Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12555


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Full Text

AMO XLVIH. HUMERO 6

y
ts
?ABA A CAPITAL S LSAS2S OIDE IAO Si PACA F03TZ.
Por trs mezas abantados.............. WOOO
Por seis ditos idetn ................... <2000
Por ano. anuo idem...................... 240000
oad montero avulso....... i,........ 320

TERCA FEIRA 9 DE JANEIRO OE 1812.
PAJA DIKT10 E TOBA DA PBOTUOA.
Por tres mezas sdiantidos .........;....'
Por seis ditos dem....................
Por nove ditos idem...................
Por um uno idem...................
J7M
isnoo
*OtQ
171000
MMBUCO.

Fropredade de Manoel Fignafa de Faria & Filhos>


G* Srs. Gerardo Antonio AI ves <4 Pilhos. no Para Goncalvos 4 Pinto, no Maranhio ; Joaqoim Jos de lveira A Filho, no Ceari ; Animo de Lemos Bcaga, no Aracatj ; Joio Maris Julio Chaves, no Ars ; Antonio Marques da Silva, no Natal; Jos Justino
Pereira d'Almeida, em Mamanguapo; Augusto Gomes da Silva, na Parahyba ; Antonio Jos Gomes, na Vl a Penha; Belarmino dos Santos Blelo, em Santo Antio; Domingos Jos da Cesta Braga,
em Nazaretb; Antonio Ferreira de Aguiar, em Goyanna; Francino Tavares da Costa, em Alagoi
MIMO DE PERWA^JBUCQ
RETROSPECTO P -UTICO.
IIEClFE, Io DE JAN'EIUO DE 1872.
tlECIA.
N'j anno i|Qa vem de lia Jar, o remo helnico,
contra todas as previs js, ma Heve se-coma qu
segregado do Orieute, odde tamas e to crueis agi
tagdea se manifestaran].
E?te resaltado j tanto mais sorprendente
quanto, so liudir-se o aarvt de 1S70, cono que se
a:hava suspensa sobre a Grecia a t-rnvel espada
da revoluco.
O (W v i helnico, porm, esqueceu que habita va
o Otii-nte, c es qneceu-o felizmente oara si, por que
d'ahi ilie reauliou poder dar algumas garantas de
eatablidade ordem de cousas tuangurada com
a craselo, do rei Jorge, e assim podT caminh.tr
pela senda do projresso e da liberdade, fon le pe-
rcatie da iodo o bern pa/a os oovos.
A'i Andar-se o anuo de 1870 ama votado d
parla a soto da Alhenas iancou l'o.-a do poder o ga
Din-le helnico, e o re chaman para organisar
novo ministerio o Sr. Coumondouros. que conse-
guio augarar syaipathias de diversos partidos po-
lticos representados no parlamento, e por essa
forma pble obter que o sea candidato presiden-
cia di cmara reuoisae 12.1 votos c mira 9, o que
foi u'n felo tanto mais nouvel quinto havia lon-
gos .amo* -e nao observa va una tal harmona dos
partid )s polticos na Grecia, onda as opimoea sao
violentamente extremadas.
U gabinete assim robu!'6ntou o seu
pri'gramnia, que foi bem acolhido, declarando que
a Grecia, matilendo as asehorea relagoes de har-
mona com as nutras potencias, devia corar i i si
niewn, e qae n'esse intuito ogoverno empenha-
ria lotos jf seas esforcos para extinguir o bando-
ImAmio, ]ue tora a causa de tantos desgasto* era
f<~U, e que tratiriade melhorar a< linaogaa, pro
curando ejuilihrar os crgimeotoa a fazendo desap
parecer o d-ficil, -en recorrer novos empresti-
mo..
Fiel ao sea programma, o governo perseguid
tena* e coa'imiamenle as hordas de criminosos
i]ue iofestavam o paiz, e teve a salisfago de ver
que de da cao da melhorava o estado de seguran-
za individual o publica com as meditas emprega-
iias pala polica, forleraeute auxiliada pala severa
e activa vigilancia do governo ollomano nis suns
fronteiras.
Fatrelaoto o attentado de Marathn, que tanta
ebolicio causou entre as potencias protectoras,
fot s-nio devilamente investigado, e, posto que
dss: lugar novas recrrainacoes entre os gover-
nos inglez e grego, nao leve todava o poder de
qu -brar a harmona poltica dos dous paites.
Terminado o proeessi-, o tribunal ulgoa impli-
adi no a'teniado o Sr Noel, irmao dos chefes
do bando de Marathn, o qual tuha lomado parte
na- negociacoes entaboladas para o flm de serera
llenados o> prisioneiros.
O i amigos do Sr. Ncel, de Londres, protesram
xntra tes, iaquiiaido de irregular u andamento
do proeesao. Os j iraaes gregos a-senhorearam-se
Jo ssumpto, e eniraram a discut !o, declarando
que. coat o exprasso ao cdigo criminal gregor
, legislas ioglczes linham assistdo au inqnerito
das testeuiunias e dehnquenies, e tinbam acom-
panhado a formadlo do procesa, iogerindo sa
assim Bos negocios internos do paiz.
Sr. Er.-kiue, paru), protesiou contra o resul-
tado do processu, e a smprensa grega f A brisada
a declarar que esse protesto era anda urna nova
inorancia do gnvrno inglez js negocios inier-
nos do paiz.
Oanimoa mo.-irarain-se ent) um pouco exal-
Udoa, mas o governo greg) intarveio, e conseguio
cuegar um aecordo com o Sr. Er-kine, que, de-
poi do sea ?ri testo, ainea^ava a Grecia com ama
-oeeupacao militar iagleza.
O goveruo gre reprdsentau;: vji, e este, saii.-feito, dexou que
.ijustica do paiz prossegaisse 9 observasse siric-
ameate a9 prescriprOas das leis helnicas.
Assim terminaran] as aprcbrn.-es erestabele-
ceram-se as boas relai.-es entre os dous governos,
sem quebra de dignidade para a Grecia e saudo
sati.-feitas as exigencias da Inglaterra.
A' esso tempo, porm, acbava-se a Grecia
bracos com urna formiJavol cnse commercial e
monetaria, e, senlindote opprimiua por esse peso
definhava em todos os seaiido?, dando em resul-
u! um augmento de de.-iquilibiio nos ornamen-
tos do reino.
Para evitar esse pesslmo resultado o governo
:omoa o prudente alvare da mudar Maluieule o
'\alema admioistraiivo, diminuinjo o numero de
empregados e sympliticando os servidos do estado.
naamediJas produzirara ptimo eflaito e o-
-ram geralmente applaudida-, augmentando as
tympatnits peio ministerio Coumondouros, que,
assim animado, apresentou diversos projec.os de
i'ei ao parlamento, entre os quaes os seguales:
Eatabelecendo lugares gratnitos para os jovens
*atudiosos nos collegios do estado, aQm de estimu-
lar os progreasos sciemicaa ;regulando a re-
partiQao, por meio do vanda, dos terrenos do go-
verno em lotes proporcionados entre os particu-
lares ;llxando as regras para a cobranga de
muitos mhoes qub se devem ao thesouro, e quo
sao necesaarios para equilibrar os ornamentos ;
determinando que o producto da vena das trras
da nacao saja exclusivamente destiuado cona-
truenao de vias de coramunicacao por raaio segu-
ro, para extirpar a guerrilbagem.
Qaando o parlamento encerrou os seas traba-
Ihoi em janho, tinba prestado grandes servigos ao
paiz, auxiliando o ministerio a executar o seu pro
rramma e a manter a ordem e a seguranza. Na
occasiSo d'esse encorramento o governo declarou
as cmaras que o bandolerismo e a guerrilbagem
estavam quasi extinctoa, e felicitou o paiz por esse
re:Ultado em parle devido enrgica aclividade
com qao o governo do sulto im^olio que os cri-
minosos paasassem is fronteiras lurcas.
O rei Jorge, ja enlo tranquilliaado reapeito
do paiz e dos seus partidos, parti de Alhenas
com destino Trieste e Dinamarca, deixando
como regente a rainna, que antea prestara o ju-
ramento que n'essa qaalidadelne requera a cona-
titaicao helnica.
Desde eatao como que houve tregoas na poltica
interna da Grecia, at que abno-se novamente o
parlamento 31 de oatabro, pronunciando o rei
o discurso inaugural, no qnal se oceapon com os
oogocios internos do paiz, e approvoa o program-
ma do ministerio Coumondouros.
Entretanto pouco depois cahio esse ministerio,
por occasiao da eleicao do presidente da cmara,
na qual foi elle derrotado contra o candidato do
Sr. Zaimis. O rei Jorge, seguindo a indicac,o do
parlamento, incumbi o r. Zaimis da organisago
de am novo gabinete, que satisfzesse as aspira-
goes do paiz, e este estadista, depois de omitas dif-
ficuldades, conseguio emfim organisar am minis-
terio que efferee algamas garantas de estabilida-
'.' 9 promette ser til ao paiz.
A Grecia, se tiver jaizo, sem davida vira a cona-
titair ama grande potencia do Oriente, como fui
outr'ora e como tem direito a al enejar.
Os gregqs das provincias tarcas nao tem outro
dessjo seoao o de se iibertarem do jago oitomano,
nao para se entregarem aos rasaos, aos quaes se
ligam pelas crencas, mas para formarem com a
Grecia actual am grande povo helnico, e assim
fazerem reviver as velhas tradiedas da patria com
mam, lao cheias de nobre herosmo, lio respien-
4eoU8 de glorias scieatiflcaa Iliterarias.
Na guerra- franco-prussaoa, muitos gregoa de
todas parles do Oriente se alistaram na heroica
phalaoge que f >i combater pela Franca ; e a Eu-
ropa teto occasiao de ver macedouios, epirolaa,
reienaes, thessalinos, pe toponeamos o ramaliotas,
todos juntos, coubateodo sob o meseno pavilhio e
pola tesma causa, que era a causa da civllisaijao
e da lMiilade, como que symholisan lo a mais vi-
va imagem da unio rutara de todos os fllhos da
tnesma ra^a.
A Prauf.i sen duviJa guardar urna guia e
mmorredoura lembranga dessa sympalhia dos gre-
gos; e ceriamonie, qaando soar a hora do rlen-
le, nao deixar de estander a mao aos povoa para
auxilia lis a conjustir a ana aatonomia o com-
pleta inlependencii.
S eatao a Gre:ia ser feliz, porque .- enlo nao
mais onvlr oa gemid )s,'dos seus lillios opprimdoa
pelo snltio.
INUIATERIU.
Oa allm>s meses do anuo de 1870 firam para
o lino r.:il; da Graa-Hretanha e Irlanda urna
fonte perenne de amargas decep^oas.
Se por um lado a Inglaterra vil nos fina desse
anno pralicamente reatiaadas algumas sabias e po-
pulares reformas votadas pelo parlamento, taes
como a da iasirucnio publica, ovlo secreto no
escrutinio eleitoral,*o direito de represanlacao das
miaorias pelo voto cumulativo, e o direito de su-
fragio oulhorgado aa mutilares para a eleicao dos
conselbos de instruccao; por outro lado vio ella
., i iiii :.!Y.n-.-e nos sous borisonles nesalas na
vena, prenhas de tempestades, cojos elfailo- irame-
iiatoa i'ir.i.i obrgar o sea governo a arrapen-
der-se amargamente do eg_oismo dt sua poltica, e
f.iz-to Daixar a frunt'', lao caberla palos louros
da civilisago modarda, ante aa circunstancias
imperiosamente criticas em quu a coilocaram o
aeu isolamento e o esquecimeuto dos seas direitos
le nacao de priraeira ordem.
Nao seextinguiram, p6ro,essas Jecepoes com
o anuo de 1870, e o sea saacessor na ordem enea-
deiida ios elemento do tempo djvia ser teslemu-
nha das longaa dores do Reino-Unido, drea que
de certo fanam lord l'almerston arrepsnder-se do
que tantas vezes repeli, quando prodamou, no
seio Jo parlamento admirado, que os mais charos
interesses da Inglaterra nao estavam na Europa,
mas sim no Canad, na Iadia, na Australia e na
China.
Efectivamente nos ltimos mezes de 1870 e nos
prmeiros de 1871 a poltica europea fot frtil em
incidentes dolorosos pan a honra e para a pros-
paridade ingleza. ambas as qaaes receberam pro-
fundos golpe<, alTrontas bem crois, euibcra dis-
famadas pelas parapbraaes eogeohosas da Una
linguagem diplomtica.
A Inglaterra inqnestionavelmenle zelosa da
sua honra e dos seus direitoa, e pois, vendo essa
honra offendid e esses direitos compromettidoa e
conculcados ella nao se revoltn por urna v oianta
reaccao contra os seas offaasores, foi porque ella
nao o po le fazer, e porque ningnem repudia da
noute para o dia orna poltica de abstencio prali-
cada com sinceridade durante 13 anuos.
Na poca em que oSr.Gladsione sao,o ao poder,
auxiliado por urna maioria compacto o numerosa
como poncas vezes ebega a reonir-se n'ura parla-
mento, a Ingiaiarra esuva oa goso di todas as
venturas. No interior o livre jogo das lusiitaicoes
aplaaavam-lhe lodis as diulculdadas. A industria
era prospera, o commercio (brscente, e tolos os
anuos o ministro da fazf.nda annunciava ao parla-
mento ama redueco simultanea do imposto e da
divida pub.ica. No exterior a Europa eslava cal-
ma, e o ministerio s mostrava intereasar-se pela
manuteaijo do imperio otloraano o pela neutrali-
dada da Blgica, nenhuma daa quaes se achava
amea;ada. Prtanlo a Inglaterra iimilava-se a ter
nm pequeo exercito, e aiidt assim mais de ama
voz se ergueu no parlamento para encorajar o go-
veruo a fazer economas, reduzindo ainda mais
esse exercito.
A guerra da Abyssinia, que teve por effeito coa-
solidar a sua iolueacia no Orienta, foi ama pban-
tazia de povo rico, posto q.ie trouxesae-lhe gloria
e proveito. A Iadia eslava tranquilla e prospera-
va; a Jhii: parecia n'^rmir nos bracos da amisade,
livre das animosidades que depois recrudesceram ;
e finalmente as colouias do ocano austral iguala-
vam em lealdade e trauqaillidade 3 possesses do
Canad.
Nesse cu limpo de nuvens, nenhum iacendio se
man i les,.a va do qual podes-a preaumir-se ama
tampeataJe, posto que 03 Eatadoa-Uniios persia-
lissem em reclamar a reparaco qae se juLa-
vam com direito por tactos occorridos na guerra
de ceceasao.
A unio dos partidos Inglezesera tal nesse tem-
po que quasi tinbam desaparecido as denomina-
ajes de lories e whigs, ontribuindo os prmeiros
para a extenso do voto eleitoral e os segundos de-
monio a igreja nacional da Irlanda.
Todo esse rgimen de paz internacional, de cal-
ma no interior, de aptiio para resolver todas as
questoes, cujo exane determina o progresso do
scalo ; ludo isso biqaeou como por encante; e,
ao passo que no interior penetrou a pariurbaco
com a gnesio social sob varias frraaa, no exte-
rior anniquilaram-se-llie as forjas ante as exigen-
cias da poltica, e a sua seguranca achou se em
perigo desde que o equilibrio europen deixou de
servir de ponto de apoio ao seu egosmo.
Depois da guerra de ceeeaso, os E-taJos-l'ui-
dos formularam as suas queixas contra a Grande
Albio, e essas queixas, posto que desde logo se
oo raostrassem to exigentes como foram depois,
ainda assim foram enrgicas e continuadas com
ama persistencia (ra e calclala, e por isso mes-
mu foram destruindo aos bocadinhos a influencia
ingleza na Europa, isto da dia para dia foram
collocando a Inglaterra na posicao em qua ella se
achou, qaer com referencia ao conflicto fran-
co-pruasiano, quer com referencia a exigenciaa
da Russia no tocante ao Mar-Negro, quer final-
mente com referencia Allemanha do Noria, que,
tendo mettido pique no Sena alguna navios mar-
cantea inglezes, despelto dojiavilbao que os-so-
bria, nenhuma outra satisfaccao se j a:. .u obliga-
da a dar aim de ama indemnsac.o pecunia-
ria.
Logo que a repblica americana, contra a es-
pectativa da Inglaterra, terminan a rebello do
sal, nao se fizeram esperar os effetos da sua poli-
tica na Europa, e a Inglaterra foi o ponto de con-
vergencia para onde se inclinaran! as acedes da
repblica, se nao as visiveis, pelo menos as inviai-
veis, que actuaram como am especie de forca Ion-
ginqua, cujos effetos sao modificar as condicoes
do equilibrio e do movimento de am certo systema
de torgas combinadas.
Ambas as traecas da unio, no fim da guerra,
tinbam qusxas da Inglaterra: os estados do sal
reprovavam-lhe t-Ios Iludido com engaosas es-
peranzas que lhe nao a:onselharam o reconbeci-
mento da repblica de Jefferson Davs; os estados
do norte exprobavam-lhe o fado do reconheci-
mento d8 quaiidade de beligerantes aos revoltosos
e o duplo apoio moral e material prestado ellos
em prejuizo do governo real do paiz.
Os Estados-Unidos accasaram a Inglaterra nao
s por ter abasado dos direitos da nentralidade,
mas tambem por ter violado o direito das gentes
do modo mais flagrante, deixando construir, equi-
par e armar em suas aguas varios corsarios que
foram o terror do commercio da Un5o.
A' to justas queixas responden a Inglaterra
com ama certa dose de acrimonia e desconsidera-
gao ; mas teve ao depois de arrepender-se dessa
sna arrogante atutade, qaando vio a energa com
que os Estados-Unidos reconstitairam-se poltica.
economa e administrativamente, qaando vio o ter-
ritorio da repblica americana tornar-se o f'
longinquo da agilaco fmiani.Ua da Irlanda e o
centro das perturbaeoes do Cariada ; qaando vio
principalmente no seio da propria Europa deseo-
VDlverem-se faotos e aconiecimeatos estupendos,
nos qaaes ella achou-se imposibilitada de tomar
parte activa, porque seria isso alirar-se aoa riscos
de urna guerra, que dara aos Estado*-Unidos aza-
da occasiao para usar do direito de represalia
lancando aos marea alguna Alabamos, com o lim
expresso de devastsrem o commercio ioglez.
Esaea temores, alias bem fundadas, iearam sus
penaos como a espada de Dunoelea sobre a cabera
de todos oa homens poltico da Inglaterra, os
quaes perceberam desde enlo que em quinto a
questao do Alabama nao eslivesae resolvida, no
sentido das exigencias dos Estados-Unidos, a In-
glaterra estara condemnada paz, por jae tena
un lo qualquer inimigo sea um ouiro mais for-
mdavel e terrivel, qual era a Unio.
Foi, pois, por essa forma que a hosilidade ame-
ricana pesou sobre a poltica ingleza de um modo
oceulto e indirecto, contribuindo assim para as
mimas satisfacas do Sr. deBismark, quenas
alei oa reciprocas da repblica americana e da
Ituss.a e no odio que ambos notavam Inglaterra
vio favoravel e lat ente auxilio aos seus prejecios,
e ama garanta segura da impotencia iogleza.
Oa estadistas inglezes, como dssemos, linham
compreliendido a oecessidade de resolver a ques-
tao americana, reparando as suas fallas por occa-
siao da guerra de ceces-5o, mas nao queran) que
essa justa repsate*0 parecesse am acto da fraque-
za, e por isso teniarara rednzir o negocio i urna
especie deeperacao financeira.
Neate ntnito e ao depois de longas negociagoas,
conseguio a Inglaterra que o Sr. Johnson assig-
oasse am aecordo em Londres, aecordo que fui
antea urna conta por partidas dobradas do que
urna saiisfago dada aos Estados-Unidos, que,
justamente indignados, regeitaram-n'o, ao mesmo
tempo qne fizeram sentir Inglaterra o aeu mo
humor denunciando o tratado de reciprocidade
existente entre a Unio e o Canad e relativo a
pesca e aos direitos de entrada dos productos ca-
uadianos nos portas americanos.
A Inglaterra enta>, mais da que nunca, com-
prehendeu toda a urgencia e alctnce de um ae-
cordo amistoso com os Eatados-Unidos, cuja boa-
tilidade encontrava em toda a parte, a, para que
diminuisse & arrogancia da Prussia e declioaaaem
as revoltas do Canad, inceton urna nova serie
de negociicoes tendo por objecto as raclainagoes
da Repblica Americana.
Foi a sim que, de aecordo com os desejoa dos
E-lados-Unidos, a Inglaterra noraeou ama com-
misso para r Waah'ngton tratar de resolver
todas as questoes provenientes da guerra, de com-
mum aecordo com outra commisso nomeada pe-
lo presidente Graut.
Essa comm'sso reunise pela vez pnmeira
27 da fevereiro de 1871, e s 8 de maio fie ju
concluido o seu trabalho com a assignalura de nm
convenio era que o orgalho inglez jou completa-
meato abastardado.
Efectivamenle nesse convenio a Inglaterra ce-
den tudo qnanto exigiam oa Estados-Uaidos, nao
a:eitaado am arbitramento, que ella recusara
no couqj da qaasto, mas lamben sujeitaodo-
se deBair os limittes em que teriara de obrar
os arbitros, e exprimindo o sea pezar pelas cau-
sas de queixa fornecidas a Repblica Americana,
durante a guerre de cecesso.
Os comraissarios inglezes declararam que, pos-
to que o governo inglez nao aeeitasse a responsa
bilidade dos actos do alabama, no intereaae da
boa harmona entre os dous paizes, aequiesciam
ao arbitramento, com tanto que se encontrasae
arbitros aceilaveia e fossera definidos os pontos
sobre os quaea daveasern estes discutir. Os com-
raissarios americanos accreacentaram que nobaa
lava definir o objeclo do arbitramento, e que coavi-
nha fixar bem claramente oa principios que devia-n
guiar os arbitros, isto qaeriam que Ibes ser-
vissem debaae para resolver a guesto do alabama
os principios da direito internacional contestados
pela Inglaterra, qae pretenda que prevalecaaae a
aua le municipal, concernenta repreaao de
certoa acloa praticados por subditos seus contra
qualquer potencia, cora referencia a qual ella
paiz fosse neutra
Inaistindo oa negociadoras americanos,- os in-
gleze3 afinal cederam, e assignaram urna declara
gao dzendo qne o seu governo nao poda reco-
onecer que as regras internreionaes propostas pe-
los americanos tivessem forca de le na occasiao
em que se deramas diffl.aldades relativa; ao ala-
bama ; mas que consenta em que os arbitras as
tomaasem por taas corao se ja estivessem em vi-
gor e reconhecida3 nos anuos anteriores.
Por essa forma cedeu, pois, a Inglaterra nos
dous pontos principaes, exprimindo o seu pezar
nos aeguintes termos do ari. i* do tratado : al-
tendendo queS. M. antonsou os altos enmmis-
aarioa a exprimirem n'um espirito amistoso o pe-
zar que sentio o governo etc., etc.
No convenio deaignou se Genebra para o lugar
da reunio dea arbitros, que se couvencionou se-
riara noraeadoa um por cada uraa da partea con-
tratantes, ura pelo imperador do'Brasil, am pelo
rei da Italia, e um Analmente pelo presidente da
confederago helvtica, sendo aa decisdea desae tri-
bunal sem appello nem dilacoes.
Tolas as quesl5 s entra os dous paizes flearam
reguladas nesse tratado, cedendo os E talos-Uni-
dos em varios pontos relativos commercio e
tinaniMs, mas ganhando a causa nos pontos de
Honra, era qae o governo americano nao quera
ceder e de facto nao cedeu uraa liaba.
Logo que as estipulares desse tratado foram do
dominio publico, a imprensa analyaou-as com
subido criterio, tanto nos Esialos-Uado3 como na
Inglaterra e em oatroa paizes; e, ao passo qne
rauit03 jornaes felicitarara o governo inglez por
ter assim desannviado os horisontes de sua poli
tica, quasi todos lamentaram que o egosmo desta
tivesse levado a Inglaterra at o extremo sacrifi-
cio do sea pundonor por se.ter alienado sympa-
thias com qae poda e deria contar, se outro fosse
o sea caminbar nos negocies internacionaes.
Na dacossao qae, sobre o tratado de Washing-
ton, teve lagar 12 de janho, na cmara dos
torda, lord Rassel fallou com vehemencm contra
o carcter retrospectivo deasa nova lei interoaeio
nal, e como elle lord Derby censurou que a Ingla-
terra reconnecesse como culposos actos qae dez
a anos antes ella nao admttia corao taes.
Come estes, ontros lords flzeram ouvir amargas
queixas contra o governo, advertndo s naguas de
qae na algama cousa mais precios) do qae as
coasas materiaes, de qae ha thesoaros mais im-
portantes do qae a riqueza e a segranos, theson-
ros qae felizmente anda se nao achara esgotados
oa Inglaterra, a deapeito dos crois dissaoores
porque ella passou no anno Ando.
Em todo caso o tratado de Washington dea
Inglaterra duas vantagens: f-la conquistar a li-
berdade de sna accao poltica, e determioou o apa-
siguamento saccessivo da Irlanda.
Antes, porm, qne tal resaltado fosse alcangado,
a Inglaterra foi coagida a solver a questao do
Mar-Negro do sentido qae inlie:a s Rassia aa
nota do principe de Gortschakof.e vio-se forgada a
assislir de bracos Gratados celebragao do ar-
misticio entre a Franca e a Allemanha, e succes-
sivameate i celebragao dos tratados de Versailles
e de Francfort, sem poder minorar os onas im-
postes pelo vencedor ao vencido, no qual, aote os
acontecimentos da Eurcpa, ella j se liaba habili-
tado a ver am allisdo oataral e sincero, am po-
vo am i, pelo qual se manifeatavam as svmoathas
do por
meeting
tantea
inglez em continuados e enlhusiasticos
e em mensagens ; asignadas por impor-
rporagoea mercantis e iadustraea da va-
rios ce ros populosos, e por particulares, lords e
inoinb
Dr. Jos Martins Alves, na Baha; e Lei te, Cerqninho dt CJ no Rio de Janeiro.
da aristocracia territorial.
Knlr anta o governo ioglez, ainda coagido nes-
se tem pela forca da situago poltica da logia
ierra, da pode fazer era prl da Franca, erabo-
ra lhe isiasse isso a perda de ama ba dse de
-ua po ilardali", j bem gasta peloa acontec-
aaericada na questao dos navloa ingle-
pique nu Sena pelas torgas si-
do qae o casamento da princeza Luiza oatava
j approvado ba anno e meio, palo gabinete ante-
rior.
Sjr Diaraeli declarou que em vei de votar a da-
as duas casas do parlamento, e o Sr. Gla4stoo*.
para o cortar, aconselhoa ramlu qne decretas*
a abolicao deasa venda, conselno qne a raiafea
aceiteu, asignando nma ordem regia para o rw
l^V^1 ^ e,inMS0 de ca,a reia^- era mBlhor de fazer ceasar corapletameote deada novemoro
meo les
zes me dos
lemae
A rajlha, ao abrir o parlam3a'.e passoalmente
era t rairo, ;facto que so nao dava desda a
morte principe Alberto, lastimn profuadamao
discurso lido pelo Sr. Sladstone, a guer-
a Franca e a Allemanha ; dase que o go-
lez '.inha cuidadosamente aproveitado to-
casloea de aaar de sua influencia com o
atabelecimenlo de una paz honrosa, que
ore mantido urna ooatralidale stricta e
orancas que da saspensio das hoslilida-
jltaria urna paz compitivel com a honra
aboga de ambas as naguas envolvida- na
ar Refarindo-se conferencia de Londres,
disse oie tiuha faito e.-frgos, jumamente com on-
traa potencias, pora- maner a sautidade dos trata-
dos, e jue esperava confiadamente que o resul-
tado dfs deliberages seria manter os principios
do di reato publico, e a poltica geral do systema
estaooffcido peloa tratados entre as nagoes.
RelaviVcimenie i dillljuldades do Oriente, dase
ae ej;'erava qae a reviso de algamas conligoes,
inteota-a cora espirito conciliador, poderia alean-
car a c:operago cordeal da' mais poteaciaa en
ropaSjOeata espinhosa qoestao. La^timoa que fa-
IhasseJ todos es esforgos fetos para cooseguir pa-
ra a diferencia de Londres ura representante
trance^ e dase que a Frang foi um do3 prmei-
ros patiacipani-s no tratado de 1836, e qae sem-
pre baria de ser reeonheeida como um Jos prin-
cipaes^ raembros da graude comraunidade eu-
rop.i.
Ref^iudo-ses relagoes entre a Inglaterra e oa
Estados-U.ij los o as questSas do Alabama e das
pescaras, Jisse que a laglatorra linha estaio em
corre?iondencia amigavel cora o presidente, e que
tinha falto propostas para que fossara nomeadas
as cmuiissoas, de qua ji nos oceapamoa.
Disse maia a raiaha Victoria qae as relagosa da
Inglaterra com as mais potencias estrangeiras
erara amigaveis, qae tinha justo o casamento da
princeza Lniza com o marqoez da Loma, e final-
mente que o g veno apresentaria ai parlamento
diversas propostas entre as qaaes ngarana a da
eorgaoisago do systema militar e do exercito em
geral.
Logo na pnmeira sesso da cmara dos com-
muos o Sjl. Disraeli pronaociou um notavel dis-
curso contra o governo, deraoiistram'o a debilida-
de da ana poltica internacional, e i esqneeimen-
to dos pracipios que deviam servir da base ao sea
poder.
O Sr. Disraeli, flrmaodo se na ne:esaidade de
Sxar o equilibrio europea, disse que a rlvadade
entre a Prus.-ia e a Frang era nm perigo cons-
tnie-r ira o aecordo das naguas, conforme se ti-
nha demonstrado na questao do Luxerabargu, re-
solvida pacificamente por inlervenco da Ora i
Rrelanhi, e que em consecuencia disso era necea-
sario que esta poteneia se tivesse empenhado era
evitar, quando se suscitou a candidatura llobea-
zollern para o throao Je Haapanha, que Napoleo
III, exaltado com o xito do celebro plebiscito de
maio, provocaase o rei Guilherrae una sangui-
nolenta lide. Declarou que, perdida toda ain-
flaeneia do gabiaeta de S. James, em con-equeacia
da morte de lord Ciarendon, devia no entretanto
ter a resolugo precisa para entervir entra os bel-
hgerantea, limitar a guerra no seu priraeiro pe-
riodo e osbtar as exigencias da Prussia, fazendo o
que a Austria fez era lS.'iV, quando, com a ocea-
pacio dos principados danubianos poz termo
guerra da Crimea, ou ento fazer valer e direito
de medago, que Inglaterra, assim como Ras-
sia eompetem pelo tratado de 131o, garantmdo
Pruasia a tranquilla posee das provincias saxo-
niaa em troca da renuncia por parte daquells po-
tencia ao dominio da Alaacia, de que ento, como
era 1871, pretenda apropriar-se.
O Sr. Disraeli censurou a dabilidade poltica e
exeessivas confiancas por parte do governo, dizen-
do que, com a simples idea de fazer economas,
coraprornetteu a dignidade do paiz, que devia ser
a norma da sua inlluencia internacional, ao passo
que perraitto que se levantasae am poler como o
do imperio-da Allemanha,rauito mais perigoso para
a nago britaanca do quo as mudangas collos-
saes introluziJas no continente pelas guerras da
repblica e do primeiro'irapero napolenico.
a's violentas aecuaagoes Je Mr. Diaraeli res-
pondeu o primero miuistro Gladstoue es termos
ambiguos, procurando demonstrar que era bas-
tante'energica a nota de lord Granville ao prncipe
de Gortschaknff, e tratando de apresentar como ura
triurapho inapreciavel o haver conseguido que a
conferencia se reuniaae em Londrea. Fallou daa
diligencias erapregadas em favor da paz junto do
conde de Bismark, daa sympathias doa iaglezea
pelo povo fraocez, dos seas eaforgos relativamente
ao armisticio, attriDuiado-se todo o mrito daase
armisticio assigoado entre a Franca e a Prussia,
e concluio manifestando a sua conanga na gene-
rosidade dos allemaas, da qual esperava urna paz
prompta e vantajosa para todo o mundo civili-
sado.
Entretanto o governo inglez apresentou ao par-
lamento o celebre litro azul, contendo a collecgo
dos documentos diplomticos relativos 3 que3l5es
internacionaes, e, por esaea documentos, a cmara,
o paiz e o universo flearam sabendo daa instancias
do goveroo francez por urna mediago ngleta na
guerra franco-alleraa, mediago serapre recusa-
da pela Inglaterra, nao s pelas razoes que cima
aduzimos, qua nao foram confesaadaa por ella,
mas tambem pela apalhia das oolras potencias em
querereni intervir na luta conectivamente cora a
Inglaterra ou pelo menos prpatando-lhe nm apoio,
tanto mais necessario, quaato o governo inglez
julgava se fraco e era realmente impotente para
por si s resolver a quest).
A cmara tomn possa deaaes documentos e en-
trn a disculi-los, sendo interpelado o governo
repetidas vezes acerca dos variados aasamptos da
poltica internacional, e fazendo-se oavir diversos
oradores de arabas as casas do parlamento n'am
sentido desfavoravel ao ministerio GJadstone e
sua poltica.
A' esse tempo oceupoa t&mbem a attengo' da
cmara dos communs o casamento da princeza
Luiza com o marqaez de Lorne, e, n'essa diacus-
so, no seio do proprio parlamento, manifealaram-
se ideas democrticas.
A cmara votoa por 330 votos contra am o dote
da princeza, mas nao o fez aem qae priraeiro fosse
a proposta combatida pelo depatado socialista Tay-
lor, por entender qae se nio devia augmentar mais
o casto das instituicSe* monarehieas, e que por
isso era conveniente retirar todas aa pensSes qua
se pagava s tubas da raiaha, casadas com princi-
pes estrangeiras.
Sir Robert Peel qneixoa-se de haver o ministe-
rio approvado um enlace com o,marquez de Lorne,
qne filho da um dos ministros, e declarou qae
as despazas qae faaia o principe de Galles para re-
presentar bem a dignidade real, deviam ser pagas
pela dotacao da raiaha, da qual, segando pareca,
sao era ella rauito enthasasta.
Sir Gla.fc;one deflenden-ss da socosagao dizen-
vota-la de dez em dez annos, mas que nesta occa-
siao eraranito importante dar mais ama prova
da anio entre o throno e o povo, fa!ici!?.ndo-se
este por ver qupala primeira vez urna princeza
de Inglaterra, se una em matnxoaio um mera-
bro da cmara dos comunas.
Entretanto ia cresceado todos os das a impopn-
laridade do raini.-terio, e para isso nao s contri-
buiam os ataques de que era elle victima as c-
maras, mas tambara os reiterados meetings demo-
crticos de Londres a de oniraa ciades importan-
tes do R?ino Uaido, o as continuas agitacSes da Ir-
landa, que, apezar da le agraria, da lei de suores-
ao da igreja offl.ial e da amnista concedida aos
fanianos, persista em se mostrar em estado da ef-
fervescencia.
O ministerio, porm, fui sempre lutando, e, pos-
io que enfraqaecido, foi-ae c maervanl >, at que
tornou se-lbe inevitavel urna reorgaoisago em
margo pela sabida do Sr. Chil Jera, o qual foi subs-
titu lo pelo Sr. Giacheo.
A* esse tempo j a cmara aehava se empenha-
da na liscaaao do projecto de reorganisacio do
exercito, e, por occis) da segunda leitura desso
projecto, ouvio Sir John Packington e outros ora-
d irea, que ceoauraram a extinecia da compra dos
postos multares
O debite foi longo e aniraadisama quer na pri-
raeira qaer na segn la leitura do bil qua refor-
maya o exercito, e na seuad>, (ornete depois de
cinco anules de dlscossio, pOJe elle ser adoptado,
dando ganlu de cinsa as principios democr-
ticos.
Qjando o parlamento inglez esta faneconando
e no seu seio que se agitara todas as questoes po-
lticas 'au sociaes que a opioio publica apregoi
mais ou menos eonvencldamente, delle |ua parta
a palavra de ordem para aa discussoaa da impreo-
sa moralsada e digna do reino unido, n'elle qne
os club.stas polticos bebem as iuspragoea para aa
suas palestras.
Imprensa e clubs, na Inglaterra, seguem e aeom-
panham as disca3s5es das cmaras, discn'.indo
com criterio e com esse senso pratico reeonhecido
aos saxonios todos os problemas qua mov-em oa
agitam a sociedade ingleza, quer no tocante po-
ltica externa, quer no tocante a poltica interna.
Na imprensa e na tribuna parlamentar, qae sao
as mais poderoaas alavancaa do sy tema de gover-
no livre, o gabiaete Gladatonp enconirou terriveis
opposicionaUa, cojos escriptoa e diaeursos rauito
contribairam para faze lo eatifemecer no seu pedes-
tal de honra.
O espirito reflactido, que estuda e acompanha
em suas evoluges o modo da gerar-se e de raani-
featar ae a opinio publiei na Inglaterra, nao pode
deixar de prestar horaeuagem aos polticos ingle-
zea pelo modo como manifestara livre e desassom-
bradaraeme aa suas opoioea, s tenio cm vista o
bem commara e o intereaae pablieo, e sera cura-
ren) por forma alguma de agradar ou deaagradr
os chefes de partido qaando se achara em harmo-
na oa desarmonisados com a direcgo dada aos
negocios do reino.
(ragas essa independencia de carcter do ho-
rnera publico na Inglaterra, as diseusses em ara-
bas as casas do parlamento ti varara no anno fiodo
nm canto bom pronunciado de desapprovagao aos
actos.do gabiaete,sobra ludo na cmara dos lords,
essencialmente conservadora e aristocrtica e corao
tal adversa s reformas liberaea e democrticas.
Essa opposieao das cmaras nao se limlou a
censurar o governo nos acloa da poltica externa,
nao ; em todas as qo.estoes, em lodos os aaaumptos
augeitos sua apreciago ella inaaieatou-se acre
e at virulentamente, dando azo que o gabinete
se explicasae parante o parlamento, traer sobra as
queatoea do Mar-Negro, do tratado de paz franco-
allerai, do incidente dos navioa inglezaa mettidoa
pique no Sena, do tratado com oa Estados-
Unidos, e da viagetn malograda de aiguns princi-
pes da Abyssinia, quer da reforma do exercito, da
reforma eleitoral e de tantas outraa que oceupa-
ram a attengo da Inglaterra.
A todoa os matantes, seb qualquer pretexto, os
ministros eram interpellados e os seus actos esme
rilhalo' e analysados era todos os saus detalhes.
Foi n'esse estado agitado dos espintos que o go-
verno apresentou os orgameutos geraes do reino,
patenteando um itficil de pela de tres inilhGes
esteriinis. no qual se contava as despezas a fazer
com a reforma militar.
Para cobrir essa dficit o ministro da azenda
declarou que fazia-se misterlangar aiguns novos
impostas, e nesse sentido apresautou algumas pro-
postas.
A cmara desde logo raostroa-se contraria
estas medidas e ergueu vivos protestos contra a
creago de impostas, e a opposigo, motivando
urna mogo de desconfianga ao governo, tentn
derrubar o gabinete em urna votago clara e defi-
nida.
A crise declaron-se.pois, com todas as formali-
dades parlamentares, e del la ou devia sabir forta-
lecido o gabinete ou tena de resignar o poder as
mos do laeder da opposieao, caso a moco fosse
adoptada.
O Sr. Glad3tone medio entao o alcance da sna po-
sicao, prenuacou um longo e eloqaente discurso
defendendo o governo, e finalmente capitulou p-
ranle a altitude da cmara, declarando que reti-
rava as propostas do seu collega da fizanda e sub3-
titnindo-as pelo augmento de 2 pencea por libra
esterlina no imposto sobre a renda.
Depaia desse discurso a cmara regeitoa a mo-
go opposiciooista, e, entrando no debate dos ad-
dicionaes ao iico.-ne laxe, approvou o augmento pe-
dido pelo gabinete, posto que contra o voto da op-
posigo, que vigorosamente o combaten.
Easa victoria do gabinete robusteceu-o, e nao
menos o fortifieou a approvacao definitiva da re-
forma do exercito, qne paasou a aer discutida na
cmara dos lords, cuja attengo prendia-sa nessa
occasiao aoa aconlecimenlos de que Pars era thea-
tro, tendo como actores os execrandos homens da
coramuna.
Effactivamente ni cmara dos lords esse estado
de Pars, dominado pelos assassinos e incendiarios
causn profanla impresso, qne se reflectio em
todo o paiz, e dea lagar a urna sesso agitada, em
que foi lida orna proposta de sympalhia pela
Franga, proposta que todava nao foi votada, visto
come ella oppoz-se o Sr. Gladstone, qae nio obs-
tante exprimi votos de amiaaae a nago fran-
ceza.
Na cmara dos commuos tambem tratoa-se do
assarapto; e em varios meetings raanifestaram-se
opinioes diferentes sobre os soceessos de Pars,
predominando n'uns a idea de opposigo cora-
muna e n'outros a idea de adheso aos principios
proclamados pelos communistas.
Entretanto, a cmara dos cominos, toi-se oc-
cupando com o bil da reforma eleitoral, consa-
grando o voto secreto, j experimentado as elei-
ges para os conselbos de nstruego publica, e,
depois de graades debatea, approvoa-o deflnltiva-
meate, tendo sido retiradas previamente todas as
eraeodas e substiluigoes apreseotadas pelos ami-
gos do goveruo, e sendo o aovo oif remedido
cmara dos lords.
J esse tempo a cmara alta se achava erape-
ohada na discaasio do MI da reforma militar,
mostraodo-se disposta a regeitalo por causa da
abolicSo da venda das patentes, qae ia directa-
mente ferir os privilegios da aristocracia.
Por essa tojai evideorioa-se um conflicto entfe
es-- systema pernicioso o ante-liberal.
Declarando esse faca na cmara alta, o Sr.
Gladaione disse que esperava qae os lords aceita i-
sera am 2' leitura o '///, j approvado em I*. c-r-
les de que o governo proceder a canstitucion.1-
mente.
O Sr. D.araeli, porm, protestou contra o acto da
goveruo, taxanlo-o de inconatitacional e contrario
as lea, e notando que a prerogativa real quizo?!-
cortar o n gordo, ante o qual esilava a cmara
alta.
Lord Derby, respondendo-lhe, ds e qaa o aett
era perfeiameme legal, visto como a veoda das pa-
tenlea nunca (ora autorisada por le a'gama
parlamento e conaequemeineato poda aer prohibi-
da pela cora.
EITactivamente essa prohibicio f>< exorala
n'um decreto real ieon a data de O de jala -.
fundando-sa na lei da 5" e 6a anno do reinado !
Eduardo Vi, que j prohiba a veoda das painnie>
e na lei do 49* anno do reinado de Gaorge Itl con-
tra a venda e correlagem dea eraprego*.
Foi, pola, bazeado em que a venda das paleo*?
somante se aooiava em dispoaicoes regnlanwada-
rea e nao em lei do estado, que o governo emen-
den estar as auas atlrbaigoes a suspeosia de ia'<
c.i-tanie, e declarou nuilas e de nenhnra eUeito, to
das as vendas e compras de patentes qae p>r aca-
so se lzessem depoia do primero de aoveiobro.
Aasim praticando o ministerio dea urna severa
ligo do liberalismo cmara alta, preacindio-lo
do sea apoio e promulgando, apezar do sta voto
contrario, a aboligo desse costume esmagador
daa aspirages do exercito.
Em vista oeste proceder a cmara alta appro-
voa nma mogo de censura ao governo. Este, po-
rm, que nio poderia existir ciaco minutos sem o
apoio da cmara baixa e sob o peso 1 um voto
de censura por ella pronunciada, mostroo-se in-
diferente e al robustecido cora a censura da c-
mara, onda se assentam os fiibas doa conqubta
dorea normandos e os principes de sangue da real
Inglaterra.
Para demonstrar que ainda exista, nao -bataoi
a aua ioferiordade poltica, e apezar doa desacatos
do poder e os de-prez is da opinio, a cmara aris
loeratica proounciou-se desde entao contra a re-
forma eleitoral, e, ao passo que approvoa o Htl de
reforma do exercito, emendadn como o eoteotteo,
regatou aquel le. prejudieanda assim ux a aspira
gao do povo inglez, boje mais do que nunca avid
de libardades.
Nem por isso, porm, mcorrerara os lord eoos*r
vadores na aere censura que Ihas fez o primero
ministro da Inglaterra, quando disse que padecan)
de cegueira mcuravel os conservadores, decididos
como se achavam, a nao ver que o espirito revdu -
cionario passou o Estrello e oxidou t- -s as ios
tituigoes e todas aa iotelligencas da Gra-ItM-
nba, e a negar que era previlegio de naci >
previsora e mercantil ant-|ir-se aos lenpa* i
converler em refirmas as revolugoes.
O Sr. Gladstone esqueceu emi que oraitai
e importantes reformas foram votadas pl"->
lords em sentido liberal, e, pois. foi Un maia in-
justo na sna apreciago quaato os propn libe-
raos lhe censurara varias medidas sote ib
taes corno o proc dmento da governo, dea i > -
dan al a paz da Veraaillea, a frequeCia cwi qne
tem pedido dotes e pensss para os pro i
Clezes, e finalmente o btll negando oa patq
jardioa publicoa para aa manifestagoes pituca
bil que, antes de provado pelo parlamento, f >
logo applicado s cidades irlandezas e foi un?a .! -
um serio e grave conflicto em Dablio.
No meio das excitagoes que taes lacios pr >' >
caram em Londres e depois das raanifesia ; 0.
cmaras, a rainha encerrou o parlamento a 21 d-
agosto, dzendo no seu discurso de encerraineu: -
que se eoogratulava com os represeniaotes da na-
go por se nao terem alterado as relacoea amiga
veis da Inglaterra com aa mais potencia, apez<-
das ultimas mudangas porquo passou o ccnl -
nenie.
Referiudo-se a questao do Mar-Negro, d;-se sua
magostada, que a deciso unnime ds potencia*
havia de aasegurar a lrano,uillidade e pro-penda
de do Oriente, disse ainia qua o restab-decim-ct
de lods as amigiveis relagoes com os Estados-t'
o los enchutu-na de Jubilo, que o governo eslava.
desejoso de annu r as vantades da' Frang reUt.
varaeme a algumas alteragoes as clausulas d:
tratado de commercio com aquella naga>. e qc--
tiohi grandes esperangas na moderna actividat-
do commercio e ua abundancia das colbeius.
A sesso do anno de 1871, posto que Jeriil era
incidentes parlamentares, posta que fecaodi--
em discuasoes polticas, foi bem estril n> locan:
leis atis e necessarias, taes coto rec.amou .
opinio publica ao abrir-se o parlamento.
Aigumas lea, eutretaulo, foram voladas, e e ti
tilas basta a da reforma do exercito ora dar oou
fego nzenos apathica a sess) de 1871.
Essa lei, que aboli a venda das patentes
sim dea aso as aspiracoes do soldado inglez, ir sa-
farlo para o poder executivo os poderaa roiativ
a organisago e mando das tropas auxiliares, |i
al enlo estavam cenfiados aos goveroadores
condados, e detr-rminou urna mais intima bwu
entre as diversas foi gas terrestres do reino, forr*
cendo ao governo os raeios para montar um ex?;
cito regular, asante as bazea porque teivg^n
hoje os exercitoa regulares das maia nages.
A falta de urna organisago militar conveniecti
d. vea incontestavelmenle a loglatsrra nio t-r pa
dido collocar-se par dos seos aiados iu
guerra da Crimea, e mais da urna vez essa BBMSB
falta lhe lera sido prejudicial; mas inquestionave--
menie a Inglaterra so pie viver cora prosperc i
de pelo principio da liberdade, qua est intia.>
mente ligado o seu povo.
Nio foi este porm o moda de pensar de mu.c.
jornaes inglezes qae queriam que se organsziss-
o paiz militarmente Bonaparie, sem so lembra-
rem de qae a sua nago sempre repugnon os gran
des exercitoa regulares, dos qaaes ella nao tev>>
carencia para oppr Felippe II, Luiz XIV p a
Napoleo I. .
Pouco antes do encerrameoto do, parlamento
agilou-ae em Londres a questao da renuncia l
tratado de commercio celebrado com a Franga.
o Sr. Gladstone declarou na cmara dos com-
muos, respondendo ama ioterpellagao, qae ape
as tinha havido troca de coranouoicagdes verb;- -
entre o governo francez e lord Lyons em Frang
e entre o duque de Brogli e lord Granville ou
Londres; que o goveroo Iraocez reconhecia esu>
obrgado pelas estipulacdee do tratado de commer
co, mas que era verdade ter passado em Frasca
ama lei elevando os impostos sobre muitos gen
ros, aim dos limites determinados no tratado
commercio, o que afteclava bastante aa relag
commereiaes entre os dous palies
As oegociagei para am aecordo proseguir
ainda dorante algum tempo, mas ao abrir o Sr.
Thiers o parlamento francezj 4 de dezeobro, da
claroa qae seria denunciado o tratado, tica na
entretanto em vigor at um anno depois desea de
nunciago como se acha proscripto no mesmo tra-
tado.
Urna vaz fechado o parlamento inglez, desapoa-
rece como por eoeaoio o interesse poJitico da*
noticias desle paiz, como que a vida iogleza m
a*iqui!la oa capital para diffandir-se pelos conla
dos, oale ?s dapatados e estadistas usistem i
.


ftian jftrnambiic* U. Terr.a (eir 9 d Jtn?iro d 13 2
muetings o dio jantares aoi seus eleitore*, e sin
expenden) as saas idead cora franqaez, a* ve'e
rade, massempre pau;ada pela* no.mas da ver-
dade e petos principios poiicos que cada qutl
prolessa.
No roeio das digres-oes polilicas dos estadistas
e deputados injieres foi sorprebeode-los n> aneo
flodo a noticia d qae se tiaham aggravado os
padeeimeotos da rainha. Esaa noticia levou al*
gun3, como o Sr. Di raje, chefe 4o partido tory,
a declararen! a soberana ph-ysiea o malmete
ineapatde cumprir o; seus deveres, dando ;.zo a
que a que-in da abdicicSo fosse agentada am
aignous remudes al discut ta por algons jor-
oaes, que todava abandonaran essas ideas, que
Ibes occupava'iifa xttencao era (alta de ontras, para
se atirarem uaiw, eniao (aliada e discalida to-
mo era vesporas de realisar-se, eatre os operaiio.-
e os lord do partido /ora. J
Eos snotvida urao, perm, (oi repelida pelo-
operarios, que, posto qne desgcslosos eom o go-
verno, por nio lerlattenlido sulR .enlmente ai
neeessidades de sua ciaste, nao admittiram lo la-
via communhao poltica cora os tories, dos quae-
inqoeslionavelmeme se aciam separad p^r iodos
os principins.
A' esse lempo ji se tinha, po-ra, tornado ta-
llen' e notavel o ni-ivimsnto operario ou social
na Io|l tierra, aerviudo como para augineular-.lr
o impulso'a declarara j qae fsz o Sr.'SeeM Russell
le que o princi>' -onsorte era favoravsl a es-e roo
vimenio, poisque sabia que os operan! dos ou
irospaizoserammusinstru!jje (lites,acerescU
lando que se este principe fo bia (rente do operarios para os dirig r.
Essa dedaratjii caus-ja profuula sensaco em
tod o reino un lo, e a iuipreu*a deu-lha aiada
maior vulto publican lo-a e diseuiiado a aatig<
qae uariis dar urna soluto, para a qual faz-se mistar
que o governo coacorra, no seu proprio iuleresse,
e n) interesse de lodos.
Na Irlanda ja enl> se tiaham combinada os ca-
lmbeos e os urotestaoles para requererem a auto
rwafo di paiz, ist) a sua autonoma, pe a nas-
titaicid parlamento que elle tevd duraste 6 secu
los, e governando o a rainha constitucional,nenie,
sera que elle preste obedieucia laglalerra pro-
priamente dita.
Midili son-so. pois, a lata da Irlanda, que d'ag >-
ra por. dianii sera no t-rreno legal.' Neste ponte
tal o accordo qae te da eolre os partidos exuo
roes que as ultimas eleicoe-', seudo a nriioria ca
tiolica, foraru eleius os protestantes, por ser bao
mais cnuvenieate ios fias (le lodos
Na Irlitila lia carea de aaiseatt lords, que nao
ti'in assenlo na cmara alta, e que, para obterem
lugar no fotn pirlarmralo, eotraram na faso.
O chefe desse mevimaato, o Sr. Buit, couni
na sna propaganda nacionalista, e recebe ovaces
onde qusr quo se apretente. Suas viageus ja es-
lio laolo mq ii-)tn;os aos jjrnaes mgletese
realraeiitc paca temer nina [al propigauda (i'ama
trra patriutica como a Irlanda.
O (enanismo tetn um pjier irameusj e os ir
landezes lia audazes ; por isso o goveroi abri-
gada i raanter all randes forjas, que Ibe*b0r-
vem cresiriJas som:nas.
Nao e.--a, po.m, a nica reorma qae pr>oc-
caaa o espirtto publico no reino u iiJj da tjaa-
Bretanha e lrlaol. Tarobam assu.ae proporgoi.-
gigantessas o movimiento em prol da refirma da
cmara dos lords, n 'entido da i xt ucfo da he-
rediiaredJe e da tecnpararie.i.it dessa cmara.
G'anJes tnfe'ingsiesn sajiiiis para obtereata
resultado, o ao govern' inglez tartamente aera
preciso nun glande liabilidade para conjuraros
perigos de que est ameacada a Inglaterra, d
at ja se disculera as even'ualidades supervenien-
tes do iliecimento posivel Jo principa ds Gallea,
herdeiro da eorta britanniea, gravmta'.e aaf-.r-
D>a. segando as uliiraas noticias.
Tjdos i.-. es symptomas iateara clara e paaili-
vamnta qu9 a Iugla:u;ra e-ta atravessaado Dioa
eriaa poliucj social das mais proonnaiadaj e gra
ves, e de oenham modo deixam iraoqpiUoa o es-
pirnos cerc das conseqneaclas dessa erB.
O'ah', psrem, nao se ple era se 4e conclotr
que os Inglese?, em face das InvatiS ta demo
cracia se desgjslaiij da realeja e prooorario
aboli-la.
En ijio caso, porm, jalganJo Jo (Caro pelo
pastado, pode se alDrmar que, a:;i la n'- ssa caso,
os lagleies nao aba'nJonsro DeobUma .'e Jas
ve:naj libertades. A mudanca dr-a ha lnta
P : -.carnete e pek3 intima aforeos >o pai.
.'> grdio ser desatado e nao cralo vilenla
i.-ril'.
\' aneaos qae ama revolucao complata se nao
ta os ideas e nos costamos, prodoeiiic am cao-
i|M ternvel na Inglaterra, o pov.i isgle nao se
iaoc^ira no caminno das aventuras, passaado da
raoaai :ti a para repblica e*d'eia para o imperio,
i-'Hoj a Pranfa, juebrandu asaiin todas as barrei
;at oa snppnmindo todas as liberJades por amor
a urna lgica alidica.
Convencidos de qia um pavo sara passado um
p v i i futur", os Iaglezes sibarai alara
iuiula^aj, sempre ulica e sampre mv,
h eom a sabedona de seas anlepassados e
.iliosos do seu boin senso. EHes D& rompe-
r: cerlame,nte eom as suas brilhanlas tradicoOis
,.i 'luchicas, e, uj racimo da sua caria constua-
'. i .-.I, saberiu e-coltier as reformas e praUua-Ue
i! cioquas vilenlos nam resultados unast;s.
A laglaterra sus'.eata visivelneale o seu pro
: ;.-i) interior. So decabio em verdadeira in-
i! mcia na Barapa, se deixou de ser o qaa era
i ra os lberaes do scalo passado, se un rao-
.'j sobrepujado ja pata espirHo democraeo e
ir,iublieano de oosso lempo, nao dacaMo iaiarior-
meaUy grabas as saas mstitnieSes libsrae*, como
m >t ili-ram todos os grandes jvjj earagu?b fu
r i da absolutismo.
r-mla e um mundos comp3m hr, aegaado e
reaso ultimo, a popalacaa de laglaterra, frhnda
t Ev.>iia,qaando s 8 miias existiam em 1861.
S-ioota roliboes de almas, pertencentes [jar sai ori
geiu a raga angio-.-axouia, pavos;n as oatras par-
IM do muado, qa, aaidas aos logletas da Europa,
.ipoem ama legtio sgrala da mais do cam mi-
iioas, os quaes, aoade qaer qae se eocjntrem,
e-i 4 sombra de sua baaieira, wem seguro o
r, i nicilio, a coatciencia e o juiw por sean goaes,
< a olerveaca eficaz no voto de Mas contribai-
(Sea.
Apezar d'i-lo, porm, ba periolieos ingletes qae
r.iamam contra a liberdade iagleza! O Blacki <
jt'jgazitu, orgao dos conservadores, aaataata qae
aa altas e as ba xas elasses te desmoralisarsm, e
que essa desmoralisacao resultou alii da Uberdide
OMeedtta palavra e ao pensaraentj; qae os li-
beraos, e sraente tiles, tj re-p.msaveis por esse
rdrocess escrever o poo ama aba.ainacao; que, desle
que todos escrevsra augmentaran) os crimes d
falsiUcaao de e^cripturas e Iirm3s: que as asi-
las modernas sao ama calamidad*; que, aa lagar
de easinar djuirina, entinara astroaomi, geologa,
lijtiria, mbral aniverta!, o qae aco*:.:aarn as
conscieneias a emanciparse do aireado dasisrejas
a a proclamar qae o aaiverso material e o espirito
bomano se regem por lei immalaveis.
Qaer o saeta* peridico que ?e ssiiagam tolas
as seitas cara pretenges retoaras aociaa, p
qoo se probibisse ao Dr. farwin eacrever e publi-
car os seos preciosos livros sobro a traosmutcao
das e-pecie, que, ser dizo lo, clarameaie de-
moastram ser b>m para a poesa, fita loauttatl-
vel perante a seieocia da priman a capitulo Gnesis.
O remedio qae osjornaes dfata especie peo-
poom, amigo e emprico : oaito c!ro uiai'.is-
Mino exercito.
Nao cortamente cora taeg agentes qa-o go-
verno inglez chegar desanaviar os korieoctes de
toa poltica interna, sobremodo carrejados de
lempestados e borra-cas. Ele i);r pao^r-se
i[..,.>.sCjaacs. que oram ssmpra e sao-!h
oas conselheiras. S ah! aihar elle solotjio
harmnica con as ideas dd calo o eom os pna-
cipos hojo proclamados pela ciencia a pela ha-
anoidade, e t2o preeonisados no disearso inauga-
ral cora qas o prineipe de Giles abri a exptHleao
intornaci onal da Londres, no meio de um coccar90
brilhantissimo de principes e de personabas no-
tuves.
Esta festa, qto justo aqai caasigoemo5, teve
iagar em maio, e ella'concorreram as arles, as
ndutrias o'o* inventos scientitiios de tola a or-
detn e de varios paites, como para fa:?rem realjar
os (roclos opimos qae ues acoatecimeros proda-
zem entre aquellos que disputam a primazia nos
teitamas explendoroso3 dotfabalbo e do g;nio in-
ventivo.
E' nas3as latas gloriosas e fecundas, em resalta-
dos para a bumaaidade, que re deve empregar a
laaiar somma de actividades do povo inglez. m-
ceacialmaate pieidco e trabalbador, o nao as la-
tas estaris da potinca qaa corroen os pooa da
continente.
os tranquillos gozos 'qae a fevrcidao>i eistoma
de-iTiodir ajajiles que se uioatra dignos da oivi-
lisaeo tnoaetna.
E' nos regacos da paz qae o nrogresso sabe des-
envolver-sa, qa os paizes poem prosperar ett-
grandeser-se. A inglaierra, nrlbor do'quenln-
guem sabe disso. Assira pas,, o que Ibe cam pre
(azer antes dotado solidificar a paz, qur ia.tcr-
oa, qur externa, por que j assira continuar o
sea povo i subir para as .carnadas da gloria, de
onde partera os raios luminosos da civilisa^ao
Eu lado.
( Continuarse-ka.)
PEMAMMJO.
REVISTA BIASU.
REHFE DRAINAGE. A eomraisso nomeada
pela Exm. Sr. con>elheiro presiente da provin-
cia para dar parecer sobre a conveniencia do co-
nuco do trafego da companbia de aceio da cida-
de do Recite, acaba de apresentar S. Exc u se-
ga inte parecer :
Illm. e Exm. Sr.A commisso nomeada por
V. Exc. para iuformar sobro o requerimento in
clnso da compinbia fecife Drainage, representa
11 pelos engeuheiros Law e Blonni, qae pedera i
essa presidencia a necessaria autoria(i para f
ler fanecioaar os apparelbos da ref-rida e.T<>re
ta nos bairros de S J>s e Santo Antonio, lem a
honra de apresentar V. Exs. o segrate pare-
cer :
t De accordo eom o que, era offlcio de 26 de
Resembr ultima, prescreveu V. Exc. commis-
si8, esta exarainou os dous s'eguintes pontos :
t I Se as obras do distrlcio dos bairros de
Saulo Antioio e S. Josdesia cldads esto promp
tas nos termos do contrato ;
2.' Se a sa le publica sofre cora o estado
actual do oso' dos apparelbos sem agua, como
consta qne muitas pes-as o fazem.
A novacao do contrato, feita em 18 da de-
z^mbro de 1863, deliue em termos perf-itaraente
claros, o tystema deesgolos e latrims adoptado, e
quo consiste (art. 2 da novagaip):
ruatorios pblicos no dittri'At-: i?Sta omte'io
jensivci, o convm remedi'r de ja>omptar'
Por ludo qae tn a rarinirso expido, ono
cine, qu ple esta presidencia conceder em-
preaa Recife Drai*agc a nMnsacao padta> para
(azer (uneconar os oena sppareihos no dilarie de
S. los e Santo Antonio, e naaeasas onde estive-
rem elles ci.IIoch1o% sob as sepadntes coBJdice :
t I.* Vinte quatro horas antes de coaecar o
servico, sera esla ajiuunciado nos ornees da eida-
de, cois dfMguacjh dos quarlerroes oa ras, on-
de todo os apparelbos se acharera eoUocadoa e
promptos para fanecinnar.
< 2" Igual providencia se adoptar i medida
que se abrir*m os novos quarteird.is.
< 3.s Todos iis a;paelio? ji eollocadoi serio de
novo examinados,; e i medida que lorem cotitida-
rados promptos, etnpreza dar disso um sigaal.
que ple ser ara cartio oa chapa metlica eom o
sea carimbo.
t 4." Si depofs de funecionarera regularmente
e durante trala das os apparelbos colloeados nes-
ta data, -o considerara) resabidas as obras geraes
do districto. Nesie caso o recebiraento ser con-
tado, para prodnzir lodosos cflaitos da data da au
terisacio.
5/ Se occorrer dorante os trinta das qual-
|uer acsidente, que proveoba de deleito das obras
da empreza, o que interrumpa o servico dos es
g it'-s em todo o disuicto on em am quarteirio on
ra por mais dequarenta e oito horas, o recebi
ment das ditas obras do disirieto s ser contado
Jo dia era que lor concluido o reparo, e faaccio-
nar o servici no distrietoon qnrteiro in:errom-
pido, a anda assim se trinta mas depxis nenlinm
aovo accidente se der. Era caso conlrari) se pro-
ceder por f:>nna semelhrote.
t 6.' O servida de que' tratara esta; condigoes
dever coaurebeoder nao s os esgotos como a
rem gao do llxo.de conformilade cora o artigo 13
da Bjvscao do contrato de 18 de dezembro de
1865.
t 7.' A empreza mandar collocar, dentro de
noventa das, as latrinas e oarinatorios oubiicos do
disirictj; too peaa de urna mulla de oOOjOOO por
cada um, alm da obrigajao qae subsistir da os
construir.
t Deus goarJe a V. Exclllm. Exm. Sr. con
.No emprogo de taro appareilio de latrina a selheiro J ao Jote ao Oliveira Jnnqaeira, flignis-
sipbo cem tupprimeuta d'agua salgada e desti
nado igaalraeote ao escoaraento de aguas sfrvi-
das, e de ama caaasa$ > de ferro ou ajes vidra-
do interiormente, por onde ai materias divero
ser coodazida. ao mar.
t Para execu^Io deste systema consideren o
contrato acidada dividida em districtos. seod.) o
2o destes composto dos bairros de Santo Antonio
e S. Jos. A esta ultimo deveriara ir ter, pela
dradagravidade, talas as materias a escoar, e
dali seriara impedidas por machraa apropnada, t
seguiriam por um tubo de ferro para serem lan
ijadas no octano era (reme Iltia do Nogueira.
A commisso examinou se tinha sido eff'Cti
varaente o systoma empregado, e se esta vara sa-
lisfeitas as prescripces teconieas impostas pelo
contrato, e as hygienicas rtCommenJalas pela
seiennit.
Q unto s priraeiras, reerera-so a canalisa
cao o aos apparelbos da latrina t machina-1, de
vapor.
t A canaluacao geral destinada so escoaraen-
to est concluida em todo o isiricto', e (>i collo-
cala confirme as ex'gencias do contraa e pres-
cripjois necessarias: tal (oi a informaijo qaa ob
teve a commis-o,o em qae conrlt, do director das
obras Publicas, que liscalisou a obra.
i Era unpouiTel commisso examinar por si
esse trabaIho, sendo boje qaasi todo subterrneo.
PJeeniretamp vera parta extrema da caoalisa-
co, quo >e dirige ao ocano em (rente da Ilha do
Sogaeira.
Osiubosalli nao se iuternavara suffliisnte-
mate, pela'mar, nemastav anda eoJtocadd o ja
bia cotovello qoa deve rematar a canallsajo.
S-te trablb i, poi n. obra de ura ou dous das,
qae a empreza declara terminar antes de (azer
laaccionar o ervico.
Os apparelhos de latras sao effetiva Tiente a
?ii.h),-e dispoom de ura supprimento d'agua suf-
flctsate para a lavagem. Uavem s< r caaiplea-
raene nudosos, se dilles se .ervirem sem ncjjli
gencia. Sao automticos, o que facilita o seu uso.
Pelo que pJa a comms ) obsarvar os appa-
relhos de latrina .-o, em geral, cacadas era lu-
gares pouo aproprialos. E" isto devila priuci
palmante ao defeito de cjnstruco das casas.
As machinas dealinadis, quer ao snpprjraent
li'agua, quer ao Uu^aaiento das aiaterias, sao per-
feilaraante construidas e assentadas.
t A machina de supprimento d'agua eleva esta
a ura reservatorio donde se communica aos appa
relhos de latra cjm nm prasso salHcienle para
alcacv'.r as casas de maior altara do lisiricto. A
eomraisso exarainou, entre ooiro, o apparellu
colocado no preJio mais elevado, e i b-ervca que
ahi faaip-sa o sapprimenlo d'..gaa era ondigors
regulares.
' A companbia possue no tairro as, e no ugir oule collocoa as suas-uiacbiuas,
um edificio de soiida e rsgalar consiruccjfo, e bem
assim pequeas offlcioas apropriadas ao seu ser-
vido.
Os epparelhos de latrina e a caaalisaclo de
agua ostia colloc.Jo?, cicfjrme affinnarati os
gerentes da companbia, o attasta aeugenh-ir fis
cal, em numero superior a tres mi!. A erarais
sao examinou deferentes.
Asmas e edificios onde esses apparelh.is po
dem fanecionar deslej : O palacio da presiden
ca e casas da guarda, ras de Santa Isabel, Fio
rantina. Bella, S Francisco, do Ciume, da Roda,
bebeco cia raa da Roda, travesa di ra Baila, lar-
go da Parauo.travessa do Oavidor, ra do Qiar-
lal, becco da matriz le Santo Anlcnm, travessa
idera, raa Jos Bxpostos, das Patos, da S. Bora Je-
ss das Crioolas, da Callaboago, becco d;) Caj,
raa do Caj, ras de Santa .\raaro, do 5jI, das
Crazas, do Duque de Caxias, do Crespo, da Cin-
cordia, Aagas, do Aleerim, das Carracas, do Di-
que, trav;ssi do Marisco, travessa da Viragio,
i-ave sa -ios Miriyrio", ras da AssumpQa}, da
Panha e do Range!.
-t Alm destis ruis a companbia augmenta dia
riaraente o numero ios seas spparelhos, qae esij
sendo colloeados.
Como sa v, aiaJa nao foram eollocalos os
apparalhoe em tolas ;is ra?.s e casis do diftricto.
Esle aclo, porm, nao importa um embat-aco para
coasidersr-sa o iistricto em estado 'le fanecionar,
desdeqia eso conclailos os trbateos giraos de
eaBaOsacSo, raacbnas e soppiiuieoto d'agca.
P;iisa a commis'a, que sao estas as obras
que rigorosamente ?e devara entender pjr acaba
das ao disirctj, para que este stja recebilo ; e
oatra cao poda ser a inwUsMtfa Jos amigos 3* e
13 do regalamanio de i de outubro da 1870, com-
binados eom a eiiida n;va?5o do cont:ato.
as cidades onda se estabeleee servido seme-
ihanta, nao se espera, '..a.--, ;t e a u 11 sa Iji;,
qae ludas as casas teaham os necessari:s appare-
lbos, mas :3 saaenta quo o systema giral da ca-
na.isaijo a seas accessorius eatejam concluidos e
poisam anecionar, collocando-se posteriormente
crescido numero dos apparelhos nos edificios;
senia que es.a apparelbos paem, sera o menor
nconveiaj'.e, fuaed >car uns ied pea lentos dos
outros, desde qae a caaali i,> garai nao toaba
ramiS-iaciies abarlas que Dfeecionem o inlerior
das casas, caa nao ja Szer o cervino dos esgo-
tos.
Asertaos ai.ai, pelo qae diz respeiio salu-
bri-lade publits, qae cao so d- maior convenien-
cia que casse quaato antes oa p-b meos dimi-
naa o laacainemo de materias facaos a lito nos
ras qne bordara esla capital, c -mo qas se evite a
oe:IU2o a dopo-i'- d seas materias nos- liiLub da
eiia!fa|C3 aiiismo oo* ppareibo ; como acoo-
.acara ie uestes sa servir a populacho sem o env
prego d'agna para a lavageia e fcil 'esc jmenlo.
Dpsiarta rasua, qae, sob qaalquer pomo de
vista que sa considero o objecio da peiiclo dos ge-
rentes Law i Bloaatsta aeve ter deferida.
Todava releva ponderar que algumas medi-
das preventivas c.^nvm seguir. C:mo ao os ola-
resido exame de V. Exc. nao deve escapar, pa
lente qae por mais a.iouciosa quo fosse a raspee-
;o das obrae de qae se trata, osus. sao de tal na-
tareza qaa ple dar-so, contra a espectativa das
engoobejros, qaalquer accidento, que tenha ongam
em defeiios do eonsira^o, qoe-nest mameuto
impossivel apreciar.
E' predio qae, oa hypotiese- prevista, nao
venba o pnbiico a sorTreryuem aratribalr um ser-
vico qae cao receto, oa que sa nao fas como foi
contratado.
Tambera ea faz da myster qua praviauenlc
oannuncio o da em que os quarteiroes ou roas
eaham t> fanesioaar, e qua o servico qaa, nestes
30 ver da fazer cerapreb-oada nao ; o dos sga-
los, como o de remo?5j do ix?.
Parece por octra para gao, s dopois' 'qat o
Agicao da Irlnnda, quasiao open.ria.. mevr- gaverno declarar G.-iilraen'.o qae os apparelbos
inenio republicano, pala disso tem graeda signi-Jcollocjos as casas de todo o districto funeci:
.caijo para o bsra estar da poro iDglez.
Continuo elle ter sabiamente in-pirao acarea
ij qne Ihoc^avu, para maular todas as snas li-
berades o ampla-las mesmo, qae nao ib> fagir?
nam regolarraaote, dever a caara municipal
prohibir o lao;amento de xo e maerias /noacs
boj logaras para este Sm indicados.
Anda nao oratn coligadas zs latras? : ou-
simo presidente da provincia.Recife. 2 de jaoei
ro de 1872 Mnnoel Buarque de Macedo. Dr.
Prxedes Gomes de Souza Pilunga.Jos liburcio
l'ereira de Moga Hules.Dr. Pedro de Athayde Lobo
Mucoso. ,
COMARCA DI RECIFE.-Por portara da presi-
dencia da provincia, de 8 Jo correle, foi designa-
da a substituirlo no crreme anno de cada urna
das varas de dirdto da comarca do Recife, do
modo seguate:
A 1" vara cvel, pelo juiz substituto Dr. Jos
Hvgm i Duarte I, reir.
'a 2' vara, pe i Dr. Arminio Coriolano Tavares
Jos Santos.
A dos (eilos da facauJa, palo Dr. J s Manosl de
Bairos Wanlerly.
A da provedona de rapsllas e residaos, pelo Dr.
Autonio Francisco Cort d'ArauJo
A de orphos o auzenles, pelo Dr. Francisco de
Cirvaih) Soarcs Brana-o.
A do eommercio, peio Dr. Loil Ferreira Maciel
Piabro.
CO.VDECOAACO'S.Ctrts da corte diz qne fo-
ram noraeados cavalheiros da erdera de Cbristo, o
delegado de polica do termo deV:lla-Be|la,Jos Se-
bastio Pereira da Silva, e o atieres do cotlpo de
policia, Manoel Caetano Vieira da Paz. em vlrmde
de proposta da Exm. Sr. ccntelbeiro presilente da
provincia, orau prova de jpre^o do servfljo por
elles protestados na captura do celebre criminoso
Francisco Correa de AthayJe Sioutira.
PE NAMBUCO STSEET RALWAY.-Aminhaa
corneja o servido de transporte do pass:geims en
tra a ra do Brum e o largo da igrej de Santo
Amaro das Saliaas, pela corrpznhia de bvuds, par-
lindo o priraeiro carro s 5 horas e 10 minuto^ da
maoha la rea do Bram. A tabella do horario
a ?eguime:
Das a10 at s 710 de 1/2 em 1/2 hora,
a 710 9-10 15 ei 15 minutos.
9-10 3-10 i/2 em 1/2 hora.
3 10 133 13 era lo minu.os.
4-55 10-55 1/2 em 1/2 hora.
Do largo de Santo Amaro partir o primeiro
carro a horas e 4') mmatos da manha, e o ulti-
mo s 11 horas o 23 i.ntos da eoute.
Os csrr>s ltlo o disticofyiroo de Santo
Amaro, em funda azul, o noute traro luzes
tzues.
PRESIDENTE DO CEiR.V.SegOio hemem no
Cruzeiro do Sul o Exao. Sr. coasslbeiro Joio Wil-
teas de Maltas a tomar posse das rdeas da admi-
nislra;ao da provincia do Cear. 5. Exc eibar-
eou na rampa do raes Vinte e doos de NjveBbro,
f.z-udo-lha as honras militares urna guarda Jo 9
batalhao da infaotaria de liahs. ~ '
VILLA DO CABO.No Jii 18 do corrate ser
basteado o estn Jarte de padroairo da villa da Ca-
bo, S. S-bato, celebraada-88 a festa no dia 28,
coin todo o espleudor do cosame.
CASA DE DETBSUO.Perante, a junta admi-
mistrati 'a da ihesouraria provincial vai przea,
no dia II do crrante o oroeciraento de alimenta
{io e dietas aos presos pobres d* casa de daleneo,
pelo preeos e-Jipo'ados m edital publicado no lu
gar C.'mjetenie oeste Diario.
INSPECgO DE SAUDE.Hoje, 33 11 boras do
da, lia inspeccia de ssiUe, na secretaria do eom-
mando superior da guarda nacional, para os clB-
ciaes e pracas qce reiuereram.
PROTESTO DE LETdAS.-O escrivo Jos pro-
testos Jos Mariano est e semana a ra de S.
Francisco cra frente da do Duque de Caxias.
CHILE,Lomes na Repblica, do Rio de Janeiro
as segrales noticias do Chile, bil lavadas pelo va
por inglez Evora :
f A 29 Ja novemura fora o governo aatarisado
petas cmaras a mandar construir dous navios
blindados destinados esqua ira. A s xada para es9a deapeza foi de 2 200000 pesos.
t Noticia o Ferro Carril que no da 30 dera-se
era Smago am caso singular da enveueaamsnto.
Tres seanoras e am (amulo c-s'.iverara morte por
caraerem lagostas. Acredita-se qae o veneno pro-
viera de orna caixa de metal era qae estiverara as
lagostas depositadas.
t Era Caracoles descobriram-se novas minas de
prata. No-lugar .-nominado Sm Igual extrabiram-
se cerca de ra i marcos e nos Tres Amigos, 253
mareos. E-tas minas penencem ao Dr. Plipon, e
acbara-so a punca distancia das de Carinen, Val-
len.T o Juana, cuja riqueza augmenta de da era
da.
t A parede dos mdicos era Valparaso ten pro-
duzido afguns episodios novo.-. O redactor da fe
publica fora desafiado a duello pelo Sr. Julio Vil-
ianneva, qae dizia etfandida a pessoa de seu pai,
o Dr. Villana va, por uro arligo daqnelia fo.ba.
Outro redactor da Eco de Crdoba, fora tambera
desaliado pelo Sr. Ramn Jil .Navarro
c Os dous desalo4, porm, deram em Bada.
A manicipilida Je de Valparaso, em sestao do
dia 29, approvara u a projecto atlojando a des-
peza aa 10,000 pezos para contratar mdicos na
Europa o facilir-lbes o e->taJiaecimenio nessa ci-
dade, aura Ja forra-la do monopoiio dos pare-
distas.
Em ama cacito ca!ebrada pala (.cuidado de
humanidades 1e Sanuago, diz o Iniepemlenle qne
0 Sr. Vicua Mckanna proptrera, como theraa,
que deve ser premiada no auno prximo, a histo-
ria do parlamentarismo do Chile, e o Sr. Mircial
Gonzlez, a historia do dosenvplvmento e altares
soda iastruec.o pubiiea uo Cbne, vis* se nao ler
anda apreseotado dorante 3 annos neohama ma-
mona sobre o th es a a ; remio, o da historia da
imprensa no Chile desde 1812 at 1830.
A (acaldada spprovoa a traduceo Taita pelo
Sr. Lirrain Zaoarta da Rhetcrica Popular da La-
boulaye, e decidi recommenda-la como livro es-
senclal nos colLgios e a-cotas superiores.
Pe marcado o dia 19 de dezembro para a lei-
tura, qne tora de fazer o Sr. Vicua Mackenna,
de ama memoria s^bre a historia indita do Chile,
escripia pelo padre Diego Rzales e por aquella
seuhor adquirida na >as recente viagem a Eu-
ropa. *
LOTERA.A qae se acba venda a 121*
beneiicio da matriz de Cabrab, a qaa! se ex-
trahira no dia 15.
HOSPITAL PEDRO II.O aiovimento des*}, es-
tabelecraento de 1 a 7 de Janeiro da )871,
foi de 272 exl3leotes, eniraram 36, sahiram 18,
falleceram 7, existen 281, sendo 175 bomeae e 106
Bjulheres.
Advertencia.
1 Foram visitadas as enfermabas estes dks as
6 1/4, 6, 6 1/2, 6 !/i, 6, pelo Dr. Ramos, as
7 1/, 7 1/2, 8, 81/2, 8. 7 1/2, pelo Dr. Malaqoias.
Fallecidos.
Manosl Antonio Lepes; labre lyphoide.
Maria Joanna da Conceijo; bas'gas.
Csnato; ttano t.-aamalico.
Anua acida ; tosigas.
Saami L'f>; Wro amarella.
David Montelro; tubrcnlos pnlmonaros
Jos* da M' i ; febre amar*>ll.
ESTADEI.ECIMENTO DE CARIDADE.ilovi-
mento do hospicio de alienados na Miiericordia
de Olinda, do 1* ao ultimo de dezembro do corren-
te anno.
Existiam 32 horneras e 49 mulheres, entraram
3 homense 1 mulher, sahiram 2 hornea*, morreu
1 homem, existem 32 homens o 50 mulhe-
res.Total 81
Existem 10 empregados neste estabelcciraeJto, 7
homens o 3 mulheres, sendo: 1 regente, 1 medico,
l capello, perleiro e sachristo interino 1; 2 en
fermeros, i barbeiro, 2 enfermeira e i cos-
nheira.
Foi visitado o mesmo estabelecimonto pelo res
peclvo medico o Sr. Df. Ermiro Oasar Coutinho
nos dias: 2, 5, 9, 12, 16,20, 23, 28 e 31, as 7 e 8
boras da manha e as 4 da tarde.
Advertencia.
Entraram 3 homens e i mulher, sahiram 2 ho-
mens e fallecen outro.
Existem neste estabelecimento, 82 alienados, 32
homens e 80 mulheres, 7 que pagam o traiamentu
e 75 a cusa da caridade.
Hospicio de alienados na Misericordia de Olinda,
31 de dezembro de 1871.
O regente,
Luiz do Reg Barros.
O mordomo de mez,
Miguel A. Miniello.
CASA DE DETENCAO-Movimenlo do dia 5 de
Janeiro de 1872:
Existiam (presos) 341, entraram 4, sahiram 4,
existem 341. *
-A saber :
Nacionaes 2W,'mulheres U.estrangeiros iO, es-
cravos 44, escravas 6.
Alimentados costa dos cofres pblicos 274.
Moviraento da enfermara, do dia 5 de Janeiro
de 1872:
Tiverara baixa :
Iztdoro Jos da Silva, sarna*.
Manoel Gomes de Lima, indige.-;ao.
Autonio Jos dos Santos, coutnzoes.
- fi
Existiam (prezos) -34l, ealrou 1, sahiram 2,
exi.-tein 340.
A saber :
Nacionaes 241, mulheres 10, estrangeiros 40, es-
cravos 43, escravas fi.
Alimentados a cusa dos eore pblicos, 264.
Movimeoto da eufermaria do dia 6 de Janeiro de
1871
Tiverara baixa:
Joo Baptisla das Nevos, (abres.
Joo Pedro de Soozi, tumores.
Manoel eseravo de Laiz Gomes, febre.
T> verana alta -
I. andr Das da Costa.
V cont eseravo do tenente coronel Antonio.
Pa de Mello Brralo.
Existiam (presos) 340, entrou 1, sahlo 1, exis
tem 340.
A saber :
Nacionaes 241, mnlheres 9, estrangeiros 41, es-
cravas 43, escravas 8.
Alimentados a Cusa dos cofres pblicos 262.
Movimento da cufernoaria do dia-7 de janeuo de
1872.
Tivcram baixi :
Antonio Rodrigues Seix is, abeesso.
Joo Francisco de Sani'Anna, syphiles.
Salnstiano eseravo de Francisco Fragoso, (ebre.
Ti vera m alta :
Joo Soares de Mello.
Oaldino Gomes da Silva.
PAS3AGEIR05.Viudos do Mamanguape no va-
por Mondah :
Jos da Silva L. Jnior, Luiz da Silva Lonreiro,
Jos Coelho Moreira. Manoel Jos da Silva Bega
das, Aatrcchino Fernandos da Costa, Manoel
Joaqun) de Souza Lomos.
CsIMtTERIO PUBLICO.Obituario do dia b de
Janeiro de 1872:
Pauliao, pardo, Pernambuco, 14 m;ze*, Boa-
Vista ; gastro enterite.
Clotildes, branca, Pernambuco, 8 mezes, S. Jo
; coovulsdes.
Severo, pardo, Pernambuco, 6 annos, S. Jos:
frialdade.
J-'So, pardo, Pernambuco, 4 mezes, S. Jos; den-
ti^ai.
Jlo, pardo, Pernambuco, 18 metes, Boa-Vista ;
enterite chronico.
Risa, preta, Pernambuco, 10 metes, S. Jos;
nazarea.
Amonio, pardo, Pernambuco, 12 bora?, S. J is;
espasmo.
Miguel, pardo, Pernarabaco, 4 mezes, santo An-
tonio ; denlico.
Vctor, pardo, ParnamL je, 6 mezes, Santo An-
tonio ; diarrba.
CHRONICAJUDffiMRIJL
Tribunal do c.uaaerelo.
ICTA DA SESSO ADMLN'ISTRATIVA DE i DE
JANEIRO DE 1872.
PRESIDENCIA DO EXM. SR. C0.NSKLHEIR0 ANSELMJ
FRANCISCO PERETT1.
s 10 horas da manha, reunidos os Srs. depu
tados secretario Miranda Leal, Oliato Bastos, Can-
dido AlcoforaJo o Alvaro do Almaida, S. Exc. o
Sr. coaselhero presidente declarou aberta a ses-
so.
Foi lida e approvada a acta da sessao de 28 de
dezembro do anno prximo lindo.
EXPEDIENTE.
Offlcio do presidente e secretario da 5unta dos
correiores qne lunccionoa no anno prximo passa-
Jo, remellen Jo as cotreoes efflciaes di temana
que decorreu de 26 a 30 d8 dezembro ultimo.-
Mandoase p3ra o archivo.
Offlc.o do ex-presiiente da janta dos corretore
em resposla ao offlcio do tribunal da 28 de de-
zembro.O tribunal ficou .inteirado e mandou ar-
chivar o referido ofScij da junta.
Oiflcio da sobrediu junta qae funecionoa iu
ramo o anno prox;mo passado, partecipando ter
dado posse a nova junta as pessoas de dous de
seus membros, presidente o th.'soureiro, tenJo fal-
tado o secretario cjra parte de doente.Para o
archivo depois ds responder-so ler flcado o tribu-
nal inteirado.
OIBcio do corretor Pedro Jos Pinto, era respos-
ta ao offlcio do tribunal de 27 de dezaabro do an-
no prximo passado.0 tribunal cou inteirado
o mandou archivar o offlcio do mencionado cor-
retor.
Offlcio da nova junta, partecipando haver ella
entrado en exercicio.Inteirado o tribu-aal, re-o-
ven quo se respondsse que Bcava sciente, o que
se retnbuisse-lbe cora igual offarecimento.
Relaiorio da janta dos correiores qaa funecio-
noa no anno prximo passado.A' vista delle o
tribunal resolveu que seria enviado eom o rola-
tono annaal do Exu. Sr. conselheiro presdanle
do tribunal ao Exm. Sr. ministro da astea, e que
fosse presente o oh mo rtlatorio da jniita ua pr-
xima se sio do tribunal aflu de providencia: tobr
algumas que elle se refere.
Livro de registro da correspondencia olfleal
foi encontrado regularmente escripturado at o n.
291.
Livros de registro de protestos de letras; o do
e-envao Albnquerqae tem registrado sob o. 296
o ul.imo protesto por elle lavrado era 3 da correa-
te, coeservando, porm, o mesmo numero e data
que se mencionou na acta da prxima passada
sessao, e que escriptnrada pelo escrivo Alves
de Brito.
Aos Sr1. depaiados foram daslribaiJos os se-
guimos livros. copiadores (2) do Kjller 4 C, dia-
rio e copiador de Monteiro Jnior & Fernandes,
copiador de Domingos Manoel Martins, diario do
Soares Primos.
As3gnoji-se a carta de rehabilitaco commer-
eiai de AnKmo Joaqaim Seve.
DESPACHOS.
Reqaeriraento de Vicente Ferreira de Aibuquer-
qua Nascimento, requorendo por cerlidao- a ma-
tricula do-sea calxeiro Salomo Alves Ribeiro.
D se a cerlidao requerida.
Da Antonio Ferreira Netto, no mesmo sentido
quanto ao sea caiteiro Jos Zaferino da Silva.
Sim.
De lysses A Irmio, submettendo registro
daas nomaa5os de caixeiros por elles conferidas
a Jlo Augusto de Athayde e Miguel dos Anjo-
Alves ios Prazeree.Sim, depois de reconbeidas
as.firmag das nomescSes juntas.
De Jos Pedro da Silva, para te ordenar o re-
istro d3 Droearac^to. jjoe junta aque depois de
iiXo elle s'aJbe dever ser eotogne.Diferido.
De Antonio Ferijandes Ramos de Oliveira, para
ser admittjda registro a nomeajaj de sea ca-
xeiro Joo GoncAlves Ferreira Seve. (Foi apresen-
lado a seerelaria-tneia bora depois do meio dia de
30 de daserabro nltlma) -Seja registrada a no-
mea gao.
De Silva 4 Jaaqaim Felippe, requorendo que se
faca eliminar do competente livro a nomeacao de
Jos de Reg Araojo q,v delxoa de ser calxeiro
dos sapplicantes.Comer requeren).
De Joaquia Jalio da iJaena, requerendo o re-
gistro da nomeacao do caixeiro por e|le confenda
a Horacio Cassiano de Oliveira Goes.Sija regis-
trada.
De Josu Materno de Azevedo Santos, para re
Ihe passar por cerlidao o registro da nomeacao
de sea caixeiro Joaqaim Ribeiro de Paula.Pas-
se-se.
De Manoel Joo Lins, para se Ihe certificar e*-
tr oa nao registrada a nomeacao de sen eaixeir*
Laorentno Goncaives" de Macedo.Ceniaque-sc.
DeOympioGmcilves Rosa e Joo Baptista da
Croz, membros aa firma commercial de Joo Bap-
lista da Croa & i, declarando para ser notado no
respectivo contrato qne o primeiro supplicante,
que era socio comraandilario passou a espoosave.
lendo-se substituido a firma actual pela de Olym-
pio Gongalves Rosa & Cruz.Vista ao Sr. desean-
bargadur fiscal.
MapDa do armazem alfandfgado Saunders Bro-
thers & C, relativo ao i* semestre de 1871 a 1872.
Seja archivado depois de conferido cora o raap-
pa procedente nio havendoduvida respeito/
Oito do armazem de Francisco Antonio de Al-
buque Mello.Seja archivado dspois de compara-
do eom o ultimo, e nao ha vendo duvids.
Dito do armazem da compsnhia Pernambneana.
Sej archivado depois de conferido eom o ante
clenle, se nao honver dnvida.
Duvidas offerecidas pelo cfflcial Torres no exer-
eiebde onjcial-maior da secretaria
Quanto a falla de dala na estampilha eom qne
o prelendea sellar a nomeacao do caixeiro Firmo
Felmo de Fatia, passada por Amonio Mara da
Silva.Procede a duvida, o seja a nomeacao jonta
apreseniada reeebedoria para a devida revalida-
cao.
Quanto a divergencia encontrada nos exempla-
res do contrato de Jj.- ta Silva Aranjo e David
da-Silva Maia.Procede a duvida a qual deve ser
salisfeita para que possa ter lugar o registro pre-
tendido.
Q lauto, finalmente, nao se ter determinado sl
forma de rtgor se na ora ?rio dos arbitros que-
ho de decidir as comeadas ociara no eoniralo-
celebrado por Nicbo'as Jobn Lidstone, Wilam
Wyndhara H diil'iird e AlRerra'n Ozeno'.Volt
cora vista ao Sr. desmbargador fiscal.
lajM OPABECEII 1I6CAL.
Reqneriroenios:
De Freila< fc Maitos, dstralo social.-Seja re-
gistrado na forma do decreto n. 4394.
De Antonio Carlos Ferreira da Silva, interprete
do eommercio, eoabecinento do f (lectivo pagamen-
to do imposto aonuo do sua profito.-Depois e
r gi-trado o ronheeimeoto seja entregue ao tnp-
plicanie que dever fazer por evitar omisso igual
aqnolla, em que incoiren, e que nio fot observada,
pela secretaria como esta reconbece em sua infor-
macio.
Da c-mpanbia ingleza de segaros denominada
The Roiyal Insurance Corapany eslalnlos ecxs
procoraco batante e caria imperial para se po-
der eslabelecer nesla praca. C mo pede.
Aulos de rehabilitar> do fallido Mariano Ma-
chado Freir.Junte se aos autos o numero do
j irnal offlcial qae se acba archivado na secretaria
e em que vem transcripto o parecer do conseiho
de estado acerca da rehabilitaco do cora mur-
ciante Messeder, urna vez que foi citado ci-nu ap-
proveltando ao rebabitando no presente proeesso.
O Iribonal resolveu que a secretaria prepara
era ordem a serem presentes na prxima ;efa >.
os papis relativos as consullas da jnnla dos cor-
reiores a ou.iI lunecionou no anno prximo
passado e fkaram ^em siluco segundo assevera
a roesma junta, informando a n.tsina secr^iana
quaag as aciasque verdaderamenie allude o bf&cio
n. 235 de 28 de seternt-ro ultimo.
Sendo urna hora o iros quartos depois do nMo
dia"e nada mais bavendo a tratar tf>, o Exm. Sr.
cjnselheiro presidente encerroa a sessi.
T.\BELLA DO RENDIMENTO DA ALFANDEGA DE PERNAMBUCO DO MEZ DE EZEMRRO DE
1871, CORRENTE ANNO F1NANCEIRO, COMPARADO COM O DE IGUAES MEZES DOS.
DOUS ANNOS LTIMOS.
Importarlo
Direilos de consumo......................
Dito de augmento de 40 % e 34 '/>........
Dito de dilo de 30 / e 25 %...............
Ditos addicionaes de 5 %.................
Expediente de 5 / dos gneros livres de di
reilos de consumo.....................
Armazenagem...........................
Despacho martimo
Ancoragem.............................
Exportardo
Direitos de 15 % do pao brasil.............
Ditos de 9 % de exportaco...............
Ditos de 2 1/2 /0 dem....................
Ditos de I 1/2 % do curo em barra.......
Ditos de 1 % dos diamantes...............
Expediento das capatazias................
Interior
Renda da typographia nacional............
5 proporcional por verba......
fixo......................
adhesivo..................
Emolumentos..........................
Imposto de iransinisso de propriedade, a sa
b-r : de 5 <,/ da venda de embarcaco...
Dito de 1% da arrematarlo de bens movis.
E.rfiYio/fiiaria
Recolta e eventual.......................
Dcpoji'fos
Depsitos de diversas origens............
Dizimos da provincia das Alagas.........
Dito da provincia da Parahyba...........
Dito da provincia do Rio Grande do Norte
Contrita!iao para ra 1871 1872
443:5475891
141:439^989
3:539^80
84:825*424
5:883*912
8:334*458
8:308*22
277:737*118
983*897
8*400
993* 00
719*320
9*000
1*16!
1-374*374
976:948*415
1:475*363
6:261*68(1
26:941*081
764*042
1:878*942
1.014:269*323
1870 1871
331:889*881
127:271*851
935*04
67:309*381
6:979*840
3:859*416
6:231*340
143:463*897
611*17/
198$ 1H70
22*040
926*400
59tMM
8*250
10*648
333*898
094:810*363
620 55 58
7:5714^18
12:735*83.1
18*263
1:322*260
717:115*015
938:704^267
122:123*693
2.177J903
1:0353743
5.443*920
34C:833*13V
1-.002989
123*000
1:784*604*
152*^30
1:293*575
1:712*307
1.422:390*057
8:826*875
19:489*379
1:916*960
1,432:623*271
Alfaadegade Pernambuco, 2 de Janeiro de 1872.
O chefe da 2* seceo
Luiz Francisco de Mello Cavalccme.
iuperial qsUm'.O de Nossa Senhcra do
13oaa--oDselli.>. cirigido pelo bacbarel
Antonia ColorjQbano Seraphi-o de Assis
'"arvalbo.
Acharase abortas is aulas desie instituto de
Instrcelo primaria o secundaria,
i'.zerara txaraes na P:uldadede Direita, ea no
vembro do aano prximo passado, e foram appro-
vado os seguin'.es alumnos internos o externos.
Licgua na:ional.
1 \ulonio de Arroda Belir .
2 Jo- Mauricio Torres Temporal.
J Joaqaim Pereira de Mallo Moraes.
4 Joa jaira Qympio de Paiva.
5 Joaqaim FemanjJe? le Carvalho.
6 Jos Maria Correa das Nevos.
7 Napoleao Simis de Oliveira.
8 Pedro Celestino de Souza Mtcieira.
Lalira.
9 francisco Hibeiro Freir e Arglo.
10 Jos U orlque i-1 .-'alies Abreu.
11 Julio Pereira da Cirvalho.
12 Jos Solano Carneiro d Canha.
13 Jos Alves da Lobao Veras.
I i Jo.- de Moraes Viira da Canha.
lo Mame! Joaqnim de Mendonja.
16 Napoleao SimCes de Oliveira.
17 Pacifico da S'va Castalio Branc.
18 Zosino Zonadas Ja 'amara Lima.
Frasees.
19 Aiiili) bartino da Cmara Lima.
10 Antonio do Arroda Bsltro.
21 Amonio Coelbo Pnbeiro.
22 Antonio Carlos do Castro Madeira.
23 Arlbor de Barros Falco de Lacerds.
24 ilra Olavo Ctrcero L"o.
23 Casimiro P.ei3 Gomes e Silva.
26 Frackiim Eageuio deMraoda Seve.
27 Francisco Ribeiro F;eire o Arglo.
28 Gustavo 0 ympio*d3 Miranda Fontoura.
29 Joi Guaberto O: mea de S.
30 Jo. Baptista Pitdrguos Pereira.
31 rosada Moraes Vioira da Cunha.
32 Jo B^roard;- Caraeiro da Cunha.
33 Jo de Fanas Ma-'it-l.
34 Jos Boaifsjsji da Silva Ctmara.
33 Joquim Monteiro Draiz
36 Npoleao Simiies de Oliveira.
37 Pedro Cj!e'tino de S-.raza Maeieira.
33 TbeodoroUlyse? Torres Tavares. '
39 >3oo Zonadas ds Cmara Lima.
famas*
40 Aiexsodrino Dias Quaissias
41 AatoSJh Phadflpbo de Alleluia Patricio.
42 Antonio de Arroda eltro.
43 Alvaro do Prado Pimental,
44 Francisca Barbota de Paula Pessi.
43 Francisco Ribeiro Freir Arglo.
46 Francisco do Assis Beterra.
47 Feliciano do R'go Barros e Aranjo.
48 Hereuiaoo Marques logiez de Souza.
49 Jo* P'lix 6Ser.
50 Joo .Sabino da Lima Pinto.
51 Jos Bipt^ta R-.lrisaos Pereira.
52 Joio Cabral ds Mallo.
53 Joaqnim Monteiro Dinz.
54 Joaqnim !e Azavoso Siqueira Var-jo.
35 Jo- Mafia Corres das Nev*.
56 Joaqnim PerModes do Csrvalbo.
87 Joo da Silva atoito,
58 Manoel Ribeiro de Carvalho.
59 Napoleao SuxSes de Oliveira.
60 Pedro Celestino do Souza Maeieira.
Recife, 8 de janeim de 1872.
Foram publicados dons avulsos concebidos em
termos qae bem provstn o estado em que actual
mente param os nejecos da empresa dos iri-
ihos urbanos do Rcife i Caxang, desido a raa
adrainistrajao do gerente-, o Sr. RawHaoB.
Esto senhor o msis tres chamados waltred
Snvsnson, Carlos Si-wers e Bevlns, segando di-
zem, tralsm somonte dos saus iotoressee particu-
lares por orna manara '.ao escandalosa, qoa sa os
Eenhores eiprezarlns aqni residentes, e os pos-
saiderss de aejCas da roesma companhia era Lon-
dres cao tomareni em considera cao soraelhanta
proeedimento, breve a empreza naofragarde ea-
contro aos orbiHri* de povo qae eorrem prsssa-
rosos a receborom a jroportancia do diabeiro le-
gal qne em eonftnca iricaram pof ons insigm-
flcanios pip?loo- rabrisaAM e eminidos pete Sr.
RavfliosoD.
Em qoe art:p:i de isi, o conlrato mostrara o
Sr. R: wiiosrn) e1 yerrs faiatfe aotorisaco pira.
emittirem tantos contos de ris em crcuiagko, e
segundo voz publica nao tem dinbire em c.uxa
para resgate dos ditos bilbeles.
A proposito.
Acaso silt-ra o Sr. Riwhuson a irr.p- rtinr :. to-
tal vdos bilbeles existentes era circulacao l
Seria por ventora para fazer face a esse pigs-
menio, que ha dias o Sr. Rawiinoo lemou cbter
um cheque para o banco inglez. enja qu.-.nui,
os nao ignoramos, e conforme dizem nao lo-
grn sea interno T
Sobre as iransacgoes bancarlas do Sr. Rawo-
son e alguem pnr elle, roja aflaidada de pa"en-
Icsou Coiu urna das p.ssoas que dirigen) os dec-
imos do mencionado banco niuito ciracorrera psra
os malos financeiros do Sr. Raw.inson tic. ex.,
nos tratar*reos era outra occasiao.
Recife 8 de Janeiro de 1872.
Veritas.
!
Iha de Fernando.
0 admirador oceulto dos desmandos do
coinraandante de Fernn Jo, tenente-eoronel Amo-
nio de Campes Mello, ou o Sr. Trajano Alipio de
Carvalho Mandones, ex-major da praija, qae fora
preso a 3 do mez prximo passado, ptr aque le
comraandauta, pelo muilo konroso emprego de v:-u-
der bebidas espirituosas aos sentenciados, cap.s-
lou-se, de que, inventando factos criminosos e
dando-os como pratiesdos pelo tenente coronel
Campos Mello, que altas por todos reconhe:ido
como militar honesto, diseiplinador e ordeiro, con-
seguir que o Ilustrado senhor conselheiro presi-
dente da provincia acredile que o mesmo eoamao-
danle, contra quem nenhuma voz anda se lo.-.u-
ou, nao ser a do despeno do Sr. Trajano, longe
de prestar um servio moralidade, soeego e
tranquiihdade da ilha, zsra grave iojasbea ou
fora levado por motivos reprovados, preodendo o
major da praga que, esquocido de seus deveres,
oostinado, resista ss admoestaQoes e amigaveis
eoo8elb.es para iHinr o caminbo tortuoso em que
ia eom vistas ambiciosas, e.T deirimento de sna
honra e da digni lado da classe a que perteief. ?;
preciso nao conhecer o carcter, nao ler Hela us
aclos do d'gno administrador d'esia provincia,
para suppo-lo caprs de se deixar levar per iasi-
nuar^o s vagas, por contos fabulosos e por invecti-
vas apaixonadas.
S. Exc. est to certo que o lente coronel
Campo? Mallo nao praticou os actos qae Iba sao
aitribuidos. na corremondeneia pubcada no fia-
no de bornea), como est eerto que oSr. Trajano
praticoa a maior p?rte dos qne, publicados pela
imprensa, por diversas vtzes, nao feram, e n< na
pJem ser por S S. con'estados, porque consuno
de documentes autnticos.
Sejamos francos.
O Sr. Trajano Alipio de Carvalho Mendooca dos-
vairou-se por ul forma em Fernando, que a laido*
causn espanto; o sea anico, constante e iasepa-
ravel deseje era arranjar dinheiro I
Nunca all pisou ambicioso igual, ludo_ Ibe ob-
cba os olh is, por ludo Ibe baba o eoraco I
E le maolava buscar gneros nesta cidade, veo-
dia aos vivandeiros eum demasiada lanauo*;
vendia vlnbo s garrafa?, s caadas e acs bariu- ;
agurdente venda quanio sentenciado preca-
va a pinga ; fazendas, miudjzas roapa eiU, bolos
coscas eangica, as frucias da ilba, que deviaia
ser divididas pelos empregado, veodu laabeaD ;
mais do nma vez queixaram-sa os empregidos
ao commandante, mais de urna vez loi alie adver-
tido.
Dos-terrenos j plantados por orden do seo an-
tecessor, tirou elle para si um grande roen de; apo-
derou-se das criaces de galunhas do KalaOo,
cocos dos sitios nacionaes erara somente para sea
gasto. Se, como fiscal, assistia algara invbla-
rio, nao peidia occasio-de arranja'- qaalquer cen-
sa para si; lado serviaam oculo, uns Oolea
um barril I
'Ao Estado vendia para a enfermara sjaUicbas,
fraagos, ovos, sal, caf, assucar, viono, eia o
mais extremado f.mecedor.
Mesas cireumstancias, tendo abandonado- a
saas obrigacoss como liscal do presidio, dentfo
qne lado correase a merco do Maso f rao ap-
parecendo os ronbos, as casas amanbecenii ar-
rombadas, as fugas, os actos de insubordinabas
as bebedeiras se repetindo eom admiravel earrs-
ra: os sentenciados fugiam, uns eo jangadas, oa-
tres na propria balleira do pre-di, abaadnaada
no abandonada porto de Santo Antonio.
O que, pois, campria fazer o eoosmandaMe de
Fernando um ul fiscal, o>#oiaOi a aoroe
brandos e persuasivos t
Prende lo e dar conta de sea proeeimeotc ao
governo. /oi isto o qae fes o Sr. teen te-coren!
Campes Mello.
Qaeixe -se, perianto, o Sr. Trajano de si raestao
qaeixa-aa da sua gana por diabeiro e sao *?
commandaBj/, qte por mesea o soteea wu p*>-
r


.

I

!
/


liari* de Pernambuc* Ter<;a fcwra 9 de Janeiro I



'enca do santo. Q cinto ao que se diz nessa
.r*espoo.lnch de K:roaa4o, rranjid.i nosta c-
jwiw ao sargento de sentenciado* Quirino Joaqaim
sfsr.ra, ad achatos que mereca as honroj de
uoi n iva refutado.
Mleira est ero Fernando ha qnasi dex annos,
teca servido coa todos os coraroandantes, majores
s aais empregados sera dr motivo censuras; c
horaam dedicado ao trabalb ; so f.,z alguma coma
para si, .tu multo para o goveroo; ninguem ig-
noriiao; tem intoira vigilancia sobre os seuten-
fia'kis e entre ellas muia influencia, todos ores-
9erMi e otedeJm, todos o estiman), e isio a
*a* 3ir ji;(fic3cao.
o sus ausencia, quando elle se achava n sis
capital, fusiram da illu quatorze presos, agora
que He est nao ha um ; que se atreva
tentar fogir.
Esperemos as noticias de Fernando o flcarao
convencidos de que nio exageramos.
Se Fernando mandar o governo urna corarais-
so$ara syndicar J.>s laetos attribuidos ao c ro
anudante Campos Mello, e ao capitn Trujano
Meodoof i, eataroos certsimos que o pare-er del-
ia nao agradar este altirao.
Commandantes como o teoeme coronel Campos
M.U, precisa Fernn 'o; msteuieo o digno ad-
ministrador desta provincia, e a ha chegar
ser o que dov) ser.
Heci?, 4 de Janeiro de 1871
L.

Pfa patadi nacional Francoln, para o Rio
Crauie do Sal, carregaram : Amona' IfmaoB &
C. 38 barricas com 13,977 kilos d assncar
branco.
A DE
ABELLA dos raucos dos gbtbros Sjbits
RBITO DB BIPOBTAUO. SEMATU DB "
JANEIRO DE 1871.
Mercaderas: Unidades. Valores.
quizerera eocarregar da asesina constrcccao
a comparecerem oa resma caraira, nopra-
zo do sessehta das da data deita, para se
effectuar a arremalacao mediante o orea-
meato e a plaata approvados, qaa ?o acliam
3 de a d la cmara, pode* ser examinados
por quem qtrizer arrematar a s.npra dita
08MMif6IO.
NORTHERN.
Cabial.
Fundo de
i......30,000:000*000
reserva .... 8,000:O(Lj;000
Agentes,
Mills Lathan C.
IMPERIAL
seguros
co ntr.-i
tx?:apanhia dt
fogo.
AGENTES
S. P. JOHNSTOy C:
Ha a ti* *ieuznla-uova a. 411.
THK ALLiANCE BH1TISH 4 FORRIGN.
Ij'.o and Fin? Assnrance Compaoy estabelecidi
a 1824. Capital 5,000,000
O-i ageotaa desta conrpacbia tomam segaros
contra rogo sobre predios, gneros e fazendas
$gc> aqu prejuitos devidaiuente provados.
Rabe Schmeiian & C
Corpo Santo n. IB.
Seguros eonira-ogo
COMPANHIA
r*i
Sf
^BO CONTRA FOGO
Tbe Liverpool de London Glob
Insurance Company.
Agentes :
Saunders Brothers & C.
i i Corpo Saato i.
PKA^A DO RECIKS o DE JANEIRO.
DE 1&72
*J 3 1/1 HORAS D.V TARDK.
CotacSes officiaes.
Aisotifiodo 1* sorie 509 rs. por kilo.
Aigodioda Maraaaguape sera inspec^ao 515' rs.
por kilo,
Alpoln do Rio Grande do Norte 633 rs. por
kilo, pesio a borlo a rete de 1 d. e 5 |0,
liontem.
AigVKiaodfa Maai l* sorte 67 rs. por kilo pesto
a bordo a (rete de 7(8 d. e 5 0t0, hontera,
e hoje.
Camio s,^re Lonjres a 90 div. 23 lii d. por
IJOQO. -
f. J. Pinto,
Presidenta.
Duboarcq,
Secretario.
Dia 8
AigytUo da Parahyba | sorte 634 rs. por kilo
posto a bordo a freie de 1 d. e a 0|0.
CacDioinora Uares a sM> d/v. 13 1|8 por 11,
t>.u-feira.
Ditosobre ano a 90 d|v. 25 lt8 e 25 1|4 d., e do
banco 25 d. por 1J.
Dito3obre dico a 90 d v. 370 rs. por franco.
Cambio sabr a Bahia30 d|v. 1 l| 0,0 de des-
cont.
CaaiiHOsobre o Maraaho 13 34 a 1 0|0 de des-
eoBio.
P. J. PifltO,
Presidente.
Duboarcj,
Secretario.
230:764183
62.4!'7*971
Abanos.........duzia
Algodao m carcho.....kilog.
dem om rama ou em la. >
Carneiros vivos:......uta
Porcos idem.........
Arroz com casca. .... kilog.
(dem descascado ou pilado >
Assucar branco.......
dem mascavado........
dem refinado........ .
Gallinhas........ama
?ap;igaios ... ....
.Azeite de amendoim ou men-
dobira.........litro'
dem de coco ......
dem de mamona. ...
Batatas alimenticias.....kilog.
Baunilha....... .
Bebidas espirituosas fermentadas:
Agurdente cachaca. .... tr.
(dem decanna......
dem genobra......
dem resillada.....
dem alcool. ... ... >
(dem cerveja......
dem vinagre.......
dem vinho de caj...... i
Bolacha Una. comprehendidos os
bseoitos........ kilog.
dem ordinaria, propria para
embarque........
Caf bom.......
dem escolha ou restolho ...
dem torrado ou moide. ... t
i,al branca........
dem preto........
Carne secca ( xarque ).
Carvao vegetal.......
Cera amarella.......
dem de carnauba em bruto.
dem idem em velas, .... >
Cha.......... c
Cocos soceos.......cento
Colla.........kilog.
Couros de boi, seceos salgados,
dem idem espichados....
dem idem vardes......
dem de cabras curtidos um
(dem de onca....... >
Doces em calda.....kilog.
(dem em gela ou massa. >
Idem seceos.......
Espanadores de pennas grndes duzia.
dem pequeos...... >
tem de palba.......
Esleirs de carnauba .... cento
(dem propria para forroou estiva
de navio........
Estopa nacional......kilog.
300
238
550
41000
21000
68
177
250
153
43
1*000
5*000
937
678
525.
MI
514.W
133
300
33*
300
337
600
300
660
476
204
476
442
959
39
27
258
168
442
436
763
41360
4100C
11438
578
640
38'
350
101000
11133
784
2jSi80
48*000
241000
lOO
161000
ALFANDRGA fUaJijh'BW do da 1 a 3 .
VjMji. aatrados com com da alf; fazendas geaeros
Votamos anides com com fazendas gneros
293:2621156
223
417
250
610
336
Dsscarrexam hoje 9 de Janeiro de 1872.
Barca ingltaParageiro bacalbio.
Escuna americanaS. C. Evans varios gneros.
Patacho hespanbol P/'o-viohos.
Patacho inglez lae wheatonfarinha de trigo.
BirciiaglezaZenniacarvio e ferro,
8rea lagiezaPhillppina -canos,
ftrigue francezS. tileruviabos.
Oerpachoa de exportago no dia de
Janeiro de 1872.
Para 00 portos do exterior.
Na barea ingleza Gasele, para Hmbarg>,
carrejaram : BersMman & C. 247 saccas com
tS.J'.KS kilos de algodao.
No navio norte-allemo Elzhon, para Ham-
burgo, carregaram : Ktller & C. 1.211 saccas com
73,390 kilos de algodao.
Na galera noll&ndeza Jed 1, para o Canal,
earrejaram : Raba Schamettaa & C. 696 saccas
eom 50,8! 1 kilos de algodao.
Na barca ingleza FUing Glond, para o Ca-
nal, carregaram : Rabe Schamettaa 4 C. 1,284
saccas com 73,390 kilos de aljjodao.
Na barea iag/eza Barbadoes, para Liverpool,
carregaram : Tisset freres 4 C 200 saccas com
17,370 kilos de algodao.
No vapor inglez Ariel, para Liverpool, car-
regaram : Mills Lathan & C. 595 saccas com
51,473 kilos de algodao ; Oliveira Filhos & C. 2
harneas com 64 ditos de assucar branco e 1 cai-
xio eom 10 kilos da goiaba em calda.
No vapor inglez Atice, para Liverpool, car-
regaram : Sauaders Uroihers & C. 1,333 accas
com 138,415 tilos de algodao ; E. A. Borle A C.
225 ditas cora 40,023 ditos de dito.
No vapor francez Gironde, para Bordeaux,
carregaram : Tisset freres & C. 206 saccas com
14,576 kilos de algodao.
No patacho nespanhol Victoria, para Barce-
lona, ca-rgaram : Pereira Carneiro & C 200 sao
cas com 13,323 kilos de algodao.
No brigue poringuez Despique I, para Lis-
naa, carregaram : alanoel Fernandos da Costa &
C. 58 sacci com 4,684 kilos de algodio.
No brigue nacional O/tmi'i, para o Rio Gran-
da do Sal, carregaram : Balthar Oliveira & C
4,400 barricas eom 149,698 kilos de assucar
braceo.
Na brigue nacional Feliz Americano, para e
Rio da Prata, carreguu : Francisco Ribeiro Pinto
Guimaraes 300 barricas com 24,871 kilos de assu-
car branco.
No patacho inglez Dason; para o Canal, car-
regaram : Jobns'.on Paler 4 C. 100 taceos
7,500 kilos dd assucar arase 1 vado.
Ni navio saeco Alelmo, para Marseille, car-
regaram : Killer 4 C. 1,400 sacecs com 105,000
lulos di awaear mascavado.
Para 03 portos do interior.
Na escuna nacional Tres Amigos, para o Rie
de Janeiro, carregaram : E. R. Rabelto 4 C. 200
com 13,000 kilos de assucar mascavado.
No patacho nacional Casethas, para o Rio de
Janeiro, carregaram ; Jos da Silva Loyo 4 Pilho
00 saceos com 60,000 kilos ae assaear branco.
*

centro

kilog,
12*000
136
681
92
272
310O0
320
11090
duzia
613
631
545
51180
170
11703
601000
360
11500
51000
951000
3*000
ll|OO0
6*00t
10*000
103
51000
6*000
um 1610IX
duzia
>
Farinlw de araruta
dem de mandioca.....
Feijao dD qualquer qualidade. .
Fumo charutos......
dem garras.......
dem idem folha bom.. .
Idee em folha, ordinario ou res-
lomlho ........
dem em rolo e em latas born .
dem, ordinario ou restolho. .
ftap .
Boina de mandioca, (polvilho).
pecacuanha ( raz).....
Angico (toros)......
Caibros ........nin
Enxams........
Frechaes........
lacarand (coucoeiras) duzia
Lenha em achas......cento
dem em toros......
Linhas e estelos......om
Lour s (pranchoes)..... i
Pao Brasil........kilog.
dem de jangada......um
Quiris......duzia
Vinhatieo costadinho de 25 a 30
millimetros de grossura. .
idem pranchoes de dous costa-
dos at 50 millimetros de gros-
sura .........
dem taboado de menos de 23
millimetros de grossura .
Taboado divarso......
l'atajuba ........kilog.
Travs ........urna
Varas para pescar.....duzia
dem para aguilhadas'... <
dem para canoas.....urna
Cavernas de sacupira(em obra)
Eixos d^ cicupira para carro. par
ttelago........kilog.
Mel de abelha.......
Milito..........
OSOS .... i
Palha de carnauba.....molhos
Pechury........kilog.
Pedras de amolar.....
dem de Mitrar......
dem de rebollo j
Pennas de ema. .-....
Piassava.........molhos
Pontas ou chifres de novilho ou
vacca. ....... \ cnto
Sabo.........kilog.
Sal. ...,....,. *
Salsaparrillta....... t
Sapatos de couro branco ... par
Sebo ou graxa entrama ". kilog.
dem em velas. ......
Sola e vsqueta.....,
Tapioca.........
Unhas de boi.......cento
Vassonras de carnauba duzia
dem de piassava..... >
dem de imb. j.....
Alandega, ae Pernambneo, 5 de Janeiro de 1872.
O 1.' conferente^liiono Carlos de P. Brges.
O i."conferente Jas Baptista de Ce Vm,
Approvo. Alandega, 5 de Janeiro de 1872.
Emilio Sobreira.
Conforme.Joaqun Tertuliano de Medeiro &}
REGEBEDORIA DE RENDAS INTERNAS
GERAES DE PERNAMBCO.
endimento do dia 1 a 5 4:083*816
(dem do dia 8...... 5;287l469
obra; leudo em vista as coodiccJp.s abaixo
meoeioDadas.
Paco da cmara manic'pal do R-tcife, 29
de novembro de 1871. Ignacio Jaaquim
de Souza Ledo, pro-presidente. Lourenp
Bezerra Carneiro da Cunta, secretario.
Clausulas especiaes para o contrato relafi-
. vo a construeco do mercado publico da
cidade do Recife.
Art. 1. A cunstrucco do mercado pobli
eo da cidade do Recife, ser feka de con-
brmidade com a planta eorcameroto appro
vado e as iSlracces do engenbeii-o fiscal
da obra ; pela quantia de 385:0,0/^000.
Art. ?. O impreiteiro dar cometo as
obras dentro do prazo de tres mezes, e as
concluir no de viole m;zes, coaUdus^a
assigoaiura do contrato, sob pena de um
mult< de 5:000^000 no pr.meiro caso, o de
10:000,5000 no segondo.
Art. 3. O pagamento ser fjlto em seis
prestacoes iguaes. A primoira quaodo o
arrematante assignar o cent ato, a segunda
quando mostrar o conaecimento de ter em-
barcado toda a ferragem, a terceira quando
ti ver ftito a torc parce das obras, a quarta
quando er-l-iverem execitados 01 dous ler-
dos das ditas obras, a quinta quando esti-
ver concluindo todo o ediiicio, a soxta seis
mezes depois da executada3 e concluidas
todas as obras e conservadas.
Art. O empreiteiro tjr um engenhei-
ro encarregado de dirigir as obras em exe-
i:uf3o
Art. 5. O empreiteiro obrigado a finar
por sua conta e sem direito algum o esees-
so de (erro fundido, batido, ou laminado,
que por ventura baja at o peso de cinco
toneladis, a!m do calculado no orcamento.
Art 6. O contratante e s us soci >s s
os tiver do poderlo em lempo algum alle-
gar cerdas e damnos, nem osar da eocam-
pafoes algoraas, para o qne renunciam a
todos es casos fortuitos.
Art. 7. O contrataate prestar urna fian-
ea de 80:00O(JOOO para o pagamento das
prestagoes que iiver ia receber.
do comme;cio 5 dej
120*000
308*000
ISOlGOn
120*000
240*000
20*000
iujpoe1
96*00(1
33
6*000
21400
610JC
1*000
3*500
19*000
35
320
68
16
1*000
817
II
1'
34
4*796
160
218O0
348
10
21043
800
340
476
1*200
204
380
768
1*200
96C
9:371*285
CONSULADO PROVINCIAL.
Kendiraenlo do dia 1 a5
dem do dia 8 .
37:431*652
15:134*188
52:565*840
MOVIMENTO DO PORTO.
fjivios entrados no da 8.
Aracaiy... biate brasileiro Olinda, de
137 toneladas, capito Trajano Theodo-
mirio de Motira, eqoipagem 7, carga al-
godio e ontros gneros ; J. J. G. Bel-
tro.
Mimangoape14 horas, vapor brasileiro
Mandah, de 222 toneladas, commedan-
te 7ulio Gomes da Silva, equipagem 7,
carga algodao e outros gneros; com-
panbia Pernambacana.
Terra Nova38 dias, patacho inglez Queen
tf Beauty, da 222 toneladas, capitn
Dann, equipagem 8, carga 2,485 barri-
cas com bacalbo ; Johuston Pater C.
Seguio para Bahia.
Navios sahiios no metmo Ha.
Macei Corveta nacional a vapor Pafaenst,
commandant'3 capiio de fragata Jos C.
Netto.
LiverpoolVapor inglez Ariel, com mandan-
te H. Jones, carga algodao.
com porto do NorteVapor brasileiro Cruzei-
ro do Sul. commaadaote J. A. Gardozo,
carga varios gneros.
EDITAES.
A cmara municipal desta cidade, tendo
de levar a eftito a construego de seu mar-
cado publico, convida as pessoas que se
Iim. Sr. iu-,ecior a ilirsuurariu proviu-
clal manda fazer publico que em cumprimento da
ordem do Exm. Sr. presidente da provincia de 30
de deze-i.br.) prximo fiado, vai novamente a pra
ca no dia I i do crreme pan ser arrematado at
o dia 31 de marga prximo vindouro o forneci-
menio de aliiaenucao e dietas aes presos pobres
da casa de detlengao servindo de base a arrema-
tacao os prec/ seguintes :
Domingo, alinoco e jaotar, confarme a tabella 380
Segunda-feira, idem idem, idem idem 380
Terga-feira, idem >dem, idem idem 380
Qoarta-feira, idem idem, idem ilem 360
Quinta-feira, idem dem, dem idem 380
Sexta feira. il m iJem, idem idem 340
Sabbado, iJei; idem, :eio dem 340
Dielas.
N. 1 38)
N. 2 400
N. 3 640
N. 4 400
N. 5 400
A'm do que est mencionado as tabellas sa
ra fornecido ceia as presos, a jnal sera compos-
ta dd um pao de tres ongas, oa urna bo!a:ha,
urna ouca de caf e duas de assucar, pelo mesmo
pr. c; j parque .>r foroeeido o almoyo.
E para constar se niandoa publicar o presente.
Se:'Mar a da thesouraria provincial,2 de Janei-
ro de 1872.
O i-fli.'i-l da secretaria.
Mimel ATooso Ferrdira.
A cmara muuieipal desta cidade pelo pre-
sente convida aGS prelendentes a arrematacio do
imposta de 60 rs por eada p de coqueiro de pro-
duccao, exceptuando 10 ps para o usa do pro-
pietario, pela qnantia annual de 9011 a compa-
recerem nos dia,s 8, 9 e 10 do crranle.
Paco da cmara municipal do ecile, 5 de Ja-
neiro de 1872.
Ignacio Joaqun de Souza Leo.
pro-presidente.
Lourenco Bezerra Carneiro da Cunta,
Secretario.

DECURACOES.
O inspector da alfand*ga faz publico que
o leilSo da 10 caixas com vidros, marca B O, an
nunciado para boje, e que por falta de licitantes
deixou de ter efoctuado, fia traosferido anda
para quarta-feira 10 da correte.
Alfandega de Pernarobuco 5 de jintiro de 1872
_______ Emilio Xavier Subreira de Mello.
Coiuaiaudo superior.
De ordem do lllm. Sr. coronel commandante
superior fago publico, que no dia 9 do corrente
mez, pelas 11 horas da manha. baver nesta se-
cretaria reunido da junta medica; devendo par-
anlo iodo3 os Sr*. oflkiaes e mais pracas, que
requereram ^erem inspecionados, apresentarem-
se no indicado dia e hora.
Secretaria do commando superior da guarda
nacional do Recife, 3 de anero de 1872.
Jas Marcelliuo Alves da Fonceca.
Capilao secretario interino
A subdelegacia do 1* diglriclo da Ireguez:a
de Afogados faz scienle a quera se julgar c-m di-
reito qae se acha depositado ntsta subdelegacia 1
menino de cor preta que representa ter de 7 para
8 annos de idade, o anal andava perdido pela es-
trada de Joo de Barres, e portanla quem se jul-
gar com direito ao mesmo dirija-ee a roesnaa sub-
delegada qae ja^tiAcaado-o Ihe ser entregue.
Afogados, 8 ie Janeiro de 1872.
' 0 sabdeleada,
Joio Chrisostom) de Albaquerque.
SANTA CASA DA MISEHI^RDIA DO
RECIFE.
Pela secre aria da santa casa da misericordia do
Recife se faz saber a qoem eonver, que no dia 16
de jaaeiro torrante, no salo da casa dos expostos,
pelas 9 boras da maiha, o lllm. Sr tbesoareiro
interino desla santa caa major Laurentiao las de
Miranda, far pagamspto das mensalidades ven-
cidas em desembro liado, s amas que se apresen-
tarem com as enancas qne Ihes forano confiadas;
deixando porm de faze-lo aquellas que nao trou-
xerem ditas enancas, leja qaal for o pretexto-*
que se soecorram.
Secretaria da santa easa da misericordia do Re
eife 8 de Janeiro de 1872.
O escrivao,
Pedro Rodrgaos de Souza
Tribunal do commercio
Pela secretaria do meretissimo tribunal do com-
mercio se faz cotstar ter sido admittido registro
oos termas do decreto n. 4394 o contrato social
de Manoel Dnsrte Vieira e Francisco Cantoso de
Cimas, feito em 28 de novembro do anno prximo
passado, principiando aessa mesma dala a ter exe-
cucJo, sendo o fim social o commercio de gneros
solidos e liqaidos naciopaes e estrangeiros com o
capital de 3:8941210 brneridos por ambos os so
cios, durando a seciedade um iriennio sob a arma
de Duarie & Cardosq, cujo aso permittido a
ambos.
Secretariado tribunal do commercio de Pernam
buco 3 de Janeiro de 1872.
No impedimento do offitial-maior,
________________Q omcial Torres._______
Tribunal Na data inra foi adoitiido registro na forma
determinada no decreta n. 4394 o distrato da Ar-
ma social Freitas & iattos, celebrado em 31 de
julubro do anno prximo passado, ficando estabe-
lecido qae o activo e passva da sociedade eslinc-
ta corre por eoota do socio Adelo Jos de Mat-
tos, tendo sido pago de seu capital e lacros na
importancia de 3:877#243 o socio Jos Mara de
Putea,
fi&Gseiaria c ribunil
neiro de 1872.
Sn:;odo de offijal.malar,
O nffi '"al I SANTA CASA DA MlHK.U)RIUA O BKcIFE
A lllm, junta adminisfra Misericordia do Recife, manda fazer publico que
na sala de sua sessSes, no dia 4 do mez de jahel-
zembro pelas 3 horas da urde, ttm de ser arre-
batados a quem mais vantagens cffereccr, pelo
lempo do um a tros annos, as rendas dos predio:-
em teguida declarados.
ESTABELECIMENTOS DE CARIDADE.
Ra do Padre Flonano.
Cafa lerrea n. 17J ; .
Rna larga do Rosario.
Segundo andar do sobrado n. 24 A. .
Roa do Prdre Florianno.
dem n. 47.........
'dem idtm o. 17.......
Roa da Gloria.
Casa terrea n. 61......
tPATRIMONK) DOS ORPHAOfc
Rna de S. Jorge (Pilar).
dem n. 108 203*100
dem n. 98.........205*000
Os pretendemos deverio apreseutar no acto d^
arrematarlo as suas flaneas, ou compareceren
icompanhados dos respectivos fiadores.
Secretaria da Santa Casa d8 Misericordia do Rs
ufe, 29 de dezembro de 1671.
O escrivao,
___^________Pedro Rodrigues de Souza.
ADMINlSTHAgAO DOS COUREIOS DE PER-
NAMBUCO 8 DE JANEIRO DE 1871.
Malds pelo vapor nacional Cruzeiro do Sul.
A correspondencia que tem d ser expedida
hoje (8) pelo vapor cima mencionado para os
portos do norte, sar rebebida peU maneira so-
guinte :
Macas de jornaes, impressos de qualquer ualn-
rezi, e cartas a regi.-trar at as 2 horas da larde,
cartas ordinaria al 3 horas, e estas at 3 l|g
pagando porte duplo.
O administrador,
Alfonso do Reg Barros-
coni'Affiu.i
DE
ITaveg^ao Brasileira
As encommeodas viodas por vapores detla eom-
panhia. quer do roerle, quer do sul, serao de buje
em diante entregues aa agencia da companba li
vre 1e despezas dentro de vinte e quatro horas
depoj da enejada do respectivo vapor. Depoi*
deste termo os volumes nio reclamados serio de
pufitados ni irapche alfandegadcDanta?.
~ COMPANHIA PERNAMbUCA
DE
Navegando costura por vapoj
Mamangnape.
O v&fxr GsrHripe, cora
mandante Silva, segair;
para o porto cima n<
dia 12 do correte as
horas da tarde.
Recebe carga, encom-
iendas, passageiros e dinheiro a frele al as 5
horas da tarde do dia de sua sabida : escriptork
no Forte do Mattos 11. 12.
A1
1
9
THEATR9
mum DRAMTICO
GRANDE NOVIDADE 1
E' nnste tbeatro qae brevemente serio exhi-
bidos os magnficos e aorpreendentes
PANORAMAS
das cidades le Lisboa e Porto, m 130 metros de
compninento sobre 4 1|2 de altura, cada um.
P.ntura dos scenographq porluguezes Procopko
Lambertinee sob a direegao d j Rambois e Ci-
aaili.
Para servir de pretexto esta exhibicao, est-
fe ensatando a comedia de ctsiun.es da Reir,
origicil do Sr. Costa Cim-, e ornada de msica.
PAHA'
Se,rup para o indicado porlo com pouca demora
o novo hiale Olinda por t t a maior parla da carga
e para a que Ihe fal'a trata se eom o consignis-
rio Joaqoim Jo- Gongalves Beltio, raa do
Commercio n. 5.
I, O bachsr.l A-f/ed> Erne-lo Vaz dd
Oliveira, promotor publico da comarca
de S. ot de Mipibii, advoga nos aadi-
icrioj dos termos de GjanoiaaA, Can-
gaareama oa Ponha e Papary, per-
lencenies a me. Quem qnizer uMfssr-sa de eos str-
vigis, podem mandar suas ordens por '
intermedio de seu irmao Ju-tmo Jos
de Sonza Campos, a ra do Hospicio
o. 23.
0#@
iua
- Precisa se d> oms ama para
do Calderciro n. 3.
a pas-
Xumeros de msica.
1. (Entre acto) Reeordacp 53 da aldeia.
2.a Milho e coros.
3. Caona vurde.
4.' Coro da ebegada.
5." Os cacadores de pardass ( oro).
6.* Bailadas e cores Subre o rio, durante
agera dos panoramas.
Nesla cooDdia far a sua eslra o diitineto ac-
tor porte gnez
Odos Rod igiies
A exhibir) dos panoramas nao pode ter lugar
no thealro Santo Aalouio, eooforme eslava aunuu-
ciad), por falla de capacidade, para montar o
machioismo.
THETRO
GIMNASIO DRAMTICO
Em c nseqnencia do distincio artista porluguez
o Sr. Rodrigues ter de demorarse mnito pouco
lempo nesia. capital; e sendo preciso enssiar-*e,
com loda a rapidez, o espectculo para a sna es-
ireia ; e bem assim, havendo necessidade do palco
pira preparar-fe o machini;mo dns importantes
panoramas das cidades de Lisboa e Porto ; a ped-
do da direccao, sempre solicita em ob.-equiar sos
artistas estrangeiros, qne aqu aporiam, nao pode
reolisar-se o beoeRco do actor Lyra no dia 10 lo
corrente, ti:an lo transferido para a proxio.a se-
mana.
Attendendo a lio justo motiv >.-o beneficiado es-
pera, qcu seus Ilustro- convidado*, descuidando-",
hajam de fazr-lhe o grandioso obsequio de con-
servaran os bilheies que se digoaram aceitar.
AVISOS MARTIMOS.
COIHPAMIEIJl
DAS
Messegeries maritmes.
At o dia 10 do corrente mez espera-se da En
ropa o vapor franeez Amizone, o qual depois da
demora do cosame seguir para Buenos-Ayres.
locando na Bahia, Rio de Janeiro e Montevideo.
Para condicoes, (retes e passagens, trata-se na
agencia, ra do Commercio n. 9.
No dia 11 do corrente mez espera-se dos por-
los do sal o vapor francez Gtronde, commandantp
Somer^o qual depois da demora do costams se-
guir para Bordos, locando em Dakar (Gorej
4 Lisboa.
Para condiedes, frotes e passagens, trala-se na
agencia, roa do Commercio n. 9.
PARA O
BIO DE JANEIRO
O brigue nacional Dainao esperado dentro em
poucos das do Rio de Janeiro e segu para o mes-
roo porto, tem parte do sea carregamenlo engaja-
do : par* o resto que ihe falta, traia-se com os
seas consignatarios Antonio Luiz de Oliveira Aze-
vejo & C, ra do Bom Jess o. 57.___________
fara o t'orio
Segu por tod este mez de jaelro a barca por-
taguata Feliz por ter a mar parte-de sua carga
prompia : para o resun.e e passageiros trata se
eom os eonslgaatarios Thomaz de Aqono Fonseca
Se C. Suecassoras. raa do Vigario n. 19, oa com o
lapilo na praga._________________________:
COIHPAIVHIA
DE
At o dia 10 do corrente, espe-
rado dos prtos do norte o va-
por Paran, eommandante Gar-
ca, o qaal depojs da demo
ra do costume seguir para o
portos
Para freles e passageiros trataba na agencia.
Eueommendas de peqaeao valor, peso, medid
e lambem dinheiro, reeebem-se at a 1 hora da
tarde da da di sabida do vapor. Agencia ra do
Commercio n. 8.
PARA
PORTO
Vai sahr muito breve o brigue porlogue
Unido ; para e&rga e passageiros trata-se com
Soares Primos i ra do Vigario 0.17.
RIO DE JANEIRO
Para o indicado porto o p tacho Cassittas, qoem
nelle qaizer earregar, devera tratar .a raa do Vi-
gano o. 14, eseripiorio de losa Lopes Davina.
L
1
LEILOES.
LEILIO
DE
G barril com piasuntos, 12 ditos c ra man-
teiga ingleza, 20 di.os.com vinbo ver-
de e 100 queijos da Mina?. .
HOJE
O tg declarados, os qnaes serao vendidos sem reserva
no dia terija-feira 9 do corrente as 11 horas da
manhaa no largo da Alfandega, junto ao armazem
do Annes.
Leilao
DE
OO barjicaa com farinha de trifeo.
Ooarta-feira 10 do correnta
A'S II HORAS DA MANHAA.
O agente Pestaa far leilao, por caula e riso
de quem perteocer, do 200 barricas com excelen-
te farinha de irigo para fechar comas, e serao ven-
didas em 1 ou mais lotes, 110 dia aeina dito quar-
taf-ira 10 do corrente, as II horas da manhaa. na
presenta do Sr. Saunders Broters & C, no Caes
do Apollo.
a
DA
Coxeira da ra da jPaz 11. 13
Contendo li cavailoi, 4 carros de passeio
com os competentes arreios, I c-briolet,
e 1 carroca que, se vender em 1 s lo-
te oa em diversos.
Terca-foira 23 do corrente.
O agente Martins far leilao, da eoxeira da rea
da Paz n. 13, em 1 ou mais lotes a voniade dos
comprad-res, a qual se acha muito bem montada,
cora 4 carros de passet, 22 ca vallo-, 1 eanriilet e
mais uuncilior, s 11 horas do dia cima.
AVISOS DIVERSOS-
Precisa-se alugar umescrav de 14 a
10 annns, que seja cb boa conducta para
casa de familia: a tratar com Antonio Jos
Rodrigoea de Souza na thasouraria das lo-
teras.
PREPARATOBIOS
PARA
Fevereiro e marqo.
Jos Soares d'Azevedo, professor do lio
gua e litteratura nacional no gymnasio pro-
vincial do Recife, tem aberto em sua casa,
ra B Ha n. 37, as segaintes aulas de pre-
paratorios para o enlodantes que tiverem
di fazer came em fevereiro e marco proxi
mos:
IIIIETORICA E POTICA \
PH1L0SOPHIA ;
GEOGRAPHIA J
HISTORIA J
Alem destas aulas, conlmuam as de fran-
cez e portuguez dorante todo o anno.
Dirigir-se residencia indicada, Je raa-
nh2a at s 8 boras, e de tarde das 2 s 5
boras.
Nesti typographia se
dir qiem precisi alug?.r,
um preto de maia idade.
AMI
Precisa se de ama ama para cozi-
nhar : na roa da Palma n. ii._______
Preeisa-se de nm caixeiro de 14 a 15 annos,
dando fiador a sua conducta : na rna dos Guara-
rapas n. 10, taberna.______________________
Precisa sede una ama
para pouca familia, que
a lia cozin'iar cora per-
fei(o : na ra da Au-
rora n 5, 2 andar. Pre-
fere-se escrava.
jt As aulas do collegio do SS. Coraga de "
AMA
Jesas,
mez.
abrera-se no dia 11 do corrate
mmmmmmm-mBmmwm
NoviOiBciaa de pnuos
Angosto llastuuil pirleeipa ao respeitavel pu-
blico, qae se desligou do estabeleciraeolo do Sr.
Rbigas desde o 1* de Janeiro, e abri por sua coa
la urna cffieina roa do Imperador n. 29, onde
se repara, concerta e afina pianos com esmero e
promptidao, e far tudo quanto tor a sea alcance
para continuar a merecer a benvola confianza
qae seus fregaezos le coacederem ai hoje com
sciencia zelo e promptidao.

SOCIEDADE
XOVA ITMIitO
Por ordem do Sr. presidente, convido aos socios
desta sociedade e aos parantes amigos de oosso
finado consocio Santino X'menes da Oliveira Ha-
ciel, para a do mesmo, tem de ser celebrada, as 6 horas da
manbaa do dia 11 do crranle, na igreja do Espi-
rito Santo.
Secretaria da Sociedade Nova Ualio, 8 de Ja-
neiro de 1872,
Mentas da Silva,
' 1* secretario.
immm
PIfAllMACIA
Especial htimeopatbica
M
VIUYA DO DR.
Sabino 0. L Piobo.
I 43Ra do Bario da Victoria43
Para este aitigo estabelecimento aeana
[ de ebegar no nliimo paquete, da easa de
Jame* Epps & C, drt Londrus, uai excel-
[ leBte sortimento d carteiras e caixas de
todos os lmannos, our para glbulos,
quer para tintura.-; ssira com raedica-
[ meolus em triiurftcao e em limara,globo-
| los, etc.; oque ludo se vender por pre-
ces mai rueavals.
Thesoaro homeopsihico do Dr. Sabino
! 0. L. Poho.
3- edifao.
! Muito meihoradae augmentara eom nm
\ app.ndice.
Acha-se venda na pharmacia homeo-
palbica da amiga rm -N -a n. Vi.
As prepar c.es desta phainucia conti-
nalo a ser fcilas sob as vistas iinrm-dw-
las no medico do consultorio, o Sr. Dr.
j zoma A. dos Santos Mello.
JfcS
ra
Proeuradoria.
O solicitador Rurg >s Por.ce de Len,
'ncirrega se de quaesqoer cansas civis, conomer-
ciaf, crimes e ecclesiisii.::.-, eendo qae deslas ulti-
mj fspecialmente a d^ divorcio, t-m ama pralica
de 17 annos; assim como se < ff.-rece a irabalhar
de |i irii lo por anno, lodo por ajuste razoavel e de
m.-i!.) a sa'.isfazcr seus con>mnict(s. Declara
lambem aos que, por aue-iMio do respectivo paro-
dio, provarem ser p> bres. cojos direitos defraod: -
dos, (inzerenidrlender, que neile eocon'rariu b a
vootade em prestar gratuitamente seus servo; s fo-
renses : trata-so ca ra Uas T. ncheiras n. 48, I*
andar, ju na sala das .u:.:ii.-ijs a ra dn Impe-
rador. ___!___________
TTENCAO
o
Vndese por barato preeo ama propriedade a
nargem da caiui-o dos remedios, azenil<>-M
toda v.-iniagem ao comprador, re:cbendo-M part
';m dinheiro e parte ero IntlM i-u objectos de
: rompa venda ; cuja proprMndi couim urna
jraede olar* de pedra e cal que lastra lft,OOD
tijnlr-s de alvenaria grossa e fura qae comporta
lo\000, com inss um (uruo e astro para taxer-se
;eitias, ladriibos, canos -. louga, cum excellenie
barro para qualquer obra, com dous excolienies
iveiros de pcixo e com ras* de viven 1* para
graude familia, laraa-M r> cc-nimendavel p.>r pa*-
sar pe'rlo a linha dos boods : pessf-as qne or>*-
lenderem dirjam-se i diu propriedade a enleoder-
Pillas assucaradas de Bristol.
SAO CONTEM NEM CALOMELANOS NEM NENHCJI
OUTRO MINERAL.
A grande necessidudc e falta de um ca-
ibartico ou de urna medicina purgativa, ba
muito que tem sido sentida, tanto pelo po-
vo, como mesmo por meio- da faculdadti
medica; e por isso, infinito o goslo a
prazer que sentimos, em poderes cmr>
loda a confiancaeseguridade.recmraendar
is plalas vegetacs assucaradas d-: Bristol,
como urna excellente medicina purgativa, a
qual encerra em si todas as partes e mais
ingredientes essenciacs, tornandi>-se em um
perfeito, seguro e agradavel cathartico de
familia. Este remedio nao composto
dessas drogas ordinariamente usadas na
omposiro dessas pululas, que por ahi se
endem. mas sirn. sao preparadas cum a?
mais Anas e superiores qualidades de raiiea
oedicinaes, bervas e plantas, depois de se
naver chimicamente extrabido e separado,
os principios activos, ou aquellas partes
que contem o verdadeiro valor medicinal,
daquellas por?3es fibrosas inerte* e agres-
tes inteiramente destituidas da menor virlj-
ie. ^U;e esses agentes activos ou ingre-
dientes especficos, podemos nomear a po-
iopkgtiin, a qual segundo a experiencia
mm demonstrado, possue um poder o mais
^aravilboso possivel sobre as regiCes do
figado, assim como sobre tolas as secre-
ces biliosas. Isto de combinacao com o
leptandrin, e mais alguns extractos vege-
taes e drogas altamente valiosas, cons.i-
iuem e formam urna pilula purgativa, lor-
nando-se por isso muitissimo superior,
qualquer urna outra medicina da mema
natureza, que jamis fora apresentado ao
pubbco. s pilulas vegetaes assmcaraa*
ie Bristol, achar-se-h5o sempre um reme-
dio prorapto, seguro e ominentemcala effi-
caz, para a cura de molestias." Ues como
sejam as seguintes.
Hydropesia dosmem-
bros ou do un* .
ou indi-
spepsia,
gestSo,
ilAstringencia, ou..
prisio do ventre
habitual,
Vzia do estomago e
fktulencia,
Perda do apetite,
Eiitomago sujo,
figado.
Vende-so on permula-se todo ou melaje, por
casas terreas, um sobrado de dou andares e so-
lio, em ama das melhorea roas desta cidade : ,
tratar na raa do Marquaz de Harval, ontr'ora raa
do Sol, armazem de uudeiras n. 33, ou ral na
CotMordia.
AffeccSes do
Ictericia.
Hemorrodias,
Mau hlito, e irregu-
laridades do ti y
femenino,
Dores de cabeca.
Em todas as moleslias que derivam
sua origem da massa do sangue: a salsa
parrilha de Bristol esse melhor de todo*
os purificadores deve ser tomado coujb
lamente com as pilulas, poi.> que esla,
suas medicinas, tendo sido expressaiiiou.
preparadas para obrarem de harmocia um.
com a outr,a, quando fielmente asssa e ha.
n!b nos resta a menor duvida em diaer.
que ao maior numero dos casos, podeaao
alBaocar nio s um grande ali\ j-), como
tambem urna cura prompU e radical, ato
est bem visto, quando o doeate nao a
acbe n'um estado muito aiem dos
tlIHMM


F
Diari* 0 MARAVILHOSO REMEDIO DO
DB. CHAS. DE GRATH ,
ELCTRICO
KXltfG OP PAIW O RE DA DOR
IAR^V USO INTERNO E EXTERNO
CURA CHOLERA E CHOLERA MORBT7S,
aaaj-rksa-, fiuxo da sentnie, e <**
,90r 4e cabera, dores ando aa
trea minuto*.
Dar e dente, *m um minuto.
*ar*lt-. em siseo minuto*.
- /aaslms 'it eoi Tinte ruinntos.
saprsrastaa indiadas, em des minutos.
falioa oa*alsoei, em cinoe minutos.
atiero, em um dia.
i febre intermitente, em um da.
Dor mi eosta. e mi ledos, em es se
nato*.
Tosses perigoens refriados, sw
Pleuresa, em um din.
urdes aithm.
HemorTnoidsj bronchitls
InrUmmaoko nos rins.
Dyspepsie, erysieelas.
Molestias de flgado.
Palpita-ao de cor; ka
RESERVE SEMPRE ESTE REMEDIO EM SHA FAMILIA
AS DOENCA8 SE APRESENTAM, QASDO MENOS SE ESPERAS.
OLEO ELCTRICO O "KINQ OF PAIN (O re da dor) aquieta e posltlTamente dissipa mal de differwsm
ssnlestia* e dores, e elllvla mata on offrlmentoe e produs um mals perfelto equilibrio no systema humano, o ene **al
*4* -ffcetuar no mesmo tempo, eom qualquer outro remedio medeclnol. _
Et multo popular remedio iU agora uaaBdo-ee geralmente, pela raiao que mllharee de pessoaf se Um curse
antal* eom o -uto remedio jielo Dr. Grato e outros mals.
tete importante remedio nao ee c-Bereee para curar todas as doengai, porem to smente para aquellas eitlpalltt
sjae nonas dlreecoes. __ ____
Esta operando nos principios da etdmloa e da eleotrloldade e por Uso, esta appllcaTe para o enrmente e psrarj
ela.iiri.osvo da accao natural dos orgaos que soffrem da Irregular clroulaoao dos flnxos dos prlnolpaes nerres. OM
*oeuleo O' Klng of Paln" operadlreotimente nos absorrentee, fasendo desappareeer as lncna^oes dasglandolal aS
a um tempo Inerh-el, breve sem perlgo do en uso debaano de qualquer elrcumstanola. ^^ _
t,..r,rm, f ama medicina para o uso externo e Interno, composto dos elementos curativos, ral**, berras, s eassjssa
tasa, eessM se tem usado dos noesos antepaseados, e das quaes tem grande eslstenola no mundo, para orar Maafj
*r.t* Y<* un erando e especial desejo da faculdade de medeclna durante multos annos de experiencia para aprilfeTf
:>.n w modo que se devlam adopUr para enrar as segulntes doenoas, e que proporodes de medeclna se derla uie#
Na Iravessa da na
das Cro/cs d, i, pri-
meiro andar, da-se di-
nhelro sobre penhores
de ouro, prata e brilhan-
tes, seja qnal foraqnan-
tia. Na mesma casa com-
pram-se os mesraos me-
_ tees e pedras. s
Wros"
martimos
E
CONTRA FOGO
A companhia Indemnisadora, establecid
esta praca, toma seguros martimos sobre
lavios e seos carregamentos e contra !ogo
am edificios, mercadorias e mobiiias: ni
roa do Vigario n. 4, pavimento terreo.
Monteiro
Por 300,000 ris.
Aluga-se urna casa na povoagao do Monteiro: a
tratar na taberna do Sr. Nicolao Machado Freir,
do mesmo logar.
Hile. Marie Lavergne t.'ra a honra de *
scienliear as Eiraas Sras. qae encon- Jkj.
traro em sea salo de caellereiro iraa M
Primeiro de Marco o. 14, um lindo sor* &
tmenlo de coques, tanto de tranca como t
de cachos, e por precos moito commo- sa*
= dos; assim como um variado e bello sor- rc
W timento de perfumaras francezas e ingle- JJr,
g zas dos melhores fabricantes. Offerece jf
25 tamben) as Exmas. Sras. os segointes qZ
ja ebjectos que Ibes Bao indispensaveis, lio- jm
dos espartilhos a doqoeza, obra mnito )QL
bem acabada, proprias para noivas, e ni- JE
timamente chegados; ditos mais inferi* 55;
res, ditos para meninas; bonitas ligas de m
seda e de algodao ; lindos pentes a Im- }
peratriz, tanto de tartaruga como a imi- t;
2 tajao para ornatos dos perneados, objec- s
W tos de ultima moda de I'ariz, oa mais bo- ^
nitos e modernos leqnes de 5sso, a imita- r.
cao de marflm, pentes de alisar, ditos -mt
para tirar pilhos, tesonras Anas para S
O urihas, eacova para dente e para nuhas, <$
bonitas bolsinhas para meninas, magoiii- *sn<
eos bouquets e ramos de flores artifl- gj'
101 ciaes, grvalas de seda e de cambraia Q
mnito bonitas, lavas de pellica, de seda w
Com urgencia
preeisa-se de ama ama qae tenha bom e abun-
dante leite: i tratar nesta typographia, com o
administrador, on em Olinda no oito do Amparo,
casa terrea de cinco portas de frente._________
*
DB
TTixrioo
EM PERWAMBCO
NA PHARMACIA E DROGARA
3ARTHOLOMEO Se C
n.=34 Ra Larga do Rosario.HT> 34>
Cuidado com as falsificares
de seda
e de flo de Escocia, brancas, de cores e
pretas ( tambem tem para bomem ) $
lindos botoes para punhes, ramos de flo- gf
re3 pra vestido, enfeitet de palha para W
coques, sapatos cbarlot, ditos avelndados, ditos de tranca, botinas pretas para me- w
ninas por barato preco, brinqaedos para -JR
meninos, e ama innnidade de objectos Q
25 que omitte para se nao tornar enfadonbo. ^
58? Para mais commodidade de snas Exmas. W
clientes, tem preparado ama sala qae s
K terao ingresso nella as senhoras qne se w
qnizerem pentear em sea estabelecimen- g
sm to sem estarem ex&oslas as vistas dos
25 mais concurrentes, e ser a annanciante w
W quera se encarregar do trabalho de pen- JT
&> tear. ^K &
riado
Precisa-se de um criado : na roa Duque de Ca-
lias n. SO, 1* andar._______________________
__O viuvo com um lilho que annuncioa que-
rer ama ama, pie apparecer na roa do Amparo
em Olinda n, 13, qae achara com quem tratar.
BRAZILIAN STREET
Railway Company (Limite
AVISO
U'esta data em diante sero vendidos bilhetes
nos trena, deixando de have-los as estacoes, salvo
a principal da ra do sol
Os bilhetes aotigos serao trocados nicamente
no escriptorio da companhia as officinas por bi-
lhetes novos, e as sextas feiras do roeio dia at
as daas horas, resgatar-se ha os bilhetes novos
qne boover em circalacio.
Escriptorio da companhia, 4 de Janeiro
de da 1872.
William Rawlinson.
Gerente.
Os Srs. assignantei para as segointes estaces :
S. Jos, Jaoqneira, Sant'Anna, Caldeireiro, tero
direito de viajar na linha d:s Affljctos at as esta-
;oes correspondentes nos precos dos Afilelos, Ta-
marioeira, Mangabeira, Casa Amarella.
Escriptorio da companhia, 4 de Janeiro de
1871.
W. Rawlinson,
Gerente.
Estsminet
Hoje principiar o novo
como foi ja annunciado.
Escriptorio de companhia,
1872.
W. Rawlinson,
Gerente.
systeroa de bilhetes,
4 de Janeiro de

r. as
S'-tS-rBrr '9B3
Dbx3r6>fVeiear(
34.RUA LARCA DO ROSARIO.34.
ra do Imperador n. 32, precisa-so de um bom
cozinheiro e de am eriado de 18 a 20 annos, paga-
se bem._______________________________
Rosalina de Miranda Henrique Teixeira,
participa aos senbores pais de suas almenas qne
Ibe lizeram a honra de lh'as ccnGarem at o pre-
sente para Ibes ensinar as primeiras lettras,
costuras, etc. assim como rega aos mais senhores,
que ihe quizerem dar a mesma honra, que sua aula
estar aberta no dia 8 de Janeiro em diante na
ra de Joo do Reg n. 1
Mol coslnraamos proearsr stleslsdos pars scredilsr
sjsjsssj prepsrsdos, e d*:xsrcos qne sns spplics*io e os
-fftatltaaes obtidos pelas pessoasqns se dignsrsn scceits-
tee. Ibes etn errdite e vogs ; porque sio sempre os
rtMUstos eoDsidersdos grstaitos, s i delles qae Unes
o chirlttanismo; mis el qoerendo offetrWr ss pes-
>tSqaeespouliD*smenle DoeaSTereeersm.os qrte biiio
eletrsoscriptos, os fsremos uubticsr msnircslsndo-Ibts
sis frelidlo pels sUenflo, csptrsndo qie "tn-hsn
/lile* cotToborsr o eonceito. e sceeii'ylo qae Irm nicre-
ic4 Bcity xirope. CanAo^omea A C.
(TTISTSMS.
''Mt. Srs. Bcrtholomeo C. f! cora s mis inbiJs
i* fK*o que dcclsrc ser e isrope A-uerirsno de ama
Scscia exlrsordinsris, pois qne soffreado b >r de
"iwsi tosse, a poni de Dio pmle dormir noi'.e a
aspaito mesaio de raethcsateuin* pw umiTs. ce
:(ic3rrie Mlercajci colher fui sitivisdo. e de iodo roe
,-ko boje rc:;sbele"ido com o oso serrnile de oiusi
sj.eio frasco.- jrrsto pois a ts-it rerntudo rosnifulo s
*. .^^ inca :unht. !innto. Be V. S. >-
4 ^v3l c-sa -' r. sbl '- t^ H
... nbvradisfi'!. m
Srs. UsrLhol
Vi ta *;: "'i.-.i
Vfgettl Americano, de sas eomposiclo, qmsid* *
sebera bastante doente de ima constipselo, fie m
tornoo completamente ronce e qne tronxe ima feru
tosse, e me mpossibilitoo de campriros mess dsTetar
de canter ds empresa Irrita, ron sgrsdeeer-lbss bm
completo reUabelecimento, qne obtisa cem si viait
do mesmo isrope, depois de h.ver recorrido a iit*
trstamenlos. Desejsrei qae eatros como ea raeerrus
so sen xsrope psra se rerem slmsdos de to Urri' c
ineommodo, ti j fatal aeste paix. Com malor eeasidi-
rsclo continao a ser da V*. Ss. sttento, seaersdsr -
ebrigsdo. Laix Cremons. Recifs SS i seunkrc
de 1868.
Illms Srs Bsrthelomes ACO xsrope Vjenl !
ricen que Vi. Ss. t*m exposto 1 vende de toda tf*
cais pira o caratito d'asihms, esnforme observsi >
pllcindo-o i roen filho Joiqnim, menor de rastre
snnos; ticiiici d'*?e Ragello, qae at entoaor Maaai
-XcedsBte a doas snaos kavis resistido- a onirsi xare*Mi
de grande norarads. Queinm pois V?. Ss. aaesiiar i
r:r:So sitamente sincera de mes reconceeimeaie sj
:.-> rrf.o qii IUe pnataram ecm o iniei'
isrept, a.-ieoitadoiM pin seropre de V. Ss. era*
. t ('".' ?do. AD".-;;o ^llo t Snir.--.t-. -
'.'- : ,U i-itfO -i. 1."6R
'"'
CASA C

A.
INIEB,
oulva.i 1
10VAS ESPECIALIDADES
l'l:arrriacauiioo privileg'-acto
-auocessor ^
rSSl sMktopol, ~>n PAIIS.
abaixo assignado, com padaria a ra da
Florentina n. 3, faz sciente aos seus amigos deve-
dores, que al o dia 31 de Janeiro de 1872, recebe
amigavelmente os saldos e mesmo dinheiros por
coma, do contrario chamar per esta olha a ca-
da am de per si declarando seu nome por extenso,
qaantias e snas moradias, e em ultimo recurso ao
Sr. juiz de paz.
Recife, S de Janeiro do 1872.
Manoel Rodrigues Teixeira.
O abaixo assiguado faz sciente ao respeita-
vel publico, que nioguem fa;a negocio com a casa
de negocio da Casa Forte, c mais bens do fallecido
capito Henrique de Miranda Henriqnes, sem qae
primeiro seja paga a divida do mesmo abaixo as-
signado, sem o que nada ter validade.
Recife, 5 de Janeiro de 1872.
Manoel Rodrigues Teixeira.
Jos Henriques oa Silva Guimares precisa
fallar com o Sr. capito Manoel Antonio Pereira,
morador em Gamelle ra, bem como com o Sr.
Francisco Horoncio de Araojo : na ra das Cru-
zes n. 38. ,____
Ul
Veriato Centeio Lopes faz sciente a qaem inte-
resar, qae vendeu os gneros e armacao de seu
eslabelecimento ra larga do Rosario n. 50 aos
Srs. Manoel"do Reg Amaral e Man el Jos Dias,
livre e desembarazada de qualquer responsabili-
dade que possa haver do mesmo eslabelecimento.
Recifa 29 de dezembro de 1871._____________
Precisa-se alagar urna casa terrea per.o da
estaco das Cinco Pontas : applicacao no esrip-
torio deste jornalH._____________2_________
Precisase de ama ama de meia idade que
cozinh e compre para duai pessoas : na ra do
Padre Floriano n. 7, sobrado de nm andar.
mPrecisa-se de urna ama para casa
de familia, constando de duas pessoas:
na ra Direita n. 3, Io andar.
. Precia-se de um servente, prefere-se escra-
vo : no hotel francs, ra das Larangeiras n, 10.
fi.
1 i*las \ca WiARINiFR
10 Instituto t'e i
rcr-ft,
o) a jnni de Pastilla, devedidj e iojcIo ;rs
fai r de momento ana solutcio
II.JECCA0
Pre.esf.v8 e cjrav. d.- MOLESTIAS C0NTA6!0Sn?
IHECTOR-PnMRfl
estojos c m
o o'.uiiic 't u:n n,!.iso, srrvir.ifo d
I HIl.TIto r SERDiCA sem us
graves ir.coaTeaieci.s e fiafilidsls
i forma, e de \niume de um Inrlc-iaoitil
CGTHXDO TODO l'n.iTAUE.ITU.
OOJLiJLi"YRJrO Contra as afeccois d?s palpebraj
nrep.r.o sob a mesma lorma.
BARTHOLOKEO C
CASA CAVIN LJSR

Depositarios geral para c BRASIL, c l*OBTtJ4UAI.
34, ra larga do Rosario. PBBJSrAMBXJCO.
riinrmareutlco ,,r- v;lra,eti
., suoceesor *
Boulevard Sebastopol, SS. PARS.
NOVAS ESPECIALIDADES A. MARINIER
Apresentadas a Aeademis de Sciescias c so Instituto de Franca.
INJECCA0
MOLESTIAS
Sob forms de rastilla, devedida e doseads psra f.se ds
momento ama sohiccio PHVEMTIVA E CURATIVA das
CONTAGIOSAS
WEIM-P1ILTM
do volume de um relogio, servindt
de Philtro e Skhinga sem oa
Graves inconvenientes de fraciliaade.
Com a forma, e do volomr de u.n Porte-Noeda eeottnoa
TOBO TRATAMENTO.
ESTOJOS
uifeccis >!as palprbras, preparado sob a mrsma forme.
TtllSTflAT AWPA 0 Pa depositarios geral nara o RR&M1L. e PORTI'*S4sl
OAli liULUiUU tX 34, ra larga Jo Rosario. PE3 NAMBUCO. *
COLLYHIO Comra
XA R O P E
VEGETAL AMERICANO
E S A LID ADE
BARTHOLOMEO&C
fi 1 eva (rU au tMi'i tifas e recentes, ctUrrkn pnlmtur, nthroi; Uiw MiralN, tmrir
kembiat, n gtr*J entra todos 01 soffrimeles das vil* ?titrilorti,
. DEPOSITO GERAL
BOTICA JB DROGAniA
M, ROA URG A DO R0ZARIO, M
PERNAMBUCO
A taersptntics dss varsas olealiu do peito, desda
phsryngite en ros) ds garganta at a tabercnlacie
swltoorjar, pastando palss disertas bronchiles cstarrbsss
cmphysenia scibs ds ser enriquecida coro msrs
ata raedicomento. qae toasart a primeira arder eotrs
aedos at hoje conhecidos. O xsrope Vegsul Aaaricaoo,
sjtrsniiado pnrarosBia egeul, nao cantea ea tas
soaposicio am so tomo ds apio, a sia somanta sac-
aos da plantas indigens, cajas prepriedsdes benficas
a can 4a molestias qne pertsncem sos ergios da re-
pmcia forsm por ns obserrsdss por longo lempo,
aaa ptimos resoltados cada vai mats ertteentes; pela
sao ata jalgaaos sutorisados a com por o isrope qae
*gors apreseoumof, a a oflereee la sos medicas ao
ulica. Presamos coa os stleslsdos abaixo e qis la*
"fas auto, a catiiaaoa qne a eonceito de qae j* gota
isrope Vegelel Americano crescer da dis s dis,
'.iitndo mnito sps da ai todos os peiwrssj se toga.
fila. Sr Barthaloaeo t CO arope Vegetal Ana-
taca*, prepsrsdo am sas eoaceitosdrssiaa pbarmacia,
*wm un remedio para caabatat i lerrifel ssthms.
*>cw'u aa aqatlla aolsstia ha qoairo aezet. sera ainds
tar caenbstido as aUqiss menssos qae tinha; este altiao
sao tise foi ortissimo qne ma prsstsa por t (lias, asei,
(rn milagrosa iarope, umando apaas tras
m, a at a presante alo f di da novo siseado. Prosa
, fV M o." wasbaiaedo ptr tai seo-
Ihe, pois as moas agrdsclmeatoi par aa lar aliviis .
lao horrirsl mal. Coa a mals aigniQcara grtuaAt
sobscravo-ao do Taca, afaetaoso a reconhecido crisa
S*Htim DaarM.Su Casa 11 afaverairo dstltl
I i lms Srs Bartboloaoo *C. Depois de qftati *at
matea da soffrimento com otos toase incessaaln, fassi
sxtraordioario, expecloraclo do na catarros enfraila
de, paria letal dss tarcas, 00 o msnor pasa*.
no fstlgava campistamente, caneado de tomar mola so>
tras remedios son resaltado tie a felicidsde de saha- va
Taca, prepertisa xsrope Vegetsl Americasp, s esa.
olio, iracas a Dana, aa oche restsbelecido ha aatr 4
dais meses, o robaste cono se nsda livssse seOria*. t
sratidao ma forea a asa doclsrscto, qae podaras > *?
faxer o aso qss qoixarsm. Son com estime de Tan
mallos resoeiudor a eriado. Anurn lotstm t
Catira SUh. Rada 8 da favaroiro da IMA
Atiesto qae asei da xsrope Vegetal Americano, i
eempoii'lo dos Srs sVifheleaaa t C paro eir de at
forte defloxo qae no trono uta renqntdAo. qat*. m
faca edundar, inftaaaacle a dor os gsrgsiii., tm
grsnde fslu deraspiraeio, a 6ai eeaplaunsoit ret
tabalatido cem na ai sidra do soasas xaror-t; pti
ie Ibes protesto eterna trotidie. rUete f d> h;
eeirede 18W. somia finir knmlm *)***
BetAo 1 instituir
machinas para costara de qualquer autor por nm
machioista norte americano ha pouco chegado:
em cata de Cliapsao, ra do Imperador d 45.
AO PUBLICO
caos senhores cteteos desa
capital.
Manael Thomaz Pereira do Reio, chimico e
pbarroaceutico pela faculdade de medicina da Ba-
bia participa ao re>peitavel publico e aos senbores
mdicos clnico? desta capital, qn? acba-;e sob sOa
dlrer(a-) a bem ccnhecida pbarmaea da roa do
Visconde de Inbauma n. 62. onde protaetie servir
bem, cora a?seio epromptido, e sem substuicSes.
O pb3rmaceulico,
Manoel Thcmaz Pereira do Reg^.
Hanoel da Silva Passos
Um amigo de Manoel da Silva Passos, fallecido
no Rio de Janeiro, convida ao amigos do mesmo
finado para ouvirem urna missa que por sua alma
manda celebrar na igreja matriz de S. Fr. Pedro
GoDcalves, pelas 8 horas da ooanhaa do dia quar-
ta-feira 10 do correte, trigessimo dia do seu pas-
saraenlo.__________________
Ama de leite.
Precisa-se de urna ama de leite : na ra dos
Mariyrios d. 21.
Installacio do novo po chinez : hoje 4 de Ja-
neiro s 4 horas da larde, e conliaoaodo lodo os
dias as mesmas horas, sendo seu preco de 80 rs.
e 160 rs. cada um : aviso, leodo chegado da Chi-
na para esta capital um novj fabricante do ja mni-
to acreditado pao cbinez, j muito conhecido na
Europa e desnecessario elogio algum em quanto
a limpeza e bemfeitoria ; cheguem freguezes a vis-
ta faz f : a ra des Pires n. 45, nova padaria
Ameneapa._______________^__________
Tinturara, largo de S, Pedro]
numero 6.
Annice'.o Gorreia Lopes com linturaria cima
mencionada, avisa ao respeilavel publico desta ci-
dade que se acha habilitado era sua industria, a
desempenhar em seus irabalhos o maior desvello,
asseio e prestesa, que para isso tem as necessa-
rias instruccoes tendeles seguranca de suas
(inlas, pele que j nao sao estranhos os seus ira-
balhos. Ao corpo do commercio se oHerece com
agrado e vontade de bem o servir em suas encora-
raendas. Tinge-se e limpa-se com perfeicao e.ti-
ra-se o mofo das pegas e tambera de chapeos, sen-
do todo o trabalho con asseio e actividade, e o
prego o ma3 cornmodo do que em outra qua!qu;r
parte dos raesmos irabalhos.
O abaixo asignado faz scieute ao re~peitavel
corpo do commercio desta praga que nesta data
admitiio como socios de sua casa commercial seus
dous (ilhos Alfredo e Adolpho, podendo aquelle
fazer uso da nova firma que ser Joo Martins de
Barros & Filhos. Recite i de Janeiro de 1872.
J.-So Marlms de Barros.
CASADAF08TC1U
Aos 5:000*
Bilhetes garantidos.
i rnt Primeiro de Marc (oatr'ort ru* 4o
Crespo) d. 23 e usas do cortme.
O abaixo assignado, tendo vendido aos seta *a-
iltea bilhetes un meio n. 2276 com 6:000*1000,
am qotrto n. 2374 com 800*000, na meio n. 577
com HOOIOOO, t outras sortea l 40*000 SO*
da loteria qne se acabon de extrahir (220"), con-
vida aos posinidorea a virem reteber na coa-
formidade do costuras sem descont algum.
Acham-s i venda os bilhetes garantidos da
. pane das loteras, a beneficio da motriz de Ca-
brob, (MI*), qne se extrahlr oa segnnda-fei-
ra 15 do corrale mez.
PRESOS.
Bilbete inteiro 6*000
Meio bilhete 3*000
Qnarto 1*500
la porco de 100*000 para cima.
Bilhete inteiro 5*900
Meio bilhete 2*750
Qnarto 1*375
Maaoal Martins Finia.
O Sr. ex-cootra mostr da mosic* mi
litar da villa do Cabo, qaeira vir a esU ty-
pographia Io andar i negocio de seo inie-
resse^________:^_______________
Paga-se bem a dnas escravas,
urna para ser empregado nuca-
mente em engommado, e ootra era
eosaboado e algum servico de casa. Na estrada
da Ponte de Uehoa, antes da igreja de S. Jos, sitio
o. 1_________________________________
Precisase de um (eitor dando provas de ana
conducta : ra do Impender n. 22.__________
Alaga se o 2* andar do sobrado sito a roa de
Lomas Valentinas n. 86, com os comando* segnie-
tes: 2 salas grandes e bastante frescas 3 qnartc
grandes, cosioha lora e nm corredor com portio
para a ra de Hortas : quem pretender dirijo *e
a praca da ladependeoia ds. 19 e 21 I ja de eaa-
pos._________________________________,
Urna preta; querendo alforriar-se, pria de
300*000, para pagar com seus servigos: quera os
quizer emprestar annopcie._________________
Alnga-se o segunde andar da casa da roa
estreita do Rosario o. 42, outr'ora praca da Boa-
vista, em perfelto etado de limpera : iratar com
Jos Henrique da Silva Guimares, na ra das
Cruzesn. 38, 1 andar, on oa Soledade, sitio p. 29.
30,000 RS.
Na roa estreita do Rosario n. 35, primeiro an-
dar, continna-se a forneeer almoeo e janur par
(ora, com asseio e promptilao, sendo para ir* on
quatro pessoas reunidas, a 30* por pessoa, e sf n-
do para urna t por 40*. mandando se levar era
casa dos assignantes s bjras que os mesmos 4e-
terminarero. ______ .
AMAS
aiy-
iDie-
MBn.
AMA
numero 33.
Precisa se de urna que evatabe
com perfeicao, para casa de t->-
mem sjlieiro : rui dj Aseria
Rob. Lighibown 8t C., mudou seu escnpl'-
rio da ra dj Mrquez de Olinda (.jutr'ora ra da
2adeia o. 5i> oara a roa do C> mmi-rcio n. 48, (ou-
l'ora roa do Trapixe.) _______^^
Caixeiro,
No hotel da ra larga do Rosario n. 29 precisa-
se de um caixeiro.e pagase bem.
Precisa se de urna ama preta de
meia idade, que saiba coznbar >
comprar para ca-a de pouca larai
lia : na ma do Carnario n. 13.
Aiuga-s um mulato
Camaro n. 7.
Precisa-se de duas amas livres ou escravas,
urna para cozinhar e comprar e outra para o ser-
cozioheiu : ca ra dofvico intsrno : a tratar na ru da Cruz, armazen
n. 42, ou no Corredor do Bispo o. 23.
=g p 2 h-r a i.;?'-'"-_~ ~ =
S* JoU < as
::'?? lE: :
Ra do Sol.
i.. r i i
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t k4) m hg m r-&
SSisSSe)
1* ti I* !* I
H li 1. li IO -
5oo5:
^a>*i*f
ggggggggg
4> t* 4 > i
141 r*

h.>^i^|-l!^!^t ?gggf
g
Roa Forro-isa.
Ofllcica?.
Soledade.
Caminbo Novo.
Manguinho.
Entrada dos Aftlietos.
Igreja dos Afllictos.
Taroarineira.
Mangabeira,
Casa Amarella.
Monteiro.
o
c-
>
en
en
:::::::: : : 8S
......... sMs.lsls.
::::.:::: 8SS
;gSi
::::::: 88S5S
:::::: 85SSS
: ; i S8S8SSS
."
I888S8S
e e .- ** -- iSk* t* h> r-4.
: : : S8888S888
s-*i^-^-*Jis*.Jlsl!
: : 8SS8SS388
'. H-iXi^i.wiauu!
' ec5oooocro<
lIillll^
Ra do Sol.
Roa Formosa.
Offl:ina.
Soledade.
Caminbo Novo.
M'nguinbo.
Entrada dos Affl'ctos.
Igreja dos Afilicto.
Tamarineira-
Mangabeira.
Casa Amarella.
Monteiro.
P
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t_i *~ ?-. -^ -* .
Z> I -a w O O 00
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Sr*
2
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C3
Troca-se nota? do banco do Brasil e de snas
Sllaes na ra do Baro da Victoria n. 63, amiga
roa Nova, luja de Joo Joaqnim da Costa Leile.
Francisco n. 31 precisa
duas ama?, sendo urna para co-
zinhar e outra para engomraar para duas pessoas.
AMA;c-Nderaad(
-- loanna de Siqueira e Silva, prefessora parti
cular da freguezia de S. Jos, onde tinha aula de
oslrucgao primaria, boje achando-se mudada par
ra a freguezia da Boa-vista, faz sciente aos pais
de familia que quizerem ulilisar-se de seu presu-
mo, dirijara-se a ra da Uniao n. 53, onde a acha-
ra prompla, dando principio ao seu magisterio, no
dia 8 de Janeiro corrate________________
Preci-a-se de urna ana para cozinhar a Is-
vjr para dous tioraens solteiros: no paleo da Ri-
balra n. 23.
Sala para escriptorio
Alagase na ra do Imperador d. 33, I* andar
tratar com o inquilino da sala de deirar. __
Aluga se a in i-agua n. 6 no becro do F'-
co : a tratar na rea d.s Pesrailores n. 17_____
" Pri.cisa-se alagar urna ama para ca re
pouca familia : a tratar na ma do Livrarnento n.
36, 3 andar. ___________^___________
AMA
Precisa-se de urna ama em rirt---
ribe. na poveaco : a tratar na ra
do Vigario n. 2fi. andar.
"stiVr..
SfTv:
CoroneJ /os t'edro Velloso da
-Si Iv eir
Ki a 8 co torrente, 1 anniversario do faileei-
meato do corone! Jjs Pedro Velloso da Silveira,
cel-b^a o padre Jo; E>teves Vianna urna missa
na ras ir ir. ila villa do Cabo, o convida a lodos os
prenles e amigos residentes na dita villa, para
ass'-rem a e>te.acto, que t:r lugar pelas 7 ho-
m -a aauhaa. ________________
Canaa
Aiuga-ie urna ean6a para earregamenlo de li-
jlos ciera preienJer Jirija-se ra Direita n
28, k>ja.
.4 commercio
Os aoaixo asaignaJos evim ao conhecimento do
respeilavel corpj do coranercio, que de mutuo
aectrdo di>solveram a socielade mercantil que
tem gyrado nesia praga sob a firma sucial Barih>
loineu A C. a ;ontar de 15 de setembro do auno
prximo Hndo. relirandc-st) o soeio Jos IJedro de
Souza e Silva iqieiramente desligado e exonerado
da qualquer responsabililale, 8 Meando cora o es-
tabolecimenlo o socio Barao de Sania Cruz, e a sen
cargo o activa e pawiv o ^ual contitiaa no mes-
mo gyro de negoio sob a mpsiui firma Bartho-
lomeu A C, qae adrnitte era ?uas tran tsiramecte por sna coca e rsspoasabilidade.
Preva'eeeo) ae da opportunidade para doclarar
qne nada deve nesta praga, qutr extincta firma,
quer a ada uro dos socios em particular.
Recife 8 de Janeiro de 1872.. Por procuragao
de Jos Podro de Sonza e Silva,
Jos Pedro d Silva.
Baro de Sania Cruz.
Companhia Allian$a
DS
seguros maniimos e terrestres
estabelecida na Bahiaem 15
de Janeiro de 1870.
CAPITAL..Ra. 4.000:000*000.
Toma seguro de mercadorias e dioheiro
a risco martimo em navio de vel'a e vapo-
res para deotro e fra do imperio, assim
como contra fogo sobre predios, gneros e
fazendas.
Agencia roa do Commercio n. !, es-
criptorio de Joaqaim Jo; Goocalves Bel-
tr3o. _____________
Offerece-fC nma muiner paia lavar e engom-
mar em sna casa : n< rna da Assnrapgo n. 76.
Pede-se aos Senbores que trverera conta.
parlicnlares com o fiaadi Mooel Ribeiro Bastos,
teuliau a bitlade ae aprcs-ralar a3 mesmas at
o dia 12 Jo corrente visto ea.ar se fixando o ba
hago desta daja em diaotn nao se ficar mais
respoij.ivoi por qnaiciuer urna conta que apa-
reca.
Reeif'\ 8 ile jane.ro de 187S.
Por Manoel Ribiiro Basto?,
Mano' Jos Ferrelra.
Sl^":
AOS 6:0004000
Celio venda os felizes bilhetes a I terta 4a
ahia. aa casaelix do arco da Couceigi.
nrives no Recife._______________________
Cdese parapas-ar f^sia p rmuaicaqiu;.-
tia urna casa muilo fresca eom 2 salas, 5 funt
cozinha, copa e cacimba; em Sant'Anna : a tratar
no largo do Paraizo n. 29. 2 andar.___________
Aloga-se ou vende -f
sa e sitio da estrada G, M-
flictos n. 22, o qnal Uro 00
palmos de frente e o r
1,300 de fondo, com cacimba, flrocteiraa,
etc, assim como vendem-se terrenos a:-%
lados do mesmo, tendo as lentes o w fon-
dos murados, sendo na verdade excellocio
acqoisic^o para edificagSo, nao .< por ser
bem perto da cidaie, como por putar pela
frente a m frrea do Arraial: a iratar c- ra
Antonio Jos Rodrigues de Soura na theso -
r:.ria das loteras oa com Carlos da Silva
Araojo na ra do Rom Jess o. 23, iraa-
zem._______________________________
Attencao
Vende se p hotel d. ra do Ordoniz n. 10
ira lar no mesmo hotel.
vH.^
comprar
Preisa-se de urna antea
para todo servico de c*a iJ"
_ familia, menos cosiabar e
a ra Direita n. 80.
Aluga-se urna haiva de capim ^ra Sa'.o
Amaro, por um ou tres arrans: a rratar na rea
do Capitao Antonio de Lin-a n. 66.
Antonio Jos de Ca.tro Aievedu aclara o
publieo e priucipalmeote ao corpo do cimrnerc
que achande-se alterada sua sanie, m relirou
desta cidade para a povoagio de Trompeta.
Precisa-se de urna ama \v.
cozinhar: a tratar na ra
^Ife^S
do Vi gario n. 11.
Precisa-se de um cam-iro que tenba pratiRO
de taberna : na ra de S. Jjrge, antiga do Pilai
i. 135.
n. 28, 1- andar.
Preci>a-.e. de bm ama pa-
ra ca?a de pouca fa-nili.. : ;>
tratar o. rna da fmrierairi.
Joaqnim Jos Gonqsi-
ves Beltrao
Raa do Commercio n. 5, \" andar.
Sacca por todos os paquetes obre o
banco do Miao, em Braga, e sobre o e-
guinies lugares de Portugal.
Amarante.
Arcos de Val de Ve.
Rarcellos.
Beja.
Cbaves.
Coimbra.
CovilbS.
Faro.
Guarda.
GoJinarSes.
Lamego.
Lula.
Mirandella.
MoncSo.
Ponte de Lima.
Porto.
Tavir?.
Valpassos.
Vianna do Castello.
Villa de Conde.
VilH Nova de FamalicSo.
Vida Nova de Portiman.
Villa Real.
VlSBeJ.
Vaieoca.
Precisa-se de nm caixelro erm pratlca d
taberna : a rna estre't do Rosario n. 47.______
Preeisa-se d* omi ama para reerolar par
casa toponea firailia aaroa ai -t*'
ro 29.. *


i+
f*.ian do rtrnauLbuc* Terqa eira 9 de Janeiro do 1&72
-/
i
0 MEO ELEGANTE
N.l Ra estreita do Rosario n. 1
ALTANOVIDADE
Recebidas pelo vapor francez Gironde
Liadas chapellinas de seda para senboras, chapeos de palha de Italia e de seda,
cousa moderna, ricos enfeites de blond e flores para cabeca, pentes modernos para co-
qne, riquissimas goarnicoes de fuulard da China para cabeca e peito das senhoras,
bellas gravatiohas para senhoras cousa inais lioda possivel, completo sortimento de
lindissimas flores, sipos de flores de larangeira para enfeite de vestidos, ricas grinal las
cora veos para casamento, leques finos de osso, sndalo e madeira, veos de blon 1 para
ooivas, esplendido sortimento de galao de seda, franja. Ota de setim, de velado e de
grosdeaaple de sedas e de todas as cores, bicos de blon l braaco e preto, elegantes
espartilhos da ama s peca, aspas de ac> para os mesmos, bonitos chapeos de sM de
seda pretos e de cores para senhoras, lavas de pellica de todas as cores e da meih ir
que tem vindo ao mercado, Gvelas de madreperola para cabera e pulseiras, bouruou e
pelerinas de 13a e seda, coma propria pira a; pessoas que esto nos arrabal des, volias
pretas a benoitoa com cassoleta e cruz, nltima moda.
Perfumaras
O Mozeo Elegante acha-se prvido-de grande sortimeato de perfumaras, inglezas
e francezas, o recommmenda aos apreciadores doste artigo o apreciavel perfume GRAN-
DE DUQUEZA FENO!!
Botinas para crianpas
No Muzeo Elegaute vende-se botioas para criancas 33000 o par, fazenda que
em outra qaalquer parte vendem por 45000.
Foupar dinheiro
No Muzeo Elegante est se vendendo camisas de linho para homens, de 60,5000
por 475000 e de 700000 por 553000. a ellas antes que se acabara, chapeos de
sol de seda paragon consa moderna 145000. 165000 e 185000. bengalas de
cana com castSo de marfim, bengalas de baleia e outras mui'as por prejos baratissimos.
Ouro a imitapo para passar a festa.
Os amantes da elegancia encontrarlo no Mazeo Elegante modernas cadeias de
ouro a imitacao pelo preco de 23, 35 e 45.
Grande Enconomia

Qaem for amante da economa apareja no Mozeo Elegante, pois est vendendo
talberes finos de balanco com um cravo uo cabo 45800, ditas melbores 55000 fa-
zenda esta que nioguem pode vender por menos de 63 65500 a duza, temos de
baadeijas finas 155000 rs., ditas marchetadas de madreperola 185000 e outros
maitos artigos que os proprietarios do Mozeo Elegante esto r esolvidos a vender bara-
to por ser fim de anno.
Ra estreita do Rozario n. 1.
DE

FERREIRA MARTINS & C.
LEONARDO K
Esta empreza tem nm liado sortimento de can-
dieiros, arandelas, peudenie?, etc., tanto em vidro
(crystal) como em metal, e ama variedade de glo-
bos dos padres raais moderaos e por pregas m-
dicos. As amostras podem ser vistas do escripto-
rio a. 31 roa do Imperador. Bicos psra gaz do
melbor feitio a GO rs. cada um. As encoramen-
das Dodem ser feitas por escripto, na rna do Im-
perador junto a secrciaria da polica, ou dirigidas
ao abaixo assignado na fabrica S. Jos, que serio
promptamente" aitendidas.
Tbos. Newbigging,
Gerente.
AMA DE LEITE
Preci?a-se de urna na roa do Crespo n. 7.
Primeiro introductor dos pocos tu-
bulares da Abyssinia em Per-
nambuco.
Acabs-se de receber, a presos mnito re-
duzidos. nova remessa desses execellentes e ele-
gantes p eos, cujas vantagens j bem conhecidas pe-
la prompta e abundante quantidade d'agua qae do,
f. zem-se recommendaveis aos Srs. empreiteiros de
obras, para os estabelecimentos fabris, industriaos e
ou'ros, pella f,cil collocaeo e reinociio, tanto dentro
como fora dos edificios. Ees se prestam igual-
mente nos quarlos e casas de banhos pela commo-
didade do seu assentamento e pouco ospaco que oc-
cupam, e grande economa da despeza que se teria,
pelo encannamento e consumo, com a compauhia de
Beberibe.
Estes poqos tambem substituem
completamente a& bombas dentro das
cacimbas j feitas, distinguindo-se del-
las pela sua elegancia, solidez e quar>
tidade dagua que fornc-cero,
So se recebe o pagamento de-
pois de collocados e que funceionem
a contento dos compradores.
Para encommendas e mais escl&re-
ctmentos trala-se na loja do senhor r.
j,-germann, ra Nova n. 21, e na
officina de melaes do senhor paulo
jos da silva freir, no largo da
Concordia n. 7.
RUiDOBRUMN.52
(Passando o chafariz)
Annuncia aos senhores, de engenhos que por falta d'agua
ou mortes de animaes nao possam tirar suas safras, que est
prompto a assentar vapores dentro em 8 dias do pedido applican-
do el les as moendas ja existentes.
Tem em deposito variado sortimento de preparos
MOTORES PARA DESCAROCAR LGODO
A vapor, agua on animaes
inclusve alguns que noprecisam de obra alguma decarapina
pelo que podem funecionar logo que cheguem ao lugar.
FORMAS PARA ASSUCAR
Aquellcs propiietarios quequizerem formas podem desde
j fazer suas encommendas, pois a casatm em viagem e car-
regando numero sufficiente para suprir a todos quantos queiram
MGH1KISM0S DIVERSOS
nesta fabrica ha deposito de todos os .nachinismos empregados
na provincia, e acceita-se encommendas para fazer vir qual-
quer machinismo a vontade do cliente.
Empreza do gaz
Pernambuco.
Loja para alugar,
No Jpa'eo do Terco n. 17 : traa se na raa do
Imperador n. 81.
ALUGA-SE
um lindo sobrado travessa do chafariz o. li, em
Fra de Portas: a tratar com o commendador
Tasso.
ADVOGADO Si
Dr. Joaquim Correa de Arajo
67Rca do Imperador67
Aos pretendentes.
Fat-n negocio com a luja da ra Novan. Iff,
garanudo-se o arrenlaraento : a tratar na
mesma.
i
I. Hartona Carolina Lobo v
Corta Real.
Travesa da roa da Palha n. 205, f9t
2o andar. $
(:ASA PARTICULAR) *
Ple admittir em sua casa, a qual'of- *
ferece as raelores condicoes de "coofor-
* tavel hospedagem, por preco mdico, al- g*
25 guraas pessoas cu familias do Imperio,
?J* nue pretendan) demorarse em Lisboa, Q
i
i
Arm-zem. I
Traspassa-se o arreodamento do arraazera d. 3i
na roa da Cruz : a tratar na roa d Crespn.
16,1 andar.________________ __
00
Offerece-se urna
engommar somonte :
beceo do Fiihio,
mull-.! para cotionar
a tratar ua raa da Gloria,
Pernambuco Street Kairway
Company.
Linha de Santo .^fmaro
No da 10 dj cofreate bre-se ao publico esta
lioha.
Os carros panitao da raa Ao uruin.
Des-'ie as 3 e 10 to as 7 s 10 da raanh de
meia em meia hori.
Depile as 7 e 10 at as 0 e 10 da machia de K
em 15 niatos.
Desde as 9 e 10 at as .1 o 10 da urde Je meia
m meia ora.
Desde as :j e 10 s 5 -e 85 da tare de 16 em
.19 oiinuto.
Desde as i e 3 at as 10 -- 08 ti noute de
raeia em tieia hora.
D) largo do Santo Amaro parto o nrieieiro car-j
ro de mannaa as 5 o 48, e o ultimo de uonte as
l o S5 minutos.
LwarSo eru cada extreaidade o disea LAR-
0 E 6Airo AMAftO oofero fjndo ana! e de
n-ute (ario lozes da mesma cOr.
Bocife. 8 de jaieiro de 187i.
O (torete.
Bernardo Whitmao.
O terreno di) sitio -* Olho de Vidro em Par-
cameirim, do ladj do pente da linda terrea, com
landos para o sitio Oj Sr. Salustiano. acha-se
dividido em partes de eem palmos de frente e
qaatro centos o tantos de ftiaio : os pretndemes
* urna ou mais parte, podem ver a planta na lo
ja da ra Doque do Gixias n. 43._______^^^
oDfrarii de Nosa Seniora da Soledade da
Boa vista 8 de Janeiro de 1872.
A mesa 4a contara de N. S da Soledade tendo
it mudar alebrar urna missa da requies por
alrot da seo jm confrade Dr. Abllio Jj? Tava-
res da Silva, eoavili iodos os irruios desta ve-
peravel MSfraria, bem eooio os parales o amigi/s
do> rnesmo fltud) a as^stireai a osso acto do rell
giic a cndale ; ijubla-feira H do eirrente, i.-i-
iesiai9(tia fe *ea paiamo;i!?# P'lai 7 n^n da
Bjaoft*.
O ejerivij,
a'.n. I 3:rbo;a da Anoja
mmk
Rogt-se ao iilm.Sr. Ignacio V.eira tcehc,
:rivao na cidade de Nauretn desu provincia,
favor o vir raa do Imperador n. 18 a conciuii
iquello negocio que V. S. se oomproraetteu reaii-
sar, pola terceira chamada deste jornal, em fin
de deietnbro prximo passado, o depois para Ja-
neiro, passou a fevoreiro o abril, e nada eomprio,
e por eMe mo'ivu de novo chamaco para dte
fim ; pois V. S. se deve lembrar ana esto negocie
do mais de oito ancos, e oaando o toobor Mt
fiho se achava no es necta cidade
Assi^natura do novo compendio erara-
maiicaJ das liBRUas italiana e portogueza, ofereci-
do o acceito por sua mac-staie imperial a augus-
ta imperatriz do Brasil; imprime-se na lypogra-
phia IjBiversal dos Srs. Guimaries A Olivelra. 0>
Srs. litteratos-e asiguac.es que qnizerem figurar
no dito compeodio, tenham a booJade de assigna-
rem sous nonaes na roeemi typngrapbia. O pro-
(o ser maito mdico para os' seubores asignan
tes.________________________
Aluga-se a asa i-f? da roa Imperial n.
230, com coiomedfs p^ra familia : para ver na
casa junto, o a tratar ca pra;a da independencia
d. 2.
ESCOLA PARTICULAR. jA
< |9.-------rtflA da Prwu.--------19.
: Anna Seohorinba Monteiro Peosa.
5 Materias de en?no. Todas as que com- Hit
, preheodem a instruccao primaria.To- ^
| os trabalhos de agulka, inclusive bordado Sr
l de ouro.Floreo le. .W
l Ensina-se msica previo ajuste. ^
\ Tambem rocebetn-se alomnas internas. JR
a passeio, ou por muletia : para iofer- )fL
ma^Ses, qneiram derigir sea rna Primei g
ro de mar (o, (antiga do Crespo ) d. 19, %%
Ir ja de fazendai dos Srs. Jos des Sjnt.s f
Nevos & Irmo, em Pernambuco. 55
0
Aloga-se nraa casa terrea r;a ra do Hospi-
cio com C'.-tnmodos para umi groado familia: a
tratar.na alfandega com J. C. Reg Valenja, ou
em Onda em casa di Sr. \atonio Ramos.
luga-se
O segando andar o obrado da ra do Vicario
n. 20 : tratar na na i> Amorim u. 37.
CASA. DA FORTUNA
RA I PE MARCO OHTP'ORA 00
CRfiSP3 N 23.
los 20:0001,000.
O abaixo asigndo tem =empre exposto ven-
ia osfees bilhetes do Rio de Janeiro, pagande
proroptatrento, como costnma, qnaltjaer premio.
PFECOS.
inteiro 24*000
leio <2O(rP.
.uarto 6d00G-
Maooe! Martin* Fiuza.
O bacharel D. Luir, da Silveira acba
,- se temporarumeBte re-idwdo ra do
B" Piysaodii u. i(*, PasMftm Ja Mgda-
''.na, onde pule .jr cn;onlrado das %
da larde em di.itiie.
Trabalhador
Precisa-se de um trabalhador na pharmacia
americana : ra Duque de Caxias n. 87, pre-
fsre-se oseravo. _________
Prensa hydraulica ingleza, ra
do Apollo n. 26.
Este estabelecimento do 1* de Janeiro de 1872
em diante acha-se de novo prompto para inspeccio-
nar, receber em deposito o enfardar algodo, qual
quer que seja a quantidade, com a promptido
que se pode desejar. O abaizo assignado participa
portanto aos senhores reeehedores de algodao, que
estar sempre prompto a servi-los com toda a
prestesa o exactido. Os armazens cham-se aber-
los desde as 7 horas da manhaa at as 5 da tarde.
0 preco para a inspeccao, embarque e deposito
dos algodoes ser regolado e segundo o costnme
da praca, a do enfardamento bydranlico como se
eonvencioaam.
^_____________Wllliam Vanghan.________
Aluga-se
O 2* andar do sobrado n. 64, a ra de Lombas
Valentinas, com commodos para grande familia :
a tratar a ra do Raro do Triumpho n. 96, ou-
tr'ora ra do Rrum.
Attenpao
Mnoel Vctor de lesus da Matta declara que
nada deve, e alguem se julgar seu credor, qnei-
ra apresentar ua conta no praso de oito dias, ou
aoauocie por este jornal.___________
Muita attengdo
O Sr. ex-tenenle de voluntarios, nao vindo res-
gatar em oito dias que Ihe ficam aprazados o seu
tale do 58JO00, ha mezes vencido, ser convidado
por seu nome, sendo tirada a limpo a traosaeco
qne den origem ao referido titulo_______
Joaquim Ferreira dosSantos, professor de dan-
sa, parlecipa que abre sua aula na ra estreita do
Rosario n. 29, 1* andar, no dia 7 do correte,
continuando a leccionar em dansa com toda a re-
gra, as tercas-feiras, qointas e domingos, e nos
outros dias se acaa prompto para ir aos collegios,
e casas particulares. Tatubem lecciona em parti-
cular em sua casa a qaalqjer cavalbeiro que pa-
ra esse fim o procure. Na mesma cafa ha para
vender por preco commodo um lindo porta flores
da contas de vidro, com flores para enfeites dos
cortinados de sala._____
Aula particular de primeiras
lettras.
Anna Theodora Simoes, avisa aos senhores p'.is
de suas alumoas o ao respeilavel pubiieo que se
achata abena a sua aula particular de instruccao
primaria DO dia 8 do correte na travessa dos
expostos, casa n. 16, segundo aodar, onde espera
saiisfazer a.s senhores pais de familias, que Ine
lonliarem saas Gibas, tanto aa materias que cons-
tituem a scbredita iutrnecio, como tambem em
msica vocal, e no que for concernente as habili-
dades de agulbas.
Aluga se urna escrava boa cizinhaira : na
raa da Cadeia n. 1.
Cozi heiro
Precisa-se de cm b m cozinheiro, a paga-se
bem : na estrada do Manguinho antes da igreja
de S. Jos, sitio n. 2.
Aula particular de iuetruc-
Co prima* ia.
t'anoel de Souza Cordeiro Simoes avisa aos se-
nhores pais de sena alumnos, qae no dia 8 do cor-
ren^ abre sua aula continuar seu* exercicios,
na mesma casa n. 16 da roa travessa dos Expos-
tos i o ao respeitavel .publico, que contina ad
mittir alomaos externes e internos, pensionistas e
meio pensionistas.
collegio de Santa Urgala taudou-se da ra
Formosa para a ra da Imperatriz n. 32, casa on-
de este ve o collegio de Santa Anglica. As ferias
do raesmo collegio findam-se no dia 8 do correte
e des?e dia em diante recebe meninas pencionis-
tas, meas pendonista? o internas.
A directora,
D. Urcula Al-xandrina de Barro--.
COLLEGIO *
D.V
,M
A\ LIEK u\ Precisase de tima ama que
V\m\\\ SP-a bc,a eozinheira e qne te-
^i YW NK uba estado em ca-as estran-
gsirai: na roa do Comojereio n. '8, arni;.em.
Pede se ao Sr. Dr. Vicente Pereira do liego
Filho, o favor de vir roa Duque de Ca.rias n.
53, a negocio de seu nteresse.
Trosf?re-s9 dons annos de resto do arrenda-
mento de ura onjeiiho grande e o'agoa cora safra
no campo para cerca de 4,000 pies o ontra fon-
dada para ser eolhiist at maio de 1873 : dista di
tstacao da Uaa.i iegi, e ba facidide em oblor-
se coDtiQ'Jscao noariendamenlo. Fas-se najocio
por metido de sen vtor, p Dar maior oiclitra^oes
se enio-.^rio Una, otj m rpa Nova r.. 14.
As anlas desso :ollogio principian a n&
fueciinar no dia 8 do correno mez.
P/ecisa-so de om caixeiro pjra taberna, pre-
fere te nortugoez : tratar em Olila, rna dos
Qoalro Cantos n. 9. sobrado, ou n 0, taberna.
Para casa do um bo-
rneo sclleiro.qne so trata
com asstio, preema-se de
nma senbora de meia
idade, e eom bastante ca-
pacidade, para romar a
sen cargo todo o arraej-j do3ietico; uzinhao^
do e engnmmando com perteico. Pazfmse to-
das as vantac.'n, que mvrexr stu bomcom
portamsnto: no Bazar da Moda, na N?t n. >0,
se dir com quem so traa.
4
Na rtllnaria da ruado Rangel i. 43, precisa-so
de trabajadora [ara a mesera, e qo entpoda de
servico ; e tambem se pwisa de nm caixeiro.
c
PfoclM-M ,
eom a'gnra pra 3? Saq^Cnu a. i.
AVISO
Cqrreia & C avisara aos seas numerosos fre-
gaezes o cora especialidade ao respeitavel corpo
do eoinmereio, que modiram seu estabelecimento
para a ra do Imperador a. 50, amiga roa do Col-
legio. '
O abaixo assignado, sogro do Sr. Joao Alvos
Mendos da Sila, morador nesta cidade, previne a
quem convier, que o dito sea genro nio pode
vender nem a qaalquer uutro titulo dispr dos
bens que possue por serem todos dotaos de sna
raalber, filha do abaixo assignado, corno consta
da esrriptora antenupcial celebrada m dezembro
do 1367 era nota do tabellio Porto Carreiro, dos
qoaes b9ns apeaas usufructuario o referido seu
genro. Recife i* de Janeiro de 1872
J\s Francisco Xver de Mello.
Os Srs. Jos Franc tco Ribeiro de Sou-
za e Dr. Francisco Jo8 fybello, o 1" pro-
prielario do collegn de Serjto Aaiaro e o
2o prop alario de om ou:ro col egi?, sao
rogados a uandarero a esta typograpbia a
neppcio rieinterespe._____________
- p/fr-sa so de utn poqueoo para caixeiro 9
armascQ dt ^arne: na roa d 1'iiJr > AIT? a?ero 19,

COMPANHIA
D03
TRILHOS URBANOS
DO
RECIFE A Ol.mD.4
e Beberibe
D'ora em diante serlo trocidos os bilhetes desta
companhia, por dinheiro, somente as sextas-feiras,
das 12 horas s 2 da tarde.
Escriptorio da companbi, 2 de Janeiro de 187 I
0 secretario interino,
Jos Fortunato S. Porto.
Utsinh iro
No caf chinez rna larga do Rosario o. d3,
precisa-se de um cozinheiro que tentta pratica le
hotel.
AVISO.
Tendo-fe urgente preciso de fallar ao Sr. II u
ry A. Kran3e,|e nao sabendo- o onde sua resi-
dencia, pede-se-lbe o tavor de apparecer na ra
da Lapa n. 15, prensa de algodo.

2k : k recisa-se -e urna ama
qne sala fazer todo serv;i
_ de urna casa de nm homem
solteiro, e que tenha boa conduela, prfferindo-se
algama estrangeira : na ra do Commercio n. 38,
armazem
Preci?,a-se
De um homem forro ou escravo para carregar
pao e bolacha na padana a rna da Mrquez do
Herval n. 9, e tambem precisase de um menino
para nm dos melhores estabelecimentos em Saet
Amaro de Jab)atao : tratar na ra de S. Fran-
cisco n. 70.______________
Precisa-se de amansadores : na padaria da
roa do Rangel n. 9.
Escripturacao mercantil,
Um gnarda-livros habilitado dispondo de algu-
mas horas vagas, piopoe-se a fazer pequeas es-
cripias mediante mdica compeasacao : quem dos
seu3 servico* se quizerem utilisar drixd cana coii
as iniciaos W. G. na ra estrella do Rosario n. 20
2 ao jar.
COMPRAS.
COMPHASE
diarios para embrulho a 4|800 a arroba: na rja
arga do Rosario ns. lo e 17.
VENDAS.
Cafe do Ceara'
Antonio de Moura Roliai C vendem caf do
Cear de I' usiifade : na ra Duque d-: Caxias
n. 73, amiga do QoelAiado. ______
Pedra marmore a 500 ps
Veuie-se urna pereSo de pelras ji faeiadas a
a 500 rs. cada urna : na ra do Raro di VielJ-
ria n. 48, loja da Norma de Sampaio A C.
Attenpo,
Vende-se a coxeira do pateo d; Paraizo n. 10
tratar na mesma.
Vende-se um terreno com 8 palmes de
trente e 244 de fundo, na roa do i".-in'!e da Roa-
vista, antiga Formosa: tratar na roa do Hos-
picio n. 34, sitio. ______
Corteja de Noruega
Verdadeira e superior : venda a de Tisso lrmaos A C
Vende-se urna excelleute Seraphma cbegjda
ltimamente da America : para Ver, a toda hora.
no Corredor do Bispo n. 53.
Vfndfi se una caua de casal em mnito bjm
estado, fallando somente o lastro >ie palha e urna
excellente macaina de costura, nova, em muo
bom estado : a vr no Corredur ii Bisoo ''*'
Venue-se u estabelecimento da livrana Po-
pniar a ra do Imperador n. 67, era fundos ,<<.
principiante: tratar no Hospital Poringnex.
_ Veiide-se um sitio c'i:i ca-a r:o !jg:r do
Barro com bastantes arvoreJos de (raeus, tsodo a
casa 4 quarlos, 2 salas e bam banho por pasar o
tin no fundo do mesmo, por pre^o commodo :
tratar na travessa das Cruzes o. 4, oja de cal
cados. _____
fal nova de Lisboa
hgada no vapor AUce
C, roa da Co roercio n.
vpudem E. i'.. RaboHo *
Muita atten J n3.) desconhecido qoe existe rna
do Duque de Guias n. 45, -\ loja de mia-
dezas denoraioada MAGNOLIA, ete legante
estabelecimento pretende adquirir ja gran-
de numero de apreciado; es, visto qae leri
sempre o que da raelbor hjover do mer-
cado e importar (como j o tem feito) por
conta propria, o que houver de mais chi-
que na volha Europa, < ode a MAGNOLIA
tem habis correspondentes, e para pr.v..
do que ha expendido a MAGNOLIA convida
a todos geralmente e c-in especilidade o
bello sexo a visitarem-na, arla de apreciar
a superioridade de sens objetos e comrn)-
didades de prefo?.
A MAGNOLIA, n5o pretende tornar-*
massante, limita-se por ora a mencionar
poneos artigos deiando os demai? para se-
rem vistos pelos concurrentes.
Bonitos enxovaes para baptisadot.
Ricis almofadas bordadas para soB.
Perfunurias, leos e baaba dos a
res mais conhecidos fabricantes.
Sapatos bordados em ia!*gar-;j.
Ricos objecios para prescc!er.
Chapeos de velludo epaJbz i'Ita ;: ta-
dernos e de gosto.
Graratinhas inuito bonitas para teohora,
e lacos para caneca e peito (ooviade.)
Artig is de phantasia e proprias D?ra Ion
(elle.
Ponbos e gollinbas bordidos.
Camisinbas bordaJas para seabora*
Peitos bordados pao c?ra;a 3e bomem.
Ricos diademas
Do gneros snpsriores
Todos estes artigo^ $?.t~o vedidMajo
os demais por precjs rHfttWf, ta MAG-
NOLIA ra do Dnque de Caxias n. 4S.
Atteaijao
.No restauran', da Escala junto a eaiaaSo, "ax
para vender 100 dozias do grrl--" e t> tijas va-
sias, por commodo pregi.
Veude-.-e a casa terrea da roa im:'-riai .
101: a tratar na estrada de Joao da Barros, pri-
meiro sitio a direita ao eDtr'ar pf'o So'e'lsde, qne
tem grade e pertao da ferro.
Especilidade.
Vioho do Porlo o melhr a das^i^r, em bar-'i-
de (0 o 0: v?-ila se ao escrip oru Primos, ra do Vigario n. 17.
Canarios de //lem^tihi
Chegou nm g-amlo lortiiaetS de hth de
Al-mauhi o bonitas gaiola, para a i na .t.i Mur
qnex de Oliod u. 50, e no |Miem Pi !!i;3de i
rq- (j-> Imperador o 14.
A MOI AFAMADA
AGUA DE FLORIDA,
DE
HI BSII VV 1- l,l\BA\.
He o mais delicado e mimoso aa ines-
mo tompo o mais estavel de todos os per-
fumes, e encerra em si, no seu maior auge
de excellencia, o proprio aroma das verda-
deiras flores, quando ainda na sua florar"
cenca e fragancia natural. Como um meia
seguro e rpido allivio contra as dores de
eabe?a, nervosidade, debilidade, desmaio*,
flatos, assim como contra todas as formas
ordinarias enteca s decid hystericos; e de
summa fficacia e nao tem outro queos
iguale. Igualmente, quando destemperada
com agua, torna-se um deiifricio o mais
agradavel e excellente, dando aos dente?,
aquella alvurae aperolada apparencia to
altamente apreciada e desejada pelas Se
nhoras.
orno um remedio contra o mau hai/, >
da boca, depois de diluida em agua,
summamente excellente, faz remover neu-
tralizar todas as materias impuras que se
criam toda dos dentes e das gengivas,
tornando-as duras, sadias e d'utna linda cor
encarnada. Quanto a delicadeza, riqoea
e permanencia do seu fragrant aroma, ella
por certo nao tem igual: e a sua supe-
rioridade sem rival. Ella igualmente tor-
na-se um meio mu excellente, para faicr
remover de sobre a pclle do rosto, toda a
qualidade de brotoejas, ebnlices, tard
pannos, manchas, impigens e espiabas.
Quando se queira servir delta como reme-
dio para fazer desaparecer qualqoer um
dests disfguramentos, c que tanto desti-
amas lindas feic5es do bello sexo; devela-
se usal-a n*un estado de dilluicSo, desten-
perando-a i Tuina pouca d'agua ; porm no
ratamento de qualqucr espiaba, usar-se-ha
deil;i pura em toda a sua forca. Final-
mente como um admiravcl meio de rom-
muii::,ir as feicScs trigueiras e paludas,
urna pclle macia e d'uma transparente .>i-
vura, dando-llie tuna linda cor de rosa
para um lal fim, ella leva a palma a to os perfumes que se teem inventado at bo-
je, e existe em plena soberana sem rival.
Bem entendido ludo isto se refere mi
mente a Agua de Florida de Miriiay 6
Laman.
As imitacoes ijtte se tem fvito na Franca
Allemanlia, assim como em mitras parte;
sao inteiramente imitis e invaliosas ; pw
lauto recommenda-se mui espedalmentc
s senhoras, que teoliam toda a precaucS-
e cuidado, de quando comprarem, estejao
certas que comprara.
A Gtxn.NA
AGUA DE FLORIDA
DE
MURRAY d- LANMAN,
A verdadeira cervej- d Btviea, roaica i
deira, de siipe 101 :| mlid .' '.., armacem da ra dj A norun n. -I".
Vuude s6 um le retn cora l l't palw-s
rr'.ir e i] i 800 de fundo eticado elin
P rtt11?. Madeira, em Beberibe : ua ?ua j ?:
(resso (Soledade)^ 7.
J 3) Silvei-a Can iro di C
para vend-r tro ~eu esciiuiorio, i
ipi lo tr. i", !. an-.'ar, a ''te doce
rior, em barr?-, chegado pila barca
' 11.

P
5SAaB^25i
DA
)o Campos no srmazem,
Qo-'in rivalisa ? r.m^iem I
Hi Jo rei a rga rea.
Tara vender tem em una,
Ca antig". e quj olBgnem,
O numero que a mesma .tem.
''onii'sta ser vinte e oito.
Bolarhinbas e biscoutr.*,
Presunto?, cha e cbonricas,
Arroz, pimtnta e salchichas,
Doces, gela, ameixis
Que quem comprar nao se qiiixa.
For fer ludo bom o Bnn,
Como seja o genuino,
Dj Porto vinho primeiro,
E o nio ti'enos prasenteiro,
Pigneira sem confeicio!
GasUflaaS) sal, macarra^.
Conseivas, frucia?, cervej,
Para os patuscos na tote
Festejarem o b-m anno,
Dia iWe:to e humano
Que nos inspira o pr^ier
razendu a lodjs fsqneo^r.
Entre familias unidas
De 1 'lias mocas, garrid??.
Ossmiosos dias pas-adij
f:..).n-ra bem dt senganad.>
Que f ao Canijos compete
Dar les gou?... Proraeti,
Vender todo nui barpto
Bagen, fei]5\ cnrap:-f'\
Ch ( i|it<> em laUobM
D' Naates liuas sar Jinhas,
Pi?.!-, lijjs, em latas lene.
D- P.tugal Hu aseite.
U: tnaatetoa franceza,
B superior ingleza,
L de Uiuas tcneo -tueijo,
Ojo i' lodos causa de.-ej,
Mac3!?, U02M e lou:inho.
Do reino queij >s frequinhos:
Avelas, batatas novas,
Ceblas e be as ovas
Que proveca o paladar.
Fino 4oec de arac.
Charutos de ttm marca:,
Caf, raratt em latas,
Champagne, boas tarttwM
Pjdifn em latas, ervilhas
' goac e aj-ptoa
D.>-e fioo de banana
Ooeijj suis-o e imdrin-,
AmeuJoas, salame tlan.
Albos vinagre, iieitona
Fina genetra de A'tona
Do tomate massa boa
[') ilbo a lancha, va.
PelxeaiaiB latas, aletria,
E entras ranits* iguaria-',
Que por ole ir nadar
Deixu de* mencionar,
Promettan lo de outras re
Nao roacr mais >s fregocrix
C un aanaarlei ra ^sl a
K t todo n di< :
Ped i Ij 'rnente qo \
MoiUs ''-.jila* se >
5.; r tfendo arnaic n
Pas moDirem-re
;" C0BB3liH, enl



fj Oiaiio de Periawi&uc- Terqa eira 9 le Jan iro le 18'2.

GRANOE REOUCCftO EM PRECOS DE
FAZENDAS
lo ha ais cakellof bra*acoa
Tintura jappneaa.
S6 e ncioa approvada JPW* as acadeerll d>
fcncia, reconhecila upa toda qne tem ap-
iadado at4 hoje. Deporto principal roa 4
deia do Hecie n. 51,1* andar, em todas as bo
cas e casa de cabelleireirO;
DE
M
FIGE1RED0 ft LOPES.
mu \ u
Cs propietarios da I 'ja do CYS.NE convidan) ao respeitavel publico para viren)
p#o*er s) do owia completo sortimento do az?n1ai finas a presos redazidos, adver-
t udo q.ie estes pregos s sero a diaheiro. A imperiosa necessi-lade qua temos em
satHfazerruss.fs c mpnmi)^ nos obrigaro a seraelhantis reducgOes. Avisamos aos
IrefMM do m.itto q ie ostutnaru comprar em meoor .escala, q e nesti casa encon-
trarlo s!acerid:d3 e maio: commodidade nos presos.
LVS com xadrz lindos paiios a 320
rs. o novado, pscliincl.
DITAS, barpi--. liad' cresa3!0 rs.
9 covado, paehmcbA
ALPACAS lisas com lindas cores e tar-
das a 110 rs. o ovado, peciincba.
MERINOS lisos cores diversas e largos a
419 rs. o co.a.io, pichincha.
ALPAGAS LWRAAS muito modernas
u a 700 rs. o covado, ped n;na.
DITAS DIT^S emito mi Jomas e loas a
9'0 rs. o cavado.
L.US COM SEDA, lindos paires qoe
seus presos foram d 10200, baja vendemos
por 8t0 rs. o colado para tusar.
CAM13HA1AS t ans;)iren.es Suas a 3 >30O
i peca cut 8 1/2 *aras, pechincba. Di-
tas Victorias a lO JO, 45500. 50000.....
50500 e 7(5000 cora 8 1/2 varas. Ditas
PENTEADORES bordados para senbora
peo barato prego de 40500.
COLXA5 da fusto de cor, maito gran
das pelo baratissimo prego do 50000 paa
acacar.
CAMISAS para )>omens a 20000. Ditas
a 25500 al 40500. D.las bordadas para
borne s a 60000 80000 e 100000 cada
urna.
CAMBBAIA com salpicos a 50500, pe-
chincha.
CAMISAS para mensos de todas as
ida.les.
CHALES chinezes com modernos padiSes
maito pr-prios para senhuras boaes-
tas. Dit s de merino lisos a 20500. Di-
tos ditos estampidos muito Gss a 50000.
Ditos de metii a 10 00.
LUVAS 1)3 PELLICA frescas de Jovin a
30..
LAAS na3 com tecido da bsrege para
uaaspareuies f.'im dvtia c rte < n 17varas
por 110000. Hits ,\ cms multo lio- acab^r 360 rs. o covado.
das e iivs a 4-i). 500 o 560 rs. o me-j BOLSAS para via^cns a 10500.
tro TAPETES de diversos tamanhs para
MAS BORDADAS a 4:0i. 60000,80 ,,amelo je saIa.
s 100000. Dulas c-iin prega i maito lias PARA LUTO.
3#W- I Alpacas, merinos, cautSes, princetas,
BALOESDEARCO>a lOUOnara acabar can,braias# chitas e muitis oatras fazen-
'pcc'i) ha Dm .-;m-> babailu bi- .^j.
dad* mal o li;d t a 65000. PARA HOMEMS.
ML de si,.n-t.i bnuirn de spenor CASEMIRAS finas com bonitos padtes
qaa!i*ida, >3 9#)00,60500 e 40800 o corte.
ATOiLHADOS -ms beoivs oitimanien- BOUPA FEITA
te aloalhados d linb maito sopcior por j por baratissimo prego inclusive soperio-
menna qoe em oalra qaalquer parte. Ditos'res 80breoa88os de panno fino a 200000.
a alj-odo e>m bmilo desenhos a 10800 pecb'nha.
a Vdra- i Tambem temos um excelente alfaiate que
TOALHAS fcl;udis mutto sopen>res a se eDcarrega de fazer qnalqoer pega de
90000 l dnzia. i obra a0 .)St(J do freg0pZi
l,rCOl (.Olli-S de vest SOS di! filO lv\,Tnnr ivo T ~, ^ ..-.mm n-
c m bollinbasbrilbaotesprnpriospira par-!,. P^PLL NAS.-Temosj^mcompeto sor
v a 3Cnob timc-nto tan:o era xadrez como com palmi-
YESID03 tinacos bordados com baba-"'118 e Por baraUssiBK pregos.
do ') ra cabar. liqui la s>? p r 1 000, sea GROSDEXAPLES tanto preta como de
prrgo foi da IfiOOO. Ditos brancos com core?, temos nm gratule sort:mento e por
btales bird.djs pelo b-rato prego de menos aoeem ontra qualquer casa.
:, -i Ditosbracoi coto pslminhas de' MUSSEL1NAS brancas lavradas muito -
laa ta cor rr.uitoliados peo b-iralo prego ms a 400rs. o covado.
da 55000 I)! >s -iiMs Qnos a S^OOO, BHILHaNTINAS brancas lavradas a 500
CRETONES lisos de :6es di ve sas pelo rs. 0 covado.
barato pieffo d5i0O0. LENCOS brancos diainhados a 20'2OO,
O-a com pint.s de core-, fa/.endi su-pechincba.
;:r. a 440 rs. o covado. OABADOS bordados finos de lindos pa-
MANTILHAS a brasi eir de fil de seda dres.
p '- barato prego de I40XX). | Gravatas, coilatinhos, pnnhos e ranitos
)!1&.\S BORDADAS para senhora por outros artigos que so se encontra na loja do
m dos ;e em outra qualquer parte. CYSNE
II
Ra 'Ja Imperatriz n. 64.
xa
RA DUQUE DE CAXIAS N. 29
Os proprielar.os dista grande e be a montado eslabelecimento scientificam ao
respeitavtl poblic. d-sla provincia qui se acham com um variad e completo serti-
mei lo de movvis, tanto naciona.-s como estrangeiros, S;nio estes escocidos por amdos
sosios qoe se scha aetoalmenta na Europa. O mesmo tem conl-'actado com os melhores
abr.caotes daqaelLeootioen'e as remes3as n m.iis ricas mobilias feits all.
Na ofBcina teta os mais habis artistas dsta genero, e por isso pedem qu) ve-
iiiiam visitar o estal-rcco ment, aonde en:ontrar5o a reaiidade do que?cab"m de exfr,
qui ^e poda ex ta re 1", etc, ricas e elvgaatss camas deja caranda, pao setim, marelio, etc., etc., gaarda
vestido de anurello, guarda lougs cli Logoeira e de arntrello com tampo de pedra, apa-
rado cs dadlo d.ta, pati tollet'.ej especialmente pira fazer a buba, toiletts de jsca-
raad, amii*e!lo. rieira, secreta-a; da ja:araad e mogno:usturtiras ae msgao, san-
to rios, tliiars pra bordar, bargo-, lavatorios cora espelho, di padra marmoro e seas
tertenCM, cal. iris privadas, bida*; etc., etc., e muitos onlros artigos que deixamos de
Bjcuoioiiar por se temar eoadoDbo
OLEO PURO D FGADO DE BACALHAO
DA
TERRA NOVA
i*!-:
H. LACOMBE
Elft oi o qoe lio boa acceitagao :em merecido,
bu'.o .-o retJBJTwnd por -:er o raais purificado
qo wi boje sin va!,,, e aluda pelo buiu paladar,
Bpenor a tro iputqoan': venlo-se do deposito
jspf.eul de 6rtbolou)oa & C.: roa Larga do Ro-
Ch^garaai os c?qae grandes da moda e multo
honilw, viadw pelo ultimo vapor chegad daEn-
ropa ; a elle*, antft que m eaJben : no Bajar do
B^&fe. roa da Cadna do Hcciffl n. II.
CEMENTO
O verJadeiro Portland : s se vende oa
rna da Madre Dioso. 22, araiazem de Jo5o
Martins de Barros.
Superiores eigarros do Rio
de J-neira
DomiDgos Alv9s Matheus, nnico ageste oeste
rovincia da fabnca imperial de cigarro de S
oo de Nilherohy, etibeUcida no Rio di Janeiro,
tem sempre um completo sortimeuto d todos o;
cwarro', foao picado e en lata?. Tem Igualment
03 afamados cigarros Conde d'Eo, feitos com mag
nifl'jo papel de palba de milho e fumo soperior
Para governo de seus frpguezes, que tem estbale,
eido depsitos flaes, as casas dos Srs. Thoinaj
Francisco de Sities Rosa e Manuel de Soasa Cor-
dsiro SimSes Jnior, no bairro do Recite, e todc
Juanto for vendido em ootras casas con a firma
e Souza Novaes & C- sao falsificados.
&0S PADRES
A Nova E^peranc, rna Duque de Cutas nj
63, que:u vendn as meih ros meias de iaia : a
qoatidade pequea, portanto ellas antes que
se acabero.
Livros inglezes
Aende se por commodo prego, na roa do Com-
mercio n. 9, um eicellenle j"go do livros. com-
posto de diario e razio.

fea i venda em seas vmazeos, alm de outra?
rgos de seu negodo rs|Bkr, os segiintM, qne
fndera por pregos ta%w mdicos que m oa-
* gaalquer parte :
PORTAS de pinho almofaiUdts.
PORTSIfiAS de ferro para cercas.
SALITRE ibglei.
8STEIRAS da ludia para cama e forrar sala*.
CAOS de barro francen para esgoto.
3ESSO superior em porcSes e a contento.
EMENTO de todas as qualidades.
MACHINAS de doscrocar algddio.
LONAS e brinz5e3 da Russii.
OLEADOS americanos para fotto de carros.
/OflSS americanos milito bous e tcooomicoj.
VTNHO do Bordean!.
COGNAC superisr de Gautier Freres.
PARELLO em saceos grandes a 3J300.
AGUA .florida legitima.
fiAi.ANCAS decimaes.
CA) El AS americanas.
RHM da Jamaica.
AZULEJOS de Lisboa.____________
Xarope sedativo
DE
OasCa de laranjas amargas
COM
BROMURETO DE POTASSIUM
DE
L1UOXE
Este novo preparado aprovado pela academia
mperial de medicina, maito se reeorocaeoda pela
ma acgo sedativa e calmante, sobre o systema
aervoso, o bromureto ie potasstam, nao d ixa de
iar os mais certos resultados as diversas affec-
;oes do organismo e principalmente as moestias
lo coragao, das vas digestivas da respiracao, das
as genilo-urinaria, na epilepsia, as molestias
i-.'rv-as r-.a prenhez, na insomnia das criangas
Jurante o perioao da denligao etc. ote.
Vende-se na pbarmatia e drogara
de
Bartholomeu ( C.
31 RA LARGA DOROSARIO31

Prevencao necessa ia
Qoando niuitas tojas procuram adquirir grandes
lucros nao compadecendo-se das baleas alhetas,
a Nova'Esperanga busca^pnsegui-los sem que de
forma alguma v eniesica-las ; porque segu sem
pre o seu antigo e santo systema de vender bara-
to vara vender multo e chejar assim ao fim dse-
oo.
A Nova EperaBga nao almeja somente o lucro
pecuniario, suas aspragCes sao mais benvolas,
em quanto ao ioteresse material, contenia-se com
a mediocredade, era quanto porin ao moral, ou
entao ao (ssencial que ella jnlga nomeadasen-
te urna va-ta ambican, que detesta e faz toda a
guerra ao costume macarrnico da caresta.
A sua prevenco necessaria, consiste etn avisar
ao respeitvel pab'ico e especialmente ao bello
sexo, qpe ella e.-t sempre prvida do que ha de
melh r^e mais elegante no mundo das modas, e
entao nscessario nao deixarem a Nova Espe-
ranga psra prefrrirem outro qualquer esabelec-
memo, porque aqu, o typo da caresta, e all,
(na Nova Esperanga) o epylogo de tudo quanto
bom e barato.
Cal nova
chegada rtcentemenle de Lisboa no patacho
portuguez Jos ; tem para vender Joa-
quina Jos Gongalves Beltr3o, no seo es-
cript< rio raa do Commercio n. 5.
Wsfe&i^^ L:~;-.-
Kchinas de costura.
Chegaram ao Bazar ersal da rnaUniv
Nova n. 22, um sortimento dej machinas
p?ra costura, das melbores qualidades que
existe ta america, das qnaes muitas t s5o
bem conbecids pelos seus autores, [como
sejam Weller & Wilson, Grover & Boka,
S lenciosas, WeeJ e Impenaes e oulras
muitas que etm a vista devero agradar aos
compradores.
Estas machinas tem a vanlagem de fazer
o trabalbo qoe trila costnreiras podem
fazer diariamente e cozem com tanta per-
f:i;lo como a< mais pereitas costnreiras.
Garante-se a sua b03 qualidade e ensina-se
a tr-ibalhar com pcrfcigaoem menos de urna
hora, e fs pregos sjo tao commodos que
devem apradar aos p'tendentes,________
Oura rpida radical dos
calos
pela pomada Galopean
Essa pomada que tai na resultados tem coltn-
du a? pessoas que della i o fbo uso acaba de
chegar para o sen leposi-. especial..
Na
Pharmacia e drogara
!)F.
Bartholomen & C. roa larga do Rosario na-
rceio :tl-
J. 0. 0. Doyle tem emseu
armazem pira vender
O SEGUINTE :
COGNAK HENNESS.
VIMHO XEREZ.
DITO DE LISBOA,
FILTRADEIRAS.
BITTER
A' rna do Commercio n. 38.
Vndese duas casas em chaos proprios, no lar-
go da Soledade n?. 18 e 20 : a tratar na na da
Cruz n. 46, 1* andar.
J tao sedigo o costume que ha entre todos
os (jue querem fczer conhecer de seus eslabele
cimentos por meio Je pomposos annuncios, que
com bastaute ratao ?e ariedam o< leitores das
massadas com que nos mimoseam os taes annnn-
cinnles.
O Campos da rna do Imperador nmero 28,
se qnizesse seguir e?sa retina antiga de faier es
lampar nos jornaes mais lido-, annuicios bombs-
ticos pre:edidos de ttulos garrafaes para melhor
chamar a aitengao do respeitavel publico ; maito
tena qne dizer a respeito de seu bem conbeeido
armazem de vveres sito ru> do Imperador n.
28. Dira por exemplo: que no seu armazem
em consta cemente, presuntos para fiambre e pa-
ra panella, salames de Lion, queijos de diversas
qaaUdjdes, lingug^s e cheurigas, ovas df camn
rupim, consBrvas inglezas e francezas, vinhos do
Porto e da Figaeira superior, licores finos, bola
chiohas, cha superior verde e preto e outros ruui-
(os artigos que sao proprios para meja, dispensa e
cozinha. Mas nao.
O Campos s e somente' avisa ao respjitavel pu-
blico desta cidade e seu) suburbios, que em raso
de se aproximar o tempo dus < Rega-bofes s tem
elle feito do seu armazem cura centro de tudo que
nos grato ao paladar, e para que ningnem du-
vdedoque cima se tem do
Pede-se urna visita a roa do Imperador n. 28,
armazjm do Campos.
Com o publico em geral.
Objectos para luto 1 t
Brincos, pulceiras, broches, meios aderegos,
cruzas, cassoletas e moldes inteirameote novo;
acaba de receber Nova Esperanga ra Daqu
de Caxias n. 63... a elles....
E' sempre assim
A Nova Esperanga... jamis acaba de recle,
novidades I agora mesjno, recebe tantas que nao
sabe deltas qual annuncie I porra sempre deca
ra as seguintes para scieocia de algnem.
Medalhoes de raadreperola para voltas, cruzes
pira o mesmo fim, b. mas caxinhas vazias de
papelo, modernos aderegos de raadreperola, de-
licadas correntes de plaqu, lindos eochovaes para
baptisados e chapensinhos para o mesmo fim, bem
como deste ultimo artigo receheu cousa muito es-
pecial de seda copa alta, uu velludo para senhoras,
lescrever mais passante....
Rap oearense fino
DA
Fabrica
DE
Vasconcellos & Filho, do Cear.
Este ptimo rap tem silo estimado pelos enten-
dedores e apreciadores deste innocente prazer da
vida.
Vt n le-se em caixas de 100 libras, sendo a 1J a
libra.
Era casa dos aicos agentes nesla cidadeTasso
Iruaos & C.
Marca brilhante
O mais procurado.
Vende-se na roa do Imperador n. 29, armazem
da bola amarella, em latas, por menos prego do
que em outra qualquer parte.
Novidade
Presuntos de^Westphalia, carne tarascada, sala-
me, ervilbas, fejao, repolho branco e encarnado,
ameixas, magaas e cerejas, chegadas nltimamenle
de Hamburgo no navio ster : na padaria alle-
raai i rna da Guia n. 84. Assim como se achara
sempre pao de leite e de Centeio as tercas 6
sexiag-feiraa.
Sustento restaurativo da
saude
PELA VERDADEIRA FARIXIU
A, Da Barry d'Arabia
Os abaixo asssgnados fazem sciente a seus fre
guezos, que pelo vapor inglez M-Plata recoberac
Jegunda remessa d'essa expeliente farinha, enje
uso muito se recommenda para as enancas, pes-
soas debis e coavlescntes, applicada com reco-
obecida vanlagem as constipacoes, diarrheas.
nausea do estomago, losse, escarro de sangue.
phthysiej, etc. etc. Preferida anda pelo agrauave!
sabor.Uniricoa octra qaalquer.
iquma mm mmmm&
fA roa do ommemo o. 10, escr.pt)- g
rio de Jos Joaqnim da Costa Maia, en- S
contra-se psra vender por commodos US
^ Azulejos haspanhes.
Folhas de ierro galvanizado para te'ha- ^
je do de diversos taannos.
S Ditas de dito dito lizas.
K5 Bicas' de ferro galvanizado.
gjj Cumeiras dit. tm
? Portada- completas para cantara.
M\ N0IV4D0S.
Bonitos port baqnets.
Lindissimos leqces de raadreperola mol Jes in-
teiraraente novos.
Cortinados bordado?.
Camisas bordadas para hornera,
Finas meias de seda para >enhora,
A Nova Esperanca auem tem 1 1 !
DESAPPAREQAM AS SADAS
A Nova Esperanca a rna do Duque do Caxias
n. 63, acaba de recebar o bem conhecido leite
de rosa branca, e tambera'leite virginal, os quaes
fazem desaparecer as sardas cu pannos.
A. revalesciere du Barry de
Londres
Toda a doenga cede a Revalesciere du Barrv
qne d sade: energa, appetite, digestao e des
canso. Ella cura as dispepsias, gaurites, humo
res, acidez pituita, flato, enjps, vmitos dapcU
da comida e gravidez, cun tipagoes.t) '' asthma,
affecgSes pulmonares, bexiga, figi' -erebro e
sangue ; 60,000 curas, incluindo munas deas os
Brasil.
A revalesciere chocoiatada da Barry
em p,
Delicioso alimento para alinoco e ceia, mnitt
nutritivo, fortificando os ervos do estumaso sen
causar o menor peso nem dor de cabeca, nem ir
rit^gao.
nico deposito para o Brasil em Peroambuc
na pharmacia americana de Ferreira Maia & C,
rna do Doqoe de Caxias n. 57. (Todo cuidadi
com as falsiflcagoes:)
urna casa na rna Angusta n. 5i, nova, com 2 sa-
las, 3 quartos, cozinha f.-a e cacimba ; mis outra
ca-a na ra do Alecrlra n. 57, cora 2 salas, cozi-
nha f.-a e'cacimba, e raais a terga parte (le nma
casa na ra Augusta n. 92, com 2 utas, 6 quar-
tos. cozinha fura, quintal com cacimba : quem
anizer comprar, dirija se ra do Apollo n. 34,
2- andar._______________________________
Vnde-se o sitio que fui do tioadu Daira, no
lugar do Peres, rom duas casas e urna coxeira,
tendo urna das casa- batiles omraodos, a frente
e parte d-> oit > do Uj >to, bem como a coxeira,
poco com boa agua, e muitas arvores de fructo
qoem o pretender dirija se ao mesmo sitio.
Atten$ao
Vende-se urna taberna com poneos fundos, pro-
pria para principiante, em boa localidade, e lam-
b.m se vende s a armago : tratar nos Afoga-
dos, roa do Mobcclomb n. 24, venda.
Ao mata caspas
A extraegio deste excelleoie tnico demonstra
que grande proveito se tem tirado na cura com-
pleta das carpas, lastre e coa?ervjcao dos cabellos:
a venda na rna do Imperador n. 71, Papelaria Pa-
ri-iense, pelo prego de ij o frssco.
Libras sterlim
Vende-se no armazem de fazendas de Augusto
?. de Otiveira & C. ra lo Commercio n. 42.
Rap Cearense
De superior qualidade da fabrica de Vasconcel
s>s & Filho, deposito em Pernambuco, em casa dos
ms. Tasso Irmos C, raa do Amorim n. 37.
"*- | DE
ERNESTO Se LEOPOLDO
N.2D Ra do Cabug N.2D
Acha-se montado deforma tal este est-belecimenlo de joias qoe pode
vender aos seus nomerocos fregaezes em grosso e a retalho e por pregoi
moi resnmidos visto qne recebe de conta propria por todos os vapores de
Eoropa. O gesto de desenbo de suas joias o mais lido do paiz das
modas, ooro de lei, brilhantes verdadeiros, esmeraldas, robins, perolaa,
turquezas, saphiras, coral rosa etc. etc. Obras de prata do porto tanto
para igreja como para servigo domestico. Convidamos as Exmas. familia
a visitaren) o dito estabelecimento todos os das at 9 horas da noil
Comprarse ouro, prata e pedras precie sas em obras velhas.
KM

y.v
.'
56 ARa do Mrquez de Olinda56A
outr'ora ra da Cadeia.
LOJA DAS MACHINAS
Sendo este antigo estabelecimento assaz conbeeido como principal e recoman-
dado pelos grandes depsitos e bons aorlimentos com que sempre prima em ter da*
meiboras, mais acreditadas e verdadeiras maekBaas americanas para algo
<153, desde 10 60 erras, e bavendo em todos os tamajmos diversidades de syt
mas e meluoramentos para perfeo e rpido descargamento; tornan)-se digna* d*
serem vistas e apreciadas pelos Srs. agricultores; os qoaes, alem disto, encontrar!*
jarobera mais:
Aparados vapobes ldgomoves, de forga
de 3 4 cavallos, e pertences.
Machinas para lavar roopa.
Arados americanos para vanea e la-
deira.
Carros de mo para atterros.
Tinas de madeira.
Baldes de dita.
Ditos de ferro estanbado.
Ditos com valvala para lavatorios.
Ditos do madeira para compras.
Apparelhos para jardins.
Guirdas- comidas.
Tampas para cobrir praos.
Tarrachas para fazer parafosos de ferro.
Ditas dita ditos de madeira.
Trens para cozinha.
Temos de bandeijas Gnas.
Emm muitos outros artigos, qne
examinados.
Correntes para arrastar madeira.
Cylindros americanos para padariae.
Pertences avulsos para machinas.
Salitre refinado.
Breo superior.
Moinhos de diversos fabricantes par
milho e caf.
Debulhadores para milho.
Azeile de spermacete para machina
Camas de ferro.
Bombas de Japy.
Ditas americanas.
Cofres de ferro patate.
Cmos de ferro osoMados.
Ditos de dito estanhado.
Ditos de chombo.
Ditos de horradla.
Folies para erfeiros.
s<> avista e neste eslabelecimeato poderlo **
a
MACHINAS
3ss
m
m
De 10 a 40 serras.
VAPOR
para mover as machinas.
Em casa dos iMPORTAnoitEslBua do B m-Jesos n. 4
Siiaw IIawkks & C. | oulr'ora Cruz.
ROUPA FEITA
NA
Ba do Crespo n. 20.
Tendo resolvido nao continuar a ter grande deposito de ronpa feita, ofierece ao
respeitavel publico^ e aos negociantes de fura, um grande sortimento, por pregos bara-
ussimos para acabar.
Palitta sobrecasacos de panno fino de
U a 30,5000.
Ditos saceos e refranqneados de casimira
Je cor de 5*50 a 9000.
Ditos, ditos e ditos de panno preto de 5#
a 125000.
Ditos, ditos e ditos de alpaca preta de
20500 a 5K)00.
Ditos, ditos e ditos de alpaca branca e
le cr a 20500.
Ditos, ditos e ditos de bramante de linho
l 20500.
Ditos, ditos e ditos de bramante pardo a
20500.
Calcas de casemira de cor de 50500 a 90.
E outros muitos artigos por pregos
Garneiro da Cuaba.
Ditas ditas preta de 50500 a 90000.
Ditas de brim branco de linho de 20000
a 40000.
Ditas de brim braaco de algodao a.....
10200.
Ditas de brim de cor de 10600 a 30000.
Ditas de castor de 10000 a 20300.
Ditas de brim pardo de 10000 a 2#50o
Camisas de fhnella, grandes a 35000.
Ditas de algodo, muito boas a 20000.
Ditas de linho muito boas a 30500.
Ceroulas de bramante a 10600.
Cobertas de chita a 10500.
Lengos de linho abainhados a 40000.
baratissimo para acabar, na loja de Guilhcrme
LIOUlDAtfO DE FIM DE ANNG
AO 65
RA DO DUQUE DE CAXIAS
(Outr'ora do Queimado)
Este estabelecimento acaba de receber nm importante sortimento de diversas fa-
zendas proprias para vestidos, sendo poopelinas de seda.sedas, las, parcales,ditasco*
barras proprias para babados, lindas cambraias crox, e em fim urna infinidade d'arti-
gos de moda, todo proprio para a festa, o qoe todo vender por pregos intei-menle
razoaveis, em conseqoencia de estarmos prestes ao fim do anno, e o 65 nSo quer ter
grande trabalbo com o seo balaceo, preferindo tomar dinheiro a fazendas, coovida-se
portanto ao respeitvel publico a virem sortir-se na loja do 65 aonde comprarlo por pre-
gos que n3o *obter5o em ootro qaalquer eslabelecimento; em fim ver para crer
RA DO DUflUE DE CAXIAS
(Outr'ora do Queimado)


dr
Dar o de Feniambuco Ter;a eira 9 de Janeiro de 1872
1'
:
ADIIIRIVEL LIQUIDADO
SEM LIMITES
rU
LOJA E ARMAZEM
DO
PAVAO
DE
FLIX PEREIBA DA SILVA ftfc-
NA RA DA IMPERATRIZ N. 60*
S a dinheiro vista
Os proprietarios deste estabelecimento tendo grande necessidade Se diminoir o int
menso deposito qae tem de fazendas e grande urgencia de apuraren dinheiro, tem re-
sollido fazer ama verdadeira liquidarlo com grandes abatimentos nos presos de todoa
os seas artigos: para o qae convidam ao respeitavel publico desta capital a vir sortir-s<
pois toe garante que em parte algama podero encontrar to grande sortimeutoe mei
mo nlo comprarSo pelos presos que s Ihes pode vender na loja de Pavio ; porra ad
virtmdo-se qae so se vende a dinheiro vista. Os mesos proprietarios deste estabe
lecimeeto rogam a todos os seas devedures desta praca o favor de virem saldar seos d-
bitos, e todos aquelles qae estiverem devendo contas antigs e o nlo flzerem tero d<
ser encommodados judicialmente.
LSasiahas baraa do PavSo.o
Alsacianas com lindas litras de seda a
I 5000 o covado.
Ditas lisas com muito brilho a i$ o cevado
Atlantas, faienda de maito gosto tecida
oom seda a 720 rs. o covado.
Loja do Favo
SAIAS BRANCAS BARATAS
a 20500 e 3000.
O Pavio vende cortes de boa fazendi
branca com bonitas barras de. pregas, pele
Ditas com qnadros de seda e cores muito (baratsimo preco de 2#500 e 35000 cad
delicadas a 6iO. | uni3j grande pechincba na ra da Impera
Poil de chvre, d'uma s cor com muito triz n. 60, loja do Pavao.
brilbo a 600 rs. o covado.
Merinos escossezes boeata de muito gosto
para vestidos bornus e roupas de menino
a 610 rs. o covado.
GurgnrSo muito bonito, tendo de todas
as cores a 400 rs. o corado.
Liasinhas modernas com diferentes gos-
tos a 400 e 500 rs. o covado.
Ditas ditas a 280 e 320 rs. o covado.
Bareges transparentes com diferentes co-
ta a 160 rs. o covado.
Alpacas de cores lisas e lavradas fazenda
de maito gosto a 500 e 800 rs. o covado.
Cassas do Pavao.
Gassas inglezas cora bonitos gestos a 200
9 240 rs. o covade.
Ditas Snissimas a 300 rs. o covado.
Ditas francezas de muita ph-anUsia a 400
rs. o covado,
Cortes de cassas cora 7 varas fazenda
maito fina e bonita a 25300 e 35000.
Ditas d'organdy branco e de cores a
2500.
CORTES D'ORGANDY A 40000.
O Pavao tem cortes de ergandy branco
com 8 1/2 varas que vende pelo barato pre-
,;o de 5000, assim como Gnissimo OEgandy
branco com listrinhas e qoadrinbos o me-
pelo barat preco de 7-20 rs. a vara.
Pompelluas de seda a 2.SSOO.
O Pavio tem um elegante aortimento de
poupelinas de sada tamo lisas como lavra-
das as mais modernas qae tem vindo ao
mercado e vende a 25000 o covado.
CAMBRAIAS LARGAS A 800 RS. A VARA.
O Pava > tem cambraia branca transpa-
rente de boa qaalidade, cem 8 palmos de
largura, que apenas precisa 4 varas para
am vestido e vende a 800 rs. a vara, dita
Snissvraa da Escossia tendo a mesma largu-
ra, que vende a 10600.
CAMBRAUS BRANCAS A 45000 E 40500
O Pav3o tem pecas de cambraia branca
transparentes com 8 i/2 varas que vende
pelo barato preco de 45000 e 45300, ten-
do tambera muito finas de 55000 at
100000.
Ditas tapada? ou Victorias tendo de 35300
4 peca ate a mais tina qae vera ao mer-
cado.
Lrosdeaaples pre e de cores.
O Pavo lera ura grande sortimento de
grodenaplcs e gurgnrao preto para vestidos
tendo de 15000 o covado at ao mais su
perior qce costuma vir ao mercado, assim
como um grande sortimento de ditos de
todas as c5res e branco e um bonito sorti-
mento de setins branco e de cores que ven-
de por pregas muito em conta.
CASAQUINHOS A 155,180 E 205000.
O Pav5o tem um grande sortimento de
-icos casaqainhos de seda preta muito beca
enfeitados e modernos que vende a 155,
(8)5 e 20,5000, sendo fazenda de muito
mais valor, a3sim como ricos chales pretos
bordados com franjas largas de retroz a
400 e 120000.
CORTINADOS PARA CAMAS E JANELLAS.
a 85, 100, 120 e 160000.
O Pav5o tem um grande sortimento de
cortinados ricamente bordados, proprios
para camas e janellas que vende de 85 at
i 60000 o par.
Pecas de cambraia adamascada com 20
varas a 105000. crochet ricamente bordado
^ara cortinadosa 10500 o metro. Assim como
fieos damascos com 6 e 8 palmos de largu-
ra proprios para colchas de camas e tam-
bera ricas colchas de damasco a irai'acSo de
seda e ditas de crochet as mais lindas que
'.em vindo ao mercado.
MSSELINAS DE CORES A 400 RS. O
COVADO.
O Pavao tem um bonito sortimento de
musselinas de cores, padres inteiramente
-ovos e cores fixas, que vende a 400 rs. o
covado. Ditas branxas muito Anas a '400
e 500 rs. Metim branco da India muito no
para vestidos e roupas de meninos a 720 rs.
o covado. Crotones de cores muito encor-
dados para vestidos a 600 rs. o covado.
Hetraladoras!
Cbegou para a loja do Pavo am magnifiso sor-
amento de cortes de vestidos de cambraia eom
babados braocos e de cores, denominados a me-
ttalhadora, sendo esta fazenda a mais moderna e
de melbor gosto qae tem vindo este atino para a
testa : assim como receben tambera nm lindo
aortimento de cre9 de cambraia com palmmhas
bordada,* a laa, fazenda de malta phanlazia, e ven-
de- tudo muito mais barato do que em outra
^lalquor parte : na roa da I nperatriz n. 60, toja
armazem de Pereira da Srlra & C
Popelinas de seda
A 10600 rs.
Mi loja do Pavao vende-se am elegante sorti-
tfwato das melhores e mais modernas pepeimas
4 se**, qae se liquida peto baratissioo preco de
1 Imparairiz n. 60, loja de Pereira da Silva &
\r
MODERNAS BAREGES COM LISTRAS DE
S2DA E FRANJA AO LADO,
a 800 rs. o covado.
Chegou para a loja do Pavo, raa d<
Iraperatriz n. 60, um elegante sortimentc
das mais lindas bareges modernas e tende
ao lado bonitas listras assetinadas e franjas
para os enfeites, as quaes se vender pele
baratisiimo proco de 800 rs. o covado, poi
baver um grande sortimento desta nova fa-
zenda ; assim como delicadsimas baregei
com lindas listras de eda, sendo fazenda d<
muita pbaotasia a 640 rs. grande pecbin-
cha, no armazem do Pavo.
Fazenda para lato.
O PavSo tem um grande sortimento de
fazendas pretas para luto, como sejam :
Merino preto com 8 palmos de largor:
para vestidos a 20000 e 20500 o covado
Merinos pretos e de cordlo para todoi
os precos e differeotes qualidades.
Bombssinbas para todos os precos.
Cantoes e alpacas pretas. Laasinhas pre
tas ou cassas de la de 360 at 500 rs. t
covado.
Cassas pretas francezas e inglezas de to
das as qualidades.
Chitas pretas francezas e inglezas de 20C
rs. para cima.
Crep preto para veos.
CASIMIRAS PARA CALCAS A 40, 30, 60.
70 E 80000.
O Pavo tem cm grande sortimento d<
cortes de casemiras de cores para calcas,
sendo os mais modernos que tem viudo ac
mercado e vende-se de 40 at 100000 c
corte, ditas em pocas francezas e inglezai
para calcas, palitots e colletes que vende d
108CO at 60000 o covado, ditas escuras :
prova d'agoa que vende a 5$ o corte ou i
30 o covado, sendo estas casemiras muit(
proprias para meninos de escola por seren
escuras e de moita duraco.
NOVOS VESTIDOS A 50000.
O Pavo tem lindos cortes de vestido d(
Snissimas cambraias com bonitos bordador
de cores e tambem todos bordados brana
que vende polobaratissixopr^o e 50OO(
cada corte, grande pechiacha.
PANNOS DE CROHf PARA CADEIRAS I
SOPUS.
O PavSo tem um grande sortia-tento d
pannos de ^roeb proprios para encost di
cadeir3s e de spbs, assim como um rici
sortimento de tapetes de todos os tamanho:
proprios para saias.
"MADAPOLO BARATO A 40, 40300 E 50
O PavSo tem pejas de madapclo com SM
jardas ou iO varas qne vende a 40 e 405OC
a pe^a, dito maito fioo e largo de 60 par:
cim?, dito francer do raelhor que tem viDd(
30 mercado, assim como dito fraissimo en
pe^as de 40 jardas.
Cortes de ehitas.
a 10600, 20000 e 20800.
O Pavo tem corles de chitas francezai
com 10 covado*, q'ie vende pelo barato pre
co de 10600 e 20000, ditas que vend
160, 200 e 280 rs. o covado, tambem ten
nm graeda sortimento de ditas finas ciarai
e escuras que vende a 280 e 320 rs. o co
vdo e firissimas percales mindinhas propri
as para camisas, vestidos e roupas para me
nios que se vende a 3C0 e 400 rs.
LENCOS BRANCOS.
O Pavao tem lencos brancos absnbadoi
que se vende a 20400 e 30. a duzia, ditoi
grandos d murim sera ser abanhados 1
30200 rs. a duzia ; assim como bonitos len-
cos bordados para raaos.
ROPA PARA HOMENS.
Sobrecasacos de panno preto fino send
muito bem feios de 120 at 400000.
Palitos de pao? preto fraques e sace
de 80 al 120000.
Ditos de casemira de car de 60 at 120
Ditos de alpaca preta una de 40 a 60000.
Ditos de dita branca e de cores 60000.
Ditos de bnra de lioho trancado a 60000.
Calcas de casemira preta de 60000 at
120000.
Ditas de brim branco de linho de 40001
at 80000.
Ditas de brim de linho de cor para todoi
os precos e qualidades.
Camisas francezas e inglezas com peito
d'algodao de 10600 at 50, em doza ven-
de-se mais barato.
Ditas de meia de 800 rs. para cima.
Ceroulas de linho e algodo, francezas t
feitas na trra.
Collarinhos de papel, algodo e linhc
que se ven Je muito barato para liquidar.
Para noivas.
O Pavo tem rico gurgnro de seda, bran
co. Grosdecsple branco muito encorpado
Agracrannas braocas com listras de seda.
Poopelinas brancas de seda lisas e lavra-
das. Sedas brancas. lavradas e lisas. Ca-
pellas com palma de flor de laranga coir
ricos veos bordados, que todo se vende mais
barato do qne em outra quaquer parl.
A loja do Pavo acha-se constantemente tberta dti 6 Loras da manbia at m 9
da nojte, i rea dA/mneratr n. 60.
NOVOS SORTIMENTOS
armazciu do vapor
Fraacez, ra do
Baro da Vleforia
(onrora ra \o-
va) n. 9.
Acaba de recel>er novas facturas.
O arntazem do vapor
Francer. ra do
Bar So da vi et orla
(onrora raa Wo-
va) a. 9.
Calcado
Botinas de Saz.-r e de Polak, para homfm, com-
pleto aoriirnciilo para tudo* os go.Ks vontadi
los compradoies.
Botas e pernelras para montara.
Botinas p;ra seiibums e meninas.
Abotinados para meninos e meninas.
Sapatoes de bizerro, verniz, cordavao. e de brin
branco para boraem.
Sapatos de tapete av< lindados ..fe atnrlot, case !
mira f.rtta e trancha poriognetes.
Sapatos de vaqueta de vertir com sola de raa-
eira proprios, para banbos.
Perfumaras
Fines extractos, banha?. cosmttico', leos, opia
las, poses, agua de c. l.-gne, agua Jivioa, au.
dorida, dentifrice lavanle, sgoa de toilet, tintura
para barba e cabello, '.s de arroz, sabonetes.
etc.; tudo isto de primoira ruslidade dos bem co-
ohecidos fabricantes, Kvjr o Coudrsy.
Pre?os.
Quinquilharias
Je pcaousia e lnx", eomo sejum : efpelhos, lovas,
oas de onro, cerrente de plaqu, ricas carleiri-
ubas para dinheiro, caninhas de ceslnra com
nusicas, esterioseopo de 50 vistas eom mosica,
boleas de seda e cestiohas diversas para braco de
enhras e de meninas, oculos, pencenei com vi
iros de cores, chicotionos e bengallas, todo isto
le J'ITerentes modellos e qualidades em grande
numero destes artigos de quin^nilharas linas de
osto qne nao se pode bem mencionar.
Brinquedos
O malor sortimento une se pode ilesejar de toda
virte de brinque-dos fabricados em diversos paizes
la Eurjpa para enlretenimento das criancas
Carrinhos
e bsrc is de viraes para crianzas, de novos diffc-
rentes modelos presos commedos,
Em virtude d3s novas facturas e crden3 dos fabricantes, vende-*? agora tudo prego?
baratissimos : no armazem do vapor franci-z, ra do Baro da Victoria, cutr'ora ra Nova nu-
mero 7.
Ba da Imperatriz n. 40
O proprielarios deste bem cot.hecido, e acreditado estabelecim-nto, resolveram
fazer urna liqoidacSo das Uadas existentes, e pelo maior preco que poderem obier.
nao engeitanclo preco algum at o fin do anno ; portaoto presinti aorespeitavel publico,
para approveitar a occasiao de comprar bem e barato.
Lencas brancos grrndes de esguiS) j
abainhados-a 3J-200 a duzia.
Ditos ditos de algodo, e com abainbado
largo pintado.
Custumes de alpaca de cores enfeitados
de seda e 13a para meninos.
Palitots de alpaca de cores para bornees a
3000.
Capellas e veas para noivas, tudo junto,
preco muito barato.
Ditos adamascados'para camas e janellas,
j recortados.
Grande sortimento de bareges, ISasiohas
6 alpacas pretas e de cores, lavradas e lisas
para precos muito em conta.
Grande variedade de cbitas de 240 at
400 rs. o covado.
Gassss de cores, e cambraias listadas para
diversos prec96-
Um coropkto sor; ment de roupas
feitas para b mens e meninos.
Casimiras pretas e de cores, pannos faos
azues e pretos.
Fu toas de cores para vertido!, padres
miudinhos a 4C0 rs. o covado.
Cambraias brancas bordadas pira vesti-
dos a 8#500 a peca.
ROUPAS FEITAS E OFFICIXA DE ALFAIATE,
Urna grande quantidadede palitots, calcas,
colletes de pannos, casemiras e brins para
todos os precos.
Camisas de la, ditas de meia, ditas de
lioho, francezas e inglezas, collarinhos de
linho e de papel, sortimento de mantas e
gravatas de seda preta e de cor, bournus e
outras mui'as fazendas, c.mo sejim: ,
Bramante de linho e de algodo aloalba-
do trancado e adamascado, esguio, raeias
para bomens, senhoras e menino', coberto-
res, colchas e outras moitas fazendas que
nao descrevemos paraoannuncio se nao tor-
nar eofadonho. A dinheiro.
Pelo preco que se vende id a uioheiro.
AO PMfiMO
NA
Ra da Imperatriz a
DE
40.
HIENDES & CARVALHO
*nc* vio nm processo'mais perfeito e qae at-
a; de tai forma a salisfazer as exigencias mais
viras da escripturaco.
1 oa. cor lindissima e nao precisa de cuida-
o algum para se conservar co tinteiro sempre
cm a mesma cor, sem borra, crosta, bolOr ou sem
odu estas mazellas mherentes todas as tintas
i s-jora conbecidas, anda mesmo dos melbores
icres estraogeiros.
Jobreindo, este estlmavel producto nao ataca as
sais de a^o, antes pelo contrario, a penna
idqnjr* nm esmalte donrado qae, sendo inters-
tr.ii, i asss proveitoso.
lata tinta, nao sendo especialmente para copiar,
i emitido duas, tres, ou mais copias um ;uiex
'n~i de escripia ; preciso, porm, deixar-lho
cpapel bem mothado seo o enjugar com o mata-
lorrio, porque nao ha o risco de Dorrar. Para se
nr mais de urna copia, ci se aggicmeram tan-
ai fcihas quautas copias se qoerem tirar, mas
- com o original tirar urna tamas quintas
jadsejam, sem que o original flqn prejudlcado
idas txtracoes.
Oewrre aqui dizer que, per ccplar importa
sf f. lstelligencia e habiltdade, sem e que a me-
ir tlaia ci Fti.--fai, e o efelxo recae sempre
ckr t tinta, que mu tos vezes quem menos
;aa tem.
L dtmla qualidae desta tintn tremamente
.frmiivel, cois que evita que em quarqner es-
triaterio caja mais do que urna tiaa para o di-
ntel ffiisteres.
Tyquarlo sua dnrabilidade, nSo ha a oppdr
MmorCRVid poi* qua *>* tinta dpojdt-
cripta soffre o choque de cidos fortissrmos,. sen>
se deeompr; ora, se os cidos nlo tem accao so-
bre ella, muito menos a acsio do tompo a pon
destruir; jsto plausiveL
Nao so ao commercio que este meu producto
v'eio ser til; os professores dos collegios, investi-
gando todos os meios para o adiantamento dos
seus discpulos, tem approveitado esta tinta, que
com razao a acharara apta para desenvolver o
gosto nos educandos, em consequencia da belexa
da cor e acilidade de correr na pequea pela sua
liquidei. Ha exemplos de enancas qne havia
muito tempo tinham urna repugnancia extrema
para a escripia, logo que foi admiuida esta tinta
no coliegio, apoderca-se deltas a cariosidade e o
gosto, e ponco tempo depois o seo adiantamento
era mauitesto.
Esta tinta, i par de taas vanUgess, tem um
unieo inconveniente, deteriora-se ao coudo de
otrtra quaquer; csnvm pois te-la em tinteiro
iseutes do menor visiambre de oaira tinta, e evi-
tar escrever com a peana saja de urna preparacao
ditferente e iueompativel; verificando isto, cao ha
razio para se usar de tinta que bu teja a VIO-
LETA EXTRA-FINA DE MuNTEffiO.
Observadlo.
Diversas falsificares e semelbancas tem appa-
recido, cuja duracilidad* dnvido&s. Oa Srs.
compradores podem evitar o engao irgiudo-se
caaas circuaspec!aa,i;> pediudo atinU que n
atorW
i. C Mmeiro.

IIB 1
i ARTIGA FABRICA DE CHAPEOS DE SOL
DA
VIH VA FAI-QCT3
A'
4Ra Primeiro de Marceo4
Acaba de receber pelo ultimo vapor um exole&dido sortimento de chapos de soi: de >la
japoneza, forrados de seda azul I0 cada ura ; do alpaca, forrados de ."5Ja azul, a 7i ; de tum..
forrados de azul e encarnado, a 4/1; para senhoras, proprios para o camp->, a kf ; de biiro, c barras de c6res,*-a 2300; e ura completo sortimento de chapeos com cabos de aarnm, de merims,
alpaca, brim branco, amarello e pardo, de panno, com bastes de bileia, a 2. Tambem recebra u..
lindo sortimento de bengalas e chicotes, os quaes rende por precos mais biratoa dj qae em ootra
quaquer parte. Concerta-se todo e quaquer chapeo ou beagala, e colire-se as armac/es velbas, iW
toda a qualdade de fazenda.

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A FLOB DK OURO
N. 24 A-Rua larga do Rosario-N. 24 Afj
...
BBlVJrAlIIJl & ibmJlo
E' sera conlestagao, ura dos bem alentado '.'slabeleciaenio ci joia d Cidade
do Recife, e. ?enio ssus preprietario; ws caprichosos na esculha do? nbjecu ya'-.
expSem a venda, lmbram ao respeiiavel publico que aproximando .-b a fest, nao fo-
rra indiferentes, nuudando vir de coula propria, da Ear.pa ura vriadis-imo sc-riimec-
to qne pelo bom g^sto e primoroso iraba'lio \tap<.ma eloganies presente-* para a rliha
^^ idolatatrada, a atilbada querida, a consorte lie!, a n ai extremosa, a amiga dedicada
gS finalmente a te do aquello oa aquaa que se jueira mimosear pela futa do nata!.
Ha ^*a tea^ eDfad0Qn-)i respeiiavels leitows, presta! auencSo ale o fij:.. dett*
^aS nnunco que encontrareis, com certeza.
Para o bello sexo
era
Pares de crticos de phantasia a Si, 05. 10 e I2j, dito? de cr*\ a 3 s
Sag ditos para luto a G e 8, meios adereces modernos com brincos e alnei*! a t**.
>/'S rozetinhas de diverso? gostps a o, 6 e 8 o par, pulceiriohas de coral a 7tuCf\ i it-
^^ thas de dito com cruzes de ouro a 5, cae iletu om inscripcSes (,ihr* chique'
^5 e 8 JC^j la, pirla* e robras J2, lii, 16* e 18, anneis com bonitas aedr-
j^ ca s 3|oO), J'o de pedras tinas a6 A os senhores cavalheiros
v E" .-6. fi:e Flor di Ouro qae ? veeda joias de gosto e : i
WS como sejam : gniruicoes m tres bolo.s pira abertura 'ii, pare.- i
K^a fefeDt '&! ditas a 6300 a citava, pencinez de prata dourada a"i, iJ.b'OO e S*. medalocV paif
s/& cade3S a 124, medalhas com leras a 84; alm de um grande sortimento de obras
"~|i brilhantes, brincos, braoeletes, altlnetes, aderec;os completo?, meios ditos de pedras fl-
f5s as e coral, medaifcoes, voltas e trancellins.anneis com letras de diversos modelo5,
oculos, pencinez Ja ouro, relogios da ouro e prau dourado e de afamados fabricante?
assim como grande sortimento de obras de pratado Porto, t&Lto pra o ter-i;o I*-
mestico, como para igrejas, e garantimos ser lado lei.
A Fior de Ouro contina a esa? abertj al as
8 horas d^\ itoute

a
o,*


Cofres de ferro de Milflers e ouir03
* rIlyBS para COpar cartas.
Balanzas de pesar, Decffiae8, R0m,Da8, etc.
Tachas de ferro, cslaDbado.
Arados Americanos
(jra6S, para 3grcrjltara.
Carrinhos demao.
Machinas a Vapor
MaCinaS de descarofar algoio, de 10 at 40 serras.
vapaS e ierro gajvanisadas para cobrir casas etc.,
Eates artigos veedem-se em
casa dos importadores.
Shaw, Hawkes de C,
h. 4 ba do bom iscs.
(gvtr'oba ro i>a Crdz )
I
HtS
NICA LEGITIMA
CERVEJA DA BAVIEEA
MARCA BANDEIRA
Nos armazens de Tasso Irmilds & C.


Diario de Pemambuco Ter<;a eira 9 de Janeiroro 4* 18") 2
UTTERATRA.
:
O caiuiaho de Damasco.
(ContinoagSo.)
IV
Garroba abanava a cabera e licava pensa
lita.
O" procedile oto da moca conflrmava as
toas disposicTns ceiibalarias. Pareca in-
diffjreote a todos os hooatns, nj se enfei-
tava para ir.ios bailes, ojiando ia a elles ni
daasava, rarsi yaes cltg_.va janell, e
era de todo sarda aos toavores que a sua
belleza Ibe graugeava. Usava ordinaria-
mecte roopas escoras por Ihe parecerem
cores tristes ; es modos eram modestas i'
acanbados; MI a va pouco, e, como dsse.
raras vpzes ria.
Eslava ella a tocar piano na sala, a pedi-
do do padre Barroso, que era doudo por
msica, e dizia com aquello ar que a nato
reza so concede aos gamonislas intrpido?,
oae era boro saivisar mns clmente as der-
rotas do cutnraen lador Aguiar. O certo
que o dono da ca a gaobava poucas pai-
das ao padre.
Dois e ar, dizia o commendad >r lao-
Qando os dados o batenJo n'uma das tabu-
las do padre.
Tire o cavallo da chava! respondeu
o padra cbocalha do os dados no cpo
Agora qne m ver o que sio ellas. Pe
aso de nmas quadras.
Homem, jugue e deixe-se de con-
versa. ,
O padre l?ogon -os dados.
Qoadras I disse elle.
Silvestre Agniar cossott o nariz, em qoan-
to o implacavei pidra depois de Ihe Mler
era duas tabulas, empalmava o lenco enca-
nado na roao, o assuava-se cora estrepii.
Isto sem rap nao vai, observou
elle.
O molequa aiod nao viria ? disse
Aguiar. Nao sei que descuido foi este meo
de o5o ter comprado hontera.
Clarinha cessou de tocar; ia a levantar-
se para saber se cffectivameoie o moleqie
oo boba folUdo, mas o to disse-lhe que
nao era preciso.
Nesse momento entrn Jorga na sala;
beijoa a mito ao pai, aoertou a do padre
Barroso, e foi camprimentar a prima.
Enio, disse o padre a Silvestre em
voz baixa; porque nao casam estes dou^ ?
Se elles quizerem, nao Ihe piaba du-
vida, respindeu Silvestre ; mas sao cousas
que se oto obrigam. Creio que nao se na-
inorara, Domis, o rapaz anda a desas-
uar-se.
Ha de me pardear, disse o padre,
cuido qne anda a perder-se. Olhe, qne es-
tes hbitos de mocidade rara vez se perdem.
Col ba os desva ios de Jorge ; nao Ibe hilo
de dar bom proveito.
Eu fui oque elle vai sendo, respon-
deu Silvestre, e todava ningoem me vence
m bom compartimento. Daixa estar, pa-
dre, que elle ba de seguir os exemplos do
pai.
Jorge troou algunas palavras com a pri
oa, e re irou-se para o sea aposento, era
qnaoto a moca comiouiva a tocar e os deus
velhos decidiam a partida.
Eotrou enluto ca sala um novo persona-
gera: o Dr. Marques, hornera de seos qua-
reota e quairo armos, corado, vigoroso, um
tacto grisalbo de barba e dos cabellos. Era
o medico da familia; conhecia o commen-
dador qiaai desde a infancia, e entrelinha
iacos de nunca desmentida amizade. Elle e
o padre erara os doos mais ntimos da
?asa.
Cbega a proposito, disse o padre.
T.-az a caixa l
Pois nao, disse o recem-ebegado de-
sos de ir apertar a mo a Clarinha.
Grabas a Deus; vooba de l uraa pi-
tada.
Daaa, dnas I emendou Silvestre ; ha
desoffrer dous taques, um por bomborto
a otitro por estibordo.
Ambos os gamonistas esfregavam os de-
dos no lenco, e saccaram da bnceta do Dr.
Marques duas grossas pitadas. O padre
insera a sua em ambas as ventas, e com o
jence sacuda o p que Ihe cahira na camisa,
em auaoto o commendador carregando com
o dedo pollegar na venta dreita, introduzia
toda a pilada na venta esqoerda.
Marques deixou os dous velhos entregues
ao gamo e dirigo-3e ao piano, na oceasiao
em que a moca se a levantar para deixar a
sala.
Nao quer tocar mas ? perguntoa Mar-
ques.
Tenbo que fazer... murmuroa Clara
em voz baixa e sem levantar os olbos.
Marques lancoa um rpido olbar para os
doos ^monistas, e vendo que estavam en-
tretidos com os dados, murraorou ao oovi-
k da moga:
E a resposta ?
Deixerae sabir.. "respondeu Cla-
rinha.
E caminbaodo rpidamente para a porta,
desappareceu da sala.
Marques ficou ao p do piano cora o ar
smbacado que o leilor naturalmente imagi-
na, em qoaoto o padre Barroso, deitando os
dados, exclamava alegremente:
Coitadinho, commendador, coitadi-
nbo t
UM C0NSEI.H0.
Marques foi ter com Jorge. Encontrou
o tilho do commendador a ler um romance
de Feydean. Fechou a porta do gabinete,
poxou uma cadeira e loi sentar-se junto
de Jorge. Este marcoa a pagina com uma
onta do alfaiate e sem mudar de posigo,
disse ao hospede:
Temos novidade ?
Nenhoraa, raspoodea Marques, e
justamente o peior.
Que ha ?
fergontei-lhe agora pela resposta, e
ella nao me disse Dada ; mas sabio da sala
coa um modo que me tira toda a esperanza
Creio que o sea consetho de escrever a
carta foi mo.
Mo I disse jorge. Em nenhora caso
podia seto ; orna carta nao prova nada con-
tra o senhor, e podia, e pode dar am bom
resaltado. Qaer qae Ibe diga ama cousa f
Qoe ?
Nao desanima. A prima ha de ce-
der, por que nao pode encontrar melhor
marido que o senbor... O senhor ca
p de a fazer feliz. Se ella nSo rae res
poodea'e por excesso de resero -Tem
modo de que Ihe levem a- Mi. Ol6> por
qoe nao falla a minha arii f
A sua mi ?
Sim, ella obedece-lhe mnito ; estoo
foe am bom caminbo. V, falle, e a
censa tomar bom caminho.
Marques levaotou-3e, tomn ama pitada,
deu algu s passos ntgabtoete, coocerton Np pagava so e tas. Na sociedadeem
as soicas a om etpelho e volloa a assen- qae elle cecupava um dos primeiros luga-
tar-sa ao pe do sof. !res, havia timbera um casta de horneas,
Mis .la certo, disse elle, de qae o5o cujas dout ioas commuoislas tioh'am aoi-
ha out'O namoro. co defeito de > se expiesrem as alglbeiras
Certo, nlo Ihe digo qae esteja, mas alheias. A de Jorge era orna algibeira fa-
Udo faz crer qne nio. Cliriaba 6 mnito' cil e prompla; alera diss o tilho do com-
metida comsigo, e passa a vida oceupada' meodador unha certo mor proprio, e por
nos arranjos da casa. Estas coasas mais nentium prego quera que Ibe chaaassem
ou meos'se sabem ou desconflam. Nada ptng*.
me consta a respailo della... Torneo, l^sses e outros golpes quem ossoflria,
meu corwflho ; falle com minha m\ .ara o pai que pafava as contas, as letras e
tomo. as leviandades do Gibo.
Est, dito I exdamiu Marques ; tomo as leviandades do Gibo. Nj ui de a'guos
o seu conselho. ,ra;zes achoa ocommendator que a-apreo-
Tratase, como se v, de om amor qne o diz3gera di J;rge j Ihe ia cus mJo caro ;
me Jico da casa d.jjica-a sobrinha de Sil- 'em todo o caso desvia estar faita.
vestre Aguiar. Es!e am-r, n33 o quero dar Bera, dis3e elle comsigo, agn ji elle
orno ura.i desss paxSisinfrenes e fogozas ba de estar enfadado da vid sola, o pie
da juvenlude, nem como um desses amo- coidardas cousas seria*. E' um graude
res tardios que nascera coi a m3turidade. erro querer mellar os rapizes emcousis
Era uma affeico branda, temperad1, re- serias antes delle se tr^m eufaiido das
fliclida. Marques nanea f>ira casado ; o; cousas frivolas : qaem n3o erra na mocida-
celibalo fra o pngramma de toda sui vi-'de, erra na velhice. Tratem -s de o arranjar.
da.ese-lohia at o da da morte, seas' Era tarde. .
qualilades de Clarinha, a sua applicac3o ao, Jorge eslava callejado no vicio ; traba an-
trabalbo, os sc;is hbitos inoocenies egra- dado mais em .piucos mezas do qua oulros
ves, IheoSo tivassem influido no a;iimo a'em maitos annos. Era impossi?el chama-
ponlo dj Ibe despartar a idea do matrimo- lo raz3o. Silvestre arraojou. os meios
n... brandos, mas Dada f z ; lancoo mo doi
O espectculo de nma vida placida no meios enrgicos, e a resistencia que enco-
meio di familia, coraecou a seduzir-lhe o^roa fez-Ihe conhecer todo o m;il da sita
concia. A razo veio auxiliar este impulio i cjo que elle mesrao creara,
natural, compirou o que ser.a ama velbi.e D. Joaquoa, nao deixou escapir a oc-
sulilarii eom uma velbi.e cercada de coi jcasio de fazer a.> marido speras e mere-
dadosd.-uma esposa digna desse Dome, cidas censaras. O rapaz j n3o toe obede-
Clarinlu pareca reunir as qualdades na-ca
ccS-^arias para o papel da saa c>mpnbsira,
e o medico, que liaba ntiradide com Jor
ge, conSou Ihe tuto. J rge aconselhoa-lhe
a aran epistolar e Marques com a docili-
dade de quem est dispjsto aiudo, arris-
cou logo a primeira caita moca.
A esta cria qoa alludia. J sabamos
que a moca, nao snSo Ihe responder, mas
at pareca fugir ao pretendente. Isto po-
dia ser algara namoro, como sugerir a
Jorg). mas tambara poda ser natural re-
serva da Cla.inr-.a, que observava rigorosa
mente as rgidas dout'ims de D. Joaquina.
a boa senhora achoa a cau3a desta re-
sistencia na docilidade- com q-ie Slvestre
supportou.os primeiros erros do filbo. Eu
podara dar um extracto do discurso com
que D. Joa oiaa descreve;i esta sitoaco pa-
rante o marido abatido e eavergouhado ; ra^s
arriscava-ma a nao acabar o cont, do mes-
rao moto que ella nao acabou o discarso,
porque so se calou quando Ibe fallou o ar.
VI
0 CASAMENTO.
Durante estes mezes de toncaras de Jorge
a sitoaco do br. Marques pouco Unbi
adiaolado, mas adiantar.' alguma coosa. O
Na opima > desta boa senhora a noiva s pretendente expusera tia de Clarinha os
devia c nhocer o noivo no da do cast-
cenlo.
E j conceder muito, accrcscentava
alia.
Cartamento a esposa do veluo Aguiar ja
se nao lembrava das testal da coroaco nem
do namoro travado oaquelle tempo com o
futuro commendador. Era natural ; cala
qual tet.i as deis da saa idade ; aos cin-
coenta aoms uo se comprebeodem muito
as loucuras dos vnte. Aos viole parece
esquisila a austeridade dos cincoenta.
Clarinha dtixava-se guiar pelas ideas da
lia ; era provavel que a sua reserva fosso
apenas o resultado desl influencia.
O certo que Marques nada havia adian-
tado quan lo Jorge Ihe soggario a iia da
ir fallar mi, iJa que o medico aieitou e
resolveu por em pratica no dia segrale.
Nj se pense, entretanto, que o conselho
deJjrge Je algam molo exprimiste intercsse
pela causa do pretendente. Era-lhe de
todo iudiflerente que a prima casasse com
este oa cou aquella. Dara o mesmo con-J
seibo a qualquer pessoa que Ih'o pedisse.
O principal cuidado do filbo do commen-
dador era gosar a.vida ao ar livre, sem
preocenpacoes de especie alguma. A da-
ma que passra na roa do Oavidor, quando
elle conversava com 03 -iou3 amigos, me-
recia-lhe mas ( duro de dizelo)quea
prima. Em dus palavras, Jorge estiva j
adiantado na carreara dalibertinagem.
Apenas o medico sabio do gabinete,
Jorge continuou a eitura do romance. Dahi
a pouco vieram charaa-lo para jamar ; jan-
too, dermio um poico, noote siraulou
quetomava cha, recolheu-se ao seu quarto
e as dez e meia quando a mi suppuiha
que toda a casa repousava no regaco das
suas boaa doutrinas, abnoonosso Jorge a
porta e corra aifoulamente ao prazo dado.
V
GOMO SE PEUDE UM RAPAZ.
Eu creio que o leitor dispensa uma des-
cripca i da feila em que Jorge tigaron como
um dos mais notaseis. Foi orna das pri
meiras cetas que se lera dado nos hoteis
desta ci ale. Acddou quando a aurora an-
oonciava o.s seas primsiros albores, e o."
varredores das roas concluiara a sua ta-
rea.
Jorge deixou-se entrar alguma cousa pelo
vioho, e foi para casa um lanto perturbado
da' razo. Felizmente ninguem o vio entrar;
dirigio-se para a cama onde dormio at
meio dia, lendoti cuidado de ordenar ao
criado, confidente das suas aventuras, que
dissesse velha, que elle havia passado
malanoule. A boa seihora ficou muito
afllicta quando o criado Ibe transmiti esta
noticia, mas ordenoa que o nao fossem
acordar ; era esse justamente o desejdo
filhn.
Estas aventuras foram muit3S e muita?
vezas repetidas. Jorge completou a sua
educaco cora tal arte que adquiri logo
im respeitaval norae eatre os mais tres-
luucados da larra flaminense. Nao havia
banquete, passeto, loucura, em que Jorge
de Aguiar nao iivessa parte consakoa.
O pai d-.va-be. algum dinhai*; Jorge
nao se detinba em o gastar s maos largas.
Nos primeiros das aioda o dinheiro podia
occorrer s necesidades, mas nao tardou
qae a receita ficasse muito abaixo da des-
peza. Qmndo este phenomenose d, que
oas finiocas de um individoo, quer as de
um Estado, sarge ama cousa que se chama
dficit. Jorge achou-se senhor de om
dficit. Tinha doos recursos : o trabalho
e o crdito. O crdito lnha a grande van-
tagem de dispensar o trabalho. Jorge coo-
ceriou as suas (mangas de xando algunus
dividas em aberto oa recorreado i bolsa
de alguns usurarios.
Desta maoeira conseguio nao perder a
posico brilhante qae adqaerira emos affa-
gos desioteressados da algomas damas do
lampo. O procasso destas damas era geral
mente uniforme. Manifestavam por elle
uma loaca e desenfreada paix3o, e daraote
quinza oa vate das fallavam-lhe de ama
vida celeste e romntica, de uos amores
paros e recatados. Nao hesitavam em sa-
crifcar-lhe 3ntigos adoradores e modernos
pretendente s. Jorge sabia ao stimo co.
Em these q3j ic^ditiv no amor nem
deltas nem de nioguem ; mas na bypothese
lisongeava-se de ter fixado ama horboleta
volovel e douda.
Esta crnca toda gratuita, soffria algam
abalo no vigsimo primeiro dia, quaodo a
borboleta fiscada enviava ao namorado ama
conta de No'.re Dame, ama letra vencida,
ou um simples pedido de alugaeis atrasa-
dos. Jorge pagava largamente esta desilla-
silo.
seus desejos depois da dous ine.es do he-
siticoe a boa seobora. approvando ai in-
leoeSes do medico, s impoz a condico de
que a aobrinhao amasse.
Ah minha senhora, disse Marques,
a este respeito oo po so afncar nad.
Nao sei se son oo n3o amado: D. ClariDha
to acai.hada que L*J derxa caupo a in-
ve.'tigaQOas deste genero.
Pois bem. redargoio D. Joaqun, eu
tomo a mira a incumbencia de coasultar-lbe
o cora.o. iaaponh esta coadicto porque
conhego bem Clarinha: sei que uma ra-
parig de muito juizo, e digna de escolher
o seu proprio esposo. Em circom-tancias
diversas, eu que Ibe bavia de dar o
njivo.
D. Joaquina cumprio a palavra. Pergun-
tou a Clariuba se ella nt;ca bavia pensado
em casar.
Casar ? eu ? pcrgootou a sobriaba.
Sim, to.
Nao, nunca pensei.
Clarinh disse estas palavras em tora
fro e indifferente ; lodavw pareceo a D.
Joaquina qae esta idea a entristecer.
Dar-se-ha caso queja o ame? disse
a velba comsigo mesma.
Correram alguns minotos da silencio.
S bes que alguem deseja casar com-
tigo ? disse eraQm a malher de Agoiar.
Casar comigo? parguntou a mo?a
abrindo muito 03 olbos.
Sim, comtigo.
Titia est brincando.
Brincando porque ? N5o mereces ser
pretendida por alguem ?
Clarinha nao respondeu.
E essa pessoa muito nossa conhe-
cida.
Ah!
J reparaste ?
Clarinha levoa a mo ao coraclo.
Nao, murmuroo ella.
N5o adevinha3 quera seja ?
- Nao posso adevinhar.
O Dr. Marques.
Clarinha empallidecea. A boa velhi nao
tirava os olhos delta para ver se lha lia no
rosto os sentimentos do corago. Mas ver-
dade, verdade, D. Joaquina nao sabTa tra-
dazir physionomias. A comraoco de Cla-
riahha, qualquer que fosse a causa, pare-
ceu-lhe que era de bom agouro para o me-
dico.
Ama o, nao tem davida, disse ella
comsigo. Tudo est arranjado.
Clarinha recobrou a palavra no fira de
dez minutos.
Tilia, marraurou ella ; a senhora sabe
o qae me coavm, e eu estoa s suas or-
dens.
Ordeos, nao, disse D. Joaqaiaa; isto
nao uma ordem ; ama consola.
O Dr. Marques, disse Clarinha, am
excellente homem...
E um excellenie marido ? coocluio D.
Joaqoioa rindo.
Clarioha nao respondeu.
O silencio da noca foi ioterpretado como
om asseotimeoto, e a esposa do commenda-
dor immediatamente deu parte ao medico
do resultado da sua misso.
Clarinha apenas ficou s corren ao quar-
to e debulbou-se em lagrimas,lagrimas
silenciosas e suffocadas, para que ninguem
Ih'as oavisse nem suspeilasse seqoer. De-
pois, liroa de ama gaveta om retrato, con-
templos longo tempo, e beijou-o repeti-
das, vezes. Quando reappareceu ai sala
tinham desapparecido os vestigios das la
grimas. Eslava triste; mas como esse era
o natural estado da moga, ninguem proca-
rava saber-lbe a cansa
Quando Marques soube do resultado da
misso de D. Joaquina nao pode esconder o
sea regozijo,
AchOp porem, coneniente, disse a
molher de Aguiar, que o senhor ooga da
propria bocea de Clarioha a confisso da
qual en s alcancei metade.
Nao hesitoa Marques em sondar por si
proprio o corago de Clarinha. Era elle
um homem honesto e de nenbam modo
quera casar com ella sem ter a certeza de
qne ella nio o faria obrigada.
O resoltado desta nova experiencia foi
mais satisfactoria anda qae a primeira. A
moga nao Ibe confessou amor com os ter
oos de om corago apaixonado ; mas teve
palavras to affectuosas para o medico, qae
o casamento foi logo decidida por parte da
Sra. D. Joaquina.
Silvestre Agaiar teve participado de qae
o casamento da sobrinha devia realisar-se
dentro de mez e meio. Pedio se-lhe o coa-
sentimento apenas como ama formalidade,
porque a decuo de D. Joaquina era bas-
tante para o caso. Agaiar nada tinha que
oppr : applau lio pelo contrario a uniio.
Eu sempre dizia, observou elle, que
este doutor era um graodo velbaco. Esta
babilidade com qae nos bifa a pe juena pro-
va de que voc nasceu com um sentido da
mais.
Nao ouvio to alegremente o padre Bar-
roso, que era considerado pessoa da familia,
esta noticia a quem foi dada cora o pedido
de approvago.
Ea nao tenbo nada qae desapprovar,
disse o padre, mas... a Clarinha gosta
dalle?
Isso nao se pergunta I exclamou D.
Joaquina.
O padre olhon para a sobrinha do com-
mendedor; o no rosto delta leu uma satis-
faglo 15o proounciala, que nao faz ma3 do
que enco'.her os hombros e dar os parabens
noiva e aos Uos.
Mas nessa masan tarde, adundse a sos
com a iiugn prguntou-lhe o pidre :
Que isso, C'arinln ; entSo aqaelle
amor ?...
Aqjelle amor morrea, respondeu a
moga tristemente; er um amor sera espe-
roga, e amores destes, ou morrem ou ma-
tara. E-a talvez melhor que rae maiasse ;
mas Deus quiz que morresse. yNj me
queixo ; obedago ao raeu destino.
O padre abanou a cabega.
Nao, Ciarinha, disse elle, esse amor
oo morrau ; m aind o sentes e isso mo,
minha fi ha; mo que te cases com um
homaro, amando a ou ro...
Oh! nao! nao! disse Clarinha. Allir-
mo-!he que morreu; e se nao morreo, ja-
ro-!he que ha de morrer.
Jaras I pobre crianca sabes o qua
esls jurando ?
Daas lagrimas robentarara dos olbos da
moca. V.olh'as o padre; e cingio-a ao
peito.
Cariaba, eu nao coosinlo nissn. Has
de casar com Jjrge... Eo qaero que cases
com elie!
1-so nunca f disse Clarruba. Da que
me servira serroulhar de um h>mem que
rae nao ama nem pode amar f
S:m, Jorga est perdido, murmuroa
o velho sacerdote com ar triste.
Vou casar com um homem serio, con-
tinooa a moga; nao Ihe tenbo amor, ver-
dada ; roas tanho-ibe certo affecto e respei-
to ; es'.o que serei feliz,tanto quant) o
pele ser urna pessia dasgrigala. fego-
Ihe qae nada diga a esta respeito; far-nos-
bia mal a todos.
Barroso abragoo moga.
Clarinha, ta s-uma boa alosa. Mere-
cas ser feliz. A culpa disto tea pai. Sa
elle n) te abandoaasse, talvez nao viesses
a amar tea primo, porque esse amortjasceu
da convivencia. Tau pai...
Prdoe Ihe, disse a moga; mu pai
tem m .cabega, mas bom carago. Va-
raos ; proroette qae na tentar desfazer
este casamento ?
Se o quer, pronaetto.
Obrigada 1 disse a moga baijindo a
mo ao padre.
Foi este quem celebrou o casameDto. O
bom veibo trema na occa>io da proferir as
palavras sagradas. Depois, quando a cere-
monia aCboV disse ao noivo em voz baixa
e procoraodo reter uraa lagrima que Ihe
trema na palpebra.
Faga-a fe iz, que ella o merece.
Jorge assistio ao casamento, fea um cum-
pnmeoto baoal noiva, di*se quatro ou
cinco gragas cholas a algum dos rapazes
que assistiam ceremjnia, e foi acabar a
noite no Alczar.
Vil
Saltemos agora ao3 oaze mezes. Todos
os persoaagans desta historia eslo ainda
vivos. O comrasodador contin a jugar o
gamo com o padre ; a facundia de D. Joa-
quina tem perdido com os annos, em quanto
a Jorga desfructa a reputagj de libertino
criada cusa do pai. Silvestre procurou
todos os meios de arrancar o filbo carrei-
ra funesta em que elle mosmo o lngara,
mas era impossivel; a obra estava feita.
Algama cousa bavia conseguido Aguiar;
conseguir dar-lhe um emprego, a ver se
elle cootrahia hbitos de trabalhar. O rapaz
vio no emprego mais uma fonte de randa e
apenas toe conceda algomas horas vagas.
Assignava o pooto as 9 horas (o que j era
uma correcgo) e relima se da repartigo
s l|. Nao faria isso sempre, para nao
acostumar mal o estado ; deixra da l ir
rauitas vezes. Nao coostava, porm, que
nessas folgas estivesse incluido o d'a pri-
meiro do mez.
Marques era feliz ; encontrara na raulher
o ideal que havia sonhado : orna boa casei-
ra, affectuosa, chea de desvelo e respeito.
Clarinha oo era feliz; mas tambera nao
era desgragada. O marido era um homem
hooesto, qoe viva por ella e para ella, e
procorava todos os meios de Ihe fazer uma
vida de rosas. Doia-lhe, verdado, ans
looges de melancola que a moga nunca po-
dra apagar da froote; mas isso, dizia elie,
era n dureza.
Fui sempre assim; meu modo.
Nunca me conheceu outro, creio eu ?
E' verdade que nao, responda o me-
dico ; mas se eu podesse veocer esse mo-
do...
Eu son feliz, dizia a moga com um
sorriso triste.
Uma noite, o commendador Aguiar, que
rarissimas vezes ia ao theatro, e tinha oeste
assorapto as mesmas ideas de 1840, resol-
veo ir ver uma pega no Gymnasio. A ma-
lher nSo foi; detestava o theatro. Aguiar
comproa o competeate bilbete e entroa
para a platea. No fia do acto, sabio ao sa-
goo e encontrn am amigo.
Tu aqai ? disse este. E' coasa rara.
E' verdade, respoodea o velho. Tam-
bero sou gente; quiz ver estas cousas no-
vas. E tu ?
E ea ainda me nlo aposentei. Onde
ests ?
as cadeiras.
Vem ao mea camarote.
Agaiar foi para o camarote do amigo que
era na segunda ordem. Levantou-se o pan-
no e a pega coatinuou. No meio do acto,
abre-se a porta do camarote contiguo qnel
le em qae estava o commendador, e entra
ama mulher. Pelo desgarre aa maneiras
e apparato do oxo, nao era dilcil reconne-
cer nella ama das damas da moda. Volia-
ram-se para ella todos os olhos, assestaram-
3e os binculos e lunetas, e durante ans
cin:o minutos o espectculo nlo eiteve no
palco, mas na sala. E' intil dizer qae a
dama anooyma nao tinha oatre jaiz; eotrou
ao meio do acto para chamar a atteogo de
todos : era ama vaidadezioha innocente, que
seria ridicula, se nao fosse nm recurso de
officio.
Silvestre olhou para ella como tola a goa-
te. Logo alraz da dama entroo am rapaz
elegaote, com o rosto arermelbado, e ra-u
tropego.
Aguiar reteve um grito.
Era J-orge.
Tremolo e fallo de raiva, Silvestre se le-
vantou e cravoa os olhos ao Albo. Este,
porm, nao vira o moviroaato do visinbo,
corren os olhos patos camarotes fronteiros
e santou-se ao lado da dama, mas enco
berto por ella. Era o mais que elle podia
conceder ao decoro.
O c mman lador c;nlinoava de p, com
os olhos no filbo, qu ficoa jastamante em
frente dallo. Jorga, depois de assastar o
binculo cana e a alguns camarotes, as-
sentou-se. preguigosameote na cadeira, e foi
emo qae vio o pai.
Eslremeceu.
Silvestre nao Ihe tirava os olhos da cima
Daas vezes Jorge affastou os seus, mas
duas vezes os dirigi de aovo ao pai. at
qae levaotanxto-se, pegou no chapea e sabio.
Aguiar nao esperou que acabasse o es-
pectculo.
Voltou para casa, parguntou se o fitoo
j havia chegado ; respondaram-iha qua
sim. Man lou-o chamar ao su quarlo, e
|o rapaz nao se deteve ; foi ter co o pai o
angou-se-lhe aos ps.
() commendador laogou-ne em rosto o
seu procedimanio, e declaroo-lha que, sa
n modasje da vida, era obrigado a p-to
tora de casa.
O rapaz retirou-se para o sau quarto en-
vergonhado. irritado, mas anda u i arre
jeadido. Nao aecusava a fatalidade que o
evou a encontrar o pai 00 theatro, onde
nunca ia. langinou sa seria denunc a <'e
algum dasaffecto, fez rail planos e dormio
profundameale al hora do almogo.
O velho Aguiar referi ao padre a scaoa
do iheatro, e pedio-lhe eocaeibo para o
caso em que o rlo se nao emendassa.
O padre reftectio alguns instantes.
Nao sei que conselho tei, disse elle;
o melhor ver se o estroii se emenJa.
Quares que eu Ihe falle ?
Sim, filia-le.
A culpa toa commendador; tu mes
Impossivel 7
S.m impssive?,
Porqce ?...
; Porqae... morreu.
Jorgo oo acreditou qo a pesioa de
quem se iratava hoavesse roorrido segundo
dizia o padre.
Mas se morrea, objecin elle, qoe
mal ha em dizer-me o nome della ? Espe-
re. trata-3e... querem ver... qoe essa
moga ... Clarinha?
O padre abanou a cabega.
Nao, nao me eagaoo, disse comsigo
o estroiaa, ella !
NJo importa saber quem seja, dwse
Barroso; voltemos ao nosMe ponto ; o qoe
l vai, l vai. Promeiteo-me j emendar-
se ; est disposto a emendar se ?
Jorge leve o pador de 5o repetir um
promessa qie nao estava disposto a cum-
prir; nas estendeu Ihe a mo cora um
gesto qae paiecia corresponder pergunta
do padre.
D sus o iamine, disse este. Vamos,
faca cora qne oo morra, sem ver reha-
bilitado. Fui eo qoe o baptiset; uio me
deixe morrer com a idea de que ao pode
salvar pe segouda vez orna alma qae me
foi cumiada.
O padra dissa estas palavras com pa er-
ual brandura, Jorge crrespbndeu a ella
com nma apparencia de hora Idade. Ea4ir*
ancio:0 por fahir.
Despedase o sabio.
Vil
BATALBA CAMPAL
Nao sabio convenido, como pensava o
austero velho ; os cooselhos e as promes-
sas nao lha deixaram vestigios na memo-
ria, l/eotre ludo o qae toe havia dito o
pidre Barrozo, uraa couai ftockuava no es-
pirito da Jjrge era a idea de q;ue Clari-
oha o amara.
Sa h'u houvessem dito o'ootro lempo,
provavel, e quasi certo que JWgl levan-
tara oj hombros e ira contar o easo aos
iiiigo.. mais ntimos. Ser amado por ella
queri dizer um casamento, um vida me-
nys sola, obfigigas serias, cooaaj q^e
Jorge achava mcoociliavtfia era a sua razo.
Mas agora mudava o caso de figura ; a idea
mo o perdiste comastuis facilidades. Nao | re que uma senhora casada o lia i amado
' em solieirar abria aos olhos de Jorga ama
perspectiva de espertas e dava sua vi-
aa am aspecto aovo
le disse muita vez, que essa idea da o doi
xar vver redea solta era roa?- O resulla-
do foi es-te.
O padre Barroso mandou dizer a Jorge
que o esperava em casa. O recado ciusou
algum espanto ao rapaz ; qoe Iheteria de
dizer o padre?" Sospetou logo a verdade.
Apizar da resolugo que toraou de nao
acceder ao convite do padre, Jbrga foi a
casa delle. O padre j o esperava ha mui-
to. A osa era modesta; os movis sioge-
los o encanecidos no servigo.
O padre estava diante de orna escreva-
ninhi, sentado n'uma velba cadeira de con-
ro, de alto espaldar; em frente, tiaha aber-
to um volme iofoio, que o bom velho lia
cora attencao- e recolhimento. Nao sa mo-
vau, quando entrn uasala o Jubo do com
mandador, conduzido pelo criado. Fez um
gesto a este, que se retirou. e conlinuou a
ler al o ton da pagina.
Depois fechou o livro, convidou o rapaz
a sentar-se ao p delle, e pergunlou-lhe :
Jorge, at quando quer continua: esta
vida ?
Jorge nao respondeu. O padre contava
com o silencio, e continuou :
Sea pai fondava moitas esperangai no
senhor. Desveloa se de Ibe dar nm meio
de vida e uma posico na sociedade. Tudo
isto Ibe desfaz o senhor enlregando-ss a
uma vida libertina. Quando seu pji conhe-
ceu o mal, elle era quasi irremediavel. Seu
pai, eotretanto, nao suppunha que o senhor
chegasse ao pooto de dar o espectculo de
honlem ooute. Imagioe, se poda, a tlr
e a vergonha que Iba causoo.
Calou-se o padre., por algoos instantes, e
coatinuou :
Ainda tempo; nem tudo es'. per-
dido. Pode silvar-se ; deve salvarse
Sr. padre Barroso, disse Jo "ge ; eu
nao neg qua a minha vida tem sido um
pouco livre; mas eu nao fago nada do ou-
tro mundo.
Bem sei, bem sei, redarguio o padre;
tudo o que o senhor faz desle mundo;
e oeste mundo que se (azem as peores
cousas...
Mas eu j nao fago nada que merega
emenda.. .
O padre fez um gesto de impaciencia.
E o escndalo de hontem noote?
d386 elle.
O que houve hontem noote foi um
acaso.
Um homem serio nao se exp5e a es-
tes acasos.
Jorge franzio a testa.
Oh I escasa de fazer gestos de estra-
nhesa ; eu sou velho, sou rade e soa sa-
cerdote ; tenho o direito de lh3 dizer a
verdade. O sjnhor um homem doado,
e o meaos que toe posso dizer.
O padre proferio estas palavras em voz
alta e iatmaliva. Jorga saotio a sea pezar,
a inil jen a da aotoridade do bom velho.
Nao Ihe respondeu. Barroso insisti em
obter delle a promessa de qoe procoraria
carreira e trumpharia dos mos hbitos
contrarios. Jorge reflectio algum tempo
e respondeu :
Pos bem, prometi emendar-ma.
E' de cora gao ?
Jorge hesitou.
E\ disse elle depois de algum tempo.
Nao era de corago, mas o bom padre
era um homem sincero; acreditava firme-
mente oa sioceridade dos ootros.
Tanto melhor, disse elle. Emeode-se,
Jorge ; ver qoe gaoha com isso. Clenle
a alegra qoe dar a seus pas. Quando
me lembra.. .
O velho su-piroo.
Qaando se lembra ? repetio Jorge.
Quando me lembra, continoou Barro-
so, que voc podia ser hoja um homem
feliz ao lado de ama mulher feliz.. de
ama malher que o amou.. .
Uma malher ? perguotou Jorge. Qaein
era ? <
O padre ia a dizer o nome de Cariaba;
mas lembroolhe repentinamente o perigo
qae poda haver oessa declarago, em vista
do actual estado da moga.
Calou-se.
Quem essa malher ? repetio Jorge.
O velho levantou-se sem responder.
Jorge olhava para elle e procurava na
memoria algum vestigio qoe Ibe indicassa
a molher a quem o padre alludia. Nao se
lembrou de ningoem. Insisti com o padre
para que lb'o dissesse.
De qae serveria isso ? respondea o
velho sacerdote ; o bem qae ella, Ibe, podia
fazer j impossivel..,
Na verdade, dizia elle comsigo, esta
vida j me enfada. E' bom descaugar um
pouco; acbar-lhe bei depois mais sabor.
Um amor de romaoce tro toda a vaoiagem
de ser um* cousa nova para mti. A Cla-
rinha amou-me; quem sabe se me nao
amar anda ?
Nastas e ootras reflares do mesmo tbeur
gastn Jorge a noita iuteira. MettT-se
n'uma aventara de romance, apatKJnar-s*
pe prima, tiuiu ate vaotagem de Ihe dar
apparencias de rehabiUago, pois forcosa-
mente havia da consagrar a isso o tampo
qae era agora app toado s Ioocura3 da mo-
cidaie.
Com estae ideas accordou 00 dia segra-
te. Ach-ra o pai amia severo ; e- para co-
megar a iltoso que p emeditava nao sabia
de casa nesse da- Becolbeu-se ao gabine-
te, oode a me o foi encontrar a ler. Des3e
dia em diaote aioptou um programma de
vida, qae de lodo pooto iludi a familia e
o padre. Sylvesire recobrava a alegra que
o succesao do theatro ibe fier a perder, em
qaanto o padre, chato de sincero regosijo,
perdoava de corceo as loucuras do rapaz
A feticidade ia reoascendo naqnella casa.
At anta <, quaodo Clarioha ia visitar o*
tos nao eocootrava o primo em casa, o qoo
era para ella ama grande felicidade. A pri -
meira vez qae l foi, depois dos acooteci-
meotos qoe acabo de referir, nao s o
achoa m casa, mas al Ihe pareceo modado
otoo das relacoes enire eUe e o? pas.
Aotes fallavam delle com laaiima, *iwr* re-
jubilavim-se ao pe do filbo prodigo. Mir-
qoes nao nesitou em maniestar o s-'O pas-
mo ao vel-o restituido ao lar domestico.
Que quer ? respondeu Jorge; H4M
curado.
Para sempre ?
Para sempre.
Marques atogrou-se com eta atiera
inexperada. Nao peosu assim Chrinha
que vira ua presenca de Jorge om obst-
culo s suas relagejeom os tos, n) pof
que atada o amasse, oo porque ieme.-s
por si, mas porque elle era uma recordar o
viva da um p-ss do ai .da recente.
Jorge dqairira hbitos de dissimnlag >
qae nao diziam com o sna i lade aioda ve.
de. Ijuve-sa, em ralago prima, apen-j
com a affabilidade ordioaria ; mas oem por
gasto nem por palavras manifestou o meaor
coahecimento oa suspeita do amor que ella
ibe Uvera.
Nao Ihe escapou, entretanto, a reserv.
de Clarioha, acommogao que a sua mea
Ibe causava, v.igos indicios de que rtalmea
te o amara antes de tasar com o medico.
Moilo bem, doutor, disia Jorge comst
go ; eis-te entrado em nova e melh ir cami
panha. At aqu tudo toram escaramugas a
recontros. Olferego te batalha campana'.:
necessario veocer ou morrer.
Jorge comegou a frequeotar a casa I:
medico; Clarinha o principio, oo Ibe p-
pareca; mas o primo era sagaz e astucio-
so ; deu-se um dia por coovidido a janlar
A moga nao pie deixar de Ibe apparecer
A reserva conlinuou por parle deua, maj
era difficil conserval-a dnte das maneiras
respeitosas, da lnogem affeeloesa do ra-
paz. O peccaior pareca arrependido a
glorificado 00 co.
De mais, Clarioha fez um raciocinio sin-
gular e peri oso, cem qaanto oascesse da
saa cooscieacia honrada e pora. Iraaginou
qae este fugir ao primo era ama prova de
fraquexa, um receto vergoaboso, e qae mais
servia os deveres conjagaes affroatacdo a
pessoa aue amara do que fugiado-lbe. Fa-
gir-lbe era reconhecer om resto de poder
que ella vira estar j extracto.
Nao tardou, pois, que entre os doos se
estabelacesse a tolimidade amiga, intimida-
de que alias fra sempre apparente e sopor-
ficial. Jorge illodlo-se a respeito do peo-
tameoto da moga; julgou qae o amor Ihe
havia renascido, e que ella dava o primeiro
passo para elle. Ainda assim, nao julgou pru-
dente arriscar um passo que poda atr fatal.
Caneemos o ioimigo, refieclia elle; e
ama tctica boa; tctica de guerra.
E com este peosameoto deixou correr oa
das sem romper o silencio qoe se impu-
sera.


'
(Continuar -*.)
i
IYP. DO bl*4iO~&V. DO LUQ01 M OXi
/


Full Text
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