Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12554


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Full Text
*
ASNO ILVIH. NUMERO 5 A, SECUNDA FEIRA 8 DE JANEIRO DE 1812
\


?ARA A CAFITAL 2 iGARKS OISK I&O SI PAGA PORTI.
Por tres mezes adiantados................. 4000
Por fl.s ditos iiiem................... itSQ
tcrarcwoao dtm...................-. 14*000
ijada omero avniso.................. 320
!


PARA DII110 i roju LA PROVIICA.
Por tres mezei adiinudoi ,.............. ifTf
Por fflia dito idem.................... ISJMO
Por nove ditos idem................... SOJBSo
Por om aono idem................... 17JOO0

Propriedade de Manoel Figneira de Faria & Filhos-




aq Anranw:
fe
Os Sn. Gerardo Antonio Alves < Filhos, no Par ; Goncsives & Pinto, no Manohio ; Joaqoim Jos de Oiiwira A Filbo, no Gear ; Antonio de Leos Braga, no Aracstj ; Joio Mara Julio Chaves, no Ass ; Antonio Marqnes ds Siive, no .Natal; Jos Justino
Pereira d'AImeida, em Mamangnape; Augusto Gomes da Silva, na Parahyba ; Antonio Jos Gomes, na Tilla da Penha; Belarmino dos Santos Baldo, om Santo Antlo; Domingos Jos da Costa Braga,
em Nazareth ; Antonio Ferreira de Aguiar, em Goyanoa; Francino Tavares da Costa, em Alagoas; Dr. Jos Martins Alves, ns Bahia ; e Leite, Cerqoinbo i C.J no Rio de Janeiro.
'"---------------------------------------.,..-...... ....... i ....,, --------_------------------. -.... --., ------...... ------- i .....------------------------------------------------ ----------------- ........- -------------------------- ,, ""' ^^^
PARTE OFICIAL.
Commaoilo da* arma*.
jCARTEL GKKlillAL 1)0 COMUANOO DAS ARMAS
NA PROVINCIA DE PERNAMRUCO, EM 2 DE
JANEIRO DE 1871.
ih'dem do dia n. 59d.
O brigadeiro iuspe:lor dos corpos e comman-
d inte di; arreas interino, passando este exereicio
ao illa). Sr. coronal os Mara Ildefonso Jacome
da Veiga Passoa e MeJl >, segn la a) ordena da
presidencia, o ltenlo o sea estado de sala, qae o
priva de c > n assidnidarla ac;u rular devores alias
'.). ii. sever-, d disto ciencia a guaruicj ; e
cumpre ura ..ever, aproveltando o eosejo para
agradecer o Ulis. Srs. commandantes de ccrpos,
.orapanaia-, fortalezas euo.a:s nflkiaes a coadjuva-
rao, que .ii.i piestarum para o born desempenho
o.' cargo, queentao ix-rceu, se bein que por pou-
cu lempo; c^istguintenenle agradece e loava aos
Srs. leneiu -r Tonel secretario Francisco Camcilo
Pessoa de Ltanla, niajor Jos Lniz Pereira e te-
icnenia Cleaienie Franciuo Tavares, ajudante da
orden.', pe aiuhlligencia, lelo e lealdade, com que
ser virio.
(Asignado) -Carlos Belbz de Olioewa Nery,
brigadeiro iuspecior e wiumaudante interino.
Ordem da dia adlicional a de n. 59S.
Fago publico a guaroicao que de eonforraidade
'.om a le e orlaos da pre-ideucia; acabo de assti-
inir interinamente o coraroanlo das armas desta
(irovincia, i ia me foi devolvido pelo Exra. Sr. bri-
gadeiro inspector Garlos U-.-tbz de Oveira Nery
oin conse i'iencia dos BSBI padeciuieotos physi-
co?.
S atio 11 iaa f.sse este o motivo de sua exone-
,. i i, (a; i votos para qne consiga S. Exc promp-
lo e compiel > restabeleciunraio.
X) desempeuho de meus deveres, procnrarei
quinto em mm conber, ahi'gar-me dos priaci-
pioa de ord?m e de disciplina uuemui vaotjosa-
rnenle oran 'seavolvidos por lio benemrito e
illattrado general no curto periodo deseucom
mando; e para que jU possa conseguir, invoco a
necessaria e valio.-a cooperaco dos Srs. comman-
, im de Borpos, de fortalezas, e cbefes de esta-
^Sei raitares. cooperaco qae tive a fortuna de
i.ter em meus anteriores commandos, e qae cont
sao me sera neta coujunctura retirada.
Durante o meu temporario impedimento, o forte
do Buraco sera commandado pelo respectivo Sr.
ajodante.
C nimuam em vigor todas as ordens de mea
digno antecessor, relativas ao servigo.
(A-,s'gnado). Jos Mua Ildefonso Jacome da
Veiga Pensoa e Mello.
(Confirme). Clemente Francilio Tavares, te-
nente-ajudanla de ordens encarregado do deta
lie.
DIMM DE PERNAMBUCQ
RETROSPECTO POLTICO.
RECITE, Io DE JANEIRO DE 1872.
11USSIA.
U imperio feigante^que, com om pe na Europa e
julfft na Azia, assoberba todos os visinbos do con-
tinente com a su3 vastissim exteosao, a Rnssia,
ao correr do mno Dudo ainYa continuou uffere-
:er aos espirnos vidos de rrll-xao sobra os pro
jreisos d^s povos todas as peripecias de um dss-
envolvimeoto bem pronunciado pela liberdade,
posto que anda coagido pelos principios au'.hocra-
cieos de um govern que s lem por lei a soberana
vootade de urn liomem.
Em qaant.i o propno czar, o autbocrala de to-
las as Rusias, inicia 6 promove os meibnramen-
- moraes e niteriaes do seu povo fortemeute se-
cundado por e>te ; em quanlo to'as as vlvulas
Jo espirito publico come^im a abrir-se para dei-
xir passar a< correntes abrazadas do vapor da
jpinui, ata ba bem poucos aunos lilleilmen e
imprimido pela roao possaote do inais nefasto
espestismu ; a ltussia nao esqueje os seus sonhos
!e conqabti, e, olhindo para o Oriente com olhos
:abico303, esteade-se para a India, indo enllocar-
se frente frente com as possessoes inglezas, como
.-aereado topilar a iulluenea da Gra-Bretanha
naquellas pa.-agen*, de onda tiram os inglezes lio
animador impulso para o seu commercio.
A Rusta um rnmeoso paiz, e a sua vaslido
erritorial parece querer ameacir tudo quanto o
arca, ludo quanto dVlla se avisiuha. Ao norte
tmpossivel a delem, e, ainia assim, ella pa-
rece querer abracar os polos cora os seas bracos
.i raates. A' le-t.', flanqueando urna immensa ca-
:;ade montinhas o um volumoso rio, ella alira-
se rola Asia denlro oi;cupando-lhe um territo-
rlc o ex'en-o dupla da que ocoupa na Furopa.
Ao sel el a vence as barreiras caucasianas, e cor-
tamente teria convenido o Mar-Negro n'um lago
russo, se a guerr. da Crimea IQe nao tivesse p
post; um paradeiro. A'oesie finalmente a Finlao-
dis, us provincias allemies do Bltico, a Lithua
aia e a Polnii, sao outros tantos attestaios de
saa insaciavi I tele de engraedecimento.
pezar, poiin, da toda ei grandeza a I'ussia
ra fraca. e d'isso de;xou-a convencida a guerra
Ja Crimea, que Ihe custou a signatura do trata-
do de Paris de 1836. em qce evilentemente ella
foi tratada com sub lo rigor.
Essa derrua, experiKieniada no seu proprio
territorio, f-la parar um pouco no seu caminhar,
b, ebrigando a a r Qeeifr sobre as causas de sna
fraqueza relativa, en-inou-lhe que os elementos da
orea nao consistero t uente no numero.
A* Russia passoa ento em revista todas as sua3
u'titiiico.'s fuodamentaes, e desde logo nasceu a
idea, se nao de refund-las geralmente, ao menos
de modiflca-las tanto quanto permiltisse o tempe-
ramento da nacao. .Sieoiaj tioha comprebendido
a necessidade de erguar do abatimealo o seu povo
: de iatrodazir no sea aoverno grandes reformas.
Sea carcter altivo e innexivel, porm, difli:ulta-
ram essa obra, para a qaal todava elle ordenara
estados, que est&vam sendo feitos, em mel mesmo
do sitio e bombardeio de Seoaatpool, quanlo o
sorprenden a morie.
Sea filbo Alexaodre, dea segaimento a esses
projeeto?, animado aas melhores e mais nobres In-
tenedes, formadas as saas viagens pela Europa,
onde elle estudou as instituicoes dos povos conti-
nentaes e o melborameoios de que carecia o im
perio da Russia, cujo tbroao occapoa em i de
marco de 1895.
O momento era dos mais graves e o (atoro apre-
aeutava-se sombro. Seu pai legra-lhe ama guer-
ra com duas das priacipaes potencias contraen-
taes, guerra qae, posto qae contraria aos seas
principios, elle (oi forcado a proseguir com vigor,
por isso qae encerrava-se n'ella um principio de
honra nacional.
O paiz estava sobrecarregado de impostos, e di-
nado de popularan, pelas innmeras levas occa-
jnadis pela guerra. O commercio estava ex-
tracto oa suspenso, e, apezar de um desenvolvi-
mento consideravel de forcas, SeDastopool cabio
nm poder dos alliados.
Com essa fortaleza baquetu o prestigio das ar-
mas moscovitas e anniquillou-se o poder da Ras
si ante a Europa, que vio a marinha rassa abati-
da a o exercito destraido.
A bomllbacao foi cruel; mas Alexandre soube
acceiU-Ja com dignidade para d'abi fazer brotar a
regenerado do imperio pela emanci(ia(ao dos ser-
vos e pelas outras medidas liberaes adoptadas e
seguidamente empregadas.
Poi a continuado d'essas medidas qne testema-
nhoa o anno de 1871, valo desenvolver-se par
d'ellas todos os recursos militare; do imperio, e
onviodo por toda a parte o grito alegre do servo
emancipado
A Russia acha-!o boje montada em am formi-
davel p de guerra, tendo exerci'.os nnmerosissl-
mos, urna marinba immensa e-bans commindada, e
todas as suas fronteiras protegidas por poderosis-
simas fortalezas. Entretanto ella nao deseara um
> nstame de augmentar esses meios degnerra, e.
posto qae todos elles Ihe cnstem sommas fabulo-
sas, Den por isso ella se abate ante tal estado,
visto como sent necessidade de manier a saa po-
siejio, e ao me-mo lempo quer satishzer as suas
ambifSes, pondo-se em antagonismo com a Ingla-
terra.
Efectivamente as relaqSes entre a Rnssia e a
Inglaterra sao baseadas sobre a desconfianra.
gaerra da Crin im, por mais grandiosa que fosse,
nao pr.-s: u de un incidente na historia de ama
rivslida.de, que e?l posta em jogo desle longa
dala, e qae se estende desde as boceas do Danu-
bio at o mar do Japo.
Em Constantinopla, na Azia 6eotral, no littoral
Ja China, por toda a parte, os russos o os inglezes
se oservam com urna inquietadlo alias justifica
da, por isio qae o objectivo de ambos a Azia, e
l> >r isso que ama frota russa era Constantinopla
quer dizer urna ameaga para a estrada da India.
A questao do Oriente, essa ames;a eterna de
uras guerra europi, est ao alcance de todos,
quando limitada Turqua. E' essa urna espada
de doas guraes posta sempre entre as duas poten-
cias rivaes. E', porm, no coracao da Azia qae
essa rivalidade exacerba o antagonismo russo-bri-
tnico.
Ha muito qaem pretenda qae ambos os paizes
trabalham para o rim commam de civilisar es go-
vernos barbaros d'esse vasto continente ; o qae
fact, porm, que elles se tem encontrado no
campo das luas, protegendo faccSes oppostas.
O Afghanistan e a Boukharia sem duvila sero
sempre independentes, erabora sngeilas revolu-
Sjes peridicas; mas as daas naqoss rivaes hao
de procurar sempre fazer dominara saa influencia.
Na China a situacao mais clara. Em quanto
a Inglaterra, a Franga e os Estados-Unidos obra-
vara de commam accordo por meo de suas frotas,
a Rossia introduzio-se em Pekn por ierra, man
teve-se all, despeito das violencias Draticadas
contra os europeos, e engrandeceu-se n'essas pa-
ragens sem que ningaem o soabesse. A Russia
possae boje tudo quanto precisa para fazer domi-
nar sua vontade no Pacifico do Norte; entretaoto
a Inglaterra apenas bastea o son pavilbo nos es-
teris rochedo3 de Hong-Kong I
Na Azia Central e no littoral do Pacifi a riva-
lidade anglo-russa latente anda ; no Med trra
neo, porTi, o objectivo claro, o objecto do con-
flicto e evidente : o imperio ottomano, que ama
das potencias quer destruir, ao passo que a outra
quer conservar.
A' Rassia seria qaasi impossivel conqaislar a
Turqua por Ierra, visto como teria de attravessar
as provincias dannblanas, boje im vesperas de
formarem nm estado indepe.adente, encontrara
pelo flanco a Austria, sciosa da liberdade das b'C
cas do Danubio, e ira esbarrar na iropossibillda-
de material dos Balkan?. E', poi?, evidentemente
por mar que Constantinopla est exposta aos ata
ques de sua secular inmiga.
O tratado de Paris de 30 de marco de 1856 den
remedio esse mal, estipulando a neutralisacao
do Mar-Negro.Jisto a inlerdicgao jmposta Rus-
sia e Turqua de rnanierem esqoadras n'eise
mar, excepto os navios indispensaveis polica
martima.
N'esse tratado a Franca, a Austria, i Gra-Breta-
nha, a Italia, a Prussia e a Russia obrigarara-se a
garantir a independencia da Tur juia, e, n'uma con-
veoejio adlicioual, a Franca, a Inglaterra e a Aus-
tria obrgaram-se a considerar como um casus
belli qualquer infracQao do tratado.
Preprala como j enta i se acliava para a
guerra, a Russia, vendo dua das grandes potencias
empenhadas u'uma guerra lerrivel, e tendo, segun-
do se isse, compromisos S2cr?t03 com a Prussia,
aouuQriou era novembro de 1870, por urna nota
circular dirigida aos signatarios do tratado de
183G, que o czar julgava-se desobrigado da clau
sala relativa ao Mar-Negro, invocando para isso
as necessidadas da defeza nacional.
Um raio, que cahisse no meo de am apota
ment, testeraanfia passiva do pugilato de doas
campeos, nao proluziria raaior effeito do que pro-
duzio anota do principe de Gortschakof no seio da
Europa, acoberlada cota a liga dos neutros para
assistir impassivel destruidlo da Franca pela
Prussia I
Todas as potencias inleressidas no assumpto es-
tremecern) ; mas todas se escusaram de urna ini-
ciativa tremenda, qne poderia ter fataes conse-
qnencias. A Turqua, to nnu logo o partido de se
armar ; a Italia, porm, relrahio se perante a sua
organisaco interior, depois da conquista de Roma,
em quanlo que a Fnr.c i estava prostrada, e a
Prussia se achava manifestamente ligada Russia
e era sua cmplice. Restavam, pois, a Austria e
a Inglaterra.
A Austria, posto que embarazada com a sua
proposta de ba 3 annos sobre a revisao do trata-
do em proveito da Russia, nao trepidi-u em dizer
que preferida guerra-a ter de ceder com fraquezs.
A Inglaterra, por u, mostrou-se mais concillante,
ou aateS mais medrosa, e, declarando qae a cir-
cular nao era ama ia'rac;ao do tratado, respou-
deu ao principe de Gortschakof. que o governo bri-
tannico nao tinba nenhuma objeccoo a oppor re-
visao amigaVel do trtalo da Pars, mas que este
devia permanecer e.;i vigor al que todos os inte-
ressados tivessem consentido de commum accordo
em modiflcar-lhes as clausulas.
Reconhecila a necessidade da revisao, e certo
de antd-mo de cantar victoria, o principe de
Gortschakof contentoa-se c m isso, que j nao foi
pequeo choque para o orgulbo ingle:.
O alternado da Rassia deixoa, pois, manifest o
mal qae a Inglaterra a si mesmo fez, consentindo
qae a Prassa esmagasse a Franca. Se esta po-
tencia tivesse livres as saas torgas, a Inglaterra
teria canamente obrado diversamente, vendo na
Franca ama alliada flel e poderosa.
Longe d'isso, porm, achou-se a Inglaterra,
que, sendo forcida a appellar para ama conferen-
cia, proposta pela Rassia e acceita por todas as
potencias, como meio de tirar-se do embaraco,
desle logo coinecou a procurar om novo meio de
garantir a independencia da Turqua, visto como
logo se Ihe aflgurou impossivel resistir qae o
Mar-Negro fosse aberto aos navios russos.
Esse m*lo, que chamaremos irrisorio, julgu-
se obter na franqua dada a todas as marinbas
para entrarem no Mar-Negro, que, assim saleado
oelos pavilhoes protectores da Turqua, facilitara
ensejo para a defeza de Constantinopla, caso fosse
esta atacada pela Rassia.
Poi n'estas condigSes qae se encerroa o anno de
1870, e qae comegoa o de 1871, seb os auspicios
de nma conferencia europea, em Londres, confe-
rencia qae se reuni em Janeiro, sendo a Ingla-
terra representada por lord' Granville, a Austria
pelo conde Appony, a Italia pelo Sr. Cadorna, a
Prassia pelo conde Bernstorff, a Rassia pelo ba-
rio de Brunnoa e a Turqua por Masaras-Pacb.
Nio n ichando representada a Pranga na pri-
meira conferencia de Londres, foi esta addiada
para J*, e lord Granville convidou o governo fran
cez a fazer-se representar. Este, porm, impossi-
hililado pelo eerco de Pars, nao pode aeqaiescer
ao convite, declarando o Sr. Julio Favre que sa-
biria de Paris com esre Om logo que a situagao o
permiltisse.
Entretanto o Sr. Gladstone declarou no parla-
mento fnglez, relativamente qnestao do Mar-Ne-
gro, qae a clausula, qae se refera a nota do
principe de Gortscbakoff, era insnstentavet, e qae
o fallecido lord Clarendon j assim o enleudia, e
qae at mesmo lord Palmerston sempre propheii-
sra poneos annos de existencia aqaeiia parte do
tratado, o qae tioha sido entao poBlrcj pala dis-
r*us-o da cmara dos communs.
Dis-e mais qae o governo traba pravas do qae,
se enviasse S. PeterMnlrgo nm protesto contra a
circular do governo moscovita, potencia algama se
asociara esse protesto.
D'ahi se condujo desde ento qne a log'aferra
se combinara com as outras potencias, e que a
conferencia de Londres ,s tioha por Bm dar al-
gum carcter de legalma'de conce.-s-o da logia
ierra alterando o tratado e eedando Russia o que
nem os estadistas inglezes, nem Mr. Gladstone, uceo
a l-'ranga, nem a Austr a, nem a Prussia jamis sap-
pozeram oa entenderam sustentar.
A conferencia, lendo obtido a adhe>Io da Pran-
ga, abri definitivamente os seus trabalhos, cele
brando algumas sessoes, em que forana discutidas
as clausulas do tra:ado de Paris e os protocollos
qae lias sao annexos.
Quando a conferencia encerrou esses trabalhos,
a Russia tinba ganbo a causa do mar Negro, por
isso que licou estipulado qae o tratado de Pars
fkava virtaaltreole abolido no que dizia respeito
esse mar.
A situagao do Oriente voltoa, pois, ao qae era
antes de 1856, salvas as estipalagues que, dero-
gando o protectorado da Russia, collocaram os di-
retos e a inviolabilidade da Turqua sb a salva-
guarda collecliva da Europa.
O computo das deliberagoes da conferencia foi o
seguate :
i Art. !. Os arts. 11., 13* e 14* do tratado de
Pars de 30 de margo de 1836, assim como o con-
venio entre a Sublime Porta e a Rassia, annexo
ao dito art 14, declarara-so derogados, substi-
tuinlo-os pelos seguales :
Art. 2.* O principio da prohbigo da passa-
gem dos Dardanellos, tal como foi eslabelecido
pelo convenio separado de 30 de margo de I85G,
lica subsistente, assim como a faculdade de S. M. I.
0 sultao, abrir em terapo di paz os referidos es-
treitos as esquadras amigas ou alliaJas, no :aso
da se Iho exigir a execacao das estipulares do
tratido de Pars de 1836.
i Art. 3. O Mar-Negro Ika aberto, cerno tem
estado at agora, aos navios mercantes de todas
as nagOes.
Art. 4* A comraissao creada pelo ?rt. 16 do
tralado de Paris, na qual cada ama das potencias
signatarias est representada por nm delegado, e
qne tem por flm prop)r e executar as immedi-
gCes do Isaktcha os trabalhos necessarios para
desembarsgar a embocadura do Danubio, assim
como o littoral, que se liga com o Mar-Negro, dis
bancos de ara e ootros obstculos, deixando assim
esta parte do rio e da costa completamente nave-
gavel, conserve a sua orginisagao actoal.
A doragao dos tratados da coramisso cima
citad proroga-se por om novo prazb de doze au-
no', que principiar a cootar se do 21 de abril de
1870 at 2i de abril de 1883, termo fixad para a
amortisagio do empreslimo bavaro, sendo garan-
tida pela Alleraanha, imperio d'Austria, Gra-Bre-
tanha, Italia e Turqua.
Art. 5. As condigoes da reuuiao da coramis-
so llivial, creada pelo arl. 47 do tratado de Paris
de 30 de margo de 1856, serao flxadas depois de
um aacordo previ) com as potencias marginaes,
sem prejuizo da claasala relativa aos tres princi-
pados danubianos, e como nesles se comprehende
tambera ama modilicaglo do art. 17 do tratado
indicado, a reforma ser objecto de urna conven-
go especial entre as potencias signatarias.
c Art. 6. As potencias que eslo le posse desta
parte do Danubio, onde existem estes obstculos
para a nivegagao, reservando-se faze-los disappa-
recer do commam accordo, reconbocem s altas
partes contratantes o direto da impr-at a amor-
tisago da divida anterior para a exsancao das
obras, ora imposto provisorio sobre os navios mer-
cantes de todas as naguas que o'elle se utijisarem,
e declarar que o art. 15* do trtalo deiVaris de
1836, nao tara applicagao esta parte do rio du-
rante o tempo necessario para o pagamento da di.
vida de qae se (rata.
c Art. 7.* Tolos os navios e eslabeiecmentos
construidos pela commissao europea, em vrlude
do tratado de Paris ou lo presente convenio, con-
tinuarlo a finar do beneficio da nenlralidade que
os tem protegido al aqui, e continuarao a ser
respeitauas no futuro qaaesqoer que sejim as cir-
cumstancias para as altas partes contraanles. As
vantagens e privilegio) qno resultara estendem-se
todo o pessoal de engenheiros e empregados ad-
ministrativos da commis-). Entende-se que estas
eslipulacoes nao allictam de maneira alguma o di-
reito que a Porla tem de mandar para o Danubio,
como at aqai, os 3eus navios de gnerra.
a Art. 8. As alias parles contratantes reprodu-
zera .> conQrraam toias as estipuligoes do tratado
de 30 de margo de 1856, o de todas as clausulas
annexas no que nao leem sido annulladas oa mo-
dificadas pelo presente convenio.
t Art. 9 O presente tratado ser ratflcadOj,
trocando as ratificagSes no prazo da seis semana*
ou antes.se fr possivel.t
A Inglaterra julpou ter meltido uraa langa em
frica com este resultado, mas o qae faci
que a Rassia onebrioo-se com a victoria,
tanto mais notavel, quanto importou n'ama severa
ligio dada sua rival.
A Europa cora esse resaltado l :ou humilhada,
mas anda assim ?entio-se feliz por ter podido re-
mover as causas provaveis de ama nova gaerra
do Oriente.
Entretanto es-a remogao nao seno tempora-
ria, porque tudo leva a crer qae a Rassia, armaa-
do-se fcrmidaVelmeate, como se arma, tem em
vista realisar os seas vastos planos no Oriente,
despeito da Austria e de tedas as mais potencias
europeas, cajas ladoencias ella procurar neutra-
lizar, como em parte j conseguio urna vez, rela-
tivamente Prussia.
A imprensa offi ;al e offleiosa de S. Petersbargo
commentoa favorevelmente os resoltados da confe-
rencia, duendo qae as satisfaedes dadas s recia-
magues da Rassia juotavam a parte essencial do
(raudo, isto garanta da integridade do impe-
rio ottomano, ama base tanto mais slida quanto
foi obtida pela forga moral, e accreseentoa qae
esse acto, qae nao violn nenham dreito nem
irapoz nenham sacrificio, restabelecia os dfreitos
violados, remova as deseonflangas internaconaes,
e consolida va as sinceras e amistosas relagdes en-
tre as patencias europeas.
* A imprensa iogleza abundou as mesmas ideas,
posto que menos acentuadas; e por essa ferraa
se mostraran), todos satlsfsitos por nm resultado,
qae prlncioalmente favorecen a Russia.
Assim, pois, passoa a questao do Mar-Negro
3ue ameagoa por algam tempo a poltica externa
o imperio moscovita, em quanto qae ao sen inte-
rior se consolidavam os negocios pblicos, e o go-
verno inprimia urna extrema activilade em des-
envolver a industria e o comraereio do paiz, facili-
tando Ihe todos os meios de eommuoicago, ao al-,
caoee do tea inmenso poder.
Era jaoeiro foi descoberta ama conspira gao qne
1 tinba por 6>, tssassinar o imperador e proclamar
a repblica e o commuoismo, e a polica faz inn-
meras prisfcs em 3. Petersbargo e Moscow, lios
d'essi revolhgo projctada.
Em fevwero o czar ordeooo qae fossera insti-
tuidas escotas priraorias era todas as povoago^s,
onde isso ose posaiveL
Propagaalo a instraegio pela gente do campo,
propaz se I governo russo a crear ora ncleo de
bomens apfos para desempenharem o cargido
jurados, qae boje entra na organisagao judiciaria
m estado, e que ja nao tioha sido posto em vigor
por falla da gente tuDililaJa. _
E' assim que as reforma* se snecedem oaquelle
paiz, urnas attrahindo e creando a necessidade de
entras.* "
Em Oleasa houverara disturbios no mez de
abril entre os gregos e os jad is. A tropa- leva de
intervir pata restabelecer a ordem, e foram presos
amitos individaos.
Em maio, em varias cidadas e especialmente ero
Moscow, apalicia tecebeu ordem de prender todos
os estndanfes que pareeessera sustentar as ideas
revolncioaatiss l'rancezas, e as noiversidades fo-
ram convidadas o naoconferrem diplomas aos es-!
ldanles que nao tivessem Ideas polticas, conforme
s do governo do czar.
Essas medida) repressvas bem deixam ver qua
as asopirMlea de liberdade, que os voos da demo-
cracia, j'penetraran) na autnoeraiica Rusiia, qae
em vio tinta esroagar e.-sa ptienix, sempre promp-
ta a renaser de suas proprias ciaras.
Quando^ tiveram logar as conferencias de Gas-
teiu e SalAurgo, o governo moscovita mostrou-se
apprebensivo pelos resultados das entrevistas dos
doas imperadores da Alleraanha, e a iraprensa
rnssa, discutindo e-sas entrevistas e as saas cau-as,
fez presentir possibilidade de futuras complica-
goe3 por eaasa da questao do Oriente, sempre
morta e sempre a renascer.
ReceiOM e apprenensvo, o governo de S. Pe-
tersbargo. fsz logo augmentar os seas preparativos
bellicos, segaindo a sea modo o aphorismo si vis
pacem, par* bellum
Effrdivamente a3 relagoes do czar com a Austria
e a Prussti parecern) resfriar se, e s ultimas no-
ticias tomaa incr omento ara boato de guerra entre
os dons paizes visinhos do Danubio, posto qne nada
annunciasse para ja am serio r^mpimento entre
elles.
Alera da qaeslao do Oriente e do socialismo,
que a val dando algura trabalbo ae governo mos-
covita, a qoestio que mais preoecupou no anno
ndo a alt9ngo publica na Rassia, M a qaesto
religiosa, qae desde longos annos se impfte perti-
nazmente a lodos oa espirites, ora so, ora conjun-
tamente com a questao poltica.
O governo, sentindo abalada a religio nacional
rassa, procuroa e procura sempre comprimir todas
aquellas que Ihe fazem sombra, asando para isso
dos seus meios ordinarios de accao, qae sao a pri-
so, o bistonamento e a depomjao.
Em saa origem a igreja rnssa era nma depen-
dencia da igreja grega Sen caito era modesto,
seus templos sobrios ds dscoragis, e seas mi-
nistros austeros nes habitas e costumes e ate no
moda de vestir se. Seus ros, de urna smplicida-
de anlgi, inspira vara o respeito qae os scalos
do as cousas que eles tornara sacrrs. A lingua-
gem, p^rm, de saa lithargia ora vetasla, e em
muirte pontos a greja rossa pedia urna reforma.
Appa-Tcaa eDlao um Individuo oe uome Nikon
qne isnioa essa reforma. A* principio infeliz elle
nada conseguio ; mas depois, tendo podido anga-
riar as sympathias do czar Alexis, e clevando-se
ua hierarchia religiosa al o pitriircbado, ple
ento dar seguiraento s suas ideas, egovernar
a igreja russa corao verdadero authocraia, tirau-
.lo ao culto sua anliga sirapheidade e sobrecarre-
gndo-o de ceremonias, mudando a lithargia, e
veriendo para a lingua lavonia as Escripturas
Sanias, versad esta que elle fez mais larde appro-
var por um concilio.
Oppondo os fiis tenaz resistencia essa reforma
profunda, Nikon chamou em seu auxilio o brago
seeular, e, por ordem do imperador, a nova lithur-
gia e a nova verso dos lvros santos foram intro-
duzdos oa igrej<, desde entao declarada ofBeial,
orthodoxa e santa.*
Todos os grandes e funccionario3 do imperio ad-
miliiram as reformas, e bem assim os padres e
monges; mas o povo resinti, e a igreja de-de
entao se dividi em duas fraegoes, a dos velhos
cenles e a dos orthodoxos, uto a igreja popular
nacional e a igreja o 11 i nal.
Os velh03 renles repeliera todas a3 innovaedes
de Nikou, que elles considerara corao hertico, e
Isvam a sua repulsa ao ponto de estygmatisarem
lodos os melhoramentos com que a sciencia lem
dotado a sociedade, e as melhores conquistas da
civilisago Ibeso snspeita-. Como as reformas
foram impostas pela corda, os velhos renles en-
volvem o poder imperial na sua reprovago.
O velhos crentes, pelo numero o por suas ri-
quezas, pe-am as decs5es do estado ; e os oriho-
doxos respeitam-n'os, pono qae sera dar guarida
qaelles que tentara fazer prcselytos nos sectarios
da ortnoduxia.
Tal da aitaacao religiosa da Russia, onde a li-
berdade religiosa e de consciencia est anda mu
longe de contribuir para o titulo de Uvre de que
gosa o imperio moscovita, depois da emancipagao
dos servos.
As ideas de tolerancia leern le ti progrtssos ul
Cxamente e, apezar do clero e do santo-synodo,
visto corao perraittdo ao3 musulraanos conver-
terera os jadeos ; mais ai dis musulraanos e dos
juJos se pretenderem fazer proselytos entre os
orthodoxos I A auloridadetorna-seeloinflexivel
nos seus rigores, embora apregde por toda a parte
a liberdade e a tolerancia era materia de religio,
como praticoa o principe de Gortsehakof no rela-
lorio que dirigi ao czar, a proposito de urna cora-
misso de 37 pessoas que Ihe foi apresentar men-
sagens em nome das commumdades evaogelica
americana, europea e dos qaakers.
Em resumo' a situagao da Rassia como qae se
acna e (remecida quer em poltica, quer em reli-
gio ; e certamento n'um futuro que nao est lon-
ge a autocracia do governo do erar ha de ser for-
gada a ceder o passo nm rgimen de lberdades,
tal como sonham os pofos modernos.
Sob o throoo do imperador sente-se como qne
palpitar o coracao da democracia, e ninguem por
certo tera o poder de comprimir o peito desse gi-
gante at esmaga-lo.
TUHQUIA.
O imperio ottomano dorante o auno de 1871 foi
cruelmeote agitado quer fetos seas proprios nego-
cios polticos e religiosos, qaer pelos dos pases
seas tributarios, especialmente os Principados Da-
nubianos, hoje reunidos sob o ltalo de H umania
e sob o seeptro do principe Carlos da casa de
Hohensolern.
Ao encerrarle o anno de 1870 tres questSes so^
bretudo preodlam a attengas da Turqua e de to-
do Oriente : a qaesto do Mar Negro, levantada
de sbito pela Rassia ; a qaesto interna da Roa-
mania, qaerendo firmarse com segnraoga e sem
o poder conseguir ; e a qaeslao da iotervengo
da corte romana nos negocios das commaohdei
religiosas, pelo protectorado qae quera ter o papa
sobre os catnolicos.
A qnesio do Mar Negro, Isto a qaesto do
Orieuta restringida Coosiaqtinopla, foi levantada
pela Rassia n'um dos momentos mais crticos
porque tem passado a Raropa uestes ltimos an-
nos.
Apereebida dsase eofraquecimeoto, a Russia poi
a rao na ohaga do Oriente, e immediaumeate a
Europa estremecen, tanto mais dolorosaminte
quaqto nio poda oppor barreiras s irnbi-a^do
imperio moscoviu comidas pelo tratado de Pa-
ris.
J disseraos, qoan-l > tratamos da Rnssia, o que
aconieceu eolio e como se tirou a Inglaterra dos
erabaragos dacrise europea ; e flnalawnte indica-
mos o resoltado das confirencias de Londres, j
previstos de aaterao, nao s anie a situado dos
espiritos na Europa, mas tambsm em lace"da le
naeidade da Russia, disposta a coa mistar com as
armas as mos a liberdade de navegacao do Mar
N'sgro.
Antes qas se reunisse em Londres a conferen
cia das potencias signatarias do tratado de 1856,
a Russia propoz ao governo do su.lo ara accordo
particalar, no sentido da aboligao da neutralidada
do Mar-Negro.
Os jornaes de Constantinopla aconselharam o
governo ouomano que aceitasse etsa pronosta,
pedindo entretanto ao czar, cuno compensagai do
sa:riflcio, que fosse nnida Roumania toda a
Bessarabia rasa, como meio de impedir qualquer
invasao pela tronteira nordeste do imperio tatuco.
A Turqua, porm, 11*1 s estiplanos do trata-
do de Paris, nao aceitou seinelhantes'cooselbos. e.
por intermedio do seu ministro Aali -Pacha, decla-
rou ao general Igntleff, representante da Russia
em C mstantidopla, que s urna solugo c.mmum
de todas as potencias interes-adas no negocio po-
dia obriga-la a acceder s ialiraagoes da Rassia,
e qae por isso regoitava as propostas de que es-
tava encarregado o representante dfcste paiz, rea-
iiv..-Tien!e ao accordo particular citado.
As relacOS internaconaes da Tur ma nao sof-
frerai!, porm, nenham abalo com esse p3sso ;
mas, posto que em Coustantinopla niogaem se mos-
ira3-e receio-o ds slliang da Ru-sia cora a Prus-
sia, alliangt que se dizia nao existir, todos linhara
o espirito apprebensivo pela amtude reciproca da
Russia e das mais potencias signatarias d) tratado
de 1856, vendo nessa atituda um desenlace menos
favor ve I ao Oriente.
O governo ottomano, embora nao erse n'uma
nova gaerra do Oriente, desde que, compreben-
dendo a poltica da Ejropa, comegou por activar
os seus armamentos, e. determinando a constru-
gao de novas fortBcagoes as suas costas, poz em
p de gaerra o seu exercito para qualquer evea-
laalidade.
Entretanto reunio-se a conferencia para satisfazer
as exigencias da Rassia, e a Turqua, sera levan-
tar ama qaeixa, sabmetteu-se, como prometiera,
s deliberagoes das potencias protectoras da sua
independencia.
Aflistala da lela das discussos a questao do
Mar Negro, nem por isso deixau de. assombrar os
espiritos a inveterada questao do Oriente, que, des-
envolvendo-ss sob varios aspectos, apresentuu-se
araeagadora na Roumania oa Principados Danu
loianos, interessando nao s a Turqua, mas tam-
bem a Russia e a Austria, cuja imprensa viva so-
bresaltada e era ooposigo manifesia de Cons-
tantinopla, qae, posto que vlwa as coasas da Roa-
mana desenhsdas com cores sombrias, ostenlava
nao obitanle uraa calma iraperlnrbavel.
Por oatro lado a siluagao da Araba era grav-
sima, e a insarreigo, levntala por Ibrahim Pa-
cha, bomem enrgico, rico e dispondo de muitos
meios e partidarios para fazer a gaerra, estendia-
se por todo o norte da penin3ula e costas do Mar-
Vermelbo, comprebendeodo a maior parte das tri-
bus do Yemen Halraraulh.
O governo turco, em vista de t.v> asusiador
conflicto, pro:urou captar a benevolencia e sym-
pathias dos poucos chefes indgenas, qua ss con-
servaram quietos e neniraes, ej para all enviando
tropas, conseguio apasiguar a revolla pelo sub-
metlimento dos prncipaes chefes anrreciona-
dos.
Quando, porm, 3e deu este ultimo faci j a
questao da revolla da Arabia tinha produzido ama
crise ministerial em Con-tannopla, obrigaodo o
ministro da fjzeada Mustapha-Taril-Pacha a de-
xar a sua oasla, na qual foi substituido por Mehe-
raed-Sa d-Elfendi, uraa das maiores capacidades
poltico-administrativas da corte oltomana.
A retirada de Mustapha-Pach proveio do de-
sejo, contrariado palos seus collegas, de publicar
os orgamentos da Turqua, inieiranlo as.-ira a Eu-
ropa acerca das circarastao sias naoceiras do par,
para o fim de nao encontrar embaragos no levan
lamento de um emprestimo, caso fosse mlsler ap-
pelhr para o crdito.
Entretanto os negocios dos Principados foram-
se c implicando cada vz mais. O piiucipe Carlos,
em urna caria escripia em lingaagem vigorosa,
carta que foi publicada em vario* jornaes. pioton
com negras cores o estado do paiz, manifestando
a sua iiitengo de abdicar, iuteugo depois reite-
rada em face do resultado das eleigoes.
A Autria, receiosa pelos resultados de seme-
Ihante resolugao, apress u-se era solicitar do prin-
cipe Carlos que nao abdicasse, e varias outras
potencia-, inleressadas nos negocias do Oriente,
assim lambern o aconselharam, posto que recusan
do-se peremptoriamonte a conseotir na reforma
constitucional n'um sentido mais conservador, co
mo propoz-ra o principe na carta cima citada.
As tres potenias mais directamente envolvidas
no Oriente concentraran) ento algumas tropas as
vsnhancas dos Principado', todis receiosas pela
paz do Oriente e cada qual mais zelosa da interfe-
rencia das outras.
A Turqua mandou concentrar as suas forga3
no campo entrinch-oirado de Sc'ourala ; Rusia
moveu as suas pelas margeus do Pruth; e a Austria
concentroa-as no Monte-Negro.
A' este tsmpo, porm, a Turqua tirou de sobre
si o peso de urna das questoes religiosas qae a
alligiam, resoivendo a qaeslao entre as igreja-)
Dudara e grega.
A" igreja blgara foi concedido nm regalamien-
to ecclesiastico especial, tomando o seu metropo-
litano o titulo de ebefe de toda a Buigaria. Era
consequencia desle accordo, o patriarcha ereg)
pedio a saa deraiss), e o general Ignateff, re-
presentante da Russia, vendo com ponco agrado
semelhaote solugo, mostrea resentiraentos, qae
todava e desvanecern) anle a franqueza e sin-
cerdade do governo ottomano.
Nao se desvanecern), porm, os desejes da
Rassia e os da Allemanna de intervir nos negocios
cada vez mais drfflceis da Roamania, e o principe
Carlos, guiado pelos conselbos des-as potencias,
abstondo se dos seas desejosde atrdicar, promrou
dar am golpe de estado, qae foi-lhe acremente ex-
probado pela maioria do paiz, em vesperas de ama
Insurreigo.
Por oceasiao do aaniversaro natalicio do impe-
rador Gailherme da Prassia houverara em Bocha-
res! algumas desordeos semelbantes s de /.u-
rich, na Suissa, sendo invadida a csa em que os
alleme) festejavam esse annversario e havendo
algaos ferimentos.
Em consequencia disto e sob presso do cnsul
geral da Allemanba em Bucharest, o principe Cir-
ios derailtk) o ministerio Gbika, que era rapopala-
rissimo, e incumbi os Srs. Catargin e Golesco da
organisagao de am novo gabinete conservador, dis-
solvendo entretanto as cmaras roamanas e convo-
cando novas.
Estes fados prodnziram ama certa exacerbago
dos nimos em Bucharest, e siaistros boatos fo-
ram espalhados, ja retentes ama ablicago for-
gada, j oom relagio a ama rebellio democrtica
contra o principa Ca*s, cuja posigo torooa-se
cada vei mais oriiioa, nao sd pela rarefaegio das
tlliras a'aqaelles qne ainda apoiavam a ana po-
ltica, mas tambero, porque oa novos ministros nio
raanifesiavam respeito nem grande sympathia pelo
principe.
isla sitaac-io affMafM os reseios da Porra OJ.
tomana, qae c- ntinuou a adoptar medidas e provi-
dencias para giranlir a ordem, na saa qualidadn
de suzerana, principalmente para a sua prupria
sanntfs*
Dis-e-se eato que o goverst do suui > dirigir
ama ola s potencias garantes da dipcadeacia
da Turqua e dos Principados, ni qaal en*aoa-
Ihes a atteago para a rn-e que aiueagava a or
dem de cousas estabelecida na Uoaroaoii, diiecdo-
lues que nao se quera deixar orprenier p-l .
iconiecimeatos, e pedindo Ibes aniorisaeio para
intervir nos principados se a segnrwca drua
provincias e do throoo do principe fo-se amea-
gaia.
isse-se anda que outra nota lora dirigida pet <
governo ottomano ao principe Curios, informaodo-
o daqujIU resolugo e con\idauJ todos osesforgos para evitar incidenies de nata-
reza a incitar a PorU a sabir da sua a filuda d-
observago.
Estes boatos, poslo que deamenldos man ir.' .
nao deixarara de cansar sensago qur na Tunj-ii.
e nos Principados, qur entre as potencias s.^oa-
larias do tratado de I8'6, e, oa por e- por que inspirasse coodau>,a o novo gab i*,
de Buchare.t, a siluagao in;lh-rou e a Roumanu
parecea entrar n um periodo de pacificiinent > re
lativameale auspicioso.
Eniietaoto a lata religiosa ia por sea lado tam
bem proeguialo, e o joruies gregos pub-icaraiu
a protesto do patriarchaorliodoxo contra am pr.-
jecto de lei da Roamania, no qual se aaioriaama
principe Carlos a' hypothecir ou a alieoar m lar-
ras ecclessiasticas e os boas ded.cidos aos lug>re>
santo*.
K'eese protesto iovocoa se o protecolo de t864,
pelo qual os delegados das potencias garantes ti-
ntura reaovado questj, emcjnseqaencia de ai.
ter sido e-lacidada com os documentos contraJiU-
rio apresentaJos pelas duas partes.
O ministro AaJi-Paea, p re vendo as ciaseqoen-
cias que no estado da Roumania aquelia represea-
taco poda ter, limiloa-se ( e mu pensadamente
iransmittir o protesto ao agente diplomtico 6o-
Principado", o Sr. Street, preveoindo-o de que a
Sublime Porta depo.-ii.va aquello cegecio as ooi-
do governo roumanj.
A'esse terapo foram fetas aa nova,ele g.'o.-
para a cmara electiva da Roumania, e o goveru
dqs Srs. Golesco o Catargia obteve gr.nde mi
ra.
Ao abrir a sesso o principe Carlos prxmn-im
um discurso conciliador, e a cmara na sua men
sagem de resposta associon-se sem resinge a
poltica conssrvadura do governo, e procUnwu
necessidade que tinba o paiz de consolidar a dy-
uastia reinante e de dar um concurso leal e eaer-
gico .M. gabinete, para o lira de tornar esiaveis a*
lusiituigoes, dando ao paiz a segur anca e or-
dem de que elle tanto carecia e ao mesino terop <
apenando os lagos que o uera Tarquia Ma -u
zerana.
Estas tactos, porm, nao acalmaran) eoarpMa-
intntt os nimos, e, a o passo qae o principa Car
los era recebido em Jaaty, p.a oudj liaba ido,
com grandas demonsiragoas de refeaijo e i<- y n-
pathia, em Buchirest os parlidos se a/itara ji oom
violencia por occisio das eleigiVas moaicipae-,
bavendo desorden), que s nao foram iu gr
pelas medidas de rigorosa prevengo i ... >:.. p-i o
governo.
Por esse lempo de-c.ibrio-.--3 nos P..- I -
urna conspirago, cujo lira era as>a>siu r : -. .
lisias e .-ajuear-ihes as casas.
A questao dos Israelistas urna as i.. : :.- -
no-la parle do Oriente, e nao so limita .,
pados, pois que j disseraos u> lugar it p. io-|
em Odessa, na Russia. semelliaoles dttsorJens liv -
ram lugar entre Gregos e Israelita fi ~*
raui.o estes ultimo?.
Esta queslo a mesraa que origin iu e i!
panha e Portugal no seculo XVI a p. i. .
expalso dos ddeos e as sedicoes cuatro t.-t
raga, que, sendo inferior no goso dos direto, ; -
lieos e consid rada corao c-urange.ra e to] r.-
tera entretiulo raaior aclivdade e uaai- Huir .
e por isso maior rlqneza do que o re-to do p,.
dos Priacipad is, coja ignorancia, iaveja ,e f.
mo religioso faiera rebeaiar esses conflicio-.
Qiandotaes faotosse dava.a. c vice-rei do Kg)p-
[o abri o seu arrmelo de parlamento, a asi
bla dos delegados, no Cairo, pronanciaudo n n
lacnico discurso, era que, depois do luuvar a n
didas lomadas pelos djtegados nos anuos aolerio-
no sentido do fazerem prosperar o paiz, man -
fe.-tou a esperanca de que ainda aeriaiCi os ios.;: *
os bons desejos Ja assembla.
Entretanto em Bucharest, onde ae arhava )
principe Carlos d.> regresso da sua axcarsao, c
liuuou a erise, pelo ficto da uo querer o principa
saoccionar o contrato Straussberg sobre earaloh .
de ierro, o qual fra approvado pelo parla:;-,
A Albania j eulo se achava atnava, e essa ag
tago, ameagando estender-se s provincias vi.-.-
nhas, sobre ludo ao Montenegro e Bosaia, I
minou o governo ottomano a cuntralr o emp:
timo sobre que meditava desde mere? aales,
meio de crear recursos ao sau lliesuuro, e ac ta-
selhou-o a enviar agurais tropas pan a pn-v.a 'a
revolaccionada, a u de comprimir o mu
Ambas estas medidas foram looradas p
acert, e, ao passo que o emprestimo e nal.- > .
em boas coiilicgioes. a revolta foi sendo apa^igaa-lj.
al que a Albauia voltoa inteirauente ao sei -
paz e da concordia.
Pouco depois de ter comego a revolta da a'.b.:;
o vice-rei do Egypto eucerroa a caiura do> di.
gados do Cairo, e no sea discurso agradeoea-lne a
seu auxilio qae prestara ao goverou, >pataatsaa la
o presidente da cmara por sua vez o reconh.ci-
mento era que esta se achava para com o g tvi > 11
por Ihe ter facilitado o trabalho, e pelo espirito li-
beral com que e kadive acolbeu os pedidas acer
ca da organisagao interna do paiz, ,
O Egjpto raanife lamente ia prosperando i
sombra de suas institoiges ; e, qaando foi encer
ralo o seu parlamento, j e3tando tranquillo cer
ca das menges do sulto, sea suzeraao, entre
goa-se aos ssus negocios internos, dando a-sl.i
plena satisfago aos delegados do parlamento d>
Cairo.
Por am momento as saas reiagSes com o go-
tario ottomano parecern) arrefecar, ja p l
fasto da passagem das tropas do sulto pelo ac <
territorio, quando em caminbo para a Arabia re-
voltada, j pelos trabalhos de fortifleagao as am -
bocadaras de canal de Suez. Essas relagdes, por -o.
se pozeram no raelbor p dentro de ponco tempo,
gragas s altengdes do governo de Coastailioopb.
que enviou am emissaro ao sea vassalo do Egypto
para o fim de reatar o fio amistoso d'essas ratacjOei
qae Ihe eram charas.
Emqaanto no Egypto o kedlve encerrava o seu
parlamento do Cairo, falleca na capital olto-
mana Aali-Pach, presidente do conseiho de mi-
nistros do sulto, e personagem que occapoa am
lagar deslinctiseimo ua historia do ltimos tempes,
como inminente diplomata qae era.
Por saa expressa recommeodaco o sulto deu-
Ibe como successor ao ministerio Mibmaud-Pachj.
hornea illastradp,, liberal e tolerante, o auI re-
constilnio o^gabinete turco, cereaodo-se de outjros
bonens noti'ieis, para o fin de proseguir ba mis-
sao de desenvolver moral e materialmente a Tai
qa*.
Um dos secretarios do sulto escreveu por sua
ordem o boto gro-vizir, diaeado-lbe qae a Tur-
qua Irinha feito grandes progressos, mas qae
aiuda Ihe falta va ramio eamiano a andar, que a
eg iiiagao devia conformarse coca os costante* J
" *aat qae irapcssibilijtsse os projr?j


*

/-
W 30 OR
IIUM ~1 Alrtl V* iW*ri# <* rrnambiic t-.- Segunda (eir 8 dt Janeiro dt l'd\2
'
*

Sos qis patissera nt-lhoralos, e que sobre talo
era oeottsario ^o.tlir 03 enpregos la jaiUt-a
hornees 4iqo. probo e capazos.
Segoiiiwlil comelhrt do.sultio, alias de acero-
do com o sg>uo de pausar, o grao-vizir fez
prioe deseJ/s soore osto ponto, davaai aquellas |mo de Barbacana Kluardo rleBortque de Andrade
n'igiciaojhi ora amo mam urna toUOvi avilan j 'rifa.
lamente ja abortada, ora como era ta dejjrjaia j Afeara-so ^noPaTcayboBa urna scrava 4e lg-
daf man Uberdaie
7 lff I
nurial J Tanioia,
pipa raaGoostan-
re prAlo-lboB 4ma
,o da cftOotielto-
otunuiiKMcalhv
loco varias maoauc;\ no fmceianalismo, desterrou
uiq aot.go inintitro como frevarieador, e moi-
trou-.'e fWWlmonte amigo das reformas liberaos,
declara oda se desde logo favoravel as reformas
jodiciaria e adranistratova no seadrite nnaea
tar as garantas ia<4laa
ao eidado.
L"go apo< a rricjijnga
monsenhor FrunCt" uncto'
tinopl*, 111 lor com o gri
solug 1 da que-tl>4l al
in nos nfg.jci 13 ao diversas
cas, solugo que Ali-Paco Ibe di.ssera stna 11
voravel i Snt *L
Mahraou'f-foeha, tssim fotsrfelUI .
qae, nao existindo malr aq ell juB litera
promesas, ju'gava-se desotrutada dellas, tanto
mais quaot 8et suas tratfgoas de tolerancia e
imparealiJade para com as diversas coraraaolwaa
christies do imperio, elle era forjado a respailar
e a fSler respailar os dWilbs de lodos, dnfoT-'
tnando-se com os tratado, e nao dando dio
juera o direito le iogoftr-se nos negocios religio-
sos 4o* cbrtMas oiiooaaao.
fim vista de ue* e '.ao formaos assorgCas; con-
firmadas depois eitMima nota diplomtica que le
'oi enderezada, o nencio de S. Santidad < rftirou
sede Conslaniioopla, deixando o carap) livrn s
actividades do y roe vi.-ir, e levaodo eomsigo rleo
preseaies do sui.o para o chefa do ca;t;olici-m i.
Esta queslio. porra, que o ministro do sultn
uigou ter rewWlo com a marimafecilidade,
orna qnestio Rrvisimi, que enwive a Mitra
das nacionalidades oppnmidas sob n poder da Tur
quia, e que mais tarde 00. mais cedo dar lugar
ama intervengo da Europa, especialmente da
!f raoga, em -favor dos chrrstios subjugados pela
f arta Otomana, sobre ludo os de origera grega,
caja aaton.mia 1 reino heleiieo nio cessa de re-
clamar.
Bvidotem*nte ht am antagonismo perf^to en
tre a populncij musulmana e o* povos rnrist)
4* imperio ouomaoo. So se quiter maotsr a todo
rusto a lutrgridide do Imperio e assim loriar o-
pjvoschr'-'.ios .1 *. trarera intefini.lamenta um do
mimo que eilrs oVtesta-n, oeste e'0, a po itica do
fra vuir a neihor pcssive' para os inicrssses
do MB p.l Iba, se se admittir o iircit) das ra-
$as oppnmiJa^ a cooquistarem a sua IndepenJeu-
ca, se, em virimie du um principio de humaoi
ade soperiir ao caUuios da politice, se dfixar
um livre jio as for;is que se agiiam sub a appa
reate nm nde do iioperi ot omano, ento essa po
ltic 1 d) grao visir ioadinis.-ivel, a f >rco.saineiue
ter de ceder site a reelaoiajds do^ povosgre-
gos, raclanttcd que sem duvida vtro a ser
protegida* pela PraTica, queembora sem ambires
n ente, como tem a Inglaterra, a Rusoa, a
Austria o a Allemaoha do Vorte, ser nio ornante
levada i-so pela sus natural generosi lale e bo-
lol principios que fjrmaai a sna bandeira pol-
tica.
En todo ca=o a |uertai do protectorado para os
bristios da Tarquia nao. questa rwomtfat e
certiraente a Frauei sabei achar mel de dls-
culi-la, se nao hijs que ella se acha extenuaba,
ao menos amanba, quando liver reorganisalo os
seus negocios e'possuir um bom exercito e alian-
gas jo a au\ -ni.
Sera isso en'.Io renovar a guerra io Oriente.
Mas tegndadu do imperio ottomano com prejuio do
pyvo b lrni:o, qae Ibe lio sympathico ?
A Turqaia nenhuraa :onsideraga 1 mostra ter
pela Franca, e diaso ac sumindo o protectorado da regencia de Tuiis co-
mo meio ie fartar o r>y s satisfiCOes que Ih-
cumpria dar Italia e Franca por occorrencias
bavidas no seo porto cjaira ena daas poten-
cias.
A Italia redamara em tempo contra as vr<)io-
cas commettidas contra os seus indito* e amea-
'.ara invadir o territorio loaezino se o hey Ihe nao
^se satifae(;oes. A Turqua |rolelou contra a
iava'o e fai com que o governo de funis mandas
se um emissario Italia para tratar do assumpto.
Este emissario issignoa em Floren? um ICConto
com o giverno de vistor Emmanuel ; roas o bey
nao quz racficar o acto do seu emissario. Dab>
r !-.-,i; ir.tm n ros querxas da Italia, agravada*
p;la coolinuagao das violencias praticadas com os
."a- sablitos, ecomo conseqaencia disto explcita
v-aracao Ja jue auviaria contra Tuuis urna ex
pe licin.
Ja ctio a Franja tinba redamado contra o
P"osedimento do b--y, dondo asylo no sen. errilo-
rhais rabes revoltosos fgidos de A'gel.
O bey, com a sna natural sagicidaie, arre
cejan do-te da Italia e da Franjo, pedio e obteve do
ultao a hefeli!3rieiade, e eoostitulo-M vassailo
da Turqua, prnlo-e assim 1 coberto de qui-
qaer tentativa,de invaslo do seu tenitori,), visto
:j:do tal inva-ao seria desde emao nm ca$u$ 'o/-
i previsto 00 tratado de Par, o c-^mo tal teria de
sr impedido pela poltica europi, defensora A-i
:i ..-idale di imperio.
Aote tal extraiag^ma poltico Jo sul(ao resla
qoal a attitude das potencias oiTendidas pelo
1 ..presas pjr um lado ao tratado e Parise
'tiJas poroatro pela lupia offen?a aos seas res
."livos pavilbSes.
Nio foi, por.u, s osa a pendencia internacio-
nal da Turqua com a Franca. O governo doEgyp-
'. / suspenden a puolicacao de nm jornal francez,
que se poblicava era Alexabdria, o coatra este
ficto recl^mou 0. conul frcc?z. O governo do
Ailire resp iodeu dizeodo que snbmeiteria a que-
i deciso da tres eonate{jMBigo5 de ambos os
paiz***. O consol francez nao estjve por isso, e
' -ton, aeooslbini aos sena compatriotas que
;-tiem aos aitentado* cormeltidos contra a
saa liberdode pelas autoriiaies egypcta**.
A p^n lencia aflectoa desda logo o governo sa-
serano do -ullao, mas nao leta matflfea conse juen-
e, visto como sobre este fa;to -vernos 'francez e oilomann, ooieodo tambera
'ual resalalo um oulro coofl co entre a Porta
Oitomana e o governo besptnbot, proveniente de
ter sido la-u't.J 1 no Cairo um empregado du
con alado de -lespaoba.
Mal se aenava a qnesto tasezun no ponto em
qae a vitos, rcbentoa ou:ro conflicto entre a Por-
ia Ottomana e a Russia, pelo lacio de se achar
j.ta potencia em ve-p?rasde cele.brar directamen-
te um trata Jo de commereio coa o governo da
onmania. *
A Porta declarou que se opouaba ene tal tra-
alo osse celtfcrado sen a sua intervencio de po-
tensia suzerana, e proiestoa contra o ac da Rus-
sia de querer tratar com tita vassallo do imperio
ottomano sem autorisajao do sallo, invocando
em seu auxilio as estipuiapGas do tratad o de I806.
Em ger.il .is relaois eutre a Sublime Porta e
os estados tribuanos, complicadas como eo pelas
relagos desdes estado* com os paizes estraugei-
r-?,"so a pare mais -fra g i i da sua poltica.
P.ir isso o gucerm ottomano obran eora ente
rio se se dedicasse eom since.'idade as refirmas
iuternai e especialmente da _a admialstragao
e das suas (inanes, prourasdo melbora-las.
como at cerlo ponto iniciou e pratieamente rea-
lisou pelo seu ultimo firman relativo s provin-
cias europeas.
Em resumo a posieao da Turqua nada tinba de
auspiciosa ao encerrar se o auno de 1871, nao
s com rereneia ao sea interior, de continuo
asilado por evolajdes polttieas e religiosas, man
'.amb-rin relativamente jhoje nao sao ameagadoras, nem por isso deixam
viver tranqailJo o governo ottomano, sempre at-
iento aos rumores bellicos da Ai-trii e da Alle-
maoha do Norte e aos armamentos da Hinia,
u'ande sempre wprirn veatM tHUraciM ao iaipe-
. i 1 sulio.
Se a T.ir-iuia, p-orm, eompeQetraodo-se da sua
poiglo, tratar seriamente de sopitar as soas eon
val- Jes internas, dan lo garan'.iaa quom detlas
carecer, e procurar viva; em barmonia comas
potencias europeas, desfraetaado assim aljnas
annos de paz ; certameote ella progredlr, por-
-]ne tcm elementos para Uto, e porque, com o go-
verno illustrsdo que hoje possue, nao loe ser dif
'Jcil melborar a saa pessima administrago, or
denar as suas fl liabas e atirar-se s conquistas
da civilisagio e do scalo.
( CoidinuarsC'lta.)
REC1F5?, 8 Ol lANERODE 1871.
iVotleias) do ul do imperio.
Cbegon b>n eo.oela maabo o vo>r brasileifo
CrJzeiro do Snl, iraze.ndo datas : do lio da Prata
21 e do Rio Granda 31 de dezembro. do Rio de
Janeiro !. da Babia 4 o de Alagos 6 do cr-
renle.
10 na prata.
Prossgaiaro aiala am Buduos-Ayres, oi> a pre-
sidencia do l)r. T-jelir, as conferencias para am
accorio entre os blancoi e colorada de Kiu)
Oriental.
M folBas ds MoQtaTid'j, conforme os seus pro,
rem p rom pa. nenie a una aotuct satl faetn 1.
<>omo quer que seja, o boato de um armisticio
entre as torgas aligerantes nio se reaUsra,
eootinnanl > ellas as snas correrlas. D.zi-se qu
Apearicio lormiva a dirigir-se para o none.
Pslhva-sa tambsm na retirada de algnns dos
iiiinulros do'geiterai iUUia, o Dr. Ubreras e
Stwart, boat*-conUMbdo nato Te/efnyfco Mariti-
t)t,.o Insittia-se oa mticia. 4o que o aenerat Cao*
tro deiaava, por sente, o ooaamitdo do exerjito,
inllglttodo-se-Hre canso staoeosor o pjoateral Ctra
Bm Bu*oos-.\yres era esperi*, de voisavia
\saS)V)gao,opluuaoon,-(ario argesrtlno Or. ftn-
una, sora sa assigntr m ivo previo para e ta re-
tirom O jnacio 4*' eisosijo dn Qordova o<*
HBspooOosu lelos pertenoonjes ao govers. isaot ser vendidos
tae> ^MrliasJa pablca, apenas se eaceirasse a oesma
exposic/ao. .Era Corrientes ta*jeleeeu-se urna
carea filial d"o Baneo Frsoco-flatense.
Annunciavara as tortas di Paran alteragio mi
pessoal do governo da provincia de Entre-Ruis,
accresceatand que as vagas delxdas pelos Srs
Donado e 7, mora Mo de ser preenebidas pelos'
Srs. Ortiz o Dr.'D. Theepbiio Sarcia.
Achava-se enfermo prosidenie da repblica.!
Era espralo em Baenos Ayres no da 21 o mi-
nistro l)r. Oimuna, procedente do Paraguay.
Aununciara-se a futura venda do palacio e
des obj setos da exposigio de Corto va.
Carias do Rosario referiam que all se tentava
re-labelecer a IiHeroaciona1.
sie-cnAKOB no -sul.
A presidencia -da provincia nomeira nma com-
raissio eomposta dos majores Alvaro i. ds Olivei-
ra e los Taom Salgado e Br. Pialho para proce-
ler a coiloc gi-.- do cabo sub-raarino que tem de
por em conraaiicagao a oarra do Rio-Sranda
com a ai ai e..
Esta medida era reclamada palo eoraraercio do
Rio-Grande, que, ragas ao cabo, podera ficilmen
te transmittir saas ordens aos navios ancorados
no puntal da b vrra.
No lia 20 reuuiram-'e no silao da praga do
comraercio, varios raerabros da assoeUgao com-
mercial e grande numero de pessoa* de diversas
claases para tratarem da representar ao govern-r
i:noeral pediodo o seu auxilio para a estrada de
f-rro que se Grande aes jazigos de carvo do valle do Can-
Jl '13.
Fol adoptado um projecto de representagao
apcawntado oa mesma e que tem por flm, diz o
Commerciul, demonstr-anao a crise perigosa por
que passa actualmente o com nercio da provincia,
devido ao contrabando que eada vez mais se ani
ma pela falta da vas de coramanicagio que sen-
timos, e que mbibe que a eampaoha rec- ba das
prags da provincia os gneros de qa carece,
vUta da faltidada de obui-los, sobreiudo qaandu
si.il-we, pelas fronieiras, sa iotroduzem, implo
rar a seria altenga do governo do Brasil era be-
neficio dessajvia frrea, que alera das vantagens
nj.iata'las chamar ao mercado d> Candiota os
compradores de earvo de pedra, tanto oncionaes
como PJitioos, pela baratez de-te eombustivel em
coraparacao ao qae imp- rumos da Inglaterra
A cmara municipal do Rio Grande resolver
tarabam representar ogoverno em favor da coos-
.1 negio da mesma estrada, que do Candiota deve
uir para Bag.
laNou'eia o Diario que o Dr. Brusque pedir exo-
ragao da cargo de chefa de p-lieia, que
neacotnpautiarara o delegsdo do Io dislricto da
0 capital e o 3r. Berlink, subdelegado do mesmo
dislricto.
A presidencia da provincia mandar lar*r con-
trato com Jos Antonio Rodrigues Farreira Ju-
oi-or para a illnmuiacao das cidada do Rio Gran-
de, Peljtas e Jaguarao.
L se ao Jorn'ilit Coumercio de Pelous :
s En 18 do mez passado o Sr. Hygio Corroa
Durao cede.u o privilegio 3 todos os direitos que
po.-uia, para a canlisacao das aguas nesla cida
de, a companhia Hydraolica Pelotese, represen-
tada pelos Srs. coronel Joo Simse Lopes, Anto-
nio J. de Atevedo Macbada Filbo e Adriano I. de
Mcfl.'.
No Jistr.'co da Vaecari* termojde Sanio An-
tonio da Patrulb, fra morbo por um soldado da
escolta, que ia em diligencia de prenderlo, o in-
dio de oome Joo Antonio.
O Rio G1 ndense narra assim o ca. o :
S.-ndo o retando soldado incumbido de deseo-
or lo, eoaservou se a escolta occulta em nm ca-
p o, a qnal acodindo mais larde ao estampado de
quatro tina que ouvira a pooca distancia, en-
conirou J io Aniou'o grovamente ferido, expiran-
do pi neo lepois da saa ebegada.
O soldado Jusio informou enlao que avistara
repeniinamsnte o crirainoao, o que dando-ae a
voi de priso, este, nao Ibe desobedecer, como
1 too a d-.-sfecbra dous tiros, procorando ao mesmo
t-mpo lutar, pelo que se vio foreado a defeuder-se,
fatendo uso de suas armas, aaudo-lbe tambem
dous uros, do que resullou a 001*14 do mesmo
iudio. >
as proximidades do Candiotioha conta a Jor
nal do Commirto de Pelotas que foram degollados
o carroteiro aligael Loma e um pequeo p-a jue
o ac un:; i tilia va.
O Diario da mesma cidade, noticia o seguate :
Un sacerdote, ltimamente ebegado de Por-
tugal irouxe em sua cumpanhia urna menina, ere-
mos que cora o intento de servir de crida. Era.
multo justo que assim acontecer, ama vez que
Iba dsseem paga ls ratios ds subsistencia, e a
isso se ojeitasse ella, como funte dis seus recur-
sos, porque o raalho 4 honra, e desta forma ho-
neslamente podena *iver.
Mas o paire Jos M. Rabeiio, coalioaamenie,
ao que no* informara, a malira'.ava, a am dis>o
leve a deshuraaoijada, de me uiaodor, talvej eomu
ea ligo de algum acto io-igoicanle, rapar a ca-
bega cora urna naralOa de barba,
< Iuformado do aconiecimeala o Sr. delegado
Je polica, tratou de indagar do ueorrido e eutra-
gou a m-niaa a 1 juii da orbaos, dabaxo de coja
luala ig.ra ella se ach.
< hama-se a iofeliz, Amelia, e men:r de 14
annos. ^uaudotoram ella,e o sen algo :haraa
dos casa do"digni Prudmcio Jos da Silva, aquella recomroendou a
esta que, se acaio iba perguntassam sa e.- mal-
iraiada, reapondesse negaiiament. Aluda assim
Jeclaroa a victima que era eojeiuda, a qu9 havia
sdoentregue quellesacerdote em Por.ugal por
sua rai de enago, possando logo pelo desgofto da
recebar a bordo', em viagera para o Brazil, granie
quauudaoe de palruaioaoas, cssgo qae 1 visto
m pratica por raailis passageiros qus o aaesiam.
Costumava a pobra infeliz ir lavar roupa ao
arroia, descalca, e u u.11 estado lastimavel, o apa-
ubando eonsecativamente bordoadas a ponto 'le o
demonstrar rtm ume eon as.; que 'itm era um
das pernas.
O Sr. delegado, p^irguntou ao Sr. p: drs J alaria Rabello q'iaes os direitos que l.aba sobra
aquella meu na, responden lo este que em Portu-
gal fra Mirando sen tutor, sen que emulo
apreseatasse certiao, conforme Ibe fol exigida.
Oisse mais que exr-cutava aquelles castigas pata
aperfetf jar a educaj}io da sua pvptla. Nao e:ta
na educar io I
A' visia de tudo loto, L\ pesfoa'menie o Sr.
delegado fallar com o r. vica-eonsul porluguez
arn deque fosos nomeado carador aa.menc-. e
deitasse por esta rma de ser ella victima Uos
raaos tratos desse des^pii-dalo aposloio la religio.
Coneordaram nisio, a derata as uoccsarus
providenciase
Falleceram :no Jagaaro, o sohdito loortnguez
loio Aofonio dt Suva ; em i-'oiuu, eranm goa>
u Xavier; e em SanU Victoria, o capito Aulo
uio Severo de Jliv-m, adminiurador da mr% de
rendas daqnella localidade.
Era Bag bouvera novo coafliet com oa italia>
nos Guiques, no quil morrera o delegado de po-
lica Paiva.
CYAZ.
P.ecabaio fulbas da capital ati 16 de no-
verobro.
No da II pasa 12 d'aauella me: fallecer o ca-
pito Herculaoo Alejandrino da Mello.
O Alto Aracuaija da ultima dala di ae segaintes
noticias:
' < A's 7 horas da noau de 23 da pauao, foi
assassinado por nm tiro que ibe dispararan de
urna das jmilas de sua propna asa, distante da
villa de Sania Cruz quatro leguas, o lenle tte-
uodl Lobo de Sonta.
Como indiciados nessa norte foram presos e
esto sendo processadas a mnlner, sogra e quatro
cantaradas do morto.
< Na eidade de Catalo, a 34 tambara do passa-
do, Manoel Quirino de Soaza, es ando- ba-laoie
embriagado, leu com am espeta arofuo lo golpe
em Francisco Faostiso, que, airavassando-lba o
osito, produ.'.io-lbe a orle nsurntaosa.
< O aaaatsioo, pr^* *m flagrante -Jaiicto pelo
respectivo sabd< legado de pelicia, eal sodo pro-
cesado.
MINAS-GRBAKS.
Desislira do cargo de primelro tabeil;5) do ter-
oaeio HautWo Chives de Soun, lavando roupa,
esoorospra 4o pedra em que sa achava deaappa-
recra *o ri".
Lentos no .Vo'icitdM, e 23 de dezembro :
'tfiBsttnd ao D.\ Ribeiro Campos, joiz de or-
tihios da '.on leigi'o, que D. Joaona Justina Soares
bavia-fM alowix declarago eonfejoda tar om
sea poler a qiaia da 30<,. -Ir careo de 14 a-
ixis. partaneoaM a soor oscrwo 4a neme Joospim
Co ha, o mamo jais mondn Intimar aqneNo se-
nh ora pan entrar asa accoroo sobre a iiberdade
dos sea esoro, enjo pecuko deveria ser arrecada-
db, ou oa oso contratio vir louvar-se em afina-
dores para darero valoT 00 dito escravo ; Bornean-
do para cund r do likerundo o Dr. Antn Aa-
gaito #OIIve;ra.
f CofBoparecenJo andiencia mareada, deelareu
0. Joanna que o crdito era falso, visto que, es
tanda assigoa lo a seo rogo, nio tintaa ea dado
autsrioago pira tal rlrn, mal qae oio desojando
quest5js, desistia do dominio sobre seu escravo;
palo que manden o jniz passar respectiva car-
ta, ch amando a si a responsabililaoe das caitas
tta--.
t E' a duodcima Iiberdade qae se confere
cora iatorvengio d'aq jelle jwi, em meares da tras
mezes.>
& FAt.0.
Recebemos folhas da capital al 30 do passado
Creara se em ir. ama escena nocturna para o
sexo masculino.
Sobre este fat o eserevem O'aiiuella ci-lade 6a-
zeta d$ Campias :
No dia 17 do crrante raoniram-se varios ci-
daiaos pira assistir abertura da escola noctur-
na. O Dr. Ignacio Xtvier Campos da Mosquita.
era breve allococao, demonstre a qoal o Om d es-
cola e declarou sar o pnoleisor o Sr. Braz Car-
neiro Leio, a quera eatregava as partengas, o di-
reegio da mesma escola, uepois fallaran os Sr-.
Braz Caroeiro Leo e Dr. Joo Tubias sobre as
vantagens e utilidades de ues estabeleclraealoa, e
sobre a imperiosa necessidada de espalbar-se o en.
sino primario pelo pov >. Em seguida a 1.* secre-
tario d-clarou aberia a escola nocturna. Na mesma
occanao matricularam-se 16 alumnos, sendo a
mor parle adultos. Logo no dia 18 estavam ins-
criptos 23 a 19 j U I
Havia passado por Santos, e seguir para a ca
pitad, o Rvrn. raousnnor Flix Mina da FraiUs
Albuquerque,' visitador apostlico da provincia car-
melitana llumiaenie.
Foram nomeados promotores pblicos: para a
comirca da capital o Dr. Francisco da Paula Ro-
drigues Vives, para a de Braganga o Dr. Jos Pe-
reir'a farra, e para a de Iupeninga o Dr. Anasta-
ci Teixeira de Soaza Bitlencouri.
Diz o Crrelo Paul isla no :
Fallecer no bospial dos doudos o negociante
Loartogo Domingos Martina.
< Fallir no commercio, pooeo depais flcra
luido e era pleno estado de miseria e alfira con-
cluir o fio dos maifadados dias no hospiul. Doi
xra viuvi, tambem demente, grande numero de
tiiiaus e por nica beranga os espinbos de tal serie
de infelicidades I
No inventorio dos bens do casal da finado ala
noel Lourengo da Silva Mello, a viuva inventaran-
te libertara os eseravos Justino, parda, arreiador,
e sna mulher Fortunata, pardo, os raelnores do
acervo, depois da Ibe serem separados para paga
meato de sua raeago.
Anda mais, concorrra com a quantia de
1:400 i para a lber Jada dos eseravos Mariano,
sua mulher Paulina e nm filho.
ii(.rl iro teneatt-coronel Francisco Louren-
go de Mili libertara por sna parte a escravo l'ru-
dente, pardo, a parda Tbeodora, e concorrea com
a quantia de MOJ paran Iiberdade da Mariano,
sna mulher e tiili.o.t
c O alteres Canudo Jos de^Abrea dra lber
dada a sua escrava de nome Feii-biaa.
Coma o Corrrio Paultslano de 27 o seguate :
< No dia 23 do crreme, em viagem do sitio da
Tapera para Santos, nma canoa tn jolada por Je-
remas da Mello e Ja-0 de tal foi a pique por um
(arte noroeste que desaboa nesse dia, resultando
xorte por subraersao de Jos, podando salvar-se
cora diffl:uldade Jeremas de Mella.
No dia seguale fura encontrado o cadver de
Jo.-.
O Sr. Jco da Corta Gomes Leilio, residente em
Jacarehy, 1 ITereeera a presidencia da provincia
por emprestimo sem juros, dorante seis mezas, a
qnantia que fr preetsa ara fazer-se a estrada da
Camandocaia.
Fallecer em Campias, no dia 20, o cidido
francez Raphae! Levy, geralmenie estimado na
q*!la eidade.
PARA-N.
Fallecer, na capiui, o capito Manoel Antoaio
Caroeiro.
SCITA CATHAHINA.
Recebemos jernaes do asierro e Paranagai al
22. e de Coritiba at 20 de dezembro.
No lia 17 rauniram-se os collegios eleitoraes
par proceder eleigio dos membros daassembl
provincial : era connacido o resultado da votacao
nes collegios da :apiul, S. Jo:, Tqucas e Laguna;
a apurago era a segrate :
J.oss Mara da Luz, 104; Tooirm Pedro de B
Cotrira, lOi; Jo? Daiphrao dos Santos, 104 ; Luiz
Farreira do N. a Mello, lt'3; G-rv;,zio NaooH Pi
res, MI; Manuel Marques Gnimares, 100; Dr.
Jos Ferreira de Mello, 90; conego Joaquira Eloy
da Mederos, 97; padre Macario C. de A. e Soma
96' Dr. Francisco ioi Luiz Vianna, 9(5; Manoel
Luiz lo Livr.oraeo! 80; Joo Jos Pinbeiro, 83;
Jos Feliciano Al vas daBro, 80: Alexandro (fran-
cisco da Costa, 80; Candido Alfredo de Araorim
Caldas, 73 ; Vidal Padro Muraos, 71; Manoel Jo
da Olivera. 66 ; 3r. M>rtinbo O mense I'. Braga,
60; Dr. Manoel da Silva Nafra, 08; Qnratino
Francisco da Costa, 36 ; Jo; Rtmos da Silva Ju
nior, -oi; Manoel Joi de Smza Cmceigio, 50.
Coostava que no eollegio de S. Faancisco oblive
rain votos os leioiotea Srs. : Dr. M.-f;o, 11; co
ronel Conceigao, 3; Oliveira, i; Dr Pinto Braga. 4
Fullecera em Logas a viuva de Jorge Trueter,
antigo morador daquella ciiade, edeixara por saa
marte a !:bardada a quatro eseravos seas.
ESPIRITO SANTO.
Re:eberaas folhas da capital al 27 de dezembro.
No dia 19 encerrara-so a sesso da assembla
provincial, sera que, apezar de urna prorogago
da daz dtOS> bonve-se vetado os orgunentos da
receta e da depeza provin.'iai e municipal
Hivia sido exonralo do lugar de amanuense
da secretaria do governo, por ter sido nomeado
para o de 2* escriturario da ihesouraria'Oe fa
zen Ja, Franci co Manoel dt Fonseca S Iva, sendo
nom'ado para .-ubilitui lo Joao Cunea dos Santo.
Mahnho.
Fura nomealo o eugenheiro Gibriel Emilio da
Costa para o cargo de joiz commissario das me
digoes e leanrcacoas de trras.
Espinto Sanlcnse transereve de urna carta
escripu da villa da Serra, os seguintes trechos re
lalivos estrada de Santa Then-za:
Depcis dos reparos ltimamente faitos naquella
estrada, ja vieram a'gans Mineiros traz-ndo touci-
obo e animaes, que promptameote vendaran, e
tunamente, em sftembro, esliverara nesla vi la
Jo.--i Liao Ferreira de Vasconcellos a onlros m o
ra-1'or-s no Cuietb, e nm tal Joo libo, trazando
13 oa 1*5 eavalios e alguraaa cargas de toaciaUo,
qae tambera higo vsnderam.
t Nao se pule lazer negocio era grande escala
Foi concedida a pensio de 42JO0O mertsaes ao
tereole honor-rio co exercito JusttQiano Jos da
Souio, e \ de 100 rs. diarios aa soldado reforma-
do do l baulho e infanlaria da guarda nacio-
nal da corte, Lacas Francisco Guadas.
Foi acceita e confirmada a renooeia que o pa-
dre Francisco Aatunes de Siqeiro-wt do igreja
parochial de Nossa Senbara da PeTta da villa de
Santa Crac, provincia do Espirito-Santo, diocese
do Rao de Janeiro.
A aposentadora do eonst-lheira Jos Bonifacio
Ifoocentas'4o Aiambuj foi concedida o podido 4o
mesmo.
Por despachos de 2A de deiembro marca-
se :
< praao 4a "S mezes e aju4a do osto de 8(k)030
ao juii 4o oVeito Ovidio FarnaoBdot Trigo de Loa
reir reowrido da comarca de Bag oa Rio irn- distiogo.
Si'.ra e Si, spnrovado por moiora de votos, un
s*gunua eserutinia
1 Prestaran) juramento da pharmaceuiico os
alumnos Joo Julio Mansa Sayao e Jos Pereira
Valeate.
O reanltado des exames de honlem (il) na Fa-
culdtde de Medicina, foi o segointe :
4. nno.GaTmaod Augusto da Silva Chaves,
Francisca Pinto Ribeiro, Jos Lojes da Silva Tro-
vio, Joa do Naseimente/taaottos Jamar. Caaoordo
Jos Rolrigaos de AoJradoa, Antonio de Mello Mu-
niz Miia, approvadoa pleoonaeote.
6 anuo, (Uefeza de these) I* tanta.los Ber-
nardo Gomas Guimaries e Carlos Aagusto Flores,
pprnvadeo pienarnanto.
c 2.a turma.Carlos Armar Moneorvo 4oFi-
gaeiredo o Jos Yieira Fainada, approvaJa* com
por esa estrada, porque ehegando ao Gtanlu,
luaigem do Bio-u ice, nao ha Cummooicago seuo
por (?oitb -A com os rsaradores daquella lo-
gar e do Guamil que tom-os algumas relago -s.
O futura dauoello estrada tsta em povoa-la,
o que felizmsn! j vai tendo lagar, pois do Tira
roriy ao Crnbn existem algumas familias estaba
Mono. n Santa-Cruz, 9 leguas alen, acha-se
a namTosa descendencia do finado Barbosa Conra,
que consta d? & familias, Olbos e genros, e raars 3
oa & ditas que esli anda sib a proteecao dapr-
mira. Era Santa Joanna 011 Lage ba moradores,
e se da parte do governo houver proiecgo e boa
Tontada, brenmenie estar indo povoado, pois
eoosU-me que de Misas tem de vir algunas fami-
lias era proco ra das fartlissimas e salubres lar-
ras que ncam margem da estrada de Sania Tin-
reza.
*i6 se faodasee nma colonia entre Crubixi e
Santa-io;, asta villa decirte gaobaria mnito, o a
estraia saliraa.ia muito frao^aaotode, e, panamo,
de ioqoe.'tiauaval aniidaJa por esta municipio
Ctiame a altenaao do govaroo, a es toa cerlo qae
ello nio so mostrar ind.llrente a lao inopertants
laelui.rameuw para a nossa provincia, que s pre-
cisa de immigraco e de estradas para mostrar -
damaii do imperio, toda aa saa riquezas e todos
o seo recursos.
Fallecer na villa da Serra, o profassor publico
da nriraeiraa etlras Antonio Joaquira Calmoa No-
galr da Gama.
RIO B MHBiBO..
Por orlas iiupenaes da 24 da dezernbra foram
nouieada? cavolijtiros da ord-.m do Rosa os cida-
">s flaneases Paul La Graoge, Garoter, Olirier.
~^?or decreios da mesraa uaia :
de do Sol, otra a de GoJmaros 00 Maraaiio.
O prata de 3 raezes e ajada de casto de 900000
ao jniz de direilo Manoel da Silva Reg, nomeado
coala de polica da provincia da Parahvba.
O prata de 3 metes ajuda do cusi de 4004000
ao jii'Z le direilo Adeln 1 Antonio de Luna Freir,
nomeado para a comarca do Cabo, em Pernam-
buco.
O prati) de 3 mezes e a ajuda de casto de G'oO,
ao jniz da direilo serapio Euzebio de Assumpgo,
removido do cargo do obafe de policio 4o Para
hyba, para as AUgoas.
G prazo da 3 mezas e a ajn-ia de casto de i:3001
ao juiz de direito Jnquira Birbosa Lima, nomea-
do chefa de po'iei a provincia da Se'gipe.
O prazo de 3 mazes e a ajila de cusi de 4001,
ao joiz da dir lo Manoel Mara do Amara1, remo-
vido da comarca da Capella em Sergige para a de
Camama na Baha.
O prazo de 3 mezes esjada de costo de 6001000
ao jaiz de direito Jos da Molla de Azevedo Cor-
rea, removido da comarca da S. Jos, era Santa-
Catharina para a de Caoo-Frio, na Rio. da Janeiro.
O prazo de 4 mezes e a aluda d* custo de 9001,
ao jniz de direito Antonio Joaquira Rodngues, no
asead 1 para a comarca da Sapucaby em Minas
Gaiaes.
O prazo Je S mezes e a ajuda la casto da 9001
ao juiz le direito Candido Gil Castello-Branco,re
ni. -il 1 da comarca de Sapucaby era Minas, para
a da Alcntara no Mirann >. m
O prazo de 3 mezas e a ajuda da cu-to de GOOj;
ao juiz de direito Joio CoeUio Bi-tos, Horneado
chafe de polica da provincia di Mraas-Geraes.
O praz 1 de 3 mazes e a ajo 11 ie cuito de G00.
ao juiz do direito Godhorine Corieiro Co.-lho Cha-
ira, removido do cargo de chafa de polica de Saa
ta-Calharina, para o Rio Graoda do Sul.
O prazo da 3 mezas ca ajuda de custo de 4001
ao juiz de direito Jos da Araujo Brusqu uojoea
do para a comarca de P.ratinv, no Rio Grao Je do
Sul.
O prazo de 4 mezes, aos juizes de direito : Joa
quim de Azavedo Moolairo, removido de A'igra dos
Keis para a vara da provedoria de capailas e resi-
duos da capital da Bihia.
Antonio de Cerqueira Lima, removido da co
marea da lobambupo para a do Rio das Mues na
mesma provincia.
Luiz Ignacio de Malla Rarreto, removido da co-
marca do Rio-Paran, em Goyaz, para a de Paraa
t em Peroambnco.
Daniel Aecioly da Azevedo, removo da comar
ea do Rio das Moras, em Minas, para a de Angra
dos Res no Rio de Janeiro.
O praza de 3 mezes, aos juizes de direilo : Jos
Ascenso da Costa Ferreira, removido da capital
da Parabyba para a primeira vara civel da do Ma
ranbo.
Manoel Pedro Alvares Morelra Villaboim, remo-
vido da comarca de Guimaries para a segunda
vara civel da capital do Maranbio.
francisco Gongilves da Rocn, removido da co-
marca de Guyaaoa em Peroambuco para a da ca-
pital da Parabyba.
Bario de Auadia, designado para a comarca de
Camaragibe oas Alagoas.
Manoel Tertuliano Tnoraaz Henriques, removido
da comarca de Camaragiba, cas Alagoas, para a
segunda vara civel da capital de Pernambuco.
Padro Camello Psssoa. designado para a segn
da vara civel da comarca de Pao d'Albo, em Per
narrbaco.
Manoel Clementrao Caroeiro da Corcha, removi-
do da comarca do Cabo para a vara da provedo-
ria. da capital de Pernambuco.
Joaquira Googalves Lima, designado para a vara
dos fetos da fazeoda, em Pernambuco.
Ignacio Aecioly de Almeida, removido da co-
marca da Palma, em Goayz, para a de S. Jos, em
Sania-Calbarna.
Antonio Luit Atfioso de Carvalho, designado pa-
ra a comarca de Iahambupe, na Baha.
Conselbeiro Luiz Antonio Pereira Fraaso, remo-
vido da eoaarca da Peira de Santa Aon a para a
vara de orpbios da capital da Baha.
Luiz de Cerqueira Lima, ramoviio da cimarra
de CamamU para a da Feira da Santa Anna, na
Baha.
Conselbeiro Joao Lustosa da Cunta Paran igtto,
removido de Pelropolis para a terceira vara civel
da corte.
Antonio Candido da Rocha, removiJo da comar
ca de Mag para a segunda vara civel de Nube
rohy.
Joio Ladislao Japiass de Figueiredo e Mello,
designado para a comarca de Mag do Rio de Ja-
neiro.
Luiz Piolo de Miranda Montenegro, removido da
Cabo-Fro para Pelropolis.
Jos Aotonio de Sampaio, removido da comarca
do Ro-Novo para a de Piracicava, era alias -Ge<
raes.
Manoel do Nasciraento da Fonceca Gal vio, re
movido da comarca de Lagcs para a da Liguna,
en Santa-Catbarina.
Pela secrelaria da ministerio da gusrra foi
publicada a segrate relagao dos iadmluos, cajos
reiuenmeatos ou raemuraes Q:ara detidos, por
fata de pagiraento da sello ou emolumentos:
Beaigno Augisto Oliadsnso Lope*, 2* sargen-
ta; Diogo Soares Caroeiro da Alboiuorqua, cab
da esqaadra ; Feliciano de Msgalhes Prano de
l.i'. ex-voluntario da patria; Feraando Jos da
Silva, soldada; Francisco Antonio da Foasect J-
nior, a'ferejuartal-mestre; Fraucjsco Mano I
das Chagas Xavier, eonege honorario; Sorteada
Fortunato dos Santos, teneato; Jayme Augusto da
Oliveira Res, Joio Ferreira da Silva, capito re-
formado; J/aiuim Carioso de A guiar e Soaza,
teosnie; J > ; Alexandre Ferreira, 2' sargento J
polica; Jos Adelo Zuanes, musi; Jo. Cu-
los da Silva Talles, fllho io Dr. Joo Carlos da Sil-
va Te I Ie3, Jos Ramos Ferreira da Gru, cabo da
esqaadra; Jos dos Santos Maia, soldado; Lucre
ci Augusto Marques Ribeiro, alumno da escola
canlrai; Laiz de Franca Viera, alfares honorario
Luiz Jos de Campos, srvenla bragal do arsenal
de girerra; Macario Livio defjeus, saraeoto r for-
mado; Mino I Claudio Rodrigues de S, sol la'o;
Manoel Jos de Meaezas, tenenie-coronel; Mana
Benedicta Mende?, sogra da ex-praga Jos Rjdn-
cues de Lima; D. Mana Joaquina do Pillar Jac-
ques, viuva d > majar Francisco Jos Antonio Jai-
ques ; Mara Magdalena de Jess, rai da soldado
Aotonio Jos Lopes ,* O'ynapio Guarreiro do Vahe,
ex-anspegada; Sabino Tobas da Costa, soldado;
Theotonio Lopes de Barros, lente gradual ; Vi-
tal Vicente Ferreira ex-anspegada.
Letnos no Jornal o Commeicio :
< No dia 22 de dezembro lalleeeu na fregaezi?
da Bampo-ta, na fazsnla Jo Sr. c-nnraao la:, r Jos
Francisco de Sonza Wernerk, o Dr Manoel Jo
Marrano da Caoba, deputado a assemb 1 provin-
cial do Rio da Jaootre, e qae exer.'era, hi lempos,
por espago de alguas maze<, o cargle presidente
la provincia do Rio-GranJa do Ncrt.
O Sr. Dr. Marinko encalara asna earreira pu-
blica como jaiz rauaicij il do termo da Parabyoa
do Sal, onde tsrabera exerc u por vezas o cargo da
delegado de polica, desenpanbando serr-pre ninas
e outras fnocgdas com geral satisfagan e applauso
publico, a ponto de recebar, terminando o sao qua
triennio, urna brillante demoostragio de synopa
thia e agrad da parla mais quabficada da popula-
gao do municipio e villa da Parabyba do Sal, onde
desde entio se estabsleceu corno advogado.
c O Sr. Dr. Marinha da Cunta Jeixa segundo
nos consta, a sua familia em eircamstancias mui'o
precarias; mas, em compeasagao, deixa tambem
muilos e valiosos aui gos, que sem duvida Ibe b n
rarao a memoria, amparando oa entes qae em
vida Ibe foram caros.
c O resultado dos exatces de honiem (2i) oa Fa-
cnldade da Medicina, A o seguioie :
< i.' aano Milica.Francweo de Paola Fraga,
Francisco da Paula Ferreira Velloso, Joio Cnrisos-
tomo Drummond Fraukluo, Felappa Basilio Cardoso
Piras, approvadis simplesmente.
* 4.* auno.Francisco de Paulo Baeno d'Azeve-
do Macelo, Jos Celestino Soares, Prudencio Au-
gusto Suzano Branda o, Manoel do M-nta Fernn
des Godinho, Jos Mara'Yeibo da Silva Jnior,
Fraokliu liento Pereira Salgado, appravado* ple-
namente.
6.* aono. dafeza de these.{Ia inrms). Custodie
A marico dos Saoiot, Doocleciano Alvos da Souta,
approrado* pleoamame; (i* turma) Joa Amonio
Mvtinbo, o.iprovado plenamente; Manoel Aires da
Tomn o grao dodoutar am medicina e alum-
no Antonio Joaquina da Silva Leo.
t Prestaran! juramento de pharmaceutieo os
alumnos Mariano Nunes Teixeira de Mello, Cons-
tante da Mlva J irdim, Minoel Gomes Ribeiro, Far-
dando Mchalo de Simas e Thaophilo Al ves do*
Sanios. >
1 Sobre a platibanda da fachada do eemitero
de S. Francisco Xavier eollocou-se hontera (28) o
grande emblema da Misericordia, cooclninlo se
assim os trabalbos exteriores do porto e gradil
que all acabara da ser construidos, sob o plano e
direegao do architecto das obra- daquella pia ins-
tiiuigao o Sr. commendador Bittenconrt da Sil
va.
A nova obra do cemiterio de S. Francisco Xa
vier da gosto singlo e severo sem deixar de ser
luopooente. No eeutro do gradil ha nm fruntn>
todo de cantara, no qaal se rasgara o poni prin-
cipal e quatro janellas, eenlo doas de cala lado e
corresdondanias as casas destinadas secretar a e
morada do porleiro; sobra a platibanda do frra
too levanta -se o emblema coioido por urna gn
nalda de sau lade*; no correr do gradil alteam-se
era guardadas distancia', pyras ardentes; bran
loes, mochos e caveiras eutreiagam-se no porto
artsticamente.
1 O eoob.eiiia gradil e porto sao de ferro fundi-
do a foram fuilos as olDcraas do Sr. Simo l Joa
quim Moreira sob os moldes doSr. I Vieira da
Cosa. Tela a obra de ferro pesa perto de 120,000
libras, s no emblema foram empregaaas 7,951
dasse metal.
t A constru-gao datla a obra foi dirigida pele
mestre Joo Torquato Martins Ribeiro, que nella
empregou procuamole todos os seus recursos
artsticos e que sem duvida muno concorreram
para a boa ral -rpretago que teve o pensa.uenlo do
arebitecto.
< Em adiitamento noticia que Jemos hontem
2N.I sobre o incendio na fabrica da companhia Luz
atranca, publicamoi em seguida a cojorauncago
que nos ungi o Sr. director geral do corpa de
bombrir. s:
< As 7 horas (' tarde da honlem (*6) o policial
Francisca Manoel Martina avisou o corpo de grao-
de incendia em S. Cbnstov 1; para all segoi ira
.nediatameite com o raeu ajudants, 4 bombas da
estago central, 2 carros, oQciaes e quasi lodo o
pessoal do corpa, encontrando no lugar dosimstro
a bomba do posto da S. Christovio e a da quinta
Imperial, o subdeh gido e o escrivio de S. Cbnsto
vo; chegarara logo aps as bombas dos quatro
postos estabelecidos nesta trabalhos, chegarara os Exms. Srs. deserabargador
chefa de polica, Drs. e i* delegados e o Sr. ca-
pito da mar e guerra Silveira da Molla, qae iroa-
xe urna bomba especial de mariubai os. Pouco
depois apresentarara- sa as bombas auxiliares dos
arseaaes de marinha e guerra, e bem assim con-
tragentes do eocouragid 1 Barroso, do transpone
lnabel e da eanoneira cahy.
O incendio, segundo mformagoes que colhi
raanifestou-se as fi horas, pouco mais ou meo >s
tendo par origen a fgida de am caso as app -
reinos de soponacago, que occasiunou derrama-
ment dentro da fo:oalha de alguma gordur>.
que Inflara moquea e communicon sa urna liaa
chea de materias preparadas. Poneos minuto.
ba.-tari n pora que as chararaas envolvessem todo
o e tabelecimemo e o reJuiissem promptamenta
ciozas.
i Encontrando ao a fabrica neste estado, foi o
meu cuidado salvar o aolignissimo, poi.n gran
da predio, sito direita, a nm telieiro a esquerda,
onde hivia grande quaaiidade da pinho parlen-
cante fabrica, o que consegu, perdando a o na-
uraa pi'hi d'aste pii.no, que estava muito prxima
do incendio.
A fabril eslava segara pela qaaniia de.....
240:000 aas companhias Argos, Fidolidade e Ga
roano.
< Honve no carrer dos trabalhos falla de agua
loco, que supprio se com agua do mar. A's 7
horas da manara da hoje (27) estava completa-
mente dominado o incendio, continugulo todava o
corpo no trabalao da extraego do figo, que la-
vrava no entaUtS o que aiala se coaserva mnito
activo.
e O servia,] t>\ .'elto com toda a ngalaridada.
Ficou eontoso am boabaira ao saltar aa urna pa-
rede, e quemado um emprega lo da fabrica.
> Estiverara larabam presentas, alm das pes-
soas mencinalas, mulls outras, que so presta-
ram ao servicio, mas suj' s noraes ui me foi posa:-
val :ora.ir. Uorpi^aeie de eavallaria, commaola-
do pelo leaeoto Braoe, e depois pe o alfares Cae-
iho, ootro do corpo militar de polica, outro de
infamara as arden do alferes Mariano, antro de
arlilharia, coiJaianlao pelo seguu lo t-nente Ol
vio, o capito leante Pitada, o priraero lente
Fragoso, gu-irdas marrabas Rodrigo de Abreu.
Francisco Mcela e alguns aspirantes, os Drs. Ro
cha, Pereira Peixoto a Caeies, e muitos inspecto-
res da dilereatss qjarteiioes. 1
> O re uadojdos exames de hontera (29) aa Fa-
cudale da Medicina .'oi o seguate :
4. aano.Manojl de Araujo Cunha Alvar-a
ra, Antonio Caelaao da *llva Lira a Francisco Pe-
regrino Vnialo de Mnlairos, approvados cora dis
tiu.-gao ; Francisco Leopoldina Bueno de Paria,
Antonio Peraira 'a C .rros I^eite e Aotonio Po ji-
pen de Souza Brasil, approvados plena nenie.
6. anni-(dafesa de .hese) I." turma.Felican 1
Mannaes Pialen ta Brrelo, approvado om disirac-
go ; e Joaquira Pereira dos Santos Jnior, appro-
va lo plenaraeule.
s 2a lara:;.Djrval Pereira da Mesquita e M -
aofl Victorino da Cos'.a Barros, approvados pie
amante.
2.a-anno ph3rma:ei!ico.Antonio Victor Dav l
Francisco Jos Nibuco de Araojo Frailas, Arihu
Henriqie Siulos, Francisco iJoines ios Reis e Al
freda tlisiano de Carvalho, approvados planamen-
te ; e Atarlas Farreira de Mas]uita, appruvado
simplesmente.
Os Srs. llamona q;e terrainaram o curso phar-
maceutieo 3 nio pulerera comparecer para a pres-
tigio da respectivo jurameoio, no dia da eollacijo
do grao le doutor, qoelram vir prestar amantia !
do correle, as 11 horas da caanhiai
t 0 resultado dos examas de honlem 29 ni Fa-
culdtJe da Mcdisina foi o seguale :
t 4. auno.Maa.el Palizardo de Azevedo, Ar-
Irado Rtmires Esquivel Jnior, Mano.-rda Mat:a
Leite de Aranja e F.-accisco Caetano dos Sanios,
appr.vaJ.s pleo^raauta.
6o auno. (Daesa de thsse) I." turma. Antonio
Emiliaio do Sonta Castra, approvado eom disticc-
go, Manual das Ceagaa Aodrade, approvado ple-
namente.
2." lurra:'.Juvenilo de Oliveira Horla, ap-
provaio cora dtstinccjoo, Antooio Francisco dos
Santos Basto?, approvado plenamente.
2.* anuo haraauaotiso.Of Frederico da
'osta, Antonia Pinto do Amoral, Jos Di Ion de Ao-
drade, apoMvidos pleamente ; Jas M ral .nno
dos S.uto-, Alberto Aoerico dos Sanios, Hanriqne
liarlos Feldbagem, r.pprovidos simplesmente.
c Prealararn jiraraealo de pbarmaceoiica os
alumnos Joaquira de Frei'.a3 Norooha, Joaqnim
Francisco Pires, Cirles Pereira Reg, Loiz Auto-
mo Murlrauo, Parnando Pinto Co reo, Joio J ''
Prestes Pimental, Joo Soares de Almeida, Bao
j mi n Gui barra* dos Rais, Pedro Soares de Amo-
nan e Toeodoro Fragoso Rbodes.
Coolerio-se boje na Escola Conlral o grao de
doutor era sciencias raaUeraaiicas e pliysiias ao
hachareis tenenle-ctorfnel Antonio Jos do Amara!
e capito Jerooyms Francisco Coelba, lentes da
escola Militar.
Raanko-seanti-bontem29 a assembla geral
ia & moaoh'a de seguro mutuo contra fogo presi-
d ia palo Etra. Sr. Dr. Francisca de Meaezes Das
da Cruz ; bdo aapgvovado o parecer da eaaamu-
-ia de exarae da cuntas, e depois 4a le tura do
relatorio do anno flu do, proceden se elaicao, e
ubuveram votos para o novo couseiho de admini-
gao, oa Srs. : commaotdor Manuel Jo-i de Basta
329, Dr. J.aqum Aiex.ulre Mansa 327, Jo Joa
quuu raixeira 327, o raira- niador Francisco Pialo
de Mello 326, coraraeodador Francisco J >o Soltar
326, An.oow Carlas da Veiga Jnior 326, Dr.
Adoipno Baterra de Maneta 324, Casar Farow
323, a outro manas volado,
t A' vista do que oeelaroa o Etm Sr. presi-
dente membros do eoaselbu aquelie eito mais vo-
lados dos siropradito* saoliare^; a par* coraiissao
de examo de aU obiiveram vnio 01 Srs.Dr. Jallo
C-sr Angnst lo Carnio 313, tptlo Jos Loit
Cam.nada 280, Dr. Laiz Gouzaaa o Soma BasLs
216.
< E reunindo-se hontera no esoriploria da com-
panhia os membros do novo con-eibo de adminis-
tracao aflea de eleger- entre sisp director annual a
secretario, 1 Ir.iverara moioria 4o vatqs para aqnelle
Ingar o Sr. D\ Adolpho Bezerr de MeLezese pr
ele q Sr. Antonio Carlos da Veiga Jim .r.
c O resuliaJo dos exassa da nbnlera 30 na Fa-
ctillaoos de Medcraa tai a segoioto :
t 2. aono medico.Jos Mario Pereira Mootei-
no, approvado fimploSle.
6.* aono (.le asa 4o Ihcse) I.* torma. Jote
Francisco Manso Siyio e Manoel de Assis Visira
Bueno, approvado plenamente.
t 2 inrma.Folipoa Prtnseo Aotonio de Bar-
ro Henrques, approvado olenoiente
t 2.* auno pharraaceatico. Carlos Cyrillo de
rastro e Joio Bermfro Leone, approvados plena-
mente.
Pedro de Atevedo Souza Netto, Arlhur Fran-
kHn de Azambnja Nevea e Francisco de Panla
Hroqn, approvados simplesmente.
Ets as ti -licias e nmereiaes da nitima asta
t O assncar nao teve grande animicio. Apenas
se venderam 2.000 saeeas de Perntmbuco.
As 3o7 barrrieas de eervij", marca giubo,
viadas no Damao de Peraambn, ettio arada per
vender.
a No da 15, o cambio regaln a 24 3/8 e 23 1/1
d. bancario, 24 5/8 e 14 3/4 d. pai titicnlar. De
rato al boje tem estado sempre Ilrme e fechou
l uitera a iiluma hora a 24 1/1 d. bancario, 24 3/i
a 24 15/16 d. particular.
Repassoa-M papal bancario a 21 -"Vi d.
Sobre Franca tem ref alado a 380 ra. por fr. e
sobre Hatnbnrgo a 713 rs por mareo banco.
As apnlices gerae de 6/. cooserva:am-?e a
99 e 991/2 / ex-dividenl 1 o as do empresiioio
nacional da 1H48 a 1:I15J, prego a qae se fez a
ultima transaegio.
t Tem havido movimento animado >m sobe'o-
nos. Hontem omercado fechou a I0*T2) e I0tl<> c As acms do Baoeo do Brasil tlcain a 213 .
a prazo.
Contina a haver algnma fieHale de rte>-
eonlos, s laxas de 8 a 10 /- No Baaco do Brsii
nao honve atterago da tata.
Entrn o Pora, qae tem de fater o ssrvigo da
eompaohia de navegagio brasileira entre o Rio de
Janeiro o os porlo;1 do aorte do imperio. >
Saturara para Pernambuco : a 26 de de;e7i-
bro, o Ingre portagnez Julio ; a 27. os britme-
ailerao Gesina, e ingler Loit; a 18, barcas
pr.rtugaeza Amelia, iagleza Weslward lio, ucea
Precissa, e o hrigue dito Scma ; a 29, brtojPJB in-
elez Ocin Bille ; e a 31, lugre ngiez Or"ii
Ronger, barca dita Cilherme Scott, e brigoe dit 1
ilayfield.
nma.
A junta dos correctores para o aono frren-
te, Ilcam assim coioposia :
Presidente.D Dragos Adriio Rabella.
Secretario.-W. Menge.
Tliesourero Antonio Leonardo Pereira.
Adjuntos. Antonio Benicio Ferreira, e l'ln
Schleusner.
A alfacdega renden no mea de dezembro
913:5614181.
O cambio regulava sobre Londres 24 7/8 a
25 1/8 par! cular.
Sahiram para Pernambuco : a 2, escana al
lemia Lima ; e a 3, barca portoguezi Armindn,
e brigue inglez fl. F. Bell.
ALACOAS.
Nada occorreu digno de mencao.
PERNAMBUCO.
REVISTA DXAEIA.
MINISTERIO DA FAZENDA. Por esle 1111-
nisteno lorara esp-didas as circularos seguintes
t Ministerio dos negocios da faznda. Rio de
laneire em 30 de dezembro de 1871-0 viseonde
do Rio Brinco, presidente do tribunal do theso 1-
ro naciooal, deetara aos Sr. inspectores las the-
sourarias de fazeoda, para os davidos etleilo, qae
s ecobarcagoes estrangeiras se deve continuar ;
permiltir o srvigo da navegagio costeira enlre 00
portos do imperio em que bonvar alfiodegas, y.1
que se publique novo decreto regulando esta
materia. Kicoiid do Rio Bnneo.
1 Mini-terio ios negocios da (atoado. Ro 4o
Janeiro, 40 de dezembro de 1871. Terminand';
amaubia o prazo do decreto n. 4G-o2 de 28 da
dezembro de 1870. d claro i V. S. que as embar-
cagoss estrangeiras se deve comino.r a permtir
o s'ervigo da navegagi eosteira eotr" os portvs lo
imperio em qae hoaver alfandegas, a- oue se pu-
blique novo deers-to regalando e-I ioatria.
< Deas guarde V. S.isconde do Rio firon.o
Sr. iaspeclor da altaadega do Rio di Janeiro.!
t Ministerio des negocio da fazsnla. Rio de
laaero, 23 de dezembro de 1871. U viscoole du
Ra Branca, presdanle do tribunal da these uro
na :ioua declara aos Sr. inspectores das ihesv,u-
ranas de fazenda, tendo em vista u 11 faci occor-
rido na de S. Paulo, que, eomquam> a des fOaCac
dos diai das ses.-os ordinarias d.s respectivas
juntas, nao Ava sor alterada otlo par motivos ds
conveniencia publica, na forma d> 't. o' do de-
creto n. 870 de 2i de noveinbro de IS'ol, da -s
elusiva competencia dos ditos Sr?. inspectores
transferir reuniio das mesreas juntas para ootro
dia, todas as vote que naquelles nio se polere-.i
effeciuar por qualquer circamstaac:- rtooOarosa
e que por isso nao sio obngalos a dar ofBciil
raeute parte ao contador, dos motivos que Uvere a
para assim proceder. Ootro sim.lh^s declara q 1
dada a faita do procurador lsca', compre qae
seja observado o d'sposto as ordeas co tbes'-ar-o
o. 458 de 8 de cuiubro da 1863, a 97 de 30 Je
juoho da 186'.'; e que no caso de impe-lime-.i o
prolongado desse fuoccionario, e d; bovor urg-.a-
ca do tarrico, se Ihe neme substituto, para qu
wu liiue demralo o expediente dos neg dos lh
competaocia da sebredita junta.Vir>rU to /;
Branca.
MINISTERIO DA AGRICULTL'BA. Por este
miuisterio foram exoedidos os s^gumus avi-as :
t Rio de Janeiro era 31) da dezerabro da 1871.-
Illra. e Exm. Sr. De p sse da oOeio lo V. Ex'..
com dala de 15 de noverabro ultimo, era qu-, pon-
derando as dilBcnldado que a oceocao da le
previo-al rean.a a importaco de 40,000 colonos
offerece a esea.-sez dos recursos lloa".ceircs dosu
provincia, suggere o alvilre de ser el auxiliada
pelo governo Imperial: cabe me declarar V. Exc.
que o nesrao governo imperial, con'jrmcnda-'e
cora a propoila de V. Exc, cooiorrar.i para a im-
.oorlagao da^utlles 40,i 00 colono-- c m a subvea-
go de 3;) por adulto, e de 204 por mooor do II
a maior de 2 annos, obrigan-lo se a f oruecer n-
nualineute- a qiuntia da 90:6604, eurrooBOOOOOte
iniroduego de 4,000 colonas por eapofo de 10
annos, saivo o caso da diminu.gao da verba respec-
tiva do orgameato, se o puder leg la ivo a reda-
zir por motivos superveaifnie*. Daos guarde a
V. Exc. Tneodoro Machado Freir Pereira d-t
S/fa.Sr. Presidente da provincia da Rio Gnodo-
da Sul.
1 Rio de Janeiro, em 30 da datembro de 1871
Tando-rae comraunicalo o director gaate !.
Compaoha de Nivegaco Brasileira, emoQ:i'
datado de hontem, que anda nio sio elegidos os
uovos vapores destinados ao servigo da navega-
gao co-leira da liana do norie, e uao cooviudo
que deixe de havar a viagera do ma Io de janeiro
oroxirao futuro, auloriso V S. a contratar com 0-
raesmo director gereute a pimeira %ia.n io ci-
tado mez, mediante o prego de 26:0004, sem qae
por este faci (juera altralas as relagoes em que
o governo se a tu para eom a cumpa ama, em vir-
lade das estipalacoss comidas ao aviso de 16 da
selembro aliimo, e aceitas em oCRcio de 18 re-
como julgar auarlado depois do du 31 do eorrra-
ta mez, era que lida o prazo marcado uo aviso
citado.Daus guarde a V. S.laeodaro Machado
Freir Pereira Ja Stlca. Sr. director geral dos
correos.
THESOCRABJA DE FAZENDA.Por porUti
da presidencia da provincia, de 19 da dezembro,
foi exonerado, seu pedido, da -judaate do pro-
carador lis cal da thesuuraria da fazeoda o ir
Carka Eugenio I) marche Mavigmar.
SOCIKDADE N1O LIBERAL BENFF1CENTK.
Par ?orlara da presidencia da provine, do 'l
do crreme, fbi nomaado Angosto CyrWo Vlllon
presiden d'esta soctedtde.
PBKi'DKNTES DE SERGIPE E DR SASTA-
ATHAaiN.v.-Ctria da corte dii que ^raJl^r3-
raea ios prsi lentes das pro vracias: da Sermpo; o
Sr. Dr. Pedro Aftao*o Ferreira ; e de Sa-.-u Cilh
noa, a Sr. Dr. Manoel do Reg Barra do Strat.
Lio
PRSSIDENTE DO OFARA'. ActaMi bordo
do Crutetro do Sul o Exm. Sr. cotvotkar Wo
Wiikeos da Mattos, pretid ato ooaoada pan o
MMiaeitjdo Cear.
OJNJlIRO.O Cruzeiro 4 S* l
LoDdon 3Q'J Brasilian Raok
"tw



'
1
U+4* Ptmmh* a*i H^m^U fei 8 d*- JmmMf dr 1*2
-f3:000*00
Parara Osroetra C.
i.vr rfa Sitas Uto F,tb4 5:000*0<>0
I. M. M.miv ;v.OU4000
Oarvalho & Nopu-ra 6C0*oo0
Antoni Gomes N*Uo 200*000
ADMl flSTBAfjAO 00 CORREIO.Srta repar
' tifio arree *deu ao me ezaaibro 6:5W#070 ra,
sendo:
Jeitos 2 74Ufi"0
Carlas 2:7#i0
Assipriante- 0|000
Agetieia* 30*5
alus 74*600
Emola met lo 132*500
Extraordinaria 5*000
Movimentos di fUadcs 1:321*0 0
Premios 86/900
SAUOE DO PORTO.O Sr. Dr. inspector da
ande do porto ac.-ba de dirigir ao Exm. Sr con
leeiro presidente da provincia osegolnte ofBcio:
< Inspee ao da 9awle do pr>rto em i de Janeiro
da 4872. -Iliro. e Exm. Sr.Tomos observado que
qaando apparece a febre amareila dos tripulante!
dos navios fondeados aesle porto, os eaco* sao mais
requeotes e grates nos navios fuodeados ao p do
arrecife, nos Ge earviio de pedra e nos que desear-
regam atracados a alfandega ; razo por que o
anno passado dirig 1 essa presidencia o offi :io de
1 i: fevereire peJiodo providencias, as quaes
poetas 0111 fxacucao dsram em resalalo ama di-
snimrcao secHivei do numero de doentes, e como ha
4ias tem se apreteatadoaaioaeulro eaio de retiro
amarc-lla peco a V. Ese. se digno repetir as mes-
va* ordena; afim de qae as iripolacoes dos navios
alo traalhem durante as boras do calor, neo as
dos navics de rarvio de pedra descarreguem a
carga, n.m atraquen) alfandega se nao os va-
pores d" rare que desearregnera a vapor. D as
airde a V. E.IHm. Exm. Sr. ensrlheiro ioo
Jos de Oliveira Jaoqaeira, digno presidente da
provincia.O iaspentor, Dr. Pedro de Atliagde Lo
%o Motete.
VAPOR PAR -Chagara i corle, no dia 31 de
leiembro, procedale de Glaseow. o primeiro va-
Sor da compsala hrasileira de valeres para o
orte, denominado Para.
Este vapor, o primeiro q-ia chega para a nova
inha do paquetes do norte, iwi as seguintes di-
meosoas:
Gomprimento, 317 ss; boca, 3M; e ponlal
19,8o; d> 1.6S6 tonelada inglezas: dispoe de
t machinas, da 1 >re.i nonio il de 300 cavado?, que
pode eievjr-.-c a 1.100. Aeom.nola at 120 pas-
sageiros de re e 400- das outra* classes.
Sabia de Gl sgow, onde foi contrado, no dia 9
do passadj tocen a II em um porto ingles pjr.
deixar o praeo a entrn a noule passada em
nosso pe rio.
O navio de elegante contruecao, e offerece
excedente cornmodidades pare passageiros.
VIAGMM DE INSTBOCCAO. Eslava mareado
o dia 4 ducorrenia para a sabida da'curvat Vital
it Oliretra. qae leva os aspirantes da gaarda ma-
rinba em viagtni de io>trucc.a>. A crvela dirijo-
e liria de Santa Helena e d'alli i Pernambaco.
d'eade regreseaca a osle porto.
VIA FERRIA DE A PlPfJi'.OS.-Hontem o tre,n
qae do Caxar, devia pirtir para o Itecife s 7
horas da manb. p>z-se em marcha 40 miuutos
depois por se ter inebrado ama pec,i no macbi
nsmo da locomotiva, que a dovia rebocar.
lito causou maiio traosiorno qoem tinba
carencia de vir para o Recita, e mais ama vez
demoa.-tr u a neees-ilide que tem a companbia
le augmentar o numero dos seas motores leudo
alguns'de prompltdae, em asabas os extremos da
liaba, para taes.casos
DESPENSA.-Foi exonerado, a sea pedido, do
cargo de delegado de polica do termo de Carua-
r, o alferes do corpo de polica, Maboel Aprigio
de Moraej.
PROCLAMAS.Foram lidos no dia 6, na ma-
triz da freguezia de Santo Antonio us proclama;
seguintes:
1.* denunciacao.
Benedicto Al Jaus.
Galdia) los da Silva, viuvo de Marcellina An-
tonia de Sonta, com Gertrudes Mara da Luz
Joaquim dos Santos Leasa, com Maria Leopoldi-
na Poolti.
Joa luim doja Santos Azevedo, vrovo de Leocadia
Viejas d'A^ev.-dn, com Silvana Julia d'Almeida.
Joao .'1! ;i .a Ferreira, com Joanna Mara da F u-
leca.
Loiz M-inoel Simoes Jnior,con Olindioa Amelia
Gofl{al*6a rialho.
Minoel Alves Pitollo. natural da Hespanba, com
Mana koy.-la de Mericia Freilas.
Mac:ei de SooSu Gaivio, com Cmdida Julia dos
Santos Xeves.
Manjei Preil da Silva, viuvo de Carolina Ma-
ra da Con.crao, com Anna Teixeira de Birros.
Pellsmikio l'.rreira das Cbagis, com Francisca
Emiliana Ai.es Pessoa.
3 denuncia.;"r..
AITir.vi Vieira de Oliveira MtejeL com Maria
Isabel Goce^lves da Silva.
Dernardiur. ajares Branca, com Josepba de Mi-
randa Plana
Fraaci.o Antonio Ribeire, com Mara Joaquina
Si sites.
J> do Siotas Cuta Morara, com Maria Hsn-
riquea Marques.
Jos do ik-go H;rg-;s, co,m Jacintha Emereciana
Gouvi.
Ja; di S>lv> Marques Ri'ieiro, com Balbio*
Maria Bernarda de Souza, o nobente nalura! de
Portugal.
Jos Bernirdnda.M'Ua, com Alexandrina Maria
de Carvallo Porto, o nubente natural de Poriu-
?al.
Jlo Pi da Silva Valencia, com Hirmelinda Ca-
rolina de S-quetra Fqjueiredo^
Luis Ferreira Fialho, cora Anna Teixeira l'As-
sams^ao.
Miguel L'Jiz Ferreira, com Julieta Benigna de
Barros Falc.
7
I. denancia^io.
Mio^el Francisco Rodrigues, com Francisca
Ferreira di Suva.
2.a denunciacao.
Benedicto Antonio Jos, com Severina Maria de
Jasas.
Gailiua Jj! d Silva, com Fertrades Miria da
Luz.
Joaqaira dos Santos Les-a, com Maria Leopoldi-
na Puntes.
Jca juii- d)s Santos Azevedo, com Silvana Pon-
tos d'Almeida.
Joa Miria Ferreira, cora Joanna Maria da Fon-
saca.
Lflit Manos! Simoes Jnior, com Olindina Ame-
lia G3n$aves Fialho.
Kanoel Angola Pitollo, com Maria Angela de
Marieta PraKai
Manoel do Sutiza Galvo, com Candida Julia dos
Santos Nave-".
Manoel PreHaa da Silva, com Anna Teixeira de
Rirros.
Feliciano Fjrreira das Chaga?, com Francisca
F.miliaoa Alv d l'essoa.
LOTEiUA.A que se acha venda a 2il'
bene'icio da matriz do Cabrob, a qual se ex-
trabira ao ,\ 15.
CAS V M DKTSNCAO-Movinionto do dia 4 de
anoira de ilt:
Existiam (presos) 34C, entraram 1, sahiram B,
exisiem 341.
A faber :
Nacionom 244, mulh-res 9, eslrangeiros 40, es-
cravos 44, escrwai 8-
Alimentlo; custa dos cofres pblicos 273.
Blovim'ecio da enfermara, do dia 4 de jioeiro
de 1871:
Tiveram baixa :
Joaquim Jos de Saat Auna.-Odarlolgia.
Manricir-, eseravo de Joo llister.Nevraigia.
PA5SAGEIU0S. -O vapor Cruzeiro do Sal, trou
K6 os aendatas:
Justino II) Jrigaas da Sitveir?, Jos Nicolao Per-
reir Gom-', Dr. Vieenle C. Mannho, B-larraino
do Reg i .tos, brigadetro Francisco Joaqmm
Pereira Lobo 2 criados, alferes Hermano Car-
doso, Victoriano Augusto Borjes Jnior, Jo.-
Romo de Vasoa<5los, Fratieisco Xavier d'Arau-
jo, Dr. H/.i) Daarte Pereira, Amelia Eusebia
L. Travasso, D. Hjnrieta Tuorpe e Spoea, tenan-
te Tnslio Flcrencio eos Santos, sna senhora a saa
irmaa, Antonio Mendes, Antonio Jo Moreira,
Manoel Das Mendo*;ci, FaOsno Peres, Rogerio
Francisco dos Santos, J.aquim Diogenes Filgutira,
Joao Alves de Cirvolbc, loaijaira Gomes elgaeo,
Pedro da Si'va 3arretot Joaqnim Jos de Araajo
Vasconeell, Aatoo3 Marta Delgado, Rapbael
Arcbanjo V e Silva, Porioiaio Jo do Coato,
Dr. Joaqun do Reg Barros, Jos Paula Cordel-
ro, Cupertino G limars Bastes, A nonio Gal-
maraes Bastos, Mauoel Pinto de Araujo Spinno-
0a,. sua seabora Ja 3 futios a J3 eriadas, tendo
'ama 1> Qlh-a, Antonio Belsario Pareira, Jos Luiz
V. C. de Smi'jitiU e 1 -criado, ManoeJ Jos Alves
Tosa, Abiiio'Falco Das, Olivia Mara da
Concica.o, Mnoil to l/ipas de Miranda, Joao
Fewawles Pj*A.\ Aotaaio Mues de rfOKiaa,
r.-roardw Aniaxiift de S, AaUwio i-Vancism Mi-
rioho, a Maria ioaoa da fbates, llarcas+Gro-
cinai, ialtkizar Parna.'Mjej Lavrenzn, 1 ei-wr
fti'Bta, 4 pravas, 3 ex-dita, 1 multer de urna i
ragas trl Pho, f sentaaciados.
Seguem para o norte :
Tenenle ArisMIe* F. Taro, "Dr. peuricioe Leo-
poldo Soares da Cima'a, alferes Ermelio*) Goo-
Silves Valente, InSo W. do Mattos, LeopnMb S.
Vasceneellos ManoelCagidePranchco P.FtfrTeiri
Mont-ir, eapitao Vicente Ferreira de F. Giiabei-
ra, Evansu Juliano de Sa, sua senhora e saa
cunhada. Branlino JMMOio a Lazo, Antonio Va-
lado Borges, Jos- dj Rosa, Elowindo Melbonr,
alferes Pedro A- lavares a t lllbo, Antonio C
Barreto, Jos Alexandre Argollo, Manoel Cisla-
nbeira, 1 eseravo a urna praca qae o condaz, te-
nenie coronel Florano V. Peixoto, Joo Ferreira
de M*cedo Gatmaras e 14 pracas.
CMITKIUO PHBLICO.-Obituario do dia 2 de
janero da 1872j
Horteoulo, braocn, Pernatabuco, 3 metes, Santo
Antonio ; coQVUise*. ^
Manoel Antonio Lupe*, pardo, Alagoas, 30 au-
no?, soltelro, Boavista, Hospital Pedro II; febre ty-
pbuide.
Joanna Mara da Couceicao, parda. Pera imbu-
a, 24 annes, solteira, Boavista, Hospital Pedro II;
oexigas.
Antonio Francisco de Sisma, branco, Porta gal;
48 aanos, casado, BoavisU; interiie.
Maria, parda, Pernambuo, 18 mezas, S. Jo.';
a nazarea.
Andr, preto, eseravo, frica, 60 annos, solteiro,
Recite; estreitamento venlricular.
Flix Fernando de Souxa, pudo, Rio Grande du
or le, 48 annos, casado, Recife; bexigas.
Pedro Jos Cbrisliani, branco, Prussia, 58 anaos,
casado, Afogados; bydropesia.
Isabel, parda, Peraambuco, 18 mezes, Boavista |
interiie eolito.
Bemvinda Valeriana de Albaquerque. parda,
Pernambaco, 25 aanos, solteira, S. Jos; va-
rilas.
Cmaio, branco, Pernambaco, 22 aunas, solteiro,
Boavista; thetano traamattico.
J.'aquim, branco, Pemambuco, 5 mezes, Boa-
vi-la; aaazarca.
Maria da Concedi Argelina do Valle, branca,
P.-rnambuco, 29 anuos, casada, S. Jos; va-
nlas. *
SOCIEUADE AUXILIADORA 0A IMMBRVgio F. COLONI-
SAQO ESTRANCKIRA G NACIONAL PARA A PROVIN-
CIA aa MJanmaoca.
Sri.'axtOHUtat. A commisso nora^ada na
reuoio hivida em 20 de dezeuibro proxi ne Halo
para exaninar o pnjetuo de estatutos destinado*
Sociedad* de [ntrnigrago e CoUmitacio all iaau
gurada, a da parecer que o referido projectu, mo-
ditieado como abaixs se l, est no caso de ser
adoptado.
A qaesto da immigraci) nao a=sumpto que
possa receber urna nica e invariavel solacio:
desta verdade do pro va as nu mu-osas e diversas
tentativas feitae no paiz para atiranir s u ssas
plagas o colono oa immigraote lalurioao e mor
uerado. O insignificaate resallado desses esfor-
soa tem cimentado a ae-crenca em algn- espiri-
tas, que se nao veein de esgueira os novos (enla-
mes qae para esse grande tim se iniciam em lo
dos os centros productores do imperio, acreditan!
ao menos que a nica a real msso que nos cabe
desempenhar preparar o .'paiz para recabar a
immigracio espiilaaea, preparo qae dispensara
a dispendiosa an;ao do governo.
Sem qae peze a commisso embaciar o brilho
Je.-si seductora Uieona, era se arrogue a pro
teneo de a contrariar em todos os seus funda-
mentos, devo ao menos protestar contra a sua
praticabilidade no eatado actual do paiz.
A construeco de novas e extensas estralas, o
melborameoio da navega rao dos ros, a descrimi-
naQio do dominio nacional, a alienacio das ter-
ral pabiieas, e outras reformas, .-a o complexo
de medidas a que se chama pre jaro para a immi-
gracao expontanea. Esses meios, porm, lentos e
dispendiosas, sao para este vasto imperio a lerefa
de urna g era cao ; e ao lempo em que de cada
um dalles Aterraos ama reahdade, com o abando-
no de todos os outros, o poueo que inda produz
a riqueza pualiea desfallecer, e mmguados ss
farai os nossos futuros recursos.
E' obvio que a oui.tis auxiliares mais promplos
nos devemos soccorrer, sem todava descurar-
in.-is dos primeiros- EHes emanara da aecao be-
nellca qne tole ex*rcer o governo altrabiodo ao
paiz, por meio de algomas vantajosas concessoes,
o immgnole industrioso c morigerado, que ve-
nba substuir o trabalbo rotiaeiro, e imprimir-
Ibe nova pbase de prospendade, do concurso qae
pre tapio os proprios particulares, para collocar
em saas ierras colonos, qua sem pesar, os fagam
esquecer o trabalbo eseravo ; da organisacio do
trabalbo livre-oaciooal por meio de estimulos qae
no todo boje falbaro, mas qae a existirera forma-
rao grandes e poderosos [ir-ductores.
Foi para activar e auxiliar ni provincia estes
recursos por differenles formas, e sob suas va
riada; pbases, que inaugurou-se a S'iciedale
Auxiliadora da Colonisoco e Immigiardo para
Pemambuco.
Assim, pensoa a commisso que convinha antes
de ludo prover a nma lacuna do projecto de es-
utntos, aceitando como ura dos fins da sociedaie
< promover e organisar a coloniso nacional
agrieloa e industrial nesla provincia. .
Qaem coahece as desvantajosas condiQas em
que vive no paiz um erescido numero de naci-
naes, pela quasi impossibiliade de constiluirsm se
propnetarios, compreb9nde que proporcionar-lhes,
n'aqaollas condiedes, os favores concelidos ao
eslraogiiro morigerado, de boa poltica o de en-
cllente economa.
Medida seraeihante, adoptada nos Estados-Uni-
dos em 1862, sob o titulo de lei do lar domestico,
mereceu os maiores louvorts pelos eeus exceden-
tes resaltados.
Nesta provincia a reeente organisaro dada
colonia de Pimeoteiras nao senao ara easaio da
colonisoco nacional.
Como intermediario entre o fazenleiro e o ira-
migrante, a sociedade inaugurada pode ser um
excellento auxiliar sob mais de ama relacao. Bal-
do le meios, descoohecendo os recursos mais ap-
tos para a obtencao do colono, nem sempre o
fatendeiro sente-se com forca e iniciativa bastan-
te para promover a vinda dos Irabalbadorea de
qae carece ; ao passo qae sobra-lhe vontade para,
em sea proprio inleresse, proporcionar- Iks vanla
gene qae Ibes gtranlam ura futuro. Tornar efTsc
tivas essas vantagens, qae as mais das vezes j
coneessdes espontaneas poderiara alcanr;ar. ama
das mais atis missdes da sociedade. Nette cato
est, por exemplo, a cess) voluntaria de trras do
dominio particular, que. se fizerera parte de gran-
des propriedades agrcolas, ; o imptslo territorial
obrigaria divisan.
Cabe a sociedade transferir aos colonos por afo-
ramento, venda ou a Ululo gratuito os terrenos
da dominio publico que adquirir. E' esta par-
ventura a saa mais importante oj.eracio, porque
a que tende a formar do colono on do immigranla
proprieiario : supremo desidertum de quem,
por amor do pao, se expatra. Essa operario, po-
im, eneontra o primeiro embarago na lei, qae
tem por principio fundamental que s a titulo de
venda ssjam cedidas as trras aevotutae. Nem
por uso parecen a commisso dever modificar o
projecto de estatutos nesta parte, qae pelo contra-
rio servir de protesto disposicio legislativa qne
cqnvra alterar, e adaptar moderna, e generosa
legislaco dos Estados-Unidos.
O aalndo das cansas qae estorvam a immigra-
cio para o imperio a aoateadamenie para algumas
das provincias do norte, objeeto qae deve recla-
mar seria attenco da sociedade, sobretodo guante
naiureza e coodiSes dos contratos celebrados
com os colonos, e o regimea e organisaoao das co-
lonias A experiencia tem mostrado que esse es
todo, sempre proficuo. Tem sido este o meio a
qae, cara vaaugem, sa tem sooesrrido o governo
para extirpar os vicios da organisacio de suas co
lonias, e reprimir os abusos que zeram oatr'ora
do contrato de parcera um detestavel contrato
para o colono.
Poram esses abasos qae, reunido prepotencia
e provarkaco da alguns aventurairoa dlreetorea
de eoJonias, principalmente desaoraditaram a co
loouaco a pr .vocaram o decreto de 7 de maio de
1859, pelo qual a Prussia prohibi a Immigraio
para o Brasil.
O que se passa boje diversa : a medida que se
descarna o mal, este reinfliado com vauti-
gem para a cansa da immigracio.
Emqnanto ato se estabelecera aa provlaeia so-
ciedades humanitarias e protectoras, geradas no
proprio seio dos immigraotes, para servrr-tltes de
arrimo, esta qae ae acaba de iastallar preeacbe
este tim, do qual, certo, depende todo o xito
das prmairas tentativas em qae aos vamos em-
penhar. A frma a condicoes desse concuo es-
li determinadas no projecto da estatatos.
A Sociedade Auxiliadora da Imm'gracao e Co-
loniaco Nacional para esta proviaea, taabera
ama ^c:^vtt<)jf nm*i ftofoa flMj
toa aos 3iwrt!Utm^- '^
Heir os netcsv qae para isto casaarraflao plav
jacto de estatutos JaejJta a caJabrico 4a contra
tas .-out o Eslatto para a inmdacco de ealeoow
Copio sabido esse* rontr;iloi *<> neis saatpa
podem ser cumardo* por particulares *o i* t-
ei! execucio 3 aociedadea desta ordam, <)Ba d pdfl de mais prcuxwtas e race retufaoi, a derfaa
ianUjrauaa aaw Wmtm
se ImpossJSlrraran
Ifcu de coteaoa ow
saos chefes, tn aqtnlres ijoe
ara o trabair/7.
TITULO m.
Di fundo > reaerva a ctMA-nde;.
Alt. 8.a De sais eia aeis inazoa, feko o balauco
da ociedade se ledanrio do reaO)neMo liquido
i por eento para fuodo de reserva aatinado a
fajar faca as pardas A; capital, seoda* o reataata
(Jada a urna flrecioria de cinco mtmbroi. tintos
pharuma oMtpm da votos em aiaaahlaa gerai,
eta cuja elaieo nao atrio ad aRtide* votos pnr
procuraijc. .Na meama occasiio eleger-se-ba
tras direcloret ^appJantea. qae pela ordem da vo
^subaiirm/o os ellectivos em aa imped, wb firma da
I 1." A direcorn ser renovada anucalmeule.
aaado reateoi Joa sato renos dos aatijaos di-
ractore?. Os prtzaerroa elaitos fonecionaria dous
asaos.
f 2." Podara ser raalelloa tanto os direcrares
como os afretantes.
I 3* A dantetoria nenlaan d'entre si o presi-
dente, o secretario eau. Estes aa substiin,-
rao nesta ordem;
5 4* A diieetofia aerm graiuitamente;
I a* Nao andera aar director
que
couognada
de votos td
t ni
tes da so
nados ou
o accionista
pojsuir meaos de 20 acefies;
Art. 10. Compete dtreetoria :
l' Dirigir todas aa oneraadM da sociedade,
oestes attHtotos. tomando por maioria
a a> deliberSaa;
ar e demkiir os empregados e agea-
ade; a bem asaia arbitrar-ibes orde-
tiflcae>3as;
I it' E:n~pregar todo.-* os esfor;h para que a
idea da iniroduccio de braco* livres na provincia
seja bem aceita, para o qae dever fazer publicar,
qaer pelos jomaos, quer em avulsos, escriptos
qae ioteresserri imotigra^ao, e bem assim aoxi-
lir-se de comaissem que esiudea e diseutam os
drnerenies asstmptos relativos a mesma immi-
gracio.
Art. 11. A dfaetorla prestar animalmente con
tas dos seus anos a asseatMa geral; os qaaes
sarao ex iroinado.1 por ama commi-sio especial de
tres membros, nouieila na occasio en qae (or
eleiia a mesma directora.
Trtok) V.
Da asaemaia geral.
Art.-12. A loeiedade nc-podar constitoir-se
em ssembla geral sem que se acbem reunidos
accionistas qoe representem a quina parte da
totalidade dasac^oes. So nao comparecer nume-
ro sufcienie, fir-se-ba nova eonvocacao, na qual
oa proseles a>liberio.
1* A sna teuato ordinaria lera logar no dia
1* de marco tara o um de lora.f conkecimento
dos actos da directora, proceder a eleico d'esta
e ouvir a latala do sea relatorio, polendo aar con-
vocada extraordinariamente pela directora, qaaa-
do esta julgarnecessaro, on se accionistas que
representem polo menos um quarto das acedes o
requerereo, pfecedendo, em ambos oa casos, para
a c-ravocaco 9 praio de 15 dia<.
i' O accivnisia possuitlor de 1 a 5 acedes to-
ra um volt e porcada aaccO-s qaa posaair
atm 'aquellas ms< um voto at o compulo de
20 votos.
_ 3* Presdii a assemlla geral o presidente
da~direct)ria,ano sea impedimento o mais votado
dos dentis directores presentes. O presidente da
aasembtea geial tscolber seu secretarios
d'entre os accionistas prese otes.
Titu'0 Vi.
I Di-posici3es geraes
Art. 13. A sociedade oo aceitar pedido para
mandar vir ctinoos, se esses pedidos nao forem
acoropanhados de nma norma dos contratos qae
pretenderen firmar com os colonos, e bem assim
de ama llanca idnea, incambindo i directora
aconselbar as moJiBeaoois qoe jalgar conveniente
faxer nesses oantratos, lendo sempre na maior
cooBideracio s iniere-s.-s geraes da enionisaco.
Art. ti. A directora poder demandar e ser
demandada, assim como pasear as procurares
qae forem de misler.
Art 15. A sociedade se entender organisada
desde u* e,i i inscripta melada das acc<3 s.
Art 16. A liqniia^io da sociedade sera feita de
acaordo om o cdigo commercial, podeodo a as-
sembla gerai commetle la ao jai?, > arbitral, urna
vez qae so bservem as disposiedes do decreto n.
3,900 de 20 de junbo de I8ri7.
Recife, 1 de aueiro de 1872.
Visconde de Camnrngibe.
Barao de Villa Bella.
Francisco do Reg lanos Brrelo.
Dr. J/uno/ do Nascimenlo M. Porlello.
. Augusto Fredertco de Olivara.
?. Nerhdam,
Ba>o de Beinfici.
Barao de Morenos.
M. Buarque de Uacedo.
padern resultar alo peqUanaa van'agens. AAidfctnroaido jielos a;:ionist*aa prop>f|)'de saa
ha pouco o governo imperial eootratou cora a so- Uctfha. Nao so aro dividendos oaiqaaeta u ca-
ciadadede iinmigracao da provioci d*S. Paafoa'pajil, o>Weado em vlituaTa da per Ja, aa-o fr
iatroducco de alguas mhun ie colono* na- Mafagralmente restlelerido.
dame auxilios qae, reunidos ios qae espora a TITULO (V,
mesma sociedade da provincia e dos parlicalarae, t Di admlnisiracSc
proporcionar as vantagens ao meaos remunerado- l Art. 9.' A adadatatraco Aa sociodaila ser cdo
ras do emprego da capital dos seo accionistas.
Opexacoes semelbantea podara aarehender a
sociedade peroambucaua. E releva, aotar que ja
leudo o mesmo governo contratado osla provin-
cia com o Dr. Beato Jos da Costa a viada aartm
provincias do norte de 15,000 colonos nnjnyflpr.
sob condices idnticas ao do citado contrato da
sociedade de immigraco de S. Paulot (at sera*
alcancar para a sociedade de iriiraifrarao de Par-
nambueo iguaes favores, ou obter do Dr. ajilo
Costa a sessao deseo contrato, quando u>aBJa
preferivel auxilalo na ana execuc/10.
0 capital da cora coalas de res, dasliuaJo ao
fuodo social, e proposio no projtcto da aitatoWs
que foi presente commiisio, ara mauifesumeote
insaffieieate. Embora a sociedade laja em par-
te ora intermediario entra o iavrador e o colono,
aatre este a o Estado, as saas daspezai do pri-
meiro eslabalecimeulo sao eoasidaraveis. Accrea-
oe anda qae as suas opercoes devem coroefar
desda logo em vasta encala, porque s assim ae
derramarlo os seos benficos effeitos, a estes ae
far i mais palete.
T.es foram os motivos que delerminaram a com-
misso a elevar o capital social a duionios contos
de reta.
Pareeeu commisso que confiar a marcha das
variadas opercoes da sociedaie ama directora
de trez socios, seria por demi sobrecarrega los,
principalmente quando destes se fazia ao mesmo
tempo o< agentes activos da sociedade. \
Para minorar essa eacargo, e melhor distribuir
o trabalbo da di recro, Qca ella eommeltida cin-
co dos seas socios.
Out.vis peijueaas, e pouco importantes modiiloa-
'TjC, rjue nao escaparlo ao vosso exame, fez a
commisso no citado projacto da estatutos.
Estatuios para a Sociedade Auxiliadora de Immi-
grueao e colonuacio nacional e estrangeira
para a provincia de Pernam'iuco.
TITULO 1.
Da sociedade seos fia o operar/oV.
Art. !. Com a deoominaco deSociedade Au-
xiliadora da immigraco e colonisaco nacional <
estrangeira para a provincia de Pernambaco -or-
gaaisar->e ha nesla cidade ama asocia ;ao qoe
durar 10 annos contados da dala da approva^o
destes estatutos; e smenta poder ser dissolvida
nos casos previstos pelo arl. 295 do cdigo commer -
ciil e ari. 3 e s^gaiates do decreto n. 2711 de 19
de dezembro de 1860 ; pdenlo ser proregado o
lempo de sua duraco por deliberara daassem-
bla geral e com approvacio do governo.
Art. 2.* O (Ira e opercoes da sociedade serio :
1.* Promover e organisar a colonisaco nacio-
nal, agrcola e industrial na provincia de Pernam-
baco;
2. Auxiliar e promover a vin la para a refe-
rida provincia, de colonos e immigrantes esiran-
geiros, mirigerados, agricultores e iadastraes,
quer engajand i-os e transportando-os por coala
propria ou de lereeiros, qar proporcionando ihes
simplesmenie auxilios para o seu transporte e es-
tabelecirasnto ;
3 Adquirir trras de dominio publico e par-
ticular as proximidades des centros populosas
oa de erradas e outras vas de commuaicaco ;
medir e demarcar essas trras, a trauafari-las por
meio de venda, aforaraento, arrendameaii on
mesmo titulo gratuito aos iramig-antos qae se
quizerera eslabelecer aa provinci, oa aos eolooos
que (Vdrem completado os prasos de seus con-
tratos e pago saas dividas.;
4." Receber pedidos dos particulares que qai-
zerem mandar vir colonos ; iueumblr-se do seu
engajamento e transporte, obrgando-se os mei-
raos particulares ao pagamento de todas as despe-
zas feitas;
5.a Ter a bem da colonisaco e imuiigraco,
agentes seus fra oa dentro do imperio, incumbi-
dos de promover a immigraco para e la provin-
cia, pudendo a sociedade remuoera-los medida
do merecimento dos servir.os prestados, e bem
ss-im maoler constantes relaces e mi os indivi-
duos oa aseociaedes que no estrangeira aaxiliarem
on se incumbirem do servico da olooisac) ;
6.* Sol "itar dt governo imperial as necesa-
rias providencias para que os agentes da socieda-
ie sejam auxiliidos nos paizes etrangeiros petos
agentes diplomticos e consalares do imperio e
.r-viocia pelas respectivas autoridades ;
7.' Maoter, as cercanas 4a cidade do Rt ri-
fe, um estabeleciraenlo para receber es immigran-
tes que procuraren! a prevnola e que carecerem
de asylo em.uanto nao se eslabelecerem, pagando
os mesmos iramigranies ama mdica retribaico ;
e prover, no raesrao eslabelecimsnia, a alimenia-
cao e agasalho dos colonos que mandar vir por
conta propria ou de terceiro, desdo o seu desem-
barqu, al que sigara paraJJaseu le.-lin-/, Qcando-
Ihe o direito de haver a importancia dessas des-
pezas das particulares, para os qaaes a sociedade
os bouver eogajado.
8. Promover a crearlo de associacoes as lo-
calidades que ir ais empandadas se mostrarem no
desenvolvraento do trabalho livre, asquaes pode
rao ser suas filiacs, mas com capital proprio para
0 lira de dar incremento aellas ao eslabelecimen
10 de eolooos e immigrantes.
9. Promover na provincia o estabelecimento
dos immigrantes qae procuraren) o concurso da
sociedade encaminbaios, protege los e proporcio-
nar-Ins todas as facilidades po9siveis, para o qoe
devera vigiar oa execuco dos contratos qae ce-
lebraren], e acompanhar a marcha dos ncleos
coloniaes onde se estabeleceram.
10. Estudar e discutir as causas que estorva-
re:n a immigraco para a provincia, e procurar
remove-las.
II. Representar aos poderes do Estado ea
qualqaer autoridade acerca das medidas que pa
recerera acertadas para o desenvolvimiento da im-
migracio. oa reraoco das causas que a ella se
oppozarera.
$ 12. Fazer outras qnaesquer operaedes que
convierera ao bora xito da sociedade, e que nao
se alfastarem do seu lira.
Art 3. Os favores e outras eoncessdas de que
trata o artiga precedente serio extensivos a colo-
nisaco nacional, no qae Ihe fr applicavei. A
sociedade poder promover o usar 4a outros meios
que forem pecuares a mesma colonisaco.
Art. 4.* As operaedes da sociedade cometario
15 das depois da eleice da directora.
TITULO II.
Do capilal da sociedade.
Art. 5. O capital da wciedade ser de........
200:000*000 representado por 2:000 acedas da......
lUOlOOO cada urna, podeodo este capilal ser aug-
mentado em paluaerjempo-
1 1.* As aceOes sero realisadas em pralacde*
qae nio excitara de 50 por cento aonualmente,
e a primeira aera feita deniro de 60 dias depois
que fr publicada a approvacio dos estatutos pelo
governo imperial.
2. O prazo eolre ama a otra prasuetonao
poder ser menor de 3D dias, contados da data
dos respectivos annun:i09, nem cada ama deltas
de mais de 20 par cento do valer nominal da ac
cao, com excepeo da primeira, qae ser de 25
por ceoto.
3 O accionista qoe ao reaasar poalaalmen
le as respectivas entradas, perder em beneficio
da sociedade a que j livor feita.
4." Os accionistas sao responsavejg pelo valor
nominal das acedes qae possnirem, de conformo-
darte com as'disposicSes dos estatatos.
! 5.* As transferencias das aecfe* somente se
rao permitliai depois de realisada a primeira
pre-taco. Em livro especial a cargo da uirecloria
se lavrar termo da traosferencii das acedas.
nrt. 6.' Al.n do seu capital a sociedade pade-
ir receber para suas operarles os segttinves au-
xilios :
1 1. Subvaaco dos aovemos geral provin-
vincial e das municipalidades.
i 2 Doar,das de parlcnlar^s.
f 3.a A quaatia da ataco, mil res por colono
maior de 10 aanos qua iatrodutir na provincia
por conta de terceiro, e paga por asta, sendo que
esta qaaatia nio poder ser cobrada dos colonos
pelo particular qae os eigajar.
I 4.* Producto das vendas, aforaraento on ar
rendaraenlo das Ierras.
Art. 7.a Os auxilios putuaiacioa eaaaedido peto
governo geral o provincial a pelas municipalida-
des sero prncipalmeaia apencados em favor dos
colonos immigrsotes para pagamento de suas pas-
lagens, dednzindo-sa de bes auxili 19 por canto,
as qoaejt, depositados a jaros em algum estabele-
ciraep'.o buoAfio, servirlo para uxjliir as Umi-
Db Vtac. aHeBtos vuncradores e errados
(.lsaignado) 8, P. WiIod.
E. P. Wilson Jnior.
a Juaea p. VVilaoo.
Kefareocia O Uuian mk of ioaoo.
Livwarjol, 4. it jaociro de f^.
Seribof.
Com referencia ao aviso ibcIoso de i-mr-
lor;o da sociedade, temo* a boora de Ihe
participar que o negocio qae al aqu gira*
va sob ai extintas rmas de Scot. Yarn.w,
,A C. em Moatevto, e Wilsoo, Heti, Y^r-
row 4 C. em Liverpool, lesa sido, por
moto o arraDjo, toando pelos abaixo assig-
oados, qoe liquidara) ae cootas das ditas
firmas.
O negocio cootiaaar, d'ora em errante,
Yarrow ait b C MoolevidOr e
He, Yarrow A C Liverpool.
B* Yidc, atteulos voneraderes e criado^
(Assignadt) A. E. Yarrow.
< H. II. Helt.
F. J. Yarrow.
Referencia. O Bank of Liverpool,
iondrea, i." de jaoeiro de l&fi.
Seobor.
Temos a boora de ihe participar qae a
sociedade iriiimameote sub-isiindo entre
Edward PeHew Wilson. Edmnnd Sykes
HeM Bwar.1 leltew Wilson Jao orr Ale-
xander Pelltw WOD, Alfred Edwia Yar
row, David Cooper Scolt, e Il-nry Hasberi
Hett, sob *s firmas d8
Wilson, llelt H'tt, Wilson C Rio de Janeiro.
Wilsoos & BetiPernaruboco.
Scott. Yarrow dr MonteviJo.
D. Cooper Scolt-^Londres, e
Canal E-etnra Ingina Hlmk ttminv, cjpiio
Oaddeljr, carga a..at,r,
Graaok-Pattrko mgict our, capilo Taytor,
carga ataacar. ~
Gronoik Brigne ingle Biklutha ^.mOo Scott.
c.nga atracar,
n*P,* B"*w Meioaal tMit Amtrtea.
eapitao Antea Maras da Silva, carpa asaa>
^auraa emtraei aa aVa 7.
Hio da Jaoeir. e porto iaunoedios 7 das, va-
por Cntein do Si./, de IfM ton-lat, aoai
mandanta Jo.- Amaro C
carga vrio gneros; Hnry Purster & C
Vew-Yort- K das, palebate aaaerleano S. C.
Bcans de 381 moeUdae. eapitao Cbarioa Cl
lluUe, eyipag,'m 8, carga varo* faaacru a
J lio-ion Picor i C.
Cette-46 diae, brigae faancei S-jnk tmne, o
I7 toneladas, capilo Peliep.t, aqnipaga s>.
cargs ssi e vinbn ; Tisse Krere.
Njcos Kthilot no mesmo da.
Soto*-l\ihabote por.ufoar Simpathi*. eapitao
Aotaaio Jos Carado, carga assaear.
Rio da Prata- Brifan Brasileiro OUnda, espita.
Limba, carga asiocar.
Parlo-|}.-*rca porlugoeza Claudina, capilioJt
ds Souza Amelios, carga assaear.
EDITIS.
.V cmara municipal (testa cidade, lendo
de levar aeleo a construeco de seu mer-
cado pobiieo, couvida as pessoas qoe se
quizerein eocarregar da BMSBM conslroccSo
a ernaarecerem u mesma eawira, uopra>
zo de sessenta dias da dala dete, para se
electuar a arreroataco roeirante o orca-
menlo e a planta apptvvados, es-- se acbam
na a cmara, e podes ser examinados
per quem quizer arrematar a sopra dita
obra; tendo em
vista as condici.^vs abaixo
mencionadas.
Wila^rHbilaYrow~d7c/LiverpooJf pa' da czmn t>c pal do *eee, 2
oi diss.-lvida, por mutuo coB-enlimenio,'"" nfc*el
como desde 31 de dezembro de 1871, e
qae o activo epeseWo das ditas firmas sero
por conta das pessoas cominuando o nego-
cio nos logares cima ditos.
Pedindo qoe se digne tomar nota das
respectivas circulares aqu juntas.
De Vmc. alientos veneradles e criados.
(Assigaado) E. lf, Wilson.
IL j. Hett.
E. P, Wilson Jnior.
A. 7. Wilson.
A. E. Yarrow.
D. Cooper Scolt.
II. l Hett.
COMMERCIO.
PKACA DO KECIPR 5 DE JANEIRO.
DR tMi.
S 3 1/S HOIIU DA TARDB.
Cota^es officiaes.
Algodiodo Pernambaco l'sorle 60G rs. por kilo.
Coarosseceos sslgad^s 573 rs. por kilo.
Ditos ditos verdes 381 rs. por kilo
Cambiasobre Londres a 90 div. ta lV d. e i"> i
* do banco por \h
f. J. Pinto.
Presidenta.
Dubooreq,
Secretario.
ALFANDEGA
dendimeato do da 1 a i .
dam do di 1 5.....
iM:il*507
75:642*078
230:76U185
luvtsaetiCu da aifamles;:
Volamos entrados
com
com
Volumes
>
sabidos eoin
com
fazeodas
gneros
iaiendas
gneros
828
ni
487
2S5
941
------1,226
Descarregam boje 8 de Janeiro de 1872.
Palaclio ioglezJa,ie Wkeafarinha.
Eseuua ingleaHejalenaidem.
Brigue ingleAlbert carvo.
Barca ingleza ean 1'.1 dem.
Brigue dinamarquezster -mercadorias.
Barca inglezaPltilippina -vanos geoeros.
Barca portugueza Despique //dem.
PUBL1CAC0ES A PEDIDO.
Descomedimentc.
Eotre as diversas noticias publicadas pelo /or-
na/ do Recife, de 3 do corrate, em sua tiazettlna,
vem a segumie Basla de agua... e de patotas I
Use na Repblica ihiformam-nos que o Sr. Mi
nistro da Agricultura prepara se para comprar
por 100:0001000 umi chcara que posse o Sr.
Visconde de S. Vicente, na Gatea ele. ele.
.Nao prcieodemoi defeoder a boneslidade do Sr.
Ministro da Agricultura, porque um descomedi-
mento ningoem prejudica, seoo qaelle mesmo
que o pratisa; sin, em pro! da hooestidade da
imprensa vioalada pelo Jornal do Recife, qae pro-
testamos contra aquella noticia.
Damos de barato que o Jornal do Recife trao-
scievesse em sna Gazetilha a informaeao di Re-
publica, qoe, na quaiidade de jornal opposicionis-
u, tem o direito da diz-r o qua Ihe Qzer coola;
mas que o Jornal do Recife desse tal noticia o
titulo cima citado, o qaa nao podemos admitlr,
sem declaramos francamente que o Jornal do
Recife, am se dizorgo mparcial da imprensa
livrenm aqaelle ilio de expresso, a'mesqui-
nbou-re s proporqoes ridiculas de orgo do in-
sulto.
Mais que maguera queremos a censura, porque
a censara guia e mestra aos que erraiu ; mas
censura qoe ensine, nao qae desvergonbe ; qae
re-peite, nao qae desacate ; censura qae honre o
censor, sem deshonrar o censurado.
Essa feico de censurar oo corrige, desmorali-
sa: o alvo que (ere nao a verdade, nem a jas-
ca, nem o direi'o, mas sim a sacnco de ura sen-
limeuto qae lerabra a vingaoc^. Isto ser perdoa
vel a um espatacbm, Ujj jornalta qne
nao.
O Jemal do Recife qnlz dtser Basta demjua...
e de ladroeira mas nao abemos porque pudor
desconbecldo, pr,lorio ao vocabulo proprio a ex-
pre-si de sen pensameoto, um termo que nao
passon anda do diccionario da caoaiaajo/rn /
Os niales que nos parsegneai, de ha mmto lem-
po, nao depeodera dos Uomens da estado ; depen-
den!, sim, de nos o povo, qae os buvmos, sem o
menor criterio, e de va-, qoe os iacensaes ou
apedrejaes, nao pelo que elles merecen ou des-
merecer, sob o pontu de vista do ben geral, mas
pelo modo porque patrocinan, ou desamparara os
voseos inleresses pe'ssoaes.
fin ice do no o Jornal do Reafc ao caso de alirar a pedra T E"
certo que nio.
Mario,
Ao cmmercio
Circalares
57 GUCECHUUCH STREBT
Londres, 1. de Janeiro de 1872.
Sentares.
Com referencia ao aviso iocloso da disso-
\or,io de sociedade, teaioe a honra de Ibe
participar qoe o negocio que at aqui gi-
tava sob as filiadas temas de Wilson,
Helt & C. na Bahia, HatL Wilson dr C. no
Rio de Janeiro; Wilsons 4 Hett em Pernam-
baco, e D. Goopar Scot em Londres, tem
sido lo/nado, por ntntno arraojo, com todo
o activo e passivo. palos abaixo assignauos,
qoe cGctmuarao o negocio oestes portos
sob arj seguintes firma?, de
Wilson de CBahia.
E. P. Wilson A C Rm de Janeiro.
Wilson, Rewe de C4a*3oco.
Wibion, Sons 4: CLjfflfc.
Despachos de exporlago no dia 3 de
Janeiro de 1>}i2.
Para oa portos do exterior.
No vapor inglez Atice, para Liverpool, car-
regarara : Prente Viaooa & C. 2 meas ancoretas
com 43 litros de agurdente cachaba ; E. A. Bar
le & C. 68 ditas com 5.C97 ditos de dito
Na barca ingleza Galpse, para Hiraburgo,
earregaram : Berstelman & 260 saccas com
19,656 kilos de algodo.
No vapor ioglez Ariel, para Liverpool, car-
/egaram : Braga Son 4 C. 400 saccas com 35,093
Kilos de algodio.
Na barca ingleza Glenfallock, para Liverpool,
carregaram : Nil s Lathan 4 C 500 saccas com
44,743 kilos de alg >do.
Na barca inuteza Barbad'rs, para Liverpool,
carregaram : Tisset reres 4 268 saccas com
23.518 klos de algodio ; Thomaz Jefleries 4 C
l'il ditas com 4 491 ditos de dte.
No patacho hespanhol Victoria, para Barce-
lona, carregaram : Jos da Silva Loyo 4 Filho 224
saccas com 16,714 kilos de algodio
-~ Na barca portugueza dandi* a para o Porto
carregaram : Atevedo rrmo 1 barrica com 74
kilos de assaear branco ; A. de Oliveira 50 saceos
com 3,750 ditos de dito.
No brigue nacional Feliz Americano, para o
Rio da Prata, carregaram : Francisca Ribeiro Pin-
to Gaimarles 300 barricas com 33,948 kilos de
assucar branco.
Na patacho hespanhol Blena, para a Rio d
Prata, carregaram : Pereira Garoeiro 4 C. 330
barricas eom 39,857 kilos de assucar branca.
Na escuna ingleza Bleneh. para o Canal, c*r-
regaram : Sauaders Brothers 4 C. 50 saceos com
3,750 k I03 de assucar msevdo.
Na barca ingleza insigue, pa Liverpoll,
csrregarara : Taomaz Jederies 4 C. 1,700 sacaos
com 127,500 kilo* de assucar mascavado.
RECEBEDORIA DE RENDAS INTERNAS
GERAES DE PKRNAMBUCO.
Rendimento de-di* a 4 3:133*51"
dem do dia 5. 850;29'J
fjiiucio Jesaqnim
irte Soma Lio, pr-'i-preideuie. iamretifo
Bezerra Carneiro da Cmtha, siv.rntario.
Staiisnlas e>pvciaes- para o>contrato rehui-
r a CMtrmfAo do morcado puHho 4a
cidade do Ibctfe.
Art. 1. A construeco do mercado publi-
co da cidade do Recife, sea feita de coo-
forroidade com a planta eo;';>u> ni appro-
\-,i da obra ; pela qranti3-de;5i9tO,flWtr&
Art. t, O impreiieiro dar cutmr.) as
orrs deniro do prazo de tr.s mezes, e as
concluir no de viole rjvzes, oontados da
assigeaora do contr.lo, sub pena de mu
rnoiti de .'i:oiX)50O no pr.meiro caso, e da
10:0000600 no s-gondo.
Arl. 8.- O pagamento ser feito en seis
prestares iguaes. A primeira juaodc o
arrematante assignar o c< nt at qiando moUra o conlieoimenlu de ter ea-
Daicado loa a ferrgem, a lerceira aaando
ti.er fetto a terrea pare das obra, a-ijtaarla
quando e-1'.verem exeiviiudcs os drnj ter-
gos das ditas obras, a qniuta ijoaad*) esli-
ver coaclaindo todo o edificio, a s-xta seis
mozes depois ds execuiadas e coBclaidas
todas as obraa-e conserva*)**.
Art. 4. Oempretieiro teri-um-eagefthei-
ro encarrfgado de dirigir as obras eta exe-
cuelo.
Art. 5. O empreiteiro obri^adi* a feaer
por sua cunta e sem direito-algoa o exces-
so de (erro fundido, balido, ou iaaiaado.
que por ventura baja t o peso de eiaco
toneladas, a!m do calculado uo ornamento.
Art 6. O contraanle e s us socios s>
oa livor n3o podero em leapo a!?uin aile-
gar nerdas e damr.os, nei* usar de encam-
panes algumas, para o que renuochm a
todos os casos furtuilos.
Art. 7. O contrabate prestara nma 6aa-
ga de 8O:O0Of>O0J para o pagamento das
prestages que nver ds receber.
O Lm. Sr. inspector da tbraoorana provio
cial manda fazer publico que em cutnprimeaw da
ordem du Exm. Sr. presidenta da provincia o>. 10
de dezembro prximo Oado. ra nvame ate a pa
5* no dia 11 do CiTrente pan aer arrematado at*>
o dia 31 de margo prximo vindouro o forneci-
mento de alimentaoao e dielas aas presos pobre*
da casa de dettenci) etv,ndo de base a arreo-
ta(;ao os preeos seguintes :
Domingo, almoco e jioiar, conforme a 'a'tia
Seganda-feira, dem dem, dem ide:n 3MU
Terca-feira, idero dem, dem dem 3W
Quarla-feira, dem dem, dem i lem 36 Q jiota-feira, dem dem, ideio dem 380
Srxlafeira, i ra idem, dem i lem iy>
Sabbado. dem idem, oe;n dem *40
Dielas.
N. 1 :*i
N. 2 100
N. 3 6Vo-
N. 4 W.i
N o aud
Alui do que est mencionado oa taMia* er-
ra fornecido oeia aos presos, a inal ser compor-
ta de um po de tres oaoas, ou ama bolacha,
ama ooca de cafe e du preco parque for femecidu a al moyo.
E para constar se mandou pnbilcsr > prsenle
Se;retar a da ihesoUraria pfovtocM, i de jaaei-
ro de 1872.
O > illcui da secretaria.
Miael Affiom Ferreira._____________
A cmara municipal desta cidade pelo prr
sent convida aos pretndeme* a arrenuug" i
imposto de 60 rs por cada pn de coqneiro de prr-
daccao, exceptuando 10 ps pira o oso do pro-
prieiario, pela qoantia aninal de 904 a compa-
recerem nos dias 9> 9-e 10 Id corrate.
Paeo da cmara municipal do Recite, !> de ja-
neiro de 187. -
Igaac Joaqun de Suau Lea.
pro-pFrsidaate.
Loareaco Btzerra Carneiro da Caatu,
SaereUtio.

4:0838ie
COHSaJLADO PROVINaAL.
Hendimiento do dia l a 1 27:147*097
dem d~ dia ...... 10.284*353
37:431*88
DECLARACOES.
MOVIMENTO DO HBTO.
Navios tallados no dia a.
Rio de Janeiro31 das, patacho portuguei ViMa
Hu; da 180 toneladas, eapitao Manoel F. C.
Samnayo, equpagem 9. ea lastro; a ordem.
CardilT-32 dias, patacho ingle Ariel, do Itto to-
aaladas, camt.) T. Hnl, equipas ;m 7, earga
orvao a Wilsou 4 Hat.
Mfgillono? (ao Peni)82 das, barca inglesa Ra
bu, de 5-'il looeulaa, eapilao W. Groan, eijaipa-
gem 13, earga guano; ao mesmo cauttao. Velo
refrescar.
.Yaci sahidos no mesmo dio.
Rio da i'rata-Brigue norte-alleaao tolmo, eapiia
H. KiA-a, cama assaear e agua-ardenle
Rio de JaneiroBarca rafteza Cleftan. eapitao 6a-
ret, *arga parte da que tronxe de Baltemore.
Naeiof entrados o Ha 6.
TarraNou- *Lflias, barca Ingleza Poriuro, de
348 toneladas, eapitao James Efoong, aquipa-
aera 12, carga baealaao ; a Utaasaaa Patter
il
Sahidos no mesmo di*.
data Brigue ingle Tiarlon, cadillo Wkjalou,
carga parla da qaa trouxa de Trieste.
O inspector da al'andtga faz publien ge
o leilio das 10 ca xas com vidaos, marra B O, o
ouoeiado para aoja e que por falta de licitantes
de.xoit da ser eftectaado, ftea traoslerido aluda,
para qaarta-feira Mide correte.
A!fanOg.a da> Paro aro buco 3 de jantiro de 1072.
Emilio Xavier S.ibr-tra de HVIIo.
Cassajavtudu superior.
Be ordem do Ules. Sr. aorooel eoaamandaui
superior faco aublico, qne aa da f 4o correal
raez, pelas 11 horas da manha. havera nesta -
creiaria reuasao da tinta medica; devndo p -r
! lauto todos os Saa. aOciaaa a mau pragis, oue
IraqnereraiB seretn Inspecioaados, apreseolarem-
,se no inditado dia e hora.
Secrauria te eommaodo superior da gu rd*
nacional do BaeHe, 3 de jaoeiro de 1872.
Jos Marcellino Alves da Poocec.i
Capnao secretario nteriao
Pela ihesonrana provincial ro ts aet>'*r*
que ao dia 3 do crreme por diaola *e pagara a
ordenados dos empregadoa proviocues, vencido a
mes do dezembro prximo nado.
Secretaria da ibesouraria pruviaoiai da Perca
buco, I de Janeiro do 1872.
cfflcal
_________ Migaol Atanco FerrWr*.
O iotpecor da aifaadega fax oubnou qfta o
leilao daa casta davina aaaieocia*. nata Lulo sV
ea transferido para segouda-lsira, 8 do ootiutU,
depoi? de raeio dia.
Alfandega de Pernambaco, 3 da ianelro 1872.
_________ Emilio Xicier Svoitira it MelU
Juizo de orph; A^.
tela juizo de orpbaos, cartorio do aaerivio sata
rioo (uiraarass, receberase proaostaa em earUa
fechadas para a venda daa escravas DataMao a
Auna : os preieadantea dirijam-se a-> saaataa car-
liorip, toa ta-: Cnuas a. H, a informweai-aa.

t
]






de Fwuambuc* Se^uttd^eu fe4 as
laspcff5o do arsenal d
ruar-loba.
Faz-se publico que a eommisso de perno? exa-
minando na forma detenniuada no Tegulameoto
aanexo do deereto n. 1324 de 8 deevereiro de
1854 os cascos, machinas, calderas, apparelbos,
rMwWTiirjTInfi. atamos, amarras e ancoras dos va-
poros CnmagilM e Moleqm da Ceoipanlua Vipi
Jante de reboque, e Mandah 'a Companhia Per
ambaran* do navegacao costeira. achou todo
eses objectos. em e.-tado de poderem os vapores
eotitauar no servido em que se empregam.
inspeccao o arsenal de oarinha de Pernambu-
ce 3 de Janeiro de 1872.
francisco Romano Steppla da Silva,
Inspector.
A ezhrbirao dos peaoraraaa nao pode ter logar
no theatro Santo Antonio, conforme eslava anona-
dado, por (alta de rapaeidade, para mentar o
machinismo.
AVISOS MARTIMOS.
tstan
CORREIO GERAL
Helado dos ofojcoios registra-
dos existentes na administra-
cao do crrelo desta propn-
ela, para as pessoas abaixo
declaradas?
Andr Avelino [Vrwra da Silva, Almeida Borges
A G., Amaral Moreira & C, Angosto Teixeira de
Azevedo, Antonio Perreira Lima, Basilio Antonio
Gmmvo Cosme de Sa Pereira, Durval de Mene-
zes Fraga, Firmioo Tneolonio da C. Samugo,
"raneiseo Carneiro Monteiro, Gustavo Olympio ae
Miranda Funtonra, Isabel Mara da Rocha, J sarao
Jachado, Malheiros Braga, Junas de Soota T. Mo-
flir, Joaquina Hara da Coneeicao Assi, Joaqui-
na Mara Pin, loaquim de Oliveira M*ia Jnmor,
los Francisco Como, Jos Joaquim de Soaza,
Jos Matia Cesar do Amaral, Jos Meedes Vieira,
Jos Narciso da Silva, Jos Teixeira Men les, Joo
Barbalho Urhfla Cavalcaute, Joao Baptisti Ribeiro
--Corte RmI,*M so, Memiel Francisco de Barros lego, Pedro?
Ferreira Brando (2), Tneodora Joaqun* de Souza
Braga.
AdminisUacao do correio da Pernambnco 2 di
janelro 84t71
O encarregado do registro,
A. Gomes da Silva Rimos.
AMIM^rBAtA DOS U1RRKI0S DE PEK-
NAMBDU) 8 DE JANEIRO DE 1871.
Malas pelo vapor nacional Cruzewo Jfo Sul.
A correspondencia que tem de ser expedida
boje (8) .-pelo vapor cima mencionado para o*
portos do norte, ser recebda pela maneira e-
guinte :
Macis-dfl jornaes, impressos de qualquer natu-
rtzi, e cartas a registrar at as 2 huras da tarde,
cartas ordinarias al 3 horas, e estas at 1||
pagandi porte duplo.
O administrador,
AiTonso do Reg Barres.
Mili i !i imiir-rmr-'
8888* $& 8 fM QR&*
*
*
*
DAS
Messegeries marifcimes.
At o dia 10 do crrente mez espera-se da Eu-
ropa o vapor francez Amazone, o qual depois da
demora do costme seguir para Buenos-Ayces.
tocando na Baha, Me de Janeiro o Montevideo.
Para condicfies, tretes e passa$ens, trata-se na
agencia, roa do Commercio n. 9.
No dia 11 do cerrante mez espera-se dea por-
tos do sol o vapor francez Grroivie, coramandantc
Sovner, o quartlepois da demora do cosame se-
guir para Bordos, locando em Dakar (Gore)
4 Lisboa.
Para condicSe, fretes e passagens, tra;a-se na
sgencia, rna do Commercio n. 9.______________
THEATRO
HOJE
segiindt-felra 8 do corrate
POSITIVAMEflE O ULTIMO ESPEGTAOIL0
NESTA CAPITAL
DO
RES 1>0 ,%R
E
Rainha do ar,
Crsnde espectculo, ornad > de gymnastica
e mcsi;a, por 18 proessores sob a
direc.iio de Mr. Ju'io Poppe
Em beneficio da
filian A UO AR
Nesta OCCal3o i-era ejecutado pela orchestra, a
muito linda w*lsa intitulaba
A RA1NIIA DO AR
1." PARTE.
Pela orchestra.
!Nabueo (oovertnra) Verd.
2." Pototasia da Piglia uVI Regiment, por
piauo e orchestra, exei-oiada por Mr. Poppe.
l PARTE.
z r.e-'.a cap:!, o Sr. Frederico
Ihoso ac'.o
Pela primelra v
irec, iraL liar no marav
AHTEORA VOLARTE
Ha travessa da roa
Gnes n, 2, pri-
meiro andar, da-se di-
nhelro sobre penhores
de onro, prata e brillan-
tes, seja qual for a quas-
tia. Na mesraa casa cem-
pram-se es mesnos ne-
taes epedras.
iwammmmunwmm^
t
PARA O
RIO DE JANEIRO
O brigne nac'oml Danao espor.'do dentro ero
poucos dits do Rio de Janeiro e segu para o mes-
mo porto, tem parte do sen carregmonto engaja-
dj: par o resto qno.lha falta, tratarse com os
seus ronsignatarios Aniooio Luiz de Oliveira Aze-
vedo & C., rna do Bom Jesns n. 57..___________
Para o Porto
Segu pnr toi* este mez de Janeiro a barca por
tugue Feliz por ter a mai#r parle de sua carga
prooipta : para o restan ;e e passageiros tratase
com os consignatarios Tbomaz de Aqnino Fmseea
& C. Snccessores. ra do Vigario n. 19, ou com o
capilao na pra^a.__________^^^^^
COMPAWHIA
DE
At o dia 10 do correte, espe-
rado dos portes do norte o va-
por Paran, eommandanle Gar-
ca, o qual depois da demo
ra do cosame seguir para os
portos do sul.
Para fretes passageiros trata se na agencia.
Eacommendas de pequeo valor, peso, medida
e lambem dinbeiro, recebem-se at a i bora da
tarde do da da sahida do vapor. Agencia ra do
Commercio n. 8.
PARA
O PORTO
Vai sabir muito breve o brigue portogafz
Uniao ; para carga e pa'sageiro trjta-se com
S'i .!'.- Primos ra do Vigario o. 17.
:j.' PARTE.
iiirri ,brc m Verdi txtcuUda para ?o'. t
:ore de
ira.
iPARTE.
P'Ia segunda e ultima vez o Sr. Froertco Airee
executar.'i o dfflculv .o acto
Passagem de Hercules
' ou
KosaciB oisca.
1' PARTE.
!.Pela prinieira \ez sera levada pela orches-
un a lircl?. wtha.-A rair'ha do ar.
2.Oavertura Zunpa, Verdi, pela orehestn
5' PARTE.
Pela ulma ves nesta provincia, o Rei e a Rai-
'.i o ^r executaiao, noias o perigosas sones no
B o trapesio
^ouc'.uindo coro a
Dupla decida
secutada pelo Rei do sr a beneticiada.
7 PARTE.
1.*A Rahiana Grande walsa or piano e or-
-!'?. compona e eiiutada pelo lictiecto e syu-
palbtco Mr. julid Po-ipp.
2Prlki Polka cbinezi Poppe, rxecatada
pela crchesira.
8.' PARTE.
Concluir ete brilliante espectulo eom o sar-
l-rhendente aclo, imitado
NONPLTJS-ULTRA
AEREVLANTE
o qial o Sr. Frederico Airee traoalhar na
Csca i a japoneza
.-'oJ j esta sorte nma qae completamenia derro-
ta os trabalhos dos afamados japonezes.
epi>i4 do espectculo haveri trem t Caxaa
g tocando em todos es ponto".
Em un dos intervaos a Sra. Nellie Fjrrester
ir nos caiiarotes roceher a quantia dos mesmos.
Principiara s 8 horas.
THEATRO'
tiYMMO IR%MATICII
GRANDE NOVIDADE I
E' nesle iheatro qae breremeote ser5o exhi-
bidos os magnficos e sorpreeodei.tes
IA\ORtMAN
das cidades ie Lboa e Pur.o, oni 150 metros de
c:mpnmento sobre 4 l|2 de altara, cada nm.
dos seeni>prphos portngaeze Procopio
sob a direccaj de Rattibols e Ci-
RIO DE JANEIRO
Para o indicado porto o patachi Cassilhas, qnem
nelle quizer carregar, dever tratar a ra do Vi-
gario n. 14, e-eriplorii de Jos Lopps Davim.
COMPANHIA
DE
Navegaeao Brasileira
Dos pertos do sal e esperado
ateo dia 8 do crrante un tos
vaprres da companhia, o qual de-
poi da demorad) wsluuje, se-
gui para os do norte.
Para carta e passagotros irata-se na agencia.
Er^commccda Je pequeo val ir, peso, medida e
tamb-ra riinhein recebem-sa ai I hora da tarde
do dia de .na sabida : na agencia, ra do Com-
mercio n. 8.
ceai pa n iiiaT
DE
avegapo Brasileira
As enc.raniejiias viudas por vapores de-la com-
panhia. quer di norte, quer do su!, seo da buje
"m diant'' entregues na agencia da companhia li
vre Je i--pe?:it; dentro de vate e qnstro horas
depois da chega'la do re-peciivo vapor. Depois
deste termo os volantes nao redmalos s-'rliode-
p.iilarto* no trapiche alfand^gadoDantas.
"COMPANHIA PErUvAAlBGASr-
DE
Navegaro costeira por vapoi
MamaDgoape.
O vaper Corurip^, com
mndame Silva, segoin
para o porto cima nt
dia 12 do corrate as l
horas da tarde.
'' SNa^^ranaaavL ^>--''-r> targa, eccem
menda?, passageiros e ainheiro a frete at as 2
bor3s da arde do dia de sua sabida : aseriploric
no Fore do Manos n. 12.
LEiLOES.
LEIUO
DE
6 barris :orn presontas, 12 ditos com man-
teiga ingleza, 20 di.os com vdo ver-
de e 100 qoeijos de Minas.
Tersa feira 9 do correte
O agente Pestaa< far leilo do- generes cima
declarados, os quaes ero vendidos sem reserva
no dia ter^i-feira 9 do correte as II boraa da
manbaa no largo da Alfandega, jualo ao armazem
do Armes.
AVISOS DIVERSOS
Pintora
e Lambertinee
catti.
Para servir de pretexto e-ta fxhibir,io. esta
re enriando a comedia de c 'limes da Beira,
crigintl do Sr. Costa Ciro.-, e ornada de msica.
n
PREPARATORIOS
PARA
Fevereiro e marqo.
Jos Soares d'Aievedo, professor de lio
gaa e litteratora nacional no gymnasio pro-
vincial do Recife, tem aberio em sua casa,
roa B lia n 37, as segoiutes arjlas de pre-
paratorios para 03 estodantcs qne tiverem
d* fazer exame em fevereiro e marco prxi-
mos :
- RHETORICA E POTICA J
PHILOSOPHIA ;
GEOGRAPHIA ;
HISTORIA ;

1
L*MMUJMjmALM.njl.
Nomeros de msica.
t I.' (Entre acto) RtcordajSj da aldeia.
. S Maihio (dros.
3.* Caima verde.
4* rAro da cbegda.
5. 0 cajadores de p^rdaes (>-ro).
%.* Bailadas e cores f bro o ri.), duraile a paj-
/igm dos panorama*.
Seit comdia (ara a .na cjira o dislincto ac-
tor porlDgu'z
C^los Eo.jgnes

Alem destas aulas, continuam de fraD-
z e portaguez dorante todo o acno.
Dingir-se residencia indicada, de rna-
nh9a at s 8 horas, e de tarde das i s 5
horas.
t Nest* ypofrapliia se.
mn prfjto de meia idade.
AMA Prensase de urna ama para i
mu a. nhar : na rna ton-
n Precisa se de nm caixeiro de 14 a 15 anuos
dando fiador a sua eondacta : nji ra dos Gnara-
rapes n. 10, tfb^nia.
AMA
Precisa -e de nma ama
pata pouca fomilia que
sa ba cozini-ar com per-
ff icl >: na rna da Au-
to a n 8, 3 aniar- ?re-
fere-w essrav.
CONTRA FOG0*
A companhia lademnisadora, establecid
nesta prac, toma seguros maritimos sobre
aavios e sous carregamentos e contra tego
m edificios, aurcadorias e mobilias: n
roa do Vigario o. 4, pavimente terreo.
Monteiro
Por 300,000 tis.
Aluga-so urna casa na povoacao de Monteiro : a
tratar na Liberna do Sr. Nicolao Machado Freir,
no mesmo lagar
Estftminet
ra do Imperador n. 32, precisase de nm bora
cozinbeiro e de nm eriado de 18 a C annos, paga-
se bem. \
Rosalina de Miraul* Heurque Teixeira,
participa aos senhures pas de sua3 alumnas que
Ibe fizertm a honra de Ih'as condaiem al o pre-
sente para ibes ensinar as prineirai ledras,
oslaras, etc. assim como roga aos nais senlnres,
que ibe qoizerem dar a mesma honra, que sna aula
estar abena no dia 8 de Janeiro em diante na
rna de Joao do Reg n 1
O abaixo assignado, com padana a ra da
Florentina n. 3, faz sciente aos sen amigos deve-
dores, que at o dia 31 de Janeiro d) 1872, recebe
amigavelmento os ssldos e mesrao dinheiros por
conia, do contrario chamar per ata folba a ca-
da nm de per si declarando seu none por extenso,
qaantias e suas inoradlas, e em ultrao recurso ao
Sr. jniz de paz
Recife, 5 de Janeiro de 1872.
Manoel Rodrigue?. Teixeka
O abaixu assigoauo faz cieiL ao respeita-
vel publico, que niaguem faca neg.uio com a casa
de negocio da Casa Furte, e oais bms do fallecido
capitao ilaoiique de Miranda Hennques, sem qae
primeiro seja paga a divida do mesao abaixo as-
signado, sem o que nada ter validtde.
Recife, .'i de Janeiro de 1872.
Minoel Rodngte^ Teixeira
Mlle. Marie Lavergne. te honra de
cientilicar as Exraas Sras. que eneon-
trarao em sea salao de eabellereiro rna
Primeiro de Marco n. 14, um lindo sor-
timento de oo;aes, tanto de tranca como
de cenos, e por precoe muito commo-
_ dos; assim tomo um variado e bello sor-
^ tmenlo de perfumaras francezas e ingle
zas do melhores falwl cantes. Offerece
^ lambem as Exmas. Sras. os segointes
5 objectos qae Ibes sin indispensaveis, lin-
mc dos espariilhos & anqueza, obra muito
J bem acabada, proprias para noivas, e al-
fjj^ thaamente chegaios ; ditos mais inferi-
res, ditos para meninas; bonitas ligas de
seda e de algodao ; lindos pentes a Im-
peratriz, tanta de tartaruga como a irai-
ta;So para tatos dos perneados, objec-
tos de ultima moda de Pariz, os mais bo-
nitos e moderos leqnes de taso, a imita
cao de marflm, pentes de alisar, ditos
para tirar pilhos, teonras finas para
unhas, escovas para dentes e para nnhas,
bonitas Bolsinhas para meninas, magnfi-
cos bouquets e ramos de flores artifi-
ciaos, grvalas de seda e de cambraia
mnito bonitas, lavas de pellica, de seda
e de flo de Escocia, brancas, de cores e
pretas ( tambem tem para homem )
lindos bmes para pnnhos, ramos de flo-
res psra vestido, enfeites de palba para
coques, sapatos cbarlot, ditos avelndados,
ditos de tranca, botinas pretas para me-
nina* por barato preco, brinquedos para
meninos, e urna innnidade de objectos W
que omine para se nao tornar enfadonbo. *
Para mais commodidade de suas Exma. "
clientes, tem preparado ama sala qae s X
terao ingresso nella as senhoras que se ^
qoizerem pentear em sea cstabelecimen- V
to sem estarem existas as vistas dos
mais concorrentes, e ser a anounciante +*
qaem se encarregar do trabalbo de pen- R
tear. tt
*
i
*
i
m
m
*
*
*
*
i
*
*
*
*
s
li i
Con urgencia
de urna ama qae tenha bom e aban-
4 tratar nesta lypograpbia, com o
administrador, en em Olinda no oitio do Amparo,
casa terrea de cinco portas de frente.
precia-se
dante leite
Criado
Precisa-se de nm criado : na ra Duque de Ca-
xias n. 0, 1* andar._________________________
Precisa-se de nm menino portugaez de 12 a
14 annos, para caixeiro de taberna : na roa de
Paysand n. 21._______________________
O V1U.V0 com um filho que aununcioa que-
rer urna ama, pie apparecer na roa do Amparo
em Olinda n, 13, que achara com quem tratar.
Jos lieoriques aa Silva Guimares precisa
fallar com o Sr. capital Manoel Antonio Pereira,
morador em Gamelie.ra, bem como com o Sr.
Francisco Horoncio de Araujo : na roa das Cru-
zes n. 38.
MI COMMERCIO
Veriato Centeio Lopes faz sciente a quem inte-
ressar, que venden os gneros e armadlo de seu
es'.abelecimento roa larga do Rosario n. 50 aos
Srs. Manool do Reg Amaral e Man el Jos Dia?,
livre e desembarazada de qualquer responsabili-
dade qnc possa baver do mesmo estabelecimento.
Recifa 29 de dezembn de 1871.
Precisa se alagar urna casa terrea porto da
lacio das Cinco Pontas : applicacjio no es:rip
torio deste jornalH.
Precisa-se de urna ama de meia idada que
cozinhe e compre para dua< pessoas : na roa do
Padre Floriano n. 7, sobrado de nm andar.
Precisa-se de urna ama para^casa
de familia, constando de duas pessoas :
na ra Direita n. 3, 1 andar.
Preciase de um servente, prtfere se esera-
vo : no hotel francez, ra das Larangfira* o. 10.
Corveta Paraense
Os offlciaes, aba xo asignados, declaram nada
dever nota praea, se pirm guao juigar-se
deUej credor, queir. m aprsente suas cjiiIas
bordo da mesma corveta, at o dia 8 do correte.
Recife 5 da Janeiro de 1872.
Ij >.': do fazenda,
Candid Xavier Marina.
Guarda-.narinha,
A! sir Leandro da Silva Ribeiro.
2o cira'g o,
Dr Odilond'pliita le O-clra.
machinas para costara de qaalqner autor por um
raachinirta norte americano ha ponco ebegado:
em ca deChap ian, ra do Imperator n ia.
Aluga-se una casa em Beberib', ni lugar
denominad1 Matumb, HnJo bstanles comniodoj,
um srraoda sitio tod-> cercao, com exoellente ba-
nho : i tratar na ra do Apollo n. 18
AM4
Manoel da *illva Passos
Um amigo de Maooel da Silva Passos, fallecido
no Rio de Janeiro, convida aos amigos do mesmo
Qaado para ouvirem urna inissa que por sua alma
manda celebrar na igreja matriz de S. Fr. Pedro
(encalve*, pelas 8 h .'ras da cnanba do dia qu r-
la-feira 10 do corrate, trigessimo da de seu pas-
samento.
- Precisa se de duas amas,
sendo urna para tratar de
urna meoioa de mais de au-
no de nascida e outra para eegommar : no prin-
cipio da estrada los Afilelos, sillo o. 33.
AMAS
Alt
Precisa se de nma ama preta de
msia iiade, que saina cozinhar e
comprar para cva. de pouca fami
lia : na rna do Ctmaran n. 15.
Precisa-se de duas amas hvrea oa escravas.
urna p3ra coziniur enmurar e caira para o ser-
vido Qt-,roo : a ratiMna ra da Cru:, armas3m
a. 42, ou no Corredor do Bispo a. 23.
C.53?i.BCCS
: i i tai : i
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8S8S8888SSI
Ra do Sol.
Ilua Formosa.
Offlcmas.
Soledade.
Caminho Novo.
Manguinbo.
Eolrada dos AQictos.
Igreja dos Afllicto?.
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anneira.
M/ngabeira,
Casa Amarella.
Mnrjpin).
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Soledade.
^amiDho Novo.
M'npuinho.

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838S:

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II
Entrada dos AfOxtos.
Igreja dos Afllicto j.
Tamarineira.
Mangabeira.
Casa Amarella.
M'>ntor.
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BRAZIUAN STREET
Railway Corapany (^Limite
AVMO
U'esta data em diaoflj serio vendidos bilhetes
nos trens, deixando de have-los as esta;5es, salvo
a principal dama do sol
Os bilhetes anligos* serao trocados nicamente
no eseriplorio da eompanbia as oficinas por bi-
Iheles nevos, e as sextas feiras do meio dia at
as duas horas, resgatar-se ha os bilhetes novos
qne hotiver em circulacio.
Escriptcrio da companhia, i de Janeiro
de de 1872.
William Rawlinson.
Gerente.
Os Srs. assignantes para as segnnles estacOes :
S. Jos, Junqneira, Sant'Anna, Galdeireiro, iero
direito de viajar na lioha d:s Afflielos al as esta-
?5es correspondentes nos precos dos Afflictos, Ta-
marineira, Mangabeira, Casa Amarella.
Escriptorio da companhia. 4 de Janeiro de
1872.
W. Rawlinson,
Gerente.
Hoje principiar o novo systema de bilhete;,
como toi j annanciado.
Escriptorio de companhia, 4 de Janeiro de
1872.
W. Rawlinson,
Gerente.
boa occasiao
.ios senhores de engenho
Um estrangeiro se offerece aos sentares de en-
genho, nao so para leccionar primeiras letras por-
tuguezas, como para ensinar o francez com toda a
perfeigo e assumpto francez, pelo grrnde conbe-
cimonto das raaneiras mais facis de aprender-se:
quem de sea preslrmo se quizer niilisar pode dei-
xar caria fechada com eodereco a Mr. F. M. I!.,
ra de Ghristovao Colombo n. 3, leja, em segni-
mento roa do Janih.
Installacao do novo pao cbmez: h j- 4 de Ja-
neiro s 4 horas da tarde, e conlianando todo os
dias as mesmas horas, sendo sea preco de 80 rs.
e 160 rs. cada um : aviso, tendo chegado da Chi
oa para esta capital um novo fabrican e do ja mui-
to acreditado pao cbinez, j muito conhecido na
Europa e desnecessario elogio algum em quantc
a limpeza e bemfeitorta; cheguem fregnezes a vis-
a faz f : a ra d.s Pires n. 45, nova padaria
Americana.
Tinturara, largo de S, Pedro
numero 6.
Annice*,o Correia Lipes com tintnraria cima
mencionada, avisa ao respeitavel publico desta ci
dade qii" se aeha habilitado em sua industria, a
d^sempenhar em seus trabalhos o maior desvelio,
asseio e preste-a, que para isso lera as necessa
ras in^ru-'coes tendentes seguranza de sua^
tioias, pelo queja nao sao e^ranhos os seos tra
balbos. Ao corpo do commercio se ofWeee com
agradi e vnntade de bem o servir em suas encom
menJas. Ta^e-se e limpa-se cora perMcio e ti-
ra-se t nf i das pecas e tambem de chapis, sen-
do todo o trbalho co n asseio o actividade, e o
preco o mais commodo do queem outra qualquer
parta dns meamos trabalhu.
O atiaixo a-.-i^ua ij faz scieuw ao ie pi-uav.
corpo do commercio desta prac que nesta dala
admifio como socios de sua casa commercia! seus
lous filaos Alfredo e \dolpbo, p-j'1endo aquelle
fazer uso da nova firma que ser Joao aLrlins de
arros & Pilbos. RecTfe 2 d j.neim de 1872.
J 91 Martin* de Barros.
Sobrado e sitio para
Aloga-se o sitio Oiho de Vidro.
hl'^r-
r>
n> lugar d;
P. nameirim, c.im bom sobrado, bailantes com-
i.i >!;.-, que ple admitlir duas lamidas, com co
elieira em separado, boa baixa dn capim, muilos
arvoredos da frncto, cora nasceoca de agua da be-
ber e at para banho, e bem proprio para ter vac-
zn da lee : quem pretender alugar se dirija
ra do Aragij n. 13, ou ra Duque de Caxias
n. 43, loja do Sr. Gaspar.
luga-se ama escrava para todo o servico
do casa: tratar na rna da Gloria, na lerceira
casa depon da rna da Mangupira.
NOTAS
Tr j-*a-se n.da ? do banco do Brasil e de sua-
filia js ua ra do Darlo da Victoria n. 63, intiga
rj N-iva. I 'ja di Joio Joaquira da 'Justa Leite.
AMA,.
linbar e r.otra para engo'iimar para duas pessoas.
.w i ra Je S Francisco n. 31 preci.-a
c di' duss amas, seudo urna para co-
Escriptaracafl mercantil,
Um guarda-livros habilitado dispoudo de algu-
ias horas vagas, piopSe-se a fazer pequeas es-
criptas mediaute mdica compe' sacao : quera des
ssus servico S" quizerem ntilisar dcixe carta cot
as iniciaes W. G. na ra tstreita do Rosario n. 20.
2* sotar.
Joauoa de Siqaeira m Silva, pr^fesaura parti
calar da fregaezia de 3. Jos, onde tioba aula de
raslrucci primaria, hoje acbando-so mudada pa-
ra a fregaezia da Boa-vista, faz sciente aos pais
de familia que quizereai utllisar-se de seu presu-
mo, .':i.-ij.im-se a ra da Uniao n. 53, onde a acha-
ra primpla, dandi principio ao seu magisterio, no
dia 8 de Janeiro eorrente
A pessoa que recebeu pira trocar 36* em
nef.s que se recilhiam, i-!i no sabbado passado,
querendo re^tiiuir a sea dono, pode envndir-se
cora o tha*onreiro da tnes"jraria de f*ie da.
GASA DA rOIHU
Aos 5:000*
Bilhetes garantidos:
i roa Primeiro de Marco (oatrJn nm lo
Crespo) n. 23 e casas do centone.
O abaixo assignado, tendo vendido nos seos ta-
ixes bilhetes um meio n. 2276 rom 5:000*000.
ara qu irlo o. 2374 com 800000, na meio n. 577
com 3004000, e ootrai sortea de 40*000 e M
da lotera que se acabou de extrabir |220 ), con-
vida aos possuidores a virem nsebm sa eoe-
formidade de coetume sem descont algom.
Achaivsa a venda os bilhetns g/racudot da
i.' parte das loteras, a beneficio da mairii de Ca-
brob, (22t*), que ae extrahlr ca scgjoda-lei-
ra 16' do correte mez.
PRECOS.
Bilhete inteiro e*0'j
Meio bilhete 300
Qaarto 1*200
la pircao da 00#0C0 para cima.
Bilhete iotuiro 5*V)
Meio bilhete 2*::,
Quarto 1*375
Manoal Martins kie
I
Precisa-se de um naixeiro
com a'gurna praltea de venda :
da Santa Grnz n. 2.
de 14 a
tratar
16 anne--
aprac
O Sr. ex-contra roestre da msica mi-
litar da villa do Cabo, qntira vir a esta ty-
pograpbia Io andar negocio ce sen intc-
resse.
CtRROCEIRO
Preetsa-M de um pnrtognez qae sej M, para
trabalhar ero ama carrrci: tratar oes Coelh>s.
defronto do l)ospital*Pedro II o. 23
AMAS
Paga se bem a dui- escravas,
urna para ser empregada anisa-
mente em eogommado, e ontra em
ensaboado e algum servieo de cas. Na estrada
da Ponte de cha, antes da igreja de S. Jo:, sitio
n. 2._____________________________________
Precisase de um feitor dando provjs de sua
conduca : ru* do Impender n. 22.
Alnga se o 2' andar do sobrado silo a ra d-j
Lomas Valentinas n. 86, com os coman' 4o segua-
tes: 2 salas grandes e bastante frescas 3 qaarto*
grandes, cosinba fura e um corredor com porta.
para a ra de Hortas : quera pret-noer dirija se
a praca da tndependenia ns. 19 e 21 I ja de cha-
peos.
DO MANIFEST-
Antes ter o nao bajoiar, ao
qae merecer de qu-:m n5o
tem para dar.
Muito estpido, muito pedante M1- lor e
despeitado, sao estes do \al S os pre lio-do?,
que a nosso ver ioluio para Dfio .>v:r ouvido
oem chamad P.
Ara
demento Sunes Pacheco e Maiif.i ;. Itoi ia
Pinto fazem pub ico que dissolvtram a.
mente a s .ciedade que linbam na ta raa sita a
na do Darlo da Victoria n. 53, e que gyrrva so
a firma Pacheco P.nto; licanJo o activo rassi-
vo da mesma firma cargo de Ciernen;.1 Nuaes
Pacheco, e Maooel da Rocha Pinto iv i) irado de
qualquer responsabilioade e pago do su capital e
lucros.
Recife 3 de Janeiro de 1872;
Clemente Nunes Pacherj.
Manoel du locha Pinto.
L'ma preta; qu;reudo aiiorrur-e, pretisa d.
300*000, para pagar com seas servieo: qu i -
quizer emprenta* aonnnc!?.
A \iuva do fjiloc Ou Jo.- Fe-lrj ij : > l M1-
randa.cora venda no largo do Paraso u. ;
a seus rredores lhas aproeniem suas cocas, |
conhecimento de seu verdadeiro d>:>:lo, afi.u j-
cuidar nos respectivos pafameutos, di ra o
Francisco n. 0.
Precisase de urn menino de 12
para eaixMro de loja de roapa feii.i
tratar na rna Direita n. 38.
Ah'ga-se o aegunde andar di ea-a d- ra
e-treitadu it ,sario u. 42, ontr'ura prac,> da ln -
vista, f ra perfeito e-ladi dr> lirrpp*a : tr^'.-.r tea
J sO Iljur.quo da Silva Goimaraes, ta ra s
i'rnz- n. 3^, t andar, on na S'ledado, riti n. V-.-;
e faiea
Na ra csireita do Rosario n. .'i-, uirac'r- tu
dar, coutinaa-se a fornecer almoco. o jinur par*
fir!, com a;seio e prompli lo, s^ndi para tres cu
qaatro pessoas reunida, a 30* por pessoa, e ser.
do para ama s por 40, 'uand.ijdo-se levar '
ca-a dos assigoantcs :.v- biras que os mesa
terminaren).
\ M A
mmero 33.
Prtci.-a se de urna qm co: -.
com perfei^ao, para ca-a d
me.m silleiro : .i ra b Ao...;
Rob. I.itihtbown Se C, nradoi ?eu escr:..
rio da ra i> Mirqaez de linda i >atr'ora rus >
adeia n. SJj iara a ma do C->mra rei > n. i8, ( .
Ara roa do Trapixe.)
Sala para escriptoro
Aiaga->c :ia tua di Imperador n. 33, 1 ?n.
a tratar com o inqnini da sala de doira*.
- Alug ^e a in>-i-agua n. 6 no neceo do i :.
cao : a tr, lar na roa d s Pescadores n I7______
Precisa-se alugar nina ama par casa o-
pouca familia : a tratar na ra di f.ivramenic n.
36, 3o andar.
Preci-a-se de uin aiia para cozmhar e la-
var para dona homens so'teiros : no pateo da II;-
beira n. 23.
ATTENCAO
o
A snpplica ao Exmi.. Sr. Baro do Livramento
que se oeste Diario Dio ae entende com Anto-
nio Jos da Silva, morador n.a Capnnga e empre-
ado na capatatia da alfandega, e sim com outr-o
de igual nome.
P;ecsa-sn do urna ama em BrtH>-
ribe. na poveaco : a tr^'.ar na roa
do Vigario n. i. 1* andar.
Coronel /os redro Velloso da
Silveira
No dia 8 do coirenie, aniversario do fallec-
monto do coronel Jos P-dro Velloso da Stlveira,
cekb>a o padre Jo- B leves Vianna nma missa
na matriz da villa do Cabo, o convida a todos o-
prenlas e amigos residentes na dita villa, para
asistirem a este aclo, que tora lugar pelas 7 ho-
ras da manha.
AOS 5:000 fistic a venda os felizes bilhetes v'a loteria a*
(ahia, na c?sa feliz do areo da Conoeicio, Jeja *
nrivfls no Rpi'ifp.
Cede-se p;rapm*ar. fesia por mdica quari-
iia uraatr.sa mnito fresca com 2 salas, 3 qu;.n.-
cozfnna, ccp'i e cacimba; era Sant'Anna : a iKlar
di lar^'-i do Paraizo n. 29. S* andar.
Aluga-se oa vndese a ca-
sa e sitio da estrada dos A-
ilictos n. 22, o qnal tem 00
palmos de fente e oerca ce
1,300 de andA com cacimba, fructir?'.
etc, assiaa com veodem-se terrenos tos
lados do mesmo, tendo as I entes e os fno-
dos murados, sttio na verdade excelleot
acqoisicSo para edificaco, n3o to por ser
bem perto da cidale, como por passarpeia
frente a via frrea do Arraial: a tratar c m
Antonio Jos Kodngoes de Soma na tbasou-
raria das oterias" oo com Carlos da Si va
Aranjo nj ra do Bom Jess n. 23, arcia-
zem._________________________
AtteQ^ilo
Veede se o ho'.el da rna do Cordonir. c. 10 : a
tratar no mesrao hotel.
t\ K
Canoa
A'nga-se urna canda para carregamento de li-
jlos : qnem pretender dirrja-se i ra Direita n
28, loja.____________________________________
Pr,c:-a ^e de r.:u peqeoo para caixeiro de
armazem do carne: na ra de Pedro Affioso nu-
mero 29.
Alog-so a casa i-rrea da.rua Ituuepal n.
850, B0U1 comrod para fjmilia : par ver na
ca>a jntO B a tratar oa pr^v da laopondenma
n, 2.

comprar
Preusa-se do uraa creada
para todo sorvico de casa do
familia, menos cosinhar e
a i aa Direita n. 89.
Aluga-se uina baixa de capim em Samo
Amaro, por nm oa tres anuos : a tratar aa roa
do Capilao Antonio de Lirra a 66.
Antonio Jae fie Castro Azevedo declara so
publico e .-irincioalneote ao corpo di caaoivcfis
que aeha:iJ3->e alterada pa saale, se retir i
desta cidade para a povoacao de Trnmbeta.
ATTIWlt)
...--------y
Nare8aara.da raarte Raug-'l n. i*, predi-a-1 a
de tr AalWljres par a mesma. t< :'.> ni- n i .-^
Mtvlp); e rJbeto se prleisi de ir. b^tetro.

1 m~ I


n so





i
**m ty ^frn^iiw,;ftBsaiida feira 8 d Jaueift 4# W*
O
MUEO ELEGANTE
N. 1 fcua estreita do Rosario n. 1

ALTA
fii
*

RUI DO BRIM N. M
L.(Passando o chafariz)

Recebidas pelo vapor francez Gironde
Liadas chapellios de seda para senhoras, chapeos de palha de Italia e da sed,
coasa moderna, ricos eofeites de blond e flores para cibeca, penles modernos para co-
qne, riquissimas goarmcoea de fuulnrd da China para cabera e peito das senhoras,
bellas gravatinhas para senhoras coasa-mais lioda posivel, completo aortiraento de
lind'usiinas flores, sipos da flores de larangeira para eafeite de vestidos, ricas griaaMas
com veos para casamento, leqaes fins de osso, sndalo e madaira, tos de b oni para
notas, esplendido sortimento de galSo de seda, franja, fita de setim, de velado e de
grosdenapie de sedas e de todas as cores, bicos de blonl branco e preto, elegantes
espartilbos da ama s peca, aspas de aci para os mesmos, bonito chapeos de si de
seda pretos e de cores para sentioras, lavas de pellica de todas as cores e da melb r
trae tem viodoao mrcalo, fivelai de madreperla para cabeca e pnlseiras, bournorj e
pelerinas de 13a e seda, coua propria p,ra as ps pretas a benoitoa com cassoleta e crat, ultima moda.
Perfumara
O Moieo Elegante acha-se prvido de grande sortircento de perfumaras, 'W*i%
e francezas. o recommmenda aos apreciadores deste artigo o apreciavel perrome GRAN-
DE DUQUEZi FENOI1
Botinas para crianpas
No Mazeo Elegaiite vende-se botinas para enancas 3$O0O o par, fazenda que
m oulra qaalquer parte vendem por 43000.
Poupar dinheiro
No Mano Elegante esta se vendeodo camisas de linho para bomens, de WWOO
or 47OOO e de 700000 por 55*000. a ellas antes que se> acaban, chapeos de
?lde sVda p-.ragonconsa mod,roa !400. 16*000 e 183000. bgalas de
cana com castio de marfim, bengalas de baleia e oatras mui'.as por preces baratsimos.
Ouro a imitapao para passar a festa.
Os amantes da elegaacia encontrarlo no Mazeo Elegante modernas cadeias de
ouro a imitacSo pelo preco de 2#, 3* e 4*. ^
Grande Enconomia
Qoem for amante da economa aparee no Momo El-gante, pors wti jendendo
falberes finos de balanco com m cravo no cabo 4*800, ditas mejores 5*000 fa-
zenda esta que niogoem pode vender por menos de 8* 0300 a dona, ter
bandeijas finas 15*000 rs., ditas marchetadas de madreperola i
muitos artigos que os proprietarios do Mono Elegante
to por ser im de anno. #
Ra estreita do Rozano n. 1.
DE

DOS
.
Atmuncia aos senhoras, de engenhos que por falta (Tagua
ou mor tes de animaes nao possam tirar su as -safras, que est
prompto a assentar vapores dentro em 8 das do pedido applican-
do elles as moendas ja existentes.
Tem era deposito Tariado sortiraento de preparos
HOTOBES PARA DESGABOC&R aLGODaO
A vapor, agua ou animaes
in^usye alguns qae nao precisam de obra alguma de eatapina
pelo que podem funecionar logo que eheguemao lugar.
FORMAS PARA ASSUCAR
Aquellts propietarios quequizgem formas podem desde
j fazer suas encommendas, pois alfesatm em viagem e car-
regando numero sufficiente para suprir a todos quntos queiram
MACHMISMOS DIVERSOS
nesta fabrica ha deposito de todos os niachinismos empregados
na provincia, e acceita-se encommendas para fazer vir qual*
machinismo a vontade do cliente. ^^
Salsapafilha de fistol.
ORIGINAL
Gil ANDES
OGRANE PURinCVDOR DO SANGE t
Esta exeellente e admiravel mediana, e
preparada d'uma maneira a mais scienti
outros
cstao'r esolvidos a Tender bara-
TRILHOS URBAROS
DO
lll'.Hi; A OHID.1
e Beberioe
Previoe-se aos Srs. passageiros do Re-
cife e de Olinda que nenhom poda entrar .
nos trens ordinarios sem mostrar o aeu bi- lbete na porta da sabida da sala do es-
pera.
Recife 28 dezembro de 1871.
O rente.
G. R. Carapello
.____
D'ora era diante serio troca-Jos os bilhetes desta
eorapanhin, por dineiro, someuts as sextas- feiras,
das 12 horas s 2 da tarde.
Eicriptono da eompannia, 2 de Janeiro de 1871
O secretario interino,
Jos Fortunato S. Poii.
Uosmh iro
No caf ehmez i rna larga do Rosario d. d3,
precisa-se de um corinheiro que tenna pralica le
hotel.
AVISO.
Tendo-se urgente precbao de fallar ao Sr. Hm
ry A. Krauseje nao sabendo-.-e oitde sua re.-i-
deneia, pede-se-liie o lavur de apparecer na ra
da Lapa o. W, prensa de algodo. _____
que
A-ecisa.se e urna ama
que saifea fazer todo sarvico
_ de una *.* de inn horaoi
selteiro, e que tena boa conduela, preferiodo-se
alguna estrangeira : na raa do Commercio n. 38,
armizem
v&%
d'uma instrueco profunda, tendotido mui-
tos anuos de experiencia ao par d'umt lon-
gac laboriosa pratica.
A sua composiro nao consiste d'urn sim-
ple extracto d'um s artigo; mas sim. -.
comnosta d'Cxtractos d'um numero de ra.-
KS, berras, cascas, e folhas, possuindo to-
das ellas, sua virtude especial ou poder
em curar as molestias as qnaes teem sede
ou esseuto, no sangue ou nos humores;
e estes tlifferentes extractosvegelaes, acham-
se por uina tal forma combinados ponto
de mservarem cm toda a sua forra, o cu-
rativo especial de virtude, que cada um de
per si possue. A raiz da planta de Salsa-
parrilha, produziila as Honduras, a que
nos usamos nesta preparnco, sendo a qna-
lidade que todos os mdicos mais preaam
e esiimam. Na composico da MlM-
parrilha le Brlsol entra mais de 50
por cento dcste concentrado extracto. Ella
ao cncerra em si cousa alguma, qae pos-
sa por leve ser perigosa ou injuriosa a
sade; e tanto n'este, como em quasi to-
dos os mais respetos, ella intenarac.itc
diversa do todas essas mais preparar!.
-----
FERREIRA MART1NS & C.
Tasso.
K1
Empreza do gaz
Pernambuco.
Esta empreza tem um lindo sortimento de oan-
dieiros, arandelas, pendentes, etc., unto em vidro
(crysur) como em metal, e ama v&riedado de glo-
bos dos parns mais ttodern^s e por precos m-
dicos. As amostras podem ser vslas no escripto-
rio n. 314 ra dA Imperador. Eicos para ^az do
melhor feitio a 60 rs. cada um. As encommen-
das oodenvaer feitts por escripto, na raa do Im-
perador junio a secretaria da polica, oa dirigidas
ao ab'xo assieaao na fabrica S. Jos, procuf.tamenie" attendidas.
Tbos. Sewbigsiag,
Gerente.
Wk DE LEITE-
Precisa-se de urna na roa do Crespo n. 7.
Lcjspara alugar.
No Jpaieo io Terijo o. 27 : trata se na roe. do
knperador b. 81.______________
Primp-'ro introtliictor dos DOC0S tu- ALU1jA"uJj
bulares da Alyssmia em rer* ?&<
uambuco.
Acaba-se de receber, a presos mnito re-
duzid>os, nova remessa desses t-xecellent^s e ele-
gantes p eos, cujas vaBtagfns j bem conbecidas pe-
la prometa e abundante quanudade d'agsa qaede,
f. zem-se recommendaveis aos Srs. empr-eiteiros o
ob.as, para os esiabelecimentos fabris, ind'istriaes e
caros, pella f cil coIloca{9o e remoco, tanto dentro
como lora dos tdjfidos. E lea se prestsm igusl-
menle nos quartos e casas da bantios pela commo-
didade do st-u as enlmenlo e pooco espaco que oc-
cupam, e grande oonomia da despeza que se te.-ia,
p^lo tncannmen-.o e consumo, com a co:np3nliia de
Beber ilie.
Estes po complejamente s bombas dentro sa
cacimbas j Vitas, distingunlo-se las pela su4 elegancia, hoiide^ e quan-
tidade dagua Sosereoebe o pagamento de-
[os de colioeados e %m 'nccionem
a contento dos compraioret?.
Tara encommendas e mais escl&re-
cim^ntos trata-se na loja do senhor r.
j; eemann, ra Nova n. 21, e na
oTicina de nietaes do senhor paWI
JOS DA SILVA FREIR. BO lTgO da
Concordia n. 7.
Trabalhador
Prrcisa-ie de td trabalhador na pharmacia
anieficanal: raa Boque de Caxias n. W. pre-
fsre'se e(ravo.
Precisa-se
ft-ecisa-ae de urna ama pa-
ra caa de hornera vrovo com
um fllho, que seja capaz para
t;aar coa de teda a casa : na nu d) Vigario
cumero 33.________________
%^%
Prensa bydrauica ingteza, ra
do ApoMo n. 26.
Este esabelecimeoto do de Janeiro de 1872
em diants acha-se de novo prorapto para inspecelo
nar, receber em deposito e enfardar algodo, Mal
querqoaseja a qoantidade, com a prompltdao
que se pide desejar. O abaixo assignado participa
poruito aos senhotes reeebedores de algodo, que
esiar sempre prorapto a servi-los com toda a
prestesa e exaetidio. Os armaxeiis acham-se aber-
tos desde as 7 hora* da manhaa at as 5 da tarde.
O preo para a tospeceo, embarque e deposito
dos- afgoWes ser regulado e segundo o costme
d pradal a do esardamento bjdraulico como se
cocvenci)3am.
Wiliiam Vaughan.
De m homem forro ou escravo para carregar
pao e1>olacha na partan a roa da Marques do
Herval n. 9, e tambera precisa-se de um menino
para um dos mefcores esiabelecimentos tm Sanl>
Amaro de Jabiatao : tratar na ra de S. Fran
cisco n. 70._____________________________
Precisase du amassadores : na patiana da
raa do Rangel n. 9.
ADVOGAD0
Dr.. Ja\Qoai Correa e Arado
<1Ra eo Uipbuoor(57 ni
Aos pretendan tes.
Fa->3negocio o a lujada ra Novan. 16,
garaatmo-se o arr-.-ndaraeoto : a tra-tar na
meaita.
r

. Mi'lMl Cart5ua I^ofco
* Iravessa i' andar.
i-JSA PAETICBLAB)
Me a iir.iturem sua casa, a qf.i of>
e>ece as oaetores aoodfeSes de cctffor-
tavel bospetofle, porproo mdico, at-
gunaa pagfflM 30 famtias do lrajwrio,
Sr jas pretendan demorar-6e m ^ieboa, Q
'S '- Psseio, ou |>er mustia : para iofi* Igt
'g oi9-es, qiir-i derigir v raa Prnaei C^
^ ro ae marco, [-Btiga *> firepo ) 3.*9, 5
fiC k,'a de azenda 15 Siyws & IrxJ, -em Pnraarotiuco. ^
s
Aluga-se
O 2* andar do sobrado o. 64. a roa de lambas
Valentinas, com commodos para grande familia :
a tratar a roa do Baro do Triumpho n. 96, ou
tr ora raa do Bruno. ..
II
Roga-se ao Itim. Sr. Ignacio V.eira de Mello,
srivao na cidade de Nazareth desta provincia,
favor de vir a roa do Imperador n. 18 a concluir
aquello negocio que V. S. se comprometteu reali-
sar, pela terenira chamada deste jornal, em flm
Je deierabro prximo passado, e depois para Ja-
neiro, paseos a evereiro e abril, e nada camptio
b por este motivo de novo chamado para dte
dm ; pois V. S. se deve lembrar que este negocie
de mais de oito annos, e quando o senhor ses
flho se ac!:ava co es nesta cidade____________
~ A-sinaiura do doto compendio arara-
malical das-linguas i:aliaoa e porioguera, offereci-
do e acceiio por sua'msg'-stade imperial a augus-
to imperairtz do Brasil; imyri:ne-se na lypojra-
phia Universal dos Srs. Guimaraes & Oliveira. 0-
Srs. litleratus e a signantes quo quizerem figurar
no dito compendio, lenham a bonlade de assigaa-
rem sous nomes na mesma typograi'lna. O pro
50 ser miu mdico para os sniores assigu.n
les.
Att8n<;ao
Manoel ViKor de tesus da Malta declara qae
cada deve, >^ algura sejulgar sen credor, quei-
ra tprfFcotar sna conta no praso de oito ala"
aE.i;uccie por este jornal.
00
RIJA BO DC0S
BES
E 0 PROGRESSO
DE CABELLEIREIRO
: CASIAS a
I
E
Aiaga-je a casa terrea a. 'A da ra 4o Jas-
raiir, Bot-Visia: tratar na rus -d-i Apollo ncme-
ro SO._________________________
Aluga-se uiua "casa tarrea ua ra aon+in-
cio cotn iramodoi para urna gr*Be bmiij a
iraur ca alfaniea com 1. G. Reg Valenca, ou
em Olinda ui casa do Sr. Antonia Ramos.
ga-se
O segando and ir lo letado .5a rea do Vijarto
a. SO : tiaur Da raa do Araorim n. 37. .
CASI DA FORTBRA
RGA i DE MARCO CUTHORA DO
CRESPl 23.
km 20:00^000.
O abaixo astttfaa-3 tera sempre expoi.' ven-
s 09 faltes mftetes da P.i^ e Janoiro. fagande
r)la_eGte, PBEC.M.
(sfairo SiOV
Meio lim*.
Quarto 000^
Ifaooel Martina Finr.i.
* At m zeui.
Tra?pas?a-se o arrendamenlo do armazem o. :ii
na ra d,-. Cruz : a tratar na ra d) Crea o v.
lti, Io andar. '________ %
Leituru repHntin,
Melhodo rasiho.
O abaxo assignado, prof
ir par tic u ar d' Ins-
Muita attengdo
O Sr. ex-teneute de voluntarios, nao vindo res-
catar an oil>as que Ihe oV-am aprazados o seu
ale du 5800C, hi metes vencido, ser convidad"
p->r sin nome, sendo tirada a limpo a transaccao
ijaa den origom ao ref-rido timlo____________
~-luaquimFerreira dosSamos, profeisor de dan-
sa, partecipa qa abre sna aula na ra estreita do
RMpM n. 29, andar, no dia 7 do correte,
cotiannando a ieccionar em dansa com toda a re
gr, aus cas-fciras, quintas e d rniojo?, e nos
nins dias s^ acha prompto para ir aos c; lhgios,
e cuas parlioulares. Ta-i>be_ lecciona era parti-
cal;;rem sna casa a qualqier cavalheiro que pa-
ra ese iim o procure. Na mesma casa ha pira
vefiier por orecc commodn ara lindo porta flores
de contas de vidro, com flores para enfeites dos
ortigados do sala.________________________.
Aola particular de p.imeiras
lettras.
Ano* TheodoraSimoas, avisa aos seohorta pas
e suas alainnas ao respetuvel .ubliw quo =e
acbaiAeM a saa aula prt!t*lar de insiru^cco
primaria o dia 8 4o correte" na travessa aos
expelos, alisfazer aul aenhass pais de farailiaa, qoe-we
junliarera 6aas Albas, tanto na* ateras que cons-
lituera a sobredila inatruccao, cobw tambera eaa
msica vocal, e no qae for coneerasole as ama
dades de a^olhas.
;*.-'
A
Alaga se umas_va
roa da Gsdeia o. i.
boa cjiinhe^ra : B*
trueca) elameniar pelo meth-ido Cast l: ten
clirgado do 8,'ia >, onde demori)0-se i- 1 espac,'
do 18 metes, m tratiraento da salo di urna >ua
filia, siectinca o repeitav| pobco o prm;i
[lamente aos [.ai* de seos 3ntigos alomaos que no
dia 8 do corre lie mez estar a'irla a sua aula
ra verba de Sania Rita n. 2, Io and r.
Afana*! Jos de Farias HimSes.
>_ ESCOLA PARTICULAR. ^
m 10.------Ra da ITmia.-------19.
r| Auna Senhorinha Mun^ciro l'-s-i.
>M Malcras de ensino.t i:i- as q-i i coro ,
**i preheadera a inairnc^S-) primaria.To- ,^.
!| os irabalho- de agulhn, inclusive bordado -fft
k de ouro.Flores etc. ^/
"j Ensma-se mnsica com previo ajuste. ^
jtf Tambem recebem-se alumnas inieruas. jal-
^^@ ^^^^0^ **
Oa ;baiso aasignados declarara ai pob'.io e
pricipalmente ao corpo do c-miraercie qae dls-
solvern) a soelidade que gyrava aesia praga wh
a firma loaqutm J-^ Fernahdes & Irmao, Asando
o aetivo e pas-ivo ao socio Joaqnim J >s Fernan-
des, ;:: rando-se o s:cio scu irrao com s o capi-
tal e lucros.
Renf 38 de czrrolr.) de 1871.
Joaquim los Fern
Manoel Jos F. rnar' s.
i'reclsa se de urna seuhira habilitada para
ensinar a lingoa nuriugueza e trahalho de fgoiha
em urna casa de familia disian,-> desia cidade al
gu-'ias legis : quera o pretender dirija se a casi
0. 22 na rda Augusta.
peque
mvti diminutas d'uma colhor de cha pro
cada vez. Nos pelo contrario engarras -
mos a
SALSAPARBIBA DE BRISTOL
em frascos grandes, e assim por este ni 1
dividimos com os consumidores, o
proveito c vantagem alcan?ado por aqac'i. s
I que acondicinalo sua preparac3o cm
rafas pequeas. Cada um dos fraseos';;
Iaos^a Salsaftarrilha te Brisc.t
onleem a messa quantidade igual pot "='
contidanaquellas garrafas pequeas, e a
disso, possue ainda muito mais torca
viriude medicinal do quo aquella, que p .
ventura se possa adiar contida dentro i;.;
seis garrafas de pequeo tamaito. I'< '
tanto mui natura!, quo aqnclles, que
acham oceupados em pn-p-u-;:r e w >,.
suas produeces, em garrafas peq
munnurcm egritem contra o; ;:
eos grandes proclamando, que a nossa a! -
satarriSiu de Btristol nao possue t
menor virtude; porm qu5o efifectivamer-
te sao elles postos ent silencio, quando indi-
camos, ou simplesmente referimo-nos i -;
com essas centonares de certidoes e te.'
temunhos authenlicos. por nos recebido:
de todas as elasses da sociedade, nos qur.fi
[llenamente attestam o podoreuravo e vir-
tudes maraviihosas da nossa.
SAl.SAPAlUiii.il.V DE BRISTOL.
A vantagem de termos os nossos p>
prios agentes naquelles lugares a
ditferentes raizes, drogas, h -ivas, ;
las de que se compoera as nossas mei
sao produzidas, 6 que nos babilila a <\. -
cer aquello constante cuidado e disv
minuciosa eacolha: < o qti'J assegui 1
rante unif-irmidado de excellei ca.
Em quanto q_, por ootro lado, r.
nos poupamos nem dinheiro. nem
ijencias; am de alcanr o m
5 nicamente o mell 01 ca! < :;
du ingridrenli- qui cuta na sia c
-o; pois lo il is e ro : ii"
mais firme c | :' demosafoiitaun' ite i'.iz'! : ?'s
das a^ naces, de todos i pai. :s. 1
9a!.saparrllha deBrtofel. v-
Ulf !' II! :d 1 m 'flic Z C "'
aeuhum utro, que vos tei< :
cido at Itoje.e o ijua
grar vossas expci -
e eeotiva cura das aeguiulo
escrfulas,
P.-imeiro de Ma"^o n. 7 A primeiro and&r.
DEL Ucoera ffsral.'nue acaba de contratar peritos ofliciaes fraocezes para todas as eapocia-
K_d_: leudo naetes doas estabelecimecMs cima oade o respetiava ptibbco pouora
eacantrr a delicadeza e Kgaasa que o*s gsnero de trabaibo tamo ae ex^eca Pa-
!S' J)EL&C aada tem ponpaJo para que o publico desta cidade,_qne Uotolba temjpr.c
di^aliafclo a sna r.-enevolencia, continu a freqatntar os seas SALOBS MODELO, aesodo
certa o mesiao pub ico que nilles encontrar agrado e perfeic-io.
Empregados dos salSes

lofficiaes para barbear.
(i dito? para rortar cabellos.
3 ditos para o potico.
Del ue liara opentead do bello scoo.

- Precisa-aa de una ;na para a
__. .iL servida da casa da ama passoa : a
tratar raa da Gcus a. 18, ter:ero andar.
O ba-.1-.rei [>. La da Silveira acha-
^. ^ terflporariarajaw re-idmlo raa da ,
9' i'.ysand.ti n. 40, i'assagem da Migda^l
lena, onde oda er easontrado das
a tarde e^ liante.
>_fc A _*.**,____&*&
A KWn FABRICA DE CHAPEOS DE
DA
.
VIUVA FAIiQ__3
4Ra Primeiro de Ittarqo4

Asaba de rebeber pelo nltoio vapor um explerd.do WMU da chapeos, ua w de da
MOGezn, forrado Jo >iJa i 101 eada pn ; da alpaca,- orradoa (.9 da aznl, a 73 d^ brim,
ferrados a sai a enejado, a 4; para eo. ras, pepito. para o oampo a M ; de M com
'd*rre;,*#S00; eomcompklo aorlim-Sto de hapeja com cabos fle^rfla, de eeim,
lare < na "I >, da paino, jmflsles de \*'.*m- ? H- la/ql "'-
barres
alpj-,3. britn brac-.*
lindo sjrticncrtVJ det*^-'"5 e-.r.- ,
IX
OS ilOll
pir prejoi rn:, < biratoa do qua em ouira
toda a fiaWaifl 1? fesn '
& COLLEG10
Di
As aulas de-s? '.oegio princi^ia-a a
Cozi keiro
-Precisa-se de nm b m eozlnneiro, paga-se
bem : na estrada do Manguinho antas di igrsja
de 6. Jos, filio <_______
lula partuai^r de iaisfcruc-
Qao ^rima ia.
Wacoel de Sonza Cordeiro Simes avisa &03 se-
nhoras. paa.fie seos alualoos, qneiio da 8 do cr-
renlo abre sea aula eoolinuar asa? eneremos,
n3 mesaa caaa n. 16 da raa traveasa dos Expos
tos : e ap re'peitivel pabliq, que continua ai
laiitir alnauns oeteroos e internos, ptnsloaistig e
neio ppnsiwista".___________________<_____________
r~^~ eolif'o de Santa Ureut nodoa-so da ra
Famosa par* a rna da Imperatnz n. 3, casi on-
de estava o coltgio do &mta Anglica. As i-r.as
dj mesmo ollegio fladam-ae no di* 8 do eorrenie
e dss^e dia em dianie recebe, raeoioas pec.'cnis-
tas, ine*2s poucinistai internas.
A directora,
D. Urcnla AI>aanilrioa de ;rr Acougae ne mi-more.
AJa?a-38 o aconaoe do largo do Pifaizo, feudo
*ii talhos, com balan ja e unis perteness : a tra-
tar na loja do paspo, rna do Crespo n. 7.______
r ;;""\ t Precisa te de urna ama que
^.\''_\'^L:' Sl'ia b''' cozinheira e que te-
WH \W ^ ""a estado cm ca^s e-tran-
geiras : na roa dn Com- ercin n. 38. armazero.
Piecuaie n>u criado livre uu 'scruvu :
na pVrtognpbta da ra do Cabug n. '.K, entrada
pelo pteo di Matriz.___________________
Precisa-te de orna criada Uvr 00 --era.,-.
na pbot_graphta da polo palto da liatri ___________^__
Pele se ao Sr. Dr. Vicente Pereira do RegO
Fil'Q, o faror do vir ra Duque de Caxiaa u.
53, a rfen.'io do sen int^resse.
_BWSSM*!"_!_5_-----!------L!
V1NDAS.
funecionar no di. 8 do
orrenle mez
_i
Precisa-sa alegar um e.erav do 14 a
1G aliaos, qce seja di boa conducs para
csa d. dmlia: a tratar com Antonio Jos
Rodriijaes d* Sos/a ua lhesotirarn das lo-
lerij.
I'reci'a-s" de am eaizaim p-ira taberna, pre-
fr.rcse i'OfiD^w: iraur r-m Olma, rna dos
Qoatro C*nts r. 9 whia-ft). ou n 20, tab-rna.
Para caa de um no-
r.ero i;]!nr",qne se trata
eora asueto, precisa-se Je
ti:t-._ seurtora de meia
iafl?. o com Ssftcle ca-
peidade, p?w twsr a
seu carfio eflo o arrodo dose>tto; <;.iuaban-
do e Wftoxr^a.o t&s pcrei-.o. FcWiato t
da:i as vc'.i<_, qoe Kerp.tr h uro com zu*6? bons e apenas ototwctaario (
' M. fdiO. SeCie i de Janeiro de |b"J
Sorti .. ntc : 1 ?-i:.t o V- >;|. '' ." B.
. '-'t .m ru's ir.^ ,
AV1SU
Corroa & G. avisim aos seos nomerot'is ro-
goezes o cora especian lade ao respeiutrel corpo
o comtn.rcio, qae mud.*ram sen es'. ,bs|e'.itunw
par a roa do Imperador 0. 80, amiga ra de Col-
logio. i
Borracha
Vndese urrach de primeira aa3idadi
para mas : aa ra-Direita, estibe!ecoento do
Sr. Al-antara n. 8, na padarii do Sr. Jos Lu n.
W>, e na b tiea do gr fxs n. 118 ; e na ra do
Imperador, armazem Fietidade, do Sr. GuilUeime
Jofre Eerreira n. 40. '
Cafe do Ceara'
Antonio de Moura Rolim 4- C vendem caf do
Cear de 1' quatade : na ra Duque de Oxias
n. 73, anti^a du Queimado.________________
\j Vende-se nma pirca) de pelras ji faciadas a
a 500 r. fula can : na ri? do Bari di Vicu-
Ghagasaiiti
Ulcera?,
Ftidas Ulcerosas,
Tumores
Abscessos Aposb mas
Erupcoes,
Herpes,
Salsagom
Impigens,
Lepra, febres intenMUentes
si-p.I
Tinlia.
Syp ,!.** .
mu i'
Humores )'-
lo? s,
bregulari I
Sexo
Feminir.rt.
Nenosid, I
Debilidad-'. 0- -.
Febra aMalif
Feble e Si/"'.-
Biliosas,
e rerail t< r
ria n. 48. loja da N< rmi
mpaio C.
Oabajtoass80;d, aogro do Sr. Joao Alies
Mendos da Sil a, mirador nt-la cidade, previas a
querr confler, que o do ten enro uj fJ
bens que posrU3 p t ssrea J'
mulner, filha do abiixo a>sij^ad->, coaw wnsta
da' pseriptora aoleuopeil eeli-bra a 1367 to oota do labellio Porta GarrW.', do?
o refcri'* &eu
J. rraO-iKS Xavier de M-'o
Attenqo.
VeD-fe coiceira do pateo do Paraiza j>.
a tratar na nie-ma.
10
Vena se um ierroo cun UH pi'-n"-1 de
fraD.-i e 2ii de fundo, ua roa do Oandn di Boa-
-.-;;-, sntiga [Vrawsa: i tratar na tua do Hos-
picio v,. 3t, silio. ___________^_______
Cer veja Se Noruega
Yardalafra e superior : venda ooa armazea=
de Toso lrjn5ai_4_C._____________________
nem V ^IqmrTMa talla dlpr dosl; Venae :e moa eseetlaou S*poina e*W
osrU3 o* seea fulv* da oV na D!l:msv,- n!e da America : para yer, a toda bora,
80 Corro t*do Hispo n 53.
f al nova de Lisboa
befada vapor Alce \ VB'.'^P ,s! J'" *
C rt d* -'r'-merch n. '*i?.
bydropesia e kleticM. ele., '>
Outro-sim, achar-se-ha. qiie para -
resultado eperfeito curativo de tii.
las enfennidadea cima apontadas o
lamento da cura, fraunoienla prom<
do e aprestando; usando s ao me teapo das nossas mui rali'sa pll>rv
ves^taes a*siiearadrw de Brl*ti.
tomaw em doses modora*!s 'm o"
o ou e-Hijunetamente com a S ;^ap;i ri
ellas azem remover e expeNr gi
quarttidale materias norbifisaS e
mores viciado* que se desprenden) e
mente circulara *Da!liados pelo pv I
isto causado peto mo da &mjmmz;,
por esta forma totaa i volu e w
fiormal das operacS1* t**.rion.Vr
A qua! preparada siavrflte pe., Pi-oprictarkn,________
ERVEJA
A vprJadeira ceivpji da Oivi.ta.- marca !
deira, de siiienor (jii.Hid-d-\ vend rr. taM I
A (1, arnsJMl Ja na do A nor.m r -
Attenqo
m> p 4e fiD'ta de todaa aa q*iah*
ua P.'nte de L 1 ja n. 10.
_ __ rt.umvl
Vende-ta barata : no pcri|itorio de Sjarta Pn-
mus, rna d.> i?ar:o n. 17.
Rap Cearense
Dj .-nnerior ar, .-J de da ft>nc de v -
s K.'l d.-p-MM em P-rnaa a ico, p r- i i-
ms. T.I- i lro A "... f" do Aiw*ftm S"
Vi-iiJ- s u !.< cama 'U e*i m imh. ij>n
"Siaio. >lUn-lj *r.ii-nis it:o *p |iaJh r U'..<
ex Bi.ir.i' Daeaiaa i-- (tora, um*, na n,.
nin P:tafo a vr .). -. n .; -r <\> B.*t.' b. '''
M 1


i
Dkni* Ai FmuR*m Seganira- fcirc 8
llalli A au.
de Janeiro f Uff.

GRANDE REDUCTO EM PRESOS DE
FAZENDAS
NA.

LOJA DO CYSNE
DE

FIGUEIREDO ft LOPES.
U RIJA DA IMPERATBIZ N. U
le proprictarios da 1 >ja do CYSNE convidara ao respeitavel publico para virem
prover se do mus completo sormento de lazendas finas a presos redmidos, adver-
sado que estes precos s sero a dinheiro. A imperiosa necessidade que temos em
satisfazer nossus c 'mprjmissos, nos obrigam a semeluaotes reduccoes. Avisamos a os
fregae/es do mallo qie costumam comprar em meoor^escala, qie nesla casa encoc-
trarao s'ncendide e maior commodidade dos precos.
L\S com xadrez lindos padtSes a 320
*s. o covado, 6 pecliincha.
DITAS, bare o covado, pecniocb.
ALPAGAS lisas cora liadas cores e lar-
cas a VIO rs. o cavado, pechincba.
MERINOS lisos cures diversas e largos a
i 40 rs. o envado, pechincba.
ALPACAS LWRADAS muito modernas
a Anas a 700 rs. o covado, pech nena.
DITAS DIT\S muilo modernas e finas a
K)0 rs. o covado.
LAS COM SEDA, lindos padroes que
seus Diegos Corara de 15200, boje vendemos
por $00 rs. o corado para acabar.
CAMBRAIAS transpirares 6na3a3J5CO
a pee c tm 8 1/2 varas, pechincba. Di-
tas Victorias a iO 'O, 45500, 5,5000.....
55300 e 75000 cora 8 i i varas. Ditas
transparentes con Joros c res mi 17 varas
por ti5000. Ditas decores moilo lin-
das e ftaas a 160, Mo e 5>0 rs. o me-
tro.
SAIA8 BORDADAS a 4*500, 60MMJ. 85
s tOjjOO. Ditas cora pregas muito ti :as
35500.
BA1.0ES DE ARCOS.i {MI para acabar
pechirkus Ditos com sajas e abado bur-
eado mui ii I iid )3a 05UJ0.
FILO de s ii Ceta e brauco -le superior
^uaiade.
ATOVLHADS Hec bemoa ltimamen-
te atoa bades di linbo raoito superior por
men'a que em outra qualquer parte. Ditos
da alyodSo c;-m bonitos desenhos a 15800
a vara.
TOALHAS felpadas rouito superi .>res a
90000 a Anua.
BIG03 CORTES de vestidos de fil
c-m bo'linbas brtlhanies propriospra par-
lidas a 305000.
VESTIDOS brincos bordados com baba-
dos p*ra acabar, liqnida se p ir 0OOO. seu
preco oi de 105000. Ditos bramos cora
PENTEADORES bordados para senbora
pelo barato prego do 45500.
COLX\S d9 ftislao de cor, muito gran
des pelo baratissimo prego de 55000 para
ac i.ar.
CAUSAS para liomeos a 25000. Ditas
a 25500 at 45500. D las bordadas para
homens a 65000 85000 e 105000 cada
urna.
CAMBBAIA com salpicos a 55500, pe-
chincha. N"
CAMISAS para meninos de todas as
idades.
CU \LES chinezes com modernos padt&es
muito pr.-prios para senhoras hones-
tas. Dit'-s de merino lisos a 25300. Di-
tos ditos estampidos muito iuas a 55000.
Di'os ilff meiira a 15 00.
LUVAS DE PELLICA frescas de Jovin a
30. _
L.AS finas com tecido de barege para
acabar 300 rs. o covado.
BOLSAS para viagens a 10500.
TAPETES de diversos lamanhos para
gnarnigio de sala.
PARA LUTO.
Alpacas, merinos, cantoes, princetas,
cambraias, chitas e murtas outras fazen-
ias.
PARA HOMENS.
CASEMIRAS finas com bonitos padres
a 05000, 65500 e 45800 o corte.
ROUPA FEITA
Por baratissimo prego inclusive superio-
res sobrecasacos de panno tino a 205000.
pech.nba.
Tambem temos um excedente alfaiate que
se eocarrega de fazer qualqoer pega de
obra ao gosto do fregnez.
POUPELINAS.Temos nm completo sor
tmenlo tanto em xadrez como com palmi-
nbas e por baraiissimos pregos.
GROSDENAPLES tanto preto como de
core.*, temos um grande sorlmento e por
ha nafi eahcUoi bra
Tintara japoaea.
oaica approvada petas as academias (t>
lia, rseotkceda. superior a toa que tan ap-
io at hojo. Dsposit prwcipal a roa di
do Recite n. 81, i* andar, em todas as bo
tras s casa de cabejleireiro.
ra mma
Ttm i venda em seas armaiens, aim da oatros
irtigos de sea negocio regalar, os sefitas, qae
ftndem por pregos oais mdicos que sm ou-
nraqaalguer parte :
TORTAS de pnho almofadadas.
PQRTCgRAS da ferro para carcas. -
SALITRE mslez.
STEIRAS da India pan cama a torrar M
CANOS-da barro francer para esgoto.
GESSO superior em p&rcoes e a cemento.
CEMENTO da todas as qnadadts.
MACHINAS de dasearo$ar algodio.
LONAS e briozoes da Russia.
ieanos para ferro de carros.
FOQUES americanos milito bous t aeonomieoi.
VmHO de Bordaaor.
COGNAC superier de Gautier Frena.
fARELLO em saeew fraides a 3*5Q>.
AGUA florida legitima.
BALACAS decimae?.
CADEIRAS americanas.
RHUM da Jamaica.
AZULEJOS de Lisboa.
Xarope edativo
DE
Gasea de laranjas amarras
COM
BROMURETO DE POTASSlrtil
DE >
liiltOZE
Este do** preparado aprovado pria academia
.mperial de medicina, mallo se rsenasneada pela
toa accao tefativa e calmante, soire o sv.-lema
aerroso, o bromareto depou*siam,4adeiia da
dar os mals eertos resaltados as orrenas atTec-
coes do orgasismo e principalmente nao molestias
do eoracao, das vtas digestivas da rejpi.-3?o, das
as fenito-urmarias, na epilepsia, oas motesttas
oervosas da preolwz, na insomnia da erian^as
dorante o periodo da denticia etc. eto.
Vaade>*e na pharmacia e dngtm
de
Bartholonoeu & C.
34rita Larga orosarw3i
Machinas de costura.
Chegaram ao Bazar ersal da rnaUniv
Nova n. 22, um sortimest d*1 machinas
pira coatura, das melbores qnahdadea que
existe na america, das quaea muitas j s3o
bem conheciJ.s pelos seos autores, (como
jsejam: Weller < Wilaon, Grewer Boka,
Silenciosas, Wwd e Impertaes e potras
moitas qne con a vista devero agradar aos
compradores.
Estas machinas- em a vantagem de fazer
o trabalho que riala costureiras poden
faaer diariamente e cozem com tanta per-
f> ii;3o como as mai pereilas costtireira?.
Garanta-se a aua b\ qnalidade e ensiua-se
a trabaibar com per.AiSoem menos- de urna?
hora, e ts pregos o to commodos que
devea- agradar aos p* tendentes,
Fre76fl($o necessa ia
Qanndo moitas tnjas procoram adquirir grandes
lucros nao eompadecendo-se das bol{as alemas,
a Nova Esperanza busca coasegai-lossem qae de
forma algama va eotestca-las ; porquesegne sera-
pre o seu anligo e saato ysteroa de vmder bara-
to para vender muito e ikegar assim *o fim dne
fado.
A Nova Ejperane nao almeja someato o lacro
poeaniario, aas aspirares sao mais benvolas,
em qnanto ao ioteresse raaterial, continia-se coa
a mediooredade, em quasto porm at moral, oo
ento ao sseneial que eMa julga coireada sec
te ama vasta ambitjan, qoe detesta e fat toda a
guerra ao eostume maearponico da caiestia.
A sua preveocao necesnaria, consiste em avisar
ao respeiuve! publico e espedalrneuti ao bello
sexo, qae ella est senspre prvida do qae ha de
meNur e mais legante no mundo da modas, e
ratao Hecassaru nao doi^arom a Nova Espe-
ranza para preferirem oatro qaalqaer esubeleci-
mento, porque aqu, o tyoo da caralia, e all,
(na Nova E#peraoca) o epylogo de tido quanto
bnm e barato.
bmiados pelo b rato preeo de menos qae em outra qualquer casa.
MUSSELINAS brancas lavradas maito fl-
nas a 400 rs. o covado.
babades
7#00 '. Ditos brancos com palminhas de
loa de cor moilo lindos pe o barato prego
5,?000 Dttnj mais finos a 8,5000.
GREIONES lisos de .ores diversas pelo
iaro [rogo de 500.
Dt-a curt pifit.s .perior a 440 rs. o covado.
MANTILIIAS a bfasi eir de fil de seda
pelo barato prego de 145000.
CAMISAS BORDADAS para senhorapor
neos q c em ootra qoalqrler parte.
Ra Ja Imperatriz n. 64.
BRILHANTINAS brancas lavradas a 500
rs. o covado.
LENCOS brancos abainbados a 25200,
pechincba.
BABADOS bordados finos de lindos pa-
droes.
Gravatas, collarinhos, ponhos e mnitos
ontros atiigos que s se eocontra na foja do
CYSNE
GliEllEDO & LOPES.
ARMASEM DOS LEOES
RUA DIQUE DE CAXUS N. 29
O? proprietarios deste grande e bem montado estabelecimento scienlificam ao
respeitavel pablico drtta provincia qua se achara com um variado e completo serti-
mento de movis, tanto nacionats como estrangeiros, sendo estes escolaidos por um dos
sosios q:-6 se acha actnalmerit8 na Eoropa. O mesmo tem conlraciado com os melbores
fabr.cantes daquelUconlioente as remessas das mais ricas mobilias feitss all.
Na olficina tem os mais habis artistas deste genero, e por isso pedem qua ve-
nham visitar o estabelecimento, aonde encontrado a realidade do qne acabara de expr,
qu3 se pode t>xamiuar: ricas e completas mob'lias de Jacaranda, mogoo, faia, carvalho a-
marellt, etc, ticas e elegantes camas deja caranda, pao setim, m^rello, etc., etc., guarda
vestido de amarello, guarda Iouga de nogoeira e de amarello com tampo de pedra, apa-
radores de d to d.ta, peli toilettes especialmente para fazer a barba, toilettes de jaca-
randa, amarello, pedra, secreta-ias da Jacaranda e mogoocus tureiras ae mogno, san-
tuarios, tasar pira bordar, barcos, lavatorios com espelho, de pedra marmore e seus
perteoces, ca Itiras privadas, bids; etc., etc., e muitos ontros artigos que dciamos de
mencionar per se icrnar tnfadoiiho
Superiores cigarros do Rio
de Janeiro.
Cal nova
ebegada recntemele de Lisboa no patacho
portugus c Jos > ; tem para veider Joa-
quina Jos Gongalves Bellro, no seu es-
criptorio roa do Commercio n. 5.
Vende-se duas cas-as em chaos proprio?, no lar-
go da Soledade n-. 18 e 20 : a tratar na ra da
Cruz n. 46, andar.
I
OLEO PURO DE FIGADO DE BACALHAO
DA
TERRA NOVA
DE
II. LAG0MBC
Este oleo que tao boa acceitacio tem mereeido,
.imito se ri&jmmenJa por ser o mais parificado
] at f: .'it! tem violo, e aiuda pelo boro paladar,
aperior rutro qualquer : vende-.-e no deposito
special ds Bartholomea & C.: ra Larga do Ro-
aria .
J e tao .sedico o eostume que ba entre todos
03 que qnerem Lier conbecer de seus tstabele
cimentos por meio le pomposos annunchs, qae
com bastante razio se arreda ni os leitotes das
massadas com que nos mimoseara os taes snnun-
ciantes.
O Campos da roa do Imperador n.meio 28,
se qniz^sse seguir essa roiioa antiga de fattr es
lampar nos jornaes mais lidos, annuncios bombas-
ticos prejedidos de litlos garrafaes para melhor
chamar a atteocao do respetiavel publico ; muito
tena que dizer a respeilo de sea bem condecido
armazem de vveres sito ra do Imperador n.
28. Dira por exemplo: que no seo ansazem
tem constantemente, presamos para fiambre e pa-
ra panella, salames de Lien, qneijoa de diversas
qualidades, linguigas e cheurigas, ovas de camu
rupim, conservas ioglezas e (rancezas, vinbos do
Porto e da Figueira superior, licores finos, bola-
ehinhas, cha superior verde e preto e oatros ami-
tos artigos que sao proprios para mesa, dispensa e
eozinba. Mas nao.
O Campos s e sement avisa ao respsitavel pa-
blico desta cidade e seas soberbios, qae em raso
de se aproximar o tempo dos Rega-bofes tem
elle teito do seu armatem tura eentro de tadeqoe
nos grato ao paladar e para qae oinguem da-
vid? do que cima se tem dito.
Pede-se ama visita a roa do Imperador a 28,
armazem do Campo.
Com o publico em geral.
Objectos para lato I I
Brincos, palceiras, broches, meios aderecos,
cruzes, cassolelas e moldes inteiramente novos
acaba de receber Nova Esperanza roa Daqa
E' sempre assim
A Nova Esperanza... jamis acaba de reeeL,
novidades 1 agora mesmo, recebe tantas qne nao
sabe dellas qoal anouncie I porm reropre deca
ra as seguintes para scieoeia de algoen.
Medalboes de madreprrola para voltas, erases
pira o mesmo lira, bonitas caixinhas vazias de
papelo, modernos aderegos de madreperla, de-
licadas correntes de plaqn, lindos enchovaes para
oaptisados e chapeuslnhos para o mesmo lira, bem
como deste ultimo artigo recebeu coosa muilo es-
pecial de seda copa alia, ua vallado para senhoras,
lescrever mais Smassante___
Cura rpida e radical ds
caires
pe>a poQiaih (Jalopau
Essa pomada qae tao l>*.*resultados tem colhi-
du as pesseas qae delta iir> filo oso acabo- de
chegar pa?a- o seo deposn especial..
Ka
Pharmaci:i o fotaria
DE
Bartholomea & C. roa largo do Rosario m-
hito :ti-
J. 0. IvDoyle tem emsea
armazem para veader
O SESINrE :
cognak (taran!.
VIJJHO XEREZ.
DITO- DE LISBOA,
F1L7RADEIRAS.
BIT?ER
A' roa do Commercio n. 33;
Sustento restaurativo da
saude
PELA V8RDADE1RA MMHKHA
A, u fcrry d'A-iakia
Os abaixo a^ssigoados (azem scieoto a seas fre
(jaezes, que pelo vapor inglez to-Pfu/a receberarr
Segunda remessa d'essa oxcellente farinha, cuj
oso muito se recommenda para as criancas, pes-
soas debis e confalescentes, appHcada com reco-
onecida vantagem as eonslipa$es, diarrheas.
nausea do estomago, tosse, esearro de sangae.
phthysic, etc etc. Preferida anda pelo agradave
sabor.Uniricoa outra qualquer.
A' ra do Coramer:ion. 10, esenpto-
fo de Jos Joaqaim da Cost> Maia, en- S
contra-se para venda por oommodos flR
precos :
Azulejos bespaahes.
Ptilbas de ferro galvanizada pare telha- jj
do de diverso tamanhes.
Ditas de dito dito liza.'
Bicas de ferro galvanizado.
Camieiras dito.
S Portadas completas para castaria.
Wa Ladrilbos. 9
M\ MIVABOS.
Bonitos ports baqueta.
Lindissimos lequs de madreperla molies ia-
Miraraente novos.
Cortinados bordados.
Camisas bordadas para hoinsfo,.
Finas meias de seda para ventora,
A Nova Esperacca auein tem I I I
DBSAmRfifAM AS SARDAS
A Nova Esperanza a ra do Duqne de Caxias
n. 63, acaba de receber o bem conhecklo leite
de rosa branca, e tambem leite virginal, os qoaes
fazem desapuarecer as ardas o pannos.
A revalesciere du Barry de
res
i
Eiiiuinm
| DE
ERNESTO & LEOPOLDO
N 2 D Ra do Cabug N. 2 D
Acha-se montado de forma tal este estabelecimento de joias que pode
vender aos seos numerosos rregoezes em grosso e a realho e por precos
moi resumidos visto qoe recebe de conta propria por todos s vaporea de
Eoropa. O gosto de desenbo de saaa joias o mais Indo do paiz da*
modas, onro de lei, brilbantes verdadeiros, esmeraldas, rubina, perotaa,
turquezas, sapbiras, coral rosa etc etc. Obras de prata do porto tanto
para igreja como para servico domestico. Convidamos as Exmas. familia*
a visitaren) o dito estabelecimento todos os das at 9 boras da noit .
Compra.se ouro, prata e podras preciosa* em obras velbas.
56 Afiua do Marques de Olinda56A
outr'ora rua da Cadeia.
LOJA DAS MACHINAS
Sendo este aotigo estabolacimento assaz conbecio como prineipal e iraiaiaMai-
dado pelos grandes depsitos e >ons sortimentos com qoe semore prima *aa lar da
meihsras, mais acrerliudas e verdadeiras mchiaa aaMcalcaiawj p>r Ig
&9T desde 10 a 3U serran, e havendo ea todos os taraar?hos dierstdades de syala-
mas e melborameEos para perfeito e rpido descaroamento; tonaa se (fim i
serem visUs e apreciadas pelo* 3rs. agricultores ; os qoaes, aim talo, encontrara*
tambea mais:
Apnrados vapob3s- LoeoxtovEis, de for^a
de 3 4 cavallos, e perteoces.
Machinas para lavar ronpa.
Aradi-s americanas- para varze> e la-
deira.
Carros- de m5o para- atterros.
Tinas de madetra.
Baldes de dita.
Ditos de ferro estaobado.
Dito eom valvola para lavatorios
Ditos de madeira para compras.
Appareibos para ja.xDs.
ftoard as-comidas.
Tampas para cobrir pratos
Tarracbes para faze^parafusos de- ierro.
Bitas dKa ditos de madeira.
Trens para cozinha.
Temos de bandeijas- Smas.
Em8m muitos ontros artigos qne
examinados.
Jfll
Correntes para arrastar madeira.
CWindros americanos para pad.tr:a*.
Prtences avalaos para-macbinaa.
Salitre refinado.
Bron superior.
Moiubos d diversos abricaote pan
mJibo e caf.
Debuihadoras-para mi)ao.
Azeite de spermacete para marbiassx
Camas de ferro,
bombas de Japy.
Ditas americanas.
Cofres de fe*ro patente.
Cano de fesro smattajoa.
Ditos de dito estaohado.
Htos de chosabo.
Ditos de borrncha.
Folies para lrreiros.
s avista e oeste estabelecrastmo p sar
LonJi
Eap
fino
i

C_ig?ram o coque- grandes fla moda e muito
b .nit-.-, viudos pelo ultimo vapor chegado da Eu-
ropa ; a e!!e, antes que se aeabtra : no Bajar do
> n'". rna da Cadeia do Rpcift n. 11.__________
" CEMENTO
O verdadeiro Portland : s se vende na
rua da Madre Deosn. 22, armazem de Jo3o
Harrias de Barros.
Domingos Alves Matheas, anico agente aesU
provincia da fabrica imperial ae cigarros de S
Joao de Nitherohy, estabelacida no Rio de Janeiro,
tem sempre um completo sorlimento de todos o
cuarro3, fumo picado e ea latas. Tem igualraenu
os afamados cigarros Conde d'Eu, feitos com mat
niOco papel de oalha de milbo e fumo superior
Para governo de seus freguezes, que tem estabele-
cido depsitos flllaes, as casas dos Srs. Thcmaj
Francuco de Salles Rosa e Manoel de Son Cor-
deiro SimOes Jnior, no balrro do Recife, e todo
quanto for vendido em ootras casas com a firma
de SouzaNovaM 4 C. sio falsificados.
IOS PADRES
A Nova Esperanca, roa Dnque de Caxias n"
63, quera vende as meih res meias de Isia : i
quanlidade pequea, portanlo ellas antes que
se acaben.
Livros inglezes
Afide se por commodo preco, na rua do Com-
mercio n. 9, um exeellente jogo de livros, com-
posto de diario e raio.
cearen&
DA
Fabrica
DE
Vasconcellos & Filho, do Cear.
Este ptimo rap tem sido estimado pelos enten-
dedores e apreciadores deste innocente prazer da
vida.
Vende-se em caixas de 100 libras, sendo alia
libra.
Era casa dos nicos agentes nesla cidadeTasso
IrtiiSos & C.
Marca brilhante
ais procurado.
Vende-sena roa do imperador n. 29, armatem
da bola amarella, em latas, por meaos preco do
qae em ootra qaalqaer parte.
Formas para pdins e can-
gica.
A loja de louca da roa Primeiro de Mareo n.
16, de Beroardino Duarte Campos i C, chega-
ram as malta detejadas formas de looca para p-
dins e cangica, a* qaaes sq venden por uodioo
pre^o.
Toda a dseasa cede a Revalesciere da Barry
qae di sade, energa, appetite, digestio e des
canso. Ella cora as dispepsias, gastrites, humo-
res, acidez pituita, flato, enjps, vmitos depois
da comida e gravidez, coa tipagoes.t) '' asthma,
affec?5es pulmonares, bexiga, flga' vrebro e
sangue ; 60,000 coras, uclutdo muas dellas no
Brasil.
A revalesciere chocolatada da Barry
em p,
Deliciase) alimento para almoco e ceia, moik
nutritivo, fortificaado os ervos do estoaugo sen
causar o menor peso nem ddr de caneca, nem ir
ritaco.
nico deposito para o Brasil em Pernambuu
na pharmacia americana de Ferrara Maia & C.
roa do Duque de Caxias n. 57. (Todo ouidadi
com as falsincacSes.)
MACHINAS
De 10 a 40 serras.
VAPOR
para mover as machinas.
E (asa nos iMPOHTAnoRBs-t-Kua do n*i lawi n^ i
Siaw Hawke &. G. i oulr'ora Cpuz.
m
1**5



DE
ROUPA FEITA
NA
Ba do Crespo n. 20.
Tendo resolvido n5o continuar a'ter grande deposito de ronpa Jsita, oflerece ao
respeitavel poJMico, e aos negociamos de fra, nm grando sortimentcv por precos bara-
tissimos para acabar.
VENDE-SE
ama casa na roa Augusta n. 3t, aova, com i sa
las, 3 quartos, eozinba fra e cacimba ; mas ootra
casa na rua do Alecrim n. 57, com 9 salas, eozi-
nba lora e cacimba, e mais a terca parte de ama
casa na rua Augasla n. 9, com 2 salas, 6 loar-
tos, eozinba fra, quintal ern cacimba : qnem
quizer comprar, dirija se rua do Apollo n. 34,
* andar.
CAMBBAIA
A 3.000 rs, apffj.
Cambraia transprenle com 10 jardas a 34000
a peca, 4 pechincba : na rna do Crespo n. SO, loja
de Guilherme Carneiro da Cunha.
Vnde-se o sitie que foi do un*do Datra, no
logar do Peres, com dnas casas e nma coxefra,
tendo ama das casa' ba-tantes ommodos, a frente
e parte do oiiio de lijlo, bem como a eoxeira,
l>oco com boa agaa, e moitas arvores de (roclo ;
quero o pretender dirija se ao mesmo sitio.
Atten Vende-se ama taberna com poneos fondos, pro<
Eria para prioeipiante, era boa loealidade, e tam
em se vende r a arma cao : tratar nos A roga-
dos, rua do Motoerlorob n. si, venda.
Ao mata caspas
A extraccio desta exeellente tonteo demonstra
qne grande proveito se tem lirado na cura com-
pleta das caspas, lastre e coaservacio des cabellos:
a venda na roa do Imperador n. 71, P,tpelara Pa-
risiense, pelo preco d,e 1* o Irasco,
Palitts sobrecasacos do panno fino de
120 a 30^)00.
Ditos sacos e refranqaeados de casimira a AnfiaX
de cor de 35O0 a 9^00r>k
Ditos, ditos e ditos do panno preto de 5
a 12,5000.
Ditos, ditos e ditos de alpaca preta de
z-,5500 a 5^(000.
Ditos, ditos e ditos de alpaca braca e
de cor a 20500.
Ditos, ditos e ditos de bramante de ltoho
2A300.
Ditos, ditos e ditos de bramante pardo a
2,5500.
Calcas de casomira de cor de 50500 a 90.
E outros moitos artigos por precos
Carneiro da.Conba.
Ditas ditas preta de 5m a 90000.
Ditas de brim branco de tinao de 20000
Unas de brim braaco de algodo a.....
10200.
Ditas de brim ds cor de 10600 a 30090.
Ditas de castor de t900 a 20500.
Ditas de brim pardo de 10000 a 20500
Camisas de fLanella, grandes a 3:5000.
Ditas de algodao, noito boas a 20000.
Ditas de linao moilo boas a 30500.
Ce roo! as de bramante "a 10600.
Cobertas de chita a 10500.
Lencos de linbo abainhados a 40000.
baratissimo para acabar, na loja de Guilherme
LIQUIDADO DE FIM DE ANNO
AO 65
RUA DO DUQUE DE CAXIAS
(Outr'ora do Queimado)
Este estabelecimento acaba de receber nm importante sortimento de diversas {a-
zendas proprias para vestidos, sendo ponpelmas de soda, sedas, lias, percales, di'.as coa
barras proprias para babados, lindas cambraias crox, e em fim urna infinidade d'arti-
gos de moda, todo proprio para a festa, o qoe tndo vender por precos inteiramente
razoaveis, em conseqaencia de estarmos prestes ao fim do anno, e o 65 nao qoer ter
grande trabalbo com o sen balance preferiodo tomar dinbeiro a fazendas, convida-se
portanto ao respeitvel publico a virem sorlir-se na loja do 65 aonde comprarlo por pre-
cos qoe nao^obterlo em ootro qaalqoer estabelecimento; em fim ver para crer
RUA DO DUIHJE DE CAXIAS
(Oulr'ora do Queimado)

(_JlBll_J


Diario d Pmittiku<* Segunda teiri 8 da Janeiro de iTO


-
M
I
SEM LIMITES
Na.
LOJA E ARMAZEM


PAVAO
DE
FLIX PEREIBA DA SILVA ft C.
NA BA DA IMPERATRIZ N. 60-
' S a dinlieiro vista
Os proprietarios (leste estabelecimento tendo grande necessidade de diminuir o im
menso deposito que tem de fazendas e grande urgencia de apuraren dinheiro. tem re-
aolvidj fazer ama verdadeira liquidacSo com grandes abatimeotos eos presos de todos
os sena artigos: para o que convidara ao reapeitavel publico desta capital a vir sortir-s
pois Ibe garanten que em parte algoma podero encontrar t5o grande swtimentoe met
mo nao comprarlo pelos precos qne se Ibes pode vender na ioja de Pavao; porta ad
firtindo-ae qna s se vende a dinheiro vista. Os mesmos proprietarios deste estaba
leci ment rogam a todos os seas devedbres desta pra?a o favor de virem saldar seos d-
bitos, e todos aquelles que estiverem devendo contas antigs e o nio fizarem terao d<
aer. encomraodados judicialmente.
Lia si aha* barata* de Pavlo.o
Aisactanas com lm -as lis tras de seda a
4*000 ocovao.
Ditas usas com muito brilbto a 44 o cevado
Atlanta;, fazenda oe muito gosto tecida
com seda a 720 rs. o covado.
Loja do Pavo
SAIAS BRANCAS BARATAS
a 2*500 e 3*000.
O Pavao vende cortes de boa fazend;
branca com bonitas barras- de pregas, pele
Ditas con qmdros de sed e cores muito'baratsimo preco d 2*500 e 3>000 cad
delicadas a 640.
Poil de chvre, d'onn s cor com muito
brilbo a 500 rs. o covado.
Merinos esesseaes fazanda de muito gosto
para vestidos b >ruas e roopas- de menino
a 640 rs. o eov -do.
Gorgorito muito bonito, tendo de todas
as cores a 400 rs, o covado.
Llas'nhas Rodenas cora differentes gos-
tos a 400 e 500 rs. o covado.
Ditas ditas a 28U e 320 rs. o covado.
Bareges transparentes com differentes cc-
Ttt a 1(50 rs. o covado.
Alpacas de cores lisas e lavradas fazenda
fle moito gosto a 500 e 800 rs. o covado.
Cassas do Pavo.
Caisas inglezas com bonitos goatos a 200
240 rs. o covado.
Ditas finissimas a 300 rs. o covado.
Ditas francezas de muita phanusia a 400
rs. o covado.
Cortes de cassas com 7 varas fazenda
muito tina e bonita a 2*500 e 3*000.
Ditas d'organdy branco e de cores a
2*500.
CORTES D'ORGANDY A 4*000.
O Pav5o tem cortes de orgaody branco
com 8 1/2 varas que vende pelo barato pre-
co de 4*000, assim como finissimo orgaody
branco com lisiriobas e qoadrinbos o me-
Ihor qne tem viodo ao mercado e vende
pelo barato preco de 720 rs. a vara.
Poupeltoas de seda a f OOO.
O Pavo tem om elegante aortimento de
poupelinas de s. da tamo lisas como lavra-
das as mais modernas qae tem viudo ao
mercado e vende a 2*000 o covado.
CAMBRAIAS LARGAS A 800 RS. A VARA.
O Pava-) tem cimoraia branca transpa-
rente de boa qaalidade, com 8 palmos de
largura, que apenas precisa 4 varas para
um vestida e vende a 800 rs. a vars, dita
(inissi-raa da Escossia tendo a niesmaJargu-
ra, que vende a 1*600.
CAMBRA I.\S BRANCAS A 4*000 E 4*500
O PavSo tem pecas de cambraia branca
transparentes com 8 1/2 varas que vende
pelo birato preco de 4*000 e 4*500, ten-
do tamben muito Gnas de 5*000 at
40*000.
Dits tapadas ou Victorias tendo de 3*500
a pe;a at a mais fina que vem ao mer-
cado.
txrosdeaxples preto e de cores.
O Pavo tem um grande sortimento de
grosdenapks e gurgurae prato para vestidos
tendo de 4*600 o covado at ao mais su
perior qoe costuraa vir ao mercado, assim
como um grande sortimento de ditos de
todas as cores e branso e um bonito sorti-
mento de setins branco e de cores que ven-
de por precoa muito em c^Dta.
CASAQUINHOS A 15*. 18* E 20*000.
O Pavo tem um grande sortimento de
'icos casaquinbos de seda preta muito bem
enfeitados e modernos que vende a 45*.
48* e 20*000, sendo fazenda de muito
mais valor, assim como ricos chales pretos
bordados com franjas largas de retroz a
40* e 12*000.
CORTINADOS PARA CAMAS E JAJELLAS.
a 8*. 40*. 42* e 43*000.
O Pavo tem um grande sortimento de
cortinados ricamente bordados, proprios
para camas e janellas qae vende de 8* at
46*000 o par.
Pe^as de cambraia adamascada com 20
varas a 10^000. crochet ricamente bordado
para cortinadosa 4*500 o metro. Assimcomo
ricos damascos com 6 e 8 palmos de largu-
ra proprios para colchas de camas e tam-
bem ricas cjlcas de damasco a imiaco de
seda e ditas de crochet as mais lindas que
tem vindo ao mercado.
MSSELINAS
DE CORES
COVADO.
A 400 RS.O
O Pavao tem nm bonito sortimento de
mnsselioas de cores, padres inteiramente
qovos e cores fizas, qae vende a 400 rs. o
covado. Ditas brancas muito finas a 400
e 500 rs. Metim branco da India muito fino
para vestidos e roupas de meninos a 720 rs.
o covado. Crotones de cores muito encor-
dados para vestidos a 600 rs. o covado.
Metralhadoras!
Cbegon para a loja do Pavo um majtnjflso sor-
timento de cortes de vest ios de cambraia eom
tobados braceo** e da cores, denominados a roe-
tralhadora, send) esta fazenda a mais moderna e
de melbor gosto qne tfn vindo este anuo para a
(esta : assiai como receben tambis ara lindo
sortimfoto corte? de cambraia eom paimiohas
bordadas a lia, fazenda de multa phaniatia, e ven-
de-j todo moito mais barato d) qoe em ontra
ijalquer parte : na ra da.I upwauz o. 60, loja
arflazem de Pedir da Silva 4 C
Popelinas de seda
A 4*300 rs.
i loja do Pavo vndese enr elegante sorti-
mento das menores e mais modernas pepelina?
de se la, que te liquida peto baratas! cao preco de
t/500 rs. o cavado, rar.ie pechiacM : i ra
Imperatriz n. 60, luja (te ftaeica^a Silva d
urna, grande pechincha na ra da Impera
triz n. 60, loja do Pavo.
MODERNAS BAREGES COM LISTRAS DE
SEDA E FRANJA AO LADO.
a 800 rs o covado.
Chegon para a loja do Pavo, ra d;
Imperatriz n. 60, um elegante sortimentc
das mais lindas bareges modernas e tende
ao lado bonitas listras assetinadas e franjas
para os enf baratsimo prego de 800 rs. o covado, por
baver nm grande sortimento desta nova fa-
zenda ; assim como delicadsimas baregei
cora lindas listras de seda*sendo fazenda de
muita phaotaMa a 640 rs. grande pechin-
cha, no armazem do Pavao.
Fazeada para lato.
O Pavio tem um grande sortimento d<
fazeadas pretas para luto, como sejam:
Merino preto com 6 palmos de largur:
para vestidos a 2*000 e 2*500 o covado
Merinos pretos e de cordo para todoi
os prejos e differentes qualidades.
Bombasinbas para todos osaprecos.
Cantdes e alpacas pretas. Laasinhas pre
tas ou cassas de la de 360 at 500 rs. (
covado.
Cassas pretas francezas e inglezas de to
das as qualidades.
Chitas pretas francezas e inglezas de 2O
rs. para cima.
Crep preto para veos.
CASEMIRAS PARA CALCAS A 4*. 5*, 6*.
7* E 8*'00.
O Pavao tem om grande sortimento di
cortes de casemiras de cores para calcas
sendo os mais moderos que tem vindo at
mercado e vende-se de 4* at 10*000 t
corte, ditas em pegas francezas e inglezat
para raigas, palitots e colletes qne vende d<
4*800 al 6*000 o covado, ditas escoras ;
prova d'agoa que vende a 5* o corte ou ;
3* o covado, sendo estas casemiras muitt
proprias para meninos de escola por seren
escuras e de muita duraejo.
NOVOS VESTIDOS A 5*000.
O Pava tem lindos cortes de vestido d<
finissimas cambraias com bonitos hordadoi
de cores e tambem todos bordados brance
que vende pelo baratissimo prego rfe 5*00
cada corte, grande pechincha.
PANNOS DE CHOCHE PARA CADEIRAS I
SOPHAS.
O Pavo tem um graede sortimento dt
pannos de croch proprios para encost di
cadeiras e de sphs, assim como um rict
sortimento de tapetes de todos os tamanho:
proprios para salas.
MADAPOLO BARATO A 4*. 4*500 E 5*
O Pav5o tem pegas de madapolto com 2i
jardas ou 20 varas que vende a 4* e 4*50(
a pega, dito muito fino e largo de 6* par;
cima, dito francez do melhor qoe tem vinde
ao mercado, assim como dito finissimo en
pegas de 40 jardas.
Cortes de chitas.
a 4*600, 2*000 e 2*800.
O Pavao tem cortes de chitas frsncezai
com 40 covados, que vende pelo barato pre
go de 1*600 e 2*000, ditas que vende s
460^ 200 e 280 rs o covado, tambem ten
um grande sortimento de ditas finas clara;
e escuras que vende a 280 e 30 rs. o co
vado'e finissimas percales miudiobas propri
as para camisas, vestidos 6 roopas para me
nios que se vende a 360 e 400 rs.
LENQOS BRANCOS.
O Pavao tem engos brancos abanhado:
que se vende a 2*400 e 3*. a dozia, ditoi
grandos de munrn sem ser abantados i
3*200 rs. a duzia; assim como bonitos en-
gos bordados para mos.
ROJJPA PARA HOMENS.
Sobrecasacos de panno preto fino sead
muito bem feitos de 12* at 40*000.
Pililos de panno preto fraques e sa.ee
de 8* at 42*000.
Ditos de casemira de cor de 6* at 42*
Ditos de alpaca preta fina de 4* a 6*000.
Ditos de dita branca e de cores 6*000,
Ditos de bnm de liobo trangado a 6*000.
Caigas de casemira preta de 6*000 at
42*000.
Ditas de bnm branco de linbo de 4*00C
at 8*000.
Ditas de brim de linbo de cor para todot
os precos e qualidades.
Camisas francezas e inglezas com peito;
d'algodao de 1*600 at 5*, en duzia vea
de-sn mais barato.
Ditas de meia de 800 rs. para cima.
Ceroulas de linbo e algodao, francezas c
feitas na trra.
Coilarinhos de papel, algodao e nbt
qoe se vende muito barato p.ra liquidar.
Paia noia.
O PavSo tem rico gurgorto de seda, bran-
co. Grosdenaple bnneo muito eocorpado
Agraciannas brancas com listras de seda
Ponpelinas brancas de seda lisas e lavra-
das. Sedas brancas, lavradas e lisas. Ca-
pellag com palflaa de flor de laranga coa
ricos veos bordados, qoe todo se vende mair
barato do qoe em outra qoalqoer parte.

A loja do PavSo acha-se costan.*mente aborta das
ras da norte, roa d*. ^oeratr j n. W
& horas da manhaa at H 9
MOVOS SORTIMENTOS
armazein da vapor
i'raneaz, rna da
llaroda Vletarla.
(eutr'ora ra *a-
V Aeaha de recebar
Calcado
Botinas de Sunr e de Potak, pr.ra homem, com-
pleto sortimeuto pira tudoe o* gostoa voLUd^
ios compradoiea.
Botas e perneiras para montarla.
Botinas pa senlioras e meomas.
Aaotinadoa para menino e meninas.
Sapatdea de buerro, verau, coidavo. e de briu
braoco para boroem.
Sapaos de tapete aveBodados de sbulot, case !
mira preu e trasca porlufOeaa*.
Sapatos de vaqueta de ternii com sola de raa-
leira proprios, para banho.
Perfamarias
Fines extracto, banhas, cosmtico', leos, opia
tas, poses, agua de c logne, agua divina, aga
florida, dentifrice. lavaode, igna de toilet, Untar
para barba e cabello, pus de arroz, sabonetas.
ete.; tudo isto de primeira qaalidade dos bem co-
abecidos fabricantes, Piv r e Coadra y.
Presos.
da **fr
Praaeaa, roa da
Bario da victoria
(aata'ara raa> Nm*
T>a. V.
novaa facturaa.
Quinquilhftrias
le pnantasia e loxo, coms sejam : erpelbos, lavas,
luas de onro, crrenle de plaqu, ricas carteiri-
uhas para dinheiro, caxmhas de cesluta com
nasicas, eslerioseopo de SO vistas eom msica,
"'cas de seda e cestinbas diversas para braco de
iros da cores, chicoiinbos e bengllas, tudo isto
le differentes uiodellos e qualidades em grande
anmero destes artigos de qninioilharlas Anas de
osio qne sao se pode bem meaeiooar.
Brinquedos
O maior sortimento que se pode desejar de toda
*orte de brinquedos fabricados em diversos paizes
la Europa para entrelenimento das crianoaa
Carrinhos
6 berg de vimes para criancas, de novoa diffe-
rentes modelos precos commodos,
baratissimos
mero 7.
Em virtude das novas faetoras e ordens do fabricantes, vende-se agora tudo
no armazem do vapor franc-z, roa do Baro da Victoria, outr'ora
rna
pregos
Nova nu-
LOJA DO PA
Ra da Imperatriz n. 40
Oi proprietarios deste bem conbecido, e acreditado estabelecimento, resolvern)
fazer urna liqnidafo das fazendaa existentes, e pelo maior preco que poderem obier.
nao engeitando preco algum at o firn do anuo; portanto previnem aorespeitavel publico,
para approveilar a occasio de comprar bom e barato.
Lencos brancos grrndes de esguia) ji
abainbados*a 3|$200 a duzia.
Ditos ditos de algodao, e com abainhado
largo e pintado.
Costumes de alpaca de cores enfeitados
de seda e lia para meninos.
Palitots de alpaca de cores para uomens a
30Q0.
Capellas e veos para noivas, tudo junto,
pre-;o muito barato.
Ditos adamascados para camas e janellas,
j recortados.
Grande sortimento de bareges, laasinhas
e alpacas pretas e de cores, lavradas e lisas
para prejos muito em conta.
Grande variedade de chitas de 2i0 at
400 rs. o covado.
Um completo sonimentj de roopas
feitas para h mens e meninos
Casimiras pretas e de cores, pannos finos
azues e pretos.
Fu toas de cores para vestidos, padr5es
miudinbos a 4G0 rs. o covado.
Cambraias brancas bordadas para vesti-
dos a 80500 a pega.
ROUPAS FEITAS E OFFICIN'A DE ALFAIATE
Urna grande quantidadede palitots, calas,
colletes de pannos, casemiras e bros para
todos os precos.
Camisas de la, ditas de meia, ditas de
linbo, francezas e inglezas, collarinbos de
linbo e de papel, sot timen to de mantas e
grvalas de seda preta e de cor, bournos e
outras mui'as fazendas, como t-ej-m :
Bramante de linho e de algodao atoaba-
do trancado e adamascado, esguio, rneias
para homens, senboras e meniuo.*, coberto-
res, colchas e ootras mnitas fazendas qoe
Cassas de cores, e cambraias listadas para o3o descrevemos paraoannuncio se n5o lor-
diversos precos. nar enfadonbo. A dinheiro.
I Pelo preco qae se vende to a ainbeiro.
AO 'IPAIIO
NA
Ra da Imperatriz
DE
n
40.
HENDES & CARVALHO
Xiaca, se vio nm processo'mais perfeito e que at-
* de tai forma a salisfazer as exigencias mais
vena da escripturaco.
A toa cor lindissima e nao precisa de cuida-
o algrun para se conservar no tinteiro sempre
vm a mesma c5r, sem borra, crsta, boldr oa sem
"ias sstas mazellas inherentes todas as tintas
tf agora conbecida?, anda mesmo dos melhores
ecras eatraogeires.
Sobretado, este .limaval producto nio ataca as
anas de ac, antes pele contrario, a peona
ftqxtire nm esmalte donrado qoe, sendo inieres-
tn;, asss proveitoso.
lita tinta, no sesdo especialmente para copiar,
a eomrado doas, trr-s, oa auis copias om ;o.ei
'NM i uripu ; pmeiao, paray AaiMMaa
.papel bem moihado sem o >mnaM' com o mata-
jrrao, pgrqoa nao H o risco dabonar. Para se
rvmaifl de ama copia, nao se agftameram un-
9 a IMtfu aaaaai coplas se querem tirar, mes
'(m eos o original tirar i orna, tinta* qoantas
mmjam, sem que o original fiqnt prejadicado
nu extraedea.
Oeoorre aqu diier que, pan copiar importa
aita attellifene e babiHdade, sem e qoe a me-
ror unta nao satiafaz, e o defeito recae sempre
ofere a tinta, qoe maltas vetes qaem menos
Hipa tem,
i iipl qaadad dMttiata citreanaeau
otaeuvei, poia qaa evita qne ear qnajqaar *s-
,i iptono baja mais do qs* ama tinta para os di-
ttaoa atisterat.
. TTHfUiBtD i stu dnrabiliaide, nao ha a oppor
itfaaar vida poia cripta solfre o choque de acidoe fortissimost sem
se decompr; ora, se os cidos nao tem acsao so-
bre ella, muita menos a accao do tompo a pude
destruir; isto plauaiveL
Nio s ao commereio que este mea producto
velo ser til; os proteesoree dos collegios, investi-
gsndo todos os meios pan o adiantsmenlo dos
seos diseipoJos, tea approveitado eita tinta, que I
com razo a acbaram apta para desenvolver o
osto nos educandos, em consequencia da beleza
a cor e facilidade de correr na pequea pela saa
liquider. Ha ejemplos de er.sncas que havia
muito lempo tiobara urna repugnancia extrema
para a escripia, loge que foi admittida esta tinta
no coliegio, apoderon-ee dellas a curiosidade e o
gosto, e poneo tempo depois o sea adianttaaeoto
era manileslo.
Bstt tinta, par de tantas vanlageus, tem um
anteo inconveniente, deteriora-se ao contacto de
ootra uaaiqaer; caivm pois te-la am tmteiro
isentos do menor vislumbre de outra tinta, e evi-
tar escrever eom a peuna tuja de urna preparacao
difannte a inwmpativel; verileando isto, nao na
razio par se usar de tinta qoe nao se(a a VIO-
LETA EXTRA-FINA DE MuNTEIRO.
Observapao*
Diversas fakincaedes semelhancas um appi-
recido, cuja durabilidad dnvidosa. Os Srs.
compradores podem evitar o ngano dirigindo-se
i easa etrcumspeet,j. pedindo a tinta qn eu
Malea
4* G, Moutrot
A FLOR DE OURO
| N- 24 A-Rua larga do Rosaria-N. 24 ?
iti:\ i %miv & iRio
E' sem cootestacao, nm dos bem montado ettabelecimenio de jciaf J t *?>**
do Recife, e. sendo seus preprietariot asss caprichosos na escolha dos t>i*tr q
expdem a venda, lembrsm ao respeitavel pohlico que spreximando-se a lesa, a. *-
ram indiferentes, mandando vir de conta propna, d Eur.pa ura v<-riada!iao mrtcwm-
to que pelo bom gesto e primoroso traba h > impurtam elegantes presente. aa.- a a
idolatatrada, a atilhada querida, a consorte fiel, a icai extremos;., a rr;w cV>?rstta *
finalmente a ti do aqaelle ou aqua.Ia que se queira mimosear pela festa e sfc*.
Nao sendo eufadooho, respeitaveis leitores, prestai atten<;43 al* s ffce>> *r*
annuncio que encontrareis, com certeza.
Para o bello sexo
Pares de brincos de phantasia a 8/, 94. 10 e 12>, ditas de er.ral ii*?tA ^yr
ditos para luto a 6j e 8#, meios derecos modernas com brincos e allitxay* !**. ''
roietinbas de diversos gostos a o, M e 8# o par, pulceirinhas de coral a %?*,*->.
tinhas de dito cora cruzas de ouro a 5, cacalotas cmn inscripcf (ubra chiqu*>ai -/^
e 8, figas d coral a 2, eruzes de ouro e coral a 3j. 41. 61 e 81, ditas de Hiaat- *>;
4a, pemlas p rubios !2, !4J, 161 e 181, anueis com bonitas pedras a 41 p>am- r.
t;a a 31500, ditos de peJra< fioas a 61 e broxes para retratos a IC e 20:.
Aos senhores cavalheiros
E' fuente na Flor de Ouro que se vende joias de gosto e por puncofea.^
como sejam : guirnic.oes cem tres botSes para abertura 41, pares de ditos *i> ^*
ferentes gosto a $$, dita? a 31, utas para punhos a 85 cadeas muito bnjne > 1*.
ditas a 61500 a oitava, pencinez de prata dourada a 41, 4*300 a o, meda> a
cadeias a 121, medalhas com le ras a 81; alca de um grande sortimeuto da alan
brilhantes, briocos, brajeletes, alfinetes, aderegos completos, meios ditus da pe* V
nas e coral, meda!h5es, voltas e traQccllios,anneis com letras e de diverse" a**>..
ocnlo?, pencinez de ouro, relogios de ouro e prata dourado e de afamados tt^r'rwHi .
assim como grande sortimento de obras de pratado Pono, tanto par servas A -
mastico, como para igrejas, e garantimos ser lado lei.
A Flor de Ouro contina a estar aberti at as

8 horas d.\ noute
JOAQUIM
LOPES
MACHADO a C.
Travessa do Corpo-Santo n. 25
ARTIGOS AMERICANOS
ylindros para padaria.
Carros de m5o para conduzir fazendas.
Machina* para descarocar algod3o.
Polias de diversos tamanbot.
Canos de ferro galvanisados para enca-
tamento d'agoa.
ODJECTOS PARA GHM
Oleado preto para gnarda-caavaaV aa
Dito de cores para forro da ata
CLicotes para dito.
Ponas de lan^a.
GalSes de seda pnra o fon* i\l. xs-
treitos e largos.
Pregos de cabega de martjaa
Escosas para dar grax.
HH^iHn m wsmmmmizkwm mmmmmm
Cofres de ferro de Miiaen e outros
JrrollyaS para copiar cartas.
N Balanzas de pesar, Decma6S) pomat^ ^
Tachas de ferro, C8lanUad0.
Arados Americanos
UTadeS, para agricoltora.
Carrinhos demao*
Machinas a Vapor
LaCninaS ,j8 descarocar algodSo, da 10 at iO serraa.
l/apaS O ieiTO galvanisadas para cobrir casa aav
Estes artigos ven-'em-se em
casa dos importadores.
Shaw, Hawres dt C,
N. 4 ba no neu insos,.
(outr'ora roa da Cruz )
A 4^000

Libras stertia*
Vende-se no armazem de
*.** Ovtira.a.4 m kaCiipinupai i
Novidwte
Cortes de nansuc a 41000 rs. pechineha : na *M-,M ^.t,
ra do Crespo a. 10, ioj. d. Oai.rme Crne4ro ij^jg^aa^a^ajjj^
* tJnD,^______________________________ aroeims. macaas e cereja, eheata
Vende se um terreno com 134 palmos de 4o Hamburao no navio Asttr: i
frente e quasi 800 de lando, aereado a limpo, no. mi a roa da Gata n. 64. Assie ec
Parte da Madeira, em Beberibe : na raa do Pro- seespre pao de leite e. da Centeio
gcaao (Soledade) a. 7. sewas-ftiras.
UEGlVll____]
m*-


Diario A* Feniajnfcnc* Segunda feird 8 J Jjuu-irotft de 1852
JfiSPftDENG'A.


Hrforma Jadlciarla
(Cooduso.)
!
__
VARIEDABE
REVELADO ;S DEUMJUIO DS LUZ.
a (Cuncluso.)
Seda prannos nos pormenores,
i^^:t3S^rsirtort-
dde da pasa),
da proninc a.
pde-se
mo
cbi-
loiFe si pela atfecedencia' 'e?P T ^mmoy Pb?M!0, et
Esta ordem/qaTcoffipic im,co'' Oa'! rpw sao exedados
bende toda as comarcas, s pode ser 1^ -! C.S'h^". "J"0188- T^TJl* S
rada pur motiva de ioleresse puLIico, ea'. Jreioseni qoe seas grupos se
reqnrtaeato do < romoior. | S?,r')e,r' V"1 qUe" ra'r i i
sts prtfer.ucia .impresos para julga-!^"' se deoompoem ; toi reabrid j o
meutoera lia milito lempj recamada.
i
Al gota bavia o r"uin systama da se
,\*t immediataiueiite o reo que, estando
aGiocido, aproveitnva um eusejo favoravel,
e so faia prender e julgar c m preferencia
ac desgranados que,.nanitas vezes inno-
centes, bavia toago lempo esperavam na
prista a sua sorle. ,
A nova [ai ueste ponto satisfaz ao direito
e moralidsde.
E* pena, porm, que em assumpto tj
grave a eeforma deixasse to franca entrada
ao arbitrio.
Effectivamenta a reforma permita que a
reqaerinj'u.o do promotor, e por motivos
i!e intaresse publico, se altere essa ordem
dojulgamerdo.
Qual o j-iiz que de ve decidir osse pon-
to em qua sao envolvidos lo graves iute-
resses de libardade ? O p.esidente da re-
lago, que desgnt o dia dos julgamcntus,
ou o desembarcado!", que tea de presidir
a estes ? O jui< direilo, que assigna o ro:
dos nomes dos reos, pelo qual se procede
chanada ) art. 240 do cdigo do pro-
cesso cnmiual, ou o propiio promotor?
Poique, se por um ladj este quera re-
quer, p^r oalro sem requorimenlo dJ) ha
alterado,
O aovo rga!amecito nao esclarece este
poniq, que Elias de suraraa gravidade, e
pdilar lugar a odiosos abusos.
A accusagfo perarde o jury attrabio tam-
bara a alecao da reforma.
D'ora a-ante o promotor publico assiste
a lods os juramentos, mesmo aquelks era
. que b-uver aecusado particular; e por pr-
ts da juslica obrigado a dizer de fado e
da direilo. Quando couber acgo publica,
erabttVhaja, aecusador particular, aquelle
funcionario deve promover tolos os ler
caos da aciusafio, e interpr do julgamen-
o o recurso que couber.
A reforma uao e-pecica quando parante
o jury deve fallar o promotor publico, ha-
vendo abusador particular; se antes ou
depois da d taa, como terceiro interessa-
do por parte da juslica, ac-atando ourepel-
ndo da aesuiacio particular ou da deftsa
o que exijir o tacto ou o direito.
So esia inao.aco aJooga o debitee d -
mora o jolgameiito, tem a vantagem ce elu-
cidar oais a questo.toroecondo aos jurados
mais elementos para decidir aceitada-
mente.
A iutervenco da jasca etn todos os pro-
cesaos ciimes satisfaz urna grande uecessi-
dade social, o pode, bem couapreutuddi e
execuiada, dar remedio a mu o males.
E' p.ra lastira r que o legislador nao
aproveitasso este ensejo para reprimir ara
abuso que so vai repetindo, como ora es-
pectculo que ataca a magestade do joiy,
coQverledo-> era arena de injuria legaisa-
da, e transviando-o da sua alta misso de
lUatica.
Muitas vexes tem acontecido que o aecu-
sador rrasta ao ju;y o aecusado, faz cum-
pr o cooselbo, ler o processo, que s ve
zes voiumoso, e depois de urna aecusa-
;;ao virulenta e calumniosa, desiste da cau
si, impondo silencio a toda a resposta ou
deles?, c>nvertendo assim juizes, jurados,
tudoa os funecionarios e o publico em me-
ros es[.'ectdores de um despeito possoal,
qoasi samare infundado I
Uia semelhante pratica absolutamente
acijoapativel um a digmdade da juslica !
Pre roe a nova reforma que, no caso
de nao bave sessao do jury em algam ter-
mo, possi o reo ser julgado em outro tor-
mo mai vizinho, na mesma comarca, qoan-
.:o o promotor o rqoerer e a parte aecu-
-aadora oiue coavier.
Na falta deste assentimento, e sempre
que uao seja possivel elfectuar o julgaoieu-
;'o do reo no cislricto da culpa, elle tera
lugar no juizo do termo mais vizinho, pro-
'erindo'o da mesraa comarca.
-s a ioipossibidade quando em tros
aessoes suicessivaa do juiy nao ti^er lagar
jedgamento. Nao se d a irapossibidado
aando a (alto do julgamento for devidaao
fado prevenido pelo ait. 53 da le de 3 de
dezernbro de 1841, ou a causa oo escusa
proveniente do leo, que occasione o adia-
mento.
Afiguiam-se-nos muito severas estas dis-
posicoes, que collocam o reo na mais dura
condiQo. .
Para amover os embarazos da tea jut-
smenlo, que deve ser prompto, lica o ae-
cusado dependente da vootade caprichos-i
. to seu aecusador, ou de cond goes, se nao
raesequiveis, pelo menos de rarissiraa oc -
correncia.
Assim, basta o accordo do prom>tor e
do aecusador para o reo ser migado no
urmo vizinho, quando no s,eu taimo nao
possa ser julgado por falta de sesso.
Anda mais. E' ao promotor que compe-
le requerer esse julgamento no termo vizi-
nho ; raa3 o regulamento n5o d ao roo,
nem ao menos o direilo de o requerer, o
qoe constitue designaldade odiosa a offen-
iva dos bons p. incipios que protegem a
defesa.
S se dispensa o assentimeoto do promo-
tor e aecusador quando no dislricto da col-
pa o julgamento n5o possa ter lugar em tres
ae5s5e9 suceeasivas; mas esto caso espe
cialissimo, e por sua raridade nao se pode
dizer que melhore a-condicSo do acensado.
E' isto certamento sojeitar o direito do reo
4 vontade do adversario, ou a orna excep
to difficil de dar-se. E' apadrinbar sob o
arbitrio do juiz o arbitrio do persegui-
dor.
Mais justo seria diapr que, ao cato de
nao haver julgamento por falta de aesslo
em um tormo, podesse qualquer dos inte-
ressados reqaere-lo no jury do tormo mais
vizinho.
Deste modo a le seria mais josta, mais
respailados seriam os principios que eitabe-
lecem igualdade entre eccusado e aecusa-
dor, sem aggravar a condigo daquelle, que
ja de si desgraciada, oem favorecer a des
te, que goza de lautas vantagens sobre a
do acensado, principalmente quaudo este
esta preso.
sa decompoem
eqolibrio por es'se'alviSo-de damolidorque
se chima a f rea viva, ^"affecta o c-rp)
uma outra T"ri!;a de ggre^aoo, ab-oluta-
: menta cruna "so v, \ir nlo o kaleid siopo
os deseohoj eoi grupos succederem-se uns
aos outro;."" Dastj mudas vezes um raio de
la.' pa-a modificar a archicletuia da umed-
flcio iuoIkcuIt ; o raio orna serie de on-
'iui3i;a< de tructivas que batam am bre-
cha urna oonstrucciio puco solida.
A ?gua en'retanto, um composto real-
tivamanta fixo, um grop > resisten e de mo-
lculas de oxygeneo e de hydroge ao ;
mis, n fr exposti s radiales da platina
em fusj', cijas vibraces to de extrema
ene-'ga, decompoe-seo liquido em sea ele-
mento : a consiruccSo cabo por trra, o
oxy^eneo e o hydrogeueo Ocia em lber-
dade.
Eate simp'es raio ter feito por si o que
dilDciljente operara um forno era brazas:
basta, c >mo se v, para derribar estas cons-
trucees infiniamente pequeas, augmen-
tar a fo cj viva at qus se djstfuao equi-
librio e as mo einlas sa da-.viem de su as
iraject r.ai. li' o que nestes ullimos lem-
pos se tem denominado desassooiac3o doa
corpos. /liciprocamente se pode, por in-
mersas r zoes, figurar outras associagas de
rnole.ulas, a cornprehender o mecaaimj da
formacto de uovos corpos,
Quar.to ao fundo, reduz-se o estudo di
materia a um problema de mecbanica; e
lon^e nao est o terap> em que a chimica
u3o ser mais, deSaitivamenie, do queurai
verdadeira astronoma molecular. Era vez
de sobroeiler ascuas explorates, como o
astrnomo, a immensidade dos espacos,
sond;r o cliimico, p.lo calclo, as profaa-
diJades do i liiiitainente pequen.
Detas tao simp'es considerac.3es prnier-
st-hia dedvzir era poucas palnvras todas as
descobertas moderna, desde a equivalen-
cia da for$a e do calrico at a dialyse de
Graham, desde a con raoidade do estado
dosetrpos do. Andrtw at a analyse spec-
troscopios. Para nao sabirrao do nosso
assumpto, carecemos passr adiante,
Sabe-se que a loz depois de baver dss-
sado atraves de om prisma a presenta
vista urna successo de mignicas cores, a
que se tem dado o singular nome de espec-
tro. O ftixe de luz branca sua sahidi
de vidro transformoo-.e e sppsrecen sobre
o para-f >go (ecran) com ascrSres dearco-iris;
vormelno, hraoja, amarelio,-verde,'azu',
ail, v.oleta. E tas coras, que suavemente
se fondera uxas as outra?, u3o sao real
;u ,nte mais do que a maniiestagao, \ ara os
uossos olbos, das vibrages to mltiplas
das molculas do corpo luminoso. As on-
dulages produzidas por cada grupo mole-
cular dtsviam-se do seu trajecto atraves do
prisma, que a seu movimen o oppe orna
resistencia desigual; e tant) mais se des-
viam, quanto maior a sua velocidade. Por
isso, a rr.tiua, em lugar de recebe-los si-
multneamente e reseutir a impress5j lu-
minosa ordinaria, apenas excitada suces-
siv.meite e transruitie ao cerebro urna serie
de impreiscs soladas. Corresponde cada
urna cor a vibracoas de periodo mui anlo-
go, assim como caa noia musical engen-
drada pelas vibr.ces similares dos corpos
sonoros.
O espectro luminoso constitue urna es-
pecie de escala cliromatica, em que as vibra-
ces operam nao sobre os ouvidos, mas
sobre os olho.-.
Ao passo, porm.qo') o numero da vibra-
qoos dos corpos sonoros podem variar den-
tro de grandes limites de UO a 72,00 por
segundo, influindo sobre o ervo auditivo,
) mesmo se nao d cora na raovimentos lu-
minosos. A'qnera de 426,700 billSes por
segundo, que coresponde cor vermeiha e
de 8S.9J0 billi5ei, que corresponde cor
vii lela, deixa o olho de ser afTeciado. A
extensSo da escala apenas de ma oilava.
Possuem os corpos, co estado solido, e
raesmo liquido, tao complexos mr.vimentos,
tao variadas vibragoes coexistent03 do du
ngao e de ampliuide, que n5o nos deve-
raos admirar de os ver produzir um espec-
tro continuo, regularmente graduado. De-
vem as vibraco passar por estados de
grandeza tao mnimos, de um a outro grupo
molecular, que ramio natural revelarem
se a n-ssos olhos por cores faocfidas.
Os gazes, porm, ou os vapores, forman
giupos moleculares que oscillara com mrrs
iiberdade e era muito menos complexas
condiees; por isso seus moviraentos muito
pronunciados se traduzem por ondulsges
synchronicas, por verdadeiras notas mais oo
menos numerosas, uue impressionam os
olhos sob a lrma do'linhas ou tn?os bri-
Ihantes.
Os corpos solidos s nos podi.am dar a
sensafo de um ruido .luminoso, confuso :
o espectro, os gazas dam-nos accorde3 mu-
sicaes : tractos brilhantes. *
Cada corpo vaporisado endite vibraCSes
caractersticas, euvia lnhas brilhaotes dis-
tinctiv0s ; cada substancia vem, pois, assig-
nalar sua presenta em trago de fogo.
E como as radiages laminosas atraves-
sam a immensidade dos asparos, j nao ha
limite s inve-ligag5es do sabio; cada astro
sola a sua nota neste grande concert dos
mundos, e quando formos asss habis para
decifrar essa admiravel msica, e-taremos
bem parto de possnir o segrede das mais
bellas harmonas do universo.
Tal em soa essencia, o principio fe-
cundo da aoayse espectral. Sao conbeci-
dos os resoltados qoe lem prodazido Aps
o: te bosquejo torna-se mais fcil expr bre
sement as'investigages alias moi delicadas
de que fallavamos oo comego.
A analyse espectral, pelas habas brilhantes
do especiro, faz conoecer a propria nature-
za dos corpos. E' om rotulo sobre o qaal
pde-se I go ccrever nm ooma. Gomo,
porm. por oulra rma cresceria o horiwn-
te se, inepeegao das linhas, por sua
staselo no espectro, se conseguisse n3o
smente recoobecer um corpo, mas dizer
tambem suas propriedades pbysicas e chi-
micis 1 Qoe trionipbo se, por orna simples
leitora se houvesse o signal e o carcter
inteiro de cada substancia! Em om s mo-
mento dir-nos bia i loz, relativamente a
todos os corpos do oniverso, o qoe os chi-
micos e os pbysicos tanto trabslho tem para
saber depois da iufium ras e fatigantes pos-
ral rh tabororio. Pedemos enerar
jfeniB |iso|rido este problema r
E' just mente o qae boje se tonta em
Fraora, e nlo se itove aiqMcsr, no dia da
victoria, fiando daqni parUram as prlmei-
rartwatKas. ^.
Em 18CS um distinelo chiroico, o Sr.
Lecoq da Boisaaurari; rjtregavl^ aesda-
ma oai sciencias um mc) de papis laora-
do, da gup mais tarde .tpcuou pjbKoo o con-
te lo. F>jpoi* de^w'dJt*r*%Welar;53S
que po-Jem ligar a pjiieio daj nbaa bri
mants no epactro com as propriedades
dos corpos accroscantava o autor :
i Nao podaremos ter um dia, por esta
forma i idas chras sobre as proprie'ades
cbimicas e pbysicas de corpos da que nos
separam rnilbares da l-guas? A luz que
nos vem das profundidades do espigo tra-
aos a taboa da seaccSo desses ^>rpos que
jamis possuiremos! Cimpeti dos aprndar
a ler abi. V-se qn^o principio do me-
tboio es'. claramente definido.
eti-nos a chimica o meio de determinar
o peso da9 molculas coostiluiotes ao cada
corpo; s3o mui diffefentes os grup>s da
materia, e cada sobstancii tara orna mol-
cula mais ou manos complx?, mais oo
menos pesad?.
Tem a experiencia demonstrado qbe o
peso molecular exeree orn grande influen-
cia sobre as proprieladas d>s co-pos; ba,
por exemplo, substancias da omposigo
chimica anlogas q e da ioo'easiveis sa
tornera toxicas, quando a moecul < augroen-
la de peso.
A primeira qoesi a debaer era etiden--
tem-iiile se a analyse espectral poria em re*
levo, alias coosas toda iguaes, a iofliencia
do ptso molecular. -
Operoodo sobra safistaocias d& propria-
dadf>s cbimicas aaalogas, ji\%on oSr. L>;coq-
Boisdaubran adiar com efMo que a lionas'
brim-aotps r.araclethticis da catfa corpo se
desviavan para a ruga'; verrtelqa, andi-
da qus auginentava o sen peso mofaeular.
Consegnintamanta w corpos d moteen la
pesada produziriam >-hrac3^ mais lejas,
not?s carda vez aenr;? elavada*. yoal faeto
se di com os espectros dos raeie3~da mes-
raa familia-, com o pot-sssium, o sodium, o
rnbidinm, o c*e*jum, a anda com os cb?o-
roretos da cahiom a sr>oniium.
Era j om grande faeto adquirido; e
pelo desvio para vermellw- ou violeta, mn-
danga da cor ttminosa/, poder-se-hia ava
Trtese apenas de um grafl M ''4* ;
mas om grao do art i que pone ad atrir,
por soa foica viva, urna mel$ia da? aego
superior dos nossos oleosU do na!hor
ag tomperad. Disde d peqwn ar o
grande bem se v, i nece9Sirio recabir
semp.-e sobre o principio eapitd da9 forcas
vitas. O poder de oto projectil depende
tambem, como o da orna n5blecoIi'1o s-
lente de saa'peso ra de sua velocidade. cvlV**^
'Um3 bala de cortice pd varar um alvo lo
bam como urna bala de chumbo, se se Ihe
der a devjdj proporejio de valobidaJe
Assim tambem una, timles pirlicula de
ari, lan jada com o necesaario impoUo amol
gara profuadimeate o na G;apa : ac e
poder vara-la ; fcil conceber a possi-
bilidada da utilisar um pepueno bombardea
manto por ara, para abrir foros e entilos
am objectos da maten resistente. Ser
Unto miis sensivel 6 efeito quanto as par-
tcula) quarttosis apreaeoto arestas vivas
qie penetri factlm'ot) nos corpos duros
como a pona da ac de nossas balas cylin-
dro-ogvaes.
U09 americano, Mr. IM(juman, de Phiia-
de.pbia, parti desia idea para raahzar um
aovo ojetbdj economicj e raai expedito
de brocar substancia> duras, P-de-sa por
esta forma ortar, e em um mi-auto, a pe-
dra, o vidro, e os metaes.
Um jacto de ar\i di quartz, lanzada sobre
am pedaco de cwidon, caja dureza qua-
si igual dj dinarjt-i, produz, em 3o mi-
natos, um luro ie 5- cerrtimetros do orofun-
didade sobre o^da largura. A ar-i nao
projactodi pila esp.'osSo cIjj gazas de urna
plvora detonante, mas shnplesmente pela
ptesso da vapor. OJjacto do vapor arrasta
cirasigo ass quartzeas, que vio
balar cotn toda a fotea sobro o obstculo
a perfjrar,. E* de toda a evidencia qua a
rapidez de aegio d > jwu) depende da pres-
so do vapor,
Oappjielbo todo elementa* recebe a
ara um tubo de ferro lia alguns millimetros-
de calibre : rod ido como "d um man-
gudo por um robo a que- chega t vapor.
Este, por arrasSameulo, expide turto quanto
encon*ra diante de si, aspira as partculas
pata qacju alrav&iaSf pedestremente o
campo df Acchmaca).
A ra do O jvidor tinha ealiJo o moimo-
to do costura. Gente pirada era freate
oa sentada dentro das toja?, gente qae des-
oa, gente que tubia, borne ni, senhoras, da
qoaodo em quando urna victoria oa am
lylbury, tudo isso diva principal ra do
Rio da Janeiro um aspecto aniaado.e lu-
zid.i. Viam-sa aqu etfli sgaos depotadoi
trocando noticias polticas oo cobqistando
as senhora3 qoo pasawam," coosa muito
mais deliciosa qae ama discussSo a re-
peito do orcamento da^raerra', assompto
era que, eeise momento, estiva fallando o
respectivo miuistro na cmara. Tambara
all estava rana grande parte da urea ju-
ventade,la jennesse dortc, commeatan-
do o acontecimento do dia ou encarecendo
a balleza di mod. Bitranhsria aquella
designac3o qaem r8para rapazas bavia tambara algumas suig.asgisi-
lbas e outras totalmente brancas. .Mas essas
suicas podiam rasponier-lhe que a OMcida-
da nao um aspecto, mas um faeto inte-
rior, e que o geio pode cobrir a cumiada
da seara sem desear planicie. PlaDcie
oeste caso syoonirOo da coraco.
Perl i da raa da Quitan a, entre a iivra-
ria Garnier e o eacript ro co Jornal do
Commercio, tre? mocos elegantemente ves-
tidos trocaran) alitnaas ultimas palavras.
Um delles tina de seguir para baixo, oatro
para cima, e o terceiro a entrar a'um til
bory, que o estava esperando. O arime.ro
usava suigas pretas ; o sagando a barba to -
da ; o terceiro apenas liaba um bigoda cas-
tanho esmeradamente eacaraeoladj.
Est asseatado, dis&e o das sviicas,
s ot horas porta da A&azar.
Qa chagar primeiro, espera, ob-
servouo ca barba toda.
Sim,.lomou o priaeiro, mas nao c
bom que ricado nisjo, algura da voces se
demwe muito.
O do bigoda approvou esta emenda, mas
accreseutou que peta alguma excepgu
para si.
E'-me nacossario ter cuidado cora a
velha, dlsso elie.
O daa saigas abanou a cabega oom im-
liar o peso da molcula, apreciar a milhares
da l?gua* as aggr-gafbes raoleculares. Nao
sao lo skuples eia sua on^eiu as pesquizas
especulativas.
quirtaosas, e vagor a ai-a escapara-se cora paciencia,
forca atravessando um bocal de cerca da 201 Realmente- Aguiar, ao sei o qno quar
centifUitros de compriraenio, que se-dirige dizer essa tua obediencia* passiva. E's um
sobre a pedra-a perjurar. No- luga rara que! homem feito, e vives como orna freir t
bate a amia oleva-so a temperatura,e ve-se[ Oda baroa toda, q:n conhecia bem o
brilhar ama claridado avermelhada.
Com urna forg-a do I cavado mais ou^me-
nos, e com urna presso de 8- a tf>atmos-
pheras, ojacto deara pode corlar por mi-
Dalo 5 centmetros- eubicos de granito,.9 de
Experimentados chimicos^ os Srs, Proosi marmore e ate 30 de pedra-lioz. Em dnas
e Hiutefeuille de om lado, e de oatro o horas um tel apparelho perforador abrira
Sr. D.tte, ainda recenten)ente examirwram,
sob o mesrao ponto da vista, corpos de
urna outra familia chimica : corbona bore,
Micium, titanio ziraonium, enxofre, sel-
-miara, te!luri\ e cbloro, bromo,, iodo,
hore, etc. Ora acontece epae a le des-
coberla p^loSr. Lecoq de Boisdaubran
aqu absolutamente derribada :. pelojuii-
trario, para violeta, que se desviara os es-
pectros de molculas cada vez mais pe-
sadas.
Releva notar que, comprando- os chluru-
lelos de sedium, potassiom e de bayram,
sa desviava para a violeta, mo grado o seu
maior pe-o molecnlar.
Donde provm taes deseccerdos ? Sao
exactas as observaces, ou devemos j re-
nunciar toda esperanza de encontrar urna
relago entra a cor de cada espectro e o
peso do corpo vibrante ?
Insistimos justamente sobre estas ncwas
pesqoizas porque confiamos qae a dikd-
dade, apenas asaigaalada, ser vencida.
De mais, os resultados obtidos nos pa-
recer pelo contrario confirmar in'eiramente
a theoria, eqne elles fossem diCferentas
que nos poderia sorprender, Com eflfeito
riitii ligeiraraente se ha tratado da mecbanca
molecular.
Ser porveotara incomatnsoravel pela
forca vi/a da molcula vibrante, a valor
absoluto da vibragSo lumioosa ?
Tem ella, por expresso/,(^mew prodacto
de sua raassa pelo quadrado da velocidade.
N5o vimos quo as cores da viso resulta-
vo, eomo as notas sonoras, do numero das
vibrzces na uoidade de lempo ? Ora as
experienciis precedentes levou-se em conta
o peso que tem sua importancia ; mas es-
qoeceu o tormo dominante : o quadro da
velocidade, rstico qu* regala a situagSodas linhas lu-
minosas no centro do espectro.
Hoove confuso. A rapidez da vibrago
n5o diminne forcosamente, como so d3se,
qiando o peso molecular augmenta. Pode
um corpo ter ama molcula m3is pasada,
e, nao obstante, vibrar mnito mais depreca
do que oatro. O seu estado da aggregago
deve ser levado em conta. Um pedazo de
greda na chamma dojbydrogenao prodaz ama
luz diversa da do gaz que Ibe 'commumea
|*suis vibraQSas, obseryam-se aqu movimen-
tos de looga dura?3o fazer nascer ontros
de durago mais corta, e, entretanto, a
molcula da greda muito mais pesada do
que a do hydrogeneo. Tado depende da
amolituda do movimento ; p5dese, entre
tanto, accelerar pela torga v.va o movimen-
to das molculas dos corpos mais aggregados
e augmentad s bstanle paratorna-lo com
paravel dos gazef. Assim qoe, em ama
alta tem eratura, os espagos intermolecala
res do ferro, da platina crescem bastante
para que o metal ?e torne permoavel ao
gaz hydrogeneo.
Evidentemente o erro existe na conside-
rago incompleta do principio das torgas
viva?. Eis por que toa parecido contradic-
torias as experiencias emprebendidas: im-
poss.vel establecer comparagSes exactas sem
levar em conta ao mesmo lempo pesos mo-
leculares e numero de vibracoes. E' mes-
mo para receiar para o futaro do novo me-
tbodo, qae, a ioflaencia das vibrag5s, do
minando o pbenomano, v urna grande par-
to das notas de cada corpo cabir quem e
alm da escala visivel do espectro, e qae
as comparares se tornem difilceis de esta-
belecer.
Como qaer que seja, sao assaz grandio-
sas as perspectivas abortas p r to delica-
dos trabalbos, para que se nlo hesite em
sondadas com o mais poderosos recursos
do metbodo scieolifico. Desejamos arden-
tementa qae se prosiga no ciminho tambem
tragado pelo Sr. Lecoq Boisbandran. Qoan-
do estivermos senbores das leis qae gover
nao esses phenomeooi harmnicos, poder-
se-ha dizer, com toda a verdade, que con
seguimos realmente tr no grande livro da
natureza.
Aps a theoria a ipplicigo ; algumai
linhas sobre om novo apparelho mechanico
que nos ebega dos Estados-Unidos
as pedras de doreza media fdros da mina
de centmetros de dimetro sobra SO da
cooprime&to.. O mais rpido estyleta-, mo-
vido pelo ar comprimido, nao- iaz mus de
7 millimetros-por niato em rocha branda,
e, concluido o furo est iuotilisado o ins-
trumento.
profundo abysmo que meeava entre o ami-
go o uica freir, nd pdde deixar de sorrir
a este reparo do raoaz das suigas, alas lo
informado como elle das facanbas de Agoiar.
Agoiar explicou' como poda a sHuagan
era que se achava para cora> a velha, a de
novo prometiera todos acbarem-sa 'por-
ta do Alczar, s 10 horas da noate..
Juslamentt no momento em que iam
despedir-se, entrou na raa- do Onvd r.
viudo da roa da- Qaitanda, ama victoria
puchada por om cavallo C3Stanbo e gover-
nada por cocheiro ainda rapaz, bianco ves-
.fc'o, O desdem com que este individuo ia
De resto, nenhum obstculo suspude o polhando para os peoas. poderia fazer orer
jtj quanzoso; desde qpe opera par sua qu levava no carro aj-ainha Cieopatra pilo
o irapalso
jacl
torga tira basta augmentar-lba
para faze-5o-excavar os co.-pos mais resis-
tentes. Assim que com ama presso de
10 atmospheras caasegue-ie abrir, em 10
minutos, om furo de treo centimlros de
profandidade sobra 4 miliiraetros da largu-
ra era orna lima de ago lecaperado.
Recentamenta sa rizeram.ensaios. era urna
das sessoas do Franklin lostitote; Mr.
Pilghman apresetoa sociedade um vidro
ordinario que ofierecia a aspecto da urna
verdadeira paoeira. vidro esteva crivado
de furas de 2 a 3millimetros do dimetro.
Para obter tal rosaltad, diflicilimo da con-
seguir pelos procesaos ordinarios, bastooex.-
por c vidro, coberto do urna rod metlica
por espago de um minuto acgo do jacto.
Ilaviam os pequeos projectis torado o vi-
dro em todos-os pontos no1paolegidoi pelo
eavolucro metallico.
Sotar-se ba que a ara sulea e fura subs-
tancias de rigeza mais tone do qua a sua
propria. Mostra eele resaltado, ainda urna
vez, que j temoo de abandonar o syste-
ma arada seguido-palos mineralogistas para
elassiflear os corpos segundo sua rigeza E'
um mineral reputado mais ou manos rijo
segundo ou nSoraiado pelo ajo. Esque-
cem que vanavel o.tafmo de compara?3o ;
o estyleta da experiencia um usirumento
cojo effeitj sobre a substancia depende da
[velocidade qae se Ibe imprimo. O ac cor-
tara o proprio coriion se tosse coaveniente-
meato aplicado. E' urna ilassifkagao a re-
formar.
O novo perforador deseaba sobre a pe-
dra como por encaoto. Em poucos mo-
mentos obtem relevos e sulc>3 to pronun-
ciados como se desejam ; appcam-se sobre
a pedra modelos, letras, oroamentos em
se balancia elstica, em papel mesino'; a
ara poopa as partes cobertas, e gasta as
visiveis.
Mr. Piighoran apresentop sociedade de
Photograpbia de Philadalphia specimeus de
gravuras sobra o vidro obtidas por essa pro-
cesso. Faa se sobre o vidro am n^ativo
de gelatina biebromatisada, e expa-se ao
jacto de ara. A pellicala de gelatina pro-
tege o vidro e a ara s siaca as partes des-
cobertas. Em cinco minutos se gravara as
mais complicadas pb itograpbias.
Para ues appIicagSes delicadas, e para
outras ainda mu usuies, intil dar por
motor a ara ama corrente de vapor; bas-
ta urna corren.e de ar prodazida por am
pequeo veollador.
Em 25 segundos um tal jacto tira unifor-
memente o polido do vidro e pode gravar
sobre orna espessura muito suliciente. Tam-
bem desenoa o autor sobre vidros braucos
cobertos de ama carnada colorida.
O vidro colorido destruido pela ara
em todos os lagares onde o desenao o nao
protege. Obtem-sa ainda da novo metbodo
boas resultados para limpar utensilios fun-
didos, cujo interior deve ser estanhado; as
outras applicacoes adiviaham-se e podero
tornar-se numerosas.
Henby de Parvuxe.
LITTERATraA.
O aiuloho de Damasco.
1
THEZ AMIGOS.
Eram duas horas da tarde da um dia
de janho, da de magnifico averno, nem
fri, nem chava, nem sol. Nem sol e
maneira de dizer; o astro re dom'maya o
co com todo o esplendor dos seos raios ;
mas os ratos ersm temperadas e breados.
Nao era certameote om sol para aqnecer
Igartixa8. mas na o poda bavr melhor
menos, ou fdho de Pelen ; tal lluso po-
rm, nao podia durar desda que se lancasse
um olbar para dentro do carro e se visse
molemente recostada urna mocinha loara e
magra,, cujas feigSes pareciara vir do co,
mas cojo exterior e apparato estavam dizen-
do o mais delicioso purgatorio.
Naturalmente as lagrimas dos pechadores
eram all crystallisadas, porque a dama
Irada as orelbas, no eolio e nos dedos
urnas fulgentsimas padras com que ia mui
galante e concertada. Oloava presurosa-
mente para as-pessoas que passavam es-
qae?da do cano, mas sea mover a cabega,
e com um ar tao framente aristocrtico,
que justificaba bam a arrogancia do cochei-
ro e a curiosidade dos passantes.
Quando alia vio os tres amigo* de qo
ba pouco fallamos, sorrio e iaclinou leve-
mente a cabeca, em quanto e das suigas
pretas pareca fazer um signal convencios-
do. A dama responden com ora gesto ;
tudo isto sen que o carro parasse.
Bem ; a Candinha esl avisada, disse
o das suigas ; intil mandar l.
E depois de urna nova promessa, cada
um dos amigos tomou a direcgo emqoe ia.
Dos tres, Agolar o que mais nos late
ressa acompanbar. Vai. da tibury, mas
nao importa ; ebegaremos a tempo da en-
trar com elle emeata.
II
o ponto Neaao.
Jorga Agui.r, no tempo em que se passa
esta narrativa, contava os seus vinte e tres
anoosde idade. N) anoo anterior voltava
de S. Pauto com um diploma de bacharel
na algibeira e uns amores no corago. Po-
deria dizer que traiia lambem alguma scien-
cia jurdica na cabega, se o mea ratelo
n5o tosse urna escrupulosa fidelidade his-
trica. Aguiar aprenden apeoas o neces-
sario para de todo em todo nao ata'r as
mos aos lentes; mas o pouco qoe apren-
den ficoo na serra de cubato, sera Ihe
deixar saudades. Os amores ainda os trou
xa at barra do Rio de Janeiro; mas com
certeza nao desembarcou |com elles. Tam
bem nao vahara a pena ; eram amores
bem pouco serios para virem acolber-se
sombra da familia.
Bem desventurado seria elle se titease de
ganhar o pao com o qaa aprender na aca-
demia. Mas a fortoia, que uns dizem ser
cega, naquelle caso teve urna vista de lyn
ce, adeviahaodo que era oecessario afiangar
a vida a qaem nao era capaz de gaoha-la.
A familia de Jorge tiaha de sobra com que
Ibe maoter a existencia e satislazer os ca-
prichos. Desta maneira podia elle dormir
tranquilamente e acordar em paz.
Nem tudo porm, eram rosas na exis-
tencia de Aguiar. Havia um ponto negro
na limpidez do co atol. Naoeraopii
O pal de Jorge linba-lbe aquelle amor ceg
qua nao v senoes no objecto qaerido e
era a sen respeito um tanto dootor Pan-
glors : achava urna tal oa qaal necessidade
nos desvarios do rapaz. Alm disso, aca-
riciava o sonho, allis plausivel, de o ver
ministro da eitado. Para isso, disse elle,
era necessario dar alguns mezes vida
livre; depois do qae, cbama-lo bia raza
e buscarla encartado na primeira assem-
bla provincial qae Ibe ficasse a geito.
Taes eram os planos e sentimeoto do
velbo Silvestre Agaiar, coja mocidade pare-
ca nao ter sido inteiramente capacbinha.
O ponto negro era a mli de Jorge. D.
Joaquina era urna sen hora austera e resoei-
tave!, mas impartiaente, rusguenta e despo
t ca, alm de ser dotada de urna energa que
nao dizia muito com os seos cincoenta e
dous sanos. Nlo bavia memoria em casa
de Agoiar de que a Sra. D. Joaquioa esti-
vessa algn dia, calada durante orna bora
Inteira. Calava-se qoaodo dorna, masco-
mo dorma pouco, e acordava s claco horas
da mirrbij, diva apenas orna escassa tre-
goa a familia.
Nao precisava tor olhos moito perspica-
zes para conbecer que a Sra. D. Joaquioa
ara o vardadeiro dono da casa. Silvestre
pertencia aquella raga de bomeoa pacatos
para quera esta mundo orna ante-sala do
co. Nao se frritava nanea, nao conhecia
o qae losse impaciencia oa tedio: Amou
a militas mulheres resavam as chronicas,
mas oeohoma Ihe captou tanto affecto como
a sua gorda Pachorra.
A natureza. dizia elle, tem ros im-
potuotos pl-^ci'Joi ribeiros. Se todos
fossamos rios ao bavia ribeiros oa especie
humana. E' bom que baja urna e outra
coosa. A Providencia quiz q urna cchoeira de*perjliada como a Joaquina
houvesse um (egaternaaoso como eu. Ni to
8 qae est a harmona.
Devo dizer que Silvestre qoaodo raaoo
com D. Joaquina, nao Ibe eonbtca a farao-
dia nem a impetuosidad*. E possrwf
que ainda nesse tempo a bea senbora 080
tivasse daseriTolvida a vocasao. Fui ota
namoro omecao por occasrao das fastas da
coroaco. U pararite de S.lvestre dao
ora jamar onde sa eocontrarara as deas fa-
milis, adelle a a de Joaquina. Era lama
que esta mog nao so casara nunca, porque
andavam j por evoco ou beis os p^eteoden-
tes ime ella despedir com uno rapidez
aoooociadora dos seos habito* rotaros.
Gianda toi pois a admrago dos paioy qaan-
do tres mezes depois, ndu Silvestre pedir-
ibes a mo de D. Joaquina, receberam della
urna resposta afJiruutiva>.
Uao de ser feliza?, dizia a wfo ; ella
qua ala aj^ra recusou todos os casaototos
porque-Daos Ihe goardl*! esle.
BrTtctivameata foram feihes. Silvestre
davase ptraitamento cor o genio da an-
Ihor. l): Joaquina unta va-so s vexs
com a rapassibdidade do aairido, e selia-
va coiil?a ella os seus discorsos ; mas como
Silvestre nao artulava sqra urna qoeixa
ou ceoaurf,- a S. U. Joaquina acaba va,
como alto mesmo dizia cmsigo, por metter
a viola no- sacco.
Eda D. Joaquina- pois era o-punto negro
.na vida do Jorge. s dez horas, quando.
muito. de va o raeaz recolber-se a casa.
Silvestre advogava a causa do filbo. Ob-
servava que o rapaz nao podia er orna vida
de freir; mas-a palavra freir, o iodiDe-
rente na bocea- de oatra passo na de U.
Joaqoiua dava um discurso de Jez paginas
in-tolio. O marido ca-lave-se a a ordem da
Sra. t: Joaquina prevaleca.
Jorge obedecen doraute muito tempo s
ordena da mi'; mas os conselbos dos ami-
gos foram perverteodo o seu espirito recto
a casto. Jorge entrou om dia s II horas
da noite ; a in-li, que at enlio ce nao dei-
lra, veio em pessoa abrir-lbe a porta.
Oh f mam! exclamoa ella espan-
tado.
Ifc Joaquioa nao disse palavra, fecoa a
porta e subi sileoiiosameate ad'unte delle.
Koi o nico lance em que deixoo de fallar,
a realmente nunca tora mais sublime em
soa vida.
D'ahi em diante nao ousou Jorge trans-
gredir as-ordens damJi; mas como os pas-
seios, tbeatros e festas nao se pc4iam com-
binar com esta obedienaia, o joveo bichare!
arranjou urna chave sea, e por meio della
bata a linda plamagem.
Alm dissa, alcangava fcilmente con vito
para saraos a bailes, objecto em que a bea
velba consentia na aasencia do filbo.
Com esses- e ootros pretexto, que em
circainsiaocias especiaos Ihe occorriao,
conseguir o nosso Jorge Agotar illudir a
vigilancia e as ordens da i*t7i\ Quem se
nao enganava era o pai, que o *ia sabir
muitis vezes, a enebergava a wrdadtira ra-
zio dos aeus ouoerosos couv.te- ; mas o
bora Silvestre applaodia os ascr ;;ulos do
filho e tirava delles um bom agourj p;raa
vida poltica do rapaz.
III
C..VRIMIA.
Qaaado Jorge Aguiar chegoa a caw, D.
Joaquina dava as suas ultimas ordns para
urna grande porfo de doi^j de coco, e lo-
mava conhecimonlo da tarefa qua dera de
nanba a duas crias empegadas ta ;o>to-
rar. Silvestre jogava. o gaiao com o pa-
dre Barroso, em quanto Cianuba touva ao
piano urnas varia,,n-c-s allems.
Esta Glarinba que entra em scena sera se
fazer anouociar, era urna sobraba del
Joaquina, e portaoto prma de Jarga. Er<
ainda criaaga quando perder a rai; e o
pai, que doas anuos antes se apaixoara
por urna italiana que viera ao Rio de Janei-
ro, com o infundado pretexto de que era
caatra, acompantiou a dama dos seuspen-
samentos e andava agora pela Italia en sua
companbia. Tanto valia estar morto pa;;. a
pobre orpha. D. J-aquina recebeu em
casa a sobrinba e tratava-a como se tora fi
Iha saa.
Tiiiha esla moga urna nlo volgir formo-
sura a qua dava reatce, um ar de profunda
melancola. A melancofta era njtural; nas-
cida por viver em td ou qual abastanc,
vira o pai esbanjar os cabedaes herdados, e
perder a mi na dade em qua mais pre-
cisava della. Depois toi estouvadamente
abandonada pelo pai e obrigada a receber
os favores dos los. Isto, reunido indola
da moga, fazia com que raras vezes Ibe as-
somasse aos labios um riso praseoteiro.
Glarinba viogra se dos golpes que Iba
dava o seu mi destino, instrnindo-se e
aprendendo a trabalbar com urna docilidade
que encantava a Sra. D. Joaquina. Esta
boa senbora dizia qae a sobrioha bavia de
ser a berdeira da sua competencia oa arte
de governar urna casa. Eflectivameole era
difiiul acbar em tio verdes anoos,18 con-
tava ella, tanta seriedade, prudencia, ac-
ti vi dade a ordem. Os momentos vagos
dava-os a moca ao estudo da msica e da
lingua franceza, porque o seo tim era poder
lccionar algnm dia, e achar nessa proflssac
os meios de subsistencia da que viesit a
carecer.
D. Joaquina approvava sta previsto da
sobrinha, mas procarava di-sipar-lbe taes
receios, dizendo que em quanto ella vivesse,
e ainda depois que se flnasse, a sobrinha
alo precisara de nada. Alm disso, estava
moga, e um casamento ira p-la ao abrigo
de tuda a necessidade.
Um casamento ? dizia Clarinha, com
ar triste; isso nao para mim I
Porque?
Quem qaerer casar comigo ?
Quem nio for tolo, dizia a boa velha.
Vejam l se 4 fcil acbar ama esposa como
to has de ser I
(Comtittuar-i+M.)

I
i


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