Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12551


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Full Text

ANNO XLV1H. NUMERO 2
i
I
?ARA i CAPITAL E IGARSS OIDE IAO SE PASA FG8TI.
Por tres mezes adiantadus................. .
Por seis ditos idem......._, ..........
. Kram aano idea.. .
Dd mamero avuiso.

i

0OOO
12^000
J40OOO
!

.... .
t
QUARTA FEIRA 3 DE JANEIRO DE 1872.
PAHA DIITBO E FORA DA PfiOVHCIA.
Por tres mezo adiantados a .
Por seis ditos idem.........
Por nove ditos idem....... .
Por om anuo idem........

...
IIP
13000
JO!*
t7JOO>
Propriedade de Manoal Figneira de Faria & Filhos.
-
a acut*
'

Ot 8rs. Gerardo Antonio Altee Fflhos, no Para ; Gonealvea Pinto, no Marnalo ; Joaqaim Jos* de Ofivflira &Tdho, no Cear ; AJatouio de Lemot Braga, no Aracatj ; Jlo Mara Julio Chaves, no Asan ; Antonio Marqaes da Suva, no.Nalal; Jos Jasno
Pereira d'Aimeida, em Mamangoape; Angosto Gimes da Silva, na Parahyba; Antonio Jos Gomes, na Villa da Penha; Belarmino dos Santos Baldo, em Santo Antao; Domingos Jos da Costa Braga,
em Nazaretb ; Antonio Ferreira de Agoiar, enf Goyanna; Francino Tavares da Costa, em Alagoaj ; Drv Jos Martina Alvos, na Baha; o Leite, Csrqainho 4 C.J no Rio de Janeiro.
.
-

-


DIARIO DE PERNAMBUCQ


RETROSPCTO pjutco.
11ECIKE, 4o DK JANEIHO DE l87.
I


aerou Paris, que, coreada hab.l.dade todas as Degoci?C3es p
pasaos gigantes avisiuba- '' ee SMignido a 28 de Janeiro.
DE J.V.NEIIi DE
FlAHOA.
Ao encerrar-se o auno de. 1870, que j de Uu
* Us e lo dulorosas provaocaa para a Frang, liara
esla uina grande parla do seu territorio iuvaddo
pelas tropas sempre victori >-as da Allemanha
ti,) N .re, a o qua mais c, acnava-ae sob
paso de nu cruel desiiiiuo, apaas
ardor bellicoso dos seus
ul da popnlago da h
completamente e vendo pasaos gigan
remse os horrores do bombardeio e da foiir, ue:n
por aso se caogava de protestar coui a sua a i tu-
ra ve! e patritica resi-teocia contra o brbaro in-
vasor de seu soto abonaos Jo, contra o iufaxe aa-
sassino de cruocas uaalheres e lameos inermes,
cuio nico cnuifl era saberera amar a patria e sa-
berem nnrrer par Jla.
Nao fjraiu ui.iis el.ze? os ltimos dias d'esse
auno do que o forana para as armas francesa! os
primero.? Dsouunios da lula com a ve ha e raneo-
rosa Alleiuatihi.
Por toda a paite cea a sgaia fraaeeza acontada
pelos venios b^rra-cosos que soprayam da narte, e
por toda a parte ostsotava-sa presidiado os om-
tales desamparados de tu as boles o mesas a fat-
dico sol que Iluminara a sceaa monumental da
clebre baulba de Waieroo
lafez Frang I Foi Ihe baa amarga em 1870 a
esperaog venturosa co:n que outr'ora ella aguar-
Uava os prnii'irjs albores da manlia de una. anno
novo ; e, quaDdo 1871 desoontou nos barisou*-
tes da eteroidade, lembraado larra que mais um
lo se acere>eealra caleia dos lempos idos,
ulia, exange, mas sampre grande como o foia as
faustos, ao langir um Uoar pelos seus campos, s
vio dastrocas a ruinas acumulan lo-se por toda a
parte, e ao noria como leste, ao sul como no
oeste, por toda a parta so vio o p csraagador do
ex tciu inimiga, aiisslaado ao mundo que a sbe-
raaia de um povo nada quanio, a^quecido pelos
ouiros, el. caraira a farca brula da um biro.i-
ro a iuliumana iavasar, cuja ardencia da sauue
fa-lo assemelhar u 11 immando vampiro.
Era tada o sau expleador brilbava entSo a de-
cantada civilisacli pruisiau:, lando par mensa-
geiros os obuses, e como auxiliares o incendio, a
ijilbagem e o bombardeameota I
Tanda inaugralo saberbameata a sua obra em
Sirasbur^o, Cbiaauiu'i a 11 iras outras cidades, a
civilisicaa prusaiaaa coroava sms canquisus dian-
te de Paris, laucaal> sobra a granliosa cidade
urna alluv.aa da bambas, qus, iacendiaoJo e das-
ruinJ ludo que euconlratia, eram coma que
u.ui epapa da ferro a paivora-erguida pela voz
do bronze'em honra ao herosmo do parsieiset.
. Gailaerme e Bismark, isla a auu:ia e a in-
triga, arvorados um sagunia Pfovidsncia, liaham
jurado deixar iracas iudalevais da sua passagam
pelo territorio da Franca, a Paris, que ra priaci-
palmaota o alvo de seus betas secretos, nao podia
'ticaoar s iras d'esses harneas, cujas glorias Qca-
ra.ii lascriptas ubi edilicios mutiladas, a uo sau-
gae dos infalizas auiogidos pelos obusea.
Pars, ps, i\ o seu jour d l'an irislamenle
grandioso ; mas anda assim canservou-se envolta
na sua seraaidai! viril, que urna parte do seu
eroismo, e mos:rou-se armada com essa firmeza
resoluta, qua l/ sempre a hoara de sua resis-
tencia.
'Em jmnto o* genaraes de Chanzy, da Baurba-
k,da Failiarb1, de Bressolai, de Gremer eo
proprio Ganba.di, oppuahun as departamentos
invadidos u..i i seria resistencia caiadupa que
incesiauta deseia d'al.n Hj Rlieaa, Paris i& resis-
liodo corajoso e impassiei formldavel tormenta
que os mos das da imperio a.'camularam sobre
ua cabeca, daiiaalo qua Gamballa, ni provinaia,
procucasse animar com o seu foga o ardor belli-
cos a das h jalas qua eram couadas a defaza c
icguraaca'da aaca?.
Eatrelan') alguas espirito corrompidos qu:zi-
raa rapelir en jan:iro os desaguijaJas que em 31
da oaiaorj di 1370 Ijvar.m o coatanianantoaa
xarcita prusiano e a desgoslo a maitas cidadai
la'oiiasos, racauitruindo essa commana ouii'ora
proclamida.e qua daviamaij tarde cih^tiiuir urna
egra pagma da historia da Frang. Felizmente,
por.n, essas lautaiivu ui> i \j.-ain sajueacia, e
aiala par essa v.i a hydra d- cen canecas, que
e c!iiiia revclta, fj esmagada, sen qua todava
deaaoimassem o* republ.aanas vermalhas, cujas
diatribas sa manifj->;avam prec sameute as OJCi-
sioas em qua as provancis e dores da Frauca miis.
careciam de quen ih-s trouxessa leaiiivo da que
"de qnem Ihes inci'.assa ao- soffrimenlo!, ensangoen
ando-lhes as chagas.
Kcslabelecida intdraraeate a ordem em Paris,
foram ovar-Ib; miiar en:araja a-uia alguraas
victorias, anda qu; paqujni, gaanai pelos gene-
raes franeezes as provincias ; e este estado, que
sobremodo animan o poo francs, nao deixou de
tar urna certa inflaen:i na Europa, que reclamou
a preienca da uu embaixidor fraac?z as confe-
reniias que sa iam abrir en Landres sabr os n-
g icios do Oriaaie, em vista das prelengSes da
Russia, qae recia nava algalia? raadiflc.ajoas uo
tratado de 186. .
A Austria, a llalla e a Turqua (orara das pri-
nieiras a reclamar a presanga da um ministro
fr.n:az ; e lord G'anville, incumb.do de tran?-
injttir um convite offl;iii aa governo francez, nao
M demaroo era expedir is-e docamaoio, que, che-
gando Pars, paz o Sr. Julio Favra na contin-
,'-;ra de acudir ao chamamento da diplomacia
Piropea, sem todava podar realisa-'.o, pan n)
podia partir em bala, coma eutao se laziam as
c .ai r.nica ;oas com o ex'.anor da cilade.
O Sr. da Bismirk, que livera scieacia d'es^e
documento, de necbarn moda se apresson em off;
vecaram salvo condaeo ao ministro francez, para
Una este pode3se airavessar as linhas do cerco,
visto como o Sr. Julio Favra nao podia aceitar o
alvitre da arriscar se atravz essas linhas, passan-
do sb a abobada de foga do bambardeamento.
. Damais, nao ionio sjdo al eatao reconhecida
-(publica palas priircipaes pateadas europeas,
achava-se a Franjjr'era circumstaociis bam criti-
cas pra ir asisir s conferencias de Londres,
lobretojJb'tnJo da achir-se o seu ministro em
tace doernbaixador allemao.
O governo," sabiamente inspirado e pesando bem
-.das as circamstancias, resol ven em consequen-
fiii aceitar o convite transmitlido por lord Gran-
ule, declarando todava que c seu ministro nao
wjia deixar Paris em meio de um cerco e de um
ftortifero bombardeamento.
Eotretanio foi prosegualo este com actividade,
a tendo soflrido revezes quasi tolo3 os corpos de
' rcito da Franca, e eslando Paris bracos com
' principios crois de urna fome terrivel, acha-
rtn essas noticias um triste echo na capital, de
"'de parti i 14 de Janeiro o Sr. Julio Pavre com
dtotiuo Versailles, levando propostas de rendico
dipnea.
toen finalmente a hora fatdica de indizivel
:ll* da laiz I Pars foi obngado a entrar em negocia-
^icom o sea terrivel ininjigo, coofassindose
mP.ente par rompar o circulo de ferro que o
cerciTii |
Ps nao cahio sute um ataque viva forca
foi, ptrm, reduzio a pelir um armisticio, por
qoo ni) tinha mais vveres '
., o enorme
rnitigadop^oi^^^loJi^np^
todas ai vivaces energas qae possoia, e, se Iho
fui mistar ir ao campo inimiga negociar, ordenoat-
Ih'o a nacessidade imperiosa de arrancar aos hor-
rores da fome doa mitades de habitantes I
Pars n >gociou, pas; a sua rendico ; mas essa
tiegociac"io foi ?inla ama palavra oobra e eloquen-
te da sua tenu e admiravel resistencia, e, por isso
mesmo, tornou-se o preliminar da um armisticio,
ine, deven lo auspender as hostilidades am todos
os pantos, dara* Fraoga o tempo preciso para
elcgornmi assemblcu, cuj principal raisso seria
solver, a sitnagia trgica em que se achava o paiz,
proanaciaudo-sa pela paz ou pela continuacao da
ral^ir. toda a fu exteqsao ; o Sr. Gambels. po-
rm, delegado d'esse governo em Bardeaux, roa-
ginon creer loda a sorte de incompatiDilidades, e
decreiim a ioeligibilfdada dos amigos ministras,
onsalheiros de estado e senadores do imperio e*
dirlgidas com rara
para o armisticio,
oblando a Fran-
ga coudgoas que, pos'.o que fassera honrosas para
a .valapte defaza de Paris, nem por isso deixaratn
da echoar doloros:mente nos carago s patriticos,
prduzindo orna especie de estnpefagao espasmo-
diea, mesnada por urna eloquente clera patriti-
ca, a qual dea lugar alios prolesio, como se
os protestos podassem desarmar a fatalidade.
Vieran; enlao as rea-iminagoe1, o o governo de
de setembro, qua de tantis energas dau provas,
naob-untea Iaijaacidade improductiva de alguas
de seus msmbros, foi o alvo de todas as censaras,
foi o poste em que se agontaram todas os erres,
todas as fraqueas, todos os revezes experimenta-
das ifts ltimos cioca mezes de luta.
Cerlameote esse governo n9 era invalneravel,
e algumas d'essas ceosuras eram loe bem cabidas;
mas as suas fallas de modo nenbum podiam obs-
curecer, eusolibrar e emmurchecer os loaros qae
elle sonbe colher, organisando a defeza da nago,
e especialmente a resistencia da Paris, em urna
poca em que j eslavam abarlos todos os diques
iuvaso, em urna occasio em qae o desanimo
corra parelhas com as derrotas do exere'ilo, em
um lampo em que as difilculdades de governo s
tiaham equivalentes na impossibilidade physica em
qua pelejavam os franeezes, eaapre inferiores em
numero as batalnas, ou por erro impeidoavel de
seus genaraes, on porqua a organisagao do exerci-
t) Ihes nao permitiia obrar de outro modo.
Esse governo de 4 da setembro vivea algum
lano, verdade, ao Deus dar, immolaodo victi-
mas no altar da popularidade, seguindo passo
pas-o a opinio publica as soas nubilidades e
oas snas fraquezas, em vez de dirig la convenien-
meote.
Entretanto nnguem ba que justamente possa
deixar de louvar a sua epergia, quabdo, adiando
a 4 de setembro lodos os elementos d; resistencia
dispersos e confundidos anarchicamente, soube
aprovea-los para prolongar a lata por cinco me-
zas, sonbe asseuhorear-se da siiuaga para fazer
estacar os prussianos diante das muralbas in.-xpuj-
naveis da soberba Paris.
A resistencia da capital foi incontestavelmente
para a Franca a possibilidade de rehabilitarle, de
erguer-se da especie de marasmo em que ella
cahio depois dos desastres de Sedan e Melz, onde
sua honra foi to humilhada.
Essa resistencia foi a pro va irrecusavel e brl-
Ihante da vitalidade franaeza mamentaneamenle
concentrada as muralbas da,grande cidade ; e a
detezi, se terminal como um desastre, pelo ma-
nas onnobreceu a dignidade fr&nceza, obrigando o
ialmgo a respailar aquellos que ella s poda ven-
cer, tea do como cmplice a fome.
Como qur que saja, a noticia do armisticio
correu como um relmpago sinsiro por toda a
Frang, e pir toda a parte levou a conslarnagao e
o desespero. Era diversas cidades esse desespero
patanteou-se por meio de ruidosas manfestages
em prol de urna resistencia todo o transe, pro-
testando os babitaates das mesmas at com des-
ordeos o motins canira o ministerio e contra a
reodigao de Pars.
governo, dan la c:nta ao paz d'esse documen-
to firmado em Versailles, conclua a sua procla-
maguo n'estes termos:
Dzemos b?ra alto que Paris fez quanio abso-
lutamente se palia esperar de ama cidade sitiada.
A populagi que o arrasticio acaba de salvar, mos-
irou at o lim constancia o valor heroico. A fran-
ca, recuperando a sua capital depois de cinco me-
zes, ple eslar orgulhosa de Paris.
Fazamos cessar a nossa resslenca, entrega-
mos as fortalezas, desalmamos a cidade; ficou
prisioneira de guerra a nossa guaroigo ; havemos
de pagar urna contribuigaj de 200 miihoes.
O inimigo, porm, nao entra eaa Pars ; reco-
nhece o principio da soberana popular ; deixa
no;sa guarda nacional a? suas armas e orgaoisa-
gao, deixa intacia urna diviso do exercilo de Pa-
ris.
Os Dossos raginumlos conservara, as baodeiras
eos offlaiaas as espadas. Neohum prisioneiro se-
r levado pira fra da cidade. Nunca praea al-
guma sitiada oaieve condicoes mais honrosas, na
occasio juslaraente era que Ihe faltava pao e nao
podia obler o menor soccorro.
t Finalmente o armslico que pactuamos tera
por effaito immedialo a convocago, feita pelo go-
verno da repblica, de urna assembla qae decidi-
r soberanamente da paz ou da guerra.
t O imperio, sob diversas formas, offerecia-se ao
ioimigo para en'.abolar negociagoas. A assembla
che;ar tempo de reduzir oala es^as intrigas
e por c iberio o principio da soberana nacional.
S a Franga decidir dos proprios destinos. Foi
preciso abreviar: a demora nai circom^lancias
aclnaes seria mai.r p?rigo. K 8 das tei a
Franga elegido os seas man latino-.
Desojamos que prerlra 03 mais Geis, mais des-
interessados e mais ntegros.
f Para n< o grsode nteres-e renascer e ci-
calrisar as faridas sangrealas da patria. Estamos
convencidos de qae esta trra ensanguentada e as-
solada ba de produzir bomens e colheitas, e qae
recobraremos a prosperidade depois de tantas pro-
vagues, sampre que saubermas aproveitar sem de-
longa os pouco? dias com qae contamos para nos
reeonstitairmos e coosultarmos.
t No da em que se reunir a assembla, o go-
vt-ru a ir depr as mos d'alla o poder.
< N'esse da a Franga, ao contemplar o seu es-
lado, encontrar-se-ha profundamente desgragada;
ver-se-ha, .porm, fortalecida pelo infortunio e em
plana posse da sua vitalidade e soberaoia, senta-
do renascer a f na grandeza do seu porvir. As-
signado : general Trocha.Julio Frave.Julio Si-
mn. Eageoio Pelletan.Emmaoael Arago. Er-
nesto Picard.Garnier Pags.Jallo Ferry.
iV'go ap.'foi publicado o decreto da convoca
gao de urna assembla franceza, e o Sr. Julio Si-
mn, sahindo de Paris om um salvo conducto, foi
levar todos os pontos da Franca a noticia d'essa
convocago, e activar as operacoas eleitoraes.
No abysmo em qae se achava a Franga desde
agosto da 1870, essa eleico devia ser um raio da
luz, qoe fosse Iluminar o fondo d'esse abysmo
guando-a i d'tlletirar-se. Has estava escripto
que eada dar da Franga sejairla urna nova dr
n'essa poca cruel.
Se fosse escalado o patriotismo e razio, o pri-
meiro pensamento de todas devia ser unirem-se e
opporem-se ao perigo commom com todas as tor-
gas vivas da naci. Aisim, por n, cuaca aeon
teeia nos momentos crticos, e disso foi prova a
sciso qae rebeotoa entre os membros do iafsli
governo da defeza nacional, nuco esculo que res-
tava Franga.
O pretexto para essa scisio foram as eleigSes,
das goaes devia sabir a assembla Incnmbida de
decidir dos destinos da nagio.
O governo de Paris, abriado o es :rutinio, teve
A defexa sentio-se vencida antes de ter escotado 1 como principal dever respeitar a libardade eleito
dfipsrtamentos, elegendo-o seu representante, as-
saz caramente imitara dito com aoiecadencia qaal
o lumen qua a lodos os repeiios era talhado pa-
ra dirigir es negocios da Franca.
Dapondo o governo da defeza nacional os seas
at de lodos aquelles qae, nos 18 aanos do gover- poderes as mos da assembla, esta nameou o
no napoleoaco, gurarara por qualquer ltalo na. Sr. Tijiers chefa da polar exacutiva; e o Sr.
lista dos candidatos ofllciaes; em cutros lerm^, Thiars, sem parda de lampa, eoqsliluio am miis
o Sr. Gambeta preleudeu obrar como dictador, im- lerio qua, s-ndo a imagen) lial dassentimentos di-
pondo condignas a soberaoia nacional, creando, versos da assembla, (ai applaudida pslo paiz, que
pela nica virtude de sia omnipotencia, toda a
sorte do penalidades politicas, pondo-se assim em.
contradiegao cora o que fra feito em Par e tuda
auuplicaado com as soas njedidas revoroeiooav
ras.
O conflicto fpi flagrante. O Sr. Julio Simn,
mandada Bardeaux para manier as decisoas de
Paris, fui desrespeilado pelo joven dictador, qae
Ihe nao quiz reconbecer os poderes. Foi preciso
mandar anda os Srs. Garnier-Pag4s, Pelletan e
Arago para chamar razo Sr. Gambeta, qqe fi
oal cedeuvde suas preteogiaes, separandu-.se do go-
tero : da defeza nacional e desapparecando.
Comprehende-sa que o Sr. Gambeta f ase cruel-
mente excitado pala rendico de Paris; mas, alera
de que qo foi elle o uoiao quera urna violenta
commogo prostroU o espirito, accresce qae, eslan-
do elle longe de Paris e por tanto nao pudendo jul-
gar com preciso dos faclos que le varan a praca
render-se, foi precipitado em atirar>se n'esse
terrivel mar de disseogoes, sobre lado aeveado ter
conscieacia de que, apezar de seos esforgos, nen-
bum dos exereiios orgaoisadus no leste e 00 oesla
da Franga pule ir em auxilio da capital para
obrigar os allemes a suspenderen! o sitio.
O Sr. Gambeta, infeliz nos seas plaaas, quiz com
o seu procedimenlo levar a desorgaaisago ao go-
verno, comp. levara-a s cousas da guerra e da po-
ltica.
Em parle alguna elle encontrn resistencia s
suas untadas, cora exce-ogao todava de &lguos
amgWssus. O paiz moslrou-se-lhe doeil. Nao
obstante, porm, elle dissolveu os conserhos geraes
de provincia, os eonselbos de districto e os conse
Ihos municipaes, de forma que a Franga veio a Pi-
car sem nenbuma representago legal, vivando em
urna athmospbera confusa de autoridade disen-
t naria, temperada pela anarcba de algumas ci-
dades e pela inercia dos habitantes do campo.
Oaerendo elevar-se cima do imperio, elle col-
locou-se no seu posto, e ah usoo e abusn de to-
dos os tristes privilegios d; sua poltica, apres-
saodo-se em ver em qualquer coniradiegao urna
bostilidade, e em qualquer disidencia urna cons-
pirago, isto teve em nome da repblica os
mesmos defeilos e empregou os mesmos processos
exclusivistas de que se servio o imperio no inters-
se dynasiico.
Antes de subir ao poder o Sr. Gambeta compre-
henda melhor e praticava com mais criterio lodos
os principios liberaes ; una vez no podar elle creo
qae lado era permittido com lano qu a repubuca
fosse salva, embola para isso cooslrangesse a so-
berana nacional.
D'abi nasceu o decreto, datado de Bardeaux,
que tinha a preteuco de excluir da eleieio a da
assembla os senadores, conselheiros e candidatos
ofllciaes do imperio, como se, depois da lodos os
desastres causados pelos 18 annos de governo na-
polenico, podesse o paiz escolher, para seas man-
datarios no congresso, esses borcens que deraoa
aro as desgragas da Frang. Tal foi a injustiga
qae o Sr. Gambeta fez aos seotimentos do povo
francez I
.As decisoes do Sr. Gambeta s servirarc para
juntar mais urna complicaglo s de que ji se acha-
vam cercadas as eleigoe?, devendo estas ter lugar
em grande numero de deparlamentos invadidos
pelos inimigos. Felizmente elle soube ao menos
relirar-se tempo de evilar maiores males, e as
eleiges, que liveram comegu 8 de fevereiro, ter-
roi^aram-se sera mais dolorosos incidentes, niani-
festanlo-se a vontade nacional em toda a sua pie-
oitude de liberdada.
A' excepgao de Paris, onde muitos radicaes exal-
tados acharara acolhimento as urnas e foram
eleilos deputados, em qoasi toda? a? mais paites
da Franga venceram os candidatos moderados,
conservadores-liberaes; de sorie que pit-se dizer
que es-sas eleiges das provincias foram um so-
lemne protesto conlra tudo que linha o cuoho re-
volucionario.
Quasi todi.s oa homens que dasempenharam al-
gum papel as grandes lulas constitucin es a se
destinguirara pea firmeza de suis opini5e3 ou por
seu talento, quer sob a monarchia de julha, quar
sob a repblica de 1848, foram eleilos membros
da asiembla nacional. Entretanto algn* laios
amigos do imperio tambera foram acolbidos.
A assembla, eleila sob a influencia de ideas de
moderagjo e d? paz, oflareceu desde l:g todas
as pbssiveis garantas da urna discrlgo loava
vel, que, deveodo lepor a Franga as condigoas
de u.na liberdada regular, tinha por assim dizer
ura fiel interprete no Sr. Tniers, que fura eloilo
por grande numero de departamentos, e cuja
eleiga mltipla, semelhante urna acclamagfio,
foi urna espacie da designagao publica daqaelle
que, annos antea, ergaera o peodo da? liberta-
des necessarias, e que, depois do tnemoratel i de
setembro, foi defender a caosa da Franga jooto
dos govemos da Europa, empenhaodo se sem des-
caogo, desde o coroego da guerra, em mostrar
unu sagacidade quanio patriotismo.
A sigaillcaco da eeiga foi, pois inleramente
pacifica, posto qaa desse resultado sa na podes-
se concluir que a assembla.fosse pela paz todo
a transe.
O espirito publica, emquanto Pars sa ia abas-
tecendo e desfructava de perfeita trauquilldade,
preocupou se entreunto com a3 eventualidades
de urna possiv.l paz, e, poslo^que influenciado pe-
las depredac5a3 e vio!-ocias de tola a ordem com-
mettidas pelos allemes nos departamentos inva-
didos, comegou a di.-cuiir as coodigoe3 dessa pos-
svel paz, coodigiaas qae cada qual formalava
sen bel prazer.
Nao teodo em vista seoio os interesses superio-
res da Allemanha, e. abstepdo- de considerar as
paixSas de urna vulgir ambigo, uru% paz han-
rosa o justa cao era sfassivel, era pravavel.
A Allemanha esta^yconstlaida em sua unida-
do e soperabaalavyvm poder, visto como reali
sra quaotu desTra ; por outro lado a Franca
oada mais tiahf^i dispatar-lhe, salvo o lagar de
honra as conquistas da civilisaclo e da paz. O
que mais queriam Guilherrae e Bismark f
Gnilberme fra coroado imperador da Allema-
nha em pleno palacio de Vemules, no meio da
todos os principes germnicos, que, viudos da to-
da a parte, qaaes feudatarios presurosos, foram
anular seu navo sazeraoo, queimanla-lha o in-
cens da adulacaO tautooiea.
Biamark tioba realisado os seas sonbos, e acha-
va-se oo apogeu de sua gloria
O que faltava Allemanha T
Era ata a parganta qne todos se faziam reci-
procamente, amanse espavoridos para a sombra
da orna rectifleacio das frooteiras da Allemaaha,
cora a aonexaglo da Al sacia e da L arena, sombra
qne se de-enhava cruel e ameagadara do lado do
Rheno, embora as nagrss da Europa comefassem
dar provas de sympathia de Interesse pela
sorte da Franca..
Entretanto a assembla nacional L-se reuninda
em Bardeaux, e os dia 13 de fevereiro, depois de
constituida deflnitivameote com cerca de 600 de-
putados, inauguren os seos trabadnos, adoptando
a constiiuicio de 1849, e alegando sea presideats
o Sr. Julio Grevy.
As acctimacjes que do Sr. Tniers zeram 28
vio nos Srs. Dafaurej de Lircy, Julio Favre, Ju-
lia Siu.on, Ernesto Pica-d, Lambrecht, Le Fi, e
LPanboau, oulras tantas garaatias para o regular
ludaoienio dos negocio- do paiz.
0 Sr. Tnl-rs, ao dec arar assembla que acei-
lava o penoso carg^o q-ie llie fra coo/erido, pro-
uuneou um aiscurso i > notavel na (forma como
na substancia. D jpais de piatar cora lis suas ver-
laadeiras cores o estada da Franga, quaXsolria de
urna desorgaaisago profunda, de urna desorgani-
sagocirapleu, Unto moral quanto materia!, o
Sr. Tnie.-i ateve-se era demonstrar tula quaola
coBvioha fuer para erguar ? Frang do sea aba-
lmenlo e para por um terina iramadialo aas ma-
les rojue aaili.gla i!, tt-ag,uJo assim as normas pa-
las qnaes se regeria o seu governo, chamado
uaa misso difflcile quasi providencial
Nass discarsa diss3 o Sr. Tniers :
t Poria Iguem dizar qae nao preciso quan-
io anttf.fazar cessar a ocaupaga esrangeira por
meio t urna paz val arosamente discutida, e quj
oa-a seta aceitase nao fr honrosa; exaurgar
osnossos campos das inimigos que os ulhirn a de
vaslam; chamar das fofllezas estrangeiras os
nossbs acidados, os nossas officiats, os nassas ga
neraes prsioneiros; raconstiiuir eom elles um
exerco disciplmada e valeale ; re'tabeleeer a or-
dem'perturbada ;' substituir depois os administra
dores deu'ittidas ou indignas; reformar por eleiga
03 noss03 conse!h;3 gerae e municapaes dUsol-
vidojj reconstituir trado desorganisala fazer cessar as despezas
ruaaaas.; levaniar, sena a nossa fazenda, o que
nao poderla ser ebra u'um dia, ao mono3 o uosso
crrjflo, mea nico de fizjr lace aos campromis
sos obrigafivos ; devolver aos campas e s offici
oas.os nossos mo/eis a mobilisados tornar a abrir
os caminhos interceptados, levaniar as pintes des-
tru las, fazerjeora qae renasga o traba.ho suspenso
per toda a parte, porque s o trabalha ple for-
necer meios d subsistencia aos nossas operarios
e aos nossos aldeoes ?
Ple alguem dizer-nosque ha causa mais ur-
gente do qua isla ? E baveria aqu, por exem-
plo,algnem que se atrevesse a discutir sabiameote
artJKos de coostitaigio emquanto os nostosprisio-
neiios expirara do miseria em trras loogiuquas,
enguanto as oossas populacoaa, morrandodafame
se m abrigadas a eotregar aos soldados csiran-
gejreso ultimo pelaga de pao que Iha resla 1
Nao, nao, senhores, pacificar, reorganisar, levan-
tar t crdito, reanimar o trabalha, esta a uuica
palifca passivel e qae ple conceber senesle mo
memo.
N'ella, todo o bomem sensato, honrado, ilus-
trad, pensando coma quizar, sobre a monarchia
ou repblica, pletrabalhar utilmente, dignamen-
te, e aiuda quaudo nolivesse que trabalhar mais
do que um anno, qua seis mezes, poderia voltar
ao seto da patria com afronto levantada e a cons-
ciencia iraoqailla.
t Sem duvida, qnando tiverroos prestado ao
nosso.puz os servigis urgentes que acabo de eou
merar, quanda livermos cicatrisad) as sua* fe-
ndas, reanimado as suas torga?, euiregi-lo-heraos
a si proprio, e enla reslabeleeido, flapois de ter
recobrado a liberdale dos seus espirito-, dir co-
mo quer viver. (Huito bem, granle*s aplausos.)
Qaando essa obra de reparago fique ler
minada, e nao podar ser moili larga, vi-
ra a oscasio de discutir, de pesar as titearlas do
governo, e na a 3e raubar lempo sslvaco do
paiz.
t J t,rx tanta alviadoa dos soffriraentos de urna
revolado, teremos recobrado a nossa tranquilli-
dade;'en*egurado operar a nossa reconstituigo
sob o governo da lepubiica, podaremos fallar com
conheciQentO de cau a acerca d^s nossos destinos
e a opiuiosera dictad, nao por umi minora,se-
nao pela maioria dos cidados, uto pela pro-
pra vontade nacional.
t Tal a ucica poli'iea possivel, nece-sana, ac-
commodada s circu nslanoias dolorosaj e o que
nos acharaos.
t a meus dignos callegas esta dispostos a con
sagrar essa poltica is mae faculd%do-> experi-
mentadas ; e es-a poltica, pela mioha parle,
apazar da idade o das adigas de urna larga vida,
eslou disposlo a consagrar as f orgas qua rae res-
tara sem calculo, sem outra arab;g>, vos isse-
guro que uirabir aos meus ltimos diis a estima
de meus eoncidadu3 b ob'.er depois de urna ab
negagio campiela jasug para os meus eslargas.
1 Porm que iraporla, eaa^presenga do paiz que
soflree dafinha, qualquer caosideragao pe-soal ?
Unmonos, seahores, a inculquemos que, mos-
trando-nos capazes de concordia e cordura, pode-
mos oblar a es ma da Europa ; a sua eslima, o
seu concurso, e ainda mais o respetto da proprio
ioiiiigo, e esta ser a maior torga que podis proa
lar aas nassas negociadores para estes defandaram
os interesaos da Fraoga oas -.gravas negocigoas
que vo encelarse.
t Sabei, pois, adiar para prasa, que nao pode
estar longe, as dirergeacias de principios que nos
dividem, e nos dividira talvez aioda ; mas nao
nos entreguemos el-.as seno quaudo essa? divar-
giraeias, resultado, bem o sei, do conviegoas sn-
cerae, nao iraparura ji um allanta lo coaira a
existenciaesalvigio di patria.
O governo Jo Sr. Tniers, em que tolos viram
desda loga serias garaulias para o fatura da
Fraoga, foi mraadialamaoterecoahicilo por Jolas
as potencia3Contlnentaes, e a Iaglaterra na se
farlou de, par essa occasio, teslemunharlhe suas
sympathias.
A agitagio dos esprlos, porm, sabr o motivo
paz ou guerra, cootiauou a manifestar-se ; e,
despeita do quadro do!oro?amenta real tragado
pelo Sr. Tniers,algias chegaram a nutrir o peasa-
meoto da ver a Fraoca realiaar em 1871 o qae
fez a Hespanha em 1808, sem sa lembrarem de
qaa a Franga na tinha os recursos deffeasivos da
Haspaoha, neo) na coafigaragaa do seu territorio,
nem nos seus costames, nem as ida3 actnaes,
essaoeialmeate modificada* palos progressos da
scalo, eotre os qaaes entrara os cimiohos de
ferro qae s) um poderosa" auxiliar das iava-
5as.
Na Iota de eatao a llaspiala teve em seu fa-
vor urna especie de coalisao latente das sympa-
thias da Europa, e pdese dizer qae ella nunca
esleve s, qae (ai auxiliada pela Russia e pela
Austria, como o foi pela Iaglaterra, e se-lo-hia em
geral por todas as potencia;, que nao a abandona-
ram.-
Na guerra de 187o-7l, Fraoga, porm, teve
coolra si nao s ama coaltsago das potencias em-
pentadas na liga dos neutros, mas tambam as
condig5es em aue pelejou. Neuhum direito Ihe
asslstia, pois, ama Intervengo europea, p)r isso
que, teodo eomecado s a guerra, deixa-la-hiam
as potencias ir so al o fio.
O Sr. de Bismark a'.tiron i Europa este sarcas-
mo injurioso 1 Na ha mais Europa I > a o fado
qua se ella exista ent), erapeohavi-so em la-
zer-se pequea, em desiparecer.
Inglaterra, Russia, Austria, Italia, todas as po-
tencias empenbadas na liga dos neutros, accorda-
ram-se maravilhooameote em sa co'locirem na
poiieao i) spec'aloras passivas 9 inllTarantes ;
e esse estado assaz juatfi:ou a lujuriosa phra.-e
do Sr. de BismaoJ^.
A Inglaterra, posto que se daclarasse quo dc-
sejava poder prestar os seus bous aflijo-, respon-
da nvariavelmenia, quanda instada a iutervir ca-
ma melianeira para a paz, qoe a sua ialervanga
antes produziria malos da que bens, visto com o
Sr. de Bismark nao quena admilur a intervenga a
dosaeutros.
Nao, o Sr. de Bismark nao quiia adniitr es^a
inlervengao, e lord Granvi-a apazir de toda a sin
boa vontade, foi caigid sa miniar ni sua in-
najgao, exclamando lodavia qo< a AH-vuaDln
sa arrepaoderia da tar racu.'adoxs bous offiaios da
Iaglaterra I o
A Russia por seu lado na fai menos proliga
em bas inteagoas. O gibioeie da S. Patersbargo
produalisou as mais libaraai sy Tniers, e o proprio czar principio n; poda al
raillir que se tocassa na Ovegridadd di Franga.
Ilapeotraament-a, par.n, a Russia estacau, e qua'n
do a Inglaterra em carta oacasi'.i avaacoa qu
seria talvez possivel corabiotr os esforgos ito
neutros, no sentido da urna intervengio, apressoa-
se o principare Sartebakof era dizor-lhe qae u 11
accordo era mpralicavel.
A Russia j enlao nensava em denunciar o tra-
tado de I8ti, como depuis o faz, langaudo o as-
sombro na Europa e despenando os zalles da di-
plomacia ingleza. "
A Auslria por sua vez n> leve pane mais ac-
tiva nessa comedia diplomtica que entio testerau-
nhou o munlo par da drami aaugniadianto da
uarri lranco-prua3iana ; e o Sr. de Benst, embo-
ra livessa suas veleidades do injrvir, nao deixtu
que estas durassem muilo, parque em face do
tarpor da Europa, cama elleodis?e, nacam-
pria ao seu paiz tomar a iniciativa nasse n;-
gocio. <
Oanlo halla, foi ella das primeras a abrigar-
se na liga dos nenlro3 ; e, pasto que evesse mnilo
Franga, aem-cujo auxilio nao e-lana uoilicada,
ella prodigalisou sympathias ao Sr. de Bismaik,
emquaalo conclua o seus negocios, assenhareau-
do-sa da Rama, e dando um re Haspaoha.
Os Estadas-Uidos da.America, para cujo oasci
menta tanto concorrea a Franga, foram tambera
adversos esta, e disso foi prova a apologa qua
da organisaco da Allemanha, fez o presdeme
Grant n'uraa mensagem qua dirigi ao senado,
proposito da augmento dos honorarios do seu re
presmanla em Berln.
A Franga foi, pois, abandonada por todos nos
lia- de seus sngrenlos desastres, e a Europa na
pola dssimolar seus rabaragos da ver que, aban-
donando a, ella abaadooava-se si propna
Em tal estado, o nao podendo evidentemente
continuar urna guerra que Ihe tinha castado j
tantas e lo panosos sacrificios, s Ihe resiava
tratar directamente da paz com o vencedor, n -
gociando todava as condicoes dessa paz, e procu-
rando obte-las o mais favoravel possivel para os
interesses da Franga.
Nao dissimuloo governo que era esse o seu
miento, a as soas declaragoas assembla forara
tanto mais expliclaa, quanio o Sr. Jubo Favre pe-
dio-llie que, para dar a forga e autoridade neces-
sarias aos negociadores, nameasse urna coraraiaso
de quinze membros qua os aoxiiiasse, fiscalisando
as negociagoas do tratado provisorio, cuja respoff-
sabilidade correra todava por con.a dog-averuo.
Esia propoaia fai lago approvada e bera assim a
que foi apresentada pedindo a n raieagao de oito
curarais -o s que sa incumbissem de examinar o
estado das torgas militares, da marinha, da fazen
da, dos camnhas da farro, das estradas, dos ras,
canaes navegaveis, coramanicages postaes e le-
legraphlcas, provincias invadidas, a-linini.-lragao
inienar e caaamercio geral da Franga, tudo para
so canhecer os anieccJentes necessarios, (uando
se livessa de discutir o tratado que havia de ce-
lebrarle com a Prassia.
Enlrelaoto iam lomando vulto 03 boal03 exag-
ralos de anoexaga-, e isla deu lugar que os
representantes da Alsacia e da L;reua prostas
s--ra parante a assembla contra ees-Ta eventual
do seu territorio, pedindo para cootiouarem a fa-
zer parte da Franga, oq-ie eslavam todos dispos-
tos a sustentar com as armas uas raaos.
Esta protesto, qua foi acolhido pela assembla
com a- mais vivas provas da sympathia, na foi
entre talo t a discutido era votado, para nao s rvn
de enirava marcha das negociagoas, e apenis
limitan-sea a-sembia a toma-lo era can-deraga.
Deao..- de-tes actos, a assembla resalveo sus
penda.- e effectivamente su-p nleu as sua- ses-
so.3 al a conelasa das negociag;s, e o? miis-
tros psitirato de Borde.'.ux para Pan-, onda o go-
verna poucu 'tepoia nomeouos seus embaxaliras
junto ? patea :us amigas.
Entretanto parliram os nagocialore da paz pa-
ra o seu destino, e as negociagoas se sueca ler ira
sem inlerrnpgo al que o espirito publico, j meio
fa'.igado pela espera de urna concluso, que Ihe
parecaa durar seculas, recebeu a termal revela
gao desse sc-grelo, lo habilmante guardado, en-
tre a3 angustias da urna dr orofandisaima, de
ura pezar seai limiies, pala cessa da Al.-acia o de
urna parte da Lorena.
O abaudono ao inimtgc da Alsacia e da urna
parte da Lorena, 5,090 milhoisdo francas djtra-
demnisaco e.a oceupago de ura dos q larleiroas
de Parla al a raeiifiagva dos preliminares de
paz pela asr-erabia; taes foram as condigoas hu-
railhanles dtsse tratada provisorio, que tanta
OSternaga, tanta lagrima e taata dr custou ao
povo francez, sendo de nolar que, anda assim,
acuelles que negociaran) taes condiges tiverara
de lutar a de disputar o terreno palmo palmo,
porque irarnen-a3 eram as preiengaa do vence-
dor I
A Prassia quera impr Franga. urna limita-
gao de torgas mililares, sera davida coma repre-
salia ao qne ella soffreu depois da Jana ; e, se o
nao Consegua, fai isso devido i habilidade do? ne-
gociadores franeezes e tenacidade com qua elies
sa recusaram a subscrever lo selvagara preten-
gao. Para salvar Belforl e obter ama prorogagia
do armisticio, foi-lhes misler' todava conseatir na
oceupia > mameotanea dos Campos Elysios, que
foi mais um desgosto unido tantos oalros.
No primeiro instaolo a populago parisiense d-i
xou-sa dominar por urna indisivelcommogo.e cer-
lamente, tendo ella feito 7m ura melhor acolhi-
menlo da parte do vencalor, que s a abateu pe-
la fem, n> era de esperar que elle negasse am
iribato sua patritica constancia, deixando de
honrarse s por nao querer honrar esses ven-
cidos nabilitados.
Has o qua valia isso para a Prussa ? Uas o
que vale para a Allemanha patriotismo, honra,
dignidade e lodos esses nobres sentmentoa qne
engrandecen 03 homens T Soube ella porventura
ser nobre e digna com a Dinamarca, com a Aus-
tria, e com os seus alliados forgados de am e do
outro lado do Mano ?
Na ; para a Allemanha a nica causa sagrada
a forga bruta, o aeo crup, o canillo raiado, a
espingarda de agalha e as inassas compactas de
seus exereitos I
No resto da Franga as eondigSes do trtalo pro-
visorio de paz foram recebidas com as mesmas
mareas de ptzar e dr qae abateram a populago
de Paris para ao depois reergaerem-n'a sublime
de indigaaca. Entretanto as provincias todos
confessavara qqe era impassivel a contnnago da
lula, e, eomo eonseqnencia disto, aceitavam o tra-
tado, indignados sim, ma? calmos e resignados.
As estipulago >.s d--jsse tratada foram finalmente
levadas assem!tl,a, qaa reabri os seos traba-
tha? para e-se fi.-.o, ; a'U, dep)! da ma reahjda
d scussa, era que muitas deputados p-rderara 1
calma, foram approvadas.
: O? deputados, rauuidos para esse aapren>o sa-
crtlicio, pronunciararn, pois, a aluma ptlaira ne-
se assurupto, e ceriaiifnle nanea o? destinos !-
paiz algum f irsm agitados em meio d lanas em
ga?, ni meio de scenas parlamentans mais dra-
mtica, mais eatrecortadaa de peripci i, melb
1 talhalas para gravurem-se na memoria de um n 1
vo, como a lembranga de um pesada lulo, toar
1 uina l:go tleroa.
I Urna assembla Iranceza foi, pas, 'brigada .
decretar a mulilago da Franga, e, posto qa~nY>i-
, decem depuladns recu-assem sub.-cr-^vpr aeoa-
Idigoes da vanee Jar, protestan-So aignn? eoaU* rita-
era discursos viruleoios. um f ol sonke di'. 1
.eomo fugir implacavel naessiiad-, nlicando >
; meips de continuar a eunrra.
i _0 Sr. Tniers, isto ca palriaiica, ao subir a irinu'ia, no mi) d*- Im
la? a lo diversas iaipre-.-o a, enlre as hnprec
1 i/as que mullo? deputados riiripiaro a-iraial
sobre tndo ao imperio, qu lava coragem nrtji-
ca de, all, na-jualle recinto augus >, erguer a v 1
para defender-se e prutesiir ; o Sr. Tmn-?. pib.i
e commovtdu, uessa sts.-i dolorosa do 1* de mar-
ga fai como u geaio da Franga a coodnzi la a
templo da honra pela nica porta qae Ihe resiav;.
sberta. Elle teve apalnolici dea de acoosslhai
Franga qua nao eedesse novas illu-e-. qoe ti
ves-e a cora ge m do b un lenso, a coragtm de. en-
carar a situagio h luda da (ja ella nao *ra co'|m
da, maa de diant- da quai nao liaba direito de re
cuar.
Eaassembiea franceza, no meio da- untas-
ta angustiosas sceaas de que foi Iheatro .1 sla d
saaa se.-so*. leva a eoragem do desesp'"". qu
depois de protestar por 600 labias contra o iiope -
rio, proclamando bera alto a sua queda, I v. u-a .
pronunciar o cruel desmembramnnto do n-rrilort
da Franga.
Tudo se agitoo, ludo se reuni e eialtoo oes 1
discusso commovente, qua precedeu o vol d i
assembla, nasse drama eaa que o patriotismo es-
lava em lula com o imp.-mv O luta dos cora
(Ses, o sentimenlo de urna necessidade t xirem 1
e imxhoravrl, a uilima convulsa) de um knpwi
que baquera eovorgaohado. o maire de Sjrestni
go morreodo de dr, o Sr. K-lier e seos e>il-ga .
deixando a assembla* e exclamando que uada pu
deria impedir qae os alsacilSo c n'-inua-- n.
ser franeezes, e aapellaodo para o Dos viogaui
das causas justas, para todcs os p>vj<, que o
podiam continuar a ver os seas rm>s tnren ira.-
tados como um rebanho despresivel, e para a es-
pada da ledos os patriotas, que sem duvida rasga-
rlo o detestawl tratado ; tada isto junto, cofan-
dido, palpitante de desespero e de dr, lulo pro
duzo orna sen.-ago lernvel. horripilante, iude-
criptivel, do meio da qual sabio expleodidameot^
a dolorosa sanegao do nelaodu iraUd '.nao a ?au-
gao moial, porque e.-ta nioguem linha o Jir -
de ouihorgar a om pacta imposta pela f'rgi. w <
sim a saoceo palpavel do vota, uoica qoe pao-
rara aicangar os allemes para apreseuur a > rar.a
do como trophos de s,oas victorias, es nieuibi
palpitantes da Fraoga, arrancados peias s< u- 1
nbas.
Emquanto isto se passava em Bardeaux, em
quanio a assembla discuua esse tratado, tea*
quesiao de vida uu de roorte para a Franga, '.-
ris sofra o ultimo uliraj-, vendo entrar el -
suas porlas os ilO.OOO mldad '? do que fall iva c.-.-
pacto I Ea cidade mosirou-se firme e sob.ib.i
mente resoluta a tragar e?se ultimo ealix, env< I
vcad-se no manta de suas erandiosai recerda
gO as, cobrindo se com o escuta de soas piuria-
i.nde fu'gura como ura .-.I o fimos o fluctwit .
meigitur.
Consummado o sacrificio da ractincago > fs
lado provisi ri i, devia aer negociado em 10
o tratado deflailivo, de qae a |u-ole era o > .
a a Franja li:uu desde enlao livre digier; ma
nao livre di presenga do sen- mingo?, tan- car.
inuaraiii e cuu;rauara a oca n ir o se 11
at que ella teobi p.ga essa fa'aulosa ind Uil-
ga ijii" ilr. fui exlorquda.
Desda eolaa situagia di F, igi
lodos o esointos coio todos o? eu^ hoir.ra'
desde enio eemprehsnderam .- lian
blices i) ie lava all u.ua edu !agio a rae
ura pader rotilar a ;.-/ :t-t:..,... laig .
nangts a reorgaoisar, de forma alia:
ssliafazer tod is a? ex gen ir. o 1 Je sua rjj
nisaja iult-rna, ma* tiuibera do .-eu cradu
pesadissima divida que a goarra he
E a granle il:a comeguu, e o al :
l'ii iniciado palo licenciamenio d-a gni1 la- na*
uaes mabi:isad.)s, ao passo qaa por oatfi ii -
uo neag) dos pleaipoieociarios fraocezes | ni
confarea uas da pal em Braxellas eram ;.i ,
vidente de que o Roveroo qn ria a t >' i'
abrir boriaontes mais livres la. Na i davara,por o, durar m nlo taau-p
treguas, lo nobres soniimeotos, ero qne
lena de reteraperar as suas f rea? gasta
Depois de lauta.- dores era m.or que a g :
civil fosse aindi laugar o teiror era todo- c- -
ritis, ao passo que.passaiava irinmphiole n l
mmlos de rumas, pruduzda |co as-'- .
pelo incendio.
O conheciraento da ractiScaca d.' 1 '.
paz, que da azi retirada do> allem ; J I
e a entrega dos faltas da margej e-quai :. d .-
produzio oa capital urna rruel de?eperaea .
o panto d j partida para ama rab hlo da? 1
canos vermelhia, saciarlos d.clarad -
ra a tola o transe.
Qaanla todos esoeravam ver surgir un
da paz e da hberdade, e com ella os expeneoi
frucios do trabalha ; quaudo iodos se 111|
vara em apagar a- tristes recurdagos da gaer:
venia por toda a parta reaascera vida e a seti
dade ; Paris erguaa-se revolto-o, mas abjec;..
sua revoHa, por que essa rebaiiio era um rr.u
contra a patria, que ainla se va perdida D
labyria:ho inexlrlcaval da dore-, ante o- >
brosoa resnliades da invasid inimiga.

A' principio faram algumas barricadas, ievaut.
-s nss raas, os oacas synaptamas d'essa rcVis
conira a qual o governo nao quiz Sesdejaso em
pregar toJoa oa meios enrgicos de que dlspuct. 1
mas depois a revolta tomaa vulto, e, j nlo tend
farga,o goveroo vose forgais a abaolon .r Parir
em cuja Hotel de Vtlle se instalara um novo pader
para transferir se a Versailles, qne fr evaca'd..
pelos Prossiaoos, e de onde Ibe era mais fcil dir
gir a reprsalo da revolta da capital, tendo jua>>
a si a assembla nacional, qne para all linha taca
bem deliberado tranafarir-se.
A revolta inangurouse ni nontc de 18 de oarc.>.
e os seos priroeiros pissos foram dados sebre
cadveres dos geoer&es Lecomte e Cleroeo Tha-
mz, que, como muitos outros adversos aos eo
principios, foram sasassnad-as cobarde e oficie
mente
Comegou, pois, desde logo a deseovolver se .
drama sanguinolento e melooho de qua Paria f.
o iheatro e que atterrorisou o muudo inteira.
Paria tinba qneixu daa proviac.aa, e estas if aat
mete se queixavam de Paris.
Paris teve a pretengio de querer salvar a Fra'cg.
na guerra franco-prussian, e para isso esperav..
o concu-so das provincias; 01 destino.', prrn, ou
as fallas hnmanas, assim o nao permitlinda, derao-
azo qae fosae Pars engaada em seos des ajo*
D'ah nasceu um sardo desconlentamenlc entre o <
doas partidos, da capital e das provincias ; 4'<>>
veio o estado di^x'iucaa nervosa a febril
steva Paris iur^nteo armUclo, ex:iu<*'"
/
da
t_
^1

ILEGiVEl


MU

Du.ri* d* PrnanLbuc% Quinta feira 3 d J ^ >.
*


.

r
resalten serem eleiios deputados homens cojis
ideas eram contraria is ids das njroviaeia*.
U4 clubs e a Internacional oi deixi'ram pass.ii
o boa oeeisio de tirar proveito des-es disgus-
tos recprocos, e d'ahi veio a'revolta do Pars, qna
se achata contrarir la.
- O governo, logo que s julgoa impotente para
si pitar o moviment), trausterio-se para Versailles,
esta medida de estrea prudencia salvou
Franca do ama revoluco geral, como iTonlros
lempos acoDii-c-'u pela repercnrso dos desvarios
le Paris, e deu iu une a revoluto Cosse ape-
nas eomraooal, Uto local.
eomrnuoa ; negras e Ir otnosos' momelos foram
es es < ntrala das t.oyjs era P^ri*!
A rranij iatei'.A chama lagrimas de san-B"
sobra essa pagina araareurosa "de sua instoru ; o
mando nteirr extreroeceu da horror anta.q ca-
rnes da ommuna I
Mas >5 houve jamis futo histrico qae fosse
tao geralmente coademnado, sobre qae cahiiaecn
tantas maldicas I Por toda a parle erguen-e
soberbada de inigaaco a voz da opinio para stig
matizar a commuua os sen principios e
tactos.
Na Baropa cobo na Aza, na Anones cono na
Nao obstante os ia urgentes assenhorearam-sej frica e Oceania; por toda a parten) e nufco W
da capital, crearan nin goveiuo, e iterara urna
'. erta ore inisaqao aos sen* negocios, priocipaliiuii-
te aos de guerra, drspondo os meios de residencia
<:ontra as tropas legaes da wpoblica.
Os Prussiauos, porm; ante tal crdem de eoasas
deliberara o sen mosriraenio de retrala, e coacen-
traram-se em S. Brata, "visando o werno cni.ez
de que, se a revolta nao fosse suffocada, iolecvi.
'.'ira bauabardeando Pars.
O governo lenteu ento conseguir o apasigua-
inento dos taimo*, fazendo eouces-as Pars e aos
oo tosurgeute* ; e.-to-, porm, iuJa .-{Uiterara
attender, e, julgando-se fortes, proseguirn) na
uta.
Mas nao era s na territorio da Franca que fe
>rgni esse lampo opaviUio revoltoso, nao;
:auibem as possesses africanas' a hydra revolu-
cionaria mantiah assoberdala o seu eolio na pro-
vincia de Constat na, era Argel, e esta revolta
omou proporcoes assustadoras, pondo o governo
ni ver Jadiaras torturas para doaiiua-la, ao uieuno
lempo qae'procurava subroetter a revoluco de
Pars.
Ilepercotindo dolorosiraente na frica os desas-
tres da Franca, as tribu* mal submeitidas do sul
despertou ss subilameuie o desojo de independen-
cia, e diversas revi-las locaes rebentaram, lenlo
>aoma carcter urna rpida generilisaco. tlTecti
v.uuen'.e pouco ternpo ao depois a revolta era cem
(lleta, e todo o paz, des Je a fr raleira de Marro
co* at a regejoia de Tunis, acliou se envolto na
rebellio, apossou-se d; urna espantosa ebulico
revolucciooaria.
Eutretaulo ara Paris os acontdciinen! >s foram
segurado sea fatal curso e precipitaram-so, un-
ap(')ii'utros, cora verdadeiro poreoesi.
Una vez de posse de Parts is n mens da revol
ia, constiiuindo se era governo, proclamaran ao
povo, convocaodo-o para a eleie/io :1a ciiiiuna ;
levanlarara o estad) de sitio da" eidaie ; e noiiri-
>'.aram aos crnltauadoros estiangeiros, peilindo o
rcoohecin)en;o o'esse g)veruo, que Jizia querer
uianter relaces fraiernaes com lodos os pa aes.
A revolta de Paris acnju algum e.ln era Mar-
s.-lha e Lyao ; mas !,' .!- cidades a enargia do
governo, .auxiliada pelo bom seoso da m'*ioriado*
respectivos habilan!es comprimi as teniativas in-
slitas dos republicanos rernejbos. Os de P.iris.
pario, uo .-i- Jescudarara de ir traba.banl na
sua olira de d sirun;o, e eomeQaram puf invadir
xsaquear as grejas, aprisionar os padres e derru-
er a magestosa clunoa Vendme.
Em Versailles coocentraram-se a assenibia na-
cional, o Sr. Tbiers, cheh do poder execuuv e o
xereito ; e essas tres to*C;as combinadas tratavam
de vencer a revolta; a tibieza, porn. do exevcil"
a adundo urna tentativa seriado ataqi* coar*
Paria, cuj-s revoliosos, acossaloi ueU falla de
meios coiue.'arain a empregar uxla a surte d>-
violencias conlra os baucos, camin) is de ferro e
part culares, cora o tira de prove-se de diuheiro
- para fazer face s suas desrizas e disperdieios.
Os homens do Holel de Ville flxeram un rnani
festo espoudo os seu> principios, que forara gtral-
meote critcalos pela imprensa. .\esje ducu rento
declarou-se que seran garantidas todas as liber-
dades, e concluio-se duendo xa revoluco corn-
muoa inaugara urna nova era de poliuc -xy--
rimental, positiva e scientilica ; ella a garant?
absoluta da liberdade iodividual, da hberdade d-
.oascineu e da liberdade do trabaih); ella deve
antversalisar o peder e a propriedade.
Eatretanto esas garanas forara sendo maaifes-
tadas peloaprissionainento do areebispo de Paiis,
dos padres e do* ministros protestantes, pelo
iraugitent) da hberdade iniividual, detendo
aqueiles que nao queriam combater sob o paviihao
vermelh); pela supprestao do irabilho, empre-
i;iui j os horneas as|ivoi uo roubo, na pliLgem e
no morticinio ; e tioaliueoie pela uuiversilisac.Ao
di propriedale, legauio a mas cruel miseria a
cod-s, espalbaulo a ruaos largas a desgra<;i e
i tuno.
E oe Versailles ler o* odos titos em Paris e a em-
iregar tjdas as eneg^as da Franca no resaheleci-
aenlo da ordem, deu lugar a que nao podesse ser
pago na poca pre-flxala o pr.meiro raeio roilhar
de indeuioisacj i-; guerra, al n de que ad ava
;ada vez mus o d>a da evacaico o territorio
rancez pelas tropas allemes, coja manuten';),
custando um miitiio po.- da, cada vez mais aggra
va o estado linanceiro do pm.
Se essa situaco devesse prolonrsr-.'e anda por
moi'.o tempo, o seu resultado sena evidentemente
.1 ruina moral, material, poltica Dacionil da Fran
;*; e por isso o governo legal empenhava todas
-Is saas forgas em dorainar a revolta, para fazer o
yaiz entrar em vias de reerganisao.
A revoluco de Paris, tendo sido feita em nome
>Jas franqua- mnnicipae?, nao.tioha mais razio de
ie-, desde que a assemblea votoa, com a sua lei
iiunicipal, que Pars teria o seu conselbo le mu
nicipio eleilo como em todas as cdades de Frn-
j-
alas j entao n?.o era s sso que queriam os re-
voltosos; Taris quera urna estranha amalgama
joe desigoava com o nome de fflerato lommu
<3.': Paris queria qae cada commina tivesse sua
iiiiooomia, sua organisaco, seu/generaes, seus
->. r ios, seo systema de governo, tudo indepe
;etd e sera ootra ligacao que um pacto de umao,
jue poderia ser rompido ds nm momento ou-
tro.
O qae se occultava sob o nome de rev^lncao
o pegamento qae domiaoo, ama a uaica I n a pa
lavra que esmagom rao ramente a aommuo. pe
proboscaamaram todos aos camraunistas, f, a
esse epilheto merecido, todas j ponas se tranca-
ram aos fugitivos assassiaos a aocndiarios de
Paris.
No dia t8 e maio eslava termraaa- wwfwi-
^ao commaasta, que luloa durante 8 das com
um furor desmesralo, defendendo-se at o$ Olli-
mos eotriarAeiramentos, at hs ultimas barrica-
das. As tropas de Versailles firam sublimes de
valor e de herosmo, mas foram tambera laenbo-
raveis para todos os communislai que Ihes cahi-
rara as mos durante os crueis das da luta.
O Sr, Tniers, dando conta a assembla das vic-
torias da legalidade, foi applaudiio- enthasiastica-
ment pelos deputados, que Ibe deram nra voto d
loovor.
I)ia antes tioha a asserabli ra-ctilicado com o
sea voto o tratado definitivo de paz asngnado em
Francfort, sera uiesmo o disentir, porquero m
ftiscute o que se nao deve ou se nao i*d mod-
Rear. flfr
Entretanto nesse tratado a^-a aggravada de ai
guma sortr a situaco da Franca, e i wso dera
cansa a communa de Pars, a reTinoSo socialista
que por mais de dous mzes aii inlllou os esforoos
da F.anca, impedindo-a de regularisar os seas
negocios.
Ditas novas clausulas foram Inseridas nesse tra
talo deliaitivo. clausulas que nao flgurarnm nos
preliminares de Verstiles. Forara el as: l1 a
obrigaclD imposta Franca de f ivorecer a entra-
da no seu territorio, dos Allemes expulsos no
comeco da guerra e a reintegra ;o de todos elies
nos seus direitos; 2' a acnldade de-xada aos Al-
lemes de evacuarem o territorio francet quan-
do]ulgaseo governo ailemo qie Paris e a Fian
ca ufhreciam garantas de. nrdem qae a-seguras-
sem a plena execucao das'cbrigacdes cootrabidas
pela Franca.
Estas duas clausulas offenslvas dignidade da
Franca foram jolgadas indispeosavtis pelo Sr. de
Bismarck ; mas sin la nao foi tndo.
Alm e ;onstituir-5e arbitra da sitMcao inter-
na da Kranca e por essa forma s poder retirar as
suas firmas dos for'.es de Paris depo' de receber,
nao 300 milhoes como d'antes. mas i.'M) milhoes;
a A'lemanha.isto o Sr. de Uismarck reservnse
o direilo de obter o qoe julgase aeeessario s
tropas de occtipaco, cobrando impostas e rrqitisi
r$;s nos departamentos oceupafas e mesmo nos
tmiros, ciso os daqnelles nao bastasseral I-to ,
a Aliemanha nao ^ conHitui-se juiz do restabete-
cimento d inio-s jniz d^spropprcoes e da duracio do direilo
de requi.-i;ao de contribuicao que se arro-
IflIU I
Firam estes os resoltados das miserias interio-
res da Frarjca, miserias tio penosamente aggrava-
.'.as pelos mandante i de rumas qge Ihe legn a
comuuna, depois de ebriga-la innnmeros sacri-
ficios.
O Sr. de Risraarck i proposito dos tratados disie
aoreichst'ig alletnao:
t Na occasio de se crncluirem os preliminares
da paz, tjahamos a esperanca de terminar os tra
naiboa em 4 semanas. Essa esperan? i, pora.
nao se realisou Sobrevleram d-morasque nos
Jizeram receiar qne o governo fratreznau estives-
se em esta lo de eumprir os seus compromi-
sos, n-daiivenecte cesso territorial tnhamos
sarantia*. As nossa^ 3pprehenso-"S versavam
sobre esta qnesto: se o governo franc^z eslava
di-p^sto enmprir as estipolacoes caceraeott-s
indemnisacao, e se era capaz de o fuer. Tentei
nmi enirviita pessoal. Se nao tivessemos yinlj
a nra accordo, teriamos tomado Paris por raeio de
ajuste cora a communa ou a forca, exigindo que
o gwerno francez retirassa as suas tropas para
alera do Loire, antes de conlnuarmos as negocia-
res. Fui a Francfort nara regular algumas
quesies peneute?, relativamente Indomnilade,
a abreviado das delongas e ao augmento das ga-
rantas. Vendo a perspectiva da cooclusao deQ
nitiva da paz, achei isto vantajoso para os dous
paizes, alliviando a Allemanha e consolidando a
Fran<;a.
i governo fran:ez actual aquelle qae me
Ihor col satisfazer os desejos do povo fran
cez. Com qnalquer outro governo haverii appre-
heni'Vs a respeito da conclusao da paz. Resta
a'niia tomar algunas disposicoes supplementares
relativamente a exeenoao, mas a paz definitiva
et concluida. Os prasos de pagamento foram
abreviados. A primeira prestacao de 500 milhoes
ser paga dentro de 30 das depois da.tomada de
Pari. a segunda 1,000 mh5es ser paga antes
de 31 de dezembro de 1871. S ento seremos
obrigsdos a evacuar os fortes de Pars. Os outros
500 mrlhoss serio pagos antes do i de maio de
1872. O governo francez espera poder satisftzer
aos nossos pedidos acerca le questo.s commer
ciae?, e est prornpto a annullar o tratado de com
mereio, esperando augmentar as receitas da al
(andega.
Cooten!ei-me com urna estipulacao que nos
de os direitos da nacao mais favorecida. Foi re
solvida nma delonga at o dia 29 do correte mez
para a ratifica<;ao do tratado le paz pelo Impera
dor da Allemanha e pela assembla nacional fran-
ceza. Concluindo direi, qae pens ter obtid) o que
rafoavelmente podamos obter da Francv Temos
as nossas fronteiras, e, tanto quanto e possivel,
urna indemnisacao de guerra. Maiores exigencias
juamunal era pois orna immeo-a anarcfia, qnejteriim cuatado maiores sacrificios. Teoboioa
-.t.-ra duvida teria por lim esterillar a trra, derra
nar a miseria mos cheias, e por fimde conlas
'xcitar a guerra civil e chamar a invao extran-
geira s froc^eira do paz
Foi contra is?o que protestou toda a n3eao pelos
=eos orgos consiiudos da assembla e oo gover-
ao; foi centra iisoquepelejaramas tropas deVer
dilles, cercando Paris e batendo oa insurgen-
tes.
Pan?, pois, a resislndo; e em quanto c tumul-
\o de seus elementos discordantes e incoherente?
se fazia n guerra reciprocamente nos actos dessa
:ommuna igoorante e parva, nessa eonfuso de
..milcs e de delegadus, que realisavam o mais
orodgioso dal da aoarchia, o governo combinava
js suas forjas para dar o ataque oal, e a assem-
t)ia a:inha-se em notar algumas leis sabias, no
sentido de reorgaaisar o paiz.
Por seu lado a polica externa nao descaseava,
i os plenipotenciarios da Franca e da Allemanha,
dopois de dis'.utirem i condifes do tratado deli-
mtivo de pac, assignaram-nas 10 de maio. logo
-jae em Francfort faram revividas as ultimas
jaeslos financeiras eatre os Sr. Julio Favre,
Ponyer Qjertier e o principe ds Bismailc O Sr.
Tbiers, ao annuciiar este acto asfembla, con-
gratulou-se con ella por poder desde logo cuidar
sem entraves da orgaoisacxo da Franja, declaran-
do aue para isso apenas ateava doinaar a revolta
de Pars, onde entretanto ee pelejava boro pe
ejar.
Poucc das depow, 2 de maie, eesa revolta
vjo-se bracos com as agonas do desespero e da
morte. As tropas de verstiles travaraoi um
combate corpo corpo com os insurgentes, depois
de terera penetrado na cidade pelo Point u Jour
i Montrouge.
A carnificina Bavida foi medooha, por?ae os
nsnrgenles lutaram desesperadamente, defeaien-
do o terreno palmo palao.
Foi ento qae garis testemonhoa o reqciDte do
arbarismo I Os commaniefa? pozeram fogo
algumas minas e zeram voar algumas ras; e j
endo deraolile'precedentemente a coiomnaFrtlo-
ne, a capella expiatoria de Loiz XIV e o palacio
do Sr. Tbiers, na hora do supremo compute, cao
bulando a picareta para a soa obra de devasta-
;o, reoorrem ao ineendio, e ateiam as cammas
as Tulherias, no Lonvre, no ministerio das llnan-
..as ecaixa das consignacSes, no palacio da jastlca,
: em lim em todos qaantos edificios notaveis Ihes
'allam em nome da lei, se ihes antolham, relem-
orando as nagnificencas da lii.-toria gloriosa da
'ranea t
Foi ama heeatamba horrivel da homen; e da
inonnmentos os ltimos momentos da nefasta cem-
mana,dessa inimiga estpida e selvagem de Indo
joanlo de elevado e nobre se conhece, de todo
qaanto de grande e generoso encerra a sociodade
moderna t
No momento da exaltaeo Snal os proprios
,-efens nao sao poupadas; e os assassiqos covardes
e embrutecidos erguem mos erneis para o vene-
nando arcebispo e seas eompanheiros de infarta-
' a fazem-nos baqaear exnimes no mar de
1 qae iaoada Paris I
negra e Inetnosa bi' -ia foi eisa da
fianca era que o governo francez tem intenco de
executar a tratado, e a Franca possue os recur-
sos necessario?. E-pero urna paz duradoura e
prospera, e que nao (eremos neessidade das ga
rantias que possuimos para estarmos seguros
contra novos ataques.
Entreunto a Franca foi preseguindo na -ua obra
de pacificac... Innmeros conmunistas foram
preso?, e in^tituram-se desde logo diversos tribu-
naes de guerra para os juica".
A assembla por seu lado nao decini;oa : de-
cretou a reedificaco da columna Vendme, da casa
do Sr. lhiers e da capella expiatoria te Lu>z XIV, e
tomoa outras medidas necessaria?, nao a ordem
e seguraoea publica, mas tambem deienvoivi-
memo dotradalho e a reedillcaco de Paris.
Tambera ella se oceupoa com a revogacao da^
es de exilio d)s pnneipes de Orleaes, e o Sr.
rtiieri nao foi doi ltimos fallar em tal asiump
to aconsejando a madida, posto que jolgasse que,
no estado da Fran;a ella ao deixa.-so de ter pe-
rigos. que felizmente liuham ido em parte remo-
vidos pela promessa formal dos principes de nao
entraren) para a assembla, cujo gremio os levou
a soberana nacional.
Os partidos comeciram desde entao afrouxar
os lao- de unio que os tinha ligado ao chtfe do
poder execntivo em um pensamenio commum ; e
esta feico da assembla na) deixou c des3gra
dar ao paiz, que, preci-ando de muito aeoorio en-
tre os seas homens pnblicos para o lim de sai
reorgaoisaco, vio com albos mos Iguns entra-
ves poslos pela assembla no carro da administra
cao, posto que elles se reeris-em especialmente
ligaos ministros menos sympathicos assem-
bla.
Esta, deixaodo-se convencer da jasiica da cau-
sa djs principes, votoa a'extinefio do exilio,or
lando assim ama grave qnestao, qae se Ihe amo-
Ihava ebeia de perlgos, e aoprovoa a eleicio do
Duqie de AamaJe e d) principe de Jo nvill-', e
assim eoacluio pacificamente um neg ci, que
coraejira sob os anspicios de ama erise, e senj
que hoavesse rompimento entre a maioria parla-
mentar e o poder esecutivo.
Os principes evidentemente aaxiliaram-na nessa
diHcil conjaectara, nao s se comprometiendo
nao irem aasembla e se abstereaifl) todo e
jualquer passo eompromettedor, mas lambeta in-
do a Versailles visitar c Sr. Thiers e recootaeeendo
n'elle o legitimo representante da Franca.
A assembla adioa a qnesto da organisa'ao
poltica da Franca; e o Sr. Thiers, no intuito de
manter a harmona de qae tanto navia myster o
pafr, entre os seo?' represeniaates e o ebefe dj
poder exeealivo, mi>4ifieou d ministerio dando a,
pasta do interior ao Sr. Larabracht, a do commer-
ci ao Sr. Vietor Lefranc, e a da ga ral Cissey. *
Essas madancas sem davida contentaran) a as-
sembla, mas de nenhnm modo resolvern) os dif-
fleeis problemas que.se aotepanham organfsaeio
da Frailea; ellas, porm, deram um pecsamentd
mais Arme e compacto *o ioverno e foram o
ponto de partida para as medidas posteriores,
entre as quaes grou desde Ic^o nma circular do
Sr. nlio Payre todas as potencial chamando-Ibes
aiienco para s utermcionat, para ea aaaa
ciacao fnndala sobre negado de loJns os prin-
ci(iis da oiuem m ra <; ^cganjjai'a de .m*
Srregimenur em todos os paizes maitos miltiSes
e liomejs, cojos chefe invmveis se nservan:
b direlo ^ guiar ao assalto de todas aa socie-
dades.
Gomo para responder esta ola do Sr. Julio
Favre os adhereoi.es da Internad>nal celebraram
em diversqs naes feslas em tiuura da communa
de Pars. ^^
Nao era isso, parm, o qae ojcupiva princi
plmente a attencao do governo de Verstiles; o
qae Jli> absorvia em pnmeiro lugar os cada dos
e estuJos era questfo tlnanceira, da qu.il estiva
esseaejaimente dependente lado o futuro da F(an
ca, comeean lo pela evacuado do territorio, as-
tricta ao pagamento de ama parte da iudeaiui-
saca*.
. Foi toso que den tugar i que o Sr. Pcuyer
QnMrtier levasse i assembla dous projectos, um
aatorisando o governo a negociar um empresrao
Je 2:500 railboes, ontro augraeotaado a verba d >s
impostos com 463 atibos. Por esse modo tiaha
a Franca penetrado n? qnesto da liqnidacao, sera
que todava podesse desde logo medir-lhe o al-
cance pelos projectos do mini-tro da faxen Finia a guerra e terminada a revolta, conecon
a obra paciente e polica,. da O.11 deyia broiar a
regenerado pe rfbaih) moral e material; che-
gou a hora da aega-, e de urna acoaa de todas os
dia*. de toaos os instantes, da qn:l devia resultar
a rehabilitar;o poltica a social, para a (fuaj nao
fahavi -em, Tisto corri, inestno atravet Belolas
a emftwea da gnerr* e da ippr^eie^^ sempre
e distinguirara na Franca os demonios de praa
socMd tde ivii.
A as-e oblea era enrgica e tioha conciencia
da su., forca ; o governo compre'hendit bem a na
misso : a obra devia proseguir, e eff^ctivamente
caminhoa, embora enconiraodo de quaado m vez
um entraw, sobretodo na |uesto politjca, na
forma do gove-no, que era precisamente o campo
em qne mais se chacavara a oplni5es diversas da
a-senibla, todas as quaes preserntavam o futuro
indeterminado, ta fa;e do qaal se acbav o paiz
depois da revoluco de 4 de setembro, sem pode-
rem achar ama solucio em harmonia com os dese-
jos de todos. *
Entreunto na poltica de transaecoes qne sus-
tentava o g veroo achava se bem lirmadi a norma
que eonvinha an piiz, emqainto nao arref-jcim
os aoimos excitados p^r violentas paixoe?; e o
gabinete tanto o eomprehendeu que por tolo? os
me os procorou serapre manfer o accord, ora
sorrinl) direili, ora esquerda, ora aos centros
da assembla, no intuito de conciliar os espiritas
para a obra monumental d i reorganisacao.
Foi assim qae o Sr. Thiers pole vencer mil
difflculdales e obter explendidas victorias parla-
mentares, eonegorado umitas medidas de occa-
s, e preparaado ostras para o futuro. Foi
asira qae, inspirando a mxima coufunca todas,
elle conseguio a le sobre o emprestime, onde oo-
leve nra ex dendldo triurapho, vendo que, apenas
a berta a subscrpeo para esse empresttrao, de
tola a parte correran subscriptores, cajas assig-
oaiaras s na Franca ultrapassram d 1:500
miltioes a somma pedida, elevndose o computo
de todas as subserjpcOes a mais do que a indem-
nisacao devida Pirossia.
E-te acontec metilo prodigioso encheu de orgu-
Iho a Franca, e o ministro da (atena, annun;iao-
do-o assembla, teve motivos de sobajo para
regosijar se por tal successo com os representan-
tes da o a cao.
Este faci qne mostrou ao mnnio quanto valia
o erelito da Franca, qaanta roalanca mereca, o
governo que diriga, nao foi s um aconteai-
menio fiaanceirn, H tambetn nm grande aconteci-
meolo poltico. ^
O Sr. Tniers, approveilando-se do ensejo, espa-
non na assembla todas as snas ideas sobre fioan-
Si*. aprsenla ndo o La la neo geral dos orga mentas
e 1870 e 1871, e mostrando toda a evidencia
que, se a si'uaco era difflel e irabalnpsa, pao era
desanimadora e desesperada, como se afigurava
mnlos espiraos.
Resumindo a silaacao da Franca, depois de,a
ler considerado sob lodos os pontos de vista, dlsse
o Sr. Thiers qne, posto qae e-lrvesse o governo
habilitado satisfazer as priimiras p -estaca. da
indemnisaci prussiana, sem qu) tivesse pe re-
correr novamenle ao crdito, careca dModo o
concurso dos representantes do povo para; in-
tmeados problemas que se fossem apreseilando,
acbar a mais cabal resolnco. Ele muira que
dos balancis geraes resultava faltaremSS1) railhoss
de francos para o comolet) equilibrio doi orea
raentos, ficaoio sati>feitos todas os encargos; mas
aecrescenton que se poderia obter urna ruluccio
n'esse dficit, fazeno-e economas no orciraento,
qae se poderiam elevar a 120 milhoes t Portanto,
conc'aio elle, r vem faltar 436 milhross, e esta
onantia de n -nhum modo superior as forcas da
Franca, cuja vlialidade se acha maito bem garan-
tida, una "ez que essa quantia | ole perfei-amente
ser eolhida na fortuna publica na qnalidade de
impostos.
Foi d'isso precisamente que se oceupoa um dos
projectos do Sr. Pouyer Quertier, levados ao parla-
mento pouco antes, prrjecto que, no obstante, foi
resabido com desagrado por muitos dos deputados,
por isso que se a tinha em tributar a? materias
primas, e especialmente a* materias textis, fazaodo
assim voltarse ao systema proteccionista.
No dia 2 de jalho effectuaram-se as eleicoes
complementares para preenchimen^o dos lugares
vagos na assembla, e ah, como outr'ora, venceu
a opiniao moderada, prevalecendo-se Paris dessa
occasi) para mostrar que tambem sabia avahar e
julgar da situaro da Franca, elegendu para seus
representantes "muitos dos candidatos sustentados
pela imprensa moderada.
Nao pudenda molificar a assembla, 'asm no
seu espirito, era na sna maioria, esse resuliado
da eleicao contribuio todava para garantir as
treguas de que careca a poltica, treguas de que
o Sr. Thiers era o priraeiro representante.
Foi u'estas condic.o?s qje o duque de Cham
bord, herdeiro de Luiz XVI, publcou am-manfesto
poltico aos Francezes, na previso de que Ihe
l'sse offerecda a coroa deS. Lair, ciso fo.-9e adop-
tada coma forma de governo a mooaicbia, nao a
m marcla liberaJ de que os Orlees erara os le-
gtimos representantes, mas a monarchia de direi-
lo divino, symbolissda pelo pavilbSo branco, phre-
neticamente abrcalo pelo pretndeme com ledos
os principios que n'elle se inscrevam oatr'ora.
Este documento, porm, Irage de convidar 03
Francezes a fazerem esse offerecimenlo, f t antes
um motivo para ineita-los ao alTastamento de um
principe que, pelas ideas qne expenden, embora
com Iouvavel franqueza, provon qu nao compre-
henda as necessilades.os sentlmeatos e as pux?.-
de seus concidados, e nem se quer os 3entimen-
los de seus proprios partidarios, cuja maioria,
perdeodo todas as esperancas de ama restauraco
bui hocica orleanistapela fusio dos don:- ramos da
familia dos principes, d ciarou qm deixava ao
duque de Chambn! responsabidade de snas
in^piracioes pessoaes, permanecendo dedicada aos
interesses da Pranga e s snas liberdades, e res-
petando saas vontad;s.
Desle ento como que se extingaio o partido le-
gitimista. cajas pbalaoges, dispersis pjlo manifes-
t de 5 de Jaiba, f.rmararn urna roassa honrosa e
poderosa, ao mesmo tempo liberal e monarehista,
confundrado as mesmas opininioe3 o nos metmos
sentimentos soa lealdade para com o principe e
sua* fiJelidade s Id de Hberdade e de sobera-
na na :ional, que se tinham tornado a essenca
intima da Franca moderna.'
Assim pois o fado.poltico dease manifest como
qae acclarou a situaco, simplificando e abrevian-
do a marcha dos negocios; e dissipando todos os
phantasmas de urna restanracao monarchica, cpja
vocacao (razia o espirito publico em constantes
agitaos
Em quanto assim procediam os partidarios do
duque de Cbambord, o &t. Gambetta, que preten-
da a presidencia do partido repabli^aoo, h se-
gurado o seu caminbo. Posto que partindo de ex
tremidades oppstas, o principe e o republicano
encontraran) se n'um mesmo ponto, na soberana
nacional, que ambos eoatestarara, desde que, re-
conbecendo os seas principios respsctivps como os
de um governo de direilo, nao queriam qae nin-
gaem fosse rebelde elles, e, somante sob essa
condigo, promettiatd lodas as possiveis liber-
dades.
A lgica fatal dos republicanos exaltados s'ii-
pre essa : negando os principios mooarchicos pr
se nao fundaren) na soberana nacional, elles tor
narase de ordinario verdadeiros despotis desde
qne deseonbecem essa soberana e k ella qnerera
antepr as snas ideas. Foi o qae fez o Sr. Gsm-
belia, no sen famoso discarso de Bordeanx, do qoal
se eonclue qne o Ilustre repabltetno nao recusa
o concurso de todas as opinioes com tanto qne es-
tas eomecem por inclinar se diante dos principios
qne elle adopta. Foram essas exactamente \t
doutrnas expendidas pelo duqae de Cbambord no
seu manifest de 5 de jalho.
Em quanto a opiniao publica 8 entrenara cora
esse assurapto. dentro e fura da assembla, nsjta
foram segaindo o sea curso as variadas discac-
os V '.'Irtras cajasolafilheMtava affoc-
U. it*ww*hmi 'o d i'iterveu';ia nos n*fXf0J n
f t'pa.iVclauada pelos bispos francezes eui repelidas
s d^iitoes.
hP*A assembla, ocjupanlo se cora o assumpto, ou
vio diversos oradores; e, depois dos discursos dos
Srs. Duparaloup e Tniers, o primelro das quaes
defsnrteu os inleresses da santa s,e o segn lo de-
fini a situaco da Fran? negando a inlervencao
como impaUica esem raza) du ser, oroounciou-s*
sobre a materia, enviando as petcoes ao miaistr
de estrang oros, mostrando assim conllnca na
prudencia e palriotisofo do ebele do poder exe-
CQlIVo.
'Nao chagra porm a ajserabli o>\a resallado
antes de assislir nma ifena de de.-iutelligenjias
qne leve bor eOeilo prodjzir nma crise.
Com eWto, depois ios discursos dos S.s. liners
e Dupanaloup, o Sr. Bartho propz ama mocaa de
confianca,i qae alheamm os ivas oradores; mis
leudo declarado o Sr. mbetta trae essa mocao
exprima a opiniao da esquerla da cmara, forair.
retiradas as adbesles. e a mojo foi regeilada.
Depois disto qie fi apb/uvada ama nova mu-
cao da direita para serem remeltidas as peti;ois
ao ministro drestriogiro?; mas biston isso para
pspduar a crise, par qua, tendo o Sr. Julio Fdvre
votado conira a mocao da Jireiia, ju'giuseobri
gado pedir a sua deraisao.
A crise, porn, h3o dnroa ranito, e, tendo o Sr.
Thiers conseguid) qae o Sr Julio Simen nao acom-
panhasse o Sr. Favre no seu psdido, completan o
>jiaiit'irio cpra o Sr. de Remusat que subsUtuao
aqnelfe no mipi-leno da estrangeros
Todos qojs reeonbeeem quinto foi loopportuna e
in:oieniente a dscas^aa di assembla nacional
sobre poder tempwal, diseussi) proncada pela
pet>cio dos bispos e apoiada pela direita la*as-
sembl,
Antes da dlssu-sio poda ainda a ItiHa recetar
a aecio directa da Franc, eo pontift;e pidu
qnasi contar com ella. A licenca que fra conci-
llda ao Sr. de Chlseoil na ojsasiao la iran^ferea-
eia para Rama da capital da Mili, fortaleca,
quaolo possivel os interesses da poatilke. A s
la a cao mndoa porm eam a discussii.
A Italia ficou saband) qu3 a Franca quera bem
ao papa, ma< qae usa poda intdrvir directanenie
nos negocios de Roma.
A Italia ftcon aind sibendo qao o Sr. Taiers a
lem na conta de na;> ptierosa, e qie nao duvi-
dava eonfessa lo na presenea da Europa, no seio
rda assembla nacional.
Roma*ficou aabendo que na) poda contar seoAj
com os rogos da Frang para assegirar ao pipa
a saa independencia espiritual, e em Frailea a
opinib do nao arriscar um sol lado, nem gastar
om franco para restaurar op.der terapiral, fin-
hcou-seeom a autondaie da Sr. Tniers e com o
vol da assembla.
Poda haver'ainla esperincas de qu os ontros
givernas se resolvessam a tratir dos negocios de
Roma, confundo na caoperaco o giverno fran-
cez A Europa ficou pareo siwnlo qae a Frao-
r-a onsiJerava essa ac o superior as suas forjas
A reraessa das peiico?j ao ministro los n>g)Cioj
estrgeros foi urna satisfago dadi a;s bispx o
aos depulados da direiri, e um desforra da adhe
sao de Sr. Gimbetla s ideas de Sr. Thiers.
Entretanto tinha sido paga no dia 11 de jo h) o
priraeiro i|i milblo da inierani3ico de guerra, e
este ficto dera lagar om geral contentatnento
por isso qae era o prin tipio da execae) da eva
cuacio de algn; departamentos onde se ostentava
o inimigo, serapre rixoso e provocador.
No da 23 tambem linham sido felas as eleiQoes
masicipaes de Paris, que, vendo estancada a f inte
de males da communa, eolregou-s9 com verla
delro phreoesi era reparar os draoas causad is
pelos eammnnistas, damnos que foram avahados
em pertode um railhar de francos.
O giveroo e a assembla nao ss descuravau par
seo lalo de irem acslarand) quanto possivel a si-
tnac), e de facto os mus imprtanies pr^ble
mas, ~ mas graves qaesloes, fjram sendo abar-
dadas e discutidas.
Orgamsir/w militar, tenia pir bise a_ obrigito-
riedae do servioa ; organisacaa rnanc-iri, ten lo
por base o e joihbpio dos orearamtos pala repar-
lico dos impostos; organtsacao administrativa
tendo par base a descentralisaci); lies f)ram os
primeiros problemas^ de que entao se oicupott
iraprensa, e em cu]a%ume ectrou a assembla,
ja acetdenlalmente'kjr^sifadamente, como pra
licou era flos de julho com o projecto de organisa-
cao dos couselhos geraes d?partamentae, o qual,
sendo Je propria iniciativa parlamentar, daas va
zes meraceu ser approvado sem retoques, embora
algans espiritos se ergaessem para combate-Ir
como prejudicial aos interesses da nacao, que di
zlam vira a perder a cohesito necessaria entre os
raembros do sea corpo poltico, caso essa pnjecto
fosse definitivamente transformado era lei.
Eolretanto essa reforma, alias tio nens-aria,
era realmente liberal o moderada, e, poste que della
se podessa inferir qae a provincia vira ler mais
autonoma d) qua eonvinha communbo, nao
menos exteto que ella encerraba solidas garantas
para a desentralisacao, que por sem duvida o
ratlhor esteio da liberdade.
A reforma, porm, nao devia passar intacta na
3'discuss*; e, qaanlo a a-sembla (ncetoti-a,
vio om sua frente o governo, cuja ehefe, o Sr.
Thiers, nada tendo de deseeniralisa lar, entroa em
vias de transaeco, pedindo algumas alteraoes no
projecto.
A' esse proposito quasi se rompen a harmona
da assembla com o governo, harmona lo til
quo necessaria ae esiaio da Franca : felizmente
porm o espirito de concordia predominou, e, sen-
do o Sr. Thiers pooco exigente, a assembla teve
o bora goslo de ceder algoraa uousa ao poder exe-
ealivo, sendo aflnal approvada a lei por conside-
rav6l maioria, sem que entretanto meresesse os
votos da esquerda, sempre em guarda contra as
tentativas de liberalismo.
Assim, pois, nra grande problema foi resclvido
sem que se rompesse o fcto de Bordeaux, e con-
quisten o paiz urna reforma cojo espirito liberal
foi o que Ihe inocnlon'a assembla, visto como as
alierac.oes feilas Ihe nao poderam modificar a es-
senca.
Um outro grave problema foi nessa occaso
tambem resolvido, oclrbnindo para o desanuvia-
mento dos horisonles da assembla. Raferime-no;
as inderanisacoas pedida pelos departamentos que
mais soffreram cora a invaso eitraugeira.
Anda nesse ponto nao houve quebra da boa har-
mona enire o governo e a assembla, e, posto que
fosse a qnesto mai debatida, nao s quanto ao
sea computo, mas tambem qoanto ao titulo lo soc
corro pslilo, a asserab U pez de parte as subtile-
zas e votou 100 milhoes para os departamentos
invadidos, resolvendo por tal trma mais um pro-
blema e desagrav.inla assim a lUvaelo, ja entao
bastante dilTuil palas JilDeuldades que Iba levou
um diputado, propondo na assembla ama especie
de conslituico snmmana era q"ui se dava ao che-
fa do poder execntivo o titulo de i presidenta da
repblica por tres annos.
Este projecta desde logo assenboreoa-se da si-
tuaco, dominando inteiramente todos os espiritas,
que nessa qnesto esseucialmente poltica, posta
assim de chofre, viram iauumeros perigos para
a harmonia dos podares pblicos reconhecilos
at enlp.
O m essa qnesto abalaran) se irameliatamente
todas os interesses que se prendiam aa trabalho e
ao crdito, os qnaes Bcaram como qae suspensos
e em attitude receiosa ante os receios e desenc ju-
tros das opinioes da cmara.
A proposta eatretanto foi sendo disentida, nos
duoseea oprensa as sais diversas partas, que
3sim se podem resumir: prorogagao dos poderes
do Sr. Thiers par l/eYtnnos cam.o titulo de pres-
dante da repblica, connvvaado elle esses poderes
at a conslituico de om.v >iova assembla, se, pas
sados es tres annoa, a asscVibla jalgasse dever
dissolver-se, e exercendo tou^sas prerogativas es
sseeiaes do governo, taes como ocalba dos fanecio-
narios, representacao diplomatlo, e demisslo e
nomeaeo dos ministres, ficando estes reponsa-
veis peranle a assembla.
Apenas o antor .desje projecto, o Sr. Rivet,
apressou-o, de ontro lado da assembla apparecea
ama taocSo propondo qua, em atlestaclo dos ser*
viejos e patriotismo do Sr. Thiers, a cmara coa-
flrmasse e renovasse os poderes qne Ihe ti-
nbam sido conflalo3'em Bordeanx.
Bvidantemente o Qm desta mocaa era evitar a
qaestao poltica da eoastitalcSo, afastando as pro-
babilidades d > estabdecimente definilivo da rep-
blica ; e por isso mesmo essa proposta roaior eoa-
faso cansou na 3semt-l3, pondo em choque a
harmona do goterno com o corpo legislativo.
A proposta Rive, nao tinha o alcance que Ihe
quizeram dar, e apenas sa limitava, tu foi a uteu-
cao da sea antor, dar ao paiz orna certa estabi
idale no raeia de saas betatiilidad.es em flxar at
ceno ponto o estado provisorio.
Mal interpretad, por o, den Ingar ama ex-
plojio de todas as frrifa;oes, de todas as aoscepti
bilidades a de todas as violencias, demonstrando
assim qae a crise appareenria quijero qne fosse
o tempo em qne se apresentassa a idea de regular
a quasiio dos poderes pblicos.
Bas snsceptibllidaifi?, irritacSK e violencias
manifestaram-se desde hgi na discusso do pro-
jedlo dedi^solucio da guarda nacional, musirn-
do_so as im co.tu que uai pieinaiuftr do j,ue seria
a dsjussao da proposta Rivet.
CimelUio, na dismsso desse projedo sobre
a guarda nacional as paixoes, violentamente exci-
tadas, fizerara exploslo, dando lugar scenas tu-
raoltuirias bem dasagradaves, visto como aeau
iccasio ve tella dos debales nao s a proposta
Rivet, mas amia a queslii dos podaros jojsti-
tuintes, que uo queriam e outros nao queriam
qu a assemnla livesse, a como coase |ueneia ds-
so a sna aeeessaria dissotnco.
A'j dia 2i da agosto, porn, qaando j osla vam
serenados os nimos, fji approva lo o projecto de
dissolucia da guarda nacional, embora cora algu-
mas p-quenas alteracoes.
Mas a esse lempo um uavo motivo de diicen-
c.o veio ler cama/a, proveniente do modo como
o conseiba municipal Is Lyio rsolvea a qnesto
do ensino primarlo, sem ter competencia para is-
so, snparimindo as escjlas congreganistas para
suosinl-las por escolas seenlares, de onde toda
a instruaco religiosa foi bauida.
O conseiho maaiei/al de Liio, no intuito de
preslir homenagem io principio moral de liberta-
da de consciencia, celebrou enla urna (esta, e
com ella mostrea que nao carava qaanio fa
lesejavel das dore da patria, bracos cora os
dejfrocjos da ultima guerra.
Estes facios repercutirn) tristemente na assem-
bla, o de alguma forma pozeram em torturas os
ministros da in-trueco publica e do interior;
apezar dos protestos significativos dos depatalos
da cidade raanufaciureira.
F i no raeia da tantas e to de-encantradas ap
prelien-oas que a asserabii abirdoa defioiiiva-
nente a (j-aet) da prepasta Rivet, para depois de
scenas dramticas e peripecias de toda a sorte, re
solt la sem perda de lempo, conferinto ao Sr.
Thiers a predencia da repnblica, par urna maio-
ria de 480 vvtos contra 93.
A qoe-tao fji pois resolvida, e o provisorio fi-
cou tlxado, com a maoutsncao do chefa do pader
execaiivo na incumbencia de dirigir a Franca
coma presidente da repblica, exerceudo os' podo
res tragados na lei, cuja alegra esta :
Art. I.O chefa do poder execntivo lomar o
titulo de presidente da repblica francez i e canti-
nuir ;> ex ere ir sob a aaaoriade da asse-mblr
nacional, enjoanto ella nao terminar os seus'traa
balhas, as f decreto de 17 de fevereiro de 1871.
nrt. 2.* O presidente da.republica promulga as
leis deoda q m ellas Ihe sao iraasmit'.i J .s pelo pre-
si lente da assembla nacional.
Assegura e viga a execu^-Jo das leis.
Rsside na lagar onde fr a s le da assem-
bla.
E oavido pela assembla todas as vezis qua o
entend necessaria e depois do informar,di sua
inlencid o presidente da assembla.
Namsia e damilte os ministros. O consjlha dis
ministros e os ministros sjta rasponsaveis peranle
a a--. ii.Lp i-i.
Tilos osdiirelos do presiiente da repblica
devera ser rafarendados por um ministro.
Art. 9.* O prasidente di repablica responsa
vel perante a assembla.
Loga no dia subsecuente esse aronte.'ment,
no da primeiro de setembro, o Sr. Tuiars exer-
cta as snas funeedas da presdanle da repblica,
dirigalo assembi a segaiate mensagem qn
foi lida pelo presidente da cam .ra :
Sanhor presidente. minhi prine;ra mensa-
gem nao ple ter por i n seao pedir vos que se-
jaes mi-u interprete junto da assembl nacioial
a que Ihe agradeces a honra que me concedeu
conferinlo me a primeira magistratura da rep-
blica, e principalmente diada me navas lestemu-
nhos da saa confianca.
Sa para merecer esta eonaaoca, basta dedica
cao absoluta aos interesses pblicos, ou;o dizar
|U0 sou digao delia, e agrada jo todos os lados
da assembla terem etqoecido as divergencias qae
podem separa-los era alguns assamptos, pica com-
rauniearem ao poder mai^r forca e conceer-lhe
tamoera meios raais largos de praticar o bem. (ig-
mes de aparovaco.)
< Ple estar certa a assembla de que anido
intimamente a ella, anido pelos intuitos e pela du-
raco dos poderes, eo procararei pensar as feridas
do nosso desdiloso paiz, fozer quanto ames qna
seja livre, bera org misado, em paz dentro e fra
do terrilorio, libertado da in/aso estrangeira, e
at.n disto honrado e amado, se tanto possivel,
das nacoei dos dou3 muios.
f Tal ser o fim can-tanto dos mens esforcos, e
se a assembla nacional, e eo chegarmos a alcan-
ca lo, oa pelo meaos a approximar-nos deile, po-
dereraos ao cabo dos nossos trabalhis apresontar-
nos sem temor ao paiz, a transmilt'r-lhe intacto o
precioso deposite que nos eonfioa.
c Ao concluir esta raen93gera, agradeca vos Sr.
presidente, o auxilio que eu lenho sempre encon-
trado nos vossos actos, e pega qua aeolhae-3 a ex-
presso la raraha elevada e affecuosa caasidera-
cio. O presidente da repblica fraojeza. A.
Thiers. >
Logo em seguida ao tacto da nameacao do Sr.
Thiers para presidenta da repblica, todos os mi-
nistros jnlgaram-se obngado? solieitir saa exo-
nerarlo, mas o Sr. Thiers pedio-lhes que perma-
oeces'sem nos seus cargo, e nomeiou obr. Du-
faure, ministro da justiea, para vice-presilente do
consellio de ministros, libando iesumbido da subs-
titu lo nos seus impedimentos.
Eatretanto chegou o dia 4 de setembro, ani-
versario da revoluco o;ue deiloa por ierra a dyra
nastia napolenica, e, contra o que raeeiavam mui-
tos espiritos, passou-se o dia sera fe3tas, alera de
algumas matinadas feitas por ara certo grupo de
vad03 que charaaram a esse acniversario glorioso,
nao obstante ser elle o anniversario de penosos
dasatres.
O ministro da fazenla pouco depois annunciou
ao parlamento qne fra pago com pon'ualidaia o
3o '/i miliar de francos da indaranisae.aa allemi,
como j o fora o 2o, e que este facto dava lagar,
nos termos do tratado da Francfort, quo os for-
tes de Paris, o departamento do Sena e os depar-
tamentos visinhos elle fossem evacalos pelas
tropa3 norte-allerae?.
Esta notieia, alias recebida com as maiores pro-
vas de syrapathia, foi achar a assembla occapaia
cam urna mocao do Sr. Ravinel, cujo objeclo era
que o governo, o parlamento a os ministeras fos-
som inslallados definiti'amenta om Versailles.
Como se v, apenas resolvida a crise produzda
pela mocao Rivet, acnou-se a assembla bracos
cora a mudanc da capilal, qae tanto i.nporlava
a mocao Ravinel, se fosse approvada sam alte-
ra cao.
Assim, pois, nao aconleeeu, e, depois de quatro
dias de grave discasso, proounciou se a assem-
bla por urna parte da proposigo, que foi pois
approvada depois de convenientemente modifi-
cada.
A assembla spprovca parle do artigo i em
que se daclrava qua o governo e a cmara per-
maneceran) em Versaillis, regeilaado ama dispo-
sico complementar, que tronsfria para all as re-
partieses publica?. Depois a assembla apprevoa
oatro artigo, na qual se consigna va a i lea de ser
eleiti urna corami-sa parlameaUr, para, de a cor
do comi governo, exacatar o art. Io, '
Estas "medidas, posto que previrrias, caasaraa
serios dmoslos Pars e ama parta da Franca,
que eoxargoa n'elias o priaipio da execucao ce,
um saquesiro contra os direitos da Paris 96r ac
capilal da Franca.
Desde ento a imprensa assenhoreoa-sa do as-;
sumpto e coraecoo a discutir a quastc da mii
danca da capital, esraerU>ando-a era talas as'
snas facas, eo:aranda-a*sob tolos os pca'.oi de
vista.
A assembla fatigada por tantn mezas de peno-
so trabalbo, mostrea desejos da suspender as suas
sesses por lgura tempo, e, em auxilio des.se de-
sejo, fai o Sr. Tbiers, aconselbando-a, c'nraa ex-
tensa mensagem, qua lomassa algara iem.ao de
rep luso, dando logar assim qne o governo esta-
lasse novos projectos para sobmeiter saa coasi-
deraco.
Sob urna forma ntida e paiptante, esaa mansa-
gea foi ama expoaco completa da silnacao da
Franca, nao s do qua tioha sido faite al euto,
mas tambem do qne restava fazer, a o Si. Tbiers
concloio-a dizeodo qae, se o governo careca de
iras mezas para se preparar a novas campaobas
parlamentares, os deputados tambem poderiam
aproveitar-sa dessas ferias para consultar a opi-
niao publica, e, relemperados uesi), volvereo? ao
parlamento cheios de. imores:oes novas, iaa sam
davida os aaxiliriam na saa diffjcil e penosa mis-
so de roconstruir ludo qoaalo fora derrocado
pelos eonvulcionameotos do paja.
A assembla, aceitando o conseibo, qoc so uar-
monisava com o sea modo de pensar, adion ob
seas trabalbos para dezempro. maa nao o fez sem
qae antes votasse nm projecto da le confinado po-
deres ao governo para negjsiar ana^L|canvncap
aluaneira especial com o imperador di Ailama-
nha, segando a qaal seria regalada a pereapcao
djs impostos da AUaeia o'.rotluzidos no terrilorio
traacai.'
Em quaolo os espirites sa atiabam em rtflectir
se a Franca se devia governar de Paris on V-r-
sailit-s, a diplomacia allema pnaha .-*' mi di-
vdale, e foi gicava viageus, conferencia-, > iodo*
03 mais sympiomas annunciadores de nr.ia re-
conciliacao inysterioa enire a Proasia e a Ans-
ira.
Ao passo qae os imperadores Goilberme e Fran-
cisco Jos, qae, depois de Sadowi, oi mai? ii-
nbara trocado t-xpres>5e te polidez, se rcaniram
era Iseht c pouM depois em Saitburgo, os Srs. d-
llisiari-k e de eu-i se reuniram em Gallera, de
lamosas recariatoes par a rassia e para a Aus-
tria.
E' evidente qae, nessas raalpias viagens e enafo-
rencias de soberano e de miniaros, alguma cousa
te discuta, ilgania eoosa -e paafou de mais oa
menos iraportani, sera todava afielar os mis-
resses da Europa, qae accrapaahoacom certa ca-
rtosida le perspicaz o desecvolvlmento das seenas
des se drama que (ova por ihealro os mesmoi lu-
gares era-que outi'ora a diplomacia allema :r-nt
se debaleu.
Nao la llar ara conjeetnras mas oa menos ?eo-
satis sobre o assnmpo, e os novelistas se fartaram
da erguer castalios para v Mos baqaear ao menor
sopro da pol tica externa.
Era quanto uns se aliuh ira em.prender s eoife-
rencias allemes o desajo de regularisar a que t >
dos caminbas de ferro da Uourainia, qaeso nas-
cila da recasa do goveroo de Racharesi em pagar
a gar un i total dos titulo, emittidos swa intonsa-
co sua ; outros davara c imo causa essas con-*
ferencias a necessidade qua sentiara os governos
dos dous paizes da se por ra de aecordo na qoes-
o religiosa qae *e debata oa Allemanha or*
infill'bilislas e nao nfallMlUis, regului.-ando i-
mesoui tempo a queato social levantada pela Ir.-
ternacionil.
Uiiia terceira cusa porm, assignalavam os vi-
sionarios s conferencias imperialistas de Isch.
Je Salzburgo e bem assim cooferencias minis-
tariaea da G i-tein. Segundo esta v rs", o iik
das conferencias era cimeatar urna uaila intima
entre os dous paizes, de modo que elles forma-
sera no centro daEiroptoraa massa impeuer
ve1, que, Vosges aos Carpaihis, olf^reces3e nm barre.r:
terivcl a Fr.anga, co esta pretendesse erguir-
se com o apoto da llussia, embora livesse eoaira
si a Italii, quera a Allemanha proraelleria assis
tencia nos nagncios de II nra.
S>algumas probibililades tinham as suas pri
mtir3s verso1, evidentemente era inareitavel ;.
terceira.
Nao era possivel qae a Anstria tivesse esqueei-
da Saduwi ?.o ponto de querer ligar sa tora o im
peno norte-allerao pan, n'ama emergencia des-
agradavel, encommodar a Franca.
E como se pndria dar essa emergencia aam
relaijo a Frang T
Nao ; evidentemente da lodos os possiveis nejas
los das conferencias o meaos provavel, e, diremn
mesmo, aqaelie que de nenhum modo oceopca ;\
aleorjo dos dous soberanos f; a nef0*11?*0 <1"
ura tratado de allianca para salvaguardar a paz i
Enropa contra a Fraoca.
Na estada da Franca sujp-la capaz de aiirar-
se nma guerra, seria irrisorio no Sr. de RismirK
qne bera sabe como a deixoo prostrada, qnn aen
sabe que a Fram.-.i tao cedo nao poder dizer >
mundo que urna inco capaz ds empra-as mili-
tares.
Por tanto, sem o receio de ama desforra po'
parte da Franci. o Sr. Sr. Bismark nao tinha ca-
rencia de alharacas para manter a paz da Bnrop.i
coutra a Franca.
De mais o Sr de Bismark sabia perfehamento
que nao tinha mais razio de ser a p ol tica vetu-;>
e bem conhecida de atirar a Franca contra a Ana
ira oa esta eonira aquella, tendo a Italia como an
iguilhio prestes a offender ama dessas potencia-*
conlra a qaal se tramiva.
Por tanto anda nao, liavend) prohiblidsde^
dessa aniao intim, o Sr. de Ri-mark nojarrisca-
ra um passo mal segure, que servindo para alar-
mar algumas potencias, Ibe nao traria vinla-
gens.
As conferencias, pois, nao tireram por fim e*..
al banca, e apenas serviram para reatar o fio da
araisade quebrado em Sado-va, dando azo governos dos donspiizes trocassem as suas un -
pressoes sobre os negocios genes a medida que
estes se apreseoiassem na lilla das discusoes.
D'isso mesmo fes prora a nota que o governo
aasirac* enderecia ao Sr. Tniers, commnnicando -
Ibe que a reconciliarn da Austria com a Allema-
nha do Norte nao contralla nenhuma ameira para
a Franca nem para a paz geral.
Esta nota diplomtica, qne eocontrou a noHliea
interna da Fraoca como qne em iregoas pelo ad-
diaraenlo da assembla, achon nao obstante o go-
verno preoecupado cora os projejtos que dev.a
subinetter mais tarde ao pai lamento, bem como o
achou bracos com as negociacoes do icccrdo
aduantiro com a Allemanha, e cora o adiamnten-
lo do 'k 1/2 milhar da indemnisacao, clansnlao
estas medanle as quaes os allemes consentan)
era evacuar anteeipadamente nma grande parte do
terrilorio francez, qae s o devia ser em maio
dasie anno, limitando assim a sna oeeupicio *'
departamentos, que io por final qnilicio da in
demnisacao de 5 milhares s-rhm evacuados.
ElTeciivamente o governo enlabolon! negoci:
cois para esse tratado adaaneirocom o Sr. n Ar-
nim, que de Rrlin foi Versa:lies para esse lim ,
mas, ni tendo as partan contraanles consegrado
chegarem a um aecordo, o ministro da fazendi f i
forcado a ir Berlim, esa all pode ter lagar esse
aecordo, troeando-se depsii fin Versailles, no dia
20 de outabro, as ractificacoes do tratado.
Para a obteoro d'esse resaludo foi myster qi >
o governo francez exceder algam tanto os Inci-
tes impnstos pela assembla na le qne autorison a
ne?ocaijHo do convenio ; mas isso pouco valia ern
face do que g.'.nhra a Franca vendo a ocen;
estrangeira limitada 6 departamentos, e a som-
ma despender com essa occupuao diminuida Se
20 milha?, em que mportava a despeza com >.
forcas allemes que terPra de relirar-se.
Em qaante em taes mysteres se preocupava o
governo, a opiniao publica atinha-se em discni.r
as eleicoes pira es conselhas geraes deparlamen-
laes, que se lieram entretanto no meio da Bator
Iranquilidade, obtmd) maioria as oainioes repn-
lilica ia-modera3 e crase-v.idora lber*!, arob favoraveis ao pensameato do goverao.^osto qae o
bonapartismo tentasse assenhorear se da litaacin,
em parte secundado pelo3 esfarre3 dos radi;ae--,
i|ue por sea lado quizeram le 'ir de venc 1a a opt-
ado em muitos p ato?.
Os bonaparlisias e radican, porm, faram ven-
cidos nos cens proprios reductos, e disso filpre-
va, e prova eloqueote o qae jcontecea ao princi
pe Napole), que. indo Cirsega com e lim de
lazer-se eleger presidente do respectivo conselbo
geral, passaa pelo desgosto de ver frustrados i;
seas planos.
O principe Nipoleo, tendo sido eleita cone-
Iheiro geral da Corsega, obteve do governo um
passaparta que o levasse silvo at all, onde es-
perava ser recebido sob arcos triamphies, s-1
eleito prosdeaie do conseiho geral, e, nessa qna-
ldade, proannciar nra discurso, qae devia ser a
pedra funiaraeotal de urna restauraco imperia-
lista.
O governo francez, porm, julgoa aralente en-
viar para all um commi queaa esquadra, qaa ser\isse para garantir a or-
dem, e, assim pralieando, concorrea para q fasse frustrado o plano da rebellina qaa se tin a
tramado, teado com) chefe o anac pe, o qaal des-
aparecen depois da derrota sem qua se tives-e
noticia do lagar para onde se retiren.
A' esse tempo j o governo tinha dado cometo
execuijo da le sobre o desarmamecto da guar-
da nacional, e esta, conlra o que muila gente pre-
suma, prastoa-se com docilale i enmprir a
le, e assim dea arrtus da sna moderaco e da
. ua dedicaijao causa publica, para a qaal tod is
trabalhavam com esforco.
A eleicio dos cooseih. iros geraes completen a
orgaaisaclo admiaistraliva do paiz, e delerminon-
Iha a intuir posse de si mesmo, pela assembla,
incumbida de confecciona/ as leis, pelos conse-
lhos geraes, tendo por misso corar dos nteres
ses dos departamentos, e pelos conselbos maniei-
.;.!-'s, administradores e zaladorea das commx
as.
Se cada ama das parles d'eaae todo tratas se t-
oient* dos mysieres que Iba oorriam por coala, a
nachna administrativa carmaharia com deaaii-
aarajo e segnranca ; assim, p-arro, ao acontaaiu.
4 os conselhos geraes, segain-io a mama frafae.
ia, ullrapasarara os lmites lagaes da uas atri-
nices ineitendo-se pela campo da poltica a as-
sim levan lo mais difflculdades ao governo, qajj ja
se nao bastan- para oa ranltiploa aafdaiaMae
Iba corriam pelas mos, e ao eaeio dos quaaa f >
jorprehendo lo a morte do Sr. Lambrecat, aiaw-
tro do inlarior, que sucumbi ao peso da u ir -
baiba sapera bandale.
O Sr. Lambrecbt era geralmente estmaie aeja
isa dedicacY causa publica, e **aftliftiapa'
foi um grande auxiliar qaa lave a Sr. Ttaers
negocios internos da Fraoca. SobfUiawojupas-
:a do interior o Sr. Cassimiro Perier, caja qhi-,
receTdando nm vallo eminente, tem por al |ggg ^
;
I



.^






v1**-7'
**n
.
jarw de Peftiimiudi Qutflo eiri. 6 A aterro* -^"

e^mtfencias de to-
annos de e.*tudo aUrado e
* niara.
i nqinotow Ipverw 14 ulreuf ao estado
uj djUlc! arebiuuai ja4 MsbM2 teria de
resolver JKK sse ftli dsiambro, os im
penalista r**K*ti a) perdja* temeo, e por
t-id-is os afeito loseivam aagirar simpathias,
tendocatirj trato pono le cantacj entre si has-
ilwaro qaeiMkoft &*9Vi\
Oi radie** s dfvBjlii e evrifeait* en dous
campos, am los qua- liaba o 5r. Gmoeu camo
hsfl 10 passo que o outro, sem chefe condecido,
rivia dtsiv*l-siwr lii a patf.-.Sebme-
C'U ftfkitiriF-ae a'|0Ji- uqf palpa ve tan 9t\.
onda fanjju un jirnif pfi proTeTar c dTra a-?
Mrpaf5 il> Jia-iab'^j e i" r-''-ADV PDr
ama anifsrfr eempMs.
O miior iuiaiig que liaba tea ai'nJa a repu-
Mica, ni Fianza est-i ralicalsma exaltado, que
Jieitiuma p.-liiitei rearesen! por *ua esjeawa, e
^a4 para, o siuiplesroeaiaa inilinca Ja violen-
cia* da delni 1 (i.), leudo cama bons lod* os
^S*** Wfa clicg^ a am detaraado fl n, cama
duiaTfitrju ui ommuna de Pri, sai creajSo
preferida.
Anjear.io dara Juas agitarles e prapiganias
u a {jve'rau u ana sltuacio. de qu eilea pre-
tealcm ser o li rdciro". o- rali;as trabaham
vidooTemeatn em hvjf da im'perl, sem se a per
ceb;rcra d-t t|U9 as crisis provocadas por ellos s
p-ottearear fxvuravai* ae boaapartismo.
Mas alo f Tira s radies e maeriali-tai
fia se atiraram issim aos atares das vn.his d>
daonO/jM das polnicas de iiu'.r'ora, aia; lodos
>i natMos se agitaran) aos metes limes de anna,
a, ob a prattwlo da p >rem ira teria j s n jarte.
zas d ii'o i aiiuacao laboriosa, coui a ana poltica,
eivada de baata e ramorea adreda preparadla,
tentaran) aialar i pbaea ssgOTaoea qae exi'lia,
atribuanle o espinlo do goveroi e da co um s-
sao permM9HVB'4a assemli ambos emp 'tilia los
aiMa trabatBoda reorgauisaca) da trabalba,
reatatoelecroeoto da pi social e di orlem, e
ai extinecio de u na terrivel crise monetaria, pro
amida pela desaptaMcio da aumetarn, i qae d n
lagar o pagameota-dos primeiros dous nnlhires
le francos da mdemnisa.') alemaa.
Te Jo o mal dessas (einaia53es partidarias pro-
vinha manife>tamente"de ama falsa aprecibala dos
uegociui o da Mloaejoj: qt oHss desloi*vp(D e
nveoenavam a seu talante ; e, pesio qaa ellas so
creassem uua agita^ip jiieU,Jiem par lss> dei-
avam de auruiar Os espireas timoratos, \* de si
recejlos com a 'existencia' da cri>e mnhrtaria,
ae, enjbora prevista, 'qwde qbe a Wnja foi for-
"v"a( slojjmeDto brajob e artiUcia/ tfr> numerario,
arada aaslm caasou serias aprehi-usSs Paris e
a toda a Pranca, qoe expsrmieTitoB-lhe as cobs^e-
qoeaira?.
Essa crise manifeston-se etiictivapeote em todi
a Pranos, j pelo desappareciment das moedas
dtTjsidnarias, ja p^la levac^d' do caubio, ja liaal-
mate pela i)illp;uldade de prover s mal< sim-
ples operagdes do cammreib e da vida ordlaarla
esm os birbetes do banco.
Nao passaro sem davida desapercebidos ao go-
veroo os meios ordinarios, taotas vezes emprea-
das em auabgas occasiois, para tornar meaos sen-
smn os ff *ites de tae* crises.
O- Estados Unidos experimentaran) semelbante
crise pir occisio da sua formilavel guerra civil,
e o sea goverao nao sucumbi aute ella. A ila
lia. a AUtria e o Bra*il anda hoje latam com
ella :am desani Dar. Nesiaa fictos tem a Franca
am exemple, e cerUraente. os seas estadistas
uat deixarao passar sem r5j,ao.
J alguma oa-i ieram elle, enteodenio se
com o biaca para o Uto, de emittir notas de pe
sioaaria.salisfacam asjmais imperio-as necessidades
lio comraercio. lio, porm, poaca e, em todo
easo, ni* passa de um paliativo. O principal e
soberano remodio pruver s necessidade da
produejao de forma/ a augmentar o comraercio
d exportacM, e, datado aza -ao re.-uli 'lecimento
lo cambio, anhar pelo trabalbo o que a guerra
absolveu.
Por essa lempo ana boa ooticia receben a
Frauda ds saas possesso africana?, as quaes
a lusurreicao se achava dominada ; e esta noticia
de algama forma foi um linulvo tantas dores
accumuladas sobre o mesmo nobre e inieresante
donle.
Ogovrnc, vend na Algeria um ponto onde
pudia obt-r urna e.-p-cie de compeosacao aos seas
males do continente, nao se descuroa de aprovei-
larso d'elle, e apphcou se era transformar a sua
admintrai % danJo um novo carcter aos pode-
res do seu governo peculiar, favorecendo o ele-
mento civil pela supress) das repartir s rabes,
e favorecendo o deseavolviaeoto da colonisa^o
por mel de eoneessao de ierras aos alsacianos
que quizeram emigrar.
Este vasto campo, aberto s actividades france-
zas, pode e deve tornar se n'am futuro, talv z bem
prximo, um grande imporio de commercio de ex-
portado, atientas as saas ubrrimas coadi^oes de
nrodaecio.
Poaca depois d'essa feliz noticia ebegoa a de al-
gamas desordens na Garsegs, provocadas por um
regimeato, de guaroico aii, segundo disseram
dous jurnaes, qie o governo supnmio por terem
dado essa noticia.
O gavera dlsse qae ala era verdade o que ti-
nham dito os jTnass imaerialista!, iiorra a ver-
dade que o mitre de Ajaccio, logar das desor-
dens, se demittiu ao dia im nedialo a estas e pu-
blicoa u.-.ia carta em que nao s jiygaatisou o
proceder d^s.soldados cono tambera ?e queixoa
de que a sua autoridade tinha sido desacatada.
Ja esse lempo oc:apava e absorvia a atteo(')
pnblica, dando logar toda a sor'e de comentarios,
una ariig sobre o pmjecto da eonsiituicio da
Franca, pablicad no Cinslitucionel pelo Sr. Gi-
rardm.
* Uisse-se n'esse ariig que se devia propr
assembl3, conhiciiammle moaarchica, qua se
apressasse, lego qae reunisse, em redigir un pro-
ecto de ci:-iitunao ao qual se deixasse peadente
qaeslo dyoiuasiica.
< Se o projecto fo;se approvado era maaifesto
qae a opinio do paiz se pronunciava pela monar-
cbia, e entaa feria solvida a questo dyraaas'.i-
ca; se porm fasse regeitado o projeclo, eviden-
lemsole a assembl teria de ceder o logar ama
coostitaio'.e republicana, que teria por misso re-
digir um projeeto de coasiilaicio, para submeite-
la ao suffragio universal. >
Esse artiga causou muita mpressao, especial-
mente por rae as ideas ah apresentadas forara
attnbuidas o SY. Thiers, com qaam o Sr. Girar-
din coofereojiara dias antes da saa insergio na>
columnas do Conslitucionel.
Logo api esse artigo dea-se a fu sao dos our-
bons e Orleaos, a principio negada, mas depois ve
rificada ; e este faelo apresenlou-se raaitos es-
pintos como teado ligagoes ioiimas com o referido
art'go, sobre todo porque o Sr. Thiers continaon
a tratar os principes de OrleAes com manifestas
provas de syaipailiii, nio teado das uilimas a no-
meagio do daque de Alengon, fiiho do doqae de
empurs, para o posto de Capillo, nomea^o qoe
alias f-i mal recibida pela opiai.m
Eotretanto Tai prosegnlndo a obra crael e affl-
gidora J1 julgaraento dos cmmunislas, sendo
oaftitos d'elles passados pelas armas, despeito
do esforcos eropregados por mailos horneas etni-
arates, eatro os qaaes o Sr. Tbiers, no sentido le
privar o paiz do terricante espectacal do assas
sinato l'gal.
A execa?io capital dos conderaaados commo-
aistas causou pr.aufla e dolurosa impresso tin-
to m Pars ciaao em todaa Franja, mas felm-
mate neoiiuma dsordem moiivou.
Sa dia 4 de darambro abrto-se elfectivamente
aassembla nacional, **ndo I ido do dia su bse-
qaenle o i mente espralo com anciedada como devendo con
{er a chave de niditd enigmas coniidsrados iode-
ci'raveis, aem es*e auxilio.
N'es-a dwtw^oto porm, a?ahuma qaeslo re
Sr. Talsrs, visto como nenhama alaslo
fez volta do governo Paris, nem questo
coQslitacioaal.
0 Sr. Tien limittoa se dizer que a.paz seria
Curadora ; qae havia as melhores relaces com
a piteocias estrangeiras, incluindo a Italia ; qae
aiolepeuJeocia da Sania S seria rigorosameole
oaatida; que ogiverao fraocez deuuaciaria o
triuaa de eoomareio com a Inglaterra, conti-
nunJo oaavia a aegociafss para estabelecer
vas Uasos commerciaes; que o espirito de exer-
do> ,;j'-B f.,ci Ule ; que tolo os borneas pbli-
cos lavara prova de sabedoria e conciliacao ; e
n*taenle, que a situacao flnanCeira era g.-ral-
meata satiractorii, visio como a divida Quetnante
ia 9eaia facilments amortisada e'a dlrainuijio das
*espi3 elevi s a 128 milhoes.
FU discurso M goralmente recib lo cora frie-
za, e ,,,< miaarchistas nao agradon que o 3r.
Thiers aentrams patarra (Mssesse com referencia a
4esta) polica, deixaado ajsim fandaram-e sns-
peitas
X'aar as esperan ;."? maaan;u!C,i3 e consoliJara
bRca.
. Na sessl|fllia H a asemt}KlleAa- aeua me-
i\ coostiliipVi* ojolarvando i se% lagares os
antigoi eepnvaios qoe exerciem os diversos cargos
de presuLdote e secretarios da cmara ; mas oessa
occasio obsrvou-se q>le a direita mosirou inabr
aoflli entre 03 seas membroi e Eptalo finm de
constituir maioria, toade ^or ojlefe o dujue de
Aamale, caja entrada para o parlamento, bem
como a dosuJr|5iJV#|!^afeJeesol|ik actual-
meatp, u ai a val qae o com promijo Irincipe?
de nao irem temar asiento na asfemMa f j i ) >
lemparario, seguerao ellas proprior dsefararam.
U.ialo s derrogaram as leis do exilio o Sr.
Tibers quera qae os principes ficassea sajeita
vigilancia dirsela do poder exeootivo. E-la alau-
suia, que off#oJi* digoi lade jas principe, e
enta, a pediJo dos duque* de lsroglie e e^uiif
refc Pascruer e dj 8rs. Bithle e de La-Uirye eom
a condieio qae os principes nao tomaran) asseati
oa asseinb:a. Agora, porm, que o Sr. Tbi.r?
iei*.ium*iMiM pjiautw a aauuiaiu. ooira,
julgaram-se os 3rQiijjaais.4ejlg'dos liqaelh con-
fencao, e queram efirar da asaembli.
Uizia-.-e, pjrai, que varias conlereucias se ti-
Dhara dado tianm egui uento entre o Thiers e
Os principo; de Orleo., qaeretdo aquello di.-sua-
li los de tomarem desde ji assnto na assembla.
Q ial era porm o fin do Sr. Thiers aconseltunlo
os prlnsipes, ningaem -abia ao corto, e aitribuiam
nns flas moaarebicos e oulros lias repblica
nos essa insistencia esa alTast-|os da assembla
onde elles se collicariam a par los mais depata
dos, pardeado at certo ponto o prestigio de rea-
leza.
Cora quar qae seja, at sabida do ultimo pa
quete iransallaitico oa principes n5o tiohain alnla
oceapad) os seu. lugares na assembla,- a1 essa
ab-tVnto era de cario modo votada como urna
Cnsequencii das cinferencias com o Sr. Thiers.
I A ai;e(|d)la devia o con par se com diversos e
(mporiao&simos projectos teodo por objecto a
rejrgauisag.io ponlii*fl, fiaafcaira e aJmini.-tracii-
v.i la ,-ocielade franc-ia, sendo que aignns ja ali
lianam sido levad.s palo puiholiuo governo do Sr.
Thiers, sabnmente inspirado no bem publico.
Enguanto Ues^ciosse aasasam em Versail-
les, os .-.llemas prieanavara o jtlo de sitio nos
seis departamenlM pw dlleV' otetipados, dando
como ra-itivo de tal arbitraiadale.o falo de t> r sido
bsotvido pelos tribuoaes um individuo que unta-
ra um sax mi que. o provocara.,
.Ejsa. procedimanta das autoridades militares
d'.ilcm lllicu 1 deierrniaou um pinico terrivel nos
h.il.it -.lie.' dos de par menlos. e levan toa em lodaJ
a F.-anca um brado do'iiidigoaco, que certaoaeatc
sen ouYido pelo governo do Sr. Thiers para o (im
de Ihe aconsslbar ara meio efOcaz e promplo de
liviar ajadla parte do pavo francez de to veja-
torias qua inqualiflcaveis medidas'.
Na estado eia ques acba, a Frang repreeqta
hoja nm grande convalescenie, que exige ioQaitos
cudales para o seu completo resiabelaciraento.
Governp e parlamento, ambos teera cma missao
difucilllma deserapanbar, e cerlamente um e
outro aoero ergaer o sea patriotismo a altara
A existencia de una Pranga, a raesma tempo
aatiga e molurua, ceneros 1, liberal, humana e
llel a eqnidada e ao direiio.quando se espira em
si mesmo, e ostenta as saas traesforraaedes de-
mocra'icas, suas qualidades tradicionaes, urna
exigencia ialcchnavel da Europa, em cuj s desli-
is ella sempre p.-soa, de cuja equilibrio ella foi
sempre am orgo natavel.
('.iriamente o pavo fiaacez comprehender o
dever que Ihe corro de organisar quanto antes e
definitivamente os seus negocios .internos, e de
esperar que o anno que hoje comee* veja o epf-
logo do drama poltico que tem por Iheatro o re-
cinto da Assembla Nacional e por actores os di
ver.-.s paivd >.- polticos all representados.
IV-publica ou moaarchia liberal, a FiatiQi 3er
sempre a Franca, islu a generosa paladina da
liberdade dos poros, e n'essa qtralidade Ihe nao
faltara occasio de estender o sea encada, fulgente
pelas conquistas di civilisacao, sobre o opp:i ni-
dos o fracos para o Ora de garaoti-los contra a
prepotencia dos forte* e dos opprcssore?.
As;im fazenio a Franca preparar o terreno,
para a deshrra do attentado praticalo pela Alle-
manha contra a stia seberania e independencia, e
futuro ser-llis-ha lo propiricio, quo dolcroso Ibe
esta sendo o pn* ij

(Contin'ar-e-A.
am_* f* claiMdei rea expresso de 1.30 da lar
de, qoe partiq Rifce par* o Caxang
0_a?l*eate leve Ingar prximo a esiajio IJoas
Irmio-v nfoTmam nos igualrrrptite, que resWtoa
ficir em des pissagelros com os dedos de urna
mao parado?. F-d ij.asa; drj accidenta acharem
se os earres, com, */stf*s lotacSes excedidas, a
pooto d, nao resfttlria^litfiae'pcia de paasa'-
geiros qqe houve n aatwlfe pK.
Tarabem am trem que vmha pelo rainal do Ar-
raiaf)f 4 encontr aoatro qae seguia pela li-
oha prlojipif, p"r negligencia de em prega do da
igolha que dexo passr o pnmeiro trem <8m tor
seguido o segundo, contra as instra^dei qaeti-
nht recebido.
Nos das de grande concurso da patsageiro nos
irens da estrada de Aplpneos, faz se dwdMtter
maior vigilajicia da cooapaaMa e das seas agento-;
e b;m assm qo3 te raultipliqura os trena: Para
i-g) absclulamente neeeseario umbm qn* a
onaanhia adqoira maior nnmero de cafres'*
machi as, com corrsia-m,s ja durtarot ao g-
yernO o eg*nleiro riscal, dando eoau 'r)>s fados
occorriaes na da 1.*
, FALLECfMS5T0.-Sntre 3 e 4 Horas da terde
Je sabo'do 30,d i ilude, ronle alma ao sea
creador, venma. e antijro dolorosos pa-ieel-
mantos, o ca^ito do (JOTpo de policia Julio Anas -,
lacio Camello Pessqi, lhd3 tido rdgarosoq sahi-'
me.nio oa manhaa do dia ?ej;uinte, sahindo o f-
retro d i casa de su tMenci* aka passagm
3a Migdalena, ao cerdltrio publico, onde orna
goarda do mesma cprpo aguardoa pira prestar-
Ibe as honras qae The cbmptiam.
Ciladao pr b, honrado pai de familia, poltico
sem excesso, o capili Jojl-J Aaastacio, morrelo
pobre nada lagoa a 9 filhos que deixou ua or-
uhanla'Ie, a n ser o bom n mo uue conquis-
ten durauy sua vla ptbli:a e priv^ft
Lamentana profudtn e sentidamente a su
perd enviamos a aua familia nosses sinceros pe-
zaraes.
LOTERA.A qae se ach^v venda a 220-
beneOci' da rnatnz de SeriOhaem, a qual corra fl
dial.
CASA DE DETEN'CAO-SfovimeolA do. dia i" de
Janeiro de 1871:
Exisliam (presas ) 343, entrn 1, sahiram2,
ixistem 3i2. .- '>
A saber :
Nacionaes 219. mulfretoi, ^ estfajjfeiroi 41, es-
lavos 40, escraVjB tf.|
Alimentados k ata das cofres punjicos 270.
Movimeolo da enfermara, do dia 9 dedezem-
ro dtf-1871 :
Tivexara baixa :
l'raaciaco de Athayde Slqiieira, cephagia.
Miguel Prinados Aojol, iem.
Te ve alta :
MauoelGjres de Lima-,
PA3SAGB&J06.-Viudos no vapof S. Jacfrlho
para o sul do imperio :
Andr G. Brecksnreld, ruahada, i fllho e 4
criados, Dr. J-jo ttibeira t>. Unto, sua senhora, 3
albos e 3 criado.Th'jrhz Ctropbell e f Hlho, ca-
de-e Claudino Pereira de^Odeiroz, Paalinp D. Far-
nanden, l sobnnha, eS4clTadjs, Df. Joe-Joaquira
T. de .ixeiaa, Antonia d Agmar, Jos Pires do
Ciato, ManoelFdrreifa.,,Lwaf3 81*33 e 3 cria-
ds, Theotonio de Brite; Darhlngcrs Jas Pereira
Pacheco, sua senbora, o fiihos 0 7 criados._Sal-
vjdor Esteva deOliveira* Alfredo A. da Fonce-
ca, A. Mouiinho, Maaoef Joequitn Caroero e sua
senbora, Uanoel Itaposo Cerreia, Manoel Marques
Cireia, D;. Jos E. da Silva Lisboa, 2* teaente
EpuarJo de Barros G., r. Jos Pereira di Silva
U^raes 1 creado, JotJoaqoim C elho dfc Freitas
Henriques, Manoel Pedro.de Rezende, Manoel P.
do Sacrarnent-, Bsnedicto. Aoolinar, f elicdade
S. da Cmceicjio, oaTricam livw Gfl,-J. J aqaim'
di Foaie Guimares,-B. Bralelman e sua amdia,
W. Ribiliard e toa familia, Jos Goncalves Tor-
rea e >u i lamiba, cadete Manoel Francia de A-
PEENAMBUCO.
i Fot lili sperovada a acta da sesso de 21.
, Ririuiurri.
OfflclO He Kfitf,- *r, eoB^lheiro presidente d*
provincia, com SMi qae se fna afurme" Adi4.,b) Boberlo Ksp
acha-33 Wcripto neste. ff/rjnal como caixeiro, u
quera seja *u patria 00 e Ui parta da alguma
soeiadad-seommercial.O triraaal nsolsea que
s respondoMe, nviaulo 01 ostUreeirMnie* a qoe
se refere dito efli-o.
Officio te secretario da tribunal do commercio
da corte, remetiendo a reluci dba commerciantes.
que all se malrieularam durante o mez de uovem-
bra prximo pauado.Foi enviado para o ar-
chivo.
Oflicio
colayes da emana Una a 2) do c.ireute.
Maoittiu-.se arcjjyart
Offlcu iff adinioihirador di armajtam alfanlega-
do ao largo da Assembla o 0, padindo no'o pra-
z pira sua'defeza jiistfffeabd a h\t% edeontra-
d*no resumo da raappa quo^vira.Junte >e ao
summan jen lo o presenta Ifikw sllalo.
Aos Sr. deputa'dqa Jora diaribuido o* se-
urnts'liv'ros : '
Copiador de 8onza Mouiinho & C, din de
Theodoro ChTiztiansen, Diano > Copiador de
Adriano, Cwtrp & C, dilo jde, Jusia Jos G^mes
feixeira, Diario de Pereira Ja Sil'a 4 0, dito de
Joaquim Bernardo dos Ruis, dito d M'onteiro Sre-
forf C
Vistos os llvros de registro dos protestos de le -
tras, recunfteceu se qoe o ultimo pn.testo lavrado
pelo escrivo Albaqticrqua fura s b ti. 2491 es
lata de 19 do crrante, e pelo escrivo Aires de
rito 2M9, em a d- 27
DKSI'ACIIO.-.
Requerimento di Amonio Mara da S Iva, solici-
tando o registro da nomeacao qae junta de sen
oaixeiro Firmo Felina de Parii.Seja registrada a
no mtelo.
De Bonifacio Maximiano de Mallos, clicitandi
.:-'bem o da que dr a Gervasio Protazio da
Iva, caiiero de seu armatem do caes do Ramos
o. 26.-Registre-se.
De Joio Hygino de S aza, no mesmo sentido
quanto ds seus calxiiras Ja- ...imei Rodrigues
JuBwve Ja: Dionys* de Souw.-Como pede.
i.DeJpsAn
ta-cjronel Antonia e Cj^P.3 M*Ho qo.
lamentj fiucartSJile n5) e>w'r
B
:
AE VIST A DIABIA.
COMARCA DO RiCIPE -Por parlara da pre-
sidencia Ja provincia, de 30 de dezembro, foi di-
vidida a comarca d Recifa em seis districtos es-
peciaos, quanias s as varas de.direilo pela ina-
neira seguinte :
O Io cimprebeoder a freguezia de Fr. Pedro
Gongalv.s.
O 2o a de Santo Antonio.
O 3o a de S. Jas.
O 4* as da Boa-Visla e da Cipunga.
O 5o as do P050 da Panella, da Varzaa e de S.
Lourenco. ,
0 C" as d Afogados, de Jab-aio e da Muri-
beca.
Na 1' dos dtstrictos exercer a jorltdiccSo cri-
minal o juiz direito da vara de orphos, Dr. Fran-
cisco de Asis de Olivaira Maciel.
N 2o o juiz de direito da 1* vara civel Dr. Ma-
noel Jas ua Silva Neiva.
No 3* o da 2" vara, Dr. Manoel Tertuliano Th-
raaz Henrique. r
No 4* o juiz de direito provedor de capellas e
residuos, Dr. Manoel Clemeolia Ciraeiro da Cu-
aaa. ,
No o' o dos fetos da fjzeada, r. Joaqaim Goa-
calves Lima.
Na 6o o especial da comraercio, 'Dr.* Sebaslio
do Reg Barros de Licerda.
COMARCA DE PAO D'ALHO.Por portara da
presidencia da provincia de 30 de dezembro, foi
devidida em dous dlitrctos espesiaes. sagetos ao.
S'guntes juizes de direito : o uriraeiro comprehen-
der a freguezia do Divina Espirito Santo de Pao
d'Aiho, e flear sngeito jurisdecao da juiz de
direiro da 1*. vara, Dr. Vicente Ferreira Gomes,
o 2*. comprehender as freguezias da Luz, e da
Gloria de Goit, e ti cara sob a jurisdecao do da 2.'
vara, Dr. Pedro Camello Possoa.
THEATRO DESAVTO ANTONIONesse tbea-
tro trabalharam ao sabbado o Sr. Frederico Ai-
r: e a Sra. Nellie Forrre-ter, cogoominados rei e
rninhi do ar, exhiban! peranta ama numerosa
sociedale, alli reunida, algn da seus interessan-
tes e admiraveis irabalbos gymuasticos e da equi-
librio.
0 Sr. Airee realmente um artista ootavel e dos
mai eximios que, n'gonjra em que trabalba,
tem vio Jo Peroambaco. A Sra. Forrester au-
xilia-o vaatajoiamaate as seas trabathos, e ara-
bos sao credores d admira cao.
LUZEIRO DA VERD.VOE.Rstt saiiadade de,
soccorros maiuos proceder hoja com solemOT
dada suasessa inaugural no edificio m que
fuocclona ra de Mareili? Dias (outr'ora ra
Direa) 91, 2 andar, pela3 6 horas da tarde.
D1NHEIR0S.Os vapores S. Jacintko, Giqui
e Ipojuca levaras do nosso parlo:
Para o Rio de Janeiro. 13:700000
aB.hia. 6:756*350
t Araeaj. 5:000*000
, Maeei. '80:300*000
. a Parahyba. 46:4004000
o Natal. 30:900*000
o Maco. 3:248'i60
a Fortaleza. 1 i; 184*000
O vapor Mandak troux para 03 senho-
res :
Saanders Brothers & C. 5:000*0)0
Jos Goharmo 4 ;. 1:0001000
Silva Haia&C. i:000i000
Angosto F. de Olivaira & C. 608*000
Joaqaim Jos de Azevedo. 434*000
PANORAMA DE LISBOA E PORTO.-Do Para
acaba de chegar o actor portugus Cario) A. Ro-
drigas?, qae pretende dar alguna espectculos no
theatro Saato Autonlo, nos quaes, alm da reore-
sontar os diversos trabilhos dramticos, exhibir
am bello panorama das cidadis de Lisboa a Porto,
sendo ai vistas dosscea^graplios poitaguezes Pro
copio eLirabttini. Brevemenia come?aro e-se*
espectculos.
TRILHOS URBANOS DE OLINDA E BFBERl-
BE IVora em diaote sero ttocalos oa bilhetes
desta compauhia, por dmlieiro, soment' na? sex-
la-feiras de meio dia s 2 horas da larde.
COMMANDO DAS ARMAS.-Ilaotem entrouno
exercieio interino de comraaodante das arma) o
Exra. Sr. coronel los Mara Ildefonso Jacome da
Yeiga Pes:a e Mello.
ESTRADA DOCAXANGA'4No dia f quebrou-
se usa barra Ue suspensa/ das plataformas de
am carro da i' ciaste, e coaU-qjs qne o eixi'fje
rauio Reg e sua senhora, Antonio J. Gooplvis
de zived, F. Ettiot, Clemeatino M. de.Sooza,\J.
dai Virgens Lima, e i escravo. M. da S.lva Leo,
lo. da Costa Cavaloanle, L' Jt-has, Antimo M.
da Costa, Anna Saiustiana do Livraraento, Anto-
nio Fernaales Porto, Antonio V. da Roeru e sua
familia, Damifgis A. E-trelfa e sua famiRa. Jii.
quim Carnero, Ji.-F. S nna e I fllho, Jos Do-
mingos da Silva,' 9 praca- para a armada.
Sabidos paraNew Yark a escalas uo vapor
americano Krie:
William Gaeosly, Dr.-Migoel Lucio de Albu-
querque Mello o Joo Baptista.
Sabidos para nHe no vajor Ipojuca:
FraociscT Jos Pereira'Cavlcaoia do Albuqner
|ue sua senhura um cunhido e 3 crjadsj'raucis
co J. TAv?, intoniado Carino, Mapoel wCar.no
Conrado FacanW, aaobel L."R. da' Curiira sua
senhora e um criado, Dr. Al mino Alvares Affooio,
Julio da Cusu firne, Pergeolino Siraiva de Arau-
jo Galvo, A. Melchue de Gomes Pereira de Vas-
concellos, Joo Cliraaco de Arauj L-ina, Francis-
co P. Rodrigues, Victor Implor, Amonio Ip-lica,
Antonio Plorencano Carmo Gres, Joo Baptista Ra-
fa, Joo Pipo. FraocUco Jos de A. Poggas, Anto-
aioOzoiio, Vicente Ozorio, Antonio Pereira, Vari)
Candida de Figueiredo, Dr. Francisco de S Ran-
gel sua senbora sea fllho e 3 escravo1, Joo Gjd
reda P.nto, R. Balor los Locas Perreira e sua
senhora. Simplicio Lopes de Mara, El toreo da
Silva Caldas, D. Jura Buss-m e um escravj.
Sabidos para o sal D3 vapor Giqui :
Joo Baptista Nunes Falco Jnior, Mara Frans
cise da Conceico, Dr. Eugenio Telle3 da Silveifa
Funtes.
S.hilog para Mimaoguaps no vapir Gi-
ripe :
Mane?l da Costa Lima Nicamedes Mara Freir.
CEM1TERIO PUBLICO. Oaituaario do dia 30
de dezembr :
Mari Magdalena Theedora Alves, branca, Per
nambuco, 35 anaos, casada, Boa-vita,'iubercalos.
Fraociseo, pardo, Pernambaco, 14 mezes, Santo
Antonio; varilas.
Joaquina, escrava, parda Pernarabuco, 30 an-
no, solleira, Ra-Vista ; bex:ga.
Felicidade Mara da Coacemio, preta, Femara-
buco, 48 annos, vinva, Baa-Vista; arillo pleu-
rz.
Margarida Rosa da Conceico, parda, Pernam-
baco, 25 annos, Baa-Vista, solleira, hospital Pedro
II ; tumor canceroso.
Caetaoa Mara da Caaeeicao, parda, Pernamba-
co, 60 annos, vinva, Ba-Vista, hospital Pedro- II;
raylite.
Jos dos Santos, preta, Pernambaco, 33 aanos,
solteiro, Boa-Vista, hospital Pedro II; tubrculos
palmoaares.
Mara da Conceico, parda, Peroambaco, 1 mez,
Santo Antonio, asa dos expones : dyarrha.
Manoel, branco, Pernarabuco, recernoascda,
Boa-V.sta ; consequenca do parto retardado.
Clotilde, branca, Peroambaco, 14 mezes, S. Jo-
s ; anemia.
Anna Joaquina Lslte Talles, branca, Portogal.
30 annos, casado, Santo ;Aatonio ; febre cere-
bral.
Joanna, branca, Pernambaco, 3 mezes S. Jos;
varilas. -^-
Felismino Tneodoro de Me.nezes, parda, Babia,
2S annos, solteiro. Recifa ; acesso do fijado.
Alfredo, branco, Pernambuco, 3 anno.*, doa-
Vista; anazarca.
31-
Um parvalo daltado na roda, coj nome igno-
ra-se. preta, Pernaubuco, 8 annes, Santa Antonio,
bexigas.
Maria, brapca, Pernambaco, 8 mezes, Santo
Antonio; ennvolc583.
Liman i Crese, branco, Hanover, 40 anno?, ca-
sado; Boa-Vista ; febre aroareilaw~"<
Isiibii Marii do Espirito.Ssato, preta, frica,
solteiro Santo Antonio ; hsmorraga cerebral.
Francisca Maria da Conceico, parda, Pernara.
,bac, 45" aais, S. los ; varilas.
Joo Aoastac/O Camello Peisoa. branca. Per-
nambaco, 45 anaos, viavo, Boa-Vista ; beii^eri.
Jos, braaco, Pernambaco, 3 anuo?, Santo An-
tonio ; canvulcde.
FeneJon, branco, Pemambacr, 4 anno?, S. Jo-
<} ; varilas confluente.
lia falda Aogsu P. Cintra, branca, Pernambu-
co, 70 annos, catada, Boa-Vi-ta ; g'stro intente.
Isabel, braoca, Pernarabuco, 4 onzas, Boa Vis-
ta ; convuicSes.
liabeJ.'eseTavi, psrda, Rio do.Peixe, 28 annos,
solleira, Recfe : bexigas.
Manoel Antonio Mura, braaco, Peroambaco,
42 aune?, casado, P050 ; interiOi cOlite.
oysw
.. Angelo da$ifva. 'i-D1'seoa^1 ^aixeiro
Manuel Aaig*b dvSl!^.' ^ forma, reqerfda,
D iluten 6 Peretr, 'lam, ehannJo-se o cai-
eiro coja nomeacao apre.-etstam, i aqui n Braz a
o*ta Itios,Gomo p-sdeui-
De Sal,danl|a i Oliveira,' idero, e de porae
raiicisco di Silva o calxeir qu nomuaram.
im.
De Jos Caetano de Medeirne, idoor quanto i le
q .eaixeiro "Manael Cordero da Mdor. Na
rma edila.
De Tnoma Lopes de Sonta, dera, re-pectlva-
mete a que conferir a eo'clieiro'Fedr C/ei
de Radr4Dfethlr. l
Da viavaBasto. idem,'rnspectrvarnente aos ?eus
eaixviros. M'ihucl Jos iai53s. e A'draoo de Alba-
querqu. -Regstre-se.
Da mesma, pedii'do ceriidio. de ter-ido regis-
trada a nomeaSo dos siOrdW seus caixejros.
Passo se acerudo requerida.
Da raesma, padin'dd por cnida a matricula
d seas caix'eiros.Como reqoer.
Da Caldas & C, dem de s/acliar registrada a
nonoeaijao" de seu1 aixarro Pedro da Silva Antoaes-
D' se a certldio re'ia-rida.
Da Ralolpho Xavier de S raza Fonceca, ?ab-
metiendo a registro a iiMneaci de su calxeir
Lalisli Xayjer de Soozi Fooseca.Registre -e.
Piippi Brothers \C, presentando a regis-
tro a procaracao je ral que pass,.*. a.n na capital
o imparid.S--ji r-gistrada a procorAoa
De Isidora B;ttos & C p liado por ce.rtiJfi.i se
na ses.- do tribunal de 26 do junlto de lo9 Joa-
qaim da Silva twia apre-emra rubrica o i
Diario para o uso de so escripturacn, e se f
t,u nao effeetivameota rubricado.D-ss-lhe a
cridn.
De Miguel Barnar ii Q intair, pedindJ por cor
tido o registro da nameacaide seos caixetros
Melquades Joiqmn da S uzaSaat Rosa ell.pliael
Goaiej da 'Silva.Passe-se a eertiJ pedida.
De Samuel Piwer Jihnslon & C, pedindo que
-eja eliminada do rrgi>tr a nme.-.i;ao de stu
caixeird Maaoel de Sjuza Miia.Cmo retjue-
rora.
De Antonii B.rnardo Va de Garvalho, pedindo
por cariidio matr.cula de seas ciixe.ro* Je
saino do Alhuquerjiue Mello o Prxedes lanoeao-
co Poggi.(irac pedis.
Da Oliveira Sena 4 C, para sa Ins certificar se
mata aqu
o correspondente di Correio Pernabu"
para oj levar ao cDnheiaiento dr) ptUv. '
como por maja; de um auno sojbe azel-c,
cumprindo fiaioaeota a promessa a qtfe se
obrigou pata com aquello jornal.
E, razp de sobfa teve o fallecido gene-
ral Abreu a Licn, um dos maiores da nosso
litteralura, quano, tratando desta Illia. em
oro d ) seus escripias, ilisse: (Jaao-
tos crimes horroriisos uccultas&'aquelie tor-
ro! o tanto arbitrio I Quaota injuslici
clamorosa f Quanta torpeza Quanta'im-
roralida.l o al mtuau da parted'aquel-
fes que deveriam dar o exemplo do urna
bonesiidade ao menos apparente/ *
Ddsili que p Sr. Campos Mello tomo j as
rodeas do presidio q^oa ludo mircha em
Completa deban lda, nioguom se emende 1
O bomem veio cun muita sede ao pote,
aada Ihe ebega, em todos acba embaraco
Serio ao seas designios.
Ligado ao insigne ilho Quinao Jjiqaim
Madeira, eil-o em campo contra o estimavel
capitSo Trajano Alipio de Carvalno Menjl in-
ca, p>r oo terse sujetada as vontidd?
d'aquelle ilbo.
O Sr. capitao Trajano :i juem ji se dava
aq-ii por d uiitlido, e qae se dizia que o Ito-
mem d'abneija^do ao $ercie/i publico, de
coinportaineMo elogiavel, e oulras coa-as
qoe se mais mundo houvera l cliegara. ti
naa ido a capital descompor pela imprensa
por mando do commandante.
E de facto no Giquia, ebegado hon em.
veio alem de urna commisso para inspeccio
nar o, estado das fortiieaco-sdeste presidio,
o Sr.major J s Libacio da Souza, e o gran-
de hroe Qdirino Joaquim Madei.a. O Si.
Ltbanio veio substituir no lnar de m-'j r da
praca o digno ca it5o Gar>altio Mendonca
que por s;te mezjs exerceu este lugar, c.-tu
a precisa booeslidade eb^nradez.
O Sr rapitao Traano Ijnm.tn dj urna
conducta exetnplar, trabalbador, incaosavel
00 umprim^nio de seos deveres, entendido-
eta tidos os.sarvicos do carneo e arles ae-
cbtrcas, como tivemos minias occasies de
o'ncrvar, a ponto qne lodos a ama vozdi-
ziam. que elle de ludo enlendia, nao gfa-
dou ao Sr. Campos Mailo, nem ao ex sar-
gento Madeira, porque este acostomado a
lempos em dispr do todo o presidio, e dos-
sentenciados em seu proveiti, como o aties-
tan as grandes plantaces de millio, feijao,
mmdioca, gerims, caonas ele vando-se
perdido pela fscabsaco do capito Trajano,
n3o t^rdiiu muito era desjeitarso e de en
red a lo com o commandante, de quem in-
timo amigo, e de tratar com menosprezo as
ofdens emanadas do fiscal, o que deu lugar
a esteeadercarjao commaadan".e orna parte
contra o referido Madeira, que eoto exer-
cia'o lugar desargento da i*compaahia de
'-ndemnado3; esta parte que era um coipo
a e delicto contra MaJeira, f-i-!lie lida com
ar de acbincalhe, e pioduzio o ellei.o con
trario ; mas couto as cousas nao p raratn
aqui,..... mand ir.-ae que Madeira pedisse
dmissao, que fo3se a :apilal calumniar ao
Sr. capitao Trajano pela imprnsa, que ar-
ranjsse a exoneracaodelle, que quatulo vol-
tasse seria reintegrado d) lugar, o como
isto podosse falhar se prometteu que o mes-
mo capitao seria prezo o seguira para essa
capital.
EstavamoJ ancio.-os pela ch gadi do va-
plba e b 8ou lcoe-'tevo ? Seria o Sr- fa-
pitao Trajano ? I Qaem fui a o pigode do
Unirte 00 dia 17 de setemhro em compa-
nbia do sargento Madeira, sentenciado Gil.
'' weta Jaronyma, molbef do ientenciado
j.mW. e oros, em cuj 1 nagotto fun-fl
"' ^m, a 2i SetetnAro v>
Ouem foi, Utto,..
paspde que dea o "''"-"? ^Hf
fado. noH lagar por elle n^^ BeU
Vista onda se armou om barra.'av, no m*
do qual tremulava a baidoira porlogoex*. "
onde os tres eentcnciados, Rufino, Casiin'1 -
ro e Honorio, locavam vioio, e canlaran
chulas se Gzjram saudcs com agurdenle.
} de onde yollaram as mullieres em um car-
ro de bois, e os homens a cvallo, s n 11 r.
carro acompanhadao soin dos viobya, em
forma >le fjodango ? Sexta o Sr. capito
Trajano V
Quem foi que exiorquio do sentenciado
Jos Alaxandie Barbosa um sevado para
iepois o dispensar do sei vico do Campo 1
St-ria o Sr. capital Trsjaao ?!
Emdin Srs. redactores seria om nuncaaca
b r se fosse commemorar aqu a serie dos
desmandos .do lenente-corunei Antonio di
Campos Mel o, digno commandante deste
malfadado presidio, e para oude quasi sem-
pre se man ja os b imens mais estraiiados na
opima 1 publica, para servirn), com 1 acer-
a Jmenle disse u calumniado.'encuberto no
Diario da 2S da oalubro.
S. Exc. o Sr.. conselbeiro presidente da
proviacia deisar 1 ie coutioaem a correr as
causas como v"5o n^sle presidio ?
Pedimos a S. Exc providencia, certo de
que, o que acabamos de escrever a pura
verdade.
Aqu paramos por boj'*, p.r j estar esta
muito lo..ga.
Muilas fclidides bes deseja.
Atten^sh
En rasposa aos a-tijuitos qoe publica o
Lbeiiil da 1> do crtenle, mentindo o ca-
lumniando ptiSOJs qnalificadis de Olinda :
f temos a dlzir que ansas passoas nao des-
coma defenier-se data-s calumnias, porque
ouiibecem bem os seus miseraveis autores
a os despreza soberanamente.
Nem ellas sSo cap izes de pratkar os ac-
tos qoe Ibes altriouein, e s o effeito da
embriaguez e a ma ,1a le -le um u las po-
deram idear calumni.-s tan revoltantes.
Seja, pois, o dasprezo o castigo da trin-
dade perversa qn-s ai se formou, um pre-
juizo do respeilo ao publica, e do acata-
mento ao cidadio honesto.
O Judas Gnenlo Pacacaco.

U u iverra aeoa u, para ss inos ceiuucar se .,,:.., 00inj hn-
em 1669 foi repjstraili' k nome ?io qoe pagaran 1 por para vermos :e se realisavam. estos bOa-
aos seus caixeirus Joao Antonio Gozeadn Juaior e
Joo Capistrano de Luna Freir.Gertiflque-se.
De Jos Barbosa da Mello, para lambem se Ihe
dar ij-aai ceriidio relativimente ao seu cainvirc
Fraticice G.l de Sanza Teixeira.Passe-se.
Da viuva da Joaquim da Costa Mareira, para se
ibe pissar porcfrtido acbar-se oa au inscripta
a noiaeagio do seu eaixeiro Joao Antonia da Costa
Moreira.Cerliflque-se.
De Juajum ajplsta Nigaeira, para se Ihe re-
gistrar urna sua procuracaa bastante.Faija-se o
le^islru pedido.
Da Atit ,nio da Cosa Borges. ex socio da firma
fallida da Alrueida bVrges 4 C, pedindo suare
habilitaba.Ao'pid, e servindo do ecnvo o
otliciai Parias Torres, de"-si vista ao Sr. desem-
bargador fiscal.
Di Sr. Dr. oflbial-maior, mostraoilo a impossi-
bilidade de comparecer, ao tribunal nos das de
sia sessaa administrativa vi.ti a longitude em
que se acha d'esta cidade, e a ditfculdade qae ha
de prumpto e si gira trau>porte, e pedindo uue se
Ihe m?ode passar portara tle licenija por :)i dias,
vencendo o ?eu ordsoado.O tribunal cooceoeu a
licenga pedida, votando conlra o Exm. Sr. conse-
lbeiro presid nte, qae enimde nao ihe assistir di
reito para cooceder seoao s l:;encas qae a I. i po-
sitivamente parmilte-lbe, nao Ihe eompetno lio
pon:> dispeusar do orneare imen'.o o empregado
qae nao esteja doeute.
COM O PASEr.GR F!SCAL.
De Nich'.laa Jobo Ldstrme Willam Wyndam
Robilliard e Algermon Ozenne, contrato social.-
Rfgistre-se, oa forma da decreto n. W94.
De Manoel Daarte Vif.ira e Francisco Cardoso
de Cimas, contrato lambem social.Sim.
De Ja- da Silva Araujo e David da Silva Maia,
idero.Registre se oa forma do decreto n. 4391.
Autos de relr.bilitacao commurcial:
De Antonio Pereira de Faria.Adiados a pedido
de um Sr. depatado.
Da Carlos Laiz Felippe Rotke.Adiados a pedi-
do de um Sr. daputajo.
De Mariano Mchalo Freir.Adiados requi-
sito do Exm. Sr. conselbeiro presidtute, 11a-
veado j sido lidia pelo Sr. deput-do que lam-
bem requisitou o adiam-ato.
De Joao Graano & Hmrique 11 Im.Adiados a
pedido de um Sr. depata I' -
De Antonio Tbomaz da Silva Jnior.I lera.
Nado mais liavenJo sido presaole a de.-pacho, e
sendo j hora e meia depois do meio ia, o Exm.
Sr. con.-elbeiro prasidente encerrou a sesso.
PUBL CAGUES A PEDIDO.
0 k Erae>to Vieira,
N onainti (yie o Sr Ernesto Vieir? faca di-
eito ie8oJlr-me, alleganda ier-lhe ea dirigido
av>ctiai insekutes ejusuhos.
Emrtenar;igM ri;t ha palavaa que importe
< ffeo>a e irsulto es* abor, que me te* ira
lad de modo grsseiro e revelador do dasej de
oaoleftar-me.
\l) obrtinie, n- altero o mea proposito de
raoderacio e bsuluia iml l renca aos iasuilos e
[rieeabriiueotos do Sr. Ernesto Vieira.. ^^q L Quem foi qae mandn vender para Dor-
ios, eis qnando no dia 3 foi preso o Sr. ca-
pitao Trajano a ordena do Exm. Sr. gene-
ral commandante das armas, sob falsos pre-
textos de em t-ua casa se ter vendid> agur-
denle a tres sentenciados ; mesmo sem em-
bargo de ser esse dia, domingo, e j se ter
dado detalba no sabbado para isse dia, se
forgicoa urna ordem do dia i,cambrone e a
toda a pressa antes que ebegasse o vapor.
Santo Deus cmo soffres que gema a in-
nocencia ao peso da earuinnia, sem qae des-
carregues tea bra^o sobre os in quos I
Eslavam assim as cousas guando nos ebe-
ga o vapor ; correal todosao porto e vol-
lam tristes; todo se tinha repisado......
O Madeira foi o. ultimo que desembarcou
(sempre se espera pela peior ligara) dep is
de acondicionar com cautella as mercaduras
d) commandante,. inclusive seis g.rralcs
com agurdente, e as suas, fazendo condu-
zil-as logo p r causa das davidas.
Depois de recebidas as cartas e joinaes
passei a leilura do libello contra o Sr. ca-
pitao Trajano, publicado nes3a capital pela
imprensa, e segnuJo a voz publica aianda-
do fazer pelo co^nmandante. Coafesso qae
Qqoei abysmado ; tanta calumnia, lana in
juria s cum umtiro se responde saiisfaclo-
riamente.
D.zer-se que o Sr. capilao Trajano, ven
dia em -sua casa agurdente, quaudo nanea
conslou aqui semelhante cousa! e quando'
publico e notorio que a sentenciada Ana
Joaquina de Je us qae a vende em sua
taberna por manda do commandante, a que
esta sentenciada protegida escandalosa-
mente por file, porque lambem vende em
sua taberna, o pao, o bolo de milho fabrica-
dos em casa do commandante, era cojo
servido tem seis sentenciados occapados, e
bemassim lados os gnoro3 da prodcelo
da liba qua para ahi sj remettidos ? t Qaal
ser a razo porque o commandante recom-
mendou a certo negociante dessa praca ao
sentenciado Jo5o Pedro de Souza, moedeiro
falso, nao ser por ser o amante de Anna
Joaquina' de. Jess, sua caxeira ?
Oiga, os meWtro308 e calumiiadoree
encobertos do Sr. capitao Trajano por qus
motivo foi demiilido Flix da Ai aojo Lias
annos empregado na polica secnla do
presidio' n8o seria por ler visto em urna
certa ocite sa coduzir da casa da corda
para a taberna da dita sentenciada um bar-
ril de agurdenle ?!
CEROMi V JUHf RIi
Tribunal do e.,msaerclu.
ICTA DA SESSO ADMINISTRATIVA DE 18 DE
DEZEMBRO DE 1871.
.IWS1DKNCIA DO BXM. MI. I'.OSSKLHEIHO ANSELMO
rHANOlfcO PERRTTI.
As 10 horas da manbaa, reunidos os 3ra. lepa
lados secretario Miranda Leal, Qlinto Ba9o, Gan-
dido AlcVoralo e Alvaro de Almeida, S. Bxc. o
Sr. coqsslheiro praaidwte declsroa atwrt a *n-
m *' u'
Vejo bem qne, guiado p> r um genio
'.qjao-ae apoderoa do seu acauliado espirito, ra a
IctmtQttt dos desatinos.....
Telw Vae pena; mas twt'aima, sua palma.
Quizersv. puim, qi", nao c Sr. EruesW Vieira,
mas o seu direcl -r de c fAfllOt, d s |uaes se podesie concluir que sua de
expedient.s lortuoos.
BroijaaDto uo o llar, h- i de notar o desaxo
do Sr. Ernesto Vieira, em talhar n?stas palavras
para (legar $eroiios e arrogar se de importunen,
/iuto tem usado e abusado da mentira t de outros
itrios mais degradantes -um carapno, que at-
dam por asi a pr na c.-ihoca de um aaceao, qae
j ouvi dizer ser de boa vida.
Nao desculpo nauca a irreyerencia para cora os
santos levitis.
Dito isto, assegur.1 ao Sr.Eraaato qae Ihe dex
livre o campo, ci-orta io n juiao que de mira fa ,
zem aqueiles que :ne coobecem de perlo,
Recfe, 9 da jaeiro de I87i
J. Pedro Barreta. a\ fa^ ftfl0
Estraia de ferro de Oliiida
Corre como certo que f rara a todi a presin
mandadas buscar da i'.iuommenda na China i.:i
iro eogooheiro-t especiaos em estradas de ferr.
para examinaren e d-r parecer s^bie o e-lado dt-
.-c.guranca dos trunos daquella estrada, do V.. ra
duaro ao pateo do Cirmo, i|ue preeisanda de con
certus, segundo opuiou um sabia, anda se conser-
va n niesmo estada e>m nutavKl pnjuiu dos mo-
radoras daqueile paut'j, o mais bibitado actual-
mente.
Sara certa 'rae tae* en?nnheiros foram mandi-
dos vir, e qne por ellos se espera o levaulameot"
da planta da nova estafa> do Carrn, pois que
tual por ser um primor a'arte nij olTaect aga
saib aos paangeiros ?
Ha de ser cerU I
O que nao cerf, 6 o poo<*o caso que se fa.-
das medidas de utiiidaJe publica e do prejuixos
que devem trazer a cu upaohia os caprichos de
cerlos mam! ae*.
Sa os liilh n da Varadonro aa Carmo preeisam
ser reparadns, se o leito-da estrada e.-ta ub-trui-
>, a quem competir mandar euOireitar, pedimos
andar faier quanto antes os repira?.
iNada de tropecos a marcha do machambon.L.i
Um accionista que dseja descubrir o mis-
terio.
JllCl
DO JUIZ. 1IZA, ESCUIVAO. TIIE5UUUEIRO E
MAIS DEVOTOS QUE TEM DE FESTEJAR A
EXCELSA SEN'HOIU DA SAUDE DA FRE-
GUEZIA DO POCO DA PANELLA NO AN.NO
DE 1871 A 1874.
Juiz pir eleira.
O lllm. Sr. Firmno dos Santa Vieira.
Juizi por eleij.-.o.
A Exaaa. Sra. D. Umoelioa Aicoforsdo, esposa do
lllm. Sr. Dr. Jor Bernardo Galtio AlcoforaJc
Juiz por devoc'.
0 lllm. Sr. Fran:sco Ribeira Piow Guimaries.
Juiz* por tejrot;i >.
A Exma. Sra. esposa do lllm. r. commeadal-r
Albino Joe da Silw.
Escrivo por flrlci'.
OLlm. Sr. Alfreda Te-mistocea Ubra! de Vascoa-
coaeellos (reeleito).
Escriva por eleicjio.
A Illma. Exma. Sra. D. Marianna Lopes Res.
E^erivaa por defecii-.
O lllm. Sr los Burla Juaior.
Escrivi por deveco.
A Illma Exma. Sra. D. Antonia, ruai Jo lllm. St
Firmno dos Santo.i Vieira.
These-urfiro
Antonio da Rocha Accioly LinJ.
Juizes proiectore .
Os lllms. Srs. :
Dr. Fraoc.sco Jos da Silva.
Dr. Antonio Joaquim de lioraes e Silva.
Dr. Jos Bernardo Gilva Alcckrado Jnior.
Dr. Felippe de Figuir6a Fina.
Fraociseo Jn- Ale; Gaimaraes.
Major Jos Damngues CoJecera.
Juilas protectoras
As Illmas. Exmas- Sras. :
D. Anna, esposa do lllm. Sr. Dr. Aatouw Jjaqun 1
de Moraes o Silva.
A esposa dolllm. Sr. Alfredo Joj8 Antones bai
maraes.
A esposa do lllm. Sr. Dr. Rufino Augusto d A.
meida.
A espesa do lllm. Sr. Gal lino Timistocles C b *
de Vasconcellos.
A esposa do lllm. Sr. Joao Lucio da Costa Mjii-
teiro.
'Procurador geral
O lllm. Sr. fngenheiro W. Rawiioson.
Mor Jomes o mordumas lodos os devuto3 da mes-
ma excelsa senhora.
O eoadjuur pra-paroeho.
Padre Y cent Maa Ferrir de Alb*q*trv'
UM le Ferai^o 8 de desm-
v t'ro de it
>'s: {dadores.Fidos 13o irnoortantes
**. lem dado na adrain:sT353o do Sr. teen-
do da crvela prussiana que aqui esteva uos
dias 12 e 13 de novembro, pelo sen e.ncia-
do Candido JosRulino, quarcn'a e duis
cabecas da gallinbas da nii;o, pao, couves
e sebolinboa da hona ? Ssria o Sr. capillo
Trajano ? QaeiDr foi qne mandou vender
na porta da Aldeia pelo santa'ciado militar
Joao Jos Vellozo as melancias, batatas, ca-
nas, geriius, ImetM 1 440 ra. a tijeia,
feij5o macaca a iOr?. a chicara, iodos es-
tes gneros da proiuca d flaa, o manda-
dos Mr dos,:oados aacionaes ? Sria o Sr.
capitao Trdjiao ?!
{aera foi que maniou edificar para o
seoteecudo Gil Etqiio da Maitt umrt'co
palacelo a catU d-.s c'u'res nacionaes, em-
pregndose ntsta cdifloscSo, alem dos sen
tenciaios como srvenles, pedretros, carp-
as, o material da nacao, inclusive os por-
tos do forie do Baldr e os tijollos arran-
cados do de S. Jos do morro, em remane-
raco a ser dito 8tnciaJ melr de sua
Ao commercio
Circular
57 GRACECHUKCll STRKBT
Londres, f.' de Janeiro de !87.
Senhores.
Cm referencia ao aviso incluso da dissi -
lugio d 9ociedade, temos a honra de lh.
participar que o negocio que at aqui gi-
lava sob af i-xtinctas flrwa* de Wils-i.
Hett A C a Bahia, llett, Wilson d C. n
Rio de Janeiro. Wilsoo & Uett em Pernata
buco, e D. Coaner Scr.lt em LonJres, Ua
sido tomado, por mutua arranjo, com lot
o activo e passWo, pelo3 abaixo assigoait1
que cotnuaiSo o negocio uestes porto*
sob as seguintes firmas, de
Wilson 4 CBshii.
E. l>. Wtlson A C Rio de JunAim.
Wi'son. Rftwa A CParnambufta.
Wilson, Sons A CLondres..
De vmc. alenlo venerador e exudo,
(asignado) 5. \\ w.i^r- .
v i. Witowi.IMto'-.
t jamas P. Wfon.
U^rer.cia s^y^P0.^iT
f

}
-r>


7
-i



m
?I|ijU rr#nM>n<# m ,QuwU-ei &.l4aA***\**lM*M*
T--------------------------------------------------------------1
Liverpool, 1." de Janeiro de 1872.
Seohor.
Con referencia ao aviso incloso de diisc-
]u$o de sociedade, temos a honra de lbe
participar que o negocio que at aqu gira-
va sob aa eintis firmas de Scott Yarr'fw,
A d em Montevideo, e Wilson, Heit, Yar-
row & C. em Liverpool, tem sido, por
matoo arranjo, tomado pelos abaixo assig
nados, que liqoicUrSo as contas das ditas
firmas.
O negocio contiiuar, d'ora em diante,
sob as firmas de
Yarrow Hett & C Montevideo, e
Hett, Yarrow d C Liverpool.
Da Vmc, atiento venerador e criado,
(Assignado)- A. E. Yarrow.
e H. H. Hett.
I. J. Yarrow.
Referencia. O Bank & Liverpool.
Londres, 1. de Janeiro de 4872.
Senbor.
Temos a honra de lbe participar que a
sociedade diurnamente sobisiindo entre
Edeoard Pellew Wilson, Edmond Sjkes
Hett Edenard Pellew Wilson Janior, Ale -
xander Pellew Wilson, Alfred Edevin Yar-
row, David Cocoper Scott, e Henry Ilerbert,
ob as firmas da
Wilson, Hett & C, Babia.
Hett, Wilson &CRio de Janeiro.
Wilsons de HeitPernamboco.
Scott, Yarrow 4 CMontevideo.
D. Cooper SottLondres, e Wilson,
Hett, Yarrow d C,Liverpol, oi dissolvi-
d?, por mutuo cosfentimento, como desde
31 de dezembro de 1871, e que o activo e
passivo das ditas firmas serao por conta das
pessoas continuando o negocio nos logares
cima ditos.
Peoindo que se digne tomar nota das
respectivas circulares aqui juntas.
De Vmc. atiento venerador e criado.
(.\8sigoado) E. P, Wilson.
i E. S. Helt.
H, Wilson Jnior.
A. P. Wilson.
A. E. Yarrow.
D. Cooper Scott.
r. H, Hett.
G. 1 barriea eom 32 kiles
de assacar braneo.
No brifse uorte-alleralo /t*, para o Rto
da Prata-, tafreparara : Pereira Garnairu & G. 860
barrios cora 63,099 kilos de assacar braneo.
No-navio iaglez Azclia, para o Canal, car-
ree: aram : Johnston Paler & C. 1,700 saceos om
i99,iOO kilos de assacar mascavado.
Na barca portaguea Futtexa, para Lisboa,
carregaram : Carvallo & Nogueira 37 barricas
com 4,169 kilos de assacar mascmdo ; Soares
Primos 200 ditos com 1,500 ditos de dito.
_ -

ABBLLA dos precos dos aoraos sojbitos a m
1 RBITO DK XPOTAQAO. 8DSA1U OK 3 A 5 DE
JAIUlftftDE 1871.
Mercaduras: Unidades. Valores

ama
litro
kilog.
atormentadas:
. litr.

>

MORS, QUARE TAM SOEVA.. .1?
Anda ama vez, como sempre, o espirito boma-
no ferido de borrive! desergano.. .1 Ainda ama
vez, a razio do "hornern vacilla ante o indecifravel
mysterip, que enema nm totelo t Tremendo
quebrar das cadeias da existencia, que tantas la-
grimas, tanto pranto ensta I Sim, a roorte ce
ga; ella nao \ no seu gyro inceesante e fatal :
nau atiende a victima, que Ihs cabe sob as garras
.-ednias I qoalqoer qoe seja A sciencia, o t-
lenlo, a* esperanca, o amor, a virtud?, en lim, tndo,
indo paga o rTrecusavel tributo, despenbando-se nc
eibal jazig I
O n.aj r Artaxerxes Vieira de S, fci ama des-
na victimas. Fallecen na cidade de Oeiras da
jnvincia do Piauby, no dia 12 de novembro ulti-
no. Reuna o finado todas as qnalidades pnica
lares e publicas que eonstituem o perfelto carac-
ter. Morrea, delxando numerosa familia, qae o
s bren ve inconsolavel com a i m nansa perda, que
si ffreu.
Rquiem eterram dena ei,dcmine, et lox perpe-
tua luciat ei. E' o triste lamento de um
Prenle e amigo do fallecido.
Recife 0 de dezembro de 1871.
COMMERCIO.
Capital........20,000:000,O(X
Fucdo de reserva .... 8,000:000*001
Agentes,
Mills Lathan efe C.
SIPERImL
Companhia de
seguros
contra
fogo.
AGENTES
S. P. JOHNSTON A C:
sin a da Senzala-nova a. 43.
THE ALLIANGE 11RITISH 4 FOREIGN.
Life and Pire Assursnca Compaoy estabelecidi
id 1*24. Capital 3,000,1)00
Os agentes desta companhia tomam seguro.'
ontra fogo sobre predios, gneros e azendas e
pagam aqui prjnizos devidamente provados.
Rahe Scbmettaa & C
Corpu Santo n. 15.
Seguros contra-fago
COMPANHIA
Abanos.........duzia.
Algodio em caroeo.....kilog.
dem em rama ou om laa. >
Garneiros vivos. ...... om
Porcos dem......... >
Arroz com casca. .... kilog.
dem descascado oa pilado
Assacar braneo......
dem mascavado...... >
dem refinado.......
Gallinhas........
Papagaios .......
Azeite de ameodoim oa men-
dobim.........
dem de coco ....'.
dem de mamona. ...
Battas, alimenticias. ....
Baunilha ....
Bebidas espirituosas
Agurdente cachaca,
dem de caima .
dem genebra .
(dem restilada .
dem alcooi. .
dem cerveja .
dem vinagre.......
dem vinhe de caj......
Botaeha fina, comprehendidos os
biscoitos........ kilog.
dem ordinaria, propria para
embarque........
Caf bom.......
dem es/wlha oa restolho .
dem torrado oa moide. ... <
Cal branca........ >
(dem preta........ >
Carne secca (xarque ).
Carvao vegetal.......
CeA amarella....... *
dem de carnauba em broto.
dem idem em velas, ....
Cha ...........
Gdcos seceos.......cento
Colla-, .... .-. kilog.
Couros de boi, seceos salgados,
idem idem espichados....
(dem idem verdes.....
(dem de cabras cortidos .
Idem de onca.......
Doces em calda.....
dem em gela oa massa. .
(dem seceos.......
Espanadores de pennas grades .
(dem pequeos......
lem de palha.......
Esteiras de carnauba ....
dem propria para forro oa estiva
de navio........
Estopa nacional .......
Farinha de araruta .....
(dem de mandioca '. .
Feijao de qualquer qualidade.
Fumo charutos......centro
Idem garros.......
(dem idem folba bom.. .
Idee em folha, ordinario ou res-
tomlho ........
(dem em rolo e em latas bom .
dem, ordinario ou restolho. .
Rap .
Gomma de mandioca, (polvilho).
pecacuanha ( raiz ).....
Angico (toros)......
Cairos ........um
Enxams........
Frechaes........
lacarand (coucoeiras) duzia
Lenha em achas......cento
Idem em toros......
Linhas e esteios......om
Lour s (pranehoes). ....
Pao Brasil ........kilog.
(dem de jangada......um
Quiris ......duzia
Vinhatico costadinho de 25 a 30
millimetros de grossura. .
Idem prancho"es de dous costa-
dos at 50 millimetros de gros-
sura .........
dem tabeado de meaos de 25
millimetros de grossura duzia
Taboado diverso......
Tatajuba........kilog.
Praves.........ama
Paco
zembro
a cmara municipal do Be:fo, 28 de del graora,6 ditos de dito de 21|4 plegadas de largo
1871. o, le 3|i de grossura, 6ditos de dito de. t polegtdas
ti*

om
kilog.
>
duzia.
cento
kilog.
i

kilog,

duzia
FOGO
Glob
SEGURO CONTRA
The Liverpool & Lonilon d
Insurance Compaoy.
Agentes :
Sauuders Brothers de C.
lCorpo Santo il.
F.VA
DO
RBGIPI 2 DE JANEIRO.
DE 1871.
A3 3 1/2 HORAS DA TARDI.
Ootacoes oflBciaes.
Alioaode Macei sorte 660 rs. por kilo pesto
a bordo a frete de 7|8 d. e 5 0|0 por lib.
Cambiosobre Londres a 90 div. 15 1|8 d., 25 l|i
d. por i e 25 i. por l. do banco.
Pretede algodo iaqui para Liverpool 1 d. e 5
00 por lib. do vapor.
i\ i. Pinto,
Pelo presidente
Leal Seve,
Pelo secretario.
-
ALFANDEGA
'ndimeuio do da t 3o:8691640
!tiTaeat< da alfi
Voldmes entrados com fazendis
com gneros
84
267
afumes saiiidos
com
com
(azendas
genero-
8
34
:iol
41
Descarregam hoje o de Janeiro de 1872
E-cuna \n%U:izHezeknefarinha.
ta rea inglezaPAi/ppina-mercidona*
Barca inglezaCkfionfarinha.
Vapor nacionalMandaAu' varios genero?.
Vapor iogletAlteemercadorias.
Srigoe ingezAfter-idem.
trigde inglez -Balcl urta-bacallao.
Rrigne inglez-DouroHdem. .
Srgae inglezPrai/wsfarinha
Despachos de. exportaco no iia 29 Je
dezembro.
Para ot portos do exterior.
No vapor inglez Ariel, para Liverpool, car-
regaram: braga Son k C. 89 saccas com 6,505
kilos de algodao; EJnardo da Costa Oliveira 80
niim com 5,869ditos de dito ; Mills Lalbaa & C
1,003 ditos com 85,233 ditos de dito e 700 saceos
coiu 52,500 kilos deassuear mascavado.
Na barca ingleza Liselte, para Liverpool, car-
regoa : P. M. Maury 150 ;ccas com 14,686 kilos
de algodao. *
So navio portngaez Venus, para Liverpool,
carregarara : Manoel Fernn es da Costa dt C. 4
ace,t eom -. 17 kilos da algolo.
No vapor franeez Gironie, para Bordeaax,
rarregaram : Tisset freres & C. 917' saepas com
'7,?20 kilos de algodao.
i birca portagaeza Claudia a para o Port)
carregaram : Manoel PernaBdm da Costa de C. 20
-a .iia eom 2,0)4 dilos de tiao-. Caoba Ir-
>) iitas om 9,080 i,iM de dito ; Al-
300
238
500
4*000
24000
68
177
250
133
436
uooo
0*000
937
675
529
102
51450
123
300
330
300
337
600
300
660
476
204
476
442
959
39
27
258
168
442
436
763
4*360
4*000
1*438
578
640
370
350
10*000
1*133
784
2180
48*000
24*000
12*000
16*000
12*000
136
681
92
272
3*000
320
1*090
613
681
545
2*180
170
1*703
60*000
360
1*500
5*000
93*000
3*000
12*000
6*000
10*000
103
5*000
6*000
Ignacio Joaquini de Sotza Leso,
Pro-presidente.
, u Angosto G. de Figueiredo,
Olflcial-maiot ttrvindu de secretario.
A cmara municipal dosta cidade pelo pre-
sente convida aoi pretndeme a arrematado do
Trapos de 60 r. por eada p e coqoeiro de pro-
daccao, exceptuando 10 ps para 0 aso do pro-
prietario, pela quauia anna.tl de 901*066, a eom
parecerem no dia 3 de Janeiro vlodoaro manidos
de flanea.
Paco da cmara municipal de Recife, M de de-
zembro de 1871.
Ignacio Joaqun de Souza Leao.
pro-presidente,
Angosto G. de Fi|ueiredo,
_________Offlelal maior serviodo de secretarlo.
O Dr. Sebastilo do Reg Barros de Lacer-
da, joiz de direito especial do coramer-
cio desta cidaal do Recife de Per-
namboco por S. M. a qaem l>ea3 gaar-
de etc.
Faco saber aos qae o presente edital
virem e delle noticia tiverem qae do dia
primeiro de marco do aono vindouro de
mil oito centos setenta e don?, ao meio dia
oa sala das audiencias, ter lagar a renniac
dos credores da massa fallida de Martina A
Lcop.'ildo, aSiQ de serem cumpridas as dis-
posicSes dos artigos 84?, e jeguintes do
cdigo ommercial, sendo que nenbom cre-
dor sera admitttido por procorador se este
n3o tiver poderes especiaos para o acto,
era a procurado poder ser da la pe,ssoa
qoe seja devedora aos fallidos, nem om
mesmo procarador representar por dous
diversos credore?, e caso apresentem os
referidos fallidos projeclo de concordata,
serio considerados como adherentes a mes-
ma os votos da qae lies qae nSo comparece-
rm na cooformidade do artigo primeiro do
decreto n. 1,368 da 18 de agosto de 1854.
E para qoe ebegae ao conhecimento de
lodos mandei pastar o presente que ser
publicado pela imprenaa e atusado nos la-
gares do costme.
Dado e passado nestt cidade do Recife
de Pernambaco, 22 de dezembro de 1871.
Ea Manoel Mara Rodrigues do Nascimen-
to, escrivo o sabscrevi.
Sebastio do Reg Barros de Lacerda.
de largo e 34 de groes ora, 6 ditos de dito de 3
poleadas de largo l 5|8 de grossora, 6 ditos
de dito de 2 1|2 polecadas de largo e B|8 de gros-
sora, 6 ditos de dito de 2 3[4 polegadas de largo
e 5i8 de grossora,6 ditos de dito de 2 Ii4 polegadas
de largo e 5(8 de gcgiiur*. 6 ditos de dito de 2
1|2 polegadas de largMe 4j8 de grouura, 6 dilos
de dito de i 1|4 p Jegada de largo e 3(8 de gros-
sora, 6 iencoes de dito dito de 1|4 de arossora
eom 80 polegadas de comprmanlo e 30 de larga-
ra, 6 ditos de dito dito de 1(8 de grossora com 80
Solegadas de eomprimento e 30 de largara, 12
i tos de dito dito de 1(4 de gros.-ura, 3 ps de lar-
go e 6 de eomprimento, 10 duzias de limas aor-
tidis, sendo 1 duzia de limas murca, 24 laaternas
de vista, 4 libras de liaba eras, 10 pecas de tona
larga, 10 ditas de dita estrella, 10 moitoes de 6
polegadas, 10 dilos da 8 ditas, 40 Arrobas de ocre,
100 arrobas de oleo de linbaca, 11 pinceis peque-
nos para tracar, 6 ditos de peona, 10 pateseas,
1,000 paosdeqoeri, SOpratosde folha, 100 paes
de ferro, 20 libras de secante da unco, 5 arrobas
de secante fezer de ooro, 5 arroba do ebo em
pao, 6 dnzias de taboas de assoalbo de pao carga,
4 dazias de taboas de cedro de 1 polegada, 1,600
libras de tinta branca de zinco, 60 latas de dita
verde ingleza, 20 latas de dita preta, 2 pecas de
tapete, 30 travs de 35 palmos de eomprimento e
8 polegadas de tace, 3,000 lijlos de rogo, 2,000
ditos de ladrilbo, 1 torno de 6 polegadas para ban-
ca las e60 arrobas de zarcao.
Sala das sessdes do eooselho de compras de ma-
nnha de Pernambaco 23 de dezembro de 1871.
O secretario,
Alexandre Rodrigues dos Anios.
Obras geraes
A 4 de Janeiro vndooro,ai 12 borai da manba,
na casa de residencia do engenbeiro das obras ge-
raes, lera logar a arrematado dos cenceos pre-
cisos na casa das audiencias adietaras desta ca-
pital, na Importancia de 1:938*988. O orcamento
e clausulas ospeciaes podem ser visto na casa do
mesmo engeDheiro.
O engenbeiro,
N. Peitosa.
THEATRO
RIO DE JANEIRO
Para o indicado porfl o patacho Cassilha, qaem
nelie quizer earregar, dever tratar a ra do Vi-
gario n. 14, escriptorio de Jos Lopes Davim.
PARA
PORTO
Vai sabir multo breve o brigue portuguez
(/nido; para carga epusageirot tratt-ee eom
Soares Primos i roa do Vigario n. 17.
Aracaty por Maco
Vai seguir para o doas portos cima o hiate
D. Miza ; para o resto da carga trata-se na ra
Do Vigario n. 26, 1* anlar.
LEILOES.
C0MPANHL4
DOS
TRILHOS OREAROS
?


[1
um 16*00(
duzia
ama

par
kilog.
Varas para pescar. '. .
dem para aguilhadas .
Idem para canoas.....
Cavernas'de sucupira(em obra)
Eixos de cicupira para carro. .
Uelaeo........
Mei de abelha.......
Milho..........
Ossos
Palha de carnauba.....molhos
Pechury........kilog.
Podras de amolar
Idem de filtrar......
dem de rebollo j
Pennas de ema. ......
Piassava.........molhos
Ponas oa chifres de novbo oa
20*000
1441000
?6*000
33
6*000
2*i00
6*000
1*000
3*500
16*000
38
323
68
16
| inspector da alfandega faz publico qoe
qaarta-feira 3 de jaoeiro prximo vlodoaro, de-
pois do meiq dia, porta da mesma repartilo,
sero vendidas em basta publica livre de direitos
ao arrematante 120 kilogrammas de cesta* de
vine em obras no valor total de 200*. a saber
80 kilogrammas de cestas para compras no valor
de 40* a 500 rs. o kilogramma e 40 ditas peque-
as para costara no valor de 160* a 4* o kilo-
gramma, as qaae vieram do Porto na barca por-
lugueza Social, entrada em 18 de julbo ultimo.
Alfandega de Pernambnco 29 de dezembro de
1871.
Emilio Xavier Sobrelra de Mello.
O inspector da Alfandega Su publico qu"
Oca trauserido para sexta- feira 5 do crreme
leiiio das 10 caixas eom v:dros da marca BO an'
nunciado para boje e qae por falta de licitante8
deixoa de ser effectaado.
Alfandega de Pernambaco, 2 de Janeiro de 1872
Emilio Xavier Sobteira de Mello.
cento
kilog.

par
kilog.
>
817
31
18
34
4*796
160
2*800
348
10
2*042
800
340
476
1*200
204
380
768
1*200
969
Alfandega, ae Peruambaeo, 30 de dezembro de
1871.
O 1/ conferenteManoel Soares Fortuna.
O 2. conferente Joaqutm da Coita Rtbeiro.
Approvo. Alfandega, 30 de dezembro de 1871.
Emi'.io Sobreira.
Conforme.Joaqun Tertuliano de.Hledeiros.
RECEBEDOR1A DE RENDAS INTERNAS
GERAES DE PERNAMBUCO.
ftendimento do dia 2 1:007*760
1*000 roes e mais decretos em vigor.
vacca......
Sabao ......
Sal. *.....
Saisaparrilha ....
Sapatos de couro braneo
Sebo ou graxa emrama
dem em velas. .
Sola e vsqaeta*.....,
Tapioca.........
Unhas de boi...... cento
Vassouras de carnauba duzia
dem de piassava.....
dem de imb. i
CONSULADO
Rendimento do dia S .
PROVINCIAL.
. 10:500*178
MOVIMENTO DO PORTO.
:Vatnos entrados no dia Ia.
Macan4 das, hiate brasileiro Deus Te Guardt,
de 155 tonelada?, capillo Manoel Fernandas Sal-
les, eqalpagem 6, cirga 4*3 fardos de algodo :
Bartnolernen Lourenco.
Montevideo30 das, sumaca bespanhola Dari*,
de 142 toneladas, capii:*n Jos Piges y Maresta
ny, equipagem 10, carga 5,800 quinues hsspa-
nnoes de carne ; Joaquim /os Goncilve
BellrSo.
Navios entrados ndia 2.
Barcelona63 dia?, patacho oe^pauhol Pelayo, de
142 toneladas, capito Jj? Garrega, equipagem
10, caiga vinbo, Perein Carneiro A C.
Rio de Janeiro15 das, lugar inglez Aspasia, de
193 toneladas, capito I. II. Wiibam. esaipagem
8, em lastro, a Th >maz Jefferies A i C.
Observarflo.
Nahoave sabidas,
EDITAES.
Per inte a cmara municipal desta cilade
estaro em praca nos dias 29 e 30 J correte, e
2 e 3 o mez de Janeiro vindouro, para ser arre-
matada por qaem menor preco offererer a obra
Ja constracQdo de 21 pares de catacumbas para
adultos e 20 pa
oecessita o cemit- rio pnbli-o desta mesma cidade,
orcadt na quntia de 6:369**: a-ioellas psssoai
que quizerem arrematar a dita :bra, nibHilaV-'M
oa forma la le.
O orcsmeolo da obra acba-e na ecretatia da
misma eiraara, onle ser faclilfado os prtleri-
dene.
Faculdade de direito
De ordem do Exm. Sr. viscoode direetor, faco
publico qae a inscripcao para os exames de scien-
cias no prximo mez de fevereiro se abrir oo dia
10 do orrente e contmuara al o dia 22.
O qae se pretender inscrever dever faie-lo na
secretaria desta faculdade por meio de requer-
raenlo ao Exm. Sr. director com declaracao da
materia em qae se tem de inscrever, e alt&tado
do director do eollegio cu professor que o hraver
ensinado, certincando a soa habilitaco : a letra e
asignatura do requerimento devem ser do pro-
prio pooho do examinando ; tudo de cooformidade
com i.s artige3 1* e 2 das nstruccoe3 que laixa-
ram com o decreto n. 4430 de 30 de oalubro de
1869.
Secretaria da faculdade de direito do Recife 2
de jaoeiro de 1871.
Jos Hioorio B. de Ueneze?, .
Secreiario.
O capito Manoel Antonio Ribeiro, juiz di paz l'
votado desta fregoezia do Recife, em virtud" da
le, etc.
Paco saber queriendo o Exm. Sr. presidente da
provincia, mareado novamente o dia 11 de feve-
reiro prximo faturo, para se proceder a tleicao
de um diputado a assembla jeral legislativa, aiim
de *er preenchida a vaga que se dea eom a es-
colba do Exm. Sr. Francisco do Reg Barro; Bar-
reto, para senador. Conv co aos eleitores geraes
desia freguezia, que coroparecam no referido dia
11 de fevereiro, na mairiz de Sanio Antonio ai 9
oras da manba para se proceder referida e'ci-
cao e mais actos concementes ao mesmo tbjeeto
de conformidade com a lei regalamentar das pIh-
Quinta-feira 4 de Janeiro
Magnifico espectculo
3.* REPRESENTACO DO
RE do ar
sob a
Ilainlia do ar,
Com o concurso da Companhia Dramtica
ilirecco do actor Gnerreiro.
Pela primeira vez o Sr. Prederico Aireo repre
sentar o muito assombroso e brilhaote acto ae-
reo, intitulado
A passagem de Hercules
ou
Homem ms^a
PROGRAMMA
1. PARTE.
A comedia drama em om acto ornada de msica
Os veteranos da guerra Penin-
sular.
2.* PARTE.
O magoiQco e perigoso acto intitulado
Passagem de Hercules
ou
loinem mosca,
por Frederlco Airee, graodd acrbata ruso.
3.' PARTE.
A comedia em 1 acto intitulada
Leilflo
DE
500 saccas com farinha de trigo aviriada.
HOJE.
S o correte
0 agente Pestaa far leilo, por conta e riso
de qaem perteacer, de 900 saccas com farinha de
trigo avariada, as quaos serio vendidas em lotes
vontade, no da cima 3 do crreme, g 11 ho-
ras da manba, no trapixe do Bario do Livramco-
to^no Forte do Mallos._____________________
LEILO
DE
MOVIS
louca e vidros
Quinta-feira 4 do corrento
Sendo 1 excelleme pianno, 1 mobilia de faia
eom 12 cadeiras de goaroico, 2 ditas de bracos,
2 ditas de balanco, 2 eonsolos e jardlneira com
pedra, sof, i rica secretaria de mogno, 1 impor-
tante meza de Jacaranda, 1 relogio de parede, 1
estante para livros, (envidracada) 18 cadeiras para
sala de jamar, 1 rico qaadro e 1 cama franceza
de Jacaranda.
Urna grande commoda, 1 lavatorio de mogno, 1
rico par de jarros grandes de porcelana, 1 grande
espelho, 1 mesa elstica de amarello eom 6 ta-
boas, 1 cadeira de bataneo americana. 1 meia com-
moda de amarello, 4 quadros grandes, 1 sof de
amarello, 2 transparentes, 1 veneziana, 1 lavato-
rio com espelho 1 cama para menino, 1 appare-
Iho de electro prata muito fino, loarla de jamar,
dita de almoc?, copos, clices, garrafas, facas mui-
to fictas, trem de cosinba e nitros mnios objectos
de uso de orna casa de familia qoe se retira para
fra da provincia.
O Dr. Paulino Rodrigues Fernaodes Chaves fa-
r leilo, or intervenco do agente Martin, de-
todos os movis cima descrilos existentes no
sobrado n. 21 da ra da Aurora, principiando s
10 horas do dia cima.
RECIFE Jk OMHD.%
e Beberibe
Preuno se aos Srs. passageiros do Re-
cife e de Olioda qoe nenbcm poda entrar
nos trens ordinarios lem mostrar o sen bi-
lbe te na pjrta da sabida da sala de es-
pera.
Recife 28 dezembro de 1871.
O gerente.
G. R. Campello
i
COMPANHIA DOS TRILITOS URBANOS DO RECI-
PE A OL1.NDAE BKBER1BE.
Tendo appareeido ltimamente moitos bilhetes
falsos da companhia de tnlbos orbaoos do Rec fe
a Olinda, os quaes nenbum valor tem, previno aos
Srs. passageirosdequet deem acedar bilhetes
desta companbia sendo eotregoes ptlcs cheles de
ostaco co pelos con doctores.
Recife, 30 ds dezembro de 1871.
O ereot,
G. H. Campello.
AVISOS DIVERSOS
Correio Pernambu-
cano.
O proprietario do Correio Pernambucano, tendo
de retirar-se desta provincia, vende a empreza do
mesmo jornal : a tratar na ra do Imperador n.
27, 1 andar.
Jo&o Aiwstacio Camello
Pessoa.
O joiz de direito Caetano Estelita Cavalcante
Pessoa, os mejores I s Thomaz Cavaleante Pes-
soa, Dfcltim Lias Cavaleante Pessoa e D. Tnereza
de Jess Cavaleante Pessoa, (irmios) e mais fbos
e cachados do fallecido capito Joan Anastacio
Camello Pessoa, pansidos da mais acerba dor.
moilo agradeeem a todas as pessoas de soa ami-
zade que acompanbaram o fallecido ao sea oIImbo
jazigo oo dia 31 do pro timo fiado ; e pelo presen-
te de novo coovidam aos mesmos amigos e nais
prente?, e aqoelles querer falta involuntaria dei-
xaram de ter sciencia, fazerem o obseqoio de as-
gistirem a missa do stimo dia, qae teri lagar na
sexta-feira 5 do correte, as 7 horas da manba,
oa cape Ha do Hospital Portuguez, pelo qoe se
mostraro agradecidos.
" eV .
Coronel /os t'etlro Velloso da
5lveira
No dia 8 do corrente, 1* aniversario do fallec-
ment do coronel Jos Pedro Velloso da Silveira,
celebra o padre Jos Eleves 'Vianna orna missa
oa matriz da villa do Cabo, o convida a todos os
prenles e amigos residentes na dita villa, para
assislirem a este acto, qoe tora lagar pelas 7 ho-
ras da manhaa.
0 to torquato
4." PARTE.
Duplo trapesio
E para qoe ebegue ao conhecimento de todos,
mandei passar o presente para ser publicado pela
imprenta e afflxado no loirar do cosame.
Dado e passado nesta fregoezia do Recife aos 2
de jaoeiro da 1872.
o J:s Soocalves de Soura, e.-crivo o eserevi.
Manoel Aatvivo Ihbeiro.
DECLARACOES
SANTA CASA DA MISERICORDIA DO RECIFE.
A [lim, juota administrativa da Santa Gtfsa de
Miericordi do Recife, manda fazer publico qae
na sala de suas^esUe?, no dia 4 do mez de janei-
zerabro pelas 3 horas da tarde, tem de ser arre-
matados a quero mais vaotagens offerecer, pelo
tempo de um a tres annos, as rendas dos predios
em seguida declarados.
ESTABELECIMENTOS DE CARIDADE.
Ra larga do Rosario.
Segando andar do sobrado n. 24 A. a
Roa do Prdre Florianno.
dem d. 47.........
dem idem n. 17.......
Roa da Gloria.
Casa terrea n.* 61......
^PATRIMONIO DOS ORPHAOS.
Roa de S. Jorge (Pilar).v
dem n. 108........20o000
Idem D. 98.......... SiOO
Os preteodeotes devero aprezeotar no acto da
jrrematacao as suas Caucas, oa comparecerea
icompauhados dos respectivos fiadores.
Secretaria da Sama Casa de Misericordia do fe
eifo, 29 de dezembro de 1871.
O escriVao,
Pciro Rodrigues de Souta.
3O8J000
180*000
t204000
240/000
Coiseio de compras de na-
riolia.
O eooselho promove no dii 5 de Janeiro prxi-
mo vindouro, i vista de propostas recebidas al
as 11 horas da manh-', a compra seb as condi-
coes do esiyli, Aos objectos do material da arma-
da se|uintes :
6 bar U de alcatro, 4 barras de a;o batido de
Eopoca de 2 palegadas do largo e 4|8 de grossora,
OO irroelas de cobre de 3(8, 4|8, 58 e 6|8, 40
arrojas de alaagre, 30 medidas de azeite de pe
xe, 4 arrobas de agaa-rar, 8 dozus de brecha;
soriidas para pintar, 8 ditas da ditas dita para
caiar, 100 covados de baelba para cartuchos. 2
bandeiras oacloaaes de 6 panno--, 10 pecas de
briro, 50 baMes ferradoe, 6 vardes de cobre |ia
3|8, 4(8 e5(8, 40 bracas Je correot9 de 4i8 da
grosrara, 20 cadinhos -je lapis de ns. 3S a 80,10
arrobas ds er, 10 arrobas de colla da Babia, 20
croques do ferro, 2 pecas de ab de linho de 8
polegadas, 2 ditas de dito de 4 1|2 ditas. 6 ditas
de dito de 3 1|2 ditas, 0 dias de dito de 3 ditas, 2
ditas do dito 3j i d tas, 10 jadernaes de 12 polo
gadas, 19 ditos de 6 dua<, 10 ditos de 8 ditas, 3
lencaes de cobre de 8 0) cera 2 ps de largo e .3
I{2 de eomprimento, 0 arrobas de estopa da tr-
ra, 20 fechadaraa de broca rortidas, 3 arrobas de
fio de veln, 18 v;,rje4 de ferro inglez de 38, 48,
H8, G|8, 7i n 8]3, !>0 di'. da. dilo qoadrado de
oS de gro-rjri, 4 ditos da dito de i 1|4 polle de grossnra, 6 diins de dita eh barra de 3 pole-
gadas de largo 34 de rc-sara, ) djtej Je dito
de2.?'t; ifllaf?) -i ,(.i de' gro*-u, i>
dit.ia ce diw -ie 112 pofpgdss do largo e -3;4 *
enm novas arriscadas sortes pelo rei e rainba do
ar, Ooalisaado este liado trabalbo com a muito
elegante
Desoda dd Mercurio
pola Mis; Nellie Forrester.
5.' PARTE.
A comedia em 1 ac'.o, lotitalada
As pequeas miserias
6.* PARTE.
Concluir e'te brilhante espectculo coc o sor-
prehendente acto, imitado
AEREVOLANTE
pelo rei do ar.
Os intervallos sc-rao rpidos e o divertimento
variado.
Os bilhetes acham-se a venda no escriptorio do
theatro, no da do espectaeolo das 9 horas em
diante.
PREQOS:
Camarotes com 6 entradas 150C0
i^adeira 2|000
-Jeral 1*000
Principiara s 8 horas.
TEEATBO
SOTO
Brevemente serao exhibidos ueste theatro
sorpreheadentes
PAfORi]fLl
das- cidades de Lisboa e Port de ISO metros d
eomprimento sobre 4 1)2 de altara, cada um.
Piolara dos 'distfoctos scenograpbos portngae-
zes Procopio e Lambertioi, seb a direcc.ao de Rem-
bois erCinaiti.
Previne-se ao respeitavel publico que estes pa-
noramas nada tem de coramum com os quadros
photographicc< apreeenlados nos espectculos i
Taborda
Sao de genero totalmente diverso, e ao contra-
rio je.-tes mereceram os applausos do publico, e
imprmsa do Rio de Jaoeiro, onde foram exibi-
dos mais le eem vezes.
Muito brev era Ingar tambem a estreia do da-
Halo actor poriaguez
Garlos Rodrigues
que de passagem porta capital pretende dar s-
gaos espectculos dramticos.
4VIS0S MARTIMOS.
DAS
Messegeries maiitimes.
At o dia 10 do corrente mez esptra-se da Eo
ropa o vapor fraocez Amaione, o qual .depoia da
demora do costme seguir para Buenos-Ayres.
locando na Bahia, Rio de Janeiro e VIoofcvido.
Para condic^es, fretes e ja>ssgetas, trata-se na
agencia, roa de Commercio o. 9. .
No dia 11 do corrente mez espera-se dos |Kr-
tos do sul o vapor francs Gironie, coramaffdanle
S mer, o qual depois da demorado costme goir para Bordos, .tocando em Dakar (Gore)
t Lisboa.
Para conaicoen, fretes e passagens, trati-se oa
jgwciJ. ra do Commercio o. 9.
PREPARATORIOS
PARA
Fevereiro e raarqo.
Jos Soares d'Azevedo, professor de lin
gua e litteratora nacional no gymnasio pro-
vincial do Recife, tem aberto em sua casa,
ra B lia n. 37, as seguidles au'as de pre-
paratorios para 03 esludaotes que tiverem
de fazer exame em fevereiro o marco prxi-
mos : ;
RHETORICA E POTICA
PHIL0SOPHIA ;
GEOGRAPIIIA ;
HISTORIA ;
Alera desias aulas, conlinuam as Je fran-
eez e portuguez durante todo o aono.
Dirigir-se residencia indicada, de ma-
nhaa at s 8 horas, e de tarde das 2 s 5
horas.
Traosfere-se doos annos de resto do arrenda-
mento de um eogenho grande e d'agaa com safra'
no campo para cerca de 1,000 pies e outra fun-
dada para ser c Ihida al maio de 1873 : dista da
estacao de Una 4 legras, e ha facilidade em i bter-
se continnacao no arrendameoto. Paz-se nogocio
por metade de sea valer, o pira maior explcales
se enteodero cora Jo- Victorino de Paiva em
Una. on na ra Nova o. 14.____
\:SU
ue
V.
s.
DA
co
Bom Succes-
cifi sua capella na cidade
so
de Olin la.
No da 5 do corrente, as 6 1|2 horas da tarde,
ser bastalo o respectivo e-iandar1.-) ao som da
masica marcial do 2* batalbo da guarda nacional
do municipio do Recife.
No dia 6, pelas 5 horas da manhaa, ama salva
>ie 21 tiros annuneiar a festividad? de tao excelsa
Senli ra, (jcando nesta ccca?io a referida msica.
As 11 horas entrar a fe-t.i, sendo regida a mu
>ica da orchestra pelo professor Tobas de Santi
Amelia Nery da Barcellos, oceupaodo a tribuna
sagrada o revereodo padre mestre Amonio Je
Mello e Albuqoerque, ji to conbecido por aa
etiquencia.
A tarde a mesma msica do 2 batulhao tocar
alguraas escolhidas pecas Je sea repertorio em
frente da capella, e subir ao ar diversos balSes.
A Doite haver Ladainha, depois do -qoe ser
tirado o escodarte com aquella pompa e diencia
devid.
Dar flm a toda a festa um grade e rico togo
artificial fabricada pelo hbil artista Jos Fran-
cisco Alves Monteiro, tocando sempre nos inter-
vallcs a referida msica.
Os encarregados dessa feltividade nao se tem
poupido para o sea brilbaatisnv, e para cujo flm
espera a coocorrencia do respeitavel poblico e
toda tranqoilidade possivel.
Mj abaixo assignados lemos tiesta Jta Jis
solvido a sociedade qae tinhamos na taberna sira
raa Imperial a. 208, flcaolo a cargo do socio
Amorim o activo e jiassvo da raasma sociedade,
e o socio Fernandes'pago dos lacros que Ihes to-
caran). Recife. 31 de dezembro de 1871.
Manoel Martios i* Amorim.
Antonio Felippe Feraan'lss.
Nest i typographia se
dir quem precisa alug^r
um preto de mnaidade.
Casas pira alugar.
Alaga se a casa terrea om 3 portas, de frente
no larg) do Paraizo n. 4.
Urna boa casa com daa; sala, gabinete, cio
qnarto?, eosioha quintal eom porta3 no arreado
do Porto da Madelra era Beberibe com fondos
pra o excelleote rio.
Urna peqoeaa casa moito fresca e em lugar
agr lave' no Caxacg entrada do Ambo! ao lado
da casa do Sr. Manoel Peregrino, a tratar na roa
de S. Francisco n. 0.
l'recisa-e de una ama
para ca*a de famila, que sai
ba cozinhar e teuha bja con
na'rua do Vigario o 5, 2' andar.
dncta : na raa do V
Roga-se. ao Sr. Dr. Maximino Mouiarroyo
qae comparee na rna de Pedro Afbnso, 2rma
zem o. 7, a negocio que o mesmo senhor nao ig-
nora.__________________
Prectsa-ae de un a.ui joe e ioho e
eogomme : na ra nova de lata Rita
o. 57, terrina. j
D. Amia L^ite Telles.
Joo Baptisia Telles, Mu1 da Liz Leite da Ca-
nha, Mariana LeMe da > Iva Hosa e Beoto da Silva
Rosa, viuvo, irmaas e cunhado da tinada D. \nn
Leile Telles, vem pe!a presente agradecer a tolas
as pessoas que se ti^naram acorapaobar os ?-;i-
restos raortaes ao cemiierio poblico ; e de dovj
os coovidam para assislirem as missas do stimo
dia, que pela mesma finada se ba de celebrar oa
ir-ja lo Espirito Saoto, sexta-feira o do corrente,
pelas 6 horas da raaoha ; por cajo cbseqaio nos
confe . Silva 4 Jv'aqaim Felippe declarara qae Jos
do Reg> Araujo despalo-se da caixeiro de sua
casa commercial o.m 30 le dezemiro ultimo. Re-
cife 2 de Janeiro de 1872.
Leitnra repentn.
Hethoilo Castllho.
O abaxo assigoado, professor partico'ar de in'-
trucclo elementar pelo methodo Cast.lho, tend>
chega-o do setlao, onde demorou-se por espac>
de 18 mezes, o) tratimento da sade de orna soa
(liha, scient'Mca a'> r-?peitavel publico e prnri-
pa'mente aos pais de seus amigos alomaos qne do
dfa 8 ao correte mez estar aberta a sua aola
ra velha de Saota Rita r>. 25,1 andar.
Manoel Jos le Farias Siniet.
'
.'rimeiras letras,
Maris Barlholeza da Conceicao pirticipi *.>*
senhores pa>s de snas alumnas, qae lbe Qzenm a
honra de Ib'as ccnilarem at o presente, para Ihe;
ensiaar as prime.iras letras, ccsloris, etc., assim
como, rogn toe demais senhores que Ihe quizerem
dar a mesma h tora, que su aula estar aberu
do dia 10 de Janeiro em diante, raa da Matriz
da Boavsu n. i m& ESCOLA PARTICULAR. A
19.--------ROA OA PRRHA.----------19.
Ni Anna Senhorinha Moneiro Pessoa.
^ Materias de ensino. Todas as que com- &>
S preheadeai a instrucci) primaria.To-
ftt os trabalbos de agulha, ioclusive bordado
~jx de boro.Florea etc.
*2 Ensina-se msica cem previ* ajaste.
2H Tambem recebem-se alumnas internas.
m& &$$* *** \
* m a rrecisa-se de ama ama para
.1 .TI/1l comarar e coziubar : na roa de
Pedro Xffonso n. 53.1* andar.__________;
0 pi es de campo
Preci.-a-;e fallar com os seohores ctpiSes de
campo : no pateo do Carmo n. 4, a negocio do
seas inferes es. J
U-se alguns cjnios de ris a premio sub
hypotheca em predios ue>ta cidade : na roa dt
Carr.ba do Carmo n. 21, andar.
1
\M
PreeiS't-rs de uin titor d^udo provas de soa
.'onlacta : roa do Irnpendor o. 22.
Piimeiras letras.
Jos fie Bitencoort Amarante, agradece cordeel.
mente todos os Srs. pais de seas alumnos, qte
Ihe flzeram a honra de Ih'oslcvnarem t ao prseos-
te para Ihes eosinar as primelras letras; assim i
mo aos msU senoores qoe lbe quizerem dar
mesma hoora. Os meoioos aqui sao leecionad
pelo nanonciaote e por ama de soae educaadas
qae pare isse esli habilitadas ; pois os deei-
rides s-mpre ensinam iooorreciamente e cm
mais trazo. Sua eseola estar aberta do dia 8
ero diente : a roa da matriz da Boa-vista e. jt
No dia 25 as it horas da ocote do mez pas-
sado, entrto oa coxeira de Antonio PererTdc*
Saotf.s a roa da Paz n., doos caroeiros; a fuun
for seu dVrao lbe ser entregue dando os slgnaes
ce;los e pogando as despezasdos mesmos lo ar.-
aancio. U anaaciaote nio se retipoosabilia j x
fuga dr.s mesmo._________________
. A!uga-se urna escravapara servido
na roa do Imperador d. 30.
*CJ'
I
/

T-_-------------


*
Dar y..'
Ti
i
JMo Aires
de, previne
liso assigni
> da Silva,
eonvier, que% me sen ijenro nao ple
ir nem a qaalqoer oatro titulo dispdr dos
bena que possue por ssreea todos, dotte de sua
ranlaer, filha do abaixo assigoado, canto consta
da escriplura antenupclil celebrada era dezembro
de B67 em nota do tabeflio 'Porto Carreiro, do?
quaes ben.i 6 apenas asoftuctnario o referido' seu
gearo. faeife r* de Janeiro de 1871
Jos Francisco Xavier de Helio.
; hv*
Aans Rom m iaaCos.
Jlo Perreira dos Sanios Junicr, Manoel Fran-
cisco Marques, Anoa de Jess Magalbaes Santos,
Margirila d'Assumpcio Perreira Marques, seos
Albos, agradecen! a todss as pessoas que assisti-
rara ao enterro de sna prezada av ; e rogara de
novo aos seos parentes e amigos o caridoso obse-
quio de assistirem a missa do stimo dia, que se
ba de celebrar na veneravel ordem terceira do
Careno, pelas 7 horas da manhaa do dia 3 do cor-
reo*
Precisa-se
r' i
De ora hornera forro ou escravo para carregar
JBa pidana a fia da Mrquez do
* tamiem precrsJse de nm m
attn dos melhores esfebeScimentos em
Amaro de libjatao : trae* na ra de S. FrlaV
efeoo n. H
Oes Dias do i
casa em que moro.
Pede-se ao Sr.
qoe vi pagar os aligtiew d
sita mallos Coelbcs n. tt._________________
' Precisa-sa rlbe, oa povoco : a tratar na roa
do Vigario n. 16. 1* andar.
AOS 5.OOO4OOO
Esto i venda os felizes bilhetes da lotera da
lahia, oa casa feliz do arco da Conceicio, oja di
arives no Recite.
*
Cdese para pvssar festa por mdica qaan-
ta urna casa rauito fresca com i salas, 5 qairtos.
cozinha, copia e cacimba; em Sant'Atina : a tratar
no largo do Panizo n. W, 2* andar.________

Sha*. Hawlces 4c C. faxem scieote que ellei
tera sdmlNdo como ocio oa sna casa commer-
cial nesta praca o Sr. Gurtherme Alexandre Camp -
beli desde boje ; continuando a oes* a gyrar sob
a mesma firma que antes. Pernamboco i* de ja-
peiro de 1871
a Precisa-se de urna ama : na ra
imlTJljm do Encantamento, taberna n. 11.
Ama particular de iastruc-
$o prima ia.
lianoel de Souza Cordeiro Sinooes avisa os se-
chores pas de seas alumnos, que no dia 8 do cor-
rele abre sua aula i continuar seas esercieios,
na mesma casa 0. 16 da roa travesa dos Bxpos-
tos ; e ao respeitavel publico, que eontint ad
raittir aiamnos externos e internos, pensionistas e
meio pensionistas. .
fJ
AVISO.
AMA DE LEITE-
Precisa-se de urna na ma do Crespo n. 7.
Aluga-se ora escravo para todo o servico in-
terno e externo da typograpbia Mercantil, ra do
Torres n. 10-______________________^__
Amassador.
Contrata-se nm bom amassador que salba cortar
bolachas, para urna padaria em Natal, capital do
Rio Grande do Norte': na ra do Mrquez de
Olinda n. 40, 1* andar.
Precisa-se de ama ama livre oa escrava
para casa de pouca familia : na raa da Saudade
n. 37.
Manoel Morera de Souza eomprou per ordem
do Sr. Eufrasio Al ves de OHveira (de Maco) para
o Sr. H. J. o bilbete iniero garantido d. 3726 da
lotera 220 que tem de correr no dia 4 do cor-
rate.
AVISO.
Tendo.se urgente preciso de fallar ao Sr. Han-
ry A. Kranse, e nao sabendo se onde sua resi-
dencia, pede se-lhe o favor de apparecer na ra
da Lapa n. 15, prensa de algodlo.____________
Empreza do gaz
Pernambuco.
Esta empreza tem um lindo sortimento de can-
dieiros, arandelas, pendentes, etc., tanto em vidro
(crystal) como em metal, e ama variedade de glo-
bos dos padrfies mais modernos e por precos m-
dicos. As amostras podem ser vistas no escripto-
rio n. 31 ra do Imperador. Ricos para gaz do
melhor feitio a 60 rs. cada um. As encommen-
das podem ser feilas por escriplo, na rna do Im-
perador junto a secretaria da polica, ou dirigidas
ao abaixo assignndo na fabrica S. Jos, que serio
promptamente attendidas.
Thos. Newbigging,
Gerente.
iOFINA
Roga-se ao Illm. Sr. Ignacio V.eira de Mello,
envi na cidade de N'azareth desta provincia,
favor de vir a rna do Imperador n. 18 a concluir
aquello negocio que V. S. se coraprometteu reali-
sar, pela terceira chamada deate jornal, em fin
de dezembro prximo passado, e depois para Ja-
neiro, passou a Cevcreiro e abril, e nada cumprio
e por este motivo de novo chamado para dte
m ; pois V. S. se deve lembrar que este negocie
de mais de cito annos, e qnando o senhor mi
Gao se achava no es nesta cidade
ESTAIMT
Rna do Imperador
/ n. 32.
Acbndo se prompto e preparado com todo
aceio elegancia, o proprletirio deste cstsb-Ieci
meato Mr. Chalx, declara ao respeitavel publico
desta capital e cora especialidade aos seus amigos
e fregnezes, que no dia de Janeiro do anno vin-
douro dar principio a abertura do sea estabele-
cimento, que' encontrarao a qualqner hora do dia
ou da aoute toqt proraptidio e aeeio, como tam-
bera atttt-ee preparando o primeiro e segundo
andar do mesmo estabelecimento para hotel intitu-
lado da Independencia e Jogo de bilhar que se
preteide abrir do mez de fevereiro em diante.
Loja para alugar.
No pateo do Terco n. 27 : trata-se na ra do
Imperador n. 81.
Caixeiro
Precisa se de nm caixeiro : no hotel do Univer-
so, rna do Commercio n. 2.

ALUGA-SE
por seis mezes urna casa bastante fresca, caiada e
pintada de novo, na campia do eogenho Dons
Irmios, defronte da estacio e muito perto do ba-
nho, com 2 salas, 3 quartos, eozinha e quintal
com algumas fracteira : a tratar na mes na.
Dentocher Huelfo erein, General Ver-
s^mmlung, Donnerslagden i ten. Januar In Lei-
den' 1 Lorabe ra ao Sebo, Zweck Rericbt des
Ausschusses un neuwahlen
H. Ledebour,
Seeretaire.
ALUGA-SE
nm lindo sobrado iravessa do chafariz 0. 11, em
Fra de Portas: a tratar com o commendador
Tasso._____________________________'
Trabalhador
Precisa se de um trabalhador na pharraacia
americana : raa Duque de Caxias n. 57, pre-
fsre-se e.cravo.
Traca-se notas do banco do Rrasil e de suas
nliaes na ra do Barao'da Victoria n. 63, mtiga
raa Nova, loja de Joao Joaquina da Costa Leite.
*$&$ mm m m&
2 Mlle. Marie Lavergne tera a honra de
<5? scientilcar as Exmss Sra--. que encon-
traio em seu sallo d 'at>e!lereiro a roa
. Primeiro de Marco n. I i. um lndo sor-
0
i
i
*
0
PROTESTO
O abaixo assignuo recebendo hi je noticia de
que o sea brigue Aureliano vai praca no Rio
Gnnde do Sni por ordem do juiz municipal e do
comiercio daquella cidade, sem ter sido intimado
de acto algum judicial contra elle, que dsse legi-
tiraidade a tal proc(dimento, vera protestar, como
prole-ta, contra a nulla veuda d) referido brigue,
e de lazer valer os seus direitos contra os aotores
de tal violencia. Pernaxbuco 29 de Jizen.bro de
1871.
Joaquim Francisco do Espirito Santo
\ D. Mariana Carolina Lobo
.re Real.
Travesa da toa da Palba a. 205,
TTKidar.
('.ASA PAWICULAR)
Ple admiuir em sua casa, a qual of-
ferece as methores eeiicSes de confor-
lavel oosnedagem, por preco mdico, al-
gama* pesioas ou familias do Imperio,
que pretendarn demorar-se em "
a pasaelo, ou por ^<^*jmm9'Vm
mae!Je,.qneiram derf4fa rna'
ro de marco, (antiga do Crespo ) n. 10,
n leja de fazendas dos Srs. Jos dos f
2 NeTe & Irmao, em Pernamboco.
Alaga-se a casa terrea n. 11 da raa 1
mira, Boa-Vista: i tratar na roa do ApoHo aun
re 20.
tPh
Alaga-se oa
sa e sitio da estrada des
flictos d. ti, o qaat tem
palmos de frente e cerca de
1,300 de fondo, com cacimba, fracteiras,
etc, assim coreo vendem-ie terrenos aos
lados do mesmo, tendo as frentes e os feo
dos morados, sendo na verdade excelleote
acqaisicio para edificago, n9o f por ser
bem perto da cidade, como por passar pela
frente a via frrea do Arraial: a tratar com
Antonio Jos Rodrigues de Sou7.a na thesoa-
raria das loteras on com Garlos da Silva
Araojo na roa do Bom Jess o. 23, araaa-
zera.
BAAR
DA
FESTA.
-


X


Oo Campos no armazem,
Qu-rn rivalisa ? ninguem I
Ha do rei a larga rna,
Para vender tem era sos,
Casa antiga e qaa ninguem,
O numero que a mesma tem,
Contesta ser vinte e olio.
Bolachinbas e biscouio?, u\u
Presuntos, eh e chenricas,
Arroz, pimtnta.e salchichas,
Doces, gelas, iraeixas
Quo quera comprar nao se queixa,
Por ser todo bom e tino,
Como seja o genuino, *
Do Porto vinho primeiro,
E o nio menos prasenteiro,
Pigueira sem confei;o I
Castanbas, sal, macarrao,
Conseivas, frectas, cerveja,
Para os patuscos na mesa
Pestejarem o bom anno,
Dia dilecto e humano
Que nos inspira o prszer
Pazendo a todos esquecer,
Entre familias unidas
De bellas mojas, garridas,
Os saudosos dias passados.
Fiquem bem desengaados
Que ao Campos compete
Dar estes goso?... Proraetie,
Vender ludo rcui barato
Rages, feijio, carrapato,
Chocolate em latinhas
De Nautes finas sarJinhas,
Passas, figos, em latas leite, k
De Portugal fino aiei,e-Afi.


1


Primeiro de Mrce n. I i, um
<|e tranca como
do cachos, e por preco3 muito commo-
dos; assim como am "viriado e bello sor-
{Jr, timento de perfumaras fran:ezas e ingle
zas dos raelhorcs fabricantes. Offerece
tarrbem as Ex mas. 5ra?. os seguintes
obje:tos que Ibes sio iodispen^veis, lia-
dos esoaitilhos a doqoeza, obra auno
bem a-.; t'ad, proprias para noivas, e ni
timimeme hegados; ditos mais inferi
res, ditos par a eninas ; bonitas ligas de
atda de aigodtvi; lindos pentes a Im-
peratriz, tanto de t; ta ^io para ornatos dos perneados, obje,c-
tos de aKima mala de Pariz, oe m?is bo-
& nites e moderos leqaes de osse, a imita
cao de marlra, pentes de ali'ar, ditos
para tirar polh's, te>ouras fiaas para
Q uofcas, escovas para (Jentes e pera nonas,
bonitas bolsirfhas para meninas, magnfi-
cos bouquets a ramos de flores artifl-
t0f ciaes, gravitas de seda e de cambra a
25 oraito bonitas, lavas de pt-llice, de seda
5R e de fio da Escocia, brancas, de cores e
JK pretas ( tarabem tem para bomem )
25 lindos boioee para punho, ramos de tlo-
19t res pra vestido, enfeites de palba para
itf i a. s, sapatos cbarlot, ditos aveludados,
25 ditos de tranca, bolinas pretas pira me- \
s9? ninas por barato preco, briaaoedos para
MC nwwnos, Hma inflnidade de ohjectos ^
Ct
aixeiro.
giPrecisa-so de um rapaz com alguraa pratisa de
paitara : oa roa Direita ns. 82 e 8i.
m
9
*

0

Precisa-se do urna ama pa-
ra ca-a de hemem viuvo com
um :i;!n, que seja capaz para
tomar coma de teda a caa : na ra d 1 Vigario
numen 33.
W
Roa manteiga franceza,
E supeTior Ingleza,
La de Minas fresco queijo,
Q'je a todos causa desejo,
Maraes, nozas e touiinho.
Do reino queijos fresquinhos;
Avelaas, btalas novis,
Ceblas e beas ovas
'Que provoca o palado/,
Fino doco de arag,
Charutos de toas marcas,
Caf, ararota era latas,
Champagne, bns pastilhas
Pudim em laias, ervilhas
>gnac e aya-pina
Doce fino de banana
Qaeiji suisso e londrin^,
ATienJoas, salame fino,
albos, vinagre, eitona
Fina genetira de Aliona
Do bnate, raassa boa
Do milho a (arioha, v3.
Peixes em latas, aletria,
R ootras muitas igoarias,
Que por este ir (indar
Deixo de mencionar.
Prometiendo de-ootras vezes
Nao majar mais os freguezes
Com annuncios sem val a
Como se faz todo o dia :
Pediudo smente que
Multas vesitas se d<5
Ao referido arrrazem ,
Para munircm-fe bcra
De gneros superiores
Por pre
; *.SK HA FORTUBU i *">
laioaAaaVifct-OI 5:000|
B\Bfflttes garantidos.
i m Primeiro de Marco (ootr'ora raa do
Crespo) n. 23 e casas do costme.
V'"t|blO tendido me se fI
ra n. 1*9 co ScQSOWOf,
~m 8OO4OOO, 9 aturas sortos
da loteri qaa se acanori
de extrahir (1I91), convida aoi posjttidores a vi
rem reeeber na conformidade decostume sem
descont algnm.
Acham-s a Tanda qs bilhetes garantidos dz
3.a parte das loteras, a beneficio da matriz de Se-
rinhiem (2501), que se extrahir na qainta-feira
i de Janeiro do auno viodonro.
4- HJOOS. MmMn
Btlhete inteiro 6*000
Meiobilhete A 3*000
Quarto 1*500
porcio de 100*900 para cima.
Bilhete iateiro 6*500
Meio bllhte S*750
Quarto 1*375
Manoel Marns Pian.
Cempanliia Aiiia?a
DB
seguros martimos estabelecida
na Babia en^ 15 de Janeiro
de'ie7.
i/.h
Ha Iravessa da fia
Grnzes n, % pri-
meiro andar, da-se di-
nhelro sobre penhores
di) oflro, prala e brilhan-
tes, seja pal for a qnan-
tia. Sa mesma casa com-
pram-se os mesnos me-
laes e peoras.
Monteiro

Por 300,000 ris.
Aluga-se urna casa na povoacao do Monteiro: a
tratar na taberna do Sr. Nicolao Machado Freir,
no mesmo lugar



Sociedade Emanci
padora
De ordem do Exro. Sr. presidente desta socie-
dade, faco pnblico que no da 3 de Janeiro as 6
horas da tarde, baver reuniao da dlrecclo no
sallo do Club Peroambneano.
Secretaria da So.'iedade -Emancipadora 27 de
dezembro de 1871.
Adolpho Lamenha Lins,
___________________1* secretario.________
Erocuradoria.
O solicitador Bargos Pooce de Len,
encarrega se de quasquer causas civis, commer-
ciaes, crimes e ecclesiasticas.'sendo que destas ulti-
mas especialmente a de divorcio, tem urna pratica
de 17 aonos; assim como se offerece a trabalhar
de partido por anno, tudo por ajuste razoavel e de
raado a satisfazer a seos constituintes. Declara
tambem aos que, por atiestado do respectivo paro-
cbo, provarera ser pobres, enjos direitos defrauda-
dos, quizerem defender, que nelle encontrarlo be a
vontade em prestar gratuitamente seus serviles fo-
renses : trata-ee na ra das Triucheiras a. 48, 1
andar, on na sala das audiencias ra do Impe-
rador.
CAPITAL.. Rs. 1,000:000*000.
Toma seguro de mercaduras e din';eiro a risa
narkimo em navios d reta e vaporas para dea-
to e fra do Imperio. Agenali a ra do Coov
nercio n 5, escriatorio de Joaquim Jos Gos*
'ylves Reltrao.______________
Precisa se de um paqaeno Br* eaxciro d
armazem de carne : na ra de PeJro Alfonso nu-
mero !9.


COVTRJl FOGO.
A companbia Indemnisadora, estabelecidt
wsta praca, toma seguros martimos aobre
iavio3 e seos carregamentos e contra toge
md edificios, m .Tcadoris e mobilias: ni
oa do Vigario n. 4, pavimento terreo.
Por todo prec-o.
que omlte.para se nao loriar eofadonbo.
Par a mais eammodidsde de*aas Ex mas.
clientes, tem preparado urna sala jue s
teto ingreseo nella as'senhoras une se
quizerem pernear em sea estabelecimen-
to era fslarem ex^oslas as vistas dos
mais con torrentes, e ser a ann uncante
quera se enearregar do traberho de pen-
tear.
0
&
s
i
Furto
Partaram outra vez na ooiie de festa o amigo e
moito connecido bichinho da ra trata do Ro-
sario n. 5, padaria : roga-se a qualqner pessoa
ue o encontrar o fwor da o nandar na mosma
ad^ria que se iratificar.__________________
AIXKIHO.
No listel da raa larga do Rosario n. 19 precisa-
> ie nm caixeiro que lenbs algnma pratica.
A'uga-se urna excellente casa iu Boa-viagem
cora commodos para gr*on familia, pintada e
caiada do ervo: tratar na ra largado Rosa-
rio n. Tt, botica.
Ignacio los Cabral faz s:ienie a seas nu-
merosas freguezes e anvgos que do dia l* de Ja-
neiro em diante acharao seus carros promptos a
partir desde as 7 da manhi at as 7 da tarde,
jonii ao arco da Santo Antonio._____________
Prensa hydrauljca inglesa, ra
Este estabelecimento" do V de Janeiro de 1872
em diante wba-3e de novo pri.ro|>to paralnspeccio
nar, reeeber em deposito e enfardar algodo, quil .!
qaer qa^ seja a quanliJade, com a {iromptidSo
que se |e desejar. O abriro assignado participa,
portanto aes snhores recebedores oe al^odao, qoe
estar sembr prompio a servi-loe com toda a
prestesa cf exactidio. Os armazens achara-se ater-
ios desde is 7 horas da fuanba at as 5 da tarde.
O preeo acra a-inspiv-*i), embarae e defflslto
dos algodees sei regulado-e secundo- o costnrae
da pra^a, a do enfrdamelo hydraalic" como se
convenci iam.
W.lliam Van Khan.
ios 5:000,5(000.
garatl(a darM>-
Tlnca.
Cristiano de Almeida Maraes, propelano
Ja eoxeira do paleo do Panizo u. 10. provine as
pessoas que com elle tem transaegoes, que nao
pagnem conta alguma, sem que esta esteja pelo
annunciante assignada, sob pena de pagarem de
novo.
Aloga-se o 2a andar no pateo do Terco : a
tratar na fabrica de cigarros (Actividade> raa das
Triucheiras o. i3.____________________,
Atoga-se urna casa terrea na ra do H spi-
cio com comraodos para urna grande familia: a
tratar na alfandega com ). C. Reg Valetta, ou
em Onda em cisa do Sr. Antonio Ramos. _
Aluga-se
^
Precisae.
Para casa de um no-
merr soleiro.^ue se trsta
com issSo, precisa-sede
urna senhora de meia
idade. e com jetante ca-
pacidade, ptra lmar a
*eo cargo tde o arranjo domestico; cotinhan-
das m vantagens, que mere:er stu bceom
por'hnelo : no Razar da Moda, ra Nata a. 30,
^e di^ con qqam sa traa.
AMA
30000 RS.
^a *a jir/ita do Rosario o. 33, primeiro su-
dar, caoinna-sa a forneier almcco e jannr para
fra, eoattgeii) e promplito, stnia para ires oa
quairo puoM reunida", a 30* por pesio, e se-.
do para aa .,> p. r 40*, nandndo se levar era
casa dos a,>i|C(D!f 9 s hjras qne os meamos de-
termmarem. .________
~"fteeisa se de oroS que rozmhe
coas prriofto, w*ra .-. de no
ljete rtftfrof A r:n 1-, \w;s
A M Asri
eco 33.
de urna ir.ttlhor parda ou fertiafia que tenha bons
costumes qee para lomar (h\.\ da c*fa de nm
hornera, tes-Jo em sna cc 8 aonos i uaefci pretenl"r pederi indicar aa re-
sidencia rna lirza do tii>ario n. id, loja.
Ao miiuifesto

Antes merecer e eo ter do que
ter e nao merecer.
Maita audacia, muia pretenri, moiu vsidade
emaita pomada, eis esprejiradj qua coehb-:e-
reas no cban^eKer pipelio. S.
Victoria,
Outr'w* ra Nova n. 63 e asas
do cofttvime,.
O abaao assignado acaba de v-ailer entre 01
teas mu elizes bilhetes a sorte de 39M09
em um-oilfcete inteiro do a.ili, a!m de entras
sortea meaeres de 1*000 e 20*000- da leteria qne
se acabou de extrabir (H5), aodendo sen* poseci-
dores virem receaer, que *romptamente sero
*gos- ,
O mesmo abano assignoo convida aotasno
:ave 1 publico para yireao a seu estaaeieeisaanu
somprar oe felizes bilbetes garantidos, qae aac
ieixar de tirar qualqaer preaio como proT pelo
oesmos annuncios.
Acbam-M a venda oe tac*) felizes bbotie |a-
rantidos da 5* part* *> loteras ero oene&ac< da
oairizde-Serinba-m aue m- extrahida su \i
aiuta-feira i do correa* ee.
fmKmt,
Inteiro 6*000
mios 8*000
Ouartos i
S-3 lOOdOOO para cima,
tmeire #500.
Meios S47.'
loarlos 1*373
Joo Joaauim da Costa LeHa.
O s'egundo andar do sobrado da ra do Vigario
i n. 80 : tratar na roa do Amorim n. 37._______
Boa eozinheira
Na roa do Pire*, sobrado n. 28, precisa-se de
uma*oa eozinheira forra oc escrava; p;ga-se
bem.
Os Srs. Jos frar.cfco \ii>eko de Sou-
za e Or. Francia Jos Rabello, o 1" pro-
prifii.rio do colle^io- de Santo Amaro e o
i" propiieiario de om ou ro col egi.\ s5o
rogados a nanluem a esta typograpbia a
negocio de imerpffo.
mmmmmnmmmsmm
ADVOGADO
D. JOA(L-m CORHA DB AlUJO
67Ra do Impwudob*J7
s
1
Preeia se dk ou caixeiro pira balcao:
oa ra de Hortai D. 1, ^_^______________
Hob. l/gtjt.,wn .1 C, madou seo escripto-
rio di roa 11 Miraues Je ada (outr'ora raa da
r-de'a n. 'i'.) para "a ;:. t Jo CnBhnrclon. IS.ou-
'ora ro? Jo Trjpxe.)
OGRANDE PURIFId\DOR DO SANGUE.I
Esta excellente e admiravel medicina, e
preparada d'uma maneira a mais scientifi-
ca por Chimicos e Droguistas mui doutos e
d'uma instrucco profunda, tendo tido mui-
tos annos de experiencia ao par d'uma ion-
ga e laboriosa pratica.
A sua composicSo nao consiste d'um sim-
ple extracto d'um s artigo; mas sim,
composta d'extractos d'um numero de. rai-
zes.vhervas, cascas, e folhas, possuindo to-
das ellas, sua virtude especial ou poder
em curar as molestias as quaes teem sede
ou essento, no sangue ou nos humores;
e estes differentes extractos vegetaes, acham-
se por urna tal forma combinados ponto
de conservarem em toda a sua forrea, o cu-
rativo especial de virtude, que cada um de
per si possue. A raiz da planta de Salsa-
parrilha, produzida as Honduras; a que
nos usamos nesta preparado, sendo a qua-
lidade que todos os mdicos mais presan
e estimam. Na composic5o da Sitlsa-
parrilha de Brlstol entra mais de 50
por cento deste concentrado extracto. Ella
o5o encerra em si cousa alguma, que pos-
sa por leve ser perigosa ou injuriosa
sade; e tanto n'este, como em quasi to-
dos os mais respeitos, ella inteiramente
diversa de todas essas mais preparacoes,
as quaes* debaixo do nome de Salsaparr-
lha, sao accondicionadas ou postas em gari
rafas pequeas, sendo receitada em doses
mui diminutas d'uma colher de cha poi
cada vez. Nos pelo contrario engarrafa-
mos a
SALSAPARRIRA DE RRISTOL
em frascos grandes, e assim por este modo,
dividimos com os consumidores, o grande
proveito e vantagem alcancado por aquelles
que acondicionam sua preparaejo em gar-
rafas pequeas. Cada um dos frascos da
nossa Miilsaparriika de Bristol
oonteem a messa quantidade igual porcSo
contidanaquellas garrafas.pequenas, e alm
disso, possue ainda muito mais forca e
virtude toedicinal do que aquella, que por
ventura se possa achar contida dentro de
seis garrafas de pequeo tamanho. Por-
tanto mui natural, que aquelles, que se
acham oceupados em preparar e vender as
suas producces, em garrafas pequeas,
murmurem e gritem contra os nossos fras-
cos grandes proclamando, que a nossa Sal-
saparrllha de Bristol nao possue a
menor virtude; porm quao effectivamen-
te sao elles postos em silencio, qnando indi-
aamos, ou simplesmente referimo-nos para
com essas centenares de certidSes e les-
teraunhos authenticos, por nos recebido
de todas as classes da sociedade, nos quaes
plenamente attestam o poder curativo e vir-
tudes maravilhosas da nossa.
SALSAPARRILHA DE RRISTOL.
A vantagem de termos os nossos pro-
prios agentes naquelles lugares aonde as
differentes raizes, drogas, hervas, e plan-
tas de que se compem as nossas medicinas,
sao produzidas, que nos habilita exer-
cer aquelle constante cuidado e disvcllo na
minuciosa escolha; e o que assegura e ga-
rante uniformidade de- excellencia.
Em quanto que, por outro lado, nos nc
nos poupamos nem dinheiro, nem dili-
gencias ; afim de alcancarmos o melhor
e nicamente o melhorde .cada um artigo
ou ingridiente que entra na sua composi-
?2o; pois levados e compenetrados da
mais firme e persuasiva confianca; que po-
demos fonamente dize'r aos doentes de to-
das as nacSes, e de todos os paizes que na
Salsaparrllha de Bristol. possucm
um remedio mais efficaz e seguro ; do que
aenhum outro, que vos tenha sido ofere-
cido at hoje, e o qual por certo nao hade
mallograr vossas expectativas, naprompta
e effectiva cura das seguintes enfermidades:
iia
Precisa-se de um eriAb : aa ru^iOaane d^C,
xlis a. 0, aedir. --y..
Joaquim Jpe Gonpal
Mtrao
N
el ^"98
Roa do Trapiche n, 5, t* andar.
Sanea por lodos na paajaetes aobre o banco de
liotao, em Braga, e sobre es seguintes lagares *a
Portugal
\
isbaa.
Porto.
Valeura.?
(iuimares.
Coimbra.
(Ihaves.
Viseo.
Villa do Conde.
Arcos de Val de Vez.
Vianna do Castalio.
Ponte do Lima.
Villa ReaL
Villa-Nova de Famelico.
Lamego.
Lanos. i
Covilha.
Vascal (Vlpasso).
Mirandoll*.
Beja.
Bareellos.


?

-M
I

X

AVISO
Corris & C. avisara aos seus numerosos fre-
guezes e aim (speciaiJade o retpeilavel corpo
do commercio, que mudaram s-u esubeliciraento
para a ma do Imperador o. ?0, aniigs roa ao Col-
legio.
.Msm&jmMmmwmmmMwWjmmj
M' nte pi porm^uez
?os l"edro cayo de Blraada.
QuarU-fe'ra : de Janeiro pr.iximo, pelas 7 15
horas da machia, manda a directora do Mtnie Pm
Porlnguez resar na igffjs da ordem tereajp do
Carmo urna mi>sa pyr afina de tea socio ^m^d Pe-
dro G-yo e Utraada, para cujo acto convidaos
senhores a-O-'ii-.d^ s --. assistirem ao dito actn.
Secretaria do Mmte Pi Portognez era Pernam-
buco 29 de dezembro de 1871.
J. C. Lima,
* secretario.
COMPRAS:
Compra-o joroaes para
do Crespo n. io.
embrulho : Da la
Vr;NBAS.
Formas p;ra podas e can-
gica.
.Aloja de leudada ru Primeiro de Marco n.
16, de Bernardino Duarte Campos & C.chega-
ram as mii'io destjada* f^rma* de louc* Par* P"
dins e caagica, as qaaes se viuitm por iiodico
prejo.
GAMIil
A 3.000 rs,
H
X i
Camsraia tr;nsparrnte com lOlja^Hasn 3'tOOi".
a pe^a, pechlncha : na ra-do Crespo n. 20, loja
de Guilherme Carneiro da Conha.?1.___________
Vende se ama victoria em perfeiio estado, eom
ama parelha de i/xeelrentes cavados ou ern elle* :
para ver, na joel ira Sr. K^raes, ra da Roda
n. 60, e para tratsr, na ra da Cadeia do laclfe
o 30.
negocio
Vende-se a liberna ie rna da Th -n de Soaza
antiga rna da Liogoes o. I, hartan'- afregutzala
para a tprra e m?rimi< : a tratar v. -> '
..-Vndese borracbi e-prime ra i^uaiidade
(jara ilmas : na raa rtiriu. eswl"*eelmeato d-
Sr. Alcntara o. 8, na ptd-srh lor '...
iO, enali n^ad.i Sr Prix'ti 118, em ruado
l-npsrador. arraaz*m l-'iielii.>-. dj Sr. t<**nn8
Jos Ferreira n. 40.____________
VENGH-SE
ou retalha s om tettiru m 400 a SCO palmos
oabealidade lo Arraifl : qaem pretender dirija-
se i ra da Cad : do h jife, l(ja de Vctor Gran-
din, que achar.-, -.-i q m tratar.____________
Canoa
A'Oga-as o i eairta nara carregamento do ti-
jMos: iu i p eolir dirija-se ra Direita n
3. loja.
Preci-a-se urna ama gara
a-a de homem solieiro.'u
lusive para comprar : a tra-
tar na escadiolia da alfandega n. 8.
^ISfe^
Precisa-se de ama ata para o
xKJAM. servido de casa de ama peesoa : a
trstar a roa da Cruz a. 18, terceiro andar.
1M.1
AMA
Na praca da Independencia ns.
27 c W para comprar e coziobar.
Precisarse de om menino portoguez de 12 a
U sanos, para caixeiro de taberna : na ra de
Paysand n. 81._____________________
Peraen-se oa '.hesouraria proviocial um re-
logio-de prata patete ioglez, qaem o tiver adiado
e ijaeira restltai-io ao seu dono, dirija-se a Cira-
roa do Carmo o. 3, taberna, qae ser bem com-
pensado com o valor do din relogio.
Escrfulas,
Ghagas antigs,
Ulceras,
Feridas Ulcerosas,
Sabe Schiueiiau dt C. psrticipam a quem in-
terersar posea, qne admiltiram ao Sr. H. Lede
bour, como socio de .-ua casa commercial desta
Draca e que contini a gyrar soa a mesma rlroia.
9 iuvo com mu n.'ho qae inauncioo que-
rer atua ama, role jpparecer na ra do Amparo
em Olila n, 13,-qo* achara com fuem tratar.
Oe oroem da ommuso administrativa 4a
irmandade de N. S. oo Rosario da Boa-vist?, *or
ord-im do Illm. r. Dr. proteder de capelln, sie
convidados o* iritos da mma srmandade para
que eompareQam no consistorio da raesmaJ|rJa
no diaS de Janeiro zmximo, pelas S oras da lar
de, aflm de preceder se a eleicao da mesa regado-
ra qne tem o rege* aquella irmandade, ceja e'fi
c5> presidida pelo mesmo Dr. provedor, visto
oao ter-e reahsaio'a tlficio marcada par 27 doj
correle por naa ter eompirecido BOjnero. snffl-
eieote de irmoe.
Consistoria di fflsiaa irmandad? 2f.ied?em-
bro de 1871,
O secretar i ,
Ce?ario Ventura.
til i Si ra oa 0Jei;i 4o llile n. -19,
Aos*prtten P.tz-as negocio com a iojarJa raa Novan. 16,
gano'.iod-se o arrealamen) : a tratar na
raasma.
Homem
precisa -se
loeiro.
de u.*s a ti* para easa .le
CASA. DA FORTUNA
DA 1 DE MAICO OTIt'ORA 00
CRESP3 N J3.
Aos 20:000^000.
Caxanga
'O abaixo atsignado tem ra^ exposfo ven
ijfosfez-s bilhetes do Rio de Janeiro, psfanaV
vraasptannnte, como ro=tnma, qaalquer premio.
PRECOS.
Inteiro S4#00
' Meio 12x009.
* Quarto 6000
Manoel Mariios Fiuza.
\
Alug-5e a casa id Ca-jeiro fio ingar D itr-
ttziubo no C<.xiog proprla pata rapaos m
ros ou pouca faroiia : tratar no mfc?mo logar
-:a?a do Aurelio ou RO Re.', raa do Divine
de Cixias n. 52, oja das 6 portas.
.tk'u-d
iedlo p. 4'J.
33d3r Je ','-' ^ -Ja raa da &

Aluga-ao urna das meihorei ca/as da Boi-via-
gero, com peqieno sitio, r-\"'a i baxa pir espim.
na melhor |oclilale : iratar na rna de awdre
ie Deas 0. 36, oa aa ru o imperador a. 83.
Tinha,
Syphiiio,ouMal Ye-
nereo
Humores Escrofu-
losos,
Irregularidades do
Sexo
Feminino,
Nervosidado,
Debilidade Geral,
Febra e Malignas t
Febre c Sot.
Biliosas,
Tumores
Abscessos Apostemas,
ErupSes,
Herpes,
Salsagem
Impigens,
Lepra, febres intermitientes e remittentes.
hydropesia e ictericia, etc., etc.
Ontro-sim, achar-se-ha, que para o boi:,
resultado e perfeito curativo de todas aquel-
las enfiermidades cima apontadas o adian-
tomento da cura, grandemente promovi-
do c apressurado; usando s ao mesme
tempo das uossas mui valiosa pllalas
vegeCa.es aAsncaracla de Bristol.
tomadas em doses madetgflas em con-;ec-
jao.ou coojuoctamente cerm a Salsaparrilha:
ellas fa'/^m remover e expellir granees
quantidades de materias morbficas e hu-
mores viciados que se desprendem e livre
mente circulara espalhados pelo, systema
tsto causado pelo uso da Salsaparrilha; ?
por esta forma facilita a volta e o exercicir.
normal das operares fuuccionaes,
attgn<;ao
Venda se por barato pre?) urna pro o leda le ;
margem a eambda dns /jemedins. fazeedo-sr
Venda-se por barato pre?j
margem da cambo* dos Aemedld*,
toda vatfisgera ao comprador, re^bendose p?rt-
sm diuutm e parte em letras tu obj>ct s d'
r roropta ven.ra ; coja propiedad* cwra rR<>
(rraude olirij. de pedra e ral qte hi'.: W
lijlos de aW^naria gross e forno qne comporta
15,000, com mais um ft.rno elaMro pan fazer-se
telha, lidrilhn?, canos e limo, com excellente
barro para oma'quer obra, com douft excellente!
liveiros te peixe e com easl de vvenla para
grande familia, tirna-i-e rw imendivel por pai-
rar pe'to a linha dos boeds : pessoas 'ue pre
temeraut dirijam-se ilita priprldadea tnt'.ader-
j com o espitao De'llra Lias 'li7alczcte Pesoa.J
O OLEO DE FILADO DE BACALHAC
NutrinioTito
MEDICINA!
[P aparados poc
Lanaian & Kemp
paralisicae toda
qualidanta dedo-
eneas, quer seja
-na garganta, pei-
to ou bofes.
Express-
mente escolhido
dos melhores fi-
jados dos quaes
se ex trabe o
Ico, no banco
da Terra Nova,
purificado chi-
micalmente, o
suas
p ropriedades
conservadas
comtodo o cui-
dado, era todo o
frasco, se garan-
te perfeitamen
te puro.
Este oleo tem
sido submettido
a um exame
atuilosevero, pelos chimicos de mais ta!e-n
ot, do governo luspanhol em Cuba.foi de-
v'u!,^ido"oor ene i contem
MAIOB i'OBCAO D'IODIN
do que ouiru uilquer oleo, qne elle tera
exani'oado
K.DINO E UM PODER SALVADOR
Em todo o oteo de fitttdo de tacalho,
naquelle no quak conlfltt a maior porCic
l'eta Jnv.''uavelipropriedade o nico
neio para curar Rdas ssdoencas de
GARGANTA, PEITO, BOFES.FiGADO,
Tsica, bronebites. asma, ^atarrho, tosse,
resfriimentos.etc.
Uns poneos frascos d cames ao muito
nagro-que seja, c rea a uista.e d vigor a
todo o corpo. Nenhum outro artigo co-
nheci'io ca medie1 na ou sciencia, da tanto
nutrimenio ao syitema e encommodando
imasi nadaoes^>mago
As pesso cuja organisac,3o tem sido
lestroida v ftecgoes das
.-se a vrnda nos estabelecimeotos de
A. Caors.J. ca C. Bravo, 4 C., P. Maurer
:t C, A. A. Earbrza, Barthclomeu 4C,
paimaia tsirinaitaa doQoeaiado n.
i
i
-

-
*



t
I BEB


Dittfr ir **r**mi>* ^-^atU Mn % A JHrl*? te 1872
FAZENDAS-
DE
-
NA
DO
DK
'
FIGIEIREDO ft LOPES.
(i. RUI KA UHMTIH \ 64
(.'8 proprietarios da I -jet do CYSNE convidara ao respeitavel poMieo para vjrem
provr s^ do m tts c imputo sortimento de azendas finas a precos redolidos, adver-
ta.! i que estes presos r sero a dinheiro. A imperiosa oecessidade que temos em
aatisfazir nossos c-mpritmssos, n>s obrigam a seraelbarHes reduccSes. Avsanos ws
fregaezes do matto qie costurnaru comprar em mnor> escala, qie rmM casa encon-
trariio s n-:eiidida e maio.- commodidade nos precos.
Vio ha nal caballa Mancos
SC a uniea approtm >>lti' s academia* dt
icioucia, Keoo)fli
.vrecido at tuja.
Mei* *> HacHa
-*ras acaaade c
ra ap-
1,' f Miar, af. tatfM a/fe.
a 320
cores a 3 'O rs.
e lar-
LAS com xidivj! lindos ppdij
rs. o cova-lo, pecbincha.
DITAS, bare^e-, linios
o covado, pechincha.
ALPACAS lisas com lindas cores
gas a 440 rs. o cj-vado, pechincha.
MSRIX5 li?os'cores diversase largos a
440 rs. o covado, pechincha.
ALPACAS LWRAD.VS maito modernas
e Anas a 709 rs. o covado, ped ncba.
DITAS BITAS muilo modernas e flnaa a
900 rs. o covado.'
LAS COM SEDA, Kodos padto:s qoe
sena prVc/w foram de 15200, hr.je vendoaios
por 800 rs. o colado para acabar.
CAMBRA1AS transparentes Qnasa3J5G0
a peca c )in 8 l/ vara?, pechincha.
tal Victorias a i 50 .-O, -44500, 55000.....
55500 e 75000 com 8 1/2 varas. Dita3
transparentes iWm dous c rtes 'n 17 varas
P'ir 115)00. .Oit-s !- crus muilo lio-
las li m8 a 4(. 50.') e 500 rs? o m*-
IfO.
PENTEADORES bordados para senhora
pelo barato preco de 45500.
C0LXA3 d9 ustSo da cor, eanito gran
des pelo baratissimo preff de 65000 para
acacar.
CAMISAS para homeos-a 25000. Ditas
a 2*500 al 45500. Ditas bordadas para
horneas a 60000 85000 e 105000 cada
urna.
CAMBBAIA com salpicos a 50500, pe-
chincha.
CAMISAS para meo ues de todas as
ida-es.
CHALES cliinezes com modrnos padifas
muitj pr.-prios para senboras hones-
tas. Dit s de roujjn lisos a 25300. Di-
tos ditos estampidos mtito riuasa 550GQ.
Dl*.Ditos de metitn a U 00.
LUVAS DE PELLICA frescas de Jovin a
35.
LAAS Qrtas com tecido de barago par
\ acabar 330 rs. o covado.
BOLSAS para viagen* a 4^600.
TAPETES de diversos tacu-aubos para
rm i venda em sen armaiena. alam
t/ticos da sen negocio rentar, os segantes, que
f*naem por presos man mdicos qna s ou>
Ta qnalquer pirta:
PORTAS de pinho almofadadl,
P0RTE1H AS de ferro para cercas.
ixLmE irigle.
SSTEIRAS da India para cama e forrar talas.
CANOS de ba/o francs para espalo.
SKSSO superior1 em.porc5e e a contento.
CEMENTO de tolkfi as qualidade.
MACHINAS de descaroear alfodio. A
LONAS e brintdesda RusaiL
OLEADOS americanos para forro do carros.
FOGES americauos muilo bons conemicos.
YINHO de Bordeaux.
COGNAC superar de Gautler Freres.
fAItKLLO em taeoos gnadts a 3JJM0.
AGUA florida legitima.
1ALANCAS dcima*.
SADEIlfAS amanean;.
HUM Ja Jamaica.
AZULEJOS de Li-boa.
Xrope sedativo
DE
(jasca de laranjas amargas
coa
BROMRETO DEPOTASSRW
Ob
rvnozi
Este novo preparado aprpiado pela .
mperiai de medieioa, mdrto se racomneia pasa
oa> aeco sedativa e calmank, sobre o systess
aarroso, o twomurwode pntMsism, nao uxt
lar os mais oertos resultado as diversas afl
;5es do organismo e prosipaioeiite as mpes
lo eoragw, das vas digestiva* da respirarle,
u geoii-arinarias, na epilepsia, as muiest
aervosas da preahet, na in^omnia dss eriancae
te o periodo da denticao etc. etc.
Vende-se na i bamne e drogar
de
Barthoteme 4 C
34-RUA LARGA DOROSABiO-^
---------------. '. vi wwf----------r*
;.
^*y
academia
padros
SAVvS BORDADAS a (|303. 5ihH), 8 gnarnicIo de sala.
m. Ollas cnu pivga* muilo ti as PAfiA LUTO.
poOO, ( Alpacas, merinos, cantss, princetas,
;BAL0BSDEARCO9a IfiPOOpara acabar cami,raias, chitas e muitas ^ootras Pdzeo-
i^ciui) ha l)m-c.dii sa4s?o babado bi>r-j mliri mui o I nd-s a 65000. PARA HOMENS.
UL de u ..rrt;j e Iiimicd do superior
.jaaliaiie. *
AYOUtHADOS t4-*c b* te atoa'hadus di linho muito superior por
nien s que em nutra qualqoer parle. Ditos
le algoaSo cm lunios desechos a 15800
a v ira.
TOALHAS Luirlas muito soperi res a
HIOOO -i r)ua.
hICO> CORTES de vcstiJos de Gl
c ir* botlMbasufilliiotespropriospira par
li.|:s a 3( &' OX
VESTIDOS rmeos bordados cora baba-
dos p ra cabsr, hipii Ja-so p-.-r lOUO, seu
prgo fui di* ijOOu. Ditos bramos com
bab'uka bmlawl pelo b.ralo [recode
1'; K) Ditos braceos rom palminbas de
liada cor ituilo findos pe o barato preco
de 53000 DitiM m-i-i linos a 8r?00.
CRETONES l>o-
baratu piec > da5000.
D i s cti! puit'S perior 3 440 rs. o covado.
MANTILHASa brisieira de fi' de seda
i,l:i u.i k! inc |e 14.-50CO.
CAMISAS BORDADAS pa/a scnhnra por
asenta qre em*octra ^uaiquer parte.
Hua 'ia
CASEMIRAS Qnas com bonitos
a 9$0O0,6)5500 e 4o800 corte.
BOUfM FEITA
Por baratissimo prefo inciosive soprio-
res sobrecasacos de panoo fino a''20^tK)0.
pecb nha.
Tambera temos um excelente alfaiate que
so encarrega de fazer qnalquer pega de
obra ao gosto do fregoez.
POUPELINAS.Temos um completo sor
timento tanto em xadrez como com palmi-
nhas e por baraiissimos presos.
GROSOENAPLES tanto prel9 como de
cre, temos um grande sort ment e por
menos iue em outra qualquer casa.
MUSSEL1NAS brancas lavradas muito fi-
nas a 400 r?. o covado.
BR1LHANTINS brancas ftvradas- a 500
Je .ores diversas pelo rs. o covado.
LENCOS brancos abalnbados a
pecbincba.
BABADOS bordados Irnos de lindos pa-
drees.
Grvalas, collariuhos, punlios e mnitos
ontros artigas que s se ccontra na loja do
CYSNE
Imperalriz n. 64.
Prevengo tfeesa ia
Qnando muitas lojas procurar adquirir grandes
lucros do coitpadecendo-se das boleas alhaas,
a Nova Bsperaeea busca ooBregoi-los sera ojdede
forma algama v entesroalas ; porqne segtw sera-
pre o feo antijo e santo sysleraa de vender tma-
lo para tenaer muiio e ehegar astim ao fim tete-
iaaa.
A Nova Esperanza n) almeja gmente o lacro
pecuniario, snas aspiraede.' sao mais benvolas,
em quanto ao interesse marerial, contenia-se com
a mediocredade, em quanto purui aotooral, cu
entao ao t ama va.-ta ambi^aoj qne detesta faz toda a
guerra ao eotume macacrootoo da caresta.
A sua prevengo neceauria, consiste em afl ao respeitavel pub ico e especialmente ao bello
sexo, que ella est seinpre provida do que ha de
melh >r e mais elegante no mundo das modas, e
ouw Beees^aFK> nao aVixafera a Nova Bspe-
ranea para prefnrera outro qnalquer estabeleci-
menio, porque aqw, o tyto da caresta, e all,
(na Nova Esperance) o epylogo de ludo quanto
bom e barato.
2^200,
ED A LOPES.
pfSb

iJ||ppiii^^
SEM DOS LEOES
, RA DUQUE DE CAXIAS N. 29
Os p;op ebrios deste grande e bem m.nlado eslabejecimento scientificam ao
rfspetavtl pibci r.U provincia qus se acham com um vaiiad e compMo scrli-
maiito de m->veis, tanto naciooais como eslnrgeiros, sin Jo estes escol.idos por om dos
sosios q e se acha rcalaenli na Curopa. 0 mesmo tem cont-actado com o* melhores
fabr cantes dapjeil coniioen'.c as remesas das m^is ricas mebilias feit.-s alli.-
Na ollijina t'm os mais babtts artistas deste genero, e po; isso pedem qu? ve-
nham viiiiir o estbeiecment, aonde encc>ntraro a re.liJade do qaeacabjm de expr,
qu) se pode,iranar; ri ras o completas mobslias de Jacaranda, mrgno, Ui, carvalbo, a-
raite I e!c,'tica',e el-gantas camas deja caranda, pao seiim, OMlttfl, etc., etc., guarda
vestido de amirello, guarda Iou rado es dedto d ti, peti toleties especialmente para fazer a buba, toilettes do jsca-
randY amirelo, pedra, asereU iai da Jacaranda e mogho:ns turriras oe m?gno, san-
tjarioi, th;ars pra bordar, berco-, laxaiorioscom espelho, da psdra marmore e spus
pertences, caiiiras privada?, bids; etc., etc., e muitos ontros art'gos que deisamos de
meociomr pur se icrnar enadonho
OLEO PURO DE FIGADO DE BACALHAO Super0r6S CgdlTOS dO RO
de Janeiro.
Domingos Alves Mathrus, onico agente nesl
provincia da fabrica imperial oe cigarros de S
merecido^ juj0 Nitherohy, etibeljcida no liiode Janeiro.
punneado t9m sempre nm completo soriiniento de todos of
ni paladar, &iinfoi faa)0 picado e en latas. Tem igualraenti
TERRA NOVA
DR
H. LACOMUE
E-te i>:.o que lio boa acceita<;o lem mereedo;
multo 'i MCittKneaJj por .-or o mais p
^u buje i^m vmlo, e ainda pelo bom
uparior a entro qualqn?r : venle-se no deposito M afamados cigarros Conde d'Ea, feitos coi
,s(.ecia je lUrtholoaeu A U: ra Larga do lio- a,0 p3pe| d8 pa|ba de mj|nt> e fumo Japerjl"r
Para governo de teaii re^uozes, que tem estabele-
cido depsitos fllaes, na casas dos Srs. Tbomai
1 FRnehco de Salles Rosa 9 Manoel de Souza Cor-
ieiro Simoes Janior, no balrro do Recife, e todo
panto for vendido em outras casas com a firma
Je Souza Novaos & C sit aliiGcads.
Ve^de-se
Utia.oi casi silujda t Cipunga. com 5
(pianos, 2 *ast, coziuln, cacimba e um
gran'le quinal plantado : a tratar fl ra
r e ^ rc-> n. 7 Io andar.
i'.h K-ram os ex|M K''*fld(!s da moda e maito
l'iui ullun i vapor ehegado da Ea-
: i,t'< q-ie fe scibem : uo Biwr do
Cid-ii o Hccifo n. 11.
AOS PADRES
A Nova Ejppfimm, rna Duque do Caxias o*
63, quem vende as meJi res meias de Isia : a
quaalidade pequea, portanlo ellas antes qne
/e arabem.
Livros inglezes
A ende se por commodo prego, na roa do Cupi-
njercio n. 9, um excellente jogo de livro, oeb-
pollo de diario e razio. !
Machinas de costura.
Cligarara ao Bazar ersal da roaUuiv
Nova n. 2, nm sortimento dej machinas
pr costera, das melbores qnahdades que
existe-na america, d s quaes muitas ) s3<>
bom conbeiid.s pelos- seus autores, (como
soja*: Welier S lenciosss, WeeJ e Impenaes e outra*
muitas que cema visia devero agradar aos
compradores?* '-v
Estas machinas tem a vantagem de fazer
jo trabalho que trtota cosloroHrfs podem
fazer diariamento e.ocz*n eottitanta per-
ft i-;5o como as maia pereitas iDstureiras.
iGaraote-se a sea ba ijBalWlWe e ensioa-se
ja trabalhar com pcMcOem menos d urca
hora, e < s presos so t3o commodos que
devem agradar aos p i tendentes,
- y*r i Dg
ERNESTO & LEOPOLDO
N.2D Roa dp Cabg N.2D
Acha-se moDtadOfdoformi tal elle estbelecimento de jom que pode
vender aoe mus numerosos fregnezes em grosso e a rstalbo e por pre?os
mui resumidos visto qoe recebe de cont#pi*eprl per lotle-o vjperee de
Europa. O gosto de desecho de soas joias o mais liste m paz das
modas, coro de le, brilbantee verdaderos, e.smerald>f, tv/timt perolas,
torquezas, saphiras, coral rosa etc. etc. Obras de ptaei do perto tanto
para igreja eomo para servico domestico. Convidamos its Exmaa. familia
a viritarem o dito estabelecimento todos os dias at 9 rte d non
Compra.se ooro, prata e pedras precie sas- eta obras vetoes.
SI
Cura rpida adical dos
coros
pela pomada (alopau
Essa pomada qne tao Imi r-sutados tem colin-
do as pessoas qne delta i*m feim nao acaba de
cnegar para o sea duposno speci8L
Na
Pharmacia e drogara
DE
Bartholomeu dr C. na lar^a do Rosario nu-
ropro '.\-
Uat nova %
chegada n-centemenio de Lisboa no patacho
portuguez Jjso ; tem para vender Joa-
qutm Jos Gonfalves Bellro, no scu es-
criptorio rja do Com raer co n. 5.
CEMENTO
O verdadeiro Porlland : s se vende na
roa da Madre Deas n. 22, armazem de JoSo
Marlins de Barros.
ITfWfit
Vende-se dnas casas em ehaes proprios, no lar
go da Soledad n. 18 e 20 : a tratar na rna da
Cruz o. 46, 1* andar.
J to sedico o co-tume que ba entre lodos
os qne querem fazer couhecer de seus estabele
cimentes por meio de pomposos annuncios, que
com bastante ra7ao se snedam os leltores das
massadas com que nos mimoseam os taes annun-
erantes.
O Campos da rna do Imperador n mero 28,
se quizesse seguir e.sa rotioa antiga de fuer es
tampar n s jornaes mais litio--, annuncios bombas
cos presedidos de ttulos garrafaes para roelbor
cbaiqar a atiendo do respeitavel publico ; moito
tena qne dizer a re.-peito de sen bem conbecfdo
amazem de vveres sito ra do Imperador n.
28. Dira per exemplo: que no seu armazem
tem constantemente, presuntos para fiambre e pa-
ra panella, salames de Lien, qneijos de diversas
uxlidides, linguicas e cbcuricas, ovas de camu
rupim, consfrvaa ioglezas o Irancezas, vinbos de
Porto e da Figueira superior, licores finos, bola
,-liihas, cha superior verde e preto e ontros mni-
tos ariigos que sao proprios para mea, dispensa e
coznha. Mas nao.
O Campos s e somonte avisa ao respjitavel pu-
blico desta cidade e sen suburbios, que em rasSo
de se aproximar o lempo dos < Rega-bofea e lem
elle feito do sen armazem nm centro de Indo que
nos grato ao paladar' e para qne ningnem en-
vide do qne cima se tem di'o
Pede-se urna visita a rna do Imperador n. 28,
armaz-m do Campos.
Com o publico em gexal.
Objeclo8 para lulo I I
Brinco?,, pulceiras, broebee, meics adereeos,
ernzes, cassolelas e moldes' inteiramenB novoj
acaba de receber Nova Esperanca i roa Daqu
de Caxias n. 83... a e"lles....
E' sempre assim
A Nova. Esperance... jamis acaba de reetLe.
novidades I agora mesmo, recebe tantas qne nao
sabe deltas qual a anuncie I porm sempre dtcla
ra as seguntcs para sciencia de algnea.
Medalhoes de adrepprola para voltas, ernaes
pira o mesmo flm, b nias caixiobas vazias de
ppela", modernos adereeos de madreperola, de-
licadas cerrentes de plaqu, lindos enebovaes para
baplisados e cbapensinbos para o mesmo fim, bem
eomo deste ultimo artigo receben eoosa multo es-
pecial de seda copa alta, uu velludo para senboras,
iescrever mais mas-ante....
Sustento restaurativo da
saude
PEL\ VEItDADEIRA EARI.NHA
A, I);i Rarry d'rabia
Os abaixo asssignado3 fazem sceote a seus fre
uezes, que pe > vapor inglez La-Plata receberan:
.egnnda remessa d'e-sa exeellente farinha, cuje
uso muito se reeomroenda para as criaocas, pes-
soas debis e convalescentes, aplieada com reco-
nbecida vantagem as constpacSes, diarrhea?.
nausea do estomago, tosse, escarro>de sangue.
phtbysic, etc. etc. Preferida ainda pelo agradave
sabof.Uniricoa ontra qualquer.
' ra do Commer:io n. 10, escripto-
rio de Jos Joaquim da Cosa Maia, en-
H contra-se para vender por cjmmod>s
tm precos :
S Azulejos hespach?.
K fifia- de f.-rro galvanizado para telba-
i do de diversos taannos.
Ditas de dito dito liza.
Ricas de ferro galvanizado.
M Cumieiras dito.
Portadas completas para canlaria.
Ladnlhos. M
&mmm wm mm mn mm%
Camisas inglezas
A loja dos reos a ra Primeiro de Maiei, ou-
tr'ora do Crespo o. 20 A, vende as egointes pe-
chmcbas.
Camisas ioglezas de setenta mil ris a dnzia a
iOOCO.
Lias com mescia Je seda a 500.
Dito de qnadros a IGO.
Cambraia branca una de 6 a 3i.
Damasco de laa com 9 palmos de largura a
ItfSOO.
IATTENCAO-
NA RA DO CRESPO N. 5
Loja de llanoel Ola \t
vler
VENDE-SE :
s
MADAPOLAO francez
varas a ~i a pe ALGODOZLN'-IO superior
20 varas a <>J800 a peca.
largo cora 20
argo com
LENCOS de cambraia de Mnno aba-
nbados a 43500 e Si a dnzia, a caixa
vale o dinheiro I.....
FITAS de algodio de diversas larguras
a 600 rs. a duzia, pechincha.
MOI.NHOS PARA MOER CAFE'
MOLNHOS de diversos tamanboa a 2J,
\> e i cada um.
DA-SE AM0STR4S COM PENHOR.
RRIM trancado mofado a 400 rs. a
vara.
s
Vende-ae urna mua era bom estado
ra larga do Rosario n. 28, i- andar.
na
J. 0. V. Dv-yle tem enseu
armazem para veader
O SEGUINrE :
COGNAK HENNESSA.
VIMHO XEREZ*
DITO DE LI3OA,
FILTRADE1RAS.
BITTER
A' roa do Commercio d. 38. "
i
No Muzo Elegante venda se tinta rxa extra-1
Una, a melhor que lem amparen lo al hoje, a
1200 a botija ; a ella, antea que se acabe : na
rna e^treta do Rosario n I.
PARA VIVADOS.
Ronitos norts buquet?.
Lnlissiroos leques de malreperola mol les in-
teiramenta novo?. 1
Cortinados bordados.
Camisas bardadas para homem,
Finas meias de seda para -enhur,
A Nova Esperacca nuera tem I I I
DESAPPARECXM AS SARDAS
A Nova Esperaoca 'a rna do Duque de Caxia?
n. 63, acaba de receber o bem conbeeido leite
de rosa branca, e tambera" leite virginal, os qnaes
fazem desapparecer as Fardas on pannos.
A revalesciere du Barry de
Londres
Toda a doen^a cede a Revalesciere du Barry
-que d sade, energa, appetite, digestao e des
canso. Ella enra as dispepsias, gastrites, humo-
res, acidez pituita, flato., enjps. vmitos depois
da comida e gravidez, con tipac,5es,t> asthraa,
affecc5es pulmonares, bexiga, dgi' -erebro e
sangne ; 60,000 coras, ineluiado mnuas deltas no
BrasiJ.
A revalesciere chocolatada du Barry
em p,
Delicioso alimento para almoco e ceia, mni
nutritivo, fortificando os ervos do estomago sea
cansar o menor peso nem dor de eabeca, nem ir
ritaejto.
nico deposito para o Brasil em Pernambnc
na pbarmacia americana de Ferreira Maia & C.
ra do Duque de Caxias n. 57. (Todo euidade
eom as falsificaifies.)
VENDE-SE
nma casa na rna Augusta n. 51, nova, com 2 sa-
las, 3 qnarto?, co2loha lora a cacimba ; mas* outra
casa na rna do Aleertm n. 37, com 2 sala?, eozi.-
aba (ora e cacimba, e mais a trra parte de nm
ca?a na ra Augusta n. 92, com 2 salas, 6 quar-
tos, cozinha lora, quintal com cacimba : quem
qnizer comprar, dirija se rna do Apollo n. 34,
V andar.
( No eset iplono de Vicenta Ferreira aa Costa
junio ae arco da O oceicJo, vende-se o segalnt :
ca^xas eom vidro de grossnra dnpla 15|I3, 16|li,
17|15,19|I4 e 23,1.1, camas de ferro caro estrado
de pahBha,de 3 palmos de largura.de gesto mo-
derno, lavatorio 'le ferro com espelho baldes e
regadores,
56 ARa do Mrquez de Olinda5M
outr'ora roa da Cadet -^T
LOJA DAS MACHINAS
Sendo este antigo estabeloc;meoto assaz conbeeido como principal e re como en
dado pelos grandes depsitos e bons aortimentos com qoe sempre prima em ter das
tcelboras, mais acreditadas e verdadeiras machinas) americanas para alg
da, desde 10 60 serras, e haveodo em todos os tamarhos diversidades de syi">
mas e melborameDtos para perfeito e rpido desear, camento ; teruam-se dignas e
serem vistas e apreciadas pelos Srs. agricultores; os qoaes, alm disto, encontrar!*
lambem mais:
Apurados vapores l^omoveis, de torca
de 3 4 cavallos, e pertences.
Machinas para lavar roopa.
Arados americanos para vanea e la-
deira.
Carros de mao para atterros.
Tinas de madeira.
Baldes de dita.
Ditos de ferro estanhado.
Ditos com vlvula para lavatorios.
Ditos de madeira para compras.
' Apparelbos para jardins.
Guardas-comidas.
Tampas pafa cebrir pratos.
Tarrachas para fazer parafusos de ferro.
Ditas dita ditos de madeira._
Treos para cozinha.
Temos de bandeijas finas.
Emfim muitos oatros artigos, que
examinados.
Correntes para arrastar madeira.'
Cylindros americanos para padaria.
Pertences avnlsos para machinas.
Salitre refinado.
Bren superior.
Moinhos de diversos fabricantes par:
milho e caf.
Debulbadores para milho.
Azeile de spermacete para machina
Camas d ferro.
Bombas de Japy.
Ditas americanas.
Cofres de ferro patonte.
Canos de ferro esmaltados.
DiioS de dito estanhado.
Ditos de chombo.
Ditos de borracha.
Folies para ferreiros.
s avista e neste estabelecimento poderlo mi
MACHINAS
SCAROQAK Al
De 10 a 40 serras.
VAPOR
para mover as machinas.
Em casa nos iMPOKTAnoREsIRua do Bum-Jesus n. \
SitAW H.vwKES i C. ) oulr'ora Cruz.
GRANDE LU
DE
EOUPA FEITA
NA
Ra do Crespo n. 20.
Teudo resolvido nao continuar a ter grande deposito de roupa feita, offereoe ao
respeitavel publico, e aos negociantes do fra, nm grande sortimento, por precos bara-
tissimos para acabar.
Palitls sobrecasacos de panno fino de
\24 a 30,5000.
Ditos s'accos e refraoqueados de casimira
le cor de 3^500 a 9.->000.
Ditos, ditos e ditos de panno preto de 5.6
a 125000.
Ditos, ditos e ditos de alpaca preta de
2-#)Q0 a 5,5000.
Ditos, ditos e ditos de alpaca branca e
ie cr a 25500.
Ditos, ditos e ditos de bramante de linho
i 25500.
Ditos, ditos e ditos de bramante pardo a
85500. \
Calcas de casemira de cor de 55500 a 95-
4
E ontros muitos artigos por precos
Caroeiro da Cunha.
Ditas ditas preta de 55500 a 95000.
Ditas de brim branco de linho de 25000
a 45000.
Ditas de brim branco de algodo a.....
15200.
Ditas de brim de cor de 15000 a 35000.
Ditas de castor de 15000 a 25500.
Ditas de brim pardo de 15000 a 25500
Camisas de flanella. grandes a 35000.
Ditas de algodo, muito boas a 25000.
D.tas da linho muito boas a 35500.
Ceroulas de bramante a 15600.
Cobertas de chita a 15500.
Lencos de nbo abainhados a 45000.
baratissimo para acabar, na loja de Guilherme
LIQUIDACO OE FIM DE ANNO
AO 65
RA DO DUQUE DE CAXIAS
(Outr'ora do Queimado)
Este estabelecimentocaba de receber anr imprtame soriimen'o de diversas Ca-
lendas proprias para vestidos, sendo poupelinas de 5 da, tedas, las, percales, dittJeoin
barras proprias para babados, lindas cambraias crox, e em fim urna irifjmdade 'arti-
gos de moda, todo proprio para a festa, o qoe todo tender por precos ioleirasjenle
razoaveis, em consequencia de estarmos prestes ao m do anuo, e o 65 nSo quer ter
grande trabalho com o seu balanco, preferiDdo tomar dinheiro a fazendas, conidi-se
portanto ao respeitvel publico a virem sortir-se na loja do 65 aonde comprarJo pr prt>.'
coi que nio'obterSo em outro qualqoer estabelecimento; em fio \r para crer
RA D6 DUOE DE CAXIAS
(Outr'ora do Queimado)

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LjmJ


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1
aro d PwiiamJbtic Ruarla teir S de Janeifo de 1W2
xs=
IDMIUAVEL IIQIJIIIA^AO
SEM LIMITES
N
LOJA E ARMAZEM
DO
PAVAO


DE
i

FLIX PEREIBA DA SILVA ft C.
NA RA DA IMPERATRIZ H. 60-
S a dinheiro vista
. Os proprielarios deste estabelecimento tendo grande necessidade de diminuir o im
v menso deposito qoe tem de fazendas e grande nrgeacia de apurarem dinheiro, tem re-
olfido lazer urna verdadeira liquidacao com grandes abatimeotos bos precos de todoi
os seos artigos: para o qae convidam ao respeitavel publico desta capital a vir sortir-s
pois lne garanten que em parte algomi poderSo encontrar to grande sortimentoe me:
mo rito comprarlo pelos presos qae se Ibes pode vender na ioja de Pavo; porra ad
virtindo-se qae se venda a dinheiro vista. Os meemos proprietark dete estaba
lecimento rogam a todos os seos devedores desta praca o favor de virem saldar seus d-
bitos, e todos aquelles que estiverem devendo contas antigs e o nio fizerem tero <
ser encommodados judicialmente.
ILauslahas barata do Pavo. o
Alsacianaa com linias liitras de seda a
tiJOOO o covado.
Ditas lisas com muito brilbo a J o ce vado
Allantas, fazenda de muito gosto tecida
com seda a 720'rs. o covado.
Ditas com quadros de seda e cores mutto
delicadas 1640.
Poil de chvre, d'oma s cor com muito
brilbo a 500rs. o.covado.
Merinos escosseaes fazenda de muito gosto
para vestidos hornos e roupas de menino
a 640 rs. o covado.
Gargura"o muito bonito, tcndo de todas
as cores a 400 rs. o covado.
Llasinbas nodernas com diforeates gos-
tos a 400 e 500 rs. o covado.
Ditas ditas a 280 e 320 js. o covado.
Bareges transparentes com differentes co-
t^ a 1(50 rs. o covado.
Alpacas de cores lisas e lavradas fazenda
fle muito gosto a 500 e 800 rs. o covado.
Cassas do Pavao.
Oassas inglezas com bonitos gestos a.200
240 rs. o covado.
Ditas finissimas a 300 rs. o covado.
Ditas francezas de muita pbanlasia a 400
rs. o covado.
Cortes de cassas com 7 varas fazenda
muito fina e bonita a 24500 e 3^000.
Ditas d'organdy branco e de cores a
H500.
CORTES D'ORGANDY A i000.
O Pav3o tem cortos de organdy branco
om 8 i/2 varas que vende pelo barat pre-
co de 4>000, assim como finissimo organdy
branco com listriahas e qoadrinfaos o me-
Ibor que tem vindo ao mercado e vende
pelo barato prego de 720.rs. a vara.
Poupelinas de seda a %$000.
O Pavao tem nm elegante aortimento de
poopelinas de seda tanto lisas como lavra-
das as mais modernas qne tem \indo ao
mercado e vende a 20000 o covado.
CAMBRAIAS LARGAS A 800 RS. A VARA.
O Pavao tem cambraia branca transpa-
rente de boa qualidade,' com 8 palmos de
argura, que apenas precisa 4 varas para
nm vestido e vende a 800 rs. a vara, dita
.jnissima da Escossia tendo a mesma largu-
a, que vende a 1#600.
UMBRALAS BRANCAS A 4*000 E 4*500
O Pavao tem pecas de cambraia branca
ransparentes com 8 i/2 varas que vende
pelo barato preco de 4000 e 4*500, ten-
lo tambem muito finas de 5*000 at
i 0*000.
Ditas tapadas ou Victorias tendo de 3*500
t peca at a mais fina que vem ao mer-
;ado.
.rosdenaples preto e de cores.
Loja do Pavao
SAI AS BRANCAS BARATAS
a 2*500 e3*000.
O PavSo vende cortes de boa fazendi
branca com bonitas barras de pregas, pele
baratsimo preco de 2*500 e 3*000 cad<
urna, grande pecliincba na ra da Impera
triz n. bO, loja do Pavao.
MODERNAS BAREGES COM LISTRAS DE
SEDA E FRANJA AO LADO.
a 800 rs o covado.
Chegon para a loja do Pava", ra d<
Imperatriz n. 60, um elegante sortimentc
das mais lindas bareges modernss e tende
ao 1 ido bonitas listras asselioadas e franja;
para os enfeites, as qnaes se ventem pele
baratissimo preco de 800 rs. o covado, por
baver um grande sortimento desta nova fa-
zenda ; assim como delicadsimas taregei
com lindas listras de seda, sendo fazenda de
muita puantasia a 640 rs. grande pechin-
cba, no armazem do Pavo.
Fazenda para loto.
O PavJo tem am grande sortimento di
fazendas pretas para lato, como sejam :t
Merino preto com 6 palmos de hrgur;
para vestidos a 2*000 e 2*500 o covado
Merinos pretos e de cor'dao para todoi
os precos e differentes qualidades.
Bombasinbas para todos os procos.
Canicies e alpacas pretas. Llasinbas pre-
tas ou cassas de 13a de 360 at 500 rs. (
covado.
Cassas pretas francezas e inglezas de lo
das as qualidades.
Chitas pretas francezas e inglezas de 20(
rs. para cima.
Crep preto para veos.
CASEMIRAS PARA CALCAS A 4*. 5*. 6*
7* E 8*000.
'O Pavo tem om grande sortimento d<
cortes de casemiras de cores para caigas
sendo os mais modernos que tem vindo ac
mercado e vende-se de 4* at 10*000 c
corte, ditas em pegas francezas e inglezas
para caigas, palitols e colletes qoe vende t
i*800at 6*000 o covado, ditas escoras !
prova d'agoa que vende a 5* o corte ou
3* o covado, sendo estas casemiras muitr
propinas para meninos de escola por eerea
es:uras e de muita duracSo.
NO VOS VESTIDOS A 5*000.
O PavSo tem lindos cortes de vestido d
finissimas cambraias com bonitos bordador
de cores e tambem todos bordados brana
que vende pelo baratissimo prero de 5*00(
cada corte, grande pechincha.
PANNOS DE CROCH PARA'CADEIRAS I
SOPHS.
O Pavo tem um grande sortimento dt
O Pavao tem om grande sortimento de pannos de croch proprios para encost d<
..rosdenapLs e gurgnrao preto para vestidos
:endo de 1*600 o covado at ao mais su
oerior qne costoma vir ao mercado, assim
orno um grande sortimento de ditos de
.odas as cores e branco e om bonito sorti-
mento de setins branco e de cores que ven-
de por precos muito em conta.
CASAQINHOS A 15*. 18* E 20*000.
O Pavo tem um grande sortimento de
icos casaquinbos de seda preta moito bem
afeitados e modernos qoe vende a 15*.
i8* e 20*000, sendo fazenda de muito
mais valor, assim como ricos chales pretos
cordados com franjas largas de retroz a
SO* e 12*000.
CORTINADOS PARA CAMAS E JANELLAS.
a 8*, 10*. 12* e 16*000.
O Pavao tem um grande sortimento de
ortinados ricamente bordados, proprios
para camas e janellas que vende de 8* at
: 0*000 o par.
Pecas de cambraia adamascada com 20
-aras a 10*000. crochet ricamente bordado
para cortinadosa 1*500 o metro. Assim como
ricos damascos com 6 e 8 palmos de largu-
ra proprios para colchas de camas e tam-
2m ricas calchas de damasco a imilaclo de
seda e ditas de crochet as mais lindas que
em vindo ao mercado.
dUSSELINAS DE CORES A 400 RS. O
COVADO.
O Pavao tem om bonito sortimento de
musselinas de cores, padres inteiramenie
aovos e cores fixas, qoe vende a 400 rs. o
ovado. Ditas brancas moito finas a 400
e 500 rs. Metim branco da India muito fino
para vestidos e roopas de meninos a 720 rs.
o covado. Cretones de cores moito encor-
dados para vestidos a 600 rs. o covado.
Metralhadoras!
Chegon para a loja do Pavo am magniffco sor-
'.ment de cortes de vestidos de cambraia com
sbados braocos e de cores, denominados a me-
. ralhadora, sendo esta fazenda a mais moderna e
'Je melbor gosto qae tem viada este auno para a
'esta : assim como receben tambem um lindo
sortimento de cortes de cambraia com pa!mmhas
oordad&s a lia, fazenda de malta phantazia, e ven-
da-ss lado muito mais barato do qae 0tn oatra
4 Jilquer parte : na roa da I nperatnx n. 60, toja
armazem de Pereir da Silva & C
Popelinas de seda
A 1*600 rs.
J! loja do Pavao vande-se am elegante sorti-
mento da* metborea e mais modernas papel mas
de seda, que se liquida peto baratissimo preco de
11600 rs. o covado, grande pecliincba : roa
Impar atril u. 60, Io>a de Pereira da Silva &
cadeiras e de sphs, assim como um re*
sortimento de tapetes de todos os tamanho:
proprios para-salas.
MADAPOLO BARATO A 4*. 4*500 E 5*
O Pavao tem pecas de madapolo com 24
jardas ou 20 varas que vende a 4* e 4*50(
a peca, dito moito fino e largo de 6* pan
cima, dito francez do melbor que tem Yind
ao mercado, assim como dito finissimo en
pecas de 40 jardas.
Corles de cbitas.
a 4*600, 2*000 e 2*800.
O Pavo tem corles de chitas francezar
com i O covados, que vende pelo barato pre
co de 1*600 e 2*000, ditas qoe vende <
160, 200 e 280rs. o covado, tambem ten
um grande sortimento de ditas finas clarai
e escuras que vende a 280 e 320 rs. o co
vado e fioissimas percales miudinoas propri
as para camisas, vestidos 6 roopas para me
nios qoe se vende a 360 o 400 rs.
LENQOS BRANCOS.
O Pavao tem lencos brancos abanbadoi
qoe se vende a 2*400 e 3*. a dozia, ditoi
grandos de murim sem ser abanbados
3*200 rs. a duzia ; assim como bonitos len-
cos bordados [jara mos.
ROUPAPARA HOMENS.
Sobrecasacos de panno preto fino 6end
moito bem feitos de 12* at 40*000.
Palitos de panno preto fraques e sacc
de 8* at 12*000.
Ditos de casemira de cor de 6* at 12*.
Ditos de alpaca preta fina de 4* a 6*000.
Ditos de dita branca e de cores 6.51000,
Ditos de brim de linho trancado a 6*000.
Calcas de casemira preta de 6*000 al
12*000.
Ditas de brim branco de bobo de 4*000
at 8*000..
Ditas de brim de linho de cor para todot
os presos e qualidades.
Camisas francezas e inglezas com peitot
d'algodio de 1*600 at 5*, em dozia ven-
de-se mais barato.
Ditas de meia de 800 rs. para cima.
Ceroulas de linho e algodo, francesa*
feitaf na trra.
Collarinhos de papel, algodo e linhc
qae se vende moito barato para liquidar.
Para noivas.
O Pav3o tem rico gurgoro de seda, bran-
co. Grosdnaple brinco muito encorpado.
Agraciannas brancas com listras de seda.
Poopelinas brancas de seda lfsas 0 lavra-
das. Sedas brancas, lavradas e lisas. Ca-
pellas com palma de flor de la ranga com
ricos veos bordados, q*oe todo se vende mais
barato do qae em ootra qailqaer parte.
A loja do Pavao acha*e constantemente aberta das 6 horas da maoha at 9
ras da noite, roa da iaoerttr a. 60.
NOVOS
arnairu do vi
Francez. rna do
Bario din Victoria
(outr'ora ra Km-
va) n t.
Acaba de reeehcr nova factura
armazem do vapar
Fraocez. rita o
Biro da Victoria
< ontr ora rna N>
?a)m. t.

I
Calcado
i
Quinquilharias
Botinas de Sanr de Pulak, para humen, com-
pleto sortimento para t dos os gol>s vouude-
dos compradoie.
Botas e peihelras para montara.
Ratinas p ra senbons e tntuioas.
Aiwtioados para meoiios e mfnWias.
sapato>s aeTierro, varan, oordavio, de brim
ortico para horeetn. '
Sapatos de tapis avKllodados'de shirlot, case
mira preti e tranca purlogoetes.
Sapillos de vaqueta de vern &m Ma de na-
leira proprios, para tunta. S 1*11101116U.OS
Perfamarias
Piocs extractos, tianha*. rasroi tico, leos, opta
ias, poses, agua de c. ljgne, agua oivioa, aua
florida, deotirrlce la^anie, agia de toilet, tintar
para barba e cabello, pos de arroz, sabonetes,
ale.; todo uta de piUMin- qualitl*de do bem co-
abecidu Ubrieaulea, Pivit.o Goiidrav.
I* pnMMria e lux", eomo fj-m : peHios, (ovas,
juias de ouro,- ct rrentt de plaqa, ricas carleiri
ubaa par diulieiro, cmxinhas e cestara com
iraslca4 eMerioseopo de 50 vistas com msica,
coicas de seda e eestlnhas diversas para braco de
enh ras de mmiaiB. oculos, peneemt com vi
tros de oirs cbicoliotM beigalla.*, ludo isto
le dilerenles modellos e qaalidades em grande
! iumero deftes arrices de qulnqnllharias finas de
i osto qne oio ae pode bem menclooar.

Presos.
O maior. sortimsnto que se p te desojar de toda
orte de brinqiedos fanrleados em diversos paizes
la Europa para entretonlroeot das crianzas
Carrinhos
barcia4a vmmk para criaBCAaJ^a-adwe diltu-
reotes ldelos presos cmdibo4o.

Em virlnde das novas faetarai e ordeas dos" fabricante.'', venrte-^e agora ludo precos
oaraussimos : no armazem d> vapor franci-z, ra do Bario da Victoria, outr'ora ra Nova nu-
mero 7.
DO PAPA
Ra da Imperatriz n. 40
O proprielarios deste bem coubecido, e acreditado estabelecimtnto, resolvern)
fazer urna liquidacao das fazendas existentes, e pelo maior pre?o qud poderem obter,
nao engeitado preco algam at o tim do anno ; perianto previnem aorespeitavel publico,
para approveitar a occasiSo de comprar bom e barato.
Lengos brancos grrndc?- de esguil) ja
abjihados'a 30200 a dozia.
Ditos ditos de algodao, e com abainbado
largo e pintado.
Cuslumes de alpaca de cores enfilados
de seda e 15a para meninos.
Palitots de alpaca de cures para bomens a
3^000.
Um completo sortimento de ronpas
feitas para h mens e meninos.
Casimiras pretas e de cores, pannos liaos
zoes e pretos.
Fu toas de cores para vertidos, padres
miudinhos a 400 rs. o covado.
Cambraias brancas bordadas para vest'
dos a 80500 a pega.
ROUPAS FEITAS E OFFICINA DE ALFAIATE
Urna grande quantidade de palitots, calcas,
Capellas e veos para noivas, ludo junto, colletes de pannos, casemiras e bros para
preco muito barato.
Ditos adamascado* para camas e janellas,
j recortados.
..Grande sortimento de bareges, ISasinhas
e alpacas pretas e de cores, lavradas e lisas
para presos muito em conta.
x Grande variedade de chitas de 210 at
400 rs. o covado.
todos os precos.
Camisas de 13a, ditas de meia, ditas de
Iboo, francezas e iuglzas, collariabos da
linho e de pape!, sortimento da mantas e
grvalas de seda preta e de cor, bournus e
outras muias fazendas, cerno epm :
Bramante de linho e de algodao atoalaa-
do trancado e adamascado, esgniao, meias
para bomens, enhoras e meninos, coberto-
res, colchas e outras k las fazendas que
Cassas de cores, e cambraias lstalas para ao descrevemos parao annuncio se nao tor-
diversos precos.' nar enfadonho. A dinbetr.
Pelo pupo que se vende so a dinheiro.
AO PAPAGAIO
NA
Ra da Imperatriz
DE
II
40.

MENDES & CARVALHO
URnca se vio nm processo[mais perfeito e qne at-
it]a da ul forma a satlsfazer as exigencias maii
varas da escriptnracio.
A ana cor lindissima e Dio precisa de cada'
algam para se conservar no tinteiro sempre
.om a mesnu cor, sem borra, crsta, boldf ou sem
odas astas m&zellas inherentes i todas as tintas
XI agora conbecidas, ainda mesmo dos memores
iteres esirangeiros.
Sobretodo, este estimavel producto nao ataca as
mus de ac, antes pelo contrario, a peona
dqcira nm esmalte donrado qae, sendo inters
ala, asss proveitoso.
Sua tinta, nao sendo especialmente para copiar,
i eomtado dnas, tres, oa mais copias om roe:
'pois de escripia ; 6 preciso, porm, deixar-Ua
.'pigel bem molhado sem o enxuaar com o mata-1
-orrao, porqne nio ha o risco de borrar. Para se |
cripta soflre o choque de cidos fortissimost sem
se deeompor; ora, e os cidos nSo tem accao so-
bre ella, amito menos a acojo do tompo a vm
destruir; isto plausivel.
Nao s ao commercio que este mea producto
velo ser til; os profeesores dos collegios, investi-
gando todos osmeios para o aamamento dos
seos discipnlos, lem approveado wta tinta, que
com razao a acharam apta para desenvolver o
Sosto nos educandos, em consequencia da beleza
a cor e facllidade de correr na pequea pe sua
liquidez. Ha exemplos de enancas que navia
mnilu tempo tioham ama repugnancia extrema
para a escripia, logo qne foi admiltida esta tinta
no coliegio, apoderoo-e deltas a curlosidae e o
gosto, e poneo tempo depois o seu adiantamento
ora maniteeto.
BUIbw, apar do tantas vantagens, tem nm
irar ais de urna copia, nio se agglomettin itklaiwitonveieoto, dttriora-ae ap onucto de
aitolas qaans copias se qaerem nrar ma potra qoaJqwr; ettnM poit t> en tinUiro
m-ss como original tirar i urna tancas qraota* neniodo naor vMoaabra de ootr, mu, evi-r
rtdtsijam, sem qw o original flqnt prejno1ea4o ureecrever com peona suja de um prepara?*)
mu utraedes.
Oecorre aqni dizer qne, para copiar importa
Mil iaUelligenci e bai.Hdide, sem oqu-ae-
Wr tnu nao satwhz, e o dWeito rocatapBpn
obra a tinta, que muilai tvea 4 40401 meos
Ipa um.
i darla qualidade desta-tioU ex
^Mttavel, pois que evrtt ^e tm^ailpar
.nptorio laja mais do jo4 ta tinta par oo *
**BKsbm> & su drabildattc, nio ha
mmxtzrti* poistpeatU :*U depoied**
diferente e incompativel; verificaado isto, oio ha
razio par se usar de tiota qoe nio soja a VIO-
LETA EXTRA-FINA DE MUJJTEIRO.
Observado.
Diversu iadairlcacoes e semeUiftocas wm apav
ido, coi darabUiaiU duvidosa. Os Srs.
podfltn Ivnar o ofino dirifiaic-M
A. ClmHiro,

I
S
O
ti
2 *9
lili!


p
9


A FLOR DE OURO
N. 24 A-Rua larga do Rosario-N. 24 A
s.
%m y & iRjf Ao
G@
E" *m eonleeco, am dos bem mentado estabelecimeoto de joias da ts'.-
do Iiecife, e. sraao seas proprielarios *ssis eapriebosos na escolba < objeetos qn
rxpem a venda, lembram ao respeiuvel publico que apreximando-se a fesla, au h-
rara indiferentes, mandando vir de conta propria, di Eurcpa um v*riadisimQ scrti^ien-
to que pelo bom gosto e primoroso tranaibo importara elegantes presente.- par a Inli.i
idolaimrsds, a arilbada qnerida, a consorte fie!, a mii extremosa, a amiga dedicada
i'nslaonie a kdo aquelle ou aqualla qoe se queira mimosear pela testa do nalal.
Nao tendo enfadonho, respeitaveis leitores, prestai attencj at o flsii deste
antnn:. > qne en-ontiate'.--, com certeza.
Para o bello sexo
Pares de brincos de phantasia a Sf, 95. 0 e lij, ditos de ral a 31 e 4i.
ditos 'jara luto a 6# e 8|, meios derecos modernes com brincos e alnnet<> a tti*.
rosetinhas de diverso? gostos a 51, W e 8i o par, puleeirioba de coral a 7#0U0, voi-
lichas de dito com ernzes de ouro a Si, cacoietas com inscripcocs (obra chique) a 51
e Si, tipas d coral a 2/, eruzes de ouro e coral 3, 41, 61 e 8i, ditas de esmeral-
4a, perolas e rubios 121, 141,161 e 181, anneis com Umitas pedras a 41 para cnao-
a a 31500, ditos de pedras finas a 61 e broxes para retratos a 161 e 201.
Aos senhores cavalheiros
E' nenie na Flor de Ouro que se vende joias de gosto e por p meo diot.eirr
W&
cadeia? a 121, medalnas com leras a 81; alm de um grande sortimento de obras de
brilhanle) Liiocoe, braceletes, alliuetca, adore^oe completo-, melos ditos de pedras ti-
nas e coral, medalhSes, vollas e trancellins,anoeis com letras e de diversos mod, o-.
Denlo*) pen;inez de oorc, re'.ogios de ouro e prala dourado e de afamados fabrcame.-,
sssim como grande sortimento de obras de pratado Porto, lanto para o servi.;; do
mestipn. como para igrejas, e garantimos ser ludo lei.
A Flor de Ouro contina a estar aberta at as
8 horas d \ noute
m
JOAOtlIN
LOPES
MACHADO ft C.
vessa do Corpo-Santo n. 25
i. -
ARTIGOS AMERICANOS
C*,:".dros para padaria.
Cirros dd mao para ecnduzir fazendas.
Machinas para descarogar a!god5o.
Pollas de diversos tamaobos.
CaDOS 6 ferro galvaoisados para enca-
umento d'agoa.
OBJECTOS PARA CARRO
Oleado preto para guarda-chova de carro
Dito de cores para forro de dilo.
Chicotes para dito.
Ponas de lauca.
Galoes de seda para o forro de troitos e largos.
Pregos de cabeca de marfim.
Escovas para dar graxa.
Cofres de ferro de Milaers e oulros
Jl 611 yaS para copiar cartas.
Balanzas de pesar, Decmaes> RomaM8> elc
Taclias de ferro, 0SlaDhado.
Arados Americanos
UTaeS, para agricultura.
Carrinhos de mao.
Machinas a Vapor
maCninaS je descarocar algodSo, de 10 at 40 sen-as.
viiapaS e ierrO gaivanisadas para cobrir casas etc.,
Estes artigos vendem-se em
casa dos importadores.
Shaw, Hawsjes 4 C,
m. 4 ba 00 bou jbsds.
(jutr'ob a roa da Croz )


A 4^000
Cortas da nansue a' 4*000 rs. pechineba: na
ra do Crespo n. 10, loja de Gailherrce Carneiro
da Cunba.
Vndese um terreno com 134 palmos de
frente e qnasi 800 de fando, cercado limpo, no
Pwt d Madetra, ero Bebribe r na ra do Pro-
gresse (Soltdade) n. 7.
Libras sterliaas.
Vande-se no armuam de fazendas do Angosto
P. de Oliveira A C, ru lo Commercio o. IS
Novidade
Presuntos de^Westpbalia, carne tnm*r, tU-
roe, ervllbas, fwjio, repolbo branco e encwua.ki.
ameixas, ma(aas e cerejas, chegadas ultimameiik
de Hamburro no navio ster : oa padim a:.
n i roa da Gw m. 84. Asiio eoaoMaobars
sempre pi se IsUe de CeMso ias tercas
sMtta-feiras.
f IB I


.tysanp da Fernambnco Quinta feira 3 de Juneiroro de 18?2
\


VABIEDADE
TRIBUNAS* *i|ftAN(JEIuOS.
No tribal! correccinil de Mansiin-
llome (Londres) comparecen ano acensado,
qae debiixo da nomo de marqaez de Ma-
raocy, e rom o titulo de Mari* de CKiVau-
dun obteve 1 000 libras do- nliimo Imd
maire de Londres, si Tlionm D;kin, c .mu
sobscripcio para soccoyer os bkuanles da
cidade de C'.eaudun Dombardeaea pelos
prusianos.
O aecusad) teuTtaonts, o sea verda-'
ddiro Dome fianriqce Heson, disse ser do
origen ingleza, mas viven maito teuapo em,
ti anca, fall com a mesma acilidade Irn
coz e iogl-'?, e um msico distiocto.
Ea oolobro apresenloq se ao lord maire
com tima carta assigoada por Leon-Siy, ten- e>|3 tm|,;, torcido lam.H e fijida agora
do a marcaProfesin do Sena, e com oa-
tra issignada por Rarlblemy-S>rat-Hilaru\
leado a marca Presidencia da republid,
gabinete do pres dente.
O acusado acalcando-fe represenUnt'
do governo fraoeea aaodou marcar as tar-
tas pelo mod indicado por um gravador
deR-gent Street. r
Dez cartas f'.nm escripias por elle, se-
gando sua propra conissao.
S r Jatn:s Ltwis abogad i por pule d -s
pardales de H a-arique Bson. que pertauc
a urna familia respaitavel, offereceu paga, a
quanta recebida pelo acensado. O lord
maire recusou a of-rta.
O accosado deve ser julgado ms prxi-
mas-audiencias.
No dia seguinte lentou suicidar-se deitan-
do lgoaoenxergo no seo quarto da pri.-ao
da Newgate, mas nao o cooseguio.
edar a'leoi o as coro* da Allemanha, vor (garant Jos por urna liypjthaca jadicial, con-
ruelbo. bra- co e preto. vancioeo! ou legal, e do 2 por ceuto oto
....... ^-----------.t ^.,.. -nvadus '
t Mr/thers na'sui'ancedade em casli-fos aXok p
d'asa garanta.- O di-
gar os traidores pj tajj'z anda vir a coh-
venCer-se da que foi ventilar orna qoeslajo
ni qual, para honra fa'granie nation, s-
fia mellor n5o ter bulido.
Um caso extraonlinlrlo de fraude vai
ser investigado no tribunal da'polica de
Bumingham.
Uina rapariga chamada Mar Jaona Ked-
n;aux accjsada de'obler dinneiro de di-
verjas pus->as, az^nie-s persuadir que
e-a htrd Arlanj.C!ii^a^.bfircado*s!
Contali o molo p ir roe elle (ou^jla)' ti-
Qhaejcipal-) -lo ser entera la; o uwdo por
que tea tinlum ad nimsfrad) cbloroGjrmio:
que*se recordav de o lercn colloiadi) no
caixio, e como em um almeja opportuno
O jornal L'Eclaireur de Sainl-Riicnne pu-
blicado e;u Ptuj-dc-DJmc, fui accasado na
pessoa de Mr. foto, administrador, e de
Mr. Luiz Verriet, correspondente e auttr
dos artigos incriminado?, par ha ver pub
cado ama narracSo infiel do jolgamento dos
reos implicados as desordens de Saini-
Etietme, eom mi f e injuria dos magis-
trados.
Mr. Kahn foi condemnado ero 200 fran-
cos de multa, e Mr. Vernet em G metes de
prisJo e i ,0OJ francos de multa.
Lose o teguinte em, urna folha estran-
geira :
Aprese don s ltimamente um caso
curioso em um dos tribunaes de Paris e q e
diz respeito a urna demanda contra o impe-
rador d'Austria. O Sr. Hidalgo, ministro
do infeliz imparador Maximiliano, do Max -
co, eacarregra o Sr. Lemaitre, fabricacte
de commendas e condecoragss, defazeras
de tod s a3 ordeis que o imperador do
Mxico devia distribuir. Quanda os negi-
cios do Meiico foram de mal para peior, o
Sr. Lamaitre teve receio de n5o chegar a
rebeber o importe do seu trab3!ho, e recoi-
reu ao Sr." Almo'd, ministro que tinlia
substituido o Sr. Hidalgo, pedindo a garan-
ta pessoal, nao ja do imperador, mas sin
d) principe Maximiliano, ou, por'outros
termas, o corupromisso de Ihe pagar do seu
bolso pariiculir. Recebida essa garaTia, o
Sr. Lsmaiire cootinuou'^ssuas remessas de
condecoracoes Fouco tempo depois atu-
se a queda do imperio e a morte do impe-
rador Maximiliano. Hoje o Sr. Lemaitre,
cnfior'de 5I/J00 fraacos (9:180^000). di-
nge-se judicialnaeate ao imperador Fran-
cisco i >, ao ar;hidu}ue Carlos e archi-^ trial'ista.
dcquezi Sopbia, h^rdeiros da imperador do
Met o. OSr. Martini, em nome do impe
rador d'Austria e dos archiduques, declina
a competencia dos tribunaes francezes: em
. Tr.^iro lugar o imperador Francisco Jo
So herdeiro de seu irm5o, por nao ter
.- callarlo a sua successaove por esta forma
o Sr. Lemaitre devia dirigir-se ao actual
goveroo do Mxico, que n59 rospsaria os
coaipromissos contrahidos pelo governo pra-
Cdente. O Sr. Lemaitre" ua o enteuJia
aim e o seu advogado in^istia em que o
T.f-a chonte tinha um campromisso pessoa'
do principe M^ximiano. O tribunal adm-
tio estar;i;ma allegaclo, fundndose em
qac, s b principio da independencia reci-
proca dos eslavos cxolue o principio da
competencia dos tribunaes estraogeiros, esse
principio admiti urna excepto, quando o
principe contratou em seu nome particular.
Em consequencia disto, c tributa! jalgou-se
competente para decidir a questSo. Resta
saber a favor d= que parte dar a sea-
leoga.
so va ubrifjado a guardar o seu nome ex
legrado, al um oarto pra:o, pira es;a-
p^r 3 acgaa dij-istipa.
Para que o leitor entenda este facto, tei-
Oos de recordar um julgamout.), qii^hoave
ha mezas em Lonlres, la diversos rapazes
da alta sociedade, .^ie sa disfar;avain em
scuboras, apparec%ud > assiaa n >s bailes,
ib'ittH)?, ele ,o nacdeij loa.- a episodios
a'tameale divetidos,' c dos q:,.aes fizamos
men.Sa.
O joven lord Arihflr CutoB, era ;m do'
imV.ic dos naqu:l!a accusaglo; mas em
cooseq oacia da ter morrido aates da prin-
cipiado aq .elle clere jolgamento, nunca
sa p&Je provar a sra cuip.abitidade naquelle
ciso. E' pois o papel do fallecido lord,
qae a herona a qu nos referilos qo ac-
tualmeuio representar.
INCENDIO NOS A^MAZENS DO LOU-
VRE. Segando uoticam as foi bis de Pa-
rs, ni m3h3a- da da 6 de dez-imbro re-
ben'.oi un incen-lii nos sotos dos grandes
armims do Loravre, q-aatria lamido s
ras propugnes se oio se loe acudisse a
lempo. Paree, qie um operan > que ira
balbava e^i um dos sotaos na canaluaclo
do gaz lave a .aprudencia de deixir cab r
um ferro sobre um dos lobos, do que re-
sultou'quebrar-se eintlammar-se o gaz q te
sabia da ruptura. Foi grande o al irme,
porque d >s solios sham unveus de fu-no
que inv.vliam o> armizeos. Nis immedi.i-
coes des las, a ra Rivj esta-va envolvida
em orna densa nero. Com s promptos
soccorros pblicos conseguirse dominar o
incendio dentro de paucas boras. Ignora-
va-se anda se as pardas sariam importan-
tes, a.lvertindo que os sotosestavam cheioj
da mercldarias e que o fumo qud'flhnetrou
nos armtzens deveria ter estragado multas
fazendas de cores dejcadas.
QUERA MORRER !Lullier recebeu de
um modo estranbo a noticia de Ihe ter sido
commotida a pena de morte proferida pelo
cansellio de guerra. O secretario do con-
seuo principiou por ler-lbe a seutenca do
tribuBal que o condemoou morte. Lullier
esfregou as m5os com ar satisfeito. Depois
o secretario loudfae o decreto da commala-
Ca e o rosto de Lullier anauvoa-se senii
velmente, exclamando :Ah s Rossel
que foi felizt... E j que filiamos ein
Rossel, vem aqui a proposito dizer que 03
qriatro communistas ltimamente execula-
dos professavam cada um dalles diffrente
religio: Bourgeois era catholico, Rossel
protestante, Cremieux israelita e Ferr ma-
reito exigir-se-bia pir daodecmas partes
teda.a tfirniaBcii de rodi 4#veria seuob-
j*daa dfHm d etkMAle-i porm a dmde
cm parleriifljlada no aomenlo da decla-
Fagls fittrift Muida para o Estado.
.1 -*?
INCENDIO DE U GYSffilXa. la*-
o seguin* qq (uflff-Spvs de Wedezem-
- O casielio de Warwick, um ibas mais
bellos especimeos das cociroccoes dos
tempo feodaes en Inglalfrra, foi desfruido
ipiasi cjmploUm.nie pelo" ogo durante a
noule de boutem. O c nde e a condeasa
de Warw.ck tst3o ictualmeote em Torquay,
mis dous dos seus fjrab^achavam-se n'esta
residencia senuorial quando sedeclarouo
incendio. Darnriara profundamente e nlo
poderam portante
causa do sinisro '
salvar-so. Ignora se a
C0LNCIDENC1A. = Li se o se-
guala em uau folba^i^aagetra:
t Bastanwf *sfc* as' teertminaces qie
aclualmeite *pesm sobre lord Linddobo-
rong, que Uve a- twnra de effar-iew boapi
Iba Deas ajada, diz o proverbio. O senhor
o meu'pa, o meu protector. H:i je d-
te-lo. a todos, e em toda a prte.
E passoa-se um> semaii sem que o ho-
rnajn ma toas apa a importuaar ; > n >
nam
tad
Qadosie lempo, eslava ou para me sentar
tn:sj, quando algnem ma procarav3. Era
o mea r4suacitado.
Perdo, disse, extrado simqae f jssc
Aaounciadb. Ji sei que o seabor me rece-
be com gosto a qual ter hora, e venho di-
zer-lhe que irla feito raelnor se me dai-
sassa morree como ea quera.
Que diz ?
Meu amigo, por mais que procure tra-
balho, n5) o en;oatro : a aqui me tem peiar
do que eslava... Sa tivesse, pelo manos,
cam mil ris, podara entrar n'ua negocio-
ai lo da livros, que ginho certo, e poiera
viver... Mts.qdem m'os ha de empre-
Ur ? k-S e r o meu salva lor. o mea
protector, que nao me salvara da aspbyxia
para m vf mocwr de loma.
MSY'liomeai, horneraa de D:us, una
cousi abrir umap^rla e umi jaaella, e
outra ver sabir assitn pela mo fora cem
rail ris.-..
Tam rz5o, bem sei ; mas se "ms re-
cusar o qoo Ihe peco, u5o me irei aspliy
talidade no seu bello castello de Saa^to-r .tfiT o5o ; mas daito-me por aquella jane
O jornal Ingles l'a Mal Gazette escree
o serite
i "Se dermos crdito ao Fgaro, o tribu-
nal do Visadles em breve julgar umeaso
que maito provavel affectar nosomente
oshabfaDtes da capital poltica da Franca,
mas rauias outras dosdistricto-ltimamen-
te oconpaio; pelas tropas allemaas. Algns
rendeiros das proximidades de Rambonillet
\ao ser julgados na semana prxima, sob
aceosacl de lerem prestado auxilio ao ini-
raig > durante a recente guerra, fomecendo
aos prussiaaos-raantimentis e forragens.
m dos aecusados, dizse, ganhou nada me-
nos de um milho de francos as sua?
iraDsacc5es com os allem5es.
t O art. 77 do cdigo penal puae todos
aquellos que slo jaldados culpados de se-
melhanles traosaccoas com a pena do
morte.
* Caso semelhante sentenca capital seja
agora proferida, jolgamos que ella causar
grandes jQquieiac5es entre a maioria dos
commercaotes de Versalles, os qaaea, du-
rante a oceupacao prnssiana daquella cida-
de, no invern passado, estavam (a o5o ser
que e'les fossem altamente calumniados) dSo
somonte promplos, mas tinham grande em-
peoho em abastecer os inimigoa da sua pa-
tria, com toda a sorte de gneros, pelo me-
Ihor modo que podiam, a precos exorbitan-
tes em troco dos thalers ; jolgando elles ser
falla de patriotismo (bem como nada pro-
veitoso) aceitar bons de requisithn, que tai-
vez Do fossem pagos depois.
f Se os rendeiros de Raubouillct forero
punidos por fornecerem cereaes aos inimi
gos, o qae se far aoi negociantes de vi-
nhoe de Rheims, os qaaes, lembraios de
qae madama Clicquot deve a sna grande
(reguezia ao (acto dos moscovitas lerem sa -
queado o< seos armeos de vinhos e gosta-
do do violto em 1814, nao hesitaram em re-
metter duziaa de amostras dos seos, vinbos
a todos os principes qae faziam parte do
qoartel-general do re da Prossia, qaando
os allemSes entraram na capital de Cham-
pagne depois daqn$a de Sedan.
c Um patriota chegou maamo a ebrismar
o sea vioho Bismark-Schonhausen e a im
primir Din, distico com o retrato do chan-
NOVA PRODUCCAO DE GOUNOD.-A
socied3de de concertos do Conservatorio de
Pars vai execular brevemente urna nova
obra de Gomiad, intitulada Gallia, empos-
ta em Londres em quanto que em Franca
sa davam os desastrosos acootecimentos da
guerra.- O assnmpio di referida camposi-
co musical 6 o primeiro psalmo das La-
mentafdss de Jeremas, vertido em fraocez
peh aqtor do Fausto. A referida partitura
foi cantada pela primeira vez -ero Lon-tres,
com grande saccesso, ea 22 de novembro,
passado, da. de Saota Cecilia. Est es-:
cripta para orchestra, orgSos de primeira
cia'sse, coros e s para soprano.
Amprensa ,s irrog ira faz^.bs.rnaij-es
elogi >s nova prodaccao da Goanod, re-
putandia coma ama. das seas mraore?
cumposicoes,. porque'presidio a olla o seoli-
meuio da aDgu^ln-la trisley qio predopii-
nava no seu aat-ar aao mmenlo om que yia
a sua patria assolada pela g.ierra. Mjneto-
na-se sobretodo o fragmento, cu,o toxto la-
'uo. Oh vos omnes rjui'transitis per viam
entrecortado peas commovenleslamentac5as;
la soprano, que repate ni principia senil
acompanbamento, os versos cantados pelo
coro, seguiudo-;e-lli3 nm crescendo qaasi
irnperceptivel que termina com urna admi
ravel oetraijao, na exp!os3o da do: raai.;
desesperada que jamis hornera a'gum ex-
prmlo por meio" datarte dos sons. O jor-
nl d'onde extrahimos esta noticia termina
por dizer qae a Gillia t ficar seada em
t>dos 03 lempas a expressSo mais completa
dos solrimealos de um povo esmagado
pelo peso dos revezes.
-Com este
a seguinte
O PETRLEO NA ITALIA.-
titulo publica a Umld Catholica
nolicia:
Na noote de 6 para 7 de novembro os
petrolislas (petrolierij, que ainda n3o8e
sabe quem sejam, teatarara incendiar a ca-
ihedral de Padua, laucando petrleo inflam-
mado para junto do baptisterio, que de-
corado de magnificas pinturas do XIV se-
clo. Felizmente, o fagj oio eccontrou
almantos, e, depds de radozir a ciaus
alguns objectos sem importancia, apage-
se por si mesmo. A calhedral contm uina
rica collecco de marmores, moacmentos,
objeclos preciosos e duplamente estimados
sob o ponto de vista artstico e histrico.
A autoridade foi ao local, mas nada pode
descobrir relativamente aos autores d'esti
tentativa criminosa. No dia seguinte re-
bentou ootro ince :dio na sacrista da igreja
deS. Benedicto ; felizmente, a! juna solda-
dos deram por elle as 4 horas da larde,
correram torre e principiaran) a tocar a
rebate. Correram os soccorros de todos
oslados e consegnio se domioar ofogo,
Scaado, com tuda, a sacrista reduzida a
ciozas. A cidade es i n i ma'ior consteroa
c3o e racUma medidas eoergicas, ma3 pru-
dentes.
NOVO IMPOSTO EM FRANCA. Diz
um diario eursngeiro qae se est elaboran-
do em Pars om projecto para se tistabele-
cer om imposto sobre o rendmento dos
valores mobiliarios. A base seria a segua-
te : O direito exigvel seria de por
cento sobre a renla cojos litlos se achem
r;ngh aos priucipes de Giles bem como
ao que ha de'mais sefecto na soefaiade in-
glesa. As festas duraram "mais de ma
s-man, succedendo-se un3 aos outfos os
bailes;e cacaba. fifosa triona t
Q.n-ii todiis os coaviiados, ti.eram os pri-
meiru? symptoaas da fcbre tyahoide. En
ire a$; pessoas que se senDam ldispstas,
condm-33 espjcialm nte a^rinceza ile Gil-
es, lady Londesboronh, a condessa de Man-
chester, o duque de Baceleagai Udy Ras-
sefieolras. Lard LouJoboro ib oscre-
vu ao Times urna carta na qual da o co
portestemonha da sai innocencia e da sa
dhe;3o a familia real!
\iiii. i vem un por fizrbens.
Aabavamas de almocar, e j foliamos
pedido 0''3f, qiaodo um dns compaobei-
ros, que lia um janul, exclamou :
Migniflco I sobarbo! stm/ senhor,
grande Uomem !
Q i?m ? pergontaraai lodos ao as-
mo lempo.
Fdtla este jo-nal de um acto sublime
daabnegacji. Liocou-se uai lajdcqan ao
mir, e om outro, cojj immhletjie perigo
de vida, alirou-ie cm seguida: depois de
um lula horrivel, conseguio salvar o des-
gracado, que teoaavj em se querer afogar I
E' para sentir que aq-ii nSo steja o nomo
deste hornera. Mas certamente que nao fi-
car elle sem recompensa, porque nunca se
perde em fazer bem.
Enteode'o assin ?... -bbservou era
lora de duvida um dos con vid idos, o nico
que nioparecea eothusiasmar-se, ouvindo
relatar a facanha.
En 5o n3o foi ubj acto de eoragem,
pSo foi urna prova da ganerosidade de sen-
tir ?
Pode ser que lio-
Pois dvida-?
Se n3a receasse incoamoda-!os, coc-
tava-lhes uraa hisior.a.
Cont, cont : lenbo a eariosidade de
aouvr. Ha de ser singular, porque prova-
velmente deseja provar-nj* eom ella qae
acontece mal a quem faz Mn>
NSo pretendo, sebor ; respeito
phlosopbia de lodos os proverbios do mun-
do ; mas voo cantar-Ibes com simplicidade
a mmha historia, e depois acraditem l do
que qoizerem.
M >rava ea na ra do Perro, e fai urna
noute ao tbeatro das Nbvidades ver o Jaij-
me. Ciaovia a cantaros quando se acabou
o espectculo, e nao encontrando cirrua-
gem qno me traosportasse, tive qae ir para
casa a p. Escuso dizer-lhes qae ia de um
ma humor de mil demonios. -Eram duas
horas da madrugada quando ettrei em casa
e ao subir vagarosamente as oseadas secrti-
me tao iocomraodado com fumo, quejul-
guei cahr as^byxido auies de chegar
porta do meu quarto.
Qianto mais sobia, mais insopportavel
era para mim o fumo. Na me pareca
prova ve I qae a taes hor^s se estivesse co-
znhando em alguns dos quartos, nem lao
poi co qae estivessem ainda acesos os fo-
goes.
N5o havia duvida; aqaelle excesso de
acido carbnico quera dizer tentativa de
suicidio.
Sub com precipitado os ultimo degros
e par i defronte da porta do quarto d'oode
sabia o fama. Mal se poda abi respirar.
E' aqui, disse eu, dando um empur-
r3o lao violento na porta que a techadora
saltoa dentro. Abrio-se a porta na melhar
das occasibes. Em ama cama miseraval
estava um pobre diabo as coavulsBasdi
agona. Abri immediataraenta a jaaella que
dava para o temado, e tomeio suicida nos
bragas, para que respirasse o ar livre.
B >m principia essa para um drama I
exclamou o enthusiasta leitar do peri-
dico.
Dapois vira a comedia, replicoao narra-
dor.
Permiltam-me qua omitti todos os por-
menores superfinos.
Na manha segaiote o homem eslava s3o
como um pero ; e descansando ea anda na
cama das fadigas da noute, percabi que a
minha criada altercava com alguem.
= O seabor ainda est recolbido ; volte
mais tarde on volte amanh5a, dtzia-lbe
ella.
E' o mesmo... V dar-lhe o recado.
Quero ver o mea salvador, ealosaioda-
qai sem fallar-lhe.
Mas...
Deixese de mas ; quero eolrar. Vra.
inseosivel grattd3o, j vejo. -Onde est
ene homem incomparavel ? Como sahiria
eadassa casa sem fazer4he os protestos da
minha eterna gralidSo. Nao faltava mais
nada!
E o homem foi entrando, apezar da op-
posieo da molber, at qae chegon a mioha
alcova.
' Oh, dorme 1 Nao importa. Permu-
ta-me qae o abrace, qae o beije... Maito
agradecido, maito agradecido. O seabor
sa I vou-me a vida.... e a minha vida
sua... mande me em todo o qae quizar...
Quer qae me lance por aquella janella fra?
O qae ordenado ma ?
Basta, homem I O qae ea fiz, a-b-
bia outro qaalqfler.
Nio, senhor. NSo ha no mando ho-
mem como o senhor... c para mim o
primeiro corceo do seclo, salvoa-me,
Unto basta... E mal me vi salvo, entrei
a pensar na vida... Voo ser hornea de
bem... vou trabalkar...
rora; e o men salvador j sabe que ed son
hornera, capaz da fazer o que digo. O
seabor nao porde cousa alguraa, porque eu
passo-llie urna obrigacia, e bei de pagar-lho
todo, ludo. Salve-me...
Empresieieo8 cera ral ris, e fui-se.
E nao toroou a ver es-e homem ?
Si* me parecendo que nao Ihe ficou a de-
ver cusa nenliujua.
. Seis^ezs depois pagou-me ; mas
-.'iam apenas decorrid) qum/.e das quan-
d i a^ toroou a bater i porta.
Mea air.ij ., meu irmaa, meu pii,
, aero que tome parte ni minha feicidi-
de... Gtj? a Dens, fi< negocio, arraa-
ji um pequeo capital e csame ; mis,
como'nao lenbo presentes e preciso de pa-
drinho, o senhor W de ser o taeu padriubo.
Tehho port ama carroagem ; vam>s fa!-
I r com o vigano, vamos parochia e de-
pois vamos f izer compras ; qoero qae taja
o seabor quem escolha o vestido para mi
oha molber.
Dorante oito das n3o me deixou era paz
o homana, e ioi para mim urna semana de
trabahV perdido. No dia do casamento tive
da aguentar mil apresentacoes, e cada pes-
soa me diriga urna arenga laudatoria ; as
velbas beijavam-me, os homens abracavara-
mee at algoosfizeram-rae versos I Mas
que-versos Emflm, fot obrigado a cantar
o a daosar '
Fel zmente a loa de mel ha de separar-
me do bomem, pensei comigo mesma. Tive
essa esperance, mas falbou me.
Dah a tres semanas tornoo o resucita-
do a procurar me.
Desculpe-me ; mas d3o me dispenso de
Ihe contar ludo qoaoto me succedeu de ex-
traordinario. Ea e minba mulber estava-
raos no Ratiro... j me ia esquecendo ;
muba mulber enorregou-me de dizar-lfae
que gostava muito do senhor...
Maito agradecido.
C-irao me ia contando, esiavamos na
Retiro, e vai passa um homem e pe Ihe
um p sobre o vestido. Um vestido de
seda branca 1 Risgou-o Chameio mal
criado, elle ao me ebamun nada, mas as-
sentoo-me uraa bofetada era ebeo... J
pode imaginar que..a sosi nao havia ficar
as-im. Batemo-oos amaabaa... Minha
mulber est afilela, dia que me uo deixa
sabir se o senhor nao tor comigo.. Ha
de ser tostomuoha do daello... O senhor
meu pai.H). senhor o meu salvador. Se
morrer ba de cuidar de minha mulber...
case com ella depois... Eraum, eano
toobo no mundo outro amigo.
O resuscitado dea urna calila ia na ca-
beca do sen adversario, e ea, Uve da ir para
a cada um mez, por ter sida lesierauuha
do duelio.
O auditorio deu grandes gargalhadas.
Mais se rkiarn se eu Iba cautasie ludo.
Um dia incommodava-lhe para ser teste-
munba em urna causa, em outro pedia-me
cartas de recomraendago ; em uuiro viaha
bnscar-rae porque tenJose zangado cora a
mnlher quera fazer as pazes; q adoecea tive que estar quinze das a cabe
ceira da cama, porque noqieria que na-
gaem azompanoasse a mulber senSo eu.
Sempre que alugava casa dava-me por lia-
dor, tive que ser padriaho do primeiro fiho
e tive eranra, de ser ludo quinto o bomem
quiz. Nao ma partencia a mim, pertancia
todo ao meu resuscitado.
E afina!, agora mesxo techo da renunciar
ao prazer de lomar cafe com os meus ami-
gos, porque tenho de ir em soccorro do
meu resuscitado, qua fez o seu testamento
o encarregou-me da mulber era quanto esta
nSopassar a segn las nupcias, edo3 filbas
em qoaoto d3o chegarera a maioridade.
A vista da que Inescontei h3o de con-
cordar que nem sempre genuinamente
verdadeiro o proverbio que diz que nunca
vera mal por fazer bfm _____
donara, ou o que mais, urna cofiscaco,
cuja pota ficar rscada para sempre do
cdigo penal paragaiyo (art. 19).
Vem dapois a nfrac;3o da lei organici de
eleiejaes, supprimiadoos registros civis as
parochias da cap.tal para a eleicao de vice-
presidente da repblica, com o nico fira de
introduzir a fraude no suffragio e dar lugar
a sangrentos tumultos, recurso da que qui-
zer..ra valer se na sua knpoteacia'para fazer
triumphar a candidatura com qoe sympatb-
savam, ena qoal, apezar deludo, nao foram
felizes, porq-ie lutaiaa cooiria vontade do
povo, a quem se (uerl imp6!-a can o maior
cynisrao, nao reparzn Jo nos meios para con-
seguir os lia?.
Neate iraba'.b) aboaiiaavel e altara.nle
criminoso abandnaram o seu posta de le-
gisladores e espalliiram-se por toda a cam-
panha, traba bando publicamente em favor
do seu can-.'ilato ; elles ntervieram direc-
tamente nos trabalhas eleitoraes, armados
de revolvers e outras armas defezas, e ein-
fim iacitaram as massas revolt:, com
grande dando da diguidade de representan*
les do pu.o, e mais ainda, em deiiimenta"|
da ordem e da tranqoilidade publica, lia
seriamente arriscadas por ees.
DiSirabidos co.no e&tavam aesses irab -
llios pata enlhronisar anarchia m-.is do
que j estava, cuj origem se acbava no seio
da represeataco, deixiram vagas po mu
tos das as suas cadeiras na legislatura, fi-
cindo por isso sa pensns os trabalaos para
que se baviam abarlo as sesses.
Assra que, separando-se da seus altos
deveres como delegados do povo, convar
teram a represanta;3a nacional em club po
tilico turbulento, que destrua p;li base o
prmeipio da autoridade, sera o qual n3o ha
governo possivel.
Trataram da amotinar o povo para en-
volver a repblica na dsordem e na anar-
chia, e atravs desse veo de sangue usur-
par um poder que enrsuas raaos seria
urna verdadaira calamidad i para a patria,
visto as suas tenencias de absorpc3o e
predominio.
Por ultimo, despeiados co? derrot
eleitoral, porque o povo, camp...alendo
ossms veradeiruS mteresses, rejeilou o
seu candidato, conspira-dta as trevas da
nonle para dorrocar o governo por maio de
forja; a revo'uQSia devia estilar uo da era
.me so inierpeiluu q^ ministro do interior;
mas f.-lizmenta o govarno coubeca os pla-
no; dos revol'.osos e fcil Ihe foi evitar o
golpe ; coraprebendeu que as roas de As-
sompcSp iam eombecer-se com o sangue
dos poicos parag'iayos, qua escapamos ao
grande cataclysma que Sbllou a orara dos
nossos lyrannas, e toraou as medidas neces-
sarias para evita-lo.
E esti medida nao poda ser cu'ra sen3o
a dissolu53o das cara-Tas, cortando de um
s golpa a cabeca da bydra, collocada na
represeDtacSo nacional, talvez por 3o es-
tranha para maior opprobrio e desgraci.
Influenciada como estava a legislatura
por alheas voatades, nada se podia esparar
dalla em bem e provelo> da repblica.
Fosse qual fosse o faudameoto que linha
o governo para er la suspeitosa e perigosa
ao presente e futuro da repblica, e deixan-
do laintwm da lado as infracc/es das leis
'constilucionaes, ficavam sempre os phanos
revolucionarios a m3o'anaada, que era na-
cessario evitar a toda'o transe.
Mandn o goveroo fazer ent3o urna in-
formac3o summaria para descobrir toda a
latitnde desses planos, e aeixandoos assim
verificados nos autos, ceden lai da neees-
sidade, decretando a 15 de outubro a die-
soluco das cmaras, quando tinba ji em
seu poder as provas que acorapanbam a
presente mensagem, bem coma as notas
trocadas entre os dous altos poderes em
lodas as qa-asioas interessantes em que o
governo firocurou impedir esses desmandos
e atropellos da le.
O poder executvo tinba consciencia do
passo tremendo a qae se laocava, como
poderes ea lula. O claaor gersl da na-
cionaas e estraogeiros palo justo temor de
qae sobrevesse algura conflicto aconselboa
ao governo a tentar om oltimo recu-sa, ad-
mitlindo decididamente a generosa e nobre
raediaca dos generaos da allianca, o que
publico e da que j tendea conhecimenlo ;
o cojas notas relativas lambem inclu o na
serie documentos qae jastificam os esforcos
fetos pelo governo em favor da boa harmo-
na qoe doviar cintr entro os dous altoi po-
deres da na cao.
Este paasj honrosa que deram os nossos
Ilustres Hospedes, "jauto do meu goveroo,
foi com motivo da loas pedir o o .gresso
protecc3o da forga armada para cantiouar
as suas susjus. Tal d<.terrauia<,io. oio
meditada ou tomada com a malicii e mal-
da de que Iba era caracterstica, fu o sello
da ignominia que imprimi em seu proprio
rosto aquella representarlo, e um negro
baldo para a parta.
Nao vos pode escapar o pensamento cri-
minoso dquelles ex-represe-tanles ao da-
rera setnslhante passo.
Qua prelendiam el.es armando-se com
bayonetas estraageras ?
Contra anea iam dirig-las *
Indobitavelmaute contra o goveroo e con-
tra o povo qua suppuabam ser seus inimi-
gos.
'"'
Assim procederam os delegadas d > povo
em seus ltimos momentos; enquanto tra-
mavam essa caaspiraco i qua. accoudendu
alacho da discordia, ao mesmo lempo que
se aroaavam da rewalvers e ponbaes para
sumir-nos na con'usaa e no C3hos, o gover-
oo continua a a oppor-se com lodo o sea
poder moral o unterial a tao infames
propsitos, e ante a taaas observac3odaquel-
; cougresso, o governo devia meditar o
meditar sariameiiie sobra o proceder quj
Ihe camprii observar.
.Na j era fcil a solacio do problema, pois
tratava-se de urna corporacao revestida da
prerogativas que a coasliluie3o miodava
respeitar.
Taes prerogativas'constituaos am obU-
colo irreoMsshel e por isso quiz eu renun-
ciar a autoridade que o povo me confera.
depositando-a as mos do congresso, se
gando indica a constituido para estes casos
Misque succederia com es-a reauuoia
as m ia de um club poltico revoluciona
rio,-que coospirava abartamente contra o
meu governo, e piseva aos ps prescripcoes
constitucronaes ?
Poderia ea dizer ao povo, e justificar-
me ante a historia, obrando rssim, da baver
curaprido com os meas devores de magis-
trado, qaando jurei guirdar e fazer guar-
dar o preceitos da nossa carta fundamento
Yertamente que nao.
Vrria soccede me um goveroo creado pe-
la violencia das circamstaucias, eatnroni-
sando-se por meio Oa forca, com desprezu
da legitim ia le o do direito para levar o
paiz, passo a passo, ao jago da mais birri-
vel lyranoia, revestida do desenfreio e da li-
cenci.
Comprehendi que o meo dever era sus
tentar-me no poder onde o pavo me col-
locou, e dicidir-me a slvalo casta de
quem intenkau precipitado ao- abysmo.
Desde enlao foram os meus actos inspi-
rados por esse pensamento, para nSo legar
minba patria ama eranca sangrenta, que
seria talvez o prologo de ama poca d? bar-
baria o tyrannia, cojo fim seria a perde das
nossas lberdades e da nossa independecia
nacional.
Ante tao infausta perspectiva devia tomar
aquella resoluco com energa, o tomei-i
sem mais objecto e fira que a salvacio do
povo, expeda In o decreto citado, que dissoi-
ven as cmaras.
Conhecia que esse acto me acirretaru
oo momento-aecusaces qoe me comprme!
tessem a reputac3o, qai se me chimar:,
tyranno ou ditador, como seaateeeu.
Alguns peridicos de ambas a> margen-
do Prata levantaram um brado Cuotra eSt
iinha consce'ncia di deslealdade do3 repre- facto da dissoluc3o das cmaras, porqne
LITTERATURii
Heasageai do presidente da
Paraguay.
(ContinuacSo.)
Na falsa supposic o da irresponsabilidida
de seus ajtos e decisDes violaram os arta,
8., 19, 20, 21 ,.23. 27, 29 o 34 da consti-
tuico que jararam defeoder.
Negaram ao governo os recarsos neces
sarios para altender instracc3o publica
contra o expresso maniato da nossa consti
tuicSo, qae ordena umi protecc3o prefereo-
te a tai. importante ramo.
Negaram ao ministro da fazeoda o direito
de defesa (art. 21) reconhecdo atodos os
habitantes da repoblica, com o pretexto de
que urna vez que o tribunal tinha sentencia-
do, nSo poda haver lagir a appalhcp, por
va de revista, isto contra o disposto no art.
23 da constituyo onde se estabelece que
oioguem obrigado a fazer o qae a lei nao
manda, nem pnvado do que ella nao pro-
hibe, e nao se prot-iiodo em nenbum dos
artigos da constitaic3o a appellatfo, enten
de-se qae permittida; demais os direitos
e garantas nao enamorados na lei funda-
mental oio serlo entendidos como negacSo
de ontros direitos e garantas n3o enumera-
dos, desde qae nascam do principio da so-
berana do povo e da forma republicana,
demo;ratica, representativa (art. 34.) Vio*
laram os arts. 15,19 e 20 na questlo dos
bens da familia de Lpez, neganlo-lhes
timbem direito de dsesa, pois qae (oi ex
proprisda por ea*arga, ana previo juno e
sentones do tribunal competente, importan-
A qaem traba- do assia ubi eatenca ex abrupta e discri*
sentautes em suas funeges legislativas.
Compromettidos como estavam ambos os
poderes entre si pelos motivos expostos,
uo poda recuar o poder execulivo, par-
que comprehendia a gravidade do perigo e
assim nao vacillou na execucao de um acto
ao serio como Ioi a dissoluco do congres-
so, porque assim lh'o impunha o seu alto
dever.
E' certo que poda esperar que a revo-
luc3o rebmtasse, por que contava com for-
cas sofficientes para sufoca-la. O povo anle-
nacional como esirangoro estava da pirie
do governo, e por consequencia n3o se po-
da suppr que o xito fosse desfavoravel;
mas procedendo assim dara Iug-r a muitas
desgracas ; infinitas viuvas e orpbS-ia fica-
riam ao desamparo ; a man da morte sega-
ra a cidade, e a victoria do governo, apezar
de ser o triumpho da ordem, da jostica e
da le, appareceria na historia salpicada de
sangue, constituiado para a patria um dia
de pranto e lucto, de desconsolado e tris-
teza.
Repito pois, que para evitar esse cumulo
de males de que ia ser responsavel o go-
veroo, de3de que o crime estava provado
em antos, e convicio impadi-lo a tempo,
procadeu sem consideracao classe dos
ininiih" s nem s immunidades que o inves
(iam, e resoiveu-se a dar o decreto de dis-
soluto.
Posso assegurar-vos, cidad3os represen-
laotes, qoe para esse acto nao osleotu o
goveroo o brilho de urna s espada, de
urna lanca oa de ruma baiooeta, porqae es-
tiva arm;do d justica e da razSo, e por-
qae havia j levado a convicc3o intima ao
cora(3o do povo, teslemanha ocular de
tantos escndalos commett dos pelos apos-
tatas da lei e inimigos da ordem.
Urna peonada foi bastante para extirpar o
mal pela raiz. Desde esse momelo o povo,
o commerciante nacional e etraogero, o
industrial e o lavrador. recobraram a can-
danga que Ibes era lao necessaria oaquella
situacSo de alarma e continaos sobresaltos.
E' notorio esse resaltado, como notorio
qae, dorante esse club revolucionario, cada
habitante pacifico recolhia-se sua vivenda
de3de o por do sol, ficando as ras silen-
ciosas, e portanta aterradas. Nao era pois
possivel que continuase esse oslado de coa-
sas originadas pelo ex-representante da
naci.
Em todo esse tempo, o goveroo, conse-
quentecom a sua poltica conciliadora, nio
cessoa de os chamar i razio, mas elles, em
vez de se caoterem, traduziram Uso por
fraqueza do poder execativo oa temor de
sais imeacas, e coaauaram a fazer se o
foco da tedelo, qae inantnha viv no pu-
blico pacifico a agitarlo o o mi estar.
Chegada a siluacao a este extrema era
j imposstvel qae se mintivessem os doas
nao estavam informados, como c nviona
dos pormenores da luta entre os dous po-
deres dissidentes ; mas nem i responsabi-
lidade que eu a-sumira para com o povo.
a quem ia prestir contas, dentro de poocc
tempo, nem esse brado da imprensa estrau-
geira me alerraram ; por que enii > s se
iratava de sacrificar a miaa pessoa par.<
conseguir a salvacio da patria em lao se
lemne insidale, e assim o fiz, como bom
cidado, seguro da que a historia e os meui
oncidadis, quando coohecessem a atusa,
me baviam de fazer justica.
Nao passoo moilo tempo que esta prerj
c3o nao se convtrtesse em realidade, e essa
realidade a melbor juslificacio do gover
no contra qualquer suspeila relativa s ia-
lences que o guiaram ao despedir o aotig
congresso transfermado em club re-olu:::
nario. Ah est o temerario iolanta noa
campos de Taquaral, que nao mais qne a
segunda parte da .obra elabrala no se ,
da extiocta legislatura, e que devia ter re-
bentada j no dia di interpellacio ao m-
ostro Jovellaoes.
Os membros mais influentes daqaeha
corporacao, os mesmos que eram accasadot
desse delicio, sio os que eocabecaram a
rebello, unidos com o celebra verdugo
que acampanhou a Solano Lpez al i
morte, Silvestre Aveiro e ontros ebefes da
mesma escola, para atacar i indefesi po-
voacSo de Luqae, e passar d'alii a Assomp-
C3o contra o governo.
Este ultimo golpe foi contido pela guard.
daquella povoacSo, encabecada pelo seo
chafe poltico, D. J. Ocampos, que os re-
peino viva (orea na noute de 26, ia If
horas, fazendo contra ellos fogo de fuzilaria.
esta s demonstrado btstou para os escar-
mentar, pondo os em precipitada fuga at
faze-los deixar armas, civallos easiibados e
ontros objectos do nso dos revoltosos.
jO govarno. qae tinha conhecimenlo anta-
cipadamente dessa reuniio no ponto indica -
do, nao se preoecupoa com isso, esper-
do qae chegassea i por em pratica o sen
fim, para manda los capturar com as armas
oa mi e castiga-los ejemplarmente.
Depois de cinco das de noticias officiae
que teve o goveroo icrea da reuaio des-
ees anarebistas, resolveranvse elles i vir.
O citado chafe Ocampos informan da
ultima vez em sai parte, de qae ji marcha
vam Irazendo urna forca de cavallaria em
numero de trinta e tantos horneas armad s,
a maior parte, de ciribiois (Spencer)
pedindo armas a petrechos para reforcar a
sua goarda e faze-los retroceder. Nesse
mesmo dia veio apresentar-se ao governo
um que escapan dalles, atontado n nm ca-
vado de nm dos chefa, riciaeate ajaesado.
( Continuars~ha J"
TiF. DO DU10bL U l/UQUS OH UI
H


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