Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12548


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Full Text
ANNO XLVil. NUMERC 297
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SEXTA FElfiA 29 OE DEZEMBRO OE 1371.

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Propriedade de Manoel Figueira de Faria & Filhos.






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!H %" Gora.-do Antonio Alves A Filhos, no Par ;' Gonjalve 6 Pinto, no MaranhJo ; Joaquim Jos de Oliveira Fillio, no Geari ; Antonio de Lemoi Braga, no Aracaty ; Joio Mara Joiio Chavea, no Aaa ; Antonio Marinea da Silva, no Natai; Jos* JnfCS
Pereira d'Almeida, em Mamangnape ;Fe!ippe Estrella d C, na Paraiiyba ; Antonio Jos* Gomes, na Villa da Penha; Beiarmmo dos Santos Bnlcio, em Santo AntJo; Domingos Jos da Costa Braga,
em Nazareth ; Antonio Ferreira de Agoiar, em Goyanna; Francino Tavares da CosU, em Alagoas; Dr. Jos Martins Alves, na Baha ; e Leite, Serqninho d C. no Rio de Janeiro.
1

I
PARTE 6FTIGIAL
Cioveruo da provincia.
K\i'i-: :;i- n'l; fio oa 18 de deuuiuru ok 1871.
Actos.:
O presdante da provincia alten leo lo ao que
requereu Ivo Pinto de Miranda, professur publico
de iuslruecaii primaria ti'Anus BelUs, e leadd
em vista as informaces do Dr. director geral inte-
rino oa lOttraecX) publica de l't do junho deste
anno, sol' a. 28, e do inspector da thesouraria
proviujial de 9 de agito uti.no, sob n. 47:t, e
rasparlo medica, a que se procedeu em !) de no-
vembro ?roximo passa lo. resolve na conforraida-
d da 2- part do ari. 29 da le o. 381, da 14 da
maio de 1833, o raceder-lha a jubilado por ni-
russibilidade physica com o ordenado corre.,pon-
denlo ao temp >, qae effjciivameuie servio, e que
inferior a 20 aunos.
O presidente da provine, a vina dj oficio
do Dr. obele de polica, o. 1697 de i dj corre-
te, resolv exonerar liam dj servico publico, do
C*rgo de subdei gado d> 1" districlo d) ternj da
(ionilo o Cidadio Jos Cypriao > Uez.-rra de llello.
O presidente d provincia reolve exjoerar
do cargo de urjmonr publico da comarca da Bja
Vista o bichare! Manoel Anunio da Fonceca e
Mello, lto tfeilarar em ofBcio rfd 21 do msi pr-
ximo Ando nlo aceitar a remoQao, ja-, para a dita
coroafqs te fia de KkrcJ.Expeliram se a? ns-
c5aria> comoinnicar;5'j!.
Orados :
Ao Ex*, presidente da pro7in:it da Parahy-
ba responJendb, com u*a copia da idtofcnac&o do
direetorrta ars-nil de saerra,ao sea otll*io rea-
iivianaie a nao reraejs. para essa provincia dos
objetos a qae aHsde.
Ao biig.idciro coraDandante das annu de-
clarandj, que por ser raswvel o que ponlerou,
relativarxente ao terreno, que serv de quintal do
qaartal dD H-ispicn, val ueste seaiidj dirigir-se ao
Sr. MBSi* da- f uerra, leudo j mandado sobr'-
:star ni v.-nda do referido terreno.
.\ i i!, -sm i r commendaodo a expedirlo de
suas orden*, par i qoe arranhaa as 7 boras e meia
do dia estoja posta-ta eoi frente do oaveoto de
Nossa Senh >ra do Carrao nesia cidade um bata-
ihio, alni do fazer as honras fan-bres devidas ao
'inado ofcial di imperial ordem da rosa, Di. Abi-
io Jos lavares d i Silva, por ojeasio das exe
qaias qae sa tero de celebrar naqaella igreja.
OfQciou-se ao director do arsenal de guerra para
fortaeer o carlaxarae necessario as descargas.
Ao mesroo mandando pr em berdade dan -
do-lhe baixa ae estiver cont' praj, o recrala
Manoel L)bj da S:lva Nev, visto ter provado
IJTTH*r It-gai.
Ao coa-elheire presidente da relaclo. S.-n-
do de argeote necessidade r.izerem-se algaras re-
{laros e acatar-se a casa qae serve para as audien-
cias nesta cidade, como notorio e tivtmos occa-
siao de observar na visita que uzeaio* referida
ja.-a, cumpro o dever de commuuicar a V. Exc.
que nesta data tpprovei o ornamento felto pelo en-
igenheiro das obra i geraas, e mindei que os repa-
ros se flressem por arrematarlo, e com a precisa
urgencia para estarem pronjp'.os qnando e linda-
rem as ferias judiciarias. Dando sciencia a V.
Exc. deesa resolucao, rogo-lhe qae comraaniqae
I3W mesmo aos juizss, que funecionam naquella
casa, am de que durante as f-rias pratiqaecn no
andar superior do edificio, ou em ouiro local qae
acharen) mais coaveoieate, os actos que por ven-
:ara teriam de fazer as salas do pavimento ter-
reo, qae teera de ser concertadas. Nao qnlz de-
morar por ra'* teropo a execucao des?a obra,
viito o estado menos decente, em que se acha a
mencionada ca?a. Tenho a iioora le apre^eoiar a
V. Exc. as rnintus expressoes da elvala cou>-
dera^io e estima.Communicou-se a Ihesonraria
da fazenda declarando qae a quaalia de 2:678-S37
em que toram oreados esses reparos, dever sabir
da credilo destribuido esta provincia para obras
',^raes e auxilios as provinciaes, visto como uo
tem esse crdito um carcter especial ao ministe-
rio que o destribuio, e pode ser applieado, princi-
.ila.eate nos saldos que deixam os veucnnenlos
d.'S engenbeiros, aqualquer obra de carcter ge
ral, com sem duvida o reparo argente de um
-radio do estado.
Aj mesmo solicitando o sa.i parecer sobre o
que representa Flix de Araajo Itibeiro uo incluso
requerimeato docamjntido.
Ao inspector dathesouraria J;< fazenda eom-
muaicanJo que a & do correte d^ixou o bacharel
"raucisco Domin^aes Ribeiro Vianna. por encom
modos de saJa, o exercicio do cargo de juiz mu-
aici| al dj termo da Cimbres.
Ao mesmo inteirando-o de que a 6 do cor-
reate assamio Severiauo Monteiro Leite u exerci-
:io do cargo de juiz municipal do termo de Cim-
bres, na qualidade de 2* snpplente.
Ao masioo autorisando-o a mandar entregar
a Fr. Venancio Mara de Feriara, vice-prefeito
dos missionario; capuchinbos.a quantia d 1:300>
de qua trata a ordem do tnesouro nacional n.
207, de 7 da outubro ultimo.
Ao mesmo mandaudj pagar a empr<-za da
.ilurainaco publica ;de.-ta cidade a quantia de
1:2574200, proveniente do g a consumido -rom a
llurainacao dos qqarteis de cavallaria, Cinco Pon-
as. Hospicio e deposito de recrutas, durante os
mezes de julh) a elenibru deste annu.
A) inspector da thesouraria pr vincial para
mandar pagar ao empreiteiro do calcameoto desta
cidade a quantia de 2:j6:J270i), a que se julga
com direito por haver exacutado obras nessa tu
portaocia, como se v do incluso certifleadn.
Ao vice-provedor da Santa Casa de Miseri-
cordia, approvando o contrato de arrendamento do
predio n. A da ru i da Madre da Deus, elTecluado
pela respectiva junta com Joao da Coaceicao
Bravo.
Ao Dr. chefe da polica aecusando a recep-
P5a do seu oficio, aeompaonado de outro, em
que o delegado do termo de Panellas responde
sobre o que publicca o Liberal da 10 d) outubro
ultimo.
Ao mesmo Tendo-se evadido do presidio
de Fernando de Norooha os criminosos onstantes
da inclusa relacao, os tres primeiros a i do mez
prximo finito em orna jangada, feita de paos de
iaolong, ex>s demais na balieira, de qae a torra
se apossaram, tirando a do logar em que estava
guardada, recommendo a V. S., expeca as
coavenientes orden, afim de que as autoridades
policiaes das localidades desta provincia, onde
possam chegar taes criminosos, empregaem as
daligeneias legae* seu alcance, afim de serem
etles presos : Lourenco Justiniano de Mendooca,
Silvano Xavier de Paiva, Lmz crioalo, Manoel
Ooncalves do Monte, Octavio Herculino da Cunha
Netto, Antonio Jatttoiano Barbsa Silva, Silvioo
Kicardo Amaneio, Pedro Bento de Soasa, Vale-
nano Martins dos Sastos, Alezandre Marinbo da
Costa, Laiz Jos oa Francisco da Silva, Sebastiao
Gaimaraes Bastos, Francisco Gil de Bnlo.Iguaes
relacdss rernetteu-se aos presidentes da Parabyba,
Geari, Rio Grande do Norte e Alagoas, solicitando
a expedicio de snas ordens para a captura dos
criminosos, caso aporten) alli.
Ao inspe:tor do arsenal de raarinha aotori-
dar alistar na compaubia da aprendizas artfices
desse arsenal o menor tibaldo, Olbo de Rita Mara
da Ooncsiclo.
Ao eommandante de presidio de Fernando
4e Noronna coacedendo permissao para tazer re-
tirar desse presidio, se assim jalgar eonveaieote, o
vivaudeiro Claudino Jos Correia, atiento o sea
niai procedimelo.
Ao inspector da sale do porto recommea-
dando qne para raelhor e mais completa regularr-
dade do servico, dec!are ao inspector da alfa u Je-
ga quaes asemb3rcao33 jae ficam sujeitas vi-
sita, por quinto nao competa aquella repart cao
descnmina-las, e assim ficario somente detidas
aqaellas, qo:, por saa proesdoncia tlverem de ser
visitadas, evitando-so deste modo o equivoco, que
se diuha do-, a respeito da todas as embicar-
Soes carregalas de abusar. Ramettea-se cipia
o otll -1 suora ao inspector da alfandega para
seu conhcimento.
Ao chefe da repartido das obras publicas
para que com urgencia mande (echar cora parede
de tij lo, o portao existeute no lado do sol da mu-
ralba, qus cerca a casa da deleacjio.
Portaras:
Ao coaselho de revisio da guarda naciooal
de Santo Anuo declarando ora resposta ao seu ol
Ocio, qu?, se bem sejam os subdeKgidos e junes
do paz respectivo obngadot a remoller opponuoa-
mente aos conselhos de revisio da qualificacao as
relacSes de qae tratam o art. 10 | 2 e i do de-
creto n. 1130, de 12 de marco de 1839, a falta de
laas listas, como dispoe o art. 13 decreto n. 722
de 2o de outubro de 1850, oo deve obstar os tra-
balho3 dos mesraos conselhos; cuunrindo por
tanto, para evitar mais demora, qae d principio
a ellos oo dia que for marcado pelo eommandante
superior, exigindo daquellas autoridades, as infor-
raa;o\* e eselarecimentoi que jalgar precisos.
Communicou-se ao eommandante suparior, re-
caminan lando-se que marque novo prazo para a
reunan do c taselh >, visto nao proceder a davida
por elle suscitada.
A' cmara municipal da cidade de Caruar.
Remeti a cmara municipal da cidade de Ca-
ruar, o requerimento incluso, que esta presi-
dencia dirigi Joaquim Pedro Barrlo de Mello
llego, afim de que a mesma cmara, por occasiao
de preceder ao acto da apuracSo da eleicao de
membros da assemula legislativa pr..vincial, cum-
pra restrictamente as disposioes clarase termi-
nantes dos arK 87 da le n. 3S7 de 19 de agosto
da 18tu, e 15 e 26 do debato n. 1621 de 22 de
agosto de 18G0, explicadis pelos avisos do minis-
terio do imperio n. 20 de 9 de fevereiro de 1818,
n. :i do I de marco da mesmo anno e n. 110 de
7 da abril de 1862, visto qua as cmaras muuici-
paes apuradoras na hypottiese figurada pelo re-
querimento, nao lera a atiribuicao de apreciar a
validado ou illegalidade do resultado do; trabalhos
los coll gios eleitoraas, qua da co.ipelencia da
assembla provincial, que a exereita quando veri
fica e reconhece os poderei de seus membros, li-
mitan lose as cmaras aparadoras a somraar os
votos, conforme expresso as supracitadas die-
posicSes.
Aos agentes da companhiadenavegacao lira-
stleira, mandando dar transporte para a Baha
por conta do ministerio da marinha, no vapor que
se espera do norte a nove pracas da armada.
Commanicou-se ao eommandante da diviso naval.
Despachos:
Anoa Mara Lopes Americo. Sim, pagos os di-
reitos nacionaes.
Amelia Angosta Alvas de Souza.reforme o Sr.
inspector lo arsenal da mar,alia.
Anna Mana da Luz. Informe o Sr. inspector
da Ihesonraria provincial.
Antonio Machado Lima. Informe o Sr. major
director do arsenal de guerra.
Tanente-coronel Alexandre Augusto de Frias
Villar.Forneca-se.
Bario do Livramento. Deferido com oficio
desta data a thesoaraiii provincial.
Diogenes Pessda.Nao est creado o lagar qne
pretende o supplicant?.
Dameo Jos Ferreira -Informe o Sr. eomman-
dante do corpo de polica.
Francisco da Silva Neves. Seja pto era l-
berdade o recruta de que trata, era vista da de-
clararlo da mi do mesmo, e ter provado seero
legal.
Feillen Brothers. Defarido com offlo desta
data, dirigido a thesouraria de fnzeuda.
Bacharel Francisco Gon'calves da Rocha.Pas^e
portara concedaudo quarenta das com venci-
mentos.
Francisco Joaquim (oncalves do Cabo.Infor-
me o Sr. inspector da thesouraria de fazenda.
Padre FranciscoVirissirao llandeira.Envegue-
se mediante recib >.
G mesmo.Certilqae.
Galdino Themstoclei Cabral de Vaconcellos.
Subsiste a licenca al que haja decisao proferida
so'ire o requerimento qu oi a infirmar.
11 rmeliuda Francisca da Paz. Remetlido ao
Sr. provedor da Sama Casa de Misericordia para
o fim requerido.
Tenento Joao Gielano Rodovalho de Alencar.
lodeferido, visto que niio devia assumir o cora-
mando do destacamento depois da orJ'm que re-
dazio a quatorza pracis e um inferior.
Capilao Jos Joaquim Coelho.Forneca-se.
Jos Iguacio A villa.Informe o Sr. inspector da
thesouraria provincial.
Tenente Jos Rebello Padilha. Fornega-se.
M ira Saln di Mmra Mattc?.Remettido ao
Sr. mspec.or da thesouraria de fazenda para man-
dar juntir.
Vicente Tliomaz Pires de Figueiredo Camargo.
Informe o Sr. inspector da thesouraria de fa-
zenda.
Fr. Venancio Mara de Ferrara.- Diferido com
oficio desta data dirig:lo a thesouraria de.fazeuda,
Literia Mara da Conceicao da Silva Nexus.
Seja posto em berdade, visto ter declarad} pela
propria mai o contrario do que se allegou por oc-
casiao da ser preso o recruta de qua se trata, e
ter provado isenca) legal.
KXl'EDIE.NT: DO SECRETARIO.
Oficio :
Ao director gera. interino da in-^truccao pu-
blica, comraonicando para os lia- eoavenientes,
que presidencia conceder Antonio Basilio
Ferreira Barros, professor removido pira a cadei-
ra da povoacao de Palmeiras em Garanhnns, novo
praso para entrar no exercicio da refrida cadei
ra, o qual lindar no tjia 20 de Janeiro vindouro.
EXPEDIENTE DO DIA 19 DE DEZEMBRO DE 1871.
Actos :
O presidente da provincia, attendendo ao qae
expoz o engenheiro fiscal da estrada de farro do
Recife a Caxang em oficio de 18 do corrente, re-
sol ve que fique sapprimida a condico segunda
das que forem impostas respectiva companhia
para a abertura provisoria da parte do ramal dos
Afictos entre o Manguinbo e Tamarineira, e que
se refere a clausula segunda do additaraento de
30 de malo de 186i, em virlnde da qual foi for-
mulada a cllaia cundirlo, fleando a primeira as-
sim concebida : As obras de todo o ramal coatra-
tado, inclnaive a censlrnccio das estacos e exe-
cu cao da clausula segunda do additamento de 30
de maio de 1864, serio terminadas de accordo
com o contrato celebrado, dentro de um anno, a
datar da entrega provisoria da linha ao transito
publico, regularisando se qaanto antes a va per-
manente, para o qae se fsrao as necessarias des-
appropriaces.
O presidente da provincia, attendendo ao qne
requeren o altares do batalbao o. i do municipio
do Bonito, Antonio Francisco de Assis Pereira, e
vista da informacio do respectivo eommandante
superior de 28 do mez prximo fiado, resolve qae
Iba seja dado a guia de que trata o art. 45 do de-
creto n. 1130 de 12 de
Caruar acode reside.
mar so de 1853, para o de
-
O presid tote da provincia, tendo era vista o
que requeren Gabriel Germano de Aguiar Muntar-
royos, arremaiante dos reparos da ponte dos Car-
vaihos, reiolve eooceder-lhe nos termos da infor-
macio do chefi da repartirlo das obras publicas
de 13 do corrate, sob n. 397, dous mezas de pro-
rogacao, a con ar da data em que se lindar o pra-
zo para a eonrlusac- de taes reparos. Esta ser
apresentada as estar-oes competentes, afim de ter
a devida exececio.Expediram se as necessarias
communicacots.
Offliios : k,
Ao brigadeiro eommandante das armas, di-
zendo Hcar inieirado de hiver noiueado um conse-
Iho de ravestigacio para conhecar da crimnalida-
de dos factos argidos ao ex-major da prac do
presidio de Femando de Noronha, Trajauo Alipio
de Carvalbo Mendonca.
Ao mes ni, declarando qne ple mandar
por em liberdi.de es rocratas Jos Vicente Perei-
ra e Joo Victorino dos Santos, vt3lo terem sido
considerados mcapaies do servico militar era ras-
pelo de sa le.
Ao inspe;tor da thesouraria da fazenda, o-
leirandoo de r.aver o bacharel Augusto Carlos
Vaz de Oliveini, assuraldo a 18 do corrente o exer-
cicio do eargo de juiz municipal da segunda vara
desta capital, ta qualidade de quarto oppleuie,
e no impediineato do efteelivo e dos outros sup-
lentes.
Ao raesmo. mandando pagir ao cabo de es-
quadra do 9' batalbao de infantaria de linha, Joio
Martins Fernandas, a gratifics<;io que Iha compe-
tir por haver aprehendido o soldado do deposito
especial de inotruccio, Antonio lrines da Cruz,
que se acb*v. destrtj,.o.
Ao inspector da thesouraria provincial, para
que devolva, ;om a competente informacio, a re
querimento tm qua o reitor do seminario de Olm-
da, Dr. Gregorio Lippar.ni, pede a entre%a da
quantia votada na le do orcamento do exercicio
liado para as obras daquelle estabelecimenlo.
Ao me mo, autorisando-o nos termos de sua
informacio a mandar pagar a Casimiro Reis Go-
mes e Silva, a quantia de 9:310*030, proveniente
defardaraen os fornecidos ao corpo de poHcia.
A) cbt'fe de polica, declarando em resposta
ao sea offl:ii>, que no mez prximo vindouro, re-
gressar para o termo te Santo Antao, o destaca-
mento de pelicia, a qoe allude o atado oficio.
Ao m?pector do arseaal de marinha, para
mandar alia-ar na compaubia de aprendizes raari-
iiheiros os lienores orpha js Joao e Manoel Cabral,
quando Ihe forem apresentados por parte do juiz
municipal do termo do Cabo.-Offlcioa-?e a este
para remel.er os menores.
Ao mismo, concedendo a autorisa^ao, qae
solictou p;.ra comprar cora destino a draga, que
se est motilando nesse arsenal, l'i'iO parafuzos de
convez a 1 7/8 e 2 1/i polegadas de comprlmento
por 3/8 de grossura a preco de 100 reis cada pm.
Commanicou-se a thesouraria de fazeoda.
Ao eommandante superior da guarda nacio-
nal do municipio do Recife, aecosando a re:epco
do bem ccnieccionado mappa, que remetteu da
forca qual.dcada sob seu comraando superior, em
numero total de 8110 pracas.
Ao do muni'ii'o do Limoeiro, recommen-
dando que faca destacar no termo do Bom Jardim
um inferior e 8 pracas, as qnaas ficario a dispo-
jira das autoridades policiaes.
Ao director do arsenal de guerra, declaran-
do qae mande forneeer ao 9.* batalbao de infanta-
ria, sroente a vareta pedida pelo respectivo com-
maodaot', e quanto aos 15 sabre3-bayooetas soli-
clia-se ii esta data do excellenlisslmo senhur mi-
nistro da guerra a remessa dallas pelo arsenal de
guerra da corte, visto nao poderem ser forneeidas
por osse. Communicou-se ao bugadeiro eomman-
dante da.i armas.
Ao eommandante do corpo de polica, para
mandar destacar na villa do Limoeiro o tenente
Francisco de Siqueira Cavalcante, que levar com-
sigo o p'acas d'esse corpo, as qaaes, com as do
destacanenlo all existente, (icario sob o comman-
do do rr.endonado tenente. Communicoa-se ao
doutor Jbefe de polica.
Ai engenheiro encarregado das obras mili-
tares, para que mande proceJer com a maior ur-
Keocia ao reparo de um arrombamento feilo no
xadrez do deposito de recratas pelos presos nelle
recolbidos. lateirou-se ao brigadeiro eomman-
dante das armas.
Ao mesmo, delerrainando qae aprsenle um
oreannto dos rf paros indispensaveis e proprios a
garanlr a seguraoca do edificio, era que funecio-
na a capitana do porto, entendendo-se para isso
com o Inspector do arsenal de marinha, a cargo de
quem acha-se aquella repariicao.Communicou-
se a este.
Portaras :
Ao conselho de comprar da marinha, auto-
risando-o a promover nos termes io respectivo
regulamento, a icquisicao dos obj aos do mata
rial da armada, necessarios para provimentu do
almoxarifado, e constantes da seu offliivlolei-
rou-se a thesouraria de fazanda.
Ao gerente da companhia Pernambucana,
mandando dar transporte para e Cear, por conta
do miuis.erio da gaarra, ao capitio Mauoel Brzer-
ra de Albuquerqne Janior, que val reunir-se ao
I i.' Datalho da infantera, bem como a sua mu-
Iher e mai.
Despachos :
Antonio Basilio Ferreira Barros. Cjncetio o
prazo que lindar a 20 de Janeiro prximo vin-
douro.
Bernardino da Silva Costa Campas.Iuorme o
Sr. Cujsetheiro inspector da thesouraria de fa-
zenda.
Deodato Joaquim da Silva.Concedo lo das de
prazo pra provar isencio legal.
Isab Maria Brandao.Informa o Sr. provedor
da Santa Casa de Misericordia.
Luiz Ferreira Maciel Pinheiro.D-3e.
Manoel Lopes da Cunha Maciel.-Informe o Sr.
.cun.-el i. iro inspector da thesouraria de fazenda.
Romaneo Luiz da Freitas.Informe o Sr. ins
pector da thesouraria de fazenda.
Teneuie-cnronel Sebastiao Jos Basilio Pyrrho.
Forueci-se.
EXPEDIENTE DO SECRETARIO.
Oficios :
Ao brigadeiro eommandante das armas, in-
teirando-o de haver a presidencia mandado satis-
fazer o pedido, qae remetteu, de vestuario para o
sentenciado, empregado na fachina da fortaleza do
P.ruii) Luiz Antonio Constantino.
Ao juiz de direito.da comarca do Cabo, a-
cusando, de ordem da presidencia a recepcao do
offleu, em qne d conta dos trabamos do jury do
termo de Ipojuca.
Ao gerente da companhia Pernambucaaa,
recoinmendando de orden da presidencia, que
mande dar urna passagem de estado a r at o Rio
Grar.de do Norte, a Francisco Jos Pereira Caval-
canta de Albuquerqne.
Ao engenheiro fiscal da estrada de ferro do
Recife a S. Francisco, declarando que ti varara o
con veniente destino o balanejo e act, qae remet
leu da liquidagio das cootas d'essa estrada no mez
de aovembro ultimo.
IXMDIKNTK DO DIA 20 UK DEZEMBRO DE 1871.
Actos :
O presidente da provincia, attendendo ao qae
requereu a direccao provisoria da soeledade de
soccorros molaos denominada Luzeiro da Verda-
de, resolve mu termos do artigo 27 g 1.* do de-
ralo n.27tl d* 1 de deiarabrt de 1850, appro-
var os estatuios da,a>atma socidade, fleando ella
autorisada a faaesfoaar.
;
0 presidente da provincia, vista do oficio
do doslr chefe de polica n. 1717, de 19 do cor-
rente, resolve exonerar do cargo de delegado do
termo do Limoeiro, o cidadio Joao Fehppa do
Mello.
O presdante da provlnetii, de conformldade
com aproposla da domor chefe da polica u. 1717,
de 19 do ;-nte. r.-.solve nomear para o cargo de
delegado oTTermo da Limoeiro, o tente do cor-
po de p lici, Francisco de SidUeira Cavalcante.
Expadiram-se as necessarias eommunicacoes.
Oficios :
Ao brigadeiro eommandante das armas, pa-
ra qae verificada, em vista dos requerimento* do-
cumentados de Bernatdino Barbosa da Silva, os
quaes Sirio devolvidoi para terem n destino indi-
cado no aviso de 4 de outubro de 1860, a idenli-
dade de pesioa do crifulo Joio, soldado do 9. ba-
taln.io de infantaria, fue reclamado como seu
escravo pelo supplicane, o depois de iodemniaada
por este a fazenda n r.ional das despezas, feitas
pelaTeendi praga, uun.Ie-a eliminar do exercito,
e entrega-la a seu snior.-Communcou-sa a the-
souraria da fazenda.
Ao mesmo, reconmendando a expedicio de
sua- ordeus, allra de <|ie ao superiniendenie da
estrada de ferro do Heiife a Beberibe, se aprescu-
tem nos das 21 e 2i d-. corrente, s tres boras da
tarde, na estacan da roa da Aurora 30 pracas de
prim ira linha, para p.i elle serau deslribuidas
uo molo mais conveniente para garantir a ordem
e traaquilidade publica.-Communicou-se ao dou-
tor chefe de polica.
Ao inspector da thrsonrria de fazenda, pa-
ra enviar cora tuda a un enca urna nota da Iota
cao de cada ama das varis de direito, tanto desta
capitel,-como das de mais comarcas da provincia,
e bem assim da importania total das rendas, re
Un vas a cada ama das mamas comarcas, com ex-
eepcio da capital, leudo em vista a arrecadacao
do ultimo exercicio.Recimraenlon-e ao inspec-
tor da thesouraria provincial, que taiibem rera-t-
ta com urgencia urna no a da importancia total
dos imposlos de randas provinciaes, arrecadados
as diversas comarcas da provincia com xcepcio
da da capital, segundo aarrecada^i) do ultimo
exercicio.
Aojaiz de dreito da comarca do Limoeiro.
Interado de qa mo Vmc. me communica em seu
offlcio.de 17 do corrente, om relacao ao lermeu-
to de liento Jos Lopes Gcimaraes, tenho a dizer-
Ihe, que n'esta data tranco segar para esse ter-
mo destacados o tenenti Francisco da Squaira
Cavaicante, cora 5 prac/S do corpo de polica, II-
candi assim elevado o tesiacamento a 18 pravas.
O mesmo tenente acab de ser uoineado delegado
a'o-te termo. Fsperoqae no mez prximo vin-
lonro pdssa elevar o Jestacamento a maior ame-
ro de pragas. Entrftanto de crer, qoe com esse
numero de pracas, a presenca de am oficial, j
algama coasa se br a bem da ordem publica,
que, segundo parece, s perlaibada por um
criminoso audajBciou-se ao inspector da the-
>i uraria proviaciaj para mandar entregar ao raen-
ci.-nado lente a quantia de OOjOOO.
n-saacbos:
Bichar.'! Celso Tertuliano Fernandas ijuintulla.
loforme o Sr. Dr. juiz d crpliaos desla capital.
Sociedale Luzeiro da Verdade.-Passa portara
na forma requerida.
Sociedade Libaral Uniio Beneficente.Compl-
talo o sello, p i-.-e portara uomeando presidenta
o priiueiro da lista.
QUARTKL GENktHAL DO COMMAMDO DAS ARMAS
NA PROVINCIA DB PEftNAMBCO, EM 27 DE
DKZBMItllO DE 187 I.
t)roVm do dia n. 596.
O brigadeiro inspector _e eommandante das ar-
mas interino, em execuca
em execuca > ao plano qua baixcu
cod o d-creto n. 437! de l de agosto do anno
passado, e de eonformidade com o disposto no
aviso do ministerio da guerra de 25 de seterabro
do corrsnte ann>, determina que nesta data se
rosiJeie em orgauis.cao a companhia de caval-
larii mandada crear pelo citado plano, a fiara o
con: liando da qunl est oomeado desde l de da.-
zem:"> do anno Ando o Sr. capitio Jjs Joaquim
Con ,
A' -a companhia iean pertenceudo as pracas
de d ,s;to especial de instraccao creado nesla
provincia para a arma de caladores a cavallo, que
fica promisoriamente exlncto por nao ter pravas
Cjiu as precisas babilitacSas.
A sobradia companbia oceupar por ercquanto
0 juar'.el d i deposito extincto, at que o governo
imperial resolva a este raspeilo o qua melhor con
vier.
(Assigiado) -Ctnios Belbz de Olivara Nery,
bngadeirj e eoruman'.an interino.
Gonlornie.-C//ne/t/ Fiancilio Tavares, tenente
aiudante de ordens encarregado do delalhe.
-28-
Ordem do dia n. 591.
O brigadeiro inspector e eommandante das ar-
mas iaterino determina que na manha do dia 2
da Janeiro do anno viudouro se passe revista de
mostra aos carpos em g-iaruic) nesta provincia,
a s companhias da operarios militares do arsenal
de guerra e da cavallaria, pela ordem seguinte :
As 6e meia compaubia de operarios milita-
res, s 7 de cavallaria, as 7 e meia ao segundo
: atalbo de infantaria, s 8 ao 9 o da mesma arma
e as 8 e meia ao deposito da recrutas.
i Desmo brigaleiro eommandante das armas
declara para os rins couvcnienles, qua no dia II
do correte >e apresenlou, viudo do presidio de
Fernaado de Norouha, e ncou contemplado no de-
talbe do servico medico da gnarniro d'esta cida-
de o Sr. cirurgii) da armada reformado contrata-
do, Francisco Marciano da Araojo Lima, que foi
mandudo vr d'aquelle presidio para servir it> tes-
lerannha no proces30 de mvestigicao instaurado
aos Srs. coronal graduado Jos Augalo da Moraes
llego o capiti) Joaquim Antonio de Moraes, e tem
de demorar-se para depor tambera como testemu-
olia de defeza em igual processo a que est res-
pondido o Sr. capitao Trajano Alipio de Carvalho
ilaadooca. ,
Qa no dia 22 se apresentoa viudo da edrte,
com dous raezes de licenc, para tratar de nego-
cios de seu inieresse, a contar de 12 ludo do cor-
rente, o Sr. capitao do 1.* regiment de anilharia
a cavallo, Cetario de Alraeida Nobre Gusraao.
(Assigndo) -Carhs Betbz de Oliveira Nery,
brigadeiro inspector e eommaniaote interino.
Conforme.Clemente brancilio Tavares, lente
ajudante de ordens encarregalo do delalhe.
o svstema, limitando se a ir amparando apenas o
j creadp e exiatenta.
De faci, na fandaeao destas colonias
nio poda o governo, como disseroo?, ser levado
de outro motivo seno ,a forraacio de grandes n-
cleos capazes de altrabiram por si racimos oovos
immigrantes.
No estado actual da sciencia econmica a popu-
laco da Europa exces.-iva. Esla eircumslaocia
daquella provincia, escreve assim a respeito da eo-
: loma Blumenau, a mais importante das eufonas
do estado do estado.
i A colonia Blumenan, nao estando anda liga l
da cora a parle mais populosa e commercial da pro-
vincia de Santa Catharina, difflcil se torna nio'6
o desenvolviraento do commercio local, como tam-
bera a accao fiscal do governo. Devem se, poi?.
.V* ouroM fwiv. r.s.a cncuu.s.auc* cnncemrar |nllas forc par9reraover M erab-
aaorraal mamlasta-se pela miseria das classes in- CM difflcnUam p"1)r dp9mais a adalB,s,raci,
fenores e pelas commogoes que consiantemente re-
suliam dos eaforgos que ampregara para sah.r de
s emelhanle estado.
Este excesso de populacio naturalmente procu-
roa urna sabida. \ primeira qae se apresenlou
INTERIOR.
foi a offerecida pelos Estados-Unido que nos tina
do secuto p*ssado trabara sacudido o jugo colonial,
constituindo-so em naci independente, sob urna
consiiiuicio muito liberal tanto para estrangeiros
como para uacionae*.
Mas as ditficuldales da urna emigrarlo sio
enormes, e os primeiros colonos chegados aos Es-
tados-Unidos aoflreram pnvacoes e inoramodos
de todos os gneros.
Foi assim que no principio i os espiritos avea-
tureiros se arriscaram a tentar fortuna naquelle
novo paiz, apazar de feriilidade do seu solo e da
liberalidale das suas inslituicoes. At 1826, mais
l 10 airaos depois da determinaco da guerra
contra a Inglaterra, o termo medio onual de im-
migrantes que desembarcarara as praias daquelles
e-tados nio chegou a 10,000
Muitos, deanimados pelos soffrraenlos e difi-
culdadas que encontravam, recuaram e voltaram
ao p.. '. natal; nutro.-, mais afortunados ou perli-
nazes, conseguram estabelecer-se, e, vendo se
prosperar, chamaram a si os seos pareles e
amigos.
Pouco a p meo a correle foi engrossando, sal-
cando, no seu corso, leito cada vez mais pro-
fundo.
Dasperlou-se a attenco dos capitalistas. Em-
prezarios industriaes mandaram bascar bracos; os
imutigrantes que prosperavam escreviam cartas
exaltando o seu novo paiz, e mu tos delles remet-
tiara dinbeiro pira ajudar a viada de prenlas.
Sirgo nos portos de embarque um txereito de
armadores e forroigueiros de agentes percorriam
o interior da Europa- Assira se foi creando urna
nova iaduslria em qae se eropeaboa ama massa
iramensa de interosses e que preduzio um movi-
raunto consideravel de dinneiros e oalros valores.
O numero dos immigraotes transportados toraou
proporcoes enormes, chegando s vezes a quasi
500.000 por anno.
Neste estado se acbava o grande movimento
emigratorio quando o Brasil se apresenlou em
campo cerno aovo concarreate aos seas bene-
ficios.
Era patente que ( ama attracco poderosa po-
da desviar do leito, em que estava contida por
tantos e lmannos mteresses. nma poreio da gran-
de corrente da eroigraco. Um dos meios lembra-
dos foi a f un Jacio de ncleos eolociaes, onde o es-
trangeiro, vivendo entre conterrneos e eonti-
naando a fallar a propria liugua, pudesso mes-
mo era paiz estranbo, atigprar-se n'oma nova
patria. ff
A prira-'ira condico comiodo para ura bom n-
cleo colonial a possibrlidade de prosperarem to-
dos os seas habitantes. Para isto precise que as
trras sejam assaz feriis para remunerar o traba-
Iho do lavrador, e qae os producios possara ser
vendidos por um preco lucrativo.
A segunda condico de urna colonia que seja
em grande escala.
Comprehende se fcilmente que, quanto maior
for urna c lonia, tanto maior ser a vanedade de
recursos que olferecer aos seus habitantes, e
lauto menor ser o sentiraenlo desanimador de
isolainento que tolos sentem em paiz estraogeiro,
A cr cnia grande mais ecouomica do que a
colonia pequea, porque ha despezas fkas (prin-
cipalmente a importante verba de abertura de es-
tradas) qua sio iguaes para ambas. A colonia
granda tambpm mais attractiva; tendo mais ha-
bitantes maior na mesma proporcio o numero
de vozes individuaos que convidara para alli nova
populaco ; olferece mais probabilidades de era
prego e auxilio aos recem-cb^gados; e, possaiodo
n .o r riqueza, mais favorece o desenvolvimeato
da inda a sspecie de industria?.
Infelizmente, porm, as c>l nias do estado toram
assi-utai.i.s e.n lugares renntos de mercados e era
dislrietos montauhosos onde se applicam difi:il-
mele oj molos aperfeiroados de cultura.
Peior f i comlndo nio as ter ligado aos merca-
do-, por boas vas de comroanicacio. Fundar e-
tabelecimentos coloaiaas sera attr-nder a esta ne-
ces-idad'e essencial nio criar eufonas, mas de-
gredos. ,
Para mostrar que a nossa censara nao e inian-
dada, citaremos as autoridades mais compatentes
que tem tratado deste assumpto.
' Xa estudo sobre a mruigraci', publicado em
I86t, pelo Dr. I. C. Galvo, agente oficial de co-
lonisacao, !-se o segninte trecho :
t As estradas, sobretudo, qaer as que condu-
zem as colonias, quer as interiores que ligam os
diversos entre si o com a estrada principal, con-
servaram-se durante muilo lempo (a em muitas
partes anda se conservan)) em um estado to de
ploravel, que t vendo se poderla acreditar, e que
horrorisou o Ilustrado Baro daTchudi na ex-
car.-io qae fez as colooias em 1861.
Em todas as colonias qoe visitou aquelle
conscieocioso viajante, cora excepcio da de D.
Francisca (colonia particular), notou o inesnoo es-
lalo das estradas, para qualificar o qaal s en-
contrava o adjectivo u/frena, detestable.
No mesmo anno a sociedade Internacional de
Immigragio dirigi urna circular a todos os direc
lores de colonias pedndo ioformacoes.
Pelas resposlas v-se qua na colonia de Mucory
a estrada principal se acnava em tio rao estado
que as vezes nem na esfacio da secca dava pas-
sagem ; que a colonia do Assuoguy fallavam com-
muDicacSes com os mercados de consumo ; que
a estrada da colonia Santa Isabel at ao litoral era
pessima ; que as communicacoes da colonia Ita-
jahy com o exterior eram daploraveis i nio ha-
veodo senio urna picada pelo mato a barra do Ita-
jany, e bastando algaos dias de ehuva para a tor-
nar intransitavel, et;, etc.
O agente offlcial de colonisacio que em 1867
inspeccioncu as colonias do estado as provinciis
do sul, reforindo-se estrada para a colonia Itaja-
by expnme-se do modo segrate :
A estrada para o porto (villa de Iiajahy) a pri-
meira e a mais urgente necessidade da colonia.
Casta a erar qne o naeleo de perto de 1,600 co-
lonos, com seis annos de existencia, a nica va
de coramunicaci' que lenha eom o resto do man-
do seja a navegado em. canoas ou lanchas pelo
rio Itajahymirim, navegacio impraiieavel na oc-
casiio das eheias, difflertima na occasiao das sec-
RIO DE Jt\KIUO
IMMIGRACO.
II
Antes de exp?r, como promettomos, as idi3 l-
timamente adoptadas pelo governo relativamente
a colonisacio, seja-nos parmittido vollar anda ao
assumpto do nosso artigo precedente, o pouco
fructo da colonisacio directamente emprebendida
pelo Estado, expendendo mais particularmente as
causas pir que fio pouco tero prosperado aa co-
lonias do goven, tao nulla tem sido a sua accio
lobre o dasejado movimento da imralgracio espon-
tanea, q'19 por mais acertado n hoave abandonar
cas, e sempre longa e dispendiosa.
A estrada oa picada que liga a colonia bar-
ra do rio tal qua ba verdadeiro risco de estro-
pear se, senio de perder a vida, quer para o ca-
valleiro, quer para o animal. A colonia est, por
assim dizer, segregada do resto do mando, ete.
Mais tarda refrindo se o mesmo agente offl-
cial essa picada por onde o imrpigranta tem de
transitar para chegar colonia, qnando nio pode
nistraci?
e retardara muito o desenvolvimanto coramereva
de caria loealidade.
Esta trabalho devia lar sido o primeiro enid-
do da directora, ames de projectar grandes obra
qne nio podorio merecer a importancia que se-
ibas quer dar, estando a colonia anda solada do
resto do mundo civilisado, como com franqueza
declara o Dr. Blumenau
Vejamos agora qaal a causa desse estado dos
caminaos.
Em urna memoria dirigida aquelle engenneirc,
diz o Dr. Blumenau, director da colonia :
Nos mezei de jolho e setembro de 1868, a di-
rectora recebia da thesouraria de fazenda, pela
ultima vez, o at entio regalar pagamento triraen
ral para as despezas da colonia, conforma o orea-
raento apresentado, vvtndo desde eolio at h q-
quasi />< jjnr i'i ,iur co:n os fundos proporcioaai-
mente insafflclanies, que em pocas incertas e era
regulardade ihe forara concedidos e pagos bem
que nos mesmos dous aDnos deeorridos vesse (M
recebar e accomraodar 2,002 mroigranies viudos dr
fra do paiz, alm dos que trairarara e se estabe-
lecerara na colonia, vindos de outras parles da
provincia e do paiz, e entre os quaes se aeharavv
40 familias nacfonaes oa laso-brasileras; e alm
de 125 descendentes dos colonos, qua se estibe-
lecerara sobre si, comprando lotes a directora.
t Em consequencia destas cireumstancia
contrariedades, actualmente o falo das vas t-*
communicari-) em muia- partes ponco satisfae
torio, em outras deplora vel, e final mente existen
differeates e extensos grupos ou series de rote,
ja vendidos, ocenpados e cultivados, em que aiad
nao foi possivel directora fazer caminho algum.
davendo os moradores passar pelas picadas ater-
as ha mullo lempo, e que actualmente se achara
no mais triste estado.
c As circunstancias embaracosas das contra-
riedades cima referidas tiveram anda a coosa-
quancia de amitos caminhos oa a sua consiruecio
se tornarem muito mais dispendiosos do que te-
riam sahido se livesje sido possivel a directora
trabalhar systematcaraenle, e continuar neste ra-
mo do servico com a indispensavel regulardade,
explorando os traeos dos necessarios caminaos.
e fazendo urna adequada extensio des.es anlecipa-
damente, e antes da oceupacio dos respectivos
lotes pelos inmigrantes. A insuficiencia dos fun-
dos concedidos pelo governo imperial, porrn, a in-
certeza em que a directora se achoo, e anda boj-
se acba, sobre a importancia dos mesmos and...\
com qae toda a seguranga ple cootar ; a ncer
teza dos pagamentos, tudo combinado durante
qnasi dous annos, com as irregularidades das esta
coes e com urna extraordinaria immigraca >, imp-j-
diam urna boa organisacao dettes servicos.
Pdese allegar em defeza do governo qae uio
vale a pena gastar grandes qoantias com a aber-
tura de estradas para pequeas colonias que nao
toem bastante movimento para justificar esta des-
peza era assegurar a conservacao das estradas,
urna vez construidas. Seria isio procurar justi-
ficar urna culpa por meio de outra.
E' verdade, infelizmente, que os nocleos colo-
niaes sio maito pequeos, mas seria com a allrae-
Cio destas ncleos tio insignificantes que nem va-
lia a pena dota-los de boas vas do communica
coas, que o governo espe,rava desviar lo -n leito
a corrente de emigracio. e concorrer cora um
paiz para o qual ella -til io candalosa ha qua-
meio seculo f
Jindcani)s que as condicoss mas nect^sari;s
para a trosperidade da urna eolenia erara ierras
feriis e bins mercados. Bastariam illas por si
s para assegurar ess) prosperidade se u< colonos
todos possaissem os meios para se esla'ielecerem
e subsistirn] al que p dessem gozar dos frocos
do seu traba I h .
Os eolcnos; prm, na sua miforia, irat<-m p
es meios, e porlaato prensara da auxilio?. 0<
favores, pois a elles pruineltidos nao sao mera-
mente para attrahi-los ao paiz- ,-i) uiub'm real-
mente e*seociaes prosperidade da colonia. Loo-
ge de nos acalcar qu-1 o governo baja faltado ja-
mis a sua palavra Pefo C"Otrario, reeonhecemo*
cora oigu lio que em todos os temos lem nio ella
p>iT liiiibie satis fazer rigorosa e masmo gent-rosa-
raenta os s-us eorapromlsso1. E aos eoloo s tem
mostrado urna bauevnlencia assignalida. Infa iz-
meote, porem, as demoras que previn da n^a
organisacao de>te -ervieo produzem um effeito 15-1
funesto para os mteresses dos colonos e da colon.a
como a rcais comoieta folia de boa fe.
At a colonia Blutcenau, a colonia mode!, \
Brasil at ella solre deste mal
Apesar de red inucdes e insiancias iocessanies
da directora, o governo tem de.xado de farn
Ihe os fundos necessarios para satisfaser os seus
compromissos para com os colonos.
Vejamos o negro, mas verdadeiro, quaJro pinta-
do pelo rae>mo director.
No principio de agosto prximo passado esu
cobnia foi honrada com a visita do ore'identa da
provincia o Ex ni. Sr. Dr. Franeisco Ferreira Cor-
rea___ S. Exc. t->ve occasiio de reconheivr
pessoalmenie as dificuldades e desgostos c m q'ta
esta directora leva anda tem da lutar, sulicitan-
do-lhe namerosos colonos o trabalho que Ihes (ora
prometlido (a note-se que se deixa da dar o tra
balho prometlido aos colonos recera chegado*
quando a colonia est precisando de estrada.'
como de pi para a boca !) e ihes compela pe
regulamento, pedlndo outros os caminhos e pon-
te3 que oor falta de fundos anda nio poderam
ser estabelecdos, e dando-se na partida de S.
Exc. urna das semas tumultuosas e quasi sedi-
ciosas que fomentadas por intrigantes e sizaneirc*
j antes e depois causaram graves amargaras ao
pessoal da directora.
t O pessoal da directora teve e anda tem d
lutar muito contra as exigencias de numeroso',
colonos que pedlram auxilios e anda pedem u
servico nos caminhos que segundo o regulamento
Ihes competa e fra prometlido na Europa, maa
que por falta dos necessarios fundos s ponco s>
pouco, e de modo insuficiente pela directora lbea
poda ser concedido.
Estas exigencias animadas, s vetes profer
das e sustentadas por amemos grupos qae s*
aceumnlaram na repartido, augisnaitaSMU cada
vet mais e finalmente degeneraran em seena tn-
multaosas em insultos e ameacas pessoaes, densa -
neira tal qae at ameacaram a marcha regalar
dos negocios e a ordem pnbliea.
Depois da data em qoe foi eseripto o que vai
citado aeima, muitos colonos exasperados aban-
donar am a olonia, e se nao fossem os esforc >a
dedijados e incansivais do director, teriamo3 tai-
vez de presenciar a completa desmoralsacio a
debandada da mais fl rscente colonia do estado.
Bastara estas imperfeitas noches sobre o estad-
para demonstrar qae %
das colontaa do governo .
organsa?io do servic* colonial at agora aeguid^
sVbTr o'ri'compara-a eom a sn'tenc qae Dante ara ioeompleta, viciosa, enfadonha, dispendiosa n
escreveu ns portas do inferno. Vi que en J Incompatjvel cora
trais perdei tosa a esperanca. >
O engenheiro L. M. de Albuquerqne Galvio,
ue por ordem da presidencia da provincia de
anta-Qaihirina inspecciono!! era #70 W Wlona3
i
se algumas offerecem iodioios de proaperidade,
tio o devem a essa orgaoisaQis, mas o eoase-
gairan a d^speUo della.
roo Jornal, do Comercia.)
'

ILEGfVEL


-r*-
1
3C 0&3Ntil 30 8 AHI31 KltSF" d* *,*Bllf*c* *- ,Se*a lfeira 29 d'. Dezembro i-w*rf>
-" -----------------== ..... ----------------------.- /* *_______J_.". ',, ______
i
PERNAMBUCIfc^ t*
8r. presi late 4 c.
TA DIAKIA-
REparhkHo|>as ogrt.vs fUBLICAS .P0r
porua Ja j(5iecci d trovincu, d 17 4o
corrile, foi jungado, a eu pedido, escmente
da reparlicio las obras nirili; i<, o De. na.no Ca-
sraleanti do Reg e Atbmtrque,
tnbstlu r itenoa|Dt^ndi
reir Lobo.
ARSENAL DE oMM) \
ideoa da provin Ja, jL
meado intername
seal deguirra
HOSPITAL MILlHk-P
ynma<\ mi
jy Eof|p tfc-
ft% nortina da pre-
da c or.-unin, {*i r-
"o port-nn da ar-
l.ima.
!'* aviii
i i i rMn*
ansiada re-
di guerra, da t dJ SjrrenlB. fu as >) re-
vejecer o h apata! militar dVu pruvnatM, je
e seu pessoal ^HfinoW^^F medta^a^mHg
a (ir-de bridada l)r. J > /. u-tiin.i- 4- Carvalno ;
!. rorgiao, o irnrgiao-rmtr da breada Dr. For-
tunado Angnsto da Silva : seftindes cirorgioes,
os cirorg'o's-morfli de bngadt llrsv Augusto le-
dro no ajlsmtsr e Ma+H el Car4 4* -tiesta
-e o wgaado cirurgiao Dr lovirano Reginsldo
Alvim ; ph^maceuiicos, o levente L-icio Flosculo
4a Silva e alfares Aptigw ster Cyriaw de M-;-
AUTOHHDADES POI.I ".AES.-Por parlaras da
presidencia da pr viaeia, de 27 do correte, f'-
ram romeados : 1." soppl n'.e do subdelegado d
1 dlslrieto d termo do Limoeir i 5:" Marre!
Clemente dos Santos tdnu.; deJegnlo dnpolicia
do termo da Boavisu, o-te*r.te coronel f> Jo-e
Rodrigues O tlu ; delegado do teme do Kx.
t"0nie eoren-'l Coi m-lo C-ntos rfeitiotn de Alenear.
00ARDA NACIONAL.- Par portara da pre i-
deoeia da previne, de 27 cirr-mt, manluu s
dar guia de p*gem par o municipio d<> Recife.
ao mente do JSV oataffian1 n* infamarla do moni
cipio do Cabo, Ben'.o lj la Silva MagalMe*.
ESTRTH DE FE*H0 W. S. FRANCISCO. -
No 1* de jmeiro proni.no >ei asusta, 01ra pas
eafejroa e rai-rcadona-, a:ni nova esia^j do la
gif LimuP.iro, i meia d.iancia das et^oe.s de
Saufii Frecbeira.
SANTA CAS\ l-E MISEWC0RD1A.-N in
de jan iro serirao e mo mord on n : no boapiUI
Mro H, o Sr. Ur. J^aolimir. flMrp da Gunli
no collado Jos ot|iliio', o Sr. Ur. Mannel la Ki
goerdi Pana ; no coiVfia daa ornMa*, o Sr.
mpeboo d Paula ti lUfliives da.Silva ; no hos-
pital dos lasaros, o Sr. Mtnv! lVes Bubosa ; no
a-vi 1 de mendicidad^, o Sr. tr. Iirgn Uuruetla
Ribeiro Puoa ; no hosijicio de altenai) <*, o V
Ttioinat Carneiro da Cuoha ; oacasa des expos
tos, ( ir. D.\ Kuliio Augu-io de Aluaaida.
G(iLI>:<;i() DAS OfrPlii\S.-Pur delttMrkflb
da jnala adnini4tr.tira da SaMaC'tsade nWfl
coriMa, fi mandada adrnittr no eotiegio da< or
phaas a menor Caodida, liha legitima de Ad-hua
Beterra de Aranjo, a i[o*l eslava WdWphl no
rsped va quadro.
TR\N5FRBEN:iA DE ESPECTCULO -Em
eonseij'ien *ia de gravo lo^ommoJo de i:i-s N-llie
Fnrresii r. 'era layar a primara rtpre-'-r.t^ra 1
atibado :l IB corrate, como se vd do autunci'
publicad > em lugar competente.
COSPANnrA PER.'AMBOGAX^-inje lino dia em que recebe n car;., a* vap ires Ip juca
e Giquii, para os portas do nort e ul, c maripe
o anuuucio Ja misma compaabia.
CADVER. H miem U lirado do rio '/i.liba
rite, no circu; i da p ver de urna preu ema)*ta4 de j ne poder eo-
ntasaer a ideoiidade de pe-siw, por estarlo rosto
t iu c-.mar Dom^on as
IIHM Ji4
oemni'-
mira se-
gamie:
. PplicU, op Scs. Qr. Mospsa,e V>:
Edificaras, os Srs, Gameiro e Dr. Piaoga. ,
PeticSai, Sr% tfr. Xngdlo erfriqde^Jify.
. Matadom, S. Dr. alosa** > e Dr. Arftto
lleoria,nw.
io publico da odade, o- Srs. Dr. Pilan
rt, Srs.ajtteiro e fJr. A ig
trej^M Srs. M
iti
r.*i*oo.
Srg. Ur. Angelo i
biabo k .cp,
I 010(1 m W
r.
ciarins, os
Coa*.
harem -e aaneXidSe* da Ad
da Silv>, FetAralpt r, AM
da liitrror, 1fmr^*l*m
Oliveira, Antoaie- El-y Rodrigues, Francisco as
Chag e Uliveira, Ivo Duarte de So un* Mal ti
Jos Tnoodoro Borges, Jo tioocalvestWrttia>
Joaquim Jos Silveira, Jos da Costa Br tu, los
Hwfca, ias luaquiiii da MfK al-
noel Gomes Braga, Manoel Viaooa da Silfa Brai,
Manuel l'ereira do Xascimenio e levaolua-se a
atasi\
En, Lnurenco flererra Catnelro ii Cr.nba, se-
oratnrio o iUnscmw. .: -j
tonto Jcm in Cosa, \>f presidente.:- *t Ha-
riifFieiie Gan#m.&t.f>ixedtt omsde Stmio
Pit/tHja. -Or. Silvio' Ttrfptinio Vias -toas -Dr.
Pedro V itiitgar 0*0 Mirxntv.
B
?3LCAC0ES A PEDIDO.
Ao publico
No Liberal n. j.'ij ie i'k de uovembro do cor-
rwnte anuo, nm coiTespoodeute destt vflla sob a
'i.i l 1 un' y o .. iir"cur,.nj> eoni natevdeneia
manchar a ininii.i re'j blico, publiooH am oflicio meu, dirigido *o sable-
legado J;s Gimes Viatna, caneebij 1 em tennv
Jase uchavados, como e v de sa redaeci.
Este oHicio que piujo *|triie nao -eomo ca-
lumniosainvoie afirma e correspondente, proprio ,'Cinli. e*tfl, unteamanie p)r mira firma-
do B'u-m momento dft serias oc:upaees em que
nao preparava para :ahir de mlofca residaucii a
negocio da polica : fijiferto por urna pesoa que
se aclava em miuha casa, e oatrsai depositando
algama cuuHanca, n&o me dei ao irabaltio de ld-!o
e orrigi lo. Eowetanto o referido corressonden-
te (aseado d'elle -parfeito cavaflo de baiafta,
entende que conseguir desmora'isartne; e nio
saM^Mio eom a publieacio d'aquHle doenmeito e
de ni ontro qae diz ser ao mea canhido Joaqnlm
PorJeos rtolrigaes Soixas, jui and redualaii-
sar o ooss > presiigf 11 pofiico, t.flefando qne bj
eie|i;ao de 18IW apenas podeam* etter W wtos a
I ivur do pess prente o coronel TtriHer Mirtinia-
u>. a' esta ultima parte me Cfim.ite responder.
Sendo como fimos vmmeute auerrenlos n'a-
ijuelia elcrio, ja pelos dossos a'versarlos da par-
cialiJade orpo-ta, j por signos de obsss proprios
correii^ionaflos que >e tornVain divergentes as
proximidades d*elia, nao para exiranbar qne
coirtSsMemos sisraenta o* W votos, quanflo m
eleico a que se procejeu para deputados provin-
r i aes erti novemnto uliinjo um certo sujeto qne
ijar a forciri sw chefe ds piftido e que a pon
j eot aeiei er^ueu-se Jo abatimeoto mortal em que
jpa. Contando com a pnteicSo de nm arft pr-
fOBagem, grangei< p nm rofo, produzldo por
tjnctt numero ifg elcfh I
cartep
com Vfl
.00 Pa un k C 0 smcss can
:ofl"^
*"^aP,rPl
le *wif f, para o Canal, nar
s llf#ers -% aoc*e
os Je isoear aaaseavaao.
insfeza Wnpan, para Liverpeol,
Tiloma: JcfJeries k C 1,100 sacco>
os Je assacar mascavas.
pnrtncueza fu-saez'i, para tritio 1,
m : E. R. DUbjeHo k C %00 saceos com
'losjjywain -ar m.-caaraJo ; para e Pr
os** >Jrw mimaries, 3fJll ditos nm
HJM ditos de dito.
vnUrtpe niirte-anemJh Fittmr,
da Prata, earregarao : Pereira Carnet
barricas com il SOI kdos de assacar
,No paUehj iianl PfrMwrsnas, para
Porto, carregoo : TeinciM Xin d ABiniuer-
que QJtwws FiUn 25 fcarn. d V com JfcnsJuroa
de cachaca.
r*sga Od |grt Na harcaja Dwit Irmaas do Itecife para
Mj**of. eawgafsis : Lz tisBOalves da Silla
Pintn tu jipas c m V.KiHi litros de agurdenle;
aUno'-l Karreira P-jte- ifl pipas eo -a i,800 litros
de aguar>me ; ur>gi Gomes kj 39 bricas
para
vm^-^
comido peliM ciris, pofm suppo'--e ser uiua m>: ft ^ portamo o c9rre^potidHle flne ha mnita
feliz donda que vagavs, tor esta cidade. I di^r^nja uestes dobslrinnV|yhos allegados, falm
UBLA9 -Hie .Tsclua o ageite MailiM i*- I ftW1* do pariHwiervadbr da uriet-
de m-vei* da massa fallida de Mann-I Jm-Lopv r*' l^1*m Li'on? ^.Alenciw. trio sdsttmia frterf
a rea do (aperador n. W atarle de-sna inrluencia e de sen* servidos como
LOTEIUA.A qne se a cha venia s 2?f> i
benellsio da matriz de SariahJem, a qaal cmre n.>
dial.
CASA DE DRT^NCA^-Movimetilo'do dia 27 de
netembro da 1871 : "
Eiistiam (presos) 310, eatraram fi, ahiram 7,
*xistem 339.
A saber :
Nacionaes W, mu'heres 8; estrangeiros ir), es-
:ravos 38, escravas i.
Alimentados :osia dos riofres pnlilicos 570.
Mjvirnento da eafermaria, do da 27 de deiefn-
ero de 1871 :
Teverara baixa :
Taoro Rodrigues da Cama, endigesro.
Juo Manjel Figueiredo, bronebita.
Jj!- Baptista de VSsewntWro, plenrodTDi.
CEMITERIO PUBL100.-Ot)if!irio do dia 2S cid'
correpte :
Gabriel Alcides R;pso da Camars, Ira 110, Per-
nambneo, H aonos, soileiro, BnJMsta ; nepattte.
Lo'xa, parda, Pernambue, 6 dias, 'ira?s ; pre-
rratnr^meate.
Fr.Micelina Borges Pacheco, branca, Pernambu-
m<. iti aonos, viuva, S. Pairo Martyr.
Flori-munla do Nascimeoio Ehrhards, branca,
PeraaObneo, 31 aonos, casada, Boavista ; pbtyslca
puknooar.
Mar a, parda, Pernambu:", i mezes, Santo Ao-
i'Bio ; fbre intermKente.
Daniel II usen, branso, P rsia. 13 annes, soilei-
ro, Santo Antonio ; febre arn>-e la.
Anglica Miria da Conce. _io, branca, Pernam-
t e', 75 aonos, viuva, S. losa ; velhice.
Paulo, escravo, preto, P. rnarabaco, 40 aones,
s"l'eiro, Boavista ; pneumona.
Antooia Mara Joaquina da CrnceieSo, rela,
P-mimbnco, (i anno^, olteir, Rjavisia ; lepa-
nte.
Marcolina, branca. Proambuc3, '> annos, S.
j ^ ; varilas.
27
Joaquim e Sant'Auna, prno, Rahii, 41 anno,
.i'niro, Boavista, Hospital Pedro II ; intente ctiro-
mea.
Antonio Francisco de Borges, pardo, Peroambu-
r', 28 annos, sclteiro, Bavisla; pitysica pul-
. mar.
Brgida, escrava, preta, "o anoo, solteira, Boa-
v:-ia ; desynteria.
Carolina," branca, Peraambuco, t annos, Boa-
vi.-ia ; aoazarca.
Mana (recem-nasciia), branca, Pernanibnco, S.
J s; fraqupza.
Antonio, pardo, Pernambue \ I auno e3 mezes,
Santo Antonio ; convnl-o's.
Manoel, pardo, Alagas, 7 annos, Santo Antonio,
te tao.
CAMARililNICIPAL.
5- SESSAO OI'.DINAKIA A03 4 DE DEZEMBRO
DE 1871.
PBKSIOSNCIA 00 Slt. un. S..LZ.V LEO.
Presentes os Srs. Gameiro, Dr. Pitanga, Bento
Cista e Dr. Moscoso; abri-se a sessao e foi lida
e approvada a ac da anteceleo'e.
Leu-se j seguate
EXPBDiE.VTB.
Um cilicio do Exro. preridente da provincia, au-
i nsando a cmara a contratar com D. Mara
Beoedicta Gomes de Sooza a cesi) da divida de
7:2623U6, c nirahida peu tinado sargeoto-mr
Francisco Joaquim Pereira ds Carvallio, fiador de
Antonio Joaquim de Mello Pacheco, mediante as
condiQes estipuladas p*;la nesma cmara.Ao
procurad ir para que se lavre a eseriptura sob as
:n-'.ruceo 's do advogado.
Ontro do juiz municipal da 2' vara, communi-
cando entrar ni oso de urna licenc de 30 das.
Inteiaada.
Um parecer do eogenheiro cordeador, acerca da
1 't'cio de Antonio Gmcalves de Moraes.Ao pro-
curador para se entender com o mesmo. alim de
contratar a desa propriacao.
Um oflicio do procurador, participando ter exa-
minado as cuntas do ex-solicdador ao qaal se acha
a cmara a dever 90*040. A coinmisso de po-
lica.
Ontro do theal da reguezia da Boa-Visi, ao
lica relatando em cumprimento de ordem da mes-
ma cmara o modo ioeompieio e irregular porque
se faz o servido da limpeza na freguazia do Rsci-
t. commissao de polica para mandar pagar o
scrv'5) feito, approvaado a ddinera^o de suspeo-
'ler o servic feito pelo coniraiante.
Uoj parecer da commissao de edieacaa, favora-
el ao requeriraeato de Antooio da Silva Ferreira
Jnior.Approvado, e concedida a liceoea pe-
dida.
Ontro da mesma, desfavoravrI a pelijao de Fran-
cisco Carneiro Moaleiro, ao Kxm. presdente da
provincia, que mandn a cmara iniormar.-0.je
se infdrms com as bases do parecer.
Autorisou-se ao lista! da freguezia de Nossa Se-
nbora da Graca, par* alugr urna easa na apun-
ta qne sirva 4e mercado da farinua, e a receber o
imposto relativo.
Foi tambera autorisado o eog&nieiro eurdeador
para fazer sob Yon admmiitracj a obra da es-
trada de Nossa Senbora da Graca,
o ifttYeito o loffivido a qo-mi acabo de referir
titt gne, em novembr: tfllinrro receben sai derro-
ta moral no pronuniamenlo da urna.
.X5o costttrnanilo discutir omanonyrao, |enh
conclu io a riflnha repista e per) efn cnerpri .
a e^se iniserayol que f.igs da sstgnar o nom?
pelos mutos crimes qop influbRaVfelmeote tem
praticado, .ara assignar o ndme, e se fr digno de
uiim, aceitare prrtai a Idta que provocoo.
OurkU'y, 13 de dezembro de 1871.
An'onio Lean / de Alenear.
COMMFRCW.
NORTHERN.
Capital........ 20,000:0004000
Fundo de reserva .... 8,000:000*000
gentes,
f < ;J. Lam Je C.
IMPERIAL
Conipauhia de seguros contra
fogo.
AtiE.NTES
S. P. JOHNSTON A C:
fifis da ftenzala-noTa o. 41.
THE ALLIANGE HRJT1SH cV FORE1GN.
Life and Pire Assurance Comoany estabalecida
tm 1824. Capital 5,000,000
Os agentes desta -ompichia tomam seguro.'
.entra fogo sobre predios, gneros e fazendas t
jagam aqui prejuizos devidamenle provados.
Rabe Scbmettau k C
Corpo Santo n. 15.
Seguros conlra-fego
COMPANHIA
SEGURO CONTRA FOGO
Tin Liverpool d London & Glob
Insaracce Compauy.
Agentes :
Saonders Brothers A C.
I iCorpo SantoII.
PRAGA DO iEaPb 28 DE DEZEMBRO.
D3 le-7i.
4S 3 1/2 BOBAS DA TABJ.
Gotatffes efficiaes.
Algoaiode Mace 1 sorte 6*60 r?. p^r kilo pesio
a bordo a frele de 7i8 d. e b 00, hoolem.
Ditode dito dka 653 rs. por kilo posto a bordo a
frele de 7 8 d. e 5 0,0, hoje.
Dito- le dito dita 667 r?. por kilo posto a bordo a
frele de .""i d. e 5 00, boje.
.\lgodaoda Parahybi 1* sorte 633 r"s. por kilo
posto a bordo a frete de l|8 d. e 3 OtO,
hoMem.
Acroesda eompanhia de segaros Indemnisadora
'!',) cada urna.
Jambio3obre Londres a 90 d/v. 2i 31 d., 2o d.,
25 1|8 d. por lOOO, hooleu.
Dito sobre dito a 90 dv. 25 e M 18 d., e do
banco i i, 7|8 d. por Id, hoje.
Fretede algodao daqoi para Liveriwol 1 d. e 5
0,0 par lb. no vapor, honteo.
t. G. Stepple,
Presidente.
P. J. Pinto,
Secretario.
eom 3.0'*'. k'lafi ds'asner brinco'.
No brige nacional D' Mauruia, pira o Re
Grande do Su!, es reamara m ; Araorun Irawos 4
<',. i 10 barricas com 37,605 kilos t aisnear
lirauc.i. l fT-
M brigue naeional OUad-t. pal"a Ijlio Gran-
de do Sul, carregaram : aftliar OHveira 4 C 150
barricas com l6(K}t Jtilo4 de assucar lranco.
Na b'rsn'e nacional Isabel, p^ra o Rio de Ja-
neiro, carretil : Jjse Joaquim FerQa,odes 400
sacos com 30.000 .kilos de assucar brabeo ; Car
valhj 4 Nogneir* 103 ditos jo 30,000 ditas *
dito.
No br^ne nac, nal fifi, para o Para, car
regi.u : Jaujuim, Gra'do tas'.ds 20 pipas com
9,600 litros de aguardeui-.
KfSCfiUEDORlA UE RENDAS INTER.NAS
GISRAES LiE PE1WAMU JG.O.
endf'neoto do dial a 27. 57.1661037
;dem do di* 3S...... 3:636*1-10
0:7it*9;
CONSULADO PROVINCIAL.
dendimeoto dd .Ka I a 27. 16:776/717
dem do di ...... 9.0 178 6|372
MOVIMENTO DO PORTO.

Ifovirs eitlrayi ai dia 98:
Babia8 da, lares insiera Etit/yi, de 490 to-
neladas, capitSo HenH P. Sndslorr, eqnlpsrem'
12, em lastro ; a i. Carrete.
Mossortf10 W*i tiiite laeioesS Qrtoa-, de Cl
toneladas, capul tfaniel B.'feponiooeno, eqifi
pagm 8, earga 128 fardes le algoeSe e ouirC't
gneros; a Hartliuiom-u Lourene.
.Viio.v snhnlos no rar?io iia.
IhvreBarca franfa O'lignp; eapftaW Nreolas,
carga algodio e oulr> gimeros.
Mamsngnape^f*pi>r bra-iK'iro Cui'Hr^e, eoid-
mandinte Jos Hnriqte da Silva, carga varios
gtroett.
Pundeoo n lamario ura barca ingleza mais
oao leve eommonieseSo con a trra.
Appare:e ao norte 5 esrrtnrescoes.
ECITAES,
ALFANDEGA
^endisenlo do dia 1 a 17. .
dem do dia 28.....,
9!7:642J33
21.U87AHS0
938:730*433
iloviaiciit da alfndefa.
Volomes entrados com fszeodas l
cea gneros 347
Voromes
sanidos

con
eom
fazendas
generes
44
188
:os
232
Dascarregam hoja 29 de deiembro.
Vapor ingi-zArr. m^rcadorias.
Patacho iog!-r.4//i-baealhai.
Escuna ingiera tilenk Honnyba^alhao
Barca pnrtngu;za Despique J/ranos geoeres.
Barca ingieraPbjlippina -varios zaoeros.
Brigue inglez-E/eWrjmereadorias.
Brigoe dinamarquez-Aster dem.
Despachos de expottfiflUr no di 26 ie
Gfzembro.
Para os portes do exterior.
No navio jpgiez Herming Star, para H-
0 Dr. Scbastio do Rfgo Barros dn Lacer-
da, jui ile ilireito eyrieiiai do commer-
cio dtsta cidade do Rdcie da Per-
nambuco por S. M. a quem Dcns guar-
de etc.
Fajo saber aos que o presente edita!
virem e deHe noticia tivtrca qne no dia
priraei o de marvo do aono vindonrij de
mil oito rentos seten'.a e don?, ao meio dia
na sala das audiencias, ter logar a rwmiio
dos credores da massa" fallida de Martins &
Leopoldo, afim de serers cumpridas as dis-
posli;5e3 dos artigo* 84 i, e seguintes do
cdigo OBimerctal.-neaJa que netrhnia c-rc-
dor ser admilttido p:>r procarador se este
n5o tiver poders especiaos para o acto,
nena a procuracao poder ser dada a pessoa
que seja deveora ar.s flidos, nem um
mesmo procurador representar por dous
diversos credore?, e caso aprsente os
referidos fallidos projecto de cencordata,
wao considerados como adbereotes a mes-
ma os votos djquelles que nao compirece-
retn na coaormidade do arirgo primeiro do
decreto n. 1,308 de 18 de agesto de 183i.
E para que chegue ao conhecimeoto de
todos maodei passar o presente que ser
pnb'icado pela impr nsa e afDxado nos lu-
gares do costume.
Dado e passado oesta cidade do Recife
de Pernambacp, 22 de dezembro de 1871.
Eo Manoel Maria Rodrigues Jo NascimeD-
10, efcrivao o sbstv:.
Sibatlio do Reg Barros de laceria.
1
CECURACOES.
Por ordem do IVra. Sr. Dr. provedor d? ca-
pillas faz-sc publio a quem o conbecimento des-
te pertencer, que foi designado o dia 27 do corre-
te para prec-der-se a eleicao da mesa regedera
que tem de administrar o patrimmio da igi>ji de
N. S. do Rosario da fregneria da Boa-vista, reque-
rida por J\o Svestr-1, Francisco de Mello, em
virtnde do que este publicado pela impreosa por
tres vezes, atlm de qne compream no consisto-
rio da dita rmandade as 10 horas da raanhaa d(>
indicado da. 8 bscrevo e assigno.
Itecife 2t de dezemfcro de 1^71.
O escrivo In'.erino,
_________ Theophilo Alves da Silva.
Consulado pro vi e C'. i
Por esta ri'particap comees a receber se no dia
I* de dezembro viduo o apisio da decima ur-
bana e o de'_0|0 pqracSes de mao mort, re!a:ivos ao primeiro se-
mestre do prsenle aim Gnancero de 1871 a 72,
correndo q'ahl o praso Je O das para esse paga-
mento sem dependencia de multa.
Consulado provincial, 21 de norembro de 1871.
0 adnitflstrador,
A- Cnrneiro Machad' Ros.
Obras iriilitares
A 28 do correnta, ter lagaf na reparticio de
obras militares a arrematado dos concertos pre
caos na cozolia da forlaleu do tirum, oreados em
I:4CO/8'lO : as pessoaj qne se quiierem encarre-
gar deste servido, a presentera sas propostas em
cana PJituda mHgfcndo dis, borne dn-eav
nhaa. O orgarnanir.aphsj'fn r.nst do Baro de
i.Borja n. 39. fiojftues 2f le dezembro de
1871.
0 engeaheiro,
CtH7aii f. d 5asfr Pela secretarla da lnonraria de fazeoda
desta provincia se faz publico qne nao tendo com-
parecido licitantes a arrematacao de diversos can-
enos no edlfleio da alfandega, foi a mesma trans-
ferida para o dia 30 deste me:.
Secretarla da thesouraria de tazeoda de Per-
amonen 23 de dezetnhro de 1871.
Servindo de oAeial maior,
.^ Manoel Jos Pinto.
O eoaseao ecnoomico do i>l>atibao Se
in
fanuria nio toado eo -.luado no dia 27 do cor-
rete, conforoM o unaocio publieado no Diario
ie Peraambuco, 9 eowrato do /orne cimento dos
arraoctia
burg k carregarasa : K-i:r A C i"M Jarear cai leoerex alimenticios para as i>r-.oas
I9,'K kilos dt> lgoilo. psysi'-iro seroeslri do : vinilonr',
>'a calera h"llrjeia Jedda, para- o j*ai, "
iedMlnsiO%aDe Schamettan de C. l,Ji sancas
les deatcodao. ^Mfe*
rLuM gira Wicf of the Trign, pera il* ir
cagaran : Milis Latticn *
iw7V9 kX'M de algodao.
No vapor- ingtet Oaeida, para S >uihamptoo,
Haim JJHS8S MARTIMOS
eTajiescntaio uuicaijente urna oronejti conitir-
ris ao recommeodade no dito aMMNM, pelo que
tada ; renie-ae de novo a 4}a Id do au-
mez pHas 10 horas da irwaM Para dito
C 200 "ftiu. o que manda fazer publico pira connecin.en-
to dos interesudo!.
Quartel aas
Cinco Puntas em
1871.
Mano
Pernaraboco. 28
L"--.
Paco da
> IVrama a camaraTmhoiHl. Jstt cilada
estarj em fjjaca nos das 29 o.JJi 4-> eorr-nte, e
2>e3 Jotnakirle jaaeira viadoure, (iara ser .irre-
raatada pa3*#ie:n meaur praro nfireeer a obra
da consiridp) ds 21 pafe- de csancuratoas para
adultas e Opa a parvnk TfsWtras de (jue
necessita o oemiterio poftto des*S%esma-cidade,
oread: oajftutia de 6dMaVi pailas swasoai
qne nuizerem arrematar a dita i-bra, habilitem se
na (arma di le.
O orcamento da obra ai-sa-sa na seeMarfa da
*iesma cmara, osle ser tarultid) aos preten^
dente!.
cmara municipal do Rec fe, 28 de de-
Igaacio Joaqnim de Souza L-ao,
trK9rjddM .
Augu-t 1 G. de Pigneiredn,
Omciakinaiar arvjndo da tecrelarip.
r- A cmara municipal desta cidade pelo pre-
sente ennvrd sos prtendentes a arreeiSraeJl do
impo-io de 60 ri. p..r cada ^ d coiaueiro d pr.i-
doecao, exceptuando 10 p< para o os/T do pro-
prieiario, pela quaalia annual de 9011004, a com
pareeerem no dia 3 de janeioo vindouru smtnldos
d Uanca.
l'ac da cantata raumoirml d re cite, 28 de de
zasnttro de 1874.
I guaci J i..q-.ii 1 de S'iuza Leo.
pro-pivsidflnr,
Augusto G. de Figueireda,
________OlBcial q.ainr serviadu da aecretario.
*^^9 insuecior da rlfabde^a faz- poltico qne
o leilo de 10 eaixas marca B O com idros para
djlpc, annnneiado para hoje, e que pT falta d'
irtltaufes deixoij de ser erTectnado, lica transferid'
para o dfa 2 de jancin prximo vin'douro.
Alfandega de P.trnimbjco 28 Je dezembro de.
Ifff.
Emilio Xavier Sibruiri de ttollo.
A*^
m :
THEATRO
SabWo 30 do cor .ente
Itcelta ex raoritinariu
GRANDE J\0V1D\DE !
Prin eir representayao de grande athcieta
rnseo Frederico Airee
RE IlO IR
m a FORRESTER
Pormosa artista Inpleza, ImitolJa
THEATRO
GTIISW DtUHVTICO
Sibbado 30 do corren te
Beneficio do ador
FIjORI*
Primeira representajao da multo espirituosa co-
media em 3 actos, ornada de msica
o mw EM HSSPAHIA
Toma parta toda a compancia.
No segundo aeio a Sra. O. Jesnina cantara, ao
som de castanhslas, a linda eancao
o Sr. De-Gtovaani dansara
A
isra
mmm
Nesse mesmo acto
graciosa
Fmda a comedia o Sr. Penante exeeniar en-
firacada seena cmica ornada da mosica .
O Sr. Domingos fra
do serio.
Terminar o espectculo com a interessante co-
madla esa 1 acto
0 diabo atraz da porta
O rest das Wlhetes*aelta-e no eseriptorio do
ineatro.
Principiar as 8 1|2.
N. B. Em um dos intervallos, o benefelado
ir aos camarotes enmprimentar e agradecer aos
seus Ilustres eonvilados.
Domingo :il de dezembro de 1871
e
Segunda-feira 1 de jacetro de 1872
H iverao lindo 1 e variados especlaenlos. os quaes
comeearlo
A's 8 3(4 horas da Urde.
Oj progr?mmu sero publicados amanhaa.
ILHfL_l
COMPANHIA PERNAMBUCANA
* DE
VaTegafSo eosfelra por rapor
Macdi,' estalas, Penedo e Aracajn. '
O vapor Giqui, commanlan
le MifisjkjiL-- segsirna.bs
partos a#na j dia W di
correr* as 5 horas desde
Receba carga at o da 2'.'
eaeoftwaiBllas, piSJBgens di
liheiro a frete at as 2 Ivir la tarde do dia d;
sahida : no escrintitrio do Ufa do Mattos n. rt.
Para o Pt>rto
-eguir com a maior brel|lde, a barca portu-
uera Claudina, por j ter a maior parle da car-
da engajada, para o res o que Ihe falta, e passa-
geiros, trata--- com us consignatarios Cunta, I'-
maos & C. na ra da Uadre de Deus n. :i, ou
cora o capiao na prai;a.
COMPANHIA PEiWAMBCANA~
DI
Navegando oottetrapor vaper
Vapor Ipojuca para o norte.
E"te vapor qne por ordem raperior hava sido
nn f-.rdo para sahir no dia Io de Janeiro, satu-
ra no di 30 do correte as 5 horas da tarde, >e
in'..ii- mrMiii> da cheg^r des porios do mi o va-
por aroBrieaoo que se ,icba annnneiado, e no raso
contraria sanira infa!liv.Jmt-nj no dia :ll do cur-
rante a li 1 d cima indicada.
Parii o Porto
Cuni o concurso da Corupaahia Dramtica sob
i direccau do actor Gderreiro.
PBOGRAMMA
Depois de urna linda outtfrtura pela orehesira
derigida pelo deslindo e sympathico ai le-tro Ju-
lio Poppe, seguir a reproseaMco
1.' paheT
0 BAILE E A BOFETADA
pela eompanhia dramtica.
2.' PAUTE.
Frederi'o Airee ejecutar o grande acto
AEREVOLANTE
cuj trabalho e o mais sorpfehendente e incrivel
que jamis ge tem visto, inventado por elle que
o nico artista no mundo que o ple deserope-
obar. E' at onde ebega a babilidade e audacia
do bomem que se tem feito declamar
o m do w
o qnal ejecutara as seguotes posiQOes
0 sonho,
0 amor
a morte.
3.' PARTE.
Pela primeira vez oesta provincia
A morte do gallo
Pela eompanhia dramtica.
i PARTE.
A RAINHA DO AR
em eompanhia de Frederico Airee executar as
difcei.- invencoes novas no
Duplo trapesio
a qual era todas as partes do mando, bem como
na Enrops, Amen:, e ultiraarEeote ao Rio de Ja-
neiro e Babia foi frenticamente spplaudida, lina-
libando este elegante trabalho com a
Desoda da Mercurio
em que Sliss Forrester descera por urna corda
-ustenlando-se com urna perna, desde o tecto do
ineatro at a scena.
eopclulr o espectculo cora a comedia pela
companltta dramtica
Iziioro vaqueiro.
Principiara s 8 hora?,
gos:
Camarotes com 6 entradas l.lgOO
Cadeira 2*000
Geral !000
Os iotervallos serao rpidos, e os divertimentos
variados.
Vai sahr com hrevidade a barca portuguew
Firmeza, capiti- Justino Rodrigues Carde zo, por
ter a maior parte da carga |irompta : para carga
e pas modos, irata se em E. R. Habello k C, ra do
Comme.rcio n. a8, on com o caoiln.
Para o indicado porto o patacli < Cattilkm, qoem
dpIIh qnfeer carregir, devera tratar a ra do Vi-
gario n. K\, e-cripiori 1 de Jos Lopes Davim.
Consulado do imperio ficrniimlco
em Pernarabiico
0 eap:H H. Ark^rmanodo logar allemi
Mandarid, entrado ne.-te porto cora agua
aberta ua sos recente vi-gem da Antuerpia
para 5. FjHMiMo, prectaa contratar otn
ipem por mens Iizer, os concertos do que
necessita o dito navio conforme s decan.-
(on cL-s peritos, as quaes podem fer exa-
ininadas oeste consulado, aomta se recebera
pToposlas era carias femadas at ao meio
dia de 29 do crrante rae.
Conipanhia aauTicana e irasilei-
ra de paques a vaper.
At o dia 1 de Janeiro esperado dos portos de
sol p vapor americano ffrie", coramandante Slo-
cum, o qual depois da demora do costume, se-
guir par a Kevr- York, tocando no Pa e S. Tho-
maz.
Para passagen, etc., tratase com os agentes
tanry Porstqr k'(l-, ra do Commercio n. 8.
LHUES.
DA
ArraQn, gaz, gneros e mais uteocilios
existentes na taberna sita ra de StMa
Cecilia d. n.
Sexta-feira 29 do correnle.
AS H HOI1AS DA MANHlA
Por man lado do Uta. Sr. Dr. joic de dlreito e
tspeciai do commercio com despacho a reqaeri
ment des Srs. Tasan Irmos k C, ir leilao a
taberna cima, e ser vendida em nm on mais lo
ts; sextafeira 29 do correte, s 11 turas da
manilla na mesma taberna.
~WM
DE
MOVIS
lou^a e vidros-
A saber 1 mebilia de mogno a Luir. XV, constan-
do de 18 cadeiras de goaroic.ao, 2 ditas de bra-
co, sota, ccosollos e jardineira com pedra, 1
meia dita de amarcllo com 10 cadeiras de guar-
nido, s.fa e consoos com pedras, urna rica se
cretaria de amarello, 1 meza elstica dita, 1
commoda de mogoo, 1 dita de amarello, 1 dita
de Jacaranda, 2 marquezas, 2 camas fraocezas
de amarello, l dita de mogno, I dita de ferro,
I di'.a de amarello para meiino, cabide^, appa-
radores, 2 cadeiras de balando, 2 consollos de
amarello, 2 baneas dito, um tocador ditc, 2 an-
trjariis do Jacaranda, 2 ricos caadieiros a gar,
relogios para cima de meza, gfrrafa?, clice,
ouja de jantar, trem de cosnha, 1 pur de lao-
teroa, tapetes de diversos lamaobos, 18 cadei-
ras de faia, 2 guarda-vestidos e muitos outro^
movis.
Sexta-feira 29 do cor rente.
O agente Martins far leilao, de tolos o movis
cima descriptos, qne sero vendidos pelo maior
pr.-p, no armazem da roa do Imperador n. 48, s
11 horas do dia.
rJm alnete de pei.o com retrato, 1 broche, brin-
Ci.s e pulceira de cabellos, 1 trarrcellin de ouro
com coraco, 1 par de brincos de coral, 1 dito
de pedras rajadas, 10 colberes para eha, I con
cha de tirar assucar, I tapete grande, 1 dito
pequeo, i capachos. 2 candieiros gaz, 2 lan-
teroas do vidro com mangas, i vasos pequemos
para llores, 3 quadros, 18 cadeiras de goarni-
gao, 2 commoda1, 1 banquioha eom tocador, 2
caneras de balan;) de palba, 1 cama "de ferro.
1 di ti para creaoga, II qnadns pequeos, 1
relogio americano, i babtis com roupa usada,
Ion;* atol, 1 cadeira para cranla e (remide
cos.aba:
Sexta-feira 29 do correnle.
O agente Martins far leilao, a requenmento dos
depo.-iiarios da massa fallida de Manoei'Jose Lopes
k Irmo, por mandado do Illm. Sr. Dr. ioiz es-
pecia! do commercio das jotes e movis cima.
No armazem da ra de Imperador b. i8, as 11
horas do dia cima.
Urna casa tarrea coa sotSo na ro da Sra
zalla Nova o. 12.
abbado SO do correte.
U agente Martin fara leilao, requer.ucu'.o de
D. Alexaodrioa Mara da Sacramento, meeira in-
ventarame dos btns deixxaos pelo Usado Jes
Pereira e por mandado de IHra. Sr. Dr. juii ran-
Oicipal da l3 vara, da ca*a terrea 0. 12, com solio
da rna da Seozaila Nova, pertenceaie as espolio
do dito nado.
A's 11 horas do dia cima na mesma casa
ra da Seczflla Nova n, 11
.... Odio oarar t
armacao, gneros e pertences tua do Rar)|S4l 0. H,
Ter^a-feira 2 de jucuo.
Oaajante M stiajs ari le a por aotnrisa^ao do
Illm. Sr. Dr. Ciaadko da drauj Ga maraes, con-
sul portn^i'.M, da ariuacao genero e pe (enees da
t.serna da rna do Riofl n. H, perteuceoie ao es*
polio do subdito portufOfz Joaajiim Goncalres
lledrif : A's H h'Tat do dia na mesma taberna,
os pre tendentes podem examinar o balsamo em
nao dd dito agestie.
"-----------------------
Leilao
DE
500 saccas coa fatinha de trigo a variada.
Terca leira 2 de jajieiro,
O ageote Pestoa far leilao, por coota e meo
de quem pertencer, de 300 saccas com farioha de
trigo avahada, as quaes serao vendidas em lotes
a vonlade, no da cima 2 de janriro de l7f, no
trapixe do ario do Livrainr-uto uu P.rle do Mal-
los, i II horas da maalia.
VISOS DIVERSOS
Correio Pernambu-
cano,
.-
O proprietario do orreio Pemambitano, lendt
de retirarse desta provincia, wnde a emprrxa do
mestnn jornal : a fratar na ra do Imperador o.
27, andar.
COMPANHIA
|DOS
TRILHOS URBANOS
do Recife a Olintla e Be-
beribe
Do I* de janeircem diante o pre^o dos irens
especiaee .-era regulado eomo anlurisa o artigo t7
do regulamento do governo de 21 de jonho de:
18*0. As pesoas que qeizerem alogar tren- er-
peciaes devero fazer a requi.-icao na ectaco do
Itecife, das C horas da maoha at as 6 da tarde, e
empre com antecedencia de 2 horas pelo roen**.
O prty> de um trem especial :
Dj Itecife a Olinda on Beberibe- 36^000.
Do Recife a Kiicruzlhada26000.
Sendo a partida das 8 horas da nonte at as 3
da raanhaa os precos sero :
Para O'inda nu Beberibe-44*000.
Para a Encruzilhada295000.
Recife. 22 de dezimbra de 1871.
O gerente,
G. R Campello.
Sabbado 30 do correte, pelas 7 h Tas da rna
nhaa, na matriz dos Atojados e na de Sanio An-
tonio desta cidade celebrar se-ho mismas por
alma do finado Ignacio lo: da Luz, visto >er esse
o stimo dia de seu "allecimecto ; o que se faz
publico para conheciraento dos amigos e prenles
que queiram pravear a caridade de tomar par;
em seus si.frraglo.
ga"SatT-a-a-B-a'T'^^
Pelo preseote sao convidados todos os era-
dores je JJo Paulo da Rosa Cecio, ontr'ora esta-
bclecido com taberna i roa dos Assr>guiohos, para
no praso de cito das aprerentarem os seus res-
pectivos tl..s rna da Madre de Dos n. 32.
^adecimento
D. Uintielina Leonor Pioto Mianda e Jos Pinto
de Magalhaes muito agradecen! as lllms. Srs.
raajor Antonio Bernardi Quinieiro, FraBciseB Au-
gusto de Almeida e Toeuionio Flix de Mellu os
obsequios c auxilios que Ibes | restaram durante
a enlermidade de seu fallecido marido e genro
los Pedro Gayo de Miranda. Podem os usmos
lllms. Srs. e Muaa Exmas. familia- disporem dos
seus limitados prestimos dos anooociantes, e can-
tar com sua eterna gratiao. Pira com todos os
Ilustres visitantes, os mesmos sgradeelroento- e
grado. _________
?rocuradoria.
O solicitador Burgos Pocce de Leoo.
encarrega se de quaesquer causas cvis, comrter-
ciaes, crimes e ecclesasticas, das qnaes especial-
mente as de divorcio, tem urna pratica de 17 ao-
nos; assim como se II rece a trabalhar por auno,
ludo por &jo?tfl razoavel e a salislaejio da seos
constituales. Declara tambem aos que, por al-
testado do respectivo parocho, provarem ser po-
bres, cujas direitos defraudados, qoize.rem defen-
der, que oeile encontrarlo boa vootade prestar
seus tervieo gratuitamente : trata-se na ra das
Trincheiras n. 48, Candar, ou na sala das au-
diencias ra do Imperador.
AVISO
Coireia k C. avisara aos seos numarosos frf-
guezes e com especialade ao respeitavd corpo
do commercio,-rjue mudaram sau eauhelecroenio
para a rna do Imperador n. 0, antigs ra do C !-
legio.__________________________________
Socieilade Monte Fio Santa
Cruz.
Da ordem do rraa presidente slo convidado^
os raetrbros do coujellw director a eomparecerem.
na saia dis -essoas aa domingo prximo, 31 do
correte, pelas 10 horas da manhaa, afiai de ra-
ar-se de um negocio de summa imponancia para
a sociedale.
Recife 28 da dezembro de 1871.
O 1.' secretario,
Francisco Antooio d8 S Brrelo Jnior.
Furto
Furiaram outra vez na noiie de fesla o amigo e
muito conhecdo bichinho da ra estrella'do Ro-
sario o. S, padaria : roga-se a qaalqoer pessoa
qne o encontrar o favor da o nandar na mosma
padaria que se gratificar. ^^____
CAIXEIHU.
No hotel da ra larga do Rosario n. 29 precisa-
> de um caixeiro que tenba alguma pratica.
Para casa de um to-
men) soileiro,qne se trata
eom asseio, preet&a-se de
usa senbora* de meia
idade, e com bstanla ca-
pacidad, psra lomar a
seu careo todo o arranjo domestico; cozinhao-
do e engommando com perteico. Par.em- to-
das a vaniagens, que merecer sn bomeom-
porlamenjo : no Bazar da Moda, rna Nm a. 50,
se dir com qnem se iraia. ______
* .-
hit-,-
Alexanrlre -Jos AI ve.
Um amigo do finado Alexandre los Alves (dv
Lisboa) convida aos amigos dainelle finado para
ouvirem urna missa que por sua alma lea de sr
celebrada na ordem lercalra de S. Francico, pela
7 oras da maola do dia de sabbado 30 do cor-
rente, trigsimo dia de sen passa ment.
'atxeiro
Precisa de um, dos ulumoa cbogados: na ra
Impeffsl o 181. taberna.-________t___________(
AJuga-se o andar do obrado da rna da So-
ledMo a- W.a
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ITT 4ferit3Nba*bttfr *< S*b fefft *>4+&A>t*tc~4*>%81\
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igmoqiftiWtt%
Jfc r.rpi
indemne a.e-
pot Be Mtffrl cire
l ,969 de fondo, com cjcjflrtn, -frotteira
etc., assim3#M0|Mnyb terrenos a
lados do mesmo, tafrao u frentes e os fu
dos murados, Nido aa verdado excetieai
jnni1slc3o~para adrkafeto, nao r por si
bem perto Ja cidW, como por pasaar pe
freate vi* terrea do Awilil atwufcom
Antonio Jos Rodrigues de f ou-ca na theson-
udarefa larga roa,
hrHlbdcr'*atNa afla.^"'*
Casa auliga e qo? niniraerp,
^IW'W'Mrito^orfCa/los da'S.va CoSStKef'Snt.ToltS '
Ara a i o na ru^do-tajT Js n. 23, arma-' Boiachinbas e biscou(of#M
nm eaixeiro que tenha pratica de
tMerM e que d fiador a ut couducta : a tratar
ao frW du Urpo d. 3','
i
Preeis e d
A lMf;A Precisa
Ctl
ama ama:
Hartas n. l.
a ira-
rjffereCe-se orna pe-so, seria'e de mcia idaic,
chefaa ba p uo. lempo tfo Porto, para eaixeiro
da alguffla casa de negocio, aBJra^anilo-?^ ?ua c n
dhcu : a tratar n.i ra da Madre' de eo.-- u. ,li,
t'iiSrtar. ... _____________
C6frifft(lenw de Portugal,
p'ejcarregadj da distrilmiyao deci. tolha ihmIj
pfija prevlpe a os senhores a?5ignantes que qui
zKm cotttit -Jar no tino de 4872 a \iret tirar
-wuj cibtw un rni Jo Yig-io n. 15, andar.
F:l-a D^inha
h >ra da
matriz da Boa
Precisa-se de um ajmta : na ra larga do
Rosario bL 4i'.
Na uuiio da ve*dir* d eaU a
uo..\ santo j;iTi-a o. 44 atr.r. it.t'prC'mra d^noifi B.-rnarlum, a qual
amaloeada, tero o cabello corlado, falta de dm-
darojes oa./r.'oje e p* inclu'.. _Previne-se para
prevenir o futuro e para menio na) ser presa por
sa-peitas'.
Queorureci*;.r de ioi olfei'ul de pnarroacia,
'Mrffa'-'e aro> Ja" do Cj
o' ir. 3. b iti>a.
17
.TT i frrecia# Je urna ar?a de iJ:>de
A [ti A para casa de rapaics aolttiroa : a Ira-
Al" i L ur na tabernt do Chora-menino nu-
mer f. ________________^___
Precisa-o alugar utna aiia forra ou scrava
para todo > rtr.Teo de orna i>* > pequea fa
ffia : a reatar rta'rna ebV Fadrcr fftm-a n. 29.
"filil
aos mm
*3lhf garntatidot da pr
Vtttfct.
Haa do Baro da
Victoria,
Outrora tu& Ni)va n. 63 e cqsix
do costuma.
O abaixo assignado acaba de vender entre 01
Moa muito (lites bilhetes a sorte de .lOOfOtX
en, um txlhcte inleire de n. 2414, a!m de ouira;
soru menores de 40*0(81 e 304U00 da teteria que
59 aeabou d< ixtrahir (919), pudendo seus possai-
dorw vireai recjber, qua promptameste ser-
Mm
O mesrao aliaixo assignado convida ao respei-
UvqI pnbiico para virem ao sen e?ttbelecim?n:
comprar os fslizes hilnetes garantidos, que ni(
deixardb erar qualquer premio como prora pelo;
mearnos aunuocios.
A*.han-se a venda os truno felizes bbetes a
ran:iaos ds 3' parte das loteras em Denetlcio da
matriz de S-r.ur..i m qae ser extrahida no dia
quinta feira & do correte mer.
PRESOS.
Inteiro 6*000
meios 3*000
(juarlos 1*300
De 40Q<000 para cima.
Inteiro 5*500
Meios 2*750
Quartos 1*375
Joao Jnaquim da Costa Leu*.

wM





V.cnncl-A' > VAi&s do Reg Ihaas
. AnmC J) Rogo Danta?, D. Francisca A.
Barroca, l). Cjastao^a do R. Daut;:s, U. Amalia
do l\. Dan. is e Antonio V. da Silva Barroca, rna-
nas e canhsdo do d-.fuatj Francisco Elias do R.
Dantas, faecido na villa de Teixeira, onvidam
a tdo os seus parentej e amigos psra ouvirem
missas qae pr isa alma mandam celebrar na
igreja do convento do Carmo, sexta-feiri 29 do
corren:e, das 7 para as 8 horas da m3ahaa, 30"
da de seu fallecimento.
^janwfa^^titawfiriiBMBWWBSWBgw
C4SA DA FORTUNA
Aos 5:0001
Bilhetes garantidos.
k .'94 Primeiro de Marco (omr'ora ra do
Crespo) d. 23 e casas do costame.
0 abano assignado, tendo vendido nos seas U
uses b'utss u o quano n. 1979 com 5:000*000,
um quirta n. 1664 com 800*000, a OWras sortes
de 40*000 a 20*000 da lotera qne se aeabou
de eitrabir (219*), convida aos possuidores a vi-
rem reseber na conformidade dccotnm sem
deecoalo aigum.
Acnam-s a venda os bilhetes garantidos da
I paitadas loteras, a benaflcio da matriz de Se-
nniem (220'), qae se exlrahir na quinta-feira
4 de Janeiro do anae vindonrn.
PRESOS.
Pilhete inteiro 6*000
Meio bilhete 3*000
Quarto 1*300
Km porfi (e 100*:000 para cima.
Bilhete inteiro 5*500
Meio bilhete 2*750
Quarto 1*375
lanoel Martins Finia.
Precisa -e de ama preta de
meta idade que saiba cosi-
i.lur e comprar ; para casa
Je pouca familia, na ra do Carnario n. 15.
Companbia Allianpa
DE
ieg;uros martimos estabelecida
ua Babia em 15 de Janeiro
de 1870.
CAPITAL..fe. 2^000:000*000.
Youa s^nro de aaercad*nas e dinneiro a risc
arkimo em avios de velia e vapores para deo-
tro fon do imperio. Agenda roa do Com-
raercio a 5, eterptorio do Joaquina Joa Qon-
tolvas Beltrao. ______
Smauieite-
Pre.Tiaa-sa de urna na roa do Cres|o n. 7.
Alf ^ Weeisa oda duas amas,
| A \ "* ono Pra tratar e
Um ix *J ama menina da m, ae an.
oo de ascida e oatra para Moa*^ 'no Dr_
cipio da estrad* le AQtwtos, ajf^ D 33" v
precisa e
rroz, pimtnta e salchichas,
_ ocesi'felas, ameik.s
Que quem comprar nao s queixa,
or Mr indo bom e ine,
orno seja o genuino,
o Porto vioo primeiro,
E o nlo menos pra-cnteiro,
Pigueira sem onfeicao I
1". i-taulias, sal, macarrao,
Conservas, (rucia?, cerveja,
Para oa patuscos na mesa
Festejaren) o bum anoo,
Dia dilecto e nouiano
Que nos inspira o praier
Fazenflo & todos osqoecer,
Entre familias unidas
De bellas mofas, garridas.
Os saniosos das passados.
l-'i.ju' m bem desengaados
Soe s. ao Canijos compete
ar estes goos... Promette,
Vender ludo mu frato
Bages, feij&o, carraVito,
Chocolate 11 latmlris
De NantesBai'sarJlnha5,
Cassas, figos, em tatas leite,
De l'...i mgal Uno azeile.
Rja mantejga franceza,
E superior ioglrza,
L de Minas fresco queijo,
Q^e a todos causa desejo,
Ma?aj-, uo;es e toiioho.
Do reino rjueij is fresquinhos;
Avelas, batatas novts,
Ceblas e beas ovas
Que provoca o palaiar.
Fino doce de arar,
Charutos de Los marcas,
Caf, araruta em latas,
Champagne, boas pastiih's
Pudim em latas, ervilhas
>gnac e aya-psna
Doce fino de banana
Queij) saino e loodriO',
AmenJoas, falrme flon,
Aillos, vinagre, izeituna
Fina ginebra de Aliona
Do tomate massa boa
Dj milho a farinha, va.
Peixes era latas, alrlria,
E nutras muilas iguarias,
Q'ie pir esie ir lindar
Deixo de mencionar.
Prometiendo de outras vezes
Nao majar mais os fregoexes
Com annuncios sem val.a
Como se faz lodo o dia :
Pedindo somente qtie
Multas vesitas se d
Ao referido arnaiea
Pafa mnnirem-se b*m
De gneros superiores
Pur pref )s commodo?, senhores I
2 Mlle. Marie Lavergoe lera a honra de W
scienlili^ar as Exmas Sra-. que encoo- (
g^ Irai.io em seu sali de eabellereiro ra m
2^ Primeiro de Marc> n. 14, nm lindo sor- Sj
limento de cques, lano de tranca como
9 de cachos, e por precos muito commo- *
dos; assim como nm variado e bello sor- J^
{J timento de perfumaras (raoceza? e ingle flj;
X zss dos melhores fabrieantes. OITerece #<
! tartbcra as Exmas. Sras. os seguintes W
$ ebjeelos que Ibes sao indispensaveis, lin- dos esparlilhos a doqueza, obra inuito v
bem acabada, proprias para noivas, e ul-
limamente ebegados ; ditos mais inferi-
res, ditos pira meninas; bonitas ligas de
seda e de algodao ; lindos pentes a Im-
j* peratriz, tanto de tartiruga como a i mi
j tajao para ornatos dos nenteados, objec-
W tos de ultima moda de Pariz, os mais bc-
<5 nitos e modernos leques de 5sso, a imita
cao de marfim, i mies de ali-ar, ditos
para litar plh s, te-ouras lints para
J nnti.is, escovu para denles e para aunas, ^
bonitas bolsinhas para meninas, magnfi-
cos bouquets e ramos de fljres arlill-
ciaes, gravatas de seda e de cambraia
mnito bonita% luvas de pellica, de seda
e de fi) de Essocia, brancas, de cures e
pretas ( tambem tem para homem )
liados boioes para pnnhos, ramos de flo-
res para vestido, enfeites de palba para
coqaes. sspato' charlot, ditos aveladados,
ditos de ir.vie.i, botinas pretas para me-
ninas por barato preco, hrinqaedos para
meninos, e urna inliniiade de objetos 'j>
que omitie para se nu lunar enfadonho. **|
Para mais commodidade de suas Exmas. W
clientes, lem preparado urna sala qne s M
terao ingresso nella as senboras qae se S
quizerem pernear em seu esiabeleeimen-
to sem estarem ixu-'Slas as vi-tas dio mais embrrenles, e ser a annunciante w
flem se encarrear do tr^balbo de pen- JK
tear. 0
Festa de N. S. do Monte em
Olinda
S. Exe. o Sr. D. abbade de S. Bonto tencionava
fazer a festa de N. S. do Monte em Olinda no dia
31 do corrente, na suposicao que o restante da
robera da raeama igreja estivesse ccnclaida mu-
te ernbora os esforcos qae elle tem empregado pa
ra linaii.-a-ia, porm assim nao aconfeceu nao ;o
pela razio de ser urna obra importante como tam-
bem oecorreu os nlttimos dias de invern con-
cluida croe ella seja as annanciar o dia da festa
pelo jornal.
Mecife, 27 de dezembro de 1871.
O juiz perpetuo,
Mannel Lniz VirSes.
com agua.i^n^-jAw^.^B-tfiicio o mafc
agradavel e^jjwwl f1 franco aos dentes.
ita->lvWaf"r9h(N ar>aroia ti
rUBin ,.lr,3I ua 00 w uia!
orno mailwMoH etitejfim+iM
" t i^^tp* *^Stoit*mutqm, j
mWj Mcdlijfrte^fSzTrnoverc neu-
r ludas as materias iffljiura que st
roda.iW de*e->*iA eagiiris,
I prttiauMieiiei rignn4#ircia
por certe Momm\taai'je a iua
0GRA^lfW9HlD0 SANGUE;!, orJCMeNtorirar ibjwtert
Esta excTIeni riMl medicina, e< |a.se um meio mu lente, para
preparada fltiftia ^natelTa a mais scieutifl- amover de- oWe t pelle rosto, t
ca poraitmiwserflstas mu rWutos e quafidarJede ftrbtmja, ttffices,
d'tmatas^nioco profunda, toado tido mui-4 aunos, manchas, impigns e e;
tos awiws de experiencia aopaT d'ania Ion- ^uaitdo se ijueira servir della eanomTm%-
ga e laboriosa pratica. dio para fr/er desaparecer qtialquer jfcm
Asua composicSo nao consiste d'umsim- desle dispiramets, e qne tanto deflfei-
ple extraeto d'tn s artigo; mas stm. :araasU feicSes do belp sexo; devera-
composta d'extractos d'm numero de ra- se ^^ n-uni ttado do itvlo, destm-
zes, herv, ca?Ca3, e folhas, possoindo icy erando-a n'uma pouca d*aoua ; porm no
das Has, sua vrtde especial ou podei* fatamento de qualquer espuma, usar-se-ha
b>ft#pura enr toda a sua forca. Final
mente como um aihniravel meio de com-
municar as felces trgueiras e paludas
urna pelle maa'a e d'nma transparente al-
vuray dtodo-lhe urna linda cor de rosa :
para jan tal fim, ella leva a palma a todos
os pWfames que se teem inventado at ho-
je, e existe em pJena soberana sem rival.
Bem entendido tudo isto se refere nica-
mente a Agua tie Florida de Mlkiiay 6
Lann.
As imitacSes que se tem feito na Franca:
Allemanha, assim como em outras parles;
sao inteiramente imitis e invalas ; per-
ianto recommetda-se mui especialmente
s senboras, qne tantoam toda a precaucc
e cuidado, de foando eomprarem. estelan)
certas que compram.
A (totri.v*
rotjA smJim
'DE
MWHMf & LANMAJt
m
0
i
0
0
0
0
era*ciJHr'is'mb)etas as quael teem sede dnfta1 pura ero" toa
ou essehto, no !s{,'ue ou nos humores;
e estes differenres estradosTegetaes, achara-
se por urna tal forma combinados ponljo
de conservaren eita (bda a sua forca, o cu-
rativo especial de virlude, que cada um dt
per si possue. A raiz da planta de Salsa-
parrilha, producida as Honduras, a que
nos usamos nesta preparacab, sendo a qua-
lidade que todos os mdicos mais prezam
e estimara. Na composicao da Salsa-
pai-rllha de Brlsol entra mais de 50
por cento deste concentrado extracto. Ella
q5o rtcerra em sicosa afguna, que pos-
sa por leve ser perigosa ou injuriosa
isaade; e tanto n'este, como em quasi to-
los os mais respeitos, ella iuteiramentc
diversa de todas essas mais preparaces,
as quaes dubaixo do nome ITe Safeaparr-
!ha, slo acesndicienadas oq postas ^sm jan
rafas pequeas, sendo recetada h (foses
mui iainutas d'uma collier de cha por
cada vez. os pelo contrario engarrafa-
mos a
SALSAPARRIRA DE BRISTOL
[em-frascos grandes^ e ass4m-por estenodo,
I i vid anos com os consumidores, o grande
proveito e vantagem alcancadcpor aquelles
que acondieieHarjT sua preparacio em gar-
rafas pequeas. Cada um dos irascos da
nossa tialsaparrilha te llrislol
^onteem a messa quantidade igual porcJo
couda naquellas garrafas pequeas, e alm
disso, possue anda muito mais forca e
virtude medicinal do que aquella, que por
ventura se possa achar coatida dentro de
seis garrafas de pequeo tamaito. Por-
tento mui natural, que aquelles, que se
achara oceupados em preparar e vender as
suas produccSes, em garrafas pequeas,
murmurem e gritem contra os nossos fras-
cos grandes proclamando, que a nossa Sal-
saparrllha de torlsiol nao possue a
menor virtude ; porm quo effectivamen-
teso elles postos em silencio, quando indi-
Damos, ou simplesmentc referimo-nos para
com essas centenares de cerlidoes e les-
teraunhos authenticos, por nos recebidos
de todas as classes da sociedade, nos quaes
plenamente attestam o poder curativo e vir-
tudes maravilhosas da nossa.
SALSAPARRILHA DE BRISTOL.
A vantagem de termos os nossos pro
prios agentes naquelles lugares aonde as
dilerentes raizes, drogas, hervas, e plan-
tas de que se compoera as nossas medicinas,
sao produzidas, que nos habilita exer-
cer aquelle constante cuidado e disvello na
minuciosa escolha; e o que assegura e ga-
rante uniformidads de excelteneia.
Em quanto que, por Outro lado, nos n5o
aos poupamos nem dinheiro, era dili-
gencias ; afira de alcancarmos o melhor
5 nicamente o melhorde cada um artigo
ou ingridiente que entra na sua composi-
v5o; pois levados e compenetrados da
mais firmee persuasiva confianca; quepo-
temos afoutamente dizer aos doentes de to-
das as naces, e de todos os paizes, que na
Malsaparrilha de Brlstol. possuem
um remedio mais efficaz e seguro; do que
n-rahum outro, que vos tenha sido offere-
cido at hoje, e o qual por certo nao hade
mallograr vossas expectativas, na prompta
e effectiva cura das seguintes enfermidades:
Li
ale .4pipueos para o Sloniciro e
viceversa.
Visto haverem sido supprimido; quasi todos 09
trens de Api pucos, com a nova tabella da compa-
ulna dus trilhus urbanas do llecifo Caxau^,
estacionando os trens 0.0 Monleiro, pede-se aos
Sr. proprielarios de mnibus que eslabelecam o
servido de ir levar trazer os passageiros, que
"stn soffrendo grande vexame, o'aquelle arra-
baloe, com semelnaate falta de transpone.
_______________Mudos passagetros.
Trabalhador
Precisase de um trabalhador na pharmacia
americana : i roa Duque de Caxias n. 57, pre-
bre-se efcravo.
ERCENHARIA
O engmheiro oivil M. T. de Aquino iaaior offe-
rece-se a faier qualquer trabalbo de sua profls-
sao : levanumentos da plantas, nivelUmentos, me-
dlCS'-s de trras, plaftos, projectos ele. etc.: a ira-,
tar na ru fio Cotovello o, io.
Escrfulas,
Ctiagas antigs,
Ulceras,
Feridas Ulcerosas,
Tinha,
Syphilis.ouMal Ve-
nreo
Humores Escrofu-
losos,
Irregularidades do
Sexo
Feminino,
Nervosidade,
Debilidade Geral,
Febra e Malignas
Febre e Sezoes
Biliosas,
Tumores
Abscessos Apostemas,
Erupcoes,
Herpes,
Salsagem
Impigens,
Lepra, febres intermitientes e remittentes
hydropesia e ictericia, etc., etc.
Ontro-sim, achar-se-ha, que para o borr
resultado e perfeito curativo de todas aquel
las enfermidades cima apuntadas o adan-
lamento da cura, grandemente promovi-
do e apressurado; usando s ao mesme
lempo das nossas mui valiosa pllnlas
vegetaes asancaradas de Brlstol.
lomadas em doses moderadas em connec-
c5o ou conjunctamente com a Salsaparrilha.
ellas fazem remover e expellir grandes
quantidades de materias morbficas e hu-
mores viciados fue se desprewttm e lvre
mente circulam espalhados pelo systema.
isto causado pelo uso da Salsaparrilha; ?
por esta forma facilita a volta e o exercicio
normal das operacoes funecionaet,
de iiu
na roa de Hortas n, I
eaixeiro para balcao:
cu 00 nimiRo
Saifbado
volt*.
ReuniSo familiar.
5) do correnle haver
trem para a
P. 1. Layme.
l'^ecisa-se de urna eohabei-
ra para casa da pequea fa
mi ia : na rqt do Viscoade
do Pella i (Aragao) o. 37.
%m
AMA z
Livre oa essrava, precisa-se
em qaalqaer dos casos : na ra
Madre de Peas o. i\._______
Alaga-se ara escravo para todo o servica in
teroo e externo da typographia
Torres n. 10-
Mercantil, ra do
?
Suciedade Patritica Dze
de Setembro
A eommissSo teatral d'esta sociedade ruga
as coomissdes parciaes nomeadas para promover
na provincia urna subscripcio em favor do Lyceu
de Arles e Offlcios, o obsequio d remetterem o
producto de dita subscripcao ao thesourelro Jo?
Antonio Pinto, ru do Mrquez de Olinda n. 39,
primeiro aadar, at o 'dia 16 de Janeiro viadoa.ro,
pira principiarse a pobliflacao da lista dos subs-
criptores.
(mmM de comprniema-
riiba.
O conselho procwe c dtt 5 de Janeiro prxi-
mo vmduuro, vala de propostai tecebidas at
as 11 horas da m?ulia>, a compra Hb as condi-
C(5es do estyl >, dos objetas i~ material da arma
d wgotles :
% barris 4e alratrV), 4 barras de a;o batido de
popoca u i polegadaa de urgu i|S iie grossura,
iOO arroelas de cobre de K8, 4[8, 5,8 e (8, 40
arrojas de alaiagre, 30 Dtedas de azeile de pei
xe, 4 arrobas de gna-rai, 8 duzus de brechas
sortija* pan pintar, 8 *u* d* ditas dita para
caiar, iUU cuvados de baeliiba para cartuchos, 2
baudeiras oacipnas de 6 panno 10 pocas de
hrm, b'O baWes'Terrados, II vaio-js de obre de
3|8, 4(8 e -';S, iO brabas di corrente de 4|8 de
grossura, 20 cadiobus de lapis de ns. 35 a 80, 10
arrobas do er, 10 arrobas de colla da Baha, 20
croques de ferro, 2 pecas do cabo de lioho de o
polegadas, 2 ditas de d;to de 4 l|i ditas. 6 litas
de dito de 3 Ii3 ditas, 6 ditas de dito de 3 tas, 2
ditas de dito do I d las, 10 aderaaes de 11 poie
liada-, 16 dito de 6 Jila, 10 dalos de 8 ditas; 3
lenj e-i de cobre de o |0 com 2 ps de largo e 3
l| de comprrmenin, 6 arrobas de estopada tr-
ra, 20 fechaduras de broca surtidas, 5 arrohjs de
lio de vela, 18 varo>s de ierro ingle: de 3,8, i|8,
5|8, 6,8, 7|< n 8|8, 30 ditos da diio quadradode
08 de grossura, 4 ditos do lito de i l,i pulle^adas
de grossnra, 6 diinsr tte dito em barra de 3 pole-
gadas de largo e 3|4 de gro.-sura, 6 dito de dito
de 2 3i pol-gds de largo e 3(4 d grossura, ti
ditos de dito de 2 1|2 pulegadas de brgu e 3,1 de
gros,ura,6 ditos de dito de 2 Ir palegadas de taigo
e 3,4 de grossura, Cditus de dito da 2 polegidas
de largo e 3,4Ve grossura. 6 ditos de dito de 3
poiegadas de largo l 9,8 de grossnra, 6 ditos
de dito de 2 i|2 poiegadas de iargo e |8 de gros
sara, 6 ditos de dito de 2 3|4 peleadas de largo
e 5|8 de grossora,6 ditos de dito del f|4 pr legaja*
de largo e S\H de gr i-sura 6 ditos de dito de 2
1,2 poiegadas de largo e 4j8 de grossnra, 6 ditos
de diic de 1 l|4 p legada de largo e 3,8 de gros-
sura, 6 lencoes de dito dito de i,i de grossura
com 80 poiegadas de comprimento e 30 de largu-
ra, 6 ditos de dito dito de 1S de grnssoM com 80
porgadas dd cotnprimenlo e 30 de largara, 12
ditos de dito dito de I|> de grossura, 3 ps de lar-
go e 6 de comprimen^, 10 duziaa de limas sor-
tidas, sendo I dalia de limas mu rea?, 24 lanternas
de vista, 4 libras de tinha croa, 10 pecas de lona
larga, 10 ditas de dita estreita, 10 moitoes de 6
poiegadas, 10 ditos de 8 ditas, 40 arrobas de ocre,
100 arrobas de oleo de linhaca, 12 pilleis peque
nos para mear, 6 ditos de perno, 10 patescas,
1,000 paos de qaeri, 50 praids de f,.lh, 100 paes
de Ierro, 20 libras de secante de zinco, o arrobas
de secante ft-zer de ouro, o arrobas di sebo em
pao. 6 duzias de taLoas de assoalho de pao carga,
4 duzias de tabeas de cedro de 1 polegada, 1,600
l.bras iie tima branca de zinfio, CO latas de dita
verde ingleza, 10 latas de dila preta, i pe<&i de
tapete, 30 travs de 35 palmos de comprimento e
8 poiegadas de face, 3,000 fijlos de logo, 2,000
ditos de ladrilbo, 1 torno dejo poiegadas para ban
calas e60 arrobas de zarcio.
Sala das sesse do conselho de compras de ma
nnha de Pernambuco 23 de dezembro de 1871.
O secretario,
Alexandre Rodrigues dos Anin
MARTIMOS
COOTR.l FOGiO
A companbia Iudemnisadora, estabelecid:
esta praca, toma seguros martimos obre
aavio e seus carregamectos e contra toge
am edificios, mjrcadoriai e mobiliai: n:
roa do Vigario n. 4, pavimento terreo.
um producto que se obtem di carno do gado vacco. da qaal se tira todas as
pelles, terujJH)sso3e. M*gQ*}<<9 #pri(icifi|si|iutrit-yordf fthfe sem conter
gelatina, rMjfe.- i^^lVrVlSY.^r01.!0*!6!^50 *&<# Wm 32 vezes
mais suhsljirtfUmiificia ^ifi<|sp|iw|}| Vj'idaje \tfo^ falles etc., por
isso por pouco que se lome deyje secM-em urna forte a!imentac8o, que mmediatarneut
prodoz effeito como wat rtdo''CB|fvid> em j*saon dtbP, por qualquer causa oa
exanges como succeVo a um fiomom ferido que doas ou'tros irouseram pbarmacia do
Sr, Firmiano Aatonip de Araujo (Pulo Alegre ) onderecebeo o primeiro curativo, es-
cando tSo ffaeo qce nJo poda vollar para osa; mas fog'o que t.m'o dOasoitavas de
traclnm po^ CatMn*ar sm ad/uforia, iii-
TaH -a forca alitaencia que akida mais se revella cjm o qu succdeo no escravo
do 8r. capitn J ao Cezar de Olivcira acommeltido de thetanus, com rbiismus lo Lrt*
-jt ifo'm pWsfvel empregarise triedicarjao mfera'a.'podendo odoert') #Mar, miro-
duziodo-se com muitadrlScnldade pela abertura qoe bata pela f\l* de nm de exlraclum carris por dia, censando os sympiomas nervosos 1 o fim de 2 dias, acba-
va-se odoente ri Biofti'e^aJo de vigor, restabekcrBdo-se logo. Qne um ariaento
qe3> cansa- os rgus proprios da di^esiao. sa conbece pelo que aonteeo ac Sr.
comibertdador Ant<)tio Falcao, que sollrendb de uofc gasfro ifiter|e 'AotoieVattoem
a agua de frango ou d'arroz. Homem de mais de 70 aonos com perdas iao abundante
como tinba e sem alimentar se eslava condemnado; sen lo fnrprotiaio lodos os remedios
iatentados; o Exm. Dr. Flores empregoa oexiraium qr.e odoeM-i tomoa cora repug-
nancia, porm que desde fogo sentioum bei estar qne nio tinha, e pouco a poaconU
rigor, licando reilabelecido era pouco dias. ohrnrunlo-o a soa gratido a dirigir ao t>r.
Ubatuba um attestado desse bneficio ( diz e i i -*) iara qne outros po le sem gozal-o, e a
falla ite conliecimenlo nao obstase a vulgarisaco que era conveuieote que tivesse um
producto lio necessario. Nos casos qiie preciso diminuir a pioduccSo excremcilicia
anos artificial, fstula sanaes, attaqnes hetnorrbo lari s ele. um va.ente recurso. O Sr.
I. O. Castro n*um intensissimo atlaque bemo'rboidal quo o leviui cema durante me-
zes s obteve cora ahmentando-se com o extractutn. Urna mili a ( d> Sr. Joaquiai
Mara) dbil e narvosa, soffria horrivelmente, com>cou a ozar do t-xiractnia e lo>:o
restabeleceo-se, e o Sr. Joaquina Mana agradecendoao Dr. Ubutuba disse-lhe :D%V.
correo-mecom -s doeocas de casa. Taes tem sido os resultados 'le seu tmprego que os
principaes mdicos o aconselbo, e o cons.immo tem qoadioplicodo em ti dd a parte. Nao
somente applicado c> modieta ais enfimos, mas como meio alidheti ic o e inesmo como
proprio para vigoraros alimento, e dar-ihei sabor m-is agr la-el. J.i umitas facnilias
prefeiem uzal-o ooute, subiituindo o cha, e tem ene Lirado nelle o recurso de po-
lerem rpidamente augaeutarem nos ca.-ns de necessid .dj as r=t i;fs para maier no-
mero depessoas do que conlava, cudarera alimenh^S) p otnpta i}aii lo seja preciso
nao haver demora. As pessoas debis, velhas qooecessitao loitar .Iguma ahateataca
aoBtervaliodas horas destinadas puaa reeicao, tem no eaira^ium um mt proapta
de atisfazeriim essa necessidado, melbor e com mais proveito do que nenhum outro.
\s mogas que nes das de baile se bslera de aiiuiri. tar;io para conservarem a belleza
do trne prejodi;ando muilo a saude, u2o j do extractum que saiisf.-z sem prejuizc
esse fim. t' esse producto oispensa^el a lodos, es|jcci;ilu.eiile as pessoas que viajam
as qod maram ra da ciliada. A sua incoiiuptibilijad pesp, volume, a sua gr;m-
Je-orca attmeati a, e *ua baratera, e o seo agradavel sabor, qu :,do bem preparado,
du^tie tal su^eriorid-de que so se taz inyster ser couhecidu para pod. r er aproveta-
i!a a ulilidade que ellepn-ti. Como alimeati para as cri.11.cas i>-m pro iuzidos os
meibores resoltados e at boje n3> se conhece 1 ulro pira SttOttitoir o aieii; ment. N3o
maes qt'e ella necessita, apara substituir o q le ibe fa la esse p so n q^e ceria-
:nente necessario ao estomago do homem delrabalbo pelo habito que lem, ei;contra-se
facilmenle por baix > preco as substancias vegetaes qjeexistem em qualquer parte
i orno seja m as raizas, batatas, iegumes, gr3os, fariahas, quj cjo exlraclum -se faz
ptima e bella alimentaciio.
Um homem que lome 6/8 de extraetam por dia, que cusa iss rs.. ter ozado de
te la a substancia del i/i ib. de carne fresca sem ossos, ptlles tu o q ie por sem
luvida alm duque Sd faz iieejssa io |iriocipa|jH!ite se ijuntT-s".-lba qutesquer
massas, legumes, farinbas, graos, batata etc., e um pouco lagorltira. Cera o qoe,
quandogast mais 100rs. leraumialimenta^}) saborosa,commodi, fcil, muito higi-
nica e muit 1 reparadora por 9 rs.
UZA-SECOMU CHA Muid co! lurinht n' m chicira d'agua, com sal suf^ieat.*, e
am aromtico(salsa).
COMO SOPA Dj orna eolbem'- a duas em sulkieata agua, gordura, tempeiros
equaesqaer mtssas, farinbaj, Dtalas, graos etc.
AHROZ ?repara-secomo dauzo, dissolvando a porcao di extractum na agua
que se deita nelle para eosel-o. li<3
OSLSGUMES As cirn os saldadas recuper3j com elle a forca alimenticia ins-
pensavel.
Deposito Pbarmacia Americana, da Ferreira Maia & C.
57 Kuu Duque tleCaxias 57.
0 MARAVILHOSO REMEDIO DO
DR. CHAS. DE GBATH .
OLEO ELCTRICO
KIKG OF PAIK O RE DA DOR
PARA USO INTERNO E EXTERNO
CURA CHOLERA. E CHOLERA MORBUS,
DWrkM, floxo 4 M&fn, ib am dia.
Dor de eabeca, torea da envide ea
trt minuto.
Dtr d* denti, id nm minuto.
ualfia, m cinco minuto.
DmIomqO*!, am Tinte minuto.
(Hrgutai inchada, m dei mmntoi.
OoliM eoBTnlfi, m cio minuto.
Ehutimo, m nm dia.
V t* r.br iBtarmitnU, m ua lia
Dor nn coila* to ladoi, dts I
nstoi.
Toise parigoa refriado, n ma i
Pleuresa, em am dia.
arde e aithma.
Hemorrhoida e broaehitle.
Inflammaclo noi rin.
Dyipepiia, erTiipelaa.
Moleitiai de figado.
Pmlpitaea* do cora^o.
AMI AFAMADA
AGUA DE FLORIDA,
DE
IIRRAY A l.AMI A A.
He o mais delicado c mimoso ao mes
mo lempo o mais estavel de todos os per-
fumes, e eneerra em si. no seu nwior auge
de excellencia, o propno aroma das veraa-
deiras flores, quando anda na sua flores*
cencia e fragancia natural. Como um meio
seguro e rapidp allivio contra as dores de
cabega, nervosidade, debilidade, desraaios,
flatos, assim como contra todas as formas
ordinarias enteca s decid hystericos; de
summa eficacia e nao lem outro queos
iguale. Igualmen'e, quando destemperada
RESERVE SEMPRE ESTE REMEDIO EM SUA FAMUIA
S DOK.M;AS SE ATBESENTAX, ()UANDO MBSOS SE ESPEBAJL
OLEO ELCTRICO O "KINQ OF PAIN" (O re Ja dor) aquieta e poerUramAte dlgelpa mate de t
BMlemi.-.s e dore, e alllrla mal os soflrlmentot e produi um mala perfeito equilibrio no rateme, humano, o e,u* 1
Ole effeetuar no meimo tero jm, eom qualquer outro remedio medeclnal.
r>t multo popular remedio esta aarora ueando-se feralmente, pela raiao qae mllkaree de poema te tem o
gratis com o dito remedio pelo Dr. rala e outro mala.
Lite Imponente remedio nao se otfereue para curar tuda a doenf ai, porea Cao (omento para aquella eiUpu
ii.- Duasa dlreo^e.
Eeta obrando no principio da ehlmlca o da eleotrloklade o por leao, est appllcaTel para o ouramento
rexuuraf o da aof o natural do orgoi que offrem da Irregular olromloyao dos fluxoa dos prlneipaee nerree.
elctrico O' K Ing si Paln opera directamente no aboorreatee, laaendo deaapparooor ae toohaoooi da (laadola
em am tempo Incrivel, breTa aem perlgo do toa nao debalio do qualquer otreumstanola.
o remedio, ama medeolna para o uso externo e Interno, compoeto dos elemento enratlToo, ral, herrae, i
laee. como se tem usiulo dos noMoe antepasaado, e da quaee tem grande existencia no mundo, para ourar 1
lenlas, eeaente eeJiendo-oe quaee ellaa sao.
l*ol ora praade e cspeoln! desejo da fnculdade de mortecina durante multos annos de experiencia para aproa/ee-A
Ketuies :io.ios ae se deTlam adoptar para earar a seguate doenyas, o que propoifoe* de medeolna te derla aJMB
'o*. Oka]
idulaiatt
r'tZZlf
EM PERNAMBUCO
NA PHARMACIA E DR-OOAR.IA
BARTHOLOMEO efe C
i>
ST.-84 R^Mt


4o Rosario.KT. 3^a
0 roUeina reaolvido por Mr Riuuxot com u ni.ua ft'.u i
o papt fo conservar 6 mottanla toes aa uas prapri^l4e,
C--
Uulc ta cuiiiposiv
,1'J llca-
olitobJo "a poucos instaiiatjj
e3cni fuciiiadeun elVito decisivo com a menor quar.ti.bile possivej */>?
te oi'JioainetQs. (4 loucJiariiat tAnnuae dethfruftttuiiqaea de IS6S
''Ib a dselfiidiur ao lado. pr que aa falcilicadort.
n ?S, B** Vile-dn-Tenflt, 96.
7-
>iaa
-/:'
:-W-



frftJBM**. *rlftuiM* HiS*y*foa &J**JAew*>w*skk 871
bol si
J.BK
. se

Mi
RUID0BRIMN.52
(Passando o chafariz)
MwA^IbKS''' IfLi,
j 11 mal. : (.1 h
J *(a j
np too* i vsq
OW Oii'JI* i'boiq I
O engenheiro Alberto tendo toltado da Europa roga -
quelles senhores que o tem procurado queiram apparecer no
escriptorie para entendercm-se com elle sobre seos negocios.
Igualmente avisa aos clientes que ha diversos macbinismos
achegar breve, merecendo urna visita de exame.
!U ,.
,*Jm*-* cu*Mfrmm> *>|arda *er-
liciinbo do Cuania ptojina para ruases HlW-
ros oo pouea ramilla : i tratar no titanio fowr
em casa do Aurelio oo, do Recife, ra-Si Dnque
drrala-anffaramo *Mlari, 4* notando
uwn
casa
cari de
FORMAS PARA
AquelUs propietarios quequizerem formas podem desde
j fazer suas encommendas, pois a casatm em viagem e car-
regando uumero sufliciente para suprir a todos quantos queiram
o. U A, filo rus larga 4o, ttwaxio:
Sretender comparega parante a joma da i
i mi-ericordia do l'.eeife, mnoldo de
flanea o acompanhado 4a ftador.
awjm%|)g^y W^MW
arlana Carollas l* !
C*tto BeaL
Travessa ra .da Patht a. 806,
lindar.
(USA PABT1CDUB)
Pie aa Bil ir em ana casa, a qual of-
fereee as melhore eoodi$o*es de eonfor-
lavel bosped|em, por pn-co mdico, al-
gumas peesoas ou familias do Imperio, *j
que preleodam demorar se em Lisboa,
a passein, oo por rnolettia : para infor- Q
- maeSes, queiram dirigirse roa Prlmei- X
ro de roar$o, ( aolifa do Crespo ) n. 19, JR
leja de fasendas dos Sr. los dos Sant s M
Neves & Iruio, eto Pernambuco.
Esta empren tem om ti
dleiros, arandelas, peudeu*, ele
(erystal) como em metal,
bos dos MdftM Dfcia mpdf
di eos. As amostras padem
rio n. 31 roa do Imperador.
raelhor feitio a SO rs. eada om.
das poden ser felua por tseripto, aa m* do Ira
perador junio a secretaria da polica, a dirigidas
as abaixo asaignado na fabrica S. Jos, que serio
proraptamente i Hendidas.
flw. Newbigging,
V* ^> Gerente. "
As
oto de can-
nto em vidro
ide de glo-
pto-
para gaz do
encommen-
| BH

MOFINA
Q7J.)'..'
Roga-se ao lllra. Sr. Ignacio V.eira
rivio na cidade de Nazareth deata
A FLOR DE OURO
IN. 24 A Sua larga do Eosario-N. 24 A
IIH\.I A 111 \ & IH.1IAU |
E' *m contestarlo, nm dos bem montado estabelecimento de joias da cidade y
d
e
?Vj ram .-
mw& tn que pelo bem Rosto e primoroso trabalho imporiam elegantes prsenles para a leba rj*sj
xfs idolatatrada, a arilhada querida, a consorte fiel, a mai extremosa, a sariga dedicada e'-
fc,y* unalmente a ledo aquelie ou aquai!a que se qneira mimosear pela fasta do natal.
frK? i3 endo eofadooho, respeitaveis leilores, prestai attengao at o
i[*s annuncio que encontrareis
final
com certera.
Para o bello sexo
deste |
m
Pares de brincos de pbantasia a 8, 9*. 10 e 12, ditos de erra, a > e i, '^
lyv ditos para luto a 6 e 8|, meios idereijos modernos com brincos e alnetes a Iti*, y/k
~sv> rezetiohas de diversos gostos a 5J, 6| e 8# o par, puiceinnhas de coral a 7000, vol-
#?&J tiohas de dito cora cruzes de ouro a 5, cacoletas com inscripcoes (obra chique) a 5|
vf&i e H, figai d coral a H, cruzes de ouro e coral a 3#, i. 6i e 8|, ditas de esmeral-
r>j*3 4a, per la- e rubios lis, 14*. 16 e 18*, aoneis com bonitas pedras a i-', para crian
tjy*. ca a .loOO, ditos de pedras finas a Cfi a uroxes para retratos a 16* e 20.
Aos senhores cavalheiros
E' umente na Flor de Onro que se vende joias de gosto e por ponco dinbeiro
como sejam : guirnicoes com tres botoas para abertura {, pares de ditos e de di
fereotes gostos a 3, ditas a 3, ditas para punbos a 5. cadeas mnito chiques a 50,,
ditas a 6*300 a oitava, pencinez de prata dourada a 4*, 4300 e 5, medalboes para
cadeias a 12*, medaUas com leras a 8*; aiem de um grande sortirmnto de obras da
brilhanles, brincos, braceletes, allineu-s, aderecos completos, meios ditos de psdras li-
nas e coral, medalhoes, voltas e trancellins, anneis com letras e de diversos modeles,
oculos, pencinez de ouro, relogios de ouro e prata dourado e da afamados fabricantes,
assim como grande sortimeoto de obras de pratado Porto, tanto para o servico do-
mestico, como para igrejas, e garantimos ser ludo lei.
A Flor de Curo continua a estar aberta at as
8 horas da noute
19 Ra Primairo de Marco
Tenlo renovado completamente a loja do predio, em que teem o seo ei-
labelacirjeato,
19=-A ra Primeiro de are/)19
com aquelie aseio e elegancia deaejavet?. acbatt-se agora prvidos do man
*xplendido sertimento de azeodas finas e inoderna- de
SEDA, LA, LINHO E ALGODAO
odas do ultimo gosto, e continuara a ter como sempre, diversos
RTICOS ESPECIAES DE SA CASA
Garantem, com toda
a linaridade, vender
por meos que qual-
qaer ootro, porque
receben em direitora
a maior parte de suas
fazendas. '/'
da Meno,
firovincia,
8 a concinii
aquello negocio que V. S. aa comprometten raali-
ur, pela terceira chamada deste jornal, em fioi
de dezembro prximo passado, e depois para ja
aeiro, passon a (evereiro e abril, e na 1a cumprio
9 por esta motivo da novo chamado para dte
Qm ; pois V. 8. sa deve lembrar ana este negocie
i de mais da oito annos, e qnando o senhor se
8lio se acbava no es nesta cidade
Naeti typographia se
flirt
um
qwsm prtid tesr
preto de mm laxas.
Alug^-se
O segundo andar do cobrado da rna do Yigario
n. SO : tratar nw rWl do amorim n. 37.
Criado
Precisa-se de um criado
xias n. fcO, 1* aodar^______
na rna Duque da Ca-

Em tempos modernos nenhum descubr
ment operou maior revolucSo no modo df
curar anteriormente em voga do que o
PEITOBYL BE mHUTA
TANTO NO TRATAiMENTO DA
TOSSE, CR0P0,
ASTHMA, THISICA.,
ROOQUmAO, RESFRIAMENTOS.
BRONCHITES,
T09SB CONVULSA,
DORES DE PEITO,
EXPECTRAfAO DE SANGE.
Como em toda agrande serie de enfermi-
dades da gauganta, do peito e dos orgaoi
da RESPiRAfo, zem sofrer a bumanidade. A maueira an-
tiga de curar consista geralmente na appli-
cafao de vesicatorios, sangrias.sarjar ou ap-
plicar exteriormente ungentos fortissimos
compostos de substancias vesicantes, alm
de produzir empolhas; cujos differentes mo-
dos de curar, nc faziam sen5o enfraque-
eer e diminuir as forcas do pobre doente;
contribuindo por esta forma d'uma maneir?
mais fcil e certa para a enfermidade ade
truicSo inevitavel de sua victima 1 Quem dit
terente poisto o eflei admiravel do
PE1T0RAL DE ANACAHUITA I
VM E EZ DE IRRITAR, MORTIFICAR E CAVZAI
INAUDITOS SOFFRIMENTOS AO D0ENTE,
CALMA, MODIFICA E SUAVIZA A DOR.
ALLIVIA AIItRITACAO
DESEMVOLVE ENTE NDIMENTO,
FORTIF ICA OCORPO
e faz com que o systema
Desaloje d'uma maneira prompta e rapid;
at o ultimo vestigio da enfermidade. Of
melhores votos em medicina da Europa (os
Lentes dos Collegios de Medicina de Berlina)
testificara serem exactase verdadeiras estas
leacesanalgicas, oual m disso'a experi-
encia de miliares de pessoas da Americ?
Hespanhola, as quaes foram curadas con
este maravilhoso remedio, sao mais qu(
suflicientes para sustentarem a opinio do
PECTORAL DE ANACAHUITA 1
Deve-se notar que este remedio se ach
inteiramente izento de venenos, tanto mine-
raes, como vegetaes, em quanto que porm
alguns d'estes ltimos, e particularmente
aquees que sao dados sob a forma de Opio
e Acido Hydrocianico, formam a base ds
maioiNparte dos Xaropes, com os quaes tac
fcilmente se engaa a credulidade do pu-
blico. A Composico de Anacahuita Peito-
a acha-se linda e curiosamente engarrafadas
m frascos da medida de cerca de meio-
quartilho cada um, e como a (loso que se to-
ma s d'uma colher pequea: basta ge-
ralmente a applicacao d'um ou dous frascos
effectuagSopara a dequalqneicura.
Acha-se venda nos estabelecimentos dt
P. Maurer A C, J. C Bravo C, A
Caors, B. M. Barboza, Bartholrimfo dt C
ESCRFULAS OU RHEUM.VT1SM0
e todas aquellas cujadigesto se acha com-
pletamente dcsarranjaria.devem tomar
CASA. DA FORTUNA
RA i DE MARCO OUTlt ORA DO
CRESPN S3.
los 20:000^000.
O abaixo asfignado tem sempre exposto ven-
ia os feliies biliietes do Rio de Janeiro, pagande
oromptameale, como costuma, qnalqner premio.
PRECOS.
Inleiro 24^000
Meio 12*00.
Qaarto 6*000-
Manoel Martins Finta.______
Precisa se de nma ama pa-
ra todo o servido de urna ca
sa de dnas pessoas : tratar
no largo doArsenal de Goerra n. 3______^^
Monteiro
Por 300,000 i is.
Aluga-se nma casa na povoacao do Monteiro : a
tratar na taberna do Sr. Nicolao Machado Freir,
no mesmo logar
^m
Pede-se ao Sr, Heuriques Das de Preitas
que vi pagar os alaguis da casa em que morn,
sita rna dos Coelhos n. 8.
* Freo isa-se de urna ama em Bebe-
A IVI A ril)e' Da Pvc,15* '- a tratar na ra
do Vigario n. 26. 1* andar.
AOS 5:000^000
Estao venda os (eliies bilhetes da lotera da
tahia, na casafelii do arco da Conceico. oja di
nrives no Recife.
Cede-se para passar festa por mdica quan-
tia nma casa muito fresca eom 2 salas, 5 quarto?.
cozinba, copia e cacimba; em Sant'Anua : a tratar
no largo do Paraiio n. 29, 2* andar.____________
Conserta-se machinas para
costura.
de qualqner autor por um macbioista nor-
te-americano ba pouco chegado em
Casa cleChapmaii
Ra do Imperador n. 45.
O deposito do verdadeiro cemento de Portland e
agora no armazem da bola amarella no oitao da
secretaria da polica, garante-se qne mnguem
pode vender por menos que neste armazem :
quem comprar de cinco barricas para cima ter
grande abatimento, tambero ?e vende a retalbo.
AI
!
DYVETOT
nica casa neste genero
r.-Rna Estreita do RosarioH
Compra e vende roupa feita
nova e velha, objectos de
cosinha e de mesa, e
tudo que perten-
Aluga-se o andar terreo do sobrado n. 5 da
ra Imperial : a tratar no rae9ioo andar.
AMA
numero 33.
Precisa se de urna que cozmbe
com perfeicao, para casa de ho-
rnero solteiro : ra do Amorim
Preci&a-se
De um homem forro ou escravo para carregar
pao e bolacha na padaria a ra da Mrquez do
Herval n. 9, e tambero precisase de um menino
para ra dos melhores estabelecimentos em Santo
Amaro de Jab jalao : tratar na ra de S. Fran-
cisco n. 70.
Attencio nova bolachinha araeriesna nao in-
terior a iogleza: na padaria da ra dos Pires n.
45. Na mesma fabricase pao e bolacha o melhor
possivel, de farinha especial, para melhor agradar
a seus freguezes.
30,000 RS.
Na ra estreita do Rosario n. 3o, primeiro an
dar, ccntinua-se a forneeer almoco e janur para
(ora, com usseio e promptilo, sendo para res ou
quatro pessoas rennidas, a 30* por pessua, e st-n-
do para urna ? por 40*, mandndose levar era
casa dos assignantes a? turas que os meamos ie-
terminareui. ___.
mm
Trocare uta? do banco do Brasil e e suat
fliiaes ua rna do Barao da Victoria n. 63, iDtiga
roa Nova, luja de Joio Joaquim da Costa Loit^.
O Euglisti Bank o Ru de Janeiro Li-
mited, faz pubco que por ser o da 30 -j
carrente mez o uilimo em que recebe a tbe-
souraria as notas de 20000 da 3* estampa,
n> pode o b;nco acceital-as em pagamento
depois do dia 9 alim de dar lempo para a
devida separaco e recolbimento.




191UJA1.DE
raa
Os Srs. Jos Franctc-o Ribeiro de Sou-
za e Dr. Pranci'o Jjs Rabello, o 1 pri>
p riel ai i o do colle^i.) de Sacio Amaro e o
2o proptietario de um ou'.ro folegif,_s5o
rogados a aanJarem a esta typographia a
negocio de nteresso.
bwis^ mmmwm m
ADVOCADO
Dr. Joaquim Correa de Arawo
67Ri-a do Iuperador61
Com panina
Santa Thereza.
ios seahores proprlelarlos de
i rrenos cutre O liada c Be
berlbe.
Devendo comecar por e?le? dias o servido da
caoalisacjw para abasteeimenio d'agua aos h.ibi
untes da cidade de Ond.i, a companhia Santa
Tbereu julga ter obtido parnmsaj de iodos os se-
nhores proprietartos do tarreos por onde tem de
pascar aquello encanamenlo, mas podendo euede-
der que se lenta deixado de fallar a algnro, pade-
se o obsequio de entesder se com o anaijto as fi-
nado, ou mandar declarar sua residencia para
ser procurado.
Recife i3 de dezembro de {S71.
O gereate,
Justino J. de S. Campos.
Aluga-fe ama asa em Keiribe, ao lugar
denominado Munn bo, ten-ln lia-uotes eornmcdns,
om g*ande sio lyl* cercado, com excedente ba-
nho : a tratar na na do Apollo n. 18.
Precia-se alugar um moleqje p
lomaetico : qaem tiv^r para alugar p
se an pateo do Vn;o n. 8i.
servico
o dirigir-
Por todo prec-o.
>.ii)ga-.'e ama exeelknte casi na Boa^viagem
eoi eommodos pra grande familia,'pintada a
catda de novo: tratar na ra iarga do Rosa-
rio n. 34, botica.
aIa
Na rna da Ctdeia do lidita n. SO,
precia-se de urna a-oi para ca e
Somera altiro.
Jas Pedro Gdio de Miranda
D. Umbelina Leonor Pinto Miranda, los Pinto
de MagalhSes, Dr. Jo- Tiburcio Pereira de Masa-
Ihes, Germano Pinto de Magalhe.*, Games Au-
gusto Gaio de Miranda e Rufino Augusto Gaio de
Miranda, viuva, sogro, ennbados e manos do fal-
lecido Jo. Pedro Gaio de Miran la. agradewra do
intimo d'alma a totas as pessoas do suas aroiza
<*m qne re dignaram asaislir ao enterro e BOJ-
lacharam ao cemileho o cupo de sen laUecido
marido, genro, cunhado e mano do dia 21 do cor-
rente ; e pelo presente, de novo convida a.>s mea-
mos amigos e luelles que por falta involuntaria
deixaram da ter ideacto, e dignem fazer o oari-
doso obsequio de as-istireio as missas e memeoto
do stimo dia, sabbado 30 do correle, M 6 i]i
boras da manhSa, na igreja da veneravel ordem
terceira de S. Francisco, pelo qne se tcostrarao
agradecido*. _____^_^_^_^^_____
AO PUBLICO
Festa do Glorioso 8.
Amaro das Salinas
Acommisio regedora daqnella capella, tendo-
. reunido no dia iO do correte mez, deiiberou
festejar aquello padroeiro no da 21 de Janeiro
prximo vlndonro com toda a pompa dosejsda,
i-ara a qual chama a attencio dos Exms. jui:es e
juizaa o mais merobros que foram eleitos na occa-
siao da testa qne teve lugar o anno prximo pas-
sado come oi publicado pelo joroal de 13 de mar-
vO, e val ser novamente, aflm de todas aquellas
paatoaa icarem scientes eoncorrendo asslm com
suas eiraolaa, para se poder oc:errer as desposas
que se tem de fazer para mais brilhantismo da
refer'a festa ; neste seuttdo, pois, a eoramifsio
roga nao ao aquellas pessoas eleUas como a todos
os devotos que queiram auxiliar semelhante acto
o> min larem suas esmolas nao s aos membros da
dita coromisfao como mesmo aos senhores adjuo-
t is ou ao sacbriitao respectivo que all se acba.
Ontro ;iai a mesma commisso faz tambem cien-
ta a tujas as pessoas qne receberam cartas ptra
pertencerem a futura irmandale que se tem de
cmi.tiiuir oaquella capella, pjlem dt*ic ja man
dar seus donativos < mesmas pessoas jus ise
distriboirm ditas cartas, conforme s.ia esponia-
oa voatade e receberern suas patentas na forma
quei (i aanunciado.
Pnjda-io de om
di rea U Gula l. Si.
amjssadof: di
ji paarij
Precisa se de urna mulher para
tratar de urna menina de 2 annos, e
pouco servico de urna casa : a tra-
tar na ra d'os Gnararapes n. 2.
Precisa-se alugar urna ama forra : na ra
do Cabug n. 2 B.
m
Filulas azucaradas de Bristol.
NAO CONTEM NEM CALOMELANOS NEM NENHH
OUTRO MINERAL.
A grande necessidade e falta de um ca-
tliartico ou de urna medicina purgativa, ba
muito que tem sido sentida, tanto pelo po-
vo, como mesmo por meio da faculdade
medica; e por isso, infinito o gosto e
prazer que sentimos, em pdennos com
toda a confiancaeseguridade,recommendai
13 pilulas vegetaes assucaradas de Bristol,
como urna encllente medicina purgativa, a
qual encerra em si todas as partes e mais
ingredientes essenciaes, tornando-se em um
perfeito, seguro e agradavel cathartico de
familia. Este remedio nao compo'sto
dessas drogas ordinariamente usadas na
composicSo dessas pululas, que por ahi se
vendem, mas sita, s5o preparadas com as
mais finas e superiores qualidades de raizes
medicinaes, hervas e plantas, depois de se
baver chimiamente extrahido e separado,
js principios activos, ou aquellas partes
que contem o verdadeiro valor medicinal,
aquellas porcos fibrosas inertes e agres-
tes inteiramente destituidas da menor virtu-
ic. Entre esses agentes activos ou ingre-
jientes especficos, podemos nomear a po-
kgtiin, a qual segundo a experiencia
rjra demonstrado, possue um poder o mais
"viravilboso possivel sobre as regioes do
figado, assim como sobre todas as secre-
ces biliosas. Isto de combinarlo com o
leptandrin, e mais alguns extractos vege-
taes e drogas altamente valiosas, cousti-
luem e formam urna pilula purgativa, tor-
aando-se por isso muitissimo superior,
qualquer urna outra medicina da mesma
catureza, quo jamis fora apresentado ao
publico. As pilulas vegetis assucarada*
ie Bristol, achar-se-bo sempre um reme-
dio prompto, seguro e eminentemente efi-
caz, para a cara de motestias. taes como
sejam as segumtes.
Hydropesia dos mem-
bros ou do corpo.
O OLEO DE FIGADO DE BACALHAO
Nutrimento
MEDICINA!
{Preparados por
Lanman Sr Kemp
para titate -toda
qualidanta dedo-
enfas, quer seja
na garganta, pei-
to ou bofes.
Express a*
mente escolhido
dos melhores li-
gados dos quaes
se extrae o
loleo, no banco
^fda Terra Nova,
^ purificado chi-
micalmente, e
suas
propriedades
conservadas
com todo o cui-
dado, em todo o
frasco, se garan-
te perfeitamen
te puro.
Este oleo tem
sido submettido
a um exame
muitosevero, pelos chimicos de mais tale-n
ot, do governo hespanhol em Cuba,foi de-
vulgado por elle e contem
MAIOR PORClO D'IODINA
do que oulro qualquer oleo, que elle tem
examinado
IODINO E'UM PODE SALVADOR
Em todo o oleo de figado de bacalho,
enaquelle no qual contm a maior porcao
d'esta in^aluavel propriedade o nico
meio para curar todas as doencas de
GARGANTA, PEITO, BOFES.FIGADO,
Tisica, bronchites, asma, catarrho, tosse,
resfriamentos,etc.
Uns poucos Irascos d carnes ae muito
magro que seja, clarea a uista,e d rigor a
todo o corpo. Nenhum outro artigo co-
nhectdo na medicina ou s ciencia, d tanto
nutrimento ao systema e* encommodando
quasi nada o estomago
As pessoas cuja organisaejo tem sido
destruida pelas affecces das
Acha-se a venda nos estabelecimentos de
A. Caors, J. da G. Bravo, & C..P. Maurer
4 C., A. A. Barboza, Bartholomeu & C., 5
pharmacia americanarua doQuei.nado n.
Joaquim Jos Gontjal-
ves Beltrao
Rna do Trapiche n, 5, Io zv'ir.
Sacca por lodos os paquetes sobre o bisco i*
linho, era Braga, e sobre os seguintes legare >
.'ormgal :
Lisboa.
Porto.
Valeuca.
G. ai mar;.
Cimbra,
Chaves.
Yitio.
Vi!!?, do Conde.
Arcos d* Val do Vei.
Viannado Casteilc.
Ponte do Lima.
Villa Real.
Villa-Nova do Famelicc.
Lamego.
Lanos.
Covbu
Vascal (Vi.lr.asso).
Miraodolla.
Beja.
Barcelios.
Quem precisar de um administrad r para
engenho, ou de um professor de primeiras letras
para fra da cidade, indique por carta nesta y-
pographta deripida a foi Marinho Falco o logar
e hora em que poder ser procurado p>io anaun-
ciante, que d Dador sua conducta.
Aloga-Se urna das melhores cn-a da II
sera, com pequeo sitio, ptima oaixa para eapim,
na melhur iocaliiale : tratar na ruada Madre
de Deus n. 30, va na ra o Imper.ulir n. **'.
Boa cozinheira
Na ra do Pires, sobrado n. 28, precisa se do
urna boa cotinbeira forra on escrava; p'ga-so
be i ii._________________________________________________
Precisa-se de um cuito de, res, >ob hypo <
ca em nm predio de mu'to maior valar : que.n ti-
ver annuocie para ser procurado.
aos pretenden es
Faz-se negocio
16, garanitudo e
mesma.
ou indi-
Dspepsia
gest3o,
-dAstringencia, ou..
priso do ventre
habitual,
Alia do estomago e
flatulencia,
IVrda do apetite,
rTdtomago sujo,
Affecfes do figado,
Ictericia,
Hemorrodias,
Mau hlito, e irregu-
laridades do sexo
femenino,
Dores de cabeca.
Em todas" a molestias que derivara
sua origem da massa do sangue: a misa
parrilha ie Bristol esse melhor de todot
os purificadores deve ser tomado conjun
tatenle com as pilulas, pois que esta
suas medicinas, tejido" sido expressamente
preparadas para obrarem de harmona urna
com a outra, quando fielmente assim se faz,
n3o nos resta a menor duvida em dizer,
que no maior numero dos casos, podemos
ajfiancar nao s um grande alivio, como
tambem urna cura prompU e radical, .isto
st bem visto, quando o doente nio se
ache n'um estado muito alm dos recursos
humanos.
cuiji a luja da ra N .a u
u .-wrtii ia.iKiiiu : a tratar na-
anmM
f*
Sociedade Emanci-
padora
Denrdrim dn Exrr. Sr. presidente testa sucie-
dade, lito paWico qnt no di 3 d* jiuiro as 6
h-.-ras da tarde, ha ve reuniao da direc?io no
sali d> Cinb Pdroambucan^. I
Secrfliaria da So-Male Emancipadora 47 de
deemnrode 1871.. i-
Adolpho Lomenha Lio?,
i secretario.
Perdeu-se u:n rlogio de ouro palate iagiez,
com parte da c irrecie de ouro e urna fila pret;.,
deu-se por falta delle ao pastar a i^raja do S.
I'.'.lr.' Novo em Oiioda. o nomo do fabricante K.
5. Yat'-t", Liverpu a ra da Aurora, n. 54, que sor gentroamtiile
gratirlcadc
Caixeiro
Precisa-se da un ca'xeir.i com pratica de pada-
ria : a tratar na rna Imperial n. 1*6.__________
CAtXEIKO
Precisa-se de om on dnas rpales de 12 a i i
anow de tdade para eaixeiro em um granie e.'ta-
bflecioieDima vifla da Estada : qnam pretender
dinj-se a Isja de ferrapens, a rea Direita d. 82.
Com pfalica ou sem ella.

Saonders Brolbera & C. pedem aos cnns^Bata-
rios de E Uu ier I--J0 barricas de bacalho viudas de
P. S, Juao pela et cao iogleta Bluik Bonmy a or-
dem J Sr.<. Pia'u Uite 4 C. de Lonilms, o fa-
vor de aprestnUr immediaiameole no aeu escrip-
torio, largo do ijjrpo Santo n. ii o conhecime:-
toda: mi-mas, do contrario serio recolhida t:n
armaz-io alfj:idi-gail.) pir conta da fuenda.
escrava qna ja fiel par;
a tratar na pa-
nu Pre isa-ae de m
atreirar i^o a a'sm>
entrefar \ai a a'sm>s pessoas
dara da ra 4o Itarigel o. 9.
Preeisa ie de um pequeo para caneiro de
arma:em d carne: na ra de Pedro Alfonso a-
mar j 80.
pra^a d. Inde|>endeii':ia ns. 47 e
rrtetoa-se da urna arai -farsuoiB-
prir Miiikar.
duLA. Mprt

:
\

IIEBAH

i



iY"* ^^wM"0*" S?*u ^-*V^rnl>wh*? JJ71


Recebidas pelo vapor franoeB Gironde
lbl\
*
LBCA E
lo.** Amasador.
"-
chapellinis de seda para seohoras, chapeos de palha de Italia e de teda,
censa moderna, riioe enfeiles de bload e flores para Cbuca, pentes modernos para co-
qne, riquissimas goarni(0es de fuulard da China para cabega e pello das senboras,
bellas gravaiiohas para aenhoras causa mais linda possivel, complelo soflimeoto de
Htdissimas flores, sipos de flores de larangeira para eofeite de vestidos, ricas grinaUas
ewn veos para casamento, leqaes finos de osso, sndalo e madYira, reos- de bloni para
noivas, esplendido sortimwito de gal5o de seda, franja, fita de setim, de velado e de
grosdenaple de sedas e de todas as cores, bicos de blonl branco e preto, elegantes
espartilhos de urna so peca, aspas de iri paraos mesmos, bonita chapeos de sjI de
seda pretos e de cores para seDiioras, lu?as de pellica de todas as cores e da melh >r
quetem yindo ao mercado, fivela* de madreperola para cabe? e pulseras, bournon e
pelerinas de 13a e seda, c na propria p.ra as pes?oas que esUo nos arrabaldef, voltas
pretal a beooiion com cazoleta e craz, ultima moda.
Perfumaras
O Moxeo Elegante acba-se prvido de grande sortimento de perfumaras, in^lezas
e francezas, e recommmeoda aos apreciadores deste artigo o apreciave! perfume GRAN-
DE DUQUEZA FENO1!
Botinas para crianqas
No Muieo Elegaute veode-se botinas para enancas 35000 o par, faienda que
em ontra qualqaer parte vende por 40000.
Poupar dinheiro
No Muzeo Elegante est se vendendo camisas de Itabo para horneas, de 6050O0
por 471000 e de 700000 por 551000. a ellas antes que se acabem, chapeos de
sol de seda paragon coosa moderna 441000. 160000 e 180000. bengalas de
cana com casto de marfim, bengalas de baleia e ontras mui'as por precott baratissimos.
Ouro a imitapao para passar a festa.
Os amantes da elegancia encontrarlo no Mazeo Elegante modernas cadeias de
ouro a imitaco pelo preco de 20, 30 e 40.
Grande Enconomia
Qnem for amante da economa apareja no Mozeo El?pnte, pois eti vendendo
talheres finos de bslanco com nm cravo no cabo 40800,, ditas melbores 50000 fa-
ienda esta que niogoem pode vender por menos de 60 60500 a duza, ternos de
bandeijas finas 45*000 rs, ditas marcbetadas de madreperola 180000 e outrcs
mnitos artigos qne os proprietarios do Mozeo Elegante estao r esolvidos a vender bara-
to por ser fim de anno.
Ra estreita do Rozario n. 1.
DE
FERREIRA MARTINS & C.
NARDO K
t
Primeiro introductor dos pocos tu-
bulaves da AVyssinia em Per-
nambuco.
Acaba-sede receber, a presos uinito re-
diizidos, nova remessa desses execellentes e ele-
gantes pigos, cujas vantagens j bem oonbecidas pe-
la prompta e abundante quantidade dagn: qaedo,
fazem-se recommendaveis aos Srs. empreileiros de
obras, para os eslabelecimentos fabris, industriis e
ou'ros, pella fcil col'ocaco e remoce, tanto dentro
como fora dos edificios. Eles se preslam igual-
mente nos qoartos e casas de banlios pela commo-
didade do sm assentamento e poneo e.-.pafo que oc-
cupam, e grande economa da despeza que se teria,
pelo encannameDto e consumo, com a companhia de
Ileberibe.
Estes po<;os tambem substituem
completamente ts bombas dentro das
cacimbas j feitas, distinguit'lo-se del-
las pela sua elegancia, -ode/ e quan-
tidade dagua que form cen,
So se recebe o pagamento de-
pois de collocados e que funecionem
a contento dos compradores.
iVara eticommend:is e mais esetare-
cimentos trata-se na loja do seuhor f.
j: germann, ra iNova n. 21, e na
offcina de metaes do senhor
IMPERIAL F A
aodNLt f t*ioq \>*'A
S. Joo be Nithwoht.
Um dos problemas qoe mais tem preooeipad
attencio dos legisladores e dos ecooomlslas mo-
lernos, particularmente M lafrfalerra e na Fran-
Se acerca do qual, atada em 1868, L. Wolowki
wd profundo a notavei discarw, o qie trati
de definir e regularisar, saantendo o equilibrio
sotre o inters se e a humanidad*, o trabalho da?
nangas na manufacturas.
Esta qupsian grare e melindrosa, cometa a ser
ntre nos de aigunu importancia, e merece qne a
marinemos com criterfe, unto mais que forcosa-
mente na subslituicao do elemento servil ter ella
de considerar-se effieacissima 'pan o futuro des
snvolvlmento de oossaa industria*.
Recordando com o celebre ecooomista de qne
Fallamos o profundo pensaroento do poeta iqgle
ine diz :=t A crianea o pal do bomem part-
Inamos tambem os seas generosos seniimentos re-
lativamente f.'sas fragois e delicadas creaturas,
jii anda na priraeira iniciadlo da vida prestam
a tio importantes servicos sociedade.
Qualquer qne *cja o ensioo on o labor em qne
te exercitem as forcas anda debis deesas tracas
txistencias, deve presidir o malor escrpulo i ana
lireccao, a maior vigilancia e cuidado no empregu
a distribuido do t^mpo, porque do sea resaltado
leaende a aetividade e a energa das novas gera-
oes, e d'estas as grandes conquistas do futuro e o
progressivo aperfeicoamento social.
Nos scalos anteriores as industrias oeeapavam-
se mais com os productores. Ao seculo XJX com-
pete a glora nao t de melborar o fabrico do;
producto?, tornando-os mais perfeitos e mais ac-
sessivei* a todos pelo qnaotidade e modicidade do
prejo como a forte a condicao, a existencia do
traba! hador, do bomem.
Wolowki cita a este respeito as palavras de
jladstone, que, em urna reuniao de operarios in-
(lezes, failando-lhes unto em seas direitos, como
sm seas devere, disse: 0 nosso scalo o s-
calo do operario: e aecrescenta qne esta parase
nao sabio de bocea saspeiu, pois Gladstone nao
penen ^ ao numero daquelles que Usongeam em
ver de servir ao pevo.
O bomem d'este modo encarado como bem
primordial da prodaecao do bem; e o noUvel au-
tor qoe nos referimos entende cononoseo qne a
liberdade que elle conquistou tira toda a sea forca
da energa da alma associada saade do corpo,
la elevacao do espirito qoe proporciona o desen-
volvimiento progressivo da babilidade pessoal.
Foi baseados n'esta allianca que os legisladores
ingieres comprehenderam que o instrumento acti-
vo, o operario, obedeca ontras e diversas neees-
sidades qne as qoe sao partilba do instrumento
material.
Foi por este motivo que se marearam e regula-
nentaram as horas do trabalho as manufacturas,
3 se attendeu sobrenado a que as enancas rece-
oe.-sem a nm tempo o ensino da fabrica e o ensino
Ja escola.
Era 1862, diz anda Wolowki; sanecionou-se
3a Inglaterra a prole, a vigilancia penetrou no
seio das vastas communas indastriaes, formadas
aoje em roda da machina de vapor, dessas vastas
ommanas povoadas por miihares de operarios.
A lei de 1802 lixou a idade em qne as criancas
podiara entrar para as manufacturas e limitou a
iuraco do trabalho.
Pois bem. Este grave e humanitario problema
jua levou qnasi meio scalo a resolver, e preoc-
cupoa a alienlo de tantos homens de estados
eminentes, cerno foram Roberto Peel Lord Aslhey,
aoja Conde de Cbattsbuago, genro de Palmerstoo,
3 muitos outros, assignalando ama pagina honrosa
na historia da civilisaco moderna, acha-se reali-
sado, e dando saluUres resultados entre nos na
fabrica de cigarros de S. Joo Nilherohy, da qual
o proprietarios os Srs. Scuza e Novaes.
J tivemos occaso o anno passado, de escre-
rer algumas linhas aeerca deste importante esU-
belecimento, e bote, depois de urna visita que fi
temos ao novo edicie ampliaremos aquello nosso
trabalho.
A casa oade actualmente est estabelecida a'fa-
brica sem duvida um dos melhoros predios da ca-
pital.
Alm das e?pai?as accommodaijoes interiores
ivremente arejad como convm a to nvtmerosa
agglemoracio de pessoas, o predio exteriormen-
te de tima architecturi simples e elegante, e fica
i p;ucas bracas do mar, onda cora auxilio de urna
ponte os productos sao com facilidale embarcados
a cooduzidos para os mercades.
Cerca de dutentos meninos ah recebem o ensi-
aomaoaal, intrlieciual religioso e me ral.
A mais perfeita ordem, sem a s^veridadedeum
rude disciplina, mas ?ntes aconselhada pelos pre-
:eitss pratiecs da autoridae, d um aspecto agra-
lavel a esta afanosa eommuns de pequeos ope-
rarios e eperanjoso ncleo d futuros e moraliza
los cldadSos.
Em um vasto Hlao das 7 as 9 horas da tarde
lepois do trabalho e do descauso aprendera os me-
aios os primeiros elementos d leitura da escrip-
;\ e da conlabilidade. Dissemos primeiros ele-
nentos porque acreditamos que as no^es rudi-
aientaes da escola n'o sao outra cou.-a mais que o
Instrumento com que mais larde se deve conclait
d aperrijoar a educacao. Nao costa saber 1er c
ssencia! e fa:.er uso discreto e aproveitavei
lesse poderoso rector do nosso aperfeK'oamente
ncral.
i i?
QB1 ItlilD
I Contrau-se^nm bom apssador qoe saiba corlar
tolla,jiaro>Yuma padirla em Natal, eapiul a
| d6Ai|R0S Sat?te[1>iSSi;' B*"" *' rqnez
Precisa-se de oau ama lirre ou eserava
para casa de pouca familia : na raa da Saudade
37.
Preciaa-se de orna aau para comprar e co-
#har .- na raa de Hw tas a 1.
Perdeo-se aa maorugada do ui tb a cr-
ranle ao sabir-se da aatacae do Reeife dos trilhos
arhaaos de 0>iada at ebegar a estacao do becco
do Espinheiro, um alOaeU de peito grande com
bordados, de ouro de lei, e com una rabias era va-
dos : qnem o achou e ver conseienciapara o res-
tituir, queira lera lo i raesma estacao do Reeife.
on casa n. 14, sita a ra das Cruzs ou Daqae
de Caxias, qne ser gratificado.
------.
Procede-se a inventario dos bens de meas fal-
l cidos tos maior Mauoel do Nascimenlo da Cos-
a Monteiro e D Antonia Vielra da Cucha, e por-
que tenha de dar exeencao como testamenteiro s
disposices de sen testamento, deixando legados
a todos os seos afilbados, me dirijo a todos elles,
solicitando que me apresentem com a brevidade
possivel as certidoes de baptisrao, para em tempo
competente receberem o que Ihes foi doado.
Antero Vieira da Cnnba.
Declarado em tempo
A pnmeira confeitari, paslelaria e culinaria ;
acba-se estabelecida na rna do Imperador n. 24
Em sua frente asba-se eoflocado um larapeo com
0 seguinte letreiro : CONPEII'ARIA DO CAMPOS.
Os proprietarios daqualle estabelecimento teem
capriebado em azer dalll nm t centro do bom e
agradavel ao paladar .
Todos os dias encontra-se all, grande sortimen-
to de pastelaria para lanches, sobremesas e me-
rendas
Reseberam tambem de sua encommenda, um
variadiasimo sortimento de caxinhas e cestinhas
ricamente enfeiudas, proprias para os presentes
de fesUs do naul.
E se poera duvida no que cima esU dito, que
digam os que all se tem saprido do que necessi-
tam, no qne perecee a estabelecimentos de Ul na-
tureza.
Fiambres, leudes, pirs, patos, galiohas, pa-
dings, bolos, pasteloes, ompadas, tortas, boliobos
para cha e doces em calda, seceo e cbristalisado,
naciocaas e eslracgeiros ludo all se eacoatra com
1 impera.
So na coefeitaria da Campo, raa do Impera-
dor o. 24.
ATTENCAO
D. Libania Emilia Cesp.r de Abuquerque, vinva
do major Joaquim de Abuquerque Mello, pede
todos as pessoas que tivessem transac^des com o
sen fallecido marido, de nada fazerem relativo s
mesnas iransacedes, sem com ella se entenderem
Reeife, 9 de dererobro de 1871.
Aluga-se um escravo, moco de boa tlguia e
padeiro : a tratar na roa do Imperador n. 50, 3o
andar.
0000000 00 00000
0 Neutro operador e par- 0
w telro. ^
X Dr. Francisco Jaciutbo Pereira da Mot- X
%& ta, a qualqaer hora do dia ou da noite. 0
O n. 5, Ia andar, praga do Conde d'Eu, f
T5 outr'ora da Boa-Vista, 2
ft CONSULTAS GRATIS AOS POBRES. 0
0000000*00 0000
Na roa estreita do Rosario a. 35 (-obrado)
fornecc cemedorias para fra com aceio e promp-
tido mandando-se levar em casa dos assignacles
almoco das 7 as 9, e jantar de 2 as 3, oa a hora
que se cenvencionar, a precos coaamodos e vare-
dade as comidas.
l'r-cisa-se de um bom coznheiro : uo Hes-
Uarant Santa Isabel, roa da Florentina n. 1" -
Precisa-se de urna ama pa-
ra lavar, cozinbar e comprar
para casa de familia de duas
PssoA3, prefere-se escrava : a tratar na travessa
da Madre de Dos n. 14, armazem.
No deposito da roa de Santo Amaro o, 6.
precisa-se de um caixeiro de 12 a 15 aunos, com
platica ou sem ella.
-[. Uue:em {xs>J;& ?
A Nva E-peranja a ra Dofue taxias a.
63, ct r*.'lvida a dar as. t-aus ao til tegw-
ree e laabepi aos que nao >ao aflu de se an-
ur-m, pede jue nao duix-in todos para o
dia para nao nver atropello, quem nao qaereri
a lentas dada [>eh Sn E?perauei a ra Jijue
< Ciat> n. m l I r
Apparecam para lerem urna dilTerenira nos pro-
cos de 20 0|0 e isla era o cumprimenio da pro-
mesa cima, afir se canece, a Nava Esperanca
gfterosa I !
Preetsa-sedeuma ama para cozinhir e com-
prar em casa de p)uea familia : na ra da Cam-
bOa doCarmo n. ti ; prefere-se e-crava.
I'recisa-se de urna ama pa-
ra o servico de urna casa de
pouca familia : na ra Au-
gusta n. 22.
Machinas de costara.
Cbegaram ao Bazar ersal da ruaUoiv
Nova n. 2, um sortimento dej machinas
para costura, das melbores qualidades qne
existe na america, fas quaes minias j sS'>
bem conbecidvs pelos seus autores, [como
seja;a : Weller & Wilson, Grover & Boka^
S leticiosas, Weed e Impenaes e ouiras
muius que c< ra a vista deverio agradar aos
compraJores.
Estas machinas tem a vantagem de fazer
o trabalho que trinta costureiras podem
fazer diariamente e eczem coui tanta per-
f'?i;So como as mais pereitas coa tare ras.
Garante-se a sua boa qualilade e ensinase
a trabalhar com perfeicSoem menos de urna
hora, e es precos s5o to commodos que
devem agradar aos pretendentes,
Kival sem segundo
Rna Dnqne de Carlas n. 91
Jos de Azevedo Maia e Silva, em sua lo-
j ade rcinde'a. continua a vender tudt
por baratos precos que s todos admira :
Libra de 13a para bordar a meihor
que ha. 6^000
Gaixas com superiores grampos ftan-
cezes a 160
Dozias de facas e garfos de um e
dous'TjotSes a 450O0
Talheres pare meninos a 240 e 400
Libras de linba de novello, a melbor
possivel. 1.J50C
Duzia de lencos de caesa com barra. 1(5000
Gbixas de linhas com 30 oovellos a 500
Vara de franja brinca p-ra toalhas 160
Dozias de meas croas muito boas a 3(5oOO
Duzias de mtias finas para seoho-
ras a ijJOOO
Na-alhas muito Bgss, pora fazer a
barba a l^COt
Caixas com pennas de afo com to-
que a 320
Caixas com peanas de Perry fazeo
da fina a 8"*n
Ditas de dita dito verdaderas a !20G
Caixas com 20 cadernos papel ami-
zade a 70
?e?as de fitas para coz com 10
varas a 500
Pe(jaa de tranca !S3 de todas as
cores a 40
Duzias de liuha frouxa para ; .-dar
a 400 e POO
Pares de sapatos ds tranca a 4-S0C
Duzias de baralbos muito ti's a
254O0 e 2580C
Ditas de ago'h^s para toar* :-?3 a 2#00C
Resmas de pae! ahuayo -.. en r a 3i?60i
Ditas de dito p:>ulado o mel'ur a 4500'
Carrieis de lirjtia A exarj/tre ?. ICC
Grvalas decores muili ftta? i ." f
Diias protaa postas bord?.j.s i 60(
AmeudoH*
Veide-se amend. as
lira, f. avelaes a 240 a
o. 37.
da casca molla a 440 a li-
tara : na rna do Itangel
J tio sedico o coslime que ha entre todos
os que quereni fazer confceeer de seos eslabele-
cimentos por meio de pomposos annuacios, que
com bstanlo razo se arredara os leitores das
massadas com qno nos mimoseara os taes annua-
etdnies.
O Campos da roa do Imperador n mero 28,
se qoizesse ceguir esa rot.na antiga d1: faier es-
tampar ir ? joruaes mais lido-, anonncios bombs-
ticos pre:edidos_dij. ttulos garrafaes para melhur
chamar a atten^o do respeavel publico ; muiu
tena que diicr a respeito de ;eu bem condecido
armazem de vivera fito ra do Imperador o.
28. linii por exrmplo: que no sen armazem
(em constantemente, presamos para ambree pa-
ra panella, salames d? Lion, queijos de diversas
ualidides, linguicis e rhciiiii;-'. ovas rtipim, conservas 'inglezas e fracrpzas, vinbos do
Porto e da Figueira superior, licores finos, bola-
cbinhas, cha superior verde e preto e outros mui-
tos anig qoe >-.i proprios p^ia rne-a, dispensa e
cozinha. Mas nao.
O Campos f e soraeate avi>a ao re=pilavel pu-
blico desta cidade e seu1 suburbios, que em rasao
de se aproximar o tempo dos Rega-hofes terr
elle feito do sea armazem iuni cecro de ludo qn
nos grato ao paladn t w que uinguem di
vide duque cima setrm dito
Prde-se urna visiia a ra do Imperador n. '
armaz-'in rio Campo-.

Vndese por barato pre(;i uina proprie<
tnargem da camba dos Meiaedioa, faze
toda v.iuiagem ao comprador, re:ebendo?e
em dinheiro e paite em letras en objei
[rompa venda ; cuja propnedar-- cont
graude ularia de pedra e cal i; lastr:
lijlos de alvenaria grossa e fon. que
25,000, cora mais am krno e !,.-:ro pal
lelbas, ladrUhos, canos lon> ., cora
barro para qualquer obra, com dous
viveirts de peixo e coiu casa dt viv
grande familia, ti>rna-se reccmmenda\
sar perto a bnha dos bonds : as pesse
tenderera dirijam-se dua propriedade
se com o capito Dellim Los Cvale
t
8
i-
j
Zade :t
ado-se
parto
tos de
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. I8;000
comporta
* fa:r-se
excellente
.'xceentes
en la para
el por pas-
s qne pre-
a er tender-
ante l'essoa.
m
PHARMACIA
Especial hniucopj
VIUV.V O DR.
0. L P
h:
infift
m
'.'
Dep-is dj tr.baih;muua! e d^ ensino da e=-
jla depois me-mo e algumas horas ccnsacrf.da<
io recreio en presiso amemsar com o esirio df
alfius dos rarnjs das belias-jries as trelas in-
(anlis.
Neste intuito foi creada urna aula dt trueca di-
PACLOi rgida p r hbil professor.
JOS DA SILVA FRETRE,
Concordia n. 7.
no
Com ponev- 'eaipo de exerciiio
HBSDBA H
E 0PM4ESS0
SALDES DE CABELLEIREIRO
KlIA IIO DUQVB DE CAXIAS ** 410
E
Primeiro de Miu^o n. 7 A primeiro andar.
DiLSL'C, eabe'leireiro de Paris, partitrifu ao* sengtnouaieros (regueze:; e ao po
I ; ;em gelPaf, *;;;*? acah Je contrstar peritos officiaes frascezes para tortas aasperw-|
e o ardor pro-
orio mociiado j algutts dos alumnos locam
! jom verdaieiro adiantaraento es instrumentos que
jscolberam, e ule dizer-se que a fabrica tem
i aoje urna banda de mas'ca a sua dispisicio, o que
ilem rirt ccri'.f.-^ntar urna agadav-.-l prenda i
i dacsci dos aprindizes, dispensa dias festivos do
i eftabetecimente, o concurso dos masicos estra-
i ahos. ,
Ota, o grande resultado colhido por este duplo
i systema o ensioo manual e simaltaneameoie in-
telleciuai, que os productos da fabri:a de S.loao
le N Uierohy, r-dubran !-> de valor pela qualidade
e pertt i^io augmentara tambem a t na procura no
cercado s uaturalmenle os ahuilados inkresses
les productos-
Estabelecida assim nm os ulros estatielecimeo-
ios do mesme genero a tota da concurrencia, que,
o dizer de am notavrl eceoomis'.a, b-5 6 outra
eousa maisoue a roamfestavao pratica, a face
material da kfcerdade. cia-iw est que as coudigoes
do trabalho livre comecasa j a ser asser.tadas en-
tre nos era fcases sen-satw e de consequencias pro-
tejas.
Ligarnos m alto aprego s tentativas e toa re-
aultados d*s O Brasil f recua mfiregar lodos os seos esfor- r'TTT 1,J""*14*
os na propaganda ia-lo^trial, sao; essuBdo dl' m**10 **
tunca iiuea qjnutKJjdti dos itrductus nai ie-
lida.'es; sndo uestes rtoas estabeleciateotas auima onde o respeiuvo publica poder; presenta, eiia Ve nao toroar ao loesmo lempo
Aluga ?e um escravo que serve para com-
pras, mandados e qualquer servico leve : na rna
iTeita n. 137,-das 6 as 9 da manha. ____
Aluga-se
urna excellente casa cora grandes accoramodagoes
e bem perto do rio, no Poco da Panela : a tratar
na ra do Livramento n. 30.
ffi
Precisa-se de uma ama para cozi-
nhar ^m ca?a de pouca familia :
rna Velha o. 28. sobrado.
Precba-se de am caixeiro que saiba ler, es-
erever e contar, para Macri, cae tonha de t a
(2 anno< (le idade : a tratar na roa da Guia nu-
mero 20.
Attenpao.
Roga-se aos credores do fallecido major Joa-
quftn deAlbaquerqae Msllo, apresentaram viuva
lo mesmo, os titulos de dividas centrahidas pelo
raesmo fallecido, e isto no prazo mais breve que
peder ser.
Preci;a-se de trablbad. i e nt retina^ao da
ra Direita n. 10.
i
a
i
a
t
i
(irosas de boioes de awirsrwA*
para camiea a
Novsllos delih brfB>',
Dozia de cart5es de !!rba
prela e e cotes a
rhosouras mnito Boas para ocbas
e costura a
Caixas redondas para botar rap ;.
Caixas cera pos para rapar de:.te
fizenda fien a
Liv.o das missoes abreviada? a
Magos de pailitas para denles o
meihor qoe ha a
joo/Tilas
brac s e
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tod is os lmannos, quf
aur para liutura-; assi'
meatos em irituracMi e e
los, etc.; nne ludo te
t is :-. ni r.'ii
(dona i 3
amento neaa
te, da essa de
res. uai excel-
as e. eshm d
para glcbak?,
n Corso medica-
Ji tintaroi-globu-
rendej ...! pre-
vi.
Tin uro hoiLi-cpat!
0. L. I'mho.
o' edi
Multo melboradae ;
-,\\-\. ndice.
Acha-se venda i
palluca da anliga ri
.C0 i?.
SaLtDo
;,-.'
i As prepartcoes d
| nuam a ser feitas
S tas !: medie
ris J /.J'L'ri A. ilu
i Si8i
rev
alesc:
Ug::V01t ;a COC UO (,'
ia pHwr.Wia horneo- \
a Noraiff. i:. .
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su phasTnacia com- \^i
oIi as -> ifaa imtn<:dia-
1 <" nsut..-.., o sr. Lr. Jl
aut = .,. ,
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canso. Ella c;i'
-es, .Hv'-z (,!'
la cofi'iia e v
alecr,5>s pul
sangt: : 60/
B-asii.
a re
i/mures
ce.'e a :i
nerx:a, :.-..;,;,.

a m ::-;;. ,.
ta. (I,,!.., ,
nnki, coa
jin'nres.
JO cura-.
' i Barry.
ligest'j e ei-
p-.'iriles, liama*
liltOS I "
bexiga, ri< .erfL."o
ihclui.do ini'-is d. lias ac
outnttvi..
c.:ti-nr u
riteao.
Unict
kt.'i i! '
ra '"
Afcieie chocoJatada dt, B.-rr-
era 16,
[ ''_'} :' prfia simo? i. i"::!
nrlWeando os cervo? co i ..._.
i-"-or peso nem dor de catieca, i
COtD
tfepofil i i ... o Brasil 6 Pm Pernambu*
.lUfteia americana de Ftrreira Miia&'J
( Dutiue do Caxias n. 57. ^''.:.. cuidi
as falsificacSes.)
COMPRAS.
VFN0AS.
Atteneao
Vende-se as eoUeecdes do Diario de Pernambu-
r.u dos anees de 48?0 n IK7I. sem esiarem enca-
iernadas. por procu commodo : a tratar na ra
irar a tfelioBtJtafl Mgetfoza que nesle genero de traba.bi tanto se exit3Qi Pa-
DKLSC i>ada tem poopado pira que o pubitco >iesta cidade. que tanto ib teinlpr^)
diRa 0*19 o mesmo o-ib ico qoe n-ties enconirar agrado e perfeico.
Empreados Jos saioes
12t>ffic3e8 para barbear,
i dito? para cortar cabillos.
3 ditos para o postifo.
Del*uc para upentead do bello soo.


i
A AUTOa FABRICA DE CHFEOS DE SOL
.
'4

'
*a-i A
*
DA

.
VIUVA FJaXffUE
.%
Rna Primeiro de Mar(?o4
A^aba de receber plo oltirr.o apjr mu exotendido sorcrrieuio de /-apaos de sol: de* Ja
japonfia, tfonadj* de -dla ul a I O e^fla um; tfa alpaca, orrad./' de s<-da a.ul, a7i ; e bnro,
forrados ezu! : i-naroado, a ; para senbora?, proprios uitta o aaiUNC. a i ; de Drini, eoO
(.arras de cures a iioOt; < na i-aaaplMC *or:imeuto itectiapa cou} cabotd^ martim, da nerir.o,
alpaca,hriti' fcranf. araerelU ;iardj,ile ptwoo, eom aasts de helea,^ fy,$ Tambem recelieu um
lindo sortiraecf1) .1fc bengalas e -.hi'Xlcl, s J*aei -v.v.> uiais pintos do que en outra
(joa-'qaer pirw.. jJwic-rTa-f* tu j*4o *>u far-ga'j, '. U(t-*>* arnn*93 ritbtaA
toda ocalidaf t Uuai.. -, l
recoromffad:V;i pela sa qualidade, e quee-ia o
w ohiem cara auxilio eficiz dos ftrodactores aa-
beis a iotatfcgento?. \
.V-e-litais.*. p.-vis, *e os ira Soma e Nova
KV'ru r*m jh:p>.>rla|ta ervfjjo ao pai? e lenrr-
sewfjre peinar ena mentionif os asiabeJeemeDio*
de^a oatuKzi, iiio s* em refereKia a e*;* (abr-
*, cobw a tidas jue estiverem (andadas on se
uualera ta netas,
G nico >po>Uo ae#t cidade* no -^oriptofo
le Oomiugo- Arres Matbeos, ra d-, Vlg*-
rioiL-l. ,
_,_______u__i[_-
i II A :Jie:is* -* oe uma ama :, na t-i* **-
aJB. O. trei'a dj Rosaria n. 55, > andar
00 m. SANTOS MEtU).
ftaa do ftn*. da ^ctorir. t. f,1.
VACOXA.
Todo* o* trota jos. e ^!iifa*.fe,r3j pe
Rap de Lisboa,de superior
qualidade
Vendetn Joaquim de Smu M .ia 4 C, pra<
da Iridepeoduucia ns. ii e 30, em botes de linr;
zneia titea, preco corometto.
ra e
Ii
m
m
.iroigjios,/ _
\s* 9 tura' I" d aMaltla'.varciM-se
por pfeo mod:c*. liara o que ha muito
ttim tni' vacciaiaa..
Kecebe;n--i chatfliif.' para vaceinar em
quMqow cana.
Coosulias medreas todos o* a pela
mstif.aa.
CharKtd^* a quabjaer bora do da da
iwute. *:-.. iu''
Gran a pa#M medica ao* pobres.
for um couto <1e ris
Vede-se cna caa reecada de uo\o, com o
terreno ,ue teai 200 palmes de /reate e 300 de
tundo com alguue atvored 4, m 4 terreno vale o
i.reco porquanto ae vende oa" estrada de Asna-
Fria : iratir oa roa larra do Rosario, -fabrica
te cigarros o. 44,
HA DO MAR0I3EZ DE OLINDA N49
E. A. elouctre acaba de wceber nm
graade soriimento de ocoios 6 ptocenez de
todas ag qualidades, e vtdvos. de todas
nutnera;oes.
Na mesma capa tem grande S'rtimenk
de reiogios de todas asqoabdades que ^en
(iero-sft tuuito baratos.
No Moteo Elegante f l*J iM|-|ira rota exira-
tea, a melhur <|u<3 teta ppateriJo at hoj^, a
(200 a bot(fa ; a ella," aojes fue se acabe : ua
roa estrena do ilosano o i.
i h i
- Uo esciiptorio de Viceule Ferreya da Costa
jupio a arc da Cunceicio, vende-se o seguinte :
calxaicnm vidrn de gres sur a dupla I5|13, l('|ll,
I7|I5,1914 e 23|I5, camas de ferro coro estrado
Se palbiolia, de S palmos de largura, de gesto mo-
derno, lavt:r33 de ferro orn esptiho bldese
w'd-or>- _________-L______,____
Libras st^iJias.
Veade-sfl nu arraar.em da faseudas da Augusto
t. de OHvera & C. a rna lo 0>roraeretw e. J.
Venoe-se um^eama da casal tin mui'' bom
estado, faltando somante o Uvro de palha, $ orna
excellepl macSina Je JQtluft, ii. tn wVto
bom estado: a v*r b'wiiiif J-> Bsp u- 5S
.....AS
o mm 1872
As feslividalee sao indicadas para o Pispado de
iVru.i obaco. As horas a? raare-. o nascer du
sol, eclipcee, etc. (60 pag.). s2j fxs--'.arnen:e cil-
cnladas para Perrambuco : Jn1-;ar'.-s estas, que
nao ae encontrara u.is t'olbinbas imi-ressas no-^
de laoeiro.
O 1'REgO E' DE 40t,- RS. CA0A
Conlara das seguintes vineJades .
ANEDOTICA
Consta de cin<-oecta ancdotas nt'<'. as, l'astra
das com umer,i-a- estampas.
COMMEHCIAL
GUERRA FRtNCO PHSSIANA
^GHEKRA t>0 PAItltl'AY
BKI.ir.lOSi.
Pereir.i da Ctmha Irmaos
Roa da Cadeia do Reeife N. I
VENDEM:
Vaquetas para carros.
Bezerros de lustre e graixa.
Ac.o da Saecia.
F. Ibas de.zioco para latoeiros.
Cimento Poriland.
Potas-a da Russia.
AleatrSo da Suecia.
1*1X6 ditf.
Com o publico em ge:al
Obi'ectos para uto |
Brioees, poreeiraa, br"che, meioa aderemos,
cruzss, easole^ e moldes iiiteir;imeoie novo;
acata Je Csxias n. 3... a ille?
RELIGIOSA

FOLHWHA DE
Rs. 160
Uma fc-lha conten Jo a liihuiiai o kaleodario.
liiiiiiiiL nwwwm .
Ou rBroftto diario u?ra t.>7.
Um licwto volurae encaieroado pelo medico
Pre de
[ts. $000
C*m neia folha ein bfVCM pin cada dia do
anno.
Mrrar? francesa
Vende -e
aaagr-r
coj Mi r:,l|n.
um isirrw coj |ii'fkiin>.s de
frente e .iuasi 800 de fand.1 eeraulj limpo, no
PvrUda Midiira, #m BttMffH*" : ua :ui de Tro-
gresjo {6Vljdad*j o 7.
E' sem pro assim
A Nova.Ksper3nca... jamis ac.-.ba de recebo,
navidades I agora iimituo, recrlte tantas que nao
sabe del'as qual anziuneie I porera ^e:ii|,re decla-
ra s scpiintis ra si-iencia dealgn'i:.
aVdalMes de madrepuola para vi Itis, craz.
puao ntesmo li.n, benitas caixlnhas vizias dn
pafMUko, mellemos aderecoi de madreperola, de-
licada- coi-remes de plaqu, lindos eucliova.^s para
bapTfsados e chapeu-lnans para o mesmo Bm, bem
corno deste ultimo artigo receben cousa muito es-
p-.cial de seda c.uia alta, un velludo para seolioras,
.'rrrVtT mais massante....
B-
h\\\ VttIVABU.
Bonitos poiN tiQjneti.
Liu 1i.-m;ii.s k|uea le.r.i : i l finv.R-,
GhUP^K bt-rdadyj.
Cs-oKi? b. ra tas para Tiim'eiP,
Kiuss pirras de. seda para fenbor:,
A N.va K-peracca oueiu tem I !
1) S.\P'AREg\M "AS SARDAS
A Nuv. E-peranca a ra do Duque de Casias
i. 61, aciba >te reeober o bero contiecid; eite
de rosa branca, e tamaoji'ltito virginal, os quass
fjietn desapparecer as fWs cu pannos.
A 4jO0O
C.ri" !^ rsswc a i^O r*. pfliiirl'a : ia
ra on :'.r.hJ e, (V kk a"e- lnilbc;:.. C-ru-i-
i r.ur.lr..___ ,
B' < lii 0J5meninos
A No-a BayeaMl a rtl tioque do il:ti n.
f/t. a.hi d- teivliei- o-a|raedos boa .eos de
borncb', a alies.!

<
n
Ljsm_\


ti
feltt ^miatm^cS^ Sexta tira 2iTl,tMtifc*' mili.

FtECOS D|

FIGIIEIREDO ft
81H M
LOPES,
Cs proprietarios da luja do CY3.NE convidara ao respeitavel publico per? viretn
rover se do mais completa siKtimetito de iazendas flnaa a pregos redolidos, advdr-
j ,... i|!t estes pregos -- serio a diuheiro. A imperios* necessidade qe temos MU
atkfazer nossos c mpr .uis-soi. n>s obrigam a semelhant;sredcti3s. Avisamos abi
fregnezes do matto g e cnjturoam comprar em menoo.escala, ijie nestt casa enceo*
IrarSo s nceridide e raaior eommodidade ao3 pregos.
LAS eom mJ! lindos paJiss a 320; PEflTEADORES bordados para senhor
Wv o covalo, pertiincoa. pfcfb barato pregrt de 15O0.
DIT^.S, ftartjti*. lindas cores a 320 r3. COLX\S dj fusta" Htr, muito gran
e covado, pecl-iiacua. des pelo trratissimo prego de 55000 para
ALPACAS lisas com lindas cores e lar-! ac3i:ar-
rM*.
asis madfcor
%m i mu ei
atf|o4tNHt3|-to
rsaoua par a*efo*
9 t*alqe*r parte:
pho lDWd4M.
lBnfBmvfBNP
57*Ib par cama forrar Mu.
de barro fraew -para esfoio.
MUSO mperiur enrporijoes" e a contento.
CEMENTO da tedas u qmalidade*.
MACHINAS dfJaMorJr Igodio.
LONAS e bruMjMrllsi
OJIADOS amMI^ktidj prf forro de carros.
ES americanos muito boas econmico*.
de Bordeaux.
ftAm
Essa pomada qoe ti* fons resollados tero colhj
do ai peasont aja dalla ,m feto Bao acaba
Viajar para o m deposito aspeas)., b mTJ
' 3 >jib e "^^tsk'S"'' f"' V":'*
rli|iir|i>4wg*i|> ,-, ^oori
ata* wrtre, itrtholotter> 4 C ru barga do Reeario m>
mmo*-*1 ,lfl1
i alajlwl
DfiAHCOS l'PO pas acabar
II un c >ui sii< e, bdhnl.i 0. r-
i i .i 65000.
>(*! i-ti e rr*ii<:o le superior
ga< a 140 rs. ) covado, pec';incba.
MlilUNS I'os corea diversas e largos a
HQ rs. o covado, pichincha.
ALPACAS LWttVDAS muito modernas
e finas a, 7O0 ral o corado, peen noba.
DITAS LHTAS Quilo modernas e linas a
2 A) r. o covado,
LVS COM SEDA, lindos padrn que
setis prec >s fu aro de 15-00, boje vendemos
por 8i>0 rs. o rotado para acabar.
CA.MBRAl.IS fansparen es finas ? 3*500
a pega c ua 8 l/ varas, pecliinch. D-
*.a Victoria* a MO 0, 45500, 55JOO.....
$500 e 74600 con 8 1/2 varas.- Ditas
transparentes mun doiis c res ib' 17 varas
por ll*0'iO. Uii s ilrt cor^s muito lin-
i-i iii*. oOi) e 5tl rs. o m*--
\iy
SAflS ROROAMS a 45oOJ. 6#0. 8
.;>!();). Dita* vi pr-ga* muito o as
a :ti.".)0
HILOES
cun !m
,l.-'l lll'l l
YU.i'y de
.; i.i'i viIi'.
A'fOVUIADOS -r-'c Ihoos ul!i:nim.?n-
te atoa hados i!m .ibo rao i to supeiior por
:ai.a' s ipie em ou?-:i qmlquer parir1. Dnnfl
le ai^odSo c m buBiloi desechos a 15800
a vara.
TOlALHAS fel[i*ras nato sop-ri res a!
9OOD-adi.zis. |
RICO? CORTES d^ vestidos de Ot
c m bo'li'.ias bnllian!espriij!rios p^ra par-1
:idas a^:*:00.
VKSIIDOS hrancos bordados com haba-
dos pira scabar, liquida m p preco fii do 105000. Ditos brancos com
habidos
75GO-.
15.' le cu' Hui'olindos peo barato prego Eas a 400
de 5(3000 Dil.n mais linos a 8^000.
CRETO^ES lisos do .ores diversas oelo
barato ['!"> deOOO.
Dt.s Ci.nu piot-s de core*, (azenda su-
perior a lit) rs. o covado.
MANTIL1JAS a Lri.-i ..ira do de seda
pilo bar*lo p.-f.,' i000.
CAMISAS BORDADAS para senbora por
neoos qre era oolra qnslqoer parte.
Hua 'Ja
CAMISAS rara borneas a 2J000. Ditas
a 25500 at 45500. D.tas bordadas para
hoinens a 6^000 85000 e lOjOflO cada
orna.
C4MBBAIA coco salpicos a 5*500, pe-
ch'rDCha.
CAMISAS para rennos de todas as
idades.
CH\LES chinezes com modernos padr3s
muito pr-prios paro senhuras hoaes-
tas. Dft s de merino lisos a 2S500. Di-
tos ditos estampidos muito iajs a 55000.
Ditos de metim a 15 00.
LUYAS D2 PSLLICA frescas de Jovia a
U
LAS fi'as com tecido de barege para
acabar 360 rs. o covado.
BOLSAS para viagens a 40500.
TAPETES de diversos tamaabos para
g-;arnigo di sala.
PARA LUTO.
Alpacas, merinos, cantSes, priacetas,
rambraias, chitas e muitis outras fazen-
das.
PARA HOMENS.
CASEMlRAS finas com bonitos padroes
a SfOeO, 64500 m 4800n corte.
ROP\ FEITA
Por baratissimo prego inclusive soperio-
res sobrecasacos de panno fino a 205000.
pech nha.
Tambem temos tim excellente alfaiate que
se encarrega de fazer qualquer pega de
obra ao gosto do fregnez.
POUPELINAS.Temos um completo sor
IokoIo tanto em kadrez como com palmi-
t-bas e por baratissimos pregos.
GROSDENAPLES tanto preto coroo de
core", temos um grande sort.mcnto e por

>jrdados pelo birato piego decenos tueem oulra qualquer casa.
Ditos brai eos com palminhas de| MUSSEL1NAS brancas lavradas maito fi-
o covado.
BRILHANTLNAS brancas lavradas a 500
rs. o rovado.
LENCOS brancos abainbados a 2^00,
pecbincua.
RARADOS bordados finos de lindos
droes.
Gravstas, collarinhos, pnnhos e muito
ontros arligos que s se encoutra na loja de>
CYSNE
pa-
Imperatriz n. 64.
irida Ieunja.
ima-
\S americanas.
a Jamaica,
AZrjl.EJOS de Ltspoa.
i
___________________-
Cura rapUflk|iadical dos
Oak0fl
afc Biljilul > i ibj>Ba~i i umtBi ii nitai I
jTO. i\ Doj- tem em seu

para rea^er
IHNESS A
Ifthv
ptAJA,
FILTRADE1RAS.
TPB
db Commercio n. 38.
ijBt-wwfsmw
DE
flAilafi TTft
B^UaLlV
fe
asc de laranjas amargas
ora
OMimifrO'It POTASSIUM
fi.lROKG
Este novo preparado.provado fel acami
.mperial^ le mediciua, moUo ae recoratueida pela
na accSi sedativa e calmante, sobre o systema
lervoso, o bromureto da potasniam, nao ieixa de
lar oa mais canos reMltado* oas diverMS aflec-
;oes do urgani lo eorac/e, das vas digestivas < resparaffesj dai
ras gec lo-arinaria?, m epilepsia, as rnil*tia$
jej-osas da prenhez, na Josooaoia das crianras
mirante o periodo da deniiio etcete. .
Vende-se na barmacia e drogara
. jk 1.1
Bartbowmea A a
_____3tRA LARSA DOBOSARIO3>
RIVAL SEH SEGUNDO
R JA DUQUE DE CA.tlAS N. l.
Jos ftfodmbo, cota ro -de; ruwdezis,
ivisa a,todi s os o# seus fnegaeiss qoo est
t'Trimfc todo pel precn, a vista Aa falca-
da, para todo Idmrar, a saefer:
Thesoiiras grandes e peqneriaa o
ais ido qne ha a I^OOO e f ^500
Pecas de tranga de 13a e algodSo as
mais modernas a 460
Presos eom agaa de cetooia moita
toiWe 00
Frascos com agoa de cetonia ver-
da ieira a 800 rs- e t^SOO
Chapeos bnocos para brisados o
mofbor que ha a 35000 e 54660
Doziis de boto es cobertos de seda
para venidos por lodo o preco
para acker.
Ubrji de arekrpreta a MO
Grosas de botSes de lonea braoca a t40
Canas com fOO en ve tepes btenda
fina a 500r 600
pernos de> noldota doaw a
800 e
Peales pretse volteados par aae-
nh-is a
IWtfffll tm IIHtt JrtA 80 e
Pegas de 6i> elstica muito-0o a
Latas com superior bar ha 60,100 e
Latas grandes eom superior banba a 320
Frascos com oreo de Philocono a
500e 800
Fraseo* coa macass | Perota a Vt
Frascos eom agvja de Colonia wla-
i!in a 45000
Ditos oa oleo 4%ba )Osa saderior a 320
Car rilis de retrox preto aom 2
oi lavas a ^ 600
Caixae com agclhas tYancezas a 160
460 O
Pegas do tira bordadas a 50, 600
800 e 45400
Garrafas com a verdadeir agua
florida a 40300
Cartilhas da Contri na Chriata as
mais rroderoas a 400
4^00
MO
00
m
Escotas muito finas para liapar os
den tes a 240
MASEM DOS
RUA DUQUE 8E C4XUS N, 29
Os pioprielarios desie gcande e bem montado estabeleciraento scientifioam ao
respe:tavtl poMico d'eta provincia qas se acham com um variad) e completo sorti-
meoto de movtis, tanto nacioaats como esim gjius, stndo csio slfidos. j)or um dos
lOsios q'ie se acha JcnnalmenU na Enropa. O mesmo teaa contraetado com s melhores
abrc:utB8 da^U'rllVeoolinen'e as remessas ds mais ricas mebilias feihs alli.
Na oilioma tem os mais babets artistas de&te genero, e por Uso pedem que ve-
nham visiUr o estabeiecmelo, aoruie encontraro a riidade do 'peacabam e eir,
q9 se pode examinar; ricas e compteu* mobtlias de Jacaranda, mogao, fdia, carvaibfo, a-
marel-, etc, ticaa a elegantes camas deja caranda, pao setim, anrrelio, etc., etc., goarda
vestido de ai&arello, gcarda louga de cogueira e da amarello com lampo de pedra, apa-
ndoies dedto dita, peti lo.lettes especialmente para fazer a barba, toilettes de jaca-
raud, amtelo, pidra, secreta-ia da Jacaranda e mognozus turf iras oe magno, san-
tuarios, thears pira bordar, bergo, lavatorios com espelho, de pedra marmore e seus
pertences, caderas privadas, bids; etc., etc., e muitos ontros aitigos que deixamos de
mencionar dof se icrear enfadonho
f revenlo necessa ia
Qaando mailas tojas procara* adquirir
lucros o) eompadecendo-se das bolgas aiketas,
a Nova Esperaaca basca conseftai-los sera que de
forma al $ nma v entestea-las; porque segae sea-
pre o seu antigo e santo syslema vender, bara-
to para vender muito e chigae> astim ao fa* ane-
jado.
A Nova Estanca lio. almeja rnente o lacro
pecuniario, soas aspiraedes sao mais benvolas,
em quacto ao oteresse material, cuntenu-se, eom
a medi(>cfsdade, em quanio purera ao moral, oa
eolio ao t sseacial que ella alga nuuicada.-en-
te ama vaMa ambicao, que detesta e fai toda a
guerra ao coatume macarzenico da caresta.
A su pr reacio necessaria, consiste em avisar
ao resjeiuwi publico e espeeiaimenta ao bello
&x..im ella asi atBMM>fniitll iin ipnn hi de
mais elegante do mundo ,h modas, e
APEOS
DE
Toda8fl8qualidades
124 roa lirja do Rosa-
rio ft.% V a*ir
Se o desejo dos proprietarios desia (a-
brica fosse nBtcamente lluJir at pu-
blica, ba moito qne teram annonciado
os seas productos, mas para corres pos-
derem mais digaatoente conhane/a ner-
! les depositada, esperaran recebr os
objectos e psssoai, qne aeabam de etae-
far-lhes.
Roje, pois; qne a -r.ia fabrica se arha
rnootada eem mam apeffeieoadas ntt-
clroa?, com os meJhores petrecbos e ser-
.vida dos mais peritos edfeiaes earopees,
; podem os seos narpnrosos fragete e
o publico em geral eocnstnr desde j.
1 Catpos de seda 1 < lima moda, sen-
do aKos a biix';-.
Din de ca-ir
formatos inglecea s amiof^oeaes.
\ Bit'is 0e ftltro de < -Uf as qnaiidade |
i fetio, laoJo parn li>me como para
i crianca..
i Ditos e velludo nara secfcora.
Dttos para eccleia-icos, rsdoados, tri-
I angulare a a romana.
Dius armados para militares.
Ditos de pasta.
Concerta'-se tuda a esp'eie de chapeos
qaer de ho:aem toar da eob&ra, com a
maior perici e laaiti barato quiera qnal-
I quer outra part*, a-sim come-serece-
bem eneoramendas tanto para a provin-
cia como par fra.
Acba-se montado de forma tal este esl^elecimno aejoilS' que pode
vender aosswis rmQ>ero:osL fregoexes em gftaK>:e a re],
moi resomidos visto que recebe de conta prprla por lodos os vapores de
Europa. O gosto de deseobo de soas joias o mais lindo do paiz das
modas, curo de Iei, brlhantes verdadeirOs, esmeraldas, robras, prols,
tnrquezas, saphiras, craf rc-a etc. etc. Obras de prata do porto tanto
para gfeja como para seYvico dbmestico. Convidamos as Exmas. ramfli*
a visarem o dito eslabelecimeoto todos os das at 9 horas da noit
Utpra.se ouro,'psratah pedras preciesas em obras Velhas.
56 ARu do Mrquez de Olinda68*
outr'ora ra da Cadeia.

LOJA M$
Sefldo este aotigo estabelecLmenlo assw conhecide como principe! e recommen-
dado pelo grandes depsitos e bons sortimestos com qoe ampre prima em ler da*
me!horas, mais acreditadas e verdadeiras marcialn atMerlcima* para aig
ilia, desde 10 60 sorra, e havendo en> todos os tamaabos di tersidad* de syut
mas e melberamentos para perfeito e rpido descarogaaaento; tomamae dignas d*
|!serem vista e apreciadas pelo Sis. agricultores; os qaaes, alem disto, encontrarl
laiflbem mais:
Aparados vapores Loeeiaovae, de torga
Formas para podios 8 can-
gica.
A foja de lonja i> ra Primeiro de- Marco n.
16, de Bernardino Bearte Campos <& 6, chega-
ram as mn'io desejadas firma- de loaca para po-
dios e esngica, as fjmes se venden por mdico
Utsrf.
Um lindo presente
A nova Esperanca ra Duque de Gxias n
63, receben um liad) sorlimealo de objestos luiei-
ramente novos proprica-para presentes.
"1
VARIEDADES
PAKA O ACTO DE 1872.
Contendo :
KAi.KMJAitw adoptado diocese de Peraaflibuco-
TABEaiu-dos eraolnuMtcs que sao dbfados
pe a- secre arias dos tribaMes do commerei.
i"Hi>;i s-e oras das partid** dos trena c estra-
das de ferro e das comaoahias de navegajao pro-
vinciaos naciona-s on estraageiras.
le da extinco da elemento servil.
lista, dos novas noroes das mas d .-la sidade.
A'400 r>. na horaria Universal.
Cancoilrmaos & C. era -seu armatem es r'aa da
Madre J Dos n, 3i, teem para vender, e mar-
cas acreditadas, e por pre jos commodos :
Vinbo do Porto de Pasto en barris de quinto e
.dcimo^
Dito dito fleo em barr? oe diio dito.
Dito dito fino em ancorelas encapadas.
Ditodilo de ledas as calidades era ciiaas de
dozia.
ESPECIAUDADE
Chegen nma pequea remessa de vin:-do Por-
to em caixas de duzia, proprio para mimos ou
pessoas doentes.
Sustento restaurativo da
saude
PELA VERDADEIU FARIXHA
A, DuBarv d'Aria
Os abaixo asseignados fazem sciente'a seos fre-
gneze, que pelo vapor inglez Ln-Plua reetfberaa
egusda remessa d'essa expeliente (ariaha, euje
e 3 4 caballos, e pertences
Machinas para lavar-roofi-.
Arados americanos para- varae e la-
deira.
Carros de mi para ltenles.
Tinas de madeira.
Baldes de dlt.
308 de fenw estanbado.
Ditos com vlvula para 1a?atorio.
Ditos de maeira para compras.
A{fparelhos para jardins.
Goardas-cornijas.
lampas para eobrir pratos-,.
Tarracbas par> fazer paratas di ferro.
Ditas dita ditos de madeira.
Ttoos'pari costaba.
Temos de baEdrijas finas.
Emflm moitos ontros artifes, qoe
examinados.
Sor rentes para arrastar madeira.
Gylindros americanos para padariaa.
Pertences avalsos para maesinai.
Salitre refinado.
Ba soperio.
Moinhos do versos fabrinolH par
mho- e cal. .
Deulhadere para mulo.
Az^ite de spersiacete para mtkbitia
tates de ferro.
Bombas de Jany.
Ditas americJra.
Cofras de flfro^)a(fcte.
Oanrs de frn>^esm1|hdos.
Dito de dio emattAfc
Ditos de cttMSs
Dito de bWniea.
Folie* parafertfctrjl|.
s avista e oeste eM&eMMlK paderao ia
MACHINAS
Pili wm ILtlMO
De 20 a 40 serras.
VAPOR
para mover as madrinas.
En casa dos ifOHTAi>oitEs) Ra do Bum-Jeso* D.
SllAW
OUPA FEITA
NA
) nao deixarem a Nova Esp'e- P*ysica etc. etc. Prefeoda anda pelo agradavel
. Mt1Kfli4,f_ i -'abor.nincoa onttSr qualquer. Izo
melhir e
entao d
ranea aara prefehrem outro qualquer astabeleci
memo, porque aqoi, o typo da caresta, e alus
(m Nsva Bsperancij o epyiogo de tndo qnanto
bom e barato.
Oaaova
ebegada recenteowite de Lisboa no patacho
porlugaez Jos ; tem para vender Joa
quim Jos Gongalves Beltrao. do seo es-
criptorio roa do Commercio n. 5.
Boa do Crespa n. 20.
Tonda revolvido nao continuar a ter grande deposito de ronpa feio> offerece ao-
nw mntio se recommenda para- as erianfas, pes- .tesDeitavel publico, e aos Bagociaotes de fra, om grande sorlimento, por pregos bara-
soaa debis e convalsscenles, applicada com reco- LiM|m(1J n,p- ~ny.~r
uheoida vantagem as conspaga, diarrheas, ^a&mos Pra acabar.
-nausea do estomago, tosse, escawe de sangue, i ... <- ,
Palitots sobrecasacos do panno fino de
oleo pubo i* toado db BACALiiAo Superiores cigarros do Rio
de Janeiro,
TERRA NOVA
DE
H LAC0MBE

Domingos Alves Mattieus, tnico agente oesta
proviucia da fabrica imperial ae cigarros de $
Este oleo que '.ao boa acceitacao tem merecido, i0jo de Nitheroby, e'tabelclda no Rio de Janeiro,
muito se reeommeoda por ser o mais parificado tem sempre nm compIet3 sorlimento da todoa o>
qoe at boje tem vmdo, eainda pelo d0 pnladar, ,cijarros, fomo picada e en latas. Tem igalmau
apnrior a outro qualquer : veaJe-.se uo deposito [os afamados cigarro* Conde d'En, feitoi com mag
..-.lecial de Barthlomeu di C. : ra Larga do Ro-1 ngco papel de palba de milbv e fumo superior
wa 3k.________________^__________'_,______I par* governo da sem fnguezas, que tem estabele-
cido depsitos nilae?, as casas dos Srs. Tbomai
francisco de 3 illos Rosa e Manoel de Sona Cor-
ieiro Siraoes Jnior, no bairro do Recife, e todo
quante for vendido em ontras casas com a firma
Je ionia Novaos 4 G. o faliileados.
CEMENTO
O \erdadeiro Porand : s le vende oa
ra da Madre Deas n. 22, armazem de Joo
Martina de Barros.

Vene-se duas casas em caaes proprio?, no lar-
go da Soledade os. 18 e 20 : a tratar na rna da
Cruz n. 4ii, andar.
----------------
*mmmm m mi w*mm*
A ra do Commercio n. 10, esenpto- M
S5 rio de Jos Jeaqnim da Costa Maia, en- S
I contra-se para vender por eommodos f
I presos :
Aiulejos hespanhes.
I Folhas do ferro galvanizado para telha- 1
I do de divareos lmannos.
Ditas fie dito dito lizas.
Bicas de ferro galvanizado.
Comieiras dito.
Portadas completas para, cantara.
I LadnHkos.
Gaz.
Veni*se-gal,
360 n. a garrafa
latas cora toraeiras a 7*000 e
: ta rna do Rangl n. 37.
Vende-se
Urna boa casa situada tn ('.aponga, com 5
qoarfoa. salas, ootiuli., cacimba e qm|
grande qeintal planteo : a tratar na ra
r-e ^rfoo. 7 '-
andar.
GVgaram os eoqu> grandes da moda e muito
bonitos, viudos pela ultimo vapor ebegado da i-'u-
fopa ; a elle', antes qne se aeabem : no Bazar do
Becife, rna da Cadeia do Beeife D. 11.
AOS PADRES

A Nova Esperanca, roa Duque de Caxias '
63, qaem vende a w,h res meias de laia : a
quantidade pequea, paranlo i ellas antea qoe
se aeabem.
Livros inglezes
A*nde ae por eommodo prego, na roa do Ccrm-
roensio n. 9, un exceliento jogo de livros, eoro-
poto de diario e razio
Vende se a bem conbecida otaria Taquary, na
Torre, com excellenie porta para embarque, lano
de mir pequea eemo grande, com muito bom
harrn para obras finas, e boas baixas para plan-
ucc de capim ; e tambem malba-se o terreno
em lotes a vontade dos pretendeotes: quera pre-
tenJ.r dirija-se a estrada nova doCaxangi a tra-
tar rom D. Auna Francisca da Ponaeca Pimenta,
para com dados eertos obter licenea do Dr. juii
de orpbads par ler ana tilha menor parta em dita
propriedade.
MACAES E C^STANHAS NOVAS.
}!m caixas chegadas hootem no vapor, proprias
para mimos do novo anao e res; na ra do
Aniorim armazeoj n. 66.
CAMBRAIA
A 3.000 rs, a pee.
Cambrata transparenM eom 10 jardas a 3iO00
a pee*, pecbincba : na roa do Crespo n. 20, loja
de Guilherme Carneiro da Cuoha.
Camisas inglezas
A loja dos reos a rna Primeiro de Marco, ou-
tr'ora do Crespo n. 20 A, vende as segarates pe-
ehiocbas.
Camisas inglezas de setenta mil ris a dozia a
ojoto.
Uas eom msela da seda a 300.
Dito de qaadros a 160.
Cambraia branca tina de 6 a 3J.
Damasco de lia com 9 palmos de largara a
1*300. __________________
Novidades para a
festa
Cbegaram a loja de raiudezas e ealcado, deno
minadao Mercurio-ra da Imperatrii n. 86,
nm completo sortimeolo de grinaldas de flores,
lavas de pellica de Jouvin. franjas e gal5es de seda
de lindos gosto?, meias inglezas para saoioras,
ditai para borneas e meninos, grande sorlimento
de perfumaras e fojos francezes de todos oa la
manbos para rrenioos e ontros rouitos objectos
qne se vende por meos 4o qne eaa oolra parte.
a 30fJOOO.
Ditos saceos e refraoqueados de casimira
de cor de 5t00 a 9{0Qi
Ditos, ditos e ditos de pando preto de .".-5
i 12,5000.
Ditos, ditos e ditos de alpaca preta de
3,5500 a 5*000.
Ditos, ditos e dito) de alpaca branca e
de cor a 2*500.
Ditos, ditos e ditos de bramante de linho
a 2#sw>.
Ditos, ditos e dito* do bramante pardo a
2*500.
Caigas de casemira de cor de 55500 a 9*.
Ditos ditas preta de 5<5iOO a 9.5000.
Ditos de brim branco do linho de 24000
a 4*}4K>.
Ditos de brim branco da algodo a.....
1*200.
Atas de brim de cor de 15600 a 3*000.
Dita de castor de IjOOO a 2*500.
Ditas de brim pardo de 1*000 a 2*500
Camisas de flanella,. grandes a 35000.
Ditas de algodao, maito odas a 2*000.
Ditas de linho muito boas a 3*500.
Ceroulas de bramante a 1*600.
Cobertas de chita a 15500.
Lencos de linbo abainbados a 45000.
E outroe inultos arligos por pregos
Carneiro da Conba.
baratissimo para acabar, na loja de Guilherme
LIQUIDADO DE FIN DE ANN0
AO 65



RA DO DUQUE DE CAXIAS
(Outr'ora do Quemado)
Este estabelecimento acaba de recebar um importante sorlimento de diversas fa-
zendas proprias para vestidos, sendo ponnehna oVj teda, sedas, las, percales, ditas com
barras proprias para babados, lindas eamwaia^ crw, e em fim urna infinidade d'arti-
gos do moda, tudo proprio para a fesla, o-tice todo vender por pregos inieiramenle
razoaveis, em conseqaencia de estarme., prestes ao fim do anuo, e o 65 u3o qaer ter
grande trabalho com o seo balanc^ preferrodo tomar dinheiro a fazendli, convlda-se
portante ao respeilvel publico a vjrem sorl-se na loj* do 65'onde comprarao por pro
cot qoe d3 oblerao em outro qualquer esUbelecimeolo; em fim 6 ver para crer
RA DO DOE DE CAXIAS
(Oulr'Qr do Queimado)
,-



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fttaffe Bezembro de f!71.
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o moa aabcsbiesi ****' '''* V efc ( 1
.edflm tu*-- CAlWiMctLRr
Sil iW

1



silscs $ nsiqo "fio A ,** u*.ot loq e (otitr'o



FLIX PEREIBA DA SILVA ft C.
NA RA DA IMPERATRIZ N. 60-
c a dinbeiro viste

Os proprietarios desie estabelecimento tendo grande necessidade d diminuir o im
menso deposito que lea de faaendu e grande urgencia da apuraren dinheiro, tem re-
soWido fuer orna verddeira liquidacto com grandes abatiaentos nos preces de todo;
os seos artigo: para o que convidam ao res^eitavet publico desta capital a vir sortir-s<
pois toe garanten que era parte algama poder* encontrar to grande swtimnitoe mei
no nio conprarSo pelos precos que se Ibes pede vender na loja de Pavlo ; perera ad
virtindo-ss que a se vende a dioheiro vista. Os mesmos proprietarios destu estabe
iecimeoto rogam a todos os seos daaadorea desta praca o favor de viren saldar seos d-
bitos, e tedas aquellas que estiverem devendo contas antigs e o nlo flzeren terlo d<
ser enconauodados judicialmente.
* V'.OM 'i
arapazcm do vapor
s.'td mtmntmtr im da
Baro da victoria
ra ra \a-
t.
4o vapor
ma alo,
Raro da Vlrtoria
( utrera rao la-

Calcado

Botina* de Suif e d P.4ak, pira hnmem, coa-1
pelo Mi I .ltenlo pira (dan u- gosli* volitad.
dos cumplido.-.
Bota e perneira* pura montara.
Rutinas pira sei.lluras e mttiiaa.
Ajotinados para meninos e meninas.
Sapatoes de Inierro, vernii, cordavio. de bi i.i
"iranco para bornm.
Sapatos de up'-in av. Dudados de jrurlol, case
mira prU tranca por logese'.
Sapalos de vaqueta de vernia com sola de roa-
ieira proprios, para bnuos.
Perfamarias
Piaes extracto, barra. oossMtico', lo,.ona-
tas, poses, agua de o. .gur, agua M\iua, agua
ilorida. dentilrice lavaode, agua d loilet, tiolur>
para barba e cabello, r.- de arroz, -abnete!.
eto,; todo isa de primeire quliade dos bem co-
obecidoj fabricaate?, Piv jr o CoaAray.
Acaba de recebar novata facturas.
Quinquilharias
le pnanlasia e lux", como sejim : e'pelbos, lavas,
juia de ouru, ci rrfile de p'nqii", ricas curlein
abas para dinheiro, eaixiabas de coaluta com
nusicas, eMerioscopo de 36 vistas com mtuica,
oleas de sed^ e eestinhas diversas para braco de
-enh ras e de menicas. oculos, per.cenei com vi
kro& de cre, cbicotinbos e beagalla?, todo ieta
te dilTerenles modt-ilos e qualidades em graode
numero de i >to que nao se pode bem menciouar.
Brinquedos
O maior sortimeoto que se pie desejar de toda
-Tie de brinquedos fabricados em diversos paizes
la Curopa para enlretenimento das criaoeas
Carrinhos
Prepos.
[bereose vimes pan crtaaeaa, 4e oovo* Ofe-
rentes modelos precos commf *o^,
tv&aslooas barattao do tavo.
Ahacnas com ho las Kstras de seda a
fiJOOO e covadt).
ftttts lisas cora nnite trr+be odo cevado
Atlaatas, faxenda >e mnrto gosto tecida
vom sida a 720 rs. o ovado.
Ditas com qoadnw de sdt e eflres moito bara
delicadas a 6iO.
Loja do Pavo
SAJAS BRANCAS BARATAS
a Um e 3#000.
O l'avlo vende cortes de b)a fazend;
i bracea com bonias barras de pregas, pele
preo de tO e 33000 cad
utas, grande pechincbani ra da Impera
Poil de ckvro, d*uma s c6r com muitoltric n. (JO, toja do Pavo.
brirbo a 500 rs. o covado.
Merinos esoossoses fazenia de rntrito gosto
para vestidos tiomuse reupas de metjino
a 640 rs. o eovtdo.
GargurSo naKa bonite, teado
s cores a 400 rs. o covado.
L3as \ os a 400 e S3 rt. o covado.
Ditas ditas a 28o e -C20 rs. covado.
8areges trasparente com daTerentes c-
ri a 160 rs. o covad.
Alpacas de cores lisia e lavr-adas fazeeda
03 noito gosto a 500 e 800 rs. o covado.
Cassasdo Fa-vi-.o.
Cassas iogtezaa coa booitos gostos a 00
140 ra. o covado.
Ditas fkitesimas a 300 rs. a covado.
Ditas francezas de mu a pbanUsia a 400
ra. o covado.
Cortes de cassas com 7 varas fasenda
mnito boa e bonita a $508 e 34000.
Ditas d'organdy braoco e de corea a
500.
CORTES D9R6ANBT A 45000.
O P\io tem crles de argaady branco
com 8 1/ varas que vende pelo .barato pre-
co de 4|000, assiin como aoisnimo ue^andy
branca com lisirbhas e qnadriohos o me-
Ibor que tem viudo ao ner-ado e vende
pelo barato proas de 720 rs. a vara.
Poupeltaao de seda a *.
O Pavo tem cid elegaote sortimento de
joupelinas de s 'da tanto lisas como lavra-
das aa mais modernas qae tem viudo ao
mercada e venda a #060 o covado.
CAMBRAIAS LAKGAS A 00 RS. A VARA.
O Pava i tem cambraia branea transpa-
rente de boa qaalidade, com 8 pantos de
largura, que apenas precita 4 varas para
am vestida e vende a 800 rs. a vara, dita
\:iisskna da Kscossia tendo a raesma largu-
ra, que vende a tiJ6O0.
CAMBRAiAS BRANCAS A 45000 E 45500
O Pavio tem pecas de cambraia branca
iransparentes com 8 if varas que vende
-pfl!o*Wato preco de 45000 e 45500, ten-
do tamben rauito finas de 55000 at
105000.
DitasUapidas ou Victorias tendo de 35500
a peca al a mais fina que vem ao mer-
cado. V
?rosd- napes preto e de eorea.
O Pavo tem ura grande sortimento de
grosdenaplcs e gurgurao preto para vestidos
tendo de 15600 o covado at ao mais su
perior qne costuma vir ao mercado, assim
como um grande sortimento de ditos de
odas as cures e branco e nm bonito sorti-
mento de setins branco e de cores que ven-
de por precos moito em conta.
CASAQINHOS A 155.185 E 205000.
0 Pavad tem nm grande sortimento de
*icos casaquinhos de seda preta muito bem
enfeitados e modernos qne vende a 155,
185 e 205000, sendo fazenda de muito
mais valor, assim como ricos cbales pretos
bordados com franjas largas de retroz a
105 e 125000.
COKTIXAltiiS PARA CAMAS E JAXELLAS.
a 85, 105. 15 e 165000.
0 Pavo tem um grande sortimento de
cortinados ricamente bordados, proprios
oara camas e janellas qne vende de 85 at
i 05000 o par.
Pe^as de cambraia adamascada com 20
varas a 105000. crochet ricaments bordado
para cortinados a 15500 o metro. Assim como
ricos damascos com G e 8 palmos de largu-
ra proprios para colchas de camas e tam-
bem ricas colchas de damasco a imi'.acao de
seda e ditas de crochet as mais lindas que
.em vindo ao mercado.
MODERNAS BAREGES COM LISTRAS DE
SEDA E FRANJA AO LADO.
a 800 rs e covado.
Chegou para a loja do Pavo, ra i
de todas mpeaiiz n. 60, um elegante sermentc
3 das mais MUSSELINAS
DE CORES
COVADO.
A 400 RS. 0
O Pavo tem um bonito sortimento de
musselinas de cores, padres inteiramente
aovo) e corea fkas, que vende a 40J rs. o
covado. Ditas brancas muito finas a 400
e 500 rs. Metim branco da India mnito fino
para vestidos e roupas de meninos a 720 rs.
> covado. Cretones de cores mnito encor-
dados para vestidos a 600 rs. o covado.
Metralhadoras!
Cbegou para a loja do Pavo nm mapniflso Sor-
tirsento de corles de vestidos de cambraia cora
babados branco-; e de cores, denominados a me-
tralbadora, sendo esta fazenda a mais moderna e
de melbor gosto que tem vindo esta anno para a
festa : assim como recebeu tambero uro lindo
sortimento de cortes de cambraia com palmichas
bordadas a lia, fazenda de malta pbaotazia, e ven-
d?-sj ludo muito mais barato do qae em oatra
4 lJquer parte : na ra da I nperatna o. 60, loja
tarmazem de Pereira da Silva & C.
Popelina de seda
A 15500 rs.
S* loja do Pavlo vende-se uro elegante sorti-
mento das melbores e mais modernas popelinas
de seda, qae se liquida pelo baratissiroo preco de
14600 rs. o ovado, 4 grande pechineha : ra
da Impsratriz n. t, loja de Pereira da Silva 4
ao lado bonitas listras asselinadas a franjan
para os enfeiies, as quaes se venden pele
baratis-kno preco deiOO rs. o covado, poi
baver m gratide sortimento desta nova fa-
zenda:; assim como -elicadissicaars baregei
com lindas listras de seda, sendo fasenda d<
muita phantasia a 6'0 rs. grsnCe pechio-
cha, no armazem do Pavao.
Fazenda para Inte.
0 -Pavo lem um grande eortimento dt
fazenas pretas para luto, como sejam :
Merino preto com 6 palmos de largura
para vestidos a 200 e 25500 o covado.
Merinos pretos e de cordo para todoi
os presos e dilfere.r.ks qualidadas.
Bombasinbas pa todos cs$recos.
Cantdes e alpacas pretas. Lasinhas pre-
tas ou cassas de lia de 360 ate 500 rs. c
covado.
Cassas pretas francezas e .nglezas de la-
das as qualidadeti.
Chitas pretas fiaacezas e iaglezas de 20(
rs. para cima.
'Crep preto pan vaos.
CASEMIRAS PARA CALCAS A 45, 55, 6#
75 80uOO
O Pavo tem on grande sortimento ek
cortes de casemtras de crt s para calcas,
sendo os mais modernos qu tem vindo ac
mercado e vende-se de 45 at 105000 <
corte, ditas em pecas francesas a inglezat
para calcas, palituts e colletes que vende *
t**O0 at 65000 o covado, >irte eecorae 4
prova d'agoa que vende a 14 o corte ou i
35 o covado, sendo estas casemiras moit
proprias para men;fios de escola por serea
escuras e de moita dorcSo.
NO VOS VESTIDOS A 55000.
O Pavo tem lindos cortes de vestido t
finissimas cambraits com b-mitos bordadoi
de cores e tarabem lodos bordados braoct
que vende pelo baralissimo preeo de 5500
cada corte, grande pecbintha.
PANNOS DE CROQUE PARA CAEIRAS I
SOPHAS.
0 Pavo tem nm graode sortimento d(
pannos de croch proprios para eocosto d(
cadeiras e de spbs, assim como um rio
sortimento de tapetes de todos os tamanboi
proprios para salas.
MADAPOLAO BARATO A 4>, 45500 E 55
0 Pavo tem pecas de madapolo com 2
jardas ou 20 varas que vende a 45 e 4550C
a peca, dito muito fioo e largo de 05 pan
cima, dito francez do melhor qne tem vind(
ao mercado, assim como dito finissimo en
pegas de 40 jardas.
Cortes de ciHas.
a 15600, 250OO e 25800.
OPavj tem cortes de chitas francezai
com 10 covado. qne vende pelo barato pie
fo de 15600 e 25000, ditas que venda
ICO. 200 e 280 rs o covado, lambem ten
um graode sortimento de ditas finas clara*
e escuras que vebde a 280 e 320 rs. o co
vado e finissimas percales rrindiobas propri
as para camisas, vestidos 6 roupas para me
nios que se vende a 360 e 400 rs.
LENCOS BRANCOS.
O Pavo tem lencos brancos abanhadoi
qae se vende a 25400 e 35. a duzia, diloi
grandos do murim sem ser abanbados s
352OO rs. a duzia; assim como bonitos len-
cos bordados para mos.
ROPA PARA HOMENS. -
Sobrecasacos de panno preto fino send
muito bem feitos de 125 at 405000.
Palitos de panno preto fraques e sacc
de 85 at 125000.
Ditos de casemira de cor de 65 at 125.
Ditos de alpaca preta fina de 45 a 65000.
Ditos de dita branca e de cores 65000
Ditos de bnm de linho trancado a 65000.
Calcas de casemira preta de 65000 al
125000.
Ditas de brim branco de linho de 450OC
at 85000.
Ditas de brim de linho de ;r para todos
os precos e qualidades.
Camisas francezas e inglezis com peitos
d'algodo de 15600 at 55, em duzia ven
de-se mais barato.
Ditas de meia de 800 rs. para cima.
Ceroulas de linho e algodo, francezas t
feitas na ierra.
Collarinhos de papel, algodo e nhr.
qae se vende muito barato para liquidar.
Para n,oiraf!.
0 Pavo tem rico grforio ele seda, bran
co. Grosdenaple branco mnito encorpado
Agraciannas brancas com listras de seda.
Ponpelinas brancas de seda lisas e lavra-
das. Sedas brancas, lavradas e lisas. Ca-
pellas com palma de flor de larauga con
ricos veos bordados, qne todo se vend mait
barato do que em oatra qaalqaer parte

A loja do Pavo acha-c* constantemente aberta dai 6 horas da maaha at as
botas da noite, i roa d.ajoeratr a. 60.
Em
baralissimos
-ero 7.
virlude das novas faetnra< e ordeos dos fabricantes, venie-se ,-ipora tudo precos
no armaaem do vapor franc Ra da Imperatriz n. 40
O proprietarios deste bem couhecido, e acreditado estabe!ecimento, re3olveraui
facer urna liqmdaco das faaendas existentes, e pelo maior preco qu? poderem obter,
nTo engeitaoda preco algum at o fimda anno ; portanto previnem aorespeitavel publico,
para approvetar a occasio de comprar boca e barato. v
Cm competo sortimenta de roupas
feitas para a mees e meninos.
Casimiras pretas e de cores, pannos finos
atoes e pretos.
Fu tjes de cores para ve.-tidos, padroes
niudinhos a 4< 0 rs. o covado.
Cambraias brancas bordadas para vesti-
dos a 85500 a peca.
Lencos trancos grrndes de esguau ja
eiaioliados-6 35200 a duda.
Ditos dites de algodo, e com abaiohado .
largo e piastdo.
CuBtnmes de alpaca de cores eafeitedos
de seda e Sa para meotoos.
Palilola de a paca de ores para tamens a roupas feitas e officina DS alfaiate
35000. Una grande quantidade de palitots, calcas,
Capailas veos pasa noivas, teo junto, colletes de pannos, caseteiras e brins paia
preco moito barato. todos es precos.
Camisas de la, ditas de meia, ditas de
Ditos (-.damascado* oara camas janella*, linho, fraacezas e ingleas. coUarnbos de
j recerndos. linho e de papel, sortimento de mantas e
i grvalas de seda preta e de cor, bournas e
^Grande sortimento de bareges, lasinhas oatrasnuias faiendas, cerno aej.m:
e alpacas pretas e de cores, lavradas e lisas Bramante de linho e de algodo atoaba-
para precos mnito $n conta. do trancado e adamascado, esguio, meias
i Grande variedaJe de chitas de 240 arte para boraens, senhoras e meniuos, toberto-
400 rs. covado. res,colchas e oatras militas fazendas que
Cassac de cores, e cambraias listadas para "3o descrevemos parao annoncio se nao tor-
diversos creeos. nar enfadonho. A diobeiro.
I Pelo preco qne se vende o a Ginbeiio.
\0 P\P.WAW
NA
Ra da riiperatrK
DE
40.
MENDES &CARVALHO
Jasca se vio nm processojmais perfeito e que at-
sa de tal forma a satisfazer as exigencias mais
?ras da escriptnracio.
i ana cor lindissima e nao precisa de cada-
o aignm para se conservar no tinteiro sempre
:n a mesma edr, sem borra, crosta, boir ou sem
viit estas mazellas inherentes i todas as tintas
t agora conbecidas, ainda mesmo dos melbores
j'.ores estrangeiros.
Sobretodo, este estlmavel producto nao ataca as
ncas de ac, antes pelo contrario, a peana
dquire um esmalte dourado qne, sendo interes-
ute, i asss proveitoso.
bu tinta, nao sendo especialmente para copiar,
i ccmtudo doas, tres, ou mais copias um ;n.ei
pois de escripia ; preciso, porm, deixar-loe
ipapel bem moibado sem o eniugar com o mata-
orrao, porque nao ha o risco de borrar. Para se 1 Esta tinta, i par de tantas vantagens,
rar mais de urna copia, nao se agatomram

u folbas quantas copias se querem tirar, mas
t-ss como original tirar ama tantas qnantas
i.iijam, sem qae o original fique, prejudlcado
Occorre aqu dizer qne, para copiar imperta
tiu intelligeoeia e babiKdade, sem e qne a ma-
ior tinta nao salkfai, e o deleito recae sempre
car* a tinta, qae umitas vezas quem manes
tupa tem.
1 dupla qaalidade desta tinta extremamente
arteiavei. pois qne rita qae en qaalqaer es-
rptorio baja- mais do que orna ttnu para 01 d-
tftrc stares.
r. -.alo sna dorabidade, nio ha a oppSr
. cripta soffre o choque de cidos fortissimost sem
se decompt; ora, se os cidos nao tem accao so-
bre ella, mnito menos a accao do tompo a pode
destruir; isto pnrasrvef.
Nao s ao commercio que este mea producto
veio ser til; os professores dos collegios, investi-
gando todos os meios para o adiantamento dos
seos diseipulos, tem approveitado esU tinta, que
com razo a acbaram apta para desenvolver o
gosto nos educandos, em consequencia da beleza
da cor e facitidade de correr na pequea pela sna
liquidez. Ha exemplos de incas que havia
muito teropo tinham urna repugnancia extrema
para a escripia, logo qae foi admittida esta tinta
no coliegio, apoderou-se deltas a curiosidade e o
gosto, e ponco tempo depois o sen adiantamento
era mantate.
tem nm
nico inconveniente, deteriora-se ao contacto da
oatra qaalqaer; cenvm pois te-la em tinteiro
isentos do menor vislumbre de oatra tinta, e evi-
tar escrever com a penna saja de ama preparaco
differents a incorapa'.iv ; verificando isto, nio ba
razio para n nsar de tinta qne nao seta a VIO-
ETA EXTRA-FINA DE MoNTElRO.
Observado.
1
Diversas fassificacSe* e senelhaneaa wn
recido, caja aanbiUdada davidosa.
1 appa-
Os Srs.
compradores podem evitar o engaa dJrigindo-se
i casas circoDpectas/i.e pedindo a tinta qas a
MM
1. C. Motueiro.
.


CbfrCS de felTO da Milaera e ostro.
PrenQa*^,^^,
Balanzas de peBaFaDicDMli RomaDa, ete.
Tachas de ferro, fSnha00.
Arados Americanos
vSl 3.Q6S. para gricaltura.
Carrinhos demao*
Machinas a Vapor
ELaCuinaS ae descarocar algodo, de 10 at 40 serras.
t/apaS de errO galvanisadas para cobrir casas etc.,
Estes artigos vendem-se em
casa dos importadores.
Shaw, Hawkes dr C,
!. 4 RA DO BOM IRSUS.
(oum'ouA r'a da Crdz)
JOAQUIM
LOPES
MACHADO ft C.
fabrico
Travessa do Corpo-S^nto n. 25
RTICOS AMERICANOS
Cyndros para padaria.
Cirros de m > para conduz > faz-nda.
Machina; para descarocar :: t" d5o.
Polias de diversos tamaitos.
Caoos de ferro galvanisadus para enca-
amento d'agoa.
0RJ.-XT0S PARA CARRO
O'ead'i ;vcti para pu;rda-c!ni\a de carro
Dito de cores para forro de dito
Clientes ('ta oil<>.
P.i Has de 1,-inca.
Galoes de se !a para fi foTTO de Jilo, es
treiios n lart'O.
Pregos d cablea de marfim.
Escobas para dar praxa.
ALCATBAO DE 6BY0T
LICOR CONCENTRADO C TITULUDe
O ftr Gv.yot checon a tirar ao aic.-.!r3o a
tu? ;criiin-iiiaeoscu amargor hsupporluveis,
o c/itr u !i iii-i 111 o i soluvel. Apruveilandoes.sa
flii descoberta, elle {repara um licor con-
iiiradc: iteakalrio.o qnal, sob um pequmio
volunie. tontem urna grande proporco de
jemeipips acliYor.
ei llrairr.n Ae Cn.ol fGiuidron de
Cuyoi) po lgens da acua de alcalraooniinaria, semter
os inconvenientes. Basta deitar d'eile una
0 Alraicfc* m Siarot i empegado ci'm o maior ex.tv ras i
EM BEBIDA. Umacolherde
comer de caf n'un coj.o d'<.;:;;-
logo um copo de excellciife avua
sem gosio desagr d eesa mmeira prtnarir .. -..
ralrlo qu;iiii!(i it'eita preosr. i
economa de lempo, CnOi-t l.
e evita o ruin- jo lie ifc^w.r....-.,-
(I Alcar*. r ...,.. -
vantagem militas li: ana.- v
inerlcs, n*-> t>v
tebses, tal '.-!. .
c i
v o
< ./.-;<_ '.
tojiipara urna fjarafa :
BRCKCHIIcS
CATARBHO 0E EEXIGA
DSFLUXOS
TOSSE PEhNITAZ
iprit;.$o 0E PEtTO
TESE CONVULSA-
F.S FCIEMvOES. Ltcdr i'itroou com wn iouco 4 agum:
AFPECrlS DA PES.LE
COMICHES
MOLESTIAS CO COURO CABEW^'iOO
EM DUECCOES. Vina parledt l'icfir eqvatroiT/igva (rncrii,.uu(< hm -i
FLUXCS AMTIGOS Q HLCLK.S
CATARRKO DA ECXIGA
I
?
0 Alctro v iiivc. fui exptrhr.tntath cvm %n veidutlatv xito i:.v
yriiiis Uosfitaci dt irania, ce Beltjica e da Esh$mm. r. rvcoiikec.
que, ara os tempos de caler, elle citistUiie a bebida a mais hynitMica, e v- -;
bretudu durante vs tempos d,1 epidemia. Una inlrucco accon'paitharada vid:v
Vend->se na pharmacia e drogara de 1\ Mau-
rer & comp., ra Barao da Victoria n, [7

XAROPE
IMiT

V.'

E SAL DAD E
& ar.
79M
BARTHOtOMEO a C
i
Para a tura certa das teaei aaiifu e recentes, caUrrbts palmunar, iithma; tos ioitcIii, W.^'r
Ironchiu, o em gonl centra todoi os soffrimentos das tu .-espiratorias.
DEPOSITO SERAL
aTICA e: drogara
St. BA URGA DO R0ZARI0, M
PERNAMBCO
A tkenpmtiei dis divirsis nolutiii do ptito.desde
1 f hiryngite a ml i (irgiDIl Ke t tuberculirlo
fnlmonar, pttstndo ptlat diversas broDcbitei caUrrbiw
o mphTsem acioa da ser enreqnecida com mais
asta sMdicauMBlo, qaa toaur a prmeira rdern eoln
wdos t hoja eonhecidos. O xarop* Vegetal Americtno,
laraoUndo pnrameate vegetal, oto coDlem em aaa
wmposicio uui s6 tomo de opio, t (im rnenle soc-
as* do plantas indgenas, cajas prepriedades benficas
la cara da molestias qna perlencem aos orglos de ras-
airieo forsa por nos obserradas por longo tempo,
com ptimos resultados cada tos mato creicenies; pelo
(ao sos jalgamos aotorisados o compor o xarope qoo
igor* apresentamos, o olleroce lo ios mdicos o 10
eublico. Proteo! con os attesiidos abano o qoa to-
lmos dito, contamos qu* o cooceito do qoe i gosa
a iaropo Vegetal Americano erescora do da i da,
iiixando mnito apos do ti todos os poitoraoo un toga.
Illa. Sr Bartbllomo i C, 0 Itrope Vegetal Ami-
llono, propondo em sao concettaadusima pharmacia,
nm ntil remedio pira combiter i torrtol nthmi.
St .'na ea aaaella molislii ba quatro meies, sem linda
tor combando os itiqnos menes qoo tinki; eiie al timo
|aa tive foi fortiuimo que mo prostoa por 8 dias, aaii,
porm o tea milagros iiropi. tomando aptnai tris
Ims. o it o f resent nlo fui do noro itacado. Prosa
Oiia. f 19 ai dqaa riiuboloeido por aau *ea. Ptait '-*- n-taairiin
Ihe, pois os meas agrdeclmontss per mi ti: !)? i
to horriTol mil. Coa i mus significa'.:vi -
sabsoriwo-mi do Vaco, iffectaoso e recoobicid. -.
Soooriao Duaru.SoaCau 14 dooteriir- .
Illmi Srs BartbalomeoSC. Depois di cr-.c
metes de sobTrimento com ama tosse inceuini*. n*
ixtraordinirio, expectoraclo do on utsrrho istnia
do, e perd total das (oreas, qa* o maso: -i.r
me fatiga completamente, cansado de tomar '-.-
tros remedios som rosaltido tire i felicitada de :
Vmcs. prepararam o xarope Vegetal Americte i v.
elle, grecas a Dns.meicbo rctlabelecido ka : i,.
don mens, o robusto como se nada tivisn s,*- .'
ritidAo me foreo a asta decloraclo, qai poderi Vaass
er o oto qai qaiterem. Soa com isuiec i- 'ii
maitoi respoiudor o criado. amonto :- ua r
CaotTO Siles. Bocio 8 de la ver airo do ISocL
Atlooto qai o sai So uro* Vageul Amer^iot. c
eesapoNoaodos So Bartbolomoo ft C. para a? a* as
forte deflexo qaa me troaxe urna rouqaidio, q.i a* i
faci cdtender, inflammacl* o dor na grjai .om
grande falta de respirscio. o hqnei comalitiic t *m*
Ubeleoido coa aa s tidro do BM(Ba larc.^ ., ,4d
qao Ikee protoito otoo gritidlo. Rocifo t' v k-
Miro 4o 18SS. ;asfa>> Poroora tn%l***. -
CASA CAUVIN fcjffl!
Pheirmaocutlcc ; r.vil i.-d
successor
Bonlerard SbnattopoL, SO. l'Ali'
NOVAS ESPECIALIDADES A. MAfffNtEA
Aprrseatadas i Acadimil da Seiaaiioi e ao hittitaao de Fracei.
ISJ I C P P A Soba (arma de rastilla, deveana. p deseada luru .. ser at,
lllwCuuriU momento ama solucrao PlITUTlVA E OeBATtrA *
MOLESTIAS CONTAGIOSAS
l'ulll Tul-UJITIR do voluFe ^ um relogk), sfcivir.*,
I.WLl Ill rniLIHU de PhiLTBO e Serinca seta os
Oravee inconvenientes de fragilidade.
ESTOJ03 ^,'^,ete1^lreA,5,E^M,*4,4-,,^
COLLYIIIO Centra as affececis. das palpebras, preparado sob a mesma fcr^fc
DIDTIIAT AVIFA 0 f* Depositarios geral para o nitlMI. e I'OIITI ,-ftfc,
dAiIIJLuIjIlIJ al 3,, ra i '
RltilL.
i



4 rflirt 4* ******** Sexta eir 28 de Deznifro 167
LITTERATRA,

Apontameiitos para a historia.
0 V1SC0NDE DO RIO-BRANCO.
(doniinuaglo.)
Depois desses acortf cimento* mardio'j 'no^so
o nosso ex-ircilo, onido ao de Flores, para ^
sidenda do fiio Craude do Sal, pdiado
com or^ncia no vosrth $os."
En laax circamstalfeas f
em pcinelpo# -da ewwiro pela WWra
Tamanda., para oavir prupo?coji d
paz que se jolgavafi mnita prximas.
vhrconde do Ro Branca dir gio se m
acampamento a esUbeleceo-se i
i de la Uuoa. 6 bloqueio n3o exi
Montevideo. lainaVporqtw o nosso almirante, de mu||
O governo argentino fez urna UDtalivj -ropri., fui eoftcedendo prorogigois de
de mediacia, q ie o v-coad> h Kio Daw> {waso, e o sitia n3 se liaba estrenado pelo
felizmente desvio, ponderando ao geneni \:\0 h0 |Crra% q ar0 de s. Gabriel da--
Mitre qne nao ha.a transacco pcsmel rdaiwoie n5o o eslreitaria em quanto. 0
com ogovern de A/oirre; que qoalq; ii
solag3o qae deixtsse subsistir senreihaue
governo nao poda ser aceita pelo Brasil
general Mitra recoohecea eulao que u
caso n3>> era de transaeg >. Apezar disso,
e apezar da recusa formal de Aguirre, qua
flela.i'u positivamente nao aceitar a me-
diado argentina, o general nao perdeu as
asperangas, e esteva sempre prompto a
acud>r com a sua mediacio.
governo do Aguirre, depois que se pro-
nunciou mais a nossa intervtocSo, enfure-
cen se a ponto (te praticar os maiores di-
atinas. Foram qoeimados na praga pub i-
ca os traiaijos celebrados com o Brasil ;
grupos de ener;nmenos arrastaram pelas
ras urna bandeira imperial ; o caudilho
Maaoz parti contra a nossa fronleira do
Jagnaro.
O governo imperial tinha noticia de todo
isso pelas conuaunicacojs do visconde do
Rio-Branco, pelos jora es, cartas, ele m s
nao dea sofero essa ocurrencias injlru-.-
Qes sup)ein8jt3re< ao chefe da missa i
especial do Brasil. Este facto importante,
e deve ser notado, porque mais tarde a su; -
posta deflkicnea do convenio de 20 de le
vereiro teve origeai no esquecimento, se-
gando se disse. das in>trocces do governo
sobre ^ses sueceuus. Nao teve o viscon-
de di Ria-Bnuco ia>trucgoes snpplemonti-
res, e os despachos do ministerio nao da -
vam a eoUoder o que pretendern) depi is
os ministro?. Em ~li de dezembro dizia o
ministro dos uegoci >s estrangeir is:Urge
desembaracarmo-nos das operaces milita-
rea do U ugnsj, afirn de emaregarrons a
r.o??a accao corara o Par guay. Era 7 de
, ii.eiro aizii: Quanto repblica Oritn
tal do Urng :ay, retiro me s instruccoes que
ei'ou V, Esc. nes'a corte, e s miabas ul-
timas conrnnp.icagoes depois qoecbegouV.
Exc. ao tiieatro dos acootecimenios; na i
potando nem devendo o governo imperial
darse por sili-feito emquanto nao forrm
atli Minios todos os iuteresses do imperio
(evidentemente islo e refere as reclamages
quo m livaram a guerra), dcsprezidos e
vilipendiados pelo actual governo de Moa-
tevido e interiores adminisirages. No
devem ser esquecidos os ltimos successos
n'aquella praca, rompendo tao doscommu-
na'nente por todos os comproraissos solem-
nes di repblica para com o imperio.
Sobre a queima dos tratados o governo
responden em i de Janeiro qae fhava in-
teirado do occorrido. Sobre os prisionei-
ros de Paysaud que o almiranto Tamand-
r soltara, eqoo, comoses^be, loram aog-
m(ntar o numero dos defensores de Mon-
tevideo, o m-smo ministro a.is negocios
strangeiros disse apenas o se^ninie, em
cilicio de 2 de jaoeiro: O governo
imperial nao pode deixar tambem de cea
surar que se honvesse dado plena liberdade
a um to avultado numero de olciaes pri
sioneiro?, e que iriam naturalmente aug-
mentar o nnm-ro dos nossos inimigos em
Montevideo. Gompria que fossem tratados
com a benevolencia que nos caracterisa, mas
como prisin.iros, emquanto dura esse a
uta. Nada mais.
Em 7 de j ?neiro dizia anda o Sr. I) as
\'i"ira: No meu couceilo forado du-
vida que o interesse do Imperto, no desenla-
ce da queslo oriental que fnsse triunx-
phante a causa do general Flores, nossa al-
iiado.... Sepudermos dispensar obom-
bardeamento de Montevideo, anda com ul-
l/t'ii sacrificio, nvlhorser, para evitarmos
dttvidas com os almirantes estrangeiros.
De todo o qu-; Oca dito poie-.e concluir
.ue o ministro dos negocios estrangeiros
iolgava argente (pie se terruinassea queslo
Oriental, recelando complicacOas externas e
c auxilio d? Paraguay, accroscontando que
s em ultimo caso ileviamoi bombardejr
Montevideo, e que, se podessemos, devia-
mos evitar esse recarso extremo, ainda com
algnm sacrificio.
indo a correspondencia desse mu s-
1ro, qae extrctanos, e segundo as instruc-
. oes que tinba o visconde do Ric-Braoco, o
que desejava o governo imperial era qae o
general Flores fosse c instituido como pre-
sidente da repblica, ligando-se ao Brast'
contra o Paraguay, e satisfazendo as nossas
r3Clama(,oos anteriores guerra.
(Juanlo inva*3o de Muoz, e os atten-
tados praticaram no Jagoarlo, nem urna palavra
escreveu o governo ao visconde do Rio-
Branco.
Depois de haver tomado Paysnd, o
exercilo bras leiro, ao mando do general
baro de S. Gabriel, achava-se em frente
a Montevideo onde os blancos em numero
de 'i 00,') bizmen?, com 40 pegas de artilbe-
ria, misiravam-se dispostos a resistir obs-
tinadamente. Alui das obras do defez <
que construinm, coosisiindo em trincheira*,
fossos, m'ma', etc. tinham os blan:os esta-
belecido em varios pontos do interior da
cidade depo tos de plvora, para produzi-
rem f.xploses medida que fossem re-
coando das posicoes mais avanradas.
As forcas de que ento dispunhamos eraiu
diminutas e insufficientes para o assalto,
como declararam os generaes baro de S
Gabriel, commandaote em chefe, eOzorio,
marquez do Herval. Quando invadimos o
Estado Oriental e atacamos Paysand linba-
mos 5714 pracas, nSo fallando na forga ir-
regular ao mando do general Netto, e quj
nao excedeu a 1500. A forga de infantera
era de 1695 pracas ; a deartilheria de 198
incluidos os officiaes. NSo Imhamos arti-
Iheria de bater pracas ; a nossa artil'neria
a Lahitte era de calibre 4 e a de Paixhans
de caliore 0. A orca do nosao lexercito
no dia 20 de fe vereiro era de 8116 pragas
de todas as classes, comprebendidas n'este
numero 1228 que chegaram no dia 16 d'a-
quelle mez. As pragas de pret infantera e
a ni I hera nio excediam de 4198, quando
em Montevideo, e atraz de fortiflcacSes res-
peitaveis, havia como dissemos 4000 ho-
rneas.
A irritagSo e o delirio dos defensores de
Montevideo era tal qae n3o fazia "prever
ama solaceo pacifica. O visconde do Rio-
Branco acreditava que s pelas armas cne-
gariamos a sobmelter a praga, e por \ isso
eicrevia constantemente ao governo e pre-
exercit n3o ostivesse preparad) para o
ataque,
Achav.i-se o viscon !e do Rio-Branco na
villa da Union, em companliia do almirautt
visconde de Timan tar, do geoeral barfto
de S. Gabriel e do general Flores, quando
ea 16 de fevereiro recebou urna caita do
miniilro italiano, Rapbael Ulysses da Bir-
bolani, fallando lie em proposigas de paz
e pedindo-lhe urna entrevista a bordo de
ura navio neutro. Depois deouviraos nos-
sos dhefea miliares e ao ganar I Flores, o
(visconde do Rio-Branco repondea sera
! mostrar solfreguido par evitar o ataque
de Montevideo.
Sinto (respondeu o 'isconde do Rio-
desejos
que me
Brinco) o3o poder preslir-me aos
de V. Exc nos Limos preciaos
prvereve.
i V. Exc. nao me dts por quem se acha
enejrregado da ouimunic gas a que alia-
do ; e en ignoro tambem as modagas que
se operajq em Moclevido, e ocaracter que
ellas podem ter com relagSo ao estado de
guerra rin quo te ada o Brasil com o go-
verno i!j Montevideo.
As decliragoiS officiaes do meu gover-
no nao podiaia ser mis francas, nem os
motivos mais graves, nemossaus legtimos
propsitos mais explcitos.
O Brasil faz boje a guerra aseoinimi-
go, em allianc< cora o illustre general Flo-
re,, qne representa grande maioria Ja na
gao orieat.l. V. Exc, na > attendeod. a
esta importante cotfsWeraclo, parece pres-
cindir do concorsu d'aquelle general, no
momento em que nos solicita urna sus.-en-
so Je lodo o acto de hostilidad*.
t Vi Exc. represeutaaie ds nma nica.)
amiga do H.asil, exclae para nossi entre-
vista, assim o territorij brasileiro, repre-
sentado por qualquer de nossos navios de
guerra, coma aquelle om q e se acba esta
legag3o.
Espero que V. E\:. In de reconbwer
qjoeu n3o posso, em laes circumstanctas,
promelter-ibe urna suspendo dehostili la-
das, com q .auto saiba que os generaes das
forjas aliadis nao pr-je^tam asar das suas
armas da boje para amanb'.
A entrevista com que V. Exc. me.
quer honrar pode entretanto verificar se ;
mas eu devo rugar a V. Ex;, que se digne
vir miaDa residencia na villa da Uniou,
para m le V. Exc. puderia dirigirse, acora-
panliado por um piquete do exercito impe-
la', que eu poria ua disposig3o...
O ministro italiano responden no dia 17.
Simo extremamente que por causa da
precipitadlo com que escrevi a carW qae
tive a boLra de dirigir a V. Exc. em data
da hon'.em, e de que nem raesmo gnardei
copia, no tivesse explicado bem as minas
intensos.
t Acredila\a que V. Exc. saba da ees-
sagao do governo do Sr. Aguirre e da a-
me gao do Sr. Vdlalba, o que tero urna sig-
niflcagSo muitj importante uas aetuaes cir-
cumstau:ias.
As comrannicagfies que terei a honra
de fa/er a V
Villalba e dos
plomatico.
Nao poda estar as minhas iotengoes
geoeral FJ\
aotent!
e-se accorao, uva de qne;
jadtodpa os eonmiwiisw
Siouiaa pioioes vtmtM
atar com o
llliado s'
com tudo a
fcassem pre
aHianga.y
A Ia nao re-
sistr aM%*%. 7 Qaer elle que tratassemos
direetimette com Sf. Villalba, exclnindo
o general Flores, flu qae a praca de Mon-
i-video nos fosse entregue pera qae o ge-
neral Flores a reoebe3sa dos generaos bra-
sileiro?? (^SlaWhlnlB opiaiSo u3> sosten-
tavel.
t Qual era a posigo do general Fl"res 1
Era elle o chefe supremo da repblica, co-
mo tal reconhecido pelo governo Imperial ; e
n'este carcter contrado comnosco os com-
promisos solemnes e imporiantissimos dis
notas re^rsaes de 28 c 31 dejn-ir,). E;sa
aotoridade elle ewcia no proprio lugar
linde o no so exercito se actiava acampado ;
era a autori tade do general Flores qae ah,
pelo intermedio do seo cheuf'poltico e
o Jiros agentes, velava pela segaranga pu-
blica, e aos prestava todos os servigos di
urna boa hospedagam. Elle nio en smente
orimeira autoridade civil e poltica da rep-
blica, era tambem general al liado, e Ireu-
te do seu exercito eslava coujii1 seo siando
a praga inimiga. Com o sangue brasileiro
correu o sangue oriental em Paysand ; tor-
gas orientaes marebaram para a nossa roo-
leira em perseguig3o de Muoz ; a maior
parte dos poslos avancados da linha dos
atiradores eui M ulevi4eo erare sustentados
pelas forfis do geleral' Fiots. N'os'-aa
condigoes como podria eu dizer ao general
nosso alliado : Arredi-vos : o Brasil
aqni o nico vencedor ; depois qae o ge-
neral brasileiro tomar coala da praga qu*
esta podar ser vos entregue. S'Uieant
prxedimento era inadmmivel.
Qaaa lo hawamos dita solemrferawto
nagao oriental e s detaait aages, qje m
ierv nharaosj procederfdo Be acc&ra eoa
o ge icral Fores, auxiiando-o eom os nos-
sos cuoselbos o as noisas armas para a
pacilicago da repub ioa ; coiau polena
(uos, no desenlace da qoesfo, colloca-lo
na posic3o do nosso su ordinado, o apealo
da posigo com qoe o trabamos reconbeci-
ito desde Janeiro ? E itto s para esbir
.pie o immigo vencido em Paysand e Mon-
tevideo, so rondesse primeiro a o generaes
do Brasil, o estes, lazemlo osteiitaclo do
no: so triompho para eou> o nosss proprw
alliado, he abasset as portas da capital,
a elle, que ea o pnwrdeute da repablica i
E'evidente que tal proceder fra uiaerro
i.ijustificavel.
d^s aegociai ea-
mesnjo mez ao miuistro
trangeiru.
Tudo istp se ftf, i o almirante nao o
accordo o mcliior possivel, lemi.rando at,
com 9 nosso gerif ral em chele, que, saado
o dia 20 de btereiro anu versara da bata-
Iba de Itazaiago, devia adiar-se para ento
a asssgiatura do conteni.
Quaado se espallua a noli ia da celebra-
ca do cenvenio, oDda de pavo de Mjnte-
vido vieram vital da Uaioa, cumprimen-
lar os alliados. O almirante e o general
em clieeestivara cora o vlscoade do Rio-
Branco e o general Flores, receben do as
manifestagoes publicas, que se' traduziara
om exploses de ura grande regoziju na-
cional.
No dia 23 de favereiro entra va o exercito
alliado em Montevi-lo, qae se empavesara
di banJeiras e cobrua de flores as suas
ru is.
O almirauto tinha ido para bordo.
Ah, as uhservagojs de algunas pessoas
que o cercmm, torvaram-!lie o espirito.
Traba-.e ajustado qoe, logo qae os allia-
dos entrissem na capital, urna salsa de 21
tiros saudasse a bandeira brasileira. O al-
mii'jjte uni lo i declarar que nao corara )-
oicava com a trra, porque nao liana bavido
anda a salva estipulada. Issufei com que
o general Flores apressasse essa demous-
trag3o.
O enlhosiism i dos brasiluiros e estran-
geiros era Montevideo ca immenso. O
commiii 'ante em thefe do nosso exercito,
na ordem do dia qae publicou, diss;
As ; os jas reciaraa^aes serao satisfeitas:
a amaistia coii'^dida pela rllustro general
Flores na i eompreheda o* roabjs, assas-
inatos e oatros crimes coiamun:^ jja s
t\ aes antes e kirant.i gu>tra se assigna-
laram alguna (>os f.r^zes eeqaaxes do parti-
do vencida. Taes criioes s>>> punid, s,
parqua a uiorai, cifiisafaV e a justiga as-
sao o reclaman.
As armas e aiiiplumacia brasileira nao
os fados que se Iba iiflpuum, attendendo
aos novos-dasajos maoifesUrlo por V. Exc,
renova nesta data as ditas orden, mosirin-
do assim a sinceridade cora qo <\wt satk-
fjzer as justas reclaroagoes de V. Exc, sem
embargo Je que os fados que parecem coa-
demnar o dito Manoz tiverii logar em
territorio brasileiro, a por coasegainte fura
da urisdicg3o da repblica, ele. etc. Sado
a V. Exc. etc. Exm. Sr. consellieiro J. M.
da Silva Panuiras, enviado extraordinario e
ministro plenpotenci-sia de S. M. o ape-
rador do Brasil." (Assigaado) Carlos de
Castro
Quando chegou a noticia da demissaa do
ministro di Brasil, o ministro Je estrangei-
ros da repnblea dirigi ao ministro de es
trangeiros do imperio a nota de 14 de mar-
go em que declarava terminantemente qoe
esses allantados eslavara comprebendidas no
art. t" do convenio, declarando qu j aa
linha, m consequeocia da reclamago do
visconde do Ri -Branca, expedid i ordens
ges do pova da M^ntivtdo aja favor do
es-represantantr do BrazH. flwndes gre-
ipas da ojdadins orientaes e estrangeiros
vieram par diTerentes vezas frente da
casa de na residencia, com msicas, ardi-
les a Laadeu-as, soltar eatroodosos vivas ao
digno d>dlo faraabos.
A ddr suprema e augusta do cidado,
quando o governo de seu paiz, por quem
prodigalisra o milfr do seu talento, o
desfeit ava na trra extrangei a, esl elo-
quentemente expressa na carta que o vis-
conde do Rio*Brauco ifirijia de Montevideo a
seos compatriotas.
Eatre as demonstrages de sympathia
que ni fa laram ao ex-miniSIro, compre
nao esquecer o brinde que no banquete do
14 de margo fez o bravo general Osorio,
dizendo Ine que tivesse coatiaoga no bom
senso de seus compatriotas, porque o Bia
zil intei.-o havia de applandir o acto de 20
de fevereiro.
Nao foi meaos significativa a inanif'Ka-
p-.ra a captura de Muoz, alim de serenes- ,;g, fj0 nosso brioso exercito, que. no bsn-
clarecidos os lacios que se Ibes imputa am,
e tornar-so elleclivo o castiga que mere-
ces se.
Gampelia, porra, s autoridades brasi-
l3iras apresentar es documatos necessa-
rios. L'm ellicio do presidente do Ra
Grande do Sol, nica documento sobre a
queslo, fallava apenas da appreueoso de
escravos e cavallos; n> fallava de viola-
ges de familias. Estes ltimos atteotados
erara os que merec mi punico ; aquel es
s poderiara ser o-bjecto de indemoisag:).
Cumpria, pors, ao governo imperial de-
monstrar e existencia desses ltimos factos,
e Muaoz e Apparicio seriara punido'.
2.*Sao serrn punidos o prisiormrns
de Ptirfsand jtce haviam dado palacra de
nao retomar alarmas mitra o-Brasil du-
rante u guerra. Em primeiro lugar eWes
nunca derain patawra : o general Flores
padiau ser m'iis fe
sas em seu iriu^pno. O i> asd inte ir o o Ua
de rcoohecer e applaudir.
Gom elfeito bavamos alcangado tudo
quanto se podia dae>ir, o .leudo todas as
satiifagoes exigidas nao s jelo ttUimatum
de 4 de agesto, como-as que se deviam exi-
gir d-apois pelos excessos praticadus pelo
governo de Aguirre sin Mnteida. Foraos
galera: obtWemos a< indemuwco pelos
prejuiz s da antiga guerra civil. Os nossos
inimigos fogiata espavoridos -r o govefno
que nos insultara, estar; o nosso alliado
[eslava no poder; a a ftepobliea Oriental
O que, pois, cabta ao plenipotenciario I declarava guerra ao Paraguay, oaindo-se ao
Brasil ? Deixa* que o nosso alUado jliirasil.
Exc. s3o por parte do Sr.
moas collegas do corpo di
..-
fazer abstraego do Sr. general Flores, pois
que ella deve ser parta essencial as nego-
ciacis, e man primeiro csidado teria sido
pedir a sna inlervetigo desde a nossa pri-
me ra entrevista. Hepreseotante de urna
potencia amiga d) rasit, e guardando as
melhor^s racordagei da'miuha re.idencia
ao Hj di Janeiro, ua era par rai-n que
eu teria desdado encontrar-me com V. Exc.
em um terreno neutro. Era smente por
coosiderago por este governo junto do
qual esloa acreditado, e que est infeliz-
mente em estado de guerra com o governo
de S. M. o [aperador.
Todava aceito com prazer o amavel
convite de V- Exc. e a orna trara por-me-
hei a caminho .aia a villa Je Union.
O Sr. Barbolam fez ao visconde do Rio-
Branco as segundes abituras, parlicipando
as disposigoes pa'iticas era que se achava o
Sr. Villalba : declaroo que o novo presi-
docte de Moulevido desejava evitar ama
effuslo de sangue em ea paiz, e as calami-
dados de qae a capital da repblica se
achava ameagada ; que desejava abrir as
pjrtas da cidade a secs sitiadores, urna vez
que honrassem este sen procediuiento. De-
clarou, poim, qne o Sr. Villalba espera va
ser reconhecido como galerno legal da re
publica pelo Bn-ii e pelo general Flores,
e que sla davaria sci a base '!a primeira
solugu pacidea. O visconde do l\i-3ranco
deciaron terminantemente qna S'bre seme
Ihante base ii'u havia acord possivel.
No di sagunle Villalba envin dous com
missarios, que fjr-tm manifestar as snas
vistas e sondar as disposigoes dos allia-
dos.
O visconde Jo Rio-Braaco declarou-lhes
igualraeuie que nao era possivel reconhecer-
se o Sr. Villalba como presidente legal da
repblica, n3o porque sua pessoa n3o fosse
digna de toda a considerag3o, mas porqoe
sua eleiga tinha urna erigen viciosa e elle
era governo de tacto, como o general Fio
res, e nos estavaraos na posigSo de vence-
dores e nao de vencidos ; que o recanbe-
cimeoto do Sr. Villalba parecera a todos
um triumpbo do partido- blanco.
Depois d'essas aberturas confidenciaes,
envioa o Sr. Villalba outro commissario, o
Dr. Manoel Herrera y Obes, munido de
instroegoes para ebegar a am accOrdo com
o general Flores e com o representante do
Brasil.
Das conferencias que ent5o liveram lugar
resullon o convenio de 20 de fevereiro.
Uma das quest5es sobre que havia se-
riamente meditado o visconde do Rio-Bran
co era sobre a forma do aecrdo qne se ia
celebrar. E como alguna dos nossos adver-
sarios censoraram-n'o pelo alvitre que to-
mn, julgamos dever reprodozir textual
mente o qae o nosso diplmala disse a ta!
respeito no senado.
c ... Quanto i forma, devia eo, como
entendem algons, tratar directamente com
oSr. Villalba. exigindo que a praga de
Montevideo fosse entregue aos generaes
bnsileiros para ser por estes transferida ao
do
ira tas se s coa Vlelba. mspe.cifxwr en-
tretanto o*ajustes, a-tim de liscalistr qoe
nao prejudicassem oe ipie tinbamoe com
aquelle geaeral ? Esta opiaiao tem maito
de razoavel ; e devo- dizer francameate ao
senado qae, se eu soubesse que u acto de
JO de fevereiro tena de ser wlgado smen-
te pelo governo imperial e pelos borneas
que tem pralica dos negocios raternackiuaes
nao davidana proceder assim.
Assim procedendo, seguira o exemplo
das potencias allia Jas contra Napoleo- Bb-
aparte..... Procedendo daquella ma-
aeira ainda seguira o nosso proprio exam-
po de 1831 e 185.... t
O Sr. Herrera y Obes apwsantou as ba-
ses da negociago. A prisaeira base, con
cemente organisago do novo- governo, foi
regeitada pelo vis ion de do Rio -Branca ; a
amnista que se pedio, tffi restring* ; a
retirada immediata do exercito imperwi nao
fot concedida ; a prohibi?o de fazer-se
luaesquer mudangas, que nao fossem con-
'ormes s leis vigentes, aos tribnnaes re-
iiitiges publicas, tambera nao (oi aceita,
o isso em ^ a da necessidade, per algum
lempo, de um poder dictatorial capaz da sa-
tisfazer as exigencias supremas da ordena
publica, n is circumstancias excepciooaes
era qne se achava a repblica, e s recla-
magoas brasileiras, que entenliam com
iilitares e cora mambros do sapreaio tribu-
uil da justiga.
No dia 19 de uvereiro nooto estava
conclu la a negociago. O visconde do Rio
lranco havia convidado o almirante viscon-
de de Tamandar e o general baro de S.
Gabriel para assislirem as conferencias. O
visconde de Tamandar provoeoo ento, ni
preseng do general Flores e do commis-
sario do Sr. Villaiba, um conflicto de juris-
diccSo. Declaroo que o competente para
tratar da negociago era ee.
Desde a ebegada do visconde do Rio-Bran-
co ao Rio da Prala comegaram os entlra-
sia>tas la guerra a propalar que a misso
do diplo nata brasileiro era obler uma solu-
gao pacica, evitando a guerra. Tal pen-
samecto n3o tinba nem poda ter o viscou-
de do Rio-Branco, que bem sabia o estado
das crasas e conhecia qae era dragado o
montalo de fallar o caubio. O visconde
d : Tamaadar. deixou-se impressioaar por
esses aoatas, e pelos conselhos de aiguns
amigoi qae procuraram conveace-lo de que
a viada de um diplmala era uma ollensa
sua autoridade.
aulorisoa o visconde do Rio Brarao-a fazar
uessa dedarago ; era segando lugar nao de-
nem mais genero-fiamos ssr menos generosas depois.da paa
do que )uraule a guerra. Em Paysand
onde a bandeira brasileira servio de tapete,
onde andaram expelas as cabegas decepa-
das Jos nossos soldados, padece dar li-
oerdade aos prisioneiros, po?que rai3o nao
se poderi fazer o isesmo em Muntevida?
NO tendo elles dado palavra em Paysand,
nao- podiam fazer uma excepgao amuistia
geral.
'.*-Ficar impune offenser feita an-
deifi brasittyra as vwts de Mbnteoidii O
vscondn do Rio-Branco demoustrou, com
prineipios gsralmente acetos, qae iso ('Ara
uma ollensa, mas uma- acgo vil-, gnobH e
nojenta, ultimas arrancos de uma colera im-
poierte.
Entretanto, j emhomeoagem aos legti-
mos resenlimentos naciooaes, j na previso
das cores que a malevolencia poderia em-
prestar ao faca era qoestSo, nSo jico* eljb
impum,
Hoove uma Iva de 3* tiros ao symbolo
da nossa nacionalidade, dada cora aquelle
motivo, pelo governo provisorio, e os prio-
cipaes autores da alludida baccbaoal, con
-forme se estipalra en protocolto- reserva-
do, foram obrigados a sabir paw fra do
paiz, fosando inhibidos de regressarera ao
slo tata I, emrraanto ootra cousa nao fosse
ajustada entre o goverao imperial e o da
repblica.
Qaaoto forma do aolo de 2l> de feve-
reko, pde-se ver, alm do extracto que
cima deixamos, os dissursos pronunciado*
no senado pek) visconde do Rio-Branco e o
seu folheto publicado em ISGo. Nao era
possive deixar de fazer dislincfao entre a
queslo inleraa e a externa. Na interna
nao podamos- intervir direclameote, porque
sendo nosso ompenho collocar o geueral
Flores no governo, nao podamos faz-lo
sem violar oe tratados existentes, provocan-
roso desenlace da qoestSo pelo convenio t?
paz, vil'satisfeitas es seos generosos inv
pulsos, a sua repugnancia em b mbardear
ama cidade commercial, chea de estrangei-
ros ladefesos, que nao podiara ser de modo
aigunj respousave pelas v iolencss fio go-
verno Manco.
A iota do miniftro da9 relagoes eiteric-
res da repblica oriental, a carta th presi-
dente Mire e a da general Flore?, a do
Dr. Kurino de Ezalde, mimsiro das rea-
g;s exteriores da Repblica Argntate, a
Jo alminar fraacez Cliaignea e a do An-
dr Lamas, dirigidas B'r.ti).: i, lameitlaudo o rigor desa repentica
e.v,iiefac3o, que Ihe caoisou sincero pszar.
sera pdiraLlirra-se for.uar juizo sobre ella,-
iuip ri.rara na mais rave censara e spera
reprehens) a-nosso gCA^ruo, pwrqi.e at-
tiibuiram n'a a motivos inexplieaveis, se
nao ineonfessaveis.
Estamos convencidos da que sa outro,
que na i um eslauisla de ficto quilate, e o
que e arada indhor. rico de syronatr.tas no
iRio da 9rata, como o Cjaselbeiro1 OcU-
vano, se outro dip-imata, dizamos, tivesse
do substituir o vis-conde dC'Rio-Br^rxo, e
Foi por isso. que o almirante, apenas leve
noticia ua prxima ebegada da missso espe-
cial, seguio a atacar Paysanu, em dezera-
bio, leudo apenas 400 ttomens de desera-
barqoe, e essa praga 1,400 defensores.
Declarando, na conferencia alludida, o
nosso almirante que era elle o competente
para tratar, o visconde do Rio-Branco, com
a prudeHcia que ibe habitual, e depois de
fazer algumas reflexes, mostrou Ibe os
seas plenos poderes, com o que deu-se por
convencido c nosso digno e boorado almi-
rante, declaran lo que j nao se queixava
delie, mas sim do governo imperial.
Nosia scena desagradavei, o procedimeoto
delicado do visconde do Rio-Branco foi mais
long, porque accrescentoa : Se V. Exc.
declara n3o estar pelo que ea fizer, entre-
go-lhe a negociago, porque neste caso mi-
aba responsabilidade ficar salva. Ea te-
nho a responsabilidade, nio posso ejiina
la, salvo se V. Ex;, disser qae tilo est pelo
que eu fizer. >
O almirante declarou que nao, e que, a
vista do3 plenos poderes, eslava convencido
de (pie ao visconde do Rio-Branco competa
dirigir a negociagSo.
O pensamento do almirante, qae elle ma-
nde itou nessa conferencia, e em lodos os
seu; offlcios ao governo, era que o general
Flores fosse o presidente da repblica, qoe
cahisse Agoirre e o partido atanco, e que
se permittis-e aos mais inflaeotes da faego
entr neheirada em Montevideo, inclusivamen-
te qj prisioneiros de Paysant, a retirada
por atgam tempo do paiz, ctmo consta de
sua caria dirigida ao visconde do Rio-Bran-
co en 8 de fevereiro, e officio de 10 do

Quando a noticia ckegou corte exciteu
grande entbusiasmo. Mas o visconde do
Uio-Braoco linha, como todos o horneas
<;ue se elevara, muilos inimigos. Expoodo
a situarn das cousas no Rjo da-Prala, bar
via elle escripto ao governo declarando que
emsua opisio deviam ser i.orneados o du
;ae de Casias commaaJante ea chefe do
ejercito (o bario-de Sv Gabriel, eafermo, ia
rsiirar-se, como se rerou) e o visconde de
Lnbama cemmandanle em chee da es-
rj^iadra.
Ora, es*s doii dis'anct s generaes per-
tnciara ao partido coaservador, e o governo
sappoz qo o nosso diplmala nao se gua-
va par sedimentos de-patriotismo, mas sim
pelo espirito,de partido
O enthasiasmo pela guerra era grande
H capital do irnperi ; e depois do tantos
anuos de paz, e da queslo inglesa, que fe-
rira t3o pfufuudanie&ia as nossas suscepti-
bilidades nacjnaes, 'unios se deixaram tocar
delle.
Algoos dos mais exakados adversarios po-
lticos ) visconde- d ) Rio B. anco, que vi-
rara com raaos otos a sua noraeag3o, e a
gloria qae estava adjuirindo, explorarara
habilraenti as pai.\5js popularas, fizc-rara
circular os mais absurdos boatos, declara-
ram deshonrosa a solngao porque se nao
linha temado de assaito a praga, e o govar-
no deixou-se a-rasiir por essas influencias,
e por alguraas arias qoe re-cebra do- ibea-
iro dos acoutecimentos.
Sem esperar expticages. do nosso dipl-
mala, .-em 1er reflectidamenle os offlcios I
que recebora, sem pesar as conseqaeacias ;gas
do seu acto, o governo na tarde do da 3 de
marco demittio o diplmala brasileiro.
No dia seguintc o Diaria Official publi-
cou o segrate :
.....O accordo nao attendeu qnaato:
cumpria sconsid^rages que Uzearas. Com-' Paraguay encantrou
tado o governo imperial resolveu dispensar 11
da misso diplomtica qae llie esta.a con-
fiada o conselheiro Prannos.
A sorpreza foi geral, e a popolago, dian-
te de ora acto desses, comegou a acreditar
que o visconde do Rio-Branco havia saci-
cado a diguidade da paiz Ao mesmo lem-
po um sem numero de artig sappareceu nos
jornaes. adulterando os factos, tornando
at responsavel o visconde do Rio-Branco
por a ;tos qae nao erara seus, cano, por
exemplo. a nao effectividade de blojiieo
do porto de Montevideo, que o almirante
fra adiando, e o q e aiuda peior, propa-
lando que os attentados de Muoz e Appari-
cio ficavam impunes pelo convenio de -20 de
fevereiro etc. eic.
Felizm nte em poucos das a reaega ap-
pareceu, e gr-nde numero de artigas sahi-
rm luz, profligando a leviandade do go-
verno e defendendo o acto de O de feve-
reiro.
Epaminondas (pseodonymo de um ds-
tinctissimo litterato) foi o primeiro a tomar
ca i'po em defeza da vctima do goverao
imperial, e, brandindo possante massa, pul-
verisou um a um todos os argumentos que a
oveja e a m voatade baviam suggarido aos
inimigos da visconde do Rm-Braoco. Esse
natavel escripto, que revela profundo co-
nhecimento das nossas questes no Rio da
Prala, produzio grande sensag >, e iniciou a
obra da just ficagi que ma3 tarde o nego-
ciador do convenio rematou brlhanlemente
no sen ido.
As aecusagoes feitas pelo governo ao con-
venio foram umis desmentidas pelo lempo
e oulras refaladas pelos documentos officiaes
existentes.
Eram ellas :
l.1Os attentados de Manoz e Apparicio
nao estavam comprehendidos no convenio.
A resposta a essa aecusago est nesle do-
cumento :
t Ministerio dos negocios estraageiros.
Montevideo, 12 de margo de 1865.Sr. mi-
nistro.Sobmettidas coosiderago do go-
verno provisorio as nwnifestagoes que V.
Exc. servio-se fazer-me, relativas ao proce-
dimenlo de D. Basilio Manoz, S. Exc. o Sr.
governador, apezar de ter j dado suas or-
dens afina de que aquelle individuo fosse
trazido a est? cidade, para responder so|>re
do
governo
de Buenos*
visconde do
da qnesto
o qae Si;C-
do a raterveag3o
Ayates.
O ternpo ?eio justificar o
Rio-Branca. Se o desenlace-
oriental nao fosse to prompto
cedera ? Lpez taria penetrado no l&o-
ijrande, cahindo sobre o Estada Oriental e
caducando entro dous fogos o nosso peque-
no exercito, que ento s tuna 7,000 pra-
Etre-Rios e Corrientes se declararan)
par elle. Nao poder duvidar do que
avangamos, quera sabe que quatro m.-zes
depois atreveu-se elle a penetrar no Rio-
Grande do Sal, e quem se lembra das bc-
sitacoes de lirquiza e da protecgo qae o
em Eotre-Rios e Car-
explicar o deploravel procediaieir.o do go-
verno br*zileiro, aeguirse-hia latvez 'am
rompmento das refaces entre o Brazil a as
repblicas rio platicas, nao otetante o a jai o
que o gmeral Flores esperara da oessa
parte para aostentar-se no poder, nao oos-
tui.vt a aiiiaaga que o enera 1 'litro deseja-
va com o Brazi1, para expelir Corrienes
as tordas paraguayas s embargor o paaso
da esquadra de Lpez- as agua* do Par.raa.
Antes de retirar-se para e Brasil, juigea
o vi9onde oS- Rio-Branco que er^i do sau
dever ir despodir-se dagoverno argentino,
junto ao qual estava recular e scemnemea-
le acreditado. Teve, porm, de fazo-la em
particalar, porqoe o governo da seu paiz,
contra todos os estyloj, e como qee atiran-
do-lbe dureza sobre dureza, na se digna-
ra demandar-!be a carta revocatoria com o
derret de demissao.
J em- Montevideo derase o laesmo fac-
i ; sendo, porm, o nosso cnsul geral
encarregado p'-io governo imperial de ao-
nunciar ao governo da repblica a destitu-
gao do ministro braztleiroi o que explicado,
por isso o visoonde da RioBraaco ainda
nao apoesentra a sua. carta credencial aa
governo- provisorio. Jfta em Biienos-Ay-
res por que foi r como se explica ? Di-
cant Puduani f
Cnmpridos esses deveres de cortezia pa-
ra com os dous goveroos, ou o que aih
quer dizer o mesmo. para coiai os dous
paizes. onde tantas provas merecen de coo-
siderago e sympalhia, qner na seu carc-
ter oficial, quer na convivencia, da vida
privada, recolhaa-se 3 corto o ilustre di-
plmala.
Decidido a apreser.Ur uma completa jn-
liticavu dos seus acir>s, nao (ju;< discutir
pela ioiprensas. que incoe as mais Jas yo-
zesura irabalno- sobro posse, c ou ia, al&m
disso, nao caera a exibigo Ja um sem
numero de documeati.>s que compietariam
sua defuz. Esperoc portadlo i abertara
das sessdes do senado, o qua verit;oa se
dentro do uai mez.
Abe rio 0 sonado, vio-se eii'.n) OS 98US
A queda de Montevideo desorietitiin L-
pez, e desorganisou o plaao i|ue havia deli-
neado. Que elle pretenda mandar 20,000
homens era auxilio de Montevideo nao res-
ta a menor dovida, depois das dcclai-jcoes
feilas por prisioneiros paraguayas que rae-
recera crdito. Alm disso o Sr. Lettson,
ex-mmistro da Inglaterra em Moulevido,
assim assegurou ao seu governo em um
despacho que por abi corre impresso.
Julgamos ter dito quanto basia sobre o
convenio de O de leveniro, que uma
queslo muito recente e inuLo conhecida.
S accrescentaremi'S que o acto brutal de
miaislerio de 31 de agosto, destitulado o
visconde do Rio-Branco, attrahio muilas
sympathias e foi raai3 ua! ao nobre e hon-
rado estadista, do que se o gaverno bou-
vesse approvado inteirameale o seu proce
dimento.
As manifestages que o visconde do Rio-
Branco recebeu dentro e fra do paiz, attes-
tam que esses que aecusaram a sua obra
como hooiera nao puderam ultrajar o seu
nome como poltico,
Nao ha expressoes com que se possa
pintar a sorpreza e o pasmo de que foi to-
mado o visconde do Rio-Branco, ao receber
a noticia da sua demissao, no lacnico des-
pacho ministerial de 3 de margo de 18(35,
N'esse da (14 de margo) preparava-se
o ministerio do Brazil para festejar digna-
mente o aniversario natalicio da nossa vir-
tuosa imperairiz, a mais querida e respei-
tada de todas as soberanas do universo,
A tremenda noticia em nada alleroa i
fasta preparada.
Um sumptuoso banquete, poucas doras
depois. reuna os primeiros funecionarios
da repblica, o corpo diplomtico e almi-
rantes extrangeiros, algnvsubditos brazi-
ieiros e pessoas notaveis da socieJade
oriental.
Durante essa festa, os convivas, que n5o
ignoravam o golpe recebido pelo viscoade
do Rio Braoco, admiravam a calma e a se-
renidade do ministro decabido, e o jubilo
com que enlooa uma enthu.-astica sauda
gao, fazan Jo votos pela preciosa exislncia
da imperatriz do Brazil, a extremosa m3i
de todos os brazileiros,
Ness? noute ouve calvrosas manifesla-
pares, ei.tre aquees a quena a n >ssa c ri *
poltica designn como seas !e^;ia-i jui-
zes, e ahi ua discasso da faila do thxono,
em sesso de 5 de juaho Je lt>i>3., produ-
zio urna b.'ilbanla defeza dos seas a
aranunciaodo um discurso que durou oili
horas, ouvido lo lo com raspeilasa alten-
gao e profundo silencio.
E'escurado dizer quo asta istificaglo
sabio luz dos debates tai clara, evidente
e completa, quanto a presumir j o pai.a
e a asperava o numeroso publico que mal
caba uas galeras oo seuado
No flra desto meu mem-aravei discurso,
o visconde do Rio-Branco, absoivido pelc>
applausos quasi unnimes dos nossos ve-
nerandos legisladores, sahi3 do renad) e
era sorprendido por uma verdadeira ovago
do povo quo o esperava na ra.
As feliiagoes de vanas cmaras mnaici-
paes, a peana de honra que Ihe foi .>ffere-
cida pelos consttucionaes de Peroambao,
e outeas demonstrag)os de sympatbia qu&
s3o ttulos preciosos que na pre-
por mais que abunden) neste
recebeu,
jodicam
punto.
Assim vale a pena empalidecer o roste
as vigilias, ver na fronte aprofnodadas as
rugas do soffrimento, que alinal luzein raios
de gloria que coroam a cabega calva e des-
povoada, que illumiuam o rosto desconsola-
do e triste, mas saudado com religioso
respeito por ama populagSo ioteira.
Concluiremos este capitulo em duas pala-
vras. O viaconde do Rio-Branco, commet-
teu am erro nesta sua curta missSo diplo-
mtica : n3o conloa com o came da riva-
lidade que solicita os desastres, aem com
o interesse partidario que conspira para
mallograr as emprezas.
XII
Durante os annos de 1865 a 1808 coa-
liuuou sempre em opposigo no senado.
O espirito partidario como o ar dos
esteros paraguayos, envenena as mais ro-
bustas organisagoes, cresta a mais vigosa
vegetagSo.
O visconde do Rio-Branco nanea leve esse
espirito, e noca foi desses opposicioaistas
que, incapaces de discutir com calma as
grandes quesiSes, recorrem ao3 aaques
pessoaes e s invectivas, qae as mais das
vezes, no noss parlamento, constituem me-
nos uma censara do qoe insolentes e em-
bravecidas verrinas. Sempre corlez na tri
baa, seus discoreos e coaseloos eram ou-
vidos com alinelo pelo proprio governo.
(Conhtuiar-se-ha).
YP, UODIAJO-U D tQOR Ql UX>4
i


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