Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12562


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Full Text
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ANNO XLVIIf. NUMERO 13

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flfllT/l FEIM 03 DE JANEIRO DE 1872.
PA1A DIR10 l fOEA D PHQVBCIA.
Por tre mezes adiaotadoa............... .
Por ieii ditos idem.....................
AH1103 &\n?Jtm...................
Por um armo dem...................
071* sonto I7#OOG
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1
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Propriedade de Manoel Figneira de Fara & Filhos.

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AO ASII11I:
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9i Srs. -Gerardo As tocio JUves i Filhos, no Para ; Gonjalvea d Pinto, oo Maraohio ; Joaquim los de Olivaba & Filbo, no Ceaii ; AntoBio de Lemof Braga, no Aracatj ; Joio Mara Julio Chave, no Amo ; Antonio Marqnea da Sijva, no Natal; Jos Justino
Pereira d'Almeida, em Mamangaape; Aoguslo Gomes da Silva, na Pacahjba ; Antonio Jos Gomes, na Villa da Penha; Belarmino dos Santos Bnlclo, em Santo Antio; Domingoa Jos da Coeta Bra|a,
em Nazareth ; Antonio Ferreira de Agaiar, em Goyanna; Francino Tavares da Costa, em Alagoai; Dr. Joa Martina Alvea, na Baha; e Le i te, Garqainbo C.) no Rio de Janeiro.
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PARTE OmCIAL
Cloreruo da provincia.
ETPBtBMRK DO J>IA 30 DE DEZEUBRO DE 1871.
Actos;
O presidente da provincia, de conformidade
eom o disposto no artigo 2." do decreto n 4824, de
22 da novembro ollimo, resolve dividir a. comarca
do Recife, em seis districtos especiaos, qnaatas
lo as varas da direito, pela maaeira seguiote :
O priroeiro comprehender a freguezia do S.
Fre Pedro Ooncalvas do Recife.
O segando a de Santo Antonio.
O tereeiro a de S. Jos.
O quarto as do Santsimo Sacramento da Boa-
Vista e de os*a SenUora da Graca da Capnnga.
O quinto as do Poc.o da Panella, Varzea e S.
Lourenco.
sexto as de Afogido?, Santo Amaro de Jaboa-
tio e Maribeca.
No primelro dos referidos districtos exercera a
jurudiccio criminal o jaiz de direito da vara de
orphaos, bacbjrel Francisco de Atan de Oliveira
Maciel.
No segundo juiz do direito da priroeira vara
civel, bacharel Manoel Jos da Silva Neiva.
No tereeiro o da segunda vara, bacharel Manoel
Tertuliano Thomaz Henriques.
No quarto o juiz de direito provedor de capel-
las e residuo1, bacharel Manoel Glemenlino Car-
aeiro da Cuaba.
No quinto o dos feitosda fazenda, bacharel Joa-
quim Goaca've> Lima.
No sexto o especial do eommercio, bacharel Se-
bastiio do Reg Barros de I.-cenla.
O presidente da provincia, de conformidade
coa o ari. 2* do decreto, n. 4824 de 22 de novem-
bro prximo fiado, resolve dividir a comarca de
?o d'Alho, em d->us distric'.os especiaes, sujeitos
aos seguintes jnizes de direito :
O primeiro comprehender a freguezia d> Divi-
no Espirito Santo oe Pao d'Alho, e ficar snjeito
jurisdiecaodo ftiia de direito da primeira vara, Da-
charel Vicente Ferreira Gomes.
O segundo cemprebeoder as fregnezias'da Lux
e Nossa Senhora da Gloria de Goita, o Acara sob
a juriadiccao Co da segunda vara, bacharel Pedro
Camello Pessoa. .
O presidenta da provincia resolve designar
o alfares do corpo de polica, Antonio Joaquim de
Barros Lima, para servir de vogal no conselho de
jalgameato, i que tem de ser submettido o soldado
do mesmo corpe, Luiz Pedro Teixeira, em substi-
tuido do teneute Joo Perelfa Lagos, que se acha
destacado, em Itamb.Fizeram-se as necessarias
couimuoicaWJes.
OfflC03 .
Ao excellsalissimo presidente das Alagoas,
para que se digne de communicar ao juiz de di-
reito Manoel Tertuliano Thomaz Henrques, que,
per decreto de 15 do jorrete, lora removido da
oaiarea do Paco de Camaragibe para a segunda
vara civel d'esta capital, de teroeira entrais, con-
-iodo que qanto ames venh asstmfr o exercicio,
.ndopc-ndenietnente de titulo que presentar no
prazo de doos raezes.
Ao vigario capitular.Em respesta con-
sulta per V. Exc. feita em data de bontem, cbe-
me dizer-lhe, qne a convenci consular entre o
Brasil e a Franca est anda em vigor, em virtude
da seu artigo 13, por qnanto nao foi denunciada
por alguma das partes contratantes. Devo ponde-
rar V. Exc, era vista do contando do seu ofllcio,
que, segundo a dispo-icio da lei n. 109G, de 10 de
setembro de 1860, aos lilhes dos estrangeiros, as-
cidos no Brasil, poder ser applicado o estado ci-
vil de seus pais durante a menoridade rnente ;
mas logo que chegarem maioridade, eutrario no
exercicio dos direitos de ciadaos brasileiros, e
sujeitos s respectivas obrigacoes, na forma da
coastituieo e das leis. E nao foi, era poderia ser alterada em sua suDstan-
cia pelas convencoes e accordos interpretativos
posterioras ella.
Ao brigadeiro coramandanie das armas, re-
commondindo a cxpedieio de suas ordens, atlm
de que hoje a urna hora da .tarde, esteja postada
ao arsanal de marraba urna guarda para lazer as
honras devidas ao excellenlissioio hispo do Geara,
por occasiao do sea embarque para bordo do va-
por S. Ja:Hh9, dando a fortaleza do Brum as sal-
vas do est\lo na sahida do refondo vapor.
Ao inspector da thesouraria de fazenda, tora-
raunicando, que, segundo o offliio, junto por co-
; a. do ajudaole general, as guias de soccorri-
meMo passadas a cflkiaes, se declare sempre o
croo e arma, a que elles perlencem, circums-
ula esta que foi omiltida as gaias, dadas por
-ja thesouraria ao lenlo Pedro Ignacio de Al-
niida Guedes, e alteres gi adiado Jos Hyppolito
M.rize Fianza.
Ao mesmo, inteiranlo-o de haver o bacharel
fento Henrques de Almeida, deixado a 23 do
corrente, o exercicio do cargo da juii do direito
da comarca de liamb, por ter entrado no g09o da
iiceaga, sendo substituido pelo bacharel Maximiano
j de Inojosa Varejo.
Ao mesmo, transmiuindo, para os Qns con-
vouien'.es, o titulo de noineacao e Antonio Victo-
riano da Silva Lopes, para o lugar de amanuense
da secretaria da inspeccao do arsenal de marinha
d'esta provincia.
Ao inspector da thesouraria provincial, ap-
orcando a arrematicio, feita por Jo Augusto
de Araojo, da iliaminaco publica da cidade de
'iivanna, durante um anno, o qual deu como a-
ntia apolices da divid publica geral e provin-
cial
Por esea thesouraria maodon-se pagar :
Ao professor publico de instruego primaria da
jc\cacao do Rio Doce, padre Francisco Venssimo
Babelra, o qj o Ihe Qeou a dever de seus ven-
-imefitos, correspoadente ao tempo. em 1ae es-
W78 de licenev quanio professor da villa do Bo
Ao de Pao d'Alho, Francisco Manoel Bezerra de
Vasconcellos, agratiflaalo a qoetiver direito, re-
lativa ao actual exercicio, lkando a do exercicio
dado para ser salisfelta, qnaado a assembla legis-
lativa provincial votar o necessario crdito.
A Jos Castao Pires da Silva, a graliQcacao,
qne Ihe coranetir, ua qualidade de praticanie inte-
riac da reparticSo das obras publicas.
Ao coronel Joo Vieira de Mello e Silva, a qaan-
... de LiiOaOOO, proveniente da primeira presta-
cao, qae se jalga eom direito na qualidade de
contratante dos reparos do a^ude de Caruar, co-
mo se v do ineiuso certincado.
Ao viee-provedor da Santa Casa de Miseri-
cordia, aaWrtfando -o, em vista de sua nforraaco
a coaeeier que a edneanda do eollagio das or.
ptas, A.melia, v pasar 10 da, em companhia
le ?b mi, Maris Eugenia dos Santos.
Ao commandante do presidio de Fernando de
Noronha, para que, de conformidade com a requi-
fio do brigadeiro commandante das armas, pro-
videncie no sentido de virem a esta capital os in-
dividoob e sentenciados, constantes da inclusa re
lacio, os qaaes tem de depor aomo testemanhas,
Rueeidas em sua defexa pelo coronel Jos Angelo
Moraes Reg, e eapiuo Joaquim Antonio de
ilVorae, nooonselho da nvestigacio.- que eslao
r^jwodendo: **
Testeraunhas ofTerecidas por ambos os aecusa-
.adM.Cidado Clsudino Jo> Correa ; sentencia-
Jos Aiexandre de Luka, Marjal Correa a Arsenio
'.esar Barreto; argento Qairino Joaquim Madei-
i i; saoteaclado Jos Joaqaitn de Aodrade Lina,
que foi ordenanca do commandante do presidio e
irmao de Js Joaquim de Aodrade.
Ditas ofTerecidas pelo eoronel Jos Angelo.
Sentenciados Otear "Villa-Nova, Manoel Francisco
de Almeida, Francisco Joannes de Souza "cabo Pe-
xe, que mora na aldeis, e alfaiate, Firaino de
Oveira Freitas e Simas, pintor.
Ditis offarecidas pelo capitao Moraes. Obo
Joio de tal, que foi empregado no annaxem de
descargados vapore< ; sentenciados Manoel B>r-
ges e Antonio Francisco de Almeida.
Ao director do arsenal de guerra, recora-
mendando que faga activar o fomeciniento dos
objectos, reqaisitados para a enfermara militar,
visto seren n vamente reclamados pelo comman-
dante las armas.Communicou-se a e3te.
Ao mesmo, para mandar fornecar enfer-
mara militar nina poma de pao, constante do io-
closo pedido.Inteirou -se ao commandante das
armas.
Ao bacbarel Manoel Clementino Carneiro da
Caoba, communicando a sua remocao, por decre-
to de 15 do correte, de juiz de direito da comar-
ca do Cab > para a vara da provedoria de capel-
las e residuo* nesta capital, e recoramendando
3ue entre logo em exercicio, independentemente
e titulo, que apreseotar no prazo de sessenla
dia?.fguaes, mutatts mudnndi, aos biciareis
Francisco de Assis de Oliveira Maeiel, Manoel Jo-
s da Silva Neiva e Vicente Ferreira Gomes, no-
meados : o 1% juiz de direito da vara de orpbios;
o 2, jais do civel da 1* vara, ambos nesta capi-
tal i o 3*, para juiz de direito do 1* dis'.ricto da
comarca de P > d'Alho, e o 4 para a 2' vara de
direito civel da mesma comarca, bem como ao ba-
charel Joaquim Goocalves Lima, desigaado para
a vara dos fetos da fazenda da provincia, sendo
este por decreto de 21. Communicou-se a the-
souraria de fazenda.
Ao juiz de orpbios do termo deta capital,
transmiuindo o incluso requerimiento do Dr. Joio
Bapti9ta Casa Nova, alim de que, atienta a urgen-
cia do caso, o despiche como fdr de direito, vis-
to nao ter o Dr. Francisco de Assis Oliveira Ma-
eiel, reeebido anda communicaQo de sua nomea-
c/tu. nem prestado juramento, de modo a assurair
a jorisdiccio orphanalogica.
Ao juiz municipal da primeira vara, decla-
rando em resposta ao seu ofllcio, que pelos cn-
sules de Franca e Portugal nao (oi apresentada a
esta presidencia reclamadlo algama acercada
raalisacio do casamento da filha do subdito fran-
cez Pedro Vctor Bolitreau, e -im urna consulta
do vigario qua vai responder.
Portara :
A cmara municipal da villa do Cabo, aecu-
sando a recepeo do ofllcio, em qae cororaunicou
haver espacado o acto da apuracio da eleicao de
merobro3 da assembla proriacial pelo respectivo
distrieto, por nio Iha ter slda__ejaviada a acia da
eloicao do collegio de Serinliiem, que requisitou,
desigaando o dia 3 de Janeiro vindonro para ter
lugar o referido acto.
EXPEDIENTE DO SECRETARIO.
Ofllcio :
Ao Dr. ebefe de polica, communicando de
ordem da presidencia, que no dia 28 do correte,
estiveram de piquete no quartel dojeorpo de poli-
ca um furriel, um cibo e dezoilo pravas.
EXPEDIENTE DO DA 2 DE JANEIRO DE 1872.
Actos :
O presidente da provinci, vista do offlelo
do Dr. cnefe de polica, n. 1626. do de dezem-
bro ultimo, resolve conceder a Jos Irino da Sil-
va Santos a exooeracio que pedio do cargo de 1*
suppleote do subdelegado do distrieto dos Montes
do termo de Agua-Preta.
O presidente da provincia, de conformidade
com a proposta do Dr. ebefe de polica em ofllMo
n. 1G6, do Io do mez prximo Ando, resolve no-
mear o bacharel Antonio Borges Leal supplente
do subdelegado do distrieto dos Muotes do termo
de Agua-Preta. Expediram-se as necessarias
eommunicaQdes.
Oflkios:
Ao vigario capitular.A maioridade, de que
trata"a lei de 10 de setembro de 1860, a regula-
da palas leis brasiltiras. S?m entrar as questoas
de saber em que poea as leis francezas fixam a
maioridade (-ilit decretada aos 21 annos pelos
arts. 8 e 488 do cdigo civil da Franca), tenho
s.nente da considerar a consulta de V. Exc. pelo
lado do nosso direito, que rege a materia. Por elle
6 obvio qae a senhora, de ana se trata, se j al-
tingio aos 21 annos, provando-se este facto de nm
modo irrecusavel, deve ser considerada maior, c-
pertencenie naiionalidada brasileira, pois ne-
nhum facto existe, qua Ihe tivesse tirado esse ca-
rcter, bem que jstranseiro seja seu pai,4uja
cndilo civil ella poderia ter seguido na ofenori-
dade. Fica assim respondido o oftl:io de V. Bxc.
com data de 31 da dezembro prximo passado.
Ao brigideiro commandante das armas, de-
volvendo os papis que vicram annexos ao ofllcio,
em qne deu conla do estado do processu de con-
selho de investigarlo, instaurado ao coronel Jos
Angelo de Moraes Reg-, e capitio Joaquim Anto-
nio de Moraes.
Ao commandante da divsio naval do 2" dis-
trieto, recommendando a expadicao de snas or-
dena, aflm de que a bordo da corveta a vapor P-
reteme seja transportado para Macei o padre Ge-
tulio Vespasiano Augusto da Costa, se nisso nao
houver inconveniente, devendo correr por conta
dalle as de^pezas das comedorias.
Ao inspector da thesouraria de fazenda, cora-
municando que a 20 de dezembro ultimo, assa-
mio o bacbarel Joaquim Francisco de Arruda o
exercicio do cargo de juiz municipal do termo de
Limoeiro.
.io mesmo, mandando pagar a Luiz Nenbaus
a quantia de 17041)00, e a Panto Baptista Car-
neiro a de 19i tooo, proveniente de concertoi
de relogios, e movis fornecidos Faculdade de
Direito desta cidade.
Ao inspector da thesouraria provincial, com-
municando, para os flos convenientes, que, segun-
do ofllcio do presidente do Binco do Brasil, (Itera
elle entregar no thesouro nacional, com destino
esu provincia, a quantia de 200:0004000 por con-
ta da 2' prestacio do emprestimo de 1,800:0004,
contrahido pela mesma provincia co.- aquelle
Banco, fleando ainda a favor desta um saldo de
800:0004000.
Ao mesmo, para informar eom urgencia so-
bre o.que exp5e o vice-provedor da Sania Casa de
Misericardia, na 2* parte do oficio junto por c-J
pa, relativamente a tirada do cofre do Asvlo de
Mendicidade, abi existente, da quantia de 10:0004
para compra da objectos, indispensaveis ao refe-
rido esiabeleeimento.
> Ao mesmo, para qae mande adiantar ao de-
legado do termo de Ourcury, por intermedio do
tbesourairo da reparticao d polica, a quantia de
400#eO0.*para ir occorrendo s daspezas com o
forneciaiento dos presos pobres da cadea daqaelle
termo, da qual prestar conta opportnnamente.
Coramunicou se ao Dr. chele de polica.
Por essa thesouraria mandon-se pagar :
Ao capitio Jos Firmo Pereira do Lago a quan-
tia da 1704400, despendida dorante o mez de no-
vembro nltimo, com o sustento dos presos pot>res
no termo do Oaricury. Iateirou se ao ebefe de
polica. .
A' Si, RamoA c. a de524200, em qao importoa
o forneciaiento dos presos pobres da cadea do
termo de Papacaca, no mez de novembro ultimo.
Communicou-se ao etufe de polica.
A' pessoa competente a da 4:8294339, proveni-
ente da aliaentagao e dietas, fernecidas. a^j pra-
de novembro do anno passadeSeientiflcon-se ao
ebefe de polica.
Ao vica-provedor da Santa Caa de Miseri-
cordia, dizendo qae pode mandar mcrever no
respectivo qualro, para seren admitudos noscol-
legios deorjhios, quando houverem vigas, os
menores Jos e Mara, fllhDs de Thereza de Jasus.
Ao Rvd. fre Caetano de Messina, prefeito dos
capuchinhos no Rio de Janeiro. Tenho presente a
sua commonicacio de 15 do cadente. Vistai,
com effaito, as importantes obras do novo hospicio
e nova igreja da Penha nesta capital, e nutro como
se dignou assegurar V. Rvma. o Exm. Sr. mi-
nistro lo imperio, os aielliores desejos de ser til
a ordem veneiavel do- capuchinhos, como sempre
tenho demons'.rado. O templo era construecHO fi-
car nm dos mais notaveis do imperio. Examinei
as plantas, e possoo os desenhos em photographia
que m'os offareceu o Rvd. fre Venancio Maria
Ferrara a quem de algama manaira tenho coai-
juvado, e pretendo ainda auxiliar no proposito da
dar-se andamento s obras. Aprsenlo V. Rvma.
os meus protestos de consideracio e respeito.
Ao commandante do corpo de polica, conce-
dendo a autorisacio qae soiicitou para desligar
desse corpo o cabo Joao Evaristo de Paula Rodri-
gues e o soldado ildelfooso Lucio Monteiro da
Franca, visto terem sido julgados acapizas do
ser vi 50.
Ao engeoheiro scal da estrada de ferro do
Recife Caxang.Acensando reeebido o ofllcio
|ue. com data de bontem, me dirigi Vmc, com-
municando o accidente havido n'essa estrada da
haver partido o eixo om dos carros, bem como
outro a plataforma do trem expresso, que saguio
as 4 1/2 horas da tarda do mencionado da para o
Caxang; do que resolveu fiear om pa3ageiro
cora os dedos da urna das mios partidos e magoa-
do outro ; lulo por estarem os respectivos carros
mu carregados e com a sua (otario eonsideravej-
mente excedida, nio tendo sido possivel c nseguir
dos passageiros desoccupa-los, recommendo Vmc
qao providencia com a respectiva companhia de
modo a que nao seja adraittido nos referidos car-
ros maior namero de pwsageiros alm do que cora-
porta a sua lola;ao, aGra de evitar-se accidentes
dessa ordem, e qae podam trazar consequencias
mais desagradaveis. O que espero de sea reco-
nhecido zelo.
Ao engenheiro eoearregado das obras mili-
tares, para aprasentar nm orcameoto dos concer-
t- necessarios a casa, que no forte de Pao Ama-
relio serve de residencia ac respectivo commin-
danle.
Ao engenheiro chefe da reparlieio das obras
publicas, aotorisando o, em vista de soa informa-
cao e da cmara municipal desta cidade, a declarar
aos gerentes da companhia Recife Drayoage, qae
a presidencia concede licene. 1 para fazerem pa.'sar
o respectivo encanamento d'agua do Recife para o
bairro de Santo Antonio atravz da ponte Sele Je
Setembro, devena eJ-ae servico ser feito sob a ins-
peccao do enganhnro encarregado das obras gerae
com qaem se entender, no intuito de evitar-se
qualquer inconveniente ou damno referida ponte
e mesmo ao transito publico, durante a eollocacio
desse ensanamento.
Ao mesmo, recommendando qae faca orga-
nisar com a possivel brevidade o ornamento da
estrada da villa do Cabo ponte do engenho Pira-
pama, atlm de ser observado o disposto no art.- 41
da lei do orcamento vigente, devendo essa estrada
ter a extensao de meia legua.
Ao bacharel Jos Francisco de Arruda, di-
rendo ficar inteirado de haver prestado juramento
e assumido no dia 20 de dezembro ultimo, o exer-
cicio de jaiz municipal do termo do Limoeiro coo-
vihdo que remeta a cartido, de que trata o art.
10 do decreto, n. 4,032 de 23 de dezembro de 1868
atlm de ter o conveniente destino.
Porlaria :
A' cmara municipal da cidade de Caroaru,
aecusaado recebid03 os balances da recelta e des-
peza d'essa cmara no exercicio de 1870 a 1871, e
o orcamento confeccionado para o de 1872 a 1873,
os qoaes terao opportunamente o conveniente
destino.
Despachos: .
Irmandade do Divino Espirito Santo da igreja do
Collegio.Informe o Sr. inspector da thesouraria
provincial.
Coronel Jos Angelo de Moraes Reg.Remetu-
do ao Sr. commandante das armas, para providen-
ciar no sentido que o sapplicante requer.
Joaquim Jo3 da Costa. Indeflrido, vi-ta das
inforraacojs e por nio presentar isengao legal.
Luiz Francisco Vieira e Luna.Remettido ao
Sr. inspector da thesouraria de fazenda para man-
dar-pagar.
Manoel Pessoa Ferreira.^Nao tem lugar o que
requer a vista da iefurmacio.
Tbereza Maria de Jeso?.Sira, quanto aos meno-
res Jos e Mara que serio inscriptos no quadr
para quando se derem vaga*.
EXPEDIENTE DO SECRETARIO.
Oflkios :
Ao inspector da thesouraria provincial, trans-
miuindo para os devidos fin?, e incluso pedido dos
objectos. necessarios ao expediente da secretaria
da presidencia no correte mez.
Ao juiz de direito da comarca de Santo Antao
aceusando, de ordem da presidencia, a recepto
do ofllcio em que coramunicou ter o jaiz mu
cipal "desse termo presidido a junta revisora da
lista dos jurados, sendo apurados lol.
PEMAMBUCO.
Para o Cear. 5004000
DRAGA.No du 24 do correte deve ser lan-
zada SO mar, do estaleiro do arsenal de marinha,
a primeira das dragas viadas da Europa para o
melhoraojento do porto.
CAWJltlDADK O PROPOSITO.-H ratera ana-
nheceraa incendiados lodos os banheiros da praia
do (janeo, em Olioda, nao se saoe se por casuali-
dad.-, oa se com o proposito de baver-se a paga
pela eoflfiruccao dos novos. Bom seria que se
providenciarse de forma nio proseguir eme-
Ibaute sytema, ou evitar-sc a repeticio da ca-
sualilade.
PONTE DO VARADOURO EM OLINDA.-Aba-
teu ants-hontem ooute una das estivas d'esta
ponte, e a aliena produzida no leito pule occasio
nar graves desastres.
NOVO INSTRMENrAL.-Por intermedio da
acreditada casa do Sr. Antonio Jo da Azeved o,
onda o publico tem sua Jisposicio aint variadis-
sima collecco de todo* os artigo* concernentes
arte da msica, acaba da chegar da Pars para o
corpo da polica uro rico in-trumeotal, o ma s
completo e aperfeicoado dos qua possoimos.
Fabricado de (loo metal, paio conhecido systema
Sax, o novo instrumental de que vai servirse a
banda do corpo de polica, est na altura do 1 mas
recentes progrvssos realisados na arte, enriquecido
de instrumantos entre nos anda bem punco cu-
nheidos, e reunindo belleza da forma as mais
rocommendadas eondicoes da harmona esonori-
dade.
Ainda que de prego maito subido, oada custou
o rico ostramaotai aos cofres da proviocia. M i-
daram no vir offkiaes e pracas por ama suave e
voluntaria cotisaeio, de oeoham modo imposta,
que tradnz da parte dos contribuintas o insto in-
teresse que eonsagram ao luzmento do corpo em
que servem.
LOTERA.A que se acha venda e a 22!"
beneficio da matriz do Bonito, a qual sa extrahir
no dia 24.
LEILO.Hoje effecli'n o agente Marlins o lei
lio de movis, um carneiro, um carriabo e um
bab cora roupa, no armazem da ra do Impera-
dor n. 48 as 11 horas.
HOSPITAL PEDRO II.0 raovimento desse es-
iabeleeimento de 8 a 14 de Janeiro de 1871,
foi de 281 existentes, entraran] 35, sal i rara 27,
fallecern) S.existem 284, sendo 178 homen? e 106
mulheres.
Advertencia.
Foram visitadas as enfermaras estes das as
6 1/2, 6 1/2, 7, 6 tyi, 6 1/4, 6 1/t, 6/2 pelo Dr.
Ramos, as 8, 8, 8 1/i, 8, 8 1/i, 8 1/f, pelo Dr.
Malaqaias.
Fallecidos.
Jas Tnoraaz da Silva Reg; (abrcalos pulmo-
nares.
An.haliao ; febre amarella.
Beaedicto Jos do Rosario ; tubrculos pulmo-
nares.
Philadelpuina Miria da Conceicio ; febre pur-
p-iral.
B'b'na^; reumatismo.
CASA DE DET2NC-a.O.Movimento do dia lo
de Janeiro de 1872 :
Existan! (presos) 347, entraram 5, sabiram 2,
existem 350.
A' saber:
Nacionaes 259, raulheres 7, estrangeiros 39, es-
cravos 43, escravas 2.
Alimentados casta dos cofres pblicos 271.
Movimento da enfermara do dia 15 de Janeiro
de 1872 :
Tiverara baixa:
Jos Harmenagildo da Souza.Fermento.
Antonio de Souza Pinto.Idiotismo.
Jos Rufino Pereira.Febre.
Antonio de Hollanda Cavalcante.Partidas.
Manoel Joaquim Pereira de Lima- Rbeamalisrao.
Antonio Feroandes dos Santos.Anemia.
Tiveram alta:
Vicente Barbosa da Silva.
Manoel Candido de Souza.
Manoel Goraes de Lima.
Jos Joaquim de Sanl'Anna.
Manoel Meados da Trindade.
Luiz, escravo da Ferreira Baltlvar.
C3MITERIO PHBLICO.-Obitaario do dia 12 de
Janeiro de 1872:
Fraoceno, pardo, Pernambuco, 26 annos, sol-
teiro, S. Jos ; gotta.
Antonio Gomes da Cunha, branco, Portugal,
28 annos, solteiro, Boavista; febre amarella.
Sarino Gomes do Na/cimeoto, branco, Portugal,
14 annos, solteiro, Boavista; ftbre amarella.
Minoel Pereira do Nascimento, branco, Per-
nambuco, 36 annos, vuvo, S. Jos; hapatte.
Benedicto do Rosario, preto, Goyanna, 60 annos,
solteiro, Boavista, Hospital Pedro 11; tubenulos
pu Imcnares.
Mariana Maria dos Santos, preta, Pernambuco,
30 annos, solteira, Santo Antonio ; broochiles.
Maria, parda, Pernambuco, 2 anno, S. Jos;
varilas.
Fernando de S e Albuquerque, branco, Per-
nambuco, oannos, casado, S. Jos; gastro in-
terite.
Jeronyma de Aguiar Albnqnerque, branca, Per-
nambuco, 80 annos, viuva, Recife ; diarrha.
' Maria, bracea, Pernambuco, 1 hora,' S. Jos;
convulsoes.
-13-
PUBUCACOES A PEDIDO.
Ao Exm. Sr. capitio
porto.
do
' miar a tazer to pocco caso da* leis do paix : di-
rigi-me ao Sr. inspector da alfandega retataodo-
Ihe o occorrido e immediatamenle dei parta tara-
bem ao Exm. Sr. prosideote da provincia para n
negocio nao tirar impune, como das ontras veres.
i Oflcios sob n. 6 e 7."
Inde 1 t I I f
Levantou-e a celeuma e ainda bero nao esla-
va serenada, eis que vai de manha c?do cma
barqamha de vapor rebo:ando alvirengas para o
Pernambaeo, 3 annos, Santo
Pernambuco, 9 mezes, Santo
sos pobres da Ca[ de Dneb^o, darwte^omet Para o Macio
REVISTA DIASIA.
AUTORIDADES POUCIAES.Por port rias da
presidencia da provincia, de 15 do corrate, foram
nomeados:
1*, 2* e 3* sopplenies do subdelegado do distrieto
do Verde, 2 do termo do BonitoJoio Claodiano
de Inojosa Varejio, Miguel Das de Amorim Bezer-
ra, Lonrenco Cavalcanie de Albaquerque.
1*, 2* e 3* supplentes do subdelegado do 1 dis-
trieto da freguezia do AltinnoManoel Tbom Al-
ves do C> uto, Jos Alves da Costa, Clemente Ro-
drigues dos Santos.
Ia, 2 a 3* supplentes do subdelegado do 2* dis-
trieto da freguezia do AltinhoFeliciano Zenobio
Torres Gallindo, Jos Januario Cirneiro de S, Fe
lippe de Moraes Bezerra de Andrade.
1, 2* e 3a sapplentes do delegado do termo do
OurcuryJoaquim Por Deas Rodrigues Seixas,
Francisco Pereira do Lago, Laiz Rodrigues de Car-
val bo.
Delegado, Ia, 2a e supplentes do termo de Papa-
cacaAntonio Gonralves de Mello, Jos Emiliano
Cavalcanie de Albaquerque, Gemino Aoguslo Soa-
res Vilella, Emygdio Aiexandre Jos de Alapeoba.
Por porua da presidencia, de 15 do corren-
te, foi exenerado de delegado do termo de Papa-
cara, Americo Cavalcan-.e de Albuquerque, por
ser o exercicio d'esse cargo incompativel eom o
de juiz. de paz.
INSTRUCCAO PUBLICA.Por portara da pre-
sidencia da provincia, de 15 do corrente, foi ap-
pro vado o regulamenlo para a secretaria da di-
rectora geral da ostracfi&o publica, confeccionado
pelo Sr.Dr. director gara.
DINHEIRO.-Os vapores OfOMi e landaA le-
v*r*m:
Para Macei 95:9994100
Para a Parahyba {i:030400
Para o Natal 18:7#400
6*70
Adelina, branca,
Antonio ; bexigas.
Francisco, pardo,
Antonio: oexlgas.
Mara, parda, Pernambuco, 7 das, S. Jos; es-
pasmo.
Sedulia, escrava, preta, Pernambuco, 30 annos,
solteira, Santo Antonio tubrculos pulmonares.
Frauoisco Jos Correa, branco, Pcrtagal, 22
annos, solteiro, S. Jos; insafficencia das vlvulas
do coraio.
Casimiro Gomes da Silva, pardo, Pernambuco,
33 annos, casado, S. Jos; ttano espontaneo.
Maria. preta, Pernambuco, 9 mezas, Boavista;
convulsoes.
14
Marcos Camoloch, branco, Austria, 27 annos,
[ solteiro, Boavista; febre amarella.
orbarto, pardo, escravo, Parahyba, 12 annos,
sotelro, S. Jos; febre perniciosa.
Parizia da Conceicio, parda, Pernambac?, 30
annos, solteira, Boavista, asylo ; pbthysica pul-
monar.
Bibiano, preto, Pernambaeo, 75 annos, solteiro,
Boavista, Hospital Pedro II; rheumatismo.
Philadelphia Maria da Conceicio, parda, Goyan-
na, 20 annos, solteira, Boavista, Hospital Pedro II;
febre.
Justino, pardo, Pernambaeo, 5 annos, Boavista ;
diarrha.
Alfredo, parJo, Pernambaeo, l mez, S. Jos;
vario1-
Maria da Conseisao, parda, Para, 38 annos, |0|.
teira, Boavista; eocefalite.
Amaro Jos da Motta. preto, Alagas, 51 aooos,
vuvo, Boavista; congislo pulmonar.
Jos Joaquim Aoastacio, branco, Portugal, ?
ancos, vinvo, Afogados \ ironchite.
Constando-nos que alguem prdmove que um
segundo pratico da barra faca cxaooe das materias
indispensaveis para passar primeito oraticc, vi-
mos chamar para isso a atteagao do Etm. Sr. ca- lamario antes de estar visitado o vapor qae 'mu
pitio do porto, e especialmente para a expressa, de seguir para a Europa : levo o faca ao conh>-
disposicio do art. 5a do capitulo Ia do regulamenlo, cimeoto do Exm. Sr. presidente da provincia,
da praticagem. Nio acharaos justo era rasoavel isso dea lugar ao Sr. inspector da alfeodeg
que se d prenwo quem presta servicos particu- mandar informar o c mimandanta do primeiro por-
lares, prelerndo direitos adquiridos e disposicao de to fiscal, e ser esse suspendo : peoo ao Sr. ios-
lei, e sobretodo illudindo a aatoridade. Rector da alfandega a b^m do tervifi publico, -
O viga da barra. como inspector de satile do porto, copia da re*-
1 posta do commaadanie do orimeiro porto, e e?t
me foi negada ; dizendo S. S. que *o poda-?
i dar certdio e nio copias dos acios olieiaes.
da alf-lll- Pani em diante principia entao o Sr. goar-la-
i mor e seu ajudante, segundo ouvi dizer, a por-soa
em actividade como se vai ver.
No dia 9 de dezembro foram os WMtriM d
Fraoca, loglaterra e Erados-Unidos rectemarern
providencia ao Exm. Sr. presidente da piovioci.
para que logo, que faodeassem os vapores foisem
as alvarengas levar a oirga oo boca-la ao lama-
rao, porque os vapores no pequeo prazo que
aqai linham de demora nao pndlam perder nnit<
tempo espera das alareogas. O- Exm. Sr. prrsi-
denle da provincia dirigi.me o offi:k> n. 2, d>
qual en respond com o n. 3:
Varaos considerar os actos propiamente do Sr.
guarda mor, o de qu Nidia 11 de dezembro o Sr. guarda-rcr deu
ordem para qae nao enirasse barcada ou c.n.V,.
alguma ou hiate sera ser visitada pela repartifia
da sade.
O secretario para nao por obstculos ao con*.-
marcio, era deixar de curaprir urna ordem que
parta de um empregado da alfandega, e qae pa-
reca ser Grmada em lei, visitoa as barear.i, e
no outro dia dea-me parte da ordem do Sr. guar-
da-mr. Respond Ihe que nuDca lira costam
visitar barcacas, e que por conseguate nio as v-
sitasse, porqoe o Sr. gaarda-a.r da alfandega
nao rstava aotorsado a dar ardeos obre serva-
da reparticao da sade, e quando elle entends--
que devia fazer qualquer reclamacio a tal respei-
to era sua obrigacQ dirigr-se pelos canaes com-
petentes primeira autoridade da provincia da
quem soroente a reparlieio da sanie poda race-
ber ordeos.
Icimediatamente dirigi-me ao Exm. Sr. pre>
deoie da proviocia relatando a occorreocia eotoi-
lie; o de 13 sob n...., e no da segainte os dra.-
oa consignatarios das barcadas, a quem se tioha
dito que ellas esta vara embargadas por micha or-
dem foram pedir providencias a S. Exc. c S. Etc.
mandn desembarazar as bareacas por meio to
ofllcio sob 0., com que tasto se molesten o Sr. gaar-
da-mr, por ver que nao poda levar avanie o seo
capricho ou proposito de indispor-me com Deas
e o mundo.
No dia seguate chega o vapor Giiufa da com-
panhia Pernambucana as co ou nove huras da
nonte,.e os passageiros sio embargados de r.n;
para tarra essa hora pelos empregados da alfan-
dega. a pretexto de visita da sade.
As 9 horas da noite vem am homem i mioha
casa a pedir licenea para desembarcar urna senho-
ra que eslava rauito doente, e direndo-me qae o
empregados da Alfandega Iba tioham dito que a
reparticao da sauie qaem liaba posto embara-
zos ao desembarque.
Respond-Ihe que a inspeccao de sauda do por-
to nade traba com navios noite e que >-a uenbn-
ma ordem tinba dado a semelbante resp-jilo. N
dia seguate o Sr. F. F. Borges, gerente da com-
paohia pernambocaoa appresenla-.-e maito qoei-
xoso por ea ter dado ordens lao vrxatorias : res-
pondi-lbe que eu neohum embaraco tinha posto a
seos vapores porqoe depois de seis horas da t.rJ
a mioha reparticao nao fuen, nava.
Eis abi pouco mais 00 menos o qoo aecnteceo.
e vejamos agora de que lado est a razo e a jos-
liga, e ainda mais, onde es,' o z. lo pelo sori-;
publico e campnmenlo de dever"..
O Sr. guarda mor mostra-se agasudo porque er.
dtsse no meo oflkio que S S. nao era complanla
para dar ordens nos seus porto* iiscae: eu aic
disse tal; o qua eu disse foi que o Sr. guard-
ror nao era competente para d-ir ordens tenden-
tes ao servico de outra repartidlo ; e bavera ira- 0:
duvide disso ?
Sabe todo o eommercio desta cidade que as bar-
cafas e pequeos biates nunca .forana .sujeiio.- '
visita da saude, excepto quaodo reioou. a epide-
mia de ebolera raorbus, que o meu anteces-oor
Dr. Ferreira julgou qoe devia tomar essa provi -
deocia ; e porqoe s depois uestes ;a\-Diecin>-n' -
que se lembrcu S. S. de qne barcaQi tamben
era erabarcaco ? e manda reter em om dia J"
ou 40 e nao urna como diz em siu, oki de I
de dezembro ? Seria o zelo polo wrvioa pubc
e principalmente pe> desta reparticao em qne >
S. nio tem nem pode ter iDger;.cia dqaalld alguma, que levou S. S. a proceder por tai ma
oeira? certamen qne nao porque entao S. >
teria sempre pugnado pelo cumprimealo desse d-
ver e nao esperaiia que apparectsse a occa-iiu en.-
que eu redacto providencias coaira abuses Q
descados dos empregados a quem compete velir
pelos direitos da fazenda para ex gir que a ande
do porto visiasse todas as bare^^as e canoa"
e se en nao resorresse a piimtira autoridade J
provincia, pedindo providenria. e me cnrvawe as
exigencias do Sr. guarda mor, S. S. confiado c*
seu excelso poder, cortamente dara ordem 00 dia
seguint para qua eu ou o meu secretario foss<
visitar as canoas do cal e at as jang.das de pe
ca ; o depois phantasiarla ainda algam meio di.
aniquilar a minha (orea moral com Unt. qc
traosparecesse com toda sen brilho a dignidad <
neeessaria do lugar que ceenpa S. S. e da qu.'.i
eotenden qua devia laxer ostentatio, porqnpnell.
ninguem falln.
Niegues*, contesta qne urna barcaca. seja em
barcacio porque eabarcacio tudo aquillo eu
que se embarca : al urna casca de aoz ociando
e tendo dentro de si om grillo, urna embarcar-
e pode viajar.
O que se afflrma, porm, qoo sendo as irajSM
cas provenientes desta provincia oa das limitn,
pkes, logo qae em alguma deltas appareca mole?-
tia epidmica, aqu se sabe immsdiauraeule e po<:
conseguinte nio ha necessjdade desse atropt:.
nao s levado a ama reparticao que nio e-u or -
ganisada com a conveniencia preeis, eomo tac: -
bem ao eommercio que basta que ot^a os emba
rac.os que Ibe sao impastes por amor da iealis..
gio dos proveitos da fazenda nacional; e nao ha
intaraaaa fttanm ra ni\o pit victmi dlduelle 01. '
O inspector da saude do porto
e o Sr. guarda-mr
dega (')
Procaro quanto possivel evitar que questoas
relalivis a servido publico veoham ser discutidas
pela iraprensa, porque ellas lera um tribunal pro-
pri'1, a que devem anreseoia-las os empregados
patneos) para serera ventiladas pelas autoridades
meriores que sao somente as competentes para
aprech-lis e julga-las ; mas o Sr. guarda mr
da aiiinlega desla cidade faz-me sabir desse pro-
poaito, bem contra minha vontade, e sou por con-
seguate toreado a pedir vista para embargos no
mesn.o tribunal a que o Sr. guarda-mr _reeor-
rea; e neiles farei por mottrar qae S. S. nao tem
a qnantidada de razio que suppOem estar a seu
lado, e como se faz mysier dar esclarecimentos
condnceoles a nrovar a mioha assercio, pee; o ao
respeitavel publico um pouco de atteoco e mes-
mo de prudeucia, de qaa suppooho que abusarei
someote por esti vez.
Para que o publico eolre no conhacmento da
causa primordial desta qaestio, se faz necessario
que eu a exp.nha era termos claros e succintes,
porque so assim poder decidir de que lado est
a razio, e por isso nao posso deixar de apresen-
tar-lh'a tal qual ella .
Nio procorarei demonstrar se eo teolio sido
mais zeioso oo camprimeaio dos deveres do mea
cargo de inspector de sade do porto do qoe os
meus aDtecessores ; e meos priocipiarei por fal-
lar da mmha digoidade, porque como empregado
publico estou corto que ninguem a pode por em
dnvids, e sua apreeiaeao da competencia do pu-
blico ; assim acho qae materia de que me nio
devo occapar.
Vou direito ao que int.res-a :
Sabera todos qae oinguem pode entrar em ara
navio qae chega, antes que esta reparticao o visi-
te e o desemharece, e mesmo quando o empregado
da policia est presante no escaler este nio poda
entrar no navio, primeiro qae o empregado da
sade : Art. 12 do regulamenlo de 23 de Janeiro
de 1861.
Qaando entrei em exercicio deste emprege, a
alfandega dava francamente licencaa quem que-
ra ir aos vapores ou oulros quaesquer navios
fondeados no Limaran antas que elles fossem visi-
tados pela sade, e estas bcencas eram rubrica-
das pelo mea secretario, quando elle se achaya
presento, e qaando nio, tambem nioguem fazia
empenmo em procura lo : e assim apaas fazia
signal d9 vapor, saba para fra do porto urna es-
cuadrilla de escaleras cada um tripolado por oito
ou dez homen, e una ou outra vez que me acha-
va no primeiro porto fiscal, observe a facilidade
com que transitava.n estes escaleras quando vol-
tavam de bordo, pois, apenas pareciam fazer urna
venia ou cumprimento ao commandante do tal por-
to fi-ca i e seguiara seu caininho manso e pacifica-
mente, como se houvesse a maior certeza de
que toda essa gente era incapaz de trazer algu-
ma dessas pequeas coasas que nao valesse pe-
na passar pela alfandega.
Supponho que os Srs. negociaotes desta cidade
assim como os Srs. empregados da alfaogega lo-
rio cooheciraento perfeilo desses facios e nio me
contestarlo sua veracidade.
Nao havendo no regnlamento desta reparticao
di-iposieio alguma.que me obrigasse a defender os
direitos' do fisco e sim a sade do porto, entend
que devia limitar-me a fazer cumprir o regula-
manto, pelo que ordenei muito positivaraeoto ao
sacretario qoe oio dsse liceoca a nioguem para
r ao laante antes da visita da saie, quaDdo
houvesse motivo justo para nao deixar de o fazer,
qoe eolio fosse elle mesmo com a pessoa inters-
sada e flzesse priroeiro a visita para nao se dei-
xar de comprir o regulameoto. Creio que o meu
secretario, pelo habito que tioha contrahido, achou-
se tio difflcil sugeilar-se a essa imposicao, qae
eoteodea qae era melhor abandonar o emprego do
que privar-se de am direito, illeg.il verdad*,
oas que elle bavia adquerido.
Em 18 de fevereiro de 1870 dirig ao Exm. Sr.
presidente da provincia o cilicio, sob o. 1, pedio-
do provideocias para qie cessase o aboso de con-
sentir a reparticao da alfandega, que quera |ui-
zesse fosse a borde dos navios ante3 de ser elles
desembarazados por esia reparlieio : foram dadas
ordens terminantes alfandega e capitasia nesse
sentido ; havia (,U'o amarella no Rio o> Janeiro
nessa oceasiio ?
Por varias veze3 tive de entender-me- com o Sr.
guarda-mr por causa do abusos semelhantes,
aos qaaes nao ponna o menor obstculo o primei-
ro porto fiscal ; e forca. confesa que o Sr.
guarda-mr mostrava se sempre agooiado por
esses descuidos dos seos, empregados ; mas tam-
bem dahi a poneos dias epetiam se fados idnti-
co. Peoeo qae o Sr. gaarda-mr nio ter que
allegar contra isso.
Ainda nio ha maito lempo, eonstoa-me qui ara
amigo meu desejaudo ir ao lamario a bordo de
um vapor chegado d* Europa (se nio estou enga-
ado) lora ao primeiro porte fiscal e l dissera que
tinUa liceo? minhaiveoal para ir (ora e deixaram-
no passar; pouco depois chegsndo ea ao porto,
soube desse facto, e sea* demora officiei ao Sr.
guarda mor coramanieasde-lbe que eu nem s nes-
sa oceasiio como em nenhuma outra dra lie-auca
a ninguem para Ir a bordo de qualquer navio, an-
tes de ser visitado. Julgo que, per ser de recente
data esta acontecimento anda estar na lembran-
ca do Sr. guarda-mr.
Chegarao* agora ao ponto onde se dea c.episo-
dio de qae se originoa esta qaestio.
E n 16 oa 17 de novembro nm caixeiro da casa
do Sr. Jeffaris foi no escalar do pratico a bordo
do vapor chegado da Europa, antes que fosse vi-
sitado pela reparticao da aaude. Quando elle vol-
tava do vapor carregado de cartas e jornae3 eu
me achava no porto, e perguntei-lbe quera Ihe
havia dado licettoa pare ir a bordo ; responden-
me qae >n5i preeisava de licenca, qae havia de ir
sempre aue quizese, e que, o que en podia fazer
era Cianda-lo para a cadeia A' vista de urna
reposta tio clara e desembarazada, que havia eu
fazer t Diriir-me ainda ama vea ao Sr. guarla-
mer, pedindo Ihe providencias? Se a* *uas provi-
dencias tem sido 'improflcuas oo de pouca dura-
ci ; e eu tenho necessdade d8 salvar a mmha
respoosibilidade parece raaoavel, devia procara
remedio
uiiiunuu *" ****** -i ------------------
mais efflcaz e segaro para nio e contt-
() Por afflaencia de materia tem deixado de
ter publicado o presente artig o. qne. achs em
noo poder i inci!';'! ,
A rrdic?)
interesse algura de que seja victima daquelles qu
cada um ti ver a phantasia on velleidade di eren
em algam momento de bom humor. .
O que se aflrma qae o Sr. guarda mor nao <
competente pra dar ordeos relativas a serneo fi
outra* repartieses, e principalmente, a da auc<-
do Porto que Do se eommuoca senao com o pre
Bidente da provincia e o* chefes de ontras repar
tioSes, e que nao sendo S. S. clwfe, como ao .
de reparlieio, nio podia se dirigir, mesmo ea>
caso que o qnisesae, ao inspector de saude: do ocr
lo e sim ao inspector da alfandega para est- *f>
dirigir o'u qneile, ou a primeira aotwrtade U
proviocia, qaa ordenara, ou nao, ao iMpt,.r *m
saude do porte que toaasse estas ou aquellas jru-
1 videocias a bem do ervic/o.


U*"



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sen Qfliiwi 3o me m ffllw
da rrnamboc% t- Quatla feira 17 t J. neiro ^ i-"
h mn mu
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Ora bao sea i* "da eo tapeteada 4o Sr.
*r.,foard* Uno, un ui por nntfMiluaieoaydla. nao
mor dar de seo livre arbitrio oiden* si |dt*lwiMd > pe
os de ss\tjla publici, ij -eulu uosiuoe vtsi- (dr a. sai Jerr.is.sao, depois di qual w.-o tne coii-to
urem-se as barcc/s, aneas )aaga4s,oa<> ha- qaeladtvidn alguin- leaha-tida perm+sa>i 'i
vend nrj-jlrlltainmilnim- de se grarem em- repartido para ir a lamara ates da \ieilaw
baratos e iropeMaa 10 commercio, nao tendo nun-1 ande ; e qaando ajguem tai granle empano
a o sr. guarda n de barcadas, como sabido de todos, lo constan-1 tario ss aehe uo porte 6 hora da tnanhia para
do que baja cholera uiorbui, febre amarella ou. ir no escaler da pessoa inieressad i, com unto que
ouira qualqaer molestia ar>ii>*'ca ea*lgoia tes -e aaa Mtorgue^raiaJBPMaio a tmmr
provincias tirottrophes ou pHo desu, a fie vero | Se iejaal pr#l!liD4BPiou este exeesso de zeio fpeot wimeit peloatfvica I a'hnaafa, wrtamcute qae uio se dariam os abu-
da reptvrtiqao do jai*^-qne orto b-m e.apaga-1 os qoe-o o atante meato se observan ; e a erase-
do seria pelo Sr. guarda n.vi" aa* prd da saa re- (mienciad que niiiguoaa lar. caso da ilfaedjsga, nem
particio para ^ na darem lio repulas vez-s i da polfoie do porte, o por ciBaequencta nao oque-
faltas da natoresa dwajtiCllas coaira as uaiaHenho rem fanar da itispeceao de aode.
Regiros conlra-fojo [tXK
COMPANIUA ^
Ueguro contra fogo
The Liverpool A Loodon 4 Glob
Insurance Compaay.
Agentes :
Saooders Brottiort C
41Corpa Sin
pdr vezes s ilicitado a^attenco do Sr. guaraa-oir,
eoio encontrando um.$. S. oappoii preciso vi-
ase toreado, (aam otara mala venia v) a Veda
proteccio a priewlra autoridad e da pro viada, d*
quem oeees san amento emanaro providencias que
lenbam por fim, milito ju lo aliirs, fazer que raa
nm cumpra seos deveres ? a contrario RcaTl
patete que esses postos recaes, a quem o 9r.
guarda n-r c o Twrs competente para dar orflen?
e a qoem eu nunca d iu nitciramenie denecessanos, e sonreute -eys-
pesa innlil, e, porianto, uoi grande preji?o para
o Rsaado, pois que nem to menjs a neite eltes tm-
pcrtam que entre ou sa qualq er pessoa, como
aeooteceu com o capiaj do vapor T.cfou Brik* qne
aqni laDbarOMS -a-iao da aoUcia da morte t\o L)pet**iusjado pe-
Ijj portos Tucaes-, e depois vjltou para b"Td'o to
flo^jotrar trcp'^'i aa parte 'dos &r. "empregado
da alfindega, que oem ao menos lembraraoi
oessa occas'raj de ameJrootal-o com o phantasma
da naade do porto, com que se em querido nlti-
mamente fazer j-'go, rreiu que s vota o (im le
se me acarretar iodipo#i(Bt^s.
Permita, por-.an'.o, o Sr. ruar k mor que eu Ihe
Tever-a ara o ten dito espirHnoso, cun o qial
me briodou : S S. nao peosou'tiim, porque uetn
eises alvr-s aloptad-s p.r S. S. teriara f rea
bastante para me fizer calar-o tornar-me em es-
tatua em visia de factiis da qatartva lessss con-
tra qae Miotas vrzes tenho inatilmeale reclmalo
endo OMneos esfurco*, coaio lio, em f.tvor do
serv; i pelo qa.il i--ios ni paipregadoa pblicos
temos'r'g'ros;! '-r-r'g.ico de pugnar; nem o Exra.
Sr. pres; icie da p'ovineia eoosrat'ri jas o Sr.
jtuarda mo: cootrouatM a dar orJaos as repar-
tales alhei; -, porqae para tanto nao S S. com-
peten!'', s : c >u: cu tambera nao o sou para
dar nos ion* prts B*caes.
'Qaanto ojaliAuol)) de lojustos que o Sr.
(taai J i rir ao8 acto* da p imeira autoridade
^inMtrpCdrem m rneima cambra, no |>ra-
senta dias da data derte, para se
tftdctuar a arretaatar;ao meditte o ori;a-
O* nppore paqMBa, onUaariaueate chegaro
nesta OMto domanbfaario, e sata del h.Hras
ero (ante, eooteceuii,as q^'t auaad') M-
zem ftatide qoau dada de caifa saem no da se-
satnfe.
ij lando se espera algum vapor o secretario dan-
ta reparticio, ou no seu impedimento o guarda,
ou no impedimento deste, depois de verificado, o
patro do escaler est* prompto s 6 horas da ma-
nila i, no porto, e meia hora dopois qae foMeia
o vapor est feiu Tisita, pois que meia hora o
lempo que gasta o bote em vir do vapor par a
barca da alfandaga ; e se asta reparti?i) tivesse
escaler capaz de tr o laroaraoem qualqier lera-
no, auguro V. Kxt, qtw a visita a rede se
faria auenas o vapor (uodeasse, pois o secretario
interino letoso de seas ^devores e ilio se eximr
de cumpri-io^- l**s cerne ja represente! V.
Kxc. e o tettao feito por varias vetes/na* nem to-
mn e.-caler ae.n remadores com que se poca
contar, pnacipa caimana.
0 ari. i* da supracitdo rejulaaieoto marca 2
guardas para esta reparticaj : entretanto qna
ella s tem uro, e parece que nam se deve dizer
que elle percaba I89 rs. por di, para estar na
reparti?io desde* as 6 horas da maotiai al 6 da
tarte ; e assira raesmo exceptjao de casos de
molestia?, o s.rvijj se faz com a raaier rguian-
dade pos-iveL
P^lo que acabo e exrjflr com toda a verdade
V. Bt, parece-me que fik patente, qae mi ha es-
torvo ao commereto nem cou?a algama por par-
ta de?t* reparti{o, cujas eraprega ios eu ca necessidade. est > promptos as seis da manhaa
para camprirem com seos deveres.
0 que ha a eoarctac/io d'assa amp'a libardaie
de que t id gosavsm de com nunicren cou o?
navios ;;nies qae e'les fossem vi-itiJoj pjr esta re-
partieia e pelas outras qaem coropetem nao me-
nos importamos deveres, os quaes sai por ellas
ALFAMDEGA
ftendimeato do da 1 a !6. .
>dm do m H), r ,
Horineafe
Tolumes entrados
da alfadega.
com (azoadas
com gneros
Volnmea aahtdw cora fazendas
com gneros
32
I
111
309
263
fio bu quera nao ttab seus momentos de irr lia
xao, e cu Dad desej i ine niogje.n pene q ie t?fl
quero tomar o luijar de mesire da cenmouias ou
dar lic.038 de pr^g ntica : aern que nuuca de-
tnais a dr licadea e coin os cao da phrase que se
uirige aos snaciiores iega> 3.
Peco dPS'ulpa so Sr. guarda mor se estnJi me
mais do que era Beeessario.
Recife, 30 de.d-z mbro d>> 1871.
Di: Pedro d'Athtiytk Lobo Voscoto,
laspeelor de saude publica.
Inspeccn da shu le do porto en. 18 de faveret-
ro de 1870 II n. e Exra. Sr. O eostiMM lave-
tarado que tem a a findega, o cflkul de poiou
d) p rio e sf>brelul> os navios >ie guerra surtos
ueste porto de darem licenga a- pequeas etnbar-
cafoispara cnuuiii:arem com navfoa que
a iui aportara, antes que por ejta reparlifio ffjaai
visitados e dfsembar.i{ado, inuilisa qua'quer
providencia qne haja de ser lomada em rii'V'i)
aquelles que v<-nbnm infecsicnados. Uiastl pelas
cartas de sanda irazidas pelos n?.vios vindos do
ltio de Janeiro, que all tem apparecido amitos ca-
sos de febre amarella e a vi?a dis?o pico a V
Exc se digne tomar as prpvideB'iaa que em ?:i
sabedoria jnlgar ConrecieD, (Ira de que io
conliHue e?te uso qne pode ser ariamente prejudi-
cial a hygiene pn.bli:a.
Sac^o i.*'alac;o da pn'ideaeia de Pornisi-
bucj,emitdo deiembro-le 1871. Annuin'o ae
que sonieilaram o* cnsules dos 5 branca e laglau-rra, torael a deliberarlo couusnte
da copia junta a qual se devala enlenlir sraeale
quaaioaoi Vapores das lit,na* refalaros de paqae-
oa Sottiamp.o-n, d>; Uordeaux e da Kew-a*K pois
a;ieaas tem ne!tj porto a dsiaora da 6 hjras a i
preciso conciliar oa lotere.'sas a cehridade di
omnercio com a ne.!c-?jMada do fi-cali?ar o s;r-
vic) relativo salo pablica. o caso de na
iraz-rem os ditos paqoetas caria rapa en de^ter-
^a desens'olvid.) nelles alguma epidemia, (icario as
pessoas que torera m re botador e alvarengas su-
jetos a qaarentaoa b-a.n que na; tenham subido
bordo dos mesmt-s paquetes pois ssj lhes<^ pro'ui-
bido aates da ebegada-da visita de satfle. Sendo
esta medida a conrj'.'SvO dU prat;ca gera! aqu
eslabelecida pormrastr.a;: !i r.i-:ra =-.'t:n?cta aos
paquetes da pequea demora no port) e coa as
cau:e las recoraraeadalas peaso qae o Srlco pa-
blieo nao silTrer n si'.c. a liarroonlsari pe'rfai'.a-
aente corja as mederoas exigencias do commorcin
rapidez dos crrelas pois pie succeder que a
visiia de saii le se demore por ara pan so na chega
da desses paquete? e o certa que elles precisan
pproveitar lodo o lempo (a3 seis hars) e^i carre-
f ar e dasearregar ptoropiam-"2'.e. O que levo ao
oiente.-. Deus goarde a V. S Jo-7o Jos' de Q'i-
teira Junqueira.ST. luspecor ds .ule publica.
laspec^ao da sa lajdo porto era 13 de d-.'zembro
d-: 1871.Illm. Exro. Sr.A*.-;uso a ncepcio do
iilkio de V. Exc. datr.do de 3 do rorrete era que
V. Exc, se dignou comraon:car a dalibaracao que
looiou de, anaumdo a siliciaco dos cnsules dos
.-iadosUnidos,Franca 3 Icgterra, permittir que
i .> juo cheguem os "vaporea paquees as alvaren-
g's ajompaahadis de guardas da alfandaga pos-
-.un a elles atracar antes da visita da sji le qaandj
t?ta por qualquer causa se demore.
Com o devido respeHo pe{3 pertaijsia a V. Exc.
para fazer algaraas pandera 'a, as qaaes nao tem
por (ira fazer a menor opaosico io cumprimeoto da
o d^asqua-icmanim ds primaira attt delander a reprtalo mea cargo, de iropata-roes
que se Ihe qu^ira fazer relativas a falla de cm-
>r:mento do seus devera! pois nessa qae podem
encontrar tilda a garanua naa 3 os interesses par
iiculares cano os do servico publico.
Pelo regalaineato qaa bai;;.iu cara o decreto do
Vi de Janeiro de 1861, se ve qaa cao -t. permiltido,
da pioviocia anteo o que nada devo diz-T porque menos-jTezaoVis e por e*ta razio lovantaram-se
em gnu contra o ia^peclar da salila do part que,
apazir de nao tar os meios necissario-, fjz cons-
lanlas esfirfis pira que se cumpra a lei a nao se
eominetlam abuos, menoscabando-sa os empre-
gi los. Sa V. Exc julgar que mereiem alguma
eofl*Hraaio as rai5;s que acabo de apresemar e
e d'gnar ordenar qne o vapor de reboque ou al
vareoga q le tem de ir ao lamario, niio saia sem
ie o f mpregadi desta reparticaj esteja presente
para embarcar nella, p*a*0 qu ser respailada e
cmnprida a orlam da V. Exc, p j< es pre mea maior enienho.O insoector, Ur. Pe-
4" df Utnlnjde Ltit-i Maxos-h
4." seccao Palacio da presidencia de Peruam-
b ico em U> le dezembro da i87t Scieote pelo
sen i ITI do de 13 d > corrale ao arbitrio qua tomn
ti guarda-mr da a-ll'aodega, de ordenar no primei-
ro porto fiscal d roesma alfaodega, que neotuma
biroaga ou cani p>1e.se entrar antes que fisse
visit.ja por esta reparlicao, cabe-rae era resposta
dizer-lhe qae, ni> lando o referido guarda-mr,
recebido ordem aiguma de V. 3. no sent lo alludido
e sim procedido por delibeacao propria, visto
como les erabarca;,> sunca eslierara sujeilas
viita", anioruo-o a raaodar ralaxar aquella or-
dem, permillindo V. S. qne ellas entrem no porto
odepen-len e do visitan, como seropre se pra'.iaau.
Ne>u dita coramunico ao respeciivo Inspector
?s?a minha resolaeo, pira sea conhecimento o
fins convenientes.
D-'.ns guarda a V. S. Mo to de Olioeira
>n c-i'r.'.Sr. inspector da saia do porlo.
Inspeerio da sauda do porto era 17 de novem-
Droda ISTI.-lllm. Sr.Transmiti a V. S. a io-
cio-a parte que rae deu o secrataro d'esta repar-
ti-ao a raspeito do procediraeato qae leve oin-
vidaa ds nome Affooso de Arbuquerqna Ma-tins
Pareira, caiseiro da casa corr>roer;?l de Toomaz
lafferies, podeodo assegnrar a V. S., que en chega-
va ao porlo qaando desembircava o dito caixeiro
com aro mac de jaroaese tartas, e perguntanio
Ihe com que lieenca liona Ido bordo do navio,
antes de estar vistalo, rasponden-me qae eu o
mandasse para a ctsade daten^v, que era o mais
qoe jodia fazar.
Consta-mo qae esse ntesrno ioiividao eos tama
maltas fweailr a bijrio dos navio? em igaaes cir
cnnistancia8, no escatar dos orticas.
Asseguro a V. S., qae por parca dasta reparii-
eie nose dio licencisipara se iiifrigiren oj reg
latnan'.os existentes :" e paresa-raa qua se os era-
pregados da barca de viga nao consealissera que
sahissem botes oa escaleres para o lamario antes
de se effectuar a visua sanitaria e masmo qae os
praticos nao levara em saos escaleres indindooi
estraahos praiicagam ou repartidas publicas,
erlaraenta se nao dariam to repetidas vezas ac
tos d'esta ordem qoe denotara rauito pouco zeio
da parte de ues e.npregados para que sa nao at-
triba a esta repartido connivencias, para que
Bao contina a prali : de abasas de taiI natura
e lquem impunes alera disso C3 iklinquen'.es.
Da as uarde a V. S.Illm. .Sr. commendadir
Emilio Xavier Sjbreira de Mallo, inspec'.or da al-
fandega d*e-ta provincia. O inapeei^r, Pdi'o de
A'Aihyde Lobo Moscoto.
Inspecclo de sade do porta *33 I; da novembro
de 1871.-Ilim. Gxrn. Sr.Aprs-^nlo a V. Exc as
duas copias inclusas sead:> urna da pars que rae
dea o secretario d'esia reparti-"o, e antra do ofiio
Descarregam hoja i 7 de jaaeiro de 1871
Hriu-' luftezJukii Blyd -farinha de trigo.
Birca ingieza-J;mioevarios gneros.
Patacho portagnezOliiula dem.
BrigiM iglez Aletra canos de Ierro. '
Brigae TraoceaS. Klitnne vrah?.
V tacha porlug u -i iliChaeease peilras..
Patacho toglez- Electroca vio.
Brigae inzlezMargantebacalhi.
Bares iaglezaParagero eai^o.
Brigue ioglez Dorahacalho.
Escuna americanaS. C. Eifms\inho.
Despacho >le. er-porlapo no dia / J>
Janeiro Para os portos do exterior.
Na barca ingleza Bclna Glond, para o Ca-
nal, carregaram: Rabe Sctiamatiau & C. 315
saccas com 23 301 kilos de tlgodi
Na galera holtandeza ledo, para n Canal,
carregaram : llabe Scbameiiau 4 C. 2->i saccas
com 21,867 kilos de algo lio.
No brigue sneco Slent, para Marseille, car-
regaram : Keller 4 C. 200 sacc com 22,142
kilos de algalia.
N i brigae portognu Unido, para o Porto,
carregaram : Sacres Pnmos 100 saceos com 7,500
kilos de assucar braaco.
~ N) pitaeho inplaz mu Wheatoa, para o Ca
mi. carr-garan : J is da Silva Liyo 4 Filho
3,000 ?a;cos cara 225,000 kilos de assucar mas
cavado.
N i brirae inglez Cantos, para o Canal, car-
regiram ^Sauod/rs Brothers 4 C. 2,700 sacos
com 301.700 k'las de assuear ma-cav., j >.
Na barca ingleza Paragere, para Lveroool,
carregaram : Milh Lithan 4 C. 1,230 saceos eaffl
93,790 kilos de assucar ma^cavado.
Ni b.rca ingleza Feiiz, para o Porto, car-
regaram : L'iiz J s da Silva Gnimaraes 200 ssc
eos cora 13,080 ki'os de assucar mascavado ; Tho-
maz de Aqniao Fmseca 4 C. 1,282 ditos com
92.870 ditos de dito.
Na barca portugaeza IVocr Silencio, para o
Porlo, carresaram : K. H. Nabtlto 4 C 630 sac
eos com 7.2-0 kilos da assucar braaei e 1,090
ditos cora 8l,7r>0 ditos de dito mascavado ; Amo
rim Irmaos 4 C. 1,000 coaros ceceos salgados
com 12 k 3,300 k:o*.
No navi.adinaraarquez ster, p.ra Harabur
go, carregaram : K-^ler 4 C i.qJO couras verdes
can 8.000 k'la?.
Para ps portos do interior.
Na barca portognea Claudia, para o Bio de
Janeiro, carregaram : Jos da iilva Loyo 4 Filho
2,200 accoi com 66,000 kilos de assucar branco
Ni barcaca F.spardortt do Nfte, para Ma-
manguape, carragou : Moatelro Jas Fernande-,
I pica cun iSO litros de agurdenle.
No patacho brasileiro Probidade, para o Rio
Grande do Sol, carregaram : Oliveira Filhis 4 C.
32o barrica- com 33,32! kilos de assucar branco.
Na barca nacio.ial Olindi, para o Pira, car-
reg*; Joiqam Jos Goocalves Beltro 100 barr
cas jom 7,930 k.i Na barcaja f7ur de Mara, para Mamangua
pe, carregaram S.lva Irraioa 1 pipa com 180
litros de ajinardente.
N) p itaeho nacional Aijnslinho, para o Rio
de Janeiro, carregaram : Jos da S.lva Loyi 4
Filho 11000 saceos com i6,0tX kdos de assucar
mascavada.
RECEBEDORIA DE RENDAS INFERNAS
GER\ES DE FERVAMBUCO.
Seodinanto do d-a 1 a 13. 2):560*72i
dem do da 10...... 875*332
30:436lli
C07SLADO PROVINCIAL.
ItSBdimeato do da 1 a 13. 91.600/713
dem do di'. 16...... i.326*398
que dirig ao inspectorjda alfinlega, alim de qae
V. Exc. proviieoeo de n semalbiiole aboso qaa ter par censejusucia ne-
cessarla a iooul Hdade de qnalqaer medida, que
possa asta repwiiro tomar em bsusficio da saude
publica, o detfBto'de 23 de Janeiro de 1S71, suf-
ucieotemeota explcito Das disposicoes do ari. 31,
e segBiotes, qaanti as penas qaa devana ssr ira
pistas aquelles que as tran^gridem, misnaorne
parecem qne possara ser anilridas actualmaote
ro-
e so
nem mesrao ao ompregido da pollcii do porlo, | que nao consta qaa haja epidemia nos nonos qoe
que fax o servicooo escal r da saude, coromoo- com este viv.'ra ora relaces coraTieroi^i: e qaan-
do haja nenbuma providencia poder tomar esta
reparlico, quand antee da saa mita o vre
3nem quer ir a bardo, queaqoi aportara e razera
e l cartas e jornaes, como pn leatimoatM cst'ou-
tro da
Assira V. F.xc. dignw-ee-!ia dar as provijenria
^jae em saa sabedoris iuqrar c aveniente, a tira de
que a lei u?.o seja burlada.
mear cjm a erabarcarao qae anVra antes qae a
partieio da sanie a l.'la e desefiLarace.; i
a !ei nao faz excepej a r> spe.to de qoalqaer navio
menos se pode ella f.:z-r a raspeito das vapores
transatlaniie is que pela rapilez de suas viagens
ao mais proprins pr.ra c yiaiitem os agentes
mrbidas das differentes mo'etfias pestilenciaes e
facilitarera seu desanvulvi.n-jn'.j ans patzea com
que cammrr.usicara, diBds tem aascido a renla
aralrnente espalbada que depois q:\e principiarara
a vir vapores da Europa qae temo* tido a febre
amarella, a cholera ra rbtw, a escarlattoa maligna,
que foi aqu imp.ruJa por ara navio m qae vi-
ihara colonos e que es^va siguas dia* neste porto
e deserribircia os doenteaaaLazareto, appareceo-
doem trra 03 prifflairos doetotes na raa ImpariaJ.
B se bem que era lodos aeredileffl qaa os mias-
mas dassas molestias possam as trazidas da to
grande di-tancia, era por ssj para desprezar a
opioiaa de grande nnmaro je mo'os celebres que
Deus giarde a V. Es:. Illm. a Esm. Sr.cr.n-
digno
Feiro
salbe.ro-J'>io J .- de Oliveira JaaaaMra,
presidente d'esta provincia. O inspector,
de tlnhyic tobo Moscoto.
." seceso.Pelacio da presidencia d* Pernam-
bueo em 15 de dezembro de ti71. E-r- addita-
menta ao mea offl-aa comala de l*'do oriente,
tanho dizor-me qli osempregad.s dessa repar
ncio da saie poidjlirao ir bordo do japor de re-
boque ou das alvarangas, que sa dlrlfero ns pa-
qiatas de S-aulharaptoa, -BordBaax e Nev-Y >rk,
nma ver qae se apresentem em leaapo oppcrtano.
aeredttam na possibidada de se desenvolvere ti'os \e sera dar legar derr. iras.
miasmas depois de urna leriga demora e qne Ins- j -Nesta en lo su dirijo ao inspector da afan-
!am para que se empreguem icio* oa meios qae a
fciencia lera reconhecidjcino propriut para obstar
ii esse desenvolv manto, e %\t sejam observador
com todo o rigor como s^ir.i a v:;ilancia da sale
Jos niveganles, as qaarent'S.H as de*ic!eccDas e
antros mais alvilres almittdos na praliea e qne
t o prosete nao palera u sar canlamnaios carao
maulis ; e tanta e verdade qae a Inglaterra qae
at a ponco foi refractaria s-sas camellas, hoje
procura torna-las eflaetivas, convencidos la I vez os
eens memores mdicos que ellas nio ao dasne -
eessarias.
Permita V. Exc. qne eu pondera qae nio ha
necessidade de se deixar de observar o regul* raen-
to da sed le do porlo e qno ssa eiamada praliea
para qae appetla o inspector ds nlfandega nao senao
a falta de observancia das regola neo tos tanto desta
reparticia aomo mano prineiphlraeote do da alfan-
dega e mesane do da polista do-porto ; e como es-
isvara ella habituados ho)a lodos estranhim qua
en exija o curaprimento da Je-, pela quil pugno
iesde qne eotrei ao t-xereieio da inspector de sau-
de do porlo enessadeta me tenho achado s4 qnan-
po devara ser ajndado peb3 cinpregados das re-
partieses Qseae.
Qaando temai pose deste cargo achri o eoslo-
me inveterado de se darem na alfandega liteneas
francas a qaem quera ir qnalqaer navio visitar amigos on basca-Ios para a
trra antea da visita da sauda, e esas licencas
eram visadas psloaeeretarlo deata repartiijio e
eanio na falla debe me vesem pedir para p5r Irte
o visto, foi qaando tive eonaeeimeBl do faci e
eppnz me a ell- por consMonvIo filial; e apezar
de reitralas recommenJatjSss qaa lzis ao jecre-
dega.
Aasim fica respondido o seo offlcl? de 13 do
correte.
Baos guarde V. S Joo Jote de Oiiveira bm
pteira.Sr. inspector da sade pabrica.
COMMERCtO.
NORTHERN.
lapitl. .
Fondo de rasero
. SO#M:aooj0X
. d/WAOWM
Agestes,
MUt latham & C.
96:l27lll
MOVIMIENTO DO PORTO.
Navios sahid-it no dia 16.
Rio de JaneiroEscuna hmsileira Tres Amigos, ca
pilao Jo- Fernandes frdlho, carga sacar.
Navios entra> no dio 16.
Rio de Janeiro20 lias, brigue inglez Lois, de
263 toneladas, cvpitao Wiliiam Sawell, equipa
^em 9, era lastro ; D Lagrange.
Rio da Janeiro -20 das, barca sutca Preciosa, de
311 toneladas, capilac N-Isson, eqaipagera II
era lastro ; a L:dsions HjbilIrsfrJ 4 C.
Navios sabitos no mesmo rlr.
Rio de JaaairoPatacho trasileiro Casilhas capi-
llo Ant HambirgoPatieh) norte ailemi) Elzhorn, capi-
llo Kroger; carga algodaa.
S. Francisco (oa dlif irnia pelo o Rio de Janeiro
Vepor americano Ihssler, commandante Jonhnson.
Navios entrados no dia 16.
Rio da laneiro-19 dias, brigue inglez Ocean Relie,
d* 88 toneladas, capuiio E. Diris, tqaipagem
8, em lastro ; a Johns'.in Pater 4 C.
Observo cao.
Suspendoram do lama'o para Buenos Ayre
pelo Rio de Janeiro a crvela americana Ficonli
roga.
llera para Parahyha brigue norla-allemo vi-
dma, capltao Mentk-1, cora o mesmo lastro que
trouxe do Rio da Janeiro,
dem para a Parahyb^arja italiana La fegim
rf feore, canillo Pjaballo, em lastro, o que tcuuxe
do Rio da Janeiro.
ECITAES.
IMPERIAL
Cooipanhia de seguros contra
fogo.
;AGENTES J
S. P. JOIIKSTON C;
Ruada sienzalsi-aoaTa n. 11,
THE ALUANCE RlflRH & F0HEI6N.
Lifa and'Pir? Assrracee 'Jompany ea'.abeleeidsj
tm 131. CapHal *#*.&*)
Os apQte'4hs! eamBirbia tonun segaro*] A cmara municipal rjesti cidadd, tendo
centra fcgo sobra prediaa, gt^cros e fazeudas a j l1fl |0Var a effeito a coostrucao deseu mer-
pagaa aqm prejaitos devidammie provaJos.
Raba Scbmettau 4 C
Corpn Santo n. 15.
O Illm. Sr. inspector da thesouraria provin-
viacial, em cumpriinento da ordem d>Exm. Sr
paesldente da provincia, manda fazer publico, que
ao da l* du :favorero prximo vndouro, pran'.e
a junta dst thesourana se ha de arrematar
quera por menos fizer os cancanos de qas care-
cer o qaartel da eidado de Goyanaa or.-itfos era
1:602^2)3 reis,. e.sobre as clau8alas espeiiaes
abaixo apiadas.
As pess >as qae e propoicrem "a essa arremata
ci coa)par junta no dia cima mencionado, pelo meio da e
competentemente habilitadas.
E para coaiar se mandou publicar o presenta
pelo jornal.
Secretaria da Uaesanraria provincial da Pernam
baco, 15 de janairo de 1872.
O jfScal da secretaria,
Miguel A/Jonso Ferreira..
CLSLAS ESPBCfAES.
1.' Os reparos do asirte! de Goyanna na impor-
tancia de 1 602)1213 r. seiio execuladoa de coa-
f.irrciait com o respectivo oreamento.
S<* O flontratanie dar cornee > as obras no pra-
so de 8 dias, e as coneliri no de 3 mzes, am-
bos contad .s da data da approvafio do contrata.
Z.' 0 pegamento da importancia da arremata-
ijau ser feo era 3 preitac >s guaes, sendo a 1'
qaando liver eome^ado a obra, a 2.* quando bau-
ror meude dos re^arofre a 3* quando concluidas.
4. Tara o miis qne nio se acba eapee.flcMlo
na< pre atea clausulas se observar as dispo-v
<;5es to regatoajento de Sl'fle-jlfio de 1886.
fon/tirme,
M. A. Ferreira.
meato e a planta approvados, qaa te acham
na 'dita cmara, e podem ser examinados
per quem qnixer arrematar a supra dita
obra; leudo em vista as condiccoes abaixo
enaoaJu. tkWM
.|s}eo da cmara mtiaicipal do HecUe,
de Doverabro de IS71 s Ijitacio Jaaquim
de Soten Lsa, pro-presi#enle. LourettfM^
Dcaetj-a trneiro da Ctuika, secretarlo.
Claumlat especiaos para o contrato velad-
vo a cutWrncc/to do mtreado publico da
ciiadp do Ikctfe.
Art. 1. A cnnsirucclo do mercado publi-
co da ciliada do Recife, ser Teila de con-
formidade com a plasta o or?innato appro
vado e as nstracf5es do enenhiTo fiscal
da obra ; pela quantia de 385:OJO0OOO.
Art. 0 imprileiro dar comeco as
obras Venlro do prazo de tres mezes, e as
concluir d;> de viole mazes, contados da
assigwtura do contrato, sob pena de urna
molla de 5:0004000 o primeiro caso, e de
I0:0005000 no s.-jondo.
An. 3 O piframento ser feito em seis
prestacBB igaaes. A primeira quando o
arrematante assignar o cent al-, a segunda
qnando moUrar o conriecimento. de ler eiu-
Darcario toda a ferragera, a terceira q-iando
liver feito a terc;i par.e das obras, a quarta
qriarido'etriverem execiia'los o dous ter-
cos das dits obras, a quinta quando esti-
ver corcTiiiado todo o edificio, a sexta s^is
mezes depois da executadas e concluidas
todas as obras e conservadas.
' An. 4. O empreiieiro tara una eogeobei
ro encarregado de dirijir as obras em exe-
cucao.
Art. 5. O empreiieiro obrigado a fazer
por sua oonla e sem direilo algurn o esees-
so de ferro fundido, balido, ou laminado,
qae por ventara haja at o peso de cinco
toneladas, aloo do calculado no ornamento.
Art 6. O contratante es-us sociis a.-
os tiver nSo poderlo era lempo algum alle-
gar nerJas e daanos, nem osar de encara
pac5es algumas, para o que renunciara a
todos os casos fortuito!.
Art. 7. O contratante prestar nraa flan-
ea de 80:0001003 para o pagamento das
prestacoes qoe tiver de recebar._________
4' sec?!).Sucreiaria da presidencia de
Pernamboco, em l de Janeiro de 187.'.
Por esla secretaria se faz publico que,
toada o Exm. Sr. presidente da provincia
de dar execoco ao art. 2o da lei provincial
n. 1000 de i i dejanhodoanno Oodo ab
xo transcripta, se convida a quem quizer
contratar o assentmenlo de carris do ferro
em toda a extensao desta capi al para o
transporte de gneros, bagageos e mercadu-
ras, nos termos da citada lo!, a apresenlar
soas prepotas no prazi de 30 das a coo-
tar da presente dala.
O secretario
lias F. d'Alinala e Aibuqiwrque.
Lfi provincial n. 1G00 de i i d junho
e87l.
Art. 2. Fica igialmente o presidente
d3 provincia autorisado a contratar com
Bdlarmin) d) Reg Barros, Jos da S Iva
Loyo e Jos Jiaquira Antones, on qu-^mm:-
Ihores vantageni offerecer o assentamento
de carria do ferro em loila aexlenso da ci
dad9. deslioados ao transporte do gneros,
baga^ens e mercadorias, com o privilegio
de vinte e cinco annos, e as mesmas or-
di(,-es da oacessai feita a companhia loco-
motora do Rio de Janeiro equipolentes as
circamstancias da empreza.
O Ulm. Sr. inspector da Ihesooraria provin-
cial, em comprimile da ordem do E*m, Sr. pre-
sidente da provincia, manda faz t publica qae no
dia 1 de feverero prximo vindouro, pente a
jauta d'esta ihesouraria se ha d^ arrematar a
quera por menos fuer, os conwrtos de que car-'.':
a-cadeia da cidade de 6 .y ima, oreados em.....
S:073|125, e sob as clausulas especiaes abaixo
declaradas.
As pessoas que s; prjpozsram a ossa. arremata-
gao comparecara aa ala da sessoes da referid i
junta, no dia acirna mencinalo, pelo meto dia, e
corapetenleratjnte habilitadas.
E para constar se man loa publicar o prsenle
pelo jornal.
Secretaria da thesouraria provincial de Pernam-
baco, 15 de Janeiro 1S72.
O ollHal da secretaria,
Miguel Affonso Ferreira.
Clausulas especiae^.
i* Os reparos da cadeia da G lyanna na impor-
tancia de 2:078Jlo, serao executados ds confor-
midade cora o respecliro oreamento.
2* O conlractanle dar conuco as obras no pra:
zo de 8 dias e as concluir no da 3 mezes, ambos
contados da data da a; povagio do contracto.
3a O pagamento da importan ra da arrematn'b
sera feita em tres prestacoos igaaes, sendo a pri-
meira qaando tiver coraegado a obra, a segn la
qaando houver metale dos reparos, a terceira
quaolo coneWWw.
4" Para o maia que nao 33 araar especificado
as presentes clausulas, se observar as disposl
qoes do regulamento de-31 de julho de 1866.
Conforme.M A Ferreira.
ro pelas 3 horas da tarde, tem de r.r arre-
natadoa a qaem mais vafttagens olTure-pr, pelo
tempo de ura a (ros annos, as rendas dus predios
em seguida declarados.
ESTABELECIMENTOS DE CARIDADB.
Raa de Sania (lita.
Casa terrea n. 32.......301*000
Roa da Moeda.
Loja do sobrado a. 37......150*00.)
(Uta taMa do-ltaaano. X'-^mf
ando andar do sollado n.H A. :i08|MD
11 u a da Glona.
Basa terrea .?! 2VO|W0
PAMONre BOS ORPHAOS.
R ja 4o Codoraiz.
Casa terrea a, i.......6001800
Ra\ do Amarlas.
Gasa torrea n. 3.......120*000
Roa da Gata.
Casa terrea n. 12.......193aH>
Os pretendentes devero apresentar no acto d>
irrematacao as snas flaneas, on comparecern
icompanhados dos respectivos tiadores.
Secretaria da Santa Casa de Misericordia do R-
-ife, 13 de j'.'oeiro de 1872.
0 escrivao,
Pedro Rodrigues de Souza.
A ihesonraria provincial de Pernambuco em
curaprimnto da ordem do Exra. Sr. presidente
da provincia de 8 do crrante, compra para a en-
fermara da casa de Detenco o seeninte :
200 lencts de brira cora dous pannos do largu
ra e II palmos de eomprtmento.
100 cami olas dj brm.
50 pares de sapaios de trane n. 40.
50 colch5es.
50 travesseiros.
24 ulheres.
i'a colheres de metal principe.
Quem quizer forncer taes objectos conpareca
aa sala das sessoes da referida juata no ala 18 do
corrale com suas proposias era cartas fechadas
era qno declare o preeo por que foraecera os re
feridos objectos.
Secretarla da ihasouraria provincial de Pernam-
baco 12 de Janeiro d 1872.
O olicial da secretari?,
Miguel Affjnso Ferreira.
De ordem do Illm. Sr. Dr. director da Es-
cola Normal s rele em dianie, se acha abrta a matricula para
as aulas do corso noriml e da esc- la pratica,
devendo os candidatos matricula do primeiro
aono do curso satisfazerem as sezuintes condic-
coes exigidas pelo art. 2o do regulamento em vi-
gor.
1 Ter a iJade de 16 annos.
2. Saber ler, escrever e contar.
.'!. Nao ter sido condemnado por crime off.rasi-
vo s moral ou a religio do Estado.
!. Ser de costumes puros.
Sscrelaria da Escola Normal de Pernambuco.
12 de Janeiro de 1872.
O secretario,
Exequiel Frn:o de S.
De ordeno do Illm. Sr. director das obras pu-
blicas se convida a? pessoas que qaizerem forne-
er 200 canoas de ierra vegetal posta no caes de
Santa Isabel e 2! de Novembro, a apresenlarem
suas propostas al o dia 17 do crreme.
Reparti>So das obras publicas, 15 de jaaeiro de
1872.
O secretario,
Feliciano Rodrigues da Silva.
Tribunal do commercio
Nesla data foi feita a competente nota na caria
de registro do hlate Nova Esperanca, do sentido
le ter sido mudada sua masireacao para barcaca,
confirme roqnereu >eu pnprieiario Bartholamen
Lonreaeo e foi deferido pelo moretissimo tribunal
i >m lata de II do eirrente.
Secretaria dotribjoal n> commercio de Pernam
buce 13 de Janeiro de 1872.
No impedimento do offliial-raaior,
O oficial Torre 3.
CORREIO GEIUL
Rela^So dos bjectos registra-
do existentes na admlalstra-
r ~\ do eorrelo desta pro-rln-
cla, para as pessoas abaixo
declaradas :
Almaida Borges dr C, Alfonso A. Cisneiro de
Albnqaerqne, Alexandre de Sonza Pereira do Car
rao (2), Antonio Ferreira Lima, Antonio de Sonza
eii, Carpintrao Filho A Sobrioho, C-mstaaliao
Jo Visgas, DjnoiSa A. Ferreira Lima, Eugenio
Telles da S Iveira, Francisco da c; Casiello Branco,
Francisco de Frenas Chaves, Isabel Maris da Ro
cba, Jutiao H'drigu-s da Silveira, Joo Firaoiuo
'arrala de Aran jo, Joao Feliciano do Nascimnlo
J t? Vicente do Torres Baodeira, Joscpha Franee
iioa PiBto, 1 ::'; Ant mo de Castro Porlo, Jos
C;rlos M Pires Nabato, Jos Diniz Barreto, Jos
do Patrocinio Peroira e Silva, Jo Ricardo Gomes
de Cirvalio, Jos Teixeira Meades, Manoel Frao-
: > >, Rita Beraira da Motla Maci-I, Silvestre Jos
la Hscaa Pinla, Viconte Ferreira de Albnqncrqae
/"ascimanto, Nicola Fillipaldi.
Aministracao do corroio de Pernarabnoo 15 d^
janeln d9 lw72.
O encarregado do registro,
A. Goraes da Silva Ramos.
.Uv\UN"ISrUCAO 1)05 LORREIOS DE PER-
NAM3TTC 17 DE JANEIRO DE 1871.
Mala* pelo vapor nacional S. Saleado::
A correspondencia que lera de ser expedida
hoje 17] pelo vapor cima mencionado para a
Babia, ora escala por Macei, P. nedo e Aracaj i,
sari reeeblda pela maneira segninte :
Ma--os da j-rnaes, impressos de qualquer Data-
reza, e car'.as a regi-lrar at a 1 h iras da tarde,
sartas ordinarias av 2 horas, e estas at'i 2 1|2
pagando porte doplo.
O administrador,
Alfonso rio Reg Barros.
a-s* r-*3 j >Tj;.vntj.'--aaaatl
0
r 6* PAMl'.
Terminar o espectculo com a exaa;io du
Grande Hymno Festivo, dedieado ao pnblieo
peroambucano pela banda de muslea d i bala-
lbao.de Jioba, tmmtm, t a atesara, eonpcsi-
rao do artista Fraocelioo.
REL ITAL14IW
NO
campo das n\mm
ESTRS D& COMPANHIA
PRIMEIRA FON .QlO
HOJ.
As 8 horas da nuule
GRANDES EXERCICIOS GYMNASTi:J>-
ACROBTICOS, CHIREOCRAPHIOS
E DE EQUITAC^O.
fHK(0i
Camarotes 6 cadtira'........ I8#OCO
Cadeira.................. WM8X)
Geraes..................... !**>
0: malino i rnt-unre> fin 8 aunos laOWI
O Sr. Chiarlni previne ao i .airado poblic"
lesla capital, que de passagem par; os Estados-
Unidos dar a'gnmis represenlaco-s.
A companhia tro' alhar todas as nontes s
horas e aos do niaErs p dias santo ha*-ra du*
rejiresentago-s, s-nd a primeira -i l|' da r-
dele a segunda as 8 12 da no-itc.
Do meio dia atrj a* 3 horas da 'arle e di B
em diante estao exp-i tis os bilhetea a venta no
-scriptjrio do circo no.Campo daa Princezas.
AVISOS MARTIMOS.
I'ara o Porto
Segoe por tad este mez de jaaeiro a barca por-
tngueza Feliz por ler a mai^r parle de saa carg*
prorapta : para c restan m e passageiros ttatk-M
com os consigaatarics Thomaz de Aquiao Fjneea
t C. Saccssores. raa do Vigario n. 19, ou en earoitao oa prsr^a._____________
COtIPAMll
DE
m
At o dia 21 do aatTMM i
esperado dos portas do sui i
vapor Para, coiiiraaitd.ratc ?-
reir, o qual depois da demora
do costuran seguir para os por-
tos do aorte.
Para fretes e passageiros irata se na agencia.
Encomni'radas de peqaeao valor, peso, to-dil
e larabem dinheiro, recebem-sr at a 1 bora da
urde do da da sabida do vapor. Agencia raa d'
Commercio n. 8. ______^^____^^_^^_
COMPANUA PCRNAMBUCANA
DI
Navegando costera por vapor
Porto de Galnhas, Rio Formoso a
Tamandar.
O vapor naciooal Pamki
fc'i.segnir para os portos ao
ma no dia 20 do corrente a
meia nonle.
Recebe carga, encomrrfn
das, passageiros e dinheiro t
no escriptorio do Porte de Mallos r.. 12
sA<..
lili
frelo
Di orJem do Illm. Sr. director das obras
publicas se convida as pessoas que quizerem com-
prar 60 estivas qae servrara em diversas ponte*,
apresantarera snas propostas em carta fechado
nesla repartico no dia 22 do correle.
Reparticio das obras publicas 13 de Janeiro de
1572.
0 secretario,
Feliciano Rodrigues da Silva.
De ordem do Illm. Sr. conego' regador, faro
constar ios que o presente edital virem, qu*o no
da 19 do correte mez de Janeiro, eslao abertas
as matriculas do Gymnasio Provincial de Pernam-
buco, era a re-pecliva secretaria, de aceordo eorn
o disposto no artigo 62 do rexularaenlo do mesmo
institnto, sendo que pifa ter lugar a malricn'a
sao necessarioi : l. certidao de idide ; 2. cerii-
dao de ter sido vacenado cora born xito; 3."
recibo do importe-,do primeiro trimestre da pensao
pago ao ecnomo : nao comprehende pois o pra-
so imrcado no art. 62 os alumnos do t* auno,
aera aquelles qne pretenden] estudar dheiplraas
i-olailai; porque, para nns e outros, segando o
disposto no art. 63, a matricula pode ter lugar
duraate lodo o anno lectivo.
Paco saber tambera que, a matricula nraa vez
feita,"serve para todo o tempo que o alumno fre
qaente o Gymnasio, sem ha ver oe:essidad de re-
nova-la todos os ana os, segando a loitra do art.
66, e pelo que determina o art 67, 10, os pen-
sin stas reVdiodo (teatro do iaternato teem drei-
to a estudar a serie de disciplinas de que se com-
poe o estadio lilterario e scientideo do Gyranasio.a
ser alimentados era dia e abundantemente, ser
tratados em suas eofermidade?, a ler roupi lava-
da e eagomraada regularmente, e a todos os mais
confortes qne o intitulo offerece senlo tndo uto
mediano a rnemalidade de 30^000.
Oatro sin, pelo art. 161, os pensionistas slo
obrigad03 i a presentar se bo Gymnasio, na ves
pera da abortara do anno lectivo ( 2 de feverein)
e os qne se sao recolheri'.m na poca deteimina-
da, eam privados de sabir por lempo de dous
meas.
E para qne chegne ao conhecimento de todos
0: o presante em que me assigoo.
Secretaria do Gymnasio Provincial de Pernim-
iiuco. t do Janeiro' de 1872.
O secretario,
Basharel, Antonio da Aasampcao Cabra!.
OECLABACOfS
SA3JTA CASA DA MISERICORDIA K) RECIFE,
A Illm, junta admicistratlva da Santa Casa de
cado pob;!CO, convida Ca passoas Cordi do Recife, manda fazer uuWico qne
quizerem en-arrgar da ateuna coDStruccio 1 na sala 4ioas fiessc9?,n) da iS io mez de JaaeJ
TBEATRO
ceto.
Ctrtu
Rowe &
O vap-ir na-mtial 1. Salta
dor sahira h-je (17) para a
Rabia com escaa por Maceu
Peaedo e Araeajd. Recebe
carg? e passageiros para tu
dos os portes, excepto Ma-
;i'i ao ivrreio. Consignatarios Wils-or.
C : roa do Commercio n. 44.
Qaarta-feiiVt 17 de janfiro
Recita extraordinaria
Em beneli:io do
hospital mmm de iwmm
OlTrecido pelo violonisia
fRAXCELlSO DOJflNisOS DE MOURA PESSO't.
O artista violonista "Francelino Domingos de
Honra Pessoa, penhorado pe >s bons servieo qne
obteve era (ratamente no 11 spital Portnguex des-
ta provlneia, quanio no anno de 1870 saffreu ac
e^rt ioterrr.'tiente, qnerendo dar orna prova de
rali o a asaacisala que manlm o mesmo e-a-
beleclmenlo e eoaaarrsi para elle com nm pe-
nene cbu'o, frncto de sen irabalho, h3 rasolvido
dar neo o-nectacnlo no dia acioia referido, em
sea beneficio, sendo o prograrama o seguinte :
!. PARTE.
Depois qae n crchestra, ob a regencia de Mr.
Paspe,.qae praciosampnte se presta, liver eseca-
fdo a bavertara, O* Martyra sera repre-
sentado pela Compaobia Dramtica, dirigida pelo
arti?ta ^orteguez Gnerrelro, a comedia era uro
I'iHTIMMLlO
2." PARTE.
O artista Francolino, em scena, execnUr em o
violmo a pbanlasia e variajao, sobre ura Ibera
ong'nal, cora imiiarSes eunosas, acorapannada a
piauo por Mr. Poppe.
No intervallo da segnnd a terceira parte, o dia-
lineto arlisto portugoez Joao Jos de Parva fxecH-
lar no sax-sopbone, o final do terceiro acto da
opera Ernani, seompanhado pe a orchestra.
3.' PARTE.
A Companhia Dramtica representar a graci-
sa comedia em 1 aeto, intitulada
0 ROBi) DE HE! ERA
4'PARTE.
O arli-ta Francelino exeeoasa a pbantasia e
samaces em uria s corda do violmo, sobra mo-
livo da opera Norma, compos.icUo^lo celebre
vio!oL\i:ta belga, V:3xtemn>, aconi^aDhaiJa.poriMr.
Pop jo. .
5/ PARTE.
A Cb'mpafi'aia" Dtatnatxa represenTiri a inte-
ressaote ccTOcdia em 1 acto
Porto e Lisboa
A barca portognea X-oo &ilt*ao, captao
Antonio Ferreira, tern liadas accmnolares pal ^
passsageiros e vai sabir al o da 2.o do eorr-.oU:
trata se com E. Ii. tabello & C, ra do camx r-
co B. 48, nu com o capito.
Para o Porto
Patacho portngnez O'inrfa capitn M. J. iit Ho-
racs, secnir era pouco lempo, por j ter a a^r
parte de sen carregameato engujad .; para c rs-
lo da que falta mta-se eom Mooteiro Grnoji' *
C. raa do l >m Jesns, ontr'ora Crux n. 3o.
PARA
0 PORTO
Vai sabir u.nin breve o brigrae portog.'.
Uniao ; para carga e pa sageiro- trata-se rv
Soares Primos i ra do Vigario n. 17.
RIO DE JlMRO
Para o indicado aorta o patacb i Cassilhat, noaem
aelle quizer carregar, deveri tratar a ra do V:-
gario n. 14, e-criptori) de Jos L-apes D v m
PARA
RIO DE JANEIRO
O brigue nacin ii Damao e-perado deat;
poucos dias do Rio de Janeiro e regu par? o tne?>-
mo porlo, tem parte do sen carregamento eag :j
do: para o resto que Ib" falta, lrata-s9 corr n
sens consignatarios Antonio Lnii de Oliveira A--
vedo 4 G, ra di Rom J.'sns n. 87.
PARA'
Se^oe para o indicado porto com pouca i.:: *
o novo hiale Olinda por t-r a maior parte da ctiih
e para a qne Ihe falta traa se como eoasig lata-
rio Joaquina J) Gonealves Beltrao, i ra* ?
Commercio n. 5.
LEH.0ES.
LElLd
DE
Fazendas avariadas
HOafE
Tor intervencao do agent- Pinto
No arrnazem dos Srs. Carneiro A NogneiTa, ro
da Crnz n. W.
MOVIS
Sondo nma raoMlia de |acarandi. eonstaato r.
tcadeiras ti'pnro:ci), 4 ^e l,aro\ | tafe,
consnllose meza red.ioda, rom pedra*. 4 dMa V
fara a bol XV, eom 12 eaatdran de fuaroicio. i
de bracos, sof, c-osallos c jarditaira coa padraa,
I dita de amarello dem, 1 i iann .. ? r*M apeara
dores de n.i.giw, I guarda rap; I aaaarta-aaatf-
Jos de amarello ('aiz), 1 c,r>nomi>da d* Jarar
f
2 eadetra* de l>rca do jataraoda, 1 dlu
1 sufi. cadeiras de birarr', d'tf* Aa puataick), t
raens elstica, banco para jogo, eaaua> iraoe

l
1


I
i* ,_, '
3

.
%*, m
jeitos,-
l?< o anuos outros ob-
us na oec38iao do loilo
Hoje.
1 da orrcne
|MEPAIiT0R10S
fe*ei
Q agente Martins fw IJ'o. ios movis acuna,
*ue serlo venioYs pelo'mal.-r preQo; i roa do
lacerador n, 48, t IIhottsjodl^
mbali oq roupa, espolh de Joaquim
Gor.calYC8 Bellra"),
Heje
ele *nta Mr'.tos, do arrnuet da ra do Ib-
f.erador n. 43.
LEILAO
DE
.'-
Um carro,* un ca:ueiro, espolio de Fran
ci3Rod,iues de dgneiredo.
HOJE
Pele agente Marlias, a ra do Imperador o. 48,
armszero.


LEILAO
QCARTA.FEIRA.l? DO CRREME. #Jg
Garueira & N gueira levaio lei'o, por inlor-
vnco do geme Pinu, um completo e variado
aonliaK'til de blendas tnRleas, trncelas suissas
a allemas, proprlns desto mercado, e exiilettes
ern tet armaien da ra da Cruz n. i'J, ende s
tlfeoloar o Icnao, que C6mecar as i

LEILAO
DE
tieas caxas de costura, di*ers*javfi_ur.as para eo-
fetie de sala, frascos para 'Huiro, ehapeoe para
-i- oh iras, pefuntaria*,' eaa itiohu par* seoho
ja, eofenea pretos para vestidyg e rtuiitoa-ontroa
artigo, que serio vendidos t^t, tiir- prec.i
para refirma de e(abelejiieulo :
Qointa-feira 18 do correqte.
Madama Leconte far leila por intervenido d
agenie alartiu.s para liquidaco e reforma de seu
esUi'Kcimeiio, das fazendas acuna, que serao
vendida peta reaior prreo ; s II horas da dia
cima, ca sen estabelt'ciutcuto a ra da liupera-
triz n. 7.________________________________
Leilao
DE
lasa partida de machinas para descampar
algodo de 18 cerras, marca agua,seai
limite ao correr (*o martelo.
QUINTA-r/ElllA 18 DO COMIENTE
r io agi-nte Pestaa, no i rapizo do Cuulia. uo
Pone do Mallos, s 11 oras da. roanha, por canta
risco de quera perteocer.____________
LEILAO -
DE
helenios de ilgibeira de QaWti e de prala,
trencelln. Dar os mesmos e joias.
Sexta-eiru 19 do coi rente
Por iotervaasao. d)ajenie Pia'.o. em sou es-
-riptorio, a ra, da Crin n. 38.
lm cutinnaro ao lelSo cima.
LEILAO
DE
l m caixj cora diveraii murc-idorias e
rniudez-is avariadss.
Sjxia-feira 19 do correte.
AS 11 HORA"* DO DIA.
O agente Pinto levar a leilao pot.autorisaijio
do Cu-sul de PraiQ, em prasanoa de. seu chan-
clkr, o por e uta* riaao dquena perteucer de
ama cana marra T i* 11 n. l-'il, avariada bordo
do vapor frap.cz A-n i e>te poro ; a'leilio sera effoctuado i II horas
d dia aeima to, o> escrpiorio do referido ageo
ie ; ma da (Tro? o. :I8.


; :



Fevereiro e mafqo.
JOs Soares d'Azevdo, professor de 1
gaa e litiaratrjra mcomI no gymnasio p
vicial do Recife, tem abarlo em sua cosa,
ra B lia a. 37, as siguiles aulas de pre-
paratorios para oa estudantes que tiverem
de fazer exsme em fvereiro e marco prxi-
mos :
RHETORICA K POTICA .
PH1L060WUA ;
GKOGIaphia :
msToniA ; ; &
Alem desias aulas, ootinaam as de f.^n-
cez e portogoez dorante todo o anno.
Dirigir-so residencia indicad, de ma-
nilla at s 8 horas, e de tarde das 2 s 5
horas. -
Esta' decidido
SO elle brilha!
Queta 1 o Campos eom armazem,
xi roa do Imperador,
Numero av* attrahidor,
Violo e oito '
Vende 03 nielhores Li.-cIi .-.
Arroz multo especial,
Gomo jamis se vio igual
Qaeip londrino
Da ludia cha o mai- fino,
(Jueijos Qamengos mui novos,
Alm das lo boas 'as,
Bom toncinho I
Da Porto o mis Uno voto,
Presuntos, tombos, chouriQas,
A par daa bu*s salchichas,
Fno le le I
De Portugal o azeile,
'aamdestnui ssboroses,
E o nao menos deleitosos,
Doce em latas I
Ingieras novas batatas,
Bacalho superior.
De requintado sabor,
O chucale !
Boa massa de tmale,
Caf, manieiga, l> 'j".
Para sopa o macarro
E eitrellinhas I
Finas ameixas em lal.nlia-,
Passas, figos e licores
De apurados sabores,
As coservaa !
GoMosas azeitoDas d'Elvas,
Silroon, doce de caj,
Massa tina de **f
E aletria t
Por todos a primazia.
l as lingual foram dada',
E as tio precooisada*
Gelas I
Do Bass a sublime idea :
Em barril cerveja boa I
Das sardinhas a fama va
E do salame .'
E' natural qne se amo,
Do Campos o anaazem,
Visto qae so elle tera
Fios charuto* I
Os afamados e vetustos,
Viobo Bcrdeaox e Madeira
Nao esquecendo o Figueira,
E araruta 1
Em frascos muil linas fructa.-
E para que ?e veja at,
Qao dar raassada nao quer
Vai lindar I
Prometiendo desde j,
S vender bom qaeijo pratc,
E tudo mais multo barato
A -dinbeiroI
Note bem. E' altaneiro
Dos gneros o paladar,
E quem isto dnvidar
Venha ver I
Atleni'ilo
Um molato, mogo, cfflclal de sapateiro precisa
para completar a sua liberdado da quaolia de
iOOfCOO, para ir pasando todos os meies com o
-eu trabalho at completar o pagamento; quei>
lortanto quizer faz?r este negoiio, que alias mu
to se agradecer, aoQuosia para ser procurado.
O OLEO DI.' m&0 DE BACttJlAO
Nutriiaeno
MEttieiNAJ
rpfepara#apor
Lanoaan oVKemp
para tisica toda
rtwiidanliddO'
eneas, qur soja
na garganta, pai-
to oubofea.
Exp ress a
menta. esfcJtlido
dos nieHioies fi
gados dos.quae
se extTiie o
oleo, no banco
Terra Nova,
purifieado chi-
micalraente, e
suas
pr.opriedades
conservada?
com tqdo-o cui-
dado, em todo o
frasco, segaran-
te perfeitamen
te puro.
Este oleo tere
sido sobmetdo
a um examfi
muitosevero, pelos ciimicos de,mais.lale-D
ot, do governo baspauhol em Cuba.foi de-
valgado por ello e contem
MAIOR PORQAO D'IODINA
do que oulro qualqper oleo, que elle tem
xaurnado
IODINO E'M PODER SALVADOR
Em todo o oleo de ligado de baclho,
ejiat|uelle no qual contm a-raaior porc3o
d'esta invaluavel propriodade- o unicc
meio para curar todas as dotmeas de
GARGANTA, PEITO, BOFES,FIGADO,
Tsica, bronebites, asma, catarral tosse
resfriamentos.etc.
Uns poucos frascos d carnes ao muito
magro que seja, ckrea au46ta>e di-vigor a
todo o corpo. NenUurn outro artigo co-
nhecido na medicina ou sciencia, d tanto
nutrimento ao systema e encommodando
quasi nada o estomago
As pessoas cuja organisaco tem sido
destruida pelas alfeccoes das
Acha-se a venda nos estabelecimentos de
A. Caors, J. da G. Bravo, &C..P. Maurer
4 C, A. A. Barboza, Bartholnmeu 4C, 5
pbarmacia americanarna doOuei.aado n.
Uf
{mp
tfe
erial Instituto de N. S.
do Bom Oonselh>,
Dirigido pelo bacharel Antonio ColuinbrD.0
Serapbico de Assis Carvalbo.
Acham-se funectooando oeste inslitoto as aula
de pjimeiras !e:ras, liaguas laaa, frapceza, ing^e-
?a o nacional, geograghia, phil9S0|hia, geomeiria,
rhetorica, arithmetica e historia univar-al.________
Iutruccao secundaria
Pessoa competentemente habilita-la contina a
leccionar das 9 2 horas da tarde : na travessa
da ra Bella n. 10.
Pagpunfl&to aos ene dores da
massa itUiida do Marques
Burros $ C-
A admiaistrgao d.b je priocipio ao pagamen-
to da respectivos credores, ^eDdo, quaoto aos ehi-
ropraphario, o dividendo a raiao de 10 0|0 ;
paran qae sao convidados os.meamos credores
compareeeram no escriptorio da adaiinilncaoa
ra do Comuiercio 0. 6, Io andar, das 11 boraa da
ranba as tda tarde. Recife 17 de jineiro de
1671
Precia-se de urna ama para coz-
nUar eogr.airaar para casa d*pouca
familia, pagarse bi m agradando : a
tratar na ra do V scoudft do Aluiuerqu*. autig'*
ra da Sfiiriz.n- ti.
Precisa-jfl de mu rapa/, del)O.conducta que
saiba trabalhar perfectamente con iieire'a cm
velas d carnauba : na ra do Vigano n 2(i.
Deseja-se fallar ^om o Sr. major Carlos Mar-
lins de Alroiida a* negocio de seu ialeresse : na
ra Du.jua de Cj;aa a. 43.
Manoel Lopes Albeiro e Joaquim Coelho Net-
to fzm seiente ao respetiavel publico e com es
pteiafdade ao corpo do comraereio que n? dia 31
de dezembro prximo passado dissolverara amiga
velmeote a sociedade que iwiiu na casa com-
mereial de molhados sita rna da Concei^ao n. 6,
ficandj o socio oqoim Coelho Netto oa posse ex-
clusiva de dito estabelecianemo cora todo aclive e
passivo, 6 obr'gado sua HquinacSo como nico
irjprnavff, reilrando-se o soeio Lopes pa/o e sa-
tisfeito do stu ciuital e lucros, e desonerado do
toda a reponsalrliddij pelas tiansaccoes da ex
tineta ilrma social de Lopes & Netto.
Jjo Baptisia Rodrgues de Alrneida declara
que tem justo e contratado a venda de sua casa
sita na roa do Socego ti 2 : quem sa jolgar pre
judicadoem dito negocio publique por este jornal
dentro de tros das. Rcoifa 17 de Janeiro de 1872.
O Sr. J 3o Manoel de Oliveira Heral-
do rogado vir roa e*tre.ta do Rosario
o 9 para uiluaar o negocio qae nao igno-
ra, corto ae que, em nuaub o nao lizer
nao ser retirado este srinuncio.
Haphat! Blanco Caedo e Praucisco de Sonza
Guerra, esiabeleeiios com casa de pasto ra lar-
ga rio Rosarte n. 'O, sob a firma social de Rapbael
& S nza, declaram. t-r dissplvido amigavelmente
a sociedade ficando toda o activo e pasnvo a car-
go de laphael Blanco Caedo, eretiraodo-se Fran
cisco de Sduzi Guerra esmaltado de si u capital e
lucro*. Recie 1C de Janeiro de 1872.
^os senhores acadmicos
Nesta iypo;rapha se dir qoem tem para ven-
dar por madleai presos as obras seguintes, todas
quasioova-;
Revolucin frangaise, por WiHame".
Historia de dix as, por Loiz Blaoch.
Aulrany contneudk) de E. 1*.
dem tratado de E. P.
Ventura, Pouvoir public.
Vall, Droit deGtns.
Droit Naturel.
Elubcr, iieiu desGcns.
J B. Sai, economa poltica.
Pereira do Reg, compendio de D. Ad.ro.
Vende- e uma armaco na rna Imperial n
15, propria para uarriucipianie, a caa tem com-
modos para famiiia. o o alugnel muito comeco-
do : trata-se oa mesma casa.
Sendo urna Mutua de mogno cora 18 cadeiras
de gu^mipo, 2 ditas de bracos. I sof, 2 consollos
ejardioetra cm pedra, 2 cadeiras de balaoc<)
Je ambrollo, l guarda-ve-tidos de amarello, 1
comm da de nwino e toilet, 1 mesa elstica de
amarello com i labias, I goarda-looca de amarel-
lo, I grande secretaria de amarello, I quarlinbei-
ra de di, I marqueio, 1 relego de parede, 1
apparalor de amarello, 1 caodelabro de cry-tal,
2 pares de linternas com pingantes, 3 ricos cao-
dieiros de g.'., I lanterna de metal, 2 pares de
jarros. & pos, clice, arralas, juros di vidro,
colberes e g.rlos d metal muito lino, faras de ca-
bo preto, mc s q-ialros representando o incendio
do palacio das Tulherias:
Sexta-fe ira 19 do cor rente.
O agente Martin* far leila dos movis cima,
per conta e ordena ae urna familia que mudou de
residencia, oo andar do obrado n. 30 da ra da
1 nperatriz. s II horas do dia. _______^_
O bacbarel Flix de Figusirfla Fara,
yS promot' r publico da comarca dej Fio- -^
res, advoga nos auditorios dos termos
de logazeira, Flores e Villa Bella, per-
<^i tencenles a mesma comarca,
n Quem quizer utilisar-se de seas ser-
fj* vico, [ Ja mandar suas oriens por
*V) intermedio de seus irmos, ra das
Cruzes n. 4i
Precisa-se de um amassaior e um reflnadir
na roa da Semalia Nova o. 30.
Precisa-se de um esetavo de mela idade para
tralar de um pequeo silio : tratar ra Pri-
me iro de margo n. 8 ________________i______
A polica de Serink&em
Pede se ao lllm. Sr. delegado qao siodiqus do
facto horroroso que se dea no dia 6 do correte,
no segando districto, no eogenbo S. Roque.
GASA. DA FORTUNA
RA I DE MARCO GUTIVORA DO
CRE8PJ N 23.
Aos 2.0:000^000.
O abaixo assignado tem serapre exposto ven
la os felizes biiheies o P.io de Janeiro, pagaad<
oromptameote, com9 Metuma, qualquer premio.
PRi^IOS.
inteiro BtfOOO
Meio 12*009.
Quarto 6*000-
Manoel Martin* Fnu.-.
m
D. Marlaoa Carolina Lobo
Corte Real.
Travesea da roa da Pallia n. 205,"
2" sndiT.
('.ASA PARTICULAR)
'Vil- admitiir em sua casa, a quai ul-
frtco aa melbores ' tavel bosoedagem, por preco mdico, al- m.
j sumas pessoas cu familias do Imperio, ^
Da leja de A.P. ie Sooza Soares n. rna do Bario da
Victoria p 28, out'ora ra Nova
Grande-reduccSoem preeps de miudeaas, poiumariai, caaJiiirs a gaz e objeelos
de porci-hna :
Rico e cofttpleio soriimeota. da objectus de porou'au?, sendo jarras, pauiro?,
vazos, santos, flgaras e cxorroa, candietro* a gat o que na de meHror, lamparira?.
cbaraiueij, globos, e meias para senbora e para boinens, fran,as, bteoa e rendas de
b'.ond, eoiremeiis e babados, ricos enfets de blond efl>res para cabeca, ricos al-
buns para retracto?, adereces pretoae da cores e grande soriimnio <\a aiodetrt que
se venden) por dominlo preco.
Djzia de carlesde liuba prela e
branca a....... 120
tOWO
50GO
iJOOJ
1;?OO
Transparentes com paiiagens para
jonelias. ...... .
Ricos leqaes de osso a .
dem dem de sndalo ....
Pcas de franja de seda modernasa
dem dem a .
Bengalas de canoa c junco a .
Caixas de papel amisade a .
Qaadros com santos a .
Pecas de trat-c.ts decores de 120 a
Pares de brincos de faotaia de SO a
Abotoaduras para coleite a .
Extratos, oleo, banha, sabonete, agua kimdga, dita
de tudo por procos resumidos,
Gaxa de lhiln de marca a
dem ido; do gaz a ,
I lem dem d) d 28)
80J
503
i 000 {Duzias de pessas d j tr nga de ca-
7(0
320
raed a ,..... 400
dem dem idea izjs .... 200
400 i Grosa de boles de osso para
calca a........ 2-iO
Carretel de li lia de 200 jirdas W)0
florida, e grande sormecto
2*i)0U |
203-
N. 28 Ra do Barao da Victori i N. 28
0 MARAVILHQSO REIV1ED10 DO
BB. CHAS- DE GBATII
KOTG OF PJH Q F^EI DA DOR
I'ARA USO INTERNO B EXTERNO
GURA CHOLERA. E CHOLERA MOREU3.
OUrrlUft. Bulo a lasca*, am di*,
ti v-t t cab,, dores d 03Td i
itm rninato*.
Dr d doute, M> am mino.
u.-Ux. em cinco niaatoi
3e*l*oac*, tu .viot* minmUi.
!i,-i3lsi iuchidi, oui doz miaatot.
3oUe !3oultCi, fline Taiauto*
thu3citiaio, im uin dia.
f fbi inttraiUata, tm am *.
Dor aas j ;* noi
aatoi.
Tocias parigoiai rfriaoa, Mi IB i
Plaaresi. ais as dia.
Sardes e aslam*.
Hamorrhaida bronebit'.a
Iuflmmai,l aea rima.
Dyspopsi, arysipalas.
Kolaitias da flgada.
Palpitadla da oradla.
Coxeira ra roa lia Paz n. 13
Ccntendo 2 cavallos, 4 carros de passeio
com os competentes arreios, 1 cabriolet,
6 I carroca qoe, se vender em j s lo-
te tu em diversos.
Trca-feira 23 do correte.
O ageote Martios far leilao, da w xi ira da ra
da Paz o. 13, em l ou mais lotes voDtade dos
comprad res, a qual se acha muito bem montada,
:om i (Jarros de passeio, 22 cavallos, 1 eabrwlel e
roais utencilios, 4s 11 horas do dia cima.
AVISOS DIVERSOS
SOCIEDADE
COR.. U?,. E POP.-.
-4
Joaquim Jos GonQal*
ves Bltrao
Roa do Commercio n. 5, i andar.
Sacca por todo3 os roquetes sobre o
banco do Minho, em Braga, e sobre os se-
guimos logares de Portugal.
Amarante.
reos deValdeVei.
Barcellos.
Beja.
Cbaves.
Coimbra.
Covilh5.
Faro.
Guarda.
Guimaraes.
Lamego.
Ltba.
.Miraodella.
Monco.
Ponte de Lima.
Porto.
tavira.
Valpasios.
Vianna do Castello.
Villa de G,onde.
Villa Nova de Famalico.
Villa Nova de PortimSo.
Villa Real.







LttL
Sesio extraordinaria quima- feira 18 do eor-
rento s 6 horas da tarda. Ha negocio d impor-
tancia tratar. Trabalhar com qHalqaer nu-
mero^____________________________-
Precisa-se a lugar um escravo da 14 a
10 annos, qoe seja de boa conducta para
casa de familia: a tratar com Antonio los
Rodrigues de Souza na thnsourarta das lo-
teras.
Vizto.
Valenca.
Figueira.
Pena fiel.
Regoa.
Pilulas assucaradas de Bristol.
SAO CONTEM EM CALOMELANOS NEM NENHUH
O:lili MINERAL.
A grande necessidade e falta de um ca-
thartico ou de urna medicina purgativa, ha
muito que tera sido sentida, tanto pelo po-
vo, como mesmo por meio da faculdade
medica; e por isso, infinito o gosto e
prazer que sentimos, em podermos com
toda a confianca e seguridade, recoramendar
as pilulas vegetaet assucaradas de Bristol,
jomo urna excellente medicina purgativa, a
qual encerra em si todas as partes e mais
ingredientes essenciaes, tornando-se em um
perfeito, seguro e agradavel cathartico de
familia. Este remedio nao composto
dessas drogas ordinariamente usadas na
composico dessas pululas, que por ahi se
vender, mas sim, s5o preparadas com as
mais finas e superiores qualidades de raizes
medicinaes, hervas e plantas, depois de se
haver chiinicamente extrabido e separado,
os principios activos, ou aquellas partes
que contem o verdadeiro valor medicinal,
daquellas porces fibrosas inertes e agres-
tes inteiramente destituidas da menor virtu-
de. Entre esses agentes activos ou ingre-
dientes especifioos, podemos nomear a po-
dophgtiin, a qual segundo a experiencia
mm demonstrado, possue um poder o mais
"laravilhoso possivel sobre as regies do
}gado, assim como sobre todas as secre-
Q5es biliosas. Isto de combinaco com o
leptandrin, e mai* alguns extractos vege-,
taes e drogas altamente valiosas, consu-
men) e formam ama pilula purgativa, tor-
nando-se por sso muitissimo superior,
qualquer urna nutra.medicina da,mesma
natureza, que jamis fora apreseotado ac
publico. s pihuas vegetaes assucaradas
ie Bristol, achar*se-bao sempre um reme-
dio prompto, seguro e eminentemente effi-
eaz, para a cura de iriolestias, taes como
sejam as seguiutes.
Dspepsia, ou indi-

gumas pessoas
que pretendam demorar-se era Lisboa,
a passeio, ou por mole-lia : para infer-
magues, qneiram derigir se ra Primei
ro de margo, ( aoliga do Crespo ) n. 19,
l> ja de fatendas dos Srs. Jos dos Sant s
Neves ,J Irmo, em Pernarobuco.
m
*
0
RESERVE SEMPRE ESTE REMEDIO EM SUA FAMILIA
AS UOEJfCAS SE APRESESTAJI, QjUANDO HE.NOS SE ESPEKAJa.
itl.KO ELBOTKICO O "KINQ OF PAIN" (O ral da dor) aquieta a poattlramanta dlnlpa mala da *
melttUM e dore, o ..llivla n-.ala oa offrlmentoi c prodaa um mais perfeito aquIUbrlo ao lystema hmago, o oa aa*4
coda aratunr no intimo teuipo, com qualquer outro remello mcleclna.
Ete raulto popular remedio estrl agora asaedo-aa gcralmeate, pela rasao qua mllliare: de peuoai aa tem cana%
i.-jti C( -:u u dito remedia i i l)r. Urath e outros mala.
Jite la, .riante remullo r.o ie uH'erece para oarar todas u doeof al, porem tao admanta para aqaeUaa >itlpllmta9
iuj nj-r .- dlrecyoes.
&t ojicrando nos principios da cblmloa a da electricidad* a por laso, est appllcarel para o caramen.o a ar
rattanru^io da accio natural doi orgos que soffrem da Irregular clrcula^ao doi uio doi prlaelpaaa narraa. Otas
elctrico o Klnn o Pala opera directamente nos absorrentes, faiendo desappareoer ai lncha^ea dai (laadalaa aW
53i am lempo incrlral, breve scro pcrlgo do seu uso debalxo de qualquer ctrcumsUncla.
ii .'kmiu.c uui<. uiolseloa para o uso eiter no e Interno, composto dos elementos curativos, rahea, terral, a eaaaBtl,
'^ea. romo ie tem atado dos nossos anU[saados, a das quaes tem grande existencia no mundo, para catar taaUaVajf
iwltstUf. tmente sahendo-se quaei ellas sao.
Pal om arando e cspcelal desojo da laculdade da modeclna duraste multoa annos da experlenela para
alhu k ma i je qae so leviaui adoptar para ourar ai sagulntes doenc^as, a qua propo^ooi da atadeotaa aa darla
?* A.
'c.i!
Joao Mara CorMte-Lian, aehou ana car
ieira cora dinbeiro e alguns papis de importan-
cia, quem for san dos aMaraea oa ra o Im-
perador, Inja de louga-Bi 4, qo daaJo oa tifaaes
eertos Iba ser eotrrfaie. _______
(Iritwlo
Precisa-se de um na travessa de S. Joao o. M.
Precisa-se da 400* a jurj
daodo-ae mensalmeata 0j
aeixa oirta os'a typafra
F, de F
ras
ICI
gestSo,
dAstringencia, ou..
pris5o do ventre
habitual,
Azia do estomago e
Oatulencia,
Perda do apetite,
Edtomago sujo,
Hydropesia dosmem-
bros ou do corpo,
AffeccSes do figado,
Ictericia,
Hemorrod'ras,
Mau halitOj e irregu-
lai'idades do sexo
femenino,
Dores de cabeca.
OLA PARiTCLAV "
fi.--------Roa dv Puha.-------*!
Ama Senaorinha Mooieiro Peesa.
Materias de ensioo.-T^das aa qoe com-
preoeaem a insirucgao primaria.la-
os trabalhos de agalna, Inclusive bordado
de ouro.Flores ete.
Eosma-se msica eom previa ajusta.
jm Tarabem recebem-se atomoas iaternas.
&**********
Aioia nao tretae S9#, mera no Caattiga,
teta padaria, pedw na ra* Urfa'.- preatade por um dia j flieram doui afta;
Em todas as molestias que deriva) a
sua origen) da massa do sangue: a -salsa
parrilha de. Bristol esse melhor de todor
os puiicadoies deve ser tomado conjuu
tamente cora as pilulas, pois qu esta
suas medicinas, toado sido expressament*
preparadas para obrarem da harmona urna,
com a outra, quando fielmente assim.se fai,
o5o nos resta a menor duvida em dlqe___|
me ser publicado por
Loar atfeo tw frfue%
par o pnbli?
Empreza do gaz
Pernanibuco.
Esta empreza lem um lindo sortimento de can-
dieiros, arandelas, pendentes, ele., tamo em vidro
(crysial) como em metal, e orna variedade de glo-
bos dos padioes mais moderocs e poc-precos m-
dicos. As amostras podem ser vistas oo escripto-
rio o. 31 ra do Imperador. Bicos p.ra gaz do
melhor feilio a 60 rs. cada um. As eocommen-
das oodem ser feitas por escripto, na roa do Im-
perador junto a secretaria da polica, ou dirigidas
ao abaixo assigoado na fabrica S. Jo^, que seio
promplamenle attendidas.
Thos. Newbiggiog,
Gertote.
HililIffialiillH
PHARMACIA
Especial hoiueopathica
DA
VIUVA DO DR.
Sabino 0. L. Pitillo.
43Roa do BarSo da Victoria43
_| Para esta aago eatabelecimento acaba
3 de chegar no ultimo paquete, da casa de
g James Epps & G., di,Londre3, nm excel-
S lente sortiaiento da carteiras e caixas de
todos os lmannos. qU?r para glbulos,
qnr para tiotura;; assim comp medica-
I melos emtriturago e em tiolnra, globu-
| los, ele; o que tudo se vender por pre-
gos mui razoaveis.
Theaonro homeopaiioo do Dr. Sabioo
G. L. Pioho.
3a edigao.
Muito raelhoradao augmentada eom um
appeodice;
Acba-se venda na pbarmaeia homeo-
I paibica da aotiga roa Nota o. 43.
As prepar coee desu pbarmaeia conti- M
i naama ser feitas sob as valas immedia- ^
tas do medico do consultorio, o Sr. Dr. .
Wm J zuma A. dos Saotoi Mello.
mmmmmmmmmmmmmm
Procuradoria.
O solicitador Bargis Poace de Leoa,
encarrega se de (jaiesquer causas eivia, eaaaer-
eiaes, crimes e ecclaaiasucas. seooo qae dess ulti-
mas especialmente a de divorcio, tena urna pratica
de l7aoaos; asait con aacffTaae a arabalhar
de partido por anoo, todo por ajustaTajatal e de
marto a satisfazer sena conalituiotes. Declara
lambem aos i>ua, pw attesudo d<) reapacrivo paro-
cho, provarem ser pobres, cojos direstos daotanda-
dos, quizetem d-tender, que oelle eBCootraro b:a
voniade ea.praiar-grataiuawDt eeai MPriacs fo-
reces -. trato-se oa roa das Trineaeira ie, !
aodar, ou na sala das audiencias rna dfjpf*
radofw .e(
Mudanza
EM PERNAMBUCO
I>JfI^VIliMACI-A. E DROGARA DI
BABTHOLOMEO & Q
IST.-34 Ra Larga do Rosario. IV. 34.
Cuidado com as falsificapoes
XAROPE
m
m
VEGETAL AMERICANO
ESA LIDADE
BA RTNOLOM EO a C:
fari cara caria das teuc uiju t reetulet, tatatrhai polataar, astaai; Um tot'ika. twaat
Vwtaiii, a {aral etatra todas o toffrimealM das va) .'afinlariI.
DEPOSITO GEH4I,
aOTXC^V BS DnOOASlIA
14, ROA LAMA DO ROZARIO, M
PERNAMBUCO
A taMripontiM dis divarsai olaaiiii da paito, daada
phirjngite a Bar'
aolmonsr, pa asando
ehirrugite ac mil da firginta al tubarculaca
limonar, paliando pelas dtsersai bronckiUs csurchaaa
a emphrstma acaba da ser iBraqaecida con man
uta mtdiJHnte. qna loauri a praMra arden antra
wdoa si ajeeonhecidos. 0 uropa Tefatal amanean*.
araatiado paramenta ratatal, ato eoatai em ta*
eaapoakAo ui s* atorn* de api*, um soaaata sac-
os ala ah-ta* inl|*Ba> (*JM prapriadadea aaneOcss
aa aun 4* Dwleitiu siracio forsm par nis obsariadu pal; longo lempo,
aaaa aptimes resaludo* cada fui ass crcenle*; pe*
lie aa* inltamo* aalorlsade* comper xaropa qna
tara apreienUaiaa. a aeree* la te* BMdicos a ao
analice. Provaaoa ** o* UuUdoa sbaue o lo*
saos dito, o eoBUMot a* ooctit* d* qo fl eos*
* aatoao foaalal Americano troteara do dia a da,
ttixiDdo muito ipds do ai tadoa os aoitotaoa ota vota.
Illa. Sr BartaalooftftC-0 itrop* afaiil Amo-
licaao. preparado oa ut conceitaiditsia* pbirmici*.
t na til remidi par coabator k temrel aaloao.
Iba, p** aaa arrdeoaanto* por a* tu ilrrlaaVo-a
Uo Soiri-ol mal. Coa mia lifaiaettiva patiAaa
**JraoM*o-ao deVmu. tfactaoao a itiiatiiilli *ri__*>
- Saatria* Pooral.-Sa Caao 14 daiaooresre da tata
Ula* Srs Bartboioaoo i C. Dtpoi* do anatl ata
meces da aoaTrimaato com urna lase lacuaaaU, taso
asraoTdiaan^ aootora-lo do aa ootarra* laartlli
do, a porta toal daa forca, qae o atar paatta
mefati*aa caapsotaaaata, ciM*d* do Ulna. **>
naromadiuioaiaaHi-i U***telicidadod**obonaa
vau. preparitaa o ropa Vafotal Ameneaao, a ao
Solria ea sqaelli aottaU ha quatro
tar caabatido os suoaes atDMo* aa ttaha; ule adatara
5*. tira foi (ortluiao ota aa presta* por S diu. aaai.
lortra o set milagro** lares*, teaando aptaa_M*
Mau. a ato o aro*ata aao ra do atas ataoodo. r-ra*
9om. a* aa iaiM roal
Cu\?Jum. RocifVs loaoraira da ?:
Altaste
roo atol
MdwStal
larepe Tamul Aaaricaaes a
i k C. pon r
raaqaiita, <
nafiailidea Sr Huliaiin C po ______
liWeboaoom^aolroa^^.^a^^^
pj^2-^_^!2:*.'t
5V -ia|aal^*..^ioaaT.-*
CASA-CAV1H AJW&
que no raaior numero dos casos, poerawl Antonio Secnndino rio.Mente par
_ OQ __ __ .*J afBaiKar nao 5..uta grande aliyio, como
lambem una tura protopta e radical, islt
est bem visto, quando o doenke po se
T,?f ka n' osudo nw,iVo alm u>* wurso
lUumanos.

seus
nunserosii*. amigui e fragales qua mudou a seu
est-.befecinwolSecabelleireiro e aarbeiro, si*> i
nr*-Mita do Roeario o. 10, p;.ra o patHlro an-
dar n 4 la masmama. Espera aatraeatjXaa
ruesoies saos aaaiftn o fregu asuit*wa
coaijuvjiiao.
Apr-.;
Phatnnaoomi-co pt aaja**vla
C flOJOfitM'
^i t.pol. Ok^ VaJ*i*-.
NAVAS ESPECIALIDADES A *miUi\
iUdu a .Vailcttii- de Sejencil e ao leatileto *"'-*.
taa irntitA Sob a fonti de r*ll!a, dcteaWa e da.'.!* tara
IH-IeV niarnH (ates de aiiaacuto a*M.soluo(4o
s.ratlf a *a* INlISTIAa ftMTASiaaA.
' Truittia e
lECTOR-rHlUBO
do Talan* a rfkaio, 'rriado oa
IHILTaO e SKiUM:A la"*, o .
res iteea-etiatau o rrafilMaoa.
ESTOJOS
Con
, a.,***, do toHio* de e |-__>4tarda
cotohoq ruttu iaasA*tvn.
BARTtOLOlEO k C
Contra as affoccois aas palparaa%
do so a actau taiau.
DopoMlarioa gertl para e
li, roa larga do Roeario
AH. a
- ''
a


%%
Dura* * <
*
Precfea-se
ltua-komem forro -oa aeravo para carregar
S'i e bolacha ai padaro roa 4a' Mrquez do
rval n. e Umbral precisa-se do um meuino
Ka oa dos melbora aubelecimenlos em Sana
aro de Jabialio : i 'tratar na roa de S. Fran-
aaa.70.
1RMANOADE DAS ALMAS DA MATRIZ
DA BOA-VISTA.
Doerdem da mesa rogodora desta irmandade
aio convidados todos os rrmaos eemparecerem
no respectivo cr nist rio pelas 6 horas da tarde
4o da 17 do corrate mez, afim da reanides em
esa feral deacutir-se o novo corapromisso, que
Un de reger a mesma irmandade.--Consistorio,!'
de jaaoiK dt-1872.
'O eserivao,
Marrolino Jos
Boa aoquisitflo.
Por prego razoavel aluga-se os tres andares e
pavimento terreo do sobra jo n. 32, iO praca do
Geode d'Eu : a tratar na roa da Seaulla-velba
o. 166.
I man dude
DE
Nossa Seollora da Conoeicio dos tfiliUres.
Nio se leudo reunido numero legal de irraaos
aMsarios para se tomar conta ao irmo tbesou-
reiro, e dar posse a nova mesa, no dia.{5. como
manda o oosno compromiSBO, o irmao presidente
uterino convida ti; nve aosirmaos meaarios pa
ra eompareceretn no dia IV c* a correte pelas 5
Loras da tarde no respectivo consistorio;, afim de
se effectuar a posse da nova mesa.
Recife, *6 de Janeiro de t872.
francisco An'ooio de S Barreto Irnior.
Secretario.
SuMoca-se o arrendamento do predio a rna
do Mrquez de Olinda n. 23, eonsisindo-em um
*aslo pavimento terreo cora os fondos para a
nada Cacimba, com cbagono-centro cande tam-
*em muito espacoso o andar, o tjual tem -aabida
aadoponiiepte, pudendo ser pelo armazam, pro-
jaio para um grande negocio per atacado, por
Mr o lagar o melbor possivei: i tratar com An-
toaio Jo..: Rodrigues de Soura na (besonraria das
loteras, ra do Crespo n. 6._________________
Precisa-se de urna ama pa-
ra cosiuhar para ca.-a de pe-
) ^V quena familia i a (tratar oa
TU Nova n. 12, lo ja.
fcv
AMAS
Precisa-se de duas.amas
para eesnpar-se de aJgum
servico interno em urna ca-
sa de poncaifaniilia : ra do Vigario n. 1, "
andar, sobrado amarello._________________
AO PUBLICO
Perden-se um pulsara na noute de IB
do crreme, o qual foi perdido na roa do Raugel:
quem achoa venba entregar na dita ra n. 53/
que ser bem recompensado.
Aluga-se urna casa terrea na ra so coro-
od Lamenha, outr'ora Prazeres n. 26 : na rna da
Cruz o. 31, segundo andar.
Preci-a-se de urna moca branca oa de cor,
de a 18 annos, para servir a um casal sem ti-
ana : na rna Nova n. SO, 2* andar.___________
Aluga se o 2 andar do sobrado sito a ra de
{jomas Valentinas n. 86, com os comandos segua
*e.: S salas grandes e bastante fresea*, 3 qnartos
araades, eosinba lora e um corredor eom portan
para a rna de Hortas : qaem pretender dirija se
a praca da tndependenia ns. 19 e 21 leja de cha-
peos.
AMA
Precisa-se de urna para cosinbar
comprar, sendo de boa conducta.
30,000 RS.
Na rna estrella do Rosario o. 35, primeiro an-
dar, cooiinua-se a foroeeer aUnoco e jamar para
Ipra, com asseio e promptido, aendo para tres ou
quatro pessoas reunida, a 30 por pessoa, e sen-
do para urna so p.r 40, mand-ndo se levar em
sa dos assigoantes s hjras qne os meamos de
terminaren).
Pateo do Paraizo n. fc9
Em casa do urna familia fornece-se comida pa
ra fora eom asseio ; tambera a:eita se meninas
43ra ensillar a ler, escrever, contar e ludo mais
^uacto fat o oriiarnento de urna menina bem
datada, ba.vendo para esse tira exemplos de uno-
j-alidade, eaakw-M ba a fazer flures e tamben.
pianj as que esUverem no caso de aprender : tra-
*-w na casa acjma, no andar.
Precisa-se de orna ama, ua ra
ctreila do Rosario n. 17. segun-
do andar.
AMA
J!8t adat h ivrro do iecife a
Girada,
Pede-se a qnem corcp'.ir a ocntiuuaclo dos
ueas do Varadonro ao largo do Carmo de Onda
(que se acharo aa dia- iotorrompid o?) nao so para
eomamoidade dos pa'wagelros dalli, como de mui-
ios ouUo* do Recife que precisan! tornar banhos
do mar naquelle lugar; Assim o e peram na-mio
mes os
Prejadicados.
A caxa filial do Banco do Brasil tu
Pernambaco ea liqaidario paga o 36 di
viderMio de sms accoes, inscriptas nesta
cant3, a rizao de 8fJ000 por acc5o : roa
do Mapqpe deOliola p. O.____________
Ala
da
. Preeisa-so de ama, Irvre oa escrava
para casi ds pequea familia, na roa
Conceicao n. 45. ____
AMA
Precita-se de ama para cosinbar : M
rna da Palma n. 42.
Pede-as ao-Sr. ioo Paulo de Carvalbo, ex-con-
ductor do msabsmbomba de Olinda, que tenba
a boadade de apparecer ra Duqae de Caxias
a. 53, a negocio que nio Ignora, e nao o tazando
ser declarado por esle jornal o motivo. _____
Armazem de mate-
riaes.
Praca da Concordia 1
Os senhores danos e empreiteiros de obras en-
cootraro sempre neste armazem todo oecessario
para qualquer eonstrnecao, como seja : cal bran
ca 6 pitta, lijdllos grossos e de ladrirttoe, t.-lha, ci
meoto, areia e orna grande quantidade de ma
deiras de >22 a 68 palmos de comprimento.
iravejamento etc. etc.
Ouirosim, encarrega-se o proprielario do dito
armazem de qaalquer fornecimento de uateriaes
que a obra neoessitar, para o que (em canoas,
e carroeas, podado tjosur ludo posto na obra,
por menos e melbor que outro qaalquer, pois que
tambem tem olarias.
Os Srs. Jo Francisco Ribairo do 5oo-
za e Dr. Francisco Jos Rabello, o i* pro
prielario. do collegio de Santo Amaro e o
2o propietario de nm outro colegio, s5o
rogados a mandaren) a esta typograpbia a
negocio de interesse.
Aluga-se ama casa terrea na ra do Hospi-
cio com commodos para ama grande familia:
tratar na alfandega com J. 11 Reg Valenca, ou
em Olinda em casa do Sr. Antonio Ramos.
i ni-,
mm
m

m
m
i

9
Wl N 010
Aos 5:000*O(.
flllbetes garaatMo* da pro-
vincia.
Rna do Barao da
Victoria,
Outr'ora ra Nova n. 63 t casai
do costume.
O aLaiio asaignado acaba de vender entre o
tu multo felfees bilbetes a sorte de 800*001
*u) dona meios biltwtes de n. 2994, alto de ootras
series seores de 10*000 a 20*000 da .lotera qui-
se acab-u de ex'rahir (221), podendo seas possai-
ders rirem receber, qos promptameate serie
O mesmo afcarxo sssignado convida ao rtspsi
tave fioblieo para virom ao sea estabeleciraem
ooiprar os fcltzes hilbeies giraniidvs, que ni
desuri ds tirar qaalquer prscsiO eomo pi :vc pelo-
mesnMs ancuneios.
Acham-se 4 venda os -anuo telizes bilhcies ga
i itidos da 5a parte das. loteras m ceneficio da
matriz do 0>nito, qas ser! extrae-1* oo dia
iaarta-feira 24 do eorrenle mu,
PRBCOS.
{tsiro 6*000
meios 3*ooo
Qnartos 1*500
De 1001000 pan ci
nie.ro 5*800
Meios 2*7fiO
Qoartoi i*37K


>Joo Joaqrum da Costa Lstt*.
iksfM ForlHgucz de Beiteleei
eia
LABORATORIO HOMEOPTICO
DE
Fraueiic le Paula Car
doto fuolor. & C
41Ra do Imperador41
Acabara de receber de Inglaterra ex
eellente chocolate bomeopalbico em la
tas e paroles de i|2 libra e latas de
11 i, pos de denles, escovas para os
mesmos, e um nove sortimento de tin-
turas e carteiras da casa dos afamados
cbimicos de Londres, James Epps & C.
Leatb & Ross.
Tambem receberatn do Rio de Janeiro
um completo sortimeato de medica-
mentos do paiz.
No sea estabelecimento encontrar-
se bao sempre tubos vasios, encerado
de rnica, vidros harnburguezes de i e
2 oncas, e um lindo volume encader-
nado da magnifica obra do Dr. Mure,
Medico do Povo tradacfo em 3"
ediccao do Dr. Silva Pinto : tndo por
precos mnito razoaveis, conservndo-
se o mesmo abeno das 6 horas da ma-
nbaa a? 10 da noute.
Viia do Cabo
No dia 18 do eorrente, as 8 horas Ja noute se-
r alvorado o estandarte de glorioso martyr S.
Sebasliao da \illa do Cabo, sahindo da igreja ma
triz, com a decencia devida, para o mastro, e
-arrogado de uonformidade com a pastoral do
Exm. vigario capitular.
Nesia uccasici as destnelas msicas militares
do 1* bataibo de artiihuria da gaarda nacional
do Kecife, e 54 da villa do Cabo tocarao diveras
e escolbidas pecas de msica de seas repertorios,
subindo depois diversas gyrandolas de fugo do ar,
um lindo balo e algumas pe.'as d) gosto de fogo
de vista.
Fmdo o acto da bandeira, e depoi.-. do i'eixada
a igreja, um carro iriampbaute oruado por um
dos melhores artistas, no qual estar collocada a
Qgura da Fama, aonjnciar, percorroodo as ras
da villa, que vai ter principio a feslividade do
mesmo martyi* S. Sebastiio, e que, no dia se-
? un" p(i3^ipiarao as novenas com pompa e bri-
Ihantismo, senda os versos cantados por urna res-
peitavel seabora, coja voz reconocidamente
apreciada por todos quellns, que a oovem, tan-
to um.- qoanto a destnela senbora anonio volun-
tariamente ao peJido dos eocarregado; da mesma
fasta,
O restante dos pormenores da testa ser anteci-
padamrnte annunciado.
Aluga-se.
O sobrado n. 13 na ra da Imperatriz
tar no largo do Coran Santo n. 19.
tra-
Faz se capas, oaunas,
no becco do Oavidor n. 1.
barretes t samarra
Precisa se de
que engomme bem :
ama ama forra ou escrava
na ra da Anrorr n. 40.
Desapparecen u > domingo das 7 para as 8
horas do dia, da Eocrasilhada de Belm, nm me
nio forro, de cor preta, idade 6 anuoi mais oa
menos, com signaes se^nintes : rosto redondo,
nariz afiliado, levoa vestido camisa de chita, to-
nel de panno fino com galao, e anda descalco :
ruga-se as autoridades policiaes e as pessoas qas
o encontraren), Ieve-3 ao Rosarinbo sitio conligao
ao palacete da viscor.das-a de Goyanna qne mnito
agradecer o encarregado da educacao desse re
nio
P880 4 Patria n. 52,
Caes 22 d^ aovemaro, cutr'ora Passeio publico,
precisa-se de ostareiras.
A pessoa qae aauantiou presusr de 1:500*
a juros, queira declarar a soa morada para ser
procurada.
Precis*-se de ama ama qne
aiba cindar, para poaca
lsmM : a tratar aa raa do
Bom Jess n. 57, oa rna da Aurora a. 8.
\^tv
AMA
n-.ime 33.
Precisa se ds ama que cozmhe
com par'eieao, para casa de ho-
rnera solteiro : roa do Amorim
Bob. Ligliibjwu k C, uiudnu s.u escripto-
rio da ra do Mrquez de Guada (oatr'ora raa da
hdela n. bit rara a rna do 'iommorcio a. 48, (oa*
t'ora roa do Trapixe.)
jrsMa-se de ama ama em Bebe-
rtbe, na poveacao : a tratar na roa
do Vigario n. 16. andar.
AMA
Ajusta administrativa, raeoobecida ao lllm. Sr.
raoceflo Dimingos de akura Pessoa, distinelo
rieloaiMa dtsia eapiul, pelo bsnefi*io arti-iieo,
Jrne sooflUneamaol* oll-tece na noite Je qnarta-
aira 17 do eorrente do tbeairo do Saot} Antonio,
as favor desto esUbosscimento, voto iolieilar s
oa-ljuvae pobtica ; s sonancia qoe o resto dos
bilbetes estara a venia oo eicripioho do tbsatro
ao dia do espectaeal".
Depon do osp'eucalo bavera do irsta especial
at Apipaeos.
AOS 6:0004000
Jfatio venda oa fatiies bilbetes da lotera da
taba. na casa feliz do arco da tkmoeio, Joja dt
orivss no Rscife._______
Precisa se de um pequeao para eaixeiro Oe
armazem do carne: na ra de Pedro A "ionio Da-
mero 29. H

taco 15 de Janeiro de 1871
La Dopraf,
8oor curio
ni
Att^ngao,
Na roa ireita n. 53 precisa-se altar ao Sr.
HerroenogHAo da Cuuha Alboquerque a negocio
de sea intoresie, valo qas Igaora-so sai residen
ilospial Pdrtugoez > Boooflcencia at Psrnaa- e]*^_____________ ________________________
Previne-se as- todas as pessoas, que teetn
cautelas vencidas na casa de penhores o
travessa das Cr*ses n. 2 qae no dia 20 do
correte vo a le lio todos os penhores vea.
eidos cojos preuios Dio foram pagos ai
boje, e como oSo se admitte prorogacoes
de prazos sem receber-se o premio venc do-
q3o se aceitara Nclamaces de pessoa alga-!
ma nio ser i reforma legal pagando o
qoe esliver i dever.
Recife 40 de Janeiro de 1872.
Julio Isaac. i
Aluga-se a i agrande casa eom sino oa Ca-
puoga rna das PernambncaBas o. 25, sitio do
Ja. obma: quem a pretender dirja-se raa Nova
o. 13, oa a roa da Aurora n. 15, qae achara com
quem tratar.
Precisa-se alagar ama preta quitandeira
para vender as roas, qae aio lenha vicios, paga-
se bem : na roa dec. Jorge, amiga roa do Pilar
n.43.
Attenpo
/Qaem pretender os ervicos de urna boa escrava
que lava, engomma e cosioba, com perfeicao diri-
ja-sea ruadoBom Jesos n 23, que achara eom
quem tratar.
Instracgo publica prima-
5a CADEIRA da frbguezia de santo
ANTONIO.
O professor Joao Landelino Dornellas Cmara
tem sua anla aberia desde o dia 8 do eorrente, e
funecionando a roa de Hortas o. 9, 1* andar. As
pessoas que desejarem nella matricular seus Albos
deverao muirse de urna guia passada pelo de-
legado Ktlerarie o lllm. Sr. Dr. Oiympio Marques
da Silva, com escriptorio rna do Imperador.
O mesmo professor continua as horas vagas (3
da tarde em diante) lecciooar particularmente
as disciplinas qae constilaem a instruecao ele-
mentar.
Presia-se tambem habilitar qualqur stnhora
para o magisterio primario. Quera de sea presu-
mo se quizer alilisar pode entender-se com o mes-
mo na casa cima.
Collegio de Santa Genoveva
Raa do Hospicio n. 22.
Esiao funcionando neste collegio desde boje as
aulas de pbilosophia geograpbia, historia e ari-
tbmetica e de 15 do correte em diante as de ins-
trnecao primaris e linguas.___________________
Ensiiio de primeiras letras,
francs, msica e piano
Propd-se urna senbora, de origem franee-
za, devidamente habilitada perante a directora de
nsiraccao publica desla provincia, a ensioar com
todo o esmero as materias snpra, e a fallar fran
cez, esperando a prodcuidade de seas esforcos da
experiencia que tem do ensino. Dinja-se a ra do
Carnario o. 3.
Precisa-se de urna ama para
cozmbar em casa de familia, qae
lenha boa conduela : tratar na
rna do Mrquez de Olinda, oatr'ora Cadeia do Re-
cife n. 6.
AMA
Dr. Per* ira da Motta i
medico operador e parteiro : ra do lm-|
perador n. 43, 2 andar.
Attenpo
Alnga-se ama expeliente casa na povoacao de
Beberibe, tendo 2 salas, 5 quartos, urna saleta para
engommar, coiinha, 1 quarto in lependeaie para
eseravos oa criado, estribara para 10 cavallos,
tendo tambem porto para banho e um exeelleote
banbeiro ds taboa : a tratar no hotel de Beberibe,
oa na ra da Cadeia, com Canha & C
Precisa-se para cesinbar ora
prar para pouca familia : fea ra
da Camtioa do Carao o. II. J
AMA
Moleque.
Precisa-se alngar um moleque na roa do Im-
perad r n. 28 armazem do Campos.
Aluga-se
O primeiro andar do sebrado da travos*! do
Qsrpo Santo n 25 : tratar no ?rmazem do mesmo.
OAIXKIKU
Precisa-se de a n eaixeiro eom pratica de ta-
berna qne d fiador a tua conducta : na ra do
Bram u. 65
AMA
fretisa-sede urna ama
para tratar de urna cran-
la e Imais a>gnm servido
de casa depones familia,
prefero se escrava : ra
da Aurora n =4, 2 andar.
Urna prea; qnerendo aiforriar->a, precisa de
300000, para pagar com seas svjos: quem os
quizer empresta- ann-incie.
V
A
Ainda nao appareeea o amigo e muito ecnhtei-
do bichiuh da rna estreita do Rosario n. 5, pada-
ria : roga-se de nave ao respeltavel publico desta
cidade o seus arrabaldes o favor de o apprehender
em qaalquer parte qae seja visto, e raanda-lu
mesma padaria, que se graUflcar._____________
Kaphael & Sjata julga nada dever nesta
praca, mas se algaern se juliar sea eredor lenha
a bondade de apreaeotar seus ttulos oo praso de
fes das para serem pagos, findoi os quaes fica-
rSo sem valor algara. Reiife 13 de Janeiro de
1872________________________________
m sa sjp fB Para ca-a de um ho-
K m raern soteiro,que so traa
^B flB com asscio, precisa-se de
I n craa senhora de meia
F% I B idade, e com bastante ca-
saaSWIBflMB pacidado, para iomar a
sen cargo todo o arraajo domestico; coziaban-
do e engommando com perfeicao, Fazem-se to-
das as vantagens, que meTewr sea bom eom
parlamento : no Bazar da Moda, rna Nsva n. 50,
se dir com qnem se trata.
Casa para alugar
. Alaga-se ama excelente casa no Poco da Pa-
nella, contendo 8 cinarios, salas, nm sotad com
2 quartos, com quintal e 3 qaartos no mesmo : a
tratar naj ra do Litrapiento n. 30.
Precisa-se de orna ama para cosiuinr, na roa
da Palma n. 2.
recisa-se de ama ama para o servico de
hu echona, qne vio arar em Olinda : i
troiar a roa stirsiu do Rosario o. 17, !* andar,
m es huras ra-'ia o doao d tr Ao pi>tiijj a lo|a da ra Nova d.
' IffHMuwato : a tratar
16,
na
se orna casa em Beberibe no Ingajr
Sapoosis, ledo diia can Saitaatos
na grande sitio todo cercado e com
banbo no lando : a tratar na rna do
18._____________________
i da roa das Trioelsiraj urna oschorn-
nba tod^ (MBea, da can n. 10 : quem aehar. le
a^abD^ajtrotirsiar nuaijaa cisa, qae
ort tuay**^^^^ w^- ^r____
Atega-se' waa, larrea da j^vessa do Car-
?8%BiF* *U M 9Wk% ^ ^.posdjpci, .no.
Prensa hidrulica iogleza, ra
do Apollo n. 26.
Este estabelscimento do i* de Janeiro de 1872
em diante acba-se de dovd proro|>to para inspeccio-
nar, receber em deposito e sofardar alodio, qnal
qner qoe seja a qnantdide, com a promplidio
qoe se pode deeejar. O abaixo assigsado participa
portanlo aos senhores recebe dores da algodao, qoe
estar sempre prompto a servi-los com toda a
prestesa exaetida. 0% armszsns aehsm-se abor-
tos desde as 7 horas da manhaa ato ai 5 da tarde.
O preso para a inspecric, embarque e deposito
o abjodoos lera regulado e segundo o costme
tU praca, a do enfardament* hydraulio como se
convencioiam.
Wllliam Vaoghan.
ADVOCADO
Dr. JoAOiai ConjRA de ApjUjjo
67Rda bo I* perador--67
ialali
brido em
Hinda
Alagosa per arat> ore aa Mkrada taaiu
a oanscrvao, na iairira da Miri3ordia com
oatao pare a ma lio Horq-fim : o tratar a at-
mawnj io >tiyc>, r; *j Imsdrador o W
5 Mlle. Marie Lavergne tem a 'honra de '
scienlirkar as Exmas Sras. que eneon- 9
^a-trarao>em seu salo de eabellereiro ra mt
Primeiro de Marco n. 14, um lindo sor- 9
| timento de coqnes, tanto de tranca como JB
S do cachos, e por preoos muito commo- |
dos; assim como nm variado-e bello sor- ^
timento de perfumarias frsoeezas e ingle- jsjt
zas dos melhores fabricantes. Offerece Mk
tambem as Exmas. Sros. os seguiotes 2
ebjectos qae Ibes sao indispensaveis, lia- ^
dos espartilhos a doqaesa, obra muito >sm
bem acabada, proprias para uoivas, e ul- Jj
^a* timamente chegados ; ditos mais inferi- $$*
' res, ditos para meninas.; bonitas ligas de m_
seda e de algodao ; lindos pentes a Ira- J
peratriz, tanto de tartaruga como a imi- mt
tacio para ornatos dos perneados, objoc- j
tos de nltima moda de P-oriz, os mais bo- V
nitos e modernos leqnes de osso, a imita fm
cao de marflm, pentes de alisar, ditos S
para tirar pidlhos, tesouras finas para
nohas, escovas para denles e para nnbas, S
bonitas bolsinhas para meninas, magnifi- a
eos bonqaets e rsmos de flores anifl-
ciaes, grvalas de seda e de cambraia
muito bonitas, lavas de pellica, de seda
e de fio de Escocia, brancas, de cores e
pretas ( tambera tem para bomem )
lindos botoes para punhos, ramos de flo-
res para vestido, enfeites de palha para
coqnes, sapatos cbarlot, ditos avelndados,
ditos do tranca, botinas pretas para me-
ninas por barato preco, brinquedos para
meninos, e nma inflnidade de objectos
qne omiti para se nao toroar enfadonho.
Para mais commoddade de snas Exmas.
clientes, tem preparado ama sala qae s
terao ingresso nella 'as senhorss qne se
quizerem pentear em sea estabelecimen-
to sem estarem expostas as vistas dos
mais conenrrentes, e ser a anonadante
qaem se encarregar do trabalho de pen
tear.
*
*

I
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
[000000000
Uado
na rna Duque de Ca-
Predsa-se de um criado
xias o. 50, Ia andar.
Precisa se de urna ama pa-
ra comprar e cosinbar : a
tratar na Flor de Ouro, rna
largado Bsario n. 24 A.
aV.
AMA
na : na rna
Sebo, n. 30.
Precisa-se de urna ama de meia
idade para andar com nma ateni-
do Barao de S. Borja, oatr'ora do
ATTENCAO
Vende-se por barato preco nma propriedade a
margem da eamba dos Aemedios, fazendo-se
toda vaniagem ao comprador, reeebendo-se parte
em diaheiro e parte em letras ou objectos de
rompa venda ; cuja propriedade conim urna
grande olaria de pedra e cal que lastra 16,000
lijlos de alvenaria grossa e forno que comporta
25,000, com mais um torno e lastro para fazer-se
telbas, ladrilhos, canos e lonca, com exeelleote
barro para qnalquer obra, com dons excellentes
iiveiros de peixe e eom casa de vvenla para
grande familia, torna-so recommendavel por pas-
sar perto a linba dos bonds : as pessoas que pre-
tenderen! dirijam-se dita propriedade a entender-
se com o capilao Delfim Lias Cavalcante Pessoa.
Precisa-se de duas amas livres ou escravas,
urna para cozinbar e comprar e outra para o ser-
vico interno : a tratar na ra da Cruz, armazem
n. 42, ou no Corredor do Bispo n. 23.
Precisa-se de urna ama para comprar e co
sinhar, na rna de Pedro Affmso n. 53, i andar.
A iihnj>ticd pratici
PELO SR DR. F. N. COLLACO.
Acaba de sabir do prelo a 7* edico desta inte-
ressante obrinba que to bom acolbimento tem
merecido nao s d s Srs. professores desla pro-
vincia eomo das de cairas do norte e sul do impe-
rio.
Seu autor esmerou-se em melhora-la, era j pre
linda pelos Srs. prefessores de inslracco primaria
a todas as outras coma prova o grande Damero
de edicoes qae tem sido tirado a mu t >s mil exem-
piares, essa preferencia sera sem duvida cuutinua
da em vista dos grandes melhoramentos que agora
Ihe foram feitos.
Um volume ncadernado 1#600 rs.
A' venda ns-- livrarias Asaomica ra do Impe-
rador 79. Industrial rao Nova 12.
Almanack da proviucia para
1872
Pre? 2*100
as livrarias Acadmica e Iodnstriai.
Precisa se oe 600i a juros para pagar se em
presucoes mensass de 'W, desconlando--e logo os
juros : quem quizer aanuncie.
MARTIMOS
E
CONTRA FOGO*
A companbia Indemasndor?. establdcid
testa praca, toma s^criros mariiimos sobn
avios e seos caiTegameotofe e coatn ?ogt
4m edificios, ci :rr-.adorHH e mobiaB: di
na do Vigario n. 4, pavimento terrea
Alaga-sa a I ja do sobrado sito ra atraz
da Matriz de Santo Antonio n. 28, ;om os eom
modos s?gnintes : 1 sala, 2 qnartos, cozlnba fora
e quintal; caiada a pialada de novo ; tratar na
raa nova o. 17, leja.
MOFiNA
. Roga-se ao lllm. f r. Ignacio Y.eira do Mello,
ivao na cidade de Nataretb desta provincia,
favor de vir a ra do Imperador e. 8 a oncinii
iqaell negocio qae V. S. se compromeUen roali-
le dezembro prximo pascado, e depois para Ja-
neiro, passon a feveretro e abril e nala cnmpno
por este motivo do novo cbasado para dltc
am ; pois V. S. so dove terebrar ano este negocie
de mais ds cuto annos, o quanoc o sehor sa
Bho se achava no es nesta cidade
Urna senbora de dor conduela desoja em
pregar-se como ama no servico Intenso do easa
de hornera solteiro, do cj tsm pratiea, eotisha
com perfoigao, podando ser procarada no prioci
pi da rna Imperia' eos* b-rroa n. i.
smm
Vende-se ou permuta- se todo oo metade, por
casas terrea, nm sobrado de dons andares o so-
lio, em ama das meibores roas desta cidade :
tratar na roa do Mar jq z e Horvai. oatr'ora roa
do Sol, armazem de malclra:- n. 33, ou rna da
Concordia.
En^ommadeira.
Urna pessoa baslacie Habilitada rembo ronpa
para engommar cem perfoicio, tamo de homens
como de raalberes: r. tratar na travessa da ras
Bella n. I.
000000000 00000
Advogados

Franklio Tavo-a e Casteo Braawo
35-Raa do Smncraor
Q 00ftissy %'fl
Oopeiro
Preilsa-se do ua bom copeiro
io Rosario 44.
na raa larga
Precisase atufar ao alado ferro ou osera*
va: na rna do Conle da Boa-Vista, outr'ora roa
iFprmesa ty 23.
Con urgencia
precisa-se de orna ama que teuba bom e abun-
dante leite: i tratar nesta typograpbia, eom o
administrador, on em Olinda oo oitao do Amparo,
casa terrea de cinco portas de frente.
NOTAS
Troca-se notas do banco do Brasil e de snas
filiaes na rna do Bario da Victoria n. 63, antiga
roa Nova, loja de Joao Joaquim da Cosa Leite.
Canoa
Aluga-se ama canoa para carregamento de li-
jlos : qaem pretender diriia-se rna Direta n
28, loja.___________________^_
Companhia lliatja
seguros martimos e terrestres
estabelecida na Baha em 15
de Janeiro de 1870.
CAPITAL..Rs. 4,000:000*000.
Toma seguro de mercadorias e diobeiro
a fisco martimo em navio de vel'a e vapo-
res para dentro e tora do imperio, assim
como contra fogo sobre predios, gneros e
(azendas.
Agencia rna do Gommercio o. 5, es-
criptorio de Joaqnim Jos Goo?alves Bel-
Irio.
Pede-se aos senboret qne tiverem cuntas
particulares com o finado Manael Ribeiro Bastos,
tet'ham a bondade de apresentar as mesn.as al
o dia 12 do eorrente visto estar se fixando o ba
lanco desta data em diatite nao se fiear mais
respoosavel por qaalquer nma conta qae apa-
ra.
Recife, 8 de Janeiro de 1872.
Precisase de ama ama para cosinbar e fazer
alguos serviros mais, em casa de pequea familia;
ra de S. Jorge, antiga do Pilar n. 43.
Aluga-se o 2* andar da ca a da raa e.-treita
do Rosario n. 45, cora bastantes commodos : a
tratar com Jos Henrique da Silva Guimarifes, na
ra das Crnzes n. 38, 1* andar, oa Soledade na-
mero 29._________________________________
O abaixo assigoado tendo oDtido do Exm-
Sr. conselbeiro presidente do egregio tribunal da
rclaco, proviso para continuar a exercer o ofi-
cio de s nciador de causas nos auditorios desta
provincia, offerece seus servicos quelles que del-
les se quizerem utilisar, com especial idade ao res-
peitavel corpo commercial, de cujo foro tem bas-
tante conhecimento e pratiea. Pode ser procurado
tonos os das uteis das 9 as 3 horas da tarde no
escriptorio do eserivao Motta.
Autonio Francisco de Sooza Magalhaes Jnior.
Festa da Senhora do Monto
em Olinda.
S. Exc. o Sr. D. Abbade de S. Beato designen o
dia 4 de fevereiro vindonro para a festa da Senbo-
ra do Monte, mnito embora oao esleja ainda con-
cluido o concert da mesma igreja.
O jniz perpetuo,
Manoel Luiz Viraes.
Por todo
prega
Aluga-se ama encllente casa na Boa-viagem,
com commodos para grande familia, e caiada de
novo : a tratar na ra larga do Rosario n 34, bo-
tica.
ATTENO
Pedro Alexaodrmo Rolrigoes Lins, acba-
se serviado ioteiioameDte o lugar de tabel
lio no impedimento du vitalicio Silvera
Lobo, em cojo cartorio a roa do Imperador
n. % poder ser procurado das 9 b'oras da
manba as 5 da tarde, e dessa bora em
diaote oa casa de sua residencia a roa de
Marcilio Das, outr'ora Direita n. i25.
Ka travessa da raa
tees n, 2, pri-
meiro andar, da-se di-
nhelro sobre penhores
de ouro, prata e krfean-
tes, seja qnal for a qaan-
tia. Na Mesma casa com-
pram-se os mesaos me-
taes e pedras.
Arm zem.
Traspassa-sa o arrendamento do armazem n. 34
na roa da Crnz : a tratar na roa do Crespo n.
16, 1* andar.
CASA DA F0H1MA
Ao 5:000*
Bilbetes garantidos.
i roa Primeiro d Marco (oatr'ora raa do
Crespo) n. 23 e casas do costo*.
O abaixo assignado, tendo vendido nos sea fs-
dxa bilhetei quatro quartos o. 1M1 com 5:0004.
um mel n. 871 eom 3OOJ0OO. ura meio n. 85
com 100*00, am melaB. 1538 eom 100*000, t
outras sortea de 10*000 e SO* da loteri que a
acabou de extrahir (i'), convide aos poan"-
dores a virem reeeber oa coiformidada as-
ame sem descont algnm.
?cnam-M venda a bilbetes garantidos da
5. parta da loteria, a beneficio da matriz do Be-
nito (zi'>, que s exirahir na qoaru-feira S4 o
c orrenie mez.
PREQOB.
Bilhete intsiro 6*000
Meio bilhete 3*000
Quarto l*50a
a porcao de 100*000 para cima.
Bilhete intsiro 5*fi0r>
Meio bilhete 1*750
Quarto 1*375
__^_________ Manoel Martins Fina
Trabalhador
Precisase de nm trabalhador na pharrnieia
americana : rna Duque de Caxias n. 57. pre-
fsre-se eccravo. ___________
Precisa-se a nma ama de meia idade qn*
cozinhe e compre para dtiai pessoas : na rna do
Padre Floriano n. 7, sobrado da nm andar.______
Precisa-se de urna ama para easa
\ M \ de familia, constando ds anas pessoas :
niTXn. na rna Direta n. 3\ 1* andar.
Yende-se ou permuti-se
um ptimo sitio em um dos arrabatdes deita cida-
de prximo da eslacao da Terre, contendo graade
casa.jarditn, deposito d'agaa, arvores de tracto
e todo morado : a tractar na rua.'do Rang'l, n. 5'
loj. _
Nesti typorraphia se
dir qaem precisa alugar
um preto de meia idade.
. Precisa se di nma ama
para pona familia, qne
sajba cozinSar com per-
fecio: na rita da Au-
rora n 5,1* andar. Pre-
frre-se aerava.
AMA
Precisa-se de ama ama para comprar e cozi-
nhar para casa de ponca familia : na roa estrena*
do Rosario n. 10, loja.________________________
Aluga se o armazem da na di & Bur-
gos n. 11, o qual serve para recolber g-
neros: a tratar com Jos Feliciana NazaretL
a roa de Pedro Alfonso n 20 airazem.
O abaixo assigoado propneuno du
Restaurant Santa Isabel, roa da Flortoliaa
o. 2 roga, as pessoas que devtro aonesno
estabelecimento o favor dd virem saldar as
snas contas do improrogavel praso de oito
das, a contar da dala deste, do contrario
verlo seos nomes nesle Diario.
Recife, 18 de Janeiro de 187.
Leonard Pon es.
laaaaaallSMIIIISaaaaaMealSM I lili Wlllll
Alguns amigos dos fallecidos aaquim Pellppe
de Santiago Pinhiro e Jos dos Sar.t. 9 Li?boa.
convidara suas familias e mais anrg par atis
tirem ana mis a na matriz do Caps Fanlo, i !
dia 18 do eorrente.
ATTENCO
O proprietario do estabelecimento Biar Ca
versal a rna do Bario da Vietori-, ( entrera
Nova ), n. 21, pede a lodos o seas avedort*
desta praga e interior da provincia, o cpecial !.-
vor de virem ou mandarem aidar ceas dbil .-
conirabidos al 31 de dezembro d > auno pro*
no passado, devendo-o fazer at 30 .":'. m*z,
nc ciso contrario serio as comas eotr ao c^>-
brador.
Recife 1 de Janeiro de 1872.
Amoiio Duane Carairo Viana
Precisa-se d urna portagu-^z* dri meia ladc
para tomar conta de urna ca-a prn engT-ho pato
da praca : trattr no paieo lo T-.t$i u. JU.
ALMANAK "
m
AMERICANO
Cora nm kalond-irio e os segoiute* esa '
0 importante artigo do senador Tnaopbi (' m
sobre a estatua eqaestre, nm notavel sssawso U
E. C3itelar. urna proclamacio do cern pro*i-
sono de 1817, outra d Manoel d C rvaar1 ea
1825, biograpbins de Waemgion c Lcod. a BA
bos dos Reis de hoje, discurso do Celebre padr?
JaciDtbo, versos e pensarat-DM-, lei do eiem a.
servil, e nma taboa de rednecao oo metro e k-l.-
gramrxa s medidas asoaes. as livrarias ira-*
ceza o Acad< mica.
Muda ai tencua
3 Sr. ex-tenente de voluntarios, aio rail rej
gatar em cito das que Ine ficam apr.jd.u r jSO
rale oo 58*000, ha mi-zes vencido, sera CMsisaa
par sen ntiue, sendo tirada a lunpo a :i;.v.
\w den origem ao referido ltalo
O terreno do sitio Olho de vidro em Par-
namelrim, do lado do poente da linba frrea, ?om
fondos para o sitio do Sr. Salusliano, acba-se
dividido em parles de cem palmos de fpente e
quatro eentos e tantos de fundo : os prtendeoies
a ama un mais parte, podem ver a planta na lo-
ja da rna Duque da C'.xias n. 43.
Concertu-se machinas para
. costura
da qoalqaer autor por um macbinista i.or-
te-amercano ha piuco ebegado em
Gasa de Chapmau
Ra do Imperalor n. 45,
A U A Precisa se de una ama para cozinna:
CUJLO. a tratar na ra do Crespo n. 18, se-
ALUGA-SE
l um i. j Jo sobrado i travessa do cbafari: 2. 11, r
! Frs de Portas : a iralar eom o eonjiB-indaVr
Tasso.__________________________^__^_
Precisa se de am catxetro cora bu aute pr -
tica de taberna, dando llador a su* conauru para
a villa do Cabo: i tratar no pala do Tmt)
0. 141,___________________________________
Escrava
Prec.ta-se alngar urna escrava,
agua para casa de |ouca familia, .->
mar : no beeco do Veras n. 15.
piado andar
AMA
qaem precisa.
Preci>a-se de ama ama para
casa de rapaz solteiro : na roa
larga do Rosario n. 31 se dir
PF1
Aloga-S oa ven-le-se a ca-
aa e siiio da estrada des Af-
flictos d. 22. o qual tem 200
palmos de frente e cerca de
1,300 de fondo, com cacimba, fracteiraa,
etc, assim como vendem-se terreos aos
lados do mesmo, tendo as frentes a os fu-
dos morados, suido na ventado exeelleote
acqnisicSo para edificado, nao por ser
bem perto da ci-)a1e, como por passarpels
frente a ia frrea do Arraial: a tratar com
Antonio Jos Rodrigues de ?ou na tbfsoo-
raria das loteras oo com Carlos da Si va
Araojo na roa do Bom Jasus 0. 23, arma-
zem.
que carrera
saiia aajasa-
A pfsoa qne anoaScioa precisar
sobre bypothcca ; dirija-se a tra va
i. 7.
O abaixo signado previne ao
rJiU caa e awclmite aos aos fr
qai o Sr. Joio Msnoel ABotao Barrap dcixon de
ata eofwair, em eooNqoeneia de nao ler
3 aau M^ diubeiros qu reabia pa
aaaies a soadafana da ra a Floaetfa.
h Recs. H deiarir. a 1872.
Aieawj AajenoadaOardN
?recisa-se de nroa ama livra oa e--.tr a va par>
ama casa de familia: na ra do Mar ion de Hei
val (amiga roa da Coaeordi) juito um p*;:r.
Nao declara o numero, por que a roa nii !m
nomeracio.
P2REIA OA SILVA & C, chotos de randa-,
vera por este orgao agradecer todas as persoa-
que l > disiiniamente os coadyuvaran) a por a sal-
vo as fazendas da seu ost^becimn'\ sito a ra i*
Imporalrii u. SO, por occaslo do wrrivci tuct.d-
quo leve lugar na noite de II para 12 do correr
to e qae redazio i cintas os esiabe'.'.'cii&actu t
58 e 58 A contiguos ao seu.
No emraeots perigo de qne eslava ameactds c
sen esiabelacimenlo por nquelle ineeil-, raeor-
iraram a seo lado c ra(oes amig^,qu9 oartibat -
d 14a snas rmeles, aio sa psapanun a pesi
dj irabalho, para tirar as (alendas da oja t pjsital-as em ontro lugar, no qoioi-1 da mfsraa
onde estivesseo ao abrigo das rhamoas. B, f-oiti,
a tases Srs. abaixo aescripto?, que pirticc'ar
mente tributara a mais smesra gratidae a a?
elrrno reconheeiraenio
Jos Lopes Afheiro,
Manoel de Oliveira Jnnlor.
Napoliao Duane.
Odilon Duarte.
4olonio Dnarte Caroero Vianaa.
Manoel da Costa Msfericio.
Lua Abrsenos de Figueircdo.
Je t ioma* Gacbos.
Fra|)ci"eo surque* Goiauries Jnior..
Gavia B. Catno a Silva.
Joa Asnste de Bnlo Montsir >.
Joaqnim Goaa da Costa.
lUeiM, 17 de aawiro de 1871.
Pereira da Silva C
Paeisa-M da ama para m
si staar ooroprar, ande d*
Wa ccalneu^ raa -te fana

'
\
L mifn 1
I----------- ., m.-----------i----------------------


*\V
a*
o d fejrntibucg -Quera tein 13^ db Jtnebt) dtolSB
k.
?f
OMEO
N. 1 Ra estreita do Rosario n. 1
NOVIDADE
Recebidas pelo vapor francs Gironde
' V -i
I
Liadas chapelliaas de seda para senhoras, chapeos de palha de Italia e. de seda,
coasa moderna, ri;os en'eites de blond e flores para cabeca, peales moderaos para co
qne, riquissimas goarDicei de fuulard da China para cabec* e peito das senhoras,
bellas gravatinhas para senhoras coasa mais lioda possivel, completo sortimento de
Uadiasimas flores, sipos de flores de larangeira para eofeite de vestidos, ricas grinal las
com veos para casamento, leqaes fin is de osso, sndalo e madaira, veos de Moni para
noivas, esplendido sortimento de galao de seda, franja, fita de setim, de velado e de
grosdena^le de sedas e de todas aa cores, bicos de blonl branco e preto, elegantes
espar tubos de ama s peca, aspas de ac para os msenos, bonito chapeos de s >l de
seda pretos e de cores para sentioras, lavas de pellica de todas as cores* e da me'.h >r
que tem vind ao mercado, Qvelas de madre,-erla para cabeca e pulseiras, bournoa e
pelerinas de 13a e seda, c.uia propria p ra as peseoaa que estao nos arrabaldes, voltas
pretas.'a beaoitoa com caisoleta e cruz, ultima moda.
Perfamarias
O Mozeo Elegante acha-se prvido de grande sortimento de perfumaras, inglezas
e francezas, o recommmenda aos apreciadores deste artigo o apreciavol perfume GRAN-
DE DUQUESA FBNO I!
Botinas para crianpas
No Museo Elegante vende-se botinas para enancas i 35000 o par, fazenda que
em outra quatqaer parte veodem por i$000.
Poupar dinheiro
No Muzeo Elegante esta se vendendo camisas de linho para horneas, de 60#000
por 47)5000 e de 70|OitO por 550000. a ellas antes qae se acaben, chapeos de
sol de seda paragon coasa moderna U#000. itjlOOO e 18|D00. bengalas de
canatom castio de marica, bengalas de baleia e outras muios por preecs baratsimes.
Ouro a imitapo para passar a festa.
Os amantes da elegancia encontrarlo no Mozeo Elegante modernas cadeias de
ooro a imitacio pelo prego de U, 30 e 4.
Grande Enconomia
Qoem Tor amante d economa aparec no Moteo Elegante, pois esta vendendo
alheres finos de balance com um cravo no cabo 40800,, ditas melbores 50000 ft-
zenda esta que nigoem pode vender por menos de 65 60500 a dazia, temos de
bandeijas tinas 155000 rs.-, ditas marchetadas de madreperola i 18#000 otitros
muitos artigos qne os propietarios do Mozeo Elegante estao r esolvidos,' a vender bara-
to por ser lim de anuo.
Ra estreita do Rozario n. 1,
DE
FERREIM MARTINS l C.

i

RU 1 DO BHUM N. 52
(Fassando o chafariz)
Vnnimcia aos seuhores, de engenhos que por falta d'agua
ou mortes de aimaes nao possam tirar suas safras, que est
prompto a assentar vapores dentro em 8 dias do pedido applican-
do elles as moendas ja existentes.
Tem em deposito variado sortimento de prepares
MOTORES PARA DESCAROCAR aLGODaO
A vapor, agua ou animaos
iuclusve alguns qae nao precisam de obra alguma de carapina
pelo que podem funecionar logo que cheguem ao lugar.
FORMAS PARA ASSUCAR
AquelUs propiietarios quequizerem formas podem desde
j fazer suas encommendas, pois a casatui em viagem e car-
regando numero suficiente para suprir atodosquantos queirara.
Fereira da Canha
Irmaos.
Ra da C/adeia do Recife n. 21
VENDEM :
Potassa da Itussia. r*
Cemento Ponan*. 1 .
Afna-raz
Pixe da Saeaia.
Aleatrao dito.
Zineo cm fulha, pan latoeiro%
Ksteiras da India, brancas e de xadret
Agua Florida (legitima).
Cadeiras americaoas.
Beierros de lastre.
CogniC.
Enxofre.
Julo Silveira Cato ira da Corto
para vend r em ata etcriplorio. raa de
Apollo o. 25, 1.a andar.-uato doce pe
rior, em barra, chegado \pla bersa Hape-
que II. cr
MOlNHOSfARAMOSa C*FF
B MOl.NH?. (le diversos
31
e i# otila uro.
A !j?400
Vendase sapjtoa de tranca, obra milito boa,
pelo que* de Oliuda, amiga da Cadeia n. 50, loja de
uiiudeas.
Na Uhnca de chapeos da 10I da ra Duqub
de. Gaxias, ha para se veQ>'.er lindas bordas para
pjeu na e seuboras, e na me*ma fabiica existe
semprn um grands animen tj de chapes tanin
para borneas, como para senhoras, e fae se qii?l
quer concert pertenoente a mesma arte com as
seto e proraptidao.
s

.
HAGH1RISM0S DIVERSOS

nesta fabrica ha deposito de todos os .^achinismos empreados
na provincia, e acceita-se encommendas para fazer vir qual-
quer machinismo a vontade do cliente.

Nova officina de pianos
Aagusto Rastouil parlecipa ao respeitavel j.
blico, qae se desligan do estabelecimenlo do Sr.
llhigas desde o t de Janeiro, e abri por saa con-
ta urna omea ra do Imperador n. 29, onde
se repara, oncena aflaa pianos com esmero e
promptidso, e far tndo qaanto tor a sea alcance
para cottonar a merecer a feenevcla confianza
qae spus'fregueies Ibe coneederem al boje com
screnca lelo e protnotido.
COMORAS.
O Baiar Victoria acaba de r-ceber arn eompt
to sortimento de enfeites, de ronpa da mascaras,
como sejam, f rao jas donradas de divareas hrj
ras, lenlojonlas, borbotlas, moscas, estrenas
ontros muitos objectos donrado< e prateados, ca-
belleiras brancas, terincos para enhora e com
mollas para humeo), fios de porolas, capacetes
ilhieard, e ca'cas de rneia da algudan e de seda.
Todos estes artigos sao do mais aparad-i gorio e
da nltima mola em Franca, e graide nuvifode
nesta cidade, onde os amadores ocarnav&k p' de-
rao encontrar cora t'aciiidade o qce for necessn-
rio para se aptesenlarem elegantemente no carna-
val no
Bazar Victoria
Kn do Bario da Tlelorla n. *
LOUA VE
AMORAL, NA HUGO & C.
Na ra do CrcstM a. S.
1 ttKHM mam**
los pais de familias pr-
fessores de (a^trBeii
primaria,
Opnsculo de naor! rcflllj;! m
Porlr. AmU. :r%end
Para leitara as nl?s primaa*.
Esta interesante d rielha, q'ie *)**
Iho da losinK^an paMtca o parecer, Q. a*ac^
ai transcripto, s qo lio bem aeolhida P% pu
prin.eira edicao ficon logo esgo'ada, ida-wftg-
pre?sa, venda as Itvrarias dos Sr. f***f*
nacile Domineis'Gair>ares, ra4ota^jaJ-..'.
Nogvteira d^ Scraza, a tro Prinvlr. de fciv-
Barbosa de Mello, a do Bom Je*ne, a W.
e&enplar encadenado
A commissao enfarrg.-.d d' dar *i5'*-
cer acerca do Opa calo de M ral elif.'.-a ^r.
ltt'jra as escolas primerias, -oer "Mr. m^rr
caWs, HendO, aWori*ado pelo ceDsetkn de m
larga- t,lica em franca, trad^xidom vulgar
0M?R4SE
Uta cabrMet anjerienno com qaatro rodas, 4
assontos, pan dons cavallos e m bom estado : a
tratar a rna do Barie do Triumpbo n. 96, ontr"o-
ra roa do Brnm.
fJompra-se
i
LEONARDO RHN
*

9
.
Sao coav!4ado< os prenles e amigos do finado
commen4a4or Pedro Alexandrioo de Barros Ca-
valcante Atbuquervoede Lacerda, a oiiviremamis-
sa com que pretende snffragar sna alma, em o da
17 do corrente pelis 8 horas damanba, na roatris
da'Boawisla d'esta cidade, um obsequioso amigo do
mesme tinado e tie saa consternada familia.
imiiimum ii i ai WMmumai***-*xz&r
Primeiro iitroductor dos pocos tu- D ^stami&et
bulares da Abyssinia em Per- J^SSS^TJLm
nambnco *",s a 20 m"os' w,'x bem-
Acaba-se da receber, a presos multo re-
dweidos, dovs remesse desses execellent-s a ele-
gantes p eos, ci^as vantagens j bem coahecklas pe-
la prorupta e abundante qaaulidade d'agna qaedo,
fazarjt-se recoonaendaveis aos Srs. -empreiteiros de
obras, para os estabeleciaentos abrfs, iodastriaf s e
oires, pella Uiil collocacao e remojo, tantodeotro
como fora dos edificios. Eiles so prestam igual- ior, ifjaimxm t*SSmm i i 'm ^anei
nenio dos qusrtos e cssas de baobes peia-eotsmo-
-dde do sea Sfentamecto e pooee esiuco que oc-
cap&D, e gracia ecoooisia dadeaf&za que se teria,
pelo encanaameoto e cooeumo, con 4 compavbia de
Beberibe.
Esles .poqos taiabem ubstuem
oomplelamente as bombae deniro d&
cacimbas j feitas, istinfoiedo-Ae del-'
las(pela mm Jegancia. solide/ o tidade dagea que fornecear..
T.:ra (ii^.- Albni|uerqae. Am-jrico de
Tres venez/anas usadas
Praia n. 28.
tratar na roa da
= Comprare ama casa terrea qae seja boa e
techa pelo menos 4 quartos e bom quintal, as
lreguezia-< da Boa-Vista se no anaazera da roa do Imperad ir n. 16.
CcNBpra-se ama casa terrea nova ou pele
manos em oom estado, qae renda mensalmente
pelo ajenos 485000 : qaem a tiver e quizer ven-
der, (lirija-se ra Daque de Casias n. 43.
VENDAS.
Attenpo.
Venderse a coxeira do pateo do Paraizo o. 10
tratar na me>ma._______________________
Verde Girme.
Vende se em barris de
Mrquez de Olinda n. 40.
4 arrobas : na raa do
lo'Bazar Victoria vende-se meias de lia de
peores, para seuhoras e homens e de ?)da carine-
Sa Ai f* e preta para padres camisas de I aa ponto de
Twquerqe,-9s irms -e ennbados do flad* fr Jmeia "eeerohla de Sanella, no'Bazar Victoria, rus
Fernando de S Albaqaerque, pungidos de acerba ^ Bario da Victoria n. i de Araar&l, Nabueo
& C
**.
Veoide-e
ama fabrica de cigarros, na ra de Pedro AfTonso
n. 49 : a tratar na mo rr,a.
BtRCHT
VARA
LIMAS
Amliior e mais barate.
Vende-se
Na ra larga do Rosario n. 34.
l l
' Na pharaiacia e drogara da ra do Cabuga
worie-8e e.iceile!ite borracba para fazer bmas e
aBaCbinas para encher as mesma.
lea acor, admente e.-U'fovrnwo livrinb qaw
tem de pejueno cot.-;o de inierys'ante _.* pela doatrina que en?erra, peto y rimar* '
verstio alie seoaoiiizeife de*de iofo rtttmemmm-
vet, bwstaria o nome do aotor siterio.t a respeitavel !aBC^o.i auir^Cai****^-
?ino era 'Franca, tara que a Mrarwsao T<^X'
zewea adopcaodoeo-seilic.a,ani M i">
zera ella que asnoss*s-mas d- fjmrl ea <**
o'Bruil live.m sempre- roao tsla* pafnz*J<:v
de mor, pota< qaaw lii-siem Ior, t au*wtT!
eus filhos no rega.;o, a par d hWma ao p m
deDeu, edos mv.iuiios do ebfisUiftii.
E por isso a cororai?i-o de ptwwr y* **
s o Opsculo >eja adoptado na wcofc* ?rtexr*'.
ro|s que se procure vulgria-lo em v>--..*<>
rio.
-Sala la conseibo direct/ra1l1ruecM.*,**
em Peroambuco. 18 de seietdtro- de InbV
los S>ares de Ac-vedo.
Dr Apngio Justrnraoo dVSttv I'-"
LOPES MACHA
Duo prezoio mando pai em t da 12 di cr-
ranle mes; de novo toovidam rogain aos ami-
gos, parantes, e qoe'les, que, por falta involun'a--
ria nao foram avisados, qae Ihes -fagam ., especia!!
obeqnie de onvirem a missa do stimo da, :t
.na'. i>ri tcar quiata-feira 18 deste raez, as 'ft
i,-i r-i- da in&nhaa, na matriz da -B ja-vita.
.' -.(ln-ia.ir^udt!" Vir^osa,-morador e-eeta-bb-
<<:: i Jo ao'p-dvoadu de 3. Jo.- daJSjtreu.a 'frfgaeap
do S-irinbe o, faz sciente que dasde o da i' dp
._ Uaneira do corrae dea sociedade a sau irmau)
oose-pecebe o pagaaenta aejg; ^g*jygy* ^g,^j|.,?^ir>-
ico a liras desta data-ai dianle Vircosa A rmao.
" Joe te. Eitreiia {,! le janeir. de 1872.
Foisde colioeados e que fiwccionem
a contento dos compradores.
Fra eneeoimendas e mm esc'are-
cinienos trata-se na olicic.^ de me.
laes do^seirh r paulo jos d silva
frrib, no largo da Concordia n. 7.
t[
Na raa do Hospicio n. 39.[>recsa
se do-uma ama eagemaiadeiri para
<;.isa de pr-oca familia.
'
UaIDAQAO DA GASA DO B0M-2AST0E
O Jno desta casa qaerendo rotirar-se, fa^o gafeer qae itiaa.jSo de sea negocio pode apparecer._ vende-se a rateiro btto taaalbeccj a prazo
uonfsrxae as garanta*, ceie taa bem a toja com a armscau, mjUenai, seca as Qjaroado-'
ras, seodo boa posicao e a casa muitojwohecida, pode servir a 'joalqoed'^ecvo-e ne-;
goeifl iH-dDlt o conseotimeato do pn.prietari' do predio.
Via o Dc>te ucio estaberecimento no norle le;te ierperi).
Grande aortimeoto le ornamentos e alfaits.
dem ideoj le esta-xpi* religiosas. saoUdaJea, va-sacras, ele.
1rJm idea) is aioMoras doorada^, env^rjiUados, pretas etc.
deta idem do tM-onzes, lampadas, catt>caei, serpentiaas, ar.?n !?!is, ...
dem Ua de obras de prata e pratcada. cahx oambaias.
(sea I-id iM ^altitas, caidmelias, loribulos e cOrOas.
tem idem Je rsp^aadre, bandeiras etc., etc.
dem liem da aagem de madeira incarnadas e oratorios.
>udm ideo Je bajujaetis. esiantea, sacras, troaeioa etc.
fcem i Jeta rwarins.crjies e bunios, etc., tlz.
j[em dem d<* aiSix, franja, ooro nao e retroz etc.
^Perder-se desde a casa do Sr. Manoel Soares
VJendf at a asi do fiecal da fseg ezia da Var
zc um emferaKio c-iotesdo 770 <: (antas mil rs. :
a qaem actuv .quizer restituir' rceber a grtiii-
a /:> 4e JN).:, se agradecer : na ra das Tria-
e^eiras n. 4:; Itfiri^a rte-eiearrns.
fren ta-se de auau)a-,uma para
ngoramar e fazer mais alguro
11G1 IXi-J servi.-'. interno, o oalra para.se-
darnea mornow :4ia.roa Drena a. 26, primeiro
andar.
Baldes de papel
No Basar "Victoria vende se babees, cesta9 e jar-
tos de B.-pel (geste inleiramenle novo) para i'ta-
iaacao deSardimtc, na ra do Sarao da Victo-
ria tf. Moja de Amaral, Vinoco de C.
VENOE-Sfi
narr para mel: na rn 1 larga do Rosario a. 3i.
Pilo chine: iodos os dias as 4 boras da tarde.
em qnaato a topera e bemfeitoria o desneoessa-
rio elogio algam, on-ta p^uc aos freguezes a co
nfcecer a verdade : ra dos Pires n. 45, nova
pagara americana
mm
Vende-se barato am bom piano en per/eiio ri-
lado e com poseo ueo : a roa do Vigarid n. 1, 3
andar, sobrad* amareUo.
AJnga-sa a casa terrea da roa Imperial n-
iCt, eom comoindtM para faeHa : para ver na;
casa j.into, e a tratar na praca da Independencia
namero t.

_____


Vende-se
a cas.X*rraa d roa de g. Jos a. 'M
na .roai estreita do Bo>arin n. S.
a tratar
CIMENTO
r
Travessa do Corpo
Santo n. 25.
Vende-se machinas a vaprres locomoveis de for
^a de 2, 3, 4 e 6 cavallos e seus pertences, pedral
oe moer milho, arreos para carro para doua ca-
ballas com rt-tranca.
_ JJ
A verJadeiraccivejada Bavit-ra, marca ban-
leira, do superior (jualidade, vendem Tasso irmaos
A L., arciazeru da ra do A norial n. 37.
Rap de Lisboa
DE
Sup3rior qualidade
Vende-M naprara da independencia o. %\ a Id,
e meia Lbra, pir preco ecru-
BA2IR
FESTA.
Do Campo? no armaiem.
Quera rivalisa ? ntngucm I
II i do rei a larga roa,
Para vender tem em sua,
i;-i-;i antiga e qa; nio^uem,
O numero que a mesma tem,
Corneja ser viole e jilo.
Bolachinbas e Maeoalofk
Pre-*nolo, cha e chrvrfs',
Arroi, pimtta e Mlcbichas,
Doces, gelas, ameiXS
Qae quera comprar nac se qa-,:''
Por ser todo bom e lin".
Como geja o genuino,
Do Porto viobo primeiro,
E o nao menos prasenteirc,
F'gupira sem coufei^o I
Caslaobas, sal, tiacarrao,
Conservas, fhicis, eerveja.
Para os paiusccs ra mesa
Festejnrem o hom anno,
Da dilecto e humano
Que nos iospira o pr*er
Paterno a todjs esqoecer,
Eotre hmitin unidas
Do bel as moca?, garridas,
Os ;.u!rsos *i pass'adu..
Fiqmrn bem desengaa loa
Que s ao Campos compele
Dar estes gosc... Promelte,
Vender tudo n u. barato
B^ges, feijaj, til raplo,
Cb Tol-te em IimIi3s
De Nautes fiuas' srtauas;
Passas, BgW; ek lalaslclte,"
Da Pemgal uno aceite.
Boa manu-iga franceaf.
E superior Ingleu,
l. de Minas fresco qu?i,r'>,
Q-.>e a todos ca i d.>.-e'i-,
Mayis, notes e loojinl >,
em botes de libra
modo.
Venoe se uraa excellenin Seraptiraa ohegaa
ltimamente da America : para rer, a toda tura
nn Corredor do B .po n. 55.
Yendevae o erdadeiro cimento Portland^ ene-
jado ulUjnamapie de Londres : na raa do Arao-
rim o. 48 e SO, armatem de Magalhes t Irm s
Vende se ama pequea casa na raa jTuI a. 30
ea eboi protros : a tratar na raa das Plores
*. :t"ar:a ^wyciaa Vuelta do Aogo, B. Joaqui-
na !~rai;2iea de Regn, Jos francisco do Reg,
L'jL Osario d 3ego e maie prenles, agradecem
do intimo de so-a* cora;.or>m.p qne se dig-
naran condexir ae Suni.jae^fl r.s reatos mortaes
de eu aainpre durado esoi'M, iho, ir ao e pa'
rea.?, J^aqaim /caaeisco do ego. igualmente
convidlo a lodos iMjrbigoi e parentes do finad o
asistir as maza jue por *& ;laa se bao de
ee.'eLrar n* inairfads soi.i Antonio, no dia 17 do
eorraete. d$_*-?_par b'-' da m'.haa.
Mi
)
.

^4.ROA LARCA 00 R0SARR.34.
* >i covtBOCB'jr prdetrar titudet ptra terWilar
ntvs Br;af*doi, diumM qei i vettluoo feii^cf pelupMMf a m ditaaramaectil*.
rrftdit og* ; por-ju to hm m
iieaiadM coetkkradoa intaHoe, i delle aat laifa
ebwUttaUao; om qwrtod ffeader f*t-
tmi q% MpeilUB*BMBM DO ffir. mi H i**il
%*iruvriMM, r* Jaeiot soLhear i*lfut*r mu (riiiiMe peto umcIo. teptna* qw nakaa
*im crroberar o teautto, acccrttcln qae tmmtn-
jHit tsiM xer-y-e. St'liiUmt* t C.
TTIftiMf.
!. 8n. tnU\o icteni sato teMde
Mtts*o qt> Adr( mt irp Aerntoedi eu
.Btecia eatrofBri, poit qe totttvi M ato i$
feMH totn. t aonis it ntt ^idcr d;-nir a aei'.t t
'Mipaiie mnnt i anji.-av:mis gae toeuv, a !i
roni m a* toreccra eclher \m. lij^do, Jicio b
Meo boj rtiutltc'-to codr o -#' caiMoMisoti
exu_ w;o fjiia pvik t ^B^fltol'
. i, asea i*c.'shotiC'C!)to^V-B|^rv^R*dliK
Tewtal apwiaiw, i m tfperiel. tMMto m
mmi* beatanie mdU de cea tun^ift^u, n* m
Knea eotoatotaante roieo qe* tren* rt%
tM. e >m Bposfibillto* i eraprir ci bou tovetw
waior da hmi Irrita, vea igractocr-lta mi
eoBwtou NttiNtociaiMM, 4m oMti om u te vin
de BHm Mrot^deMe U kever MconUo a i:tor
^5^I^vSe.M.{Zd7to^Nu^
II i lie teaHtt> pato. Cm autor eNMMc
n
brinde. Laix Ci*m*u. Itoeife K da M'.eajyt
Mm Sn latilMioeMC.-e tmee V^ul i*
rieaa* ?., r. aitaiwM | wi iMit
ucu pan eerrtMl-M&iM, aaiima Bfltrvti
pheaado.5 am Uto Jeaqtia. mmt i Mtk
nno; '-:;(<:,* Bijtlto, ni al i
9'M^'lm f1!'"' 'Hietieto i
nprteilotiS C'*!jk
' **rrr* "oftw"
a*, mam
#61.
r
m
Gt-SE
p rcgtiode andar do obrado da ra Nova n. 38.
IlOKItW JFt
PARA
LIMAS
Na ja da Magnolia^ rna do Duan Je Caxias
o. 48 (em para vender a aoclhor que exista do
mercado.
''U'LUIlt/
PARA
Eocher limas
BBieihorrs e mais fornidas
VENDE-SE
Na roa larga do Rosario d. 3i,
Botica.
. IIIIIIIK
Aca-sa a veada as livrarias da ,:i- E
dado o almanak a.lmioistrativo. mercan- ^
til, ladostrial a agrcola do corrate anno. f&i
llllill-lllliit
t-f do Oeara
O melbor e mais barato, vende-se para acabar
na rna do Marq-jet da Olmla n. 40.

PECHIHCHA
Leamos Le mue a a^t ra.
a datatla
Cbf-'D a loja do Papagaio ama grande porga
de leneoe de esgrnao j abainhado. o vende-se
por JdOO rs. a doaia para acabar, s y Papagaio
na rna da Imperatri n. 40
RRAZJLIANSTREET
Railway Company (Limite
AVMt
Sj se troca 3M3 bllbetes velbog p-r aovot,
mas coDiinua-.- a troea->os por dinheiro todas ai
exis-fcirat o '-'Cao da raa de Sel.
Escriptcrio da *-oop3nhia, !3 de jaaeiro
rie 4e i87i. ^Qru
S-iwenton,*' .
AjO.^e.do gerente.
CU emprM pelo prtstaie decisfa que es bi-
Inetes novof do O r=. ta detiegatnedos ont^i4
por serem c;flaneados aa fr=in vm quinto acs
de 800 ris nenbameajuao te pola dar vino alo
froeo neeham dw>e yute.
Offl-iow. 10 df jan-.ir..- 4* ifi'2.
* Kw-oVtti
Hambnrgos com
varas
A !"ja do Papgaii actba do itze\,?r ama pe-
uena porjSo de nambii gos com 30 varas ctda
| ama peca, qae vendo pelo diminuto prego t*e 1#,
!o proprtoipara lete.% loahas-'te. e un-
barato que algodSes : na nn da 'Tiparalr't n. jft
kjl
.A*e>l)ataa>aWen:e.
ifrt sitare *t
um:, pra
lea ieponOS inedia,: ir
ja ImAeriti If, *. ? i^-
'
COQUES
Grande e iBodernos, recebeo pelo ultimo vapor
aJHagaolia, ra do Duqoe de Caxia n. 'io
Veade-to ota terreno com 18 paimoa
da Roa Vala, (aotiga Formosa) iralar di
raa do Huip co n. 34 (sitio).
Rap
A leja da Trae* da Independencia o. o ebesoa
nova remessa do ranitj icretade rape rijsse
mmLita", Amarolioho, Rolo franc-e, P,it.tHt,
da Babia, Pnoceza de Lisboa. Paulo Cordeiro c-.m
moni, Viajado e Rjcbt, vende- em libras e a
retaiho.
Do reino qostjoj !r *
Avelias, btala- iv -
Ceblas e JKIS
Que provona o peladar,
Pioo doce do e/aoa,
Qwtut...i k li* >i;.-ir.-.v
fial, ararota en bn*,
Cbampagoe, hr- paMtth 5
PudlBi c' IllB, tn
ignac e su-pifa
Doce lino da !iauau;i
Oneij > iois*o e loadrtn?,
Anendoas, Hleme i:-int
Alhos, eieagre. izeitroa
Fina genrbra d Altana
Do tmalo msasa loa
i Du railbo a torinlia, .a.
Poixes em \:U?, aieuu,
B oatras rnu.us ijtuina-i,
Que p ;r este ir liadir
Deixo do. meacionsr,
Pramettedo de oums vetes
Ne fliaear ma;s o (regnrie:-
Com acnnncios sen val a
Como se fa todo o di i :
Pedind'i somen'? qne
Multas veita< e d*
Ao ref/ndo armazem
Para mamrem-se I :.
Por preco? coiomod.', seriliou?
A 320
lineen de lii d
rs. o cavado
Alpecw de Ifl de lana tires, ijroprias. pin
vstfao, e pira roupinni de rreaitioa. por o?te
prcaae na loja do Papagaio, raa da Toiperatriz
.tos Cklnilaiates de ehilvsopul*
ejnc tecna de fozer exanae ca
marro.
Agenda i philosophia do A. Chirma, na parte
lgica do sen somfiendio. ladtooensarel a"S e-tu
tnit desu disclplioa qao vio fxer ame. Ven
de-se por Id rein, na livxiria fraoce, e na dos
Srs Sof aefra Jj Medeiros.
Tintora JDfleza df Deslios.
Cm8 graadea i b'iOOO rs. : ven J-; o a rea
Doqqe da Cantas n. 30, oatr'ora frote*.
Agua domrtflcia do Dr. P*err9.
Veade-se k raiDnqw d Oxsa o. 30, (-ulr ti-
ra Craios.
Soperfino creme de Jiymp
Garanta dos eantllo?.
Vesids-fl a IdQOd ra. o A-aiee : i raa Ceqaa
X dy'pteiprao
A lo;
IAPE
Ct |:a(i Ja lod(-pedd#ncia n. S, cheg^a
aova remet. dQ mne eeredtwio r*re oase
croi>.vaaa;AaBHM|o, rnlie traneen, i>rmeeu
da Babia, unnctia de Lisboa, Paulo Cordtjro ecm*
airii e vjaja-. e Roen ; fonde e ea liaras e r.
rewbo.
f-r-^r
l CHA
VenJe^e borracka para floiaa Cj" braMlMe
t
ittenco
JdAt-seaua &aa vacca de leJte na ?ont3 de
nacfl
Muita atteiieao
J nao dasconhecido roe exista i r*-
do Daqua da Caxias a. 45, a loja de t*r>-
deaa denomina.la MAGNOLIA. e$l aiagr. ^
esubeieciaienlo pretende adjolrir tnnr..
de aumero do aprcWailorefi, visto eoe *
sempre o que de meinor Uowdr bd br -
cailo e importar (comn ji o tem ksKo) '
coata propiia. o que linwer de maie t
que na velfaa Eoroaa, ode a MAGXOL .
tem habis corrtsp.,Qdentes, e Qn prr.t
do que ha expendido a MAGNOLIA eeat*
a lodos RPiahnetrte o m eepecielidtik
bfllo fexo a iit*ei-oe, iSc de apr*ca
a aoperivriJade de seus ot ye clase como-
didades de precoe.
A MAGNOLIA. nSo preleade loro;-*
masante, Hma-se por or a axtaacn^
puncos artigos (ciurdn -es dolis par? -
rem vistos peljsconcorreDtes.
LV--nilo enxotaea para bapiisadoa.
Bic-e almotadas bordadas para ;af*.
Perfwm'rias. ol-os e hachas d rea e mais conbecidos fabricantes.
Sapatus rordanoa em (alagarta.
Ricoe objectos para preseoter.
Cbapjs de vellida e palha d'JIalia, av-
utrrjoa e de goslo. \
sirafalinfws muil bonilaa aera seohr,
e lacea para eaaega e pco (novicade.)
Artigs de pbaotasia e proprias parav^
lelle.
v'iiskw e golohas bordidos.
Ciai'sinbas b< rdadas para seobora.
Pdilua bordados para camisa de hiao...
R'O diademas
De gooefes >+**teres
os Vfcira n. 4i id, m chiw pr ?'-*- j? mm P* pre* rasrawia, tu MA<-
NOLI A a :ua do Duque da Caxias a. U


Otsia de Pwaamftuc Quada fera 17 1_ fan tro le 18.2.
.
_>^

__
CMN9E AEDUCfll. EN PREQOS DE
FAZBNAS
DE


FIGUHREDO & LOPES.
U U i DA ilPERiTRIZ N, 64
C* gnoptetarios da l V-*vw se do mais completo sorlimenlo de aseadas finas a precos red nidos, adver-
bio qoe este* ptfC'J* s sero a Jinbeiro. A imperiosa oecessidade que temos em
wtikSa ac9sos c >mpr_rai$soj, dos obrigam a semelbantas redueles. Avisamos aos
fogua-tes do raatto qyie costuraaon comprar em meooruescala, qie nesta casa encon-
fearo incarididee-maior cdmmodidade aos pregas.
I\S con xadr.z liados padfOes a 320
a.o eovado, pechinha.
SiTAS, bares.', lidas cresa30 rs.
ir¬ pechincba.
U*___S lisas com liadas cores e lar-
gas 440 rs. o eovado, pectiincha.
SKMXS lisos cores diversas e largos a
4SC rs. o eovado. pechiocha.
ALPACAS LA VIUDAS muito modernas
&_ a 700 rs. o eovado, pechmcha.
DTfASDlTYS muito modernas e Soasa
2X) r*. ft eovado.
L&iS COM SEDA, lindos padiues que
seu sre{os foram de 10-200, boje vendemos
ar 8C0 rs. o eovado para acabar.
C1UIBAA1AS transpareutes Boas a 3 500
9e$a.?>ra 8--1/2 varas, pechincha. Di-
S VtorMS a 150 >0, 45500, 55000.....
eSCO TiJOOO com 8 1/2 varas. Ditas
asparentes com dous c res ha 17 varas
IX **p)00. Ditas de efires roaito lio-
_fes b Qaas
5_
PENTEADORES bordados para senbora
pelo barato prego de 40500.
C0LX\5 da fusiao de cftr, muito gran
defr pelo baratissimo prego de o000 para
ac car.
CAMISAS para I orneas a 20000. Ditas
a 20500 at 40500. Ditas bordadas para
home..s a 60000 85000 e 100000 cada
urna.
C4MBBA1A com salpicos a 50500, pe-
chincha.
CAMISAS para menmos de todas as
idades.
CHALES cbinezes com modernos padiSes
muito pr-prios para senhoras hones-
tas. Dit'.s de merino lisos a 20500. Di-
tos, ditos estampados muito linas a 50000.
Ditos de metim a 10 00.
LUVAS DE PELLICA frescas de Jovin a
30-.
LAS fin.is com tecido de barege para
acabar 360 rs. o eovado.
BOLSAS para viagtns a 10500.
TAPETES de diversos tamanh.s para
LB0!EAWS a m' 6f,Xi'8i5 garnl<;lo de sala.
* .AO0. Ditas com preg-is muito fi >as dvi
prega
aseo.
lALOBDSRCOSa 10000 para acabar
'T_c.-ca Vito* cora mms e babado b<>r-
v Jo hh o I artos a 60000.
MlAde s la preto e brauco de superior
{latxldds. .
TO\LHAD0S -R>c bemes ultiaudieo-
s >roa.bad(.3.di lin&o muito superior por
WSM qoe n Oolri qualquer parte. Ditos
algodao cu bonitos desechos a 10800
v rara.
T0A_JAS felpadas maito superi ,rcs a
'fDOfcaoasia.
11003 CORTES de vestidos de fil
. a bol Habas brilhantes proprios p:ra par-
idas > 305_m
. VESTIDOS brincos bordados com baba-
da psra acabar, liquidasep.-r 120000,sea
T*nr> f<>i de !60OOO. Datos brancos com
satadoa- c .riadas pelo barato prego de
. Ditos bra-.cos com palminbas de
5a ie e*r maito liados peo barato prego
a 3*00. Ditos m.is Gnos a 8JO0O.
(3SST6KES lisos de cores diversas pelo
Jarata preso deoVOOO.
Ds sor? piott? de cores f?. senda so-
v_or a 140 rs. o eovado.
' rtt.HAS a brasi eir da fi' de seda
>ji> barato prrgo 1e I _?_00.
CURSAS BORDADAS- para seohora por
-;_- :* .re em wtra qualquer parte.
Ra
PARA LUTO.
merinos, caotSes, princetas,
chitas e muit.s outras fazen-
Alpacas,
cambi'aias,
das.
PARA 10MENS.
CASEMIRAS oa3 com bonitos padrees
a 90000, G05OO e 40800 o corte.
ROUPA FEITA
Por baratissimo prego inclusive superio-
res sobrecaaacos de panno fino a 200000.
pechinha.
Tambera temos nm excellente alfaiate qoe
se eocarrega de fazer qualquer pega de
obra ao gosto do fregoez.
POUPELINAS.Temos um completo sor
Omento taoto em xadrez como com palmi-
nbas e por baratissimos prego?.
GROSDEN'APLES lauto preto como de
core?, temos um grande sort niento e por
menos jueem outra qualquer casa.
MUSSELINAS brancas lavrada3 muito fi-
nas a 400 rs. o eovado.
BRILHANTIXAS brancas lavradas a 500
rs. o eovado.
LENCOS brancos abainhados a 25200,
pechincba.
BABADOS bordados unos de lindos pa>
drors.
Grvalas, collarinhos, ponhos c moitos
outros artigos que s se encontra na leja do
CYSNE
So ha m
3 e tnica a;
-ciencia, racoa
'.dol h
la do mei
(cas o casa de cabelleireiro.
a
.a.
as ac
3
igltlraap
incipaf Hfutfii
em toas as bh
la Imperatriz n. 64.
itlIREDO k LOPES.



.
ASE DOS LEOES
RA DUQUE DE CAXWS N. 29
Os propciarios desle grande e bem montado eslabelecimento scientificam ao
:petta*el pnblico drsta provincia que se acbam com um variado e completo serti-
iaao de movis, taBto oaciooa s como estrangeiros, sendo estes escoLidos por om dos
am.n qi:e se treta actualmcnU na Earopa. O mesmo tem contractado com os melhores
ftbr.ssntes daqoeiltcontinente as remessas das mais ricas mebilias feit.s all.
Na olljcina temos mais habis artistas deste genero, e por isso pedem qua ve-
ataa visitar o eslabelecraento, aoade encontrado a rsalidade do qoe acabsrn de expr,
aarat'>,etc, ricas e elegantes camas deja caranda, pao setim, sm.relh, etc., etc., gaard.
watkie de amarello, guarda looca de nogueira e de amarello com tampo de pedra, apa-
saimm de ato dita, peti to.lettos especialmente para fazer a barba, toilettes de jaca-
jr-ii, amare'lo, pedra. secreta*ias da Jacaranda e mognocus tureiras oe mogno, san
ter*M, ibaars ptra bordar, bargos, lavatorios com espelho, da pedra marmore e seus
wtaace5, cadairas privadas, bids; etc., etc., e amitos ontros artigos que deixamos de
nesciwiar per se-te mar ecfadonho
_______
A Nova Esperanza, roa Duque de Caxias n
63, qae.'Q vende as meih res m;i.u de lsia ;
qaaatidade pequea, paranlo ellas antes qoe
se acabem.
Livros ing-lezes
ende se por commodo pre^n, na ro do Gom-
mercio n. 9, un excellento jogo d HvroS, cam-
poslo de diario e razio.
_B)PRO DE FIGADO DE BACALHAO
DA]
TERRA NOVA
DE
H. LACOMBE
__ *?eo qa* to Boa acceita^ao tea merecido,
_*k> remcD6_da por er o mais parificado
'.x ni boje leca violo, e anda pelo boa paladar,
sper-f a estro qualqaer : veade-se no deposito.
_fmt _s B_rt__a>ea & C.: ra Larga do Ko-
t_ _
CEMENTO
9 verriadeiro Portland : s se vende na
m d_ Madre Iteos n. 22, annazem de Jo3o
___ de Baf ros. ______
Pedra marinare a _)Ors.
Tawfe-ie ama p_ c.j de peJras ja (aeiadas a
'<.. c*la opi :' oa ro do Baro da Vicla-
m ta. Infa Norma de Sampato & C.
. Chocolate Meaier.
_m_4 t>icolate Meifor de saade : ni ra
___|DOld.GlU!>_lO.
Vende se om cavallo, novo e grande, seca acha-
ques, sellado e enfreiado, o mais bonito (e boa es-
tamos) que boje se aprsenla na pra;a ; por ser
rudado apalacado ; andador de baixo a ineio, la
melhr forma : tratar na roa do Cotovello n. 8f.
Tem i venda etrl sea? armazn?, alai de outros
tftigo de sea negocio rialar, os aejajotes, qnf'
fendem por precos mais mdicos rrae em ora-
ra qnilqaer parte:
PORTAS de pinbo almofidadas.
PORTEIRAS > ferro para cercas.
SALARE inelef.
8STIRAS da ludia para cama e torrar sala*,
1AN0S de barro francet' para esgotoV
9BSS0 superior em poredes e a contento.
GEMENTO de todas as qoalidades.
MACHINAS de descarofar algodio. '
" LONAS e brinzdes da Rnssi.
OLBACOS.americ-aor.parst/ovo de carros.
FOOOES ame?icanes moho bons e ecoaomicOB.
VtNHO de Bordeaux. "
COGNAC superior de Gautier Freres.
7ARELL0 em saceos grandes a U800.
AGUA florida legitima. ^* ^^^
BALANZAS deciraae-.
CABEIRAS aoerieanas.
Rlll.'M da Jamaica.
AZULEJOS de Lisboa.____________:
Xarope sedativo
DE
Gasea de laranjas amarras
COM
BR0MURET0 DE POTASSIUM
- DE
I, \ HOZ I
Este novo preparado aprovado pela academia
mperial de medicina, maito se recocamenda.wla
'na accio teda/iva e. calmante, sabrt o Vteran
lervoso, o bromuro, de potassiara, nJo deixa de
lar os mais certos resaltados as diversas affec-
:6es do oransmo e qrjncipalmente Ms mofesljas
lo coraeao, das vias digestivas da respiracaoTda"
ras gonito-unaariaSj na epjlep3ia, aas molestias
aervoas da prenhez, na- insomnia das crianca
aorante o periodo da denticao etc. etc.
Yende-se na _p_a_acia a- 4rogaria
de
Barthotomea d C.
3-RUA UR..1A D0R0ARO_.ti
v:-'-.
Frevencao necessa ia
Qaando mnilas lojas procoram adquirir grandes
lacros nao compadecendo-se das boleas alhaas
a Nova Esperanca base consegai-lcs sem que de
forma algama v entesica-las ; porque segae sem
pre o sea anligo e santo fysteraa fe vender bara-
to para, vender muito e chegar auim ao m dse-
do.
A Nova Esperanca nao almeja smeme o hiero
pecuniario, sna3 aspiracoes sao mais benvolas,
em quanto ao interesse material, ecuteota-se com
a raediocredade,. em qaanto porm ao moral, on
entao ao cssencial que ella jnlga noraeadasea-
te urna vasta ambicao, que atatta e las toda a
guerra ao costume macarrnico da caresta.
A.sua prevencio necessaria, consiste em avijar
ao respeitivel publico e e?peeial_4mo ao bello
sexo, que ella est sempre provida do qoe ha de
rae Ib r e mis elegante no mundo das modas, e
eutao necessario nao deixarem a Nova Espe-
ranza para pretrirem oatro qaalnoer e_tleci-
mento, porque "aqai, o lypo da caresta, e all,
(na Nova Esperanja) o epylogo de todo qnanto
bom e barato.
,Ual neva
chegada reeentmente de Lisboa no pataeho
portogoez Jos ; tem para vender Js>a-
quim Jos Goncaives Bellrao, no seu es-
cript'rio ra do Commercio o. 5.
Cerveja de Noruega
.VjVdftlaiBj snaaBor : _Ji v* rniae|
de Tasso lrroao; 4c C
Vndese duas casas em chaos propriosr no lar-
go da Soledad- o:. 18 e 2&: a tratar na raa.da
Crnz n. 46, 1* andar.______
LIKIHK
J tao sedico o co-luine qa os que qaerea) f-zer conbecer _e sen stabele
cimentes por meio Je pomposo^ a'Bocincio?, que
com bastante raio se arredain os leilores das
massadas com que nos minioseam os taee annan-
eiantes.
O Campos da roa do hoperador nnmero 1*.
se q.zesse seguir etsa rotina aptiga de fazer es
lampar nos joraes mais tjt1, i.^nuncios bombas
ticos pre:e_id.is de ttulos garrafaes para melhor
chamar a alteneao do respoi'.avel publko ; maito
tena que dizer a respeito de suu bem coabeoido
armaxem de vveres sito rea do Imperador n.
28. Dira por exemplo: que no sea annazem
tem coostaatemente, pre.SBnt09.p_r_. Hambre e oa-
ra pacolla, -al unes de Lioa, queijos de diversas
qaalidides, lingaiQas e ebcurigas, ovas de cama
rapim, conservas ioglezas e (rancezas, viohos de
Porto e da Figueira superior, licores finos, bola
chichas, cha superior verde e preto e outros mu
ios artigas que sao proprios para mesa, dispensa e
cozinha. Mas nao.
O Campos s e somonte avisa ao resp>_tavel pu
blico desta cidade e seas suburbios, que em rasio
de se aproximar o lempo dos Rega-aofes tem
elle feito do seu armazem *um centro de tado que
nos grato ao paladar pata que niagnem do-
vi I- do que aiitna se tem dito
Pede-se ama visita a ra di Imperador n. 28,
trmaz do Campos.
Machinas de costara.
Chegaram ao Bazar ersal da ruaniv
Nova n. _, um sortitnento de] machinas
para costura, das melhores qualidadts que
existe na america, ds quaes muitas j s3(
bem conhecids pelos seas autores, [come
sejam : Weller & Wilson, Grover & Boka,
S lenciosas, Weed e Impenats e outras
muitas que com a vista devero agradar aos
compradores.
Estas machinas tem a vantagem de fazer
o trabalho que trinta costureiras podem
fazer diariamente e cozem com tanta per-
f i--;_o como as mais pereitas costaren-as.
Garaute-se a fu boa qoalidade e endea-se
a trabalbar com perfeicioem menos de orna
hora, e devem agradar aos p ctendentes,________
Cura rpida e radical dos
callos
pela pomada (ialopan
Essa pomada que to v>n resuluos tem eolbi-
du a pessoas qoe dola t -\a feito a* acaba de
chegar para o seu depos>?> especial..
H*
Pharmaci.i D15
Bartbolomea de C. rna larga do Rosario do*
mero :!
J. 0. V. Di yle _____ em sen
armazem para veader
O SEGU_TE :
COGNAK HENNES6.
VIMHO XEREZ.
DITO DE LISBOA,
FILTRADE1RAS.
BITTR
Ar raa do Commercio n. 3.
Com o publico em geral.
Objectos para lato I I
Brincos, pulceiras, broebis, meios aJerecos,
cruzes, cassoletas e morabs1 fnteiramente novo,
acaba de receber Nova Ks icranca i ra Daqa
de Caxias n. 63... a e.iee___
E'sempre assim .
A Nova Esperanza..,, jamis acaba de receta,
novidades I agora mesmo, recebe tantas qoe' au
sabe dellas qaal annooete I porm .empre deca
ra as seguintes para seieneia de alguem.
Hedalh5ss de madrepf rola para voltas, cruzes
pira o mesmo Rm,"bonitas caixinhas vazias de
papelao, modernoa aderemos e madreperola, de-
licadas correles de plaqu, liados enchovaes para
baptisados e chapen, inbos ( como deste ultimo artigo recebeu cou. a muito es-
pecial de seda copa alta, uu velludo para senhoras,
Jescrever mais roassaote...
Rap cearense. fino
DA
Fabrica
.
DE
Vasconcellos & Filho, do Cear.
Este ptimo rap tem sido estimado p.los euten-
dedores a apreciadores deste innocente prazer da
vida.
Vende-se em caixas de LOO libras, sendo a 1| a
libra. X.
Em casa dos aicos agentes nesla eidadeTasso
Irmaos 4 C.
Marca brilhante
ais prooaratlo
Vende-se na raa do Imperador n. 29,
proc
Imperad
da bola amirella, em latas, por
que em outra qualquer parle.
armazem
menos prego do
Espeorialidade.
Vuiho do Porto o melhor a desojar, em barris
dei()e20: vendase no escriplori de Soares
Primos, ra do Vlgario o. 17.
limo
Imo
ltod2___l___
Sustento restaurativo da
saude
PELA VERMDlRA FAWWUA
A, DBarrv d'An_i;i
0 jbaixo asssigoados fazem scieote a seus fre-
Ruezeflj.que pelo vapor inglez Im-PIMq receberan'
Segunda remes.a d essa excellente farinha, cujt
aso maito se recommeada para as eriaogas, pes-
soas debis e convaleacentes, applicada com reco-
ohecida vantagem as conslipaSas, diarrhea?.
nausea do estomago, toase, escarro de sangae,
phihysic, etc. etc. Preferida anda pelo agradave
abor.Uaireoa outra qualquer.
A ra do Commer :iu n. 10, esenpto- t
rio de Jo. Joa.fuim da Ci.sta ilaia, en- ,
coatrase para TeuiJtir p.r commod.9 lia
pre?os :
AzqIcjos bespatjjes. H
Polhas de ferro ulvanizado p_ra telha- W$
do de diversos taroantos.
Ditas de dito dito lizas.
Bicas de ferro galvanizado.
Cumieiras dita.
Portadas compilas para cantara. H
Ladrilhos. gfl
ItlIBWIIIi
par rnmm.
Bonitos porls bu .<-',-.
Lindissimos laques dd madreperia moiJ.s ia
ieirament. novo*.
Cortinados bordados.
Camisas bordadas-para riomem,
Pinas meias de seda para senhora,
A Nova Esperanza auem tem I I !
DESAPPAftEgAM AS SAUDAS
A Nova Esperanoa a rna do Duque de Casias
a. 83, acaba de receber o bem conhecido le te
de rosa branca, e tamben leite virginal, os qaae?
fazem desapprecer as avias on panno?.
A revalesciere du Barry de
Londres
Toda a doea$a cede a Revalesciere da arry
qaa d sade, energa, ipp.tite, digestao e des
canso. Ella cara as dispepsias, ga.triies, humo-
res, acidez pituita, flato, enjaps, vmitos depoi!
da comida e gravidez, con tipac/dep.l k a-thm.i.
affe.cij'as pulmonares, bexiga, liga' retiro .
sangue ; 6^900 curas, inclsindo manas- deltas nc
Brasil.
A revalesciere chocolata da da Barry
em p,
Delicioso alimento para almoco e ceia, raaiv.
nutritivo, fortiflcaado os ervos'do eetomago _6i
causar o menor peso neo dr de caeca, nem ir
rila cao.
l'aico deposito para o Brasil era Pernambnc
na phannacia americana la Ferreira Haia & G.
roa do Duque de Caxias n. 57. (Todo cuidadi
com as .aisifleagoes.
Vode-se o sio que fbi do tinado Dura, no
lugar do Peres, com duas casas e urna eoxeira,
tendo urna das casas ba tintes c _m:_os,a frente
e parte do oitio de lijlo, bem como a eoxeira.
pego com boa agua, e muitas arvores de frnclo .
quem o pretender dirija se so m^mo si''"
I DE
ERNESTO & LEOPOLDO
N.2P Ba do Cabug 1.2D
Acha-se montado de forma tal este esUbelecimenlo de joias que pode
vender aos seus oumero.os reguezes em grosso e a retamo e por precos
mui resumidos visto qoe recebe de conta propria por todos os vapores de
Europa. O gosto de desenho de suas joias o mais lindo do paiz das
modas, curo de le, brilhantes verdaderos, esmeraldas, robins, perolas,
tarqaezas, saphiras, roral rosa etc. etc. Obras de prata do porto tanto
para igreja como para servio domestico. Convidamos as Exmas. familia*
a visitaren o dito eslabelecimento todos os dias at 9 horas da noil
Compra.se curo, prata e pedras preciosas em obra? velbas.
amavat de ibl-U\
Grande soriimenlo de seringas e machinas pro-
prias para eocher limas de borracha, por prefo?
commodos : deposito, n. pharraaci americana de
Ferreira Maia 4 C. i rna Dnqce de Caxias nu-
mero 57.
Ao mata caspas
A extraerlo deste excellente tnico demonstra
que grande proveito se tem tirado na cura com-
pleta das caspas, lastre e conservaco dos cabellos:
a venda na ra do ImperaJor o. 71, Papelaiia Pa-
risiense, palo preco de t J o fraseo.
Libras sterliaas.
Vende-se no armaxem de fazeodas de Ausmlt
f. de Oliveira 4 C, ra lo flommerciu n. i_.
Rap Cearense
Da superior qualidade da fabrica de Vasconcel
Ss & Filho, deposito em Pernambuco, em casa
ms. Tasso Irrais 4 C, ra do Amcrim n 37
_
Attenpao
No resuurant da Escida j'nno a eslava), ba
para vender 100 duzias de garrafas e botijas va-
rias, por commodo pre$n, ____
Canarios de
Cbefou nm graae lartimen
Alemanba booita gaiolaa,
^aez da Oliada 80, e no
roa do Imperador n. U.
/_flemanha
d
aru


I-i- .'. .f.'.
*{__.' -^
56 ARa do Mrquez de Olinda66A
outr'ora ra da Cadeia.
LOJA DAS MACHINAS
Sendo este antigo estabeleeimento assaz conhecido como principal e recoMKD-
dado> pelos grandes depsitos e bons sortimentos com que sempre prima em tar dt
melhoras, mais acreditadas e verdadeiras macklnas aaaericaua para idg
dSa, desdo 10 -serras, e baveudo em todos os twaauhos diversidades de_fata-
mas e metboramenios para perfeito e rpido desean ramalo ; toroaase dignas serem vistas e apreciadas pelos Srs. agricultores; os qoaes, alm disto, encontrws>
tambera mais
Aparados tapores i_omoveis, de torca
de 3 4 avallos, e perteoces.
Machinas para lavar raepa.
Arados americanos paya varzea e kt-
deira.
Carros de 5o para atorros.
Tinas de awdeira.
Bul des de dita.
Ditos de ferro estanbado.
Ditos com vlvula para lavatorios.
DHes de nsodeira para campras.
Apparelhos para jardins.
Guardas-cocatdas.
Tampas par cobrir prato*,
Tarrachas para fazer parafnsos de ferr3_.
Ditas dita ditos de madeir...
Tress para connha.
Teraos de baadeijas finas.
Emfim maitos ontros artigos, que
e__am.aedo8.
qoT _?cp
Correntes para arrsstar madeira.
Cylindros americanos para padarua.
Perteaces avalaos para machinas.
Salitre refinado.
Bren superior.
Moinhos de diversos fabcaatea pah-
milbo e caf.
Debaibadores para milbo.
Azee de spermacete para H_binaa.
Camas de ferro.
Bombas de Japy.
Ditas ameriftNM.
Cofres de ferro flente.
Canes de ferro epm.<*ltados.
Ditos de dito estaa_o.
Ditos de oiiuDW**.
Ditos de borwahf.
Folies pajta _>rrsim,
s avista e neste wSMktememo poderlo tei
mwmzmi
ass
_i
f^S!_
@__B
MACHINAS
ma mam mu
De 10 a 40 serras.
VAPOR
para mover as machinas.
Em casa dos iMPORTAnoBsIRua do Bum-Jesos n. 4
Siiaw Bawkes C. | outr'ora Croa.
mmmmgmm m mm h
DE
ROUPA FEITA
NA

Ra do Crespo n. 20.
Tendo resolvido n5o tontinua-r a ter grande deposito de roopa feita, offerece a>
respeitavel publico, e aos aegociantes de fra, am grande sortimeoto por precos bara-
psf.imos para acabar.
Palilts sobrecasacos de paaoo tino de
W a :5a5000.
Ditos saceos e re franqueados _e casimira
de cor de SffiM a 9,?000.
Ditos, ditos e ditos de panno preto de 3<$
a 125000.
Ditos, ditos e ditos de alpaca preta de
i00 a 5^000.
Ditos, ditos e ditos de alpaca branca e
de cor a 2#i00.
Ditos, ditos e ditos de bramante de linbo
a 25500.
Ditos, ditos e ditos de bramante pardo a
25500.
Calcas de casemira de cor de 55500 a 95.
E ontros muitos artigos por presos
Carneiro da Cunba.
Ditas ditas preta de 3&S00 a 95000.
Ditas de brim branco de liaho de 25000
a 45000.
Ditas de brim branca de algodo a.....
15200.
Ditas de brim de cor de 15600 a 35000.
Ditas de castor de 15000 a 25300.
Ditas de brim pardo de 45000 a 25500
Camisas de flanella, grandes*a 35000.
Ditas de algodio, maito boas a 25000.
Ditas de linbo maito boas a 35500.
Ceroulas de bramante a 15600.
Cobertas de chita a 1-5500.
Lencos de linbo abainhados a 45000;
baratissimo para acabar, na loja de Gutlherm_
LIOUIDAQAO DE FIM DE ANNO
AO 65
RA DO DUQUE DE CAXIAS
(Outr'ora do Queimado)
-
j:,i.i ?
Este es
itabelecimento acaba de reeeber om importante sortimento de diversas /a-
endas proprias para vellidos, sendo pbpelmas de ..da, sdJas, lias, percales, ditasaom
barrea proprias para babados, lindas cambraias crox, e em fim urna infimdade d'irti-
go da moda, tado proprio para a festa, o que todo vender por precos olei? ament
razoaveis, em consequencia de estaaos prestes ao fim do anoo, e o 65 nao qaer ter
grande trabaibo com o sao balando, preferiodo tomar dinbeiro a azendis, coovkh-se
portante ao reapertvel pobhco a virem sortir-se na loja do 6b' aonde comprarJo por
coi que n.ojobter-0 em ootro qualquer estabeleciqunto; em fim ver pan cre
aaa. m< i ________ ___ar__ ____r_____ m
X-wtiiiwa
V*
_ ______^ CAXUS
(Oatr*or do Queimado)-

ILEGlVEr 1
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Fsrimmbuo* Quaria eira 17 d Janeiro''d IWI**
":

Nk
.Rti
LttlA EMMAZEM
vaso seo ii.,..ui) v
FLIX PEREIBA DA SILVA ft C.
NA RA DA IMPERATRIZ N. 60-
i
S a dinkeiro & vista
Os proprietarios deste estabelecimento tendo grande necessidade de i'iminuir o io.
menso deposito que tem de fazendas e grande urgencia de apararem dinheiro, tem re-
olvido fazer unta yerdadeira liquidarlo com grandes abatiaieutoa nos precos de todo:
os seas artigos: para o que convidara ao rospeitavel publico deata capital a vir sortir-st
pois lne garantem que ern parte algumt podero encontrar to grande 'sortimebtoe mes
mo nao comprarao petos precos que se Ibes pode vender na luja de Pavio ; porm ad
virindo-se que so se vende a dinheiro vista. Os mesunos proprietarios deste estabe-
lecimento rogara a todos os seos devedores desta praca o f.wer de vreos saldar seos de-
hitos, e todos aqualles que esiiverem devendo contas antvgts e o ntofizerem terlo d<
ser encommodados jadiciataacnte.
iJUslnhas barata* do Faro.o j Parra A
Aisacianas com lindas fcstras de seda a Aiilj* Uv JTaVctU
1*000 o covado. SAJAS BRANGAS BARATAS
Ditas lisas cora muito brilbo a Ifjtocevado, a '&90Q e 3#0OG.
AtlanUs, fawoda oom seda a 740 rs. o covado. 'branca com bonitas tarras de pregas, pele
Ditas ce qaadros ie seda eo6res mrjto i baratsimo preco -do 25500 e 3|JOOO cad
delicadas a 640. 1 orna, grande pediincba na ra da Impera
Poil de chvre, d'uma so cor com muito triz a. 60, loja do Pavao.
brilbo a 500 ra. o covado.
Merinos escossezes fazenda e muito gesto
para vestidos 'bornus e roupes de mewno
a 640 rs. o covado.
Gorgorlo muito bonito, tendo de todas
as cores a 400 rs. o covado.
LSasinbas aodernas coca diferentes gos-
ros a 400 e !W0 rs. o cebado.
Ditas ditas a 280 e 353 rs. o creado.
Bareges transparentes com differeales c-
s a 160 rs. o covado.
Alpacas e cores lisas e lavradas fazende
<\i mnito gosto a 500 e 800 rs. o covado.
Cassas do Pavao.
Cassas inglezas com bonitos gastos a 200
* 240 rs. o covado.
Ditas nissimas a 00 rs. o covado.
Ditas francesas de muila phasUsia a 00
'a. o covado.
Cortes de cassas cora 7 veras faaeoda
unito fina e bonita a 20500 30000.
Ditas d'organdy tranco e de cores a
24500.
CORTES D'ORGANDY A 40000.
0 Pavao tem cortes de orgaody branco
com 8 i/2 varas qne vende pelo barato pre-
o de 4-5000, assn como fiuissimo orgaody
tranco com listriuhas e quadriuhos o me-
inor qae tem viado ao mercado e vende
pelo barato preco de 720 rs. a vara.
Poapellnae de seda a 806OO.
O PavJo tem ara elegante sortimento de
ponpelinas de seda tanto lisas como Javra-
das as mais modernas 'qae tem viado ao
mercado e vende a 20080 o covade.
CAMBRAIAS LARGAS A 00 RS. A VARA.
O Pavj tem cimbraia branca transpa-
rente de boa qt;alidsde, com 8 paleaos de
largara, qne apasta precisa i varas para
-ora vestido e venda a soo r. a varo, diu
finissima da Escossia tendo a mesma largu-
ra, que vende a 10600.
CAMBRAUS BRANCAS A 40000 E 0500
O Pavao tem pegas de cambraia branca
transparentes com 8 1/2 varas qoe vende
pelo barato preco de 40000 e 40500, ten-
.do tambem nwito finas de 50000 .at
100000.
Ditas tapadas en Victorias tendo de 30500
j pega ate a mais fina qoe vem ao mor-
ado.
4rosdeaapIe& pret e de corea.
O Pavao tem um grande sortimento de
grosdonaples e gurguro preto para vestidos
tendo de 10600 o covado at ao mais su
perior qne costeras vir so mercado, assim
como am grande sortimento de ditos de
todas as cores e branco e um bonito sorti-
mento de setins branco e de cores que ven-
de por precos muito em conta.
CASAQUINHOS A 150,180 E 200000.
O Pavao tem um grande sortimento de
icos casaqninbos de seda preta mnito bem
enfeitados e modernos que vende a 130,
180 e 200000, sendo fazeoda de mnito
mais valor, assim como ricos chales pretos
bordados com franjas largas de retroz a
(00 e 120000.
CORTINADOS PABA CAMAS E JANELLAS.
a 80, 100, 120 e 150000.
O Pavo tem uta grande sortimento de
oortinados ricamente bordados, proprios
para camas e janeas que vende de 80 at
160000 o par.
Pegas de cambraia adamascada com 20
zaras a 100000. crochet ricameita bordado
para cortinados'a 10500 o metro. Assim como
i icos damascos com 6 e 8 paraos de largu-
i'a proprios para colchas de carcas e tam-
bem ricas colchas de damasco a :mitac5o de
teda e ditas de crochet ae mais lindas que
tem viodo ao mercado.
NOVOS SORTIMENTOS
armazeia da vapor
Pra*ee*,, roa, do
Bario la Wtclorla
(mtmrnm na xo-
Acaba de receber atofaa faelturas
O araaaaem do vapor
Fraoce/, rifa do
po da Victoria
(onir'ora roa *
ra) m. 9.
Calcado
MSSEL1KAS DE CORES A 400 B5.0
COVADO.
O Pavao tem nm bonito soilimento de
maeselraas de cores, padres i;.ieiramente
covos e cores fixas, qne vende a i0:J rs. o
''ovado. Ditas brancas muitu Gnas a 400
a 500 rs. Metim branco da India muito fino
para vestidos e roopas de meninos a 720 rs.
o covado. Cretoaes de cores muito encor-
dados para vestidos a 600. rs. o covado,
Metralhadoras!
Ch^on para a loja 4o Pavao nm macla sor
.asento de corles de vestidas babados brancos e de cores, denominados a me-
tralhadora, c?ndo esla fazenda a ma3 moderna e
de melbor gosto qae tem viado este aaao para, a
festa: assim como receben tambem nm liaAo
sortimenlo de rrtes de eambraia com palmichas
bordadas a lia, fazenda de molla phaaiaiia, o vea-
6-S3 todo muito mais barato do qae em caira
4iilqaer parte : na rea da 1 aperairiz n. CO, loja
rmazera de Pereira-da Sirva & G.
Popelinas de seda
A 10600 rs.
i loja do Pavao vende-se oro elegante sorti-
atoU) das melhores e man modernas pepeimas
la tela, qae se hqaida pelo baratissimo preco de
MOBERNAS MHG.GCS CO LiSTRAS M
SSDAG FRANJA AO LADO,
a 8@0 rs o covado.
Cbegou para a loja do -Pavao, ru d;
lopeatrii u. <60, um elegante sormeotc
das mais lindas bareges aioderoas e tende
so lado bouitas listras assetmaJas e frsnjaf
para os erifeites. as quaes se veodem pele
baratsimo preco de80 rs. o covad, por
naver ma-gr.-iride sortiieento desta nova fa-
zeoda ; assin como dekcadissimas baregei
com lindas ristras de seda, sendo faaeoda d<
muita pbectasia a 640 t. grande pecbio-
cha, no armazem do Psvao.
. FauEcada para luto.
0 Pavo tem um graude sortimento d
fazendas gretas para luto, como sejam:
Merino preto com-6 palmos de largur.
para vestidos a 20000 e 20500 o covado ;
Merinos pretus e de coMo para todoi'
os presos e diflerentes qualidadee.
Bombasinbas para todos os ppegos.
Cantes e alpacas pretas. Lasinhas pre
tas ou cassas de las de 360 at 300 rs. c
covade.
Cseas pretas freacezas e inglezas de to \
das as qualidades.
Chitas pretas freacezas e inglesas de 20C
rs. para cima.
Crep preto pare veos.
CASEMIRAS PARA CALCAS A W, 50, 60..
70 E 80UOO.
O >Pavo tem om grande sortimento d<
cortes de casemiras de cores para calcas
seodo os mais moderos que tem viodo ac
mercado e vende-se de 40 at 100000 (
curte, ditas em pecas francezas e ingleza:
para caicas, patots e colletes qoe vende di
10800 al 60000 o covado, ditas escoras s.
prova d'agoa que vende a HA (i cnrtft nn :
30 o covado, sendo estas casemkas moitc
proprias para meninos de escola por seren
es :uras e de mu ta durago.
NOVOS VESTIDOS A 80000.
O Pavo tem lindos corles de vealido df j
fioissimas cambraia3 com bonitos bordado i
de cores e tambem todos bordados brana
que vende pelo baratissimo preco de 50OO(
cada corte, grande pecbincha.
PANNOS DE CROCH PARA CADE1RAS I
SOPHS.
O Pavao tem om grande soroiento di
pannos de croch proprios para encost d<
cadeiras e de spbs, mm como um rice
sortimento de tapetes de ^os os tamanbot
proprios para salas.
MADAPOLO BARATO A 40, 40300 E 50
O Patita tem pcas de madapolSo com 2i
jardas ou 20 varas que vende a 40 e 405O
a paga, dito muito fino e largo de 60 pan
cima, dito francez do melhor qoe tem vindt
ao mercado, assim como dito finissimo en
pecas de 40 jardas.
Corlea de ehitaa.
a 106OO, 20000 6 20800.
O Pav5o tem cortes de chitas francezai
com 10 covado, que vende pelo barato pre
co de 10600 e 20000, ditas que vende i
160, 200 e 280 rs. o covado, tambem ten
um graode sortimento de ditas finas clara:
e escuras que vende a 280 e 320 rs. o co
vado e finsimas percales miudinbas propri
as para camisas, vestidos 6 roopas para me
ainos que se vende a 360 o 400 rs.
LENCOS BRANCOS.
O Pavao tem lencos brancos abanbadoi
quo se vende a 20400 e 30. a dozia, ditoi
grandos de murim sem ser abaobados a
30200 rs. a duzia ; assim como bonitos len-
cos bordados para mSos.
ROPA PARA HOMENS.
Sobrecasacos de panno preto fino send
muito bem feitos de 120 al 400000.
Palitos de panno preto fraques e sacc
de 80 at 120000.
Ditos de casemira de cor de 60 al 120.
Ditos de alpaca preta fina de 40 a 60000.
Ditos de dita branca e de cores 60000,
Ditos de bnm de linho trancado a 60000.
Calcas de casemira preta de 60000 at
120000.
Ditas de brim branco de linho de 40OOC
at 80000.
Ditas de brim de liobo de cor para todos
os precos e qualidades.
Camisas francezas e inglezas com peitos
d'algodio de 10600 at 50, em duzia ven
de-se mais barato.
Ditas de meia de 800 rs. para cima.
Ceroulas de linho e algedo, francezas (
feitas na trra.
Coariohos de papel, algodo e linhc
qae se vende muito barato para liquidar.
Para noivas.
O Pav3o 4em rico gurgurSo de sed, bran-
co. Grosdeoiple branco muito encorpado
Agraciannas brancas cora listras de seda.
Poopelinas brancas de seda lisas e lavra
das. Sedas brancas, l-avradas e lisas. Ca-
pel!a8 com pa'ma de flor de laranga com
Botinas de Suir r e de Polak, para hooejn, com-
pleto sorlioieuto pira todo o* gostus vouudt
dos compradores.
Botas e perneiras para montarla.
Botinas pira sfnhoras e menina?.
Abotinados para meninos e mininas.
Sapatoea de birerro, vernit, cordavao, t de bro,
l>ranco para boraem.
Sapatos de pete avt-lladados de sbirlot, case
mira eret) e tranca poriuguere'.
Sapatos de vaqueta de vernit com sola de ma-
ieira proprios, para banhos.
Perfamaria&
Fines extractos, baohas, oosiwticos oeos, opia
tas, posee, agua de o logue, agua divina, agu.-.
dorida,deotitros. lavando, sgna de tniltt, tintnr>
para barba e cabello, eos de'arroc, abneles,
etc.; todo tsto de pnmeia qualidade dos bem co-
abecidos Ubnoaue?, Ptvir e Condny.
Preeos.
Km virtn das novas faetnras e ordens dos fabricantes,, vende-sa aora ludo pre?cs
baratisswios : no rmaxem i) vapor francri, roa flo Bario da Victoria, ontr'ora ra Nova nu-
mero 7.
Qninquh&rias
Je poantasia e loso, coa sejam : espelhoa, lavas
juias de euro, cmale de plaqu, ricas cariairi-
nbas para dinheiro, ca xinhas de cestu"d com
nasicas, sterioscopo de 50 vistas eom msica,
boleas de seda e ceatlnhas diversas para braco de
-enh ras e de meninas, oculos, ppncenei com vi-
Iros da cores, cbicoliohoa e bugallas, ludo isto
le dilTerentes roodctlos e qualidades em grande
numero destes ampos de qaio;joilharia8 Anas de
osto qoe nao se p.e bem mencionar.
Brinquedos
O maior sortimento qae se pode desejar de toda
sorte de brinqdedos fabricados em di verses palies
da Borona para entretonimenlo das crianzas
Carrinhos
e berros de vimos para criancis, de novos difle-
rentes modelos a presos commodos,
Ra da Imperatriz n. 40
Os proprietwios deste bem couheodo, e acreditado estabelecinunto, resolvern)
fazer urna liqoiacao das fazfndas existentes, e pelo niaior preco que poderem obier.
nao engeilatido preco algum at o fim do anno ; poriaotfl pre vinera aorespeitavel publico,
para approveitar a occasiSo de comprar bora e barato.
Lencos brancos grrndes de esgu) j
abaihados,'a 80200 a duzia.
Ditos ditos de algodo,^ cora abakibado!
largo e pintado. i
i
Custumes de alpaca de cores xaeitedos
e seda e 13a para meni&os.
Patots de^'paca de cres para bsmens a
30000.
Capellase veos para oivas, todo junto,'
preco muito barato.
I
Ditos adtraascados para camas ejanellas,:
j recortades.
Grande ortimento tk bareges, ISasinbas
e alpacas [retas e de cares, lavraas e lisas
para prfC'S muito em conta.
Grande variedale de chitas Se 240 at
400 rs. o covado.
Cassas de cores, e caobraias lisiadas para
diversos precos.
Um completo senimeob de roupas
feitas para h mens e menino?.
Casimiras pretas o de cores, panos fiaos
azues e pretos.
Fa toes de cores para ve tido?, padres
miudinbiiS a 400 rs. o covado.
Gatraias brancas bordadas para vesti-
dos a 80300 a peca.
ROOPAS FEITAS E GFfCINA DE VLFAIATE
Urna grande quantidade de palitots, calcas,
colletes de pannos, casemiras e brins para
todos os precos.
Camisas de la, ditas de meia, ditas de
liobe, francezas e inglezas, collarinbos de
linho e de papel, soi tmenlo de mantas e
grvalas de seda pitia e de cor, bournus e
outras mui'as faienrjas, amo sej m:
Bramante de linho e de algodio atoalba-
do trancado e adamascado, esguio, raeias
p3ra homens, senboras e meninos, coberto-
res, colchas e outras moilas fazendas que
nao descrevemos parao annaacio se n3o tor-
nar eofadonho. A dinheiro.
Pelo prego que se vende s a dinheiro.
A0PAP4GA10
NA
Ra da Imperatriz n 40.
DE
MENDES & CARVALHO
i jumet riBRiu de ureos be sot
DA
-o
VIUVA FALQUE
. i'
4Ra Prmeiro de Mart^
r-'m.
Acaba de receber pelo nitimo vapor nm cxplendidq sortimento i rha^fo. i
japonez, forrados de-da un I0# cada um ; de alpaca, forrados de .oda ami}. i
forrados de aiul e encamado, a 4; para senboras, propfioj para o campo, a JK
oarraa de cores a itHOO; e um completo sortimento de chapeos com eabek d* bkm,
alpaca, brim branco, amello e pardo, de panno, conbastes de baleia, a 2. "nmtim wmt3m*i
lindo s.mimento de bebgalas e chicotes, os qoaes vende por pre?os mais baratos d> v >,
qualquer parte. Goocerta-se todo e qnalqaer chap*) cu bengaia, e cobre-se as arae** **.*
toda a qualidade de fazenda.
t \ barato do qne em outra qoalquer parte.
K loja- daPavio. fha- ^petan^^pt^ aborta das (bora da maoh5a te as
ni da osito, i ro ^*le^sratr o. 00.
Auca se vio nm proceseo[mais perfeito e qne at-
uja de tal forma a satisfazer as exigencias mais
reraa da scrfptnracio.
A. uu cor lindissima e nao precisa de cnida-
.o aignm para se conservar no tinturo sempre
. j a mesma edr, sera borra, cresta, bolr on sem
odas esta mazellas inbereates i todas as tintas
t agora conhecida?, anda meemo dos melhores
atores estrangeiros.
Sobretodo, este estimavel producto nao ataca as
seas de ac, antes pelo coatrario, a penna
dqoire nm esrcakfl delirado ano, sendo inters-
late asis provertcs*.
' Ictt tinta, nao ser do especialmente para copiar,
ft coatado dnas, tres, ou mais copias nm ,u>ei
'asla de escripia ; preciso, porm, delxar-!te
:papet bem molhado na o envegar com o maita-
orrao, porque nao >ia o risco de borrar. Para sa
trar mais da urna ctyi \, nao se aggiomaram tan:
U folb quanlas eopiaa se queraa tirar, mas
t-se com o original tirar urna tantas qoantas
iflesejam, sem qne o -rlgical fiqn prejudiaado
lai itracdes.
Oecorre aqat diz?r qae, para copiar importa
ila intflliigcncia e ribih'daije, sem e qne a mo-
ler tinta nao satisfes, o o"oefo*!3 rscae sempre
cr a tinta, qne niaitas vezes qnem menos
ir tora.
i dupla qnalidarh dosta linea. estraaaamanto
.nr*ave), oois qn4 evita que em qnalquer *s-
Tir iono bala mais do que .nena ficta para os di-
m misares.
Hnanto ft toa dorah(Kdad. n--.o h. a oppflr
iiaeoidBnd po qv ** m i^** <*
K&mm m bskbwbbbrw
CofreS de f8rrOdeMlnerseoutro3~
JfrSllyuS para copiar cartas.
BalaiKjaS de peSar, Dedmt.es, Romanas, Mk
Tachas de ferro, (.IDtod0.
Arados Americanos
ITraUuS, para agricultura.
Carrinhos de mad*
Machinas a Vapor
de descarocar algodao, de i O at 40 serras.
Chapas de ferro
galvanizadas para oobrir casas eu: .
cripta soffre o choqw de cidos _foriissmio8t sem
se deeomp; ora, se os cidos nao tem acsao so-
bre ella, muito menos a accao do tompo a pc-ae
destrnir; iste plansiveL
Nao s ao commercio que este roen producto
veio ser til; os professores dos collagios, investi-
gando todos os mos para o adiactaraento dos
seas di?cipuloa, tem approveitado esto tinta, que
com razao a adraran apta para desenvolver o
gosto nos educandos, em conseqnen:ia da belez
da cor e facilidade de correr na pequea pela sna
iiqnidex. Ha exemplos de cr.incas rme havia
auio tempo tintam urna repugnancia extrema
para a escripia, logo que fol admittida esta tinta
no coegio, apooerou-ee dellas a enriosidade e o
gpsto, e pooco tempo depois o seu adiantamento
t$> manitesio.
E^ta finta, gar de untas vantagucs, tem nm
tnica inconveniente, detoriora-S ao comacto de
oatra qaalqaer; cenvm pols te-la em tinte'r>
isentos do menor visJnmfcre de outra tinto, e evi-
ir entrever com a penna aoja de pma preparacao
tTerente e rocofn|Miivel verideando isto, nao ba
.axo para se toar de tinta qne Dio leja a VIO-
LETA EXTRA-PINA DE MoNTEIRO.
Observado.
Diversas lalaiflcacoes a semelbancas tem appa-
cido, cuia dnraoltidade 6 dnvidosa. Os Sra.
^ipradoroe poleas, evtor o emano diriiado-M i
[ easM twa9^tM,iA padindi a unta quean
Estes artigos ventlem-se em
casa des importadores.
Shaw, Hawkks 4 C,
h. 4 rija do bou jess,
(outr'ora ra da Cruz )

LEG1TIM&
CERVEJA DA BA VIERA
MARCA BANDEIRA
Nos armazens de Tasso Irraos & C.
s
ts
w*.
AFLORDEOURO S
24 A-Rua larga do Bosario-N. 24 A
Sempre viva no cumprimento de seus deveres, sada a sens innmeros frfw-
ze3 pela entrada do novo anno de 1872, e de coracao deseja, a todos, bem boa soma*
de coctos de res, aflu de que jamis esqnecam o jardim das joias que existe a r.x
larga do Rosario n. ti A, onde com mnito ponco dinheiro organiam nm confio n>-
lliele qoe nao expargindo perfume nao deixa com todo de ser de suiido *-
lor, e mil vezes preferido s flores vegetaes que perdendo o odor murciara e fr-aat-
parecem. Anno novas, nova consas ; portanlo respeitaveis leitoras visitai o esafetwt-
meElo qne encontrareis urna variedade tal qne com certeza daris por b?ra empresa*
o tempo precioso passsado na FLOR DE OURO qne
Em modiciiade de presos sem igual
Lindas voltfnhas de onro s 8*000, lunetas cem caixa de madreperola eftr dar
gosto para senhora a 0*C00, pares de brinco de phantasia a 8a e 101000, mties at-
recs a 16*. rozenha de dlverfos modellos a 51 e 6a, e 8aC00 o pac, palceiriol tlr
cora: a 7, atacadores de dito para creanc* com bollmbas e diversos enfeltes de oaro
a 20*000, voltinhas de coral eom ern de ouro a 5*000, brlnqnibos de ral a 31*
4*000, flgss a ti, lindos anneia de bonitas e boas pedras a 3 e ia, ditos de pf #
finas a 6*000, crozes de diversos fostos a 3a, 4a e 5t, ditos de esmeralda, percta ^^
rubias a lii, lia, e 16*000, cacGletos com inscripsSes e sem ellas a 5*. 6* e %+
lindas fivelinbas de prata para as modernas pulceiras de fita a iaf
Aos apreciadores da moda
E' sdmente na Flor de Onro qne se vende joias modernas por poaoo dfeteia .
como sejam : gurni;5es cem tres botoes para abertura aa, pares de ditos dC
ferentcs gestos a $t, ditos a 31, ditos de colerinhos a 1*500 o par tjtos par pncbo a.
8* eadeias muito cbiqnes a SOa, ditas a 6a500 a oitaVa. penclnn d prata owntm
a 4*. 'i*>00 a 5*, medalhSes para eadeias a IX*, medaiba* com toaa a 8a>> ato
d3 nm grande sortimento de obras de brilhantee, brincos, bracetes, anetos, a*i"
nos completos, meios ditos de pedras finas e coral, medalhoes, vultos e lraeUi#,
anntis com letras e de diversos modelos, oculos, pencinez de ouro, relogios de on *
prata dorado e de afamados fabricantes, assim como grande sortimento do obras ir-
prata do Porto, tanto para o servico domestico, como para Igrejas, e garantios s#*
tudolei.
A Flor e Ouro contina a estar abera at ift
8 horas da nottte

A. C, Monkiro. \



Diatfe d Peraambuc* ^ Quarta km 17 4 JaneirofO da 18)2
__M&ATJgi
-
OTCIA HISTOAICA DA CAPKtLA DK NOSSA SE-
NH0RA DE GUADALUPE, FILIADA A BK8PICC
TITA IGREJ k PAHOCHIAL, AfmqSMBNTS
EBRCTA NA KREQUEZU DE SAO" JOS DK
CUIIJAUAES QUAMD0 CAPITANA Mt DO
CUMA, TRAB.VLIIO UD NA SESSOOO ATBE-
EUMARANHKHE DO A 3 H DKZBKBR-
DS 1871 PELO SOCIO EFFECTIVO DESTA
SOCIEDADE, PIIE-rOENTE PELLA, MAJOB JJAO
DA MATTA M0RAKS ftEGO.
PoiV segunda.
v X
Havendo Aiooio Fe'iciaoo de Queros,
coronel do regimen'o de micias o joiz or
dinario da vijla de S Jos de Guimaraes,
recebido a provisSo que Ibe fui expedid
pela jauta da re,al.fa2eod3. tratou em 18 de
jaoeiro de ffil, de dar-lbe o devido cutj-
primeuto.
'Principiando por nomear arbitradores a
Lun Ceetaoo .Ferreira e Manoel Antonio
ttodrigues.Pir, .designan o da 21 do dito
maz para dar-sa .principio ao inventario do;,
bens, aifaias e rendiraentos da amiga ci-
pella de Nossa Senbora de Guadalupe, e
inandou Doiicar pr essadim o vicario d
freguezia Dr. Domingos Alvas Braaco,
capSS fMKJSta K GaFdso, berdeiro d '
seu.'fjilaci lo pai, .ultimo administrador que
bavia sido da mesoia capella, e os rendei-
rose moradore6das larras qne constituam
o patrimonio delta.
..
Na da:marcado, oa sacbri&tia da igrej i
parocbial, foraa manifesta Jos pelo vigiric e
dscriptoa-no, JQvolario : urna siiieta, um
chi com palea t o colher,.- todo /do prata
urna alampada-de latSo... um .painel cora a
imagen de Nossa. Senb ira, un arco cora
molduras e um caisao.com algmins aifaias
velbas e arruinadas.
segara a prop.iidade e poue dallas em
rime proprio, por nao se safar demarca
Jo, diligencia indisperisavel, sob peni de
licarem devolotas. como fLaram, implorara
Jo respectivo donatario no'a merc e con-
cessSo das mesmas torras, d3o para si, po-
rm para a capaila de Nossa Senbora de
Guadalupe, da qaal era administrador, e
em loungrda Santissima Virgen.
Queserido-sabido por todos, de pleno
Jiit'ito, que om t.l administrador n3o lem
dominio aigiMD proprio e nem posse di
cauja administrada senao em nome daquelle
a quem re^res^nla, na hypothese de qu ae
trata, no da cpell de Nossa Senbora de
C ja la'epe, em f.ivor da qaal o donatario
irancfario todo o jos e dirtiito que tinba as
referidas yerras, absurda e temeraria era a
preienco dos babilitandos.
Que jxp denles, dito Jv Frreira
de Mendonca, lunua arn.gra a si tal do -
minio, antes seaapre se coosideroo pufo e
s mples admiaisirador da capaila e ierras,
a isto o manifestara coasciencrosameote j
qoando rapetroi a cova merce ao donat-rio
da cap'uauia da Curca, e j por occasi)de
requerer ao provaior aar da real fazaoda
a dtioaroagu deila;.
Que a sentenca, qw /algoa esta de-
marcacSo e os autos de potase tom^J) em
[.principio e no fin da diligencia por los
Ferreira de Meuaouga, n:> em nome pro-
prio, mas como aiimiuisirar da dita ca-
paila e em nome da Virgem' Senhora d* P
Guadalupe, condmuavSo de cata vez para
iempre a oasada pretendo dos-Habilitan--
dos.
s
/Sm/l*.da'fevererrc,-.citadGannode 18! i,
n* casrdo capitSd Jjaquim' Jji-Gardoso,
forampir estes dados a descripostn) mei-
tro inventario, os seguimos objidos:
na calix com pateBa a colner de prata.
doos corporaes da bretaaha, um livro para
langamento do3 foreiros das,ierras, rubrica-
do pelo ouvidor qne foi d) estedo Jjlii
francisco Xavier daSiqueira, e 18 pedras,
de cantara branca do reino, com faces la-
vradras, que eram destinadas para prticos
da capella na reedi/icacao que se pretenda
fazer.
No mesmo dii comecou o comparec-
ment dos ro Jeiros e moradores das trras
qae baviam sido- iatimados, na forma da
provaSo da justa -da real fazenda, ons a
erhibrem ttulos e oalro3 a fazerem as con
venientes declarares ; carregando-se no
inventario a importancia dos dbitos arbi-
trados immadiatameute pelos louvados n>-
meados : processo que paralisou, com as-
istencia j-de novo joiz ordinarioo alie-
res Fraoci co Luiz Pereira Caldas--era 15
de dezembro, com a inscripcao de 161 ren-
deiros e moradores das mesmas trras, para
nep lis continuar passado mais de um anno,
e eacarrando-se em 3 de Janeiro de 181',
com o apparecimento de mais dez foreiros
ou devedons, ao lodo 174.
contra o direilo da coro.i, por ser a diviso
um facto i3o n e despido, a ponto de n3i
bavrjido julgada por sentaaca, qoa'am
nada aproveita aos iubilitandos.
< Qw alm dsso:ic:resce, que neubuma
prova asiste pela qual se possa allirmar que
essas daas leguas de ierras, referidas no ci-
tado documanto, s3o as mesmas de qne sa
triM. -f (t
Que os babilitandos taato reconhecern
qae duas legttdessaa trras pertencem
capella da Ns/a Seabora -de Guadalupe,
procedente de varias doacoss feilas ella,
une se soccorrem ftil a triste tangente
de que o pedido de saa confirmago, ou
aova merca, ao donatar.o da capitana do
Gum3 Francisco de Alboquerqae Coelho de
Garvalbo, fra pof negligencia a ignorancia
de Jos Ferreira de Mendonfa a dos mais
ber Jeiros que loa succederam, qaando a
(radelo constante a os fados averiguados
demonstrara o contrario dsso ; sendo certo
qoe os termos ignorancia, negligencia,
equivoco a engaotona e sempra h5o de
ser, como no caso varente, a capa com que
se cobrem as miengoes reproradas, mesmo
criminosas, a despidas de todo o direite e
ra3o.
Represenlaram
nesta
discussao : a Beal
coreo J i i]iiim Josa de Castro, e aos hab
litandea J a>) Francisco da Miranda' como
administrador de seus filhus- menores Isabel
a Maria, sana CBDhadob ABfonio Falippe
Ferreira e-Mari Ibereza FerFaira, o avo-
Q'ie, se por nm lado n3o se pt>dia con-|;8ado Miguel Ignacio tos Santos- Freir e
o hava sido instituido pelo sobredilo testa-
dor a fundador Yaz Galbo.
Qie com qoantj se jnlgaram livres
aquelles baos, quo n3o aslavam vagos, to-
dava na podan os embargados, berdeiro;
da Pedro Ferreira, entrar oa soccesfaj dos
outros b nj, qne n'o provieram do legado
de Joo Yaz Galbo, mas onicaoente nos
que eram provenientes desta ; porque n3o
se fet distinccSo alguma da natureza das
differentes acpjisicSes no inventario proce-
dido em consequencia da provisSo da junta
da real lazenda; sendo certo que o jus he-
reditario aem om absardo, e usurpaeso n3o
poda, e nem devia eslaader-se e ser com
prebeosivo dos baos que vieram capaila
de Nossa Senbora de Guadalupe por outra
via, ou titulo com as ootras duas leguas da
trra.
Que os berdeiros a representantes de
Pedro Ferreira asa positivo dolo e ma f
na petiejh que dirigirn para darexecocSo
senlsnca, tizeram comprebnder geral-
mente as dais leguas de trra em quadra
concedidas capella, qoe era publica, erec-
ta aolemnenunte por autoridade do ordina-
rio do bripad), e como aasrm fiHal da igrej a
matriz, eta cojo- territorio exiati, e viudo,
por cousequeiKii, pertencer fjbrrea da
dita igreja, orxfc smpre se te dado, e ac-
tualmente se presta, culto devoto o religioso
fallando a seas, discpulo* obre manobras
agrcolas, por isw que nao ooderla enai-
nir-lhesa prstica, atienta a jwaca idade
deltas.
Isto posto, parece fra de dtivda qae
se de ve evitar explicar as escolas os raba-
Ibos agri ;olas.
A iciencia agrcola consista sasencial-
mente no conhecimanto dos pbenomanos e
dos fictos naturaes, que inflaeni sobre a &$ potis e a favorecer, pelo contrario,
Fazenda, o desembargador procurador da sua imagem, qae para, ella sa transfera,
testar que a capaila de Nossa Sanhora de
Guadalupe havia legitim.irnente adqoeridu
s larras em qoestSo, desde o auno de
1753, soleratiemenie confirmado en* 17T11;
p.r oalro, era evidente qoe as estara re-
tengo alin muitos-4o anuo e dia, senvbene-
placto regio, contra a expressa disposicli
da ordenarlo do livro segando, titolo dezoi-
to, parag;-apho om o seis ; eia taescir loras-
taacias as mesmas ierras deviam regreser
n3o para os Inbiliandos, porem para a-rcal
cora.
Dorante tolo o lempo da factura do in-
ventario pagaran foros varios rendeiros na
importancia de "2:153^084, e muitos n5o o
Bzeram.
XI
Remeiido o inventario a junta da real
azenda e desta enviado ao joizo competente
neste se deteiminou e foram, em 19 de
i,ulbo de 1815, affixados editaes, na capital
aovilla de S. Jos de Guimaraes, cba-
mando todas as pessoas qoe so consido-
j-as&em com direito as ierras mencionadas
. aegarero, no praso de trinta das qoe
vidamente se assignoo, o que Ibes cen-
viessera ; sob pena de ficarem aquellas en-
corporad.s aos proprios da cora.
XII
En 5 de (ontubro de 1815 Jlo Fran-
cisco do Miranda cdoio tutor e admin stra
dor deseos Gibes menores Isabel da Con-
cetfO Ferreira a Maria Rila, seus cunha-
dos Antonio Felippe Ferreira, e Miria TQe-
razaFerreira, em virtude da inlimaco con-
tida no edita! supra meBcionado, vieram
no juizo competente, em artigas de habilita-
do, allegando o seu direito as trras, sob
os seguintes fundamentos:
Que o primeiro fra casado cora Anoa
Ferreira da Conceico, eulao fallecida, da
qnal lbe Acarara esses dous fiibos Isabel e
Mara Rita.
Que os ditos Anna Ferreira da Concei
Co, Mara Tbereza Ferreira e Antonio Fe-
lippe Ferreira, eram fiibos legtimos do
consorcio de Quiteria Borges com Job Fer-
reira de Mendonca, berdeiro a administra-
dor das trras que baviam sido da capella
de Nossa Senbora de Guadalupe.
Qae o dito Jos Ferreira do Mendon-
r;a, pai e sogro deltas, succedera na Jaranea
administracSo a seo IV Antonio Ferreira
pela representarlo ue sua m3i Tbaolora
de Mondonga.
t Que este entrara na mesma beranga
das trras e na administrado da capella por
morte de sea pai Pedro Ferreira, a qaem
Jo3o Vaz Calbo instituir nico e univer-
sal berdeiro, carga cerrada, de tod >s os
seas bens movis e de raz, entregando a
dita capella para tratar del la com o encar-
go de urna capella de missas, onus que pas-
sou para os que herdaram os seus bens.
Qoe, por consequencia, elles deviam
ser jolgados berdeiros e legtimos descen-
dentes dos senbores e administradores
dessas larras, e assim esperavam lbea fos-
*em eniregaes pelo incontestavel direito
qae tifiham ellas. >
XIII
Por parte da cora e real fazenda alio
goa-se contra os babilitandos o que se se-
gu :
* Que de feito Jos Ferreira de Mendon-
ca baria sido administrador, mas n3o se-
nbor ou senbor das larras referidas, sendo
certo que o direito de propriedade, e o qua
lbe proviera do fado de as possuir parten-
cia capella de Nossa Senbora de Guada
lape, para coja conservago e caito o dona-
tario da capitana do Cuma Francisco de
Alboquerqoe Coelho de Carvalho expressa-
mente conceder as ditas trras,
< Qae embora se podesse dovidar da
geaaina e verdadeira iotenc/30 de Joo Yaz
Calbo a respailo dessas trras, em vista
das verbas do (estamento com que fallecen ;
todava eslava a questSo esclarecida contra
os habilitandos, as duvidas tinbam desap-
parecido, desde o momento em qae nio
jalgando Joa Ferreira de Mendonca, de
qnem se dizem herdeiroi e socesssores,
XIV
O babilitandos Joo FraDc'sco dei Mi-
randa, como administrador de seus tifio*
Isabel o Maria Uta, seus conhados Auteok
Felippe Ferrei a e Mara Tbereza Ferreira
sustanlaram o seu direito do modo que pas-
samos a substanciar :
Qae oilvar de 14 de Janeiro da 1837'
que garante a pretengo delles.
Qje JjJo Vaz Calbo tendo construido
oo sea sitio Cama urna ermida era que dis-
sessem missa ossicerdoles passageiro*. or-
denas Jo seo tostamenio, ao tempo da mor-
te, depois de instituir a Pedro Ferreira,
ascendente dos babilitandos e de quem di-
rivam seu direito, por berdeiro universal
de todos os seus bens movis e de raiz,
c^rga cerrada, impondo-lbe, e aos mais^oe
par sua .Done herdassem seus bens, o en
cargo pi de urna capella da missas por sua
alma, re;mmendra ao mesmo sao herdei-
ro traiassi daquella capella em quanto po-
desse, assignand;) para isso duas leguas-de
ierra das quatro que possuia. f 1)
t Qaa desta disposifo testamentara tor-
na-se evidente que os bens da Vaz Cilho
Scarara sendo alienaveis e nanea se podem
reputar bens de capella, pois que nelles
nao houva vnculo expresso deterroinaJo
pelo testador.
(1) O final desta allegacSo inteiramente
inexacto, e foi feito muito de proposito para
confundir a queslo e melhor ageitar-se a
preteng3o dos herdeiros *e repre.entantes
de Pedro Ferreira.
Jj5o Vaz Calho nunca possuio ma s do
qua duas legoas de trra em quadra, em
que lavrava e eslava situado," como o ma-
nifeslou Jos Ferreira de Mendonc3 nape-
tC3o que fez ao donatario da capitana do
CuuiS Francisco de Albuquerqua Coelho de
Carvalho no anno de 1771.
O proprio documento que os s>bre ditos
herdeiros a representantes d9 Pe iro Fer-
reira apraseutaram em prova dessa allega-
rlo os c-.ndemna :
Certifico que revendo os autos de con-
tas da capella de Guada'upe da villa de
Guimaraes, nelles se acha inserto o'inven-
tario dos bens que ficaram por mort9 de
Pedro Ferreira, e as partilbas forano, lau-
cadas ao berdeiro, 'bo deste, Antonio Fer-
reira, duas leguas de trra por otenta mil
res. O referido verda le. MaranbSo i I
deoutubro de 1813.O escrivo Marcellino
Jos de Azevedo.
Que por negligencia e ignorancia dos
Bruce.
XVI
En da mareo da 1816 < proferido
aecordo em> relaa3o< mandando ubmetter.r
metecimento- da quast ao juizo das capel'
las a coro* da casa d suppear.ao de Lis-
bos-, de conformidad!; eom a novsima foi
proaaolgada respeito.
*
E'-b -21 da bko do mesoio auno- o feito
pass&u a-ser remettido pura Lisboa por in-
termedio de CaaiSoo Jostr a GuoUa, procu-
rador dos babi&aodos.
Mil
AprasentadOs em 6 de jeteo do-dita-anuo
da is:-t-u autos no-jaizo surauaiaencioBado,
correram abi os termos devrdos, ataque
foi, em iS-e abril de 1S*8>, proferido o
accordo a^sira sjtotauciado :
-. Jugara proveaos os artigo* dos- abili-
tandos ; por qnaatO' sendo axpresaamante
resolvidn no | :{'* do alvar da 14*de jaoeiro
da 1807, quo se aao-repule- baa de ca-
pella seoaoaqoekes-en qo& taouver viacolo
expresso e determinado pelo, fundados; e
nao-tendo esta qoadade o de que se trata,
visto que o instituidor Joo Vaz Cilfee no
testamento com que fallecen,.nao amertisou
nem vinculou prpatoamette os bens de
seu painmonio, encarregvado someate a
seu berdeiro e ta3tamenteiro o cuidado de
prover a capella da Nossa Senbora da Gua-
dalupe de ludo o qoe fosse necessario-para
a decencia do culto, era qaanto a mesma
capella existase ; sem dovida, que se
nao podem considerar vinculados os mes-
mos bens que pela- insiiluicSo daqpeile Jo3o
Vas Calho. passaram livres ao berdeiro por
elle instituido, da quem dascendem. oa ba-
bilitandos ; sendo por iss ocompaieule o
sequestro a que o provedor-mr mandn
proceder na consideraclo de que os bens
se achavam vagos, e que como tae&se de-
volvi-am real cora.
*
Eile accordao foi assgoado pele-desem-
bargadores da casa da sup^licatio. de Lis-
boaPedrosa, Gjmes Taixeira, SoozaSam-
paio, e Bolelno.
XVllt
Exlrahida, em 27 de maio do dito auao
de 1818, cana de seotenca para a devida
execufo do accordo supramencionado,
apresenlad i ella no joizo dos feilos da real
coroa, desla capital, em 5 de Janeiro de
1819, depois do respectivo cumpra-s9, o
procurador dos herdeiros a descendentes de
Pedro Ferreira nicamente requere, e o
juiz se satisfe2 com isso, um simples ter-
mo, lavrado no cartorio, em que aquelle
declarou, que considera va levantado o se-
qaestro. E nada mais t
XIX
herdeiros," que se foram succedendo, fica-
ram sempre essas trras indebidamente de-
nominadas do patrimonio da capella; eque
com a mesma ignorancia requerera sua con-
firmarlo Jos Ferreira de Mendonca ao do-
natario da capitana do Cuma Francisco de
Albuquerqua Coelho de Carolas.
f Que demonstrado, como se acha, qoe
as Ierras chamadas do patrimonio da capella
de Nossa Senbora de Guadalope nao s3o e
nunca foram expressa e determinadamente
vinculadas pelo testador, e que como alie-
naveis nunca podem por isso ser incorpo-
radas nos proprios, em vista da prohibi
positiva do citado alvar de 14 de Janeiro
de 1807, qne, para a questao, a nica
lei que a deve regular, o direito delles ba-
bilitandos s mesmis trras fica patente,
manifest e incontestavel.
XV
O representante d cora anda defendeo
os direitos desta, corobatendo os habilitan-
dos, nos seguales termos:
Que os descendentes de Pedro Ferrei-
ra com o silencio qne guardaram, n3o res-
pondendo os argumentos anteriormente
apresentados por parte da cora, approva-
ram a doutrina em que se basa o direito
desta, qaando pretende haver as trras da
das igreja, e qae esta n5o dispozera no
prazo de anno e dia.
c Que pouco importa saber sa esses beos
s3o ou n3o encapellados, pois que elles per-
tencem boje cora nao por essa inJole ou
natureza; mas porque sendo bens de raiz
astavam possuidos pela igreja alm do anuo
e dia.
t Que os habi itandos nao contestaran
asta proposito, e n3o o podendo fazer
com vaniagem, tomaram o partido da alle-
garen qae os beos nao s3o encapellados, e
por isso fra das dlsposicfos do alvar de
14 de Janeiro de 1807.
< Que o primeiro documento, dos exhi-
bidos pelos babilitandos, d testemonbo,
por si so, de que as duas leguas de trras
s3o pertencenles igreja; o qae o segun-
do, qae falla em daas leguas de tersas qae
por fallecimento de Pedro Ferreira tocaram
a sea fliuo Aotoolo Ferreira, nio concloe
No anno de 1821 ainda era vigario col-
lado na paroebial igreja de S. Jos de Gai-
mar3es o Dr. Domingos Alvea Branco, gra-
duado em a Faculdade de Caones pela
niversidade de Coimbra. Tendo elle no-
ticia do que occorrra sobre o jolgado na
queslo cima exposta, constituio seo geral
e bastante procurador ao padre Tbomaz
Lourenco Coelho para na execuco offerecer
embargos de terceiro senbor e possoidor
em nome da mencionada igreja, implorando
o beneficio de restituiejo in integrum.
Substabelecendo o procurador constituido
taes poderes no advogado, residente na ca-
pital da provincia, Jos Joaquim Pereira,
pedio o mesmo vista dos autos, implorando
o-dit-j beneficio, e sendo lb'a concedida, veio
com os embargos nos seguintes termos :
Que cerlissimo em direito expresio go-
zar a igreja do beneficio de restituios^ con-
tra todos os actos judiciaes, de qne lbe pro-
vir alguno damno, prejuizo ou lesao nos
seus direilos, e acqoisices, sejam elles cor-
poraes, ou sejam incorporaes.
a onde e acba callocada.
Que nao pd uaver a mensr (tarida,
qae essa duas das qmtro l.guas de trra
en quadra, constantes- <$> documentos olle-
redos perenceu ao- patrimonio d capelia
de Ubss 9ebora de Goadalupe, porque
esta sempre esteva manida de justo- titulo
d8llas-, por lbe haver conc9dMo o donatario
da capttmia do1 Com3 pela carra da confir-
maco inserida Boa uto de- dfcmarcaf.,- de
que tocaoo possa-jadicialvaneJl foi p8te-
riorraeinaTalificada- pela sentaoca que jul-
gou a nwdico e dila demarcado ; seado
iocjntestawel' que esta posse se transmiti
/pela sua deteriorado a grjs*pr chial saa
matriz peito' direito- de ruataraidade Ja sa*
yella filial, por isso que Ihe foram dadas om
patrimonio-.
r Qae, per consejointe, os otebargos op|
postos se davero-reeeber e jdlgar provadea
para se maodar entregar as do&s legoas da
tewa em quadra das- ?oatro ijue os embar-
gados se apassaram- qamdo deram execoj
c3o ao accordie'proferido no juiao das ca
peilas da-coaa oa-caaa< da supplicacao d*-"
Li&ooa, afim de ser encorporadas, corn-
os seos Irucdas correspondentes-, fabrica
da igreja iiu--u de S-. Jos da iuimares a
qna-pertenceai.

E. ao termiaar-, o embargante renoociou c-
teraao assignedo para prova dos- embargos,
por- se acharan estes in limine provados
dos autos e documentes offerecidos, e re-
queren qae bssem citados os herdeiros e
representantes de Pedro Ferreira, passame-
se pera este- fim as cartas precatorias, ne-
cesaariaa, dirigidas s- justicas- da villa de
Guimaraes, onde erao moradores, ou de
outra qqalajasr parte em qoe esistissem a
ser aebasseak
Estes embargos (instruidos de tres dora-
aeaios) asaignados pelo advogado Jos Joa-
qjjim Pereira, elaborados pelo beb I e illos-
tradoconego Jos oxistantioo Gomes da
Castro, foram apraseotados no cartorio e
jpntos aos autos em seguida do termo da
vista cono adido eo.1T de jolfeo de 18-22, e
nio sabemos porque uenJxum andamento
uwiia tevo, paralysodo o procos> o at hoja.
sera ao menos se baver expedido as cartas
precatoaas requeridas a6ra< de serena-, cita-
dos os mencionados-berdeiros de Pedro Fer-
reira I
E assim ficou por decidir to importante
quesillo,, que fe. votada so p do eterno in-
dillereniisme eesquecimeiito 11
XXI
Do qae temos largamente exposto, con-
clue-se : que o Di;. Cesar Augusto Marques,
qoando redigio o seo lQCionario histortco
gesgraphico- da provincia do Maranho, ne-
ubum conbecimento tinba scapella de
Nossa Sen&ora de Guadalupe, edificada e
instituida por Joao. Yaz Calho na poma do
Cuma ou melhor Curimahit, districto de
S. Jos de Guimaraes; e qae essa outra
capella, a que sa refere a pagina 209 de
sua obra, dentra da respectiva villa, nao
passoo de simples e louvavel tentativa feita
n) anuo de 1781 por Jos da Moraes.
Portanto parece qua em vea do qoe se
acha escripto, em parentbesia, s citadas pa-
ginas do mesmo Diccionario: < J nao
existe hojt< esta capella pode-se dizer :
Esta capella nunca existi.
S. Lu do MaranhSo, dezembro1871.
Joo da Matta Moraes Hego.
vida das piratas cultivadas'' e dos animae?
domsticus e principalmente na intelligancia
das leis qne regem et8e fados.
As se encas phrsicas e natoraes, a me-
cnica, a physica, a ebimica, a geologa, a
botnica e a mineraloga leo por fira iazer
ooMiecer" todo*, os pbanomenos, todos os
fados do mnrrdo material. A setnela
agrcola deve, pois, beber as sciencias
pbysicas e natoraes os fados a s leis sci-
entScas qne interessam a agricultura.
Ser, porm, necessario a om agricultor
coobecer essas scieaeias cjmpletamenta
para.comprehander os phenomenos agri
colas"?
N3o : bisla coobecer destas scn:iaso
que d;z respeito agricultura.
Em physica, porexamptoy precise- co-
obecer os pbenomenos do caler, da luz e da
electrkidade qua iafluem sobt a vida ve-
getal a animal; as propriedades'do are da
agua na atmospuara'onde respiram os aai
tasas, e no solo onde se desenvolvem as
.plantas, sao sendo na^essario entrar no es-
:tulo profuodo dos imponderaveis e doo
corpos qoergravitam 3 girara em- volta d>
DOS.
mesmo que dissamos a respeito das
sciencias pb?3c, diramos tambein-enre-
fera ocia aos oulros ramos dos coEfaecimao-
to& humanos.
E-, pois. ama queslo-' das ma; essen-
ciaes, debaixe-do poni de vista da mati-
ria sobre qaa estamos eserevendo, eaeolber
e justar lodosos dados espalhados- palas
diversas scien>jiase que se referem -agr-
cultara; para co ellas frraarum iodo qua
veQh>eOBstitoir ;* verdadsira seiencia-agr-
cola.
IUc'op.us'hot Meresf; nisto qe est
a ilillkoldode. Nos possuimos excatientes
tratados-de agricultura ; as ooras de Gas-
i.imih, de {jus'in.e.aul!, Girardin, etc., abi
se acbo ; purs estas obras sao apenas de
consulta e n3o so preslam. a quem ten de
dirigir 3 encino agrcola metodico.
Temos tambeOOm grande nrimin d+?
obras em qje se faHa de agricultura, mas
todas crias, tendo seo mrito especia), ne-
ahuma todava apresenta a scieQ:ia agrcola
em corpa de doulriaa.
O qoe convrioj satretseto^ seria urna
obra didctica qae podesse servir de base ao
eesino agrcola em todos seos graos.
Desda o momento em qoe possoirmes
urna ubi a tal, o ensino agrcola se lomar
mais faeii e podar, prestar oe servicos-q*
os agricultores reclamam.
At eet3o cosso parecer que os pro-
fessj."i [acara seu curso coordenar.c os
factos e as leis correspoodaoles, nio dei-
xando seos discipolos perderem-se ao> d-
dalo esses tratados agrieelas que ettstem
na aetualidade.
Guardando para mais ta>de tragar oqaa-
dro de um ensino agri ola complete, faje-
mos urna ultima observado.
QoaoJo o professor um sabio elle
procura desenvolver os pootosyda sciencia
agrcola qua tm sido objeetos de was in-
vestigar;oes especiaos on das de ara outro
sanio. Elle entra nos taaiores desenvolv-
ouadim do ensin o da aomoultura pltopru-
mkitte dita.
A agricultura a arte de cultivar as tr-
ras araveis afim de qoe produzam ahondan-
te a aconomic menta ss diversas especias
dos vagataes otis aos animaes.
. A ierra poda produzir naturalmente to-
das as especies de veetaes, mas por seus
cuidados o bomem ebega a destruir as plan-
vgeiac3o das qje pode tirar utilidide.
Vir em apoia da natureza afim de favore-
cer a vegetaco das plantas alis, tal i o
ohjecto essencial da agricultura.
E' portanto sobre esta base quo deve
rod r todas as torcas da agricultura, para
este fim que devenios concentrar todos os
nossos meios de arcSo.
1." A base, o tronco, por assim dizer, dr
sciencia agrcola a botnica agrcola, isto
, o estudo da organisaco, a por consegran-
te das oecessidaJes das plantas ata geral e
cada especie em particular.
2. Un primeiro ramo que deve partir
deste tronco o estudo da alimentando dv
vegetal, isto da todas as materias da que
precisara as plantas para se nutrirem. Este
ram-) loma o nome de chimka-agricola a
compro rada:
1. O esluio ckiniKo das inakriai w taes, dos alimentos orgnicos e mioeraas
das plantas em geral e em especia! da
grande cultura.
N'esr% estudo o professor far cooJsecer a
composkjSo ebimica das planta cuja analyse
lera sido faite pelos sabios, mas sem entrar
no' exame do*seu* processos de experimen-
tado para nio esbir nos excessos de qaa
j' fallamos.-
Este estad-, por assim'dizar, na com-
plemento n3l:rl da botanic* agrcola. As
neces que elle fo.'neca devem servir de
bae ebimica agrcola ioteira.
2S* O estudb1 chimico db estruim e dos
adwNm organms- e minermn necessarios
alimentac'j *s plantas. '
E-' neste capitolo que se da ver explicar
os principios "hbcos da preparac33 dos
estromes e adatoa, de sua conservacHo an-
tes odapes de sua decomposifo no ter-
reno lavrado.
Sera>bom ex por- amcada caso os meios
simples de determinar a corojosi>;o cSimica
a quandofr posjival a dosage da seus ele-
mentos principaes,. afim do qua o futuro
agricultor saiba avallar por si mesmo o va-
lor agrcola da t;os aduboa- Em6ca, se
proeurar fwer cceaecer, sosa grandas dis-
cussoes, as plaas s qaaes coovem. tal
ou til espscia de estrnme, o- as especies de
Ierras coa que elle se ralaciena meloor.
". As plantas raepiram i. aimo.-p:.era o
ai ecassario sua existeccia A saude e
desanvolvnento das plantas depende da
a.'.'.-o dos agentes almospheraos, ven a, nu-
midade, calor, electricidada a luz. Ora, a
inlioencia destes agentes varia canferme o
clima ; e a vegetarse depeade taato desta
cireumstaacia que abandonada cada especie
de planta nao prospera nem froctiCca bem
seaao no clima que lbe coavem.
Um segando ramo, pois, a enxertar na
belanica ser a phystca oprima. Nella se
estudar ae propriedades dos agentes atmos-
pheri:os e seus effeilos sobre as plantas e
os-aoimaes.
Este astado applicado a cada rego per
miltir estabelecar os caracteres do seu cli-
ma a escolber as especies de plantas agr-
colas qua melnor podeo dasenvolver-se.
A physica agrilla permute tambera es-
tabelecer regraa precisas de previsio do
moQtoo cobro ac oxparwc4 fflita, acbre os top quo ooto sa abo, 0ler0SSa em attO
resultados immeuses obtidos o sobre as grao aos agricultores, Uvrando-ce das iuiam-
f Qae sendo, como foram, no anno de
1808, seqaestrados em commum todos os
bens que se snppunham ser da capella de
Nossa Senbora de Guadalope, promiscua-
mente os que Ihe pertenciam por differentes
ttulos, e acqoisicoes, alm dos que baviam
sido deixados em testamento par Joo Vaz
Calno, 'declarados na respectiva verba do
testamento qaaes e qoantos elles eram, e
mandando se affixar editaes na villa de Gor-
marles, onde eram situados, appareceram
em juizo Jo9o Francisco de Miranda como
administrador de seas fiibos menores Isabel
e Maria, seos conhados Antonio Felippe
Ferreira e Maria Tbereza Ferreira oppondo
se a vacancia daquellfls bens de Joto Vas
Calbo, que se diziam encapellados com o
onus de contrioairem com o guisamento da
capella, articularan, a linha recta de sas
descendencia, tendo por tronco commam
Pedro Ferreira, qoe foi berdeiro escripto do
referido Vaz Calbo, e remetteodo-se os
aatos ao joizo das espolias da corda da casa
da supolicacSo, nello obtiveram accordSo
pelo qaal se declarou qae o testador Joo
Vaz Calbo nio instituir, e nem vinculara
perpetuamente aquelles bens destinados para
guisamento da capella, que j tilo Subsista,
e que os ditos beos eram liyr*^ e alu Jiaes
e que nelles succederam o habilitados como
berdeiros da Itob *5 Pedro Ferreira, qae
Do easimet agrcola
I
O eosino agrcola na aetualidade, re
clamado por grande numero de teses. Sin-
te-se qoe a agricultura pra.ica liria prc-
gressos mais rpidos e mais segaros, se os
agricultores possuissem um pouco de sci-
encia agrcola, a algucm me&mo ebega a
exprobar o nao dar-se noc&es de agricultu-
ra aos estudantes dos lyceus e dos collegios.
Entretanto, parece qie nao sao mu cabi-
das taes exprobaefies, porquanto nos colle-
gios e lyceus nao sa deixam de ensnar sci-
encias que.se nao sao agricultura consumen
todava a base em q e ella se assenta, taes
sao a physica, a ebimica, a geoloia,etc.
Pondo de parle, porm, eeta queslo,
perguntemos e qne convm ensinar aos
agricultores, e quaes devem aer as mate-
rias do ensino. .
Em geral nao se deve gastar tempo : 1.
em ensinar aquelles que se dirigam agri-
cultura aquillo qae smente a pratica -Ibes
far aprender, convenientemente; 2. em
inicial-os nos ramos scientificos qae nao in-
teressam aos agricultores, convindo, porem
instruil-os nos principios das sciencias ne-
cesserarias e suffiientds para guiat-os de
om modo seguro em suas operac5es pra-
ticas.
t E cata effeito qae ganharis o individuo,
qae procurasse entregar-se agricultura,
em aprender theoricamente, come se equi-
pa um cavallo, come so ordenha urna vacca,
como se tosejara nm carneiro, como se
preparSo as mangedoaras e as estribaras;
como se carregao a se conduzem carros, co
mo se, lavra trra e sedisterroi, como final-
mente se. pratico os diversos trabalhos de
ama lavoura ?j
Nada evidentemente, porquanto todos
esses trabalhos s se a prendera, de om
modo satisfactorio, praticando-os, e isto
que tem levado a diz ?r-se qae nao se pre-
cisa ser sabio para ser cultivador.
O totano cultivador perderla seq tempo
partes do problema ainda indeterminadas.
Estes trabalhos sao eminentemente utes.
alies fazem- adiantar a-sciencia agrcola e
seus autores tm bem merecido da agricul-
tura. Porm a discusao dessas trabalhos
tem sus logares aproprados e sSo as aaa-
damias, as sociedades de agricultura, ele.,]bojos indistiuctamente
a nunca io conveciantes suas discusses
as escolas por pertuabarem as iotelligen-
cias ainda nao robustec Jas.
Nao sao com eSfbito sabios agrnomos
que a agricultura reclama, sao jovans ins-
truidos para compreheoderem to ios os
fados com que tan de lutar e prever o al-
cance das d liaremos operaces agrcolas
que tirerem da fazer era seus dominios.
Completemos este nossa pensamenlo com
franqueza.
Quando o ensino agrcola estiver comple-
tamente orgamsado poder-se ha estabalecer
urna escola normal superior de agricultura
onde so instruiro os jovens destinados a
"osinar a sci ancia agrcola.
E' abi eabi smente que sedevei3o dis-
cutir a elaborar (liante desses Jovens todas
as qaestoes de agricultura.
Assim, poK se se pretende organizar o
eosiao agrcola, estabelecendo urna escola
normal superior da agricultura, todas as
questoes da sciencia agrcola deverao ah
ser discutidas perante os alumnos. Se,
porm, esta escola qua se pretende crear
Jestinada aos jovens que se reservara
agricultura pratica, ento as discusses sa-
bias serao para alies mais prejadiciaes do
que olis, pois que nesles casos, ns acre-
tamos firmemente, se viria a ter mocos de-
mi-savants saquiosos de discussao, em vez
de horneas promptos a fazer progredir a
obra de seos aniepassados.
II.
111 vemos indicado em nosso primeiro ar-
tigo o qoe se devia deixar de ensinar aos
jovens que se destinam agricultura, e os-
signalado os excessos em qoe podem cabir
os professores encarregados do ensino agr-
cola.
Agora passaremos ao que mais impor-
tante, isto indiquemos m que deve con-
sistir o ensino para se atlingir o fim a que
se almeja.
Havemos dito em geral que era necessa-
rio ensinar aos fuluros agricultores os factos
e as leis da sciencia, suficientes para gua-
los com segaranca em suas operaces pra-
ticas. Mas qaaes devem ser esses factos e
essas leis ? E' o qae vamos ver se estabe-
lecemos.
Os agricultores teem de se oceupar de
dous grupos de seres essencialmente dille-
rentas, os vegetaes e os ammaes.
A cultura das plantas o objecto especia
da agricultura ; a sciencia agrcola a base
essencial.
A craco, o entrelenimento e o engorda
ment dos animaes sao completamente in-
dependers d agricultura, visto como se
pode criar animaes e engordados sem se
possuir um ( palmo de terreno cultivado.
Estes factos, pois, pertencem a um outro
ramo especial coubecido pelo nome de Zoo^
technia. Dabi daas partes distincUs no
ensino agricolaaaflrtoMftfrfl propriamen-
te dita e a zootechnia.
pees das eslacdes.
4.* As plantas vivem sobre.udo do solo
aravol, a os pbenomenos de sua vida, que
abi sa passatn sao dignos da attengao por
sua importancia.
Qom elfoito, o si' e a chava sao Jistri -
a todas as llantas-
e a sol Ibas enva o calor a a luz. Nada
lem por conseqneocia o agricultor y.a fazei
a respailo da psoducejio destes abantes, &
muito tal's deva ser quaado puJor preva
los com probabilidade.
Em aelaco ao terreno d-se o contrario,
a accao. do.agricultor tem sobra ella ama
iufluencia decisiva. Av boa ou mi cuilara
prodaz sempae o hora ou mo te reno.
O-esludo dos terrenos araveis, a agrono-
ma dave conslituir-&9 um terceiro r.uao da
scieucia agrcola.
Eda comoreheade a geologa e miawalogn
agrcola, islo o esludo da origem geol-
gica a da composico mineral das ierras
araveis da toda a especia.
Neste estudo deve-sa expor as proprie-
dades physcas dos elementos priacipaes da
Ierras, rea, ar
explicar a influencia deslas propriedades
sobre os phenomeaos da vegeiaco veril-
eados no terreno.
Alm disto a agronoma far conheeor os
meios simples, praticaveis de determinar a
naturexa e as proporces dos elt-mentos
pbysicos dos terreos afim de qoe o agri
coltor cohaca fcilmente a qoaiidade das
ierras que tem de cultivar, e cormecendo as
qualilades e deleitos das trras ella saber.;
como deve augmentar aquellas e corrigi-
estes.
Este esludo conslitue a base fon lamen-
tai da agricultura racional e pr.ogressiva. O
fundamento da agricultura, diz Olivier de
Sei res, ocouhicimealo dos terrenos que.
pretendemos cultivar.
Ao estudo dos terrenos a: veis sa prea
dem dous outros uo meuos importantes .
o estudo dos adobos pbysicos e cb imicos,
marne, cal a todas as materias qae urna
vez misturadas com as trras podem modi
ficar suas qualidades pbysicas a chimicas e
o estudo dos adobos mechanicos de lavrar
de desterroar, etc. qae modificam igualmen
te a natureza physica das trras e por con-
segrante seo grao de influencia sobre a \e
getacao.
Em resumo, o ensino puramente agrcola
dever comprehender :
i como base essenciala batsaica agri
cola.
E como o desenvolvimento desta base.
'2a A ebimica agrcola.
3a A pbysica agrcola.
4 A agronoma.
A zooiechnia, segunda parle da sciencia
agrcola comprebender ;
1 A zoologa agrcola, estudo geral di
organisaco e das funches do borneo a
dos animaes domsticos, e como conseqoeo-
ca, indicacSo das necessidades natoraes dos
animaos, necessidades que a agricultor* da-
ve procurar sasfazsr.
(Cvntinuar-se-ha.)
T\?. I>0 PUWMltf- PO rUUCB DV Q>ua
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