Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12556


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Full Text
ANNO ILVIH. NUMERO 7
f8 1

-i *
MA A CAPra E lGAEIS OIDE IAO SE PACA WIS.
.
'
Tor urej es 'liaotados
Te Mis lutos icaoi .
'< r 'j*a mido ulem.. .
;ada mrjjimro avolao. .
.......
i
.
000
3K)
: #-w-* -*--^. *
CUARTA FEIRA 10 DE JANEIRO OE 1812
PABA DEITKO I TORA DA PBOVIICIA.
Por tree tceiei adiantadoi................. g|7M
Por teii dito idem.................... 13#S0O
Por nove ditos idem.................. lOftfe
Por nm anno idem................... 17J00O


Propriedade de Manoel Figneira de Faria & Filhos.



i


.

ao AQwnrmm:
-
O Sr*. Gerardo Antonio Alves & Filhos, no Pari ; Gonfalve* d Pinto, no Maralo ; Joaqmm Jos de Oliveira 4 Filho, no Ceara ; Antonio de Lemof Braga, no Aracatj ; Joio Maria Julio Chavea, no Am ; Antonio Marquei da Silw, no Natal; Jos Justino
Pereira d'Almeida, em Mamangnape; Augusto Gjmes da Silva, na Parabjba; Antonio Jos Gomes, na Villa da Penha; Belarmino dos Santos Bnlcic, em Santo Antio; Domingos Jos da Costa Braga,
*m Nazareth; Antonio Ferreira de Aguiar, em Goyanna; Francino Tavarea da Costa, em Alagoaa; Dr. Jos Martins Altet, na Baha; e Leite, Cerqninho 4 C5 no Rio de Janeiro.
DUBIO DE PERNaMBUCQ
RE^.lFS, 8 D JANEIRO DE I87J.
Vigeni de hs. viti. Imperiaes.
O- augusta* viajante* hrazileiros (cavara era
Franca.
Suaa mgestad<-s imperiaes hrara racebidoi no
dia 2 de dezembro, palo Sr. Ttiier, presidenta da
repblica Yanceza.
0 iUu-fes viajan!"? tora encontrado em Frang
acol tmenlo j corYal e sympathico, como era
todos o< paisas qae tara perorata.
O angostos viajantes rasilera no Granl-Hotel
da Pars, ente team silo compiimeatal)3 por
grande numero le peesoas.
0 imperador a-sisin a um esplendido bailo da-
da pelo (taque d'Aumale em Chanlilly. Passeou
rauito orapo na? sala* palo bragoda seu cuniad)
u principe de ioiaville andando a* seuhoras e
apenando eordealtneute a mi do3 lomeas qae
Ihe ara aprsentenos. Parece qua o imperador
mcstroa, drttjos de asiisf a* cacada da ga
mo?, a qual vae realisar-sa na floresta da naa-
tilly. Ji foram expedidos os convites. Assenhi-
ras seguir a cagada a cavlto, assim como um
granla numero a sportnun montado nos hacks
que vieram das corridas de Croydon. Na lloresta
anda u:n sjberbo veado de dez galbos quo os
guardas d.-crarirara ultmnraanje eqae seri des-
tinado ao tmperadnr.
O imperador t.'m fmjuentalo mnito o iheatro
rauez la ma Richelieu.
O imperad)r suberaveu com urna avalla-Ja
onactia para os habitantes desvalidos da aldeia de
Fontaooy fMeurthe). E-la aldeia foi ompletaraen-
u> arrasada pata altrales para se viogarera da
4e irui^-ai d'uma ponte prxima do caminlii de
fern pe!o< rrancos.atiradoree.
Subiere vea tambera cora 200 c para o raonu-
moni) qae a Italia vae erigir ao insigne poeta Gal-
dn*.
Suas m3ge-lades imperiaes sao esperados em
Portugal no dia 18 de fevereiro e depois de terein
visitado o Porte e as principaes cidades do reino,
visiiar.io n 'v,i.,ieote Lisboa onde esperarlo o pa-
qaeu de I. da margo.
V i ljelas da Europa.
Araaoheeeu hontem no lamarao o vapor rancez
Antazone. iota datas de Lisboa at 27 de dezem-
oro s 3 horas da tarde. Eis o que colheroos de
jornaes e cartas:
ORAAUltKTAMHA.
As melhoras do principe da Galles sao efecti-
vas. E iultantos da oravn molestia que o all gio. Gea-
rain ja da se publicar os bolados sobra a sale
.10 principe.
A raialia Victoria parti para Wiadsor no dia
49, em consecuencia de ja nao inspirar cudalo a
sade de sea ttlho.
O receio da morte do principe de Galles causou
am l..,ii ii > grande inqaietacao, al nesmo entre
os que pe.a sua seriedade, sempre linbara sido
iesfavoraveis aon costuraes do principe.
O senlimpiHo monarehico dos ioglezes obrigavam
i osquecer udo, qaaado corra risco a vida do
nrracipe liar Juno ai coros; |alra disto a dr di
raintia Vid ra enferma e geralmente bemquista,
0 d?'.no da prneza da Giles tio.boa, (ormosa e
discreti, iuHiessavam a toda a gente. Se (alie
:esL-.' principe de Galles, o herdeiro da coroa era
urna crean;* da sete anuos, e portaalo bavia al
veuiualida'i- da urna longa regeocia. Ja se (al
lava ni du'iue da Cambridge para regente. Os
mimsiroi forara todos para Londres, e deviam
reaair-se com os merabros do conselh) privado
i;a Dowain,< Scree', era caja do Sr. Giadsiane, era
,;a3o de re.iiisar-se a catastrophe que estiva im-
Qiioente.
Fiierarn-sa preces publicas, e al os repblica-
n;> de Glerkaa.-weli luaoiesiaiam a sua sympa-
... .su desventurada me do prinvpe de Galles.
Qs ornaes felicilam-sa pelas mellioras do prin-
;i,'-a de Galles, e esoeraro que o alTecU ruanifesta-
P'loj inglezes iu principe ioduir salaiarmsnte
j > -eu espirito, e o obrigara a mudar iu modo
1 proceder qoe l'il.) eseandalisa a seriedade bri-
.. .. ica, e o< leveaes que Ihe alo impostas pela
...fivada posicio.
O conde de Beusl aprasentju no da 21 as
% credmciaes raiuba Victoria,
( &ovo embaixadur austraco lera sido rauito
;bso3atado era Laodres a recebiiocom a maior
affabildade.
Fui addiala para o dia 6 de everero aaber-
. do parlamento.
i presiJuiiUi Ja .amara dos commuos vae dar
i I8E7.
Ksl analo pebs trabalbos da ultima saaso
legialatlva.
O bil do cruimio secreto ha de ser apreseuta-
d de novo logo no priaeiuiq da sesso.
O governo iagi-z pedio a todos diplmalas re
'atnos acerca do estado da Internacional nos pai-
res cuda estao acredilados.
O tr.ocabru da communa de Pars Serrailler dis-
sa em una .-essaj da luieraaciona!, que asso-
ae .'.-lava reorganisando rpidamente na
p".-anc* inteira.
Fo. addiado o meetiog que se devia celebrar
hu Londres uo dia 18 de dezembro, e para o qual
Haviam .-ido couvidadas as associacoes commer-
de Franca e do Iagla:erra. Deve reunir-se
ao mez de Janeiro
Foi prohibida qaalquer mamestacao oran-
gisiaem Londondeny, por occasio da testa com-
memorativa do asseaio que supporiou uo fim do
eeolo dessete.
Nesie anniversario ostuma sempre haver des-
ordons graves.
Foi publicada a correspondencia entre o mi-
nistro inglaz em Pekn a lord Grauville. V-se
por Ha que o governo ehinei tem por rauito ira-
oopular agora o curslianUrao, e quer sujailar s
ieis chinezas os missionarios, o quaes diz que
prooedem illegalraenie, e praticam actos vergo
nhiinw
Lord Graoville responde que se ellos comraet-
terem crimes devam ser entregues aos cnsules
ingiezes, segundo a convengan da Tien-Tsin.
Cuegoa a Soulhamploa a imperatriz Eugenia.
A legacao brazilaira em Londres ounifeslou
duvidas sobre a validade da concessao que diz ter
a cmpanbiado cabo submarino entre Inglaterra,
Portugal e Biazil, e em vista disto, a corapanhia
reliroc o sea prtjeclo al saber a resolucao do go-
verac brazileiro a este respeito.
HESPANHA.
Est j resolvida a crise ministerial em Has-
panba.
O rei Amadeu vendo que o ministerio nao toma-
va resoluclo alguma sobre os assumptos que miis
intereium o paiz, como a discasslo dos orja-
mentos, entendeu do sea dever lembrar-lhes que
M issigaarao decreto qae ddou as sessSes do
.rasso tora para acalmar as paixoes qae na
o- .iSo do ministerio estavam excitadissimas, qae
ja baria terapo para serenarem as paixoes mais
vivas, e qae por consecuencia era argente reabrir
as cor tes, e neste sentido escrevea ama carta ao
almirante Maleampo, a seguate carta muito af-
factaosa :
Qaaado entregaei a V. o decreto de suspen-
do das sessSss das cortes, o estado de fracciona-
meato e exaltadlo em qae ellas se achavam, ta-
rja conveniente esta raediia para restabelecer a
r u millade das suas delibara^e? Ca.?,?? eir-
cumst.incia terio seguro qua e >ra acert deterrainasse o raen
proceder.
Na -al-loria das cortes liei da procurar sempre
Insplrar-me, e o meo profundo respeito pelos seas
foros me liz desejir que os periodos de drselo
las legislaturas chegaem aos seu termos legaes,
a para o conseguir, hei da fazer quanto de mira
dependa.
A nQo deseja, e eu com ella, que os orcamen
tos se discutam a se votem, que sa resolvam com
o concurso das cr'.e as graves quastSjs qua se
referen sua gloria e iniegrilade ao seu crdito,
sua regular adm-nistracSo e bom giverno.
Sa, por dagra?a, circumsiaacias estranbas
minba venta le, se oppozassem realisagao dos
maus desejos, entai, ."ampridos coascienciosaraen-
ic os raeus deveres, faria uso as fatuidades que
a coastitatcio me concede, pedindo a Deas luz e
acert.
Compenetre-se V.. Sr. marquez da s.ncaridade
dos mea* desejos, e crea V. que confirmado nos
sentimenns de coafianra que ma inspira a sua
eleiclo, o conservo em raeu aprecx
O presdante do conselh) o Sr. Malcampj, foi
imraediatamente ao palacio, e dsse ao re que
consultan aos seus collegas acerca da conveni-
eacii da medida acon9elhada por S. M mas pare-
ce que o rei Ihes d?u a entender que era escusado
deliberar sobre este assumplo, pois quera que as
curtes fossern convocadas jara contiuuarem a ta-
r -f i interrompdi pelo addiamento.
Os ministros rauuiram-se em conselho para dis-
cuirein se deviam apresentarse no congresso ou
dar a sua deroissi', ma3 por Qm optaram por este
uliini partid) apezar dos Srs. Maleampo e Candan
deffanderera enrgicamente o primeiro partido, com
a esperan; i de levarera o rei a cooceder-lbas o
decreto da dissolucio, demousirando-lhe que en
mpossivel discutir as aitaaes cortes assurapto
algura da loteresse geni
O re aceitn a denssao d> ministerio, e eacar-
regou o Sr. Sigasia de formar o novo gabinete.
O Sr. Sagaua ollereceu quatro pastas aos ami-
gos do Sr. Zirrilla, mas este nao acetou a fu
sao.
O Sr. Cmiau, que era ministro do reino, nao
quiz aceitar a pasta das obras publicas do novo
gabinete ; o Sr. Maleampo porm acetou fazer
parte da nova administraclo.
O novo gabinete ja tomou posse, e preslou ju-
ramento as mos do el-rei : licoa constituido
d9ste modo :
S.igasta, preidancia e reino ,
Alonso Ce Imanares, graca e jastica ,
General Gaminde, guerra ;
De Blas, estrangeiros ;
Asigulo, fazenda ;
Groizard, obras publicas ;
Maleampo, marinba ;
Topete, ultramar.
A nomaaco do Sr. Groizard foi uuito bem re*
cebida, o Sr. Groizard um jurisconsulto listinc-
to, magistrado probo e escriptor nolavel e labo-
rioso ; tomou parla importante na confaccTio do
cdigo p 'nal, e da lei do poder j idieial e outras
hoja em vigir era Hispanha, e que forara apr-
senla las pelo Sr. Montan Ros.
Um dos priraeiros acios do novo rainisttrio ser
urna molilicaQio importante no pessoa! dos go-
vernos.
Afflrma se que o Sr. Zorrilla aperar de nao que-
rer fazer parte do novo gabinete, aceita a candi-
datura que Ihe offerecida da presidencia do con
gres.o.
A abertura das cortes deve-se realisar no da
20 de Janeiro.
Publicou-se o manifest assgoado por 330 in-
dividuos do partido consenador, declarando que
darlo o seu apoio a qualquer governo na questlo
ultramarina para conservar a integridade do ter-
ritorio.
E' un documento em que realca o patriotismo,
seni que por isso abdiquem os signatarios dos seus
principios e aspiracoes.
Os jornaes republicana publicam um ex-
tenso raanifa.to aos deputados e senadores repu-
blicanos f l'.ie- revestido de cocoenta assignata
ras, era que explicara o sea procedimento duran-
la o perode legisla'.ivo. Explicara a altitude be-
nevolente di partido para com o gaoinete Zirrilla
dizendo que consista simplesmenle na declara
cao de qua os republicanos se limitaran) lucta
paeitk-a emqiianio o governo garantase a inviola-
bil.dade dos direiios itidividuaes, para elles exer-
cerera a sua propagmda, e o soffragio universal,
para elles pufem em pratca as suas ideas.
No manifaslo qualifica-se a ruptura entre os
progressistas de scisao escandalosa, a diz qae ella
o suicidio do partido progressista, sostenta-se o
direito de associaclo, como direito anteriora toda
a legislacloe suppresslo a todo ogovarno; de
feode se a legtimidade das associacoes religiosas
proporcao que a igreja se vai separando do esta-
do para a consagraclo da libardade religiosa, e
aconselba aos republicanos a propaganda, as asso-
ciacoes, a dilTu- > de suas ideas, e actividada nos
trabalhos eleitoraes.
AlUnoa se que o duque do Montpensier re-
conheceu os direitos ao tbrono do li.ho da raioha
Isabel, adraiitindo a casa desthronada a regencia
do duque at que D. Affooso completa vate annos,
e case provavelmente com urna das suas fllhas. A
legalidade comraura ser flxada por urnas cOrtes
convocadas ai hoc. Existe, pois, sagundo pare-
ce, luslo, baseala na constituidlo democrtica de
18C9, o que foi urna coadiclo imposta pelo duque
de Moolpensier. ,
Os partidarios dos Bourbons desmenlem a noti-
cia da fusao ; mas colessam que as relacoes en-
tre Montpensier e a ranha D. Isabel, se vao tor-
nando cada vez mais intimas.
A quesiao de Malilla j est terminada.
O Sr. Jo- da Silva Mandes Leal Jnior, foi
recebido por el-rei a quera apresentou as saas
credenciae?, que o acreditara como enviado ex-
traordinario e miastro plenipotenciario de el-rei
de Portugal.
O seu discurso foi recebido pela rapransa com
toda a cortezana ; e em gcral agradoa bstanle
E' do tbeor seguinte :
< Senbor.Tenuo a honra de por as mos de
vossa magestade a carta em qae sua magostada
Qdelissima me acredita na quahdada de sea en-
viado extraordinario e ministro plenipotenciario
junto da augusta pessoa de vossa magestade.
c Chamado a desempenbar umamissao tao hon-
rosa, experimento a maior satisfazlo em ser o in-
terprete dos aflectuosos sedimentos de sua ma-
gestade o rei man augusto soberano para com vos-
sa magestade, assim como dos sinceros desejos que
animam sua magestade, e o sea governo de qae
se estreitem e fortifiquen) franca e cordealraeule os
lagos de amisade entre Portugal e a generosa na-
ci hespanhola.
c A providencia quiz que os dous povos fossem
visinhos para que se entendessem e estimaaaem.
Na historia, enconiram ambos o melbor incentive-
para am mutuo apreco.
< Na poca das arrojadas navegares, qae abr-
ram as porta* a ama nova era, ambos forara mu-
los na lide fecunla e na fama ; ambos escreveram
os seas nomes em paginas immorrelouros ; am*
bos adqunram nos annaes da civilisacao am lu-
gar qae o maado reeonbece e respeita, e mais de
ama vez am e oatro encontraran) generosa e re-
ciproca sympathia nos das de prosperidale, po-
deroso apolo nos tempos adversos.
Com tal patrimonio de recordac.-i)s, eom se-
meluao' base de coaveaieacias, umj, e oatra na-
ci podem estender a mao cora franqueza e ar-
rostar tranquillas o porvir
O salutar influxo do progresso e os interesses
recprocos Ibas estao aconselbando qua assegurera
e estreitem as suas relac5es pea mais justa apre-
ciaclo das vantageas que, em todas a> esphoras
da actividide, dave resultar para urna e outra do
desenvolvlmeato autonmico e inlepeodanta de
cada ama.
Assim coma Portugal e Hespanha soubaram
colher igualmento.'em novos mundos ou laureis dos
grandes feitos, assim neste muado moderno, em
que to ampia parte legrara a iodustria e a scien-
cia, pilera, sem coofunlr-se, grangear a honra-
da beranca qae coaba em -orto a cala ura dallos.
< Para isso, basta qao esiabalegatn entre si, com
estado circunspecto, a harmona dos interesses
econmicos.
Dasta sorta, qualquer prosparidale em qual-
quer dos dous estad )3 liraitrcphes sa converter
en ntlidade para os dous.
< Sendo mulos tambera era tal empenbo, co-
nhecendo-se, apreciando-se, respeiUndo-s8 reci-
procamente, o sentimenio nacional tao vivo nos
dous povos, o amor independencia e autonoma,
to natural e lio intenso em arabo.;, seguraoca
e penhor da rauito que ura e ontro podem intan-
nr e realisar nesta carreira das mais nobre por-
fas, neste campo onle se ganham as mais farino-
sas victorias.
A saccinta expressa destes principios rog) a
vossa magestade me permita acerescentar da ho-
menagem do meu profondo respeito.
o '-umpriraento da raisso que vou comecar,
farei quanto em mira couber para merecer a be-
nevolencia de voasa magestade, e considerar-me-
hei venturoso se os meas constantes esforcos po-
derera contribuir para f irtalecer as sympatbias e
os interesses entre os dou; paizee.
O rei responden que o sea constante anhelo tem
sidif, 3 se"r sempre esireitar os vnculos qae
unem os dous paize?, recommenlando ao novo
ministro qne dicesse ao sea soberano qae estrei-
tava com effuslo a mo da amigo, que elle Iba es-
terada alira de que a Haspauha e Portugal se con-
fundara na mais cordeal e intima fraternidad-.
Os jornaes de New-York publicar os sa-
grantes pormenores sobre os aconteciraentos qne
liveram lugar na Hivana, em consecuencia da
profanadlo do cemiterio :
< Havana, 28 de noverabre. Hojea ama bora
da tarde, leu-se da janella da capitana geral a
sentenga que o conseibo de guerra impoz aos es-
ludantes de medicina que demolram a campa de
Castenon.
c Damonstrou-se que oito dalles eram os mais
culpados, e foram condemnados a ser passados
pelas armas, boje as quatro horas da tarda, na
Punta. Os deraas foram sentenciados, ans a qaa*
tro e o otros a seis annos de prisia.
a Todos os sentenciados morte eram maiores
de detoito annos. A execuclo verifleou se a hora
mareada.
Vtorreram resignados, e aostraram-so arre-
pendidoi do fado.
Os fnzilados foram : Alon-'-o Alvarez de La-
campa, Jos Mara Lleras, Carlos Angelo Lator-
re, Eladio G. Toledo. Pascoal Rodrigues Prez
Anastasio Barmudez Govin, Augusto Labord Prez
e Carlos Verdozo Martnez.
t Durante o dia houve grande excitaclo na ei-
dade, eos negocios suspenderam-se ; mas a e?ta
hora, que sao seis da tarde, tul) esta tranquillo.
i O conde de Balmaseda estava era Jucaro, e
espera se boje.
< Dirigi ama proclamadlo aos voluntarios,
prometiendo que os culpados seriara castigado; :
attnbua os recentes acontecmeolos as machina-
coes dos operario?.
t Tres negros trataram huje de assassnar um
offlcal de voluntarios de artilharU ; mas nlo o
conseguirn), ainda que a punhalada que Ihe de-
ram seja de am carcter grave.
i As possas que estavam prximas atacaran
os aggressores e mataramnos. Os cadveres fo-
ram levados para o hospital de S. Jola de Daus.
Havana, 30 de novembro.
t Os pas dos mancebos fusilados pediram os
seus cadveres para os enterraren) ; mas foram
Ihes negados.
t Os sentenciados a presidio esto trabalhanlo
desde hontem as ras com os criminosos.
* O pai da ura dos raortos raorreu da sentiraen-
lo, e as mais de-mais dou3 delles enlouquece-
ram.
FRANCA.
Ficou decidida a questlo dos prncipes de Or-
leans, de modo que por mullos considerado co-
mo um cheque aos principes.
A assembla exiga do Sr. Thie:s a sua opinao
sobre a admis-lo dos principes aos trabalhos le-
gislativos da assembla de que haviam sido eleitos
merabros; e esperava que oppondo-ss o Sr. Thiers
on antes seu governo sua adm-sao Ibe podara
dar ura cheque votando a favor dos principes.
Pela sua parte o duque de Aomale e principe
de Joinville dirigirn) as seguintes cartas aos seus
eleitores :
c Seuhores eleitores : Na occasio era que a
assembla nacional se rene pela segunda vez,
mostrarieis estranheza, se eu nlo vie3se dar-vos
centa dos motivos que me teera impedido at ago-
ra e me impedem ainla hoja de exercer o manda-
to que rae Qzestes a honra de confiar me.
a Quando, depois de tres mezas de espera, foi
subratitida a rainha eleiclo assembla, vieram
pedir me que ma comproraettesse a nlo tomar as-
iento nella.
a Doste modo, diziam, o Sr. presidente do con-
seibo, ebefe do poder executivo, retirara a oppo-
siglo que tnha feilo at entao approvaclo da
raioha eleiclo e revogaclo das Ieis da desterro,
que eram a sua conseqaencia.
Aceltel o ompromsso.
c Aeeitei-o sem hesitar, porque assegurava o
voto qne justificando a vossa eleicao, rae restitua
a raioha patria, e porque a mea ver nao podia
deixar de ser temporario e revogavel. Se nlo ti-
vesse sido assim, pedir-me-biam a miaba demis-
sao, o que nlo se fez.
i Considere! portanto esse compromisso como
simples adiaraento, do qual tanto por vos como
por mira, desejava ver o termo.
< Parece-me chegada boje a occaailo de por
lira a elle, e de vos fazer sahir a uns e oatros de
ama situarlo excepcional.
< As circumsiaacias teem modado de seis me-
tes a esta parte. O governo consolidoo-se. O che-
fe do poder execnlivo chegou a ser presidente da
repblica, e vio ligada a duracao do sea poder
da assembla.
< A revogaclo das Ieis de desterro nao justifl-
cou nenhnma das deacoDfiancas dos que esqaeeem
qae perteneem a ama familia, cuja divisa tem si-
do sempre o respeito pelas Ieis.
< Por conseguate, no meu entender, coasa al-
guma devia privar vos por mais tempo de um
dos vossos depotados, nem impr-me absteocio
qae a ninguem eoovm, nos tempos difflceia qae
o nC'Sse paiz atravesaa.
c Fortalecido nesta convejao, entendi qae t-
nha o direito e o dever de declarar nullo o cora-
premisso qae me teve at agora tora da assembla.
Mas nlo leudo aceitado o Sr. presidente da
repblica a minba interpretadlo, detive me pe-
rante o receio de qae parecesse qae faltava a pa-
lavra dada.
c Esperarei, poli, que a declso de am tribu-
nal superior ou aovas circumsiaacias me tracen
outro proceder. Por ditoso me darei se se me
permittirem o mostrar-vos o mee reonhecimeato
tomando a defeza dos vossos interesses > juntan-
do os meas esforcos aos dos raens collega para
levantar a i> indaira da Frang e taxer triumphar
iilota allantado o direito soberano da.s ma lo-
rias -^-JC ie Orleans, deputado do Alto Marne.
Seaftores.No m^z defevereiro passado fizas-
tes-rae a honra da rae eleger por um dos vossos
le.'Utado*. Embada liuhi reiviaJicalj um pasto
nos exarcilos francazes ao tampo da invaslo; vi
permittistes-rae ao meno3 o tomar ura lagar nos
c rasemos do raen paiz.
Na dia 8 de juab) aoprovoa a asiembla na-
ciooal a mioha eleiclo o derogiu a lei de dester-
ro, qae p -iav,i sobra a ranha familia. Assira das-
appareceu o obstculo legal que rae tinha detido
no enrapriraento do meu raaadato.
B comalo, nao pnde araJa preencher um de-
ver, que ponho por cima de tojos os deraas. Di-
vo dizer-vjs porque : devo dizer-vo-lo, especial-
mente atas iDoraaolos ora que trato de sair da ama
sbstengao que nuuca fii volun'.ara a qua no mea
enteader devia termiaar.
c No dia anteceden e aquella em que a assem-
bla naionil ta por ura acto solemne resiuir-me
todos os maus direitos de franc?z e recaahecer-me
em pircalar o direito de vos representar, alguas
deputados, merabros da urna ommissio especial,
vieram pedir-me o compromisso de nao tomar as-
senlo na assembla. Dasto molo o Sr. presidente
do conselhc, chefo d) poler executivo, raiirari a
opposigio que tinha feito at eui3) a ravogaglo
das I ais de desterro e a appro'a ao das tres elei-
g5es eservadas da Minche, Alto Marne o ise.
< Esse compromissi) verbal ni) foi objecta de
nenhuraa relacglo e aceitai-o no sentids o raais
estricto. Coasenli em nao oesupar o raeu lagar,
e a assembla aacionil foi informada dissi pelo
Sr. chafe do podar executivo.
Mas se aceite esse compromiso, que se aaa
pedia em noma da paz publica e em circumsiaa-
cias excepcionaes, era por qua a sua oatareza sa
raostrava e??encialtDeute revogive!. Hivia sas-
peosio e nlo supressio do mandato. Era impos-
sivel admittr, nlo s qu> tosseis privados de ser
representado por um dos eleitos por v, sena) que
fossais ale ii dsso coadeaiaados sem recarso a ter
s urna representagao iacompleta. Por Inslita qae
'os; a miaba silnaclo, devia, na miaa opinao,
csssar com o estado poltico que era o motivo
dalla.
Ora essa mudancj produzio-se.
Alarmando a assembla nacional o seu podar
c n-tiiuinte, substituio ao ch fs do pudsr executi-
vo um presidente t repblica: detinio os seus
poderes e xoj a sua duraglo.
c Desde o dia em que se effectaou essa trans-
firmacao constitucional, pense qae o conpromis-
so devia ter lira, que me restava, nao um direito
qae reivindicar, sena am dever que camprir.
c Tirano espralo, nao obstante, nlo querendo
que am. passo precipitado podesse reeeber falsa
inierpretagao. Q eria, alm disso, deixar correr
bastante lempo da darrojaoao das lois de desterro
para desarmar as raai.- injustas descondaogis e
li-sipax as inquieta,es, que cenca nimos prev-
nrii)3 poJfoi) ter acerca d grande acto.
i Hoja ;ue a assembla nacional seguio o curso
dos seus irabalhos, julgava poder dar urna repa-
raglo aos interesses offandiJos d03 raeus elelores,
defender o vosso direito, senhores, e oceupar o
lugar a qua me cbamastes.
Mas o digno Sr. Thiers, que, com) eliefe do
podar executivo, tinha silo parte no compromisso
que eu havia coatrahido, interpreta o da modo
(Trente. Ora bem ; as questoes de palavras e
de honra devem ser tratadas e decididas em plena
as, de molo que nlo deixam duvida alguna nos
ani nos. Espero, pois, qua ura tribunal superior
reconhega que o obstculo que. at agora rae dato-
ve no exercicio do raeu maniato nlo exi-te j, e
quiz fazer-vos esta expoficao publica do procedi-
mento do qua tem a honra de ser vosso deputa
do.E. de Orleans.
O Sr.Thiers nao deu occasio de reeeber o cheque
e vendo a maioria da assembla favoravel, deca
ron que nao bavia nesta ijuestai a-surapto para
discussoes, pois que sendo a proraessa dos princi-
pes facultativ., e particular, deixava a deci.ao
deste assurapto conscieucia dos priacipes, nao
bavendo ahi materia para discusslo.
A amara volou urna ordjm do da dizendo que
ne) Ibe perlencia lomar responsabilidade, nem
dar conselhos.
A correspondencia de Ver/ales para o Jornal
dos Debates diz que a maioria se nao pronunciou
eonlra os principes, mas que de Pranlo-se in-
competente quizera ficar estranha a queso. O
Sieclc diz que a sessao nao fora m para a rep-
blica, e que a votaflo fora um chaqu para os
principes.
Os principes assistirara no dia 19 sessao da
assembla; tomaran) lugar no centro direito entre
os Srs. de Coaban l-Laiour e Bienvenu.
A assembla vai discutir o orgamento, e sob pro-
posta do Sr. Sa^eyrie vai omecar a discdtir na
especialidade ; por isso qae a discasslo dos orga
mentes na generalidade, sao sempre discussoes
polticas que con.-onem lempo intilmente, volan-
do-se quasi sempre a especialidade quaei sera dis
cusslo. A assembla nacional quer discutir na
especialidade para rkcalisar e oan para abrir bre-
cha no gabinete
O Sr. Raoul Daval propoz ama inlerpellago ao
ministro da justiga acerca da attitnde qae julgara
dever lomar a respeito da muitos membros da
communa, e principalmente de Ranc. O ministro
propoz que a inlerpellago e a discusslo Bcassara
para a ses-ao do da seguinte 20 de dezembro; o
que foi approvado. Feita a inlerpellago o minis-
tro o Sr. Dufaure disse que a responsabllidade
de terera cessado as perseguig5es contra Ranc nlo
perlencia ao governo, e que a responsabilidade
peranle os conselhos de guerra s perteocia aos
commandantes das divisdes militares.
A assembla passou ordem do dia approvando
a moclo seguinte:
< A assembla tendo onvido as explicagoes dos
ministros da guerra e justiga, e contando cora a
stncta observancia da jastica, pasta a orttem do
dia. >
A assembla resolveu qae o imposto sobre a
renda teria a preferencia na discasslo das Ieis fi-
na nceira?.
A commisslo do imposto sobre a renda regeitoa
o imposto sobre os juros da* inacripgoes, o inpos-
to sobre a trra e os lucros doi rendeiros; e pro
pz ama taza da tres por coto sobre os valoras
mobiliario?, excepto os juros de inscripcSes, e
urna taxa da 2 por ceato sobre lodos os ordenados
superiores a 1500 francos, e de 3 por ceato sobre
os lacros do commereio e profi-s5es.
Diz-se qae o Sr. Thiers contrario ao imposto
sobre a renda e fallar contra.
A commisslo de iniciativa regeitoa por 20 votos
contra 9 a proposta de voltar a assembla para
Pars. O duque de Aumale e o Sr. Thiers inos-
iram-se favoraveis ao regresso do governo para
Paris.
- O Sr. de Bismarck dirigi no dia 7 de
dezembro am despacho ao Sr. Arnin, anaaoctando
o estado da sitio nos departamentos franeezas- oc-
cupados pela AHemanha como precauglo inme-
diata ; e que ao caso da ser nagadi a extradtcco
dos culpados seria neessario tomar rafeas e re
eerrer a providencias mais efflcazes.
Os jornaes dizem qae nSo conven dlgatlade
da Franca argumemar contra a forca; q,ue o des-
pacho prova anicameoia qae o principe de Bis-
marck procara pretextos jara polongat \accn-
paci.
A Libert demonstra a immoralidade do syslema
dos refen?.
O Jornal don Debutes airraa que os actos de
violencias coraraattldos por Francezes sao era mui-
to menor nnmera. que os prateadas pelos soldados
alinales.
Um te legraran de Versailles dssmenle eom
a maior formalidad? os boatos di desintelligencia
entre a Franca e a Italia, espalbados oa Bolsa.
O cadver de Rossall chegoa a Vimes e foi
sepultado no cemiterio protestante. Tem ido naui-
ta gente depor coras sobre a sepultura do sup-
pliciado.
A autorilade maniou femar o cemiterio e to-
mou providencias para rasnter a ordem.
ITALIA.
Cotindi as cmaras a discusslo do orgamen-
to. No dia 16 h i ave urna reuolao da maioria era
qas sa concordou nomear urna commisslo e.-pe-
cial para examinar os projectos financeiros.
O rclatorio do ministro da fazenda, o Sr. Seila,
diz que o dellcit de 8 a 160 milhoas; qao as
exportacoes excedara as importacOes e sebera a
mil milhoes e que os imposto! randera rauito mais
do quo as praviiSes. Nos ltimos dez annoi \.i
imposlos subirara de 160 a 500 milhoas; os mono
pollos de 17> a 293 milhoes, e a contribuiglo da
innagn de i 1/2 milhoes por inez.
O ministro prope entregar o aervieo da ihasou-
raria a 5 banqueiros, augmentar o numero das
r.otis do banco, esubelacer 30 milhoes de aovos
imposlos os tecidos no petrleo, no registe e no
selh ;i conversan facultlva do eraprestirao naeio-
nal en divida cinsoliiada, e uraa oparago com as
obriga;5es dos bens ecelesiasiicos. Estes projec
ios devem dar 730 miiboes. Fermina dizendo que
l-rapo de fazer poltica conservadora.
J foi approvado o orgamento da justig, e o de
outros ministerios.
O Sr. Ribotti apresenloa na cmara dos deputa
dos o project) para o eslabelecimenio d> um arse-
nal mariiirao em Jarento.
O minN.ro das obras publicas aoresemou outro
para a perfuraglo da portella de Tande.
as commissoas foi approvado o projecto das
lspezas para os armamentos e defeza do estado
conforme as propostas mlaisteriaes.
O Sr. Sineo aotoa qoe a quanlia pedida nlo '
bastante para a eventualidada da urna guerra en-
tre a Franga e a Italia.
Responden o ministra da guerra que nlo almit-
tia semelhantes temores: que contra os inte-
re3sas da Franga guerrear a Italia.
O Sr. Vsenlo Venosta desmenta na cmara o
boato de ama guerra com a Grecia, e disse qua o
governo seguira ama poltica maderada e conci-
liadora, mas qae protegera sempre com firmeza
os interesses dos Italianos.
Mazzni est gravemente enfermo ; os med
eos receiam que fique ioteramame paralitico, o
grande agitador da Italia.
, Diz-se qae Vctor Emmancel passar em
aples parte do mez de Janeiro. A legacao aus-
traca j est em Roma; vio chegar as da Franga
e da Blgica.
Foram retiradas as sentineas italianas do Va-
ticano.
Diz-se que era Janeiro haver ura consistorio
na qul o papa tenciona nomear seta cardeaes, dos
quaes dous estrangeiros.
No dia 15 de dezembro foram recebilos era au-
diencia particular pelo papa, os alumnos dos colle-
gios estrangeiros da Roma, presididos peKs sens
reture?.
O reverendo padre Seraonenko, reilor do co'.Ie-
gio polaco, lea, em nome dos seas collegas, urna
meusagem allusva s circunstancias preseuies do
pontificado
Pi i IX dgnou-se responder nos seguintes ter-
mos :
A greja foi perseguida desdo a sua origem.
Enconirou a sociedade incrdula, ignorante e
etaeia de vicios, mas conduzio a ao caraiuho da
jastica da rerdade e da san'adade. Mas isto ula
podia fazer-se sem resistencia, e daqui resulta que
em seguida comegaran as perseguigoes.
Ha muito terapo que, lendo era ura Hvro de
ura sabio, que nlo italiano, convenci-rae de que
a perseguigao actual muito mais lerrival, do que
a que a reja soffreu nos priraeiios tempos.
t Queris conheeer a causa d'isio f Levantai,
raens filhos, levantai os olhos, e c-lhai o que se
passa era volts de nos.
Oihaiji ?o"iedade, ile-a eomo e acharis
qae oao cega como a sociedade autga, mas
apostata.
Por isso Ihe muito ma3 diffi:il prestar ou-
vidos voz de Deus e da igreja, porque de todos
os paccadores, o apostata o maisabominavel aos
olhos de Deus.
t E se assim, se os que governam a sociedade
eslo era poder de satanaz: se os move o odio
contra o f roprio Jess Christo, considerai que for-
ga, que vigor, que zelo, que vida exemplar, e que
solidez de doutrina necesario demonstrar para
converter os que se deixam cegar nos prfidos en-
gaos qua produz semelhante estado social.
t Exorlo vos por isso, meas queridos filho?,
que sejaes ecclesiasticos cada vez mais fervorosos
e melhores, para confundir os nossos niraigo?,
pela santidade de nossa vida, afim de que se
vejara obrigados respetar a vrtude dos sacer-
dotes.
t Persevera! na caridade e zelo, e preparal-vos
para combater os erres.
O proprio Daus dar ideas ao vosso espirito
palavras aos vossos labios, e forga ao vosso cora-
gio para defender os seas direitos e os da igreja
lio indignamente ultrajada.
c Esta meditara que vo3 deu para esta ma-
nla, espero que faga de vos dignos sacerdote- da
sua santa igreja.
Queira Deus descer sebre vos para que al-
cancis estas graga?. e as heneaos que illumiuara
o espirito, excitara o valor, e afflrmah cada vez
raais na orarlo tic necessaria era todas as cir-
cnmstanclas, mas sobretudo nos tempos presentes.
t Abeogoados 3ejais por Dens Padre com todo
o sau poder, Jess Christo com a saa sabedoria, e
o Espirito Santo com a sua graga, para que pos
saes enraprir dignamente os deveres do vosso san-
to ministerio.
Benedictio Dei etc.
ALLESIANHA.
Damos o primeiro lugar ao extracto da nota en
viade pelo principe da Bismark ao conde de Arnim,
embaixador altralo em Frang, que j nos re-
ferimos, diz qne a absolvigao de asassinos alie-
nases pelo jury francez mostra que o sentimento
da ordem e do direito se extingui era Franga, e
3ue nem o governo pele dominar as diiposigoes
os jurados, nem a imprensa ousa condemnar as
decisdes d'elles.
Portanto a AHemanha teve de adoptar nos de-
iartameotos occapados a justiga militar, e d'esta
rma sarao e(Tactivamente ca:ligados os malfeito-
res que puderem ser presos.
Como, porm, algans conseguirn) refagiar-se
do territorio francez, e a exiradigio d'elles poder
excitar maito a opinilo publica em Franga, o go
verno alinalo ter de recorrer ao meio de lomar
refens e anda as providencias mais rigorosas que
alias nlo deseja empregar.
Ai ul.imas negoeiacoas com o Sr. Pouyer Quer-
tier foram dirgidas com eerla confianga de qae por
sccordo commam poderla cessar mats cedo a oc-
cupaglo, mas esta esperanga desvanecea-se com
os jalgamanlos de Pars e se Melnn em que foram
, absol vides os aasassinos, por serena allemaes as vic-
[timas.
i Bismark ordena ao seo ministro que aprsenle
estas observagoes ao ministro dos negoc os estras)-
geiro9 o Sr. conde de Rmusat, nas sem mostrar
a mnima irritaclo da parle do governo de Uerhrr.
e 'que the manifest e ipie Ibe maoifesle a mago.
fe desapontatnento da AHemanha ao observar, m
seguida s provas manitestai do sea espirito coo-
ciiiadi r, fictos qne oerigam a eoosMtrar pronta
tura a esperaega de remecer entre os dees paist*
conlianga reciproca.
Esti-se preparando um projecto de lei para
a nova organisaco administrativa da Alsacia r
Lorena ; regula defjnilivamente a silaacio de nova
possesso do imperio, porm nlo encerr dlspo*i-
glo alguma relativa a repreeenucio desia prove-
ca, e as snas relagoes oon?titocionae com o po-
der imperial, nem ao lugar que ella partes dever
ler no parlamento allemlo e no eonselbo federal
O ministro do3 cultos aprestntou am projec-
to de lei regulando a insperto do Es i do, Be
estabeiaciraenlos de in9trncg.o e eda:agao.
Espera-se a lei gcral acerca da" Miru.-e
publica.
O parlamento prussiano c-ntica a oceupar-
se dos orgamento?.
A camaia dos deputados regeitoa urna pxopo-t.
para ser judicialmente perseguido o Sr. P ri-in-,
auto'1 de ura opuscak, era que sao grandenMl-
criticados os actos do ministro des altos e da in-
trucglo pnbiiea, i Sr. Mubler.
O rei da Baviera nomeoa cooswiheiros J-
Estada vitalicios os doas iiti- r.e- mod ral i:
Dr. Poetal, prolessor da universidade de mancha,
e Guiherme de Neuffer, negocianie de Rait--
bonne.
O Sr. Miltnacht confirraou na cmara !. -
deputados a noticia de ler sido regeilado pelo con
seibo federal de Wurleraberg a proposta Jo Sr.
La-ker, acerca da applieaglo da legislagio do im-
perio ai direito civil coramina.
Os Allemaes, que foram a S. Petersburgo a
(esta da ordem de S. George, foram aoIbid> s ai-
sarramente. A' despedida acbavam-se na estaga >
do caminbo de ferro, o imparador, crau-Juqu-
berdeiro e outros principes, i d c -ra uniforme,
prussianos.
O Sr. Molike foi eleilo membro kMefiro d.
academia de s ciencias de S. Petersbargo.
O governo allemlo insiste no ioquento rg-
roso acerca do procedimento da polica da Rio ii-%
Janeiro, qaa prenden oIBciaes e raarinbelros,
pede melhor tractamento para es sbulos aii-
rales.
A esquadra allemla, que lem ordem de cruzar
na America do Sul, eqaipa-se rpidamente.
AUSTRO HUNGRA.
O reichsrat estava couvocado para o dia 27 da
dezembro para continuar a sua tarefa interrumpi-
da pelas testas do Natal.
O ministro da fizanda pedio qne Ihe vrtas-em
um projecto de lei de meios para Janeiro de 1873.
visto qae o orgamento nao podia ti- .-ir discutido
antes do fim do anno.
Calcula-se que as receitas do imperio produti-
rata neste cano 12 milhoes cima do qne se calcu-
lara no orgamento.
Esli terminadas -as eleices para dn-lss
provinciaes.
O partido constitucional vio retacadas .> sua*
lileiras as dietas da Bohemia, Mor a va, alia Aus-
tria e Bukoviua; as dietas da Carniolia e 11 Vorai-
berg serlo exclu-ivamenie composla- d r c !.
Em geral as povoacpes urbanas e lodostriaes v.,
tarara era seutido liberal ; as povoao.>s rurat*
nostraram-se muda revolncionaria; e araasce-
tana?.
O conde de Kor Iva foi nomealo en.bina! r
extraordinaria da Au-tiia junio do imperador ai
AHemanha; e o conde Appong para cargo Itoo-
tico em Versailles.
Dizera alguns jornaes que a ida do com- d1
Beust, Paris e a Versailles. e a receigao ra
teve, nlo foi muito agradavel para a Pruss
O imperador Francisco Jos receben co lia H
o general Schwinili, nomeado erabaixadir tea
Vienna pelo irapi-rador da AHemanha.
Foi oQicialmert* desmentido o boato de qu-
seria adiada a exposicHo universal de Viena.
BOLLARD&.
E' boa a siluaglo linanceira.
As receitas c.lmiaes produtiiam II millo-'-
mais do que o previsto no ultimo orgimec:
Traca se da am.rtisag!) da divida.
Os bisos caiholicos apreantaram ao rei mi
petigao dos cathaiieo-, para que seja onserva-io
o representante hollaadez jualo do santo padre.
O Sr. Duchatel qaa exercia alli e-te cirgnif'
recea se para ccutinaar a s-rvi-lo gratuitaraei!'.-
Sl'ISSA.
O conseihp fedeial asrescentou no da 21 ma-
um artigo conslituiglo concebido oestes ssfi
i tica abjhda a pena dt inerte.
Slo tambem abolidos o.- castigas eerp^r-**
excepto a grilheta.
O tribunal dos arbitros qua se reuna em G^a-*-
bra, para resolver a que.-tao do Alabama, nonhfu
para presiienie o cande Slopis, e para s.-creiar
o profes-or F'urot da Berne, e addiou a? M i
reudi-1? at 15 de junho da 1871.
ORIEXTK.
Desraentem-?a os boat-is de oiodifi:ac.\i nmi -
terial na Sarria por iociativa ou influencia -.
Russif.
Fez-sea tiragara das obrigacas ottoma-H
a o governo turco Oabilitou-se para o pagam-ai-
chuna c jarlo.
Os jornaes ingiezes publicara as noticia
cebidas da China, e do Japl, por vi da 3. Fra'-.
cisco.
Da Sahaobbai aonunciam a orarle do c ra-ul a-
glez n'aquella eidade.
O barau de Ricihofer liaba partido rara exolor..
a parte nordeste do paiz. No faracao de Marao
perecerara mais de 300 pessoas.
Vmte mil legua- qaadradas esli caberlas pe
inunda^ \ a em Nova Chiaag pereceram mil pes-
soas.
J terminaran as desorden no sal. En IIsejes
liuhara rompdj grandes desorden* polticas, e jau
gava se mminente ama insurrego.
Escravem de Vokoha na que o MicaJo apparac
Irequentementa em publico. O ministro De Lm.c
percorre actaalaaente o Japio para estudar os M
coes e outros pbenomenos.
O novo governador de Yokohama dea am ban-
quete aos consales estrangeiros, e proouacicu en
discurso muilo progressista.
-En resposta a urna qaeixa do governo ebi-
nez, relativamente aos missionarios caiholicos, >
governo inglez escrevea ao sea rerresellante, Mr
Wad'', am de-pacho par?, o caso em que os mi-
sionarios ingiezes procedessem irregalarmeB*.
Neste documento diz se :
a E' necess.-.rio attender a coasas pelo coesb-
lado mais prximo para qae a respeito d'ells m
preced coma com qualquer oatro cidadie nglf t,
na conformidade do tratado de Tsin Tilo.
As noticias da China di) conta das imanen-
sas inandigoes do norte, as qaaes isem alagad
o territorio de Peichi Li, que ocenpa goasi UnU
extensio como a pennsula ibrica.
Triota milhoes de habitantes ficaram reduiid^a
miseria, apresentando-se a tome eomo aterrado-
ras cimsequeacias d'aquelle mal, o qaal em nre-
senca do fanatismo qae existe as indicadas re-
gidos, ple eomprometter os interesses e as viJa>
dos europea? qae alli existem.
Coraecaram a faltar as escaseas raedes de arr *
qae o governo da china distribua pelos pobres,
esta miseria apreseotava-se mais assasudora em
presenga dos far.stoso preparativos qae se fatiaut
para o casamento do imperador.
m

^


~r
mi 30 Qfll3HIL JO 01 MLrt fto A* 'fmmmbMm Qua,u feira 10 Wir *' a t OMWH .HWJH BMtt
i
Tolas as grandes disposic; adoptada? pira re
maduro mil, era:itam em hwer o
Tiaaisra eo.locado no teraplo priaoipal
tobo aqaaticM^Ual aqaeljes dov,js prejamem
ler siJo mandad por fortuna palo dense para
alivio dos hornea* ;. pref^to o> Nio Kaog pedio
por meio de om memorial pabliead na fo'.ha offl
cial, um liial t toaaiin :o e ami inscripcio egmme-
morativa para um certo bich morador tranquillo
de um campo, e qne se ppuume pojsa r urna
dedada arbitro das ehajpT^K
Tado isto consemvajn'um fterta f?itaq os
e--iiril'>s no paiz. Inivpnlentsmanted'este* tactos
ra'ceiava se na Chraa urna grassl sublevada, e
jura obstar a ella, praeoravafe mandarlas a t
chafe d celeite impq*$ adoptar Vidas a disposi-
cas aecesssrm Jas 16 que as naticas np s>
ranquillisadoraj, e meaos arad quaolo uaqueile
paiz se desenv^jfcala vez mais o p rito fana-
tice, preeoviBso do* patos.
O governo entnei ifrr*ga^ iodos o govemos
enropeus ama nota contra es misionarios, O
nuraerodostesE.de as SOO, e astros quartas
partes io Trnceles.
A nota ttiioez' qaeixa-se especialmente do orc-
selithmrcaMtmieor'ra proteceio'conoefh** -pele*
catbolices aos criminosos chinas que se eaaterlem
coatiaaam nos seas crimes ; da uretencAo dos
missiourjos era se ubtrabirem a oaaerviracia das
4eis.
Mas em talo st o qne ha de ms grave e que
os inflis affeflUm querer separar a su* caas
da dos francezes, E te faci dan lagar a serias
apprebensas.
rontGaL.
Em 27 <\ correnteesereve aesso correspon-
deotn de Lisao* '
O assumato que mais preaeeapa a attrac.ao
  • engajameato on ailisiace isa Sr. Natbaa para le
    var trabajadores e as familias falles para a Nova
    Orleans. Nos joraaes le m tacado a rebate con
    sal de que no sfavj di adidos os iircauo*. A*
    condi^-s dos eoatratos tea He analysados e pa-
    rece e.-tar orovado que oie i m.... sao pe-
    simas, oliraa insaJabre, e a escravidi, a do-n-
    (101 norte sao o dnsealae* qae vie r o ****
    (m dos emisraates ii'aqnalUs inboap** pargeu.
    t fiad qual alvitra, sern querer oifauer os
    prfeKipii* siao. At jaeriam agora oh se marovisas-e ma
    empreza de arriiiaaraodos vasti*simost-rrnoi 111-
    culi-is do AWntej para d-sviar a torrente da emi-
    graba que aquella z-ma 1a America do .V me esta
    co iTWftiida p >r stre ashrumas pestferas <\ a .-eu-
    paataaoa roaaso?.
    Es.is iuiiviai qoem as imprisria, ser jan
    os captaes; mas era bora b >m qiie a divida na
    tuanle nao os attrahi^e e deiiiis de atlrabidos eout
    nm premi > cima 40 ruiav.l, n) os eatWaase
    uutnndii abrala a alies, sam os deinar accudir
    a ioiastri nm a agricultura.
    t K njua'i'.o as aanc publicas a a sua f>lta
    de urdaMerra atfaaita^M atiraen:arera a agiota
    geni nao tsp. rain que o capital se arri*iue em en-
    presas de alto boris qua demaadam muiatniel
    lig'Ocia, rouita persevranoa, muiti ciragiin e
    muilo 1utrMiis.11 o, digi-sa ludo O capitalista
    p'la ser illustrajv, boai patriota em conos Jia-
    menorave.s dos a isaas tastos oacionaes, muiVi
    bim expio, los [ni, bom llm> e tptino rtsiaao
    de ao pdapirta'; ma* o opital q ie elle lo'n
    arT.-rr.jlriad nis burra-Miloer loroa-s estpido
    pior f tila de convivencia.; oai o laisarn tomar ar,
    nao Ihi perra:tten os J,nos que uom mvr.s co-
    ahsciAaato*, aprenda o caroiaho do ihesoun, na.i
    sabi J'oulro'imierigs, senai dos <| le Ibes dio
    se>n rio o I ipio M o triplo por cent) do quelite"!*
    p-ipor:nori.i a grande ciltura, ou as paqnena-
    inin-'irias urna-a tmido, cora de beatiii-io pu-
    dor em se lile fallando n>'8ta< CtoSM, e corre c 1 no
    (jucas a ia eir-se n a br-$o da divida flatua-it"
    qie esl su piran io por elle para o lancar na vo-
    ragrm dn desprsia c.rrent's.
    Por isso, as intimas sao lempo rerdiioj.
    lagrimas do artigo de;ndo, sai como as dos fu-
    geles qne deisam ledo anda oais e-curo e nao
    pre&lim senio para faser vista. O fugo e de oc-
    r*-io, e a sen.-ibilidade ni) icaaibilisa nin-
    gaem.
    < Qt'in conhecr melhor do que o actual mi
    nMtnj i'os negocios atrangeiro?, autor do lrama
    Alemete, que fii e-tndar a ilba da Mideira a
    i.j-t.V) dj- engajameJto para Bimen'.ra, aqnelle
    } lerio ingln, verdadeiro inferno dos etalgunte*
    '". opeas? E se f.rem d-zir n Sr. CortJ qie
    . rinda ais sens amigos capitalistas a jue fr.am
    1 jue se Teja, talvtz surriam do e'mpaixi,
    :i tem surndo caritativamente da bonhomia
    i|Oa o seu amigo or. Cardoao Avelmo tem
    desde que subi ao poder pasto em rigcro-
    -. 1 l.i.-tivancia o nunca ob-eivado dcrpto ft-
    n amz es, decreto que o S-. ten f=z pn
    ' aigar da outra vez qio fji ministro da agricul-
    aira. "
    1 A pen'.e que pensa no meib.r meio de muk'-
    i-ar o seu capital agene mais e'iz d) mundo.
    "ir arruzae qae praduzetn duzias a duzias
    le nio salvou lodos os in'jlites, que tinhara ido
    unfflnoriae porque mu foimpossiveTfallaram me os meios.
    ;'
    ementea por Un, pela pueril eooJarata w
    oo-taaabem proJozem ebre* da earacter pnii-
    '..- i.siiis da car>chiaha. Uetn l'izeSr. Na
    ' un, e os seas agentes. O povo Bao os ar.igjs
    . -)< dos jaraalum de be', e nom os l por
    lio saba ;, pir triota mil motivas cala um
    >i uies bastara pira o jastiflcar.
    Mis amando muilo al:!' tJile inlividual le
    o j;rar, co.no os que deveras a imam, ac'ao que
    it" 11 suartalricfries, cc=mi as tem a liberdade do
    xmeicio, ainda, e tei p r ma: > tmip > em do-
    ij a parte com o sy-tena de tigneic{n meio pro
    1 :ionisla das pautas. S; o pjo esinaipfaaj
    na, precisa que a proleeai dos andaras publi-
    vi tuteilar. Mas os ittMeaaO deram nos ha
    <7-.unos a mxima llbefada, e ni i proveram aos
    de a Lier ao menos a ahec da. E para nao
    :- : zar urna digrassao iiiportuaa sob:e o en
    ..ligatorio, mudo ]:. le as >-: agemes d> 5r. a'.haa va rarregaaio coa e>-
    -i pobre gente pira a Xjv.i Orleans, al.i'ciaode a
    por i en al .'. sonde di chjg* om p-nodieo
    > a embru Inr comlahe-, 3 nde se chegiss"
    s. na preciso baler a porta do parobo, ou lalvez
    b jj:z eieiUi para o tradusir.
    - Falleceu o director geni di lostroeci) publi
    :, Dr. Io: Mana de Abreu, lente caihedraiic
    >;j uoiver.-ilade de Coirabra. Parece qua eal no
    '.i para .-uii-ntui-loo S". Dr- Asiooio de Car-
    i) V'asooocallo?, irmo do nosso ministro ni
    . : i do Rio de Janeiro, o 3r. conselheiro Math'a:
    1.". -'j rvsllio.
    Este cavalheirc estiva -ervindj como gr-ver-
    calor civil em Counb.ra. O Sr. Sampaio off;receu
    :b lugar vago ua sua repirnci).
    Contini vogioioo boato de que seo dissol
    rilas as cortes.
    t Os mialstros da guerra e fizenda U:. Fontes,
    e o Jas obraj puiiiica.j, Sr. Aellao forara ao Por-
    to donde regre-saram ha tres jii*.
    t Parece que o Sr. Fontes cnnlratou c?m varias
    e-isasbacanas a pagareis ellas s .-lasses nacii
    vas.
    Foi oa vai ser conferido o pariato ao Sr. Men
    des Leal, -creio que o titulo de conde. Diz-se
    q-j'i e-ta segunda merc nao a a eitou.
    }i entre/ou as sias credenciaes como minis-
    tro pirtuguez em Midrid a e!-rei Amadeu
    O seu diacarso n'auelie acto eolemae dos
    mais nota veis neeie genero.
    < No serio Iliterario de 18 do crrente, qcs em
    casa do Sr. vise onde de Gastilb \, fallara m com
    ansareciment) todas os jornaes de-Lis!. Vi. Para
    maior brevidile, permitame extractar da Guztltt
    4o Pido a seguinta aoticia :
    Foi o Sr. O. Antooio da Costa r ao insigne
    poeta e varios escriptores amigos e alroiradores
    de S. Esc, asuiullma obr.. <&* se iottlfif
    Jos de Castilho, o hroe do brigae U'ondego.
    nm trihilho riasiras?, p^i siugeioza doJ
    , paia poesa das de*rip<;oes e pelas sauda
    es que encerra, perfamadas por nm exquisito
    entiraento, qtm as torna mais viva* e pungen-
    tes.
    Jis de Castilho foi um bravo, corajoso e io-
    teiligente rlB-ial,da amada poriugueza, uro lho
    e irmao extremosi-imo, que acurvado ao rigoro-
    so enmprimeoto dos ssns deveres e abalado por
    extraordinarias provacSes par;io-sj do affeeto de
    iodos na prelatura idade de vale e seis annoj.
    No quadro uaab Sr. D. Aatoaio da Costa Je
    dicen a 93te malogrado maubo, sobresane com
    s eor8 mais vivas e 'yr^'.t'ivas o seu vn'ta, c
    do h-jroe do dQUirp, d'a"iue!le bngua de lBicti-
    Ta reiordacao, qio a temp"tad3 suprtergio no
    cceano ?orn 41 victimas.
    ' "o formosisrinas algabas nagiaas; e tal O
    relevo da narrativa, ijae nio poie oavir-se a oinos
    enxnts?.
    Doa3 capftiio?, prra:pa;nen'.e, nos ciasanm
    profuoda iaire:5lo : o \a tr.ta o naufragio do
    tniejn, e o qn desireve 03 ltimos diaj da vi-
    da do yrnpathico manrebo.
    Lavaata-sa a grande aivdra o oflklal dejnari-
    cha, Jcj^Ja C3lHao,.ea L'enl: Jo mvio que ra
    os .obrar.
    urque liu ji trapo
    as f jrc/s e, o tempjj I
    t Daste esfirco sobre humano na lucta com a
    iremenda rjrocblia'e com as cbmlioces ratefiores,
    resulton a consamp^? lenta que o Uncoa ta se-
    paltur,
    A parta era que se descrevem a enforraidane
    lo mallogrado moja c os ^eus derradeiros mo-
    mentog qae revalam teda a hondada e a*Mta d'a-
    I 1.1 la carcter, 6 bella.
    Al disto, o Sr. D. Aatmio la *at* apro-
    veitou raai lisaratau^alc o diaria, as impressoea^
    le vi afn e a eorresBWBdenoia e.e Jos ile ;asi
    h. [>ar^e coa es* extracto pea* w- *
    o fundo 9 sea retraa- moral cjt os toques qaj
    iba deven dar for.na a raalca.
    t O lastra autor roi muida *eses ntar-.imp*aa
    pdH bravos das orwijws, e nofi.nl da leupra
    sn*aa*meQi applanlMo a abracad' por nas.
    E itre as passas presentes vimos, alero dos li-
    Ihos do poeta, Julio .Eugenio deCasiilh. a sacho-
    ras da familia, os Srs. Silva Tulio, PinUsira Cha-
    gas, Luiieliopo, Leite, Telxaira de Vaactacellns,
    Srrver dittrtra, as d'A+iorra, Sonza Tatte, Mi-
    rianoCnra, Castilho e Millo, Eduardi "Cmiho,
    conde de Vida-FVavica, Antonio de Ctstirbe, Mra-
    lo Roa, Rapaao. Seria, Pao da Fsfia, a oa-
    tro?.
    A leitnra principioa parlo das o*a*ara a ter-
    rtioou depoi< da raeia'aoite.
    * Parabia* ao auior, aosso velBaesnstraana-
    evo acnrescentar que a raai a rana a
    t*-.'roe do Mattdetjo ostiveram assistinda a esta Im-
    tura, na pudenda resistir cnamo^ao proanda
    que Ibes produziam a jaellas paginas verdiaeira-
    mante inspiradas, q*5 ?ao coas que a canonsae>o
    Jo miilagrado mnei.
    A nica distrae? comqaej Sr. visenle
    de CastiHio interrampa as saas lil^s lilieran*",
    qua bein assidaaj ainda sao apeitr dos seas 7-
    sio entes serO's latimos era qne ara ou i's:ript >res seus amigos faz a leitura do eu *:s
    recente trabalho litt^rario.
    t Ummaraeote sahio dos prelos da Acalemia
    Real d;is Sien'.-ias de Lisboa a sua forraosa tra-
    duca* di AottPMt da MpMra com um joizo cn;
    Meo d Sr. Mandes L'al. T.nhamos j o JfeoVca
    forra e o T priieiro poeta da Portugal, ao insigne dramaturgo
    francs.
    < E' tal a aaturalidada e graca com que estjs
    orimores literarios esta vert los para o nosso
    idioma jue parece n'elie tarem sido oigmlmenle
    escriptos.
    t O apreaiaT-1 trabalaa critico do Sr. M rales
    Lal, o mes.no iu o j irnal A Amerita leu pu
    blicado em seus nimos aomro", e p ir isso d-
    crer que a grande maioria dos n.ssos laitores eo
    Qhe^* a critica da oora o que ma aispensa de en
    11 ar era pormenores qae u espado e o tempo nao
    conseni'ra, e que nunca chfgarla n a dar ti > com-
    pleta idea da obra, e nem por sombras de soas
    bellezas.
    Prximamente apparecer o Misiinlkropn, e
    assim liear naciooalisado o melhor de Moliere,
    c.rao ja lernas n [)>: FtuHo d.; Gi-the, Oculto
    tolo, e as Gergicas do duLissiino poela Mau
    tuano.
    c A' par d'estes grandes claro";< ltterartos, da-
    nos a musa do folhelim esplendidas tentativas da
    br.lhante pialada de escriptores desta ni va gira -
    gao.
    i Cesar Machado coliigio em livro a sene do<
    seus sobre as Manta* e Crendices naiouaes que
    f.i publicando semaoalmente no Dio.no de Noti
    cas Algn cpim'.os :io de mai de nvstre.
    t Pinbeiro Cagis, comqaem estiva qo memo-
    ra/el di* 2i de=ta miz em Satutal inaugurar,ao
    di m.num?nti Elmano Sadic.n, o sublima repen-
    ti-'.a portuguez, descreveu com nma graos in-x:e
    divd bi d.us diasem filhetim a ceraoooeia e mal-
    I igro ds frsta palo diluvio d'igua com que a na-
    tureza duizainda atribular 66 annos depoisda al-
    inhalada exist?neia de B-ocaga a sua apo'.heose...
    t En menina oalavr.is nao se pdle (asar mais
    seguro a magis ral juizo di poeta e da sua poca!
    Qiizera realmente coa!ai-lhe'mu'o da fasta,
    verdad-i: o .'oavivia luterano e fraternal de bra-
    sil.'iros e portugueses, porque tendo partido a ini
    eiativa do monumento do Sr. conselheiro Jo Fa
    llciaoo de Ca-tilno e o seu irai) Antonio Felicia
    no de Castilho, os fondos com que subscreveram
    os admiradores do cantor ie Leandro e Heve fo-
    ram too iberalraente dispensados por portnguezes
    com por brasileiros.
    L se eneontravam os sr3. Bocage a lho ra-
    la parantes do poeta, viseooda do rorrao, conde
    da Fornos, governad.r civil. Silva Tulio, t. Anto-
    nio da Costa, engeoheiro Taborda, Latino C-wdho
    Santii e Silva, general Palmeirim, baia- de Z-ze
    re, Pereira de Miranda, Alfonso de Campas, Ayres
    di Si N 'grteira, Torres Pereira, Bulhao Paf, Fran-
    aso M. Hamos, Gime Amorta, Eugenio p Anto
    nio de Castilho, Matbeas de Magalhae-, D.-. Lmos,
    Barglochi, Aivm, Chira, enramendador rMoiesa,
    Casttlno b Mello, C ementa Men les, La!z F--'ipoe
    Leite, Raphael Borda!), Eones, Possidinio da Sil
    va, Lencastra, Albiaio Pmentel, Caldas Anlete,
    Cington, Lneioda Silva, Sraza Talles, Namorado,
    Severo de Csrvamo, C sta Goodolptiira, Vanos,
    Alcal Giliano c moitos cutros cavalheiro e va-
    rias damas.
    c Do ministerio tehavam-ee presentes os Srs
    Antonio Rodrigues Sampaio e layme Monis.
    t A iraprensa eslava representada pelos Srs. Pi-
    nbeiro Chagas e Cunha Belm.fi?po.'u-;To de Setem-
    aro;Henriga MIdosi o Germano de Migaihaes,
    Jorml'/) Contado ; Bri-o Araoha, Gizeia do
    Povo ; Taom-z Bastos, A fredo Ribeiro o Santos
    Nizareili, Diario Popular ; Mor3'.o Roma e Ger
    vaaio L.b.ato, Jornal da .Yoif.?; Albino Pmentel e
    Adriana f>.elbo, Diario te Noticias ; Patrio! Al-
    vires e O iveir Pires, Pulido Constituale ; II r-
    menpgildi de Alcntara, Crenoa ; Moreira de S,
    foletim i) Cleroe Profesorado; Carlos Bornes,
    EmsiiQmLiDre; Ro:ba, Gazeta SetmBalensi; Too
    maz Barios, correspondente do PrimaifO de Janei-
    ro (Port ) ; Adriano loemo, idera do Diario Mer-
    caMH (Purt i; Luiz Pebppe Leite, Jera do Orino
    'le Ptrnambuco.
    A's l'i e meia da manbaa p'rtiram do T rrel-
    ro do Paf 1 es dons vapores de servido do camiaho
    de ferro do sul D. Carlos a D. .Ijfonso ovando
    mais de TO pesaos. Do Barreiro salto o ora-
    b>yo eom 31 c^rruagea, e ch-gou a Se'ubal
    urna hora da tari. Odia eslava entvoa o e for-
    tes rajada da suaste ere-ciara jada vez mais. fjo
    mcou a :ahir grande auac?iro qnni) ji se
    avi-iava. Setubal. Foi pena qua urna f-s"a era qae
    havia Untos elementos para ser raagnllUi .-a tor-
    oasse ta. encommoda Lilo no paviihio forra-
    do de seda com as eorjs braseiras e portazo-tas,
    o discurso haigura! polo presidente da corarais
    s>, o marques d'Avilae Bjlama, o ouvida a res-
    posta do presilente da cunara municipal de S-td-
    bal, o Dr. Anlouio Rodrgues MaoKto, desceu a
    coaimissao e os Srs. ministro do Brasil, conselheiro
    Lisila, marques o'Av.la, vrsconde de Casnlho e
    Rodrigaes iinitvo_desvellaran a estatua de Boca-
    ge, que estova encuberta por duas grandes baidei-
    ras, a de Portugal e a do Brasil, ao s m das msi-
    cas .lo regiment 7 e da artislas satuoalenees.
    Urna e muitas g:raalolas rebenttrana as ares, a
    guarda.de la rara perllon as armas e o toyo sao-
    don cora vivas acchmac,o"es o sea conterrneo.
    t A chuva n'esse momento cahia a torrentes;
    as dama, era suas Iribanns ao ar livre, os convi
    dado todai g^n'0 emr!m o qe desejiva era rflra
    per a onda de poyo pira te.abrigar. F.i urna]
    verdadeira tmala do Hotel de Ydle, a que tolos
    eolia o coafusaaaente Hzeram dos pacos do cmselho,
    o qne o:cnpam um dos ladea da p"rai;a deoumina
    da antes do yiial, e qne laoje se n:ou ctiauaooo
    de Boge.
    Um launck dtliealo e profazo esperava os
    ajqvidalos c como alera dos convidadas a tem-
    pestada transformara aquella estrada n'uma iova-
    sio, i lodo que entraran a rouneipalidade fes
    servir do qua es'ava preparad para o seus hos-
    pedes. Os brinde troeavam-se ora jovialidede ;
    a consa raai* pictorasca aproximava os part
    d09, as classes soiaej, eas nacionalidades.
    1 Era magoilka a perspectiva da praea. As
    jaoel'as Hlavara ornadas da vinosas e nqnissnas
    coieha^ da damAsro da sed de varias tres e flue-
    tuaram as bandeiras de Portugal r do Brasil.
    Mnitissiraas damas da mais es:olbida so:ieda-
    da de Sitaba! n.;hi*m as japeiUs, ma? lado isto
    observado por entre as cataratis do .cijo, que des
    abawam sobre a faacajio tinha o sea iaut> ou
    qoaolo de phaatastico. *
    Pireje qat- o da 21 le dezembro de J803 em
    que se fjara e>rj tisbo/, cj aaa cas da iravessa
    ae Aodr Vlet, a o iafjliz Bocage, J3i|ra ambem
    ebuvoso e tristo; como Iri-ts e mlaJ3:!ico viveo
    aapiTti/ da hn, relmpago nsplaai 1 ta
    qi*j nesco*iste a patria um muala dapsas1*;
    ao (iarn*#a i.'arte asceode entre a. alegra.
    entre as \ i vas da lisa e a* brasilia gent%
    Se nm pulcbro nao tens, do ai\}i teu (lar
    1 qtwl ptienix imraortal resurge nesta ia.
    Kmmudecesti) i inveja as nerfllss agiTos^
    edaziaiaJa *>_it>Lt, ao dj Toada prMina.
    I
    t fS v,.te l no falo, e os tarap as aWnmi;
    f a> debat exeiam-istas aos scalos vindaara
    Zilosatrmecai! posten'ale, s mino* I
    Tambe erculajr*m aasias dos Srs. Portella
    a Femaada, de Setifc
    O acto la inautfiraeo toi .ssignado por qaasi
    todos os roavidados la mesmo 00 oavilhio ou aa
    casa d cmara, tea*to depois em Lisboa o Sr. Sil-
    va Tuliio, secretar da corarass.-ao, a delicade|a de
    11 mandar a casa da alean- das qua teada asaisii-
    do aquella acto, por ijuahprcr circuraatancitr' nao
    o tivassem ( assigtiado.
    Assim teoa paga esta divida, nio digo ja n 1-
    cioaal mas (uso-brasileira, porque ea qaaato o
    nosso commurn idioma for Tallado sera Bocage tid >
    ior um das meatres da laigtua.
    Agora falla a Se rabal pagar a sua liomeoagem
    a Ni4omaga 2i foi inaugurad na salta das
    sesid* da cmara aiuaicipal daqueila cidle o re-
    trato de Bocae, qu*H veio do R o de Janeiro. E'
    adrairavel de .-eroethanc pelo meaos, tmj cele-
    bre gravura da Barihdl>*<, que todos cooheeem.
    Foi apenas ama fasta da familia.
    Nao deseja termipar esta breve resanba lute-
    rana sera Ibes' reer <|U* se acha em Li-boa Mme.
    Brasilaira Aagusta, autora do Voyage en l'.al ie
    que tanta vaga teve e tem nos pases mais culios
    do mundo, n iver 17 annos escrev.a eu na iltus
    tracto Lueo frasileira de que enlao era redactor
    eu ehefe Lnis Augusto Rebllo da Silva, urna ana-
    lysa critica de ama pufecacao que me (ora mau-
    lad* por om amigo do Brasil.
    O Opnac!o Humant-nri'.>. cujo assurapto princi-
    pal era a iucac da mulher e a sua influencia
    na sociedade, agradara-me como poneos livn s oes-
    te ganra, depuis do grande livro de Aim Martin
    me t-m agradado. A autor eslava entao em Pa-
    rs, e mal sabianros nos oque s 17 annos depoi,
    per urna destas coincidencias casuaes nos bave-
    naraos da eoahecer em Lisboa 1
    c Apii tem h>je a tirara de reeeber a visita de
    lio nouvel escriptora. Falln cem verladeir? ra
    tUusiasmo das glorias do seu Brasil, das ,-y.npa
    mas do Imperado', e do prazer qae espera ter
    para a primivera iodo ao Rio de Janeiro abracar
    um Mil a que a alora. Sua iiiha Mme Libia Gade,
    euvinvou ha pone, e ambas se recordam com
    horror dos traoses por que pass?ram era Par?
    durante o cerco.
    Mne. Brasilaira Angosta trouxa apon'araentos
    preciisos da sua estala de tres ana >l na Aem 1-
    nha, cojo carcter, cosame o ndole nacional te-
    ve uccasiio de t su lar com essa tioara de obser
    vacio que tanto disiiogue os seas escriptas
    t Oxal que brevemente publique a Si il-bra-
    zileira lio nieressante obra, a jnlgarmos pelos stu
    linos sobre a Italia e sobre a Grecia.
    O pai de-ta senhora era natural de Parnam-
    buco, ou eslava era Peroambaco ixercendo com
    grande di>tinc{io a advicacu quando foi assassi-
    nado. Era ento menina a respeitavel e inters-
    sjnte dama qae tanta e lio sn:era admiraeo de-
    va mais tarde cansar era Pars, era Floreaba e
    em Berln.
    A' ultima bora (3 da tarJe) accrescenl.a e
    nosso correspondente :
    Bastante grave o aspecto qne asramio o in-
    cidente occorriio eatre o; marinbeiros e oinMaes
    le 11ra navio de goetri allemaa e a polica do Rio
    Je Janeiro, e do qual ha temp-ss se oceupam os jor-
    naes e o talegrapho. Como sabiio, a polica bra
    sileira, fundand^-sa em jue os alleuiaas a desaca-
    larara a uffanderam, preadera-o. O ministro al-
    lemaa exigir a ohura. Fora-iha concedida sol
    (tanga.
    t Qianlo o poder judicial ia exercer a sua ac
    cao, a navio fez-se de vela com os a*cu?ados. Pjr
    seu lado os alieraies dechrara-se iffra luios c nao
    -ffrasores e pidem urna sa:isfae.io. E.s o tele-
    iramma chegaJjagora mesmo acerca deste coa-
    llcto:
    Londres 25. A p.sqjadra aliena e qae tem
    ordejs de ir cruzar 01 mares da America do Sal,
    prepjra-se rpidamente. A Allcmanna insiste em
    um rigoroso inquerlto acerca da conducta- da po-
    lica do. Rio de Janeiro que prenden o* oflciaes e
    os marnheiros, e requer melhor tratamentas para
    o sahdilos allemi's.
    No Jornal do Commei:io desta raauhaa
    i-se :
    A esquiara a'leaoa, composta de sete navios,
    o qne mandada ao Rio de Janeiro, deva chgar
    ao nosso porto amaoha oa depois. A esqnadr
    vem aqai para fizer aguada e mettar carvao.
    Sspeniea nratera os seopagamentos a easi
    coraxercial desta pr.ii;a qae girava sob a razio so-
    eial de Snglstrone & C.
    D Tara-se hoaiera sepultura os restos raortaes
    da Sra. D, Maria Bernardina de Brito, vinva do
    Sr. J ao da B-D fqne fandou no Bats a gran llo-
    sa fabrica deb'laeba) e sogra dos Srs. Carlos
    marte l.u-' a Anlcnl Joaiaira 6on( IvesM'.cieira.
    O funeral foi com graudo pompa. "Era urna santa
    senbora, qoe fazia raaito bem a grande numero de
    familias desvalas.
    t E' h 'ja o funeral do diitlncto medico o lente
    da ese ola mlica clrurgici de Lisboi Caetano Ma-
    ra Ferreira da Suva Bririo. .Viscera em Lisboa
    era 1807. En il lio do profesor regio da laiim e
    Tiu;to erudito Francisco Antonia Ferreira da Silva
    Heirio. Fof por raains vetas presidenta da ac
    damia das setnelas e f^z irr.p. ranles strvigas em
    varias corami-so.-s de q ie f.-a encarregado, sendo
    respeitado pelo seu carcter e saber, e rr.uito esti-
    mado por soas quali Jades pessoae?. Foi medico
    da real cmara, depuudo sortea p-do pa'liio
    realista de que era soldado lea! e lesinieres-
    sado.
    t II1 das fallecen tambera a virtuosa eposa do
    S-. Cailos 7..'ferino Pinto Coelh, Ilustre advogado,
    e ura dos raembros mais conspicuos do partido la
    gitimista.
    t A i ie Janeiro parle para MonviJei o cn-
    sul portuga z noraeao, Sr. Augusto de Paria, do
    coaselho de S. M.
    t E-ti Horneado cnsul portuguez e encarrega-
    do dos negocios de Portugal no Per e era Val-
    Paraizoo Sr. Jaiotho Augusto Sant'Aana e Vis-
    conil os, primero olB;ial do ministerio da fizm-
    d, amigo depund e jornalla. Deva partir nos
    llisde jan.'lro proxmo. Leva todi a sua familia.
    a Toruam hoja os jornaes tolos a lastimar
    sorie de 900 colonos que vio da L'sbOa para as
    margeos da Mississipl.
    Por una de:lrafio (aita noeongrs-o ama
    ricaoo, pelo proprio presidente da repblica dis
    E tado -Usidos, Mr. Graot, coata que tal a insa-
    ub-laie e roaos tratameqtos que aguardamos
    emigrantes em Jova O'leans, que ao c.ngresso
    compre lomar providencias enrgicas e urgentes,
    t Apazar de ter sid traduzida e estampada es
    ta decaragio oflfcia), 09 eogajamentos proseguern
    e li vio i'aqui ba praco (lias pala barra fra p>r-
    to de mil traba!h3dores illndidos, qae firii gran-
    de falta vossa agricultura, deixand um clima
    soberbo, e a trra ti* patria onde a liberdaie e o
    amor do pr.-xuii sin cafactertfico3 da aossa n-
    dole indivilual e poltica I
    N1 Hexteo as isnrrelr.1as m favor de Porfi-
    rio Olas vo '.ornando iacrerjer.toi* r.ao MHtaia
    odas as medidas vendas, pela cau*Vk,')o-se p-.
    de ainda calcular sa Ixavez poAriV mentaba se o>9aadeou eraj aa prepara.-
    Sobra o e- tado cho publicado em Nova-York:
    t s. Francisca a California de trezemhTo.-A
    cidade de Masaran pronuncina-sa am favor de
    aspira a presidencia, e iign*an ,m eniprega-
    dos ader*aa, o quaes sa refugiara a bario da
    nma canhoaafra americana.
    t Os proaanciados dizem defeoir o pnado da
    progreeso,a nomearam o Mateo Sasaca jwern*-
    dor da Sinti ; a Ignacio Tapin, parleit9, e a Pe-
    dro Ttetorio, capii do pon.
    Masan pnblc o direiti ta exporlacio d patria aa paos, qua
    paga va oito, e em barra cinco, ataolido at
    d'isso o iireito de foraes. Nio hoafva desm-
    menlo do sjrigae. O governador federal estavl
    em Goliacan, e provacel que trate de redusir
    obediencias os suBterado*.
    Daspachos de Ttresoa dwsm que goarnl-
    qoss de Guaymas e Sonora se prnnanciaram a 20
    em favor de Oas, matando o commandante.
    Depai* da pedir am emprestinw, os revolucio-
    narios embarcaran ea d os navies pequeos para
    Alista, com o intuito de se pastaren d'aquelle
    ponto. O governador Pasgaer reuni tropa po-
    deroo-e oatra vas de Guaym*', mandaado um
    destacamento pela casta em perseguir dos re-
    beldes.
    1 O pov ni) tomn parte aa revoluijio em So-
    nora, nem era Sraatoa. O^ownofex saber aos
    negociantes que pagan direilos aos sublevados,
    qne terao de paga-Ios novamente ao governo,
    qoando se restabelecer a orden. >
    t As ooticias de alguns oatros 'pontos do paiz
    tambem nio sio favoraveis ao govefo Se Jaarez.
    As noticias do Mxico chegadas par va de
    Coba sao menos assostadoras do qnaas que se re-
    cebaran pelo nllirao correio de Nova-York. Se-
    gundo as versoe efflciaes d*aquella rapublica, o
    geersl Trivno nao avanca-ra o;n onico passo, e
    as pequeas partidas de gente que iam secunhn
    lo o seu pronuncironlo estavam sendo derrota-
    das .mi loia a parta.
    t Mas se dennos crdito a ver-oes extra-qfflciaes
    e mais qne nido < dos jornaes da opposcio, Tri-
    vio nio s se aooderou de Saltillo, e proouociou
    todo o estado de Oajaca, mas o geueral Dias, a
    frente de 3,000 bonv>b, dirigi se sobre Teiuca-
    cem ; o general Giiban linha se pronunciado no
    estado de Puebla com a cavallana que se .chavj
    as suas ordens ; e e general ttanifaer tinha feito
    outro tanto cora as torgas da mesma arma que Iht-
    obadecum.
    t Os peridicas da opposcio jaecro-centam a
    islo qne a maioria do eougresso na se manifesta-
    va lio dcil como "antes, e que o governo con-
    lar cjin a fir-a arma Ja.
    S>-ja qual fr a verdaie entre estas duas vp,r-
    soes, o cprlo qne a siluacao do Mesco nio das
    mais invejaveis.
    PERNAMBUCO.
    REVISTA DIARIA.
    COPO DE POLICA. Por portara da presi
    deneja da provincia, de 9 do correnie, foram no-
    meados : cipilio da 3' cturpaoha o teneole da 5*
    Manuel Francisco de Panla, e tenente da o' o al-
    fares da 9J Manuel Caetano Vieira da Pas.
    DINHEIRO, O vapor Cruzeiro do Sul levou :
    Para a P..rahy)3 9:t)00i000
    A sern!Jada d'ajueile animo e a nobresa da-
    i'iaiia coraglj, onlaw IDJos. Niagnoa plaex-
    ceJ-io em coragem, nem am dadicacio. E se el-
    po.-l?. nos altimo- e amarjursdof 4ia*-
    t Aa t3rmiair, a fesu f.i iatribaido pda3 caa-
    vidadoi'ura byaiooati rc.arcty fiuapUlexpresa
    monte corapostH para a oleraJaje, e ura soaeio
    rajgr.il-o do Sr. '.'cjao de Casiilap.
    Blo:
    Ta qae nos rovehstj a mgica baratn!?
    n lyra nacional anles de ti later.te;
    !Votlcta ra America
    Pr va de Li;!.Jj rcCjJoeJJOs u scgumWi. noli
    iaj :
    K.STAOOi-CMaos.
    , Forana eipedidps, maadados de captura consra
    JotraC, lle2nus e outro individuo qae roabarm
    os lores do eoadido da York para serein pre-
    ses nos paizes da Farop com quera a repblica
    aroaricapa lenha tratados de extradicio.
    A atsembla da (Lroliaa do Sul dejeobrio
    urna f.aule de seis railnSei dfe dollars por falsa
    eroissia de ifoitt^
    Foi proposta era iteiaida aeeasa^ao do gover-
    nador Sext e do thenoureiro Parker.
    O sena Ji resalveo ftzer inqoerlio a todo o?
    ervicos do lisiado para por cobro a tantos roubos.
    Foram presos era X ova -York varios raembros
    d. iuternacioaal por invfem /azer ama procis-
    sjp contra as odeas da polica.
    O senado pedio aa prciideate intormaS re-
    lativas s relaces aeloaes dos Estados-Uiidos
    com a Hasoanh?, e do rao lo porque" sio tratados
    em Coba o.-, subdi'.u!. araerJeano?.
    A comraiasJo aoglo araarioana resu'vea qae.
    o governo mericana nio podia responder pelo pa-
    jaineDlo da dividas /eitas pel.s rebeldes.
    Cbegoa .Ouasv o grau-dajue Alexis da
    Ru.su i.
    l4aifeou-s3 ama etisa eonstluieional no
    Onlario.
    ' A cmara pprovrpn nm voto de falla Je confian
    ca no goveraJ, &\* pedio a iba demissao.
    tBXICO. 1
    Lomos 00 Jornal do Comnurcio, de LisbOi: j
    oNal o:i>OOfO(X)
    . oCaar aCO*00;i
    o P*ra i:ooo*ooo
    O vapot (anee Amasont levoa 3:0000i0
    pira o Rio de Janeiro.
    CRUZEIRO DO SUL.Este vapor carregou no
    oosso porto,.para js do Caar, Maraob-a e Pa-
    ra, ante-hontera de meio da s 8 horas da noute,
    lo-IO voluraes da carga. E' urn dos maiores car-
    reganieotos qae se tem feio oeste parto em vapo-
    res da corapanhia braseira, (cando satisfeitas a-
    nacessilades urgentes e os pedidos do norte.
    E^ TANSiTO.Viarara da Europa para c sul
    lo imperio 3iO passagdros.
    TENTATIVA DE X0U3O -IIratera ao abrir-s.
    a tiicsouraria de fizandi, d-o-crario-se ler havdo
    ama tonta: va de roubo no corapartiraeoto era que
    fonccjoB o thesoureiro dessa repartiQio, raallo-
    grad pela seguranza da porta de saluda, e das
    paredes lateras?. Os ladro'S passaram das obra.
    da igreja do Kspiriu Santo para o telbado da ihe-
    sourara, penetrando nesta par tima abrla feita
    no lelbado e forro d quarto lo porteiro da re
    panicio, imme lalo ao do ihezour.ro, e ah ar
    ranearan div. rsos pedamos da porta, cavaram a
    prele era dous lugares, a mesmo procuraran,
    incendiar a porta com una vea de cara de que
    se servirn, s onsegaiudo coa todo essa trba-
    lo abrir urna, las baguala, da faxadura, Bcan-
    do. as jotras dtus fe ;li^das.
    Comparecerara ?~ lugar diversas aa'.oriades,
    procedendo-ao a pasqias nacessaris pan se
    descobrir os autores des-e crirae.
    . ILLiTRACO H3SPASH0LA AMERICANA.-
    Acaba de .;hogar o n. 33 deste imprtame "rnal
    do Midrii, trazando as gravura Julieta e llomeu
    quadro de Hernndez. Dstis-Amigo* quadro do
    Sr. '-albot. Proiecto d muzeo par capital de pro-
    vincia do Sr. Puente, lhiin trago instrasiivos sao devrdos is penas dos Srs.
    Gasi.elar, Trrjsba e Castro, *. ana Irada poesa do
    Sr. Jote \. Ca'cano.
    Assigni-.se este jornal ns na do Bom Jess
    n. S.
    GE-XEnOS DE E5T1V-- O vapor Francez
    Amizor.c troase : 20 harria vlnDO Sauniers
    lirdihers h C, 130 aaixia a orlara e io ao Bao
    da Soletad ; 2"0 bjrns manteiga a Tisset frres;
    l caitas eagnae a ordem., 30 a Tisset frres:
    100 a Haba SaommetUn A C ; 10 eaixas azeite a
    ordera : n raizas ineijos a J. J. Alves, 22 a Cor-
    ga Irnias, 'i a J. I. da Coso, 1S a J. C. Braga
    & C, 6) a J. M. de Barro, a A. G. Pires, 6i
    a orl?"a.
    SISO;.Sobro a pr.hi..i;-) dos dobres e res-
    triccAo dos rap ... pablicamoa hije era lugar
    competente uraa representaco que conira a pos-
    tara respectiva diriciratq i cmara municipal
    as irrainJades e contraras dest cidade.
    FINOS RP.AS1LE1B0. Erra assim colados
    na pra 1 da Lnsrei :
    i/.del8Sj 93 97
    o'/, da 1871 9ia9i
    i 1|1*,46 IS03 83 a 8
    3TU0&.1T. ^-ts vapor devia partir de L*ver
    pool para o na* porra a 30 de dezembro.
    NAVIOS .V SUliR Da Liverpool Acor, a
    20, e Delphin, 2 i. para Pernambuco.
    NAVIOS A' CARGA.Bm Li>! o Flortnia
    para Pernambuco, Liaeira pira o Par ; no Poit
    Soci-'if e Imperial par Pernambuco, Wfrria Ca-
    rolina e rormosa para o Maracho, Nova Pal-
    m-'ira para o Para.
    NAVIOS SAHIDOS.-Da Ustot Anglica a
    13 pira o Maranha, Pereira Borget a 21 para
    Pernara'ja:o, Aiifusfo (vapor] a 2t para o Pai ;
    do Porto Oiinda a i i para Peruaraboco, e Ci-
    dral a 1 par o Para.
    NiVOi IJHSGADOS.-A' L-bj* Clementi-
    na a-4j, e Alar i i LmM a 2 i, w Pemamboco.
    MARANPfiNS?!. R"'" P'ar ira esperado de
    Liverpool, 1 bobos, de 29 31 da dezembro,
    cora destino ao Pr a Cer4
    CUR V D3 CANCRO.-L?a-s no Jornal io Com-
    nw'cio, de Lisboa.:
    Dizeta oirraes d-3 N'v-York que o resul
    lado qae all i;s: prodas o3o a raiz do cuidaran
    go plznta ialigana 1 SqtraAjr, na cara dos can-
    cros, prodigiosa.
    * L^go i primeirafl s?p'iae?es sente-se nm
    ali;io espantoso, e pude drijtsT-^ qu; anda mes
    rao es de poi r wpscio uso polea resistir a este
    remedio.
    x Nura. do jnelhores jornaes melcas franceses,
    na GazX'c UMomadairc de Medirte, 'etc., ilr-se
    o qne a observjQao o a -xpariencia teem dado em
    Muw York, a o;w Mpeito. Bra rerinrao o se-
    guiste ;
    Ajm de vorifiar sa as, a?3erc95s do Dr. Bits,
    so?>re as virud.-s do candara.' p, r-irn bem ou
    mal funlaa'aa, algntrs raaifca? Q'Am3r;ra tratavam
    de ensiiar sqhea. planta. ','' bmji negativos s,e toara alcanza fo,
    So hospital eKw'TojIc. o dr^J. Dole em-
    pregoa o cunduranp, cem cancro ja mamm e
    o turaT, f'lizmsBio, foi extirpada..,. por uraa
    opercio cirur^ica, qaa se jq'goa aecessarla, nao
    obstante teesoite dias rl tritam
    O Dr. Birral, n'urn cancro nfoeralo, ni li
    rou resaludo algum do cuniiuianop.
    * O Dr. Sands, erapregnodo o durante i5 das
    n'am cancro do rectf, vio qoa a mari*ba da doen-
    5a era minio mais rpida 3 p a qao aates do
    (ritaroetlto.
    fetTEJUA.A gaa se-acha A renda Jil* (ss dt a* p*w que
    beie i i da m^lfr de Cbraba, qaal se eiv ;\\em
    trahira no da iS.
    PAS3AGEIR03."anidas paT o Para eesallas,
    no vaper Crasaire da Sal c
    Francisco A. de Magalbii Bastos, Fernando
    Goenier, Pedro T. e Hillaoda, Dr. Armio Al-
    varo Alfonso, Joselaco'me de Araojo, alfares Prad-
    cisco de Panla Moreira. Dr. Daniai Alvos da Qaei-
    ros Lima, su* tentara e 1 aaeravo, Mana La-
    carda C da Attraquerane. AMM da Graz Xavier,
    Dr. J a IMreirpo do* Sansa* Campos, Maaoel
    M. Alves, Aatoaio dos Santos Azevedo, J. J. No-
    Ipeira.
    Entradas aa vapor Amasone :
    - Jos Goma* das Saatoj, Maaoel Anio d'Amo-
    rim, Firmiuo 6 da Canna, Mattiil la da Coacei-
    eio Cunha, Ckado Alberto Sodr d Mitta, Ba-
    silio Angelo Iparia, Cruso Paschoale, Cilabrla
    Pasdioale. Gaeoo Guiseppn, Charles llirbaiu, Fre
    derco Monhard, Itobert Mojle, Paul Caben, Mlle
    Camille H sLle. Lea Lefebre, .Mlle. Sarah Mare,
    Alfred Segani, Albert II nry Tarbot, Charles .Ar
    thur Gauthier, Ambois Desires, Clemente Hibille,
    L'.uis Doiouche, Fraile Robles e Marcellino da
    SHta Faraandes.
    Seguem para o sul:
    Padre Maaoel Moreira da Gama, Alberto He-
    nscael a t criado, Eduardo, criado do Sr, Dr.
    Souza Lea 1, Tito de Souza Braga, Maooel da Cos-
    ta e Silva e Aot .nio de Souza Teixeira.
    S'gera para a Europa no vapor inglez
    rtrl :
    William II gh II nter e James Wallace.
    CBMITERIO PBtlLlCO.-Obituario do da i de
    Janeiro de 1872:
    Jo; Amaro Par ira, parda, Pernambuco, 36 au-
    uos, viuvi, S. Jos ; hepalite.
    Anouuciada, parda, Peroimbuco, 7 anno-, Boa-
    Vista, Hospital Pedro II ; bexigas.
    Samuel Ligo, branca, iuglcz, 21 aonis, solteiro,
    Boa-Vista, dem ; febre amarella.
    Sebastiana, parda, P^rabyba, 23 annos, solte-
    ra, Becife ; bexgas.
    lio alia, pria, Pernambuco, 2 mazas, S. Jos;
    convul-oes.
    Alfreio, branco, Pernambuco, 7 mezes. S. Jos ;
    entero eote.
    Francisco Fabijj Alves da Silva, branco, Per-
    nambuco. s annos, solteiro, Santo Antonio ;
    vlvo.
    Mannd, brapco, Pernambuco, 6 mezes, S. Jos;
    convalid*
    Claudina, e-crava, preta, Pcrnamboco, 30 an-
    nos, solieira, Boa-Vista ; brxigas.
    Amelia, branca, Pernambuco, 4 dias, 3. Jos ;
    espasmo.
    Manuel Mariohi d Nas:mento, pard-, Pernam-
    buco, W afinos, casado, S. Jos ; conga? io cere-
    bral.
    - 6-
    Clemencia Fiaacisca Pereira, parda, Pernam-
    buco, 7C ano'*, viuva, Boa- isla ; pjralisi.
    David Monteiro, preto, frica, GO annos, soliai
    ro, Boa-Vista, II)Spital Pedro II ; tubrculos pul-
    monares
    Jo.- da Malta, branco, Portugal 40 anuos, ca-
    sado, Boa-Vista, Ibspital Pedro II; ebre ame-
    rell?.
    Joio Okcefe, branco, ioglaterra, 27 ann.s, sol-
    teiro, Boa-Vista ; febre amare la.
    Igoez, Preta, Pernambuco, 42 annos, soltaira,
    Boa Vista ; abeesso uo ulero,
    Isabel, branca, Pernambuco, 5 raezes, Recife ;
    convaboes.
    7 -
    Maxinvano, escravo, prelo, Pernambuco. 50 an-
    nos, solt iro, Sinto Antonio : bexigas confluentes.
    Salvador, escravo, Prnambuco, 30 anuos, sol-
    teiro, Boayista ; bexigas.
    Joio Sullivao, branco Iaglat:rra, 21 annos sol-
    tpiro, B a-Vis'.a ; febre amarella.
    Ji^epha Emilia de Souza Teixeira, branca, Per-
    nambuco, 2i annos, solielra, S. Jo.- ; febre gas-
    irL'tica.
    Jovmo, escravo, preto, Pernambuco, 50 annos,
    solteiro, Boa Visia ; bex'gas cotlluenies.
    Mara di II ira do Basarlo, pr-Ma, Pernambuco,
    48 annos, solteiro', Boa-Visia ; ii.nnumscao.
    U na eriauca, branca, Pernambuco, S Jos.
    Mana M-glalena das Mercas, parda, Pernambu-
    co, 60 annos, viava. Santo Anlonio ; rhenraalismo.
    Gmesio, pardo, Pernambuco, 3 mezas, Boa Vis-
    ta ; convulfoes.
    Marcionila, branca, Pernambuco, 12 ano, sol-
    te!ra, Boa-Visti ; ttano espontaneo.
    Jaciotha Thaodora da Silva F.exa, preta, Per-
    naniboeo, 23 annos, cacada ; pthysica.
    a*t cultiva a f le -L y.
    PUBCACDES A PEDIDO.
    ILI.MS. SnS PnESIDEMES E MAIS VEIIEADORES
    DA CVM.VHA MUNICIPAL DEStA QDADG
    Os abaixo assiguados, mambros das masas ra-
    gedoras as tidas as coiirarias e irmandades erec
    tas nesta cidade, usando do duplo dreto de ca-
    ilulicos e de cidadaos, vera respetosamente, ame
    esta iliustre corporacio, representante legitima
    dos direilos e iaieres.-es d municipio, reclamar
    conira a postura, ultiaamente publcala e posta
    emexecucao, pela qual foram prohib los absoluta-
    maule os dobres e reslringdos os repiques de si-
    nos das aossas igrejis aos caso afila datermraa-
    ds.
    Possuidos d maior pezar, mas fortes pela con-
    vii-eao, os abaixo assigoalos, implorando a devida
    venia, auimam-sa a declarar irreligiosa, violenta e
    exorbtanie do rgimen municipal a citada po-tu-
    ra, tao alTrcotosa aos direaos da igreja, a que t9-
    do3 pertencemos, quio despresadora dos piedosos
    sentnaaoios de ura povo calholico.
    Era verdaie, l.lms. Srs., manfest a irreli-
    giO'iJade dessa siagalar medida, que nao eocon-
    ira exea po era parte aigonia, e muilo menos no
    imperio, onde os decreto da igreja sao receidos
    e ri'conhecidos obrigatoros.
    Sara que tenbamos a pretencao de desenvolver
    tudn qoanto a ralgiao, a pedaie e al a poesa
    chrisiia lera exprimido acerca do uso dos sido ,
    >ora sofS.'ient recordar vos, que esses abrumen-
    tos fem sido om tod .* os lempos considerados,
    q er como symboio da voz de Deas, (I) qaer eo
    rao as.trombaias da igreja mlitaute, (2) as qunes
    davem soar em tod;.s as circura>taacias noiavnis
    da vida chrisla, ou aales era iodos os combate?
    qne travamn, a partir do da de oossa eairaia
    pelo baplisra na lica sagrada al aquella em qoe
    urostrados jazemos do leilo de morie.
    E' assim qoe, desde os simlos lo-juea do Ange-
    las e de oairas horas da da, que no chaando
    orago e s praticas de piedade, indicara nos o
    veloz correr do lempo ; desda as bada'aias -da
    agona, que na calada da ooute semelliam as Ico
    tas pulsabas do moribundo; desde os alegres repi-
    ques que aonuociam dias de festi.at os lgubres
    e pl ingentes dobres, qne, noticiando a morte de ura
    del, uos coovidara a orar por ella e dasperlam nos o
    pensamento da morte, tado tem a mais expns iva
    e reverente signincacjio, e se acordando perlada-
    mente com a na-sa siluacao prsenle, infunde al
    teroativamente em DO-sa alma a tristeza, a ale
    gris, a e peranca e o temor religioso, sentimentos
    estes que em si envolvem uraa Irsplitta- lembranea
    a da co. a de carldade e de religiao.
    Ora, se impossivel negar as impressoes q:e
    produz o iom dos sinos di homam e do cbnstiq,
    se lio irrecnsaveis as mysteriosas relai;5)s que
    ella tem comnosco, denunciando assim um. fjra
    palhia moral como os nos sos coracoe*, jo'gao o?
    abaixo asignados poder coacloir uesie ponto, qa
    os siaas sr. 1,coaio dr. um ilout '.nelogo, (3) m-
    senaalmente religiosos, e poriaato qun a lei mu
    nicipal, impondo silencio absoluto s t arres da n -
    sas igrejas qnanto aos dobres, e limitando os caso-
    de repique, violn abartamente o sent nenio re-
    ligioso dos Res, e arrogon-se rjguladora e inler-
    prele do qoe por sua naturesa Ihe exirinsaco e
    laaccessrvel.
    Porra anda mais para sentir, qae isto fosse
    feito de ura modo violento e assomsl >, como nio
    ha etaraplo na nossa legislacio moncipal, a qual,
    reconhecera os abaixo issigoados.tem sempre pro-
    cralo eonsultar as rarairae6e3 do povo e barno-
    nisar as soas disposi^rus cora os usos e leis dis-
    ciplioires da igrej, do qua dio flanea as postu-
    ras sobre enierrameatos, cemitenos, etc.
    Com efreito; acabar de entnvlada e ex proprio
    marte cora um oso aotiqnissimo da grr]a, e por
    isso masmo vtnerav.'^ co n osd brea, sem excep-
    tuar os commemorativo di dia d triste fasta dos-
    mortos (2 ds novainbroL e restringir arbi rarlaraen
    ta o'eao a repique*, bSo melotnio s qier en re
    elles os da coegaua e pissagem do hispo dioeeiano,
    ou.de um prlalo saperior a e os ie sahda, passagsa oa. recolhiraeoto de qaat-
    qner procissic, aera rasmo d* dos Psos do S-
    nhor, e da da C-rpit* Cristi, alias olfl;ialmenle
    S)iemaisada', jeja-nos Mello dizer, daspresar cora
    al:ivez os o?os e ceramoaial da igrej, e requintar
    era descrajiderafio aos sentmanto pios e religio
    (I) Gml'.oi*, catbecismo.
    (2 Cirwil. Colotf. C. XIV.
    (3) Gjam Can, de Perseveran?.
    P'*is qne 1 era nm paiz, onde rali^ eslh :.
    * religiai do Bstad, e o sao inp iam jora
    mante ta, (art. 5 103 da Const) a por CHuegwo-
    10 nio eoa.rariar as lei* da igraja, r 1 al n iv
    nu, sob prelexto^forastaai^ii, a oa>atterrr o*
    vivos durante algumi fantaxTad epiiemia, oa d
    ioc mnoda a del cad s lyrapaaos, nao e leu disc.
    plinarw da igrej, mpre j*pi-Hado-, iias-am ser
    por um pisiur abol lp ou raatrmgidos sen
    a.-Ordo auquer cao aaHridide aacl'siastica, *
    ipesar oiesina das Jodicioaaa pondera^-' *' '
    Ni detri; seria moa violencia eie procel-
    inento,
    tiotramet, llitaa, ars7-|ai o litio de qae se
    reseoie a oovi-slma pi-tara, a qual *em o ra a mo
    resguardo ravogo*) ol'it. W, livro V* das eonsu-
    luices 1 > arceoijd 1 dahia, jna regula es
    signaes qua devisa *ar feta* palias defaalo-, *
    igualraenie, entra outr*s, a rubrica do cerem n a
    dos bspos, a qual, como aquellas eeoslitu'c 9, .
    a nem poda deixar de ser, reconhecila ea-u
    pelo Eslado.
    N -111 se ju-ll ue a medid decretada, allagacJ o
    commodo publica, a necessilade da reprimir o.
    abusos dos sino e de evitar o pavor da popula
    ;aa em umpo de epidemia com repelidos dobres,
    por quanto tolas estas e mais outras razV, qne
    se podara apresantsr, provariam smenle a car*.n
    ca da uta postara (conforme nos ccnla f* -
    ora alguna municipios tiesta e de mitras prov o-
    iaO, em que, de concert oaav o rdin*rio da uv -
    wo, fjsse legulado, uio o uso d>s sioos ou -
    cas is de dobres e repique!1, poi* isto da cumo
    leucia do poder ecc esiaslico, m* *ira a dui
    le un- e nairo. qae daten er bretes, segaado
    dulHrrpina a constiroico dn arrebipai<", eaai.m
    tambera ( si lanas est pavor mortis t a disprn.-a
    abs: lata d >s dobres em lempos da epidemia; o qu>-
    alias .-e iam conseguido hleiaaaeQia da vastara,
    com snceedeu ns aonos de I8.'i0 e tfl darsnt.-
    as epidemia* d- f^bre amarella e efc*ttta-m*rt)os
    Qiererporm por arnor do coranario de signar,
    qa-, assrgnramot no ser o do pnhluo rair.
    o por causa de abasos extinguir o so regu'*r I*
    sinos, q i.-, iralusindo o espirito da gfj, 1
    associam as alegras e aos lulos da s oadade eivi!
    ido que temos exemplos recentes nos repiques > t
    occisia de noticias das ansaa visorias 00 Para-
    guay, chegada e pas dobr. I e p 4di-
    ua, eicy de cer o, obrando de encontr ^ripra
    commnin de legislar, sacnllcar no pn i iro ea
    sentimeoio de maitos a poneos, e n s gnu t
    lar a itiliiuici', por nao saber on querer 11-
    ra la.
    .iccrescc qa?, se a razao lirada do abuso prt-
    valecessa nes-a e oulras liypoihe c. iKn *,
    liiins. Srs. n-'m oi sabenamis indicar qol *
    in>iuu:cao que devesse permanecer, v.-o eot .
    no seutxsrc co toda participio do elvmenta hu-
    mano, que com suas paixo-.s e eori.ho:
    os abusos e excessos, qne todos lamentamos e es-
    forcamc-nos por corrigir ou reprimir.
    A tolas eta< razes, qoe os abaix as gaai'
    tere addutidj, e que- no s^a concfiti jopara bs-
    tanlas para del rminar a rev igacio da tinfulv
    postura, soore'cva a de ser a mesma ex rimante
    da compatBDcia do rgimen municipal.
    Cooforme seo destinj primitivo e espec'l, po a.
    sua eonsagiac.\o, estiudo os sioos comprob adra *
    no numero das coasas eclesisticas {res teclti -
    Une) e periencentes ao exerrilinm pnblicum ret"
    gionis. si) incratestaveis os AtreHot da ig'ej so-
    lare elle', e por consiguite s autondale rl -
    giosa cu npre regular o seu uso, nio depende-J
    absolutamente para tal da aotorilale civ!.
    Esta pelo contrario, ne;le, como em outros ? n
    tos da polica eccieiaslica, deve em am oaiz ca-
    lholico sngeitar-se as regra pra ji, cabeado-lha apenas no can v^rteoie, 1 1
    ji disvemos, impetrar qaaesqaer modiicies o
    aso di,s sinos em certas circum^tancias afeaiive1,
    oa, (emore porra de harmniia com a aviorida'a
    religiosa), impor penas aos qae, eorao bem se ex -
    priratm as onstiiuicd** do rcebiplo n. 8z>>.
    levadas pela vaidide humana e out os menos p r-
    dotot respeilos tem introduzid neste variar)u n
    alguns exentos, ap triando se da u'tla m*4tracA)
    que a prudencia chi istaa e religiosa pede.
    E oio se tente legitimar a complenos ds c-
    maras municipas acerca do assnmpto com va I
    mos vagos do art. 7i do seu regiment (lei de I'
    de onlubro de 1828), que dispde poderrm el!
    deliberar em gerai sobre os meios de promover 1
    manter a lianjuillilule, nfnrtmffl e tttVaV,
    commod d'de dos habitantes, por quano deven
    a>|iitllfs ser entendidos de modo que a* pi'.ors
    rahiivas a esses objectos nio preju liquen as loa*
    geraes do Estado o disciplina^ da Igrej, mas
    sim, o regnlem com snbardinai;ia a um e ou'."-\
    e sejam crafoimes a ndole e natunzi dessas e r
    poraefie* meramente adminiftraiiva-.
    Ss nio pi den ellas, snb fundamento ie tran-
    quillidaie, tguranija e Side pnbtie eovtr*rir
    que a o-le respailo se adn decretado na lefi-lci
    geral, da masraa str:e intoleravel qu", vb pr-
    lexto de commodidade dos habitantes, interventora
    ni p lid religiosa i cargo exclusivo da aut>r -
    dade ecclesasti;*, para alter*r ou abolir as pi>-
    crip^des da ura poder sofcaraoo e udepenJ-ir.
    como o espiritual no circu'o d- -na jorisdi
    Certo, films. Srs., se (a Merid ov-
    sica do regiment das cmaras moici|
    fe devesse esiosr argumento para ^ut^!alir a ac-
    tual postura relativa aos dobres e repi |iif- d. -
    nos, tamben o encontrarais para amaniia t
    pra sob pretexto de ;elar a segurase, I l
    commodidade publica, prohibir as priei--i",", 1 --
    iriglr o numero das fastas, abo'ir a eetefetav
    las mi-sas pala madrugada ou em horas can .
    lares, impedir o depasilo de cadveres nal Igrej"
    etc., etc., interviodo por tal modo 00 Mita,
    ludo o jua conceroe a admini-tragio exter; r :.
    cousas sagradas, qae (icaria assA iafe.il. ia
    cmaras .nunicipaes.
    Misao; semeihaale inlerprattio sari ai .-
    Irtri e cerebrra, e o abaix assignados nao. a
    san presum-la aceiu pr esta cmara, de cuta
    lluslracio e religiotidade tao Ibes licito d.i-
    vidar.
    E porjae tr) deseonbecrai o valor da x>
    idos, e qunl deven elie Influir no no-s> r-. -
    men municipal, mo lela lo ea ^uas attr.bii.
    pelo de Fruica, os tbaixo assigoados inv asa -
    vossa elevada attencio para o que r-luivan-n-: :
    raateiia sujeita sic.-ode e se ICM estabeket 11
    quelle eiviHaado e calholico paiz.
    A contrario d qna se pus eotre lo, cej
    tendencia aeabar com os sinos como ooavM
    utei-", e at prejudiciaes, alii a conte-tn-oas e
    conllictos que tti.n surgido ssie reraeit" a 11
    autoridade municipal e a auloridade ecci. -usiica.
    ou entre os mairs o os parochos alterara a ce-
    eeiidaw e utida la dessas insirumenios alea oa
    medida, e proceden de se julgarem os (riraeiro
    con d reito de ordenar o loque dos sinos, q lando
    e tome Ibes apras e tendendo o uso talla, seo
    accordo com os parochos, casos exiraoho? a '-
    reraonias reiiglo.-:.s.
    Dasteestido de crasas pnveio o joriic pa- -
    car da sei-eio de le^islaca) do c mselho da !ta.'
    de Franca de 17 de juran da 1840, (rajo llie r a
    acha no curso de legi-laeo civil e ecclasias'ic Oa
    moasenior Anlr) o qual. reftrinlose aocraflic-
    t entre o bispo de Coufuiice e o mtiire da me*rr'
    cidafie acerca do uso dos sraos, e sobre as aitr-
    buicd's respectivas da autondale eccclesia-raca 9
    da aut-;iJe;mnicipal, as-eulou, e.n oo*4MVl-
    da cora o art. 18 da le de 18 germinal, anra 10,
    arla. 33 e 37 do decreto de 30 da D-zembr de
    180^, e art 7 da ordenan? da 12 de jandn da
    19-J'i, enfe oatras, as segantes e ancla-oes, *
    quaes os ibxo assgnadus taieirameuia -ud-j -
    vara strvalis senandis :
    1. Que os sioos das igrejas sao cspeciaraenW
    destinadas s cerera raas da religii :alhoica ,
    ! Qae o parocb ^ naate quem date lar
    chave d torre, como tara a da igrej qua >
    m'itVe nao tara direilo da lar orna seui;d
    ehave ;
    3." Que os osjs existentes relalivimeote ao t qu
    dos sino das igrejas na pra Incoaverientes e seoio fundados am verdaJeir*
    nacessidides, devera ser respailado a mando- ;"
    4. Q ,e a esta respeto o mure deve prcd-r
    de accordo onc o parocb ; qae as diQlculdades
    que podariam sosoitar-se entre alies >br p-
    plicacao dta regra derera ser subraeitida *<>
    bispo e ao prefetta, os quas se eoleaderio para
    rasolve-la, e par impelir que nao sej p rtatva-
    da nesle poo'.' a boa harmrai que leve r*mr
    entre a aotoridada ecclestisti" e aator daifa
    Maneipil ;
    S," Qjb-^s ?asos de perigos coraraans qoe exifMVj
    p'rompw socoorro, ea era eircumsiancia em-qga
    as sais ou regolamenlos erdenem toques i sioras
    (incendio, nnunlacio, etc.) o pro:ho da ata ca
    tisfazar as reqais cas d mair#ete.
    Sao e:tes es principios e regra* vagailVM- aat-
    FvaQi.equ coaslituora iaa jurisprudanca n
    materia, conviado observar que sio aa**ado aviU
    a em militas djtetse mraisterlaes anlarioraB aa
    meocionado pareoer do conselho de astado ( a
    qaaesos abarte asslgnsdos para nio sbusir da
    vossa iteaca sa cx;ra?m d oitu) w
    .1
    <




    I*
    - *



    '
    Y
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    iari* *r Parnalm< Quarta era I^^^jr^cift? aftMS,2
    3H
    ft9a'.)3 ex;'tentes Kjjfe'i t->qjes s sbao*, 'tt'l0 i>'' > M .1; l na*.i< d OJBS H do aeeonv' CJ. 0
    P'-hiUs.
    .Njjiei regiment, cij) roadalo se eae/otra
    ai obra refunda do manjsahjr iMdr, lab '->
    rijl-i coiifr;iu os cnoues di- concilios '?
    n.s<\ du dnrmes^nniMili Mkgtou.
    0*shaxj asigtil* abstera-ie.de aiuitii outras
    reil-xiiej q.nlhis saggario a aova posiun. a qial
    >Hirasia coa co* prinap:os e rsjjraseauuciid is,
    e pando ierinj a em reareienlac-o coullara que,
    aUiD'. Jal !|uIo Ge u expeuliJo, ser ella
    ii oigaaiuute u ji1 para q Ora de ir pr posta
    ALPAMPEC-A
    .oaluaanto ds da
    :; .
    a revoi;o islilla ico por BU lima cimi a,
    *nquiO o:ai verdil ira sabad >ria, iLjnilid)
    e honra pira suiloc ir os mpul-ta doam ir proprio
    e falso puilraor, qda preferem mant;r a injuslica
    6 a violencia,a repira la< d^vi lmenle.
    Recifa.&ie oatahro da 1871.
    cS-gaaiflcH! ajuiciaras eiu aunie o da 311)
    filia de Fernando
    TeiuoikTMe que 8) diga que lodo
    qtiaolo m lana drto a esori|to sobre Fernan-
    da por nim feilo, porque alea da nao
    adtcntar cousa alguina, na tenuo dmbeiro
    para esbiajar eia pOblicaeSas. Mas boje
    suu Jorcado a sabir deste silencio a vista
    de arr-ioado publicado honleai aesie
    Diari.
    fui preso, cerio, pelo Sr. lenento-coro
    nel Ciapos Mello, porque a proAssa tota
    a Midra iivia sit crinoridj; mas resta
    prov.tr je que pratiqoei os ctjs por que fui
    presj. A fin da q-ia o L. que ha pouc
    veto de Fernando sabe parfettaraeute qus
    c wiomia'me all oda dilfi -ultoso ;
    pela ameaca o i por mi simples orden em
    forma de pe^rdo todo se cOasegue.
    J. n se lembr.ir o L. a facitidade om
    qou c-.a outros lempos se oble ve declara-
    Cas d is feotanciados Taomaz R idrigues
    Amtl J tf-rurn deOiveira. ele sobre um
    atieres qs por infelicidade ca'iio no des-
    uerado do cuuimaDdanle 1
    N5o fot o L. mesan que ass'm o di=sa em
    diverso* documoaos? Oh! tmpora!
    Arreie-se d'alli, aiada que temporaria-
    manta, o ommandante e Ma-leira. (que en-
    tre os sentenciados tem umita influencia,
    'o los tyspeiam e obedecem ('), e envie-se
    orna comocisso para syr.!i;ar da meus ac-
    tos, e o g(.V3:no pasmar wcniiO a facilida
    da com qaese despe um sanio para vestir-
    se a oul H. Ver-se-ha qoem u veodedor
    de igaweole por intermedio da seutenci<
    da Anfia J aq :ina, qoem o aginia que d
    ao pob. o sentenciado Jinheiro loros, quero
    que 8e*p -ssa d fruct*, gumina, da fa
    riuh), e t.otras couias mus, oaca maadar
    ecdr m tusca da dita Ana J >aquiaa!...
    E' ioteressaote por demais lancarem so
    bre mim o que s e s all praticado por
    ebtreta i
    A* L. e no ex-vivanieiro de Fernando
    convepieaio a estala de Midaira naquelle
    presidio, porque luora o primeiro cjm os
    presentes e o segundo com a sociedade que
    im no negocio.
    J disse, reiire-se 'dlli o commandante
    e M deira, e mande o governo urna eommis-
    sao syndc?r de fados meus; stjppe o L
    que me &rrtceio ? Antes estimara que as
    sin o illeNl o govern >, porque eitio de
    mtitas uiarias encobertas seria ele sa-
    bedor.
    Cora aquelles senbores porm all, nao,
    porque sp f^rem preci os IU documentos
    contra iniui. elles appsreceo, porqna com
    a p'iita t ameaca todo se obtem.
    E, CJiflD madoo t3) depressa o pensar de
    I- a respeto de Madeira !
    t$<\ a !^ rt reli'jua que publique esses
    licnn-inius aul'ienlicos lo fallados; o pu-
    blico oi i .vt admirar, porque jasaba romo
    em Krrostido se adqmrem documaritos des-
    sa ordwn.
    E, qti-r sab r o L. porqua fugiram os
    teotvnciados o presidio?
    Pcrqtra o coi mandante arrogando a si
    tolo o dlreilo. usurpando mesmo o de ou-
    troo Mopregvlos, tratando de desmoralisa-
    &, faz aquillo qie Ihe nao pertence
    azer.
    : L'eBho em meo poder documento do pro-
    rno punho lo c mmaodante, que resalva
    Je mim a responsabibdade que ma querem
    Espreme, pois, as noticias de Fer-
    Motto.
    Bicife, 10 de Janeiro da 187 i
    Traj.ni) Alipio de Carvallio Mvndonca.
    '\
    JliTloMt dai tfndejea
    volnoies m\ryht cata (azeaifaa 237
    eoa gsoeros M9
    Voluroes
    ahidos
    >
    cora
    COfB
    raiffndas
    l ir4
    Mi
    m
    Dascarrcgati hoja 10 ite Janeiro de 1872.
    Patacho ingle--f/cr*mercadorias.
    Patacho iogliiJane lKA Esuua inglc'taNezalinaidew.
    Patacho haspaanol-JV/cyo -vinho^.
    Hirca ingieza fenniomvanos genero.
    Barca ingjeza-PAi/pp/nacarvo. .,
    Oitcalngfa-Zrnnfrt-cmrvSo Bf*iw, -
    Barca pn-lugaea etpique /7-pedras.
    Despachos tie exportago no da 8 u>
    Janeiro de 1872.
    Para os portos do exterior
    No va,or ioglez Atice, para L^eroool, car-
    r^garatn : Siunders Brother & C. !,2 saecas
    oona 47,333 Kilos de aljodio ; E. A. liarle C.
    II ditn om 1,233 ditos do aita.
    Na barca ing/ez Bnrbadoes, oara L^ertml,
    carregiram : riaset freraa 4 (1 28 sacca* cdta
    2,060 k los de ilgoJo.
    No brlgae portaguez Despique II, para Li
    varpool, carregaram : Uaooel Feroaude9 da Coila
    A C. 71 saccas con 8,859 kilos de algodio.
    N> pat^hi hespanhol Elena, pjra o Rio da
    Prata, carrogarim : Pereira Carneiro A C. 590
    Dirncascom 58,381 kilos de assaear braaeo.
    No vapor infrias Ariel, para Liverpiol, car-
    /egaraai : Mills Latina A C 1,300 saceos com
    111,800 kilos de assacir mascavado.
    So origue suacm Elena, para Marsflilla, car-
    regaran : i>' da ailva Loyo A Filho 3,000 tal!
    cjs co:n 221,003-kilM da assucar mascavado.
    Para os portoj do interior.
    Ni ba-caca Dous Amigos, para Ibnif, cal*-
    raoon : Isinaal Gsar Duarte Ribeiro l pipa eom
    i,800 litros de agurdente e 17 barricas coai 1,480
    k'los da assucar brauco ,:
    Nj vajnr inglez Alice, para Liverpool, car-
    regaram Mills Lithan A C. 4 Uta cuai '', kilos de
    as? u jar.
    No vapor f.-atices Amizon, fa."a o Hio da
    Prala, crr(roa : Prancisc ltibeio P.oto Gjbi-
    re.< 1-pVcfti com 3 kilos de-'MsoVar.
    REGEBEaORIA DE RENDAS INTERNAS
    GERAES DE PERNAMBaCO.
    ftendimento do dia 1 a 8 9:371/28)
    dein do dia 9...... 2;8J7tl0
    ^00
    N.& 400
    *WB do cae esta mewionado sas tabaM ^
    tu (araeeidu cet ao presu^ qual ser ompos-
    ia da um pi de tres oDca?, oa urna bola:h3,
    urna caga de caf o du.s de assacr. pelo ftesmo
    pree> porqpi for-foruecido o aimoco.
    *t*af a constar se naaodou pablicar o prMeale.
    3e.Trr,a da laasonraria provincial, I de Janei-
    ro de |87i.
    O oflki-l da teerelaria.
    Mioel Aonso Farreir.
    A- cmara municipal dsni cidade pelo pre-
    impo-io de 80 rs por cada pe de coqociro de pro-
    daeeiio. exepioando 10 ps p.a o nsj'oo pro-
    pnelsHo, pe'a qnantia annnal de 901 f a Umpa-
    rwerpm nos dlts 8, 9 e 10 do correle.
    Pa?o <* eaniara muulcipal do Recite, 5 da Ja-
    neiro de !W2.
    fgiacio Joaqui n de Sona Lelo,
    pro-presidente.
    IjoUrenco B*zrra flaroeiro da Caoba,
    Secretario.
    IMUAO
    * RIO BE JANEIRO
    U origue naduoal i)ama 6 eperado- dentro ero
    po.n;o? dia do M Janeir.' n regu para o mes-
    mi porto, tem pane do sen earregamemo engaj--
    d) : vari o resto m ftom.ij;uittri Aoonio Luis rie Olm'm Ase-
    ido A d, r M ,1 > Botn Jestf n. 57.
    fu o torko
    Sefuepor teS-. este mrz oV janairo ;i b.rei f.t>r
    Ingoet feliz por ler a ml,-r pane de nt carza
    prompta : para o t estaa a .juaageiros traase
    com oa cooiittaatorai rtioia A C SiKcjssores. ra do Vicario d. 19, ou com o
    epW*o prga.
    *bo de looca ojie )ara jantar, 1 appanlliO de
    meo! para almcco, bJfcnc* para bardo, dita om
    forrni de reloglo, estefr ftra para Lm de la,
    fc.ftojs de forro da diverso? larnrani-s e fetfios, ma
    chinas para er>lura, 1 grano* feanheiro ovo de
    cboJactf maito> anttct atUfo?, que tudo ser
    vendido ao correr do martetlo para acbar.
    O agente Mirlins fari o Jeilo aciun so dia e
    hora marcados.
    LILA
    == O iopec.ir da al/jodegi faa publico quo
    laodo-se -d contratar os concert* precisos na
    raeima repartirn, autorisados pela uiesouraria de
    fueoda em p irtaria da 2 do correla sob a. I, e
    constantes do orcamento respactivo que se teha
    Asado .i porta da dita raparticao, sis convidados
    os preiendeotei a auresoalaroin -ua* proposia.-
    em cuta o;badu al o dia 13 deste raez.
    Alfandega. de Pernambaco, 9 de Janeiro de
    Emilio Xavier Sobreira de Helio.
    GECLARACQES
    _0 inspectw da alfandega f.is .publico qne
    o leilao das 10 caixas com vidros, marca B O. an-
    ounciado para boj-, e qua por falta de licitante?
    deixia de ser eflaciaad.-. ti:a transferido anda
    para quartafeir 10 da correnle.
    Aifandaga de Peint'nbuco 5 J; jineiro de 1872
    Rioilio Jtivier S c;cjnp/L\HiA
    .vii'Etiwo mmm
    . At odia lOdocnrren,5 espe-
    "i?^,*1^"- r3*) ('os P')r,0, J0 norte o va-
    -V.'siiii^. f"* J,{","*r enmmandaste Gar-
    ^%^m!Ks ris Ia8' d'-pois da Oemo-
    '- -eW'jflUkP ra o costume aeguir par. o.
    portos do sui.
    Para fretes passair Ent-ommendas da peqoeoo alor, p-ao, medida
    e tarr.beiD dinieio, receboni-sr al a 1 rom da
    tarde do da da sabida do vapor. Agencia roa do
    Cinmercio n. K
    Vai
    Uniao
    Soaras
    PAHJL
    PORTO
    sabir muit) breve o arigae portujrufz
    ; para c*rga e p-sageiros irata-se com
    Primos i roa do Vigario n. 17.
    , RIO DE JANEIRO
    Para o ioditudo pono o.;p*tachJ Ctnsilhas, quera
    nelle quizar carregar, devera tratar a rna do Vi-
    t'niuiu iuiIo superior.
    De ordem da Illm. Sr. curopel commaudame grio h. ii, e-criw >ro de J.is Lope Davim.
    saperior fac i publico, qne no dia 9 do correute
    o-7., [i l.i. II turas da inaorfa haver nesta se-
    cretaria reuni&o da joula ma-Jio; deveodo por>
    lano indos 03 Srs. (ifHciaes e mais prafts. que
    requereram serem iasoecion^ijs, apresentarem-
    ie no indicado dia e hora
    8acreiria do eonimaoJo superior da guarda
    nacional do Itecife, 3 da iaaeiro de 1872.
    J s Uarcelliao Alvas da Fonceca.
    Capilao secretario interino
    CONSULADO PROVINCIAL.
    Aenrtiment do dia 1 a 8 52:oi3o8i0
    !dera d) dia 9...... 8.9121.
    61:77972
    OOMMERGIC.
    NORTHERN.
    apital........20,000:000*000
    Ptiaao de reaarv* .... 8,000:000*000
    Agentes,
    lilis Lachan C.
    IMPERIAL
    Companhia de seguros
    fe
    contra
    logo.
    AGENTES
    S. P. JOlfiSTON dr C:
    ii;*.* di Meazala-nova a. 49.
    THE ALLIAROI BRITISH FOREIGN.
    Lifn'aaj Pire Assnrance Company eslabelecid*
    '-:.
    3tUl 5,000,000
    ra >
    i ajieates desta compaHhia tomara sefrurof
    con'ra fugo sobre predios, gneros e fazendas
    p.ig-ta i :i ;ra]aizos devidamente provados.
    Hade Schmettau A C
    Corpo Santo u. 15.
    Seguros contra-logo
    COMPANHIA
    SEGUHO CONTRA FOGO
    The i.; arpool dr Loorton & Glob
    . 'trance Compaay.
    Agentes :
    3a andera Brotbera A G.
    H Corpo SaateH.
    ?!t*i,.A >J RRCira 9 DE JANEIRO
    DE 167
    1/ HORAS Da TARDI
    fOes officiaes.
    Alcoaiode tfe^ l*-sor: 6t>7 rs. por kilo pasto
    n borda a tote de 7|8 e 8 0(0.
    Al jodio da Paraytn 1* sorta 6i3 rs. por kilo
    i tordo a fwte da 1 |8 e 5 0|0.
    Ditolf "a tita *t? r-. por kilo posto a bordo a
    fre- d 1 !|8 e 5 0|0, h-mtnm.
    Cambij Mira Lnhlre* a 90 div. 25 d., 5 1(8 e
    2.) I !, e dohanc) 23 d. por 1*000.
    iambwj-winra toHs a !W d|v. 370 rs. por franco.
    Cambio sobre Poriogat a 90-d|v. 112 00 de
    pr ufa.
    Cuob'o -
    Oi'.'l
    Coi i a 90 d|v. 11;, 0,0 de pre-
    9. J. P't),
    Presidente.
    Uahonrcj,
    S?cretrk>.
    MCVIMENTO DO PORTO.
    Navios entrados no da 9.
    BgtfsVaas e portos interm-'di)s t( di.n, vapor
    francez Amazone, de 1907 toneladas, eomman-
    daute Joret, pqaipacem 130, carga diffarentes
    ganeros ; a Tisset Frere.
    Bililalodias, brigae inglez Diligente, de 285 to
    neladas, capito Colppitls, eqoioagam 9, em la*
    tro ; a Saunders Brothers A C.
    Goyanna2 dias, hiato braaileiro S. Jo'w Bnptis-
    ta, de 6i toneladas, capilao J)aqnlm Felip^e
    da M Guedes, equipj-.giii 5, carga assucar ; a
    Tii. iii.i/. Antonio Guioiare.-.
    Maeo6 das, hiale braaileiro Dtus le Guarde, do
    96 toneladas capit) Mmcel Cetmo da Costa,
    equipagem 8, carga algodo e outros gneros;
    Bariholomeu Lonrenco
    Navios sa'iiios no mesmo dia.
    ParahybaBrigtie oorueguense .4iic,capiti Erik
    sen, em lastro.
    Canal-Patacho inglez Azalea, capit) Revery,
    carga assucar.
    Rio da Prata e portos intermedios Vapor fran
    cez Amazone, eommahdanie J iret. carga parte
    da que trouxe dos portos da Europa.
    EBITAES.
    A cmara municipal desti cidad?, leudo
    de levar a elTeito a construceao de seu mer-
    cado publico, convida as po-soas que se
    quiaerem eocarregar da mesma conslrocgo
    a c roparecerem na mesma caraira, no pra-
    to de sessenta das da dala de>l9, para se
    ellectuar a arrematafo mediante o orca-
    mento e a plantaapprvados, qtii se acbam
    na d ta cmara, e podem ser examinados
    por quera quizer arrematir a supra dita
    obra ; leudo em -vista as condiegois abaixu
    mencinalas.
    Paco da cmara muic pal do R.'cife, 29
    de novembro de 1871. I-jnaci Jaaquim
    de Soma Lmo, pro-presidente. Lonrenco
    ezerra Carnciro da Cttnha, secretario.
    Clausulas e-peajes para o contrato relati-
    vo a construceao do mercado publico da
    cidade do Rectfe.
    Art. I. A constroccJSo do mercado publi
    co da cidade do Rectfe, ser feita de con-
    furmidade com a plaota e orgamento appro
    vado e as i- smeles do engenbeiro fiscal
    da obra ; pela qnautia de 385:0.0^1000.
    Art. 1. O impraiteiro dar cometo as
    obr-s dentro do prazo de tres mezes, e as
    ttoncioir no de vinle m^zes, conlidos da
    assig la'ura do contrato, sub pena de urna
    mull de 5:000)je00 no pr.'meiro caso, e de
    10:0000000 no segundo.
    Art. 3. O pagamento ser feilo em seis
    prestares iguaes. A primeira guando o
    arrematante atsignar o cent ato, a segunda
    guindo mostrar o conrtecimenio de ter em-
    barcado loda a ferragem, a terceira quando
    ti.er feilo a terca par,te das obras, a quarta
    quando eifriverem execrados o dous ter-
    cos das ditis obras, a quinta qoando esti-
    ver concluindo todo o edificio, a soxta seis
    mezes depois de execaiadaa e concluidas
    todas as obras e conservadas.
    Art. 4. O empreiteiro tara um eugenbei-
    ro encarregado de dirigir as obras em exe-
    cuejo
    Art. 5. O empreileiro "obrigado a fazer
    por sua cunta e sem direilo alguna o esees-
    so de Ierro fundido, batido, ou laminado,
    que por ventura baja at o peso de cinco
    tonelads, alera do calculado no orcamento.
    Art 6. O contraanle e s us so:i >s s
    os tiver nao podero em lempo algum alle-
    gar oerdas e da uno., era usar de encam-
    pacoes algomas, para o que renunciam a
    todos os casos furtuitos.
    Art. 7. O contratante prestar urna fiao-
    ga de 80:000^003 para o pagamento das
    prestarles qne tiver de receber.
    SANTA CASA DA MISERICORDIA DO
    RECIFE.
    Pela sacre aria da santa casa da misericordia do
    Recite se faz saber a qoom coavier, que no dia l(j
    de jaaeiro crrante, no sal?.o da casa dos expostos,
    pelas 9 boras da raatha, o Iilro. Sr ttesonreiro
    interino desta santa casa maj.>r l..m entino Jo- de
    Miranda, fira pagara ato das measitidades v o
    cidas em dezembro li i lo, s amas qie so apresen-
    tarem com as crfancis que Ibes forano confiadas ;
    deixaodo porm de faja-to -juellas que ni a trou-
    xerem ditas criao^as, seja qaal for o pretexto
    que se soecorraip.
    Secretaria a santa casa da misericordia do Re
    cife 8 de j ineiro de 1872.
    O escrivo,
    Pedro Rodrigues de Sonsa
    ANTA C\Sa DA .UlsKlUC.llJlA BuTOPE
    A Illm, juota administrativa da Santa Casa de
    Mi-ericordia do Recifaj manda fazer publico que
    oa sala de >uas sesfojs.no dia II do mes de janei
    zembro pelas 3 horas da tarde, tem de ser arre-
    amadas a qae-n mais vantagens ofl'erecer, pelo
    lempo de um a tres annos, as rondas dos predios
    em seguida declarados.
    BSTABELEC1MENTOS DE CARIDADE.
    Rna do Padre Fionaoc.
    Ca=a terrea o. 17; ; ... 1203000
    Kua lurga do Rnjario.
    Segundo andar do sobrado'n. 2i A. 308*000
    Itua du Prdre Floriaunc.
    dem n. 47.........I80*COO
    dem idem n. 17.....". 120*000
    ttua da Gloria.
    Casa torrea n." 61......2i0*000
    .PATRIMONIO DOS ORPHAOS.
    Roa de S. Jorge (Pilar).
    [d8m D. 108........203*000
    dem n. 98.........205JTO0C
    Os pretendentes deverao apresentar no acto d:
    arremaiacao as saas flaneas, on compareceren
    icorapaabades dos respectivos fiadores.
    Secretaria da Santa Casa da Misericordia do Re
    :ife, 29 de dez-mbro de 1871.
    O escrivio,
    Pedro Rodrtyues de Soaza.
    ADMIN1STRACAO DOS LORREIOS DE PER-
    NAMUC 8 DE JANEIRO DE 1871.
    MaUs pelo vapor nacional Cruzeiro do Sai.
    A correspond-ucia que tem d- ser expedida
    hoje (81 peto vapor aflma mencionado para os
    porios do norte, sr raaeaida peU raaneira se-
    guiule :
    MaQ de joroaas, impressos de qaalquar naiu-
    rez, e carias a registrar at as 2 hiras da lirde,
    cartas ordinaria^ at 3 hora?, e e-tas at 3 ljg
    oagand > p irte duplo.
    O administrador,
    Alfonso do liego Barros.
    COUl\i\iHA
    M
    Navegatjao Brasileira
    As ene. mieadas viudas por vapores deHacom-
    pannia. quer do norte, qner du sal, seo de hoje
    em duuie eptrefoeana agencia da cotupaoliia ti
    vre le dastnxas fcniro do mie e quairo horas
    depoli da cliogada dj re^peciiyo vapor. D poi<
    deste leraos atajaos aaa recat;-03 seraode-
    posiia los no trapiche alfinde(!aaii-Dalas.
    DA
    Coxeira da ra da Paz n. 1$
    Goetendo 2 cavallo;?, 4 carros -de paeseio
    cem os coripe'efiles arreins, abrile!,
    e I sarrosa (joe, se vender era 1 s lo-
    te tu em divergns.
    TVrca-ftira 23 rio corrente.
    O ageste Martina fai leilo, ca ci xtfra Ua ra
    da Paz n. Vi, em 1 on mois lotes vuniale do?
    comprad-res, a qual se- aeha mnitobem moDiadj.
    com 4 carros de pasein, 22 cavallos cabriolet e
    mais utt-ncilios, 11 hir< do dia cima.
    AVISOS DIVERSOS
    INSTITUTO MMEOl E GEOGIllPllh
    Cl> PERXAMBLAXO
    Haver se sao ordinaria quinta-feira, 41
    do correiite Janeiro, pelas 11 horas da- ma-
    nha.
    aioEM- no div.
    Pareceres e irabalbos de commisses ad-
    diados;
    Discus>ao sobre preparativos pata a testa
    do anuiversario.
    Secretaria do Ias'.itnto, 8 deimeirod-a
    1872.
    i. SOABKS n'AVEDO.
    Secretario perpetuo.
    COMPANHIA PKRKAUiCAiNA
    te
    tSavegafdo cozleira por vapor
    Mamanguape.
    O vaper Coruripe, com
    afandalMe Silva, seguir:
    para o porto cima nc
    dia rS do cor ron lo as t
    horas da larde.
    Rucebo carga, eocoin-
    raendas, passageiros e dinheiro a fret at as 5
    horas da larde do da de ana sahida : sscriptorii
    BU Forte do Mattos n. 12.
    PARA'
    Same para o indicado porto com penca demora
    o novo hiate Olinda por Ira maior parte da carga
    e para a que Ihe faa tr^ta se com o consignata-
    rio Jjaqaim Ji Gomjalves Beilr, rna do
    Coramercio n. o.
    PREPARATORIOS
    PARA
    Pevereiro e nar^rt.
    los Soares d'Azevedo, professor de lio
    goa e literatura nacional no gyrunask) pro
    vjlcinl do Itecife, tem abeiio em soa casa,
    ra B lia n. 37, as segoiules aulas de pre-
    paratorios para os estodante que liverem
    de fazer exime em fevereiro e raarfo prexi
    mos:
    UIIBTOIUCA K POTICA ;
    1'lltl.OSOPIHA :
    oeoghapiiia ;
    historia*;
    Alein destas aulas, continua as de Can-
    ''.'Z e porluguez dnratite ludo o aaoo.
    Diiigir-se residencia indicada, de ma-
    nbia al s 8 bora, o de larde das s ti
    boras.
    LEELOES.
    Leilao
    DE
    00 borricas com farinla de trijo.
    HOJE
    AS II HORAS DA MANILAl.
    O agente Pestaa far leilao, por cunta e risca
    de quem pertencer, d 200 birricas rom excelien-
    te farinha de. trigo para fechtr cootas, e sero ven-
    didas em I ou mais lotes, no dia aci-na dito quar-
    ta f, ira 10 do eorrente, ;i< || horas da maohaa, na
    presenc do Sr. Saunders Bro-.ers 4 C, no Caes
    do Apollo.
    THE.4TR0
    in
    A, Ur_,r UMOM mOO, MI 10 ,,_ 5f, ,,,,, m ., .
    ., ,: 1j. ..*.__(\'V. ..... ... .. clal manda fajar nnblieo (loe. em cuunHmentn da-
    cial manda (azar publico que em cuojprimeuto da
    ordem do Exm. Sr. presidente da provincia de 30
    de deembro Vrbxtmo Modo, vai novamenie a pra
    ? no dia M do corrate par ser arremalado at
    o dia 31 de mareo prximo vradoaro o forneei-
    memo do alimeoiacao c dietas aas presos pebres
    da casa de dctteneai servindo de base a arremi-
    lacao os precos seguiotes :
    Domingo, almoqo e jantar, confirme tabella 680
    Segunda-ira, idam idem, idem idara il80
    Terja-feira, idem dem, idem idem 380
    Qiarta-fira, idem id^m, idem tem 360
    Qiinta-feira, idem dem, idea idem 380
    Sexta feira, il m idonj, td>m eoj 310
    Sabbado, dem ide^,. dem idem, 30
    Dietas,
    N. i 38)
    S. 2 *00
    W- 3 0
    Quarta-fcir-i 11 dejamiro
    mmmm o etiso espectculo
    DO
    re no \n
    E
    Rinha do ar,
    Em beneficio de
    MI ILLIE HIWM
    O Sr. Prederico Airee neste mtiuo esp-ctaculo
    exa'.ntar novos e periaoso^ trabaibos.
    Depois do espectculo have.- um trem para Ca
    xang e mais pontos da lioha.
    Priocipiara s 8 horas.
    VISOS MARTIMOS
    COMPAMHI a
    Di
    Mes^egeries
    DAS
    Hia;itim3S.
    No dia 11 to correte ni es|iera-se dos por-
    tos do sal o vapor fraocez Girn le, commahlanle
    Sorner, o qaal depois da de nora do costum le-
    guir para Brdeos, tocando e;n Diltar (Coree)
    * Lisboa.
    Para wndjce*. fretes e passagen?, trata-se na
    agencia, ra do Commercio n. 9.
    CeflTpanhia americana c bm\k\*
    ra de paquetes a vapor.
    At o dia IS do correntu esperado de N0w-
    York por S. Thomaz e Para ora dos va jotes
    da compaahia, o quai depa'U da deraora do eos-
    tune segairi para os poru do su.L
    Para (retes e passsgens. trata-se com os agaa-
    es thnry Forjte & C, ra, d Ga-ntaercio u. 8.
    Transferencia
    DO
    Ltiao
    Dli
    Queijos de Minas, presunlo e v'obo verde
    Par*, boje s 12 horas.
    O agente Pestaa pir causa de v^por da Euro-
    pa iKui.-i'-rio pira boje s 11 horas da manhaa o
    leilao de 6 birria com pre untos, 12 jaches co;n
    queij o de M:uas e barrl com n.aiiii-g.-i i:glezi,
    ditos com vmho veriie; no armazera do Aones
    detrontn ila alfindega.
    fdZ^nas e miulezas
    Espolio de Franciico Rodrigues de Figpei-
    redo.
    Sndi 22 pec'> dachiti, espelhos, Tanjas em re-
    tallio, lencos de algola->, ppqis de trancu de lat
    e de a'goJo, nucos de cordo, pentes de alizar,
    macos de I nha preta e brues, duos de lila
    para debrum, pec^s de iabyrimho a outras mul-
    tas miu lezas:
    QUINTA FEIRA 11 DO CRREME.
    O agente Martins far leilao, das fazendas e inia-
    dezas cima, por ordem do Sr. Dr. consol porto-
    guez e p->rtencentes aoespjo de Francisco Rodri-
    gues deFigu Irlo.
    A's II horas do dia, ni armazem da ruado
    Imperador o. 48^__________________
    Piecisa-se alagar um escr^v i de 14 a
    16 aonns, qae se^a d-j boa conducta para
    casa de familia: a tratar com Antonio Jos
    Rodrigues de Souza na thesourana dis lo-
    lerias.
    ilm.\m.L
    O hachar! A.f.edo Erae.-to \u ds gik
    Oliveira, promotor publico a eoajarca *+*
    de 9 los de Miptbn, advoga noa anli- A^
    tonos dos teraris de Gomiiuha, r,.in '-Bf
    guar<-tama oa Penha e Papary, p-r- t\
    tenetmes a mesma comarca, oa provio- ^f
    eia do R, Grande do rforte. ,/v
    Quem a^i*>r otilMr -e de seot ser- vV1
    vicos, pode mandar snas ordens por /ny
    intermedio de se irrnio o Sr. Jastno i/
    i> Jos de Soaza Caaipos, a ra do Hospi- ,n^
    Praelsa ?e de nma ama para cosii.tur :
    r W do Calaereir-. o. >t
    ATTECAO
    VaaaW por barato presa ana propredad* a
    larfem da Ciab dos R-meiot, razendo-aa
    oda vaniagerr' ao comprador, re-rt)?odfie prt*
    m dDt,eiro e pa/tt- em letras ca objecioa />
    i rompt veida : cnia propriedade conim nma
    rauda olaria de pdra e c-l que lastra 16,400
    lijlos i> alvenaria grussa e forno qoe comporta
    S.fHIO, eam msis om fon e lastro para tinm
    elhaa, la4filbos, canos e louca, cora exce^nw
    oarro par qnalqaer obra, eom doas excellentes-
    iveiros da peixe e com casa de vvanla para-
    grande faajiHa, torna-se reanir-mendavel aaf pas-
    ar perto a bnba dos bonds : as pess^as qae pre
    teaderem dirijam-e dita pro^rwdsde a eminider-
    acera o capilaVDtlfim Lin Cavaleante P*.a.
    Mt
    i
    P/ecisa-se a'ajiar urna casa con bas.antes eom
    mod'.' oara umaf .miJia prqQeoa 5-trangeira coor
    sitio en quiot! mor.-do nas pr boods, prefultU-M da Pa^sagea : a tntar na
    ru da Cade-a a. Sft. laja.
    Nasti typwrapaia se
    iir qieiu precisi alu^.r
    um p eto do m-ia ida le.
    Precisa -ede nma .na
    paia pouca fimilia. que
    sa'ba cozior-ar cora per-
    feii;a.': na roa da Ao-
    roa n 5, 2* andar. Pre-
    fere-se escrava.
    iMiyi3@li[^Egai
    As aulu do collegio do SS Corara- de gg
    3 Jess, abrera se no dia 11 do corrate ?!
    AMA
    jmnmmmmmmm
    Novioffi iua de pin.os
    Augusto Ratouil parteci| a ao respritavel pu
    blico, que se desiigou do estabeleciniento do Sr.
    Ilbgas desde o Io de^jineiro, e abri por sua cun-
    ta ama officioa ra do Imperador n. 29, onde
    se repara, coocerta e afilia pisos com esmero e
    promptido, e far tu lo quanto tor a sea alcance
    para continuar a merecer a bmevcla coullanna
    que sen fregoeze* Ihe concederem al hoja cora
    scieocia zelo e promotido.
    Precisa se de uui caixeiro Cuia oi.hici uc
    taberna : a ro estreiU do Rosario n. 47.
    mnm
    Vende-se ou perma:ase todo ou metade, por
    casas terreas, um sobrado de doas andares e t -
    lio, em urna das melboies roas desta :idade :
    tratar na ra do Mrquez de Herval. oalr'ora ra
    do Sol, armazem do maleiras o. 33, oa ra da
    Concordia.
    AMA,
    Piecisa-se s urna una pata r..sa de-potrt
    famiha : a tratar na pnca da loVpcDi'-ancia n-.
    8e 10.
    Precisas de 3>i a |ar<*s oara pagar-se <-m
    prestacSes men a^s de 50*. e d e peaaaa idnea
    para garaatia da dito negjeio : quem quizer ao-
    rwncie.
    Precisa-se Je u ua ama para cortaba:
    tratar na ra dj Crespo n. 18.'le-
    gando andar.
    Gasa para atagar
    Aluja-se urna excfll"nt casa n > Poco da Pa-
    nel'a, corneado 8 qaario-, 4 salas, ora soto cen
    2 "Joans, con qnilal e li quans no ut-smo : a
    tratar oa ra d> Livrai>-nlo u. 30.
    Omeerta-je m chinas p ti
    costura
    de qualquer autor por um WKbiwall nor-
    te-aiuericano bi pouc rhg-tdo em
    Casa de Cha raan
    Rui do Impera lor n. 45,
    Ad vetulios *
    * --
    tf Pr-iiiklin lavan e C.i-ie lo Graneo ^l
    Jr, 3j Rui do Impera lor.13
    Joao Silvestre Piaaeisea de Mell >, profe r
    parcular de iu?trurcao 11 mentir, fai publico a
    quem iotereasar, qiie'do di > lo em dame comce.m
    os irabilhos escolares na rn*">ma casa ii sas resi
    deaeia roa do Prraciro n. 20
    Ouxeiro,
    No hotel da ru laiga do Roaaria o. 29 precsa-
    le de um caixeir'o, e paga se bem.
    Precisa-ss d^ qjii ama paii c uiiurar e coz-
    nbar para ca?a de punca familia : oa ruaatre:ia
    do Rosario u. 10, l j i.
    99919888 SE ffiSS8fl HS
    Mov;s elonpi
    Orna raobttiadejacar.iDd, 1 -lita de anmello eom
    tamiio de podra, *. dita d faia tanbam com
    taaapos de pedra, 2 ricos apiiaradores de m-->a-:
    no, 1 euarda-vastMo-, 1 toarJa-roupa de anfc-
    reil > (rah), I meia comiuoda ta de amarillo, 1 guarda kuca di amurallo, 1
    mez* elaslic-i, I cama fraoceza de raogn\ 1 ar-
    mario de amarell i, I dito do Imir", 1 tocodor,
    eoosollos e ba'nc >s de amuello, marqttezSes, I
    apparethofre braca par jantar, 1 dito piraat-
    uhh'. caojp 4era*. 1 aoru-lio", 1 rebigo, v-
    rala-, can.lieiros, I inacbioa pafa fji9r o*f, 1
    dita de costur,., utr-:,s mallos objctos que
    estar ostentes na occasiao do talin .
    QUINTA-FIRA il 00 COttllKNTE
    O agente Martins far leilaj, do3 inportanjs
    raoveis cima descriptos, que sero verriliflos pelo
    maior prego ; a ra d Imperador o. 49, is II bo-
    ras do dia cima.
    Stxta-fera 12 doeorrenic.
    AS il KOIVAS DA SftNrttA
    M
    Agencia da ra-d> Boa Jd9iw b. 13 (aar
    tr'Ora da Gru.)
    a>r. % billa Pos Tarares da
    Ua.
    A 12 do Jrrente mez, trigsimo dia do pas.-a
    melo do Exm. Dr. Al.ilio Jj? Tavares da Silva,
    se manda celebrar roissas na igreja de N. S. do
    Cirm.i, cidade de OUada, em sufTragio da alma dn
    iilastre finado ; e se pede o candoso obiepoijdo
    comparecimeot) de seas prenles e amigos para
    assistirem ao sinto e commemorativo acto pelas
    8 horas da inanha daquelle dia.
    S. Francisco de Faida
    do Caxanga*.
    A somptaosa festa do milagroso S. Frao-isco de
    Paula do C^xaog nao ple, como eslava resolvi-
    da, ser celrbrada no dia 28 do correte, por.jti
    complica cam as testas dos R .'medios e Jo Cabo,
    qa^ sao lambern n^-edio.
    Bem podetia ser traosferMa para o domingo pr-
    ximo (4 de-f-varetru) mas ai.-.da ne^se da da-se o
    iocenveoieoiede estarem os empregados dos Iri-
    laos urbaoos fatigados pelo trabalho das muli-p.i-
    cadas viageos do dia da festa do P;o, e oo po
    deram por uso prestar te ao q\ie exigir a concor-
    reacia para a festa do Caxatiga, como pruJ un-
    meoie uhservi.u o Sr. Hawii-soo.
    Os domingos -guinles de II e 18 de fevrreir
    arad trarSo a naingoa da affiuntia dos devotos e
    Seis, por ser o de 11 o da veriujera e carnavalesca
    lu-mo atiralie e prende a aitenco do tad >s, e o
    o i 8 -fcr ff presumir que ainda esleja o ppvo
    caneado d>s f -lias e folgares do carnaval, o baj
    poisa por isso eoocorrer as novena^ qne sera > de
    novo e apurado goslo.
    En faee, porranlo dos incoiivonientes que licam
    ponderados, tem a resecliva iraiaoia-'.e rtsolvido
    iraaIcrir para o dia J34o evorearo a fe*U do pa-
    riaroh da eai*ad*'-'awaio Fnacisco de
    Panla do risoaho eaai-mo Cxantrt, euj.< nov>
    rinima ser ojflortuoameote publicado por
    este j irb'al __________________________
    ios senhores de engcnH*.
    Uai eairang^iro te oiewcn aos temores do-oo
    gwbo ao.10 paca leaetaoat pfiaMMrts latras aor-
    tqgaetts, como fiara miiuar o fragatc aorn (oda
    Mobiha de amnalo,'gaacu* mi'tiio de dil^diiofW^C^ ***>V? fr*W pHbJfr*i coahe-
    le fii:i c-> olm-W'-1 ifis ttnfra<;tnais faena te .Dretj/ler-se :
    r 1MUI.1K Aa .!> mllim ^ ntfW
    de mogno, caieiras de o iliaco, ditas de
    bracos e sem cH^pan mulni, iatr.as de (-co
    com lona e ssm ella, diias de di tu'ara ictuioos,
    ditas francezas .para casal, mezas redoodasaarr-
    pridas, banquiabiMr tocadores, vent*ianass eabiJes
    de p ede parada, rartefras, o *cretsrivi% ara rico
    relogio de njAtajore pretp V-t* ftg**, aibum cam
    msica pajia, W*3s. t.ipfW, ffirrat anas para
    vhl!f*.l}eH.*?:Vy.i^litir* chJEtatw, 'apeare-
    PHARMACIA
    Especial hnmcupatbica
    OA
    VIUVA DO DR.
    Sabino 0. L. Pinto).
    13Ra djBaio da Victoria43
    Para este axtig estabel^eidaMlO acaoa
    de ebegar no sMimo pa o-1 -. da casa de
    James Epps A C. d- Lmdre, om excel-
    lente adriiRKMo de caii-ir.-.s e caixas de
    tod is o lamanh is. u^r p.iia globoios,
    uor para Matura : mxb como medic-i-
    meatos emtritaracp e erv untura.t- bu-
    los, ate.; o que ludj se veaaari p r a*a-
    (01 _oi raxoavei'.
    Thesouro h id 11 Dr. Sabao
    O. L. Piuho.
    2" edicto.
    aluito meibora-da o augmentaba com aiu
    appendice.
    Acha-se vena ua pharmaeia bo*ea-
    pathica daantig> ru No a n. 4-1.
    As prepancoes desta pharmaeia couii-
    ouam t ser fetas sub as vUtas imaiedi -
    tas do medico do eaMaWta, o Sr. Dr.
    Jezuma A. dos Santos M-|in.
    Procuradoria.
    O solicitador Burg s PdMI de l>on.
    encarrega se de qaaesquer caosas civis, comir r-
    ciaes.crimes e eccleeiastic-s, sendo qae desta; a*)i-
    mts especialmetiie J diforc|p. t-m ua.a |alic
    de 17 annos; a-sira com se i ITerece a l.ab.lui
    e partido por anno, ktdV' por ajaste ra.. i
    mido a satisfaier a seos coouiui.tes. D>*rUia
    tambera aos que, por atistalo du re-pe:tin < i
    cbo, provarem ser pebres, cujos direitos deii.u-i -
    dos, qoizercmdifeader, que aeile rncontrnii b.a
    vootade em pre-iar gratun j-n-nt eos aarv.c f -
    renses : trata-se oa ra ussTiiocheiras o 18 I*
    andar, oa ao sala das audiencias a ra lo ln.>-
    rador._____________________
    Attenpo
    Quem prole ida de u^na l>oi r-cra
    que lava, rooomma e cot-i'jba, cmi perle'eii' diri-
    ja se a raao Itorn J-sus n 23, que a-hire^o*
    q^em irattr.
    AVISO
    qnem da-sea preslim ifef ntla- palo d-.i
    xa i cirta Kchya' -Vioi enHerec f. %. P. M. B.,
    rija le rhrst^vir GoUmtao. n. t:, kia am segui-
    meoto a ra J.o Jardim
    ' SJDA.
    Precisa o da.^ma srtada ^oa'iaiahe, compre e
    Caga, mai^algoa*. sw/jo* ." ai : tratar vfl
    ra de'tjynis.Taieritla a. w, aular.
    Ao^ Iilm^. p.ii-* de faraili >.
    Joio Valeotia Perrtira Histos, arafesa r paz -
    ciliar do priraaira* leitr-s, avi-a aos tcabarea i
    le seas alomos qne. no dia 10i do correte a-r-
    a sua aula o eoauwli seas exorcicio* na raa rt-
    Saota Cicilia o. 37, o mesnio yn fr determn
    abrir um oorso nocturno para aquelles qm i<
    pjiderem irequeoiar dorm o di.
    AgMdtoiffi uto.
    Seolo a grttido um do. naaia o"bre arn'imi-n-
    tos do eoracjto humano, veni laatio i-akaada i <
    isinuoba-la ao distincu rcculisia, Br. 0<
    P^rcira, ice com a oior pericia opMO-a, trat-
    d> llieas ca'araias, aoe a dous a" Ikhari
    p vado di vista ; tn;u4Jeraudo a em t 4is D
    culpe o Sr. Or. a-'. ?erein, se danlu pobaiadi
    o infu ag adftcnnetito q i ser emquaat- v,
    :"Tend a t>sixo ^ssignada a soa modetua.
    Recife 5 da Janeiro da 1872.
    Pela liberta Eagen".
    Jo>e Fraocisc C'elho da Slt Vi Ira.
    Aluga-se,
    Urna casa terrea com sitao e brn eotMaotaa
    para familia,.no beceo dj Veris o. 3 : i tratar a*
    ru. lio u itpieio n l no primeiro niit.
    ILE6E
    -


    Piar i* da. t*rn&mkac Quarla fein 10 d Janoiro i /
    ESTABTO MENELECIEM 1832
    Salsaparilha de Irisloi.
    LEGITIMA E ORIGINAL
    |em frascos andes
    OGRANDE PURIFlCADOR DO SANGUE.l
    EsU excellente e admiravel medicina, e
    preparada d'uma maneira a mais scientifi-
    ea por Churucos e Droguistas mui doutos e
    d'uma instruc$ao profunda, tendo tido mui-
    los annos de experiencia aopar d'uma ton-
    ga e laboriosa pratica.
    A sua composieio o3o consiste d'ran sim-
    ple extracto d'um s artigo; mas sim,
    composta d'extractos d'um numero de rai-
    les, hervas, cascas, e folhas, possuindo to-
    llas ellas, sua virtude especial ou poder
    em curar as molestias as quaes teem sede
    ou-ttsento, no sangue ou nos humores;
    6 estes diferentes extractos vegetaes, achnt-
    ate por urna tal forma combinados ponto
    de conservaren em toda a sua torca, o cu-
    rativo especial de virtude, que cada um de
    per si possue. A raz da planta de Salsa-
    parrilha, produzida as Honduras, a que
    nos usamos nesta prep3raco, sendo a qua-
    lidade que todos os mdicos mais prezam
    estimam. Na composicSo da Malsa-
    parrilha de Brlstol entra mais de 50
    por cento deste concentrado extracto. Ella
    _o encerra em si cousa alguma, que pos-
    &a por leve ser perigosa ou injuriosa
    sade; e tanto n'este, como em quasi to-
    dos os mais respeitos, ella inteiramente
    diversa de todas essas mais preparaces,
    as quaes debaixo do nome de Salsaparr-
    Jha, sao accondicionadas ou postas em gari
    rafas pequeas, sendo receitada em doses
    mui diminutas d'uma colher de cha por
    cada vez. Nos pelo contrario engarrafa-
    mos a
    SALSAPARRIRA DE BRISTOL
    em frascos grandes, e assim por este modo,
    dividimos com os consumidores, o grande
    proveito e vantagem alcanzado por aquelles
    que acondicionam sua preparado em gar-
    rafas pequeas. Cada um dos frascos da
    nossa Kalsaparrllha de Brlstol
    oonteem a messa quantidade igual porcao
    'ontida naquellas garrafas pequeas, e alm
    -maso, possue ainda muito mais forca e
    virtude medicinal do que aquella, que por
    ventura se possa adiar contida dentro de
    seis garrafas de pequeo tamanho. Por-
    tante mui natura!, que aquelles, que se
    acham occupados em preparar e vender as
    suas producces, em garrafas pequeas,
    raurmurem e gritem contra os nossos fras-
    cos grandes- proclamando, que a nossa Sal-
    saparrilha de Brlstol nao possue a
    jmenor virtude; porm quao efectivamen-
    te sao elles postos em silencio, quando indi-
    oamos, ou simplesmente referimo-nos para
    com essas centenares de certides e tes-
    temunhos aulhenticos, por nos recebidos
    de todas as classes da sociedade, nos quaes
    plenamente attestam o poder curativo e vir-
    tudes maravillosas da nossa.
    SALSAPARRILHA DE BRISTOL.
    A vantagem de termos os nossos pro-
    prios agentes naquclles lugares aonde as
    differentes raizes, drogas, hervas, e plan-
    tas de que se compoem as nossas medicinas,
    to produzidas, que nos habilita exer-
    cer aquello constante cuidado e disvcllo na
    minuciosa cscolha; e u que assegura e ga-
    l-ante uniforinidade de excellenna.
    Em quanto que, por oatro lado, nos nao
    nos peuparaos nem dinheiro, nem dili-
    gencias ; atim de alcaucarmos o melhor
    e nicamente o melhorde cada um artigo
    -ou ingridiente que entra na sna composi-
    cao; pois levados e compenetrados da
    jnais firmee persuasiva confianza; que po-
    demos afoutamente dizer aos doentes de to-
    das as nacBes, < de todos os paizes, que na
    alsaparrilha de Brlstol. possuem
    um remedio mais efficaz e seguro; do que
    nenhum oatro, que vos tenha sido offere-
    cido at boje, o o qua) por certo nao hade
    maograr vossas expectativas, na prompta
    e effectiva cora das seguintes enfermidades:
    Escrfulas,
    Chagcs antigs,
    Ulceras,
    Feridas Ulcerosas,
    Tinta,
    Sypbilis.ouMal Ve-
    nreo
    Humores Escrofu-
    losos,
    Irregularidadesdo
    Seso
    Feminino,
    Nenrosidade,
    ebilidade Geral,
    Febrae Malignas t
    Febre e Sezoes
    Biliosas,
    0 MIRAVllKOSQ REMEDIO DO
    DB. CHAS. DE GUATE .
    LECTRICO
    KIKCr OF PAIItf O RE DA DOR
    TAK.A TJS40 INTERNO E EXTERNO
    CURA CHOLERA CHOLERA MORBUS,
    Marras*., flsue 4i tan, en nm di.
    Ddr a* eaba^a, dora de ouvido
    trae minuto.
    Doi d* dent, ira uro minuto.
    Bauralgia, em cinco stinotoa.
    flwlMHM|lB Tinto snsto*.
    Oarfantn lachada*, am dex r.inuto
    Clica conuli0, m cinc* miento
    Bhxatitmo, m mai da.
    Veaaw tabre iatannltamto, *> ui lia.

    Dar km caau* no lada, (mk
    ante*.
    Touai perigoaa rabiado, muO
    Planraiia, em am da.
    Bordas a aithma.
    Hamorrhoida* brasahit
    Iaflammac&o noi ria,
    DytpapaU, aerrselas.
    Moltitiai da agada.
    ralpitaca* da carele.
    RESERVE SEMPRE ESTE REMEDIO EM SUA FAMTT.U
    AS DOEXCAS SE ATRESLXTAJI, QUASDO MEAOS SE ESPERA*.
    OLEO ELCTRICO O "KITO OF PAIN" (O ral da dor) aquieta poilUramento dlMlp* mal d* d!ffrm
    elaatla e dores, alllvla mal o sol rluientoi e ]>rodoi um mal perfelto julllbrlo no ijtema humano, o ue i4
    fHs f(Tremar no meimo tempo, com qualquer oatro remedio medeclnal.
    Este multo popular remedio ata agora uasdo-ie geralmenta, pala raiao qo mllharaedapaatca a* tasa mOas)
    irall com o dito remedio pelo Dr. Orata a ontroi mala,
    Esta Importante remedio nao se offereee para curar toda a* doengai, porem tao aonaato pan aquellai MflpuUtf
    aaa nona* dlreef oaa.
    Eat operando no principio da ehlmlca a da aleetrleldade a por Uao, aata appllcaTal para a caramente a **1WJ
    reKtaaraoao da accao natural do orgo que BofTrem da Irregular clroulc.o do flazoa do principa** nerrat. Ola!
    ilectrlco O Klng oT Patn opera directamente no abiorrentea, faxendo deaapparecer a* Inenaf oet da glaadolM a
    a nm tempo lncrlrel, breve sem parigo O remedie, e ama medeelna para o aso externo a Interno, composto do elementos curativos, ralie, herru, s
    taw, como te tcm usiulo dos nosioi antepaatadot, a daa quae tem grande existencia no mondo, pan onrar 1
    maleada*, sement sihendo-se qoae* ella* sao.
    Fol nm grande e especial desojo da faculdade de medeelna dorante multo* annos da experiencia para ap
    altare* modo qae se derlam adoptar para corar a* segulnte doenf a*, a que pro por 9 oe* da medeelna m derla 1
    2 Hile. Marie Lmrgoe \tn a honr
    ^ seleniiflcar as Exraas Sras. qae eoeoD-
    )*c traro era sea sali de eabellereiro ra
    2 Priineiro de Marco n. II, um lindo sor-
    9 tmenlo de coques, (uto de tranea como
    I de cachos, e por precos moito commo-
    2 'os; assim como um variado e bailo sor-
    ^ timentj de ptrfuraarias fraoceiu e ingle-
    dos melhores fabricantes. Offereee
    taabem as Exnaas. Sras. os segaintes
    <)% ebjectos qae Ihes sao iodispensavei?, Un-
    dos espariilbos a daqueza, obra maito
    bem acabada, proprias para noivas, e ul-
    D^ limameole chegados ; ditos mais inferi
    jd res, ditos para meninas ; bonitas ligas de
    seda e de algodo ; liados penkia a Im-
    peralriz, tanto de lartaroga como a imi-
    Ujao para ornatos dos perneados objec-
    tos de ultima moda de Parii, oa mais bo-
    nitos e moderos leqnes de teso, a imita-
    co de marflm, pentea de alif-ar, ditos
    para tirar pilhes, tesonras Anas para
    uobas, escovas para denles e para anhas,
    bonitas bolsn ha 3 para meninas, magnfi-
    cos bouquets e ramos de flores arlifl-
    ciaes, grvalas de seda e de cambraia
    muito bonitas, lavas de pellica, de seda
    e de Qo de Escocia, brancas, de cores e
    pretas ( tambera tem para hornera )
    lindos boios para punhos, ramos de flo-
    res para vestido, enfeites de palba para
    coques, sapatos cbarlot, ditos avolndados,
    ditos de tranca, botinas pretas para me*
    ninas por barato preco, brnqaedos para
    meninos, e urna iilioidade de objeetos
    que traille para te nao tornar enfadonbo.
    Para mais eommodidade de snas E.xmas.
    itt clientes, tem preparado nma sala qae s
    B terao ingresso nella as senboras que se
    W. qaizerem pentear em sea eetabelecimen-
    ar*. 10 sem estarem ezaostaa as vistas dos
    mais concorrentes, e ser a annanciante
    qaem se encarregar do trabalbo de pen-
    ^tear. '
    riado
    Precisa-se de um criado : na roa Duque de Ca-
    xias n. 10, andar.
    Jos Henriques oa Silva Guimares precisa
    fallar com o Sr. eapito Manoel Antonio Pereira,
    morador em Gamelle ra, bem como com o Sr.
    Francisco Horoncio de Araujo : na ra das Cru-
    zas n 38.
    *
    *
    i
    I
    s
    I
    *
    8
    Com urgencia
    precisa-se de ama ama qae tenha bom e ahon-
    dante leite: tratar nesta typograpbia, com o
    administrador, oa em Oliada no oitao do Amparo,
    casa terrea de cinco portas de frente.

    EM PER1VAMBUCO
    NA PHARMACIA l DROGARA DB
    BARTHOLOMEO & C
    =34 Ra Larga do Rosarlo.IV. 34.
    Caidado com as falsificares
    LIQUIDAqA DA CASA DO BOM-BASTOE
    0 dorio desla casa querendo relrar-se, qo saber que quent qaizer comprar a coq-
    linuifao de seu negocio pode apparecer, vende-se a dinheiro como tambern a prazo
    conforme as garanlia?, cede to bem a loja com a arma<;3o, material, sem as mercado-
    ras, sendo boa posifi e a casa mtiiio conhecida, pode servir a qoa'qoer genero de ne-
    gocio garante o consenlimento do proprietari do predio.
    Acba se Deste uoico estab>;ecmeiito u > oorie tie-te imperio.
    Grande sortimeolo de ornamentos e alfaiss.
    dem idem de estampas religiosas, santidades. vla-:>acras,.etc.
    dem dem de molduras dourvdi'S, envernisadis, pietas ete.
    dem dem da bronzes, lampaia-, casi ,aes, serpuntioas, arandelfs, t'c.
    dem idem de obras de prati e prateada, ca'x eambulas.
    liem idem de galhtas, ca!d"rinbas, turbulos e :oras.
    1 lem idem de resplandores, banderas etc., etc.
    dem idem de imagem de madeira incrnadas e oratorios
    dem id-?m de banqueta', estantes, sacras, trou-los ele.
    dem idem ie rosarios oru;es e bunios, ele eto.
    Idtm idem de gaies, franja, ouro fino c retroz etc.
    *
    *
    *
    *
    *
    *
    *
    *
    *
    *
    *
    BRAZILIAN STREET
    Railway Company (Limite
    AVISO
    D'esta data em diante -erao vendidos bilhetes
    nos tren?, deixando de nave-Ios as estacos, salvo
    a principal da roa do sol
    Os bilheles anligos sero trocados nicamente
    no escriptorio da companbia as ofllcinas por bi-
    Ibetes nt vos, e as sextas feiras do meio diaat
    as dnas horas, resgalar-se ba os bilbetes novos
    qne houver em circulacJo.
    Escriptorio da companbia, 4 de Janeiro
    de de 1872.
    William Rawlinson.
    Gerente.
    Os Sr?. assignanle- para as tegaintes estaedes :
    S. Jos, Junqneira, Sant'Anua, l'.aldeireiro, lerio
    direito de viajar na liona d.s Affllctos at as esta-
    rces correspondentes us precos dos Alllicto?, Ta-
    marioeira, Mangabeira, Ca;a marella.
    Escriptorio da compaohia, 4 'de Janeiro de
    1872.
    \V. Rawlinson,
    Gerente.
    Ama de leite.
    Precisa-se de urna ama de leite : na roa dos
    Martyrios n. 21.
    Para obraros e mestres de
    obras.
    Offerece-se nm preto pritio pedreiro, e ven-
    de-se om terreno pa ra do Cisco com 25 pal-
    mos : tratar na roa do Hospicio n. 26 prlmei-
    ro andar. _____________________
    D-se 7001 > joros : qaem precisar annun-
    ci para ser procurado.________________^___
    Precisa-se de ama ama para cosi-
    nhar e comprar: tratar na roa No-
    va n. 31, 1* andar.
    Precisa-sede um caixeiro que tenba alguma
    pratica de Padaria ; na travesa da ra des Pi-
    res n. 9.
    AMA
    Mudanpa
    Antonio Secundino do Monte participa aos seus
    narreresos amigos e freguer.es que raudou o seu
    estabelecimento de cabelleireiro e barbiro, sito
    rur estreita do Rosario n. 10, para o primeiro an-
    dar n 4 da mesma roa. Espera merecer dos
    mesmos seas amigos e fregaezes a sai valiosa
    coadjuvajao.
    i f l iikmm,
    Diarmaceittico priviiet'at*)
    succes&or
    ; isicpol, \BB PA.3RIB.
    I.0VA3 ESPECIALIOASfS h. MAFliNICR
    idUvwnv r.iictoc morneulj un -,-.i.;jo
    rreroftWa e ratita if MPltSTIAS cmTlCiefSO
    \!rIlll*'llllrlKll lH.TfcO e Sil os
    liliAlUFIl I IlILIUVCrr.vcs lacoavcoicata* IrsglIUaS*.
    r^Trt *f\G Cob forma, p da ;':r: Be v.n Partc4l(wit
    tCi i Ut>w cotba m roao jh i cmiesto.
    COLliYlIO Conira os affcccis propara'lo so j Basmi ...
    Tumores
    Abscessos Aposten^-.
    Erupges, .
    Herpes,
    Salsagem
    Impigen?,
    I^epra, febres intermitientes e remitientes,
    hydropesia e icterkia. etc.. etc.
    Ontro-sim, achar-sc-ha, que para o bom
    resultado eperfeito curativo de todas aquel-
    las enfermidades cima apuntadas o adan-
    tamento da cura, grandemente promovi-
    do e apressurado; usando ao mesmo
    tempo das nossas mui valiosa punas
    vegetaes assnearadas de Brlstol.
    turnadas em doses moderadas em comee-
    o ou conjunctamente com a Salsaparrilha;
    illas fa/.em remover e expellir grande?
    quantidades. de materias morbficas e hu-
    mores viciados que se desprendera e livre-
    mente circulara espalhados pelo systema.
    isto causado pelo uso da Salsaparrilha; ?
    por esta forma facilita a volta e o exercicic
    normal das optjracoes unecionaes,
    A qual preparada sement pelos unicot
    Proprietarios,____________
    ao niiicio
    Yetiato Centaio Lopes faz sciente a qaem irte-
    fe r, qne vendea os troneros e ariifao de seu
    s abeeciuento i roa larga do Rosario o. jO o*
    Srs. Manoul do Rgo Amaral e Man ei Jos Da,
    livre e dsembarajada de qnalqnor reiponsbi!i-
    ilade qae pi;a baver djrri^rm sflabelecim-cio.
    Rerife 29 de JfzeiB'-n del37l.________
    Precis? se alagar mus caa terrea per*i Od
    estsgo da i Cinco Pontas : applicacao no estrip-
    lori) desie jornalH.______________________
    Precisa-se de ama ama para cas*
    de familia, eonstao-lo ? daas psso3S:
    na raa Dire'ta n. 1, a rular.
    BARTHOLOMEO & G
    CSA CUViN
    D(]x)s!larios gernl pare i tASUj e KrHTtG.tL
    81, ra larga do Boaario. PERISSABIJOO.
    AMA
    O viovo rom nm ftlho qa<* annancioa qne>
    rer nma arria, i/' apparec r ni roa do Ampar.
    mOlrada n, 13, que achara com quem iratar.
    Ronalma de Miiau.i eartque T^xeira
    Krtii'ipa ans endures |>a de tuas alamoas que
    lizi-rvn a honra de iii\* cnHareiu at pr-
    senle para Ihes eninar vrirr.etras ieiu-a.
    -Ltsinra--, ele. es.'irji corto i ga : mais senft(*ec,
    str abeila no o ?. I? na
    aua de uio do Ri-f) c :
    Fharmacoutlco privileu.nds
    succeor
    Boalcrard Sebastopol, S5. PAEl*.
    MOVAS ESPECIALIDADES A. MARINIER
    Aptraentadas a AcaJmia de Sciencias e o hsllo de Franca.
    III ICPIPAn Sobr.>nndePaslina, devedicia elioscaO* para lsr d
    InCt uMU momento urna soluccao PBEVESTIVA E CDRAT1VA dal
    MOLESTIAS CONTAGIOSAS.
    lJIET'TAD DUIITDA do volume de um relogio, servinde
    InJfllllIvIl IllLI IIV de PuiLTB e Sbbinga sem o
    Graves inconvenientes de fratiliitode.
    pata l*\0 C"11" > rorr. J, e ilo volme de um Pore-Mocda (OBietfll
    CC I JU> TOHO TRATAWETO,
    <2jOr-.LYlrIO Confa s atToccois Oas pa!>cbras, prepar.do }, -b a mesma forme.
    BRTHOLOUEG i C
    . Brposilari3s geral para o UlltSI*. e l'OHH *L
    " 3i, ra larga do Bofcirio."- PJlI^aMMUOO. *
    XA R O P E
    VEGETAL AMERICANO
    SAUDADE
    BA RT HOLOME O & C?
    fm a rara tsru das taes utifii e recentes, eaUrrbss pnlmsoar, utboa; Uih mtiIm, ttm
    Voostia, era jaral entra taioi n joffrneatej das viat reiiintari.
    DEPOSITO GEK1I
    BOTICA JB_ DROOAHIA
    14, BOA URSA DO KOZAMO. M
    PERNAMBUCO
    A teripeutiC a** difarsas moleiliasde piito.de lo
    tharjngite a mil da cargan!* *i a tnl>ercola;ie
    >QiinoD*r,p**ndo pal** dT*n* bronobites catarro*e*
    i o empby*em* cb ds ser oraqnecid* com mu
    t* madicamenw. jos tssssrt a prisHira arden antn
    do* t saje coBBStisss. O i*r*pe Vegetal Amercaoo,
    >ratindo psrsassls *|eUl, aao conten em tul
    wnipoiiflo am ti tome i* apio, da toaitnie suc-
    io da plaaus isdigesa*, caja prepriedide beneacu
    i* cura da Boleen: que periencem *o* orgio* de r**-
    j.rc*o foisB sor oes ebMrtidas per loago urapo,
    i apliaoi ruiludos cada vn smu cresceates; pele
    te sss Jalgtmo* iiitormdoi i compor o iirop* qne
    gura apretentimo*, oflertce lo o* mdicos ao
    nblica, Prseame* esm sa tusudo* iba no a qse l-
    taa* dita, s csnumei sss eaoceil* da que ja |o>*
    > tarop Tagtul Americano crucera de ais di a,
    ieiando moito apoa do ti tado* oa pajrone* em voga.
    lm. Sr BartkaloBMo t CO urope Tegstal AsM-
    :csbo, preptrado em ras ceocitBa*i*im pbarmieii,
    am atil remedio par* combator 1 wrrirtl tbni.
    Scfrl* ei iqaell* molesii* ba qtr* masa*. Mffl aiada
    r combatido o* Uqse mtssss* qss tissa; asle ti limo
    t lite foi fortiMims em* me pronos por I dias, *il,
    ii r'm a ico milagro* varse, tomando apeas* trm
    :Irs-, i at o presenta nlo fsi de aovo (tacado. Prass
    feV Ck* ai fiqi rsflsbllsv-is* yT sss* m. lUaviV
    tbe, pola o* meo* agrdeclmentoi par me tai alrvtat* *
    to borrifel mal. Com a mai* ligaiflcttiva gra-Jali
    lubioraas-m* dsfmea. aCecuoio reeonheeido criai
    - Statri. i)rk.-.Sna Caa U da fsweiro dr >.M
    Illas Srs BattsalomaotC. Dssois de qsuieat
    metes de soffrmesto com nmi toes* loceiHBU, latu
    titraordisario, eipectoraco da am eturrno njil.
    do, perd* tota) das forca*. ajas buk
    m* uticava eomplelameate, cantado iii oa
    trot remedio* sem resaluda Ivt*afeliejdade de itr**
    Vmc*. preparaTam xrop* VegeUl Amuiaae, a eac
    elle, gracH a Dea*, me acho rwubelecido ka mu i
    doi* metes, a roboMo easaa ** aada tiTtto terrid*.!
    tnlidlo me (ore* a esta dsclaraelo, que poderte tata
    ruar o ato qae qaizerem. Soa cem ettima 4 *aw
    mnitot retpaiudor a criado. inicsi* /astaa* *
    CMir SiU*. Recif* a fetareiro da 1IM.
    AtUtto qsa asa! do xirapa Tagaul Amsriuaa, a
    eomeoiielo dos Sr* Btrtbolomeo t C. para car re
    forte deflazo qse me troaie nmaroaqaidto, ese Bt *i
    f*i* adteadar, iafliaimict* dar sa aargaau. >***<
    grande falt jaraspiracto. a Bqaai sampteUmaiU va*
    ttbelecido com am 6 ridro aVsaaama zireat; ab
    au Iba* protesto etrea gratule. Bacli* i. t-
    oeira da 1868. htfJm /lrs*w tvtv '***,,
    KHe riiistailsss.

    Era lempos modernos nenhum descubr
    ment operou maior revoluto no modo d<
    jurar anteriormente em voga do que o
    PEITORVL DE ANACAH11ITA
    TANTO NO TRATAMENTO DA
    TOSSE, CROPO,
    ASTHMA, THISICA,
    ROTTQUIPO, HESFRIAMENTOS.
    nRONCIUTES,
    TOSSE CONVULSA,
    DONES DE PEITO,
    EXPECTUIIACO DE SANGUE.
    Como em I oda a grande serio de enfermi
    dades da gauganta, do peito e dos orgaw
    da RESPiBAcAo, que tanto atormentara e fa
    zem soltrer a bumanidade. A maneira an
    liga de curar consista geralmente na appli-
    cacao de vesicatorios, sangrias,sarjar ou ap
    plicar exteriormente ungentos fortissimo
    x>mpostos de substancias vesicantes, alen
    de produzir empolhas; cujos differentesmo-
    dos de curar, nao faziam seno enfraque-
    cer e diminuir as forcas do pobre doente
    contribuindo por esta forma d'uma maneir?
    mais fcil e certa para a enfermidade alas
    truico inevitavel de sua victima Quera dil
    /rente poisto o effei admiravel do
    PEITORAL DE ANACAHUITA !
    VM E EZ DE IRRITAR, MORTIFICAR E CAUZA
    INAUDITOS SOEFRIMENTOS AO DOENTE,
    CALMA, MODIFICA E SUAVIZA A DOR.
    ALLITIA AIRRITACAO
    DESEMVOLVE ENTE NDLMENTO,
    FORTIF ICA OCOKPO
    e faz com que o systema
    Desaloje d'uma maneira prompta e rpida
    at o ultimo vestigio da enfermidade. O
    melhores votos em medicina da Europa (o
    Lentes dos Collegios de Medicina de Berlim]
    testificara' seren exactase verdadeiras estas
    leacSes analgicas, ou al m dssoa experi
    encia de milhares de pessoas da Americf
    Hespanhola, as quaes foram curadas con
    este maravilhoso remedio, s2o mais que
    iuilicientes para sustentarem a opinio do
    PEITORAL DE ANACAHUITA!
    Deve-se notar que este remedio se ach;
    inteiramente izento de venenos, tanto mine
    raes, como vegetaes, cm quanto que porm
    alguns d'estes ltimos, e particularmenU
    aquelles que sao dados sob a forma de Opic
    e Acido Hydrocianico, formam a base d;
    maior parte dos Xaropes, com os quaes tac
    fcilmente se engaa a credulidade do pu
    buco. A Composicao de Anacahuita Peito
    a acha-se linda e curiosamente engarrafada*
    m frascos da medida de cerca de meio-
    quartilho cadaum, e como a doso que se to-
    ma s d'uma colher pequea: basta ge
    ramente a applicaco d'um ou dous frasco
    effectuacSopara a de qualquer cura.
    Acha-se venda nos estabolecimentos dt
    P. Maurer A C, J. C Bravo & C, A
    Caors. B. M. Barboza. Bartnolomeo 4 C-
    ESCRFULAS OU RIIEUMA.TISMO
    e todas aquellas cujadigesto se acha eoro-
    pletera,n!e desarnnjada.dcvem tomar
    Hoje principala o aovo systema de bilheter,
    como foi j aoounciado.
    Escriptorio de companhia, 4 de Janeiro de
    W. RawliDsoD,
    Gerente.
    GASA DA FOftTClU
    Aos 5:0001
    Bilhetes garantidos,
    i roa Primeiro de Marco (ootr'ora roa to
    Crespo) n. 23 e caas do eostnme.
    0 abalxo assignado, tendo vendido nos sena f*>
    iius bilhetsa tm meio n. 2176 com 3:000*000.
    am qnirto n. 537i eom 800*000, am m<>io n. 577
    com 30(i000, s ontras sortes ds i0*000 s 30*
    da lotera qae se acaben de extrahir 'tSO*), con-
    vida aos possuidores a virem reeeber na con-
    formidade do costaras sem descont slgam.
    Acham-ss i venda os biibetes garantidos da
    i.' panadas loteras, a beneficio da matriz, de Ca-
    brob, (991*), qne sa extraMr na rgnTida-fei-
    ra 15 do crrente mes.
    PREgoS.
    Bilhete inteiro 6*000
    Meio bilhete 3*000
    Quarto 1*800
    la porcao de 100*000 para cima.
    Bilhete inteiro 8*500
    Heio bilhete 9*780
    Qcarto 1*375
    ________ Haposl HarUns r-'inia.
    O Sr. ei-cootra mestre da msica mi-
    litar da villa do Cabo, queira vir a esta ly-
    pograpbia Io andar i negocio de so iote-
    resse.______________________________
    i Iff i C\ F8ise b9ta <,a*9 e""'-s.
    \ ^1A Nnm*par*ser **j*'p|'1 <>'"-
    fl.iTJiT.kJ mente em engomnaado, e oatra em
    emaboado e algum servico de cas*. Na estrada
    da Ponte de Ucba, antes da igreja de S. Jote, sitio
    n. 9.__________________________________
    Precisase de am feitor dando provas de sua
    conducta : roa do Imperador n. 92. ______
    Aloga se o 9* andar do sobrado sito a roa de
    Lomas Valentinas n. 86, eom os coman doi segain-
    tes : 9 salas grandes e bailante fresca*, 3 qnartus
    grandes, co.-inha tora e nm corredor eom porto
    para a roa de Hortas : qaem pretender dirija e
    a praca da Independenia ns. 19 e 91 loja de ctu-
    pos.
    Urna prela; querendo allorriar-se. precisa de
    300*000, para pagar com seas servicos: qaem o
    qaizer empresta' aonuncie.
    Installacao do novo pao chinez: boje 4 de Ja-
    neiro as 4 horas da larde, e continuando todo os
    dia9 as mesmas horas, sendo sen preco de 80 rs.
    e 160 rs. cada am : aviso, tendo ebegado da Chi-
    na para esta capital um nevo fabrican e do ja mui-
    to acreditado pao chinea, j muito connecido na
    Europa e desnecessario elegi algnm em quanto
    a limpeza e bemfeiloria ; cheguem freguetes a vis-
    'a fas f : a raa des Pires n. 48, nova padaria
    Americana.
    Tinlnraria, largo de S, Pedro
    numero 6.
    Annke'.o Correia Lopes com tinturara cima
    mencionada, avisa ao respeitavei publico desta el-
    dade qae se acha habilitado em sua industria, a
    desempenhar em seas trabalhos o maior desvelio,
    asseio e prestesa, que para isso tem as necessa-
    rias instruccoes tendentes seguranza de snas
    tintas, pele que j nao sao eslranhos os seas tra-
    balhos. Ao corpo do commercio se cfterece com
    agrad) e vontade de bem o servir em suas encora-
    raendas. Tinge-se e limpa-se com perfticao e ti-
    ra-se e n ufo das pegas e tambern da chapeos, sen-
    do todo o trabalho coa asseio e aclividade, e o
    preco o mais comraodo do que em entra qualquer
    parte dos mesmos trabalhos.
    O abaixo assignado faz sciente ao re-peitavel
    corpo do commercio desta pra;a qae nesta data
    admiltio como socios de sua casa commercial seus
    di.us filbos Alfredo e Adolpho, podendo aquelle
    fazer uso da nova firma que ser Joao Martina de
    Barros & Filhos. Recife 2 de Janeiro de 1872.
    Jo3o Martina de Barros.
    rsn
    Traca-se uta; do banco do Brasil e de sua?
    riliaes na ra do Baro da Victoria n. 63, mtig?
    roa Nova, loja de Joao Juaquim da Costa Leita.
    A \T \ a ra de S Francisco n. 31 precisa
    ."na. te Je duas arcas, sendo urna para co
    zinhar e ontra para engommar para duas pesjoas.
    -- Juanna de Siqueira e Silva, prufessora parti-
    cular da fregneiia de S. Jos, onde lioha aula de
    ins'.ruccjh primaria, hoje acbando-se rondada pa
    ra a fregueiia da Boa-vista, faz ocente aos pais
    de familia que quizerero utilisar-se de seu prest
    mu. dirijara-se ra da Uniao n. 53, onde a acba
    ra prompta, dando principio ao seu iuagi.-terio, no
    da 8 de Janeiro conente
    Preci-a-e de urna ajia para cozmhar e la-
    var [iri dius bonKN solleiros : no pateo da Ri
    b<-:ra n 23
    Canoa
    A'oga-se ama canoa para -.rarregamento de ti
    jlos: juern pretender dirija-se ra Direita o
    28, luja
    coD.n.crc.0
    0> abalxo assignadoa levam ao conbeciruento do
    respeitavei cjrpo do commercio, que le ruo'.uo
    aecrdo dlssolveram a socielade msicaniil une
    tem gyrado nesia praca sob a firma social Barlho-
    lomea 4 C. s ontar de 18 de setembro do anno
    prximo liado. r> urando-se o socio Jos Pedro de
    Sonza e Silva h\- !r3menle desligado o exonerado
    dp qualquer re'pmsaMIidade, e fleando enm o es-
    tab':ecii!ien!u o socio Bario de Sania Craz, e a sen
    cargo o RC.ivo e passivo. o qual continih no m^s-
    roo gyro de negojio aob a m sma firma Barih)
    loaeu & C, que airaitte em tuas tran^acgS-, in-
    teiramente prr sna eonta e responsabilidde.
    Prevale'^m se da opportunidado para d clarar
    que nada deve aest pra;a, quera exlincta firma,
    qaer a jada ara dos ocios em particular.
    Recite 8 de Janeiro Je 1872.. Por procuraco
    do Jos Pedro "e SoUii Silva,
    Jj.-t Pedto di Silva.
    Baro de Santa Cruz.
    Companhia Altian DB
    secaros, martimos e terrestres
    estabeleeidi na Bahiaem 15
    de Janeiro !e 1870.
    CAPITAL.. R?. 'i ,000:000*000.
    Totaa seguro Je mercadorias e diobeiro
    a risco njritirrj'ieo navio do vel'a e vapo-
    res para dentro e fra do imperi'1, assim
    como contra ogo sobre predios, gneros e
    tazendas.
    Agencia ra do Conmercio n. 5, es-
    cripturi"1 de Joaqon Jos Goofalves Bel-
    IrSo.
    Offerece-se ucoa muiher pata lavar e engom-
    mar em soa casa na raa da Assunip^ao n. 76
    Pede-se aos snhore. que liverem contas
    particulares com o ri.io Manoel Ribeiro Bastos,
    teiiham a boadadn >t" a/Ti-st-ntar as mesmas atd
    o dia 13 Jo crreme visto estar se usando o ba
    lan) desta data eca diame nao se flear mais
    respensave! por quaijuiT urna conta qne apa-
    nca.
    Itecife, 8 de Janeiro de 1871.
    Por Man.-iel R'biro Basto,
    Manoel Jos Ftrreira.
    Aira
    eaoAStabores clnicos dcsa
    capital.
    M*nael Thomaz Pereira do Rejo, chimieo e
    pharrnaeemico ptla faculdade d? raedecina da Ba-
    bia r-arlicipa ao respeltave) poblico e os senbores
    mdicos dioicos desta capital, qne acha-te sob sua
    r*!rec;l>a bem crnhecida pharroacia da roa do
    Vipconde delnhcm-a n. 62, rnle promette servir
    bom.>'. >m ?seio epromp'.tin, o sem 'Ubstituir8es.
    O pbfrnrraccuticp,
    Manoe! Th-imattVrfira dn Rpgo.
    - Precisarse de auas amas livres ou escratas,
    aiu3 )3r.i coiinbir e comprsr e ootfa para o ser-
    viro iotrno : a ir.-.;r or ni Ja Crar, armaiem
    ti. Mt ou 30 C'jrei': '. Biip1 o. 23.
    Aloga-se o segando andar da casa da ra
    estreita do Rosario o. 42, outr'ora praca da Boa-
    vista, em perfeito estado de limpeta : tratar com
    Jos Ilenriqne da Silva Guimare, na roa das
    Grozeso. 38, andar, oa as Soledad, sitio n. 2?.
    50,000 RS.
    Na roa estreita do Rosario n. 35, primeiro an-
    dar, centinua-se a foroecer almoco e jacta: para
    fra, com asseio e promptHo, sendo para tres oa
    Suatro pessoas reunidas, a 30* por pessoa, sen-
    o para ama s por 40*, toandndo se levar >m
    casa dos assignantes s horas qae os mesr.es de-
    terminarem.
    A Precisa se de ama i]M rscalM
    M \ com perfeicao, para San de ho-
    oomero 33.
    mem solteiro : i ra do Amerita
    Rob. Lighlbowo St C/'madoa seu t-cripu-
    rio da roa di Mrquez de Oliada (uatr'ora rus da
    Cadeia o. 52) para a raa do Commercio a. 48, (cu-
    t'ora rus do Trapixe.)_____________________
    Alaga se a mei-agua o. 6 oo Lceci iu ral-
    cao : a tratar na roa dos Pescadores n '7.
    " Precisa-se altigar urea ama par.-, can de
    poaca familia : a tratar na roa do Livraraect) n.
    36, 3* andar.____________________________
    Precisa-se de ama ama ero R*b-
    ribe, oa jovoac.o : a lr.nr Da rua
    do Vigano o. 26. 1* anJur.
    AMA
    AOS SKjOOxSOOO
    fistao venda os felizes bilhetes da tolera da
    lahia, na casa feliz do arco da Conceic&o. ; i "a
    nrivm no rWife.________________________
    Cdese para ps>ar festa por m i ca qu;n-
    tia urna casa muito fresca com 2 salas, 5 in r
    cozinba, copia e cacimba; em Sant'Anna : a triiir
    no largo do Paraizo n. 29, 2* andar.__________
    Alaga-se ou VMrde-< ; ca
    (sa e sitio da estrada d.'S Af-
    fliclos n. 22, o quar ti
    palmos de frente a ei r**j
    1,300 re fondo, com weimba, fn ra,
    etc. as.Mm como verdem-se terr;. > >.?
    lados do mesmo, tendo a frentes e
    dos murados, sendo na verdade erelkoli
    acquisicSo para edifcaco, nio i p eer
    bem perto da ciJale, como por pa
    frnica vil frrea do Arraial: a Iratar u>
    Antonio Jos Rodrigues de Soma ni th
    roria das iiterias ou com Carlos la i
    Aranjo na rua do Bom Jess d. 2.1, ira
    zem. ______________________
    Precisa-se do ama ama f>
    ra rrzinbar: a trat\r n raa
    _ do Vigano o. IV. __
    Precisa-se de uto caixnro que teou prr.:'.-;
    de taberna : na rua ds S. Jorge, antga Jo Pila;
    n. 13o.
    ,
    n. 28, 1" andar.
    Precrsa-se de urna ana :
    ra eaja de ponei fi: il
    tratar na rua '.i :
    Joaquim Jos Gon^a
    ves Bdltrao
    Roa do Cumme'-cio n. 5, I' ..:
    Sacca por todos oa paqu-sles Jove i
    banco do Minbo, em Braga, e obre o m
    goinlcs lugares de Portugal.
    Amarante.
    Arcos de Val d? Ve*.
    Barcefroa.
    Beja.
    Chavea.
    Coimbra.
    Covilh.
    Faro.
    Guarda.
    Guimarae*.
    Lamego.
    Lbl;a. *
    MiraodaUt.
    llenlo.
    Pon le ue L na.
    Pono.
    Tavira.
    * VIpasso5.
    Vianna do Castello.
    Villa de Coode.
    Villa Nova de Famalico.
    Villa Nova de Poriimao.
    Villa Real.
    Viies.
    Valencav

    SOCIEDADE
    XOVA IJMIAO
    Por or-lem doSr. presidenle, convido a." i
    de.-ta sociedade e aos parantes e amigo* de "
    finado consocio Santino Xwnenss de Oliveira Ma-
    ctel, pira asisrem a nma misas, qae, por al na
    do rrurao, tem de ser celebrada, as 6 b.r.ts ia
    raanba do dia II do correiie, na igreja de E .--
    rito Sit'.
    Secretaria da Socfcdade .Nota Dolao, 8 Je J:-
    oeiro de 1872,
    Martiirda Si'vi,
    t* secretario.
    Rreel tra peqascj 11
    ,ir,T.::e.Ti 0-> wrn-: ai rja de P \t \-'
    moro ?9
    '


    /


    van* 9 rarnambuc* Quarla eira 10 d Janeiro d I82

    0

    N. Rna estreta do Rosario n. 1
    ALTANOVIDADE
    Recebidas pelo vapor francez Qironde
    Liadas chapellinas d seda para senhoras, chapeos de palba de Italia e de seda,
    coosa moderna, risos enfeites de blond e flores para cabeca, pentes modernos pira co-
    qoe, riquisimas goarnic5ea de foulard da China para cabera e peito das senhoras,
    bellas gravahobas para senhoras cousa mais liada possivel, completo so.Mimento de
    lindissimas flores, sipos de flores de larangeira para enfeite de vestidos, ricas grinal Jas
    - com veos para casamento, leqaas Anos de osso, sndalo e madeira, veos de blond para
    coivas, esplendido sortimento de galio de seda, fraoja. fita de selim," de veludo e de
    grosdenaple do sedas e de todas as cores, bicos de blon 1 branco e preto, elegantes
    espartilhos de orna so peca, aspas de ac- para os mesmos, bonito chapeos de sd de
    seda pretos e de corea para senhoras, luvas de pellica de todas as cores e da meih >r
    que tem vindo ao mercado, fivelas de madreaerola para cabeca e pulseiras, bobrnoa e
    pelerinas de 13a e seda, cenia propria pira as pessoas qoe esto nos arrabalde?, voltas
    pretas a beooitoa com cassoleta e crin, ultima moda. *
    Perfumaras
    O Moteo Elegante acha-se prvido de grande sortiment de perfumaria, nuezas
    e francezas, c recommmenda aos apreciadores deste artigo o apreciavel perfame GRAN-
    DE DQUEZA FENOII
    Botinas para crianzas
    No Moaeo Elegaute veode-se botinas para crianzas i 35000 o par, fazenda que
    em ootra qualquer parte vendem por 45000.
    Poupar dinheiro
    No Muzeo Elegante est se vendendo camisas de linho para horoeos, de 605000
    por 47|000 e de 705000 por 555000. a ellas antes que se acabem, chapeos de
    sol de seda paragon coosa moderna 145000. 165000 e 185000. bengalas de
    cana com castio de marfim, bengalas de baleia e ontras muitas por procos baratissim.es.
    Ouro a imitapao para passar a festa.
    ilogaacia encontrarlo no Mazeo Elegan!
    eco de 25, 35 e 45.
    Grande Enconomia
    Os amantes da elegaacia encontrarlo no Mazeo Elegante modernas cadeias de
    ocro a imitaclo pelo preco de 25, 35 e 45.
    Rll i DO BRM X 52
    (Passando o chafariz)
    Annuncia aos senhores, de engenhos qae por falta d'agua
    ou mortes de animaes nao possam tirar suas safras, que est
    prompto a assentar yapares dentro em 8 das do pedido applican-
    do elles as moendas ja existentes.
    Tem em deposito Tariado sortimento de preparos
    MOTORES PARA DESCAROQAR aLGDaO
    A vapor, agua ou animaes
    inclusve alguns q.ie nao precisara de obra alguma de carapina
    pelo que podem funecionar logo que cheguera ao luorar.
    FORMAS PARA ASSUCAR
    Aquelles proptietarios quequizerem formas podem desde
    j.fszer suas encommendas, pois a casatra em viagem e car-
    regando numero sufiiciente para suprir a todos quantos queiram
    HAGH1RISM0S DIVERSOS
    nesta fabrica ha deposito de todos os .uachinismos empregados
    na provincia, e acceita-se encommendas para fazer vir qual-
    quer machinismo a vontade do cliente.
    COMPANHIA
    DOS
    TRILKOS URBAHOS
    DO
    RECIPE A OII ni) l
    e Btberibe
    D'ora em diante sero trocido? os bilnetes desla
    conipanhia, por dinbeiro, aomente as sexias-feiraa,
    das 12 horas s i da larde.
    Escriptorio da companbi, 2 de Janeiro de 1871
    O 1* secretario interino,
    , _________Jos Fortnalo 8. Porto.
    frecisa-aa e una ama
    qus aaiba fazer todo servido
    de urna casa de t m horotm
    solteiro, e que tenha boa c .induca, prrferindo-se
    algema esirangeira : na ra do Coinmercio o. 38,
    armueni
    fclaV^
    Qaem for am?nte da ecenemia aparee no Moteo El?gante, pois esti vendendo
    talberes finos de balance com um cravo no cabo 40800, ditas meloores 3000 fa-
    jeada esta qne niognera pode vender por menos de 60 6^300 a duza, temos de
    bandeijas finas !5#000 rs., ditas marebetadas de madreperola 18>000 e outres
    mnitos artgos que os proprietarios do Mozeo Elegante estio r esotvidos a vender bara-
    to por ser fim de anno.
    Ra estreita do Sozario n. 1.
    DE
    FERREIRA MARTSNS & C.

    LEONARDO EH

    Primeiro introductor dos pocos tu-
    bulares da Auyssiuia em Per-
    nambuco.
    Acaba-se de receber, a presos niiiito ve-
    Iiizdes, nova remessa desses execellentes e ele-
    gantes p eos, cajas vaotagens ja bem conbecidas pe-
    la promptl e abundante qnaotidade d'agna qae d3o,
    fezem-se recommeudaveis aos Srs. empreiteiros de
    obras, para os estabelecimentos fabris, indostriaes e
    cirros, pella fcil colloca^ao e remocho, tinto dentrl
    como fora dos tdifkios. E-tes se prest?m ignal-
    menle nos quartos e cisas de banhos pela commo-
    didade do seu asser.tamento e pouco espaco uo oc-
    cupam, e grande economa da despeza qne se teria,
    pelo encannamento e consumo, com a coropanbia de
    Reberibe.
    Esles pocos tambera fiibslituem
    completamente as benitas dentre das
    cacimbas j feitas, distinguM'Jo-se del-
    ls pela sua elegancia, solidez e q*ian-
    tidade dagua que fornecem,
    So se recebe o pamente de-
    pois de collocados e que funecioaem
    a contento dos compradores.
    Para encommendas e mais esc!s.re-|
    cimentes trata-se na loja do senhor r.\
    j: germanv, ra Nova n. 2i, e na
    oTicina de metaes do senhor p^lo
    JOS DA SILVA FREIR, IIO l^T^O da
    Concordia n. 7.
    Empreza do gaz
    Pernambuco.
    Esta emprera tero om linio ?orrimento de can-
    dieiros, arandela?, pendentes, ele, tanto era vidro
    (crystat) como em metal, e ama variedade de glo-
    bos dos padrees mais modernas e por precos m-
    dicos. As amostras podem ser vistas no escripto-
    rio n. 31 rna do Imperador. Bicos p?ra gaz do
    raeihor feitio a C0 rs. cada um. As encommen-
    das oodera ser feitas por escripto, na rna do Im
    Trabalhador
    Precisase de um trabalhador na pbarmacia
    americana : raa Duqne de Caxias n. o", pre-
    fsre-se escravo.
    Prensa hydraulica ingleza, ra
    do Apollo n. 26.
    Este estabelecimento do 1* de Janeiro de 1872
    em diante acha-se de novo prompto para inspecelo
    , nar, receber em deposito e enfardar algo dan, qual
    perador jnnto a secretaria da polica, ou dirigidas q0er que seja a qnantidade, com a promptido
    ao abaixo assiendo na fabrica S. Jos, que serao
    pTomptamente atendida?.
    Thos. Newbigging,
    Gerente.
    AMA DE LEITE-
    Precisa-se de urna na rna do Crespo n. 7.
    ALUGA-SE
    um linio librado travessa do ehdfariz n. II, em
    Pora de Parlas : a tratar cora o commendador
    Tasso.
    m
    ADVOCADO
    r. Joaqum Correa de Akaujo
    67Ra do Imperador67
    Aos prttendentes.
    Fat se negocio cera a loja da roa .Novan. 18,
    garan.no-se o arrendamento : a tratar na
    inesnia.
    X B. Warlana Carolina Lobo *
    Corle Real.
    Wt Trr.s?:=a ila roa da Pairn u. 205,
    & 2 ao lar.
    m ( LASA PARTICCLAIt)
    5 PJe admitur era sui casa, a qual o-
    &t tureca a melbores coDdicSes de cmfor-
    XX tavel hospedat;eoj, por proco mdico, al-
    JS pomas pwoas m auilias o Imperio,
    que prtendim otraorar se .-m Lisboa, *&
    'f, a pag
    que se pJe desejar. O abaixo assignado participa
    portento aos senhores recebedores de algodan, que
    estara sempre prompto a servi-los com toda a
    prestesa e exactido. Os armazens icham-se aber-
    tos desde as 7 boras da manha at as o da tarde.
    O preco para a inspeccao, embarque e deposito
    dos algodoes ser regulado e segundo o eostume
    d convencioaam.
    Williara Vaughan.
    Preci^a-se
    De um hornera forro ou escravo para carregar
    pao e bolacha na padana a ra da Mrquez do
    Herval n. 9, e tambera precisa se de um menino
    para um dos roelhnres estabelecimentos em Saeto
    Amaro de Jabjato : tratar na ra de S. Fran-
    cisco o. 70.
    Escripturacao mercantil.
    Um guarda-livros habilitado dlspondo do algu-
    mas horas vagas, propj-se a f^zer pequeas es-
    cripias mediante mdica c',njpeisi?o : qnem dos
    seus servicos se quizerem utilisar d. ixe carta com
    as inieiaes W. G. na tua tstreiu do Rosario n. 20
    2* anlar.

    Aluga-se
    0 2* andar do sobrado n. 64. a ra de Lombas
    Valentinas, com coraraodos para grande familia :
    a tratar a ra do Baro do Triuropho n. 96, ou
    tr'ora rna do Brum.
    *
    *
    0
    roaees, queiram derigir sea ra Pntnei- ^-
    ro de tnartio, { 3niiga do Crespo ) n. 19, %R
    lja de baodas dos Srs. i .-: doe Sant s ^s
    ^ Nares & raio, o Pemmfeaeo. X
    Alega-se ama casa leitea ra roa io Hcipi-
    ewcoci-eummodos para orna pnode fimilia: a
    tratar na al'aniega com J. C. Reg Valenca, i
    em Orno : m ;a do cr. Antnoio Ramo*.
    Aiuga-se
    0 segando itiiT a sobrado da ra '.
    n. 'ii lia*r o* roa o Amehm n. ;!
    Virarlo
    Arm zein.
    Trpatsa-M o arrendamenn do annazem n. 31
    ua ra da Cruz : a iratar na ra 4o Creado u.
    i% Io andar.
    l'.oga-ifc ta nio.Sr. Fgnaciq V.tra
    wao na ei4ade Je "arareth de-ita
    6 Mio,
    revincia,
    Pemambu(jo Street Kaii\vayi^';1devirva* *5lff,)flni?5 iJi?W
    * | aqoelle n*gi-clo qee V. 5. se comprometlen rli-
    CofSBlUYt sar, peia terceira hamada deste joma!, em ni
    iauy
    Linha de Santo / maro
    No da 10 > irorreato br-ie ao publico esta
    bsoa.
    Oi Cirros partirao da ma ) Hrum.
    .teilo a- o e 10 : toU i 10 da machia do
    jedia em meia bor*.
    Dj -le w7 o 10 ate a* 0 e l da n.anha do 13
    -.d ll lEiuniw.
    Ddse as 9 eiO atii as 3 o *.0 a larie de meia
    *m nwia hura.
    Drste as ; e iO 43 i a %' da larde Je lo ni
    adeis \ e ?'J at M Ido 'i Ja noute ele
    rn-sa Sal meta hora.
    !)< lro de Santo Antar) parte p .iwimeiro car-
    ro de inatsi^a as 3 t 0, e o uitimo da noute as
    II e i-j otetos.
    Le7sroai cada extremidade o di*iAi LAR-
    GO D5 SAITO .\M:;-J sobre fuoio y.al e d-
    ;jnute teraa Une* da jwsma cor.
    Reeife, Itejiteiro da 1372.
    O gerente.
    rnardo Whitmao.
    DE MAROl: ODT1VORA 00
    GiJSf i N J3.
    O aAiSixo <.jfgnJb [ii sempre exj.--.-iv a vea-
    aa ob feries bibetes 3o Rio e lafcefru, ifarjdc
    tromptamt ote, c :. costnma, qaalaaer prenda
    lEyos.
    2^009.
    Helo
    Qaanc
    TTI10
    0 tirrw do "io Olao de Vidro om Par-
    Baraefrim, do lu) ) pwate da liara frrea, com
    fiwlos para o si-J do Sr. Silust.ano, acha-se
    dividido c-: parw ? tem palmo do frealo e
    qaatro cealo* tanBa \i fu i i ; -.j p- tendele*
    a una ou man psiw, pedera ver a punta n o-
    ji da raa Oaque do GtX'as n. 43. '
    Confranade ossa Seibori da Soiedade da
    Raa-v.sta 6 <]e)*n iro Id J872.
    A oiesa di tiakvi dn N. S da Solejade teodo
    d mandar ceie'Tar arni mina de rpqnieai por
    arai d* sea iraii> confraJe Dr. AMio JisTava-
    rca da Silva, convida a lados os rallos dssta vo.
    oeravel eosfraria, boa coo os pareat e amigug
    do msmo limJj a asii!iiJ a essa acto do rcli
    faoeciridsle ; ;jui ti ferl 11 dj eirrents, iri
    feslaadla 4a sea i,'*:.?<>. >, pla 7 horas
    manitli,
    On^criv).
    Ja
    I;.,
    l rWlw* rta Awnjo.
    cosa Ib1 P--- i '+1*"-** M'B*
    ro29. %b$frrlwi
    .l etembr.' prjimo passado, e depoia para ja
    oeiro, passon a fcer-lro s abrii, e naii comprio
    e por ste motivo Je novo chamado para ditc
    dm ; .pois V. S. se deve lembrar qn ste cegocic j
    de icais de oito annos, e qnacao c senhor kn j
    libo se achava no-es nosta cidade ]
    Aseigoaiuia du dovo eomoendio aram-
    matical da* linguas italiana e pnrtL'gup?a, ofTereei-
    do e aowito por soa BMfestade imperial a nugns-
    ta imperatris do Urar.mprime-se-a:! ivpogra-
    plva Uaivefsal los Sr?. (nimaraea A Oiivelra. 0<
    Srs. tteratos .i asignantes que qoitaram tigorar
    no dito eomeendio, lenhaia a boaJade dj 3signa-
    rem sous naei* na mesma tVDOgraphia. O pre-
    Qi ser moita modsso para > .-.mheres as-ignan
    IM.
    COOO-
    Mano-' Mar.os Pinza.
    &A#BflHBMK9fe8;
    Maita attengo
    O Sr. ex-tenenle de voluntarios, nao vindo res-
    gatar em oito dias que Ihe cam aprazados o sen
    rale do 58/000, ha meies vencido, sera convdalo
    por seu nome, sendo tirada a llmpo a transaegao
    que deu origem ao referido titulo
    JoaquimFerreira dbanlos, profejsor de dan-
    sa, parlecipa que abre soa aula na ra estreila do
    Ro-ario n. 29, 1* andar, no dia 7 do crrenle,
    continuando a leccionar era danaa com toda a re
    gra, as tergas-feiras, quintas e dm!Q;os, e i -
    outres dias se acha prompto para ir aos coilegio.,
    o casas parlicolares. Tamben lecciona em parti-
    cular em saa casa a qualqaer cavalheiro que pa-
    ra esso fim o procure. Na mesma casa h nara
    v?nder por pre^o commodo um lindo porta flores
    de tontas de vidro, com flores para enfei.'es dos
    cortinados de sala.
    Hanoel da MI va Passos
    Um amigo de Manoe> da Silva Pu-sos, fallecido
    no Rio de Janeiro, convida aos amigos do mesmo
    fioado para oavirem urna missa que por -ua alma
    manda celebrar na igreja matriz de S. Fr. Pedro
    Gotgalve, pelas 8 horas da maohaa di dia qu r-
    ta-feira 10 do crreme, trigessimo dia dj feu pas-
    saraento._________
    lMajgHBJgEftlBJ>iL^B!JR'-.Li. .TgfflWaia.g
    O abaixo assignado, com psdaria a tua da
    Florentina n. 3, faz sciente ans seus antigos deve-
    dores, que at o dia 31 de Janeiro de 1873, recebe
    amigavelmentc os saldos o inestno dinheires por
    coma, do contrario chamar per osla f Ihn a ca-
    da um de per si declarando sen nome por txtenso,
    quantias e suas rooradias, e em uliimo recurso ao
    Sr. juiz de paz
    Reeife, 5 de Janeiro de 1872.
    Manoel Rodrigues TeixPira
    O abaixo assigoado taz icienie au respeita-
    vel publico, qne nioguem fa?a negocio com a ca-a
    de negocio da Casa Forte, e man Ipos do fallecido
    capilo Heorique de Miranda Manriques, sen que
    primeiro seja |aga a divida do inesmo abaixo as-
    signado, sem o que naa lera vlidade.
    Reeife, i) de j3: eiro de 1872.
    Mmoel Rodrigues Teixeira.
    Aula particular de p'iiw
    lettras.
    as
    Auna Thdolora Simoas, avisa aos sennores pas
    ;ie suas alamnas e ao respeitavel publico que se
    achara aberia a na aula particular de ins'ruccjio
    primaria no dia 8 do corrente n>. travessa dos
    expostos, casa n. lo, segendo and:.r. onde espera
    atisfazer as senhores pas de familia, que loe
    diarios para embrulbo a 43800 a anoba: na ra
    arga do Rosario os. 15 e 17.
    !*
    KDAS.
    Vende-se o eMabcleimenlu da livraria Po-
    pular a ra do Imperador n. 67, c im fon los p r i
    principian'e : a iratar no H ^pilal P.>rtuguez:
    Vender a casa terrea i'a rna Imperial n.
    10}: a tratar na estrada oeJoio de Barros, .pri-
    meiro sitio a din ni .: > satrar pela Soledade, <|ue
    tem gradee p-irt'u de ferro.
    Cal nova de Lisboa
    negada no vapor Atice
    C, ra da (o i-rre'Cio ti.
    vendem E. It. Rebelo t
    18
    Muita atteiiQo
    J ni ildscorjhecid) qoe ex:ste ;i rii
    do Dai\na de G >\\$ rt. 45, a loja de ma*
    .onflarern snasfilbas, tacto uas materas que cons- dozas denomina Ja MAGNOLIA, e;te elegante
    OOLEO DE HGADO Dfi JJAHAi o
    Nutrimento
    MEDICINA!
    ri'repiradr,.- ,"r
    Lanman KaLf
    para tis a e lima
    qaalila:i!-i i<-
    encas, qiter c..
    ni garganta, pt-
    to ou hofes.
    Exprs? a-
    monte Mcolbioo
    dos melliores S-
    gados dos qi;.
    se extralie
    oleo, no i' i .
    da Terra N">a,
    purlcado ^<-
    micalmenie, e
    suas
    proprieda.'-.s
    conservadas
    com lodo o til-
    dado, em todo o
    frasco, se garan-
    te perfeitacu-r
    te puro.
    Este oleo u n
    sido submetii<#o
    a um exan.e
    muitosevero, pelos cliimicosde mais tte-i
    ot, do governo hcspanhol tm Cbajoi .w
    vulgado por elle e con tem
    MAIOK PORQAO D'IODINA
    do que outro qualquer oleo, que elle t.
    exam'nado
    IOI.N0 EL'.M PODER SALVADOR
    Em todo o oleo de ligado de btealiie,
    enaquelle no qnal contm a maior por ; >
    d'esta invaluavel propriedade o un >
    meio para.curar todas as doencas de
    GARGANTA. PEITO, BOFES.FIGADO.
    fsica, broncliitos. asma, .-alanio. 10:.:".
    resframentos,ctc.
    Uns poucos frascos d carnes aa mn m
    magro que seja, clarea a nisla,e d;i ngt i
    lodo o corpo. Neuhum outro artigo -
    nhecido na medicina ou sciencia, di .
    nutrimento ao systenu e einotaiuo! r
    quasi nada o estomago
    As pessoas cuja organisacao tem >
    destruida pelas affeccocs das
    Acha-se a venda nos eatabelecneril -
    \. Caors, J. da G. Bravo, A C, P. Mai '
    6c C, A. A. Barboza, Rartholouteu dr G
    pbarmacia american^roa doQaaiuiasJo r..
    CEIM ~
    A verdadeira cerveja da UavK-ia, maira
    deira, d superior qualidade, venoei Taaro I .
    & ''.., armazem Ua roa ii_> A ... r :n o 37.
    Vtinv M- Din teireno c>.u Ui pj
    frente e qnasi 8tH) de fundo cercada e limp
    Porte da Madein, em Itiberihe : o* rni do I
    gresso (Soledade) n. 7.
    M

    J o Silveira Carn-iro da Couta :t-.:
    para vendtr em seu escriplorio, ro?
    Ap< lo n. 28, I.9 an'ar, a ele doce icpt
    rior. em
    que II.
    uarris, cIi- do la rcJ //
    m
    liluem a sobre-illa ittruci;o, como '.ambrm eai
    mnsica vocal, 9 no que for concero-nle as habili-
    dades da agnlbas.
    Cozi heiro
    Precisa-se de um b m eoxinbe.ro, paga-se
    ex. : na estrada doMinguin!> autes ''- 'g'eja
    !e S. Jos, -to n. 2.
    Os Srs. Jos Fraccsco Ribeiro de Sou-
    za e Dr. Francisco Jos ftabelio, o l6 pr^-
    prietario do collegio de Santo Amaro t o
    3* propiiaiario de om on.ro colegie, sao
    rogados a maudarem a esta ty-pogiapuia a
    aegocio de interesso.
    Precisase de um servente, prefre-sa 'sera-
    do : no hotel francez, ra das Laraogiras n. 10.
    O batturel 3. Luiz da Subir acha-
    "&! fe tenporariaae.j! re-ilndo ;i roa -do
    t> Paysaon d. 4>i, Passagera da 31 rv lena, onie pola ser eucootrada. das 't
    \2f< la tari e.u dianiea
    m&
    Aloga-se 4 casa i-rrea da rus :oiptrial n.
    J'iO, com eoinmod: pira familia : par ver na
    H Jnolo, e a rralar ca prca da .ad?p.?alencii
    ESCOLA PARTICULAR. Q
    10.-----Ru* d\ Pkkha.-
    Aona Senhorinha ilonieiro Possia.
    -19.
    q da ouro.Flores
    ?*5 Ensma-ae mosi.M om previo ajuste. 93
    tfg Ti)i>!:ii reeenem-se alum^as internas. Jp
    <\ WQy ^y Preelia-ee lo una ama que
    ^Hk\ kj. seja boa eszinheira e jue te-
    CW w nha es!*d-) em ea->as etrac-
    ua ra do Coran ercio 11. 38, armazem.
    geiras
    Tracsf-jM-se dons ann^s de r.'Mo do arrenda-
    mento 1i um oojiulio grande e d'agua coro safra
    no ampo para cerca de I.OdO paes e outra fun-
    dada paujer coloida at maii -3e 1873 : dista da
    estaja-j do Uo:; -i l.'goas, c ha fji!!4de era cbler-
    se continca.'Ho ninrrendaeienD. PaZ-se pcjtocw
    por metale de s-u valor, e pi,-j ,ai,.r tlirar?.-
    seenlenderSo om Jj-ft Vtj.-.xo jo i .ra \m
    una, en oa r,'< N..va n }'.

    MM
    OOLLEGIO
    Di
    <> A* olas otS3a wllegio [ir>ucip:aii s
    ^?' fiBici'nar n> di* H do w-reosH* raer


    9
    Para caa de om ho-
    rnero solttiro.quese trata
    com asseui, precisa-se de
    ama senhora dti moia
    idade. e com bstanle ca-
    pacida de. pura tomar a
    sen cargo todo o arranjo domestico; ootinian-
    do e eogommaoip con) per.'ci(;o. Kazemse to-
    das as vaota-ens, que mereaer sen boro com*
    portamenlo : no Razar d MoSp. roa N?ra n. -:i0,
    se d^:reom quem se irsta
    TI
    Ha reliatii daWiadd Rangei n. 4J. proei-a-so
    dfl trabalbaJort j)a/a a mrsjnaj qu? emenda .
    s-rvleo : e tn:r>m" imim
    Preci-a-se da om uxto Be lia
    com a'naii urUfca do vond : .1 trar-
    da S.i;ua Cruz o. '.'.
    AlQ#a-fte
    flalwrai n. '.
    II! anno,
    ca praca
    Na travessa k
    das Crozcs o, 2.
    ffieiro andar, da-se (B*
    nhelro sobre peniwrcs
    de ouro, prata e brihai?-
    es, seja qnal for a wm
    lia. Ha mesma casa tm-
    pram-se os mesraos fe-
    laes e pedras.
    fi
    m.
    estabelecimenlo pretende adquirir
    d numero do precia dores, ViaU) qoe ter
    sempre o que d meloor houvvv no mer-
    cado e importar (como j o tem Un!') por
    corita propria, o que houver de mais chi-
    que na yelba Europa nde a MAGNOLIA
    tem habis cofresponJeotea, e para pr.-v
    do que ha expendido a MAGNOLIA convida
    a todos feralmente ecm espectalidale o
    beo sexo a visiiirem-na, afim de apri-ciar
    a soperioiidade di seus ubjectose commo-
    dida'Jes de preco?.
    A MAGNOLIA, nSo pretende loroar-fe
    masante, limita-so por ora a mencionar
    poucos arligos deisaedo os demais par.i e-
    rem vistos pelos concurrentes.
    Bonitos elovaes para baptisades.
    Ricas almofadas bordadas para sofi.
    Perfumaras, leos e banbas des melbo-
    res e mais conhecidos fabricantes.
    Sapatos bordados empalagares.
    Ricos objecios para presenier.
    Chapos de velludo e palba d'Itilia, mo-
    dernos e de gosto.
    tiravatmbas muito bonitas para senhora,
    e lacos para cabega e peito (oovidade.)
    Artigis de ph3nlasia e propriss para toi-
    lette.
    Pocb>s o goilinfaas bord.idos.
    Gamisinbas b.rdadas para senhor?.
    Pe;los bordados para
    Ricos diademas.
    De gneros superiores
    Todos estes artigo? serio vendidos como
    os demais por presos rasoawi?, pa MAG-
    NOLIA roa rio Duque de CjXs n. 45.
    Do Campos no a: mazem.
    Qaem nv?|ia? ninruir !
    II i do rei a I; r. i rna,
    Para reader tem em
    Ca-a autip e qu i ni
    0 n'ioi-ro qae i
    i! ir '-M ser viiit i- i.
    Bolaiibinha- e h- m
    Pret-un i-.
    Arroz, i iu r... _
    D.ice, (. leas, sn ix-<
    Qae quem e imp ir nio :
    '*' :< r ;uJ.' b ii : i n .
    '' > i :: l .
    DjI' iih 11 ... ,
    K o r-a i ni- -''..
    i :
    Cvlanhas, -11, 'o. -i', i
    sel >>-, finetas, en ,
    Para ua pa:cscss u; .
    F r'i-j irem o m sk!
    Dia ].! :,..!;,. ,
    Que nos i spira :,,. r
    Pazrnai a tod m es.t .. >. r,
    Entre familias uhida.<
    De bellas mofas, failas,
    Os s;a1osos dias na* '
    i"i<]U'iu bm deaenganad
    Queso ao Campo: compete
    ]).:! estes ejosot... Prom le
    Vei Ir tildo rrui baral^
    Bag**, fija*, eampato,
    Obi colate em latmba
    De Manes fins Barimbas,
    !'a>-s-, ojo?, em lata*
    n- Portugal n > atfit .
    Uj uiantei-a fMBoeza,
    E superior ingleza,
    L de Jiinas fresco aneo,
    Q.-.e a todos cansa defej ,
    Macass, no-es e loastaA .
    Do reino onaijea fresquir
    Avi-lis, ba!aa< notas,
    Ceblas e beas ovas
    Qa )l jv.o o paladar,
    Kiuo d ce de arica,
    - ii ama ama o>. roca
    f Cjm,-ii-e para J

    i2,-<
    TI 1.
    ida?" qu
    P"'o: : na -m di
    uic nt.ir.
    0%TU\ FOCa.f.
    A companbia fndemnisadora, estjbi
    esta praca, toma segaros miniimos aobrt
    avios e seas csrregantcn'tos a con'.ra*og(
    3diflcios, m rcadcri.s e mo.^as:-.n
    i a do Vigario n. 4, pavimento ttirr- ..
    HTonteiro
    Por 3Q0.O0O rk
    tna eV i : Jor n '.13 I v ;...... j .vuja-e urna casa na povoacao ro l,)r.*in.: a
    on iiintatii AJiiBO-r# ; ua iua do

    *i -, (sej- tratarla iWflil
    .- Be fuico ln|*>
    CarniVjl de |H7!!1
    traade sortimentj de ceringas o machinas pro
    prias para encher lii.nss de borracbs, ir P'ec-s
    cmodos : depiso. ni pharmaci americana de
    Ferrara Uaia dt G. ra Duque do Caxus pi
    mero ft?. ,
    Cemento eo^lanl"
    o maja .-oper'or ijit ha no morcado, em bvrrica*
    grandes de 12 arrobas, arqueadas de f-rro e bem
    acondicionada : no irapictie guerra no I! '<.
    ~A~i|40(T ""
    Veade-fe '.pft; d^ ranea, otra mnito boa,
    pjfodiminao preco de IJiO;) : na ra do Mar-
    qi : 1 OnOa, aaliga di Cad ia 50, l ja f
    ia.
    i Ciuratoa de I os mar .
    a de bomem. [Ga, ararau em lataa,
    Champague, boas paslillr.S
    Pudiin (iu lata*, teri
    >-gase e va-Bida
    Doce lio i da banai a
    Oueij i suis-o e lunario ,
    A netioas, .-al;m.' f .
    \lhos, vinagre, izeM i
    Pina ganebra do Altana
    (>o lo nata massa iioa
    Oj orillo a larioha, vid.
    PvixeJ e:n latas, aletria,
    E ontras muitas igoarias,
    Que por esto ir liadr
    Deixo de mencionar,
    Prometiendo de nutras Vfzes
    Nao majar mais js fregu-z-
    C m mu uncios *om vj a
    C ID] fe .z todo o dia :
    Periodo Zoilas ffeiU' ;o d
    Ao leferido arrrazea
    P.>ra monircni-se inm
    Por pretil commo lo, senhores '
    ii'C'ltt- Meaie*.
    "t ;.:' o ch;colate Jecier do stoio : na ro
    do Minaez de 01iq-*3 n. \.
    Verde Ch o.ue7
    Vale Marque; *> Olmo"' n. 50.
    .t phariBaoia a orogaria da' roa do C>boj>a
    vendase excrlleale borracha para fazer iim-ts e
    i'.aehi'iai paja -dhoraj mesmas.
    Cf do >a
    u-ara
    m I. :r o ma.s '.-..-,-.:,-. vni a p:ra acabar.
    rs roa du Miriuei Je 0! ala c. 4a
    (1
    Attenpo.
    e a ees. ira do patea dn Paraizo a. 1
    traur na rue-ir*.
    Cerveja de Noruega
    r!-',>!ra e soperio'r : venda nos ai
    V r i* '.fin e soperio:
    Je Toso limaos & C.

    VenJe se una eacdlenif* S.if .i,-4tina ciii-
    uiiiin.ubeuto da Auatriea : para lar, a toda '
    no Corred do H.-po n. 6o.
    Vendc-se uto do com ca. a oo ;
    llano com bastaste' ario'f Jos de n..
    (U.irija, 1 .-..j ,:
    lio no fondo d<
    -. r as Iraves *< G ca.
    raro..



    vil
    Oiaiio de PeriamDUc Quarta eira 10 Je Jan ro le. 18'2.


    GUINDE REDUCTO EMPRECOS
    F At E N1) A S
    rm venda err. seas armaxens, ateo de ostros
    jrtigos de sen nego.-io regular, os regatntes, que
    ndom pur presos mais mdicos que em ou-
    * aaaJaer parte
    FIGMBEDO ft LOPES.
    MATRIZ PL U
    V* proprii tartos da luja do GYBSE convidara o refpeilavel publico para virem
    ^soasar a do mms enripelo souimenlo de azjndas finas a pregos redolidos, adver-
    isw'i^ao fies preces s scrSo a dinheiro. A imperiosa neeessidade que timo* em
    rest facer coss>s c or >missoi, nis obrigaro a satneluanUsredcges. Avisamos aoe
    fogacze* de mHto ,q ie entunara comprar era menor,.escala, qie aslJ casa encoo-
    i.T6na saceridide e omw.- ocraraodfdade nos pregos. *
    fcilS com xadrer. 4indopali$ a 320
    ff. a ovalo, pecuiriena.
    BITAS, fearej.3-, lindis cores a 3 0
    a tt?l<4, pdflbiOGb 1.
    rs.
    lar-
    >*.**.
    a b
    iur|pije.a.
    >,allrR as %'a*M|)2i d
    la sUf i#l tuda qniera ai)
    hoye." DepWUo'pTincipal J rua *na
    deia do Recite n. 51, andar, em todas as bo
    i cas e cata dabellerjiro.
    precos
    PENTEADORES brdalos para senbfa
    pelo barato prego de 45500.
    C0LX\3 da fusta) de cor, rauito grao-
    das pelo baratissimo prego de 35000 par3
    acabar.
    CAMISAS para loroens a 25009. Ditas
    ! a 2*500 al 45500. D.tas bordaras para
    hornos a (55000 85000 e 105000 cada
    orna.
    C4MBBAIA com salpicos a 55500, pe-
    e anas a coracha.
    CAMISAS para men nos de toda as
    dales.
    CH VLES cbinezes com modernos paefea
    muitj pr-prioa pan senbora^ hones-
    tas. Dil s de merino lisos a 2-5500. Di-
    i >s ditos estampidos moito n^s a 550OO.
    Ditos de meiitt a id 00.
    LVASD2 PELLICA frescas de Jovin a
    35.
    LAS finas com teeido de barege pa?
    acabar 300 rs. o covado.
    KOLSAS para viairens a 5300.
    - /TAPETES de diversos tamanhos ]
    gbartwglo t!e sala.
    PARA LUTO.
    Alpacas, merinos, cantoes,
    eambraias, cuitas e misilts entras fazen-
    das.
    PARA HOMENS.
    CASEMfRAS linas cora bonitos
    a 5O90, 65500 e 45800 n corte.
    ROCPA FEFFA
    Por baratissimo prego inclusive superio-
    res sobreeasacos de pauoo fino a 205000.
    pechTilia.
    Tambem temos um oxcelkute alfaiate que
    se encjrrega de fazer qnalquer pega de
    obra ao goelo do iegopz.
    RTAS de piaho ilmofadadas.
    POBTEaAST) fcrro para caras.
    SALtTHE inglez.
    SSTSIRAS da India para cama e forrar sala.
    GANOS de barro france para esgoto.
    8ESS0 superior em porgoes e a contento.
    AMENTO de todas aa validades.
    MACHINAS de descansar algodao.
    LONAS e briazoe^ da Russia.
    OLEADOS rSeric-acs para forro da carros.
    FOOOBS iercaci>3 muite- bous economicot.
    VINH di. Bordeaux.
    COGNAC sopera r de tautier Freres.
    >ARELUf em saceos grandes 3#fJ0C.
    AGUA florida legitima.
    BALABAS deeimae?.
    CADEIRAS americanas.
    P.HUM da Jamaica.
    AZULEJOS da Lisboa. .
    Xarope sedativo
    t>E
    %Lf>\C\5 Iis5 -cora lindas cores e
    gas a i*0_rs. o ovado, pec'ocba.
    S2ER1NS lisos cores d.versas e largos a
    5 i ft. o cavado, pachindia.
    ALBACAS LAVRADAS rauito modernas
    3 5* s a 700 rs. o covado, pocb ncoa.
    9>irASJ)JTiS moilo modernas
    Hlb rs. o covado.
    LAS COM SEDA, fados pad*os que
    seas pre^.s foram 4a 15200, boje vendemos
    gmt SO rs. o ed?ad) para acabar.
    CASBRA1AS 1 -aaspiren'es finas a 3 j*5C0
    a Jara a ira 8 \l vara?, c ptcl.india. Di-
    ^iri*s a i0 #, 45-JOO, 55000.....
    MHM evOfiSom 8 1/2 varas. Ditas
    ?SMp*raates W It^OOO. &'&** drt cores meito lin- ;
    4r*fi.-if s Z'i. K6Q e 860 rs. om<--i
    to.
    SMAS TOltU IDAS a -t.'it)). (55H00. 85
    3 "^-WO. fcas r..-i: pregas m lito iias.
    - ML&BS E ARCftS a t.<000 para acabar
    ^acSoiii DitOi cia s;iise baba rio t)(?r-
    aa*vnni.t Ib4m6AKM).
    K,fe' Jt j ifiio e hrattco desiiperiar
    qtta*r*t*a
    A7^i"ii\DS" -U:-. beroos nliiaaaajen-1
    te tDabfH 4* Sfttw muito superior por
    HUM qnem outra qualquer parte. Ditos
    4a 4gtSlo c m boottoj desetilios a 15800
    aovara.
    "SOALHAS felpadas m-iito superi res a
    SSQBQ a fizia.
    tCO}* Jl J fi' | POUPELINAS-Temosom completo sor
    e MMMIimii propnos P ra p,r- |faian|o 1buo em xadrfiz como Jm pam.
    SnB08 br9N bordadn com tota.!"*"* Por1ra.iioi pre?os.
    sr, lirpii Ja s^ p r I 000, sea GROSOENAPLES tanto pret)
    i fi: de I6000. Ditos" brancos con
    ^_ JJt^l-'Se.-,- :" -"..i
    Gasea de laranjas amargas
    COM
    BROMRETODE POTASSIUM
    DE
    MROZK
    RrtrntTO preparado aprovado pea acadeos
    rcperir.1 ile medicina, nrnito Se reccnwienda pefe
    >na acr-?., tedattva e co.l*utntbt sobra o ytema ,
    o bromurto e rJetaStnm, e*o deixa de fi
    Machinas de costara.
    Chegaram ao Bazar ersal da rnanrv
    Nflvt n. ti, Dm sortiraeito de^ niacbinaa
    p'-ra costura, das Bilhores qnalidides que
    existe na america, das quaes muitfcs ] sio
    bem conbeckl'S pelos seus autores, Jcomo
    sejaoi: Weter & Wilaon, Grover & Boka,
    S lenciosas, WeerJ e Imperiaes e outras
    rauitas que cera a Tla deverf agradar aos
    .compradores.
    Est:.s machinas- te a vantagem- de fazer
    o trahalho qae- trinta- cosiureiras podem
    Ifcaer diariamMMe- e cojera com tanta per-
    | DE
    ERNESTO & LEOPOLDO
    N 2 D ua do CaSug N. 2 D
    Acba-se montado de forma tal esle estibelecimento de joia* qae pode
    vender aos seus notneroios freguezes em groso e a retamo o por pregos
    mai resumidos visto qoe recebe de conta pvopria ^)or todos os vapores de
    Europa. O gosto de desenbo de suag joiis 9 miis lindo do paiz das
    modas, ooro de lei, brilhantes verdadeiros, esmeraldas, rubios, perolai,
    torqoezas, saphiras, coral rosa etc. etc. Obras de prata do porto tanto
    para fgreja como para aervigo domestico. Convidamos as Etmas. familia*
    a visitare o dito estabelecbaento todos os dia at 9 bcras da noit
    Comprare ouro, prata e pedras preeiosak em obras velbas.
    'jer\*oso,
    Jar Off Hiiuc Mu luduiiouv, uno uiroroaa a,iv- u #.
    ;5es fio ofgamsrao e principalmente as molestias Garanle-se a soa* boa qalrlade e ensina-se
    iw^Ve^resiu^"^ como asmais pwfe*" castureiras.
    do corado, das vi as diges?a< da respinfo, da.*
    ias graio-ariaarias, na epilepsia, as awlestias
    aervo^M- da preohez, na iosonniia das erianoas
    lujante o'perioo da dentig etc. etc.
    Vende-.-'!? na pbarmac e drogara
    de
    Bartbolomeu 4 C.
    34RA LARP.A DOROSARTOM
    Prevenclo necessa ia
    Qaand> martas hijas procurar adquirir grandes
    lacros tia eompadrendo-se *9 bolfns arktm,
    a Nova- Kspmnga fc^sca coasegar-los sera que de
    forma alloma v eesea-las; porqoe segoe sea-
    pre o seo antigo e slo ystema vender berra-
    prracetas^ (0 pf,ra tnitm"m09 e chegtir tstim-ao fitn Cw-
    \jne.
    V A Nova Esperan? *i almeja sement o lew
    jDeooniario, ?oas apira^des o- ms beaevo.'*,
    , -. em qnanto an iuteressa material, coateoia-se con
    * a- roedicredide, em qcan'.o p?rm'o moral, ow
    emio ae fssencial que-eHa {oiga neioeadasin*
    le ama va?ta ambicio,, qqe dete?a' e- faz toda a
    3erra ao cortume macarrnico da-caresrtia.
    A-mi prevenirlo neeeesaria, coneise em avi-nr
    ao respeiUvel pobco e- especialmtata ao beir>
    eso, qae ella e raelT e mais elegflnte bo inund-im modas, a-
    ffltao neee.'sano na\> (fcixarem a fova Espj-r
    rann para pref?nrem wiro qnal^er eMabeleci'-
    meato, porgue aqm, -o-lypo da caraslia, e al.f.ri
    ^6a Nova Esperanja) o- epylogo de todo qoant.;
    e bom barato.
    tnMHur coro perfei?>em menea de ansa
    hora, e (s prefns- sjo 19o comnMdos qoe
    (tevem agradar ao? p^tendeolfS,
    (jara rpido, h radieal )S
    r^e)a poina Ema-Doreda qoe ttmtqpp nmHmk4 ten ectin-
    du arpseoas que della-*i terio ao aeao- de
    chepr'pra o sen dep's*a espeos4_
    f.-'
    Pharmat-*^ drogar!
    *8
    Bartfcek)iea 4 C. roa larga do Rosario no-
    56 AEua do Mrquez de Olinda56A
    outr'ora roa da Cadeia.
    LUJA DAS MACHINAS
    Sendo este antigo estabelecaento assaz conbei'ido como principal e recomBeo
    dado pelos- grandes depsitos e bona sortimentos ooro que empre prima em ter dat
    melboras, mais acreditadas e verdaderas maclitaas amerlcaaas para algo
    dil, desde 10 80 serras, e havendo era toaos os tamachos dirersidades de 87'^
    roas e melboramentos para perfeito e rpido deooorogamento; tornan ae dignai d*
    serem vista e apreciadas pelos Srs. agricultores; os qoaes, alen disto, encontrara*
    J. 01 Dt-ylt* tem
    armazem para vender
    9'SrEGUINTE :
    COCNAK HaNNESSA. ,
    VIMHO XEREZ.
    DITO DE LJK1IOA,
    FILTRADEIRAS.
    BITTER
    A' roa do Commeroro d. 38.
    lambem mais:
    8m ^W; Apurados vapore* LeosiovEis, & torga
    "" i de 3 4 caballos, e perteuces.
    Machinas para lava? roopa.
    Arados araericonoa para varzea- a Ja-
    deira.
    como de
    os con cores temos um ^ran/le sort.ment e por
    M-dadJ P'lo brato prego de menos ine em outra qlqaer casa.
    7VSH. Bitosbrarcoa con palrawhas de! MUSSEL1NAS brancas tawndas mmto fi-
    mt 4* 'U SfOOO !).i i mi i-s Qnos a 8-5000.
    CtfiTONES liso' de .oree divo sas pelo
    ' |-:(r i !-: iOOO.
    s-cora p'irf.s : 6re:, fazend-i so-
    . a 't!) rs. 0 c rtado.
    KtNTILIlA a hrisi eir de fi' de seda
    ; lo pr*to de I4OO0.
    BRILHaNTINAS brancas lavradas a 500
    rs. o rovado.
    LENCOS brancos abainhados a 25^00,
    pechincba.
    | BABADOS bordados fiaos de lindos pa-
    dr5es.
    i Gravatas, coarinhos, pnnhos e moitos
    Gal nova
    ebegada recentemente- de Lisba- n*> palacba>
    portognez Jos ; tiem par* veder Joa-
    ^uira Jos Goagalves Beltro, no seu es-i
    eriptorio roa do-Corjamercio n. 5.
    Vende-se do csas era ehaos prporic1, no lar-
    ?oda Soledade n-. 1H e2&: a tr*ar na ra Ja
    atm a. 46, I* ajar.____________________

    v. .IBS IS BORDADAS para genhora por ontros artgos que s se eneontr na loja raes .-. y e ere o-.;;) jua-^oer putc
    ti
    i na '
    la
    CYSNE
    [raperatr n. 64.

    tao sodi'jo o et^loree
    r.s ijut>'luorem i.-.-.'-r eosieeer da- seus eatabele
    mentos por moto Je pomposos anniineio?, qae
    i com bastante ra?*j s anedar* os lettores das
    ! massadas com qae as Biimoseaai-ds ta4 annuc-
    cianle?.
    O Campos da ra do Impender a., mero 23$
    ae quizesse segeir & rotina ao-iga as fazer e
    lampar nos jorn&es mais ido-, saousci^e bombs-
    ticos preiedidos- de trtulos garraraes pra melbo'
    baraar a auer^io do re-oeiiavvl publico ; moi4o
    lena que diier a respeito de sea- bem conheco
    armazem de vveres sito roa do Imperador n.
    28. Diria por ewmplo: que ao seu armazn
    tem conianieaenle, presunio3 para fiambre e oa-
    ra panella, iaKames de Lien, curijo* de diversaf
    aalidde.", lugniQ-is e cnc.ui.,^, ovas de cama
    rupirn, conservas iDglezas e trauma-, vinhos do
    Porto e da Flgneira superior, licores fino!, b*la
    ebiohas, cha superior v^rde e prelo e ontris nra
    ios artigas i|iw sao proprias pura uio-1, dispensa e
    cozioha. Mas nao.
    O Campos so e omeate avaa ao re^pjitavet pa-.
    blico desta cidade e seu sabubio?, que em tasao
    ile feito do sea. armazem um centro de tudo que
    nos grato ao paladar a para que ninguem du-
    viJ. da que cima se lera dito
    Pede-se urna visita a rea do Imperador n. 2,
    armat'-m do Campos.
    Sustento restaurativo da
    samle
    MbA VERDADERA F&HTOM
    k fia Barrj d'Araliis
    Os aMm af9i?ntdo< fwro sci^nte a sens fre-
    gaezos, que pelo vapor ingles La-Plata peceberam
    egonda renesia d'es
    usa mailo se-recomraewta para as enancas, pes-
    soas dabato o- roovalescMe, applicada-aoin reco-
    nhecida- van*gera na oonajpagoes, disrrheas, cSv&->^l'yvfc^|K
    nausea do estomago, osse, .^crro sangue, ?%"f:^y^:^^SS^^
    phthysio*, etc. etc. Preterida anda pelo agradye'
    abof.Cbmce oatra qatqaer.
    wmammmwmum
    A\ rao do Coraaaei'jio-. 10, esenpto-
    ri de Jce Joaqu!fD. dat Cosa Maia, en-
    coctra-se para s-mAe1 por comawdos
    pTeco:
    Aaule/ hespan^'iWi
    NHtu 4e ferm aivsaado parcJlha-
    n de diversos tamanhos.
    DtM 4 dito dito liaaa.
    llica* de ferro aslvsoifad'!.
    (Iiinuras dito.
    Rort^a$ com piolas-pan c.Gtari:,-.
    Iladnttios. _______*
    Carros de mao pawi atterros.
    Tinas de madeira.
    Baldes de dita*
    Ditos de ferro estsafeado.
    Ditos com valvola para lavatorios..
    Ditos de madeira pora compras.
    Apparelhos para jardww.
    Guardas-comidas.
    Tarapas paro cobrir pratos.
    Tarrachas pnra-fazerparafusos d>-ierro.
    Ditas dita Sitos de madeira.
    Trens para cozraha.
    Temos de bandeijaa- froas.
    Correaif-s para arrastar madeira.
    Cyiinros americanos para padaraa.
    Pertences avolsoa pan machinas.
    Salitre refinado.
    Rreu snperior.
    Moinbes de diversos- fabricantei par
    milbo e caf.
    Dfbtiibadores para roilbn.
    Azeire de spermacett; para rntcbna
    Camas- de ierro.
    Bombas de Japy.
    Ditas smerrraias.
    Cofres de ferro ptent9.
    Cano de ferro uUtaUxte-s.
    Ditos de dito estatihatio.
    Ditos ie ebombo.
    Ditos de borfacha.
    Folie? pata llrretros.
    Emfim moitos cairos artigo?, qee s avista o neste 6tabeleci*at;;o poderlo
    samraados. ^
    1-^*1
    m
    m
    S
    pa ra mmm.
    reperolf-aQIles jo.
    r-i


    MACHINAS
    De 19 a 40 serras.
    VAPOR
    BA DUQUE DE CAXIAS N. 29
    proptitlarios deste gratule e bem ra otado estabeleciment scientificam ao
    atead fnbHc-J '-A\ provincia e completo scrii-
    mm de Bovcia, Lento naciona-s ccow estDrgeiro?, so Jo estes escol.idos por am dos
    3i*4 q-'e se acha zctualetctit na Europa. O mejmo tem cont'-ac'.auo cora os melbores
    aK eaates dapjeil c.ntiaene as reraesEas das mais ricas mobilias feits alli.
    3Ja jffietna iem-O miis babus artistas daal* genero, e por isso pedem qu? ve-
    ttmm viir o >siit>e!ec ment, aone eniontraio a r^UJade do qaeocab-m de exir,
    oli; -*! completas ra b lias de Jacaranda, mrgnn, f,ja, carvalbo, a-
    aB.? ote, licaj e ecant;S camas deja oarani, pao setim, ^mrello, etc., etc., guarda
    sfi de.emirell >,-guarda loga de DOguetra e de amtrell) com lampo de pedrn, p
    r*e5 eito da, peti to.lef.es especialmente pira fazer a buba, toilettes de jaca-
    na. imlnli pjln, secreta ia; da jacaraid e mogno ustuniras ae mogno, sMfe
    imana, tbiar.1 p 3Mrjw6, ca i ifs privadas, bid*; etc., tic, e muitos outros artgos que deixamos de
    ttr por aeurnaf enfadonho
    jf-ss puro ce picado be BAdALiiAo^uperiores cig-iiTcs do Rio
    tbrr\ nova deJ?>nei:,o.
    *E Domingos Alves MatheU', anjeo agente nasU
    41. LACOMBE i provincia da fabrica imperial ae cigarros de S
    Un* - ttxb! aa r'.'uraraeoJa por ser o mais purificado j tem sernpre nra completo sortimento da todos o
    ^Mrt ^--twjt twn vmli, e anda pelo boio paladar, j cierros, furao picado e en lata?. Tem igaalmenU
    aparar a ntro qoal'jiiiT : vente-se no deposito
    Com o publico em gei
    ObjeetM para luto I !
    Brinco?, puiceiras, broches, meics aderemos,
    crazei, aaesoletia e moldes inteiramaote novo?
    acaba de receber Nova Esperanga a. roa Dgaja
    de Caxias n. 63... a tiles-----
    E' seuapro assim
    A Nova E'peranca... jamis acaba.de re ce Lo.
    novdades 1 agora meiino, r?c< 1 tantas que nao
    'abe dellas qoal anauneie I porm 'empre deca
    ra a seguiotes para scieocia de alfnen.
    Meda!lies:de madrep*ro!a paa voltas, eruzes
    ,i.rao moirm Sm, bmitas cai*iiihas vazias de
    papeli, modsrno adaregos do madreperola, de-
    licadas correntos de plaqu, lindos enefeovaes para
    baptiados e ctapeUsiobos para o mesmo llm, bem
    como d.sie ultimo artigo recbeu coosa moito es-
    pecial de ssda copa alta, un v-j,iudo para senboras,
    lescrever ibms maa-aute....
    Rtoi> pon* bn^aate.
    . L/idissim>>:< loque*- de-
    toiaanaaatt novos.
    Co simados bordaos..
    Camisas bordadaa-para !u:oem,
    Roas metes de suda pata .-enhora,
    A Nova E-paranca i wk\ tere
    DESAPPAtBG.\3f AS SAlffiAS-
    A Nova K-peraaca a ra do l)i\c;* de CkI.w.
    n. S, aeaba de receb=i o bem cotecido lr;e
    ds-ro^a branca, e tamWra'lei'e vjral, os juae-
    hsem desapparecer a -.ardas on pannos.
    & revalesciire u Barry 3*>
    Londres
    Toda a dt-oa^a cd a Revales>?re da Btrryt.
    qae da aie. ne^gia, appetite, >'jgeK> e dos-
    canso. Ella cara a dispepsias, gastrites^lxinvi*-
    res, acidez pituita. Rato, enjps, vmitos- depois
    da comida o- graviJez, eon tipagaw.t) afUima,
    atTeccoes pnlraonares, bexiga, ll^a' ^6rbro e
    sangne ; tfl/OOO oara?, iocluindn munaa. ullas. nr
    Brasil.
    A re-va!escore cbocolakada do Sacij
    ero p,
    Deliciao aumento para ataocd e ciia, maitu
    nutritivn, fortiticando os nes do esjiraago sea
    cansar o menor pe= era da de esbaga, nem ir-
    rita cas,
    Unioo dapasito oara o ftaasil era Prnambnc(
    na piftHBae americana de Ferrewa Maia & 1.
    roa do Duque de Caxias n. 57. (Todo coidadi
    jom as faUificagoes.)
    para m&ver as ma cumas.
    Em casa dos iMiiiTAoonEsIRua do B->m-Jsus n. '.
    Siiaw Hawbbs & C. ) oatr'ora Cruz.
    OUPA FEITA
    NA
    Rua do Crespo n. 0.
    Tiodo resolvido n5o coBtinuar a ter grande deposito de roupa leita, oflerje ao
    fespeitovel pnbiico, e aos negociantes de lora, rjm grande sormeoto, por preges bara-
    tissimo para acabar.
    V&de-se o sin., qtiefoi do atdo Djtra, ncjide efer a 25300.
    PaHtts sobrecasacos do panno fino de
    125 a 3O5000.
    Ditos saceos e refranqneados de casimira
    de edr de S|K8 a 9#GeGi
    Ditos, f.itos e ditos de panno pretode 50
    /1-25000.
    Ditos, ditos e ditos de alpaca preta de
    23300 a 55000.
    Ditos, ditos e ditos de alpaca branca e
    Rap cearei.be fino
    DA
    Fabrica
    EtertOotoaMa & C.: raa Larga do Ho-
    fl
    mt
    i H*dr*> Densn. <2. armazem de J080
    do Barros.
    a 500 rs
    f**lra marmore
    *fRMe- i:a p'ic/H.dii pa'rw j faciadas a
    *.Olc- cta n;i. : na mi c, 1 Bai. d VCla-
    i*.t*>. I. i .'a !<.r !.- a>mttrA C.______
    VendH m um terreno euro I8 palmos de
    jMnsfai .le fondo, na ruado Conde di Boa-
    -kCL, me 1 F.-ruiosa: itratu* na rjia d>) H '
    fUTii O. It, Itfe*
    os afamados cigarros Conde d'Eu, feito* ra raag
    Gfflco papel de paiha de milho e fumo superici
    Para governo de seu freguezes, que tem estabee-
    ido depsitos flaes, as casas dos Srs. Thoraa:
    Francisco de Silles lo-a e Manoel de Soaza Cor
    tetro Sirnfie- Jnior, m bairro do Recife, e todc
    inanlo for vendido era ontras casas com a firma
    ie Soaza Novaes & C. sao falsificados.
    AOS PADRES
    A Nova Emersnc,, roa Duias de Casias d]
    6.^, qnem vendo as me.h res meias de Isia : a
    quantidade pequea, portanto ellas antes que
    e aeabom.
    1, ~1-
    Livros inglezes
    \txii se por commodo preg., na ra do Com-
    Dnercio n. 9, um exceente jf o (Je livros, com-
    posto de diario' e rulo.,
    DE
    Vasconcellos& Filho, do Ceir.
    Este ptimo rap f ra si 1o estimado pelos aten-
    dedores e apreciadores Je-ie innocente uraaer da
    vida.
    Vende-se em eaixas de 100 libras, sendo alia
    libra.
    Era casa do9 noicos gentes nesta cidadeTasso
    Iroboj & C _
    Marca brilhante
    O maia procurado.
    Vende-se na raa do Imperador n. 39, armazem
    da bola amirells, em latas, por menos prego do
    qae em outra qoalqner parte.
    Cafe do Ceara*
    Amonio de Maura Rolim- C. vendem caf do
    Ce-ir de t* qna lade : na roa Duque de Caxias
    n. 73, aotiga do Qoeimado. ______'
    Espeeialidade.
    Vinho do Porto o melhor a desejar, em barri*.
    delO'eW0: vndese ao eserip'/jni d.9 So*r*a
    Primos, rtj do Vigario o. 17.
    lugsp do Peres, rom duas casas o urna coxeira,
    lando ama das casa- .'. .-untes c->nMnod<>s,a frece
    e parte do oiio de tij:>lo, beta como a coxeira,
    l>oeo com boa agua, e nanitas arvores de frusto :
    qjiiem o pretender dirija se o mesmo sitio.
    Attenpao
    Vende-se ora taberna rom poneos fondor pr>>-
    pria para princlwanie, rm boa localidad, e tam-
    bm se vende '6.a armaeao : a tratar ios Afoga-
    dos, rna do Hotoetlombo n. 2i, venda.
    o mata caspas
    A exiraegao deste, fxe#llente toalco demonstra
    qae grande proveito su tem tirado na onra cm-
    plela das caepa, lastra e conservado dos cabellos:
    a venda na ra do toperaJor n. 7t, Papelaria Pa-
    risiense, pelo prego de l o (rasco.
    Ditos, ditos e rulos de bramante de Hubo
    * 25500.
    Ditos, ditos & ditos de bramante pardo a j
    85500.
    Caigas de cisemira de cftr de 55300 a 95.
    Ditas ditas piala de 5550U a dOOO.
    Ditas de brim braaco de linbo d 25000
    a 45000.
    Ditas de brirjfcbraaco de algodJo a.....
    15200.
    Ditas de brim de cor de I56ta 35000.
    Ditas de castor .do 15C00 a 25500.
    Ditas de brim pardo de 15300 a 25500
    Camisas de HaneHa, grande? a 3-5000.
    Ditas de algodao, muito bfosa25C('J.
    Ditas da obn muito boas a 35500.
    Ceroulas de bramante a 15600-
    Cobertas de chita a 13500.
    Leos de linbo abainhados a 4500o.
    E outros moitos artigo por pregos
    Caroeiro da Cnnha.
    baratissimo para acabar, na loja de Guilberma,
    Libras gt*rUias.
    Vndese ro rma*em de fazenlas de Angoste
    F. de Oiiveira t C. tfda lo Commereio n. 42.
    Eap Cearense
    De fuperior qnalidada da fabrica de VasBoaeel-
    3 & Filio,dep)it> ero IVrnanobaco, ea osa dos
    ms. Tasso Irma- A ?.., ra do Amorim n 37.
    Attenpao
    No restauran', da Eca.la junto a estago, ha
    para vender 100 duz'as de gsrrafas e botijas va-
    Mas, por commodo precyi.^iam
    Canarios de .lemanha
    Cbegou nm f'anda. sortimentS de oaaarlos de
    Alemanba e bonitua gaiolas, para a rna do llar
    qaez de Olinda n. ISO, o no arrauera Fde|l<5d ra Jo Imperador D H.
    LIQUIDACrO de fim de anno
    AO 65
    RA DO BUQUE DE CAXUS
    (Outr'ora do Queimado)
    Este estabeleciment acaba de receber um importante sortimento de diversas ta-
    zend38 proprias para vestidos, sendo poopelmas dd oda, d)S, isas, pereaiea, di'as :>
    barras proprias para babados, lindas cambraias crtx, e em fim urna infinidade d'arti-
    gos de moda, tudo propria para a festa, o qoe tudo vender por pregos ioiei amtf.ta
    razoaveia, em conseqnencii oe estarmos prestes ao fim do snno, e o 65 nao qurr ter
    grande trabalbo com o seo baiango, preferindo tomar dioheiro a fazenda, convida-se
    portanto 10 respeilv*! pobltco a virem sortirse na loja do 05 aonde comprarlo por pre-
    gos que nlo2obt$r3a em ootro qnalquer ostabelecimento; em fim ver p?ra crer
    RA DO DUOUE DE CAXUS
    (Outr'ora do Queimado)
    ILEnt ]
    /


    de Pernanituco ui- Quarla feira 10 de Janeiro d ltf8 *
    f
    I
    i
    i'

    /

    I
    *


    *


    vi.
    II,


    H
    'I

    ADftlIftAVSIi &IQVIDACAO
    S-^W LIMITES
    Na
    LOJA E AHMAZEM
    DO
    PAVAO

    DE.
    FLIX PEREIBA DA SILVA ft C.
    NA RA DA IMPERATfilZ N. 60-
    S a dinlieiro vista
    Os proprietarios deste estabelecimento tendo grande necessidade de diminuir o im
    menso deposito qae tem de faxendas e grande urgencia de apurarem toheiro, ton re-
    solvidj faier ama verdadeira litjuidac3o com grandes abatimentbs nos presos de odoi
    os seas artigos: para o que convidara ao rospettavet publico desta capital a vir sortir-s
    pois l&e garantem que em parte alguraa poderlo encontrar t3o grande sartimentoe me
    mo nlo compraraa pelos procos que se Ibes pode vender na loj* de Pavao; porto ad-
    virtmdo-se qae so se vende a dmoetro vista. Os mesmos proprietarios deste estabe-
    lecimento rogam a todos os seos devedores desta praca o favor de virem saldar seas de-
    bito*, e todos acuelles ser encommodados judicialmente.
    I.islnhas baraao do Pavo, o
    Alsacianas com lilas lia tras de sed a


    {000 o cavado.
    Ditas lisas com merlo bruno a 1 > o cevado
    Atlanta, fazenda de muito gostj tecida
    com seda a 7O rs, o cova4lo.
    Ditas com quadres de seda e cores muito j baratisme
    delicadas a 6*0.
    Loja do Pavo
    SAIAS BRANCAS BARATAS
    2^500 e 3000.
    O Pavao vende cortes de b )a faraad,
    'branca cora bonitas barras de pregas, pele
    preco de 20500 e 33000 cad;
    ma, grande peclirocha na roa da Iapera
    Poil de cbvre, d'cma s cor coa muito Uriz n. 69, loj do Pavao.
    brilbo a 500 rs. e covado.
    Merinos escos&eies Cateada de nw^to gosto
    para vestidos toarnos e roupas de menina
    a 6*0 rs. o covado.
    GurgurSo muito bonito, tendo de todas
    as cores a 40 rs. o cevado.
    Llasinhas nodernas com diferentes ges-
    tos a 400 e $00 rs. o covado.
    Ditas ditas a 280 o 320 rs. o covado.
    Bareges transpareetes cora afurenles co-
    t? a 160 rs. o covado.
    Alpacas de cores usas e lavradas faienda
    li muito gosto a 800 e 800 rs. o covado.
    Cassas do Pavao.
    Cassas inglezas com bonitos gostos-a 200
    240 rs. o covado.
    Ditas nissimas a 300 rs. o covade.
    Ditas francezas re. ) nevado.
    Cortes de cassas com 7 varas fazenda
    muito fina e bonita a 2^503 e 3,5060.
    Ditas d'organdy branco e de cores a
    25500.
    CORTES D'ORSANB? A 4.J000.
    O Pavo tem cortes de orgaody branco
    :om 8 i/2 varas que vende pelo barato pre-
    co de 4i000, assim como fiaissimo organdy
    branco com lisirinbas e (jaadrinhos o me-
    !bor que tem vindo ao mercado e vende
    pelo baralo preco de 720 rs. a vara.
    Poapeliuas de seda a .000
    O Pavo tem um olegaote sortimento de
    poupelinas de s?da .tanto lisas como lavra-j
    das as mais modernas que tem vindo ao
    mercado e vende a 2>J080 o covado.
    CAMBRAIAS LARGAS A 800 RS. A VARA.
    0 Pava"j tem cambraia branca transpa-
    rente de boa qualidade, com 8 palmos de
    largara, que apenas precisa 4 varas para
    um vestido e vende a 800 rs. a vara, dita
    Enissima da Es-cossia tendo a mesma largu-
    ra, que vende a to'600.
    CWIBRAIAS BRANCAS A 45000 E 45300
    O Pavao tem pecas de ambraia branca
    iransparentes com 8 1/2 varas que'vende
    pelo barato preco de 45000 e 45500, ten-
    do tambera tnui'.o finas de 55000 at
    105000.
    Ditas tapadas ou Victorias tendo de 35500
    a peca at a mais fina qie vem ao mer-
    cado.
    Crosienaples [irdo e de cores.
    O Pavo tero um grande sorlimeato de
    grosdenaplc.se gurgoriio preto para vestido?
    tendo de 15600 o covado at ao mais so
    perior qne costoma vir ao mercado, assim
    como ura grande sortimento do ditos de
    todas as cores e branco e ora bonito sorti-
    mento de setins branco e de coree que ven-
    de oor prproi muito em conia.
    CASAQUINHOSA 155, 185 E 205000.
    O Pavo tem um grande sortimento de
    icos casaquinlios de seda preta muito bem
    enfeitados e modernos que vende a 155,
    185 e 205000, sendo fazenda de muito
    mais palor, assim como ricos chales prelos
    bordados- com franjas largas de rctroz a
    105 e 125000.
    CORTINADOS PARA CAMAS E IANELLAS.
    a 85, 105, 125 e 165000.
    O Pavo tem um grande sortimento de
    cortinados ricamente bordados, prop-ios
    para camas e janellas que vende de 85 al
    105000 o par.
    Pecas de cambraia adamascada cora 20
    varas a 105000. crochet ricaraette bordado
    para cortinados a 15500 o metro. Assim como
    ricos damascos com 6 e 8 palmas de lasa-
    ra proprios para co!cbas de camas e tam-
    bera ricas olebas de damasco a itni'ago de
    seda e ditas de crochet as mais indas que
    em vindo ao mercado.
    IIUSSEUNAS
    DE CORES
    COVADO.
    A 400 RS.O
    O Pavo tem um bonito sormento di
    mussetinas de cores, padrees inteiramente
    novos e cores fixas, que vende a 403 rs. o
    covdo. Ditas brancas m >ilo finas a 400
    e 500 rs. Melim branco da india muito fino
    para vestidos e roopas de meninos a 720 rs.
    o covado. Cretoces da core* milito encor-
    pados para vestidos a 600 rs. o covado. .
    Meralhacras!
    Cb?j'-.a para a loja do Pavo um macniflw sor-
    limento de cortes de vestidos da cambraia com
    babadas brancos e da cores, deaomioados a me-
    tralhadora, sendo esta fazenda a mais moderna e
    de melbor gosio qae tem vindo esie anno para a
    festa : assim como receben teainera a* liado
    sortimento de cortes de eamorsia eom nalmir-has
    bordadas a lia, faienda de ranlta pbaafaia, e ven-
    d?-sj todo muito mais barato do qne em outra
    i ilqaer parte : na ra da I Jperatni 3. 00, loja
    larmazeaj da Pereira da Silva & C.
    Popelinas de seda
    A 156CO r.
    a loja do Pavao vaaJase cm e!jgao!e prfi-
    jiento das memores e rna3 ooernas papelnias
    de sal, qae /6VX>r8. o jovad.i, graode pecbinena : roa
    imperatria a. 60, loja da Peira da Silva &
    MODER.WS BAREGES COM LISTRAS DE
    SEDA E FRANJA AO LADO,
    a 800 rs. o 09vado.
    Chegoa para a loja do Pava"", ra di
    Imperatriz n. 60, um elegante sertimente
    das mais lindas bareges modernos e tende
    ao lado bonitas 'istias assetinadas e franjas
    para os enfeites, as qoaes se vendem pele
    baralis.imo pre^o de 800 rs. o cevado, por
    baver um gradde sortimento desta nova fa-
    zenda ; assim como delicadissimas bareget
    com lindas listras de seda, sendo fazenda d<
    rmrta phantasie a 640 n. grande pechin-
    cha., no arraazcm do Pav5o.
    Fazcotla para Ico.
    O Pav3o tem um grande sortimento dt
    fseendas pretas para luto, como sejam :
    Merino preto com 6 palmos de largert
    para vestidas a 25900 e 2550 o covado
    Merinos pretos e de cordio para todoi
    es precos e differentes qualidades.
    Bombasinbas para todos os precos.
    Cantes e alpacas pretas. Laasinhas pre-
    tas ou cassas de iaa de 363 at 500 re. (
    covado.
    Cassas pretas francezas e inglezas de to
    das as qualidades.
    Chitas pretas francezas e-inglezas de t(K
    rs. para cima.
    Crep preto para veos.
    CASEMlftAS PARA CAICAS A 45, 55, 65,
    75 E 85'JOO.
    O Pavao tem ura grande sortimento di
    cortes de casemiras de cores para calcas,
    j sendo os mais modernos que tem vindo ac
    mercado e vende-se de 45 at 105000 c
    corte, ditas em pefas francezas e inglezai
    para caicas, paIKots e colletes qne vende d<
    15800 at 65000 o covado, ditas escoras
    prova d'agoa que vende a S$ o corte ou s
    35 o covado, sendo estas casemiras nn::t<
    proprias para meninos de escola por seren
    escuras e de mo-ita duracSo.
    NOVOS VESTIDOS A 55000.
    O Pavao tem lindos cortes de vestido d<
    fioissimas cambraias com bonitos hordadoi
    de cores e tambera todos bordados branc<
    que vende pelobaratissimoprcco t'e 55O0<
    Cda corte, grande ptcbncna.
    PANNOS DE GROIHE PARA CADEIRAS I
    SOPHS.
    O Pavo tem um grande sortimento d.
    pannos de croch proprios para encost d.
    cadeiras e de sphs, a?sira como um ric<
    sortimento de taptesele todos os tamanhor
    proprios para salas.
    MADAPOLAO BARATO A 45, 45500 E 55
    O Pavo tem p^c-as de madapolo-com L2
    jardas ou 20 varas que vende a 45 e 4550C
    a poca, dito muito fino e largo de 65 par,'
    cima, dito francez do melbor que t;m vind<
    ao mercado, assim como dito finissimo en
    pecas de 40 jardas.
    Orles de chitas.
    a 156CO, 250OO e 25800.
    O Pava) tem cortes de chitas frar.cezai
    com 10 covado, qne vende pelo barato pre
    co de 15600 e 25000, ditas que vende ;
    160, 200 e 280 rs o covado, tambem ten
    um grande sortimento de ditas finas clara:
    e escuras que vende a 280 e 320 rs. o co
    vado e fip.issimas percales miudinbas propri
    as para camisas, vestidos 6 roupas para me
    oinos que se vende a 360 o 400 rs.
    LENCOS BRANCOS.
    O Pavo tem lencos brancos abanhadoi
    quo se vende a 25400 e 35. a duzia, ditot
    grandos de murim sera ser abanbados 1
    352OO rs. a duzia ; assim como bonitos len-
    cos Lord dos para raaos.
    ROPA PARA HOMENS.
    Sobrecasacos de panno preto fino send
    meito bem feitos de 125 at 405000.
    Palitos de panno preto fraques e sacc
    de 85 al 125000.
    Ditos de casemira de cor de 65 al 125
    Ditos de alpaca preta fina de 45 a 65000.
    Ditos de dita branca e de cores 65000
    Ditos de brini de lioho trancado a 65000
    Calcas de casemira preta de 65000 at
    I250OO.
    "Ditas de brim branco de linbo de 450OC
    at 85000.
    Ditas de brim de linbo de cor para todot
    os precos e qualidades.
    Camisas francezas e inglezas com peitot
    d'algodo de 15600 at 55, em duzia ven
    de-se mais barato.
    Ditas de meia de 800 rs. para cima.
    Ceroolas de linha e ajgodo, francezas <
    feitas na Ierra.
    Gollariohos de papel, algodo e linhr
    que se vende muito barato para liquidar.
    Para noivaa.
    NOVOS SORTIMENTOS
    O arwazcni do vapor
    Frailee?, r?a alo
    Bar5o da Victoria
    (outr'ora na .lo-
    va) n 7.
    Acaba de reeeber oras faclnras.
    aruiazcm do vapor
    Frunce/, rua do
    ario da Victoria
    ( outr'ora roa No*
    ?a) a. f.
    Calcado
    Botina de Suut e da Polak, pira hornera, com-
    pleto aortiaioniu paral,dos os go&los a vontadt:
    do compiadorcs.
    Botas eperneiras para montara.
    Bolinas pira seiihoras e meninas.
    A wtinados para meninos e meninas.
    8apat5e3 de uizerro, verniz, cordivao, e de biiiuj
    brinco para horcem.
    Sapatos de tapete av(-lindados de shirlot, dase
    mira pnu e uan^a portufraviei.
    Sapatos de raqueta, de vernii com sol* de ma
    ieira proprio*^ para bintws.
    Perftimarias
    Fines xtraotoa, bantias. cusraitica.^ leos, opia
    '.as, posis, agua de cdognu, agua divina, a,u.
    lorida, dentifrice. '.avade, agua oe toitet, tintar'
    para barba 0. cabello, pos de rroz, sabonetas,!
    etc.; tudo sio 4e frimeira qualidade dos bem col
    ofrecidos fabrtcaMee, Pivjr o Qoadray.
    Quinquilharias
    Je pnsnusi.1 e Inxe, como sejm : espdt'.os, lavas,
    joias de ouro, crenle de p'aqu-J, ricas carteih-
    unas para dinheiro, caixinhas de costura com
    'nusfeas, esterioseopo de 50 vistas com msica,
    ioolcas de seda e cestiohas diversas para braco de
    i-rh ras e de meninas, oculos, pencenet com vi
    Iros da cures, chicoiiohes e bengalhw, tudo isto
    le d.lTerentes modellos e qualidades em grande
    numero destes artigos de quiniailharlas floas de
    nsto que nao se pode bem mencionar.
    Brinqaedos

    O maior sortimento que se pode desejar de toda
    orte de brinq edos fhricados em diversos palies
    la Europa p:,r-i enlrelenimeMo das criancas
    Carrinhos
    Prepos,
    9 berejs de vime para criancas, de novos dtffe-
    rentes modelos precos commodos,

    Em
    baralisslmos:
    iiero 7.
    ttrtnde das navas factura} e crjens dos fabricante", vende-?e agora lado 4 preco?
    o armazem do vapor franc-, rua do Bario da Victoria, outr'ora rua Nova na-
    Rua da Imperatriz n. 40
    Oj proprietarios deste t)em couhecido, e acreditado estabelecimftito, resolver
    fsser urna hqradaca'o das Crzendas enstecles, e pelo maror prefo qie poderem obter,
    cao engeitando prefo algum at o finado anno;; porlaoto previnem aorespeitavel publico,
    para approveHar a occasiEo de comprar bom e barato.
    Lencos rancos grrofles de esguiS) j
    abihados'a 3^200 a nzia.
    Um completo soriflentj de roopas
    feitas para h mens e meninos.
    Casimiras pretas e de cores, pannos finos
    Ditos ditos de algodfc, e com abamhado azues e pretos.
    largo e pintado. Fu to.s de cores para ve-tido?, padres
    miadinbos a 4(0 rs. o covado.
    Cambraias brancas bordadas
    Custumes de alpaca de cores enfeitados
    de seda e !a para meninos.
    Palitots de a'paca de cores pare bomens a
    30000.
    Capelles e veos para noivas, ludo junt,
    preco multo barato.
    pira vesti-
    dos a (JI500 a pee-
    ROUPAS FEiTAS E OtTtClXA DE \LfAIATE
    Urna grande quantidade de palilots, calcas.
    colletes de pannos, caserriras e brins para
    lodos os presos.
    Camisas de la, ditas de meia, ditas de
    Ditos adamascado* p3ra camas ejanees, linbo, francezas e ugk'zas, ccdlarinhos de
    j recortados. linbo e de papel, soi ! grvalas de seda preta e de cor, bournus e
    Grande sortimento de bareges, SasirAas!otras muas fazendes, amo sej e alpa&as pretas e de cores, lavradas e usas Bramante de lioho e de algodo atoalba-
    para pr*vns muito em conta. do trabado e adamascado, esguio, meias
    Grande variedade de chtte-3 de 240 at' para bomens, senhoras e menino?, coberto-
    400 re. o covado. 'res, colchas e ootras mokas fazendas qne
    Cassa* de cores, e cambraias listadas para
    diversos iprecos.
    nao descrevemos paracsaBauncio se nio or-
    nar eofadouho. A dinheiro.
    Pelo preco que e vende l a dinheiro.
    U> rAP.tfi.4M
    \A
    Rua da imperatriz
    DE
    D
    40.
    MENDES & GARVALHO
    O PavSo tem rico gnrgorJo de seda, bran
    co. Grosdenaple branco moito encorpado
    Agreciannas brancas com listras do seda.
    Poapelinas brancas de seda lisas e lavra-
    das. Sedas brancas, lavradas e lisas. Ca-
    pailas com palma, de flor de I a ranga com
    ricos tm bordados, qtte tudo se vende mai
    barato de qae em oatra qaalqoer parte.
    A loja do PavSo acba-se cca6tai}teme&te terta das
    Ti d* ooite, i roa ^neralr a. 40.
    6 boras da maota at as 9
    A ARTIGA FABRICA DE CHAPEOS DE SOL
    DA


    VIUVA FALQUE
    A'
    4Rua Primeiro de Marpo4
    Acaba de reeeber pelo ultimo vapor um expendido sortimento de-rhapo* d< n>: #
    japoniza, forrados de ?da azul IOJ cada um ; de alpaca, forrados de seda azul, a 7/L aa>
    forrados de azul s encarnado, a <#; para senhoras, proprios para o camp, a Ij,;, de ito.
    barras da cores, a 25'00; e um completo sortimento de chapeos com c.-.bo? de marfiar. *m
    alpaca, brim hranco, amarello e pardo, de pann->, com bastes de baleia, a 2. Tambero rrnr
    lindo sortimeno de bengalas e chicles, os quaes vende por preco mais barato* d qw
    qualqner parte. Concena-se todo e qualquer chapeo ou b^ogala, otobre-se as arma^os
    toda a qualidade de fazenda.

    .tanca se vio um processo'mais perfeito e que at-
    :3,a d* tal forma a satisfazer as exigencias mais
    a^araa da aacriptoraeio.
    A toa cor udisima a nio preeiaa de cnvda-
    o iifum para se conservar no tiutetro sempre
    osa a mesma er, sem borra, erosta, bolr ou seol
    odaa astas mazellas inherentes a todas as tintas
    t agora conbecida, anda mesmo dos melhores
    atorra estrangeiros.
    Sobretodo, este esimaveJ producto nao ataca as
    esas de a(o, antes peta contrario, a pecna
    iGuiri um esmalte dourado que, sendo interes-
    ante, aass proveitoso.
    lata tinta, nao sendo especialmente para copiar,
    i oomtado daaa, tres, oa mais copias um n;ai
    apois de escripia ; preciso, porm, deixar-lhe
    .panel bem moldado sem o enxogar com o mata-
    orrao, porque nao ha o risco de borrar. Para se
    Irar mais de urna copia, nao se aggiomeram ta-
    a folhas quantas coplas se querem tirar, mas
    'm-m como original urar urna tantas qaantas
    i*jam, sem qne o original fique prejndicado
    >tiu xtracoe?.
    Occorre aqni dizer que. pan copiar importa
    taita iitelligoDCia e habirfdade, sem a qae ame-
    v.r tinta nao sati-faz, bo deleito recae sempre
    obra a tinta, qae maitas veiei quem mecos
    cipa tem.
    1 dupla qnatidado desta tinta extremamente
    .preoavel, pois que evita qne em quaiqner e-
    nptorio bat* mais do qne urna tinta para os di-
    not misteres.
    iBqnanto i sna dorabilidade, nao ha- a oppor
    fMBor uTida poia qne f*u tima depoia de ak-
    cripta soffre o ehoqne de cidos forlissimos^ sem
    *3 deeompCr; ora, se os acidas nao tem accao so-
    bre ella, muito menos a ae^io do tempo a pode
    destruir; isto plausive'..
    Nao 6- s ao ccmmercio quo est* mm producto
    Veio ser ntil; os profesores dos collegios, investi-
    gando todos os meios para o adiamntenlo dos
    seas diseipuloe, tem anproveiudo esta unta, qne
    com raiao a acbaram apta para desenvolver o
    esto nos educandos, em conseqttencia da beleza
    a or e facilidade de correr na pequea pela sna
    Hqnldei. Ha exemplos de cr.sn^as qne havia
    muito terapo tinnam uma ref ugoansia extrema
    para a escripia, logo que foi admittida esta tinta
    no coliegio, apoderoc-se dellas. a cnrio3idade e o
    gesto, e poneo tempo depoii o sen adiantamenlo
    era manitatto.
    Esta tinta, par de tantas vaniafiea!, ten um
    nico inconveniente, deterkira-ee ao contacto de
    outra qdalqaer; cnvm pois ta-la em tinteiro
    meatos do menor vislumbre de onlra iluta, e evi-
    tar escrever con a pena snja de urna preparaco
    differente e mcompatival; verificando isto, nao ha
    raza para se usar de tinta que nao teja a VIO-
    LETA EXTRA-FINA DE MfiTEIRO.
    Observado.
    Diversas falsificacSes e semelcsnoaa tem appi-
    racido, eujs. durabiiidade davios. Os Srs.
    compradores podem aviar o engao firifIndo-se
    casas circtspecti*,;. pedindo a tinta qne en
    fibrice i
    L. C. Io*teiro.
    9
    m No 24 A-Rua larga do Rosario-N, 24 A^
    fe r^
    *%
    m
    BjE^JAMI^ & IKJMAO
    E' sem contestacao, um dos bem mc-nlado estabelecimeato depile da cidada
    do Rcife e. fondo sens proprietarios Msia caprichosos na escolha djs objectes
    expoem a venda, lembram ao respeitavel publico que aproximando-se a k>U, cao '.-
    ram indiferentes, mandando vir de coota propria, da Eurpa ura variadisaimo aertia
    to que pelo bom gosto e primoroso traba'ho importam eleganivs presentes para a filha
    idolatatrada, a anlbada querida, a consorte Ge!, a mai extremosa, a atuiga dedcala
    6nalmente a te do aqaelleou aqoaila que se queira mltroser pela festa do nata!.
    Nao ondo enfadonho, respeilaveis Icilore*. prestai auenco ae o Baai &QM
    DQuncio que encontrareis, cora certeza.
    Para o bello sexo
    ^*' Pares de Lriocos de phanlasia a 8j-, ?5. 10 e 12, ditos do eoral a i e
    5=ig ditos para lato a 6$ e 8$, meios den^os mdeme* com brmees e altinet-" a i :
    -/? rozetinhas de diversos gostos a 54, 65 e 8 o par, pnleeiriohae de coral a 74000, ;
    ,^5 Hnhaa de dito com cruzes do ouro a S, eacoletas c>ra :ns.:rp.;d>< (ubra chi |0
    e S, rlgaj d coral a 2, cruzes de ouro e era- a 3& M, 6"e 83, d ;. <\*
    13, oerolas e rubins 125, li, 16 e I8i5, anneia com bjnitas pedras u h > ;
    .;a r IfZW, ditos de pedras finas a 6f e broxes pira retratos a I6
    Aoa senhores cavalheires
    E' ;n'D:e n-, Flor de Ouro que se vende jitas de gosloe p> r piBCodii.L
    ..) S'jam : guunicdea cmitres boljs para abertura a pares i
    - ,y
    _" : entes jrnetr.i a 5, ditas a 3jt, ditas para punbos a Si eadeias mnito cb
    ^.-^ Jilas a C500 a oiuva, peneinez de prata dourada a 4, Ij'JOO e 5, mtdalhdes pan
    -.r& cadeiaa a I2, medalhas com leras a 8; alm de um grande sortimento de obm fia
    ^ brilhantes, brincos, braseletes, al&neles, adereco? completos, meios ditos de pedras fi-
    ,*i\ as e coral, medalbSes, voltas e trancellins.anneis com letras e de diversos modelo?,
    ggQ oculos, peneinez de ouro, relogios de ouro e prata duuraJo e de afamados fabricante.-,
    f.- assim como grande sortimento de obras de pratado Porto, tanto para o servido do-
    .aS? m99llC0> como Par* 'firejas, e garantimos ser ludo lei.
    A Flor de Ouro contina a esta? abert at as
    8 horas da noute
    iK^^SRfaw ^W&$' -'"^"'

    Cofres de ferro deMiInerseoutr0S.
    irrenpaS para copar cartas#
    ta lailpaS ad pesar. Decmaes, Romana?, ete.
    Tachas de ferro, estando.
    Arados Americanos
    ixraQes* para agrcaitura.
    Carrinhos demao.
    Machinas a Vapor
    ULaCinaS de descarocar algodo, de 10 at 10 serras.
    VUapaS (le ierrO galvarjisadas para cobrir casas etc.^
    Estes artigos vendem-se em
    casa dos importadores.
    Shaw, Hawkks & C,
    n. 4 boa do bom jkus.
    (outr'ora rua da Cruz )
    NICA LEGITIMA
    CERVEJA DA BAVIEBA
    MARCA BANDEIRA
    Nos armazens deTasso IrmostSC,
    L
    .
    ]


    Diario ds PftsHiiaaos <* Quarlu era 10 Je JatK-iroro LITTERATURA.
    O Cimlaho d Damasco.
    (Coneluso.)
    Jorge nolava o desvedo da moca poto ma
    rWo, o affecto qui ltie manifestava, a j z
    oue reinava ealre ambos, e invejava a sirte
    oprimo Pode se dizer que s ento Ibe
    comecoo a rajar, tenuissimo embora, ura
    raio de redempcao. O espectculo da Mi-
    cidade flaeit ro vi*ou-o buscar a proprU
    fe'iioidstle, nns este rer.oobeceu qae a nni
    ra possivel era aquella, e aquella eslava
    perdida p tn di de manha entre o charuto e o
    caf, fez corasigo a 'eguinte reflexo:
    Mis que esuou eu a fazer ? Isto nao
    pode centiaaar nesta situado; preciso
    sabir da ioaeco. A rapariga j nade fazer
    de mim oma trstissima, idea.
    Nesse mesmo da-, sitando a conversar corii
    a prixa, disparou-lhe qoeima ronpa urna
    .<} claraco de amor.
    Ciari iba levauioa-se indignada, e respon-
    da era ano ?ii*ncio de despreso declara-
    Cao do primo ; sabio da sala e dexoa-o s-
    N> desaniujou o rapaz. De;xoo de l
    ir algum das ; mas velln com a familia.
    Cijnnhano pala deixar de vira sala. Jor-
    ge coaaprebendoa que a prima nn bavia de
    re ten r ao medico d i que se passra entre
    ambos.
    U.'m. pensau ele, oem tuio est pr-
    dd .
    (lino tempo fui renovando a siloaco
    anterior, .lira dia ecreveu urna carta
    moca, e dcixoit-Fb'a obre o piano ni occ -
    sio em .que ella tocava. Clarinha debalJe
    .i. :mu por el'a.
    Hiele abrir a carta, dUse Jorge.
    Ni a abri. Quando elle foi entre
    gu-lh'a intacta :
    Prinn, disse ella ; reconheca na mi-
    nea bondadeoma p'ova de affecio de pa-
    . renta que le teabo ; por que bondade t'ir
    ojvid < da sua hi-cca palabras insultantes e
    de ei: nao ler, como devora, commonca lo
    j mau mariio. 5a a guma cousa, ent.--
    taoto, po le reparar o sen erro esqoecer-
    sh de.ijue euexi-lo e nao votar a mima
    C38.
    Mas p)rquo razo assim crusl comi
    go .' disse. J> ge procurando dar sua voz
    um tono de lastima e desespero.
    Ciariuha oo respondeo.
    S todava, cantina ra:Jorge. Iioave um
    lempo...
    A moca levantiu 3 cabeca e cravju nellt
    un olbar de espjsto.
    -rlliuva do plipitOU pOr HWn.
    E/di dtzaudo urna loucura, responda
    Carmn eoipil'idecendo; tralei-o sempre
    coa eslima; m s.... aiii vem meu marido;-
    oiise repetir diante delle a affronta que ms
    tti
    Marque -vraha eaci vara rale oo ;orr.
    do> e enireu lago ta sais. Clarinba levan-
    tara a voz as tHtimas palavras para que elle
    as oovisse ; prefera orna soluc > vio'eota;
    Marques engreanlo, nao ouvin as palavras
    a molber ; entran alegremente na sal, e
    ar-ertou com rTjs5o a mo de Jorge.
    " Jorge deixou de l ir tres das ; oo qnar-
    tc da enirou pela sala com a franqueza que
    a intimidado Iba dava, e que Marques esta -
    biecera torco etna coodico das relaces
    entre as familias.
    Marques eslava ni sof ; Garinha, men-
    tada ein um baoraioho aseus pos, olbava
    p^ra elle com orna express) to suave da
    aiJcicSo e respeito, que o moco curvou in-
    sensivelmente a cabera. Mas foi ento qne,
    pela pnmeira vez, a serpete do ciume, Ihe
    morosa no coraco.
    Entre, disse o medico, vendo que o
    primo parar, porta ; nao se assnsU; ?3o
    doas creaturas felize=, e fezei um poaco
    por sua causa.
    Clariuba olhou para o marido.
    Admiras-te ? disse Marques mulher;
    .'i elle qoem io animiu quando ea apenas
    aosav qoerer-te em silencio.
    A iia de esemer a primeira carta, a
    . i | qIq tate resposla, foi do aosso amgo
    Jorge.
    Ab disse a moga.
    E estendeodo a mo ao primo, accres-
    CtJOtoo :
    Obrig^do I
    A expresso.de fe icidade com que ella
    fes esle gesto e dise esta palavra, emhen
    de jobito o marido ; em quanto Jorge, des
    peitado e picado de ciume, mal tocara o
    .lidos da moga.
    . Esta porm, ficra pensativa.
    Nao sabia entSo nada n'aquelle tempo,
    dis.a el'a comsigo; mas qnem Ihe confiara o
    mea segredo ? o padre ?... Impossivel I.
    E com tudo ninguem mais o sabia ; foi
    elle, foi. Com que fim ?
    VIII
    DE MAL A PElOR.
    Nao b-aat brincar com fugo. Jorge cc-
    nliaceu dentro de pouco tempo esta verdade
    comesinha ; arden na chamma que t3o
    ptuco caso fizera.
    Mas esse fogo, bom que se sb, nao
    era o que purifica ; o amor de Jorge nao
    fon aceso no co. Era fogo da trra oo
    do inferno ; paixo ardente. voluptuosa,
    insensatamistura de capricho, sensuali-
    uade e loucura.
    A situafo porm, linha mudado. Jorge
    percebeu que o medico o tratava com ex-
    trema frieza.
    Ella contou he tudo, dis?e elle com-
    Procuroo iadagar a verdade, mas como?
    I'odia arranca-la propria moca, mas ella
    nao Ibe dava occasiao para i?so. Nao re-
    cama qtando eslava s; fallava-lbe em
    presenta do marido.
    Jorge indagava um meio de resolver a
    crise em que se acbava o seu espirito. A
    intolerancia das paixsa criminosas revelou-
    m oelle com toda a torca ; Jorge exproba-
    va a prima, odiava o primo; odiara o mon-
    do iateiro, se o mando inteiro Ibe oppoz&?se
    om veto so a lastima vel ambicio.
    Um domingo, estando no sea qaarto a
    revolver estas ideas no espirito, appareceu-
    Mie a porta o padre Barrozo. Levantou-ae
    para ir fallar Ibe. O padre encamioboo se
    para orna cadeira. Fraozio o rosto severo
    e 01 olbos torvos.
    Jorge qaiz gracejar do aspecto do padre ;
    mas este o mterrompea dizendo:
    Jorge, olo teobo para rir, mas para
    exhortar, e ae preciso for castigar. NSo
    e admire ; eu posso castiga-lo referiudo
    tudo a sea pai que om hornera honesto.
    A unsidlo apenas a crosta do meo ca-
    rcter ; oo amago est a justa indignado
    contra todo o que offendo a moral e a vr-
    Me.
    Nao, disse o padre : est peior do
    que eslava. Antes minea se emendasse.
    Jorge comprebende.i que o padre allodia
    sua aituai paixSo, e no fundo da conscien-
    cia coifusuu que realmente i emenda, na-
    quclle caso, era peior que o soneto.
    O padre esleve algans instantes silen-
    cioso.
    Sei tudo, disse elle.
    tuio, o-ejue ? rr
    S*i q ie o senbor onsou levasur olbos
    p3ra urna pessoa que dewa merecer-ILi3 to-
    do ore^peit). Receto ter sido eu a caua
    nvolut ria d sto, mas o seu acto nao se
    pu ilica anda assim : tica sempre infame!
    E la con*.on-me todo, e padi-me conselho.
    Dissd Ihe qnc referiese tudo ao seu marido.
    Nao quiz ; era envergonha-lo tem ntcessi-
    dade, disse cha. Cjrvzi-me sua opinio ;
    mas eu t .ha minba, e ouvia a conscier.-
    cia; contei-ihe tudo. _,
    O senhor! exclamou Jprge, levantan-
    do-se de.cubilo.
    Eu, sia; pois qae lera ?redaruio o
    velho com placidez. Eqtendi oe era o
    meu dever ; escu ei a miaba conscieacij.
    Jorge morda os beicos cheio de colera.
    O padre Birrozo continoou :
    Ao mesmo tempo, pedi-ltie que nao
    a'.esse escndalo ; primeiramente por si e
    po.- elle ; depois por seos pais que sao cias
    honradas creaturas. A sna pessoa nao pe-
    soa nada ne ta padido. Frometteu e ccui-
    prio ; limitou-se a de;presa-lo.
    Mas emflm ? disse Jorga com am
    gesto de impaciencia.
    Ella nao approvoo o meii passo a prin-
    cipio ; receiou que o conhecimento da ver-
    dade perturbassa a sua paz domestica e a
    felicidad de sum tos. 'Mas quando en Ibe
    afarrcei, e ella va, quedada disso aconte-
    ca, agradeceu-me a iniciativa. Bem vejo
    qne isso o mortifica ; mas teoba paciencia.
    Glarinbi orna mog d gna de ser adorada
    como uai aojo : reun'j todas as virtudes efe
    urna senbora. P^rdeu o senbor aquele
    thesouro... sim, posso- dize4o agora, ja
    que o sibe ; perdeu-o, perqtfe ella o ama-
    va em silencio e o- senbor nada vio, la
    ceg andavd ahi por esse SMiido.de amores
    comprados e ftei prazeres
    lito era revolver o puoaa m fera.
    Jorge eslava humilbado e irrtado. l>oiz
    fallar, mas o padre nao Ib'u cooseuiio.
    >7enbo pois pedir-lhe, Jisse ell, oo
    melhor. venbo in'.ma-lo para (fue nl> valle
    casi de sua prima, e que a esqueja-. _Ha
    de fazer isto quer qneiraquar na q'ieir.
    Alirmo-lbe que estou dieposto a twdV) papa
    defende-la.
    Segu>ie orna peq lena paoea,
    efendf-!a ? disse airial Jorge. Mi
    ella nao precisa defesa : eu nao^ Ibe fac>
    neuliam mal. Tenho eu a culpa se amo ?
    O padre interroinpau-o.
    Nao fallemos de amor, faltemos de
    dever. Est disposto a a\> voMw la, a
    nao pensar mais nella ?
    Pois bem, -iiase Jorge ; esioa disposto
    a nlo ir l ; qoanlo a pensar nell...
    Filbo, tomn o padre, ora brindara;
    tambem se p gue-a da sua memoria, e ser meHier que
    tudo. Quer um conselho ?
    Qual?
    V para fra algum tempe Depois
    eslou certo de que vira abracar-me ; por
    que saber enio de que abysmo o salvei.
    IX
    10A I KEGRESS0.
    Clarinba, a qu|i ami v^ziecreu dizu que
    ia QiaMfir oxoioru A8m de a prepara-
    real raelbor $n 9 go'pe, foi necessirio
    d'^er-lh'o. Clarinba leve coragem pan
    ouvir a verdad.' mas era evidente a sua
    dr profunde Aguiar a olber foxam
    para l ; o padre acompaohoo o enfermo
    com a assidaMade qee Nm permettiam a
    sua iiade e os sjus trabalhos.
    Un dia, porm, quand- meos se espe-
    ravj appare;eo Jorge. Soab;ia da.moles-
    tia do prD), e correr e toda pressa
    corle. Foi a expliciQio que doo, mas nao
    foi a verdadeira.
    A verdadeira era que as saudades o ra-
    lavam. .
    Quando ehegou i ciddde soube da oo
    lestia do medico ; foi e casa, onde nlo
    acbnn a familia ; ras so ibe entjo qoe a si-
    tuico do enfermo era grave.
    Correu para ia
    O espectculo1 aflato no animo do estroi
    na, mais do quo elle pfosra. Junto da
    cama do enfermo e:tava a m >ca, triste, mas
    resignada, iodiSerc: te ao que se pissava
    em torno della.
    O doente o'hoa para Jorge e cobeceu-o.
    Estendendo-lhe a mo descarnada e tre-
    mua, que oprimo aperton, esiendeodo-a
    Jorge sabip da capado padre Barboso en-
    tre receioso e e^per*o;adj. C*)flbvj, po-
    rm, no re .fio padre, e sabia a iflflieneii
    qoe elle tinlia no animo da moca. Damais,
    fs;u paie sua mQ<, ^iftule' e^nlieflaWm a
    siluacao iulluiriam em favor delle.
    No quera Jorga nm casamento seoi que
    o precedesse a atlianca do c iracaVo; mea o
    que Iba pareca cssencal tt coO/edder a
    prima de que telle desejava ser amado.
    Amalo-hia ella depoii? Tbere is there
    rub, como diz llamlet.
    Jorge foi direito para casa. Em caminho
    encontrou alguns aooitf s. Todos elles se
    espantaram da mu Janea do companbeiro.
    Adens, anacboreta t dizia-lbe um.
    At! exclamava oatro a alguma dis-
    tancia.
    Porque ?
    Estia pallido. J sei; amores...
    Algan*,os que ibe daviatn algnmas som-
    mas,-passavam de !argo. Jorge nem 03
    va; um s peasamantn o>t(vaya : a mora.
    No admira po:s qoe a'trJesma dama, j
    vista de relance no primeiro capitolo deala
    hiitiiia, pasaasse por elle, e o cumprimen-
    tasse sem qoe Jjige tirase o chapeo. A
    dama sent >-se /erida no seo amor proprio,
    a ooildv inirV dooj conbecidos, no Alca-
    d=p>is a soa prima, Clarinba nao \u o zar resol urna triste ora&opelo ex ou nSo quiz amargurar a
    Este abricr dos labios um
    A misso do padre irritou ojO'n oa-
    morado ; mas algumas horas de reiloso
    babtaram para que elle vsse reaimeoto a
    inutilidade dos seus exforcos. lioha tudo
    e todos contra si ; era urna luta do ante-
    mo condemnada.
    Ao mesmo tempo a iJa de que- a prima
    o amara, e o despeito de a nao baver cotx-
    prehendido, vinham tancar no espirito de
    Jorge um novo germen de desgostos.
    O mais prudente era abandonar a em-
    preza.
    A vaidade, porm, metteu-se no meio, o
    este grande motor das aeces humanas pjdo
    muita vez mais que todas as razBaa de
    consciencia ou impulsos de coracSo. Jorga
    perguniou a si mesmo se conv,ria abaier
    as-,armas diante do perigo, s porque e-a
    grande, e confessar r.ma dessas aberra<5es
    das sociedades poli Jas, julgava mais vergo-
    nhosa que tudo mais. A vaidade respon
    deu que nao. Mas como a vaidade* pedia
    urna cousa, e a realidde indcava outra,
    Jorge acbou um meio termo, e adoptou
    justamente a idea do padre.
    Em Ibe constando qoe eu me retiro
    por causa della, pensou o mof-o, que vou
    para fura abafar a miaba, ba de crer nella
    e a minha causa ganhar com isso, porque,
    ella j me amou, e nao ha de ter esquecido
    esse tempe.
    Jorge sabio da corle no fim de algons
    dias, depois de ter oblido urna licenca do
    emprego. Allegou ao pai qoe eslava sof-
    frendo de fraqueza e precisava de reslaorar
    as torcas. Aguiar nao Ihe den moito cr-
    dito ao pretexto; ajas o padre leve meio de
    fazer com que o commendador e a mulher
    acerta.-sem com as razis do filbo.
    V, meu filbo, disse o padre na ves
    pera da partida, vejo qae me ouvio e qae
    a voz da soa coBScieccia anda n5o estava
    extincta.
    Pobre padre Sa elle soobesse qae isto
    era apenas urna arma Um meio de tor-
    nar interessanle o namorado repellido!
    Jorge parlio.
    Dga-me c, padre ; acredita qoe meu
    filbo esteja definitivamente enrado ?
    A esta pergonta do commendidor quan-
    do se preparavam para jogar o gamo, na
    noute do dia em que Jorge partir, respon-
    den o veiho Barrozo:
    Creio qoe sim ; estava muito mal ;
    mas o coraco bom ; emeadoo-se ; res-
    pondo por elle.
    Clarinba, que n'aqaelles ltimos lempos
    pareca mais melanclica qoe de costume,
    quasi ficoa alegre com a partida do primo.
    A soa aUeicio ao marido redobroo ento de
    intensidade, e a cansa disto era mais que
    todo a ioaiieravel confiaoca qoe o medico
    mostrara darante os acontecimentoi 63bo-
    cados cima.
    A moca consultoa o coraco; nada havia
    em re!ar*3o ao primo. Minio ; bava algama
    coasa ; bava nma sombra de desgosto,
    ama lembranca laarga, qoe o coradlo ho-
    nesto da esposa nao poflerta perdoar.
    A moga comparen: a atfeiglo respeitosa
    do mando, os carinos de que a cercava,
    com a fra e criminosa paixo do primo, e
    a companco foi toda em fi'or do me*
    dico.
    Nestes tarmos estavao as coasas, quando
    o Dr. Marqoes adoecea gravemente. Desde
    os primeiros dias a molestia reveloo logo o
    segante.

    gesto do mogo,
    alma do doente:.
    ligeiro sorriso.
    Jorge re!iroa-:ie.
    A a enea de Margues era aavotta!, om
    disse; os mdicos da^tralne apenas ciuce
    ou seis dia* d existencia. O i>rt>prio doen-
    te conhecia sea estado e preparara-se
    para morrer.
    Este espectaealo. p>rro, por raoii iriste
    que fosse, aa>) fMe dbafar no espirito de
    Jorge a iifuenca' da mica. Mis er; o c'o-
    mci; iu para ell rasa seasa-jao noa. A
    presenca >.ia morle amo qaer Ihe la purifi-
    cando paixfe-. A ver a pbre esposa
    quasi vuva. Jodawifr"gue *o caldudos de
    acoiupaobar a o ulirmo suspire"o couopB'-
    nheiro la sua vida ; ao- cootempar a dedi-
    caefio a zelo con- qoe y servia, .r? lagrimas
    sileocio.w que derraro-rv-a, a* vlgilits.aa
    paltvras de conssoUco, os .ilfagos, tudo*
    isso como i3 acordou urna libra alorme-,
    ciif'- do iTTraifao. e o rapaz
    a casta ffr dos debito annos.
    Algoma." vezes cabia-lbe fi2Br_qt34rtt) ao
    doewe, e iiessas ocaasiss- acboo-sa moita
    vez*, a sos <:or' a p>haa. .V.odavam-somu
    tuamtBte >s suidatfos- qne o-eufaroioaxi
    ia ; ceas ooaniiD eaie l'ecbava os oraos
    para dOriar. fica am ambas silenriasos
    ella- com' 03 olb5s-pregados oo- marido etle
    com os-oraos Dela.
    Pan 9>i sem ansio-, anda a3sim, caie a
    | mofa cousentio aa presenca do prim ^ mas
    o to iosistii> e fci-oecess-ariO ceder.
    O' pidre tambes* nao vio, cooa> boas O'hes
    a presenca de raoaz-; mas> Si- este mes rao
    ejpeta. Ibe disse log no diasegoiirte qaaHe
    ev> quecaagra-:
    Ha de reparar na micha estada atei.
    Sioftj disse o padre.
    Jure ibe que--.-.
    Nao-joro nado, lomos: o-padre ;res-
    peite a mora ;. .^o que be pec-
    .V o I ti awbora cli^ou emn. Mar ;o*s
    esjrou. toa braco* da espas. O^ckeses-
    oei'o e as iogrimas a misera vuva fasiaia
    cortar o cara?5o ; todos ti vera a torca para
    consola-la-;. Jorge aio a leva ; beba* da
    caaa-e-s vollou no ara
    UOAMINUO- DE DA.MaiCO.
    Tras mezes depois, estando o padra Bar-
    rozo em casa appaasceo-lbe Jorge. Vinha-
    alegre e respeitoso como nunca.
    Sr. padre, d.isse elle f veoho aiagrei
    e posso ir d'aqpi triste. Iodo depead8 do
    senbor,
    De mm ?
    Do senhor.
    Vejamos.
    Jorge sentou-se
    Dise-lhe sma vez, eomeceu. sile, que
    estavj curado das- rnjnha loucura&v
    Kverdade.
    Menta.
    Fez mal,
    = Meoiia, Sr; padre. Qae qaer ? Eb
    suppunba ento qoe os conseltica da razo
    erara apena* raios preconceilo, e qae^eu
    s linha raa3o contra, todos. Agora, 3r.
    padre affirrao Ihe que venho cunado.
    O padre sorrio.
    Beai ve, .dis&a elle, que o soahor
    memo rae d o dreito de cao acreditar.
    Sai, mas ea espero convence lo desta
    vez.
    E corjtinuou :
    Quando ea adoptei a resoloaao de r
    para tora, iovava ainda am peasamento
    mo no coraco. Apparenteraente cedia
    aos seus consolos ; mas no fundo da miaba
    alma, era guiado por am interesse. Vol-
    tei inopinadamente porque a lembranc-j
    e... da -pessoa qoe o senhor s abo, me
    domina va o espirito.
    Advinhei-o. observoa o padre
    Mas qumio ebegoei, continuou Jorge;
    quando vi aquella divina creatura, afilela e
    melancola, junto de seo marid) quasi ex-
    pirante, a prodigalisar-lhe todos os carinhos
    qne a natureza, que a religio Ihe inspira-
    vam, quando aquello solemne espectculo
    me appareceo aos olbos, posso-jorar-lae,
    Sr. padre, que oesse momento todo o meu
    passado se desvanecen e que um coraco
    novo comeca a palpitar em mim.
    Qu I disse comiigo ovelbu; ser
    este o mesmo Jorge.
    Jorge continuou:
    No lb'o disse ento; quiz ver se me
    nao enganava; sa realmente amava aquella
    moca com o fervor e a pureza que ella me-
    rece. L v2q tres mezes; sioto ainda heje
    o mesmo que ento senta... Amo-a, e
    peco-lbe que interceda por mim.
    Qaer ento ? pergantoo o padre.
    Casar com ella.
    Devoras!
    Juroib'o!
    Q padre levantou-se e abri os bracos
    ao moco.
    Muilo bem I disse elle, muito bem.
    Cont com'go, Jorge t Eu serei o advogado
    da soa causa Bem, dizia ea, anda ba co-
    raco nesse peito. Nem lado estava per-
    dido...
    Jorge corresponden a esta efluso do ve-
    Ibo amigo, contando-lhe todas as soas espe-
    raneas e incertezas ; disse-lhe tambam qae
    receiava nao ser atlendidc.
    Porque ?
    i- Ea sei! Ella talvez me nao prde
    o qoe Ibe fiz...
    Ha de pardoar, disse o padre; nao o
    amar talvez ; mas ama-lo ha mais '
    L^mbr te, d ase om dos coobecioos,
    lembra-te que foi efle tjuem te dea a vido-
    rra ero qne andas.
    Agoaa passadas oaj moem monillos.
    te o v'gaio Fraociico Aum d'Oav^sa e
    SI,va, com d BseriviL), na villa*, no fim da
    J/aa Nova da par6 direiu, fronte.'i s cafas
    ile Izloro da Coila, acbou o dltoN>"0ar1d
    um baldio rocada e queimao e nes:e to
    ram baiisadas as 36 bracas em qaadra, e
    Socad :s qaatro bausas cada urja em sea
    canto, po3tas por esqoadra pelo arramdor
    do senado Francisco Marques; o vigario
    declarou que esse terreno demarcado era
    capaz, direito e commodo para edifieaco da
    capella; to'am tastemunbas Joo Baptrsta
    iiite e Simao da Silva (j nao existe hoje
    eshi capella).
    Noda mtis disse o Dr. Cesar Augusto
    Marquesv
    M.I*. '"'
    Estando pos de posse de documento ao*
    tenticos e irrefragateis, que demonstrara n-
    comstanciada e amplamente a existencia
    outr'ora dessa ermida; a jeiiura que acaba-
    mos de fazer da Memoria sobra o antiga
    rincitio da capeilu de Paralibit, lida em
    sessn da Instituto Arckenlogici e Geof/raplii-
    o Pernambncano de2Ude julh i desle anuo
    pelo Sr. major Saltador Hmriqaa de Albtt-
    (juerque publicada na 8* pagina do Mario
    n. 264 de la do mez prosimamante odo,
    disper.oa-i.os o desejo de screver acerca
    do assumpto.
    Dominado, como nos acharaos, dos ms-
    alos setitioienloo e anhelo* de quu se acba-
    va possoido o iiioure escriplor pernambu-
    respoadea pbos* pbicameste dam*. Des- cano, quando elaborou o seu> breve, porm
    se o qae dssa irr-groswrlo
    Cy padre coaipriio a at promessa1; foi
    itr s,Clarinba. A bella *va recebea o
    seu vafto amigo'com a-effbslade urna a!a
    ve rda de ir 3 mate aff actuosa Bavia j urna
    semana que else l oao ia ; soppondo qoe
    estara oente,ia manjar I.
    - Felizanjaie- appareMOv csjockiio ella.
    U;ute oaV ttstou. d*se u padre ;
    po"o contraro,- nunca asiivtf taa- hora de
    saJe. Sobe ponjM- *
    Porqiie?1
    - Porq htestibe nonten com- seo primo
    'Jbrgc.
    Clarnha nao res|wmJeu.
    ' 3l-salw,-e-t*' uroa. esti bcswm
    :de beo. S loe pea ama coasa : *que
    renascea om si voc"'Ib nao perJoase CiiarpUu. Hrde
    ;pardoa-fO.
    Pwdo-lhe-tudo.
    Nao-e assio-; hade perioa-lo siuco-
    rMnente,- eom efioso, oonjuo olie est var-
    dadeiraraeme arrevendido, e s-precisa do
    s*U"perdepira sor feliz como-erai como'tar.
    de*ia ser ada boie seoSo fr*oa m efe*
    be??: P*rddi-lne 9ie-}'
    B&ra iibi, d3se-Clarinba,.qoe eu nac
    po** desobedecer-She. Doa-lbe* o perdo
    qua me pede.
    Da coroco ?
    Da coweo.
    Trata-sa; disse- o padre, le salvar
    ama alma. Qvalqser recusara- ntervir
    n'ui3 Msuiopto destess eu soa sacerdote ;
    o ccau dever eontriboir para a cessaco do
    peccado. Jorge est ntgaaoerado ; ac qaal-
    qaer cousa fcsie pepvat-lo OJtaa vez e
    para.sempre.
    Glarinba a<_eviobou o rasio.
    II tres-mezes qos morreaL-aceu ma-
    rido,, interronope a a moca1; d-me o lempo
    necessario para cbor&t o melba? dos bo-
    rneo*.. Qpanca Jiirge oma alda.qpe se
    nao salva maie.. Perdot-4be ; eie-tudo.
    A moca coaservou-s* iaflexivoi rjeata re-
    solt$3o. Jarge oa soabe do resuUadoda
    conversa do velho saisrdote, porgas este
    n^o-julgou acertado commuDicar-lbe. Era
    talvez um resto de meodre.
    caso, procurou consolarlo.
    precioso wabalbo, sej-uos parmiltid, Srs.,
    aits de Cado, cbataor a v, ssa serla e pro
    faada attOfiBO par* sles judic;osos aceras,
    por elle praferidos, por conterem em si
    principios de eterna verdade, a par do mus
    elevado e nobro empec-lio ile ntdidda aos
    g a idiosos dos de nossa- commort? e hoaro-
    vsa miss-a.
    E' mister, Mcreve o'd.stnclo autor da
    memoria, persuadir aos indilTarentes; aquel'
    es que somante ae movea-pelo ioterasse
    por esmoU legados ea dnhera, galos a
    ootros objecro3 p vindo, ara pouco lempo, esta a pu-suir oa-
    tra3 trras alm das doas leguis que Ibe
    deixara, com o encargo de guisamento, o
    fundador, sobredto Vz Cilho.
    Per morte de Pedro Fanaira pis-
    aos a respectiva administraeio cea
    filbo Antonio Ferreira, e par fallecimento
    deste, sea netj Jis Ferreira de Mandan-
    Ca, que (o iocansavel m promover o en-
    graodecimento e a prosptridade da capella
    de Nossa Senbora de Geadalupe.
    nr
    Em i." da maio de 1753 Francisco de
    llbuquerque Cohibo de Carvalbvi, comisen-
    dador da ordem da Corista, das comulgadas
    de Santa Mara do Si i, de Sao Martiaba
    das Mootas, de Santo J defatfso, tda Val de
    TJhas, e das commendin da ordo de Sio
    Tbiago, aa vi^a da Satub.!, moco fidalgo da
    Casa Beal, com eircicio, sensor donalario
    do Coaui de Ooiel e das capilani *s mores
    lo Cuma e Cimut do Estado do MirautrSo.
    era titoto solemos, e autentico, manifesteo :
    quv i soa presenta na cicLida da Lisboa,
    onde dr? acha.a, havia rilo eiuaminhada
    urna peririo, em forma, de Jos Ferreira
    dd Miwfonca, admtoistrador do bes e fa-
    /.aula Ja'capella deN.ssa Stohora de Agua
    da Lop?, noramente reedificada, no i io
    Cuma, representando que essa ernuda
    pertencia quatro leguas de trra na pooa
    do Carimafeit.ria AraD. arta de date o- sesouru ao dlauto Joc
    V* Caihi, primeio funtor da dita ca-
    pe'.a, a qua) deixoa, em patrimuoio doas
    das ditas quatro Itijim, accrescendo ontras
    duai teguas por etfe*> da varas dcoces,
    como todo comtaaa di docamenlns, qoe
    nf[ere.7eu : qu: com a saO-ina-.-fio doeai-
    po e ftfta do oci-.ado aoa oen* da dita- ca-
    paila se nava ccofnsdidf*aa terral par ni
    se ter Jocdido a damaroco dellas, te-
    geocia a que eib.-administrador agora pre-
    tenda mandar /er ; pea que impetram
    pasitivoe materar>que urnainstiiuicSo des \0 donatario novan-ente maree das maneto'
    ta ordem, ?endo o repositoro das iral^ss ^oadas ojoatru legaao- de terw em qtsdra no
    oaiianaes ; a explor*;o dis nossas anti-
    guidadas, a-agmentarao cada 'z- mais a sua
    importancia s o cabedal de g'.O ia qae le.e
    calo*r-lhes, a- si e a patria.
    Sejam os nossos tra&allioa-a as naasas
    vigilis, como disse o nosso erudito secre-
    tario perpetu-era seo altirae retetorio, urna
    grave- JigSu para todos; e como urna tss
    mais tormosaa- paginas de amor da patria
    que a autora de Perna-aabueo tw- de regia*
    t E acora pactando a pUrase Coste nosso
    illustraie conseeio, aind* digo : se alguru
    dia, os poneos operarios .jae susieaam este
    modesto-edificio,, extenuados de forjas ca-
    birem pe^a raorte, sem qaa niogoora conti-
    nu la-uabre cemo civilieador e-apeubo ;
    i ahi ficam-as-paredes des salo bisiorico
    qoe sero-com o aeu sileceto, um protesto
    vivo da sommeitinwnto d'aqualies qo acre-
    ditaram que o amor da patria e-o-romme
    dd seu pacdeviamostar aeima de todos os
    salelos do intereese material.
    Appliwsdo, Sra-, a nos >-ao nosso Athe-
    De o qo^lol dito*para o Isstituto Atcbeo-
    lgico* Geograpbteo Pernombucano-e seus
    dignos ucembros, eotremea na maasia.
    Pelos asnos de 1680 a I6877reaidia em
    sao sitio Sotara, no legar denotwndo
    peala do>Cormait, dftafeto di vitta de
    3aaio Ant-oaio d'Ateaniara^fregaezia da Apos-
    telo S. Matbias, capitaoia mar do Coma, que
    daaoispassou a tozer parte da comarca di ci-
    dade da S. Luizdo Maranblo, Joo Vaz Ca-
    Sm todo ojibo, nawral da lisa Graciosade Nossa Sa-
    ! ahora de Aoa de Lupe, Slbo do legitimo
    0-velbo Aguiar insista para qoe a sobri-.matrimonio dos ento finados Ginc/iio Vaz e
    nnj viesse mor..r coj ella ; eUa.aao quiz, Mara audrigueo: viavo Je labe- Fernaa-
    seria estar parlo do prima. des, no Uvera deste consorcio descenden-
    trge entretanto, aoa pardas occasio do-jcia aljama..
    a encontrar e ver. A .presenta, o rospeito
    as provas de dedcalo, a wda exampiar do
    moco, e am oo ir^is. certa reminiscencia
    qae ficra no coraco da moa, tudo isso fez
    com qoe se preeipuasse o daaenlace natura!
    da situaco.
    Um aooo depois- da morto do Dr. Marqoes
    casavan se dous- primos.. A noticia nao
    caasou grande espanto na socaadade eqnivo-
    ca, ea,que Jorge educara, a saa tioc-
    dadj.
    Meio p?rdido j ota va, elle, disse ga-
    Ihofeiraraen'.e a dama a quam elle acompa-
    nhra ao gyanasia na apite qoe o vio o
    commendador.
    ^uem o oosoa to padre Barroso. Nao
    se pode imaginar a alegra do bom velho.
    Pareca ao/ito obra sua. E era na ver-
    dade.
    Um mez depois, estando ella em casa de
    Jorge, contou eite a impresso proonda
    que recebra as cinco dias em quo assisli-
    ra agona do medica.
    Foi s ento, couclaio elle, qae ea
    comecei a amar-te.
    O padre sorrio.
    Nihil sub sale noottm, disse ele. Ha
    dezenove seculos acontecen o mesmo a um
    boraem Ilustre que persegua os enlistaos.
    No caminho da Damasco, urna viso o con-
    verteo. Essa hornera era S. Paulo. Uni-
    se a melior das novas, a igreja, e oxal
    sobrtdi) ro ArapsriffUaBS da pari que
    melhor coriviesso e.-.
    E vista- a raferkM petic>, continua o-
    danataria, doeumenuw ollere-ados ; aoban"
    dc-se o sesmo a losinistradop j de posse-
    das duas >e^uas de ierra por daceo feita -
    capella de Tossa Senhora de Atfa de Lope,
    para seu patrimonio,, e esta acbarem-se
    ilevolut s por do se fcaver pavlo a conbr-
    inaci dla*- dentro do teinpo pressato
    na sua prov5> passa'jaem 2j-aabrrt de
    17S5J, que s-a-isatidou aoticiar_ todos os
    moradores a ana v,lia Jo Ouina; attendec-
    (lo > necesotdiade d* cooservaajo da dita
    ermida, e o qjjanto careca ella de patrimo-
    nio, bavia por bem bVaa dar e sanrmar as
    messaas quairo- leguas de trra, da qoe se
    .aeba de posso adiij Jas Ferreira de Men
    eafa, admiQStrador que de rie-oeate era
    da*raferida sepela de Nossa Seobora de
    Asua de Lupo aara qua as possuis-sa a lo-
    grasse sem pagamento de pensac eoem tri-
    fceto algum alm dos iizmos i ardera de
    Nioss S*rabop-Jasas Cisto.
    .*.
    O donatario Fnncisca> de Albnqnarque ao
    coactoir essa. -jarla de lata e sesaaaria, ex-
    crisw-se noe-seguintes termos :
    Nao se podaro ven ler em nenhum
    lempo e nemabenar aa-ditas trras a pes-
    saaalgoma, paavilegiads qoe saja a assim
    o launa enlandido nao a elle oito adminis-
    trador Jos 3terreira da Mandos:5a. como os
    ccais que ao diante saosederem na adminis-
    irafo di dita ermida
    a Nao eriram nesti.v Ierras cs-deseseis !e-
    goas, que aandei reaarvar paca mea Re-
    guango, oem as duas qe meas procurado-
    res elegaram para plrimanio da caoura da
    dita minha,villa, s an estindo peto ajos-
    lado pela sesma cmara, nem lamben ec
    iraro asilas ierras as da. Innmdade de
    Santissia Sacrameato e nena oas i Santa
    rCasa daTtisericorCii.
    IV
    No da-a de r*>> do mo de 175 na
    do Carimaaiii, distrcte da villa
    sanio Aatonio d'Alcntara,, campareceram, h
    requarmeoto doJos Fsrsein de taodonc,a
    administrador da capella de N ssi Senbora
    da Agoa le Lepe :. o tafcaio Doraingos ih
    Silva de Mirases, e ?s teste mu o lias Tlea-
    dosia Moreno a Jo- Hcuioi Machado, ahi,
    o dito administrador entregou aotabelL" a
    original da casta de da;a, se-iraaria ej confir-
    madlo, pela qaa!, em k.a de m-io de 4753,
    o donatario da captania-m do Cuma,
    Francisco e Albnqnarque Caelho da C-rva-
    Iho, Ozera merc capella mencionada de
    qualro leguas de Ierra, exigisdo toase IsUtS
    empossai e investido civil, real s- matura -
    menta.
    E porqoe, '0aific,a o dito tabellio, as tr-
    ras principiam da odicada poata do Casi-
    mahiti, rio ArapareguaLa, costa cima, i}a
    forma qaa }i se navia dado ao defuato J5o
    Va Catbo, primero [andador da capella e
    fazenda d Nossa Senbora da Agaa de Lape,
    lendo diaote de todoa a dita carta de con-
    Srmaco; informado por Theodosia Moreno.
    Ao tempo de seu aliecimeoto- possnia
    Joao Yaz Calbp, alm das fertilissimas tr-
    ras eoa que Is+rava e estava situado, o se
    guite : o4 exravos do gento dt erra entre
    mocos, velhoz- e Qrianfas, a saoer : 20 ne-
    gro, 13 negras e 21 arioulos, im> entran
    do em linlil de cosa movis, (jpdos, dto-l'
    da$.activase dinheir*
    Foi elle quera, por esses lempos, oJii,
    cou na mencionada pona do Curmabit, e
    instituto oma ermida com a- invocaco de
    Nossa Sonhora de Guadalupe, exclosiva-
    mente dedicada ao culto religioso dessa
    Santissiaa Virgem, legands-lbe duas legoas
    de trra de lavrar e gados, encar egando
    seu tostamentsit-o Pedro-ltorreira, aqoem
    tambim instituir seu her.deiro universal o
    cuidado e admioistraco da sobredta ermi-.
    da, a que deram impropriamente o nome
    de capella, e como tai foi olvida e reputada
    por mais de ura secuto.
    Eij'oque Joo Vz Calbo a respeito
    dessa ermida e de sua manutencao, dspoe
    no testamento com que faliac9u, escripto e
    a sea rogo sssigaado, em consecuencia de
    molestia, por Ff. Manoel da Trindada em
    8 de agosto de 1687 e approvado no dia
    segointe pelo tabellio coruraissario Manoe.
    Rodrigues A vedar:
    (Verba 17.a) Declaro que eu tenho
    urna capella no sitio do Cuma, a onde moro t hornera anhgo e velio, ttstemunha qtu igmt-
    e tenho a minha vivenda, com licenca do
    voces se amem tanto, como aqaellea dous j ordinario, a qual ped pala distancia que ba
    tarde.
    aracter mortal. Loogo "toi o^padec- Faca o senhor por si... deixe tado 1 Ocue,
    ment, talvez *inda maior ao espirito de'qoe amaos arrependidO!
    se amaram. Daus me perdoar a compa-
    raco, porqua amar estir perto do co.
    TVotlcls histories
    DX CAPELLA OE NOSSA SENHORA DE GUADA-
    LUPE, FILIADA A RESPECTIVA IGREJA PARO-
    CHIAL, ANTIGAMENTE ERECTA NA FREGCEZIA
    DE SAO JOS DE GUIMARES, QUANDO CAPI-
    TANA Ma DO CUMA, TUABALHO QUE HA DE
    SER LIOO NA SESSAO DO ATHANEU MARANHEN-
    SE DO DIA 3 DE DEZEMBBO DO COMIENTE
    ANKO, PELO SOCIO EFFRCTIVO DESTA S0C1E-
    DADE, PHESIDENTE DELLA, MAJOR JOO DA
    MATTA MORAES REG.
    Parte Ia
    O Dr. Cesar Augusto Marques 00 seu dic-
    cionario histrico e geographico da provin-
    cia do Maranbo, depois de tratar d* igreja
    matriz de S. Jos de Gaimarles, a pagina
    299 assim se exprime:
    c Igreja de nossa senhor \ de Guada-
    lupe :
    Jos de Moraes, vi ovo, morador na villa
    de Gaimares, requereu ao Dr. governador
    do bispado licenca para edificar urna capella
    i Nissa Saob.ra de Guadalupe, sendo 30a
    reqaerimento despachado a 3 de setembro
    de 1781. Mandoa-se proceder as diligen-
    cias do costme a 6. O senado da cmara
    por sea despacho de 29 de setembro de
    1781 e titulo de data e sesmaria do 10 de
    dezembro do mesmo aooo conceden para
    creaco da capella 36 bracas de chao em
    qaadra na paragem em que o sopplicante
    tioha rocado.
    K \Q d dezembro desse ao, presao-
    do dito silia desta vi-la, e passagem de
    grandes e perigosos mares, para nella cele-
    braren e dzecem m;ssa os sacerdotes pas-
    sageiros, e os que fossem chamados para
    minha consolacao ; a qual capella ordeno e
    peco a mea berdeiro e testamntelo, por
    servico de Deas, queira tratar, e corar della
    em quanlo p.der da sorte edamaneira que
    eu o fazia, e para o provimento della, para
    qae nella nlo baja carencia, ou desfraude
    algum, e para que se augmente, e nao di-
    rainua se pcdei valer do que a dita capella,
    particular e voluntariamente tenho assigaa-
    do, como de duas leguas de trra e do ga-
    do vaccom que estiver marcado com a
    marca da dita capella, do que de ludo
    tomar entrega o dito meu berdeiro e
    te.-iamenieiro. como de todos os orna-
    mentos e paramentos com qne se cele-
    bra, e ornamento do liar para que durante
    e existente a dita ermida tenha o aceio ne-
    cessario, sem ntervencao de pessoa algama:
    esta a minha ultima vontade.
    t (Verba 18.*) Deixo forros a am casal
    de escravos por Domes Malinas e sua mu-
    lber Victoria pelo amor de Daus, e pelos
    bons servicos e limpaza da dita capella, em
    qaanto existir no dito sitio, assim na lava-
    gem das roupas della, como no mais de que
    carecer.
    11
    Morto Joo Vz Calbo, aciitoo Pedro
    Ferreira nao s a sua heraoga, como o en-
    cargo da capella ligado a mesma.
    Movidos de piedade e devoclo os fiis,
    moradores naquc-lles, lugares, foram dando
    mente foi da posse que tomou o reverende
    padre Manoel da Molla, na igreja do Cuma,
    da capella e tenas da dita Senhoxa; infor-
    mado tambem por om indio chamada Mara
    Lacas, velho no Cuma, descendente da gen-
    te da dita capella, servo que foi do defunlo
    padre Ferreira, affirmanao qoe sempre vira
    sea senhor mandar aclarear as trras da
    Cama os romos e marcos das de Nossa Se-
    nbora, onde sempre lavrou ; elle tabelliSa-,
    dep ds de preceder e fazer proceder as L: -
    maldades do eslylo. investio e erapossoo.
    solemne, civil reahuemt o mesmo Jos
    Ferreira de Mendonca, como administrador
    da dita capella, das qaatro leguas de trra
    na forma da carta de sesmaria e confirma-
    Co sem opposico oo constrangimento de
    pessoa algama.
    V
    Jos Ferreira de Mendonca, em 23 de
    novembro de 1771, representen ao doctor
    provedor-mr da fazenda real Joaqun Jos
    de Moraes;que sendo administrador doc
    bens da capella de Nossa S.-nbora da Agua
    de Lupe, possoiodo esta as qaatro leguas de
    trra, qae temos referido, tornando se pre-
    ciso demarcal-as, nio se acbava eHe na pos-
    sibidade de o fazer por falta 'e dinheiro,
    mais qae nlo tendo davida Jos ds Bnto
    Freir concorrer com todas os gistoa e pt-
    gar as despens legaes, oma vez qae se ia-
    demnisasee com os toros das trras, bonve
    por bem o dito provedor mor de oovir a
    respeito o sapplicado. e quando este confir-
    masse o allegado se dignasse de marcar dia
    paja proceder-te a diligencia.
    ( Continuar- te-U.)



    . 1
    L_nf*ft 1


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