Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12550


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Full Text
ANNO ILVIH. NUMERC I
-aa*-
\

?1BA i CAPITAL t L6ASS OIDS IAQ SI i*A6A fOKTI.
Por tren mozas adianiadot ..................
Por seis ditos id-aia -.............. .
?tr nm annc idem..................... 140OC
nada mmero avulso i
TERCA FEB^2 DE JANEIRO DE 1812
. pasa simo.i fosa da fiotucol
Por tren metes adiantsdon >............
Por seis ditos dem. ".............* .
Por cov ditos dem.................
Por am 'anuo idem...................
. #
HTM
timo
JOftto
7#0


Propriedade de Manoel
de Faria Filhos
iO ADWW:
o Ahss VAm, na Parf ; Goncalvw Pinto, no Maralo ; Joaqnim tose de Oliveira 4 Fiihe, no CearJ ; Antonio de Leaos Braga, no Aracatj 'joio Mara Jobo Chava*, no Ass ; Antonio Marojies da Silva, no Natal; Jos Josliao
Pereira 4'Ataeida, em Mamangnape; Augusto Goraifr . em Naiareth; Antonio Ferreira de Agoiar, ero Goyanna; Fjaacino Tavares da Costa, em Alagoaa ;* jjr. Jos Mrtins Alvas, na Babia ; e Leite, Carqniofeo 4C] no Rk de Janeiro.
4k.
PARTE OFFICIAL
averno da previne .'a. ;
N. U)ia.Illm. e Kxm. Sr,Havenda-i# aaigra
vad i ltimamente as tneus s-offnrnentos physicos,
l.o me purmitti jo, sem eraode prejuizo pare o
servco roilliat e mesino publico, permanecer nosi
-


>o4e os -km pela sua pureza me sao mjis pro-
ficuo*.
Por eu tiZ peo v- ?*' exoumco fo
cargo do eoiem adame das arma- desu provine,
uae iuierinstr;"Qlo stou exercendo, tentiodo dSo
poder conenrrer com ornen fraco pi-esjjmo yira
ajadar ;> V. E/e. na ardua, mas honrosa tarefa
que pelo guarno imperial llie foi lio dgua-
mecle couiada: n entretanto, sempre que
V. Exc.'calendar que ea pessa servir-lo em
alfoma causa, ni) me piupe, porqua aasira mes-
uto doeole farei esfoic >s para cumprir sa suas de-
larmiua o*.
Deus gaide a V. ExcQjartcl-genera I do
eommando das armas de Pernambao, 20 da de-
embro de 4871.Hlrn. e Ella. Sr. conselheiro
Joo Ja> de Olivaira Jonqueira. presidente de provinca.Carlos ibze de Ohteira Neru, bri-
gadeiro inspector e comnanJaue das armas inte-
rino.
i.1 seceae.Palacio da presidencia de Parnam-
buco, em O de deiembro de 1871.Illm. e Exm.
Sr.Bm resposla ao ci:io do V. Ex.1, com data
de hontem eahe-me dizer-llie que milito sinto a
sale de V. Exc. nao Ihe permita eooliaoar
exercer o lugar de ommandante interino das ar-
mas de.-i i provincia, que lo digmenu txer-
cia. Cuunro um dever agradecendi V. Exc. a
coad]ura( os bons .-ervi^us, qne lera feilo nessa commisso,
o bem asisim as Denevolas expresles que se dlg-
nou dirigir- tue.
Ao corcnol iot Mana Ildefonso Jacome da Vei-
ga PesO e Mello, pa^se V. Exc. o referido con-
mando.
Dous guarde V. Ixc. nclitos annos.Joo Jos
de Oliven a Iunqueira.ll\m e Exm. Sr. brigadei-
ro Carlos Uetbzo de Oliveira Xery.
do finado coQirjboiotr Dr. Hyppolito J
jares 4* Souza, a de 200l a cada uma,
dsvenyio n paga nenio effectaar-se pala ihe-'
sinria de S. Paulo.
A P. Porfiria Hosa de Mello Gaimara&s,
via*a u cuatriliui ite Jalo Fauu Jo ) i Sil*
vaGuimarles, a de 450/fc Qcado rejerva-
ess9 larf).
< As carta* A^atamatos fon-un rtyistra-
Sf.JiS* F.aociso de
suburbios, .dtsta capital afora della em"iugres di a cn8s3o de igual qijantia pira qifao-.

'1
;


RIO OK -JA\eiKO
10 DE B^^^k> de 1871.
Keunio-se aoj^pPca a directora do
Monte Pi Gerafaos Servidorea do Estado,
acbanio-sa presentes 03 Srs. visconde do
Rio-Branco, presideale ; conselheiro Mi'an-
da Reg, coronel Francisco Antonio de Al-
meda e Dr. Matheas da Cunha, directores,
e Fernandes da Canha, secretario.
Procedondo-se, etn virtude do art. 8. do
decreto a. 4,476 de 18 da evoteiro de
1870, nomeagSo da cotnmisso de sanida-
de. que de-e unecionar no biennio do 1871
a 1873, foram pelo Sr. presideote designa-
dos os Sr Drs Mtheus daConba, Joo Ri-
beiro de AlineiJa e Jos Tbomaz de Lima.
Em detrimento aos reqaerimrntoi que
Jirigiram directora, foram admirados
,:omo coclribuintes, mandando-se expedir
as compteates titulos aos seguintes Srs. e
Sras.
Luiz Antonio Figoeiras, oflicial archivista
\u secretaria da assembla provincial da
Babia, mediante, o pigamento da joia e an-
nuidade de 760#000.
Jos Tneodoro Araponga, professor pu-
blico na captil da me:ma provincia, pa-
gando 400t9 de joia e anauidade adianiada.
Frederio dos Heis Nuaes, professor pu-
blico na freguezia da Nossa Sannora da
Gcnceicao da Ribeira, em Angra dos Hei--,
provicia do Rio de Jjneiro; yin e annu'-
1ade 1765000.
D. Francisca Gomes de Sooza Coiiinho,
yrufessora pub'ica na freguez a de S. Sa-
bastio, municipio de Campos, da mesma
provincia ; joia o snnmdade de 176#OjO.
D. Cornelia Luza David, professora pu-
blica na villa da Estrella, da mesma provin-
cia; joia e annnidaie 616^000.
Antonio tsmilio Pereira da Cunha, ama-
nuense desenbador da directora do obras
oublicas da mesma provincia ; joia e annui-
tiade dUWOJ.
Francisco Augosto Pereira de Mattos,
idminislrador dos crrelos da provincia do
Maranhao ; joia e annuidade 1:072)51003.
Augusto C-'sar de Macado Brito, officia!
papeilista do correio da capital da mesma
provincia ; joia e annuidade i80>000.
Concedeu-se a i contribuibte bacbarel
Bruno Jansen Pereira,"juiz municipal da I.*
vara da capital da provincia do Miraahio,
eievar a 2:OOOi5 a respectiva inscripeo, me-
/iaLte o pagamento da joia e annuidade oe
i 193999-
Nao foram aimittidos ma'.ncula, em
conseqnencia de sea mo estado de saude,
sendo indeferidos 03 requeriment03 dos se-
quintes Srs: ...
Loiz Carlos Cordeiro, professor da escola
publica do Brejo, municipio de Iguass,
provincia do Rio de Janeiro.
Marcellino Alves Baptista, prolessor da
jcola publica do Caj, municipio de Ma-
rica, da mesma provincia.
Pedro Martiui, professor da escola publi-
ca de Sacra Familia do Tingua, municipio
de Vassouras, da mesma provincia.
A vista dos respectivos processos de ha
bililacao, foram conferidas as seguintes
pensos aoouaes:
Aos menores Roberto e Osear Trompos-
da, filhos legtimos do finado contribuinte
capillo Jos Leito de Almeida, a de 1840
a cada om.
A D. Edeltrndes Rosa Machado Vieira da
Silva. D. Edoviges, D. Severa, D. Rosa e
Jos Vieira da Suva, menor, viava e filhos
do contribointe coronel Jo5o Vito Vieira da
Silva, a de 1:000o' repartidamente, devendo
o pagamento effectaar-se pela Ihesooraria
do Maraoho.
A D. Elisa Angosta Soares de Souza, D.
Antonia Gibriella Soares d) Sonza e D.
Vaen/:na Aagatta Soares de Loyola,Ji!has
bom en'.ra.a vizioaana, e omsoo entre i-Ia* ^
les. aecmiam q\ieka fijoa'como aggre:j ^\-r.
gada as trras de Carlos MmoeK oti pw.jf
dos aocailorio do
Araujo*e Silva.
do prorar que nao eaistfim ssceadealtfs com
difdiM) A mtadi da're^peclva pensW; a
i|oal dever:i ser paga pela ihesooraria de
Pernarabaco.
Mandou se entregar a Domingos Josa
Gomes Ferreira a quanta de 29)5067, que
se acha em deposito no cofre do Monte-Po,
correspondente entrada effectuada p.'ir seu
pai, do mesmo nome, fallecido antes dj
complet r um anuo como cont ibuinte.
O requerimeuto dos bichareis SI veno
Fernandes de Araojo J >rge e M'tnoel Lw-
renco da Silveira, casados com as filhas do
finado contribuinte Mmoel do Nascimento
Prjntes, da provincia das Alagos, cou
adiado pira ser deferido depois de preen-
cbidas algumas formalidades legaes, que
serio indicadas ofikialmente ao inspector da
respectiva thesouraria.
Foi devolvido a thesouraria do Miraaho
o requerimenlo de Marcelino Diego Cam-
pello, chele de seepao do thesouro provin-
cial, para ser veriheada a sua idade, oufor-
me os arts. 8 a 11 dod;c.eto de 18 de fe-
vereiro de 1870.
Rsolveu-se que fosse discut lo em mesa
plena, jwr versar sobre a interpretado que
deve dar-se dhposicao do arl. -21 do de-
creto de 18 de fevereiro de 189, o reqoeri
ment do cooselhiiro Francisco Octaviano
de Almeida Rjsa, na qualidade de advogado
e procurador de D. Adelai le Fontes Pinhei-
ro Guimare?, viuva do contribuate capi-
llo Joo Antonio Rangel de Vasconcellos.
Ficoa, finalmente, adalo para a sesso
segointe di directora o nquerimento do
bacbarel Alfredo da Cunha Marlns, tutor
da D Ricardiaa Josepba do Almeida Cival-
canti, filha do padre Ignacio Pinto de Al-
meida Civalcanti, da provincia do Mara-
nhao
17
Foi hontem experimentado o vapor Iguao-
su em om passeio na nossa babia.
O IguasSu tem 83 ps de comprimeoto
entre perpendiculares, 16 ps de bo:ca, e
5 1/2 ps de pontal. O'casco, que de
ferro, foi construido pelo plano e segundo
o systema do Sr. construcor Trajaoo Aii
gusto de Carvalbo, e raosirou na expe-
riencia a vantageai desse systema, dando
marcha superior a que os constructores
previam, e grande estabi idade.
O macbiuistno de alta presso com dous
cylindros o^cillantes inclinados, da forga
collectiva de 36 cavallos nominaos funecionou
perfeitamente; a cadeira niultitubular sup-
pre vapor (acil e abundantemente com pe-
queo consum de combuslivel.
O vapo; manteve sempre a- velocidado de
9 milbas por bora.
O Iguass foi construido no estabeleci-
mento dos Srs. Maylar & C, para a com-
panhia Progresista da cidade de Pam-
n3gu.
-18-
No lendo sido visto bonteui at s 9 I
horas da'manhaa o francez Francisco Luiz
Ferret, morador em um quarto da casa n.
63 da ra Sete deSetembro, algamas pes-
soas fui-peitaram que alguma desgrana hou-
vesse acoatecido. Conaparecendo no lugar
o in pecior do quarteiro, o Sr. Antonio d9
Oliveira Ramos, mnndou avisar um delega
do do consulado francez, e presente este,
procederam ao arrombamento do quarto e
all encoutraram o infeliz Ferret, n esten-
dido no soalbo e ja cadver.
19
O Sr. Antonio Jo* Eslacio Lima, conta-
dor da Lima, cmara, por occasio da mis-1
sa mand.da celebrar hontem por alma de
sua virtuosa mi, conceden carta de liber-
dade nica escrava que possuia. Por es-
te forma o Sr. Eslacio anda veio reamar
maia o seu bello carcter, associando re-
ligiSo o civismo. ;
- 20 .
Escrevem-nos de Valenca em data d 18
do corrale :
Falleceu nesta cidade Marta Victoria
do Espirito Santo e deixou livrea por cartas
os seus escravos Germano crioulo de 30
annos; Antonio, crioulo de 19 annos; e
Thereza, crioola de 40 annos.
D. Maria Jos da Concedo, libertou a
sua escrava Thereza de nag3o.
Fallecen lambem no termo desla cida-
de a abastada fazendeira, D. Izahel Henri-
qoeta Fortes, mulber do commendador Car-
los Theodoro de Sonza Fortes, e em sea tes-
tamento deixou libertos os seguintes escra
vos sem onus algum : Manoel Gomes, Izi-
doro, Jo3o Paulo, Goncalo, Jeronymo, Ger-
mano, Raphael, RomJo, Balbina, Helena,
Forlanato, Suzapa, Angela e Pedro, casado
com a liberta Maria Clara, recommendaodo
a sea testamenteiro, que o'Dr. Adriano
Fortes de Bastamante, que desse aos liber-
tos carta de liberdade logo depois do seu
fallecimeolo. Xtonferio mais, liberdade sem
onns algam paw entrarem na p)sse do dia-
do sen faUecimenlo em diante, a Simplicia,
Francisco, Manoel, Joaqama, Maria Joanna,
Leonar4o, Feliciana, Marcoliaa, Mara Ciara,
Maihildes, EstevJo, Maria Santa, Apnai
Agostinho, Pedro crioulo, Luiz. Hermene-
gTlda, Honorata, Lacas, Jlo, Bazilia, Eu-
lalia. Francisca de Paula, Clara e Lourencj.
Pedio a seos sobrinhos Candido e Afionso,
qne emquanto o procedimento desta> f&r
* O.Dr.'Bent) da Ajoveda Maia Rbilo, catatm^m^f^mH^1^ a jastisa d*pedido,'
- irome^iqe cm urgenci#dana as provid'ocias1
libertoj espooiaa^amela eoem' con!icio,
algnar, DO'diaTOuo crrante, am pardi-
nbo, ob-oomo Raymunlo, filao da escrava
Panlini, o qnal nascau u n.ruez aaus da l&i
da reforma do elemento evd.
21
Algnn.s mestres e operario das diffaren-
tes olllciaas do arsenal de marinta cotisa-
raai-se hontem; 20 do crrante, e deram
liberdade ao pardinbo de nome II arique,
escravo da Raphael Pinto da Silva.
A Sra. D. Maria Faasta da Souza deu li-
berdade a uma sua cria de cor parda, as
ci ia oilo das antes da lai da reforma do
elemento servil.
- 22 -
0 In3tituti Histrico e Gwgraphico reunise
hontem, em assembla geral, sb a presidencia
do Sr. visconde -da Saputtuy, para eleger os
membros da mesa e as commissdes que teem de
servir no ann> de 1872 Teno-se observado as
formali ladea prescriptas pelos estatutos, sahiram
eleOsos seguintes senboros :
Presidente, onselheiro de estado Visconde de
Sipuoahy.
i." viee-presilenle, conselheiro da estado Barao
do Bom-Retiro.
2 o vice-presidente, Dr. Joaqaira Manoel de Ma-
cede.
3." viee-presidente, Joaqnim Norberlo de Saaza
e Silva.
1 socretario (para servir 2 annos na forma dos
estatutos). Cooego Dr. Joaqnim Caetano Fe man-
de- Pinheiro.
2.' secretario.-Coronel Dr. los Ribeiro de Sou-
za Foates.
Secretario* snpplentes.Dr. Carlos Honorio de
Figneiredo e Dr. Mainel Daarte Moreira de Aze-
vedo.
Orador.Dr. Joaqaim Manoel de Macea i.
Thsoureiro.AtWonio Alvares Pereira Coruja.
Comnissao de folos o orjaraentn Jjj Jos
de Sonza Silva Rio, tenente-coronel Francisco Jo=
tiorges, Dr. Francisco Iguacio Marcoades Hornera
de Mello
Commisso de estatutos e redacQo da Revista.
-Con39lheiro D. Francisco Balthazar da Silveira,
Dr. Olegario Hercnlano de Aquino e Castro, Dr.
Joaquim Pinto Jnior.
Commisso de reviso d^manuscripto?.Sena-
dor CanJido Mendes de Almeida, Dr. Joao Ribeiro
Ai Almeida;Dr. Antonio Pereira Pinto.
Commisso da trabalhos histricos.Dr. Joa-
qnim Mmoel da Maceflo, Josqiira Norberlo de
Sonza e Silva, Dr. Cesar Augusto Marques.
Commisso subsidiaria da trabalhos histricos.
Dr, Jos Maria da Siiva Paranhos, Dr. Francis-
co Ignacio Marcondes Homam de Mello, Dr. Altre-
do ae Escragoolle Tannay.
Commisso de trabalhos geographicos Senador
Candido Mendes de Almeida, conselheiro Ricardo
Jos Gomes Jardim, Dr. Gailherme S. de Cipa-
nema.
Commisso subsidiaria de iraba!bo eos.Tenente-coronel Dr. Pedro Torjualo Xavier
de Brito, capito de mar e guerra Jos da Cjsta
Azevedo, i)r. Miguel Antonio da Silva.
Commisso de archeologia e thnographia. Dr.
Manoel Doarte Moreira de Azeved, conselhairo
Felippe Lopes N'elto e Dr. Ladislao da Souza Mello
N'elto.
Commisso de adraisso de socios.Dr. Agiti-
nho Marques Perdigo Malhairo, Dr. Guilherme S.
Capanaraa, Dr. Olegario Herculano de Aquino e
Ca?tro. -
Commisso da pe3quz*'de manuscriptosDr.
Frlizardo Pinheiro de Campos, Dr. Carlos Honorio
de Figueiredo, conego Dr. Maooel da Costa Hono-
rato. .
Terminada a tleigo, o Sr. presidente declarou
quo o Instituto entrava era ferias, e levantou a
sesa,
Piui>, uale ja haviim ago os di-
da'. l%
_B6rapii do AmlFal. coma orgo da
cominisst,'*m orevd* otlavras tai sent' a S.
famasqu? soff.ia a imooruntn elas3e
punte* tefuii), o a nacjssilide d^
ro^dM-as tinfentej reparar t
Ec.- o*v
d'ja t nae
graod* mal
0^5
'Ih^fi Jjjvino ovio aaantainente
juo o c:;j requera. -c,
2i -
A retpeito do assassinato Souza e Almeida, diz o ^tadamrikingvmtKse o
t A fiZiaia do Sr. ajuJanta Aotoaio reir
de Sbaa, importante Ttzejdfttfo e capitalista daste
municipio, fui oo dia 10 fe" tfjrrente.palaj 8 horai
da maulla, inaa'-ro da:u:na dassa< scenas lutuosaj,
e que|#or infel^iJide, i;n sa reproduzido entre
?s i f n iw il uma v;z,
Nidia e inra aiima indicaios o Sr. Jis
Franc|ee de S mzje Al.naida, tl!h i a administrador
do Sr.iajnd-mta Mirein da Souzi. procurauJo
prendar c->.ii u auxilio de mais dous escra v. a
am" tefceiro para aaiiga-lo por faltas commeitida',
foi asaltad) por esto es;ravo, ,\\i) deralhi no
craoeoc.un urna fouca doas iranJeulos |olp->,
e, deirfml) esta arma, >:>in urna fac Hiera t=r-
jeiro.^rimouto nai costa* do infeliz AlmaiJa, qua,
initanloeameat-, fallecer
c Sinos infjrmadrs qia esta trgica scena sa
operr| c'ra fcilidide elctrica, da mmir.ia
uo pof er o iafatiz se defeudr, visto como pa
ralytiejfcda peinas a a^eolado sobra um peqaeno
carro^ior si quasi que nenhuma resisiencia
defansaa poJern oppflr ao assallo da seu offm
sor. I
L-sena mesma folha:
t U.1 tiosh ssinanta conmunica-nis o
seguiQlB icontecimeat'i, que revela, a ser verdade,
summi n gligencia da parte das autoridades,
pondo em parf.ito sibrasalta a inuiuillidide
dos que habita i petos ama centro-,
E nraa das semanis proxinamte liilM,
toi acowime'tido em sua fizenia, m ha:rro d)
Parabjlioga, mnnicipi) de S. Liiz, Francisco
Major, por dous camaradas e alguna dos seae
escravos, tendo um destes pcado amarrado na
senzala, poPnao ter querido aco'mpanha-los ns
emprea, '
Os malvados, dirigindo-?e a upa dasjanellas
do apoi nto do majar, ;omecrara insidiosamento
a ped?remedo para nm dos comparsa*, allegan-
do estar etle com uma pomada; a senhora do ma-
iir, achanio-sa acord.aia foi abrir a janella; nes-^a
occa^it dispftaram-lhe um tiro de espingarda
que,' ftBimeiite, nao a olan lea
Con) isto levautou-"se o major, qia al entao
tinha fichado dorininuo,e rejonheend.. acor--e iaa
casa altada, proeurou p>r snis armas e na) as
encontrn mai?, pea que uaaa escrava da casa ja
as tinha f irnacido aos malvados. O major, ajezar
do sua a-a ser acuitada e algum unti alta, tan-
tou salttr por ama das jaulas; logo Ihe desfecha-
ram tiros-em amar* da 6 oo 7, qn, pir felen
dale, nenbum !he acertoo.
Atterrorisado cada vez ipaircoa semeiban e
aconlc-cimenlo, precipitou-se por ama das janellas
mais alias e par onde elbs sappanham nao baver
perigo de luga, coaseguinJo a aira refugiar-se,
ma, de que srvio refugiar-3e quando vio entra-
rem a aganarera a dona da casa, *rustarera-ua
ao terrero e all pralicarem artos ni mais nefaa-
dos e barbaros, deixando-i p r u!ti no amarrada.
Ainda nao cou ajui sua milvadez; arromoaram
todas as portas e remexeram qaania caixi honvel
t Faba sa.que estes aitentades for-am com o li.n
de roubar aliruin dmheiro, que, coaslava-lhes pos-
o majir. Tuo isto passoa-ae durante '
como I oros imaruessivei, ornara as frontes para ao depjis consobJar
suia
Sem^uvila e aoeiar >s propugnadore das
causas poliieas das nafes, o ntiieo e rl hHeres-
se da humanid te paz, d'oniedeco-rem todas
as gran laza*, toda3 as bsileaaa e todas as virtudes,
js povas; ma' n^ra por uso a guerra estarinsa-
ora devastadora de tolos os monomeatos da
civiliwc) soderna, deixar de petar como ama
ma8a euorrae no des'iao das nac^e.
A paz jiermanenie uo podara surgir em lampo
algdm di seia das orgiusao3a; artmciae*, neo do
meio da desharraonf 4ral prodnzil iHtoaoa-
jnelo dos mareos dirisorios das na;) nuropas.
E' antes possivel qae t-l.a se derie do longo en-
fraqu?cimanto das provacoas da guerra, do qua da
sonhada harmooia da elementas lieterogeneos que
se repellem entre si, e qne sao os prnraot rea Jas
calamidades sooiaes e polticas quo ainigam a hu-
ra a nidada.
Dasle longos seculcs corre o sanguinolento liti-
gio s.bre a collocaiji dos marcos divisorios do
raappa geographico poltico da Europa, sim que
n-raliu in especie de tregua lenha durado o tempo
preciso para acoaaelbar as nacois a collrem no
remanso da paz os louros da ivilisacao. Entre-
tanto (i litigio anda hoje dura, o a luta sempra
ot prestas a coraaca', porqae as sentimos nunca
f>ram dafiaitivas, e porjne fm silo sempre la-
vradas, nao conforme os direitos dos pavos e os
conselh)! da sabeJoria, mas palo arbitrio e pre-
i itaoiia dos vencedores, sempre maos Jallas em
cau-n proprias.
Hi djjs annos a nnifuacl) d.a Aliemanna e da
Italia, soslo que era vas de for.nae', era anda
uma aspirado, delirada sim, mas incerlissima-
E n 1870 ambos e3tej fictos se realisaram ; e
para i>so na-toa que a poltica inapreviJenta da
Napjl^o III deixassa consamar-se o sacrilicio da
Austria ora 1836, e, como consequencia Ugica da
sua situacio em faca da Allamauha, f>;se levada a
oppr embargos a, influencia di nova coatelera-
ci germnica.
Daseoeadeada a guerra entre a Prussia e a
Franca, 03 principes allemes congregaram se em
torno da prepotente casa dos Hoheasollern, e, aos
gri;os roujuenhoi. do casiii fceleris, deixarara-se
cegar plo brilh) da cora, do re Gnilherrae,
quea i>ff'recaram a suzeraaia dos seus estados,
j meio unidos depois Ja paz de Praga, mas s ea-
to identificados no pensamento commuaa de Al
lemaoha u,na
Vencida a Franca, ftismark e Guilharme, sem
descurarem 03 uegocios da poltica externa, ein-
pregaram-se vidamente em cimentar as basas da
uniao alleraa, e esta obra, sonhada durante tan-
tos annos pela Prussia, recaben ara 1871 a con
nrmacao qne Ihe prenunciara o baptismo de fogo
de Sadowa.
Mas, porvaotura foram consultados os direitos
dos poros alleraes ? Porventura foram a'tendido3
03 con!e!hos da sabedorla ai collocaclo dn mar-
;os divisorios da nova confaleraeo germnica ?
Nao haver certampnte quera o afflrme, porque
nao po lera haver quera, conteste que a Prussia le-
nha arvorado o pendo das conquistas em pleno
se:ulo XIX, firmndose no direiio da >rQi e
apontando a espada tinta la saogue para opeito
exanime das pequeas nacionalidades germnicas.
E ante tal oacoao ser ulopisti:o prever a
quela do cellosso que traz hoje assombraJos os
espiritas europeos ? Nao, mil vezas nao, sobro tu
do se se red sirque a antiga confederado ger
maoica baqueou por ter 3do assente sobre bases,
Lee nao to selvticas, ao menos lio deshumanas e
frageis.
Nao, n) utopia crer na independencia e auto-
noma dos povas, e por isso que os espirito me-
nos optimistas veera inoclalos no corpo da no-
va Alleraauha lodos os principios disolventes de
urna unio cxdrnxnla e appireiUe, as.-im orno
nesse tolo social veein um fecunuissimo gerraan
melhante ao
i,.- ah A .de guerras internacionae, svrman -eme
I dez horas M^^^*;ald5fqaenajs aprsenla a Italia, d.pois qua :
Escrevem-nos de Valenfa, em data de 20 Jo
crreme :
ccmmaadador Manoel Antonio de Anarade
passoa hoje carta de liberdade a seus BKravos
A? cartas foram
Franjeo de
Arauio e Silva.
Risa,de nagao, c Beluario, pardo. Aa
registradas no carlorio do Sr. Jo-
queacudiram algacs vhiuIds, que-soubera ..-.
tacio bar Intermedio do eserajo, qne tinha Picado ""
preso na senzala; esl, dajois da muilo. esforg.3,
foi que conseguio escapul.r e tambara meltea-se
p^io mato, raas. como j era dia, iratoo imme-
ilalamenta de avisar o visisnl^s do occorndo.
O majar ainda aterrorisado, so voltu para
pai > ca S indo informara no=, na malvados na) se
aln .am; dias dpais inda d.;ram pega aa dijo
escr, 1 em ura eafeza! do referido major, mas nao
o p. 1 iran pllhar.
Uizsinnos mais qua auloridaie alguna, que
dijuell^ bnirro, qmr da de S. Luiz, tinha tomad)
providencias i respeilo, e que aera e a estes
ac/nterimentos tinhara Jado.
As+essoas que uos ni) dao esa dasfavoravet
noticia, sao habitantes da leenda fregttMia e
muito dignas de crdito.
Da frrg .ezia de S. Jos do Rio Preto, comraani-
cumnososeguinte :
t O alteres Guilherme Augusto de Araujo Fran-
co, fazenaetro importante d'esta fregutzia, leudo
de mandar baptsar duas ienocenles crioul anas,
Binas legitimas de seus eecravos, nucidas depois
da lei d. 2,040 de 28 de setembro de 1871, e tres
innocentes nascidus antes d'essa lei, e tarabm fi-
lhos legtimos de feus escravos, igualen a candi-
cjio de todos, ordenando que os uliinijs fossem
baptisadis lambem como se nascassera Je ventre
livre. O raesrao senhor j havia libertado na cia
baptismal a innocente Helena, ftlba legitima dos
seus escravas Arsenio e Aana, nascida antes da
lei. ...
Os alumnos da aula Ja desenho da escola mili-
tar reuoido3 ao3 do terceiro anno, presenteartm o
seu lale o Dr. los Antonio da Fonseca Lessa,
coto ama rica caanea, em lestemunho da estima
e gratido. A canntta foi entregue pelo Sr. ca
pto Grana, em seu nome e no.dos seuscollrgis
do terceiro anno. Foram proferidos divers s dis-
cursos, a qae o Sr. Dr. Lessa respondeu grade
cendo.
- 23
O Sr. Antonio Jas Moreira de Carvalho acaba
de conceder liberdade sua escrava Mara, de 3o
annos de idade presamiveis Anteriormente o
mesmo senhor libertara outros escravos.
fJIARIO DE PERNAMBUCO
RETROSPECTO POLTICO.
Aproveitando-se do favoravel ensejo qae Irte do-
rara as tempestades qus rugiam no s!o da Fran-
g, a Italia esmagou a conveac; da eteaibro,
que,Ihe embargava os passos para Roaia, e con-
quistou forca do armas a capital do uroj csili-
lici para della fazer a capital dos estados italia-
nas, arr.iacanlo i.-sira ao soberano politice a o-
roa temporil, que con tinta grandeza upport.iva
nohre fronte do clrfe augo-io do ciiholicismo.
Roa, anta os trpudios nfrenes da s>Uadesca
Victir Enmanuei, mostrou-so
-ombra e tris-
em 1871
ot:
1872.
Escrevem-nos do Grao-Mogol com dala da 26
de doSembro, que am francez alli residente, de
nome Antonio Guilherme Fontain, se suicidara,
desfechando am tire aa cabeca, fallecendo pouco
depois. Saspeita-se qae foi levado a commelier
este attentado por ter um amigo ibusado de saa
confianza. Contava 70 annos de idade. 'Era ge-
ramente estimado e tido como hornera honesto e
sisudo. |
Ante-bontts, s 6 horas da tarde, ama com-
misso coflposta dos Srs. Dr. Joaquim Mariano
Campo3 do Amaral. Antonio Gqocalves de Arauj),
Antonio Jos da Veiga Pinto, Jorge Jo3 Moreira e
Toomaz Bacallar Ferreira de Soaza, represeutautas
de importantes e respeUaveis casa3 desta prac,i era
commerco de fumo, dirigio-se 3. Exc. o Sr.
conselheiro presidente do Rio de Janeiro e fez ine
entrega de am memorial, no qaal pedan a S.
UU1FE, 1 06 U.NKIKO
I
Mais um pesado anuel de bronze foi hontem li-
gar-se iraraensa eadaia dos sculos. Mais ura
auno descambou para o occaso dos terapos, ao pas-
so que nm novo olemento da eternidade despon-
tou no nascente brumoso da vida d>s pava?, senao
prenhe de esperacca3, ao meno3 proraettedor de
um sol dourado que, se assim o quizar a harna-
oilade, poder presidir i grandes fe.-tas a qae as
conquistas expieadorosas da paz soera sempre dar
O que neri o anno qua hoja comeca T Qaaes oa
problemas da cuja solueap elle se incumb-ra 7 Ve
r elle alguna vez empalidecer o astro qua o pre-
side 7 _
Taes sao as conslantes perguntas que acodem
aos labios da quem reflacte sobra o destinos da
humanidade, estudando luz sombra dos factos
consummados a historia angustiosa dos povos.
Q aando em 1871 saudimos a aurora do anno
que despontava, Bsemo-lo entre tristezas sem tira,
entre dores lancinantes, ante o estado de ebulicao
da Europa, terrivelmanie desarmador, crueluian-
tapossuidodainsaciavelsle dasse calrico-in-
cendiario qua 30 chama guerra, e que tudo des-
ira e aniquila, sem nada construir e reeompor.
Disseraos ento que o anno que comecava seria
de f ataes consequencias para a Europa, embora a
liberdade fosse a palavra de ordem de to.las as
discuss5es, de todis as a?pirag5:s, de todos os
iranes tentaraens.
Nao nos engaamos nfss previsio. e os factos
de qae foi testemunha o velho cominele, se ra-
cumbiram de justificar-nos, da mesma sorta que
o futuro escuro e nebuloso da poltica europea sa
ba di encarregar de demonstrar que a paz da bu-
ropa, hoje como oulr'ora, ephemera, por isso
que est assente sobre am vulcio de descoaan-
cas e de aprebensSds, cajos atrictos continuados
sem dnvda prodaziro a sceatelha que, mais tar-
de ou mais cedo, atelar a guerra entre 03 povos.
Certameote a humanidade, do raaos dadas a
scieocia, protesta contra as hecatombes que s
rior acompanham as remessas de famos para qua
fossem ellas aceitas em sua totahdade na mesa
provincial, na occasiinle exporiar-se eases geaa-
ro para ootras provnolas do imperio e para o es-
trangeiro, visto qae erara prodoetts das prciaciw
i\s rf^rr Sm ts6 aafrjiss
ros, o qae pile a sJa ph'tlosophla, eoatra a tris-
tss'raa necessidade em qae ainda naje se icham
as naco de aesembaiahar a espala para impe
dr que se renovera no antifo mundo os teaebro- ?a, como r,
sos aphoriJtno? d* Ga':rnerra da Flaalres IteraacioaaL
1
te ; mas nem por isso pola obstir que
?e consu nmisse o esbulho la San'.aS pela trans
ferencia da capital para a cidade eterna, onJa ba-
je o parlara-uto italiano procara consolidar o so-
nho da Cavour, quebrando os ullimos lacis qua
prendera a igreja ao estado, posto que sob a appa-
rente demonstrar) de garantas ind:pealen:ia
do Santo Solio.
Qiem noder sustentar cora soliJ is fundamen-
tos que ser riuradoara e3sa obra d) unifleacao da
Italia? Fui ella o resultado das reclamaeSes lo-
povos de Rama ? Presidio sua f jrraaeo a sabe-
dora e o diroilo ?
Argumeuta-se, bam o sabemos, com os factos
onsummados. Mas, que fado aprsenla ao mua-
do a durado de onza seguios, qae lautos contava
da existencia o poder temporal dos papas T
E' fa:to qua, eraquanio a Franca se extoreia
as supremas agoaias de um aniqnilamento sel-
vagem e barbaresco, foram resolvidas duas das
mais importantes questoa3 europeas, firam corta
dos dous cs gor-tios ao mesmo tempo, sem uutra
aspada que a ambi;o de dous res, sem outro in
cealivo que a impotencia da Europa.
Nao se onclua, porm, d'ahi que essa3 solu-
c5as sao definitivas que essas sentenjas sao sera
appello ; parque dia vira era que a Europa reco-
brar as suas forca?, e enio o. raappa geograpbi-
co-polilco do veiho contnenta perdara a forma
qua Iba deram 03 aconteciraentos dos dous lti-
mos annos.
Sim, foi a impotencia da Europa, em face dos
acooteciraentos, o motor principal da solaceo atro-
pellada das qaastoas alleraa e ilaliaaa: Essa im-
potencia era palpaval; todos a conheciam, todos
a teraiam, todos viviara em continuos sobresaltos,
quando rebeotou a guerra franco prussiana.
A Inglaterra, vi vendo desde loog-3 annos uma
vida egostica, poato que gloriosa pelis couquistas
liberaes qae alcancou o seu povo, vio aniquila-
rem-se succassivamente tolas as sympathias qa6
alia outr'ora conquistara, e, quando re^entou o
irov), e o raio ferio de marte o polar da Tranca,
sua natu-al alliada, achou se entre a espida e a
parede, e vio se sera prestigio para ser til quem
tanto concurso Ihe prestara no Oriente, noj so
porque a sua poltica exclusivista isolra-a n'am
recanto da Europa, mas tambera porque a ques-
lo Afa&ama ensombrava-lhe o poder, ameajanlo-
Ihe o commerco com muitos Alabamos sabidos
dos portos da Uolaa Norte-Americana, eorao re-
presalias jnsiissiraas dos alternados praticadoa cen-
tra a graode repblica, no tempo da guerra de ce
casso. __,
A Inglaterra athou se, pois. mpossibilitada de
intervir na luta que sa feria no ceatro da Euro-
pa, e cortamente comprehendea enta, e somonte
ento, quao errnea foi essa poltica de iaolaman-
lo em que ella se euvolveu ede que deviam re-
sultar-lhe, orno ia faci Ihe resultaram, golpes
profaalos ao seu amor proprlo, terriveis offeusas
ao sea orgnlho de potencia de priraeira ordem.
A Italia, inteiraraente ocenpada e absorta era
realisar a su* uoificacaa, em corar de sna3 floan-
^a como que desapparecea da seeai poltica tn-
A Hespanha lambem nenhnm auxilio palia prw
lar reclamac>>!s da psz, eoralla c-miv m a*ha-
va eotao nos sombros ne^oeires da^ ana politin
iniaroa, eaphaceUodo-ae para* conseguir nm rH,
a ai djroaUa.
A Austria, agitada pah iniuoa c nvulio aens eJeraaitos consiiiotivos, rslava tola entrege*
a refaier-se dos desastres da 1860 e a proenr.
um meto, sempre fugitiTo, d eooeiliar a tas veri nac inalidades, vidas de autonoma e 4
mfetenaeocie.
A llussia, rvidentemeoie hariuonisal caan a
Prbssia, c-jho que seeoolara-lhe os pUooa arnrn
ciosos, se n duri la ja meditando un pasta <|<> dm
em novembro de. 1870, quaaloj>g)n a inrrivd
carta da desneulrihsacao do Mar Negro.
Em ul estado foi, pois, unpowi'el Bnronaa iu
tervir oa guerra franco-pro-*uo ; a d'-~'a m-
poiencia que nasceu a liga den neutros csi cipa
esfarrap.nla com que tolas s nafSes p.-ucurara--
acobeiur a saa fraqueza ; a n'naa (raprzi ?
que nasceu a arrogancia da Rus u. da a m-ira i
ua nota qua o principa da Gortanaak-if dirig-
potencias signatarias da tratad da Pars proposito das clausulas referentes ao Mar .Vi;r
A Euiopa, atiurJiia pria vttancia do chon/i
vindo do imparr> dis czares, e-tren -cea nomn
da ante a po-sibilidada de umi nufa (narra >-
Olante, e a Inglaterra, mais d qua nnnea.aeali
a s'iorama dor da sua fri]ua:a a Ja nnp -ien-t
da Europa em conteras antbaAM li ilu-*.
Se a Franja livess Hvri e orgaMia exercitos, cerumeotenVse leria produzd a ai
rogancu do gabinete (te S. PeteratorfA. M
Fraaga estava aula ao poste, da misen* a "*
;ob u ac/Jttle implacave da de-grar.), e. pota, I
rop.s-ivel Iogiat?rra tobar alea 4a-Mioci
apoio da que careca para embargar as | ritrav -
da iuiraiga larnvel da Turqua.
N'psla coojunclura amargor usa, a anian *
lembrou oaivitre da reuuir era Lmlra- urna e i
ferencia das potencias interessadas oo iratado Pans, e estas, todas pressurosas ac.quie?ciran
convite tanto mais amare qaaal Ibes poupava <-
sacrificios da uraa cooli-s i-xpliciU d- fra-
queza.
A Russia por ten lado aeettou o altitre, qu-
para ella iraprtu d ,-s J; logo u'uma gran la con -
cesso, e fjrttleceu-sa oa crela da noe a^ poten-
cias cderiam aos saus dasajs. N'e-s.- ioiur.
(ez propostas Turqua para um acerdi ptm
cular; mas, aata a raspas'..i i* g.vero oit man"
de que s se suge.iana deoisao das |i<)iencu te-
uuidas em coofarencia, adiou para essa antanatu
o seu completo triimpbo, Ja caa, as>igualado
carao certo pelos esforcos que fazi a loglatrrr*
por una solufo pacifica, qne Iha d-e terap >
para harraonisar-s^om os Estados Unidos, caja
iofiueucia oOfTAagocios da Europa ella bem MtW,
posto qua iacnrectameole.
Eifectivameute a conferencia da Lonlr-s v-i
con irniar a fraqueza da Europa, vento cuma al i
foi sanecionalo trafo qaanto a Rus>* orKendia, -
foi proclamada a desneutraiisacao do M*r-Neajrw,
contra a qual em outros lempos una a logulerra
protstalo com a espada em puiiii .
Ficoa, pois, desde logo franqueado o B ispb >r >
e os Dardaotllos todas as esquadras da mu i.
e a luriuia acbou se, como antes da 1856, entre-
gue aos vai-vens das aiubijes da llaxu, .'< iu
mente auxiliadas pelo paoslavi^rao.
Foi esse ura g>lpa tremendo para' a ligle>rra.
mis nao fi o nu'co por qhe passoa a ?ol-l>i
raiuha dos mres, nao. Ella stnlia pesarem-ltM
nos de-linos os Estados-Uuidos da Araenca do
Norte, paralysaudo-lhe a accio na poltica exter-
na, e fomentando as desurden* feniaaisias da Iran-
da e di (Canad. Por isso leve pre.-si da resolver
as questes suscitadas uo lempo da guerra o
cace-ao.
Para chegar esse (ira mandou'orna c i nmis3
W'ahington ; e alli, na graode cilade di f.r >-
dabilissiraa repubica, mais uma ves eiupalud en
a sua estrella, mais urna macula eila rec*bou u*
sua honra, acedendo a todas as exigencias an-
ricanas, coaessando-se culpada de crim v qu '
antes neg;ra, cranlo novusarligis pan ( col .; i
da poii.ica internacional, e emli coa--oiinl<> >-ii
qus una mbuoil aibitral decidiese ex catucra n
negoi-ioseaa qa:se empenaavara seu? bros <
donor.
Noraeio Jai peripecias d'esse? don ::
livarara por the.atros Londres e Wishmgt1
ainda a Inglaterra sorpreudida pela arint-tici-i
entra a Franji e a Aik-maaha e bem a-.-ira |ei j
tratado d? Verstiles, que p z lerroo j-I ^Ucrr
m'-diante a ce:o da Alsacia e de an a par d-.
Lorena feita Prussia e una ioJ-inoL..cao '.-<
5,U0 inUhOes de Laucos.
Aiuda n'eS3e poni baqueou o presiigi d .-
glaterra, porque ella nada pule ubter da i'iu-
era prol da Franca, e porqae quand) te'.' -o -
do traado ja*elte eslava sssigaado e era di.*:ii'it
em Bardeaux pelo- representan'na da naci fi
ceza, alli oagreyad >s duraita o aroiistici>.
Tres, pois, foram os profundos goipes j: ;
beu o orgu Id inglez no anuo (indi, w i- -'
le nao pule juntar cora sobejis motivos u
Iba desfachon a Alle.nanln, qiaodi redi..'.
ama que.-lo pecaniaiia o insallo urogtda j -
vilbSo biitanoico, que colria algaos .'.-i:;
cantes raettidos |iique no Senoa, por oceasi
cerco de faris.
Taes insullo3, lo dulorosas provangis sem aj
vida firo a Ing'aterra reirabir-se do seu t K
da espaciador pa>sivo, para delermi&a-la a eo --
ver-se na poltica gera!, pugnando pelos dir :
dos pavos opprimidos.
Emquanto isto, porm, se nao d, a Allemanbt
contiauar a protrahir o tratado da Praga aa qu>
diz respeito ao Sohle>w g do Norte, arranca le ti
vaticamenie Dinamarca, e Alsacia e a L r< >>
iro gemando :0b a mo oppressora o*no -
germanos, qae nao poapatn osforc.)s para raduzr
as populares d'esses territorios as condicois u.
pavos allemes, de qua ellas sao aaseneiaUn
differentes, qur pela or.ge.a, qur peto* eos
lames.
K sera duvida nao (carao ah u amb:co.sai.
nova Germania, cujas vidas se alongara co.^j
e prenhes de ameacas, qpr para a Suissa, q .
para a Austria, qur para a Russia, como i
esperando azada occasia da arrancar nenes
paizes aquellas de suas provincias onde por ventar,
se falle o allemo, ou cuj origam controversa ei a
suppSe ser germaoica.
Na Austria, essa poltica, auxiliada pelo Sr. .!
Bismark, eucontra apoio a. certo ponto as la:.
intestinas das nacionalidades; e os alleuiae do
imperio de Francif eo Jos mais de ama vez leiu
mostrado desejos de se unirera grande patru
alleraa ante as concesses que o governo da C'?
leilhania mais on menos tem feilo i Galitzia a
Bohemia no sentido autonmico.
Em quaoto, porm, a Suissa dorma tranquila,
ainda eren lo na fe dos tratados, como se os irat.-
dos fisiem barfeiras para a nova Allamanha, a
Ru;sia arma-se e raostra-sa arrogante, como q -
rendo protestar actecapadamente contra as auibi
edes da Allemanaa da Norte.
Foram certamente esses armamentos e essa ar-
rogancia que apressaram a reconcliacio das daa*
grandes potencias allemaas, omisadas desde I86G;
e essa reeondiacao, feita as entrevistas dos -.
beranos da Aasiria e da Allemanha da Noria a
dos seus ministros em Gastein e em Salzbarg ,
nao deixou de causar alguraaa apprebensoes
mais potencias do confir^ate, qae, posto que Isso
josas da om rest^bcjeeimeoio do equibbf.o euro-
peu. oo \h:. toaflanca na paz provtnda da .al
tonta a &^r*g>ada pelo imperader Gailheraie.
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un (I* civiy^', "i-
o ,6 te aeifr je ra-,
E' tvieo?e que a Aitsmanhj, dipols das con
quistas que faz, tem careocn A' paz p^ra cousot
dar ai suss uavas aeqaisrgois o pa a0-iri4irirse
aivea parajjovasemprezas e aventuras. Mas d'abi
nao se segae-e-os e3sa pu qae lia apre;6i *e>xe
de ser ataoittaraente. como hi maiio qnem mp-
ponha, m.M_m englo bogad) pela poltica car-
thagineza da Berlina para adormec-r a Ausiria, p
auranr a hesemsnia prossiala a parta aliemaa do
iibotij austraco.
Ht lann mais pcstHidade para tal rectalo,
ij'idn'o. tu bem podaos atan, ente o dous so-
beranos all*rii.v **fl-'*rajwi: ero d >stoin mesmo
as entrevista amiftis- que r>Tam por On p-e-
parar h acratecirraentos a a aggre.- afn -
uaram.em Sadinra.
Goma qnr qaa.ipj, a precon sala pataj paas,
corno ouir'jia, da ama piz armada. vta eoui> a
Inglaterra, a Allemauha, a Rus. i a Yirqap. a
Austria, a Italia, a Soeca, epa urna p iavra ,'jlas
a* p i'.e;i;:a< t\ Ei*i a i.IlTTizia' sea i a au, inn-
tir os s3!is armimiitora'rjirj ni ar e apeif-V
goar os seus exercitoa.
lito reVela evidenlemonte qua a Europa nii se.
acba IranjuiJa sobre a dar-'Cli diJ trej1"., e
oaA, rolo o eopilib.-l'i, de que U'il> mof-ram '.
ptBjTtcUQS, ru*s que par filos inna raiuLva
p: curopc-a, dando ata ola a sorte da progre-
sos na sck-ndi, ca miujgri.i, Das arles e no Baffl-
c.-tar Jos pavas, rdt j o equilibrio europpu, e sej lo
oppa-to; oj luteressesdat grandas poto aciis, Tila
I:ii:)rP ]ue a pu v.-:i.Va. aovaueito ser por
leibada-
yA gn'oiao apenas da paca en 4a WW 'U
ippfccir essas perturbagdai; a;x CAcUaiabl*
essa p ci vira, pira v rg
tirela Jj porgH F.'oc* ciu
ditar na pos.-ibiii-la le rnaiS oa m-":i->4 reraitagl
nrai dc.->rra; e porgad a Rusia nao auauloaou
inda, nena* abandorra-r s-ra iuvid.., o s<'u soohj
1-anrado de Consiantraop'.a.
AoU bwm iuih injia. d-til.'a'laJ's, e, rniii
liud.i acto os loau xnna nea'.aeo Jo laoigeraiv
i^ino ) Jo pifwUviino, n Kiropa *euta-40 atsm 1
ri.dJi ; e, aio bawul > possc'ilidata de se eu.e.i-
rtr-ie.ii e ail are:u-- inleiram ate duas R'in tas. na
c"> s rea pensamiento reserva!^ ipaia vn^ys /
{iat o uater o equilibrio poltico d 1 velbo inuiJo,
loils as nae/5 qq a pai u) etli saffliieir.t'i.inota gaiso'ila, e
().i'i;a I'Im reCi'i.iin q a o j.icetidiod.i fierra
86 ni 1 alma ene n.raodo as desapareeods i3i.no
k Fiauca.
K le-ot) njaban syaiptona de ga?rra Ioi-tii
wriiii ipuanoe nos Ruftaaiites uro>j;-.u?: e prnai-
vj qie 1 ir maitiM aneoe a pai naj .-'ji perturba
di e poti. n os g natMi d n /arias paiza europea^
o^cjoar se co o. a qietii >o:ial on ir s oai a
i)i04iia opur.ri, subltimsute fnfltnn\Jj pala
vtiscaiina ; Pana. pjres>a pagiat n-Jioal da
)b.4oria fr.-.ncei.
Oitr'or. arapu'ulin eri objfeti da ardait*s
'ntbasias >i. pn un> a da viol'.ntis avers^
para entro*, iljje estes Mnawnloa so atliii
da! eo:njki'.aineot fxtincio?.
lT vurJjtde (uieassode4w, nndi 1 at-
quirenc maU Iaie3 e exiaenaocii, p>raw a s!
COferaarrm p >r si in a|.' Ha q i-', na esilbi tta un bon gjv rno, "i-
M ii iti'-t;;u\ois en'.re a re'pbca t :: ii>a^Xcli <
representativa
I! u tula a Europa, excepto na Rossia, <* pov.i..
ta.n re-unida a mnor pari d>< pilares que
n11ha.11 deleg do ao> sena g.iv.1.1.- -. e paf e-se
.eta as ni iaar':liia absoluta^ tr.\-i -.'i' uara-x-*!
tu liiuar !i >s pirlanHi'.are?. ,
i>-:ti dcvil esse ru ivinaehto se conl-aaPla
pr.tduir, p>r|i> ainla oia d si;i,)irei,ar.fn
eatttas ice u je erminaraui, e p'r q :e ;>e j c 'n-
tran 1 e*tas ten adquir la navos eleraea'oa de
foipi. lias nao t-sse c-rtaraehw 9proble.n1
\\n-. miis preocjpa o* p.vis earo^eo^.
O. gran te problema <- leqiji nDdernj'
antes eomomico e social da que pftikieo. O q if
preocupa principalmente os h i'oi* sjb-arni>
orno se dividirlo os-po lera*, mas carao #3 repar-
tira as n jue.za*.
Ka (oolatarra, na Franca, na Blica, r; t .Vle-
roaniH. na Auuria, portoda a parta isisute- weiinat e no J irnaos os famosa principios da
Internacional.,
A* gici'i i>neeei>ai-seen> varios piir;, a
jietai operan apiWQta-se tatos o* e-i^i-i!
c n) umaraus.i de fcrarissHiws praoonpa^des
N i maoif'iai d.\s : eetac-aas revolaa:i.nVaa*,
rw* offlcinis di 1ra1.lt), 01 votos s-cre'is i**
m\**H profundas qsa v,vein d alaria ua> ;a.
i ament fantir una forma degiveraa niai?
:\t, n-m abiiir a realn. Apetra ul id^a < c o--
le ineidetemenie ; n que fe qnr, o one *e a!-
ir.-ja, na que se conspira, on appror-iiar-se
dis ioslrumeuio' do trattan*, da 'erra, do oapltaf
,nra o repartir eiire os operarios aso:ias en
carp raguas, ain de llas a*segorar tnais larga
p-irte, mais'avant'jado qoinhio, nos proict.s.
Par c'itgar a esse fiua tolos a meios se anto-
Iha-n bou a alguna espiritosxjb^dccado) por cons-
unie^lesires na poltica, e o'ahi vera qaa os
:,'.^-.M', frgers peiainapi)i da instnecj e de
: '
1 o g liar ,'K is fondas invus di .i'iar:bia e d 1
-:ma, como exempliflearara os de P,iris, e'.a.'n-
.1. n fronte da socialismo maii um ferrete
qae jamato sera apagado peda lempo.
|W fi p1sHvd) en ag us pitig.-iMt< p-l
inarintii fr.n;er, k: *q h, p-r cK>a'? vrn -
n*ieii do-om na^in'MPMHHit* aj.Hi 1> F^yai;
9, liniinente, a Inglaterra peto a-sasjioaio de um
sublito bfiumiie em ierras pirtuioVij*.
E-Us ruclainacoas, par n, gragasSi ->xvlaeutes
rfilacOws diplomticas em qua se achara PrftigU
ora cada um do* recia nantes, f..i-a 11 ;rataJi
com snbido criterh pela goveroi porlugoei, e d
amham. mido oVram azi seiueacus desagra
Jave-, (tat qaaas se pu^n^uitafiejH* oan2lfa>
ioterrnpa da rctacS^s,. nS) oimiuw a a-pera^a i-aiaaa cleinntis de que di ponna
cim qae na pulimento'allemo um depa'.ado Ja
iniorta se ocoupon to assarapti.
A*de aeito. p>rm, di attule calma das psn-
leaeias Jialomadac, o esbirto publico leva o seu
nenio de a[i,iret*nsis':mat estas onde pnuci
icn'.e sa raaslrafJn e so vio mo^traolo i*
vintina 1 no qoa-rwp-Mt debata (|Uasta> A
uaiflicSo di [."imbua, diqial te na i de-cu
p.v; h'-pifthil, oaj)s soahs d< engr mlocimaoto
rtfn espeajalmoate prbi
filo, para a jual a llo'paoha s) ni.poipa e&fjr-
fus de toda a ordaai o natureza, poslo que desfir
;idos sab a cipa de orna 3msata reeipr
.
tfroaJ, a-
iSaU Oi auioao'ia dos d)U* paiie.
EoPoil-fal o ctr'of denegad) partido da-
quees que so'hni os raejmo son't)? qm a Has
paohi j nao um mytb', j salib dii simbr."
1) myiteria.; e, h 'ja. a despejo li nabra attiu-
I da atnJt'Cl cru-ni*?a, Frimttni di iezenbn
Je !il\ c ifloeili dos raaU exflCwIos pariat s,
jua sea'ein jind\ sj^ |a;? -j rlr di m>c.:il^
t> 13 tjjv'I'i'!) vr'tiii > lprlnHin OJ i
;;; c-elbsQ-s, n tdi ti liniio ib*r idi ac'ia
ipi'o 6flj iiniitos obsdalos espiritas, quouo san
por Carto aquellos jua p >r A 1 a riarta *e*n a
mo da Itj-p.riha teotnloimillK? da ami vasta
e dilica! hu e,n qne qi?r apiuiir aereal.i*-
de da velho berso da eu'disa(i) de uraa" part d i
i >vn o l.baral Anerica.
R' aaslaiqa-a e.n Prf.il ji va> a-rund ciaj
(orlavef pousada ai ditigonciis da Hsspantt pela
idaniicaj) di3 castum8>, das nsos da' iiBn, da
lil aradura, e do espirito scianti Ico 9 arisiieo t*s
loos pavas; A a voz.'s anlorisalis eniaara en Portaje cii'ic laudativos Ifaspanhn, e*s glorias miares *
epot-is hstiricis, e ftipl"i!arn- 'cen'.es rnoordar^Sai de lada a orden que fir-
mara o pasuda de dui povoi oriua.l-as da mas
111a f mte, cm'aara forinalraete lesXldW (or-taWos
titulo*.
A Uspanha nu s cnsi de, m seatido de seas
ardntes v a ij de iviio, facilitar p irV>ios a ftaios
ea*a identicaci) djj dm< parvos; o para ssj
enprrg urna lactJci alm:ravel, uiii psriui.t con
sumnadi, en c-tiinalar os estimulavetj do pan
visiab, pramovenda pisseialas a JSiirii, tml;
rec:b; os viajaras can fastas e Wnqietc, oryvBi
santo ni- caotie dn d tas reinos sar.i >s Ilitera-
rios sciontilhos, unta se eonfrasasm himana
;:n:ene3 as lefras o setenen*, outirgao lo ats
lioijrojis scieatiSais partugaezes igmes lireitos
aos deque g.-zan o H usan la e aconanmioda as tos diplmalas que
usetn da fhraes pirap isammto affecuaosas oa-
luis rela:;o'S e-vn Portugal, BiBo rt'issa den ca-
in! oriv.i 11 ri l). Affladen aa ra.vber na eir'.a de
5 F.-raandi o'rainis'.r.v pinu.tu z cmle de Milla
Ffiii d) ("impj, qumd', < apreeotar a< 'iris
; re i^nefa as. d.rigo-lln o dipfmata a* Jjlscitai.-iv
d> reino nota sai exiltacio a> tlirooo datarlos V.
Deawniu da alto, o amp.'o uelliormentfl viria
tmial) e o v.ii sea lo, e por certa nenham il'spa
a") >l so abster da canirihuir com a sua loqnaci-
Jide communicitiva e iaul>tori para secundar
as vistas d^qiem, na rbsMnle aeaar-.-e ligad >
pelas l^c is da sangue e di'amiaia iyusiia
i; Brsftn$i, preca io' rprrfte dos senvimentos da
cava bespaahal en al los p vjs, coma oatrivra" sen pM aloifj.a a Uta
'ii-i^a ds fracionado* e-l 1 tos it;-li8i). >* 3 afl
afl eaU*egtlij-4j>*tnv?t de centenar-fs de v.;issitu
i^- e ir-SBilbo^.
C n >] aer qae sej 1 nao sao s ouro e acal os ti >
rismt-s 11 i!it:<3 n 1e Portugal, ralavim n!e r. ques
ii ib-rae* : e, se !, n'e-sas farras, cnios liera-
I in'.-i a inmortal i/aino'., semo i-a appreh--u-
>v 1 naaioria da n-'>;ao. razai da sobra teaa etM,
sab-jis Motivos Iba ajssteW para ju-Micar essa-
aD?rehens5!S, credaras som duvida da respeitosa
aijnira-l) da tod >s os povos qi> amara a iturla-
4a peia grandezas que ella ims da, e que sa-
iera, cama "i os Bihos da America, qtnn;o vala
o data ine.i.navel de uraa air.anomia poltica e
social.
Pjgtngal, pais, na se devd d?=carar di dii de
amanhaa, deixanio embal'ar se d-aceneute a es-
yar.'.icis h:.-paDiias. ET preciso qa3 os sau-
harneas pablicj*, quo os >cm poltico? e diplomi-
t-.s, hij'.oriadores e romancistas, naa se eyqaeijam
de ir '(noulaada co e-pinto ila uieaa o amor
iaia g! i.rioa tradicelo de tm:os scalos, estima
ada-lhVo a or patria dos brunos dfe btnra, qfc
a o gallardo dos pocos livras.
gjhioete. m o **\ en.) nho mitirou divena- v-r
3m qie 11 iik- UM.-'i traas :,ii^s airo S. Ei
'[ii.rqia i S; la [ii'il'i.a e ouirO cava.n4.
ras sob o p u: > 1e vi O dffflcil era ier o pabiita completo para a re
!i .'.-turada Alt, se elle njo Avusegaisse
tar aaaitaa, (m m u'apaio ditaa usiiniHaafiWf ni
.aria da prapor i, ciroa a di'sdufS/f) e o pai>. le-
ria ta pa*-ar pela crise !, nivirrefei^S?', nu s?
terii do iletaittiF,- filando ainda o marqaez i Avi-
la enearrejjAHtKompor nutro tniaiaterio com os
a-'e fi ta esta le, e>n apathi cmpl siada as
lira era cea mil veze preferitel Irrequieta e
mrbida aficara 1 la fl-'spintn^. rfaUrd mipa^B-
te, mal aUjIa cui a repiliea. de-cuntetite c>m
a* dynasHat' improvi-ada', ndienta e aediiwsa, na 1
ja em itbres c msiiiracfl s e-a qua es prprios
gnerrindgo- a nbKiikts expnnham o ppuo a-
luUs, jigavvn com a pro)ria vida a son a da ua
a: u'u;;i ..ore arrnwd-i, e cxpiavaro'corn al
tivci asirabrusa na efdafalso o arrojo impruden
le da paia tentativa infeliz, ma urna agitto^o
lapada e raocar resaerdadora para 0 paiz, so (jue esta pfjh-
:-. r i iipuMeao n; o'ara tenebrosa diAitearios.
Es-a ripulifa, por.n, *p7aco durad, e o am:ste-
rio, completan l.i-se com dous n'rtm mami
presento i-s a II de maresa no parlamonto, oalo
eclsrou quera cunaiJor do p/ograiTima dn
-eu antecessor, prog'a io qae ome^oa a p'
eopra'ioa, levando a cortes diversas pro-- .
ajtoj, afirmas n. ^^^^, cr^u,
PSJfsWI i>, fliasnira \ forma inftiU^-(a a
i-fizar sou _gfaii.'e> eneaifas^ ji pagando o. ju-
ro* da dirida extern i, j eontrinumlo p-.ra cop.>
solidar a flnetuant'a ulai r i, j li-ulm-at-i eajai-
librando as orcasiaaijjfc e f-ttendu deaappaTtC' r o
Eus alta as proposus, porm, cuj.r flm era
elevar alguina da wlhft e .-.re*r onlras noa*
taitas dH Impjitu, deraat logar protestos re-
lamacoas p >r oarta das cas es indutriaes, pro
tastos e rcUraaco.ji que faram anajmeutar as
uiilcnld:ides#) gahinet.', q ie naa^a occasiaa sin
Ai lino! aata os oiriijo uiatiasmi do una pro
Ba/ta, qua b dipi'ftin bufte/arrnftj seria
i! .;an de 1871 evidente nenie foi frtil em des-
: -'es para a Europa ; roa; entre estes s?m duvi-
ii sobreaahiram os de Pan*. A ctnnnrana ai
lve o toaior acontec menta politicc-sacial do
;ino, e qn-e d) scala, mis fji tsrtb>m c mais
ni, o ma-sharripilante : laJos o aconteei-
.,1 -atas.
' "'.a scalas retrogradan a :ivilisacai parisin^
- arante os diaa sombros da coomnna ; vlnte
- I s de .r.igressos p,T];rain-se alli a'aquelte
' 1:1 sanguinos', nos dias em 'ju1 a raild ta lo-
:i rnacional domiaon a cap.;..! da Franja, preten-
dendj (Xtiaguir o senracote aatriotiia di ruro
'. qa-rendo ssolver a >ua nniJale moral e poli-
tica pela preponderancia do cosmopolitismo inter-
na -i. lista, combinado com o e?ph icel ment" fede-
ita e cam a guerra fomeatada entre 3- classe
e i-ntre os interesse31
Se esse tumulto de elementas discordantean ir
rherente-, ;e esaa crafa-aa indescri uval de Inte-
S:ses mal coTeb'das a irreeaacilravels, podes-e
ier triumpbado, a Franja teria sida atngida n<
sea podej- nacional, na'sua vi la iqlraa, oas snaa
.-(parar.as de prxima regeneraclo. Mas ui
'"'eria ella a uuica quo recebarla o f-Ipe em pleno
pe.
Apaiada aa Franja, a internacional, baje rami
litada porquasi toda a Europa e al aa America,
t;aturara ludo dominar peio f?rro o pelo figo,
como praticou em Paris ; e enlaa o resaltado se-
lii inaoifesiantementa a di-arganlsa'va completa
das sociedades, qur poltica, qnr etoaora cantan
te fallando.
Fefiz nenta para actvilisaclo a revolacao de
Paris foi suH.cadi, erabara entre os famas dosin-
cendios por ella atteiadis nos sobarbos mannm-o
tos da magastosa eldale; e o anaa que bajaeoTV'oa
nao vera provavelmente repetir n-se as s-eoas ier-
. olea ates de outra commnoa ferns Innte.
. D'abi, porm, nao se piecoDCiair nada de s-
pame perduravel para o estado soeaal da Eu|o;i',
parque a onda da iamoeraea tonta aaioberbar tuo
e, sob tal e to vijroroso.impulso, saa bsm BOSsi
veis as transformar!) -s vio:entas de q te se arre-
ekvn os governos.'e pela; quaes '.remera assqsta-
dos^ad!)s os espiritas qae aim-iam v-r Boreseeras
grandes conquistas da eivMiaj3 moderna, n-asrio
da urna paz inqaebraatavel, que seaa duvida aiada
nao ser para os nossos dias.
Como quc*r Qae seja, a aurora do anua que
boje cornaca nao se dehueba ro-ala e falticeira
sobre a grao le tlla das ns^Sas da Europa;
oas, repetyno-!n, nenhama paerra imaflneuw se
sacha no? horisootes polticos da v-.-irt a Catiaeo-
m "A i p?l por baixo do qaal ardem os vlvissimos
fagos de um terrivel vuloi, prieiKas a retentar.
- Aioa assim, paren, a I.brdala nao de.-caija-
ra, e eertamente hade coatiouar a lollier vireates
loaras para engrioaldar com ees a ftonfe do'
pavos, attestando por. tal forma ina aarai-rtalidade
ttraetivos pela paz.
tortugal .*
No decurso da anao qae vera do Andar se, ie-
gaodo armis dolorosas reoidav3 30 continente
earapn, Portugal, enja dlp'omaqi a gloriosa?
< o juntas tanto bnlho tiveram oatr'cra, contincou
a raanter era perfeito pe de paz a sua pootica ex-
terior, fawffdo-se respailar e respeitanda odas as
naj-'s que com elle se achara e.n coniaierclo de
.>misade.
.tm navens, entretanto, parejaram querer
' -*ar a liraridex do sea borisonte poltico ; mas
ame.. "* tnado se reslisou esse triste ngaro, e
de neanu **tiio se manteve icalteravel.
aquella sereno "*mi njspetias as reelamaSes
Deram eansa es.' j^yar^m os governes
que an gov?rno por toga t. *^. pgr iQtermedjo
Irancez, ingl*z e norts-aliena.... "'i^i;; estp a
das "seas respectivos ag-mles dipioaa.. "fljDido
propaslto do navio Fbrdinand Nesz, eot- -tr
par ina7egavel em Cabo Verde,- e de am o*.
Glasea Portag I sa:s di*enc3es lia violen'as
apje.senlad.'. pir um depilado, cara o li n'da ra
latir a datici-i di ra e~l.cfam.lia r.-al, mas de
qa^ n: filiou mili dsie que S. M, us (1-
Ih is e-Tj^fi aaju trotismo, jaderam 4.*5O,0 ce suasdotacalesDara as
urgencias do'th'sourn.
BitrdiDto, es^i? uVgoac as n. erara deaani na
Wa-, segunlo siaaiias gaje; s le P,>nug-I, |u?,
ambara registras- n desij-inteniaiaentos odjtra o
g-ivern 1, nsra p -r tasa Jeixavam da do-Mirtu^'-ie.
sobo rgira-.u dO gatHaeiH, m fuodos pnrtugue-
zes obtiob un oafiimas j:-.>:a fi d ind) tJdali' co-
mo -ausa f-f-aants des-a a no crdito nacional
as badas coii'l ro s cambia .s entre o bra-il e os
merelos naoaauijs in^leza.-.
Os polticas de .-roO-sli, porn, iliz;am s,ue o
ioveraa era InoBreivel. incalV, fl'xiv;l, san ca-
rcter expresan, sera Briucipios denlas, p.rtue
alia t,dis os atvifes das comnissoas par 1-
n-raiire-, entretanto que estas se conservanm a
espraita da tod is os m ivimeatos e oscillaces da
opraiao publica para graloa.-am a pre-ra que
em iiiitTi.1 da impostas tnam de exercer .-obre
as bisas d>S oumbiintes.
F.ii ne*tjs a>uris que divulg'iu-se urna trise
miui-terial, teo-la como carsa abaran reduc-mes
que se pretenda f.izer n-js orjaraentos da jnerra
e marintia, red-icjoas jae ec-lioa'am triplamente
aa opioiio publica, proioziado nrna cruel agisa-
piu.
A cris?, porem, f i conjurada, o o praai tente
do gaoineie z a esaa respeito daciaracfln hbil-
mente calcula ja< para di*si)ar q-iaesquar apare-
baocS'j de. qua sa idr.-ade.'iam d:re tos adquiri-
da na jaa ossoot en resalalo menos lastre e
o e-u;o .j> Mariana militar portogaea, esteio e
nitantaca'o d.-.s coluiUa<, qae es to garanii-1
por sua imporian.'ii a lo laaeudeac uacional pe-
rame os caaseljjos ri Kir-.u e a opinii do
maulo, oe-je o t^.pj nur.-o em qa% 'es pprtu-
gu. zes m itrarara -' g-ray5t's assomnr.daj b qoe
valiaoi 0-1T1 a* i*e abridores, e qoo p erar, na campa das ionq lisias ren ata*.
Esti i.plonacia p-ivaraamental do raats toe-
rimantada vaho par la mentir q 1 hfje tam f..rin
g'1, cilirral o inoviraoto estratgico da iireseira
do taupod- Viseiie m apoiadecido do grupi re-
formttn. qaj na cantar < era cao > numerioaampn-
le mas por sua energa n i prtuM irajortao. le
vea os regeiiTa loiv-. i.;-i;'i'ad?s a usarera la ta
tica, ainiaaeo sibila, nial setnpte renovada, de
aa'retn poie arar \ eus o q.ie'nao padiam ta-
ver.
O easeja Bascada pelos amigas do gabinete nao
se fez esperar : offe.-ec- a -i ara d*puulo qae, le-
vantando a pul na, j deb.tila e explicla qaa.-iia
das joias da cora, ltu ir a que o-.itro amigo do
min;terio prppozesa nmi moeao qaa a cmara
approvon, da qaal resolion i-.-.r rapentioamsote
'cid 1 o gabmete, que eannaoit nia obs-
ta ral o 00T13. lito q ic se Jt-u ao sob rano de ojitaf
:'! dl^S'-^c o da- na es.
..jj iiieu^r'iiii.ue.-.-aj causar^m, diversas reu-
nias era que foram proauaciadoe Uiaaursiis sobre
o assamptu, nos quaes fui accreracal# aansurado o
^^Kda ds'olucau; e de ludas rs?a'ercnmstan-
can aurispicas da poit.ca tiraram Uiilicis va-
liciaio-, ni duvidando ^uppor qtnae trama 'a no
-catite antedymnastico, e se agnardava enaejo la-
voravel para uraa restaurar, ou cous same
ltame.
Nada diajo, pnrn,. se va>jfcou, e os lempos
foram corren io, agitad sim.lKjp sena graves
e'rjgps.
'.'
voa as cumiadas da poder n'ura mora ata de esa!
tajao; qae, sera haver mister de mala compro
metter utas flnanca*, crear impossiveis aos so-
nr(as da Hespinia, aorqne ot goremos tera desde
1 'ga o mxima cuilida de Ilustrar o aivo earrai
gar Me no animo a creoja ni patria, na familia e
en Deas, que sSo as tres raais poderosas :havea
qne podem trancar as paras contra as amaijej
d^s prep3ieole3.
Por eaiqaanta ca cortamente ese o camiah 1
qae :ra a palitica interna le Pertuga!, e,ffini
graila somraa de irabalha, ('>1^ un esairiw at
testo e refliciido enchergar abi bsm argis fari-
ds, bem dalarosas caigas.
Ningcem sem duvid( e-qnecea aioda as esta-
pxndas peripecias da triste drama do que do auno
1 187J fii protogoni-ta o ve|ho duque de Salla
r'i3, e jue, coa?;ando na iraca pupra em L;s-
bi, foi ter o seu deseo'aca nos picos reaes da
rei li Lu'r. O ,ve!ho mareoha!, e-'u da urna
revlta militar, paz por trra am mini-terio, e
dea tremendo gdae ra carta constitucional por-
tegueza,1 a$;enliareinda-ss do pader e arvonndo-
se era dictador, contra a opiniio pab'ica, qae eile
arrostia por.-,vn dias, e cuja p"e?sa> Qnilmen
te celen, eixando qa o paiz vo:iaS3 aa seu es-
ta'-) normal.
Niaguem tambara ter alud esquecido os fac-
t:s que -e deram aps es?a di ctadura : :.: el8iras
:e foram fehas, a aballara d'a parlamento, a
formar) leQuitiva da u-o gabinete para gerir o?
oegocios do estada, e finalmente a i na a gura cao
da ama nova poltica, da qaal dissemos na nas a!timo ref espacto qae p recia consolidar se, e
promtttia ier ie auspicioso resultado para o
paiz.
EfT-etivamente assim foi, durante algaas meze-,
e o ministerio, que dVlla se f z interprete e foi
san etecutor, proearou beneficiar d paiz cim
atgutnis refirrais a eora outras medidas, deiiain-
4o .ideas e bam regalarisando as pratleas do g)-
verno parlaraeniar, e atirando-se sera rssombros
a a- en rapos Ja economa, fonta de toda o engran
dcimoilo para Portugal, cuja; estrgalas oan-
cas r- j-.ieriam os mjis solicitas ealtfados.
Era jao.'iro, porm, do anno qae historiamos,
exeraplo do que tantas vezas vemos eclre- nos,
ama dtvergetfCh entre os merabros do gabinete
Avili-B.lam deitou este por ierra, tmbora pou-
C03 dias fa'.ssen para a alindara do parlamanio,
3 de fevereiro.
Nao se pens^, porm, qu* esa divergencia fu
da priacipios, n>; nascen ella de susceptibdida-
les pucris do chefa e dos ontros membros do ga-
binete pa'a BOBMac|o que do hispo do Algare ftz
o ministro da ju*tica apoiado pelo hispo de Vi-
zea, sea CDilega de gabinete, para a mitra patriar-
chai de L'sbi.
Nao podando reconciar-ss os ministros, e iasis
linio os loas pela sua exonerajio, pedio o mar-
que: d'Avila a Jenaisfo de todo*o roioi terio, da-
tDis'So que Ihe conceden o rei, iacumbiDlo-o da
orgauisago da novo gabinete.
Os partidas apreeiaram diversamente esse facte,
e o que se eaomiaa r meiro ministerio Avila, batendo psimas aos mi-
nistros cansadores da crisee queda, consideron-se
fura do poder, embera no novo gatinele hnves
3em quatro membros da snas Oleiras, o que Ihe
dava urna fejao poltica nesse sentido.
Bata circnmstaocla fez logo prever a fraqueza
do ministerio as cmaras; e, effectivamenle, 30
abrirem-se estas 3 de eveelro, apere-.beu se
ella sem spoio bastante, e eaiquaDJc so completa-
ya, visto como arada o nao eslava, dir os ira-
baihes legislati vs para I i de marca.
E-se adiamecio deu azo apprehen5:3 por
nma dlssolncto de cmaras, e no Piito e d'. u-
tros pontos zsrsm-e'ntfrf?i//-ui o liua de pedir
ao rei qae nao nsasse da prarugativa que iha d >
carta constitucional.
O Diarqaez 4?Avi!r., Intando com rias diCQcol-
dadea-para hasoffr-se no poder e querendo con-
servar-te oas boas grajas de algumas fra^oe;
parfldartas, ?6m de consfguir o almejado apoio,
eropetcsn 'jssod.iios esforcos para reorganizar o
r Ua
tanta a vivar sombra la beraevoleicia dos parti
m Id is fraccin idos do psriauaenio, qneaam fugrato
la evitaad:
tica.
I-tu fez volttr a feioio ipathica a silaaco, da
qual se apr..v,?ii >u o ereJ:o para se eonsohdar al-
iara tanto, permlttndo ao dinbeiro ona fossa fa-
njr *!>^^l
do ioleriar; abriie-as ao menos; caastitoam h
os s^n- partidos polticos em bises (Irmas ; s-'j
osseus partidistas vardideiros sectarios de ida i-tjJp ataca oda fraate,' amquanto por seu lado ei
e na de entilvie*. que 11ra sopra da fortuna ele
lo par todas as rasgantes a questo poli-
aentir as industrias e o camaaercio^ibertaodo-
se das aura ;i";e3 custesas ta goverco, que ple
ii ob-tante fazer tace aos seas ciit**icffiis;os fi-
uaneeiros sera lan;:" novas losciipcoes no mer-
ca lo.
E-sa silua^ao, p-.fjin, como era de esperar, du-
ran pouco, e em das da raaaio urna nova e lerri
ve! cri-e atlect.ja o ministerio, tendo por causa
ama yotaejb qua fieou empatada na cmara so
tire, o parecer da camaiissaa di; f'zecda quo apro
vava as emendas fsitas oa jarrara hereditaria ao
projecto qae extiogaia os privilegias e sen^ea dos
bancas e compralas en, materia de impasto,
emendas que tintia adherido tatilamente o g-
veri:>, ecl'psanda-se na respectiva] ItscnssJo dp
cmara do; pares.
Esa nova crise paia >:i 3Ja retaivide pela
retirada do gabirj':., toas na o tai, porque el-rei
a. Laz, osod-i mais aras vs a prercgaltva
^ue Ihe confere o 4* do art. 74 da coa'stguica,
preerio dissolver o ..jrlameuta p?!a quinta vcz
em menos da tres anuos *
Essa med la, realisada 3 ie janb?, e da qual
bem se iafare qaal a Mtaael da palica interna
ora Portugal, fji aireaiaat seasoreda por quasi
toda a iiaprea-i df paiz cama ami verladeira
Impradencia, atrsnjo o estala Jnletiaido e ineerto
da Europa central, erobor fosse a raanifestajo |
do arbitrio, daixaao i\ carOi peto legislador cons
tituinte, de consultar a opiaiao puotica- (iara re-
stlver o eooflicta eatce a ttgjt e o gabinete.
Desde enlo comeoon enaa^ff o reino urna sur-
da agitacio ca.-.- os politicniaj^diminca era todrs
os circuios o assaippto eleitaraL* Oj partidas de
tolos os matizas pozsrarn-se em campo, e os pro-
prios reformistas, flepols de protestarem contra a
dissolnco, Data desaiimaram da ter iotluencia na
nova asserati-a qae fura canvo:ada para 2i de
julho, deveodo ter legar 9 a eieicao des depn-
talos.
Sibre sa eleicio dascorrerim Ir-Dgamente os
joraaes portiigaeza, e causaa graade censaca
ura artigo do Diario Popular, a re-peia d3S aspe-
rangas que nutria a rerelo, desae que se pnpa-
lou o boato da q .ir ao trote le Franja se apresep-
taria endiJeto o euhie do Clumbsrd da accordo
com os principes de O.leaj.
Se o conde de Caamuiaaard trio .ochar, disse
aquella folla*, tenaos neceisferiaraeiite na Europa
ura periodo de r-.jo que na se limitar a levar
ao pod?r os partidos cen-ervadores.
t Ha de leader fatidttente a auxiliar em iles-
panha o partido carlista, e em Portuja! o migue
lista, sera qua se Ihe uppanha de cesto a Prastia,
cojo soberana para comprimir as a-pirajoes liBe-
raes dos-allemes, folgari de apoiar-se em gover-
uus reaccionarioo estabelecidos as boiras najSes
da Europa.
A monarchia hespanhola appi-je 3penas nr
partido pregressista e v-so ameajaa pelos repu-
blicanas, pelos esriistas, polos isbeliaos e pelos
montpensieribtas. Qaalqaer impulso que venba de
Franja p-le derrubar a nasceote dymnastla ita-
liana, que nao est ainda bastante robasta para
resisur a:s embaas dos partidos. vQUando a sitna-
go da Franja se defina rlaramwe, nao d^vemos
admirar-nos se, de um dia pera oolro, vier dt
Metpanba algnnaa oiicia sorpreliendenle.
Eutre cs, fa-ato que o partido m-gueliata,
apoiado j por alguns elementos liberaes tribalha
aciivam-nie. Ao qae se diz, tero um eeatrd forte-
.nenie constituida que fnnccionspermanefieffente,
diste de abundantes mtlys pecuniarios e tem ra-
naiflcicSes podorosas as provincias do norte.
t Alflrms-ie qQe delegan lgaras deseas mem-
bioi "ara irf.m conferenciar cam o principe D. sje.
guo' e ac>yc**cta-fe, que em breve janbhcar uro
tnaairesto,bab*!tP9t9 red.g.dra, prometleno que o
novo soberano cV*-s>,il' da nsla f iV1' e conceder
raais ampias berduT** 5n is conferidas pela
carta e pelas leis del! to??**?*':' A .
Cc-nciue o ca.lo jirnal m^Tanoo 1o erra-
Eatretacto o gabinetajMsJ&jior novo abalo
a fetirada de um naintstap ; que se desconirii
tou cae>hagareD:a de ora cojiega tos .'negocia*
da ana pasta, maa>contiijU(iu a ir vivando inuloria-
inealercam ainterirjidaddessa pasta e som'poder
tomar falleg) em plitla por caSa d38 eleicfos,
iue, swoda faias lh diiapxasaloTalm de urna
explcita maoifinaco datadlo cu i.s lilTarenca d.
publico menos .ifreito iln'aj partidarias, macjfes
lacra q-ie se fz paiajbstercao- vot', deram am rcfllala (car a nova cmara
;;.ti'Pa de elementos diiertoaa; qnasi iacmigras.
saveis, e o'ahi veio ter nascldo e ter-se robusleci
de a 'opiu;i de que era imposivel ao gabinete
polar goVerasr com a cmaras.
No da ai Be jalh ibrio-se y n>-,|r.m,nt, com
ras soleigm-Mas do eslyllo.Dr"ramfo o r.-i um
ilicuria de Itt m| %.aUl i;, pt|, mprensa, visto
ccraj ua-G coutinha nete allasse um program na
fi-anie- *do g.binle, ou pela mcals deixasse f.n-
ver alguiBaedRs ideas qae cusiia'-csn; cas/rij
11 tacs documefrros os goveinrs des pa'Zis ri g'-
das pelo systanaKepr. santaliYa.4t-is qae- sa *s
niioMlerios os fctares a eatwio i^ discurso*
la cbi-, ctija re-ppMisabliilale e es assusam.
A cmara eacettm os mus tfabalhos para coasti-
tu'r-se, e, lega ahi, por%ccaiioala eleicaa de ana
mesa, hativeram ses*6as a'gttadjhuimK em quo fu
Iraai trocadas palafretMaaaortlies eatre v-rtes ae
*eus m jiiibros e o presidente do^conselha de mi-
nisiros, Scn.i^uaft del as4sspessa por luinuhaa-
ria. Es:as agitaajo's so cntiuuaram a man f star
Jurante adcu*o darespus w -ao discnrsJ na
sorba, e bem assim qaando, depols- dos trnmiies
constilocionaes, tiveram logar a' filiaras m a va*
tacara sotre se devia ser na nao adiillido dis
cussao na prnjej#t.i da reforma countiiucional,
apresentado pelo Sr.Tranriac Mandes, epatada,
por Vixea.
Nesse decameato insista so era demonstrar a
conveniencia de se convertir c'uai seod eliettivj
s cmara dos o?res, e a necesslale de inscre-
ver-se na can1, cm-i ta 'i :na! a-direilo de runio,
de assaaiac) livre, a nao toa taterancia para cora
o disssnlimeuto as croacas raligieats, mas anda
a lib.'rd.adi jilena de eonsciwia.
D.a todos os documentos parlommiares e traba-
th is pilitico-i, itaMKS iiinm-is irm-,i"-, ti es-e-sena
duviaa, o de u-.aii.ir tante e de:nais reconhe.-ida
importancia, e a caMara assim o r<*aaabosaa lea-
tan lu*o com respuito, lusa regitando-a frmal-
meale, depois de duas series de sesadas luaia'uua-
ras, sanio que a segunda em lias de agosto cau-
sn ;nas Jesi*asto,s ss-altado de todos os ladis por muios 1 reiteraJa-
luterpelatoas, vjn-ae ubrig.do cajituUr. retiran-
do se do poder, coaao o iDnancinu ao pjriamenta
o pre-i lente do cooselho na Eeasac de 11 da >e-
tembro.
Fui assim, pais. que cihio o ministerio Avila sem
poder coaseguir que um grupo de aaiigus pessoaa-
d-i chafe du gabinete dhosTilnisse partido ; porque
nesee grupo nao havu um. dogma poltico nam
econmico definido.
O r I). Liiz, aceitando a demis-o do miaisie
rio, incuuibio o S'. Feotes Pereira de Helio da oi-
gaai-aci do navu gabinete, cenliuuando com o
expediente osmini>trus deraissioaarios at a cons-
tituifo do seu substitc'o.
Essa ordem de coalas as desconlhacas de re vol can, que ran.ta gente sap
pOz mminenla e sem qae nada poesse deter,
jalean lo alguns que o elemento mililar seria quem
darii o prlmeiro signa!, levantante a ban^eira da
rebeba).
Acalraou se, porm, essa crfl agiacaa cam a
cliegala Portugal do principe Uumbario, irm*)
la rai iha, coja viagsm nio de:xu deterg'
certa iiguiflcacia por Ciinciiir cora a ctise."que
arravessava o reino, e a situacao um tanto djflkil,
em que, desde os saccessos de mao de 1370, esl
(juncada a casa de Braganca. siluaco era muilos
< ;.' ana'osa a da casa dos Bourb.ras de liaspa-
uh.a em I8(8.
Depois do alguroas corobinaQoes o novo org'ini-
Sdjr do gabinete p5i*e, enafi 11, constitu-lo, e no
da 13 de setembro deu efte a sua en'.rala as
cortes, explicando o presidente do con ;e!ho em
ambas as casas do parlamento o seu progrmala,
e, pedm lo, na o apoio dos depotados, raa3 a sua
benvola expectativa.
Na cmara dos pares o marques. d'Avila exali-
con-se igualmente, adduziodo as razOes, que ci-
ma demos, em que se baseon para retbar-ae do
poder.
O novo gabinete appresentoa a proposta da lei
da meios, mas achando-se j adiantados os traba-
hos dascommissSas sobre os rsamsntos apresen-
lados pelos ministros precedentes, /orara estes
a?irovaJo3 por grande maioria, declarando o en-
verno que na pariilluva a iuteiza re-pan abilida-
pe (i'ura orjamenio que nao organ'sara, mas que
aeceitava as rectificabas feitas pelo seu anteces-
sor, menos 00 que dizia respeilo suprea-ai de
verbas para reparos de estradas, pos qie tal eco
aotuia era lalsa, 1 endo crigem de maiuus gastos e
desperdicias.
FiaalmeDte, 22"de setembro foi encerrada a
sessSo das cmaras por delegacSo do soberano m
r. Puntes Pereira de Mello, que limitou- se I8r
o decreto do encerramenio.
Depois de um periodo de tantas e to rdanles
apitaQpes entroia finalmente a prlitica interoi
n'uma phase 'trais auspicila, e a luta das parti-
dos limitou-se desdo eno imprecsa. cuja cam-
po clT.Teceu espac) a todas as opin.oes, que ahi
ah se manifestaram sem reservas e as vezes com
urna doza de atrabillis soberanamente inonve-
nienta e desraoralisadi-ra.
Era es-e o estado de Portugal, quaedo em fia-
de -etemoro um lelegramma da India portugueza,
do governador vizconde de S. Januario, pus em
alarma a metropole, annunciando urna revolta em
Ga, onde o exercito, insubordiaanda-se, tinha le-
vado o susto e o terror todos os espirito*.
O ministerio reunise lugo em conseibo, e deli-
berou tomar alguroas medidas e enviar preuiptos
socaorros, que deviam ser conduzidos pels corve-
tas D. Eslephania o D. Joo, mas que s o faram
pela priraeira por motivos supervenientes.
O governador da ludia das depois telsgraphou
Cvmmunicando achar-se apaziguada a revolta e
pediod a confirmarlo de urna nnnistia que pro-
meitera aos revoltosos arrepfndidos.
O governo central responden-Ihe que, sem 0-
formacSescircumsliociadas, nada resolvera acer
ca da aranistia, que ja tinha partido a corveta D.
Estephania, e que elle governador devia empregar
meios convenientes e enrgicos para manter a
ordem.
Nasta p iam as cousas quano, 2o de ontabro,
um outro telegramma .do governador da ladia 1
despextou novanaenle a^ttencao publica, qae sou-
be com pasmo que a tropa inleatara revoltar-se
outra vez.
Esta nova desperton todas u a:tividades do go-
verno, que tomou enrgicas providencia com rela-
caa aquella possesso, deraiilindo o visconde de
S. Januario e nomeaodo governador da ladia S
A. o Sr. infante D. Augusto q .e parti 12 de no-
vembro para Ga, levando iropas e meios sufil-
cieates para dom nar areVolia.
Sernala a agilacSo per causa dos negocios da
ludis; enlraram os polticos i ss oceupar de elei-
cies mnnicipaes, e, quando ehegriii v> dia mareado
para estas, todos elles se aprescnarVm nos comi-
cios ele-toraes pugnando por aogaiiar sympaihia
Na frica Piringueza as cousas tamb-ra sao
marcharsm com rnelhor fai*aia do que na Indr, un
correr do anno fiado. >
Se pot ura lado a chamada guerra do Braga
cmsaramio leuapo e draheiru. s-111 re.-uiaJ^-
rejts, e pelo ootraii; causando groadas elrafo'
a al serias desertes e mar Su i os. di tropa, p,ca
aun il ficar adiada pa/a o'anoo qu boje cometa;
p< r outra lad a os espiritas em M*cn andacam
algum t-.mpa prfoceupados com c ficto d lerem
(jiriio as autoridades chiiiaa- j.-Or ejn (JJ.cait)
o edito imperial era que se rnaadou que nos postes
thcaes, ftabelecidos oas viscbancas de M can, s..
cubras-era, aln dos direits do transito, como *it
aqui, .os direilo; mperiaes de 30 tais sobre cada
iixa de opio-; a como o governador ce Maca re
co-asse conic:.tir era smalhante preteceo, ppa
receram em Maciu 3 011 6 canhonsiras 'chimia*,
afora varias t:v.b,ryr/, < ,*, vela; mas apenar de
tal osicntacSo de'fotca, o governaiiar', depois de
ouvido o 'srecer do conieibo do g veroo e de va-
rios nagoc^Qle?, s cu.ervuu firae na sua recusa,
e cotuegnio allnal q :e as autotldad-s chioeza-;
'.locori ,-s-2ii em cjliocr a casa destinada a
r?cebT os direitos Imperiaes n'nma distancia Ja
raaU de tris m! ha-do p( rta ftgundu a Oadica-
ijo dr gnveraadjr portogutt, e a rxiseneit do
mesrao g 4'etoadur, raiirand.i-e a? canlMpiri'*'
!ii'Zi lhn:iaiaiue '
luiente do porto, onde fi-tu
di:
ama.
EsIa re**iUdo, que Q bislahle hiurr^ para u
govortir! .jrfjgatz. rttJ sutisf-z entraatiU'. as vis-
tas*ta em ceito grupo daquella pis>essa, gropi*
qae prsiendu ergoer-so, rompendo em liaaiilid*
des contra o juvernalor, que, perganianda plo
telegr; ph > ao gaverao da raeiropole, o qua-da*ia
fafer, te>e rin re'po^ta qae mantives.-e asmelhi-
res nlaco-s com o governo ehinz a ae regulissc
peto qu lir-sse i. vvame de II-ingk"*ii, colonia
indina vi-Urna de Macu.
Cumaquerqaeoi/i.varned II.nik.aag usasseda
raeior tolerancia un c m !fs exigencias chioezas,
o conlrs-al'uiraaia Srg'u sc-iiin o rnsis que as in'trncviaas qicyscebCB. Na eoneeWI do go
Rrerso fu iii- alverso o vol da jvz da direito La-
cerda, e a ella m : eos' u o part i qoe h (tiKea
va hi Bak o jTaVernador. Par.ce que alg in>
individuos eaPa p-rc 1' !<)-. c que maeraaratn *
revolta, que, a ter-se 1 IVi:luilo, pilara produz;r
conseque.nc'as desasirasas.
As colonias simadas 11 oa tai-distancias da me-
tropole sao mni diflftieis de conservar, obretnco
cora a instahilt Isi: dos miui'teri 1 em g*sral b-m
pouco sabe lores dos negocios do nltraiar, e
vezas co>|.osto- d^ h iioe.is inexaerieota.
As mibra deslas i a^ieii i:c a e incerteza?,
medram as itifl reacias luc-.c q i" se ipoiara oa>
ainta rnais perniciosas iofliendas ba:e-iU--ra-
ticas.
Ju;ite-e aisla o eslrag is que all produia li
cenca com que a imprema -peridica loeal exarce
as saas fonccSfS, e imagina-sa* qnaoto do ir de
dia para d>a cahinlo o predigo du autoridade.
Perdida a forra moral governadares, predo-
iniiiara as kitrigas, vinf im as calumaias, Indisti-
p'iu -sa a firca (lub.ica e torna-se impossivel a
ad.ninistraco colonial
Deste apiihado se v que saa pouco satisfaiorias
as naiicias das colonias. Milito se tem dito no
parlamento e escripia cerca das reformas qae o
rgimen colonial esl rec amanda. As vicissitudes
poltica da meiraao! s, ainltque uns laitos aiihi-
cioses nao deixsra qae qualquer governo perlre
o lempo neces-aro p;ra-se fizar algaras con-a
ta em adininiglraca la'eroa ou colunul, e sr'are
todo a iO'-piNdo tnasouro, cala vez raais enfla-
quecida pela repugnancia dos conlribaintes em
pagar o que devem e qaadj o deven pagar, dia
esees tristes resultaloa-.
Urna naca i co'onial precisa evidentemente de
uiua bi e uumero:a marinlu, ista, pitera cusa
mu Ha caro, embora cauto por um, q-;sndu as
colunias estila tranquillas e o commercio acha ya
rantias para desenrojiiev-se, dilatar- se a deitar
raizas onde a nalur-za j prodiga em beni, cama
a con tace em toda** 23 colonias portugus.
Pelo qu; levamos da bem so v que, no prxi-
ma lindo auno, a
ohltca cm Portugal, f
bastaate trabsdhasa e seru tr03 resultadas para
o ;.a:z. B1- de crer, porm, qae no anno que co-
mega oulros mares se'que a niu poriugui.-za, e
que esta, tendo eafaoadas ?.s velas por vento*
frescos e boaaacosa.-. a.canee o porte ie salva
meato que aquelte brioso povo almeja, quer no-
dominios da poltica, qaer nos das baantus, douj
terriveis pezade-los que se eoirechocab cansando
gr;.vissinas apprehepiks a *Pd,".ngiie:es
cbter lugeres as cmaras dis rauaicipios. Es
(as elaigSas lizeram-se entretanto sem pertarba
ga* da ordem publica, e em muilos pontos deram
ganho de causa ao governo, que todava em on-
tros vio preferidos os sens adversarios.
Fizeranvse igualmente as eleigSas supplementa
res a 3 de dezembro no meio de urna calma pro-
raettedora, tblendo o partido do governo completo
iriam?bo,t e fleando assim com maH possibilidade
da manter nma posigSo respellavel e devoradoura,
posigo que lho davam direitos os seja predica-
djs constitucionaes e a saa entrgia govrnaiiva j
posta em prova com referencia Ga, onde ebega-
ra 8 de dezea-ibro o novo goveroador.
A tranquflhdade da passessSo eraenio perfeita,
a cao deixava brecha para qae a iuprens da me
treple podesse penetrar no recintu furtificado da
opiniio que fnsientava o governe, e par is^o os
Jrnaes, attendo-se outros tbemas, discuta, s
ultimas noticias do reino, a qu'sto da desceir-
lisagao ou centralisaco, empenh?nda-se n'iua
inta de qae elies eran os eamptSes e especia-
flores, porque a opiniio nao se envolva celia
nem a menos se occnpavafcom os autores dos
bellos artigos publicadas tal respeito.
Era este pesiado dus espirites na capital, nos
BSSPANHA.
Depois qae em 1870 foi retirada da talladas
liscus- Sea a infausta rendid stara. di principa de
Hohenzotern ao Ibron; da Carlos V, caodduura
que foi a scenteiha qae iteioo o iscendio da guer-
ra devastaoo-a q :e pe t *am a Franca e a Ade-
maoha, ceirauma d rergencia, neuhum resfriar
ment srffreu a palitica c-xterna da Haypanha, cu-
jas rel3\o?s amistosas cora 31 outras potencias se
con-ervaram cm porfeito peda cordialidade no
?nno (indo, cxcep.a tajavia no tocante curia ro-
mana, que airada perseveran e contina a manter-
se affastida da naci ie:panhoa por volhas qaei-
xas, que sem duviaa o nave rei D. Amadeo far
deslppararer com a sua hbil tctica poltica.
Bera diversa, par n, foi a face dos seus nego-
cios internos, q;; partidos p:litlos, sooilas vezas deixaram pene-
trar o escombro na espirita daqnetles que se ati-
uham em estudar a marcha dos acocwciraentos
sombra da raza e-.ciarecida e calma, c fa
ram mais de ut3 vez lvala; a lamentar que
a obra gloriosa da revolela da setembro, qoe
de-trirooou I-abel II, Citivesse proluziodo viru-
lentos resallados para a bumaoid ida e especial
mente para o fciie q t ?. assembla eonsti-
tninte poz abobada petisa do editi.-io erguido
cusa de tsnto< sacrificios sob as ruinas da uraa
dy mista exluxula c retrograda.
Votado e proclamado re!"deliaspanhi um pria
cipe da casa de Sibay, pareca que esse remate
devia fazer serenar 03 asimos que >e debstiam na
resol tirio da maga, pnabema, fizando igualmente
cansar as intriga p'.rtTdaria- desque se eaipe
nhavam por outros preteaJenles ao Ihrono du S.
Fernando, ou qoe, eomo o? republicato', quariara
que fosse sacrircada a consutuieio aos seus votos
pela democracia para, pelo gnverao do p iva pelo
povo. Asm, 1^ rs nia succedeo, evio-se com
Seral pasmo maitos daqnetUs que se cailigaram
. ara a famosa revo!uc preleuderera insurfeccio-
har-so, ostentando as-uas predlec;oes era pleao
da, e at conspirando para que es passos de novo
rei fa?setji dirigas por obre-manchas de saugue
a dastrocos de ruina? p iaceadias.
Effectivamente, qaando, ddpos da aceitaga da
caroa, j ia de viat-aa paia a Hspanha o res D
Amadt-a I, leve logar Das ras de Malrid, a 27
de dezembro de 1870, u.r, nfimo crima perpetra
do na pessoa do eiriasnta general, do eximio esta
lista Prim, q ie por longos aaooi mezas dirigi 05
aegacios pahticoi de sua patria com subido crite-
rio, empenhando-se caro todas as farras era ver
oceupado o uirono qne da xra vaga a ravolaeio.
A mo de barbaros sictrivi Dio trepidon em ea-
saogueatar mas-rama va a patria dos hei-sde
set^nbro, e o benemrito ciJadi cahio ferido
por balas homicidas qm o prostaram na leiio, de
onde nao sa devia erirae''.
Foi, pois, bam craaLuecie inaugurado o rciaalo
do D. Araadeu, que teve n desventura de pizar
trras de Castalia oa tpesmn da em que reoda
seu graode espirito aa Creaior o imm rtal hi
mem, cujes ciczis tola a uaco praot-ou, maa-
daalo a constituinte (OS seu mame fosee gravado
sobra marraore na saja das sasso do conecesso,
sendo declarado que ella fura benemrito pa
tria.
A sitnacaa da Respanba era, pois, gravsima, e
00 terreno poltico digladitiVam-se os tnteres>es
de muito: partidos, que ontrataoto se deram tre-
guas nt angustiosa conjunctura, para declinarea
de si a responsabiliade do if.entado de qoe foi
victima o general Prim, e para o qoal se disse qnr
tinbam contri buido o partido republicana exaludo
e os outros parttlo? reaceiouarm
Como quer qoe fosse, o rei D. Amadeo, ao en-
trar em Madrid 2 da Janeiro de 1871, tinha
accumn'adas sebre sua cabrea novena prenbes
de tempestades, que o ameacavare, e que s po-
diam ser eurjiarpdas larca de em subido lact^
poltico e de um intelligecle criteile na pratica das
prerogativns rrisgeslatlcas.
O novo rei prestan Jura monto eonsltugao pe-
rante o cougrsp. que dteteros sa/dssolepe de
pois de ter recebido esse jarau>eato>e bem assim
i ri Mguaga dos poderes do regenta.
Depois de ovir oa honaens" mais importantes
Jos psriido constiinck)B3Es, e- rei incumbi o ex-
regente, general Sairaua. a formagao do novo
gabioeie, que licou coaapoiio assim :
Serrano, tresideale e guerra Marios, estran
geiros< Zorria, obras poblleas ; lioa, Justica ;
. Ciaii:g.au de (de eolio a reinar aelividada em ta*
dos os"partido que se au:ruur.fazer representar
oa*s cunaras, hi quaes, ;i de-peit 1 da- reaommea-
J*g6. de n u;raiil.d.', fatlas pela governo aos
-cueafentes, imum^v.. i> ar;uwipadai.:i'nta cod-
tra.-ie.arbitrariedades qae JiziMi strLm oaamei-
K.la IWS ele.r^.pr.VlticiicS.
fCUf [or im tiver-m eomego, a ella* compu-
tas milites ', -io-palitii'o sendo
da notar que al raesino os n publcanos fosseaa s
urnas dioputar a pr--f-renc a-, qae em ramios In-
-.rei ublrveraot
Faram Iricles". p.Ta>, os parmenores qae do
acto el -aarai deram os |araaea da lla-panha. Era
mullos paabs hanceram senas dtwurdans a can-
il .tos, dos (uaes resultaram ferimenlos e a
mine?, que bera cruel Copia deram da n.Cc.'fca-
ga> dos parHdo% levaolo ioda mais, s era i>3s-
slvil, do'oro-M anga-tiaj o c.pirit pubea, qoe,
ji asjirn im^re-ioaado, recabenM iuio dtaa-
pero a naticia de que iam ser deporiat aifons
ge sea qae na dia 12 trabara recu-aJo pte^r
furamealo de fil-lidaje ae '"i.
Essa noticia, rtD-'.ila da b cea roa fctfeca, Isvon
o desaolmji^Uaflej qu* hin-.n v.tos pete pros-
'eri.la.ay :,t II seaoha, e que |Vedis-etaa f-lae*
{pqaeneias para om re mima d53stia, que
edncava atiraado se pratica do? m-iaos tlr^
1 te S. Fent.ndi.
Um naiz qoe avaagra nr-s saas ii*l:t\oa? Jtf
1 easaeieeto civil e a lber ha le da- -u'isrj, drv.a
tambem fiar r mveni-ncia platica -tbohr 1* Ju/a-
tasatilos piut.coei que .'> scaadalasas foc'.t de
sacrilegios para os res, para os fUaio*, para a
'i.sra^traluia, para n exercito e al paraopoiv.
Quaritas constiiug-s ne tem jurad o e ptia-
raao os etadi.-las*ai^is notaveis d>qnell-. s e d -a-
tros pases 1 Di-pra.-assem a rn ul e misa
avila loa recosa. Sj fi (eneris > negaiam *
pro ueuat lidelidade a forma d governo era que
o congres'o naeiuoal c ncordiu, e > pessoa volada.
para iepr<\-euiar a tiacaa, fas
itenerae-, maa na sa ibes lites* -a violencia da
is exiliar, (.rev. raudo s-iiu a ir-s do parlitos
rom a iDaogor;-e:o ou re ir.'ir;<;'. d ine-qniano
y-ieuia do reviudi'ia-, oppre<*tVs a. if-iracasioos
qu deram par larra com otliroaa de Isab-J. e
podero, mais dias menos dia, tornar ataercfcico
uns paiz realinr-nte d'g:.o de urna boa sot.
Os h ana dcsass-deportagoes concarrcisra (tll-
i-.?.(! cii- para que um novo r.tt-ni.id seterlb:>-
ta ao d 27 de dezembro, f.isse perptrate eoctra
o mi tu-uu Z irti la no da. f9 de f^vi-reiio
Por fa.'taoa, o ir.n, desta vez o assa sinra n^
vigi/0, e dhiii o mioi.-l o nem as aestiiia que o
ici.np inheram ch grtim a ser (Irfttut. Kn:re-
i.iiito o cuan perp-tr.au se, e os (astee panuro
del*e uiatadado ;iz sa enul-iaraai mis ama v^-,
eaotmnando a marcar desasir lamente e esardto
do novo reinado.
Em qaannt-a ssj ee sassava na pr gs puhii'a,
recebit o rai n iri-ie ni'ticia de qae Me (->p" n,
pa de n*rMca ia pan Midnd, Mtwra-iH ri
prigoda vida na ai sacie, aio pol-nd pr."-
guir em sua vi ig-ra ; e ".-sa nava ddr, junta *s
tantas oiur3s que 'he cau-avam o- acoo|ei3i*n"s
do pa:, l-varam-lbe o loto sima, qu9 Hiavia
8-reoi u diis ipus ao ter sciencii de qoa 1 rai-
ika rneiba era seas [ .adrcmenios e iirevencen-
-;-g .ria o san diS'uio a c6ne hespanh-ila.
Bntretauto a {.randa iota dos partidos, mafa-
la para 8 de margo, ia re sppruxm aodo, e kd ,
carlistas. irali?;i-i:--, wewpvMissaestae, h'peMIta-
ao e progresistas, i>0' ?e prap.ravara para dis-
putar assenlos as curies que sa deviam abrir a
t| da i.br.1,! 1 los (vnpii-giva.-n os seus rerar-os pra
prias aere o grande pleito, que devia tVceaVaa
posigo ) governe.
Eoeetivamente v.-rifion se ssa ele gao, e o s- a
resaltado, favornva] a.- etmejeMeifi)1 yuanqnill--
sou maitos espirita que sniavan a*jfreliDfi>,
e dsp z c re a sibu- para AUeaue, oeae 111 ei.-
eontfee a ta esposa, q-? f.-z srra entraba sai o-
ee em Madrid sw dia IDljio nteu dea maiarw
regosijaa do [-ovo hasnatmol, que os ndfbeu eom
iraositriampliantaa, iliurcioagoas e todas as rnaie
formas palpa veis de ua:a manifestagao pnihnsiss-
tica de amor eeaspeito aos-eos soberano'.
No dia 3 abr! a rei D. Anadeo abri pes-
soalmente ; s.s.-o da^ curtes, prununri;:-.lo um
discurso pornpos), no jual, depois da revelar toda
a sua gratieo pela eseoHia que de sua mmm ft-z
a trago hespanhola para o ihrcno de Cari s V,
occapou secirn a eoltica, e ernaaeton que espe-
rava rt-atar o Ci A** reiagSai io'Oi'oaipid.'S coro
a Santa >'. assim romo que faza volo f-
prompta pacil:.amento dt Cuba, e pilo nstabeie-
meato osa fl-ienga assegurando que o parla-
mana $ert.i a liu.-Si-la du seu pov..rco.
S.tll. loi Uo nessi occa-io das atis itMbQit-
asiicas mac:fe:tago:s, quer da parle da eeoado-
res e deputados, quer do pablaa, qu- etMie tribunas e galeras da casa das saletas, os mee*
tilas por es-a f-raa deram pleno testen: unho de
qie hivia acc rio i.a paeiflea^o dus antea*, e
qua a Baspsnba, ao menea oaqoella uccasi ., i-
vii eiar desa.-sarabrada, politicamente faliai
Re estido lisoafeiro pouco do roa pi era v.s-
te coma, logo 2 de mal?, por oeeaslio da ;
aosa .'Sta civco-relgio.-a, comraem-iraiiva bartagio da Hcpanha do jogo napiconico, f-.a
i qae issistio o ni c a sua c le, os agaotes da
f^migerada a.-soeiagao Internacional, |*om veod.
cmtra-maoifstagvj no Cafl Internacional, par: *
qaal coovidaram os franct-zes a he-*Mati a f-a-
lernlsarem, deram ato qae fosse a ordem p-r
tirba.Ucom tira eoofleto, emb-ra sera f'
coo-eqoeneiis, por tar Intarviato a orga arma;a.
Ainda bem na p^tav.-.m serenados 01 an.n 1?
pelos djsvaris da Intetmuunal, ejOMde ,>l q 1 a-
se qae um: cri e naioi teri-J tin'ii n.h-,-.::..
a$Mfnalaram- ltica, que nao delxon de ter echo n.-. eaaasares,
on Ja o deputa lo Emilia Castellar e oatre. apr*-
sentaram um projecto da el co qual se pi-teo*
eliminar da conslitulgio o artigo 3 e s.'ns par--
sraphos, declaranJc-?c abolida a m.narct.i em
Haspanha.
Esta proposta e betq.assim nma ccn'ra-proa -
ta, que solicitara a iot-rJiccra da tedas ea 1
00 sentida daquella Ibsscm levadas rop?.r!.i
produziram urna grava agitagio as cam iras, ce-
de houveram scssOes tomottoariet. p-r qoere a
minora ia.pedir que a maioria disco-s '.
Esse estado de coasas achanabo era"rr.a:i.-
lugares, onda se deram lameotaveis dr-ordeott,
usando todavia o goveraa de ba-tantp ener, ia p- rn
comprirai-las, erm de fado as coroprin'.. sea
que com I*o podesse entielinto eitsr que Madrid se repetiseni c-sses tristes svrppi. as Ct>
rebelda por cccff'ila dos festejos que a li se de-
ram peloannivcrsorio da caroacaodo summo p n-
tilice, em fonbo.
O minister.io. nao obstante o biato de crise. f-
viseado eomo ihe rumprii, tendo o apoio fias c-
mara* ; mas lc?i qa? esia- votaram a r?.p^sla a
laila do tnreon, o sea che fe oi so rei solicitar a
sua exoneraca), dando como raua varias iaeta-
tellh?encias entre os memaros da g il.inrtf.
l-ta crise, porm, gragas ao patriotismo do re
dos mini-tros e dos deputados, foi conjurada,
tiniando no poder o ministerio, eujos merobre-
sacnllcaolo sua* opiniSss pe5se.aes ao peaaameca
geral d^s partidos era uuiao, se harmocisarsia
para pro-egoirem na marcha qae iam ovando- o
nepocios do remo.
O goverao declama no spnalo qne na jo!ga-a
desvanecidas as d:IBcnl lad.--s que se Iba zotolhi-
vaai, mas que promettia affa-iar as que podessem
sohrevir e qne estivesse em .oas mis* eviur, at-
tendendo gravidade das circumstancias.
Se estas diDcaldades snrgirem contra opa
voolade, disse o presidente do coosalo, o governo
esta dispcsio a revolve-las cam o criterio que aa-
teriormeote emi regen : cem o criltno de oua
henresa iransaccao, qae a biiee o mo eom
que se teem resolvido os grandes problemas I--
vaatado em Hesnanht ha tres anaa*.
O ministro da justig accrescenton qae bav.
qoesioas urgentes de vida cu de morle, qae era
pre'i-o resolver immeJiatamente. necesstnr
governo o concorso efrre^t dos corros eo-o!ea1ei-
Hvose oseo apoio decidido, tornndole inapos-
sival 1 vida d.i gabinete se este ebegasse a coa
ve ncer-se que lie falta va es-e concarso e spoio
Na careara dos depuiado* declar.u o general
Serrana qoe se o ministerio tinha prevea* a
-aa demi'so cao era per ci-sidencias, ana por-
que nidia cuotiahiio iioralniea,esse ccraprs
mipo,desde a sna fornwgo ; porm que, dtidi o
uiorrlento em que merecii toda a coofi^oga do
e dos cortes, continuara no seuV"to, decidid-"*
sesientar o seu progrirmna poliiicn, drsenvolvid
na repota ao ditcarec. da cor., viuia saajM
cns por grande inaiori.
AiTastada fui assim crise, nio sem qae o Sr.
Serrano deesrasse qnt se a Sr. Moret, toiotst'
da fazenda, se a sua drmit>io, ootro- taim-lr-
biaei, e yer-ibe*hia enlaa dUBrl, ae nao impor-i*
vel, reorganisar o mmisierio, vista enreo nao i:-b
-lia i qotm rtcorrer'psra confiar aspatiai
\ .
(

3
n



V
V-

Oiao de Peraamfcue* Tertja 'eir 2 Je Janeiro d 18*2





. WrWiifci mente o Sr. Mofet, vtala, Ifrrslo a
*rrnm?Ma i-en-oradas *? sa|>(pc3l' (asen-
te, deaigoadameote urna, qae estatua robre o
f utno, e que merecen esoecial attencao do parla-
eu>at, soliciten saa exonera can, e orno dov cri-
** amasara o gabinMe, qne n;\ retinb-sp, la
cuohjoIoo re ao mrechn"S6rToon, doqoe de la
Torre, 4a farmacia de am boto ministerio, que
, substituase aqnePe.
O Mostr du jae, qaerenlo crnsli'uir mini-lino
di Coneflisco conservad ira-progre--irt*, renvo
coa orna renrin> liaos, f, lendo-oaouvido, e vendo que Ihe era irr.-
possivel realizar a sua idea, riza por Rada a so*
mssa->, sendo eolio incumbido di f ronr-an mi-
nisterial o Sr. tMi Zorrilla, qae'assim eompoz, a
tea gabrat te : Z rriJM, presidente e interior ; Be*
Tnger, roariuha ; Cr-rdoba, guerra uterino no
etraogeirrs ; Roiz Gmez, aascas ; Madrazo.
obras publica* ; M.ulero Re', jstica ; Mosquera,
ultramar.
Aasm organizado, o gabn efe apressnloa-^e ao
parlamento, codo o Sr. Z rrilli nxpoz o feo-pro'
grarajr.a de giiviro^ cuja* priocipaes l-asea fo-
rana : eumprir e fair^cumpfir,. pslricUraenle a
costtticao e as les; respe-ifar rengiosamente o'
dtrei.os ncllaj eonsigpdos e ctinsjrvar^a cr'em a
Hila o trau.se ; pr curar a harmenia entre a igr ja
o estado, sern sb^ndonir neuhama das n formas
realisada pela cortes coo-tuintes ; apreseatar
aireados os oreamentos na prxima reunan da*
fOrtas; procor; r que e estrKasaem roai?, ce pos-
sivel, as amigaveis relaco-s qae uera a Hapenha
com todas as nicles e especialmente cq o P rtu-
gal e com todas a repblicas americanas de ori-
gen) hespanh I* ; e sjHentar (do o transe a in-
'. oj laite do territorio nespanbol, nao pouoaiido
a sacrificios para dominar a feorreicao de Cuba.
As cmaras aeoHMram benvolamente o minis-
terio e seo pro^ramma, e resc-tveram addiar-sfc
par o.l de nombro.
Wo momento da revola ci hespanhola luviar-
se coorilial) i. partidos progres ita, demcrata a
da unto I ibera}. H paeU era o destbr. nanieoto
des B -nrbon-*, e a regaerais-) da llespanha com
hnnm I
=
.*..
___.:=__

honra
K-ia oniio, e nao fuzjr dos parlidosj pota, rala
nm insetvuu sempre o feo progtammt pljtii'o,
fPa'titt've->e a muilo ewto at a consulilacjb da
o'.ira da rev,.la(-5'>.
A eri-e min-terial sejaroa-ns *lemeolo*_helero
|f03j?, at ihi c'ofundils. pj foa Khi5l(?, dib
d.>m-rgeni ;i um goveino iWti.'iinente ridicilj
*grad:ui gtr:0 rftaenla Ssadrid moitu tlcgTattioain Mietun
do o Sr. Z irnlla pea saa elevar < o pode'-.
TranqnillisiduS os. nimos coro a n-ira orden de
c.)osas, itihristerio ZorrJla eBcetm e coneluio
oin f-r. xito algamas operi\O ftiHiieeiras. que
;:r3ni um poderosj lenitivo ao !!eouro, o rouce'
den u-*? ;:ti!!tji feonpleta fc-dos os dtlinquen
te p<(lttie *, iivdi4a o-ias que fram bem vistas
p>;ia opinia pab'lica, seropre hltenta em observar
a raarr!i do gwernn,
Aproveituio-e a'eJe feliz eo-ejo,S. M..D. \mn-
eatA viitar al, t-nde fol
acidhidocom inequvocas i-aoraada fynia'liia e
rfflPitoM .n:hi-ia>m>, regresando Msdril n>
Uia I.*de cotnhro, des'goaJo para aeaberiara 4u
pirtam^rito, q'ie efTscltTameutd foi aherto a'esta
d;a. apre?entaodo o g > ve rao a saa propona do er
jmfn:o, no qual se reiltsat^ra inuias.ejononiia?,
creaaii'j-sp anguento do roJas pa.ra o bssouro
por meio de una malhor orgapisaeio d^s nipos-
tas, sl-funs dos juaes foram aogmeotalo.
No dia 3, deveolo proceder-aa ftSeie&o do pro
sionte da cmara, ( dirrotada-o catdiJatu do
gi-rno em oppof^ao ao Sr. Saga>ta. que foi sus-
tentad) pela maijiia. E.-le fado detenmofo a
retirada do aabioelp, qce n'elle vu urna prova ma
ifesta de de O mmi>terio, ao sabir da esnara para ir a
pae'i pedir o>ini.-;ao, foi maito \ict riad>>, e ao
dia ubseqoenta div<-rsis njacifaAacBss tireram
aia-is iugtr no seatido de apoto as mini-tros 1^
wi>rioirio l-to. pore.il, eii nal- al;-rou a mar
ca dos lecoteciiuenio^, e -i rcjiroa parlameo'ar
Ui pienmea!o ex-*cutadii, iacnubndo o rei ao Sr.
meajn>o a orgjnis;cia d>> novo mirjitterio.
it di] 8 a .no--e a ses-o sob a ftfesitea'U do
Nr. He rera. OSr. Sagasta prssioajoraioeoto, lo
:nou i-n-a da presidencia, e sin nni.be) liscorao
laiti:i'u ter s^do candidato em oppasi^>i a> mi
aiilpri Z irrilla, diclarand i ao meslo Utayo qae,
ertl lo a pre.-i l-n.:a da cmara aci na ds pai
xd: partrJari.s, ne-liuin auxilio reeoaava -fes di-
versos partidos, e.nfcora f-.-sj nectario das douiri-
oas radicaes.
O Sr. Melcampo
deearon one acefpi' o pro^rom-aa dj gabinete
anterior, fozenlo seir qae rospeitarii a foria res
peitar a eoostiloioio por fojos, e, proinetietilu per-
Mrar oas vas omujhi:i-, di.-sj ntreanto qae
caiT.Jsns era Cu.Vi a poltica determinada na>
ul!i:n o presdante do pcbtoete damiafionario qoiz en-
li. x .! -\ sna retirad* d" poi r, maj o r.
Sagast.i; c-haMbtir jae, oso s* achaodj con-
' i-a o regaiaminto da cmara a jubile direi-
lo. n Ih podii coocedr a pilawa mu coasul-
lar a opiaiio dos depotaloe. 3r. Zirriila, po-
ro, c, en v:-ta o*i-!o presciulio da palavr, e as ea*
ataras coat "oaraot em si-u3 trabaiho, ?eudo ex
tremarem se os partidos, outr'ora unidos pelo peu-
evaoat i- lib<*rtr a patria, e n'essa Ocasiio in-
depeaJi'oti t Lrioaole diret^daa, cuja testa se
ar.i'4in o^mtoca-tas os uiuis emiii-.'i.tes cara-teres
K.)i o't s.-a conjaaciura que, t uando vulto a
pre-.M-.:-;oi-i Iniolitaojeate Jesarra.*cad*s "da nter-
Maeanoi, cccupi a-se o parlamento coa o facto d-
tiw o iii-isiro d intari-r declralo aqaelia asso-
<.i;o fora da Ui. O deljata fui elevado una ai-
lura digna da iilaslraeio hespinhola, e -joer -io
til- liu | '> ;.fisiv:n a 3Sociac4>, io r da-
reiBOj que iloelama qae ppneo im?orlsva t? goi
vento cahlraos ps do Sr. .Nocedal depotado sari
tisis, o que qaerla dizer qne o chamado a formar
raipisterio seria am do4 mais dedicidorf partidarios
de D. Cario?.
D>sois iate acalorad i dfbate. (* regnitada a
coctrapioposta ministerial, e o Sr. Melcampo, pri>-
siieata do eoasflho de ministros, obrando a pala-
vra, leo um decreta suspeadendo as sessOes das
oamras na legislatura vigente.
Assim desapreciado na cmara, foi no dia se-i
gulnte o Sr. Melcaaapo-pedir a deoiisio do mi
ni-terio ao rti, qae, t-avindo e acoselhando
3om os preailalas das duas casas da'parlaax'nlo,
reolvea raanter o goverao no seo posto, seguiodo
aa.-ii.i uta alvitru cofllilucioial.
Fhou, piis, o mesrao miuisterio na direocao dos
negocies do paiz, tmpfctaalo-se entretanto como
Sr. ROfliTacto olary 3faa".s, quo entroa oara a
pasta de estraogoiros, vaga. d* S'aco,
Os asrlTflo agitaram se com a dertferacJo do
dMDisterio, e os repaalicioes, reb pretexto das
eleicdes monicipaes que sa aprexiaavam. reaoi-
ram-se eom o (Im de resolrertm qual a altituJe
que Ihes convinha assuaiir em vista do3 oftiraos
aconuciment)*.
Entretanto nos diversos partidos pojilicos cons-
tituoionaes se ia o>eiari 1o urna certa evolaco,
ultima dfta, e esta .etolocao, qae tinlu por lim
melhor definir as suas inleueoes e desejos politi-
cos^era sera davida, om symptoma batante aos
pieloso e promett>o\>r para a Hespnha.
Osaeionistas e progressisias sagasttws fnali-
ram-e u'ua) s partido decid ia a apoiar o gober-
n, e os raoot pensierists e aff-ninos ignalmente'
nzeram a laajnaceio pira -omb-t r a jjva or-
dem de cansas qneia pela Hspatiha Jopols daco-
roaco da 1>, Amad n I.
. Terrivei diffl^aldaile tem eao-^airado o gover-
no hespanhol na pac lic^gao da iiha do Cuba.
Se muitas vezas receban a rcetrop; lo faustosas
outicias darictorias de sitas tropas contra os in-
surgentes, nfo menor nuimro da veza Ihe foram
aorwuciadus ataques aos fortes e tropas, revean-
lo este hdar constante dos revoltosos urna tenaci-
dade cima >le t )1* a comprehenso, am desejo
immoderadn de independen:ia, credor sem duvida
-!e sympailiias.
Na iiha como que os in-urgentes renisc-m das
propriascinza?, como a Phenix di fabola, t>l o
numero de rcortoa e sprijIcaWns e tal o t'aqoel-
les-que anda li-oja pugnam pel-n s?u' direitos ao
tonomicos a.m armas uns mi*. TviJavia un--a
6*anda paito da iiha j se cba definitivamente pa-
iOcada, e o goveroo tintia espera ocas da v-U to-
talmente tranqnilsada dentro em pouco t?mpo,vis
to como para is-o dMpsoha-se a mandar urna f-rle
expadteio i Cabe, pa'a ende tamban es Erados-
Unidos iara man-iar orna esqoadra com o firn de
proteger os loteres*es d,s seus subdito*, signado
annoncion o respvtivo presidente da repobllca no
sen discurso de abertura do parlamento
V-se, pois, di resumo histrico que ah Jeixa-
mos, que, 89 a llespanha leve em 1871 um auno
agitado e doloroso, em cimpeoso:a vio co-npla-
tar-se i obra da -*aa mni-.r e mais hrilhante re-
voiucio, a ojaai Iba prometa das veaiaroto*, se o
Un pa'ieo di ni e do p.ivo coattuuara minler-
se na altura (pie de uoi e de entro reclania a mea--
la dos seus negocios ioterms, ba[9eoa vas de se
li'sem^aracir c mpletanjent", orno prenuncio de
om faturj roseo queeani1iviJa t^m feito juz
a felfea Castelli, a patria do benemrito Piim.
ir.M.ia.
Depos que em I87Ua Italia, calenido aos \ a co Vc-ncSo de setemnro, garantidora da indepen-
deneia d-ll'.na, asseuhoreoa-se a viva fonja da>
capital do orb9 caih lieo, tv.dos os seus sonhos, to
das as suas a-a por algum
teman en-:nrpur.ir ntima e deftaitivameafa e ra'to dos Pstad-s da igr-^ja nos seusnnilicados es-
talos, dando assim cmpleto cainorimnt') as am-
bifSeft da C3sa de Sab yi, cuj) chefo Viotor Em-
'i aouel, por nm traba!!)o pacieote e um espirito
oimiaminti [fersistenie, sorbe e-nqnistir lodas as
sy npathias, todos os enihusiasios do povo italia-
no, esiimuiando-llis cw bros e despertando-Iftb as
uoores ambirjes per urna Italia una e iolisso-
Inv.-i.
Esse sonho, essa a?pir*ca i, ardent^.J* 'aixon!d?,
nao se limitava poram, lo re e sua er;e, nao ;
Ha esteadia-se d-sde os pa ora :: pr iroiado,! qae, p. r una nnmeroai
fowc -, ?' spprr-vada urna mco do oolianca at-
goven.o :.-.; i--ai da tnttrtU'CioML
N' i) pa'Z de berdade, como a Hs-panha,
de e,-.i -. h:.r iaa una ass-rUci) de homens li-re?
osse siiiu i-iJ'1 Irabalbar na sombra com
verda':'"..- eou^piradbres.
Sisge-n ai certami-n'e que, ten-io doaa ded_>s
Js sensu r HiStinlo nos piincipios da Inferna
euml, o i::- rijida como indignos oa sociadade
OMieroa, cojos dignas maia sagrad s, cojis
priaelpif- mais saos qieila assocnojo pretende
viciar e !-ftrttr.
U:x i' tu i sapofi ni la pela forci. 'ahi a coa-
31-I1 p.t is a retr^hir se, val ain^asso immen-
so, que 3 Ii -panh* n> devora la/aada, como o
ao aatz ;.<:' a iaglaterr.-., que ben coaipretiendeu
qm as irmas com que devia lutar o s'ea governo
iiuira essa ula^e assosiseio de/iam ser a dif-i-
sao da Ns laa dos priaetpioj da cruel inimiga
do capital a dolrabalbo, e o eoiprego da mens
t.i.'.n! para coovtaeer + classo dos operarios de
ente nao aiii certiniente que esi a sua sal-
?acip.
Nao, a H'Spanrta nao devia ler osad} de tanto
rigor, obretiidji^ teodo em visa que essa mesmo
exeeasa po lia acarretar Ialernacion,il algomas
sympath:a', '\ i" lli noaca t^rii, e co.n qji nem
otesmo pu:... s Foi, pnis, um erro, de. que talvez a Hospaiiha
vrah a arn peflier-se.
Dap -I "saa >! co'-V. e -jo acto que se Ihe 9e
gam, orenpi 0- pirlaaeoto com algumas in-
crepac5;s ao ministeria do Sr. R;iz Zirriila.
n ejBal esHtestadMla f>i aesemente :ea-arado e
at .wpral a G -niailas Itrab:>, cajoj aotos fo-
ram ero lam^e a;coinn loa om eptetos desagra-
da veis.
No dia s;Ji3eq sio, f i spreseaud urna proposta altamonle reac-
cionaria, ni jnal. pedia que o ;ongresso decl-
rense qu; 1 iH',n qoer quo coarc'.assa :. libsrdade
de fuuiar a o-agriar os in-titutos e coramooida-
4e* religi'was qus a igreja autorUa e ama, fanto
da horneo co.i be Bofleres, tanto de eccie-ias-
ucos sano de -etalares, tanto as consagradas vi-
da aetiva e .Jio ^ cintemplaiiva, tanto qaelte ca
os iodiviluos fe >igatn c-.-ai votos perpeaos *ou
lemporar a< zouj os que 9a reservara a sua liber-
dada de permanecer al a inerte ou de voltar
ao mandn, cecirariaria e ofringiria ac-nstituco
geote em Hi-nli >, tanto na sua letra corso no.
saa aspirto. >
Risa piaoostt, upigaada ps!o Sr. Ocha, depa-
talo earl.-t-, e spotada p^r indos os carlistas, re-
pobcaaos a radfaaea torrillista*, foi defendida
pelo sen r do-ms depataios, qae, n'oraa
ligaag-'m rfBWgtea a aere, tlieram ouvir censu-
ras ao miuic.-n< Meicvnj-o, qu?, pjlo-orgo do mi
nistra da jetic, d.-claroa qne o governo nao im-
pogeava o '"i.) mas sim s forma -la proposta,
jue oo o-ia si4ro con'io-rar ama vez que tra
tava-ae n'ei'n de;ama qne-to de l#galidale.
A' desp.-:ti) ligij, porm, om d/uta vaiacd^a suc-
ce.-ivas dei'i'ioO se qae ell 1 loase '.mala era con
sideracao. N-te eoiH'-ii's nn depotadp roiniste
rUii-u ayrft-'pi.U'ti urna contra pr aposta na qoal
' z-.a qaer< harta a^debrar sobra a propon
oa, depcis de >U:tontar essa opimlo
-corso, dea espaco ama grava di<-
- ryl-H orad?rea t:.marain paru>,
cAfv.e :i ir. Candan, ministro do
'.rem-M de Fiorenei, desde Florenc at 03 extre
mos do reino, e, pjr toda parta ople palsava
um oracao patriota, no barga c uno rni villa, e
nesta como na cid Me, ene intrata ella u-n echo de
djfdtcnrs*; > qual jj-ympalhia, manifeaalo pjr un deeejii exlreoio,
p-T ma anciedade qua eterna como capital d > j ven <- gran lioso estado.-
le ler Roma como centro da vida italiana e do
mvimento da pennsula.
Nasta anciodade, pafoi, f-z rnrprs exceogo
essa brhauta parte do Rjma loe w chama Cidi-
de omita, onde 'a occuUa o respui'.abilissuno
chefe da igreja ettboliea, cercado pelo; erandes da
su3 ertr, qae nao cessaram amis de protest r
cjitra a u?urpa-,ao dose.tado- p-afliMo, contra
o e.-buihamento dosdireitos iavelerad)' d.i Santa
S, e contra o aacriiegin commettido pelo invasor
da cilade augusta, qoanii arranc ti da veneran
la fronte do >ua Santidade o Papa a orta tem-
poral, que, dluminada pi-lomysticodiadema d) pi-
dar espmtml, brinava lio fulgeatemeate o-, suc-
cessor de S. Peiro.
Esses prutesim da Santa S nao ficar.im t davia
p rdidos no recinto da ci hds Lamina. Em Roma
(jilea ach.vrn apoio^em maitos espiris Ilustra
-lo?, qae coa*iderani iodispensavti ao papa, o po-
der temporal, e em iodo o orbe calhuiieo de mui
'.os pantos di qual espleJiJen'es maniestag^ea de
re-peitoao amor e ile proiun h alh!o aos sen'i-
m--n!H da Sia S foram l.v.r 10 santo leniti-
vo ao atribulado espirito Je Si-, SantUade, sjien-
liflcando-lfie quaea os vo'.-is dos fleiaj qaaea as
-tus aspira,-oo', en refere ocia queaiao ra-
in sna.
E-t', parm, qae ao rlalar-se o anuo de 1870,
pareca dever ser trtala n'um congresso das
graadee potencias da Bomba, Beoo anda adiada,
ou per que a Franca, a primognita da igreja, oc
capa 11 com.a guerra a depils coa a saa reorga-
nis caon-i ihe idle esteoier a nao de amigo de
qao Itorna c ireci, ou por que, amedrntalos os
outros estados se arreceiiram da Aileraanha. for-
taleciaa, inebriada, exltala rassma, peas glorias
militares coihiJas uj territorio di FraaQ-a.
('. mi; qur que foase, o que facto que a
qnesto romana anda te apre-renta no tapeta poli-
tico da Europa como ama ameaca constante, etn-
bora os italianos exclamen) sera :essar que ella
est r -solv ia pela incorporago da cidade eterna
aos dommios de Vistor Emraanuel, incorporacao
que, ao asso ver, mais apparente do que real,
i aotes momeutaoea do que erTectiva.
A razio d'essa rBdttentaooldade esi as re:la-
ma;5as dos catholcos de tolos os palies, que,
u'ura fataro mais oa menos remota, ebrigarao os
seas respectivos governos a volveren) se para
R-'ma o tratirem de dar santa s a Independen-
cia de qne ella carece para proseguir ai sua obra
Je paz a da amor. ,\ razio d*assa apparencia e
nao rea d.de, est tamiiom em que Roma ao e$
queceu sioda o santo padre, ora re*peito ao qaal
receben atin otliu.s;asmo a a> com kiix o re
Vialor Emmaiael, quioio esto alli di pela vez
pruneira, aVpufa dos succe;soa da 1870, e.nbora o
livcje guiad) ara motivo todo humanitario, qual
o da ver c*n anos, proprios olhos os estragos da
innoadacu lo Tibre, o, animaado com iaa pre-
sen!;* oa pi-bres nnundaJ*, levar-lhas oi 3occor-
roida qua alies necaisitavam-
E*aa visita nao pa^sou parec desaperceb da ao
cardeal Antoneli, que, u'uh a circular dtigia aos
nuncios apostlicos, proteston, em nome da curia
romana, contra a entrada de Vistor Emmauuel eaa
Roma, explicaodo Ibes as circamslancias em que
ella se deu, as qaaea obrlgivamu'o a coasdarar
esse passo do re como urna saaguinolenta alTronta
d'gaidade do pontifica o sobaraia do sauto
pate. O cardeal Aotoo-.li n'esie documento cha-
imiu lambem a atteoco d:s saus nuncios pan o
fri acolhiment qaerecebea Vctor Emraanuel era
Roma, e3 contraposiglo ao eothasia pre ali se mauifeslava qaaodo Sua Saotiiada ap-
pareca em pa lico.
BITectirainsnto e3sa d ffireoc foi palpavel, a
anda ccntnuou deao* do ns.aliada a corte da
Italia era Rira-, abstafedo-ie a nobrezi o graale
parlo do puvo de fazW f--tas aoa invasores e ne-
gaodo-se as damas romanas 3 irem visitar a pr n-
ceza Xlargarida, em quaato qae as representantea
das mais antrg?* famiii.'-s am ao Vatican:, e dei-
xavam desartos os sa'(ie< do Qairinal.
A iraprensa italiana em parte amarara acompa-
ohou esas demnasira'.ss, -. qaanlo Jsoimo a-
qaostJo ds-3 pretensa.- girtintis da iudepnJaocia
do santo pad'e, algum Kiraaes aconelhram a
goveroo italiano ^e renoacia-io iniromettar-se
directa ou inlireclame- te O'.s uegocios da igieja.
^deixnJo qao o catboM'cisino tives-a na pennsula
urna posiQ) intiiraraeat lire da lodo o vioculo
cora os pol-res pot( Esse consolbo porta oo foi e-gajdri, e o parla-
mento oceupio se da um arcjeclo que esub^kcia
as reiajtos da santi l coai agoveru iiaanno, e
a posicao do amrao pootilice em Roma,
Em taes circumstaneias, pergnnt.it) o eardaal
-inioaeii ai erabzixid.r da Allemarifia jauto i
MDta l1, ge, no aso de Saa Sactidaia deaejar
sahir de Roma, poderla contar com o concn da
S. M. o.rei da Prossia para fazd-Ja. *jiu a Kvre-
maule ; a, cooiolia -di emhaixad r, respondea d
Sr. de UisHmk qae o re o acarmblra le reipon-
lee a!lirraativameata accresoent in lo qne, p) to
qae S. M. eati'>-ease convencido de qae a l.berdada
e diga dale do papa soriaox raspaitadaa pele go-
verno italiano woda ma*rao ap,-eratra o .que
era de esperar, Saa Santidad? rtaolvasse transa
rir saa residencia, todava davia declarar que S.
11. c rasiderava corao om dever para o catholicoa
da AUamanba do Norte contribuir para qaa se
iiiantlvease a digoilade o adepanJancia do ch.-ff
de oa igreja.
A' e-.t.t nota respondan o governo itali.im Jl-
zanlo qus oio so plia por ara du'Ja o n'rme
propasito-eai qae elle astava de aRsnier por si-
propno s garaotias di in-'lepeaiaocia d que ca-
recia Sua Sanjidade, e \r>r consqu,aBCia, qae nao
Olivia m r da intervenido da< potencias am^ga^
em astm ro sabr que nao hatli controversia.
O Sr. Tiiier, receiando taiv-z aab'a coacjiol
levada ao santo'psar,-3orveo-ifte ea.ao urna
carta, na qual Ihe oQereeeu hospitlidade-ao larri-
torio fraacer, caso Ihe faltassera as garantas pro-
meMida, Esta eatf, qu^ m foi rebebida depois
da c^lebrajo d om consuroTio secreto em q*
Saa SantiJa'ds n'am' .aatida allocaco canfou
os invasores' da R ira e repello. a idea de aceitar
af giranrias concedidas palo governo il.lano, teve
em resoisia ama d'gna ciirta em qne o san'o pa-
ifre sgradecia a lembninca do cbfe*a> p.i-rexe-
cotivo da Franca'a os boas ofM ios d) .-ea em
bwxair.
Essas to filalas garantias, piren, la*n sen1c:
precedidas le actos dr nWtlidale cnt'e os qnaes
f *m lieit-i cintar a desordena qtie-se deram Oal
igrej d>s jesutas em Roma, oesorden* qo; :
gando declaren o goveroe ao parlamento, liverami
'-ripem 00 het de terera alguna ministros d. coito
feito aliu-oes polticas em suas predicas e tarea)
alp-ins dos asestantes provocado uom nalavras
iniurin-'as a ootros qne es'avam f'a da igreja, el
qu pogiavam pela nova ordeui de crasas di
It.lia.
listes amerita veis sfleceosos baoa delxara a ver
mu o estado do espirito pobiio em Roma, e, se
foram condemn-iv-ii as provacacSes de uas, nao
leixaram igualmente da ser ceasuraveis as medi-
das de rigor que o guveroo en'eodea' ^evor m-
pragtr coorra aqueil-s qaa so manifeMaram em
prol do poder temporal.
Todos e-tes footos ac.aaram foremonta n (*
pirito do venerando chefe da igreja eatheU,
sera davida o teriam proatrade, sa nao fossem
osaaa provis repetidas de amor o dedicaco qae
iho deram os catholicos de Da a parte, } ihj
sarjando felicitaciJes cora valiosos donativos, con
fez a Inglaterra, j se manifestando mansa e pa-
cificamente pelo pod r temporal, com) fez ein
Sin.a a mor parta d-a nebfeza, dando-te k prati-
cas religiosas na gran le ba tioa e dpp indo ao-
jes da saa sntidada os mimos qae a supiedaJe
ihe uspirou.
Mas a essas deraonsfraeos responda sempre e
goverao italiano cora actos hostis, e logo so Irn
olerecea a oficasite da appfesentar ao parlatneo
to d i Florenca um projecto de le apropriando
Roma as lea da suppres3o das ordms religiosas
a da liqaidacio d 1 patrimonio fcclsiaatico, e'.a-
tnindn providencias intermaJi-is para as institu-
rjjjes roligioaas, que, ten Ja sede era Roma, liaban)
os ?eus lateraslai ligados todo? os catbocoj do
mundo.
Ja ent) tinha o parlameato legislado acerca das
'aidw garaiiiias olTarv>da< ,ao canto jadre, e,
nao par-'cpndo estai salli-;i ntes ni ;hefe do c tho-
licismo i'ublicou pste orna eueyelica na tiual de-
clamo que de nenhuin modo oodia aceitar esaas
eoiivedes legisladas para a.-ua permanencia em
Roma, e, aproven 1 o cabido ensejo, fet lar*
tuda 4-os qaaea a ciJade fra ocupada a o papa
privado do poder terppor I.
Fui o'e-ta i-iiaii n-i que. aai qnant-i R mu se-
feveiia .to gallas para reaabat o governo ililiano
|iie ali se ia iastallir, a'gans hisps da Pranci
dirigiram a assemblja de Versadias representa-
coas accalora las, p-Hod-i qae a Franca resayo-
loisse o pruteciorad j da cidaoa etaroa.
E-te movimento do* blspos fnnetzes foi garil
raenle segait- em ondeos piiz3\ e den lugar a
qie a iapreosa frartaeta, recorJaula a ra*posta
qaa deu o gorara-i vx iriso aos seus bi-p-n U!
proposito, qusolo Iba dis-e qua a Aa-tria nao en-
trarla na qae-tao- romana, Qzessa notar qie,
nao sen lo pissivel nbter a inlervni;I) dos gover-
nos aeissaatieos, i.ai tera o Sr. Tliiars cora quera
se achar pira caraprr os votos do- pre'a-l 's fran-
cazas, urna ve. que nem a Haspaaha o^m a Ral-
gici o podiara auxiliar, esta pala natureza da saa
propria coastitainio, me Ihe vol colUborar em
quahuer as3umpta da polica externa, e aquella
palo faeto de sentar-fe no throoo Ja S Feroaalo
o rei D. Am ideo, que daoeohum modo seria con-
tra seu pai Vctor Bramarme!.
Ectreta-ilo foram carainliaado os prepans oll
ciaes e offlcioaoa de Roma paca a rcepeo do rei
e <\o governo de Floraae* que para all a, e < ffo tivamenta um e ootri, seguilos das corle e d.)>
fuaccionari-j Ja alminislra^o centra1, alli dar u
oatrada sob arcos triataafcaas e no meio de um
grauda esplendor da foatts, realisaido a*sini o
orogramma de Cavour, cora a nica dilT-rao^a
Jj nao ter sido com o assentiment da Fiaaca que
sa foi a muJanca Ja capital para Roma.
A cilade eterua f.i, puis, toda follas, bailes.
amares, revistas militaras e todas ai mas alaba-
ras com qua se corameraora taes acontec aento1.
Eatretauto no Vaticano a traaqaillidade contra3-
toa com esae moviraeato, emb ra alli hegassem
os borborlnhcs d'eisaa fastas tempes'.nosais, qae
per taes serem, foram o reversi d'essas outras
placjdas e irn \ lillas que vio o Vaticano, quand)
innmeras depat<;0!3 da cathillios foraoo procu-
lar o saa'o pa-!ra para testamuuhar Ihe suas feli-
citados e adhe oas por occasio do aoaiversaria
lo sua coroaco corao papa, acooteoJroer.to que,
pr marcar ao sea ramudo raaior doraba) que ao
de S. Pedro, jinlou mais um phenomeo ao ji
estopeado da transformugio da Italia e do pontifi-
cado.
Cumpndas assim as aspiracoes do povo italiaoo,
completa la a'-i-n a obra da nvolacjio, vio Roma
iaaogurar-se urna uva ordera de ousas, e dea
ap mu lo o espectculo d--, estando o papa no Va-
ticaao e o r^i no Qjirtnal, ser ella a capital da Ja-,
lia sera deixar da ser a residencia di pontfice.
Como se couciliari esses dous poderes, ara dos
qaaes, desp.-jad) de toda a jurislicgao t.-mporal,
conserva todava as prerogativas Jo sobsrano, re
eoDbeeJdaa pe3 Europa; eis urna qae ta-i q.;e :
o fataro tera o prvllpgio de resolver, a da qual noj
dado nenhura espirito prevar os r-'sltalos,
oe.ra aos o-taiistis de um e oairo lado dos Alp< s
medir a exteisao, sobre lujo depiis que, preval
cadi na a-aemhla de Verstiles, proposito da re*
pre?ent-.Q.io d.js busos, daclarou o Sr. Thiers qu-
a Franc asuva imp-teute jtara emprehealer una
inlervenco na quasti romaua, cu:npriul)-llie,
co no Ihe campria, ro-rg misar o paite coaioli
-lar a paz, eolirazfts ja Jo si bmi va-ta< a na<
qu:u-s aa absorviao) as focaia vivas da n-co.
9 santo paire era faei a'esses atoaiecimea'.-ja
J rigi todos os bisp s a uuiveisi urna cana
encyeliea, ua qaal, depois da sigu Jcar-I'nes aua-
gr.atid.io pjla adbeao ao dojnja da infallibilila I
qae fra promulgado por um decreto da curia r.-
:oiaa, rao,'iroa-e-lhas reeouaeci o palos *ti{05
paitados santa s. Este documento, pirara, .1;-
veraameato apreciaJa pela impreusa le vario-
paizes, dea lugar na AlTeraanha maior exalta
ment das pautoa religiosas,(Taracea So eisejo ai
baro de Aunln'para dizar ai cardeal Aitonc-.'
n'ama pota que he dirigi, queMM dcrelos tange
de serem urna p-ijI anteaba pura o futaio, pare-
ci im ardes dirigidos resld cer e revestir de
urna nova sancgdo ir.Qtuntkit a disposiaau papal
bem conhect-ia peta bula de Bonifacio V, que
sempre foi disputada peti sociadade civil em todos
os lempos e paizes ; que por tanto proclamar ago
m estes principia da calara papal e sustenta
los por todos os me ios de persmto que a qrej
lim em seu poder, era ir complicar os relacSes da
igreja co-n o litado, prodazindo crtses. cuj venia
deirn importancia a curia romana nSo poda
apreciar, apezar di sua tra*Cii>* sabedona, por
itso qne se nao achaca na situacao em que eslava
o seu gover.to para estudar o estado d s sen!mea-
tos ia Uem nha.
Eot-etanto o pasao f.ra dalo, e, Di seoio lici-
to ro:r-'grad segua na Alleraaaba bara como a Soasa, aai
hora era outros paizes ioiae o novo dogma recebi-
do cera calma e ata com ctrtv acalaueao.
Dapois da enira-la ollkial en Roma dlr-gii-ae o
rei para Florenca ; e, qaanlo dia depois, diaw*
ao> saadade a missa po llilia, diversas mam-
f'Stagoos eatha-iasticas he f rara fwtas, especi.
aeaui atole, r-.uai.ni-so cerca Ja 15.000 pa-
a-ias a portas da capclia nle fa nntoalo o Te
Diii, como que queroado assim pratestar oati
ttaaifasiacoVs com -ijue f a t ac tbida, D -
lado dos aniaoniatas porm nao se fsz esperar
uros cootM-mani fasta vi >. e um grupo da povo sa
hio per orrer as ru'.s dudo vivas Italia una.
Estes acto i bltvia aorauar.ira, a o anoivrraario
da entrada das (ropas ara Roma, qae reciava-a*
dara lugar a deaordB, easo houresem fe-t-jos,
pai-seu sem iu-ideniesdeaagraiaveia, probibindo o
governj qnaesqoer laiDonsiraeoiJ do ragosijo qae
podeasetn parecer tio-n sania >.
i nimos so a calmar 1 ai em Roun, n o santo
padre, retirado oa sua cidade Leonina, vai viven-
Jo traoqolio, cora a cjasciencia de que coot-'r a
ri ja nao pr^valecerao aa por:a* Jo iofa;-oo, era
b-r ai Intriga* de qua se o lera feito alvo, ja en-
veaenaado nalavras ditas por elle, j Ihe empres
tao u aentimentos, ijue uooca se abrigara:u no
seu -sai >.
Sua Sarlade sea duvida cintinuar habitar
Roma, onda ua presonc* un coastante protesto
eaura a spotcfo dos astados da igreja ; e,
dttspei dos iauu neros biatis qui sa tara ospi-
Ihado ie oa aab 11 Jo Vaticano, ja eai- dire^cao a
Fia ou., j um dr-.-c^-i a Dalgo; a at raasiDO
liglaterra, a cdado eterna continuar a tesleirra-
nbar aa .-acersior di S. Podra tojas os raspeitos
que a aaaelctJa pusicao e oa hjiiuoius da igre-
ja rmiana sao capazas da inspirar aos calooliccs.
A I'.Jn, f.rulecida pela uuiao. pjosegua na saa
obra de recor-stiuic) interna, sem tiegoas neoo
d-scanco, gosaado do re oauso di paz de indita*
vaotageos que ootros paizej ui polean desfruciar.
Na Iialii do ha partidos dyra^asticos.* A 0-0
narchia conalilucional C0iderada pela maiuri
oa qUiSi unanimidad* da seas til han como o'regi-
mao quo msis convm ao paij, e crtnnenij
neuhain preteaJente disputa i casa de Sab->ya a
cora qa-i e|l.i to laboriosamente con>egulo e Ihe.
fui otTertada-Del. naco. m
Liv,*c doa parlidoi dymnastico", e falo as bases
de ea edificio pelitico basurjte ilrtnes, a Italia v
a sua anniai trar;> cami.ihar tlviaoiaata e u paiz
pO'-air-i- das iJis da libardde, Us caraoi
sooln a ll-spinh-, sem poler go^a-las por caa-a
dos seu< par.i los oa com 1 asquiz-raa Austria.
sem nadir alcan,i}a-las, por caasa da divergida l
de ricas que a f.rmam, Bigette deque umbem
est livre a Italia.
O italianos dexim-se "g yaroar cora fac-lidal-1
e 3Ub..Dettam-se co-n i^Mlij'r'nta ri-siguaco aos
mais pasad s sacrificio'ojia Ih s lra;i o governo
aempra qaa a< circums an'cias.t Ihe3 apresenlam
deiicadas a crifea-, qaar se trata de pnlit'ca, qafr
de tinrac-is. Alli a dosconioHuaieQto daschsscs
inf-ri-ires ni? sa (ai sentir corao ua Injlalerra, na
U-'lgica.a na A'lemiib, onda a erande inJastria
creou o proletariado, de-coihe: Jo na pennsula :
o rei comprehen le a de-e^upenha cabalmente seu
pape! de soberano constitucional; o lioaimeiil
todo<, homins Ja estilo, cas-es ricas, e pato,
tolos, animado, da ideticos sent oeotus, levara
o 8su amor p.-lr-a ao pontn de .se aa'crifiarwm
por esse id>io cjiii ua lauto .-on.'iaraoi, e qne
.'.li.iil eaaqaiMarao).
A it.'ijia .- 'aoj se nare 'irapiimir o< seus raovi
memos,fV'i|tici)>airios; e essa boa tctica, unida
a) recoliicjojento ijue ella sem >;) soube fazer da
niee-sidide dadaseuvolvor.a mus f jrcas, dorara-
Illa auimo para, maateul e./u.i..s exrciloa qaa
a /.cssem respeitar, entregar sa toja sorto de
ielIiraraentos qr malenaes qiir maraes.
lija todas as sais provine a< caminbara peiae
sendas do progresso, e as suas cida las-ao toda*
lloreicente3. H j-*, par das transformaras juasi
niir*calt,.-as porque passotayiorenca, vc-se .\i(0-
ks, di>ao, (tulonba, Turulo'Gaaova marcharaia
parclliij cm a mais impriiule: cidadas do va-
ina a do novo couln-nte
O espirito italiano sublimouMe, por assim dizer,
-laaoia da nova ordem ds coasas, e .-obra tala
1 p a de ISliG : houvo prolanJa sterago no
halailos, n ia castumes. e as colii.os9 sociaes.
u'ali vem facen qoa>i deaapparediiaj os saltea
doras rao, i.ufeU-.vini o paiz
A* .'espeito, poroaj, de todas es/af verdJdeir.;s
J;n po meos alotars |ae
riquezas interna
l:ie d ama paz exteria auspiciosa, vivera-isas
piraos ir) jaiet.s.; percebe-so qae o mechauismo
parla-nmiar no Irracci-nia regalariAenie, e sen
te-se qae o governo 6 s v;z .- impotenla para fa-
zer o que desfija, e qua a derniiJa-Je do mecha-
uismo t'-rrama no paiz u.n surdp deseonten'amen
Jo qua plreca ser-o preludio le serios perig^s.
TjJoj estes, ajiles pra.v.u ii. auseni^Rir par-
tiloa con) t'na-ipi s heno dflflrijdos, coasisleuie?,
tirinas, e t- n!o pro^raminas 'capazea de pro'.uzir
o bem, dalo vil a poltica,
.\->, **>* |MriiW uo exslem u ***; e,
p.ir is'o mesmo qu- el es ali. nao existein, qae
o e.-tilo da sua poltica interna essa apatdia
qae can-taniemen'e pr-i-loz vicio* 00 ar-teoavpar-
lamentar, apalbta de ana esi llrra a Inglaterra,
oole :e -ncrilra nos whigs e nos Toiis, o typo
los grau'.es partidos allpenasteis para a mar-
cha regular do s.-.-tema.
Na Italia c.n ,-e enconira, em rigor, era part
di conservad- f aem liberal, distiactos, isto nem
se encontr, mi partida daiuedas qae querem
iin''.er as iastituc3os coto que sa dio b(Ul, nem
o daqaji':s que, dan lo se mal ora ellas, sooham
ama ordena m-ihira queren) molilicir a existen
le n) seni'do do uator aumero.
A marcha d 1* govaraos no mando poltico esta
Jopen lente es:-o cialm-mie -lo choque deseas duas
piiiiO:- di erre das lea-leciS de* es doas prin
apio*, araaalUBta de aaaa luflaeocaj mu-
tua-.
.Na Italia, |uasi ludoa < s patriotas teodo sido re-
volacioaarios, pe' simples fui le lerera aspira-
Jo urna patria re, aoi l\ forte) e libertada do
jago estrangerro, ao todos aj-trict-s s ida^da
rea vai^ia c instante, -1- libar Jada sem reetrtcijoea,
da eagraud-clmeat-j permattenta. aVahi por tanto
a nnlformiJada 00 nodo de peoear, e an sua
soqaeqaeocta n''.ar:-l es-a apabia de qae cima
fallarais.
No parlamento 'xMi-iii, v-r-JaJe. algaos repu-
blcinos ; mas, aleo do que estos consiituem um
partido peqoeao, sen) raizas a pouco aceito, ac-
crece jue sefl-lo n -a Um eslraif o con-tituii,'),
ees uio po-J.-m l't.'jur um pariijo consutu-
eionii.
Aln d'.s-a neabama atra eftr poltica separa
os metubros di partmHnt-, e divide opuz; e
por i .oquis as meiil' dj g-varu-. q uesquer
i|Oe silos sejim, encontrara -eaipre apoiiT em ara-
os os lados di c:nara, en,b-ra pir mitacin
Ihss ebama-n algaos esquerdt e iireili.
As-Jais ruaioresqa-toe da lana, nos ltimos
lempos, foram a reivindajta^ao di R-mu e do Ve-
ii-l -, a o a jttl.brio i orcameo' i ; enretauto em
rtenoaraa dallas appiraaji divurjesaeia qua px
irjraa-si os caoi.i ', p rq ie uqs 'ootros, tolos
e-ufi i, queriam-. iu s--.i 1 r--.i'tado ; e, tnibora
os cJiaroaJo) appiaiciaoistas cr-uaaegeai ao minis-
terio cerUs taxis de Loposi, a redarais en d 1 *
i mator ecoaoiaia, n-m p.r iasu ibes miviam
gueira sarda, visto cono nuac passarara Jas
geanral'la Jes''o asa opto.
'es?8estado da coisis resoli-m coniiuiaraente
a iustabitlaa-le dos miuisl-ros, o qaa dga logir
meo Tims critican lo o rgimen parlaraeo'ar d.
Italia, deliaiiso .asira : una nteryelacao, urna
crise ministerial o a-i ex-ToJi-j-' araviaorio ; de-
pois nova :;v), m.'o cx-rcicio provisorio o una
luerpaliacaa ; .i'l oaov naos.)') circali sempre
sa epr.Juzialo ; ul pirUraaa'.arisu)o ita-
iino.
EiTe-.'tu'amsie 0) Italia, como em 1'irUgil, na
U-oi-.ilia a rio liras-!, os mini-t-rlos -e M)ccadam
cu.o ama i.a.-ri..-; rapiWl, taoli muitas veza
maiiria as canaras, o p-'deu i" jala, empregar
suas f-iai e luQjiancii en neaelioiir o paiz. Mas
qae iiif como aqai, os mini>tarios < te c>a n por ver Jad-iras qoeaiiaocuias, por sus-
ceplib-liJalas mal cl-oUJ.s cutre os miaistros, que
as prichos e iaio'esses p-ssoaes, ciairbo oio entre
tinto pira qae oa reas substlaiui teobacn p-r
chefe. ua i aquella que, como na Inglaterra, in-
dicado pe. opiui) preloiuinaate na cmara, nm
aju-lie 'jua gosa Je um prestigio u'l|0S0 que Ihe
vai Jo Shroao, e coja eiev co ao poler. um rar*
laJiro -j.c.i-0 fsliz oa L-: pata o pai).
b'mii criado de ccuai resulla jio ha sempre
graade numero de ex oiiui.-t'os no parlaraanto iU-
liaiio.; < oves ex-iuiallro*, qua s-lo autroa tantos
apira aa aa poder, Je orjiuario formara urna uj-
p.oo'cii, mii> aporenta doq.e real, cuja lim
intrigar pifa (arribar mmi-tenis a aposs.-.r-se
das pastas.
A iustabdlade e inaoJeocU Jos ministerios
cootriboe elucaz nenie para o deacreduo Jo iha-
s-uro, e tob'S o.s ;;;-,'..! p.-ioiar a siiuaco liaan-
ceir* tera-nd 1 :npossivel q ie s- Iba au;-li-(uem
aoergliOS remelio*. D'-hi viu ,|.io o thosouro e
dficit aoOnal esbj un sempra a exigir.o lancaiaen
t j Je tanta hnpu-.t >at-qu-, como no anao que veo
da ftarhr, iroJaz-a dec.a'.er.tamentos na ca*
mar a uo por, dando logar rjuj o governo jo
ira caagues 111 Ma aaich, sen ^ue todava ne-
ohii a meio has 1 lljre; u as o,.pjs.coos pira ti-
ra lo da embaracos, tiescc-aii a4aalle com qae
la', u u Sr. Sella, na aor.o Un Jo, teaJo no sea oz-
caraj-nio am dficit quasi aulaate 7):00J. c-oa-
105 do ii'.
it Sr. Salla, para cmeluif ese dficit, roroaoii ao
parlaOH'nio varias rustida entra a qaaea orna
emissao de 150 iniides de frsoeoa de papel rnoe-
da, um augmento de 5 ceotesimoa nos direitoa de
cada kihgrainmo de tal, auna extenso d-o im-
posto aobro heraacaa ao montante dos bss^en
exeepeo das dividas.
A imprensa proteston contra esaas medidas, e
na cmara foram' ellas cornbatidaa ao poalo d
produzirem urna crise ministerial; rasa, tendo-f e
dado isto em iunlio, qnando se avisinhava a trans-
ieren-ia da capital para Roma, a caraira resolven
conceder ao governo am crdito de 16.5 liho-'s
de francos para attender as urgencias do ilipsourc,
deixando par discutir am Roma aa medidas de
fizeida pr-ipo tas palo Se. Sella, e assim ramoveu
a crise tamo irariamenie.
Esta poiera nao estere ausente longo lempo, e,
!go qno achou brecha para Jaso apreseotoa-ae
anda mais exigente aob o aapecto militar* so po-
endo ser resolvida por ama reorgaolaacao rainis
tonal, seudo sobstrtaidos os ministres da marinlia
a das obras pabUcaa peloa Srs. Vicenzi o almiraa
to Rafe ty.
A questo (iaanceira, embora sob vahos aspec-
t), foi no auno fiado, e anda ser por longos au-
aos, aquella qae mais a-sombrea os espirites b&
Italia.
Porgada, pela9 circamsianeias da Europa e pelas
oecessidad-s di saa importancia, manter era p
de guerra ua respeitavtl corpo de exerciio e ama
grande armada, a (taita v ama cres.-i-la parte Je
uas rendas ser absorvida pelas pastas da guerra
a da mariaha, sera Iba podtr oppr um dique, cu
jo emprego oo Ibo traga c^mo consaqaeocia um
certp de^reclamento e nm certo enraqutcimetiio,
ato um perigo inminente.
Por outro lado, obrigada dislraliir d'ea? mea-
rais rendas carca de 40 % para sansfazer as-
exigencias da sua pasada divida, oila santo anda
escoar-se-lhe p-da laata da fazenda urna enorme
atmiaa, que Ihe alliviarlara muitas dr-s, se po-
desaa str uillisada era beneficiar as suas indus
trias e a sua agricultura.
Tolas euas de-ptzas, improductivas e dol.rosa-
moote iieces dora) dos dficits a eeaa orgaraenlos, defils contra
<* quaes luta o goveruo ha muitos aimos, sera po-
der nunca ettiogui las senio. momentneamente o
por nieio de operares onerosas ao the-ooro.
Este estado, jaa de nenhura mojo -e (lo con-
siderar satisfacturio, vem ia-lul>itavelnenie daj
fr-qaezas do sua pnltioa inlerna ; a esta, apezar
io aspecto garal do paiz e das maravi'bi crea-
das depois di ua Ikac j, nao deixa prever d 11ra
1 s liorisootes patria da Covour, ^alvo se, mo-
dificad a orgiuisacj ad -daislrativa u'uai sent-
lo descoalraib.idor, com 1 vila e o atoviaieata,
lvalos do centro periferia do corpo s.-cial, vie-
ren) nascer attag-inismos politiios entre 09 lio-
menj, de forma determinar qua estes se coost
taa a e.-a dous campos opp-,slo.s, taes coma i<> wli^s
a to--j na Inglaterra, e asataa levantera do ma-
rasmo em que jiz o parlameotansma e o syitami
representativo, caja excelleocia dependa doiho-
q ie d>s ideas oppostas dos partidos.
Agora isto tanto mais pussWel iuiia, quin-
to tanlo as suas re ico -s exteriores em perleit..
p Je paz, ate mesmo cora a Austria, sua secular
iaimig9, facilm-nta pola ella fizar Convergir ce
esfjrc 13 dos seus boratos, paliticoa para e>ae 110-
bre lira, de qaa esl evidentemenio de.jendeate u
sea futuro.
No dia 2| de noveaibro nava entrada triainpbal
fit o re em Roma, indo d'osla vez *e Baorenca
paia abrir o pariatoaoto, que ali rruaid, ti inau-
gurado cora pTaodaf festejos no 27, pronun-
ciando o rei Vctor E nmaiiiiel um notare! discor-
30 em que depois de anuuuciar e c tumetnoiar o
ac.ootecimento graadtaso que fez le Roma e. pital
da Italia, in.-atio na cm-ilmi-o eotre o E-la Jo a a
igreja exD/nindo a coaviecao da qua Roma con
lnuaria '.er a slo pacitha e re-peitada do pon-
tiritado, urna va. qua era recoohecUa prla liaba
a iodepandeucia ab olula da ;uiondate espiritual.
Elfeciiv.imante par&ae adiarse decidiJi por S.
Sauadade a sua pefia ieuca em Roma, Curan Ih'o
paaiiam aa ordene religiosas, e pois, fe-ntiaari
aquella f faci da ler o rei no ijoiriaal emgaaab) o Papa aa
asaea.a m sua cadeira g;-taiona da Vaticano.
%s:e facto porm, embora assombroso para 9
|ynuudu Inleiro, que ob.se:va comino. 1 Jo o que e
pissa em Roma, uiejii pr isso serve daacclarai a
situagio da Italia, qaa aiuda h -je v o seu roturo
f'Sa tautevaniiuviaoo e embaracoso erafaca doa varia-
dos problemas que se the aatolbam, eutra os quaei-
Sobres 10 pesando lurrivelmeate a magua qoiaio
linancjir.i, que o moJouba gplfo era qae^aia
boividas aa suas maiores actividades.
(Continar-,w-A<.
Xaticia titUurop:*.
' Amaahacau hontara no iamaro n vapor iaglez
d/Ve, trazando datas dj Lisboa do l't e lj' do cor-
rete, dous dias mais modernas que as irazidas
pelo Botjne.
Eis'oqne colhemo.s dos jeraaas e cartas:
I.VCLATICIUIA.
0 priuclp.e de Galles Cntlinoava sem melbo-
ras. Nao orrne a sollYe s la ardentia.-itna, sen-
do asMUiadorai os symptoraan pulmonares.
O principe de Gl-!3 complet>ia 30 anno ni da
9 de novembro, e casado einr a priaceza Ala-
xandra ti h o de Christian IX di D mi.arca.
No caso de f.ll-c:uisito do principe acceda*
Iba a principe Alfre.io duque de Eleaibargo. qae
couta 27 anoos. Anda actual mete en viageto .
roda do globo, 00 Mii poeto da capilao da rairmha,
real.
E' mysteriosa a origen) da doenc do pri
cipo de Galles, e tem dalo lugar bastantes iiirr-
pretaejas e eontmaotariaf.
Lord Loalesborougn coovilra o principe t
pi ni't-za de G.nies a paasrem alguns dias no seu
bello ca3tello do Searboroogb, dirigi c .iva- a
raiis baila sociadade da alta aristocracia iogleza.
As feslas Jnrarara dez das, anceedando se un.-
aos ootros os badea c as cacada-.
Terminadas, porm, s feslas qaasi todos os con
vivas recollieram as suas casas, maia oa menos
atacados cora symplomas de fobrea ivphoydes. A
priraeira victima foi ior-1 CbeatarAeid qaa suesum
bio era peucos dias. Alm do pnacipe de Galles.
eajo esta lo o mai3 critico po.isivel, se por ven-
tura anda vive, sentiram os n-eajnoa syiuptomaa,
segando fe auarma, aprincaza da Gallas *! jlU
dasborough, esposa do arr.phytri 1, a \>n lessa de
>lan:hes'er, o doque da Bnclengh, udy Rassell,
a outras pessoas.
LiKd Louda borough publica no lime* tima car-
ta era que raoitra a sua cm teraaco p da d<-a-
graca acontecida na sua eaaae invoca oco como
lost raunna da sua innocencia, e da sua adh-so
a famiiia rea!.
Parta Ja inprensa in!aza di'. ilOa sa proeeJea
a avariguacois sobre o esta lo sanitario do castalio
do Seirboroa?h, e se recinlisceu que os canos de
despejo sa to aderara era b-m esado, o qoe
Jera lagar lemaaacSaa pestfiras I...
Altos e insoolaveis mvsierios, que nos recordara
as fataii .'ades, da familia real portugneza !...
O lord Mayor do Landres vai porlir para Pa-
rs para assistir ao baoqnete que ihe Java 4ar o
prefeito do S.-n 1.
O presidente di repblica tan:ana lar ara jan-
lar de grande c#moata.
O pariaraeoto Ing'ez Jeva abrir-s no Ja 23 Je
aoetra.
Os embaixadarea Dglezs jaaio s dlBaroates
potencias da Eorojia recebiram crJin da fazerem
r'latorios aabra nteriwcionat.
Oj'amprfgados dos telegraphjs drclararan-.*.-
em groe as culadas de Manchastar. Liverpool.
Glasuow e Dablin por cao.-a da ea->sificai*o Ji-
emprego?.
F1US9*.
A measagem do Sr. Mar, refundo pare je-
pela opioo da iiipreasa francesa, nao i-grad 11
aera a diroila tt.-m a esqaer la.
Foi unicaroente applaaiida quaalao presidwt**
eaiigraatisou os erras do iraperto. 1 Os dimes,
os emes I esdaraou a mator parte dos depi-
lados, como que para emendar a expresso do pre-
sidente di repblica.
Daranto a leitura bouve, poi.n, diversas inla-r-
ropco33 a oatras pre/tti de de>C'-oieaiimeuio que
obrigarain o prerideute da ssseinbla mais da noi 1
vez a chamar orJom os iu:erruptore3 a oa Je--
conteo-es.
Q vifconda de Lor*geril parguatoa se era ve-
dada a censara, qaando o lau-or ticlu livra ex-
panso e erara permit dos os appliis,-.-f
Noli se que ara toda a is*ag>Jin.do prasidea-.'
da repblica [ranesza wu una o v.-i prouua
piaaaoa p lavra naaMica; ui> ha u-jm-, pala
vra sobre a iasiru:,;aj pubiiea, quaada causa
prinoipal dos deaislras da F.'aai-i sapJe atlribuir
ig0oi:.n:ia do povo fraucei; e quaedo a Allama
nha aprovei'aadj a p.-aala c -n'.i"ibii\-."u de gu. r-
ra paga ps.h Fraoj vai ln ivo deseavalvirnen-
to insttnctil e eJiicifi do ;..
Censura a impran-a o Srs "Ehiers oor cu-a da
sua oppvai^ao iy-.ti-rnatisa,alsaaz o 'arrien mili-
tar oorijgatftrlo e por c-i-a das sata tilias a res-
paita da guarda na.M.jAklquf quer co*virier en
ua $Qfpo. d ptivilefjvvjlfte, fuend*). Ib) eatr
os cilad3), e dando a aos as arnaa qne segar
a a ootros.
As interrupcSet qne bouve qnando o pre*id*ata
leo 01 periodos da saa ro^sagera nn- s ufareaa
a esta qnestao Bzasr>rsrararn o Sr. Tbiers a poato
de dizer que a epiaio do governo era aquella o
qae sea raai, ra divergia.se a'all.i, ( p t que o go-
reroo nao ten razio, e neiie caso benvaarta a
;]oe fazam os governoa qne nao !{*-rn razio.
A oarte da raeusagem qne se refere aos trata-
dos do cetnmsrcio, nao tem a pprovacia da fr-
do liberal. O Sr. Taier proteccionista forre-
arlo.
O priacpp? de Orleans j tiveram ama era
f rVncia com o Sr. Tdiers para reaelver a qiesta*
relativa a tomarera assenti na assembia aaei->-
ml.
O 3r. Ilerv da Saisg aprefen^,n na asa*aa
bia nna proposla prra ae toasoriar o pa!z s.-b'
a mouarelria to a repblica. A proaosta da ur-
gencia s oblare dez votos.
'Tamben nin fui admiitdo o projecto Sr. Da*
iliatel para regressara Pars o girerri'-.
O goverao asrtsenl u om t>r eto ptraa raa-
tituico dos bens da casa de ri.-n-. Dt-H que
os principes cedjjm 0'..los cm fovor da n.co.
Foi aprpjentadi urna propo la iWrn|Me a le
das c-iafitoee e vultando a |pg>lVc4 de 181.
O Sr. OrImaire, hrtprceUxaai o g-iveroo *-
bre as exco(;5as, chamon i cnanm d -s ladril-
los t bindo de as.mstlnos. Fd chmalo i or
deas e eattigaAo c m am veto da cmara a qae sa
aasoeiou propria efcjoerda a que Mr i)'draira
perteocp. A assembia conideroa a nlfonsa coiao
para ai,
Annunciara os jornaes a-.maas, qa-r foram fuzi-
Udos ei *Vao$a eiu virtnle de anl-ii; do eoo-
>tlho de guerra aHemo, 13 france.es que n>viana
raorto n.-n allema--, o s5) ab-olvi-lDs po jary
fraocez!
Al.n deste insn!t a-s t n:ds aroeaca o fo-
verno al'asa1-, poanlo ?p a*> irn-ade de II da
ontubro a re ec.opnr' m as foifia :.ilft*a-< o lerri-
tor-> j evacuado, >e Fiii;a ri der exacto
cumprmento aa exig! ivas do tratad) de pz.
Sihioda H i Ir id a i npefitm imij ; val-
la asna resiinicia ij Cai-irb-j'-i, .ai espera
N.poli'i'. A iiitpc.*..*r-z siiij *nf tireejiaa tla-
dix, on-W-a esperar 1 ara birode enerra nglez,
posto Ma d)3pos-ci-i ."-o nuuif'.f-i de ligiaierra
em Mi ir: I VA a s.o b. r.lo V. RiWaiur, lo-
nianlo ni |ia-aagbai .; paqaaM bnlaaWlWa,
acori'pr.nha I-.-. j.ro p-lo aaqae !- Ba-shiie, >
Otadaii) i*ila de U^rnuu'. T.!>-!;; a o-ompa-
nhou gi ,-: selle eurto o c.nde >iva t T./, .-en
parenu-.
BRl.QtU.V.
Iv-ti eonstiluiio o .v reM. \ impr -o.a lb-rl
ot-erra que o conde da IVnx Vri-onovo'a
mi exeifilo da ser r.o'n*'ao .r-.-idenip aria
pasta, enti lado que Bio exi-lia 1 ,ca. i.hama-
va-ae alli chcf' do labioan a-- minisir- -u* o rei
havia chauaii para orgsni-ar overn, iaa<
e-ia escatba b< Ihe .'va prel minio algum -iiiri
os seus eotlegas, e era co'u> idles -irap'ae ebMia
do f-u ministerio
O ga-iinat:- Reeo argani-alo i--;e n..ln :
De Tii ce, chefe do -.al. nrir p-la ; Ha-
loa, fazenaa ; Dsieoiir, rwaa j>A-(.ir-:-i-.i;i Lya-
d- sena.'or, u-gocio estraag-irlM M-mrho ur
ubraa publicas ; T. de LaaMieere. e. -n-e beire
provincia!, jtistic ; e o t i 1 gi uar. i Gu.tiao-
rae, guerra.
ITALIA E ROM*.
Ni (lia 20 de Vaaorfar-j dara *eiiieer*MSai
eooel'l r> em q-io o papa preaaal ifie raaiaal-
gnaa ins.'.s iulian s, trea fraaene, e u'Z un
roidjuor do area-blspn di: Ai gel, cora n tuslo da
bi-pu in pai libas-
Hiuvc no da II ama r*--Hn'i> de aiuilai ee>
naioies e depulados para re tratar da eaeatia do
canu.dio de farra de 5pluf.ee.
O- joma> asseveram qaa ha pr-.b .bilidades de
x-'-i:<;ao do prt.j co.
Ja foi atado e fM-rovaij o ori^waeato d*i
reaeitaa da l'^lia ira 1871.
De va breveraenia .-+r .-nbmetiido cantara
oroamenia para 1871.
O Sr. Baila aecoaa ao **a r*datoria naaraira
um otticit do lis 3 160 iD-mie-, eantex- heaaM ia*
as no.a- de-pera- da ga.-rra e Ja metaha.
O ministro da (azenda praaoi sataaseatar a eir-
cuiaco de nota.) Jo Baaeo aaaiaaal a a q-aautu
le mil miiboes, e eetaleerr n -v. s mpi-os sobre
os le-idos, o pelroleo, o reg-tro e o srii... Pro-
poe m.is Ti eonver.-ao I e*ali- n.-if.re>tnio
nacional em reiid '' n- .li.ta la. "^ 1 Im >re c.-a
clii" diaeodo que leu.po da foaac puliuca coii-
terraxMr*.
Foi aapaaeado e ruaba lo em it- ma ex-nai-
nislro das li0.1 ni;-s d- llalla > ir. U'OgJktti.
.\Li.i:\i\Mn.
0 Jornal de Frunr/ial dt algumas iaMat*r<9tl
acerca dos irabaioojraa cmn.i-- 1 raaaa aikinaa
qua fuuc:iona naqtplla -olI- mn regular aa
novas relajos pOaUe* e coffi-aHirciaM eatr>* a
Franca a a Allemanha, confirma a* aattiiiliolaa
lo tra'ado de paz.
Esta pr. -xiin-.i a ser as ignali u-n inflo I-
comraercio e.-lr o -l ns p-it a aa*.: parwi n->
s difljQididea qee ls-m rriai i!' i i.c
do convenio postal e i-iez.-aj luc- :i -i -o 1
ca da Franca lar froto algninv e a--.. o-.
Na cantara dos d-oniaa ? em J-cig-N
(Wftembarg) foi ai-resci.ta le p r van Jrpata-
oa da oospo-teu una pr.'pisa i.-u--.-n*- garaai-
lir os diltareai:-s e-tal -i. Ail-.n-i-.-lia o etratto
dd adlie-o a qjslqo r m-il ll'afu qaa [ a fa-
i'-rse nos dir 1..- res 1 vadoa tratada de Verstil -.
Falle*-a era l, ti*.-, o pre ili-n'.e supr-mi laprtviac 1 '
o Sr. d P.imro-r.
U plraip tenci ra por pa-:e la \ ')
para a Beg0C:aci do !r ; !, I' 1
cunde de BiaaJib.arg.
0 mmi tro -ia taz nia da Piu- i. aa 1
ton ao paii.aii.ento um enjec-o pva a Nutw a a
iniposlis, inauendo u Miqn s'fi itireeta e ulliviinio
a3 cla-.-es pobres do imoc-t uiJirtcto.
O governo drehrou qu- 1 ata Java o modo dn
nppriiiiir o impoU) da aaoageat, a a earaa ala
acongue, e a ct.cgori.i alertar < .asparte aas
c!a-ses.
Fui milito cordial a reccp.ii foi pelo 11a-
perador da Rsala, e cna uo czar aa '
Freiarico Garios o aoa gaoerjea aileicaes, aa l-i*
da orde n Je S J-ir; -.
Ni baaqaeta e ctr babea a aaile d> im ra-
jar Gnilhereat*! o mais ail ca cavatlr-ru Ja < dam.
O Jirnal de BMchares aaoaaa a aaetria d-
ja-rer apoderar-se da Itmanaoia Cvm a ao 10
Ja Allemanha.
mi.!. .MiA.
O ministro da gu-rr-. K-gelvaar: pean nleaa-
10 ente a saa ienn.--i). >uiii.u. eu anio-a n- .t-s-
Mlencias que se levan avara entre e:le e n -uirus
ministros a aropoiilu 1 r; 11 gaaaaagi id x r-: 1.
a.-.-im o declaren nos eai Moa geraas Ja II ij
0 Sr. E gelvaj I pedio ularaaov-ale u.n 1
extraordinario de 38-milli*").* de II rins aara 1-
dilicar a syit'ina de defeu J1 paiz. a d. lar < um -
co cu-.n irmas n^>*\ iitjttartmatrnf.nl
jomando as Jesp-zs arJiaanaa di ".'i*.. --j: .
e'tVn sacrificio de 139 m.lhj-, ttm eoatar s na-
cossiJades da mariaba. Ateta lilla aaW>
la {uerra ijueria augmentar c\.iii ID.O-ji) ii-yiu-
ilfctivo di exerc >, e lavar sm a lio.O.-
m.-ns o iff clivj ui-rmal em p a> ; .u O''1
tambam acabar cora o uto d.s tubiiniajiaj m
exe'cilo.
0 Bala-loa-G-rip di-cal-mi ac aalm-ut** oe
ore-ira>utus dos d II rales raiuieiios. N u afea
f-rara anamvAJos os dos raioiiiari' a do ict-
1 la ruatiulia.
ui:m,miv
Dz so que o Sr. Aa*tii'
uiiai.-terii. ; qaa o Sr. CinJan pavA J)*ra a la-
:au.h, el}i .1 S'. Sijis'i urari pra agji'cr-
nao e o Sr. Taoaccu lmala* para ai obra
aa billas
Sapjide ae imninaite a di**.lucio asaXiTia*.
O ll!b 1 do 1 .1, 1 i -r l. Mar;, coi cbag.-.
nlineaie a M-blla no 01a :* de dramb|i,a|MtV-
r -aJo-secom a ;u .avallara le vara* post(e*
00 campo dos Kibvla-. ui-niorJinalos.
- Diz a Coi im/ij/:a 1 Jt' /lV* falso lar o goverao roaudalu ci-uceutrar a aa -
cr.ii -tin ceriis cipiUes de provincia; dn-iaeno*
t mheie o boati ls aessidetKua no g binen, e o
sahiia do Sr. Acgala o Hioaiej.
TUnOAA-
KoiiJ Pacha, mioistio d mar cha. W tvunaaJa
U!iu-to da lijia ..>l, o rargo i -d
marinin dado ao c un'raaaJaaie gral da arotaar a
'liov-'aplui.
O pj'rureha grrg) m.-ai'O vir do maal*
Atb ', o iiistti da Virg-ui *-iuia para urna r.
Jo preces onslacl o -ota aa'.r% a rptifero a i -
chai' fa.
0 pitrinrcha. aa u:e-nbro do tralla, ?u!.*.
bi-'p.'s, e grande n;i a*-< da Itiis i,a i
era friona. ba-r a rol.qui. na caes a aacaapa-
nba-ii. ao paiacio rjiriar:iiU ; b--nv) porm t-
fugiar sa era tuna tabora*, -fon le so aanafaei a-
hia-lo ;>"!" cuir porta aja t>atu a cara.
I! 1

Y


Than d t'eruanibuce Terca (tira 2 de Jan 'ro Jt 8*2
>y

*
JtITSSI.V.
A t.tmmti-'AJ de reorgausacSo militar russa re-
>olvi> c:e>r o lamlsturm ou segunda liaba em
toda* as i>.-"Vcias do imperio excepgao da Po-
loni.i cede o povo nio iD*pira ao goveroo confian-
za ueeessaria para poder ser armado.
PORTUGAL.
Em 18 esereve nosso correspondente de Lisboa :
Aflaal, depoi demuius instancias da impren-
ta, veta hontem a pnblicaco no Diario do Gover-
no das providencias decretadas em dictadora legal
para a India portuguesa, e de que foi portador
o novo governador geral d'aqnelle estado. Val ser
agora es e o thema das apreciares da imprensa
peridica. Como o relatorio do ministro ama
pe^a importante, creio qae os nossos leitores qae
xenbam acompanbado esta quostao bao de dese-
jar conbecer como ella apreciada e providencia
da pelo governo da metropole. i
AJompaaham o relatorio os decretos : dis-
olveodo us batallas nnmeros 1, 1 3 e & de Bi-
cliolim, Pona, Margao e M*pu$, qae altimamin-
te se revoltaram, pissando os offlciaes a dsponi-
biliJade eom os sidos das saas patentes, e dan-
do se baixa de servico as pracas de pret ; extiu-
fniuJ i a escola matbematica e militar de Goa ;
approvaodo o plano de orgau'sacao da orga pu-
blica do E-taio jla Iadia, composta de batera de
ariilnara, bstaloo expedicionario de Portugal,
corpo de polica, duas.companbias de palicia de
Damo, coir>panbia de polica de Din, okiaes em
eoamis.-Ao, oflteias e.n dispoaabihdade, oCQaaes
em oactividade temporaria e reformados.
< O qaadro da bateria do artilharia compos-
to de am capltio, 2 primaros e 2 segundos l-
enles, 1 primeiro e 4 seguodos sargentos, i fur-
nal, 16 cabos, 160 soldadas e 2 corneteiro?.
Nesta batera ha ama escola pralica do ser-
Tica de artilharia, regida por um dos respectivos
oeiaes.
Batalhio exped:ionario de Portugal : Esta-
do autor e menor 13 ; i coopanbias, 300 pncas,
qae serio rendidas de 3 em 3 annos no servico
militar do Estado da India.
Fot? do corpo de pnlicia : estado maior e
menor, IV ; seis compaohias e 634 pravas.
Compaobias de polica de Damao : offlciaes
'6, pracas de pret 188.
Cornpaobia da polica de Diu : offlciaes 6,
pracas de pret 91.
(h quarteis da bateria de artilharia do bata-
ibao expelicionario de P r.ugal e do corpo de po-
lica sio em Nova Goa.
O corpa de polica distribuido pelas villas
de Margao, Ponda, Biebolra, Mapuc e outroa pon-
tos do Etado da India.
O qaadro dos offlciaes em commissao consta
de 11 offlciaes superiores, 5 capitaes e 8 offlciaes
subalternos. Rosta quadro perteneea artilha-
ria 1 comed, i lente coronel, l major, t capi-
llo, 1 primeiro o segando tonentes, e a infamara
1 coronel, 2 tenentes-ccroneis, 8 majores 4 capi
lies, 3 truales e 3 altere?.
< As pracu de guerra fleam dividas em 3
classes, periencndo Ia as pravas da Aguada,
Mormogao, Damao e Diu. Periencem 2' as for-
talezas de Tiracol, Aloma, Res Magos Chapor,
.Nanas Angedida e C>bo da Rama. Pertencsm a
3* os oniros fortes e pontos fortificados.
Os cirargides do qaadro das pracas de Da-
mao e Da, fazem o servico de saude de toda a
guaroicao mitar das sesmas pracas.
f As funei.o ;s de governador das pravas de Da-
mao e Da sao desempenhadas pelos governadores
dos respectivos districtos administrativos.
< Os governadores das pracas da Aguada e
Mormnso fio efOciaes superiores. Os majores
das pravas de 1* ca se sao majores e os fiis de
armaz--m das praca* de 1" cldsse sao segundos
sargentos de veteranos.
< A organisacao da compaa de reformados de
Goa constar de 7 ffi.-aes e 112 prac. s e as dos
reformados de Damo ou Diu de 7 offlciaes e 68
pracas.
t Todos os vencimentos sao Gxados na moeda
de Goa, excepto aos oflkiaes e pravas do exercito
do reino.
O plano designa tambera os sidos dos offl-
ciaes collocaJus na disponabilidade e em inactivi-
dade temporaria e dos offlciaes reformados e dos
coocados cm inactidade temporaria por castigo.
< E' tarabem creado no Estado da India um
corpa de Qunlisacao destinado a auxiliar o servi-
co das -'fan-l-R is martimas e da raa, composto
do seguate modo 1 major commandaote, 6 capi-
taes oa offlciaes snbaltsrnos, 25 guardas de 1'
classe, i?8 ditos de 2".
< Ac ..patina tambera o relatorio o plano do
ins'iiuto pmftaiuoal de Nova Goa a que fija an-
nexo o observatorio tnetereologico, sendo creada
upa escola da ailotagera junto aquella instituto,
euem a^sira o decreto confirmando a portara du
governador geral da lalia. de 25 de maio do c r-
reateaaao, oela iual separou a alministracao communidades da alminiitracio dos concslhos
e rejuloa os vencimentos dos empregalos de
urna4 e mitras e-tacoes.
f A' cercad ch-gada da corveta Estephania a
Gj, t- ae do B'.letim do (cierno da India de'10
do mi passado :
a Hontem pelas 3 horas da lar e sardio a cor-
veta Estephania defroute da AguaJa. Foi grande
o prar.er qae a sua uiiegada^sausou, tao grande
quanta era a inquetacao que j caunvaa sua
demora. Fura o casa que em Aden levara qaa-i
ijaalro das a raelter carvo quando Ih'o promel
teram fornecer em < ilo horas; o qae mo'.ivou a
promessa de partir de l no da 27 transmiitiJa
por telagramma, e que se nao verificou.
N'ama galeota uo governo foram logo a bordo
os S-s. secretario gr*l do goveroo, ebefe da di
rtecao militar, coronel Tavare3 de Almeida, ma-
jor neitor e ajalmtes de oriens Sampaio e Car-
valbo.,
O Sr. csnselheiro Andrade, capitao do mar e
guerra, commandante dacor'eta, eslava j pre-
parado para vir a trra cumprimeotar S. Exc. o
goverodor e transrattir-ihe iastrucoss do go-
veroo da metropobl"
A galeota voltou de Pangim ao pOr do sol.
Demorou-se o Sr. Andrade no palacio al s
boras da mate, onde Sta noticiado enlfcusias-
mu que re na va sua sabida em todo o exercito
portoguez, entre os corpos do qaal se poiluva
em quaes haviam de vir exoedicao i India -
* Nao cabiam na corveta ; dizia o Ilustre com
mandatiln, ; os que pediatn para vir nella .o
Felzip^nte foram de plvora secca os cura-
primemos ao chegar i India, que elle pencara ao
samr de Lisboa lena n de ser a bala.
i A viagem foi felicissiraa, basta dizer qae nao
bouve durante iodo o irajecto um f doente a bor-
do ; e ivnguenrdir, vendo o aceio do navio, que
a-aha de fazer ama viagirn-de mais da duas mil
Jeguis. j
t O baile, domingo, deve estar animadsimo ;
bom foi que as dansas para que elles vinham, se
transforma! aem em mais agradavel passatempi. >
t Fallecen em Li.-boa host-'m e d-se boje a
sepulto/a otenenie general Thwdoro Estavao de
Larae primeiro marqaez da emposta Sib-erra
segundo eonle da Be npnsta e sonde de Saint I,
gr, m FranQa, donde era natural. Contova
72 aaoos de idade. D- -.eoda Je ama das mais
illu-tres familias de Franja. Servia com des-
tinci.o ca carrera diplomtica, e na das armas
foi am dos ostraogeiros qae mais concorreram
Ti Portugal para a victoria da causa da liberda-
de. Acompaa ni desde o principio da campanha
o imperador D Podro IV, e no ceno do Poro a
na valenta podi ci(ar-se orno exemplo. Da ne-
breza do sea carcter da tsraaaho o fin da vida,
dizia h intem o Diario Popular,) que se Iha con-
sumi rpidamente pela constante recordajio dos
males da patria. Era a sua preoccupacjio de to
do* os das que Ihe foi misando a existen:ia at
o termo fatal.
O marquez de Snbs>rva fora ajadante de
campo do imperador D. Pedro IV, de elrei D.
Fernando e de sna alteza o infante D Augusto.
Era rne.-jTA ?ala da casa real, grao-cruz de Avia,
de Cutro III, de S. Mauricio e S. Lzaro, com-
roealadir da Tirre Espada e da Legio de Honra,
avalbeiro de S Luil e de D. Fernando.
A fllhre herdetra do marqaez de Sub^erva
a la com o conde de l'.io Maior Antonio1.
t O* iifD'-j'is fun-'bris sio na igreja parochial
de S Jos.
er Os operarios de ambos os sexos das fabrica
de ubaeos da XiDrega, de Santa Apofona, de
Saeta Justa e da rfegalia ffceram antes de honum
tarde grve ou parede, que mais poriugae,
rannindo se na ca-a da associaco fraternal* dos
opernos do fabrico de tabaco Santa Clara, em
Lisboa
Pmiiio om cigarreiro, o.Sr. Tnaodero, ex'p-
candi os motivos da reuniao.- Disse que as f as tlnhara ri-solvilo vender o cigarros por 10
ris, e modiearam depoi esta resoluto, delibe
:aoo dar seis c-girros, llcanio obiigalos o
iperari.s um exeeSM de trabilfio qol os preja
dica.
< Rui kihgrammo de trabalhu em rolo prodozo
IMKcisarros'e era pg'i a 90 jis.
Pela nava deliberajio o mesmmo kilo pr-.dui
f3t cigarros pagante> 109 r'.
< Os operarios pedem 120 ris para nao serem
tesados.
O eotnmandinMda guarda municipal apparecea
frente e um piquete de infamara, mas retiroa-
ss logo, porque o commissario da diviso se res-
ponsabilisou pela tranqutllidade.
i Os operarios tem conservado a maior cordura
e socego, o que fai honra s suas intencos.
c As commissdes hontem de manhaa dirigiram-
se s fabricas Lisbonense e de Santa Justa para
manifestaren! a resolagau, e ahi Ihes disseram qae
procederiam conforme deliberassem as ontras fa-
bricas, mas que jalgavam ni) ser possivel alteader
s exigencias.
Interrogados se estavam decididos trabalhar
no da segulnte, respon ierara que estavam firmes
no sea proposito de nao entrarem as fabricas
sem Ihes concederem o preco que est equiparado
ao trabalho que faziam anteriormente.
Hontem continuara a reunio, concorrida por
mais de 300 operarios.
i De modo que, ha dous ou tres das, eram os
proprietarios das fabricas que se eolligavam para
tesar o povo, boje, sio os operarlos que fazem
parede para nao serem esmagados pelos capita-
listas.
i Tado faz crer que ama das primeiras propos-
tas de le, do gabinete, teoda a modificar a le qae
dea a lberdade ao fabrico de tabaco, mas em
coodicSes demasiadamente restrictas.
< Parece que eslo oreadas em 25 oa 30 ton-
tos de ris pela respectiva commissao as de*pezas
com os festejos por olla promovid s para celebrar
em Lisboa a prxima ebegada de S. M. o Impera-
dor do Brasil, e de S Ji. a Imperatriz.
Alm d'essas deraonstracoes de publiee rego-
sijo, varias llumnacdes so e3tao preparad) para
a noute da chegada de saas magestades irape-
rlaes.
Diz se que a mais nolavel ser a do palaeio
dos vis o a de s de Gaudarioba.
f Ja voltaram el re o Sr. D. Luiz I e saa au-
gusta esposa da cacada qae foram fazer a Paco-
cas (ao sal do Tejo). Chegaram a Lsboa (por
causa da raar) s 3 da madrugada em um barco
vapor da empreza Burnay.
Chegaram ao Tejo os vapores fabricados em
Inglaterra Sena e Tete, destinados ao servico na
frica Oriental.
t Foi bordo examnalos o ministro da raari-
nha, acompanhado pelo visconde da Baia Grande
e pelo superintendente do arsenal.
t E' esperada em Lisboa, a ex-imperatrz Eu-
genia.
a PrnCipiam j os correspondentes do* jornaes
das provincia a revellar quaes os projectos que o
governo leoclena apresentar era Janeiro s cortes.
Assim, o ministro das obras publicas apreseatar
a reforma forestal, dividlndo os pnhaes do estado
em tres zonas. -<
c O pinlnl de Leiria e os pequeos piohaes
annexos serio comprehaadidos n'ama zona. A
zana do sal comprehender os pinhaes de Mdes
e Piego, Macaada e Vadle, Lebre, Valverde em
Alcacer do Sal, e Azambuja, Virtudes e Esca-
ra pim.
i A zona do norte comprehender as mailas do
Mondego, Breja, CarvaHio e Cammha.
t Denorainar-sebio chafes de circulo 03 enae-
nheiros florestaes, e ficari) sojeitos ao admifiis-
trador geral das maltas. Havera seis mestres,
sen lo dous por cada circulo, 33 guardas e nm
cabo de guardas por cada circulo. Acabam os
lugares de administradores dos pequeos pinhaes,
os dos eservaas e dos thesoareiros.
i Ja foi reraetlido ao governo o relatorio da
commissao encarregada de examinar a ponte so-
bre o Tejo no caminho de ferro de leste, cuja de-
teiioraco (u'um dos cyliolros) dra lugar par-
ticipar) do engenheiro ftseai, por parte do gover-
no, Joaquim Njues de Aguiar, e suosequentemen-
te ao conflicto entre o fiscal e o engenheiro da
companhia Francois, como na rainha ult ma Ihe
eontara.
Afinal de comas o fiscal do governo linha
razio em opinar pela imniediata suspensio do
transito nos comboyos, emquanto se nao concer
tasse o cylindro.
t O projecto de reforma administrativa apre-
sentado pelo Sr. A. R. Sampaio (ministn do rein:)
era conselho de ministros em soffrdo alguraas ||-
terajSe?.
Modela Ja Amrica.
Por va de Lisboa recebemos noticias dos
Estados-Unidos.
O negocio dos venadores da Nova-Yoik
Dio tem caoiinhado cora a velocid.do qae
se esperava. A este respeito foi ama de-
put3c5o de alguns cidad3os Miar cora o
presidente rant, que ouvio o que Ibe dis
seraru, e nao respondeu nada cerc do
assumpto principal. Um dos memoros da
deputac. "io fallando com o Sr. Botweil que
o ministro da fazenda, inJicoo-ibe os io
convenientes de ser^m os corpos monici
arS seobores absolutos dos baos que Ihe3
pertencem, e a nec ssidade de algoma pro-
videncia legislativa acerca do aisumpto.
Bautwell respondeu-lbe que os principios
valiam mais q'ue.03 beus miicipaes de
Nova-York, e qoe a cidade inteira!
Dizem de Nova-York, qae a polica
bavia prouiaido irna proci'sio da Interna-
cional ; mas proparava-se ootra para o dia
17.
Esperavam-se desordens.
\ol Icias do sul do Imperio.
i
Tambera ebegoo hontem o vapor araeruano
Eri$, sahido da corle no dia 23 por manba. As
datas de que foi portador sao : Rio da Prata 19,
Rio de Janeiro 26 e Bahia 30 de dezenion.
RIO DA PRATA.
.Na Tribuno da 16 vemos a importante noti-
cia de se ter realisado a primeira conferencia n
secretaria do ministerio dos negocios eitrangeiros
daqaella repblica para a pacificado do Estado
Oriental. .
Foram presentes naqaella conferencia o minis-
tro dos negocios estrangeiros da repblica argn
tina D. Carlos Tejedor, o Dr. Andr Lamas repre
sentante do governo oriental e os Srs. IBIOK,
Vazjuz Sagastume Camilos e_ o coroael Salva-
nach, representantes da revolncio.
Segundo o referido jornal, houve a maior cor-
dialidade durante a conferencia que comecou pela
hora e me a e acaboa s 3 horas da tarde.
Os jornaes de Baeaos-Ayres anda oos nio di-
zom quaes as bases da pai jue se projeeta, mas
os de Montevideo j as transcrevem e discuten),
pronunciando-se enrgicamente contra I/is Debates
de 19.
Parece que as bases con.-igaam garantas com-
pletas e effectivas para as pessoas e propriedades de
todos os comprometidos na revolncio, desarma-
mento geral da guarda naeional,uspeo*o geral de
hostilidades e cons>rvacio do slau qno por tem
po determinado. A'm destas, falla-se anda em
oatras bases secretas, taes como a oomeacao de
dous governadores polticos e a indemnisacio de
raeio milhio de pesos para a revolta.
Em Buenos-Ayres o reitor da uulversidade man
dou fechar as portas daqaelle eslabalecimento
seientifico, receando novas desordens as anlas. O
governo nao anounio ao pedido de demissio dada
palo lente D. Aurelio Prado; mas exoneru-o e
seo collega Dr. Pdreira, por este an io dos ejiames,
danlo-lhes substitu *.
Em conssquencia disto, resolveram os estudan
tes reunir-se novamente em meeting no dia 17
Nos ltimos dous das linhara chegado ao Rio
da Prau l.SOO emigrantes, que foram emprega-
dos ainda antes de pisarem o slo argentino.
Do Paraguay nada ha de importante alm do
decreto que nomela ministros para as pastas da
gnerra e marinha, interior e fazenda, vagas por
terera sido eleitos para o senado e assambla legis-
lativa aquellas qae as oe mpavam.
S. PABLO.
Temos folhas da capital at 33, a da Santos
at 21 de dezemoro.
Havia rrgressado capital, da commissao de
qae fura encarregado pelo governo oa comarca de
Iguap, o Dr. Silva Coulinho.
Chegsra do dia 20 mesma cidala de volta
da corte, o Rvm. frei Vital da Pernambuco, ispo
elelto da dioce-e pernambucana.
Aceitara o bispado de S. Piulo o Rv. L'do Deo-
dato Rodriga.' de Carvalbo.
So dia 22 haviam terminado os exames na aca-
demia de direito, sanio approvados no S anno os
esta Jantes Joaqun Jas Teixeirxd9 Carvalbo Ja
nior e Leopnldmo Cabral de Mello.
W-se no Diarlo de 21 qae os Sr. rnro da Li-
raeira e Dr. Joo Francisco de Pauta e Scnza
ro^uereram privilegio para o-prolongimento da
estrada le forro de Copina ao Rio-Clan.
Cinta o Aretme que no i<> correte, studo
alguns trabajadores cavaado por bsixo de urna j
pedra, esta desabara sobre elles, matando 6 o fe-1
rindo oatros.
Fallecer em Piodamoohangaba a 18 do cr-
reme o Dr. ilartiin Cabral M nira dos Santos. De
Soroeaba tamos o Americano de 20 e Pan/teta de
Taubsi de 17, qae nada adiantam.
Em Campias tioham silo absolvidos pelo jury,
at o dia 19 do corrente, Joaquim Dutra Carneiro
tecusado por crime de estellionato, Joaquim An-
tonio Marianno por crine de raorie e Feliciano,
escravo, por tentativa de morie.
RIO DE JANEIRO.
Pelo decreto do ministerio da jastica n. 4816
de 18 de dezembro, foi creado no termo do Rio
das Eguas, na provincia da Baha, ora lugar de
jniz municipal, que accummulara as funcedes de
juiz de orphios.
Por decreto n. 1813 da mesma data, foi dividido
o municipio da corte em distrctos especiaos e
designados os Juizos qoe nelies devera exercer
jorisdicio criminal, de conformidade eom o dis-
posto no art. 2o do decreto n. 4824 de 22 de no-
vembro ultimo, do seguinie modo : ,
Arl. 1.* O municipio da cort flea dividido em
II distrctos especiaei, qae comprebeoderio :
O I* dislricto, a freguezia de Campo-Grande e o
Curato de santa-Cruz.
O 2', as de Gaaratiba e Jacarepagu.
0 3*, as de Iraj, (ahauma e liba do Governa-
dor.
O 4, as de Sinta Rila e Paq jet.
O 5'^a; de Saot'Anoa e Esp -ito-Sanlo.
O 6*, a le Santo Antonio.
O 7*, a do Sacramento.
O 8. a da Candelaria
O 9o, as da Gloria e Liga.
O 10, a de S. Jos.
O 11. as de S. Corislovfo e oagenho Velho.
Art. 2. Bxer:er jursdico criminal, no 1' dis-
irictoj) juiz da i' vara orphanologtea; no 2, o da
* vara orpbanologicj; no 3*, o provedor de capel-
las e residuos; uo 4, o auditor -de marinha; no
3, o auditor de guerra; no 6, o juiz dos foitos da
fazenda; no 7i o da 1* vara commereial; no8", o
da i' vara comraer:ial; no 9", o da 1* vara civil;
no 10", o da 2a vara civil; no 11", o da 3" vara
civil.
Ar;. 3' Cada nm desles juizes pode indislincta-
raente ordenar pristes e todas as diligencias em
qualquer parte do municipio.
Por decreto n. 4847 de 18 do corrente foi
autori?ado o ministro e secretario de esiado dos
oegocics estrangeiros para app'icar as de-mezas da
verba-Secretaria de estado, do exereicio de
1870 a 1871, a quantia de 26:059i8bo, tirada das
sobras da verbaExtraordinarias no exterior,
do mesmo exereicio.
Por.decreto n. 4843 de 18 do correnM fotau-
toriaads a transferencia da somma de 51:112^237
da verba de corpo de imperiaes marinheiros para
as segoiotes rubricas:
Secretaria de e-tado 9:175*151
Gontadora 13:8OO|O00
, Iotendoncia e accesorios23:oi7876
Auditoria eexecutoria 912*508
Reformados 3:676^601
51:1125237
Lemos no Jornal do Commcrcio de 25 :
t Ante hontem, ao passar de nma trovoada por
sobre a fazenda de S Sebastiio, propredade do
Sr. lente Lindorf Moreira de Vasconcellos, ea-
hio um raio, que falminou dous pequeos criou-
los, Blhos de Eflgenia, escrava da casa. A pobre
mai ficoo, como era natural, consternada e afile
tissima, e, quaado esltta amargamente chorando
a sua propria sor te e aperda de seua fllhos, o do-
no da casa, condoido de sua justa dor, saavsou-
Ih'a de algum moddre tanto quaato Ihe era possi-
vel, concedendo-lhe a carta de lberdade. Accio
d'pamente lonvavel, nao s pela sua propria es
sencia, como pelo fado que a meti'ou. >
= Sahiram para Pernambuco : a 24, barcas
iogleza Good nlent, franceza Pondichtry ; italiana
Regina dei Fiori, e allemia Skelburne.
BAHA
Nada occorreu digno de raensio.
O cambio regulava sobre Londres 24 7\8 a
25 1|8d.
A alfandega rendeu de 1 a 29 de dezembro
594:2121790.
Sanio para Pernambdio a 25, o b'igue in
ele D&genl.
PERNAMBUCO.
.REVISTA BIABXA,
ANNO DE 1872,Comee boje o 43'
anno d
existencia do nosso Diario. Como nos anteceden-
tes, a marcha da sifa redaecio ser a mas impar-
cia e ja-lioeira possivel, quer em relaoie aos in
teresses geraes do pal e le<% provia-^'a era par
ticular, quer emfim qaelles dos nossos assignan
tos e leitores.
AOS NOSSOS ASSIGNANTES. D^tribuimo--
com o numero de hoje urna folhinha par a anno
corrente.
RISPO DO CEARA'.A' bordo lo vapor S. H
cmlho veio o Cear, com destino rdrte di im-
perio, o Exra. e Rvm. Sr. ->i?po 00 Cear, qoem
firam foius as honras di estylo ?' ana guarda
do 2 bata'hio de infantam Je inhi.
REPARTICES PISCAES-Na mz de drz?
bro arrecadarara a3 seguintes reparti;3 :
Alfandeg.........975:948ji3
Ilesa de rendas.....J 7l:10i107
Consulado provincial ..... 201:379JI63I
HOSPICIO DE ALIENADOS.- Da hoje por dian
te comeca a cobranija do qaaoJUavo fsiipulado
pelo Sr. corainendador Antonio Jos Gomes do
Correio, por cada carrt-ga oa eartza -ie barro que
for tirado do seu sitio apearlo li Mooteiro.
Sendo o producto dessa eon'r.itcicjj desuado
compra de r-upas paran iofelizss re; ihiios aa
h spicio de alienados, de eperar que todos ;on
serrara para isso coma m-lhor vanuda,fecundan-
do asim ss -itis caridosas daqoee oavalheiro
que pr a se raeii procura miaorai' u n poaeo os
sofrimeatos quelles, quera o rig x da rte tem
privado da razio, e sequestraJo a n iri:!'ijs da
familia.
RA DO HOSPICIO.Mor adore? a>t roa se
nis qneixam de me sio eonilnnadameaw ineanv
modados por diversos saes de aiun visinhos.naj
s cora os continuado-' Uulo*,como mesm/ cora
os assalios que soffrera a ncute qrunde voltam
para 3nas casas. Cha-namo* a ara iisj a aen^o
do Sr. riscal da freguezia di Bovvkli.
PROVINCIA DA PARAHYai.-Pelo decreto n.
4838, do miaisierio da agncoHbra, Col concedida
ao conselheiro Diogo Velho Cavaleaate de Alba
querque e oatros, aoi-irisajJo para ;rgansarem
urna companhia jue se inoumlia de construir urna
estrada de ferro econmica entre a Parahybi do
Nirte e a Alagoa Grande, ;om ramiilcaeoes.
A companhia poder se." crgan:sadi dentro ou
fora do imperio. Ser-lhe-na conaedftfo privilegio
exclasivo por 50 annos, contado: la dala dev.e de
creto para a conslrac(rio, uso o goto da estrada
de ierro, nao se podendo dirant9 esse lempo con-
ceder oatr s caminhos de ferro do qualquer sys
tema dentro da zona de 20 kilmetros para cada
lado e na mesma dreccio de-ta estrada, salvo ac-
cordo com a companhia.
A in "orporacao da companhia deveri verificar-
se dentro do prazo de doas annns, coma Jos da da-
ta d coicessio, e nao se tonstderarfl realisada
sem qae os seas estatutos sejam iegr-tradas ao
tribunal do commer:i i competen'.''.
A estrada ser eonstrnide era eontifln a^ro-
priadas no transporta U pmtagairaj e. ra>rcalo
as e qaalqaer especie, sm carros rebocados por
machinas locomotivas.
Ser de via siogela, mas ter os desvio* o linhas
auxiliares, qae forera aece-sari >s para o c;uza-
menio dos trens.
A largara da via, medida eutfe ss fces infe-
riores dos trilhos, ser da nm metro.
No porto da Parahyba do Norte on no Cabe-
dello, estabelecer a eomuahia urna e-ta^io ma-
rtima, e tanio nes!a ccmPnas estafes que ter
de estabelaier as exiremida les da liaba e nos
lugares intermedios, irado forero precisas, baver
todas as aceoramodaedes ne*earias pa o ser
vico de viajantes e ifcereidWlas!
A companhia fl:aobriada a .v.xtx un servico
diario e regular de treus passigeir>*s e torta* en
tre os pomos extremos e intermedios d.j linhas,
deveodo para isso execatar tidas as otras e era-
pregar todos os meios neeessari ?.
A velocade Jos trcOi ser. ..irwia jwlo go-
verno, de a;cordo com a sciqp^iihi.
A compazbia ser obngada a usisfeeU ser em
t da a extenso da estrada de f- rr.. n-j lelegrapho
elctrico, qae devora esur firdicpti ;>an 'anexio-
nar no da da abertura da hnht ao iraftgo.
O governo ter" direit f1^ ofisir-si v>s piste-
da eompanhia para enllocar um i u m^is !fos elee
trieos e poder ademar os >ons lopar-ihos, e es-
tabefocerescriptonesteljgrj; hr.os n.6Jil;iosdi5
?staco3sd eompanhia, sem qns p"r is#> teaba
eaiadireii? de reclamar ademis* o ai jema.
O governo concede i companhia, para estabe-
lecimento de colooos, at 20 leguas quadradas de
trras devoiala* escolhidas de accordo com o go-
veroo, seja na zona privilegiada; seja em oatros
lagares da provincia, ondeas boover. A med cao
e demarcaco dessas trras serio foitas casta da
companhia.
O goveroo conceder lmbeos a companhia to-
dos os terrenos que ella con juistar sobre o mar no
porto da Parahyba do Norte oa no Cabedello.
A companhia dever apresentar previamente a
appro vacio do governa as plantas das obras by-
drsalicas, que pretende execntar.
O capital da empreza necessaria para o cum-
primelo de todas as estipulares dessa coocessio
fica limitado em 5,000:0004000, e nio poder ser
augmentado sem previa autorisacio do governo.
PROVINCIA DO MARANIIAO.- Por aviso, do
ministerio da justica, de 15 de dezembro, recom-
meodoo-se ao presidenta da provincia do Mira-
nbo, em resposta ao ofOcio de 29 de novembro
ultimo, qoe a vista da portara de 21 do referido
mez, qae cop'lderou a valso o jaiz de direito An-
tonio Joaquim Boarque da Nazareth, determine ao
mesmo magistrado faga cessar o exereicio de seu
cirgo oa comarca de Canias, por contrario ao de-
reto o. 560 de 28 de junho de 1850.
CARUARU1.Desla cidade nos escrevom em 22
de dezembro ultimo :
t Acaba de suceeder ama grande desgraca
na propredade Tacail deste termo. Joio Mana
Umbelino de Miranda, filbo dessa cidade,onde Um
parantes, era georo do corooel Pedro Paes de 3ou -
i>. Dapois da morte deste, ha dous mezes, pouso
mais oa meaos, aquelle qae viera com a muiher
do su), onde mora, soabe que em sua ausencia
camra Ibe doenu urna filbinha. J muito sensi
bilisado com a morte do sogro e padrioho, veio
tsto fazer-lna trasbordar a laca do soffrimeoto. Seo-
di ello haraem muito concentrado e de grande
excitajo nervosa, o qae devido a sea tempera-
manto, tornon-se apprebensivo, e em pouco ei-lo
ioteiramente maniaco.
c Em cada individuo, ainda os de sua maior in
tiraidade, via am sicario qae pretenda alternar
contra a sua existencia. Mu i tas vezes comrauni-
cava muiher estas saas appreben-oes, convidan-
do-a para se tranearem n'an qaarto e se suici-
daren), lira de evitarem por este meio o ferro
homicida phantaslado por sea espirito molesto.
c Era principio desta semana, tendo ido com
diversas pessoss de sua amizade, a instancias da
muiher que tinba em vista distrahi-lo, almocar em
casa de um amigo, aproveitando-se da occasiio
era que todos tioham sabido para o terreiro da
casa conversando ; lancou mi de urna faca qae
s oceultas coosigo trazia, e deu em si proprio
doas for mida veis faca das.
Acodindo am dos ooovivas qae eslava mais
oroximo da porta da roa, a seodo victima de seo
furor, que pode evitar por ter elle cabido.
c Este infeliz acha-se em agona, segundo 09-
ticias que me transmiltram parentes delle e meus,
sendo qae saa familia nao lera esperanzas de po-
der salva-lo.
t Fatal coincidencia I Domingos Antonio de An-
drade, prente da mnlher deste e por consegura-
te do coronel Pedro Paes, a quem mui'o estimava;
soffrendo, ha mezes, de ataqaes nervosos, augmen-
tramos estes cora o pesar que teve, vendo finar-
se seu prente e amigo, e quasi ao mesmo lempo
deu tambera em si nove tacadas, que felizmente
nio foram gravas, mas acha-se em complata dou-
dce o sob guarda.
Mora no Porfirio, duas legoas distante da Ta-
cail, possue algaras fortuna e tem grande fa
milia.
i Quantas desgracas e em tao pouco lempo I
VILLA DE S. JOAO.Nesta villa, da provincia
la Parahyba, installou se no dia 4 e encerrou-se
a 6 de dizembro, a 2* sessie do jury, sob a pre-
sidencia do juiz de direito Dr. Reinaldo Francisco
de Moura, e servindo de promotor o Dr. Francis-
co Jos Meira Sobriobo.
Teudo o jaiz municipal, Dr. Eraeliano Castor de
Araujo, apresentado ura nico processo, no qual
era autora a justica e reos Bazilio Rodrigues de
Freilas, Theophilo Rodrigues de Fretas, e Seve-
rioo de Albuquerque Barros, e, seodo impedido o
Dr. jaiz de direito por baver appellado, oceupou a
presidencia do jury o Dr. juiz muoicipal. Tol)
comparecido os reos com os seas advogados Drs.
Elias Eliaco Elsea da Cosa. Ramos e Franciso
Aprigio de Vasconcellos Brandal, foram os raes-
raos reos absolvidos.
VILLA DE GABACEIRAS.- Iostalloa-st no da
20 e encerroa-se a 21 de dezeubro, nesta villa
da provincia da Pirahyba, a V Meto indiciara,
9oh a presidencia do juiz de direito, Dr. Reinaldo
Francisco de Moura, servindo de promotor o Dr.
Francisco Jos Mera Sobrinho.
Tenio apresentado o Dr. juiz municipal, Joa-
quim Patriuta Paes Barreto, um processo, no qual
era autora a jusli$a e reo Joaqaim Alv s R.beiro,
foi este subnettido julgamento, e, tendo como
defensor o advogado Jo^ Verssimo de -'ouza Li-
ma, foi -b- Ivid", appellaado o Dr. jaiz de direito.
HOOAXC.4. s Srs. Silva & Cardoso, nego-
ciantes, estabelecidos ra da Cadeia, madaram
eu eslabelecjraento para a ruado Bom Jess (an-
t; i ru.i da Cruz) n. 42, armazem que foi dos Srs.
Scbafellim & C. Desejamos aos mesmos mu;i..
prosperidade em seo novo tstabelec.menio.
EXPEDIC") SCIENTlFICA.- Lemos no Diario
do Gram-Pai :
t Dio-nos a3 filas de New-York a noticia de
le fi;ava a sanir da Boston a expedicio scienti
chefe o celebra nalu^ali^ta Luiz
Dea de que
Aga;8ir.
Esta (xpedicio orgmisada sob os auspicios
d reparteao hy Irograpriica (roast Survey). Um
vapor do 330 toneladas, o Hassler, foi pisto a Jis-
posicio do Sr. Agas.-iz pira as explorago^s qae
e I) proiecia no h-mispberio Sustral. O Hassler
dirigir se-ha a S. Francisco pelo cabo do Iforn.
a Pela pnmeira vez vio as profuudesas do
At antico e do Paslfico, ao largo das Antilha^ e
da- co-tas da America meridional, ser objeclo de
sindagens do oatureza a fazer eoohecer as dilfo-
jeotes profundidades e a configaracao do so!o de-
haixo d'agia. Deve a expedigio" levantar una
caria do fundo dos dous Occeaoos, como 3 que ja
exi-te para o Atlntico soteopirional enire a Ir-
landa e a costa da America. Ha deestudar tam-
bera a marcha da gr-nde corrento eqaatonal ques
Jdepois de haver ailravessado o mar das Anilina-',
da oascim-nto ao Gulf Stream. Espadar igual-
mente a relacio que existe enire as torrentes au-
tareticas e a3 do hemispherio boreal. As expo
raides, emfira, esteoder-se-hio fauna do Occea-
no, temperatura, transparencia e movimento das
aguas as grandes profundidades.
c O Sr. Agassiz deve ter por collaboradoro,
n,estes ioteressaatei estados os Srs. Taomas ll.il,
antigo presidente do Havard Coldleget, Portal<,
cffljial do Coast Survey e mais tres sabios.
A viagem durar sete mezes. O Hassler deve
locar em Si. Thoraas. Rio de Jineiro,"Valparaso
e Acapulco.a
PROCLAMAS.Forara lidos no dia 1", na ma-
triz da freguezia de Santo Aotooio os proclamas
ieguintes:
1." deounciacao.
Affon"0 Vieira de Oliveira Maciel, "com Mara
Isabel Goncalves da Silva.
Beroardioo Soares da Silva, com Josepba de Mi-
randa Pmbo.
Fraocisco Aotono Ribeire, com Mara Joaqoioa
Si noes.
Jj dos Santos Costa Moreira, com Maria Hen-
riqaeta Marques.
Jos do Reg Borges, com Jacinlha Emereciana
Algarvis.
Jos da Silva Meguens, com Barbina Mara Ber-
narda da Souza.
Jos Bernardo da Molla, com Alexandrina Maria
de Carvalho Porte.
Joio Po da Silva Valeoca, com Hermelnda Ca-
rolina de Seqaeira Figaeiredo.
Luiz Farreira Fialho, com Aoaa Teixelra d'As-
sumpeio.
Miguel Luiz Ferreira, com Julieta Benigna de
Barros Falcio.
LOTERA.A qae se acba veoda a 220]
bf oeficio da matriz de Serahiera, a qaal corre oo
da 4.
CASA DE DETENQAO-Movimento do dia 29 da
lezembro de 1871"
Exista m (presos) 339, entraran) 3, sanio 1,
ixistem 341.
A saber :
Nacionaes 250, roolheres 8, estfiogeiios 41, es-
sravos 38, escravas 4.
Alimentados sust* dos cofres pblicos 267.
Movimento da enfermara, do dia 29 de dezem-
bro de 1871 :
Teve baixa :
Leandro Das da Costa, darrh).
Tevo alia :
Tnomaz Rolrigaes da Gama.
PASSAGEIROS. Vindos no vapor americano
Ene:
Dr. Joaquim Barbosa de Lima, Alberto IIu-
cbell, Vicetita Jos de Brito Jnior, Herculano Gi-
mes dos Santos, Jos Joaqaim Braadio, Podro
AtttJo Si'vestre.
LEILA.O.IIjje eTecHh o agente Martios o lel-
lio da taberna da roa do Raogel n. 8, pertencente
ao espolio de Joaquim Goncalves Beltrao, as 11
horas do dia.
CEMITERIO PUBLICO.-rMortaario do dia 29 de
dezembro de 1871 :
Josqolm, branco, Peraambneo, 7 annos, S. Jos,
varile.
Antonio Hermiuo Rodrigos Sette, branco, Per
nambuco, 18 aonos, solteiro, Graca, bexiga.
Mara, parda, Pernambaee, 4 annos, Boa-vista,
bsxlga.
Aaoa Rosa dos Santos, branca, Pernambuco, 80
annos, vluva, Varzea, mofoitla interior.
Manoei, branco, Pernambuco, 24 horas, S. Jos,
espasmo.
PUBLICACOES A PEDIDO.
Qnestio da'qnebra dosconmer-
el uiles da prata de aman
guape Fiuza 4t Irmos, na
Sin I sao eumpllces Uva Mala
r. C. desta eldade.
Voltamos imprensa joroalistica, para pa-
teoteirmos mais circiirastanciadaraente o
fado em qaeslio, ji encelado em o nosso
Io artigo enserido no Jornal do Recife de
28 da jalao p. p.
Julgamos opportno fazer nma recapitn
lago do nosso 1 artigo para que junto aos
fados que saceederam desde enlSo, possam
o respeitavel publico, e mu especialmente
os Srs.'magistrados honestos, fazer a venia-
deira coDcepco do que havermos dito, e
do estado de anarchia a qoe ebegou a ma-
gistratura em Mamangoape.
Eis o f-ji.io:
Em ouiobro do anno p p. vierto a esU
praca os negociantes de Mamanguape Fioza
Irmao, com o entuito de pedirem aos
seos cretlores ama demora em seas paga -
montos.
Aps sua ebegada bospedaram-se em
casa de Silva MaiaC estabelecidos a raa
do Qaeimado n. 10, sendo por isso estes os
primeiros credores qoe souberam das iateo-
oes de Fiuzas.
Silva Maia, em face de tal declarado,
aconselba Fiuzas a voltarem immediata-
monte para Mamanguape a tratar de seas
negocios, sem que nada declarassem aos
mais credores, pooderando-lbes que d'abi
resultara o depreciamento de seu cr-
dito.
Fiuzas compriado fielmente as instruc-
ces de Maia, seguem para bordo do vapor
Cururipe que os bavia conduzido na ves-
pera, e quando menos esperavam, era
Maia seu companheiro de viagem I
Chegadus a Mamanguape. Maia convence
e rezolve Fiazas a entregar-llie todas as
suas mercadorias e ttulos para sen cntre-
gral pagamento, promttteajo Ihes qaitafio
plena de todos os mais credores etc. etc.
Procedem a balando e verificam.......
10:877(5130 emfazenlase 14.1993231 em
ttulos, como demonstra o referido balauQo
de 15 de oulubro do anno p. o junto aos
autos. Silva Maia recebe aquellas (azendas
com 30 /' de abatimento, vende-as em se-
guida a Cyro Deocleciano Ribeiro Pessoa
(.daquelle lugar) com \0 /0 de descont,
e embolsa-se.
Nesta oceasiao os credores de Fiuzas resi-
dentes naquella cidade, vendo que eram
prejudicados por Maia, apresentavam-se a
este reclamando o seu direito, aos quaes
Maia n5o se podeado esquivar, formulou
um devidendo a seu modo, e deu-lhes al-
urnas quantias que foram por elles rece-
bidas para evitarem qoestes jodiciaes.
Adve.rtiodo qne, Maia sempre previd- ote
em suas gentilezas a que elle chama viveza
commereial, passou urna copia do recibo,
para que declarassem ter recebido de Fiu-
zas, quanaofni delli Maia que receberaoi,
o nico que engerioneste negocio,- procuran
lo desta forma dissiumlar a crirai'oza traa-
sac.'ao como lti'o provamos publicamente
pela jostificaco em no. so poder se nos
contrariaren!.
Esto faci por deuiais escandalozo, fui im-
meiliat-menie ^eguido por outro de nao me
ios gra'idade, e que prova exuberantemen-
te a amencia de boa fe de Silva Maia e sua
inclinacSo!
Silva Maia, p>r occasiio de regressar a
&>.U cid-la, leoeoe de Fiuzas urna caixa de
ioias que Ibes haviam sido confiadas em
comroiss) por una casa commereial desta
praca, an 'le eild aqui fazer eolrega del-
tas aos seas dono, visto que sendo merca
dorias qua Ibes nao perteaciam, e n po
dendo continuar a negociar assim Ibes cum-
priafazef, mas o >ue aconteceu ?
Maia detm es as j )ias em seu poder, faz
desapparecer a carta que as acompanbm,
vat ; casa dos douos de di'as j ias, dizer-lb
qne estas haviam desapparecido que Fiazas
tnham anniquilado a casa, e que finalmen-
ntas&em com um prejuizo total!
Vendo que os prejudicados nao ?e confor-
raavam com a noticia, porque j estavam
informados da pateta, e que iam seguir
nesse dia para Mamanguape manda occul-
tamenie pelo seu caxeiro Francisco Ferrei-
ra, devolver as jaias a Kiuzas. para este as
recoiber massa! deixando de consummar
mais este nefando crime, por ter certeza
de Ih'o provarmos auihenticamente, como
flzemos perante ojoiz competente.
Chegajos estes e outros credores a Ma-
manguape e pedindo explic?r's a Fiazas
sobre o aegocio que hiviam feto com Maia,
e o que pretendiam fazer com os mais cre-
dores. responderam que nada mais : pos-
suiam, por terem tifio a fragilidade de acce-
der a cavilosa exigencia de entregar Ihe to-
das as suas mercaderas e valores solvavm
do seu eslabelecimento, demonstrados no
balando de 15 daquelle mez, emp>rtapdo
em 25:376r?36l para 6ea entegral paga-
mento e arranjo com os mais credores: de-
clarando mais, que Silva Maia n3o obstante
ter-se embolsado com vantagem, recrfzou
entregar-ibes as letras de seu aectite,
pretexto de se terem esquecilo na cidade
do Recife. de algumas d-stas, ainda nao
vencidas 1
A vista de tal declarado reconbeieram os
prejudicados a mancumunacio de Silva Maia
com Fmzas, e para reivindicar seas direitos,
prepararam se a requerer-lhes a abenas
da fluencia, a qual foi aniecipada p r F.u-
zas soppondo ser-lbts isso mais fjuaravel.
No da ti dfsse mez de oulubro, dirig-
ram ama peti?io a juiz do commercio.pe-
dindo a abertura de saa faencia, juntando
um segando bahnco representando valores
ficticios, como se v da copia do mesmo
abaixo publicada, a qual sqbmetlemos
considerado dos Sr9. profersionaas de es-
ctipturacSo mercantil.
Maiaaogciape \93 de outnbrode
1890
COPIA DO BALANDO QITK PIZA dt IBMO JLN-
TAHAM PET1C.40 EM QV& nEQUKRKIUM A
TAtLENCtA. i
Activo.
Dc-vedores diversos '
como da relaco 8:790#40
Des pas ge raes
despendidas
como se v da
seguinie:
Aloguel da ioja da
roa da Ponte.. I33332
Aluguel da luja da
ru 7 de setem-
bro........... 331,>60O
Come dor i as de
maio a 30 da
setembr....... 1:200*000
Lavas pelaloja o 1 3004000
Avarias de fazen-
das em mscate-
a?3o......... 48W70O
Prejuito em 3 ca-
vallos mortos no i
serlio........ 450*000
dem em deis bur-
ros mortos no
sertoo........ 300,1000
Pelo abate de
30 /, no valor
de fazendas exis-
tentes no di 15
do corrate coa-
forme o balanco
que entJo pro-
cedemos e qoe
foram entregues
aos nossos cre-
dores o qaal de
monstroa.....
10:8775130...
Por seis mezes de
aluguel da loja
at 2 de novem-
bro prximo
findo.......... 225*000
Jos Caetano Fio-
za de Lima J-
nior s/e particu-
lar inclusivel o
aluguel da casa 747*370
Jo3o Tibarcio Fia-
za de Lima t/c ......
particular...... 580*200 8:023*301


3:283*139
RS. 16:813*541
Passivi-
Silva Maia A C. (I)
Manuel Ferreira
Pinto ........
Fernando S.epple.
Cmara Guima-
r3-s.........
Chaves de Vi3nna.
Manoel da Costa
Lima........
Coutinho Jos de
Oliveira......
Antonio de Souza
Oliveira......
Raymundo Niw-
ton.........
Antonio V da
Franca ......
Antonio Luiz do
Reg........
Silva Ro ha A-Ma-
chado.......
Moreira Duarte
4C.........
Capital sujeito
ribo
3:443
2:201*800
345*500
250*001)
1:100*100
1.471*003
315*730
195300
253*800
317*040
599*000
716*3S0
3:392*930
2:181*361
16:813*531
Ne*ta cetigo foi exarado o dwpacbo b
senienca declaratoria da falleacii a ja'gar
do dia' 15 daquelle mez, em qae Silw Maia
se apossou do estaQelecimento ds falli-
dos.
Em face disto, alguns dos crelores .e
Fiuzas que haviam recebido a parte arbitra-
da por Maia, tres das depois da declara-
(3o di qnebra, reconhecendo o dolo da
traasaccao deste, apreaaram-M are:Wti
a deposito as quantas recebidas pira sal-
var a responsabilidade que podesteo
partilbar.
Comecando esta processo comas fjrtu
mais ou monos regulares, foi logo transfoi
mado em coa focco de arbitrariedades,
As peticoea d.rigidis pehs prejndi;ado-,
er^m nv'enidoa o despachados em senti-
do diversi, pira favorecer an criminoz
como s3 iH claramente d s autos.
Entre la a f\'yni numero dn abuz<.'>-
apootamoso da nam acao |ara Miwatdor
dosli-r-'S dos fallidos, mesmo individuo
que poucos das antes os bavia prepsnd
para cpprecer tm juiz i!
Cbegaios o antas ao ponto di jolg-
melo, foram condemnadas a pr-amanec
rom as Parillheirae do ctftork, Ab q
os prejadicados se desenganassom de qoe a
le em Mamanguape execotada em pendencia de cdigo, e conforme a conve-
niencia dos amigos e afilhados.
Avistado tal preponderancia, entendi-
mos esperar que o distinct t Dr, Attaai
Henriqoev e Almeida, voliasse a o:cupi
a vara nonicpal para em 13o pnusfoi-
mos.
Quando om o mez de juh'> protum pa*
sado soobesDOS ter es e magi^tralo ?ssunji-
do o lugar, izemos-Ihe pelo l.rn-il do Re-
cife de 8 d'?quele miz, urna ligeira e\-
posi^o deste tacto, pedio lo-lhe a conoto;*a
do processo.
To justo pelido nSo prAluzi'i o eiTeir>
qae se espera va, aliento o bom concti
que goza S. S. como magritrado integra,
visto que c tres mezes depois, qoe so
dignou dir-ibe aadaasnsto, mja conciasr<>
pasamos a itmoaffnr.
O Sr, Dr. Almeida examinan !o o proces-
so da filleacia, re-ionbeceo viga das evi-
dentes proras de crimmdulade que os hl-
lidos e seus ciioapiices o5o tinham defez^.
Absolv?, los e a atto 13o escaudalo?o q' i
n3o polia praticar km qoebra de sua di-
nidalo.
Condn:ni-lo?, ia de encontr vnatattt
dos mandatarios d'aqoeila torra :.em tal eol-
lizo, deo-se por suspeito, mandando os
autos ao 1* snpplente.
"Esle tambem joroo suspeicii, e envia o-
Btjcesio ao 2supp!ente que recusando ser
juiz em tal causa, passa ao 3" que se dignoo-
acceilar.
Este pobre nomem, agricultor, sem co-
nbteimentos furidicus nem pratiija do foro.
por".*.oiisegi.i:iia enompetente para julg.r
por si um f*cio Je la-ta gravi.U le. litBitoi.-
se a capiar no lugar qae Iho indioaram nr.*
acto', a siente'-ca linal, julgando a falteacia
casnn! ? livres os .fallidos e seus cump
ees do crimo que commetteram!
Mandam m'segnida o prJtesso em te-
eurso ne-.esjsarb, ao Dr. jail de direito, o
qual se deu p,r susp ilo por ser desafecto
dos fallidos, lodo por este motivo ao V
sapp ento -le jais-municipal p conf-
(I) Sil vi Mai;
Como credore?!
A C. ainit
V




l

1
|I


f


jftiari* d f>raaii>aea> Ter<;a eira 2 de Janeiro da 1872

\
V
*
>
l
* lu1um,a, o que fez incontinente, dando-a
por bem fundada I
T3o ioiquio e arbitrario jalgamento uo
noi surprebedea, visto o premeditado pla-
no de faxer concluir este p ocesso por in-
dividuos coja crassa ignoraocia os acoberta
de qoalqner re^ponsabilidade!
Nunca a magistratura tanto se rebaixou,
6 i lei se vio mais offendida fazendo a re-
presentar por agentes de tal catbegoria.
O juiz julgajior deste processo pode ser
homem de: expelientes qualidades, e oem
sos o coDtestamos, mas o que ello nao pode
de modo alguna, representar em cargos de
responsabilidade que dependam de inteli-
gencia e eonhecimentos jurdicos.
Se o enterrogarem sobre o processo em
questo, dir apenad que lbe dorara um to-
lumoso cartapacio para assigoar, o que elle
fez, sepa saber o que era oem o que elle
continua.
O conrmador da senienca (representando
o jais de direito) se nao est totalmente
comprebendido oeste caso, tambem o nao
podemos classificar apto para tal fim. por
que estranho da lei, e nao pode, deliberar
por si sendo alm disso suspeiio neste pro-
cesso, pur ter sido qoem escripturou os li-
vros-dos fallidos para apparecer em juizo,
e em tempo nomeado pelo juiz, para exa-
minador dessa mesma escripia /
Desejavaraos ver a senteoca absolvitoria
exarada nos actos, para apreciarmos o ios-
tinelo dessa parelba dejuizes, qne deve ser
eogeoboso, visto acbarem recorso para sos-
tentar o roobo mais que provado e justifi-
cado !
Explicado pois o facto convenientemente
vamos aoalysa-lo de conformidade com a lei
vigente, para mostrarmosaosSrs. de Maman-
guape, que nio nos conformamos com os ef
eitos de sua ignorancia oo venalidade, e que
vamos perante os superiores tribunaes do
paiz, protestar pelo nosso direito, e contra
a exorlacjio que nos fizeram.
Esla fallencia, nio podia deixar de ser
considerada fraudulenta vista das eviden-
tes provds, de conformidade com o artigo
802 do cdigo commercial como se v :
i." Entrega por Fuzas de todas as suas
mercadorias e valores solvaveis, a om s
credor Silva Maia & C. as quaes de direito
pertenciam a todos os credores, por serem
o objeclo da massa.
2. Occultarnento no balando de porejo
de joias que Ibes baviam sido confiadas em
commisso, visto terem creditado sna impor-
tancia como divida passiva.
3. Apresenlaco de um segundo balanco,
representando valores ficticios, como capi-
tal para pagar aos mais credores, do que se
infere a m t dos fallid.'s.
4. Ftoalmenle, por nao terem sua es-
cri: t'.'Ngo em estado que mereca f.
Provado como est o que fica dito, nao
pode deixar de ser elassieada de fraudu-
lenta a fallencia.
Aparte de responsabilidade de Silva M>is
A- C. resultante do conloio com os fallidos,
est to patente e raanifesta que n3o pode
oceultar-se disposicao do artigo 803 do
referido cdigo commercial por terem sido
os principies e nicos motores'desta crimi-
nosa transafo, pelo que s3o boje os uni;os
respoasaveis e solidarios para todos os cre-
dores.
Qoando mesmo os juizes julgadores deste \
processo (ou uutros por elles) quizes-em
abosar como esc Ddalosamente abusaram do
poder que Ibes fui indebidamente outorgado
em n;:o considerar a questo no seo devido
valor, app|jcn lo aos criminosos o castigo I
da lei.
Deviam, pelo menos para darem urna sa-
tisfago ao publico, observar o art. 129
5o que innulla todas as transacas dos fal
liios coDirabidae nos 40 dias anteriores
deciaracao da quebra.
l>ois sendo esta jnigada desde o di a que
Si:va Man sa aposson do eslabelecimento
dos fallidos (15 de ootabro) existiodo os
recibos Man >j ootros. com daia de 18
e ii des-e mes, Isto 3 e 7 dias depois da
abarta > fillencia, est claro que esta tran
saco raais iu Quila, nuiiaosa I E
estar valilOOjalgamOtbf cert.mente que
n3o.
O ficto emqelo, merece seria alten-
<;ao d't meretiswao tribooal do commercio
por qoa Dio se trata somonte de defender
mtereses .1-. '.ureciros, compre logar a lei
offeii li. e prevenir a reproduecto de fu-
turos escanda! s ooa ser*) postos em praii-
ca na falla- de ponicJo lo presente.,
A. rale ;\. ;i se^aranga do commercian-
te honesto, se o malicioso Ubur^ador o po-
der extorquir sera responsabilidade ? .
O cdigo d) coirnercio tern prevenido
com preelijo a este respeito, e e paramos
que es distinctoi magistrados dos supari
res iribnnaes do paiz, faro encamiohar este
negocio no verdadoiro limite da jostnj3.
Silva Maia, para coroar sua obra o sus-
tentar seus feiios, basca comprar por pou-
co mais de nada, os ttulos de piuco valor,
para representar maioria de votos para cu-
rad >r Ocal da massa, afino depassar a m5o
n;s joias em deposito, e ordenada como lbe
convier.
EMtae isso lesnessario, ji leve essas joias
em seo poer, e ple tomar coala deUas
segunda ve!.
Os donos apenas pretenden) haver sua
importancia em diabeiro com os competen-
tes jaros e lspezas que por sea respe. te-
fizerem, e qir>ndo raesmo fossemobrigalos
a rec b'-!a<, havia de ser pelo seo valor
actual, e nao pelo d"a]oella epocha, poqoe
esta mercad oria, nao s3o moedas d.'o oro que
tern serapre o musmo ator, soffrem as ai
tentativas do cambio e o deoreciamento de
gnslos, qo h'je as Uzitn va'r metade,
por cojeprfjoize respou'save'-, visto ser o
rtico causador.
Encirad. o caso por oa'ro modo, am-
bem nin?o- m !be abstem de repreaeotar
o lugar de curador, por queeatre todos os
credores de/f iuzas, s compete a Miia ca
rar a venenosa cbaga que abri f
Para receber >qne4!eg valores dnjonstra
dos m balanco cima declarado, consuudo
de Jiviiis ficticias, despeza3 feit:s epi
fazer, prejuizo oas fazendas que ella me$mo
receben, cavados e, barros monos no surti:
Maia que os receba, assim como cebeu o
que era solv;vel.
Cons'uieramo-lo em estado de solvabiliJa-
de. e por isso bm sessionario -Ja massa.
Desde ja contamos cea sua ousiumadi
caQt-sta ui'o injnslaiiunle, e que ooi vm cliamar
* r-.poosabi!. la'k, como disse em reaposla
autuuse piiueiro ar:go, oqaes^fcoJB
ai;.i i o5) U\ no capaz da fuer, por
m wleu do abaw qm eoinaMitefl
e^.b;T' i'jev irgao* wn ^t;v.s na.
tej cria-.
Exhibiremos o documetos comprov^n-
vos se nos contrariaren!.
Damo -le de parecer qae contempori-
sem o movimealo da justica
Anda a eleiqao do 4o districto
Nao obstante conbecer eu perletamente
os fins que tinba em vista o Sr. Joaqoim
Mello Reg, qnando extemporneamente
apresetou-;e a discutir pela imprensa a
tleicao do 4. districto, fui, entretanto, fcil
em acreditar qae lbe seria possivol aceitar
seus escriptos, de modo a nao offender-me,
e sem que nelles envolvesse nomes de pes
soas, que sempre se absliveram de tomar
parte nessa lucta, somante provocada pelo,
Sr. Mello Reg.
Enganei me completamente a par de
muita pbilancia, e de pomposos elogios,
qne n3o cessa o Sr. Mello Reg de tecer a
sua alta pessoa, apparece, por enveterado
costme, a invectiva insolento, o insulto, a
grosseiria, et;, etc.
Apresentando os factos, eu podia com
vantagem responder ao Sr. Mello Reg, e
dizer quem qae para allegar servaos, e
arr gar-se importancia, tanto tern usado e
abusado da mentira, e de ootros meios an-
da mais degradantes. '
Mas isto seria autorisar o Sr. Mello a
fazer de mim juizo igual ao que de si fazem
todos aquellos que o conbecem bem de
perto.
Siivam porta alo, estas poucas paiavras
de resposta final a todo quanto posaa o Sr.
Mello escrever com referencia a minha
pessoa.
Agua-Preta, 30 dedexembro de 1871.
Ernesto Vieira de Mello.
O Dr. Joaquim Goncalves Li-
ma.
* Acaba o governo Imperial de praticar nm voto
de reconheeida jnstija qae merece os aplausos de
todos os homeos de berti. Foi urna hoaieoagem
ao mrito, honestidade, integridade e talento, aj
ooraeaclo do Dr. Goucalves Lima para o logar de
juiz d.i- feitos da tazeoda de Pernambuco.
A geral sa:isQSo com que foi recebiJa a no-
ticia desta nomeacia que honra ao governo que a
fez, e ao magistrado que a merecen, urna pro-
va irrecnsavel de qae a virlnde, a prohijado, a
tllastracio e a inlelligencia impSe-se sempre ao
apreco a qae tem direito.
Aceite o Sr. Dr. Gongalves Lima os tomi sin-
ceros parabens.
Recefe, 30 de dezembro de 1871.
L L
COMMERCIO.
PRAGA D9 RSCIfR 30 DE DEZEMBRO.
DE 1871.
AS 3 1/2 H0RA.S DA TARDI.
Nio houve colacoes.
d. G. Stepple,
Presidente
P. J. Pinto,
Secretario.
ALFANDEGA
Rendimento do da 1 ? 29. .
dem do din 30 ....
937:7S338
19:1951277
976:948415
Hovisnento da alfndega
"olumes entrados coca fazendas i'.'!
t com gneros 378
.atiido? com
com
(azeudas
gneros
l"
41
318
oS
Decarregam hoje 2 de jane:ro de 18*
Brigue itfgirzin/avarios genero?.
Barca portuzaeza Despique 11pedras.
Pitacbo ingiez Douro bacalliao.
Barca inglezaC/i/lonfaritiha de trigo..
Escuna inglozaHeyallneidem.
Despachos de. exportaedo no dta 28 d*
dezembro.
Para os prtijs do exterior.
No navio ingiez Herming Star, para IIam
burgo, carnjjaratu : Iv'ller'& G. 60 siccas com
4,691 kilo de elgoiflo.
Na barca ingeza RarbuJ?<, pira L-v-rpooi,
carrpgaram : Tisset freres & 630 Meen c;ni
234,132 kilos de algodo ; Thoma'. JelTerie A G
600 rateos cora 4o 000 kilos de asaactf Tiasca-
vado.
Na barca inp!;za Lisette, para Liverpool, car-
regou : P. M. Maury 1034 fices* com 69,737
kilos de algodo.
No vapor iac!ez Ariel, para Liverpool, car-
regaram: Manoe! FernanJes da C sta & G. 193
saccas com 17,479 kilos de algndao ; E. R. (ta-
bello 4 G. ditas cora 5,1(8 ditos de dito.
= No vapor ingle! Neoa, para. Souihamptcn,
carregarara: Johnston Pater & C 400 saccas cora
33,189 kilos de algodo.
No navio Sac4 Cari, par. MarseHe, carra-
garara : K^iter & C. 150 saccas 'com 9,003 ktlus
de alsoHi.
Na galera hsspaobola Jaaqaim Sara, para
Bnr".'llaaa, carregaram : Amofim Irnijs & C
68 sacias com 6,303 kilos de ilfolao.
Na barca portagaeza Fumezj, para U DO),
carregaram; Camino 4 Nugueira 900 barricas
com 42.004 kilos de issncar branco ; E. R. Ra-
bello 4 G. 280 ditos com 2l O*) diios <1e dito.
Na barca BMtagliez* Clttuti oara o Porta
carregaram : Guaba Irnvaos 4 G. 430 saceos com
18,750 kilos de asnear ma*cavad(.
No brigue norte-allemao Palme, para o Rio
da Prata, carreesram : Pcreira Carneiro A C. 200
barricas com 30,681 kilos de assucar branco.
Para os portos do interior.
No patacho caei-Jnal Francelino, para o Rio
Granle do Sal, narreg^ram : Amorim I roaos 4
G. 339 barricas com 40,291 kilos de assucar
branco.
RECEBEDORIA DE RENDAS INTERNAS
6ERACS DE PRRNAMBUCO.
ftendiraento do ;|ia 1 a 29. C6.'ir>a39S
Iderado db 30...... 4:168*709
neladas, capilao L. Wigtey eqaipagera 8, carga
farinh de trigo; Johnston Pater A C. Seguio
para os portos do sal
Navios sahidos no rntsmo Ha.
Rio Grande duSolB igue aacioaal Amelia, ca-
pitao Jos Laiz de Mello, carga assucar.
Gaoal-Brigae ingiez James Stewart, capillo Met-
ckell, carga assucar.
Rio da Prata -Patacho brasilero Perseverante, ca-
pitao Antonio de Souza Beltro, carga assucar e
agurdente.
Rio de Janeiro Patacho brasileiro Senhazinha,
capillo Manoel Antonio de Souza, carga assucar
a outros genero>.
Hambargo Lugar ioglez ihrniag Star, capillo
Rassell, carga algodo e assucar.
Aracaj portos i ule r medios Vapor brasileiro
Giqui, cunoaanilante Marinho, carga dilTdrentes
gneros.
Rio de Janeiro e portos intermediosVapor ame
ricano S. Jacintko, commandante Aikios, carga
differeotes gneros.
Observado.
Saspendeu do laraario para a Babia o patscho
ingiez Jessu, capilo Kidd, carga a mesma qae
troaxe de Terra Nova.
dem para Macei a barca noruegnense Brasi-
letra, capilo I. Juell, com o mesmo lastro qae
trouxe do Rio de Janeiro.
Navios entrados no dia 81.
Montevideo 33. dias, brigue hespanbol Joven
Anna, de 253 toneladas, capitaa J-.iao Carrell,
eqaipagem 13, carga 4,800 qoiotaes hespaoboes
de carne ; a Bailar Oliveira & C.
Trieste-63 das, patacho ingiez Jane Whealon,
de 186 toneladas capito Browoeng, eqaipagem
8. carga 2088 barricas com farinha de trigo ; a
Pbipps Brothers A C.
Rio Grande do Sal30 dias, patacho brasileiro
Bello Deslino, de 280 toneladas, capillo Jos
Antonio Marque, equipagem 9, carga 9,000 ar-
' robas de carne e outros gneros ; a Manoel da
Silva Maia.
Westervik58 dias, brigue norte-allemao Jota
julius, de 250 toneladas, capito G P. Meyer,
equipagem 9, carga madeira ; ordem.
Natas sahidos no mesmo dia.
Rio Grande do Sul-Brigue brasileiro D. Mauri-
cio, capito Jcao Rodrigues dus Santos, carga
assacar c agurdente.
CanalBrigue ingiez Henrietta, capito J. Cimp-
bell, carga sssacar.
Liverpool-Bar-.a iogleza Lezelt, capito James
W. Kennor, carga assncar e algodao.
Navios entrados no dia 1 de Janeiro de 1873
Maraanguape12 horas, vapor brasileiro Uanda-
h, de 222 toneladas, commandaote Julio Gomes
da S Iva, equipagem 14, carga algodo ; cora-
paahla Pernambucana.
Liverpool por L sooa22 dias do primelro porto
e 16 dj segundo, vapor oz'.ez Atice, de 899 to-
neladas, commandante Roben Eilis, equipagem
28, carga vanos gensros; a Sauniers Brothers
AC.
Re de Jioeiro6 dias, vapor americano Ene, de
2900 tooeladas, capito comminlante Slocam,
equipagem lo, carg cal e ootros gneros; a
Heary Forster A C.
Liverpool5 dias barca ingleza GeorgWashing
ton, de 414 tooeladas, equipagem la, carga car-
vo ; ordem
Hull29 dias, barca sueca Sygnus, de 337 tone-
ladas, eapitao P. M. Peterseo, equipagem 12,
carga carvo ; a ordem.
Trieste-63 dias, brigue ioglez Joshaa & Mary, de
218 toneladas, capito \V. Veal, eqaipagem 9,
carga 2330 barricas com farinha de irgo ; a
Jjbuslou Pater A C.
Rnde Janeiro-15 dias, barca pirtugueza Flix,
de 318 toneladas, capito Antonio Peixuto Gai
maraes, eqaipagem 14, carga caf e outros g-
neros; a Taoraaz de A. Frasee t A C.
Rio de Janeiro23 das, brigue sueco Helena, de
224 tonelada, capitn N. A. LieJquist, eqaipa-
gem 9, era lastro ; aKeller A G.
Navios sahidos no mismo dia.
BarcelonaGtlera bespanhola Joaquim Serra, ca-
pitn Jos Isern, carga algodao.
ParaBrigue b-asileiro iio, capito Antonio Fer-
nandas Loureiro, carga agaardente, assucar e
outros geocros.
Granja e pinos IntermediosVapor brasileiro
lpojuca, commandante Mojira, car a vanos ge
eros. /
Unido ; para carga e passageiros irata-ae cjm
Soares Primos ra do Vigano n. 17.__________
Aracaty por Maco
Val seguir para os dous portos cima o hiate
O. Luiza ; pira o resto da carga trata-se na ra
do Vigario o. 26, 1 anlar.
LEILOES.
ECITALS
LfilLA
DA
armar;5o, gneros e pertences da taberna da
roa do Rangel d. 8,
Tertja-feira 2 de Janeiro.
O agente Martins far lei o, por autorisaco do
lllra. Sr. Dr. Glaudin de Arauj Gu maraes, cn-
sul portuguez, da armacao gneros e peilences da
taberna da roa do Rangel n. 8, pertencente ao es-
polio do subdito portuguez Joaqoim Goncalves
Beltro : A'sll horas do dia na mesma taberna,
ospretendentes podem examinar o balanco em
mi do dito agente.
Leudo
DE
500 saccas com farinba de trigo avariada.
Terca feira 2 de janeiro.
O agente Pestaa far leilo, por corita e ris:o
de quera pertencer, de 800 saccas com farinha de
trigo avariada, as quaes serlo vendidas em lotes
a voniade, no dia cima 2 de Janeiro de 1872, no
trapixe do Bario do Livramento do Forle do Mal-
tos, s II horas da manbaa.
^%^
Precisa ^e de uina preti t
meta idade que saiba cosi-
ohar e comprar ; para casa
de pouea familia, Da ra do Carnario n. 13.
AMA DELEITE
Precisa-se de ama na roa du Crespo n. 7.
Precisa se de doas amas,
A Mal Star,
LEILAO
DE
MOVIS
lou^a e vidro^
Qointa-feira 4 do corrente
Sendo 1 excedente pianno, 1 mobilia de fu
com 12 cadeiras de guarnicii, 2 ditas de bracos,
2 ditas de balanQo, 2 coosolos e jardinrira com
pedra, sof, 1 rica secretaria de mogno, I impor-
tante meza de Jacaranda, 1 relogio de parede, 1
estante para livros, (eovidracada) 18 cadeiras para
sala de jamar, 1 rico quadro e 1 cama frauceza
de Jacaranda.
Urna grande commoda, 1 lavatorio de mogno, 1
rieo par de jarros grandes de porcelana, 1 grande
espelho, 1 mesa elstica de amarello cora 6 la-
boas, 1 cadeira de balanco americana, 1 meia com-
moda de araVello, 4 quadros grandes, i sof de
amarello, 2 transparentes, 1 veoeziana, 1 lvalo
rio com espelho 1 cama para menino, 1 appare-
Iho de electro prata mnito uno, louga de jaotar,
dita de almona, copos, clices, garrafas, facas mu-
to finas, trem de cosinha e outros muitos objectos
de aso de ama casa de familia que se retira para
fura da provincia.
O Dr. Paulino Rodrigues Fernaodes Chaves fa-
r leilo, por ipterveoco do ageote Martin--, de
todos os movis cima descriptos existentes no
s ibrado n. 21 da ra da Aurora, prioelpiando s
10 horas do dia cima.
VISOS DIVERSOS
Correio Fernambn-
cano.
O proprietario do Correio Pernambucano, tendo
de retirar-se desta provincia, vende a empreza do
masmo jornal : a tratar na ra do Imperador o.
27, i' andar.
- Pente a camaia mnaKioa! dista cilade
estallo em prar^a nos dias 29 e 30 lo eorrrRfo e
2 e 3 o m-iz de Janeiro vindoaro, >ara ser arre-
mtala por quera menor preco oiTtrecer a obra
Ja construecao de 21 pares ue catacumha-. para
adultos e 20 pa a prvulos e 3 pilastras ds que
necessita o cemit-no pabilo) desta m? raa cidad -,
oreado na flu.n'.ia de 5:369 : aquellas pessoas
que quizerera arrematar afilia na forma d i lei. .
O orcafitent da obra ae&a-se Da secretaria da
mesma cmara, onle s.-r ficaltadj sos preten-
giC/) di Cmara rnuoicipil Jo Recife,18 e de-
zembro de 1871.
Ignacio Joaqu ii le a raza L?ao,
Pr-presideole.
Augu.-t.' G. i Pigoeirdo,
Qkial-raaij: :a:::n-ij ile secretario.
A cmara municipal d*>ta eidade pilo pre-
sente convida BOS preienleudes a arrematacao de
impono de GO v. p"r cvla p de coquelro de pro-
duec.', exceptuando 10 ps para o uso cto p,ro-
pneiario ptla qoaulia aotraal de 9011000, a com
parecere'm no da 3 de jipelro viodouro inuoidos
le flanea.
pajo da cmara mnmeipal ao necile, 88 i ae-
zerabro de 1871...
ffaxsio Joaqai a di bauza L*o.
pro-presidente,
1 AngitJ 0. do Flmefrdo,.
Quicial n.aior servindo de secretario.
G ahaixo assign.do, sogro do-Sr. Joao Abes
aftas da S:la, morador nesta eidade, previne a
quer coovier, que o dito seu genro nao pti I-
ven4fir_nera a qualqaer outro titulo dispr dos
beos qae pos^ue pir ssrem todos dolaes de sua
malher, Olha do ahaixo assignado) como consta
da escriptora aotenupcil celebrada em dezembro
de 1367 em oota do tabeliio Porto Garreiro, do3
quaes bens apenas usufructuario o referido seu
genro. Recifj de Janeiro de 1872
Jas Francisco Xavier de Miio.
PVH
ama para Iralar de
meoiua de mais de an-
uo de nascida e ontra para eogommar : no prio-
cipio da eslrada dos Aflictos, sitio n. 33._______
Aluga-ie um escravo para todo o servico in-
terno e externo da ivpographia Mercaniil, ra do
Torres n 10- ___________________________
Suciedadt fatriotica Uze
de Setembro
A commisso ceatral d'esta sociedade roga
s commissoes parciaes oomeadas para promover
na provincia urna subscripto era favor do Lyceu
de Artes e OIBcio?, o obsequio de remetterem o
producto de dita subscripto ao thesoureiro Jos
Antonio Pinto, ru do Mrquez de Oiioda o. 39,
primeiro aodar, ai o da 15 de jaoeiro viodooro,
para princlpiar-se a pobiiea^o da- lista dos sabs-
eiptores.
AVISO
Pelo presente sao convidados todos os cre-
dores de Jo5o Paulo da Rosa Cecio, oulr'ora esta-
beleedo com taberna roa dos Assoguiobos, para
oc praso de oito dias apre:entarem os sen* res-
pectivos ttulos ra da Madre de Dos n. 32.
Amassador.
Gontrata-se um bom araassadorqae saiba corlar
bolachas, para ama padaria em Natal, capital do
Rio Grande do Norte : na ru; do Mrquez de
Olinda n. 40, 1 andar.
Precisa-se de ana ama livre ou escrava
para casa de pouca familia : na raa da Saudade
d. 37.
Precisa-se de ama ama para comprar e e >-
ziobar : na roa de H irlas n. 1.__________
ESTAMMr
Ra do Imperador
n. 32.
Acbando se prompto e prep-rado com todo
aceie elegancia, o proprietario deste olab-leci
ment Mr. Ghaix declara ao re-poiiavol publico
desta capital e com especialidade aos seus amigo;
e freguezes, que no dia 1* de Janeiro do auoo viu
douro dar principio a abertura do seu c'siabele-
cimeoto, qae encoatraro a qualquer hora do dia
ou da Houte com promptido e aceio, como tam-
bem acha-ee preparando o primeiro t- segundo
andar do mesmo estabelecimento para hotel intitu-
lado da Independencia e jogo de buhar qae se
pretende abrir do mez de fevereiro em diaoie.
Loja pata alugar.
No pateo do Tergo n. 27 : irta-se na ra do
Imperador n. 81.
Precisa se de um caixelro
so, ra do Commercio n. 2.
Caixeiro *
no hotel do Uoiver-
ALUGI-SE
por seis mezes ama casa bastante fresca, caiada e
pintada de novo, oa campioa do eogcoho Dius
lrmos, defroole da estJ^o e muito perto do ba-
oho, com 2 salas, 3 quartos, cozioha e quima!
com algamas fracteiras : a tratar aa mestia.
Dantocber Huelfo erein, General Ver-
saromlang, Djnner.-lagden 4 ten. Januvr In L-i-
den' 1 Lorahe ra do Sebo, Zweck Bericht des
Ausschus-es un neuwahlen
11 Leebour,
Secrciaire.
as*
S V5
5EGURA08ES.
^ 71:104*107
CONSULADO PROVINCIAL.
endironato do ,li.a I a 21. l<9:-?7i|fiJ4
demdo dia 30 ,. Il.-SO-i*9S~
OI.379*C,,ll
M0V1MENTQ DO PORTO,
Nivics mirados no dia 30.
Terra Novai7 dia, paurho ioglez Douro, t\>.
184 tonelida.", capito \. Tayli-r, equipagem 10,
carga hacalh.n; Johost ,>i Pater & G.
T-*rra ova-3'.l dis, btigueluglez B-iklitha, de
212 toneladas, capito I. Son, equiparem 12,
carga baeVho; Saooders Rreth-rs & C-
Llveroool 23. dis, harc.a injjlita Ue-mion, Je
383 tonelidas capi- G. Twille. equipagem
14, carga c.rv* e uniros geaeros; a Saaoder
Brothers 4 G. .
Lirerpoul-i9 fot, birea ingleu Zennii, de 390
lou-'ladas, capilo I. B/wo, equipageio II,
carga earsao e eolrus gneros ; Jobost'/o Pa-
ter 4 ti"
Baliim"ro-3i d'.s, Jiarca ingleza Cliflon, de 69
tooeladas cipi.to James J, equipagem 10,
carga vluha de triga e ouirt gneros; Phip-
ps Brothers 4 G.
Rio de J mira14 dias, birca iottleza likiaj4.
de i'il loneada, eiaipagem 14, era asim;
hfc-Mm !':> k G. **
Glasgow-43 Sis, brign-'milez Alert, it 212 to-
otada, capia I. Gen, equipage/i 9- sga
carril e oirtraj erur-is; a A^nisio Iluwie
AC.
CardirT-r' dias patacho austraco Neord, de 2;ii
lonvl i r.,iiiitiu 4. A. Ca/alick, equipage.
9, car;i t/io; a Suulc/* B' tiiers 4 G.
Triesta-^5 -ij.aic':.-) i gle teltp de 228 to"-
Inspeccao do arsenal de
niatiulia.
Faz-so publico qae a eoplBHSio &? perius exa-
mioaudo na forma deierraioaia no regaiamento
aootx a ao decr-l) n. I M't de de revereiro de I8b"4
o ca*e>i macbiaa, oaldaira, apparelbj, mas-
treajao, veame, araarras o WCOfai 4o vapor
Ipt-juca da Gompaoh'.a Perosmhucaoa oe n;.vega-
cao co.-teira, a.hou todos c-s.-s ojectw em e.-tado
de poier o vapor cootiuuar navegaj.
inspeccao do arsenal de marioba de Percambn -
co 29 de" dezembro de 187i.
Francisco Roraauo .iepple da Silva,
iusnector
O iaspector o .alfaodaga in piblico qae
quaria-fsira 3 de jinairo prximo vradoarc. de-
pois do mero dia. -jbria d?. mesma repirncao,
sero \nndidas em hasta publica irvre de direilos
ao arremtame 120 kilugraramas de cesta; de
vine em obras no valor I rtal *a ?00, a saber :
80 kiligramma de cestas para compra ni valor
de iOS a 500 rs. o k I igr..nma as para oslara no valor !.a l'3j/ '2 Wfc-
gramraa, a- quae vi-rara t > P/-> na baria p logoeza Saciil, -'nuadaem l*'i* jalho ultimo.
Alian lega .la P-'inambiV'J 29 dzeabro de
Smilio Xjuwr Sobraira de afelio.
Anua Rosados asios.
Joao Ferreira d s Santos Janicr, Manoel Fran-
cisco Marques, Auna de Jess Magalhes Sanios,
Margarita d'Assumpco Ferreira Marques, sous
futios, agradecera a todas as pessoa i que assisii-
ram ao enterro de sua prezada at ; e rogam de
uavo aos seuyarentes e amigos o caridoso obse-
quio de assislirem a missa do stimo dia, que se
ba de celebrar na veneravel ordem terceira do
Carino, pelas 7 horas da mautia do dia 3 do cor-
note.
de N. 8. do Kosario na villa
dojbo .
Ao raiar da aurora do dia \ do crreme ama
girndola de f igue'.es aonuocir aos neis, que
peas 7 horas da floite sera basteada a baodeiri da
excelsa virgen), sendo conduzida da igreja para o
mas la reo por quatro aojos, aeompaabada pelo
\jkm pancho da freguezia, ao som de urna bella
msica dirigida pelo 'insigne piofessor Antonio
MartlosrViaana, e em seguida ter lugar a primei-
ra novena, e ao terminar subir ao ar um balo
da apurado gosto. As 11 horas da manhla do da
7 do correte entrar a festa, seodo celebrante o
Rvm. vigario Jo? Laiz Pereira de Queiroz, orand)
no Evangelho o Rvra. pregador da capella impe-
rial Fr. Joo de Santa Thereza. e ao Te--Deuaj o
Itvm. padre Jos Esteves Vianna. Antes dos e!j)-
luentfis oradores subir ao palpito, pela manbaa
ser tocada urna vanacao de saxophooe executa-
da pelo me: mo Martins, e a noite se far oavir
nutra de flauta executada pelo bem coohecid.
ilauttsta Saiustiaoo. Havera prociss-, e depoi'
do Te-Deum ser qaeimado om pequeo e esco
Hiid^fog preparado pelo artista Jjaiuim Jos de
Sank'Aooa, qae nesta arte tera primado.
ALUGA-SE
ura liado sobrado travessa d*o ehafariz o. II, em
Fra de Portas : a tratar cora o comrr.eudador
Tasso.

Trabalhador
Precisa-se de um trab.ilhr.dor na pbarmacia
americana : ru. Duqu-i do Casias v. 37, pie-
fsre-sd etcravo.
EN6ENHRI4
O eogioheiro civu M. T. de A-iuid iuoi T fffe-
rec-ss a fazer qualqaar tribalbo de siia pn lis
sa: levaotameotos de plantas, DivellameoN me-
rJi?oes de trras, pl?eos, pmjeetos ele. etc. : a tra-
tar na roa do Cotavello n. 23.
Coi rea 4 C avisara aus sas onmerosos fre-
guezes e com especia lade ao respeiiavel torpe t
do coramercio, que mudaram ano rs^lat-tccinientu"
para a ra do Imperador d. SO, amiga roa do C.d-
hgio.
Mt lite pi portuguez
los l'edro Cayo de Hir.-.nda.
Quarta-feira 3 de Janeiro prximo, pelas 7 l
horas da mnnha, manda a directora do Moote Po
Portuguez resar na igrej da ordem tercena do
Carino urna missa por alma de sea socio Jo.- Pe-
dro G yo de Miranda, para cojo acto convidaos
senhores associadi s a assislirem ao duo acto.
Secretaria do Mite Pi Portuguez em Penuai-
baco 29 de dezembro de 1871.
J. C. Lima,
2* secretario.
& ^. P'ecisa sede urnacoziobei-
%a\^^ "K:\ ra para eaa de PeaaeQa '
o W wW mi ia : na ra do Vigorada
de Pelotas (Aragao) o. 37.
COMPRAS.
Compra-se jornaes para embralbo : na ra
do Crespo u. 23.
VENDAS.
Querem i.sfe>ts ?
A N"va Esperanza a roa Duque de Gaxias n.
63, est n-solvida a dar as testas sai seos fregae-
zes e ij u I..-ni acs que oo sao atim de se alis-
tarlo, fde qae oio deixeio ludes (ra o
dia para nao haver atropello, qoem nao quererit
as fe-las dadas pela Nova Esperanca a ra I) que
de C.xias n. 63 II
AppareQam para lerem urna liiTeieog* dos pre-
sos de 20 0|0 e ista *era o cumprimeoto da prc-
messa cima, oo se caocem, i .Nova Efper.o
generosa I I
Ameodoas
Yeode->e amiradoas da case? u. lie a 440 a li-
bra, f avelles a 240 a libra : na ra do Rang..
o. 37.

avispr MARTIMOS
COVPANHIA PERNAMWJCIN4
DE
\*avffeacw cosfelra, pmr vapor.
liacei, escalas, Peaci'.o e-Aracaju..
f) vnpor Gvjuki, eonirpaulan
le Martot) i, Sf'oir?. par os
portan aria1* no lia 30 d<
corrate as o hora* di tardf
Rectbe carga & du 19,
eneonni' adas.psaagen eai-
aheiro Vrete atecas 2 Horas da tarde do d-a i
'ahida :
oo ereno>rfj RIO OE JaKElfiO
l'ara o todicaii-i pon t>*',-1 Gattttai, qoem
uelie qu/er orr-gir, dea&fi (rata* a na Jo V|.
gario n. I't. jserijHort > da I Davina.
^
PIH1
0 PORTO
Vai sabir main brava o brigue portiafuet
P80TES
G abaixo assigoajo recebendo hoj- noticia de
que o seu briguo Aureliano va i a prsQa no Rio
Gran-de lo Sui por ordem do juiz municipal e do
comuercio daquella eidade, sem ter sido intimado
ce acto algura judicial cootra elle, que dsse legi-
timidde a tal proctdimento, vera protSsiar, romo
proteiU, ;oatra a nulla oda do referido brigue,
e de lazer valer os seus direitos contra es aut re-
de tal violencia. Pernambuco 29 de ffezembro de
187?.
Joaquim Francisca d-,i Espirito S.anM
Utixejio,
Preeisa-se de m rapaz'coo' ilgu na prattea d
padaria : na ra Direita ns. 82 e 84.
J lo sedico o costume <\ l.a ealretod.-s
os que querem fazer couheci r i. seos estabel-
cimenlos por rneio Je pompe-.- ,i:nr.ncios, que
com bastante razio se kned.m o- lakore na
massadas com que nos mimoteam os laes UQZ
eiaaiea.
O Campis da roa do Imperador n mero JP,
se quiesse seguir esa retina antijM ^ fazer <^
lampar dos joroaes rr.ais lisio-, .".nnuncios bomba- -
ticos preedidos de ttulos garraTaai para oieib.r
chamar a lteoslo do respeitarel publico; tEoit.-
lena que dizer a respeito de reo bem roohecid
aroiarei do vveres sita rui do Imperador D.
28. Diria per exfinplo: qae m wu armazer.:
lera constaaleoieote, presarnos para li..rrl-r e o;.-
ra paoella, salames de Lino, quijos de diversas
lualiddes, liogoicas e cncutica-. ovas t ramo-
rupim, conservas ingieras e Irtccetas, vir.li
Pono e da Pigueira superior, lii-ores floos, bola-
efaiohas, cha superior verde e prtiii e ootros mu -
ios sriigji qoe iao proprioi para me ., i-pecsa s
rozioh i. Mas nao.
O Campos s e somenle avisa ao resp?isvol pc-
blico desta cidad. e seu- suburbios que em rasa
do se aproximar o lempo d. Hega-bofes a i*::
e'.le feito do seu armatem u:n centro de indi qos
nos e fr.alo ao paladar^ e para que ningu m do-
vide do que aiiina selcrn ililo
Pede-se orna v.siia a ra do Imperador o. 2'
armaz^m do Cami o-. __________
A, rev,.l-^ci'To du B.i ry de
Lf'li,t.5
Tud a dHi,-, cele a RevatwiwreTda Barr
|U9 da s.-,:i i .. i L.. apf ... i
:.-i.-o. Ella cura as dispepsia-, .gasiri. s, l.u
res, acidez pituita, Balo, enjopn, voti!ir< da comida :. gravidez, ivn lipaj .;> a.-to
afTecojJes nulmonare, lioxiga, .i:.' ?br
auga ; i' ,(iOU cura, iociui .'. u as las i
Brasil.
A revalcsci-re uhoculaiada
un p,
. Delicioso alimento para almor: e e
uirilivo, brtifleando os ervos do estooi ip
.-.usar o. moaui peso ut;j dar e c..!
rila cao.
Uoico 1.-,'0--i;o para Brasil ( em !'<
::'..;: -. ci i imi a:'a. :1' p. rr>r.. I / ..
ra da Duque de l'jxias n. 3;. (Todc c-.i ;*(.
:om as [ais 1 "ai -,i
Caixeiro
Prec^a-se de um meaiuo qiva lenha pratica de
taberna oa que queira [ira;icar : na ra do Ran-
gel o a 3.________________________________
Precisa-se ae uraa ama pa-
\. rs cafa de h.mera iuo com
i um ilh), que seja capaz para
tomar conta de teda a casa : Da roa d > Vigario
ooraero 33. ____________
Aluga-se una casa em Bcbenbe, u lagar
denominado Matamba, teodo baslaotes commodo-,
um graode sitio tod cercada, com excellentc ba-
obo : a tratar na roa do Apollo o- 18._________
Por todoprefl).
Aioga-se urna excelieute casa ua Boa-vi^gca
cora comiooJos para graads familia, plot",.la e
caiada de novo: trar oa roa larga do Rosa-
rio o. 31, bolica.____
Ignacio Jos Gabral fat s-inte a ten* nu-
merosas freguezes e amigos qce do da Io da ja-
nairo era diaote acharo seas carrea pruuaptoa a
partir lasde as 7 da manho at as 7 da urde,
junta ao arco d- Santo Antonio.
' Prensa hydraulica inglezi, ra
Shaw, Hawkes & C. fazem sciente q-ie .;-. j_ Artfillr n Vfi "
tem adrnittido como 'ocio na sna casa cammer- uu /apune n .\j.
ci3l nesta pnga o Sr. Guilberme Alexandre Oamp E*te etabelecimeota do l de Janeiro Je 1372
Com o publico eiu Q
a!.
( para lata I I
Briii'-., i'--;,;-, b^ocluf, i.is kint^'i*,
cruz,-, :'. j~ e mi !">.' i \
cana (t u~ e-r i Nova K-. rir....' <. ru
de Casias -. '!.".. a clle
E' sempre assim
A N iva Esprate*.a. ji'nais a'.aba d.' r. cA.-.<
navidades I agora memo. rterke tn'.-s que r.*
sab'* delia* qual mnuccie I pofoi f*9"pre detia-
ra as sogoioies para scieiicia de alfarni.
M dalbos t madrep*ro4a para follaS) crr.z-
tura o mesmo flm, ixh !ia> v.
paprio, moderaos dre?os de madrepen 'a, o*-
licadat correles de plaqu, lindos eaebotaea pan
baptisados e cliap^u-toios para o meamo fim. ber
como deste ollimo rtico rec-beo eoO'S roi'.t
p?c:al de sed copa alia, eu vallado para uu'-
le-crever m^is mas-ant.....
mi
i
TTENCaO-I
NA RL'A DO SHBSPO S. 25
l^oja de Manuel tt:os It
vler
.VENDASE :
om
bell desde boje ; coDtinuando a casa a gyr.ir -..b
a mesma tirma qus antes. Peraambuco i* de ja-
neiro da 1872._______________________________
jmm jk l'recisa-;sel urna ama : Da raa
.. ITM ..na. do Encantamento, lbaro n. 7>
iuia partcttl^r de ii^true-
Cito prima ia.
Wauoelaja Saaza Cordairo SimoVs avia aos w-
baa pais de seu* abniuos, qae oo dia 8 do car-
rale abre aofl aula cooiiauar seas exereitias'r
oa mesma casa o. 11 da ra tatessa dos Expos-
tus ; e ao-respfitavel punlico, qoe eaotioiia ad
mittir aluinons externes e internos, pensioflisUs e
iD' ia oeosnoi-us.
AVISO.
Manael More ra de Sooza comprou por ordem
do Sr. Eufrasio Ai ves de Oliveira (de Macaol par
j Sr. (I. J. (i bilhete talejro garaotilo o. 27!C da
bleria 220 que tem da ornr no dia i da cor-
ieoie._______________________'
r--rjJu>e urgeot p'ecicj de fallar ao Sr. Hea-
ry A. Crese, e nao sabendj-se onde sos r- -
ia, ^ede st-ilie o favor di* ap.arcc'.r iu ;i
18) prensa de ?lgodio.
em diaot-i acha-so de nov.i prom| nar, receber em deposito e enfardar algu.i), quil
qaw que seja a quaulidade, cotn a prc.xp'i iio
que se p>3 le desejar. O sbaixo assignado uarti'ipo
portan".) aos senhores recebedores ce algodo. que
estar sempre prompto a servi-los c.m ra
preslesa e exactido. s srmazem acham-se il.-sr-
los desde as 7 horas da maoha at as S da larde.
O prefio para a inspucev\ (na^ar-jue e dpo*<'"
dos al'gadoes ser regulado e segaado eostome
dpra^.a, a do enfarameato hydraaiioo coiuu-e
eooveueijam.
W. I liara Vaoghau
MADAPOLAO Tnncez tofo com
varas a 7 p^a.
ALGOD'lZINIIO superior largo
20 vara a GSOO a peca.
L8KC08 d-' cambraii de 'inlio a! a-
i.li.ados 4dVXM) e o a duxia, ;6 a Caixa
vale o dinh'-iro I....
FITAS de algodo de diversas hrgans
a 600 r<. dnzia, pichincha.
MOIVHDS PARA MOER C4FE-
MOIMIOS ilf dtveraoi tamaobos a 2j,,
3J. e. 4,i cada om.
DA-SE AM05Trt.4-i COM PENMuR
RRI41 trancado mofaOi a 100 ti. ?
vara.
Mil
i
nio presente
Caixeiro
Precisa de un, dos olitmos e-begdjs
ImperiaJ n .161. lbaro.
c rna
Precisa-.e.
d ama muiber parda oa branca q-in Isiha h:os
>,.:;,.! -.le-jura tjvareoati oa M-t.ieum
boaaem, ten lo cm sua companhia utia liiha de
8 aonos : quera preteoil-r podn bidl-ar sua re-
.'. AO aauitVsto
Anta- Kierecor e ca> t-r do qae
t^r e- nao merMtf,
Moia .-.uJiJU, muita pret-iur-j mrjiti v.aie
tila ptiuiada, ei* < prciiua ;u- r-\'->-.:e-
;'.s cr cbae^eHer ppela).i.
/PNova E.-P- ranaa ra Daqn> C.xias r.
03, recehn iisvi ::n i sorUmeiaM de obj-wt f mi'
ramertf oi>v.a |.r,.|iri.is p-.i rr*seies.
NoYidade
PreittOjtt Al \V.-Mphalia, carne lamaV'd. sai- -
ni?, crvilba, feij:i>, repelho oranco e eneaidaJ...
;imei>:.i.-, fn.caas e cereja-, chi'gadas ollirnanev-
le lliinbiir.eo m Davia ster : na padaria alto
:na a ra da A M n s\ tulm como se .rhsr.-.
.-.em;.re Mo da leite e -le Coateio Das terca *
sextas feiras.
~__ Veiitrt m urna rs'.llla e> bO"l erlda : S*
rn largada Ho-ario r>. S, andar._____
NI>E-SK
J
nmar^sina r.u Aocasta n. ?*, oova rom !
las, 3 qu^t' \ C a e cieiAb ; in :
.a-a narua do Al: eran n. 57, coto 2 al* '
iih.i.'j rj -iinia. msis t ierrai'i'ar'e
eaa n% r-n Wrua o. 9) ni "*
l. i*./-ida fj, q-irat.i! c-m ewlaaba "O
ouizer i-, m.-.rjtv,
2' andir. ___''
--
______v..


*



T
~r Diatio de Prnamouca Ter^a (eir i ie Jan iro le 18*52


* V

>

E!
4 Z E N 1) A S
DE
u
F1GUEIRED0
Pili DA
a LOPES.
"* N, 64
Sao fea nal cafnos branco
Tiaiera japonesa.
S a tica appruvad petp as aeadetsiu df
cela, Tecoohendi sprioV toda que tem ap-
arecido at boje. Deposito principal ra d>
m. do Hecife d. 51, andar, em todas- ti bo-
tas e casa de cabelleireiro.
' s proprifcUios ta I ja do CYSNE convidara ao respeilavel publico para virem
?r>ver sa.no mvs fe mpl.to sofUiaenta de lazendas finas a pregos redazidos, adver-
iod iq ter ujris c ium'-im-s*. iijs obligara a setaelbantsredoccOes. Avisamos aos
l-^aezes do mallo q e opetuiuam comprar em menor^escala, q id nata casa eocou-
i jijo sa:ariihda e maio,- commoiidada nos presos.
520
rs.
lar-
LA\S com xadrr lindos palios a
. o cava o. pichincha.
EMT.iS, harn; lindas c.es a 3-'0
ocovado, pnaawt
ALPAC\S lisas cora lindas cores e
ft.< a 'ti') rs. o ovado, pec'.incoa.
SSR3XS l..so.; cores diversas e largos
MO rs. o ro'.adfl, pichincha.
. ALPACAS. USItADAS muito modernas
0n*3 a 700 ra. u eovado, ped n;ha.
DITAS DlfAS uiuio modernas e Snas a
k rs. a cenado.
LA\S' COM SEDA, lindes padiS'S que
eos arec >3 beata il l'HO, boje vendemos
-joj 8LQ rs. o co.ado para acbar.
CAAtfRAlAS t aspajeiiits finasa 3 J500
a peca c iin 8 l/ ara*, pechincha. Di-
: ,i Victorias i viO (), $0500, 50000.....
*->>00 e 75000 eom 8 1/2 varas. Ditas
Trampari'ii-'$ aun dios c rW< <'i 17 raras I
H0"VH). Hits iPoor's r-dIi li:i-!
-Si.sa i i. BOJ c. 500 rs. o m.-!
PENTEADORES bordados para seobora
pelo barato prego do i500.
COLX\5 d) fosi5j rjetftr, muilo gran
des pelo baratsimo preco de 5000 para
ac car.
CAMISAS para i rneos a 20000. Ditas
a 20500 at 500. D tas bordadas par.<
borneas a 60000 8000 e 1OJ00O cada
urna.
CAMBBAIA com salpicos a 50OO, pe-
chincha.
CAMISAS para menaos de todas as
idados.
CU\LZS chihezes cora modjroos padiSes
muito pr>prios par* Sctiuras he&es-
las. Dit s do tne.iu lisos a 20500.. Di-
tos ditos estampidos muito fia^s a 5(000.
Ditos de metim a 1$ 00.
LUYAS Di PSLLICA frescas de Xovia a
U
pr
para
para
LASfi'ias coro tecido da barege
acabar 330 rs. o covado.
- jh.s a vii. au e uu rs e f- bqISAS para viadas a 15500.
:"' TAPETES d diverso taiiiitbiS
S.W>S l,Oiii\!)\S a i.>0>. (11000,81 gbaroi?l dJ sala.
I i'. <;).). Diaa coa pr gai oiuilo ti as c PARA LUTO.
WQH Alpacas, merinos, caniods, priacatas,
*;- Jt>Sl)S \M:i)> < 15P00 para arjibar .j.^hraias, chitas e mnitis o-tras szeo-
li*r/,iM lw |>iis ouin >:-i'.v>: iiiji'ii b.jr- ,!
*! "*"' I 'I,v ;l tWOHO- P\'R\ HOME-VS.
l-- -'.'i' e '"-' ,! teMi|ntr CASEMIRAS iias com bonitos pjdt5es
K1' '** a #>00, 6S00 e 899 n eo te.
Af\i,i*VIK.'S- -li ; b-r,oi uiii nitjer.-, ROUP\ FEHA
Por baratissinio prego inclusiva soperio-
Tm "renda em seas armasens, at de ontres
irtiaos de seniegoiio refalar, os seguimos, que
ttncom por presea mais mdicos que em ou-
ra qualquer parte :
PORTAS de pinbo almofadadas.
POBTEIRAS da-ferro para cerca.
SALITRE inaluz.
ESTKiRAS da India para cama e forrar sala,
GANOS de barro francea para esgoto.
9BSSO superior em porcSe e a contanto.
OEMENTO de todas as qualidades.
MACHINAS de destrocar algodao.
LONAS e brinzoes da Russia.
OLEADOS americanos para forro de carros. .
FOGfiS amananos muito bons economicoa.
VNHO de Burdeaux.
COGNAC superr de Gautier Freres.
fARELLO em saceos icraadea a 3*600.
AGDA florida legitima.
BALABAS deeimae?.
CADEIRAS. aaiericaaas.
RHUM Ja Jamaica.
AZULEJOS de Li>boa.____________________
Xarope sedativo
Jasci de laranjas amargas
Con,
BROMURETO OE POTASSIUM
DE _____
fclROZE '
Este novo preparado aprevaao pela academia!
mperial de medicina, mnit. se recoraroenda pe|a
ua accao sedativa e calmante, sobra o r-y-.tema
lervoso, o broureto. de potassiom, ideiia de
ar os mais ceos resalidos as diversas affec-
i5es do urgaQisuv o principaUaeiUe as muiestias
io coracao, das *ias.digMtia da respiracao, das
'ias genito-urinarias, na epilepsia, as molestias
jervosas da prenhez* na insoaiaU das crianzas
lurante o periodo da deniigo etc. etc.
Vende-ae na ibaroiacia e dro(aria
de
B^rtholomea & C.
34RA LAltaA. QRCXSARIO84
GOM i
rm l DE
ERNESTO & LEOPOLDO
' 1 2 D Ra do Cabug N. 2
Acha-se montado de forma tal este est.ibelecimenio de joiM qae' pode
vender ao seus numerosos fregaezea em grosso e a retaibo e por pretoa
mai resumidos visto qae recebe de conta propria por todos o vapores de
Europa. gosto de desenbo de snas joias o mais lindo do paiz du
modas, ooro de lei, brilhantes verdadeiros, esmeraldas, robins, perolas,
tarqoezas, sapbiras, roral rosa etc. etc. Obras de prata do porto tanto
para igreja como para servido domestico. Gamidamos as Extnas. familia
a visitarem o dito estabelecimento toos os dias at 9 bofas da n,oi
Compra.se ouio, prata e pedras preciosas em obras vemai.
Xt f>Gl&'\l'*l
mwmmmi \

Machinas de costura.
Cbegaram ao Bizar ersal da ruaUniv
Nova n. 22, m aortimento del machinas
p?n costura, das melbores qnal.dades que
existe Ba. america, d^s qaaes muas ] sa-
bera conheuds pekis leui autores, (comr
sejam: WeUar & Wilsoo, Gro^er Baka,
Slenciosas, Weei e Impenaes e outra?
muiiss que cem a vista devero agradar aos
compra lores.
Estas machinas tena a vantugem de fazer
o tratiamo qae triqta costnreiras podem
fazer diariamente e c( zeai com tanta per-
f, iro x;omo a< maie pereitas costureiras.
Garante;so a sna boa qoalida.le e ensina-se
a trabafhar com rjerft'ioerninems de orna
bota* e ^ pregos sp 1.3o commodos que
dweM agradar aos p ctetidentes,
Ui!i.iiileR-
\% atoa hados di twho moito snperior por
'a1 s qeeiu oul a qualquer parte. Dt.>s
-ie
ros subrogasteis do panno uo a 20;>000.
al^dao o ta buuiloo daseohos a l8001 p,,,.^ ria_
Tamben temos na excell.nte alfaiate qu?.
TO\L!IA* f^iulas
M i;.;) i iliiia.
muito superi res a
UJCO; CORfE de vestidos de l
1. se encarrega de fazer qualquer, pega de
Jobra ao gosto dfregiiez.
POUPELLNAS.Tomos uai completo sor
s in !).>ii' lia-- bnltiames proprios pin par-
.:i.- a :i< <"0).
VSi'fDOS hr-inclItR>rdados com baba
dos p ra icabar, liqiiJa-sa p r 124000. seu GROSOEN'APLES tanto preto como ue
>/,Qo ... do 105000. Ditos bran os com coi es, temos um grande sort memo e por
i; i I) ird.d ij p-io b-rato
" 0 Dicos li..!- c.(j3 com pali
:'m le c6f u Ui'u lidos peo barato pre?o
it :Di) Ihini raiii:. linos a Hr>?J0.
CltETONES liso d ores diversas* pelo
tortu tc i deS000.
1)1 s c.i'it pol-8 '': 'Ore-, fazendi su-
peru>r a 4ii rs. oeotado.
MA?T1L!JAS a brasi eir da fil do seda
>-b. b.r-iii'p*'C"de i'kjoOO.
CAMISAS BORDADAS pata aenhora por
tenos q e em outra qualquer parle.
Ra 'la
I tmenlo tan'.o era xidrez como com pami-
1 libas e por baraiissimos presos.
GROSOEN'APLES tanto
puf.0 de; menos oueem outra quaquer casa.
iinlias de i MUSSELLNAS brancas lavradas muilo fi-
nas a 400 r?. o covado.
BRlLHANTLNAS brancas lavradas a 500
rs. o covado.
LENCOS orticos abainhados a 25200,
pechincha.
B VIUDOS bordados finos, de lindos pa-
dies.
Gravitas, coarinhos, pnnhos e moitos
ontro.s argos que s se eueonlra na luja do
CYSNE *
mperalriz n. 64.
RIVAL SEWI SEGUNDO
RA DUQUE DE CANIAS N. 9t.
Jote Sigodiobo, com luja de miudozai,
isa a todos os os- sus fregueses qu est
l -rrando todo pelo preco, a vista da fazen-
da. para todos admirar, a saber,:
Thesouras grandes e pequeas o
mais fino que ba a IdOOOe 1^500
Pecas de tranca de.Ha e algodSo as
mais modernas a 460
frascos coca agua de colonia omita
fina a 400 e
Frascos com aga de colonia ver-
dadeira a800rs..e I >> u
Chapeos brancos para baptisados o
meliior que ba a 3-jOOO e ^000
Duzias de botos cobertos de seda
para vestidos por todo o preco
para acabar.
Libra de arcia preta a 160
GrONI de br-ls de louga branca a 120
laixas com 10b envelopes faienda
fina a 300, 600 e 800
spelhos e moldura doorada a
800 e 15000
Peales pretos volteados para me-
ninas a 240
TiUteteos com tinta preta a 80 e 1
Pecas do fita elstica m lito fina a ti
Latas com superior banha 60,100 e 2(0
Latas grandes com superior banha a 30
Frascos com oleo de Pilocome a
500 e 8O
Frascos com macass l Peruia a 2io
Fraseos eom agua de Colonia verda-
dera a {,1000
(titea com oleo de ba >osa laderfor a 320
barritis de retroz preto com 2
o i lavas a
Caigas com agulbas francezas a ICO
1G0
facas de tiras borladas a 500, 600
800 e
Garrafas com -a verdadeire agua
florida a
C?rtilh*s da Pmtriaa Christaa as
mais modernas a
Ssouvas muito fiaas para limpar os
denles a
600
240
lOOO
'4300
40l-
240
w
itllA DUQUE DE CiXIAS N. 2
O proprielarM deste grande e bem montado estabelecimento scienlificam ao
ffspetavtl p-!i!ico d -ti provincia qm se athatp com ua^vaiiadi e compLlo scrti-
soviito de m >v i>, lano tiacioua. s como estrangdiros, s^nJesles escol.idos por um dos
MMios i e se acha. cluakr.enU na Europa, a me^mo tem coniracia'lo com os melbores
fcrtir cantes tajoell coutiaQie as remesas dns m.iis ricas mobias feits all.
Na ofli.'H timos mais habis artistas desti gea.ro. e por isso pedem.qu- ve-
tefli visit*t e^id.e.ieo raenlo, aonde enc'oniraiio a realidade do ne acal) m d eX(.r,
jti) >e pode tA.iwi.ai: ii;^s ecompleta.; mobdias de Jacaranda, migoo, f..ia, carvalho, a-
wrel ule, lisas e legantes camas deja caranda, pao .setim, ain^relto, ele., etc., guarda
aebdo i1j aiiHreil.', guarda louca de cogueira e de araarellj cum tampo de pedra, api-
Mde i ieit) da, p.ai to-lelies especialraenie para fazer a buba, toilettes de jica-
leol, a .i ir K'- p -- J r. s.-;;reta ia; da Jacaranda e mogno:us turf iras oe imgno, san
anoi, t'i'ar^VpJra bordar, b^rgoj, lavatorios com espelbo, da pedra marmora e seus
perteoci's, ;ai-ir privada?, liidos; etc., etc.. e muitus ontros artigos que dfixamos de
anociooar p.-r fe ftrnar tnladonho
mm pVro de wgado de bacalhao Superiores cig.im.s do Rio
TsitRA nova de J/'IUrO.
i. i irnatfw Domingo Alves Maiheu, nico agente oesti
,t,AC,l/-d,C'. provincia da fabrica imperial ua cigarros de S
fote rrt* ^i^ ue boa awaitagio tem merecido, jua de Niiherohy, eft.bolicida no Rio de Jacairo
wie ^ Kt ,ih por *er o OMki mirificado lem gerapre nm comp\m sortiraento de todos os
t*~ ate : ,- ^ !... < mta peio t-ms i.alaiar, Cj -arro?, fumo picado eon lata-. Tem igtn'meoM
prtOT ?. entro qu.^m-r : vender oo dep.ito 03 afamados cigarros Conde d'Eu, Mtos cam mag
i** u & L. : roa Larga do Ho-. njril.0 bapa| de palha de railho e fumo sw^T(,r
' Para guverno de seu> fregueiPs, i|ne tem eti;ele-
eido depsitos fillaes, as casas d..s Srs. Taoma:
Francisco de Salles Rosa e Maooel de Sonta Cor-
deiro SraSas Jnior, ao balrro do Reciff,- e todo
ii::nio for veodido em ontras ca??s coro a ttrnia
de S"iua Novaes & G. san falsficidos.
AOS PADfiES~T
A Nova E 63, ijuem vende as mesh res n.*ia* de laia : a
unaotidade pequea, portanJo ellas auins que
ie a-ab^m. '
Livjos inglezes
Aenda se por commodo prego, na roa do Com-
mercio n. 9. um excedente |go de livros, com-
p.'!lo de diario e razio.
Vende-38
8raaJ(04 asa situada tu Capjnga. com 5
fiara. '2 .aiS. coziolu, cacimba e um
jpan-te qitrai oleotidi: a traiar na ra
i* de 4 !* t!. 7 Io indar.
/
/
GVg.rara os c^q'Ji gfiod*s daotoJa c muilo
a>>wi->., v r- n pdto liuia vap'T efi-pat.' da En-
mm ; a r,tr> que h ;> 'V: oo B"r do
- Vciu, iuj daCa '
Prevenalo necessa ia
Quando mnitas lojas proeuram adquirir grandes
lucros nao couipadecendu-aa d3s boleas alhems,
a Nov E^ptranga busca conegoi-4" sem^ue de
forma alguma va eo;esica-las ; porque >o%ae sem-
pre o !-eu aotigo e santo sy^tema de vendrr bara-
to vara vender mnit t cliegir assim ao fim dte-
nd>>.
A Nova Esperaoca n> almeja somente o lacro
uecuaiario, suas asprfacoe sao mais benvola?,
em quanto ao interese maierial, 0* utenta-se com
a mediocredads, em quanto porm ao moral, ou
enlo ao tsseucial ijue ella joiga orneadasen-
ie nina va>ta ambicao, que deleita e taz toda a
guerra ao co?tuiim macarrnico da caresta.
A sua preveueji oecessaria, consiste em avisar
ao respeitivel publico e especialmente ao bello
sexo, qae ella e.-l seinpre prvida do que ba de
meii r e mais elegante no mundo das modas, e
eusao necessario nao deixarem a Nova Est.e-
ranga para prefnrem ouiro qualquer estabelecl-
meuio, porgue aqbi, o lypo da careslia, e-alli,
(na .Nova Esperanga) o epylogo de tudo quanto
b m e barato.
Cal nova
chegada recntenteme de Lisboa no patacho
portoguez Js ; lem pata vender Joa-
quim Jos Gonoalvee Beltr3o, no seu es-
criptorio raa do Commercio n. 5.
ISNTr
O verdadeiro Porilaud : s se vende na
roa da Madre Daos n. 22, armazm de JoSo
Martins de Barros.
rain
Vende-se dnas casas em cbos proorio, no lar-
go da Soledade n?. 18 e 20 : a tratar na ra da
f>ui n. 4fi. andar.
taz.
Vende-se gaz, latas com torneiras a 73000 e
360 rs. a garrafa : na rna di tlangel n. 37.
Vende se a bcu. conbecida olarla Taqnary, na
Torre, com excsluiDio kirlj p:raj' embarque, lano
do mare pequea c. mo gran%i cem muito bom
barro pars obras finas, e b jas baixis para plan-
ug.?.o de capim ; e timbera retalha-se o terreno
emulles a vontade dos pretenden tes : quera pre-
tender dirija-se a estrada nova doCaxang a tra-
tar com D. Aiw.a FranoUca da Fonseci Pimenta,
para com dadu; certos.obter lieeoga doDr. juiz
de orpbaos por (er .-ua lba menor parte em dita
proprfedade.
MApXES E C^STANHAS NOVAS.
Em caixas encadas hontem no vapor, propria
para mimos do novo sano e ret : na ma Jo
Araorim armaze n. 66.
Oura rpida e ; adical dos
calos
pela pomada Galopeau
Essa pomada qoe lao 1> i r-sultadus tem colhi-
du as pessoas qne della t- n feito nso acaba de
chegar para o seo dep siin especial,.
NA
Pbarmacia e ilrngaria
DE
Bartholomeo & C. ma larga do Rosario nu-
wm .'ti-
I 0. i'. D yie tem emsen
armazem. para veader
O SEGUINf E :
COGNAK HENNESSA.
VIMHO XEREZ.
DITO DE LISBOA,
F1LTBADE1RAS.
Birria
A' ra do Commercio n. 38.
Formas pura plLis e oan-
gica.
A loja de loaca da ru3 l'rimeiro de Margo n.
16, de Bernarlio Duaite Cmpos & C, checa-
rain as muito desejiias firma* de louga para po-
eta e caugica, as (|uaes se sendera por mdico
pregi.
- No escriplorio de Vicente Ferreira da Costa
jdrjto ae arco da Cocelg?o, vonda-se o segninte :
caixas com vidro de grosfnra dupla I|l3, i6|li,
t7|l, S9| 14 e iS.i'i, camas de ferro coro eslrado
de palbinha.de 5 ptlmos de largura, do gOfto mo-
derno, lavatorios de ferro com espeibo baldes e
regadores.
DE
TaRIKDaDEl
PAltA O ffiSO DE 1872.
Conten do :
kale.ndamo adoptado dicesi; de Pernambuco-
tabella dos pciidumenit s ijue sao e brados
peU secre arias d- t<-ibjna presos e horas das partid dos trens das estra-
das de farro e das eompanbi: viuciaes DVeiona-s ou estranjelras.
le da (XtiDcao o. elemento servil.
lista dis n-ivus n' mes las ru>s desla cidade.
A 400 r. na livrsna Universal.
da.
8astemo resfi.iir.svo
siHiile .
PEL.V VERDADE-1U FAHINHA
4, Du Barry dVsrabia
03 abaixo assignados fazem scitot a seus fre
guozos, que pelo vapor ing!ez lui-flata receberatr
Jegunda remessa d'e.-sa excellente farinha, cuje
aso muito se recommen'- para as criMicas, pe*
soas debis e convalescentes, applicada c )i rec.)
nhecida vantagera as coustipagSes, diarrhea?
oausea do estomago, tosse, eserro de sange
phthysic-, etc. etc. Preferida anda pelo agradave:
A' rna do coramer :iu o. 10, e?cr.pt^- I
rio de foe Joaquim da Costa Maia, en- S
contra-se para veuder por frjmmodjs
pregos :
Azulejos hes;ianhes.
Folb de ferrj galvanizado para telha- g
do de. diversos tamanhos.
Ditas de dito dito lizas.
Bicas de ferro galvanizado.
Cumieiras dito.
Portadas completas para caniaria.
Lsdnlhos.
56 ARa do Mrquez de Olinda 56A
outr'ora ra da Cadeia,
LOJA DAS MACHINAS
Sendo este anti^o estabelecimento assaz conbecido como principal e rectiiiman
dado pelos grandes depsitos e bms sorttmentos com que sempre prima em ter d
a.el'oras, mais acreditadas e verdadeiras machluae &naerleoaa para aig*
d9, desde 10 60 sorras, e ha vendo em todos os tamanhos diversidades de sjs*
mas e melhoraroenios para perfeito e rpido descarc-camento; tornam se dignas d
screm vistas e apreciadas pelos Srs. agricultores; os qoaes, alm disto, encoatrari*
tambem mais:
Apurados vapores logomoveis, de orca
de 3 4 cavallos, e pertences.
Machinas para lavar roopa.
Arados americanos para vanea e la-
deira.
Carros* de mo para atterros.
Tinas de madeira.
Baldes de dita.
Ditos de ferro estanbado.
Ditos com vlvula para lavatorios.
Ditos de madeira para compras.
Apparelbos para jardins.
Guardas-comidas.
Tampas para cobrir pratos.
Tarrachas para fazer parafusos de ferr".
Ditas dita ditos de madeira.
Trens para cozinha.
Ternos de bandeijas finas.
Emfim muitcs outros artigo.*, que
examinados.
Correntes para arrastar madeira.
Cylindros americanos para padarias
Pertences avulsos para machinas.
Salitre refinado.
Breu superior.
Moiohos de diversos fabricantes par
milho e ca'.
Debulhadores para millo.
Azeite de spermacete para machinai
Camas de ferro.
Bombas de Japy.
Ditas americanas.
Cofres de ferro patente.
Canos de ferro esm?tado3.
Ditos de dito est3nbado.
Ditos de-chumbo.
Ditos de borracha.
Folies para ferreirc-s.
s avista e r.este estabelecimento poderlo f

-
i^t.'-Q
::'.>C*
mMfm
m
m
Si
MACHINAS
k BIS
De 10 a 40 serras.
VAPOR
m
para mover as maemnas.
Em casa nos iMPOKTAnoiiEsIRua do BuDB-Jaaas n. i
Siiaw Hawkbs A C. I outr'ors Cruz.
1JLA
A 3.000 rs, a po'.
Cambrata transparente com 10 jardas a 3*000
a ppga, vjpchincba : na ra do Crespo n. 10, loja
de Giiiheroe; Carneiro da Conha.
* Canicas inglezas
A loja dos Areo< i ra Pri neiro de Marg\ on-
tr' cbiochas. \
Camisas inglezas de slenla mil ris a duzla a
00(0. \
Laas com msela Je seda a*pO. -
Dito de qnadros a 160. y
Cambraia braoea fina de 64 a\i,
Damasco de lia com 9 pulmos .de larzura a
1*500. ^
i
No Mnzo Elegante vcuda-ae tinta rxa extra-
Sos, a meihor que teoj apparecilo at boje, a
U'KX) a botija ; a ella, antes qae se acabe : na
ma estreita do llosario n t.
PARV NOlVADttS.
Bonitos ports baqpf.
njaJreperola Duilae :u-
\
WW
MUTIUDO
Lindissioios leqaes de
teiraments novos.
Cortioados bo*dadri?.
Camisas bordadas para hemem,
Finas raeias de seda para ?enbora,
-A Nova Esperare oaem tem I I I
DESAPPARECAM AS SARDAS
A Nova Esperanga a-roa do Duque do Caxias
u 63, acaba de recebar o bea conhecido leile
de rosa branca, e tambera.leite virginal, os qttaes
fazem desapparecer as i ardas oo pannos.
/
/
ROUPAFEITA
NA
Eua do Crespo n. 20.
Tendo resolvido n3o continuar a ter grande deposito de roupa eita, offerece ao
respeitavel pablieo, e aos negociantes de fra, um grande sorlimento, por prrera bara-
tissimos para acabar.
Palitts sobrecasacos de panno fino de
M a 305000.
Ditos saceos e refranqueados de casimira
de cor de 50508 a 9/OOO.
Ditos, ditos e ditos de panno preto de 50
i 124000.
Ditos, ditos e ditos de alpaca preta de
i500 a 50000.
Ditos, ditos e diloi de alpaca branca e
le cr a 20500.
Ditos, ditos e ditos de bramante de liobo
i 20500.
Ditos, ditos e ditos de bramante pardo a
20500.
Calcas de casemira de cor de 50500 a 90.
Ditas ditas preta de 50500 a 9)9000.
Ditas de brim branco de ioho de 20000
a 40000.
Ditas de brim branco de algodo a.....
10200.
Ditas de brim de cor de 10600a 30000.
Ditas de castor de 10000 a 20500.
Ditas de brim pardo de 10000 a 2*500
Camisas de Amella, grandes a 30000.
Ditas de algodSo, muilo boas a 21000.
Ditas de liobo muito boas a 30500.
Ceroulas de bramante a 10600.
Cobertas de chita a 10500.
Lenr-os de linbo abainhados a 40000.
E eulros muitos artigos por pregos
Carneiro da Conha.
baratissimo para acabar, na loja de Go
\
LIQUIDADO DE FIM DE ANNO
AO 65
RA DO DUQUE DE CAMAS
(Outr'ora do Queimado)
Este estabelecimento acaba de receber um importante sorlimento de diversas li-
zendas proprias para vestidos, serrdo poopelinas da soda, sd.is, laas, percales, ditas c<>*
barras proprias para babadas, lindas oambraus crox, e em fim urna infinidade d'arfi-
gos de moda, tudo proprio p3ra a festa, o que tudo vendei por precos nter ament
razoaveiB, em conseqoencia de estarmos prestes ao fim do anno, e e 65 nao qaer ter
grande trabalho com o seu balando, preferiodo tomar dinheiro a fazndas, convtda-sa
portanto ao respeitvel pobltco a virem sortir-se na loja do 65 aonde coraprarSo por pre>
os que n5o obter5o em outro qualquer eslabeleeimento; em fim ver para crer
RA DO DOOE DE CHUS
(Outr'ora ilo Queimado)
I


T
^ *? "
.
\
_. ......
/
Dar o d Pernambuco Tenja leira 2 de Janeiro de l 7 2
*
*
\
f
s.Ef limites
Nk
LUJA E fiMZEM

'I
1
FLIX PEREIM DA SILVA -ft C.
KA RA DA I&PERATRIZ N. 60-
a dinkiro vista
. /
Os proprietarios este estabelecimento tendo gra de necesidade J diminuir o a
menso deposito que tem de fazerfrlas e grande urgencia de apunrem dinheiro, tem re-
oivido faaer unw verdadeira liquidaco com grandes abatimenos nos precos de todo;
os seas artigos: pan o que convidara ao respeitavel publico desta capital a vir sortir-s
pois toe garrttem que era parte algoni podero encontrar to grande so.-timentoe mes
roo nio compraro pelos precos qne se Ihes pode vender na loja de Pavo ; porra ad
virtinda-se que s se vende a dinheiro vista. Os mesmos proprietarios deste estbe
lecimento rogara a todosfos seus desdores desta prafa o favor de viretn saldar seus de-
nnos, e todos aquellos qbe estjverem devendo conias antigs e o nioffz'jrem tero dt
e-r encommodados judicialmente.
Saalnhas barata do I*av3o.o
Alsacianas cora lia as letras de seda a
jJPOO o covado.
Ditas lisas com muito briiho a 14 o ce-vado
Allantas, fzenda .:e muito gosto teeida o
com sdi a 720 rs. o cavado. hran
Loja do Pavo
SAFAS BRANCAS BARATAS
a 2500 e 35000.
Pavo vende co*tes de boa fazend.
com "bonitas bsrras de pregas, pele
""P""* w,rau- hr-anca com bonitas torras de pregas, pele
Ditas com quadros de seda e cores muito baratis imo preco de 500 e 3000 cads
'' icalia R41 ____s .____j.___ i. _. _. j ..
delicadas a (ii.
Poil de chvre, d'uraa s cor com muito
brilho a 500 rs. o covado.
Merinos eseosezes fazsuda de muito golo
para vestidos b imiuj e roupas de aisiino
a 6iO rs. o covado.
Garguro muito bonito, tendo de todas
as cores a 400 rs. o covado. .
L3ss-nhas rrodera35 com diferentes gos-
tos a 4U0 e 500 r?. o covado.
Dius dit.s a 280 e 'MO rs. o-covado.
3areges transparentes com differeoles co-
res a 100 rs. o covado.
Alpacas de cores lisas e lavradas fazenda
13 moitj gosto a 500 e 800 rs. o covado.
Cassas do Pavo.
Cutas iugiezas com bonitos gostos a 200
% ?49 rs.. o covado.
Ditas finissimas a 300 rs. o covado.
Ditas francezas de muita phanUsia a 400
rs. o covado.
Cortes de cassas com 7 varas fazenda
anito fina e bonita a 500 e 30000.
Oitas d'organdy branco e de cores
20500.
; CORTES D'ORGANDY A 4,J000.
O Pavo tem cortes de orgaody branco
nono 8 1/2 varas q"je' venda pelo barata pre-
co de 45000, assim como finissimo organdy
branco com istriohas e qoadrinhos o me-
tbor que tem vindo ao cr-ado e vende
pelo barato preco de 720 rs. a vara.
Ponpei'nas de seda a &0Q
O Pavo tem um elegante sortimento de
ponpelinas de s:da tanto lisas como lavra-
das as mais modernas qne tem vindo ao
mercado e vende a 20000 o covado.
CAMBRAIAS LARGAS A 800 RS. A VARA.
O Pava) tem craoraia branca transpa-
rente de boa qualidade. com 8 palmos de
largara, que apenas precisa 4 varas para
um vestido e vende a 800 rs. a vara, dita
finissima da Escoss tendo a mesma largu-
ra, que vende a 10000.
CAMBRAIVS BRANCAS A 4-5000 E 40500
O Pavo tem pecas de- cambraia branca
transparentes com 8 1/2 varas que vende
pelo btrato preco "de 45000 e 45500, ten-
do tambera uiuiio finas de 50000 at
105000.
Ditas tapadas ou Victorias tendo de 35500
pega at a mais ika qjaa vem ao mer-
cado.
?rosiieaijiscs prco e de cores.
O Pavo tm um grande sortimento de
grosdenapls e gorguro preto para vestidos
tendo de I0GO3 o covado at ao mais so
perior qoe eostma vir ao mercado, assim
como um grande sortimento de ditos de
todas as cores e branco e um bonito sorti-
mento de Retios branco e de coros que ven-
de por procos mirto era conta.
CASAQINHOS A 155. W E 205000.
. Pavo lera nni gSS 8ortiaento de
icos casaqainhos de Ztil 'preta muito oei2
enfeitados e modernos que vende a 155.
18i5 e SOjJQGO, sendo fazenda de muito
mais valor, assim como ricos chales pretos
bordado3 cora franjas largas de retroz a
105 e 125000.
1 CORTINADOS PARA CAMAS E JAXELLAS.
a 85, 105, 125 e 1-65000.
O Pavo tem ura grande sortimento de
tinados ricamente bordados, proprios
pra camas e pnellas qoe vende de 85 at
5000 o par.
'ecM de cambraia adamascada com 20
bs a 105000. crochet ricamente bordado
ra cortinados a 15500 o metro. Assim como
\s damascos com 6e 8 palmos de larga-
proprios p3r3 colchas de camas e tam-
ricas. colchas de damascos imitaco de
e ditas de crochet as mais lindas que
'vindo ao mercado.
SSELINAS
DE CORES
COVADO.
A 400 RS.O
O PavSo tem um bonito sortimento de
Icsselirfas de cores, padrbes inteiramente
dovos e cores fixas, que vende a-MO rs. o
covado. Ditas brancas maito finas a 400
e 500 rs. Melim branco da ludia muito tino
para vestidos e roupas de meninos a. 720 rs.
o covado. Cretones de cores maito eucor-
pados para vestidos a 600 rs. o covado.
Metralhadoras!
Ckgon para a loj3 do Pavo am nupoiftio sor-
timento dd cories de vestidos de cambraia com
bJbMj braceos e de cores, danominados a me-
ralbidora, Fnndj e?ta faeDda a mais moekrna e
*8Bielhor g05to que la viHdo esle anno para a
test. jjsim torvo recebeu tambera nra lindo
nimenio de cortes de cambraia com palminha
boriMjfl a I|a, fazaada de malta pftaotaiia, e ven-
-'tado mu mais barato do que em oatra
4 Alau-T parte : na. roa da I aperatriz n. 60, bja
arBuzera de Per eir da Silva 4 C
-.
Popelinas de seda
A liKOO rs,-
*i lo] do Pava .Tende-se um elegant sorti-
mento das nwiaores a ids modernas pepelraas
* sed, qne se liquida pelo baratissimo pre^o de
| Impesame b. 60, kj de Bareira da Suva *
urna, grande pechincha na rus da Impera
triz n. 60, loja do Pavao.
MODERNAS BAREGES COM LISTRAS DE
SEDA E- FRANJA AO LADO.
a 800 rs o covado.
ChPgou para a loja do Pav5^, ra di
Imperatriz n. 60, um elegante sortimentc
das mais lindas bareges modernas e tend<.
ao lado bonitas listras asselinadas e franjas
para os enfeites, as qnaes se veoiiem.pelc
baratis. imo preco de 800 rs. o covado, poi
baver um grat.de sortimento desta nova fa-
zenda ; a-sim como delicadissimas baregei
com lidas listras de seda, sendo fazenda d<
muita-phantasia a 640 rs. grande pecbin
cha, no anaazem do Pavao.
Fazeuda para luto.
O PavJo tem um grande sortimento di
fazeiid3s pretas para luto, como sejam :
Merino preto com 6 palmos de krgur:
para vestidos a 2#0u0 e 24500 o covado
Merinos pretos e de cordlo para todo
os precos e ditlerontes qualidades.
Bombasinbas para todos os precos.
Cantes e alpacas pretas. Laasinhas pre
tas oa cassas de la de 360 al 500 rs. (
covado.
. Cassas pretas francezas e ioglezas de to
das as qualidades.
Chitas prets francezas e inglezas de 20(
rs. para c:ma.
Crep preto para veos.
CASEMIRAS PARA CALCAS A 4& 55, 65
75 E 80'iOO,
O Pavao tem um grande sortimento d(
cortes de casemiras de cores para caifas
sendo os mais modernos que tem vindo a<
mercado e vende-se de & at lOjJOOO (
corte, ditas em pecas francezas e .ingiezas
para ca'cas, palitots e colletes que vende d(
1)5800 at 65000 o covado, ditas escoras
prova d'agoa que vende a 55 o corte oo ;
35 o covado. sendo estas casemiras mait(
proprias para meninos de escola por seren
es :uras e de muita durac|o.
NOVOS VESTIDOS A 55000.
O PavSo tem lindos cortes de vestidojl*
finissimas cambraias com bonitos bordadoi
de cores e tambem lodos bordados branc
que vende pelo baratissitco prr?.o de 5500(
cada corte, grande peebincba.
PANNOS DE CAO CHE PARA CADEiRAS I
.SOPHS.
O Pav3o tem um graedo sortimento di
pannos de croch proprios pra encost di
cadeiras e de sphs, assim como um rici
sortimento de tapetes de tedos os tamanbo;
proprios para salas.
MADAPOLO BARATO A 45, 455C0 E 55
O Pavo tem pecas de madapoln com %i
jardas ou 20 varas que vende a 45 e 45oO(
a peca, dito muito fino e largo de 65 par?
cim;, dito francez do melhor que tem vind<
ao uu-reso, pssim como dito fiaissimo en
oaeasJA iO jardas.
Ctsvte de chitas.
a 15600, 25000 e 25800.
O Pavo tem cprtes de chitas frsacezs<
com 10 covado*, que vende pelo barato p.e
co de 15600 e 25000, ditas que vende .'
160, 200 e 280 rs. o covado, tambem ten
um grande sortimento de ditas finas clarai
e escuras que vende a 280 e 320 rs. o co
vado e finissimas percales miudinhas propri
as para camisas, vestidos 6 roupas para me
nios qoe se vende a 360 e 400 rs.
/ LENCOS BRANCOS.
O Pavo tem lencos braceos abanhadoi
qa'o se vende a 25400 e 35- a duzia, ditos
grandos de murim sem ser abanhados i
3200 r3. a duzia ; as3im como bonitos len-
cos borddos para mos.
ROUPAPARA HOMENS.
Sobrecasacos de panno preto fino send
muito bem feitos- de 125 at 404000.
Palitos de panno preto fraques e sac *
de 84 at 124000. r
Ditos de casemira de cor de 64 at li/i
Ditos de alpaca preta fina de 45 a 65000.
Ditos de dita branca e de cores 65000,
Ditos de brim de liDbo Iranfado a 65000.
Calcas de casemira preta de 64000 at
124000..
Ditas de brim branco delinho de 4500C
at 85000.
Ditas de brim de linho de cor para todoi
os precos e' qualidades.
Camisas francezas e ipgiezas com peitof
d'algodao de 14600 at 54, em duzia veo
de-se mais barato.
Ditas de meia de 800 rs. para cima.
Ceroulas de linho e algodo, francezas (
feitas na trra.
CoHarinbos de papel, algodao e iinbc
qoe se vende muito barato par liquidar.
Para noivas.
O Pavo tem rico gorgnro de seda, bran
co. Grosdenaple branco maito encorpado
Agraciannas brancas eom listras de sedij
Ponpelinas brancas de seda lisas e lavra-
das. Sedas brancas, lavradas e lisas. Ca-
pellas com palma de flor de laranga com
ricos veos bordados, qoe todo se vende mais
barato do que em oatra qualquer parte.
A loja do Pavao aeha-se constantemente aberta das 6 horas da manaSa at ai 9
ns da aoite, roa d44oeratr n. 60.
NOVOS S0KT1MENT0S
O arinn/ciu lo vapor
Francez, Vtaia do
Ilarfi" la Vlererla
(ontr'ora na {to-*
?a) n 7.
Acaba de reetber novas facturas.
O armaieai do vapor
France/. rtia do
Ilaro da Vicio ra
( onr'ora roa \o-
va) u. .
'Calcado
Bu(im> de Sut r e.i- P'hk, psra h 'menieim-
pleto sormomo pnra I. do< os gotiip ontadt
tas compradme?.
Bota e perneir* para montarla. .
Botinas p; la ti.h^r^s e uieninas.
Abotinados para meninos e n*ntrna.
Quinquilharias
1e pnantisia e lux", coran spj'.m : pttbos, lavas,
as da ouro, cerrente de p'aqu*. ricas carttiri
iliis para dinheiro, ca xinhas de cesluu cora
nnsicas, eMprioscnpo de 50 vlstia com mnsica,
rulcas de sida a cestiohas diversas para braco de
enh ras e de raeoraas. ocnlos, pencenei com vi
SapatCes ic biierro, veniiz, cordivo, e de brti I Iros rta erat, chicoiiohos e b#H|al'ai todo isto
lo differenles roodellos e qoalidadcs em grande
nr.mero destes artigos de qainjnilhanas li.ias dt
/fto qoe nao se pode bem rarncioaar.
branco para how-m.
apatos de i:>bsie avilludados de Jbirl.4, case
mira pri t* e !tjo\;a purta^Qcze>.
Sa'patos de vaqueta de verniz con: sola de ma-
nir proprios, para binhos.
Perfumaras
Ps extracto?, bachax* cosm-tico-, ,.|*o* opia
tas, posea, agua a c-1 gne, agua iivioa, u..
florida, dentifrice lavan le, 'gua de tojlet, liotur
para barba e .bello, pi d". arroz, abneles.
ate.; todo isto de prlmeira qaalidade dos bem co
aheeidos fabricantes, Pivjr o Coudray.
Brinquedos
" O maif sortimento que se pJo Jesejar de toda
sorte de brioq ledos fahricados efn diversos paizos
la Eorjpa >ara en'.reteninento da? crlanfass
Carrinhcs
8 berijw de vi raes para cxianfis, de novos difle-
reotes modelos precos coramedos,
oarsiiss
nero 7.
Presos.
Em virtude das novas faetnras e f rdens ios fabrican!", vendee ag. ra ".do X prec/).-
lissrraos : ro arn.aiem Ji vapor fraic z, roa do baro da Victoria, ruir'ofa ra Nora bu-
Eua da laiperatriz n. 40
O proprietarios deste bem conbecido, e acreditado eitabeleeim.'ntr', resolveraiu
fazer urna liquidaco d;is fazendas existentes, e pelo maior preco qu pcidtrem obtar.
n3o engeitaodo preco algnm at o fim do anno ; porlanto pr.vinem aorespeitavel publico,
para approveitar a occasiio de comprar bom e barato.
Lengos brancos grrndes de esguia j j
ab^ialiados''a 3^200 a duzia.
Ditos ditos il2 algodo, e com abalallado
largo e pintad). 191
Cuslumes' d alpaca de cores enfeitados;
de seda e 15a para meninos.
Palota de a'paca de cores pars liomens a
3 Capellas e"\ eos .para noivas, tudo junto,
prego muito barat).
Ditos adamascados para camas ejanellas,
j recortados.
...Grande sortimfnto de bareges, ISasinbas!
e alpacas pretas o de cores, lavradas e lisas
para pr- <; s muito em cenia.
Grande variedaie de chitas de 240 at
100 rs o covado.
Cassss de cores, e mbraias lisudas para,
diversos pregos.
Um crimpUlo soriiment) de" roupas
feitas para ti mens e meninos.
Casimiras pretas e de cores, pannos fiaos
azues e pretos.
' 9 toes-de cores para retidos, padrbes
miudinhos a 4< O rs. o cavado.
fimbralas brancas borda-Jas pira vesti-
dos a 8)J500 a pega-
ROUPAS FEITAS E OFPICINA DE ALFAIATE
Urna grande quantidade de palitots, caigas,
colletes do pannos, casemiras e brins para
todos os pregos.
Camisas de la, ditas de meia, ditas de
linho, francezas e inglezas, collarnbos de
linbo e de papel, sortimento de mantas e
grvalas de seda preta e de cor, bowoos e
ontras mui'as fazendas, %mo sej m :
Bramante de Kobo e de a'godo aloaloa-
do trancado e admacado, esgoiio, meias
para boTens, .'eohoras e menmbs, ceberto-
res, colchas e octrs rositas fazendas qoe
nao descrevemos parao annrnCio se nao tor-
nar enfidonbo. A dinheiro.
Pelo prego que se vende ti a dinheiro.
iO PAPAG4I0
ME
NA
Ra da Imperatriz 11
DE
40.
i\
lirca sevionmprocessofmaisperfeitoetrae at-
; de tal forma a satisfazer as exigencias mais
vtraa da escriptnracao.' .
i. tna cor iindiesima e jao precisa de caida-
oaifnm para se conservar no tinteiro sempre
am a mesma er, sem borra* crsta, bolr oo em
u astas mazeas intiereotes todas as tintas
ti agora conhecida$, aleda mesmo dos melbores
stores esir&ngeiroe.
iobretuo, este estimavel producto nio ataca as
teas de a<;o, antes pelo contrario, a penna
aoEir om eimalte dpnrado que sendo inters-
tat, 4 asss proveitoso.
?#'.a tinta, aao.sendo especialmente para copiar,
i cocotudo Coas, tres, ou mais copias nra mex
'fpoil de escripia ; preciso, porm, deixar-lhe
!papet bem mclhso sem o enxugar eom o mata-
oirao, porque nio ha o risco de borrar. Parase
rr a ais de ama copia, nao se agglomeram tan-
n fjltias ^dantas copias se craerem tirar, mas
ai- se coa o original tirar a nma tantas qnantas
'vjam, sem qn-e o original fique prejndicado
i-.u i'.ragoes.
corre aqni dizer que, para copisr importa
.*-
1' .
itta SateHitjeocia e habilidade, sera e que a me-
jor Unta cao satisfaz, e.o deleito reeae sempre
c*rt a tinta, qu9 umitas veces i qaem menos
tupa. um.
cp!a qcada'e desta tinta extremamente
ri?.vei. pbis qae evita que era qnalqner es
-neterio ba;a mais do que urna tinta para os m-
ns;* mistare!.
Ik qtiseto 4 sea darabidae, nao ha a oppSr
jtcMOT aviSa pois <;u tm tinta flepok de ei-
cripta soffre o choque de cidos fortissimos, sem
se decompor; ora, se os cidos nao tem acco m-
bre ella, muita meaos a ac$o do tompo a poaa
destruir; isto plaunvel.
Nao* s ao commercio que este meu producto
veio ser til; os professores do3 coegios, investi-
gando todos os meios para o adiautamento dos
seus discpulos, tem approveitado esU tinta, que
com raxao a acharara apta para desenvolver o
gosto nos educandos, em consequencia da belea
da cor e acilidade de correr na pequea peta sua
liquidez. Ha exemplos de enincas que havia
muito tempo tinham nma repugnancia extrema
para a escripia, logo-que oi admittida esta tinta
no coliegio, apoderou-se dellas a curiosidade e o
go.;to, e ponco tempo depols o seo adianttmento
era manifest.
Esta tinta, a par de tantas vantagens, tem um
onico iBconveaieate, deteriura-se ao contacto de
oatra qualquer; cenvm pois W-la em Unteiro
iseotos do menor vislumbre de outra UnU, e evi-
tar escrever com a penna soja de urna preparacao
differente e incompativel; verificando isto, nao ha
rafio para se usar de Unta que to seja a VIO-
LETA EXTRA-FiNA DE MNTEIRO.
Observare.
Diversas (alsificacoes esemelhancas tem appa-
resido. 9)1 dorabilidade duvidosa. Os Si?.
comtvnores podem evitar o engao dirigihdo-se
casas circumspectas, e peduido a unta qne eu
fabrieo
/ A. G, Motieiro,
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N. 24 -Rua larga do Rosario-N. 24
E' sera CvDtfstao, um dos bem mentido.es-abelecimeolo A* j".a- '." i ...
do R-c"^, <. enilo seus prcprietar.of asss.caprichosos na eeo!ha oot OBJeclc-s
xpoeui a venda, leu;brsm ao respenavel publico que aproximando-se a fcsU, uie 'j-
ram uidif.Teotes, maud^ndo vir de conta propna, di Ear pi ura vadadiftaa soriimtn-
to que pelo bem gosto e prcroroso traba no impiriam elegante' preenta pan a i ...
idolatatrada, a atilhada querida, a consorte fie', a rr extraosa, a torp (!.-! cada
fioalmente a ud.i aqotleu ai|iia;la que se qoeira mlicosear pela fes i a do natal.
Nao endo eufadonh), respeiiavcis leitores, prestai atiengo it fita >!
annnncio que encontraies, com certeza.
Para o bello sexo
Paras de brioeis de phantasia a .85, 95- 10 e 12f, 'V? d e< rA a 3j I '
ditos para lato a C e 8a, meios Mereces modero*! com brincos a ildoeta* a l,
roMtinhai de diverso? gosto* a 3#, 6| e 8 o par, pulceirioha' de coral s "tW-TO, >!
tirhas de dito con cruzes de ouro a 5, ca^ ileUS com inscripcS^s (ibra ch--.ip) a Jt
e 8, fias d coral a 2, cruzes de ooro ecoral a W, i. 6i e 84. d (.* de H*ra!-
la, peros e rubios I2, il5,16 e I8, aunein com b >nila. pedras h para erm
Qa a 3501, (Ijs de pedrai flaas a 6 e broxes para rarai.* a I6J e 20J
Aos senhores cavalheiros
E' : r.ente na Flor de Ouro que se vende Jolas de gosto e por j n.-i duil.....
como s(jam : guirnii;oe c-m tres bolo.'S para abertura 4, pares Id ditos e 1
f-reateb gostos a b, ditas a 3, >las para puchisa 9f eadeas multo c!;i,."' s '''.
d.tas a C$S0Q a oitav... pencinuz de prata dourada a 4, i!.00 a off, ro> .
cadeias a !2, medalhas com leras a 8; alu da um grande wriiimote brilhantes, brincos, brajeletes, alfloctes, adere-jos completos, meios d)t'S de pedr -
as e coral, medalliSes, volias e trauceliins, anneis cora letras e de<5iversys inode1..-,
ocnlos, pencinez de ouro, relogios de ouro e prata dourado e de afauados bbrieait*,
assim como grande sortimento de obras de pratado Porto, unto pra o serv,
mesco, como para igrejis, e garantimos ser tudo lei.
A Flor de Ouro contina a esta? abeit at
Wti
'--
.'
as
,. v-
--;<
8 boriis di noute
.- 1.
JOAQUIM
LOPES
MACHADO 8: C
Travessa do Corpo-Santo n. 25
ARTIGOS AMERICANOS
Cylindros para padaria.
Cirros de mo para eonduzir fazendas.
Machinas para descansar algodo.
Polias de diversos tamanbos.
Canos de ferro galvanisados para inci-
tamento d'agoa.
OBJECTOS PARA CARRO
Oleado preto para goafda-cbava
Dito de cores para forro de dito
Chicotes para dit >.
Pontas de langa.
Gales de seda p:'.ra o fon. de til
treitos e lardos.
Pregos de cabera de marfim.
Escovas para dar grata.
iri
i o -
w*
CofreS de ferrO de Milners e ootros
X reiiyaS para copiar cartas.
BalailQaS U8 peSar, Detimaes, Romanas, etc.
Tachas de ferro, f8lanhad0.
Arados Americanos
IrraCieS* para gricoltura.
Carrinhcs de ma 6.
Machinas a Vapor
XELaCllinaS [e vnapaS U.e MITO ga|var.isadas para cobrir casas etc.,

.

Estes rtigos vendem-se em
casa dos importadores.
Shaw, Hawkks 4 C, ,
H. 4 RA DO BOM JESS.
(outr'ora ra da Cruz )

I
^S
A 4^000
Cortes de nansne a 4*000 rs. pechincha : na
roa do Crespo o. 20, loja de Guilherme Carneiro
da: Caoba.
Vende-se urna cama de casal eu> multo bou
estado, faltando somante o lastro de palba, e. urna
exceilente machina de coftora, nova em irrito
bom estado : a ver no corredor da Bispo n. 55.
Liaras slwliflis.
Vendeie no arraazwn de tazenas de Awgus
P. de OliveiraA.(L, rna to.Commerno mal.
E' iiom os meuiuii
A Nova Esperanca a ra Duque de &>va *-
63, aoahade receber os engranados boo-c.
: borracha, a elles...
Vndese om^erreno cora 134 patoi '*
' trente e qnasi S00 di fundo cercado e l:
Parte d Madeira, emteebqrlbe T
i gresso (Stedade) a. Fx^W** ^
' \
;



Diario d* Pernambuco Terqa eira 2
UTTERATBRi
Apontamentos pira a historia.
0 VISCONDE DO fUO-BRANCO.
( Coacluso. )
Nao, meus senbores, esta di, ni)
cessart i do repet! o, ponetroo no Wiril;>
racional do Brasil, e rao poja tleixar de fi
car victoriosa I (Mulos apoiados; J muito
bem t)
A discosso Q oti fa dente encerrad
no dia Io de joono, ganliaado a emano ai
cao a saa primeira batalba. A votic) f'
nominal, reuuiodo o governo G3 votos CJfi
ira 35.
O pjvo que m-sse dia, como era lo i"-
03 otJtro, assistia discusso com ansie
dade, retiroe-se das galenas da cmara,
convencido de que 35 dos sens represen-
tantes eram contrarios mais ardeute (tas
aspiagas nacionaes.
Eslava definida a sitnago.
Aprese&tado o parecer da commisso es-
pacial da cmara dn deputados, devi* o
projecto entrar em discusso ni sess5o di
da 10 de julho; mas um dos ui -is distioc-
tos membros da opposigo, o depatado b'er
reir Vianna, levantou-se, e apoz un loriga
discurso concluio pedindo que, era vez d >
prpjecto do governo, eolrasse em diScnssS >
o da commisso ospecial de 1870. lira
am meio de adiar o corarea di debate, e
de dificultar a passagejn da le.
t Pensei, disse o visconde do Rio
Brinco losando a palavra puo depo s,
pensei, Sr. presidente, que mi foss ntje
dada a honra de as-istir ao debate d) ira-
portaniissirai projecto posto na ordena do
dia desta angosta cmara ; com sor prez i,
portal, ouviudo ao Ilustre deputado pelo
municipio neutro, r. conbeci que, em voz
de adianiannis n-i.-te grave e nrgente re-
coci, trabamos retrocedido ao voto de g a-
cas, j discutido, e votado por esta cmara!
As declinatorias, que eu creio nasceretn
de impulsos sinceros da pari de Ss. Eses.,
esto reveanlo aos tibos de todas que o
projecio do governo eocerra urna verdaite,
verdade 19o luminosa, verdade que tem o-
iido tanto no esgirito publico, que os llus-
tres deputados no querera affrontal-a de
frente, aceitando o debate no seo verda-
deiro terreno. (Muitos apoiados.J
A raposico acolbia as palavras do elo-
quente orador c^ra estrondosis interro|)-
cas ; mas o visconde do Rio-Branco h -
mera ralhado para as grandes Iotas; os
protestos e rec amagues, em vez de enreda-
rem lae o fio das i leas, davam Ibe ao co
cario mais vi o alent
Nesses dias tormentosos em que pela pri-
meira vez se debata era nosso parlamento
urna grande reforma social, a maior e a
mais importante quesio que lera agitado o
nosso paz desde a independencia, era re.l-
mente bello vel o na tribuna. Sua figura
imponente avultava em meio da mullido,
que, attrabida pelo debate, invada at me-
mo o recinto da cmara e confunda-se com
>s deput;d>s. A oppos'go atirava-lhe a
cada passo urna tempestado de apartes, mas
era enifi i justamente quando o eminente
orador se revelava. O fogo sagrado da in-
telligencia que loe abrazava o Cerebro irans-
parecia no seu rosto sympalhico, o fluidi
raagnet'co do seu olhare a nobreza do sen
gesto dominavam a assembla. Sua voz
adquira orna forga e om vohme desusa-
dos, a palavra acudia-lbe fcil e abundante,
e. a resposia irr -rapia de seos labios vigo-
rosa, incisiva e pronipta.
O debate proseguid, e a requsrimento de
tm dos membro da maioria, toi encerrado,
comraacando lego a discusso do ar.'go
primeiro.
No dia I i depois de ter ouvido a al-
ssuns dos dissidoutes, o nobre visconde le-
vantou-se e preencheu todo o tempo da ses-
so, pronunciando um notavel discurso,
em qoo examioou as principaes disposicss
do projecto erespondeu a todos 08 orada-
res da opposig'o.
Nesee dia, a palavra do grande orador,
sabindo ao Sinni da insprago, evangelisou
doutrina social que so agitava na torrente
.cnpetuosa do debate, e fez voar. o sosso
pens3inento para os dias daquellas discus
do A'gora, que rebentavam tumulta
vas, mas sempre grandiosas, como as tem-
pestades do Arcbipelago,
fo Hio da Prata o illastrado general D.
Barlholomeu Mi re, no jornal Nacin de
qoe mui digno redactor em chefe, analy-
>ou extensamente esse discurso, transcre-
* iranscrevemos os seguintes trechos:
______Temos vista o extenso e
otavel discorso do Sr. miostro Paranhos
(visconde do Rio-Branco), pronunciado na
cmara dos depatadas do imperio, na ses-
so de 1 i de jnlho. i
t Comprehendo as diflcoldades e resis-
tencias em que tropega, o Sr, Prannos nao
ssome attitode a rogante. Nao se apre-
vena como urna excepgo antes seus compa
trilas, nem como um propbeta {ue vai
converter incrdulos, era como urna forg
que pretende impor conviccoes.
E' siDple8raeote o homem de crencae
da palavra, que jogae m 'ira dia',0 todo pelo
todo, e em nome e no interesse de urna
graBde idea, apoiando-se as forcas so-
ciaes, na consciencia publica, nos proprios
-Qteresses, boscando seus antecediles na
craditao, sem por isso deixar da confess?r
a doutnna humana e colloca-la sob os aus-
picios da moral do genero humano, de qoe
os brazileiros e seus escravos fazem parte.
Eis o ponto de partida e o ponto de
spoio do Sr. Paranhos nesta dscos?5o qoe
ser memoravd nos annaes do Brazil.
* O coojoncto do seu discurso de 14 de
.albo est dominado por urna idea moral a
qoe se sobordinam os argumentos e oa fac
tos, dando como resoltado ama daquellas
sobres e espontaneas manifestacSes huma
as em que a iotelligencia e o coraeo se
irmanam para prodozirem pacificamente om
resultado benfico para lodos, sem divorcia-
rem-se da razio publica, sem romperem
de todo com os interessea criados. O Sr:
Paranhos maoifesla-se araoto da bamanida
de, sem deixar de ser patriota e bomem
ortico. Emqaaoto nSo podemos offerecer
ios nossos leitores orna tradaeco comple-
ta desle discano, vamos dar ama idea del-
ie, extractando algons dos seas periodos
mais salientes........................
Se o ministerio a qoe preside o Sr. P-
rannos aspirasse gmente a gloria, devera
desejar qne sea projecto fosse derrotado,
porque o acompanariam nm sua derrota
os applSusojLdo mundo civilisado dentro e
fra do BraziW jirm esaa gloria seria con-
udi ic^ o sen gftnfio paz.
Estas
Asp'ranJo seos membro3, coma brasi- levanta a escola qae pensa e easina ; que
leirus e como homens de consciencia, ao substiiue ao pao da cbaridade opodo tra-
beiu do sen paiz e da raca desbordada, que balho ; e qi\ exaltando milhares de s?.rvos
eme no captiveiro, e q e est condemnaJa e de escravo3 dignid.de de cidadK pro- pressao,
a reproduzi.- se ni escravido, devem eles cede emborna do direil, qoe exige como
aspirar a que snas idiS se convartam era condicoes essenciaes da jastica, a liberdade
lei immediatamente. o goaldade enlre todos os homens.
Dasdo que as palavras do Sr. Paranhos Voltando ao u,ue diziamos : a attitode
forana proferidas no parlamento brasileiro, digna ao mismo tempo calma enrgica,
teem ellas a forca da urna lei moral. (da maioria e do governo exasperava a op-
P. rom. para qoe nao se diga qoo o gveroo posujao. Tojo o ernpenho d'ata pareca
braSlSro progriJe mais q^e seu povo.jque era o de.provocar orna scena escanda-
' losa, qoe desmoralisasse o governo, ou que
tornassB nicessaria a dissolocSo da cmara.
A diss Jorao era o a menlo, e todo o
adiamento servia para o caso.
Afola na scsso de 2 de agosto teutaram
os dissiJentes ora esforco supremo." Depois
de militas scenas que por honra do nosso
parlamento deveriam ticar esquecidis, le-
vantou-se um do dissidentes e, com a voz
em grita e o gesto irado, comefro a des pe
dilo sobre as qoestes do'presidente do conselho.
As reclamacoe* e protestos da maioria
O Visconde do Rio-Bran-
como se disse no congresso argentino,
indisp^nsave! qoo o parhmento Ihe de sua
Nnccio leiil. e qae a nago inteira Ihe po-
tilia seu sello definilivj.
Ueste modo socamprir a lei de Djus,
ass m no co como na trra, e a raja hu-
mana ficar emancipada em lodo o mundo
civil s;.lo. *
No dia 31 volton ainda tribuna o vis-
conaa do Hio Branco, e n'om longo e bri-.,
Ibante discurso loraoa em considerago todo jar sarcasmos e doastos sobre o nooraao
quinto se'havia
peculio e da redempeo.
Di:s depois liveram lugar as scenas de-
ploraveis da mimoravel sesso de 2 de
agosto. Laucando mo de lodos oj meios
p.ra prutelljr a discosso e impedir a pas-
sagem da lei, a opjosici recorreu ao es-
colstico systeraa das parales para nao
liaver sesso, e depois is invectivas e
apodos.
O reg'melo interno da cmara determina
que na segunda discusso sejara tratados
separada e successivamente os artigos dos
pr.ijectos S'ijeitos ao debate. Essa discus-
s i deve ser restricta materia dos mes-
nos aitigos, e como as propistas do go
verno nao teem primeira discusso, deter-
mina o regiment que o debate sobre u
artigo primeiro dessas propostas seja am-
pio, podando dorante elle ser examinado o
provecto na sua generalidade.
Encerrada, porra, a discusso do artigo
primeiro, os dissidentes coutinuar-m a oc
cupar-se de todo o projecto na discusso
de ola artigo, sera ss erabaragarem com o
prec-ilo regimental.
O presidente da cimara, vista da agita-
gao que reinava. tal-rra qu pro3egaisera
nssa pratic", vcnlo baldidjs os esforgis
pira por Ibe ura cobro.
Nao contentes cora isso, os oradores da
opposiglo occopavatc-se do elemento se. vil
a proposito de ludo.
Ni discusso do voto de gracas, como ja
dissemos, na discosso das Ijis de forgis,
a reforma era o assumpto obrigado de quasi
todos os discursos. Para consumir mais
lempo levantavara a cada passo qoestes de
ordem e de preferencia, fundamentavam em
longos discursos rejuerimentos sobre va-
rios assumptoa ou asavam do direito de
iaterpellar os miiistros. Pie-s; dizer,
sem grande exagerago, que durante toda
a sisso dests anno, desde maio at fins
di agosto, nao se Iratou na cmara de ou
tro assnraplo.
Na discusso da proposta, p: rm, os dis-
sidentes, era vez deanarysar as dispoiicSes
nella cuntidas,, nao fTeraax, cim raras ex-
cep-'s, seno estirados discursos, servin-
do-3e nicamente de argumentos ad trro-
rem, apresentando se como os nnicos e le-
gitiraos interpretes da opinio publica, asse
goranlo que os ministros e a maioria da
cmara nao sustentavam conv ccoes suas, e
eram siraplesmente ins'.romen'os da cora,
discorreudo sobre a nossa poltica externa,
fallando erafim de omni re scibili et quibus-
dam oliis.
N'ds
David cun sybilla, os sectarios da formula
) rei reina, govern? e administralomar
armas as fileiras dos radicaes, para cora-
bater o imaginario poder pessoal. attribuido
ao primeiro magistrado da naco. Esse
podar absoluto, aproveitemos a occisio de
o dizer, se extstisse oas mos do Sanbor
D. Po :ro II, principe que, por um acciden-
ta fe iz, rene a realeza do eogeuho ma
gstale da cor, nao seria um obstculo
felioidade do pavo que, privado dos be-
oeficios de urna constituicao, fosse por ello
governado. :
A semelhante procedimento o governo e
a maioii?, sem perder a calmare ^energia
das grandes conviegoes, peniteociaram-ie
ni exercicio das virtudes evanglicas, e,
apenas laucando m%o dos recursos qne pelo
regiment da cmara sao permittidos, fo-
rana qaebrando urna a urna as aram com
qoe nuia minora turbulenta e amotinada
pretenda impor a sua vontade.
Rrzi) leve o visconde do Rio-Branco
qn-ndo na sesso de 5 de agosto di;se que
a historia de fazer jastiga Ilustrada maio-
ria parlamentar de 1871, reconii:endo qao
ella salvara o crdito do partido conserva-
dor.
A immutavel dedicagao da maioria
grande causa que s jogava no parlamento,
irritou eda vez mais os membros di oppo-
sig3>. Tinham jurado aos sens deuses que
a reforma nao passaria, i form at o re
curso extremo da intimidacSo. Cada vez
qaa se rejfieria o encerraminti da discos
sao de ura arto, era orna scena de con-
fuso incrivel, e una verdadeira exploso
de doestos tornava por alguna minutos im
possiwl a votaclo.
- t Maioria sem pudor exclamiva
um disidente.
c M doria aoonymi Cmara de
escravos l gritavam outos.
Tiremos di appellar para a revo-
lugo das roas orada va anda outro dis-
sidente. v
A revolugo las ras Como se n'uma
qne tod^estas/podessem os partidistas da
escrayraocbTJfjr com o povo, que estre-
mece/sempre de enlbasiasmo qoando se
trata/de orna idea generosa e grande, como
essa \ue eslava em iota, e que elles tiobam
a louca p/elengo dosufocar,
A revolugo daroas isto o fado qoe
destre, em ez da idea qne edifl;a ; o raio
que abraza os tectos, em vez da Inz qae
allomia as oficinas ; o machado que derra-
ba e o facbo que incenda, aps pros -
cripgSo qne despoja. e a anarcha qoe.tri
umpha.
A revolugo das mas Como se o povo
podesse acidir ao chamado d'aqoelles qne
esto ei prpetaa lata contra a philoso-
phia, qua imsta; contra a arte, qoe
e revolucionaria; c aitra indastrii, qoe
cosmopolita I
Diseoganesi o egosmo dos poderosos
qne appellam ievianamente para a tormen-
tosa perturbago qa ordeiu social. O sen-
sato povo brasileiro s pode ser cumpli
na revolado pacifica das idea?, na santa
revolofrSo do progresso e da civsafro,
3ue restringe os campos da ociosidade para
ilatar as searas os prodcelo ; qae no
no o con ti ve rara.
co, coja calma as discassoes aiah tempes-
tuosas geralmente admirada, cxolamou
cheio de nobre iodignago : O gabi
nete apoia-se na gran le maioria Oas dais
cmaras Nao ba de retirar-;o s por
qae ass ra o exige a minora, nem ba de
recuar dianla das i jurias da opposico.!
Mas o impru enti mancebo, fra de si, rc-
dobrou de inconvenien-jas. Foi ento que
o nobre presidente Ja conscllio, que nunca
otfVira a seus mais apiixraidos adversarios
polticos In^uagem igual, bradou com ener-
ga : O Sr. depntidi nao est em es-
tado lie deliberar I
Os dissidentes deraca eai) un espacia-
culo nunca visto *'em n>sso parlimeuto. O
tumulto chgou ao'sen auge.
Alguas: com os p;;nhos cerrados, com a
vozj rouca, desctrrvgmdo vuleola* pu-
abad is sota e o cirrima recinto, o'Jareciam ais especiad ires qoe se
achatan as galeras um ispacto curioso.
HjQve.ura qua arm-iU-sd al da lampa de
urna carteira, quibraJa forga de munvs,
e com ella g st culjva apostrophanJo os
marabros da maioria. Por espago de dez
minatas contrauou a desordem. ve adose o
presidente na dura necessidade de levantar
a sesso.
Era meio de toda essa scooa, o visconde
do Rio-tonco conservou sempre a saa pro-
verbial iranqoillidade ale animo.
Com um liio sorriso nos labios, e a pby-
sionimia il uraiaada di ama serena irradia
gao, firme en sea posto de honra, se alga-
rae pre-ecupago demonstrava era a da sor-
prez3, qoando examinava com o olbar os
actores 'essa sema lameniavel. Mulos
dos espectadores, entre os quaes se conta-
vam alguns di-tinctos liberaos, iuvadiram o
recinlo para defenie-lo, se as cousas cie-
gassem a esse extremo. A maioria collo-
cou-se tola juato s caleiras dos minis-
tro--.
O povo das galeras observava todo isso,
de p, atlonto, tTom profundo silencio elo
queole de reprovagas. Quando se levantou
a sesso formou alas ent'ada da cmara,
descobrndo-se rospeitosamente quando o
nobre presidente do conselho eatru na sua
carruagem.
Deve ficar aqu consignado que se o go-
verno eos sustentadores da reforma qu
zessem fallar s paixiis populares e usar
de represalias, as cousas teram tomado
caract:r muito mais dejagradavel. A po-
lica recebeu por vezas denuncias le maai-
fSlages que s projectavam, e os agentes
do goverm trataram sempre de impedir a
reasago d'esses projecto, fallando aos
mais exiliados a lnguagera da m deraejo
c da prudencia.
A sesslo do dia 3 foi toda consumida na
discusso da acra e no processo sempre
lo simples da eleigo da mesa. O esern-
tino correu varias vezes, porque apparecia
quasi sempre excesso de cdulas na urna
Fui um da perdido.
O dia l foi lodo g3slo com urai iuterpel-
lago ao miuistro da agricultura.
No da 5 houve outra interpeilaeo ao
presidente do cinselho. Esta foi dirige
polo hoorado coa^elbeiro Jos de Alinear,
ex-co lega do visconde do Rio-Branco o
gabinete de 18 de jUio, e cava'aeiro a qum
este Jera sempre as maiores pravas de
sympathia e de estima. A iuterpllago
versava sobre os gastos que o governo fazia
com a imprensa, e o conselheiro Jos de
Alencar proauncou a esse respe to um dis
curso saturado de ironas e de ataques
pesioa do Ilustre visconde..
Os homens que se elevara, e fazem lar
ga colbeita de loaros, como o visconde do
Rio-Branco, tem por certo dias da alegra
era sua vida poltica. Mas o pmer que
experimentan) nos dias de triumpho poda-
r compensar as amargas decepges que
soUrem nos das da lata ? Suppomos que
bao. S os que tea a sensibilidade atro-
phiada podem ser indifferentes s-e'ataslro-
pues da vida poltica, coja historia pode
ser escripia com o sangos do corago.
E' triste, consumir no; desengaos da
amzade e na incerteza das aOfdigoes a mes
ma energa qoe se dispensa para debear
as resistencias do desuno e vencer as esqni-
vangas da gloria I*
O visconde do Ro-Branei um homem
de corago : avallamos, portanto, a dr
profunda com que onvio esse discurso. Os
golpes que pariem de arraiaes contratos
no devem martillear tanto como esses v-
bralos por mo que pouco aotes se soppn-
nha amiga. O nobre visconde escolou com
religiosa atteng) toda a orago de sea ex-
collega, e levantando se, possuido de seo-
timentos que nao poda oceultar, proierio
om do3 miis bellos improvisas a que temos
assistido.
Se o gabinete de 7 de margo uo
sastehtasse a verdadeiri c".na nacional,
disse elle, nao podera subsistir am s da
lutandocom adversarios e com tantos ami-
gos ; e qae amigos, Sr. presidente Com
amigos mais injustos, ra:s intolerantes e
mais violentos do qne os proprios adversa-
rios nalaraes.
Mas foi sobretudo quando se referi s
express5es finaos do orador a quem res-
ponda que o visconde do Rio-Branco arre-
balou todo o auditorio.
Nao estou acostomado a latir e
vencer pelo insalto e pela ojona, disse elle.
Se o nobre deputado, como notorio, tem
ostentado seas talentos na vida publica, e a
elles deve o sea nome, todos os 'mens con-
cdados sabem tambem qae o Hcrelario
de quem S. Exc. falloa com lo amarga
irona nao chegou a esta posigo pelos bra
repolago que soube conquistar ora ama
vida inteira de trabalbo e de honra
palavras forara ditas cora tal ex-
qqe a cunara toda, e al mesmo
os espectadores qoe se acbavam no recinto
proromperam em applausos.
Nao ha remedio, senbores (disse o
visconde do Rio-Branco,. concluindo), nao
ba remedio seno soffrermos todas aim-
precagji, todos os aplos do nobre de-
putado A njustiga cora que somos tra-
tados, desvirtoindo-se a tolo o momento
as nossas intengQjs, interpretndose n
sentido mais odioso todas as uossas pala-
vras, a iujustiga cora que somos tratados
n nos lia de acobardar I Nos, cmara e
governo, temos grauJe devores a cumprir;
cumpra-o cada um segundo fuaconsciencia,
e crea o nobre d-potado qao temos a co
ragem da bwiJ posigo e oo recuareraos
de nosso dever J *
Na dia 7 proseguio a discusso da refor-
ma Jo estado servil e o visconde do Rio*
Bran;o proa lucion sobre ella om novo dis-
coiso.
S no dia 21 pjude fiualmeate a propo-
la do governo, approvada em terceira dis-
cosso na cmara dos leputados, ser re
mottiJa ao seriado.
E lava jjaoha a primeira canpiuha.
A requerimonto do Ilustre bar i de Co-
legipe, o seaado escolbeu urna corasisso
de cin:o mirnb.os pira dar p.recer sobre
o projecto. A eornraiSio foi eleiti no dia
30 do agosto, e d'tlla faziam parle dous
distinctos liberaes, us conselbeiros Souza
Franco e Paranaga. e tres Ilustres con-
servadores es visconJes lie S. Vicente e do
Sapucby, e o Sr. Barros Brrelo.
No dia 31 foi lido o segmnte parecer :
i A comaista especial:
i Cinsleranlo qoe o tempo urge, que
a quesio foi largament) discutida ni cma-
ra ios Sfi. diputados e o vai sendo ua
mprens ; e que o- in;:resees da E-lado e
Je todos os habitantes do Iqperio sonro-
dara cora a demora Je decisSo era lao gra-
ve quesio ; julga dever entrega-la quauto
antes sabedona do senado. E a cotn-
misso satisfar os de eres, tomando seus
membros parte na diseassio para fornece-
rera dorante a sesma os esclareciraeutos
a sen alcance.
Os adversarios do projecto, batidos na
cmara temporaria, depostavara as suas es-
perancas no senado. Poucos das antes,
na sesso de 16 de agesto, orando o presi-
dente do conselho, e dizenio que nao coa-
vinba deixar indecisa a quest do elemen
to servil, o depatado Andrade Figaeira ex
clamou cora toda a confianga : Pois
ha de ucar indecisa, porque nao passa no
senario I
Felizmente, os ebefes das parcialidades
em que se divide o paiz, entenderam-se e
deram se as mos para levar ao cabo a
grande obra da emancipago: mas nem
assira a empreza deixava de ter difficolda
des
Existais -oa corte 40 senadores, e d'estes
7, eram contrarios a reforma.
Restavam, pois, 33 ; mas o senado para
funecionar precisa do concurso de 31 dos
seos membros. Se os opposicionistas pro-
loogassem o debate e se, o que era fcil de
acoLtecer em urna cmara de ancios, quatro
dos membros da maioria nao podessem
comparecer, estara lado perdido. Entre
os adversarios do projecto achavam-se cam-
peois valentes e prestigiosos, qoe pode-
riam, gracas s facilidades do regiment
d'essa cmara, prolongar por muilo tempo
o debate..
Quem primeiro rompen a discusso no
dia 4 de setembro foi o Ilustre parlamen-
tar conselheiro Z icarias, nico dos liberaes
que procurou erahir.-car a passagem do
projecto, nao p rque corabatesse a dea ca-
pital, mas porque eacoutrava imperfeigSes
nelle.
O nobre visconde do Tlio Branco nessa
mesma sosso suHiio tribuna e respondeu
a todas as objeegoes apresentadas por
aquello di>tincto orador.
Eo sou o primeiro a lamentar (disse
concluindo) que as circunstancias me collo-
cassem nesta pfsigo, e que coHbesse ao
ministerio da que fago DJrte a reasago
de lo grande idea. Sem duvida.opaz
fra mais feliz se lvesse frente do seu
governo um athleta da forca donabre'sena-
dor pela Babia. Mis o nobre seuador mes
rao leve a bonJade de recordar-nos qoe s
vezes a Providencia permiUe qoe pequeo
instrumentos possam realisar maiores feitos
do que os genios... >
No dia 5 o senado ouvo o brilbaoti e
primoroso discurso do conselheiro Salles
Torres Umem.
Fallarais aoda, entre outros senadores,
a favor do projecto, os senadores visconde
de S. Vicente, Soozi Franco, Nabuco, F.
O;tavario, baro de S. Lourengo, Fernn-
des da C.nha, Figueira de Mello, Candido
Mendes, Sayo L bsto, assim como o mi-
uistro da agricultura.
Contra o projecto pronanciaram varios
discursos os venerandos ebefes conservado-
res vise nde de Itaborahy, baro de Mor-
tib e baro das Tres-Barras, os conselhei-
ros arneiro de Campos e Anto, o conse-
lheiro Z icarias e o Sr. Sjlveira da Molla.
Este ullirao# orador aceitoa, enlretauto, a
idea capitafdo projecto.
O visconde do Rio-Bramo pronunciou
anda duus importantes discursos, um na
sesso de 15 e o outro na de 25 de setem-
bro.
ter os entusisticos vivas ao presidente do
consellu e a maioria do senado.
A' porla da visa vitalicia a melbor das
ovagoes, a ovac espontanea e desinters-
sada do povo, era mais bello floro da
fulgurante cora que assignala o visconde
de Rio-Branco ao recooiecimento dos seos
compatriotas e aos applauosda bumauidade
O ministro dos Estados-Otjdos, presente
a essa esplendida f -sta da iiberiade, manda-
ra apanhar algumas flores, dizedo que ia
remette-.as para os E3tadcs-Unido> Affir-
raara que o Ilustre diplmala, che o de eo-
ibusiasmo, ex-damra:* Qaero qut em
mea paiz se saiba que o que l custou la,
lo sangue derraraaJo, no Brasil apenas cus-
tou llores.
As manifeslages de regozijo conlinuaram.
Muitas corporages foram saudar o nobre
visconde. Por espago de algyns dias
verdadeiras procissoes se dirigirara soa
residencia precedida por bandas de ma
sica.
Para commeraora'r lo grande aconleci-
mento, a magoniria mandoa eonliar uraa
medalha, tendo de nm lado a efigie do vis-
conde do Rio Branco e do outro um3 alie-
i
lugar Jo Jr.stro qoe rnMisa e embrojtjce!i5es e pergaminbos, masnicamente pela
A discusso, nesjse indar, ia-se demoran-
do ; mas, i vista das inequvocas demons
tragos de impaciencia que da va a popula-
gao, e da firmeza da maioria, os adversarios
da reforma cornee lenderam qae eslava
perdida a causa que defendiam.
Na sesso de 26 qoasi todoa elles tiobam
esgolado ji as vezes detallar, e espalbou se
que no dia segrale teria fagar a votago.
Com effeito, no dia 27 grande concur-
rencia de povo enebia as galeras do senado
e agglomerava se as portas da entrada da
augusta cmara.
Depois de orar o Sr. Fernandos d Cu-
nta, e de algamas observaedes dos Srs. Sil-
veira da Molla e Nabuco, ninguem mais pe-
dio a Jalavra, e no meio de om profoado
silencio, feita a votagao, o venerando presi-
dente do senado proclaraou solemnemente a
lei da li; ertago.
Em seguida a anxiedade do povo, trans-
formada n'um jobito mm^nso, prorompeu
em estrondosas acc'.amag^s. Urna ebuva
de flores cahio das galeras no recinto da
cmara, onde o visconde do Rio-Branco era
abragado por mu'tos membros das dais c-
maras, pelos espectidores, e por varios
membros do corpo diplomtico e estrangei-
ros dislinctos. O presidente nao pode con
Muitas feliiitages de cmaras municipios
e assemolas provinci.es \ieram s mos do
presidenle do." conselho.
As noticias, que vamos recebendo Jas
provincias conlirmam o enlbusiasmo com que
o povo brasileiro saudou a reforma. Era
S. Pao o, na capital, os estudaotes da facul-
dade de direito proraoveram uaamanifes-
tago eslrondosa. Na capital de Minas, o
povo era delirio derrubou o pelourinbo qoe
aiuda exista ergdo era urna de suas
pragas.
E* notavel o regozijo das pro\ncias do
norte.
Enumerando as ovagoes que o visconde
do Rio-Branco tem recebido em recompen-
sa da poderosa e efficaz iniciativa que tomou
ua difficil quesio da emancipago, ol po-
demos dtixar de traz'.r para aqu as pala
vras do conselheiro F. Octaviano, nm dos
chefes mais preslgiosos do partido liberal,
na esso do sena Jo era 12 de setembro.
Ei-las:
t E' justiga coofessar-se quo cabe ao ac-
tual presidenle do conselho orna boa parle
de gloria por ter ouvido a vontade da nago
e procralo salisfaze-la, exponJo-se m
vontade de seus proprios correligionarios.
Um escriptor contemporneo, exami-
nando com imparcialidade a historia da re-
forma das leis dos cereaes na Inglaterra,
depois de ecufessar que ao Ilustre Cobden
e seus amigos se devia o progresso da ra-
zo publica em semeltiante assumpto, ac-
crescenta: t Mas nem por isso menor o
a servico prestado por sir R 'bert Peel, to-
i mando a si a difcil e espnbosa tarefa
t de lutar com seas amigos para aceitaren)
< a reforma liberal,
Se nao fra o sea concurso, a reforma
se faria, verdade; porm mais tarde, com
maior azedume, talvez com maiores exigen-
cias, e seguramente com o vexame e ani-
quilamento do partido conservador, partido
essencal no mechaoismo das instituices
democrticas.
O Dr. Tbeopbilo Otton, filho do Ilustre
tribuno liberal! e nm dos mais esperanzo-
sos talentos de nossa trra, dis o seguinte,
no sea formoso artigo Alea jacta est, pu-
blicado na Reforma:
.....Todava, no momento de soa
sanego legal, manda a jastiga esquecer as
odiosidades partidarias, e dirigir duas pala-
vras ao digno estadista, qne levou nosso ba-
tel at o porto desojado.
t Na vespera de Trafalgar, Nelson dizia
a seus lugares -lenles: Amanhaa conquis-
tarei urna cadeira na cmara dos lords ou
um tamulo etn Westminister!
< Golpeando de morte o estado servil,
tornando-se o apostlo da emancipigo, o
Sr. visconde do Rio-Branco, de ba muito
ch'agado ao apogeo de soa gloriosa carrera
poltica, adquiri um lugar no Panlheon Ja
immortaldade.
( Ligando seu nome historia desta
grande transformago social, o Ilustre esta-
dista 'filiou-se essa pleiade de homens,
que, na exprs o de Mse. de Slael, pelo
porte do seu mereciraeoto, pdlos rasgos da
audacia passoa1, sao os contemporneos das
geragojs futuras.
Como Robert Peel, o nobre presidente
do conselho nao leve a prioridade da idea,
vio-a nascer e acorapanhoa a em seu corso;
quando ella, araadorecida, tiuba calado na
opima i, o hornos de estado appareceu, do
raiuou os obstculos do proprio partido e
inscrevea-a no livro da le.
t Durante a Inta muitos dos seus paladi-
nos liveram occasio de desanimo, outros
franquearam receiosos de conllagrago; o
ebefe supremo da sitoago foi o nico, que,
forga de persevoraoga e tenacida le, nao
esmorecen, p.eparon o resultado, que boje
todos applaudimos.
Os erros polticos de Jos Maria da
Sil u Paranhos nochegaram posteridade,
elle est sagrado;o levita da emancipa-
go ha de repetir-lbe o nome entre os de
Buxton e Wiiberforce.
Inda bem : os espirites Ilustrados de to-
dos os malizes polticos, qaer do impnlso
reflectido, qaer de collaborago involuntaria,
concorreram nobreraante para a reasago
desta grande obra humanitaria.
Cabe neste ponto fazer 'menguo'honrosa
Oos relevantes senigos prestados a prol da
emancipago pelo Ilustre deputado por S.
Paulo Joo Mendes de Almeida, autor dos
lumra -sos artigos qua durante cinco mezes
appareceram no Jornal do Commercio, sob
o pseudnimoA guarda constitucional. O
distiocto escriptor, com a forga irresistivel
dos seus argumentos em to Jiflhil aaa&-
tan, afighroa-se-nos sempre como o favra
dor qae dirige vigorosamente a charra en-
tre as carnadas de am slo rebelde.
Depois das manifesbcbes da tribuna, di
imprensa e das assemblas populares, ma-
nifestages solemnes da magestade da opi
mo, qoe sao unisonas em applausoa ao vis-
conde do Rio-Branco, que poderemos nos
d zer anda ?
Os mais nota veis servidos feitos ao paiz
pelo visconde do Rio Branco empallidecem
diante do esplendoroso triumpho por elle
alcaog.-.do com a promulgaco da lei de 28
de setembro de 1871.
Com essa lei comega a aurora dos formo-
sissimos das qae inspirado poeta Viciar
Hugo prophetisou para o Brasil, ao escutar
a voz das revelagoes divinas que c^ntam
dentro de sai alma, (So grande como o in-
finito e profunda como a eternidade.
Qual foi, qual o pairiola qae, arroa-
bando-se nos mais ambiciosos sonhos de
grandeza da patria, disse-nos ilgam dii
estas palavras:
llavera no XX seculo ama nago extra-
ordinaria. Esta naco era grandiosa, o
qae nio obstar a que seja livre. Ser il-
lustre, rici, nensinte, pacifica e cordial
para com o rsto da bumaoidade. Ter i ,
gravidade de-ama irmai miis velba, posto
qoe seja a mais nova.
i*Eis qual ser a nago de que fallamos.
t Esta nago tera por capital o Rio de
Janeiro', e nao se chamar Brasil, chamar-
se-ba Amenca do Sul.
t Caamar e-ha America do Sul no \X
seculo, e no segrales, mas transfigurada
ainda ehamar-se-aa-bumanidade.
i A bamanida le, naco divina, ji en-
trtvista pelos pensadores, pelos jue con-
temi/am as penumbras: mas isto a qne as-
siste o sculo XIX i formigao da Ame-
rica.
c Viso magestosa!
Ha na emVyonagem dos povos como
na dos genios, um momento sublime de
transparencia, no q-ti o mysterio csenlo /
que o Olera.
Nj momento em qu&eslamos, divisa-w
as entranlias da civilisago esta gestaglo
augusta.
c E' a germinago da America lo Sul
orna, nica. <
< Estamos a ponto de ver desabrochar
nm povo, que ser o Brasil sub'a.a lo. j
O ovario profundo do progresso, fe-
cuudado, coatm sob esta 'rma, j distrae-
ta, o futuro.
A naga a que ha le ser, palpita na f-
rica actual como o ente alado na lirva
reptil.
< No prximo seculo abrir as uas azas,
compostas, ama de liberdade, outra de fir-
meza de vontade.
< O futuro ser o continente fraiernsi.
Cuide, pois, cada om de adoptar a sea re-
solugo, porque osia feliciJade immessa
inevitavel.
Do povo que nao surgi ainda, exista
j a capital. Pa ece isto am prodigio, mts
urna lei.
t O futuro das uagods forma-se cora o
fmlus do bomem, e a mysterosa coustruc-
gao do embiyo, simultneamente vegelaglo
e vida, principia sempre iuvariaveimeote
pela idea. >
Eis o que ha de ser o] Brasil, depois da
lei da emancgo.aip esse primeiro oasis,
plantado beira do escabroso camcho das
reformassociaes, e depois de ouras qoe
aps essa virio, fe:uodadas e amauurecidas
pelo espirito creador do sabio estadista qoo
preside ao conseibo da g ivuroagio do pau.
se ao corajoso ministro nao faltaren! coope-
rarios ; pirque o lempo, esse elementa es-
sencal da viabilidade humana, elle o sabe
supprir, sendo necessario, pela audacia, pela
energa, pela deciso.
Eis o que ha de ser o Brasil: di-lo o sa-
hume poeta, o profondo pensador, qoe leve
por mestres na politicao exilio, que enianc
pelo sentimento, o mando, que educa pel
experiencia, e a historia, qae illomiaa pela
rizo.
Eis oque bi de ser o Brasil, g ver na Jo
por homens como o visconde do Rio-Branco,
que descortina com a vista perspicaz o pro-
gresso da homanidade, sem as fogueiras do
fanatismo, sem as torrentes de sangue, ver-
tido pelos idolatras da liberdade.
A propbecia de Vctor Hugo comega a
emergr da.panambraotopil para o azol
realidade.
O cidado qae, ao relmpago de vida qoe
nos dado a respirar neste mundo, leve
urna hora de commonho n'um grande
pensamento de am povo qae se transforma..
o cidado que neste momento aonuacia ao
mundo civilisado a emancipago do ascrave
no Brasil, nao apenascomo o grao da
areia que a vaga indolente alira soiidc
das praias do ocanoo membro accide&t.l
de om ministerio transitorio, p \< *
personQcago de urna idea.
Mensageni do presides le do
Paraguay.
Srs. senadores e depulidos da D
Compro boje o grato dever de rae ab-
sentar ante vos, camo legtimos represen-
tantes do povo paraguayo, a um Jo p.':S-
tar-vos a mais slricta conta de meus actos
como presidente da repblica as desagr-
daveis e tri>tes oceurrencias entre o p: i-.
legislativo e o puder exeeutho, que loma-
rara ndeclinavel o dever de decretar a dis-
solugo das anteriores cmaras, submette .
do tudo ao vosso IXB8 psrn que pi
proferir a vossa sentenga com peifcilo cc-
nheciraent) de causa.
O anterior congresso legislativo, olvidan-
do a sua elevada msso, faUeoa evidente-
mente o mandato santo e sagrado que r_-
cebeu do povo, infringindo era mais Je urna
occasio e do modo mais atrevido as prti-
cripces da carta fundamental da rep. blici
e conspirando abeitamebte contra o cbt|
do Estado, propagando deas subversiva
que minavamasua autoridade e prestigia
e o poder qeo depositeu em suas mosf
vontade soberana da povo.
Iostallado aquello primeiro congresso
ciooal, invad'ii as attriboiges do poder ej
cutivn e at do judicial, como bra de
constituir arbitro supremo e omnipoleuie 'ia
repblica ; transluza isto em lodos os skus
actos e mamestages. '
O poder executivo nao poda c-nstn^ir
sem quebra da sua dignidade, e dos pnM
cipios crdeles do systems democrtico
presenialivo, em emelaante usurpagio
perigosi pin i marcha goverm mental;
por isso, e apoiando-se nos preceitos co
titucionaes que tragara a esphera de cada
poder, tratou por todos os meios licitse
pradentes contel-o nos limites de saa anta-
ridade; mas foi todo vio, e esse nobre esa-
peoho do poder executivo o servia de esti-
mulo a saaspaixoes para fingirse feridoam
sea amor e interesses pessoaes, a que que-
ra sacrificar todo.
Tal foi, cdados representantes, a or-
ge'm daquella estranha oppos gao iniciada
nos bancos daqaelle raalfadado congresso,
que nao vaeilava nm instante pan dar ex*
pansiu i essss bistardis pretencoes qM
punDam em risco o porvir da nossi patria.
Possuidos aquellos falsos representantes
do vo orguiho de querer dominar todo,
sobrepondo-se patria e lei, nao aoove
dique capaz de deter os seas innsborda-
mentos, nem reflexes qae bistassem para
os conter nos limites di moni legislativa;
muito pelo contrario, ilirdeand a saa oppo-
sigo systemitica e acisteilindo-se ent saa
immonidadei e prerogitivas, ifnngnrim re-
petidas vezes ss leis fundamentaos da rep-
blica, calcaran oa sagrados direitos 4o povo,
os sintos foros da jusuga.
______________ (Continuar f*aL
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