Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12552


This item is only available as the following downloads:


Full Text
r*/
s
ANKO XLYIH. NUMERO 3
-*

r-
*
i
;.v
V




*
-,
.'
j
>ARA A CAPITAL I LSAKS 03DE IAO SI PACA WWI.
Por trea meses aiantados.................
Pr-r seis ditos idem .... .,.............
Por qjq armo dem..................
0di omero tvuiso. ............... -
65000
(2*000
14*000
130
QUINTA FEIRA 4 DE JANEIRO DE 1812,
PA&A DSITBO E FOBA DA PS07I2GIA.
Por tres meses adiantadoa................. W
Por seis ditos idem....................
Por nove ditos idem................... *W
Por nm amo idem................... 171000
Fropriedade de ffiauoel Rguefra de Faria & Filhos
<
A AOMT :
Os Srs. Gerardo Antonio Alves A Filhos, no P*r ; Gon?alve* Pinto, no Ibnnhio ; Joaqoim Jos de Oliveira A Filtao, no Ceari ; Antonio de Lemoa Brsjj, no Arscaty ; Joo Mara Julio Chaves, no Ass ; Antonio Marques da Suva, no^Natal; Jos Justino
Pereira d'Almeida, em Maaanguape; \agusto Gjmes da Silva, na Parahyba ; Antonio Jos Gomes, na Villa- da Penha; Beiarmino dos Santos Bolcio, em Santo Antlo; Domingos Jos da Costa Braga,
em Nazareth ; Antonio Ferreira de Agoiar, em Goyanna; Francino Tavares da" Costa, em Alagoas ; Dr. Jos Martins Alves, na Baha; e Leite, Cerqninh & C.j no Rio de Janeiro.

--
! PARTE GFFICAL.
Coverno la provlucia.
EXPEOIENTF DO DA 21 DF. DEZEMDR0 DE 1871.
Acu>: .
O presidente da pimviocp, attendaudn ao
do Recite Caxang em oftbio-d'esla data, sob n.
119, resolve autorisar a abanara provisoria ao
transito publico de tdJ j o rain! dos Afll c:os me-
diana as mesum condiges impostas por actos
desta presidencia de 4 do crreme, cora referan-
cia a parlo do dito ramal, que ja se a:ha entre-
gas provisoriameola ao transito publico e rain o
seguate : A va permanente licar ragulanneute
lastrada at o.dia 21 do corrate pela raaahiia, e
s dapois d verificada esta con-J'go ,elo euge-
oheiro flscal poiero circular o respectivos trens.
Comamnicjj se tul'.
Oiflcios :
Ao brigaleir.) vimnandame das armas re-
coaiioendand > a expedido d suas ordens. para
que 17 do crranla, ai raeio da, icja apre;eou-
da presideac'a, c-iaveniaoienmit escoltado, o
preso Jos'CiliMo Soare?, qu se ac:n recolhiJo
na fortaleza do Brum.
Ao ineiino pira que, de conformidada cora
o que sulicitu o con^ral do Impario Germnico
providencie na parle que ihe locar, alira de se-
ren suspeasaa as reslrgas mandadas observar
as sabidas d'eite porto dos navios d'Allera3nha e
Franca, visto achar se acabada a guerra entre
aquellas UCos* llate, mulata nuttandis, ao
apito do pori", au comaaadaaie' do dislricio
naval, ao ehefa de policio, e au inspector d the-
souraria le fura la, e communicou-se aos consu-
les de Franca e do Imperio Gsrmaoto n'esia ca-
pital.
Ao inspeotor da thesouraria di fizaoda tran
rniltindo, para 0| devotos Has, a iooloa Qliacao
de dous tambores engajados para o servigo do 2*
balalhao de ioaoura, eco subsiituigio a outros,
que foram despeJiJosCora nuaicou e aocum-
toandante superior da guarda nacional do muni-
cipio do Recite.
Ao inspector da thesouraria proviucial decla-
rando em reaposta ao offlcio, em que impugnou o
pagamento das obras supplemaatares do agade da
cidade da Victoria na importancia de 832/9 rs.,
como se v do in:luso certificado, que taes obras
f.iram approvadas pea presidencia em 1" de da-
/. irnbro do aono passado e .'!) le junho ultimo, se-
cundo se Ihe communicoa em taes datas.
Por essa thesouraria mandou-se pagir :
Ao subdelegado do divnelo da Bjaviagem a
qaaatia de 30*, provenieote do aiuguel da casa,
que serve all de qaarlel ao destacamento, a con-
tar de 12 de jambo uimo a 12 do correte mez.
Communicon te ao Dr. chefe de poliia.
A Maooel Tooraaz da Albaiuarque Maranha? a
le 9185576 rs., prjvduiente da l3 prertaci), que
se julga cora dimito, na qualtdade de arrematan-
te das obras da casa.di barreira de S. Joio.
ao eoramanJante superior da guarda nacio-
nal do municipio do Recite para providenciar de
modo a sor dispensado do servido activo, emquan-
to fr iospe.-'ir de qaarieirio, a nract d-> 8* bata-
iio de nfaBiaria, Amaro Rodriguas Pereira da Sil-
va, visto nao baver oenhutna da reserva que possa
s-r nome-ida pira aqajlh fin, tegoado decan o
D". cWe de policia.Commuaicou-su fste.
A> do muoiciuio Je Ouda a lim do qaa in-
irma sobre a publicarla feita no parioiiea Libe-
ral da 15- do corrate, relativamente ao 9o ba-
talhao de infamara da guarda nacional sob seu
;mmando superior.
__Ao commaadante do carpo de polica auto-
riiaudo u engajamealo dis saisanos Manuel Rosa
ia Olweira e l'elro Bernardo de Araujo, se forera
idneo*.
Ao gerenL1 da carnaanhia Pernambucana
"jminuuicaado, que, segundo aviso di miaisterb
da guerra de C Jj outubro ultimo, pira se poJer
reeolTer acerca do pagamento Ja importaaela das
passsgens daJa3 por e;nta d'aquella miniuerio no
vapor Pirr.pama, em vi igem para o norle no m-z
da juobo u'timo, torna-se necessario que remella
>s djcumentos, Cum)robatorio3vd'essa despezi.
Ao juiz de paz oais votado da freguezia de
Qaipap ReiohvaJ.i a duvida por Vmc. susci-
tada era olfijio do Io .lo correte, tenho a dizer-
lae, que, haveudj determinado p*n pieiideacia
por acto de 12 de nivembro do 185S, que sj uao
;jroctdcse actos eletloraes o'essa freguezia, e
simba de Panellas, desmembrada d'essa e que
coa:prehende territorios pcrieocQies douscol-
i.'giuj diversos, eoavm que continuara a ser ce-
lebrados alli os mesmos actos, at dec.so do po-
it: legislativo, comp-tanta para alierar a organi
.iiq5o actual dos collcgi >s eleitorae?, como ex-
preiso no ari. 2* d> dscreD, n. 1082 de l8de'agos-
jp de 1860.
PorUri: .
A' cmara manieipat da villa de TacarjW
iHCommtndando que fag exlrahir do 'ivra ccrape-
icule, e remella una copia aulhenca da acta da
:U!tallaco do respoctivo ollegio eleitoral, que ahi
se reuni para a elaicao demerabr s da assera-
bta pov Bcial, que se acabou de proceder, a
jual deixou de ac^rapanliar a dos recebimeutos
da-s cdulas e apuracao das mesmas.
Despachos:
Amelia Augusta Alves de Souza.-Deferido, sen-
il j este remettido ao Sr. inspector do arsenal d9
cairioha para o fim conveniente.
Alexindre da Molla Cint.'.Aguarde osnppli-
-:antao parecer do dezembrgjdor procurador da
i-oroa. _
Braz Mareellino do Sacraa:eno.-Ia[orm8 o Sr.
-.ju-clheiro inspector da tbescuraria de fazenda.
Custodia Carolina Augusta de Souza. -Informe
o Sr. inspector da thesouraria de fazeoda.
Bacharel Luiz EmygJio Rodrigues Vianna.In-
forme o Sr. Dr. juiz de orphaos desta capital.
los Calisto S-iares. Sim, no da 27 do cor-
rete. \
ManoelThomaz de Albuqaerque Maranho.-ln
forme o Sr. director das obras publicas."
Manoel Jos de Campos Barbosa. Iafurrae a
cmara municipal do Recife.
Mara Leopoldina Micbado. libris o Sr. di-
rector geral da iostrnecao publica.
Manoel Rodrigues da Silva Cmara.Informe o
Sr. provedor da aQ' Casa oe Misericordia.
EXPEDIENTE DO SECRETARIO.
Oflfteio :
Ao Dr. chee de poiicia declarando, de ordem
na presideoeia, que ao dia 20 do correle estiva -
ram de piquete no quinel do corpo da polica 1
furriel, 1 cabo e 18 bracas.
cial, visto nao estar referidacertidio comprehen-
dida as excepedes do 108 da tabella annexi ao
regulamento que baixon com o decreto o. 4356 de
2i de abril do 1869.O secretario, Eliis Fredert-
co de Almeidx e Albuquerque.
DIARIO DE PERNAMBUCQ
RETBOSPECTO
UEC1I-K, Io
POLTICO.
de 187-2.
DE JANEIRO
SUISSA.
Eucrav,.da na Europa central e milaado-se
com )o ;. que se dena'eram n'nma guerii san-
guiooieuta e cruel, de 1870 a 1871, a Confedera-
cao Helvtica, lo notavel pelas innmeras liber-
jades de que gasam seus habitantes, siube sem-
pre manter a sus neutralidade com urna energa
admiravel, sim por. isso ser v'onstrangida a cer-
eear as garant s de que a sua constituico scube
cercar o c'dadlo.
No anni q lo vsm do Hadar, a Suissa, em paz
com todas as potencias do contiaenie o desfruclan-
do m intimas relaces de algumas, continuou na
sua obra mmorredoura de lib?rdade, daado ao
rauuio o exeraplo de um pequeo paiz, livre, Ib-
rescente, rico e feliz, sera os constraugimenios das
ambicoes lerrituriaes, sera a ardncia das guerras
a das conquistas, ssra as pretenedas da interferen-
cia nos negocios albeios, como m'iid almejar, pre-
tend r e praticar muitas das nacoas, que se dizem
livres, mas qae geraem sb os ferros comprtsso-
res de um dcsiota, chame-se ella rei ou po/o.
IVgulansando sempre os seus neg-cios internos,
aspirando sempre a cercar do raaior numero pos-
sivel de garanta1 o cidado, a Suissa oceupou-se
no auno fiado com algumas reformas importantes.
Ella deu pa-sos avanisjados qar em relaco ao
asinbalecimei do casamento civil, tragando sepa-
raefies entre a igreja e o estado, qur relativa-
mente constituico, no sentido de rnelhor definir
os direitos do ciJalao e de tragar as raas dos po-
deres cantooaes.
Ni m:io d'isee graves mistares surpreadeu-a
um conflicto em Zoxicb, no mez de margo. Deu-se
essa conflicto eotro trancezes e allemes, indo
sob proposta do eooselho ecclesiastico, reivindicar
direito de representar a communhao eathulica
as conferencias diocesanas da Soleure, dirtito
exercido at eoto pelo governo, o conselho da
igreja calbolica enviou ao bispo de Sobrare, aos
estados diocesanos e ao proprio governo ihargo-
viano, um protesto con ra toda e qnalqoar repre-
sentaco da coramuoho calbolica que na) fo^se a
das autoridades da commuuhfnaddici,nando que,
no caso contrario, ella nao j'ulgaria obri/atorias para
os caibolicos Ibnrgovitnos as resolngis tomadas
pelas conferencias diocesanas. O governo de Tnur-
govia, porra, nao se deixou domir, erespondan
esse pequeo golpe de estado condemaando c&da
um dos membros d'esse conselho ecclesiastico
urna multa.
Esses conflictos, nnidos s ideas aoti-infalliailis-
tas vindas da Allemanha, determinaran! um pro-
nunciado moyimenlo religioso na Suissa, e deram
azo a repetidas conferencias da coramunbo catha-
licaj que se dividi em dous campos, como no
imperio norte-allemo.
Nao se assombraram, porm, com islo os gover-
nos canlonaes, e o de Zarich, que ha dous aouos
passados vio realisar-se urna reforma mu radical,
em consequensia dislo, supprimio tolas as Mi-
coes que entretinba o ensino publico com as diffe
rentes igrejas do paiz, ealholicas ou protestantes,
promulgando urna lei em virtude da qual todo o
easioo religioso, moral ou dogmtico, foi excluido
das escolas cantonaos, primarias oj do grao me-
dio, deixaado assim aos esforcos da aceao priva-
da dos ci la daos o cuidado de ensinar os princi-
pios religiosos.
J entao ti abara aa errado sua sessao de esto
as duas asserablas legislativas da Confedsrago.e
este tacto, dandolalgumas tregoas poltica, nao
inhibi todava que esta continuare a occopar a
attencao publica que tanto se preoceopa com a di-
reccu dos negocios qae inieressam todos.
No congresso da paz, qa3 desdi muitos aonos
se celebra na Suiss*. e qaa loi abarto ara Lau
sanne no anuo prtximo Qodo, varias sessoes tu-
multuosas foram a coosequencia de se ter alli dis-
cutido a commana de Pars e os seus principios
anti-sociaes. Pela primeira vea foi, pois, aquelle
asylo de paz perturado por um motim, era que
tomaram parle os espectadores, por nao ter
presidente do congresso que os da-
EDITAL.
SeccM 1.* Secretara da pre-ideucia de Per-
mmbuco, 2 de Janeiro de 1872.
Pela secretaria da presidencia se coramunica
Sra. D. Joaeph Corre Ferro Malhado, vlava do
alteres do eitiocto SI corpo de voluntarios da pa-
tria Antonio Jos dos Santos Malhado, tallecido na
guerra do Paraguay, qaa para poder ser tomado
em eoosideracio o requerimeoto em qae pedio
urna pensio ao governo imperial faz-se necjssa-
rio que junte ao mesmo requerimeoto os docu-
mentos seguintes: folha corrida, t de offlcio, cer-
tiddss negativas de graga passadas pelas secreta-
rias d guerra e imperio e josiiflcaco de qua a
* peticionaria vive honestamente; e bera assim pa-
gar os emolumentos devidos pela certidio passada
Solo commaado das armas d'esta provlacia acarea
o dia, mez e atrio ero qae fallecen, aquelle offl
aquellos perturbar is fastas que estes faziara n'umlconsentida o presidente oo congresio i
saib, onde descantavam al victorias das SF ^"L' *!!!lgS*S*ftglffL? ff
mas do imperio alleno na guerra contra a
F ranga.
Araeagaado esse conflicto tornar-se serio e gra-
va, o conselho federal uao trepidan era fazer oceu-
pir a.cidade militarmente, pondo a em estado de
sitio, e para all mandn um coramUsario incum-
bido de timar e\ julgados.
Graris essas madidas, e iuiependencia e
respeilabilidade do :>oJer judicial da coofaderago,
um termo honroso foi posto esta situacSo pre-
sara, quedra lugar uoia Iota entre o governo
central a o povo de Zarich.
O svstema de apurar a v -rale e de applicar a
pena, osado na Suissa, fui sempre e applaudido
por toda a irapreasa liberal-como o uraco raeio do
respeitar as ganntias individuae?, izeudo tara
bera respeitar a lei e ao mesmo tempo maniendo a
ordem e a seguran?*, sempre neeessirias ao3 povos,
ijuaesquer qae sejam suas condicSes de existencia.
As cmaras da assembla federal reunirn)-se
em sessao 3 da juiho, e logo se orcuparam com
o facto de se acharem presos na Fraoga varios
subditos da confelerago, sera piderem sa defen-
der das accusag5es qua sobre elles pes^vam por
causa da oommuna de Pars, cujos desvarios foram
par toda a parle estygmatisados, ebegando a im-
prensa suissa a dizerque os humen* da comrauna
aancbaram os principios republicanos.
Continuando era seis trabalhos, o conselho na-
cional oceupou se em fixar urna data para a dis-
cusso da revisao da constituigiio ; em approvar
urna autorisago dadi ao conselho federal para
negociar com a Turqua um tratado de comraercio
e amisade ; e em discutir a parta do relatorio do
poder executivo que dizia respeito anoexagao da
Alacia Alleminlia
Logo que esid quesiai fui levantada entre os
bellUerantes, o conseibo federal, ustiraulado pelos
cantoes de Bale e de Berne, preoecupou-se viva-
mente com as coasaquenciis que esta mudanga
oas frouttiras di Suissa poderla Inzer aos seus
iotjresses polilco3 e mercanti?.
Ameagada de nao ter mais nenhum contacto
dirtcti cora a Franga^eln lado do n^rte, a Suissa
vio aggravarem se as dililjuldadei da defezada
sua neutralidade, ao mesmo tempo que suas rea-
goes coraraerciaes conraercaes com o mar flci-
vara privadas do beoeficio resultante da concur-
rencia o nvalidade ae duas liuhas terreas interna-
cionaes, urna fraoeeza e mitra alleraSa.
Tres raeio3 se apresemaram ao conselho federal
para combater esses inconvenientes; i." oppr-se
a anoexago da parte mais meridional da Aisacia;
2. exigir a entreg o'essa parte :i Suissa ; 3." ob-
ter a livre troca de mercadorias cora a Franga
atravz do novo territorio allem3o.
u'essea meios o conselho federal recusou irnme-
diataraenta o prme'ro, potque.^deixar Franga
urna eslreita Iragua da ljm eorre Belfort e Bale,
pareceu-lhe prejudicial aos interesses militares da
Suissa, alera de qua era quasi ivpossivet discutir
a pruposia com a Allemaaha. O c rasalho aieve-
se, pois, aos otrtros dous meios.
A Franga' reconheceu a legitiraidada das obser-
vagoes da Suissa, urna vez que eram quasi os
mesmos os interesses dos dous Raizas. O Sr. de
Bisrnark, porm, moslrouse raeno3 favoravel.
Os preliminares da paz, deixanlo sahsi'tir urna
commuoicagu directa com os caminbos de ferro
fraacezas, senao em Bala, pelo menos em Porreo-
truy, removerara urna parte das preiccupagfies
do cooselho federal. Entretanto este oera por isso
deixou de continuar suas oegociag5es em Bru-
xellas, limitaodo-as todava ao lado econmico da
questao.
Essas negociagoes, em virlude da conclusao da
paz, Qcarara sera effeito ; niaa depois, quaado s
dependa da Allemanha urna solugo qoalquer,
o conselho federal conlinuou a erapregar seus es-
torgos, tanto mais ceno do bom resultado, quanto
sabia que a poltica da Allemanha, no que diz res-
peito ao commercio, sempre fui e liberal.
O cooselho oaciooal approvou a poltica do go-
verno, depois de um bogo e laminoso debate, no
qual tomaram parte emineates oradores, que se
nao fanaram de esmerilhar todas as filigranas da
politie europea.
'' conselho dos estados, convite do grande con-
Slho do cantas de Argovia, apreseatou nm pare-
cer, de accordo com a opiniso d'aqoelle canto,
relativamente s providencias qae se fazia mister
adopttr para assegurar a livre e iodependeate
posicio do estada em relagao igreja e especial-
mente o) tocante ao easameoto civil.
Diversas outras ajsemblas cantonaes se oceu-
param com o mesmo assumpto, e, quaado o gran-
de cooselho de Argovia deouoeiou a convengo
concordataria celebrada eom o bispo de Ple, e por
urna esplendida maioria se mostrou disposta a
apolar o moviniento separatista do poder civil do
ecclesiastico, nao ficou solada essa deliberago,
que achou echo em outros cantoes, especialmente
no de Bale-Villa, onde o grande conselho oceupou-
se desde logo com a introduego do casamenta ci-
vil obrigatorio, despeito de se terera a'guns es-
pirito* proounciado em 1865 contra o casamento
incivil facultativo, como inconciliavel com a digni-
dad-? do estado e da igreja.
NIo flcou, porm, ahi esse movimento. Tendo o
ivaodo catbolico do c-aotao deTburgovia resolvtdo,
Ao pas30 que crescem de dia dia as lber Ja-
des iodividuaes e publica na Suissa, augmeotam-
se igualmente as franquas dadas s raulheres,
cuja emancipacio Iliteraria e scienlifica vae se
6rraialo cada fez mais, en quanto nao chega a
sonhadaemmcipaglo poltica do sexj feraeorao.
As universidades suissas anda no auno fiado con
ferrara diplomas sciantificos varias seohoras,
que alli, como j se pratisa nos Estados Uoidos,
exercemsuas proflss5;s sem reslricg533, e com a
mais plena liberdade.
Tjdas easas coaqaistas di civilisaga) e do pr)-
gresso fazem da Suissa um du3 poneos estados adan
td js as ideas lberaos-demacraticas,e sera dnvida
continuaro inspirar aos outros povos o respai-
lo eacalamento deque sio crelires aqueles que
3etera sabido constituir livres e felizes, sem de
molo algum pre-juJicarem tercairos ; mas in-
dispensaval qua, com as ideas radicaes serias, se
nao efteja a tomi deeisos pnaris, como as qae
decretou ltimamente a assembla faJer!,ji pro*
hibiado aoscidados dS Saissa usarem de quaes-
quer distinegoes da nobreza em- acto3 ppblico?,
j velando Ibas o aceitareis psoses, empregos uu
condecoragOas da qoalquer monarcha estraogeir).
Taes actos, longe de rgaificarem progre so, -
servem para marear o tantos brilho3 da? moder-
nas conquistas da Suissa, e certamente desappa -
recero com a3 appreluosoas internacion&hslas
de certis e^piritos e sobretudo com os vus temo-
res de algnos oatros menos rellectidos.
No dia 6 Je novembro reuoiram-se novamenta
a- asserablas legislativas da repblica helvtica,
o conselho dos estados e o conselho nacional, oc-
cupando-se o seus respectivos presidentes, jsm
seus discursos, om varios nrojecios de reforma,
entre os quaes o da constituigao, para o qual cha-
mara o governo federal mui especialmente sua al
tengo.
EtTeclivamente, depois de urna discussao d) al-
guna dia?, oconselh) nacional adoptad a reviso
dos ar. 19 e 20 da constituigao, concfrneotes
centralisago completa dos negocios militares -da
confederago, e este voto, qae deQ lugar uraa
reforma imporlaotf na organisacao poiitica da
Suissa, leve lugar por urna esplendida maioria.
D'agora por diante lera a coafederacaa um
exercilo federal regido pelas leis laderaes. a uo
niai3sugeito directamente ao3 cantees, aos qaaes
todava ca prieneendo a execugao da lei mili-
tar, segando as prescripcSas da legislago fede-
ral.
No da Io de dezsrnbro a assembla nacional
oceunou-se com a nomsago dos altos funecioua-
rios do goveroo federal, elegendo pres'dente o
Sr. Welli, que era viee-presidenle, e o Sr. Borel,
presidente do tribunal lederal.
Ambos estes funcciooarios *o sectarios dos
priniipios qu> domioam a maioria dos dou3 cou
elhos legislativos da cootsderago, e certameute
apoiaro a reviso da coasutuigio relativamente
instrnegao publica, no sentido da tornar o ensi-
no popular obrigatorio e gratuito, affastando as
ordens religiosas das funecoes do professorato.
Ao terminar o anuo de 1871 a Suissa continu-
va acuradamente aa sua obra de hbardades, e a
sessao da invern de suas asserablas legislativas
proraettia ser mu productiva e inleressante.
BLGICA.
No correr di aono de 1871 a Blgica continuou
a merecer de todas as potencias europeas asmis
as3ignaladas provas de respeit va amiade, nao s
pelo modo digno e honroso por que soabe manfer
a sua completa neutralidade oa guerra franco
prussiana, mas lambem e pxincipalmeote pelo mo-
do com ella vae demonstrando a i mundo a ef&ca-
cia de suas iastitugqss monarebico-liberaes, em
cujaseio ella v prosperarem todas as suas fon-
tes de riqueza e engrandecimento.
Nao tendo, como a Franga, a praga do3 parti-
dos dyoaslicos, a Balgica est livre dos sobresal-
tos porque passa actualmente a sua vsioha, que
lalvez teoba aioda de lutar muito para chegar
um resultado firme, eflicaz e promaltedor de du-
raclo e de beneficios reaes.
lis partidos polticos, em qae se divide a opi-
niao oa Blgica, nao sao de nenhum modo cen-
trarlo ao desenvolvimento moral e material do po-
vo belga. Liberaes e clencaes, posto qua sepa-
rados pelas ideas que em geral affaslam os con-
servadores dos reformadores, todo3 sooham com
as grandezas da patria, e, quaado no poder, se
empandara cuidadosamente em beoefieia-la, j
dotando-a com leis sabias qne melhoram de da
em da a sua iostrnecao e predispdem o povo
para toda a sorte de progressos moraes, j curan-
do dos melhoraaento3 materiaes e da reduegao
da sua divida, como raeio de. diminuir os encar-
gos que pesam sobre o povo sol) o (itolo de im-
posto?.
As fleaocas da Blgica, apesar do accrescimo
de despeta proveniente da maouteoQao de nm
exercito em p de guerra para garantir a sua
neutralidade, continan) a ser prosperas; e, se oo
auoo Ando verIQcon-se nm dficit no sen oroa
manto pela causa cima apostada, > bem depressa
desappareceu elle per effeito das sabias medidas
adoptadas pelo parlamento com o fin de restaba-
lecer o e juilibrio eatre a receita e a despeza.
Depois da erise qus m 1870 entreg>u as r-
deaj do goverc: ioj clerlcae, permiue?ea oc po-
der'at'-ndvembro o ministerio do barb de Ane-
tbao, qua, despeito das contrariedades que cau-
sn um certo grupo de liberaes, gerio bam us
negociba do paiz, marchando de accordo com a
representagao nacional.
Logo que cessau a guerra eatre a Franga e a
Allemanha do Noria, a Blgica repoz o sea exer-
cito em p de paz, praticaado assim a sabia pol-
tica da fcoDomia, que to necessaria se faz aoa
paizes que almejam prosperar.
Broiellas foi o theatro escolhido pelos bellige-
rantevMra a negociagao do trtalo definitivo de
'Thz, i|ad"epcis das peripecia? inherentes fSes-
negociagoas, foi assignaioem Francfort.
Q Jando era Paria rebantou a gusrra civil o es-'
tabeleceu-so a ejmmana, o raerabn da Inter-
nacional agitarm-se era Bruxellas e n'outras ci
dades belgas, e algoo's motios tiveram lugar, bem
que sem consequeocias serias para a ordem pu
blica.
Na qualiJade de paiz neu'.ro, a Blgica oo no-
da n;m devia ialervir nos negocios da Rom3. Nao
obstante algn? meetings se flzeram no sentido de
urna intervengio era fav..r do papa, e o Sr. Ana-
than vo-se foriulo a declarar ao senado, em ses
?o de 2 Je julli >, qua reativamauta traasferen-
ca do gjverno italiano para Roma, o governo
belga nao tinha que approvar ou de3approvar es-
se aclo, segundo os usos diplomticos, accre anlo todava que a Blgica conservara oa liaba
nm embaixador junto 10 rei e ouiro junto ao san-
to padre.
Depois de terniimda a revoliigo commuttisti
de Paris, a Befgica, cora) rauitos oairos paife?,
promelteu Frang a extradicgo dos inculpados
em tao negra revolta ; a por essa occasiao o povo
de Bruxellas praliou urna aegao feia, apedrejan-
do a casa de Vctor Hugo, que prnestra contra
e3sa resolugao do governo belga, oHerecendo o
seu domicilio aos refugiados de Pars e promelteu
do dcffanda-los.
Evidentemente o Ilustre Iliterato abusn da
ho-pitadideque Ibe dava a Blgica, Untando op-
pr-se medidas legaes da seu governo ; mas de
nenhum modo lera jasfbagao o procedimenlo do
povo de Bruxellas, embora <.rTodido no ?eu ras-
ndre.
O governo estiva no seu direito expellinlo do
territorio belga. e,uera se nao quera sugeitar s
leis do reino ; Vctor Hugo, expulso da Balgica,
sfl;oucom o direito de qneixar-se da lapidago
que Ihe infriagio o povo de Bruxellas.
O coaflicto proveniente desses actos durou poa-
co, porque u ge veroo, fasaodd iotervir a tropa,
dspsrs.u oajuntaraento.
A cauara dos denudaos, iolarraada dos acn
teciraenlo?, approvou um projecto de lei regulan
do a expu'so di)3 estrangeiros suspeito?, e assim
jusliticou a medida do governo com referencia ao
litterato francez.
A cmara approvou ainda alguns projectos de
le extingaindi os jogis de azar em Saa, creand)
os passaporte para certos caso-, e abolinao a pri-
?5o por dividas commerciaes ou civis. depois do
qae firam encerrados os seus trabalhos.
O rei Leopoldo II approveitou-se das ferias par-
laman'ares para sahir do reino, e embarcou em
0--trade com direccao Dowar, de onde segua
para Lonircs aim de visitar a exposigo iuterna-
cionajMQuer na ida quer oa volta o rei Leoaildo
aive-.-e era nao querer demonstrag5;s ofBiiaes
aera outros incommodo3 inherentes a sua alta p>-
sgio, e para isso cercou--e de um rigorosi m-
cgaito, que, adornado com a sua urbjaidaJe e
btas seotimeoto?, grngeou-lhe muitas syrapa-
thias, qu-r na loglaterra, quer na Balgica, ondo
elle sempre visto com respeito e admlragao pe-
las qualidades qae he'dou de seu pai.
No anao proxuno Ando a questao que mais in-
teressou a opiui* publica na Blgica foi eviden-
temente a dos operar'.s, que, movidos pela nter
da do gabinete, declarando o Sr. Anadian ao par-
lamento, no'da Io de dezembro, que o rei, t-rado
pedido as pastas aos ministros, estes as tiaham en-
tregue, campelindo cmara adiarse por alguns
das at a constituigao de um novo gabinete.
nacional, se constiluiram em parede (grve) du-
rante alxuns mezes, abrigando, pela sua aozencia
das fabricas, que muilas so fechassem, e para-
usando a industria.
Esse movimento de operarios prodazio-se ao
mesmo tempo em molas localidades, e acarretou
nai prrdnizos industria belga.
Os fabricautas reuuiram-se para combinaren!
n'uraa solugo, a fizara ra diversas propostas aos
op-raros amotinados, que, depois d6 maltas ter-
giversagoes, pareciam inclinados finalmente a che-
gar um accordo cora os seus palrjs, sendo
e Internacional, cujos lias ignobeis sao malquistar
os proletarios com o capital e con o trabaiho.
produzir crisas vulenta3 na sociedade moderna, e
sobre as rniaas moraes o materiaes dos povos, as-
entar o seu infame predominio lendo pir armas
o assassinio a'o roubo, eomo pralicou em Paris.
Felizmente n'ura paiz de libordades corao a Be|-
gica bem difllcil, e, dir uas mesmo, impossi-
val ver meid/arein taes principios, e certaraeate o
povo belga aber premunir-se contra as.diairi-
bes. da /fternuciona/.
A energa do governo rnuto^ coatribuio pira
acalmar os operarios ; mas essa mesma energa
angariou-lbe desaffeigas quer na caara, quer no
povo.
l*ur essa causa, receia-n lo o govarno serios en-
treves no parlamento, quando se houvesse de dis-
cutir a resposta do discurso '.om qae a cora de-
via abrir a sesso das cmaras 14 de novembro,
supprimio e3-e documento mioi-terial, dando azo
cora tal procedimeoto que muitos de seus ami-
gos o censurassera e fornecendo pretexto aos sau3
adversarios para maiares agilagoas no seio da as-
sembla, agitagoas que tiveram sobre ludo corao
causa a nomeago do Sr. de Decker, compromet-
IMo na quebra da casa Langranl-Damonceau,
para o cargo de governador de Limburgo.
A ioterpollaQSo, qae por seroelhanle noraeacao,
geral mente mal recebida, foi feita ao gabinete, tor-
neeeu molivo para grandes ajuntamealos de povo
as visinhangas da casa do parlamento e para se-
rias desordens promovidas entre o povo, que aos
gritos de abaixo a sotama, pedio a deslimigao do
ministerio j reclamada pela opposgioda cmara.
O goveroo ao se atemonsou, prm, ante essa
atlituie hostil da cmara e do povo, e procurou
por meios braodos sopitar a desorden). Ni
seguodo, porm, o seu intento, laogou
torga armada, fszeodo ir de Anwers para
las tres ragimentos de liuh, qae todava
rara utilisados porque o burgo-mestre da capital
recusou servir-se delles para o flm de maoter a
ordem, empregaoio someate oesse mister a mili-
cia cvica da cidade. .
A maioria Ja cmara colligou-se- em face da at-
ttude da op^Bsigo, e prestou enargico apoio ao
governo, regeitando a raocio da desooonaoga pro-
posta pelos liberaes.
ijuanlo ul noticia se espalhoa, o pavo apupou
os ministros e deputados da maioria ao sahirera
do parlamento, e, despeito das providencias to-
madas, proseguio as desordena iodo gritar a por-
ta do rei e do parlamento eooira o ministerio, ca-
ja queda exiga. _
Por cao^a de taes acoutecimeutos o governador
de Limburgo sollicitou a sua exoneragao, como
raeio de tirar de embaragos o governo, e este con-
ceden a, parecendo que, tirada a causa, cessaria
o effeito que ul acto prodazio.
Assim, porm, oao acootectu, porque a opposi-
cio na demisso do funecionario aclioa motivos
para novas interpellagSes e para prolongar a des-
ordera, e eifectivamante com as snas reclamacoes
e mveoiivas ao gabinete Aoetbau dea logar a ama
sessio agitadissiau da cmara,
Depois dessa sessio, corr*rara boatos Je derais-
s5o f> miaistricr, t eftM'ivam9ute n-v \ que-
man da
Bruxel-
oao fu-
As pahvras do Sr. Anelhan foram impolticas e
deixiram deseoberto a cora, centra os princi-
pios essenciaes do rgimen representativo. Dj mais
elias revelaram um caso grave, por isso que pa-
tdntearara ura acto locoailitaeiontl, qual a retira-
da de un gabinete por exigencia do rei, qae s-
sim foria o parlamento cuja maioria apoiava o go-
verno.
Cuma quer queseja.as palavras inconsideradas
do gabinete foram apoialas pela maioria, e dahi
resultou uraa discussao inconvenienti3sina e per-
trbala por gritos e exclamace, que derara
sesso carcter de tumultuaria.
(J jando serenaram os nimos a asamblea re-
solveu addiar sem prazo ceno as suas sessoes, e
como por encanto desappareceram as desordens
das ra?, voltandoa cidade sua calma e socego
habitases.
Entretanto o rei, religando se aos principios
constitucionae?, chamou o Sr. Taeix, membro da
maioria da cmara, para orgamsar um novo gabi-
nete, cuja existencia foi logo laxida de transito-
ria, visto como a demisso doSr.de Aoeitiin e
dos seus collegas foi um tremendo golpe para o
partido clerical ou conservador, d'onda deva sa-
l.r o seu substituto.
O Sr. de T.ieix, deoois da lotar com as mais se-
rias iiilllraldades, con3eguio organisar emfim nm
gabtneie com aiguns dos membros da maioria, li-
cando-se com a presidencia do ministerio e crean-
do para si a entilade novissima na Balgica de mi-
nistro sem pasta.
Da'presliiado como se acha o partido c.'erical,
mui penosamente poder viver o gabinete Taeix, e
provavel qus sem deloogas seja consultado o
paiz par* decidir quera dve dirigir os seus ne-
gocio?.
Nao poi?, imprudente assegurar qua essa eri-
se dos Sos do aono se prolongar at que, em
uraa deciso franca e explcita, se c nsolide um go-
verno qualquer, cujas tendencias sejam dotar o
paiz cora as reformas de qaa carece, entre as
quaes sobresae a di iastrujgio publica.
PAIZES BAIXOS.
Ao fladar-se o anao de 1870 a 11 olanla esta.a
bragos con urna crise ministerial, provocada
pela retirada do ministro de estrangeiros do seio
do ministerio que des-de 1868 dirgia os negocios
do paiz.
Essa crise acarrotou finalmente a queda do ga-
binete de lliya, e o S. Thorbecke foi incumbido
pelo rei Guilherme III da organisagio d* nova mi
oisterio
Mal se tioha, porm, constituido osle gibinete,
urna nova crise se Ibe deparou cora a retirada do
ministro da guerra, era Janeiro do anno prximo
nodo.
Dapois de alguns das de perplexidade, o chefe
do novo gabinete pode emlim compltalo com o
coronel Engeiwaart; e, assim completo, apreseo-
tou-se o ministerio ao parlamento queoacoiheu
com verdadeiras provas de bondade, prometiendo-
Ihe apoio franco e decidido.
Desde entao, entrando o paiz oas normas regu-
lares de governo, o parlamento de Haya oceupou-
se com os ornamentos confeccionados pelo minis-
terio, e, com "plena satisfaegao le todos, conseguio
restabe'e:er-lhes o equilibrio, tazando de3appare-
cor o dficit que desde longos aonos trazia o the-
souro em apuros.
A Hollanda acha-se onerada cora urna pesadis-
sima divida qaa absorvo mais de 10 "/ das suas
rindas. Alera disso o sea exercilo cusia-lhe cer-
c;. de 31 / de.sas mesmas rendas,
Desses dous tactos rosultoa o dficit dos seus
orgamentos, dficit que no anno de 1870 foi agra-
vado pelas circunstancias da Europa, que obn-
garam o. governo neerlaodez grandes despegas
para por o seu exercito era p de guerra, da for-
ma a garantir a sua nautralidade no conflicto
fran-o-prussiano e estar precavido para qualquer
eventaalidade.
No aono de 1871, tendo cessado as causa que
determiuaram o armamento do exercito, foi osle
reduzido ao S9U estado ordioano, e o dficit lirai-
tou-se nove milboss de (lirias. Foi este_desi-
quilibrio que o parlamento deu remedio, nao .'
craaudo recursos ao thesouro pelo augmento de
alguns imposto?, mas lambem providenciando era
ordem a desenvolver o comraercio e a inlustria do
paiz.
Logo depois dos orgamentos, occopou-se o par-
lamento cora tres tratados celebradas pelo gover-
no neerlaadez cora a loglaterra : um tendo por
objecto a cessaa da3 colonias neerlandezas de Gui-
aquella potencia, visto seram ssas colonias
muijo onerosas Hollanda ; outro era qae se re-
conbecia Hollanda o direito de e3tendcr sua au-
toridade sobre toda a ilha da Sumatra, mediante
a assimlagao dos colonos britannicos aos neerlan-
dzes; o t-reeiro fioalmente regularisando a ira-
migracio dos coolies indios para a Guyanna hol-
landeza.
a cmara baixa approvou o priraeiro, mas re-
geitou o segundo desses tratados ; e este facto im-
possibilitou a cmara alta de ocraparse com
aquelle, queja Ihe tioha sido reraettido, visto co-
rao havia uraa tal solidariedade entre os tratado?
que a regeicode ura prejudicava aos outros. A
earaar.a alta foi, pois, largada a aidiar o assumpto
pedido do governo.
Pouco aps esse aeonecimeoto, enc?rrou-se o
parlamento, e a poltica entrou em iregoas; e os
espiritos, vidos de curiosidades, volverara-se para
para o Luxerabnfgo, onde iam causando agi-
tagoas os boatos mais de ama, vez espalhados da
da venia do grao-dneado.
Um membro da cmara dos deputados, no
Wurlh, tornanlo-se interprete do sentiraeuto geral
da Franga, interpellon o govarno luxemburguesa
directamente respsita da situagao poltica do
paiz, e pedid explicages cathegorieas sobre o esta
do das neg -.lagoes com o coramissario prussiano
e arada com relago outros assumptas qie des-
envolven, e enlre os quaes se coraprehendia a
questo do3 caminbos de ferro e a retirada do
exequtur do cnsul.
O ministerio prometteu responder brevemente
aquellas interpellagoes, e declarou que puoha
disposigao da cmara os documentos relativos
aquella negocio, fazendo sentir todava qae era
anda cedo para tratar de tal assumpto.
Entretanto aproxlmou-se o mei de setembro, e
no dia 18 o rei Guilherme III abri o parlamento
da Haya, pronunciando nm discurso erp que, pas-
sando em revista os negocios do raino, felicitou-
se e felicitou os representantes da oaclo pela pros-
peridade da Hollanda, pelas relagoes amistosas
mantidas cora todas as potencias, e em geral por
todas as conquistas di civilisagao e do progresso
da sociedade oeerlaodeza.
Effectivameote. a Hollanda, atravz todas as dif-
ficuldades da Europa alarmada, soube manter-se
respailada por todos, e dirigio-se eom rara habili-
dade no ddalo de questiunculas qae cada passo
ameagavam-lhe a neairalidade no conflicto franco-
prussiano. *
Depois desle, entrando em novas vas de engran-
decimento, pela desapparigio das cansas qae res-
tringirara algum taoto o sea desenvolvimento, a
Hollanda vio restabelecido o seu crdito, e as snas
flnaogts malhoradas, e vica prosperidade penetrar
oo paiz cora o augmento da prodaegio e com o
laclo, como a annancira o rei oo seu discurso
inaugural da sesso de 1871.
O parlamento foi prosegoiodo emseus trabalbo
ordiaarios, e quaodo em 28 de outubro a cara*n
-ialia tratou do orgaaiento das lidias para 1871.
om daputado estranhou que nao livesse sido dad i
para ordem do da a queslo da ce;-".) da co-t i
de Guie laglatsrra, ixtianheza que fundn em
ler o governo pedido o aliament-o provisorio d'ess
questo na sesso anterior.
O presideou' da cmara respoodeu qu? aiadi
exi:tiam as razos que obrigaram o goveruo a pa-
dir o adiameoto. Nao obstante, o depulado decla-
rou que,con; nao conhecia essas razos, e o pu-
blico tinha grandes de-ejos de as coahecer, nter
pellava o ministro das colonias re.-pcito tola
assampto.
Esta qiestao levantada ni cmara prodazio
grande sensaga oo publico, e a imprensa, <.<"-
nhoreando-se deila comegou a discui-la accalora-
damenle, .-era todava allragir as razss que inh
o governo neerlanlez para continuar a pedir o
a llmenlo, como ios:-tro o ralnistr-i das Col' -
nas, quando respondeu s interpellagoes que Ule
foram eilas.
A cmara alta approvou fintlmeoie o proee
dimento do gtver.n, deixaudo permanecer aliad->
esse negocio, e prosegua nos .- us trabalhos.
Eatretanto a cmara baixa oceupou-so eom
alguos projectos imporlaote?, entre os quaes f
gurou nm que supprimia a legagao de Roma, que.
depois de reoliido debate, foi regeitadc, am vista d
altilnde do governo, que deelrrou ser-Iba oecesta
rio manter e3?a legagao e nao convir-lhe por frm i
aiguma tomar a iniciativa da exliacgao.
. EraquiDlo taes aisumpto? prendan a attenf
publica oa Hollanda, o priacipo H mrique se diri-
ga ao Luxeiuburgo e alli abra o parlamento d
grao ducado.
O principe pronuncia um discurso em qu-
lornou salientes as difll;ulJade$ de resolver
questo entro o grao duque e a corle de ltTm
acerca do caminbo de ferro que a comp^nhia d<
leste ceden ao imperador Guilherme o ao Luxem -
burgo; 6 esta questo delicada eoehao de apretura-
ges os luxemburguiuses, que acbaram de ma
agouro a insistencia com que o Sr. de Bi-matk
queria que livessem fiel execugao as clausulas d
tratado i Francfort, relativo- explorag.io do-
caminos de ferro do grao-ducado, segundo a
quaes foram transferidos para a Allemanha os di-
reitos da companhia de leste a esses caminhos d-
ferro.
Nao oblante essa insistencia, porra, a qoesu
pareca daver ser resolvida pacificamente e sera
muita perda da lempo, causando no maximu una
mndauga de gabimte na Luxemburgo.
aos primeiros dias de dezembro os estido* ge
raes dos Paizas Baixos oceuparam-se com o di-
versos orgamentos do reino, discutino iucideoie-
mente algumas medidas reclamada! por vaiiis de
seus membros, medidas que mais ou meaos diziar-i
respeito esses orgamentos, taes como a suppres?5
do Artigo da consliiuigo em qua se acha ealtfeeje-
cilaaeicola neutra, a reforma ehitorai ead-
seoso.
Por seu lado o ministro da guerra, n. useossao
do seu orcameoto, pedio um crdito ettraordioi-
rio de 38 milhes de fbrns para modificar o sy -
tema de deleza do paiz e dotar o exercilo co.u
armamento novo, pedindo igualmeote qu; otse
,'ugmeolado o quadro etTtCiivo do exerciW cun
mais 10:000 hmeos, e uoe fosse sopprimidi a
subslituigo mililar, combinada com a admis-o Sos
volualari03 annuos, conforme o sysuma allemo.
Sa o parlamento boliandez approvar e?sas med
das, cerlamente dar maior prestigio militar a.-
paiz, mas sem duvida augmentar os encargos d i
thesouro, e crear mais dilBculdades ao oreameato
j de si bastante" nnerado cora desptzas uJ.o
riss.
Era conclusao, ao terainar o anno de 1871, *
situagao poiitica da Hoilanda era prospere, in
nao o era assim a tinanceira, que achiva reper-
eursojio Luxemburgo, voltaa iguilmeaie c-;.
as dilBculdades dos orainhus deWerf.
ALLEMANHA DO NORTE.
O anuo de 1871 foi d- grandes cons?qu.Mic i-
fecuaJos resultados, para oo e>tados que fjTC -
boje a confederago da Allemanha Jo Xir
Anl"s de 1870, isla otes qua os cubo
crup aeurdassem os eches adormecido* das raar-
ens do Rheno, o Sr. de Bismaik nao poli eoosi
derar como terminada a obra m numenlal qu-*
Ihe absorvia lodos os cuidados e tolas as energas St
espirito,cousoramindo-lhi) igualmente lodo- i
lautas do seu lempo n'um profuodo pensar, n'a
constante esmarilhar da pol tica movediga e irr-
quita da Luropa.
At 1866 o Sr. da Bisniaik, com a -ua tclii.: .
meticulosamente grandiosa, conseguir fazer abo'
vtr pela Prussia a maiona dos e
ptados alien'
riscndo do mappa das oagoes as raias que. -
os respectivos limites terriorlaes, marcava..-
as aulonomias polticas. Bem leSf ', potai, se le
afigurava anda estar o dia e.o qui a Eurtp i t .
de suuporlar o peso de uraa All sanha di
firraidavelmente poderosa, posto que fo-s
seu peosaraeoto da todos os dia-, sua prVecupj
cao de lodos os instantes.
Sadowa.ondea Austua baqueo da sua petu
ua Allemanha do sul, veio aux liar c otad
eminente nos seus planos unionisi is ; e eertai
ie.se oo tora ier-3e empanado 3 sol aulru--
nessa merooravel batalha. nao riria. o aMd :
1-866 ura comego de reaii>agao d is amb;(,.
Prussia pela solugo de um prob ema que d '
longos anuos trazia assomados o espirito all
raes, e a Europa espavorida anl esse poder 'ii
litar, qne sa desenvolva com feb l lapso*
A Austria, obrigada a negocia: era Nicol-burji
urna paz desastrosa para si, oao pJe acibera,
cora a sua cora os estados all mies d .'.e i
Maoo; e estes, entregues aos seu proprios recar
303, quasi nullos.viram se m dur cootingenci:
aceitar as coodige3 com que ^"sia aproa
Jeixar-lbes uns restos de autcnoi lia.
A Fraoga, i iludida pelas appa eocias amisiosa-
da Prussia, deixou sa dormitar i e seio da pet So
Nicolsburgo; e, emquanl'. esta se discuta, a Prr.
sia alongoa as suas vistas pai a Badeo, Wur
lemberg e Ba viera, e arrancn i islas estados tre
tratados militares que os ataram grandezas d.i.
veacedora de Sadowa, deixaod oas txposia*
lodos os vendavaes da poltica o liomsta.
Ainda assim, porm, nao esava realisade
grande soobo do rei Goilberme ero satis 'sita-
se mostravam as ambicoes do se i ministro prec
leste,
A grande obra caminhava ; i as no seu c-am
ohar vagaroso poda encontrar t n traosviaaen'
qae convraha evitar, apressando i selogo do pr-'
blema unionista.
Desde entao Sadowa gerou t o espirito do Sr
de Bisrnark a lda de outra gi erra eatrangeir
que, abalaodo os espiritas allem es, ftiesse loos
os estados se agruparem era toi no de nm mwm >
estaodarte, que devia ser bastea o pela Prussi.
A Franca, de quem a Allem oh era iwmj*
declarada, posto qoe occulta nal liadas renpager*
de urna sympathia flceiaTa Fr mea, de qoe* i.
Sr. da Bisrnark se queixava por oio te-lo flelxaov
realisar o sea project) em Sadowa; a Fraoga
de3de logo se aosnrou ao emioe ite valto diplomi
tico como aquella das nacfles que por ventar*
seria capar de reviver os vdno i odios de raga ttw
Allemaoba, estlmolando os brioi dos" Gerroaans,
convivaudo-os i se oniram pjira vitiqpr as 4er
alargameuto do sea commercio. iwv ^
Era taes coniicas iclgoa-se o loverna abrigado rotas qus Ihe causn o prime! imperto rraaee
a leva.: -o pri\rr>oto'iiena;' reoroM* w !gis- N'esse intuito a Allemanha iredupox as sua,-
f


lhftri 4* ?rnamfcttc Quinta feira 4 ji J.n?iro *x% lir2
I
r
i :

forr.?, aclmalo a msteriaes de tad a sorla > ra!
lula, p, depais de pr-qra1a, obri? a tranca)
a provoca-la, certa da abater o sea orgu'.i./, ierra-
do-a no seu f alriotismo e om tudo o que de mais-
saoto o oobro possuern os povos cnlloi.
Dada a lula, a querr caminhou com rapidez
vertiginosa { a a Franca,, vencida ern Woerth e
Forbacb, c, anmquillad ern Sedan, vio as hostes
era lelissimis don..rte cam.nharein irrigantes so-
bre Parra, e corcarem-MaT-i a capital, isolau 1 o a das
provincias djs que ella era o ccn'J da vtda e do
movimemo. *
Ao primeiro sigua! de guerra o gritirde'cajHS
f/sieris percorreu i no- ojalos, pa smlo-se da idea de quo osFran
eeies combatiam eoutfa a ua.i e integridad da
patria allema, apresssrara se em por w m lado
da Prassia, pira auxilia la na su omorexaterr-
vel, sem reflittlnm que, assim oraticaolo, sacrifi
cavara os restos de sua independencia e autonoma
poltli :a.
Eflectivameate enea estados, desda loga entre -
jiues fatalmente poltica anuexionista do Sr. de
B.s natk, abdiearam dos seus sentimeato* p'oprios
quando, de-lumbrados/plas vietnrias da Prassia,
Cerxirans se guia.- por esta plenes, que Ihe- foi
inoculando o seu e*pirit), e procurando prapara-lo-
para a scena que raiis larde devia eneher de mal
pos arriins os vastos salos do ca Helio de
Veraai'Jes, amia retumbantes das glorias do Luis
XIV.
E brigadas pehs 'amos d-.s gloria* mulares,
*su*lad as sata as opalenUs*ran leza* da Prus-
s a, os principas alljai-'s, logo jue virsm Pars
cereadt'e.a. Fraoc artmquiiladi. oirrerain a
qaeimar o ia*en*o o a al nlaca leatoriica aos po-
da idolu de II rl u, offereeeado-the a uoroa de Im-
perio da Aliemanln, que o septuag-mirio rei apres-
sou-se em ae=itar.
Et< facto, conlrraalo ducn >Mo paramento
federal, elevoa a A'ltmanhi eairuoria rio federalista; p, ao pas o qngie mais una
corda na fronte dHuiberme da P.ussia. lofuao
vasiall)* s?us aquelles prin-pes, odtr\>ra i-'"1'
imbuidos m* idat uton'imlca.
A Allemanha desde eolio ficou sea lo nm impe-
rio ; e, ambora lif est.di se .elevarse p-Kfarea
sobre a* rninas_ Ja littsrdade e o direito d s po
v,)-, ne.'O por isso deixou file de eiderd-* jubilo
molla* peit>, i>n-.1) rb''.'i I-s com' as vicioiias
eoibiaa pelas armia allemiiis n > territ>fio da
f i aoija.
Poito que d< jle I >g i impera lor, o rei fiuilb ir
me reservn a cerein na da soa coroiijw papa
depois qae urna nova cic'ria, por veura mais
(iiliimbianie que as preiedentes, vie??e cerca Ij
oe um novo briiln, qae acabasse ne cegar com-
pletamente os principo* seo* vjssallo. eutai
iitiln chalo poasada do sea cae > a idea Ja
r-nlico de P.iris e de urna pai que ili-1 dirh um
accrescimo de lemUrio, rectifljando a* froaleiris
allemas da laJo do Rheno.
N'eta* cmJieo' eacerrpaae o anna de 1870;
p, quanlo su'gio o primero sol le IS7I, a oniH
c;ij".) altemli Uabi.deixiJo de ser un sonbo'
para ser a mais ejtnpenia e grandiosa reaii-
dae.
ComecadA e coaclflldi pala ( dlrei'o, a obra di u.ia> altmla devia a->im aro
ypgair at qa- Ihe chagas'e a e t ^ i >11 ta le qj (ri-
era ncesaria. Par i>so o novo Imperador, din Jo
secuencia saa potitci ftta-simi pira os povo*,
so o pretexto de que o ex-r-i ,1- llmiver fofa
al!;ada secreto-de Nipoieao, procuran empolgar o
dutaJ de Brunswtck, q'ie a luee s iberaio flev i
receber orne heranea por raor.e do respectivo
daqae. N'esse ialnito o gaverno fjderal iran-
initiio ao de Brunswk os preten-os docaavnto'
d'esso crirae d*,al:a traifio do re Jirg1, a i pi"sa
qae dieta d's?e estado f)i dirigida urna pro-
post leo i > por obj'Cto invalidar o#tntalj :rt->
orada antes de i88 entre o dnq-ie'de Bruo-wk
e o rei do Hinover, sefiuJo o qiul dev.a lar**
a uelia occesso.
Era nada ma que urna nova expropriacao
iva fjrga lera Ja por um rei e o sen gotero
contra amprin'ip; ja desthronado ; mas o que
era isso para que n tantas fiel)* anlogos p-a-
rara; pira,qu-tn continaava a procrastinar as
clansclM .lo tratad) Je Praga, referentes ao Sch-
leswig do norte; para qnem desde romto aagava
a'esperanza de arrancar Franja a Alsacia e a
I. iena ?
Entretanto haave un mamenro em qa no; E*
t.s d'ali Meno, na Bitieri. Balea e Warlem-
-, nao orreram as congas inteirameme ao
<;.jr do Sr. de Bismark, pasto q i; em tolas elle3
I :-~3m os repectlv- governos-lntere'sadas em
completar a nolS-a federal, laajinJ) par iota a
if'.re o germen do nrn>sianism>.
A' proposito dos novos credif neJitw pela go-
verno bavaro para a continuae'io da Iota fraoso-
allema, a s-*nn la cimara ompnhou-se n'umi
reobida di-cus-aa, na qual, erpi^odo a mia ria a
0! possante, deelaron que a Biviera errara to-
mando part na iicrrz, e errara daas veze*
qa'atdi, depois de S sdao, onde foram satlsfeilo'
. brios slleme?, pirs tira n'uma luir., qn tinba
absolutamente perJid o ciracter de dtHeoai-va,
i., i ~ nao apresen t a va cono um c>tsus fajsrit,
ii portantj nao tinha razao de ser pira toJa a
A'emaoha.
Os oradores oppostos snsten'aram a doatrioa
piJ, sena) depits qae a Franc accedesse ama
uz considrala etivei psla Allemanha, e o Sr.
c ,'iray, como orgaa da govorno, declarou qap
ne'ejava a pai desde o principio da lata, e que,
lo^o que urna occa-iaa oppirtuna se offereeesse,
i oo se furta-ia ao devir de acansina la aos
: is alliados, urna vez qae ella fisse e:n c.a-Ji-
i_"'* aceitavtis e feita cam moderaba).
' > Wartemberg o mesmo carcter leve seme-
I' ate discnsso, embora ? um deputado suslen-
qae a guerra tinn-se tornado guerra de
i ; :sta, e declirasse que era preciso poapar
l r toca e i saa capital essas provas eraefa" que so
i-a por flm difflcultar a recinciliarij entre po
vos desavi Jos, como erara 03 AliemSes e Fran-
Nao obstante, pirm, to-1* demonstracoas, os
(elitos pedidos foram votados porgrand;s malo-
r:a; e, se a diseassao dos tratados federaos mva
o'.casio offerspo para analoga man-folajfS,
i'.'.io qae ni Wartemberg prodaiio ama mad-.n-
(i de gabinete, nem por isso deixaram es;es n>vo*
tratados de ser approvados, eaabora gravassem
com onerosissirnos encargos a? eriti;as circaras
luisitt d'esses pequeos eslados.
No seia da propria Propia as veleidades do
".dependencia trmspareciam, mas erara sempre
Bufteidas pela numero daquellcs que punaam
a;ima de tudo o intererse da patria comnaum.
i'es-0 caso se acharara os Polacas ua cmara dos
diputados da Prussia, os quaes, tenia a maioria
spprovado a respostaa proclamarlo imperialista
uo, rei, protestaran), com a absiencaa do sea vot>,
contra o faca da absorpea i das nacionalidades,
declarando o Sr. Szuman'qae a cans:iencia d>s
Palacos repellia a idea das annexagoas feitas sem
consenlimenlo doi povo*.
Gotretaata, de-peito de toda3 essa* raanifesta-'
ci53j BOftis, a Prassia fai prosegamdo na sua
crael poltica de absorpe/u da;'. naetonalidado.> e
par tola a parte e sempre qae poa deixava o
sello de sua vortide piepatente, embora causasse
trtaras o seu proceJimenta. tilla, poro o, W?e
tambera o de;go.-to de ver que a Rusi?, seguiuJo
as pegadas do seas pas-os, ia russirlcanio coafple-
lamente as provincias alleraaas, que Ihe perten-
ciara, no Bltico, despeito dos olhares cobi -oae para all deitava a saa vi-inha.
f\' e.-se tempa tinhara sido j assignadas os pre
limimres'da paz com a Franja ; e, posto qne ahi
se verifUasse anda a poltica de annexajSes do
Sr. de Bismark, era toda a Allemanha foram c!e
bradas testas por lal aconteeimente, seado notavel
qqe aqaelles mesmos qae eondemnavam tal poli-
tica nao f issem dos altimos a en^olverero-sa n'es-
ses regosijos, que tibam por fundamento princi-
pal ara accrescimo de territorio.
Algans J)rnaes allemes, commeotando as con-
dicoas d'essa pai leonina, tiveram o despep de
apresenta-las camo lesteraanho da moderaco di
Frussia, q-ie, cegando elles, tinha o direito de ser
raiis exigente.
Taes asserctaes de ama mprensa que pretende
os foros de ilustrada, se nao cansassem profundo
tiio, come gerairaeule se dea, sera davida provo-
carfam o riso, f-rea do sereno ridleula.
O proprio imperador Guflberme, notiflcaaJa a
pazao seu imperial sobrinho da Rissi.a, cbimoa-a
banrosa, como se havessem tratados boarofos
qaamlo urna das parte coagida pila r.ire a acei-
tar coaicSes qae tora por lira desmemorar urna
de snas partes para encorpora la aos esta Jos do
vencedor.
Eatretanto Qzeram-se em todos os estados alie-
nes esplendidas restas por esse trlampli a, post
qae j o espirito publico esvesse preocupado
com as eleijO para o parlamento do imperio,
eleiroes que, aenJo fe i tas 3.demar;a, sob a-ia-
flaencia de grandes IccabracSss militaras e na-
conaes, Uteram am carcter mal deoaiio e la-
certo.
O resaltado dessas elelc^ej foi faroratel acs
tres granjas partidos, conservador ou miaisterial,
liberal Q-.oial o cath^lico, ioj is rte rentos na
cmara federal rio nenhara :n>4i\ so poderiam coro-
bln:ir uo lacaale poltica.
Todava foi fcil prever qae so part lo ItbsTal
nacional es-, va reservad-a a raisso de prepon Je-
rar, uao ? em face dos trabalhos de que so tena
de oecupar o parlanaento, trabalhos qne empa-
vara do programma offt'ial, mas.tambera em face
do enthu-i.'ismo nacivnal produzido pelacooclusSo
Je uuu guerra felix e p -la ooiao ds AHennaha
seb a antiga forma de imperio germnica.
O novo parlamento devia abrir as sais esse*
no da O, e o impersdwr, qaerendo achar-se em
Berlim n'ossa occasio, deixoa o territorio f.-ancez,
e, passanJo a fronteira lo, all chegou 17 de
marco.
PoModa a parte acaserara o imperador Gui-
Iherma as mais ivas damoqstracoss de symDathia
e repelti, ^a propria eidiie de Francfaft. eque-
ce oda os sc-us odios e raaares as Ve.a:edar de
tSa"6, acclamou entha.siasraila o chsfe e restau-
ra lor do imperio, que ahi mesmo' reebeu as h-
menagens do grao-duque de H;sse, iJo de Darms-
ladt para o rlm de feliCita-lo pelosseus triumpho*.
Ni da 20 abrio-se elTc'.ivamente opirlam-nto
do novo imperio germanic', lento o Sr. de Uismark
o discurso do i nperador, qae foi muito vietsriado.
Depois das f^liciiagoes do estylo, pelas grandes
victorias das armas allemes e pela paz, cojas ba-
ses foram e natureza a satisfazer as ambicd's da
aovo germaaieo, o pea-amento dominante d'esse
A s,-ur.-o fi serenar os espirites relativamente ao
i.nmenso poder qne AHemanba dara a. sua aoi-
dadP, protesiando respei'.ar a iadep^ndencia dos
pequeos e.-taJa*. eooio ^e tal tivesse sido sempre
a poltica da Allemanha I
D'pois Je c in*titu'd> o parlamento, occupiu-se
este cam a resposta ao discurso d coroij versan-
da o dbalo sobre dons projectos para o mesmo
litn, um assignado pelos conservadores e liberaas,
ou ro subscripta )ei>>s catholicos. A dilTsreac ea-
tre eljrs consista em que.no do* cath'licis faiia-
e appc-llo uaa inierven(o da Allemanha em fa-
vor da papa.
A a-s.miblii regaitoa p segunjo, e no prim 'ir*
insoria ama clausula xpres*a contra a interven.
$io a'lema nos negocios le Koata, abstenJa-se da
votar of rtepotadiS polacos.
Desde emo f irara presentes ao parlamento di
versas projectos relativos a orgaoi ncat da imp
rio, expondo o Sr. de Bismark, j entao elevado
JigoidaJo di; principe, tolas 3* soas ideas sobre o
magao assumpto que prenda o aborva a at'.ea-
gi) publica. Entro essas piaaj-SCtos fijturou um
que se refina Alsacia e Larena, e segunda o
pial SlCfebnrgo seria a capital d provincia, sede
00 gavera a, da representagao popular, dos iriba
aies de appalaci", e ilis aJmiai*tras"i.!S da fi-
zeada e oufas, sendo concedido um praza de. 6
anaoi aos hin tantas dos territorios aanexalos pa
ra e'Cdhcrem cac.onalidade, fijando durante esse
prau saapeoso o recrutairien'o, e sendo oceupa
la* toua- as pracas pelas tr..pas allemes.
T impera Qgu.rou enfe esses pr. jectos o da coa?-
titairjSo i imperio, o qoal tinha par ohjesto eoli
i r a antig i c msntoico tal romo satura dos ira
los fetus ern os estdos de Sal.
O 3r. de Bitmatk declarou no parlamento qa?.
emb ra o imperador desejssse lacitar a missAo
i goveroo fisnce e estivesse reso vido a esperar,
n a a j.'jj a asquo .arque os iii-resses da Alterna
n' i e os preliminares Ja paz corriam perigo em
fice dos ic intecimentos de Pan.*, e que, por laalo,
se f e'mi.-ter -1 i r un e mogo guerra, todas as
provi enras ostavam dadas para esse flm.
Felizmente, porm, para a Franca, es:e epilogo
oai teve logar, gracas energa com que o ga-
vtrno de Versailies debellou a nsnrreiQi, e poi
na-.' di mi*ior qae a Allemanha osasse dos seus
grandes meios aicumudos para quaesquar emer
'gencias.
i O parlamento prosegua com aclivilade nos seas
irabalb i?, oavindo sempre n Sr. de Bismark c>si
nm orculo e seguindo-o na sua poltica ; e
1 A,plo eocerru os seus trabalhos li de junho
ts73 a satisfaco de ouvir elogios do imperador,
qae assim se exorimh :
t Honrados senhores. Qaando ha tres msios
v ,s su lava n-s-te mesmo lugar, lizia que o lian
rosa evej do primeio rechstag a-.-mo era ci
catrisar tanta qoaulo po pel guerra e exprimir o reconheci.raetilo da patria
para cam os que pajarara a victoria com a sua
vria. Camprisles este dever segn Jo os desejos
da pava alloma. Gira mo generosa cooceJeste
aos gaerretros ailectados na sua sale e s farai
lias jo> moyos tudo o que a pajria recoobeclda
[ule substituir.
Collocastes os governos alliados em sitoacSo
Je diminuir os preju:Z indastria de mm'tas cidados.
Para compensar os prejuizos que ;olfreram
os babilantes das no3*as amigas f.oaUras, s os
que afectaran) a navegjco o os nossos compa
trila* expalsos iie Franca, prestastes-noso vosso
soci'o concurso.
De aceordo com os tavernos alliadosoolloeas
tes-rne era siluacaa de exprimir o reconbeclnnaaio
Ja patria aos ha'mens que educaram o exexcito,
que o guiarem de victoria, era victoria e que asse-
guraram os gloriosos resultados da guerra. Oae-
dsja urna necessidade do meu eoracio, expri-
miuJo-vus era meu nome e na do exernto allema
ornea imperial reconhecimento.
nova relaja a da canstituicio eu s rea-
(;5es polticas da Allemanha a forma exig'-la pe
los tratados, e as relaces Ilaauceiras dos oslados
confeleraJos com o imperio foram regulajas no
ornamento snppieraenlar de 1871. A rnaiarparle
da legUlaco da Allemanha do Narte toraou-se a
legislaco do imperio, e estimliima come? tu a dar
provas da sua commara actividade determiuanlo
t Oaa^nwdo em primeiro lugar fivoravel aas in-
vlidos do trabilho a responsabiliJade dos direc-
tores de exprezas inlostriaes.
Eslo assentes a,* bases leaaes das iaslitaiciae-
airear na Alsica-Lareaa. As disca'soss que
houvo subre o a-sumpta nesla casa coavenceram
OS habitantes desses territorios que os goveroas e
o povo allema, ordive'entes j,ue seja n as suas
ristas solare negocios particulares, teem urna von
tade e urna idea commons, que fazer d ,s pa|zes
reconqui-; das, raspeitan lo as sua* in-titniedes,
ama admiaisiraca imlulgente, e, gragas ura des
nvolvimento iiberal di sua IfgHac-a, um mem-
hro da nossa grande patria, to eslreiumente liga
do ella como os ouir s.
Duraute a vossa sessao conclun-se dsfiUiva
mantea paz cora a Franca. E*ia coaclaaio e o
res'.abelecimenio dos poderes legaes era Franca
permittram fuer regressar nana parte do exer-
ci\^ sua pstria. O tira.da vossa sosila eolneide
cora a ntrala das trapas vicioriosas detod)S os
corpos da exercito allema na mioha capital. Se
res, hoarados seahares, tpstemuahas desta entra
da, e, regressaado aas vossos lares sob a irapros
sao desta fasta nacional, levareis asatisfaetori'a
certeza de quo a delicaeao patritica da represen
lacia nacional al!em> ieve a sua justa parte no
grandiosa dessnvolvimenio da patria e ua erilho da
festa da victoria.
t Possa ser duravel a paz de que go=amo3
Tentta a esperanza de qae o ser, gracas s rea-
c5ss novamente estabelecdas pelo iirpsrio ailerao
cora todas as patencias estrangeiras.
A entrada das tropas allomis em B-rlin f-i-se
com um explenior extraerJinario, conorrenio de
tojas as partes innmeros assjotentes para usa
festa patritica.
Por essa occasio o imperador inauguran a es-
tatua do rei Frederico Gailher.ne, sea pai, pranuu-
c:anJo etas palavras, qae foram ci.birlas par in-
nmeros applaasos:
Real,saraos hoja um projeeto formado qaando
reinava a mais Completa paz. Esta e-utua qne
esperavamos inaugurar no raeio de urna paz pro-
fauJa, a corameoaoraco de orna das mais san-
grentas gaerras dos lempos modernos. Se o mo
nareba quera erigimos este monumento nos po-
Jesse agora ver, (icaria satisfeito de sea povo e do
sea exereito. Oxal qne a paz que conquistados
casta de tantos sacrificios seja eterna I Pola
uossa parte, assim o esperamos. Deas o queira.
Heave um jio'.ar de 700 ulberes, no qual o rei
brindan memoria de sea pai chamando Ihe rei
heroico, e prerspendade da Allemanha, e de lodos
os principes allemes presentes e ausentes.
O imperador conceden numerosas gracas. ftaoa
foi elevado digaidade de conde, e general Mol
ike de feld-marama!, qae a rraaior graltiscao
da b erarebia rail tar da Allemanha
Na dia 59 as tropas^do Wartemberg fizeram
lambem su entrada trfaraphil era Stta'gard, en-
trando as da Baviera -30 na saa capital, e as de
Saxe i 11 da jaiba em Dresdo. Todas essas fes-
tas faram expleb'didas.
Eatretanto iam pros-eguindo os trabalhos ees-
forjas pela uniio da Allemanha, e, posto qae os
pequeos estados fosseai cdagMk a augmentar es
seas impostes para crear recursos qae lijes psr-
mittissem satisfazer aos encargos qae a nova orga-
nisacao militar Ibes impaoha, nem por isso luxou
de caraiebsr a nnlficaco, realisaia depois da tan-
tos son has.
Tado servia para auxiliar a obra dessa anidada,
e at do factos mais sfpleg na appareneia, tira-
ram-se argumentas en prol da causa couiraam
11* estilas caafelerad i*. F-n assim que ira
prnsi. e 11 n u einjje-U.rlo ra i;:/..' 'i.o t d'r'.n laotwjs para
congregar es a Minas na idea da auiflcaca comple-
ta e immeJiat*, assiginl.iado a vitilida'e de qae a
Franca itera provas oessa oeosii como ama nu-
vem qae mais ceda ou mais tarde palera deseu-
ca Jetar tima tampestade di Jado do Hiena.
Ao pass.i que assim iiscorriara as, oatros jar
aaes atlemi--. se attalum em notar qae a Prassia
l^fori generiisa paria c^ii a Franca exigindo p tuco,
q-iaada a* reenrsos di Frnr;a eslivam pr >vao lo
;ae putera dar moito mu, e rt'ahi conciaiam ro-
clanianti o recooheeiraeata da Franca, sem se
lemhra'e.ii da 3 a i da usurpaci) da .Msaela e da
Lar'na, qne jnais peder ser esquecida pala na-
ci fraticMa.
A' essotemao, porm, a questa que mais agi-
tava o< espraos a Mlersanlu e especialmente na
V.Kiinnlia meriJionai. sohreiuda na Baviera, era
a qnesia relig'osa. T^udo o rei bivaro declarado
que neahnraa bella pontificia palera ser execa-
uda jnn o sea plitcrt. o partido altramaotana
protesl-.u contra isso, e os bispos pediram ao
re que aboijse. essa ptaca.
Esse conflicto proluzo urna crise ministerial,
quo ? ,io le ser res-.lvida pela retirada i i miois-
terio, llciu 11 incumbid a o coala de U 'goeaberg-
Dux da-organuaga da nava gibiaete, que.f it deo-
J l-ig i eb vn 1 i I t'-ao- ; 11, dizsatoseque se
limitara a pairar entre as eorreotes o^postas, nao
tenlo a opioii liberal era a nacional granies
servidas a esperar dee, embnri fisso o cande
H^gieuPerg-Dux liberal iu aderada e particalansia
Da varo.
Mis na a I ai s Ua Baviera que a uta religiosa
se ranif.istoa, lora mia ciracter ser.o e cjaiive-
dor. Em' tada a Allemanha h Nart e na Aus-
tria, a Iota d.eseuliau se trrivel entre os infalibi-
lislas e aate-iifalibflislas.
Por tala a parte os espiritas exctalos deixa-
ram-se arrasur at a violencii, e, ora com o apaio
Jas auioridi'l s, ora sem elle, eutrjgiram-se pra-
ticas hastis de Da a so.-te. leali par alva com
mam o descrdito da,opiaiia aatrana cada par-
lid.
.Eatretanto o imperador da Allemanhi, teado
opuiefUdo cora ante;edeacia urna entawvVst*&am
o Imperador da Austria, parta de Birlim com
Jesln > Gis'.ein, nao se eqaeceaia antes dsso
de Uitar os imperantes da Ro-sia, que se achjvam
na AUr.manha.
En Gastein lave I igir a pr^-jejlada cooferencia
entre os maeradjre'.e us re.pectivjs cbsncsllores
das daas impena-, e es*a caafereocia, jantanlo
mais um raalive aos de qae se entretinha a opi-
nia europea, setaria de variante s liscussoss da
iaiprensa -iraia, quasi tiJa oceupada cora as lu
tas religiosas.
Pasta que o impsradares e seas g ivernas tives-
sera.combinada gnrdar sgrela sobre o objecto
lessas coufereacu*, resolveram a-ssgurar ao3 re-
celosos qae oeohom trama se urJira contra a paz
-.o contra alguin estada, e qae pelo cootrario ape-
nas a'ii se tratara das rocos de rnaater a paz gs-
ral. assenta sobre bases solidas e esta veis.
E*sa3 conferencias, roaovandi se em Salzburga,
Jeraa azo que recrui.'scessora os rocejos pela
manuten'a di paz, e lirnecerara assumpto para
as suppasicoes de que nos oceupamos n'uatro ca-
pitulo, e as qaaev tamoa parte activa o Jtmts da
Landres, que conclua assim un artiga sobre essas
entrevistas :
c Vvanos hoje n'uma poca de rpidas e ns-
pera lis transfarmicsa-s, a de maravilhosas mu-
tanca* ; o que hatera considera vimos tao irrea
lisavel cama um soaha ihinta*lico, vera i lo hoje
realisado; o que honiera se liaba p r daradouro
e imrautavel, jz aclaalraente laacado por trra,
sera e*peranr;a de se tornar areilisar ; e, noob--
tanie o* e-for^as qae hoje erapregara, aqueties so-
beranas e harneas le eslada, para caaservar a paz,
aminaaa paderia ficilraente tornar a dJSMrJl a
ensaagaeaur os orapis la Earopa.
t A no*a allianca, se cljpgir a verificar-se, nao
ter qae obrar taanconira u na ou oatra pilencia
isalila, cono coatra os aaligos phiutasmas revo-
lucionarios, qne surgirn nos .1 .* da uossa infan-
cia. Una al lita-; i eirapa ten qia ser, quasi
por far.'i, raoaa'rcbici o aristocrtica. A santa
allianc aspiren ura lia que era maito superior
s suas forets, e nao o realisou ; esta nava all.au
i, podera talvez curaprir mais do que prorae'te.
EntretantJ uSr de Benst pabltcau uraa circular
a n-j i !'.;' ;'t lo tolas as patencias a reconciliaba
dos governoi de Berm e da Vieana, e declaro'a-
Ihes que arabos as paazes, sen-Jo in.eressaJos na
piz gera!. tomaram a resalaclo di se coai3oare.ra
sobre as qoeslss qua.se podessem apresen'.ar de
f.itura, relativas essapiz.
J euio se tinhara separado os imperadores e
os seu raioistro*, regressando o da Allemanha
B.Tiim, oade devia abrjr o parlamento allemo.
A' esse tamoa, parm, Munich altrahia todas as
vistas, p-l-j ficto de all saacbaram reunidos os
citholicjs aate-iafllibilislas, chamados peifcos cu
thotieos, da Alleninhi, da Aastrii e Ja Soissa, os
quaas all cang egadas era numero de mais de
a'JO, *e occuoaram em discutir a quasto religiosa
que se debata desde a promulgago do uovo d.-g-
ma. '
O programma da caagresso das calhaleos valhos
fai uraa especie de/Jeclararo de principios.de pro-
ti sao de le. comprelien lando todas as reformas
jalgaiis, ne>:ssaria3 raMnducco da igreja ca-
tholica a sua primitiva pureza.
Os velbas catboheos declararn] nesse doca
menta que queriam ficar ligados a antiga t, como
merabras legtimos que erara da igreja; que con-
sideravam coaas nullas e sera e!f-;ita as excomau-
n 0V33 pronunciadas contra eles, assim como as
Jautrinas dogmticas e-tabeiecida* no pontifleado
Je po IX ; que negavam ao papa a jarsJiccL
ah-olata sobre o alto e bai'xo clero; queso o
consideravara como o primado da igreja, qao olle
oa palia governir sena a era virtude da3 leis ca-
nnicas; e lioalraec'.e que conlesla?am aa ultiroa
concilio a aatorilade ecaraenica, declarando em
coa*equeucia que os seus decretos nao podiam
ligar as cansciencias.
PassanJo depois s rafarmas, o programma in-
sisti em que a doatrina c.ilhaJi;i devia iperfe-
ooar-O pela sciencia e cora .a caocursa das novos
c3iholicos, fazeado votos pela restabecraeo'.o da
a ario entre as igreja3 occidealal e oriental,par um
acord progressivo dessa igrejas cora as oulras
coramun'iiaes religiosas.
O programiai occopaa-sa depois com,a edoca-
co scieuliflea do olera, e conJemnou o ensino des
semiaarios episcipae3 c.mo prejudicial religa;
reclamou^garantias que protegesse-n a.baix ce
ro c.ralra s arbiranelades J >s bispos; e denan-
clon a ordena dos jesaitis como inimiga dos>pode
res civis, declaraaJo que a paz a a concordia s
renaiceriam depns qaesejoiessa um tarreo s
macliiaavOis dessa ordem.
FWaalisante na prugramraa se declarou manter
o direito. dos veiins caiholicos sobre tolos as bens
da ijrreja ca'.hoca.
Esta program.ua foi adoptado por ama grande
maioria de votas, e o cungresso,.depois de asistir
ura nfflcio divino, dissolveu se, ten Jo pouco an-
tes deliberado fundar por tada a psrte associaoes
locaes para *a Tira da aoxliarem o movimento re-
('f'ijl'r e contriba.rera para a oigani-ajao de
ama igreja nacional.
O cangresse tevo toda -a importancia deum
acontecimenta histrico; mas elle apenas marcoa
o pou'o de partida de uraa reforma, cajo resallada
ben lacerto e dnvidoso
BepoiS dis velbas catholicas, os protestante*
inrsurra-sa obligados celebrar um coogresso,-e
effectivamen'.e reaairau-u'o era DarrastaJi. disca
tiadn-se m-lle o qae coavinha qae o protestantismo
(izesse em face da attitude do Vaticano, e om vista
dastandencis clerica93 qae apreseatavam asigre
jas protestante.
Ambos os congressos faram accorles em 'osten-
tar qae os jesutas dev'arn ser expalsos da Allo-
man u pela goveroo e pela polica, ama vez qae
elles erara contrarios ordem e civili-aco; mas
ueabara dalles se lembroa de quo cora o auxilio
dos mesmos argamentos se. podoria collocar fra
da le qualquer assnciaco e al mesmo a impren-
sa iadependeote, e qae nao certameUle por taes
meios qne se coosegae demonstrar qne tal ou
quil doutrina, que taes ou quaes horneas, sao psr-
cio-09 a octedade.
De*4e qae os velaos catholicos. a ps pro-
testantes (inham ao seo alcance todos os
naios possiveis para propagar as suas doalri-
nss, o seu dever era combater eom essas armas
leaes a doutrina qae jalgavam perniciosa, e nr.o
recorrer a uuaa arma lerrivelmanle dotada de dons
gnmes, com a qual todos se podiam ferir.
En qusnlo a atteoco publica se prenda i estas
issnmptos, ontra ordem de fastos se pa9sava em
polica.fictosqoeoimperadorGailberme abrilo o
^parlamento allema em outubro, ioeambio-ie da
relerir no seguinte dteenreo alias receido com.
vivas deraonstracCis de satistaclo: ,
Honrados senhores.(Jaando em marco pas
sado vos del pela primeara vez as tas viadas, os
.Tabaleos preliminares para a legislacao regular
odreram moras e interrjic^ei por cansa di
guerra.
t A nossa acu'viiade devia empregar-se prlnci-
palmrato as qiesiSu que derivavan imiasUaU-
mente-fia nia caa*iiiacit di \lle-;iia!i\. ctnil-
maule o exime dot.r^jaeaio doim^eosera u
vossa principal larefa.
Trata-se de empregar nma parto dos recursos
qae devemos aos suecas os da g ierra em satisfa-
zer aos estados faleraes os aditamentos qae ti-
varan que fazer favor do duea, e, por este
meio cha embelecar urna ralacio normal entre
orcamento do imperio e o orcaaieaio dos s u<
raemb.'os.
i Trata-so de atraluzir n i oreara rato da im-
perio os territorios alqairilos pela Allemanha,
d taoJo-os de instituicSes aua Ibas, sejam con
mtans c >m o imperio ou queflH sejara garaotidas
par este nltUno.
,t Trata-se de velar par que a sitoaco exterior
(mi-erial) dosfunecionarios do imperio correspon-
da s exigencias que devem ser-ibes impastas no
intesse publico. \
( Eu eperava que seria possivel apresentar-vos
tambera um orernuit para adtninislraQia d-
exereito allema, orgamentia que satisflzasse dev-
dente as necessidaJes do exereito ; mas os cui-
dados, da gaerra e mes na depois d. lia, e a obra do
reorgaoisagaa em qne est erapenhaJa um parte
do exereito, inpedirain de farmir esse orcaraeato
em tempa _ti!.
* Por cooseguinte vejo- me na neesssidade de
pedir a vossa adheso ama medida que tem por
Um prorogar at o prximo aona o periodo de
traa-.ci que i canstituigo do imperio Qxa para
o orciuient i militar.
* O.orciment que vos ser apresentada nao
pele aos etaJos feJeraes contrilauicaas par o
imperio ruis elevadas que as |i j existen).
O orcaraeato da anaa de 1870 leve, apear da
guerra, ura excedente para o e.nprega da qial vo
ser apresentado um projecta de lei.
i A resoluc" da qaasti raanetaria, que ?
canstituigio coaUi ao rapio,ten merend a soli-
ciiuJo das goverous e o lauaresse das pavas. Jul
go clugiJo o momento de linear os funJamtntus
Jesta orgaoi-aca, viio que .*) torna possivel uraa
reforma que abrace toda a Allemanha e que a si-
tuajo econmica nunca fai ta favoravel como
boje.
t O conselho^ederal ocecua-se da deberacio
de um projscto de le quo dove primeiro crear
una moeda de onro snsceptivel de ser pos-
u era circulaca, e laag-.r is bases do urna ar-
gaaisac;a .raoae.ana coirfhaura toda a-Alle-
.raanha.
c A eventualidads a-segurada de urna coaimu-
uica^a frrea entre a Allemanha e a j'.aiia pela
Suissa, que j foi Objeolo de it aa decisa do rei-
chsiag da Ailerainhi do Narte na aono passado,
ser sub nellida s voseas delihira.'Oe*. Os g iver-
nas e os parlamentos da Italia o da Suissa deraff
un apaio franca i-exocpcao deba grande empre-
7.i. Tenho certezi da qde o* iuleresses econmi-
cos e polticos que a elia o.aaa ligados ni S8r i
menos apreciados pelas gavernos allemes e pelo
reichstag altemu do que o foram por aqaele-
daus paizes.
* Escaro que o prejecto do hi relativo aos
fancconarios do irapario podar sirvas apresea-
tado.
f A iadenaisaga-a de gaerra, paga pela Franca
al hoje e a pagar nos primeiros iinzes do anuo
prximo, ser applicala, era grande parle, na ex-
tineco Jos eraprestimos qae a Caufederago da
Allemanha do Norte tinha caotrah.do para fazar
faca s Jespezas a guerra. Sir-vos-hi aprsenla-
do o respectivo prejecto de lei.
t Conflsnlo no desenvolvunento duravel da si-
luago interna da Franc, uo senlido do apasigua-
raento e da cansoliJaci, julguei ppisivel fazsr
proeeler desde j evacuajo dos departamentos,
cuj occiipacaa nos Urmoa das candicoes de paz
devia prolongar-se at o raez de raaio do prximo
aaao.
t Verei'.-pela canvencao caacluiJa este res
peiio no dia 12 do corrate, as garantias qua,*uj-
titaera o penhor abanJouado. Jaatamente com
esja caoveo(;) ser suboellida, ao'vossoexame t
appr*i;o consttuJionil,oatra coavenco relati-
va as caiices.soes que diver) sr feiias pela Alie-
ihinna afira de assegurar arlas fuuldadcs ia
du:ria da Aisacia-Loreaa.
* No terreno, da politia estrangeira a miaha
aileraga pule dirigir-se tanto raaisexclusivaraeuk
para ocoraplemeuio e a coaso!i-l.ii,o da paz caa-
cluida cora a Franja, qae as relaces da Allema-
nhi om 'odas os governos estrangeiras sao pacili-
cas e teem o cucha di urna benevolencia reci-
proca.
* Os raeus esforgas caalinnaro a ter par ara
fortilicar a conanga legitima de que o novo ra
perio aliemo qoer ser um rio asylo de paz.
Nesta dirtega ncum^ae-me a trela particular
menta importante, -mas ao mesmo lempa agrada-
val de manter cam os visinhos imtnediatoida Al-
lemauha, com os soberanos d.s p.derasos inrpe
ros, qae cora ella confira desJe.0 Bltico at o
lago do Caastauca, relaries amigaveis de tal oaiu-
reza, qae a sua solidez c'.-.ejr ao abriga de t ida a
especie de dnvJa at na opioiia publica.
O pensaaaeata das entrevistas que tiva este es-
lio cora j manarchis lasses imperios, farli'.aod i
a can'iari}a universal n'a r faluro pacico da Ea
ropa, sera utii reatisaclo de ara tai fu'.uro. Ele
peasamento particu!3r:n:-i'.e agradare! ao mea
corceo.
O imperio allexo e o esulo imperial aailro-
hnagaro, pela sua situaco geographica o pelo sen
deseavolvimento histrico, sao to imparrosamenle
chamados a manter reac5ea de boa viziohinga,
que a desapparica da iodo o vestigio de antigs
antagonismos dar todo o povo germnico uraa
sincera sa'isfagao.
Semelhante satisfscao ser experimentada pala
grande maioria da nacao, sm presenta do desen
volvimento ecllectivo do imperio allema. ?rova o
o cordeal acolhirnenio que recebi na qaalidada d?
representante do imperio, em todas os pontos da
nossa grande patria. Este acolhiraenta enebeu-
me de alegra ; Blas, em primeiro lugar, peneiroa-
rae de reeonbeeiaento para cara Deus pelas ^ua^
beaca', que espero nao m6 filiar) no faluro
afira de secandar os no^os commons e leaes es-
forgas
O pirlaaaanio friera!, loga que se consiituo, oc-
copau-se cam as conjeia^ijes ou tratados frauco-
alleraes, approvando-os sem discut los, depois
que o Sr. de Uismark uslificou-cs com a consoli-
dig) d> sitaigo da Franga e era :-.a garantas
qae ela olTerecia Allemanba.
Eatretanto o conseibo federal regeilra por una
ni nidada o projecto de lei que aatbargava subsi-
dios ios eputados, dep s de ouvir o Sr. de Bis-
mark, que foi manifestamente adverso lal medi-
da.
Na Baviera por esse lempo foi adiado o respec-
tivo parlamento, sera praso ceno, como meio de
eviur-ns conflictos a que alli den lugar o antago-
nismo reflgioso, abnndo-so eatretanto as ass*ra-
blas lo:aes dos outros esta Jos confederados sob
a nfloencii das idis uniouislas temperadas coro
as ideas religiosas que tado ameagavara e om toda
a parta peneiravaro.
O parlamento allemao, porm, prosegondo nos
seas trabalbos, entrn no exame do orgameolo ge-
ral Jo imperio, tnvinda o midistro presidente da
chancellara, o Sr. Delbrurk, que, em noraa doga-
vero imperial, recromendou a sua adopeo.
O Sr. Delbrack, psssando em revista capitalo
por capitulo desse orgamento, deteve-se longa-
menle no conceroente ao projecto de formaeo de
ura theseuro imperial allemo, que, constitnido
por urna parte da indeamisaco franceza, servs-
sa para qnaesqoer eventualidades militares1.
Esta idea, posto qae velna, visto corooijdesde
longos aonos possaia a Prassia urna tal iostltui-
catx, acbou^no psrlarnento bastantes oposicionis-
tas, que, basasndo-se dos principios da sciencia
e:onomica e floanceira e as altas razoes da po-
ltica e da militanca, fizeram sobreshir as razoei
pelas qua- s sa opanham urna medida, qae ti-
nha por a tornar improluetiva una grande
somma que poda ser melhur aproveitada sendo
enpregada em atenaar o males causados pela
guerra.
O n.-raislro das fmancas e algans depurados res-
ponderam demonstrando as conveniencias e van-
tagens de tai inslitnigo ; e o projecto, depois de
am longo dbate, foi approvado, fleapdo assim de-
terminada a formaeo do thesoaro miliur do im-
perio.
Depois deste projecto, o. parlamento oceupou-
se cam os diversos captulos do orcanento, qne
fof approvando saccessivamente, oavindo acerca
do* da f tierra e marinha o respectivo ministro,
qae dtendea a organisigao da armada, e acerca
o de extraageiros o Sr. de Bismark, qae deca*
ron qne o ecabaixador da Allemanha na Italia
acompanbaria o rei Vctor Emmannel, quaado es
la transferisse saa residencia para Rama,' recu-
sando entretanto d;?r qual o procedimento do
governo com referencia conservado de am en-
viado jnato ac> Santo Padre.
Tondo siJo apresentada por algans depatado*
orna proposta determininlo qm fo -se inserida na
constitnitjo federal nn arliga tornando obngalo-
rio i todos os estados confederados a existencia
de ama consitnigo peculiar e de tra asiera-
bla representativa, occopoa e o pirlamenlo da
l'itperio onm a discassd deesa-. pr aposta de in-
rjiiuv oarlnm^mar. nirdaan o g'vernn :erca
Je tai assumpto a ruis sirtcta passividaJe.
O debate fai longo e renhido, *\ apezar da opo-
sigo de algans nombro*, foi spprovada a propos-
ta, qae nao foi lei desde logo pelo faci de anda
sabr ella ter do \otar o conselho federal, cuja vota
tudo annun;iava seria contrario essa reforma,
que tria alterar profundamente a erzanisago do
Meckierabargo.
Todos os estajos da Allemanha pesauem mais
ou menos orna constitnigao liberal, tal coowde-
lerminava o pacto fe te ral de 181. Sraeate o
Mecklemburgouunca lera outra. qne a que loe deu
o grao duque Rodolrjho, ha cinio seculos.
Ao .paso que lulo se modiflcoa e iranformou
em tome de s, o Mecklembargo conservou sua
fronteiras antigs, suas institaices vetustas, e saa
dy.-ia-iii, .-irado ainaa baje oque era autes da
existencia da Prussia, e mando o Huiaver, o Sa-
xe, a.Baviera e o Wurlemberg apenas se acha-
vam no estado embrionario.
O sficklembarga representa nos lempos ac-
luaes uns restas da idale m .! a, conservados in-
tactos uo meio du tactas trausformagoas e tem-
pestades politicas, que mudaram a face da Eu,
ropa.
Esta ultima fortaleza do feudalismo, norm, foi
alguna, tanto abalida pela formaeo do Zofioerrin,
cuja mvaso entretanto ella oppcz tenaz resis-
tencia.
CornT creaga i da canfederaga'a do norte e pos-
teriormente com a fuudago do imperio al emo,
o Micklembarg achou-se no estado maii ana.Da-
lo que se pJa magiuar. o niecklembr.rguease era eleilor, e nassa quaii-
daJe eile poJia tici|isar, por mela de sous dele-
gadas, todos u actos do give.ni central, crear
impasios o cooperar para a legislacao da Allema-
niia ; no Meckleraburgo, porra. elle na la era,
na traln voto uo capitulo, e lulo se fatia sera
elle, post-i que sempre sui custa.
E n virio Je da coastituicao federal, o me k ern
bargaensa gosava de liberdada inda trial, do di-
reili de posuir iinuovis; no seu proprio paiz
uorra, elle se acliava privado virtidlruente d'es-
ses iireilos pelas cinlcSispariiculans da propria
dade e da irtjstria.
Na Meckamhurgo o pavo na exista: afli nao
havia sena? senhores e srvos, o) exisliam seno
proprietarioi e rrUjein-s. E*.> pe^aeni paiz era
pjis urna pequea China, imrautavel e rebelde a
toda a sirte de progresso*.
Por causa Jelie prnjipainiin'e qae o parla-
mento tomoa a Iniciativa de inserir ua constiiui-
gao federal a obrigagaa de terem l idos os estado.-
confederadoj intiiuigoos parlaoMntara*.
\i ia vista dessa att.tude, o soberano e a cla.se
privilegiada do Meckiernbu'go, procuraram des-
de loga attenaar os elidios da medida can-Pucia
ni1, e para esse Qra coavocaram u na reunio de
eomoiissar'os das distnclos, com o (lu da asen-
lar na? medidas que convinha ta.nar, pireceu-Jj
evidente que o governo :eatral do imperio pro:u-
rava ac^nsdhar o goveroa do pequeo estado na
sentido de sati.-fazer os votos da populaga dos
outros estados.
Depais desse projcla,o pirhraento adoptau urna
propasta e-sien leudo a c onoetencia fedpral at a
orgiaisagao julic.ari sa: a confecgo de cdigos
para a Aileiraanha inieira, e, sempre praseguiudo
era seus trabalbas, ociopou : cora urna le ex-
tingainlo o sallo dos joroaes.
O conselho feieral por sea lado tambera na
dscangau Depois de varias projectas sera matar
importancia, approvou as ieis validas pelo (iaiV-
ment relativas as garantas de LberJade da lai-
preasa, e oceupoa se depois com a re arma mone-
taria, de quo igualmente se oceuparam os Jornaes,
quasi tolos corabatenda como inconpleta e irra-
cional
A instancias di Biviera ainla se occapou esse
coaselha em estatuir peonas, al Jou* aunoi de
priso, conlra quem, servnio se do *eu carcter
religio.-o, parturnasse a ordem publica cora incoa-
veoieaes diicjssoss acerca d tado. *
Til TPdila foi rmafj.laraent3 nm golpe dado
no partido Cilhaca, bastante importante na Ba
.iu-ra, e facraente deixa perceber qual o estado
desse e de outros estados do imperio norie-alle-
uao, ti le a lula religiosa ledos os dias toma mais
3sasladora3 proporcCjs, estendendo-se e dilatan-
da-se at a alta Silera e al a Prussia oriental,
un le os Paracas, bateados no principio das na-
cionalidades, professado pelo Sr. de Bismark, pro-
curara por tolos os aaeios firmar a sua autonoma
e ind: pendencia.
O conselho federal tambera ;e ceupou cora ura
projecto da lei relativo a Al-acia e Larena,
rnaaJaudo Ihes applicar os ar.igas da coasiituigo
lel-Tal eancernenies ao serviga militar.
Talas es*a3 medidas provam quao nteressalos
s acbam os espiritas era rearganisar os estados
federa.*, urai;aado-os O miis-posaivel por l-is
ileuticas qa deera em resultado aideniifieago
los sc-s e costomes do; seus povo*, eo-tumes e
nsos profaoJamente diversos entre os do sul e os
do norte da nlu do Mrao
A'guraas dcsaas medidas, porm, da urna sulli
ciento idi das aaieagas da que se acha pejadu o
futuro ele confederago imperialista, bastantemen-
te dividida pelas trencas e lulas religiosas, que
sao por ventura aquellas que mais dolorosas cha-
gas co-tumam abrir nos carpos sociae*.
O r-'ichslag on parl^.menlo alie nao encerrou fi
?alraente os seus trabalbas legislativos, mas uo o
fez autes de votar os ornamentos necessari s para
manter o exereito no p de paz actual, durante
tres annos.
Foi isso exactamante o que elle pratieou depois
da gaerra cara a Austria em 18'o6. A;guns depa
lados quizerarn eacurtar o prazo; o governo, po .
rm, oppoz se, dlsendo que esse lempa a Franga
lera acabado do pagar a contribuigo de guerra,
e quo era misler estar preveaiJo para una des-
forra era que os Francezes pensara cara ins s-
tencia.
Fosse esse o motivo cu fo'se o re^ia que ios
pirara A'lemanba os iarraidaveis arraameutos da
Bassia, o que fado qua o g averno do irapera-
d r Gailberraa se ach prevenido cora os recursos
inJispeasaveis para manter o grande exereito do
imperio durante tres annos, sem reces de qual
quer nuvem tempestuosa- qne assoma eos liori-
sontes de sua potiea externa.
Ao passo que o reichstag encerrava os saus ira-
Ralbas, sbriam-se a< dietas particulares dos varios
estados confderados, seguinlo o exemplo as da
Prussia e da Saxonia, discrranlo nesta o rei loo
e naqnella o imperador. Guilherma, na quilidale
de rei da Prussia:
Em ambos os discursos dos soberano* fuerana-
se alinsoes s transfoMnagd>s da Alien anda, con-
gratulando-se ambos pelas viclorias das armas
confederadas e pronunciando se pela mima un.o
dos poros de um o ouiro lado do Meno.
O ni da Prussia annunciau aos depuiados da
dieta um orgamento red azi Jo a suppresso de al-
gans imuslos e a dirninuigo de oulros, maihara
nos ordenados dos profesores e instituidores
publicas, aiguns |ubsidios a dar aos esUbelec-
menios de instruego, a suppresso do ihesouro
da gaerra prussiana e o derramamenlo do seu
cooi- udo na industria n no commarcio, a conso-
lidago da divida de quatro e Meio "por cenlo e o
pagamento integral da de 5 por cento, medidas to-
das reclamadas desde longos annos.
O rei da Saxonia por sea lado promelteu die-
ta respetiva urna le orgnica sibre o eosioo pu-
blico, urna nova oigaoisago administrativa, funda
da aos principios de telf gocernement, uuai melho-
ra nes venermentos dos faccionarios subalter-
nos, e urna revisara no systema dos impostes.
Como estas as mais dietas do imperio tra'avam
de malnorar as coadigoes de sua vida propria, e
por esse roeio iam demonstrando a pro.-peridade
de seus negocios.
Entretanto anda licito per ama interrgaco ao
faluro dos pavos allemes terrivelmente trabalhados
pelas ideas de cobquista, e duvidar que o imperio
dos il ihensolerns seja mais dnradouro do qae o
dos Haasbnrg*.
Para a Allemanha o anos de 1871 fai da nm al-
cance naroenso Poder-se-ba assegurar qae o que,
esrncga Ihe seja idntico ?
S a Bossia podar responder pergonta, por-
qae t ella por ora lem naoifeslado apprebeusds
costra o enorme desenvolvimeoto da Allemanha,
arreceianJo-se das suas ambigoes, sem davida in-
citadas pelas victorias ganbas langarem para as
provincias allerra* da Prussia olUos enternecidos
e cobicosos.
(Con"aar-M ao. i
REVISTA DIABLA.
SUBSriTlTigO POS JUIZES de direito DA
COMARCA DO RBCIFU-Foi bonlem publicada a
seguinte portara :
Palacio da presidencia da Peraatcbuco eos 3
de jsneiro do 187t.
< O presidente da provincia, asando da aiiribui-
cao eonf-rida pelo arl. i* da reir menla qraae bM-"
xnn coi o decMu a. i 8'i <\' 2jd-' avvei>la'de
1371, resol ra declarar a rdea da sb iluici
dos juizes de direito d camare i do Reat pela-
firma seguinte :
A sob-titaicao da i* vira ci' el ser ea r la-
gar Ma pelo juiz de direiio da I' tara, era i* pe-
lo juiz da direito da pmveJ T.a a ap"llas re-
siduos, era 3 pelo do* feiias i i ttieal, era t-
pelo aa orphos, e em 5* pelo do eonam>T<-/>.
. A a i' vara aval ser ffla am I* higir pelo
em 3* pvi...
em 4# pek
de orpiaot.
I re-uos er;.
fazenda, sm I*
da 3* va-a, em
te orph.i'-.
(esta em I* logar
eu pelo dt t
', em l* pelo i.
ara.
suhstt ida em I* lo|sr
1* pelo da provedi ra (U
da 1* vara, em pelo do comrjenva,
di provedoria de espellas e ri
dos ferias da fiieola, e em a*
A da provedoria de capilla
feita em lagar pelo dos feiioi
pelo da Ia vara eivel, ero & p "
l* pelo lo commercio e em 5*
i A-dos feitos da f i/.enda sen
peto da proveoria de eapjla*,
vara cive, em 3* pelo de orah.i
commercio e em 5* pelo da !
A do orphos ter
pelo d i cammercio, em
espellas e resiluos, em 3' peld" dos ftito a fa-
zenda, em 4o pelo da I* vara civel e em a> p**:
da i' vara.
A do commercio ser feiti em t* logar ptio
de oriihos. en 2* pilo dos feii n da f./erada, tn
3" pelo da 1 vara, em V p-l di prov-ijona oV
capea* e residaot, ten 9*1 elo da vara.
Joao Jus ie Oveira Junqutin
ESTit \D V DE FEltRO DJ C .XAtiA'.--m ;
Dnbcacio d* offl:io que o rm ecxivn engatii tro
i-' a I d e-rata ao adiuini'irad nj I. oromciw do-
factos ocejrridos no lia I* to corrate aesea u
frrea, tm>s satisfeito o d.v* a qaeni :
ponas :
i Recifi, de janiro de l87f.-IUm.Ex-D Sr
IImiera 1 dente biv.ito asata estrada Je forro, nu pna-ru-
la] s da estago da eogenho Do as lrm- e qae
consista na fractura d- um io* eixo< de um c.-r
Je 1*clase em dseaio-:aiMiiii do u.iia .U-
plata-forwas de ontf de ciaste.
i E tagij em que fircu'avam os ui-o* taita'
' Pelas uf.rm^cies que ti ve, ni paiaflMB an-
da hantem o* apriies da comaanliu evitar not
i* pansgeires sobreaamc*tsnn os carro tu-
trena que \ur esie faeto traanlurai c-m as .if
respeenvas lolagdss t-xcedida*.
Nao obslaate asta deptoravel abuso, (> rs-.u-
tou lo accidente a que cima me refli.i ie:
passsgfi ...- f-nd i os dedos de nma das mi > .
* Entretanto devo pedir a ltemelo da V. fc*
para o i erigo eoDinente qae corra a vida loa paa
sag-iros na e-trada de ferro da Itecife a Caaaag.-
o >3 das d grande afluencia, ansaa o de hoiAcm
H >r cau*a- qu pasto xpor V. Exe ,e qo* um-
rm indo envidar para remover. Essas rausa*
tizem respeito qnr i con.p>nhia, qor ao pal aas
a O i Hit.i j companbia pratai prineipinr.ea>
la deB:iencta da seu ire.n ndame para Lz-r
Lrfng.a u e.-lrada, qua c msiJeravel e aug.aee-
lado lodos os dias.
c Cam o numero de micliinas qne tem a eoM
a farga destis, nao pode a empresa aproximar
mais as horas de partida dos seus irens, oen> aag-
mentar o numera de carros desles, sobrelni
na linha de Caxaaga, onde j seu fraeo roa'er
deteriora -sesrnsivelmenle com a subida de Api-
pucos.
Os aclaaes carros, da enpreza sao de frat.
consiracgipara saopon ra fannilavelcarga qrj
recebera nos das famihados ou de fslas no arre-
blde*. Pr roai j que fosse atada o egidado dos
agentes da companlua ser-ih^-bia iroposivfl ras-
poader pela seguranca de carros sem! ian*e t
que circnlam qaasi aeessaritemnte. O saastr-
se di com as loeainntivas. que mal teem a ateto
absalularnenls preciso para que suas pe;as poasara
funecon^r.
i O pe soal subalterno da cnmpaahi poor
apto c acredito que at negligente. Ainda QJfieai
ieu-se o encontr de don tren* na estagal de
Manguinao por negligencia do encarn-gado da
igalha do desvio, que fez falso signal de qae ao
aerto ir;m j hava panado, e dexon segnir f'Btr:
iae foi enconirar-se cora aquel e que anda niabi
distancia. Na vespera nm Iren ea qne tn
achava fii abalroar eam um machina que b
estigaa do Recite tomava agua, por des:aido ti-
bara daum empr'gato, do que resultan aa a-
sencar^ithamento. Tudo iso compromeite seria-
mente seguranga do transito.
* Por ouiro lado os passageiros no siteac*
as aimoosiagoas do? agentes da emprea : ae-
umalam-ie nos trens,-sem atten^rem ao f*"tJ
immiaenle que correm. Tod.* s esf>rco fio ba!-
dalos para naa los descer de ura irem d.' k>ls?v
excedida.
Este faca, nant 'empre pode ser reaiafliaati
toma medida extrema de impedir a partida a
irens assim carregad s, porqce falta material para.
i c^nipanhia .'azsr partir imatedialaateM depraik
oulros trens.
Nestas conligoes conven qae V. Exc. por ou
'ladoexifada empresa que faga aogT-ectar a sen
.nat-riai'rodante, .in de faier mulfipiicar o* tB
que repare, e ac-ie convenientemente os sena
ros, que so qaa-i imman!-' o.'em;--.-,""
pessoal sobaltcrno mais inlellignte e i
autro, que aux;iie rnesmi erepreza nos las
graale concurso da pa;sageiro3 cora os mero nt-
sessarios para qa;- s, jsrn resp*ilao* us seo regt
lamentos.
a Sem taes ra-.Jid*, e enm a- p-nporr ^
eaJa dia-toma o moviawtto di strad d- frro
itecife Caxaag, nao me al mirrr qn t> "h'
de lamentar grandes desastres, a p-la miuht parte
uo passo por esies respander desde qae em lera--
ap iO"o as causa-, e inici o rasadlo.
Estimarla que V. Rxs. nnnJasse dar ptAHrt-
d.ida a este meuufDrio.
Dinscuarde V. Bxc-IIU*. Exra. Sr
seih oro J .a J.s la Oltveira Jaoqooira, dign
presidente da pro.'incii.SI <> >el B't:r cedo, engenheiro seal.
Hoje da principio a gerencia d'essa liaba
novo sy'tjma de b:ihates, como j fura sanea-
ciada.
A refi.ri la gerencia concede d ora em Jiao:^
nos Sr*. assignanles a faculJaJe de viajare tam-
bera ua i nha do Arraial at oa le corresponder
passagera ao bilhete de assignaiura. As* ir. c.'a>
(leixaraj de ser vendidos os buhles na* e-stae.2*
( excepcao da da ra do S I), que passarao a
s-lo no; re-p;cavos irens; osaolfasb!
-eraa trocados :odos os d as por outros da nava
estampa, e e-tes tmenle as t.-x:as-ltira., do *; *
d. s 2 h aras da tarde,
LZfilllO DA YERDADE. Por portara o*
presideo'ia da provincia, de 29 de deierobro, Ir
lomeado Jayme Eos Guin-s da Silva, presiJeava-
da sociedad beaetl:eiie Luzeiro da Yerdtide.
FESTIVTDADE.RELUiTOSA.Domingo {7} fes-
teja t irraanlade do Sacramento da fregnena d
a fgalos, o senorago, com todo o e*p>>DJt>r. co-
eapando a tribuna sagrada ao Evangelio o itna.
Morara da Gama e ao T-D?*ia o Rvm. Pr. Jsk
de Sania Tberera. A orchestra, fh a directa
pr. fessor Jos Miguel, execaur a missa da Fur--
A mesa da rmanJade pde aos moradori da
fregueiia para illnminarem as freate9 dw sna
casas.
D1.NHEIH0.-A praga da Pernambaco r sob a respoasr.bilidade das diversas eompachK
de vapor1*, no anno de 1871, a quantia de.....
8 823.iC'.it870 rs. e txpedio pelo mesmo roe a c*
8,832:6oG330. sendo para os seguinte* d-
tinos:
Earopa
H o de Janeiro
Baraja ,
Aracaj
Pnelo
Macei
Parahyba
Natal
Mi cao
Mossor
Fortaleza
Aracaty
Maranbo
Para
U:3nOjOOO
3,135:934*7*0
83i:7t>i|800
70.no*onc-
8:736*130
1,7:790JK5W
672.00043.0
57:OSOSIO
13.ra08#.820
lo:377*>70
862:018*110
24:784*370
2.-.i:77*l30
391:869*000
DESC0NT03.Regnlaram-se to aono ds
pela tabella seguinte : de 10 a 12 'A ao aaao eaa>
Janeiro, fevereiro, margo e abril. de9alOra>
raaio, de i a 10 em julbo, de 7 a 10 gn agosto, c*
8 a 10 em setembro e outubro, de 8 a it sa na*
vembro, e de 9 1/2 a 12 em dezembro.
ALFA.NDEGA.EU npsrlicio arrecadan a*,-
aano civil de 1871 a quanna de 9 l4:6J2*rt(U
sendo
Janeiro
Fevereiro
Margo
Abril
Maio
Jaiba
Julbo
ARoata
SeiHibro
86j079*7>
764 787*530
I95:4t'6*480
655:144*410
7l7 204*r*0
I8;fl
i'Ji-.iH
751.1
i9:3( 2*730

-


f.
m m
a
m-




T
i
*
I
i>iario de Petnambac Quinta feir 4-de Janeiro i J8'
5T
l
9\3:479i*.0
I,l:308i0i0
BlMril
" IJM*ro 978:9190410
CAMBIOS. -Dorante o auno de 1871 (izerana.se
; uosaccSaa camblaes no vator le 0,313:000 jf,
o presos se^uiaies :
SvVt) utdr^ dfl 23 3/8 a 24d. par IJOOO do
'BftXde jaavM. da.23 3/8 a 24 1/2 ean ferereiro,
4*2* i/4 a. 23en rairgo, de 21 /S a 2o em
of#. *e *k 7/8 a 95 I/i em m lo, de 24 l/i a
W em^aaho, de i2 I/i a 21 em |tfb\ de 23
p* 93 em muslo, d9 24 8/8 a 25 em setembro,
t 1/t.a 24 7/8 fm ontubre, de 21 1/8 a 25 3/8
owwbro, e ds 24 a 23 l/i em dezembro.
*bM Piri-de 389 a 385 ris \pr f amo no
inte le atril, da 382 a 392 eic maio e raubo, d;
C a 420 e* jolho, de 393 a 405 em agosto, de
S a 392 em terebro, de 385 a 333 em outu-
re, de 373 a 330 era nevembro, e de 370 a 373
am detemtoro.
SabreHirabargo-a 7oo ris par Maro Banco
em jioerro, 730 a 710 em agosto, a 733 emj
noemoro.
fhdjro Portugal- de 122 a 130 por cent) m ja
apiro, de 120 a t!2 em fcveroiro, de 115 a 120
ma-Q>, do 115 a 12o.em abril, de 110 120
em roa i o, de 118 a 123 ere junii >. de 125 a 140
w itlho, d) 118 a 130 em Bg**to, de 116 a l0
mr estambro, oatubro o novembro, e de 112 a 114
sin dez-mbro.
CIDADE DE OLINDA.-Sabb'ido (6) ser cel-
brala a festa de Nossa Senhora do Bom Suecesso,
oraado ao Evineelhj o Hvm. Antonio de Mello e
AiLui*uecque. A' uouio ser .|uenuaJ i uiu varia-
do figo dear iicKf.
FACCLDAD!'". DE DlilEITO.A in*cnpcSo para
o #xame) de seieoelas. cornetja a 19 e termina a
J! Jo correte insa.
LOTERA. A...jne se acha v na a 220'
beneficio da matriz de Sariohaem, a qual corre
LEILAO. lf ?" dftii o ag?nte Mirtina o le-
rio de um txcelleate piano e mais movis, perleo-
cantas ao Dr. P alie Cnares, na eva de sua re
ideaeia ra da A orara n. 21, as 10 hjrw.
CASA DE BETE.NCAO-Moviroento do dia 2 de
Janeiro de 1872:
Existan. (presos) 242, eulrarara G, saliiram 2,
exist* 3M. '
A saber :
Naeioaato* 34.S, naiiiherus 7, estrangeiras 41, es-
critos JJ, e'scravas 7.
AreenCiJ o- a Mista do cofres pnbllcos 316.
anmenlo d enfermara, do dia 4 de j tueiro
dp IW2:
Tiveram ata :
Joto Mam el Feraandes
timesioCini de Mell#.
Thnmat :aicante. de A bajuerque.
.r -Cietano (serav-) sentenciado.
HOSPITAL REDRO II.O movimento des es-
' '.abeleciraenio *d*e JSa3lde dezembro de 1871
talle 27J existejites, enlraram 36, sahiram 31,
'alia;eram 6, exictem 272, seudo 166 borneas e 106
molheres.
Advertencia.
Foram visitadas as enfermaras estes uias as
"7, 6 1/2, \ft, 1/2, 6, 6, pelo Dr. Hamos, as
& 8, 7 1/2, 7, 7 l/i. 7. pelo Dr. Malarias.
Fallecidos.
Alexnirina Hara do Espirito Santo; hydro
pesia.
3.qnm de Sant'Anna ; inlerite chrbnica.
Jo Q lirino de Souza ; ertccphMiif.
Jirsnd. tpl da C mceigao ; tumor .cance-
roso.
Caeana Maria da mceic"io ; myciite.
Jos dos Sanios; Tubrculos pulmonares.
^,">ASSAGEfHftS.-Vmdo: de Mimanga?pe, no
vapor Mqp lo/ifc :
Nicoraede 51. Freir, Antonio Lci'. do llego
Lona. J'Sfi Joaqaim Gimes, Mmael I. da Sirva
ATanj1, Nicol", Salvador Alhaaasio, Antonio Da-
To, Kaymundo X vrton.
ENGLISII BANK OF 1110
LIMITED.
CapiHl do B.nco em f0:000
aeces de 6 20 cada uma
Capital rcalisado.........
:Fundo de reserva........
DE JANEIRO
1.010.000
500.000
120 305
ALV.NflO OA CVIXA FILIAL EM l'EHNAMBCO, EM
31 DE DK7.EMB1U) DE 1871.
Activo.
Letras decjntada<............. 1,260:393350
Baorstimos e comas caucin >das I0:7fl7ll0
Letras a recti;r............... 4S:7362IO
Garantias e valores depositados... 403:8913S0
91 ibilia etc. do banco........... 15:363*980
Divergs cuntas.......T........ 500:363#00i
Caixa......................... 1,106:677 080
Rs. 3,355:4-45*610
Passieo.
"Vmtascorremos im-
ples............s
Deposito n i>raso lix>
com aviso e por
letras...........
918:613*120
1,395:696*980
Letras pazar.................
Ttulos em eaneo e deposito
Oiersas creUs................
2,344:313*700
I0:314#050
403:891*380
596 873*280
Rs. .3,353:113*610
S. E. A O.
PernambuC'i, 3 de janeiio de 1871.
J. B. Bloxham, maniger.
L Hendeisul, accontant.
NOVO BANCO DE PERNAMBUCO.
1ALANCKTK DO NOVO BANCO DB PERNAMBUCO EM LIQUI-
DAQAO, EM 30 DE DFZEMBRO DE 1871.
Activo.
tetras protestadas........ 137:5244470
Despezas jeraes......... 11:5115356
Caixa.Pelos seguintes valores :
Kin ouro aiU'h.'diido. 601*630
Cm notas do thesouro
eda Caixa -Filial do
27:280*000
160*9iO
Banco do Brasil
Cm.prata e cobre.
28:103*570
Ris.
177:141*3J6
Pa. Capital. .x.........
Emissao............
Fundo de reserva........
tfassas fallidas a cargo do Raneo .
Dividendos...........
Lucros- e peulas.........
Ris. .
DRMONSTIlAge DA BMISSAO
13 Batas do valor de 200*000
de
< de
66:816*000
7:350*000
101:444*490
638*787
400*400
491*719
177:141*396
90ditas
tS ditas
100*000
0*000
1:600*000
2:000*000
730*000
Ris. .
fi. E. e O.
7:330*000
fUBUCACOES A PEDIDO.
**trail:i de ferro 4 lleclfe a
fiada e Beberlbe.
rs. redactores.Na qualidads de superinten-
dente di careoanhia de tillaos urbanos do Recife
a OKada e Baberlb1, e core referencia a pergan-
ta de lguns accionistas na Jornal 4o Recife'n.
191 e outro, cumpre-me faz;r patentes ao publi-
co, e principalmente aos Sra. acci nistas, as clr
rati-tancias qae tem dado motivo a Bao poder eu
at hoje i justar minhas cootas com a directora.
Djs d'wamMrto* abaxo porilteado, ver o pu-
blico qaem tem dad > causa a essa demora, alias
prejudicial a mim eacompaqMa.
Desses doenmeBlos tamban s<> \il que o ajuite
de minha conta s depende da conta correte ge-
ni sxtraWta era ordm, ent resumo das eontai
ptreiMs, aljamas das qaaes timare ain la oio Ble
roram gtrfguej.
Tenoo p-dHR por diversas vezes ess eonlas
fiot forma fia demonstrem qml o veriadelro sal-
do a favor ou contra mi-n.
Mas al k j-: na> f>i attendilo P-e meu pe-
dido.
Ta-nbem ; epenle fl'jprefcMiticao de algans
eos reettd, que sin la nio me foram. aprsenla-
dos para poder pjrelles Utsr minaa coufereocla.
Lg) que a directora preenchs estas duai con-
ditSjs indisfnsaveis poderei conferir as tontas, e
estando erta, duviia OBormma obstar'a que se
jaro jr'U e. -saldadaJ M smo dia pela minba
jarte.
Pe!o> fesnmo n i, vario tasabem os Srs. accio
istaa que com a feitura da doas estradas, poote,
esta^-ii's, fcourbas e pona o *asa*l de offlcoas es-
tacSes e trem rondante, gastei desde p-incipio
rda ernprna al 31 de agosto da 671, data em
que wbu da eorrr a nisa cargo a raceita e
lespea da comparta, a qnaotia de 131:637*074,-
endo que de (a quantia im\ euo prejuio de___
1:227*15), sto como as crtnta approvidas pela
directora sotimam 80 13i)l9.
Nao admira qne hffnvessem algumas pequeas |
I ll.-rsnfias, aueodando sa as Amplicaciiis de ira-
barbo, que pesa varo s hra mim, tendo a peu car-
go, a parte leehnica, adrnfBaiirativ, conruccao e.
irsr-go ; e atiendenlo-se a que n5o se me dava
lempo para examinar oo:u deicansa todas ss f<-
Ihas; accreseendo que, qoando mo pdiam expli
oagoes sobre alturas desdas pequeas duvilas
era depois de dous a quatre tnexes, qu4plo. j nao
me era pmivel ter lembranci de circurastaocus
que deveria explicar.
Davo nmda dizer que re;o'.D ao cifra da com-
paobia quanlia excedente a P50:OO0*0O0 (cento e
sosenla contos di! rei-) de renoYniento da liaba du-
rante minba adminisiraca) de superiniendenle,
itto al 31 de :g sto do crrente anno.
Ponilo, s>ndo o capital da cimpanhia de....
300:000* o rendimento da linha al 31 da asosto
1e 160:000*. o rendimento di linha da setembro
conforme o relatorlo de 11:070*580, prefaz tudo
isto a quaotia de 874:071*980.
Dediuidos os 30:000* do cusi do privilegio da
empreza ; e os 180:130*219, rtttos pela snperio
tendencia na fsttura das liabas, etc., etc., at 31
de agosto do corrente nno ; resta a qnaiitla de
463:610*761, que e raiis um dehito qa a companhia de 60:000* prefaz o23;640*78l, qne
foram despendidos e que nao pastanm por mi
nhas m3 >s, o que a respailo de sua applieacV ne
nbuma respnsahilidide meto:a.
Reoife, 30 de dezembro de 1871.. .
A. de A)reu Porto.
Resumo do qn; se despenden pela superintenden-
cia com a faitnra das linaa, e diversas outras
obras, desde o comeco d-u iraLalhot di empre-
za em jlnh'i da 1839 al 31 da agosto de 1871,
Sue ficaraai desligados, da mesma superinten-
encla, sendo :
Trabalhadores, feituras da* e Irada,
BS&aTac&dS, aterro*, embauca Ato-
tos, lastro da liuhi at a) paleo do
Carnio, bombas, ponte, estatuas,
oBcicas, carpina*. pintura ,"va-
goes de primeira eterceira ciasses 138.663*193
Madeiras, ferrag-ns materiae.% :a-
vallo-, objecios le cmsumo, azei'f,
esmulas para fes tas, descargas de
earv-r r machn ............. 13:927*683
Empregados do trafgo e estajo?s,
enjenheirc?, esludos grapbicos,
gratitlcacos-...................
27:06*196
181:657*071
DicuraentoD. 2.
lllm..Sr r4>|aso recebido o oBiio de V. 8,
datado de 15 do coTeoto, noticiando-le o hislorko
do .ajaste de coalas entre a ex direcioru e a ex-
superintendencia ; filiando, porm, nesse histri-
co dizer-se que o motivo essencial de -> nao ter
verificado ene ajnsle logo nos cias 25 e 27 do
mez finio, nosquaes ma apreseniei nesse escrip-
torio, fra a falla de apresentarito de meus reci-
bos, qoe se dizia lerem sido perdidos- ns?se eicrip-
tono, e que se iam pn curar, e beta a>sim o te-
rem apparecido emendas em outros. tudo islo em
nao pequeo valur
Fui eolio que exigi as iniulias coatas corremos,
legalmente assignalas.'e nao simples noias, como
se pralicsva nesse escriptorio, visto cimj simples
notas nao teora valor slgnm.
Dapendia, pois, esseneialraente -^ ajuste de con
tas da apreseiitacio d'esses do;a*eatos, que cao
appareciam, estilido outrosemenr'o;.
O appareciraonio da taes decamenu s anda nao
me foi cuminunica-io ; e para essa" txarae e veri-
liaago htvia encarregado como ain la e-lencar-
regado, o Sr. Domiogos Bruno, senda paranlo4n-
teirameute dsnecossaria a miuQa propria presen-
ci, coa,o fiz c-iDbecer em ineus uQl^ios d* 4, II e
11 do crreme.
Sa ha roparo, seganlo se diz a oflkio a que
respondo, em quamias ohjeclid*s pela commissa i
de exame, eqoa ra)ntam ua sorama de 137*300,
sobre a- quaes j pe.iesclareciojenlos, que aguar-
do, por ioierne^io do muitijllustre Sr. Dr. Ger-
vasio Rodrigues Campallo ; como Do deverei eu
fazer reparo na falta de documealo que e ti)
formando o mea dtbiid, em valor do a'g ms contos
de ris til... *
E' completamenta errneo o jaii qtn Qzaram
sobre autorisajo por mi n dado ao liim. S-. J>ao
Joaquim AI ves para liquidar as miolus cootas com
a companhia. Cora este illustre cavalbeiro tive ape
as conversacao particular, ni qual Iha demons-
tre o grande desejo que tnha da tiu lar esse ajus.
le de coutas anda que eu fosse !eaio em alguma
qaantia.
Nunca peli abatiraento algum, nem erivel
que o fizesse, porque, anda nao se pudendo co
nhecer pela< contas o saldo exacto pro ou comra,
eu me consilero creador e ni) devedor em quanto
nao foram apresentados os documentos.
Nao dei, torno a dizer, aolonsaeao alguma a
eise illustre seubor ; e se elle a naba, porque
razo noconcloio o ajusfe ?
Anda nao recebi ss comas correntes, em devida
forma, dos bilhetes, assignatura*, expressos, e car
ga, j pedidas por mi ;i em u*R:io de 11, em o
qual ja disse qne notas nao .-fio contas correles
em forma legal, especialmente por par'e da direc
tona, que tem ou qeve ter, o esoripiorio na forma
mais regular.
Nao sou eu que prole lo o ajuste de contas ; ,
sim, a ex-directora, que seinpra teva esse aso,
nao bavendo uo decurso de 28 metas ajustado con-,
tas; demorando 3 a 1 mezes as miabas coplas
mensaes, e impossibilitaudo-me d'esia forma de
poder esclarecer as duvidas que se dizia appare-
cerem.
Se os documentos qae formara o mea debito
e crdito esto em devida of lem, fcil qua o mei
procurador, que pan esse m est por mira com-
petentemente autorizado, os examine e conflra ;
Meando V. S. cario de que se o saldo tr contra
mim, ser immediatamenie pago, cemo mais de
ama vez teabo declarado.
Diz V. S. ser de arm rigoroso dever ir a esse
escriptorio ajustar i Jas contas, quando lado-
me apresentado nos dias 25 e 27 do mez findo,
nada encontrei em dsvida forma para tal a-
jaste.
Tenho a dizer sobre isto qne tanto dirailo lem
essa directora de ordenar-me que v pessoalraen
te ajustar e-sas comas, como tenho eu de exigir
que venham ou maniera a esta saa casa ajus-
ta-las.
Rigoroso dev3r era da ex-directoria ter ajustado
as comas measaes; e nao englbalas para, de-
curridos vinte e oiio mezes, ordenar-roB como a
ura famalo, qae fosse ah ajasiar comas no dia 23
do mez oroximo oassado ; bavendo se-me enva
do em ufBcio de 9 do correte copia do exame da
commissAo sobre as contas do mez de juino, data-
do de 21 de novembro, exame aiis em qae se re-
futaran) aciclemeule iuaoias diminutas, sem se
me dar lenpo para destruir arguicoss ioaxac-
tas.
A verdade que, apresentando rae eu nos dias
25 e 27, nao estavara minhss contas correales par-
ciaes e geral extrahidas em devida e regular f >r~
ma, com 03 respectivos documentos, dos quaes
uns nao appareciam e oatros estavara eraraaoda-
de*.
Isto qie nao so faltar ao rigoroso dever,
como tambera irregular e inacrelitavel. '
Nao falta va *u ao rigoroso dever, quando em
todos os relatorios sinestraes em quanto fui supe-
riatendente, a directora pateoleava aos senhores
accionistas o zlo e ordem, cota que ei desempe-
nbava aqaelle encargo.
Bastante aitencao tenho usado para sem a i'lus-
tnssiraa drreciona, poi> nao tenho obrigscao de ir
a esse escriptorio ajustar contas.
Essa direetoria e qne tem obrlgaco de mnda-
las extrabir todas era boa regra e devidamente do-
cumentadas, e d-venviar-m'as para serera por mim
cuidadosamnte exaininadas.
Dasejarei concluir estes ajustes em boa harmo-
na ; mas tamb=m nao as lean no (Oro judicial,
onde a verdile se far bara patente
ApreveHaado a opeortunidale, renov os pro-
testo) da estima e coostderaci) a pesst de
Deas gnarde a V. S.
Recife, 19 de dezBtnbro de 1871. Illm. Sr. Jos
P. dos 9ntos Porto.Sr. digno primeiro secreta-
rio da companhia dos trhhis urbanos 4b Recife a
Olinda e Fel>eribe.
Andr de Abrtu Porto
par fflStv lempo catuio^fi a jazer sepultado
debalJO f ypelad* da, secretaria do gover-
ao, (e qa ja i'') M devorado pelos an-
iropopuag 9 Jlp'). o e:crpto de de-
naocia, eBderes'do presidencia, pelo Dr/j
eut(|oe Cajwrai airtfwo do uspifal; es-
cnpto era que:eaM seabi7r denuncia aquella
auiondad9 o oraae de turki pralicadj -
caadalosamenld ao tbesouro nacional pelo
ilmtinm desertor do regiment tfomcipal
da cidade dj porto (Portogal) Jd3o J s
S /sona.
NUuraltBente este medico, desconfiando
di singular.rapidez com qoe aquello flio-
trn desertor S >lsona uestes dois ltimos ao-
nos e_idttfl 1871 enrisra, a pomo di
^recentemenle ser poiSuiJor de viole e
tantas propriedades de casas, qbo ste
tal Sojorra de ebioeilos veltios, ca^s rota o
jaq'eia arremendada a esla cidade cb^g^u
em 86H,.leadosabido da cadt crime di
Paraliyba, aoode foi hospedado algn; me-
zd pelo booito orime de furto solwe uma
loja de fazendas; ^etha fu9 per*picacia so-
bre rjm tal ratoneiro, e exsmiaando as con-
tas da seo recaitaario com o Cofre nacio-
oal, l v, entre outros factos criminosos, o
escandaloso fofto do citido flmtim desertor
vender nac3o, como forn cedor do ho$:
pital,quaitas de extrae!) de carne i_eu qnan-
til de ijjUK/O. quaotia que a importancia
dd ama libra do mesm1) extracto ; o-quise
coafirm pela capteidade dos vazos forne-
e; Jos, e que se ..cbam depo-itados na (lie
souratid, para sorvirem de pro va a todo o
lecapo.
Seis mezes j sao decorridos qua a de-
nuncia em qiiisiu foi apreseutada presi-
dencia, sera que at hoja ten'aa havido reac-
tivos contra > tslupido narctico da escan*
dalos proleccao em favor d um tal crimi-
noso !!..... Premio defrabda^So do the-
Avi tamenlo e infamia a
Edwdfd Pelluw Wilso, Edmond S?ks
ilett Edward Pellew Wdson Jan'or, Xle-
under Pellew WiUoo, Alfred Edwin Yar
row, Dyid Caeper Scott, e llenry Harten
ll^tt, sqjb as firmas r)e
Wilson, 1141 A Baha.
H 'tt, Wilson & G Rio ie Janeiro.
Wilsot & HettP.rnaabuco.
S-.O'-t, Yarrow 1 D.Coper S/ott--Londres, e
W-isoo, Hett, Yarrow C,Liverpool
foi diss:lvidi, por muido coB-entimento,
."mo desdo l de drembro de 1871, e
q?t3u activo epcsMvo das ditas firmas sarao
por tiO?ta das pessoa rootinuiodo o neg-
ci) nos Jugares cima ftoi.
Pedindo qoe se dig.ie tomar nota das
raspeciivas crcolares aqoi Juntas.
De Vine, ltenlos venerad res e criados.
(Assigosdo) fi-.-P, Wdson.
E. S. rjelt.
E. P, Wilsou J inior.
A.J>. Wtlsoo.
A. E. Yarrow.
D. Cooper S:ott.
H. II eil.
i

nOMMERCIU.
NORTHERN.
Capital. . . ." 30,000:000*000
undo de reserva . 8,000:000#000
Aeenv.,
Uiik Lathan C.
stgunis
contra
ion o nacional!
virtndell/
H assim V3i esh impudente raton?i o im-
pvidamente permanecen lo s porgas de seta
bodega boticaio.'ia; affrontando audaciosa-
mente a lei I menoscabando tnicamente a
utoridade / aviliaEdo a sociedade / coa-
proffletiendo a rntelligencia dos mdicos,
b) f dos empregados das thesourarias,
peri.aodo a vida dos cidadosincautos, com
envenenadas tisanas..fabricadas em seu ii
mundoBazar, coja abertura cora o titul"
de botica, |.\Je consegotr, cxtorqaindo por
aitimantiasuma Iiceiga omin^terio de l8lii
n 1865 Quanto n3a ganharia a Franca
se este t?l Solsona fosse aivorado boticario
oieriitj prassiano?!
" Alerta! Srs. empregados da fazeada na-
cional q ib o publico j cmica a vociferar
indigmd i coutra os furtos do tal Solsona,
indigilando, entre outros fados, aquetle do
vinie e quatro bichas bambnrgaezas qie
esta sujeito em queslo, por pedido de em
pfegados do bospiUl. fornecau, por conta
da fazenda geral, riara as riymorrboidas de
iju^ra qaer que foi, sem que hoavesse a
detida prescnpi.'ao, nem se quer previo co-
nbecimenlu do facultativo meirregulo do
hospital militar! E- procedimenlo um
ercndalo inauiilo. que reclama a atteng-lo
da auloridade stiperi >r l......
Alerta I 9\ tr. Antones I sua intelligen-
cia, honra e dignidade precisara de descon
liada aciivi.lade da parte da V. S., para se^
por a salvo das cl?das, que tal individuo
capaz de Ihe armar com o fimde o od-
prometter.
A vida cri rain isa transada e presente
esle desertor Solsona de tal uature/.a,
que se foi a em pici.a um pouco mais re-
mota, j sua cabeg leria de ha maito sido
precitada do cadafalso !
Sobre muiti cousa ha a tratar com rela-
co ao ta; Solsona que, em furtos e actos
reprovados, tm sido pro ligo; p>rm a fal-
ta de lempo me fr^a a concluir; aguar-
dando todo o miis historiado criminoso des
:e iudmduo, para lempo opportuno e para
a fo.m.i deabocia que tem de subir pre-
senta %ie S. Exc. o Sr. ministro do im-
perio, o qual, tomando todo na devida con-
siderado, nao deixar da mandar cassar a
licenca em virtnde da qual se acha este su
gailo, em questSo, com umimrRuo-tj bizar
intitulado botica ; comprometiendo assim a
intelligencia dos mdicos, bi fe dos embre-
gados da fazenda nacional ; e envenenando
os infeli-es mtalos, que, nao tendo ainda
pleno conbecimenlo de sua m f, as gar-
ras Ihe vo cahir, compran o a morte em
sua bjdea boliojoria III......
-s.: Au retoir.
Natal, i de dezembro de 187,1.
Arscni Celestino Pfmenlel.

ALFANDEGA
v^endimeat do da 2 .
dem do dia 3 .
Rio Grande do Norte
Pedimos ao Exm. Sr.J)r. Dalphino, pre-
sidente desia pruvi'oct1 que, por amor
sua brilbante reputado o3o connota o/e
Ao commercio
Circulares
57 GRACECHURCH STREET
Londres, i." de Janeiro de 1872.
Senbores.
Com referencia ao aviso incljso da disso-
luc3o de sociedade, temos a bonra de Jbe
participar nue o negocio qne at aqui gi-
tava sob as extractas firmas de Wils ra,
Hett C. na Baha, Hett, Wilson d C. no
Rio de Janeiro, Wdsons de Hett em Pernam-
buco, e D. Cooper Scott em Londres, tem
sido tomado, por mutuo arranjo, com todo
o,actvo e passivo, pelos abaixo assignaoos,
que coaimuarao o negocio nestes portos
sod as seguintes firma*, de
Wilson A C.Babia.
E. P. VVilson & G. Rio de Janeiro.
Wilson, Rowe A CParnambuco.
Wilson, Sons < CLondres.
De Vmc. alientos veneradores e criados
(Assignado) E. P. Vf^tn.
E. P. Wilson Jnior,
t James P. Wilson.
Referencia O Unio Bank of.London.
Liverpool, I.0" de Janeiro de 1872.
Senbor.
Com referencia ao aviso incluso de disse-
luco de sociedade, teos a honra de Ihe
participar que o negocio qua at aqui gira-
va sob as eximias firmas de Scott Yarr.aw,
4 C. em Montevideo, e Wilson, Hatt, Yar-
row & C. em Liverpool, tem sido, por
mutuo arranjo, temado pelos abaixo assig
nados, que liquidaran as contas das ditas
firmas.
O negocio conihuari, d'ora em dian e,
sob as firmas de
Yarrow Hett & C Montevideo, e
Hett; Yarrow 4 C Liverpool.
Da Vrac, ltenlos veneradores e criados,
(Assigoad*.) A. E. Yarrow.
H. H. Hett.
F. J. Yarrow'.
Referencia. O Bank of Liverpool.
Londres,'4 de iaaeiro da 1872.
Senbor. ,
Temos a boara. de Iba participar que a
aoeiedada Uitimamento sub>istiada ajxra
IMPERIAL
Companhia de
foj/o.
AG6TES
S. P. fOHNSTOti & C\
si ua da *caz;Ua-nov:i u. 4t.
THE ALLIANGE BR1T1SH 4 FRE1GN.
Lile and Fire Assaraoue Company osubelecid
m 1-Si. Capital o,000,00
Os aeenles desta companhia tomam seg'iro"
:ontra rege sobre predios, gneros e faiendas r
jagam sqni prejutos devidamente privados.
tUbe Sehmettaa A C
Orpo Santo n. 15. \
__
Seguros CMlra-fogu
COMPANHIA
SEGURO CONTRA FOGO
The Liverpool A Lon-oo dt G!ob
Insoranc Coinpaoy.
Agentes :
Saurides Urolhers 4 C.
41orpo Sanioti.
pai;a do HECiFa 3 de Janeiro.
DB 1871.
3 1/2 HORAS DA TABDa.
Colacoes officiaes.
Algodo-de son 39i rs. por kilo, hontero.
Dito-de dita6tt rs. por kilu, h>je.
iigodao da Farahybi surte 617 rs. por kilo
posto a tordo S frele de 1 d. e 5 0|,
uooiem.
Dilo=le dita dita 633 r-\ por kilo posto a bordo a
frele de 1 1|8 e o 0|(), nontem.
Gimbi-/ sobre a Solas. DO at v 370 rs o (naco
f. i. Pinto,
Pelo residente
Dabourcq,
Pelo feeretariu.
Babia-9 dias,nalacbo iogl->; lWAw' neladas, capfti) Cook, fequipJJera ^. em !a;lro >
a J)llnslonPater & C.
Liverpool-50 dias, barca ingleza Joi,:! -Vmo
de ol tonelada.*, capito J. Darke, eq^W*
13, carga carva; a Jobalon Pater & ii"
Arasaiv-19 dia, biate brsrJeiro Noca Esperan
ca, da 71 toneladas, capillo Alexandrioo ii. C. e
Silva, eqoioagem 7, carga aljodo e ouiros ge
eros ; a Barlnoloineolioureneo.
Observando.
Nao, hoave sabida*.
Su?penderara do lamarao para & Itibia a ture-'
ueca Si/gnui, eapiao Petersen, con a mesma
cara qae troaxe de Hall.
Jdmi, id-!m, brigae norte-allemaa JohnJulnis,
japito Me yar, com a mesma carga que trouxe de
WesterviL.
dem, i lem, brigae ingle: Joshun & Ifflr, cap-
|ao vea I, com a mesrrfi carga nue troaxa de
Trieste,
dem para a Parabyba lugar inlez Aspasln, ca.-
pil3o William, com o mesno lastro, que trouxe do
Itio de Janeiro.
IJ.'m para os portos do sal patacho hespaohol
Pelayo, capitSo Garriga, com a mesma carga qu
trcuxe de Barcelona.
mz, celebrad-l-ppr Joaqnim Pinlo d Migalhe^
Antonio MendeS te-Sou/o Matlia-l-o e Jo-e Ao-.o..
Soares de Azarado, ste aoe' onimanditarij e
aquelles solidario' da li.m.i Mjgihs Meodes &
C, flcaado a cargo diqjcliet lolo o activo pis-
-iv) social, tendo re:eoido u omm.'.iidiiar) o eii
"tal e lacru-; na importaieia 43 S:of'tl730, 40- .
do port
ago e satisfeito.
30 de novembro ^"I:n% Pr (. acomb Bynaoni
Francisco de As Pm.Ja,ei v,-nn?. -^n -:-
EDITAES.
0. Dr. Seb-istio do Reg Barros de Lacer-
da.'jcii de direito especial do commer-
cio dSla cidade do Recife d Per-
nambuco por S. M. a quein Deus guar-
de etc.
Faco saber aos que o presente edita!
virem e dfe nulioia liverem qoe no dia
primeiro de margo do anuo vindouro de
mil oito centos setenla c dous, ao raeio dia
na sala das audiencias, ter lugar a reaniin
dos credores da rmssa fallida de Marlins d
Laopafdo, aura de serem cumpridas as dis-
posicOei dos artigos 84 c >eguintes do
cod.go otnroercial, sendo qoe nenlum cn-
dnr ser admilttido por procurad, r te f.-te
nio tivvr poderes esp^ciaes para o acto,
nem a procur.Qo peder ser dala a ptssoa
que s-ja devedora ai>s fdllidosj nem um
mesmo procurador representar, por dous
diversos credores, e chso aprsentela os
referidos fallidos projeclo de concordata,
serao considerados como adhereates a mes-
ma os votos daqnelles que nao comprece
rtra na couformidade do artigo primeiro do
decrelo a. 4,388 de 48 de agosto de 18oi.
E para qne ebegoe ao connecimenio de
todos mandei passar o presente qoe ser
pob.icado pela npr. osa e affixad-j nos lu-
gares do costume.
Dado e passade nesta cidade do Recife
de Pernamboco, l de dezembro de 1871.
Eu Manoel Maria Rodrigues doNasciraen-
to. eterivo o subscrevi.
Sebastin do Roo Barros de Lacerda.
O inspi-elor ua All.-g.t |t puijiic Ljue
(loa tran>f Tido para ssxta-feira 5 do oirenteo
lerli das iO caixa.* com vid'os da marea BO an
nuociado para ti 'je e que por falla e licltante
deixou de ser elTeciuad-a.
Allaudi'ga de Pernamboco, 3 de jineiro de I87
Emili) Xavier lobreira Je Mellp.
a rizao sc-
Bonanui
9
importan*-'
sfca 1**1
sim extinea i firma qae >.j,v'4 *oh
tul d'BMaoaia G, cargo di *."
a?liv) e passiv> poctal, e pago
lacros o socio Fernandcs Vanos na
do -aOO.
E oa de 27 do mesmo m'z .a ontrai) de i )ie
dade i|ue em 28 de outabro do auno prximo fia-
do e na villa di Hsrbilhu, provincia do T.
celebrara) Antonia Porcina de Si Ba reta arn-
pal e Manoel de S Harr.to Sampaio, t>d* Hi
residentes sendo o ohjscu social o eo iRW'Cio de
CilUVi. i
;ro A C,
M-iiioer de
I traeeid.i
i dade por
nimo.uJ i
a auno.
t deja.
fazenda.*, miudeza* t ludo o man qoe
sob a lirma de Anlonio Manoel le Sai:
da qual s ple asar o socio An
Sampaio, com o capital de 58:&W*itJ
por tolos os amoriados ; durando a to
lempo indeiermiuad), porm jamrri
antes de liada o mea de fevnreiro de c
Secretaria do tribunal do comiuercid
neiro de I87J.
Serviodo de oiutial-majl-r,
O olllcial hnocencio Aotuues de 7. forres.
Pela !he;ourari.i prattedal -e
i|iio no oa 3 do cot-nnlo por diaole so1
ordenadus dos empregados pr.iviaci.e
mez de dezemiro prximo lido.
Societaria da ih-^ouraria provincial d
bue i do Jauwro de 1872.
O iflkiA
Vffu^l AIToi-ii F
f. f pnblic.i
pagun <
eneido ao
>Pe7oam-
rrnra.
I
31869*5
li.:iS.ji;i:i
81:15x1839
nuriiRenii da alfaudega
/oiumes entrados
coui fa/.eudas
com gneros
Volume*
cabidos com
com
azenas
gneros
383
SOI
Si
372
886
Do.-carregam hj* 4 de jneiro de 1872.
Escuna ingieraHeuitinalamba, 3HB
Sirca inglezaRhiiippina -varios gneros.
Barca inglezaZennia dem.
Pt.cho ingler- Electiarcercadorias.
Patacho ing exJane Wheatjn -fariaba.
m
Desj.acKot de exportaco no da 30 !?
dezembro.
Para oa portos do exterior.
.Nj patch" hespanhol Elena, para o Hio di
Prata, carregarara : P.-reira Girneiro A C. 4 pi
pa* com 19,200 litros de cachaa.
NO navio norte ailemo Etyhen, para Ham
burgo, carregaram : Keller & G. 972 saccas com
37,572 kilos de a'gilj i.
Na galera Dvllandeza Jeda, para o Canal,
carregaram : Rabe Scbacaetua 4 C. 832 saccas
com 38,601 kilos de algodo.
No vapor ioglez Ariel, para Liverpool, car-
/egaram : Robert Lithebune A G. 22 saccas com
1,651 Kilos de algodo.
No vapor ioglez Atoe, para Liverpool, car-
regarm"T Itiloro Bastos A-G. 200 saccas com
17,258 kilos de algodo.
Na barca ingleza Glenfwbrk, para*Liverpool,
carregaram : -Johoston Pater A C. 300 saccas com
26946 kilos de a'gido '. Anioaio Gorrela de Vas
.jusellos 18 ditas com 1,462 ditifs de ano.
No brigus ingez Wirfli of lite Teign, para
Liverpool, carregaram : Milla Laiho & C. 41
saccas com 3.780 kilos de aleodo.
-- Na barca portuguesa ^Firmeza, para Lisbo),
carregaram : E. K. (tabello & C. 6i saccas cora
3,710 kdos dea'gido; Sna Junqaeira & C. 12
sa:coscom 336 kilos de gomma.
fa barca portugueza Claudia para o Porto
carregaram : Gunlia irmos & G. 28 barrica) e
400 saceos cora 7,027 kilos de aasnear branco.
Na barca Ingleza Dmro, para o Canal, car-
regaram : Johnsioa Pater le G. 4,200 saceos com
293000 kilos de assucar mascavado.
Na escaoa ingleza blmch, para o Canal, cir-
regaram : SaunJers Broiers A G. 2,880 sacos
coa 216,00) k los de assucar mascavado.
Na barea ingleza Fleing Gtond, para o Ca-
nal, carregaram : Rabe Schamettau & C. 1,390
saceos rom 103.730 kilos de sssuear mascivado.
No palarh i ingUz Marina, para Liverpool,
carregaram : Patn & G. 1,400 rceos com 103,i 01
kilos de assa*ar mas:avaao.
No brigue norte -al lemo Palme, para o Hio
di Prata,carreaaram : Pereira Girneiro A C. 500
barricas com 7002i kilos de a-sucar branco.
No hngua.MCoaal Feliz Americano, para e
fiio da Prita, carrefpu: F. Itibeiro Pinio Gai-
nares 400 barritas coa 46,111 "i'oi de assucar
branco.
taraos portos do interior.
Na b.ife<;i S. Jas Vioi-mte, fem a villa da
Peoh*. etrregou : Beato F. Guimares 2 barricas
com (2! kilos de assucar brinco.
RECEBEUORIA. DE RENDAS INTERNAS
-GERAES US PERNAMBUCO.
aeadimeoto do dia S 1:607*760
Ideado dia 3....... 911*410
2:5194170
CONSULADO PHUVINOAL.
Kendimento do dia 2 10:160*077
[deffl dn dia 3..... 8.B9I*9M
W>VIMfcNT6 00 PBRTO.
Navios entrados no da .?.
Bab'a-9 dias, lagar r-glez metta IVilsm, de 208
tf-neudas, eapRio. John Watsoo, eqooBf em 9,
em lastro ; a witsoa A Hett
Faculilade de direito
De ordem do Bxrn. .Sr. visconde dire.*tor, faco
publico que a inscripeo para os exame.* de scieu-
cias no prximo mez de fevereiro se abrir u-j dia
10 do oriente e cooliuuaia ar o da 22.
O que se preteoder iDscrever dever faie-tu na
secretaria des'a f icnldade por meio de requer-
ment ao Exm. Sr. director com declan.yao da
materia em que se lem de isacrever, e alistado
do director d i collegio cu proXessor quo o houver
ensinado, certificando a sua hahiiiaco : a letra c
as ignatora do requeriraento devem ter da pro-
pno punho lo examinando ; ludo d.^ ci-uf.irraidade
com os artigas e 2* das n^lrucro-s que haixa-
rara como decreto n. 4430 de 30'de oulubro de
1869.
Secretaria d;i facaldaJc de direito do Recife 2
de jaueiro de 1871.
Jos Hmario B. de Menezes,
Secretario.
A cmara municipal de.^ti cidade, tendo
di levar aeffeito a coostruegao de seu mer-
cado publico, convida as pe sois qae se
quizerem encarregar da mesma coasiruccjlo
a c imparecerem na mesma caraira, no pra-
zo de sessenla dia3 da dita daate, para se
effecluar a arremataglo mediante o orga-
menlo e a planta approvados, qui se acuam
na d.ta cmara, e polen sur examinados
por quem qnizer arrematar a supra dita
obra ; tendo em vista as condiecdjs abaixo
mencinalas.
Paco da cmara munic pal do Recife, 29
d-i novembro de 487!. Ignacio Jaaqitim
de Souza Lzo, pro-presdeme. Lourenco
Bezerra Cmaro da Canfn, secretario.
Clausulas eyeciaes para o contrato relati-
vo a construeco do mercado publico du
cidade do Recife.
Art. 1. A construeco do mercado publi
co da cidade do Recife, se A feita de con-
formidade com a planta eorcamento appro
vado e as i .stmecoes do engenbeiro fiscal
da obra ; pela qaantia de 38o: Art. *. O impreiteiro dar comeco as
obr concluir no de vinte nanas, contados da
assigea ura do contrato, sob pena de uma
mull de 5:000)5000 uo primeiro caso, e de
lOrOOOiJOOO no segondo.
Art. 3. 0 pagamento ser fedo era seis
prestaces iguaes. A primeira quando o
arrematante assignar o cent at", a segunda
qaando morar o conbecimenlo de ter em-
barcado toda a ferragem, a terceira qaando
ti ver feito a terg.a parce das obras, a quarta
quando eniverem exectalos ot dous ter-
cos das ditas obras, a quinta qaando esti-
ver conciuindo todo o edificio, a ssxla seis
mezes depois d-) executadas e concluidas
todas as obras e conservadas.
Art. i. O empreiteiro tara um engenbei
ro encarregado de dirigir as obras em exe-
cofSo.
Art. 5.- O empreiteiro abrigado a fazer
por sua coala e snm direito algum oexces-
so de ferro fundido, balido, ou laminado,
que por ventura baja ate o peso de cinco
tonelada, alera do calculado noorgameni'.
Art 6 O contratante esas sochs s
os iiver nao poderO em lempo algum alle-
gar of ras e daranos, nem usar de encam-
pacoes algumas,
todos os casos
Art. 7. O contratante prestar nina Qan
Ca de 80:000,5003 para o pagamento das
prestacoes qae tiver de recebr.
O iu-ptc.or di airaidrga Ijz pub.luo que
leilo das cesias de vime aiibuociad.i pa a toja ti-
ca iran?fridn pita seauJ. f.-ira, 8 di correnta.
Ceooi.- de meio dia.
Alfaud-jga de Pernamlmo, 3 le i neiro d*
1S72.
Emilio XiVtr Si'breira de !,'!-.
Juizo (k orph;;0i
Pcl i juizo de orphos, cartono du escrlvai inte
rio Guimarss, recebeni-e prap^sfaa *b carias
fecbaCas para a renda das ewravus I>i Ijdiina e
Anoa : 03 pretende..! s diiijaoi se a > tn amo ear
lorio, ra da- Crutei o. 34 a informan i-se.
SARTA GASA DA MISKI OOTt D
A liim, junta adnuuisira'iva ua Saoi
Mi.-ericordia do Brj'il-, iiiaud) fazer pt ilico qu-
ua sala de .-ua" MtrV, n-> dia 4 d-p m>z
zemhro pela* 3 h.:a* da lar !e, tiro de
le y '.
ser ari< -
1
BEClARAC-fltS.
Tribunal do commercio.
Pela secretaria do meretissimo tribunal do eoai-
mercio de Pernamboco se faz pab|ico upe foram
admittidos a registro jos termos estabelecd^s pelo
decreto n. 4394 os HRstralos e contratos qae se
sfgusiu :
Em data de 26 de dezembro alUmo, o di-trato
Jne em l2doruesma mu celebraran) Donnuno-
naqu.m Ferreira Cruz. Jnaqnim BiptisU Nuaj*1
ra e Joaquim Ferreira Valeote sob a lirma Cru/,
Nogueira A oa vittude de se ter murado delta
o socio. Joauijni Baptista Nogoeira pago e satis
feita de sea eapiiat e ineros, coaiinuaado porm
a mcarna firnu no san gyro oommercial e. sella
figurando ooiBinalotrute o aobredito Nog'jrtra.
Na mesma data o qae o tora, em 7 -io- rnMOio
Datadvt a quen mais vaoiagtas i lere er, pe!
lempo de um a tres aonos, a< rendas d. s predio*
em seguida declarad.'-.
ESTABELECIlNTOS DR GAiUD.^E.
lina d j P*ar* Pl, naai.
Ga
lina larga d Segundo andar do obrado n. 24 A. 308*Ol>'
lua do Prdre PlorisoK.
dem n. 47......... l80*Cfi
dem idem n. 17.......|20*Ot<>
lina da Gloria.
Gasa terrean."61......IMMOO
iPATIMOiMO DOS OPIIAOS.
I'.ua de S. Jorge (filar).
Idea n. 108........20*00"
Ueta n. 98.........205* ioo
Os pretendenles deverao apre*entar n) acto 1
).rrematacao as soaa bancas, ou oobbj neeran
compwhados dos respectivos Badora.
Secretaria da Sania Casa de Misericurd a do' Ha
.ifa, 29dedez-mbro de 187I.
O esenvn,
P.itro Rodrtgtm de SouA.
Conselho de compras de
rin'iii.
O cooselbo promove no du de janeijo proXi-
mjvmdooro, viata de proposias rece idas ata
as II horas da molr-, a compra .-ib ii coadi-
i.o> do estylo, d--s objccios do maierial la arma-
di segaiotes :
6 barril de alcatra i, 4 bsrras de ac
popoca de 2 p)legadas de iargo e 4|H a
400 arroelas de cobre de 3,8, 4(8. Bf9
arrooasda almagre, 30 meidas de jzbi
xe, 4 arrobas de agua-rar, 8 du?ns de|
sorlidas para piular, 8 ditas d* ditas
caiar, 100 Covados de baelilOa para m
baodeiras nacionaes de 6 paono 10
hrim, 50 baldes ferrado?, 6 var&M de
3|8, 4|8e i>,8, 10 brabas de rorrenle d
grossara, 20 caoinh- d- la:i.- de n-. J9
arrobas de er, 10 trroBaa da eolia da
croques de ferro, 2 pec>> de cabo de
polegadas, 2 ditas de dio dr 4 l|2 oitas
de dito de 3 li2 dita.-, 6 di las de dito de
ditas de dito do 2 d tas, 10 taditroaes d^
gadas 10 ditos de 6 dlia<, 10 dios de
lenc-.es de cobre de 8 0U c-m 2 ps d
1|2 de comprimemo. 6 arrobas de esto] a da ter
ra, 20 fecbadinas de broca sorlidas. .'
lio de vela, 18 varoes do Ierro ingle; d
o,8. 6,8, 7|S n S|S, 'M ditos da dito .qu
58 de grossara, 4 ditos d; tilo de 2 1|4 p dlegadas
de gro-sura, 6 dnos de dito em barra gadas de largo e 3|4 Je gr. nnt, 6 ditj d- dito
de 2 3,4 polrgidis d! Ia-g> e 3,4 de gr ivnra, 6
ditos de dito de i l|Si)ulcadas de largo 14 de
grdssura,6 ditos de duo de 2 1,4 pjli-gada: J; Uigo
e 3,1 de gro-sura, 6 ditos de dito de 2 | olegada
de largo e 3,4 <'e grossura. *6 ditos de Uo de 3
polegadas de iargo i. -'i,S de gro.-.-ui.a 6 dito-
de dito de 2 l|2 polegadas de iargo e 5| de gros-
sura, 6 ditos de dito de 2 3|4 polegadas de largo
e 5|8 de grossora.ii ditos de aiio de 2 l|4 < I-galas
da largo e o{8 ae gro-sura C dilo- de IiIj de 2
1,2 polegadas de Urg e 4|8 de grossnra, 6 ditos
de dito de 1 l|4 p legada de largo e 3|8 e |ros-
sbra, 6leBQ-ooi de duo dilo de 1,4 de grossur,.
com 80 polegadas de comprimealo e 30 e larga-
ra, 6 ditos de dilo dilo de l|8 de gr, s-'ir rom 8i
polegadas de comprimentj e 30 de lar ur.a, 12
ditos de dito dilo'de 1|4 de grossura, 3 p
i de lar-
go e 6 de comprimenio, 10 duzias ce lio..,- Si.r-
ant rna-
de le n-
tidas, seudo 1 duza de linus oaureas 24
de vista, 4 libras de boba cru*, 10 pee*
larga, 10 ditas de dita e.-lreiu, 10 mi.it es de >
polegadas, 10 dilos de 8 ditas, 40 arroba:
100 arrobas de olea de liutiac?, 12 pina s peque
nos para tragar, 6 ditos de penu, 10 paie.-ca-.
1,000 paos dequtri. 50i>raios de f/iha, 100 oae?
de (ecro, 20 libras de >ecanle de ziuco, i ario!..-
descame fezer de ouro, 5 arrobas de mI>> eoi
pi. 6 dozias de taboas de assoalho de t io cirga.
4 dazi-.s de taboas de cedro de I polega a, ItiC'i
libras ce tinta branca de zinco, 60 lata de lita
verde ingleza, 20 I a t. s de dita prela, t peca* i?
tapete, 30 travs de 35 palmos de couip io.eni
8 polegadas de face, 3,000 lijlos de fo| n, 2,1 ditos de ladrilbo, t torno de 6 polegadas i ara ota
ca las e 60 arrobas de zarcao.
Sala da* sessoes do conseibo de corapr s de ma
rtnha de Pernambuco 23 de dezerrb+o d 1871
O secretario,
Alexandre Rodrigues dos Ako*
K8 JKK
Gasa d
ma-
ii ros..ura.
os, Mi
de IM.I-
brochas
dita para
i ucho. 2
tecas de
obre |e
4|8 de
a 80, id
abu, 20
Ii ho de
6 dlla-
|l dita.-, i
12 poi-^
I dilas. 3
Ikrgo e 3
r.bis de
3,8, 41*.
Irad dc-
de ocre.
CORREIO GERiL
, para o qoe renuncum a ^Reluci dos objectos rciislra-
furtuitos. dog exU(atet oa adanli istr;
S do crrelo deja ca, ara aa pessoas i halvt
declaradlas :
Andr Avebno l'. reir da Silva; Almei. a Borg
A C, Amaral Moreira ct G, Augu-to T ixeira o>
Aaeveuo, Anum o Ferretea Lima, tz.-ilu Aa>
Caroeiro Cosme Ce S Per?ir, Durval de Meu-.-
fs Fraga, Fimino Thectont-i da G. Francisco Caroeiro Mooteiro, Gustavo 01 rmpn o
Miranda Fontoara, fcabel Maria da R cha, J>ai)>
Machado, Malhrwa.s Braga. Junas de Soo a T Mo
reir, Joaqn na Maria d Coaceicio Avis Joa )ut
na Maria Pinto* Jaaquim oV Oli\eira Mu Jnior.
Jos Fraociseo C>lba, Jos Joaquim ta Soau.
Jos Muta Cesar do Amaral. Joe Mk s Vi*ira.
Jos Naftoo da-Silva. J. s Te,x*ira Me Jes. J..
uarball choa C.vajeante, loao Bapii- a liibe-r-
Corte V-al, Joaa Feroaodes Vuaa. M>i inl Fraa-
cisco, tuBoel Franchn de Barro R* t-o. Pedro
Fner lirando (2), Tneodora Joaquina d^ SjUza
Braga.
AdminisUscao do correi da Perciajl ac i da
Janeiro da t87t
O aecarr|4.do do rgisdo,
A. Goawi da Sdva I ataos.
1
L
1


r*
Diario d Pruambuo Quinta eira 4 i Jan *ro Je 18.2
THEATRO
1 AVISOS MARTIMOS.

I
Quinta-feir.v4ejamiro
MaP^Qco espectculo
3.f REPRESENTAgO DO
RE do ir
E
Rainha do ar,
Cem o eoncurso da Companhia Dramtica ob a
direegao do actor Gaerreiro.
Pela primeira vea o Sr. Frederico Airee repre-
sentar o muito aasombroso e brilbante acto ae-
reo, intitulado
A passagem de Hercules
O
I lome ni ms^a
PROGRAMMA
!. PARTE.
A comedia drama em nm acto ornada de msica
Os veteranos da guerra Penin-
sular.
J. PARTE.
O magnifico e perigoso acto intitulado
Passagem de Hercules
ou
loifii'in mosca,
por Frederico Airee, grande acrbata russo.
3." PARTE.
A comedia em 1 acto intitulada
0 TO TORQUATO
4.* PARTE.
Duplo trapesio
eom oo\ms arriscadas sones pelo rei e rainha do
ar, finalisando este lindo trabalbo com a muito
elegante .
Descida da Mercurio
pela Mis! Nellie Forrester.
v 6." PARTE.
A eomedia em 1 ae'.o, intitulada
As pequeas miserias
6.' PARTE.
Concluir este brilbante espeeucolo com o sur-
prebndente acto, inlitudo
AEREVOLANTE
pelo rei do ar.
Os intervallos serao rpidos e o divertimento
vanado. .
O bilheies acham-se a venda no eseriptorio do
theatro. no da do espectculo das 9 horas em
diante.
PREgOS:
Camarotes com 6 entradas 15O0O
Cadeira 2OOO
fieral 13000
Principiara as 8 horas.
COMPAWHLTA
DAS
Messegeries maritimes.
At o da 10 do corrente mez espera-se Eu-
ropa o vapor francez Amazotu, o qual depois da
demora do costumo seguir para Buenos-Ayres.
tocando na Baha, Rio de Janeiro e Montevideo.
Para condic5es, (retes e passagens, trata-se na
agencia, ra Jo Commercio n. 9.
No da 11 do corrente mez espera-se dos por-
tos do sol o vapor francez Gironie, commandante
Somer, o qual depois da demora do costume se-
guir para Brdeos, locando em Dakar (Gore)
Lisboa.
Para cendgSes, frotes e passagens, trata-se na
agencia, ra do Commercio n. 9. ^^____
precisa-se
dante leite
Com urgencia
de urna ama que leona boro e abun-
: tratar ntsta lypograpbia,
CAIXEiRO
com o
administrador, ou em Olioda n'oiio'do Amparo,
casa terrea de cinco portas de Irente.____________
Nos abaixo assignados temos nesta data dis-
solvido a sociedade qae tinhamos na taberna sita
rna Imperial o. Ofe, flcindo a cargo do socio
Amorim o activo e passivo da masma sociedade,
e o socio Fernandos pago dos lucros que Ibes to-
caram. Recife 31 de dezerobro de 1871.
Manoel Martins ie Amorim.
Antonio Ftlippo Fernandas.
Precisa-se de um naixeiro de 14 a 16 icnos,
com a'guraa pratica de venda: tratar na praga
da Sania Crnz n. 1_____________________________
O Sr. ex-contra mestre da msica mi
litar da villa do Cabo, qoeira vir a esta ty-
pograpbia Io andar egocio de seo inte-
resse._________
CARBOCEIRO
0
PAE4
Vai sahir muito breve ,* briguo porlogiuz
Uniao ; para carga e pa^ageiros trata-se com
Soares Primos ra do Vigario n. 17.___________
RIO DE JANEIRO
Para o indicado porto o patacho Cassillias, quera
nelle quizer earregar, dever tratar a ra do Vi-
gario n. 14. eseriptorio de Jos Lopes Daviro.
BRAZILIAN STREET
Railway Company (Limited
AVISO
U'esta data em diante >erao vendidos bilheies
nos tren?, deixando de have-los as esiac5es, salvo
a principal Cu. ra do sol
Os bilhetes aotigos serlo trocados nicamente
no eseriptorio da companhia as ofuemas por bi-j
Ihetes nevo?, e as sextas feiras do raeio dia at
as duas horas, resgalar se ha os bilheies novo?
qne houver em circula (So.
Eseriptorio da companhia, 4 de janeira
de de 1872.
Wliam Rawlinson.
Gerente.
Precisase de um portuguez que seja fiel, para
trabalhar era orna carrosa : tratar nos Coelhos,
defronle do hospital Pedro II n. t_3_____________
Pagase bem a duas escravas,
urna para ser erapregada nica-
mente em engommado, e outra em
eosaboado e algum servico de casa. Na estrada
da Ponte de Ucha, antes da igreja de S. Jos, sitio
n. 2. ^___-
AMAS
Cozinheiro
Precisa-te de nm b<-m coihiheiro,
bem : na estrada do Mmguinho antes
de S. Jos, sitio n. .________
gase
igreja
Para carga
THE&TBO
SANTO OTONIO
1
exhib
nesle thealro os
de
Brevemente serao
sorprehendenle*
PMOR1MAS
das cidades de Lisboa e Porto de 130 metros
comprimen^ ?obre 4 t|2 de altura, cada um.
Pmiura dos distincus scpwgrapbos porteg'te-
jes Procopio e Lambertini, sib a direccao de Rem-
boi* e Cinaiti.
Previne-se ao rcspeitavel publico que cste3 pa-
noramas nada lera de commum cora os.quadros
phctogrpbicos apresenlados nos espectculos d3
Tibora
Sao do-genero totalmente diverso, e ao contra-
rio de-tes iiwreceraro os applansos d) publico, e
imprensa do Rio de Jaaeiro, aonde forano exibi-
dos mai le cem vezes.
Muito breve lera lugar lambem a enrea do dis-
tinta actor ponugu-z
Cirios R"d igues
que de passagem por esta capital pretende dar al-
guna espectculos dramticos.
tATRQ
GIMNASIO DRAMTICO
Sabb tio 6 A's o 3)4 di tarde.
Primeira reoresentacao do excelente e seropre
applsodido drama Os costme* militare?, em 4 ac-
to, original portngnez, intiuao :
Aracaty por Maco
Vai seguir para o dous portos cima o hiate
D. Lmza ; para o resto da carga trata-se na ra
do Vigario n. 26, 1' aniar._____________________
coacpjjraiA
DE
Navegapao Brasileira
Dos portos do sul esperado
at o dia 8 do corrente um dos
vapores da companhia, o qual de-
pois da demorado costume se-
guir para os de norte,
passageiros trata-se na agencia.
Ecommendas de pequeo valor, peso, medida e
larabm dinheiro recebem se ai 1 hora da tarde
d dia de sna sahlda : na agencia, ra do Com-
mercio n. 8.__________________________________
COMPANHIA
DE
Navegapao Brasileira
As encomraeadas vindas porvapores deta com-
panhia, quer do norte, quer do sul, serao de boje
em dianta entregues na agencia da companhia li-
vre de despezas dentro de vinte e quatro horas
depois da chegada do respectivo vapor. Depois
deste termo os volaraes nao reclamados serao de-
paitados no trapiche alfandegaJo-Dantas.
COMPANHIA PERNAMBCANA
DE
iavegs^o costeira por rapor.
Goyanna.
O vapor Paralujba seguir pa
ra o porto cima no dia 6 do
corrente as 9 horas da noute.
Recebe carga, encommendas
passageirose dinheiro a frete at
as horas da urde : ) escriotorio do Forte do
Mattos n. 12. '
Os Srs. assignantes para as seguin S. Jos, Junqoeira, Sant'Aona, Caldeireiro, terao
direito de viajar na linha des Afflictos at as esta-
tes correspondentes nos pregos dos Afflictos, Ta-
marineira, Mangaeira, Casa Amarella.
Eseriptorio da companhia, 4 de jmeiro d
1872.
W. Bawlinson,
Gerente.
Hoje principiar o novo ysteraa de bilhete,
como toi ja annunciado.
Eseriptorio de companhia, 4 de Janeiro de
1872.
W. Rawlinson,
Gerente.'
Alguns moradores da estrada do Arraia;, que
asignaram no requeriment dirigido ao mu dig-
no gerente da companhia de trilhos urbanos do
Recife a Caxang, (aluriam com o mais sagrado
dever, se nao viessem por meio das columnas deste
jornal, manifestar-lbe um voto sincero de gralidao
pola urbanidade e delicadeza com que soube sa-
tisfazer aos desejos dos mesmos, e aproyeitar ao
merao lempo a occasio para pedir a S. S. se dig-
ne fazer com que os trens do mesmo ramal fa$am
uof ponto de parada defronte da ra da Harmona,
por se acbarem muito distantes das moradas dos
mesmos, nao s o ponto da Mangabeira mas tam-
bera o da Casa Amarella, os snpplicantes cornu-
dos na benevolencia e firmeza de carcter, e alta
sabedoria com que sabe S. S. diiigir \>s_ negocios
que estejam debaixo de sua administracao, espe-
ran mais urna vez serem attendidos, e de novo pro-
testara-lhes sens eternos recoohecimenos._______
Casas para alugar.
Alugase a casa terrea cora 3 portas de frente
no largo do Paraizo n. 4.
Urna bOa casa com duas salas, gabinete, cinco
Juartos, cosinha quintal cora porto no arruado
o Porto da Madeira em Beberibe com fundos
para o excellente rio.
ma pequea casa muito fresca e era lugar
agradavel no Caxang entrada do Amboi ao lado
da csa do Sr. Manoel Peregrino, a tratar na ra
de S. Francisco n. 6. __________^^^
COMPANHIA
DOS
TRILHOS URBAKOS
DO
RECIPE A OMHD.%
e Bfeberibe
Previne-se aos Srs. passageiros do Re-
cife e de Olinda que nenbum pode entrar
nos trens ordinarios sem mostrar o sea bi-
lliete na pjrta da sabida da sala de es-
pera.
Recife 28 dezembro de 1871.
O gerente.
G. R. Gampello
COMPANHIA DOS TRILHOS URBANOS DO RECI-
PE A OLINDA E BEBERIBE.
Tendo apparecido ltimamente rauitos bllbete3
falsos da companhia, de trilho3 urbams de Rec fe
a Olinda, os quaes enhnm valor tem, previno aos
Srs. passageiros de que s devetn aceitar bilhetes
desta companhia sendo entregues ptlcs chefes de
estacao ou pelos conductores.
Recife, 30 ds dezembro de 1871.
O gerente,
G. R. Compeli.
\MX
Precisase de urna a >a qae
seja boa eoziabeira e
nha estado em easas
ijue le-
es tran-
geiras : na rna do ComTercio n. 38, annai em
Oferece-se urna mulher para ser m* de
todo servic.0 de um casa, menos cempr ir: na
rna das Nympbas n. 13.
Existe urna cari vinda do Rio de Janeiro
para o Sr. H-rahque Jos de Salles : n
Madre de Dos d. 5. 1* andar.
Precisa-se de um criado llvre ou es :ravo
na photographia da rna do Cabng n. 18,
pelo pateo da Matriz._____________
enerad
Preeisa-se de urna criada hvre ou e crava
na photographia da ra
da pelo pateo da Matriz.
do Cabng o. 18
Os abaixo assignados declaran ao p iMkso e
principalmente ao corpo do contraereia ue d-
solyeram a sociedade que gyrava nesta p ac ib
a firma Joaquina Jos Fernandes & Irmo Atando
o activo e pasMvo ao aoeio Joaqnim Jos Fernan-
des, retirando-se o soeio sen irmo com su capi-
tal e lucros.
Recife 30 de dezembrt) de 1871.
Joaqnim Jos Fernando .
Maaoet Jos Fernande?
D'ora em dianle serao trocidos os bilhetes desta
companhia, por dinheiro, smente as sextas-feiras,
das 12 horas s 2 da larde.
Eseriptorio da companhia, 2 de Janeiro de 1871.
O secretario interino,
Jos Fortunato S. Porto.
Precisa se de urna senhora babiliu da tara
ensinar a lingoa portugueza "e trabalho i > agnlna
em urna casa de familia distante desta e dade al
gumas legoas : quem o pretender dirija i
n. 22 na ra Augusta. _
AVISO
Boa occasia5.
Aos senhores de engenho
Um estrangeiro se offerece aos senhores de en-
genh). nao a para leccionar primeiras letras por-
tuguezas, como para ensinar o francez cora toda a
perfeicao e assumpto francez, pelo grrnde conhe-
cimonto das raaneiras mais facis de aprender-se:
quem de sen prestimo se quizer ntilisar pode dei;
xar carta fechada com endereco Mr. F. M. B.,
ra de Christovo Colombo u. 3, loja, em segui-
mento roa do Jardim.
duda
Precisa-se de urna ama
para casado famila, que sai-
_ ba cozinbar e tenba boa con-
na~rna do Vigario n. 5, 2* andar.______
COMPANHIA PERNAMBCANA
DE
Sawga$do costeira por vapo'
Mamanguape.
O vaper Coruripe, com
mandante Silva, seguir
para o porto cima ni-
dia 12 do corrente as f
horas da tarde.
Recebe carga, encom-
mendas. passageiros e dinheiro a frete al as S
horas da tard do dia de sua sahida : escriptoric
no Forte do Mattos n. 12.
Ioslallacao do novo pao chraez : hoje 4 de ja
neiro s 4" horas da tarde, e contianando todo os
dias as mesmas horas, sendo sen preco de 80 rs.
e 160 rs. cada um : aviso, tendo chegado da Chi-
na para esta capital um novo fabricano do ja mui-
to acreditado pao chinez, j muito conhecido na
Europa e desnecessario elogio algum em quanto
a limpeza e berafeitpria; cheguem freguezes a vis-
ta fazf : a ra des Pires n. 45, nova padaria
Americana.
Roga-se ao Sr. Dr. Maximino Montarroyo
que comprela na rna de Pedro Alfonso,, arma
zem n. 7, a negocio que
ora.
o mesmo senhor nao g
Precisa-se de orna ama que cozinhe e
engomme : na ra nova de Santa Rita
a. 57, serrara. .-____________
AMA
Coircia & C. avisara aos seas nnmersos fre-
guezes e com especialidade ao respeiU' el corpo
do commercio, que mudaram sen estae ecimento
para a ra do Imperador n. 50, amiga rt i do Col-
legio.
entra-
Precisa-ce de um feitor dando provas de sua
conducta : rna do Imperador n. 22._____________
No dia 25 as 11 horas da noute do mez pas
sado, entreu na coxeira de Antonio Pereira dts
Santos a roa da Paz n., dous carneiros ; a quem
for seu dono Ibe ser entregue dando os signaes
certos e pagando as despezas dos mesmos e o aa-
nnncio. O anunciante nao se responsabilisa pela
fuga dos mesmos. -

Aluga-se urna escrava para servico de casa :
na rna do Imperador n. 50.________________t
Aluga se o 2* andar do sobrado sito a ra de
Lomas Valentinas n. 86, com os commedos segura
tes: 2 salas grandes e bastante frescas 3 qnartos
grandes, eoinha fra e ura corredor com porto
para a ra de Hortas : quem pretender dirija se
a praga da Independenia ns. 19 e 21 loja de cha-
peos. _______________________________-
Joao Amistado Camello
Pessoa.
O juiz de direito Caetano Estelita Cavalcante
Pessoa, os majores J s Thomaz Cavalcante Pes-
soa, Delfim Lins Cavalcante Pessoa' e D. Tnereza
de Jess Cavalcante Pessoa, (irmos) e mais (linos
e cunhados do fallecido capilo Joao Anastacio
Camello Pessoa, pungidos dafc-ms acerba dor.
muito agradeeem a todas as pessoas de sua ami-
zado que acompanharam o fallecido ao seu ultime
jazigo no dia 31 do prozimo fiado ; e pelo presen-
te de novo convidara aos mesmos amigos e mais
parentes.e aquellos que por falta involuntaria dei-
xaram de ter scienci, fazerem o obsequio de as-
sistlrem a missa do stimo dia, que ter lugar na
sexta-feira 5 do corrente, as 7 horas da manha,
na capilla do Hospital Portugnez, pelo que se
mostrarn agradecidos.
Mente pi portu^uz
Jos Pedro Cayo de Miranda.
Quartafeira 3 de Janeiro prximo, peas 7 1(2
horas da manha, manda a directora do Mute Pi
Portuguez resar na igreja d ordem te -ceira do
Jos Pe-
or, vida os
Carmo urna missa por alma de sen sock
dro Gayo de Miranda, para cujo acto
senhores associadis a assistirem ao dito icto.
Secretaria do Monte Pi Portuguez en. Pernan
buco 29 de dezembro de 1871.
J. C. Lima,
2* sesreiario.
Aluga-se a casa terrea da rna I iperial n.
230, com commodos para familia : pa ver na
casa junto, e a tratar na prca da Ind pendencia
n. 2.
O collegio de Santa rsula mador se da roa
Formosa para a ra da Imperatriz n. 3 I, casa on-
de esteva o collegio de Santa Anglica. As fen?s
do mesmo collegio fiodara-se no dia 8 i o corrente
e desse dia em diante recebe meninai pendonis-
tas, mtias pencionisias e internas.
A directora,
D, Urcula Alexandrina de Barro?.
LEILOES.
O t nenW-corenel commandante e offlciaes do
corp de polica, profundamente sentidos pelo m
previsto fallecimento do eapilio do mesmo corpo
Jooo Anastacio Camello Pessoa, convidam aos p-
renles e amigos do finado, para na sexta-feira 5
do correBte, no convenio de Nossa Senhora do Car-
mo, irem assistir a urna missa de rquiem, que te
r logar as 9 hor-s da m-tuha. anteci pando sen
recenhcimento a todos aquelles qae prestsrem as
sisiencia a esse acto de caridade e Higiao.
i. i IIIH tHII ilHI'IIPIM llil lilil MI WMI TI
Manoel Coelho Cratra/lnhos e gecro ^gradtcen-
do a todas as pes-oas que Ihes Uzeram o caridoso
obsequio de acompaohar os restos mertaes de sua
prezada esposa, mi e so?ra, D. Maria Mlada A
gusia Picaluga Cintra, ao cemilerio, de novo Ihes
rogam a onvirem urna missa que pelo descanso
eterno da mesma prezada. mauJain c-lt)brar na
matriz da Boa-Vista aa S horas da manha do da
o do corrente.
^mvammwmaamwamwmmms^:^

representado,
1* actor o Sr.

O importante papel de 29 ser
pela primeira vez ne-ta capital, pelo
Thomaz Espmca.
Toma igualmente parte toda a companhia.
O drama sobe scena com todo aparato, cons-
tando de tropa, banda de msica marcial, etc. etc.
No ultimo acto haverao diversas evolocoss mi-
litares, eantando-se, ne?a occasi), o hymno de
S. M. o Sr. D. Pedro V.
de nandosa memoria.
Terminar o espectculo com urna graciosa
Scena cmica
exentada pelo Sr. Penante.
Principiar s o 3m horas ia tarde.
Os bilhetes acham-se desde j no escrip'crio do
th*tro.
N. B. As pessoas que encomraendaram bilhe-
ics. tenham a bonlade 1e roanda-los bascar na
vespera do espectculo.
Domingo 7 do corrente
A's o 3|4 hora3 da urde.
UHima represeniacao do enthosiasticaTente ap-
pliudilo drama em 4 acto?, original portuguez,
intitulado. :
DE
MOVIS
lou^a e vidrov
HOJE.
Sendo" 1 expeliente pianni, 1 mobil.a de faia
eom 12 caderas de guarnigao, 2 ditas de bracos,
2 ditas de balanoo, 2 consoles e jardineira com
pedra, sef, 1 rica secretaria de mogno, 1 icopor-
tante meza da Jacaranda, 1 relogio de parede, 1
estante para livro?, (envidragada) 18 cadi-iras para
sala de jantar, 1 rico quadro e cama francez
de Jacaranda.
Urna grande commoda, 1 lavatorio de mogno, I
rico par de jarros graqde3 de porcelana, I grand*
espelho, 1 mesa elstica de amarello con fita
boas, 1 cadeira de balango americana, 1 meia com-
moda de amarello, 4 quadros grandes, 1 sof de
amarellii, i transparentes, 1 veneziana, 1 lava lo-
rio cora espelho 1 cama para menino, 1 appare-
Iho o* electro prata muito fino, louca de jantar,
dita de almcgo, copos, clices, garrafa?, facas moi-
to finas, trem de cosinha e outros raui'os objectos
de uso da urna casa de fituilia iue se retira para
fra da provincia. .
O Dr. Paulino Rodrigues Fernandes Chaves fa-
r leilo, por intervencao do agente Martn, de
todos oa movis cima Jesjriptos existentes no
s ibrado n. 21 da ra da Aurora, principiando s
10 horas do dia cima.
AVISOS DIVERSOS
DO MANIFEST-
Autes ter e nSo bajular, do
que merecer de quem nao
tem para dar.
Muito estpido, muito pedante fullador e
despeitado, sao estes do tal S os predicados,
que a nosso ver influio para nao ser ouvido
nem chimad) P. _________________.__
Aluga se, para casa ae lamilla, urna escrava
moca que sabe entaboar, eogommar e cozinhar al
cuma cou^s, cora a condigao de no sahir a ra
por ser ainda honesta : quem pretender, dinja-se
roa Augusta n. 6i, casa de jardim ao lado com
porto de ferro._______________________________
Alnga se um segundo andar e soto, na ra
da Senzala Velha : tratar no arraazem n. 52 da
ra da Cadeia.
Coronel Jos redro Velloso da
Silveira
No dia 8 do correte, aniversario do falleci-
mento do coronel Jos P-'dro Velloso da Silvera,
celebta o padre Jos Eleves Vianna urna missa
na matriz da vilia do Cabo, o convida a todos os
prente? e amigos residentes na dita villa, para
assistirem a este acto, que tora lugar pelas 7 ho-
ras da raanhaa.
Acougueriemarmcre,
Aluga-se o agougue do largo do Pa aizn, tendo
seis talhos, cora ba'langa e mais perteni e< : tr
tar na loja do passo. ra do Crespo n
Tintoraria, hrge de S, Pedro
numero 6.
Annieeto Correia Lopes com linturaria cima
mencionada, avisa ao respeilavt) publico desta el-
dade que se acha habilitado rn sua inlustria,
desempenbar em seus irabaltus objaior desvello,
asseio e preste-a, iue para :s=o lem as^iece9sa-
rias instruegoes tandeles a ejnrangi ae sua?
tintas, pele queja nao balh..9. Ao corpo -lo e^smersio se fllereiecmn
agrado e vnntade da biu o servir em auas encom-
raenda?. Tmge-see limpa-se com nerfei;ao e ti-
ra-se > ttfo das pegas e lambem te obap-os, sen-
do todo o traba.l'O con asseio a aatividaJe, o
prego o mais commodo do que em unjra quaJqaer
parte dos mesmo? traha'h.)?.______"_____________
Irmaudade da N. S. ia Bo-
illi
Clemento N'unes Pacheco e Manoel da Bocha
Pinto fazera pebio que dissolverara amigavel-
mente a sociedade que tinham na taberna sita a
roa do Baro da Vie| ria n. 53, e que gyrava sob
a firma Pa,hco 4 Poto; ticanlo o aciivo e passi
vo da mesma Arma cargo i
Pachaco, e Miro
da Rocha Pinto exonerado de
Tran9fere-se dous annos de resto do arrenda-
raento de nm engenho'grande e d'agua com safra
no campo para cerca de 1,000 paes e outra fun-
dada para ser colhida at maio de 1873 : dista da
tstago de Una 4 legoas, e ha facilidide em obler-
so continuago no arrendamento. Faz-se nogocio
por metade de seu valor, e oa maior exolicagoes
se eniendero cora )o- Victorino de Paiva em
Uoa, ou na rna Nov< n. I't.___________^^_^_
Pede se ao Sr. Dr. Vicente Pere ra do Reg
Filho, o favor de vir ra Duque (a Caxus n.
53, a negocio de sen in'.eresse.
o
O abaixo assignido, sogro do Sr.
Meodes da Sil'a, morador nesta cidadi
querr conver, que o dito seu genr
vender nem a qualqoer utro titok
bens que possue por serem todos d
mulher, filha do abaixo assignado, a
da escriptura antenupcial celebrada e
de 1367 era nota do tahelliao Porto f
quaes bees c apenas usofractuario o
genro. Recife 1 de Janeiro de 1872
J s Fraoflseo Xavier d
I
Joo Airea
previne a
nSo pi<-
dispor dos
;es de sua
timo conca
n dezembro
i.rreiro, d').<
referido fia
Shaw, Hawkes & C-lazem sciedia qae ell^
tem admitido como rasio na sua coi \ commer-
cial nesta praga o Sr. Guilherme A'.exi adre Camp-
bell desde h:j"e ; cmiimiand a cisa a gyrar sc-b
a mesma firma que a'iie-, Pernamb1 co 1* de ja
ne;ro d 1872.
AMA
Precua-se ue urna IM : na ru^t
do Encantamento, tab.1
I lula partlGulri (te i
cao ni'ima ia.
M-lin.
rna n. II.
lttUC-
D. Sm\ L^ite Telles.
Viarem.
Toma parte toda a companhia.
Terminara o espectculo fon o engracada e
mnito'applaudido duelo
A panella do feitipo,
cantado pelo menino Lniz e a menina Olpopla.
Principiar s o 3|4 horas da tarK
O* bilbetes acham-se venda no eseriptorio do
theatro.
THETPvO
NO
BARBO
Sobado 6 do corrente
O arista Jos G ngalvee com o eoncur?o de si-
guas artistas gymnir'icu* o dramticos dar oeste
^evoado um liodo e variado espeeta:olo.
Principiar as S !|.
Sao convidados todos es irmaos para compare-
cerem no domingo 7 da corrente, as^ 9 horas da
manhia, o respectivo consistorio aiiai de so pro-
ceder a eleicao da n-iva mea reaedora.________
Correio Pernambn-
cano.
O proprietaiio do Correio Fernambsano, tendo
de retirar-se desta provincia, veude a empreza do
mesmo jorca! : a tratar na ra do Imperador n.
27, 1* andar.___________________________________
PREPARATORIOS
PARA
Fevereiro e marqo.
Jos Soares d'Aaevedo, professor de Un
gua e litteratura nacional ao gymnasio pro-
vincial do Recife, tem aberio em soa casa,
roa B lia n. 37, as seguir-te aulas de pre-
paratorios para os estocantes que tiverem
de fazer exame em fevereiro e marco prxi-
mos :
RHETORICA E POTICA ;
PHILOSOPHIA ;
GEOGRAI'HIA :
HISTORIA J
Alem dess solas, oootinoam as de fran-
cez e portngoez dorante todo o aooo.
Dingir-se residencia indicad, de ma-
nhSa at s 8 boras, e de Urde das 2 ir, 5
boras.
u anaixu asignado faz scieule aa respeitavei
corpo do commercio desta praga que nesta data
admittio como soeios de sua casa ommercial aeus
doasfilho3 Alfredo e Aolpho, podendo aquelles
fazer uso da nova firma qoe ser Joo Martins de
Birros d: Filhos. R-;cife 2 de Janeiro de 1872.
________ Joo M-uims de Barros.
Sobrado e sitio pura alagar.
Aluga-se o sitio Olho do Vidro, a> lugar de
Parnameirim, com bom sobrado, bastantes com-
modos, qne ple admiti'.r duas amilias, com co-
chera em separado, boa baixa de caplm, mnitos
' larvoredos defructo, cora nasjeaca de agua de be-
ber e at para bsnho, e bem proprlo para ter vac:
cas de leite : qnem pretomler aligar se dirija
roa do Arago b. 13, ou roa Duque de Caxias
n. 43, loja do Sr. Gaspar.
qualq^r responsabilidade e pago do seu capital
lucros.
Re:ie 3 de jan^-iro de 1872;
Clemente Nunes Pacheco.
Manoel da Rocha Pinto.________
_ Urna prett; querendo aiforriar-se. precisa de
30OJ00O, para pagir com seus servgos: quem o;
quizer .'.wpresia-anmHicie^^^^^^^^^^^
Thoii* Antonio Macitl Montero envida aos
amigos e preoles .do conselheiro Antonio Pe-,
regrino Maciel Monteiro (Baro de Itamaraca) para
Msislirem urna mis-a que vai rtsar gratuitamente
ni matrii da Boavitta no dia 5 do corrente, ai 8
hiras da manha o Rvd. Sr.-Vicente Ferreira de
Siqueira Yirejo, em signal de arrasado ao l lus-
tre finado, quarlo anoiersarlo de seu falleci-
mento. __^ _______ ^MnrfTwrrii
^fvfova^' S^Sf^Mt^tm^em-
randa, com venda no largo do Paraso n. 14, pede
seas credores lhesapresentera suas contas, para
conhecimento de seu verdadeiro debito, aflm de
cuidar nos respectivos pagamentos, na ra de >.
Francisco n. 6.
Jola Bariisi.i Te les, Mari da L:z Leite di Ca-
oba, Mariana Leite do Silva Rosa e Bento da Silva
llosa, tinto, irmaas o cachado da finada D. Anua
Leite Ter--.-, vom peo presento agradecer atlas
as p-osseas que io 'lu-aaram acorapanhar os seys
restos manaes ao c^uierio publico ; e de novo
os convidam para -stllrm as missas do stimo
dia, que pela mesma finada se ha de celebrar na
un i do E-pirito Sonto, sexta-feira o do correnr?,
pelas 6 ho:.v da manhia ; por cujo (.bsequio
confe^samoi eternam>n:a gratos.______
Cio p
Manoel d> Sorna Cnrdeiro Sift5-*s aVisa ao*^
nhore pas de seus alumnos, que no i a 8 do cr-
rante abro 'na anta continuar sen exerciiio-,
na mesma C".sa n. Ifi da roa travesa dos Expo-
tos ; e ?o respeltavel publico, que lontinaai
rnittir alomnos externos o internos, p nsioni.-tis
meio penl -oi-ia-.
A TIO.
renda-s.urgenfe pieciso de fallar
i ry A. Kraose,
nao sabeodo se ou J
s | deocia, pede'ne-lhe o favor de appar ci
\ da Lapa n. 15, prensa de algodo.
io Sr. He
.na r-'
na rv.
Silva t Juaquim Felippe declarara que Jos
do Reg Arauj i despedio-se de caixeiro de sua
caso commerciai em 30 ie dezemoro ultimo. Re-
cife 2 de Janeiro de 187-2______________
Leitura repentiiT.
Ufithodo Castllho.
O abaxo assignado, professor particu'ar de ins-
truegao elementar pelo methodo Castdho, tendo
chegado do sarto, onda demorou-se uor espago
de 18 mezes, ni traUmenio da sade de ama sua
fliha, scientifica ao respeitavel pubco e princi-
palmente aos pais do seus antigos alumnos qne no
dia 8 do corrente mez estara aheru a fu ?nla
ra velha da Santa Rita n. 25, Io andar.
Haneel Jos de Farias Simoes.

Primeiras letras.
Nesi typojBraphi; sh
dir quem precisa alugar
nm pr?to d* mea i

Hiaoel Antonio Horeira
Maria Ignez Ferreira Morei/a, Josi^otonio^Mo
reir, Joao Ferreira de Deus e Antooio Ferreira
de Den, esposa, niaoo e cunhadas, agradeeem a
todas as pessoas que assisiiram ao enterro, e ro-
gara de novo a^s seas piren tes e amigos cari-
doso obsequio de a-surera ao smirao dia na mi
uiz do Corpo Santo as 6 e meia hi-rai da maoha,
sexta-feira 5 do correle.
Sociedade Uniao Eeneficen-
te M ritima.
Por ordem do coqselho eoovida-so aoi aeaberas
socios para eomparecerem co dio S do correle H
1 boras da manha, na wotriz do C rpo Santo aQn
de asMirem a roi>sa que se tem de celebrar ps.r
alma do irmo Manee! Ant niu Moreira.
A junta administrativa do Hospital Portuguez
de Beneficencia em Pernambuco, reeonheciJa aos
relevadles servigos connoamente prestado ao
mesmo hospital, cora extrema dedicago, pelo fal-
lecido socio e raembro da aciaal junta, Manoel
Ribeiro Bastos, manda celebrar ama missa pelo
eterao descanso da sua alma, no oratorio do mes-
mo hospital, na prxima sexta-feira 5 do corren-,
te pelas 7 horas da manha.
Para acompaooarera este acto de religiio e ca-
cidade, vivo testemnnho da resneilo e considera-
Sao tributados a memoria do tlaalo sao convida-
os os seus parentei e amigos, os quaes se agra-
dece anlecipadaraento a sua preseuga
Supplica ao Exm. Sr. Barao
do Liv amento
O abaixo assignado indo valer-se de V. Exe.
pedindo nm pequeo emprego e V. Bxc. disse-
qoe logo o faria se podesse. O ahalxo assignado
est com vi-la de que V. Exc. tu Jo pode, e m-
acbo em apuros cora o peso de minna pobre fa
milia ; de novo rogo Ihe que me valha por amor
de suas (libas, porque esia era soas mSos valler-
me como tem feito a muitos ontros, qoe Dens o
recompensara.
Antonio Jos da Silva..
I tii
I
togase ao lm. Sr. Ignacio V.eira
riti ua eidade deNazareih desta
avor d vir a roa du Imperador n.
iqcelle negocio qne V. S. se compror etten rea'i-
iar, pela isreeira chamada deste Jen al, em Cu
de dezembro prximo passado, e de|
neiro, passon a fevereiro e abril, e oa
s por este motifp de novo
3no; p?8 V. S. se dtve iembrar que
i *e rrais da cito annos, e qnarwo
no acbav.t no es nesta cidade
Maria Barlholeza da Conceicao participa aos
senhores pais de suas alumoas, qoe Ihe fizeram i
honra de Ih'as eonllarem at o presente, para Ihe?
ensinar as primeiras Utras, costuras, etc., assira
como, roga aos deraais senhores que Ihe quizerem
dar a mesma honra, qae sea aula C3tar abena
do dia 10 de Janeiro em diante, ra da Matriz
da Boavista n. 16.
&&&&!>!
S FSCOL" PARTICULAR.
19.-------Ra da Penha.-------li>- w
J Amia Senhorinha Monteiro Pesada. jm
jas Materias de ensino.-Todas as que com- ra
** preheadem a insiruccao primaria.To- K
fe os trabalhos de agnlha, inclusive bordado SR
S de ooro.Flores etc. *l>
*5 Ensiua-se rausiea cora previa ajaste. X
W Tambem recebem-se alumnai internas. Kr
m ma Frecisa-se de urna ama para
imitmim. corairar e cozinhar : na ra de
Pedro Affijpsn 53. 1" andar. _________
i
"Tftwa-fe nula} do banco do Brasil e de sn.*?
dliaes na ra do Barao da Victoria l. 63, antir.
roa Nova, loja de Jlo Joaqaim da ( osla Leite.
de M-iic,
iroviiieia^
8 a toncn:
(os para u
la camprio.
hama lo para di'o
este negr^^f
setihor r*f
G pi aes de campo
Precis-se fallar com os senhores apnaes
campo : no pateo do Carrao p. 4, a negocio
AMA...
sea crgo todo o arranjo domestu
do e ?ngonimaalo com perfeielo.
das as vaniagens, que mere: portaniento : uo Bazar da Moda,
se dir rm quem se trataJ_______
Para casal de nm bn
mem solieirl ,que se inte
eom assoio, precisa-se do
urna senho'a de melt
idade, e eon bastante :?
ira lomar a
cozinh?n-
Fazem-se v-
o bom r
N^a n. M>,
50,000
Na ra estrila do Rosario n. 3% primeiro ai
dar. coritinua-se a fornecer almoco e jaotar par*
fra, com aseio e promptHio, senil) para tres r >
quatro pessoas reunidas, a 30J por iiessoa, e sen
do para orna s por 40, mandaDd >e levar en
easa dos asignantes as horas qoe ai mesmos i
lerminarem.
sens nteres p>.
Na ra irujia n. l!>, enirada a direim, se
gando andar ha duas escrivas e nm moleqoe
Secretaria da Soeifiade Uniao Beneuceote Mai'iv V8ra se alugar, as escravas cozinbam, lavam e
tima ero P^naxtuco, 3 de jaotro
o si
A!ugo--e orna escrava
de cata: tratar v? roa da
':a?a opon da rna do Jl*|
de 1871.
secretario
Fisnisco da Chagas Silveira.
para todo o servige
G!t3, ua terceira
ira.
Precisa se de am menino de 11 a 14 annos
para caixeiro de loja de roupa feita e fazendas .
tratar na roa Direita d. 38. _____
ama engomma.
D-se alguns contos de res a premio
hvpotheca em predios nesta eidade : na rna
Caro boa do Carmo n. 21, 1 undar. '_________
sob
da
__\laga.>e o spgonflt and.ir a* casa da prag
do Q nJe d'Eu n. 21, ontr'.-ra praga da Boa vista,
nm nerfeito e-'.ado de limpeta : a tratar com Jos.
Hnr;qued Slva Guimares, na roa das Lrazes
, 3, 1 anf^r, oa ns Soledad, sitio c. 29.
Primeiras ietias.
Jos de Bilencourl Amarante, agralece cordeal-
raente a lodos os Srs. pais de seos alumnos, que
Ihe llzeram a honra de ih'osiaonare t ao preen
le para Ihes entinar ao primeiras letras; issim co-
mo aos roais senhores que Ihe qazerem dar *
me>ma honra. Os meoinos aqu sao leccionad*
pelo nnnunciante e por nroi de suas educaodas
que para uso estSo habilitaras ; poa os decu-
tides seropre ensinam incorrecram^nte a eom
Sna tseoLi fiuj r,vj?m d
AMA
numro 33.
Precisa se de oa a qu counbe
eom perfeicao, pan caa de ho-
rnero solieiro : i r ii do Amorim
Caxang
Alogt-se a >-asa do Cajnero nd.
ttzioho no Cvttog propria para
ros ou punca familia : tratar
t;i casi do Aurelio ou no Reetl,
ie Coila.- u. Si, loja da C porta.
S.
igar de *er-
rapaaee sent.
moo loga-
ruado Dn
ALUGA
mais &trazo.
em diante
a r
roinz da B.)a-vi.-ta n. 16
EsianiintyM|4olmp(.ra1oro..3S) preci-
(a-fo de um bom funh.iro o !>j uoj rcoleque de
18 i 20 uraa?, paflse bem.
per seis mezes urna casa ba pintada de UoVo, u campia d eogetbo D >;
Irmo, defronte da wucio e mofo peno do bi-
cho, com salas, 3 quartcs, czioba e qcit'sl
oom ilgurnas fraclfira* : iraujaa m*.
N uraga da I
u a 71 orac o ii |c-""
'm.!fl '* 57 ? W para comirar^ oin*ar
ILEGAfEL 3
(p.'Ot.
V
4*


>an
Uiane dt Ftrnamb'uco ~ Quiula :eira 4 d Janeiro dt 1872
^~~-
i**
0
MUEO ELEGANTE
N. 1 Ra estreita do Rosario n. 1
ALTA NOVIDADE
Recebidas pelo vapor francez Gironde
Liadas chapellinas de seda para senboras, chapeos de palba de Italia e de seda,
cousa moderna, ricos enfeites de blond e flores para cibeca, pentes modernos para co-
qne, riqoissimas g\iarhic5ej de foulard da China para cabera e peito das senhoras,
bellas gravatrabas para senhoras cousa mais lioda possivel, complelosoitimento.de
lindissimas flores, sipos de flores de larangeira para enfeite de vertidos, ricas grinaldas
com veos para casamento, leques fiaos de osso, sndalo e madeira, veos de blond para
noivas, esplendido sortimento de gtTSo de seda, franja, fita de selim, de veludo e de
grosdenaple de sedas e de todas as cores, bicos de blonl branco e preto, elegantes
espartilhos da urna s peca, aspas de ac para os mesmos, bonitos chapeos de sjI de
seda pretos e de cfires para saoboras, luvas *de pellica de todas as cores e da melh>r
que tem vindo ao mercado, fivelas de madre/erda para cabega e pulseir as, bournou e
pelerinas de 13a e seda, cata propria p ra as pessoas que estao nos arrabalder, voltas
pretal a benoitoa com cassoleta e cruz, ultima moda.
Perfumaras
O Moteo Elegante acha-se prvido de grande sortinento de perfumaras, ioglezas
e francezas, o rezommmenda aos apreciadores deste artigo o apreciave! perfume GRAN-
DE DUQUEZA FENO!!
Botinas para crianpas
No Mazeo Elegaute vende-se botioas para criancss 35000 o par, fazenda que
em oatra qaalqaer parte veodem por 45000.
Poupar dinheiro
No Mazeo Elegante est se vendendo camisas de linbo para borneas, de 600000
por 47(5000 e de 700000 por 555000. a ellas "antes que se acaben, chapeos de
sol de seda paragon coosa moderna 14,5000. 16^000 e 180000. bangalas de
cana com casto de marflni, bengalas de baleia e outras muias por precos baratissimos.
Ouro a imitapo para passar a festa.
Os amantes da elegaacia encontrarlo no Muzeo Elegante modernas cadeias de
ouro a mitacao pelo preco de H, 3(5 e 40.
Grande Enconomia
Qaem for amante da economa apareca no Mozeo Elegante, pois eai vendendo
talheres fiaos de balanco com um cravo no cabo 4,5800, ditas melbores 55000 fa-
zenda esta que niogoem pode vender por menos de//k 65500 a duzla, temos de
bandeijas finas -i55000 rs., ditas marchetadas de'madreperola 185000 e outrds
muitos artigos que os propietarios do Mozeo Elegante esto r esolvidos a Tender bara-
to por ser fim de anno.
Ra estreita do Rozario n. 1.
DE '
FERREIRA MARTINS & C.
Precisa-se
De nm homem forro ou-eseravo para carregar
pao e bolacha na parlara a ra da Mar^uei do
Herval n. 9, e tambera precisa-se de um' menino
para nm dos melhore eslabelecimentos era Sacio
Amaro de Jalmtio : a tratar na ra de S. Fran-
cisco o. 70.
Pede-Be ao Sr, Henriqnes Das de Freitaa
que v pagar o aJnaaeii da oasa em que morn,
sita a roa dos Coelbos n. 8.
a r i Precisa-.se de ama ama em Bebe-
\ w| A r'De> na povoaco : a tratar oa ra
/xllXX do Vigario a. K. { andar.
AOS 6:0004000
Kstio 4 vida s felizei bilhetes da toteria da
lahia, na casa feliz do arco 4a Cnneeico, Joja d
mrivM no Boeifo.___________________________
Cdese para passar feala por mdica quan-
lia urna casa muito fresca com i atlas, 5 quano?.
coiiaba, copia e cacimba; em Sant'Anna: a tratar
no largo do Paraiio n. 29, 2* andar.
LEONARDO KUHN
Primeiro introductor dos pocos tu-
bulares da Abyssjnia em Per-
nambuco.

Acaba-se de receber, a presos multo re-
duzidos, nova remessa desses execellentes e ele-
gantes p eos, cojas vantagens j bem conhecidas pe-
la prompta e abundante qnantidade d'agna qae do,
fazem-se recommendaveis aos Srs. empreiteiros de
obras, para os eslabelecimentos fabris, indostriaes e
ou'ros, pella f^cil collocac3o e remocSo, tanto dentro
como fora dos tdifico?. E-les se prestam igual-
mente nos quartos e casas de batihos pela commo-
didade do seu assentamento e pouco espaco que oc-
copam, e grande economa da despeza que se teria,
pelo encannamento e consumo, com a companhia de
Beberibe.
Estes poc,os tambem substituem
completamente as bombas dentro das
cacimbas j feitas, dislinguih'Jo-se del-
las pela su.i elegancia, solidez e quan-
tidade dagua que foriucem,
So se recebe o pagamento de-
pois de collocados e que funccioaeni
b contento dos compradores.
Para encommeridas e mais sc&re-
cimentos trata-se na loja do senbor p.
&: germann, ra Nova n. 21. e na
officina de metaes do senhor paulo
jos da silva preure, no largo da
Concordia n. 7.
A Ti 1
E O PROGRESA
SJLES Of. CMELLEIIEIM
RA iHI Dl>$lTEE CASLIAS HU SO
E
Priftioiro de Haf^o n. 7 A prime ira andar.
DELStC, cabo'.laifeiro de Parie,-participa aar seos innmeros regnezes u o pu-
riucoem geral.'qoe anaw de contratar peritos onlcaes francezes parai iiida<9s; seali) a<\t& lous esiabeiecimeotos acitaa onde o respwiave' pobliot po.ief
ta.
DELSUC Mda tem jopado para ^ae q publica -lesta cidade._quo taciolae it.-jojpr.o
^alisado a sua nene valencia, continu a freqaentar os seos SALOES1I0DEL0, ficando
e^f<# o aesmo pb ico que cettes encontrar agrada e.perfeico.
Empregados dos saldes
42olDciae6 para barbear.
6 ditos para cortar cabellos.
3 ditos para o posljcc
Delsc [ara A AUTIGA FABRICA DE CHPEOS DE SOL
DA .
VIUVA FAI .i'
4Ena Primeiro de Mar^o4
*

Araba <1e refeber ptlo nHiroo tapir um exiileixMo orlim^otb de chapn \& ?oI: de d,
jaiwoeza, torradon jj ->** tai a KM e*3 "< al|c3. otni^ lo tJa &zal, a 7/; ie T
forrados da *:ul h mz*ru*i-. il; para spnhura, propn j- para i a ii ; te bri.it,^con
taris da r alpao*. briro brn^>, aijtT--i ? uartf *, Je paonn, -tn fca*'.es bal^i? JBK,Taaire:n re:<'bea oro
lindo s. rtfnjto do beDg. <.* rjivie* ien-Je \y* <>(*%* r^^Ematj qns ora omr.i
qcaiqaer partp. Cx i jner :^f* ?n L.'j', e "0,ilBprp armari* *v*
loda a qo!idde d; Uiwii.
Empreza do gaz
Pernambuco.
Esta empreza tenftm lindo foriimenio de can-
dieiros, arandelas, pendentes, ele, tanto em Tidro
(crystal) como em metal, e ama variedade de glo-
bos dos padrnes mais modernos e por preeos m-
dicos. As amostras podem ser vistas no escripto-
rio n. 31 i ra do Imperador. Bics para gaz do
melhor feitio a 60 rs. eada nm. As encooraen-
das podem ser feitas por escripto, na rna do Im-
perador junio a secretaria da policia, oa dirigidas
ao baixo assigoado na fabrica S. Jos, que serio
prompiaraenle altendidas.
Tbos. Newbiggiog,
Gerente. ,
& &
Mlle. Marie Lavergne tem a honra de 2
t( scienliflcar as Exmas Sras. qae eneoq- ^
f< irarao em seu sali de eabellereiro rna m
2 Primeiro de Marco a. 14, um lindo sor- S
Qr, timento de ceqoes, tatito de tranca como j$
m de cachos, e por precos muilo commo- jfg
2 dos ass^ como UCD variado e bello sor- "
O timento de perfumarlas francezas e ingle,-
zas dos melbores fabricantes. Offereee ;
22 tarebem Exmas. Sras. os seguintes
ebjectbs qne Ibes sio indispensaveis, lln-
dos espartilhos a daqoeza, obra ramio
bem acabada, proprias para noivas, e ni- JJ
flt timamente chegados ; ditos mais inferi* $*
res, ditos para raenioas; bonitas lig.is de ^
seda e de algodao ; lindos pentes a Im- gj
O peratriz, tanto de tartaruga como a imi- 5 ta;ao para ornatos dos ponteados, objec- "Z
5 tos de ultima moda de Pariz, oa mais bo- W
^5 Di,3 6 modernos ieqaes de 3sso, a imita cao de marflm, peotes de alisar, ditos -mt
__para tirar pilhci, {esouras finas para
uohas, etcovas para denles e san nabas, ^
bonitas bolsinhas para meninas, magnifi-
eos bonquet e ramos de flores artifl- W
ciaes, grvalas de seda e de eambraia &
muito bonitas, lavas de pellica, de seda w
e de fio de Escocia, brancas, de cores e SR
pretas ( tarnbem tem para bomem ) 0
liados botdes para punhos, ramos de fio- w
res para vestido, enfeites de palba para
coques, sapatos charlo!, ditos aveladados, j
ditos de traeca, botinas pretas para me* w
9& ninas por barato preco, brinquedos para .
)t% meninos, e ama Intlnidade de objectos tt
que omitte para se nao toroar enfadonbo. vag
Para mais commodidade de suas Exmas. W
^ clientes, tem preparado asa sala que s tt[
tero iiigrr..-o oella as senhoras qae se ^
qaizerem pentear em seu estabelecmen-
A to sem estarem tx&osfas as vistas dos mais concorrentes, e ser a annuncianle ^
quem se encarregar do trabalho de pen-
6 tear- *
AMA DE LEITE-
Precisa-se de urna na rus dn Crespo n. 7.
Mariana Carolina Lobo S
Corte (Real.
Travessa da roa da Palba n. 05,
2o indar.
(^LSA PARTICULAB)
PJe admittir em sua cata, a qual of-
fereee m melbores coodfcSet de confor-
tavel hospedagem, por preco pjodico, al-
gamas pessoas ou familias do Imperio, 2
qae pretendan) demorarse em Lisboa, Jor
a passeio, on por moleuia : para infor- A
maees, queiram derigir-se i rna Primei- c
ro de marco, (antiga do Crespo) a. 19, ^
loja de azeadas doa Srs. Jos dos Sant s
Irmao, em Pernambuco.
Alaga se a casa terrea n. 11 da ra do Jas-
mira, Boa-Vista: tratar na ra do Apollo nume-
re SO.
#
*

0
Alugj-se iii eseravo para todo o servico in-
terno e externo da tvpographia Mercantil, ra no
Torres a. 10-
k Precisa-se de a,a ama livre oa ecrava
para casa de pouca fjrailia : na ra da Saudade
n. 37.
Ra do Imperador
n. 32.
Aehiodo se prorapto e preparado com todo
aceio elegaccia, u proprieario deste rstab-leci
manto Mr. Chm declara ao re-peitavcl publico
desla capital e cora espsciilidade aos sens amigos
e fregus, que no dia Io de Janeiro do anno via-
douro dar prmcipi> a abertura do rea estabole-
cimento, que eiconlrarao a qualquor har do Jia
ou da aoate cora promp'.ldao e aceto, como tam-"
b?m alia-e preparando o primeiro e segonlo
aniar do meamo estbelecimeate para hotel intilu-
ladj da In Vpeadwicia e jogo n bilhar qne se
preteEde ai>rir do mez de fevereiro em diante.
1/Japara alujar. -
Ko pateo do Ter?o n. i7 : tr?ta ?e na roa do
Imperador a. I.
Uixeiro
Precisa-se de am caixeiro : no hotel da Uoiver-
so, ra do CrunniToi" n. .
____ Aluga-se ou vende-se a ca-
f^MBijwsa e sitio da estrada dos Af-
ilUl^^flictos n. 22, o qual tem 200
^^ palmos de frente e cerca de
1,300 de fondo, com cacimba, fracteiras,
etc., assim como vendem-se terrenos aos
lados do mesmo, tendo as frentes e os fun-
dos murados, sendo na verdade excedente
acquisic9o para edificado, nao s por ser
bem perto da cidale, como por passar pela
frente a via frrea do Arraial: a tratar com
Antonio Jos Rodrigues de Sou?a na tbesoo-
rara das loteras oa com Carlos da Suva
Aranjo na ra do Bom Jess o. 23, arma-
zem.
BAZAR
DA
FESTA.

Do Campos no armazem,
Quem rivalisa ? maguera I
Ha do rei a larga roa,
Para vender tem em ana,
Casa antiga e que ainguem,
O numero quera mesraa tem,
Contesta ser vinte e oilo.
Bolachinh^s e biscottos,
Presuntos, cha e cheuricas,
Arroz, pimtuta e salchichas,
Doces, gela.s, ameixas
Que quem comprar alo se queixa,
Por ser todo bom e fino,
Como seja o genuino,
Do Porto vinho primeiro,
E o nao menos praseateiro,
Pigueira sem coafeico I
Castannas, sal, macarrio,
Conservas, finetas, cerveja,
Para os patuscos ua mesa
Festejaren) o bom anuo,
Dia Jilelo e bumaao
Que aos inspira o prazer
Pazendo a todos esquecer,
Eatre familias anidas
De bellas- mocas, garridas,
Os sandosos dias passados.
Piquera bem desengaados
Qae s ao Campos compete
Dar estes gosos... Promelte,
Vender tudo mui barato
Bages, feijo, carrapato.
Chocolate em latinhas
De antes finas sardinbas>
Passas, figos, em latas leite,
De Portugal fino ateite.
Boa manteiga franceza,
E superior Ingleza,
L de Minas fresco queijo,
Qae a todos causa desejo,
Majaes, nozas e tousinho,
De reino queijos fresqulnbos:
Avelas, batatas novas,
Ceblas e beas ovas
Que provoca o paladar,
Fiao doce de araca,
Charutos de boas marcas,
Caf, araruta em latas,
Champagne, boas pstilhas
Padim era latas, ervilhas
Cognac e ays-pana
Doce lino de banana
Oaeip suis?o e iondrn?,
AuenJoas, silame flao,
Alhos, vinagre, azeitona
Fina genebra de Aliona
Do tomate massa boa
Do milbo a tarioha, vea.
Peixes em lata?, alelria,
E outras muilas iguarias,
Que por este ir nadar
Deixo de mencionar.
Prometiendo de outras vexes
Nao macar mais os fregueres
Com ancuoeios sera val a
C>mo se faz todo o ia :
Pedindo rnente que
Multas vesitas-se d
Ao referido ancazei
Para raunirem-'fe bem
De geaeros snpsriore
Por precos eommodo.-. senhotaa!



DentO':lwr Uuelf.) erein, General Vsr-
sammlung, Doonertagden i eu. Janu?r Ja Lfi-
flen' 1 Lorahe ra do Sebo, Zwvck Eericht aes
Aasschns.-es oni nuiwahlen
H. Leeboar,
________________________Secretaire. ,_______
ALUGA-SE
od lindo' a'*ra>u travessa do chjfaris o. 11, et
Pora de Porta* : a tratar com o -comicendadcr
fasso. *________
Traoalhador
Preasa-se de um irabaHudor na (ibarmacia
umerieana : a ra Duque de Caxia3 n. 57. pr?-
fsre-se e.cravo.
Precisa-se Jd urna ama pa-
ra cisa dj hemem vinvo com
um dlhi, que seja capas para; saesroo aaaaacios.
tomar ci-nr de teda a casa : oa ra dj Vigario;
twmer i :3.
%^V
Aos 5:0(jO$0 Kllccfc gair asStlo n pro
rela.
Ra do Baro da
Victoria,
Outr'orVUQ, Nwa n. 63 e cairas
do costumes.
O abaixo asignado acaba de vender entre 01
mos muito telizes bilhetes a sorte de 300*000
-em nm nilhete teteiro de a. 2ili, alm de outras
sortea menores de &OJ0O0 e 20*000 da lotera qoe
se acabju de extrahir (219), podendo sena possni-
dores virem receber, que prompumeate serc
Mfoa.
O mesmo afcaix.,, asignado convida ao"respei-
tavel publico para virem ao seu estabekeimbntc
comprar os feHies biibates garantidos, que aax
seixari de tirar qaalqner premio como prora peloi

Por todo pre^o.
Alnga-re urna xcelleute caa ni- Boa-vi-igem
con comraoios -para grande familia, patida e
.^aida de novo: tratar nu ra Isrga te Hosa-
rio a. J't, bolica.__________ *
Prensa hy do Apollo 11. 26.
E#(e esta^eleciOMetj do de jjnfiro de 1872
em diente acha-se do n-jvj pro'n.ie par* in'eecio
nar, receber aui depe^i'o erfudar algiJao, ijuil
quer %a sej a qua-Kidad^, eli Mpromptidao
que i|>!e a-"'j;>r. <# a^&ixo s^sigaido participa
porlanu aos lenuorfs roc^hedures de algodio, que
estar sempre proi/ipta a servi-lor cita i4a a
presla t') desde as 7 horas da maBH* at ai da urde:
O preco para a raspee jan. >rabariiie d)s algodfie- ror rgula*. e segundo > enriara
id praca, a w eofirdiineu' byjrauco Wo f
enveocij uii.
William Vi\uh?^.
Acham-se venda os muito felizes bilhetes ga
:actidoB da 3a parte das loteras em aeae&eio da
ta'.riz de Seriabaem que ser extrahida ao dia
uoin-feira 4 de correle mez.
PHECOS.
laieiro 6#000
matos 3*000
Qaarlos U300
De 1004000 para cia.
Inte: re. 5*509
Maoe M750
Quari* 1*373
Jobo JcAquim da Costa Lene.
- Hub. giitKiV/u i;., i_
rio fi rqa : n-1i {iuirv.>* rsa d|
Os rs. J'jfi Francsco Ribairp de Soo-
ra e Dr. Fraaci?c Jjs Rabello, o Io pro-
^urietari do f.olle V proprieario de um oatro col egiy s2o
'.-.dos a roandsrem a esta typographia z
oeocio <'e nlerefft.
Jadea ti. ;J) nTi a re i,
t'ora ra do Tra.-iw.)
ir. j .i jf scripti)
i C^'m-u (ou*
ADVOGAJX)
Dr. lf, \\ Dt
ida, aa| 81- IperaC'
3 4 ra H
g^.r^ii ?j
Alaga-se uraa iu raeSharoi caas da Du-via-
;em, com pequen* ."un, op'.iraa .isixa para espiro,
ra melhor I .- iiia-fo: tratar na ruada Madre
Daos a. S6. nu n* ra do ImtieraJor n. 81.
..---------------------------------------,^.fr- ---------.------- i
Precira ^ de nva pequeo para caixeiro J"
a/era ie ec^m:: ai rtw 4e Pedro Aifjnjo nu-
era 2')

I i\a \
*
) '----
m
roa Dqijae it Ca?
CASA OA FQHTim
Aos 5:0001
Bilhetes garantidos.
1 roa Primeiro de Mar?o (oatr'ora nu -do
Crespo) n. 23 e casas do costme.
O abaixo assignado, teado vendido nos sena te
.izea bilhetes um quar:o n. 1979 com 5:000*000.
am quirto n. f66i com 800*000, e entras sortef
de i0*000 e 20*000 da lotera qne se acaboo
de extrahir (219*), convida aos possnidores a vi-
rem receber aa eonformidade decostume sem
desooalo algum.
Acham-se a venda os bilhetes garantidos rt;
3.a parte das loteras, a beneficio da matriz de Sa-
rinhiem (220'), qne se exlrahir na quinta-feira
i de Janeiro do anno vindoaro.
PREgos.
Bilhete inteiro 8*000
Meio bilhete 3*000 *
Qaarto 1*500
las porcio de 100*900 para cima.
Bilhete inteiro 5*900
Meio bilhete 2*750
Qoarto 1*375
Manoel Mariins Plaza.
Canoa
A'uga-se ama canda para crr?gauirato d -
jolos : qaem preieader dirija-se i roa DireNi a
28. loja.
- ^s*\ a. Pteci.-a-ae ama asi par-
^N. Ylv\ k\ ca'a dtt DomMn *>l'eir'. ni
W v%J ^ tInsive para comprar : a fu-
lar na (scadinha da alfaadega a. 5.
VrHDAS.
Na travessa da rna
Crozcs n, 2, pri- 1
meire andar, da-se di- |
nhelro sobre penhores M
de ooro, prata e brilhan- |
tes, seja qoal for a quan- i
tia. Na mesraa casa com- |
pram-se os mesraos me- g
taes e pedras.
Monteiro
Por 300,000 rft.
Aluga-se nma casa aa pov-oagio do Monteiro : a
tralar na taberna do Sr. Nicolao Machado Freir,
no mesmo logar
MARTIMOS
E
i
OVTR.t FO.O.
A companhia Indemnisadora, eslablecid
testa praca, toma segaros martimos sobrt
lavios e MDS carregara^otos e contra *ogi
im edificios, m .%rcadori<:s e mobiiias : o;
foa do Vieario n. 4, pavimento terreo.
Cristiano de Almeida Moraes, proprieario
la eoxeira do pateo do Paraizo n. 10. provine as
pessoas qae com elle tem traosacte?, que uao
paguem corita alguma, sem que e-la eieja pelo
annuncianle assignad), fob pena de pagarera de
novo.
Aluga-se o 2* andar ao pateo do T>rc> : a
tralar na fabrica de cigarros (Aftmdade) ra da-
Triacbeiras n. 13.
Aluga-su uma caa terrea ua ra )i II ?pi-
cio com coramodos para uma arrale fimili : a
tratar oa alfanJcga com I. C. Reg Valen^-a, od
em Olinda em casa do Sr. Antonio Harn.
Aluga-se
O segando andar 3o .-obrado da ra n. 20 : tratar na roa dn Am-irim n 37.
Boa cozinheira
Na ra do Pire?, sobrado n. 28, precH.v.-o de
uma boa cozinheira forra ou escrava; p ga-st
bem.
Bom negocio
Vende-se a Uberoa da rna da Tn^m de Sonta,
antiga roa da Lingoela n. I, bartaate afregnezada
para a ierra e martimos : a traur na m>sni.
, Vendo se b >rrachs fle primeira qaaiidad'
para limas : na roa Direila, subelecimect > d>
Sr. Alcntara a. 8, oa padsri 4o Sr. J *i Laiz o.
40, ena b tica do Sr l'eixe n. 118 ; mi ra do
Ivoerador, armazem Pi leudad, do Sr. Ooilhsrme
Jos Perre:ra n. 40.
Formas para pdius e caii-
glCl.
A loja de lonca da ra Primeiro de Marco t.
16, de Beroardiuo Duarte Campos Os C, cijepa-
rain as mu'to desejadas f)rraa- de louca para p->-
dios e cangica, as quaes se vendem por atoan
Pfc._____________________________________
Rap Coarense
D^ superior qualilade da fabrica de Vi"ncfl
l"s A- Filh'Vlep ,>itft em Pernamtnico, rro ea*a d.<
Srs. Tasso !rm" & C, rna n
A verJadeira cti\'j-i da Diviei.i, marca bn-
deira, de Superior quai<1art>', vhiI.mi Tassa Irn i t
4 '1.. armi>in rta rna ti \ r rin n. :17.
Rap ce-rente fino
D\
Fabrica
N
Vasconcelos & Filho. do Cear.
Ete optiir.o ra^ tm silo MhM4apolos aasaa-
dedore- a apreciadores ce*le inaocenlo prazrr da
vida.
Ven Je-re em e'a* i'e 100 libras, sea4o a I* a
libra.
F o casa aa c ; (feotes aefla r:dade Ta i
frmSo i C.
Ao mita caspas
A eitracoio de>te fxiee-iie usaaa taaMMtra
que gnoie arove-liM tem itrad.i ua cura : : -
pela da; ca pas, la-i:ee con-ervacaod uraiu:
a vend.i ca la de 1 aa*nM o. 71, Papeuru i'a
lisense, p-lo prc ''' i Irasco.
tten^ao
Ven le se uma labcina cara ooe.if f.ia-l, Bf
pna para priaciaiaaie, rm 1| ;i I a I **, tam-
bera se vtuiie a armacet ir ;'..r n- Af p.-
d ra do M! ie; loabd n. 21, v. ., !n.
- Vpiid?-se su--.: que lli do Tin 11 I) u, n:
r do Pe'is, rvnt hatejeasaa a na rx-ir,
leudo um -i m ca-.> b tinje* c mo k1i, a frnta
e parle diSMii .'; i'j i'.. ,b'mr poro com l a acaa, a muitis arvi.rw de fru'-t
quem o pretetd-T dirija e M mj-'>.i rttw.
logJ
Allcnrt
Venle-se uraa boa 'X;: ilo leste : na Pont.- o
Uchi d. 10.
Attenpao
Vende-se lea fra.'Ja de t 4m ai <|iuliiad-
na Poate i!- *"'" oa "- !"
Preeija-sfi de ama
ma paw o
a
jVJtMzSV serviga de oasa de urna posioa
tratar a na da Cruz n. 18, lerjeiro aedar.
Prcclsa-se de om meoiao porlugaea da 12 a
14 annos, para, caixeiro de taberna : na ra de
Paysand n. 21.
Per-lea-se rj ihefoarana provincial u:- re-
logio de prata patente ingtez, quem o vt-r a- In I
e queira reslitui-l-i ao seu aono, dirija-re a C ib
tda do Carmo n. 3. tbtrna, qoe ser bem ric.m-
pensado com o valar do dilo reiog.a.____________
Rabe Schmeuau & U. participio a qu-rn iu-
leressar pessa, que admittiram ao Sr. ll. Lede
bour, como socio de fu casa commerelal desta
praca e que cootin i a gyrar sob a mesraa nrma.
O viovo cora um tilho ijoe aiiDimcioa qne-
rer ara* ama, t'e apparecer ni rna do Amparo
em 01 oda o. 13. qnti adiara cura j ; :ra'ar.
lASTDAFOBTilA
RA 1 DE MARCO OTR'ORA DO
CBESPJ S 23.
ios 20:000^00:).
O abaixo assignado tem serapre exp'-sto a vea
da oefelizes b.lhetes do Rio de Janeiro, pa/aadr
aromptaratat, como sostunTa, quaiqu-.-r premio.
PREgOS.
fnteiro 24f000
Meio 12009.
Quarto 6*003..
Maooel Mariins Finia.
assnearaJas de Bristol.
Muita attenpo
J n5'j desconhecicfo que est ra
do Doijue da Casias o. 45, a loja da tniu-
detas doneaaioada MAGNOLIA, e-i-', elegante
esUbeleoimaato pretende adquir um gran-
de omero de apreciadores, vst -joe ter
sempre o qec <1e meho" !>oov^r u<> mer-
cadu e importar (como j o tem teitj) pjr
coirt.a propria, o que houver de mais chi-
que ua velba Earopa, ode a MAGNOLIA
tem habis corrcfpoodentes. apara pr do qae ba expendido a MAGNOLIA convida
a todos feralmente e um esuiicia'idade o
bello sexo a visitireA-ha, m fle 3j'..-. a superiiirida'ie seos otyfis/ua coman
didades de pref-jy.
A MAGNOLIA, na** preicodc" fomar-tc
ra-ai!e, limita-se pop on t ovicionar
poucos artigos deixaodt os deaai> ,Oira st
rem vistos pelos eoooorrt ote;
O'-uitos enxovaes pa-a lnptis Rics almofadas bordada3 para sui.
P.rfjratrias, leos e banha d'." meibj
res mais couhecid> fibr.can^.
Sapatos iiurda-ios em laliftaiiv.
Ricos objectos par-i presrcter. (
Cbapjs de velludo epalba d tala, mo-
dernos e de gosio.
Jravitioba muil bonitas psra ?l
e lacos
tfti-
deos part^ya e peitt <,iiovidide.)
Artig -s de flniasii p-propri.--: \vn
leite.
Ponhos e golinbs bordado?.
Camisinbas b; rdadas para senfj
Pulo.} bordados para G*mia -le It^m^m
Rei>s diademas.
To.1 -s estes artigo serlo vni?iisc->iiio|
os deflrais po^ prec ii rasoa vi?. -. MVG-!
NOLIA -1 r-ja do Di ms u, 45.
SAO CONTEH NKM CAL ELANOS NEJI NE.MiL*
OCTUfl NEHAL.
A grande < -: de. e falla de um o-
birtko ou do uma t.cdicina purgativa, ba
mito que tem silo sentida, tanto pelo po-
vo, como OMMOto r meio da facaldatto
Dedica; a por \sn, infinito ogostoe
prazer quo sentimos, em pdennos com
toda a cenflanca c npiluUu wgetaes "radas de triMol,
:omo uma excellente n "ina pnr"V'v. %
qual encorra em si tote is parteo >
ingredientes essenciaea U.-; ondo-si 1 m
perfeito, seguro a n h> 1 cal tarta 1
familia. E.>le r-in- lessas drogas orilinariamente osada* r.i
composicio desdas pululas, que \. -r ni
sendera, mas sito, sao preparadas con -.-
mais finas medicinaes, hervas e plantas, depois do se
aavor chiuuVaracnd exlraldo c separado,
os principios activos, ou aquellas partes
que ontem o aerdadeiro vaBr medicinal
ilaquellas p-.rrr^s fibroflps inerte? e agres
tes inloir.tiiK rit liesiituidssd:-. menor brin-
de. Entre esaM agento! artivos ou ingre-
dientes es.o:ilMi-., podemos nomear a pn
iopkgtitH, a qual segando a experiencia
aim demons.lrado, possue um poder o niai.*
Janrvilhoso possivel sobre as regies t
'finado, a*sim -'odo sobre todas as secre-
5es biliosas. Isf) .lo combia\3o cora
lepandrin, e mais nlgons extractos rr-ge-
tacs e drogas allamenle valiosas? caw<\-
tuem c fomtrm tima pilma purgativa, tnr-
uando-se por isso muilissimo superior,'*
qualqacr uma ostra medicina da mesma
ra tu reza, que jamis fora apresentado a<>
publko. As ptUtiqt wgetaet- assucaradb*
ie Dristol, aHiar-se-b5o sempre um reme-
dio prorapto, segu o e luninentemente effi-
;~n. para a cura de molestias, taes cerno
ejam as seguinta.
Dspepsia, ou indi-
gesto,
i\s,irigen.ia. 00..
pris5o do ventre
lwbu.l.
kzh d Ilaulcncia. aridades do sexr.
Pwda do apetite, femenino,
Sdtomago sujo, Dores de eabeci.
Em toj,is as molestias qne derivam a
iua origera da massa do sangue: a taita
parhlha de liriitol esse mellior de todoa
3s purifit'adoros deve ter tomado conjur
amonte coui as pilulas, pois qne estas
suas medicinas, tendo sido expresamente
preparadas para obrarera de harmona ntor
iom a outra, quando fielmente asstrase ftr.
n.5o no resta a meoor duvida em dizer,
ue no maior numero dos casas, podemoa
iPfianfar i.ao s um gmide alivio, com
larahem uma enra prompta* 0 rada-a', i*to
> dnaek tia
che n'um '-tido n
lomnos.
lydropesia dos mera
bros ou do corpo,
AlYcfes do figado,
Ictericia,
Hemorrodias.
IIBbUR 1




Oiaiie de P EDUCClO Em PREQOS
F A Z E N1) A S
DE
M
FfGUEIREDO
ft LOPES.
EUTHZ It 64
4uh mate cfelUa brawovs
Tintura japQoe.a.
S6 e nica approraaa pelas, as acadenria* di
ciencia, recooweGI snptsrier a--toda que lera ap-
l-TetidO ai boje. Deposito principaJ .ruX.d
dsia do Recito n. 5i, 1* adar, em todas aa ao
cas e casa da oabell^ifelro. -
'. propri..i.irios. da I ja do CYSN'E convidan ao respei'.avel publico para viren
provat s ilo miis completo 30'Ufltento de az;odaa finas a presos redrzidos, adver-
ti i] q-ie. esus pifgos .- seo a diuheiro. A ioaperiosi necessidade que traos em
s aijfjz-r nossos c mprornisso, n>s obrigm a semelhantjs redoegoes. Awsnnos aos
tVu tCiH3 do iu.Uo ave costuaww comprar em meaor^escala, qi.e nesti c:isa oncon-
t-arli s'u:eridid e naio: copjraodidada nos preces.

PENTEAD0RE5 bordados para senbora
poo barata prego de 4*500.
C0LX\5 di fusta > de cor, moito gran
LA\S com xidrz lindos padijs a 320
r\ o c0v4.lt,i pjfibioJha.
DlTtS, bareg?!, liudts cores a 3 :0 rs.
o i'ovad ), pechincl.
ALPACAS lisas com lindas cores e lar-
g-ji a l\9 rs. o covado, pec'iiticba.
djs polo baratissimo prego de 5000 para
acatar.
CAMISVS para liomens a 25000. Ditas
MSRIX3 .oa cores' diversas a largos a f 2J500 al 45500 Din bordadas para
trs.ocf'(lo,Dicb3dia. |homeS a bflOOO 8-5000 e 105000 cada
ALPACAS LWRVDAS moito morreas ;m;
Sois a 70) rs. o ovado, pacta nena. CMIBBAIA com salp.cos a 555)0, pe-
D'TASDITVS muito modernas e unas a
> (i rs o cov?ri. f
LAVS COM SEDA, lindos psio'S que
seus pn g. is f ira.- de 13200, boje vendemos
por 800 rs. o c) ajo para a;.b3r.
UYJI8RA1AS i aasparentes 8naja3oCO
cliini-ha.
CAMISAS para men!nos de tdas as
dales.
CU \LS chinezes com modernos psd:5js
moito prprios par senhoras hoaes-
tas. Dit s de merino .lisos a 2^500. Di-
tos dii03 estampidos rauito finas a 55000.
a pees c .iu 8 1/2 varas, pechincha. Di- [)jI05 (1, mli{0 a j oo.
LVAS \) PELLICA frescas de Jovio a
33
L\St-ias com tecido di bsrege pira
acabar 360 rs. o covado.
BOLSAS para viag-ns a 13500.
TAPETES de dive so> taminbis para
g a mielo da sala.
PARA LUTO.
Alpacas, merinos, cantojs. princetas,
11 Victorias a 1-50 O, 43500, 53300.....
$3-100 |h 7iWftO con 8 1/2 vara3. Ditas
trauspa'Hiii. s .'i .! His c rle< rr ll-Jx'O Dil.s l c^M8 nmiiu lin-
!i, i s a *> 1, 50 t fl 50 rs. o ut-
?A1\S ROKDIOAS a 435UJ, B3OO,8
j '-'ihi'j. U.ias oui prrgaj muiiu tas
:>.",..() >
B^LOESARCOSa l-TOOpara acabar^jjJSJ chitas emuitis oJtras fazm:
ficHnlM D uti c
.-i rn 11 11 l..ii ,s ., 'J.JO0O. p4ftj| HOMEN'S
I l \ i.- m' u ,t l.' e Urro de mpm ux; CASEMfRAS tinas com bonitos pidres
ut >* i a 03000, 05500 e 4&S0O o corte.
ATO\Lll\!H)S -!(; ly:iuj uttianraen- ROUF\ fElTA
te atobalos d^ mo moito sope.ior por por baratis?iin> prego inclusive snperio-
b s qoe em ocla qualqa-c parte. Ditos na 8oUrecaacos do panno fino a 203000.
ih) aL'o-.Jj: c in Iunito- desenlios a l800| pech rtlia.
a v*ra- Tambem temos um excell-nte afaiare qoe
TOAL'l.VS f.; lilis muiU sup.n res a jse encrrPg, de fnzer qoalo.aer pega de
fc?3COad*ia. ,.,, iobra ao gosto dofiegnpz.
POfELINAS.-TemosuitcorbpIetosor
m bi'1iaha% brimaotes prnprios ptra par-
timento lano em xadrej como com pa!m-
i.,av. jobas e pir b.->ra;issimcs pregos.
'....,, .. r,r 01.
VES (IDOS lir jocos bordados com b..
1 1.. : cab 11. liq J.i so p r I 000. seu GROSOEVAPLES wnlo pret) como de
;.:, cu lo; deiCKK). Ditus bran.os com |creMemos um grande sortment e por
babidoS 1) irdd
lis pelo U.rato proco de'.menos ine pm onlra qoalqoer casi,
ra'cu* com palmiiibas del MSSELINAS brancas Iivradas moito fi-
nas a 4G0 rs. o cuvddo.
!H
prego
ppf.i>r
i:"i .le c." ix uito liados pe o barato
\i 530 1.) D.I.i^ew finos a 85000!
CtETONES lis.'S de .ores dive-sas pelo
: tu f-ic-fi ds5000.
^ ct'ii) pnt s 'e rrc, fazenli su-
.'. i i') rs. o covado.
^ANTILA"? ) brasi -'ira d fil de seda
p. I nr 10 preC" do lM'OO.
C\MISAS BORDADAS pa senhora por
seii-js q-e em oalra ifualquer parle.
iuu >ia
T
BIULIIANTINAS brancas lavradas a 500
rs. o covado.
LENCOS braacos abainhadisa 23200,
pechincha.
BARADOS bordados Dos d*lindos DS-
dres,
Gravata*. collarinbos, pnn*<03 e moitos
onlros ariig)s qoe so se enconlra na luja do
CYSNE i


.<.
DOS
RA DUQUE DE MXM8 It 29
Os prop ietar;os deste grande e bem miniado estabfclecimento scipntificam ao
rtspe'tavtl pibci d s provincia quj se acham com ooxvaiiadi c compl lo Sorti-
mi'Dto de m vi.-, tanto niciooa s com; estri^giiros, s.tiJo esles esiol idos por um dos
aosios q ;e se acba fclnalaenti na Europa. O rce.-mo teai cont'ac:a-io com es melbores
faor cantes dajiKll cniinoo'e as retesias dis mus ricas rcoblia f.-ij s all.
Na offljoa t?iD os mis liabtii artistas dsld gen ro. e po: i-so.pedem qn> ve*
nham vsiir o esiabeieo meno, aonle enxjntrarSo a re?lidfde du nue :jii \ e pjila "uomj: ; ri s e completas raob lias de JHcarainl, nji goo, f.=ii, carvalbo, a-
mjrel -tc, iioa> e^gactes camas deja ^arani, pao se'im, m relio, etc., etc., guarda
vestido amirello, guarda loug da nogueira e d-3 am.relh com tampo de pedra, api-
i*ado es de di) ti ti, peti tol-.tes especialmente p.ira f.izc-r a buba, foillti de jica-
rab'fa, anrelo. pa-lra, feereta ia*'. ca Jacaranda e mjDaao:osluniras 08 n)gn), sin
i'.'ino', th'ar> pira bofdar. b.'rgo-, la\atoriosc-m espelbo, di p?,dra marmore e seo?
f^nbiKft, cal-iras privadas, bide; etc., etc.. e muitos onlros artigos que dtiamos de
in-o*inir pur se urnar enladonho
OLEO PURO DE FIGADO DE BACALHAO. SuperfOMS Cg irroS do RO
d9 Jriiiei o.
L
v.r-i 'A.
TERRA NOVA
DE
II. LACOMBE
Dmingo? AIvs MjIi'Q', osieo igonte 08SU
proviucid d fa')riei kfrjMml as cigarros de
,*ye oteo que to boa accilagao tem merecido, j^o de Nillwr<>hy,.e*lbelcia no Rio de Janeiro.
aauose f.ommt-l por *er o i*ai. puritiado tea seropre ism completo sortimento de todas o?
-Vi- ale h*ja i-m viulo, o amJa pl" boni palj'lsr, iiTTOi faj picado e en latas. Teiu igaalmeou
i.,rior i ':OifP qnalTier : venle-e oo deposit 0< iUohj* ciearros Cjnde d'Eu, fitos oarmag
i.,.ecul 4n IWUiuUiiBu & C : ra Lirga do lio- 0qco p3p).| j,, pajb^ jfl milrto e fumo superior
Par-i aoverno de .eu* rt-gueies.jae lem efUuete-
cido deuositji llae?, dj cagas dus Sra. Tboaui
?ranci.eg de Salles Ra e Manoe' de Sjuia Cor-
teiro Simoes Jnior, o bairro di Reclfe, e todc
joanto for veaJiJo em ooiras ca
Je Souza Novaes & C. sin falsificado?.
t:> j Tit;i o? e-tft if*r'!es da moda e muito
pelj nhnn i ,'ir chjado da Eu
,* :-', aul^- q-ic- fe ae-b 10 : uo Biiar do
.4'Cfi. ib* U.Za-a ( .i-^V P. II.
-------tu.
XENQE-SE
. 1 .-.taftj *b 8 4.ire ?., m 400 a SCO palmos
11 1 *iiti% H A'raist : iieeipret-nder diriji-
.-.. / ua \*.*Mfa* d> Hffif^, t ji do Vict.r Graa
fti:, ] acitara com quero tratar. <
AOS PAMES
A Nova E'perang, roa Du-jua "de Caiias d^
Gt, gocra ndo as mB.h reatueia de lata : a
iiuantidade pequeua, porlaolo ellas- antes que
se a'-ab^rn.______
Livros iaglezes
^eci te por commodo preC, na roa do Com-
(Tercio n. 9, um excillente J'gi ds li\ro?, com-
pm* de diario e razio.
Ttm veuda em seus arruaztm. alm de ottrge
w-tieos de sea negocio regular, os seguintes, que
icdem por pregos mais mdicos qu m oo-
n gnalduer p?e :
PORTAS de pinho almofadadas.
PORTE1RAS de ferro para eercas.
SALITRE melez.
SSTEIHAS da India para cama e forrar salas.
CA*OS de barro fntncer para esgot.
SESSO superior em poicoes e a contento.
CEMENTO de todas as qualidades.
MACHINAS de desearocar algodao.
LONAS e brinroes da Russia.
OLEADOS americanos para forro de enrios.
OGOES americanos muito bons e econmico
VINHO de Bordeaux.
COGNAC superknle Gautier Freres.
PARELLO em saceos grandes a 3JS00.
AGUA florida legitima.
BALANCAS decimae?.
CADEIRAS americanas.
RHUM da Jamaica. \
AZULEJOS df Lisboa.___________________
Xarope sedativo
DE
Jasci de laraujas amargas
COM
MOMIIREIQ DE POTASSlUtf
DB
Este novo preparado aprovado pela academia
mperial de mediL-ion, muito se recommenda pela
na accao sedativn t citutte, sobru o systema
ervoso, o bromureta de potassiuq, nao d-'ixa de
iar os mais certo? resultadas nlsidiversas affec-
;6os do orgauiamo e principalmente as molestias;
o corago.Jtas vias digestivas da'respiraglo, das
as genito-arinariris, na epilopjia, as molestias
lervosas da prenhez, na insomnia das erlangas
lurante o periodo da dentigao etc. etc.
Vende-se na pbarmacia e drogaria
de
Bartholomen & C
3-RUA LARfA DOR-oSARTn-Si
mm mmmm mmm.
i)
. ii
DE
ERNESTO & LEOPOLDO
N2D Rua/do. Cabug N.2D
Acba-se montado de forma tal esto est belecimeno de jojas que pode
vender aos seus nuujero.os freguezes em grosso e a retalbc e por prego
mui resumidos visto qoe recebe de conta p^opria por todos os vapores de
Europa. O gosto de desenbo de suas joias o mais lido do paiz da>
modas, coro de lei, brilbantes verdadeiros, esmeraldas, rubios, perolas,
tnrqoezas, saphtras, coral rosa etc. etc. Obras de prata_ do porto tanto
para greja como para servigo domestico. Convidamos $ Exmas. amilia
a visitaren o dito estabelecimento toTos os das at 9 heras da ncii
Ccmpra.se ouro, prata e pedras precit sas em obras vclbas.
mmm fefe m m m mm fMwMm%x -.
Machinas de costara.
Chegaram ao Bjzar ersal da ruaiv
Nava n. 2, um sortimento dej machinas
pjra costura, das melbores qoal.dades que
existe na america, d, bem conhecid s pelos seus autores, [com
sejam : Weller & Wilson, Grover & Boka,
Slencioss, WeeJ e Impertaes e ou'.ra-
raoitas qne m a vista dovero agradar aos
campra lores.
Estas machinas tem a van'.agem de fazer
o trabalho que trinta costureiras podeni
fazer diariamen'e e cozem com lana per-
f i;5o como as mais pereilas coitoreiras.
Garane-se a raa boa quili lide e ensina-s*
a trabalbar com pefcigSoem menos de urna
hora, e '< s pregos sio 13o commodos que
devem apradar aos p etendetes,
Prevengo n^cessa ia
Qaando mnitas lojas proenram adquirir grandes
lucros nao compadecenJo-se das falcas alhtuns,
a Nova Esperanza busca con^egui-loe sem que de
t.-u.i alguma va entesica-las; porqoe segu sem
pre o seu aotigo e santo >y4tema de vender bara-
to pura vender muito e chegir assim ao fim dse-
jado.
A Nova EsperaDga na 1 almeja gmenle o lucro
pecuniario, suas aspiraco*- sao mais benvolas,
em qoanlo ao interesas materiil, cr.ntema-se com
a mediocredad, em qnanto p rm ao moral, o'u
-ntao ao issencial que ella jurga normada sen-
t urna va-la ambio'-., que detesta e faz toda a
guerra ao costume macarrnico da caresta.
A sua prevencao necesaria, consiste em avi?ar
ao rospeit.vel pub ico e especialmente ao brllo
?eX'>, que elU e.->t semyre provida do que ha de
melh r e mais elegau'.s no mundo das modas, e
enia > necessano nao d'.'ixarem a Nova Espe-
rance pira prefc.irem cutro qualquiir estabeleci-
meuu), porque aqu, o typo da carelia, e all',
(oa Nova E->pprangi) o e,iylogo de tudo quanto
b >m e barato.
(Ja! iiova
ebegada r.-c-in'emenlo de Lisboa no patacho
portognpz Jos ; tem para vender Joa-
quina J is Gongalves Be)lr3o, no seu es-
criptorio raa do Commercio n.
CEMENTO
O ver.ladeiro Portland : s se vende ga
roa da Madre Deus n. 22, armazem de J0S0
Martins de Barros.
Ti
W
Vndese duas casas em ehos proprios, 00 lar-
.-. 'i s i.iiri,' -. s e 20 : a iraur na ruada
Grnx n. 46, 1* andar.
J tao sedico o co-tuir.e qno ha cutre todo?
03 que quereni fizer conbecer de seus estabeie
cimentos por meio de pomposos annoncios, qae
com bstanlo razio se arredam o- leitores das
massadas com qa-- nos mimoseara os taes annun-
cianie?.
O Campos da ra do Imperador n mero 28,
se qoizesse seguir esa retina antiga de faer es
lampar nos jornaes mais ido1, annencios bombas
lieos pre:e.td<>s de ttulos garraTaes para melnor
chamar a af.eocao do respeitavel publico; moito
tena que dizer a rtpeito de seu bem conhecido
ar oazem de viveral sito ruv do Imperador n.
23. Dira, por rxjmpb: que no seu armazem
.em constantemente, presuntos para Barubre e oa-
ra panelia, flamea d Lon, qutijos de diversas
.uilidilc?, linguigvs e chiurica?, ovas dt camu
rupir, conservas io.'!ezas e fianceza?, viuhos de
Pullo e da Figueira supi-nor, licores Anos, bola
chinbas, cha superior verde e preto e onlros mui-
toa anig .s qne sao proprios para me a, dispensa e
cozinhi. Mas nao.
O Campos s e somente avisa ao respsitavel pw
Mico desla cidade e seui suborbio*, que em rasao
le se aproximar o tempo dus Rega-bofes tem
elle f"it 1 do seu armazem oos grato ao paladan e para que ninguem do-
vide do que a^iina se tem dito
Pede-se orna visita a roa do Imperador n. 28,
arroaz-m do Campo-.
Uum o publico eui ge;al.
Objectos para loto !
Brincos, polceiras, broches, roeios adereces,
cruz.'?, cassoletas e mol es in'.eira tiente novo;
acaba Ce recfbi-r Nova Esperanga a roa Duqn
de Caxias n. 63... a elles....
E' sempro assim
A Nova Esperanja... jamis acaba de recebe.
novidades I agora me?mo, recebe tantas que au
sabe de-Mas quai annuncie I porm sempra deca
ra as seguiotes para sciencia de siguen.
M-'daibes de madreprola para vollas, croles
pira o mesmo fim, b>nfias caixichas vazias de
ppela), modernos adarecos de madreperola, de-
licadas correntes de plaqu, lindos enchovaes para
baptisados e chapeosiubos para o mesmo fim, bem
como deste ultimo artigo recebeo cousa muito es-
pacial de seda copa alta, uu velludo para senboras,
lescrever mais mas-ante....
ATTENCAOJ
NA,RA DO CRESPN. 23 .
I.oja de Manoel tt'as %%
ier
VENDE-SE
MADAPOLAO franeez largo com
varas a 11 a peca-
. ALGOD >ZI\H0 superior largo coral
20 varas a 6*800 a pega.
LENCOS 44 eambraia de >inho aba-
nhados a 4500 e5ii dazia, .' a caixa
vale o dinluh f..... .'
FITAS de atgodio de diversas larguras
a 600 rs. a dozia, pechincha.
IIOIN'HOS PARA MOER CAFE'
MOINFIO de diversos tamaohos a il
3f e hi cada um.
DA-SE AMOSTRAS COM PENHOR.
SRRIM trangado mofad) a 400 rs. a I
vara.
liiim nsittm
Vndese orna rotula en bom estado : na
roa larga do Rosario n. 28, andar.
Cura rpida e radical dos
cal\>s
pela potnad (alopau
Essa pomada qoe to t> "* r-sultados tem eolhi-
i.- as pessoas que della b > teo aso acaba da
ehegarparao seo dpoi>o wpeeiaL
NA
Pharm.'.t'a v drogara
DE
Bartholomeu 4 C. ra larga do Rosario nu-
mero :t-
tHHei a '
* <
^^^aiL-c^.">'
j. 0. U Duyitf t^u eaiseu
armazem para vender
O SEGUINTE :
COGNAK HENNESSA.
V1.MHO XEREZ.
DITO-DE LISBOA,
FILTRADE1RAS.
BITTER
A' ra do Commercio n. 38.
Sustento reskurdvo da
saude
PELA VEKDADElcU FARINIA
A, Da Barry 'Arabia
Os abaixo arssigOados fazem sciente a seus fre
Kuezes, qne pelo vapor lulez La-Plata receberan
Segunda remes-a de?sa expeliente farioha, cojf
uso moito se recommenda para as ci angas, pes-
soas debis e convalescentes, applicada c >m reco-
obecida vantagem as eonslipagoes, diarrheas
nausea do estomago, losse, escarro de sangue
phlhysica, etc. etc. Preferida aioJa pelo agradavei
sabor.Uoiricoa outra qualquer.
1188^^1 m mm mw&w*
figk A ra di> UMiiiiu-r :i.i 11. 10. e^cnpi)- S
H rio de Jos Joaqum da Costa Maia, eu- ^
H contra-se para vender por commodis f
m pregos :
S Azolejos hespanhes.
W Falbas de ferro galvanzalo para telha- SS
M do de diversos tamsnhos. k&l
2 Ditas de dito drto lizas.
!g| Ricas de ferro galvanizado.
M Cumieiras dito.
S Portada- completas para cantara.
fj$ Ladnlhos. W
o'&mm mm mm mm mnm
Camisas inglesas
A loja do< Arco> a ra PiiT.eiro de Marg\ on-
tr'ora do -Cresp > c. 20 A, vsn-ie as seg jiotes pe-
chincha.
Omisas' inglezas de setenta mil ris a dozia a
40OfO.
I.as com msela de seda a 800.
Dito de quadros a 160.
Ciii.br.iij branca tina de 65 a ',.
Dunasco de la com 9 palmos de largura a
1*500.
56 ARa do Mrquez de Olinda56A
outr'ora ra da Cadeia.
LOJA DAS MACHINAS
Sendo este antigo estabelec ment assaz conhecido como principal le recommao
dado pelos grandes depsitos e bons sorlimentos com qoe sempre prima em ter d*
me'.boras, mais acreditadas e verdadeiras machinas americanas para alg
daa, desde 10 60 serras, e bavendo em todos os tamarhos diversidades de sys-*
mas e melhoramentos para perfeito e rpido desear gamento; tornara se digna* di
serem vistas e apreciadas pelos Srs. agricultores; os qoaes, alem duty encontrirl
lambem mais:
PAR N1V4DI)S.
Ronitos poru bujuet-.
Lindissimos leqaes di malreperola mol les in-
terament novas.
Cortinados bordados.
Cafoisas be riadas para homem,
Finas pifias de seda para -eohora,
A Nova Esperacca auem tem I I
DESAPPAKEQAM AS SAUDAS
A Nova Bperanca a ra do Duqae de Caxias-
o. 63, acaba de receber o bsm conhecido lene
de rosa bracea, e lambem leile virginal, os qoaes
fazem desapparecer as sardas 011 pannos.
Al revalrsciere du Barry de
Londres
Toda a doeng cede a Revalesciere da Barry
que d sadd'e. energa, appetite, digestio e des
caOM'. Ella cura as dispepsia?, gaslrites, huma-
re*, acidez pituita, flato, enjps, vmitos depoi
l comida e gravidez, con tipagdes,t astria.
afTecc58s pulmonares, be.".ig sangue ; 60,000 curs, iocluiado m^nas deltas n>
Brasil.
A revalesciere cbocolatada du Barry
em po,
elicioso alimento para al mogo e ceia, muiti
nutritivo, fortificando os ervos do esioimco sen
cansar o monor peso nem dr de cabeca, oem ir
ritjcao.
Jnico deposito para o Brasil em Pernambuct
oa pbarmacia americana ie Ferreira Maia & C.
ra do Duque de Caxias n. 37. (Todo coidadi
cotp as falsificacdes.)
VIME-ST
unta casa oa roa Angosta n. 5i, aova, com 2 aa-
lasi 3 quartos, eoiinha t.-a caxmba ; mas ontra
ni na roa do Alecnm n. 57, com 2 salas, cozi-
nha fra e cacimba, e mais a largi parte de orna
cafa na roa Augusta n. 92, com 2 salas, 6 loar-
tos, eoiiuna fra, .quintal coi cat-iroba : quem
ouizer comprar, dirija ;e roa do Apollo o. 34,
2* i andar.
CAM BRAJA
AS.OOOrs.aptC'.
Cambraia transparente coen 10 jardas a 34000
a aeci, pechincha : oa roa do Crespo n. 20, loja
de Gailherme Carneiro da Cunba.
v ieiori 1
Vende se orna victoria em perfeito estado, com
nma parelha dr eXcellente-s cavados 00 sem elles :
para ver, oa eoctura do Sr. Mjraes, iua da Roda
n. 60re para traHr, na roa da Cadeia do Recife
i 30.
Apurados vapores logomoves, de orga
de 3 4 cavaiaos, e pertences.
Machinas para lavar ronpa.
Arados americanos para, varzea e la-
ieira.
Carros de n5o para atierros.
Tinas de madoira.
Baldes de dita.
Ditos de ferro estanhado.
Ditos $om vlvula para lavatorios.
Ditos de m:deira para compras.
Apparelbos para jardins.
Guardas-comidas.
Tampas para cobrir pratos.
Tarrachas para fazer parafusos de ierro.
Ditas dita ditos de madeira.
Trens para cozinha.
Correntes para arrastar madeira.
roachiuM
Cylindros americanos par:
Pertences avolsos para m; chinas.
Salitre refinado.
Breu superior.
Muiuhos de diversos fabrican
milbo e caf.
Debuihadores para milbo.
Azeite de spermacete para
Camas de (erro.
Dorabas de Japy.
Ditas aaicricanas.
Cofres de fwrdjpalinle.
Canos de ferro. estHados.
Ditos de dito estanbaido.
Ditos d clinmbo.
Ditos dt: bf Folies paraJeiTeims.
padaria.
tea par.
Temos de bandeijas finas.
Eir-fim muitos 011 tros artigos, qoe s avista e teste esubelecimeito poderlo
examinados.
; ,-4 a--.v" t*r*dl ta(7 *<*'

^iS-.i\
^
asi

MACHINAS
para mam kimI
De 10 a 40 serras.
VAPOR
para mover as machinas.
Em casa pos importadores!Ra do B>m-Jesus n. 4
SttAW Hawkes & C. | outr'ora Cruz.
HACAS
DE
ROUPA FEITA
NA
Ra do Crespo u. 20.
Tendo resolvido n5o continuar a ter grande deposito de roepa leila, offerece ao
respeitavel publico, e aos negociantes de fra, um grande sortimento, ptr pregos bara-
lissimos para acabar.
Palitts sobrecasacos de panno fino de
1-2) a 3D-5O0O.
Ditos saceos e refranqoeados de casimira
le cor de 5,5509 a 9^000.
Ditos, ditos e ditos de panno preto de 55
a 120000.
Ditos, ditos e ditos de alpaca preta de
2,5500 a 5^000.
Ditos, ditos e ditos de alpaca branca e
le cor a 2,5500.
Ditos, ditos e ditos de bramante de liobo
i 20500.
Ditos, ditos e ditos de bramante pardo a
2^500.
Caigas de casemira de cor de 55500 a 95.
Ditas ditas preta de 555(0 a 95000.
Ditas de brim branco de linho de 250C0
an45000.
Ditas de brim branco de algodo a.....
15200.
Ditas de brim de cor de IffGOOa 35000.
Ditas de castor do 15000 a 25500.
Ditas de brim pardo de 5000 a 25300
Camisas de flanella, grandes a 300O.
Ditas de algod3o, moilo boas a 25000.
D.tas de linho moito boas a 35500.
Ceroulas de bramante a 10600.
Cobertas de chita a 1,
Lencos de linbo abainhad^s a 45000.
E ootros muitos artigos por pregos -baratissimo para acabar, na lojd de Guilberme
Carneiro da Cunha. ^_______
LIQUIDADO DE FIM DE ANNO
AO 65
RA DO DUQUE DE CAXIAS
(Outr'ora do Queimado)
Este estabelecimento acaba de receber um importante sortimento ~d> diversas U-
zendas proprias para vellidos, sendo poopelinas da fda, sedas, las, per ales, ditas coa
barras proprias pira babados, lindas cambraias crox. e em fim urna inf nidada d'arti-
gos de moda, tudo proprio para a festa, o que tudo vender por prec-s ictei ranete
razoaveis, em consequencia de estarmos prestes ao Dm do anuo, e o rj i nao quer ter
grande trabalho com o eu balanco, preferindo lomar dinbeiro a fazem ai, convida-se
porlanto ao respeitvel publico a vjrem sortir-se na loja do 65 aonde com rrario por pre-
cos qoe n5o obterSo em ootro quaiquer estabelecimento; em fim ver para crer
ROA DO DOE DE CAX1AS
(Outr'ora do Queimado)

llEGfVEl t


rj
V \

\
I
K

i
*
\
.dir- cU Pe:naml>CO Quiutu fetru 4 Je Tahero de 2
fi
SEM IMITES
Na -
* loja e mmim
FLIX PEREIBA DA SILVA fr C.
NA RA DA IMPERATRIZ N. 60-
-
S a dinheiro vista
Os proprietarios deste estabelecimento tendo grande necesstdade de djminnir.o irc
menso deposito qae frm de fazendas e grande urgencia de apurarem dinheiro, tem re-
aolvido Tazer orna verdadeira liquidado Gom grandes abattmeatos nos precos de todo;
oa seas artigos: pari qae convidaraao respeitsvel pnblico desta-capital a vir sortir-st
pots lite garanten qw em parte algami poderlo encontrar to grande sc-timotoe met
mo nao comprarSo palos precos qae se Ibes pode vender na loja de Pavao; porra ad
virtindo-se qae s se vendj a dinbeiro vista. Os mesmos proprietarios deste estabe
ledmento roga a todos os seas devednres desta praca o favor-de viren saldar seas de-
litos, e todos acpelles que estiveram deveado conlas antigs e o nlo ftzerem tero d<
ser encommodaos judicialmente.
Ui-isinkss barata da ava.o
Alsacianas cem liaJas nutras de suda a
iiJOOO o covto.
Ditas lisas om m^ito brrthe a 15 o cevado
AtUntas, fazenda de lauito gosto tecida
osa seda a 720 rs. o ovado.
Loja do Pavo
SA1AS BRANCAS BARATAS
a 2^500 e 3|000.
6 Pavao vende cortes de bM faiewdi
branca cora 'bonitas barras de pregas, pele
Ditas anjuadros e seda cores aito (baratis-imo preco de 2#?00 e 3000xad
urna, grande pechincha na ra da Impera
delicadas -a 6iO.
Poil de chvre, d'atai s -cor com maito
brilbo a-'R*0 rs. o covado.
Merinos escossezes fazenda de muito gosto
, para vestidos bjrnas e roopas de -menino
a 640 rs. o covado,
Gorgrao maito bonito, tendo de todas
as cores a 400 rs. o covade.
Llasinhas iroderaas com differeetes gos-
tos a 400 e 500 re. o covado.
Ditas ditas a 280 e 320 rs. o evado.
Bareges transparentes caen diferentes cd-
11* a 150 rs. o cavado.
Alpacas de cores lisas a lavradss fazenda
le maito gosto a 500 e -800 rs. o covado.:
Cassas do PavSo.
Castas inglezas com bomitos goeios a 200
240 rs. o covado.
Ditas finissimas a 300 rs. o covado.
Ditas francesas de muita phanUsia a 400
M. o covado.
Ortes de cassas com 7- varas, fazenda
maito fina eboaita a 2#530 e 3#00.
Ditas d'orgacdy branco e de cores a
230&
CORTES H'ORGANfiY A WMO.
O PavSo lem cortes de organdy branco
com fl 1/2 varas que vendo pelo barato pre-
co de 4(000, aesim como branco com (istriohas e gaadrinbos o me-
Ihor qae tem vindo ao mercado e vende
pelo barato preco de 720 rs. a vara.
Pospelin&s de sede a SAOO.
O Pavo. tem cm elegante sortimento de
poapelinas de 83da tanto lisas como iavra-
das as mais modernas qne tem vindo ao
mercado e vende a 2000 o covade.
CAMBRAIAS LABGAS A &0 RS. A VARA.
O Pavio tem esmbraia branca transpa-
rente de boa qaalidade, com 8 palmes de
largara, que apenas precisa 4 varas para
am vestid'} e venda a 800 rs. a vara, dita
uis6raa da Escossia tendo a sesma largu-
ra, que vende a l-JGOO.
CAMBUIAS BRANCAS A 4*000 E 4#S0O
O Pav5o tem pecas de cambraia branca
transparentes com 8 1/2 varas que vende
pelo barato precio de idOOO e 4#300, ten-
do tam'oem muit? nas de 5^000 at
1050i30.
Ditas tapadas oa Victorias tendo de 35500
a pega at a mais una qae vem ao mor-
ado.
Cros&enaples pr.eto e de cores.
O PavSo tem un grande sortimento de
grosdenaplos e gurgurao preto para vestidos
tendo de 15600 o covado at ao mais su-
perior que costuras vir ao mercad'), assim
como am grande sortimento de ditos de
todas as cores a brauco e um bonito sorti-
mento* de setias branco e de cores que ven-
de por precos maitD em conta.
CASAQUINHOS A 155,185 E 2Q50OO.
O Pav5o tem ua grande sortimento de
-icos casaquiabos de seda preta maito bem
enfeitados e modernos que vende a 155,
185 e 205000, sendo fazenda de mnito
mais valor, assim como ricos cbales pretos
bordados com franjas largas de retroz a
105 e 125000.
CORTINADOS PARA CAM.tS E JAXELLAS.
a 85, 105, 125 e 135000.
O Pavao tem am grande sortimento de
cortinado; ricamente bordados, proprios
para camas o janellas que vende de 85 at
i 65000 o par.
Pecas de cambraia adamascada com 20
varas a {05000. crochet ricamente bordado
para cortinados a 15500 o metro. Assim como
ricos damascos com 6e 8 palmos de largu-
ra proprios para colchas de camas e tam-
bera ricas eolebas de damasco a imiaco de
teda e ditas de crochet as mais lindas que
lem vindo ao mercado.
triz n. 60, toja do Pavaa.
MODERNAS BAREGES COM LISTRAS DE
SEDA E FRANJA AO LADO,
a 800 rs o Cbfgou pai a loja do Pav5\ raa d;
Imperattiz n. 60, um elegante sorlimentc
das mais lindas bareges modernas e tende
ao lado bonitas listras assetinadas e franjas
para os enfeites. as qiwes se vendem peic
aaraiisiimo preco de>800 rs. o covado, pot
aaver um^graade sortimento desta nova fa-
%enda; a^-im como delicadissimas bareget
com lindas listras de seda, sendo fazenda de
Quita phaotasia a 640 r.. grande pechin-
Dea, no anaazem do Pa-vao.
Fazenda pora luto.
O PavSo tem am grande soriimeoto d(
^fazeadas pretas para loto, como sejam:
Merino pr.Mo com 6 palmos de hrgur;
para vestidos-a 25000 e 25500 o oovado
Merinos pretos e de cordao para todos
es precos e differentes qualidades.
Bombasiabas para todos os precos.
Cantes e alpacas preas. LSasinbes pre
tes ou cassas de la de 360 zi 500 rs. (
aovado.
Cassas pretas franceses e iog!ezas de to
das as qualidades.
Chitas pretas francezae e inglezas de 20(
rs. para cima.
Oepe preto para veos.
CSEMIRASPARA CALCAS A 45, 85, 65
75 E 85'JOO.
O Pavao tem om grande sortimento dt
cortes de casemiras^e eres para calcas
seRdo os mais modernos que tem vindo ac
mercado e vende-se de 45 at 105000 c
corte, ditas em pecas francezas e inglezai
para caicas, palttots e colletes qae vende d<
15803 at 65000 o covado, ditas escoras
prova d'agoa qae vende a 55 o corte en <
35 o covado, sendo estas casimiras maitc
propriss para meninos de escola por seren
escuras e de muita durado.
NOVOS VESTIDOS A S5000.
O PavSo tem lindos cortes de vestido df
finisstmas cambraias com bonitos bordador
de cores e tambem todos bordados brana
que vende pelo baratissiroo preco ce o.^OO
cada corte, grande pecbincha.
PANNOS DE CROCH PARA CADE1RAS I
SOPHAS.
O Pavo tem um grande sortimento dt
pannos de croch proprios pera encost di
cadeiras e de spbs, assim como um rict
sortimento de tapetes de lodos os. tamanhot
proprios para salas.
MADAPOLO BARATO A 45, 45500 E 55
O PavSo tem p?cas de madapolao con: 2
jardas ou 20 varas que vende a. 45 e 4550C
a peca, dito muito fino e largo de 65 pan-
cima, dito francs do melbor qae tem vinde
ao mercado, assim como dito finissimo en
pecas.de 40 jardas.
Corles de bitas.
a 1560O, 25000 e 25800.
O Pavo tem cortes de chitas frincezat
com 10 covado, que vende pelo harato pre-
co de 15600 e 25000, ditas que vende
160, 200 e 280 rs. o covado, tambem ten
um grande sortimento de ditas finas clarat
e escuras qae vende a 280 e 320 rs. o co j
vado e fiaissimas percales miudinbas propri
as para camisas, vestidos 6 ronpas para rae
nios qae se vende a 360 c 400 rs.
. LENCOS BRANCOS.
O Pavo tem lencos brsncos abanhadot
que se vende a 25400 e 35. a duzia, ditoi
grandos de murira sem ser abanbados 1
35200 rs. a duzia; assim como bonitos len-
cos bordados para raaos.
ROUPA* PARA HOMENS.
Sobrecasacos de panno preto fino send
muito bem feitos de 125 at 405000.
Palitos da panno preto fraques e sacc
de 85 at 125000.
Ditos de casemira de cor de 65 at 125
Ditos de alpaca preta fina de 45 a 65000.
Ditos de dita branca e de cores 65000,
Ditos de brim de linho trancado a 65000.
Calcas de casemira preta de 650GO at
125000.
Ditas.de brim braceo de linho de 4500C
at 85000.
Ditas de brim de linbo de cor para todot
os precos e qualidades.
Camisas francezas e inglezas com peitos
d'algodSo de 15600 at 55, em duzia ven-
de-se mais barato. '
Ditas de meia de 800 rs. para cima.
Ceroulas de linba e algodSo, francezas c
feitas na trra.
Collariohos de papel, algodSo e nbc
qne se vende muito barato para liquidar.
Para noivas.
O Pavo tem rico gurgoro de seda, bran-
co. Qrosdenaple branco muito encorpado.
Agracianaas brancas com listras de seda.
Poopelinas brancas de seda lisas e lavra-
das. Sedas brancas, lavra das e lisas. Ca-
pellas com palma de flor de Iaranga com
ricos veos bordados, qae tndo se vende mait
barato def qne eqtootra qualqper parte.
A- loja do Pava .a&a-se constantemente aberta d 6 horas da rjtaohSa at aa 9
TU da noite, roa inoeratr n. 60.
tfSSELEAS DECORES A 400 RS. O
COVADO.
O PavSo tem um bonito sortimento de
anssenas de cores, padrrjes inteiramente
aovo8 e cores fixas, que vende a 400 rs. o
covado. Ditas brancas muito finas a 400
500 rs. Metim branco da India mnito fino
para vestidos e ronpas de meninos a 720 rs.
o covado. Cretones de cores mnito encor-
nados para'vestidos a 600 rs. o covado.
Metralhadoras!
Cbegoa para a loja do Pavo am magniflo sor-
amento de cores da vestidos de cambraia com
babados braocos e de cores, denominados a me-
tralhadora, endo asta fazenda a mais moderna e
de melhor go- :o qae tea) vmdo este anno para a
testa : a ultmenlo de cortes le cambraia com. palmicha?
bordad** a laa, fazenda de malta phantazia, e ven-
lilqner parte : na roa da taperatru o. 60, loja
armazem de Pereira da Silva & C
Popelinas de seda
A 11600 rs.
4U loja do Pavao vende-se ua elegante sorti-
eoto daa meJhores e mais modernas pepehnas
4a 8ela, que se liquida pelo baratissimo preco de
llMO rs. o covado. grande pectiiacha : ra
tapmtriz n. 6D, loja de Pereira da Silva &
NOVOS SORTIMENTOS
arinazein lo t por
Praseez, ram do
Batro da viciosa
(ontVora rna ^io-
va) o. *.
Acaba de receber novas facturas.
O annazem do vapor
rrancer. rna do
naro da victoria
( outr'ora ra Ko-
?a) n. f.
Calcado
Bciinj^1e Suaer e d Po!k, psra hnmero, coi-
pleto sorimeiiio par todo* us gosl-s voaact
dos cooipiadores.
Rotas e perneirss. para montarla-.
Botinas p;r.a ser.h rus e meninas.
\x>tinad09 para meniars e mininas.
Stpatoes de bizerro, veroit, cordavi*. e de bi iu.
branco para horefm.
Sapatos de lptt 'vi lindados de 3hrlot, case
mir t-rtta e iranca porlogueze.
Sapatos de vaqueta de veroiz com sola de rna*
leira proprie?, para banhos.
Perfirmarias
Fine tractos, banha?. coiBi(tco\ -.teo, opia
tas, pores, agna de c.logue, aga fjvina, u-
florift, dentifrice lav'nie. 'gua de. lilot, tintara
para tsaiba e cabello, p> *s arroz, sabunetes.
hc; tildo isto de prroeira qwlidade des bem co-
abooKos fabrican*, Pivr Coudray.
Quinquilharias
la pnaktasia e lox", cow* pjaai: e.'pelhc*, lovas.
loiasdeouro, etrrente de p'aqu, ricas carteiri
ihas para dinheiro, caixinhas de cestuia com
mwicas, eMfrioaeoTo de SO vista' com marica,
ucicas de sida e cestinhas diversas para br;o de
Iros de cores, chicotinhos e berjgl'as, todo lato
te ilillerentas modelloa e qualidades em grande
numero destes artigos de quininilharias Huas de
osto que nao se rde bem meucionar.
Briaquedos
0 ntaior sortimento que se ple desejar de toda
^orte de broqnedos fabrica los em diersos paites
la Emopa para *n:retenimento das cilanrjas
Carrinhos
9 henjos d viraes para crianti?, de novo diffe-
rentes modelos presos coumedos,
Pregos, ,
Em vtrt4e dai novas tactoras e crdens dos fabricantes, vende-se agora ludo a precos
btcaiissimos : na romera do vapor francez, rna do Barao da Victoria, cutr'ora ra Nova nu-
mero 7.
Hnc da Imperatriz n. 40
Os proprietarios deste bem conbecido, o acreditado estabe!ecimfto, resolveram
fazer umalKjaidacao das fazendas exr-istentes, epelo maior pre?o que poderem obter.
nao engeilando preco algumat o finado anno; perianto prcwaejn aorespeitavel publico,
para pproveitar a occasio de comprar bon e barato.
Lencos- francos grrodes de esg&S) ji
aboiliadco-a 3^200 a duzia.
U complet sortimenij de roupa^
feitas para b mens e menino?.
Caaioiiras pretas e de-cres, pannos Saos
Ditos ditos de algoao, e com agarabado oes e pretos.
largo Imiudiolius a 403 rs. o covado.
Custumes de alpaca de cores etscit-.idos
de seda o la para meninos.
Palitots dea'pata-de*cres para hoaens a
3(j00O.
Capeles e veos para noivas, todo junto,
preco mixto barato.
Bitos damascado pira camas e janellas,
j recortados.
: Grande sortimento e barges, ISasinhas
e alpacas pretas e de cores, lavradas e lisas
para pre.-/a muito em conta.
%-Cranda variedade de chitas deiiO at
400 rs. o covado.
Catnbraias brancas bordadas pira vesti-
dos a 8)5(500 a pec>.
BOOPAS FEtTAS OFFGlNA D3 ALFjUATE
i7a grande ^uantidadee palitots, leas,
colletes de pannos, caseasras e bros para
twdes os presos.
Caoiisas de la, ditas de meia, ditas Ct
ttbdw, ranceza* e inglezas, collariohos de
linbo e de papel, sortimeuto de mantas e
grvalas de seda preta e de cor, bournus e
otrtras muitas faz-endas, ciano sejim :
Bramante de lint j e de aJgodo atoslaa-
do (raneado e adamascado, esgui5o,. meias
para boraens, .'eaboras *> meninos, coberto-
res., olchas e o'jiras moitaa fazendas qce
I
Cassas de cores, e caEbraias listadas para nao descrevemos parao anmucio se nao tor-
diversos precos. nar enfadonho. Adn.beiro.
I Pelo preco qno -e vende m a dtnoearo.

A0PAPACA10
NA
Ra da imperatriz n 40.
DE
HIENDES & CARVALHO
tai

OUtO
IN. 24 -Rua larga do Eosario-N. 24
K sem contestacao, um dos bem montado estabelecimento de j
i: Vf ^0 ?ec'f|>> p- seoJo seos (rcprielarios *stkt caprichosos na escolha de
45S> expoera a venda, leubrm ao respeitavel publico que aproximando-re a
i^fii rara indiferentes, mand-ndo vir de conta propria, da Europa um variaJiM
^g to qoe pelo bem posto e primoroso traba1 lio importam elegantes preente
^) idolaiatrada, a arilhada qutrida, a consorte Bel, a rrai extremosa, 3 am
f nalmente a te do aqnelle ou aquaila que se queira mimosear pela feata
Nj lecdo enfadochii, respeitaveis leitores, prestai atteOQio at
annuncio que encontrareis, com certeza.
Para o bello sexo
al a :i e U.

Pares de brincos de phantasia-a 8i, 95. 10 e 12J, dit-s de c<
\^3 ditos oara luto a 6| e 8$, meios adrenos modernos cora brincos e ilhnet< a 164,
^ \. rotetintaa de diversos goslos a 5, 6 e f$ o par, pulceirioha* de rural a 7OOil, vd-
S? til has de dito cora cruzes de ouro a 5, ea$i!eus cora fnscripgoes (obra chique) a Si
-^) 1a. psrtla* e rubios 12, 1VJ, t6 e i8, anneis com boitas pedras a \ pata crian- .-'.
l~^ ga a 3*500, ditos de pedras finas a 6 e broxes para retratos a 16* e J J*.
i)a? da ,i': '..
ofcjcel
feta, C8J .'.;
mo scrtirifo-
parj a llha
;a ded: .. la
j natal.
fbat dCS>

KS
7)
Aos senhores cavalheiros

:
-
jj! E rnente na Flor da Ouro que se vende jbias de Rosto e por |p uco dinheiro
g^rt -vi -oo sfjam : guirnicSes cem tres botdes parr. abartura 4, pares d.fj.to? e ce d f
- ferenUs goslos a 5*. ditasa 3*, ditas para punhos a 8 eadjeias obho uiqoea .> :0*. V
^* d.as a CviSOO a oitava. pendnez de prata dourada a 4*, 4*300 e i, iukSe a'J
'~iis ':ade,as a ,24- med''s com loras a 8*; alu do um grande sortiiccnL e obras t
mi
?lor de Ouro contina a esta? abert at as
8 horas di noute
JOAQUIM
MACHADO a* C.
Travessa do Corpo-Santo n. 25
ARTIGOS AMERICANOS
Cylinros para padaria. '
C3rro3 de mi para conduzir fazendas.
Machinas para descarocar a'godo.
Poas de diversos tamanbos.
Cdos de ferro galvanisados para enca-
mento d'agoa. -
0BJECT0S PARA CARRO
Oleado preto para gu?rda-chava .
Dito do cores para forro de dito.
Chicotes para dito.
Pontas de lanca.
Gal5es de soda para o forro de di-
treitos e largos.
Pregos de cabeca de marm.
Escovas para dar graxa.
atea se vio um prccessc|ixa;s prfeto e qae at-
.s;a de tal forma a sasfazer as exigencias mais
tara da escriploraeao.
X raa cor iindi-cima e nao precisa de cuida-
o ligua para se conservar no tinteiro Sempre
oa a mesma l6r, sem borra, crdsta, bolr ou sem
)das estas maz;as iwhereates todas aa tintas
ti agora conhee'das, anda mesmo dos melhores
atores estrangeiro?.
Jobretudo, este estlmavol producto nao ataca as
sanas db ac, antes pelo contrario, a peona
dqore um esmaiiedourado que, senda ioteres-
lata, 4 aaeag provitcso.
Zata tinta, nao ?endo especialment para copiar,
4 ccmtudo duas, tres, ou mais opias xxva ;mei
poii de escripia; preciso, porm, deixar-lbe
papal bem molbido sem o enxugar com o mata-
rrlo, porque nao ba o ruco de borrar. Para se
irar mais de urna copla, nao se agglomeram tan-
u tolbaa qcaias copias se querem tirar, mas
-# com o orgipal tirar urna tantas quantas
adMejam, sem qoe o original fiqt prajndicado
iuai axtttcoes.
Occorre aqui dixer ous, para iopicr importa
lita intelligei?c;a, e habiKdade, sem e qca a me-
lor tinta nao satisfaz, o o deleito recae sempre
ofcr a tinta, qae multas vc-zes qttem menos
tipa tem.
* lupia qna'idsdi-aaBtt tinta ertreroanMtt
ipreciavel, pis qae evita qae em qaalqoer j-
riptorio naja icrjs do qae ama tinta para os dt-
rse misteres.
rinanto 4 sc daratnlldad*, nio ha a oppfir!
tfumtot davita pois qoa Ma tima dapoU da *-
cripta soffre o choque de cidos fortissimos, sea-
se decompfir; ora, se os cidos nao tem aeco so-
bre ella, muita menos a accao do totopo a oa?
destruir; isto plaasivel.
Nio s ao commercio qae este mea prodncU
veio ser atil; os profeesores dos collegios, investi-
gando todos os meio3 para o adiantameoto dos
seus discpulos, tem approveitado esta tinta, qae
com razio a ach ram apta para desenvolver o
gosto nos educandos, em eoniequencia dt belexs
da cor e facilidade de cerrer na poqnena pe sua
liquidez. Ha exemplos de cninjas que bavi
maito tempo tinham urna repegoancia extrema
para i escripta, logo qne foi admlltida esta tinta
no coliegio. apoderoa-se dellas a euriosMade e o
gosto, potreo tempo depois o sen adiantamento
era manitata
Esta tinta, i par de tantas vantagens, lem om
unico>ineonvaaientd, deteriora-sa ao contacto de
outra- qualquer; csnvm pois te-la om tinteiro
isenles do menor visiumfcte de outra tinta, e evi-
tar escre ver coma peona saja de umapreparacao
difiorents e incompativel; verificando isto, nao ha
raiao para se osar de tinta que nao reja a VIO-
LETA EXTRA-FINA DE MuNTHllO.
Oberva Diversas falieacoos e ssmelhaneas tem appa-
recdo, coja urabiidade duvidosa. O srs.
tjomrjrawres podem evitar o segano dirigindo-se
casas eircumgpectas,< pedio*) a Unta qut en
flrio
. C Monteiro*
Cofres de ferro de MilBers e outr08.
^ Jr icllyoS para COpar cartas.
BalaiipaS (le pesar* Decimaes, Romanas, etc.
Tachas de ferro, estaDhad0.
Arados Americanos
vxracies. para agrcailura>
Carrinhos de mao.
Machinas a Vapor
de descarocar a!god2o, de 10 at 40 serras.
UhapaS de lerrO gaivanisadas para cobrir casas etc.,
Eites artigos vendem-se em
casa dos importadores.
Shaw, Hawkes 4 C,
lt. 4 BA DO BOM JESS.
(otr'orardadaCrdz)

Libras sterliaas.
Vende-se no armaxem de fazendas de ^snitc
F. de OHveira 4 G, i roa lo Commsrcio n. f
A 4^000
____________ ameixas, maclas e eerejas, chegadasaltit-i'
Vengase nm terreno com 134 palmos de de Hambnrgo no pavw Afr : na padaria llf-
frente e qussi 800 derfando. cercado e limpo, no mia roa da Onia n. 54. Assit como se aclara
Parte da Madeirs, ero Beberibe :' na roa do Pro- sempre pi de Icite e de Centeto as tercas e
gresso (.Soiodide) n. 7. sexias-feiras.
i*

[ mam \


Diario do fernamimco Quima leu 4 u Jtmt-iroro ue im'
'
r*. g^v-
- i

VARIEDADE
MISGELVNEV ESrRANGEUU
0 re di Dinamarca, antes da soa
partida pira;o oatrangeiro, oll3ro;eu no eas-
tello de Ch-iStieobarg, era Copenhague, um
laoto ban jieti ao; raembroa da Rtgs-J %
Assistiram ao baaquete n5> sli)dJ a fa-
milia real orno diversas notabilidades. O
rei parti s seta horas di nauta em na:
trem expresso, acoaapaohado do principe
Waldemir. O. dous viijiotes ni) iro a
-Inglaterra, como se dizu ; dirigir-se-hfo a
Labeck Altrnanos Italia e Greda
? O papi conferio o Ululo c a dignidad:
de con le ao commendador Noel d L?s-ei
auligo official do exercito inglez e gri-crnz
da ordem do Simo Sapulchro, pelos servi-
cia por elle prestidos a igreja e ao Ibroa >
apostlico. '
Saguudo urna estatistica feita oltima
mete em Pars, o traa iu diario de treo-
pelos sios mus freqaenUdos d'a juella ca-
pital terna i meJio, o s-guinte : a pfa{a
da Estrella alravessada diariamente por
9i:327 carruaga is ; a aven di U nch por
5l:tl4; os boulevards dos Capuchiohos h
dos tUianos por 18:509 e o ooolevard de
Sebastopol p r 11:641.
O coogre-.S) telegraphico reunido ae-
tualm>n'e earUorai, declama que admita
ria as prximas se oss, a tiolo consultivo
os representantes de algumas grandes su-
ciedades de toltgrapia particular.
Um italiano, qu. est actualmente em
Vlesela, pedio sociedade dos Amigos d >
Pas pin examinar um mechaoismo da mu
"invenco, cuj > objeto e Lcillar e abreviir
es trabamos da Cornposc> ni arle Ijrpa
o lempo, excepto o da em qua Jis;a : As c-aalraJa em ama excavacjlo, faz-nos crer
mximas ms s3o peiores da qu3 s mi qiaa alieia da Paranapuctthy traba sai
acc.-s. Estou certo de qae ni sua m:n- sJe nesti fazania, oa pelo menos muito
sagom n5) cahiri em naabum d'esses so- proximimeote ; na outra raargerada Jjqji
phismas <;r ... es^aaldeia foi aneada pelos Portoguezas
O Sr. TA'cri.Tenho ( em mira, son emO de jaaeiro da 4641) (diada S. Se
homem da Renascenca tanto 'em poltica' ba-tia), qae levaran de vencida os iu dios
como na arta. N'lo me envolverei nisda-'e aos Francezas, seos alba ios, ah e em
bris da aotigiidala Licurgo e o Parlhe- Urocumirim, boje praia do FUmehgo, oa
non obtivora a o prrmeiro premio : nos corte, retomaado posse da ierra para a
walaoUr-aoj h-anoi com o segundo premio cora de Portugal e fan-Jania logo dep.
i lo la d) S. Stbasli) do Ilio de Janeiro
e o accsit. J vio na eapella dos Mediis
a Mu mi poaacaba? de Migoel Angelo ?
E* tanto mais. billa masao por estar por
conclu'. Eir posiuia um modelinho em
br. nz>. Est n'ella Migoel Angelo, tolo
nteiro na s?o estreraaciaieato moderno.
E'a imagnalo da Franca, sempro bella, o de Maractid, que davam a
sempro sem a-:abar, sempre m5i das dores_m3 este qoe foi sub.t'tuido
a enana d) S. Stbastia) do
Foi nessa beroica joraada que fallecau e va-
lente chefe portagaez Estacio de Si, vicli-
ma de orna frecbada no rosto.
c Nao seconfunia o aome dado p;lo
indios a essa alleia (Paranapucuhy) com
toda ilba, no
pebs Porto
le urna enanca qua se chama o fuiuro, e alguazas, primeiro pelo da ilha dis Site En
quero se crucifica sempre mal que chaa a genhos, por exstirom no iugar se a daiuel
poder levar a cruz. las ma;bioas de moagemi para a faorica;5o
t O e)utadj. A sua mensagam falla do assocar (u5o existe mais neoaam>, e
do futuro. dapos pelo da ilba do Gooern? t O Sr. Tkiers. Sabe que se encontrou.aioda boje conserva, por ler si-lo r)rop;W'
a Venas mariuba ? Agradam-:lia osb.ou-.dade de Sslvador Gaira daS, qae foi
Zes ? igovernajlor do Ro e Janeiro, e qae a
O deputado A suamenngem qae,com3rou a D. Barbira da CastihMs, viova
lia de ser midelada em bronze. da Miguel Ajres MaldonaJo-,^segundo-a tra- j
t O Sr. Thiers. Cch que um e oatro
asanos fazeodo pbrase n5o esta a oo-
Alli se preparara cerca do 15,000 kilogram-
mos de dyaamite por inez, p.ra sitisfazer
aos "pedidos do ministerii di guerra a aos
do commercio.
Os numerosos emprezarios dos lanneis e
dos trabalbos submariobos em Franoi, na
Italia,.ni Haspanba e na frica fazem nso
da dyaamite. Sna grande vivacidade de
aeco, sua propriedade de fazer expIosSo
dentro d'axoa a'loroam extraordinariameote
preciosa na lavra das rochas mui:o. duras
ou feoiidas (fimtries), nos trabalbos eill ter-
renos aquieros.
J muitas vezes, em pedreiras onda a ro-
cha era moi dura para ser tr balbada con
i plvora ordinaria, e onde o adiantameuto
era t5o insigbiSciOta que a despeza dos sa-
larias ficava fra de prepongo com o reol-
ia lo obtido, team podido ser vantajosamen-
te-con'.inuads os trabailoj com a dyoa-
mita.
E" sobretodo pela redocejo do trabalbo
m-aoviai que se maeifesia a vaatazem da dy-
uamie. Com esta substancia os fuzis de
miua 5o- de um calibre rourto pequeo,
sendo t-'djrvia m.ia prufuiiias as-esplo.as.
O bro-jue^ir a rocha conslitua, qnaodo ella
\. dura, s parte mais penosa db ir baila .
Gasta-so sempre taaSo oa mais dioberu
grapbica. A seceso de industria nomeou
urna commissSo para e3tudar o novo h
vento.
* Escrevem de Berlina que o principe
da Bismark est melhor da doentja que lia
pouco o 3tacou, mas que ainda assim ter
de permanecer algum lempo no sea qaarn
para se restabelecer complelamente.
N'um jornal ioglez encontramos a
narr3?o da parda qua soffreu um sujeilo,
de Londres.
Teado o fogaa da sala do sau escriptori i
aceso e com bom lame, arrebanhou varios]
papis inatis que tiraba e-palhados aqu o
alli, e, de envolia com elles, laogou sobra
o lume 1:400 libras sterlinas em notas di
banco de L ndres! .
Qoando o homem reparou oo qoe tiuha
feito j era tarde.
... Em Pars abri se urna exposicSo de
armas de lo !a a espacie, machinas de guer-
ra, planos, etc. que figurara na guerra de
1870 1871. O producto das entradas ser
applicado aosoccorro dos lavradores frao-
cezes arruinados pela mesma guerra.
.? Verifacoo-so no pala:io de cristal em
Londres a segundi exposiclo dos gatos.
Expuzeram-se 459 gatos, os mais perfei
tos exemplares da ra?a felina, -mais do tri-
plo d'esles animaes apresentados na primei-
ra exposifao feita em julbo ultimo.
Vieram gatos da Australia, da India e de
3i3o. Via si alli urna gala de pello corto
vinda de Pars, que esteva u'aquella cidade
todo o lempo do ultimo cerco, e disse o
*.ua dono que ob?';rvava por dentro das vi-
dragas pa^horrentimente as barr.calase
. Dio se MSBttivi coaa os tiros.
H ta u a mantwa raalou nove ratos, fcppa-
receu miro que irava o leite da um ja-ro
com a pata 6 trocar*va o alimeato sp'.o c
recer que W \ sociedade protectora dos a.':maes oo
f^re preaioa aos homens de trabalbo qoe
, iresentarem gatos bem mudos ; forero
j.nta los muitos dVs'a classa. O ope-
O WJghtman ganb'u amelalbi de pra-
.ida socedd,pf apresentar o mais for-
zoso e gordo biebano.
~Aignns aios veniiiam-se por
bras. .^
Tambera em Paris se fez urna expsita-
,1e 8t8 e gatos n'uma casa prxima do
jiroo do Trinmpoo.. Ganhou o premio um
aagora, qo nos designamos, pelo oonae de
k'ito fraowz, o qual se raostrava de tala ao
pescoco coma medalba de prala pendente.
Est.vacom a digaidade prcpria de om
gr5-cruz, mas parec'u melancoli if'
cisi opportana A Fraaga j n5o gosta
dos rethorhos:
a O deput'ido. Tena razo : por isso es-
tou bem certo de qae a sua mensagam po-
doria ter p ir epigrapho a phrase de Bacon :
i A vardaJeira ti iquencia cajoa da elo-
juancii. Q ier ler-m'a ?
O Sr. EWera. Nio tena liio os peri-
dicos ? Elles sabsra ludo melhor do qoe
eu, muto msrlhor, urna vez que ludo com-
mentam.
tt) deputado. N5o cace dos pobres
peridicos: parlerara o cred'to desde que
nao dizem nem urna palavra de verdade.
Qaer qae ea proprio leia a ia aatnsa-
gem ?
* O Sr. Thiers. (Dan lo ao daputad)
un collecfa) de miniaturas cbinas).-N)
sa de ve dizer mal dos chinas na poiica
oam na arta. Os gregos-B;upanbavam-sa
emquaa obra sobrepojasse a materia ; *o-
teriam superabat opus. Os chinas quzeram
a materia nvalisasse com a raSo do
jue
artista ou a sobrepojasse.
dicao dos niuraes, pirO,?, :a ilba di(p;ra acoraba da dyasmite, como pa^a
cerca de 40kilometros da litar ii f qaaatidade corres[*ndeate de polwra ; mas
,. i..,k.lw. m.inn., I fien mniln itn4l)llU0
40 a 50
Divaisar as cou-
sas, nao e eogandecar os homo-s ?
0 depiUado. N'am partida ha certa
nqoieUcjQ por causa o> su3 mensagem a
respeito da conilituic3o futura, e desojara
poder tranquillisar os meas amigos.
O Sr. Tlm. A questao n5o fallar
em nome de um partido, mas sim em ooaae
da Franca Olha, mea charo depaUdo, a
arte a Imha recta da potica. Quer que
Ihe mostr um Lacea Robbia da mais apa-
rada belleza ? Agradaofc-lbe os objeclos
d'arta ?
t O deputado: Sa me agrada ? Te-
mos um nausea na nossa provincia, mas eu
nunca fui.
O Sr. Thiers. Pois bem.eo o inicia-
re'!. Olhe ; de ve principiar-sa por ter sem
pre vista um exemplar do bello, algama
obra prima grega, iadiscotivel, porque n5o
se pode urna pessoa aventurar n'esse ocano
das innomeras variedades da arle hamaaa,
tum ter ancorado nos sitios soguros.
t O dcpultuto. Se me permitissa orna
i obsar,\r1Q3o, mea charo presiieote, diria
[rjue tem incorada sempro em sitios sega-
ros ; por isso creio qoe a soa mensagem..
O Sr. Thiers.Adeus, mea charo re-
presaniante, estoa encantado de qoanto
acaba de me duer.
Na antesala encoara o deputado que
sabe outro que entra.
Qae tal ? >eu Ai I meu amigo 1 Que bomem I
Nicguem o conheca baa. Se derrabamos
ate...
Loa-lhe a mensagem ?...
Leu ; urna obra prima da sao dis-
Ha na ilba tarreaos baratos que po-
diara ser aprovaita-dos pelo Estado pira mu
tos mistares, e sobre tuto alguos pontos da
costa excellentes para estabelecirnaaiis de
conslroc?3o naval.
QUE TAL IDo um retetorio-qw-olii-
maroente publicoo a commisso ua gre-e
dos pedreiros d Berlira, resulta qoo d Mi
6,90(5 tbaleVs, que eniraia no cofra dos
grevstw, os pedreiros em greve. de Berlim,.
receberaui'n'um periodo de a>-ve sena#ns a
sc-mma l;tal de 4JW34bale'r.aj passque
as despezas de administracSo- se-elevara _
somma enorme na 1,156 ibalers, isto -,
mais de 25.% doe-floccjiros ubttdos {faro
consumidos pela administrafSo, emqoanto
qoe os operarios ai grave, om numero- 7 a 8,009, nao receberam toiusjuatos mair.
do que 4,57o liiiiers.
S o vjesoureiro da coinaisso recebeu
160 ilaolers : o presidenta da comirtsSo,
63, os oito menaros da commisso 2iO* e
os domis 10 tbne-rs, e tala e.ta iiidemni-
>35.> por terero&Uado s sua* ocopacoes
e por trabalbos de escripia. Tambora a-
quello paz se fazem daqaellas coasas
Alm destas paeellas applicaram-seSO-Uaa-
lers para despezar miudas durante sesso.
Os An foneciooarios reeabaram por conse-
queucia 577 tliers, ou quasi a stima parte
dos soccorros- qne ammu ser applicados
aos. 7,000 operarios ea greve.
o irabalbo manual laca muito diminuido
para dar abnal orna dinoioiico d*despaza
total, sobretudo para permillir una-adiant.-
meiito mais- rapilo. .
A dyaamite, qae custa o dobro pl-
vora ordinaria, tem vantageos quandfra ro-
c'uo5o dura, fandida (capeaste) oa aqu
fera. Nesse* casos convm mais, e traz
mais econoK* a plvora ordioaria. Por
isso- t^m acontecido as mais numervosas
pad?&iras, wa'Franca, na rochas seccas,
merameutj dars oa brandas, nao se biver
obtt todas a* vaalige.-rf que se coatava
auferir do euapreg:) da dyoaraite.
A.polvoia de asina ordi:-u n8> s ra,
substancia orgnica, que parece chamad) am
dia a representar importante papel na p'io-
tograpbia. Misturada com o nitrato de pra
la lorna-o exlremamenta impressionavel
luz. precipitad) qae se oblra or esta
mistura alo grumoso como o clorrelo
da prita ordinario, mas bran :o e gudilboso;
conservando-se mnito tempo suspenso, em
consequencia da presenta da materia orga-
nica, muito mais depressa impressionado
pela luz.
O Sr. Spiller sobmalteu aisembla urna
pbotographia ob.ida pojr esta procasso.
...
Uoj'magaiiico projecto, coo;ebilo antes
da guerra, e em qu agora se prosegue, se-
r em breve urna realidade.
Trata se da onstruccao de am observa-
torio sobre a roontania do Poy-de Dome.
Ligado por an> fio telegraplaico ao labralo
ro de physica estabelecido em Ciermoot,
permi'.lria esse obSBrvatripo effictaar si-
maltaoeamente oservacoas de physica e de
geologa em alturas prodgr>aanarita diffe-
rentes.
O projecto da cotrjccjo de um obser-
va-tono no Puy-de-DOmi portence a om
professor da f :cuk5ada das scienciae de
Olermont, o Sr. Alluard, qosa cji t8.9
propoz ao Sr. Duraj^. tntao miui'.ro da
;:i-iroc,-a i publica :
1. Est.belecer no cabeco moutaaba
do Pny-de-Dm am observatorio meteo-
rolgico ;
2'.* lastatlar, na facaldade da sciencias
de ClermoD-r, um laboratorio de investiga*
cues com urna sala especialmeats'reserva-
da meteoro'ogia, oi>leh1ja os mismos
apparellios que em Pny-ie-Pm?.-
scientificis-
LTTTERATBA.
" Measageni alo presldeate do
Paraguay.
(Concluso.)
Da-a entSo ordem ao chefe qae denao-
ciara aquello, movimento para qae retirasse
as saas forpas da povoaca"o, e os deixassem
passar adiante; mas este, unido com oa
habitantes, traton de impedir-lbs a passs-
gem. Assim o fizeram contra a ordem que
iiavism recebido. sem qua i-to posta im
portar urna censura a esse acto, d vido ao
patriotismo e bravnia dos restos dos beroes
do cera batalbas. qua tiveram occasio de
desprezar o numero de seus inimigos e a
classe dos armamentos.
rfesse m?smo dia. com a noticia que se
teve pelos viajantes do trena, presenUram-
se ao g/>verno grupos considerareis de ci-
da<) s offerecendo os seus servifos para
ostenta lo, e antes n> qnalro b-.ns tinha
elle em armas setenemos e trrtrta homens,
lubilaoies de a=sumpco, ansiados volunla-
raiaTMte ; numeroso chofes eoffioiaes, re-
tirados dos arredores, vioram oflereterse
taaibem ao goverQo.
' No dia segainte. 27, despacho pelo trem
I00 horneas, metale de cavilara rcetv
de de infantaria, ao maado do coronel D.
Pedro Proan trz. qoe oevia dirigiros ope-
rapas de campanha c-iatr* os revoltosos
se se atrevessem a resistir.
A 2* despacaou outra Wr?a d 180 ho-
mens das dnas armas,, iodo a freate dallar-
o cidado ministro d rasen da, a pedid'
.los soldados e oatro^ befes da aatiga le
gi3o paraguaya.
Bata daas parlidas feviam iUr d
oombin*?o em cuto 3t* fc'gar as duas estagOes
por um te'egrapha^jlaejioo. o qoe ^.a' oeea^OSfOloi ma uJoms para-
rindes recursos para orna sena de expe-
que exigi8senv simultaneidade, e
po*, subJtitota pela dyaactite. Esto snb- m'itanba.
slaneia ser soia-aiit o precioso acxiiar do
amwo-ageulB de ataque das rochas oo-caso
em qoe sa reaiisaun suas vawageus particu-
lares, isla quineto as roc'aas (oren> fundi-
das- 'Jtssures), radiadas {crevas&es} uu
aqoiAHts.
Extrabimod estas nforaacas Oo au
ommunicacao-din^ida a acaiieraia dao-scien
jas (sassao ila :i) de outobro) por K: Bar-
be-, engenbaro a luido tebrica uVdyna-
mita.
neacias
permttrii remetter t>U3 as maobSaspara
Pans o rasura das observacas fe tas ao
raeamo tempo na plaaicie e no ciaio. da
Ksti proposti recewu do rainislro o
metoor ac Ibimento ; mas os scfworimafl-
los da goerra imped rara qae fo---* o pro-
jecto levado a effeto.
impedir a loga iios rebeldes ; suvreedeu.
porna, joe na raesnaa nrte da 26-se e -
palharaa- el:es em gruide dfsirdara, em
oppnstas- direccSw-, vindo som os Mata-
ln busfar asylo onde se nilgaram sega
ros, e oatro* pas*arazia ao Gaseo.
As aivoridades rta campaolia. qoe j ti-
nbam recebidn catens resort.4da8 da vigiar
emquanlo houvesse raovinento, reunir m
NOVAS DESCOBSRTAS.
E* conhecida a profunda diSerenca qua
eiste entre o pbosphoro ordinario, ou
phospboro branco, e o pbosphoro verme-
Iba. Um venenoso, o outro laolTeosivo.;
um soiuvel em salpbureto de carbono e
oulros vehculos, o outro nao o ; cm in-
Simma-se em aia temperatura muito baixa,
o outro n3a queimaao coataclo do arsenao
em urna temperatura relativamente ele-
vada.
Tem sido aproveitada na industria, a
variedade da pbosphoro denominado verme-
hti ou amor/jAff^para fabricar mechas, cuja
substancia activa no tem astfjualidades ve-
nenosas, nem a excessiva ialiammabiidade
do phsphoro ordinario. Tambera se tem
composto mechas de phsphoro vermelho,
verdadeiro sorvieja prestado economa do
mestiaa, pois qoe o pbosphoro que guarnece
ossas machas nunca poJe ser causa de oa-
veneoaraanto, e dQcilmeate se tjrnir
causa do incendio.
Como se opera a transformac5o de phs-
phoro ordinario em phsphoro vermelhi?
Mu simplesraaole conservando o phsnjioro
O Sr. R8.alt. fez a obserracao, muito im
portante, da transforma^ do assucar de
canoa em giacose, sob a mlluencia prolon-
gada da Iz. iiaigava-se at aqu que ama
dissolaco de-assucar de canoa (na xarope,
por exe-oplo) conservado em um frasco fe
chado se nao allerava de modo algum. O
facto observado pelo Sr.. Raoult prova qae
o assucar, em Ues condiges, raodica se e
passa ao estado de gluc se.
O Sr. Raoalt dissolvea -em 50 grammas
d'3gaa pura 10 gramraas de assucar bran-
co. Igoaes volumes dasU solucao forana
ntroduzidos em dous tobos de vidro braoco
o submetdos cbali?3o dorante algaras mi-
natos ; feito o que, e antes de entrar o ar, |
correr
guem.
:
Hiendo.
jar i parni n3o dizer na la a nin
Falla.a repobla?
Nao.
E da monarebia ?
Tambera n3o.
Ealo de que falla ?
Da lao,
THIERS E A SUA MEN5AGEM.
A Uazctade\Paris publica um chistoso
arigo sliusi^o do segredo qoe o Sr. Thiers
puoba no contedo da sua mensagem. Diz
Assim : ,
a arte da poliiica e como a arte do
smur : Nanea dizer urna pessoa o seo ac-
arado. Nao escreveu madame de Malo-
i'auon ao Sr. de Lauzan : E' homem jal-
gado, porque mostra o seujogo ?
t O es-imperador Napo'eo III era silen-
cioso como a sphinge; mas o seu propni'
lencio o venda. O Sr. Thiers mais m-
^euetravel, porqao finge dizer o segredo a
tuda a gente. Ao qae quer saber a sna
primeira palavra, diz-!he a pnaaeira e a
..itima, como se abrisse o coraco a todo o
mundo.
f Um deputado amigo meu chegou-se
boutem a elle na escadinha da presidencia.
Vioha dos confins de urna provincia e eslava
coberto ainda das bromas roraes.
O deputado. Mea charo presidente,
trago-Ihe as felicitarles e os protestos de
agradecimecto do meu paiz. Qaando pi-
der conceder-me cinco minutos de au-
dien;ia ?
O Sr. Thiers. Men charo represen-
tante, conceder-lhebei dez miL^tos, ama-
nhia cedo das cinco para as oito.
c O deputado Perfectamente; para go-
vernar bem a Franca, deve a gente lavan-
Ur-se antes que ella .e levante. E' esse o
mea principio.
t O depaUdo afastea-se, e o Sr. Thiers
camprimenta-o mormurando \
Ob 1 se apenas eivesse esse principio!
c No dia seguate ao amaohecer apre-
sentase o depaUdo na presidencia, e le-
vado a presenta do Sr. Thiers, qae lanca
uns poneos de pos de oaro por cima da
mensagem.
o deputado. Cbego a tempo ; vai di-
rer-me algama cousa do qaa abi escreveu.
< O Sr. Thiers. Sim, mea amigo : o5o
teoho segredos para oingaem. GosU das
pequeas estataas ?
t O deputado.Como admiravel o ve-
lo de pe dia e noate I E' a nica pessoa
em Franca qoe nao perde o da.
t O Sr. Thiers.Qaando es era moco li
em JoJo Jacqaes Roussesa, qae se.perdia
todo o lempo qae se podesse empregar
melbor.
t O deputado. Ahi est am qae perdea
FAZENDA DE S. SEBASTIN- A res-
peito desta f-jzuda, ata na ilba do Gover-
nador, e ltimamente comprada pelo minis-
terio da ruarnha para asylo de invlidos e
cura da convalescaotes communicaran nos
obsequiosamente as seguintea informacas:
t A fazmda do Amaral oa da S. Saba:-
ti5o, noraa porque 6 vu'garmente chamada
pelos nataraes, a fazeuda comprada, pelo
governo para aqualle eUeito. et s.taada
em urna ds molliores zonas daqaella ilba e
possae urna qualidade nao vulgar naquellas
paragens : os seus terrenos encerrara boa
agua.
As poucas pessoas que raras coas33
tem escripto sobre a ilba do Govornador, ou
por nao a eip!orarem pessoalmente oa por
inal iqformadas, affirmam qae nao exista
em seu seio agaa corrate, abusando-se
os moradores da agua dos pocos. E' um
engao manifest. Ssrvem-se os morado-
res, certo, em s.a grande maioria, da
agua de pocos em muitos lagares, nao por
que n3o a baja nascenle, mas porque as
foQtes de onde jorra estao collocadas modo
distantes do3 naaiores povoados, e a mum-
cipalidade, que s se lembra de certas ne-
cessidade-. do povo pelas olynpiadas para
esjuece-las logo dapois, aiada nlo delibe-
roa mandar condqzi-la (sem grande dispen-
vermelho faudtdo, durante um certo tempo,
na temperatura de cerca da 260 graos.
Basta esta prolongada accumulacao de calo-
ico em sua massa para determinar a passa-
gera da phsphoro branco ao estado de
phasphoro vermelho. sem qae este corpo
oiraples parca oa absorva cousa algama, sem
que condense a meaor .conbnagao chi-
raica.
E-ta passagem de phospb-'-ro branoo ao
estado de phsphoro vermelho, essa pro
fu da modicaeio sobrevin la as propna-
dades physicas e chimicas desse corpo, sem-
pre occupoia ma't aoschimicos; mas nao
oftde at hoja receber satisfactoria explica-
C3o. .
Un novo tratado sobre oassumpto acaba
de ser apresantado academia das scien-
cias ; do Sr. M. G. Lamone. O aotor
fez numerosas experiencias e transformou
diversas vezes urna na outra as daas modi-
icacoe3 de pbosphoro ; esludou e-la- com
cirdada a influencia da luz nessa trausfor-
magao. S3o, porm, assuas de ordem mui
especial, para poderem ser aqu resumidas
com ullidade.
A dynamite ama substancia expboiva,
descoberta ba apenas tres annas, e qua j
prestou grandes servicos na arle das minas,
tanto para a guerra como para as explora-
rlas das pedreiras e trabalbos dos lunneis
oa cortes subterrneos.
Inventado por um engenhairo sueco, M.
Nobel, prepara-se a dynamite com a nitro-
giyeerina. Goza de todo o poder delonao-
te desta substancia extraordinaria, sem
apresentar, em seu meoeio, os perigos que
por toda a parte fizeram desistir da nitro-
glycerioa. .
Bam que empregada na Suecia e na Alie-
i' i -------- -i f
loram os tubos fechados lampada. Assim
preparados, forana collocados um em lagar
completamente escuro, o oatro em lugar
bera clara, a par, enlreiuto, uai do oatro,
abra de que soBfessec as mesnaas varia-
C&es do temperatura. Cinco mtzes depois
abrirarase os tubos.
As soluces estavam perfetaraante trans-
parentes e nenhuraa veg6tac3o microscpica
conlinbam. A qua flera na obscuridade
ao alterara o reactivo cupropolassica; nao
cjntinba, pois, giuo..se. Pel contrario, a
solaco assucaradar*qae ficra exposta luz
dava, cara o mesmo reactivo, um abnndanta
precipitado rubro. Cerca de raetade do as-
sucar de canoa, que a priocipio coatinha, se
a:hava alorada. Assim, sob a influencia da
luz, o assucar de cama dissoh'ido n'agua
lransrorma-89 teoiamite em glucose.
O facto observado palo Sr. Raoult tem
urna verdadera impoitancia pratica. Proya
qaa um xarope pode canter muita glucose,
ainda mesmo qaa o fabricante n3o tenhi
ompregado seno assacr de caana, e qua
um tal producto ra polo mais ser c asido
rado como necassaraaa?nte falsificado. as
visitas a que periodicamsn'.e sSo submeUi-
das as plnrmacas, para examinar-se
A cidade e Clermonte o couseho gera
do depirtaanoto qu'usram taratem contri-
buir igu imtnte para as despezas de t3G>
bella erapreza. Ante3 de dous mezai a
mateorologia f aneis possuir am observa-
torio nico no mundo, por sua posicjo m
viso de urna montai>hi isolada e de urna
elevaciae um e aeio k lometro, e por
sua proxifliidadedeuma facnldadeda scien-
cias que- dispoe d excelleates ioaMa-
mantoe..'
O etemplo dado pela Sr. Alluard ao
tardary allis.a poduz;r seos frucios. A
cidade de Puy e o departamento de Hauta
Loire tra>am j de esUbeleser urna esiacao
meteorolgica sobre o Mezeoe duraa'.e o
verlo. Trata-se igualmente da utilisar,
na mesma eslaco, o pico de Sanoy, no
monte Dore.
Executa-se oeste momento no observa
boa
qualidade e o bom estado dos medicamen-
tos, verificara ailas vetes os peritos se os
xaropes s3o preparados com assucar de
cnoa e nao c^m o glucose. Ser oecassane
para o foturo acautelaremse de/injustas ac-
casac&eJ. porq ant evidente, pela obser-
vjc3o que acabamos de expor, qaa n
ropa pode contjr glucose, i
preparado com ass.car de canaa.
torio de Marselha ura^grande trabalho de
astronoma pbysira.
O Sr. Stepnan, director desse observa-
torio, oceupaseem observar as *o6m/oscis,|
e tem j feito raagni&cas descoberlas nesse
importante campo de estudos.
Utilisando o telescopio Foncaalt de Om,
80, esUbelecido naquelle observatorio, em-
prehendeu o Sr. Siepaan, ba alguns anaos,
urna vev.sta garal da porc5o do co visivel
em oossas latitudes, com o ioiiiito da com-
| 'detar a lista, j to consideravel, das ne-
bulosas que conhecemos.
Saas pesquizas, qae abrangem a zona
comprehendida entre 45 e 100 graos de
disuada do polo norte, trouxeram ja a
descobaria de cerca de 250 nebulosas no-
vas, e ludo leva a crer que esto algarismo
u3o passa da urna peque ua fracc3o do q ie
poder obter o Sr. Stephan.
Do duas partes se compe o seu traba-
lho : a primeira comprehende a exploracao
do co pela descoberta das nebulosas; na
segunda as nebulosas to consideradas urna
a urna, para seren comparadas com urna
estrella viiraba, como ordinariamente se faz
com os cometas.
Apfesentando Academia das Se encas
o resoltado dos trabalbos do Sr. Stephan, o
Sr. Delaunay, direct >r do observatorio de
Pars, fez sobresahir da a importancia
destesiiO'Osesiodos.
Se fundada a hypothese de Hars-
chel, i to, se as distancias das nebulo?a.>
ao nosso systema solar sao infinitamente
coalar glucose, embora fosse, graudes em relaco s distancias das estrel-
dio) para os pontos onde sua falta to
sensivel.
t A fazenda tem p^r limites ao Naen-
seada impropriamente denominada Rio do
Juqui, a O a fazenda de Nossa Ssnhora da
Gonceico e a a S e L a bahia de Nitherohy;
occapa urna rea de cerca de 3 kilmetros
quadrados de terreno quasi lodo mootanhoso
e orlado em parta de liadas praias. A sua
ponta mais meridioua!, chamada de Matloso,
dista da corte cero de 10 kilmetro?.
i A ca3a da rivenda (actualmente de in-
vallidos e coovalescenles de marinha) se
nio se recorrmaenda pelo gosto da architec-
tora, nio e, com todo, mal consumida;
vasta, collocada sobre om pequeo outeiro
e graciosamente voltada para_o SE. D*
suas jioellas se descortina o rico panorama
da parte mais pittoresca da bahia e a saa
entrada. Regularmente batida pelas brisas
da manbSa e no verio, Urde, pelo valo
constante de S E, conhecido pelo nome de
viraejo, torna-se por essa circamstaacia
ama residencia saadavel, fresca e agrada-
ve!.
maaha para os trabamos das minas, era a
dynamite qaasi desconhecida em Franca,
quando rebeatoa a guerra de 4870. A
junta de armamento, subordinada ao minis-
terio das obras pablicas, foi eoio eacarre-
gada de estabelecer em Paris ama fabrica
de dyaamite. ... ,
No fim de novembra de'1870 duas fabri-
cas fanoionaram em Paris, prodaziudo por
dia cerca de 300 kilogrammos de dynamite
No mez ie dezembro recabeu esta substan-
cia explosiva diversas appcac5ee\ militares.
Foi empregada na chapada de Avron, em
Doaacy e em Buzenval.
Ao mesmo tempo a junta de estudo dos
meios de defeza, que tioha sua sede em
Tours, tratava de se utilisar de dynamite.
A delegacao do governo da defeza nacio-
nal fez estabelecer urna fabrica de dyaamite
sobre as mrgaos do Mediterrneo, em Pau-
lille, junto de Port-Yendres (Pyrenos Orien
Ues). Logo no fim da novembro tie esta
fabrica satisfazer as necessidales do exerci-
to, e os corpas de engeobeiros forata dota -
dos de um poderoso meo de ac3o.
Daide essa poca lornoa-se a fabrica de
O Sr. E. Monnier, suometten a analyses
chimicas mui atientas as ctrvajas francezas
e estrangairas, qae se coasomem em Pars.
Segundo saa composgo chiraxa, o Sr.
Monoier as divido era duis ciasses: cerva-
jas amargas e cervejas assucaradas.
As amargas provm da Inglaterra e da
Balgica, as assocaradas sao famacidas pela
Allemanha e a Austria. Pequeaa a dea-
sidade da primeira, cuja evaporac/io pousos
residuos deixa; s5o, pois, pouco nutrientes.
As alleraaas, pelo contrario, sao mm carre-
gadas de solidos productos alimenticios.
Nio raro ensonirar, nestas ultimas, 73
graramas, por litro, de deslrina e glu;ose.
Quando a dextrina e a glucose s5a obti-
das pela acc5o "da daslase Sobre o amido,
a cerraja que os coalra nao produi effeto
nocivo sobre a ecoaom a Iofalizraente,
p3ra preparar as cervejas da Allemanha
emprega-se sempre o producto da acedoslo
acido sulfrico sobre a fcula- oa o amida.
Eotao a cerveja de difficil digestao; alte-
ra se, e pode occasiooar nolestas.
O Sr. Monier aprsenla a taboa da com-
pOiicSo cbimica das cervejas de Franca (de-
partamento do norte) da Ioglaterra (pal-
ale), de Munich, da Vienna da Amsterdao e
de Paris (dita de Strashtrg). Resolta des-
sas analyses qae as cervejas inglezas e
francezas, islo, as amargas, contera cerca
de melado menos de dextrina e de g'acose
do qae as cervejas da Allemanha.
A seda poda ser dissolvida em acido cblo-
rhydrico concentrado. Acaba se de fazer a
applicacSo deste facto chimico para substi-
tuir o collodio empregado oa pbotagraphia.
O Sr. Johu Spiller em urna memaria lida
perante a Associafdo britannica para o
adiantamento das sciencias, diz qae a seda
dissolvida no acido chlorhydrico concentra-
do forma ara licor matilaginoso, que, mis-
tarado com ammoniaco, e evaporado at
las fixas, devemoa achar nai nabulosas
dados qae parmiitao apreciar com certeza o
movimento do nosso sol no espado, bam
com > todo o da nabulosa da que faz parte.
Nota se, conlinuoa o Sr. D.-Uuaay,
examinando se a taboa das posicSes da3 40
uebu osas deseo .ertas pelo Sr. Stephan, a
grande propongo dos grupos de nebulosas
viziohas, qae prov3o certas reg5es do co.
Pde-se, pois, legitimaraenle soppftr qoe
oSo quJlquer a divisa desses corpos ;
que ha, pelo contrario, solidariedade entre
as nebalosas de ora masmo grupo, como
entre a3 diversas parles de urna estrella
mltipla.
t Tal vez se comsiga, por esta^estadj
altelo, verificar que as leis de graviaade
aewiomaaa sabiistem aiada nessas enor-
mes distancias.
i Nossa geracjlo nao pode evidentemente
esparar para &i propria a solucao desses
grandes problemas; mas dever nosso tra-
balhar para nossos descendentes, como tra-
balbram para nos os antigos, e atxumolar
03 materiaes qae h3o de servir de base
astronoma futura.
Um dos mais nobros e bellos, traces
deisa sublima scieocia da astronoma tra-
balhar qaasi sempre para a posteridade,
abslrabir de seus proprios interessas e de
sua propria gloria, para s pensar em trans-
mittir s goraces futuras urna heranca de
descobertas. ,
S6, Ulvez, no fim de muitos seculos
possao encontrar emprego til na acien-
cit as observaces de nossos dias. Assim
como Ptolomeu e Hpparco, Kopernico e
Keppler trabalharam para nos, assim tina
bem a nosso turno traba Ihunos para
astrnomos do trigsimo seclo I
LllZ FlGLlER.
Mistt rs:: ^sgzsszs ssas .sss, zrss?7s- i
!mos, de maneara qae
contava o governo com u*s ov^rcilo de vo-
luntarios em romero da ,600 hmeos
entre es departamento, dv Hirrero-Granda.
Caacup, Loque- e Paragaary, para susten-
tar a ordem e govurno.
Assim.qt'e. raol nascera aquoll mowir-
gerado no seio da rppresentaca> nocional,
logo morreu to proprio berco, osmagado
pela opinSo qwe o condemnava por a-pielle
acto de loucara e barbaria.
Na. volla reoolheram as (oreas algojs soldados e ofi:iaes disaeraos que
tinbam fgido aos prinaeiros Uro* dos sol-
dados de Loque ; e esses estc detidos na
polica; suas declar.e5as reveiim o plan,
meditado polos chefes daqaella rebelo.
0 processo formulo a esses acoaapanna
os docamMtos relativos primeira tentati-
va em qua se prova a criminalidad dos ex-
coogressionaes, qeaodo ainda O cupavam os
bancos da represaatacao nacional.
Ao recommenar o procediraento das au-
toridades terrtemes raaqoeila bobmMo e
dos habitantes de cada urna das pnvoace*
r.encionadas, seria iojosto seaao fizesse es-
pecial m^ncao das tropas de bnba e de seos
chefes o oflriaes, que mostraram a um
lempo lealdade. p3triotismo,subordinaco t
a disciplina proverbial dt>. soldadoparagusTf.
S8o tambem dignos da consideracio t
gratido do governo e dos representante*
da oaejao, os estrangairos do commerciv
desia capital e os da campanha. qoe a
prestaram rom gosto aa vnwo q o ihe
pedio de cavallos a arreio*, ten i < hfd*
quena os ollorecesse espontan>ani nte.
O goveron olaVweia indemne rio r-
proprietarios pelos nbjectos que entrag3raa;
Ce-nto e oitenu cavallos forana oecopaeV
naquella o'c.si5oj e a esta hora esto qoa-
todos re apenas mui poucas, que r%raa nnsadn
3 esses sao os nicos que sa devem pagar .
as rezes que ?o iom<>ram (oran* abonad
ero parle, ficando cada aeloridade M
partamental uncarr-'gadi de apresentar o
recibos ao ministro raspaeiivo, para <-r
cancellados. ^
O revoltosos causaram maitos prejui*:
aos habitantes das povoicftes e a alguns tr
peiros, roubanio-ihes cavalbaia e gad<
vaceura; pr-'joizos que ilovem resarcir o
proprios qua os causararo, havendo qaem
abone com seus beas os damnos eaasado*
Unto a naco em seus interesses pecooii'
ros, como aos particulares, pois nio je-
to que fiquera impones.
Cabe-me, entretanio, o prazer de bomo-
car-vos que a ord^m interrompda lecu
restabelecida antes de 4 horas em todo:?
os pontos da repblica, e at MM affirma'
qne o desengao servir para qae os ds-
colos nao peosem na repetica de semelbac
te atintalo.
Demonstradas as ntenc&es revolocicr.
riaSe anarchicas daquellas cmaras, rewia-
das pelos factos, comprehendereis b?m, ci-
dad3os representantes, qoe era de tod<;
ponto impossivel governar com ellas; er
mister, ou disso'velas como fiz, oa entre-
gar-Ibes o paiz para que, governando-o .
seu lalante, o converlessem em um centr'.
de maiores desordens o que attrabiria so-
bre a mioha cabeci s maldicoes do pow
que, ao confiar-me o elevado posto qaa
occapo, foi para velar pela soa conserva^
e interesses. .
Dissolvido o congresso peto citado decre
lo, continosi a minba tarefa sem sabir ji-
rais da ordem das minhas atlriboices
como poder execetivo, e, aa aasencia das
cinaras, as jarisdiccSesque ihes competen.
em materia de soa aleada, oinguem as ab
sorveu por nenhom pretexto.
Effectivamente, Unto o poder judicial
como o poder executivo se concentraran)
as espheras que Ibes traca a constituicio.
N3o houve por conseguate a dicudora que
receisvam, e de qae me aecusavam oa jor-
naes estrangeiros.
Niogoem foi molestado indevidamMte.
as liberdades publicas Bada aofireram. nem
a ordem se pertorbou por om iusuote, ate
que oa inimigos do socego do paiz qoiaeram
promover desordws, mas n5q o consogui-
ram ; e o governo em todo essa periodo da
cessacio do congresso teve por norma da
seo proceder as leis dictadas por elle sem
excepco ainda daa que erara prejodiciae.
as quaea v3o igualmente inclasaa para tmio
conbecimeato. (Continaar-se-ha)
TYP. O utiy-tt do i UQU Pl cj*ia
os

lendo os restos morlaa3

( t

Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID EHJ9GUU61_7UJ2BR INGEST_TIME 2013-09-16T21:22:45Z PACKAGE AA00011611_12552
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES