaes, mappas, quadros e mais papis
relativos ao processo do recenseamenlo, fazendo-
os acompanhar de nm relatorlo circumstanciado
dos trabalhos da commisso e dos agentes, e de
uma relaco das pessoas particulares e dos agen-
tes recenseadores, que por sua diligencia e bons
ser vicos se tenham tornado dignos de louvor ou
de recompensa, indicando, a rsspeito de cada
uma, a natureza e importancia dos serv eos pres-
tados :
Art. 10. A cada ura dos agentes recenseadores
incumbe :
!. Fazer, dentro de quinze dias anteriores ao
designado para o recenseamento, a distribuirlo
domiciliaria das listas de familia e boletins espe-
ciaes notando, oa lista dos fogos, que Ibe ser for-
necida pela commisso censiaria, os nomes dos
lugares, povoacoes e sitios comprehendidos em
sua scelo, os nomes das roas, beccos, travessas,
pracas, estradas e caminhos, os nmeros das ca-
sas (se os liverem) com designacao das habitadas
e desabtalas, das de um 9 oa de mais de um pa-
vimento os nomes dos chefes de familia oa pos-
sas a quem incumbe encher as listas de familia
ou boleiins especiaes, o nunero de ordem destes,
e a distribuida o feita ;
2.' Proceder, nasdez das posteriores ao desig-
nado para o recenseamento, ao recolbimento, por
domicilios, das listas e boletins distribuidos, lo-
mando nota desse recolhimento na lista dos fogos,
e devendo em cada domicilio ou morada verificar
a lista oa boletim com o chefe de familia, ou pss-
soa que encheu a mesma lista, adra de serem cor-
rgidos os erros e ioexactidoes.
Aos mes nos igentes incumbe encher as listas
ou boletins dos chefes de familia, que nao sonbe-
rem lr e eserever, e dos que se tiverem recusa-
do a enche-las, solicitando para isso dos raesmos
chefes de familias, ou de pesdas da vizlnhanca,
as inforraacoes e eselarecimentos necessarios.
3.* Entregar, at iquinze dias depois do desig-
nado para o recenseamento, respectiva commis-
so eeostaria, as listas e boletim reeolhidos, e a
lista dos fogos de sua seceao, acompanhada de
ama relaco nominal das pessoas qae se recusa-
ram a reeeber, a encher oa a entregar as listas oa
boletins com indicaco de snas moradas, a ira de
IhM serem applicadas as penas e multa do art. T.
Art. 11. Os agentes recenseadores, que deixa-
rem de eumprir escrupulosamente e em lempo os
seas devere?, oa commetterem scieotemenie alga-
ras inexactido, incorrerj na multa e penas do
art 7.*
Art. 12. Os empregados, de qae tratara os $ 2*
e 3* do art. 8*, sero auxiliares das repanicSas, a
qae sao addidos, psrt todos os trabalhos coneer-
nenies ao prximo recenseamenlo, Beam snjei-
tos a todas as disposicSes disciplinares dos res-
pectivos regalamentos.
Art. 13. Os presidentes de provincia remetiera
directora geral da estatistiea todos os elementos
originaos do receaseamenlo, e por intermedio des
ta ao ministro do imperio ara relatorio clreume-
lanciado dos trabalhos do recenseamento na* res-
pectivas provincias, e ama relago das pessdtt de
qne trata o art. 15.
Art. 14. A directora geral de estatistiea, pro-
porcao qne for recbenlo es elementos originaes
do recenseamento, proeeefl ao apnramento, nos
termos do art. 3* d" regotamento qae baixoo cora
o decreto n. 4,676 de 14 de Janeiro do crreme so-
n, e depois de concluido o tara publicar em nm
oo mais volnmes.
CAPITULO III.
DISPUSIESES SRItAES.
Art. 15. Os hons servidos prestados nos traba-
lhos do recenseamento sao declarados relevantes
para todos os effeitos legaes.
Os presdanles, as provincias, e o director ge-
ral da estatistiea, no municipio Sa corte, depois de
concluido o receaseamenlo, enviaro ao ministro
do imperio ama relagao das pessoas que, por esses
bons servico?, que se'o- esffecifieadamente decla-
rados, se tiverem tornado dignos de rerauneraco
honorfica.
Art. 16. Todas as autoridades civis, militares e
ecclesiasticas, sao obrigadas a auxiliar os empre-
ados do recenseamento com os eselarecimentos,
que Ibes forera requisitados, sob as penas e mal-
tas do art. 7.*
Art. I7..0 ministro do imperio sobre proposta do
director geral da estalislica, no municipio neutro,
arbitrar a gratificacao que devem perceber os
empregados de que tratam os Jj2 e 3* do art. 8,
se estes a pretenderem ; designar sos presiden-
tes da provincia a quantia que podero despender
com os trabalhos do recenseamento.
Art 18. Toda a correspondencia offical sobre
os trabalhos do recenseamento geral ser expedi
da pela directora gera! de estatistiea ou a ella
dirigida.
Art. 19. Das'multas impo-las pelas commissSes
censuaras haver recurso para o ministro do im-
perio no manleipio da cOrte, e para os presidentes
as provincias.
Das que forera impostas pelos presidentes nave
r recurso para o minMro do impeno, e das que
o forera por este, para o conselho de *'.ado.
Palacio do Rio de Janeiro em 30 de dez<>mbro
de 1871.Joo Alfredo Corra i Oliveira.
Bitna, Pernambnc, Maranhio, Para e S. Paulo,
em que o jary renoir-se ha 6 vezes.
Art 3.a Estas sessdes guardar) entre si o mes-
mo ntervallo, de modo qne se por qaalqoer moti-
vo asapsravel, que sera, logo participado ao go-
verno, o tribunal nao poder reanir-ss na poca
determina la, o faja do mez segninte, observan-
do-seo preceito do art. 318 do cdigo do processo
criminal.
Afl 4. Alm las sessoes ordinarias,, fixadas nos
arlifos antecedenles, o jury roanir-seha extraor-
dsHaraeote ou por meo de prorogacao na con-
rjrmjdade das disposicoes era vigor.
Ffttncisco de Piula do Negreiro Sayo Lobato,
coatsUieiro de estad), senador do imperio, minis-
tro e secretario de estado dos negocios da jusliga,
assim o tenba entendido e f ica execatar.
Palacio do Rio de Janeiro, em 2 de Janeiro de
1S71, 51 da independencia e do imperio.Prioce-
za Trapera! Regente.Francisco de Paula de Ne-
grtiros Sayo Lobato.
lados servcos ao paz, merecendo foros de ura dos
nossos mais |trofan<] >s economi-'tas. O seo nome
era conhecido e rospeltado na Europa.
Nascido na provincia do Rio de Janeiro a 13 de
Santos, Xivier Jos Loiz de Oiiveira, lssirasjs E-
nuliano da Silva Chaves, Maaoei Pereira d Um-'
Ibo, Luiz Carlos Domtempo da Victoria, PsfWfSBB
Pereira Cabra! e Antonio Joaquim Ponget, uta-
INTERIOR.
Hluisterlo da Justina.
dbcreto n. 4,858 de 30 de dezembro de 1871.
A Princeza Imperial Regante, em'nome de S.
M. o Imperador o Sr. D. Pedrt II, asando da attri-
buigo conferida pelo art 1022 da constituido do
imperio, ha por bem decretar o seguate :
Art. !. Para exejacao di lei n. 562 de 2 le y-
Iho de 1850 e decrel-i a. 707 Je 9 de outubro do
raesrao anuo, e n. i 82 de 22 ds novmbro pr-
ximo lindo, e art. 13 3 as comarcas do art. !
da lei o. 2,033, de 2U da selembro lo crreme
anno os prasldenies d.i* relacSes designsrao por
despacho o jaiz de direilo que deva jalgar em
cada um dos processoa oor crime de banca-
rta.
Nao sero contemplados na distribuicao os jaizes
de direilo especiaes do commercio.
Art. 2. Da pronuncia ou nao-pronuncia, no
caso de quebra, haver sempre recurso para a re-
lago, quer seja a sentenca proferida pelos jaizes
de direiios especiaes do commercio, qaer pelos
seas substitutos na forma da legislaco vigente, fi-
canda assim derogado o art. 61 do decreto n. 1,597
de 1 de maio de 1855.
Art. 3. E' da competencia de quaesqaer jaiies
a oomaacao e demisso dos offlciaes de justiea que
perante ellts servirem.
Francisco de Paula da Negreiros Sayao Lobato,
conselheiro de estado, senador do imperio, minis-
tro e secretario de estado dos negocios da joslica,
assim o tenha entendido e faga execatar.
Palacio do Rio le Janeiro em 30 de dezembro
de 1871, 50 da independencia e do Imperio.
PRINCEZA IMPERIAL REGE VTEFrancisco de
Paula de Negreiros Sayo Lobato.
decreto n. 4,589 de 30 de dezembro de 1871.
SA Princeza Imperial Regenta em norae de S.
. o Imperador o Sr. D. Pedro II, asando da
aitribaico qae eonfere o art. 102 12 da cons-
tituigo do imperio, ha por bem decretar o se-
gointe:
Art. I.* Pica elevado a 9 o namero dos juizes
substitutos da corte.
Art. 2.* O priraeiro tabellio de notas servir pe-
rante o juiz da primeira vara civel, o 2o o 3* pe-
rante o da segunda e o quarto peranta o da ter-
ceira.
Art. 3. Os actaaes escrives do civel e crime
da corte escrevero no crime, perante todos os
juizes de direilo e no civel perante os juizes de di-
reito respectivos.
Francisco de Panla de Negreiros Sayo Lobato,
conselheiro de estado, senador do imperio,ministro
e secretario de estado dos negocies da jastica, as-
sim o tenha entendido e faga execatar.
Palacio do Rio de Janeiro, em 30 de dezambro
1871, 50* da independencia e do imperio.Prince-
za Imperial Regeote.Francisco de Pauta de Ne-
gretros Sayao Lobato.
decreto n. 4,860 oe 30 de dezembro de 1871.
A Princeza Imperial Regenta, em nome de S. M.
o Imperador o Sr. D. Pedro II, ha por bem, para
execugo dos arts. 3 e i* do decreto n. 4,824 de
22 de novembro ultimo, decretar que no prximo
anno de 1372, se observe o seguinte sobre a or-
dem em que os juizes substitutos da corte coope-
rario com os jaizes de direito, e se substitaro
reciprocamente.
Arl. 1. Sero immediatos soppleotes: do juiz
da direito da 1" vara de orphios, o priraeiro juiz
substituto; do provedor de capellas e de residuos
e de auditor de guerra o segando; do jniz dos
feitos da fazenda o lerceiro; do jniz da 1* vara
civel o quarto; do jaiz da 2' vara de orphios o
3uinto ; do juiz da 2" vara civel o sexto; do jaiz
a 3' vara civel e do auditor de marinha, o sti-
mo ; do juiz commercial da 1* vara, o oitavo ; do
jaiz commercial da 2* vara, o nono.
Art. 2.* Todos estes jaizes se sabslituiro entre
si conforme os graos em qne se achara collocados,
de molo que no primeiro sero substitutos os cito
qae se seguera ; e assim successivamente, obser-
vndole sempre a ordem eslabelecida at o no-
no, do qual serio substitutos os oito antece-
dentes.
Francisco de Paula de Negreiros Sayao Lobato,
conselheiro de estado, senador do imperio, minis-
tro e secretario do estado dos negocios da jostiga,
assim o tenha entendido e faga execatar.
Palacio do Rio de Janeiro em 30 de deierobro de
1871, 80* da independencia e do imperio.Prince-
za Imperial Regente.Francisco de Paula de Ne-
grtiros Sayao Lobato.
DECR5TO X. 4,861 D : 2 DE JANEIRO DE 1872.
A Princeza Imperial Regente, em nome de S.
M. o I. o Sr. D. Pedro II, osando da atiribaigo
qae lhe eonfere o art. 102, g 12 da constituigao do
imperio, ba por bem decretar o seguinte:
Art. 1.' o municipio da corte as sessdes do ju-
ry continaarAQ a ser regaladas pelo decreto n.
4,724 de 9 da ntio do anno passado.
Aru 1* Nos oatros termos baver qaatro ses-
soes egi q anno, excepto nos das capitaes la
RIO OU 44VEIRO
7 DE JA1E1R0 DE 1872.
Ioujou hootem posse o conseibo administrativo
lia^mperial A procedenoo em seguida eleigo da mesa e cora-
raissoes, foram eleitos.
Presidente, Mauoel Francisco do Espirito-Santo.
Vice-presidenie, Alberto Vistor Gooealves da
Foficeca.
I* secretario, H-srraillo Maeedo de Jlendonga.
2 dito, Antonio Patricio Noruega.
Thesoureiro, Aotoaio Lniz Gjmes dos Santos.
Commisso de beneficen:ia : Jos Pedro Ivo da
Awmpgo, relator ; Antonio Dias de Souza Fran-
ca, Carlos Francisco da Silva.
Commisso da pensoes : Gaspar Joo Jos Vel-
loso, relator; Loiz Francisco Braga, Augusto Jo-
s Berquo Machado.
Commisso artstica : Manoel Francisco lo Es-
pirito Santo, relator Augusto Jos Berqo Ma-
chado, Manoel Lonrenco de Fr-iias.
Commisso permanente : Joaquim da Silva Cas-
tro, relator Jesuino Rodrigues do Nascimenlo,
Jos dos SaotuS Pereira Boielho. "
' Bibliothecario : Alberto Vctor Gongalves da
Feaceca.
- 8
Por decreto de 15 de dezambro fo n,meado o
bacbare! Anreliano Antonio Ribeiro e Silva, juiz
oanicipaLa de orpnaos do temo do Pnedo, na
provincia das Alagoas.
Por decretos da 5 do correte :
Foi declarado sem efiaito, em virfjde de repre-
Mnlagao do bacbare! Beato Luiz de Oiiveira Lis-
boa, o decreto le 13 de margo de 1869, que o
aposentoa no lagar de juiz de direito.
Foram removidos :
O jui de direilo Joaiuim Caetano da Silva Gui-
maraes, a seo pedido, da comarca da Cabo-Verla
para- a 4o Rio varde, ambas de i- entrela, na
fovincia de Minas Geraes.
O jniz de direilo Jsac Augusto da Padoa Fleury,
da comarca do Rio Maranhio, de I' entrancia, na
provincia do Goyaz, para a do (abo-Verde, de 2'
na provincia de Minas-Gerae?.
O jniz municipal e de orpnaos do termo da
Mag, na provincia do Rio de Janeiro o hachare I
Jos Antonio de Araujo r'ilgueiras, a seu pedido,
para o lugar de 9 juiz substituto no municipio da
corle.
O juiz municipal e de orphios, bacbarel Anto-
nio Candido de Azambnja, a sea pedido, do termo
de Piraiiny, na provincia do Rio Grande do Sol,
para o de Mag, na do Rio de Janeiro.
O juiz municipal e de orphios, bacharel Joo
Emilio de Rzeode Cosa, a seo pedido, d> tormo
do Rio Novo para o de l'aracat, ambos na pro-
vincia de Minas-Genes.
Foram recooduzidos:
O bacharel Joo Manoel Mendes da Cunta Aze-
vedo no lugar de juiz manicipal e de orphios do
termo de S. Jos do Norte, da provincia Rio Gran-
de do Sal.
O bacbarel Joaquim Patriota Paes Brrelo no
de ]uiz municipal e da orphos do termo de Ca-
baceiras da provincia da Parahyba do Norte.
O bacharel Alcibiades Dracon de Albnqaerque
Lima no de juiz municipal e de orphos dos ter-
mos reunidos de Mossoro, Campo Graode e Apo-
dy, da provincia do Rio Grande do Norte.
Foram nomeados:
O jaiz de direito Bento Luiz de Oiiveira Lis-
boa, chefe de polica da provincia do Rio le Ja-
neiro.
O bacharel Joaqnra Alvas Carnciro de Campos,
juiz municipal e de orphos do terme de Manga-
ratiba, oa mesma provincia.
O baegaret Luiz Vieira de Rezende e Silva, juiz
municipal e de orphios do termo do Rio Novo, na
provincia de Minas Geraes.
O bacbarel Misael da Silveira Araaral, juiz mu-
nicipal e de orphos do termo de Piratiny na pro-
vincia do Rio Grande do Sul.
Foi concedida a exoneragao pedida pelo hacha-
re! Carlos Peixoto de Mello, de secretario da po-
icia da provincia de Miuas Gerass.
Foram perloados:
A Antonio Francisco Corga a pena de doas me-
zes de prisio e multa correspondente raelade do
lempo, que Ihe impoz, em grao do appellago o
jaiz de direito da 1* vara criminal da comarca do
Recife, da provincia de Pernambuco, por crime de
injurias verbaes.
A Basilio Alves de Miranda Varejio as pears a
que o condemnoo, em grao de appellago, o juiz
de direito da mesma vara e comarca, aos 23 de
oulubro do anno passado, por criraa de injurias
escriptas.
0< juizes substitutos do municipio da corte os-
lo classificados conforme os decrelos de snas no-
raeagoes, pelo modo seguinte :
! Bacharel Francisco de Paula Oiiveira Bor-
dezerabro de 1802, Joaquim J >s Rodrigues Torres raes do Rio de Janeiro
formou-se na uoiversilale da Counbra era 1825, AugMto Casar Diogo o
foi ministro da raarinlia pela primeira vea em Foram rectalos tres ilif
1831, e ccolhido senador pela sua
tal era 1844 ; foi feito vi-conde da
1854.
natural da Babia.
_ cursos : o pnmeiro <:
provincia na- Sr. Augusto Cesar D.ogo, como orgio da cnr*.
lian >rarry em pharraacentico; o segando pelo Sr. director cosj-
SHheiro Jos Martins da Cruz Jibia, e o tereeir
Nraguem amia teve, como elle unto lempa as- pH|0 alumno o Sr. Jos Vieira FazenJi ano ot
sent nos sosanos dicoroa, orno mini-trodedi- 0 &0i doatorandos
Ter..g,bine,e9' j .. -.. i 0 alumns ine terminaran o curso pliarma-
Acatado em razao da saa intelhgcneia e illas- ceulico no anno de 1871, obtido no coosentiasMt"
tragao o visconde de ftaborahy era umversalmente d0 Sr. conselheiro Jebim, coovenclonaram osar d*
venerado pela saa probidada e rectidao de carac- Um anuel, represeoundo os ires reinos da aatar.- -
ler. Amigos e adversarios polticos o respailaran] u, coma distiactivo da sua classe.
sempre esmo horaam dedcalo de alma e coracao _____
ao servico da patria, que hontera par leu nello ura o Sr. Manoel Alvares de Azevedo, fallecido a 1
dos seos filhos mais benemritos. do correte, declaren livres, em lesumeato, an*
n.M k T.~ 4 a esravos Darnab, pardo de 30 annos, Lozia, ca-
P??'2S SSSfV '8ePa,t!Jra c?dver 2o X'8- bra, de SO auuos, e Mili lina preta, de idade O an -
conde de Itaborahy coai todas as honras devilas nos.
elevada posigio do illastre finado. Para as-! _____
sisara este acto fnebre, os presilentas de am- Montera, por occasio de lomar o ato dedou-
has as cmaras legislativas hayiam nomeado cora- ior era medicina o seu nelo Cuswdo Araeneu *.
raissSes, sendo a do senado composta dos Srs. Sanios, a Sra D. Mara Tberia Baeljs Silva, mo-
conselheiros Octavjano, Torres Hotnam, Anto le'radora na ra de S Francisco Xavier n. Us cor-
lse Bento, Visconde do Sapucaby e baro de Mu- r-sri) liberda le a doa< crias le nomes Felieidale -
ritiba, e a da cmara dos deputados, dos Srs. Drs., Ciirislina. Actos desu ordem deaf m r fmpr
Prannos, Duque-Estrada Teixeira, Ferreira Vian- registrados.
oa e Anisio, e veador Lima e Silva. __11
Os masraos oresidentes se acharara igualmente] Eotrou hontem do Rio Ja Prata t sor los do tul
presentes, leudo de manbi suspendido o trabalho do imperio o vapor Comoes
Sahido de Montevideo a 2 do corren: nao ir'
ge.
Fernandos Cha-
Antonio Pereira da Cu-
das respectivas secretarias em demonstrago de
orolunJo p--iar. A mesa 1o senado tomou tam-
bem luto por tres das convidando os empregaios
da casa a acorapanharemna nesta raanjestaeSo
de sent ment.
A' sahida de casa o carpo foi depositado oo car-
ro fnebre pelos Srs presidentes do consalno e do
senado, ministro do estrangeiros, bario da Mariti-
ba, veador Jos Machado Conloo e cora mandador
Figueirelo Jnior, eo prestito desou na ordem
seguinte : na frente a o fretro do finado em co-
cha da casa imperial rodeado de criados da mes- j ca que o coronel
raa casa. .a ^nn ,:i*n
lam ap)z um coche Je respeiio, oatro com o
Rvd. vigario da fregaezia, e aioda oatro qae leva-
va sobre uma almofada de velludo preto uma co-
ra de conde coberta de crep, sendo todos tres
tambem da casa imperte!. Segnia-se o regi-
ment de cavallaria precedido da sua banda de
msica, logo atraz am carro rico da erapreza
Juoeraria, seguido do carro da casa do finado.
Vinha enlao anda um coche da casa imperial
com o Sr. conselheiro raordomo interino, logo nm
da casa de S A. I. a Sra. Prineez regenta com o
Sr. Dr. Martina Pmheiro, depois o carro do Sr.
presdante do conselho, depois os dos Srs. minis-
tros da Jostlca, estrangeiros. marinha e agricultu-
ra, e seguiani-.se ndistinctamente talvez uns cem
carros com pessoas d todas as classes.
Dons batahoas de infamara poslados aliante da
casa dj talo aerara as descargas do estyio.
Chegado ao cemiterio o corpo fo! cond jzido do
coche sua ultima morala pelos Srs presidentes
do conselho, ministres de estrageiros e da agri-
cultura, duque de Caxias, veador J >? Machado
Cielno e commendador Figneiredo Jnior, e no
acto de ser descido ao jaztg), o Sr. Dr. Joaquim
Jos Teixeira proferio algumas sentidas pilavras
que aeharam eco no corago de quaatos estavam
presentes.
Se as honras offlciaes eram davidas posigo
do finado, a tristeza qae se divsava era todos os
semblantes, e o grande concurso de pessoas que
acudi a este acto, nao constituiam menos esplen-
dida homenagom prestada memoria das viitades
do viscoude de Itaborahy.
Os empragados do thesoaro nacional, em signa!
de sentimento pelo fallecimento do Sr. visconde
de Itaborahy, resolvern! tomar luto por oito dias
a contar de hontera.
A commisso parochial da caixa municipal da
fraguezia Je Santo Antonio, ro olveu tambera to-
mar luto por oito das era S'goa! de seu pezar pe-
lo falleciraento do secretario da mesma commisso
Antonio Jos Vicente da Costa.
Em presenga de sua alteza a S;a. princeza re-
gente, do seu augusto esposo a de naraaroso con-
curso de povo, foram hontem inaugurados a ra
Leopoldina, agora prolongada at a praga I Cons-
titu ; i, o o novo edificio construid) para o con
servatorio de masica.
Em segaila effecluou-se a solemnidade da dis-
tribuigo dos premios aos alumnos da academia
das Bellas-Artes e do Conservatorio.
' Bacharel Paulino Rodrigues
ves.-
3 Bacharelj Joaquim
nha.
4* Bacharel Amonio Rodrigues Monleiro de Aze
vedo.
5 Bacharel Vicente Aurelio de Freitas Ca-
brsl.
6* Bacharel Joo Pedro belfort Vieira.
7* Bacharel Francisco de Paula Araujo e Sil-
va.
8 Bacharel Joo Casarlo d os Sanios.
9 Bacharel J) Antonio do Araujo Filgae-
ras.
Por portara de 9 do sorreote foi Doeado o
Dr. Laarindo Feij de Mello, ajadante da commis-
so a carao do eogenbeiro Joio Gomes do Val, na
provincia de Pernambuco.
Hontem s 6 1/2 horas da larde dau a alma ao
Creador o visconde da Itaborahy, conselheiro de
estado e seuador do imperio. Um dos vultos pol-
ticos mais proeminenles, a sua biographia liga-se
estreitamente nossa historia, contempornea. Na
cmara dos depotadoa, ao senado, c como minis-
tro da corda exefsaa grande influencia poltica,
chegando a sjf jsiderado chefe do partido con-
servador, Como presideote do conselho, achoo-
se ao lerae do estado am quadras dilJJceis.
Repelidas vasas ministro da raanoha, fot comtu-
| jo, na pasta da tasen la-qoe prestoa mus assigos-
Na presenga de snas altezas a Sra. princeza re-
gente e da seu augusto esposo o Sr. conde d'En, e
da numeroso concurso de pessoas gradas eflec-
toou-se hontera ao raeio da a ceremonia da colla-
gao do grao de doutor em medicina aos alumnos
seguales :
Antonio Gabriel de Paula Fonceca, Jos Martin*
de Carvalho Mourao, Mano I da Rocha Feroanles
Leo, Javenal d'Oliveira Horta, Antonio Polycarpo
de Meirelles Enoub e Polycarpo Rodrigues Viotti,
naturaes de Mraas-Geraei.
Jos Pereira Landin Jnior, Carlos ArthurMoo-
corvo de Figneiredo, Joaquim Alfredo de Siqueira,
Caelano Joaquim da Silva Araojo, Jos Vieira Fa-
zeoda, Deocleeiano Alves de Souia, Augusto Ce-
sar de Paula Coda, Luiz Paulino Soares de Souza,
lorue Rodrigues Moreira da Jnnha, Joo Dis de
An Irada Ribeiro. Bernardo Alves Pereira, Cesarlo
da Silva Coalho Rangel, Diogo Garcez Palfia de Al-
meida, Galdno Antonio do Valle, Jos Caetaoo de
Oiiveira Gulmares, Luiz Antonio da Fonceca Vas-
concellos, Joio Minios Teixeira, Jos Bernardo Go-
mes Guimares, Felippe Frederico Meyer, Affonso
Carlos Moreira, Feliciano Mannies Pimenia Brrelo,
Manoel das Chagas Andrade, Sebaslio Jo^ de
Maura, Manoel Alve* da Silva e Si, Emilio Macha-
do Pereira, Durval Pereira de Mesquita, Joo Luiz
Vieira Maldonado, Francisco Alves Cabral, Jos
Verissimo dos Sanios, Custodio Americo dos San-
tos, Carlos Augusto de Oiiveira e Silva, Mariano
Luiz da Silva, Joaquim Pereira dos Santos, Joa-
quim Jos de Amorun Carvalho, Antonio Francis-
co dos Santos Bastos, Jos Ricardo Pires de Almei-
da e Antonio Mandes Limoeiro, naturaes do Rio da
Janeiro.
Joaquim Estanislao da Silva Gusmio e Luiz Se-
veriano Ribeiro, naturaes do Cear.
Manoel de Assis Vieira Bueno, Francisco No-
goeira Cardoso e Joio Baptist de Castro Andrade,
naturaes Je S. Panlo.
Carlas Augusto Flores, natural do Rio Grande do
Snl.
Joio Jos dos Santos Ferreira e Jos Antonio
Muriiobo, naturaes de Matto-Grosso.
Manoel Victorino da Costa Barros, natnral das
Alagoas.
Jorge Xavier da Silva, natural do Paran.
Antonio Emiliano de Souza Castro, natnral do
Para.
Julio Mario da Serra Freir, na'.aral do Mara-
nhio.
Francisco Antonio de Barros Henrique, ualnral
de Portugal.
Ao alumno Polycarpo Rodrigues Viotii foi con-
ferido o grao na reuniao d'a congregago depois
do acto solemne.
Preslaram juramento de, pharmaceotico es alum-
nos segointes :
Joo Henriquos Faro.andes da Veiga, Herculano
Jos da Castro, uata'aas de Minas-Geraes.
Manoel Jal do A.uaral, Prsdanco Augusto dos
todava folhas alm de 31 do passado, o- ja liaba
mus, por terem silo santificados s lia o se se-
gairara. Apenas recebemos a Tnhum OritnW.
de Paysand, em que nicamente encentramos no
licia de iosgniticantes raovimentos J; y qaaoa-
partidas dos exercitos belligerantes - tantas onlras vezas, se 4A como iramioei.te ama
batalba entre as f ;r;-s legaes Jo general Borges e
as blancas da Aparicio.
Publica tambera a menciona Ja (alba orna iaoou-
roado faz dos postos cobi-
raando que tinba d4 goveroo de Montevideo.
As datas do interior sao: P.rto-Alegre 31 1
passado, Rio Grande e Desterro 5 do corrala.
Chegara i capital do Rio Graode 6 general Lnu
Jos Pereira de Carvalho, qne devia assumir o.i
commandos da guarnigio e fronleir de B >g.
Progre liara as obras do aditicio da sociedade d^
beneficencia Uniio, para as quaes eonliuoavan
muitas saoboras a cavalleiros porto alegraoses a
concorrer com valiosos auxilios, para a saa eons-
truegao, e com cbiectos destinados a exposeV
projectala em beneficio da mesma sociedade
Com o titulo Popular Rio Gromdtntc fundara
nma sociedade de interesses matoo*,sob j ftrssa
Duelos, Coodega & c, enjo programma j bam
sido publicado.
O Sr. Guilberme Ter Brneggen, que exercia ha
muilos annos, o cargo de cnsul da Prassia, ne*-
be a caria patente qae o nomeu cnsul do imv
rio Germnico.
Tivera lagar no dia 24 do pa*alo um b^nqoet-
iTarecido ao cunseihgro Pinto Lima.
No dia 28 principiara o servigo das draga? a
vapor no desentnlhraenio da doca.
Por occasio dos festejes celebrados do srraia!
d) Menino Deus, dera-se um grave conflicto entr-
pragas da guarda da polica e onfaa do 4* bata-
ho, companbia de artfices e do regiment da ar-
tilharia, resultando ferimentos Je parte a par.
L--e nc Rio Gi ndense de Port> Alegre :
No dia II do corrente, no distr::. da Vacca
ria, s 6 horas da raanh5, foi iocendiada a casa d i
finado Joo Jos Ramos, na qual r sidia Joaqaita
Jos de Camargo, que se achava au-tute e na (a
aailia. Atiribue-sa o crime a malvados, qu asa
grande numero vagara naquelle lugar, tenlo sido
visto ura vallo qae, depois da ter posto tugo no-
cantos da casa, retiroo-se dando nm tiro .
A mesa de reodas provineiaes da Rio Gran.'
arrecalara no mez tindo a quantia da 58:876/118.
Inauguraram so em Pelota* no da 1 do torren-
te os trabalhos Jedesobstrucgio da foz de S. Gon-
galo, com assis'.encia la grande numero da espe-
sa dores.
Na mesma clada conceder D. Chrislina Soare-
do Carvalho carta de lbardade a doas escravas-
Tendo silo apprehendido em Santa Anna do L
vramento ura cootrabando de fazendas e outr >
artigos, e apparecendo por esta occasio aecnsa-
g.is ao delegado de polica, Guilberme de Oiivei-
ra Villas-Boas, ordenara a presidencia ao chefe d
polica qae mandasse ouvir o mesreo delga'" a
seraelhante respeito.
Haviam sido capturad, s no termo de Canga?
os autores da marte da Clementioo Tavares D>-
mingues, assassinado uo districto do Cerril) "
1869.
De Bag escreviam ao Tempo, >do Rio Grand--
em 4 do passado :
t Acabo de saber por pessoa viola di Uro
guayana que, tendo passaJo nm alferes do 6 ba -
talbao, ) mestre da msica do mesmo, bem m
outro, villa da Restauragio oo Povo dos Livre*.
situado na margem direita do Uruguay, defronte
Uruguayana, provincia da Corrientes, alii forana
morios pelos corrienlinos o dito alferes Maciel e
raistre da msica.
< Esta noticia foi vioda por um proprio ebeg i -
do de Uruguayana, e asseguro ser verdadeir
No da 30 do passado prestara juramento, t.
qual;Jade de 1 vice presidente da provincia i*
Sinta Catharioa o Dr. Guilherme Cordeirc Coelh
Cintra.
Appareciam, pala iraprensa, qoeixas contra
abusivo proccdiraenio das aotoridales policas* d -
Cannavieiros.
Tinhara-se dado mais algans exemplos de mi-
nunaissio de escravos.
O Sr. Anacleto Nunes da Silva e sos mnlner l>
Cecilia Clara de Jesos, moradores am S. Tbiago.
districto da ciJa-Je da Laguna, passaram carta f
liberdade a 21 escravos. Em Latas, a viuva d-
Jorge Troeler, ltimamente fallecida, deixara V
escravos, livres em testamento. O Sr. Fraorisc
Leitio da Almeida libertara tambem nma escrav*
menor, de cuja manutengio contioaava a enear -
regar se, ba vendo j antes alforriado oatros es-
cravos.
Por decretos de 30 de desamoro ultimo to
ram exonerados a pedido :
Do cargo de presidente da provincia do Piaoh-
o Dr. Manoel do Reg Barros Soma Lea o.
Do de Santa Caibarina, o bacbarel Joaqnim Baa-
deira de Gooveia.
Por cartas imperiaes da mesma data loram no-
meiados presidentes :
Da provincia do Piaoby, o bacbarel Pedro Af-
fonso Ferreira.
Da de Santa Catharina, o Dr. Manoel do R 'g
Barros Sonta Leao.
Da de Sergipe, o bacharel Lniz Alvarea da Az--
vedo Macado.
F ram nomeiados : _.-.. .
Lentes snbslilulos da facnldade de *rio d i
Recife, os Drs. Jos Joaqnim Tavaros Beltort +
Francisco Pinto Passoa. *
Professor da cadeira de econonua poltica ''
instituto commercial do Rio de Janeiro, o conse-
lheiro Pedro Antran da Muta e Albnqnerqne.
Por decrelos de 3 do oorrenle mez ;
Fez se merc do titulo de bario do M*oie Sao
ho, cora granlesa, ao coronel Joaqnim Simodes d >
Paiva, por servigos prestados instroccTao publica


[
1
,-------
-



tP**ln" d# rrnambuco> f~ Quarta feira 24 d Jbiieiro da 18V2
1 '. :,:
ti provincia da Baha e
nestacdrle.
10 hospicio Pedro U
rana
Pedro inWDb. Manoel leor as Pul
totomjTlfxeira da Fotr.vca P.nlmaris, Serv >l,i rain o pedidos porque u navio adunto
Foi o Mimar cavalleiro la orden da Rosa o te- Pereir... da Silva 3 Ju- loa^un 1a.M-)f**jo)BOo<{
" plenamente ; Manooi Rodrigues deunveira
nente coronel da paardi national da provincia do vaios. .
Piauhy, Jo5oPruanles de Maraes, per servaos i-irho, approvado siomlssmeme.
era relaejay-eWlerra do Paraguay.
Por e*Mt4UMt>eriae3 da mesraa data :
Foram raeeaidas as honras de conego (JMm-
perial capwla ao paire Joaqoiin Lopesltodnfnes,
vigario liado da JfgiAia delWaaiiio, *'
de S. Pedro do W^aneWdo W, pelos servias
por elle prestadoajBi: Foi naiuralisapff sbete portugus lanoel de
Jess. ~*h
~ Em de jetrtro crreme uhcitcm-se do mi-
nisterio Ji f.ueiHn a expedceo de ordem para o
pagamento da qoontis ds 750* ao Dr. Luiz Anto-
nio Vieira da S.lva, imrortancia de seus venc-
nimios como pYesWevit da provincia do_ Pianhy j
co periodo deeorridb 4e-4 de catabro a 15 de no- j
verabro de 1870
em
data de 40
criaala, pe
o
Eserevem-nos de flenca,
corrente :
Tendo a escrava Candanos,
cerne ao espolio do major Antonio Carlos Ferr
avallada ero 800*000, entrada i-am essa qn
pac o tiervo, o jnit confeno-lhe boje carta
daie em eoufcormidade da novsima, tai-
O commendador Pedw Moreno de Alaga) pas-
sen Unjo carta da libeedade sua escrava SaWne,
de W annos de idade. A carta fot registrad no
certorio *o Sr. Jos francisco de Areuja o Suva. >
Por decret de 5 do crrente foram rea-
vidos no corpo da armada :
i, primearos lenles, ob segundos ditos Maooel
Amonio Pinta, Antonio Garlos Freir de Carva-
Iho. Joio Alves Ferreira da R >cha, Aihaoagildo
Barata Riboiro, Eduardo de Barros Ganda, Jos
Porfirio de Ssoza Lobo, Ildefonso Felippe de S on-
za, Francisco Piaviauo de Ctntalice, Jos Leoncio
da Silva Rosa, Jos fiarlo* de Cirvalne Jnior,
Andr de Paula Gv-tie Madeirs, Laix Jos des
Sints, Rodrig Naos da Costa, loas Npomacet,o
Baptisu, Francisco Jos da Silva Fcnf s, Antonio
Itoffiao S Silva Geimaries. Antoni-* da Silva'P.ies
Jnior, Arthur de Azevedo TnoraB>on, Antoni)
Lure Cavalcante de Oliveira, Amaro da Rocha
GMstallino, Vctor Cindido Barroso, Beloiiro de
flittos tremo ,' poldo'*> dos Pasaos Jnior. d* Pedro Alvss
A segnwo* tMienie* : 0< guardas rtrinhas :
AlTonso F^tevfo Rdoar*o ariins, Antoow B'ioel
rep, Manoel Gingalves do Vals Gaimaraes,
Jos Matioel Pereira de Saapaio. Fred^rico F
Terra de Wtveira, Joairnim P>-dro Alves
barros, C-rstaoie Gomes "Sudre, Fernando
"Lourengo darlos de AlmeWa, Alfff^o Antosto
de Lima Barros.-Julfo Garoeir) da Silva Braga,
Almiro Leandro da Silva libeiro, hilvano Jjs4 *:
Carvalho R^cha.
Na mesma data IflMeM foram promovidos co
corpo de machinistas d armada.
A raaehinista* de l' classe. Os di 2- ciasss :
Sebastiao Jos Das, Eduardo 'Lssmele, Joatjcim
Jannarlo da Silva, Jo^ Joaquim Ponjaives.
A macbiniMas de t* hsse. Os da 3*: 'Jos
HeOTiques Girant, Manoel Gongalves Gamarg<. Ga-
briel Ferreira da Crnz Sobrinne, Manosl Dow dos
Santos, J >s6 Angelo Lopes, Florencio de Almeida,
e Binholoraed Jos Lebao.
Poi Concedida por decrelo de 8 do proiHto mez
ao patro mor dJ pono do Maranhio Anienio Pe
dro Segando, i-'|rtduacio do posto de 2 tente da
armada.
Por porlaia de '9 do corrente foi exonerado
do commando da goarni^io do Jagaarao, o coro-
nel do corpo de en Ateredo Coutinho, sendo noraeado para o referi-
do commando e brigfldeiro graduada Dsmiogis
Jt da Costa Pereira.
__ En portara de do correule foi noneadu
Pedro de Alba^aerqne Roirigu-'s, eegeoheiru de
.{ elasse, cora transporte n> max-no, na confor-
mldade da tabula anaera ao decreto 0. ,922 de
10 de oaio de W65.
Anie-hoBtem por oecasiio de timar o grao
de doutor em medicina o sen fllho Carlos Angosto
le O iveira e StWa, o Sr. llan'o Mariano da Sil-
va conceden liberthde i sua escrava Thereu,
nnica jue posssiie.
Pelo vapor Ingles fambold recebemos hontem
olhas do Rio da Prata at 6 do corrente.
As noticias da Repblica Argentina sao desti-
tuidas de intereMe poco.
O presidente Sarmiento trnha estado gravemn
re doente de cm ataque de onvtdos; ficava, portfin,
melhor e em principios de eonvalesseneij.
Sjbre as negciaco^i de paz para o E
Oriental, qie proseguas eas Bueuos-Ayres, uada
se sabia ao ceno.
Uitimmente fallara-se raoito d nm armi?ii--te
* 8 oa IS dias que se diz a ajusudo entre as
j .ramissario tinha levado a Baenos-Ayres as res-
pectivas basas, ja assigoadM pelogovorno de Mob-
xevldo.
Aignmas folhas ctiegaram a dar ratas bases, co-
mo tambera assignadas pelos chofes do partida
Mamso', ultima hora, porm, ainda nada linh
transpirado a semelhante respeito, e pane da im-
prensa siwtenuva que o armisticio nena eslava
osiguaiij, ue!D se assignaria.
Havia, comtnlo, qaem encarame a? negociacees
a urna luz mals lisongeira, anancnda qne se
achavam em bom p, e promettiam levar ao re-
sultado que todos desejavara.
Entretanto connuavam as forjas belligerames
i33 continao movmeato, dando se ai/ti e all al-
ttoa reeonlro de partidas volantes, sm importan-
ta a'guraa p'.ra o xito da lata.
O governo le Mont 'ideo, acceitando a rennn-
ia de Coronado, de que fallamos, nomeoa o ma-
;>r !l'.ica para substitui-lo no commando da di-
visao do sallo.
O exercito ugal do general Castro, que se a?ha-
va acampado na Florida, dizia-se qu? se t|nha posto
. ,-i> marcha sobre o inimigo na JirecQo da Co-
lonia.
O vice-prefidenle do Paraguay tinha orginifado
1 sen ministerio, Horneando o majir Ferreira para
-t pa-ta do in'.erior, o coronel Recalde p,2ra a da
j-'aerra e marinlia, e interinamente para a da fa-
ral, e D. Jas Falcon >3n a das negocios es-
ta aDgeiros.
Eipa'.hara-se no Rio da Prata o boato de queo
o ax-prwldsa} Rivarola havia jiJo preso. Xio
..oatrava, porn, creJito a noticia, mesmo por
jae o facto de haver o coogresso aaprovado lo-
cos os aMos daqnel'e presidente, exclua lodo o
ortivo de ana pTisao, que nSo fasse alguraa arbi-
irariedade. aanto a outro boato, que tamfrem
se espalbara, de se terera dado sos de l'ebre ama
relia no Paraguay, esse foi categricamente des-
mentido com documentas q.te prov4tn haver sido
raras veies o vera o lao beaigna naqalto piiz.
Por decretas de 10 do carrete :
Foi dispensado o juiz de direiio Heranogeties S-
crates Tavares de vaseooeeilos, do cargo de cheo
Je policia di provincia de Pjraambu:o.
Foi designada ao mesmo juiz de direito a co-
marca de Gjyinaa, de segunda entrancia, na dita
provinci', para nella ter exrcicio.
Foi remaviio o juiz de direito Oomiagas Moa-
teiro Peixolo, do carga de chefe de policia da pro-
viniia da Maranhao, pira igual cargo ni de Par-
nambuco.
Foram noraeados :
O juiz de direito J0S0 Rircana Alves Maeial, ehe-
*e de policia da provincia do MiranhSo.
O bacb3re! Benjara'tn Pinto Nogueira, jniz de di-
reito da comarca do Baique, na provincia de Per
namboeo.
O bachare! Leviaia Ferreira Lopes, jo:z mani-
j'.ipal e deorpblas da termo de liagaaby, na pro-
vincia do Rio de Janeiro.
O Lachare! Joio BerQardes da Sitra, juiz muni-
cipal e de orphaos dos termos reunidos de S. Ro
qoe. Una e Piedade, na provincia de 9. Paulo.
Por decretos de 10 do corrente, forim concedi-
das as bonras do posto de majar do exerclto ao
major do f6. carpo prori^ono de cavaaria da
aarda nacional da proviucia do Rio Grande do
Sal, Mauricio falto da Co?ta ; e a de lenle, fi-
tando sem effeito o decreto da 9 de abril de 1870,
.ue conceden a3 honras de alteres, ao lente do
:0. corpo de rolantanos da patria, Hemeterio Ro-
drigaes Pires Jatab, en aiteacjo aos reievsaies
nervinos qe prestaram na guerra eoatra o Para-
guay.
Por decretos da tnesma data :
Foi reformado, na conformidade da Imperial re-
solaelo d 30 d novembro finio, tomada sobre
coasalta do" conselho suprema militar, o cipifo
aggregado a arma de trtilharia, Vicente Fsrreira
>le Faria Goiabetra. visto sofrer molestia qne o
torna incapaz de continuar no servio.
Foram Horneados Pedro Borges Leilio o Tibor-
do Jos de Menores, eale eierivo e aqoelle almo-
jarife do hospital militar da provincia da B?hia.
Foi commutada em gales perpsiaas a pena de
uwtte impola ao cabo de esquadra do 41 corpo
de folaniarios ds patria, Silverio Honorato (ios San-
tog. por sentenna da jonta mlHtar de jostica do
areito em cj^racoeseonrt a iragnoy-
?w poruria de igaat dala loi oooieado para o
tugar de direcur do hospital militar da provincia
da Babis ; o tenante-coronel do oorpo de eaudo-
maior de segunda classe, Cypmao da Rocha
Lima.
Pireram hontem exame3 de dentistas, na faeal-
tiit de medicina :
lMdirf>j-t*e*e estimados, como era o Ilustre Uado, quer
nr- i*i lfravl, qoer em todos os recamos da muado,
onde che^aram e bij de cbagar os clios glo-
ponba-se amirawlniente nesta Irislc emergeacia. rio*os da historia do imperio do Cruzeiro, em cu-
e com ftaior prosiaf de i* paginas ureas folgura coqao Orna estrella o
Ramos 1 dnnass*deixod>05 ir ao fundo
\\v: o navio adiantoa-'^
Ocnnmnttnie da Coito Jtas
deu-sa di ia.
msr eer
afunifnu o
Felizm
b-rgan
Nsw-1
soceor
tes. O
mu!
FaHecdB ant^-hontem, s 11 1/i horas tft nolte,
na sw casa da ra do Hosirlo n B, depos *e al-
goms horas de sofrimentos, o Sr. Francisco Gon-
Cnlvcs de Moara, abastada proprictarie e antigo
negociante desli praca.
A nma longa e laboriosa vil e a ama restricta
economa deveu a avallada ferian* qe eonslsrter
deixado.
Das snas disposiQoes testawentarias sabemos que
deixou :
A sna rm e a sen ir*o residentes em Portu-
gal 70:OOt000 "em moeda Torte.
A ir.modada do SantissinO da Candelaria..,,,
1:000900.
A ordem de S. Francisco de Paala 1:000(W9
A ordem de Noss Seahor* da Coucicsb b Boa-
Morte 1:OOOJR)00.
A Sociedade Portagueza de Beneficencia..,,,.
ltOOtiOOO.
Para 0 asmlas a familias pnbre3 e honestas...
X38GOI0UO
A seo escravo por ame Domingos (hoge falle
odo ) 1 O00J009 e casa para morar dnraate dous
A outro sea escravo (tambem fallecido) SOOJOQO
< casa por doas anuos.
A ouira ordem terceira, cuja dom anda nao
de -sabemos 1:030*098.
Dos remanesrtentes instltulo por herdero ao Sr.
Francisca da Costa Paria, seu aniigo procarador
nesli corle. j
Seu cadver foi sepultado fl temiteno de S.
Francisco de Paula, hontem, s 5 horas da tarde.
ame venerando do distineto publicista.
O Brasil pardea no Sr. viscondt de Iiaboraby
nm fllho estremecido, nm vario conspicua, nm ci-
dado grandemente eredor de seos praotos, e o
partido dlBservador, de que era ella odos lo-
Hiosos Befes, perde" Ipualmeoie na presOSo-
ipsiraoauxiliar de sus lirias e f.idigas.
Viva a sna alma no cs como premio da saas
Ijpnda virtudes, e fl-inej|s>>|Hvado nos cora-
claa o seanome, taes sao" es votos qt fazemos,
de haroooara cono a imprenta brasileira, to.la ac-
eerde em Hsiemunhar resp-iloas pezames por lio
Infausto harnalo. ..
Foi apresentada hootem, na praja, o prospecto
de nm aova companhia de segaros maritiraos e
terrestres, com a denomibscio de Con/tonca. Sen
capital de 6,000:000*000 dividido em 30,000 ac
\;es de 200*080 cada urna. A primeira uranso
sari de 13,008 aeces, ftcando reservadas as res-
tantes 15,000 para serem emiftidas qoaodo a as-
sembla geral dos accionistas o resolver.
Sao incorporadores desla cyrapanhia os seguin
tes Srs. capitalistas e negociantes desta 0ra{a :
Joa los dos Re, Jaao Martms Corrielio das San-
tos, Boaveotura Goncalves Ra^jue, Jaaqaim Pmio
le Carvalno Ramo; e Manoel Salgado Zmha.
O numero de accSas subscriptas huutem subi
em poncas horas a mais de 15,000.
13
Por decretos de 10 do crreme :
Foram nomeadns :
Oficial da ordem da Rosa, por servaos presta-
dos oa qualidade de secretario da academia das
Bellas-Arles, Joo Miximiaoo Mafra.
Cavail-iro da mesna ordem, por servido pres-
tados as eltras, Bruno Henriques de Alra?ida Rea-
bra.
Cavalleiro da ordem de Cbristo, por servico*
prestados no exer;ito gratuito do cargo de thesou-
reiro do Cooservatpno de Msica, Jos de Barros
Franco.
Pei concedida a p^no de i2*0J0 mensaes
a. Prancisca Amilia de AWfeo Flc*onl, vinva do
tenente honorario da exerciio Carlos Falcom.
Por carias imperiaes da mema da'a f jram
natoralisados os snbJIIs portuguezes Francisco
Antonio Pa^radella e Jos Domigues Noueira ; e
o subdito hespaohol Nicolao Echevarra.
A noticia que hontem publicamos *ob esta ti-
tulo, reere-se a galera ingleza Vite Rose, de
1,700 toneladas, capiao Jenkins, 6ra viagera de
Calbii de Lima para Famouth, cora carga de
guano.
A Wile Rose apanhara entre Montevilie Ri.>
de Janeiro um grande temporal, do que resulton
abrir o navio agua, entrando esta com lal abun-
dancia que o servic/o das bombas tof non-'e intil.
Achando-se o capitio em latitud-. N. N. E. cin-
co rotihas de Cabo-Prio, a em eminente perigo de
ir a pique, resolvea encalfar o navio, o que effec-
tuou na madrugada de ante-hontem, na praia do
Pastor, duas milbas ao norte da villa de Sio.ua
rema.
Aote-hontein, s 6 horas da tarde, o Sr. con-nl
inglet, tendo noticia por telegramma do naufragio
da galera, fSciou ao almirante coramaodante da
esqaadn que s acha fundeada no nossa par'.), e
esse senhar manlou sabir as 10 hara da noite a
fragata JmmortaHtc, para o lugar do Muistro, afina
de prestar soccorros ao referido navio. O Sr. Li-
ga mandan tambem um vapor de reboque para o
mesmo flm.
A tnpoiaco do Wile fiaos, tai salva e acha-so
em Saquarema.
O eapiao seguio daquella loealidade por trra,
e chegando bnntein da manba a eua corte, apre
senlou-se ao consulado inglez, onde fez a exposi-
cao do fado.
14
Por portara de 13 do corrente foi nomeado o
engenheiro de segunda classe Raymundo de Pen
naforte Alves Sacfamento Blake para o lagar de
engenheiro de primeira ciasse, con os vencimen-
tos mareados na tabella annexa ao decreto n.
2,922 de 10 de maio de 1962, o trausporte na m-
ximo.
O trera da serra n. 2 de hontem, tendo partido
da estacie de Parahyba, descarrilhoa na distancia
da um kilmetro, pauco mais o menos, daquella
estacio, Boffrendo avariis a machina e tres carros
do irem,
Com o choque resultante do descarrilhamento
ficaram feridos alguns- viajantes e o pessoal do
trera ; ?uppSe-se que morrea un trabalhador que
vinha doente no carro de bagngera.
Lago qne na estafilo da corte se soube deste
aontecimento, pariiram para o lugar do sinistro,
ero trera especial, e inspector da trafego e Os che-
fes de iracco, da iraba e de loovimeulo, e o Dr.
P'derneiras, medico.
Estando a linha telegraphica actualmente inter-
rompida em quasi toda a sua oxten-o, por causa
da irovoads, nao se ple aioa colher infoiraac.5e
mais detalbadas sobre e.-le ac idete.
Sabe-se, porm, por telegrarama recebido na oe-
cas'ia do acc dente e antes de comecar a nter
rnpcao do lelegrapho, qae foi elle cansado pela
faci de ter a machina pascado por cima de um
p:ega da trilha, que suppoe-se fai bilocado de
proposito sobre a imha.
No lugaT do sinistro apresenlaram-se logo me
dicoi para tratar dos feridos.
As 11 horas da naite ehegou o trera com os
passageiros da serra ; consta-nos que ficaram le-
vemeate feridos cinco passageiros, daus emprega
des e nm poaea gravemente a 11 bagageiro.
Foi lanado ao mar no da 12 de dezembro, era
Glasgow, pelos Srs. Henry Murray & C, om vapor
a hlice de 300 toneladas e 220 ps jie cum|>rl
menta, encoaoraenla dos Srs. Couceic.o & C. A
Sra. Rovran, filha do Sr. David Ro\Vin, da Glas-
gow, dea ao vapor o noina de ltajahy. Tero, elia
duas machinas, cada urna da forga de 90 cavados,
as quaes foram fabricadas na oulcinas do Sr.
Roano.
O ltaj'Jiy construido com a commolidades
asestaras para a aavegaco neste clima.
Recebeu-se em Partsmourlh no da 16 de de
zembro ultimo, a naticia do seguinle desastre qno
se dea 110 milhas, mais on meaos, de Santa Ca-
marina, ilha de Wight.
Sobmergio-se um navio :rinc?z e perderam-s
17 vidas era eonseqaeneia de um abalroameoto
com um navio, cejo nome se ignora por ter-se elle
escapado dando a popa ao vento, sem se imporiar
eom os gritos de sooeorro que partiam do navio
que se afundava. Era este a barca franceza Cos-
ta Rica, mestte Ovry, pertencente ao pono do
Havre e sabida do mesmo porto com deafino a
Basaos-Ay/vs, levaado passageiros franoeees ;t
italianos e carga era!.
O ,-\ba I ro amento dea-se antes da meia-noute de
15 de dezembro, hora em qne o commandaote, o
sea inmediato GaB'in e o offlcial de quario esla-
va 11 na tolda do iiavio A nonte estaos muilo es-
cara e a atmo'-pboM oarregtda, quaado de re
pente, e sem o mena? aviso de perigo imminente,
um navio eom todo o jnno largo oeto sobre a Cas
ta Roa por estibordo, tevaado-lhe a quilha e o na-
que. Eneben-se iram9(iatamente d'agua a birca.
e a sao sitaocio critica nc pedia deixar de ser re-
conheciao pelo navio qae balrora.
Dm do* tripolantes da barca, qne fallava bero
inglez, gritoa para aquee navio qae os nao aban-
mostraolose calmo
aspflfM # ImmodiUo, da mesmo modo cltra
r^vioao ajo os muiros e os oairas pecas do ap
parelho, qae se podiam remover, fas.-te lanzados ao
20 raiautos depoii da '
Rtci. \mT
commondanle Thoiiras
test M se a.ihava iir(o,
daOMa para Plynoath,
fragflo* caosegnio salrar
res nufragos que foram
trarai-oa'lo siofaRos e gratos peto
que roNtoram no Bxprest, que era altas
em talo-O parle bem diziam dos sooa sal
Todas"oo acfcavim efhanstis de foroH.
G cenwnindanto do Costa Atea, > nrsrinh^M*, 1
grumete e 10 passageiros, sendo i italianos e 6
franoeres, peraceram afogidos. Salvaram-oe o
immeiata, o mestre, o eontra-mestra, o cosiowsir*,
7 marinhuiros e 8 passageiros. Um italiano foi
encontrado n nm ojoooooooOrO ^ae noiava -ne- msr.
Os que e-caparam marta (orara recebidos ero
Pjttsmoath, no coasalado.francez, o em looguida
hospedados era casas particulares e no hospital
dea iirperiaen marinheiros, em Parlsea, oaie re-
eeberara o mlhor gasafha da superintendente.
Todas seguirn) para SoalOaoatoa no dos 16
com deslina ao II ivre e naquelle lugar ainda con -
l ivam nos termo mais catorosos o boa aaalbi-
mento que lli-s tinham dalo o taperiatenaRite e
seas aja lames.
O deshumano procedimaolo dos que estavajo no
navio abalroador susctou m LTodresa tois pro-
funda iadigno. ,
Podemos accreseeWitr, dH; a fafha de qnriira-
mo wti os-,ia, qde ViiUsor Catt\e de Lndre
para Syaef arribon abrtinoAib, reano abalroa-
do com affla barca franceza.
- 15-
Por dec eto de 13 do correte ttveram lugar
os segrales despachos : .
Foram aprontados : 0 eonsralrp Jola Baptis-
u d Ctsro Silva, no,Tv<,j?af ie fnspwtor dW'the-
souraria de Pernamboeo ja seu pedido).
Francisco Jos de Oliveira, no lugar de ijjSpcc'
tor Si a'fan'deifa de Santi Cathrina. ,
Rololphc Julio d Balblno, ae'gaarda'flror da
alfanlega de Santos (1 sea pedido)
Joio Orre a Punentl, lo dj' cmttiao do the-
son'ro nacional filem). ..^
Parara demilfido*: o cfif tde cipo,tla alftn-
dega do Para, loSo J ;s Horacio #Sflva.
O 2* cooferente addida Jo^ da Dos Sttva.
O fi3l de armazem Joo Ifm-ewae Fana.
Foram ro mortaja : o^aoj|0jff da alfandega
du Para, Augusto (Siar dS|nMi, para a alfan-
dega da curte, onde lef^rreftmVidido classe
dos primirbs eonferentes.
O inspector da sdfaoJfa *> Pfcfiagu, Henri-
qae Gomes de Ouveira, para o mesmo lugar na
da Saota C-ilbarm fl
O gnarda-mr da alfandfga 4e Pernaraonco
Cirios Eloardo Riedel, para o msmo latar'aa
alfandega de Santos.
O guarda-rar da alfanlega do Maranhlo, By-
mnndo Marcelino Nones Belfart, para o mesaao
luifar na alfanlega das Alagoas.
Foram nomeadas: inspector da thesourarif de
Pernambaco, o contador Emilio Xivler Sobrira
de Mella.
C'mudor da mesma thesoararia, o chefe de sec-
;ao Joio Raymundo dos Res
Inspector da alfandega da mesma provinds, o
da alfandega do Maranhaa Dr. Joaqnim Jos de
Oliveira.
Inspector da thesonraria do Para ("em eommis-
sao), o contador da de S. Paulo, Lacas Antonio
Ribeiro Biering.
laspecor da alfandega do Para (em commlsslo).
o 1* escripturano do thesauro Vicente de Mello
Waftderley Maciel Prahein.
lnsp3or da alfandega do Maranhao, o da al-
f miega do Cear, Fernn lo de Castro Pereira So-
brriho.
Inspector da alfandega do Cear, o ajndaffle
adlido Joo Antonio Machado.
Inspector da alfandega de Paranagu, Sebaso
Marques de S>nza.
Guarda-mi- di alfandega da Miranhaa, e da al-
fandega das Alaeois Joan Anir Cogoy.
Guarda-mr da alfandega de Pernambaco, c
ajadante (Jlysses Penarafcaeano de Mello.
Ajadante do mesma, o ajudante do guarda-mr
da alfandega da Rlo-Grapds do Sol, lonstantino
Lopes Guiraarlei.
Por decrams de 12 do corrente fjrara ap-a-
sentados, a pedido, na seCretaala de estado 'dos
negocios da marinha.
O director geral Fraricisco Xavier Biratempo, e
os directore de seceo Antonio Carlos Cesar Vt
Mello e Andrada e Eazebio Jas Adtunes.
Na eoniadoia de mariha, o eoo'.ioao Joio
Evang'lista.
F rara Horneados para a secretaria de estado :
O director de seeca Sabino Eloy Pessoa, direc-
tor geral. ,
Os 1" offlciaes Apparicio Leocadio soares 1
Berbardo Roirignes de Fatis, directores de se:-
ba
r monta 1
Wjast
10 pisa
oon
Tambera leve igual nonmcao Adolpho Paulo de
Oliveira Li>ba.
Forara nomeados :
1" offlciaes os 2" Jos Miria Bamteaapa Sabri-
nbo e Albino Borges Monteiro.
2" offliiaea, os amanuenses Augusto de Oveira
Piolo e J o lo Henriques da Canceigo.
Amanuense o 4 escripturaria da thesoaro Car-
los Americo dos Reis e o praticante da referida
secrelrria, Laiz Prospero Ratton.
Praiicant?, o praticante da con'.adoria Fernanda
Maria da Silva Leal.
Foi demitiilo, a sea pedido, o 3" escriturario
da contadoria de marinha, Horacio de Gusmao
Coelho, e promovido a este emprego o i* escripia-
rano Cypriano Jo: da Gama Kelly.
Por delreto de 13 do carrete foi aposentado o
2" offlcial da secretaria do estado dos nsgacios da
guerra. Jaaqaim Jos Borges, e por omr* decre-
to da mesma data foi nomeado para aquello logar
o amanaeose da referida secretaria de estado Jos
Manoel da Silva.
Por portara de 13 do correle :
Foi pruregaa por,seis raezes, com ordenado, a
licenga concedida ao juiz de direito da comarca
do Masor, na Rio-Grande do Norte, Jas Pereira
da Silva Mora-?.
Por despachos da mesma data foram marca
dos :
Ao juiz d direit" Domingos Monteiro Peixoto o
prazo de tre3 mezes ao juiz de direito JaSa- Hircano Alves Maciel o de
tres mezes e a ajuda de casto de iOO ; ao juiz
de direito Hermogen3 Scrates Tavares de Vas-
concellos o de ires mezes : ao juiz municipal ba-
charol Ti bto de Alencar Araripe Jnior a ajuda
de custo de 200*000.
DIARIO DE PERNAMBUCQ
RECIFE, 24 DE DE JANEIRO DE 1872.
O Sr. vise onde de Itaborahy
O paquete brasileiro Para trauxe-nos hontem a
noticia de ter Wleeido na corle, s 6 1/2 horas da
tarde de 8 da correte, o Esm. Sr. Dr. Joaquim
Jos Rodrigue" Torres, f visconde de ltaboraby ;
senador e grande' do imperio.
S. Bxc. nascen oa provincia do Rio de Janeiro
13 de dezembro de 1802, e pois conlava pouco
mais de sesoeata o nove asnos de idade, qaando
foi arrancado ps!a morte aos bragos de sua exlre-
mecida familia, entregne s mais violentas angus-
tias ante to fita acontec ment.
O Sr. visconlo de Iiaboraby foi deputado geral
diversas vezes e depois senador do impsrio. Mui
tas vezes teve assento nos conselhos da caroa ge-
rindo diversas pastas a com especialidade o da
fazenda, onde se distngalo como consammado
nanseiro.
as erises m.'.is dilBceis porque tem passodo 0
Brasil, S. Exe. foi sempre um segaro esteio de
orde.D, ata constante propogoador das liberdade
bero entendidas, um acrrimo defensor da consti-
tuidlo do imperio.
O Sr. visconde de Iiaboraby era na Sos hornea!
mais eminentes do Brasil; era om estadista notar
bilissimo n'nrn paz onde saa raro#s e bem rares
os (alelos robustos qae, como o sea, veem na-po-
ltica, nao Or provent s de urna arrira fcil de
seguir, mas ocia estrada vemeada de espmbos,
pela qual deve eaminbar aquelie que desoja ver
prosperar o sec paiz, aquelle qno almeja o nobre
engrandecimeo'^ de sua patrio,
Sua notavel intelligeaoio, bu* j>r;andi e olida
illnslracao, suaa qoaiidadea aorae, e aoas virus
des cvicas, recammendam p sea ao-jce aos pas-
teros, o sem d(.vuda sernroo d inceotlf o s oo-
bres aspirarles de muitas jareas tlenlos braailel-
ros, qae saspism pela boma do serera. to feral-
RECIPE, 2i DE JANEIRO DE 1872.
No>tlel9* do sul do Imperio.
Oiegou hontem o vapor brailelro Para, tra-
tendo datas :1o Rio de Janeiro 16, da Babia 20 e
das Alagoas 22 do corrente :
Al.ai do que damos sob as rubricas Parte Ofll-
chi o hiterior; so encontramos nos jomaos o que
segu :
ROMMAO*
No dfa 17 fura acea a rennncia da Sr. Rivaro
la, ao cargo de presidente da Repblica, que pas-
sou a ser oceupado pelo vce-presidente Dr. Jovel-
afcos.
A 19 foi expedida a segaiote commanica^ao do
corrgresso:
Assampcao, 19 de dezembro de 1871 Ao
efiada Cyriilo Antonio Rivarolla.-O abaixo as-
signa lo, presidente do senado e de aranas as c-
maras da nacao, reunidas em congresso legislati-
vo, lera a honra da parteeipar-vos que, na sesso
de baulera foram approv.ii ,s os actos do presiden-
te da repblica, oceasionadaj polas tristes e des-
agradaveis emergencias oacorridas entre os po-
deres legislaivo e execalivo do Estado, as quaes
deram em resultado a dissotoco do congresso
por deoreto da 15 de outubro do presente anuo.
Igualmente o abaixo astignado lera a honra
de levar ao vosso coobjeciments que o congresso,
accodendo s vossas inatanciis de reiirar-vos a
vida privada, acceilou a rennucia por vos ap-e
seotada, da presidencia d* Repblica, nao sem
haver ordenado qne se vos agraaecssaera em no-
me da represemacao actoo! os vossos impor-
tantissimos serwoae,, e sem qua aibais que a ac-
ceilaio da vossa renuncia fai devida ao facto de
o haver julgalo o uoico meio de justificar os seus
actos.
Aceitai, cJado Rivarola, os protestos da
mais distroeta consderaco(Assignadas)Gil.
Francisco Martines, secretario.
O viee presidente da Repblica, no exercieio da
presidencia, maodou chimar sua preseoca os
presos politicn eomprometiidos no movimento do
Tacoaral e depois de mostrar-Ibes a neeessidade
de trabalharem pacioamente por sea paiz e res-
pectaren, como cidadio, a loi e o governa, man-
dn pd-los em liberdade.
Par decrelo do da 20, f iram nomeadas ministro
do interior, o Sr. Benigno Ferreira, ministro da
guerra o interinamente da fazenda, o Sr. Pedro
Recalde.
Por decretos da mesma data, completon se o
eoaselbo de medicina e hygieae publica com os
Drs. Luiz Antonio Pimema, Manoel Cardoso da
Coala Lobo e Antonio da Silva Daltro.
No da 21, sahira para Montevideo o vapor ar-
gentino Espora, que eocalhira em nm banco perto
de Vilteta, d'onde conseguir safar, gracas aos es-
toreo* di goarniflio do eacouratjado Tjmandari
e do vapor Victoria.
Na ultima data jorria em Buenos-Ayres e
Montevida qu o ex-prosidente Rivarola acba-
va-se preso, cousa qae parece pouco veros-
mil avala da approvaco de seus actos pelo con-
gresso.
Cario que o Sr. Boro.de Cotegipe, pleni-
potenciario do imperio na Assorapcao, est nego-
ciando s-paridaraenle coro o governo do Paraguay
um tratado do paz definitiva era nome do Brasil, a
vista da nnhuma esperan^ de ebegar aquella re-
pblica uro accordo con a Argentina sobre as
exigencias em qae esta insite.
GOTAZ.
Temas folhas da capital at 2 de dezembro
ultimo.
A promalgacio da lei que refarmou o estado
servil tora all mu festejada. Urna baala de m-
sica percerrea as roas cantando o hymoo naci
nal e erguendo vjvs. A cmara municipal man-
dara celebrar um Te-Deum solemne a que assisti-
raro o presidente da provincia, o hispo diocesano,
0 chefe de polida, o clero, a cmara municipal e
mnita-. pe3saas gradas.
Era ama r;uaio que houvera no palacio da
presidencia, o Sr. Dr. Francisca Amonio de Aze-
vedo conceder liberdade ara seu escravo de
oorae Wenceslao.
Lib?rtara tambem um sea esiravo, de no ne Mi
guel, o major Antodlo Pereira de Abreu.
0 presidente da provincia nomear urna com-
raisso composta do brigdeiro Joo Xones da
Silva, cooego Manoel tose de Cont Guimaraes, e
Di. Jrouymo Jos de Campos Curado Flenry.
Jos Joaqnim de Sonza e Francisco Antonio de
AzereJo, para estudar o melbor meio de esubele-
cer-se nesta provincia urna associafa ou e>tabele-
clmento qae se proponna a acsiiar em sea seio
os Hlho3 da malher escrava, que, nascidos
desde a data da lei, neesssitarem de atamento e
educa cao.
PAP \.N.
Recebemos folhas de Paranagn a; do
corrente.
Em Morretes, no dia 1 do crreme, por oc-
casiao de proeeder-se i elicao da sociedade Unido
Morretense, o presidente commendador .'as Mir
de Freitas, e sen genro Joaquim Josa Alves, deca
raram livres seo? escravos Ignacio e am pequeo
de dous anuos.
Foro encanirado em um manga! c cadver
de Jos Mai ioho, antigo lavradar na Ribeir^.
Fallecer na dia 31 do passado D. Electa B.
da Frauca.
De Pitanguy escret'em ao Paran, jornal que
se publica na capial:
O commendador Antonio Caetano de Ouveira
Nibosioho, por occasiao de bapsar-se a sua or-
1 meira neta, no dia 8 do corrente, na villa da Pal-
meira, dea carta de alforria, sera onus alguro, ao
sea escravo de nome Salvador.
Haviam fallecido Candido Marlins Lopes, pro
prietario do peridico Dezenoce de Dezmbro, o co-
ronel Modesta Goncalves Cordeiro e o capita Ma
nael Antonio Came-ro.
MINAS GiCTUEJ.
Temes folhas da capital at 11 do correnta.
Fora capturado em Barbacana o criminas?
Manoel Paulino de Mattos pronunciado no art, 205
do cdigo criminal.
L se no Noticiador de 3 do corrente
a No dia 1, D. Maria Josephna Santiago den
plem liberdade urna saa e3cravinba de 3 ar.-i:
de idade, de nome Anna.
* o da 25 do passado, no lugar denominado
Dous Barrancos, suburbios da cidade da Qae-
nz, fui encontrado o cadver de Jas Rosa de
tal, cam atoa lacada na rtgo esqaerda do cen-
tre, e junto d'lle a fica com qae fra fello o e-
rimento. ,
. O delegado de policia, logo qae teve noticia
do tacto, dirigio-se ao lugar indicado, aeorapanba-
do de perito e mais pesjoas, e pelo auto de corp?
de delicio e mais diligencias que procedeu, veri-
flcoa que o.dito Rosa tinba-se suicidado em can-
seqaeiicia de ama farte embriaguez.
f Haveo'io o fallecido corone! Francisea de A-sis
Manso da Costa. Reis legada em testamento a Santa
Casa da Misericordia a quamia de 1:000*, a mesa
administrativa constitnio seu procurador o advo-
ga'do Sr. Francisco de Paula Spinola e Castro, au-
torizado o receber o referida quantia, da qual
deduziria a sua porcentigem Em offlelo de 27
de novembro ultimo declarou o mesmo Sr. advo-
g3do que tratava da receber o legado, som dedc-
elo alguma da porcentagem, por se julgar bem
pago, prestando este servigo ao estabelf.cimenta,t
cuja prosperidade lano deseja. >
tese na PoaroJ < No dia 5 do correte Amia Ttomasta, qae li-
aba por costme embriagar-se, aiiroa so ao rio
Parahyoana s 7 hars da larde, em presenta de
maitas pessoas.
1 A 3 fai encostrado o sea cadver em perfeita
estado e sem eonlusao alguma, procodendo o dele-
gado de polica ao respectivo aa'.o de carpo de
delicio,
a Bis iudagc/jes que se pracedoa resulton
.saber-oe que aquella Infeliz fra accaineuia de
am dosarrabjo mental, em resoltado do qoat dtin
Om saa existencia.
Na termo de Ponte Nova, latavjn por trln-
qosdo Ipbigenia, metor de 14 bcos, cpm sns ir-
ma Antonia, casada, qiado cata, dirTibanda-a
cahlo sobre ella, /arlado-se em ama Asa de pona
que Iohegema tinha na mi ; a desTeqtor*fla Aa-
tonia estova grvida de C4120 ol9tce; 9 si arre a ns-
Unlaneamecte.
| 'i Ipbigenia tpressntou-se 1 aatoridade respec-
tiva, e esl senda processadi
f .X;diai do crreme, um trabalhador da
empreitada do Sr. Braadio, voltaudo des cida-
cidade, onde viera missa, um pouco espiriluali-
sado, desejou baobar-se no Parabybuna, e, oa
porqae nao soubesse nadar, ou por estar atcooh-
sado, desappareceu logo que eoirou no rio, nao
podendo os umpanheiros prestar-Ihe soccorro,
por nao ser Mais encontris.
O Sr. delegado de peHBta dea ord-ra para a
tirada do cadver.
Recebamos o eeguinte numere* do Monitor
Sul-Mineiro, periodlec- Ilustrado oto gravaras,
que se publica na Carapacha da Pi ioceza.
Delle transcrevemos a segaite noticia :
c A's 2 l|2 boros da madrugada de 3 do cr-
reme evadiram se cinco presos de vinto qae se
achavam tra urna das eoxovias da eadeia desla ci-
dade. Os fugilivos chimara se Damasco da Costo
Moreira, Antonio Joaquim de Aituiar, Antonio Luiz
da Molla, Domingos Francisco Teixeira e Calixto
Ribeiro Ramos.
c Foram imraediatamente expedidas patrulhas
para diversas pontos aiim de captura-Ios. Al es-
ta data foi preso apenas o ultimo, Calixto Ramos,
na estrada de S. Goncalo.
< O delegada de polica de prorapto lez recolher
a prisao as sentinellas e o commandanle da guar-
da intaurandD-lbes o competente processo.
s. PALLO.
Alcancam a 10 do crrente os jornaes da
capital.
A presidencia da provincia autorisara a di-
rectora da compaubia Imana a fazer a fi chama-
da de capilaes na raza j e 10 0/0, at o da 20 do
corrente.
Na nome de 2 zera-so urna experiencia no
gazomelro da capital, verificando-se que a; retor-
tas ivam em perfeito estado ; em breve seria
a capital illuminada por faz.
Devora seguir dentro de poucos das para
seu deslio una commisso composta dos Srs.
Drs. Joo Marlins da Silva Coutinho, Manoel da
Guoha S impaio e Horacio de Magajhes, oomeada
pela presidencia da provincia para exirainar as
obras da estrada do Amparo.
De Camainas haviam communicada ao Dia-
rio de S. Paulo que fora preso e eslava sendo pro
cessado pelas antondades daquella cidade, uro
cerlo Vespasiano, conductor de cargas da naci
para M*lto Grosso, por aluciar escravos para nma
iosur reicio.
Diz a "comrauoieacjb que Vespasiano recolhia
escravos era sua casa, no suburbio de Campias,
a uoutf, e Ibes mosrtara a grande i|uaniidadi de
armamento qne traba para conluzir a Mato Gros-
so : que a.s lestdmuohas, inclusive o pretos es
cravos, lemno compromeliido muile.
Naticia o Corieio Paulistano que no dia i
sgnira para Juodiahy nm desticaraento dizeu lo-
se que iam no encalco de presos que haviam ar-
rumbado a eadeia e lugido, ou para reprimir um
molim entre escravos de urna fazenda daquelle
municipio.
Haviam ehegado a Santos dous navios carre-
gados com materiaes destinados estrada de fer-
ro ieJandiahy a Campias.
Em relaco ao plano de ra>urreicao projecta-
lo por um ceno Vespazano, de que uliiraamenle
draoj noticia, publicou o Otario de S. Paulo a se
gulnte communicacao, que fora dirigida de Cam-
pias :
t Continuara as pesquizas e inquiric/es que di-
zem respeito ao negocia Vesaaziano.
t Na mesma dia em que os escravos do Sr.
Sampaio flz-ram as primeiras revelaeSes ao dele-
gado de policia, este fez proceder arrecadacao
de cenia e tantos volumes, que constara, segaudo
dizem, de quanlidade enorme de cartuebame, ar-
mas branca3, etc.
1 Esses volumes faram recolhidos ao qnartel,
que no- baixas da eadeia, e no dia seguinie, por
nma bem eulen lid 1 prudencia, foram removidos
do esntro da populado paraosuaurbia da cidade
aro lugar seguro e s >b a vigilancia da cmara e
policia.
Diz se que entre as decliracSes bavidas.sabe-
e que o plano era asseatado para o da de Res
e que liara aprazada seria incanJiada a grande
ofBcina merhanica do Sr. Sampaio Peixoto, sita a
oOO bracas mais ou menos do centro da cidade.
< O ineenJio era para aitrahir para afta loda a
gsnteapta e vig irosa, que-naiuralmente acudira
em auxilio de um dos mais importantes estabete
cimentjs industriaes desia provincia, Meando a ci-
dade entregue aos qne podessem ser atacados
com probabilidade de n mi xito.
Para conrmar a idea deste tenebroso plano,
foram nllimaraente encontradas na mesma efflcina
diversas curdas grossas lenas de pita e a!gunias
ja alcatroada".
t Estas cordas oviara sar presas no interior
das oiciua* ficaodo fra ama das paa:as para
uouie conduzir ofogo ao iorendo.
Tudo sto parece coaio de iraaginaco, amo
jado adrede para aterrar ; entretanto, e infeliz-
mente, se uraa oa oatra circumstaneta que rodela
este f*cto nao for exacta, nao deixa de ser o pro-
prio facto, e tudo que a elle se liga, importante,
porque as declaracSes sao contestes
E' preciso qae o governo d providencias ur-
geaies, alirn de arreJarse desta cidade esse gran-
de deposito de manijes, visto qae no centro da
popula;o nao convm exisiir pelo perigo de ama
exploso, e fra igualmente nao couvm pelo pe-
rigo da oatra natureza.
Estas maaicdes aqu se acbam ja ha annos,
sem sciencia das autoridades, e Continnariam a
- sur, se, ha om anno pouco mais ou meos, ao
postar urna pessoa pela porta da casronle esta
vara guirdadas e vendo aquella grande quan-
midade de caixoes, que pelos envoltorios pa-
recan) nao pert-ncerao coraraercio, nao perguc
tasse a urna preia velha que all se achava, da
quem eram acuelles volomes ; ao que a velba
respondeu que nao sabia de quera eram e nem o
que 1' kitinha u : e elia fazia fogo a 8 ou 10 palmes
de ditanca do grande deposito I I
Transcreveroa- ltimamente da Con eto Pan
Ustano a noticia de que seguir da capital para
Juntiahy um destacamento de tropas, lteferind
sea esta noticia, diz a citada ta'.tu em data de 10
Jo crreme :
< O distineto cidadio Sr. Laiz Pereira de Quei-
roz escreve-nos d'alli (Jundaby), declarando que
a noticia de molim de escravos em urna fazenda
daquelle municipio, na dias dada nesta folha, refe-
re-se um fado occarrido em sua fazenda e do
seguinie modo:
< Un dos escravos da fazeada veio a Juodiahy
e avisou a alguns amigas do Sr. Luiz de Queircz
qae ouvra dizer entre os demais escravos que
qneriam ser livres e eslavara dispostos a assassi
nar um empregado da lazenda. Era consequen :-
o Sr. Luiz de Qaeiroz chamou os escravos e dous
d'eatre elies doclararara que outros pretos os ha-
viam rodnzidoa pralicar o crime alludido e a ireao
a Campia reunir-se aos companheiros de caati-
veiro d'alli.
O Sr. Joaquim Tbimoteode Araujo, residen
te em Jacarehy, dera liberdade a um sen escravo
de nome Jos.
O namero de passageiros e o peso das m> r
caJorias transportadas pala estrada de ferro de 5.
Paulo no mez de dezembro altimo, foram 03 se-
guales :
Namero de passageiros
Caf em toneladas mtricas ,
Algodo, ilem, dem,
7,020
3.282
703
i,96
1,031
1,577
7,862
Sal, ijem, dem,
Assucar, dem, dem,
Generas, dem, dem,
Total em peso
Total eia Rs. 223:000*000.
Urna correspondencia dirigida aa Commno
de Santos, di noticia de urna reuniio de f.tzendei-
ros e negociantes que se ed'ectuou ero Capvary a
convite do Sr. desembargador Gavio Peixoto a tira
de iratar-se de nm ramal da estaca de Inalatn-
bo al, aquella cidade.
Depois de alguma discussao, sendo as pessoas
presents convidadas a aobscrever, foi tomada
grande numen de aceces.
O Corrcio Paulistano aceresceota em carta di
am cxiiTiunicaot?, que a idea da crea^io desse
ramal pert*nce ao Sr Baro de Piracicaba.
Fizera-se, na capital, nova experimeia da il-
lumina-ia a gsz, e o resultado fura maito sslisfac-
toris.
ESI-IITO SANTO.
sceteraos folhas de Itapemirim at 7, a dt
capital at 10 do corrente.
Fora expedido pe* presidencia da provincia re-
galamenta psra a le n. 110 de 11 de desembro ai-
tima, mandan Jo dispeudc'rannualmente pelo ooom
provincia! a quanlia de 6:000* com alfurrias de
escravos de 12 a 3JI annos de idade.
Pora nomeado Jais oommissarlo do municipio
de L'rjhar-.- o engenheiro Gabriel Emilio da
Qosta.
sto pe;\neiro.
Lemas no Jornal do Commercto :
* O PittiimonhangabeHie refere era data te 31
o segointe pnenomeoo :
Na quarta-fetro passada foi claramen visto
nesta cidade om A>eo /"'* s novo, hora 4o
nonte. .
Brilbava-e la cheiaem atoa olevacao de cer-
ca de 40* cima do uonsoote, por eoirs nveo-
raras quan Je foi avistado o iionoJ de ntlianca 11 ci-
ma do norisome occidental, sobre un co parda-
cento, de que eohient otfamos fotto 'agoo. A-
sim se eooservou visiva! al as aove o ooeio, neo
com as vivas galas de que o revene o astro do dio
mas cora urna cor pallido emprstala pelo astro
da'raonte.i
Recobe nem e rmetro aV Sul, de S. Pide-
lo, do 1 do correte, que narra os seguiatee
fa ctos :
O Sr. Joio Pereira de Smio, importante fa-
zeodeiro d Ponte Nove, desta comarca, fot na ma-
ooia de 26 do mez prximo passodo, brbaramen-
te assas de machado.
t O assassino penetrara no qaarto de dormir de
sea senhor, e na presanca de saa tenhora e Mba
commeltera a aangae fri aquelle crinar. O Sr.
sablelegado em exercicio Sabino Jos Ribeiro, lo-
go que soube do faci para l se dirigi cora aign-
mas pes-oas e trata d capturar 0 eesassioo, qoe
evadio-se. Sabemos mais qae e mesmo Sr. sal-de-
legado lera mostrado muia energa em oairas fa-
zendas, onde tem condado ideas de revolla, fazen-
do corngir a >s iosubordioodoo.
1 Manoel (oor alcunha Piaba) acaba dt piabar
urnas pauladas dadas por Fulano de tal Rodri-
gues, lho de Amaro Panella. Admira qae urna
panella produzisse um liiho paro espaneor orne
piaba /Provavolmeole, apezar de Uraaohas cha-
vas que temos tido, a si'aoa (s-; dnvida) se icoao-
va em ierra I
t O faci dea-se no da vints e den* 00-corre-
le, e iiKonttu<-ri.e f.i feilo o ooto de carpo de
delici pelo respeciTo subdelrgalo de pohce.
< Daus o permitta qae a piaba eessa afos-
ar-se da panella e qae a antoTlaade eoo>-
pelente, veriflcaudii o f*cto, castigue o aggres-
ssr.
I Consta-no* que se acha prorapta at Friburg.'
a Iraba ttlearaphica que lea d- pasear b-h- fsu
cidade al Campos. Par auxilia-la, a cotnaru
de S. Fidelis cuncorreo por meio de ana soJm-
crip^o cura 6:3J0i, quaulia lirada al ha pone
dias.
Eis as noticia comnierciae* da alteo
data :
1 EtTectuaram-se iransac^des iosigoil -ames em
cambio odre Landres a 2 1/2 e i\ 5/K d. o re-
galares a 2i 3/i d. para o papel parcolar. A
taxa bancana conserva-se maito (irme a 2%
3,8 d.
< Sabr Antuerpia passou-se ama somata in -
nilicante a 38> rs. por fr.
Em apolices geraes de 6 0/0 fizeram-se variae
transar .oes de lotes regulares a V8 J/4 e 99 0,0 a
dinheiro.
1 Noti-o-se alguma aclividade no mercado de
occos, sobretudo para os doOaoco do Brasil, de
joi se vendeu um lote importante a lia de tre-
mi a dinheio ; destn roesraas acedes fease a ol-
iiraa hora ds sabbido ama vendo regoMr o SI"*
de premio para 29 de feverelre.
< Em :u'c.o -s de "jiros estabeleciraeotos nego-
ciaram se tambem hoje leles regalares Veo 4 o
Banco CoraraSrcial a 22* de premio, companhio
de carris de ferro de S. Csrisiovo a 170* Ouo. *
companhia de navegaco brasileira, porloe do ur-
le, e 2* dito a dinheiro.
A alfandega rendan de 1 a lo 4e eovr :n
1,815:091*120 rs.
Saturara par Pernambuco : a 6, bngue bra-
sil eiro Damo : a 7, barca francesa Louise CtUti ;
a 10, brigue sueco Bor; a II galera ra \V'< Derby; o 12, hngae bollsadez IdaGer'jm-
da-; barco porlugaez Motta Ribeiro ; barco dina-
marquesa osmom ; -brigue brasileiro Galgo : 13
briRue nglez SNomysosi; a li, dito DaMnleesi,
a lo, ditos Janet e Juanita.
baha
Chegara, no dia 12 do crrenle, a en. veta
brasileira Paraense.
Leraos no Jornal :
S. Exc. Ilvro. o Sr. arceoispo, conde *e 8.
Salvador, tendo conbecimenlo de que no dio V do
corrente dea-se sepultara era sagrado deatiu a
reja da Santa Casa ds Misericordia do cidade oe
Cacuoeira ao subdilo allemao, de reiigao prates-
tante, Hans COrinian Boih, apezar de a isso ler-v
opposto o respectivo provedor, e de ter o Rvu,
r. neg vigario 11- jmao se recusado o dar o com-
petente guia, lancoa o interdicto na relerida igra-
ja >.
Falle^eram : era avsocaua idade, no villa
Purificao o Rvd. padre Jos Moreiro Maio, qae
all occapava o lugir de capeliio do capeiu eo
Conceico ; e na cidade de Maragogipe, uo da
29 do mez po sado, o RvJ padre Jaaqaim Goova-
vs dos Santo-, paro-ha callado ds frefoex^a de
Nossa sV.nhora da ilonceicio da Gavioo .
Na freguezi d'Are, do termo de Valeoca,
110 lugor dcnim nado Cliapinha, na noite de i oa
dezembro, prximo pas ada Ponciano Jos de Cer-
loeira em coover-a cora las Alexandre, disparou
contra eslearaa garraelia, e oemo Ihe nao eraprs-
Ease o tiro, lancoa mo de an facoo, separanao-
ibe a cabera do corpo.
< Commeliida esse Ljibaro assassinato dir gio-
se socegadamente para casa, onde morava nt, o
traneoa-se por dentro.
1 Na mania do dia 25 alguns moradores i> fci-
gar cercara,ii-ihe a casa para o prender, o Bao
cooseguiram por uavi-r elle opposto resisieoeio
oos Joaquim las de Sania Anna, Seram Vieira
d Hecha e seus diras (litios Gervasio e jaMosio,
Pabiaoo de tai, Licio de lal e Manoel dos Santir,
de novo all se dingiram penuadindo-o o ou
abriese a porta, e como u nao cunseguissem, Ui/-
Qaram a do inin'al, e penetrara na cas', onde 1 o
iravuu luta rtnhida da qual sabara n gravease*
fendas Gervoso e Aotinio Vieira, Albos de Ser.v
Om, Fabiano, e Manoel des Sanios, e mono o dita
P raciono, qae recebea ara tiro sobre o peito di -
ro o, e dez entiladas, qae Ihe limara o Bortr,
parte Ja eobeco, e o queixo do lado direito.
Fizeran-se os corpas de delicio, e vai se ins-
taurar piocesso >.
Na villa de Chique Chique, na tordo do diu
12 de dezembro suicidou ,-e. estrangulaelo-.se,.,
profesar jubilada da villa da Brrra, capitoo Fran-
cisco Peixolo de Miranda Veras. Atlriboe-ee lio
lomeulavel acootecimeoto a uraa paixo omorosa,
segundo aonuoeiara elle dios antes de comtneUor
simiihante alternado, qae poz termo o sao axis
le ocio >.
Na villa de Carinbanha, no Ingar denomina-
da Angico, Cyriaco de Limo asssassinuu no da
II de dezembro prximo passado comineo foca-
das a i'ii da Silva, que suecurobio iocmeiiau.-
mente. O reo consegnio evadir-se,
< No termo da Jacobina e sitio do Bom Jai dina,
oa madrugada de 21 do dito mea, Pedro Paula
Juiio de Alraeida assassioou cora oilo lacadas a
Custodio Acacio de S. Pedro.
Na i:ie>uio dia e hora naqoetia villa Joie Jote
do Nasciraeolo ferio gravemente (res individuos,
dos quaes um ja morrea, e ouiro est em pori*u
de vida.
Os dous assa?s nos foram presos.
Na vilia de Santa Isabel, na Urde de lo do
referido mez, na ru da Estrada, Pedro Celealioo
Gomes, le io gravemente com ama focado o Leaa-
dra Rodrigues de Oliveira.
0 criminoso coaseguo evadir se, occuliaada-
se em urnas grutas escaras e profundas, que uxu-
tem ta serra, que ca ptr deiras do cemilerio,
mas fji preso ncite mediante os esforcos de do-
legado, auxiliada pelo leen e commandanle do
destacamMto de policia daquella villa.
o dio 2j de oovembio prximo passado 03
dislricto do Coil, do termo de Gtremoabo, R'. que
Ferreira de Gampos dea amas facadao. en sao
mulner e sobriaaa, das quaes veio elia o fall.'cer
no da 30.
< O reo foi preso, e responde a procesoo. >
A aliandef* rendeu de 1 o 19 do corrento
7ii:146i70
O cambio rcgulavo aibre Londres a ** 3,A
d., sobre Hanburgo 716 reis.
ALAOAS,
A cmara municipal de Macei proceden apo-
racao dos votas para am depatada assembla
eral, o x.pedio diploma ao Dr. Bernardo.Antonio
de tlendso(a Ca>tello Branco.
Liaoa na Diario :
< lou se ltimamente na cidade de S. Mioael
am facto criminoso de rauit gravidade e qae re-
veja da parle doqaelles qae o proticoram oeoii-
measos Jesordeiros e snarebieos, e deaLarovel foi-
u de rspitoas Iris e sutjridtdes cooslitiUos,
torcanda-se eei'ui* merecedores da mais severa
pnicas-
< i'ucc.onava regalar e paclioaraente no dio
17 deste itoz o conselho de qu.\l;Hcacao da gaardo
nacios! daquelle municipio, quando, por qustro
borus da tarde e aa occasa em qae se haviam
oejirade por momelos dous meamos do coa-e-
So, ictindo-i9 smenlo o pre-ideme major Jilo
loriado 'Artoxellas Galvao o o alteres IM
Canos de Andrada entrarom na groja Artillero
Wencei-io Arco e Fleto Jos Corida Bratiti
qnaos, a frente de uos trila capaogoa, aaaaitNpn
mente a mesa da 'lualicacaa, saaxitaW><

r ma~l

/
(


w.
.
-/'
i i* FernarabOB Quinta fair 24 de JpKilro di |t?
i
v *
A

pela superioridado de Damero es torea tirata,
toferaraa s* das livras e papis di conseibo,
dilacerando uu e carreando ontro?.
< Melindro* VM&fov* foi a -posicio en qne se
ction majar Joio Laariodo, poi qae, nio leu-
do fore fuo tnatUs, e bavendo o airares Pi
igrea, oa aterrado pela perspectiva e sorpresa de
aeraelhante selvageria, oa para pedir auxilio s
afitoridades paleme.", teve aquelte major de hitar
aesoarmeoft ? com oj scelerattf, resultando
essa Iota desigual sahir elle eontuzo.
Os assaltaotss tiveram lempo de realizar, a
belprazer, seas mirlevolos e criminosos intento,
irigado os mars grosseiros insultos ao dito -pre-
sraente do conselho, alera das offensas physicas
4tie no mesrao praiicarara, profanando o templo
grado onde se aehavara, e menoscabando das
Jei do paiz.
Kste facto ssra dnvida de surama gravidade,
requer prompto desaggravo legal, pois, ser uno
preeeleote terrivel e desastroso se os seas aatoi
res ne forem punidos do rigor da lei.
c Mal iro as nossas instilufc.&w sociaes, quan-
do no pait atacar-s impunemente, t m pleao dia,
e com escndalo publico as autoridades e tribu
naes constituidos, no exercicio legal de suas altri-
buiedes.
Cnrapre porlanto que as autondades do lu-
gar, asumio1o toda a energa o prudencia proce-
dan! criminalmente e j contra taes acelralos,
afim de que etkwe o publico flquem sabenio que
a poderosa aeco da lei nao se acha morta en-
tr bs.
fj"Exm. Sr. presdante da provincia ja teve
_m_uaieaeo official a respailo, e certamente to
mar ai providencias' qoe o caso exige, eom o
acert, ttreaiDspeeeo e juslica, que lora por or-

sasloos occollando-re
acoto 8a Ui.
' fes-
as surrs tem ew"aPado *
PWHBUGQ.
noticias do norte do Imperio.
Araaotwceu hratem em nosso porto e vapor Ja-
gaanbe, da companhia Peroaraboeana, trazendo
dalas : do Cear 15, do Rio Grande 21 o da Pa-
eahyba 22 do e wreme.
GKAII.
No dia-14 do crranle assnmio as rdeas da ad-
mioistracao o Bxm. Sr conseiheiro Wilkens de
MaKs.
Para servir de secretario interino da presi-
dencia da provincM, foi Horneado o Dr. Jos Piau-
fcwrao Vendes Magalhaes.
fco fltlANHK
Km 2 escerve o nosso correspondente do Natal :
Esto removidas as dfl:ulJ*des (iaanceiras
da provincia,-os empreadas pagos era dia, grabas
o emprestimo d\ lO&OOOOOOO-conlrahido na pra-
- i6 Rio de hneiro eom o Raneo do Brasil em
vtrtade da lei provincial n. C3o tle 9 de dezembro
de 1870.
i 'Vomervator de hantem n. 108 referindo-se
i este ohjeeto, dix o seguinte :
c S Ex;, o Sr Dr. D lilao, atiendeado que a
Uxa dos presos dos producios agrcolas trouxe em
resaltado grande diniouicao as rendas da pro-
vincia, e considerando da absoluta neeessi Jade a
satisfacao de despezas urgentes e ictrau-feriwis,
Ues como.o pagamento fle ordenados aos empre-
gados publijos etc., resolveo, u-ando da facaldade
que Ihe coude o aft. 16 da" lei provincial n. 63o
de 9 de dez^rabro de 1870, contr3hir con o Bao-
eo do Brasil o emprestimo de cem coates de ri,
mediante o jar de oito por cento ao anno, pago
semestralraeote.
As eoadi;9es com que se effsctaou dito em-
prestimo, ao 'i i.l se incumbir de boi vratade o
Exm. Sr. eoaselheiro de estado Francisco de Sal
les Torres Hjraein, digao senador por esta provio-
cia, sao bstanles vanujosa* para o Rio Grande
do Norte, qae se acba boje felizmente livre da
oancarota que o .iraeacava, a quil seria neviiavel,
se em tempo o EXra. Sr. Dr. DaMinj nao tivesse
providenciado em ordem a prevenir os seas ef-
eiios.
S. Exc. que tera caraclerisado a sua admioii
raco por acios do invariavel juslica, e que a!:n
disto nao ha flcado inlilldreute as nocessidadas
da provincia, as quaes vai provenJo, conforme os
meios de que dispde, fez nos um grande benelicio
com a realisacao desse emprestimo, cuj importan-
mente no pagamento de ordenados aos funcaiooa-
rios retribuidos e na salisfaco de desptxu mlis-
pensaveis e urgentemente reclamadas.
Eis as clausulas do eontrat):
t 1.a O Banco do Brasil empresta a provincia
do Rio Grande do Norte porra-o de urna conta
correla e eocerrada semestralmente a qaanlia de
cem cootos de ris, ao juro na razao de oito por
cent i ao anoo.
i'Os juros serio psgos semesirahente nesla
cidade e contados da data da entrega ou da remes-
sa do emprestimo.
3.' O emprestimo fallo pelo prazo de 10 an-
cos e ser amortizado na razao de dez por cento
annualmente a contar do primeiro anno, podendo
a anortiza^ao sir maior ou total se aos inleresses
da provincia assim convier.
\.' A importancia do emprestimo ser entre-
gue nesta eilade ou remettila referida provin-
cia, de nma so vez ou parcialmente conforme fr
requisltido.
c 5.' As despezas de remess, se as houver, cor-
rerao por coila da proviacia.
c 6.' givernb' provincial providenciara de
molo q-ae o p.igamanto dos juro) e amorlizacao do
-capital saja feto com toda a regularidade at aos
dias 38 de dezembro e 28 de jouba d cada aa-
o.
t O districto d) Palii tera sido tliaatro de la-
meniaveis acootecimeatos em rela^o a segaranga
individual.
i A Gazeti Ofici-l.i semana passada, e a qae
hontem foi publicada assim referem :
< Consta por coramanicaQSes ofciaes que fra
atrczuieute assassinado no districto do Pai o in-
feliz Hoiorato da tal, na occasiao era que no dia
13 do mel passado entrava na igreja daquella po-
voaao.
t Ignoram-se os motivos qae determinaran) to
brbaro delieto.
t Stus autores foram Jesuino de tal, dous ir-
ruios deste e o famigerado Jo' Brilbante de Alen-
car e Souzi, esse Iniuera terrivel, que na historia
nefinla de seus crimes j couta nao minos de
q ja tro victimas I
< Os habiuutes do Patii treraem de susto e sen-
la.-s; inquietos ua presenta daquella fra buraa-
na, que boje, cercado de capan gas, to andazes e
farotas como elle, prometa novas scenas de san-
gue.
Procedeu-se a corpo de deli:to ao eadaver do
assassioado, e vai-se iostaurar o competente pro-
cesso contra aquelles criminosos.
f O Sr. Dr. chefa de polica a cojo conbecimen-
to aeabam de ebegar estas iaraentaveis noticias,
tomou, segundo nos consta as mais enrgicas pro-
videncias, mandando destacar na cidade da Impe-
rairiz con ordem de se passar para qnaiqa?r um
dos termos da comarca da Maioridade um desta-
camento de liona sob o eommanio do tenente
francisco Cesar do Reg Barros.
< Era breve esperamos que se restabeleca a
traaquillidade publica daqaelle districto, e a us'.i-
a aeja eompleumen'e desaggravada. >
. No raesiuo dia Jos Ignacio bina o seos tres
Albos, todos armados accommetteram a urna es-
colla de guardas naciooaes e lomaram do en po-
der ura recruta, qae do districto do Pal era con-
dxido para a cidade da iraperalriz, feriado grave
mente nessa occasiao om dos ditos guardas.
a O Sr. Dr. chefa de polica racoramendoa a;
respectivo delegado que procedesse na forma da
lei costra os autores do crime, os quaes, alm das
penas em que incorreram por esta facto, estao su-
geitos as penas do art. 14 das insiraccds de 6 de
abril da 1841. >
c noticiamos em o numero passado nesta ga-
eeta o brbaro assassinato de Fl norato de tal no
-isiricto do Pai por urna borda de marfertotea
opitaneados pelo celebre Jos Brilbante de Alen-
tzr e Souza.
Hoje, segando, pecas offleiaes raeebjdas daqnel-
e Jisincio, sonaos obrigdcs a registrar mais nm
\eploravel acontec ment, que alli se dra no dia
a8 de dezembro ultimo.
< Diversos membroa da familia Limaosinho, a
que pertencia o infeliz Hoo< ralo protestaram vin-
gar-se coaira os ameres da mora deste.
c Armados, reuniram-se em numero de 21, e
todos os dias proeuravam occasiao asada de ata-
car o grupo Briihante.
< N dia 28 encontraram se com Joc Ferreira
Calado, formidavel capanga daijuelle assassno, e
sem demora dasfecharam-lbe quatro tiros, qae loe
prodaziram a morte poucas horas depois 1
< Para o tbeatro de to triste aconteeimento j
segoio pressa o lente Francisco Cesar do Re-
g Barros com o sea destaca anoto de liona, qoe
segando coastn fora re/oreado na hora da par-
tida. *^
O delegado de polica da Imperatrix Bernar-
do Eugenio Peixoto lio-ten poupado etforcos no
camprimeoto de seus deveres.
< immediatamote passou 38 para aqaella po-
voclo, e acompanhado de maitos guardas nacio-
oaes, proceden a dlveffas diligencias, mas o as-
aEVKTTA DIAMA.
POHO DO RECIPB.- Por portara da presiden-
cia da provincia, de 20 do correte, foram no
meados sarmientes das julios substitutos das va
ras le direito da capital ; os quaes lerviro por
3natro anno?, sendo-lbes marcados o praso ds
ons mezes para tirarera os respectivos ttulos:
Primeira vara civel.
Dr. J.o Barbalho Uchda Cavalcante.
Dr, Casto lio Maooel da Silva Guitnaras Filo.
Dr. Fraacisco OJiloa Tavares Lima.
Segunda vara civel.
Dr. Francisco Gomes Parante
Dr. Graeiliam le Paula Bapilsta.
Dr. (Jlisses Machado Pereira Vianna.
Vara de orpbaos.
Dr. Jos Eustaquio Ferreira Jacobina.
Ur, Juo Augusto do Reg Barros
Dr. Maooel Joaquina Silveira.
Vara de otpeilas e residuos
Dr. Olympio Marques da Silva.
Dr. Alvaro Carainha Tavares da Sitva.
Dr. Alejandre de Souza Pereir do Carato Jnior.
Vara do commercio.
Dr. Pedro Franeijco Correa de Aranjo.
Dr. Francisco Augusto da Costa.
Dr, Augusto Carlos Vaz de Oliveira.
Vara dos feitos da fazenda.
Dr. Mignel de Pigaeirta Paria.
Dr. Francissode Paala Penoa.
Dr. Adolpho de Siqueira Cavalcante.
UBILACO. Por portara da presdeojia da
provincia,'de 22 do corrent, foi jubilada asea
pedido, com o ordenado por inleiro, na forma do
arr. !. da lei n 1026 de 13 de Junho de 1871, a
professora publica da eadeira de Buque, Joanaa
Jasiina de 3i<|ueira Varejio.
AUTORIDADES P0LICIAE3, Por portara da
presidencia ua provincia, da 22 de errante, to-
ma u >meados I., 2.' e 3.* supplenles do delega-
gado Jo termo de Villa Baila Anlrelino Goncal-
ves Lima, Francisco Maooel de Migalhaes, J)a
quira Fraocsliao de Sjuzu Guerra.
TEllMO DA B0AV1JTA. -Por poiHriada pre-
suencia da provincia, de 22 do corrate, foi al-
terada a uomea^o dos dislrictos policiaes do ter-
mo da Boa-vista, fieando-nsiim numerados: 1." Pe
trolina, 2. Pontal, 3.^ Carahybas e i.' Bsa-visti.
DINHEIRO.Os vapores Jaguaribe e Para trou
xeram para :
Joao Quirino d'Aguilar 4 C. 200:000j000
Londun and Bra Pereira Carneiro & C 58:000*01)0
Francisco Ribeiro Pinto Guimares 50:000*000
Augusto F. de Oliveira & C 30:000*000
Eozebio R. Rabello 4 C 30:000*000
Amorim Irmos 4 C. 20:000*000
Keller 4 C, 20:000*000
J. Carrre 8.000*600
Luiz Coni d'Avellar 5:000*000
Luiz Antooio de Siqueira 4:880*880
Pinto Barbosa & C, 4:5t0*000
Manoel Jos de S Araujo 4:000*00)
Parate Vianna 4 C. 3:200*000
Gomes de Mallos 4 Irmos 2:264*560
ManooiSoares Pioheiro 2:000*000
Manoel Martios Pinza 2:000*000
Jos Ferreira Pinto Magalhaes 2:000*000
Joa luim Jos Goncalves Beltro 1:380*000
Jos Rodrigues de Souza 1:000*000
Jos da C. da Oliveira Figueiredo 800*000
ilenrique Saraiva de A. Mello 600*000
Carvalbo 4 Nogusira 600*000
Alfredo 4 C. 50JJ000
loo Jos Rodrigues Mendes 500*000
Antonio de Moora Rolim 409*000
Juveocio Alliayde 300*000
Maooel Joaquira Save 184*000
Antooio Gomes C. de Macedo 120*000
Moraes 4 Irmo 100*000
COMPASHIA SANTA THEREZA.-Esta compa-
ohia convida os seus accionistas a irem receber aa
respectivas aege*. que sern entregues era subs-
litolcao aos recibos que Ihes foram uidos por ec
easiao das differentes chamadas do capital.
Sarao igualmente entregues aquelles Srs. que
ltimamente se inscreveran, ama vez porm, que
realizem o saldo do capital subscripto.
Para a entrega das acedes nao ha praso estipu-
lado, deven lo os Srs. aceiooisUs recebe-las do
Sr. Justino Campos, gsrante da rererida compa-
uhia, conforme o aonuncio que pnbFteamoa em
lugar competente.
JUNTAS QUALIFICADORAS.A mesa da jun-
ta da fregaezia de 3. Jos ficou compjsta assim :
Presidente.Manoel Antonio Ribeiro.
Secretarlos.Joaquim Pedro dos Santos Bezer-
ra, Joo Soares da Fonceca Valioso.
Escrutadores.Paulino Herculano de Figueire-
do, Belchior Miguel dos Sanios. i
A da freguezia do Poco da Panella c )m-
po:-se :
Presidente. Antonio da Rocba Accioli Lins.
Searetarios.Antonio Lins Caldas, J-s Fran-
cisco do Reg Barros.
Escrutadores Padra Vicente Maria Ferrer de
Albuquerque, Jjo Venancio Machado da Paz Ju-
no r.
LIBERO ADE.No dia 12 do correte, a Exma.
Sra. D. Maria Eleuteria do Espirito SaDto, tn'ti do
Sr. teeeoM honorario do exercito Joo Pereira de
Gouva "K rres Gillindo, morador na villa do S.
Bento, deu carta de liberdale gratuilauvate ao
sea escravo Izidoro, de 26 anuos de Jad-'.
DRAGA. A's 3 horas da tarda de hjjecahir
ao mar, do estalleiro do arsenal de marinha, a
primeira das dragas viadas' da Fraoga para me-
Ihoramenlo do nosso porto.
VISITA A' BORDOHoja a I hora da tarde vi-
sita o Exn. Sr. conselheiro presidente da provin-
cia o vapor Para, primeiro da ompanhia Br.i-i-
leira da navegacao do norte do imperio. Consta-
nos qae os agentes di companhia tem feito con-
vites diversos funeciocanos e pessdas gradas, e
pretendem offerecer bordo ura fue/ aquellas
postoas qae, accedendo ao sea convite, forem vi-
sitar o Para.
VAPOR JAGUARIBE. A demora deste navio
da corapauhia Pernambuean, na viag'tn do es-
rallas ao norte Jo'imperio, d'oule voltou hontem,
foi devida a ter flcado no porto do Acirac doze
dias por falla d'agaa pira sabir, e cinco no porto
do Ti'i.-ri', aonde esleve encalhado.
CAPITANA DO PORTO.-Veio hontem da cor-
ta o Sr. capito de fragata Ignacio Accioli de Vas-
concello/, capito do porto nomcado para Pean*
buco.
MSICAS NOVAS Sob. o titulo de Caccia aca-
ba de ser publicada na imprensa de msica do
Sr. Antonio Jos de Azevedo, ra do Baro da
Victoria n. 11, urna liadi polka do professor Ro-
dolpho Matliozzi.
Acba-se tambera a venda nesse estabelacimen-
t a mimosa quadrilha Catharim Hollotoay, com-
posta pelo professor Arago, da cidade da Ca-
cboeira oa li -tiu, e offereeida ao Sr. Chariai, di-
rector da companhia que actualmente trabalbi
nesta cidade.
ESQUADRA INGLEZ L Achava-se no Rio de
Janeiro a esqaadra inglesa procedente de Por-
tland, por Viro, Lisboa e Madeira ; coaipda-se
das fragatas Narcizus, com 28 pacas, do forc le
400 cavallos, commandante W. Cadrigton ; Topa-
ze, com 31 pecas, de 600 cavallos, coramanlante
R. B. Olddeld ; Inconstant. 16 pegas, de 1,000 ca-
vallos, comtnandanie Ch. Waddliove ; Immortali-
t, 28 peca, 600 calilos, coaimandante E. W.
Sullivan i corvetas Votage, 8 pegas e 600 caval-
los, cobamandanla M. C. Seyraoar ; Caimm, 17
fyf 400 cavallos, eoromanlante W. II. White.
F esquad'a commandada pelo vice-almi-
raf Beauehamp, tendo o pavilhao arvorado na
fra Narazus.
A i,.polatao das tes navios de 3,266 pragas.
Desse porto segua para o Cabo da Boa-Espe-
ranca.
COMMI3SO SCIENTIFICA-No da 15 do cr-
rante deve seguir para o valle do Amazonas o Sr.
J. Barbosa Rodrigues, aQm de desempenoar a
eommisso de que o incumbi o governo imperial
que, como j dissemos, consiste em estudtr e
descrever a planta) medicioaes, toxieaf, bals-
micas e tanoifarai daquell ragto e completar a
sua obra Orchideat do Brasil.
COMWSSAO.Lemos no lornpl o Commercio
da corte:
< Acha-se nomtado em eommisso do miaisto-
rio da agricultor}, para ir ao Piaaby inspeccionar
e proceder exame as fazeodas do estado, apre-
entando as bases para a fuodaclo de um eatabe-
ecimento rural em nma dallas, com applleago
dos libertos naciooaes ah existentes em grande nu-
mero, e agrouomo Dr. Francisco Prenles, que
acaba de chegar da Europa, onde cursan a escola
agrcola de Granl Jooan.
f 0 plano alopiado parece sensato e exeqnivel;
leude a ,Ur deslio > a ojeupagao aos libertos em
eataund pmsiarem4ePfi^.-apoo e proWe$ao as
.iovalidi.8 6 criancas, evitando asslaj que so edlre-
] gueffi ao vicio e ao crime, e sari de eerto, um in-
centiv a> denvlvlareoto da agrfcnRata Daquel
la ptvinci.
O Sr, Dr. P?rrtes prooSe-se a ssabelecar
nma laviori em grande escala, e a par ttelhvanr
*s1mfmt.ra.i, como ftbrlcaglo de mantolga, db
queijo e do sabio, cortumes d? couro., ete.
t As' babilitagdes do Sr. Dr. Prenles e onlras
qualidades que nelle emcorrem dio-nos a e'pe
rancii de que esta comms; ser cabalmente das-
empeoouira.
f Eis a ordem do ministerio :
Rio de Janeiro, en 11 de Janeiro de 187.
No empenbo de melhorar os processos pratlcosde
agricultura na provineindo Piauhy, resolv inenin-
bir a Vn,c. de examinar as fazendas que a naco
alli po?ie, e, vista &e soas coudtces loaaes,
apresentara este miaisterio, n3o s o plano para
fuadar-se era algumis deltas um estbelecinteoto
de agrieollnra pratic i, etb proporgfies modestas,
no qaal deverio ser edltocados conr trabalhadores
aiguosdos llbartos rtn virtule da le o. 400 de
28 desefmbro do anao passado, ootr'ora escravos
perlenceiiies naci e domiciliados na roesma
fazenda, mas tambera encarrega-lo da organisa-
co do orgameoto dndespjzas para a ereagao de
semelhariie astabalecmento ; proeaa>ndo nisto de
accordo cora a presidencia da orovfneia, eonorme
nesu data Ihe reeommetido.
t Para o desemperno desta conrralssio flca-lhe
marcadd o praso de 6 raez;s, contados de'ta dala,
durante 09 qnaes perceber Vmc. dos cofres p-
blicos 30O* mensaes, e bem aasim Iba ser abo-
-nadacono ajua de eusto, a quanfia de 1:000*
por urna s vez.Deus guarde a VmcTheodo-
ro Machado Freir Pereira da Silva
MAIS VAPOaFS DA EUROPA. A companhia
Geral Transatlntica frlneeza vai abrir ama car-
reira de Saint Nazaire e Brdeos para Valparaso,
Calliao e os portos iaiarraediarios, com escala para
S. Vicente, Rio de Janeiro e Montevideo. O vapor
novo Vttle de Bordeaiix de 2,500 toneladas e de
forca de 600 cavallos tteava a largar de Borlos
no dia 31 de dezembro.
ESQUADRA ALLEM.U.-I.e-se a'ama corres-
pondencia da Berlina datada de 16 de dezembro e
dirigida ao Journnt des debat de Pars:
< A esquadra destinada ao ocano atlntico nao
Ca e iitm qe gralaitasMfiM me nm
lioftdai.
Os meus baWlos de bdtnetn pacifico e mo
o*arado,;o rMpeMo qoetubo a lele a stwd-
de noe acoQselbamqoe^trodwggntoaao
posso ter sen^o perante o fribonaes, para
9o rjoaes voo arrestar o meo dBtficlor fio co-
nbecido. e cojo nome a oda flgdfa com letras
bem re-cas no livro dos coiHwiiDadoa db
Clttia desta capital, donde ba pjucos foezes
sabira essecelebre calumniador por crime (fe
tentativa de morte.
Natal 11 de jaBerro de 1872-
-, Joo Jos Solsona.
Errata
No soneto do bacbarel Maooel Isidro de
Miranda. pabUcado hontem nest* Diario em
vez derecebeuleaserouboo.
larda a fer-se ao mar, e ji es marinbeiros qae
levem tripula-la liveram ordem de embarque. Ao
principio quena se achuf ligacao entra a sahida
desta esquadra e questoas que se dizia lerem sur-
?iiio entra o Brasil e a AHemauba, era consequen-
cia do mos tratos de que se inculcava baverera
sido victimas alguns offleiaes de marinha alle-
raes; tal se nao da. Traia-se apenas de fazer
ir mu r o pendi allamio em paragens onde
pouco conhecido e ffa habituar offleiaes e mari-
nbeiros s viageos de longo curso.
< Da passagem direi amia que apezar das
graodus despezas cora a compra que se fez em
Inglaterra de 2 navios untos, o Sedan e o Metz, de
modo oeohan se suspauderam como se espalhou,
os trabalbos que aciaalnwnte se execuiam em
k'i'ji, Wilhelrasbafea e Daazig.
MEDICO OCULISTA.-Passa ao paquete de 26
do crrante para a eapital do imperio o medico
ocnlita Dr. Pires Ferreira, j bem coobecido e
multo apreciado por suas disiinctas qualidades
pessoees e pericia j i muius vezes revelada na es-
ptialidade de saa particular predilecgao.
Naturalraante o Dr. Pires Ferreira se demorar
algn- dias nesta cidade, principalmente havendo
passoas, que sollrendoldos olbos, caregim da seus
servigos.
Os que prelanlera utilisar se de sua pericia,
tratera quauto antes, de entenderse cora o seo
procurador e amigo desta cidade, e Sr. Jos Anto-
nio Pialo, na casa comnercial de Silva Pinto & C.
LOTERA.A que s. aeha venda a 22i',
beoetkio da matriz do Bonito, a qaal se ex'rahir
hoje.
CASA DE DETE.\\:AO.-Movimento do di* 22
Je Janeiro de 1872 :
ExUtiara (presos) 362, entraran 3, sahiran i,
existem 361.
A' haber:
Naciooaes 201, mulheres ti, estrangeiros 39, es-
cravos i9, escravas 3.
Alimeotados custa dos cofres pblicos 297.
Movimaato da enfermara d da 22 da Janeiro
de 1872 :
Tivararn baixa :
Mirtiho, escravo do Dr. Malaquias, febre.
Luiz, escravo de Passoa, reumatismo.
Teve alia :
Jo.- Barbosa de Oliveira.
PASiAElROS. O vanof Pura troaxe dos
portos do sul os seguintes :
Miguel Benevdes Seabra de Mello, sos senhora
D. Maria e soa sogra I). M ira, eaplio de fragata
Ignacio Accioli de Vasconcellos, Joaquim Soares
Raposo da Cama.'a, Antonio Francisco Corga, Do-
mingos Gomes Alves, Michaele Manzalillo, Dme-
me 1 Caolelioi, Cono Ragone, Manoel Joaaojim de
Santa Ann.i, Antonio Franlilia da Campos, Ha
phael ]Dias, Francisca Alleraio Barbosa, alfares
A f.-e Jo de Souza Tavora, Vicenzo Puagitore, Gai-
seppe Scardiae, Giovanni Macbrano, Alfonso Luiz
Pereira da Silva saa senhora D Josepha, D. Juan
Mat i-t iiiy, Dr. Francisco Borges de Barros e sua
senhora, Uaias Guedes de Mello, Ballalai Pierre,
PeJro Vicente Vianna, Basi'10 Alvos, Guherme
Mazzolia, Isadel e urna lha menor, Jos Lniz
Ferreira Lima, George Stipben, Heory Hattier,
Maria Lucia de Meilo, Jo Francisco de Oliveira,
Guiseppe Farry. MaLoel Fortunato, Herculano Fio
rancio Espirito Santo, Jos Roque da Qosta, Ma-
ooel de Souza Reg, Francisco Melchiaies de Car-
queja sua sauhora e dous filhos, Jus Gongalves
Torres, Divid Gomes Ribeiro, Antooio Fernaodes
Perto, Antonio Jos Gongalves Azevedo, Manoel
Paulo dos Rais, Joaquim Beroardo de Meodooga,
Francisco Duarte das Naves, Leodegario dos San-
tos, Aristides Jos Leo sua seonra e nm Albo.
Dr, Candido J1 1- de Moura Juni r ,1'ranci-co Fer-
nandes de Araujo Lelte, II ory Wilinsr, Aratote-
les Pinto de Barros, Joj daaoel Ferreira Carrei-
ro, Fnncisco de Sanio Barros, tenle coreoel
Vicente Alves de Aguiar, Macario Chagas Rocha
Lessa, Franbi-co Jo Je Oliveira Machado, Mar-
colino de Gomes Coutinbo, Salviaao Raphatl Car-
neiro da Conha, Antonio Bezerra Montenegro,;Ma-
noel Luiz dos Santos, Jos Miguel Soares, Amaro
Ferreira e Silva Manoel Paulino da Silva, Antonio
Pereira Gomes, Felippe da Cos* e sua senhora,
Francisco MeJchiades de Cerqueira e tres criados
nm criado de J.aquirn Bernardo de Menong
oito ditos de Aristides Jos Leao, 23 pragas do
exercito, 1 da armada e i sentencalos.
Segaem para o norte:
Francisco Gomss la Silva, Joo Enogeli-ta de
Menezes e sua familia. Dr. LuiajSeveriano Ribeiro,
Jo.- de So iza Lima, Fraacisco Parantes, Eduardo
Fales, capito Joaquim Jos Avelino, los Pereira
da ttocba Filgoeiras, aiferes Cicero- de Abocar
Araripe, Joao Barbosa Rodrigue, Atonio P,no de
Aucede, Clemente Jos Goncalves, Pedro Sombra,
Jos Augusto da v'eiga, 20 pragas e mulheres das
ditas.
O vapor nac'toait Jogitaribe,: trooxe asen
bordo, dos portos do Acarac 9 estala os segua
tes:
Caetano Joaq'iim de Figueiredo, sAk senhora, 1
fllbo menor e 1 criado, Joo da Malo A. e Albo
querquo, Pedro Pereira Brando, padre Fraucisco
Constancio Cista, Manoel Medeiro Sttva Costa, vi-
gario Francisco Aotouio Azevedo, tjs Auloaio
Con da, LaiZ de Franga Z-tmba, Th'mljp; Fraoci*
co de Paula Rodrigues, 1 Glho menorie 1 criado,
Joaquim Ferreira Lustoaa Lima, Sfrpbroaio Ce
sar Paes Brrelo, Dr. Aff raso B: da Costa Moreira,
Antonio Basilio R beiro Dantas Jur.ior. sua senho-
ra, 1 maior, 3 menores e 3 crlados|>loo Duarte
da Silva e 1 fllbo, Samuel Bolshiw. loe Bapiista
da Silva, Dr. Ollotho Jos ateira e 1 criado. Delflra
de menor idade, Jos Emilio Cyiaeiro Albuquer-
}ue, Francisco Gotal, coronel Xanoel Luiz Wan
erley, Adolpho Luiz 'Wsulerley, Fraacisco Wan
derley e 1 criado, Cimillo Baptisi de Menezes e "
ulhos menores, Manoel Pavo na Lima, Salvador
Brant, Manoel Francisco de Mj>ura, Joaquim da
Fonseca Pereira, Nareiso Ferrei/a Braga, Francis-
co Manoel da Costa, George H Lnogershausen, Jos
Francisco d'Araujo, Alexaadn Glenwniino de Fre
tas, Danoel Pereira Lime ira, de Kart, Manoel I.
de Lima, e 8 escravos.
COMMERCIO.
PHAlA DO MBC1FB 23 DE JANEIRO.
DE 1872
S 3 1/2 HORAS DA TARDI.
Gotaoes etkiaes.
AJgodiode Pernnmooco 1 sorte620 rs. por kilo,
"jlabio sobre .Lonlres 90 div. 25 d. por
UOOO.
P. J. Pinto.
Presidente.
- Dabonrcq,
SecreUrio.
ALFANDEGA
Aendrmeoto do da 1 a 22. .
'dtm do dij 23.' ....
943:932*800
32:798*897
976:731*697
Murate uto
Voluntes sahidos com
1 1 com
da alfude^a
tazeodas 96
gneros 163
259
Descarregam hoje 24 de Janeiro de 1872.
Brisne inglezAlertcarvo e ferro.
Barca portngaeza Pereira Surges varios g-
neros.
Barca ingteaHe/mioncarvo.
Despachos de exporlago no dia 22 de
Janeiro de 1872.
Para o portos do exterior.
No lagar ingle'. Amelia, para Liverpool, cr-
ragon : P. M Maury 82 saccas com 5,)76 kiios
le algodo.
No oavio francez Pondechenj, para o Havre,
carregaram : Keller A G. 851 saecas eom 61,159
kilos de algodo.
No brigae eortuguez Unido, para o Porto,
earregaram : Fernando da Costa & C. 28 saccat
com 2.153 kilos de algodo.
Na barca portugueza Feiix, para o Porto,
carregaram: Tbomaz da Aquino Fooseca & C.
Successores 54*ajeas com 4,595 kilos do algodo ;
Joaquira Jo Goocalvas Beltro 50 saceos Coa
9,143 kilos de assncar rniscavido.
Na galen porjugueza Asia, para Liverpool,
carregou : Jos Fernando Fatreira 118 saceos
eom 92,919 kilos le assncar maseavado.
No navio bespaob>l Marianna, para o Rio
da Prats, carregaram : Balthar Oliveira & C 470
barricas com 47,261 kilos de assucar branco.
Na escuna bollandeza Cornelia, para o Rio
da Prata, carregaram : Amorim Irmos & C. 600
barricas com 60,789 kilos de assucar branco.
No brigne fraocei S. J?ft>n; para o Havre,
earregaram : Tisset freres 4 C. 1,200 saceos com
40,000 kilos de assucar maseavado.
Na barca portugueza Voco Silencio, para
Lisboa, carregaram : E. R. Rabello A C 300 cou-
ros seceos salgados com 3,600 kilos.
Para os portos do interior.
Na barca portugueza .traiMcfa, para o Rio
Grande do Sul, carregaram : Francisco Ribeiro
Pinto Guimares 279 barrica com 15,391 kilos de
assucar braueo e 300 saceos com 22,500 ditos d
dito ; Carvitho & Noguaira 140 barricas com
17,817 ditos de dito.
Na barca oacioaal CHmda, para o Para, car-
regaram : Joaquim Jo?Gongilve3 Beltro 2 pipa
ora 960 I tros de espirito ; Pereira Viaoua & G.
15 sipas coia 7,200 litros de aguard-ute ; Maooel
FerjpiM Pootes 10 pipas tom 4,800 iros da es-
plr
EDOR1A DE RENDAS INTERNAS
GERAES DE PERNAMBUCO.
endimento do dia 1 a 22. 40.151*345
ideado dia 3. 1:207*971
41:359*316
CONSULADO PROVINCIAL,
ctendimeuto do dia 1 a 22. 121.538*715
(dem do dia 23...... 5.380*327
I26:919*0i.
MOViMENTO 00 PORTO.
Navios entrados no da 23.
GraDja e portos ioierme4os I i dias, va
por brasiieiro Jaguaribe, de 459 tooe'a-
das, commauJante Castro, equipagem 31,
carga algdSo e outrus gneros ; a com-
panhia peraambticaQa.
Rio de Janeiro e portos intermedios7 dias,
vapor brasiieiro Para, de 1543 tonela-
das, comtnadante Felippe F. Pereira,
equipagem 46, carga differeutes g-'neros;
a Heory Forster & G.
Rio de Janeiro47 dias, barca gre>a Zura,
de 40(5 toneladas, capito N. Bru-siano,
eqoipagem 10, em lastro ; a Mills. La-
tbam i C.
Navios saludos no m>smo dia.
Porto Br gue portognez Unij, capillo An-
tonio Jos Pereira, earga assncar
BatimorePatacho ioglez Jonh Boyd, capi-
to Morsa, carga assucar.
EDITAES.
Boa da GJona.
terrea .61 '......140*000
PATOfMOWO DOS OBPHAOS.
Ra do Codorniz.
Casa terrea n. 1.......600*000
fl.ua do Amorim.
Casa torrea o. 34. ...... 120*000
Ba Ai Gnia.
Casa terrea n. 12.......3#000
Os pretndenos devero apresentar no acto .
orrematagio as suas ttaogai, oa comparecererr
aeompanhados dos respectivos fiadores.
Secretaria da Santa Casa de Misericordia do B#
>ife, 13 de j9neiro de 1872.
O eserivo,
Pedro Bodrtoues de Souza.
O iaspeelor da alfaudeg faz publico qoe o
leilo das 150 caixas com ceblas da marca dia-
rasnte M, annunciado para hoje, Sea transferido
para quarta-feira 24 do correle.
Alfandega de Ptroambaeo 22 de Janeiro de
187.
Emilio Xavier Sobreira de Mello.
O admira.-trador da recebedona de rendas
internas geraes faz publico que ne-te mel de
Janeiro e no de fevereiro pr ximo futuro que tera
de ser paga sem multa a laxa dos escravos, rela-
tiva ao exeicicio correte de 1871-72, e que Ando
o referido praso ser cobrada com a multa de
seis por cento
(lecebedoria de Pernambuco 18 de Janeiro de
1871
Manoel Caroeiro de Souza Lacerda.
Para o Para,
Patacho portugoez OUnda capito M. J. de lo-
raes, seguir ci petye lempo, por ji ter a aaior
parta de seu cdrregaraenio eafcsjad''; para o res-
lo da que falla irata-se cora Montelro Oratorio &
C. roa do Bnm Jetns. ontr'ora Crna a. Si.
PARA
0 PORTO
Vai
t'nao
Soares Primos rea do Vibrio o. 17.
sahir maito breve o tingue porlogn 1
para carga e pa^sageiros trata-s eoeo
PARA*
Terminando o praso marcado para a arri-
matago da constrnego do novo mercado publico
desta cidade no dia 29 do correte, couvida-.se aos
pretendentes para se habilitarem na forma da le
at o dia 25 do andante mez.
Pago da cmara municipal do Hecile, 19 de Ja-
neiro de 1872.
Ignacio Joaqun de Souza Leo.
pro-presiienie.
Lourengo Btzerra Carneiro da Cunha,
Secretarlo.
Pela the-ouraria provincial se l'.z publico que
foram transferidas para o dia 8 de fevereiro pr-
ximo vindouro a ubi a do n>baxameoto da iadera
do Timb entra o 15 e o 16 laogos da estrada -i-,
Victoria, orgada em 6:600*, e a ponle do Caxilo
na estrada de N. S. do O', orgada era 5.706*.
Secretaria da thesour*ria proviacia) de Pernam-
buco 19 de Janeiro de 1872.
O official da secretaria,
M. A. Ferreira.
.\DMiN15TR.\CA') DJ5 COIlHEiOS DE PKIIXAM-
BUCO'24 DE JANEIRO DE 1872.
Malas pelo vapor Para da Companhia Bra-
sileira.
A correspondencia que tem de ser expedida
hoje (21) pelo vapor acim mencionado para os
portos do norte, ser reeeblda pela manera se-
grale :
Magos de jornaes, irapressos de qualquer
reza, e cartas a registrar at 2 horas da
artas ordinarias at 3 horas, e estas at
pagando porte dup'.o.
O administrador,
Alfonso do Reg Barros.
na'.u
tarde,
3 1|2,
kM ITALIANO
NO
campo das primezas
hoje.
As 8 doras da nonle
GBAXDIOSA E SORPREHENDEMTE FUNCCAO
TRABALHOS NO VOS E VARIADOS
l*riiiic!ra vez
O administrador da reeebedoria de rendas
internas gecaes M publico qae neste mez de Ja-
neiro e uo de fevereiro prximo futuro que tem
de ser paga, sem multa, a taxa dos escravos, re-
lativa ao exercicio corrale de 1871-72, e que An-
de o referido praso ser cebrada o ai a multa de
6 0)0.
Recebedona de Pernambaeo 18 de Janeiro de
Manoel Carneiro de inuza Lacerda.
DECLARACOES.
2 M
la
Animal bem ensinado, trabalhar em cima de
um va vallo, saltando arcos forrados de papel | e
dando saltos mortaes.
PRESOS.
Camarotes 6 cadeiras........ 18*000
Cadeiras...................3*000
Geraes..................... 2*000
Os meniuos menores de 8 annos 1*000
O Sr. Cbiarini previne ao Ilustrado publico
desta capital, que de passagem para os Estados-
Unidos dar algumas representacoes.
A companhia trabalhar todas as noutes s 8
horas e nos doningos e dias santos havera duas
represenlagoes, s^udo a primeira s i l[2 da tar-
de, e a segunda as 8 Ii2 da noute.
Do meio dia al s 3 horas da larde e das 6
era diante esto expostos os bilhetes veuda no
eseriphrto do circo no Campo das Prncezas.
THEATRO
GIMNASIO DRAMTICO
GRANDE N0V1DADE I
Extraordinario successo !
Quinta-feira 25 de Janeiro
Qnailo espectculo em que toma parte o des-
lindo e emito applaudido artista portuguer.
Carlos Rodrigues
Pela primeira vez, a exibigo do magoieo
PANORAMA
DA
CIDADE DO PORTO
O panorama da cidade de Ltsbca causn eolbu-
siasmo e admiraco ; por isso de aoppor que o
do Porto prodozir deslumbrante elTeilo, atten-
denJo pintura ser raaravilhosa I
AVISO.
Talvez no prximo paquete o artista Rodrigues
se retire para a Europa.
Os blhetes aeham-se venda no escriptorio do
theatro.
Principiar s 8 l|4 da noute.______
Segu Dan o indicado porto eom pose demora
o novo biale Dlivdi por lera maior par? da cara
e para a qae Ibe iil .1 (rata se om <> e<.asignata-
rio Jnqniro Jos Gongalves Beltro, na do
Commercio n. S.
LILOES.
EM LIQUIDAfAO
HOJE
Das 10 ao raeia dia
miudezas e pe fumarias

De meio dia I bora
('apellas para noivas, chapeos de palba da Ilali
para senhoras, camisas e eollarinhos, grvalas *
caixas com sapatos e bolinas para meninos.
Urna burra prova de fgo, 1 grande arrnaco para
fazendas, carteiras e mais uertcnees t escrip-
lorw.
Por iotervenco do agente Pinto.
No armazera da ra da Cruz u. 51, Jos Srs.
Eduardo Moraes & C.
LEILfiO
DE
MIUDEZAS
EM LIQUIDACAO.
Heje
Eduardo Moraes A C, fjro leilo, por intervca-
gao do agente Pinto, de differentes miudezas n\s-
lentes em sea armazera d ra da Crnz o. 51, as
qoaes seo vendidas pir liqaidagio.
Era coolinaago vradero lambem a armagio,
pratileiras, carteiras, burra prova de fof e mai'
objaetns di armazera e e-eriptorio.
Leiio
DE
100 saceos coro arroz avahado, marca M
FC4C
QUINTA-FEIRA 25 DO COHRENTE
O agente Pestaa far leilo, por con.a e n-e .
de qaem pertencer, de 100 saceos com a .vez ava-
riado d'agua salgado, marea cima declarada,
vindos 'bordo da barca inglfza Hermic*; em mu
ultima viairem este porto, e sero vendidos quin-
ta- i -ira 25 do crreme s II horas da maoha *>
armazem dos Srs. Manoel Fernandos da Costa A
C, ra lio Amorim n. 13.
Fazendas e
Quinta-feira 25
miudezas
do corrente
A'S II HORAS DA IANBA.
Silva A Cardoso, tendo mudado o seu esttbete-
ciraento de fazendas da ra do Mrquez de O'md*
para a do Bora Jess, onde fui o armazem do* Srs.
SchalTetlien A C, e querendo liqaiJar por ludo
prego diversas fteluras pir coma dos fabricante,
e expdr venda umitas outras receotimente ebe-
gada?, faro leilo pelo agente Oliveira, por ralft-
veogo do seu preposto Praho Borges, de um ma-
gnifico sorlimento de fjzendas e mindezts, iogle-
zas, franeezas e alennas, todas proprias dc-i
roc-rcado, existentes no seu anligo armazem S
roa do Mrquez de Oiinda n. I, onde ser effcc-
tuado o leilo, para o qual cravidam e esperara *
concurrencia de seus numerosos frogoezes : qula-
'.a feira 25 do corrente, s 10 horas da manha
em ponto por sarera maitos os lotes, no saprs-
mencionado armai-m e ru.
3 2\
DE
Urna moblia de Jacaranda, com 1 sof. 2 con ol-
ios, 2 cadeiras de braoos e 12 de guaroi'M I
mesa de janlar, I dita de piafen. 1 cadeiras d^
amareilo, ditas de baba?, 6 ditas de Uia. t
gaarda-roupa, 1 lavatorio, I BsbMo, l marque-
ta, I cama de vent >, mesas, 1 tote de I fe^fe
para jint ir, 8 cop -, i i-amp^leira-, i! k
e pires. 12 colheri?s. 7'i f>:, l"
quadros, 1 jugo do Xadrez, I relogio de irl,
1 par de boioe3 ds ouro.
Sexta-fe ira 26 rio cor rente.
A'S 10 HORAS
O agente Pialo levar a leu* a reqaeriroi-oi <
dos depositirios (h .je administradores) da russa
tilda de Magalbes A Irmos. e por raauda
"Ira. Sr. Dr. juz espec.ai do c;merdo, is roo-
' veis, e mais objectos cima de>criptos, qnr uteu
parte da referida ma-sa, existeotts nol-aclar
do sobrado a ra da Cadeia, oade se eliectu^r i
leilo.
-I
AVISOS MARTIMOS
P ra Li-ba
Segu eom toda a brevidade e lugre pertuguet
Julio, por le'r a maior parte da c. Para o resto e passagerros ttau-se cora os consig-
naurios Thomiz da Aquin". Ponseo k C, sucres
sora, na ra do Vigario n. ID.______________
PUBLICACOES A PEPBO.
Rio-Grande do Norte
Neste Diario de 4 do corrate a. 3, foi
atroz e vilmente calommade por Arsaio
Celestino Pimeotel.
Peco ao respeitavel publico que sospoada
lualqaer jaizo desfavoravel, flacunr veola-
ra boavisr formado a mea respsWo em eo
Consulado de Portugal.
Convidam-se os credores do falleeido subdito
portuguez Joaquim Goncalves Beltro a apreseo-
tarera as soas eootas neste coosulalo ao praso de
oito dias para serem verificadas e pagas segando
recursos do espolio. ________
Consulado da Portugal.
Convdsm-se os credores do fallecido subdito
portugaez Francisco Rodrigues de Figueiredo a
apresentareo as suas eolias oeste consulado no
prsso de oito das para serem verificadas e pagas
negando os recursos do espolio.
SANTA CASA DA MISERICORDIA DO RECIPE.
A tilas, junta administrativa da Santa Casa de
Misericordia do Recite, manda faser pnblico que
na sala de soas sess5es,no dia 2. do mes do Janei-
ro pelas 3 horas da larde, tem de ser trre-
tnattdm a qaem mais vaolagens offerecer, pelo
tempo de um a tres annos, as rendas dos predios
em seguida declarados. _
E5TABKLECIMENT0S DE CABIDADE.
Roa de Santa Bits. _
Cssa terrea n. 3t ...... W1I000
flua da Moeds.
du sobrado 37......180*000
Ras larga do Rosario.
Leilao
DS
Cauarios do Imperio e gaiolla? nova.-.
Sexta-tetra _o do c< neiiH.
No armazem -a ra d Cadei:
UlUil
DE
MOVIS
.
5**
seqaeocia das falsa temeraria! propo-1 Segundo andar do sobrado o. 3A A. *)6*o<
DE
Kfavegapflo Brasileira
. .ai o dia26 do corrente, espe-
rado dos porto do norte o vapor
Gruzetro 4o Sul, commandank
Cardoso, o qual depois da domo
ra do oostume segura para o?
portos do sul.
Para earga e passageiros ir ata-se na agencia.
Encoramendas de pequeo valor, peso, medida e
tambem dobeiro recebem-se ata 1 bora da larde
do dia de saa sabida : da agenoia, roa do Com
mecate n. 8.
COMPANHIA PElXNAMtUCANA
D_
Navegado co*V_ por vapor..
Mamaogajrpe.
O vapor Cor>M-tpe, eom-
nsrfurt Silva, seguir
pan o porto cima nc<
dia 27 do crrente u
horu da tarde.
Rsoabe eaifa, eneom-
mefldas, passagerros e dinhtiro a fretn at aa I
horas ds tarde do da de soa sabida, i 3SCvorlc
a\ Forte do Manos o. il
btUCAS E CRYSTAES
E obias de prata do Porte
A S tBBB .
Um exeellente piano novo e fon*, I iBobili*
Jacaranda, 1 dita de mogno. s caBdoiras i gas. t
reloglo patete (obra prima) i ca-'icaes a.ng.
h vasos para Ocres, tapetes, esearraJetrai, ftsr.h
roupa, 1 guara vfxiijo, | rwiTndi. f"! '
Jacaranda, 1 cama Irauceta, 2 DVtrqueup, i c*
deiras de bala ayo* 11 mmn* de mogoo (o. va >
6 cadeiras ulUnas, 2 eabutee, 1 itar lato, 12
cadeiras de $aaa, 1 cama le ferro e 1 sufre.
Urna ansa Mura, I aarta-loaca, 1 appua
dor, 1 qashein, 1 maeolaa de limpar fcMBf, 1
dita de torrar caf, 1 dita do tasar esle, 11 >.-
oertas de rame, i duti 4a garles a facas cato >
de raarttm, 2 pare d trinchante., oltotm, I ai>-
parelbo de electro piale para cha, 1 apsarelfco dr
porcollana para janlar, 1 dito loaaa lo tur, 2 n>
para cb, i'i copos, 24 clice?, garrafas, ea
ras. 3 bandejas linas, 1 balanca, n*a*rs
oosmha e muitcs outroe objectos :
Sexta-feira 26 do corren*!.
NO SOBRADO DA RA DA CAUG1A.
O agente Pinto, autoritario por ama familia i
retirous* pata a Baropa, lar leoo dosmowi.-
e mais objectos cima Inscripto, es.istsata* aa ar
mazem do sobrado da rus da CadeiS, cIBa sa *i-
fectuar o leilio.
O leilo prmcipur as 10 aoras por .ataai ar..
tos os lotes.
misos DIVERSOS
Precisa se de 200* a (aros, daadVsa
iMsoa idnea para garanta : qoaa aalarr
taaacie para sar proavaio.

oc

_
./
.slsH


.>

4
THm d l^rnmfli^&o -- QuarU leia 24 d* Jan 're d lft>2
V- ;

BSTmiW ARCHEOIM E GEOGBAPHI-
CO PEMAMCASO
TtnJo o lostiato Archeologico e Geogra-
piuco PernambucDo d celebrar sabbado
oroximo 27 do correte Janeiro, p la 1 hora
dJ Urde, o 10." anniveisario da sua f.imia-
$io na sala da Bibliotheca publica provincial,
DO co_*ento do Carmo, e deveodo no de-
foiopo immediato 28, pela 4 horas da tar-
d, inaugurar urna columna comtnemorativa
na freguezia da Varzea, sitio do Forte, em
jae existi o basiiio que Joo Feroandes
Vieira levantara para servir de centro de
operac5es bellicas cuutra os holland sao convidados para orna e ontra solerani-
dade todos os socios do Instituto que se
acharen no Recite, effeclivos, honora-
rios e corre>pondenif8, assim como todas
as associaces iliterarias, scientificas, arts-
ticas e de beneficencia que txist* m uest-t
mesma cidade, e cuja sede se ignora.
Egual convite lem o Instituto a honra de
dirig r ao digno corpo consolar residente no
Recife, rogando Ihe a fineza de ordonar que
os navios de suas respectivas nac5es Mirtos
em oosso p rto permanecam ero: andeirados
nes-fs dois das de Testa nacional.
ltimamente espera o Instituto que as re-
partieres publicas e os miradores desta ci-
dade illominem os predios em que residem
as noi>es e _7 e 28 do correnle, era sig-
nal de regosijo publico.
Secretaria do losiituto, 22 de Janeiro de
1872.
J. SOARES B'AZEVEDO.
Secretario perpetuo.
Precisa-se alogar uruescrav de 14 a|
16 annos, qae seja de boa caudada para
asa de flia: a tratar com Antonio Jos
Rodrigues de Souza na thesourana das lo-
teras.__________________________
Na raa do Pires, saturado
d. 28. precisa-se de urna aoia
que eugorame betn e oulra
boa eozlnbeira, forra tm escrava._____________
Gabinete portuguez
de leitura.
Da ordem do Illra. Sr. presidente do conselho
deliberativo convido aos roerobros do conselho
deste Gabinele a reunirera-se em sessao ordinaria
ai salla das respectivas seSfoes, sexla-feira _G do
corrente, is 6 horas da tarde.
Secretaria do conselho deliberativo do Gabinete
Porlugaez de Leitora em Peraambaco 2.1 de Ja-
neiro de l72.
Antonio Augusto dos Sanios Pono,
Io secretario.
d >iiM > i __*
Monte pi portuguez.1
Nio tendo os seohore consolaeiros comparec
do em numero legal na reoniao convocada para t
da 22 desie mez, sao n>>varoente convidados o-
mesmos senborea a reunirera-se quinta teira 25
do crreme, pelas 6 l|2 horas da tarde, na salla
de snas ?e<<5e<.
Secretaria do conselho fiscal do Monte-pio-por-
tugaez 23 de Janeiro de 4872.
J. D. Campos,
Secretari"1 interino.
eozi
*MA
Precisa-se de nma ama
nhar : o ma do Oamarao
para
n 13.
Sr. Leouanlo oe Siquaira Cavalcanie eoSr.
Joio J da Costa teoham a bnndade de appare
eer toja do Collar de Ooro roa do Caboga n.
3 A a negocio qoe nio ignora.__________
Precisa-se de urna ama para o servi
50 de ama senhora ssirangeira : na ma
da Cade;a-nova n. II. ____'
AMA
Para caa de M So-
raerc solteiro.qoeM trata
com asseio, precisa-se de
urna senhora de sela
idade, com bastante ca-
pacidade, para lomar a
sea cargo todo o arranjo domestico; cotinban-
do e engommando coro perfeicao. Pazem-se to-
das as vantageoM, que merecer sea bom com-
porumento : no Bazar da Moda, ra Nava n. 50,
se dir con quero se trata.__________________
AMA
Ama engomraadera
Na roa do Pires, sobrado n. 28, precisa-se de
urna ama qne engomroe bem, Turra on es era va ;
asaira como ontra que cozinhe bem.
Dejeja se fallar un o Sr.
Ferreira, a ra do Crespo n. 16,
Lui Goucalves
I* andar.
Precist-se de urna ama aque saiba rozioha*
para urna casa de qnatro pessoas : aa Cinco
Ponas n. 136. __________
i
m
m
i
Hile. Marie Lavergne tera a honra de
scientiflear as Exmas Sras. qne encon-
trarlo em sen sali de eabellereiro roa
Primeiro de Marco n. 14, um lindo sor-
lmenlo de coques, tanto de tranca como
de cachos, e por precos muito coromo-
dos; asswn romo um variado e bello sor-
Jimento de perfumaras fraocezas e ingle
us dos melbores fabricantes. OITerece
tan bem as Exmas, Sras. os aeguinies
enjertos qne Ibes sao indispensaveis, lin-
dos espartilhos a doqueza, obra muito
bem acabada, proprias para noivas, e l-
timamente ebegados; ditos mais inferi- j*
*
*
*
Andan? a de Escriptorio
Joo Jos de Carvalho Moraes faz scienta ao
commercic qne tem transferido sen esenptono da
roa do Duque de Caxias n. 53, (ootr'oia Queima-
do) para a da Praca do Commereio n. 32, entra
da pela rna do Turre?, por cima do London and
Brasilian Bank.______________________________
Furtou-se do engenbo Serra Nova, fregue-
zia da Encada, no dia 13 do crreme mez de Ja-
neiro de 1872, perteneente ao Rvd. padre Fran
cisco U_aoo da Silva, um qnarto castaono adri
no, bastante granoe e earnndo, cem os signaes
seguinles : roaos calcadas a o p direits, com nma
estrena na testa e ama lista na venta, sendo dito
quarto roncolbo, e com os quadris ralados, com
marca do cangalha, e tem o ferro seg inte Q F
f_**$
re
Os (lBciaes do 1 batalho de infamara da
guarda nacional de Recife mandam celebrar ama
iniira 1 rasar am memento na matriz da Boa-vista,
ua quinta- fira 25 do corrate, as 8 horas da ma-
nhia, -pelo repoaso eterao de seu companbeiro
lente Franklin Freir Gameiro ; e convidando a
fasiiia e amigos io finado para asistiiero a taes
aelos, e.-perara que uns e outros se nao negaro a
(wgiresic tributo de religiosa saudade memoria
o eMimavel Pernainbnceno.
Commendador Joo Pinto de
Lemos,
D. Adelaide de Mtitos Lerr.os manda celebrar
alguoias raissar por alma le s*u fallecidi marido
contraen lador Joo Pioio de Leraos, sexta fera
26 do crreme, primeiro annlversaro de >eu pa>
smenlo, Da nutriz da Boa vista das 7 a* 9 horas
da manha, convida seus prenles e amigo* para
assistirem, por cujo ohsequif se confessa grata.
Precisa se al> gar um prelo qae Sf ja fiel:
na ma da Guia n. 54. pad-tria.
C
Nj caf denomiuadj Gremio Commercia!, sito
raa ao rtom Jess, oatr'or da Cruz, n. 33. preci-
sarse do n:n criado que s ja liligente e fiel, dase
Itefereaeia a eacravo, e que cao exc?da d^ 20
annos le idade.
%
Precia-se de urna ana pa-
ra cuidar de um menino de 1
*\ "i^fi. ^ anuo, lavar e engommar 0
M>a roopa, prefere se escrava : a tratar ta ru
do Mi'qo O inda n. 3i, andar.
Precisase de ara caixeiro de 12 a 16 anuos
de idade, naei nal ou e>lrangeiro, com pratica de
taberna, qae d conhecimento de sua conduela :
tratar na roa da Santa Cruz n. 1.
1 HfMtiO I
O Dr. Jos de Miranda Curio, medico jbl
. pela FacoIdade da Babia, tde ser pro- cf
0 curado das 9 horas da tn naa as 3 da
da tarde, em seu uoisnltorio a ra do ^fM
^ Mrquez de Oimda n. 34. 1* andar : as ^,
O mais Loras a > da e a quaiquer das da fS
g noote na casa da sua residencia, ra do A
f Jeriquiti n. 7. g
t= Tiaspassase a en ave de timbn) so-
brado, em urna das melbores ras do bai-
ro de Santo Antonio : tratar n Iravessa
das Crnzes n. 4, loja. ______
Os abaixo assiguados socios e gerentes da
razSo social Manuel Fontao &C, estabeleci-
dos em Macelo, teado voltado d so< viagern
a Europa e assomid a gerencia de soa casa
desde 10 dejaueiro do correte, julgam lo-
caiisados seus dbitos em Pernamnnco com
os Srs. Alfredo 4C. e Ferreira A Matheus,
mai* se alguem se julgar credor da mesma
firma por quaiquer Mulo, apresenlar ateo
dia 15 de fevereiro prximo futuro aos
Srs. Alfredo 4 C. ra da Cadeia n. 35
para, sendo legaes, ser, m pagos.
Outro fira declarara em lempo qoe moti-
vado por sua ausencia tintum oatorgado por
procurado poderes limitados ao S Manoel
Vidal, icrmisso qoe cessoo desde o dia iO
d:i jr.eiro do corrente em que deixon de
ser ea.pregado de soa casa commereial com
sede i-.m Macelo.
Macei 18 de Janeiro de 1872.
Jos Clemente do Souto.
Francisco Fontam.
i
Jos Ignacio Avilla, tendo comprado todos os
dbitos do estabeleeimeoto de gneros de esliva
.110 Camba do Carino n. 2, no S queira & Ir-
ruo, previne a todos os dsvedores do dito estabe-
leciraento a virem saldar suas dividas dentro do
praso de 30 das a contar da data deste, ao con-
trario 9ero ellas cobradas judicialmente, enteo-
dendo-se para es?e Gm com o aonuncianle ou
jora os ditos Srs. Siqueira & Irmao que se acham
para isso autorisados
Recife, 20 de Janeiro de 1872
res, ditos para meninas; bonitas ligas de
seda e de algodio ; lindos pentes a Ira-
peratriz, Unto de tartaruga como a uni-
tario para ornatos dos peuteados, objec-
tos de ultima moda de Pariz, os mais no*
1 nitos e mudarnos leqaes de isso, a imita
"cao de marflm, peales de alisar, ditos
para tirar pidlh's, tesouras finas para
0 nnhas, eseovas para denles e para nnbas,
^ bonitas bolsinhas para meninas, magnili-
K eos bouquets e ramos de flores arlifl-
tL ciaes, grvalas de seda e de cambraia
+S maito bonitas, lavas de pellica, de seda
W e de fio de Escocia, brancas, de cores e
jpft pretas ( tambera tero para hornera )
B lindos boioes para punhes, ramos de flo-
9. res para vestido, eufeites de palha para
coques, sapatos cbar^t, ditos aveludados,
2 ditos de tranca, bolinas pretas para me-
W ninas por barato preco, brioqaedos para
meninos, e ama innnidade de otjectos
*
*

*
*
*
0
urgencia
de ama ama que tenha bom e abuo-
tratar nesta typographia, com o
administrador, ou em Olinda uo oitio do Amparo,
casa terrea de cinco portas de trente.__________
preci?a-se
dame leile
Troca-se nota? do hanco do Brasil e de sna>
Qliaes na rna do Bario da Victoria n. 63, wig:
ra Nova, loja de Joo Juaqaim da Costa Leite.
qae omitie para se nao loriar enfaaonho. g.
Para mais eommodidade de suas Exmas. W
I
Tendo-se resgalado e reformado parte das can-
tcllas lestinadas para leilao no dia 20 do corre-
te, na travesea das Cruzes o. 2, o abaixo assigna-
lo concede anda aos mutuarios jae estio em de-
bito, o praso de 15' dias para reformarem as can-
tellas, oa resgatarom seas penhores, fleando im-
prorogavelraente mar-ado o leilao para o da 4
de fevereiro prximo.
Recife. 20 de Janeiro de 1872.
Julio Laac.
O Sr. Joo Manoel de Oliveira Beral-
do rogado vir ra estrella do Rosario
n. 9 para uitimar o negocio que n5 igno-
ra, certo oe que, em ijuanto o nao zer
uao ser retirado este annnncio.
Precisa se de urna ama par cozmbar e com-
prar para casa de ponca familia : ra eitreita do
Rosario, toja n- 10.___________________________
t'0sl!,HEIBA
Urna familia estraogeira precisa de nma cozi-
nbeira boa : na ra do C9mmercio n. 36.
*
tt clientes, tem preparado ama sala que s iQ
terio ingresso nella as senhoras qoe se w
9. qoizerem peotear em seo estabelecimen-
m, lo sera estarem exposlas as vistas dos a
S mais concurrentes, e ser a anuuneiante v
W iiuem se encarregar do trabalbo de pen-
0 tar. $
Precisa sede 600* a jaros para pagarse em
prestares mensaes de 60*. descontando-se logo os
jaros : qaero qoizer annuncie.________________
Odixeiro,
Companhia Al lianza
DE
seguros man ti moa e terrestres
estabelecida na Bahia em 15
dejaueiro de 1870.
CAPITAL..Rs. 4,000-000#000.
Toma seguro de mercadorias e dinbeiro
a risco man'imo em navio de vel'a e vapo-
res para deGlro e fra do imperio, assirn
como contra fugo sobre predios, gneros e
fazendas.
Agencia roa do Commereio n. K, es-
criptoro de Joaquim Jos Gonfalves Bel-
Ua._________________________________
O abaixo assignado lendo oHido lo Exm.
Sr. conselheiro presidente do egregio iribunai da
relacao, prnvisao para continoar a exercer o offl-
cio de s lidiador de causas nos auditorios de.-ta
provincia, oflerece seus servicos qnelles que dal-
les se quizerem utilisar, com especial dade ao res-
peitavel coroo commereial, de enjo foro tem bas
tanle coohecimfnto e pitica. Pode ser procurado
todos os dias atis das 9 as 3 horas da larde no
escriptorio do ererlvio Molla.
Antonio Francisco de Souza Magalhies Jnior.
mmm msm mmm mmmmm
usa m rontiu
Aos 5:0001
Bilhetes garantidos.
i ros Pronoiro de Marco (ootr'ort ras io
Crespo) n. 23 e cssss do costse.
0 abaixo assifnado, lendo vendido no seo!le-
zei bheus jualro quarlos n. 1641 com SOOO*
un meio n. 871 com 300#0OO, am mwot.Jm
com lOOiOOO, am meio n. 1538 coro 100*000, t
miras sones de 401O00 e S01 da tetera qees
icabon de extrahir (221-), eooviia aos poS8-
iores a virem reeeber na conformidade So ot-
tnme sem descontu klgam.
Aibam-se a venda oa bilhetes faraattoi
5.' panada lotera, a beneficio da matriz do Be-
nito (22!-), qne se extrabiri na qaarta-Wra 2 w>
c orreme mez.
PRECOS.
Bilhete inleiro UOOU
Meio bilhete 3400a
Qnarto 11500
' m porfi de 1004900 para cima.
Biihete inleiro 5*500
Meio bilhete /.75
Qaarto 1*375
Manoel Mariins Finta
Precisa-se de um caixeiro portuguez com pra-
tica de taberna, de 16 a 18 anuo?, dando informa-
do de sua conducta : uo pateo da Ribeira n.
cao
13.
ltenlo
Na roa direita n. 53, precisa-se fallar ao Sr.
Hermenegildo da Cunta Albuquerqao, a negrcio
dj sea imeresse, visto qae ignora se sua resi-
dencia.
Aluga-se
o primeiro andar do'.sobrado da iravessa do Corpo
Santo n. 25 ; a tratar no arm*z",m do mesmo.
Aiuga-se a luja do sobrado sito ra alraz
da Matriz de Santo Antonio n. 28, com os cora-
modos seguinles : 1 sala, 2 quarlos, cozinha (ora
e quintal; caiada pintada de novo : tratar na
rna nova n. 17, loja._________________
Trahalhador
Precisa se de um trabaibadnr na phtrtnac*
americana : ra Duque de Caxias n. 57, pr*-
i. Nest t typoKrrtphti se
dir quem precisa alugsr
um p'eto de mia idade.
4MA
MRM-M de wia as*
para poaca familia. aa
,-aiba cozinrar um per-
feicao : na roa la A^-
ro-a n 5, 2 andar. Pr-
frre-se escrava.
ni
ADVOGADO
Dr. Joaoudj Correa de Araojo
67RrA do Imperador67
V> largo do Carina n. 1 alug.vse urna es-
ursva BM$a, a ata: i:ngomma e coz nha spffrivel
jiieute._________________________
Perdou->e uo treui expresao o,ue c>nduzia
oasugeiros no dia 21 a n-oio da Boa-viagem a.
ttcie, u::.a bolfinha de setira roxo apparelbada
j Buaro i Russla, eontendo una pequea car
>ra 1. .?>a1rpp?ro;a n um marso de chaves, ei:-
uiros objtet-je de pequeo valor : mus o a ti-
pn-, .nirao ) ^ ^ufzer re>titnir a sen J>no,
-ie ao esCfipi'jrio do Ur. Jj Tiiu.t't; l 3.;
nateo do C'illegio, onde ser gratificado.
iioel Martras de AraontD, estabelecido com
r uberna raa imperial n 208, tendo encon
i nesta priva oulra pessoa coro o mesmo no
epara evitar davidaa declara que de hoje em
,ie !fl s??gnsra por Man"'! Martins de Amo-
riJ- e .c!iva. Recife 23 da Janeiro de 1872.
f'undi'at) da .4uroia em Santo
Amaro
/- pr ipriatsnoa deste estabelecimenio convidara
VU namerosos freguezes e mais pessoas do com-
i! rcio a oomprarem laxas de ferro batido, do que
lem bom rt ;fltnl:>, e se pr mptili iam a laze-laa
t. qoalqaei tamanho e : ma com pres.te;a. Hoje
icilidade de condocao dos bond muuo sonooi
ve pr vi.iir e *!* -lab|pcimnito

Jos Mara Pri
rilhos, cordealmei
iiarentes qne ib-
:ompanbarein
ir Ga '.firo, sna esposa, ora e
He agradecern aos seus amigos e
zeram o candoso obsequio de
ao eemiterio publico os restos
nortaes de -m presado filho, esposo e mano, e d.
novo Ibas pe letii i.s seus cempareeimeotos ni>
juinla-feira 25 d.; corrate ;ietas 7 huas da raa-
nhaa na matriz daf Boa-vlsla, afim de as>i>nrem
i uiissas que por alma do mesmo mamara rezar.
Aiuga-se duas casa' na povea^o de Daarte
Ocplho, em Olinda : trata-se confronte as mesmas
:om o Sr. espitao Domingos Mafra.
Precisa-se d. ama ama p?ra eozmhar : "ia
ru.. Ja Palma n. 42._____________
A refina pao
de San'a Rila d 83 precisa cov, rouita nrgencia
de caixeiros, forualheiros e batedores, e tambero
2 a 4 pretos para entregar asquear.
Sobr ido em Olinda
Alugae por tiarat pre?o um sobrado muito
bem cuuservaio, na ladeira da Mi.-encordia coro
oitio para a ra do Bom-fira : a tratar no ar-
raazem do Campos, rea do Imperador n. 28.
"AOS 5:000000
iSstao a venda al le:ze? bilhetes da lotera da
abia, na casa feliz do arco da tonceice nrivfcn no Recife.

Afina Amelia de Figueiredo
Pcreira,
Jo6 lnecitonio Pereira de Carvalbo agradece
e. iriaimente aos seus pan-mes e amigos que se
<)ignararo acompanhar ao eemiterio pubiieo os
rosaos morties de sna prezadiseima consorte Anna
Amelia de Figneiredo Pereira ; e de novo os con-
vil paraasshtirem a missa do stima da, sexta-
j-ira 26 do corrente, n igreja da Santa Cruz,
4>eUa 7 horas da manbaa, protestando desde j sen
f.rofpt:di reeonhi'fim^Dto._____________________
Na fabrica de cha-
peos,
i ra larga do Rosarlo n. 2i, l andar, preoisa-ae
de ^ostoreiras.
Gasa da fortuna
RA DE MARQO N. 23.
11 al'ixo asignado lendo vendido a sorte de
.-'XOi do n. 3537 da lotera do Rio n. 159, con-
vi la o po?' oidor a vlr reeeber, qae promplamenie
htt pag') ua lorma do ctume.
Manoel Mmios Pinza.
COZINflEIRA
hreeiaa se de urna cozinbeira para qualro roo-
<* estraageiros: a tratar na rna do Crespo n. 16,
andar, escriptorie. Paga-se bem_________
Copviro
Precita se de am eopeiro : no restauran! Santa
isaioel, rna da Florentina n. 2.
** llISlillt
s
5.
st.
Bus do Hospicio n
.No dia 3 de fevereiro comeearao a
tonecionar as aulas deste coliegio, fleando
berta desde jias matriculas para aquel- 2
I les qoe qoizerem fe ioserever. m
^sst-aiiw#
Criadas.
Rva 8 ka do Macaoinb >, sitio n 2. arue
i ; pagatw ''en a do? .-rja S3r.; ag
HUi v a!(-i '::^u..;,3i.
da
Os abaixo assiboados scientiScaro ao pablico a
especialmente ao rcspeitavel corpo commereial,
qne desde o dia 31 de dezembro prximo passado.
dissulveram amigavelmente a sociedade que lem
gryado nesta pra^a sob a firma Aotane* & Barros,
Meando todo o activo e passivo a cargo do socio
Aniunes. Pao d'Alho 23 de Janeiro de 1872.
Antonio Autnnes da Suva.
David M:reir de Barros
i ii i Precisa-se de orna ronlber forra oo
\ \\ \ e;'n,va Para cozinhar somente, pa-
,1 oll gando-se bom ordenado, se agradar:
na rea de S. Francisco n. 72.
AVISO
O abaixo auignado scientilca ao publico es-
pecialmente ao respeilavel corpo do commereio,
qae desde o dia lo do correte mez admitiio para
soeio de sua casa commereial ae Sr. Manoel An-
gosto Pinto de Sonto, pascando dita casa a gyrar
sob a firma-Autunes & Sonto. Pao d'Alho 23 de
Janeiro de 1872.
Anfnni" Aninn da Silva.
Vejam
,:!; & C, liquidatanos da exiincta firma de
Ourateiros de Agr, tendo saldado os debitds desta
tirma jnlgam nada mais deverem ; entretanto se
aiguem se considerar credor deila, ple apresen-
tar sna eonta a rna do Imperador n. 9 para ser
iodemnisada Aproveitam a occasio para pedir
aos devedores da mesma extrnet* firma, qne ve
nbam satisfazer seas dbitos at o da 3f do cor-
rente pois do contrario serio seas ornes publi-
cados pelos jornaes, e se proceder a cobi anca
judicialmente.____________ -
5
AMAS
pessoas : na
Precisa-se de duas amas, urna
para corinhar e comprar e ontra
para engommar, para casi de duas
rna de S. Francisco n. 31,
Alnga se o 2* andar do sobrado sito a roa de
Lio* Valentinas n. 86, com os corone doi seguin
'.es: i nas grandes e La-tmle fresca, 3 qnarto<
grandes, ewioia lora aro corrsdur com portii
>'3 rus do Haras : qa^oi pr-:ider dirjase Par'ki'-s-i"to re.pelu'ii pnbfieo que e
s i-raai n- da* a .orn^olJ
'". J!e-ve^;- ;..:
TRILHOS URBANOS
DO
REtIPB A O mili
e Beberioe
O sen'aores sseiooistas sao por meio o presen-
te convidados a recebe- suas accom no ri i companhia atis, a contarda presente dala, das 2 horas d
rr.aoba as 2 da tarde. Os que liverera aecjlea da
pnmeira emissao devero traze las para >erem
sabstituidas por ouiras da nova serie.
E I87
O !J secreta uo interino,
Jos Fortnalo S. Pon .
Uirilo
Armaziu"
o. ii, praca do Commerc:o. nroprjd at para
criptorio ; aiuga-se na lc andar.
S; ci8d-.de BgredoU
De ordem do Sr. presidente proviso: i), :;U'..-
do a ; ide* os membros desta sociedade, para r>' i-
nlrem u::i as;emb|a yeral, quarta-rdin i\ do
corrente, s 6 h-ras da tarde, ua cas* o-, uosrae
r9nn!'5')^ para tratar-se da instalado da mesica
socielade.
Secretaria da soeiedale Hegreo e Bario, zO de
jaueiro de 1875.
Liberato de Freilas,
________ i' secretario provisorio.
Na ra eslreita do Roario n. 19 -se doces
de vendagem e paga-so 100 r. por pataca.
Precisa-se de urna cozmheira: na ra do Ro-
sario da boa-vala n. 18,
fcufe no hospital portogaes ds beneueencia precisa-
se de um enieraieiro qae tenha pratica, e do dous
eriados para o ser vico do mesmo hospital : a tra-
4 tar com o proveior na raa da Madre o-i Dos na-
mero 28 _______________________;___________
A'aga se urna .-alia na ra do Imperador,
pronria para es:ri-.;!ori-5 : a tratar na me*ma raa
n. 20, loj."
Oa Srs. Jos Frabc seo Rtb&iro e Soc-
za t Dr. Francitc Jos Rabello, o i' prv
prietario do colleg!- e Santo Amaro o
2o propietario de um ouiro col egio, &o
rogados a aiacdarem a esia typographia a
negocio de oleresse.
AMA
Precisa-se de urna ama em Bebe-
rfbe na povoaco : a tratar na rna
do Vigano n. 2f>. 1* andar.
Prensa hydraulica ingleza, ra
do Apollo n. 26.
Este estabelecimenio do 1* de Janeiro de 1872
em diante acha-se de novo prompto para inspeccio-
nar, reeeber em deposito e enfardar algodao, qual
qner qna seja a quantidade, com a promptidio
qoe se pode deseiar. O abaixo assighado participa
porianlo aos senhores recebedores de algodio, qoe
estar sempre prompto a servi-los com toda a
prestesa e exaetidao. Os armaren* aeham-se aber-
tos desde as 7 horas da mannia at as ", da tarde.
O pre;o para a iospeccao, embarque e deposito
dj algodoes ser regulado e segando o costurad
da pra^a, a do enfardamenu bydrau.'o como se
con venci oam.
William Vaagban
1
medico operador e partairo
perador n 43, 2* andar.
d
Dr. Per i a da Motta
ra do Io-B|
mm
Na raa do Bom Jesns, entrera da
Cr*2, n. ji, sobrado 2* on 3* andar,
precisa-se de nma ama qae saiba
cozinhar hflwo d*ar o de orna casa
poaca familia, pagase o'-!.'
m
1
Pao chinez todos os dias as i horas da tarde,
em qoanto a limpeza e berafeiloria desnecessa-
rio elogio algum, cnsta p^nco aos freguezes a tfo
nhecer a verdade : ra dos Pires n. 45, nova
paiaria americana_________________________
AMA
Na ra da Cadeia n. 59, pre-
cisa-se de nma ama para casa
de bomem solteiro.
Sociedade Patritica Dose
de Betembro
A eoraraitsio central desta sociedade convida a
todos n asociados a comparecerem no salo do
Clob frnambucano no da 30 do ctrrente 3 C
horas a tarde para tratar se de n gocios do sum-
ma i:n;' ; i r.-..
Secretaria da Sociedade Patritica 12 de Setem-
bro 20 de Janeiro de 1872.
Luiz Gon(alves da Silva,
l.e secretario.
\'a Iravessa da roa
Am Cruzes n, % pri-
meiro andar, da-se di-
nhelro sobre penhores
de ooro, prata e brhan-
les, seja qnai for a qaan-
(ia. Ka mesma casa com-
pram-se os mesraos me-
taes e pedras.
A'uga se o armazem da roa d<.s Bur-
gos n. II, o qual serve para recolber g-
neros : a tratar com Jos Feliciaoo Naiaret.
ra de Pedro Affonso n. 20 a;mazem.
ALUGA-SE
um lindo sobrado Uavessa do chafariz n. 11, t*
Fra de Portas : a tratar com o comm'Mida'k*
Tasso.
Armazem.
Traspasa-se o arrendamento do armazem n. 34
na ra da Cruz : a (ralar na ra do Crespo n.
16 Io andar.
COMPANHIA
Santa Thereza
Os Senhoras sjiionibtas podetn mandar reeeber
seas ac(es qne serao entregues em scbstitaico
aos recibos qae Ibes furam fornecidos, por ccca>
sio das differeates entradas do capital.
Aque'les senbores qne ltimamente se inscreve
raro, poden tambero receba-las desde j. reali-
sando c saldo do capital subscripto.
Recife. 22 de Janeiro de 1872.
O gerenta
Justino Campos.
na roa Di
AMA
Precisa se de ama ama :
reita n. 01, loja de cbapos.
Ouncertu-se muchiiits p^ra
costura
de qnalqoer aotor por um macbioista nor-
te-americano ha pouco chigs-Jo em
Gasa de Cha. mm
Ruada Impera ior n. 45,
P^;
Aluga-se ou veade-sea ca-
sa e sitio da estrada dns Af-
flictos n. 22, o qeal tera 00
palmos de frente e e*9 de
1,300 de fondo, com cacimba, fracteiras.
etc, assim como vendem-se terreos aos
lados do mesmo, tendo as f.entes ? osfo-
d'-s murados, sendo na verdade e>\ctHerjtt
acquisicSo para ediGcar.au, ao t 'o por ser
bem perto da cidaie, como por pas^r pela
frente a via frrea d> Arraia!: a ra'sr c m
Antonio Jos Rodrigues da Souw na Ibeson-
r3ria das l.iterias ou com Garlos da S va
Araojo na ra do Bom Jess o. 23/-Sffiia-.
zem.____________________ _______
Aos influentes do
carnaval.
Jl JJU VIL
_os 5:OCOIOOO-
Ullheteat garaa.ldost en pr*-
Tela.
Raa do Ba?-ao da
Victoria,
Outr'ora ra Nova n. 63 emm
do cus turne.
O abaixo ...signado acaba de vender entre
as mnito (lites bilhetes a sortt de 800#06'
sm dous meio bilhetes de n. 2894, alm de ootr>
sortes menore de OJO00 e 20*000 da lOMts qn
le acabou de axtrahir (221), podendo seus posta*-
lores tirem recebar, que promplamenie sor*-/
oagos.
O mesmo abaixo assignado convida ao ras^*.-
-ivel pablico para virem ao seu estabt lecicw
ompraa' os eiizee bilhetes garantidos, qne ^ '
leixara7d tirar quaiquer premio como prov? j.
nesmes annuncios,
Mnam-se i venda os mnito felizes bilhetes fi-
rantidos da 5 parte das loteras em beneficio,--
matriz do Bonito, qne sart extrahida K STt
marta-fera K do corrente meL
PRESOS,
imeiro 6*000
meios 3*000
Uuartos 1*500
De 400)9000 pars cima,
(nteiro 5*o
Meios 2*750
QurtU 1*375
Jnao Joaqnim da Coa Leiu.
Na raa de Horlas. sobtado c. i
por cima da loja de onrive.-, ;
se de ama peasoa escrava oa
para andar com nma menina de 1 anni deiJadv
Nov offieiaa te piniipe
Angosto Ra?trml partecipa ao respeilavel y
blico, que se desiigou do estabelecimenio do *
tingas desde o 1* de Janeiro, e abr-, por saa cor-
ta urna offleina raa do Iroptradcr n. 29, onc
se repara, con-Tta e gtioa pianos com esmero
) promptidao. e far ludo quanti tor a sen alean <
para continuar a merscer a benev:L confian,.
' que sen; freguezes Ibe concederem at huje SM
i ^ciencia zelo e promotido.
lo Boni
'ira K
h
AMA
1
Estaminet
mx
Pceciss-se de urna ama que saiba
'osiohir pau casa de familia: na
rua do Vigario n. 5, segundo andar.
Na raa estrella i. Kosarion. 35, primeiro an
dar, aluga-se j vende-se vestuarios para a carca-1
val, como ejatn : domin?, vesioarios da pnn-:
cipe bordados a ooro e lia, vesiuarios de cara- .
braianara hmm-- e meninos, indo pelo barato i1*8 ^ a >nn""' _____ bem-
preco de. 3*. 4*, -A e 8* rs. de aiagnol, e ven-
do-se para fra da cidade aos frsguezes yae :os-
tumam a comprar todos os annos por pre-*o con
modo. Tambera faz-;e vesioarios a carcter*
phantazia, trafndo sens donos es Sgririnos Avi-
sa se com lempo aos fregoezs qae lodrs os annos
mandam faser tanto para as iojas como para qua
qaer moro que o u goslo se qneira vestir.
AMA ti
Preci-a-se de ama ama para cozi-
a tratar na raa do Crespo n.
andar.
ALFREDO PLPD,
Cibelleireiro francz,
pode ser procurado par pernalos i", senboras
rua Duque de Caxias n. 30, loja de perfumaras do
Sr. Jayme.___________________________________
Quem tiver urna preta para slugar, Jirija-se
a raa de Hortas n. 106.
^m^
O propriettrio do est*bele:im&mo Bazar Univer-
sal, rua do Bar- da Vietoria, oatr'ora Nova, n.
22, pede a todos os sens devedores desia pra;a e
interior 4a provincia, o osperial favor de virem on
mandarem saldar seus dbitos ?o_trabido* at 31
de dezembro do amo prximo passade, devendo-o
fazerem.at 30 deste mez, caso contrario sorio as
cootas ertregues ao cobrador. Recife 16 de ja
neiro de 1871 ____________________
Pr ra andar coro am menino de
aono e mel e lavar e engom
mar para mesmo menino : na rna Nova n. 4.
Homero perdeu-sa desde o :irco dus cavalli-
nbos al a estacio do can inr.o de f- m de Olinda
urna pnleeira da mosaieo, com cinco roedalhoes,
tendo de un lado escripto amiaad-) o do outro
settf retratos de familia : mea> o entrogar ao Dr.
} rna 4o BomUm, oa nosta cidade ero casa do Ba-
rio de GnararSpes. sera generosamente recoro-
pensado.
Na oolte de 19 para 20 flo corrate vindo da
casa do cnsul in_lez u Dr. eofermetro do hospital
da mesma na;_o, no lagar Eccrazilhada de Rellem
evadi-se da mo do dito doator um cavallo cas-
tanrio escuro com aetia e frea : quem tiver aeha-
da dito cav lio quMra leva-h na padaria bespa-
nboiaem Santo Amaro das $ timas, quesera ge-
nerosaroeato graUGeado.
Rua do Imperador n. 32.
recisa-se de nmbom cosinbeiro e um nio.-
COZIMiLIKO
Arada se precisa de um bom cozioheiro, y
fre-se brisileiro ou portugaez, e paga-se mm
i tratar era S. Jos do Hangainbo, ante> da ir-
a, sitio n. 1
Armazem de mate-
riaes.
Fi ara da Concordia D, i
Os senhores donos e empreiteiro-j H oirs en-
contrario sempre nesle armazem todo necess?.rio
para qnalquer censtruc^io, como seja sal braa-
:a e preta, Hjollos gross.se de li-drhos, telha, ci-
mento, areu e urna grande q'iactidade de :;ia-
leiras de 22 a 65 palmos de :>xprimtclo.
travejamento etc. ele.
Oatro siro, encarrega-se o proonelario do dito
trmazem da qnalquer foroecimemo de raateriaes
ine a obra necessitar, para o qae lem canoas,
toda posto na obra,
Precisare de ama mv
Iber portuguez i, inte
geote e Qo bon. co...
roes, para tomar conla o
interior do una easa o
pequea familia : Sin
-e roa Bella n. 37. sobrado de dons azulares.
AMA
MOFINA
Hoga-se ao lllm. Sr. Ignacio V.etra de Melle,
.'rvao na cidade de Naxaretn desta provincia,
favor de vir a rua do Imperador n. 18 a < oa, r*.
aqoelle negocio que V. S. se comprometteB r-
<"-r. pela tercera chamada deste jornal, em ft
je d:embro prximo passado, e dep.-i:. para .>.
neiro, passou 1 fevereiro e abril, e ua la campr.
s por este motivo de novo chamado para di.
i earrocas, podendo ajustar ludo posto na_oora,, a ^ y s. S3 dove |embrar que este Uf*-
por menos e melbor que cairo qnahuer, po e qa8-30 0 ^^5
'.ambaro tem ciaras.
i
jia- OEi
r
j
O sacerdeie que quizer oecupar t) logar de
coadjuitor na freguaiia de Alag^a de Baixo, ten-
do, alera da coogrot mais Wlos 0^ reditr-r. da
matriz, pelo lOMpo id doc; onnos, pU ti alar
nesta capital cem o Rvd secreurio do bispado,
on com o vigano era snaa parochi.___.___t___>
-Precisa-se da orna ama pa-
ra cozinbar fl comprar, eado
de \:.\ tindacta : e rua da

Caixeiro
OlTerccese am menino de idade do I a 14 to-
nos para caixeiro de alguma bja de rateadas, oo
mudezas ; o qual dar fiador le Sua conduela.
no caso que exija : nesia typo/raphia se tar 1a-
forraaces necessarias
a- k mm
Dr. na faculdade de medicina Se Ma-
drid, da Universidad^ central e em se
cias natnraes, cathedratico soprsan
rario da faeuldade de melicins, a*
dao do numero da ac>d;mj real d-
diciua, medico honorario dos Srs. do .
de Moupentier, ex-cirorgiSo do eorpo de
sanidade militar da Repblica Argntica
e socio da Emalaglo e fomento Savilcatn
e do Imperio do Brasil approvado na
corte,
Oilerece ao publico sen* conliscimcn-
tos mdicos ; tendo espeillsta em par
I tos, syphilis e operares ? cirurgia
S roaior. ,_
Na rua do Barao di Viftloria (aniic
roa Nova) n. 50, andar.
Presta-se a consulias das 10 as 11 no-
m rs da noanhs 1 e das 2 as J da tarde.
tnmmmmm mm
Precisa-se d'uma ama
rava a forran jae uosinh,
'orapre e !iago;>)'J, caa de
ponca familia, raa de S. Francisjo n. 54.
,^, ., Precisa-so >le nma, para
%_-. wl^N _\ uafS de ponca jnilia o*Uan-
~k; \tt-V ~Kl i;oir : a rua do Camba Oo
_ rio n, 19 l* anlor.
annos,
fihc se acbava no es nesta cidade
Advogaos
ML Kranklin Tavora e Gmto'A Branco
0 35-Rua do Imperador33
Aos pretendvutes.
Fat-AO ntgocio coro a loja,da rua Nova n. .
arsn'indo-se o arrandamento : a tratar z.
TlgaUm. ________________ .____________
Precisa-se de ama ama livre on escrava p*:.
nma casa de familia : na rua di> Marqn<>t do lid.
1 val (amiga raa da Concordi) unto nma paSar-.
Nao se declara o numero, por qae a raa ua-.
! numerario.
_
Attenqo
0 abaixo assigoado partecipa ao publico e .
quem iateressar possa ; que nesta data compro -
1 a taberna, cita em Gamelleira, do Sr. Antonio u\
Suva PorteJIa, livre e desembarazada ; portan
*e a'gnera julgar-se prejadicado qneira, 00 pr
de ':\:>. dias, reslaroar sobre tal venda.
Gamelleira 20 de Janeiro de 1872.
Manoel do Nascimento Carlos Vicia;
Wl&V
03-
Frecisa-se
i urna Uiilia capaz, qne tome ontt d;. roopa :
um bomem para a mindar lavar de var .'Ha e ta-
goxruar oom toda a iwrfeicjao e asele : Sirrja-f
i raa Bella u 37, sbralo de doos andares.
Aluga-se urna casa terrea na rna 1o H<-sp -
ci cora ciiraoindos para nma granle lamilla : .
tratir na ilfsadega cum l. C Reg \';ik_c,a, -. *
era O'ln'Ja em casa do Sr. Antonio Raaos.
s
J
{
- ,
I



*

V
.t-i
Dao dt Pefnamimoo Quarta eira 24 de Janeiro d 1872

K
*

\
>?
.*

+
M i DO BRUM N. 52
(Paseando o chafariz)
Anuuucia aos senhores, de engenhos que por falta d'agua
ou niortes de animaes nao possam tirar suas safras, que est
prompto a assentar vapores dentro em 8 dias do pedido applican-
do elles as moendas ja existentes.
Tem em deposito variado sortiraento de preparos
MOTORES PARA DESCARGAR aLGDaO
/A vapor, agua ou animaes
inclusve alguns que nao precisara de obra alguma de car apia
pelo que podem fuaccionar logo que cheguem ao lugar.
FORMAS PARA ASSUCAR
Aqrtellcspropiietarios quequizerem formas podem desde
j fazer sitias entommendas, pois a casatm em viagem e car-
regando iiumero suficiente para suprir atodosquantos queiram
f MACHlillSMOS DIVERSOS
nesta fbrica ha deposito de todos os i achinismos empregados
incia, e acceita-se encommendas para fazer vir qual-
na pro
quer
muchinismo a vontade do oh t<
attestam o
0 JAYME
recoBh8cDdo a necessidade de qae se resenta esta bella cid^de de am estabelectraento
onde o respeiUvel publico, e com eapecialidade o bello sexo encontrasse, sera perca
de lempo, os adornos precisos para om elegante perneado, motan montar ama loja as
condices exigida, ra Dnqne de Caxias n. 30 (ontr'ora Cruzes).
A maoeira por que o JAYME entendeu preparar am estabelecimento de tal genero,
a prova segura d qoe nao s o rico mas tambem o pobre, pode, sem detrimento,
gozar das alternativas da moda.
As segointes tabellas que offerc? a aprciago de todos, S3garamc3te
qnanto acaba de expender.
Tabella de presos por compra
Coques da ultima moda 10??, 2&, 155,
304. 25,5 e3O0OOO.................\
Cacbepaines de cabellos naturalmente eres
pos m, m, isa.m 25*000....
Cresctntes 81, t6, 12(5, 150 e 200000. [Alm de muio resumidos os prrftt de taes
Trancas ondulo 105. 150, 20 e 250000. Wjectos, ter o comprador 10 % de des-
Encbimentos para Iu..-'j 3)5, 40, 35 cuento em ci a maior de 205000.
6,5000...........................
Cadeias para re!*;- >s 30, 50 e 60000.
Braceletes BJ, AS. 8i e I0OOO.......
Trancas para ..u-s i 500 is............'
T bella de presos p>r alaguis
Um erque...................... 20OCO
Um cacnepaine...-.............. 20000
Um crescente.................. 10000
Urna tranca oodol...... ...... 10000
Um topoi diadema fris ......... 1>000
m par de enchimentos.......... 1 #010
Pentea^ -, *o coques i 0500.
Venteados de cachepaines 10000.
Penteados de senboras 30000 (na cidade).
Varau/im(i sortimento de perfumaras Qaas e < bjectos Je g-jo, recebaos irec-
IMMDta por todorf os piquetes da Europa.
Na roa pstreita do Rosario a. 35, primairo o
lir, cooiioua-sa a fenecer almogq e jaotar para
ora, com asseio e proropli lao, sendo para tres oo
laatro pessoas reunidas a 30f por pessoa, e sen'
lo para urna pur 40 j, mandando re levar em
,asa dos asignantes a horas que os meamos de
erminarem.
BaiX'i de capim
Arrendare, no aitio da eticada de Jola de Bar-
ros o. II._______________________________
SaMoca se o irrendamento du predio a roa
lo Mrquez de Olinda d. 23, eonsislndo em um
rasto pavimento terreo com os fondos para a
oa da Cacimba, com cbagaono ceotro sendo lam-
iera muito espinoso o andar, o qual tem sabida
ndependentej p. d en do ser pelo arrrmzem, pro-
orio para am grande negocio por atacado, por
er o lagar o melhor possivel : tratar com Ao-
;onio Jos Rodrigues de Sonza na thetouraria das
ntoria. >na do Crespo n. .
rrect.-a-se de um escravo de meta idade para
tratar de om peqaeno sitio : i tratar a ra Pri-
roeiro de marco n. 8.___________
Precisa-se de um eaixeiro que tenha algu-
ma pratica de taberna, oa luesmo sea oenhama,
de 15 a 16 annos de idade : na roa do Mondejo
n. 97,______________________________
Quem precisar de urna ama de boa lohdoc-
ta e que cozmha perfectamente, sendo para casa
de h >mera solteiro, oa at tres pessoas, t/de pro-
curar no principio da ra Imperial, casa terrea
nomero i..
C0MPANH1A
SANTA TIHZ.4
Desejando a eompanbia Santa Thereza bem ser-
vir s pessoas que oa ci-inde de Olioda qaizerern
ter em snas casas agua e lux, lem eocarregado o
Sr. W. Cbapman da respectiva caaalisaclo, nao
- para a- casas particulares como para os esta-
bcleoimeiilus pblicos.
As pessoas que pretenderen) taes melhorameo-
tos tenliam a bondade de eoteoder-se com o mes.-
ino senbor, roa do Imperador n. Vi, ou oa ci-
dade de Olinda,
O Sr. Chapman acba-se babilitado nao s com
o material para canallsagao, mas tambem com to-
dos os objecios necessarios como registros, aran-
de'ras, !'l 't;, globos ect, qae a compaohia man-
dou vir directamente d Enropa, e seTd-vejidj=J
dos pelo casto ao intuito de facilitar a todos sua
a^quiiicao, porqoanto a comoanbia liga todo o
sen ioteresse ao consumo daquelles elementos to
necessarios vida e nao veida dos referidos
objectos.
Pernamrjtico, 15 de Janeiro de 187J.
O gerente,
Justino Jos de Soma Campos.
En^ommadeira.
Precisa-se de ama ama para lavar e eogom-
mar : oa ra Duque de Caxias n 50, 1* andar.
SOCIEDADE
COR.-. LIV,. E POP.-.
Previ oe se em tempo, a qaem pretender com-
prar a Angosto Jos Teixeira, a obra de decora-
cao, ezlslsnte em o terceiro andar ra do Livra-
mento des la cidade n. 25, que dita obra perlence
Soe.-. Cor.-. Liv.\ e Pop/, de que foi socio dito
Auguio, Como geralraente sabido e se della es-
t ce poma ro por ter silo o carapina que rece-
beu 2:680*000 qu em dita obra eslo emprega-
dos para t-xecucao della.
Ama emgotaiQ;ideira
Precisa se na ra do Hospicio o. 39, para casa
de piuca familia.
mi
Veaa-se a W
de Caflts a. 30,
, Xjetura Haglwa de Desnous.
Caixaa tranaet a 5*OD0 rs.: vende-se a roa
Daqu i Caxiis n. 30, ontr'ora Crazes.
Agua lentricia do Dr. Perre.
Vende-se i raa Ooqoe de Caxias o. 30, ontr'o-
ra CroiM.
Superfino reme de Jayme
Garanta dos cabellos.
UOOO rs. o frasco : roa Duque
outr'ora Ctnzes.
^fos senhores acadmicos
Nesta tjrpograpbla se dir qaem tem para ven-
der por mdicos preces a obras seguintes, todas
qoasi novas:
Revolotioa francaise, por Villaam.
Histoire de diz ans, por Lois Blaneb.
Autran, compendio de E. P.
dem, tratado de E. P.
Ventora, Poavoir pnblic.
Vatl, Drolt de Gens.
Droit Natarel.
Kluber, i lem des Gens.
J. B. Say, :conooiia poltica.
Pereira do Reg, compendio de D. Adm.
BtiTO
Cambraia transparentes muito fioa a 34 a peca:
na roa Primeiro de Marco n. 20, loja de faiendas
de Gailberme Carneiro da Cnnha & C
Depusito dt gaz
Em pequeas e grandes porcoes, marea Devoes,
i roa do Apollo n. 4, vendem Joao do Reg Lima
AC.
A reQnaco da ra de Santa Rila N. 83
vende assucar refinado lino de Ia sorte a
50120 a arroba, de 2 corta a 40480 e de
3a sorte a 30840 par 15 kilos.
imeiito o verMeiro Por-
tland.
Vende Jao
barato preco :
faodega n. 5.
Ignacio da Costa, em barris por
no armazem da Escadioba da Al-
.No escriptorio de Vicente Perreira da Costa
junto ao arco da ConcM Caixas com vidros de grossora dupla i5; 13,
14|14, 17|15, 19)14 e 23.15 : camas de ferro com
estrado 4e oalbioba e 5 palmos de largara, de
gosto moderno, bmtotios de ferro com espelho,
baldes e regadores.______________________'
Aos senhores de engeaho e a
seas rerrespoadeates.
Encerados de lona ioglezes para cargas, mais
baratos qae em oatra quatqaer parte : na ra
Duque de Caxias o. 51._______________
BOTICA
Vende-se a botica da ra de
Dias n. 88 : a tratar na mesma.
Marcilio
Pereira da Cauha
Ihnaos/
Ra da Cadeia do Recie n. 21
VENDEM :
Putassa da Russia. .
Cemento Purtlaod.
Ama'raz
Pixe da Soeeia.
Alcatrao diio.
Zinco em lolba, para latoeiro.
Esleirs da India, brancas e de xadrez.
Agua Florida (legitima).
Cadeiras amencias.
Bezerros de lustre.
Cognac.
Enxofre.
A I
Vende-se sr.patos de tranca, obra multo boa,
palo diminuto prec/) de liiOO : na ra do Mar-
qaez de Olinda, anliga da Cadeia n. 50, loja de
miudezas. ____________^^__^^
.1.1
O Bazar Victoria acaba de r-ceber um comple-
to sortimento de enf.iies, de roupa de mascaras,
como sejam, franjas donradas de diveisas largu-
ras, lentojoulas, borboleta?, moscas, estrellas e
oulros muius ibjeclos douradoj e pilleados, ca-
belleiras brancas, brincos para stnbora e com
mollas para bouiem, os de perolas, rappcet^s
Cbicard, e ca cas de meia de algodo e d seda.
Todos estes arligos sao do mais apurado gotto e
da ultima moda em Franga. e grande onvidade
nesta-cidade, oude os amadores do ornaval p< de-
rao encontrar com lacilidaiie o ijce for necessa
rio pata se apresenlarem elegantemeole no carna-
val no
Bazar Victoria
Ra do Ha ro da Victoria a. 8
LOJA DE
AMORAL. NAMJCQ A C.
BORRACHA
PARA
LIMAS
melhor e mais ba*ats.
Vemf e se
Na ra larga do Rosario n. 34.
LOPES MACHA
COMPRAS.
= Comp/j-e uina casa terrea qae seja boa e
lenha peb meo 4 quartos e bem quintal, oas
freguezias Ja B<->a-Vista e Saoio Antonio : trata-
se no anr>azm da roa do Imperad ir o. 16.
Compra-.-e ama casa ierre nova ou pel
menos em oom es'ado, que renda mensalmenie
pelo menos WOOO : quem a tiver e qoiltr ven-
der, dirija-.-" a roa Duque de Caxias o. 43._____
Uompr -se
Urna taberna propria para principiante : na ra
das Cinco Ponas n. 148 se dir quem i.


i:,.--.
t M'tr da Boa vista r>.
intbecfio
aa ra
ude publica. Vende-se onicanien'e
do Baranda Victoria a.-35.
e s
\
f+k, .. :ure! "-; p|g'eir(.
'V? .r,- i ..sioii-'O Jj jomarea .ieJUo-
@, 'e- ... va nos .i'iditorlos drta termo
_' de luidla, Floris e i- Bella, per-
/bjv tenientes a mesma eomarca,
W Qaea uier nlJaar-se da sen^ ser-
ti*. vijos, pode mandar suas orden? por
^fg} intermedio de sons irmoa,
Cruzes n. 44.
: Esta' decidido
S elle MM]
oa roa
VENDAS.
Vende se metade da um s- tirado de tres anda-
res en .imadas primeiras mas desta <:jdade : a
tratar na ra da Imperatriz, taberna n. 'i.______
O 1 uovissim i Lisboa
Aaba tle ctiegar na bars tonirt Bwgei : ven-
de Joaqoui Jos Piamos & ruadoBom Jezus n.
8. 1 andar, i

garatea
Joaquim Jos Gon^al-
ves Beltrao
hr2 'o ^ommercio c. 5, i aiidar.
Sa-xa por todos os paquetes sobre o
tonco do Micho, era Braga, e fbre se-
ugaresdePortogal.
Aa ara a'.e.
Arcos deVdldeVe.
Barcellos.
Beja.
Chaves.
Coimbra.
Covilb.
Faro.
Goarda.
JLamego.
Li?ba.
Wirandeil.
Monillo. _,
J'oole Pono.
T^vira.
VajpMiali
Vianna do Casteilo.
Villa de Conde.
Villa Nova de Faraalici'
Vtila Nova da Por:iaio.
Villa Pea-.
Viztu.
Valenca.
?igaera.
Penafiel.
Regoa.
Souidade Emancipori
&e ardem fo Sr. presienta dejta >DCifdadj e
jZ publico jae quipU feira i' do Jttftow as 6
mras la urde aavra nanio d direccri no
.lio do Clui Prcambocaiw.
e-jreura -i. Socioiade Eaaocipudiira, 20 de
Janeiro i* lffi
AJ-jlpho Lauiti..i MiB,
1. secretario.
Quem ? o Canpos :om ir ".
Na ras do Imperador}
Numero usas attraidor,
Viut'- e oilj I
Veudeos melhores biscoito*,
Arroz imito especial,
Como jamis se vio igual
Queijo louru, '
Da ludij cha o mai- oo.
Quijos latni.ogos mu li ,
Alera dis lo boas oras,
Bora loosina .
Do Porto o mais fino v nho.
Presaotos, lombos, -cionr: .
A par das boas salchichas
Fioo leile !
De Portugal o azeite,
'amaroes mni saborosos,
E o nao meos deleitosos,
Doto e.'ii !j'. t
Iuglezas novas batata-,
Bacalbo superior,
De requintado sabor,
O cbocoia' '.
Boa massa de tomate.
Caf, maoieiga, feijo,
Para ipa o macarra j
E estreilibbas !
Fos aroaixas em Miabas,
Passas, dgos e licores
De apurados sabores,
As coostrve: !
Go:.>sa3 azoitonas d'Elvas,
Siimon, doce de caj,
Massa fina de sag
E aletria !
Por lodos, a prixazia,
Js Unguat foram dadi:,
E as ta.) preconisadas
Celis I
Do Bass a sublime idea :
Em barril cerv.]* coa !
Das -..r :,nh;i.> a fama vea
E lo salame !
F' nstural qae se ame,
Do Ca.jipes o armaien,
Vieio j--j o elle lem
Finos charutos!
Os arVmades a vetastos,
Vbo 3 rdeaM e Mad-ira
Nao es |uecend) o Flguira,
E ai arla !
m (rasos "mil lina. (nielas .
E pira rpw -e veja al,
' (Joe dsr mas saja nS-> j"f
Vni lio Jar '
i Promatiei Jdsi j.
I 6 voader hini qjnjo pr
: K la4o foi oiniw uario
A -diohen-l
Note bem. Ef a4tfD*trq
DOS gCil'ru O ;>..: r .
E qc?m rito Veuln ver !
Attenpo.
Vende--e coxeira do paleo dr) ParaJio. c. 10
a tratar n;i me.-ma.__________________'
Verde CiVome.
Ven.le se era barris de
Mrquez de Olinda n. 40.
4 arrobas: oa nt do


PECHINCHA




AMA DE LETE
de una ama de !*it
nemea paaf, t n
J. H, lcmr.

Pre:iM-se de una ama fle Wte, quem
,* prcmeue yener^a j/f, ri lEitrefta
Ido Rui?rj d
Lcn^o ilc es^aio a 3,t a duzla
Cb?g-,u loja do Papagaio orna grande porejio
do lencos de esgao ja abainhados, e vende-se
por 3^00 rs. a duzia para acabar, s i o Papagaio
oa roa da Imperatrii n. 40.
Hamburgos com 30
varas
A loja do Pafiagaio aca6a de reeoer ama pe-
quea porcJo de hambargos com JO viras cada
ama pcc,a,'que vende pelo diminuta pre^o de I2,
sao proprros psra lencas, toaibas ele. e mais
barato que algodees : oa roa da Imperatriz o, iO,
A 320 rs. o covado
A pacis de :i de furia corea, ropiia pata
vesUdoa, e para roopwtJa' ie roninos por este
prr c i s na loja d i Ppataio, raa da .'nperatriz
n. iO.

CtMENIO
Verdadeiro, vende Joao Ignacio da Costa, em
sen armazem raa d > Amonto n. 39, rjaa o preco
coi!, i la.
Na pra Boa-Vista e na botica do f.r u-^iro vea
de-se sopetior bo ra;ha muo fina pira ri-
ma* a tres mil ris .i libra.
Grosdeople preto
a 300 rs. p l^WK) : na loja ds seis porras erb
frente do L'vramenlo ; dio se amostra..
Pechiucha mi loja do Pavao
POR CAUZA DO INCENDIO
F, Pereira da Silva, tem urgente necessi-
dade de liquidar remitas fazendas de 13a, li-
nbo, seda e alg ola que Ibe licaram m; is
ou menos estragadas por occasiSo do in-
cendio que se du nos dous estabelecimen-
tos contiguos ao eu.
Pecas de algod5<>sinbo a 35000 e 4)5000
Ditas de madapolSo a 4i5, 44500 e 54.
Ditas entestado com 12 jardas a 2500
e U.
Ditas frincez muito fino com 20 vares a
90,00.
\lgo no largo tramado para lentes a
800 e 10.
Bramante de linbo superior com 10 pal-!
mos de larga'a a 16 o metro.
)ito de algodo com a mesma largara a
i5C0( o metro.
Pecas de cambraia transparente com 8
1,2 vara e urna vara de largura a 34500 e
44000.
Ditas Victoria com a mesma medida a
30iOte 44-
Ditas de cambraia de salpicos com 8 1)2
varas a 50.
Ditas de dita adamascadas para vestidos
com 8 1|2 varas a 40.
Ditas com bordados 4* dcres a mesma
medida a 44500.
Cortes de organdy branco e de cor com
7*112 varas a *#.
Ditos de cassa de ar com 7 varas a
24500.
Pegas de organdy branco para vestidos
tendo 8 I \i varas a 39500.
Grande sortimento de chitas escaras a
240 e 280 ris o covado.
Cortinados para carne e janellas o par a
70, 80, 104.
Saias de_um so panno com pregas a
24*00.
lomeiras pretas de cro:b a 40 e 60.
Toalbas grandes de fusto para mesa de
jantar a 3.5O0 e 60.
Cobertas de fustSo para a cama a 3#5C0.
Grande sortimento de casaquinbos ou
basquinas modernos de seto e croch, rica
mente enfeiados para diferentes presos.
Gorgarao de cor para vestido a 340 o
covado.
Bareges transparente a 310.
Ditos ditos a 160,
Dozias de toalhas para mo a 60 e H-
Carnizas fraocezas para bomem a 10600
e 20 "00.
Coletea de meia cazcmna e biim a
10500.
Calcas de brim branco de inho a 20 30.
Palitnts de alpaca preta de4 salpico a 20.
Dit. s sobrecasacos de brim a 20.
Ditos de cazemira de cor a -40300.
Panno preto com 6 palmos de largara a
l-)6t.O o covado.
Cassas preta lisas a 120 ris a vara.
Chita preta lisa a 100 ris o covado.
Chales pretos adamascados a 1:600.
Ditos de brege de rr a 10.
Ganga ranceza a 320 o covado.
Duzas de lencos brancos 10600.
. Puohos com gulliubas de cambraia ta?; ia
n transparente a 10400.
Corpiuboa de carabiaia branca e de cor
a2c>000.
Sdias de 13a com barra de cor a 30, 0,
50000. e outrosmottos aitgjs qae seria
infadoah-j mencionar o que se liquida muito
barato na loja do Pavao raa da Imperatriz
d. 60.
Multa J d ; d^sconbecido qoe eiisKM i roa
do Duqu de Caxias n 45, a toja n mio-
dezas denominada MAG.vOIJA, este elegante
estabelecimrrio prtitrule adquirir um gran-
de numero d apreciadores, v,^to qoe ter
senif.re o que de meltior lio'.vtr no mer-
cado e importar (como j o tem feto) por
coota propria, o que honver de mais chi-
que na \ellia Eorep, nde a MAGNOLIA
tem habfis c.jcrtsp.>ndeiiies, e p*ri pr.v*
do qoe ha expendido a MAGNOLIA convida
a Odo peralattriie e c m especiaMdade o
bello sexo a visituem-na, ifim de apreciar
a suptrLiida-ie da. sens objectos e comino-
dib'des de prefur.
A MAGNOLIA, nio pretende lrnar-ff
m^ssanie, limitase por ou a menci' nar
poneos artigos deixst'dt) os dewais para se-
rem viste:- p. lis concurrnles.
Bullios fnxovats para baptisados.
Ricas ainofidas bordadas pan m.
P rf m is, feos e Iwnhas dos riielbo-
res e mais conhecidos (breantes.
Sapatoa l'orda'tos prn laUgatca.
Ricos objectos para presente1*.
Chapeos de veiodo e palha d'iuiia, mo-
dernos e de gosto.
'iravattohas muito boaiUa para senhora,
e tacos para cantea e peilo (novi^ade.)
Ai tic .- de pbantasia e proprias para toi-
lette.
Poohos e. goliii'.h-s bordados.
Cam>sinh*s h riladas para senhora.
Ricos diademas
Le geoer. s su; Htorea
Todos estes artigos ferio v>r-d dos romo
os demais por prec s rasoavrtt, ca MAG-
NOLIA toa d ; Duque de Caiiaa n. 45.
Hua d
AO ARMAZEM
Bario H 7.0tttr,'r:nwIo'-II.
Acaba de clugar novos soriinifcn'cs
-Calqado franca
l{-tins<: pira h'imn, b >ai lipxtrrn r-'l
JSZ.
I '.
e-3
Travessa do Corpo
Santo n. 25.
Veode-amachina? a vapores locomoveis t,- r r-
C& de 2, 3, 4 e G avahes e ?eus perleoces, pedral
de moer milco, arelos para carro para dous ca-
ballos com retranca.
'I
A verdadeira ctrveja da Bavu-ra, marca ban-
deira, de superior qualidade, veodeno Tasso Ira os
& C, armaiem da ra do A noria n. 37.
Rap de Lisboa
davio vquna tiumo, dur(,uc com biciaira
verniz, pe ica com bi^ueira >le vern'?. blMrf<
peilica ci>m ilboej e Cjm b ;iow, laniu, d-- .:.'.
cantes Suier cuino ? dale.
Botas rasaiaoas, metal b't.is, prrnfr.s e m.v
pToeiras para naonlaria,
Sapati s de v.-qu.Ma >5e vrroii cot s-:la do ms
deira, proprios pora os sin--.-, artilla o baolto4,
tanto par* M=iih' ra enmo pata buomn.
Sapatos de borracha para hornera.
Botinas p abolise! 'lo moilaa i|a'
  • eos p^ra meninas e cunioos.
    Sapatos de verniz, charla!, caicroira, lar"'."
    avelludados e de traoea, franz.-s e potogoese*..
    Perfumaras
    Finos extraetoa, banha, eoaflNtleop, ofw, nfia-
    ;as, e poses dentifrice* ;gna de Ooraa (J>larana.
    agua de dlogne, .iivin.>, Honda, t>';.DJe. C
    teiltt, Untura para brba e cabello, |s d arro:
    sabonetes. n.nt artigo delicados, com fr*<
    quinhos do extractos, ludo de prime :a rrcab-
    dade doj n-m eaibecldo! rabrtValn, hvir t Coc
    dray.
    Muscaras
    para o cornaval ehc-gao urna gratule (altara i
    iodo sortimento laito de .'.-issa, toaki te raia<
    de sedae de c4ra, para "eHer-O biralo en da-
    as e a rc'iifio.
    Qaiaqailharias
    DE
    Saperior qualidnde
    Vende-se na pr?(;.a da independencia n. l't a 30,
    em botes de libra e meia libra, par nreco cera-
    modo.
    LM.V
    PARA
    Eucher limas
    A melhorr e mais i, aa*
    VENDE-SE
    Na rua larga do Rosari) o. "?i,
    Botica.
    Finos artigos ti^ !'.u..-, da diiTerrntes
    ph>ntaia. cerno sfjam "goBlei:
    Leqoes par.i r.rwras e ncirna*.
    Lavas da > Uza c ^le I-? du E- ;< i .
    Epelhos d.Berente-, jara rala
    Vidro< avj so* para espelhos.
    ua.x. lij- de eo; tura croada ci m a usi>*
    A'buj* e iaasttah'9 paro rtiraf'.
    Diversa I ra J urr '" ''.
    Cbrrenie* d :-: :: pira r'ogi >
    Bolombas e. ;-'r-< ** seda e I roHu I .
    Di ver f 03 jbjeci :o phaoU: i cari loi!
    Ptneraez, ::' s beogalla- '- !i s
    Chicotes i ; d -; ia. w-ux > i i
    Pjolfiras 11| i
    Ecovas p.,' : .'. !i ; '. :.'; e
    Prnt S d-3 uiarfi: u;'o ii ',,<'>i
    Di!js diiTerauft i>'r: .-.b' l-j c hara.
    Carfc ras p*ra r t c par V r" :-
    ---------3=----z------j------"il--------TirlMata, b v.- a -i-'.-i i". '' ..t
    Aos eiudau(e de pbllosopbla Gliol d .
    que teciu ilu toier c\atne em; v,-r..,.. -. -\-,v i.ii?.
    UBai*CO. I Abat-joor nnsprenle liara tanlieii
    Addeodo i phi!o-.?ph:a A. Charma, r.a r'VM'''"'' j: 3;,r i:i-'' '''' -'" :' '
    lgica do seu compendio. Inii-perj>avel acs tsiu- *'.ra" ''' m ''-"' '' ar* hx* -u:
    dantes desta tiMiplioa qoe van bier ex^rw. V-n-1 Bi"1'li; < -
    1
    lase por i i ris, na vmia
    Srs Nogaeira & lledeiros.
    C !! MiM* .uf,
    fraocew. e ua dos! Esumpa* dt -.':'--. rtdw e chaolaua.
    RAPE
    A ioja da praca di lndepenleocia n. o, c.egon
    nova remessa co rauit ace.liaio rap gaase
    grosso, rlno, anarelhoho, rolio t/arjcei, prin^ea
    da Babia, prineeia da Lisboa, Piulo Cerdelro com
    raum e viajad.' e Roeba ; venda M eo libras a a
    relalho.
    A-naral, Saturo & C. avisam'ao5 seas ."r i*'
    e aoigos de toysnua. Es-uda, Va, aareth,
    OliDda, Gaxaoja. tair.licm aos da Caj "orle e
    Apipaco, que r>"ab->ra uargranie e v.iriadls-
    slmo sorllineiit.) o.- tuaf-araa de fapelo. -.era e
    rame, braoca-. pr tas e jaula*!?, ks rauis asQue
    sitas que t^m vm-J.) w m-aa, para tionenj.
    malsere t meninos, e od-eo por' borato pKfli,
    qwr em porci'-., .-ht a r6;!*J ; s.
    ra, ns di Q^rio la V:?* r{s i ?
    CIMENTO
    VeuJe-se o verdadera ciroentD PortlaaJ, ehe-
    gado ltimamente de Moars na raa do -mo-
    rir o. 8 e jO, armazem de Mjgalhies A Irra5'-a
    >--------------------------vi____________. -
    No Bnar ViqlSia eoder?e metas de 15 de
    core, para seuhonaa borneas e ',> seda earuie-
    sin e preta para padrea camisas de aa poiuo'd*
    oa
    BMia a seraula de flanela, no 3ar Vi "tr-ria, ru
    *o,Brio da Timtie 2 de Arr*?1. rv-.'vo.-
    & n-
    PTA 08SA
    Da Hussia, nova o de boa qnalidade : vendem
    Pereira da Cunta Irmis : raa do Jfarquez de
    Olinda p. il.____________________________
    VENDES
    Um g;'3ude sitio na travess ia lirada dos Be-
    medios, cem urna grande ca*a de vivenda pro-
    pria para numerosa familia, est pro b m estado,
    lem urna raagnifio sapalta com todos os seos
    perteoces, mais dous ptqoena- ca=as no roesmi
    sitio proprias p^ra leiiores e escravo?. O sitio
    todo murado, est bein plaalo, copien grande
    uaotilade de ir vares iu-iiferas, e um etctl-
    leole -Tivrtro e un bem purto da tratar na roa do Baria da Victoria, anga roa
    Nova, na hvraria Industrial.
    , Eslerics'q.- e -'.i f. i n c "i ncas *i#'a
    Oniecios oe mag!s pra sutrelfaiae"
    Micliinas d; dui rentes sy*tem.> rara Berqol d 'llr?' fTi *laf .'pan^..-;
    Ceslinh para lUaabaai 'le eeola.
    Jugos, da iama. doaUw. bagaUbi e da ;: ra
    Gampanhi?.-! d- m>lM |.-*ra ekSBar :rijj *
    Realejo, accrdnc-, vidros avnUM para ar
    moramas e outres muitos artigos djijuu.,-
    Iharias diffleais. de roenciouar.
    Brinqaedos
    l'aia rtiaoas,
    O ouioi
    no de b
    da Baropa para riitre!niaiei.lo dV'S msninos
    Preijos.
    Em virlii.H it novas orJens dos fibrieaBU',
    vende-se todo presos oar.iiissimos : no ara>-
    tem d> vapor (raocir, roa do Bario da Victo-
    ria, outr'ra ru Nova no mero 7.___________
    OhirC lato Meaier.
    Vaade*so .'* .o !;Ue Menier Je sauda
    do Mamnez do '.liada n. iO.
    .rtimento qoe se pie Jeseiar de t .
    sorte de brioqnedos faoricdos pin djvrrtca pa
    na n..
    SaMs-M oa rua di B>ria a Victoria, ootr'ofi
    roa Noa u. a', um piano en p>-ue> uo.
    Um bom egenho
    Vende-se o engfnho Pasas sito em Agua-Prcta,
    demarado e cercado do rallados n:> londo com
    agua'siiHijiente. beta obrady i com properces
    pan ssffr.'iar de 8 a i,t0 p3es : "s prelendeotes
    qoeiram Jirlgir-J? a- dito eognobo que enc.-ntra-
    rao 'orf, ;uem traUr.
    ilmau-ick da prou cia para
    18T2
    Na !ivrsri> AiSadeniea e [n^ur|.
    X Tope peicoral James
    Considerado com-) especi^o contra as bron-
    chites, tanto agndas como ebronicas, tosses rtbtides, toses conolsas e as>htuaticaa, dr
    de peito, escarros de singue e contra laaas as ir-
    ritacops nrveas.
    DEPOSITO M PRBNAMBUCO
    p:i< \:.\a\ r>;: prautma A c.
    10Rua I trg fj Boan>-10 flanto ao qoartv
    de polica.)
    Livros ingleze
    s
    \taid w por Miarnaaa prefo, aa r" do Cota*
    ataree o. 9. rn tscbente jga de livrjs. coai-
    posto o .bario ra/S. _^__ ___ _____
    ' sempre assim!
    S3* ftippri.ires I
    );a poJi Vt-odor ire.-unah J-3 La0l(j3
    a 1J0 rs. a RbN -i BfcO r. n ;lg
    14a Rtftria o. Ojate a >ri>i-
    Novas publiiatjoes
    musioaes
    Acaba do .uLear-sa a lila polka p.r^ piit)
    esa
    compoai^o do maostro R^djlpho Mtlmi*. Asalia
    ao mesuio e>ubeiecnnento asaba Je cb>gar a lin-
    disima qnal'lihj
    Cbiarlail
    Delieali a est? ilustre srtlsta, pelo malodio'
    conipoMt.r ia Babia, o maestro-ARAGAO.
    AebanwA a vend, a roa Moa a. II, armarm
    do pian ,i rousieiji do Aiein.
    Velas to .-era tara bapiisadns
    0
    >a u'::iito i rueato ir.'). e c r. pira i:ai a t|1M
    irjo patead U*mmNi n. 3d.
    e mil.ir.-res, pr-r
    a libr

    I W1IUM 1
    I
    nH_l


    >

    Diaiifl de PernamDuc* Quaita feira 24 de Jan iro le 1872.
    ~ f
    +
    Primeiro introductor dos pocos tu-
    bulares da Abyssinia em Per-
    nambuco.
    Acaha-se de receber, a presos multo re-
    diizidos, nova remessa desses execellentes e ele-
    gantes p eos, cajas vantagens j bem conbecidas pe-
    la prometa e abundante quanlidade d'agna quedo,
    f zem-se recommendaveis aos Srs. empreiteiros de
    obras, para os estabelecimentos fabris, indostriaes e
    oti'ros, pella fcil collocacao e remoc3o, lanto dentro
    como fora dos edificios. Elles se prestara igual-
    mente nos qnartos e casas de banhos pela commo-
    didade do seu assentamento e poaco espago que oc-
    tupsm, e grande economa da despeza que se teria,
    p< lo encannamento e consumo, com a companbia de
    Beberibe.
    Estes poqos tambem substituem
    completamente as bombas dentro das
    cacimbas j feitas, distinguindo-se del-
    tas pela sua elegancia, solidez e quan-
    tidade dagua que fornecem,
    So se recebo o pagamento de-
    pois de collocados e que funecionem
    a contento dos compradores.
    Tara encommendas e mais esclare-
    cimentos trata-se na officlna de me.
    taes do"senhc r paulo jos da silva
    la
    freir, no largo da Concordia n. 7.
    LIUXDAC/LO DA CASA DO BOM-BASTOR
    0 d mo desta essa qnerendo rerar-se, fa?o saber qae qaem qoizer comprar a con
    tinuac>> de sen i egocio pode jpparecer. veode-se a dinheiro como tambem a prazo
    nnformo js gr.rarii ce I taoibem a luja coui a armaoSo, material, sem as mercadu-
    ras, Sendo l> a i -su'S < h a casa milito condecida, poie servir a qua'quer genero de ne-
    gocio garante 'i (on.ipniiatento d) pr.prietario do predio.
    Acii. .-e r:\'? tir.ii-o estabelerimento m norte desle imperio. .. "
    Grande so; neulo de o menlos e alfaias.
    M-m idom iii psiipp*t religiosas, santidades, va-Sacras, etc.
    Iildio Moni d- linduras douradas, enyeraisdos, prelas etc.
    dem v\--. ,' h miM, larapalajy est'Caes, serpentinas, arandelas, etc.
    r.,.^3 i :!" i iu ir.?u e praeaa. calix eambulas.
    1 tin^Si;" '^c*-'" V'i i-, i-.ald-rinhas. turibulse coras.
    I un irfnV-ta r-s.;i'ar!itores, handeiras etc., etc.
    M^m id"*;i :' imagen de madeira incarnadas e oratorios.
    dem ilein de banquetas, estantea, sacras, tronetos etc.
    dem id'ni t rosarioscruies e bunios, etc., etc.
    ld-.m dem de gaies, franja, onro fino c retroz etc.

    ffiDlirM

    i
    H!
    3 prop
    respoitavel pob
    tuerto de movei
    105 o -..-
    ' .
    nha'; -
    qua
    maro
    veste -i
    racOito
    raad, a
    taar03, tb
    pertence?, c;>
    mencionar p
    A DUQUE DE CAXIAS N. 29
    rtelaros deste grandes bem montado estabelecimento scientificam ao
    co d-fta nrovior.a qm ^ achara c^m um variada e completo sorti-
    i-. .:>.<. < mo fs!-an^eiro.*, sendo estes escoliados por um dos
    .Oi.il.itl! !
    :
    ,:. u> H.
    .,. O.'"- .i>
    f h.iti-'
    . V :i I
    O me?mo teca rnntractado com os melhores
    iii iis ricas mobilias feitas all.
    <: dcsta genero, e por isso pedem qus ve-
    'n !......r.io > rjalidade do queacabim de expr,
    i .--. i- j.-..,r.M '-i, rnognn, Tda, carvalbo, a-
    - ,a.i s... i.....it; '-ii iIt! a iicreil cora lampo d pedra, apa-
    ., pti io.i(sue.i w; 'i' y-ii azer a barba, toilettes de jaca-
    sdra, se'.;rcta"ia5 io jaoarand e mogno:ustureiras o ra bordar, berco?, lavatorios com espelbo, da pedra inarmore^e seus
    ij privadas, bids; etc., etc., e muitos ontros arligos que deixamos de
    temar enfadonbo
    tloi coriammoi proennr f.eiuJo ptri icreditir
    sus;.* rr;pr>dos, e diinmos que sa> F!ic5o e o
    NHlUJuiMMm pelspeoi(jae n dinrmicciu-
    ot. ibes dtea credile rogj ; porque tio fempre e
    ntittdo neidmdoi iritoiloe, delles qne lenta
    ao o cuirlelsniyL; oiei r,i querendo offender et pe-
    esqeerpouteneemenle noeoffereeerem.o qoe ibeiie
    o transcripta, os fazemn pnblicr fflanifMttndo-lhe
    (ratidlo pela at'tacao, esperando qie nham
    le eorroborar o toaeeit, e aeeeitsrao qat lem mere-
    tl aoisu xarope. *-f*TfMit C.
    rmiTin.
    Ulji. Srs. Bartboloaieo C. com a mai ibij
    JjiUCo qn decltro er o urope Americano de tma
    UBeacia esiraordinaria, pois que sofireodo ha da i*
    raltaii totse, i oontu de nao poder dormir a noite a
    *pnto ttcsiiio de medicamentos qoe lomava, a elle
    reeorri e na tercew calher fui alunado, e de todo me
    nao boje restabelecido eom o oso tmente de quati
    aeiorrMco: grato pois i !Se resultado manifest a
    ?, S. meu reconhecimento. De Vt. Si. amigo, te-
    Mador e obrigado. Manoel Antonio Viegas Jnior
    - Sua casa !W de abril de 1868.
    lilnn. Sr. Bartholomeo t C. Penhoradisaimocom
    .A'f.r que me Qztraai de tcoutlhar e so do xarope
    Vrgetal AmerieaBfl, de tas eomposicla, u4o U
    acheta bulante doeaU de ana constipacio, ie ae
    tornos completamente ronco e qne troaie ma fertf
    tose, e me imposaibiliton de emprir o un dTrf
    de cantor da emprea lyriea, too agradecer-lhea ec
    completo restabeeciment, qae obtire eem m to tw
    do meimo xarope, depoi de kaier recorrido aailer
    tratamento*. Detejarei que eitre* como rteoma
    o en urope para m Terem aliviado de lio termal
    iDcommodo, ti fatal iete paix. Com malor ceatlde-
    raclo eoDtindo a ser de T. Ss. atteate, renrader
    j .fi. ~ Ui* & Roeifo K i* MUakft
    de 1S68.
    Illms Srs Bartholome 4C -0 nropo Tejtal -t
    ricauo qae Vt. Si. teta eipo.to I Tesda de toda
    cacia para o cnratTo d'aatbma, eaaorire okserrji a.
    plicando-o a mea lilho Joaqiim, meiier de aaftft
    anao; Tietima d'esse flagelle, qne at til lo per mmm
    excedente a don* nnos karia resistido a oatro itroact
    de graode Borneada. Qneiram pois Vt. Ss. ikinUi
    txprettio altameal sincera de me recoihiciatia
    meritorio ernen qae Iba preitiram eom o indita*
    xarope, acrediiincbme para tempre dt St crioeak
    atleoto e obrigado. Amrica Ntlo de UttittuT-
    P.cf 3 de atibr e 1861. ~ffc
    AOS PADRES
    OLEO PURO 1>E FGADO DE BACALHAO
    DA|
    DE i A Nova K?Pe"nc~ rar Doqi7e~de Caxias d;
    i .r,,[( 6;, quera vende aa meih res meias de laia : a"
    .!, }jA%AJ3inrj. ,, quanlidade pequeua, porlanw ellas antes une
    rssie '.-.? i que tao boa acceii,u;ao tura merecido, se acabem.
    muitri :c: r=eommenda por ?er o mais parilicado -----------------------_______________
    npenor a cutroquiqaar: ven Jo-se no deposito VOIV UU UCttld
    i90!u! de Bartholomeu & G.: ra Larca do lio- O melhor e mais barato, venJe-sa para acabar.
    aria 31.
    w
    O verdadeiro Portland : s se vende na
    roa da Madre De,osn. 22, armazem de Jo5o
    Martins de Barros.
    ffcpelao hamburguez
    Jcaqnim de S^nra Maia C, traga da Inde-
    pendencia n ?4 30, teem para venler em mas-
    sos en a rrta'h'i -nperior parx-ln de HamburRn.
    na ra do Mrquez de Oiinda n. 40.
    ATTENCAO
    o
    VenJe-se nma ca na ma Augusta n. 54, nova,
    i com alai, 3 qnartos, cozmha fra, qnraeal e ca-
    ! cimba, mais a torga parte de urna caa na coesma
    ra n. 98, com 4 salas, 6 qnario?, cozinha fra,
    quintal com sabida para a ra do Ouro e cacimba,
    ; lodas edificadas a moderna : quem as pretender
    dinja-se a ra do Apollo n. 34, andar.
    VSo ha mala cabellos branco*
    Tintura japone?a.
    S e nica appruvada pelas as academias dt
    cncia, rec'mhecida superior a toda to twn, ap-
    arecido at hoje. Deposito prhieipai i ma d*
    iideia do Recite n. 51, Ia andar, em todas ka bo-
    iras casa de carxilleirerro.
    TAJO MI.W1U,
    f*m venda em seas armazons, alm da oatroa
    irtifos de sen negocio repilar, os segtxintes, que
    famietd por precos mais mdicos ije tm oo-
    fa qualquer pirte:
    PORTAS de pinho almofadadas.
    PORTEIRAS de ferro para cercas.
    SALITRE ingles.
    BSTEIRAS da India para cama e Torrar saMaa.
    CANOS de barro francex para esgoto.
    GKSSO snperior em porches e a contento.
    CEMENTO de todas as qoalidades.
    MACHINAS de de^carof-ar algodio.
    LONAS e brinzoes da Rossi.
    OLEADOS americanos para forro da carros.
    FOGES americanos moito bona*)conomicoi.
    VINHO de BordeaM.
    COGNAC snperisr de Gatttr Freres.
    fARELLO m saceos granfoe a 3.U00.
    AGUA florida legltra.
    8 A LA NO AS decimo.
    CADEIfAS americanas.
    KHUMTTa Jamaica.
    AZULEJOS de Lisboa.___________________
    Xarope sedativo
    Casca de laranjas amargas
    BROMURETO DE POTASSIUM
    DE
    Este novo preparado aprovado peta academia
    imperial de medicina, moito se reeemmeiMa pela
    sna aegao sedativa e calmante, abre o systema
    aervoo, o bromurelo de potassiam, nao deixa de
    dar os mais certos resultados as diversas alfec-
    ces do organismo e principalmente as molestias
    do eoraco, das vias digestivas da respiraco, das
    vas genito-urinarias, na epilepsia, as molestias
    nervosas da preohez, na insomnia das criangaa
    durante o periodo da denticao etc. etc.
    Vende-se na pharmacia o drogara
    do
    Bartholoroeu S C
    34-RA LAltr.A DOROSARTO -34
    Frevenoo neeessa ia
    Quando muitas ojaj procurara adquirir grandes
    lucros oso cowpadecendc-se das boleas alheias,
    a Aova Esperaoca busca comegui-Ios seta que d
    forma algama v entesica-les; porqne segM sem-
    pro o sea antigo e santo systema de vender bara-
    to para vender muito t chegar assim ao Jim dse-
    jado.
    A Nova Esperaoca nao almeja somente o lacro
    peeonisrio, suas a'spiracies sito urarr bewvolas,
    em quanto ao interesse material, contenta-Se com
    a medioeredad, em qoanto porm ao moral, ou
    ento ao (ssencial que ella julga nomeadasen-
    t: urna vasta ambigao, qae detesta e faz toda a
    guerra ao costume macarrnico da. caresta.
    A sua prevencao necessaria, consiste em avisar
    ao respeitivel publico e especialmente ao bello
    sexo, que ella esta sempre prvida do qne ha de
    melh r e mais elegante no mundo das modas, e
    enio necessario nao deixarem a Nota Espe-
    ranza para preferirem outro qualquer estabeleci-
    mento, porque aqui, o lypo da caresta, e all,
    (na Nova Esperanca) o epylogo de todo quanto
    bom e baraio.
    Cal nova
    ebegada recentemento de Lisboa no patacho
    portugnez Jos ; tum para vender Joa*
    quim Jos Goncalves Beltrio, no seu es-
    cripti rio ra do Comraercio n. 5.
    Vende-se duas casas em chaos proprios, no lar-
    go da Soledade ns. 18 e 20 : a tratar na ma da
    Cruz n. 46, andar.
    J tao sdico o costume que ba entre todos
    os que querem fazer conhecer de seus estabele
    ciraentos por meio Je pomposos annuncios, qae
    com bastante razao se arredam os leitores das
    massadas com que nos mimoseam os taes annun
    eiantes.
    O Campos da ra do Imperador nnmero 28,
    se qoizesse seguir essa rotina antiga de fazer es
    lampar nos jornaes mais lidos, annuncios bombas-
    ticos precedidos de titnl03 garrafaes para raelher
    chamar a attenco do respeilavel publico ; muito
    tena que dizer a respeito de sen bem conbecido
    arenazem de vveres sito ra do Imperador n.
    28. Diria por exemplo: que no sea armazem
    tera constantemente, presuntos para fiambre e pa-
    ra panclla, salames do Lion, qaeijos de diversas
    ualidides, linguicas e cacaricas, ovas de'cama
    rupm, conservas inglezas e fraceczas, vnoos do
    Porto e da Figuera superior, licores fino3, bola-
    ehinhas, cha superior verde e preto e oulros mui-
    103 arligos que sao proprios para, mesa, dispensa e
    cozinha. Mas nao.
    O Campos s e somente avisa ao respaitavel pu-
    blico desta cdade e seus suburbios, que em rasao
    de se aproximar o tempo dos Rega-bofes tem
    ella feito do seu armazem >um centro de tadu que
    nos grato ao paladar e para qae ningaem da-
    vide do que cima se tera do.
    Pede-se urna visita a ra do Imperador n. 28,
    armazem do Campos.
    Com o publico em geral.
    Objectos para luto I I
    Brincos, pulceiras, bcoebea. meios aderecos,
    crozes, cassoleas e moldes intairaraente novos
    acaba de receber Nova Esp?ran?a ma Daqn
    de Caxias n. 63... a elles___
    E' sempre assim
    A Nova Esperanca... jamis acaba de recebo,
    uovidades I agora mesmo, recebe tantas qae nao
    sabe dellas qual annuncie 1 porm sempre deca
    ra 3s seguintes para sciencia de alguem.
    Medalhoes de madreperola para voltas, cruzes
    pira o mesmo fim, bonilas caixii.has vazias de
    papelao, modernos adarecos de madreperola, de-
    licadas correntes de plaqu, liados encboraes para
    baptsados e chapeasinhos para o mesmo fim, bem
    como deste ultimo artigo recebea coasa muito es-
    pecial de seda copa alta, uu vallado para senhoras,
    lescrever mais massante..,.
    Rap cearense fino
    DA
    Fabrica
    DE
    Vasconcellos & Filho, do Cear.
    Este ptimo rap tem sido estimado pelos euten-
    dedores e apreciadores deste innocente prazer da
    vida.
    Vende-se em caixas de 100 libras, sendo a 14 a
    libra.
    Em casa dos coicos agentr- nesta cidadeTasso
    Irmaos & C.
    VeuK so ires casas na povoacao da Una c-
    caldas CGirre;tt(elecimento : a tratar com Adra-
    oo, Castro & C, no Rcciffr ma da Cadeia n. 16.
    Cerveja de Noruega.
    Verdadera e snperior : venda nos armazens
    de Tasso lrmao3 di C.
    Marca brilhante
    O mala procarado.
    Vende-se na ma do Imperador n. 29, armazem
    da bola amarella, em latas, por meaos prego do
    que em oatra qualquer parte.
    Especialidad e.
    Vioho do Porto o melhar a desejar, em barra
    de 10a e 20*; vende-se no escriplorie de Soares
    Primos, ma do Vifario n. 12.
    Altenfo!!!
    Vende-se borracha muito nov, chegada no al
    timo vapor a 34000 a libra, na Canboa do Car-
    ino n. 3, taberna.
    Machinas de costara.
    Chegarara ao Bazar crsal da ruaUniv
    Nova n. 22, um sortimento dej machinas
    pra costura, das melhores qualidades que
    existe na america, das quaei* muitas j s3o
    bem coabecid?s pelos seus autores, {como
    sejan: Weller & Wilsoo, Grover & Boka,
    Silenciosas, Weed e Impenaes e outras
    muitas que cem a vista deverao agradar aos
    compradores.
    listas machinas tem a vantagem de fazer
    o trabalho que trinta costureras podem
    fazer diariamente e eczem com tanta per-
    feigo como as mais pereitas costureiras.
    Garante-se a sua boa qualiJade e ensica-se
    a trabalhar com perfumo em menos de urca
    hora, es presos sao to commodos que
    devem ayradar aos pretendentes,________
    Gura rpida e radical dos
    callos
    pela pomlcfa Essa pomada qne tao \-113 Tnsaltados tem colhi-
    du as pessoas qne della m feito aso acaba de
    chegar para o sea deposito especial..
    KA
    Pbarmaci.-i e drogara
    DE
    Bartholomen & C. ra larga do Rosario nu-
    mero :ti-
    J. 0. 0. Dcyle tem em seu
    armazem para vender
    O SEG1NTE :
    COGNAK HENNESS.
    VIMHO PREZ.
    DITO DE LISBOA,
    FILTRADEIRAS.
    BITTER
    A' roa do Commercio n. 38.
    Sustento restaurativo da
    saude
    PELA VERDADERA FARI.V1IA
    A, Da Barry d'Araba
    Os abaixo asssignado3 fazem sciento a seu3 fre
    uezes, que plo vapor ing'ez La-Plata receberaa
    "egunda remessa d'essa excellente farinba, cuje
    aso muito se recommenda para as crianzas, pes-
    soa3 debis e convalescenles, applicada com reco-
    ohecda vantagem as consiipacoes, diarrhea?.
    nausea do estomago, tosse, escarro da sangue,
    phihysica, etc. etc. Preferida ainda polo agradavel
    saborJJniricoa outra qualquer.
    A' roa do Commersio n. 10, escr.pto- Jgi
    rio de Jos Joaqnim da Costa Maia, en- !g2
    contra-se para vender por commodw ^
    precos : B
    Azulejos hespanhes.
    Folhas de ferro galvanizado para telha-
    do de diversos tamanhos.
    Ditas de dito dito lizas.
    Bicas de ferro galvanizado.
    Cumeiras dito.
    Portadas completas para cantara.
    Ladnlhos.
    v DE
    ERNESTO & LEOPOLDO
    N.2D Ra do Cabug N.2D
    Acha-se montado deforma tai-este estabelecimento d jotas que pode
    vender aos seus numerosos freguezes era grosso e a retalho e por precos
    mui resumidos visto qoe recebe de conta propria por todos os vapores de
    Europa. O gosto de desenlio de suas joias o mais lindo do paiz das
    modas, ouro de lei, brilbantes verdadeiros. esmeraldas, rubios, perolai,
    turquezas, saphiras, coral rosa etc. etc. Obras de prata do porto tanto
    para groja como para servico domestico. Convidamos as Exmas. familia*
    a visitarem o dito estabelecimento todos os dias at 9 horas da neii .
    Gompra.se ouro, prata e podras preciosas em obras velbas. .
    "IH
    PAR\ N01VAD0S.
    Bonitos ports buquets.
    Lindissimos leqaes de madreperola mol les in-
    teiramente novos.
    Cortinados bordado?.
    Camisas bordadas para homem,
    Finas meias de seda para senhora,
    A Nuva Esperanca auem tem I I
    DESAPPAREQAM AS SA1IDAS
    A Nova Esperanca a ra do Duque de Caxias
    n. 63, acaba de recebpr o bem conhecido leue
    de rosa branca, e tambem' leite virginal, os quaes
    fazem desapparecer as sardas ou p^cn^s.
    A revalesciere du Barry de
    Lomlres
    Toda a doenga cede a Revalesciere du Barry.
    que d sade, energa, appetite, digestao e des
    canso. Ella cora as dispepsia?, gas-.ri'.esf hamo-
    res, acidez pituita, flato, enjps, vmitos depoi!
    da comida e gravidez, con -tipacoes.1 >.'' asthma,
    affecfSes pulmonares, bexiga, flg' .erebro e
    sangue ; 60,000 caras, incluindo manas dellas nc
    Brasil.
    A revalesciere chocolatada du Barry
    em p,
    Delicioso alimento para almoco e eeia, muitc
    nutritivo, fortificando os ervos do estomago sen
    causar o monor peso nem dr de cabeca, nem ir-
    rita^ao.
    nico deposito para o Brasil em i'.-rnamlmc.
    na pharmacia americana de Ferreira Maia & C.
    ra do Duqae de Caxias n. 57. (rodo caidadi
    com as falsiflcaQoes.)
    Vnde-se o sitio que foi do Unido Ilatra, no
    lugar do Peres, com duas cas.is e urna eexeira,
    lendo ama das casas bastantes e irmnodos, a frente
    e parte do oito de tijolo, bem como a eoxeira,
    poco com boa agua, e muitas arvorrs de fructo ;
    quem o pretender dirija se ao rae.'iro sitio.
    Com pouco mofo
    Veota-se brim pardo mnito ino a !00 r?, o
    covado, chitas escaras avarhd.13 a 200 r?. o cova-
    do, idem dem pretas a 100 rs. o covado : na ra
    1 de Marco n. 20, loja de fazenda; le Goilher-
    rae Caroeiro da Cnnha & CJ
    Ao mata caspas
    A extracco desta excellente tnico demonstra
    qae grande proveito se tem lirado na aira com-
    pleta das caspa?, lastre e cooservagio dos cabellos:
    a venda na ma do Imperador n. 71, Papelaria Pa-
    risiense, pelo preco de l o frasco.
    Libras sterlioas.
    Vende-sa no armazem de fazendas de Angosto
    f. de Otiveira & C. ra lo Commercm n. il
    Rap Cearense
    Da superior qualidade da fabrica de Vasconcel-
    Ss & Filho, depisito era Pernambaco. em casa dos
    ms. Tasso Irmos & C, ma do Amorim n 37
    fi- J*.C
    56 A
    Ra do M^quez de Oiinda/58A
    outr'ora ua da Cadeia.
    LOJA DAS MACfflMS
    Sendo este antigo estabelecimento assaz couhecido como principal e reconmeo-
    dado pelos grandes depsitos e bons sorlimentos com que sempre prima em tur u
    raeihoras, mais acreditadas e verdadeiras machinas amcrleaaiaa para alg*-
    do, desde 10 60 serraa, e havendo em todos os tamanhos diversidades de syit
    mas e melboramentos para perfeito e rpido descarocamento; tornam se dignas d*
    serem vistas e apreciadas pelos Srs. agricultores; os quaes, alera disto, encontrar!
    lambera mais:
    Apurados vapores logomoves, de torga
    de 3 4 cavallos, e pertences.
    Machinas para lavar roupa.
    Arado3 americanos para varzea e la-
    deira.
    Carros de uo para atierros.
    Ti.-. de madeira.
    Baldes de dita.
    Ditos de ferro estanhado.
    Ditos com vlvula para lavatorios.
    Ditos de madeira para compras.
    Apparelhos para jardins.
    Guardas-comidas.
    Tampas para cobrir pratos.
    Tarrachas para azer parafosos do ferro.
    Ditas dita ditos de madeira.
    Trens para cozinha.
    Temos de bandeijas finas.
    Emfim muitos ootros artigos, qae
    examinados.
    Correntes para arrastar madeira.
    Cylindros americanos para padarai.
    Pertences avnlsos para machioaa.
    Salitre refinado.
    Breu superior.
    Moinhos de diversos fabricante! par
    milho e caf.
    Debulhadores para milbo.
    Azeite de sperraacele para machioaa
    Camas de ferro.
    Bombas de Japy.
    Ditas americanas.
    Cofres de ferro patente.
    Canos de ferro esmaltados.
    Ditos de dito estanhado.
    Ditos de chumbo.
    Ditos di borracha.
    Folies para ferreiros.
    s avista e neste estabelecimento poderlo
    mm m mm i m Wmmmm mWmm
    MAQIINAS
    7'.
    m
    sal
    9*&
    m
    IS
    W
    UAll 11LUVIW
    De 10 a 40 serras.
    VAPOR
    para mover as machinas.
    Em casa dos importadores I Ra do Bom-Jesus j. 4
    Siaw Hawkes & C. I oolr'ora Cruz.

    S5
    LIOUIDIWO DE FIM DE AUNO
    RA DO DUQUE DE CAXIAS
    (Outr'ora do Queimado)
    Este estabelecimento acaba de receber mu importante sortimento de diversas fa-
    zendas proprias para vestidos, sendo poupelmas de leda, sedas, las, percales, ditas cora
    barras proprias para babados, lindas cambraias crox, e em fim urna infinidade d arti-
    gos de moda, todo proprio para a festa, o que todo vender por precos inteiramente
    razoaveis, em consequencia de estarmos prestes ao fim do anno, e o to. nao quer ter
    grande trabalho com o sea balanco, preferir do tomar dinheiro a fazendas, coovida-se
    portanto ao respeitvel publico a virem sortir-se na loja do G5 aonde comprarlo por pre-
    cos que nSoJobterSo em outro qualquer estabelecimento; em fim ver para crer
    RA DO. DUOE DE CAXIAS
    (Outr'ora do Queimado)
    Borracha
    Si pbarmasia e drogara da ma da Cabug ven-
    de-se excellente berrocha para tazer limas, e ma-
    chinas para eoeher as mesma*.
    Baldee de papel
    No Batir Victoria venda se ba oss, cestas e jar-
    ros de papel (oslo Inteiramente nnvi) para illa
    minacio de jardim ate., ma do Baro da Victo-
    ria uTS, lo)a de Amara t, Ni buco & C.
    Cunha Irraaos i C.
    |Rua da Madre de Dos n. 34
    Contoa a ter para vender por mdicos precos
    vinhos em barr e engarrafados de differentes
    qualidades, dos melhores e j bem conbecidas
    marcas :
    Especialidade.
    jgChegou ama nova e pequea remessa do vinho
    engarrafado, proprio para mimos, ou pessoas
    doentes.
    Vinho verde.
    Em banis de quinto, o mclbor qae se (de de-
    sejar. ______ ___________
    W SE VENDO
    Chitas tinas para coberta a 240 rs. o eovado.
    l?n;os de esgaiio de linrio a 3500 a dnzia e
    nansne 3 260 rs. o covado : na bja de fatenda.-.
    da roa i de Marco n. 20, de Guilberme Carneiro
    da Cunba & C
    Farinha de milho
    Vende-se farinha de milho molda a vapor, dia-
    riamente, pelos precos seguintej : grossa para
    moguw a 90 rs., dita para angu, pintos e passa-
    rinhos a 100 rs^ para cangica e pao de Provenca
    a 120 rs., e para cuscas a 140 rs., em arroba e
    mais barato : na ma do Cotovello n. 2._____
    CHAMPAGNE
    Marca Cha Fare
    O deposito d'aquella marca acha-se ctualmen
    te na ma do Bom Jess, antiga ra aa Cruz a.
    22, 1 andar.
    Ao bello sexo
    O Bazar de Londres ma do Mirqaez de Oiin-
    da n 28, recebea pelo ultimo vapor, um lindo
    sortimento de fazendas de pbantasia, entre as
    Suaes prima s Toar-bandre de seda para vesti-
    os. E' fazenda inteiramente moderna e de um
    eifeito sorprehendeote.
    Ptreir da Cunha Irmos vendem no sea depo-
    zito praca de Pedro I n. 16, antigo largo d<>
    Chafan;, da roa do Brum, kerosene de proiera
    qaalidade (Devo() era caixas de duas latas, d
    s a gro so como a relalbo, por precos commo-
    dos : tratar no sau esenptorio i ra do Mar-
    que?, de Olioda n. 21, ontr'cra da Cadeia.
    Os mesmos recolbem tambem esse artigo no
    mesmo depozito, por medica armateaagea.
    Apparelho de prata.
    3Vende .-e um fajneiro completo, um apparelho
    para cha, lado de prata de lei sem oto alge m -
    do melhor gosto qae tem vindo do Porto : i tra-
    tar no armazem de loaca da ma larga do Rotari
    n. 28.
    Grosdenapk8 pretos, de c-
    res e bordados.
    Vende-se gresienaples pretos e de eorea da orni
    to boa qaalidade a 3,1300 r*is o eovao, ratiita'
    bordadas para senhoras a 9* cada iota, ttaw di-
    tas mais finas a 18# : na roa do Vigario a. B. I*
    andar.
    LWffllMLJ

    .-*;'-


    J*_
    Btae*W fWittaU** a- OU liara 24 ai* Jteeir efe WHf

    ABtmAVCrii i ion u %< A"
    -[O/jip *{ !< ..OilSr^ -l4if*#t KltMA' Mona -fon
    }ftWY t ..:.? !#> H 4tt *>
    5?*' lMlV**nlHIZEM fe
    ** te rfWs**ee<.; ara
    : - FLIX PEREIBA DA SILYA fr C.
    NA BITA DA IMPERATRIZ N. 60-
    8 i-Mnfro vista
    i

    i

    O proprietariwi deste estabelecimento tendo grnde necessidade da diminuir o m
    aienso deposito qoe te de fazeodas e grande orgencia de apuraren* draheiro tena re-
    solvido fazer Ma verdadeira liquidado com grandes abatimeotos nos preces de todor
    es seos artifos: par o qae convidam o respeitave! pnbBco desta eaptsif tfr lortlr-
    pois ine garanten) qoe em parte algoma poderlo encontrar" to grande ssrtimentoe tnf
    mo nao comprara pelos preces qtw se Ibes pode vender na loja de Pato; porna ad
    virtindo-se qoe so se vende a dinheiro vista. Os mesmos proprietarios deste estabe
    ledoen* rogam a todos es seos devedorea desia praca o favor de Tfrem saldarlas de-
    hitos, e fintee awltos- qoe estivereni devendo contas antigs e o Dio flzerem terao fl(
    er encoaniwdados jadicialmente.
    Lia tahas barata do l'avo.n
    . Alsacianas com lindas listras de seda a
    itOOG o covado.
    Ditos lisas con muito brilho a l Jo ce va do
    Allantas, fazeoda .le muito gosto tecida
    tom seda a 720 rs. o covado.
    Ditos com qnadros de seda e cores moito
    delicadas a 640.
    Poil de ehevre, d'oma s cor com moito
    brilbo a 500 rs. o covado.
    Merinos escossezes iaz.en.1a de muito gosto
    pira vestidos binnus e roupas de menino
    a 640 rs. o covado.
    Gurgurio moito bonito, tendo de todas
    as cores a 400 rs. o covado.
    Liasinhas modernas com diferentes gos-
    os a 400 800 r. o covado.
    Ditos ditas a 280 e 320 rs. o covado.
    Bareges transparentes com diferentes co-
    ro 160 rs. o covado.
    Alpacas de cores lisas e Iavradas fazenda
    ti moito gosto a 500 e 800 rs. o covado.
    Cassas do Pavio.
    Cassas inglezas com bonitos gostos a 200
    t 140 rs. o covado.
    Ditos finissiroas a 300 rs. o covado.
    Ditas francezas de muita pbantasia a 400
    rs. o covado.
    Cortes de cassas com 7 varas fazenda
    mnito fina e bonito a 2)9500 e 35000.
    Ditos 'organdy branco e de cores a
    21500.
    CORTES DORGANDYA 4*000.
    O Pavio tem cortes de organdy branco
    ten 8 1/2 varas que vende pelo barato pre-
    to da 4^000, assim como finissimo organdy
    brando com strinhas e qoadrinfaos o me-
    hor qoe tem vindo ao mertado e vende
    pelo barato preco de 720 rs. a vara.
    Poupelinas de seda a 9000.
    0 PavJo tem nm elegante aortimento de
    poapelinas de S2da tamo lisas como Iavra-
    das as mais modernas qne tem vindo ao
    mercado e vende a 20000 o covado.
    CAMBRAIAS LARGAS A 800 RS. A VARA.
    0 Pavio tem cambraia branca transpa-
    rente de boa qualidade, com 8 palmos de
    argura, que apenas precisa 4 varas para
    am vestido e vende a 800 rs. a vara, dita
    nisaima da Escossia tendo a mesma largu-
    ra, qne vende a 13600.
    CAMBRAIAS BRANCAS A iJOOO E 4^00
    O Pavio tem pecas de cambraia branca
    transparentes com 8 i/2 varas qne vende
    palo barato preco de 4000 e 43500, ten-
    do tamben muito Ooas de 53000 at
    t03000.
    Ditas tapadas on Victorias tendo de 33500
    a peca at a mais fina ;ae vem ao mer-
    cado.
    Crosdenaples preto e de cores.
    0 Pavao tem nm grande sortimento de
    grosdenaplts e gurgurio preto para vestidos
    tendo de 13603 o covado at ao mais su
    perior qne costuma vir ao mercado, assim
    como um grande sortimento de ditos de
    todas as cores e branco e um bonito sorti-
    mento de tetina branco e de cores que ven-
    de por precos moito em conta.
    CASAQUINHOSA 133, 183 E 203000.
    0 Pavo tem um grande sortimento de
    "icos easaquinuos de seda preta multo bem
    enfeitados e modernos que vende a 153,
    183 e 203000, sendo fazeoda de muito
    mais valor, assim como ricos chales pretos
    bordados com franjas largas de relroz a
    i O e 123000.
    CORTINADOS PARA CAMAS E JANELLAS.
    a 83, 103, 123 e 190000.
    O Pavio tem nm grande sortimento de
    cortinados ricamente bordados, proprios
    para camas e janellas qne vende de 83 at
    63000 o par.
    Pecas de cambraia adamascada com 20
    varis a 103000. crochet ricamente bordado
    para cortinados'a 13500 o metro. Assim como
    ricos damascos com 6 e 8 palmos de largu-
    ra proprios para colchas de camas e tam-
    bero ricas colchas de damasco a imitaclo de
    feda e ditas de crochet as mais lindas que
    '.em vindo ao mercado.
    UUSSEUNAS DE CORES A 400 RS. O
    COVADO.
    O Pavio tem um bonito sortimento de
    mnsselinas de cores, padrees inteiramente
    aovos e cores flxas, que vende a 400 rs. o
    covado. Ditas brancas muito finas a 400
    500 rs. Metim branco da India mnito fino
    para vestidos eropas de meninos a 720 rs.
    o covado. Cretones de cores maito encor-
    pados para vestidos a 600 ts. o covado.
    Loja do Pavo
    SAJAS BRANCAS BARATAS
    a 23500 e 34000.
    O Pavio vende cortos de boa fazendi
    branca com bonitas barras de pregas, pele
    baratsimo preco de 23500 e 33000 cada
    orna, grande pectiiocia na ra da Impera
    trie n. 60, loja do Pavio.
    MODERNAS BAREGES COM LISTRAS DE
    SEDA E FRANJA AO LADO.
    ' a 800 rs. o covado.
    Chegoo para a loja do Pavio, i ra d
    Imperatriz n. 60. um elegante sortimento
    das mais lindas bareges modernas e tendo
    ao lado bonitas listras assetinadas e franjas
    para es eofeites. as quaes se vendem pele
    baratistimo preco de 800 rs. o covado, por
    baver um grande sortimento desta nova fa-
    zenda ; assim como delicadsimas bareget
    com lindas listras de seda, sendo fazenda de
    moito pbantasia a 640 rs. grande pechio-
    cha, no armazem do Pavio.
    Fazenda para lato.
    O Pavio tem um grande sortimento di
    fazeRdas pretas para luto, como sejam:- *
    Merino preto com 6 palmos de largor;
    para vestidos a 23000 e 23500 o covado.
    Merinos pretos e de cordio para todoi
    os precos e diferentes qnalidades.
    Rombasinbas para todos os precos.
    Cantos e alpacas pretas. Liasinhas pre
    tas ou caasae de lia de 360 at 500 rs. c
    covado.
    Cassas pretas francezas e inglezas de to-
    das as qualidades.
    Chitas pretas francezas e inglezas de 20(
    rs. para cima.
    Crep preto para veos.
    CASEMIRAS PARA CAICAS A 44, 53, 63:
    74 B 8*000.
    O Pavio tem om grande sortimento d<
    cortes de casemiras de cores para calcas,
    sendo os mais moderos que tem vindo a(
    mercado e veode-se de 43 at 103000 <
    corte, ditas em pecas francezas e inglezat
    para caicas, palitots e colletesique vende d<
    43800 at- 63000 o covado, ditos escuras 1
    prova d'agoa que vende a 53 o corte 00 i
    33 o covado, sendo estas casemiras mniu
    proprias para mecios de escola por seren
    es;uras e de muita duracao.
    NOVOS VESTIDOS A 53000.
    O Pavio tom lindos cortes de vestido di
    finissimas cambxajas com bonitos hordadoi
    de cores e tamLem todos bordados branw
    que vende pelo baratissimo preco de 5300
    cada corte, grande nechincha.
    PANNOS DE CROCH PAHA CADEIRAS I
    SOPHS.
    O Pavio tem nm grande sortimento i<
    pannos de croch proprios para encost dt
    cadeiras e de spbs, assim como um ric<
    sortimento de topetes de lodos os tamasboi
    proprios para salas.
    MADAPOLO BARATO A 43, 43500 E 53
    O PavSo tem pecas de madapollo com 24
    jardas ou 20 varas que vende a 43 e 4>50C
    a peca, dito muito fino e largo de 63 pan
    cima, dito francez do melhor que tom vid<
    ao mercado, assim como dito finissimo en
    pecas de 40 jardas.
    Corles de ebltas.
    a 13600, 23000 e 2f#00.
    O PavSo tem corles de chitos fraocezai
    com 10 covado, que vende pelo barato pro-
    co de 1(9600 e 23000, ditas que vende
    160, 200 e 280 rs. o covado, tambero ten
    um grande sortimento de ditos finas clara:
    e escoras que vende a 280 e iiO rs. e co
    vado e finissimas percales miudinbss propr
    as para camisas, vestidos 6 roupas para me
    oinos que se vende a 360 e 400 rs.
    LENCOS BRANCOS.
    O Pavio tem lencos brancos abanhadoi
    que se. vende a 23400 e H- a duzia, ditoi
    grandos de murim sem ser abanhados
    33200 rs. a duzia; assim como bonitos len-
    cos bordados para maos.
    ROPA PARA HOMENS.
    Sobrecasecos do panno preto fino send
    moito bem fetos de 124 at 40*000.
    Palitos de peone preto fraques e sacc
    de 83 at 123000.
    Ditos de casemira de cor de 63 al 123
    Ditos de alpaca preta fina de 4* a 6-5000.
    Ditos de dita branca e de cores 63000,
    Ditos de bnm de lioho trancado a 63000.
    Calcas de casemira preta de 63000 at
    123000.
    Ditas de brim bfaoco d linho de 4300C
    at 83000.
    Ditas de brim de linho de cor para todoi
    os precos e qualidades.
    Camisas francezas e ioglezas com peitoi
    d'algodSo de 13600 at 53, em duzia ven-
    de-se mais barato.
    Ditas de meia de 800 rs. para cima.
    Ceroolas de linbo e agodio, francezas i
    feita! na terta.
    Collarinhos de papel, algodio e linbc
    que se vende muito barato para liquidar.
    Para noitas.
    O Pavao tom rico gurgurio de seda, fran-
    co. Grosdienaple branco moito encqrpado
    Agraciannas brancas com listras de seda.
    Poupelinas brancas de seda lisas % Iavra-
    das Sedas brancas, Iavradas e lisas. Ca-
    pelias com palma de Ser de laranga 00111
    ricos veos bordados, que tndose venoe mais
    barato do goe em ouira quai^Mr pacto.
    A ioja do Pavio acba-se constantomeale aber a das 6 horas da maobaa at ai 9
    ra da ooite, roa da igoeritr n. 60.
    Metralhadoras!
    Cbegoa para a loja do Pavo m magniflso sor-
    imenu de corles-de vestidos de cambraia com
    Babada? brancas e de core?, denominados a me-
    trilhidora, endo esta {atenta a ttak moderna e
    As melhor gosto que tem vindo este anna para, a
    leal*: assim cono receben, tambem nm lindo
    aortimenlo de cortes do cambraia com palmichas
    Bordabas a lia, fazeoda de muita phaataza, e ven-
    le-se todo muito mn barato do qae em ontra
    iqner parle : na ra da I aprame a 60, luja
    armazem de Pareira da Silva & C
    Popelina? de seda
    A 13600 rs.
    Ha loja do Pavo veode-se un etegaate sorti-
    MBto das melborea e mais modernas popelinas
    4 aela, qoe se liquida pelo baratissimo preco de
    1J40O rs. o covado, grande pechiocba : ra
    B. 60, loja de Pereira da Silva A
    ua a mperatriz n. 40
    Oi proprietarios desle bem enaltecido, e acreditado estabelecimanto, resolvern
    fazer orna hqoidacao dai razendac, existentes, e pelo mafor preco que poderem obter,
    nao engeitando preco algnm at o flm do anuo ; portanto previnem aorespeitavel publico,
    para approveitar a occaiiJo de comprar bou e barato.
    *> j*
    Lesees bfancoe grrndes de
    abainhados'a 33200 a dazia.
    Ditos ditos de algodSo, e coa aba
    largo e pintad*. ano
    -si c'.'--'- (tuto
    Cus tomes da alpaca de Cores enfeitados
    de seda e 13a para meninos.
    Padtts de a'paca de cores para bomens a
    3900O.
    Um completo sortlmeoto de roepas
    feitas para bomens e meninos.
    Casimiras preta e de coral, pannos fios
    ames e pretos.
    Fu loes de corea para venidos, padroes
    miadiphos a 400 rs. o covado.
    Cambruias brancas bordadas para vesti-
    dos a 83500 a peca.
    ROUPAS PETfAS S OFWCIJrA DB AfePAIAtE
    Uma grande quantidade de palitots caicas,
    Capetlas e veos para noivas, "fdo |tmtb, colletes de pannos, cisemfra* e brina para
    preco moiro barato.
    Ditos adamascados para camas e janellas,
    j recortados.
    Grande sortimento de bareges, iiasinbaa
    6 alpacas pretas e de cores, Iavradas a li*M
    para precs mnito em costa.
    Grande varieda le de chitas de 240 at
    400 rs. o covado.
    Cassas de cores, e cambraias listadas para
    diversos precos.

    .40 i'tiuiaio
    NA
    Ra da Imperatriz 11 40.
    DE
    todos os preces.
    Camisas de lia, ditas de meia, ditas de
    linbo, francezas e inglezas, collarinbos de
    linho e de papel, sortimento de mantas e
    grvalas de seda preta e de cor, bournus e
    ontras muitas faxendas, cerno sejim:
    Bramante de Haba a ds algodSo atoalha-
    do trancado e adamascado, esgniao, raews
    para homens, senaoras s sjenuos, coberto-
    res, colchas e oatras moitas fazendas que
    oio descrevemos parao annoncio se nao tor-
    nar enfadonho. A dinbeiro.
    Pele pre<;o que se vende s a dinheiro.
    HENDES & CARVALHO
    rtimA fabrica di wmmiL
    DA
    Bf
    I
    VI UVA FALQ1TK


    A'

    4Ra Primeiro de Blarpo4
    Acaba de receber pelo ultimo vapor um esplendido sortiraeoto de chapeca de al: e> >*ys
    jspotieza, forrados de roda azul 10 j cada nm ; de alpaca, forrados de .-tkla azul, a Ti; U- \n*r..
    forrados de azul e pncroado, a \ ; para enhora?, proprios para o camp-\ a 4a ; de liiio, con
    barril de cores, a 2^500; e nm completo sortimeoln de chapeos com cabo* de mrttm. ) rcejmc,
    alpaca, brim branco. amarello e pardo, de panno, com bastes de bileia, i. Tambem reeei* o a,
    lindo sortimento de bengalas e chicotes, os quaes vende por precos mais barato* da que < asna
    qualquer parle. Coocena-se todo e qnalqner chapeo ou bogaia, e cobre-se as armacM vcib**, o*
    toda a qualidade de fazenda.
    mmm m z^mEmmmmmm mmmt*m

    aaSea ?e vio nm proeessofmais perfeito e que at-
    uja d* tai forma asatfaser as exigencias ans
    *mi da eseriptoraco.
    ? toa cor (ndissima e nlo precisa de cuida-
    do algam para se conservar no tinteiro sempre
    on a mesma er, sem borra, crsta, boir ou-sem
    odas estas materia* inherentes todas as tintas
    ta agora eonbeoidas, anda mesuo de* msihores
    .alores estrangeiros.
    Sobretodo, este estlmavel producto Dio ataca a*
    nnas de ac, antes pele contrario, a penna
    aqnira am esmalte dourado que, seado interee-
    aia, usas proveitoso.
    lata tima, nao sendo especialmente para copiar,
    i contado daas, tres, ou mais epias nm ;u>ei
    poii de escripia ; preciso, porm, deixar-lhe
    papel bem molbado sem o enxofrtr com o mita-
    wrrao, aorqoe nao la o meo de borrar. Para se
    irar mais da nou copia, nao Bvagglomeram tas-
    as folhas quantas copias se querem tirar, mas
    *-i* com o origina! tirar urna tantas quactas
    MdM*jam, sem qne o original fique prejudicado
    MMa extraed**.
    Oeeorre aqu dizer qne, para copiar importa
    uta inieiligono.il e habidade, sem e que a me*
    hor tinta nao satisfaz, e o defeito recae sempre
    obra a tinta, qne multas vezes quem menos
    tipa tem.
    dapia qualidade desta tinta extremamente
    prec:avel. pois qoe evita que am qualquer es-
    .nptorio baja mais do que ama tinta para os di-
    ro misteres.
    1 nqnan ua dorabilidtle, nio ha a opsCr
    itSMSnr darrida pois ana tinta desos da as-
    cripta soffr* o choque de cidos Ibrtissusos, sem
    ee decompor ; ora, se oe cidos nao tem aeco so-
    bre ella, maite meaos a accao du tompo a pode
    destruir; isto plaasivel.
    Nio s ao commercio qoe este mea producto
    veio ser til; os professores dos coliegios, investi-
    gando todos ce uieios para o adiantamento dos
    seas discpulos, tem approveitido esta tinta, qne
    com razio a acbaram apta para desenvolver o
    gosto nos educandos, em consequencia da beleza
    da er e lactdade de correr na peqnena pela sea
    liquidez. Ha eaemplos de cr.ancas qne havia
    muito tempo tinham ama repugnancia extrema
    para a escripta, logo qne foi admittida esta tinta
    so cokegio, apoderon-e deltas a curiosidad* e o
    gosto, e ponco tempo depois- o sea adiantamento
    era manifest.
    Esta tinta, par de tantas vantageos, tem om
    caico inconveniente, deteriora-se ao contacto de
    outra qualquer; centn pois te-la em tinteiro
    isentos do menor vislumbre de outra tinta, e vi-
    tar escrever com a peana saja de ama preparacao
    difirante e incompativel; verificando isto, nio ha
    razio para se usar de tinta qne nao seja a VIO-
    LETA EXTRA-PINA DE MONTBIRO.
    Observado.
    Diversas falsificarse* e semelhancas tem apoa-
    recido, caja durabidade duidosa. Os Srs.
    compradores podem vitar o ogao dirigindo-**
    casas oircumapectas, e pedindo a tinta que eo
    fabrwo
    4. C. tiotnro.
    Cofres da ferro de MilBers e 01]lrS
    reilyaS para f0pjar cartas#
    Balanpas de pesar, Decimaes, k.*^ etc.
    Tachas de ferro, l8lannad0.
    Arados Americanos
    liraCieS, para agncoltara.
    Carrinhos de niao.
    Machinas a Vapor
    iaCilinaS de aesCarocar algodao, de 10 al iO serras.
    LapaS (le ierrO garvaBiMdM para cobrir casas etc.,
    Estes artigos venem-se em
    casa dos importadores.
    Shaw, Hawkes 4 C,
    R. i r.UA M BOM JRSUS.
    (orrn'onA roa da Cruz )
    NICA LEGlTIMi
    CEEVEJA DA BAVIEEA
    MARCA BAflDEIRA
    Nos armazens de Tasso Irmos & C,
    I
    MUITA
    Na loja de A. P. de 80112 Soares na rna d^ BarSo da
    Victoria 11. 28, our'ora ra Nova >
    Grande redoccSoem precos de miWezas, perfumarlas, candieiros a gar e objectos
    de porcelana : _, ....
    Rico e completo sorttmerilo da rAjectos de porcelana, sendo jarras, pahteiros,
    vazos, saatos, figuras e ci*orros, caadiiros a gaz o'que ha de melhor, lamparioas,
    chamioeU, globos, e netas para senhora e para bomens, franjas, bicos e rendas de
    b'ond, ntremelos e babados, ricos enftites de bloDd e flores' para cabeca, ricos al-
    buns para retractos, aderecos pretos a de cores e graae sortimento de TUiudezas qoe
    se vendem por deminuto prego.
    , Dozia de carioes de linha preta e
    Lbran-'a a
    l
    Transparentes com paiaage'os para
    janellas. ......
    Rjcoa.|eqae8deo8so a .
    I4em ; Peca* de franja de sedamodaraasa
    dem idea a .',.. .
    Bengalas de canea a jonco a .
    Caizas de papel amisade a
    uairos am saUos a .
    Pegas detraas de cates de 120 a
    P ares de brincos de fantasa de 80 a
    Abotuaduras para coleite a
    .....
    xa da tinto de mnTca a .
    dem idem do gaz a .
    dem idem da dz novellos .
    ,w, ;)nzias de pessas de trinca de ca-
    Titf/acol a........
    W4Wto idem idem lizas ... .
    I Grosa de ftotofes de osso para
    calca a........
    LCaxretel de liaba de 200 jardas
    120
    goa
    500
    400
    OO
    240
    100
    Extraloa, oleo, baaba, abouk, agua taaaafia, ifta ftofida, e grande sorUajenio
    de todo por preco3 rasomidoa,
    N. 2TRaa deB#da TftorlU.Slt
    I
    'HJ
    AFLORDEOURO
    N. 24 A-Rua larga do Eosario-H. 24 A^
    sampra viva so oumprioaoDlo do sooa doTeres, Bi)>la o ;em IDOUIBrO frgO-
    z*s pela entrada do novo anno de 1872, e de coracao deseja, a todos, bem boa somma v<^
    de eontos de ris, afim de qoe jamis e^qneeam o jardn das jotas que existe a roa *B
    larga do Rosario n. 34 A, onde com moito pouco dinheiro organi.-am um bonito rama npg
    Ibele qne nao expargindo perfume cao deixa con todo da ser de subido va- w.--
    lor, e mil vezes preferido s' flores vegetaes qne ,perdendo o "dor mnrcham e d>*ap- pj
    parecem. Anno novas, nrva censas ; poriaolo respettaveis leiteras visitai o esnbencr- %t
    ment qne encontrareis urna varifdade tal qne com certeza.daris por bem enprefado ^
    o tempo precioso passsado na FLOR DE OURO que
    Em modiciiade de prepos sem igual
    . Liadas roltinhas de curo t 8i000, lunetas com caixa de mtdremrola obra de
    gosto para senhera a OCOO, pares de brinco de pbantasia a 84 e 40*003, meies ade-
    remos a 16a, roietinha de diversos modello* a 5a e 6a, e aCOO o par. palceirioha de
    coraia "a, aticaderes de dito para creanca com bollinhas a divertos enteiles de ouro a
    a 20*000, voliinhas de coral coa crax de oaro a 54000, brrnqoinhos de a ral a 34 e
    44000, flgas a 24, lindos aneis de bonitas e boas pedras a 34 e 44. ditos de fdras
    linas a 64000, crazes de diversos gostos a 34, 44 e 34, ditos de esmeralda, perolas e
    robins a 124, i*#, e 16|000, escoletas com ineeripcoas aera ellas a 4. G4 e 84,
    liadas Dveliobas de prata para as modernas pulceiras de uta a 14.
    Aos apreciadores da moda
    E' aeate na Flor de Oaro qae se vende jolas modernas por ponco dhrhefro
    como sejam : gunc,5es cem tres botSes para abrtnra 44, paree d ditote di dif
    ferentes gostos a 54, ditos a 34, ditos de coleriobos a 4500 o par IHos para pontns i
    84. cadeias mnito chiques a 104, ditas a 64800 a oitava. peocinez de prata doanda
    a 14, 44SO0 e 54, medalhoes para cadeias a 124, medalhis com letrn a 8|; alm
    de om grande sortimento de obras de brifhanies, brincos, braceletes alftaetps, adfre-
    eos completos, meios ditos de pedras finas e coral, medalbdes, vdhaa e traocclaat,
    aunis com letras e de diversos modelo?, ocotes, pesjohm de ury rsloglw danaro*
    piau donrado e de aftmades fabricantes, assim cono grande sortimesio de obras de
    prata do Porto, tanto para o servioo dooestice, cono para ifrejas, e garasllm** ser
    todo lei. _.
    A Flor de Ouro contina a estar aberta at as

    8 horas da noute
    r
    [


    X
    v*m. lfam*bw* f

    24 4iin

    JcawBmsnc a.
    NDICE ALPHUEritt E REVERSIVO DV
    LE N. 20'0 DE 28 UfcSUEatUftOi)*
    1871. & JyvT
    ( C-rudusJo. )
    Conceder (o jniz do hvaoiario pii)
    jrta de ut>#* .it\ o quantum dj sua avaliac"-) j idsul:
    Ntti 3. Nota *.
    Credor(n3i dev o) nos aventar!;*,
    .'icar. pfejudic.ado em seus dire.los, para o
    rio de ser conced 'a eirta de lioarda te 30
    two inventariando pelo jniz, exhlbindo rt
    n-saw csitjvo o qaantam de sua avalulo:
    .art, S. Nota f.
    Credor (pi)de o) impugnar os preco?
    das iroyostaanas execocas, sobre escravo..
    juaneo ntereasados: art. I.
    Credor (pode o) reqoerer a adjudicaba
    de escravo-, as execacw em qoe forem
    .aierena#M: art I.
    D
    JvSceoiteoles (nao ha vendo berdeiros)
    r; inventarios, poder o joiz cooceder car-
    ia ie libjerdade, ao escravo, exhibindo este
    a viit-i, o quantum de sua avaliacio judicial:
    iri. i. Neta g.
    'DiMitosi(oa) des credores, nos inventa-
    rios fi3o deven ser prejodicados, para o Gnu
    :c ser dada caria de Irberdide, peh juiz
    -ii escravo inventariado, caso este exhib a
    vista o quantum de sua avaliago juicial:
    rt. 3* ota b.
    E
    Edite .(o) jus abrir a concurrencia,
    -ira a-voii'ia de escravos, por eiecucao de
    .^teaja, deverf contar o nome, idade, pro-
    ..lo e-ajuis caractersticos dos mesni >s
    .bravee : art. 4.
    Edital (por) ser aberta a concurrencia
    dos arrematantes a venda de escravos, em
    ,'itMe de excu;5)S : art i.
    E; era vos( prohibida a venda de) da-
    biixo de pregan : art. 1.
    Escavos ( prohibido
    exposico publica: art. 1.
    Escravos( prohibida
    v Uo cooim-rcial : art 1.
    liscravo-(por cada) vendido em leilo
    n.iaMwil. aoJrer o leiloero urna mulla
    i.-. H3(5 a 3005 art 1.
    Escravo(a nome do) deve ser menci -
    a*;do uoedital : art. ^,
    Esc avo(a idade do) deve ser menci >
    'jada DO edita!: art. I. *
    Escravo(a proQssao do) deve ser men-
    cionada no edital: art. I.
    Escravo(pode o) inventariado oMer do
    resp olivo joiz, c-rta de liberdade, exhibi
    > a vista o quantum de sua avaliacSo jodi
    cal, se no inventario nao houver herdeiro
    ascendente ou descendente e sem prejudi-
    sar os direitos dos credores: arl. 3. Nota i.
    Escravo(n-s vendas de) judiciaes ou
    oarticulares, prohibido separar o mari lo
    ivjr o-ataao a
    aaoun-
    ppopos-
    (c; Vid i.
    2,040,
    -a
    a venda de) em
    a venia de) em
    ou
    00
    art. 2.
    U mulber : art. 2. Nota j.
    Escravos as vendas de) judiciaes
    particulares prolii ido separar do pai
    mi o filho menor de 15 annos
    Notak.
    Espaco(o) de trila dias o mar jado
    para o juiz das exeeucoes sobre escravo?,
    ceber propostas dos arrematantes: art. I.
    Execkces (as) por divida prohib la
    a praca judicial e substituido par proposta
    do juiz: art. 1.
    Exhibir(pode o escravo inventariado)
    a vista o quantum de sua avaliacjio judicial,
    para ser-lbe concedido carta de liberd.d',
    Dlo respectivo juiz ; se nao houver no in-
    ventario, herdeiro ascendente ou descenden-
    te e neta havendo prejaizo aos direitos dos
    credores: art. 3. Nota I.
    F
    Filhosde pas escravos, maiores de 15
    anoo?, p'idem ser sepralos do pai oo nili,
    as vendas judiciaes ou particulares : art. 2.
    Nota m
    Filhos de pais escravos, menores de 13
    anno, nao podem ser separados de pai ou
    re a i, o as vendas judiciaes ou particulares:
    art. 2 Nata n.
    Ii
    llrtrdeiros(o3o havendo) ascendente ou
    descendente, nos inventarios e respeitados
    os direitos dos credores, poder o juiz dir
    carta de liberdade ao escravo inventariado,
    exhibiado este a vista, o preco de sua ava-
    liaco judicial: arl. 3. Nota o.
    ihrlero(pode o) re querer a adjudi-
    :aCo de escravos as execuces em que
    forem internados: art. 1.
    llirdeiro(pode o) impugnar os presos
    as propostas as execuces obre escravos
    oando interesado : art i.
    idade () do escravo deve ser menciona-
    da no elital : art. 1.
    Impugoaco() dos herdeiros nteressa-
    doi as execocoes sobre escravos, autorisa
    a prorogacSo do praso de trinta dias: art. I.
    inpugntcio (i) dos credores interessa-
    dos ms execuc5es s bre escravos, autorisa
    a prorogaclo do praso de trinta dias art. 1.
    Impugnados(precos) pelos credores au
    torisam a prorogacSo do praso de trinta
    dias: art. 1.
    lopugrjados (pre?os) pelos herdeiros
    dutorisara a prorogacSo do praso de trinta
    das : art. 1.
    Insignificantes(a pronosta de precos) te-
    lante a ururogat5 > do praso ele tr.ata dias:
    art. 1.
    Interessad-M(n5o havendo) ascondeotes
    ou descendentes nos inventarios, guardados
    os direitos dos credores, poder o iuiz al-
    forriar ao escravo inventara 1o, exnibindo
    este a vista o quantum de sua avaliaco ju-
    dicial : art. 3. Nota p.
    Invctanos (qos) sem interessados, her-
    deiros ascendentes ou descendentes, garan-
    tidos os direitos dos credores, pode o juiz
    conceder carta do liberdade ao escravo que
    exhibir a vista o preco de so avaliaco ju-
    dicial : art. 3. Nota
    L-jil; eiro iiicone em malta de 100 *a
    BOOJt por cada escravo, qoe vender em le-
    ISo commercial: art. i.
    p Leitoes fos) commercies de escravos,
    so prohibido*: art, 4:
    Liberdadeicaria ae) poder cbter do
    reapeclivo juiz, o escravo inventariado, se
    oxbibir i vista o quautam de sua avaliacSo
    judicial, quaalo no inventario nao bajam
    herdeiros ascendentes ou dscendents e
    ,s'ja-n reMpeitudos os direitos dos credores:
    art. 3. Nota u.
    M
    Mii(i) escrava nao pode ser separada
    do filho menor de qornze annos, por venda
    judiciat ou particular : rf 2. Nota v.
    Marido(o) escravo nopode ser sepa-
    rado da mulber, por vend judicial ou par-
    ticular : art. 2. Nota w.
    Sulber() escrau no pode ser sepa-
    rada do marido por venda particular ou ju-
    dicial : art. 2. Nota x.
    Multade IU0;5 a 300 a em que in-
    corro o leoeiro, por cada escravo, que ven-
    der era leilo commercial: art. .
    n '
    Nome(o) do escravo deve ser mencio
    nado no ed:tal: an. i.
    Nultidade(nr pena d) incorre a- venda
    da mulhflr eacrava sera se marido, oo vice
    versa : art. 2. Nata y.
    Nullidade(aa.pen3 de) kicorre a venda
    do liluo de escrava, separado1 de pai ou taa,
    sendo o mesmo menor de quinze annos:
    rt. Nota z.
    Nullidade(na pena de) incorre a venda
    do escravo em leilo commercial: art. 1.
    P
    Pai(o) escravo nao pide ser separado
    do filho menor de quieze anuos, por venda
    particular ou judicial: art. 2. Nota A.
    Particular-(na venda) de escravos- pro-
    hibido sepirar n marido da mulber: art. 2.
    No'a B.
    Particular(na vend) de escravos pro-
    hibido separar o filho menor de quines au-
    no* do pai ou m3i : art 2. Nota C.
    Pena (n ) do multa di t09# a 300# in-
    corre o leiloeiro, que vender escravos em
    leiloes commerciaes : art. I.
    Pena(na) de nollidade incorre a venda
    do escravo, feitt em leilo comsnroial :
    arl. I.
    Pena(na) de nullidade ncorre a venda
    jud.cial oo particular de escravos, qnrado
    for separado o marido da mulber e o filho
    menor de qoinze annos ao pai ou mH :
    art. 2. Nota D.
    Pra$a() judicial, para a vend3 de es-
    cravos, prohibida : art t.
    Praca () judicial substituida por pro-
    posta feita pelos arrematantes: art. 1.
    Pra-o(dentro do) ue trinta das recebe
    propostas o juiz das exeeaefis sobre escra-
    vos : art. I.
    PrasoJo) de trinta dias, marcado em
    edita', pade ser pro.-ogado at igual numero
    de dias : art. 1.
    Preco -(o) da av3liaco judicial exhibido
    a vista, pelo escravo inventariado, na a ha-
    vendo herdeiros ascendentes ou descenden
    tes na inventario e sem que baja prajuixo
    dos credores, autorisa o mesmo escravo a
    conseguir a sua alforria que Ihe ser dada
    pelo joiz: art. 3. N)ta E.
    Preco(tnaior) doqu> oda avaliaco of-
    ferecido pelo herdeiro, as execocoes sobre
    escravo?, autorisa a adjodieicjto : art. I.
    Precormaior) oiTerecid-, do qae o da
    avaliaco pelo credor n*s execocoes sobre
    escravos, autorisa a adjodicacSo: art. I.
    Preco(a olTefta de) ins gnificante auto-
    risa a prorogac' do praso de trinta dias :
    art. I.
    Preferenciatem o credor na cxec^Io
    sobre escravos, quando offereca maior preco
    do qae o das propostas : art. I.
    Preferencia tam o herdeiro na execuclo
    sobre escravos. quando ollerecer maior pre-
    Co do que o das propostas : art. I.
    Prego(debaixo de) 6 prohibida a ven-
    da de escravos: art. I.
    Profisso() do escravo deve ser men
    cionada no edital: art. 1.
    Prohibida() a venda de escravos dabaixo
    da prisao : art. I.
    Prohibida() a venda de escravos em
    exposico publica : art. I.
    Prohibida () a venda de escravos em
    leiloes comuerciaes : art. 1.
    Propostas ,)odem ser eitas e recebidas
    dentro do novo praso : art. 1.
    Propostadeve ser feita ao juiz da exe-
    cuco, quando for objecto da mesma um ou
    raais escravos: art. 1.
    Propostaao juiz da execro substue
    a praca jadicial de escravos: ar;. I.
    Publicar (o juiz deve) em audiencia as
    propostas recebidas sobre os escravos da
    execuco: art. I.
    Prohibido() as vendas judiciaes espar-
    tillares, separar o marido da mulber e o
    filho menor de qoinze annos do pai ou mi:
    art. Nota F.
    Propo3tas(a quantom das) deve o juiz
    publicar em audiencia: art. 1.
    R
    Renovar (pode o juiz da execuco) o
    praso de trinta dias, para a recepeo de pro
    postas: art. 1.
    Fde o
    2,ff*0. "^ A. J
    (i) Vide o V do art. i4 da le o.
    '()'Video S 7-do art. 4V,da U\.
    2,040.
    (k) Vide o S 7o do art. 4. da lei n.
    2,040.
    (I) Vide o 2o do art, 4' da lei n.
    2,040.
    (m).Vidf ,o| 2o do art. 48 da le n
    2,040.
    (a) Vide of' to art. V da lei n.
    2,040.
    (o> Vide o g V do art.
    2,040.
    (o) Vide o % V do art.
    2,040.
    2" do art.
    da
    da
    lei
    lei
    n.
    H.
    4o da
    n.
    (q) VA o
    2,040.
    (r) Vide a T do art. V
    2,040.
    (s) Vide o 3 V do art. 4
    2,OiO.
    (t) Vide o % 2o do art. V
    2,040.
    (o) Vide o | f > arl. 4o da lei o.
    2,040.
    (v) Vi le o i T do ave. 4? da lei n.
    2,040.
    (%) Vide o % V do artr 4 da tei n.
    da
    da
    da
    lei
    k\
    lei
    lei
    n.
    n.
    n.
    non-
    2,04*,.
    (x) Vide o
    82.040.
    (y) Video I
    2 040.
    () Vide o
    2,040.
    (A) Vide o
    2,040. ,
    (B) Vide o
    2,040. .
    (C) Vi Je o
    2,040,
    (DJ Vide o
    2,040.
    (E) Vide o
    2,040.
    (F) Vida o
    2,040,
    (G) Vide o
    2,040.
    (Ii; Video
    2,040.
    (I) V.de o
    2.04't. _
    - ....
    7* de arU

    4 da lei n.
    T do art, V- da lei o.
    j 7 do art. 4' da le o.
    \ T do ar. 4" da fet n.
    | T do act. 4o da lei a.
    7 do art. i" da le o.
    7 do art. 4" da lei nv
    | 2o do art. da lei ni
    J. 7" do art. 4* da tei a.
    ^ 7o do art. 4e da lei r
    T do art. 4 da lei n.
    T do art. 4o da lein-
    3-
    Judiciaes(as vendas) de escravos
    prohibido separar o filho menor de qoinze
    annos do pai ou mi: art. 2. Nota r.
    Judiciaes(.as vendas) de escravo pro-
    hibido separar o marido da mulber : art.
    2. Nota 8. u
    Joizdq inventario, nao havendo herdei
    ros ascendentes ou descendentes, e salvos
    os direitos dos credores, por outros bens ;
    poder conceder carta de liberdade ao
    escravo inventariado, que exhibir o quantum
    de sua avaliaco jadicial: art. 3. Nota t.
    Juizda execuco quando esta versar
    sobre escravos, recebe propostas dos arre-
    matantes : art. t.
    Juia -de execocoes, quando estas versa-
    rem sobre escravos,, annunciar as condic-
    Cdes dos mesmos, por meio de editaos:
    art. t.
    \
    Separar prohibido) por veuda judicial
    ou particular o filho escravo, de pai ou
    mi, sendo menores de quinze annos: art.
    2. Nota G.
    Separar( prohibido) por venda judi-
    cial ou par'.icular de escravos, o marido da
    mulber: art. 2.
    Substituidas (ficam as pracas judiciaes)
    por propostas, feitas ao juiz das execuces,
    versando estas sobre escravos: art i.
    V
    Venda ( prohibida a) de escravos de
    baixo de prego : art. 1.
    Venda( prohibida a) de escravos em
    exposico publica: art. 1.
    Venda-( prohibida a) de escravos em
    leilo commercial: art. I.
    Vendas (as) de escravos, particulares
    oo judiciaes, prohibido separar o marido
    da mulber: art. 2. Nota II.
    Vendas(as) de escravos, particulares
    ou judiciaes, prohibido separar o fllbo,
    menor de quinze annos da mi ou pai: art.
    2. Nota I.
    Vender(o leiloeiro que) escravos em
    leilo commercial, incorre na molta de 100/9
    a 300,$, por cada escravo assim vendido :
    art. i.
    NOTAS
    (a) Vide o 2o do art. 4 da lei n. 2040.
    de 28 de setembro de 1871.
    (b) Vide o | 2o do art, 4o de lei n
    2,040.
    UTTEK.TPRA.
    DISCURSO AOS PAROCHIANOS DOS MA-
    RES PELO PADRE ROMUALDO MAR14
    DE S. BARROSO.
    Da ventam scriptis. quo-
    rum n*c gloria nobis causa,
    sed ulilitas officiuinque fuit.
    Meus carissimos irmos. Venho tocar
    nesse glorioso acontecimento, que acaba de
    marcar nova era de prosperidade para a
    n'i') brsiteira.
    Sao por demais conbecidos os vossog sen-
    tmentos de caridade e de obediencia s
    leis. para que eo pretenda imp-las, em
    nomo de Daus, s vossas conciencias; nao.
    Nao meu intento lembrarvos, que aquel-
    lo que resiste ao poder resiste ordem de
    Dens : im, congratohr-me comvosco, j
    como filhos, que somos, da mesma palria,
    j como vosso pastor.
    Assentado jonto s aguas do Goanabara,
    por onde, ba tres scalos, vira, assombra-
    do, entrar os primeiros africanos, boje,
    cheio de espranos de um futuro risonho,
    contemplava o genio das nossas plagas o
    magestoso despontar da aurora do dia 28
    de setembro de 1871. E recrtenlo as la-
    grimas de" alegra, qoe deslisavam-se pelas
    faces do misero escravo, foi o anjo do Se-
    nhor engastabas, quaes pedras preciosas, no
    diadema, qoe, fulgente de brho, ha de um
    dia ornar a augusta fronte da nossa indita
    princesa.
    As fervorosas orac5es de tantas mis, ar-
    rancadas como por encanto s extorcoes
    das dores : as preces mudas de tantos in-
    nocentes, cajos pensaraentos sao os dos an-
    jos debaixo dos oihos do Altissimo, alcan-
    Car-lhe ho, eu o espero, numerosa deseen
    denca em que se firme o porvir do im-
    perio.
    Mas nao basta, meas irmos, dar largas
    aos nossos corachas pelo feliz resalta lo des-
    sa luta intelectual, cojo desenlace ser urna
    catea de triumphos para a causa da joslica
    e da liberdade ; roister aventurar algamas
    rrflexrJes. Se o empenho do pastor fazer
    amar a virtude, chamar a compaixo sobre
    as desgracas do prximo, sobre o crime, o
    desprezo e o horror: annunciar as mais
    austeras verdades, quer, como Bridaine, de-
    baixo do tecto de colmo da pobre igreja da
    aldea ; qner, comoMassillon, na esplendida
    edrte de Laiz XIV: deveria eo, brasileiro
    pelo berco do mea nascer, e pelos instinc-
    los d'alma, sacerdote pelo corco, vosso
    parocu por escolba do co, deixar do pro-
    fligar anda urna vez o crime da esenvidio,
    ella, qoe, pelo cortejo de horrores que cer-
    cm na, antes a mi do crime ? >.
    Oscillando, todava, entre a necessilade
    de fallar, e o temor de calar, sejvme licito
    pergantar com um orador, boje de infeliz
    celeoridade, se sera eccasio de trazer para
    o pulpito ebristo semelbante assumpto ?
    Convir por ventora elevar orna voz, orna
    voz de padre, que de>e ser sempre grave e
    placida, na refrega das mais ardentes paixes
    e para asgim dizer ao ciarlo dos relmpa-
    gos e ao rugir da tempestado ?
    Pois isso mesmo o que me attrahe, res-
    ponderei com o citado orador... Sim,
    um dever para o ministro do Evantelbo, ao
    m nos neste recinto, um momento propi-
    cio e solemne o momento de soltar ci-
    ma, muito cima dos clamores dos partidos,
    a voz desinterassada da jastica e da ver-
    dade.
    Nao entra nos limites desta pratica enca-
    rar debaixo de todos os seas aspectos as-
    sumpto tantas veres ventilado, tantas vezes
    exbaurido por tholgos e publicistas. No
    estado presente avalio as coasas so pela
    utilidade moral. *
    Antes de ser a escravido condemnada
    peta historia, pela leglslago, e pela civilisa-
    Co dos povos, j o tinha sido amito antes
    pela moral evanglica.
    la S, Paulo, acraaveodo aos babitan-
    Cori*n^VW9 AbtoaioV.e
    apostab liberdde americ
    a a dootrina da graja.
    e moilo que assim fosse ?
    >,-jlla cruz, que, elevada oo cimo do
    Calvario, domina sobranceira o valle de To-
    phetb, o qo fei, o qoe iw^Kci T
    Marte de escravo... d'onie parte a sal-
    vaco* do mundo ; o irtatlpho da virtude
    contra o icio, da verdade contra o erro, da
    liberdade cotra a escravido.
    Ns, boje em da, oo fazemos mais do
    Se dar nova forma essas ideas do libr-
    ele, semeadas noi escriptos dos santos pa
    (fre, assi a como, cedo ou tard?, a m do
    lempo, qae todo varre da superficie da lar-
    ra, chama tarobem i face da mesma as mi-
    nas d'ao'igo edificio, que as revolutas do
    solo soterraran.
    Se e les pugoaram neste ponto com tanto
    afaoco nao f >i seno porque, pera os povos,
    bem como para os indiv dos, ba principios
    eternos de ordem moral, hi leis superiores
    as nossas mesquinhas paixes, e eiles, de-
    positarios da donirina de Christo, uio po-
    diam ver esaes principios calcados aos pes,
    essas Ims postergadas, sem que, como os
    bispos reanidos em Londres no anno de
    1102, dssem ao coramercio da carne hu-
    mana o nome denefandum negotiim,
    ou antes repetase aos poderoHOs do mun
    do aqeellas palavras do veneranda abbade
    Esmaragdo Carlas Magno cercado dos
    louros da recente victoria: bonra a Detw,
    6 re inveacivel, dando liberdade aos escla-
    vos. *
    Disse, steos irmos, que ba principio?
    eternos de ordem moraJ, leis superiores s
    aossas iu-*juinhas panes. Pota bem:
    oai desses priucipios, urna dessas leis a
    da liberdade da creatura humana.
    Sendo e!+af como t5z Leibotz, t um
    conposto de lempo e de eternidade +, tem
    dveres a c>iiaf)nr, j para com a sua alma,
    j para como seu corpo.
    Todo quan i tender, pas, a embaUr a
    sensibilidad!;, ou a excita-I em extrea v a
    entorpecer a inrteHigeocia, depravar von-
    tade, origiuaudo a desenvoltura dos costo-
    mes, deve ser de certo- reputad) um
    cria.-
    tal a escravido, e tanto mais perigosa,
    qaaotocomoaunica usseus horrores soda
    a soeiedade, poi se o escravo um ser
    depravada, o senaor nao o menos *, ou
    aote, como expressou se mais poelicameole
    Beroardtruo de S. Pedro qaaado o bomem
    prende urna cadea ao pesclo do escravo,
    Dos sola a outra extremida.ie ao pescoco
    do tyraniao. >
    Vejamo-lo :
    O sentimento da paternidade de-ce ao
    nosso eoraco cora as primeirae sombras da
    velhice e toma posse do vaca) que nelle
    deixaram as affcices precedentes. Esta
    poca anda nao o a da decadencia, fog de
    pensa-lo : depois do olhar de Deus sobre o
    mande, nada ha asis bello qoe o olhar do
    anciao sobre a crianca, olbaa to terno, to
    desinteressad ', a que marca em nossa vida
    o poni exacto da perfeico e da mais ele-
    vada semelhanca do bomem com Deus. O
    corpo curvase ao peso dos annos, o espiri
    to tambem pode curvar-se, mas a alma
    com que amanaos, essa ato se curva. A
    pateraidade a corda da vida.
    E que flzestes dassa cora, meus ir-
    mos?
    CoDverlesie na em cora de mariyrio. .
    Com qae direito
    O negro nao am membro inferior da
    bumanidade : como a molher, um typo
    distincto, que, como ella, deve desempenhar
    o sea papel na harmona geral. Se nao lo-
    grn do.eo o genio, que inventa, se a sua
    historia nao ostenta esses monumentos scen-
    tifieos erguidos pjrpetua admiraco dos
    seculos, posae ao menos a docilidade que
    imita, a sensibilidade e com ellas as facili-
    dades artsticas.
    Se assim porque ser-lhe-ha vedado
    procorar, como vos, urna companbeira de
    seus prazeros e dores, do seus gozos e pe
    as ? Porque ser-lhe-ha negada a esperan-
    za de completar a ana existencia na trra ?...
    Essa interdicco do casamento um dos
    vergonbosos estigmas da escravido, estigma
    universal, quer nos lempos antigos, quer
    nos modernos, quer na Europa, quer na
    America.
    Por qaanto tempo nao vigoroa entre nos
    a barbara lei dos romanos-r-ad leges cogita-
    tiones serviles non pertinent ? E quantos,
    aiuda boje, luz meridiana do secu:o XIX,
    repetem sem pejo oqaem Patrem, qui
    servas esti Plauto '?
    Depois da familia, engano-me, antes,
    muito cima d'ella, ha urna cousa, meus
    irmo, realidade ou illuso, qne importa ?
    a que chamamospatria.Ser ellaamoo-
    tanha, o rio, o valle, a flor, oa tudo isso
    jautamente? Nao se i dizer-vo-lo. 8 ape-
    nas qae por ella passamos noites int-iras
    ao frouxo ciarlo de ama lampada, e por
    ella sacrificamos a vida. A patria, meu
    Dos !... Quando, sob o golpe d'es3as fe-
    ridas, qae nao teera nome, alargamos a
    vista pelo abysmo dos cos, impotentes
    redizer o que sentimos, tomamos empres-
    tado etercidade ama palavra, o exclama-
    mos minha palria- I... E para ti,
    mea irmo, qae teas urna alma, irm da
    minha, para ti, n'este mando, onde os pas-
    saros abrigam-se debaixo da ramagem das
    arvora*', o oa aniones fjrozos encontrara
    um la.ioulo, para nao ha um canto de
    trra que nossas abracar, exclamando :
    hic domus, hcec patria est.
    Errante sem familia, sem patria, sem
    religio muitas vezes, de que te serve esse
    vivar que arremeda a inerte ?
    E nao ser isso cortar todas as fibras do
    corco, tritura! o atrozmente ?
    Nao ser isso ab.ir largas portas devas-
    sida o ?
    Queris que o escravo seja probo, e hon-
    rado ?
    Absurdo. E' pretender que de silvados
    brotem rozas, e de fonte impura nasgam
    agoas crystalinas.
    SeatprtUsin*i a surta do* ienros meni-
    oos BrasMrt, qwvnasceodo e vivando
    entre escravos, recebem desde os seus pri-
    meiros annos as funestas impte45ea dos
    contagiosos exempios d'esses seres degene-
    rados, exclamava, em 1827, oSr. D. Ro-
    mualdo Antonio da Seixas; eoxali qoe
    ea me engaaste! Oxal qoe fossem maii
    raros os triumphos de sedoeco, e os nao
    fragios da innocencia! Oxal que tantas fa-
    milias niio livessem diflorado a infimia e a
    vergonba em que as ten precipitado' a ira-
    moralidade dos escravfil
    O aira nlo e a a lingoagem do eloqoen-
    te Chryaostomo. 'Seren corruptus, dizia,
    pest) liberorum. Seculos mais tarde Bo-
    cio, na sua obra de Consohtione pkiloso
    phica, tracava ama sentenga terriwl, mas
    soberana, coja severidade temo rastejar em
    iraca iradocco. E-l-a: tfamuli si viioei
    mo'ibus sinl, perniciosa domus sarcina
    est *
    Ancios, que me oovis, tw que sois
    porveniara testemunbas do que acabo de
    dizer, failai, strui-no-.. Mas > que o
    respeito devido ao lugar santo impo-vos o
    (nais rigoroso silencio, invocarei a autori-
    dade de 11ra judicioso oscriptor, qoe cm-
    lemplou a varias luzes estas verdales.
    Oearo,)lo:
    E' indnbitarel a infeliz influencia sobre as
    maueiras do nosso jaovo, prodozda pela
    existeach do captiveiro entre ns.Toda a
    commonicago entre o senh reo escravo
    um perpetuo exerefeto 'las maie tempestuo-
    sas paivoes. V-se o despotismo sem mi
    eo lacados un com o outros, om corpo.
    um espirito, ama tsaaJHp* Moa t-moa
    um mesmo Seuhor, orna mesau f, oa
    mesmo baptismo. Oh f qnantes a qoo po-
    derosos motivos para vvennos unido*, 0
    pare amarmo-nos aos aos oetroe como ver
    dadairos irmios, e Albos da om metoao pai.
    el qui Deum incipiunt habere pwlrem, sera
    hominis esse non deoent.
    Se, antes de J C, a escravido poda
    reputarse maldifo, logo que elle, o Re-
    demptor oa especie num..na, se anoiqailoa
    a si mesmo, lomando a natareza do esixa-"
    vo, segundo a enrgica expresso do grande
    Paulo, forman servi accipiens, e >a fui para
    sempre abolida, toroando-ae indigna do
    nome cbrista. Parame a victima oa liber-
    dade nao ba mais distincco entre escravo
    eeaabor: a onica nobrrzi a dea cor-
    ceas. O ferrete ignoaueoso, <** ate alli
    marcara urna fronte de condemuado, fora
    lambem estirajado em orna froote dtvias.
    ^Ilomem fadaJo par Dos qoe das atteo-
    Co estas toscas palavras. qoe te chimasa
    poeta, ou romancista, pbilosopbo ou orador,
    pouco importa, sobe a tribuna por teo tur-
    u, cb-tma em torno a multada >, eosina-lbe
    estas cousas com palavras de ouro, que ao
    n i teubo. Lembra-te, porcm, qoe, para
    inteider a liberdade preciso car em
    Deus, que para acreditar oa iguaWade 4
    pre .tso ter o vangelbo no corco^ >
    E vos, ol legisladores da HMaaa patriar
    vos, sobretodo, os que palenteastea ao Rra-
    sl os nabres e elevados sentim^ntos dos
    Babiano parabons, pais o vosso desejo ar-
    tigaco de urna parte, e a mais a-viltaute sob Mente, vosso peosamento constante, coaver
    misso da outra parle. Os nossos filhos^ lteu-se em vontade cumpnda.
    vam isto, e apreudem a irnit.r o exeraplo
    Desde berco at ao- sepulcbro nao prat
    [cam seno o que v8m aos outros lazar.
    Se O pai ao acha no sua philantropia, 0B>
    no sea amor proprio, motivo para restrin-
    gir a intemperanca J-as paixea contra
    sen escravo, a presenca de sen filho- parecie
    sutciente para esse ettaito. Mas, na reali-
    dade, no geral, nao sulficiente. Se o pai
    se enfurece contra o escravo, o fbo anda
    menino, olba, e toma as leu-oes da celera,
    e pratica as mesmas violencias no circulo
    dos escravos pequeos, e d soltora.3 peior
    de todas as paixes, a craeldade. Elle assim
    criado, edu:ado, e diariamente exercido na
    tyraonia, tem em si a estampa das mais
    odiosas singularidades. Ser um prodigio
    o filho que possa conservar a sa moral
    onde predomina loo brbaro costume. Des-
    truida a moraiidade tambem a sua industria. Ea climas calidos
    nm um bomem trabalhar para si mesmo,
    se poder fazer a outros trabalhar para elle.
    Isto tanto verdade, que mu peqena pro-
    porclo dos proprietarios de escravos se tem
    visto trabalhar. E. por ventora se podem
    Provees ao teeaerario estangeiro qoe,
    para libertar o escravj nao era oecessario
    derrubar o throno -r qaae, para o nosso ir-
    mo respirar hve debaixo destes cos de
    anii e crystal, nao ^avia mi xo d is ps a obra do monarvha generoao,
    que duas veze* des^edacou o soeptra-do
    poder, para plantar em seu kig.r o peado
    da iioerdaje.
    Cam orgulho arcbivari> a historia os vos-
    os nomes cercados da aureola de gloria.
    \ ttoute de re*.
    Causn pro.'unda sensaclo em toda a
    provincia de Pernambuco urna noticia que
    06 jornaes Szeram espaldar no dia !) de ja-
    ueiro de 186 Era este o tpico mere-
    cedor das attencs e das minuciosas ana-
    iyses do publico em geral:
    A's 2 horas da madrugada arda o en-
    genb.a como urna immensa fogneira. O
    Sr. commendador.. conseguio em compa-
    nbia de sua esposa e de seu filho mais
    moco, salvar se a tempo das cbammas, qoe
    j se haviam apoderad. de tres partea da
    casa ; os dous oo'rot. filaos do Sr. com -
    considerar seguras as liberdades de qua!- j loetidaclor --., meuims de oito a dez an-

    N5o todo entretanto.
    Se da mocidade depende a sorte futura
    do mando social e poltico, se acha-se as
    suas mos o principio da regenerado, t se
    a vida d'am grande comicios e na tri-
    buna, mas antes de todo est nos seas
    lares, qae esperancealentaremos sobre o>
    destinos de toda e qualquer naci assola-
    da pelo flagello da escravido ? N8o foi in-
    felizmente. Fannio Suturnio o nico qae
    embebea mortfero ferro no corco de sna
    propria filha I... Nao sabemos por ventura
    qoe procara o escravo grangear os favores
    dos fllhos-familias, favoneando lh;s, pelo
    mais das vezes, os impetos das primearas
    paU5es, e revelando-lhes vicio? ainda igno-
    MQ8 ?

    quer nacSo, quando se remo ve a sua nica
    base segura, o trabalbo livre, com a coo-
    vieco aosespiritos do povo, que estas li-
    berdades sao dvm de Dtttu, e que nao se
    podem violar sem incorrer na sua ira ? Na
    verdade tremo pelo meu paiz, quando reflic-
    to, que Deas justo: que esta jpstiea nio
    pode dormir para se;apre.
    Coragem, porem, meus irmos. J bateu
    para nos a hora de misericordia J co ne-
    cou o nosso actual ministerio a apagar os
    raios da divina justica, cingindo a fronte do
    recem-nasciio com o diadema da liber-
    dade.
    E quem sabe se, para renascermos ella
    nao foi nos imposto por Deus aquello bap-
    tismo de fogo, com qae nos purificamos
    nos campos do Sul ?
    Mas que a liberdade para quem nasce
    por eotre as miserias da escravido ? p ra
    essa crianca em cojas veas aanda cjrre sao-
    gue Africano ?
    Para nossos pais, meas irmos, a liber-
    dade era o direito de so coostiluirem em
    naco livre : para elle, o direito de ser
    bouiem racioual, e nao bruto: o direito
    de chamar a sna mulhor a sua ioseparav^l
    companheira, e de a proteger contra a vio-
    lencia dos homens: o direito de educar seu
    nlho ; o direito de ter um lar que passa
    chamar seu, urna religio sua, urna merali
    dade sua e nao sujeita vontade de onlrem.
    Se at boje nao bavia razo, em virtode
    da qual podessemos roubar a o homem esses
    direitos inalienaveis, nem capciosos pretex-
    tos de civilisaco, nem mentirosos progres-
    sos da agricultura, nem a cor tisnada da
    cutis, d'ora em diante isso seria duplicad i
    crime, crime parante os homens, crime pe-
    rante Deus. E ai d'aqaelle, cujo nome for
    escripto com as lagrimas do innocente no
    livro da eternidade I *Quam miserum !
    ut qui nascimur in librtate, moriamur in
    serviui\.e,i exclamariam esses infelizes apon-
    lando ao Juiz Omnipotente com os dedos
    anda tinelos do sangae do captiveiro os
    crois auctores das suas desgracas.
    Rem sei que talvez tenhaes que soffrer na
    vossa fazenda: mas onde a vossa f patri-
    tica, realcada, como deve ser, por urna re
    ligio, coja base sabnegaco de si mes-
    mo ?
    Ignoraos qae amor da patria sacri-
    ficio e nao deleite ? Tendes p ciencia
    para ver a nossa torra to desluzida, quan-
    do com ma i prodiga enriqueceu a Deus, e
    os homens a tem Ilustrado tanto ?
    Quando o Brasil ultrajado pelo inimigo
    pedio o soccorro do teu braco, nao te mos-
    traste, oh minha Babia, digna de ter sido a
    primognita de Cabral, a vencedora dos
    vencedores de Troncoso e Aljubarrata ? nao
    offerecestes ao cutello do Paraguayo o eolio
    da tua juveot ide ? Pois bem: o que tens
    em mais, a vi la de tens filhos, ou um pe-
    onado de ouro, lodo da trra, que te pe-
    de rn .'
    Accresce, meus irmios, qoe a lei n.....
    2,040 de 2$ de setembro, nao diz ao es-
    cravo : s livre: > mas to somonte : s
    livre : pois Deus o pai da liberdade,
    elle quem suspendea-a sobre a donosa fron-
    te do homem, qual scinlillanle estrella. E
    se algumas vezes essa estrella offoscada
    pela navoa das paixes, se algumas vezes
    e>8e diadema da mais antiga realeza con-
    vertido em corda de espinhos, protestar con-
    tra os sbusos da forca nio innovacao, an-
    tes o grito de toda a consciencia bem for-
    mada em prenseoca da violaco do direito.
    Ser mistar lembrar vos anda que o vin-
    culo da fraterradade humana, despedazado
    pela idolatra, estreilou-se de novo sobre
    a cruz no coracio do Salvador ? E' debal-
    de que procura-se apagar a luz da historia,
    00 rasgar as paginas eternas da nossa ge-
    nealoga. Todos nos, os fiis, somos um
    s corpo, qoe o mystico de J. C.; um
    so corpo nio deve ter seno om s. espiri-
    to ; e por conseguinte todos nj'devemos
    ser ama mesn coass, como om mesmo
    q objecto da nossa esperanca, qoe a vida
    1 eterna. Tras vnculos com qoe estamos
    nos, foram victimas d^ catastropbe. Mor-
    reraffl alguna escravos uns por pernoutarem
    ua casa da viveuda outros procurando a '
    lodo o casto salvarem os jovens senbores.
    enjos gritos de despero depressa o men- v
    da snflucou em suas irresistiveis libare das
    e fumo.
    O incendiario, conbecido por Locas Ma-
    rialva, nada mais nem menos do que o Sr.
    Launano Macedo, esse moco elegante dis-
    tinelo e millionario, cujo deupparecimento
    dos circuios da nossa capital, dea origem a
    to variadas e romanescas versos. Est
    preso e breve recebera das mos da justica
    a merecida puuicao aos seos inqualificaveis
    deudos. O cadver da Exma. Sra.fD. Ange-
    la, filha do Sr. commendador*-," acba-se
    exposlo boje at s 6 horas da tarde na
    Lgieja do Cu'.legio. A.aha-se em perto da
    de cento e tantos cotilos a perda soQrida
    pelo commendador*'* com o incendio do
    seu grande e samptuoso engenho. Valla-
    remos a este trisfe assumpto, e narraremos
    ao leiter todos os pormenores de um acto
    que parece assumir a fabulosa att-'ode dos
    mais incriveis romances.
    Lauriano Macedo foi um dos rapao& mais
    elegantes da cidade do Recife. Era o per-
    feilo, era o apurado typo do jadot brasilei-
    ro, que esteve em Pars, mas qae de la troo-
    x j apenas o aprumo gentil e nao atole.mada
    macaquice. Fatlava correctamente a lingna
    portugueza, e depois da viagem Europa
    nanea enxertoa as suas phrases um R da
    03ai.; um assovio iransatlanlico, que recor-
    dasse o so taque parisiense. Nisto Macado
    destacava-se bi ilhanlemente de certo grupo
    de [louristas naciouaes que vio a Europa
    com o fim nico de enveroisar os botins e
    sombrear o espirito.
    Vestia-se com aparo e asava os mais lus-
    trosos e flacidos bigodes do mundo. Era
    pallilo tinha olhos negros, cbeiua de mei-
    guice e de luz ; fazia em horas de fastio
    versos lyricos: adorava Meyerbeer; deco-
    rava seis orientaes de Vctor Hugo na ponta
    da lingna e acertava com a bala de om re-
    volver em om alvo de meia pollegada, a
    cento e cincoenta passos da distancia.
    Lanriano Macelo passou a maior parte
    da sua mo.idade nos toeatros, dos bailes
    e nos passeios campestres.
    S lbe restava da familia sua mi, ama
    formosa senhora de quarenta e seis annos,
    delicada e carinhosa como ama santa. Lao-
    r ano amava-a e por ama lagrima delta tro-
    caria todos os sorrisos das maulares da
    Europa, da Asia, da frica, da America e
    da Oceania.
    Macedo era valioso. Que diabo.' Nao
    se pode ser pjrfeito como os habitantes do
    (Calendario, quando se nabita nma capital
    populosa e explendida em pleno seclo
    XIX I
    A vida le do janota revela va-se mesa
    do jogo e em presenca das malberes boni-
    tas.
    Coa vez em Api pucos tro;ou o seo mag-
    nifico cavallo alaso por om cravo, offerta
    de mSa femin na, que se estrella va no neito
    do palitot de um dos saos amigos. A dama
    sorrio de orgalhosa, e o amigo encarapit-
    se immediatamente no alaso, agradecendo
    ao namoro 6 aos cravos lio opulenta mon-
    tara.
    Outra vez Lauriano .Macedo estav.i pre-
    sente a um disputado lansquenet na villa
    do Cabo. A filha do dono da casa orna to-
    nina com ares de crianca, orna joia da ca-
    bellos de ouro e olhos de um azol britan-
    2ico, olhou para orna dama qoe caba so-
    bre o tapete verde, exclamando entre toas
    risadas matines:
    == Ob 1 como se parece comig>) 7
    Macedo aposton a favor da gatella de 2:0005.. qoe perda em nm lo-
    bl fulminante.
    :
    .
    (Continoaree-ba).
    TYP. DO 0;
    WtWRUA D9 PQCiJ di cana
    .
    Ljbiih j
    .-_;%

    ___*t '"-


  • Full Text
    xml version 1.0 encoding UTF-8
    REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
    INGEST IEID EF01TZKFQ_7EIXYV INGEST_TIME 2013-09-16T20:39:03Z PACKAGE AA00011611_12568
    AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
    FILES