Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12553


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Full Text
ANHO XLVIII. NUMERO 4
?AEA 1 CAPITAL E GAS2S OTOS SAO SE FAGA POBTE.
Tor tres mezes adianiadoi................. 60000
.Per seis ditos idem.................... 120OO
Vfrnm aaao idem...................... tijOOO
Dada mamoro valso .................. 3*0
ar
'
u *> c
.
SEXTA FEIRA 5 DE JANEIRO DE 1812.
PASA DEITBO I FOSA DA PBOVUCIA.

Por tret mezet adiauudoi
Por seis dito* idem. -
Por nove ditos idem .
Por nm anuo idem
...
...

.....
........a
...


#7
isnoo
ionio
7#00O

,

Ot 8n. Gerardo
^-----------
Propredade de Manoel Fign8ra de Faria & Filhos
?





Antonio Aives & Filhos, no Par i ; Gongalves Pinto, no Maranhio ; Joaqnim Jos de Oliveira A Filbo, no Cear ; Antonio de Lemos Braga, no Aracaty ; Joio Maris Julio Chaves, no Anfi ; Antonio Marques da Sita, no Natal; Jos Justino
Pereira d'Almeids, em Mamangnape; Augusto Gomes da Silva, na Parahyba ; Antonio Jos Gomes, na Villa da Penha; Belarmino dos Santos Baldo, em Santo Anuo; Domingos Jos da Costa Braga,
em Narareth ; Antonio Ferreira de Agoiar, em' Goyanna; Francino Tavares da Costa, em Alagoa; Dr. Jos MartinS Alves, na Baha; e Leite, Cerqoinho C.J no Rio de Janeiro.



.

*

PARTE OFFICIAL.
"novenao >'; provlucla.
EXP8DIENTK DU DI.V 22 M OKZBlfnttO DE 1871.
OfHoios :
Ao raspador li tbsi tirara di fazeaJaAc-
cu i a racapgio J i isnaffliM ora dita de 10 do
crrante, era qae V. 5. expo ai raides que oo
sa eoacoito, S6 oppoi ao cuajr.mjato U miaba
nsolugii, maulla ') izsr os re-oi.-os, di qua ur-
ffraiaraaa'.o caroca a can dts lulHoiiasdasti o-
y.tal, p;li v*r!)i" lorai pjbl ci geraes a auxilio
ai proftneians. Cusiliraolo a materia sujeita
son a ni .ur iv.flx.i>, i.ilut d) t*n ir a sobrella
resalugio i igiiim.'.re pata iii as cua adiuzi-
dai pjr V. S. na saa oopjsicn, ra-i ojavaago cada
vez a..;:- da qoa mait) legil, e cimentan) i com
i laura e com o espii.o do orguneato geral, e
destribuicao d> crdito* a esti ivovinoia f>i a
cotana determioagao. Oequivocod-. V.S.onsiste
em auppor qua a verb obra* p>jb icis geraes a
auxilia as provincia*, decrtala no 12 do a;i.
3> da lei n. I8JC. de 27 da setembro dj 1870, e
qua c a repetic. do ootra igual verba votada ea
!eis de orgim-.-uDs anlonores, se refere nicamen-
te a obras especiaos d i ministerio da agricultura,
qaando cerlo que, sen Jo esse miaisleho nao s
da agricultura, com tambera do eoraraercio e das
obras Dublicaj,.nella pjljm ter cabimento quaes-
quer obras geraes, que seja i: mistar azer-se era
Dan do estad), Ma e.n bom do seivigo publico.
Sximtaaaio a referida lei V. ver coa eleito
quj sa desiiuou aoi minisierioi do imperio, jasligs
inanoh. goerra e fazoala, verbas para obras.
\'. n neuliam drlies se empresa a locuelo obras
publicas uerac. D'ahi se coaclue eviaalaaien-
:rqua cada uai daqaellej^miuisteriospJe des-
pender nat suas obras especiaes as sunma-
decretadas, mas que o miaiilerio da agricul-
tura, do commereio e obras publicas pola d--
;:uader os I,030:0.)JJJJO, volados ain obras pu-
blicas geraes e auxili) u provi.iciam, san qua
ellas isabam. carcter espscial. E claro qne se
csse mns:eno tuse snenle da agricultura na>
sa podara applicar a verba se nu a poates, estra-
das 9 ;atrs obras destiuadas a servirem lavou-
ra mas sen lo lamben das obras publicas a iu-
coniestayel que branle to.das aiuellas que live-
reas w destribaido asta proviacia para obras especiaos
di niini.'t-rio d jusii^a, nao sa pode considerar-
-,)lo o ssrvigj dassa nitareza relativo a etse minis
torio da herdadj na dastru>ai|Ij geral, urna vez
jui exista a voraiein larm genricos concedida
pelo ministerio da obras publicas, que compre-
uaie tolas as qae se captulam nessa qualidade.
iodo a caa das audioucias una proprio nacional,
- senl) 'e urgentsima necassidale repara-lo,
cii-s para sejuradci publico, que a frejueq-
ta, como pelo decoro di magistratura, e di Justina
em vista do estado deptoravsi da mencinala casa
qu i aproveitar o lempo das ferias indiciarlas,
_.. laudo que a obrase Qzesse agora, por m;io
arremujao. e ornamento previo, da pequea
somatl 'd3 2:(i73988 ris. E para qne V.
S. meibor sa cenvenca de que a verba do
j 12 Jo ar:. 8' da lei de ornamento vigente, nao
.ai cara-/ r especial, basta unsidefar que
ella fgaaimtnV) applicavel a auxili ir as obras
pminciaes; d'onde se evidencia, qae essa ap-
plisaoio uijlbor descobre o peusamento do le-
gisador, quindo nao quiz restringir o emprego
les-a somna e ti darlas utn carcter miis Jato,
qas aproveiie a tolas as obras geraes e ateas
provinciaea. Sj deve nj fl.n do exercicio existir
u n salij iv. verba do li:!)7oi033, destribaia
esta provincia pir aviso d) ministerio da agricul-
tara dJ 30 de jaoho desti auno, coau estou infor-
trido, e se possivel e legal dar -eS3 saldo urna
applicacao vaatajosa mesmi provincia, desti-
n.iud i o a obras geraes, eu o) descubro raio
para se levantaren) objec;0.-s na especie verteote.
isa n> se lizer, caVr em exercicio lalo eus
salda e a prov.ncia parlera a parta do beneQcio,
qao d ah paderis tirar. A'mnn, com> delegado
d i c 0 ver no imperial, lacambo ve-la3 para que tal
oa sucla com dttrimeato da provincia, coja
juu der-j zeiar e defenlr. Pela dou'.rina de
3. cheg-ar-.e-b:a a concluso de que era pos3-
vsl que se :tppiica*a o saldo des.e crdito a urna
">ra proviiial prupriaaieole d.ta, orno o gymna-
,o oo o pij> da assmbli, mis que nao se ple
ijplear ao reparo urgente da casa das audiencia1,
el.Qi3 de pTopnedada do estalo. Bem v V. S
oiieisi nio (i raziavel. Assi.n respondo a V. S
qae cumpra, sob iaiohi reipoasabilidala, a ras-
i cantida en o:l:io da 18 .di crrente, que
me pareca ser approvada, em vista das razes
t i indlsadas, pelo ministerio da agricultura e
o >:\ publicas, apesir da opiniao que tem V. S,
i ; nio pos-'ivel esperar qua esto a approuva.
Qjanto a parte relativa aos moris, ou trastes
i. importaaeiaoreada da73!)>VJ rs., aguarda V.
S. ulterior deliberarlo minha. Ser, portanto,
ita em arrematai;ao a bra oreada em um cont
uo vcenlos e trinta a oito mil novecsuls e oileota
e oito res.
- Ao mesmo recammendando, em cumprimeu-
i. aviso do ministerio da agricultura de II do
irrente, a expedigo de suas orden', para qae, se
por ventura tocar no porto desta capital o patacbo
aUernla Musca, seja intimado ao respectivo capillo
que uo poder sabir sa nao depoi3 de pagar a
malta, em qae (Marren o daono causada por ha-
ver no porto da cidade do Desterro suspendido a
,:'..do a mchalo o cabj te'egrapbico da linba
Ao mesmo, remetiendo para os das. conve-
nientes, a portara do ministerio da agricultura,
;oceedanda 6 mezes de licenca ao oagenheiro Qscal
da estrada de Ierro do Recife a S. Francisco, Dr.
Mi2)et Baarque do lacedo.
Ao mesmo, traosmitlinlo para os devidos
affsito?, copiado aviso do minisierb da agricul-
tura de 7 do crreme acerca do pagamento de
vecmentos, qae se inlga com direito o agente
do sorreio da villa de Petrolins.
Ao mesmo, mananlo pagar sob a respon-
ar.ilidade da presidencia os vencimentos que se
jirtga com direito o majar graduado Uanoal de
Azevodo do Nascimemo, como so ve lo incluso re-
quermento.
Ao commandante saperior da guarda nacio-
nal d) municipio do Recife para que ama guarda
tirada do 4* batalbao de infamarla faga as hon-
ras do esiylo na festa de Nossa Senhora da Con-
eei(iot que se tem le cele'arar na matriz da fre-
guezia da Vanea no domingo 34 do crrante.
Despachos :
Galdino Themlstocles Cabral de Vasconcellos.
Passe portara concedendo 4 mezes de liceota em
prorogaco da que j fot concedida ao supplicante.
Ifenriqae Augusto Milcte.Nao tem ingar.
Joaqmm Bernardo de Meadonc a.Conceda a ti-
cen sa improrcgavel at o da 23 la Janeiro prxi-
mo vindouro.
Joao Martins Pootes.Nesta dala me dirijo ao
Exm. Sr. ministro dos Negocios estrangelros do
enia da qu reqner o aapplica te.
los de Barros Gorro Sette.Deferido com o
oficio desta data, dirigido thetcararla provincial.
Major Manoel de Azevedo do Naseimento.De-
ferido com o oficio desta data, dirigido thesou-
raria de fazaada.
Manoel de Miranda Castro.Deferido com o offl-
to desta dau dirigido thesouraria provincial.
Jronte Viaona & dNa primelra reuniao da
jssembla provincial se pedir crolito, visto qae
por falta dos supplicantes cabio em exercicio Ando
essa quantia.
Silvino Antonio Rodrigue?.Deferid) com o of-
cio desta data dirigido a thesouraria provincial.
KXPED1ENTE DO SECRETARIO.
OCftcio :
Ao brigadelro commandante das armas eom-
muoicando, de ordem da pro3idencia, que. segun-
do parlcipanao da directora do arsenal de guer-
ra da .orte, f iran remettidos para esta provincia
no vapor Paran, acondicionados em nm caixio,
varios livros, destinados ao 9* batalhao de infan-
taria.
Ao mesmo inteirando-o, de ordem da presi-
dencia, de que por aviso do ministerio da guerra
de o lo crrante foi autorisado o fornecimento ao
batalhao de inl'int ra do fardamento cotstante
da nota junta por copia, para pagamento dos ven-
cimentos d'esle anno.
EXPEDIENTE DO DA 23 DE DEZEMBR0 DE 1871.
Ofcios:
Ao insp9cor dathemuraria de fazenda, com-
mun'canlo haver o bacoarel Miniel Anae.- Jaco-
ma Pires reassumido no da 16 do corrente o exer-
cicio di cirg de juz municpil e de orphSos do
termo d'.igua Preta.
- Aa mesmo, transmittindo para os fins con-
venientes ai seta melosas ord.m, send tres do
tnesiuro naciooal os. 242, 237 e 28, e quatro em
duplicata, expedidas pela repartidlo do ajudante
general, sob o. 809 a 812, bem como um offlcio
la directora geral le cootabilidade.
Ao mesmo, mandando pagar ao capitao ho-
norario do exercito Francisco de Saaza Ferreira
Raballo, a pen'l a que se julga eom direito, como
se v do incluso reqaeriraento.
' Ao inspector da thesouraria provincial, au-
torisando-o, nos termo- ds sua inforraagao, a man-
dar processar. para ser paga quindo a assembli
proviacial votar o necessario crdito, a divida
pert^ncente ao bacharel Antonio Witruvio Pinte
BanJeira Accioli de Vision vi los.
- Ao Dr. chefo de polica, remettendo em res-
p)3ta ao 38U oIRj copia da in.'ormacao, ministra-
di palo comm'andanie do orp> de policia acerca
do alferes Francisco Ignacio de Moara G^ndim,
commandante do destacamento do Buitne.
Ao mesmo, recommeadaodo em respo3ta ao
sen offhio, que providencia de modo a serem des-
eobertos, presos e processados os amores do rou-
bo commeuido na cisa omoierciil do Jos Mar-
celioo da Uosa & Filho, trazando ao conbecimento
da presidencia, nao s o rasullulo desse processo,
mas tambem do qtw fi insiaarado a Dionizio An-
tonio da Silva, *pelo assassinito, commettido na
vessi de sua fllha Benedicta.
Ao inspector da alfan lega, enviando as in-
formaeda* em originaes, qie davero ser devolvi-
das, ministradas pelo inspector do arsenal de rna-
nnha acarea da reclamagao coatida era sea offlcio
de 14 do correntf.
Ao eogeiheiro eocarregado das obras mili-
tares declarando, em additamento ao offlcio da 13
deste mez, e para os tins onvenientes, qne dsvem
ser enllocabs ni quartel das Cinco Pontis, em
vez de seis, oito apparelbos da companhia Drama-
ge, destinado as pragas.Communicou se ao bri-
ga i.-;ro commandante das armas.
Despachos:
Antonio Paes de Licerdi.Cono requer.
Francisco de Souza Ferreira Habello.Dslirido
com offlcio desta dala dirigido a titesonraria da fa-
zenda.
Joajnim Antonio Ca.cneiro da Cunha Miranda.
Informe o Sr. inspector da thesonrarla do fa-
zenda.
Teoente-eoronel Manoel Camello Pes-:a Caval-
cante.Passe do que constar.
JlARIO DE PERNAMBUCQ
RETROSPECTO
BEC1FE, Io
POLTICO.
DE JANEIRO DE 1872.
IMPE1IIO AU.'TllO HU.NT.\RO.
O imperio dualista do sul da Aliemanba, que
tem como ch;fe Francisco Jos, anda no correr
do anni linio lutou, e lutou lerrivelmente, com as
causas dissolveules que n'eile se ehream, ..mea-
gando destruir os restos d'essa especie de conci-
liag pm que tem vivido 03 diversos povos agglo-
marados sob a cora ;u la hngara.
Depois que a Pru.-.-ia s'gregou a Austria do res-
to da Aliemanba em 1865, a qnestao las naciona-
lidades surgi como por encanto u) imperio de
Francisco Jos.
elemento germnico quera continuar pro-
ponlerar exclusivamente n'nm paiz em qua ou
tros pavos viviam com igoaes direitos. D'ahi ra
suliou a questao da3 nacionilidades, qae daede
entao o pesadelo de todos os polticos da Austria,
cujas aspiragoe.', cujos desejos vehementes, se re-
sumem na conciliacao dos diversos e variados in-
teresses autonmicos postes em jogo, como orna
araeaga constaola inlegridale do imperio.
Os hngaros foram os rnis exigentes e revollo
.-os de todos os povos agglornerados no imperio ;
por isso, no intuito de facilitar un aecordo, foi-
Ihas mais depressa reconheuida a.autonoma, dan-
do-se-lhes urna organisacao poltica separada do
resto do imperio, mas este ligada pelos lagos do
dualismo, que fez de Francisco Jos o imperador
d'Anstna e da Hungra.
O resto do imperio coutiouon a ser nm raysto
de nacionalidades diversa, qne, sob o neme de
Cisleithaua, era constituida por alternaos, tchecos,
Solacos, slovcao?, dalraatas e tyroleses, todos av-
os de independencia, todos querendo ter ama
certa autonoma, todos pretenJendo transformar a
Austria n'um imperio federalista.
Conciliar esses elementos diversos, salisfazer-
Ihes as ambiges, sern entretanto enfraqaecer a
posicao do imperio, tal foi desde 1867 a preoecu-
pagao do imperador e de todos os peliticos, tal foi
alada no anno que vcm de fular a grandiosa obra
da poltica interna do imperio, obra qua consumi
seropra (odas as forgas vivas do estado sem nunca
poder tocar o sea fat.
Entregue todas as perplexidades d'esse traba-
Ibo intimo de reorgansacao, qua couegou no dia
posterior aos acontecimaotos da 1865, a Austria
prosegua, atravez todas as difflcaldades, em busca
de nma solagao lgica para o problema qae se
agitou e agita em Yienna, e cajo tim conciliar o
rgimen constitucional de 1667 eom os direitos
autonmicos das diversas nacionalidades.
Satisfeila a Hungra, resiava solver o mesmo
problema na Cisleitania ; para ah convergirn: 03
esforcos dos partidos, sempra em lata, despeito
dos liberaes moderados e conciliadores.
O partido centralista allemo, atirralo coas-
tilnigao de 1867, quera e quer a preponderancia
do elemento germnico, subordinando todas as
mais ragas ao goverao ceotralisado; em opposi -
cao elle, porm, apresentam-se as nacionalidades
exlgindo ana autonoma, aendo qae em priraeira
liaba se ostenta a Bohemia, qae aspira urna in
depenlensia qaasi completa s>b o sceptro impe-
rial, qne sempre recason mandar depntados ao
reichsraik de Vienna, e que nunca qaiz reconbe-
cer a ci nstitugao de 1867.
Entre esses dous campos, separados em prin-
cipios, distanciados pelas circumstaniia;;, acham
se os liberaes, modelados a coneHiantes,
qaerem chegar i ama transaegao, qae
mam, por assim dizer, o ncleo em torno do qual
sa tem sempra desenvolvido as peripecias do dra-
ma de qoa a Austria tbeairo, ha alfana anuos.
[ue
or-
Em 1869 o conde Patocki. chafe do ajabinelecis-
leithano, procarou ehegar ama solago ; e$\n
c mseguio, porm, nio s por cansa da resistencia
dos tchecos, mas tambem c principalmc-n'e por
causa da opposigao dos centralistas allemes.
Receoendo am chqae na cmara doi deputa-
dos, o conde Potocki vio se torcido a solicitar do
imperador a damisso do ministerio cislethaoo, de
raissao qua Ihe foi concedida com a clausula de se
incumbir elle da organisagao d um novo gabi-
nete, qu alias nao pede ser formado.
0 imperador iocumbio en'o o conde de Hohen-
warlh d'essa organisagao, e o presidente do novo
gabinetecisleiithano. assumio as releas do governo
com o pensaraonto firme da ctrejrar anr aecordo
com os tchecos, mediante algumas concess5es.
Foi em taes condigoes que se abri o auno de
1871, veodo a Gillzia apregoar como necessaros
os armamentos da Austria, com o tim de conter as
arabigBes da Rassa e fizar respeitar o imperio
pela Prussia, e testemanhando os esforgos da im-
prensa da Polonia para levantar o espirito provin-
cial e determinar as nacionalidades adoptarem o
projecto de defeza comraum, urna vez que per
raeio d'elle poderiara destruir a centralbagao de
Vienna, recobrando a sna completa autonoma e
resiabelecenlo o aecordo entre todas a? classes.
Em quanto taes facas se passavam na Gallitzia
e na Polonia, os alleaiaes-austriacos agitaram-se
ao norte, no oesto e no sul do impario, com o pro-
posito manifest de cooperarem para o movimenlo
da concentraco da patria germnica, illadindo os
esforgos das ragas slavas que pre-tam obediencia
Vieon. Em Marburgo, na Styria, foi cele-
brada enio urna renniao do partido centralista,
na qual se adoptaran) as segantes resolagdcs:
1.* E' justo fazer algamas concessSes Gallitzia,
Bohemia e Hungra, mas nao de raaneira qae a
sua autonoma as colloque n'ama posigao in.lepen-
dente, e atlribaa aos seus representantes outro di-
reito que nao seja o de interrir sas deliberagSe*
proprias e exclusivas da respectiva naeionalilade,
no seio do conselho e cmaras do imperio.
2.* Em attengio a o) ser fcil realisar, por
agora, a juocgo poltica con a Allemaoha, mzni-
festa-se o desej > de que se proceda na maor har
monia cora aquella nagao.
3.' Deve-se procurar consegoir para a repre-
sentago cislelhana a competencia no? negocios mi-
litares e nos orcamentos, cojo exame pertence ac-
tualmente is delegagOe'.
4.* Finalmente, que se restitua Dalaaaeia a
facaldade de separar- e da Cisleitbania, qual se
acha aggrogada.
Os nimos continuavam, poli, atarefados c"ra a
grande lata ; e ao passo que na Hungra pa'eo-
teava-se cada vez mais o espirito liberal, despei
to do centralismo, na Cisleitbania novo? casos de
reaego governaraental iar.i de dia dia attraliin-
do antipatbias ao governo.
N'uma dis^ussao sobre poltica externa na dieta
de Pesth, o depatado Pul.-ki combateu a allisnca
com a Prussia, e o projecto de conlelerago geral
germnica, fundando-se na necessidade que tem a
neonarchia austro-hnngaro de je desviar das lulas
era que a ambigao da Prussia possa comprometter
os estados allemaes do norte e do sal. Sustentoa
aquelle deputado o convenio de Praga que sanc-
ciona e.-se isolamento e a libardade da Hungra, e
disse que tanto esta como a rnonsrchia cisleilbana
deviam tratar da conservar o bom aecordo que as
Une actualmente, dando raaior impalso ao en
bem estar interno. O Sr. t'ulski aeooselhon tam-
bem qae se mantivessem excellentes relagoes de
arnisad?, mas arrasado sem corapromissos, cora as
potencias circumvisinbas.
Todos os depntados hangar-'s acolheram estas
palavrss com calorosos applausoj, e mauifestaram
o desgosto qne experimentavam ao ver defender a
allianga com o gabinete Berlim.
Estas demonstrag5es acharam echo em Vienna,
cujos habitantes, dolcrosamente impressionalos
com as exigencias terri'oriaes qne faza a Prussia
Frang, dirgiram ao imperaaor Francisco Jos
urna petigao solicitaudo a iatervengao do governo
au-tnacp para fazer cossar a gaerra, mediante
condigoes nao humilhantes para a Frang.
E: sabido que a Austria nao quiz sabir da sua
nentralidaie para atirar-se aos azares de urna m_e-
diagao na guerra franco-3'!nma, sobre todo nao
tendo por auxiliares as ouira grande? potencias,
toda3 acobertadas pela liga dos neutros e recelosas
de mais seras complicacjoea psta a Europi.
O generoso movinientc de Vienna fkou, pois,
sem consequencia para a poltica da Prussia, que
souba extorqotir um pedago do territorio da Fran-
g, com manifest desagrado das diversas naciona-
lidades da Austria, todas defensoras dos direitos
autonmicos dos povos.
Entretanto o ministerio Hohensvarlh foi pfoie
guindo na sua marcha, ,-eudo aitacado por lodos
os partidos nacionalistas, que u'elle viara am im-
pecilho autonoma provincial, ao passo que a
impreraa centralista o aecusava de querer dissol-
ver o imperio, proclamando essa mesma autono
ma.
No Recbsrath soffreu o governo a sna primeira
derrota, tomaudo parte no ataque os mais notaveis
oradores da cmara, Gi-kra, Sturn, Zylyckiewilz,
Lesser, Grocholski e Uecnbaoer, qua corabateram
o gabinle pela sua viciosa origem, falta de pro-
gramma e pela faciiidade com que se apresenta-
va a pedir autorisagao para a cebranga dos UnpM-
tos. A opposigo (oi bastante violenta.
A cmara dos seohores seguio o exemplo da ca
mar dos deputados, recusando-se a conceder
autorisago para receber es impostes a'm de ma
mez. Este resoltado j era esperado, pois, o Sr.
Schmerliog, no seu discurso inaugural, na va lan-
gado a lava ao ministerio no que diz respeiio le
fuudameolal.
O ministerio, porm, nao se desconcertoa ante
essa hostilidade, e, na sessode 3 de margo, o mi-
nistro da fazenda apresentoa a exposigao do esta-
do do thesouro, o novo orgameato e catres pro
ject03, canteado medidas detinadas a fac litar no-
vos recursos qae cobrissem os deflicits dos anhos
anteriores, que se elevavara a 30 milhSes de fio
rins.
J enta o parlamento austraco tinha approva-
do os tratados de commerco celebrados cora a
China, Japaoe Silo, e, entrelacalorada3 discassoes,
ia-se occapando com ama lei de recratamento,
A commissao respsetiva da cmara propaz o
addia-D'nto da disenso, mas essa proposta foi
regeitada pelo reichtrath, cao por |que qaitesse
dar am voto de conftanga ao ministerio, xas por
que nao qaeria perder to boa occasio de votar
ama lei reclmala pelo paiz.
Entre ontras disposigoes contlnha o projecto a
segainte, qae motiven algamas expansoes entbn-
siasticas dos unitarios :
1 E' o goveiCa novamente convidado a adoptar
as medidas necessarias para qne as torcas defen-
sivas do Tyrol e do Vorarlberg sejara atilisadas
n'uma proporgo' cooforme aos encargos militaras
dos o otros reinos ou paites.
Os depntados do Tyrol combataram esta dispo-
sigo, e o baro Dipaali pedio qae sa deixasse ao
Tyrol o cuidado de vigiar pela sna seguran;a,
visto qae os tyrolezes estavam deeidido3 a deten
der o sea paiz contra qaalqaer inimigo.
O bario Giovanalli disse qne a la asumbla
nao tinha direito de exercer aceao sobre a orga-
nisagao militar do Tyrol; e, convidado a explicar
o motivo qae o levara a qualificar de alta atum-
bita o reiehsrath, disse qae os representantes do
Tyrol ja tlnham por raaiioi modos declralo qoa
se achavam naqaella assembla no campo do di-
plomado, e acervsieatoa qa attribui a dasgrana
da sltaagao actual ara3 alteragio que se havia
feito naquelle diploma.
Estas p'slavras firam caudadas com rauitos bra-
vos ns direita e algans protestos da esquerda,
prodqzinlo urna scena desagradavel no recbs-
rath.
A cimara do3 Sr. da dieta la Austria leve le
reanir-30 a toda pressa para votar a lei sebre o
contingente militar.
O Sr. Schmerlior fe-se interprete do de3Conten-
tamento da assembl, acerca da regeleio por par-
te a*^'i? .c,,na'a de um projecto de lei qne a
cmara Ma ja havia viudo ummariaraenle, para
nao pwjjidicar es s-rvico- pblicos.
AJof-tW-Toraa pmrrriitamr'nwe sem "debate.
A lejpeito das tendencias do oirlamento, o go-
verno cada vez se ia ahitando mais dos centralis-
tas ; e instado por mu i la* innrp9llagoas no seio da
commissao constitucional do reichsralh, declaroa o
Sr. Hohenwanh qne reervava dieta gallitziana
o exama das que?i5es legislativas que at entao
eram da competencia exclusiva do parlamento cis-
leithano, e que .eiQelbn-ite resologao tomara com
relacSo outra qaalquer nacionalidade, como a
Bohemia, por ex.-inplo, se pcrvenlnra ella fTmu-
lasse votos anak gos -aos expostos na resolngio da
dieta de Zamber. ,
Os orgaos do partido allemfo, em face de taes
declarag5es, langiram a luvaao ministerio, pre-
sentaneo urna mecsagera de dearonllanca dirig Ja
ao imperador contra o gabinete Hohenwrth.
Abrise a discassao d'eisa raensagem, qae loi
looga a acalorada, e o ministerio, firme no seu pro-
posito, solTrea urna derrota, vendo o reich-rath
approvar a censura qu3 Ihe era dirigida. Desde
e^io ncou pronuncila a crise ministerial; mas
como na Austria essas crises doram s vezes lon-
gos mezes, o ministerio foi vivando sempre de
aecordo com o sea programma, embora em des-
hananli cara a naiona do parlament), que o re
alloal adiOQ, em quanto a nao encerrava deliniti-
vjmente.
Reanido desde 20 de evereiro o reichsralh ati3-
triaoo, funcciooou cinco mezes sem dar tregoas ao
ministerio Hohenwartli, cuja poltica combaten en-
carnigadimeote por lodos os m^os possiveis at a
meosagem de que Ihe resultou a suspensa:) dos
trabalbos.
A m da approvagao do orgamento, nada mais
fez o parlamento, qne, oao s protelou a diseussSo
dos projectos polticos apresentados pelo geverno,
roas tamDem nao se ocenpou cora os de iniciativa
ooramenie parlamentar, que alias erara impor-
tantes.
Ponco.dep.Ms d'estes aronieciraentjs o impera-
dor (! ixcu Vienna, e, acempanhado pelo Sr de
Benst, cbanccller d impeno e pelo Sr. Hohen-
wanh, dligi-sa a Gssteia e depois Salzborgo,
onde se leram as conferencias com o imperador
la Allemanha e o sea ministro predilecto, confe-
rencias de qa9 resultou o completo resubeloci-
mento das relagSes do< d ras importa? allemaes
A imprensa da ant ga confederago germnica,
apreciando a importancia poltica l'essas confe-
rencias, aaoifdtton-se diversamoute.
A imprensa fido-prnssiana nao Ihe ligou impor-
tanria de especie alguma, e re;ebea este acmteci-
mento cor toda a Maza ; a imprensa allemaa-
aastriaca aco.'h-w a noticia com urna verdadera
febre d>( enthusiasmo, esperando resultados im-
portantissirnos como um antidoto especifico contra
o pergo da presso flava ; os feodaes nutnram
a esperan^* de que em tsl conferencia se organi-
sari nma nova santa allianga contra as aspira-
gd*s libanes ; e a imprensa do partido lber. 1
e?perou que da confederago sabissem fados que
fizessem deti r a iovasio das ideas retrogradas, tan
to em poltica como em materia de canstiancia.
O g-rmanismo, nlgum tanto'adorraecido, desper
ton, e os horaens polticos maij '-raioeat"sdo par-
tido constitacicnal nao virara ontra .*a desilva-
clo liara a Austria liberal e constitucional, seoao
na solidariedade entre a grande mi patria e o ele-
mento allemio do imperio anstro-bnngaro. E' pre-
0, porm, descontar a parte qae leva nieto a
efervescencia devida aos grandes acontecimentis
que alteraran) a faca da Europa cen.nl, ainda
iae tal ff-rvescencia devia infliir forgosamante
na sttuig) interna dos paizes aaslriacos.
Km Brnnn, capital da Morara, tizerara-se entSo
manifestagoes germnicas, e essas demorstragoes
foram o s'gnal de om movimentn que creou rou
series eaibaragos ao gabinete Hobenwart, o qual,
compromettido com a autonomistas, nao podia sa-
tisfazer Ihes as exigencias sem violentar es direitos
dospatros partido'.
Nao era urna lula de principios politices a cam-
anha emprehendlda pelo gabinete H'henwarth ;
era una hita de ragas e nacbnalidades, na qaal
so agita va m, de ura lado os rnagyjres e 03 3'avos
d'a!;n Leith, e do cairo os 3!lemae? e os slavos
d'sqnrm Leith.
.No mei) d'essa lata, o gabine'e di-so'.veu as
dietas dasoito provincias cisleithanas de popula-
gao allemaa ou mixta, deixando entretaoto subsis-
iir as da provincias sla*as.
Esia medida levon ao cumulo o desespero dos
anstro-alleme?, cojo partido, denominado cconsti-
tocional allemao, publicou ura violenlissimo raa-
nifesto eleitoral, no qaal disse que se pretenda
destruir o que a grande iraperatrz Mara Ttiereza
e o imperador Jos crearam ba nm secnlo ; que
se quera desorganisar o imperio e romper a cohs-
titaicao, para com es pedagos d'esta assegurar o
poder aos reaccionarios e ultramontanos ; e tlnal
mente que se pretenda langa los ao> ps dos tche-
cos, dos slavencs e das entras ragas.
Desda ento desenhou-se eom. as mais vivas
ores o movimento eleitoral, tornando-se a Iota
muitissimo agitada, posto que desigual, e dan lo
assim a perceber qae o novo reich>ratb qae sa-
hisse das dietas nao representara raais a maioria
liberal, que poda e devia ccmdnzir a Austria sua
regeneracao poltica e social.
O gabinete Hehenwarl eslava, pois, ainda bera
longe dos seus tins. visto como a conciliagao entre
os elementos nao se achava ainda feila, e os direc-
tores do partido tcheco nao tinham certeza de fa-
zer aceitar pelos seas partidarios a concordata
celebrada com o ministerio.
Nao eram, porm, somente as discordias de roca
qne formavam o fondo do movimento ds entao,
nio ; os partidos oppostos se debatiam em todas
as provincias, e as divisos intestinas d'eslas nao
Ihes permitnam desfractar o triurapho alcangado.
Do outro lado do Leith os magyares seguiam
eom inquieta a'tengao todo o movimento da CisleU
thania, e desde logo, na eventualidade de saccom-
bir o dualismo, coctaram separar completamente
os destinos da Hungra dos la nova teleragao aus
triaca.
A Bohemia reclamava para si a mssma siiuago
da Hungra. A Bohemia foi nm reino separado e
independente, tinha a sua lingua a oa seas costu
mes e tradiess, a qaeria entrar no exercicio dos
seos direitos legaes, qae era ama existencia naci
nal destnela, embora sugeita corda imperial, e
tazando parte integrante do mesa) estado poltico.
Os allemaes da Austria accederam ? prelengoes
da Hungra, porque asta sampre leve existencia,
mais oa menos iodepandente, porque era ama na-
gio robusta e que poda prestar grandes serrgos
Austria. Porm ni) viara com tio bons olhos as
prelengoes da Bohemia, qae era nm estado menos
importante, que esteva j qaasi incorporado de
todo e-fundido no imperio austraco, que nio era
tio grada* nem tio forte como a Hungra, a ond;
a raga slava eitava resela! com a allarali.
D jraais, sa tal acontecis*, o exemplo da Boha
do urna grande parte da sua popnl3go de raga di-
versa das allemias, tambem reclamaran) a sua
autonomia. Os austracos receiavara qno e3tas
successivas concessoes acabassem p.ir esphacelar
de todo a monarebia
O ministerio cisleithano, presidido peio conde
Hohanwarlh, aecedeu s preieng5>s dos tcheco?, e
aceitou o compromisso (irop'Sto pela dieta da Bee
hernia. O partido allemo, porm, fazenda repon-
sar h su?s prelengoes 110 chanciller do i imperio-
o conde de Baust, descsngou que esso plano nao,
ira por diante, visto como dijia-se oe este esta-
dista era adverso conciliacao com a Bohemia.
Por esse motivo dea se*lego como em crise o
gabinete cisleithano, crise que se disse aggravada,
nao s pelo facto de ter sido victoriado pela mu-
tidao o Sr. de Beust, na anversidade de Vienna,
onde foram apupados dous ministros, mas ttitbem
pelo facto de urna sublevagao em Ojalive, as pro
vineias confinaras, posto que esta sublevagao fosse
logo>suffocada e nao tvesse raizes politi.-a?.
A' tolos esses fados juotou-se ama recrodes-
cencia do movimento religioso entre fofallibllista?
e anti-infallibilistas, e o ministerio, realmente aba-
lado por tantas causas accurauladas, costou a
manter se no poder, e s o ple fazer forg da
sacrificios enormes, que rauilo contrioniram para
o gastar
Entretanto no da 14 de setembro abrirara-se
todas as diet&s provincaes da Cislethania, excep-
.11 taita das da Gallitzia, do Tyrol e de Trieste ; e
o giverno apresentou-lhes as rarrdificagoes orga
o i cas u contava jntrolujir na alia administra-
i2.i, assim como Ibes dea sciencia da3 prop islas
relat vai ao rgimen eleitoral.
O sysiema de abstengo^ manifestea-se largas
as dietas, algumas das quaes oo poderara fnne-
cionar por falti de numero ; e a nica que ac-
Ihe o cora sali-fagao as communicage3 do governo
fofa dieta de Praga, visto como o governo preen
cha com ellas todos os v tos d03 tcheco?.
Efectivamente na dieta da Bohemia foi lida urna
mensagem em que o imperador manifeston o de-
sejo de que se tllectuasso am prompto ajaste en-
tre aquelle reino e o imperio, reconhecendo os di-
reitos d'aquelle e a sna autonoma, e mostrando se
disposto a reiterar este reconbecimento no acto da
soa coroagao como re da Bohemia. A meosagem
convidou a dieta a deliberar sobre as bases de
urna constitugo especial para aquello reino, sem
infringiros direitos aosou.ros reinos e provincias
da raonarenia.
Os membros allemaes reliraram-se da dieta pro-
testando contra a sua Uegalidade, cujas preroga-
tivas aflrmaram ter sido usurpadas pela cora. O
mesmo fizerara os deputadoj allemaes que se
achavam era minora,as dietas da Moravia e da
Carn-.ola, tomando por pretexto a raaneira do pro
ceder e os manejos illegaes do governo. Ja se v
que o partido allemo se linca combinado para
ter era toda a parte o mesmo procedimento sopra-
do pelos directores do partido era Vienna.
As bases da nova lei eleitoral foram as segra-
les : A eleigo continuar a ser per classes ; os
representantes do comtnercio nao sero eleitos
pelas associages comraerciaes, mas pelos nego-
ciantes de maior vulto od qae pagarem maier
centribaico indastrial. O povo dos conselhos ru-
raes e urbanos leria maior numero de representan-
tes, porque seria mais baixo o censo, isto (icaria
sendo de dez dorios as cidades prineipaes, de 8
as de segunda ordem e de 5 nos conselhos ru-
raes ; sa capital seria de 20 flori as como na lei
antiga. As eleiedes seriam directas. as provin-
cias, da nacionalidade mixta, oscollegios eleiloraes
seriam organlsados do modo mais bomogeoio ue
fosse possivel.
Miis do que nunca prononciouse eolio o mo-
vimento centralista contra as ideas autonmicas e
federalisiis, e as dietas e na aprensa a dis-
cusso aielou-se extraordinariamente, sem qae
cora iss 1 todava se inquielasse o gabinete Ho-
henwrth.
As dietas da baixa Austria, da Styria, da C'.Tin-
tina e da Silesia votaram protestos enrgicos con-
tra a poltica do giverno, qoe chamaram :n-
constitaciooal. As diatas da Morara, da Dalraa-
cia, da 'iallitzia, de Ti este, da Istria, e at da
alta Au-lria votaram, porm, raeosagen3 de con-
fiaug, p-sto que cheias de cmdigoes e centra o
voto aas minora.', que abanlonaram s sens la
gires. Fraalmeqte as dietas da Bokovina, do
Tyrol e de Varalberg a maioria volou mensagens
de conrianga, ao pa3o que as minoras votaram-
as descnfiarca.
A Huogria conservon-se neutral a esta ques-
tao ; nao podia ser contraria s nacionalidades,
pois qae eraaejse prioeipio que devia a sua au-
tonoma e a conquista dos seus direitos cousiitu-
ciunae?, mas tambera nao era contraria aos prin-
cipios liberaes que formavam a base da sua ceas
ttuiglo partic.ilir e das leis qne tem promulgado,
nem i actual constitugo austro-hngara que era
o pacto que garanta a sua autonoma, como esla-
va constituida.
No meio de 'ao encontradas opinioes o partido
centralista alinalo, opposto 3 nacionalidades,
qaiz confundir a sua causa com a causa da liber-
dade e do progresso, accaianlo os federalistas de
terem como alnado os reaccionarios.
Desgragadamente os tchecos eusuberbeceram-?e
ctuito com asna victoria, e, na mensagem em que
resumirn) saas prelengoes em artigos fundaman
taes, estabeleceram condigoes que importavam na
dssolugao do imperio.
Segundo essa3 condig59s a sitaagio da Hungra
s tornar-se-hia legal depois de constituida a Bo-
hemia ; o reicli-n-.tri da Vienna seria apenas urna
reaoiao de delegados das dietas com poderes mu i
restrictos ; e a cmara dos senhores nao seria
mais do que ura senado consultivo. Em al tio. a
analyse a Bohemia propunha o desapparecimento
da constitaigao de 1867, e o destacamento do im-
perio, qoe seria substituido pelos estados unidos
da Austria.
O conde de Beust, qae at eolio se tinha con-
servada em expectativa, interveio, oppondo-se a
lae? pretengSes; e, auxiliado pelos outros minis-
tros do imperio e pelo presidente do conselho da
Hungra, o Sr. Andras3y, chamado para esse fira
Vienna, pooderou ao imperador qae taes com-
binagSes erara irapossivels.
O imperador Francisco Jos deteve-se ento ; e
o conde H>hen\varth, interrompido assim na sua
poltica, solicitan a sua e a df-missiod) seo mi-
nisterio, demissao que Ihe concedeu o imperador,
eueirregando o Sr. Kellersperg da ftrmacao do
novo gabinete.
Cinta assim o panno no prtmeiro acto do dra-
ma poltico de qae a Austria era theatro, sue-
cumbindo a poltica federalista do gabinete Ho-
henwrth ao peso das pretengSes da Bohemia I
No tnesrao instante em qne o conde Hohenwrth
jalgou sleangar um triurapho completo, vio ba-
3uear a soa obra, construida com innmeros col-
ados e atravez de negociagSes e agilagSes de toda
a i-orte.
Como qaer o conda Aodrassy, presidente do
gabinete hngaro, tivesse tomado parle nos acn-
teciraentos que produziram a queda do gabinete
cisleithano, na dieta de Pesth foi esse ministro in-
terpeliado severamente i tal respailo, e, tendo oc-
caso de jnstiflcar-se, nio eocaroa a aoesiao dos
tchecos sanio palo lado dos intenses di Hungra,
3ae se achavam amaacados pelas exigencias da
ita da Bohemia e de outras dietas federalistas.
A irnpransa centralista racdaraou entao um po-
der forte, is.tr eapaz de curvar todas as vonta-
lea ceotralisagao ; a, aa puso qoa algans jor
ma despertara as >robicas da aniros estado?. \ ata, reeiaoj-:.aspira*, pediram um ministerio
mais n-eqaeoo! e maoo3 martan'.aa, ai4'4a?s, *erj 19hdh*)r, ^^odjasarfprc^j'iir na obra do oot)
de Hohenwrth, devidamente modificada, 0$ ar-
pies tchecos vomitaran) f-go e chaunas costra o
conde de Andrassy. quena reprovarara terem abor-
tado suas esperaog?.
Entretanto, o conde de ivallersperg comacou >
trabalbar pela organisagao de um ministerio i
conciliario, mas ante? qne essa combinado n.
nisterial e-tve.sse formada, o conde de Brasi.
chancellar do imperio, e ministro de e^trangeires
do ministerio comraum Austria Hungra, aoiici-
tou dami-so desse duplo cargo, deixaodo e.-tn-
prfactos os espiritas ante um tal desenlace iatja
pirado.
(J imperador conceden a demissao pedida, --.
como para remunerar os servidos naes d illos-
tre estadista, dea-lhe um assent na cmara d *
senhores de Vienna, e uorneiqu-o etnbaxador ua
Austria em Londres.
Nos coco annos decorridos depo.s los aconteci-
menlos de 1866\ o Sr. de Beu-i prestou relavan-
tissimos servigos ao impenc, ja com a .-na desire-
zi e aciividada diplomtica, ja com a tctica tio.>
decidida cem que negiclou, e por lin i.bteva a
couciliagio do imperio om llangiu. A' ellr,
somente elle deve a Aa liria a reorgauisaco do
seu estado poltico, alraioi-irativo e tioaceeiro, de
pois do desastre de S-di w..
Um dos principaes elementos de torca para a
Austria foi inquestiooavelmonte ler ?abita manter
sem grandes abatas, durante cinco anuos, o mais
complicado edificio poltico de que ba memoria,
que a oa-tiiuirlo ausiro-hangara cun os seus
dous raioisieros dslinctos e am coniroua, lodos
respoosaveis; com os seus doas p-.tla:neutoj, cada
um de duas cmaras; c ,m a ielega;ao commom :
e cora ura sem numero de dietas, que sao umbeot
parlamentos era menor escaia.
Esse rebultado em grande parte f'i devidoa<<
conde de lleu-t, e bera possivel qne a sua de-
missao importe para a Austria na impossbilidade
de conservar por milito tempo um edificio to
demasiadamente complicado e de ca-trurgio ta
malmdrosa qae antes ura modut vioemat enge
ohoso para raanler unidos os estados da proce-
dencia e ragas diver>as, no sea proprio e no in>
teresse da Europa, do que urna organisaga >
poltica assente em bases estavtis e durad raas
A' proposito dessa damisso do Sr. da 3en*t.
diversas verses appareceraoi atiribuindo-lhe cau-
sas mais oa menos polticas; mas de todas estos
que mais apoio obteve na opiniao foi a qae n: -
livoa essa retirada dochancelier u'um resfnaman-
to entre o imperador e o Sr. de lieust, pro venien-
te de terem as (ardas observ.--.goes do ministre so-
biea queslo dos tchecos coliocado o imptrador
era falsa posigao relativamente poltica.
Como quer que fosae, o imperador deu por
substituto ao Sr. de Beust o conde de Andrassy ;
que seu turno teve por successor no governo
de Pesth o conde de Lonjay.
Por essa forma boa ve urna ir plica calta minis-
terial na Austria, recompondo se ao mesmo lem-
po o ministerio commnm do imperio e os ministe-
rios especian da Cisleitbania e da Hungra.
O conde de Kellenperg, porm, nao pdenlo
organisar o gabinete cisleithano segundo ia .-o-'
vista?, e tendo ara programis definido e certo.
deu por linda a sna missao, exonerando-te delia
peranto o imperador, que entao cbamou o princi-
pe Adolpbo Auersperg para esse tim.
Em Vienna nio se desesperen de fazer ccraoi-
nagSes no sentido de chegar a urna nova conc.
lia gao, e para tal supposigao dar aio o faeto da
ter a dieta tebea enviado o rescripto unperiil a
urna commissao que poderia, uo sea relatorio Bra-
tivado, offerecer novas bates una iransarga1.
Essa esperaoga, porm, f i bem cnganido.-'.
visto como a dieta lebca resolveu antes de seja-
rar-se, nao mandar deputados ao reicnsraib, a es-
ta facto desde lego iodicou que a dieta na r*rafa.
nio se qaeria conciliar, depois da derruta porau
passou quando eslava ira vesperas e eocstfj':
o reconhecimfnto de sua autonoma.
Com o fira de obviar aos inconvenientes reb-
lantes de tal acto da dieta da Praga, o govar o
cisleithano intermo detersomou qoe futiera leHaa
na Bohemia eloire? directas para o reiohsratr.,
e esta medida, causando pn funda sensaco dn
deigc.-to aos Ichcos, ainda mais foi augmeutar i'.
suas iras contra o qaa ia pela Austria, relat-.
menta i nacionalidades, posto que o programo*
do Sr. Aadras-y fosse todo de paz o de eoacordu,
mas nma paz e urna concordia ao modo do n 1
presidente do gabinete austro-bungaro.
O principe de Auersperg, depois de slgona
difflculJales, conseguio finalmente organisar
gabinete cisleithano, conservando o m-ni-tro ta.i
ftoangas do ministerio anterior. O ?eu progratc-
ma, tragado de auti-raao pelas ideas por elU
tidas, rednzio-se a um justo meio t-.rmo entre
centralismo e o federalismo
O principe quer manter intacta a eoMtttuigo
austro-hngara, concedendo entretanto urna c?r
exiensio autonmica s provincias, sem sahir 1 >
limites conatitocionaes.
Elle decliroa que admittia nm arrsnjo c
Galliaia, tea qne o recasava aos ichcon. a !
terminou a dissolugao iraraeata das dieta4 !
alta Austria, Morara, Bnkovioa, Carnivta e ".
rarlberg, coavocando as novas dietas para 1? I.t
dezembro.
A opimie liberal moMrcu-se alversa a aese pr
gramma, declarando-o iocapaz de resiabelee-;
conflaoga, a estabilidale o o aecordo ent
povo da Austria, traba1 jp.los incessanto.,
innmeras tendencias dissolventes.
Emquan'.o o novo ministerio cisleithano
tregava pratica do sea programma, fazenda -"
tir a a sua aegio sobre a tfohemia, onde estah-.-.*-
ceu o imperio da forca, o conle de Aadras-y. .
guindo a tradiegio diplomtica, dirig) s e:a^",l
xadas e legagoes austracas no estrangeiro --..
circular cootead) o sea programma, qae, s? reu
mi na declaracao de querer conlioar a pola; -
seguida pelo seu antecessor, o conde de Baas'.
nao tomando por guia seDo os inter^ss*? v ue
do imperio, coja forga era urna nacetiidade par.
o equilibrio europ).
Qaanto poltica interna, o Sr. Aodras-y r-
menos explcito, e couservouss n'ama rwar*
vaga, manifestando todava conflaoga nos sn e*
tarcos pela conciliario.
Essa circular foi geralmente recebida com agr
do, visto como nella vio a imprensa austraca >
allemaa urna expressao sincera e leal de urna po-
ltica de paz, tanto mais acolbida e almejada quan
to, em certas regidos polticas, ?upppoaha-se qu
o aotigo presidente do gabinete hngaro era incli-
nado disposlgoes hostis eom referencia m
Oriente.
O novo gabioe'e cisleithano,desda os primein
das de sna existencia, aenop-se faca tace con.
as mesraas difflculdades contra as quaes latn sv<
predeeessor, sem poder vence-las. E* verdade qwa
elle insereveu no sen programma qne nio satn
dos limites da constituido ; mas eertatnente <.li-
ser forjado transigir com algamas naeionali
dades, tendo em vista as tradcoes histricas, uiuj
vez que sar-lbe-ha impossivel caminbar por outra.
forma n'um paiz conslltuido por alaaaanios aa
rogenaos, por povos diversos, fatalmente agita a. -.
em orbitts divergeotes a por aapiracdss difciUmaa
de conciliar.
As ultimas noticias do imperio dio a provm
cas, cujas dialas foram dissclrdas, preparaolo
se para as eleigSes das novas dietas, de cojo aai
deven sahir os deputados do rei msrath aastritee
Por toda a parte, na Austria, nouva-se, ao '10
dar o anno as niesmas agUagoes, aa masaw.'.
crasis angustias, sqq cujos anspcku abri aa o
anno da 187 \,
X
0110
*


**
13 4L1 etiara <* ^Tftami>g1c l~ Sexta feira 5 d Janeiro do 13'. 2
|


O p'ohlera* zigantcsen da Austria, a condlia-
$io dos mltiplos variados interessei.ete 4ver-
so* povos congrega lo- no imperio, eis ainda a su-
prema qu**tio de viis oa morie que ao doto as-
no lega o eeite W71, a ritos refl^ciido* da monarchia de Francisco Jos,
os qoaes vera nesse diffl:il e intrincado problema
todas as posibilidades para uto espbacelanSento
do nltiroo pedazo da Acmanna do Sul.
I1 ira a Austria, p .is, u novo anuo comer;, \ mi!.
Deas qaeera, porna, qne no interewe de todos e-
povj? allemis e nao atlimin o imperio de b'ran
cisco Jo. termine a crise qa est airavetaand
desde 1866, jahindo della fortalecido pe unii"
federalista dos estados, previamente fecioheciden
independentes, como hoje a Hungra.
M KA MARCA.
Ni ann que lionlem liudou a qufs ao que mal
prendan a aiiaecio [lablica aosseandinavos da D-
namarcha foi a velh qie-to do ScheJswg do
Nerie, de que se acha de posse a Pru< gos annns, sem ontro dtreilo [ara isso qae a pre-
potencia qae ella so* sempro empregar em nego-
cios de augmento de territorio, como acaba de o
provar apossanilo-?e sclv.geinonte da Alsaeia e
4a Lorena.
O S:beleswig do N re escencialraenle teaodi-
oavo ; mas a Prussia, sonhiado all um povo de
origeui germnica, tes artes empregra, que, de-
pois de dputar petas armas a pose desse. terri-
torio Au-tria, empolg >u o pela eesso f oread
que Ihe fez o imperador Franciso Ju-em 18tl*i,
em ama da< cKusuUs do tratado de Praga.
Nesse tratado, porm, a Franca coos-guio qu"
fj**a lacnula a c indicia de voiur o Scneles.Wig
a Dinamarca,.se cor um voto livre os perol d-
te territorio uwstrasetn vontade Je se Ihe quere-
rem unir.
Come quer qoe bouvesse deseuido em Aiar-ea a
data para essa manifetajao, Pros-ia, aproveitan
do-ee desta circuin-*lanc;*, len prot-lad-> constan-
lemeate consoltar a vonude dos e3ndiaa*e* d.i
eh-'lewif, e, de-neitodas reclamacoes dos sig-
natarios do tratado d* Praga, anda hoje c-ra em sen poder wse territorio, qnj ella procura ger-
manizar tolo cusi, n:anlo d-s mal re rteore-
para itrodoztr a tinga* e os costuraos alienases
M populaeito.
Qaando reheritra a guerra entre a AHeinanha e
a Franca, a Pru-sia, reeeio-a da que a Dinamar-
ca se ingeriste na luta, e no intu o de chama-I*
ao campo neutro, promet u-l he reMi.uir o Slle-
les* i, logo depois de asignada a paz,
A Haaaarca, nao oh-tante achir-s.^ em con-
di{5--.-> de inquietar sena e cruelm?me a sua po-
derosa vtsuha, resigoou-se a una poltica ti i n-u
tralilade especiante, e soube raanter sempre es-a
nentrahdude com o maior rigor, cotuerMdo-s
embi harmona com todas as piieocia, le for-
ma i nao despertar a menor qneixa da IVassia.
Pinda que fol a guerra franco all^nia, a Di-
namarca repr em p de paz o sea exereito, cu-
jas deepezas Ihe linham ag/ravadj as fmiDC*\ e
esperou tranquilla e ealma o caaiprimento d.^ pro-
messa.
Entretanto at hoje tilo consta que a Pru'sia
tenha penalo na restimicao que est (tingada
ii -I) trata I > de Praga, obrigaei) r^n>vi Ja pela -u*
pslavra, ma que ella ha de f.igir como tem
xeropre fgido dos seus ciaprouussos de honra
com o cynistno proprio daqaees qu oun:a sou-
beram, qu? na > s.ib-*m respeitar a liiierade dos
poros, que desconhfcem as leu da honra, e i
principios era que repousa o dir-no da* gMites.
ella alopton varia medidas, ten lo por ttm aug-
menUr as lihrdadee pnbl c* e cercar de garan-
tas o direiio dos povij.
A regeicao da mocu agradon, porm^ ao re,
como era natural, e da alguma forma servio de
lenitivo dor por qae saa magestade pasaou, veo
do snccumblr em mar mu hsr, Alba do principe Frederleo, doe Paites
Baixoa.
Doaa questoes, orno ja ouwenos, preodJam es-
peciafcnente a atteccio do re: o evo (acto ne
uniio entre oa reino* candiiavoa e a oifanisacio
do exereito.
S por um lado a Horneg era adversa i es**4
pacto, por ontro a Soecia ei contraria i.-uova ox
i?m, esaa soeielaK annuncia-se promettedora de
l'tuofltftM e dispensad ora de- irwUacio.
.'.>sia4 q, **lesii < tn.uda nada, a.i ea'iiir
u sanrpaasoa (reos e incertos na vua social, a
apcMlade LW)ro da Verdade, ja se apreseau
cinaagraade a,saa auspiciosa appari^ao pelft-li-
bertaylo 4e ama crianza escrava, de nomo Julio,
com quaire asnos de idade, a quera o Sr. Jarme
Eneas Cee da Silva, presidente da aociedade,
iez entujfa di.jyto de liberdade m mato da geral
Commocii de iyo o auditorio.
A se.-siio til. animada, e diverias oradores das
anici;<3es eaaviUa la, como aocie- d'essa inali-
Uulcao aiiit|*)SJlaram-na com seas discorsas.
Paraban* a tuUteir.i da Verdade, que tl< Ho-
za niaaean ralllUr, p*iso ajaa grandes.onus Ihe- qa*lemtajD> prinoipia advogaado a caridad*, e
111.unham D*>is de a|itadisi*as discuL--? na-
cmara dos respectivo* re,.oram arabas antas
ideas regeitadaa, e en duplo cWqaa abalou ee
sideravrlioenw o aoi.no da re, que o si roa o
sea resentimeoto io dlscorso que pronane >a por
ocjasiio do enerraraento do trabalhos legislati-
vos, fazendo ?enttr a urgencia da*Jef jrma militar,
para tratar da qual raencioaou que convocara no-
vas cmaras.4 _,
fKTecifvamenie f&rara Mira? convocadas para 1
de setembro, ditendo o ref uo decreto da e m*U-
cao qas para cumprir o dever que Iba incumb.a
de velar pela segaranca do reino e dos seus ha-
bitantes, e oa persaasao de qae o povo reconbecia
como elle a neceewidade de prepr*r-e a pai
para resistir as tempestades que o futuro poda
trazer ; os e>forros feitos por ella para organizar, segunto
aa forcai e deenvlviuienu. do paii, o sy.-tema de
defea do territorio, de.ci i que a quesraq relativa
a e-se tysleroa 'sse a uuica sbbmettida delibe-
raco do reickslag
No dia preflxado abri o re a cmara sueca,
dizeodo no sen discurso que a primeira das qnes
toes era a da defez nacional, para urna najo
cuja liberdade dau de lempos immerm riaps, e qne,
liga a maior importancia e apreso sua mdrpen-
dnci3. S. M. accrescentoo, qae sem davitaos
deslios dos pnvas dependen da Deas, e qe
o paiz mais ce (licado i juelle qao meihor ob-
serva o: preceitis religioso*, ms qu" nenhama
nari pola manter a sua independencia sera ve-
hr"por ella com solicitude eabnegaco. tAinse
co descuidosa nao di a f.irca que resiste m
hora da provagao. Na historia dis nagoas ara
anco ple ter iramensa importmeia e p.-rigo-
t so deixar para as facertezas de amaubia o que
se jle fazer hoje.
Gonsiuio o re Cirios observan lo que ah re-
solana para os raembros da asembta a satisfa-
tao de lerem cumprido o sea dever e para a patria
feheidade e segura}!.
As c imaras entregaram se desde logo adiscns-
sao d: medidas proposlas, e a primeira, a cama
ra alia, aduptou-;s por aaanimidade de wtos. Na
r- gun la cmara, poim, um novo ehqne suffreu
o governo, visto como, depois de aolorados de-
bit"s, pssa cmara legeitouss propostas milrtares.
Em r.ce de tal aconteciaoeul\ o gabinete de S:o
i-kilmo resolvea deraUtir-se e soliciloa do rei sal
exonerado ; e Carlos XV, eomprehaodendo to e
o aiemee de um conflicto entre os podere- do es
lado, e nao quereodo provcalo, conceden a de-
miso pedida, danlo assim urna soiucao consti-
tucional crise determinada pjla attitude da c-
mara.
Por essa f rma foram, pro,'adiadas para o ?nno
iue h ji comeca ambas as questSes que ua Sue-
ongsdig dinaraarqnez aiguns deouiados oc- cia-uroega mais prendera a atteuc^o djs poves
raparam se com o assumpto do S:h"le-wg do
N-irte na sefao do anno lindo, mas tem ouira al-
guma vaotsgetn qa sentirem a dr de ver a pa-
tria ssiira desmembrads por urna violencia n
qial.fl:iv-l, sem outro n-sittado que lavr?rem
mais um pro'esti contra a usurpafao prussian.
nsurpag) que sem dovila coitinuir adishon-
rir o governo de 'Berliro, o qal nao mos'.ra ne
rnam desej i ds f.uer um re?tituicSo, qne, etfbo-
ra tsrii.1, seria bem acolhila pela opraiin publica
da Europa.
A Dinamarca proseguio no anno linio na n
obra de civili-aco e de progreso, cirando RQt
s-ri'mente de. melh'nr a mi legislacao, e de in-
roluzir no paiz es benefi-:o rael lorameoios que
i itenciatem prodigatisado snese a industria,
< jfsenv.ilvenlo o sea progresso material por
wio de todos os mehoramentos molerno*.
A guerra frnnco-aema obrigiu-a a enormes
s -riflcio i>ara conservar n:n exereito tal como
Ib'o aconselhava a sua psifi.i na Europa. L"g
qaa ce?4oa a Iota das duas grind^s p deocias, e la
'ortoa esas depr.zas, e por meio de medidas
itera pensadas pricurou fazer desaparecer do seo
orcamento o dficit que o assnmbrava, gravando
aioda mais as criticas ciream?:aGcas do sea Ihe
soaro.
Alguns milicianos do Sche!-sw:p, pira se uh-
trabirem ao serrici mi'itar prasTDo, refugiaran)
se no territorio incontrovero da Dinamarca. As
autoridades prj'sisnas pediram a extradicjaj do*
refractarios; ras o gahineta de Ompenhague, de
qae chefe o Sr.de Holstein H)!-tember, nao
q i: admitiir a extradi^au, baeeaodo-se no tra
lado de Praga, qne autonsa os habitantes do teih-
;o.io cedida escolherem a sna nacionalidade.
A Pmsiia, porm, nao desisti do seu inteoto, e
fita questo foi discutida dplomiticamecte entre
:, gihinetes dos dons paite.
ADinamirca g>za hoje de urna pwieao bem
lrmada, rehtivamente ser om paiz liben!, onde
o cHtedao vive crcalo de tolas as possivei*
firantias de independencia civil, poltica e re!i-
fioaj).
J anno nad) ella desfrq?toa ^o^pleta paz, tan-
11 no interior coraj no exterior, vendo ao mesmo
:-.ioao flarescarera as snas po-seS'5es, qsr as
Antilhas, qar na Groelandia, qnr anda nals-
lanlia e as unas Fovoe, at as qaaes lempf* se
- i endo a mao protectora do sea goverao libera! e
lastrajo.
SUEP.IA E SOnUSGA.
O pacto de nc-iai que, n) iaieresje proprio do*
povos scandinavos, aevia e deva igar mais in'i
mmente os reinos da Suecia e da Noruega, f\
arada, no correr do anuo de 1871, a maior pre-
iisftnpacao dos espiritos na reninsal, o maior
anbta da dyaastia de Carlos'XV, que prosegue
Ve-ssa idea desde longos amo', com urna pers-:ve
ranga ofatijava!, com umi vrdidelr dediCiga:'
*eo limites, por ara fado que a^tes em beue-
ticio dos sens subditos do que no seu proprio in
teresse.
Qaando o rei Cirios abri em ?0 de jaaeiro a
iota sueca, nao Ihe esqaceu mencionar no sen
discarso essa aspiracao iDce3ssnte pela intima, li-
gicio dos dios reinos, Sroiaedo-a n3 necessidade
t> reorganisar o exereito e forfcflccr e armar o
paiz, para o fim da maonteiicio da nentradade
armada, como Ih'o prescrevia a sitnacao da Euro
pa, e para o ca o eventual de algum conflicto.
N'esse diseurso o rei annuneion ao parlamento
qne seriara subraettidos ao sea exame diversos
projectos, entre os qnaes a reforma militar, teado
por base a nbrigatoriedade da servico, urna pro-
posta creando um imposto com ap?liC3eoe-pe:ial
as fortificacies e ao material de guerra, e bem
assim ama reforma no systema monearlo.
Tedas estas medidas, se tinham o cuaho especial
' da poca, hto se se ligavam as ideas geraes da
Europa sobre armamentos coasideraveis para as
eventualidades de ama gaerra com qae todos so-
nnavam, tambem certo qne eontribuiriam pode
rosamente para approxiaar os dona reinos, apor-
tando Ihss os tacos de anlo e levando-as a urna
identidade de institaicoes, qae sem davida se
ra a maior garanta da Independencia da penn-
sula.
Na Saacia as aspiracoes do rei erara geralmen-
fe partiinadas, e todos o* espiritos ali'ados rcq
nheciam a necessidide de cimenur pereilamate
a oniao dos ruaos em que resida a hrc da p:>
oiasola. Na Noruega, porm, estes sentiraenios
nao erara partilhados seoao por alguns borneas
cotaveis qaa tinham e tem por Labio por o inte-
resse da eommaabao cima da mesqainnot mte-
resses individuaes, qaa prin: pilnenie se ligam a
ama tradiccaoprejadicialissiiaa ao> povos -candi-*
na vos.
Como qur que (osse, a coramissao do Stcit-
faiag oorueguense decidi desde ojo regeitar a
revisio do pac* da oniao, e despeilo do esfor-
90a-do rei e dos polticos oe-vis, nada j possivei
conseguir no saudo d'ea t almejada approx'-
ma^o dos doaarainos.
N cmara naca, aotrsunto, qaando se taeuiia
o arojecto de le sobre a -reorganisacao oaiur,
urna aoeio fei apresenUla, teado por oojeeto inp
priasir o art. 13 da cooMitbicao, o qaal coaere ao
rei o Jireito de fater a gaerra e tratar a pac.
Semalhante p'opost* prodsle um eaoqae iramen
o na cmara, e esta, depois de om renfatdo de-
ca*, jntgoa darer reglala par ama imauasa
maoria.
inqnetioeavelaiil* a reforma propot ara li-
beral, visto coma a. di rei te da taaer a gaarra e
celetrar a p;u 4 iageait naeao, e por conie-
qoeneia so deveser de aleada da seas legtimo
repr**eataaie etoearves; aasim, pois, a regelco
da proposta achoa se em desb^rmania com oalros
actos da cmara, eapecUltsente em 1970, em qae
da pennsula, que, despeilo dos esforgo do rei,
se vem aind* dhtanciados por uiDa dissemelhan-
c de organisacao, prejalicial aos seas mataos In-
leres-es, com relicao ao exterior.
Ao Bular se a aun) da 1871 a Sucia-N iru'ga
go'ava, no remanso da paz, de todo os frucw co
ibidos pela activilaie dos povo* 'avos ah con-
centrados, e prepara va se para novas esopanbas
parla monta res, lando por bjacto o engrandeci-
m.nto do* dous paites unidos sob o sc<:ptro de
Caxlo XV.
Eese riigrandecimeoto por-n, f ser r*!
sobremodo prometledor para todos o* povos da ra
ca Slava qaando os dous paizes se ligarem com
oleamecte orno almeja o rei Carlos, e assim, of-
ferectufla um ceotro a:tra:tjvo ats outros Flavos
submutd s Kaesta e i Austria, poderem des-
pertar !hes r sentimfnto patritico em prol do um
regresso as antigs tr^dicoes unionistas de toda *
raca.
Ver esse resultado o anno d> 1872 f E quasi
perro mido cega-lo ; entretanto nao imrossive! a
rrali-acao d'esse dnideratum.
( Contitiuar.-sc-lia.)
PERHAMBUCO.
SEVISTA DIAKIA.
AlTORIDADES P0L1C1AE5.-P r poriarias ds
presidencia da provincia, de 3 do correle, .ram
mineados :
1, 1" e 3' supplenti g de delegado do distric
to do tenno do Recife, Drs. Pedro oa Alboquerque
Autiao, Jo- Maria de Albuqoerque Lacerda e
Augusto Carlos Vaz de Oliveira.
1, 2 e 3 supplanUs do sub ielegade d* fregu
zia de Santo Antonio Joao/iim Jo.- da Abreo.
Manoei Antonio (Joncalves e Manoel Januario de
Arruda.
lc. i e 3 supplentes do subdelegado da fregoe-
zia de S. i >sVicente Licinio da C03U Cam-
pello, pedro Anreliano da Cruz Muniz e Jos Lopes
Das
Io, i e 3" supplentes do subdelegado da fregu
za dt> AfogadosTrislao Jacome de Araujo, J.is
Lucio Lins e Manoel Gomes Pereira Guerra.
f, 2 e 3* supplentes do subdelegado da fregu-
zia do Poco da PdUeilaJos Camello do Reg
Barros, Thomaz Lins Caldas e Jjs Francisco do
Hego Barros.
I, i e 3 supplentes do subdelegado da fregu-
lia da MagdalenaJoao Ribeiro Pessja de La-
cerda^ D Jphira Lins Cavateaote Pess.t e Jos
Elesbao Borges Ucba.
1*, 2' e 3* supplentes do subdelegado di fregu
zia da VarzeaIgnacio Aves Monteiro, Francisco
dos Santos Vieira e Jos Mandes Vieira.
GUARDA N ACIN AL.Por portara da presi-
dencia da provincia, da 3 do carrate, foratn no
meados para o i i" esqoado da cavallaria, do
municipio de Buiqae, te iente da 1* cjmpanlia o
alfares Jiaquim Epipbaoio de Mello, e alfares o
guarda Aatonio.de Alinqaerque Cavjlcante.
SECRETARIA DO GOVERNO.Os empregados
da secretaria da presidencia off-receram hdotem
ao Dr. Adolpho Limenha Lins, "cfQ-'al rriiior d?
mesma secretaria, a Venera da imperial riem da
Rosa, com q e o governo imperial acaba de con-
decora-lo, a^mpanbada do segainte offlcio :
Iilm. Sr. Dr. Adolpho Lamenta Lins.Os
abaixo assignaos, etnpregados da secretaria da pre
9idencia,desejandodar V. 5 urna pro va da estima
que Ibe consagram pelas qaalllade dlsticlts,
qne ornara V. S., e pelas maneiras delicadas e
urbanas coro que os tem tratado, qnr como che
fe, qur como particular, pedem 1 V. S, se digne
de aceitar a Venera, com a qualreconbeceado o
mrito de V. S., quiz o governo imperial condeco-
ra-lo, esperando qae a aceitara, nao pelo sea va-
lor intrinseeo, qae nenbum, mas como urna de-
monsiracao sincera do apreco e sympsthia, que os
abaixo asignados Ihe consigram. Recife, & d?
janeiro de 1872. Joo Valenlm Villela, JoaoDi-
niz Ribeiro da Caoba, Luiz Salazr MoscOso da
Veiga Pessoa, Joao Vieira de Aranjo, Firmao Her
culano Baptiza Ribeiro, Manoel da S qielra Ca-
valcaali, Jos Odiloa Aunes Jaiome Pires, Maano
AI ves de Araujo, Manoel Jos da Campos Barbosa,
Manoel de Miranda Gito, Paulo de Aibuquerqqe
Gama, Joaqum Leocadio Viegas, Silvino Antonio
Rodrigues, Levino Augusto ds Hoanda Cnaeoo,
francisco da Lemos Duarte Jnior, Clmenlno
Philomeno Hueriques da Souza, Joo Gouc.lves
dos Santos Jnior, Ovidio Pergentino de Souza,
Tn-.'.'naz Lia Ribeiro Gairaaraes, Joo de 51 jaor
Cavalcanti, Manoel Barbosa de Araujo.
E Dr. Lameoha reoonbecido essa prava d*
sympatoiaa qae Ibe era dada pelos teas colkna,
afradeeea-ibe no segamte termo :
Mm*. Sn.Acallo cjm profundo reconheci-
meato a prava de coaideracjo, affeico e aprc\
qae acabara de dar-me os roeus ditocto compa-
nbeiros da secretaria do governo.
E*t auait'aaucio ve dar a graca, qat me foi
immejecidameat* coBfiada, ara duplo valor : terei
seropre presente a exceasiva geoerosidade, com
que. me distiu um pelo limpias faci d reconhe
cer ea e apreco, que se Ihe deve, com;i borneas
de bem, como amigos e como sofregados pbli-
cos d9 ioeontasuvel merementa. Srs. omprega-
dos da acretaria do goverao de Pernambuco.
Adolpho Lamtnha Lint.
i LUZ8JR0 DA VERDADE.-Teve lagar no da
3 de corrente a eelebra;o da seuao inaugoral
da lostedade de soecorro mntao Lazeiro da
Verdade. Desunida a derramar o doce inflaxo
da heoeaoceDcia entre ci eu associadoi e de en-
camiDhar os borneas ao trilbo da verdade e do
aprpg"aOd a liberdade.
JCSTAWtDlCi.-Ni da 9 Jo curr.nte (ter-
ca ftira), pelas 11 horas do dia, deve haver reo-
um d* junta medir, aflm de examinar os offl
ciaes e pr.gas da giarda nacional, que requere-
ram .iiiapeccao. *
MEBCADO PUBLICO -A cmara moaicipal do
Recifa contrata a eonslraccao do mercado publico
de*U ciMcao Da
respectiva >ecreria, oreada em 383.OO0, me-
diante a- clausulas publicadas no legar competen-
te desie Diario.
VAPORES ESPSUADOS.-O francez Amazone,
da Europa, de 8 a 1U; o Girnwk, do sal do irapa
rio, de 10 a 12; n o Crazein do Sul 011 South
A-ame 1, d < o ik Janeiro e encajas, de 7 a 9 do
corren t".
ALGOD.0.No aoa> i> 1871 rrgalaram os
prfQ^s seguint'* os de Parnanbuco: de 81 a
g|5M0o< 13 kilos m janern, de 6#270aSU>0
iem f-re e ro, de 7a3iK a 8f em margo, de G*900
M500 em abril, de 6 a 7lOO era roaio, de
651500- 85em |onho, Ih', de 8JI00 i 9J300 em -.put >, de 8J a 83-300
em s.-ien.i.rn. de 8*300 a 9*300 em outubri. d-
760Q a 8*6'"0 em novembro e de 7730 a 8*800
era dezembro.
COUROi-Vaaleram-se no anno de 1871 aos
pr*cos-,tegumi:
Salga -los ver Jes 272 i'- o kilo em Janeiro,
272 a 370 em favereuu, 272 em marco, le 272 a
283 em abril, de 283 a 290 era raaio, da 884 a 293
em junbo, da 301 a 370 em juih i, de 303 a 360 em
agosto, ds 327 a 3i9 em seietubro, de 3:9 a 339
em ouiubro, a 370 era novembro, e 337 a 381 eos
dezembr.
Salgados ecco* -de 437 a 473 r?. o k-lo em ja^
neiro, de 470 a 479 ata fev reiro e marc-i, Je 473
a 49o em abril e roaio, de 479 a 301 eni joeno,
de 430 a 566 em jalbo, de 32i a 53i em .agost-,
da 323 a 346 em setembro. de $66 a 621 em ou
labro, de 579 a 610 em novembro, e da 337 a 593
em detembro.
AS-U-iAR.-No anno de 1871 regaiaram os se-
g-im-s precos para o assucar : brancode 3*S00
a 5* o* lo kilo* em janein, de 3*S00 a 4*660 em
Nvereiro, de 3*900 a 4*700 em mareo, de 3*900
a 4*SO0 em abr', de 3*900 a 5*300 em mato, de
iftfO a 5*406 em j mho ajulno, do 4*700 a
5-3700 em uutab-o, d* 4*300 a 5*400 ero oovem-
i.ro, e de M8M a 5* e deee nbro; someio 3*500 a 3*SOO em jaeero, de 3*30J a 3*600 em
fjvereiro, de .1*603 a 3*800 em marco, de 3*700
a 3*900 em abril, de 3*700 a 4* em malo, de
3*800 a 4*KKI rm junho, de 3*900 a 4* em
julho. de 3*S00 a 4* em novambro, e de 3*300 a
3*800 em deaambro; mae>vaio porgadode
2*600 a 2*900 em Janeiro, de 2*700 a 3* ero
iVv.-rairo. de 2*600 a 3*900 em marro, de
2*500 a :t*(o em abril, de 2*oOO a 3*200 om
maio, de 2*90J a 3*3(10 em juoho, de 3*100 a
3*300 em joluo, de 2*900 a 3*2>K* em novembro,
e de 27-0O a 3*100 em dezambr; mascavado
broto-de 21 a 2*500 em Janeiro, de 2* 12*IW0
em favereiro. de 1*800 a 2*500 em marco, de
1*700 a 25->00 em ab i1, da 1*630 a 2*600 em
maio, da 1*750 a -2*600 em ja ih, dn 1*900 a
2*80.1 em julno, de 2-3400 a 2*800 em ootobro,
de 1*900 a 2*500 em novembro, de 1*900 a
2*400 em deten bro.
ESTRADA DO CAXANU -O Sr. Dr. Buarque
de M.-icedo pede-nos que declaremos qae foi sda
casa o Sr. Joo Salvino de Sonta Peixe dclarar-lhe
que fra:tnrou nm brac no accidente havido na
e-trada de farro do Caxanga ; e qne o mesmo e-
nhor disse-lhe que ontro passageiros suffreram
dirTerentw contusSes; a que se d'esses lacios nao
fez mecsSo era sea ofSio ao governo foi por que
nao eceg ram por nie o neahara ao eu cooheci-
mento.
COLLEGiO S. BERNARDO.Este exilente
estabeiecimento e instuccao de I* e 2* graos
acaba e ser traw'erido da traca do Conde d'Eu
para a raa do Uo picio o 3*, reli?ando assim
ana grande necessidad que senta desde a'gum
lempo.
ActaalnjDle est elie bem servido, visto como
o ejiflcio pa-a rad-i foi iranserido ujTarece todas
as pofsivei? c.orr:modidadas a um iiitrrn'.to de
primeira ordem, i par de jd m?lhar retrahimen-
to das aclividades publicas, o que offarece mais
traoqnillidade aos alumnos para se dsdicarem ao
ettedo.
LOTERA.A qne se acha venda a 521'
benedeio da matriz de Cbrot, a qual se ex-
tra I ra no dia 13.
CASA DE DETNCA0Moviroento do da 3 de
Janeiro de 1872:
Existiam (presos) 346, entra-ara 9, sahiram 9,
exstem 346.
A saber :
Nacionaes 243, mulheres 11, estrangeiros 40. es-
lavos 44, eseravas 6.
Alimentados a justa dos cofres pblicos 272.
Movimento da enfermara, do di3 3 de Janeiro
de 1872 :
Teve batxa :
Vc90te, escravo do tenente-crToael Antonio
Franjiseo P. de Mello Brrelo.CoBta-oe?.
Tee alta :
Joo Bapista-de Viseooeello.
ESTABELECIMENTO DE CARIDADE. Movi-
mento do hospital de No?sa Sonhora da Conceicao
los Lazaros, do i ao ultimo de dezembro de
1871.
Existiam !<5 hnreos <-, 12 molberas, morreu I
mulber, existen 16 homens e 11 mulheres.Total
27.
Advertencia.
Foi visitado o estabeliicimento pelo respectivo
medieo deste f II!m. r. Dr. Tarquma Silvio Vil-
las-Boas nos dias: 4, 9, 14, 18, 22, 26 e 29 do
mez irado.
Extern empregados ueste estabeiecimento 8,
i saber: capeUao i, mdico 1, regente 1, dita 1, bar-
beiro i, coznheiro 1, serventes z.
Hospicio de Nossa Senhira da Conceicao dos La-
zaros, 30 de dezembro de 1871.
O regente,
Jote Paulino da Silva.
CEMITEPIO PUBLICO.-Obituario do dia 1 de
Janeiro Je 1872:
Oaesslmoo, braoce, Peraaroboco, 3 auno, S.
Jos; varalas.
Maria, bran, Parnambaco, 3 anuos, Santo An-
nlo ; intarite.
Sautino Cbemenis- de Oliveira Maciel, branco,
Pernaml'jco. 22 aaeos, solleiro, Santo AotoBio;
bexigas.
Maria, Peraambuco, 4 mezas, BoavisU; convnl-
tiie.
Manoel, brisco, Pernarabaoo, 3 dit, Recife;
convulso*.
Di: me o gerente que por exiesso de >ervici
siodi nao fez e-ses trxhalho.
&.>.' ifOM.Sao poucas ..s esinOS de ajveuaria,
qne exstem na e-ir ida. Nes'.a parte da llnha ape-
nas lamo hoje a de Casa Forte, tendu sido demo-
lida a de Caldareiro para ser subtiimid* por ou
tra, cujo plano uo foi anda por mino appro-
vado.
Palo citado accordo de 21 de dezembro, e d-<
toaformidade om u art. 11 Ij rglamenii ee
13 de abril 4o corrente asno, a compannta est
obrigida a coastruir, denlf de um anco, estachas
de alvenana, por planos por mira appr .vados. noi
poeto de Monteiro, Jaqueira, Torre e Mangnioho;
assim como collucar, dentr de seis metes, abri-
gos de ferro oa mateira, e ignalmenia feito* por
planos approvados, nos pqnio de Sam'Anna, Par-
naineiriin, Poete d'Uchoi e CamiBho Novo.
A actuae estaeous previsoria foram pintadas.
Nao p dem absolutamente eatisfater a necesida-
des .do servici 4a estrada de Trro.
Obra* d'arte. A mais importante oa antes a
utuca obra d'arte que passuit a conapanbia a
ponte de ferro jbr o rio Cinfbaribe, nest cida
de. E ama obra, qae alm de nio comportar as
condieSes necessaras a una estrada de farro da
eircuiaedo c importancia dasta, nao digna de
gurar en urna cidade como esta capital.
A propria coopanliia poe em duvida a sua fu-
tura segaranca.
Tiv* lampra em vista obter da compannia a
substltaiclo dessa ponte por entra ; e effectiva-
maette eonsegui, com vera V. Exc. da clausula
-estrada do citado accordo de 21 do corren'.".
Tjiavta dve accreteentar, qa ad rae fiz
sappor que a rean Ja pona con.prometa actual-
mente a segurasca da estrada.
Apipuco a Catanga.
E Ita parte da estrada ainda nao foi receida.
C informe ja tive a hinra de infirmar a V. Exc.,
permit a sua abertura provisoria mediante as
seguiMe condiefl..:
i* O leto da estrada publica, onda se achara
os carris, ser levantada ao nivel destes de raa-
neira que nenhum embarago cause ao tran-
sito.
2'Sara alargada a parte da estrala publica,
Iue borda o agude em Pedra Mjlle, da modo a
sixar espajo livre nao inferior a cinco rae-
tro.
3.* Os aterros serao levantados ao nivel geral
da estrada de farro, fl:aodo entendido qae era o
aterro do Bredo, era os das proximidades da pon-
te de ferro fjrnaro seios aera rampas.
Neiibama parte da estrada deve icar mais bai-
xa qae a referida ponte
Os aterro deverao ter largura nunca inferior a
lustro metros.
V* Os orjjs terao no l"ito da estrada igual lar-
gara, excluidas as vllelas de asgoto, que serio
construidas.
Os taludes terao um e neio para ara le inclina
5.* Serlo construidas eslac5-s principaes no al-
to de Apipueos e no extremo da liohi em Caxaa-
g de c.nljrmiJad om os planos approvados
pela eogenbeiro fiscal. Estacn intrmediarias,
conforme os planos approvaios plo mesmo eog*-
nl.-iro se construirio no Eacaoimenio e Pedra
Molla.
Qianto ao poato Je S. B.*a-, pjfl a companhia
colbcar ah apenas um abrigo lecente, at qqe a
experiencia a:onse!be a cnstruccio de milhDr
edilicio para estacao.
6/ Sero substituidos os velbos trilhr, p-.r ou
tros novos unidos por chapas da connexao (fich
plalesj A via permacenta ir lastrada.
7* A companhia maoiir ;ons'.ruir em Cixan-
gi um pontillo de dez palmos d-. largara, que d
pa-s3g-;m entre a estacao d3 liuha farrea e a es
irada publica.
8.a Na f>rma do art. 13 do rego'amenlo Bacal,
acomprahia aoresen:a ao governo da provincia
Relatorlo d enseoheiro fiscal
da estrala ele ferro alo Recife
a Caanla.
HezU\ 27 de dn-mbro de 1871. Ao Iilm. e
Exm. Sr. cnnsemoiM Joio Jos de.Oliveira Jun-
qtwra, ^ignissimo presidente da provincia.IIIm.
e Exm. Sr.-Tenho a boara de apresenUr a V.
f-Exc o segoiate reJatorio da obra, serrico e':ad-
mini-otraeao desia tarada de Ierra
OMAS.
Fu-cife a Apipuetu
Via permatUHtt. Em geral poco dizer qae *
via permanente deala parte da estrada de ferro es-
ti e bem eftale- Ha ec'.rtante falta de lastro
em aignnfi ponto*.
Joigoei por emquanto o -dever iasiilir na sa-
tisfacio desta necessi Jade, porque a companhia
obrigott-se, pelo aecardo de 21 do corrente, a fe-
vaotar toda a estrada de rodagen, dsete o Gami-
oho Novo al a ladaira de Aptpuios, ao nivel do--
seas sarris, oa a deixar este apenas com tres
poltegadas acieoa. d'aquelra. Portccas) de exe-
atttar esse iratallra de crr' qne se feet a lae-
Utacio.
Em quasi teda a extansao da boba foram ubs
utoMoj o velbos trilbo por novo, da ae'hor
cotntraegio q mai peso. Alada na corva d Ca-
en Fertena e fal asea sutesvUaieio, porque essa
urva lea de ser reftta affatiaea do- poto em
qae etl. Para lelo (em a eompanaia de demollr
um eaaebre qn* ah late, t qae j foi dnsepro-
priado. O mean Mece na curva do Calderei-
ro, do lagar denominado Lunario.
planta e perfil de tola a liuha onMruida.
9.* Fica marcado para a satisfagao destasex'
gtoriis o praio da seis mezes a datar do dia da
abitara da estrada.
10." Se tfruinado o prazo n> f rem as mesmas
xigeacias salifeita, (ica re-ervado ao governo
da provincia o direito de miniar preeDcha-las s
expensas da eompanbia, a*o c caso de f>rc
maior julgado pelo mesmo governo. i
E tas coudicoes nao esta; anda satisfeitas nem
a companhia as poda cnmprir at o im do corren-
te. Faz se preciso urna prcrog cao da prazo.
O estido das ohras u segrale :
Via p.rmonente.Tm sido lastrada e mais ou
meaos regularisaJa. Ainda existem as depres-
f5es dos aterros do Bredo e das avenidas da poo
te de ferro. S c^m o tempo se consolidar o
terrena oestes p otos.
Obras d'arte.A ponte de ferro ceden um pon-
co, mas sem maior inconveniente. Nenbum rspa
ro se faz por ora preciso.
Todas a mais obras d'arte esta* perfeitas.
Estocoes.S a estacao terraiol do Cax&ngi
est em constroccio, tendo sido concluida a de
Appuecs. Qoalquer destas ebras e de excallen-
te d'sposic5es, e ambas s; bem construidas. P.e-
sumo que dentro de poneos dias lijar terminada
a primeira.
A companhia, com o meu ora-KUtimento, sap
primio o ponto de parada de S Brax, Era urna
medida naces-aria, pela neatiuma importancia da-
qualla localidade.
Mudou tambem a estago do Enanam3nu> para
o tngenbo Dius Irmis, a poucas bracas adiaote.
Ramal d>$ Afflictot.
No dia 2i do correte foi reeebido provisoria-
mente, e coro aotorisacio de V. Exc, todo o ra-
mal do Afflicto', que est eatregao ao musito pa
blico.
Ai conJieSes. para o searaaehlm'nto foram as
mesma imposlas por mino e approvadas por V.
Exc. para a abertura da pirte do i;mal entre
Uanguiabo e Tamarineira, qae ao principio prc
jeciou o gerente abrir antes do restante da licha.
Sao ellas as segrales :
i." As obras da todo o rama! contratado ocla-
si ve a con'traccio das estico;* e ex cuca) 3a
clausula i" do additamento de 30 Jemaio de 1864,
serio terminadas, de accordo com o contrato ce
lebrado, dentro de um aoao, a ditar da entrega
provisoria-da liaba ao transito publico, regulaii
sandose quanto antes a via permanente, para o
qae se faro a* oecessarias d?sapr>pria 2 Se expirado o prazo de um anno, cima ii
xado, nao esliverem terminadas as ciadas obras,
o governo da provincia lera o direilo de as man
dar concluir s expensas da companhia ou a sus-
pender o transito ;
3" A v.a permanente Oear regularmente las-
trada al o dia 23 do jrrente pela raanba. S
depois de verificada esta condie-. pelo engenheiro
fiscal poderlo circolar os tren*.
O estido acta 11 das obras o saeuiote :
Vii permanente -Aiada nao esta regataria!a
a via permanente. As eurvas eareeec sar bati-
das em alguns pontos; em outros sao ainda polyg
nos, e em ontro devem ser i Itera dos os seu->
raios ero virtode de desapropraeins de terrenos a
fazer.
Ha differente movimentos de ierra por fazer.
Nio est acabada a excavacao da ladeira dos Ma
dos, nem construido o maro de revestimento e
abrigo qae exig. Tambem aiil tem da ser demo-
lida ama casa qae a companhia compren para
alargar a estrada.
Os trilhos, era ama pequea exteasio, nio eem
chapas de contuxao, como exig. A companhia ji
as mandn vir de Inglaterra.
Feilas estas obras, acredi'.o qae te' a estrada
orna via permanente em ptimas con jieSes.
Esiacies. Nenhuma da el5oe? foi anda
construida.
Trafco.
Movimento dos trens. Nao tero sido possivei
haver a desejada regubrid-ide no movimento dos
trens, apezar das mtis instantts recommndac/ifs
de miaba parte. Devo erar que muitas das irre
galaridades bavdas nao ie;m sido motivadas por
negligencia do gerente ; e qae devem tolos ser
attii'aaidas a deficiencia de material de iraccao e
a m organisacio da tabal'as di movimento.
Ti uno randadas esperancas que ssas irregula
ridades cessen em parte com a aova tabel'a pa*
bPcada.
Material rodante. Nio salfieJoate para o
grande movimento da-estrada o material de que
esta dispoe/firlncipalmeiie o de triecao.
E' objeet qae ranito ce perno deve inters-
tara compaen,eme *eriarmensamenteprejadi
cada se nao augmentar iaato antrs o numero
das snas locomotiva.
E' pone deeeote o estado dos seos carrost
rambem sao estes mal illuraiaados. Palla delta
ordem sao da* qne mal* dewgram o pubtiso, e
dio logar aos tea justos redamos.
Do q e tenb observado, parece- me qor a
companhia nem lampo tem soffkient* para im-
par e reparar einvenienJmente o sea trern ro-
dan*..
Comoutlieel.Cooliorta a conpinhii a qnetmar
o earvo de pedra ordinario, qne causa fnnaca
insopporuvel, a pon de eaeommctjsr ****-
geiros, qaando obrlgad a jir do coke on ter
machinas que conamam a femaba.
Sanio a primeira bypotbese a nas fcil de rei-
I; ir -i, ehamei para esta pullo a sua alien.-a i,
de:lar.iado-lhe quu do Io da jaaeiro de 1872 era
dianie deveria consumir Im .-rnente o coke-nos
seus trens de passagetros.
Accidentes.
lofeimenle deram-se, da data do procedente
relatorlo dirigido a essa presidencia, dous abel-
demos da morte.
A polica toman a providencia para preceder-
os necessarioemqueritus.
Nenhum dseie acaldantes lo motivado por pr-
vcrsidaJe ou negligencia dos machH>tes.
Comdustlo.
Cuicluicio, dvo dedarar aV. Exc. que nio
obelante *a lula em qae por vezes teaho esta-
do nesia estrada de ferro pira obter di com
panbia t ex cu cao das obras qne reputo oecessa
ns i mesma trada, estas obras esli seoJo.
construidas urna, e pr j atadas out-as, e lado
me faz crer que dentro de dons anuos no mximo
a e.-trada di frro do Recita a axing e seu ra-
mal dos. Alfl dos offereceram as necessarias con-
dic5*a de solidez e cmf.ro pan seu> viajantes.
C >m i si o s tem a lucrar a compaohia, qae se ho
] despende ara pouco mais, eonta com um futo
ro risoono, porque possue urna das emprezas de
mais vanlageas que coaheco neste paiz.
Termino iaiserinio aqu o actor Jo a que me le-
nho referido de 21 da dezembro corrente, e que
poz tarm a todas as questoes peoJeates entre o
governo e a companhia. No estido de emban-
co* em que esiavam assas qtu-sio-s, acredito qu*
o ref rilo accordo, qae aciba de ser approvado
por V. Exc, de granda onlldale para a provm
da :
x Os abaixi assigoad w W.lliam Rawln: >n, ge-
rente da e.-1 rada de farro do Rsci e a Caxang.
tur parte da companhia dt mesma estrada, eo
Dr. Mjnol Buarque de Macedo, enfenheiro Oteal,
por pirte do governo da prov.ncia, desejando re-
solver a:nigivelmenleaa questoes relativas ao re
cebime.nti da parte, da eifrada coraprehenlili en-
tre o llcife e Apipueos, accordarara oo qae se-
gae :
I. A corapima da estrada de ferro do Recife
a Cox-rag oliriga-se '
5 I* A levantar, dentro de seis mezrs desta data,
a e>trada onde se achara coilocados os sens tri
le os entre o logar denommd) Ciminho Novo at
a raiz da ladeira -le Apipueos da modo a quo os
ditos trilhoo nao ti jue:n em nivel superior a tres
ollegadas da estrada de rodagem ; salvo o caso
em que es-a elevadlo preiudique, a juizo do en-
genheiro fiscal, as propriedaJe* mirgine*, ds-
vendo-se, ne3ta hyoothese ese for possivei, rebaj-
xar o nivel da es'irad de ferro. *e da deciso
do engeoheiro fiscal resallar, nao obstante, damno
s proprielades margoae--, nenhuma responssb-
lidade assistir companhia.
| 1' A substituir a actual ponte da estrada de
fjrro sobra o rio Capibaribe n-sa ciJaie, por ou-
ira, que ser construida por um plano prev'afnen
-pprovado pelo governo la provincia ; pdenlo
ojmasmo governo, e medante um auxilio qae for
aiastadb, exigir qne a referida ponte contsuha
dous passeios dos lad.s para a pa*sagem dos
peo.s ; e de vendo ser a dita obra o-oncluida den
tro de dous annos dasta da'a .
3" A maular c msiruir dentro de um anno,
salvo caso de Torca maior, pequeas etacoes se
aivenaria, e por planos approvados pelo en
genhoiro fhcal, nos segurates ponlo3 : Mon-
teiro, Jaqueira, Torre e Maaguinhn. E bem assim
a mandar collocar abriges de ferro oa modeira,
dentro ds seis mezes, fe.itis por planos igualmen-
te pprovados pelo engeoheiro ft-cal, nos pon-
tos da Sant'Anna, Parnameiiim, Poite d Ucba
e Caminho Nivi, tu Jo da mencionada estrada
do Rcife a Apipueos.
4 Se expirados os prasos qui flxidos para
a crastruccao das obi as exigidas, nao estiverem es
tas tesranada, salvo o caso de forga maior, o go-
vern i da provincia ter o direit-o ce as mandar
executar cobrando a respectiva Importancia da
compaobia. ?
2." FiOdas que sejam' as obr-s mencionadas
ne.-tr accordo, o engenheiro fiscal dar compa
nhia urna dfdaraeo escripia do recebimentn de
Unitivo das obras Ja d.ta parte da estrada do Be-
cife a Apipoeo, sem r;ue oenbum direito assisu
mais ao governo da provincia de exigir a cons-
irocfo de outras obras que nao tejam estricu
mente indispen;avrj segurinca da estrada de
ferro e do seu servco.
Fica eotendido que o presente accordo nao com
prebenden prolongamento da estrada entre o lar-
go di- Cipini e o Caes 22 de Novembro.
Rsnfe 21 dezembro de 1871. (Xssignado')-
WilUan lawlinson, gerente. Manoel Buarque
de Macedo, engenheiro fiscal.
M. Buarque de Macedo,
engenheiro ll-ca:
LONDON 4 BRASILIANRANK LIMITED.
Capital do Banco 15,000 aecoes
de 100................. 13,333:333*330
Accocs emittklas 13,000...... H,5&S:fK55jnj80
Capital pago a 43 por accio.. 5,200:000 i000
3AL.UC0 DA CACU FILIAL M PERNAVBlXO EM 31 DE
DRZEMBnO DE 1871.
Activo.
Letras descontadas......... 1,430.4773110
Crditos diversos, outros ban-
cos c caixas filiacs....... 1,295:792*470
Caixa: ,
Em raoeda corrente......... C7$:68l000
Re.
3,431:930*390
Passivo.
Capital fornecido pela caixa
matriz...................
Depsitos:
Em cunta cor-
rente...... 737:97950
Depsitos fixos
e por aviso. 1,036:066*800
Crditos diversos, outros ban-
cos e caixas tliaes........
Rs........
888:888#899
1.774:0465320
789.0135380
3.431:930*390
S. E. & 0.
Pernambuco, 4 de jaoe iro de 1871.
W. H. Billn.
l ACCOUtSDl.
PUBLiCACOES A PEDIDO.
Ilha de Fernando
Con a epigraphe cima encontrei no Dia-
rio de Pernambuco de 3 do correte om
aranzel ridiculo e irrisorio, que a boa razan
repelle de si t oda a crenca.
O calomniador alm das mai3 caJamnias
assacadas da aljava, com o fim de descoac?i-
luar ao teneole-coroael Antonio de Campos
Mello, disse que Flix deAraoj) Los, t:nha
sido demiiti Jo de sargento da polica secre
ta da Fernando, por ter visto certa noile
saliir da casa da cora om barril de agur-
dente com direccio a casa de Anna Joaquina.
No entant) Flix de Araujo L'n?, qne se
acba recolbido na casa de delencao a 8 me-
zes, neg formalmente, dizeodo qne foi de-
mittido por dpdr contra Madeira; o que
lambem nega igualmente Jrjs Alexandre,
qae tambem se acha na detencao, o ter pre
senteado ao lenenie-coronel Amonio de Cam-
pos Meltoj a pretexto de dispensa de ser-
vido : o calamniador odioso a Dos e abo-
minavel aos homens.
Tanta iniquidade- escripia, s poda ser
Mr semelbante agiota qae veio de Fernan-
do, o qual nio esoropulisou ser do oomero
d'aqoeHes que, faiem aberwoio a todo* tw
principios de digiiidid*:
0 Scorpio.
nhos materna e>, qne fcilmente na a leao em ou-
ira parte.
Sai notorios o-cuiJadoo e lesvello* que a Exroa.
Sra. D. Genoveva de Amorim costam i dispensar
aos alumnos do collegio, dirigido por seu estima-
ve I marido.
S nenie quem a lera vm, velando a ctbwsir
de alguns alomnns, doente^, como mai ;rinhoia.
pJe bem ajaizar das vantageni que a-'s pas resi-
dentes no iuterror de provincia, offarece o ccilegio
e Santa Genoveva.
A'll seen-inaiiT com eaearo. priroeiras lettra?,
inosiea,d*ot i e todos os preparatortt neeessarios
a matrieula em qnaliuer das faculdades do im-
perio.
O director tera sabido cercar-se do me!h*r ee-
so i, quer o que diz respello aocnaioo, qner ao
servco interno de eMabelecinenia
as molestias dos alumno*, qae nio poden ser
tratados era. casa deaens pal, nao elies vi itados
pelos melhores mdicos da capital, ?ervindo-lbes
de enfermeira a Exma. sen hora do direeler, como
por vezes temo observado.
Oj preceto da nossa santa religo sao all fiel-
mente observados.
Um c-dleg'o oas coodiecoes do de Santa Geno-
veva (situado ra do Hospicio, freguezia da Boa
Vista) merece ser anmalo por todos aqoelles qne
slo-m avahar os bens qne resultam da boa edo-
cico da mocidade.
Chamamos a altenco dos pas de familia para
este collegio, enjo din-ri r vio coroa-Jo es sen-
es for eos pelo resultado dos exaines de sens alea'
nos, approvados nos segrales esludes :
Pvrtugaet.
Dioiel Oliveira Barios de Abunda.
Deodaio Cesino Vilella do Santo.
Praucsco *, Lima It-tun.ba.
Francisco d'Vssis Kritto Jnior,
loao lar!, s da Silva Gaimaro.
J o da Silva Iteiomba.
I '' Marcelino da Roa e Silvu.
Luiz Francisco da C-sta Frreo a.
Ilulioo Augusto d'Almeida Juour.
Francez.
Arihor Mar]ues d'Amorim.
Daniel Oliven* H.lrrrs d'Almeida.
Digno Elisio da Silva Freir.
Uomiogos J/. Frrreira luiufare*.
Emiiio Goncalves Ferreira.
Francisco Xavier Paes ds M-llo Brrelo.
J..S i lirios da Silva Cunii.ii.
Jo.- Cavaicaole Caldas d'Albuquerque.
Jo> da (tocha Cavaleante.
Luiz Sil.izar da Veiga Pwsoa.
Miguel Jos Ptrreira Gulmaraes.
.t ji.io Angosto d'Almeida Jnior.
Ioglez.
Antonio Marques d'Amorim Jiunr-r.
D imiDgos J .- Ferreira Guimares.
Francisco d'As-is Hosa e Silva.
Frao;i*co o'asss Briito Jnior.
Jos Cario* Htfritk o'Arauj.
Jno da Silva Itetumba.
Joo Pi da Silva Va'eoca.
Joe Candido da Cesta.
Jos Cavaleante Caldas i'Albuqiier|oe.
Jos da Rocha Cavaleante.
Leo Alves Manaia. .
Miguel Jos Ferreira Guimare1.
Octavio Angnsto de Msgalhes.
Ladra.
Antonio Marques 'Araurm Jun. :
Francisco d'Assis Britto Jnior.
Francisco d'AssIs Kosa Silva.
Francisco de Lima Retumba.
Jos Dooato Gome* Torres.
Jos Ctrlus Mayrink Nabuco d'Arauj .
Jote Marcellino Roa e Silva.
Foram mis examinadas, no col egio in gra
matica portngueza, pelos profetores fr. Jrg^
Dornelln e Dr. J s Diniz Brrelo; d alun-
nos:
Antonio da Roeha Cavaleante.
Antonio Lopes de Camino
Domingos de Souza Leo Barros Rege
Sergio Diniz de Monra Mano*.
Thoraaz Fernandes Cal.ias Lins.
Recife, 4 de janeiro de 1871.
Ao cmmercic
Circulares
57 GRAGEaiUUCH STREET
Londres, 1 de Janeiro de 187.
Senbores.
Com referencia ao aviso incluso da diwo
lugao de soctedade, temos a be ara de lh
participar que o negocio que li aqu p-
lava sob as txtinctas firmas de Wirsui,
Hett & C. na Babia, Hett, Wtlson & C. no
Rio de Janeiro, Wilsons & Hett em Pernam-
buco, e D. Cooper Scott era Londres, tem
sido tomado, por muino arranjo, com todo
o activo e passivo, pelo abaixo assignauoe,
que cootinuarlo o negocio nestes Dorto*
soo as seguinte* firmas, de
Wilson 4 CBabia.
E. P. Wilson & C Rio de Jaaeiro.
Wilson, Ruwe i CPernambuco.
Wilson, Sons dr CLondres.
De Vmc. alientos veneradores e akelm.
(ABSigoado) E. I. Wilson.
f E. P. Wilson Jnior.
James P. Wilson.
Referencia O Union Bank of Untan.
Liverpool, 1. de jaaeiro de 1872.
Senbor.
Com referencia ao aviso iocJoso de diw-
l0(9o da sociedade, temos a honra de Ihe
participar qae o negocio qae at aqu gira-
va sob as exlintis firmas de Scott Y*rrow.
& C. em Montevideo, e Wilson, Hett, Yar-
row 4 C. em Liverpool, tem iMo por
autao arranjo, tomado pelos zbalr- assig-
aados, que lquid>r5o as contas das dilM
armas.
O negocio conliiuar, d'ora en d inte,
sob as firmas de
Yarrow Heit & C Montefido, e
Hett, Yarrow 4 C Liverpool.
De Vmc, attentos veneradores e criados,
(Aisigaidoj A. E. Yarrow.
H. H. Hett.
F. J. Yarrow.
Referencia. 0 Bank of Liwpool.
Londres, I de Janeiro da i87.
Senhor.
Temos a honra de Ibe participar ojoc a
sociedade ultimente sub-islinJo entre
Edward Pellew Wilson, Edmnnd Sykaa
Hett Edward PeHew Wilson Jooior, Ate-
xander Pellew WiLoo, Alfred oEdwio Var-
row, David Cooper Scott, eH.-nry Herbert
Hett, sob as firmas da
Wilson, Hett 4 CBahia.
Hete? Wilson 4 C Ri de Janeiro.
Wilsons 4 HettPernimboco.
Scott, Yarrow 4 CMontevideo.
D. Cooper ScottLooras, e
Wilson, Hett, Yarrow & C,Liverpetl.
diss'lvida, por matno coasentimento,
Colkgio dSaoti GenoTsva.
A meiOoa peepaasMt ejoe 'mmtiendo este col
legie de edneaejiseeipaeie)erwiandiri, soba
lireecie de illaseradei eo*iUjt Antoaoi* Mar-
qes de Amorri aaltaavnos a amar sobre elle a
tteoCio dos paes eoiwnll^ que* nao pdente per
i mesmos dirigir a edueacSo rdovkl e titteraria d?
seo* Wa<*, dWfiiP eneonirar quem bes desem-
pecna eata ardoa tarrfa.
No coltefb de Sala Genoveva eocontnvta, sem
dnvid* alMDM, tariM oa *oo* -requisitos .paravtMBt
estabam*n*am 4e lli |i danifancia.
AJei^B eeeeiienta>vel pela sm flan-edu-
ca ci, e illtMrai taMtiferjea, enoontrarao os
pae; de familia, quera dispense a seus filnos cari-
foi
como desde 31 de dezembro de 18* i
qae o activo epassivo das dita firmas srV
por,conta das pessoas continoando o nogo
ijic nos lugares cima ditos.
Pedindo qae se digne lomar auto respetivas cirea!aKS a*ji'jmttes. ___
De Ynr. alientos veneradores e criador.1
(Assigosdo) E, P, Wdson.
E. S. Hett.
E. P, Wilson Jnior.
A. P. tfilsoo.
A. E*. Yarrow.
D. CoofeT Scott.
ll. H Hett.

'
/W4V IwsrvSw*-

BSp.-.'. .
'"sKo O* reeerv
. ifitm^mm
Aitintea.
HMtUlkm C
1 sottffH ]
loJP i'i'*
O
,-------------------------------------
!


i: t'


PemaoibiK Sexta /sin > de .lar** <, 18/2


=:
IMPERIAL
Companhia de segaros contra
furo.
AG1STB8
. p. jomsws i C.
*H*a.4U Mla-soTa u 4*
' CHS ALLMMCE .BR1TI8H de FOKEIGN.
.Lito and Fire Assuraoce Oompanv eslabelecid;
n 18. Capital x"5J)flO,000
Os agentas desia ixjropaahia tomara seguro?
contra toga sobre predios, gneros e rateadas i
JK*B i

HpMjai)? tinviilaineme provartos.
Rabe SchrueUau 4 C
Corpo Santo d. !5.
Seguras wn-kgQ
SEGURO CONTRA FOGO
Tb Liverpool Lon1on Je Glob
btsuraiice Gompaoy.
Abantes :
S*pnd*rs Brothers A C.
MCorpo Santo! I
ro encarregado de dirigir as obras ero exo-
cur;3o.
Art. 3. O emereiierrft obrigido a fazer
por 9M ofiti e sem direito luai o excel-
so de erro fundido, balido, oo laminado,
qoe por ventara baja at o peso de ciaco
toneladas,; al do caJqplaa'Q no orfament >..
Art 6. O contrataaia- o s us sooi >s s
os liver nao podero ero tempo algum alle-
gdr iirilas*) ttamno, nem usar de encam-
5es algemaa, paca o qae rtminciarn a
todus os casos fortuitos.
A- 7. extraante presta/a urna ilia-
ca de 80:000(jtO()3 para o pagamento das
prestarles qae liver de receber.
i
CECLARACOES.
ALFANDEGA
ft*4tje*txo do dia i a. 3 .
I4>n ab di i
8i:-23*8.f'J
7i;tWWC08
155:121 *o07
7W
243
floTloicut si.; alfandega.
Volames euar*1"S icom fazaodas 341
om gonems 37 i
Volamos samrtos fmn faienda* 74
cora |Haer. 169
Descarregam hoja 5 de Janeiro de 1872.
l'aUebo isglezJane \Kkeatv*(ttmh.
Brig'e dio mar miz ,lfet mercaderas.
Barcaingina-2eniaid< -ro.
Barca prvtn^Qeza Deipiqne //pudras.
B'igua inglez-PAe/i/iinoearvo.
VSpor inglei.lfec*varios gneros.
Escuua inglezaflejalenadem.
Despachas iU expbrtaffio no dio 2 oV
Janeiro, de ttifS.
Para os portos do exterior.
Na barca portngueza Clamliun para o Porto
carregaram : Cunha Irraos & '1 44 girrafos
cora 06 litros dn agaardeate ; Sa Lejio trataos IC
sacess cara 1,033 kilos jh algodao f Manoel Fer-
nn les d i C )a A C 34 ditas com a,496 dito.-
de dito.
No nivio nortealiern5o Btyli-m, para H>m-
burgo, earregaran : Keiler dc-C o 1 sacas caa
1.013 kilo dea'godlio.
Na s .1' ri nollandeza .tod-i, para o Canal,
carregaram : Rabe Scbamciiau 4 C. 110 saccas
com 8,883 kilos de. algodao.
o vapor idI?i Alie?, oara Liverpool, car-
reearam : Preme Vianoa & C. 300 caceas cora
18,680 kilos le a'godo; Eduardo veira 116 ditas con 7,430 ditos J- dito.
No vapor ioglez Ariel, para Liverpool, car-
regou :' P M. Maury 461 secas cora 41,172 Kilos
de algodao; Luu Antonio de Siqueira 60 ditas
com 5381diws de fhio.
No navio iagle Aztlia, para 'Liverpool, car-
regaram : Juhastim Palor 4 C. 4-20 -.accos com
36,434 kilos de algodo.
No patacho tie-panhol Victoria, para B re*
lona, cangarain : 1>: la Suva.Loyo 4 Filbo 212
a&cca< Ci in 15,622 kilos de algodao
No bngoe norie>allenic> Palme, para o Rio
da Prata, carregaram : Pereira Carneiro 4 C. 31o
barrieas corn 38,624 kilos de assucir branco
No hrj/u* mglez Bilrtha, para n C,na', ctr-
ftfgttm : Saund-rs Brotbeis 4 C 4,200 Raeeoa
rom 315,000 kilos de a-sacar masca vado.
Na brigae ioglez Djuii. para o Canal, car
regaram: Jor.nsti>.j Pater 4 C. 200 saceos com
14,093 kibs de assucar masca vado.
Na barca ingleaa lns:gf, pan LiverooH.
sarregou : \nttln* d -ilva tiuiraares 1,000
uean coro 75,0'JU kilos de assncar mascavado.
No brigue portugu i {/*<&>. para o Porto,
carreg.ra o : Soares Primos 4o0 sacros tora
00,000 kilos de assucar mascavado.
REGEBEORIA DE UBNDAS ITEBNA8
GEttAES DE t*EHNA.MB'JCO
Aeadimento do di* 1 a 3 2:ol9l*0
.deoa do dia 4..... 714*3*7
--------------------;
Pela tbesonraria provincial se faz implico
i|; no dia 3 do cor rente por diaote se pagan) os
ordenados dos eropregados provincia o--, vencido no
inez dA dczemro prximo liado.
Secretaria da ihosonraria provincial de Pcroam
huc, i de JiDeirode 1872.
O ollt -tal
Miguol Affmi-p Femira.
THEITfiO
G YMT ASI 0 DRAMTICO
Sabb lo 6 docor.enlt
A'i 3\\ da larri'.
Primeira rpresentago do excelleole a aempre
apphtrdido drama di eoslomeHilares, em-4 ac-
tos, original portpguez, inlim
OM
- O i-pec.or du alfaulega lai pnhiioo i|uh o
leilao das cestas de rime anuuneiado para hnj- ti-
ca transferido para segunda-fsira, 8 do correte,
depol: de meloda.
Alfandega de Pernambuco, 3 de Janeiro de
1872.
Emilio Xuvier Sireira di- Mello.
Juiao de orphiios.
Pelo joizo oe prptoilo?, cartorio lo escriv) iate-
rino Guimarass.recebem-ae proposias em caftas
fecbailas para a yenda das.eacrayas Delphita e
Anna : o areteodeous dirijam'se a^ mesmo car-
tono, ra das Cruzes xi. 34 a iuformarem-se. '
' O rmporUBta panel de 20 ser rapresenlldo,
pela primeira vez ne.-ta capiul, pelo l'actor b br.
Ttiomaz Espiuc;i.
Toma igiialroete p.-irte toda a companhia.
O drama sobe sctiia cun Iop .ipralo, C4QS
lando de tropa, banda de uuwua marcial, etc. etc.
No nltioj uu baverao dj.verias ev "luco-s no
liiares, cantando se, n^ssa occasiai, o hymno de
S. H. o Sr. D. Pedro V.
de saodosa memoria.
Termioar.o espectculo com ama graciosa
"Scena comict
^catada pelo Sr. Penante.
Principiar 5 3. bora da laude.
Os bilbelps acbatn-se desde ja no esprlpierloj do
Ihealro.
N. B As ppssois qae encommendaramWlhe-
les, tenlnm a bondade de tnand-los bascar na
vespera do espectculo.
3:233^517
MQVIMENTO DO PORTO.
Navios entrad-n no dia 1.
Santosl'.l das, sumaca hespinhda Agoalma,
de 106 tonelladas, opilao Fedro Fabrega-, eqnl-
pagfin ti, em la-iro ; a ord-ra.
Terra Nova 18 das, barca ingleza Olinda, de
251 looeiahs, capillo 5. Prowse, ei|ulp>gem
12, Barga 3.600 harneas com bacalhao ; Sa-
woitrs B.-oibers 4 C. Segnio para 3ah:a.
N'ivin enti'idis no mismo ta.
Balumore P^tichi amenciaj uchel Coney, ca
pitaj C.n-y. cafga Porto per Labia Barca p^ta^aeza Firmeza,
eapito Justino Carde.-o, carga a gf u ros.
LiverpoolBarca ingleza WrfdA of he n'gn, ca-
pitao tiuicii- ns carga algodao e assucar.
EDITAES
O itupeetar da Airandeg faz publico ju
(ica tran.-f rido para sexta-feira 5 do correle o
leilao das 10 caixas com v:il nunciado p^ra hje t que por falta de licitantes
deixou de ser eTeeluado.
Al/aodi ga de Pernambuco, 2 de Janeiro de' 1872
Eruh Xavier Sobreira de Mello.
A cmara municipal desti cidad^, leudo
cado pub ico, conva as pe-soas qae so
quizeretn encarregar da me>ma construeco
a c mpartcerem na uiesma ca;n.ra, no pra-
zo de sessenta dias da dala det-te, para se
effecluar a arrernataclo me liante o orna-
mento e a pianla approvados, iju- se arlr-m
oa d.la cmara, e poleo ser examinados
par quem quizer arrematar a supra diti
obra ; teodo em vista as condicc;oes abaixo
mencionadas.
Paco da cmara muaic pal do Ilecite, 20
de oovembro de 1871. /jnach Jaaqttim
de Soma feto, pr-presdeme. Lourmco
iezerra Qtrnejro da Cuttka, secretara.
Clausulas e.ifeciies para o contrato relati-
.oo/i CMSlrucco do mercado publico da
dade do Rttctfr.
Art. 1. A coustrueco do mercado pobli
co da ci'lade do lleci'e, se. feita de con-
formidade com a planta e ornamento appro
vado e as i slroxgeef do en^eubeiro fiscal
4 obra; pela quautia de 385:0u0^000.
Art. 2. 0 unpreileiro dar comeco as
obr.is deotro do prazo de tres mezes, e as
concluir n > de viole rn^zes, contados da
aasigoaiura do x*jai,rio, 'b pena de urna
atti de a:OOiJOdO oo priraeiro caso, e de
10:000*000 no WfDndo.
Arl. :}. O gamjatii ser falto em seis
prettaces igrtaes. A primeara qaando o
arremaiauis assigiux o etnt al", a segunda
qaiodo mo.tra- o coinecioeut deten er-
Jarca/o tila a ferragem, a lerceira qaando
tiver feito ;j ten;i parce das obra*, a quarta
qqasMlo e-t-rverem ea.ee na los o* do*3 ter-
co da.s rtitT obfis, a Huta quapda esti-
er conduinb lodo o edificio, a SsXta seis
taeies depois de executadas e coocluidas
t'idas as otra e cooserva las.
A-r. 4. O erapreiieiro tira um eageobei-
SANTA CASA OA MiltHl.XlrtlA U HK..lFti
A lilni, junta admmislraliva da Santa Casa de
Mi-ericordia do Itorife, maud fazer publico que
na sala desua ses,-oes, no dia 4 do rwz de janei-
zozflbro oslas 3 horas da tarde, tem de ser arre-
matados a nue-n mais vantageus ^fferecor, pelo
lempo de um a tres anoos, as rendas dos predio.-
em seguida declarados.
ESTAIBLEUlalENTOS DE CARIDADE.
Bus do Padre Floraano.
Ca-a lerroa .d. 17. ; 120*100
Ra larga do Rosario.
Segundo andar do 'sobrado n. 24 A. 308000
Raa do Prdre Florianno.
dem n. 47.........IROji.oo
dem dem d. 17.....' 120*100
los da Gloria.
Casa terrean*61......40JOOO
[PATRIMONIO DOS ORPHAOS.
Ra de S. Jorge (Pilar).
dem n. 108........203*000
Weaaii).^.........*l00O
Os pretendemos tlevcrao apresentar n'tet()d?
irrematacao as suas naneas, ou comparecerer
corapanhads4os respectivos fiadores.
Secretaria da Santa Casa de Misericordia do Re
:ife, 29 de dezembro de 1871.
O eecrivo,
Pedro Rodngues de Souza.
Conselho de compras de iua-
rinha.
O conseibo promove no dia o de Janeiro prxi-
mo vindoaro, 4 vista de propostas recebidas al
as II horas da insnhi, a compra -nb as eoqdi-
<;o)s do "siyl <, d s objectos Jo material da arma
da segantes :
b bar i< de lcali a i, 4 barras de ac batido de
popoca de 2ju!egdaj de largo e 4j8 de grossura,
40f)' amistas de cobre de 3,8, 4^8', 5)8 e 6,8, 40
arrojas de almagre, 30 medidas de azeile de pei
xe. 4 arrobas de i-gaa-rar, 8 dornas de brechas
- r'i.l i- i'-ra piolar, 8 du.s ds ditas dita para
calar, 100 cuvados de-baeiilOS para cartuchos, 2
baudeiras naciouaes de 6 panno, 10 pegas de
brim, 50 baldes ferrado?, 6 vaioas de cobre
3|8, 4|8>j 5|8, 40 bracas de correnle rir 4|8 de
grossura, 20 cadinhos de lapis de nj. 3-' a 80, 10
arrobas de er, 10 arrobas de colla da Babia, 20
croques de ferro, 2 peqas de ;abo de linho de o
polegadas, 2 ditas du d lo de 4 1,1 ditas. 6 ditas
de diti de 3 1|2 ditas, 6 dias de dito de 3 ditas, 2
ditas de diio dj 2 d tas, 10 caderoaes de 15 pote
gada-, 10 dilos de 6 dita, 10 ditos de 8 diu?, 3
ii-ii; es da cobre de 8 o,o com 2 ps de largo e 3
1|2 de comprimenio, 6 arrobas de estopa da tr-
ra, 20 fecbadjias de broca surtidas, 5 arrobas de
fio d vela, 18 vares de ferr iglez de 3,8, 4|8,
5,8, 6,8, 7i" n 8|8, 50 ditos da lito quadrado de
58 de grossura, 4 dilos i dito de 2 11 potleeada-
de gro-sura, 6 ditos de dito em barra de 3 pole-
gadas de largo e 3|4 de grossura. 6 di'u.- de dito
de 2 3|4 polegtdis de largo e 3|4 de grossura, 6
ditos de dito de 2 1|2 polegadas de largo e 3,4 de
gr>ssura,6 dilos de dito de 2 1,4 palegadas de laigo
e 3|4 de grossura, 6 ditos de dito de 2 polegadas
de largo e 3,4 'e grossura, 6 ditos de dito de 3
polegadas de largo l 5,8 de gros-ura, 6 ditos
de dito de 2 1|2 polegadas de largo e 5|8 de gros-
sura, 6 ditos de dito de i 3|4 peleadas de. largo
e 5|8 de grossora,6 ditos de dito de 2 l|4 pcl.'gadas
de lrgo e 5|8 de grossura. 6 ditos de dit) de 2
1|2 polegadas de largo e 4;8 de grossora, 6 ditos
de dito de 1 l|4 p lepada ue largo e 3,8 de gros-
sora, 6 lenQoes de dilo do de l,i de grossura
coro 80 polegadas de compriraeuto e 30 de largu-
ra, 6 lito3 de diio dito de 1|8 de gros'jra com 80
polegadas de compriraeuto e 30 de largara, 12
ditos de dito dito de l|4 de grossur?, 3 ps de lar-
go e 6 de comprimeuto, 10 duzias de linas sur-
tidas, sendo 1 duzia de limas murc.a:, 24 lanlerna
de vista. 4 libras de linha ero, 10 pegas de lona
larga, 10 ditas de dita estrella, 10 mnitoes de 6
polegadas, 10 dilos de 8 ditas, 40 arrobas de ocre,
100 arrobas de oleo de linbaga, 12 pincela peque
nos para tragar, 6 ditos de penna, 10 patescas,
1,000 paos de queri, 50 pratos de folha, 100 paes
e ferro, 20 libras de secante de zioco, 5 arrobos
le secante fezer de ou.ro, 5 arrobas de sebo em
pao. 6 duzias de tabeas de assoalho vde pao carga,
4 dallas de taboas de cedro de 1 polegada, 1,000
I,Lras ce tiota branca de zinco, 60 latas de ila
verde ingleza, 20 latas de dita prela, 2 pegas de
tapete, 30 travs de 35 palmos de comprimento e
8 polegadas de face, 3.000 lijlos de fogo, 2,000
dilos de ladrilbo, 1 torno de 6 polegadas para ban
calas e60 arrobas de zarcio.
Sala das sessSes do conselho de compras de ma
nnba de Pernambuco 23 de dezembre de 1871.
O secretario,
Alexandre Rodrigues dos Anios.
Hli
At d.td%j|0 do taerriiia, espe-
rado oos portos ro nene o to
por P^nmi, eemmandante Gar-
ca, o qQal depois da dme
r do eosranm letmr para w
pon* 4o tul
'lAra'frelet e passageiros i rala se oa agenda.
Eocommendas de feqoeno valor, peto, medila
a faitloem inbeiri>, reeeiMuu-H- ai 1 zwra da
lare do da da aluda do vapor. Agracia ra do
Comraercio n. 8.
AI*gtvie
O ? andir do -obrado o. 64. a roa de Loaba
Valantinas, cota oommodos para grande familia :
a iralar a roa do Bario do Triumpliii n. "06, ou
tr'ora- ra do Kmni.
Vai sabir mtiiii ioreve o brigue porlognei
t'i'iio ; para para e.M.-jaKeiro' trata-se com
Siare< Primos roa do Vlgario n. 17.

A's 5 34 hotas da
Ultima re^regeaucao do enibuslaslkaicente apr
plaudilo drama em 4 actos, origioal portugnez,
intitulado :
Toma parle toda a companhia.
TermiGas o especlacelo com o engragado e
inuito aplaudido duelo
A panella o feiti$o,
au'a'.o pelo menino Lnize a menioa Oiympia.
Principiar as o 3,4 horas da lard >.
Os billetes acharase venda no escriplorjo do
tbealro.

Cumulando superior.
De crdera do lllm. Sr. coronel commandante
superior fago publico, que do dia 9 do correte
mez, pelas II horas da inaobaa. haver oesla se
cretaria reuniao da junta medica; devendo per-
ianto lodos os Sr.'. ollkiaes e mais pragis, que
requererara serem inspecionados, aproseniarem-
se oo indicado dia e hora.
Secretaria do commando superior da gu rda
nacional do Recjfe, 3 de Janeiro de 1872.
Ju Marceloo Alves da Fonceca.
Capito secretario interino
CORREIO GEHAL
Relacio dos objectos registra-
dos existene* ua aduiinistra-
co do crrelo desia propn-
ela, para as peseoas abaixo
declaradas :
Andr Avelino Pereira da Silva, Almeida Rorges
4 a, Amoral Mjreira 4C, Ao gusto Teixeira de
Azevedo, Antonio Ferreira Lira, Basilio Antanio
Carneiro Cosme e S Peraira, Duml de Mang-
les Fraga, Firmino Theotonlo da C SaBlligo,
Francisco Carneiro Monteiro, Gustavo Olympio de
Miranda Fontonra, label Maria da Rocha, Jesu'no
Machado, Malheiros Braga, Joas de Souza T Mo-
reira, Joaqnma Mara da Cooceicao As'is, Joaaui-
na Mara Pinto, Jiaquim ole Oliveira |Iia Jnior,
Jos Francisco Coelb >. Jo.- Joaquina de Soaza,
Jos Maiia Cesar do Am3ral, Jos Msades Vi-ira.
Jos Narciso da Silva, Jos Teixeira Men Jes, Jjoao
Barbaltlo Ucboa Cavalcanie, J / Baplista Ribiro
Corle Real, Joao Fernandes Vimina, Vnotl Fran-
cisc, Manoel Francisco de Barros Reg, Pedro
Ferreira'Braudio (2), Toeodora Joaquina de S>Oza
Braga.
Admioistiagan da correio de Pernarabaeo I d
Janeiro de 1872.
O eoemegitdo do rf|istr,
A. Gomes da Silva Ramos.
Saldado 6 de Janeiro,
POSITIVAMENTE 0 LTWO ESPBilTACLliO
NESTA CAPITAL
DO
RE HO AR
E
.anilla do ar.
Grande espectculo, ornado de gytnnasiica
e msica, por 18 professor**s sob a
dnsc.o de Mr. Julio Po^pe
Em beoe:io da
Rlfll4 8IO AR
Nesta occa>iao ser eieeutalo pela orchestra, a
muilo linda wU intitlc'a
A RAINHA DO A^
FKOCKAllIJfA
1." PARTE.
Pela orchestra.
1 Xabnco (ouvertura) Verdi.
2." Phamasia da Figlia del Regimecto, por
piano e orchestra, execulada por Mr. Popne.
2.' PARTE.
Pela primeira vez nesla capital, o Sr. Frederico
Airee, traba har, no naaravilhpso acto
ANTEORA VOLARTE
3.' PARTE.
Fot Poorri srbre motivos da opera II Trova-
tere de Verdi executada para a grande orches-
tra.
4.' PARTE.
Pela segunda e uliima vez o Sr. Frederico Airee
rxecntar o difJkulloso acto
Passagem de Hercules
OU
Uomem mosca.
5.' PARTE.
I.*Pela primeira ex sera evada pela orches-
tra a llnaa wilia. A rainha do ar.
2.*Ouverlura Zampa, Verdi. pela orchestra
6.' PARTE.
Pela ultima vez nesla provincia, o Rei e a Rai-
nha do ar exeeutaiao, novas e perigosas surtes no
Duplo trapesio
Conclu odo com a
MlffMlRO
a o lfL'Mcaj,p por'o o piach > C'.'isil'tas, quem
nefle awta* eafrpgar, devir trlar a raa'do V-
gario n. 14. w-eqptrinl> Js L-ps Divina.
Aracaty por Maco
Vai .-eguir para o< dous.portas cima o hiate
D. Luiza ; para o resto di carga trata-se na raa
do Vigario n. 26. anlar.
CPAXHI
DE
Nvegapao Brasileira
Dos portos do snl esperado
al o dia 8 do corrate um dos
v^t. res da companhia, o qual de-
pus da demorada cosiume se-
gui para os do norte.
Par carga* >! passageiros tratase na agencia.
linconuneiidas de pequen > olor, peso, medida e
i a n. b-ni diuheirj receliem so ae. 1 hora da larde
d> dia Jo aa< sabida : na afancia, ra do Com-
mereio n. 8._______
COIPAIlIIIA
-DE
Naveg-ago Brasilaira
As ancmmeadas vindas por vapores desia com-
panhia. quer dojanrje, quer do snl, sero de lf ule
era diatite 'entreguesta agencia da companhia li
we Je JespezjsLfinjro jde_Yinle.e ipiairo .huras
depnis da chegada do rr)-pea:ivo vapor. Depois
deste (ermb'os volinnes ni rpclamaoos sero de-
positados Djtrpiclii> aiaivlfBaaJo-1)tulas.
COMPANHIA PERNAMSUCAm
DE
aTcgaco eosteira por vapor.
Goyaooa.
O vapor Ptrahyba seguir pa
ra o port* acuna no dia 6 do
crrante as 9 bora< da nonie.
Recebe carga, encomiiendas
cassageirosetlinhoiro a frote at
as 2 hoVIis "datarje : uj eacjipujrap do Forte do
MattosY it."_______' \ *'______________
-4PMPANHIA PErifiAMlfcCANJl
DE
Saveyngdo cQsteira por vapw
Mamanguape.
O vapr r Contripe, com
mandaste Silva, segnin
para < porto hcinia ni
da 12 do correte as.'
horas da tarde.
Recebe carga, ejacom
.nenias, p'ssagoiroa e dioheiro ; frete at as i
horas da tarde do dia Je sua sahida : escriptoru
ao Forte do Mattos u. 12.
AVISOS DIVERSOS
PREPARATORIOS
PAIU
Fe ver i ro e inarij \
Jos Soares d'Azevedo, prnfessor de lin
goa e lilteratura nacional no gynumio pro-
vincial do Utcife, itm ab?no em sua casa,
ra B ila o 37, as segniules ao'as de pre-
parronos para oa etudaul*8 que liyerem
de fZT nitne em evereiro e marco prxi-
mos :
HIIETOIUCA E POtTICA ;
t'iiiLOPOPttiA ;
OEOGIUPIIIA ;
HisroHiA ;
Alem dess otilas, continala as de fran-
ot e portoguez durante todo o anno.
Dingit-se re.-idnucia indicada, de ma-
;ih5a at s 8 boras, e de Urde das i as 5
horas.
Nest* ypo^raphi;i se
lira qiem precisi alug-.r
um_pjjfco de meia i'lade.
4 \\ \ Precisa se de ama ama para enzi-
Ailio. uhar : na rui da Palma'n. 42.
Attenpo
Manuel Vctor de lesus d* Malla declara ?ae
uada deve, ra apresentar pa coala no praso de oilo dias, on
anuuneie por esta) jornal.
Maita attcngd
O Sr. ex-leneute le voluntarios, cao vmdo rea-
gatar em oilo dias qoelbe licara aprazados o sea
>ale do 58**96, h i nnies vencido, sera convidado
par seu noma, seodo lirada a limpo a Iransacgao
qoe dea ongem ao referido titulo.
OSA HA fOKTUAI
A os 5:O00
Bilhetes garantidos.
i raa r^inieiro de Iflarfo (oatr'ora ra do
Crespo) a. 23 e casas do cosame.
O abaixo aasignado, teodo voodido nos seas fi-
nes bilhetes ni) meio o. 2276 com 3:0fl0f000.
im muri n. i:t7i com 00*000, um meio n. 577
com 300*000, i aturas sones de 40*090 20/
da lotera que se aeabon de extraoir (*20'), con-
vida aos pos-uores a Tiram receber na con
formidade dr eovtnme sem desc mo algom.
Acham-M a venda os bilhetes garantidos c;
I.' parta das loteras, a beneictn da matri da Ca-
brob, (131*). qae se exlrabi.a na srgnuda fe
ra 15 do correle mez.
PRECOS.
Bilbete inteiro eiOOO
Meio bithete 3*000
Qoarto 1*500
la porgo de 100*000 para cima.
Bilhete inteiro 5*500
Meio bilhete 2*750
Quarto 1*335
Manol Marlins Kiiua
Joaquim Jos Gonpal
ves Beltrao
Raa do Commercio a. 5, 1 andar.
Sacca por lodos os paquetes sobre o
banco do Minti, em Braga, e sobre os se-
guales lugares de Portugal.
Amarante.
r.cQS de Val de Vez.
Barctllos.
Be ja.
Chaves.
Coimbra.
Gstilbi.
Faro.
Guarda.
Guimaries.
Lam^go.
Lisboa.
Mirandella.
Mongo.
Ponte de-L na
Porl-o.
Tavira.
Valpassos.
Vianna do Cate!lo.
Villa de Conde.
Villa Nova de,Faiaa,Lco.
Vula Nova de Portimao.
Villa Real.
Vzu.
Va'enca.
Trabalhador
Precisase de ata iraljailud. r ta f>^racii
americana : a raa DuqM da Cixiaa a. ' fsre se e.cravo.
Preciu-se 4| urna asta p7
ra casa de huaem a$a* tou\
nm til tu, que^eja capaz para
t>mar conta de teda a case : na raa do fajan.>
numero 33.
Prensa h
do
V&\*
i y d ra altea ingleza,' ra
Apollo n. o.
Companhia Allian$a
DE
seguros martimos e terrestres
estabelecidi) na Bahiaem 15
de Janeiro de 1870.
CAPITAL..Rs. 4,300:000*000.
Toma seguro de mercadorias e dinbeiro
a ri>co maniimo em navio de vel'a e vapo-
res para deutro e lora do impeii assim
como cunira fogo sobre predios, gneros e
fazendas.
Agencia ma do Coamercio n. es-
criptorio de Joaqu na Jo- Ganfalves Bel-
ir).
Dupla decida
executada pelo Rei do ar e a beneficiada.
7' PARTE.
!.A Bahiana Grande walsa por piano e or-
cbe.-lra eomposta e exeeulada pelo dirmete e sym-
paihico Mr. Julio Poppe.
2Prlki Polka (hineza Poppe, execalada
pela oiebeslra.
8.* PARTE.
Concluir e prtheudente a co, imitado
NONPLS-UL'ffiA
AEREVOLANTE
no qaal o Sr. Frederico Airee trabolhir ua
Esca -a japoueza
sendo esta surte naaa que completamente derro-
ta os tr.bii >s dos afamados jponezes.
Depois do espectculo bavei trein al Caxau
g tocando em todo- os pontos.
Em um dos intervallos a Sra. Nellie F.rrecter
ir nos camarotes receber a qQantia dos mesracs.
Principiara a 8 horas.
AVISOS MARTIMOS
CTOMPilaTHI i
AS
Mes^egeries mtir^tirn-as.
Al o dia 10 do crrante mez espera-ge da En
ropa o vapor fraocez Xpia:oii, o qnal depois da
demorado costume 3f|uii jiara Buenos-Avre-.
locando na Balita, Rio de Jaoeiro e Mnnttvido.
Para condicioes, fretes e passa'gius, trata-se.^
agencia,*ua do Commercio o. 9.
No dia 11 do correte mez espera-se dos por
toe do sal o vapor francez Guvnle, commandante
Soiner, o qual depois da demora do cosame se
guir para Bordeo, locando em Dakar (Gore
Para coaaifdes. fretes o passageost traa-se oa
ageocia. roa do Gommercio o. 9.
Precisa se de um eaixeiro da. 14 a 15 anuo-,
(laudo fiador a sua conducta : na ma dos Gaara-
rapss n. 10, ub-rna.
Preci-,i -e de urna ama
paia por.ca fin lia. que
a>ba eozru' ar com per-
feii,a: n.t ra da Au-
ro a u 5, 2* aadsr. Pre-
f re-se ("tetara.
M A Na ra ae S Fraocico n. .11 ure.qi.-a
'au-i*- se de duas ama*, sendo una para co"
zinhar e ocira para pajoimar para duaa passnas-
NOTAS
Troca-se nota< lio banco do Brasil e de ana'
riliaes na ra do Baro da Victoria n. 63, inligs
rea Nova, loja de Joto J iiuim da '.osia Leile.
Ama m < Para casa de nm ho-
B mero solteiro.qae re trata
Elosl A c"in *8se'0' precisa-.-e de
S nina senhora de meia
ft dad. com bastante ca-
k pacidide, p;ra tomf.r a
seu cargo todo o arraojo dojie-tic; ceenhan-
do_e engomminio rnn perfeii;ao. Fazem-to to-
das" as vaniagen". que nere:er s*0 baneprn
pcrtamenlo : uo Bazar da Moda, raa Hav* n. 50,
se ducom qnem se iraia ________
SA ti.j1 a "J ""C* d"* 'n 1'pondencla r.s.
.WilL-.t7 e 9 para co nprar e coziohar
O bacliaret D. Luiz da Silveira acba
k, .-e temporariaraHale re-i ln lo ra do ,
7' P.ysaod a. 46, l'aisigem Ja Ma^la "
l.na. onJ' ila >er encontrado das 4
da tarde ro diante.
I coujsaio
D V
3 K%BI^O
^h As-auJai dessa iullegio principias a
V foneci; or no du 8 do correte n.ez
Precisa-te alagar um escrav i de
!C annos, que s>*ja di br cotidu-la
casa de faJB'la: a tratar com Antonio
Rodrigues de Souz na tbesuratia da!
terias.
Precisa-gas de u eaixeiro para labein*. pre-
fere se oortuguw : i iru*r ero 0!n.l*, rt* 4os
Quairo Cania, k lJs sbalo, ou o Bu, UbetM.
Joaquim Ferreira dosSantos, profetsor de dan-
sa, parteeipa que abre sna aula na ra estreita do
Rosario n. 29, andar, no da 7 do e. rrente,
continuando a [eceiofeSf em dan gra, as tercas-feira-, quintas e dominaos, e or
oatrvs dias se acha prompio para r aos euilegioe,
e casas partijolares. Ta.i.bem lecciona era pari-
eularera sua casa a qualqier cavalheiro que pa-
ra esse tim o procure. Na oi?sma ca-a ha oara
vender por pre^o emnmodo um l.nlo porta flores
de contas de vidro, cora flores psra enf- lie- do.<
c irtinadns de s-.la. ________
Aula particular de primeiras
Ultras.
Anna Tlwodora Samoes, avisa aos secherss pais
de suas alumoas ao respeitavel publico que se
achaia abena a sua aula pariieuUr de insiruccao
primaria no dia 8 do correte ni travessa dos
expos'.os, casa n. 10, segundo andar, onde espera
salisfazer a s senhores pais de familia, que Ihe
conliarera suashlhas, tanto uai aaaierias que cois-
tituera a sybredita InstruccSo, como tambero en
msica vocal, e no que for coneeruent-! a3 habili
dades de agalha. _______________
Atten^lo
Vmde se o hotel da ra do Cordooiz n. 10 :
iralar no roesmo htHl.___________________
ju. >. Pre.ci.a-sc Oe una creada
>aW^v ^B|\ "^ para lodo >erviCo de ci-a de
lMa) Y4\ ^i f.cn.iiis. menos ebslnhar e
comprar; a ra Direila n. 89.
Precisa -e de araa-sadores : na palana da
roa do Rangel n. 9._________________________
Aluga-se urna baixa de capira em Sant'
Amaro, por nm ou tres apnos : tra'ar na ra
do Capito Antonio de Lima n. 6li.
Antonio Jos de Castro Azevedo declara ao
publico e principalrfjente ao c>rpo do commercio,
que achaodo^ alterada -ua saule, se letrrou
desta ridade para a oovoicio de Trorobfia.______
M
Na refinera da ruado Itangel n. 4-1, precisa-so
de trabalba lores para a mveuta, e qu< em-nda 4o
servido ; e umliem,se precisa de nm caixeira
Usiuh iro
No caf chin^z ;rua larga do Rosario n. d3,
precisa-sa de um cnzinheiro que tenha pratica le
hoiel.
Este estaaeleciminto do I* de jaonro de l*>7t
em dianle acha-se de nota proreHO pea iiipstrio
nar, reciber em drposito e enfardar algodaa, qu.i
quer qoe seja aquantidad', coa a prompti So
i|ue se ole de.-jar. O abalzo assignadi. palliri; a
iiorunt) aos senhores recctKdurea de alg da, oa-
estari sempre pr impo a ervi-tos r m loda a
priste.a e exactidao. us arronzeos enam -e atrr-
lis desde ai 7 lloras da maaha al as *> da larde.
O preo para a inspecci >, embar-ju dspotit
dos algoddes ser n guiado e segundo costnrr
da i rara, a do tutu dameu'.o li\ iraulic" eeo)>> *m
eonvencioaara.
__________________William Vmuhan_________
Rub. Lighihown k U, nmdoa sea eseripi >-
rio da ra I > Mrquez de illin la (tr'ora ra da
.adea o. o) oara a ra do C niui-rcio u. i-*, fea-
t'ora rn do Trapixe.)
Sala par escriptor.o
Aluga se na roa d < Injiieralor o. i", 1* radar :
a tratar com o ioqiniw^ da sala t firrrr.
Araga rt a jTi>i-a|iaa n. i>
cao : a ir-.ur t/rea d s Pesca
no mu a la!
Wes n 17
Prtci.-a-se ,'iugir uuii aida uara casa d<
pouca familia : a Iralar na ma jo Livrameoio o.
16, ;! andar. '
AMA
Preci.e de urna ama *a* Den
nlie. ua a.,y, iro : a Ir.tar na ra
do Vitiar.o a 2. |* andir
AOS 5:0004000
Estn a venda us feui-s biliiete- da botera da
labia, na casa feliz do arco da Uioecicao, ioja ds
nrivfl no Recif-.
Cade-se parapx-ar bata p r moJica qaao-
lia una casa paito fresca cun 2 sa'*, 3 qj-r
coziuha, cop' e eaejinb ; f.. ni' Anua : a tratar
no largo do Parado n. 2Vi 2* andar.
Empreza do gaz
Peruaitibitro.
Esta empr.'za tem mu bulo soriirocnto de can
lieiro*, arandflas, pciidff, ele. lauro ein vidi>
(cfy.ial) eouio -oii n..i.:, .-ma v.iodade de glo-
bos dos padies mu u. d rn s e tor piee-i*. m-
dicos. As amostras ; 4rp n r natal o* eseripto-
rio n. 31 roa do Irop-i. melhor Miles 60 r. c. du cm. As aco.iimen-
das ni dem ser fi-.ia- por r-enpio. na raa di Im-
perador junio a Merottria na polica, oo hf das
ao abaix i assicn.d) na f.lnca S. J o, que sn.
promi lamile atteodilas.
Tbus. N-wbiggmff,
Genote.
MflA DE LEITE- -
Precia-s d um n nn tu Crepo r. 7.
Aluga-se um BMSSMi para todo u wnig m
i-rno e externo da iv^graptiia Merrannl, rna >
Torres n 10
l'reei?a->e ae n ta ama uvr.s ou e.-ciav*
pi-a Casa de pouca familia : oa raa da Saulade
o. 37._____________________________________
h ja para alugar.
No pateo do Terco o. 57 irau se na rna do
Imperador o. 81.
ALUGA-SE
um liado sbralo Bovnwa do chifari n. II, en
Fra de Portas : a tratar com o ronineodadoi
Tasso.
AOVOGAOO
DB. JOAQL'IM CORHA DK AlUUO
67RliA DO IXfKHAUOH liT
~ mm
3
Aos prt tendentes.
eLU^ a tija da roa N.va o.
afro-olaiuento : a tratar
I '..
na
Faz-se ntgecio
garanundo-se o a!
mesma.
X D. Mariana (aruliua Lobo .
Corte llral.
W Travessa da ra <' Pa lia n. o.'i,
0 V nlr
A ( -ASA PART" 'LAP)
JR Ple adrr.itnr em sin casa, a qual of-
U ferece as melhores eoaiio.-s de tooolur-
Jg livel hcsped.igem. parpr-co nioili.-o, >| m
*jj pumas peaseas na familias do |n-perk>f *
Q que preleodiin dem 'ar se em L!"'-',
a passeio, ru por tm'c ta : para inf. r
^ ms^Ses, qiieir-m Artnpr sea roa Pi:mi
rn de RiMCaj, ( an'iga do Crespo '
n. ta.
m
lija dr foeo lai d..- Sr*. l*-i loa S ni i
^ Naves A; Irma1, sai l'ercan.bco.
mwmiHammf **
Alogase a casa lerrea n. II da ra Jo J.n-
mim. Boa.Vista : trata ua ru do A j. lio nuioe-
ro 20.________________________________
A'ogz-se ou vi-ii'ltj-se a ce*
nsiaM^BMpjj^sa i i da estrada di > A-
Wff 'llmlos n. 42. o qiai tetn 00
w ^ palmos de renle e t>rca d>
1,300 de fondo, com c cimba, CrtctVires.'
etc assim com vei.dem-se terreo* .< a s
lados do mesmo, leod" >s f entes e os fon-
dos murados, emio a vtrdade eicrlleeie
acquisivao paraedilic.ua>, nao- pr ser
bem perto da ciav, orno por passer pele'
frente a ta frrea du Arraial: a iralar r m
Antonio Jos Ltadrigoea deSotu na il.e.-oi.-
raria das loteras ou com Carlos da Si \
Araujo oa ra do liuua Jess o. i-l, ara i-
zem.
Rabe Sclimetuu tt I pariicipam a sjs>m ii-
leressar possa, que adroittiratn ao Sr. II I.
bour, eomo socio de .-ua ca-a coinmerciai J-ia
[raCa queeoniiodi evrtr sob a iiiwim Hm"
Precisa sede urna aun : na mi
do Koi-anlamento, liberna n II
AVISO.
Tendov-re urgente preciso de fallar ao Sr. Un
ry A. Krause.Jo nao s*bendo->e onde sua resi-
dencia, peJ"- da pala. 15. prensa jje algodao._____________
?reci.-a-s4 e uiua ama
qaj> saba f*zer todo servico
de urna casa de nm hornera
solteiro, i que tenh} boa conduela, preferiodo-.e
algnma es'rangeira : na ra do Commercio n. 38,
armazeiu ______________________
AiOfa se urafc escrac boa c iiilu-iia : na
roa da Cadeia n. 1.,
>M&%
Prfcisa-se
De um hornera farro ou eseravo para carregar
pao e bolacha na Badana a roa da Mrquez do
Herval o. 9, e tamb|ja precisase \Y* nm menino
para um dos meih'-re >-siaat'leeiientos em Saht>
Amaro de Jab>aio : tratar ua rus de S. Fran-
cisco o. 70.
Pede-se ao Sr, Henriqaes tlias sie Frailas
qae va pagar o- alaguis da casa esnqpa raomu,
sita ra los Coelbus o, 8, I
AMA
Aluga-se o i- andar nu poleo J > Teic : a
tratar na fabrica de cigarros (AcliiJade) ra di
Trincheirs n. 43.
Aloga-se urna casa terrea ua ra lo 11 spi-
eio cora C'romodos para unugnnle famil.a i
iralar na alfandega Com 1. C Reg Valen^a, oa
em Oliuda em casa do Sr. Aoit< oi.i Hamos.
Aluga-se
0 segundo andar do sobrado da ra do Vicario
n. 20 : tratar ni toa do Amorira u. 37.
Boa CDzinheira
Na rna do Pire?, sobrado n. 28, precisa se So
nma boa cozjubeira forra ce e-erava ; pjga->*
bem.
GASA D FDRTOHA
RA l' DS MAKCO OTJTI'ORA 00
CRESP5 N 21.
os 8ftQ00jW00.
O atiaaxa assjgo>do tem sempre exposio ve-
laoerefize biisates do Rio de Janeiro, |Wi2aa orcffipiataenie. com costuraa. quaUiuerfr*o.->-
PREl.iOS.
louiro JAJtO
bfeio I2OT.
Qiiarto 63000-
Manoel Marns Fina*.
P techa-se de u.ua ma para o
rvi<;) de asa da" ama pasaos : a
traas a raa aa Gru a. li, teraeife seriar.
1
AMA
,

rr-------------------- '"
*


V
A
x*n m VeiBMoao* Sexta (eir 4 Ra Iravessa da roa
das Crozes n, 2, pri-
ciro andar, da-se di-
Rhelro sobre penhores
deouro, prata e brujan-
les, seja qoil foraqaan-
tia. Na mesma casa com- __
pram-se os nesraes me-
taes e pc-dras.
Hll
5 Hile. Marie Lavergoe tero a honra da *
$ seieolilcar s Exme Sra#. que eneon- %
> trarao em seu sali de eabellerelro ru
2 Primeiro de Margo n. Ik nm lindo sor-
Q lmenlo de coques, tanto de tranca eorao
I de cachos, e por precos mo'ito coramo-
5 dos; asslm como am virado e bello sor- ^
6 limento de perfumaras fraueezas e infle- r.
zas dos melbores fabricantes. Jfferece
lan
G41X6IR0
tan bem as Exmas. Sras. os segniotes
MARTIMOS
COVTK.i. FOCO.
A compaabia Indemnisadora, establecid
aesta praca, toma seguros martimos aobn
navios e seos carregamentos e contra togc
sin edificios, m^rcadorias e mobilias: na
roa do Vigario o. 4, pavimento terreo.
Monteiro
Por 300,000 ris.
Aluga-se ama casa na povoaclo do Monteiro: a
tratar na ttberna do Sr. Nicolao Machado Freir,
no mesmo logar
Est*minet
roa do Imperador n. 32, precisare de um bom
cozinhsiro e de am criado de 18 a 20 annos, paga
se bem.
j larcoem as cxina?. oras, o seguimos J
<& ebjectos que Ihes sio indspensaveis, lia- fjjr.
dos espartilhos a doqaeza, obra muito t
bem acabada, proprias para noivas, e ul- **
& (mmente chegados ; ditos mais inferi* <3*
Wres, ditos para meninas: bonitas ligas de -j
seda e de algodao ; lindos pautes a Im- ^
peratriz, tanto de tartaruga como a mi- djjr.
g ta;io para ornatos dos ponteados, objec- m
** tos de ultima moda de Pariz, os mais bo- ^
5 tao de marflm, pentes de alisar, ditos -a
25 P*"" *irar p^lhcs, tesooras Gnas para
6 anhas, escovas para denles e para unbas, djjt
^ bonitas bolsinhas para meninas, maguif- ^
JaR eos bouquets e ramos de flores artifl- ^
C ciaes, gravaUs de seda e de cambraia ^
3< muito bonitas, lavas de pellica, de seda W
A e de fio de Escocia, brancas, de cores e Jg
JJL preUs ( tambem lera para hornera ) @
2 lindos botoes para puohos, ramos de fio- w
Jajr. res para vestido, eneites da palha para JB*
$ coques, sapatoS ebarlot, ditos avelndados,
cE ditos de tranca, botinas pretal para me- w
W nina* por barato preco,,bru>:iuedos para .W
ffif meninos, e ama inunidade de objectos jg
c que omitte para se nao tornar eofaooobo. g.
Para mais commodidade de suas Exmas. N*
Ai clientes, tem preparado una sala que s Q
2 tero ingresso nella as senhoras qne se ^
quizerem pentear em sea esttbelecimen- *
A to sem estarem ex>ostas as vistas dos 4Q1
2 mais concurrentes, e ser a aonuociaote sa*
f3t quera se encarregar do irabalho de peo- ?J
& toar-
urgencia
preri-a-se de ama ama que lecha bom e ahon-
dante leite : a tratar nesta typographia, com o
administrador, oa em Olinda no oitio do Amparo,
casa terrea de cinco portas de (rente.
Nos abaixo assignados temos nesta data dis-
solvido a sociedade qae libamos na taberna sita
a roa Imperial n. 208, ficaodo a cargo do socio
morim o activo e passivo ib masma sociedade,
e o socio Fernandea pago dos lacros que Ibes to-
caratn. Itecife 31 de dezembro de 1871.
Manoel Martina e Amorira.
Antonio Palippe Fernandas.
Precisa-se de um naixeiro de i i. a 16 innos,
com algoraa pratlca de renda : i tratar na praca
da Santa Crozn. 1 *"'
O Sr. ex-contra mestre da msica mi
litar da villa do Cabo, qoeira vir a esta ly-
pograpbia 4o andar negocio de sea into-
resse.
"CMCERT
Precisa-sede um portugnez que seja fiel, para
trabalhar em ama carrosa: tratar nos Goelhjs,
defronte do hospital Pedro II n. 83.___________
Criado
Precisa-se de om criado : na ra Duque de Ca-
xias n. 80, andar.
,Precisa-so de am menino portagaez de 12 a
H aooos. para caixeiro da taberna : na ra de
Paysaod n. 21.
1 __________________;______
jOviuvocorn am fiibo que anauncioa que-
rer Orna ama, p le apparecer na roa do Amparo
em Olinda n, 13, que achara com quem tratar.
' -- .-5'. :.(!
..- ...... 1 5 -
.,--. h .- o ? 3 > ;] i v ...
m ILJi^taf 'ill^l^ v*j\ ajLss,
i '( cojianmnoi procurar ttciUdot para acreditar
.1-1 craparados, deixamoj qne ana applieafo e oa
,-vmIu joa ebtidos pela petsoatqae se dignaramacctile-
.', ihtj riewa credite etoga ; porque sio aempre oa
-i'.eaiadoa eonilerailoa gratnitoa, delles qm lanca
lo ebarlaUDismo; mas ni querendo offeoder as pea-
kiqneeapoDtaDearnente nos ofTereeeram, oa que abaixo
;ic Oaoscriptos, o* laxemos publicar manifestando-Ibes
mh irattdio pela auecio, speraudo q*e Tenham
siias corroborar o cooceito, e acccitscio qae tem mere*
:i* aotM xarope. Barlholomio k C.
tmsTtliee.
tures. Sr. Btrtbolonieo & C. E com a rcais.snbida
ufaclo que decl.?ro er o xarope Amricano de orna
TWeaeia *xtrnrd:i;.ri, pnis qiif offrcnilo ha das de
alausa Iosm, t a -.-.n de Dio* | "i'er dormir a no,le a
. T-fn r ...r.i
' '' I
orri ca li c- ; i ilher lni *V<\r ', c ,ie todo Dt
' res I -'<.-(: ic j q.-asi
< <(<<;: : i .. t -..t i ran
, tu. 'i rocunhecimeBln. I* Vv. S?. anv'eo. le-
- . v.
' .i ,: .
#,'"'> (- ... rri9
Vegetal Americano, de ana composiclo, quid* a
sebera bstanle doente de urna constipaeio, qae s*
tornoa completamente ronco e que troixa ama frV
toase, me impnssibiliton de cumprir os meas deferer
de cantor da empreu ljTica, Ton agradecer-lhes mm
completo restabeiecimento, qne obtive com am si rifa
do mesma xarope, depois de ka~er recorrido a asile
tratamentos. Desejsrei qne ontros como es recorran
ao sen xarope para so verem aliviados de to Uiriiol
incommodo, tio fatal aoste paiz. Com maior ceasid-
racio cenlino a ser de Vt. St. stenlo, -tneraler i
obrigado. Lase Cremena. Roeifa J5 do sotosakrt
de 1868.
Illms Srs Bartbolomeo 6C. O xarope Vegetal ku
ricino que Vt. Sa. tero aposto i Tonda i do teda efa-
eaeia para o curativo d'asthma, eanforme observei aa-
pllcanaa.-o a mea tilbo Josquim, mencr de quu
anuos; Tclima d'esso flsgello, qne at eatioper osaac
ei rdenle a dous annos ka-ia resistido a cutres xarej
de grande noiaeada. Qneiram pois Vv. Ss. aceeHar i
tlprr.tdo aitamenle sincera 'le mea reeonbe-imadte t
mercarlo er*!';-. qae ibe prestaran* com e indioaaV
ir.:. acreditaiir'.-inHpan emora de V. 5. crie*.
v in f.l.p.- 'i. Americo Netlo de Mesaau
' .'< '1 .1 riah- de *.-
Pharmapoutlco privilegiado
succes5or $
Bouleva.rU Sbaatopol, SS. PARS.
NOVAS ESPECIALIDADES A. MARINIER
Aprcscuradas a Academia de Sciencias c ao hiiituto de Franca.
mw ton :ra-. a fle
CAUVIN-^jun>m
111 iT>f* KA sob forma de Pastilla, devedida e doscada tara faser dt
IndClluAU momento urna solwvio PREVENTIVA E COBATIVA du
MOLESTIAS CONTAGIOSAS
do volume de um relogio, servindo
de Philtro e Seringa sem o
Graves inconvenientes de fragiaade.
Com a fui na, c do volume de um I'orte-'JCda cootec*
TOBO TR.VTAMENTO.
aassa^ estojos
COLLYlI.) '"' ntra as clbccoiB das palpebras, j.reparado seb a mesma forma.
3L0ME0 & C
a ii, poeitarios gural para o ttEtANIX e I"OttTL'fiAL
1 34, ra laraja do EoaatW*-- iPiS-RNAAIiiTJCO. *
= % ?d =?5
5 Ser-o.e. g
aa -
=. o.
e o
V -^ -
= : : 3
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Camiobo Novo.
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Entrada ios Alflictos.
Igrfja dos AlUic'.o".
Tamarineira.
Mangabe:r3,
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Gaminbo Novo.
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Entrada dos Afflxos.
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BRAZLlAN STREET
Railway Compaay (Limite
4VI*oO
u'i'.-ia data em diaote sero vendidoa bilhetes
nos tren*, deixando de have-loa as estaede, salvo
a principal dama do sol
Os bi metes anligos serlo trocados nica rr. en i
do escriptorio da companhia as nlllctnas por bi-
lhetes nevo-, e as sextas eiras do raeio dia at
as duas horas, resgatar se ha os bilbetes novos
qne honver em circal<;Sb.
Escriptorio da companhia, i de Janeiro
de de 1872. C
Williatn Rawlinson.
Gerente.
AMAS

Os Srs. assignanle para as segniotes estafes :
S. J i-, Jaoqneira, Sam'Anna, Caldeireiro, tero
direito de viajar na liulu d.s Afllictos at as esta-
ques correspondentes nos precos dos Aflictos, Ta-
marineira, Mangabeira, Casa Amarella.
Escriptorio da companhia, i de Janeiro de
1872.
W. Rawlinson,
Gerente.
Paga-. nma para ser empregada nica
mente em eogommado, e ontra em
en^aboado e algom servico de casa. Na estrada
da Ponte de Ucba, antes da igreja de S. Jo.', sitio
o. 1_________________________
Alguns moradores da estrada do Arraiai, qae
assignaram no reqnerimento'dirigido ao mni dig-
no gerente da companhia de trilhos urbanos do
Recita a Caxang, faltaran) com o mais sagrado
dever, se no viessem por meio das columnas deste
jornal, manifestar-lbe um voto sincero de gratido
pola urbanidade e delicadeza com qae soo.be> sa-
tisfazer aos desejos dos mesmos, e aproveilar ao
mesmo lempo a occasio para pedir a S. S. se dig-
ne fazer com qae os tren. do meimo ramal (acara
am ponto de parada defronte da roa da Harmona,
por se a e-harem muito distantes das moradas dos
mesmos, nao so o ponto da Mangabeira mas tam-
bem o da Casa Amarella, os sopplieaotes confia-
dos na benevolencia e Qrmeza de carcter, e alta
sabedoria cora qne sabe S. S. diiigir os_ negocios
que estejam debaixo de sua admioistracao, espe-
ran) mais urna vez serem attendidos, e de novo pro-
les tainjJhesseaseurncreconh^cjme^t^______
Precisa-se de ama ama
para casa de famila, qae sai
_ ba cozinbar e tenha boa con-
ducta : na roa do Vigario n. 8, Candar______
COMPANHIA
DOS
TRILHOS URBANOS
DO
RBCIFE A OMMDA
e Beberibe
Previne se aos. Srs. passageiros do Re-
cife e de Olinda que nenhom pode entrar
nos trens ordinarios sem mostrar* o sen bi-
lhete na pjrta da sabida da sala de es-
pera.
Recife 28 dezembro de 4871.
0 gerente.
G. R. Campello
D'ora em diante sero trocados os bilhetes desta
companhia, por dinheiro, somonte as sextas-feiras,
das 12 horas s 2 da tarde.
Escriptorio da companhia, 2 de Janeiro Se 1871.
O secretario interino,
Jos Fortunato S. Porto.

CozaDheiro
Precisa.se da um brm oiiibeiro, paga-sa.
bem : na estrada do Manguinho antes da igreja
de 8. Jos, liUo n. 8._______________________',
Precisase de urna ama qne
seja boa ozinheira e qne te-
nha estado em casas estran-
geiras: aTa do Comrcercio n. 38, armazem.
^lala
OtTereje-sa urna mulher para ser ama da
todo servico da ama casa, menos comprar : na
rna das fiympbas n. 13.____________________
Existe ama carta vmda do Rio de Janeiro
para o Sr. II -arique Jos de Salles : na roa da
Madre de Dos o. 5, 1* andar.
Hoje principiar o novo systeraa de bilhstet,
como foi j annnnciado.
Escriptorio de companhia, 4 de Janeiro de
1872.
"W. Rawlinson,
Gerente.
JBoa
occasio,
Aos genhores de engenho
Um estrangeiro se offerece aos senheres de en-
genho, nao s para lecciooar primeiras letras por-
tuguezas, como para ensinar o francez com toda a
perfeigo e assampto francez, pelo grrnde conhe-
cimonto das roaneiras mais facis de aprender-ser
qnem de sea prestimo seqnizer atilisar pode dei-
xar carta fechadacora endereco Mr. F. M. B.,
ra de Chrisiovo Colombo o. 3, toja, em segui-
racnto roa do Jardira.
Insta liaran do novo pao chinez : hoje 4 da Ja-
neiro s 4 horas da tarde, e coot3Dando todo os
dias as mesmas boras, sendo sea preco ie 80 rs.
e 160 rs. rada am : aviso, lendo chegado da Chi-
na para esta capital um novo fabrican e do ja mui-
to acreditado pao chinez, j mnito conbecido na
Europa e desnecessario elogio algain em qaanto
a limpeza e bemfeitoria ; cheguem fregaezes a vis-
ta faz f : a ra dos Pires n. 45, nova padaria
Americana.
Roga-se ao Sr. Dr. Maximino Mootarroyo
que compareca na rna de Pedro Alfonso, arma
zem n. 7, a negocio que o mesmo senhor nao ig-
nora. _______
Precisa-."* de ama ama qna ozinhe e
engomme : na ra nova de Santa Rita
ti. 57, serrana.
AA
Precisase de nm fetor dando provas de sua
eonducia : rna do Imperador n. 22.__________
"No dia 25 as 11 horas da noute do mez pas
sado, enlrcu na coxeira de Antonio Pereira dos
Santos a ra da Paz n., doas caroeiros; a quera
for sea dono Ibe ser entregue dando os signaes
cellos e pagando as despezas dos mesmos e o an-
onado. O anunciante nao se responsabilisa pela
fuga dos mesmos._______________^_____
Piecita-se de um criado bvre oa eseravo :
na photographia da ra do Cabag n. 18, entrada
pelo pateo da Matriz.________^_________
Preci?a-se de ama criada livre oa escrava :
oa photographia da ra do Caboga o. 18, entra-
da pelo paleo da Matriz.
Os abaixo assignados declaram ao publico e
principalmente ao corpo do coramercie qae dis-
solveram a sociedade qae gyrava nesta praca sob
a Arma Joaqnim Jos Feroaodes & Irmao, fleando
o activo e pas:ivo ao socio Joaqnim Jos Fernn-
des, retirando-se o socio sea irmo com sea capi-
tal e lacros.
Recife 30 de rtezemtro de 1871.
Joaqaim Jos Fernane?.
Manoel Jos Ftmandes.
Precisa se de ama seohora habilitada para
ensinar a lingoa portugueza e trabalbo de ?gu:ta
em urna casa de familia distante desta eidade al-
gorras legoas: quera o pretender dirija se i ca-a
n. 22 na raa Aogusta.
AVISO
Coronel Jos Pedro Velloso da
Silveira
No dia 8 do correnle, 1* aoniversario do fallec-
ment do coronel Jos Pedro Velloso da Silveira,
celebra o padre Jos Eleves Vianna ama missa
na matriz da villa do Cabo, 8 convida a lodos os
prenles e amigos residentes na dita villa, para
aesistirem a este acto, qae tora lugar pelas 7 ho-
ras da man ha a.
v
'Py.
O t neote-corcrel eommandante e pfficiaes do
corp de polica, pn fundamente sentidos pelo im
previsto fallecimento do capio do mesmo corpo
Jod Anastacio Camello Pessoa, convidara aos pa-
reles e arrigos do tinado, para na sexta-feira 3
do correBte, no convenio de Nossa Senh<>ra do Car-
mo, Irem assistir a urna missa de rquiem, que te
r logar as 9 bor-s da mmha. antecipando seu
rece ti b:-cimento a todos aqaellesqua prestaren) as
slstencia a esse acto de caridade e n-ligiax
Manoel Coelho Cintra, liihos e genro agradecen-
do a todas as pes-oas que Ibes tzeram o cari Joso
obse juio de acompanhar os restos mortaes de sua
pnzada esposa, mai e sogra, D. Mara Malfada AaV
gusta Picaluga Ciatra, ao cemiterio, de novo Ihes
rogara a ouvirem ama missa qae pelo descanso
eterno da mesma prezada. manJara ctlehrar na
matriz da Bja-Yisla aa 8 horas da manba do da
o do correte.
Tintararia, largo de S, Pedro
numero 6.
Annice'.o Correia Lopes cora tintararia cima
mencionada, avisa ao nspeitavd pnblieo desta ci
dade que se acha habilitado em su Industria, a
desempenhar em seu's irabalbos o (oaior desvello,
asseio e presteza, qae para is-o tem ss necessa-
ras inslracQSes tendentes a sogQr-aoca de suas
tintas, pelo qae j nao sio e trannos" 3 seas ira-
balbos. Ao corpo do coram*rcio se-fUereceeom
agrado e vontae de bem o servir era saas eiicom-
raendas. Tinge-se e llmpa-se com perft-icao e 11-
ra-se nfo das pecas e lamhsm do chapis, sen-
do todo o trabalho con asseio e aciividade, e o
prejo o mais commodo do que era outra qoalqaer
parte dos mesmos irabalnra.
Irmaudade ae N. 8. da Boa-
Viagei
m.
Sio convidado' todos os irmaos para compare-
cerem no domingo 7 de c.-rrente, as 9 horas da
manbia, no respectivo consistorio aftm de se pro-
ceder a eleiciii da nova mesa teaeoT.
O aliaixo assiguado faz scieute ao re-peiiavcl
corpo do commercio desta praca qae oesia data
admitiio como socios de sua casa eotnmercial seos
dous liibos Alfredo e Adolpho, podendo aquelle
fazer uso da nova firma que ser Joao Martins de
Barros & Filbos. Itecife 2 le Janeiro de 1872.
______________Joao Martins de Barros.
Sobrado e sitio para alngar.
Alaga-se o sitio Olho do Vidro, n> logar de
Parnaraeirim, com bom sebrado, bastantes cora-
modos, qae ple admittir duas familias, com co-
cheira em separado, boa biixa de caplro, muitos
arvoreJos de fructo, com nasceoca de agua de be-
ber e at para banho, e bem proprio para ter vac-
cas de leite : quem pretender alogar se dirija
roa do Arago n. 13, oa i ra Duque de Caxias
n. 43, I.ja do Sr. Gaspar.

c'V.
r *


.Hanoel Anlnafo norclra
Mara Ignez Ferrt ira Moreira, Jos Antonio Mo-
ren;:, Joo Ferre.;ra de Deus e Antonio Ferreira
de Deus, esposa, mano e carinada, agradeeem a
todas as pessoas que assistram ao enterro, e ro-
gam de novo acs sens prenles e amigos o en-
doso obseqaio de assistirem ao stimo dia na ma-
triz do Corpo Santo as 6 e roeia h .ras da manba,
sexta-fera 5 do correte. *____
immmmmmmmammaivm itiKPsv-MamA-
Sociedade Unio Benefieen-
te Mritima,
Pjr ordero do conseibo convida-se a?s senhores
socios para comparecerem no dia 5 do correte as
7 boras da manhSa, na matriz do Corpo Samo airo
de assislirem a missa que se tem de celebrar por
a!ma do irroao Maooel Aot >oio Moreira.
Secretaria da Sociedade Unio Beneflcente Mari-
tima em Pernamhaco, 3 de Janeiro de 1871.
0 secretario
Francisco das Cnagas Silveira.
Alagase orna escrav* par* lod-5 o servigo
de casa: tratar na ra da Gloria, oa terrrira
ca*a o>pois da ra da Mangoaira.
Alaga se o t audar do sobrado silo a ra de
Lomas Valentinas o. 86, com os commedos segua
tes: 2 salas grandes e bastante frescas, 3 quartos
grandes, cosinba (ora e am corredor com porto
para a roa de Hortas : quem pretender dirija se
a praca da Independencia ns. 19 e 21 leja de cha-
"DO MANIFEST-
Antes ter e nao bajuiar, do
qae merecer de quem nao
tem pra dar.
Muito eslupido, mnito pedante fallador e
despeitado, sao estes do tal S os predicados,
que a nosso ver influio para do ser ouvido
nem chamad P.__________
Aluga se, para caa ae lamilla, urna escrava
moca que sabe ensaboar, engommar e cozohar al-
gama cousa, cora ^ conJtgo de d3o sabir raa
por ser ainda honesta : quera pretender, drija-se
ra Augusta o. 6', cas de iirdim ao lado com
portao de ferro.__________________________
Alaga se um segundo andar e soto, oa ra
da Senzala Velha : tratar no armazem n. 52 da
ra da Cadeia.
Transfere-se dous aooos de resto do arreoda-
menlo de um engenho grande e d'agua com safra
no campo para cerca de 1,000 pes e outra fun-
dada para ser colhida at maio de 1873 : dista da
estaco de Una 4 legoas, e ha facilidade em obter-
se continuacao no arrendamento. Faz-se negocio
por metade de seu valor, e para maior explicarles
se eoleodero com Jos Victorino de Paiva em
Una, ou na roa Nova n. 14.________________
Coireia i C. avsam aos seus numerosos fre-
guezes e com especialidade ao respeitavel eerpo
do commercio, que mudaram sen estabelecimeoto
para a ra do Imperador n. i'O, aotiga roa do Col-
legio.
Monte pi portumiez
Jos Pedro Cayo de Hlrauda.
Quarta-feira 3 de Janeiro prximo, ptlas 7 l\t
horas da manha, manda a directora do M ni Po
Portaguez resar na Igreja da ordem terceira do
Carmo nma missa por alma de sen socio Jo.' Pe-
dro Gayo de Miranda, para cujo acto convida os
seobores associades a assistirem ao dito acto.
Secretaria do Monte Pi Portaguez em l'ernam-
buco 29 de dezembro de 1871.
J. C. Lima,
2* secretario.
Aluga-se a casa terrea da rna Imperial n.
250, com commodrs para familia : para ver na
casa junto, e a tratar na praca da Independencia
0.2.
Mi]
demento Nunes Pacheco e Manoel da Rocha
Pinto fazem pub ico qne dissolveram araigavel-
mente a sociedad* que tinham na tatema sita
na do Barao da Victoria o. 53. e que gyrava sob
a Arma Pacheco & Pinto, fleano o activo e passi
vo da mesma firma cargo de Clemente Kunes
Pacheco, e Manoel da Rochs Pinto exonerado de
qnalqner responsabillaJe e pago do -ou capital e
lucros.
Reiife 3 de Janeiro de 1872;
Clemente Nunes Pacheco.
Manoel da Rocha Pinto.
Urna ureta; querendo airornar-se, precisa de
3001000, p*ra pagar cura seas senricos: quera os
quizer empresta- annoncie.
A viava do fjecido Jo> Pedro Gau> de Mi-
randa, roas venda m !arg-> dn Paraso n. !i, pede
.i seus crelores Ihes apras9r;trn suas coaUi-, para
enhecmento de -en verdadeiro debito, arim de
cuidar nos respectivos pagamentos, na ra de S.
rrancifca n. 6.
**m3X3SXiMlMl\l MliriIsMssBVi > '-Sfe^ *
"^sa.'crtni
A junla administrativa do Hospital Portogaez
de Beneficencia em Pernambuco, reconbeci ia ao*
relevantes servicos continoamenie prestados ao
mesma hospital, ioat extrema dadicaca, pelo fal-
lecida socio e membm da actual jnala, Maooei
Bibeiro Bastos, manda C'leb^ar orna rpissa pelo
etToo descanso da sua ;>T3, no oratorio do mes"
mo hospital, na prtxima sexta-feira 5 do frren-
le pelas 7 horas da manba.
Para acoaapaubarera este acto de regio c ca-
cidade, vivo testiinucho de rt!s>eito e coosdera-
cao tributados a memoria do fraaJo sao coavida-
aos os seas paredes e amigos, aos quaes se agra-
dece aotecipadameote a soa prese?ca. _______
Suppiica ao Exm. Sr. Barao
do Liv amento
O abaixo assignado indo valer-;e de V. Ex.
pedindo nm pequeo emprego e V. Kxe. dislo-
que logo o faria se podesse. O abhlzo a,-.;gaaJo
est com vista de que V. Ex.:, tuda pod?, e rae
acha em apuros com o peso de mt:.-a pobre fa-
milia ; de novo rogo ihe de suas Albas, porque est f m suas maos valler-
me como tem feito a rnnitos ontros, que Dos o
recompensara.
Antonio Jos da Silva.
Precisa-se de mu menino de 12 a 14 aooos
para caixeiro de loja de roupa le. a e fazendas .
tratar na ra Direita n. 38.____________
Aluga-se o seguoJ-> andar da casa da prara
do Conde d'Eo o. 21, oair'ora pra?s da Boa-vista,
em perfeito estado de limpea : iraur com Jos
Hanrique da Silva Guimares. na raa das Cruzes
n. 38, 1* andar, ou na Soledade, sitio n. 29.
30,000 RS.
Na rna estreita do Rosario o. 35, primeiro ao
dar, eootiona-se a forneser almoco e jaotar para
fra, com asseio e prompthio, s-rado oara tres on
Suatro pessoas reunidas, a 30|i por pessoa, e sen-
o para nma s por 404, nr.and.nio se levar em
casa dos assigoanles s horas que os mesmos ie-
termioarem.
AMA
numero 33.
Precisa se de urna que coznbe
com per'eieij, para casa de no-
mem solteiro : i ra do Amorim
ALUGA-SE
por seis ccezes urna casa bastante lr**ca, caiada e
iotada de novo, na campica do ergenho Oojs
rmos, def'onte da estscao muito peno do ba-
nbo, com 2 salas, 3 quartos, eozinoa e quintal
com algnmas fracteiras : a tratar oa mes na.
Preii ca-a de homem solteiro, ric
_ closi?e para comprar: a ins-
tar ta f scadiof da atfaoega n 3.
rV
D, Ann i Litu Telles.
Joao Baptsta Telles, Mari da Luz Leite da Cu-
nta, Mariana Leite da Silva Rosa e Rento da Silva
Ro33, viuvo, irmas e cunhado da finada D. Anna
Leite Telles, vem pelo presente agradecer a tolas
as pessoas que se dignarara acompanhar os seus
restos mortaes ao comiterio publico ; e de nevo
os convidara para assistirem as missas do stimo
dia, que pela mesma finada se ha de celebrar na
igreja do Espirito Santo, sexta-feira 5 do corrente,
pelas 6 horas da manba ; por cajo obsequio oos
confessaraos eternamente gratos.
Silva & Juaquim Felippe declarara que Jos
do Reg Araajo despeJio-se de caixeiro de sua
casa coma:erciai era 30 le dezeunro uitimo. Re-
cife 2 de janeir^de 1872.
Leitura repentn .
Slethodo Castllho.
O abaxo assignad", professor particu'ar de ins-
truccao elementar pelo methodo Castilho, teodo
chegado do serlo, onde demorao-se doi espag
de 18 mezes, ni tralamcnto da sade de urna sua
Qiha, scientitica ao respeitavel publico e princi-
pa'mente aos pas de seus anligos alumnos qne no
dia 8 do corrente mez estara aberta a sua aula
ra velba d t Santa Rita n. 23, 1 andar.
Mmoel Jos de Farias Simoes.
Primeiras letras,
Mara Bartholeza da Conceicao participa aos
senhores pais dp suas alurnas, qae Ihe zeram a
honra do Ih'as ccnliarem a; o presente, para Ihes
ensinar as primeiras letras, costuras, etc., assim
como, roga aos demais senb res que Ihe quizerem
dar a mesma honra, que sua aula estar aberta
do dis 10 de janirc e:n diaote, ra da Matriz
da Bg.ivisU r. 16.
<5
ESCOLA PARTICULAR.
19.-------Ku.v da Penha.-------19.
Anua Seiihorinha Monteiro Pessda.
Materias do er,-i no.Todas as que cora-
prehe dem a insirocco primaria.To-
os trabalhos do agulli3, inclusive bordado
d ouro.Flores ele.
Ensraa-se msica com previa ajuste.
B Tambera recehera-se aiumnas iulern;.s.
m ir >k Precisase de urna ama para
imlTMim. comorar e cozohar : na ra de
Pedro Alfonso B. 53. Io andar.

^
C "W'ftes de campo
Precisa-se tillar com es senhores c&plties de
campo : no pateo do Carino o. i, a negocio de
seus inters-es.
D-se alguns cintos ae res a premio sjb
hypotbeca em predios nesta ciJade : na ra da
Caroboa do Carmo n. 21, andar.
Primeints lec-a^.
Jos de Bitoncourt Amarante, apralece cordeal
mente a tolos os Srs. pas de seus almnnc?, que
Ihe fizeram a honra de ih'osiCnflaretn t ao presen-
te para Ihes ensinar as primeiras letras; assim co-
mo aos mais senhores que Ihe quizerem dar a
mesma honra. Os meninos aqu sio lecconados
pelo annunciante e por urna de srjas educandas
que para isso esiao habilitadas ; pois os deea-
noes ssmpre ensinara iucerrectaraeote e com
mais atrazo. Sua escola e>tar aberta di dia 8
em diaote : a ra da matriz da Boa-vsia n. 16
Canoa
Aluga-se urna canda para :arregarneriio d li-
jlos : quera prereoder dir.ja-se .i ru ireia n
28. loja. ________
M
Aloga-se urna das melbores casas da Boa-via-
gem, com peqoeoo sitio, ptima >aixa para capun,
na melhor i-calida ie : tratar na rea da Madre
de Dos n. 36, ou ni roa do Imperador n. 83.
Precisa se de nm pequeo para caixeiro de
armazem de carne: oa ra de Pedro Affooso Da-
mero 29.
Os Sr. Jos Francisco Ribeiro de Son-
sa e Dr. FranciC'i Jos Rabello, 0 Io pr<>-
prietario do cc-e^io de Santo Aoaaro e c
2 propieiao d nm ouiro colegio, sio
rogados a nandarem a esta typographia a
negocio de iniere$e. _____
Peraeu-sH na thesourana provincial am re-
logio de prau patente ioglez, quem o liver agnado
e queira restitu I > a seu dono, dirija-se a Csm-
toa Jo Carmo o. 3, taberna, que J9ra bem recom-
pensado cora o valer do di.o relogio.__________
Por todo prec".
Al'ga-se urna excel'.eMe ca tm Boa-iafeoJ
coro, comraodos para grand* ftrilll, pintrla e
csiadade novii: i tratar oa ra largada l'Oa-
rio o. 34. botica.
O collegio de Santa Urcula madou-se da ra
Forraosa para a ra da Imperatriz n. 32, casa on-
de este ve o collegio de Santa Aogelica. As Icrias
do mesmo collegio fiodam-se uo dia 8 o correrle
e desse dia em diante recebe raeoioas penebnis-
tas, meias pencionislas e internas.
A directora,
D. Urcala Alexandrina de Barros.
Acougue de mar more.
Aluga-se o acongue do largo do Piraii<\ t(r.do
seis talhos, com balan;* e mais pertenec : tra-
tar na loja do passo. ra do Crespo n. 7.______
Pede se ao Sr. Dr. Vicente Pereira do Re?o
Filho, o favor de vir ra Duque de Caxias :.-.
53, a negocio de seu interesse. _______
o
O abaixo assien: do, sogro do Sr. Joao Alies
Meodes da 8Ha, morador nesta eidade, prev
qaerr convier, que o dito sea genro r-5n p63e
venu'er nem a quilquer outro titulo dispar >*
bens que possue por ssrem lodos dbtaes de sea
mulher, fllha do abaixo assigoado, como c;ota
da escriptura antenupcial celebrada em dererubr
de 1367 era Dota do tabella Purlo Carreiro, a
quaes bens apenas usofructuario refer: lo stn
genro. Recife. Io de Janeiro de 172
J is Fr^n-i-co Xavier i- MIlo.
inia pattcil r deiubt uc-
Cito prima ia.
Msnoel di Souza Cordeiro Sixoes avisa s se-
nhores pais de seus alunos, que no da S do cor-
reate abre sua aula continuar seu; exercicics,
na mesma casa n. 16 da raa iravessa dos ,.\ s
tos ; e ao respeitavel publico, que cos'.icir. .d-
mittir alomos externes e internos, pensionista:
iceio pensionistas.
iOFK,
Roga-se- ao ;a;. Rr. Ignacio V.eira de .
rivio aa ciadc de N'azareth desta prcviic,
'aver de vir a ra do Imperador n. 13 a -OBc-trt
t^nee negocio qao V. S. se comprometten r- jh
inr, p..A :-r:;;.-.: ;!:.-.:iiada deste jornal, em lu
le d ::-..iu." i.-uxim; passado, e depois ;-
Miro, paisoua fv.ieiroe abril, e nada cnaprio,
i por -.-'.? motivo de novo chamado para <.;o
3m ; os V. ?. se deve lembrar que esk neg -o
i fio mais c- ikln annos, e qoando otoiijr ***
f'io se a Assi/oatnra do novo compeodio iran>
matieal das Imanas i.ahaoa e portuguera, crTereci-
do e acceito per sna m gstale imperial a angu-
ta imperatriz J llra-il; imprime-se oa I> i
nhia Universal j.ij Srs. Guimarae? A Olivira. Os
Srs. Iliteratos e a-sit.-n.intes que quizerem tigur^r
n do compendio, n-nhtra a bonlade de issigoa
rem sous romes na mesma typographia. O pre-
go sera muito mdico para os senhores assigrun-
l'es._______________________________
Arm zem.
Traspassa-se o arrendamento do armazm a. 3*
a ra da ;ruz
16, Io and.*r.
a tratar na ra do Crts o d.
WM.
Bom negocio
Vende-se a Isberoa da ra de Thom de S >?.u>,
aotiga ra da ingoata n. 1, bastante afregueiu.>
para a ter; e maritimn? : a tratar na msxa
formas p; ra pdins e cun-
gica.
Akga de toncada ra Primeiro de llanjt i
16, de Her-.arditio D na re Campos & C, che gi-
rara as iiiu'i' Ci sej ida3 firma* de louca para -
dios e estigma, as qaaes se vendem por mod:r.'
ireC1-
Vende- ie barato: no escriptorio de Sozres Pri
raes, ra d< vigario n. 17.
Marca brilhante
O nalAt procurado
Vende-se na ra do Imperador n. 29, armares/
da bola amarella, em latas, por meaos nre(c o
que -m ontra qnalqner parte.
Cafe do Ceara'
Amonio de Moura Rolim & C. veudem c*f oo
Cear de l' qnalilade : na roa Duque de Cixias
a. 73, aotiga do Queimado.
Pedra marmore a 500 re
Veude-s* nma porcio da pelras ji faeiada' a
a '-M rs. cala orna : na raa do BaraV da Victo-
ria a. \%, loja de nnraore de Monteiro Ssin^a* >
4 C.
1


I
4
l
.1
"iarw U fm .#<-
SEM LIMITES *m
JH LOJA E ARMAZEM
0
r'f
FLIX PEREIBA DA SILVA a C.
NA RA DA IMPERATRIZ N. 60*
8 a dinheiro vista
Os proprietarios deste estabelecimento tendo grande necessidade de dimiaair o m
menso deposito que tera de fazendas e grande urgencia de apurarem dinheiro, tem re-
solvido fazer ama verdadeira liquidado cora grande* abatimeotos nos presos de todoa
os seas artigos: para o que convidara ao respeitavel publico desta capital a vir sortir-sA
poii me garantem que em parte algoma poderao encontrar tio grande bortimentoe mee
mo n3o comprado pelos precos qne se Ibes pode vender na loja de Pavao; porra ad-
virtmdo-se que s se vendo a dinheiro vista. Os mesmos proprietarios deste estabe-
lecimento rogam a todos os seos devedorea desta praca o favor de virem saldar seos de-
hitos, e todos aquellos que estiverera devendo coalas antigs e o nfofizere.nr terao de
er encommodadoa judicialmente.
Lasiuhas barata* do Pavio.o
Alsacianas com lindas listras de seda a
liJOOO o covado.
Ditas lisas com muito brilho a l& o cavado
Allantas, fazenda de muito gosto tecida
com seda a 720 rs. o covado.
Ditas com qoadros de seda e cores muito
delicadas a 6i0.
Poil de chvre, d'uma s cor com muito
brilbo a 500 rs. o covado.
Merinos escossezes fazenda de muito gosto
para vestidos hornos e roupas de-menino
a 640 rs. o covado. "ir
Gargurao muito bonito, tcndo de todas
as cores a 400 rs. o covado.
Laasinhas modernas com diferentes gos-
to* a 400 e 500 rs. o covado.
Ditas ditas a 280 e 320 rs. o covado.
Loja do Pavo
SAI AS BRANCAS BARATAS
a 20500 e 3,5000.
O Pavo .vende cortas de boa (azendi
branca com bonitas barras de pregas, pelo
baratsimo preco de 20500 e 30000 cada
orna, grande pecbiacha na roa da Impera-
triz n. 60, loja do Pavao. #* -
MODERNAS BAREGES COM LISTRAS DE
SEDA E FRANJA AO LADO,
a 860 rs. o covado.
Chegou para a loja do Pavo, ra di
Imperatriz n. 60, nm elegante sortimentc
das inais lindas bareges modernas e tendc
ao lado bonitas listras assetinadas e franjas
para os enfeites, as qoaes se veodem pele
baralistimo preco de 800 rs. o covado-, poi
NOTOS SORTIMENTOS
O armasen do vapor
Francs, ra do
Bario 4 i victoria
(ontr'orii ra \o-
?) o .
Acaba de reeeftr
araaaaeM da vapor
Fraaeer, raaa da
Bario da victoria
ra ra Mo-
Sfr
facturas.
Vi
Calcado
Botina de Suiar e de Polak, para homem, com-
pleto sorliraento pira todos os gostos vuntade
do compradoiei. I .
Botas e perneiras para montara.
Botinas p?ra senboras e meninas.
Abotinados para meninos e menina.
SapatCes de biierro, verniz, cordavao. e de brim
braoco para homem.
Sa patos de tapete avelludados de charlo!, case
mira preta e tranca portugueses.
Sapinos de vaqueta de verniz com sola de ma-
deira proprios, para Jbanhos.
Perfumaras i
Fines extracto, banhas, cosmticos, leos, opia-
tas, poses, agua de entogue, agua divina, agua
florida, dentfrica, lavande, agua de toilet, untara
para barba e cabello, pos de arroz, sabonetes.
ate.; ludo iiu de primeira qualidade dos bem co-
ahecidos fabricantes, l'ivar o Coudray.
Quinquilhrias
de pnantasia e laxo, como sejam : eipelhos, lavas,
joias da ouro, correnta de plaqu, rete carteiri-
anas para dinheiro, caninhas de.costara com
msicas, esterioscopo de 50 vistas eom marica,
boleas de seda e cestinhaa diversas para braco de
sent ras e de meninas, ocelos, penceoei eom vi
dros de cores, chieoiinbo e bengallas, tudo isto
de differeates modcllos e qnalidades era grande
numero deste artigos de qaiD^ailharias Roas de
oslo que nao se pode bem mencionar.
Brinquedos
O maioi sortimento que se pode desejar de toda
sorte de brinqaedos fabricados era diversos paizes
da Europa para eatretenimeoto das enancas
Carrinhos
6 bercos de vimes para, enancas, de novo dttTe-
reotes modelos prego? commodos,
XT6Q0S.
Em virtnde das aovas facturas e erdens dos fabricantes, vende-je agora todo precos
baratissimos : no armazem do vapor francez, rna do Bario da Victoria, outr'ora roa Nova nu-
mero 7.
MA



Bareges transparentes com differentes c- haver om grande sortimento desta nova fa-
zenda ; assim como deltcadissimas baregei
com lindas listras de seda, sendo fazenda de
omita phantasia a 640 rs. grande pechin
cba, no armazem do Pavo.
Fazenda para hito.
O Pavao tem nm grande sortimento di
fazeBdas pretas para luto, como sejam:
Merino preto com 6 palmos de largun
para vestidos a 25000 e 2-3500 o covado
Merinos pretos e de cord5o para todoi
os precos e differentes qualidades.
BombasiDhas para todos os precos.
Cantes e lpicas pretas. Liasinhas pre
tas ou cassas de la de 360 at 500 rs. (
covado.
Cassas pretas francezas e inglesas de to
das as qnalidades.
Chitas pretas francezas e oglezas de 20(
rs. para cima.
Crep preto para veos.
CASEMIRAS PARA CALCAS A l, 50, H-
7,51 E 8dki00.
O Pavao tem ora grande sorliraento dt
cortes de casemtras de cores para caigas
sendo os mais moderos que tera vindo ai
mercado e vende-so de k at 10(3000 (
corte, ditas era pepas francezas e ingleza:
para caifas, palitots e colletes que vende dt
1,5800 al 6ji3000 o covado, ditas escuras
prova d'agoa que vende a 50 o corte ou '
3$ o covado, sendo estas casemiras moitc
proprias para meninos de escola por sererx
escoras e de moita durado.
NOVOS VESTIDOS A 50000.
O Pav5o tem lindos corles de vestido t
fioissimas cambntias com bonitos hgrdador
de cores e tambera iodos bordados braoct
que venda pelo baratissimo prega rio 5#0C(
cada corte, grande pecbhicba.
PANNOS DE CROCH PARA GADBIBSI
SOPKS.
O Pavao tem um grande sortimento d<
pacos de i-rocb propriua p.^ra encost di
cadeiras e de sphs. assira como um rici
sortimento de tapetes de iodos os amaaho:
proprios para salas.
MADAPOLO BARATO A 4, 4*500 E 15
O Pav3o tem pegas de madapolo con. U
jardas ou 20 varas que veuJe a 4$ e 4j55G
a pega, dito mnilo fino e. largo de &$ par;
cim, dito rance:. lo mtlbor qne leo; viadt
ao mercado, assim como dito flnissimo en
pegas de 40 jardas.
Cor Ees de ebltM.
a 11800. SfdOOO e 25800.
O Pavo tem cortes de cbitas francaa*
com 10 cov?dos, qne venia pelo barato pre
go de M600 e 24000, Afeas qne vende ;
46u, 200 e 280 rs o covado, umbem tea
om grande sortimento de ditas finas clarai
e escaras que venda a 280 e 820 r-\ o co
vado e finlss'aias percales miodinbas proprj
as para camias, vestidos e raspas para me
nios oue se vend 360 n 40c> rs
LGNQOS BHANCOS.
O Patio lera leogos br?nco-5 at.nbadoi
qoo se vende a 2#i00 e 3,?. a dnza, diteu
grandos de raurim sea mi a'sanbsdoe <
3^200 rs. a duzia assim como bonitos leo-
gos bordados para roos.
ROUPA PARA HOMENS.
Sobrecastos de panno relo Bno cend
moiio bem feitos de \i t 4^1880.
Palitos de panrr pi-ei fraqoHi s?tc
de8j?at 12^000.
Ditos de casemin de cor de ; Ditos dd alpaca preta tina de 45 <'r)00\>.
Ditos de da branca e de cores C5000
Ditos de brioi rt mjho trangado a 65000
Caigas de caiamira urata de 65000 at
125000.
Ditas da briifl braoco de aho de 45000
t 85000.
Ditas de brim d.- iinbo de or para lodot
os pregos e qualidades.
Camisas raoceas e 1 ptelas cora peitot
d'algoda.Td) 15600 at 55, em duzia veo-
de-se mais barato.
Dkas d^ taa de 800 rs. para cima.
Ceroalas de linh 1 e aigo.lo, fraocezas *
Mtac na trra.
CollariotMH de papel,. agodSo <* linho
foeiQB vecJe muitD barato pjia liquidar.
r*nrn noivfto.
O Pavfr temri:o gargnb '-} bfo hraO'
co. Gmdenapic branco mnito encorpado
Agracianna5.braoMs cqm, Jslras de seda,
pjopdinas afincas de seda isas e lavra
das. SMkwnc3. 'ravraaa* lisas. Ca-
palias c<^i)3:ii3 de flor de israoga corx
M\ea jHrfcocdadrts.g^n indoae vende njsif
}ratonqf||ne
*a 160 rs. o covado.
Alpacas de cores lisas e lavradas fazenda
le moito gosto a 500 e 800 rs. o covado.
Cassas do Payao.
Cassas inglezas com bonitos gostos a 200
143 :s. o covado.
Ditas finissimas a 300 rs. o covado.
Ditas francezas de muita phantasia a 400
*s. o covado.
Cortes de cassas cora 7 varas fazenda
moito fina e bonita a 25500 e 35000.
Ditis d'organdy branco e de cores a
25500.
CORTES D'ORGANDY A 45000.
O Pavo tem cortes de organdy braoco
:oa 8 1/2 varas qoe va da pelo barato pre-
co de 45000, assim como flnissimo organdy
branco com is'.rioaas e quadrinhos o me-
Ihor qoe tei Vindo a mercado e vende
pelobaralo preco de 720 rs. a vara.
PoHpelnas de seda a *00.
O Pavao tem om elegaiue sortimento de
poupelinas de s da tamo lisas como lavra-
das as mais oodurnas qae tem vindo ao
mercado e veoe a 25000 o covado.
CAMBRAIAS LARGAS A 800 RS. A VARA.
O PavSj tem cmbraia branca transpa-
rante de boa qualidade, com 8 palmos de
largura, que ap.'*s precisa 4 varas para
am vestidu e vode a 800 rs. a vara, dita
fnissima da Escossia tando a mesma larga-
ra, que vende a 15600.
CAMBRAIAS MANCAS A 45000 E 45500
O Pavio tem pegas de cambraia branca
iraispsrenies com 8 1/2 varas qoe vende
barato prego de 45000 e 45500, ten-
\o ti.nbem muito ticas de 55000 at
\i 05000.
Ditas tapadas oj Victorias tendo de 35500
pega at a mais fina qae vem ao mer-
cado.
-rosjeaaples pre'i e de cores.
Pav5j tem nm grahde sortimeato de
ifrocdemples 0 gargajeo preto para vestidos
tendo le icjGO o cuva-io al ao mais so
j>?riyr i|ue tostoma '' mercado, assim
omo un franda aortiBieuto d-j ditos de
as ceras e bwaco e om benito sorti-
v 4e Stttiiis-hraoc.i* de :or-'S que ven-
> ;ir rvr-c ,-\SAO.'l.MIjS A i'o. t*5E 205OOO.
PavSr tem im gra/!e sortimento de
os eafcsqinhos 0 & efifeitadOs e modernos que vende a 155,
i85 e 205000, sendo fazenda de muito
mais valor, assim como ricos chales pretos
' '::,ios com franjas largas de retroz a
<05 e 125000.
CORTINADOS PARA CAMAS E JANELLAS.
a 83, 105, 125 e H5000.
O Pavo tem um grande sortimento de
'.minados ricamente bordados, proprios
para camas e janelias que vc-nde de 85 at
4 05000 o par.
Petas de cambraia adamascada com 20
-Aras a I0|000. crochet ricamente bordado
ara cortinados a 15500 o metro. Assim como
'icos damascos com 6 e 8 palm ;s de larga-
re proprios para colchas de camas e tam-
r..,m ricas cjlchas de damasco a imiiago de
nda e ditas de crochet as mais lindas que
nm vindo 20 mercado.
VUSSELJNAS DE CORES A 400 HS. O
COVADO.
O Pv5o tem om bonito eortimento de
aussenas de cores, padrees ioteiramente
iovos e cores hxas, que vende a 40. rs. o
covado. Ditas brancas muito finas a 400
1 500 rs. Metim branco dalndia moito fino
pan vestidos b roupas de meoinos a 720 rs.
v covado. Cretones de cores muito e'ncor-
!*os para vestidos a 600 rs. o covado.
Metralhadoras!
Angla jara a loja do Pavao o raagoilio sor-
: wDto 4i cori oe vgi4o3 rte cambraia cora
: ja faraMOi e da coras, danorninjdos a me-
;ra.'oadora, sf.odo *U fateniia a mais modtroa a
dt ^iaor gosto ja* tem viada esie armo \im a
' .. : inaa romo receben iambem um lindo
r i'i.'Dio de cortes de cambraia com palmichas
*orJadas a 13a, hienda de nralta pbaniaiia, e ho-
4*-j; tudo nuito Hiais barato do que em ontrj
^lAiiiaer parle : oa raa da I aperalriz o. 6), loja
UZiiex da 'ir da Silva & C
Popelinas de seda
A 15600 rs.
v-D-Je-w o, <>'* s :Tl1'
/MOtO Jn .T.
it- .Ja. quM lijai ifimli Hi#-iibo tf-
i W) ti. o e uu \ sriui*
: aperatri u. 4),
LOJA DO PAPAGAI
Ra da Imperatriz n. 40
Os proprietarios deste bem conbecido, e acreditado estabelecimento, resolveram
fazer urna lquidac3o das fazendas existentes, e pelo maior preco que poderem obler.
nao engeitaodo preco algum at o fim do anno; portanto pravinem aorespeitavel publico,
para approveitar a occasiSo de comprar bom e barato. *
Lencos brancos grrndes de esgui^) j
abaihados'a 35200 a duzia.
Ditos ditos de algodSo, c cora abainhado
largo e pintado.

Custumes do alpaca de cores enfeitedos
de seda e la para meninos.
Palitots de alpaca de cores para homens a
35000.
Capellas e veos para aoivas, tudo junto,
preco moito barato.
Ditos adamascados para camas e janellas,
j recortados.
Um completo sortimento de roupas
feitas para homens e meninos.
Casimiras pretas e de cores, pannos Qqo
azucs e pretos.
Fn-tSes de cores para vestidos, padres
miudinhos a 4C0 rs. o'covado.
Cambraias brancas bordadas para vesti-
dos a 85500 a peca.
ROUPAS FEITAS E OFFICINA DE UFAIATE
Urna grande quantidada de palitots, calcas,
colletes de pannos, casemiras e bros para
todos os precos.
Camisas de 12a, ditas de meia, ditas de
linho, francezas e inglezas, collarinhos de
linho e de papel, sortimento de mantas e
grvalas de seda preta e de cor, bournus e
Grande sortimento de bareges, lasraba.' ootras muilas fazendas, como sejam :
e alpacas pietas e de cores, lavradas e lisas j Bramante de linho e de algodao atoaba
para precos muito em conta. !do trancado e adamascado, esguiao, meias
Grande variedade de chitas de 240 at para homens, seohoras e meninos, coberto-
400 rs o'covado. 'res, colchas e ootras moitas fazendas que
Cassas de cores, e cambraiss listadas para o*o descrevemos parao annuncio se n5o tor-
dfeanmi. nnwna nar eofadonho. A dinheiro.
diversos precos. ^ pre?o ^ ^ veQde g a Dher0i

N. 24 A-Rua larga do Rosario -M. 24 A^
7
-


BESJAM.VX & IBMAO
E' sem conksucao, nm dos btm montado eaubtAteiuieato de,oi a
de Recite, e. seDdo seus proprietarios a capnchojos na _e:-c-ha '':('''c'.'';
1 exp5era a vendD, timbrara ao repeiiaval publico que proxiraandi.-?e a ^^.moij-
ram radiferentes, mandando vir de conta proprfa, da hun pa um rudi*fimo cniaeo
to que pelo bom cosi e primoroso traba h., importara elegantes prweBUi>fwra t ^
c5g> idolatairada, a atilbada querida, a consorte fiel, a nal eairattow. n,*T"'!?M1
\& finalmente a te do aquelle ou aqua'la que se queira mlicoaear pe.a lt,u mhm.
^ Na endo eofadonho, res.pelii.vels liore?, -
^b annuncio que encontrareis, com certeza.

\0 PAP4GA10
NA
Ra da Imperatriz n 40.
preflai aitencSo at o (toai
Para o bello sexo
Pares d brincos de phantasia a 81, 95. 10 e la. **> 'I....."| W JJ
-3 ditoa cara luto a 6* e 8#, raeios aderece* modefnts cooi briaco* e al ''"JJ "*
DE
MEKDSS & CARVALHO
PE
ditoa cara uto 164 e 8*. raeios dereco* modfn-< cora brseos e al 'oejg* ,n*
"^ rozelinhai de. diversu gostos a U, 6 e 8* o par, pukeiriuha da eor a ,*ww, v.i-
9jg liirhas de dito com cruzes de ouro a S|, cac;)!e!i e .1 ["> :r:;iro < I ra cl::q'. ) "
8a 8. ^ <1 coral a 35, ernzes de .raro e coral a i 6J 1 i, <' re*"'-
'^a* peoras a 43 pa.'.i cr0"
S. ca i 3*300, ditos de pedras fioas a G e broxea para retrato a 16$ e ai'*.
'{%*.*
] *. *v T Fomente na Flor de Ouro que se vende joias d* joK)( por o ocr
' coras tiara : gmrn;<;oVs erra rea bma para abrtera 5, ["'
fereats justos a 8#, da'a 33, ditas par.i parivs a 83 eaViM raoito cb "'
i Wis ditas a 6*300 a tlva. pencioez de' prata duurada s 5, "iW < -5
1 -v' cadeias a J2, medailus cora leras a 8; alu de utn (traode >urniut-i
**} brilhantes, briocus, bra:eetes, alfinstes, adefeeo completo.'. mi d
;w!; as e coral, medaltoes, vdus e traoceios.aaceis com letras e fl-

jpp: H
'
rafe da aojte,
u .'.
a hq
tfl .v-.. ik'
icrair ; n. ''
tas.* ^ vio ora protftWmaia. ptrfeio e qoe ai-1 cripta aoflN o choqua de acido joniMiiw. **
..* m lonna a .hsfcittr a* x.gencia mks '< e decoropor; ora, se s cidos nao tem accac o-
bre eiia, maUo uieow, a accao ao loicpo poas
destruir; to ataasiveJ.
NaIT s ao commwci-j que este mea pr jdnzu
?eio ser uUI ; o protMBorea los collegios, iuvesb-
f ando todo? oa raeios aara o gdi.ictamento dos
*en discipui**, t-m apf roveitado eU ota: que
jom raxo a aabarac a; ia para d^srovclrer n
aosio'nos aducaotScs, em consequeocia da bele^
d cor e acilidade de earrer na peqnena pela &as
lq*idt."- Ha exemplos ".incas qne p*vii
mas.-.! terapo tintara urna repugnanna extrem<.
para a cscripu. tofi' qu no caiiegio, ap.-den.a-ae dalla a conosidade c ;
gosto, poneo (topo (lepoto sen aciioaaento
era macitesto.
Esta tieta, i par de taau* vanag dp. teaFwb
rtf .- c t.. .:-_ :.;5os*'^.'.j.vrc'a"""-joi'ic^ mi!..uvenieqie. detenora-M > coigaeio de
.tolos* anaDiV cfw .-iMrai ttwr. m luo'.ra qual^ner; envem pois te-ia era tioteuv
ieeatoa do menor vlslnn^re de ou:ra ::nia, e evi-
Ur.?creTer cora a peni:J ?oja d1 aras preparajo
'* ca Mcnpttraeac.
mu cor e ir.4,s.-!i/ia a cao pr^ci^a d<> cnida-
'' -utfu para .v:.cpi.serar no *nier-i -empr*:
iftp aima cor, *'m horra, eStea, Vijr < a
0w> ru ui:ea jnereutey a ludas -is til>
'* #nra eoriftenlda, j_b6 uinrm*1 <- meibaren
(ct* efctrange:rcs.
jo,'teusV>, sip s;wav?i proancio i? aiaca t
t*ni* & -o, ante pela cooijarib, penna
t .,a.- Do -ituaii:- djec qDf, *iu., ,uutet-
l^.i assas prcveiios...
h'~\* l'fiia, So tonto eBealraen para ^war.
v e 7*!ado iiu.rr irw, im res;:' aipiaa az. v-ei
|. ou de escripia ; ftte'nts, poreci, flaiiar
H_ii bem matfcic'' .~*b> o esxcear com 1
Mi k. t,0Ti2* ro l' 'Hci b -rar .;r3 te '
os senhores cavulheircs
lint' ro
r I
aSOJ

..
vs modelos
aos fabricantes,
a o servic.0 do-
s^> ocalo?. pencinez de ouro, relogios de oura, e prata douradq e de Bt "
J^rt r-fim como grande sertimento de ibras de pratadi Pino, lanL |
MJ-. medico, eorao para igrejas, e garantimos ser ludo lei.
A Flor ae Ouro contina a esta'- al rta ate as
8 hors d\ nout
r;^;
*&(&

LOPES
MACHADO 8: C.
Travessa do Coroo-Santo n. 85
AHTIGOS AMERICANOS
yiiDdros para (tadaria.
C, /."> de mSo para cooduzir fazendas.
fachina! para descaro^ar algoilo.
Foha de diversos lmannos.
Reinos de f=rro galvanisados para r-nca-
lacenio d'agvs.
oaiecTos para cabro
Oleado pr [ para gwf4i*Ghnva d-1 c*rc
Dito de cflrfs para forro dt dio
Chicotea pjra dii.
Ponas i!< lanfa.
G.iloes da $e*a pira o tw:: *r '.'?
ireilos e laivOL
Pregos de cthec '? t;.i-f::i
EfL'o-a? para .!: raa.
;m#
qr>l(jer parte,
di DJ?fj5a $!* ? >
como origmai ra ux/ Ui.. ;LWlf>
< 4, jara, eeiij qr>* o orlf cal l-ut i*e tokvk'
i wavftfbCfiaft
t,jf#q6l diter* c;i*. para c ait i?*etH|2ei i > LarlJ4^ilc. s?n n ^tie a
*cr .iCia {tic ~e tt
-;r a tirita, .jna noiuf. vw -ue-r o.
^ >-iU)la s.'tir-!*"'-.-\X-SX h ;.,: a,;:3(
pnicj,.'. jh s "r y5Ugr,er
b'fe p-Uer-.''.
VH 5 ;i.j ii; i|,-.?*rj*.r!..
/':-a*;r foiii pcar qB >,!> -fia ep' tt'
diffeiente a ineorapativel; reriflesndo ifto, vio Ls
ratio para a usar do tini qae o> eii '^0-
!M'A BXTBA-PINA DE JfcWTEIRO.
Observaqao.
Dwer:^;.JIa; reciao. cuja darauuiiaae dovo. O? Srr.
coopj'-4'>rw> podwn *vi.r o vigmo \i4|Eni>"-s?
.t&i li^nmipe ,>. p-dioo a tSI* i'"' fi"
A. d U-n^i-ao
Cofres. de ferro de WMn. Olllros
xTcXlyaS p3ra soplar carias.
Balanpas de pessr,D.;:ul$; B,!T1,t,as. ^
Tachas de ferro, ,id0i
Arados Americanos
irraes, parfl ?gru.it4jrai
GarrinkoB de ma6.
Machinas a Vapor
J5I.&CuUiaS de descaGcaralgodo, de 50 a 40 serras.
Chapas de ferro glvai,,,,? m cobrir ca5aa
.'
tmm irigoti vtn em-se
;ai dos importa-Jore.
SiAW, Hawkes i C,
k. \ ha do ec.\ j:;sija
(OUtR'ORA Rl'A DA CaUTZ )
.11

j
A 4^0C0
Libras stf?rliias
VtnSe-M no armsrm de (alendas 4o
; i> v <)tivr:rs & C a rna lo Coamm*,
IValfs de taas?:-.* TOlV) r. pechiaefea : na .9y ^
raa Jo Crespo c. 50, loja da Cnneiro P-*ntix d*,.\VeMpbali, cara* lrio.acaia.
rriH*, frijio, r.p-.lbo braaeo e eaearaa i,
^. ,._____________; x*". *c5as o core jas chepdit;
I (.Ji ;''T" p no naio Ultr : a pad
da ..:
vende s.
fret-:* -.01 u -Wa i da (uu n. hh. Asaiffa
EJ raj &i Pr- em.ie ild d. kiic e de OiMtol
ri i
s
f"" J2i,3i:t-f ;
r.
S
fX ri/eiri?.

-


Diaii de P#ftnainDcej Sexta tora > ie Jan iro l ir.2.
SRAiaEREDUCCHOEMPfiKOS QE
FAZENDAS
36 e iwfca *pp*)v* JM asitcaafeatte *
ciancia, reconhecida superior a toda que tena ap-
aran*, jmt^mi >a#|m pHicipaf ra d:
iia(k8eei(e*.-{HIiVlJ")eiD todass bo
as O dsjebaJhgfjga.
NA.
0 CYSN
DE
FIGUE1RED0 tt LOPES.
64 81 DA WERATRIZ N. M
ttywptictarioe 'la I ja do CYS.NE convidara ao respeilavel publico para virem
fwows- du mus c-pleto soriimsnto de lazenda finas a precos reda/idos, adver-
ta* ia estes p"C-.>s =6 serio a dnheiro. A imperiosa necessidade que l-mos em
sstisfaaor asaos c rapr iraissas. nw obligara a semelbantes reducces. Avisamos >os
{.j-ieiM da mitto q ie osturaam comprar em menor/escala, qie nesta cata encon-
trarle* "erid^d e mai- coramodidade nos preces.

rs.
lar-
UUSeomxadr-* Ho*w padiQss a ?20
ts. o turnio, pediinchs.
Or \S, bareg) liad iS ares a 320
o vado, peohiuchi.
ALPAGAS lisas com lindas cores e
eas a 4W 'S. o crvid. pec'.incha.
:i \'> lisos cores diversas e largos a
$W ra. o aovado,- pichincha. .
ALPAGAS LVVRVDAS mnito modernas
e San a 700 r. o covado, peen 'roma.
DITAS DITAS moilfl rao lemas e finas a
SM ra. o eovado.
LX\S COM SEDA, lindos padrito que
seas b'-c ;s foram da 15200, boje vendemos
^-jr 808 rs. o CO'adn para acabar.
CMBRALAS taosptreires ranas a 3J5C0
a w^ c -ni 8 i/i ara, pechinrha. Di-
t* Victtri^ a i-5 0, i 5500, 3*000.....
t;$300 e 75000 com 8 l/ varas. Ditas
lraaea)arii'js cum ritma c rtes >j 17 varas
par tSflrOW. O*' d-cAns muito lin-
ii< '-.; a if j. SaV) 8>h rs. o ro>-
SJMVS MOKDVOAS *\$MtX 5000,85
utM>i. K.ias c*n arrjjaj ramio ti as
38300.
tt'j/)ES BE AHCtfcs I <'() para acabar
*tUi.< o**ih s*i*a h babado b'T-
Od- -.';.'! ii I u* 3NW).
FIU de n i rr-ti e onuio 'le superior
ATOVLHAMHs RrtS lie.i.. uliiraainep-
t atoa baos di Itabo milito superior por
r-n-5 que oui oitt a qualijer par-1. Oitoa
to alcoaSo c m t>jattO desechos a 15800
r. ar*.
TO.VLHAS Toi k las muilo soperi res a
SJOO a dotia.
?4CO> C0RTB6 de vest Jos de fil
PENTEADORES bordados para senhora
pelo barato preco de 4500.
COLXA5 d-3 fusta) de Cor. mnito gran
des pelo baratsimo prego de 5000 paia
acacar.
CAMISAS para I omens a 2-5000. Ditas
a 2^500 st 45500. D las bordadas par*
homeis a 64000 85000 e 105000 cada
urna.
CAMBBAIA cora salpicos a 55500, pe-
chincha.
CAMISAS para men'nns de todas as
idades.
CHALES Chinabas com modernos padres
muito prprios para senboras hoaes-
tas. Dit s de merino lisos a 2,5500. -Di-
tos ditos e^lamp^do8 mnito finas a 55000.
Ditos di meihn a 15 00.
LVAS DE PSLLICA frascas de Jovin a
LAS has com tecido de b?rege para
acabar 360 rs. o covado.
BOLSAS para vianns a 15500.
TAl'ETES de diversos tamaalns para
gaaroicio de sala.
PARA LUTO.
Alpacas, merinos, cantes. princetas,
cambraias, chitas e muit^s entras azen-
das.
PARAHOMEffS
CASEMIRAS finas com bonitos padres
a 95000, 65500 e 45800 > co-te.
ROUPA FEITA
Por haratissimo prego inclusive soperio-
res sobrecasacos do panno fino a 205000.
pech nha.
Tambera temos um exce'lfnte alfaiale que
se encarreg-a de fazer qoalqoer peca de
obra ao gosto do fregoez.
t*m i yenda am seus armaiens, alm de onMos
rtifos da seu w^O'-lo rfalar, os jagnintes, qne
r;n5em por presos aaais mdicos que m ou-
n gnaliner pirte :
fOrTAS de pinho almofadadaa.
PORTEIRAS de.ferro par careas.
SALlTRf! toCleL
BSTEinAS da india para cama e forrar ata*.
CANOS de barro francei para esgoto.
3E8SO saperior eo porcSes e a Contento.
JSMENTO de todas as qtulidades.
MACHINAS de deiciro^ar algodao.
LONAS e brioi8es da Rnssl.
OLEADOS americanos papa forro de carros.
FOGOE8 americaoos mnito bons e econmicos.
Y1NH0 de Bordean.
CfJBRAC sperT de Gantier Preres.
fARELLO era saceos fraudes a 3*500.
iSOA florida legitima.
BALACAS decimae*.
CADKIHA-S americanas.
RHUM da Jamaica.
AZtTLElOS de Lisboa. ____________
Xarope sedativo
DE
Jasca de laranjas amargas
COM
BROMURETO DE POTASSIUM
DE
LAKOZE
Este novo preparado apravado pela tesajemU
mperial demedurnta, muito se recommencp pela
-na aego sedativa e calmante, sobre o sysiema
ervoso, o brumnreto de potassinm, nao deNta de
lar os mato cejase resaludos nas di^rsM*ffec-
;u8s doorgauismo e priocipalraente u.s mnipa?
lo coracha, das via* digestiva? da resairaejio, das
'iss f^nrto-urJnarws, fia epilepsia, Ss Swatias
aervosas da prenhez, na io.-omnia das craaca?
:uraate o periodo da dentina etc. tea
Vende-se na tyharm^eia..e
da
Bartholoueu & C.
34-ra f.Air.a nnmwARio-
mmm mmmwmw&wmmmm
ERNESTO & LEOPOLDO
N 2 D Roa do Cabog N.2D
Acha-se montado de fortaa lal est est behecimento de jo-a* que pAde
vender aos seos namero-op fregoexes em grosso e a rtallio e por precos
mni relamidos visto que recebe de conta propria por toos os vapores de
Eoropa. 0 gosto de desenho de soas joins o mais lindo do paii das
modas, oaro de Jei brilhaoteawerdaderres, esnerabfei. rnhs. paroH,
turquezas, aaphiras, coral rosa etc. etc. Obrr* de praia do parte tinm
$% para igreja como para servico domestico. Convidamos as Exmas. familia'
^ a viMtarem o dito estabelecimento todos os das at i) htiaa da non
Compra.se ooro, prata e pedras precir sas em obras velhas.
^ *"*? G&1 5, fSlf" (&} 2*D ^? ^

Machinas de costura.
POPELINAS.Temos um completo sor
b..4nbaibnlbam;* pmpr.os pja par-l^^ l3nln em x)lrfZ como CQm pa!mi.
^ESiTDS^aEfw bordados cora baba-Bhas Por braiiaaBio. precos.
i^. n ,r H5O00, seo I C.ROSDEWLES tanto preto como
braocos coro core, temos um imnda sortraeolo e por
<\>A p
.^r-c-
ra rcabar. inpn
-ii de i65fieo.
a se p
Bitj
de
babtd(s J;;r.i.d..s pelo b^to pre(adomenos mtgm ootrtqoalqoer casa.
7#V. Ditos'bra'cH coro palminhas del MSSELINAS brancas lavradas mudo fl-
i\> Chegaran ao Bazar ersal da rnaUniv
Nova n. 22, um sortimento dej mach'mas
p?ra costura, das melhores quahdades qne
existe -oa america, d^8 quaes muitas ] s3i>
bera coDbecids pelos seas autores, como
sejam : Weller & Wilsoo, Grover & itoka,
S lenciosas, VVeed e Jaapenaes e ouira
fcaaiiitis qoeeca a yisla-deverSo agradar aos
cotnprajores.
Estag macbioas 1om a vantagem de fazer
a trablho quo trinU costureras podem
fazer diariamente e cozem com tanta per
f i cao como a- mais perwitas costoreiras.
Garntase a sua hoa quajdade e ensica-se
a tr-babaj- com pe fe$3oera menos de una
hora, -e < s precos ao o comraodos que
devem asaadar aos p etendentes, ____

t'reveiicrto nwjesaia
Quando uiaiaa lojas procaram adquirir grandes
lacros nao compadecendo-se das boleas alheuts,
a Nova Esperauc.a basca cuo-egui-lo- sera, qae de
forma algum va entesica-las; porque seiae sem
pre o ?ea anlig e srfnto-YStema-^w*r bara-
to para tender muito e cargar atsim to Jim dse-
ado.
A Nova E-peraoca nao almeU somente o lacro
pecuniario, roas' aspirafje< sao mais benvolas,
em qaanto ao ioeresse maioriil, oonienia-M com
a medijcredade, em qaanto porm ao moral, oo
ento ao esencial qne ella.jqlga r-nunipadasen-
ie urna va-!i ambiguo, qne il^r-ii e faz toda a
gaerra ao costame macaTomco da caresta.
A sua prewoca oecesjari, consiste era avi ao respeit.vei pub'ico e especialnivnte ao b>l|o
sexo, que ella est sernpre provida do que )* de
melh r e mais elegante no mundo das modas, e
oto Deee**ano o feixarem a Nova E.pe-
raoga para prefenrera outro qoalquer estabeleci-
men'o, porque aqnl, o typo da caresta, e all,
(na Nova Espranos) o epylogo de todo quanto
. bom e barato.
(Jal pova
'tiegada r'-centemenln de Lisboa no patacho
portgguez Jos :.,{era para vender Joa-
quina. Ji>s tongalves Beltio, oo seo es-
critorio rija do Cora/nercio n. 5



**U, K*'.
56 A
Da rapi&i* ladical dos
pela pooiada Oalopau
Essa pomada que lo v as resaltados tem colhi-
du as pessoas que dlla *--n frito aso acaba, de
chegar para o sen dap^Mi espacial..
NA
PharinAn.i h drogara
DE
Barmlorneu & C ru larva do Rosario no-
di T" :u-
J. 0. U DyiH ttjm em sea
armazeui para veader
OSEGUINrE :
COGNAK IIENNESSA.
VIMHO XREZ.
DITO DE LISBOA,
FILTUADEIRAS.
BITTFH
A' ra do Commercio n. 38.
da
f.res divetsas pelo
asendi su-
de 5|0!>9 l't"! ivi- finas a H5000.
CRSTOHES lio. -i
(Mralo (-C d5000.
I>t s coiQ p tit s de '.!!.
perece a 4ri0 rs. o covado.
IIANTILIIAS a brasi eir d^ fil de seda
giio barato pregado l'WOOO.
CA1HS.IS BORDADAS pa senhora por
33tbs qee em ootea qoalqoer parte.
?ua ran
BR1LHANTINAS brancas lavradas a 500
r?. o covado.
LENCOS brancos abainhadbs a 25200,
pecbtocba.
BABADOS bordados finos de lindos pa-
drees.
Grvalas, collarinhos, pnnho9 e moito;
ontros artigas que s se encoiia na luja do
CYSNE
DI
aiii
Bi
RA DUQUE DE C4XAS N.29
O* prop:k'larios tiesta grande e bem miniado estabelecimento scientificam ao
rcspe'lavd pib'ici d-.U provincia qm se achm com um vaiiad. e cr-mpMo sorii-
aeto de e ao&ios abr cantes dajnell c mi ni:nv> as remes-as d ra-ds ricas mcbiliaa feit.'s alli.
Na ofli-;if)i i-m os mis habis artistas deste gen ro. e por i-so pedem qm ve-
ahaai visitir o est/be'ec raen.tft, aoade eo'.ontrarHo a res-lidade do ine?cab ra da exr,
qa se pjde tx.ra;a:; : e completas m!ias de jacirand, mi gnn, fu, (arvalbo, a-
mnel *c, tiia*. : ei^cantss cautas deja caranda, pao seiim, ira rell\ etc., etc.'goarda
ehla d air.irello, guarda l"u?a da uogoeira e de am;relh om lampo de podra, api
rarfo es 4edto dti, peti tob'.es efpecialmenie para fazer a buba, toilette de jaca-
raft la^io, th'tri pira bordar, b'reo-, taVatoroscom espelbo, da podra roarranre e si-us
fxrtmc^s, -ca Liras privadas, hiles; etc., etc., e moitos ontros artigos que deisamos de
'r por se umar enlaittdio
O verdadeiro Portand : s A rende oa
ra da Madre Deus n. 22. armazem de Joao
Martins de Barros.
Vende-se duas casas em chaos proprios, no lar-
eo da Soledade o. t8 e 20 : a tratar na roa da
Sm n. 46. t* andar.
djpuiAODs.FiGAD0BEBAGALnAo Superiores cigarr* s do Rir
TSttUA NOVA <0 J? nf" 0.
u iTrniatiMT rmingoi Alves tblheoj, anico agente nesu
II. iLAiA/jSitl1, provincia fc* cA?a que to boa ar.ce'u.c.io tem merecido, ic.o de Nitherohy, e>"iibe!cda no llio de Janeiro
mwto se rfc>romi*ala por mt u .nais pnlidiado tem sempre um completo sorii-nnnto da todos o
ir# ak ie t^-n io!o. ninda felo bou palalsr, irros, faao picado e en l'js. Tem ignalmenn
upar** oturo qtil juer : venle-se oo depo- :o ,s famadi cigarros Conde d'Eo, feito3 om mag
j#!e d* 3ir;bjloaiea 4 G. : roa Larga di) I'. aitco papel >'e paiha de milho e fumo snpsri.i
mrai X. Para govern de seas f.i'gapzes, qao t.^n estabere-
------- sto depsitos flllaes, nas casas dos Srs. Thomas
ranciieo de Salles Rosa e Sanoel de Soa Cor
i'iro Si.tide* Jamor, no bairro do Reeifp, e todc
manto f'r vendido em oatras ca=as com a firmi
Ja tao so-lico o costme qne ha entre todos
os i]u-' qaerero t'..zer conhecer de seas eslabele
cimentos por meio de pomposos annuneios, qae
com bastante raiio se arredam o< leilores das
massadas com qu- nos mimoseam os taes annun-
cian'.es.
O Campos da ra do Imperador n mero 28,
se qnizesse seguir e?sa rotina amiga de fuer es
tampar nos jornaes mais lido-, annnncios bombas
ticos pre;edidos de ttulos garrafaes para raelhor
chamar a attun^o do respeitavel publico; roaito
tena que dizer a retpeiio de sea bem eonbecido
amazem de vveres sito ra do Imperador n.
28. Dira por exemplo -. ijue no sen armazem
em constantemente, presuntos para fiambre e oa-
ra panella, salames de Linn, queijos de diversas
laalidilos liognicis e chimica*, ovas df camu
rnpim, consrvas in^lezas e fraoceza, vinhos de
Puto e da Figueira superior, licores tinos, bola-
ihmlias, .-ha saperior verde e preto e ontros mai-
ios anigos qae sao proprios para meo, dispensa e
coz i u'.vi. Has nao.
O Campos s e someate avisa ao respnta-vel pu-
blico desta cidade sen* suburbios, qne em rasan
de se aproximar o temp" d s i Rega-bofe* d tem
elle feito do sea armazto ara centro de tndo que
nos grato ao paladar a para que oiugaem du-
videdoque cima se tem dro
Pede*se orna visita a ra do Imperador n. 28,
armazem do Campos.
Cora o publico em ge*al.
Ohjeetos para luto I I
Brincos, pulceiras, broches, mei.s aderecos,
crozas-, casfoletas e moldes inteiramente novo
acatia e receber Nova Esperanca a ra Doqn
le Caxias n. 63... a e'lps-----
E'sernpre assim
A Nova Esperanca... jamis acaba de reeel*.
novidades I agora mesmo, recebe tantas que nao
sabe delias qoal annuncie I porm tempre deca
ra as spguictes para sciencia c"e siguen).'
Medaihdes de madrenrrola para voltas, crazas
ptra o mesmo flm, bntias caixliihas vazias de
papelao, modernos ad;regos de madrenerola, de-
licadas ci rrentes de plaqu, lindos ecchovaes para
baptsados e chapensiuhps para o mesmo Qm, bem
como deste ultimo artigo receheo cousa muito es-
pacial de seda copa alta, va velloso para senboras,
tefcrever mais mas-ante....
mma mmMmmnnmm
IATTEN C AO-I
NA RA DO CRBSPO N. 28 S
m Loja le nauoel Olas X%-
vJer
VENDE-SE :
J
O mi o* c.qoe gran les da mola e miHli-
**. hq'.j- palo ultnii) lH>nt chega) da Ra
r^r* ; efe. aot-- qae -fi c-b*tn : du Ba'.ar do
9*g1*. %a da Cadi-ia U\ Reci'e n. 11.
* nft*9i:i o am i.?rr=ii cum 100 a 5f0 palmo
fM .!> ti* lo' Arr-I.:l : qnem p'etjnder dirija-
mrts* iiv '.'ljii d) Hecif^, I ja de Vicl.r Gran
-a^e, f e aens om oam traur.
e S"iKa Novaos.4 C, s3o f.ilsll.;ado.
AOS PADRES
A Nova B*peratj(;j, a rna Duqas do Caxiis n|
fW, e qnem v-noe as me h res meias de I: ia : a
(loan'idade pequea, purtanlo a ellas antes qae
se arab^m.
Livros ingleze
5
fvende se por coramodo proco, na ra do Com-
mircio o. 9, um excelleute j;*o de livros, com-
posto de diario e razio.
MADAPOLAO francez largo com 20
v;.ras a 7* a peca.
ALGODAOZINHO superior largo com
20 varas a GJ800 a pe;.
LENCOS de eambraia de Mnho aba-
obados 45500 e 5 a dalla, a caixa
vale o dnheiro I.....
PITAS de al^odo de diversas larguras
a 600 rs. a dnzia, peebiorha.
MOl.VHQS PARA MOER CAFE'
MOINHOS de diversos umaobos a 2|,
3/ e 4| cada nm.
DA-SE AMOSTRAS ROM PENHOR.
RBIM trancado mofad) a 400 rs. a
vara.
s
Vende-se urna rotnla em bom estado
ra larga do Rosario o, 28, { andar,
na
Sustento restaurativo
saude
PELA VERDADE1RA FARINltA
A, DBiipry d'Arabia
Os abaixo asssiftn.idos fazem sciente a sen3 fre
aezes, qae pelo vapor inglez a-Plata receberau
.pgunda remes-a d'e-sa excellente farioha, caje
uso routo se reeommemla para as crianzas, pes-
soas debis e cunvalcscentes, applicada cum reco-
phcciia vantagem nas conslipaeSes, diarrheas
nausea do estomaifo. tos>e, ewarro de sangue
phthysie, etc. etc. Preferida anda pelo agradavel
sabor.Uniricoa ontra qualquer.
*^X' roa do i.oinmer:io n. 10, ^scr'pt)-
rio de Jos Jofti^uim da Costa Maia, en-
conlra-ae para vender por commodos
precos :
Azulejos hHBMhee.
P^ilhas de f^rro naivanizado para telba-
do de diversos tamaitos.
Ditas de dito di so tizas.
Bicas de ferro galvanizado.
Cumieiras dilo.
Portada- completas para cantara.
Ladrilhos.
II /SIB5 i*tiM S3!Si K3^>?
M\ :\IVI)!>S.
BonilD port< baiurt.
Linli.-sinios leques de maJroperula mol Je-a ia-
leiraments novos.
!' limad-.,? bordados.
Camisas bordadas para homem,
Finas meias de seda para enbora,
A Nova esperare- auem tem I I I
DESAPPAHECAM AS SARDAS
A Nova Esperanza a roa do Duque de Caxias
n. 63, acaba de recen r o bem couhecido leite
de rosa b. anca, e lambe.-n eite virginal, os qnaes
fazem desaparecer a. -ar^as o A revaUsciere du B:iry de
Lou drfS
Toda a loeuv'a cade a Revalesciere du Han y
qus d sade. eiMHrgia, appetite, .ligestao e des
causo. Etla cura as dispepsias gastrites, humo-
res, acidez pimira, flato, erijps, vmitos depois
da comida e yravtdez, con (ipacde*,n aMhma.
affeccoss pulmonares, bexiga, rigi' .erebro e
sangue ; 60,000 coras, ineluiado muuas deilas ac
Brasil.
A revalesciere cbpcolatada du Barry
em p,
Delicioso alimento para alraoco e ceA, maih
nutritivo, forii^ando os ervos do estowaao sen
cansar o menor pe-o nem dr de cabeea, nem ir
rit'^ao.
nico depo-ito para o Brasil em Pernambnc
na pharmfleia americana de Ferreira Maia & i
ra do Duque de Caxias n. 57. (Todo cuidadi
com as faisificacSes.)
Ra do Mrquez de Olinda66A
autr'ora ra da Cadeia.
LOJA DAS MAMAS
Sendo este antigo estabelecimento assaz conhecido como principar a rea
dado pelos grandes depsitos e bons aorlimeolos cora .qoe aerapre prima em lar dat
melboras, mais acreditadas e verdadeiras anachlnaua .mevicatmai a>ara lga>
d, desde 10 i 60 erras, e havendo em todos os Tama^bas diversidades da aya:
mas e melhoramentos para perfeito e rpido desear' carnalo; torna* se digna d* *
serem vistas e apreciadas pelos Srs. agricultores; os quaes, alera disto, encontrar'
tarabea mais:
Aparados vapores logohoveis, de torca |
de 3 4 cavallos, e pertences.
Machinas para lavar roopa-.
Arados americanos para varzea e la-
deira.
Carro de mo para atterroa.
Tinas de madeira.
Baldes de dita.
Ditos de ferro estanhado.
Ditos coa vlvula para lavatorios.
Ditas de raadeira para compasa.
Apparelhos para jardins.
Guardas-comidas.
Tampas para cubrir pratos.
Tarrachas para fazer parafuso de ferro.
Ditas dita ditos de madeira.
Trens para eozinha.
Ternos de baadeijas finas.
Emfim moitos ontros artigo*, qoe
examinados.
Correntes para arrastar madaira.
Cylindros aasericanos para aadariaa.
Perteaces avalsos para macsiaai
Salitre refinado.
Bren superior.
Moinhos de diversos Maralas par>
stilho e caf.
Debulhadores para milho.
Azeite de speratacete para a /'mu*
Camas de ferra.
Bombas de Jar.y.
Ditas americana.
Cofres de ferr patente.
Canos de fern> esmaltados.
Ditos de dito estanhado.
Pitos de chumbo.
Ditos de borravha.
Folies para fBfMirna.
sA avra ueste esr^elecimento paJcrlo a*
v-X^
1*53 5<3
K
*2
9?&
iM

MACHINAS
aag
De 10 a 40 serras.
VAPOR
para mover as machinas.
Em
CASA DOS IMPOKTAOOIUSS
Sjiaw Hawkf.s .v C.
do Bim-Jest^j n,
outr'ora Crui.
ROUPA FEITA
NA
Ba do Crespo n. SO.
Tendo resorvido nao continuar a ler grande deposito (te ronpa eita, ...Tsree ao
respeitavel posco. e aos negociantes de lora, um grande aortitnento, por precos bara-
lissimos para acabar.
VENUE-SE
urna casa na ra Augusta n. 51, aova, com 2 sa-
las, 3 quarioy, cozioha ora e cacimba ; mas outra
ca-a na ra do Alecrim n. 57, com 2 salas, eozi-
nha fra e cacimba, e mais a terca parte ile urna
casa na ra Augusta n. 92, rom i stla, 6 quar-
los, cozioha fra, qnintal cm carimba : quem
qoizer comprar, dirija *e rna do Apollo n. L'V
' andar.
CAMBHAIA
A 3.000 rs, a po*.
Camnraia transparente com 10 jardas a .1*000
a peca, pechincha : ni rna do Crespo n. JO, toja
de Gailherme Carneiro da Cunha.
Palitts sobrecasacos de panno fioo de
125 a 30000.
Ditos saceos e retranqueados do casimira
ie cor de 5-5300 a 9;>0()().
Ditos, ditos e ditos de panno preto de 3-i>
a tdOOO.
Ditos, ditos e ditos de alpaca preta de
20500 a 55000.
Ditos, ditos e dito? de alpaca branca e
de cr a 2)5500.
Ditos, ditos e ditos de bramante de linbo
i 25500.
Ditos, ditos e ditos de bramante pardo a
l#500.
Calcas de casemira de edr de 55500 a 95.
Ditas d.tas preta de 5550 a 95600.
Ditas de bfaj branco de lioso de_j250< 0
a 4,5X00.
Ditas de baim branco de algodao a.....
15200.
Ditas de srim de cor de 15000 a 35000.
Ditas de castor de 15000 a 25500.
Ditas da brira pardo de 15000 a 25500
Camisas de flanella, graades a 3000.
Ditas da algodo, muito boas a -2%mi.
D.tas de linbo muito boas a 35500.
Ceroalas de bramante a 15600.
Golleras de chita a 15500.
Le&cos de iinbo abatollados a 45000.
v ictorl i
Vende se urna victoria em perfeito estajo, coro
ama parelha de e-xcolientes cavallos ou sem ellos :
para ver, na eocti ira do Sr. M raes, ra da Roda
n. 60, e para bajar, na tua da Cadeia do Recife
u 30.____________________________________
Vnde-se o sitio que fot do tinado Datra, no
logar do Peres, rom duas casaa e ama coxtira,
leudo urna das casa- ba tistes c mimados, a frente
e parle do oitio de l'j !o, bem como a c xeira,
pogo com ba agua, e muius arvores de ructo :
quem o pretender dirija' se ao mesmo silio.
Attenpo
Vende-se nma taberna com poneos fund
pna para principiante, em boa localidad
bem se vende a armaeAo: i tratar l
dos, raa do Motialoajt o.. Si, venda.
idos.
pro-
tam
foga-
E ootros muitos artigos por presos baratissiuio para acabar, aa loja de Guilberme
Garoeiro da Cunha. v,
LIQUIDACiODE FIWI DE ANNO
AO 65
RA DO DUQUE DE CAXIAS
(Outr'ora do Queimado)
Este estabolecimento acaba de reoeber um importante sortimento de diversas a-
zeodas proprias para vestidos, sndo poopeltnas da da, ?ds, laas, percales, ditas com
barras proprias para babados, ndis c?mbrai.-s crox, e em Hm um inSnidade d'arti-
gos de moda, tudo proprio para a festa, o qce todo -vender 4 por precos t'ei ament
razoaveis, em conseqoeocti de estarmos prestes ao em do rao. e o t>5 do quer ter
grande trablho com o seo balanco, preferindo lomar dnheiro a faxendas, convida-s
portanto ao reapeitvel pobltco a virem sorlir-se na loja do 5 aonde comprarlo por pro-
cos que Dlo,'obter3o 0 outro qualquer Gtabelecimeoto; em fim ver par crer
RA DO DOE DE CAXIAS
(Outr'ora do Queiraado)

*
L_ ntBfit 1
i _i__i_^Muaiii i iir-- i iBasssaTTTrfmriamnmmaBsiMM


' I
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k
i
I 1


3

1
i'
D.ario de Fwnambuco SexU eira 5 de Janeiro Je 1872
0
ELEGANTE
X I Ra estreita do Rosario n. 1
Recebidas pelo vapor frtacez Girond*
Liada*.ciupeilwu da sada para senhoras, chapeos da palba de Italia e de seda,
consa moderna, rijo&en'eiies de blon-1 e (lores para cabaca, peoies modernos para co-
qoe, nqaisaiaas gQarmc56j de foulard da China pira cabeca e peito das senhoras,
tallas gravambas p* senhoras cousa maij lioda possivel, comple'-o sortimento de
Iindissimas fljres, shj de florea de larangeira para eufeite de vestidos, ricas grinal las
CO?.vo8 par CMament0' ieqaes fln>s de osso, sndalo e madera, veos de blond para
corvas, esplendido sortrarento de galSD de soda, franja, fita de selim, de velado e de
grosdenaple de stdas e da todas as cores, bxos de blonl b.-aaco e preto, elegantes
espartilhos di naja s peca, aspas de arp para 03 mesaos, bonita chapeo* de sd de
eedapretos e d cdres para feolnras, lavas de pellica de todas as cores e da me'hir
que tem vind> ao mrcalo, flvela, de midre^eroU para cabeea e pulseras, bonmon e
pelerinas de 13a e sida, c ma propria p ra as pssroas que estao nos arrabaldas, volta
p-etas a benoitoo c m cassoleta e erar, ultima moda.
RU \ DO BRIM N. 52
(Passaudo o chafariz)
BAZAR
FBSTA.
Perfumaras

Do Campos no armaiem,
Quem rivalisa ? ningatm t
Ha do re a larga roa.
Para vender tetn em sna,
('aa antiga e quj niognem,
O numero qoe a inesma tem,
Contesta ser vinte e oito.
Atinutma aos senhores, de en julios que por falta dagua Boiacbuiia* e hiscoutos,
ou mortes de animaos nao possam tirar suas frafra, que est attopimfiVatehiSaa,
prompto a asseutar vapores dentro em 8 dias do pedido applican-
do elles as moe tidas ja ex : sientes.
Tem em deposito variado sortimento de preparos
O M)z?o Elegante acha-se prvido de grande s^rtimeato da perfumarias, inglezas
e francezas, o re;ommoteaJa aos apreciadores deste artigo o apreoiave! perfume GRAN-
DE DUQUEZA FEKO11
S tinas para crianzas
No Muzeo Elegante vndese botinas para chais i 34000 o par, fazanda que
em outra qnalqu-r parte vendetn por i5000.
Poupar dinheiro
No Mo7.e5 Elevaste esti se vendendo camisa^ de liona para homens, de 60,500)
por 47,JOOO e de 7050JO por 555000. a ellas antes que se acabam, chapeos de
prsg'n ennsa moderna 114060. \#W> e 180000. bengalas denesta fabrica ha depos to de to los os 1 achinisios empegados
MOTORES PARA DESCAMC&C aLGODaO
A vapor, agua ou auimaes
inclusve alguns q.te noprecisam de obra algutna de carapim
pelo que po-.lem funecionar logo que cheguein ao lugar.
FORMAS PARA ASSUCAR
Aquello propiieiarios que quizerem formas podem desde
j fazer suas encom mendos, pois a csatem em viagem e car-
regando numero su(liciente para suprir a todos quautos queiram
MACHIMOS DIVERSOS
cana com castio de msrfim, bengalas de baleia e outras mu-as por precos baratsimos.
Oaro a imitapo para passar a festa.
Os anantes -i* elegancia ene-mirarlo no Mozeo Elegmte mo lernas cadeia de
ouro a imitacSo pelo preco de 2)5, 35 eij.
Grande Enconomia
Qoem f<>r amante da ec-nemia apareca 00 Mozeo El'gante, pois est vendendo
talneres finos de bilaoco om um cravo no cabo 4(5800 ditas mtloores 5,0000 fa-
zendaeita que fli.-goetn pode ven- ler por menos da (tiS d'iO a duza, temos de
bandeijas finas ISflOOO rs ditas marcbeladas de madreperc-la 18,5900 e outrrs
mnits artigosqoe os proprietarios do M>zeo Elagante esto r esolvidos a vender bara-
to por ser fim de anno.
Eua estreita do Eozario n. 1.
DE
FERREIRA MARTINS & C.
na provincia, e accetas* enconitnendas
quer m.ichinism > a vontad do client".
pa
ra
faz
er vir
qual-
LEONARDO KOHN
A THEOiA M OBI
E O l'RORESSO
SALDES DE CABELLEIREIRO
RIJA DO DUQIJG UE CAXIJl$ M* O
Primeiro de Ma'^o n. 7 A primeiro andar.
DEL^UG, eabelleireiro de Pars, participa aos sena inoujieros fregoezes e ao po-
blicoem geral, qe-acaba de contratar peritos offioiaes francezes para todas as especia-
lidades; sendo nistes doas estabelecimentos cima onde o respeiavel publico poder
encontrar a delicadeza e ligeireza qoe neste geoero de traba bo tanto se exige em Pa-
s.
DELSUC nada tem ponpado para que o publico desta cidade, que Unto lhe temjor.o
digalisado a sna benevolencia, continu a freqientar osseus SALES MODELO, ficando
erto o mesmopubico qoe nelles encontrar agrado e perfeicao.
Empregados dos saloes
12 officiaes para barbear.
6 ditos para cortar cabellos.
3 ditos para o postico.
Dehuc para opentead do bello seoo.
A ARTIGA FABRICA DE CHAPEOS DE SOL
DA
Primeiro introductor dos pocos tu-
bulares da Abyssinia em Per-
nambuco.
Acaba-se de receber, a procos miiUo re-
uw.toH.. nova remessa desses execellentfs e ele-
gantes p eos, cajas vantagers j bem conbecidas pe-
la promptj e abundante quantidade d'agna qae dio,
f-.zem-se recommendaveis aos Srs. empreiteirot de
obras, para os estabelecimentos fabris, industriis e
os ros, pella fcil colloca$ao e remocSo, Unto dentro
como fora dos edificios. EHes se preslam igual-
Dwote nos quartos e casas de banbos pela commo-
didade do seu assentamento e pouco espaco qae oc-
t cuparo, e grande economa da despeza que se leria,
peo encaunamooto e consumo, com a companbia de
Beberibe.
Esies poc.08 Umbem tubstituem
completamente as bombas dentro das
cacimbas ja fettas, distingUindo-se del-1 Acaba de reieber pelo ultimo vapor om explecd do sortimento de chapos de poI : de la
Iur nol aw\ plp/nmp,-., trt; low Q ____ Ijapooeza, forrados de tela aiul i I0 cada un:; de alpasa, forrados de ja azul, a 7 ; de brim,
IdS pea 8Ua elegancia. -Oll.iez e quan- forrados fenol eeucaraado, a 44; para senhoras, pnprio para o caxp, til; de brim, com
barras decores, a 2/300; e om completo sortimento de chapeo? com cabo de marflm, de merino,
alpaca, brim branco, amarello e pardo de panno, com bastes de baleia, a 2. Tambera recebeu um
lindo sortimento de bengalas e chicotes, os qoaas vende por precos mais biratos do que em outra
qnalquer parte. Goncerta-se todo e qoalquer chapeo oc bengala, "e eobre-se as armacoas velbas, de
pois de collocados e que funecionem! t0da,qa3'id'de:de'aMI"ii'
a contento dos compradores.
Tara encommendas e mais esc'are-
" A extrac^ao deste exceente tnico demonnra
CirUfimOS trata-se na loja do senhor F.' jue iran,le proreiti se tem tirado na enrcom-
< ^n....... iVT c%% pleta das eapag,Jatreecon*eracao dos cabellos:
J. GERMN N, 3 TUa i\OVa n. 21. e na a venda na ra do imperador b. 71, PapelariaPa-
officina de metaes do senhor paplo r8*'"fl'pe'3 pregd" frMca________
jos da silva freir, no Jargo da' AUcBfO
Concordia n. 7. Venle-se urna bo vasca de leite: m Ponte de
*
4Ra Primeiro deMar^o
tidade dagua que fornecem.
bo S9 recebe o pagamento de-!""
Ao mata caspas
A verdadeira cerveja da Biviera, marca ban-
deira, de superior qualidade, vendem Tasso Irmos
A d, armazem da ra do Amorim n. 37.
Uckoa n. 10.
Attenpo
Doces, galeas, ameiX|S
Qae quem comprar nao se qaeixa,
l'or ser ludo bom e Ou",
Como srja o genuino,
Oj Porto vinho primeiro,
E o nao menos i>raenteiro,
Piguerra sem confeico I
Castanbas, sal, macarrio,
Conservas, froctas, cerveja,
Para os patuseos na mesa
Festejarem o btm anno,
I a dilecto e humano
Que nos aspira o prater
Katendo a todjs esqnecr,
Entre fmilis unidas
ta bellas mo$*a, garridas,
0< saniosos aias tas-ad<>s.
K.i|u.'iu b 'ai desensilla,l,i-
Q e s ao Campos c irnpe'e
l)ar estes goso... Prom-ue,
Veuder turto ff.ui barato
tinges, leija', carrapaio.
Chiifohe em latinhas
De Nantes linas sariitihi,
l'assa?, lios, em latas tal ,
He P^riDjal fino Htite.
11 a mantuga frauceza,
K superior ingleza,
l. de Minas fnsco jnei'o,
Q-e a todos causa de?j ,
Ua{ies, nos e ton'.iiih-i,
Do rrino qu?ij >s ireiquiub ):
Avel.-., btalas nov,-,
Ceblas e btas ovas
Que provoca o paladar,
Fino doce de arac.i.
Chantos de bota marea,
Caf, araruta em utas,
Champagne, bois p^.-lns
Pdim em latas, erviihas
logte e aya-pina
I) mv tiuo de baDaoa
Queiji >uis.-o e londrin1,
Amenioas, alame ftan.
Albos, vinagre, ueidna
Fina geuebra de A'tona
Do tomate massa boa
Do inilbo a larinha, va.
Peixes em latas, aletria,
E outras muitas iguarias,
Que por este ir Radar
Deixo de mencionar,
Prometiendo de outras vetes
Nao ma;.ir mais os freguezes
Com aonados sem val a
Como se fat todo o da :
Pedindo ?omente qu
Muitas ve.sitas se d
Ao referido anraz* n
P^ra muDirpm-:-e htm
Por prfc>< commoi"', er>hore> I
4&$&%.
Vende-se ps de fraeta de tjdas as cualidades
na Ponte de Uebda n. 10.
Muita attenpo
J n) desconhecido que existe roa
do Duque de Gixias n. 45, a loja de miu-
dezas denominada MAGNOLIA, este elegante
estabelecimento pretende adquirir um gran-
de numero d-j apreciadores, visto qae ter
sempre o que de mehor hoover no mer-
cado e importar (como j o tem feito) por
onta propria, o que hoover de mais chi-
que na velha Europa nde a MAGNOLIA
tem habis correspondentes, e para prova
do que h;i expendido a MAGNOLIA convida
a todos feralmente e cm especialidade o
bello sexo a vi>t rt-m-nn, afi,m de apreciar
a snperi'jridade de seus objectos e commo-
didades de piego?.
A MAGNOLIA, n5o pretende tornar-se
massante, limita-se por ora a mencionar
poneos artigos deiacdo os demais para se-
rera vistos pe js concurrentes.
B initos enxovaes para baplisados.
Ricas almofadas bordadas para sof.
Perfbanriaa, oleo3 e b3nhas dos melho-
res e mais conhecidos labricantes.
Sapatos bordados emtalagarca.
RicDs objectos para presenter.
Capjs de velludo e palba d'Itaa, mo-
dernos e de gosto.
Gravatmhas muito bonitas para senhora,
e lacos para ctbefa e peito (ooviJade.)
Artig s de phantasia e proprias para toi-
lette.
Punnu< e gollinhis bordados.
Cam?'iiiis bi rdadas pars senhora.
Paito- b.'r.iadis pa-a camisa de homem.
R c >s diademas.
Tud >s estes arligos ser5o vendidos como
os 1mas por precj? rasoaveis, na MAG-
NOLIA ra do Duque de Casita n. 45.
' Em tempos modernos nonhum
ment operou maior revoli^ao momeo +
curar anteriormente em voga PEITORVL DE AN.4C&nr4
TANTO NO TRATAWETfTO DA V
TOSSE, CROTO,
ASTIIMA, TI1IS1CA,
HOUQL'IDO, HESFniAMEMt.
TOSSE CONVULSA,
MU oe peito,
r.M'l Cl I l.U.Ai! DE SAKCCE.
Gomo era loda a gratule serie de esfera
dades da garanta, do peito-e do$ meju
da itESPiRAcAo, que tamo atorrf>taBB t-
zem soffrer a humanidade. A roarewa ar>
liga de curar consista geralmcnte ik app*-
cafo de vesicatorios, sangrias,sar>ar oo ap-
plicar exteriormente ungentos frtssiiw*
compostos de substancias vesicaiites, aitai
deproduzirempollias; cujos dilereiesJBo-
dos de'curar, nao aziam genio eafraqo-
cer e diminuir as forcas do pol>i> henlt,
I contribuindo por esta forma d'turu mancir
: mais fcil c certa para a ehfermidade a I >\
truiuo iqevitavel de sua victima Quera d-t
jerent'.- poisto o eflei adiniravel do
PEITORAL DE ANAGAIIU1TA
i VM F KZ DE HUUTAM, WOnTIFICAB E CAl1a>
INAUDITOS SO! KIUMENTOS AO DOt-XJX,
C.VLMA, MODIFICA E SUAVIZA AMft.
Ai.Livi.v AinnrrAcAo
DESEUVOLVI tOriC MMMBfTO,
K0HTIF ICA OCOnPO
e faz com que o systema
Desaloje d'uma mancira prompta e rtpk\
at o ultimo vestigio da enfermidad*. <
meiores votos em medicina da Europa o
Lentes dos Collegios de Medicinad i BeriiSi.
testifleam serem exactas* verdad*-tras esto*'
leaces analgicas, ou al m disso^a eiper-
encia de milhares de pessoas da \rr.r.:
Hespanhola, as quaes forana cor
este maravilhoso remedio, sao mas q--
suDcientes para sustentarem a odp-nk' di
PEIT0R.\L DE ANACA1IU1TA !
Deve-se notar que este reme-i:
nteiramente izenlo de venenos, tanto y.
raes, como vegetaes-, em qjianto qot p rtn
alguns d'estee ltimos, e partkuranatKta
aquees que s3o dados sob a toma Op,
i Acido Hjdrocianico, formara a h^?
maior.parte dos Xaropes, com os qtnei de
fcilmente se engaa a credulidad^ do ; ..-
blico. A Coraposicao de Antcthuitt Ivl'.--
a acha-se linda e curiosamente en3mMa
m frascos da medida de cerca de rr">
quartilho cada um, e como a dose que se v-
ma s d'uma -comer pequea: btsl
ramente a applica^o d'um ou don fratra
effectuacaopara a de qualqner cura.
Acha-se venda nos estabeleciraent
P. Maurer A G., J. G Bravo & C .
Caors, B. M. Barboza. Dartboloaieo & f
ESCRFULAS OU R!'EUMATISM(-
e todas aquellas cujadigesto se acha t
pletamente desarraijada.de\em tomar
Rap cearwjr>e ftno
nv
Fabrica
DK
'
Vasconcellos & Filho, do
Este ptimo rap tem sido estimad/ .;!;' -
dedores e apreciadores de vida.
Vende-se em caixas de 100 lihraa, sendo a -A .
libra. ,
Em casa dos nnicos agentes nesta eidaoT**
Irmaos A C.
Eap Cearense~
Da superior qaalidade -s & Filho, deposito em P. nwi i -
Srs. Tasso vtnoi & C, roa >>
Vende-se burracns i .
para limas : na ra Direi- i he:
Sr. Alcntara n. 8, na padar i <-. m
40, e na b.tica do Sr PeiJc-* ii. I ;rt :
I aperador, armaaem Pileiuadv. o ,
Jos Ferreira n. 40.
-'

*
V i.

3.
LISTA GERAL
aso
a
OS PREMIOS DA U. PARTE DAS LOTERAS CONCEDIDA POR LE PROVINCIAL N, 393, A BENEFICIO DA MATRIZ DE SERINHAEM, EXTRAHIDA EM i DE JANEIRO DE 1872.


NS. PREMS.
1 104
i 4
6 -
7 -
11 -
!5, :
11 --
u -
51
53 -
*'
61 _
63 _
71 -
75 _
70 -
81
87
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9f _
99
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4 -
13 -
11
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38-
SV
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56!
59 -
65 -
7f' -
75 -
8f" -
. P?iS NS. PREMS NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS. \. J'hFUS. NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS. MS. PREMS. S. PREMS.
NS. P REMS.
H5 64
46 lOj
49 64
53.
58
60
71
71
77 00*
81 64
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14
S:
36
40
41
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64
NS. PREMS. NS. PREMS.
64
*
!
20S0
97
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10
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23
24
26
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5*
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60
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78
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81
82
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2
19
21
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40
41
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97 -
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9 _
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15
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64
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45
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' 97 -
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16 -
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28
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34
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42
46
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57
59 104
I 63 6*
64 -
7 -
73 -
74 -
75
81 -
91 -
2513 -
16 -
19 -
11 -
21
23 -
44 -
15
54 -
71 -
81 -
85 -
2605 -
18
21 -
NS. PREMS. NS. PREMS.
2623
28
29
34
35
40
49
52
56
66
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72
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98
27CG
18
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7

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2800
6
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13
22
28 -
33 -
38
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53
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67 -
77
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mmn>tm."tmn,mmm . --,-
O .ario d FernambuCo Sexla feira 5 d Jane raro d 18"<2
r-


OTTERATRA.
Ueusagui do presidente da
Paraguay.
(Concluso.)
feliz Biitj que alcaugou o governo con
aquella medida o a mi completa subordi -
aag5o ans veres J,ue lhe i apunham as cir-
cumjtancias excapciouaes por qae- passou o
jpaz, nao obed.eenlo a voz da razo e da
justiga, me cons >!a e me di o prazr de di-
zer-vos qne sabrn as instuiges o o
povo.
Nio vos dou estas explicac.-s, cidadios
representamos, para esquivar a micha res-
poasabiiidade, nao ; milito pelo contrario,
arrostaud aquella situ.ac.5o, responsabilisti-
me publcame.te patojos os meus act)s,
e se cooiervri a sumraa do poder jjablico,
foi com a obngagSo de reservar a p-rte
q.ne nao me porteada, sem fazer uso della,
para devolver-vjs, como vol-a devolvo, e
com a coadiclj de vos dar coma della, sub-
metteudo-rae v.ssa sesteaba.
H >je qae pal i vrala Je do povo soberano
{totes eleitos seus representantes, vim ex-
por-vos o prracipaes fados que teja re a-
gao om a dissolugao do anterior congressi,
a fim de gura, compenetrados dd vossos de'
ver?, era 15o melindrosas circumstanc'as,
os anatjsits e me juguis
Espero ppis qua vos dignareis man lar
proceder a i'.variguagas a respeiio das cau-
sas que d rato o ligera ao decreto ue
dissologio :ji copia sjunt), assira como a
doraoi'osto exped lo uamesma data, pira
que posees tambora j ilgar-me cora perfai-
to conbeeimeu'.o de causa, e para que a
Lsto.-ia reedita a Tardado dos factoj enri-
queceudo s pag nai da vida dos povoi que
vjra passado, como o Paraguay, por tantas
e l repetida* coa valides violentas.
Ao expedir o decreto de convocacao do
actual congrassa proieiti-vjs dar demisso
d > el vado cargo de que me acho revest '.o,
depoado era vossas raaos a suprema auu-
ndade que o povo rae cooQou, para que,
Diogoem jolgoe oqjivo:ameat3 os motivos
qut me mduziram a dar o golpe de esta-
do que paz termo s cmaras anteriores.
A sino, pois, ci-Jadaos representantes, di-
rijo-vos a minia' renuncia do cargo de pro-
si Jente da repblica, e aguardo como urna
recompensa que vos dignis acceta la, dosig-
nanio-me tambera a pessoa a quem de^o
p3ssar o poder cora as formalidades do es-
tylo.
E emquanto o congresso toma era consi-
deragSo os fados em qoesto, resolv sabir
da Assompclj para aninha estancia de Bar
reiro Grande, deixando j o poder eui maos
ta pessoa qao me desiguardes, para que se
Dio acredite que o congresso de algum
modo inflo do por mira. L re esperar a
senl6*a, obligan lo-me a comparecer poran-
ia o tribunal quiodo fr necessario para
responder s accusagas que bouveram dd
me fazer.
Sr3. seadires e diputados, despierne
de v, e dos Qtbos do povoem geral, com i
do3 numero o^ amigos a quem devo eter-
no agradecanlo pelas considerages que
de todos merec, pela sympaiba ao governo,
e inais qn isso pda proteegao quedetod)s
recet durante o raeu poder, sempre que
fo necesaria a-) bem e proveito do paiz.
E ao fazr o protesto a tolos da seg-
ranos, di raraln disiincgSo e aprec/>, podo
cada ora contar com o meu humilde con
liageole e vontade decidida, onde qner que
me acbe.
Por ultimo, faco votos ao co para que os
vossos irabalhos corre pandara confianga
que o pavo deposita em vos, inspirando-vis
'-. daveres dopatii tismo, uaico meiu da
. ,-ac31 <1' povo, a quem ides representar;
vji missii elevada e ingrata; sei
jssa tarefa remediar as profundas feridas
t s pela gueira de mais de cinco annos,
,si como os de;acatos de vossos predu-
ce f ores.
Prudencia i circumspeccSo, eis as con-
i ras a eacialndenie necessarias a todo o
fiador, e anda mais a us, que estamos
Pinito looge do reunir os conoeciraentos pre-
csos para desempenbar essa delicada com-
misso.
Estao instaladas as cmaras e abarlas as
vosaaa sesses.
Assumpc, H de dezembro de 1871.
CYIIII.LO A. RIVABOLA.
O fac) esto ; dais zonas de comarcas subsl tu:os; por isso que manda o regula-
Umi class.Acacio qne traz differenca no ment que, na a/fluencia de affazeres pai-
rando da adrainislragio da justiga, ou no sem os substitutos a ejercer a jnrisdicclo
modo.de exercer a jorisdieco. Assim pieaa dos juizes de direito^ e ossupMerHea
acontece qie uraa co?ja cj fljrescante, f a dos sobs,}itutos. Ora, 6 por extremo pro-
porque est mais distnte da sede da rea- vavel, seno ceno, que todus virio a ser-
cao, tic i na regra geral, eraqmnto outra, vir e substiLiir-se aerapre, nao pelo irape-
em qne os iateresses da propriedade s3o 'dimento, mas peta, razio nica de afllaencii
menos importante.', entra na excepejo fa- de affazeres, ^ga fnecessarimente se dar,
voravel. Mesmo umi comarca de doas ter-|pri:cipalraente tendo agora os juizes doc
mos, lijada como a de um s s le daro-Vva! mais attribnicoes do que tiujiam c s-jui-
cSo pela comenanlcaclo de um d a, u3a,'.*es municipaes, baando iirtnder a qae
gosa do favor oathorgido de um terrad-.Vi todas as cansas da aleada do3 juizes de paz,
que en retanto por isso mismo menos passam a ser jolgadii' em segunda huan
imporlante. cia pilos juizes de direito. Islo dave cau
Por ootro la !o de das comarcas igual-'sar muito enlbarac.'!, delong edes.oezi.
ra.'nh distantes dsele "di reanlo, ficaj Nascoraarcn gera^sostres suppente?
orna ni excepr;!), e entra a outra na regra do juiz municipal e cooperadores acvos e
garal, s porque uraa lera mais faed e rz- constan-es nos acto* de formago da cnl-
pida com nunicaclo do qae a outra. 'pados crimes comnaons, encontraro so
Eslas desigoaldadef cansara no espirito b9jas <>ceasio?a deconflcto;, especiulmenle
los desfavoracidos urna itapresso de des-'quand i substituir na jurisdiegao plena ao
alent e descosto, principalmente quanlo ju z municipal, oota- caso era que 8) dejo:-
e Ih.'s dr como raz5o do de?favor da lei, ganis3 a divisao dos districlus, porqna estes
ooutro mal que j padecera, o da falta de s3o tres, e igual numero o dos supplen
tes, que dimiaue logo que qaalquer delles
JDRISPRUDERCIA.
Reforma jadietarla.
I
A admir.*t-ac3o da jutica tern sido en-
tre nos objeto de lo geral quiixumc, que
impre se levanta alto a espectativa quan-
do se anuuocia qualquer reforma, e baix
che o deslenlo qoando se veriSoa que o
progresso nao toi tal como se desejava ou
t recia.
Assira tambem na nova reforma judiciaria.
s par de incoolsstaveis vanlagens, se tecrv
encontrado gr?ves incoavenienles. Sem a
menor pretenco a dizer a ultima palavra
sobre o as^umpto, contentar-no3-hemos com
allrahir a alinelo pira elle, esperando
que os mais competentes acabem por lan-
zar na quesiSo toda a luz de que precisa.
As vantagens da nova organisacao jndi
ciara aproveitam s corte, as capitaes
sedes de relajes, e aquellas comarcas de
um s termo ligadas s ditas capitaes per
fcil communicacSo de um s dia.
Temos qoatro rebcSw : no Maranb3o,
Pernambuco, Babia e Rio de Janeiro. Pou-
cas s3o as comarcas de om s termo liga-
gas s capitaes dessas provincias pelo tra-
jelo de am dia, ida e volta. S conhecemos
duas: Pao. d'Alho e Nitherohy. Dabi se
segu que Roncas s5o as comarcas que go-
zara da vantagem do principio constitucional:
jastica administrada por magistrado per-
petuo. Assim as maiores Vantagens da
nova orgioisac5o entrara na excepcao ; a
regra geral o statu quo._ A maioria-daj
comarcas coottoa com a organisacao antig i
t que foi reconbecda m.
Qaal o principio regulador dessa excap-
fJo qae, em vez de ami reforma, se torna
om favor a poocas comarcas ? Seria orna
idea de justica, de otilidade geral, ou om
fado material ? Um principio constitocio-
aai oo oro fado circom Uncial, occasional ?
Vejamos o qoe prevalecen, se foi ana di
reito oo am facto.
O qae fez em somma a reforma com a
sua nova orgaaisacao jodiciaria ?
O principio deve ser este :' instancias
arcadas na con-titoiclo. Em regra jaizes
siognUree na Ia in tancia ; jaizes conectivos
M 9* instancia ; anidado de modo na ad-
tiinistraco da jastica.
iradis, e de que de certo nao lera culpa
algoraa.
Parece que subsiste ainda a orgaoisaco
indiciara do cdgo do processo e a da lei
de 3 d) dezerubro de 1841. Dir se ha qne
as circumsUncias do paiz delerinioarara esla
reforma, e que os nyInores prinipios se
cnrvirn peranle as leis da possibilidade ;
as-im a qoestl > se reduziria a saber at que
ponto uraa muluor refirma era possiyel, e
parece que alguma cousa mais se podia fa-
zer, p-jrquanto j pila interior lagislacSo
existm juizes dd ilreito era tolas as co-
rnarcis, ainda nos pontos mais remoto do
Imperio.
Poder-ie h a dar aos juizes de dreiio era
todas as comarcas jurisdiccSo exclusiva era
primeira 'nsianiia, o que seria mais fcil
do que conservar no maior numero dos tr-
ra ^s, ou era qnasi Ddos. juUw manicipiea
com jorisdiccao era prira;:ira intaacia. E'
bera p ssivel qu3 aindi se f refirma E aqni s.) reprodnz a qiestao da
consiiuciooalidade. Se a couuituico a
raasma para lodo o imperio, coaviria d3r
a iodos 03 termos e comarcas juize3 per-
petuos cora igual catbegoria e jnrisdicca.)
como a constiiuicl) prescreve.
Nao preteuderaos qua fossem extihctos
os lugares de jaizas municipaes : a refor-
rai os conserva era quasi todo o pais. Mais
conviria, p)rm, au servico publico que
Qcassem corno j izes substitutos, coopera-
dores, ou preparadores do processo. Os
juizes de direito ssriam os julgadores em
primeira instancia; estabelecer-3C-hia om
principio geral, Gxo e duradouro ; a expe-
riencia ha de lao ir sua costumada luz nes-
te ponto, como em rauitos outros.
Se era todas as fregaezias do Imperio ba
juizes ile paz, subdelegados de polica e
inspectores de quarteiro se em lodos os
terraoi ha delegados de ,polica e juizes
municipaes f\alvos os termos privilegiados,
era que cste> juizes foram extinclos) ; se era
todas as c marcas ba juizes de direito e
promotores pblicos, por que nao ha de
havir magistrados perpetuos p.ra a joris-
diccao exclusiva da primeira insian;ia ? Mais
lucrara, de cerlo, com is-o a administra-
cfo da ju!tca, principalmente se se atten
der a que a qoo.it5o n3o esl oo exercicio
dos cargos, mas as ailriboices que Ibes
sao conferidas
Pelo cdigo do processo trabamos tambero
justica electiva, systema de que um t3Mo
se afa:tou a le de 3 de dezeabra de 1811
qoando restrigio as aliribnicoes dos juizes
de paz, aboli outros cargos, e deu ao go-
verno o direito de nomeacao para todos os
octros lugares de polica e justica ; a nova
reforma afaslou-se dasta lei, restabe'ecenlo
em parte o qoe fra abolido do cdigo do
pivcesso neste ponto.
A nova reforma ampliou as attribujcoes
dos juizes de paz, dando novas garanas a
libsrdde individua', elevando esso cargo
de eleicSo popolar, e pre.-t?ndo asim ho-
raenagem ?o principio constitocional. In-
iroiozi', porm, a reforma uraa innovar;3o
ootarel. Tirou-lbes a aleada plena, e snas
(lecisos Acara agora dependentes d) re-
curso das partes. A.t aq:i tinham aleada
plena no civel ati 50f), agora a aleada ele-
ve-so a 100,-i, mas com appellacao suspen-
siva pira os juizes de direito. Passara os
juizes de paz a processar e julgar as infrac-
g5es de postaras municipaes, a ubrigar a
assignar termo de segoranca e de bera vi-
ver, e a c ncedar fisoga provisoria.
Na parto crimiaal augmentan) em rea
gao lei de 3 de jdszembro as suas atlri-
ouices ; na parte civel, ao passo que Ibes
sobe a aleada. tira-Ibes a appellacrjo suspen-
siva algumi import nc:a s saas decisBes.
E' provavel que o lampo mostr a conve-
niencia de retirar o recorso a eslas senten-
538.
Outra differsnga nao menos sensival e
que, alm da diviso judidaria era fregae-
zias, termos e comarcas, passamos a ler
lambam dentro des termos a divisao de
districtos, que se destinara aos suppleotes
dojuii municipal as comarcas go ae.;.
Esta diwso nao absoluta, mas parcial,
imperfeita e at iilasoria, por uj cada sup-
plente de juiz municipal, spezar do ter
exercicio no sen dmrclo especial, poda nos
outros districtos ordenar prises e diligen-,
cias, e proceder a todos os actos de forma-
gao da culpa. Tambera na3 comarcas espe-
ciaes, mesmo as de jor sdic3o privativa,
d a reforma aos juizes de direito jwisdic-
c3ocrioioal, mas era districtos especiaos
qne he foram designados pelo governo, com
facoldade de crdanar prises o diligencias
era qualqaer parle da comarca. Eis ah
outra divisao quj est bem longe de ser
perfeita I Nem vemos conveniencia em
que osjoizes de direito do coraraercio, de
ausentas, dos faitos da fazeadi, daprove-
doria, de orphaos, e os auditores de guerra
e marinha tenhlo jurislicg3o criminal.
J estao bam peusi nados com os deveres
dos seus offlcios privativos, que de certo
modo contrastan* com as fancgoe3 crimi-
naes. Ser isto talvez abundanria dmelos
para reprimir o crime e garantir a libarda
de, mas am dos resoltados mais provaveis
inlrodnzir a confoiai, o que mais fcil-
mente se ver qaaodo aste mechauismo
coraegar a traquinar.
passe a substitoir o-Jof effe:tivo.
Adraittiremos de bom g-a lo que a nova
organisag3o traz comsigo algomas vanta-
gens, como beja a saparacSo das attribui-
ges policiaes da* jadicaes, oque constitoe
o iriumpho de um principio, boje abracada
por todos e de ut lid de intuitiva, A crea-
gao da maior numero de juizes outra vau-
lagem, alten len lo ao augraeuto e dLsecai
naga) da nos populago.
Slo agora os cheles de polica investidos
da facullade confer la pelo arl. G) do r.e-
gularaento n. tiOde 31 de Janeiro de 18i
de proceder formagao da ca'p e pro-
nunciar em ca3os extraordioarips, naquelle
artigo especificados. Esses chef.s do poli-
ca decidera em primeira m tancia com re-
curso para o presidente da relago as pro-
vinciisdo Itio de Janeiro, S. Paulo, Misas.
Uahia, Sergipe, Pernamr)u:i). Alagas, I'ara-
hybi e Mirauio. as o airas provMicias,
porm, essa recorso ii terpostu para os,
jaizes de direito, o qua cuutrariq hie
r.rc?)ia indiciara, acoolece^do qojo os re-
ours s, eiu casos 13o graves, e de magistra-
dos merahros detribuuaefl da segunda ins
tancia podero ser julgjJos por jaizes de
inferior categora.
Este facto, qu. faz aswmalia, a relorma
o reproduz qnando esiab3leca -que o des-
erabargador presida ao tribunal do jury em
l1 instancia, quaudo' o raesmo desembar-
gador em 2* vai decidir o recurso d s mes-
mas causas.
Relativamente aos adjuntos dos promo-
tores p.ibiicos, se a razio justicava da
sua nomeaco consiste na divisao do traba-
Ib), cwndigo de promptidaoe pereico, nes-
te caso puuco aproveiti; se motivada
pela difiiculdade de subsiituiges idneas,
ento car sen lo nulla.
As fuQcgoss dos promotores pblicos fo-
rom aogmntad)8 cora os segnintes encar-
gos : fallar peran'.e o jury nos feitos crimesr
mesmo uaquelles em que bouver accasado,
particular; promover todos os termos da
causa particular nos crimes em qoe hoover
cgSo pubiici;a aditar nasses caso a qa i-
xa e o libello e fornecer ootras prov3S atm
das indicadas pelas partes ; mierpjr nos
mesmos cas)s recursos legaes, quema for-
mago di culpa, quer no jnlgamento.
Estas novas lunegois, em grande parta
de sumraa otilidade para o servico publico,
nao demandam nomeag3o de adjuntas. Esa
nora;ago pode, porm, t rnar-se nulla,
porque o regulamento estatu qoe na falta
de adjunte, suas funeges sero exercidas
por possoa idnea nomeada pelo juiz da
culp <, para o caso especial de que so Iratar.
Ora, daqui resulta que nao haver s um
adjunto da promotoria, mas tantos quantos
forera os formadores da colpa ; isto prin
cipalmente quando o mesmo regulamento
maada bubatetir a compelencia dos juizes
de direito para a noraeagao do promotor
interino, ni fa ta ou impedimento do effec-
liiD ou adjunto.
No seguinte artigo daremos a reforma ni
parte em qia estabelece as coadigo3s de
tiibita.o, para os cargos judiciarios e po
liciass, accessos dos mig strados eincom
patibilidades.
II
Examinemos agora a3 a!terac5e3 qoe a
nova reforma introduzia ni exooerag3.> de
funpcianarips de jusiga.e as con igas exi-
gidas para 6SS3S cargos.
Segundo a n)va le podem ser nomea.los
chefes de polica os desembargadores e jai-
zes le direito que a isso voluniariaraen.e
se prestara ; a os doatores ou hachareis
em" direito qae tiverem pelo menos qaatro
anas de pratica no foro, oo de adrarais-
trsgo. Podem ser juzs substitutos as
comarcas espaciaes os loutores ou hacha-
reis formados em direito que tiverem pelo
menps doas annos de pralica do foro.
Destas di3,)osigo)3 resultam duas vanta-
gens. Consiste a primeira em aqgmsotar
o numero dos individuos entra os qaaes o
governo pode escolber oscbefe3 de polica,
sendo-!he assim mais fcil encontrar pes
soa idnea para esses eargos alias espinho-1
sos ; por ootro lado, n3o ser tantas vezes
compellido a retirar da magistratura juizes
qne l podem fazer falta, o qua sempre
causa perturbugo na admioistrago da jus-
tsga; finalmente, nao podem oa magistra-
dos ser compellidos a aceitar esses encar
gos.
Dnas cousas s3o aj.ui porm dignas da
reparo : qoe a reforma nao julga'sse igual
mente habilitados para este cargo os jaizes
maaicipaes, igualmente doutores oa hacha-
reis formados em direito : e que exigissa
para o exercicio do cargo de chafe de po-
lica qoatro annos de pralica do foro, qaan-
do apenas exige doas para o da juiz subs-
tituto as comarcas especiaos. Ninguem
gnora qae as funccSas de juiz substituto,
qaer quando tem jurisdiegao espacial, quer
quando a exerce plem em nada sao infa
riore.s s de ebefe de polica.
Parece-nos deficiente a nova lei quando
para o cargo de ebefe de polica faz a exi
gencia alternativa de qoatro annos de pra
lica do foro, oa de admioistragao.
Nao sao o foro e a admioistragao lao
anlogos entre si qae a pratica de qoalquer
de!Ie3 de habilitagSes idnticas : e se as que
Na primeira rasUQCia fanecionam as co- em cada nm destes ramos se adqnirera sao
marcas especiaos os jaizes de direito, que. diversas entre si, como que amas oa oa-
najarisdiceSose subslituem reciprocamente tras indifferentemenle habilitam igoilmente
aaxiliados'pelos juizes substitutos. o mesmo individuo para una cargo qae tem
Os jaizes de direito oessas comarcas sao attribuiges fixas e determinadas ?
sobstitnidos oa jarisdiegao plena pelos jai- Qae o dontor oa bicharel formado em
zas cooperadores, e at pelos snppleotes direito precise de pratica para ser ebefe de
destes. S3o, porm, tao vagos os ca03 polica, cjmprehende-se; mas qae ao coa
destas soostitoigoes, qae d3o em resultado, pratica de adrainistracao, e sem conhecr
fanecionarem todos a am tempo, juizes de ment do fdro, possa exerer tal encargo
direito, juizes substitutos e aopplentes dos'com proficincia, mais diffljil de admitr.
todo o caso parece qae as funeges do
fe de polica pooco se assemolbam s
administrativas.
Traanlo dos juizes snbsl tutos das co
maros epeciaes, o regulamento d-lbes as
mesmas vantagens que aos juizes munici-
paes. Parece de justiga qae igaal favor se
eslendesse os juizes suppleotes daquelles
que sao cooperadora! activos e constantes
e que funcionara permananlemente em
certos dislriclos..
Urna eoosa se poder Ulvez affirraar: e
qua nao tere era vista melhorar a sorte
dos magi-trados e dos f accionarios de po-
lica, j pira dar-Ibes raelbores coodiges,
j para garantir lbe< me'hor futuro
Alargou-se a espbera do noviciado para
a magistratura, que at aqni eslava excrosi-
vamenta concentrado no exercicio do cargo
de juiz municipal, com as aliribuiges qoe
linlu ; agora estande-sa tambera esse novi-
ciado aos cargoj da juizes substitutos as
comarcas especiaes e do sopplenles destes
jnztims ujesmas comarcas; e abrange
tambem os lugares desnpplentes dos juizes
municipaes, cooperadores destas com dis-
ir otos eaoeciaes as comarcas geraes.
Quanto s iocompalibili lados qoe a nova
reforma estao.Uce, n) sao absolutas mis
relativas.
Dispa a refoirna qne aquello que exer-
cer cargo jodiciario, mesmo como supplen-
le, n"o possa ser delegado, nem subdelega-
do de polica, anda simples supplente.
Da mesmo moJo quem aceitar cargo ju-
diciario parda n policial; e ) incompati-
veis os cargos de juiz municipal o juiz subs-
tituto e supptentes com uut os quaesquer
policiaes. A nosso pezar adiamos anu >
deficientes estas medidas, que cahem iiu;t>
aquem da razoavcl expectativa.
De ermita la a epirag3j das fr>Cy5esda
polica da i attrbi*;oes judio arias, o com-
plemsn o iogico. im.jl'Cii, n lispensavel,
iestam-oida en iuompitibifidade das
respectivas fanegas e cargos.
Neste ponto foi c .herenia a reforma.
Mas ser ossij o mai ir perigo ? Era essa
a maior uecessidade a que eumpria pro ver ?
Parece-aos qae a inc mpjtibiliiade dos
cargos de polica e da jusnga com os dd
poltica era de mator urgencia.
Est ni conscienca publica a iraprescin-
divel necessidado di tomar absolutamente
iucomoaliveis os cafos da magistratura e
dos B.uprega ios de polica com as funeges
legislativas.
nicamente inspirados pelas maia puras
inteng-oes pensamos que esta iocompatioili-
dade abrangendo os juizes de direito e os
membros dostribuoaes superiores, a com-
pleta independencia da magistratura, a li-
beriigo do poder udicurio, coadigo de
v da, segurauga e iioparcialidade, deveria
prevalecer muto cima de quaesquar oasi-
deraeoes de outra ordeno; a vaotagera de
tal incompatibilidade seria certa e imme-
diata.
Estes trbanaes tem funeges muito ele-
vadas, aiiribuiges muito importantes; po-
dem fazer grande mal, o que cumpre evitar;
podem mais de perlo prejudicar direitos que
deven proteger.
A aeg3o do3 tribunaes superiores jmuto
mais lata que a dos juizes singulares, da
primeira instancia; e has arara os irans-
tornos qae caisam no ulgameoto dos feitos
as sabidas e entradas dos que accumulam
funcg33 legidativas o daquelles que os
substiluem, para que urna tal incorapalibili-
dada devesse ser promulgada.
O magistrado deve ser s magistrado.
Mal se casam os estados austeros do soce-
gado gibinete do julgador com o luraollaar
ardente das paixes da poltica.
O lempo que de vera dar-so magistratu-
ra Gca reduzido a urna tregua, em que se
descansa do combate passado, e se apromp-
lam as armas para o futuro. O que era
principil se torna incidente; e n5o isto
vicio dos bomaas, mas antes da lei, que
n3o quer ver a n dureza humana, que mais
se interessa as lulas em que a ambigo eo
orgulbo ene mirara pasto; do qua as placi-
das e modestas nvestgagoes do estudo.
Se ain a lei a de 3 de dezembro de
I3il a nova reforma pouco ha adianta;
apraas um compremento della.
Com as incompatibilidades que agora a
reforma coocade, com a separagao das fune-
ges policiaes e judiciarias, tornarle os
chefes de polica entidades bem diversas do
que erara at aqu. Tornam se al quas
raeros preparadores de processos, o qne pa-
rece incorapativel com a catbegoria de um
desembarga lor ou de um juiz de direiio.
Taraos agora de encarar a nova reforma
quanto marcha do processo criminal e mo-
do de julgar. Nesta pirte investigaremos
o estado real da sociedade, recordaremos
as leis do processo, estudaremos a sua mar-
cha sem esquecer o qua pratieam os povo3
mais avangados, o que eosinam os boos es-
criptores; e, sera nos deixarmos arrastar
per essa desbragada tendena de imilago,
militas vezas fatal, qne embriaga, cega,
seduz e nos uparla da socielade real em
que vivemos, procuraremos apreciar com
justig. o nosso estado de adantamento
moral.
E* as garantas do processo, no modo
de jaigar, que est o nteresse immediato
do povo, a vjrdadeira uliiidade de urna re-
forma.
Neste ponto mais que era qaalquer ootro
a opinio publica quem opera as mo 1:11
cagos.
Com muito acert j disse um parlamen-
tar iliastre, qae a grandes reformistas pre-
fera prudentes legisladores.
Vejamos quaes as novas vantagens, qaaes
as garantas que a reforma d, nos diversos
e importantes assumptos que entendem
com a repress3o do crime, com a desaffron-
ta da sociedade offendida, e com a segu-
raoga de todos os dire-tos, parlicularmante
da liberdado.
Vamo-nos occaper especialmente de cada
um desses gravissimos assumptos. Veja-
mos quanto adiantamos, ou se retrograda-
mos ; lluanto o paiz lucra com essa revolu-
to pacifica, oa se com ella perde.
Os pontos capitaes da nova reforma, que
passamos a anaysar, sao os segnintes: jury,
babeas-corpas, qaeixa o denuncia, formagao
de culpa, prsSo preventiva, efeilo da pro-
nuncia, fianga, recursos.
III
Ninguem poda razoavelmente esperar de
ama lei qne ella reforme as paixes e fra-
gilidades humanas; todo o qae se lhe pode
pedir que Ibes cerceie, quanto seja pussi-
vel, a funesta influencia, restriogindo a me-
nores dmenses a espbera do arbitrio, e
dando s liberdades individuaos a maior ga-
ranta, tanto na preveng3o como no castigo
dos crimea. *'
Basta atte.'dermos a que aaclqal rotorma
diminae os casos de prisao praveotiva. e
facilita a flanea, para verificar que ella cons-
titoe assignaiado melborameoio em compa-
ragao cora a legislagu anterior.
Saggere, porm, a nova leie seo regula-
mento (que algum tanto della se aparta,
como demonstraremos) alguna reparos, qae
brevemente seo apontados, segnndo ere-
mos, pelo poder competente.
Varaos agora oceuparnos do jury, e das
raodilicagoea qne a reforma introdozio nesta
instituig3o. !'
O art. 151 arda Tonstituigo do imperio
ne como indettendente o poder judicial,
exercdo porjaifes e jurados, tanto era
materia criminal domo em materia civel.
1 At hoja anda nao tivemos jury para
causas civeis; e sendo o nosso uaico pro-
posito anaysar as dispoiges da nova lei,
nao julgamos opportno discutir aqu a
conveniencia da realisar desda ji a applxa
g3o dessa di3posto constitucional.
Daixaremos tambera de parta a questo,
so ao jury deveria competir a decislo d s
criraes de abuso da irapreosa. II i qaam
asse.ere que n3o ba imprensa livre sem jury,
opinio qua 03 fados parecera refutar eotre
nos; e que por isso os criraes previstis no
art. 237. 3* do cdigo criuiiim de ujuijs
lenas a particulares ou a mpragados p-
blicos, sem ser em raz3o do seu olUcio, e
os crimes a que se refere a lei de 2 de jo-
Iho do 1839, deveriam se.- julg.idos pelo
jury.
A reforrai coaservou as oasas a este
respeito no estado ero que estavam. O ju-
ry continua a j:lgar a injurii irojie5sa, mas
uo julga os crimes de moeda falsa e banca
rota.
Queixam se da indulgencia do jary nos
'rimes de menor importancia e nos que ata
ca 11 os inleresses pblicos, e de qjua este
tribunal reserva a sua maior severidade
para os que invaden a propriedade.
DMii se po-der.a deduzir argame ^t p.ri
tirar ao jury o julgamento dos crimes que
da menos pune, e pira crear umi justiga
correccional, mais simples, mais fcil, mais
prorapta eio julgar para o-; crimu nor alcance, u que sera salutar, i> 1 o- poda-
ra considerar da alguma uwneira como ra-
presso preventiva, e at podara convergir
para se dar aos jui'.es atlribuiges crirai-
naes que coroprehaudessera esses pequeos
deudos.
Assim cjmo esses juizes julgam os criraes
do injurias verbaes e outros, podenam tam-
bora jaigar as offansas pbysicas leves, as
ameagas os furtos o dmeos do pequen
valor, e outros criraes anlogos.
Todos desataque a msiuigao do jury
se desenvolva e acredite 00 paiz, e se con-
verta em inaxpugnavel baluarte da lberda-
de, da ordame falicidade publicas; desgra-
gadamenta oao depende isto s da legisla-
gao, mas tambera do costuraes e ill stra-
go publica, que o legislador nao ple de-
cretar com um trago de penna.
, porm, para lastimar que, principal-
mente oas pequeas localidades, o jury es-
teja, por varias circumstancias, sujeito a in-
fluencias de dependencia local, de que n3>
est inteiramate isento as graodes cida-
des; e se nestes ha mais recursos para
combiter esse mal, naquellas, que alias fa-
zem sacrificios mais dispendiosos, a jusliga
frequentemente sacrificada.
Examinemos quaes as providencias da
nova lei para evitar que a prepotencia con-
siga punir o innocente ou absolver o cri-
minoso.
Entre o jury das comarcas especiaes e o
das geraes estabelece a nova le dillerengas
notaveis.
as primeira s3o as sesses do jury con-
vocadas por detrminag3j do presidenta
da relagao, que officia ao juiz de direito res
pectivo.
A este, n3o tend vara privativa, cimpe-
tem todos 03 actos preparatorios para o
julgamento perante o juiy, inclasive o sor-
tein dos jurados o a presidencia das sesses
preparatorias, al hiver numero legal de
uies de facto; deven lo, logo que esteja
ludo prompto para julgamento, participar ao
desembargalor a quem c -mpetir, para que
esta venda assumir a presidencia.
Tres das antes da reunio do jury deve-
r tambera o juiz de d;rito remetter ao se-
cretario da relago os processos qu3 tiverem
de ser julgados, para .qua o presidente os
destribua pelos desembargaJores, ficando
em mo do escrivjo do jury um rol para a
chmala legal.
O jury presidido por am desembarga-
dor que nao esteja sarviaio no tribunal do
commercio. designando o presidente da re-
ago aquello a quem deve tocar esse servigo
diario, segundo a ordem da antiguidade ; e
quando durante a sesso forera preparados
novos processos, se proceder de igual
modo.
as comarcas especiaos passa o preparo
dos processos a ser feito pelos juizes de di
reto; as comarcas gerae3 contradi como
at agora.
Parece conveniente que se nao sobrecar-
regis era os juizes de direito com mais esse
trabalbo, que muito bem poderia ser feito
pelos juizes substitutos, muito principalmen-
te tendo-se nessas comarcas extinguido os
juizes municipaes, e dado aquellos mais la
tas attribuiges, o que tambem applicavel
ao sorteio dos jurados.
Privoa a reforma os juizes de direito de
presidrem ao jury, e conferio esla attribui-
go a membros de um tribunal da 2a ins-
tancia, para onde alias o feito pode ir por
meo de recurso.
Na pratica esta ianovago pia trazar se-
rios embaragos, dos qaaes apealaremos al-
guna, qne s3o facis de prever.
Apenas estivorem sorteados 36 jarados,
deve o jury comegar a funecionar. Tere-
raos, portanto, ao mesmo tempo o jniz de
direito conclnindo o sorteio dos 48 jurados,
e o desembargador presidiado ao julga-
mento.
Qoando qualquer eventnalidade reduzir o
numero dos sorteados a menos de 48 oa
de 36, teremos a mejraa agglomeragao. Isto
trar morosidade, confus3o e inconvenien-
tes, que se deveriam evitar, e qua d'antes
nao existiam.
Se por om lado a presidencia de um des-
embargador, juiz de mais elevada cathego-
ria, traz ao jury maior considerag.ao (o qoe
nio parece indiapensavel, porque devemos
presumir qno a goza), por ootro lado
prejudicial ao servigo dos tribunaes supe-
riores, cojo servigo ha de necessariamente
soffrer com a falta e intermitteocias desses
jaizes.
Um dos resultados provaveis de&ta inno-
vaclo de se nio fazer por dia mais que um
julgameeto. Qoando este n3o ti ver logar,
por qaalquer ctreoof tancia legal oa impre-
vista, gasta-so om dia- improuuctivame.Qte,
porque preciso participar previamente ao
desembirgador immediato, para que tenha
logar o julgamento do processo qi e Iba foi
destribuido; a coosequoncia disto que
pode alterar-se completamente a designacfo
dos processos posteriores, o qoe 4eve dar
logara ama perda de ten po moito para
lastimar.
Moito prefarivel parece a pratica de ser
toda a sesso ordinaria presidida pir om
s juiz, com faculdado da pro-idenciar em
todos os incidentes.
,.
(
Continuarse-ka.)
VARIEDME
BEVELACES DE UM RU DE LUZ.
Actualmente assstimos, em Franca, ao
aascimenlo de um novo ramo da physica,
que nos poder fornecer peciosos esclare-
cimientos sobre di ersos pontos obscuros da
pbilosophia natura1. Parece nos qoe nao
se lhe presta o divido cnidido, eju'gamos
til chamar para eile a aiteogo dos inves-
tigadores. Para bem aprechr o alcance
destas novas pesquizis, indispeosave! en-
trar em alguns p arme ores.
As (iescobertas modernas avaag-aram de
muno o problema tio complexo da eoosti-
tuig.ao da materia. Comegimos a possnir
noges menos hypolbeicas sobre ew ele-
mentos ntimos dos carpo, e podar-se-bia,
quasi afirmar que no da em que opbysico
achou a v-r!adeira causa da luz e do calor,
arrancn materia o sen principal segredn.
Para prmo nos do accordo com os foctos,
necessario figurar o< corpos como firma-
dos pe'a reoniao de um numero immenso
de pejuenis raassas ii lependentes, e am
madas- de roovi raen tos de vertiginosa ra-
pidez. A imagiingj do rouia:ri-.t 1 mi'
combinara de mais extraordinario e d*
mai fantstico. Cada corpo nos represan-
la um completo systema' celeste de inn-
meras estrellas como o que compa o nos-
so universo visi-vel; um acervo de cons-
tellag'as moleculares d versamente grupa-
das ; do grande ao pequeo, o plano o
mesmo. Assim como Micromga3 cngiudo
com uro olhar a Yi^-Lactea nio vo mai*
que um corpo compacto, sem podar discer
nir as estrellas constituales; a sim nos
nio podemos pereeber em seus pormeno -
res essas estrellas e esses syslemis infini-
tamente pequeos.
S9 podeasemos coastruir um microscopio
asss poderoso, conseguiramos descoftnr
as estreHas moleculares de cada pequea
via-lciaa terrestre, com> se desdobram e
rednaem, cora o leles:opio, s nebalosajdo
co. O que se nos assemelba urna reumao
confasa dispr-se-bia com admiravel syme-
tria. Os corpos que aos cercam, esta mesa
em que oscrevo, toraar-se-hUm transparen-
tes. Descubriramos enormes intersticios,
espagos vazios como os espacos planetarios;
depois, aqu e alli^ estrellas bennoniosamen-
te grupadas, e atmospneras em redor; e,
espectculo maravilloso, todos estes aslro-
zinhos moleculares gyraram em suas rbi-
tas com perfeita regalaridade, descrevendo
snas trajecloriaa como os grandes astros do
co. Com instrumentos cada vez mais po-
derosos distiDgairiamos em *otta dos astros
P'incipaes outras estrellabas, salellites
como a nossa loa, percorreodo magestosa-
mente suas rbitas harmonices. Jamis ca-
receremos de ir mu longe para nos acbar-
mos em face dos esplendores da creago.
N5o nos sao 13o descoohecidos. corao se
pensa, -sses movimentos da materia. To-
cara nos mesmo moi de perto. Essas pe-
queas massas circulara em cadencia ao seo
cent'O intermolecolar. Ellas o agitara, fa-
zera nascer ah ondulare?, que se repeler
com inaudita rapidez ; nio um soaho : o>
pbysicas team medido essas vinra,' s; ro-
dera, elhs repetir-so mais de 60t))30 bii-
lies do vees por segundo; el: s veem
chocar-nos e desarranjar os movic.entoj si-
milanos das molculas que vibrare em nos-
sos tecides, perqu tambem mais nio so-
m s do que um gigantesco aggregado de
astrozinbos moleculares. Se o sea cbaqa;
augmenta a celeridade das molculas de
nossa pello, resentimos urna impressio qae
para nos se tr;duz pela sensaclo do caloi ;
se inverso o effeilo, somos nos ana per-
demos movimento, e experimentamos a
sensago do fro. Quando os movmen* >
intermo'eculares atungem urna rapidez
ficiente, n3o impressirmara sraente nos:.;
corp, mas ainda, de modo todi prticular.
nosso ervo ptico. Estas ondulacoes subtis
veem ferir a retina, e, por sea turno, por
em vibradlo as molculas que a coastiioem.
A causa da sensago, v-sa nada mais i~>
que um effeito mechanico, um crescimer/..
oa urna dmrauigao de forga viva.
O aspecto do estado dos corpos nio dn -
pende absolutamente seDio do modo por
que se acbam grupadas as molculas cons-
titutivas, da rapidez de s>-us moviiaenlos a
e da gran lesa de sua rbita : os tres esta-
dos conhecidos da m'teria slo dommado*
pela qaandade de poder vi/o que cada
corpo encerra, isto por sua teroperatera
absoluta. Se Ib'a augmen.am, al. ngaic-se
as trajectorias, a substancia passa ao estado
liquido, osasiroznbos moleculares afastim-
se e descrevem mais aoplas rbitas. Se
a molcula mais afastada ainda por om no'0
excesso de calor, descreve por alguma for-
ma urna trajeetoria cometaria, tornase ga-
zosa a substancia, a baata, pira obriga a
a voltar de novo a sea primitivo estado,
subrahir-lbe o calor, isto o mrvimento,
00 limitar ainda, mecbanicamente, a ampu-
tado das deslocages da molcula ; tubmet-
te-la, por consegamte, a presses cada *et
mais enrgicas.
E' pois, por toda a parte, em redor de
nos, e a todo o momento, sem tregua nem
repoaso, umi densa desgreobada da mate-
ria ; todo vibra, tuda esti em movimento ;
cruzam-se as oscillacoes ; asradiacoes aira-
vessam o espago de om a ootro centro,
desde a mais pequea partcula de p, om
verdaleiro mando molecular, at o mais
i amula ve l pedago de rochado. E' geral a
lei, e todo qainto existe transmute a sua
nota neste concert universa'.
Existem. por exemplo, oas regioea de
qoe mal podemos imaginar a enorme dis-
tancia, molculas de bydrogeneo que vi-
bran synchronicamente, com is do hydro-
geaeo terrestre, ama consonancia tio per-
feita como doos diapases afinados no mes-
mo ton, ou doos chronometros regalado*
pelo tempo solar.
(Continuar-te-U.)
TYP. DOUAl*>-*<- LtWCf MUl*
i


-

I
]
----------.------
" '"


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