Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12564


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Full Text
* ANN ILVIH. N m 15
H1A 1 CAPITAL E LUGARES 05DE SAO ZZ ?ASA PQ8TE.
#*r iret nnu tdiantaxloi
Por mt ditos em .
t'er cu aono idem. .
3s4a amero avttibo .
6,5000
i 2,1000
S4O00
J20
SEXTA FEIHA 19 OE JANEIRO 0 18)2
PA1A DEIT10 E TCRA DA PBOVICIA.
Por tre mezes adiantados
Por Mil ditos idem. .
Por nove ditos idem *
Por nm son idem .
|7M
ilUOt
t7#0Q#

i
Fropriedade de Manoel Figneira de Faria & Filhos



ao Adrara:

Q 3ra. Gerardo Antonio Alvea d Filaos, no Para ; Goncalves & Pinto, no Maraoso ; Joaquim Jos de Olivara & Filho, no Gaar ; Antonio de Lemoa Braga, no Aracatj ; Joio Alaria Julio Chavea, no Ana ; Antonio Afarqnei da Silva, no Natal; Jos Justino
Pereira d'Almeida, em Mamangoape; augusto Gomes da Silva, na Parabyba ; Antonio Jos Gomes, na Villa da Penha; Belarmino doa Santos Bolcio, em Santo Antlo; Domingos Jos da Costa Braga,
em Nazaretb ; Antonio Ferreira de Agaiar, em Goyanna; Francino Tavares da Costa, em Alagoai; Dr. Jos Martina Alvea, na Baha ; e Leite, Cerqninho & C. no Rio de Janeiro.
PARTE 0FFICIAL
tioveruo da provincia.
KTPEDIENTII DO DA 8 DE JANEIRO DE 1872.
Asios :
O presidente da provioci, de conformidade
com o disp )sto no art. 3 t, combinado com o
srt 'i o dscreto n. 4,824 de 22 de novembro pr-
ximo fiado, resolve deiiguar a subsiiiuiQa no cor-
rele aono di cada urna da* varas de direito des-
ta capital do modo seguate :
A prraaira vara eivel pilo juiz substituto bi-
charel Jos Hygloo Du.irte Pereira.
A segunda vara pelo bachsrel Arminio Ciriola-
no Tavares dos Santo?.
A dos feitos da fazenda /> -lo bacharel J i- Ma-
noel de Barros Waodorley Jnior.
A da proveloru de capellas e risiduos pelo ba-
charel Antonio Francisco Cortea de Arauj).
A de orpbos <>auzentes pelo baebarel Francis-
ca de Carvalh Saares Brandan.
A d i comma-cia pelo bacharel Luiz Ferreira Ma-
ciel Piuheiro.
Gomraunicou-se aos designado recamm'raJan-
do se que entrein em exercicio, indepenJentemen-
te de Ululo-, que apre.-ealaro no prazo de tres
miza?, e bem assm tliescurana de blanda.
U presidente da provincia, at'end-mla no
Ino n 31 du municipio de Baiquf, Loarenc Re-
bello Pereira Torres, re sol ve que se Ihe d a ftuia
de qne trata o art. 45 do decreto n. i,130 de 12
de marro 03 1833 para o de Asamblea da provin-
cia dasAlaga?, onde tem xiio sua re iaencia.
O presidente da provincia designa para pre-
sidente do conseibo de julgamento do soldado do
corpo de policia, Luir Pedro Teixeira, em substi-
fuco ao filleeido capa Jaio Anastasio Camello
Pes.-a, o eapito Camillo Augusto Ferrara da
Silva
O presidente da provincia. attendeoJo ao que
requereu Antonio Borges da Sil reir Loba, laba-
lio de notas desta cidade, resolve conceder Irte
tres mt-res de lieeoca para tratar de sua sad?.
Exnediram-se as oecessarias comounicacoes.
Ollkios .
Ao Exin. presidente da Babia, enviando un
volume, que por engao veio para esia provincia,
contando impressos, remedidos pelo ministerio do
imperio com destn > essa presidencia.
Ao da provincia de S. Paulo, acensando a
. recepeo las duas colleecoes, que remellen da?
leis dona provincia promulgadas no aono prxi-
mo Ando.
Ao coronel commandante das armas, duen-
do que pode determinar eomniiss\ aqas alia-
do o sea offlcio qae proceda ao ezame do roau-
riai do exercito a cargo das fortalezas do Brum e
Barato.
Ao mesmo, recommendaodo a expedico de
suas orden?, para que sejam apresentados a esta
presidencia os recrutas Bsllarroiuo de Paula Mala-
guetae Cyriaco Jo'. da Silva.
Ai inspector da ihasouraria de faiendi, de-
clarando que de tres mezes o prazo marcado ao
jais de direito Pedro Camello Pessa, para entrar
<>ra exercicio di segunda v^ra da comarca de Pao
d'Atho.
Ao ra3smo, ioteirando-o de que a 23 de de-
sembr ultimo, entrara o ais de direi'.o da comar-
ca de liamb, baebarel Feiinlo Henriques de Al-
meida, so goso da hceoc de qaioze da que ob-
tivera.
Ao mesmo, comraanieando que a 20 do m?z
prximo linio, prestoa juramento e assamio o
fxercicio interino do cargo de promotor publico
da comarca de liamli, o cidad) Bartnolomeu
Guedes de Mello.
Ao mesmo, transmiliindo para os tas con-
venientes, as tres melosa* orden? do tribunal do
thesouro, sobos. 262 a 264
Ao mesmo, para que providencie de modo a
serem despachada; na alandega desta cidade, li-
vres de direitos, qoatro caixas. viudas da Europa
no navio Zennia e vapor Artel, s quaes cootm
papel almaco pautado para o expediente da secre-
tara do governo, e papel para o gabinete da pre-
sidencia.
Por essa thesouraria mandn se pagar :
A Jos Antonio de Albuquerqoe Pedroza, a
quaatia de 18600, em que importaram os coo-
certos por elle etTeciuados no tanque do deposito
Tagua da enf rmaria miliur.Cimraanicou-se ao
angsnheiro encarregado da obra3 militares.
A Tli.-iiaz Aotonio Maciel Mooteiro Filbo, a de
30^000, proveniente de concertos qae executou
no xadrez do quariol do deposito de recrutas.
oteirou-se ao mesmo engeobeiro.
A pessa competente, a importancia dos venci-
mcn'.os relativos aos mezo? de ontobro a dezem-
ro do anno passado, do corneta do 9* batalho de
"jantaria da guarda na:ional do municipio de
Cunda.Commuuiou-.-e ao respectivo comman-
dante superior.
Ao inspector da thesouraria provincial,- au-
c risando o a effectuar a compra de mais duzeotos
- "in|)l.'res do roteiro da costa do Brasil, offere-
odos pela viuva do capito de fiagata Manoel An-
tonio Vital de Oliveira, Adelaide Grag Vital de
Oiiveira, aSm de conop art. 13 da le o. 994 de 13 de juqqo do aoao pas-
sado.
Ao mesmo, para mandar fornecer a enfer-
naria da casa de deteocao os objectos constantes
do pedido junto por copia. Communicoa-se ao
Or. chele de polica.
Ao mesmo, recomuiendaodo qae faga entre-
gar ao tnesoureiro da reparlico das obras publi-
cas, a qaanlia de 7:302500, afim de oecorrer as
despezas com a execucao dos reparos do torreo
4a alfandega, onde r vincial.Communicou-sa ao ebefe daquella re-
particao.
Por essa thesouraria mandn-se pagar :
Ao gerente da companhia Peroambacana, a
<]uantia de 160000, proveniente do aluguel, ven-
cido no mez de dezembro ultimo, do predio em
qae (aneciona o consalado provincial.
Ao teuente aggregado ao corpo de policia, Fla-
vio Jos dos Santos e Silva, a de 254001), qae dis-
peadea na qaalidade de commandante do desta-
camento dxiJjde de Goyanna, com u enterro do
cadver do sollado pertenceote aqnelle destaca-
mento, Sebastfao Jos dos Santos e Silva. Ioiei-
rou se ao commandante do corpo.
A Manoel Teixeira de Camino Ralaio, a gra-
tifieaclo de lOiOOO, que vencen oo mez de dezem-
bro ultimo, como ajudante do enfermeiro da casa
de delenco.
A pessa competente, a importancia, nao s dos
veocimentos do destacamento de guardas naci-
me* existente na cidade de Olinda, mas lambem
da despeza (eita com o fcrneeimen.o de Iqz e agaa
para o quartel do mesmo destacamento, Htdo no
mez de dezembro lamo.ScieniiQcoa *e ao res-
pectivo commandante superior.
Ao director geral interino da instruccao pu-
blrc3, reeommeodaodo qae preste com a possivel
brevidade as ioformacoej e dados, constantes do
offlcio Janto por copla do director geral de esta-
tislica.
Ao Dr. ehefe de polica, para providenciar de
modo a ser reeolbilo a ca tenciado de jastica Joo Correa de Oliveira, qae
se aeha empregado na fachioa da tortaleza do
rum, de vendo ser substituido por outro, cuja
pena nao seja de amitos anoos de priso, visto nao
eoavir disciplina qae eonlinae elle oaqaelle ser-
vico, segando declara o commandante das armas.
Cofluauoicoo se este.
Ao consol de Portugal oesla cidade, respon-
dendo com urna copia da informado do jniz mu-
nicipal e de orphaos do termo de Pao d'Altao ao
sin offlcio relativamente precatoria expedida pa-
ra o termo de Santo Anto contra o depositario
dos bens, deixados pelo subdito portaguez Fran-
cisco Ctrri Vieira.
Ao vice-consul do Hemanba, dizando ficar
inteirado de ter sido prorogada por seis mezes a
licenca, em cujo go>o se auliava, e por isso cooti-
iii'n o Sr. 1). Eorique UoJriguez y Caio na geren-
cia desse concia lo, aa qualido.de de vice con-ul
interino.Expeliram-se as necesarias commuai-
eac9e.
Ao director do arsenel de guerra, para que
mande salafazor o incluso padido de dtenlos im-
pressos para ped-Jos de remedios e dietas, oeces-
sarias a enfermara militarFizerara-se as oeces-
sarias commanicaedas.
Ao mesmo, tcansmitlindo para os lins con-
venientes o iu ju.-.i coobecimento, do qual consta
ter sido embrcalo no vapor Cruzeiro do Sul pe-
lo arsenal desuerrada corte', um caixo contendo
urna espala com bainha de acj, destinada ao sar-
gento qiiartdimesire do 2J batalhao de infamara.
Cjrainuuicou-se ao commandante das armas,
para fizer constar ao cournaadante d> bataltiao.
Ao engenbeiro fiscal da estrala de (erro do
Recite a Caxang, approvando a deliberado que
,'.r. ju de lixar ao gerente dessa estrad > um novo
praso, at o de marco vindouro, para dar cum-
pri'liento ao art. 33 do nspaclivo regularaenli lis-
cal, que Ihe impn~> a obrigaca) de qusimar s-
meiitrf coke as machinas embregadas no servido
da ni -aui esfada, oo usar de apparelhos lami-
noso.-.
Au mesmo, aatorisando-o em vista do sen
oibio. a destarar ao gerente dessa companhia,
que a presideu;ia resolve prorogar at 30 de ja-
ndo di crreme anao, o praso, que exairou em 31
de dezembro fi ido. para a conciuso dts obras da
parte da estrada entre o DaIJe de npipucos e o
Gaxtogi, ficaud) a referida c.mpaobia sugeita a
mull do.conirato pela omisso desse divjr, e nao
podendo contar com outra prorogaco.
Ai engenbeiro eucarregado da obras milita-
res, determinando qae providencie no senado de
I m : desapparecer a falta d'agua, que ha 2 das
c d no chafariz do quartel da companhia de ca-
vallaria, falta essa que se reprodaz todas as sema-
nas, segundo representa o commandante das ar-
mas. Communicoa-se a este.
Ao ebefe di repartigo das obras publicas,
declarando em resposla ao seu offlcio, que mande
proceder ao uecosaario or{ameuto para a coas-
truccao de urna nova cadeia ni villa do B.mito.
Ao juiz de direitt da cooar^a de Itamb, di-
ado ficar inteirado de btver encerrado om 24
de jullio do anno passado, a crretelo que abri
nesse termo no da 24 de mai do mesmo auao.
A da conuroa de Garanliuns, aecusando a
recepeo do offlcio em que Iho? do jiry desse termo. Igiil ao da comarca
de CaDrob."
Ao da comarca de Santo Anto, declarando
Ucar isierado de baver-se eoncluido, a 28 de de-
zembro ultimo, os trabilhds da junta revisora da
listi dos juraaos do termo da Escada, sendo apu-
rados 317 na lista geral e 137 na dos sapplentes.
Ao mesmo, acensando recebidos os offlcios
em que deu as informaron semestraes, do que
traa o art. 38 do regulamento a. 120, de 31 de
Janeiro de 1842, com os mappas relativos ao ex-
juiz municipal de Santo Anto e ao da Escada.
ao mesmo, acerca das ioformacoes semes-
traes sobre o promotor publico da comarca.Igual
ao juiz de direito da comarca de Goyanna.
Ao mesmo, inteirando-o de ter sido entregue
0 mappa semestral, que remenea relativo a esse
jnizo.Igual ao juiz de direito da comarca de Pao
d'Aiho.
Ao commandante do corpo de polica, dizen-
do em resposta ao sau offleio, qu>: ja '. ;l abonada
ao lente, Francisco de Siqueira Cavalcante a
qaanlia de 603000, de ajada de casto de ida e
volia, como delegado do termo do L'moeiro.
Ao mesmo, para que a$a augmentar com
mais duas pracas o destacamento do termo de
Iguaras-. Cimmnnicon-se ao Dr. chefe de po-
licia.
Ao baebarel^ Jos Nicolao Tolentino de Car-
valho, communicando ter sido noraalo por decre-
to de 15 do mez rindo, substituto do juiz de di-
reito da 2* vara civel da comarca de Pao d'Aiho, e
recoramendando que eulre em exercicio indepen-
denhmen.e de titulo, que apresentar no praso de
3 mezes.Igual ao baebarel Francisco Gomes Pin
lo de Campos, nomeado substituto da 1* vara civel
daquella comarca.
Ao vigario da fieguezia de Muribeca, acen-
sando reeebido o offlcio, com qae remetieu os tra-
balhos qae Ihe forarn exigaos pela circular de 10
de novembro ultimo, para satisfazer a requisigao
da directora geral de estatistica.
Portara :
A' cmara municipal de Villa-Bella, recom-
mondando que mande extrahir do livro compe-
tente, e remeta urna copia autbentica da acta da
installaco do collegio eleitoral, qae se reanio
para a cetelo de membros da assembla provin-
cial, a que all se procedeu, e qae deixoa de acom-
panhar a do rec-bimento de cdulas e apuraco
das mesmas.
Despachos:
Adelside Gracas Vital de Oliveira. Deferido
com offlcio desta data ao Sr. inspector da thesou-
raria provincial.
Antonio Felippa Moureau,Iafurme ao Sr. en-
genheiro encarregado das obras geraes.
David William Bowmao.Nao tem lagar vista
da informaclo da thesouraria provincial.
Franci.-co Pedro de Smpalo.Entregue-se rae-
diante recibo.
Francisco Beringner Cesar de Menezes.Infor-
me o Sr. director geral da iostraeco publica. .
Irmandade do SS. Sacramento na matriz de Ja-
boato. Informe o Sr. inspector da tliesooraria
provincial.
Joaquim Silverio de Souza 4 C laforne o Sr.
inspector da thesouraria provincial.
Luiz Goocalves de Moara Cyrillo. Informe o
Sr. Dr. juiz de direito da 1* vara da capital.
Manoel Felippe de Hattos. Informe o Sr. ins-
pector da thesouraria provincial.
Manoel Teixeira de Camino Ralalaii.Deferido
com offlcio desta data dirigido a tbesouraria pro-
vincial.
Bacharel Paulino Rodrigues Fernandos Chaves.
Informe o Sr. consefleiro inspector da thesou-
raria do fazeoda.
Dlys-es Agnello Pereira Cuoha.Informe o Sr.
couselheiro inspector da tbesouraria de fazenda.
EXPEDIENTE DO SECRETARIO.
Offleios:
Ao inspector da thesouraria provincial, com-
municando de ordem da presidencia qae o procu-
ra lor da irmaidade de Nossa S; o hora do Ltvra-
msnto da freguezia da Varzea, a quem deve ser
entregue o producto da lotera extrabida a favor
das obras daquella igreja, e que se acba reeolhido
a essa tbesouraria, chaina-se Jos Rodrigues Cam-
pello e nao Jos Rodrigue Campos, como por en-
gao se declarou.
Ao Dr. chefe de polica, inteirando-o de or-
dem da presidencia, de que a 3 do corrente esti-
veram de piquete no qua-tel do corpo de polica
1 furriel, 1 cabo e 18 pracas.
EXPEDIENTE DO DA 9 DE JANEIRO DE 1872.
Actos :
O presidente da provincia, altendeado ao qae
expoz o engenbeiro fiscal da companhia Pernam-
buco Sreel Raiwiy, em offlcio de hije datado,
res l ve aatorisar a abertura ao transito publico
do ramal de carris ie Santo Aman, obrigaado-se
a companhia no praso de 90 das a consolidar o
terreno comprebendido dentro dos carris, o mais
33 centmetros do cada lado, de modo que fique
este terreno ao nivel dos mismos carris e cal-
Sar com pedras irreguhres os crasamentos da ra
o Lima com a estrada de O inii, e (lrte da ram
pa da ponte do Starr, obrigaado-se ella igaalmm-
te a concorrer cora metadedis de-pozas para a
renovago do soalho das paules de Riachuelo e a
prxima a fundico do Starr, sera pre|aizi da
conservaco qae Ihe compre, em virtade do seu
couiraio, e regulamenlo fiscal respectivo.
Outro sim, lica entendido qae o calgimeni i das
ra?, comprshendidas na parte do sobredito ra-
mal, ser executado pelo systena geral de calca-
memo da cidade e determinado ulteriormente por
esta oresidencia.
O presidente da provincia, a vnta do offlcio
do Dr. chefe de polica, n. 23, de 3 do corrente,
resolve exonerar do cargo de subdelegado .di fre
gaeza de S. Frei Pedro Goncalves do Recite o ca-
pllo Jos Pedro'das Neves, e dos de i, 2% 3J. 4"
o e 6o supplenlas do respectivo subdelegado os
cidados Mauoel Francisco M'rques, Dr. Antonio
Goncalves Ferreira, Man* >se Diotai juiiir,
capilo Joaquim Agripino '. :ado de Mandones,
4-nionio Ferreira Biltar e Joai da Caoba Maga-
Ihes Inoior.
O presidente da provincia, conformando-se
com a proposta do Or. chefe de policia em offlcio
n. 23, de 3 do corrale, resolve namear para o
cargo de subdeleqado da freguezia g> S. Frei Pa-
iro Goncalves do Recife o cidado Francisco Joo
da Barros Jnior, e para os de 1, 2o e 3o sap-
plentes do mesmo subdelegado os cidado?, segua-
les na ordem da collocacao : tenenle Joo Licio
Marques, Jos Jiaquim Dias Feroaudes Jnior,
Francisco Vieira Perdigo.
O presidente da provincia, a vista di propis
la do Dr. chele de policia em offlcio n. 22, de 3 do
correle, resolve exonerar dos cargas de 1, 2*. 3o,
4, .i"" e 6" suplentes do subdelegado da freguezia
da Boa-Vista os cidados Horacio de Gusrao Cos-
Iho, eapilo Joo Francisco Aatunes, Jos de Bar-
ros Qorreia Sette, Joio Pedro de Jess da Malla,
Manoel Gonijalves Ferreira Casta e Joaqaim Clau-
dio Monteiro.
O presidente da provincia, de coofarmidade
com a proposta do Dr. chefe de p hcia em otficio
n. 22, de 3 do corrente, resolve namear para os
cargos de Io, 2o e 3e sapplentes do subdelegado da
freguezia da Boa-Vista os cidados seguate* na
ordem que vo collocalos : Horacio de Gusrao
Coelho, eapito Joo Francisco Aniones, Jos de
Barros Gorreia Sette.
O presidente da provincia, vista do offljio
do Dr. ebefe de policia, n. 3, de 2 do corrente, re-
solve exonrar dos caraos de 1*. 2. 3J, 4o, 5" e
6* snpplentes do subdelegado i., freguezia de S.
Pedro Mariyr de Olinda os cidados Jus Eusta-
quio Maciel Monteiro, Alexandre Jos Daraellas,
tenente Demetrio de Azevedo Anoorira, Miguel
Carlos de Parias, airares Jos Aataaii dt Silva e
Joo Teixeira Lopes.
O presidente da provraca, de conformidade
com a proposta do Dr. chefe de policia em otflcio,
o. 3, de 2 do corrente, resolve nomear para os
cargos de Io, 2*. e 3* sapplentes do subdelegado
do dislricto da freguezia de S. Pedro Martyr de
Olinda os cidados seguales, na ordeno em que
vo coilocados: Jos Eustaquio Maciel Monteiro,
tenente Demetrio de Azevedo Amorm e Alexandre
Jos Ooroellas.
O presidente da provincia, a vista do offlcio
do Dr. chefe do polica, n. 20, de 3 do corrente,
resolve exonerar dos cargos de 1*, 2, .3*, 4*, 3 e
6 suppleates do subdelegido da freguezia de Nos*
sa Seohora da Graga os cidados bacharel Walfri-
do da Cuoha Figaeiredo, Augusto Jos Gong I ves
Lessa, Jos Domingos do Carina e Silva, Bento Jo-
s da Silva Guimares, Miguel Ferreira Piulo e
Alfredo Henriques Grela.
O presidente da provincia, de conformidade
com a proposta do Dr. chefe de policia, n. 20, de
3 do corrente, resolve nomear para o- lugares de
1, 2 e 3' supplentes do subdelegado da freguezia
de Nossa Senbora da Graei desta capital os cida-
dos seguintes, na ordem em qae vo coilocados:
Augosto Jos Goncalves Lessi, capilo Frauc3CO
Borges Leal e Jos de Azevedo Souza.
O presidente da provincia, a vista do offlcio
do Dr. chefe de policia de 2 do correte, sob o.
16, resolve exonerar do3 cirgos de !, 2', 3*, 4",
5 e 6a supplentes do subdelegado do dislricto do
Peres da freguezia de Alagados os cidados Anto-
nio Carreta Ma, Manoel Ferreir. da Costa, Luiz
Marques da Canha, Manoel Lopes dos Res, Candi-
do Alves de Araujo e Bernardo Gomes de Abren.
O presidente da provocia, de conforraitRde
com a proposta do Dr. ehefe de policia era offl-
cio n. 16 de 2 do corrente, resolve nomear para
os lugares de 1, 2* e3* supplentes do subdelegado
do districto do Peres os cidados seguintes, oa
ordem em que vo coilocados: Antonio Correa
Maia, Manoel Farreira da Costa, Luiz Marques da
Gunha.
O presidente da provincia, vista do offlcio
do Dr. chefe de polica n. 15 de 1 do correte, re-
solve exonerar dos cargos de Io, 2% 3, 4, 3* e 6*
supplentes do subde'egado do districto de Ba-
Viagem os cidados. Dr. Miguel Joiquim de Cas-
tro Mascarenhas, Manoel Jos de Oliveira Lima,
Joo Cancio Firmioo Monteiro, Joo Nepomaceno
Accioii, Felippe de Santiago e capilo Manoel Joa-
quim dosPassoi.
O presidente da provincia, de conformidade
com a proposta do Dr. chefe de policia em offlcio
n. 13 de 2 do orrente, resolve nomear para os lu-
gares de 1, 2 e 3 snpplentes de subdelegado do
districto de Ba-Viagem os cidados seguintes oa
ordem que vo coilocados : Dr. Miguel Joaquim
de Cisiro Mascarenhas, Joo Cancio Firmino Mon-
teiro, Capito Manoel Joaquim dos Passos.
O presidente da provincia, a vista do offlcio
do Dr. chefe de policia n. 18 de 3 do corrente, re-
solve exonerar dos cargos de 1, 2o, 3*, 4, 5" e 6*
supplentes do delegado do termo de Olinda os ci-
dados tenente-coronel Manoel Antonio de Passos
e Silva, capilo Aotonio GongarfM da Silva, ba
charel Manoel Antonio de Passos e Silva Juaier,
baebarel Francisco Llns Caldas, major Joaqaim
de S Cavalcante de Albuquerque, e tenente-co-
ronel llemeterio Jos Velloso da Silveira.
O presidente da provincia, de conformidade
com a proposta do Dr. chefe d policia em offlcio
n. 18 de 3 do corrente, resolve nomear para os
cargos do i*, 2 e 3* supplentes do delegado do
termo de Onda os cidados segrales, a ordem
da designacao.
Tenente-coronel Kanoel Antonio de Passos e
Silva.
Major Joaqnim de S Cavalcante de Albuquer-
que.
Tenente-coronel llemeterio Jos Velloso da Sil
veira.
O presidente da provincia, a vista do offlcio
do Dr. ehefe de policia n 25 de 3 do corrente, re-
solve exonerar dos cargos de Io, 2% 3% 4o, 5o e 6*
supplentes do delegado do termo de Pao d'Aiho,
os cidados Dr. Cbristovao dos Santos Cavalcante,
Jos Mara dos Santos Cavalcante, Joo da Azeve-
do de Araujo Pereira, Jos Meodes Carneiro da
Cuoha, Sebastio Antonio do Reg Cavalcante e
major Antonio Corroa de Amorm.
O presidente da provincia, de conformidade
com a proposta do Dr. ebefe de polica em offlcio
n. 15 de 3 do correte, resolve nomear para o car-
go de delegado di termo de Pao d'Aiho o major
Sebtstiio Antonio do Reg Cavalcante, e paraos
de Io, t* e 3o soppteotes do mesmo os cidados
segnintes oa ordem da ollocaeio : eapito Anto-
nio Joaqaim Camello, Sotro Marques de Araojo
Piniairo, major Antmio Corri de Amorm.
O presidente da provincia, a vista d> offljio
d> Dr. chafa de policia n. 29 de 3 do corrente, re
solve exonerar dos cargos de i", 2*, 3o, 4% 8 e 6o
supplente do sabJetegada do i* districto do ter-
mo do Pao d'Alha os cidados alteres Jos Fer-
reira de Oveira, Sotro Marques Pmheiro, Porfi
no da Silva Tavares Cmtrano, Jos Barbisa da
Molta Silveira, Antonio Joaquim Camello e Flix
Jo.- do Oliveira Mello.
O presidente da provincia, c-raformanJo-se
com a proposu do Dr. chefe de polica em offlcio
n. 29 da 3 do corrente, resolve nomear para os lu-
gares de 1% 2 e 3o suppleaias do subdelegad i do
l" districto do termo da Pao d'Aiho os cidados
seguintes na ordem em qne vo collocalos : Vi-
cente de S >uza Farraz, Jos Barbosa da Molla Sil-
veira, Porfirio da Silva Tavares Coutiuho.
O presidente da provincia, em vista do offl-
cio di Dr. chefe de pjlicia n. 2*i de 3 do correi-
te, resolve exonerar di cargo de subdelegada da
fregaezi.i da Gloria de Gaita do termo de Pao
d'Aiho, p edada Aotonio di Barros Correa.
O presidente da provincia, de contoraai 'ade
com a propulsa do Dr. chefe de polica em olii -.o
a. 26 de 3 do c irraua, resolve nomtar para o
cargo de suhdel?gado da freguezia da Glora de
Gilt do termo de P> d'Aiho o cidad) Mraoel
Antonio d.e Souza Costa.
O presidente da provincia, a vista do offljio
o. 26 de ? do corrente, do Dr. ehefo de polica,
resolve daminir dos cargo de 1*. 2o, 3a, 4. o' e
6 supplentes do subdelegado da freguezia da Glo-
ria de Giit, do termo de Pao d'Aiho, os eidadias
Minoel Antonio de Souza Costa, Alexandre Jos de
Faria, Joo Jas de Arroda, Antonio Bezerra da
Mldeiroa, Jjo de Siuzi C)sta e Uexindre Jos
Ferreira.
O presidente da provincia, conformando-se
com a proposta da Dr. ehefe de polica, em offljio
n. 26, de 3 do c irrente, resolve nomear para os
cargos Je !, 2- e 3 suaplsates do subdelegado
da frcg3zi?i da Gloria da Gaita do termo de Pao
d'Alha os cidados seguioies, na ordem de sua
colbeaco : Joo Jos de Arroda, Antonio Bezerra
de Medeiros, Joo de Souza Cosa.
O presidente da provincia, a vista do officio
do Dr. ehefe de policia, n. 24 de 3 do corrente,
resolve exonerar dos cargos de !, 2*, 3", 4, 5 e
cou-se ao commandante superior do muoicipio do em propereao ao lempo decorrido dentro do dito
?" pnmeiro semestre, exceptuando-se o mez em ao*
m~,P .\,a9 se rDoir," aalor'ada ,j ven4'- !iver lagar a abertura dos Pie,mos apparelbo, de
mentos relativos ao mez d> novembro ultimo; do nianeira que aquelies qne prioc.purem a Z*
destacamento de guardas nac.onaes d'Aguas Bel- nar regularmente no mez\>e Janeiro, 5
las.-Communlcou-se ao commandante de Gara- sujaito ao pagamento-da anoa.dade a couTdo
**%__- .. A .. ,.A pnmeiro de fevereiro em diaate, e para m aaf
A Romaneo Luiz de Fre.tas, ni qaamlade de principiaren! em lavereiro.contar-se.iiado prn.-
admioistrador de sua mulber Joaona Amalia de ro de marco e assioi por diante
Maraes o meio sold ella perteocente, relativo i o pagamento Jos apparelhos s'or efactaado por
ao mez de junbo do anua passado, devendo esse ama s vea ; realisado na primeira qu.nzena d
nto ser effectuao seb a responsabilizada terceiro mez a contar do li u do semestre, em que-
elles principiaren] a (uncciooar; devendo-se eou-
da presidencia.
Ao Inspector da hesonraria provincial, au-
lorisando o mandar entregar ao thesoureiro da
repartico das obras publicas a quiatia de 11:2003
constante do incluso pedido, para oecorrer as
despezas com as obras por almiorstrac) no cor-
rete mez.Commonicoii-sc ao chafe diqualU re-
partigo.
Ao mesmo, dizenlo qa*
de sua nfarnaco, acerca do pagamento da aja-
da de casto a que se julga com direito a alfares
do corpo de paiicia Francisco Pereira do L3go, por
ter ido iran-ferilo di villa de Floresta para a do
Ouricury. oade foi destacar.
Ao Dr. ebefa de polica, declarando que, se-
siderar lira da semestre os das 30 de junbo e 31
de dezembro.
Art. 3 Antes da abeiiura das obras a eom-
pauhia sera obrigaaa a fornecer tlmoaran-t
provincial por intermedio du eugenSero fiscal una
relagao por este previamente examinada e rubri-
cada, indicando as ras e casa* com oa noaaa
proceda Dus^termos dos respectivos propnetan m, assira aaSM o anrar-
ro e a clas>e de apparelhu? collocadrsem cala
urna dolas, o cusi de cada um appareibo e
encanamemo d'agua com a declaragao dos predios
que estao nu goso das vantagens dos art. 17, IR
e 22 da onovacau do contrato.
A:l. A coicpanbia para receber as pr--
gundo partlcipou o inspector da thesouraria pro- taoes, de que trata o ari.'l* ipreatM Ibe-
vincul, fora entregue ao inspector dessa repartido souraria provincial, no flm de cada semestre d,
a . oo sustento dos presos pobres da cadi do ter- cal uraa relacao nominal dos devedores e seos de-
/S, desigand.,-so na mesma relicao as rna-.
mudiBini!", e re:jraraendando a expedico d
suas urden*, no sentido de serem prestadas n'a-
quei thesouraria contas de todas a? quantias re-
eebidas para es?e flm, no s pelo delegado do re-
ferido termo, mas tambero pelo respectivo juiz
municipal, visto n> o lerera fetto at boje.-Scien-
ticon-sa ao mencionado inspector.
Ao inspector do arsenal de marraba, com- rido a eaopreza.
municando, para a devila execnco, baver o Exm. i Com estes elementos a ibes orada provin-iai
inistro da marinha determinado era aviso mandar pelo con.-uiado proceder immediat
' ta a eabracc.1.
6* suppieoles do delegad odo termo de Guanoa os
cidados teaenta-coronel Jas Cort de Oliveirai
Aarale, major Jos Fraocisco Cavalcante de Al-
luluerqie, cipitao Valenliniano da Cunha Rago
Barros, Ludovio Francisco Cavalcante, Leadega-
no Cirri de Oliveira Andrade e Dr. Bellarmino
Cort i de Oveira Andrade.
O presidente da provincia, canformaDdo-se
com a proposta da Dr. chefe de pelicia em offlcio
n. 24. de 3 do corrente, resa've namear para os
lugares de !, 2* e 3 supplentes da delegado do
termo de Goyannaios cidados seguintes oa ordem
du colbca^ao : tenente coronel Joi Correa de
Oliveira Andrade, Dr. Bellarmino Correa de Olivei-
ra Andrade. majar Jos Francisco Cavalcante de
Albuquerque
O presidente da provincia, atteodeodo pro-
posta do tenente-corooel commandante do corpo'
de polica, em offlcio de 2 do crrante, resolve
oforaear caoilo da 3' companhia do dito corpa o
tenante da >', Manoel Francisco de Paula, e para
a vaga d'este o alfares da 9' Manosl Caelano Viei-
ra da i'u, em raza da deiigencia que acaba de
effectuar.
O presidente da provincia resolve nomear o
bacharel Sebasti) Cordeiro Coalho Cratra promo-
moior publico da comarca do Rio Formoso.
O presdante da provincia, alten Jend > o"qae
re juereii Mua Paulina Alves dos Santos, prufes-
sura publica de fnilrucQSo primaria da villa do
Brejo, resol /e cooceder-lbe um mez de licenca
com vencimeoto para tratar de sua saude o'esta
ta capital.Exaedirara se as oecessarias commu-
nicafoes.
Offlcios :
Ao coronel commandante das armas recora-
mendando, que provileocie no sentido de estarem
promptos a embarcar para a corte, no vapor que
se espera do norte, os recrutas apurado? n'esla
provincia.
Ao mesmo devolveodo a resposta data pelo
capito reformado Trajaoo Alipio de Carvalbo
Mendonca, a ti n de qne a mande entregar ao coro-
oel graduado Jos Angela de Moras Reg.
Ao mesmo para qae, em cumpnmento do
aviso do ministerio da guerra de 28 da dezembro
ultimo, faca seguir para a corte, aflm de ser trans-
ferido ao asylo de invalido?, o soldado do 9* ba-
tflho de infantaria Manoel Amaro dos Rei?.
Ao mesmo declarando que, para cumpriman-
to ao disposto no aviso do ministerio da guerra
de 26 de dezembro ultimo, faz se preciso que exi-
ja de Rosa Mara da Conceico Lima, um de la
raco positiva do batalhao, que perteoce sen li-
li ) Matheus Antonio da Hora, pois que, segundo
informa o commandante das armas da provincia
do Rio-Grande do Sul, e o do batalhao n. 7 de in-
fantaria, nao existe if aquella batalhao praca alga
ma com esse uome.
Ao mesmo solicitando as suas ordens para
que, em enmprimento do aviso Jo ministerio da
guerra de 28 de dezembro fiado, sejam inspecio-
nadas as pracas de nomos Gaudencio Vieira de
Souza e Manuel Norberto da Fooceca, aquella do
i, e e-te do 9* batalhao de infantaria, convindo
que rematta, com "os competentes termas de. ini-
peceo, as ceriidoes de asseniamento d'essas 'pra-
vas, afim de lerem o conveniente de-tino.
Ao inspector da thesouraria de fazenda com-
municando que, segundo o aviso do ministerio da
justieja de 29 do mez fiado, soiicitou-se do da fa-
zenda a expedico das convenientes ordens, afim
de ser habilitada eisa thesouraria com a qoanlia
de 16606 rs. para oecorrer ao pagamento de com-
raedorias, fornecidas bordo do vapor Gequi, da
compaohia Peroambueaoa a 2 officiaes e 1 praga
qae segairam para a proviocia das Alagdas.
Ao mesmo traosmitiindo, para os fins con-
venientes, copia do aviso do ministerio da agricul-
tura de 23 de dezembro ultimo, acerca de instru-
mentos fornecidos por aquello ministerio aos en-
genheirus em commisso n'esla provincia.
Ao mesmo declarando para os devidos fins,
que forara abonadas as intarrupedes. de exercicio,
dadas pelo juiz de direito da comarca de Olinda,
bacharel Quiauno Jos de Miranda, nos dias 11,
12 e 13 de dezembro ultimo.
Ao mesmo, inteirando-o de haver no dia 22 do
mez linio reassumido o bacharel Augusto Egidio
de Castro Jasas o exercicio do cargo de juiz mu-
nicipal do tenue de Serinhem, por ter o do Rio
Formosp reassumido interinamente a jurisdico
da vara de direito da comarca.
Ao mesmo previo indo-o de que, segundo
consta do avi'o janto por copia, do ministerio da
marraba de 28 de dezembro ultimo, fura appro
vada a delibera cao, que tomn a presideocia, de
maodar pagar os veneimeolos devidos por ajuste
de contas, ao calafate Jos Pinto Carqueira, rela-
t vos aos mezes de maio e juohe do anno passado,
cumpriudo qae satisfaca a exigencia, couda no
Anal do citada aviso.
Por essa tbesouraria maodou-se pagir:
' Ao tente Pedro Paulados Santos a importan-
cia dos venc mentos, relativos ao mez de novem-
bro ultimo, do destacamento de guardas nacio-
nes existonte ai villa de P^squeira..- Cammuai-
de 2o' de letembfo ultimo, que se prosiga, pela
forras deserp'.a no respectivo orearaenlo, as
obras antorisadas pela presideoeia, para seguran-
cia e conservago da olflcina de ferreiros d'esse ar-
senal.Communicou-se thesouraria de fazenda.
Ao mesmo para mandar alistar na o apa-
nina de aprendizes menores desse arsenal o or-
pbo Maooel da Paixo, que Ibe sera aprsenla Jo
por parte d> juizo municipal do termo do Cabo.
Gommunicoa se a esie.
Ao eapito do porto declarando em solueco
a seus offlcio?, que, segundo aviso do ministerio
da marinha de i" de dezembro ultimo, expedo-
se ordem a iotendeneia, para remetter a essa re-
parlico um rapasteiro, uraa prensa e 6 covades
de panno verde, padeodo nos termos do citado
aviso maodar fazer os seis armarios que allu
de, dando opportunamente conta da respectiva
despeza.Commumcoo-se a thesouraria de fazen-
ua quanto a ultima parte.
Ao director geral dos indios transmttindo,
para os fios eonvenieoies, copia do aviso do mi-
nisterio da agricultura, de 28 de dezembro ulti-
mo, relayameote a aldeia do Ipaoema.
Ao juiz de direito da comarca do bonito
traosmitiiudo, para os devidos fins, copia do de-
creto de 11 de dezembro ultimo, perdoaodo os
roas Hisbello Barbosa di Silva, Joo Climaco Bar-
bosa je Vascoocellos, Antonio Duarte 'nto e Jos
Peixoto do Rjgo
Ao jniz de direito Manoel da Silva Reg com-
municando que, por decreto .le 13 do mez lindo,
fra removido da comarca de Taearal pira o
cargo de chefe de policia da Parabyba, sendo-lhe
marcado o praso de 3 mezes, e a ajnda de costo
de 900a rs. para o seu transporte.
Ao iniz de direito, Francisco Goncalves da
Rocha, inteirando-o de que, por decreto de 18 do
mez findo, fra removidojiara-a- ceta-afta a C3-
pi1ali)ht^rahyi)a1jjttfca"ndo-se-lhe o praso de 3
mezes, para tomar posse e assumir o exercicio.
Ao baebarel Jas Ricardo Gomes de Carva-
Iho declarando, para os flns conveniente, que,
por decreto de 15 de dezembro ultimo, fra no-
meado juiz da direito da comarca de S. Matheus
na provincia do Espirito Santo.
Ao engenheiro Luiz Jos da Silva para que,
em cumprimento do aviso, junto por copia, do
ministerio da agricultura, de 23 do mez Modo, mi-
nistre urna re ico dos instrumentas, que Ihe tem
sido fornecido por conta daquelle raiuisierio, com
declaraco o estada em que se acham, cumprio-
do oo mais o qae recomraeoda o citado aviso.
Igual ao engenheiro Joo Games do Val
Ao thezoureiro das loteras dizendo que rie,
cerno lerabra, substituir a lotera, concedida ao
patrimonio dos orphos pela lei u. 745, de 17 de
junho de 1867, pela que esta coosigoada oa dis-
tribuico da lei do ornamento vigente.
Portaras :
A cmara maoicipal de Olinda approvando,
para que prodnsa os devidos effeitos. a arremata-
rlo do importo sobre ps de coqueiros, perteo-
cente essa cmara.
A de Villa Bella aecusando a recepeo do
orcamento e balaocjas, que remelteu, da receila e
despeza dessa cmara, os quaes lera opportuna-
mente o conveniente destino.
Despachos :
Aaaixo asigoados continuos da thesouraria de
fazeoda.Informe o Sr. conselheiro inpector da
thesouraria le fazeoda.
Aona Mina da Conceico.Como requer.
Jos Rodrigues do Passo Netio.Pisse.
Jos Augusto de Araujo. Passe portara conce-
deodo a prorogacao pedida.
Mara Paulina Alves.Passe portara concelen-
do um mez de licenfa, com ordenado na forma
da lei, para traa/ de sua saude.
Manoel Tbornaz de Albuquerque Maranho
Concedo qoarenla dias de prorogago.
Viscondessa de Loares e Elias Baptista da Silva.
Como requerem, pagos os direitos nacionaes, e
sendo este remanido ao Sr. inspector da thesou-
raria de fazenda.
EXPEDIENTE DO SECRETARIO.
Offlcio ;
Ao inspector da tbesonraria provincial camma-
oicando, da ordem da presidencia, que a 25 do
mez tindo destacaran) na cidade da Victoria um
inferior a 16 pravas do batalhao n. 23 de Infan-
taria d'aqnelle municipio.
4." SeecoPalacio da presidencia de Pernam-
buco em 12 de Janeiro de 1872.
O presidente da provincia-para execucao do con-
trato celebrado com o commenlalor Antonio Ga-
mes Netto, para o a?eio e hmpesa da eidade do
Recife, e na conformidade da lei provincial n. 769
de 11 de julho de 1867, resolve expedir o presen-
te Repalaraonto modificando o de 4 de ootobro
de 1870.
Art. I Opaeamento das annuidades bem como
da despeza da collocacao dos apparelhos ser feilo
< Recife Draioage Compiny Limited pela tbe-
souraria provincial, como foi estipulado no con-
trato e determinado pela le n. 769 de II de jalho
de 1870. x
Art 3."O pagamento das annuidades ser rea-
lisado em duas presiacoes : a que perteocer ao
semestre fiado em jando ser piga na primeira
quinzena do mez de setembro, e a que pertencer
ao semestre findo em dezembro, ser paga na pri-
meira quinzeaa do mas de margo da anno se-
grale.
Quanto ao pagamento doDrmeiro sethestre, se-
r realisado na primaira qutnXna do tarceiro mez
a cantar di fl.n do referida eras>tre, em que os
apparelhos priocipurera a fanc sumar, e ser feito
nmeros dos predios e o dos apparelhos de cada
upa, e os uomes dos respectivos proprietarios.
O eogenbeiro fiscal depos de examinar as re-
lagoes semestraes as rubricar notando i margen
as quantias que devcm ser abatidas des debit*,.
em consequeuca da mullas em que tivrr incor-
tam.-D-
Art. 5.* 0 coLulad provincial, sempre qoe
far possivel, cobrar com a dcima esses d.-btk
quer sejam pagos voluntaria ;juer jadicaimeo,
assm coma tambem as inultas de st.is a nove p cenia daquelles coniribaintes, que pagartm fra
ds prasos legaes, (cando tsU ultima parte de-
pendente da approvaeio da assembla logisinlf'a
provincia!.
Art. C.* A relajo de que rasa o art. 4.#, de-
pos de examinada gea thesouraria provincial,
sera p:r esta repartigao remanida ao consolado
provincial para inclofr em columnas especiis no
iantamento de decima do exercicio, qua princi-
piar n i mez de julho, a i eatao em diante os
Jebitos na referida relajo mrncionados, e f.zer
o competente annuncio pela imprensa para scien-
cia dos contribuintes.
Ar'- '' Empregado algara da eorapaah a po-
dera entrar as casas particulares, sera que te-
nbam sido prcenchdas as coadicoes determinada
no art. 23 do contraso.
At-' V 0i emPr,!:"l"' da companhia. a ex-
cepfao dos agentes e engenbeiros, para ^rem ad-
mittijos as casas, oude teuhim de ."TC-culir tra-
balho, devero apreseuur-se mnnidus de auto-
risago para este Um, dada pela companhia eum
o visfo do engenheiro fiscal.
Art. 9.* A compinhia responsavel aos pro-
prieiarios e locatarios pelos damnos provados qn
causaren) os seos erapregades, por occasio da
ntrala oa? casas para execucao de quaesquer
servidos.
Art. 10. Logo i(ue a companhia tvar de
collocar os apparelhos as casas particulares, en-
tender-se-ha com os proprietarios ou seos repre-
sentante! a respeito da clas-e jo KiWiS\fe e .
logar era que d)*.e?r QdDI cado ; e do qae fr
acc>xaaao,jj*ceber urna declarado escripia e as-
siguao por apelles.
Art. 11. .\o caso de nao dar-se acord e os
proprietarios se oppoeretn a collocacao dos ap-
parelhos, a cnmpaDhia os collocar de terceira
classe nos lugares, que forera designados pelo en-
genheiro fiscal, a quera ser com aqteceJencu
communicada a recusa do: proprietarios.
Art. 12. A companhia, quando tiver de collocar
era alguma casa apparelhos de primeira classe, de-
ver antes da collocacao, ajustar como pnprie-
tario o preco, recebendo d'este o pagamento oo
urna declarago escripia; pena da sj.oder rece-
ber da thesouraria o preco dos apparelhos de se-
gunda classe.
Art. 13. Os proprietarios ou locatarios das casas
em que houverem appjrcihcs funccionando, pani-
ciparo no escriptorio da companhia, por escrirt.
datado, qoalquer interrnpco no se/vico doi mes-
mus apparelhos, mencionando a causa que a el a
dau lugar, se fr delles conheeida.
Art. 14. Se dentro das viole quatro horas segan-
tes I parliapaso de que tr^ti o ari. antecdeme,
nao livor a companhia mandado examinar e con-
certar o apparelho, os proprietarios oa locatario
o communiea- rao ao engenheiro fiscal, que pu-
farma de art 16.
Art. 15. O engenheiro fiscal logo que receter a
communicaco de que trata o art. antecedente, exi
minar oa far examinar por engenbeiro da co:i
panhia a nterrupco do servicn do appareibo *
videnciar pelaa causa desta.
1. Se pelo exame conhecer-se que a latir
rupeo provm de negligencia da companhia ou
deleito da obra, ser a mesma obrigada a repra-
las immedialaraenle, sb pena de pagar a multa
de 10*. e perda das annuidades, emjuaala durar
a interrnpco do apparelho.
2." Se, porm. a interrupcao profier de ne-
gligencia por parte do proprietano oa loca lar. o, as
reparos sero feitos por conta d'estes, sendo i pa-
gamento elTectuado do mosrao modo que as anaai-
dades, incorrendo na molta de 10/ se tiver bati-
do proposito na negligencia.
Art. 16. Todos os concert?" e reparos nos appa-
relhos e caoalisaco assira iaterna como extern
que se fizerem nejessorios, sera qae t;nba aaJ.>
ligar a elles alguem raconbeci da mente respun-*ei
por essa despeza, sero feitos pela companhia s.m
iuderanisaeo alguma.
Art. 17. Os proprietarios que preferirn) ter o.*
apparelhos nos quintaos de snas casas, os far.
collocar em lugar conveniente, cobertos e ao abri-
go do lempo ; pena de reparar dos damnos d<-
appareibo e multa de 10 e do duplo na reina
denota.
Art. 18. Quando houverem davidas entre o-
particulares a respeito da execucao dasdisposi(d>>
d'este regulamento relativas aos ars. 10, 11 e 24
do contrato," decidir!, o 'engenheiro .fi-cal, (de-
pos dos necestarios exames, dando recurso a
partes para a presidencia da provincia dentro d
cinco dias.
Aru 19. As obras da companhia relativas a ma-
teria do contrato sero consideradas obras publi-
cas, ficando assm aquelles que as damoiuearem
oa destrairem, sajeitos s penas da lei e regala
meato das obras publicas.
Art. 20. A fiscalisacio de todas as obras con-
cernenies ao contrato e ser vico a cargo da compa-
ohia, compete ao eogenbeiro.
Art. 21. Niuguem palera reconstruir, rei*rar
nu alterar as obras feus pela companhia duranwi
o prazo de seu contrato.
Art 22. A cmara municipal d'esta cidade coa
(accionar as posturas que entender oecesisria.'
para regalar todo quanto fr relativo na potia
e competencia sobre os servicios i cargo da :om
panhia, e designar immediatsmente os lugares nu
que a companhia deve collocar as latriaas e oon-
uatorios pultUcu?. de conformidade com o con-
trato.
fl
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1
*M

-
_____________,______
T)i*ri% d rrn&mbaoc
Sexta cira 19 tl Janeiro 3 18*i2
Art. 21 A ..les da impr w multa compannia
nos ca*os f'm que de va eda ineorr,r, wr ouvido
o igeute d'esta obra a falta que dar lagar
mulla.
Ari. 21. No caso di divergen ;la entre a compa-
nha e o enjen&elro riscal, se dar recurso para
'presidencia,, que BecnJira, ouvndn a themira-
ria provincial, sem xpreterica> do jnito arbitral,
"Se que trata o art. 49 do contrato primitivo.
Art. 23. Qjanlo se a>r eotre o gowcjw e a
companbia questSo que, na jurma da art, W do
ontrato primitivo, '.enoade ?er decidida por arbi-
tro*, ama las parts a eofli manteara a outra, indi-
cando logo o seu arbitro, e se decamdo 40 dns
da commooica;.a, a ouin pirle nao responder,
designando o seu arbitro, ser contra ti a decidida
a quesisr>.
Art. 26. A compaiilt'a mandar renrvar o lo
do interior das tiabMacas dna vete* por setnan,
*6b pena de Ihe ser iii*v**ta pela engeuhfcico tlscal
a multa de 2j por cala hab.lacas, nud* ve ser-
vico deixar da ser teiti, e o duplo ta reinci-
dencia.
Art 27. L*go que o enpnhero Ha::.I verificar
t^rra, me entre noj,cjao cm nen'num; outra par-
te, p?g r'ttiTosfcrjPiite o > nao a reg.
A'g'ua latxaiKrn* to'jft'irrfKas e cJaJoaos 1>
sen futura do de suas, familia?, o oiu enten-
dido assirn e da suppr qne a ltenlo de tolos
volle para este importante assumpto, que, se
todo nacional, igoaltnonte, e, prinoipalmeot,
todo seu.
Alguos contratos feitos ltimamente entre o go-
bern e alguns emprean .-i!-, pruvam Me certo
ponto, qM s laltava at boje da paita dos gover
nos, vootade decidida, e larguera do vistas para
to-Santo erecta do cc-avor.;,) doi religiosos fuocli-1
canos :
Ar'. I* V irm-.itJii' 1o Divim R'piriw-Sann,
fundada* pnver.io dos religiosos fraucuoaa-s n
dia 1 de, fyrureian de 1832. passar a ler ajleuo-
mlnsco x'Santttsim-t Trlndide, e coniinaarAa
a*si*tir no-referido convent) com a approtacao
dos padres competen :ei e as raesmas garantas ja
concedidas ptb capitulo exirado no actual corn-
nrpmisso,
ArL 2." L igoow seja approvado- eelo capitulo a
inndanca do tiUlfo.da irruanlade, (Icario abolidas
do central, p-sa ler lugar a eanawfaadoan.- recoiacSes-esterew de dt'perw em estreite e larga asala, o espirit i da pi.eaoas, ien lo swis'ituidHJ por nma rita pteti de
associa$io, em assn.optot da imo*igracao. A? con-, 'tres dedos de argta orlada de Iwanc.), collocida
di!,-5es impossiTfis, iraBuias on\'ContraW aoteriov i res. qae morriam no uascaJouro, dwapnareceram.' tma aspa jwl i itra encarnada. No reinate da-
Inluo-ao por maito lemro enm ovqaa os graa-
den nvllr4meatos do-Bni.'il dcvjam eostpr p-
qnenos acriftoio an lfca*Hir(i; e com tats pat-
'e prateadia pwndtr o avcndakH. que este daw,
ile ma* tentatw, erelinva-se per.snalido.sityce
ramate; que os desejos do governo nao passavam
de -imples palavread.
l'ahi n estado de abandono que teem e*ado
as cousas neste ramo de servico publico e ai la-
49, tmmeiliaUiierjte communicari a presidencia,:
ati.ti de m' fazer a JimiuuiQo nv> a:nuidades pre-
vistas neste uV.imo artigo.
Art 28. Do a companhia -colocar em toda a
arca cftnalisaia p:'r el'a, e em distancia troc*
maior de c?m braca-, urna toen-ira sapa* ** 'p|-
ijar u edificios di CHiia.l.
Para a ex-cuo/io d'esto -encarso > la s* obri
gala a conservar clieos <>.s jeus eticanluwntos e
raaervatorTes, qnr it o ,i

neta* qne jirestem ao s rvro de fKtmrcio de
incendios.
Por toi>i esse servici n emjrea tara direito a
ree.phar d<>si eufra* *.0.K)|. aearto trMOl u :r et la f c ala -rn qu<
tor aa*taa cada ann i, rian lo Ihe bvre o rtireiK de obter das
compan'iias de .-egoro, estaieleci Ij nesti capital,
a quauna que com ell-s coave%ctunr.
Se porm, na oic.isi.tj d' um ni-^ali) fe verill
car a I-la d'.i>;:ia nos reservator o-, n o'Jtra
qualquer que iui|t(issj,j|n de finen nir o ania-
nameuto d'aitua, a e npreza sifiYera una xuin
de 3(C. salvo fur^a maur preval peranfa a
presideucia.
Art. i\> As mboo's emi3"0inda-|rt)artin an
tejeiteiiiH. relaiiva ao pujam-rno de V:MW a
Wpanltta, Scam daffnd>-nies la ip_pjrova5u da
asseinDha legista'liva provmnal.
Di iiicsiua surte devrra aida proceder un ac
cordo enire a presideotM e os agenu-s da eomp1"
htw para deoitivaueute aj.istar-se o m >1o mu-
f;icil de realisar se esse ierviQ-1 de lo1 nejas de -al
wato
Art. 30. Fiea mcdifiealc o regulamenlo expedi-
Uh p--la presiJeujia em 4 J1 ontubn de IS7D &>m
a pubhcaco do presante.7o(o Jote di Oliceiru
Jui'ineiru.
INTERIOR.
aio nz: *ia.\esio
mente para esse triste estado.
To acanhado systma trouxe comsigo urna con-
seqnencia naturalissiwa. e outra que anresente em
resaludo ura ph^oomeno singular :^uiuissima
inimigraco, essa cans Ora, para que nos liquem mais barato os bra-
co-- de que precisamos, uecessano olfrecer lu-
cros raioaviis aos eapaes que ella se emprega-
rem, e iinpor condi^-s que estejain dentro de
limites ra toa vais.
Sappomos. por aso, que os con'ra'os labrados
ultiin3innte satisfitem os empr>zarios, e igual-
mente sati-fazem ao paiz.
N'uiu d'ell-s se oonga a empreza impertar
annuaJinate S, res,.la Madeira, Bi caa e Canaria, e estabelece
/(.$, c\so elles uo queiram faze lo por sua eonta
oropria,ou nai contrateon seus servicos com oarti-
cu'ar^s,. os qua s no tcr> i pagr indemoi-aco
aig.nmi, alen do iranspi'rta de-da porto de pro-
ceieaei Jo ircmigraOie ate o lugar de sen dtflui-
tivo estabelecimt:nio.
So p>ir coala da cempanhia todas as des-
pezas.
3ie e deve a tal contrato fazer-se ums (bjeccao
se.rii. Vejn s-r a immjgra;io portagueZa
nica espontanea, e que nida ousta ao governo.
Ella ven natar-altorate, e nao uece-s.ta o ibesaarj
.subvenciona la
Assim c ti >rque as im receber omcamen-
le a fiiiprez* SOJ p ir cada adul'.o e '.0 pjr menor
d- 4 a 14 arnos, mas isto se o numero le (inmi-
grantes entrados B i nnp-'rio, e viodos do archipe-
.lago dos Acares, e da ha da Mideira em cada
auno, intro luzidos pela ,empreza, exceder a SO %
do terioi mlio annuai di iiurai-ro entrad) no ui-
limo quirijuenio ; # o exeesso ttr de SO a 100/,
-!live:u;o teta de 7 e 30 por adulto c
iieoar,
O jiro contrato foi teito, pelo qu-l se obnga o
eontralajdpr a t azer, no prasj d; f> annos, 500 fi-
: :!i is ou 2 3(0 immlaraiilB, oriundos d) norte da
li ha e do Bisciia, Sjro stibejaj ios, segai lo o
v-iema d) pe|ueaa piopliedaJe, e lolis a-das-
i'-iis correr) por, coat do eroptetirio, indainto
o .idilios, >nt-m.lo e tratamen'.o at que ej.vn de-
lia tiv i.cnt' coflrtcaJOA A e-ta eropreu aux lia o
govroo coao 2O0:OQ0 ou cum 8UJ para cada um
deJIe*.
Eaira oatros cinlraDs, alias imporunta-, ngura
PKACAOO ItEUFa t USJANEIHO.
1>E InVS.
i! 3 i/2 OdAS
I Art. 5. O erapreiteiro obrigado a faier
i or sua oonta e s<-m Jireito alguu o esees-
tttclaTe.D' ;80 de terr0 'ondulo, balido, ou UiDiiudo,
\ssuaac bruto americano regular 2*100 por. flae P,r ven,l.ara haJa, alf Peso de C,DC0
13 kilos, hontem. toneladas, alem do calculado do ornamento.
ARodode Pernarabuco l sorte6 U.K. por kilo.! Art 6. O contratante esas socios s^
Aigoato-de Macei t- son 67 rs pot kilo pesio ;os liver d3o pofJer5o em lempo aloum alie-
a bordo trote de 7i8 e 5 OO. -l j
Gouroa^secco* salgados '-M,,rr uiir.H" k**r Wrdas 6 dafflaps, nejD.ttWr de eQCam.
'Pccs aiguoMS, para o qe renunciara i
Pinato-
sobrii Lmlras M div. 23 i(8 ,d. por
fiOOft, hontem. "
I).-jobro.iiiSn A '->0 0|V. to d por U do banco,
.Ciq*isofc|Haml.urgo9)d|T.7tO r,o mar-
OJ^QC).
p. J. Hnta,
Presidenta.
Dufjourcq,
Socratario.
ALFANDEGA
dem do dia 18,
nuvliaeato da alladc^a.
Voluaies entnidos com (azeadas
com. feoeroa
Volurrtaa < aaQtdqs eom (ajeadas
> cu genero
UNKGRACAO.
Mostramts triste e decaleote p iat*j51 da maior
pari das ob>nias ch.nudas d) Kvt-tdj, a pros
pendaie relativa de piucas, e o ca.-t) de todas.
Palo anadro fl-il lu^xpuzem s ?an qu o am, que s*gundo nos inormain, rcaae empino
sacrificio do m-.uiM, as lucubran-, s ti gove >t naiar todis as coniiiu>s de exequibililaie e ,e
. os conselho) de altos aliaociO,.nada eoo. vautej^s. reciproca*^. Bo ilebnCj awtjao-
Uiram_ veroo a uu .:?mpauJua ja tgawsada ou prej.es a
--i i em L-wiies.
O Ora I nao lirou proveltn nenhura d'i?)
Vinte annos l-vou a ,-. >'!i T-se d sananos p.ri
se remediar um, mas mqilo altes cunh0idg w u
tal, mas deixajo aempre i I i da natareza.
vamos crintr-hinih, se n o querermas sva e
D8asarro9 pira que ao loage se pojesse davidar,
: i ir da lealda le d w n isos di s'j -. ; ier, e entad
peior anda, da boa fe d >s nossjs jutral s >; da
i --as promes i -semo-l i algamas ?i*s P^';'.e lug
E-ipilm-se nj-se contrato a introluscv) b n
s'0.jlecimsji3 de iO-OW immigranies, medote a
r;,:.. i!; i;;3i pvr lu:t', e Si* p r minor,
93
'-dra oo lUOl, B a brr i-'cess.an > pafJ cutura
WOfitndJaa,ou 2^00 irom-grafl'.-'s, e < rrr-^ar
500 ps de na'*, i-.a esud le nroduzjr, a sadj um
i nj iiiao: :-.- :'. ;: ips !js: ida U, ate m 10, uu i'Pr*
.l-'pi'e c.:i jue .poierm, .:aiuvar aprov^iar
arciaualraenti
oOD.
i j di-lo franjan'me o nlti i, i [tlitan^ Jo mi-: a& ni-torio da agricnttnra ;#e digamos de piag"'m,|'ite oomer de Cafezeiro', ate ao m X'tno de otJ
oai se alguna dxtv'tia ii7dsera)S:*ia4a a es^ej 0? joIv..s a;$ira enllocados, ib-^m) J'-l-
uMpeito, havia eiu de-apparecid) datado nta,a[pritpeira d-a de.via brasileira a tirar vanlagens
tX30sic>3 que aerea da imolgraL) -; i na- !r*a?s i > sea traba!)i>, podando -em pouc .s aau.is
ou-iu peen ofleUl. adquirir o bailan par"? CVaprarem a? ^t:&< eas
A paginaseoT*g-ada aW, a e&'a conjplS e fisujifiUn -i-s de que e*\\\
A, opov-.-
rem i-- cv iceiras oecesdiadee i: nm prSjrstario
agrie.'.'a.
::i" cot jrerio e eantaiia S3 iroviaen-
cioa no c nirato conjfa o posaivel atase da cora*
pau^'u sobro c iimigrane, ', ah -. lel-scea
libe, te no m de aaaps di aso e g)s; graailj
dai .eiras 3 bemeiwrias ce.d:da-, e'.le diC-Js-
g'j:r 'ib2:;ary^s3 dos.rfoiupr.'rnissos tomaJos. zui-
magni qiesto, aau de umi singeica o verdrb
diga a d* I uvi.r imiticao. As lcc";;s jaras e
um pjneo tar-tfa*, da largaUsinu odupidioi
exoeriencta qae temos iiir si> aoresanit-'i? i-.om
tanta bia-f, ijQant) siria para de.seji qne o o-
ae.'n, em ;ae-< doeumeaws, todas as granjeas o pria-
c'pae qael5s d- intaresje pubjicj d nacmoaj,
D.ter a veriilo intoira, quem iateira S3 -, .
i' na maioria d.,s caio, se nao em lod-s atsaliiia raaragoaar daa.ajasaiis.'anUcqpj, mfUrii am
i direi1."1, pan arreo 1 vn?n'o annna! J-; l-'-J. ,S3, p;rm, &'X.ro
daquelle praso pner ajautar a sorami m;:-:saia
para o paa^eaio Ja proori>iale i'- |d.estiTera
de poss\ o preco desia nao exceder! a 803Jl, q te
ser a!3jj!ne^ja4o_coai_^o .'., !>ni3 3 ma5lQnajj3
pliso. ^^ ,-
Erabora ps oa'jos 7.500 ftaqos Barjopleta ona-
mero da 4.0,00, sao. sejam tao av.:rei Jos, tem
comtajo oo contrato jiran'-ias fufiiieoies para
p-id-r esnerar da sua e:ooomia e Irabalhq a mes-.
mas vaniignt. Ser.Ujea-.aJa concedidas ;a-as e
terree os neeessanos para cultura, lonvenien'.e-
i thesouro, cntupiicado pelo angmeo*Q de'mente marcado?, divididos, a sitalos aas.imaio-
iiroluccao, e eonseguinlemenle ds iraasacso-ss diadas dos grandes mer-jados, margaia J*s es
cimmerdaes, orno sensatamente diz o .'Iludido i iradas de forro ou do rodagem, ou na.. Diarreas i-,
relatarlo: -. rios qua ja possaam uavori.njao.
Co.n estes patriticos intuitos procura o governo ] A tolos fornecei a co'npannia scccorrcs espi-
ba)e, como Sisseaus, raelborar a sorte das coli- | ritaaes, brcelo primar'ia, melieo, botica e b.s-
Das existentes, r proviJeneiar larsamenta acerca! pitai, medaos os ajustes c|us ter com .Has.
da introducen de eovos bracos e do novas forras Pornodos os adianUrneni'S etios,aoa .-nmigran
i.e trabalho. tes uada poJor a pompanbia exigir dalles darjo
NO sera mais, devido as toformac,5a9 natural- te o primoiro anuo da sen 'stao.ie-imooto; e neui
.-; -.litsrem os lias que so tn e;n vis.i- o
t;,^n2s isio jfttociparse o lijm.'n ao. letapo, qua
pagl cm ourdoafo3-dS5Sng|B3a as Hs^s de
un bora. v^^ .
Ileconbecido e .jonemaado rffidalmo&ta pW-48
etpsi e deteiuioso o sysleina a: agora seguido,
\. ao que pa:oce; entrar em nova diraiaa e
-ii aovos ausficiosis sacriSe<)3 -'o o paz tem
f.uer, esficW^oiimamos ao que me!:or diaomi-
nariamos adan/amentos,porque < todo o dispendio
tro lcelo de Coas trabajadores, volte em pou
Oescarrewm hoja 19 dn Janeiro de 1872.
Essuoa aawHcaiwS. C Rvans varios genero?.
Uarca norte- illemanA/arn//i/ -carvu.
Barca inglezaPamgero carvo.
Birca ingiaza//mnt'on varios gneros.
Brigua inglesJ/erf-ridaji.
Brigue. fraocezS. fc7in,a<-^vnii3.
Bpigpe inglezDoranacallio.
OepacAtt* de eipqrlaQtiQ no diu 1? d*
Janeiro de 1872.
Para os porto do exterior.
.No paiach,') Iiespaailol Pelnp, para o Rio A\
Prala, carregou : P. M. Maury 10 barns de 5*
com 900 litros de cachaca.
No brigue meca Elena, para Marseille, car-
regarm : Keller it C 336 saceos eom 21,689
kilos de algodo.
Na barca ingleza V'leing Ghnd, pira o Ca-
sal, carregiram: Rabe Scliam-ttau & C. 3'J3
saccas com 2"22*kilos de Igodo.
No patacho i ig'ez temi/r, pira Liverpool,
carrejaram : Ada/usen U iwie 4 C, i2S saccas
eom 38,382 kilos do algoda.
REGEIJEDORIA DE RENDAS INTERNAS
GERAES DE PENAMBJCO.
tendimeato do dia 1 a 17. 3l:6Wa8li
(demdo dia 18...... 3:743*336
mais,
mete exagerada, mandadas pelos chonos para a
pitria natal, qae de hoje em diante podaremos
aliribnir o pequea numero da immigrantea
i-s.i .ntaneos que eatre nos queiram vir domici-
liar-se.
Esse obstculo qna era maior, do que .i primis*
vita ple aareeer, deve llcar reosovido por ama
*ec A e'le deveaios granle parte d > mal de qoo
un" queixuns.
, por exemplo, Portugal e sus:- nossessois
r.o concorresseai o annopissado com ,i-"5 irami-
grantes, entrados pela baiiia d)!t) de Janeiro,
contaramos apenas vsndo ao mesmo porto, e nc
aiesmo pac-, 98 individao*, de tolas as ootras
procedencias e nacionalidades I E como c te, tiai
s>ido qussi tolos os annos.
Consepnir a pr^eperidade .d'ejses r,iI3o di
ppulaco, ve-Ios costentes de. sua fjrluoa.o cura^
prir un dever, e constituir u:n Qieio eB^ai de pro-
pagando, naqu-l.es pairas, cuja popia^i.i excede
ticnoomcamente suas oecessidaJ J iodicmos no ultimo artigo ornes os valiosos
aoi'lios com quo o governo, sognndo nis eco:ta,
preteode conseguir essa prospendade. .-'areeem- prouzio o produz aiada^fin. cortos pains
nos, certameHte o; prioeipaes, ma-> i!.em ser
prestados rapdameote para que possam producir
os eleitos desejados.
Vo mais longe, e anda bem, og boas d&jM do
governo. Nao . a esse? cirpos qnai ioanimados por falla ue esti-
mulo e de meios de aecaa e deseavolvi.nento.,
Seria tomar a queslSo aenalxo de um ponto de
vista mesquinho, ou pelo menos deiliiente. O
lempo urge, e eurapre encrala em tod.vs as sua
formas. Por isso tenia igualmente o goasrao all-,
viar si a iniciativa particular, despertac^oa, nao-
em nome das n-cessidades do paiz, ms cem a
promessa de recompensar generosamen'.o o capital
e o trabalho empeahados neiia.
A certeza do ioteresse deve Vnentar o espirito
do associa^o. Se at agora o duvi Ijso auxilio do
thesouro e a certa inlerlerencia do governo omba-
racando, demorando e desanimando lado, afastav-a
os borneas e espitaes roais dispostos a emprazas
.d'esta genero, devem boje naturalmente atlrahi-los
os auxilios pcunianos olTareeidos, a a proleecao
rancamenle garantida.
As sgaintes solemnes pilavra, qua vamos,
traoserever do citado ralatono, sero o lucrativo
incentivo para todas as emprezas nacioaaes oo.es-
trangairas que fe propazerem importar- no paiz
emigrantes robustos e morigerado?.
Regatear os favores do governo, sob mal en-
tendido pretexto de telar os dioiieiros do tbesoaroj
descoohecar os verdaieiros loiere'ses do paiz,
eorrer o risco de addiar indeliBidamenle a sofogao
d) problema da immigoeao.
Maiores ou menores assodacOev 69 grandes e
pequeos lavradores, para esto rlm organisadas em
cada provincia do imperio, e cmanlo com os
mesaos aoxil'os, poderiam preparar para mesmo
aoave e naturalmente, cora lempo' e eom eseolba,
qaiavpor salario, por poreeria, por cuiliaer oa-
iia frt, em fin, 09 coadjuvasie no col'.i'O da
ppR'.ariorruenle mais de i'J / anaaaliaaale de im-.
poruocia ds divida.
Occupamo-Dos mar dcdamoo'^ wm aste con-
rajo, pela.-uavimporUnra, e parece-nos que de
grande vanlagam que a rompanba teoha, copio
effctivamecie vai ier, a sua s!a em L adres.
Estar assiro no sea proprio iotresse ?.ivi,:ar a
causada immigracio p-ra o Brasil e tamos maior
e.na propaganda feita ero norae do Interesse, do
qos ero nmada sympatba,ou aioia ir'-a era
nooie do patriotismo. '
Nao lovaolsremos ji ma-> de=ts assuaplQ. Se
s?. 1 nasamece favorecidos e auxilalos introduc-
tores da bra.jos livres e laboriosa, sao Iguiiota-
le garantidas as libertades qo oolono.
fereinos breve, entre ootras medidas, de?appv
re.;er, assia o davea todos esprar. a lei desbn-
mKsa e.iciqo.\do il da aatbp.o ie 1837, .>',U
que faz do e .'*) u q servo, qua 11,:* en favor do
loeatario um dominio odioso excepcional.
Do corpa da lajMlfiafi .liberal brasilera apa-
gar-se-ha essa min'Q, p'.ra saraprj, e cassaro
tambero para sempre oa^ffeito?, ai's justos que
produz 3ia4 fin. cortos paiz;s ; e com
que os no-sos desaffeicmac? nos atiraro lace
toas as vais que bila .. fio.
Temos co-icluilo as eccaiderac^Ks ambara suc-
cicias como gao poiia deixar Oe ser ae..;e iagar,
ae temos feito i-vci a qa'.) qn roais da
perto D03 toca prsemerneote.
Oxal que %m bravo lempo lesJuroos do voar
ella, nao para la-r ceruDras, nra ros feli-
citarnos peles rnv>. resultados cbiiio, e para
pedir era uorca das novas Dectissiddes, quo aalu-
ralaionte viro, aquellas reforjas..que sendo a
uHima pslavra r.esla ma^na quesiao, sera.o a pri-
meira para o luluro e para, a graudeza do 3ra3i|,
la cruz *javei urna rozeti de Ota azul, que iu
dicara a qaaHdn.lc de mesario, talo a do juiz em
volta da roeeta urna orla exireita de ouro, e para
a dos ex jnlws de prata, que f-irio a sua cosa,
sendo a dos mais irmaos em rozeta.
Art 3. N domingo de Peencostes a mesa re
gedora mandar celebrar, coa a assisteocia d* ^JT^"1"., 4fl a 7
irmaodRde, urna mi-sa caotada de tres padres, n
;iltar-.TiOr da igreja dtste convento, em louvor do
Btvtw Espirhr>-Santo.
Art. 4. Eir-elui.lt a mudanc do nome da ir-
mandade para o da Santsima Trtnd 'de, cont
nuar a re>rer-se p?lo omproraisso do Esplri-
to-Saulo, al rumiar 11 ovo cnpromrsso.
qae ser feilo dentro de um anuo depois da appro
vaca da nvoia mui;i!i;i, li-ando desde j ex
pressamente gsraotidos todos os direitos e regalas
j cona'djdos aoi irmij.^ pelo njeDCiona lo coa>
promissn.
C')fcfcEftK)-l3 frPtt.V'>i?ar deliberacSo d.t
junta admioi-trati'a da Sioia Casa da Misen jr
dia, ern saas de Uoiitem, f man Ja lo alimuir ao
collegiixlos orphaos o menor Mioosi, Olho legiti-
mo de Vocete Alveade OarvaJho e D. Liberaiiaa
Franca do Nas-iiment), oqual sq achava inscripV,
iu re p el v 1 qoa.lro em primeiro lugar.
PBRNAMBCO STHEST RAILWAY. Pe-
dem-a paca chatn*r a atteuci do Sr.gore.ni
desta r.Mnpaohia para o costume que, te.h Siguas
do bolieiros de espancarem os evellos qae ea-
i--airan cas roas e puntes, aiada rne-mo o es-
tand elles embiracando o transito, &>m o que
podem causar graves desastres.
BESEFICIO.-O artista Antonio Crios o> Car-
ino, (juerendo dar aaa orova de aprec ao bom
acolhrwenta que leve em Un du'ante o temp-> de
seus trabnos, no qual recebeu inequvocas de-
ms0'irac5?s, deverlndijra symoith'a, concel-n
mei-j D?ne8cio na importancia de i^CJO para as
obr.is da matriz a aquee importante povoado,
obra e.ta de urinlo e nrgentis-ima uecessidade,
atiento o estalo de pouca seguranza em que se
atha a pequea cipella que est erecta a ma-
triz.
Ni flaal no espectculo os m>tas f-.-rara phre-
nmicamente npplaud 'os, com esoecialidade" o Sr.
Cirios d> Carmo, que com jnica deve ser consi-
d rad 1 ct-mo o verl.'.Jciro artista e distiocto ca-
v.iih- iro.
ACCO MERITORIA.Eoviam-nss o segua-
te :
Teado oSr. Antonio Francisco Xavier, empre-
gado oa compihri eiue-tre acrobtica brasileira,
s :b a'reccodo y upathicoariisU A. C. do Carmo
compra '' u,n quartole hilhete di lotera da pro-
vincia, ltimamente exuahila, dea socedade no
iiie.-ni 1 N usa Senbfia >ia Conii;!) Jos Mentes,
mas islo-em que ninguem sou!i;st-). P.issa-
ram-.-e os dias, e ei3 q and ao diga) vigirio da
ii.sp.-cliva fregieia o Rvm. Fl iriaou deQueiroz
Coaiinh se apresenioa o Sr. Xivier que, radian-
do de alegra, vinba depositar em suas majs o bi-.
ihete para o mandar reteber, pois nelle hivla sa-
nido a sorld g'ande, reonroeadando que, l|
Viaatia fjsse ap^licada as obras da matriz soba
nivonc) a Aquella Sentir.
IMMIG:tACA>.-S b eiH titulo publicamos nos
oossos ns. 29i e 297, de 2i e S9 de dexembro-ui
tim, doos arlig-is irau>iiripl)ilo Jornal do Com-
mtmia d* corte, h e seguir si-Uie-ho is derans que all aparece-
rora sobre to momeoio-a qaeaii, davilos peo
na de la ahalt-aJo eaciplor.
S; to1is as pasala9 que h ji damos v) no iu
loto da reafasafM do nngn problema da sub*ti
luign do br.ici captivo pelo livre, cario que na.
ha dnprasar" neohain esTorc que teala a ferir u
alvo qu miramos.
Co.isoauos a le de 123 de setembro ds 1871 lie
todos os e-pintos rebubsulai luz deste sejulo,
que orno que a zurela g'oriihativa do oulro,
que reconboceuos direitos do homem.
Fiam)S .udo de bom de um futuro, cuja alvorada
vem !) estrllala de-ideas generosas.
A meibor filelidaJe que pdemos jurar s aras
da p tria tao anciosa le orogresso, a iuobeiien
ca -Jim que se dos levanta o peasament) coatra o
que a'osuri) do paasade, abuso da cegueira de
-autros iempos.
N1 anillo que enteode le.ar-nos-a justa pofick
dagratoDri pavo em fajado mundo esclarecido,
fra crime iooperdoavel jiniiitir que nao represen
tem lodos os Brasileirt-s urna s vantade.
LOTERA.A que :> aetM venia e a 22!*
banedeio da matriz do Coito, a qual se ex'.rahir
no da' li.
LEILAO.Hoj4 as 1) horas en ponto effcclua
ri o agente Pinto oo irraazern da ra da Cruz 0.
12, o ieilo.de fazendas avariada, relogios de
ouro e joias; as i l horas vendar e em nonti-
aaacS] am variado e j> nple-o soWwwrato de fa-
zend'35 ingleza-;, (caaettss, suis-as e allemei, no
a.-raazom dos Sr9. Cameiro A Nogaeira.
CASA DE DETENC.O.Movioiento do da 17
de Janeiro de 1872:
Existiam -preso.-) 383, sahraa 2, extsiem 351.
A' sai>er:
Najiooaes 2J8, mullieres 7, estrangeiros 39, es-
traves i-, escravas i.
Alimentados ci^ta d"s cofres pblicos 291.
Movim-mto da enfermara d) dia 17 de Janeiro
de 1872 ;
Tiveram alia:
Maniel Joaqoim Perei.a Lima. ,
Joaqnim do Lyra Biplsta.
ClITERIO PBU'M.-Obituario do dia 16 de
jaae!ro Je 1872:
Cassimiro, branco, Pernambujo, 2 annos, Reci-
te ; bexigas.
Esteva) Jos Percira, pardo, Pernambnco, 40
asno?, solleiro, Boa-Vista, hospital Pedro II; tu
bercuios pulmonares.
Hara Amelia dos Santos, branca, Pernambuco,
17 arao3, solieira, Graca.interita.
Frslerico, pardo, Pornaraboco, 3 annos, Boa
Vista; varila.
Tbereza 1e lesos Ciul Braga, branca, Pernam-
bnw. i2 annos, casada, S.Joi; tubrculos pul-
ujonares.
todos os casos fortuitos.
Art. 7. O contratante prestar* orna (lau-
ca de 80:00ftj00 pra o pagamento das
prestacoes qati ti ver de recebe r.______
671
671
VA
291
635
4* secciJ.-r-Secretaria da presidencia-de
PerDarnboco.em t de Janeiro de 187i.
Por esta secretaria se faz publico qoe,
: teado o Exro. Sr. presidente da provincia
77:ti84'J2 de dar exeeot;o ao ait. ,0 da lei provincial
ol:9i8izl3|H, 1030 de 13 dejaobodoanno fiodo abai
824-0374705 xo transcripta, se convida a quem quizer
__!______contratar o assentarnento de carris de ferro
em toda a extensa 1 desta capital para o
transporte de gneros, bagageos e mercado
rias, nos termos da citada lei, a apresentar
suas prepotas no prazo de 30 das a con
tar da presente data.
0 secretario
filias F. d'Almeida e A'buquerqite.
U\ provincial n. l'-00 de 13 de junho
e 1871.
Art. V. Fica saalmente o presidente
da provincia atitorisado a contratar com
B^llarmino i RegJ Barros, Jo.=6 da Silva
Loyo e Jjs Joaquita Antones, ou quem ma-
lhorcs vantagt.ns olfereoer o assentarnento
de carris th ierro em toda aextenso da ci
dade, destinados ao transporte de gneros,
baga^ens e mercadorias, com o privilegia
de vinie e cinco anuos, e na mesmas cou-
dices da c nees3 > feita a companhia loco-
motora do Rio de J neiro equipolentes as
circutnstancias da emoreza.
Prim jira represen!.vas 11 sis Uiejira, '*'
cellente e entliuaiastieamenie aplaud la eoe drama em 1 actos
OIMUlMi
Segr4fi-je pelo ;r. Pipaste, a frac osa ana c-
mica
Termoiar <> especiacute oom ama espinuo
O resto dos blhetes aela-se no eacripiurto do
theatre.
- Pria ripiar a 8 I i.
N.. Rm ura 4oa interall.w, bentiicaiio.
ir toa camarotes ompri nniar e ag-adec^r aos
seas iilnstres convidados.
- O liim. Sr. luspiiciur da ibaaonrafia provia -
cial, em cumprimenio da ordem do lxm, Sr. pre-
sidente da provincia, rmuda hi r publico que no
dia I de evereiro praimu vindouro, peraute a
juo'a d'esta Ibesounria so ha de arrematara
'-"o navio Iranc-z'Po^r/^.D.ra o H.vre.l^8"1 Por menos f.ar,_Qs concert de que carece
earregaram : Tisset fre
tl),807 kilos dealgoiao.
-- Nobri'ie.ingle ttegma, para o Canal, car-
regarm : Juhnstoo Pat c C. 1,332 saceos oom
IO,H6i k'tos tU asacar ..-cavad)
No navio bespanli JforanHa, para o Ro
da r'rata, carregaram : liaithar Oiiveira 4 C 130
barricas ora 48,241 kilos .le assuear hranc.
A'a escuna hoHand.ua Cornelia, para o ti '
da Prata, cjrregaram : Araorim Irma is & C. .200
barras cojn2,4H k'los de assuear maacavado.
Para os portos do interior.
No pilhabote nacional Otmda, para o Para,
carrpgou: Miguel J..? Alves 120 barricas :om
7,201 kn s de assuear branco.
s cora a c,l1e'a oa Cidade de G .yauna, oreados em.....
12:078*123, e sob a? clausulas esjujciaas abaixu
declaradas. /
As pessoas que se prjpooram essa arremata-
rjao compare^am na ga da? si-ssoes da referid..
junta, no dia cima mencionado, polo uieio dia, e
coropetenteicenio habilitadas.
E para con-tar se maaiou publicar o presente
33:394*170
CONSULADO PROVINCIAL.
.loadmicnto do da 1 a 17.
dem do. .di 118 .
99 2-W*'o">'t>
100:2384370
MftWMEKTfl OC PeT8
y avos sal idos no dia J6.
Sanios Sumsca hespanhoU Agoslma, Skpttio Pe-
dro Fabregas, carga a-socar.
CanalBrigue inglez C'uUou, capital BacK, car-
ga assacar.
M4rselha-Brigue sueco Helena, capitao !.i .;-.-!.
carga assuear.
ObservaQo.
Nao houve entradas.
PEMAMBCO.
KETtSTA DI4BIA,
POFESSOUES PBLICOS. Jor portara da
presidencia da proviucia, do 17 do corrent?, per-
aMtlioee aos.prjle^aoree jini-li-os uoia Cyriaco da
Silva e Cyrillo Angosto da Sv S.vnag->, esie da
cadara da pooacao de.(iaipas na comarca de
Csroar, e aquello 4a cadeiraa frejiu- zia dus
Aligados oa comarca da Pieci/e, psrmuiarem a
regpe:!va3 sadeiras.
ASSOCIA/O DOS GU.4RDA-LVROS. Por
portara da'presidencia da provincia, to 17 do
correte, foram ajiprovlo* rs estuutis da Asso-
aiaeaodoi Gnarda-Livros, fuudada ja .1 la Ja do
Roo fe.
IRMANOADE DA SANTJSSIMA TINDADE.-
Por pNortaria da prs*iilenci. da nrovm-.ia, ria 17 do
corrate, furara aproroTado?", na er.nfirriida je 5
decreto c. 2711 de 19 de kiembro de 1860 art. 33
Io, provisoriamente os artigoi auditivos spgointes
ao eompromiso da frmannaie do D!-?iao Esplri-
SDMMERCIQ.
iORTHERN.
i^apital. .
Fando de reserva
*3O,00O:0000O(j
. 8,000:000*000
Agentes,
sUtllt Latktn C.
IflPERlAL
Companhia de seguros contra
logo.
CA6ESTES
s. ?. jomsTos 4 o,
KLK3 a enzala-aova a. 4t.
THE ALLIANCE BRITISH 4 FORE1GN.
life aod Fire Asanrance Company ettabelecida
m k8Si. Capital t 8,000,000
Os acontes deata companbia tomam seguroi
MC'.ra fepo sobre predios, gneros faiendaa
tigaro Rabe Seomettan & C
Corno Santo n. 16.
Sepros cftnlra-ftg
COMPANHIA
%imm COHIBA FOGO
Th Liverpool 4: Londoo A Glob
Iosorance Compaay.
Agentes :
Saaridera brothera d C.
EDITIS
O lllro. Sr. inspector da thesouraria provn-
vincial, em cumprnDeato da ordem d) .;m. Sr
paesidenta da provincia, manda r publico, rj^e
no da de fdvereiro prximo viudonro, poiau.e
a junta desta thesouraria se ha de ummaf a
quem por monos flzer.os ooncenos do iijo caBB-
cer o q-nrifl da eidadiiA (Joyaana orja'io eoi
r.'.'iOi.'iiJ K\*, e subro as clausulas eapWtfl
abaixo copiadas.
As pe-s as que se propoiorern a essa arrmata-
cao comparecem.na eaia das see areferiia
junta no dia cima m^ociooado, peio rais da B
competentemente habilitadas.
E para coustar se mandos publicar o prosato
pelo Jornal.
Secretaria da thesouraria provincial 1.: PwoatB
buco, 15 da Janeiro de 1872.
O oflkial da secrelaria,
Miguel Alfonso Ftrr
CLUSULAS ESPtClAES.
I." Os repros do auarlel de Goyanna na impar*
taacia de 1.602421-3 r. serio exeerjUos de con
r>rmidade com o respsclivo or^imento.
2*0 contratante dar coiocj as oorat uo ,,ra-
90 de 8 dias, e as conoluir 00 de 3 u tm-
ho' contados da data da approvacao do t mirata.
3.1 O pagamento da importancia a ; >
qo sera feito em 3 prestacoes iguaes, sendo a I
quaodo tiver comecado a obra, a 2.a ;-^ bou*
ver .meiade dos re.jaras.e a :i* quaodo c.rnc!ni-las.
4.* Para o mais uue nao se acha especificado
as presentes clausulas se observara aadiaaoi-
roiis do regulamenlo de 31 de julho de 48C-6.
Conlorme,
1/. A. Ferr ira.
A cmara rauflicipal desta ci!. ;. io
de lovar aelTeito a construci5') desea aisr-
cado publico, convida as pesso# qtM se
quizerem eocarregar da mesma con^iruccSo
a camparecerem na mesma cmara, oo pra-
zo de sessenta das da data deqte, para se
effecto?.r a arremaitao me-Jiaate o orna-
mento e a pianla approvados, qui s< a:litri
na d la cmara, e podem ser e.uiainados
per quem quizar arrematar e sapra dita
obra ; leudo.ern vista as coadicoes abaao
mencionadas.
Paco da cmara municipal do Recife, 29
de novembro de 1871. Ignacio Jzaquim
de Souza Lqo, pro-presideate. Liwaico
liezerra Carmiro da Cuaha, secreuiio.
Clausalas especules para o contrato relati-
vo a construeco do mercado publico da
cidade do Rectfe.,,
Art. i. X constUKCo do mere^o puu*
co da cidade do Rcife, ser faitr de con-
formidade com a plaota eorcaaiui.L :
vado e as instrncc&e* do engenbairo lical
da obra ; pela qoautia de 385:0.0^000.
Art. a. O impraiteiro dar comefo as
obras deitlra do prazo, de tres mezs, o x<
concluir do de viote m-ezea, conidas a
assigDaiura do contrato, sob peaa -du nraa
multa de 5:000|j000 do primeiro caso, e d-3
IO:0O0iJ0OO no segando.
ABL.&tO pagamealo sei eita.tai eSi
prestaos iguaes. A primeira quaudo 3
arremataute assignar o etnt alo, a aguada
quaodo mostrar o counecimeuto de tar em-
barcado toUa a ferorafefli,ta terceira quaod-ai
liier feito a terfa pat;' das obras, ruarla
guando e;3,Hverera execilados oj doai ter-
cos das ditas obras, a qniota qtjaado es ti-
ver concliiiDdo todo o edificio,- asta, sem
mezes is de xecutadat e concloiJafr
todas as obras e conservadas.
Art. i. 0 emprcp-iro-terJ um engeubdi
Corpo Sacito-^iI. i enslrrgdo de difigir-*8 obras em ese
_ JcqcSo.
Secretaria da tbesonrari provncial de Pernam
buco, lo de Janeiro da 1872.
0 '.li; al da secretaria,
'lUigntl Affunso Ferrara.
Ca i-nas especiaes.
Ia Os reparos da cadeia de Cy^nna na impor-
tancia de 2:078 123, serao executados de confor
nidade come respectifo orutmento.
2' O conlractanle dar com;go as obras no pra
zo de 8 dias a as concluir n> do 3 rneies, arabos
cociados da data da a,povacao do contracto.
3J 0 pagamento da imporunoia da arrematara)
seta feita em tres prsU'oe? iguaes, sendo a pri-
meira qando livor comecado a obra, a segn la
qaando houver meta-Jo dos reparos, a terceira
quaudo couclui-los.
I" Para ornis que nao se a.'har especScado
as presontes plausol.is, se ul;ervar as disposi-
rjoes do legularaento do-31 de julho do 1806.
Conforme..W A l'eneirti. _______
De erdtfiB do I1I111. Sr. director das obras
publicas se convida as pessoa^ que quizerem com-
pra' 60 estiva* que serviram em diversas p ntes,
apresantarcm suas prepostas em carta fechada
negta repartiio 00 dia 22 do orrente.
Reparticao das obras publicas 13 de Janeiro de
1^72.
O secretario,
PatteJaan Rodrigues da Silva.
O administra Jor ta reiebedoria de reodas
nteruis g raes fa. p b :o que 6 ntsie m^z de Ja-
neiro e no de feverelro prximo fu Miro que tem
1e ser pagv, sem mu'ta, a taxa dos escravos, re
lativa ao exercicio corrate de 1871 72, e que fin
do o referido praso ser c brada ona multa de
6 0,0.
P'Cbjdoiia de Pornarabuco 18 de Janeiro d
1871.
Msnoel Cirn-ii-o d SuizaLa,-erila.
AVISOS MARTIMOS.
COMI'A^niA
DE
nmm brasileira
At o dia l do crrante
espera Iu d-is portos do ful -
vaiK-r Pai, corumandante Pe-
rera, o qual d-cois da Ct-mora
do costunu- seguir para os pr-
los do n< rtf.
Para fieles p pamgeiros traa se ni agencia.
Eocommeodas de p" meno val-.r, pao, medila
e tambera inheiro, resebom-si- atA a 1 bt-ra da
urde do da di sahida do vap r. Agen'-'a *aa di
Commercio n. 8._____________________________
COMFANH1A HKHiNAUtiUUANA
M
Navegando costea por tapar
Porto de Gallinuas, Itio ForaiosiO e
Tamandar.
0 vapor narioaal PrAf-
fci.soguira paraos porl'jsci-
ma no dia 20 do corrate a
meia noote.
Hecebe carga, encomnet
da?, passageiros e dio'ieiroa
(rer : nr>crif>tonodo Furie dr Mallos O. 12.
Porto e Lisboa
A turca pirtoguez .Viro Silencio, capitiio om*
Antonio F.rreira, tem lindas accomoiacdcs par*
passsageinis vai sahir al o dia 23 do cr-olr.
trata se com K. U. Kabello A C, ra do cjrnrr.ir-
co n. ^8. on rom o capiiao._________________ ___
Pitra o Purto
Patacho portuguez O'mda capttao M. J. i' Mn-
rae?, seguir em ponco lempo, por j ter a maior
parte de seu carrf gamento enunjad-; para o res-
to da que falta lr.ua-se com MiQteiro Grejorio 4
C. rna do P.om lesns, oulr'ora Cruz o. I.____
PARA
0 PORTO
Vai sabir rooit) bfWB o brigue poriogatf
Uniao ; para carga e pataueirof trata-- -i.
Soares Primos i roa do Vigario o. 17._______
RIO DE JAH1R0
Para o indicado porto o prtarh 1 Cnssitiuts, oirtt
nelle quizer carrogar, dever tratar a roa do \y-
gario o. la, e*criatoaio de Jos L'ip<*' Davim.
eiABAC0E$.
ltaspec^o desande do porto.
Por ordtia do Sr. Inspector de sadedo
porin em -18 de Janeiro de li7, fjcj) sci-
ente aos senhores possuidores de alvarengas
e oulras embarcares occupaiias no servi-
n de-carga e descarga dos navios, 011 ou
iro qual juer que apesar da recommert/lacjio
que he dirijio'o mesmo Sr. lospeclor em
data de se conservar'm desaceadase ex-
birem o mo'cbeiro por fall das lavagens
ae;essarias, Ihesso- imposta a a'ta do
art, 51 do regul ment de !1 de .Janeiro
de 1861.
Di mesma forma scientifna-se aos Sr..
czpitaasda naviosen que foiem observaos
ijoaesquer fallas thaceio qner no pessjar
\:-v 1; > m:!erii cl sc:is navios ou na qua
!i4ade im itfmtotoi ou agua Ibe ser im
post? amosmt mjilta.
O secretario
Jiis fibeirodc Vasconcellos.
CA1P0 DAS PUNCHAS
TEiOEIRAFNCglO
IIOJE.
As 8 horas da noule
GRANDES EXERCICIOS GYMNASTir.OS,
ACROBTICOS^ CH1REOGRAPHICOS
E DE EQUITACiO.
PRB<,0^
'.'...Virotes 0 cadeiras........
Cadeiras..................
Gerae3.....................
O? meninos menores de 8 annos
mmw
O Sr. Cbiarini previne ao Ilustrado pnblico
de3tn ?rrpital, -que de passagem para os Estados-
Unido? dar algqma* representa^Ses.
ompanhia irabalhar todas as noutej s 8
,hor.9 o nos do omos e dias santos havra duas
raareseatacSef, sendri a primeira s 4 l|S da tar-
de, t a segunda Ss 8 l>2 da noate.
Do meio da al as 3 hora.da tarde e das 6
em diania estao expo-tos os bilMes i veuda no
oseriptorlo do circo 00 Caupj das Princezas.
As sontas desta companhia seo pagas na bi-
Ibeterfa do circo todas as segundas-feiras -do 1 8S
3 hora?.da tarde.
ISiOOO
33000
2*000
1*000
fimsiD
&abbado 20 de Janeiro,
BENEFICIO DO ACTOR
B'AltA O
RIO DE JAHEIR9
O brigue nacin jI Danuio 6 e.-pcradodeat.'i. tu
poucos dias dri Rio de Janeiro f segu pan o mes-
mo porto, lem parle Jo sea carregamenio eo?ajt -
do: pan o resto que ihn alU, trata-se coto oa
?eus consignalarios Amonio Lmx de OUaawa Aa.-
vt'Jo A I, roa do Uom J^ns n. 57.
PAItA*
Sego^- para o indicado porto c tn pouca di^c-ra
o novo hiatfi O'.iada por t.-r a maior paite na i;arga
e para a qoe loe falta ir ta se com o coBgcata-
rio J m ui'.o lo Gon^alves Beltrao, rna do
Commefirio n. -i.
CO.nFAKHIA
DE
Navegado Brasileira
, Al o da G do correlo, espe-
^L^iv radn dos port! du noria o vapor
" ^h-^P^ ''"i-Vn-o do'vxi!, eommandaa'.*
.fi^^dC,'. 'Iirduzo, '' qual depois da demr>
'i-I' Vtv^T"' ra li-. _-lum. agiiir par^ o
portos do sul.
' Para carga o paaaagainM tr.ta >e na aju*:a.
lincommendas ia pequeao valor, peso, m*d
fambem dobeiro receben se al I hora la lar-1?
do dia de sua tbida : na agencia, ra do C
nercio n. 8.
LEILOES.
LEILAO
DE
,de algibeira de .uro e di [
traDcerii uara os mesmos e joias.
XHOaJB
Por interv3Dcao do agenta' Pinto, ern sen ea-
criptorio, roa da Croz n. 38.
Em continuarlo ao leilo cima.
ma
DE
caisa com Jtvdrsis nisrcadoria'-
mioiezas avahadas.
HOJE
AS 10 HORAS DO DIA.
0 agente Pinto levar a I. il;i > por antorina v.-
do coosul de Franca, em pr-tsenc* de sen chan-
ciller, e por contn e risco de qnem perusnter v
uma caixa marca T P M n. I."i4, avariada i fcrdr>
do vapor francei Amazone, na sua ultima viagsna
e-io porto : o leilao sera eflectoado i 10 bora*
do dia cima'Jilo, no escriptorio do referido wrn-
te : roa da Crn n. 3S.
Leilao

DK
FAZENDAS
Em co-c'.nsao.
HOJE
I do correte
Carneiro k .Nogaeira concinirao hoj? p^r n-
lervencio do agente Pinto o lei'o das fita*r-
existentes em sec armaiom ra da Crut n **
15 UOVKIJN,
S'mo urna.toabliada mi-gno com 18 tadear*
de gmraieo, .2 tas de bracos, i auf, i conaKa
ejardmeira com pedra, 2 cadeiras de ba'jne.i
da amaraHa, 1 uarda-w^Udos da amutllo, t
commodj de mogno e luiot, t maaa>alnaiea de
anurello ceas k13alas,', 1 guarda-Joucat aaaaaai-
k>, I graada^Bcr-.taiaaamartlIov 1 qnarw*-
ra didi.o, 1 roatqaerin, I relog dtaara*.
apparador de a;., i l., 1 caudalanro de arvU>.
2 pares de laa'.an.as cem pinf aatos, 3 naaa U^*
dieiroa da gas, i Unteroa fle neta), 2 pareada
Jarros, c;>os, cil-ws, sarratas, jatpoa-*a'

'^"^^T^


f
\
diario de Fernambac Sexta felfa 19 de Janeiro d* W>2
~ij; wh-t il-^-
-\
coseres e farfit'tfir- metal irroit floo, facas ds ea-
fc<> piv< >, re.* quadro- representando o incendio
do palawo as ToRieros :
Heje
agente MaHto* ftraleilJ*, dto movis cima,
9OT con e orden ae ama familia que- rondn de
re.-idencis, o i* aadar do sobrado o. 30 di ra da
Jnperalrtz. s 11 hora do da
i Leilo
DB
fttrrendas a variadas
rli'gio8,-C(MTentes de ouro e joias.
HOJE
ltV do correte
A'S 10 H.OA.J5 EM PONTO.
leio de hiendas avahadas, relogios, correo-
es e joiatanouuciado para hoju por intervencao
do agente Piolo deve ler lugar
Vsio horas en ponto.
visto qoe s II h-ns deve ler lugar o leilo de
fazcnias Harpas no nrraazem dos Srs. Carneiro A
Ncgueira.
LSI sAU
DA
Coxeira da ra da Faz n. 13
teniendo 2 cava I tos, 4 carros de passeio
com oa competentes arreios, 1 cabriole!,
e i carroca qne, se vender em 1 so lo-
te tu em (liwrscs.
T>r$a eird -i do correte.
O tigehif Mari rna far leili, da cox^ira da roa
4a Paz n. I', em I ou mais l> les vootade dos
eo;r>pmd-res, a quat se ai-ha ma;lo betu montada,
;om l carros de pafli, 22 imv;IIo-, l-eabriolel e
aai ulincilie, s 11 horas do da cima.
PREPARATOlUOS
PAAA
Fvereiro e margo.
Jos Soare d'Aievedcprofessor de li
gaa e litterattfra iftrcion*! Q gymnasio pro-
vincial do Recite, tem aberto em soa cesa,
roa B lia n. 37, as segumtes aulas de pre-
paratorios para os estudantos que tivcrem
de fazer exeme em fevereiro e mateo proxi
mos:
RHETORICA E POTICA.;
PHILOSOPHIA ;
GEOT.RAPIIIA ;
HISTIUA ;
Alem destas aulas, continuara as de frt-
cez e poriuguez durante todo o anuo.
Dirigir-se A residencia indicada, de ma-
nla at s S horas, e de tarde da i s 5
boras.
*
Esta'
*r
decidido
8 elle briiha!
IVKOS DIVERSOS
Precisase alujar umecrat i
de 14 a
{(5 aflnos, qoe seja da boa condacta para
asa flatbmdia: a tratar com Antonio Jos
Rodrigues de So;>za na thesouraria das lo-
teras.
dt un" Lunilla capat, que tome c am onmetn para a m indar lavar de vnrella e en-
gommafcGoi lina a perfeicao e aeseio : dirjase
ra Bella n 37, sobrado do dous andares.
' Nj rm i-:r:i il .i Kis*r*o n. 31 preci-ase
llar o>m o 3r. Manoel Gomes de Oliveira que j
f'ii empreado n) entumo Limio Doce e retirou-
se para se tratar n i hospital poriuguez nos mezes
Je Setembro e ouiubro.
E.u tempos modernos nenhum descubr-
ment-eperou maior revolucSo no modo dt
corar anteriormente em voga do que o
PE1T0RVL DE AHACAHIIITA
TANTO NO TRATVMENTO DA
TOSSE, CR0PO,
ASTIIMA, TIIISICA,
ROlQmAO, UESFRIAMENTOS.
fiHONCUITES,
TOSSE CONVULSA,
DORES DE PEITO,
EKPi CTL'RACAO DE SANGUE.
Gomo em toda a grande serie de enfermi
dades da OMiGANTA, do peito c dos orgaos
da RESPmAco, que tanto atormentam e fa
zemsolrera hurnanidade. A maneira an
tiga de curar consista geralmente na appli-
cacao de vesicatorios, sangrias.sarjar ou ap
plicar exteriormeute ungentos fortissimo
ompostos de substancias vesicantes, alem
de produzir empolhas; cujos differentesmo-
dos de curar, nao faziam seno enflaque-
cer e diminuir as torcas do pobre doente:
contribuindo por esta forma d'uma maneir?
mais fcil e certa para a enfermidade adei
truifo inevitavel de sua victima Quem dit-
/rente poisto o effei admiravel do
PEITORAL DE ANACAHUITA !
Vil E EZ DE IRRITAR, MORTIFICAR E CAZAV
INAUDITOS SOIT'RIMENTOS AO DOENTE.
CALMA, MODIFICA E SUAVIZA A DOR.
ALI.IVTA AIRRITACO
DESEMVOLVE ENTE NDLMENTO,
FORT1F ICA OCORPO
e faz com que o systema
Desaloje d'uma maneira prompta e rapidi
at o ultimo vestigio da enfermidade. O
melhores votos em medicina da Europa (os
Lentes dos Collegios de Medicina de Berlim)
testificam sercm exactase verdadeiras estas
eac/es analgicas, ou al m disso'a experi -
encia de milhares de pessoas da America
Hespanhola, as quaes foram curadas com
^ste maravilhoso remedio, sao mais qut
ufBcientes para sustentarem a ooinio do
PEITORAL DE ANACAHUITA 1
Deve-se notar que este remedio se ach
inteiramente izentode venenos, tanto mine-
raes, como vegetaes, em quanto que porm
alguns d'estes ltimos, e particularmente
aquees que s5o dados sob a forma de Opio
e Acido Hydrocianico, formam a base di
maior parte dos Xaropes, com os quaes tac
fcilmente se engaa a credulidade do pu-
blico. A Coaposicao de Anacahuita Peito
a acha-se linda e curiosamente engarrafadas
m frascos da medida de cerca de meio
quartilho cada um, e como a dose que se to-
ma s d'uma colher pequea: basta ge-
ralmente a applicacjfo d'um ou dous frasco?
effectuaciopara a de qualquer cura.
Acha-se venda nos estabelecimentos dt
P. Maurer A C, J. C Bravo 4 C, A
;aors, B. M. Barboza, Bartbolomeo & C
ESCRFULAS OU RHEUMATISMO
todas aquellas cujadigestio se acha com-
pletamente desarranjada.devem tomar
Quera ? o Campos com armazem.
Na ra do Imperador,
Numero as:i attrahidor,
Vfflte e oito !
Vende os melhores biicoitos,
Arroz muio especial,
Como jamis se vio igual
Qaeijj londrino I
Da ludia cha o m;n- Jino,
Queijos llameogos mu nevos,
Al ni das lao bas as,
Bom toucioho I
Do Porto o mais lino v nho,
Presuntos, tombos, chonricas,
A par das boas salchichas,
Fiao leile !
De Portugal o azeile,
''amaies mui saboreaos,
E o nao menos deleitosos,
I).'..-.' em latas!
tnglezas novas btala-,
,BacaIlio snprinr,
De requintado sal>or,
O chocolate I
Boa ma>.-a de tomate.
Caf, maoieiga, feijn.
Para sopa o macarro
E e.-lrellinlia.- i
Finas ameixas era latinhas,
Passas, ligos e licores
De apurados sabores,
As conserva? !
Go.'losas azeilooas d'Elvas,
Silraon, doce de caj,
Massa fina e sag
E alelria I
Por todos a primazia,
J s Imguas foram dada*,
E as to preconisadas
Gelas I
Do Bass a sublime idea :
Em barril cerveja boa I
Das sardiobas a fama voa
E do salame I
E' natural que se ame,
Do Campos o armazem,
Visto que s elle lem
Fnos charuto !
Os afamados e vetustos,
Vinbo Bjrduaux e Madeira
Nao esquecendo o Figueira,
E araruta!
Em frascos niuit finas troclas ;
E para que se veja al,
Que dar massada nao quer
Val lindar I
Prometiendo desde j,
S vender bom qaeijo prato,
E ludo mais muilo barato
A -dinbeirot
Note bem. E' altaneiro
Dos gneros o paladar,
E quem isto duvidar
Venha ver !

imperial Instituto de N. S.
do Bctm Ootiselli \
Dirigido p*lo bcbtrel Antonio Colaabiio
Serapbieo de Assis Carvalbo.
Acham-se funcciooaodo oeste instituto as aulas
de primeirat letras, linguas latma, franceza, logM-
za e nacional, geograghia, plnlosophia, geometria,
rheterica, arilhmetiea e histeria universal.
I^truccilosecandam
Pessoa e -mpetemewerrte h^biutada coWina a
lecetnnar das 9> *%ora 4a Urde : na travessa
da ra Bella n. 10.-
Avisa-se ios moradores de Sauto Amaro das
Sallinas da regnzia da Boa-vfsia e a lodos os
mais devotos em gural daquelle Sanio, qae tem s
contratado ura capello para naflaella capella ce-
iebral annualmente ama miss indos os domingos
e dias Santos, tend principio un da 21 de Janeiro
as 8 boras da manbaa ; assim como, o Kyd. pa-,
dre se fferece a dizer mUsas de promes*as sema-
nalmenle naqoella caplla partecipand) os rae?
mos devotos ao tfiarda da eaiells um da antes.
O Sr, lenle Uenjamim U/iiro de Alt-ucar
lem urna caria, vioda do Rio de Janeiro, em roo
do Exm. Sr, coronel commanlaniee das armas.

(1
Um molalo, moco, offletal de sapaleiro precisa
para completar a 'sua hberdade da quaniia de
lOOjUOO, para ir pagando todos os mezes com o
seu irahalho at completar o pagamento; quea
portanto quizar fazer esta negoiio, que alias mui-
lo se agradecer, anouoMe para ser procurado.
O bacharel Flix de Figueira Faria,
V^ promot r publico da comarca de} Flo-
re?, advoga nos auditorios dos termos
de logazeira, Floros e Villa Bella, per-
teacenies a mesma cemarca,
Quem quizer ulilisar-se de seos ser-
ijo vqos, i Je mandar suas ordena por
!$!' iutermedio de seus irmos, ra.das
Crnzes n. H.
I
m
em sua casa.
Criadas.

Em S. Jos do Maogoinho, sitio n. 2. antes da
igreja ; pagase bem a duas criada; para engom-
mar, e aigura eosaboadu.
GOiWANIHA
Santa Thcreza
feudo o Sr. W. H. Cbajjman, se encarregado
dos trabalhos desta oonipaubia, relativos a cana-
lis n;a i de agua e gaz para as casas particulares
e estabelecimentos pblicos da cidade de Olinda,
a compnnhia faz constar qus jmente o mesam
Sr. Chapman, poder fazer sses rabalhos, ni-
cos pelos quaos a tuesma companhia se responm-
bilisa.
Recite, 18 de Janeiro de 1872.
O gerente,
Justino Jos de Soaza Campos.
Na ra do Pires, sabrado
n. 28. precisa se de urna ana
que engoraras bem e ouira
boa cozinhtira, forra ou escrava.
Precisa-se de urna ama co-
tiuheira e engommadeira, fur-
} ra ou escrava para ca.
pouca familia. Paga-se bem : na ra Duque de
Gaxias n. 83 e'87, no beeco da Congregarlo.
boa co
o
Roga-se aos devedores do Sr. Joao Godofredo
Pinto, o favor de virem roa dos Prazeres n. 9,
afim de saldarem i-uas contas no praso de oito
dias, sob pena de vrem seus nomas neste Diario.
COMPANHIA
SANTA TUZA
Desejando a companbia Santa Thereza bem ser-
vir s pessoas que na cidade de Olinda quizerem
ler era suas casas agua e. luz, lem encarregado o
Sr. W. Chapmao da respeelva eaoasacau, nao
? para a< casas particulares como para'os esta-
belecimentos pblicos.
As possoas que pretederem taes melboramen-
los teahi:n a bunlade de entenler-'e com roe-s-
ino seotur, ra do imperador o. 15, ou na ci-
dade de Olinda,
O Sr. Chapman acha-se habilitado nao s com
o material para canallsacao, mas tambem ora to-
dos os objecics necessarios como registros, aran-
delas, lu tres, globos ect, que a companhia man
dou vir directamente da Europa, e serio veoi-
dos pelo cnsto no intuito de facilitar a todos sua
acquisico, porquanto a companbia liga lodo o
seu ioteresse ao consamo daqaelles tlemeoto3 tao
necessarios vida e nao venda dos raferidos
objectos.
Pernambuco, 15 de Janeiro de 1872.
O gerente,
Justino Jos de Souza Campos.
Pagamento aos credores da
massa fallida de Margues
Burros.# C.
A adnrinlstrjr3o di h j i principio ao paganien'
to des re-pectlfi craoros, ien|o, quaolo ao ehi-
rographario?, o 1* dividendo a'razad de 10 0|0 ;
para o que sao ctndadus os inesmus credores
comparecer no escriptorio da adinioistritio a
rna do Gomraercio n. 6,1" andar, das 11 horas da
manha as i da farde. Recie 17 o Janeiro de
1671
i ir i Predsa-sede nm ama para cozi
\ VI /l ,,D,r fniot>m*r Pr* eaa ^e Puca
JLlTXfl. familia, p?.ga-se bem agradando : a
tratar na ra do Visenle de Albaqnerque, amiga
ra da Matriz; b. 2i.
Precisa-se de om rapaz-^o bo conduela que
Siiba Irabalhar perfettamenie coui uir^sa em
velas de carnauba : na ra do Vigario n 26.
Desejt-se fallar com o Sr. major Carlos Mar-
tins de Almeida a negjcio de seu inleresse : na
ra Duque de Gaxias a. 43.
Manoel Lopes Alheiro e Joaquim Coelho Net-
to fazein .-cenle ao respeilavel publico e com es
ptcialidade u corpo do cornraejr.ij 4jae n> dia :it
jo dt-z-nibro pruximo passado cn.'Solveram amiga-
veimente a soeiedade que linhim na casa cora-
raercial do molhados si la ra da Goaeeicio n. 6,
lijando o socio Joiquim Coslho Nello na posse ex-
clusiva de dilo estabelecimen(o com todo activo e
psssivo, e obrigado sua tiquiaacao como nico
re.-pi nsavel, reiirando-so o socio Lip^s pago e sa-
tisfeiio do seu capital e lucros, e desonerado de
toda a responsabilidade pelas iiaosaccues da ex
tincia firma social de Lopes & Nello.
Joo Bapiista Rodrigues de Almeida declara
que lem jjslo e contratado a venda de sua casa
sita na ra do Scelo n 2 : quem se julgar pre
judicado em dilo negocio publique por este jornal
dentro de tres dias. Recite 17 de Janeiro de 1872
O Sr. Joao Manoel de Oliveira Beral*
do rugado vir ra estr,eita do Rosario
o -9 para oitimar o negocio que nao igno-
ra, certo oe que, em quanto o nao iizer
t;3o ser retirado este annuocio.
Soeiedade R creativa Ja-
vetitu*e.
I De ordra de Sr, preeideote convido aos tt-
A viava de Jos Pudro Gaio de ffira-nla To aog nh )res sooKts a reunirem-fe n > rtcinih de.-ta to-
devedores de seu fallecido marido o especial cine- cL-lade d ,mrn;o 21 do correHte-Bjglaa 6 horas d
3lio de mandarera pagar o que se acuam deven- toaabia, aOm de em a-tembla'.gjjr'al'fi proceder
o no seu estabelecimeuto d? molhados o Fargo, a elei^ao do cargo de Tiet'prerkl|aM f oe te acta
do Paralzo n. 14, ou na rna de S Francisco n. fi ff\ c trtar se de om entro iumpto.
-Preeisa-se de urna ama para eosiulnr, na ra Secreiari da sorieiiade Recreativa Juvuatnde 1h
da Palma n. 42. ^ rWro Ue Iff73.
O i* secretario,
Vejam
Francsco Vunna
Agr & ('., liquidatanos da exiioela firma d
Quinteiros di Ag>a, leudo saldado os dbitos desli
firma julgam nad mais deverem ; entretanto se'
aigoem se conuderar credor della, pote apresen-'
lar soa coma a roa do Imperador n. '.) para ser I
ind, nooi.-fl-la Aproveitara a o;caeio para pedir!
aos devedores da megma extincta firma, que ve- '
nham salisfazer seus dbitos at o da 31 do cor-'
rente pors do conir.'rio sero seus nomes publi-
cados pelos jornaes, e se proceder a eobran^a
judicialmente.
Alu^a se o 3 andar uo sobi.do aito rea
eslreita do Rosario o. 31. com bastante*, eoramo-
dos: a iratir no armazem do mesrao.
me,'
0
Anda se arha lo; alugar urna boa i.i-,i
com bastantes commolos e qpiola', no fundo do i
io..l pasta o excellauie rio do Porto da Madeira de !
ieheribt;; e bem assim urna pequea casa no
Gaxangao entrar para o Ambol, muito fresca
pela bella positjo em que >e acha. por lempo Ito
ou mensal: a iratar oa ra de i. Francisco n. 6.


rna Nova n. 12, loja.
Pri-ci.-a-s) de urna arca pa
ra cosinhar para ca.-a do 10-
quena familia : a tratar na
Atten A pessoa qae annanciou dar l.oOOi soh hypo-
iheca. pode dirigir-je ra Augusta n. 98.
Pncisa-se,
iiinr iiu
liaphael Blanco Caedo e Francisco de Souza
Guerra, esiabeleci los com casa de paste ra lar-
ga do Rosario n. 11). sob a firma socia.l de R iphael
dt S icz3, declarara ler dissol*ido aogavoimcute
a soeiedade. licando t)do o activo e eassivo a car-
go de Raphael Blanco Caedo, e retiran Jos Fran-
cisco de Sjuza Guerra embolcadu fle.'Rt a capital e
lucros. Recie 1C de Janeiro de l.S7.
CASA. DA FORTOHA
RA I DE MARCO OUTH'ORA DO
CRESP'J N 23.
Aos 20:000^000.
O abarxo assignado tem sempre exposto ven
ia oe felizes bilhetes do Rio de Jareiro,' pagande
orompumente, como costuma, qualquer premio.
FUEGOS.
Inteiro 24*000
Meio 12*00,
Quarto 6/000..
Manoel Martins Fiaza.
de nm menino de 12 a 14
luja : na tila Nova o. 4.
anoos para caixeiro de
Frecis-se de doas amas, nina
pjra eoiiohar e comprar n eo'ra *!_
para ent)ommar, para casa de dun
oessoa* : na rna dp S. Francisco n. 31,
AMAS
LABORATORIO HOMEOPTICO
r>E
FraeIco de rauta c ar
oh i f iiaior dt C
41 Rui do Imper.iduril
Acubamd.- receber d'.Ias avrra x
ci ilent rhoo-nlafe bom^cpalincu em la
las e paculr-s de 1|2 libra e latat de
1|4, p de dente, eacom pan o ^
mismos, e u:u uovo sortinMoto de un- \Q
turas e carteiras da casa dos afamados
chimicos de Loudres, Jaiiifs Kpps & C.
>- Leaih 4Ro.-s.
Tambem receoeram do Rio de Janeiro
om completo so; lmenlo de medica-
mentos uo paiz.
No sea e-Uibelecimento encontra-
se bio sempre tubos vasios, POCaraen
de rnica, vidria hainburt'Mze- de l e
2 ODc/s, e um lindj volume encalar-
~ nado a magnifica obra do Dr. More,
,; Medico d'i Poca ifadjUC^H eia 3*
i ,i^ ediccao du Dr Silva Piolo : ludo por
y(' preces muilo raioavei-, con-ervtnilo-
* o hi.':in, l).r:i das 0 auras da nut-
nhaa as 10 da ooule.
i

>.

&
AVISO
Manoel Ca com grande tarailia, morador uo Camiaho-uovo n.
137, segu oestes puucos das para as provincia*
do norte cobraaga de Antonio Alfonso Moicira,
se offareco para mais cobraneas : ijuem qoizer
dirija-se a ello que Taz negocio e d lufornj'ac/'es
de sua conducta por pessoas csia cidade.
Aluga se un i*a lerrea ua ra occro-
nd Lamenna, oatr'orj Prazeres u. 0 : n;i roa di
>ruz n. 31, segundo anJar.
ai ga m o p au&M u sjb.aou m'.u i ra o
Lomas V'aientiiMS n. 8li, com oseoSDao dos .-.'guca
: les: i salas grandes e ba-unlo frese*, ^i juari ^
grandes, Cutinhn lora e um corredor cuui pertia
para a rm de H.rias : qu-m pret-u.ler dirija aa
a pra;> da lodepeadeuu ns. I'J o- il laja de aiu-
puS.
Veude. se o huid c.i ru
t n. 1 : tratar no nic-u.).
.\ov* de fraaia -
^& 1& S&StS* *&(' >&' 9^'^^ P
Precisa-se de um amassador e um refinador
na ra da Sen alia Nova n. 30.
Preci-a-se de um esciavo de meia idade para
tratar de um pequeo sitio : iralar ra Pri-
meiro de margo n. 8________^____________
A polica de Serinhaem
Pede se ao lllra. Sr. delegado que sindique do
facto horroroso que se dea no dia 6 do correte,
no sfgundo dislriclo, no engeuho S. Roque.
Joaquim Jos Gon^al-
ves Beltrao
Rna do Commercio n. 5, 1" andar.
Sacca por todos os paquetes sobre o
banco do Minho, em Braga, e sobre os se-
guintes lugares de Portugal.
Amarante.
Arcos de Val de Vez.
Barcellos.
Beja.
Cbaves.
Coimbra.
Covilh5.
Faro.
Guarda.
Guimares.
Lamego.
LiLa.
Mirandella.
Mongo.
Ponte de Lina.
Porto.
Tavira.
Valpassos.
Vianna do Gastello.
Villa de Conde.
Villa Nova de Famalico.
Vi la Nova de Portimlo.
Villa Real.
Vizea.
Valenca.
COZMDEIIO
Precisa se de om bom cozinheiro na ra do
Mrquez le Olinda n. 20, paga se bem._________
club do m\mm
Reunio familiar.
Sabbado 20 do corrale. llavera Irem s 2 ho-
ras da noute.
O emprezario,
P. J. Layrae '
Instrucc&o primaria Q
particular. S
A aula particular, regida pelo padre >^
Vicente Varejo, contiouar em sea ^?
exerciclo lectivo no Io de fevereiro pro- *jrjx
; xirao futuro, na ra do Cabug n. 9, 5o
| primeiro andar. jm

0
0
*
D. Mariana i'aroliua Lobo
Corte Real.
Travessa da ra da Palba n. 205,
2o andar.
(ASA PARTICULAR)
Plc admitur em saa casa, fqual of-
tereco as melhores ooudicous de confor-
lave! hospedagem, por proco mdico, a|-
gumas pessoas oa familias do Imperio,
que pretendan! demorar se em Lisboa,
a Bstelo, ou por uiuie-lia : para infer-
maees, qoeirsm derigirse ra Primei-
ro de mareo, ( aotiga do Crespo ) n. 19,
leja de fazendas dos Srs. Jos dos Sant s
Naves lrmo, em Pernambuco.
r: m c

DO
DB. CHjS
tWikt-^ ,
jtjJZj

AflH
m
0
Empreza do gaz
Pernambuco.
Esta empreza lem um lindo sortimenio de can-
dieiros, arandelas, pendentes, etc., tanto em vidro
(crysial) como em metal, e nina variedade de glo-
bos dos padrftes mais modernos e por precos m-
dicos. As amostrjr podem ser vistas no escriplo-
rio n. 31 ra do Imperador. Bicos p?ra gaz do
melhor feitio a 60 rs. cada um. As encommen-
das Dodem ser feitas por escripto, na rna do Im-
perador junio a secretaria da polica, ou dirigida
ao absixo assigndo na fabrica S. Jo^, qae sero
promptamente atiendidas.
Thos. Newbgging,
Gerente.
KIH OF
PARA USO
FAIIJ O
INTERI
Ra"
H
1 D
u.
CURA CU OLEE. A E
TERNO
OLERA MOS.BTJ3,
O lu 1Z X.'
D:urti, fluxo ii atn-ue, era a di*.
Oot ce cale-,, iljit i* OOVid* i*
trsi taataa.
Cor dt sute, u um milinto.
Sriirt,l|i, em cinco minutoi.
DttloG&riti, om tu*. minutoi.
Uarg&ntai incasdaf, im dc2 miaut;.
Clica eonvnliAei, sm iuc* minuta.
Kkansatiimo, tm nm din.
rbr ftbre inttriaitcnt*, m un din.
^^.V:
Dor nm cou csi UdM, tt dw i
otea.
Toties perigous e rsfxiados, sa BU 4
Fleorecia, em nm di*,
taidci tetaran.
Hemarihcidni brsnekitln
Iil-tEiic,..j nos rins.
Dyipepiin, trjfvU.
Kalsttias de fignde.
P!piti;io d coras*.
,,.**
fasM
*ii i

Perda do apetite, femenino,
Edtoraago sujo, Dores de cabeca.
Em todas as molestias que derivam
sua origem da massa do sangue: a salsa
parrillia de Bristol esse melhor de todof
os purificaderos deve ser tomado conjun
lamente com as pilulas, pois que estas
suas medicinas, tendo sido expressamente
preparadas para obrarem do harmonia urna
com a ouira, quando fielmente assim se faz,
iSo nos resta a menor duvida em dizer,
sjp ao maior nwnero dos casos, podemos
aMancar n5o sum grande alivio, como
tambem urna cura prompta e radical, isto
est bem visto, quando o doente nao se
tche n'um estado mnito alera dos recursos
Uumanos.
Jigoeira.
T>eoaflcl.
Rgoa.
19.
ESCOLA
-RA
PARTICULAR.
DA PBNHA.-
-19.
Auna Senhorinha Monleiro Pessoa.
Materias de ensino.Todas as que cora-
preheadera a InstracijSo nrimaria.To-
m trabalhos de agnlha, inclusive bordado 1
de ouro.Flores etc.
Ensina-se msica com previa ajuste.
Tambera recebem-se aluranas internas.
t ISlSSttattatt t&tA
Aicda nao trouxe 201, mora no Caxang,
tem padaria, pedio oa roa larga do Rosario em-
preado por um dia e j fizeram doas mezes;
nao trazendo esta qoantia nestes tres dias seo uo-
me ser publicado por extenso para o publico fl-
car certo no (regaet;

BRAZILIAN STREET
Railway Company (Limite
AVISO
Esta empreza pelo presente declara qae os bi-
lhetes novos de 100 rs. se destinguem dos ouiros
por serem carimbados na frente era quanto aos
de 800 res nenhum engao se pode dar visto nao
termos nenhum desse prego.
Oflkinas, 16 de janiir de 1872.
W. Swenson,
Ajudante do gerente.
Precisa-se de urna, para
casa de pouca familia : a ra
da lmperairiz o, 28, 1* aa
dar.
Ensino de preparatorios segundo o nov
programma para exames.
O professor Torres Bandeira tem resolv Jo abrir
para os mogos qoe sa preparara para a facaldade
dedireito, alera dos cursos de philosophia, de rbe-
torica e potica, e de-geograpbia e historia, om
curso especial de Magua portngueca ; e era rea-
gao s seoboras, a cajo ensino tambera s? dediea,
igualmente se proprue dar li(des de lingua por-
tugueza, de lingua franceza e de geographia. Mora
roa dos Martyrios o. 2, 2a andar.
PHARMACIA
Especial huiiicopah.ca i
DA
VIUVA DO DR.
Sabino 0. L. Pinho.
43Ra o Baro da Victoria43 i
Para este aatigo eslabelecimento acaoa |
de chegar no ultimo paquete, da casa de
James Epps & G, de Londres, um excel-
lente sortisnento de carteiras e caixas de j
todos os lmannos, qur para glbulos, I
qur para tintura?; assim eomo medica- -
menlos em tritorocao e em tintura, globu- j
los, etc.; o que ludo se vender por pre-
c/ aiui razoavei'.
Thesonro horaeopatliico do Dr. Sabino
| 0. L. Pinho.
[ 3" edicao.
i Muito melhoradae augmentada com om
appendice.
Acha-se venda na pharmacia horneo-
[ patbica daanliga ra Noa n. i3.
As preparigoes desta pharmacia conti-
Inuam a ser feitas sob as vistas inmedia-
tas do medico do consultorio, o Sr. Dr.
Jezuma A. dos Santos Mello.
RESERVE SEMPRE ESTE REMEDIO EM SUA FAMILIA
A MERCAS SE Al'RESEXTAM, QUANDO MENOS SE ESPEKAJa.
OLEO EI.fcOTEK.'O O "KINO Or PA1N" (O rI da dor) qulet a positivamente dlnip mais ds <
rilas e Uores, allivl-i mala os sollrlmentos e prodoi um mais perfelto equilibrio no ijitema bumano, i,u i
pide effectuarlio rnesuio tempo, com qualquer outro remedio medeolnal.
Eot incito populcr remeillo esii agora uando-se ucraiaicate, pela raso qae mllharee de pcnou te tesa I
!!*! com o Este Importante remedio nao se fferece para corar todas as doenijas, porem tao smente par aqneUaa i
aaa nossaa dlroe^oes.
Lita operando nos principios ds cblmlca e da electrlcidade e por lsso, est appllearel para o enramentn BBMBJ
restuarttij'io il acf o natural dos orgaos qne soffrem Oa Irregular clrculo dos finios dos principase Barrea. Oka]
slectrlco O "Klng or Pulo ojiera directamente no6 absorventes, faiendo desapparecer as lncna9es dMglaadalSAassi
tm nm tempo lncrlre-, brere sem perlgo do seu uso debalzo de qualquer clrcumstancla.
U remedio, BSM mcdeclna para o uso externo e Interno, composto dos elementos onratlTOS, ralaas, narvns,
tace, como se tem us ulo dos nossos antepassados, a das quaes tem grande existencia no mundo, par tirar I
molestias, somante sahendo-se quaes ellas sao.
rol sm grande a espeolal dasejo d faonldade de madacln darsnta multo* asmas de experiencia para i
asentarse modos qae se deviarn adoptar par curar as segulntas doanoas, s qns proporyoes da sssdaelaa sa derta 1
NA
Precisa-se
no largo do Cormo n. 4 de fallar com os senhores
capites de campo, pois ha grande negocio a seus
nteresses.
Precisa se de ama ora
Iher porlagopz, inlelli
gete e de bons costo
me?, para tomar coma do
interior de ama casa de
pequea familia : dirija
ra Bella o. 37. sobrado de doas andares.
;e a
Procuradoria.
O solicitador Burgos Pocce de Len,
encarrega se de quaesquer causas eivis, commer-
ciaes.crimes e ecclesiasiicas, sendo que destas ulti-
mas especialmente a de divorcio, tem arta pratica
de 17 annos; assim como se cfferec a trabalhar
de partido por anno, ludo por ajuste razoavei e de
mado a sulfatar i seus consumiles. Declara
tambera aos que, por atiestado do respectivo pano-
cho, provarem ser pibres, cujo direitos defrauda-
dos, quizerem defender, que nelle encontraro be a
vootade em prestar gratuitamenu seas serviles fo-
renses : trata-se na roa dasTiincheiras n. 48, 1*
andar, oa na sala das audiencias ru do Impe-
rador.
EM PERNAMBUCO
I'IIAItMACIA i: DROGARA X>S
BARTHOLOMEO & Q
-34 Rtta Larga do Rosario. IV. 34
Cuidado com as falsicapoes
VEGETAL AMERICANO
CSALIDADE
BARTHOLOMEO & C?
Mudanza
Cozinheiro
No Caf chinez a roa Larga do Rosario n. 31
precisa se de um cosinheiro qus tenb pratica de
hotel.
Precisa-se de om portagaex para futor
eugeoho : tratar na roa Augusta o. 100.
dr
Antonio Secundino do Monte participa aos seas
numerosos amigos e freguezes que mudoo o seu
eslabelecimento de cabelleireiro e barbeiro, sito
rur estreita do Rosario o. 10, para o primeiro an-
dar n 4 da mesma ra. Espora merecer dos
raesmos seas amigos e fregoezes a sua valiosa
eoadjuvaco.
Aviso em tempo
O abaixo assignado comproa o eslabelecimento
de casa de pasto denominado Hotel das Naco3,
sito rna'de Maris e Barros, oolr'ora do Codoroiz.
n. 10, perlenceole ao Sr. Jos Alexandre (Francez),
esta compra fai livre e desembarazada de qual-
quer divida a que o mesmo eslabelecimento puf sa
estar sujeito, salvo fe no nraao de tres das, a con-
tar da data deste, os senhores credores se enUB
derem na rna da atoada n. 33 eom o abaixo assig
nado. Recife 18 de Janeiro de 1872.
________Faustino Perris._______
Precisa-se de urna ama livro ou escrava
para urna casa de familia : oa ra Jo Mrquez do
Hervl (tntiga ra da Ctoflrdi) sobrado de om
andar contiguo a padaria Nao se declara o ca-
mero porque a tu alo est nameraJi.
Para i cara tarta iu lauei utif u rcenles, tatarrhis palmeaar, ssihmi; tos ssaraka,
voschiu, em gnl ewtra (ota os tetriinealas su fat reaairattrii.
DEPOSITO GEII 41.
botica an drogara
U, RtU URCA DO ROZARIO. M
PERNAMBUCO
las, sois as meas strdeciraanios par sis tsr sllvisda *
tas horrivsl mal. Coas s msis sifaiftcstu jrai ,
sabsorava-ms da Vmcs. sfT-ctuoso s recoBaaeis snssa
i Uersnsotie difsrtu Btolsstiss do paite,desda
i pbsrvBiils aa mal ds cafgants su s tabarcnlscts
prgsuta
silmosr, passsndo pelas dirersas bronchitss caUrrbses
i o emphjsems sesba ds ser anrMraecids eom mais
uts medicsmsnta, qos losaer s primsirs stdsm antis
dos si buje eonbscidos. O xsrops Vegsul Amencsoo.
isrsnlindo paramssls vegetal. a*o eonlm sm sos
ssmposifio sa s sismo i* apio, s sun samsnu suc-
us da planas indigaaas, cojss prsprisdsdss bsnsfku
sa cura ds molsiias qns pariaacem sos ergios da ras
pirscas forsm por nos observadas por longo lempo,
san ptimos ressrtsdas esda vez msis crsscaalas; pato
|as sos oigamos aulorisados s oompor o xarops qss
igors sprsseDtsmos, s s oftarses la sos medico s sa
sablicef Previmos esa os sltssUdos sbsuo o tras to
osci dito, s comimos su s tooceita ds qas j gasa
s ropa Vagetsl Americana trescara da du a das,
Minado muito spds ds si todo os psiiorsss su vega.
Illa. Sr lirthslomeo C.-O xa-opa Tasosul Bs-
iieino. prapsrsdo ata sas coscMlsadiuiaa paarastia,
i nm til rsaadie para coabalar i tsttvel sstsuas.
Sofris s saaslls aolass tu qnitro asas, sao ssaos
tsr csmbedo as sUqass sasassss qas lisbi; silo alisas
sas tivs fui fortiMima qa sas prastsa per I dias. assi.
petsm san miligrssa xsrspa, loauado spaasiittes
ioass. s siso prassat ais (ai ds aove stsssda. frssa
5s. f*l H 4iW rarV*****^ fjaj fa^sJsAsit-
Ssssrass Daaru.Sos Csss U dafsrs:aira asi
Illms Sr BinbelomsotC. Dapel da qaui sas.
astas ds soffrimsaio com ams laata iacsassais. tssMs
sxu-sordinsrie, expwlorsclo da asi estaas sasralla-
do. a per ** *ss torcas, qse a meas psassa
ms fstigsvs ceeaptetsaents, cansado de teusr asu *
tras remedios ssa rasalisde Uva a felicidad sosssaar as.
Taes. prspersvsa e nrepa VegeUl *ssssiesaa, s .
sita, gr.ca. Deus.aeacbo resi^leeisW h aau
dois mete, s robaste sssaa se asas tivasas satr-si.
Cdls a tares s ssu aaclsrKo. qae pssosrte Ja-,
ir a ase qae aaisarea,- Sea can astiaa de Taas
saaJtos tsaaaudsr a eriade. iis Jsaasja
toms Ist^stotito de fsssreve dt ME
traads falla aareapsrteSo a Besai sssaplstsasaae ras
Hl t~"- saa aa ai sidra de asate tsraae; paBj
sas toes pretesa siena grsoss. atocia Hato
fef"
r nfe \



p
*
i rW Pernaiubuc* Sexta [eir 19 4e Janro U i. 2

r^irjtf'r:ft;i^rfr
XF&i
TBILHOS URBANOS
DO
RECIPE A OIIKDA
e Beberibe
O eeohores accionistas sao por meio do presen-
te convidados a reeeber saas acedes no iscripto-
rto 4a companhia dentro do praso de trinta das
nteis, a contar da presente data, das 12 horas d
aaoba as 2 da tarde. Os qne tiverem acedes da
pomeira emissao devero traze-las para serem
substituidas por outras da nova serie.
Bseriptorio da companhia, 1? de Janeiro -de
4872.
O secretario interino,
Jos Fortunato S. Porto.
Agradecimento
Os eos arregados da festa do Senbor Bom Jess
do Bttflm, vem por tneio deste jorn; I agradecer
ai miraras, do Sr, Bom Jess das Ponas e San-
l'Ama da Madre do l'eus, % maneira pela qual
se prestaran) para com a respectiva festividade,
bem como ao Illm. Sr. Jos P.-Jro das eves, sub-
delegado da fregueiia do Recite.
Becife, 16 de aneiro de 187
Jos Pedro de Santa Bosa.
Josa de Deas Oliveira Santos,
^_________Mauo I da Cruz Curte,________
Co/inheiro
Rna do Livramento n. 22, lija, precisa-se de
Bm eozinheiro.
Os Srs. Jos Francisco Ribf-iro de Sou-
za e Dr. Francisco Jos Rabello, o 1 pro-
prietario do collegio da Santo Amaro e o
2* proprielario de om ontro col egio, s3o
rogados a mandarem a esta typograpbia a
negocio de interesse.
Alnga-se nma casa terrea na ra do Hospi-
cio com comraodos para nma grande familia: a
tratar na alfandega com ). C. Bego Va lenca, ou
em Olinda em casa do Sr. Antonio Ramos.
Precisase de urna ama forra oa escrava
qne engorme bem : na rna da Anrorr n. 40.
A pessoa que aonuncion precisar de 1:300*
a joros, qneira declarar a saa morada para ser
procurada.
Precijj-se de nma ama que
saiba cozinbar, para ponca
familia : a tratar na ra do
Bom Jesns n. 57, ou ra da Aurora n. 8.
*HaY
AMA
L'
numero
33.
Precisa se de nma qne cozrabe
com perfeicao, para casa de ho-
rnera solteiro : mi do Aoiorira
Bob. Lighibown 4 C, randon sea escrito-
rio da ra do Mrquez lo Olitfa (outr'ora ra da
Cadeia n. 32) para a roa do Commercio n. 48, (on-
t'ora rna do Trapixe.)
Attenpao
Qoem pr*teodtros servais de ama boa eserava
que lava.eogomma e cosioba, com perfeicio diri-
ja -se a rna do Bom Jess n 23, que achara com
qoem tratar. _________'
Iostruc^o publica prima-
ria
5 GADEIRA DA FREGUEZIA DE SANTO
ANTONIO.
.0 professor Joo Landelino Dornellas Cmara
tem su aula aborta desde o dia 8 do crreme, e
aoccicnaudo a rna de Hortas n. 9, i* andar. As
pessoas que desejarem nella matricular seas Albos
devero manirse de ama guia passada pelo de-
legado Iliteraria o Illm. Sr. Dr. Olympio Marques
da Silva, com escritorio rna do Imperador.
O mesmo professor contina as horas vagas (3
da tarde em diante) leecionar particularmente
as disciplinas que constituem a instroeco ele-
mentar.
Presta-se tamben habilitar qaalqar scnhora
para o magisterio primario. Quera de sea prest
rao se qaizer uiisar pode entender-se com o mes-
mo na casa cima._________ .______'
Preciia-se de ama ama para
cozrabar em casa de familia, que
tenha boa conducta : tratar na
rna do Mrquez de Olinda, outr'ora Cadeia do Re-
cite n. 6.
AMA
AMA
Precisa-se de urna ama em Bebe-
ribe. na onvoaco : a tratar oa ra
do Vigano.n. 2fi. andar.
A caita filial do Banco do Brasil em
Pernambaco em liquidarlo paga o 36 di-
videndo de saas aecoes, inscriptas nesta
caixa, a raz5o de 80000 por acco : roa
do Mrquez de Olinda n. 49.
Alf A Precisa-se de urna para cosinbar
JUfl ra da Palma n. 42.
DI
Prensa hydraulica ingleza, ra
do Apollo n. 26.
Este estabelecimento do 1* de Janeiro de 1872
em diante acba-se de novo prometo para inspeccio-
nar, reeeber em deposito e enfardar algodo, qual-
qoer qae seja a quantidade, com a promptidao
que se pode desejar. O abaixo assignado participa
portento aos senhores recebedores de algodo, que
estar sempre prompto a servi-los ejm toda a
prestesa e exactido. Os armazens tcham-se aber-
tos desde as 7 horas da manbaa at as 5 da tarde.
O prego para a raspeecao, embarque e deposito
dos algodoes ser regulado e segando o cosame
da praca, a do enfardamenu hydraulico como se
convenciouam.
William Vaugban.
Dr. Per. i a da Motta
medico operador e caiteiro : rna do Im
parador n. 43, 2* andar.
I
Attenpao
30,000 RS.
Na rna estreita do Bosario a. 3o, primeiro an-
dar, continua-se a fornecer almoco e jantar para
lora, cora asseio e promptidao, sendo para tres oa
ostro pessoas reunida?, a 30* por pessoa, e sen-
o para nma so pnr 405, mandando se levar em
casa dos asignantes horas qae os mesmos de-
lerminarem._____________________
Precisa-se
De nm tnmem forro cu escravo para carregar
nao e bolacha na padaria a roa da Mrquez do
Serval n. 9, e f.mbern precisa-se de nm menino
para om dos melhores estabelecimentos em Samo! mazem~do Camposfrua do Imperador u 58.
Amaro de Jab alio : tratar na ra de S. Fran-'
co d. 70.
ADVOGADO
Dr. Joaqdim Correa de Aradjo
67Rca do Imperador67
Sobr.tdo em Olinda
Aloga-se por barato prego um sobrado maio
bem conservado, na ladeira da Misericordia com
oito para a ra do Bum-flm : a tratar no ar-,
-I
Alnga-se ama excellente ca.a na povoacao de
Beberibe, tendo 2 salas, 5 quartos, urna saleta para
engommar, cozinha, 1 qaarto inlependente para
escravos oa criado, estribara para 10 cavallos,
tendo tambera porto para banbo e om excellente
banbeiro de tabea : a tratar no hotel de Beberibe,
oa na rna da Cadeia, com Canha 4 C
Moleqi
ue.
Precia-se alagar om moleque na ra 4o
perad t a. 28, armazem do Campos.
I "-
Pracisa-se de ama ama
para tratar de ama crean-
ca e ,mais atgam servico
de casa de patea familia,
prefere-se escrava : ra
da Aurora n 2* andar.
Urna preta; querendo aiforriar-se, precisa de
300*000, para pagar com seas servigos: quera os
qnizer emprestar annuncie.
Armazem de mate-
riaes.
Prara da Concordio n, I
Oa senbores denos e empreiteiros 4e obras en-
contrarlo sempre neste armazem todo necessario
para qualquer ccnsirucgo, como seja : cal bran-
ca e preta, tijollos grossose de ladrilhos, telba, ci-
mento, areia e urna grande quantidade de ma-
deiras de 22 a 6o palmos de coraprimento.
iravejamento etc. etc.
Outro sim, encarrega-se o proprielario do dito
armazem de qualquer fornecimento de materiaes
qae a obra uecessiur, para o que tem canoas,
6 (arrogas, podeudo ajastar lado posto na obra,
por menos e melhor que outro qualquer, pois que
lambem tem olarias.
i Sut>!oca-se o srreodamento do predio a roa
do Marqnrz de Olinda n. 23, consistndo era um
tasto pavimento terreo cora os fondos pan a
rna da Cacimba, com chagono centro sendo tam-
wm muiu espagoso o andar, o qual tem sabida
independentei pudendo ser pelo armazem, pro-
prio para um grande negoeio por atacado, por
*r o lagar o raeihor possivel : tratar cora An-
tonio ioi Borigues de Soaza na thesoar^ria das
loteras, raa do Crespo n. 6.
xmwto
O eicrivj Mancel
|nra /, cartorio.
Mana precisa Pcensa-se de urna ama que saiba
coinh^r oara casa e familia: na
raa do Vigariu n. i, segundo andar.
Al
Precisa-se
Alfonso n. O.
Jj nma ama, na rus de Pedro
D-3a 700*1*00 a juros
oonsia pira ser procurado.
quem precisar aa
Capitaes de campo
So largad tt,o n. 4 precisa-sa fallar com
os Sr. BaBHies da campo, pois ha grande De-
gocio d- sen* int->r;ssas.
Precisa-se de 400* a juros com garanta, e
Jando-sa mensalraente 80* : qaem qaizer dar
leix :art n^sta typographia coto as iniciaes
to *
AOS 5:000*5000
slio venda os felizes bilhetes da lotera da
':>h., na casa feliz do arco da Conceigo, oja d
urivas no Becife._________' ;
Precisare d um pequeo para caixeiro de
jirmazem de carne: na ra de Pedro Alfonso nu-
mero 20. i
Att n;ao,
Na ra Direita n. 53 precisa-se fallar ao Sr.
Hermenegildo da Caoba Albaquerque a negocio
de sea interesse, visto que ignora-se sua residen-
cia.
Para casa de um ho-
rnero solteiro, qne se trata
com asseio, precisa-se de
nma senhora de meia
idade, e com bastante ca-
pacidad e, para tomar a
sea cargo todo o arranjo domestico; cozinhan-
do e engommando com perfeigo. Pazem-se te-
das as vantagens, qae mere:er sea bomeom-
portamento : no Bazar da Moda, raa Nova n. 30,
se dir com qnem se trata.
AMA
Precisa-se de urna ama para ama pessoa :
na ruado Imperador n. 35, 2* andar, por cima do
armazem de lauca.
S. Se bastid
Cs devotos do Glorioso Martyr Sebastilo, advo-
galo contra a peste, qne se venera na igreja do
Pilar, participam ao publico qae domingo 21 do
corrente haver raissa cantada e ladainba solem-
ne, e por a'gnns das Qcar a imagem exposta
I vista Ijs fiis para aquellas pessoas qne quizerern
beijar.
Previae-se as todas as pessoas, que teem j Aib eDgOHHUadet'Jfc
cautelas vencidas na casa de penhores a; Na ra do Pires, sobrado n. 28, preenase de
traversa das Crozes n. 2, que no dia 20 do urua araa Ia8 engomme bem, forra oa eserava ;
corrente Mo a eo. t idos os peDhor^s ven I 'fgg como oalra g CJZinha bem-__________
cidos cojos premios n5o foram pagos at! Monte PO D( rtllffUeZ.
boje, e como nai se admitle prorogacBes) Da ordem do illm. Sr. president d coiisellio
de prazos sem receber-seo premio vencido; convido aos Srs. ccnselheiros a reamrem-se na
nlo se aceitar reclamacSes de pessoa algu-! *aa de suaa sessoes no da 22 do corr-me, pelas
Ipffal rwuran ' I o | do art. 32 dos estatuto?.
ma a nao ser reforma
que esliver a dever.
Recifo !0 de Janeiro ie 1872.
Julio Isaac.
CAIXKIKO
Precisa-se de um caixeiro cem pratica de ta-
!>erua, de 12 a i' annos de idade, prefere-se por-
tagwi: a tratar em Apipueos com Joio Pelizardo
de A morir.
Xodanja de Escriptorio
Joao Jos do Car/albo Uiraes faz scieute ao
commercic qne tem transferido sea essriptono da
roa do Boque de Caxias n. !>.', (ou'.r'ora Qaeima-
do) para a da Praga do Commt-rcio n. 32, entra-
da pela roa do turres, por cia do London and
Brasilian Bank.
t recisa se de urna ama pa
ra casa da poaca familia : a
raa do Crespo n. 6.
Secretaria do cjoselho fiscal do Mon:e Pi Por-
tngaez 18 de Janeiro de 1872.
J. D. Campes,
Secretario Interina
Monte-Pi Copular Ferasm-
bucano
De ordem 3d 5r. director convido aos membros
do conselno adminis'.rativo para coiEpareferero a
sas'io extraordinaria qne ter lagnr amnt3i (!3)
as 7 boras da tarde.
Secretaria do Mon;e-Pio Poptffer P-:roaraba
cano, 19 de Janeiro de 1872.
No impedimenta do 1. secre r,,
Maaoel Daarte Vicira Joai')".
1
I
Mlle. Mara Lavergne tem a honra de 5
SI scientifiear as Exmas Sraj. qae eneon- W
traro em sen sallo de eabellereiro ra gL I
Primeiro de Margo n. 14, um lindo sor- J5 '
timento de coques, tanto de tranca como t
de eachos, e por pregos rauilo commo-
dos; assim como wn variado e bello sor-
fJJ( timento de perfumarias francezas e ingle-
*% tas dos melhores fabricantes. Offerece
S tambem as Exmas. Sras. os seguintes ^
^ ebjectos que lhes sio indispensaveis, Un- JR
me dos espartilhos a doqueza, obra muito *jt
J Dem acabada, proprias para noivas, e al- 5
A limamente ebegados; ditos mais inferi- fit
* res, ditos para meninas; bonitas ligas de gg
* seda e de algodo ; lindos pentes a Im-
9 peratriz, tanto de tartaruga como a imi-
g tajio para ornatos dos perneados, objec- a
2 tos de ultima moda de Pariz, os mais bo- W
< nitoa e modernos leqnes de dsso, a imita-
k gao de marfira, pentes de alisar, ditos ^
JR para tirar pilhos, tesouras finas para J
9 uohas, escovas para dentes o para unbas, tt
bonitas bolsinhas para meninas, raagnifi- >
eos boaqaets e ramos de flores artifl- W
ciaes. grvalas de seda a de eambraia &
muito bonitas, lavas de pellica, de seda w
e de fio de Escocia, brancas, de cores e W
%Tfc pretas ( tambem tem para hornera ) &
*/ lindos boides para punhns ramos de fio- w
JK res para vestido, rn'eites de paiha para W
IQf coques, sapatos cba A, ditos aveladados, 0
jgj ditos de traen, bolinas pretas para me- w
SR ninas por barato prego, brinqaedos para Sm.
f meuinos, e ama inllnidade de ebjectos MK
^m qne omine para se nao toroar enfadonbo. *
w Para mais coramodidade de snas Exmas. Jm.
jtt clientes, tem preparado orna sala qae so 4Q1
tero ingresso nella as senhoras qae se w
quizerern pontear em sen estabelecimen- W
^ to sem estarem expostas as vistas do9 )6(,
mais concorrentes, e ser a annunciante w
quem se encarregar do trabalbo de pen- *k
m,ear- m
m^^ rtM mito? ~m^ '^W '^PV'^lw' ^^mS^^m*' A'VA/V^/^ bw
vwwOwOO fiffl OfiSQO
'Criado
na roa Duque de Ca-
Precisa-se de um criado
xias n. 60, andar.
ATTENCAO
Vende se por barato prego nma propriedade a
raargem da camba dos Remedios, fazendo-se
toda vantagem ao comprador, recebendo-se parte
em dinbeiro a parte em letras oa objectos de
rrompta venda; cuja propriedade contm urna
grandeolaria.de pedra e cal que lastra 16,000
lijlos de alvenaria grossa e foro o qae comporta
25,000, com mais um forno a lastro para fazer-se
telhas, ladrilhos, canos e longa, com excellente
barro para qualquer obra, com dous excellentes
viveiros de peixa a com casa de vvenla para
grande familia, Drna-se recommendavel por pas-
sar perto a traba dos bonds : as pessoas que pre-
tenderen) dirijam-se dita propriedade a entender-
se com o capillo Delirn Lins Cavalcante Pessoa.
Pracisa-se de dnas amas nvres ou escravas,.
urna para cozinhar e comprar e oatra para o ser-
viro interno : a tratar na ra da Cruz, armazem
o. 42, oa no Corredor do Bispo n. 23.
Almanack da provincia para
1872
as livrarias
Prego 2*000
Acadmica e Industrial.
Precisa se de 600 a joros para pagarse em
presugoes mensaes de 60, descontando-se logo os
jaros : qaem quizer annuncie.
CMMH'
No Cafe chin-jz a roa Larg lo Rcrio a. 31,
precisa-se d3 am menino |o-j l;nlii a'fo.-:ji gra-
tn de hoteL
OITR1 FOmU
A cempanbia Indemnisadora, eslabie^idi
te&ia p:aga, toma segaros martimos sobre
lavios e seos carregamentos e contra foge
>m edificios, m rcadorias e moSilias: u>
ii? do Vigario n 4, pavimento terreo.
Aluga-se a luja do sobrado sito ra atraz
da Matriz de Santo Antonio n. 28, com os com-
modos seguintes : 1 sal, 2 quartos, cozinha fora
e quintal; caiada e pintada da novo : tratar na
roa nova n. 17, toja. ^^^^
m
mi
Etoga-sa ao Ii!a.Sr. Ignacio V.elra de Meti,
:r:vf.o sa cidado do Naiareth desta provi&cia.
'avor dt vir a roa do imperador n. !.8 a cencnij
iqaelk asgoio qne V. S. =e compromettan rsa-
ar. p<'-a tec-: -.'.Diada dene jo^sa', o?i Un
le desembr-' prximo passade, a depois para ja
aeiro, aassen a Savereiro e abril, e nada cumprio
i por este to novo < Amado para itc
m ; ftois V. ?, s* 'ksve lembrar jue este negocir
do iss dr, .?;. -os, e quanrio o senhor ti
Jhc se a^nsva t:> m oesta cidarte
Com urgencia
de nma ama que tenha bom e abun-
tratar nesla typograpbia, com o
administrador, oa em Olinda no oit3o do Amparo,
casa terrea de cineo portas de frente.
11
precisa-se
dante leite
Troca-se utas do banco do Brasil e de saa:
filiaes na roa do Bario da Victoria n. 63, intiga
rna Nova, toja de Joo Joaquim da Costa Leite.
Canoa
Aluga-se ama canoa para carregamento do li-
jlos : qaem pretender dirija-se ra Direita a
28. loja.
Companhia Allian^a
DE
seguros martimos e terrestres
estabelecida na Baha em J 5
de Janeiro de 1870.
CAPITAL..Bs. 4,000:000*000.
Toma seguro de mercadorias e dinheiro
a meo martimo em navio de vel'a e vapo-
res para dentro e fra do imperi", assim
como contra fogo spbre predios, gneros e
(azendas.
Agencia roa do Commercio n. 5, es-
criptorio de Joaquina Jos Gonpalves Bel-
tr3o.
USA DA FORTim
Aos 5:000,1
Bilhetes garantidor?.
I roa Primeiro de Marco (oatr'ora raa o
Crespo) n. 23 e casas do costme.
0 abaixo assignado, lando vendido nos seos fi-
.xes bilheies qnatro qusrtos o. 1641 com I.OoO*.
ara ra-io p. 871 com 300000. no nv!-> n. W>-
com 100*000, ara mel n. 1538 ni i<.< to-.,
outras sones de 10*000 a 20* d; etc-ru qu
acabcu de extrahir (221 ), convida aos pesstu-
dores a virem reeeber na conformidad* do M-
tame sem descont algam.
Acl'ira-ss a Yenda os bilhetes garantidos aa
5.* parta da lotera, a beneficio da matriz do Bo-
nito (22), que se oxlrahir na qaarta-feira 21 do
c orrento mcz.
PRECOS.
Bheto inteiro 6*000
Meio bilhete 3*000
Qaarto |*50O
te porcro da 100*000 para cima.
Bilhete inteiro 5*500
Meio bilhete 2*750
Quarto 1*375
Manoal Martins Pinsa.
U abaixo assignado tendo ontido do Exm.
Sr. conselheiro presidente do egregiu tribunal da
relag), provislo para continuar a exercer o offl-
ci da s citador de causas nos auditorios desta
provincia, cfferece seas servieps qaelles qae del
les se quizerern utilisar, com especial dado ao res-
peitavel corpo commercial, de cajo foro tem bas-
tante conhecimento e pratica. Pode ser procurado
tonos os dias atis das 9 as 3 horas da tarde no
escriptorio do escrivo Motta.
Antonio Francisco de Souza Magalhles Jnior.
Por todo prego
Alaga-se ama excellente casa na Boa-viagem,
cora com Dados para grande familia, e caiada de
novo : a tratar na roa larga do Rosario a 3i, bo-
tica.
Imessa da rna
Grazes n, t pri-
metro andar, da-se di-
nheiro sobre penhores
de otro, prata e brilhan-
tes, seja qnal for a qaan-
mesma casacom-
>se os mesraos me-
e pedras.
UrdS
Armezem.
Traspassa-se o arrendamenio do armazem n. 34
na roa ta Cruz : a tratar na roa do Crespo n.
16 andar.
Ooneerta-se machinas para
costara
de quc'qner antor por um machinista nor-
te-amerlcato ha pooco chegado em
Casa de Chaimim
Ra do impera ior n. 45,
A M 4 Precisa-se e anz ama para cozinhi:
a.iil/1 a trstar na rna do Crespo n. 18, se-
gundo andar.
P^;
>M
i
M\m
#
EM SANTO AMARO
DE
->>'-'
JOAO DA SILVA RAMOS
Medico pela Universidade de Coimbra
^
Esta amigo
m
3 ja bem conceitaado esUbelecimonU) acabn de ser completamente reformado, qoer fa %rsteoti-
mo-Jaoa, qoer em sea rgimen interno.
O servioo medico-oirargico diario faico pelo prapriotario; pormem casos graves srao coosalJuJW es!** olini-
eos, esio'.hidos segundo a specialidade, em qae forem mais conceitoados. '^S,
Os doentes de molestias contagiosa?, como besigas, serio tratados em lugar separado. 21
Ha qaarto9 especiaes para parlonenle?. ^g
.\9 operaces serlo previamente ajustadas. ^
vtaalqoer facultativo pode medicar o doeta por elle recolbido ao estabelecimento.
03 proprietar03 jos engenbes, e os possaidores de moitos escravos e trabajadores podla ootratar pin prato
de oai anoo nm oa m3is 'itos para o tratamenio dos mesmos; do que oblo;3o um grande abatimento.
O estabsbcim80to podo s^r visitado a qail^aer bora para que o publico observe a ordem. <]m selle r fcom tratsmento dos doeutes.
Ven-le-i .; pero ata-se todo oa aiiad;, per
essas ferrsae, ac ; ibradj da dous andares a so-
tan, em ama dai melhorc roas d?jta :idda :
tratar n< ra do Msrtfant de Herval, oatr'ora roa
do Sol, armazem ii madeiras o. 33, oa roa da
Concordia.
Entommjideira.
Umi pe*oa battsote habilitada reeeb^ ronpa
para eegommar tem peijigan, tanto de tiomens
como de raulheres: a tratar na trsvessa da ra
Bella n. 1.
*$$$$*&& ~wm*
J Advocados 8
Franklia Tivors e Caste'lci Biocj K
35Ra di imperalor3o w
0 # &#&$
Precisa se aluiar am cralo farro jn .jscra-
vo : na roa do Conle da Boa-ata, cu'ora roa
Formoa n. 23.___________^^^
Attengno
A pe-soa qoa annuatioa precisar l:'00^006
sobre hypoibeca : dinis-se a travesa das Flores
d. 7.
A !U a precisa-se de umi ama na
Di citt n. t I loj di) chapeos.
ra
Aluga-se ou vende-se a ca-
sa e sido da estrada dos Af-
flictos n. 22, o qual tem 200
palmos de frente e cerca de
1,30*3 de fondo, com cacimba, fructeiras,
etc, a?5im como vendem-ao terrenos ans
lad >s lo mssmo, tendo as /'entes e osfun-
d s murados, st;rjdo na verdada excellente
acqoisliSo para cuifliajao, n3o por ser
bem perto da cdaie, como por passarpela
frente a "-i* ferrs do Arrabl: a tratar C'-m
oloni Jos ii'.vjrigues de Foo^a na tbesoo-
raria das loteri?s on com Carlos da Siiva
Aranjo na roa co Bom Jess o. 23, arrra-
zem.__________________________________
-Prt:iBi ie da uoi caixeiro coa basaote pra-
lica d^ taberna, Jando fjador a sua condncti para
a villa V) Cabo: tratar no pateo dojTorco
n. lii.
Trabalhador
Precisase de um trabalhador na pharmaci.
americana : a roa Duque de Caxias n. -<~, prc-
fsre-se escravo._____________________
Precisa-se de urna ama para ea
de familia, constando de daas pessoas
na roa Direita n. 3, 1* andar.
AMA
Vende-so ou permuta-et
nm ptimo sitio em um dos arrtbaldes de da eida
de prximo da estacao da Terre, contendo graado
casa, jardim, deposito d'agaa, arvores de frnelo
e todo murado : a tractar na raa.'do Rang I, n. !>
1^___________________________________
^ Nesti typoprraphia sv
dir quem precisa alug,r
um preto de meia idade.
Precisa se de ama ama
para poaca familia, qae
saiba cozinbar com per-
feicao : na roa da Ao-
ro-a n. 5, f> andtr. Pre-
fere-se eserava.
AMA
Precisa-se de ama ama para comprar e cozi-
nhar para casa de punca familia : na roa estreia
do Rosario n. 10, loja.
Aluga-se o armazem da roa dis B.w-
gos n. 11, o qual serve para recolber ge-
neres : a tratar com Jos Feliciano NazarelL
a ra de Pedro Affonso n. 20 ammem.
O abaixo assignado proprietano do
Restaurant Santa Isabel, roa da Florentina
d. 2 roga, as pessoas que devem ao mesmo
estabelecimento o favor de virem Sldr as
suas coatas no improrogavel prazo de oito
dias, a contar da data deste, do contrario
ver5o seus nomes neste Otario.
Recife, 48 de Janeiro de 1872.
_________________Leonardo Porto.
ATTENCAO
O proprielario do estabelecimento -Bisar Uni-
versal a roa do Bario da Victoria, ( oolr'ora
Nova ), a. 22, pode a todos os feos uevtd r
desta praca e interior da proviocia, o es;eci^i -
vor de virem oa mandarem saldar seas Mil
conlrabidos at 31 de dezembro do anco pr. :.i
mo passado, devendo-o fazer at 30 d>-sle me/,
no c^so contrario erao as coqU entrego'.-s ao co-
brador.
Recife I de Janeiro de 1872.
_________AntOio Dore Carneiro Viinn?
PORTUGUEZT
Precisare de ama pjrtuga para Kmar cenia de urna casa na engenno i".-,
da pr'ga : tr.tar no pateo Jo Tere* n. 111.
Muita attengdu
O Sr. ex-tenente de voluntarios, nao v nto res-
gatar em oito dias que Ihe cam aprazado n sti
tale do 5800fl, ha mbtes vencido, ser eeavidado
por sen neme, sendo lirada a limpo a Vanae^i
que va < ,-\u ao referido titulo
ALUGA-SE
um lindo sobrado tiavessa do rhafariz o. II, tu
Fra da Portas : a tratar cora o rommendade
Tasso.
Escrava
Pr.-Cisa--.i9 atusar ama asorava,
agua para oau de pones familin, ?
mar : no becco o Veri. n. IS.
lae carregne
saiba engom-
A pes.-oa que anQucioa precisar da 1:5004
pode r procurad", a na rna ds Florentina n.
28, das 10 hora3 do din ate s 3 da tarde, oa em
Olinda no Pi"a.
Ra
Hospital Foilogaez de Beneficcn-
th m Pernambaco.
Aos prtttmdeBtes.
Faz se negecio rom a, oja la rea N:van. 16,
g:.rii..udo-se o arrsndamento : a tratar na
iiesraa.
classeqoarto Indepeodente............... MOOO <
..i.iiirifiM'i........>> .................................. itm
para escravos...................... 1)5500
Os doaples Jas tres primeiras classes terloroupa pora a cama e qaarto; 03 da 4.a terSc tamlx'm paca sea oso.
1.
2.
4.

i
Perdea-se no dia 16, as 5 horas da tarde, a
quantia de 1S24000 r?. em pape), sendo urna neta
de cinco ota, daas de viole, daas de dz a as ou-
tras menores, cabindo da algibeira de qaem os
Irazia, ptesamindo-se que isto sac;edea d por-
ta do coilegio de 8. Bernardo, ca pra;a da Boa-
vista, at a raa do Crespo, peno da loja de Mme.
F-luo. cu desta altima rna al o Ctmpo das
Pritrceza?, on at a pra^a do C3pim a porta da
eocheirs, onde se acba Js aeimaes da companhia
eqaeslre. Pde-se a qoem ten* acijado a referi-
da qaantia que te qaizer entregar, como ordenara
os escrpulos de sua conciencia, se dinia a ra
da Cruz n. 16, primsir andar, ondo onoatrar
a pessoa que perdeu a referida qasntia, e receba-
ra generosa grtific,i-;ae.
Preeis3-e de ama ama llvra oa ,-rava para
ama casa de taiaiiia : na roa do Mari,;: -z do Her-
val (dmiga roa da Concordia) jante a c:na padaria.
Nao se declara o numero, por qae a na nao tem
opmeracfry'
Precisa-M' d'o.'na ama es-
rrva oa l)frt, .joo cosiohe,
compre e eagom-, ?a de
poaca familia, roa de 3. Francisco n. 6i.
A jaita admiiiiatrativa, reeonhacida ao Illm. Sr.
?ian:e!ino Domingos de Monra Pessoa, distiocto
iolcnifta desta capiml, pelo btnelfcio artiiico,
que esoDOtaneamemo cffereco "2a noite de qnarta-
fera 17 do corrente no .beatro de Santo Antonio,
em a7Dr desto estabalecirento, vom scliciiar a
coadju73 ;ar> publica ; o annr.niia ]ae o resto dos
bilhets estar a venia no escriptorio do theslrc
ao dia 3) espectculo.
Depois do ospsctacuio ha vera o^ rjra especial
ata Apipocos.
Hospital Pdrtuguez Ja Eeaifi jencia sm Percam-
boca 15 de Janeiro do 1872.
Lnix Daprat.
Secretorio.
mmm
Jos Boadaux fj. sciente a ?eas amigos e fre-
guezes quo mudoa o sea esutbeleciniento de cha-
peos ds sol da'rua di Rangel para a raa Direita
n. 03, acnde espera merecer a mesma prote^cao,
tanto ds seos amigos o fregueses roma do publico
em geral.
Aluga-se a casa terrea da raa Imperial n.
2o0, com commodos para familia : para ver na
casa junto, 9 a tratar aa praca da Indepo%encia
numoro 3.
Aos influentes do
N'a raa estreita do liosario n. 3'J, primeiro su-
dar, aluga-se o vrode-se vestuarios para e carna-
val ; como sejam : dminos, vestnarios de prin-
cipa bordados a caro e 15a, vestuarios de eam-
braia para hmeos e meninos, ludo pelo barato
pre i de 34. 4d, ."5 e 8 r.->. de aluguel, ven-
de-se ^jra fra da cidade aos fregoizes qae cos-
tuaiam a comprar iodos os annos por preco com
moflo. Tambom faz-se rostoarioa a carcter e
pnanDzij, trazeodo seus donos cs fljrun'nos Avi-
a se com t'.rrp mandam aser tanto para as l quer mefio qae oon gosio so qneira vestir.
ir.
aos 5:0(j0^0O.
Bt^ee* garantidos da pr*>
vlnela.
do Bai'o da
Victoria,
Outr'ora na Nova n. 63 i*ca
do costume.
0'abaixo :gna-.io acaba d vcikier etiir.. o
so^ muito felizes bilheies a sorte de H00#(X>
sm das m?i?s nilhe*..^ do n. 2894, _!c n ds uatr
sorte menores de WOOOe 20*000 d> I 'iris qo
se ac&boa de atrair (221), pudendo seus posn"
dore viran receer, que promptamect- ?.-:"
pagos.
O mesmo cbaixo assignado convida ao respe
tavel publico para virem ao seu e-stabeiteimen-
ompr.-.r os folizes bilhetes garantidos, qa n;
leizaii Jo tirar qualquer premio como prova pek-
iiesmos annuncios.
Acbam-sa venda os mnito felizes bilhetaa |>
rantidos d- -">* parte das. loteras na oenfflck.t
matriz do '.aito, qae ssri xtrr.biia ce d'
qaarta fcira 2 do corrente mez.
PMC05.
Inteiro 6*000
meios 3*000
Uarlos 1*500
De 1004000 para cima.
Inteiro 5*500
Metes 2*750
Qaarto, 1*375
Joo Joaquim da Coala leite.
v- \
Mauol Jos dos Santos e >ua esposa D. Paaloi
Tbeodcria dos Santos agradeoem do intimo de ae.t
eoracio a lodos os prenles e pessoas de sua arni -
zade qne no dia 16 do correte mea aaompanh.-
ram ao cemiterio poblico os restos mortaes de so.)
preadi filha Mara Amalia dus Sanios; do
novo os conviaro. assim como aos que por um.)
falta involuntaria deixaram de ser convidados pan
o aeompanbamento, para astUtirem a aciasa do
stimo dia, qae por sua alma se na de celoirar aa
matriz do "orno Santo, oa segunda feira 22 d >
corrente, as 7 horas da manhia, pelo roe so
confessam eternamente gratos.
alug&Ie
per prego muito commodo nma casa na eampin.)
do engeoho Doos Irmios, a q tal bastan u (ras-
ca, lica defronte da estago e perto do banbo,
esta caiada e pintada de novo : a tratar na ra do
Pilsr era Fra de Porta* n 131. I'anlar.
aacra-

Preclsa-se alagar un preu> forro on
vo : na loja da Norma I roa N >va n. 48.
i II i Na ru de Hurtas, obiado n. 15,
de urna pessoa escrava
para andar com urna menina de 1 anno
ou Hvra
d* idade.
Aloga-se urna escrava que ensaN, fona,
compra e costana com perfeicio, n,i rna d"*" Pi-
res o. M.

_. i




V
\
^^.vtf.
Dm.o de JPernaai*mP Sexta (eir 19 Je Janeiro de 1872
1 ?
0 MUEO ELEGANTE
N. 1 Ra estreita do Rosario ni
ALTA NOVIDADE
Recebidas pelo vapor francez Gironde
Liadas chapelliaas de seda para sentaras, chapeos de palba de Icalia e de sed,
consa moderna, rices eneites de nlond e flores para cabera, pentes modernos para eo:
que, riquissiuias gaarniQOes de fuulard da China para cabera e peito das senhoras,
bellas gravaliobas para' senhoras coasa mais linda pos?iveI, completo soitimento de
lindissimas flores, sipos de flores de larangeira para enfeite de vestidos, ricas grinal las
com veos para casamento, leques finos de osso, sndalo e madera, veos de blon 1 para
coivas, esplendido sorlimento de galo de seda, franja, fita de setirr, de veludo e de
grosdenaple de sedas e da todas as cores, bicos de blon 1 braaco e preto, elegantes
spartilhos da orna so poca, aspas de ac> para os mesmos, bonit. chapeos de s>\ de
seda pretos e de cores para sennoras, luvas de peluca de todas as cores e da me.b. ir
quetetn Yind> ao mercado, Qvelas de madre/erola para cabega e pulseiras, bournon e
pelerinas de 13a e seda, c usa propria p.ra as p 's o;3 que esto nos arrabaldes, voltas
pretas a benoitoo com ca.ssoleta e cruz, ultima moda.
Perfumaras
O Mozeo Elegante acba-se prvido de grande sortiaeato de perfuoaarias, iogleza3
e francezas, e recommmenda aos apreciadores deste artigo o apreciavel perfume GRAN-
DE DUQEZA FENOII
Botinas para crianzas
No Muzeo Elegaute veDde-se botinas para crianess 35000 o par, fazenda que
em outra qalquer parte venden por 4k)00.
Poupar dinheiro
No Muzeo Elegante est so vendeodo camisas de linho para hornees, de 60)5000
por 470000 e de 703000 por 55/1000. a ellas antes qne se acabara, chapeos de
sol de seda pragon cousa moderna 144000. 160000 e 18,$000. b nsjalas de
cana com castio de mirfim, bengalas de baleia e ontras muias por procos baratsimos.
Ouro a imitapao para passar. a festa.
Os amantes da elegancia encontrarlo no Mozeo Elegante modernas cadeias de
curo a imitaco pelo preco de 2$, 30 e 40.
Grande Enconomia
Qoem for amante da economa apareca no Mozeo Elegante, pois e&ti vendendo
lalheres finos de balanco com um cravu no cabo 40800., ditas melhores 53000 a-
zenda esta que niogoem pode vender por menos de 6<5 (0300 a duza, temos de
bandeijas finas 150000 rs, ditas marchetadas de madreperola 185000 e outros
mnitos artigosque os proprietarios do Mozeo Elegante estao r esolvidos a vender bara-
to por ser lim de anno.
Ra estreita do Rozario n. 1.
DE
FERREIRA MARTINS & C.
RU l DO BRM N. 52
(Passando o chafariz)
Annuncia aos senhores, de engenhos que por falta d'agua
ou mortes de animaes nao possam tirar suas safras, que est
prompto a assentar vapores dentro em 8 dias do pedido applican-
do elles as moendas ja existentes.
Tem em deposito variado sortimento de preparos
MOTORES PARA DESGAROCAR aLGODaO
A vapor, agua ou animaes
inclusve alguus que nao precisam de obra alguraa de carapina
pelo que podem fraccionar logo que cheguem ao lugar.
FORMAS PARA ASSCAR
Aquello propiietarios quequizerem formas podem desde
fzer suas encoip metidas, pois a casatm em viagem e car-
recaudo numero sufficieate para suprir a todos quaatos queiram

MACHAMOS DIVERSOS
nesta fabrica ba deposito de todos os .iachinismos empregados
na provincia, e acceita-s^ encommendas para fazer vir qal-
quer macbinismo a vontade do cliente._______________________
Nova officina de pianos
Augusto Rastoail partecipa ao respeitavel pu-
blico, que se desiigoa do estabelecirneoto do Sr.
Ubiga desde o Io de Janeiro, e abri i poY sua coa-
la urna offleina roa do Imperador c. 29, onde
se repara, concerta e alija pianos com esmero e
promptidao, e far ludo quanto lor a seu alcance
para continuar a mencer a benvola conllanca
que seu? fregaezes llie concederem ale no je com
aciencia telo e promotidao.________________
Estaminet
Ra do Imperador n. 32.
Precisase de umbom cosinbeiro e um molequa
de !8 a 20 auno?, paga-se bem.
Attenpo.
Vende-se a coxeira do pateo do Paraizo n. 10
a tratar na nie-ina.
Verde Chrome.
Vende se em Larris de 4 arrobas: na ra do
Mrquez de Olinda n. 40. __________________
No Bazar Victoria vende-se meias de la de
cores, para senhoras o bomens e .'a seda carme-
stn e preta para padres camisas de I a ponto de
meia e seroala de flanella, no Bazar Victoria, ra
do Barao da Victoria n. i de Amaral, Nabuco
& C.
BalOes de papel
No Bazar Victoria vndese baloes, cestas e jar-
l ros de papel (gosto inleiramente novo) para illu-
Na ra d> Hospicio n. 39 precisa- j minaco de jardim etc., na ra do Baro da Vieto-
se de urna ama engommadeira para ria n. 2, loja de Amaral. Nabnco & C._______
casa de pouca familia.
VENDE-SE
Primeiro introductor dos pocos tu-
bulares da Abjjssini em Per-
nambuco.
Acaba-se de receber, a presos inulto re-
da z idos, nova remessa desses excedientes e ele-
gantes p eos, cajas vnlagens j bem conhecidas pe-
la prometa e abundante qtiantidade d'agna qae dSo,
fazm-se reconsaiendaveis aus Srs. empreileiro de
ufaras, para os estobelecimentos labris, ndostriat s 8
outros, pelia fac) cocago e remojo, t3ato dentro
orno fora dos edificios. Ella so prestam igual-
mente nos quaitos e cases de banbos pela coromo-
didade do seu assentamento e pouco espado que oc-
cupam, e grande economa da despega que se teria,
pelo encannamenlo e consumo, com a companhia de
Beber be.
Esles po,'ca tambeni gubstitaem
completa mente as bembas dentro das
cacimbas j feitas, dislitig'iivic-se del-
l*s pela sua elegancia, solidez e quan-
tidade dagua que fornecem,
So se recebe o pagamento de-
pois de coiloeados e que fuuccknem
a contento des compradores.
Para encommendas mala c-sc'&re-
cBltntcs trata-: na offieina de me.
AllLix bem e c:zinae
numero 21.
Preci.-a-se de urna ama jue eogomme barris para me!: na ro larga do Rosario n. 31.
na ra dj Imperador
C(tZhHIB0
Ainda se precisa de nm boni coziobeiro, pre-
fere-?e brasileiro ou poriogoez, e pagae bem :
tratar em S. Jote do Mangninbo, antes da igre-
ja, sitio d. 2.
COMPRAS.
C0MPRHE
m csbriolet amsiieano com qualro rodas, \
a^sen:os, para dons cava.los e em bom estado : a
tralar a rna do Barao do Tnumpho n. 96, onU'o-
ra ra do firuai.
Trfs venetianM
rn.ii n. 28.
Compra-se
Pao chinez todos os dias as 4 horas da nnle.
em quanto a limpeza e bemfeituria desnecessa-
rio elogio algum, custa p^uco aos frei?uezes a co-
nhecer a verdade : ra des Pires n. 45, nova
padara americana _____________
Ferdra da Canha
IrmaSs.
Ra da Cadeia do Recife n. 21
VENDEM :
Potassa da Rotlh.
Cemect Portland.
Agua-raz
Pixe da Sneria.
Alcalrao dilo.
Zmco em folba, para htoeirn.
Esleirs da India, brancas e de xadrez
Agua Florida (legitima).
Cadeiras amencaoa*.
Bezerros de lustre.
Cognac.
Enxnfre.
A 1^400
Vende-se sapalos de tranca, obra mnito boa,
palo diminuto preco de l|4O0 : na rna do Mr-
quez de Olinda, aatiga da Cadeia n. 50, loja de
laiudezas.
Na fabrica de chap js Je sol da ra Duque
de Caxias, ha para se vender lindas breas para
men'nas e senhoras, e na me-ma fabrica exi'te
serapre um grande sertimentj de chapees tanto
para horneo^, COBO pan senhoras, e fsi se qU3l
quer concert uertenwnte a mesma arte com a3
seio e promplidan.
O Bazar Victoria >caba de receber um comple-
ti sortimento de enfeites, de roupa de mascaras,
como ejam, franjas donradas de diversas largu-
ras, lento|onlas, herblelas, moscas, estrellas e
ontros muitos objectos dourados e prsteados, ca-
belleiras brancas, brincos para senhora e com
mollas para homem, fios do pen.las, capacetes
('hicard, e ca'cas de meia de algudo e de.seda.
Xodcs estes arligos sfio do mais apurado gato e
da ultima moda era Franca, e grande novidsde
nesla cidade, onde 03 amadores do carnaval pide-
ro encontrar com facilidade o que for necear:
rio para se apre-entarera elegantemente no carna-
val no
Bazar Victoria
Ra do Slariio da victorli
LOJA DE
AMARAL, NAbUCO A C.
a.
Vender
nma fabrica de cigarros, na ra de Pedro Alfonso
n. 49 : a tratar na me rna.
BOBRAffi
PARA
los piiis de fiiiii s e pr -
fes-ores de |ostraflc*o
primal fo.
Opnsculo de moral religiosa
Por*Mr. Amtir. Rcndti
Vara Jeitura as aulas primaria.
Esta inieressante Iho da irsirncco publica o parecer, qu ibaiT'
vai trB?crif,t a que lao bmi se iluda fii <\n
pria.eira edirio fl,rou loso tsyo'.d;-, irba-se m'-
presi, e vfoda as hvrrin d.'s S:. pwlr Ip-
nacin, e D:>miDgr.tGiumarVs.i ruado lai|rd"i.
Nojueiri dn Souza, a do Primero de M_m,
Barbosa de Mi lio, do Bum Je-us, a 610 !<% exemplar encadernado
A ewimi.-io enrarregada de lar o st pare-
err acerca do Opu culo do M-a! Bfligio. pin
Icitora as escolas primaria", por Mr. Art.ino
Utn, auteri ado pelo conse h > da mstroefao pu-
blica em Fra;?a, iradnzidu tu vulgar por ,,
leu acuraduiente e.t forMOto bvribh qii u ni'.
tem e peiOeoo mijo de innmti ote ; e qn d >,
|xla tlootrina .jun enterra, e p*0 priaerefu) d
versio tlio moo Uze-se dr-.J<- lugo reoesip^n >
vel, bas'aria o eme do anPT do cudiga Ooirr-
silario, e a rp-peavel sanaca i da iaiori4>4od '.
>ino em Praoca, ara que a c.n.missao o pn |..-
zesse a adopejiodo coosflbo. Mas, a di-
tera ella qne as n>"'sis m.r s de faniiiai mi'
u Bra>H tiv .->em sempr^ Biontu (.agiD.inlis<
de amor, pe'as qnaes flze)"em ler, o cn?in:.f"
seos filbi'-s no reparo, a par da historia do p>ivo
de Deu 6 dos i*vmVho; d> .rhnM'aninB.
E por isso a GOfAmirfi tt jo* io
o Opnscolo s.'ja adoptado un i h l# i
rr.as que ;e procura volgara-lo em 'odu a top
rio.
Sala la conseibn dir^ct r da intrnrc5n pobl p
em Peraambaeo, 18 d,- i>etbro .1- IKt-'.
J)t Stares de ^z>vedo.
Dr Aprlgio Jn-tinian da Silva Go
melhor e mais ba ata.
Vende se
Na ra larga do Ro-ario n. 34.
Muita atten^o
J nao desconhecido doOuqne dt Casias n (5, ; loja d^ rn
deza:; denominada MAGNOLIA, e?M pI-'
esUbelerimento prltmle atliioiiir un
de nnrrier!) do apreciadores, ';'
setnpre o qne da mtl ior h >'..vi r nn
cado e impoitar (com \i n fea f-':1 v r
conta propria, o que Imuwr dft flBti rl
que ni velha Eorop', nde
tem habis correpndenes, e pafi' pr
do qne ha expendido a MAGNOLW con
a todos (feralmente e c ni tapeciaHda1
bello ?exo a visitirem-na, aftm de a
a superiuria .o il scus '. \ t c
'i \\ des ds prfQi.
A MAGNOLIA. n3o pretende i
m'->ssame, limita-se por nru r
pceos artigos deixacd i ? den ai
rem vistos pelos concorrfnlcs.
Benitos enxovaes para
X
CIMENTO
e r.
ciar
jrr i
orear
mi -
rf para tt-
Ric^s almolai:!< i' ird idas \v
Vende-se o verdadeiro cimento Portland, ehe-
gado ltimamente de Londres : na ra do Amo-
rim n. 48 e 50, armazem de Magalhaes & Irma s
usadas : tratar na rna da
= Cuuipra-: o uina casi terrea que ;ja boa e
tenha pelo meo. 4 quarios e bom quintal, as
freguezias da Boa- Vista o Samo Antonio : trata-
se no arir.az"m da roa do Imp/Tadar n. 1G.
Coiiijiia--e nma casa itrrea n^va ou pele
msnos em jom es'ado, qua renda mensalmente
pelo a ?nos 40*000 : quera a tiver e quizer ven-
lar, dirija-ae a ra Dncma e l'axias o. 43.
taes do"selber ?.'
freir, no
largo
CLO JOS DA StS/fA
da Concordia n. 7.
LIQUIDACAO DA CASA DO SOIf-BASTOB
.0 dono lesta casa juorerado rairar-se, $o saber jue qoaia ^wz-jr laroprar a con
iinn?r;3.i Je =tu negocio pola ;-ppare:er. vende-se a dinheiro --om-j iaisbam a pr zo
conforma ai garanta, ce Je tan bem a loja com a ar.:ra:>, slsria1, sem a3 mercade-
ras, sendo boa poaifio e a .:asa moito conbecida, pode aeivir a ^aaljaer gan^ro de ne-
gocio garante o ennsentimento d") proprietarb do predio.
Aba te oeste uaico etabelecirneuto no nore de'ste imperio.
Grande gortiaeoto le oraaraentcs e alfafes.
ll,:a idem de jstaupw religiosas, s3ntidaJe8, via-sacras, *
dem dem k molduras d dem idem de broetes, lampadas, cast^aes, serpentinas, sr)S&i
dem dem de -:b. as da prala e pr^t^ada, cilir. e ambalas.
Ivtm dem de galletas, calderiobas, mibulos e rOas.
Jicm idim de nepleadores, baodeiras etc., etc.
Idem idtMO de lui.^m de madeira inejrnadas e oralori :
idem idea) le baaijaetas, estantes, a;ias, Ironetoa etc.
Itkiii i'Jein '? osarios rusel e bentof, etc., etc.
Jltm :ietd 3 gaftas, franja, ouro Sao e retro: el .
Uompru-se
yrr-a taberna propria psra priaeipiauio
flai :ac.) Por isa o. V-fi se dir quem i
Vende se uu,a pequea casa ua ra azul n. 30
sai chaos prctries : tratar na ra das Fiores
0.23.
na raa
VENDAS.
Apparelhodep-ata,
Veade-se om fa;aeirc scinpleM, oa afparelbo
para cha, tuij -j^ pratt Jt I-i sera, uso algara e
> noelbor gosto que Mn vindo do Porto : a tra-
tar no arnnzem da looca la ra larga do Rosario
n. 38,
(,.
.


KK~555RSffa
*?4&
I I I
'*\
34. RA LARCA DO BOS
m\
B
r* oeMwiiso proesrar tunudoi par* xreditar
t3 ortfat:4o<, a deixamcf 40* su app)ic*(io 0 ot
vM!Mdo*frtiklos peiiiaeaMuqce te digatraioaecaiU-
W, Ihei 4et_\crdit* t voga ; purqna Uo sapr 0$
f.5ido eu|iV.ridof griloitoi, de le iui iru,*
Alo cbr!.'Ufcl*iDo; pn ai qatrtsdo offfn-Wr 11 pM>
uqieetponttflkaaieBU r.aioffertceram.oi que ;?uii-
'lo uinicriptof. dtiiumo* publiur ujiai/e!i:ido-ltj*
f.i gritidlo pe UMijio, ttpwnd qe venban
Alai rroborar o cipe. 10, actiU;lo qa UB Bert>
*4 aoaao xtrepo. 4- Itriholonn C,
JTTtOTfPCt,
lian. Sri. {artbf'rf'Btc* 4 C. coa a cait tbida
ttiattfao que declay ter o urepe ABtrietno i ama
73sacia extuodintlit. pois que scffrcodo b diaa da
>a(aata tetse. i serjo rio pod jerrair a ooilea
i'*poiio aecteo de y^edicsBUMiM qae toicao, a ella
iMoiri a ot larctM w'&ti tii itSivudo, a 3e todo ata
vtko boje rfiubelecilo- cora o 3(0 soBMDte ds qvaai
leio fratro: ytio pojfi I eu itsaitado atoifeio a
parador oLriga5o. JtH^nvA A./ 1 }?'. r.
:ia ctt ao de Mfh iSC*.
"Jlxt. r: Baributa*0 4 P',:J.*s.-tiit,'. -. ?
1 ut.' ; ttt 'iitaaiv*tiviiljir m a v?:$s
'tfc.i) un ir", ii tna coapoaiflo, qma* m
achara bttiD'.a doenta Ja una tmf.tiyzt.to, qa* ax
lori'.ca eomplaitrnaai* rosca a qoa troasa aau (arta
lo;?. tie inpoatibiiitoa da camprir oa uaaa Svitrm
da captor da euprexa iyriet, tos i(rad*caC'-caa
compieta r..-'oWleciirento, qoa obliva cjm'a as litn
Jo nttao 111 f, Uepcit da kavoi *conido a Baitat
Iraitmeo'.oa. Deeejarti qaa "laroj^eanto aa narria
ao teo tsroM ptra te Teres litdot da to urrtial
iaesmfflodo, Ua U\t\ asiu y\i. C*>a Bator caaiaV
raflo eoci&lo a ter d ti. Sa. altala, Teaartdor
cbrigido. Lax Otnitaaf. Bacila SS a i*taj*akff
de 1851
Uns Srt Barib!oBe/4CO atrapa Ttftal laa>
rtcana qae Vt. S. tftafeip>K k nada da taa* afl.
cacia ptra o cvrli*rf d'tslhmt, caoforoie siten. tt>
;.:icadc-o ..c;,1 (libo Jotqaiai. aeaer d, qaatn
jaaos; ic'.ima 'ttta fttgella, qae al tallo par apaga
eyct:a*t a Jontacaot mtU rasiatiao a aatfai xtrtftt
da grindf ncjredfit. Oalrm pata Tr. St. t*tt 1
exprectao slltmct liaecra de rae raaoabtx-iaaato *
aeriforio :t'-., i qne ht prnurtm tom a itditti
iarcp. *.r'd:*da (ira teo_ai a Vt. S. efK;*-
attesio c >:..,Ir.. America ri Saft 3 vt & 4a tta.
um i-rrn-i corn |iW ptimo< de frente e 100 e tas-
tos de fundo, na artiga eRrada de Aoa-Fria, e
perto da esta.]ao dos trilfeoa de Beberibe, ;ajo ter-
reno onlm algcns ar"oredo9 de frocto : a tratar
na trivpssa da ra das Cruz*? n i*.
CbtM 6aas para coberu a 240 rs. o :ovado.
Wkx, ,s de es^cuio de inba a 3500 a duzia e
nansuc a '.i 1*. u :vau-.i: oa laja de fazandas
da ra t de Mario c. 20, do Gailhermo Garneiro
da Ounba & C-
PTA OSSA
Da Raeala. nova e df^a
Pareira d% Cuulu Irn!r
O'in ).i n. 21.
boa qtialiiladr! : /etidea
s: a ; a do Harooc de
Perira da Coohi !rrxa-s vendis 00 seu depo-
iio pr.*c.a de Cedro I n. 10, ami? > largo do
Chafariz da rna do BfBcn, keroseno de priraeira
qnalidade (DeTo-t) em oaixas de doai latas, nao
f a gro 90 como a retalfin, p:>r pre1;..* coramo-
dos : tratar no sea Menpforto i ra do Mar-
^nez de Olinda n. 21, otilr'. r^ da Cadrln.
Os meamos recolliem tambero esse arl'B) no
memii depetito, por medica arTazena^8-
RjraSq
fcTfcMWt.*ja_8drogar da rna do Cabngi ^n-
de->- exe5i.B0i.)''j)rrttSa,>ara Uzer Itraa, o ma-
ciiinag pata eoaber a- in-inn '^
Veude-ge
furas c: l -.'.- g0u-.vii<:id.i: na na :a arjr\de |g
Dos d. 36. pscrtpfftrta ? lieruiriimo l'"t08!. x^
Vend se um cavajlo, lov.j granff, imii j i >-
qups. teilailn e enfioiad*. u v.ais buoiio (c boa es-
": pr -. a-,r -;,r
ru,;;> \w.>i-&q ; aaJajjr ntmjii mi. te
oi/aor f-roia:.srsr 0^101 OSrfWU u $.
IlO BRECHA
PAR\
LIMAS
Na loja da Magnolia, rna do Duque de Caxhs
3. i5 tem para vender a meihor que existe no
BMroado.
PEGHINGH4
Iet$og de es&utSo a 3ACOO rs.
a diazla
Gbgon i loja do Papapaio ama grande porcao
id lencos de e?u o j abainbados, e vende-se
por 34200 rs. a duzia para acabar, t o Papagaio
na roa da Imp^ratrix n. 40.
Hamburgos com 30
varas
A >uja do Paaagaio acaba de rec-'b;r urna pe-
qaeoa por '3 > da bambu'gos com '10 varas cada
ama peja, que vende pelo diminato preco de I2,
sio propnos para len^e-, toaibas etc. e mais
barato que algodoes : aa rea da (mperatriz o, 49,
A 320 rs. ocovado
A'pacis Jo la de urta euros, proprias para
vestidos, o para ronpiohas de meninos, por este
prego so na toja do Papagaio, ra da Imperatriz
o. 40,
Travesea do Corpo
Santo n. 25.
Vende-se machmao a yapc?e-3 locomoveis de for*
ca de 2, 3, 4 e 6 utsIIos < ?acs perteoce?, pedras
de moer milln, arreas para tarro ara dous ca-
\alhs com reirn^.
Ptifomrias, leos e b
res mais conhecidos hbrrai
Sapatos roda os emla'-fi
Ricos ohjec'os par- presf
Chapos de velludo e [
demos e de gosto.
iravtiribss mnit h^1
e l?503 p'-r.T ca i '.y e
Artigas ile phaolasia
lette.
Ponhos e -ollinh.s ^^^
Camisinbas i>, ra? ja
Ricos diademas.
Le ceneros superior*
T id s cs'es x
os demais por i
NOLIA S rna A
r -:Q.
,)< -.
df=.
ar; .
.ii .
iba i'lihh, _r-

-it s ;v*ra jen
^ito ,. -.i sde.)
e Bpriii pan
s j.'".i a seobora.
i
ti '. itrio vend'loat i
,/rec s rasoav is, m _,\fj.
i Ditqoe .1- Cartias n. *.'>.
S
-;..
A verdadeira ce i veja da Bivit a, marc iian-
deira, de superior qualidad^vender Tssso Irraaos
* C, armazem da ra, do Amot~ n. 37.
Rap de Lisboa
--
DE
Tiatura ingleza de Ueguous.
Caixas grandes a 5000 rs.: vende-se ma
Duque de Caxias n. 30, oatr'ora Grnze?.
Agua deniribcia do Dr. Perre.
Vende-se xi\ Dujno de Casias o. 30, oatr'o-
ra Cruze?. %
Saperono creme de Jyme
aramia dos cabellos.
Vende-se a 14000 rs. o frasco : ra 9a aa
Je Caxias n. 30, outr'ora Cruze?.
ISOfc(!& CTIV
Veade-se borracha para limas por barattssimo
pre^o : ra das Tfin.'heiras n, I.
Superior qoalidile
Vende-se naipraca da independencia n. 1, a 30.
em botes de libra e rabia hora, por preo .;orn-
modo.
Vende sanma cscaleoto SerapUaa thej II
nltimamente da America : para vr, a toda ora,
oo Corredor do B'po n. JS.
AO AIMAZE'M
ro
T l>ii "i R.'.ro da Victoria
.7-0att'ui.ruaNo;a.N.
r Acaba do tl.4;ai i ovos s-viim
Calcado fra
t Bol':.i- ra I ,r :.
Javlo V; ] -I" .' ,. .,,. ;., ,,,
vernir, ru-:..-., a | ->,,., ..
p.lfr, iv -, : h '.-,. .
cantes Sazei r. ; k.
Bola !<-- i-j i ... .. af,r,
. '---i '' V.q Ota da v,-r.;. ... .
rJelr, ;i : .... : .. r,,
tanto i'iri :fi,li ia*- h
Sapa toa t.'o bprrarh!
3o!ha eSlntiosd^ ui .- q
.' J : i M-nio.^.
PARA
Encr limas
As naelhor-'s e_Da8fD!r_lda
VEMDE-SE
Na rja larga do Rosario n. 3
Botca.
i^icrr
!or-
adf
o *
ibrt-
: rea-
n&of.
e*T'-
cba-se i venda ns livrarias da
dade o almanak administrativo, mercan- ~
til, industrial e agrieoia do comit cnso. _j
0 f di) Otara1
O melhor e ;naia barato, 7ir3e-?e para a?j .-,
na ra do Mar jaez de Oimla n. 40.
Sapalcs de verniz, ftnil.i, ,. ; '.a-tcfva
avc.liJado* e *a traeot, fraoc-z.s j po- ;>;eie.
PwfuHianas
Finos relo, fonhas. cc-n ii:o, oec:. t'
tas, e p,;:s iltntifrlco.- gna t d-ire-s i'e ;"
?S'Ji de c-togno, :-;-,-,- ,, ,j, ,, .:!-,^,; ft -
loilft, tintura ra >..; -a cabello, is dr *rr- .
sa bonetes, a mosto? artigos delira lo, ^vx Ir?
qninhos de f\ira-:". Mido Je rrinpir.i i -:
Mascaras
: o orr i (:; o oma trta hnan* eoa
todo i : : lant d. i,-a, eos ie Bfa'Qf,
ia seise je r-'.-i, pai i veoer--e tanto om-'.
' zri< e'. reulho.
COQUES
Quinquilhrias
c-' *
Ao% senhores acadmicos
Nesta typo dtr por mdicos pre as obras seguintes, tola-
quasinova:
Revolotion fran^aisp, por Villaame.
list'.ire de dix ans. por Luis Blancb.
Anlrao, compeudio de E. P.
lie;3, traiado de E. P.
Ventara, Pocvoir pubc.
Vall, Doit ie Gfn..
Droit Natnral.
Kluber, itero des Gen?.
. J. 8. Say. ;eononiia tolitica.
Pereira do Ro. compn1io de D. Adra.
Vende- e croa armario na rna Imperial n
15, propria para um ^rineipianie, a casa tem core-
modos para fami ia. e o ajgacl muito comino-
do : tra.a-se na mesma cata.
mwmwm mmmm mmwm$
H0INH05 PARA MOER CAPE'
MOIXHO? de diversos ta man nos a 2^-fi
3 e cada nm. _
Na ra do Crespo n. Vi.
mm mmmm&m ssas-s.^*-*
Vende se as ca?as n. 23 e 27 da ra da
Amizade na Caponga : tratar nos Qu tro Can-
cot Antonio Al ves Pacheco.
Ciibraia :ransjjareot>s mmlo Oda a 3a a peca:
na roa riic:-)), M-'.rco c. 20, loja da tazendas
de flnilheri-, Cpreelrn da CB/.ha t C.
VBde se ama ca-^a Hta a ra de JuAo Per-
aa(.]i-- Via n- 4t-48, ern chitos propnos : a
mu 6? r2* v V;ria D. 3.
Grande e modernos, receben polo ultimo 7ap)i
a Magnolia, rna do Dq<;oo do Caxia n. 45______
Vende-se um torre no1 com l8 palma?
de frente o !*i da fundo Da ra Jo Coa-k
da Boa Vista, (aatiga Tarmosa) j iratar n
ra do Hosp :io n. 34 (sitio).
Eap
A' Ija i Paja Ja Icdapandeacii c. .3 jbejoo
nova remessa do malla acrdilado rap Gasse
grosso, fino, Aman:,\uho, Rolao franje:. Pitaen
da Bihia, Prioia de Lisboa, Paulo Corterro Jom
mura, Viajado ^ Ra'bn, vcnrto-e ero |i-)T"s : -
retal ho.
.%os e que tecun tie osier c?3~ie cm
litarlo.
Aiuendo a ph0J0>i):-i do A. Gbi He
loica d> sl-u pmpend'io, IuilifpenaToi Iw.fto-
dautes desta disciplina guo vao.razer xamp. Y?c-
do-so por U r j.', ra llvriria tncwu, o jn i i
8ri Ncpooira dt Mo?iro?.
RAPE
A loja ds pr&'ja di InleooDdencla d. ':, d\3gJXi
qova remesa no mni'.o aereditao tj( jasse
grosso, fi:vi, aaitrRilitiio, roi.u rancer, :;;.ic::a
da Ba^ia, priBBwa de s' ; Cord-iro cjC.
mam e vi? ja do 9 Rosta ?r 'b:a e a
retalho.
Vende-se n^ia h".i v;"a e leile n? ?jDD fe
Cnnurifss de zflemanha
Chogi.u om pfra&lp or'lirriaruiS do canarios de
Aleii'iioba e kioitaii iv. !a.', para roa d.> |Hr<
quez do l.nJa
ra do Impera
', o na armazem
dor n 14
!-' (dn i
Fin..- artipos de !*. p!r.msia, como >vn o* s^fiatai :
Leoss para tentwras e n-'u.' s.
Litva de pellica il? fu de Escocia.
Espelhos dirTerinc-, para sala c mbinele
Vi lro >vo!aa cara espe'tn,
Ca \ oh^.s de ro-lara ro Ja e< uni^a.
Aibaas e ijoadriobos paro retratos.
Divareas uwtm de oiro de le.
Correntaa de ptafn par? ri.;i>.
B-dc'a' u ? e ifrw Ja Mfe e H ntm.
Diverrd* okjectoa e [hantasia pira toilti.
PeaciocZ, ocahM cboogaiasdelsxo.
Ckisotei e b. nf.llas <;e ha'eia, canoa e jin*'.
Poatfiras de espuma para diaiuUa e cigarro*.
BCt'fai para cabrllo*. roupa, dantos e i.h.
Peni s de marflm mu ".o lln-as, para casta?.
Ditos 'T-rc-.es pira e?be 1 > o harta,
,;: r;< pira wAnc. pan t::i!: na,
Halas l".iijaj e aaaaea de viajero.
iii la< iu araoM para pssaarinhos.
Veoer'anjs m :i .ar.r o< para jan lia-.
Ab i j us IrsiuaafMtaa para c nlieirc?.
Mar' .. 6 i.r l-it." moi fscii :-.! cr
Tira- da modoraa dcura.ias para .|ua<1r. ..
Ri?''* iu:''ris j pitmatni aoai paawgeB*.
Bin pal le aims. MdadH e haniazia-.
Est-'.ri'if copo e erar raaMI erm rifs aw'M,
Ora:wtaa ic fr.-n^cas ps-ra entrelenimeot".
Machio?? da 3er.;os de vimei para errtalar rrian?is.
Ce tinh^s p-ra meninas de eso la.
Jogos, di dama, domino, bagatela e da ('r ria.
Camninhias ih1 n.das p^ra chamar criai.
l\ajejoa, aeocriNona, *driia avnltM para oaa-
;r. -amas o ontroa mnitos ai'tigos de quioejn.-
ilurias tirl.-t^ de merclo-iar.
Briaquedos
P?ra cHanra.,
G .\.u'j1 oirr.mi) i-joa se fjda destjar de
f-?1.: j. hrinc|uedos fabricado* ora di-erf-s pait-s
ti '.;yni ,ra intreteniownto des, intua

Presos.
Toi^a de n*a-i r li'ns dos tthrica-.
:( -'' > '''o.- baraiiaatMaa: m anta-
sen 4e '"r:.r srterv-t, r>a o It^riu Ja 1
ria. ; ij ra Njj nuner. ".
I
J
,\



- -

Oiae de Peraamiroc*
Sexta 'eir 19 J-Jan ir le \S',.
'
GRINQE BEDUCCSO ESI PRECOS DE
F'AZENDAS
DE
FIGIMREDO ft LOPES.
IMPERATRIZ N. 64
t* jjropTitrtirios da hija do CYS.NE convidara ao respavel publico para viroca
7rsere d-. icms cmpleto sonimenio Je (azendas finas a precos red izidos, adver-
(mmI.4 %%n ei36 precos s serao a dinhciro. A imperiosa necessidade que t?mos em
t-ser mos c .ruprjqissdj, n->s obrigara a semlhantas redueles. Avisamos aos
fafaeaea e matto rio cotmoam comprar era menor .escala, qie nest casa encon-
trarSt rnceri1id< e mao:- coumodidade nos precos.
Vio ha ainto "cateltai brarHtei*
Ttfra jbp
'S ^nWa^apSfrtJdaiwpa 's academias jif
recito atUit'je spolW IMadpal ^Vta !*
dea do Recite n. 51,1* auiar, era todas as bo-
*c ea8a.deijajwlleirero.
LAS tora latir z lindo; pabijas a 320
rs. sc-te, 6 Dacliincha.
frffAS, tange*, indas coros a 3 30 rs.
fiw ALPACAS lisas cora lindas cores e lar-
ga a iW rs. o covidrt, pechincha.
PENTEAORES bordados para senhoro
pelo barato preco de 45500.
COLXA3 de fastao de cor,
des pelo baratissimo preco de
acatar.
CAMISAS para borneas a 25000.
moitn gran
55000 para
Ditas
KSftiNf lisos cores diversase largos a 25500 at : W500 Das bordadas para
hometis a 65000 S000 e 405000 cada
itti es. covado, pechincha.
ALPACAS LA VIUDAS muito modernas
e fww 709 rs. o cavado, pech'ncha.
BFTA51MTVS mno modernas e 3nas a
M cavado.
LAS CO SEDA, linios padrees qne
**a prej n forar ile I^iOO, hoja vendemos
por SGO'rs. o ce*ad>i para acabar.
CAKB&liAS transparentes finasa3J500
apega ose 6 1/2 varas, pechincba. Di-
tas Veftarias a i 50 'O, 43300, 53000.....
5&> e 7|Q60 0MB 8 i/2 varas. Ditas'
traaspereatej com dns c res na 17 v-ras
r: fl50f*8- Dit'S d* cftres muito lin-
das efifl a 4','.t, 809 a 560 rs. o mt-
re.
SAIVS MUDADAS M30Q, 03000, S
e 1***009. bitas i'toi pregas muito tilas
MdESOEAROsSa MCOOpara acabar
? pecios *$*. Dito i'oiB sas e babada bor-
dtofa sai I ad is a 6*100.
Fi de sw i qMBtade.
ATOIUHAW^' B x< botaos -ulii.uimen-
la&wSutfcs di linho muito superior por
mR< $e cm oatra quaiquer parle. Ditos
*te aijeo Cita bonitosdesenos a 13800
avars.
TONLV&S fotpalas muito superiores a
W i fofa.
HQOS GMttES de vestidos de fil
ts%& totRba'i aniantes proprios para par-
tid a aOOOO.
VESTIDOS hrjacos bordados com baba-
tas fa-s acabar, liquidasep>r ljSOOO,seu
praga .; de 163000, D to; brancos com
tataAci bjrdados pelo lurato preco de
/ni*}. itW-'r- b.-j'-ciis cora palminbas de
tit C3l*}!E3 lisos de cores diversas pelo
kaafet pM^o de5000.
H icctm [nt-s '!o core'', fazonda su-
^jrnr s O rs. o corado.
I ILAS a brjsi eir da fil de seda
p?!* harae prego de 145000.
CttBSAS BORDADAS para senhora por
rafia qoe em oetra qnalqner parte.
Ra Ja Imperatriz n. 64.
T
faro i venda em seas aroazens, alrn de oatros
rtieos de seu nego> io refWir, fls segMnros, qne
ricom por oreos mais mdicos que em on-
ti quaiquer pjrte : .
" PORTAS de pinho alraofadadas.
PORTEltAS de ferro para cercas.
SALITRE logler.
BfiwtlAS fa'Iflf^bark eabia e fort-ar salas.
CANOS de barro francei para esgoto.
GESSO superior era porcSes e a contento.
CEMENTO de todas as qualk^des.
ACHINAS de d3caocar algodao.
UNAS e bripiSes da Russig. ,
OilAf)5 imeficanos *pir rbrfd de arros.
tOOtS^arjiefiatos inilo boa e eeodomiool.
VTNHO de Bordeaux.
COGNAC ;uperisr de Gautier Frerea.
fARELLO er accofr granis a 3JS80.
AGUA florida legitima.
BALANCA.S decimae.
CADEII?.\S amerlcans.
RHUM da Jauftica.
AZULEJOS de Li-boa.
orna.
GAMBBAIA com salpicos a 53500, pe-
chincba.
CAxMlSAS para meninos de todas as
idades.
CHALESchinezes com modernos padr5es
muito pr >pri08 para senboras hones-
tas. Ditos de merino lisos a 23500. Di-
tos ditos estampados muito linas a i#000.
Ditos de metim a '(5 00.
LUVAS DE PELLICA frescas de Jovin a
33*.
LAAS finas cot t'ecido da barege para
acabar 360 rs. o covado.
BOLSAS para viajj?n? a 43500.
TAPETES do diversos tamanbos para
goarnicao de sala.
PARA LUTO.
Alpacas, merinos, cant5es, princets,
carabraias, chitas e'ranitas ootras fazen-
das.
PARA HOMENS.
CASEMIRAS finas com bonitos padrees
a 95000, 63500 e 45800 o corte.
ROUPA FEITA
Por baratissimo preco inclusive superio-
res sobrecasacos de panno fino a 205000.
pechinha.
Tambera temos um excellente alfaiate que
se encarrega de fazer quaiquer pe?a de
obra ao gosto do fregoez.
POUPELINAS.Temos um completo sor
timento tanto em xadrez como com palmi-
nbas e por baratsimos precos.
GROSOENAPLES tanto preta como de
cores, temos ura grande sort ment e por
menos ine em outra quafqaer casa.
MUSSELINAS brancas lavradas muito fi-
nas a 400 rs. o covado.
BR1LHANTINAS brancas lavradas a 500
rs. o covado.
LENCOS brancos abaiuhados a 25200,
pechincha.
BABADOS bordados finos de lindos pa-
dres.
Gravatas, collarinhos, pnnbos e mnitos
outros artigos qae s se encontra na loja do
CYSNE >
Xrope sedativo
DE
a de laranjas amargas
COM
BROMURETO DE POTASSIM
DE
I.IROKC
Este novo preparado aprovado j)ela academia
mperial de medicia, muito se recommenda pela
aervoso, o bromureio d potassfdm, nao diixa de
lar os mais ceos resultados as diverssa aflfec-
;5es do organismo e prlnelpalrrinte n&s' mt5fertii
lo corarlo, das yias diaestiyas d* r%spiraco, das
*ias genito-urina'as, na epilepsia, as molestias
aervosas da prenhez, na inorania das -criancas
tarante o periodo da dengo etc. etc.
Vende-se na pharmacia e drogara
de
Bartholoneu fwC.
s^^rua l,ar:;i\ qoRosAtn-3^
r'revenQio necessa ia
Cuando ninius Injas procurara adquirir grandes
lucros nao compadecendo-se das bolgas alheins,
a Nova Esperanca busca cnsegui-los sem que de
forma algama v eotesica-la*; porque s^ot^sein-
ore o sen antgi e santo Vtema' fckrmer bara-
to pnfa ttnler muito chibar a&M ao /fct dse-
jado.
A Nova E'petan?a s*> almeja somente o lncro
pecuniario, soas tp/ftufie* sao mais inevolas,
em quanto ao oteYesse matarial, contema-se-eom
a mediocrelade, em qiiantoporin ao moral, ou
entlo ao f sVhciil que eRa Julga nomeadasen-
t orna vat.t'ambic>v'<|ae'4etei guerra ao costante- rtMearronico da caresta.
A sua prtvencafttieeessaTia, consiste em avilar
ao respeitivel pb'io-e espeetalment ao bello
sexo, qureiTa'e>lrse*!)re prvida do qu lia de
melh r e mais clega,nle no umml) das moda*, e
enlao necessario oo deixarem a Nova Espe-
ranza pata prferitra ouiro qoakjer estabelec-
meuto, fiorque aqu, o typo da areslia, e atl,
(oa Nova Esperanza) o epylogo le tudo quanto
e bom etaato.
Oat noya
tbegada rtcanremetHe, de Lisboa no patacho
portugnez Jjs ; te para vender Joa-
quira Jjs Goncalves Beltrao, no seu es-
criptorio A ron do'C Machinas de costara.
Chegaram ao Bazar ersal da rnaniv
Nova n. 22, um sortimeoto de| machinas
p?ra costura, das milhores quahdades que
existe'na america, c^as quaes muits ] s3o
bem conbecid s pelos seus autores, Jcomo
sejam': Weiler & WiUon, Grover & Boka,
Slenciosas, Weed e Imperraes e outra?
militas que cota a vista deverao agradar aos
compradores.
Estas machinas tem a vantagera de fazer
o trbame qae trila costureiras podem
fater diariamente e cozem com tanta per-
ffip5o como as mais perfeitas ^costureiras.
GranAe'-se19 sua boa qralidade e ensina-se
a tn-balhar com pecfeidk) em menos de urna
hora, e < s precos s'io to commodos que
devem agradar ao'^;Hwideates,________
ura rpida e -radical dos
callos
pela potnidit Galopeau
B'sa pomada que (ao >
u as pessoas qne della <-
eaegar para o sen depow'
NA
Pharmacia n drogara
DB
Bartbotomea 4 C. ra larga do Rosario nu-
"fflMn :H|_____________
J. 0. 0. Doy le tcm em seu
armazem para vender
0 9EGUINTE :
COGNAK UENNESSA.
V1MHO XEREZ.
DITO' DE LISBOA,
FILTRA D IRAS.
BITTER
A' re do Commercio n. 38.
| DE
ERNESTO & LEOPOLDO
N.2D Ka h Cabug N.2 D
Acha-se montado de forma tal este est.ibclecimento de jotas que pode
vender aos seus namerOiOS regezes em grosso e a retalho e por precos
mui resumidos visto que recebe de conla propria por todos os vapores de
Europa. O gosto de desecho de soas joias o mais lindo do paz das
modas, ouro de lei, brilhantes verdadeiros, esmeraldas, robras, perolas,
turquezas, saphiras, coral rosa etc. etc. Obras de prata do porto unto
para igreja como para servico domestico. Convidamos as Exmas. amiiia
a visitarem o dito estabelecimeato toos os dias at 9 heras da noif
Compra.se ouro, prata e pedras preciosas eia obras velhas
* resultados tem colbi-
n frito ns> aeaba de
especial..
-O (7>
LEOES
RA DUQUE DE CAXIAS N. 29
Os propietarios deste grande e bem montado estabelecimento scientificam ao
r*s?e4av publico drsta provincia que se acham com um variado e completo sorti-
ssteaht e ovis, tanto naciooa s como estrangeiros, sendo estes escolaidos por um dos
MBM qie se cha actualmctrta na Europa. O mesmo tem contractado com os melhores
riMistM d.'.ijtieHfContinen'e as remessas das mais ricas mebilias feitss all.
?a officioa tem os mais habis artistas deste genero, e por isso pedem qua ve-
aha vtsac o estabiec ment, aonde eniontraro a realidade do quedcab'ra de expr,
qe t pit4t exsruMiar; ricas e cosapletas mob.lias de Jacaranda, mogno, faia, carvalbo, a-
uwtel', esc, lisas e elegantes camas deja caranda, pao setim, amrello, etc., etc., guarda
&*{* 4e aatarello, guarda loac de nogueira e de amarelb com tampo de pedra, apa
r*f!f ifldto dta, peli toilettes especialmente pira fazer a ba-ba, toiett33 de jaca-
TtmSt, aareilo, pedra, s:creta-ia $ da Jacaranda e mogno os ture iras oe mogno, san-
UiCit, ibears'pira bordar, barbos, lavatorios com espelbo, da pedra marraore e seus
petfeacw, HKte*->as- por se temar enfadoirao
, osTadres
A Nova E'peran^j, ra Duque de Casias n
63, quero vende as me:h res meias de laia : a'
quantidade pequea, p .ranlo ellas antes que
se acabem.
Livros inglezes
,\ende se por commodo preg>, na roa do Com-
mercio n. 9, um excellente jogo de livros, com-
1 poato de diario e razio.
ATTENCAO"
9
Venie-se ama casa na rui Augusta n. 84, nova,
com S salas, 3 quartos, cozmba lora, quintal e ca-
cimba, mais a terca parte de urna caa na mesma
ra o. 9), com 3 salas, 6 quartos, eotinba fra,
quintal com sahida para a ra do Ouro e cacimba,
todas edificada* a moderna : quera as pretender
dirija-se a ra do Apollo n. 34, 2* andar.
T
Vende-se fas tftsas eta'citaos proDrio?, no lar-
go da Soledade as. 48 e 90 : a traatr na ra da
Cruz n. 45, -odar.
GUm PURO DE FIGADO DE BAGALIIAO
DA]
TERRA NOVA
DE
B. LAGO.MBE
;i3 > m recomaseada por ser o mais purificado
'(teje teta viudo, e anda pelo bom paladar,
a ootro qnalquer : veude-.se no deposito
metAi. it fiartbolomeu & C.: ra Larga do Ito-
tala.
O varddeiro Porlland : s se vende oa
na 4a Hadre Dens-n. 22, armazem de JoSo
MtrtiM 4* Barros.
I*e4ca
a 500 rs.
mar iu ore
Vomle-e waa pjffao de podrs j faciadas a
a. S r*. cala un i : na rui do Bario da Victo-
mcW, f-ta a Norm de Sampaio & C.
Ckoe)iate Menier.
de saude :
tf. clwcolate Menier
4a Sarfaai de Oiinda o, 10.
na roa
Cerveja de Noruega
Verdadeira e superior : venda eos armazens
de Tasso Irmlbs & C.
J tao sedico o costume que ha entre todos
os que qnerero frzeT" ermitecer de 3eus estabele
cimenios por meto te pomposos anouncios, que
com bastante razao se arredam os leitores das
ma*sadas com que-nos- mimoseam os taes annun-
ciantes.
O Campos da rea do -'imperador minero 28,
se quiaesse seguir essa rotina antga de fazer es
tampar nos jornaes mais lido, anouncios buinbas-
licos prejedidos de ttulos garrafaes para melhor
chamar a auencao do respavel publico ; muito
tena que dizttr a respeito de sen bem conbecido
armazem de vveres sito ra do Imperador n.
28. Dira por exemplo: que no sea armazem
tem con^laniemente, preanios para Hambre e ca-
ra panella, salames de Lion, queijos de diversas
qualididea, lin,'uici* e chcuriQas, ovas de cama
rupim, conservas ingiezas e francezas, vinbos do
Porto e da Figaeira superior, licores finos, bola-
rhinhas, cha superior verde e prelo e outros mu-
ios arilgis qae sao proprios para mesa, dispensa e
cozinba. Mas nao.-
O Campos < e somonte avisa ao resp;itavel pu-
blico desta cidade e seu suburbio*, que em rasao
de 9e aproximar o lempo dos ilega-bofes tem
elle felo do seu armazem un centro de tudo que
nos grato ao paladar e para que nnguem du-
vide do que cima 9etem dito.
Pede-se urna visita a ra do Imperador n. 28,
aitriat'-ra do Campos.____________________
Com o publico em geral.
Objeclos para luto I 1
Brincos, pulceiras, broches, raeos aderemos,
cruzas, cassoletas e moldes inteiramente novo?
acaha de receber Nova Esperanza ra Duqu
de Caxias o. 63... a eiles....
E' sempre assim
A Nova Esperanza..> jmai9 acaba de recebe,
novklades t agora mesmo, recebe tantas que au
sabe deltas qual annuncie I porm sempre decla-
ra as seguales para scienda de alguem.
Hed'alhoes de madreperola para voltas, cruzes
pira o mesmo flm, bonitas caixinhas vazas de
papelo, modernos ad;-recns de madreperola, de-
licadas correntes de plaqn, lindos enchovaes para
baptisados e chapeusinbos para o mesmo (im, bem
como deste ultimo artigo receben cousa muito es-
pecial de seda copa alia, ou velludo para senboras,
lescrever mais massante....
56 ARa do Mrquez de Oiinda56A
ontr'ora ra da Cadeia.
LOJA DAS MACHINAS
Sondo este antigo estabelecimento assaz conbecido como principal e reeoaate-
dado pelos grandes depsitos e bons sortimentos com que sempre prima em Mr da*
melhoras, mais acreditadas e verdadeiras machimas anericaaa pmrm atig
da, desde 10 60 sorrasr e havendo eta todos os tamanbos diversidades de syst*
mas e melhoramentos para perfeito e rpido desean -cemento ; tornara se dignas da
serera vistas e apreciadas pelos Srs. agricultores; os qoaes, alera disto, eatontrarl*
ia rabera mais:
Rap
fino
cearense
DA
Fabrica
DB
Vasconcellos & Filho, do Cear.
Este ptimo rap tem sido estimado pelos enten-
dedores e apreciadores deste innocente prazer da
vida.
Vende-se em caixas de 100 libras, sendo a it a
libra.
Em casa dos nicos agentes nesta cidadeTasso
Irmaos & C.
Sustento restaurativo da
. saude
PELA VERDADEIRA FARIM1A
A, Du Barry d'Arahkt
Os abatxo asssfgnados fazem sciente a sais fre
guezes, que pelo vapor ingtez La-Plata receberam
Jegunda reraessa d'essa excellente farinha, cuje
uso maito se recommfmda para as crianzas, pes-
3oas debis e convalescentes, applicada com reco-
obecida vantagera as constipaQes, diarrbeas.
oansea do estomago, tosse, escarro de saugue
pluhysica, etc. etc. Preferida anda pelo agradavel
sabor, Un incoa outra quaiquer.
Hj A' ra do Commemo n. 10, esenpto- {M
S rio de Jos Joaquim da Costa Maia, en- S
2 contra-se para vender por commodos $3
Bt presos :
S Azulejos bespanhes. S
rM Folhas de f-rro galvanizado para te'ha- !0
KS do de diversos tamanhos.
? Dkas da dito dito liaas.
Breas de ferro galvanizado.
SM Cumeiras dito.
Portadas completas para cantara.
m Ladrilhos.
mmmmmmmmm
mA rmvans;
Benitos ports bnquets.
Lindi99irao9 leques de madreperola mol les in-
teiramenta novos.
Cortinados bordados.
Camisas bordadas para hornera,
Finas meias de seda para -enflora,
A Nova Esperacca auem tem I
DESAPPARECAM AS SARDAS
A Nova Esperance a ra de Duque de Caxias
n. 63, acata de receber o bem conhecido leite
de rosa branca, e tambera'lete virginal, os qaaes
fazem desapparecer as ardas on pannos.
1 revalesciere du Barry de
Londres
Toda a doenca cede a Revalesciere da Barry.
que d saude, energa, appette, dige'to e des
canso. Ella cura as dispepsias, gastrites, humo-
res, acidez pituita, flato, enjops, vomito3 depcs
da comida e gravidez, con:tipai;o8s,t) asthraa,
arleccSes pulmonares, bexiga, liga' ^erebro e
sangue ; 60,000 curas, incluado munas deltas nc
Brasil. .
A revalesciere ctocolatada do Barry
em p,
Delicioso alimento para alrao^o e cea, rouiti
nutritivo, fortificando os ervos do estomago sen
causar o mooor peso nem dr de cabeca, nem ir
rita cao.
Uico deposito para o Brasil em Pernambuc
na pharmacia americana de Ferreira Maia & C.
ra do Duque de Caxias n. 57. (Todo cuidadi
eom as falsificares.)____________________
Vnde-se o sitio que foi do Unido Ddtra, no
lugar do Peres, cora duas casas e urna coxeira,
lendo urna das easas bastantes c )rnraodos, a frente
e parle do oito de tijolo, bem como a c^xeira,
poco com boa agua, e muitas arvures de fructo :
quera o pretender dirija se ao mesmo sitio.
Com pouco mofo
Venla-se brim pardo muito 9oo a 400 rs, o
covado, chitas escuras avadadas a 200 rs. o cova-
do, dem idem pretas a 160 rs. o covado : na ra
Io de Marco o. 20, loja de fazenda* de Gaiiber-
me Carneiro da Cuoha & C
Apurados vapores looomovets, de ferca
de 3 4 gavallos, e pertences.
Machinas para lavar roapa.
Arados americanos para varze o la-
deira.
Carros de mao para atierros.
Tinas de rasdeira.
Baldes de dita.
Ditos de ferro estanbado.
Ditos com vlvula para lavatorios-
Ditos de madeira para compras.
Apparelbos para jardins.
Guardas-comidas.
Tampas pera cobrir pratos.
Tarrachas para fazer parafusos de *9?rs.
Ditas dita ditos de madeira.
Trens para cozinha.
Temos de bandeijas finas.
Marca brilhante
O mais procorado.
Vende-se na ra do Imperador n. 29, arma.-2.tn
da bola amarella, em latas, por meaos n/rco do
qae em outra quaiquer .
Ao mata caspas
A ex'.racgao deste excedente tnico demonstra
que grande proveilo se tem tirado na cura com-
pleta das carpas, lostree conservacio dos cabellos:
a venda na roa do Imperador o. 71, Papelaria Pa-
risiense, pelo prego de la o frasco.
Emfim muitos ootros artigos, que
examinados.
SP
Correntes para arrastr madeira.
Cylindros americanos para pada.naa.
Pertenees avulsos para machinas.
Salitre refinado.
Breu snperior.
Moinbos de diversos (abricaotea par>
milho e caf.
Debulhad3res para milbo.
Aacite de speraiacete par siaekinaa
Gamas iie terro.
Bombas da Japy.
Ditas amerioaasr.
Cofres delira patonte.
Ganos de ferr* esmaltados.
Ditos de dito eanb*do.
Ditos de chaaao.
Ditos de borwb.
Folies para flrre s avista e neste oaMbalecimento poderlo sa
m
m
De 10 a 40 serras.
VAP0R
para mover as machinas.
Es casa nos importadores I Ra do Bum-Jesas n.
Siiaw Hawkes & G. | oulr'ora Obi.
ROUPA FEITA
NA
Ba do Crespo n. 20.
Tendo resolvido nao continuar a ter grande deposito de roupa feita, tfferece ao
respeitavel publico, e aos negociantes de fra, um grande soriimento, por precos oara-
lissimos para acabar.
Palitts sobrecasacos de panno fino de
125 a 30.$K)00.
Ditos saceos e refranqoeados de casimira
de cor de 50500 a 9-jlOOO.
Ditos, ditos e ditos de panno preto de 5$
a 125000.
Ditos, ditos e ditos de alpaca preta de
25300 a 55000.
Ditos, ditos e dito? de alpaca branca e
de cor a 25300.
Ditos, ditos e ditos de bramante de linho
a 25500.
Ditos, ditos e ditos de bramante pardo a
25500.
Calcas de caseraira de cor de 55500 a 95.
E outros muitos artigos por presos
Carneiro da Cunha.
Ditas ditas preta de 55500 a 94000.
Ditas de brim branco de linbo de 2J00t
a 45000.
Ditas de brim branco de algodc a.....
45200.
Ditas de brim de cor de 15600 a 35000.
Ditas de castor de 45000 a 2#>00.
Ditas de brim pardo de 15000 a 25500
Camisas de flanella, grandes a 5000.
Ditas de algodao, muito boas a 25000.
Ditas de linho muito boas a 35500.
Ceroulas de bramante a 15600.
Cobertas de chita a 45500.
Lencos de linho abaiuhados a k
baratissimo para acabar, oa loja de Goil
Especiaridade.
'orto o roelbor axdeseia
Vinlio do Porto o roelbor a\desejar, em hjrris
delO^eSd; vende-se no escr^lpiorio de Ssares
Primos, roa-do Vicario n. 17.
!
i WfflHTl
Alten;!
Vende -se borracha multo nova, chegada no al.
timo vapor a 3JO0O a lih/ra, oa CanbOa do Car
mo n. 3, taberna.
Libras sfrikas. ,
Vende-se oa *rmtem de fazendas de Angosto
y. de OAiveira & C, ra lo Commercio o. 48.
Rap Cearense
De superior qaalidade da fabrica de Vasconcel-
Ssdi Filho, deposito em Pernambuco, em casa dos
mi. Tasso Irmios & CU ra do Amorim n 37
Attetipao
No restauran' da Becada Junto a esla;o, ha
para vender 100 duzias de garrafas e botijas va-
sias, por commodo prec/>,
Vende-se a padaria hespanbola na esquina
de Santo Amaro das Satinas ao ir para a estrada
de Oiinda n. 6&, por seu dono querer retirar se
para Portugal; timbem so precisa de dou? aman-
sadores para a mesma.
LIQUIDACaO de fim de ando
AO 65
RA DO DUQUE DE CAXUS
(Outr'ora do Queimado)
estabelecimento acaba de receber um importante sortimento da diversas
fa-
zendas proprra para vestidos, sendo poupelinas de seda, sedas, laae, percales, ditas coa
barras proprias para babados, lindas carabraias crox, e em 6m urna infinidad* d'arti-
gos de moda, tudoVoprio para a festa, o que tudo vender por precos ioteirameote
razoaveis, em conseqoencia de estaaos prestes ao fim do saao, e fi 65 aio qoer ter
grande trabalho com osseo bataneo, preferindo tomar dinheiro a foseadas, coavida-te
portarrto ao respeitvel pabljco a virara sortirse na loja do 65 aoade;comprarao por pitr-
eos que nSoJobterao em
-------

quaiquer estabelecimento; em fim ver psra erar
0 6aii
DOE DE CAXIAS
'ora do Queimado)



Hhiin**^ i'mambae% Sexta i'eira J&- U Janeiro J 18#2

i

JJD9IIKATOIi LIQUIDADO
S? LIMITES
Nk
tBJft f AflMAZEM
FLIX PEREIBA DA SILVA & C
NA RA DA IMPERATRIZ N. 60-
8 a dinheiro vista
Os propriearos leste estabelecimenfo tendo grande necessidade do diminuir o in,
menso deposito que tem de faxendas e grande urgencia de apurarem dinheiro, tem re-
sollido fazer urna verdadeira liquidagao com grandes abatimentos bos presos de todoi
os seos arligos: para o que convidara ao respeitavel publico desta capital a vr sortr-s
pois loe garantem que era parte a'gura i podero encontrar t5o grande sctimettoe mdf
mo nlo comprarao pelos presos que se liies pode vender na loja de PavSo; porra ad
virtindo-se que so se verte a dinheiro vista. Os mesaros propriearos deste estabe
tecimento mgata a todos os seus devedorea desta pra?i o favor de viretn saldar seos d-
bitos, e todos aquelles que estiverem devendo contas antigs e o nio fizerem terSo d<
er eocommodados judicialmente.
.,5)si tahas bxr*io de Pavo.o
Alsaciaaas cora lis las listres de seda a '
Loja do Pavo
SAJAS BRANCAS BARATAS
a 25S00 e 30000.
O Pavao vende cortes de b3a fazend.
braaca cora bonitas barras de pregas, pele
baratsimo preco de 20300 e 3)5000 cad
ulna, graede pecbiocba n ra da Impera
triz n. 60, loja do Pavio.
MODERNAS BAttEGES COM LISTRAS DE
SEDA E FRANJA AO LADO,
a 800 rs o covado.
Ch^goa para a loja do Pava>, ra di
Iraperatriz n. 60, uoi elegante sortimettlc
das mais lindas bareges modernas e tende
ao !ido bonitas listras asselinadas e franja:
para os enfeites, as qnaes se veoi'.em pele
baratsimo preco de 800 rs. o covado, por
haver um grande sortmento desta nova fa-
zenda ; assim como delicadsimas baregei
com lindas listras de seda, sendo fazenda de
rauita phanlasa a 640 rs. grande pechia
cha, no armazem do Pavao.
Fazeutla para luto.
O Pavo tem um grande soriimento d
fazeadas pretas para luto, como sejam:
Merino preto com 6 palmos do largor;
para vestidos a 2#000 e 20500 o covado
Merinos pretos e de cord3o para todoi
os precos e difi'erentes qualidades.
Bombssinbas p3ra todos os presos.
C3ntoes e alpacas preta3. L3asinhas pre
tas ou cassas de aa de 360 al 500 rs. t
covado.
Cassas pretas francezas e inglezas de to
das as qualidades.
Chitas pretas francezas e inglezas de 20(
rs. para cima.
Cr^pe preto para veos.
CASEMIRAS PARA CALCAS A 40, 50, 60.
70 E 80'jOO.
O Pavo tem om granito sortmento de
cortes de casemiras de cores para calcas:
sendo os mais modernos que tem vindo ae
mercado e vende-se da 40 al 100000 e
corte, ditas em pegas francezas e Dgleza
para caigas, patols e colletes que vende de
l'800 5i 600*30 o covado, ditas escuras
prova d'agoa que vende a S0 o corle ou ;
30 o.covado, sondo estas casemiras moitc
proprias para meninos de escola por seren
escuras e de tapila duracao.
NO VOS VESTIDOS A 30000.
O Pavo tem lindos cortes de venido di
linissias cambraias com bonito1 bordador
de cores o am'jem 'odas bordados braper.
que vende peio baratissimo prego de 50O(
cada corta, grande pechincba.
PANNOS DE CROCH PARA CADERAS I
SOPHS.
O Pav3o tem om grande fortnenlo d<
pannos de croch proprios para encost di
cadeiras e da sphs, assim como um rict
sortmento da tpeles de todos os tamaabo
proprios para salas.
MADAPOLlO BARATO A U, W300 E 50
O Pav3o tem pegas de madapolao com 2
jardas ou 20 varas que vende a 40 e 405OC
a pega, dito mpito fino e-largo d 60 par
cima, dito francez do melhor.qse tem vinde
ao mercado, a3sim como dito finissmoen
pega9 da 40 jardas.
Cortes de cfrltat.
a 10600, 20000 a 20800.
O Pavio tea cortes de chitas francezai
com 10 covado, que vende pelo baralo pre-
co de 10600 e 20000, ditas que vende s
160, 200 e 280r8- o covado, trmbem toa
um grande soriimento de ditas finas clarai
e escaras que vejide a 280 e 320 rs. o co
vado e Saissimas percales mindinhas propri-
as para camisas, vestidos 6 roopas para me
oinos que se;vende a 360 e 400 rs.
LENCOS BRANCOS.
O Pavao tem lengos branecs ab3ohaoi
que se venda a 20400 e 30. a duzia, dito
granos de mnrim sem ser abanhados a
30200 rs. a duzia; assim como bonitos len-
cos bordados para mos.
ROPAPARA HOMENS.
Sobrecasaco3 da panno preto fino send
moito bem feitcs de 120 al 4O0OU).
Palitos da panno preto fraques e sacc
de 80 al 120000.
Ditos do casemira de cor de 60 ate 120.
\ Ditos da alpaca preta fina do 40 a 60000.
Ditos de dita branca e ce cores 60000,
. Ditos de brim da linbo trancado i 60000.
Caigas de casemira preta de 60000 at
120000.
Ditas d brim branco de Itabo de 40000
at 80000.
Ditas de brim de linho d efir para todoi
os pregos e qualidades.
Camisas frsccezas e inglezas com pellos
d'algodSo de 10600 at 50, ean duzia ven
de-sa mais.barato.
Ditas da meia de 800 xs. pan cima.
Ceroclas de linbo e ilgodo, fraacezas e
ftita na trra.
'.' Coarinbos de papel, algcao e linhc
qae se veade rauito barato paia .liquidar.
Para noiva*.
O Pav^ tem rico gnrgaro de seda, bran-
co. Grosdenaple branco muito encorpado
Agraciannas brancas com listras de seda.
Poopelinas brancas de seda lisas e larra-
das. Sedas brancas, lavradas e lisa. Ca-
pailas com palma de flor de laranga con
ricos veos bordados, qae trido se vende mais
barato do qae em oatra qtialqner parte.
4 loja do Pavao acca-ee conitanlemecte abe?ta das 6 bora ia maobia zt ae 0
tu da noite, roa daigpesi :.. &>.
10000 o cavado.
Ditas liste com oilo brilhe a 10 o eevado
Allantas, fazenda de omito gosto toada
t-om sda a 720 rs. o covado.
Ditas cora qoadros de da e cores muito
delicadas a 640 ,
Poil de chvre, d'um s cor com muito
bruno a 500 rs. o covado.
Merinos escossezes fazenda de muito gosto
para vestidos burnus e roupas de memno
a 640 rs. o covado.
GargorSo muito boaito, leudo de todas
as cores a 400 rs. o covado.
LSastnhas modernas com diHerentes gos-
toa a 400 e 500 rs. o covado.
Ditas s a 280 e 320 rs. o covado.
8areges transparentes com differentes c-
rs a 160 rs. o covado.
Alpacas de cores lisas e lavradas fazenda
Se moito gosto a 500 e 800 rs. o covado.
Cassas eioPavao.
Cassas inglezas com bonitos gostos a 200
* O rs. o covado.
Ditas finissimas a 300 rs. o covado.
Ditas francezas de muita phanUsia a 400
i$. o covado.
Cortes de cassas com 7 varas fazenda
muito fina e bonita a 20500 e 30000.
Ditas d'organdv branco e de cores a
20500.
CORTES D'ORGANDY A 40000.
O Pavo tem cortes de organdy branco
com 8 1/2 varas que vende pelo barato pre-
50 de 40000, assim como finissimo organdy
branco com listrinhas e qoadrinhos o me-
tbor que tem vindo ao mercado e vende
pelo barato prego de 720 r?. a vara.
Poupenas de seda a 9.SOOO.
O Pavo tem um elegante sortmento de
poupelipas de s:da tanto lisas como lavra-
das as mais modernas qae tem vindo ao
mercado e vende a 20OO- o covado.'
CAMBRAIAS LARGAS A 800 RS. A VARA.
O Pav3) tem cimbraia branca transpa-
rente de boa qualidade, com 8 palmos de
largara, que apenas precisa 4 varas para
am vestido e venda a 800 rs. a vara, dita
fiuissima da Escossia tando a mesma largu-
ra, que vende a 10600.
CAMBRAIAS BRANCAS A 40000 E *05OO
O Pavo tem pegas de cambraia branca
transparentes com 8 1/2 varas que vende
pelo barato preco.de 4JOCO e 40500, ten-
do tambera muito finas de 50000 at
100000.
Ditis tapidas ou Victorias tendo de 30500
3 pega at a mais fina que ver ao mer-
cado.
4.rosieaapIes preto e de cures.
O Pavo lem um grande scitimeato de
grosdenapk-s e gurguro preto para' vestidos
tendo de 10600 o covado at ao mais su
perior qae costuma vir ao mercado, assim
como um grande sortmento de ditos de
todas as cores a branco e um bonito sorii-
mento de sellas branco e de cores que veo-
de por procos muito em coota.
CASAQUINHOS A 150,180 E 200000.
O Pavo tem um grande sortmento de
"icos casaquinbos de seda preta moito bem
-afeitados e modernos que vende a 150,
180 e 200000, sendo fazenda de muito
mais valor, assim como ricos chales pretos
bordados com franjas largas de retroz a
100 e 120000.
CORTINADOS PARA CAMAS E ANELLAS:
a 80, 100, 120 e ltJ#00.
O Pavao tem um grande sortitnepto de
:oriinados ricamente bordados, proprios
para camas e janellas que vende de 80 at
160000 o par.
Pagas de cambraia adamascada com 20
raras a 100000. crochet ricamente bordado
para cortinados a 10500 o metro. Assim como
ricos damascos com 6 e 8 palmos da largu-
ra proprios para colchas de camas e tam-
bem ricas colchas de damasco a imitado de
seda e ditas de crochet as mais lindas que
tem vindo ao mercado.
MSSELLXAS DE CORES A 400 RS. O
COVADO.
O Pavio tem ora bonito ortimento de
aiasseoas de cores, padroea inteiramente
aovos e cores fixas, que vende a 403 rs. o
covado. Ditas brancas muito fiaas a 400
500 rs. Metim branco da India muito fino
para vestidos e roopas de meoinos a 720 rs.
o covado. Crotones de cores moito encor-
dados para vestidos a 600 rs. o covado.
Metralhadoras!
Cbegcn para a loja do Pavio om magnifico sor-
iimento do cor;es de vestidos de cambraia com
babados branco^ e de core, deoMninado9 a me-
tralb^dora, sfndj esta fazenda a raais moderna e
de meinor |o:to qae lem vindo e?te anoo para a
festa: a.;im como receben tamben) um liado
joriioiDio de corts de cambraia com palmrobas
bordadas a laa, fazwda de malta pruMazie, e veo-
de-83 lado muito mas barato do qae ero oatra
qilqiv-r parte : na ra da I .operatnx a. 60, loja
cjtrmazem de Pereira da Silva & C
Popelinas de seda
A 106O)ri.
Ka loja do Pavio vende-se aro elegante aorti-
owto das melbores e mais modernas popelinas
tela, qae se liqaida pelo baralis.-iiro preco de
1|4M rs. o eovado, grande peeiBcrn : roa
. Imoaratriz n. 90, toja de Perairs da Silva k
LOJA Di
Ba da Imparatriz n. 40
Oi propriearos ddete bem coubecido", e acreditado ettabelecimento, reeolvtram
fszer urna hqoidaco das fzeodas eistentes, e pelo maior preco que poderem ober,
no engetando preco algem al o fim do anno ; portaoto previnem aorepertivel'pBblico,
para approvelar a occasilo de comprar bom e barato.
Lencos braneos rrrndes- Je esgoiJ) ja
abainhados"! 30200 a duzia..
Ditos ditos de algodo, e cora abainbado
largo e pintado.
Um ctWBpbto PoriimenU de roopa
ferias para h\.u.rns e meaiuos.
Casimiras pretas e de cores, pannos fiaos
azues e pretos.
Fu tos de cores para ve tdo, padroes
raitid+ohos a *t>0 rs. o covado.
Custumes de alpaca de cores entelados' Cunbraias brancas bordadas pira vesti-
da seda e ISi para menioos. ;dos a 80500 a peca.
Patols de a'paca de cores para bomens a ROpas feitas e offickna s alfaiate
30000. Urna grande quantidade de paliuts, calcas,
Capellas e veas para ooivas, ludo junto, colletes de pannos, casereiras e brins para
preco maito barato. t k1->s os preces.
I Camisas de lira,, ditas de meia, ditas de
Ditos adamascados para camas e janellas, lioho. Irancezss e ingl-zas, cdl2rinbos de
j reccriado.'. linho e de papel, soriimento de mantas e
(grvalas de sd preta e de cor, bonrnus e
Grande sortimeoto de bareges, lasintjas; ootr.s muras fazendas, Cirao sej ra:
e alpacas pretas e de cores, lavradas e lisas. Bramante de linh) e de algodo aioaha-
para pnc'S muito era centa. do trancado e adamascado, esguilo, meias
Grande variedaie de tb;tas de 240 at para horpens, tenboras e metimos roberto:
400 rs. o covado. res, colchas e ootras m>jitas fazendas que
Cassas da cores, e cambraias listadas para' ^c descrevemos par-a. annuocio se nao lor-
diversos precos. D.r enfadonho Ad.nhe.ro.
r I Pelo prego qae se vende o a diiihciro.
A ARTIGA FABRICA DE CHAPEOS DE SflL
DA
VID VA FALQUE
4Ra Prmeiro de Mar^o4
Acaba de receber pelo ultimo vapor mu esplendido aertimento de rbipo- de > -: f*a
japonrzi, Torra.-a do ;ia atol I0 cada om ; de alpaca, Torrados de fh an); a ~\ dvlraa,
iorradoi de itul 8 roearoado, a 4* ; para senhora', proprios ;iata o camp >, ai,.!>ut, m
^arra9 ilr c.es, a 230G; e um cooipltto sorlimeaio de cbapos com ealoj Je naiir^ sttu
alpaca, brim branco, amarello e pardo, de panno, com bastes de bjleia, a ti. Taab t Wa a
lindo fjruienio de beogalas ehieoies, os quaes vende por precos mais b.ratoa-d) i}tw niM
qualquer parte. Concena-se todo e qualquer cbapo ou bengala, e cobit-se as arrna-^i wJba,4l-
tuda a qualidade de hienda.
AO
Hua ca mperalriz i\
DE
& CARV
*c\t'( vio um processo'mais perfeito e que u-
's:a s tal forma a satisfazer as exigencias mais
ras da escripturai.lo.
A toa c6r Iindi3?raa e nao precisa de cuida-
c afC3i para se conservar do tiateiro empre
* a mesma cor, sea borra, crsa, bolor ou seca
AU -tas mazellas iDliereutes toas a tintas
; agora conhecidas, aiuda mesmo dos melbores
\*torR estrangeiros.
Sotrctado, este e^tlmavel producto nao ataca m
asas de ac, aGtes peki ecutrario, a peona
tqciM cm efraaite donrado que, sendo inleres-
ta'A, 9ss pn-.jmo.
Sta tinla, nao sendo especialmente ptra copiar,
' cecntudo duas, tres, ou cus opiae um ,mex
spois de escripia ; prf ciso, porm, deixar-lbe
,pi.pI bem moibado sem o enxugar coa o mata-
crrao, poroue nao ba o rii de borrar. Para se
Tirar mate de .&a cct, eso ge agglomeram. tan-
u folias quanr^s copias se querem tirar, mas
'ic-it sonso erigir! tiCDr uaa tantas paDtas
!**teejam, em aie oflgiual fiqut prejaaicado
(9'ti extracSe*.
Cccorre a^ai direr m, para copiar importa
tita inu.'Jllgeac'a ? ha^idade, *em e que ame-
acr tLta b&o satis/ras, e o deeo recae seaore
cirt a tinta, que maitas vexes quem meos
cpa lee
A c-jrte qnaidade desu iata extrmameos
pr nptorio baja ojal- do qu6 cma tima para os t-
roi misteres.
^BBcrnanto sna vniY'aie, nao ba a oppr
i^mtftvi dmida *oir o2.e *** tinta dooii de es-
cripia ofre o choque de acies fonissirnos, sem
se decompr; ora, se os ac.dt? no tem ae^ao so-
bre ella, muile menos a aeco d.i u dsirair; isto< plausivel.
Nao s ao commercb .o: es'.i raen producto
Teio ser ulil ; os professort u -? collefios, investi-
gando todos os meios para n adiatumento dos
seus discpulos, tem approv^i c e:ta linla, que
com razao a acbaram ap.a \':& deservolter o
gosto nos edocaodos, erntocse^usizia oabeleis
da cor e faeilidade de corn-r ti pequea pela sus
liquidei. Ha exemplos de crucQas que havia
muito tempo tmham urna riDUgna^xia extrema
para a e?cripta, logo que fe: acmittiia esta tinta
bo coiiegio, apoderon-so jea? a cnrioeMSOft e o
Iosto, e pooco topo depi.ii i sen adiaslamenlo
era manitesto.
Esta tinta, par de tantas vctapecs, tsm uro
nico inconveniente, deterioraba ao contacto de
onfa qualquer; envm polsf-h em tinteiro
isentos do menor vislumbre de oatra tioia, e evi-
tar escrever com a penaa suja de niya preparaciic
difireme e incompaive!; verificando ato, nao ha
raiao para se usar de tima qr.e nao seja.a VIO-
LETA EXTRA-FINA DE MoNTEIRO.
Observado.
Diversas alsificacoes e seui-lhancas ten appa-
recido, cuja durabilidade duvioosa. Os Srs.
compradores podem evitar o eLgaco IrigiEdo-se
casas circumspectaa,,.e pci'ui. n'xu qca ea
fabrico
i. C. IfiMiro.
TA ATTENCAD
Na loja, de A- P. de Souza Soares n rna do Barao da
Victoria it. 28, ouir'ora ra Nova
Grande redaceS era precos de miudezas, perfomaria, caadtirds a gaz e objeclos
de, porcelana :
Rico a ccroplelo scrmento de objectos de porcelan?, endo jarras, pslilsiro?,
vazos, santos, figuras e caxorros, candieiros a gaz o qoe ba de rrelbor, iaruparina?,
chaminei3, globos, e meias para senhora e para bomens, franjas, bicos e rendas de
blond, entremeios e babados, ricos enfeites de blond e fljres para cabeca, j-icos al-
bno8 para retractes, adereces pretos e de cores e grande sortimenio de miudezas qoe
se vendem por demiaeto preco.
i Ddiil de cartees de liaba prMa e
branca a.......
Trar.3p3reates com paisagens para
janellas. ..,....,.
Ricos leqr.es de oso a .
dem idem de sndalo ....
Per;as de franja de seda modercasa
dem idim a .
8ongalas de /anD. junco, a .
Caixas de papel amisade a .
Quadros com santos a .
Pecas detrHrs de'res-oVliO a
Pares de brincos do fantasa fi 60 a
'J4JJJ Caia de linUai de marca a .
34003 iw,n Mw >
'i&iOQ'.lUm dem ds deivnoreos .
liJOOO Doziaada pessas de tarroga,: de (a-
7(0 rac5l a ........
320 dem idem dem lizas .
400!Gro de botSea de osso paw
2#00 calca a....... .
iW Carretel de -firb;dei 00 jardee
90
?.80
coa
09
400
200
240
400
Abte adaras para colete'e *.
Elrtratts, leo, barba, saborwte, agua kabaega, dita 'flflfMe, e graedeisftrajnto
i'e todo por presos resuttdoei _
N. 28 Ra do'mlth Vttttelfc 28
Cofres de ferro de M!nor9 e ooiros
iTioUyaS para copiar cartas.
Balanzas de pesar, dIBaM( Roaaoaa
Tachas de ferro. f8laohldo..
Arado3 Americanos
llTEucS para agricultura.
Carrinhos demao.
Machinas a Vapor
JfiaCnmaS Q descarocar algodao, de 10 al 40 setas.
rao Q6 IQrrO galanteadas para cobrir a
Estos artigos ven 'em-se em
casa dos importadores.
Shaw, Hawkbs & C,
R. 4 RA DO BOM reSS.
(otr'ora ra DA CttZ }
NICA LEG1
CEEVEJA DA BAVIERA
MARCA BANDEIRA
Nos armazens de Tasso rmeos & C.
A FLOR DE URO
g N. 24 A-Eua larga do Rosario-N. 24 A
BEUAMIf & IRUflO
Sempre viva uo cumprimeoto de seas deveres, sail-la a seus innmeros trtj\M-
zes pela entrada 4o novo anno de 1872, e de coracao de.eja, a todos, bem boa sow.k
de contos de ri3, afim de que jamis esquecam o jardim das joias qut exile a r.\-
larga do Rosario n. 24 A, onde com muito poico dinbeiro organam nm boaito raa-.
Ihete que nao expargindo perfume cao deixa com ludo de ser de subido vs
lor, e mil vtxes preferido as flores vegelaes que pardeado o odor murebsm e 4ei>-
parecem. Anuo novas, nova cousis ; portaoto respeitaveis 1,'itcras visitai o eslatotl.
ment que encontrareis urna variedade tal quo com certeza daris por km emires* ]
o tempo precioso passsado na FLOR DE OURO que
Emmodiciiade de prepos sem igual
Lindas voltinhas de onro 8 8000, lunetas com caixa de midrpperela cera >r
gosto para senhora a 10/COO, pares de brinco de pbantasia a 8 e l*tiOD, raekx U>
reges a 16f rozetinba de diversos modellos aiiie 6, e 8*000 o par, paieatotaht t*
ccraia 7, atacadores de dito para creanca com bolliuhas e diversos ecf.iU's de cor*.
a 204000, valiinhas de coral com cruz de ouro a BfOOO, brlnquinbos de crral a 3 f
4000, flg>s a if, lindos anneis de bonitas e beas pedras a a/ e 4, ditos de ptdra
finas 6*000, crozes de diversos gostos a 3, 4* e Si, ditos de esmeralda, parola*
xnbins a 124, 14i, e 16*000, cacoletas com inscripedes e sem ellas a o*, C* e *,ir
lindas veliunas de prata para as modernas pulceiras de lita a 1*.
Aos apreciadores da moda
E' {rnente na Flor de Ouro que se vende joias modernas por poucodlMr
como sejam : gum>ic5es ecm tres baldes para abertura a 4*, pares As ditos a da if
ferentea gostos a S*, dilos a 3*, ditos de colerinhos a 1*900 o par lites para pueb-
* cadeias muito chiques a 20*,. ditas a 6*500 a oilava, penciaezde praia d.uarata'
a 4*, 4*OO e S*, medalbdes para caderas a 12*, raeda'lns cora |e-j-a.- al
do um grande soriimento de obras de brilbanles, brincos, bracelete.
i' r-' completo, meios ditos de pedras finas e coral, medalbdes, voMae e iracceHn,
ssM'aDMiD con letras e de diversos modelos, oculo?, peacinet -4e auto, alopos ds our
fk prata deurado e de afamados fabricantes, assim como grande softimeou de cbaas de
?J prata do Porto, tanto para o servio domestico, como para'lgreja?, e gariarad! m
tudo le.
A .Flor de Ouro contina a esta* absrtft at as
8 hopas da noute *jl
I
L n*B I
m


- /
.


Diario de FernamDuco Sexta eia 19 m Janeiroro dtV'^&S'
JMSPRUDENCt A.


ftcfu iu jiiillekirl.
Frcle a noore !''i quo consagra o gran
de principio da liberdad^ desappi-rece e^sa
odiosa distineco Wp^jl3- e estren;; ;
ios, que o gran (M-ra i^ios lo eecu'o
tendera c^da > /. mus a apigir inieira
to. O hospede qoe v:er offerecr-nos o :u
trabalho, de une tanto carecemos, eoeontn-
r na nossa legislaQSo nina protecgo Igoal
agella que cobre a nos-a propria iibod !-l -
Louvores, pois, ao sabio ministro que ii
lastrou su notne promevendo a adopgii a
de taes prncipos. Qiaado nm pai adop-
ta tal legislarlo, decididamente progride.
Ardua era, entretanto, a tarefa da reforma.
C'.impria g rjQ'ir a segoranja iniivid ial
sem tirar nenhua dos elementos da ordena
publica. Era misl'r fazer respei.ar aacgo
da le sem invadir a liberdade do y ladfi,>.
Oidora sem despotismo, liberdade sem
aotrebla, eis o importante e delicado pro
biemj que co.viubi resolver.
Aquellos qae uli ignorara a grande in-
taencii que no no-so systema leera as le-
do processo sobre to gravas a.sumpt')8, e
qoo duTicil barmuaisa-las, dar-se-ho, de
certo, por satsftfitos para a posi aciii !
cOm a nova Iti. ;< mvnos que. cegos por
un optimismo ideal, se til) parean em vas
..lisUacgoas.
Quauto ao habeos-cor pus, anov reforma
consagra principios do ai dar alcance
At aqui s o brasileiro poda requer.'
nrai ordem de habeas-corpus ; d'ora em
diaols o es.rangeiro gozar do igual van-
lagett.
Al agora era eontroverso, aiada porani-
os tribunaes, e o hibeas corpas polia ser
concedido acuelle qoe, sem ter soffrid<
on'trangimeaio corporal, entretanto eslava
delle uneacado, ledo havido apenas raras
decisbes pela afli.mativa.
Agora ponto i mado em lei que a si b-
pies ameega dj onstrangimento pode d.-r
lugar a esta ordena da protaega*). N5o im-
porta que a aito-idade, qic determinar o
constraogimento seja policial, judical oo
administrativa; a protecgo da lei con'r.i
todos us abusos, vauuana elles da quem vi:-.
Tambera se expede o habeas-corpus em
favor daa recrutados, antes de alistado*
como pravas
E ti inriovago de grande alcance, e
cooeedemeius ao hitnera injustamente re-
crutado de recuperar a sua liberdade.
DSi.- a nova lei que, quando fr evi-
dente a hlegalidade do contrigimcntc, o
jui do habeat corpas poder ordenarim-
raudiatamente a cessaco de-se cuastran*!
ment, mediante cauco.
Aindamis. Quando o juiz que conce-
der o habeas-corpus reconhecer que a au-
loridade que decretoo o constrangimemo
ilegal, abusoa lacio flagrante da lei, dever aquella ju:,
seguudo sua competencia, prorauver a res
ponsabilidade da autoriJade que abusou,
Urnaodo-a effediva, ordenando a ou req i-
s:taiido-a.
O paciente expresamente tem d reito de
y idir justa rademnisacio peh violado da
Ma liberdade, e .'e receber costas em tres
dobio da autcrida-le que illegalmente o
a.nst;;>ogeu.
A nova reotma nao considera constraa
gimenio llega1, e nao eslabelece como caso
de hab:as-crpus a prisao determnala em
virtude de pronuncia oo sentenga de auto
ndade competente, qaaesquer que sejam as
artruigoos a qoe taes actos sejam sujeitcs.
Xegida a i rdtm de habeas-corpus ou de
soltura pela antoridade inferior, pode de
novo ?er requerida auloridade superior.
A [ilena conces-o de habeas-corpus nao
i ) termo uem erabarafo a qualquer pro-
ou procediaenlo judicial.
A reforma estatu a multa de 405 a 100,?,
i das penas establecidas no cdigo cri-
minal, contra o carcereiro, detentor,-es;ri-
lo oo olQcial dojuio que de qualquer rao-
nbaree, demore on diflkulte a exae-
d cSo de urna ordem de habeas-corpus, a
conduelo oa apresenlaco do paciente, ou
a sua soltura.
A competencia para decidir sobre as pri-
s s fcitas por ordem das autoridades judi
cs iimiti-se nicamente pela superiorida-
de do grao na ordem di jorisdiccSo jodi-
ciarla.
Sibre cm ponto muilo importante poda
o fegislador ter demorado a sua atienco.
Pode dar-se urna pronuncia pur fados
iaoocentes, ou oio classibcados pela ki
como criminosos, e-d'abi resultar a prisSo
do aecusado. N3o parece justo qoe o sim-
ples fado da fojnula de urna pronuncia ou
santeica prive o paciente de um recurso tao
!Oipor;anie para a sua preciosa liberdade.
Verda Je que a lei estabeleceo os re-
cursos das pronuncias com mais seguras
garautias defacilidadee promptidlo. Porm
a lei nj na de reger t- na capital do impe
rio e as cidades mais adiaotadas em civili-
sago ; nos pontos mais remotos do inte
rior possivel um bomem ser processado
h pronunciado sem disso ter o menor co-
nhecimento nem poder tomar precaocoes a
favor ua sua liberdade, como pie aconte-
cer com os processos clandestinos, qoe po-
dem servir de meio a muitas persegu-
gSla.
Assim a nova refoHna condemooo, e nao
coasente qoe prosiga, a jurisprudencia dos
nossos tribunaes, que ate agora leern conce
liido ordem de habeas-corpus a pacientes
iPegalmente pronunciados, oo porque o
facto nao criminoso, ou porque outra deva
ser a sua elassifie icjSo.
Passamos agora a examinar a reforma
quinto prislo preventiva, faculdade esta
da maior importancia, e em qoe compria
tragar limites deflnidos ao arbitrio do joiz,
porq ie do abn3o de tal medida podem pro-
uros maiores ataqo.es contra a liberdade
individual.
Tres questSes importa resolver qaando
se trata de manter a ordem e proteger a
liberdade, quando se tem em vista empre-
ar a prisSo preventiva: caso, modo e
drselo.
Se preciso que a lei flie os casos em
qu pode dar-se a prisSo preventiva para
que o arbitrio seja menos fatal; se ur-
gente estabelecer o modo de" osar delle
como obstculo a muitos abusos, absolu-
tamente indispensavel que ella se nao pro-
longue indefinidamente para obstar ao maior
de todos elles.
E' sabido que as delongas da prisio pre-
ventiva provm ou da organizo defeituosa
da jostica, ou de vicios dos tribunaes, ou,
finalmente, de praticas errneas e abusi-
vas.
A nova lai estjueiece qu um individoo,
em vetde ir para a or-
sao, s ji condolido i presenta da antorida-
de do lugar, e na Mti desia, a que ficar
ais pci>xtmi, pera u que slio competentes
os ebefes de polica, os juies de direito e
seos sub.litutos, os joizea muoicipaes e
seos aabstitutos, os joiws de paz, os dele-
e subdelegados de polica.
Se a prisSo bonver sido ordenada pjr
ooitraveSo s postur.as di cmaras inuni-
ipaes, ou por dimes a qae nj esteja im-
i- >sta psna maior que mulla de I00f>, pri-
sao, degredo ou desierto 'at seis m^zas
c un multa cjr.esponeoLe metade do
i upo ou sem el a, e fes metes de casa
Jo correcro oa nis officiaas p.iblicas, pie
auto de que falla o art l.'li do cdigo
dj processo criminal ser feito peh ia'pec-
fbr do quartjir5o, official de justica oo
commandante da forca qoe effectuar a pri-
slij; e qualquer destes (Je por o reo em
iiberd.de, salvo se este for vagabundo, ou
nao tiver domicilio cerlo.
No caso de ser solt, ser o reo no iu .s-
mo acto intimado para, dentro de um prazo
marcado, se apresentar aolondade judi-
ciaria a qoem for reinetliJo o referido aulo,
sob pena de ser processado sua revelia.
E.slas med da3, a is dictadas pelas mais
l'jstia inteneos, de- m trazar na pratica s
ios inconvenientes; basta leflectir que ues-
tes cisos o iuspector de juarteiiSo, o com-
mand-rnto da forca que eff.etoou a prisS), e
al o proprio oli;ial de juUiCJ fleam reves-
t ios de competencia para decidir se o fado
nporla c intravenoso s posturas, oa crime
punido cim algaina das referidas penas, ou
se o preso e vagabundo e nso tem domicilio
certo.
Alm dos casos de flagrante dolido, tara-
bom d.lo cansa p isla preventiva os cri-
mos inalTiin?ave!s, nao sendo anda d-cor-
riJo um aano depji do perpe'.rada o cri-
me.
Pira se dir a prisao preventiva, o promo-
tor ou qucni suas vezes Wi,\\ pu a parte
jaeix s,podeu ieuerer, e a autorilade
policial p le representr a convenienaia da
orio preventiva do roo, a miando-so em
trovas de q:e resuliem adieos vehementes
de culpajilidade.
Esa prova deve consistir em conBssSo do
reo, dj.'umento ou declaracSo Je doas les-
temnnbas. Ex-aminando a prova. e reco-
abecendo a procedencia dis indicios e a
conveniencia da prisa a autondade jodi-
.iirii competente para aformacSoda culpa
a o;donar por desoaciao, miniado, com
itunicafo telegrapbica, avisa geral na im-
prenta, ou outro meio de requisito. Porm
o joiz foraudor da calpa poder timbem
ordenar oa requisitir a prisa) d. reo, sem
requerimejto di parte, nem representaco
de au'.oridide policial, urna vez qua tenua
colligiJO a referida prova, de que resullem
vehementes adicioa de culpabilidade.
Deste modo a nova reforma cortn mui-
u.'s abusos, limitou a priso preventiva ao
caso da crime miGangavel, exigi base ju-
rdica para a detenga.', edeterminou que so
o juiz form idor da culpa a pudesse oruenar.
Nao ba davida que a nova iei, nesut par-
ij, attingio o grande desidertum, a garan-
ta real e eflicaz' da liberdade individual ;
nioguem pode ser preso seno nos precisos
casos e termos que ella autorisa, e quando
soberanamente o exige a seguraaga pub ica.
Aiada estabelece outra3 providencias bt-
QcBeas.
O mandado de pris3o passado em du-
plicata, daodo-se logo ao reo um exemplar,
em que se declara o dia, bora e lugar em
que tiver sido preso, eqoivaleodo nota
coastitucional, e passando o preso recibo
no outro exemplar, no qual lambera o car-
cereiro declarar o dia e bora em que o re-
cebao. Es e mandado s pJe str expedi-
do pelo joiz formador da culpa, ou sua
requisigo.
Einda, portanto, o venme de esperar o
preso tongas horas para saber o motivo da
-ua priso, e o aanso de se alterar a data
desta, obrigando o reo a demorar a interpo-
sigan dos seos recursos lagaes e meios de
djfesa.
Agora acara inmediatamente liquido o
lugar e data da priso, o que muitas ^ezes
tem sido duvidoso, e produzido inconvenien-
tes, erres e injustigas.
Dispe a nova reforma q e o juiz de paz
e a auloridade policial possam ordenar a
prisSo dos culpados em crime inafiangavel,
quando encontrados, e for notoria a ex e-
digo de ordem regular de captura, deven-
do o preso ser levado immedUlauento
presenga da auloridade judiciaria.
A pratica mostrar se esta medida boa
ou m. A noturieJade da exoedigo da
ordem de priro sujeita a duvila, e pode
envolver qaesles que fagam a antoridade
pratijar nma violencia, ou que Ihe embara-
cem a aego.
Vira a apreciagSo de boatos e noticias, do
que so chama voz publica, que sujeito a
engaos; vira a melindrosa quesio de
idenlidade e i.ulras, cunforme as varias hy-
potbeses, o que p.le tornar essa medida
inexequivel ou fatal.
Tambem manda a nova reforma que o
preso nao possa ser conduzido com ferros,
algemas ou c< rda?, salvo ncessidade extre-
ma de seguranga, que o conductor obri-
gado a justificar. Na falla de jusiificagao
sat sfadoria soffrer o conductor penas le-
gaes, e pagar a multa de -10fJ a 50;5, im-
posta pela auloridade a qoem oreo fr apo-
sentado.
Era tempo, em verdade, de por termo a
to degradante espectculo, que os raneares
e prepotencias locaes ebegavam a infligir a
respeitaveis cidados, assim equiparados a
facinoras I
No seguinte artigo passaremos a oceupar-
nos das flangas.
VI.
Escreveremos agora acerca da formago
da culpa e do processo ordinario, desde os
termos essenciaes para o conbecimento do
crime e do criminoso al o acto do julga-
mento e recursos.
Na maneira de investigar, colligir provas,
descobrir a existencia do celido e quem o
pralicoo, introduzio a nova reforma innova-
ges, coja importancia se nao pode pdr em
davida, porque affedam a base do procedi-
mento criminal.
Cbamam em primeiro lugar a nossa alten-
gao o procedimenio officiai, o corpj de de-
licio, a queixa e a denuncia.
Esavam ba maito tempo abolidas entre
nos as deyassas geraes ou peridicas, que
em o otros tempos se davam al por enmes
incertos, e que sempre foram consideradas
violencias do despotismo, em que a iaveja,
a calumnia e a vinganga encontravam farlo
alimento.
A nova reforma prescreve o ioqaento po-
licial em to largas proporges, que talvez
o novo inqnarito equivale anliga devassa,
se que a nio excede.
. Aboli a nova 1ei o procadimento officiai,
ordenando qie os processos comecem por
qoeixa ou denuncia da parte offendida, ou
do promotor publico e s por excepgo tem
logar o procedimenlo ex^Mdo nos casos
de florante delicto, iecria palciaes, de
fados de reapansabilidade.-ou quaido o
promotor publico ou seo adjunto na derem
qaeixa ou denuncia nos pra.oi marcados.
Eatrctaoto, antes da forms'fSo da colpa
pode instaorar-se oulro procedo, que tem
p nome especi.l de inqaerito policial, e qae
conlm todas as diligocias necessarias para
o descobrimento do fado criminoso, suas
circumitancias, autores e cmplices.
E' este iaquerito polica', reduzido intei-
ramente a escriplo, e contm corpo de de
licto, descripga da bcahdade em qae o
facto se deo, auto de invesigago e appre-
laeoso dos instrumentos do cime e outros
objectos, inte rogatorio do delinquente, per-
guntas s pessoas inliciadas eao offend do,
declarag5es juradas das pjssoas ou o.collas
que conduziram o pres', e das pessoas que
presenciaram o facto ou delle sabem, bas-
cas, c e em geral di a lei todo o qae
fr til para esclarecer o fado e circum
stancias. Este inqujrito comaele aos
ebefes, delegados e subde.egddos de polica;
deve coocluir-se en ciaco dias, se o in'i-
ciado esliv.r preso; e e-te assisti. podeu-
io iiupu^nar os depoimantOJ das testomi
abas.
Qaanda o indiciado estiverafingido, ser
admiltido as termas do iaquerito, e a im-
pugnar os deporaentS, se o requerer.
nnd) se tratar di crime em qae nio
tenb logar a h;;~) paialici, o ioqoento se.
entregue parte interessa -a.
Na inqaerito polici I observar-se-blo u
disposiebes q ie regola n o processo di for-
mago da colpa, na parle eai que Ih: forem
applli:aveis.
Con ilaido o iojae'io, > autoridiie po-
licial recapiuilanlo o qni hoaver colligido
e indicando as estemunbis mai< ido:;eas,
que no h niver iuqairido, mandar rjoat
le h ao juiz de direitj n s comarca o caes e ao juiz. maniciod as comarcis
gera-s.
Logo qae qaaiqusr de:tes j-iizes receba
o pruces:o do inqaerito verilicar se nelle
ba c ime iuafiangivel, e fundamenta para a
prisa j preventiva de alguem, a qual deve
logo ordenar ou requisitar, renaciendo em
seguida o processo ao promotor publico
para'que de queixa uu d:nai.-ia, designan-
do a> mesmo tmipo o sobsttaio oa snp-
p'ieute qae o deve instaura", caso 3 alllaen-
cia do trabalho Ib'o na permita fazer.
Ainda depois de iniciada a cu'pa, pie
a auiandade pol.cial fazji aquella iaqusrito.
N3o obstante ha ver urna auloridade ini-
ciado o inqaerito, pode a auto idade judi-
ciaria requisitar novas informaces e ddi-
geaciasde outra auto; da le quaiqOer, a>sim
como pote qualquer auloridade ex-offido,
colner esc.arecimentos e provas, embora o
iaquerito j esteja comegado ou concluido
por oulra auloridade.
Segundo a nova reforma qua quer ciiefe,
delegado oa subielegado de polica, acujo
conbe.imenlo venta a a noticia de um crian
commum, pode abrir aquella iaquerito com
perguntas, corpo de del.cto.examj, bascas,
apjrehnsoes, inqairigojs de tcstemaribis
jurada., interrogatorio e toda as mais dili-
gencias que jalgar utei-.
Nao preciso ser especialmeats versado
em cousas de foro, nem ter um extenso
conhecimento dos abusos que se pralicajm,
principalmente no interior das proviacias,
para reconhecer logo primeara leitura de
taes disposigbes, que a nova lei permitte
urna devassa mais vexatoria e perigosa, e
muilo mais frtil em violencias do que as
amigas devassas. ,
Muiu> se deve por certo permktir para
que os criminosos oo flquem impunes; mas
muilo importa tambem evitar os abasos e
ve*araes com que, sob pretexto de invest-
gagoesse pode tirar a um indvidno, e a
urna familia o socego, e at a repatago a
que tem direito.
A lei ten por objeclo a protecgo dos
direitos do cidado ; e seria contra loda a
boa razo que a invesigago doa delictos
e seus autores jroduisse urna somma
maior de vexames do que o proprio'crime.
Com disposiges to largas a eate res-
peto, a nova lei ira veste a auloridade poli-
cial, seoo com o poder de prender, pro-
nunciar e condemnar, ao menos a faculdade
de abrir urna devassa contra qam muilo
bem quizer.. embora seja a pessoa mais pa-
cihea do mu .i.l i. sem dar a razio do seu
acto, pdenlo assim trazer inquieta e sobre-
saltada toda a populago que estiver de-
baixo de sua jurislicgo.
O bomem modelo, j quando se entrega
ao seu honroso trabalho, j quando delle
repoosa no seo da sua familia, nao pode
ter a menor certeza de qoe a essa mesma
bora, em cima das mesas da polica se nao
esteja lavrando um processo, e inqnirindo
estemunbas sobre qualquer acto de sua
vida privada, donde urna autoridade desaf-
feda possa tirar pretexto para urna violen-
cia, um vexame, urna dilfamago.
Qaalquer pessoa mal intencionada achara
fcilmente meio de fazer ebegar urna noti-
cia falsa, urna calumnia Alba s de odiosa
vingang.aos ouvidos de orna auloridade
policial, que ag .ra Sea armada do poder de
aeceitar, dar-lne vulio e abrir logo um ri-
goroso inqaerito, perscrutanJo o mais inti-
mo da vida, o mais recndito da familia da
vict.ma, sem que esta saiba qoem originoo
seas dissa dissabores, trabalbos, despezas
e humilhagQes, sem mesmo poder invocar
contra o seo vil aggressor lei qae lbe ga-
ranta urna justa repara.o.
Pode at a propria antoridade, no3 luga-
res mais remotos de urna acgo central, in-
ventar um pretexto a todo esse apparato
de justiga para satisfacer um r.sentment
pessoal I
Qoem ha abi que tenha 1 geiro conheci-
mento do que se tem passado, ainda em
lugares bastante centraos, que nao preveja
desde j, e com toda a certeza, os enormes
abusos a que sem davida algama dar la-
gar urna arma to terrivel, e confiada lanas
vezes a mos... ineiperientes ? !
Qoi7esse Deus qae em taes previsoes a
illasio fo-se possivel) Mas nossa firme
conviego que taes disposiges conslituem
erro to grave, que dentro em pouco a pra-
tica o far reconhecer e remediar.
Por outro lado, comegada a formago da
culpa, e affecto o conhecimento do facto a
urna autoridade judiciaria, nao vemos con-
veniencia em que orna ou mais autoridades
policiaes procedJo ex-oj^dQ a actos qoe per-
tencem ao inquero, sem requisigo al-
gnma.
Manda a nova lei qae o reo assista a esses
actos de investigaclo. Tambem nos pare
ce claramente vzate ro forgar o ind ciado,
ja sujei.o a processo, a responder parante
dous ou anis juizes pelo mesmo fado, em-
bora as funeges desses juizes sejam di-
vr-as.
Daq i deriva oolro u gran le mal, o de
acabar a lei com a limiacSo do numero d3s
testemonbas, po lera Jo asam o accusado ser
atormentado com urna nqaingo sem tim.
Dizem os me-tres que bem dilfareol: o
encargo de indg;rcrimese colligir indicios,
la de avaliar indicios e probas; mas todos
pem em relevo a graviriado do primeiro,
porque delle resalta nada menos que a pre-
vengan mais oa menos exacta.
Comprehendea a ora reforma que o
juiz deve ser arbitro imparcial e nunca par-
te ; e'portanto tiroa-'ha a iniciativa do pro-
cesso criminal, qae cabe ao accasador of-
Qcial, tirando lbe tambam os actos de ins-
truego.
E' um grande baneficio. Siria completo
se nodsse autorilada policial lamanho
arbitrio uo oqj rito, bem semelbanU, alias,
ao processo da formago de culpa que,
como este, tem testemunbas juradas, con-
lestago do reo, in.errogatorio, etc., ele
D'ora avante, eoa caso de flagrante delic-
io, obteodo o reo Banca, ser a qaeixa oo
denun&a apreseatada dmtro de trinta dias,
contados da perpelrago do delicio. Eran-
do preso o reo, deve a q jeixa ni denuncia
ser offereciia em ciaco dias'. Na estando
preso, nem aasgado, corre pna o mes-
mo elI:ito o prazo de ciaco dias, desde a
data e.n que o promotor publico rec;bsr os
H-clirecimeutoi e provas do ciim.', ou em
queesle.se t m:r notorio. O promotor
publico promover os termo a e recursos na
formicSo da col a, q linio so iretir dj cii
!ue em qle n' ag',o uubl.ca, OJibora o
urecasso seja promovido por acousador par-
licaiar.
Nada bi qae ;e!isurr nestas d sposigOes,
que sao complementare i, e de utiiade in
tuitiva. S o criaae per.uraa-a ordem pu-
blica, en qoe ass;nta a lioerdade, de no-
toria conven etacia que o acousador ollicia!
fuoccione nos processos embora promovi-
dos p-i.1 smples particular.
Sao o iviu os abusos a qae daria lagar
urna pratica c ntraria.
Por isso, tambem dispe a nova refor-
ma que, quando o adjunto apresentar qaei-
xa ou denuncia, o p'romutor publico a possa
addioionar, como entender mais acertado, e
proseguir nos termos da formago da
culpa.
Cousorvou, porm, a nova lei urna dspo-
sigo da anliga lagislacHo, que veda va a.>
juiz aeceitar a queixa oa denuacia, qie n'
reunissem os requisitos legaes, salvo o re-
curso voluntario da parte.
Nada temos a objectar a estas disposiges
qoe antes testemnnho a pruden;ia do le-
gislador.
L1TOMTURA.
Os cantos de rliaa ()
1
Alva estrella, diamante luminoso
Da crepuscu'o frooie Irradiando.
Po'que leu puro olnar fitas no valle '
O estrepito dn dia
Cessoo ; os venios Je doraair comegim :
Oove-se apenas da torrente o echo :
As vagas beijam impidas a rocha :
E o turbulento insecto,
Da flor em derredor, colha perfumes,
E borboriaha no ar silencioso.
Que vs no vare, estrella sciatiliante "?
Mas descambas do horisoote margena;
Para acolher-te abren o seo as ondas,
E di co te delisas,
as aguas mergulnando a argntea coma.
II
Astro silencioso, que desmaias,
Adeus O bardo ago*a se Ilumina
Do imaginoso engenho chamma rlente.
Ei-la 1 derrete da velhice os gelos
E aclara as sombras dos hroes antigos
Em torno de seu ebefe, o nobre Fiogal.
Abi vejo ergoer-se os meus rivaes, os bardos
O magestoso Ryno. Ullin sagrado,
Alpino barmoiioso
E a terna, a melancbolica Minnna.
Ob 1 j nao voltam mais, lei do tempo,
Das qoe foram, dias em que o zephyro
Da primavera ssmelbar soub^mos,
Quando doces marrauram na collina
Meneando com mima a fl> qae nasce !
Enlo do Selma nos festins saudosos
Do canto dispot a vamos o premio.
Eoi nessas festas que a gentil Mionooa,
Os olbos baixos, hmidos de praotos,
Que memoria brotavam do passado,
Gom voz melodiosa
Fez palpitar os ebefes qoe a esentavara.
Em triste endeixa nos contou a historia
Dos amores de Salgar e de Colma,
Qae sob a Ierra jazem
O ultimo dormir dormindo juntos.
Salgar, em vo. promessa Ihe fizera
De v Iver a sea lado ants da noute.
Mas a noute deseen : sobre a c llina
Colma, desamparada, se lamenta.
III
0 LAMENTO DE COLMA.
(Cntico de Minnna)
t Qae ne?ra noote I neste escuro oateiro
Eis-me s, confrangida pelo susto.
Cobrem o co as nnvens da procella,
Mogem os ventos da montanba em roda.
Oogo o escorrer das agoas pela rocha,
Sosinba, abandonada,
Nada rastreo que me d abrigo.
Astro da noote, loa, ergne-le ao menos,
Deixa do monte o verdenegro seio.
Eotretecei o co, alvas estrellas.
Benfico luar me leve ao pooso
Solitario, em qae o amante fatigado
Por ventora dascanse,
Arco no chao, rafeiros seus ao ledo.
c Ai 1 mesjuinha de mim I desamparada,
Aqui a noote passarei : reboam
Mas forte aina os vento3 e os regatos,
Oh! porque tardas, Salgar ? a torrente,
O alcantil, a arvore, te aecusara :
Eis-me aqai: onde ests ? responde, amigo.
() No ersa ou gaelico Selma (Bella Vista)
era o palacio de Fiogal, re de Morvea ;
Ullin qaer dizer irlaadez,- Colma, dama de
bellos cabellos; Salgar, cagador; Morar,
hemem de forga, e Carmor, bomem de
feigoes queimadas.
Em vo 1 qoe roe nao ouves,
Ou nao pos30 te oavir si me respondes.
O irmo, o pai, deixei por ti, fugi-os f
A gaerra desuni nossas familias,
Mis nossos coragoes, embora, se unem.
Cessai, t,rren'.es, serenai, ventos,
Deixai que o amado minha voz escute.
Salgar? ea, que te cbam\
Eu^ tui Colma qua t; espera : oh corre.
* Consola lora la, emom, despontas !
Bnlha no valle a onda : descerrados,
Cinzentos.das mantanhas vejo os lp s;
Mu onde esles, qae le n'.o wjo,'Salgar ?
Onde teas caes, das sargas escosidos ?
Ai de mim, desgragada !
De companhia nao terei o linioW.
tOb! co! que hei vistol as estivas prximas
Sangae..dous carpas..meo irm^omeuSalgar!
Marios seus ferros, roxeados Inda...
Cruel irmo, pirque lbe dste a morte 9
Salgar, porqae ao irmo a luz roubaste ?
F.us de miuha vida,
Porqa?, um ao oolro, vos corlastes mpios?
Maus cinticos, vaa por est33 basques
Era S;lgar io uteiru o mais formoso ;
E me! irmSa a dex ra smguinoia
Da morte em caaapo meio da batalhs.
Fallai, amigos, re^panlai-me a vozes.
Em vo! que para sempre
A liogua muda, o corago gelado.
* Sombran qoeridis, do alto dos rochados
(Assa hei dea temor para escolar vos>.
Dizei-me a grata onde pousaes agora.
Sao mulos! nem seqoar ougo urn suspiro
Dalles, no meio do estrapir d,s ve itos !
Di vel em vz aperns
Meus ;:is sent ioa me devolve o echo. -
E:s me aqai, p lis, a sos com miaba magoa!
A nava aurora rao achira ponalo.
Vi ide, dos mirtos levantar o tmulo,
Fiis amigo; ; mas deixai qae o entre,
mfirj qae o fecbeis, a infeliz Colma :
Breve sicbo, dusfez-jd-me a existencia;
Q ero dormir com elles
Ao sotn do arrojo que da seara coa.
i Q anl i oateiro, alta ntale, era veas se occolie
Envolvida cm vapor na az. dos ventos
Aqoi virei cnorarj de ambos a m >rte
O esgador, poosindo na cabana,
iSilenci'SO escuar; mea canto,
E enternecido c triste
Vert'r cbreos dous piadosa laarima.
IV
Assim cantou Muinaa. As fices oellas
O virgneo rola ,r subir a e*p3gos.
Almas em doro palo-abras empento,
Calma cboramos todos.
EntSo ergaeu-se Ullin : na ba pa sonora
Despertu melodas
De Alpino, o feitjceiro, naj toadas,
Da Ryijo, too ardores.
O tmulo de ha rooito os re;ebera
E a raal Sslma Ibos perder as \ozes
Ul in um dia, ao regressar da caga,
Oavira ns dous carpindo
De am bravo hera a prematura mor!.
Esse bravoi Fingal tinba os bros,
De Osear o brago temeroso a hardido.
Era Morar... Do irmo ouvindo o Borne,
Mionaa levan'.ou-se:
E como a la, qa3 tormenta fogo.
E da nuvem no seio esconde o ros*o.
Desparecen dalli... A harpa feria-se
E comegou a nenia.
Y
A NENIA 00 H0MEM FORTE
(Cntico de Ullin)
Byno
Em meio val o dia : a shuva e o vs lo
Cbegaram a lindar:
As uuvens desunidas se dispersara
E voam pelo ar :
A luz do sol percorre os verdes topes
No eterno vaguear :
Vo no pedrento valle aguas do monte,
Cor de sangue, rolar.
Qaanto me apraz o trepitar do ar rolo !
Porm me agrada mais a voz de Alpino,
O velho bardo que prantea os mortos.
t Purque vens s, filho da hirmouia,
Com to mago gmer ?
Porque suspiras, qual suspira o vento
Na floresta a correr,
Ou coma a vga em solitaria praia
as lapas a baler ? >
Alpino
Sao meus prados, Ryno, pelos mortos:
Sado os habitantes do sepulchro.
Iloje garboso tu te ostentas, mogo,
E iaveja caasai da planice aos filhos:
Mjs amanha quem sube si o extrangeiro
Na chorar piedose
Sobre o tamulo teu ? enlo no ouleiro
Nao se ver vestigio de teus passos,
E livremenie correr as matas
O cervo que te ha medo f
Oh l Mirar I seinelbivas na carreira
O gamo da collina ;
E mais terrivel do que tu nao era
O meteoro inflammado.
Nem a colera tua a tempestado
N03 funestos efeitos
Vencer podia, e do combate em meio
Mais lozia- o ten ferro
Do qae o raio lampeja pela varzea.
Era ti a voz qual engrossado arroio.
Que estrepitoso corre
Depois da chova, ou qual o sordo ronco
Do furaco que inda ameaga ao longe.
Qoantos beres nos guerras immolasle 1
Mas no regresso, to sereno e calmo,
Eras o sol depois de nma procella,
Placida como a la era toa alma,
Quando os venios nos ares emmodecem.
t E boje dormes no azylo mortuario !
Bastam tres passos a medir o espago
Que encerra quem ha pouco era to grande.
Quatro pedras de musgo tapegalas
Formam o s moimeato que dos homens
Te encommenda memoria. Sobranceira
Urna arvore, j secca, oesfolbada
nica Iaponta aocigaaw o tmalo
De Morar o temido I
Nem amante, nem mu, si;uer deixaste
Para carpir-te... Mas que velho e3te ?
Basto, qae o apoia, roga-lhe os cabellos
Embranquecidos pela idade ; os olhos
Roxos esto de prado que verteram :
Vem caminhando a passos varillantes...
c O' Morar / teu pai : d3o possoia
Oulro filbo varo : ouvira ancioso
Fallar dos teas triumphos no combate
E dos contrarios em derrota feitos.
Ol I porque ignorou tea *o iniqoo 1
jbor, pai infeliz embatde choras ;
Dorme tea filbo bem profundo sorano
Em leito entrado pela trra abaito :
Na ba mais despertado
Nem por milagro do clamor paterno.
< Qoando vira um matutino nio
As somb as dissipar, fio dar-le o somno ?
Adeus, maucebo intrpido, valente
Comaos ber?s antigos :
NSu ver-ie-ha mais o canano de balilb*.
E a'sombra di floresta
Nao te refleclir o elmo losido.
Filhos, que perpetuem os teus feilos,
Na; ts tens, mas nos cnticos de Alpino
Teu uome e goria transporo os lempos I*
VI
Esta cangg'j de mora co;Traaeo-nos.
Do corago,=mais longo,
Mais sentido que os nossos,om suspiro
Oavio-se ao nobre Armio,
Itemluisceuciis de seo caro iilbo
E-a fl ir colbido n manha da vida f
Carmor, que cerca do anciSo se acbva,
t Armio (diz-lhe), porque assim suspiras -
t Eolrislcceu-t por ventora a lenda
Do feiticeiro bardo ?
t Nassas almas sao cardas qoe aesponlem
Da melodit .s tibrres : semelham
c O vapor que do lago ao co se eleva
f E o valle se espa'ba
Hoinedeceod-j as flores e a campia ;
Mas apenas desponii o sol niscetre,
O ligeiro vapof e desvanjee.
i Deixa, pois, a tus eza,
i Ilustre c'uefj dis ilhjal de Gorou
> Vil
O PA! KM ORHIANDADE
(Cntico de Armio).
Armio.
cOuve, Calmar; assaz no eilo bei magoas:
Tu s fliz, que os filaos nao perdeste,
O bravo Colgar e a gem. Anyra
Sao de teus oaos o inmergir continuo;
Teus ramos reverectm,
E eu Iviva s,de miuha raga o ultimo!
eBam sombra tea leito, miaba Daura.
E bem profundo o soma o que l dor oes.
Ob quando ao turo i pai qae por ti chama.
Despertando risanbi,
Fars ou\ir o 1 ce de teas cantos v
tOs marmuris do outonn
Rebiem pela selva solitaria
Jorre do monte furioao o arroio,
E as pr .:eii3S do uoilc
Esialem, vergnem o carvalho anojso.
O' la, paisa um pouco sobre o valie
Teu olbar meianco'ico : minba ala a
Keeoida a uoiie horrive!
Em qoe io mora o mea valente Atiaoal,
Em qii a donosa Daura,
Carao urna estrella qoe nos esos desmaa,
Soliou do peito o ex'remo adeus \ida.
O' mitioa iaa! to serena e linda
Com o astro da uoite na collina,
Excedas a nev na i raneara,
E o respirar do zepbyro
Da voz suave na expresso fo meiga!
Quem ba qua ao meu Arindal igeslisse
No despedir da fl-cha aos combates ?
Vapor somuriu sobre o mar pairando
Era o seu varonil volver dos olbos.
E no escudo brabante,
Qiaai a nuvem o raio, tinba a morte.
A'rmar, guerrero celebre, por Daura
De amores entriuhalo, requestou-m'a
E alegres o festina apparellaamos.
Mas, por desgraga, outr'ora em lula franca
Cahira um ilao de Odegal ferido
De minba fillaa pelo bravo noivo.
Urdi atroz viuganga o irmo do mcvlo ;
Toma o trajo de velho marinbeiro,
Simla sizudez. praia abica
Em pescareja barca,
E minha Daura sucegado falla :
Fnlii du uobre Armioo, oh! de eclrr .. virgeu-
A mais perfeita e btl.a !
Nao avistas aim, do mar em mi-i<,
tAquella rocha, a um lado sombr ada
fPor arvore frondosa
Qae ajoujam bel.os e vermelbos pomos 1
A'rmar le esprala': mandn me pres?
Para levar lbe sua Dasra amada.
A mal aoraselbada o segu. Chegam.
Chama o seu A'rmar : s responde o ebu.
Mea A'rmar, meu esposo,
Oii! porque assim me deixas solitaria,
Expirando de molo?
Escuta, escuta, Daura que te chama.
Eulaoto o vil traidor d'alli regressa
E em trra salta com sorriso infame.
Ouvia-se o gritar de minba lilba:
O' Armio, Arindal,
Ai I mesquinha de toiiu I que me abundunam '-
L desee Arindal da collina opposta.
Fatigado da caga. Ao lado as flechas
Tinem : de sua dexira pende o arco :
Cinco lbreos de companhia o segaem.
Ei-lo que d com os dhos no embosteiro..
Gorro apea, j o alcanga, a um rubro o amarra.
Quebra-lbe os ossos no apenar dos lieos
E o deixa no estertor e nos ronquidos.
Eolio entra o batel e as ondas corla:
Vai dar irm soccorro.
Mis, ola I crime da sorte I A'rmar qae cheg.
Nao sabedor do caso,
Accusa Arindal, transportado em raivi,
E a flecha que despede
Vai de mea fimo descoser o peilo
Cthe-lbe da mo o remo : a dura rocha
Recebe-lbe o cadver.
A misrrima Daura inda boave lagrimas
Para chorar seu piedoso amigo.
Das oodas no embater l vai-se o esqaie
Desfeito e rolo em fugiJias laboas.
A'rmar delira: a nado se arremessa,
Quer com Daora morrer, si nio slvala.
Porm o vento muge, o mar se encrespa,
E no enroscar das vagas,
Some-se envolto o nadador vencido.
S, sobre a rocha, j votada morte.
Minba filba gema. Horrivel transe 1
Eu linbi ouvidos para ouvir-lbe as voss,
Fallido em torgas para dar-lhe auxilio I
Em p, na praia, a noite loda estive :
Vi-a por vezas ao clarSo da loa,
E seus tristes lamentos,
Voz de phaniasmas, me coavam n'almi.
Zunia o vento e a chuva redobrava.
Antes da aurora clarear os montes,
Sua voz foi morrendo
E por extremo se extingui nos ares,
Como o da bnsa mormurar saudoso
Que entre a folhagem volteando expira.
Eis-me aqui s, sem filhos 1
De*tira o valor perd, do outro as gneis,
De ambos o orgolbo nos meus velaos annos.
_____________(Cootinaar-se-ha)__
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Full Text
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