Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12545


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Full Text
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ANNO ILVII. NUMERO 294
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Por mi dito* idea .
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4000
12*000
141000
ISO


DOMINGO 24 DE DEZEMBRO DE 1871.
PAIA Mino I rOIA DA MOYBCIA.


fot tres mu ad notado* .
Por Mil dito* dem. .
Por nove ditos idem
Por um anuo idea .


. .
SOlUo
I7#000
DE PERNAMBUCO.

.
Propriedade de Manoel Figneira de Faria & Filhos.
-------------------------------------------------------j_-----------------------------___-------
A A
mwrwmm
ara ; Aitn
Of Srt. Gerardo Antonio AWw Pilhoi, no Para ; Goncalvat d Pinto, no Maranhlo ; Joaqnim Jos de OJiwira d Filho, no Cear ; Jbtonio de Lemoi Braga, no Aracatj ; Jlo Alaria Julio Chavea, no Aun ; Antonio Marqna da Sita, no NataJ; Jos4 Jnit*
Pereira d'Almeida, em Mamangnape ;Feiippe Estrella d C, na Parahyba ; Antonio Jos* Gomes, na Villa 4a Penha; Belarmino doa Santos Buido, em Santo Antio; Domingos Jos da Costa Braga,
em Nazareth; Antonio/erreira de AfQiar, em Gojannt; Francino Tavares da Costa, em Alagoa) ; Dr. Joa Martina Atas, na Baha; e Leite, Serqninho d C no Rio de Janeiro.

INTERIOR.
rio di: .hmhmi
immigr \cao.
Nao cavendo hoje em da quera desconbega
quinto.importa ao futura do paiz attrahir a si urna
crrante esponlasea de om?r.ini, eimiasque
at agora se tem dirigido a outras plagas, nao fu
09 intuito de demonstrar a necessidade de cuidar
dest: assuinpto, que sobre elle escrevmo ultima-
mete algumas lionas. tfas*8S todos e3io con-
vencidos da urgancit de irraos alstituin 1 o p t
bragas livres o eseravos, que tendea) a desappa-
reeer rapidameo:e, igatl ac:ordo u.io reiaa sag-
ramete sobre os meios qe. > dava:a erapregar-se
para se obter o almeja lo multado.
M-tstra a experiencia qae efsde que se suscitam
duvidas sobre o camioho que dive 9eguir-sa, so-
breven! a bes:lago, pra-se na eucruzilbada e oa
incerteza se se tomar direita oa a esqaerda,
perdese um tempo precioso. E com neste as-
surapio, ja em timiJos eusaios e leotamens ven-
tara se lia con>umido tanto tempo qa') se nao po-
dara desperdigar mais sem grave risco de desan-
darrnos no pregresso em que felizmente e a des-
pego de todo te o i Jo o paiz, compra que cada qoal
contribu lealmente com o seu coatiogenta alim de
qae qaaoto aute< se dissipem as duvidas e se as-
Mnie em um svslema elli':,i, e sobretudo claro e
definido.
Fj o que procuramos fazar, indicando ligeira-
raeote algamas medida-, tanto directas eomo indi-
rectas, qna no nosso entender poleriam contribuir
para attrahir-oos colonos em larga estada, ofere-
cendo-lhis no nosso solo ama existencia tranquil-
la e feliz, um futuro de prosperidade a qae razoa-
velmente Ihe* nofosse dado aspirar ao paiz natal.
Bestas medidas, algumas sao da competencia legis-
lativa, mas ainda assim, ao governo compete asta*
da-las e promover a adopgio las qae luaver por
necessarias. Independenleuiante, porm, dessas
reformas, e com o recursos de que dispa, amito
pie fizar o governo, e cumpre confassar que al-
f urna coasa e(lectivamente tem feito, embora dos
primeiros esforgoi nao colbesse resultados corres-
pondentes ao cabedal consumido.
E' sobre este ponto que vamos offerecer agora
algamas consideragoas. Estabelecer para o Brasil
urna corrente espontanea de emgrago, tal o
problema em cuja solacio se trabalba ba muitos
annos. Tornar ao colono a vida agradavel, feliz e
riel de futuro, tal devena ser o primeiro passo.
Disto se nao tratou com cuidado sufflciente, mas
jala que muito mais se houvesse feito, nao bas-
tara. Compria por tojos os meios lcitos, e
costa 4a4je>if>ieer sacriticios, trazar ao Brasil os
primeiro- etlonse que viessen gosar dessas van-
ugens, caja Meidade, mais tarde eouhecida na
aoai patria* aervisae de estimulo e Indugo a oatros,
para Ibes tegaire-o o exemplo. A poderosa aura :-
>o exercida pelos grupos coloaiaes foi recoabe-
cida desde qoe se prineipiou a enidar seriamente
em colooisaoao, e os esforcks dos goveroos con-
vergiram naturalmenta para a fundacao da col-
cas.
Como se boave, porm neste empenbo T E' o
que passauuj agora a examinar, e em outra
occasio veramos como os erros commettidos, em-
bora nein todos inherentes ao syslema, mas em
grande parte tiihos dos msios empregados, induzi-
ram ltimamente o governo a mudar de rumo
substituiado coloaisacio exclusivamente saa a
promoviJa por iniciativa particular e poderosamen-
te auxiliada pala iadispeosavel coaijavajao > es-
tadi. O principij regulador continuoa todava a
ser o mesmi : trazor a> paiz grande copia de co-
vi i', cuja prosperidade por si so pessa mais tarde
altranir outros que, anidos aquellos, vo exercenda
ama ()T samare cresceote em razo
di augmento da propria massa, al que se produ-
: i essa corrente espontanea, alvo do todos os nossos
esforeos.
Principiemos, p'jis, por var os fructos colhidos
da coloniso directamente feita pelo governo.
Comqaaoto s em 1856, pelo decreto n. 835 de 4
da oatabro, fosse o governo habilitado com o ere
dito de 6,0U:000 para as despezas com a impor-
lacio e estabeiecimenlo de colonos, e auxilios ai-
ragracao, evidente que j anteriormente esta
importante questo preoecupava o espirito dos
nossos estadistas, os quaes com a r^pressao e effac-
'.iva extineg do trafego de Africanos recooheci?m
a aece nacional; foi em principios de IS.'iV, porm qua
asta ramo Je administrado como^oa a tomar certa
.mportancia e a figurar em os nossos ornamento!.
Oa ento at ao presente, deferentes sys'.emas
da colonisaco e iinmigragj foram tentados di-
rectamente oa aediante auxilio dos cofres publi-
co?; porm evi lente que o da colonisa^o di-
recta ou por conta do goverou foi o que maior
voga leve, e maioros sacrlticios exigi do the-
JCU'O.
O oreamento do ministerio do imperio at alli
: msiger apenas a quantia de 50:000i para a
suiteutacao de colonias militares, fundadas antes
ao espirito estratgico ou de catechese do que no
do aproveitamento das finja- nacioaaes esparsas
no vasto territorio do Imperio, e impossibilitadas
por isso de concorrer efflcazmente para a pro-
JucQao geral, o qae se coasegoina se porveotura
essas colonias tivessem outra organisaco; mas,
de ento em diante passou aquelle ministerio a
contar mais urna verba destinada ao servido das
trras puilicas e colonisa^ao.
A confuso |ue a lei do orcimento estabeieceu
as despezas dos servidos de trras e de colonisacao
:igaaJo-os pela mesma verba, e a falta de escriptu-
ra^ao especial para cada um delles, nao nos
permitte avaliar com exactidao qnanto custaram
t>l primeiros tentaraens para augmentar a populacao
do Imperio. Veremos, porm, se possivel con-
seguir algam resultado, embora indirectamete
Dos balancetes do tbesoaro nacional, que temos
i vista, a contar do exerciclo de 1853 a 1851 at
ao de 1869 a 1870, reconhece-se que se despende-
rn] com eses servicos 12,371:915^862, o qae d
a media de 727:9364227, sendo a despeza minima
annnal de 23:5194840 e a mxima de ris.....
1,121 960,1034.
Releva, ^orm, observar que o servido das tr-
ras ora am grande parte feito em favor da colo-
cisa^ao ; porauanto dorante todo este periodo a
venda de trras effectivamente realisadaco exce-
den do valor de 412:9334811.
Se, pois, d.aqaelle total deduzirmos esta quan-
tia a mai do reato a vigsima parle, na importan-
cia de 618:7454793, qae consideraremos especial-
mente despendido com o servico de trras sem
interesse direeto para a colonisacao ou immigra-
cio. ainda ficar a somma de 11.756:17040o9,
despendida exclusivamente com a colonisacao e
mmigracao, o que da a media aaoual da ris....
491:53^4115.
Estes clculos nao tem, eertamente nem podem
ter rigor mathematico ; mas sio "ufflciente para
oabilitar-nos a formar um juito sobre as vaota-
gens eolbidas dos systemas de colonisacao a im-
miiraQio adoptadas at ao ultimo dos ditos exer-
cicios, 6 qM parece nio poder ainda o governo
abaadonar completamente, atentas as eireums-
taieias epeetaes dos estabeleeimentos qae pos-
sue.
Oa to importantes despezas que vanlagens se
btiveram T
Nio fcil, em falta da documentos oSeiaes,
cooheeer com exactidao o praco por que dos flea-
ram os colonos europeas importados por oonta do
goveiQo .a esubeJecjdo? aas coloain do estado,
-
Veremos, porm, ge possivel chafar a resultado
am tanto positivo.
Tomaremos por examplo e campo da nossas ob-
servaedes a colonia Blamenaa.
Ni ligue ni dir qae ha proposito de II udirmos a
qnestio.
A colonia Blumnau considerada a mais pros-
pera de tolas, lendo at merecido um dos Bran-
des premios concedidos pelo ex-imperador apo-
leo III, aos estabeleeimentos que mais concorriam
na pocha da Expsito Universal de Pars para a
felicidade e bem estar do povo.
Fundada pelo Dr. Hermana Blumnau em 1851,
foi subvencionada com a quantia do 121:7104000
at zo anno de 1860, em qae passou a -er proprie-
dade do estado por compra qua este fez ao mesmo
doutor.
De ento at ao fim da 1869 ao governo des-
penden com ella a somma da 602:7674039, qnal
cumpre addicionar a de 67.0304810, qno segando
0 relatorio do Dr. Lniz Manoel de Albnquerjue
Gal vo ( pigs. 21 e 25), representa o defil prove-
niente da vales emittidos pelo director.
Tamos, pois, que a despeza total feita com este
estabsleeimento de 791:5074889, sem inclnir as
sommas empregadas na Europa e na corte com o
transporte e agasalho dos emigrantes.
Segundo a estatistica da populocao, apensa ao
mesmo relatorio, de onde tiramos graede parte
dos dados que apresentamos neste estudo, a po-
pulado colonial no flm do dito anno de 1869 era
de 5,985 almas.
Alm da 40 familias braaileiras e poi tuguezas
incluidas ie de indi-
viduos ptese computar pelo menos, em 100,210
pessoas daqaella populacao sao changas at 1 an-
no, 1,805 Je i at 10 annos.
Dadnzifemos todos estes individuos do numero
total da populacao colonial, porque seu estabeleci-
ment alli nada cn*toa ao thesouro.
E com fundamento, porque se attendetmos qae
a colonia est runda la desde 1851, e que por coa
saqaencia, ama parte dos seas habitantes ou vie-
ram da Europa em idade em qae o sau transpor-
te nada custou, ou alli nasceram, se leva'mos em
linha de conta qae muitos emigrantes da cutras
colonias foram alli estabelecer-se, reconheeer-se-
ha que essa deduego razoavel, paecan lo antes
por deficiente do que por exeessiva.
Feita, portanto, a dedngo desses 2,189 indivi-
duos, aue nada custaram ao governo, restaro
3,978, effaetivamante importados a estabelecidos
cusa do thesouro.
Ora, tendo este, como flcou dito, descendido
com a colonia s na provincia de Santa Catbarina
a quantia de 791:5074848, evidente que o cas-
to do eitabelecimanto de cada colono orea por
2004000.
Cumpre, porm, addicionar a esta somaia as
despezas de passagem da Europa ao porto d. des-
embarque do Brasil, e transporte dalli at ao es-
t beleclmenlo colonial que, por muito econmica-
mente que sejam feitas, excedem da 604000 por
colono.
E porque a colonia Binmenau, apezar de >udo,
anda o pie, nem talvez to cedo poder eman-
cipar-so, obrigaado assim o governo a despender
annaalmente maltas dezeoas de contos com k sua
adminis'.ra6o, eonstrucco de carainhos, edilicios
pblicos e ontros auxilios, nao ser exagerado
suppr qae cada um dos colonos ficar ao estado
por mais de 3004 quando ella se emancipar.
Se da colonia Blomenan, considerada typc dos
nossos estabeleeimentos coloniaes, passarmos para
a colonia Principe D. Pedro, sea conteataeo a
mais Infeliz de (odas as eraprezas deste geiero
fundadas palo governo, veremos que a despexa
com a introdcelo e islabeiecimento de cada co-
lono <[- v desmesuradamente, sendo para notar
que ne-ta nem ao menos resta a conselaco dt ba
ver urna pooula;o e-tavel ou (ixa; porquanto
actualmente coala ap*a meia duna de'fami-
lias dos amigos immigrantes qua a habitararc.
Fundada em 1867, em pouco mais de dous an-
nos havia despendido, s por intermedio da the-
soararia de fazenda da prnviaia de Santa Catba-
rina, a quantia de 360:5164114.
Ksta somma, dividida por 467 emigrantes, qoe
cbegiu a contar em 1867, d a media de 613290
por colono.
Se, porm, a ella juntarmos a importancia do
transporte at esta ponto e daqui at o esu.be-
lecimeoto, ver-se-ha que o passeto que cada um
desses co'onos d u ao Brasil cusmu ao thesouro
a insigoificante quantia de 8304299.
Os inmigrantes que povoaram provisoriacien-
te a colonia Principe. D. Pedro vier terra e dos Estados-Unidos. ..
O transporte dos dessa procedencia custou 1W4
por colono, quando transportados pela Corcpa-
nhia Uuited States and Bresil Hall Steam Sliip,
a qual efectivamente transporlou al este perto
2,071 emigrantes de Nova-York pela quantia de
198:9614000.
De Nova-Orleans, porm, vieram 509 emigran-
tes nos vapores Marmion e Catherine Whilmg, os-
pecialmenn frealos aquello oela quantia da.....
80:0004000, e este pela da 56:0304000 ; fi:amlo,
por tanto, a passagem de cada colono por.......
2674100.
Os 391 colonos ioglezis qua na mesma occasio
vieram pir conta do governo custaram al este
porto a somma de 54:2584031 ou 1384797 por co-
lono.
Tcmanio-se a melia desles differentes prego;,
(eremos que a passagem de cada delles at ao Rio
de Janeiro importou em 1314000.
A esta quantia, porm, cumpre addicionar a ira
portaacia das despezas de desembarque, hospeda
ria, embarque e transporte at ao estabalecimentc
colonial, que elavara-se, termo medio, a 554000,
prefazendo o total de 18740)0 pela passagem de
cada emigrante at colonia.
Sem embargo, porm, de to grande despendi
e de haver-lbes o governo prestado os anxilios
preciosos, os emigraules inglezes e norte-ameri-
canos nao se demoraran na colonia. Mailos reti-
raran!-se dalli a expensas suas ; a maior parte,
porm, dirigindo-se ai presidente da provincia;
exigi ser transportada para a corte, onde, chega-
dos, foram hospedados gratuitamente e por longo
lempo, na hospedara dos immigrantes, d'onde o
governo os fez transportar para os Estados-Uni-
dos, despendendo ainda 20.0009000.
Tentou o governo posteriormente a introdueco
e esiabeleciment de emigrantes argelinos, porm
sem os coliocar sob o rgimen colonial.
as cercanas de Contiba, por elles escolhidos
para sua residencia, estabeleceram-se 96 emi-
grantes argelinos, aos quaes juutaram-se depois
mais 12.
Segundo os dados offlciaes qae possaimos, o go-
verno j tem despendido com este tentamen a
quantia de 51:6254171 ou 4784020 por emi-
grante.
Como, porm, a colonia argelina possue boje
apenas 48 individuos, dos qnaes rnente 24 sao
adultos, por se hawrem retirado os restantes para
tora da provincia ou do imperio, evidente que o
eu'to de cada um eleva-se ja a 1:0754431.
A' vista de taes exeraplos, o que cumpre fazerf
Cruzar os bracos, esperar'qae os Estados-Unidos,
as repblicas Despachlas, especialmente a do
Prata, rejeitem os emigrantes para qua este sa
lembrem do Brasil' Em que tempo conseguir
sa-ha islo T E at ento deixaremos a lavoura
estacionara, ou antes retrogradando, em razo do
deseqnilibri que na sua economa foroosamente
ba de prodnzir a questo servil T Esperar qne
cora o desanvolvimento da viaco publica appare
1 $a a eraigrago espontanea ? E' urna bonita Uto
pia, qae a experiencia eondemna. Ahi esto as
estradas da ferro D. Pedro II, Bahia, Paulo e ou-
tras; qual o emigrante qae ellas ja tem altrahido
para as suas marceos, alisas eollocadas, em gran-
de parte, em trras fer tiliaiimas ?
Estabelecer viis de commnnicaco para lugare-
onda a falta ou eecassez de populacao nao as pode
alimentar, parece-nos erro to palmar qnanto o
de iotrodnzir emigrantes e colloca-los longe dos
mercadas.
( Jornal do Commercio. (
PERNAMBUCO.
REVISTA DIAEIA.
QUESTOES DO DA. Do excelleote opisculo
hebdomadario que, sob este titulo, se publica na
corte, tendo geral aceitago, extrabimos os dous
segrales artigos, que tamo honram aqoelles que
os escreveram como aquella de quem elles se oc-
cupam :
Biographia de S. M. o Imperador do Brasil.
E' mu conhecido o Esludo Btograpkico, trac ido
ha algans annos palo respeitavel monsenhor Joa-
quim Pintos de Campos, e publicado ao peridico
Iliterario O Futuro, redigido pelo admravel poeta
da natareza, Faustino Xavier de Novaes, to pre-
maturamente roubado as lettras e ionumeraveis
amigos.
Bem era que am dos primeiros soberanos tives-
se a sua biographia feita por urna das primeiras
peonas desta (erra, e publicada por am dos mais
talentosos hospedes que nella ho sido recabidos, e
reproduzida agora na nacoirma por um dos pri-
meiros prosadores de que Portugal se honra.
Coube pois, e mutto natnralmente a Gamillo Cas-
tallo Braoco, o honrosa encargo de presidir edi-
co que de parte desses opsculos se acaba de fa-
zer no Porto, e que acaba de sahir lnz, em nti-
da eJico, com o retrato do Sr. D. Pedro II.
Canillo Castello Branco, to faenado como fe-
cundo escrptor, toraoa-se urna das prneipses glo-
rias do nosso idioma. Desde muitos annos qae
nelle se disputara primazias, as mais raras qualida-
d de qae um autor possa orgulhar-se : pureza,
veroaculidade, elegancia, Miencia, sent memo, gra-
a, imaginaco, propriedade, estudo, fldelidade, tu
o colloeado a seu tempo, ludo posto no seu logar.
Tal a saparioridade das paginas dessa admravel
panna, sobretudo nos ltimos 10 ou 15 annos, que
um de nossos primeiros poetas e prosadores, con-
siderando o classico em vida, tem enriquecido o
seu diccionario com centenas de palavres e phra-
sbs, consagradas por aquella formosa penna de Ca
millo Castello Branco.
laimigo de indeusar poderosos, repugna ao sea
carcter tratar de assumptos que prendara com
encomio a elles; mas o Sr. D. Pedro coostiine urna
ex -enc'j ; nanea em ser justo p le baver desar.
Dames pois em seguida a Advertencia, com que
o primoroso escrptor iocepta o livrnho. Forma-
mos, por elle e pelas lettras, votos para que se res-
tabeleca da grave e obstinada infermidade qae o
acabrunha. Viera Camillo a Lisboa, em principios
de outubro, com tenca o de se demorar una 15
das; mal eram passadas 24 horas, tornou-se ar-
rebatadamente para o Porta, com medo, dizia, de
morrer separado dos fllhos. E apesar de tudo, e
de se lamentar qae sent j apagada em si a luz
da imaginativa, e o animo para trabalhar, e at
para eserever, consta que nos curtos intervallos
em que a doenca Ihe da folga, vai sempre escre-
vando obras novas. Esperemos qae os recetos do
doente sejam infandados, e qua to preciosa vida
se proloogue largos annos para a honra e lustre da
lingua que fallamos.
A citada Advertencia do seguate theor:
A biographia do Sr. D. Pedro II, trasladada
neste livro, escripia por um dos mais insignes
Iliteratos do imperio brasileiro. Monsenhor Joa-
qnim Piolo de Campos, nesse primoroso trabalho,
revela dotes superiores de bem pensar, de bem es-
erever, ee que mais realga de maner a ver-
iade histrica, a respeito de ura principe vivo,
sem incorrer, se qaer, na venialidade de lisonja.
Foi publicada esta biographia em ura peridico
luterano do Rio de Janeiro, annos antes que o
Brasil fosse apalpado pela ralo datrabalhnsa guer-
ra que mais relevaotes Ihe tornou os marecimen-
tos o louvor, aps a suspirada victoria. E' mui-
to para desejar que a vigorosa peona que to ma-
gistralraante urdi a historia da pacifica existencia
le Sua Mageslade Imperial, nos descreva os cora-
josos alemos insinuados pelo augusto imperante no
animo brioso dos generaos que Ihe honraran o
reinad', tanto quanto se nobililaram servindo o
imperio.
Os fados, porm, relativos ao periodo deplora-
vel que perturbou temporariamente a prosperida-
de do Brasil, sacrilcando honra as vidas de mui-
lissiraos filhos seus, sao recentsimo?, bastante no-
torios, e viriam sup".rfluos, sobre dissonantas, se
ontro historiador os relatasse.
Este livro nao se aprsenla occasionado smeote
pela visiia com que o festejado Imperador honron
a trra de seu augusto pai e avs. Cabe-lhe mais
elevada graduacao e quilate de outra mais nobre
especie por qae ba ahi paginas identificadas s da
historia de Portugal, e reanlos capitaas da vida
poltica do Brasil, mal coobecida entre nos, da lo
que por amor da lingua e costamos, e das relam -
commerciaes, e da to vasta quanto respeitavel
colonia portugueza naquelle imperio, nos estejamos
sempre mamando affectos como de irmos.
Houve quem, posssuiudo o peridioco em qae
monsenhor Pinto de Campos publicou os seus
preciosos artigos, se lembrasse da responder com
este livro canosdade maiti33imas pess ias que
da nome apenas conbecem o augusto hospede que
tantas affec5es grangeou em Portugal. Nesse es
timavel pensa ment foi convidado a col laborar, em
parte assim insignificante qnanto dispensavel ;
porm, como na citada biographia soperabundas-
sem notas cirenmstanciadas de illueidaedes politi
tas menos interessantes para portuguezes, cedi a
eliminar neste traslado as menos precisas na nar-
rativa.
Nao sei que impressao deixar no animo do lei-
lor a biographia de to bondoso quanto Ilustrado
principe. Deve de ser estranba, ltenla a randa-
le dos vnltos majestosos deste porte que nos offe
rece a historia conlemponea: e deve de ser me-
lanclica, se inlramos em confronlos, de que nao
podemos tirar seno traeos qoe nem os thurifera-
rios abjectos podem fazer parecidos entre si. Fi-
g urou-se oulr'ora, que a providencia nos dera um
ra com o coracao aureolado por grandes virtudes
e talentos; mas, um dia, fecbou-se ama sepultu-
ra; e a bella alma, qua se alnmioa em estrella
dt eterna saudade para portuguezes, nao pode
baixar com os seus resplendores al o throqo don-
de subir.
K' primeira vista, avulta-se a uns certos ilumi-
nados na arte de governar que os res coustitucio-
nat s dispensario a prattea das bibliothecas, e o tra-
to dos boos exemplares em materia de reinar. o
b ira assim, posto que se haja ahi eseripto que I).
Joan III fura re magnifico, mas qae a moito cas-
to soubesse deletrear os Regiments da laquiji-
co e que D. Joio II, o assassino de dous du-
ques, seus roaos prenles, nao era tambase, melhor
lettrudo.
Saja como fr, a ignorancia dos res nio cousa
a que devamos consagrar poemas, invocando as
tagides, nem os Pyn Jaros modernos Iha poderiam
ajusfar os seas epodos cantados ao bsrpejo das
guitarras palacianas.
En, por nyia e eq ama do3 amantes d? seus.
da glora da sua ierra, quereria qae de lo-
I soberanos portuguezes se podesse dizer,
fragrancias do torailho da adulaco, O qne
ahor Pinto de Campos to laminosa como
eiramente compla do Augusto Imperador
sil.Camillo Castello Branco.
JOS URBANOS PARA QUNDA E BEBE-
-fiesta linha nos das 24 e 25 (hoje e ama-
^lm dos tren- ordinarios, havero mais ex-
narios de hora em hora a partir de onze da
|e 21 at s cinco da manba de 25, a das
eia mute deste dia, t?nto do Recife para
viceversa, como do Recife Beberibe e
HOS URBANOS DE CAXANGA'.Alm dos
dinanos constantes da tabella em vigor,
mais ho'.e (21) irens exraor danos :
ife ao Monteiros 11 -. da manba, 1,
2, 3 e i da urde.
Do Heeife ao Catanga1 e 3 da tarde.
Do Heeife ao Arraial 1 hora e 5 minutos, e 3
horas 5 minutos di tarde.
Do Qaxang ao Retife11 e '/* da manha, 2 e
3 da tarde.
Do Monteiro ao Recife, pela lioha principal15
minutos depis de meio dia, 2 e 4 da lar le.
Do Jionteiro >o Racift, pelo ramal-2 horas e 5
mnalos, e 4 e 5 miaulos da larde.
-No dia 25 regulara a nova tabella hontem pu-
blicada*
DIARIO DE PERNAMBUCO. Achando-se fa-
chadas nossas ofDcinas boje e araanha, em con-
sequencia da fasta do Natal, destnbuireraos boje
o nosso numero de terga-fein.
FFSfAS.Aos nossos leitores desejsmos pros-
peras e felizes fastas, aecomaanhadas da maita
somma de bous e apetitosos presentes.
FREGUEZIA DE S. JOS'.-Moradores das roas
de Fre Henrique e de Vidal da Negreiros no; pe-
dem para lembrar, ao Sr. fiscal da freguezia de
S. Jos, a conveniencia de serera quanto antes
limpios os canos de esgoto dessas ras, principal-
mente no lugar das sargtas.
NOVA PUBUCAgO.Os Srs. Drs. Olympio
Eazebio de Arroxellas Galvo a Tibarcio Vale-
riano de Araujo acabara de publicar em Macei o
3.* volante da Compiladlo das leis provinaaes das
Alagos de 1835 a 1870, trabtlho este que tem
sido executado com todo ozelo e interesse, qaer
na orgMisago do original, e qaer na impres-
so. O presente volnnoe traz a leglslaco e actos
dos anuos de 1851 1839, e formado par 937
paginas.
Reioroomenlaraos-lo aoi apreciadores de nm
trabalho curioso e imputante sobre legislaco
patria.
PUBLICAQO SCIENTtFICA NOVA SOMS O
BRASIL.Escrevem de Hamburgo ao Jorntl do
Commereio da corte :
< Acaba da publicar-sa em Leipzyg na llvraria
do Sr. Hearicos, em allemio, o Manual de Gtogra-
phia e ttattstiea da Brasil pela Dr. I. Ed. Wap-
pus.
< Fademos felicitar-nos de ter viudo justamente
esta pnblicaco encontrar-se com a da le da eman-
cipar j do elemento servil no imp:rie. Se con-
forme Um proverbio muito conhecido, a mulher
mais virtuosa aquella, de quem menos se falla,
esta phrase de maneira algaraa deve ser appliea-
da a nages e a estados. A mulher perlence ao
socego domestico; mas o estado deve apresen
lar-se na grande e llvre arena da vida dos po-
\ o.-. Nao bom, uando de am estado sa falla
Douco no mando ; porque aqu o silencio prova s
nao achar-se elle ainda em posigo de agitar o in-
teresse publico. Por outro lado um povo manifes-
ta urna mtla-ncia tacto mais elevada e extensa,
quanto mais as outras nagiJes santera a necessida-
de de oceupar-se seria e minuciosamente delle.
Parlinio, pois, deste ponto de vista, deve a
nosa imprensa nacional saudar com viva satisfa-
go a oora recem-apparecida de um sabio allemio,
que (oinou sobre si a tarefa de apresentar de uui
modo completo ao publico earopo a trra e a
gente, o estado e a sociedade do imperio.
Referimo-nos ao imperio do Brasil, geogra-
phici e estatisticamente dessripto pelo Dr. I. EJ.
Wappus, professor oa univarsidade de Gdttingen,
e consol das repblicas Argentiua e do Chile.
t fio se pode infelizmente negar que o Brasil
tem sido para a Europa al hoje una frra incoo
nifa, circunstancia j por si mesma pooco deseja-
ve', e que tem, sobre ludo tainbem contribuido
para que na opinio publica do mundo velho se
pudesse arraizar urna multido da prejaizos os
mais desfavoraveis e hoslis ap grande estado da
America do Sui. Todo aquelle que por acaso ou
par mo.u-proprio tinha feito pessoalraente no Bra-
sil experiencias desagraveis poda ter a certeza de
achar nos latos circuios da Inglaterra, Franga,
Allersanha, etc., ouvidos sempre abertos para um
mo juizo a nosso respeito, nao s formado sobre
a base de taes experiencias, mas militas vezes at
dictado pela malevolencia ou superficialidade, mas
cujas consecuencias nao deixaro de fazar-se
sentir.
t Das observagoas mais parciaes, de ura pala-
vrorio sam consistencia, da calumnia animosa,
nascero pouco a pou:o sobre o estado das cousas
em nossa patria, ideas em que as cores mais ne-
gras prevalecara.
i Apreseotou-se portanto ha muito a necessida-
de de procurar meios efflcazes de destruir os pr-
juizos que pareciam quasi iovenciveis, a estamos
ceitos de oo nos enganarmos, dizendo que final-
mente achou-se esse meio, e do mais decidido
valor, na obra citada de Wappas. J o nome do
autor urna garanta esseocial para isso.
O professor Wappaus um dos m s distinc-
tos representantes da sciencia geographica e esta-
lisca na Europa, e de ba muito como tal reconbe-
cide. Alm disto a excelencia e o mrito real de
sua mesma obra devem assegurar-lbe urna in
fluencia dominante sobre a prevengo dojuizo
publico nica no sea genero, assim pronuncia se
a primeira autoridade geographica da Ailemanha
o Dr. A. Peermann, em Gotha; a brilhante pro-
duego do professor Wappus. Ioapredavel e
verdaderamente monumental a saa obra a pou-
co publicada sobre o Brasil. E o mesmo recoohe-
cem cheia de animago todas as outras votes da
critica.
Em todo o ca30 a obra de Wappus nma
mais agucado estudo das fontes, e de nm modo
to eogenhoso, como fez a obra de Wappus.
Offerece este livro, portanto, o meio mais pre-
cioso de fazer conocer a nossa patria, nao s ao
estrangeiro, mas tambera a nos meamos. Res-
ta-nos smenle exprimir o desejo de ver quanto
antes apparecer algum de nossos sabios compa-
triotas e reproduzir o livro Wappu por meio de
ama boa tradcelo. Com i-to prestaramos ao
mesmo tempo a devida homenagem de gralido a
um autor que to dignamente dedica a melado de
sua vida ao estado de nosso Brasil, estudo, de coja
extenso d um testemunho verdadeiramente es-
pantse, a lelaco da literatura brasileira, at as
mais pequeas brochuras e artigos de jornaes, de
que d conta.
Nao concluiremos nossa analyse sem copiar
um extrato da crtica feita por urna penna hbil
da Allgemeine Augiburg Zeilung, sobre a obra do
Dr. Wappu-. Esta critica tanto mais valiosa
quanto a referida gazeta foi antigamenle opposta
aos bons ioteresses do Brasil: Seja-oos per-
miitido dizer, que ainda oo encontramos em par-
te alguma um resumo to completo, imparcial e
positivo de todas as opimoes pronunciadas sobre
as relags do Brasil, nem exposico to clara do
assump'o, como nesla obra. Nao leraos anda
sobre tudo em parte alguna um complexo, urna
descripgo fio brilbante das circunstancias e do
estado uas colonias allemas no Brasil, como nesle
quadro, ao qual se ajuntaram nao s os dados
estilsticos mais exactos, mas tambem as doscrip-
gdes lopographicas mais circunstanciadas.
LOTERA.A que se acha veoda a 220J
beneficio da matriz de Sarinbem, a qual corre uo
dia 4. 4
CASA DE DETENgAO-Movtmento do dia 22 de
dezembro de 1871:
Existan (presos) 335, eatraram 3, sahiram 6,
axistem 332.
A saber :
Nacionaes 213, mulheres 8, estrangeiros 39, os-
era vos 38, escravas 4.
Alimentados custa dos cofres pblicos 267.
Movimento da enfermara, do dia 22 de dezem-
bro de 1871 :
Teve baixa :
Clemente Jos de Barros (bronebite)
PASSAGEIROS.-Sabidos para o norte, no va-
por Paran :
H. Sulfu, C. Carlos de Paula Lopes, C. Salustino
Gomes de Oliveira, Samuel do Espirito Santo C,
Amonio H. P. da Silva e 1 criado, Jos Ignacio
Ferreira, Manoel Pereira Rtmos, Manoel del Cas-
tillo, Dr. Virginio Ronce 3 escravos e i criado,
Francisco Jos Regallo Braga, Francisco Brak de
Ceuto, Vicente F. Nones da Paula, Dr. Falippa
Jos de Assis e 1 criado, Justino Jos Fernandes,
Getulio de Sampaio, Mara Joaquina e urna alba
menor.
CEMITERIO PUBLICO.-Obitoario do dia 21 do
lorreote :
de Julba, preto, Pernambuco,
Recife, martimo; ttano trau-
Antonio Pereira
15 annos, soheiro,
matico.
Mana Patrooilla
bmeo, 36 anno?, estado
gas.
Isabel, parda, Pernambuco, 2 mezas, Recife ;
febre.
Jos, pardo, Pernambuco, i mazes, Boa-Visla ;
tubrculos pulmonares.
de Sant'Anna, parda, Pernam-
iguora-se, Graga ; bexi<
produego que pora fim, da urna vez, ao palavro-
rio superficial, que at boje tem corrido sobre o
Brasil nie-ia em livro?, que tinham o cunho de
scientifico?. Sarviodo-se de am material baseado
em fados e que at o presente nao foi composto
mais profundo, mais completo e nem mais positivo
em relacao geograpbia natural e poltica do
paiz,. o autor expaz a saa historia do paiz e as
ioformagdes acerca dos cosloraes, civilisagao.
economa e iranigrago com nm amor da verdade
realmente scieotiQco, nao escondendo os lados
escuras, mas lazando jastiea ampia tambem ao
qa bello e esplendido.
'Seria no entanlo amesquinhar o mrito de
livro, limitarmo-nos a aponiar a vantagem, que
elle uos prometi pek dissipagao dos erros espa-
Ihados contra nos no estrangeiro. Mais vale ainda
o servigo prestado no sentido mais eminente da
palavra, propa^o da seienci, a enjo proposi-
to um dos crticos diz: < Se Cabral descobrio. o
Brasil, Wappus o pilenteou a sciencia.
i A litterattm das nagdes civ-usadas viao pie
ainda offarecerao publico urna obra,iiu,txpuzesse
Fabriciaao, pardo, Pernambuco, 1 mezes, Boa
Vista; gastro interite.
Anna, parda, Pernambuco, 9 mezes, S. Jos ;
vanlas.
Rosa, parda, Pernambuco, 7 annos, Boa-Vista;
cara .ras de sangue.
Luciana Paulina de Albuquerque Sobreira, Per-
nambuco, 35 annos, solteira, Boa-Vista ; tubrcu-
los pulraores.
Arthur, branco, Pernambuco, 5 mezes, Santo
Antonio; urseragc sefalitlca.
Abraho, escravo, preto, frica, 16 annos, soltei-
ro, Santo Antonio; ttano.
- 22 -
AJelaide, branca, Pernambuco, 6 aaoos, S. Jos;
vanlas.
Lucia, escrava, parda, Pernambuco, 8 mezes,
Boa-Visla; dentigo.
Ronana, escrava, preta, Pernambuco, 30 annos,
solteira, S Jos; varilas.
Manoel, branco, Pernambuco, recem-nascido,
Pogo; espasmo.
Joo, branco, Pernambuco, 2 auno?, Recifa;
b;xi(as.
Willan Batrecha Saulerssen, branco, inglez 21
aonos, solleiro, Boa-Vista fractura no craueo.
Benedicta, escrava, Pernambuco, 21 anno?, Boa
Vista; tubrculos pulmonares.
Clara Ignez Pereira de Almaida, branca, Per-
nambuco, 32 anuos, casada, Recife; perilro-
nato.
Vicente do Arco Pinheiro, pardo, Pernambuco,
45 annos, casado, Boa-Vista, hospital Pedro II tu-
brculos pulmonares.
Suriana Thareza Barbosa, parda, Pernambuco,
33 annos, solteira, Boa-Vista ; tubrculos pulmo-
nares.
Mara, parda, Pernambuco, i das, S. Jo3 ; es-
pasmo.
Juvelino de Aievedo, pardo, Pernambuco, 9
annos, Santo Antonio; tubrculos pulmona-
res.
Francisco Pereira da Luz, pardo, Pernambuco,
73 anuos, viuvo, Boa-Vista ; velhice.
CHROMCA Jl 1)< 11Rl,.
Tribunal do c 1CTA DA SESSO ADMINISTRATIVA DE 21 DE
DEZEMBRO DE 1871.
fRESDOBNCIA 00 EXH. SR. CO.NSELHEIRO ANSELMO
FRANCISCO PERETTI.
s 10 horas da manba, reunidos os Srs. depu
lados secretario Miranda Leal, Olinto Bastos, Can-
dido Alcoforale e Alvaro de A'maida, S. Exc. o
Sr. conselueiro presidente declarou abarla a sos-
so.
Foi lida e approvada a acta da sesso de 18.
EXPEDIENTE.
Offlcio do secretario da futura junta des corre-
lores, declarando ficar de posse do oficio de 7
do corrente, em que se Ihe dau sciencia de ter
sido n micado para dito cargo.Arehive-se.
Offlcio do eorrelor Francisco de Miranda Leal
Seve, thesoureiro tambem da futura junta dos
correteros, no mesmo sentido.Archive-se.
Commanicago feita a secretaria pelo porteiro
Antonio Correa Maia, da nao poder comparecer
ao servico por doente.Para o. archivo.
Rubricas de livros.Foram distribuidos os se-
grate? livros :
Diario de Lidston RobiNiard & C, dito de Joo
Gregorio Gongaives, Copiador a Diario de Jos
Paulo Botelho 4 C, Copiador de Antonio Joaquim
de Vasconcelos, dito da Benlo de Frailas Guima-
res, dito de Maturoo Barroso de Mello.
Protestos da letras.Do livro a cargo do escri-
vo AJves de Briso, v-se que o ultimo protesto por
ello lavrado de n, 2407 em data de 20 do cr-
rante.
DKSPAflHOSv
Requerimeuto de Vteenle Ferreira de Souza
Res, paitado que se ib registra a nomeago de
seu caiseiro Pranoiseo Moreire Das.-Saja regis-
trad*.
fte Antonio da Costa Almeida, pedindo tambem
Da Jolio Jos da Costa, pedindo igualment o
registro da do sea caixeiro Roberto Jos da Cma-
ra.Deferido.
De Firmino de Parias terroso e Silva, pedindo
tambem o registro da que conferir a Jos Gar-
mano Bezerra Jnior.Sim.
De Francisco Antonio Pereira dt C, pedindo que
se mande registrar as nomeaces que deram a
I Francisco Amazonas de Lacerda, Ignacio Arcnrha
Filho e Martinho de Preitas Brrelo.-Como po-
dem.
De S Leito, Fonceca & C., tambera no mesmo
sentido quanto qne deram a Jorge Hennquo
Cowper.Na forma reqnerda.
De Matbeas Austin gistro das nomeaeees que tizaran doscidados Ma-
noel Olavo do Reg Barros e Simplicio da Silvi
Colbo, para caixeiros de seus armazens de fui-
nha de trigo.Como requerem.
De Antonio Luiz Baptista, para tambem se lite
registrar a nomeago que dra a Joo Jos Pereira.
Na forma pedida.
De Lavra 4,!Gralulano, pedindo igualmente que
se lhes mande registrar a Donoeaco de sens eii-
xeiros Demetrio Affonso Moreira Temporal e Ag-
nello aples de Oliveira Lemos.Como pedem.
De Jos Patricio de Siqueira Varejo, no mesmo
sentido quanto qoe conferir a Manoel Mara do
Livramento Seja registrada.
De Eduardo da Silva Ferreira, para que Ibe cer-
tifique achar-se ou nao registrada a nomeago ae
seu caixeiro Hodolpbo Civalcanii da Albuquerqu--
Lertitlque-se.
De Jos Joaquim de Oliveira GoBfalves, pedindo
que se Ihe d por certdo o theor de todos os do-
cumentos que juutou AbIobo Joaquim Seve ars
amos de sua rehabilitago commereial. D-
se-lhe.
De Jos da Conceigio Oliveira Plgueiredo, pt-
dindo que se lbe certifique se se acha ou nao re-
gistrada a nomeago de sea caixeiro Candido Lio -
dorio de Souza. -Passe-se.
De viuva Leconte./fazendo igual pedido qnanto
ao seo caixeiro Manoel Moreira do Carmo, iifterip-
lo em 1869.CertiHqae-se.
De Francisco Joaqnim da Cosa Fialbo, para M
lbe mandar passar por certdo a matrcula d>
en caixeiro Victorino Trajano da Costa Pialho.
Patas as.
De Jos da Cruz Santo, para sa Ihe mandar cer-
tificar se est ou nao registrada a Beaaeagao de
seu caixeiro Joo Francisco da Crnz Santo.Or-
lique-se.
De Jos Francisco do Reg Mello, para ser cer-
tificado da se acbar oa nao registrada entro os
axereicios de 1866 a 1871 anomeaeo de seu cai-
xeiro, a de qupl seja o seu nome.Certibque-se,
sendo qne esta peticao apresentada a despacho
boje acba-sa eslampilbada com a data de 26 de
outubro prximo pausado, da forma qua se ata
datad ferdadaira, a peticao eeteve d'estarte qnasi
dous mezes em poder do supplieaata e nao na se-
cretaria do tribunal.
De Frederieo Cesar Burlara qua h C, para s*
Ihaa mudar passar por certdo se o seu eateiro
Francisco Agropino do Rega Barros est ou o
inscripto nesla tribunal e ser-Ibes registrad a ne-
raeago que juntara, de outro caixeiro de nomo
Salustiano Ferreira Campos.Como pedem.
De Jos Joaquim Pimentel Pereira e Benlo M on
teiro da Silva Braga, successores de Brapa Villaga.
para ser-Ibes permittido o uso do livro Diario qui
servia a firma a que succederara.Sim, sendo o
livro apreseutado para as competemos declarares.
De Melquades Manoel dos Santos Lima, cerii-
do de (er sido ou nao inscripto neste ti tirana, o
sau caixeiro Hermenegildo Vctor de Almeida Por-
tella.Certifique se.
De Antonio Alves de Miranda Sobrnh-o, sub
metiendo a registro a nomeago d^ caixeiro qua
dora a Jos Pedro Alves de Miranda.1> que as
signou a petigo junte procurar >, devendo-?e de-
clarar na nomeago qual a pessoa de quem <; cn-
xeiro o nomeado, visto como essa nomeago eta
assignada por procurago.
De Joio Luiz Ferreira Rbeiro, pedodo que ?>
Ihe certifique quantos sao os seus caneiros nacio-
naes matriculados neste tribunal.Certifique-? .
De Manoel Monteiro da Cunta, pedindo, como
membro da tirina Monteiro Sampaio & C, soeces-
sora da de Monteiro da Cuoba & Cque se transtira
a dita (Irma o livro Diario que perdraceu a qua
licou extracta.Como requer, seoJo o livro apre-
sentada para as convenientes declaragoes.
De Antjnio Duarte Machado, fazendo igual pedi-
do raspeenvamento ao livro Diario que perteoc. t
a Henry Gibson, que sa acha em branco e fir;.
por elle comprado para sua escriplurago.Cvinu
requer, sendo o livro apresentado secretaria ii
tribunal para se fazerem as competeule3 declt
ragSes.
COM 0 PARECER F1SCAU
Da Joaquim Pinto de Magalhes e Amonio M ;
des de Souza Machado, dislrato social.-Regstre-
se, na forma do decreto o. 4391.
De Domingos Joaquim Ferreira Cruz, Joaqut
Baptista .Nogueira e Joaqun Ferreira VaU-u;-
idem.Registre-so oa forma do decreto n. 1391,
fazendo-se coustar pela imprimas ter daixado
sociedade o socio Nogueira, emb-ora seu no;., o
continu a figurar na firma.
Autos de rahabililago commereial :
De Antonio Tnoraaz da Silva Juoiur.Adiado, ,
pedido de um Sr. depuiado
Da Joo Garooano Henrique Hola.Adiado? u
mesma conformidad**.
Da Mariano Machado Freir.Adiados a pediit
do Exra. Sr. conselheuo presidenie do tnbuuul, >
tambem de um Sr. deputado.
O tribunal resolveu queaioda urna vez se pub.t-
casse a tabella do? emolumentos, afira de que '
corpo commereial fique sabendo qui>l a importan-
ca de cada servigo qua se faz na secretaria do
mesmo tribunal, na qual nao se recebe seno i
qua marea a refer da tabella, sendo que se al-
guma cousa de raais se recbe, deve correr per
coma dos que sao encarregados de promover o
andamento dos servicos e trabalhos que se fazera
na indicada secretaria. E a requerimento do sr.
depulado Olinto Basto, resolveu o tribunal qoe se
envtasse a copia da tabella em questo Associa -
g-o Commereial Beoeficente.
O tribunal, tendo em vista o officio do corre:
Pedro Jos Pinto, que pede dispensa do cargo oV
presidente da junta, que ha de funecionar no t"
de Janeiro prximo vindouro, resolveu qu. ss re.
pondesse ao mesmo corretor Pinto, qoe nao acut'.
ao seu pedido, por isso que o considerava habita-
do para o cargo qae Ihe fdra conferido, cujas
funegoes confia sero mu bem desempanhadas.
A requerimento do Sr. deputado Alvaro, o tribu-
nal resolveu que janla dos corretores enve raen
salmente ama relacao designando o numeso de c -
tagoes feitas por cada corretor.
Sendo urna hora depois de meio dia nada mais
ba vendo a tratar-se, o Exm. Sr. conseUteiro presi-
dente eneerrou a sesso
s, geograpbjea e a estatislioa do Br?"..ii sa'tnesm jo registro da que dora a Francisco Pamphilo do
extenso4 com a mi^aios} profuu'jeza, gaab) pelqjNasqimeqio.Rajjlstre-se.
COMMUNICADOS.
Exm. Sr. conselhetre alan*
quetra-
A despeito do indiftarentismo qae tudo mese*
aniquilar, porque j tudo ravaodio ; a despeito do
motejo alvar de qu* os petsimistas destes nossos
ltimos temos laaem espada de dons gumes, \\
para retalbar a censura,qua nm direilo j*
para espsteiar o elogio,-que um devar, &g,
-^c


-.
-


. ..:,. ..........
DVtf d rrnambuc% U Domingo 24 dt Dezembro d 1811 KMUN HVJ1 0RM&
qae temos afoulez bastante pira no* defrontr- j frmonhado o mal vivo Mr
mus com qual^uer dos maneja tures de lo iga viituba matbodo
toil instrumento, si um ao menos honTefie'(fie *T-
tiepidarcnos,
e pelo ssu man-
D'ty Xrtltonil lafrtitffwr.
xiase |4a| ao sosiaio;-nunca
Her itttBo de taf direi'.o, qtier fio ciirapn-
ment dla dever.
DescaalWitw i'rito e a daroento, negando a
iees=ilade doupromio e do castigo, importa reco-,
onecer inmediatamente a irrespoiwabilidade do.
feomem na pratica de (jjaiquer acto o que ab-
;r.-do. O fitalismi qiatiao n;io < um sjrH de
a.lncinado, o rjfigi inoiii da perverso. Si
fatalismo fetir j-'r|i|r"ro, *r/*-('i ignorar u-ati
veriae (o cnul: dir Tortaire, este genio su
lime da tramada, que fdlmmou o aeeulj eu
que viveu queiranndp I ha a lepra com. o terrivel
Ciaterio de >eu erris i caldete.
Entre nos nao di rmi* fzr surgir a.disciissxo
na sobre qual tuer ti >s ramos to- tSjsJpctajej-
tos humanos 1 Ert poltica, como em Wfl) mais,
si tilla se, wgiJa4a,j#!a.> a.prtlavra que ?* ;
*i esereve-se, acerada de villana a pulavra qie
se l. ttahi o refaiseaaaenti da verdade,e aein-
pre-a bem de mediocridades qua pavoneam gi
las trapentas, e desfavor de grandeas que aguni-
uu iuglorias.
E' assim que o espirita publico pTpIexo entre a
calumnia e a mentira dcix-.e resvalar do ideia-
lismo ao tensualisan poltico, o peor estado mo-
ral a que pede atlragirdescendoara novo civi-
lizado.
Eis o porque.pas anJa ao de cima, e mmto
mesmo, das quesiiuuculas partidaria?, as quaes,
so MeriSeio a-qu- arrasiam a verdadein poltica,
caaieyam do prosliiu r as ideas e terminan! por
sevandijar o* Boman,IWUW, e eiffl toda a
a'au&dancia taima, q i rao grado i actuaes ca-
diccSes do lempo, remitiremos da impreo>a
quelles que porventura ainda poderem jalgar ai-
sladamente hora-ras e cousas urna palavra de
verdade em prol da quem a merecer.
A aeclo benfica, podemos diierprecoceraen-
te desenvolvidacom que o Sr. conselhero Jan-
qaeira, presidente da provincia, cometa de ad-
mioisira-U, aitendondo lugo as sttas necessidadef
urgeulissimas, sera du v.:-ir-!hes a importancia rao-
ral, i-H sem querer -aber si a satisfago Je lal
vuqu.l ncessidade dt provincia importa pira
lie una gloria, como por i-xemplo, a gra.ar.i i de
sea nome era Miras deouro sobre peora de Car
rara ; a sabia ipp'ieacao que vai dauo-a-i di-
sioeiros pblicos, que por oairus torraos se clu-
oi-unsujr Jo pov ; sao de ordera a m recr
notavel iu 'Ugio, nort \> rqaa di=-i eitio se elle
torna credor dejtuta a/.u-ao geral, como por-
que, sobre tudo- cte o ci'llior meid de. iui-
marraos a S. Etc. no caraialiar de urna vereda
onde, talvex, escrupu!i,'e anda pisar em enek); s
oque mais concitantios a que IhetMieBBas
llegadas os que porveiitura tmbam de o soeec
qa mertcaa a miaba candidatura. 4m f*n -u-
um no r.i'-t sc,\ lia-ia, e r.nirotam.i evera
lizer 'i Dr. Silva Ke^o, a. quein nao fwntie^ it mu
rujo carcter fa^o Jevadlssimo c ncetto
Niuoiversidade.de Harvard de**nndelfa, ^raj.
roa hreiecclo sobie o sea methodo dn cultura. Nai recorr a proteccao do Sr. SleHu Rogo e
no espiuhoiissimo enearg i, q ie Ihe 6 boje glorio-
sa crur.
As deliberacfl' tcmadn pelo Sr. ewwelfiairo
Juoqueira no seutilo de ser iransf-.-ri lo o eonsB-
lado proTacial das ruinat unte funjcioi.'a pira
ed.ci condigno, emquanto aquellas se rceons
truirem ; o que d wrjunqa raiativameete a cus
das audiencias, oule a justif-l, que teto u n !em-
po em tu la parte, a li o linnira um B.-teiqmbnU>,
o qae leu va aiguen a descouBar de um Furun
coui .ispcide cloaca ; o qna rpida e elli:ai
mente re^olveu a respeita do sjardinameoio (a
Campo dis Pitnctzm, em derrelr do qaal ja
anceoso passeia o povo vido le o ver s'.' r en-
fljfecilo ; uese-sial.s estas de pri-ueira urdem,
ea bemdMq-iaes p^r matto lempo bilda lamen-
te gritoa a hnjrensa d* provincia ; nii f it >s de
importancia bia-'t-', si nai para deixtreai un -
me de un presiJecle bnalo em g.-anuo, pira
o deixarem ia c/ipto ni m-i'noria do povo, que e
a meiina tradicci), e ao.que baaUHVmos o
brome eterno.
Ha ponen- diis S. Ex*, fjniou en're nos a t>-
pira a provincia '.- Pe a im'^irn. Nao sa wmsii-
ta acontecimeau de lamanii nugnude ; diremo?
apenas urna palavra :
O conielbeiro Jnnqar-ira erra-abrecend-i a p-o
vincia de Peroambuco r >m a instilnieo daqoea
associacio, nao tei imi- qie retribuir auteci -ala-
mente a provincia de Po.-os monea a gloriosa ci
eierna que a pitria e 1SI7 conferir jtieiles
que, como o Sr. coa-eihiro Junqueira, apostla*
rara se na d^nsaa da i.berdade em aabas as
casas do parlaineuto brasileiro.
E:tamos convictos de qae brevemente tornare-
cna- a imprensa alia de" mencionarnos navos e
u>iguiados ?erv5 is de S. Exc.
E' mi;ter qae appareca aigaem qoe, se eolio
cando a cima do eaxurdeira em que se alabea a
g'racio presente, procure reliabilnar a dignidade
oa provincia, vibrando o raio da verdade ; e n,
que as adiamos, por fli.ilade, no casa d po
ermas j>gar aquella peira que contra a ada'.te-
ra da Bbl a nao poda c.hT, faremoi o que esti-
vt i" ilr-ance den.Hsa ealvircn.
Nao lia diisi mais santa que a nas-a : urna
parase do Cliri.-to :
k Deus o que de Deas ; a Cesar o q-ie
de Co=ar.
Graxho.
mental, em presenca do< membfos lei Ttreujtn
de e de grande miroero de studantes. A prtee
cao fai ouvida coto a miior g'.toacSo. e a aprecia
cao do methodo demnstrala par estrondosos ap
pluusos. Na nm innmero* e-'.udantes reuniram
se pira receherefb dd ftlOgre comle maisaigumaa,
licaes o qne demons^a a ntlidale ortica do me-
ibdo em qtiestao.
Basfon Radf Advert**.
Teve lontein logar em rtice-SehO'd urna pre-
lecca* do Conde Ziba sobre o sea novo > tema de
tudar a historia, com assisten: de mus de da
'.enton cavalheiros senhoras. As ea:|tlicac8es do
p-jodefsram claras e in'oressaramvlvaitenie o au-
ditorio. Demonstrando a qnasi iinp'SSibiUllde
des *sindanM, ero geral, eanservarem as ditas e
os f.ios da historia pelos melhados usuaes, o il-
ustre conde provou convenientemente as yana-
gens do sea systema, no riail os olnos ajudam
ir* ouvilos na acqiiisicaa d..s conhecimentos, pon
do d'esta arte m jogo dons semidos ao mesmo
lempo.
O metbolo Ztba j na Franca, e tambera em
Oxford e Cambridge na Inglaterra, receben a ac-
ceitacJo que Ihe devida, preparando-se por ells
mais f it-ilmeate os estadantei para os seus exi-
mes. O resultado da preleecio d ida pelo conde
em lli-e-School, foi reamrm se em dilTertire
rlas-es o* professores e os diseipnlos que se
acbavain presentes para, era oulras conferencias
qae obliverara do c'onde prenderem 0 sea sys-
tema.
totlon, Daily Adcertiser.
Agora vejase entre ot)tro* arngas, dons que sa
hiram publicados em Washington, capital dts Es-
ta los-Unidos.
Ao cande N. F. Zafa*. A noticia favorave que
a imprensa dea das vossas conf-reoeias sobre o
me liado de estudar a historia unlv r.-al, e o reco-
-jbecime to de soa ntilidade pratica, manifestad)
no voto di agralecimento qae vos acabara de di-
rigir os vossos prufessore publico*, levam osabai-
xo asignados a pedir-tos urna cunereucia sobre
os principios do vos^o systema.
Com isso, senhor, presties um ervico r-levan-
te nos empregados pblicos, que ainda nao tive-
mos a felcidade do ouvir-vos.
So.nos co n todo u respeito ete. ere.
Seguerase as assignaturas de muia* pessoas.
(Rventng Express).
O Sr. A. K. Browj, pre-idente do instlalo dos
prufess>res, e a quera fu presente o raelhoo de
.rganisar, ditcipl.nar o cultivar o espiritopelo
Onde N. P. Ziba,iiz em sea reiatwio qae o
iaslltuto depois de examinar accarala o minacio-
samsnM o referido niethado, convencen las as saas vaotagens e profuodamente iropressio
na lo do seu grande valor e praticabililade nao
rleom*.ma instituto deixar de reeommendar
as escolas e collegio* a sa adopeo.
{Oaily Oarning Chromiele).
Ei? alguma eousa do qae se escrev.u nos E>ta-
doR-Ooldes.
Km Washington o instituto do- prefessores M
pronuncia como cima fica dito ; e deve se consi-
dar* a instrnecae elevada que lera os professores,
Htenlo ao grande cuidado e estimulo que da o go-
vern i ao en-iaa enllocando o era sua verdadeiri
altara, como se Doler ver do r. Uono de Mr.
K'ppiu, que f >i |>or ordem do governo francei,
ettudor as instmccCfas de in3trucca nos E-tadoi-
Oiiidos.
Os j irnilistas sao liomens da suraraa iastru:-
eio principalmente dos primeiros e mais acredita-
dos jornaes.
Q iilo aos embregados qoe p.-liram ama pt?-
leCcSo ao Cuide Ziba a> tamben horaans de me-
recimento real e iostrueca mi-is scHHia que 'os
fraacezes,iogitzss e a par do* aliernie; entre-
tanto niogne-n ifjnofa qie em qaalquer dessas na-
ejes o mais baixo cidal, o artista tem nm c;rto
lando de conhecimentos qae faiem sobr.-sifair e
aer>1itar o governo e n>e"ij a qie perteoe.
Qie o presMeWe'Gram honroa extremamente
o Conde iba, si eu nois que vi cartas suas caja
letir reonheci em vista dos fa:simites, que ja
navia v!m.
Nb-sa caria onde havia as patarras mais ^son-
reirs fir favor do mesmo methalo, ditia o lixm,
presidente, esperar ver em breve os es forcis do
cande, coreados da mais brtlhaote acceitacla de
sen ineiboio em lodosos paites.
O Sr. Browa em ootra carta tambera envava-
ihe suas filicit goes pelo resultada qua obtiiham
os al'imncs das escolas eom o sen meibodo. Isto
jue iiliniia vi e li.
No artigo seguinte trat^rei do methodo Ziba
entre ros.
Reeife 17 de deremhro de 1871.
Jos Augusto Ferreira da Costa.
(Continuarse, he).
iftr> ne contlv e satisfaz.
Sil*! o Sr. Mello Mego o que desdonra o hdmem
poltico, e o rebaix aos olhas da o-tino publica?
nm trinmph i alcanzado por meras indigna, e em
que se nao trepida ompromet'.er a reputigao e
aignUale di amigos.
St para k obier utasiento na assemb pro-
vincial iisse necesario xigir da meusfcg's
aeri'icios certa ordem, em prejuin doswiroi
cauJ daios, como, v. gt, voiaeio uuaoune wm ara
ctillciio, so que t:vs*em camparecilo os eteilo-
raes, o $t M"llo ltig*o teria carrada de rata"
para Imcjat-ine em rosto o sea decantado (rinrn
pko, e a mirilla Dibildado no disiricto; mas em
quamo isto na poder provar, emsinu qM nao
d Importancia is suas palavras.
E o Sr. Mello R-go que com tanta arrogancia
falla em protectores \ Qiem nesta provioeia os
lera tido em maior etiala do que S. 9. ?
En sarama, o Sr. Mella R>>go pode ser raaito
grwdS| maito poderoso, mas j d-ve esttr con-
vencido do >iue a sua eminencia poltica uae me
caos o menor receio.
goa Preta, 18 de dezembro dj!87l.
Ernesto Vieira de Mello.
C9MMERRI0.
NORTHERN.
rjapkaL.......,000:00000
7undo da reserva .... 8,000:000/1000
Agentes,
Mills LaJVm & C,
Nm
s ao. ne*mo da.
i oacloiial Paran, t-^m-
carga a. Colonisagao
ni
i
Ao findarmos o nos-o primeiro argr, difaem>s:
feo isso, cumpie que se amplirm certis leu
comprensoras das libtrdades e consaencia publicas,
srn o qie, duvidamos, se conseguir ama coloni-
ssqSo proveitasi ao nos?o presente misero 'e mes-
quinho, e a bossa futuro ingeot- e aa-picluo
Somoi do urna aplidao espfciilifsima para dos
povus d'al'eifi-mar, eopiarmos o's usos ibeoove
n entes, ruinoso e safaro, os costo raes ntrorcio-
sos e in*onirnienie*, as leis momeotosas pressftes e revi)MfM : que tenhamo? ao senos
ora dra o bom senso da aptiiSt rspeeinlissima
paracopiarmos a< leis que eanignam as lbna-
des e con(fitfncia dos paizes d'al^mmar, qne, ipo
faeto, teem ergnida essa naques ao apogeo de
urna inlustria invejavel, de urna agricultor pros-
pera opaleuia, da arles aparfi^ulas 8 almi-
a veis.
A co'o isaeio qae se project ao norte do im-
perio, teniendo k certis e vara dos os. ifeees riamenie ira bascar a superabundancia das pApn-
350as d entre poros diversos ao continente nropeu.
que melhores condtfSes offrecerem as calinras
similares dos nn?sos campos e natureza maison
menos aproximada da nossos climas. _
Se portanto, o iae preteideraos i 1 excesso das
populacd eoropiai para adlicionar-se a noisa
eseassa dessemfnada popnl?cio rura ; se preten-
demos arrancar a nossa lavonra do sea e-tado
mrbido e roiineiro. inlltrando Ihs nos piros a
cultura mais adunia Ja dos poros eurapeu ; se
babeamos cura afn a sibsutnlco prxima ou re-
mola do ^lemento africano prestes a ex ingairse ;
cumpre nos o dever sgralo da ampliar a ma-
Iban d'es.-a rd le ceir.lisadora de n>ssa< admiois-
traco afrouxar os oos d'es#a cadsia que preate
a coa-ciencia atropbando-a em ddalo nefasto de
praticas mesqainhis e phanaticas, anli-pollttcas
anti-sociies.
Sejamos do nasss eeula em materia religiosa,
admimstrat'ra oa poltica, orno ambicionami
ser era muerta igneala, artstica, inlastrial
sciemlra.
AspirscS'smjfs largas, emprezas mais alacio-
sis, emv'ehenlimemos mais enrgicas em tola
as espheras soilaes e notitieas eis o que de n-
requerem as popnlacoes eatholicas on latberanas,
calvini'ta, ou zow,glistas, qua lotara ingloria< e
desalentadas nos s:ap9*s da Polonii e Alteraan'ia,
nos paes insalubres da H illanla e da Uigiff,
nos destilaleiros ridos e calvarios da Si o, as
campiuas desoladas oa Alsacia e Loren, oas pa-
naras asiereis de Ca*l? la, Portugal e liatia.
Para os povos cuja cultura espiritual nitrapassa
a cohura dos povis colonisados, nao basta o pao
animal, comqaanto o primeiro motor das povoaijoes
eroigran's eja o Mirase, senao a ardente e na-
tural ambi;o da propriedate eleimral. As Beca*-
sidades de alguna individua esparce, nao sao as
de nm ncleo mais oa menas avallado de pa-
voatao.
Se eerto que ^s cafnos nos primeiros lempos
da eingracaa curem mais das Interesas do corpo,
logo que e*ts se preenchem, bas;aai ansiosos
aquellas regalas qae Unto aroavamna patria au-
sente. O que Ihes daremos e< entae T
Porveoiura o eapeciacalo de nossas di^sencoe^
pigmeas ? a faro* de nossas luUs representadas
go pavi'ato Sos lemploa dolnh raeus de nossas corrapcSe* ca'udaes englobadas ao
tropel da thmcracia e da tyranoia da- eras idas ?
Por c,rto que nao,
IMPERIAL
Companhia de seguros contra
fago.
,AGKHTES
S. P. JOHHSfOy A C;
Rut da Kouxa5.i-nov.-i u. tt
THE ALLIANGE BRITISH A FORErGN.
Life aud Fire Assnranee Compauy establecida
tm 1821. Capital & 8,000,000
Os agentes desta compaahia tomara seguros
;ontraroro sobre predios, peeres e far.endas 1
jagam aqui prejaizos devidameate provados.
Ratie Scbnwttan di G
Corpo Santo n. 15.
Seguras conira-fogo
COMPANHIA
SEGURO CONTRA FOGO
The Liverpool & Lonrton & Glob
. tosarance Gompany.
Ag dates :
Saondere Brotherg A C.
11Cirpo SantoH.
PRACA DO RECiFS 23 DE DEZEMBRO.
m Mi.
M i/2 HOIUS DA TAFDI.
ColacSes offloiaes.
Algodore Miedo l* sorte 617 rs. por kilo pesia
a bardo frete de 7(8 e 5 OO.
Algodaoda Parahyba 1* sorte 613 ra. por kilo
posto a bordo a frele de 1 1|8 9. e 3 0|0
Algalio do Rio Grande do Noria 58J rs. por
kilo posto a bordo a fretu de i 1|8 e 5 0,0
DitoJe dito 599 rs. por kilo posto a borao a frele
de 1 d. e 5 0,0
'amblo sobre Londres a 90 d/v. 23 1|8 d. por
U000, hontem.
Ditosobre dito a 90 J,v. 25 1|8 d., 2o d., 21 7|8
d. por U,
1. G. Steppie,
Fresideui.
P. J. Pinto,
Secretario.
jviof sa
torios lo nirt^-,
:.i... l..uie Garca,
. eros
HimmirgoPatacho norle-allemo Avance, cap-
to II Schuldi, carga c.,urm e oairos gneros.
LiverpoolBarca ingleza Corsa, capitao Antonio
Jos L. do Sobral, carga a?sacar e algodao.
LisboaBarca porlugueza Saphira, capia Cas
simira R. Gom**, catga aaaucar wutr** ge-
neras.
.V-w-Y,ikPatacho ioglet Barbor Qrace, apito
James Browo, carga asnear.
LiverpoolVapor inglez Gladiator, pomooaodanle
S. WilHtfa, carga algodfto e assuear.
Observuco.
FundioV no lamaro ama larca portagneta
mas nao teta communfeagio Com a trra.
ECITAES.
ALFANDEGA
tendimeoto do da
dm do da 23.
1 a 22.
8ii:3 8'33
20:260*908
870:585*811
HoTtmento
Valunies sabidos cora
> eom
da alf&ntiega
laztndas 36
gneros 1C2
19S
\
PUBLICACOES k PEDIDO.
O metlioi!' Ztba e o Sr. Dr.
Collado.
XIC)
C'imprindo cora o qua disse no artigo amece-
d ote passo buje a provar cora a opioaa de mu
1 1 jue o me'.ljdo Ziba te.n merecimento.
Primeiro que talo devo diz^r que o methodo
Ziba, como declaren mesma o Sr. Ziba nao de
h jt1, desde 18i, creio eu, elle conhecido na Eu-
ropa sob o nome de methodo polaco, tendo 10
lormalo por tres polaco entre os qaaes o Sr. Cera-
de Ziba figura como u principal dalles.
(jaa este metaaJo adoptado na Fran;!, custa
ji >Ho saber, dirigiuda-se o Sr. Dr. Collaco ao Sr.
Lallacar e indagando delle, a^im carao precurao
d p?ssoas qu: crahecira o programraa dos esta-
d>s na Franca e obras ron'ra nicas; ainda mais
o 3r. Dr. Antonio H?rcn!ano de Santa Banleira,
sabe que elle era adoptado no Rio de Janeiro, no
v.llegio oas irmas di caridade, por ara sea Glho
como ello m.'.srao rr.e declarou.
J v o Sr. Dr. Collaca qae nao eousa nova o
methodo Zibi que recebeu esse norae, de polaco
-porhaver o Sr. Conde Zaba, corrigdo e applicaJo
a historia amiga.
Nao li, porra consta-im que as obras qae
tratam dos methodos mnemanicos vem cora gran-
des elogios o methodo Ziba ; e ea o creio, vista
de urna obra qae tenho era mea poder, e qa?, nao
se referndo ao melhodo cora tudo um grande
argaraen'.o em sea favor.
Segundo me coas'.a tambad] nao era de?conh3-
cdo aigans hornea? Ilustradas na Brasil, como
so eximio jurisperito Dr. Canudo Mendes de Al
meida.
Era favir do methodo aba s pranunciaram
muitos horaens distinctos e Ilustrados ntrennos,
qae eertaraenta pronaneados seu^nornes sao a
condemnicio imnitdiata dessa queslo que antro
eamioho daveria ler levado.
Em S. Paulo e ni Rio foi mullo bern acceito Ul
metholo e se na Baha elle s lreu urna guerra
movida pelo Dr. Batelho, fwi devida, sem duviJa,
ao Sr. Dr. Lisboa, qua cao querendo apparecer
era eampo, fez-se substi.air pelo mesmo de itor,
sea anligo discpulo.
Mas todos dizem qae o principia de tal queilao
acba-se na inimisade extrema qae existe entre o
Sr. Dr. Lisboa e o Sr. Dr. Abilio Cesar Borges,
qae adoptara o methodo e qae escrevrra para a
Babia mostrando as suas vantigens :
Veja-se o que se escreveu as Estados-Unidos
obre o methodo Z iba ningaeic dir ser a nacao
ios tolos
O grandioso papel qae representam os Estados-
Unidos, todos sabem e coabecem.
Eis o que se escreveu em Boston, a Atbenas d
JXavo Mundo, a prim ira cidade da America sob a
rea gao de instraccao e desea volvimento intellee-
tual;
< Urna das mais eminentes llastracoes entre
os distinctos desterrados polacos, dar sexta-Ceira
a urde em presenca dos preceptores e discpulos
de nossas escolas urna conferencia, cojo objseic
explicar a (beoria e a praliea de seu ysiena de
ergaoisir e cultivar a m mora, adaptado ao ea
tudo da historia universal, da estatistica e de qaasi
lodos os outros ramos de conheeim-ratos humano-.
Por mais le triata asnos residi o iliaatre conde
em Londres, osla easlooa sea rsethdo a innn-
roeras pessoas entre as qaaes se contam mu los
dos otis proemanentes peracnagens ^aquella cidja-
de, inclusive, lord Palmersipn e o fallecida prin-
cipe Alberto, consorte da 1 alaba Victoria.
fiaste paiz j e Conde Z iba, em Washington, on-
de residir por algara terapo ha dado diversas pre
oecSes peranie o presidente, a facnldade e os
eollegios de Georfttown, Gantaga e Colombiano,
com grande satisfajio de tolos, qne ihe ho tei-
Descarr>-gam boje ?G Je dezembro.
3arca iagl3za-!'/i<'ip;iavarios geaeros.
patacho inglezIsi/Vo bacalho.
Barca ingkzi Glenfillich -carva.
Barca ingleza Wiilage Quem carvaa e ma-
chnismo.
Patacho americana Rachell Coney vario? ge-
nero-.
Barca najioaa!Garibaldi iJem.
Despachos de eaportafo no dia 22 de
dezembro.
Para os partos do exterior.
No navio inclez Herming Star, para Hara
burgo, carregarain : Kelier 4 C. 2I saccas cora
li,320 kilos de algodo.
Nj navio partuguez Venus, para Liverpool,
carregarara : Saooiers Brothers A C 150 saccas
cora 10.910 kilos de alaolia.
Na barca ingjeza .i'srff, para Liverpool, car-
regoa : P. M. Maary 38 siecis cora 2,783kilos de
algodo.
No navio hespanhol tJns Mara, para Bar-
celona, carregon : Joaqni n Jos Goncalves Bel
tro 162 sacias cara 11,557 kl de algodao.
Na sumaca hespanhola Carmen, par o Rio
da Prata, carregaram : Pereira Carneiro A C. 50
O Inspector da alfanlega faz publico que
qnarta feta 27 do correte, depois do meio dia,
a porta da mesma reparlijip, sera levados abas-
la pblica livre de direltos ao arrematante 2,550
kilogrammos peso liquido legal de ceblas a Ib6
rs. okilogrammo, total 423*300, as quaes vieram
de Lisboa no vapor ingles Gladiator, entrado era
18 do crrente, eoniidas em 50 caixas da marca
M IO e abandonadas aos direitos por Thomaz de
Aquino Fonseca & Sueeassores.
Alfaadega de Pernimbueo 22 de dezembro de
1871.
Emilio Xavier Sobreira de Mello.
O nrajor Manoelde S uza L'ta, caaIheiro da im-
perial ordem da Rosa e 1* jniz de paz da fre-
guezia de Sanio Amaro de Jaboalao, e'.c.
Faga saber qna devenda proceder-se a revi^o
de qualilicaci dos volantes desta freguazia na
terceira doming di raez de Janeiro prximo fu-
turo de c.n iruiii.ije cora a lei, sao convocado-
os eleitores e supplentes desta freguezia para com-
pareerr^m na rfenla dominga, pelas 9 ho>asda
da manha, ae coosi^torio da igreja matriz, adin
de organisar se a jauta de qualincac >, Hcaodo
siij-it'S a multa da lei os eleitares e supliente que
deixarem de compiricer sem motivo justificado,
ou coraparecenlo, deixsrera Je assiguar a res
pectiva acta.
Eitores-ossenhir.'s :
Barao de Morenos, maj rMinoil deSouza Leao,
senador Francisco do Keg-i Barros Brrelo, teen-
te-coro el Francisco Antonio Pereira da Silva,
t-nente-coronel Jeronyrao de Souza Leao, com-
mendador Jos Francisco Pereira da Silva, capitSo
los Francisco do Raga Barro-, capito JosFran-
cisc) Pereira da Silva Janio*. mJ r J.- Francis-
co da Sonz. Leao, capi-ao Manoel Pires Ferreira,
alfere- Iaa;ia Francisco Cabral Cantanil, capilo
Joaqnim Pedro do Reg Brrelo, Miguel Germano
d .s Santos Pereira de Bast s, padre Vicente Perei-
ra da Silva Gumaie-, t-raente Jo.- Fernandos
Monteiro, Lu'Z Perera de Mello, lente Francisco
de Paula de Souza Leao Jnior, alfares Jos Igna
co Rodrigues, Jo.- Antonio Ribeiro de Carvalho,
Jos Fereka le M'siuia, J>s Kraociseo Ferrei-
ra, Francisco Ferreira Rio Trato, Jos Braz Fer
reir de Seaa Larang'ira, Jas do R|go Dantas
Coutioho.
Suppleutesos senbores :
FnneUcj Jos da Casia Mirera, Pedro de Car-
valho Soares Brando, Francisco Marliniano dos
Santos Beierra, L.iarindo Jas de Olivelra, Dioiz
Femira da Cruz, Deomzia Pereira de Barros Du-
ira, Domingos Ftrr--ra da Cruz, Joaquim Louren-
50 di Barros, J o Fnnclsco da Albuqaerque,
'l'heotonio Jos Ferreira de Figaeiredo, Joo Cao-
cio Ribeiro do Araaral, Francisco Manoel Correia,
Joaa Ribeiro de Andrad M gacl Arcbanjo de Al
buqaerqoe, Francolino da Silva Brandan, Joo
Felippe Cavalcante. A'exanara Jasa Vieira, Fran-
cisco Antonio Cavalcante de Araujo, Manoel Jo<
ds Sonn, Joitj de IMIaoli Cavalcante Brros,
Francisco Bez-^rra da Palma, Jos Vieira de Mello,
Francisco Jos Cavalcarte, lzidro Nanes Gavalcan-
le, Jos Jeronymo de Souza, Parisio Ribeiro de
So'iia, Francisco Gome? ae Carvalho.
E para quo chegua ao coiheeiraeoio de to1o<
inanJei pausara presente eial para ser publicado
pela imprensa e afllxado nos lugares da cosame.
Dado e passalo nesta frepu'iia de Santo Amaro
de Jaboaio aos 19 de dezembro de 1874. En
Francisco Martios Ferreira dos Santos, escrvo o
escrevi.
Manoe! de Sonza Lelo.
I virliado d*ne es|-pnWicado pela imprensa por
1 ires vnff, Hm d- qae ei>mpsre;am no consisto-
rio da dita Umaiidadd aa 10 oorae da manha do
indicado da. S bscrevrxa asslgno.
Reeife 92 de Vzembro de 1*71.
O esrrivao in:erino,
Tleopado Alves da Silva.
ConselhTde compras de ma-
riiha.
Oconselha promove no dia 5 de Janeiro proxi-
(ii) Vlndouro, vista de propostas recebidas al
as il heras da machi*, a compra seb as condi-
eoes do esiyl >, d^s objectes do material da arma-
da seguintes :
6 bar i- de alcalri, 4 barras de ac balido de
nopca de 2 palegadas de largo e 4iS de grossnra,
400 arrodas de cabr de 3|8, 4|8, 5,8 e 6|8, 40
arrojas da aloosgre, 30 medidas de azeite de pei-
xe, 4 arrobas de gu.vra?, 8 duzias de brochas
sortidas r-ra pintar, 8 ditas d ditas dita para
caiar, 100 Civados de baelilha para cariuchos, 2
bandeiras naciooaes de 6 panno--, 10 paca* de
brim, 50 bailes ferrados, 6 varoes de cobre de
3|8, 4|8 e 5|8, 40 bragas dn correnla de 4i8 de
gnisnra, 20 cadrahos : lapis de nj. 35 a 80,10-
arrobas d4 er, 10 arrobas de coila da Babia, 20
croques de ferro, 2 peca* de cano de linbo de 5
poiegada*. 2 dtas de dito de 4 I .-> ditas. 6 ditas
de dito de 3 l<2 ditas, 6 dilas de dita* de 3 dita?, 2
ditas de dito do 2 d tas, 10 caderoaes de 12 pola-
gada-, 10 ditos de 6 diin<, 10 ditcs de 8 diu, it
lenc.es de fbre de 8 OrO com 2 ps de largo e 3
1|2 de comprinento, 6 arrobas de estopa da Ier-
ra, 20 fechad iras de broca sortidas. 5 arrobas de
lia de vela, 18 v,.ro>s de ferro ihgez de 3(8, 4(8,
3|8, fjj8, 7|< n S;8, 50 ditos da tino qaalradode
5|8 de grossnra, 4 ditos d* dito de 2 1|4 polegadas
de grossura, 6 Jilos de dito em barra de 3 pole-
gadas de largo c 3|4 de grosura, 6 ditos de dito
de 2 '.',\ polegadis de larga e -'l,'; de pro-.-ura, C
ditos de dito de 2 I2 polegadas de largo e 3i4 de
grasura,6 ditas >1e dito de 2 l4 pllegadas de largo
e 3,4 de grossara, 6 ditos de dito de 2 polegadas
de largo e 3,4 fe grosfora, 6 ditos de dito de 3-
polegadas de largo 5,8 de gros.-ura, 6 ditos
de du o de 2 i2 polrgidas de iargo e 5|8 de gros-
sura, 6 ditos de dito de 2 3[4 pelegadas de largo
e 5|8 de gros?ora,6 dito* de cito de 2 1|4 p ligadas
Je largo e 5[8 de grossnra. 6 ditos de dito de 2
12 polejadas d >. largo 4i8dogrosinr;>, 6 ditos
Je dito de I l|'i p i'gai.'a de largo c- 3,8 de gros-
sara, 6 lenrjoes do dito diio de 1,4 de grossnra
com 80 polegadas de coraprimenlo e 30 de largu-
ra, 6 ditos de dito dito de l|8 de g'os>ora com 8d
pilegadas de comprimenia e 30 de largara, 12
ditos de dito dita de l|4 de gres ara, 3 ps de lar-
go e 6 de comprimento, iu duzias de limas sor-
(J Elle artigo esta a, dial em oosso poder.
elei#lo do 4. districto.
Bem a mea pfzir volto imprenta para ocen-
par-me aiada com a eleigo do 4* districto, e
is'.i me demovera o artig do Sr. Joaquim de
Mello Rsgo, publicado no Diaria de Pernambuco
de 14 di correte.
O publica se recordar que, dirigilo en, ha
dia. um voto de agradecimonta ai corpo 11 il to-
toral d'esse dsirict", que pir sua generosidade
me elega, segunda vez, deputa Jo a?s?mbla
provincial, nenhama phrase se encontra nesse es-
enpto, q-ie possa merecer a qualicagaa d( offea-
iva pVsssa delerminadi.
N'em mssrao o Sr. Augusto de Oveira, ;. quem
directamente me refer, p.der acoiraar-me de
ijrosseiro e inconveniente.
Esta va, pois, bem longa de suppar que o Sr.
Mello R"go se prevalecesse de occa-io isa irapro
pria piro prestar servicos ao Sr. Augusto de O-
veira, fazeodo publicar n n estirado artigo, no
qual se eotreim, ora eom a minlia pessn, e ora
eom sua notavel influencia na 4- di.-triem, sendo
lie iotermeado de tamurias e lamtnla-oes, nao
obstante o Sr. Mello Reg declarar-se lago inimigo
acrrima dos que de tal expediente nsam, eom o
ira de se fazerem valer peranie o publie i.
Abstendo-me de responder todos oa tpicos do
alludiio artiga, tora alguns dos qua s ni Ja teuho
que ver, me encarregarei de anilfsar raa lige:-
raraen'e os que dizem respeito mraha pessoa, e
que me parecerara conter urna ceria d e de ma-
linidade, na que frtil o Sr. Mello R g.
Entre rauitas outras cau 5I0 dssse o S*. Malla R;go veja bem d 1 artiga do
Sr. Ernesto Vieira que lulo quauto uio drigidt.
ao Dr. Augusto de Oliveira, lera srb*eripto a
mim. A Teitura d'este pequeo tremo fez-me
lembrar o segrate antiquissirao aaexiraquem
anda aos pircas era toda parte Ihe roncara.
Alera disso, nao rae era dado adivohar qae o
Sr. Meflo Reg se acha da ul rao lo id utifleado ao
Sr. Aaguslo, que me fosse vedado mencionar
ura e esjuecer o outro.
Est, portinto, provado qae o Sr. Mello Reg
apreseatou se era seras, jmente para ara la ama
vez fazer sentir ao publica o im qae dispde no 4* distrifiti, sem qu>, para essa
exbibicJHi, hauvesse de mraha parle a mais simp'es
provocacao.
Vejamos ainda o que dase o Sr. Mello Reg,
tratando di eleicSo : acredito que o Sr E nato
Vieira nao contestar que soffr no districto cru
zada to encarnicada, que raro tenho visto contra
adversarios polticos I E era em noire de pessoa-
respeitaveis do mea partido se me dava batalha
etc. >
Em abano da verdade devo confesar que o Sr.
Melle Reg leve a infelcidade de vet o seu nome
geralmente repellido no dislricie; mas que al-
guem para e nostilisar se prevaleiMsse do nome
de pessoas re'peUaveis do partida, o qae nunca
me constou.
Direi mus .a sua exclaso serij inevitavel, se
as legitimas influencias locaes nao decobri-sem
no chefe do nosso partido proounuiado desejo de
o proteger.
Mo o qne se nao pJe contestar.
E depcis, desde que o Si. Mello Reg a tolos
dizia e fflrmava que ama palha na se mova no
4* districto sem a sua audiencia, na poda receiar
nm resultado desfavoravel na eleicio, quasquer
qne fossem os meios empregados
E porveoiura serei en respousi.vel pela atlilude
enrgica e iod> pendente, que nosie pleito assumio
a maioria absoluta do eorpo eloitoral, deixando
desl'arle de sttistazer aos caprichos do Sr. Mello
Reg/
Mais adianto accreseenta o Sr. Mello Reg:
< posso, poi.anlo, diter bem aliotriuaphei Io
mesmo naa padera fazer o Sr. Ernesto Vieira; ae
est eieiio o iriumphf) nao seu, dos seas pro-
tectores. Como o Sr. Ernesto Vieira, foi eleita o
i)r. Silva Reg, qoe, posto que me informara ser
peasoa estimaveL nao lera todava nm a canbeci-
do no 4* districto. >
Pensa talvez o Sr. Mello Reg qne mpregando
a palavraprotectoreslorna a minba eieicao
menos lehtima e o exalta no conceilo publico.
Bem n; vigore lano a colonisaco
como a ca!onis.ir;rta alieia oa ia
ni
err
a
los
polticas, como comparlilhamos as nossas torrase
seus producto?, as nossas casas e recur.-os. Sao
eonJiOis estas iraprescindiveis para que, mora'.-
mente, eoire
por parcerls,
dostrial.
Afina: varnas eocerrar essas breves linhas so-
bre a colonisaco, tran-crevendo alguraas ideas,
de don? jornaes merecidamente acreditados e dis-
liactos pelo e-pirit pratico e bora senso de seus
redaeiores.
O f;/w .ImrriCiino em o n. 12, d*. 27 de ou'.o-
bro de l*.7l, Do artigo sob o ttulo Njssa Lavoura.
depois de revelar que tres sao os meios de que o
governo piJe laoir mao a bem da agricultura e
c-fininercio, quaes sejam -.Uberdad', ficilidadei
de :ommun>ca;.oes e instraccao, coaclue assira :
bem que se laronuncie com especialidade sobre a
coionsac3o espontanea.
t Tambera o governa como os particulares teem
marebado erradamente no systema que adoptaran)
.a-a o engajaraeato de colonos, porque, para cha-
mar a correnle da verJadera emigracae europea
espontanea, seria mist-r que zessemos o mesmo
que pra'.i:arara aossos irraSos da America J
Norte.
t Q ian.1o elles se const;tulrara, a sua popuUcao
oo exceda de dons milbes de habitantes. E para
pav arem o paiz o que lizeram 1 Usarain de meios
mnXeriaes e maraes.
Mediram os terrenas devolutos no interior ;
dividiram o> em lotes; levantaram plantas desses
temnos cara as indicacSes da callara a elles apro-
priaJa e da indastria qae com mais vantagem se
poli est'ibelecer ; abriram estradas, qae parta-
do dos centros papulosos, f issem ler aquellos ter-
renos ; coramaoicaram por canaes os ros entre
s : lancaram ponte sobre elles, etc., etc.
< Os meios maraes que empregaram foram
estes : concessao de pleno direito de cidado aos
qae se nataralisavara, podando exercer todos os
empregos, tanto deaomsacia como de eleao po-
pular ; livre exercicia de qnalqaer culto religioso;
ampia libordade religiosa e paliiica, liberdade que
se estendia a lada e qualquer industria ; completa
d'cenlralijacao, e outras garantas.
0 Novo Mundo, em nmeros diversos lem adva-
gado as raesmas opinides idnticas do Echo Ame-
ricano, e oatro tinto o teem feito os diarios nao s
ia eolia $> Ria de Janeiro, coma 03 de todas as
provincias do imperio.
E' verdade, compre qae se diga, que nao nos
ach*mo3 preparado} era larga escala eomi prep-
rou-?e a America d) Norte, pra qae a colonisa-
co espontanea arroteie nossos campos despovoa-
dos e iocultos, d impulso a nossas ci ladea e vil
las ermas de povoacio a iadustria ; mas para a
colonisaco por parceria, como a qae pretendemos
em 1" lagar, j temos erapregado esforc n de alia
monia qae devorad produzir effetoi auspicios s,
como seiam as numerosas eatraias de rodagem e
accel rad s, a abertura de alguns canaes, era Per-
narol neo e rao as demais provincias do imperio
He-i m es 'sforcos moraes : mas como a as;o-
ciaco c loo -adora do norte do imperio se deve-
ri compur do? demais eminentes e interessados
personagens polticos e floanceires, lendo ina
frente ama illasiracao como S. Eic o Sr. presi-
dente da provin:i>, que aspira inscreverse brio-
samente em nossos snnaee; cosanlas qne, na
prxima legislatura serio removidos os empecilbot
mnrae* qae se oppoeem a lao grande desileralnm.
Tenbamos ponacta um dia o bom seaso o o cri-
terio de aprenderais e praiicar as doutrinas sias
e robastai qae de tantas nacSes pequea* e ira-
ca*, tem-nos eonsiitaido em Imperios opulentos e
emporios de riquezas fabulosas.
carregon : Jaaiuun Jas uoncnl1
240 barricas com 26,333 kilos de assuear masca-
valo.
No brigue nacional Vierezinhi, para o Rio
da Prata, carregarara : Joi da Silva Loyo & Fi
Ibos 500 barricas com 40,491 kilos de assuear
braaco.
RtCEBEDORIA DE RENDAS INTERNAS
GERAES DE PERNAMBUCO.
Sendmento do dia i a 22. 41:059*300
demdo dia 23...... 7:4401042
48.499*34i
CONSULADO PROVINCIAL.
aendiraento do dia I a 22. 1:12:308*831
dem da dia 23...... 8.723*403
14l:O30'#2t4
PRAGA DO RECIFE
8M 23 DB DFZEMBRO DB 1871 AS 3 HORAS DA TARDB
RIWISTA SBajUVAl*
CambiosSobre Londres efleetuarara-se transac
?5es bancarias de 24 3A a 24 7/8 d. e particular
de 25 a 25 1/8 d. por 15. O total das transaccoes
efldctuadas no periodo da semana Anda foi de
se 150,000.
AlgodaoO de Pernambuco escolhido e regu-
lar veodeu-se de 8*200 a 8*400, o de Macei,
posto a bordo, a 7*6GO e o da Parahyba, dem, a
9J200 por a roba correspondente a 15 klograra-
mas.
Assucar.Venden-se o mascavado purgada de
3*600 a 3*200, o do broto americano de 2*200 a
2*500 e Canal de 1*900 a 2*.
Arboz.O pilado da India vendeu-se a 2*200
por arroba.
Azkite-doCbO de Lisboa venden se de 2*700
a 2*800 e o do Estrello a 2*500 por galao.
Bacalho.Era atacado cao leve preco fixo e a
retalho vendeo-se de II* a 13* por quintal,
aehando-se em ser c^rca de 17,000 barricas.
BatatasVendeu-se a 1*600 a arroba.
Boi. achinhas.I Jora a 5* a barriquuha.
Caf.dem de 8*500 a 9*500 por arroba.
Cha.dem de 1*000 a 2*700 a libra.
Cbrvbja.dem de 4*400 a 8*000 a duzia de
botijas ou garrafa*.
LoucaVendeu-se a ingleza a 400 por cento
de premio sobre a factura.
Manthga.A ingleza vendeu-se de 830 a 930
rs. a libra e a franceza a 670 rs.
Massas. Vendeu-sa a 7* a caixa.
Oi.ro di linhaca.dem a 2*100 o galio.
Passas.dem a &* a caixa.
Presuntos,dem a 164 a arroba.
QGMos.Os flamengos venderam-se a 2*500
cada ura e o prato a 900 rs. a libra.
Sabo.Vendeu-se a 170 r. do inglez por libra.
Toucisho. Vendeu-se o da Lisboa a U*0u0
a arroba.
TmAOBB.O de Portugal venden-e a ta$ a
pipa.
Vamos__Os de Lisboa venderam-se de 220*
240*, e os de outros paizee de 190* a 225* por
Vela*.As de coraposcao venderam-se de 860
a 570 rs. o picote de 6 velas em libra.
Fmtbs.Do algodo desle para o porte de Li
ver pool, a vapor, a 1 1/8 d. e 5 /o. *'. a 1 d.
e 5 0, e dos portos visinhos tambera a vela, a 1
1/8 d. e 8 % ; do assnear em lastro para Liver-
pool a 41/6 e 8 *'a e dos portes visinhos a 45/ e
5*/s apara oCaoal, carregmdo nene porto, a
/ */.______________________________
ECLARACOES.
Rteife, 20 de dezembro de 187i.
M.P
MOVIMENTO DO PORTO.
rVoaia entrado m Ha 28.
Terra Nova-32 das, tscuna ingleza Blmk lionny,
de 142 toneladas, eapil-a E. Baddeiev. equipa-
gem 7, carta 2,300 barricas com bacalho; a
Saunders Brsthers & C.
Tribunal do commerco.
Era curapriraento da resolucao do meretissimo
tribunal do commerrio '.amada era sessa admi-
nistrativa de hornera, de novo se publica a tabella,
nica que regula a cobranza dos emolumeuto?
das actos e papis exped los" per esta secretaria,
certificando pactes que se alguma eousa de
raiis se recebe deve correr por cinta dos que sao
encarregidis de promover o anjament d s ser-
vicos e rrabalhos que por ella carrera, visto como
do reeebimento da imanrtaocia da servido feito,
Jeelara o ofllehl competente a quantia recebida
por extenso.
Seerelaria do tribanil do commerco 22 de de-
zembro de 1871.
Ser viada de offlcial-mabr,
0 oftlcial Ianoeeneio Antones de T. Torres
TABELLA.
Carta de matricula de coraraerciao'.e 80*000
Patente de corretor, agnte da leilo,
interprete, trapicheiro e adminis-
trador de armazem de deposito 60*000
Nomeaco de avaliador corarnerei! 4*000
REGISTROS.
Nomea;5es de caixeiro*, guarda-:-
vros e mais prepostos das casas
commereiaes, par cala linha do
registro feito, que d-iver conier
nunca menos de trinta letra-*, rs. 60
A mesma quantia se obra pelo re-
gistro de quaesquer documentos
qae a requermeuto de parte sao
inscriptos no llvro avulso, e da-
qnelles, caja registro se fa: em i-
vro proprie desgnalo no ari. 58
do regulamenio n. 738 de 25 de
novembro de 1850. Exceptuam-se
os contratos e distratos commer-
eiaes, estatuas de sociedades ano-
nyraas e bancarias, qoe soratnle
pagan de emolumento t xo 5*000
Certido por cada linha de trila
letras, rs. 50
(Nunca se perceber menos de 1*1.
Rusc.is por cada anno jdo, ;&. 500
Termos de abertura, encerramento e
transferencia dos livros commer-
eiaes 2*000
Termos de juramento e outros, o
mesmo que se percebe pelos regis-
tros (oor linha rs.) 60
Carta de registro de embarca ci 5*000
Averbacdes fntnras 1*000
Carta de rehabililaca de commer-
ciante fallido 80*000
Dita de moratoria 50*000
(Todos estes emolumentos fa*em
parte da renda publica).
Aassignatnra as cartas de matricula
de commerciante, agente de leic,
trapicheiros, administradores de
armazem de depasito e Interpretes 10*000
Assirnatura as cartas de registro
de embarcacao regulada segunda
a lotacao dos navios, sen Jo a maior
a'sigoatnra 5*, e a menor 1*230
Assignitura dos termos de abertura
9os livros commerel?es compre-
headida a distriboico delles 1*000
Assignatnra nos termos de transfe-
rencias dos livros commereiaes. rs. 300
(aio prtencentes aos Exms.rs.
conselheiros presidentes dos tri-
bunaes do commercio.)
Parecer fl*cal '#000
(E' emalumanw privativo do Sr.
J. s mbargador fiscal).
Rubrica de livros commeraiaes por
cada folha, rs. *
(E' emolumento privativo dos Sr-..
deuutados commerciantes)
Nos proceese de rehabiiiUfiao a moratoria cora-
mercil percebe o eserivio delles as cusa em
dobro. .
Nos que escrivjo privave o oaeal-maior,
fazem parta da renda publica as custas eontada
na forma do decreto de 3 de mar^o de 1855.
Por ordem do Htm. Sr. Dr. provedor de ea
pellas faz-se pntlioo a qnem o oenhecimento das.
das, sendo 1 duzia de limas onurca, 24 lanternas
de vista, 4 libras de linha crua, 10 pecas de lona
larga, 10 ditas de dita eslreita, 10 moitues de 6-
polegadas, 10 ditas de 8 ditas, 40 arrobas de ocre,
100 arrobas de oleo de linbaga, 12 pioces peque-
nos para trsgir, 6 ditos de peona, 10 patescas,
1,000 paos de queri, 50 pr iios de folha, 100 paes
de ferro, 20 libras de secante de zinco, 5 arrobas
desecante fezeT de ouro, 5 arrobas de sebo em
po, 6 duzias de taboas de assoalho de po-carga.
4 fluziss de taboas de cedro de 1 polegada, 1,600
libras le tinta brana de zinco, CO latas de dita
verle ingleza, 20 latas de dita preta, 2 pecas de
tapete, 30 ira ves de 35 palmos de coraprimenlo e
8 polegadas de face, 3 000 lijlos de fogo, 2,000-
ditos de ladrilbo, 1 torno de 6 polegadas para ban-
ca las e CO arrobas de zarcao!
Sala das sessoes do conselho de compras de ma-
'inha de Pernambuco 23 de dezembru de 1871.
O secretario,
______ Alcxandre Rodrigues dos Anios.
U-insulad-) provincial
Por esta reparticao comeca a receber se no dia
Io de dezembro vi-Jonro o imposto da decima ur-
bana e o de 5 Oo sobre as rendas dos bens de cor-
poracoes de man raort, relativos ao primeiro se-
mestre do prsenle anne (inanceiro de 1871 a "i,
correado d ani o praso de 30 dias para esse paga-
mento sera dependencia de malta.
Coasalado provincial, ti de novembro de 1871.
O adoinistrador,
A. Corneiro Machado Rio*.
Obras militares
A 28 do corrente ter lagar na rppsrticio de
obras militares a arremaiaco dos cenceos pre-
cisos na cozmha da fortaleza do Brnm, oreado em
1:410*840 : as pessoas que se quizerem encarre-
gar deste servir \ apresentem suas proposias em
aaria fechada no referido da, a* II horas da ma-
nha. O orcameaio acha-fe ra di Raro de
S. Borja n. 39. Pernambuco 21 de dezembro de
1871.
O enpenheiro,
__________Chryssolito F. de Casiro Chaves.
O con tino econmico do 2 baialho de tn
fantaria tendo de contratar o foro-cimento dos g-
neros ali nentlcios, abaixo declarados, para as
pravas arranchadas no primeiro semestre de Ja-
neiro a janha da anuo vindrarode 1872, e para
dito flra envida aos senhores negociantes que a
issi se quizerem propor, a apresentarem suas
propostas em cartas fechadas na secretaria do ba-
taiho no dia 27 do correte, pelas 10 horas da
manha, certos os mesmos senhores de qae os
genero? devera ser de 1* qaalldade, forrecidos
lelos pesos e medidas do amiga systema e postes
ao quartel por coala do contratante. Previne-se
mais que se nao admitte razio a'guma para ler a
preferencia ao forneciraento, a nao ser a obriga-
cao de absentar gneros de superior qualidade
e que nao seria aceitas as propostas que vieren!
cora clausulas contrarias aa ngdlamenio :
Arroz plala, assuear mascavinho refinado, azei
te doce, baialbao, caf era carolo e moido, carne
secca, carne verle, farnha de mandioca da trra,
feijo mnlatinho e preto, manieiga ingleza e fran-
ceza, ervamatte, pies de 4 e 6 oocas, loucinho de
Lisboa, vinagre de Lisboa, e bem assim leoha em
acbas.
Quartel do 2" batalhaa de inf,.ntaria as Cinco
Ponas era Pernambuco 23 de dezembro de 1871.
O teneote-secreiaria,
Manoel A. P. Cuiraares.
THEATRO
Domingo 24 do corrate
RECITA EXTRAORDINAR'A
Para solemnisar o dia de natal
Logo que a orchestra derigida pelo insigne
maestro Mr. ?oppe, tiver executado urna das suas
melhores ouverturas subir a sceua o importante
drama em 2 actos, original de Cesar de Lacerda
Cyni3m\ scepticismo
e crenpa.
Seguir ;s hi a qaarta representarlo da mnin
applaudida comedia em 1 acto ornada de msica
e dansa m
Izidoro vaqueiro.
Terminar o espectculo com a muRo espirituo-
sa comeJia em 1 acto
A morte do gallo
J)apois da meia noula.
Principiar as 7 borne a acabar antes das 10
1|2 horas.
AVISOS MARTIMOS.

te pertencer, qae foi deaigasdo o dia 27 dro carra-
le para proceder-as a eieicao da mesa regadora
que lem de administrar o patrimonio da igrtja da
N. S. do Rosario da freguezia da Boa-vista, reque-
rida por Joo Silvestre Francisco de Helio, em
Para o Aracaty, segu eom teda a brevida-
de o Rale nacional Alaria Amelia, capiai e pra-
tico Francisco Thomaz de Asis, j lera alguna
carga engajada : quem no mesmo qnizer carre-
gar ole entenier-se eom Asteate Alberto de
Sansa Aguiar, a ra do Amonm n. 60, es eom o
caniao a sordo._________
COMPANHIA PERNAMBUCA1SA
DI
Savegaij cotelra por Tft*
Goyanna.
O vapor ParakyU seguir e*
-rf^v ra o porto cima no dm > de
crtete as f horas da nonti.
Recebe cana, eaworonwsnai.
____paaaageires e daafa aire a freie at
as I horas da tarde : na eaeripteo da Porta de
Maltes n. iS.

*
*
1 ILEBlVEl
*

-.
y


Itfcj Mliario d Feraftafcua >onn* 24 de rztubfo d 1871.


?
r,
se
ss=s
cowrix.ii.
IfavegapaS Brawleira
At o di 2S do eoMvme e;-
perado portos do serle
?ver S. Janntto, toomniandap-
le A!ka, o qual 4epo3 la
demora do costume seguir pa
os do sal.
sde j recab#m-se passafelroi engaja-} a
ra que o tapor poder eomjurir, a (ruaj de?
enmarcada r la de sua ehgada. Esennunea
diheiro a Arete al as 12 huras do di?
Nte
m recefcem cobm eaeommandas sanio ob
de pequeo talar e que nao excedam a teta:
bas de peso ou 8 palmos cbicos de medirte
que pastar deetes liantes de ver ser emiar
_ 9 como carga.
Prerine-ae aoa saborea passageiro que s$*v
ens s se recebera na agencia, ra d Coa
- ti
SX
CWANlIA P1LNAU1JUCANA
DI
aToga^o costeira por vapor
Parahyba, Nata', Mado, Mossor, Ara-
caty, Caaj-, Maridaba, Acarac 6
Grmt-
O vapor pojuct, commandactt
Mjui, seguir para os por
loa cima no da 30 o correal*
as 5 horas da tarde. Recebe car
ra ate o da 29, encommeod?-*
passapaicoe e^ianeiro a (Hete at as 2 horas d;
tarde do dia da sabida : escripiono no Porte dr
Mattos n. 11____________________________________
COMPAJMHIA PERNAJMBUCANA
DE
Navegando costeira por vapor
Mamangoape.
O Vptr truripe, com
auadaate Silva, seguir;
para o porto cima n(
dia 21 do crrante as
horas da tarde.
Bccebe carga, encom-
mendas, passageiros e diaheiro a frete al as 5
horas dalsnle do dia de sua sabida : escriptork
ft Forte di, Mattos i> .1
Para o Porto
seguir com a maior brevid.de, a barca porlu-
fuea Claudina, por j ter a maior parle da car-
ga engajada, para o res.o qae loe Mu, e a- ,,-
geiros, iraia-se cora os coasi^Datarios Canda, lp-
aiaos C. na ra da Madre de Dens n. 31, od
com o cipi.ao na praco.
RIO DE JANEIRO
Para o pono cima segu nesies dar das e
brigue nacional Isabel, tem parte d.) seu carrega-
mento engajado : para o resto qne Ihe falta ira-
ta-se coro os cuosignaiarios Antoulo Laiz de OU-
veira Azevedo de C, roa do Dora Jess n. 57, !
aodar.
Para o Porto
Vai sahir com brevidade a barca portupueza
Firmeza, eapito Justino Rodrigues fardlo, por
ter a maior parle da carga prompta : para carga
e passageiros, para os quaes tem excelleotes com
modo?, trata se ora B. R. Ka bello (t C, ra do
Gommercio n. 48, ou com o capillo.
BIO DE JANEIRO
Para o indicado porto o patacho CassWias, quera
nelle quizer carrrgar, dever traiar a ra do Vi-
gario o. Ii, e-erioiorio de Jos Lopes Davitn.
Rio de Janeiro
esperado todos os das da Rabia a lia
da e veieira barca portngueza Claudia, na-
vio de excefleale constracg) e primeira
classe e depois da pouca demora seguir
para o indicado porto por ter a mior parte
do seo carregamento engajado, e para o que
lbe falta trata-se com o consignatario Joa-
qun J r,o- calvos UiitrS ; ra do
C.ommercio n. 5.
BAHA
Sab era poucos das para este porto o biate na-
cional Sjbriilense, por ter a maior parte da carga
prompta : para o resto trata se cora J. Carrere,
ra da Cruz n. 31.
LEILOES.
Leilao
DE
il barrica* de farintia de trigo, avariada.
Qnartafeira 27 do corrente
O agente Pestaa far leilao por cinta e risco
d quera certeacer, de 221 barricas com fariaba
de trigo avariada, desambarcadas do patacho ame
ricano Cupiera, as quaej serao veudas era um
ou mais lotes, no dia quina feira 27 d) c>rrente.
as 11 lloras da nianha, no arraazem do Sr. )o;c
Daarte das New, ao ("se.* do Apollo.
Leilao
DE
Birria coai arinques, ditos com cavailinhas
e caxa3 ojo} bolachas proprias para em-
barque.
Qjarta-feira 11 do corrente
A' I HOR^ E.M PONTO
O agente Pestaa, far leilao por conta e risco
de qaem perlenc-?r das raercadorias aciraa men-
ciocadis, era lotes a vontade, no dia qnarta-feira
27 do crreme, a I hora da tarde, no; armazens
novo3 no largo da escadiaba da aifradega.
Leilao
DO
Sitio na Passagera da Magdalena, qae faz
parte da raassa fallida de Marqaes Bar-
ros & C.
Qtiinta-feira 28 do corrwitp.
AS 11 HORAS DA MANIIA.
Porordem dos a1mi?.i>lradore3 da mesraa mas-
sa, e por iotervenc~>o do agente festana havera
leilao do sitio na Pissagem da Magdalena cora
pavimento tarreo, i' andar e so'.a, lodo edificado
de novo, gosto oidJerno, com excelleotes coramo-
dos para grande familia, encanamento de gaz, e
agua, baoheiros e!c, era chaos proprios, e flea de
fronte do sitio do 5r. coraaendador Maaoel da Sil-
va Sanios.
Os Srs. pre;u cutes podem examina lo, pois o
letlo ter logar co dia quinta-feira 28 do corren
te as ti horas, no escriptorio do agente, ra do
Vigario d. 13, andar.
VISOS DIVERSOS
Aloga-se o segundo andar da roa do Padre
Fioriano n. 71 : traiar, na roa Hurtas n. 94.
____ Aluga-se ou vende-se a ca-
pja^M^sa e sitio da estrada des Af-
LlP flictos n. 22, o qcal tem 200
"" palmos de frente e cerca de
1,300 de fondo, com cacimba, fracteiras,
etc., assim como reodem-se terrenos aos
lados do mssmo, tendo as frentes e os fon-
dos murados, sendo na verdade excellente
acquisicio para edicacSo, nao i por ser
bem perto da cid ale, como por pasear pela
frente a va frrea do Arraial: a tratar com
Antonio Jos Rodrigues de Sou'.a na thesoo-
raria das loteras oa com Carlos da Si va
Araojo na ra do Bom Jess n. 23, arma-
zem.
batalhdo de infantaria,
Roga-se a ara senhor sargento deste batalhio o
favor vir a ra do Ci co. taberna, a saldar um pe*
(osio qae tem.
CASA U IDHim
Bheta|:ariBfcos,
i ros Primeiro 4e Marco (oatr'ora ras de
Crespe) n. 23 e casas do costme.
O abaizo assignado, tendo vendido nos sena I
not bnetes ut quar:o n. (979 com ^:000jO00,
jm qiurto o. 1661 eom 800jOO(i, outras sortet
de iOrfOOO e 20a000 da lour que se acabou
de extraalr(219'), convida aos posndores a vi.
rem receloer na coaloroids.de de cotiurao sera
descalo ilgum.
Acham-ss a venda os buhen* garantido* di
3.* panadas lotera-, a beneficio da matriz de Ss
rinhiem (20'), qa*o eiirahira na quiaU-Ieira
i de Janeiro do anno vioouro.
PRECOS.
Bilhete inteiro I^OOO
Maio bilhele 3*00$
Quarto 1(500
im porcio de 1004900 para ci na.
BiUiete inteiro 5,1300
Mei bilhete 24750
Qaarto 1,1375
lanoal MartLis Pinta
EST.VBTO AI.\liLiaClEM 1832
Salsaparilha de Brislol.
LEGITIMA E ORIGINAL
EJI IRASCOS ORAKllES
AVISO.
A casa dama Augusta, anuunci.ida \\it ser
alugada, uo 1 o a. 8S wn o de (77 : a tra
lar Da rui do tfondeio, sitio do poxio o. 6:, *
II h: ras da manhla e as <5dar8>.
,\
Prociaa-e deuraa prea'ft
meia idade que salba coat-
f, char e comprar ; para casa
de pouca familia, na ra do Carnario n. 1".
Atten Rogs-se aos eredores do falleeido major Joa-
qulra deAlbuquerque Mello, preseutaram a viiiva
do raesmo, o ulule* de dividas cntrenlas pelo
aae-mo faeodo, e ls:o no prazo mais breve qae
pod^r ser.
O abaixo assigoado : pe o amor da sua reputa-
cao, juu mnilo preaa, passa a dar ama ligtira
re Sra, D. rsula Coxdtdioa da Roeba Alraeida tem
feilo publicar neste iaiw.
Diz a Sra. D. rsula que no balando qr.e orga-
nisei preseindi dos lucros da sociedade ha vida
com o seu li al marido. Jamis ti ve sociedade
com e finado, e os lacros do lempo oor qne ad-
minislre o eslab lecimento co^i auorisacio da
Sra, D. L'r.-a a e de mais berd' iros I:- .-.'.a par-
te do capital cora que a mesraa ser.hora entrn
para a sreiedade que eelebron conrig). O no-so
cntralo de socieda.io a >s nossos livrcs dea meo-
lera essa infaodada argoigao de ter (U prejein-
dido de lans.lucros
Quaule a exhibitao dos ivros nnn :a. os recu-
sei Sra. D. rsula, era quem serapro recocheci
o direito de os ver e examinar; recu:ei-oj sim a
quem me partceu nao ler a iaso dir (o. Emflra
nao me sebeja o lempo p.-ra polmicas, e declaro
Sra. D. rsula, ou a nuera quer que de seu
nome se serve, que se lm justa* reclama;des a
bxarais a imprensa o lugar pr.'pho para as
liquidar, ahi lercos os Iribnnaes para fizertm ius-
lica a nos ambos. Recife 21 de dezemtro de 1871.
Jos do Reg Borges.
Preci;a-se de irabalhadores ni reliasgo da
roa Direila o. 10._____________________
Frecisa-se de ara escravo que seja nVI para
entregar pao a n gutms pu>.-.;3:- : a traiar na pa-
d;.na da ra do I',:.el n. 9.
ATT5*
Perdeu-se ura relngio de ouro patate ioglez,
com parte da correce de curo e ama fila preta,
den-se por falla delle ao pasear a igreja de S
Pedro Novo em Olrada. o nome do fab cante 6 E.
S. Yates, Liverpool : quera o a<-har tole leva-lo
a ra da Aurora n. 52, que ser gem rosamente
gratificado.
Moleque.
Precisase alugar um moleque bom : na ra lar-
ga do Rosario n. 44.
Declaradlo emtempo
A primeira concitarla, pa^telaria e culinaria ;
acha-se eslabelecida na ra do Impera! >r n. i\
Era sua frente asna se coflocado ara laiapeo com
o seguinte letreiro : CONFEIVARIA DO CAMPOS.
() proprietaiios daquelle es'abelecimenlo teera
eapriihado em fazar dalll um centro do bom e
agradave) ao paladar >.
Todos os dias enecnira-se alli, grande sortirasn-
io de pulciana para lan:ht's, sbreme, as e me-
rendas
Re:eberam tarabem de sua encomoenda, nm
variadissirao sorlimento de caxinhas ( cestiahas
ricamente enfeitadas, proprias para os presentes
de festas do natal.
E se poem duvida no qae cima est dito, que
digara os que alli se tem suprido do qoe nece.-si-
lam, no que perience a estabeleeimenlos de tal na-
lureaa.
Fiambres, leiiSes. pirs, patos, galnhas, pu-
dings, bolos, pa.steloes, empadas, tortas, bulDnos
para cha e doees em calda, seceo e christalisado,
naci'-nass e estrangeiros todo alli se encutira com
limpeza.
S na confeitaria d^ Campos, rna do Impera-
dor n 24.
Copeiro
0
0
*

Precisa-se de ura copeiro : na ra larga do Ro-
sario n. 44.
Preci>a-se de um caixeiro que saiba ler, es-
rrever e contar, para Mac-i, que tonha. de 10 a
12 anni>3 de idade : a tratar na roa da Guia nu
mero 20.
S*3tt&fft$0*$
Mlle. Marie Lavergne tem a horra de *j*
^ sciniiticar as Exmas Sras. qae encon- t$
*S trario em seu salo de cabellereiro ra m
"5 Primeiro de Margo n. 14, um lindo sor- *J
Q timento de coques, tanto de tranca como JS
g de cachos, e por precos muito conmo-
2 dos; assim como um variado e bello sor-
f5$ tim.'un de perfumaras francezas e ingle
j*t zas dos melhores fabri.tantes. Olfercce
larebem as Exmas. Sras. os segrales
%t objectos que Ihes sao iodispensavi1, lin-
dos espartiihos a daqoeza, obra cuito
J bem acabada, proprias para noivas, e ni-
flfc timamente ch^gados ; ditos mais ir ferio*
res, ditos para raeciuas; bonitas ligas de
seda e de algodo ; liados peales a Ira-
J5 peralriz, lano de tartaruga como a irai-
fiC ta;ao para ornatos dos ponteados, cbjec-
*^ tos de u'tiraa moda de Pariz, os mais bo-
%/>_ nitos e modernos leqnes de 5sso, a imita
cao de marfim, penles de ali-ar, ditos
para tirar piAlb s, le.-ouras Qaaa para
Q nabas, escovas para denles e para u ibas, bonius bolsinhas para meninas, mainill- ^
eos boaqueis e ramos de flores a.'Ufi- 59
Q, sises, grvalas de seda e de caml raa ^
-^ muilo bonita?, luvas de ptlca, de seda w
W e de fio ds Escocia, brancas, de cores e
Ok pretas ( tsT-bem tem p?.ra bomem ) ^
y^ lindos boioes para puuh s, ramos de fio- *
Nk res pira vestido, enfeites de palba para 5w
A coqaes. sapalos charlol, ditos aveludaos, jBf
ditos de tranca, botinas pretas para me- \*
nioas por barato preco, brinqnedos rara SR
jfX meninos, e ama infinidade de objeotos )B)
c que omine para se nao tonar enfadonto. ^
Sar. Para mais eommodidade de suas Exu as. W.
M dientes, tem preparado urna sala qoe s Q
ierao ingresso nella as senhoras qne se v
qaizerem pentear em sen estabelecimn-
JK to sem estarem expostas as vistas des ^tf
mais concorrentes, e ser a annunciaote **.
unem se encarreear do trabalho de pen- 9K
0tear' 0
O0d Atiendo
Perden-se na estaco das.officinas da compa-
nhia dos trilhos urbanos do Becife Caxtrag,
bonlam 6 1|2 horas da tarde nm embrulbo de
papel pardo enrolando algoni documentos esc rip-
ios em ingles e cala serve senio ao annnnclante.
Gratificase a quem o achou, a entregar na cies-
ma estaco, on em qualqner outra.
Atten M
O Slr. Joio Alves Mandes da Silva, nio pide
vender, bypothecar era fazer negocio algara oras
o* esersvos segnictes : Tbomsz, Joio e Math.as
por ser doacao feita a sua mniber, como consta
da eserptnra pnbliea laucada as ootas do rabe'-
lio Porto Carreiro.
eGR.\?fDE -PURIFICADOR DO S.\NGE.I
Esta "excellente e admira vel medicina, e
preparada d'uma maneira a mais scien-
ca por Cbiricos e Droguistas mui doutos e
d'uma instruefao profunda, tendo tido mti-
tos aonos de experiencia ao par d'uma Ion-
ga e laboriosa pratica.
A sua composi?3o nlo consiste d'um sim-
ple extracto d'um- s artigo: mas sim,
composta d'extractos d'um numero de rai-
zes, hervas, cascas, e follias, possuindo to-
das ellas, sua virtude especial ou poder
en curar as moiestiae as quaes teem sede
ou essento, no sangue ou nos humores;
,e estes differentes eitFactos vegtaes, achara-
se por urna tal forma combinados ponto
de conservaren! em toda a sua forca, o cu-
rativo especial de virtude,'que caa umde
per si possue. A raz da planta de Salsa-
parrilha, produzida as Honduras, a que
nos usamos nesta preparacSo, sendo a qna-
lidade que todos os mdicos mais prezam
9 estiaiam. Na coroposico da Salsa-
parrHha ale Brlstal entra mais de 50
por cento deste concentrado extracto. Ella
nao encerra em si cousa alguma, que pos-
sa por leve ser perigosa ou injuriosa
sade; e tanto n'este, como em quasi to-
dos os mais respeitos, tilla inteiramente
diversa de todas essas mais preparaces,
os quaes debaixo do nome de Salsaparr-
Iha, sao accondicionadas ou postas em gari
rafas pequeas, sendo receitada em dose
mui diminutas d'uma colher de cha por
cada vez. Nos pelo contrario engarrafa-
mos a
SALSAPARRffiA DE BR1STOL
em frascos grandes, e assim por este modo,
dividimos com os consumidores, o grande
prove to e vantagem alcancado por aquelles
que acondicionan! sua preparaco em gar-
rafas pequeas. Cada um dos frascos da
nossa Malsaparrllha de Brislol
oonteem a messa quantidade igual porcSo
contida naquellas garrafas pequeas, e alm
disso, possue anda muito mais forga e
virtude medicinal do que aquella, que por
ventura se possa achar contida dentro de
seis garrafas de pequeo tamanho. Por-
tento mui natural, que aquelles, que se
acham oceupados era preparar e vender as
suas produeces, em garrafas pequeas,
murmurera e gritem contra os nossos fras-
cos grandes: proclamando, que a nossa Sal-
saparrllha de Brislol nao possue a
menor virtude; porm qu5o effectivamen-
te sao elles postos em silencio, quando indi-
Damos, ou simplesmente referimo-nos para
com essas centenares de certidoes e tes-
temunhos authenticos, por nos recebidos
de todas as classes da sociedade, nos quaes
plenamente attestam o poder curativo e vir-
tudes maravilhosas da nossa.
SALSAPARRILHA DE BRISTOL.
A vantagem de termos os nossos pro-
prios agentes naquelles lugares aonde as
differentes raizes, drogas, hervas, e plan-
tas de que se compoem as nossas medicinas
s3o produzidas, que nos habilita exer-
cer aquelle constante cuidado e disvello na
minuciosa escolha; e o que assegura e ga-
rante uniformidade de excellencta.
Em quanto que, por outro lado, nos nSo
nos poupamos nem dinheiro, nem dili-
gencias ; afim de alcncennos o melhor
e nicamente o melhorde cada um artigo
du ingridiepte que entra na sua compost-
cao; pois levados e compenetrados d;-
mais firme e persuasiva conianca; que po-
demos afoutamente dizer aos doentes de to-
das as naces, e de todos os paizes, que na
malsaparrllha de Brlstol. possuem
um remedio mais eQcaz e seguro ; do que
nenhum outro, que vos tenha sido offere-
cido at hoje, e o qual por certo n5o hade
mallograr vossas expectativas, na prompta
e effectiva cura das seguintes eni'erraidades:
Escrfula?,
Chagas antigs,
Ulceras,
Fc,ridas Ulcerosas,
Tintia,
Syphilis,ouMal Ve
nereo
Humores Escrofu-
losos,
Irregularidades do
Sexo
Feminino,
Nervosidade,
Debilidade Geral,
Febra e Malignas f
Febre e Sezoes
Biliosas,
rumores
Abscessos Apostemas,
Erupces,
Herpes,
Salsagem
Irapigens,
Lepra, febres intermitientes e remitientes,
hydropesia e ictericia, etc., etc.
Ontro-sim, achar-se-ha, que para o bom
resultado e perfeito curativo de todas aquel-
las enfermidades actma apontadas o adan-
tamento da cura, grandemente promovi-
do e apressurado; usando s ao mesme
lempo das nossas mui valiosa pilulas
regetaes assucaradas de Brislol.
tomadas em doses moderadas em connec-
co ou conjuntamente com a Salsaparrilha;
ellas fazem remover e expel ir grandes
quantidades de materias morbficas e hu-
mores viciados que se desprendem e livre
mente circulam espalhados pelo systema.
isto causado pelo uso da Salsaparrilha; e
por esta forma facilita a volta e o exercicio
normal das operacoes funecionaes,
w*J Wll >ft Cera precisa
par* aaiar com nma crlancs.
da Oatnig i. 5,
r cima dajoja de
se de urna ama
Companhia
Santa Thereza.
Aes sensores proprietarlos de
terrenos entre ulinda e He-
berlbe.
Devendo comecar por estej dias o servico da
caoalisaQlo para abastecimento d'sgua aos hab
taotes da cidade de Olinda, a companhia Santa
Thereza julga ter oblido permisso de todos os se-
nbores proprietanos dos terrenos por onde tem de
passar aquelle encanamento, mas podendo snece-
der qoe se tenha deixad > de fallar a algum, pede-
se o obsequio de entenderse cora o abaixo as-ig-
nado, on mandar declarar sua residencia para
ser procurado.
Recife 13 de dezembro do 1871.
O gereute,
Justino J. de S. Campos.
Companhia Pernambucana.
Os credores bem como os devedores desta era-
preza sao rogado a vir saldar suas comas at o,
dia 31 do corate.
Pemsmbaco 11 de detembro de 1871.
O lereuleP. F. Borges,
Aoe 6.*0y(00.
Bllrseles garantidos da pro-
vincia.
Roa do Barao da
Victoria,
Outr'ora ra Nova n. 63 e casat
do eos turne,.
O abaixo assigoado acaba da vender entre o
mu maite fcli bilbetes a sortx de 3OO0M.
em nm bilhete inteiro de n. 2411, alm de outra*
sones menores de io*000 e 20^000 da lotera qne
sa aea*oo de extrahir (IW>, podendo sens possai-
dores virem receber, qne promptameate serie
pifos.
O mesmo abaixo assigoado convida ao rsspei-
*vel publico para virem ao sen estabelecimantt
eoxpr*r es fetizee bilhetes garantidos, que a'v
leixara iic tirar qoalquer premio como pro va pelo;
meamos apunados.
Acham-s venda os muito felizes bilbetes ? a
rantidos da 3* parte das loteras em beneficio di
matriz dt'Serinhem qae sera extrahida no dia
quinta-feira 4 do carrete raez.
PRESOS.
Inteiro 6*000
meios 3*000
Quartos U5O0
De 100^000 para cima.
Iote.ro ihOO
Meios 750 ,
Quartos U375
Jc.ao Joaquim da Costa LeSt
AMA
de Dos n. 34.
Precisa-se de ura
todo o servico
ama que faca
na ra da Madre
Eosiuo
Dous mocos habilitados pela Faculdade de Di
reita a ensiuar era algara engenho, lingua naci
nal, francs, latino, arilhmpnca e principios de
piano: qoem pretender dera-se a ra Direita
n. 3, botica.
Precisase de um ama pare
cazrahar, na ra do Duque de
Caxui n. fiO, andar
^sa.
A MUI AFAMADA
AGUA DE FLORIDA,
IRRAY A iWHA'.
He o mais delicado e mimoso ao mes-
mo tempo o mais estavel de todos os per-
fumes, e encerra em si, no seu maior auge
de excellencia, o proprio aroma das verda-
deras flores, quando anda na sua dores"
cenca e fragancia natural. Como ummeic
seguro e rpido allivio contra as dores d
cabera, nervosidade, debilidade, desmaios,
flatos, assim como contra todas as formas
ordinarias enteca s decid hystericos; de
summa efficacia e n5o tem outro queos
iguale. Igualmente, quando destemperada
com agua, torna-se um dentifrico o mais
agradave! e excellente, dando aos dentes,
aquella alvurae aperolada apparencia tac
altamente apreciada e desejada pelas Se
nhoras.
orno um remedio contra o mau halitc
da boca, depois de diluida em agua, t
summamente excellente, faz remover neu-
tralizar todas as materias impuras que se
criam roda dos dentes e das gengivas,
tornando-as duras, sadias e d'uma linda cor
encarnada. Quanto a delicadeza, riqueza
e permanencia do seu fragrant aroma, es
por certo nao tem igual ; e a sua supe-
rioridade sem rival. Ella igualmente tor-
na-se ura meo mui excellente, para fazer
remover de sobre a pelle do rosto, toda a
qualidade de brotoejas, ebulices, sardas,
pannos, manchas, impigens e espinhas.
Quando se queira servir della como reme-
dio para fazer desaparecer qualquer um
destes disfiguramentos, e que tanto desfei-
am as lindas feicoes do bello sexo; devera-
se usal-a n'um estado de dilluico, destem-
perando-a n'uma pouca d'agua ; porm no
ratamento de qualquer espinha, usar-se-ha
della pura em toda a sua forca. Final-
mente como um admiravel meo de com-
municar as feicoes trigueiras e paludas,
urna pelle maca e d'uma transparente al-
vura, dando-lhe urna linda cor de rosa :
para um tal fim, ella leva a palma a todos
os perfumes que se teem inventado at ho-
je, e existe em plena soberana sem rival.
Bem entendido tudo isto se refere nica-
mente a Agua de Florida de Murrat 6
Lanman.
As imitaces que se tem feto na Franca,
AJlemanha, assim como em outras partes;
sao inteiramente inuteis e invaliosas ; per-
ianto recommenda-se mui especialmente
s senhoras, que tenhara toda a precauc5c
e cuidado, de quando comprarem, estejam
certas que compram.
A Genuina
AGUA DE FLORIDA
DE
MTIRRAY A LANMAN,
A qual preparada smente pelos unicot
Trcprietarios,
Quem precisar de ura aduiinMrador para
engento, ou de rnn prefessor de primeiras letras
para fo>a da cidade, indique por caria nesta ly-
pographia derigida a Joio Marinln Falcao o luar
e hora em que poder ser procurado pelo annun
ciante, que d fiador sua conducta.
MASSA c XAIIOPE
DECODEINADEBERTHI
Prcconisados por todos os mdicos contra os
DEFLUXOS, CATHARROS, E TODAS AS
IRRITARES DO PEriX)."
II. B. O Xarope i Codtima que wureeio a
honra, alta btm rara entre o Medicamento
9vo$, de ter regitrado tomo um iot meiua-
mentoM oflidau 4a Imperio Francei dpema
aualquer elogio.
AVISO. For caus da m>rehensiv?l fals-
ficacao que tem usciudo o relia resultado do
Xarope e lasra de Berlh tomos forcadot a
lembrar qma tale*medicamentos tao jusiamoute
concciluadoa t te
vendwi em eaixin-
Ivaselhiieus levan:1o ^^^jJL_j04
BMignatora em "
nenie.
SS, Ru* itt eolu, e na Fbaraca CcairaJ
[de Franca, 7, Rut de Jouy, I todas 86 Pbarmacias princiil.c. !i> r,;,a:'-.
ILEGfffl
A THMOiA II0110
E OPRflfir "
SflLOES DE CABELLEIREIRO
RA DO 1H3QUM E CAXIAS N, 30
1
Primeiro de Mar(?o n. 7 A primeiro andar.
DELSC, osbeUeJrelro de Pars, parii^f aos seosinnoartros rpgueies e ao po-
blicoem geral, que acaba da contratar pantos elkiaes raotezes pira todis as jfspecia-
lidades; sendo uestes dous estabeleeimenlos cima onde o respeitavel publico poder
encontrar a delicadeza e ligeireza qoe neste genero de traba.bo tanto se t.vge em l*a-
is.
DELSUG nada te poupado para que o pab'ieodesta cidade. qfe tanto Ihe temkr.o
digilsad a sua benevolencia, contiDoe a.fnqaenhr osseus S^6|S MODELO, flesndo
;erto o mestn pob ico que nelles eseontrar gradee perfeicto.
Empreados dos saldes
12 oflicaes para barbear.
6 ditos para cortar cabellos.
3 dilos para o posiic.
Del^-uc para o penteail do bello seoo.
A ARTIGA FABRICA DE CHAPEOS DE SOL
DA
VIUVA FAIi^UE
A'
4Ra Primeiro de Marco4
Acaba de receber pelo ultimo vapor um expendido sorlimento de chapeos de sol: de sM
ja ponera, forrados de fda azul I0| cala um ; de alpaca, forrados de seda azul, a "; de brim,
forrados de azul e encarnado, a i i ; para enliora-', prupriii- para o campo, a i ; de L ira, com
barras de ere>, a 2o00; e um completo sorlimento de chapeos com cabo.- de maim, de merino,
alpaca, briza branco, amarello e pardo, de panoo, com hastes de baleia, a 2. Tambera reci-ben um
Irado sorlimento de bengalas e chicotes, os quaes vendo por presos mais baratos-do que em outra.
qualquer parte. Concena-se ledo e qualquer cbapu cu bcagala, e cobre-se as armaeoSes vu.has, de
toda a qualidade de fazenda.
Uituiiy es (tuibi
lico.o co^CEtnnaoo c titula'^o
0 Pir Cuyol chegoj a tirar ao alcatrao a | col'.er ;e raf ::':::) copo .'.iti-. par* ''*&
ii stiaacriiiii-iitaaosetiamargorhsuppoi ..teia, :- :.'.: > .<,. _
C: oqueoiorn:iraaisMilir-el.Aprove'-!.o^sa i so:: .^ >;
-;ii i!i;si-r.l-< ra, eile j.f.tpara ura li.;or cu- i d w* :' >
t tr!ir.i..n .li--i.:iirao,o (,iiai, so'>i ura pe- 'lio ; c:.tr.i.i .->
c1 mAusim, ccnlvn uina gra: Ji' n.'-,- > .-.
\: priiici|-ii>s -kiivi).-. j rvii i.. i.i -ii,.. .i :
? l) ja>j!i..> r Guvoi (Gfliiii le &.'< ,
Fl 'ii;"! |>i'-->n- i....r "i>ii>i*-.!i-n<:ia l:i ..- .u i.-.- : -.....
-i lacena da a>:ua dv alcatifo oriira ira.-ara >-r a >:. .
t\ o inconvriin'iiles. Ce.sia ileitar '' u;i:a i .-.-. < : .-
? 0 iirairt Co vot eii->ropa.;'i com o ni .. k\ i.-- .1.......
U
;' Eji LILiBA. i'mn colher ue c.'i pira ttm
t.; a .ira un': _; no't :
B.~:or CATA....1! "D Ci fcXICA
O F L U A C \:
TOSSE PE-"ITA2
ir.r.iTA-;; c Cl PE.STO
TOS3C CONVULSA
...
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I l rCTL^TACZ3. UtCr irc '. em uinjvhro A -ijva:
I *rrECf;3 DA PELLE
T COMICHES
MOLESTIAS Do COUSO CADh^ II
^ E2I iiJECrO^S. IjmapariedeH'retjtU!:roi''ijw!i*ft\cmmai**>tmsm**i*mt+timn
fluxos m;:icos ou nr.cEKTs
CATARHO DA CiiXi&A
O AIri;-! Je Cs.yot f ex-ernrentto!o e-nn nm vtrar.tirn <::; :> i
t\ 'rr.niii.s hosjiitaex u^- t'ranra, t! 4 yi;e, para lempo lie euiir, .-/.V r. nsliiue a h.l ila a t:i.::.< hij.jie'iiirii, to-
orel'jdo durante os lempos de tuidami-u Uma ii:!r:.a;Jo acen < i-t'. o.
I
Vend>se napharmacia e diogaria de P. Mau-
rer & comp., ra Barao da Victoria u, 17
0 MARAVILHOSO REMEDIO DO
DB. CHAS. DE GRATH .
ELCTRICO
KI1VC OF PAIIV O RE DA DOR
P-AR-A. USO INTERNO E EXTERNO
CURA CHOLERA E CHOLERA MORBUS,
BiarrbM, flaxo a sangM, em um dia.
D:r da e*bac*i dore da oavida b
tr < miantoa.
Dar da daata, am nm mi nato.
nrmltfi, am cinco minutoi.
Paatoca^flaa, am Tinta minntoi.
Qarg inUa mehadi, am dea minuto i.
esliea a conolioai, am tinca minutoi.
auxatiimo, tm nm dia.
Taaaw labra InUrmitanU, m na dia.
Dor ni coata a noi lada, am dan i
noto a.
Toaaaa perigoaaa a ratriadci, am nm 4
Pleurejia, am nm dia.
lurdei a aithma.
Hamorrhoidaa a bronehitia,
Iaflammac&o noi rima.
Dripcpaia, arraipalna.
UolaitiM de flgada.
fnlpitapio da coradla.
I
RESERVE SEMPRE ESTE REMEDIO EM SA FAMUJa
AS DOE8CAS 8 ATRESENTAX, QUANDO KEK08 SI ESPERAM.
OLEO ELCTRICO O "KINQ OF PA1N" (O ral m\ dor) aqnlet potlTmente JUp mait d* <
selestlas e doraa, a alllrta mala oa affrlmentoa a prodaa nm mala parfelto equilibrio no j jitexa nomino, a (na l
ft* eflaetnar no maamo lampo, oom qualqnar antro romedio madaolsal.
K,-r moito popalar ramadlo at agora saado-at geralmanta, pela ranio na mllnaree da peasou te Um <
patla com a data rasadla palo I>r. Qrath a utroi raaia.
Eata Importante ramadlo nao aa oSeraoa para curar todas aa doenyae, porom tao lmente para aqaaUM eitlpnManf
aaa nossafl dlreeyaa.
Eit operamia aoa prlaarploa oa eUmlen a da elaatrtoldade a por lato, atU appllcTi pan o avamanto a .-*
taaianrafio d aocaa natural doa argaos qne aaffrem da. Irregular dronl9ao doi luso* daa piinolpaa* narras. Oaaf
aactrlco O'' Ktaar o Pala apera directamente nos abeorrentw, maaBdo desapparecer aa tnonac, oei das glaadnlSaUaV
am um tempo iacrlvel, breve aem pertgo do aan nao debaixo da qnaluna elronnutancla.
O remedio, i urna medeclna para o uso externo a Interno, oompoito doa elemento) curativo, ralie, hervaa, a casmam.
taae. como ae tem usmlo doa nonio antepaaiadoa, e da quaes tem grande exlatenola no mundo, para oorar taia^p
malestlM, jmente i-ahendo-aa quaes ellas sao.
Fol nm grande e especial desojo da facaldada da medaclna durante multo anno da experienola para aaNSfafK,
ador aa modo* qne ae di Tiara adoptar para ourar M aagalnle dean^M, a qna proponeos da medaclna sa darla njaafJT
i
I
EM PBR1MAMBCO
jna^xoooHja.wm:aoia. e drogara ift
. BARTHOLOMEO & C
KT.~34 Ra Larga do Rowurlo.-N. %%>
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*


- -.O m Fwraaiukuo ** Domingo 24 d Dezembro d 1871
i
RA DO BRM X 52
(Passando o chafariz) !
i *
O engenheiro Alberto tendo voltado da Europa roga -
juelles senhores que o tem procurado queiram apparecer no
escriptorio para entendercm-se com elle sobre seus negocios.
Igualmente avisa aos clientes que ha diversos raachinismos
a chegar breve, merecendo urna visita de exame.
FORMAS PARA ASSUCAR
Aquelles propiietarios quequizerem formas podem desde
j fezer suas encommendas, pois a casatm em viagem e car-
regando numero sufficiente para suprir atodosquantos queiram
BRA2IUAN STREET
Railway Company (Limited
AYIW
No c ii 24 do correte principiar a vigo-
rar ooia tabella nava de partidas de trens,
a qoal pode ser procurada as estacbes do
Recite e Officioas, neste mesmo dia ser
aberto ao transito publico o ramal desta
estrila qoe partiodo do Maoguiobo val ter
minar oa povoarSo do Monteiro, sendo os
trens regulados pela tabella publicada hoje,
podeodo os Srs. passageiros procralas
avulsai as estacaos cima mencionadas.
Alm dos (reos da tabella haverao oa
ooite do dia 24 do correte, trens extraor-
dioario, qoe partirlo s horas abaixo de-
clarada.
Do Recite (arco) para o Monteiro s
i 130, 1.22.0 3.04.0.
Do Becife (arco) para o Caxaog 1.0
3.0.
Do F.ecife (arco) pelo ramal 1.53.5 mi-
polos.
Do Caxaog para o Recife 11.30 2.0
3.0.
Do Monteiro pela liona principal 12.15,
2.0-4.0.
Do Monteiro pelo ramal 2 54.5
Os treos extraordinarios Caxaoge vice
versa passarto pela estrada dos Afllictcs e
s tocarlo dos pontos de Offlcioas, Monteiro
e as eslacSes eotre este e Caxaog.
Os t-eos do dia 25 serio regalados pela
tabella nova, e a compaobia esfor^ar-se ha
para prover todas as accommodacSo pos-
sivel aos Srs. passageiros a fim de evitar
agglomeracao.
Recite, 22 de dezembro de 1871.
William Rawlinson.
Gerente.
Portugueza
Para easa de ura bornea solteiro, que se trata
cora asseio, precisa-se de urna senhora porlogae-
u de meia idade, e com bastante eapacidade, pa-
ra tomar a sea cargo todo o arranjo domestico;
eoiinbando e engommando com perleicao. Fazem-
se toda* as vantagens, qoe merecer sea bom
eomportamento: no Bazar da Moda, roa Nova
n. SO, se dir cera qoem se trata.
msmm
A FLOR DE OlIRO
N 24 A-Rna larga do Rosario-N. 24 A
KI2X.I A MI A & IRMA
i

E' sem contestacao, om dos bem montado estabelecimento de joias da cidade y3&
do Recife, e. sendo seus proprietario! asss caprichosos na escolha dos objectos que &
expSem a venda, lembram ao respeitavel publico que aproximando-se a festa, nao fo- f^-w
ram indiferentes, mandando vir de conta propria, da Europa um variadissirao sertimen- pop
to qne pelo bom Rosto e primoroso trabalho importara elegantes prsenles para a lilha jgg
idulatatrada, a atilhada querida, a consorte fiel, a mi extremosa, a amiga dedicada e^;
Analmente a todo aquelle oa aqaalla que se qaeira mimosear pela festa do natal. j.
N3 sendo enfadonho, respeitaveis leitores, prestai aitenco al o final deste ggl
annnncio que encontrareis, com certeza, ss^i
Para o bello sexo m
Pares de brincos de pbanlasia a 8a, 9. 10 e 121, ditos de coral a 3J e 44,
* ditos para loto a 6 e 8/, meios derecos modernos com brincos e alfinetes a 16J, y,
'rf^i rozetinhas de diverso? gostos a 50, 60 e 81 o par, pnleeirinbas de coral a 7,}0O0, vol- 5i3g
gJ) ticlias de dito ora cruzes de ouro a 5/, eacoletis com inscripcSes (obra chique) a 51 (g^l
5yj$ e 81, ligas d s coral a 21, cruzes de ouro e coral a 31, 41. 61 e 81, ditas de esmeral- fjj3
^j 1a, perolas e rubios 121, 141, 16* e 181, anneis com bonitas pedras a 41 para crian- c//n
33"t 9. > 3*500, ditos de pedras finas a 61 e broxes para retratos a 161 e 201. rfSa
Aos senhores cavalheiros
E' smeate na Flor de Ouro qne se vende joias de goste e por ponco dinbeiro
romo sejam : guirnicoes com tres tootoes para abertura 41, pares de ditos e de dif
feretrtee gostos a 51, ditas a 31, ditas para punhos a 81. eadeias muito chiques a 201,
ditas a 60500 a oitava, pencinez de prata dourada a 41, 40500 e 51, medalhoes para
eadeias a 121, medalhas com leras a 81; alm de um grande sortirnento de obras dd
brilhantes, brincos, braceletes, alfinetes, aderemos completos, meios ditos de pedras fi-
nas e coral, medalboes, voltas e trancellins, anneis com letras e de diversos modelos, C?s-
oculoi, pencinez de ouro, relogios de ouro e prata dourado e da afamados fabricantes, 00,
assiracomo grande sortirnento de obras de pratado Porto, tanto para o servieo do- .;"n,
xnestKO, como para igrejas, e garantimos ser todo lei. \,,
A Flor de Ouro contina a estar aberta at as
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8 horas da noute
\
19 Ra Primeiro de Marco 19
Temi renovado completamente a ioja do predio, em que teem o seo es-
tabefecimeoto,
19A ra Primeiro de arQO19
com amelle asseio e elegancia deiejave, acham-se a-.;-.ra prvidos do mais
(esplendido sortirnento de fazeodas oas e modernas de
SEDA, LA, LINHO E ALGODAO
todas do ultimo gosto, e continuara a ter como sempre, diversos
AMIGOS ESPEGIAES DE SDASCASA
Garantem, com toda
a sioceridade, vender
por menos qoe qoal-
qoer oatro, porque
reeebem em direitara
a maior parte de saas
fazeodas.



v
19 RA 1.
(Antiga roa
DE MARCO 19
Crespo).
do
Empreza do gaz
Pernanibuco.
Esta empreza tem um lindo sortimeato de can-
dieiros, arandela, pendentes, etc., tanto em vidro
(crystal) como em metal, e orna rariedade de glo-
bos dos padroes mais modernos e por precos m-
dicos. As amostras podem ser vistas no escripto-
rio o. 31 i roa do Imperador. Bieos para gax do
melber feitio a 60 rs. cada um. As encommen-
das podem ser feitas por escripto, na roa do Im-
perador junto a secretaria da polica, on dirigidas
ao abaixo assignado na fabrica S. Jos, qoe sero
promptamente attendidas.
Thos. Newbigging,
Gerente.
Casa no Foqo da Fanella..
Aloga-se por 600 ama excedente casa na roa
do Rio n. 3a daquelle povoado, com 1 salas, 4
qnartos, eozinba, eocbeira, qaartos para criados,
estribara, e mais daas meias aguas separadas : a
tratar com o comraenaador Tasso.
MOFINA
1
i
O abaixo assignado, tendo de acabar eom o sea
negocio, roga aos seos maltes e numerosos fre-
gueses qae Ihe esli devendo em saa ioja de cal*
cado roa da Imperatriz n. 10, de vir oa mandar-
me pagar sea debito at o fim de dexembro do
corrente anuo, pois do contrario ver-se ba obrga-
do, e bem contra saa vootade, entregaras eon-
tas a sen procurador, para elle receber amigavel
oa judicialmente, o qae o abaixo assignado pera
dos seas bons fregaetes isso nio ser necessarlo.
Recife 31 de oatubro de 1871.
Antonio Rodrigues Pinto.
Procede-se a inventario dos bens de meas fal-
lecidos tos major afacoel do Nascimento da Cos-
ta Monteiro e D. Antonia Vieira da Canba, e por-
que tenba de dar execucao como tesumenteiro s
dispu:i(es de seu testamento, deixando legados
a todos es seas afilbados, me dirijo a todos elles,
solicitando qae ne apresentem com a brevidade
possivel as certidoes de baptismo, para em lempo
competente reeeberem o qoe Ihes foi doado.
Antero Vieira da Cunba.
Arrenda-se por anno o S* andar do sobrado
n. 24 A, sito i ra larga do Hosario: qnem o
pretender coopareca perantea jnnta da santa casa
da mi'tricordia do l'ecife, manido de carta de
fianca oa acompanhado de fiador.
Roga-se ao Ulna. Sr. Ignacio V.elra de Helio,
ervao na eidade de Naxareth desta provincia.
favor de vir a roa do Imperador n. 18 a concluir
aquelle negocio qoe V. S. se oomprometteo reali-
sar, pela tarceira chamada deste jornal, em fin
de dexembro prximo passado, e depois para ja
aeiro, passoa a fevereiro e abril, e nada enmprio
e por este motivo da novo chamado para dte
m ; pois V. 3. se deve lembrar qaa este negocie
i de mais de oito annos, e qaanao o senhor tai
Oho se acbava no es nesta cidade
Precisa-se alugar um escravo de 14 a 18 an-
nos para servieo de casa de familia : a tratar com
Antonio Jo Rodrigues de Sooxa na thesonraria
das loteras, oa em sea sitio no Monteiro.
Na travessa da roa
Cmzes n, 2, pri-
meiro andar, da-se di-
nbeiro sobre penhores
de ouro. prata e brilhan-
tes, seja qual for a qoan-
ta. Na mesma casa com-
pram-se os mesnos ne-
taes e pedras.
NOTAS
Troea-se notas do banco do Brasil e de suas
llaes na roa do Bario da Victoria n. 63, satiga
ra Nova. Ioja da Joo Joaqnim da Cosa Leite.
Consultorio liomeopa-
thico
DO DR. SANTOS MELLO.
Roa do Bario da Victoria n. 43.
VACUNA.
Todos os domingos e quintas feiras, pe*
las 9 horas s 10 da manbia vaeeina-sa
por preco mdico, para o qaa na muito
bom pui vaccinieo.
Recebem-se chamadis para vaceinar ene
qualquer casa.
Consaltas medicas todos os das pela
manbaa.
Chamados a qualquer hora do dia e da
noute.
Gratis a parte medica aos pobres.
Attencao.
As pessoas qoe lnham negocios forenses eom o
fallecido procurador major Joaqnim de Albnqaer-
que Mello, tf nham a bondade de se diriginm ao
abaixo assignado, que presentemente se acba
d'elles encarregado, na roa do Imperador n. 12.
Recife. 9 de novembro de 1871.
Jeio B. Pinheiro Cdrte-Rea.1.
D rsula Cordolina da Rocha Almeida,
vendo pnblicado oo Diario de boje o ao-
do:o do seu ex-associado Jos do Reg
Borges, commaoica ao publico qae em
vista do balaoco orgaoisado por elle, era-
Ibe impossivdl a aceitado do meio propos-
to, visto que esse balanco, deveodo ter por
base esseocial os lacros da dotiga socieda-
de, qce tivera Borges com sea tinado ma-
rido, cujos lacros f. rmavam o sea capital
commaoditano conformemente ao contrato
social, alistrahio d'isto o Sr. Borges, e for
mou um balaoco, em que a aoouDciaote
anda era devedora, alm do capital, da
qaaotia de ris 3:i 13 972 e isto depois de
oppr-se exbibic^o dos livros paraMiqoi-
dagao d'aqaella extiocta sociedade com seo
marido, da qual cara elle encarregado, e
S8m que mostrasse haver cumprilo as clau-
sulas do sea contracto com o finado marido
da aonoociante.
Qu.into a encarregar-se da liquidado da
sociedade. a aonnoctaote passa a requerer
em jnrzo o que for a bem seu e de seus
filhos.
Resife, 16 de dezembro de 1871.
0
m
m
i
*
>r. narlana Carolina Lobo
Corte Real.
Travessa da roa da Palha n. 205,
V aodar.
(ASA PARTICULAR)
Pode admitur em sua easa, a qual of-
lerece as melhores condi^oes de confor-
tavel h0!>pedagem, por prfeo mdico, al-
(urnas pessoas oa familias do Imperio,
que prelendam demorar se em L>b6a,
a passeio, oa por molestia : para infcr-
inanes, qperam derigir-se rrfa Primei-
ro de marf>, ( antiga do Crespo ) n. 19,
.f ja de fazeDdas dos Srs. Jos dos Saut s
N-jvr-s & Irmio, em Pernambuco.
0
m
&
Joaqnim Jos Gonpal
ves Beltrao
Rna do Trapicbe n, 5, Io andar.
Sacca por lodos os paquetes sobre o banco <
inho, em Braga, e sobre os seguirte logares ea
?oricgal :
Lisboa.
Porto.
Valeuca.
OoJaariee,
Coimbra.
Chaves.
Viseo.
Villa do Conde.
Arcos de Val de Vas,
Vianna do Casteilo.
l'onte do Lima.
Villa Real
Villa-Nova de Famlica*.
Lamego.
i Lanos.
Covilha.
Vascal (Valpasso).
Mirandeiia.
Beja.
Barceoe.

Tbomaz J. de Gosmo e Pedro C. Bellrio convi-
iiam os amigos do flaado l)r. Antonio T. de Serpa
Krandao Jnior para onvirem algamas missas que,
por saa alma, mandam celebrar no dia t do an-
dante, as 7 horas da manhaa, Ba igreja do Ampa-
ro de Olinia.
IIMH li II 1
Atten Chaves Filbo & C- e o Vi9conde de Gandarnha e
Pinto Leite & S itrinhoe, de Londres, liquidiram
amigavelmente as comas que tinham entre si por
onrencao a.-sigoada h >je.|E de accordo com ella
os segundos sedao por pagos e satlsfeitos de to-
dos os dbitos do primeiros e asignaran a pre-
sente declaraco conjanciamente com estes, para
elles poderem faier o-nso deila qae Ihes convier.
Babia 4 je dezembro de 1871.Como procura
dor do Visconde de Gaudanoba e de Pioto Leite &
Sobrioho?.Aureln Pinto Leite, Chaves Filho &
Compaoha
*.
Preeia-o de um eaueiro com pratioa de
1 taberna : na ral d) Rangei n. 10.
Um mogo nacional se offerece para fazer al'
gomas viagens ao sal oa norte do Imperio como
capital de Bandeira : qaem precisar annuncie
por este Diario.
CASA. DA FORTUHA
RA i DE MARCO OUTR'ORA DO
CRESPO N S3.
Aos 20:000^000.
O abaixo assignado tem sempre exposto ven-
ia os felizes bilhetes do Rio de Janeiro, pagando
promptamente, como costama, qualquer premio.
PRECOS.
Inteiro 24*00(1
Meio 12*009.
Quarto 6*000.
______________Manoel Martins Finta.______
k m, ^ Precisa se de orna ama pa-
^\ xwvs^kx ra i0^ serv' de uraa ca'
wl ^^ vy sa de daas pessoas : tratar
no largo do Arsenal de Guerra n. 3__________
ATTENCAO
D. Libania Emilia Cesp.r de AlEuquerque, viava
do major Joaquira de -Albuquerque Helio, pede
todos as pessoas qne tivessem irnjnccoes com o
sea fallecido mando, de nada fazerem relativo s
mesnas transacQoes, sem com ella se enten derero
Recife, 9 de dezembro de 1871.
Monteiro
Por 300,000 ris.
Alaga-se ama casa na povoacao do Monteiro: a
tratar na taberna do Sr. Nicolao Machado Freir,
no mesmo lugar___________________
Aferipao
O abaixo assignado partecipa aos Sr?. negocian-
tes dos estabelecimento?, sugeitcs a este imposto,
qae anda nao aferiram, que o praso para a dita
afericao Qnda-se no dia 30 do corrate.
Recife, 18 de dezembro de 1871.
O arrematante,
Miguel dos Santos Costa Jnior.
Na praca da Independencia ns. 1 e 3
precisa se da urna ama para eozinhar.
AMA
Aluga-se um escravo, moco de boa figura e
padeiro : it tratar na ra do Imperador n. 50, 3o
andar.
^^^ ^W^ '^FV s*^^J^T\ ^^^ ^Jf\ ^^s '^^ y^^f W *
0 Medico operador e par- 0
tetro. a
Dr. Francisco Jacintbo Pereira da Mol- ?J
Cy ta, a qualquer hora do dia oa da noiie 0
g o. 5, 1 andar, praga do Conde d'Eu, XX
55 oatr'ora da Boa-vista,
ft CONSULTAS GRATIS AOS POBRES. 0
&&$$$$$ #00 0000
AMA DE LEITE-
Na ra da Pentia n. 25, 1* aadar, se dir quem
precUa >le ama urna que tenba bom e abundante
leite.
Na ra ejireita do Rosario n 35 (-obrado)
fornece comedoria* para fra com aceio e premp-
tidao mandando-se levar em casa dos assiguaotes
almoco das 7 as 9, e jantar de 2 as 3, oa a hora
que se convencionar, a precos commodos e vari-
dade as comidas.
Feitor ou criado
Offerece se um poriaguez para feitor de algnm
sitio dentro ou fra da provincia, o mesmo offere-
ce se para criado no caso que nao se arrume co-
mo feitor : tratar na ra das Cruzes d. I.
Pr-cisa-se de um bom coziDheiro : no Kes-
tanrant Santa Isabel, roa da Florentina n. 2.; -n
Pede-se ao Sr, Heuriques ias de Freitas
oue vi pagar os alugoeis da casa era que morou,
sita roa dos Coelhos n. 8.
AMA
Precisa-se de urna ama em Bebe-
ribp. na povonco : a tratar na ra
do Vigario n. 26. 1* andar.
AOS 5:0004000
Estao venda os felizes bilhetes da lotera da
-labia, aa casa feliz do arco da Conceico. roja di
'qrives oo Recife._______;_________________
Cede-se parapssar festa por mdica quan-
tia orna casa muito fresca com 2 salas, 5 qaartos.
cozioha, copia e cacimba; em Sanl'Anna : a tratar
no largo do Paraizo n. 29, 2* andar.
Aluga-se o segundo aodar da sibrado sito
ra Duque de Caxias n. 9, tratar na praca
da Independencia n. 19 e 21, Ioja de chapeos.
Mudanpa
Antonio Secnndino do Monte participa aos seus
numerosos amigos e freguezes que mudoa o seu
estabelecimento de cabeileireiro e barbeiro, sito
rur estreita do Rosario n. 10, para o primeiro an-
dar n 4 da mesma rna. Espera merecer dos
mesmos seos amigos e fregaezes a saz valiosa
coadjuvago.
Oonserta-se mchiiias para
costura.
de qualquer autor por um machiaista nor-
te-americano ha poaco chegado em
Casa deChapman
Ra do Imperador n. 45
Os Srs. Jos Francisco Ribeiro de Son-
ta e Dr. Francisco Jos Rabello, o Io pro-
pietario do collegio de Santo Amaro e o
2o propriatario de otn oatro col egio, sSo
rogados a mandaren) a esta typographia a
negocio de inters te.______________
Precisa so alugar dons e-xravos, assim como
tambem precisa-se de um carroceiro : a tratar na
Boa-vista, roa do Soeego o. 27, oa aa livrara Uni-
versal._______
Precisa-se de ara caixetro qae tenba 14 aa-
n* de Hade J fiador de saa conducta, pira ta-
brrna : na ra do Ringel n. 53.
Cozinheiro
No hotel Central precisa-se de
oheiro, paga-se bem, merecendo :
Rosario n. 37.
um bem cozi-
ra larga do
Lufljj
r^-T^T^-:^7^
ZbSS/JLll
JUEJXb
O deposito do verdadeiro cemento de Portland e
agora no armazem da bola amarella no oitao da
secretaria da polica, garante-se que ninguem
pode vender por menos qne neste armazem :
qoem comprar de cinco barricas para cima ter
grande abatimento, tambem se vende a relalho.
Ignacio da Silva Deir avisa a seus fregue-
zes e a quem mais po?sa nteressar qne segu pa-
ra Pernambuco com boa tropa de burros e que
passar pelos lugares segrales : Pilar, Castanha
Grande, Porto Calvo e Escada : quem pois qoiser
fazer compras poder encontra-lo ou avisa-lo. Pe-
nedo 3 de dezembro de 1871.
AIJ
DYVETOT
nica casa neste genero
l-i-Rua Estreita do Rosario-14
Compra e vende roupa feita
nova e vel ha, objectos de
cosinha e de mesa, e
tudo que perten-
COMPANHIA
DOS
TRILHOS URBANOS
do Recife a Olinda e Be-
beribe
Do 1.* de Janeiro em diante as assignataras se-
ro tomadas por um mez inteiro, e aos assignantes
Sea concedido o direito de rajarem nos das tan-
tilicados sem augmento dos precos estipulados para
os dias otis.
At o dia 5 de cada mez sero entregues os car-
loes de assignatora as pessoas qos tiverera pago,
mas nessa data Oca encerrada e distribuida pelos
conductores a li'ta dos assignantes do mez.
Recife, 16 de dezembro de 1871.
O gerente,
G. R. Campello.
Gompanbia dos trilhos urbanos do Recife
a Olioda e Bebenbe.
Trens extraordinarios.
Na linha frrea de Oiinda haverao os segaintes
trens extrardinanos :
Dia 24 11 e 12 horas da tarde.
Dia 25 I, 2, 3,4 e 5 horas da maaha.
10, 11 e 12 horas da tarde.
No ramal de Btbenbe haverao tambem trens
extraordinarios em igual numero.
Os passageiros que quizerem ter iogresso nos
trens nos dias 24 e 25 devero muir se de bilhe-
tes para mostra-los ao empregado, que se achar
na porta da sahida da sala de espera na estacao
do Recife e na de Olinda.
Recife, 20 de dezembro de 1871.
O gerente,
G. R. Campello.
Aluga-se o andar terreo do sobrado n. 5 da
ra Imperial : a tratar no mesmo andar.
mmmmmmmmmwmmm m
H ADVOGADO
OH Dr. Joaqun Correa de Arajo |
B 6"Ra do Imperador67 fi*
50,000 RS.
Na rea estn-ita do Rosario a. 35, primeiro an
dar, codaua-se a fornecer almogo e jantar para
(ora, com asseio e promptilao, sendo para tres oo
quatro pessoas reunidas, a 30/ por pessoa, e sen-
do para una s por 40, mandando se levar em
casa ioi a*5ignants s turas que os mesmos de
terminarem.____________________________
Sitio para alagar
Alaga-se ura bom itio na Capunga na ra u
Pernambusanas o. 66, dos berdiros do fallecido
Santos Coelho, com gradeamento e jardim na fren-
te, toa e grande ea>a de vivenda cora 3 salas, 6
quartos, cozioha lora, casa para feitor e pretos,
galinbeiro, \i.: ]:' para banbo, e lavagera de rou-
pa, cacimba com bomba, todo murado e muito bera
plrniado, de excelieotes fructeiras: a trillar na
ra do Mrquez ce Oiinda, armazem n. 62.
Massa fallida de Magalh3es Irmaos.
G- ajmiaistradores desta massa fallida pelo
prosete convidara os credores a apre>entarera no
praso de io dias os seus ututos para a classifi-
ca^o de que trata o an. 859 do cod. do com
Recife, 13 de dezembro de 1871.
Precisa-se
Be um nmem forro ou escravo para carregar
pao e bolacha na padana a ra da Mrquez do
Henal n. 9, e tambem precisase de um menino
para um dos melhores estabelecimentos em Santo
Amaro de Jab)ato : tratar na ra de S. Fran-
cisco o. 76.
Atlenco nova bolachinba americana nao in-
terior a iogleza: na pad^ria da ra dos Pires n.
45. Na mesma fabricase pao e bolacha o oielhor
possivel, de farinha especial, para melhor agradar
a seos freguezes.
m Frecisa-se de urna ama : na ra
AiTJI A de Hortas n. 66, sobrado de um
andar.
4H4
Precisase de ama mulher para
tratar de uraa menina de 2 annos, e
pouco servieo de urna casa : a tra-
tar na rna dos Guara rapes n. 2.
AMA
Precisa-se de urna ama para eozi-
nhar em casa de poaea familia :
roa Ve I ha n. 28. sobrado.
Precisa-se de urna ama livre oa escrava pa-
ra u servieo de ama casa de pouca familia : na
rna do Mrquez do Herval, antiga ra da Concor-
dia, sobrado de um andar contiguo a urna pada-
ris. Nao se diz o numero porque a ra nio est
numerada.
Precisa-se! alagr amadama torra : na roa
do Cabug n. 2 B.
Ca^a em Olinda.
Aioia est para alagar a casa terrea n. 3 da
Ladeira da Misericordia, com 3 salla*, cinco qaar-
tos, lerraco na frente e atraz, cozioha fra e bom
quintal, muito fresca, encllente vista pela frente,
e para o mar pela parte de traz, muito commoda
para os banbos salgados, por flear ao p da roa
do Bomfitu em direecio aos mesmos : tratar na
roa do Cabnjt n 16, 2 aodar.
COZIMHBIRA
Na roa da Cadeia n. 51, toja, preeisa-se de ama
boa*cozinheira, paga-se bem._______________
Precisa se de ama qae eozmne
com per'eico, para easa de ho-
rnera solteiro : rus do Amorim
AMA
a
numero
fe.
Do l'dejaneircem diante o prego dos trens
especiaes ser regulado como autorisa o artigo 37
do regulamento do governo de 21 de junho de
1870. As pessoas que quizerem alugar trens es-
Eeciaes devero fazer a reqaisico na estacao --
ecife, das 6 horas da macha at as 6 da larde, e
sempre eom antecedencia de 2 horas pelo menos.
O prego de um trem especial:
Do Recife a Olinda ou Brberibe-365l)0.
Do Recife Encruiilhada26J0J0.
Sendo a partida das 8 horas da noite fi as 3
da manhaa os precos serlo :
Para Olinda oa Beberibe-44|000.
Para a Encruziihada29^000.
Re:ife 22 de dezembro de 1971.
O gerente,
___________________G. R. Campello.
Companhia Al lianza
DE
eguros martimos estabeiecida
na Baha em 15 de Janeiro
de 1870.
CAPITAL..Rs. 2,000:000*000.
Toma seguro d mercadonas e dinheiro a r)
narkiioo em navios de vella e vapores para des*
ro e fra do Imperio. Agencia rna do Coa>
nercio n 5, escriptorio de Joaquim Jos Gor>-
;alves Beltrao. ____________ ___
Precisa-se de urna ama pa-
ra lavar, oziohar e comprar
para casa de familia de duas
pessoas. prefere-se escrava : a tratar na travessa
da Madre de Dos n. 14, armazem.____________
Nj deposito da ra de Santo Amaro n, 6.
precisa-se de um caixeiro de 12 a 15 airaos, coa
pratica ou sem ella. _____^_^
Precisa-so de urna ama para chindar e com-
prar em casa it piuca familia : na rna da Cao.-
ba do Carino n. ti ; prefere-se e-crava.______
Prensa-so de urna ama pa
ra o servieo de urna casa io
pouca familia : na roa Au-
gusta n. 22.
Aluga -e ura escravj <|ue serve para com-
pras, mandados o qualquer servieo leve : na rc
Direita n. 137, das 6 as 9 di manhaa.__________
Jlluga-se
urna excellente casa cora gi .indes accommodasots
e bera perto do rio, no Poco da Pan'lia : tratar
na rna do Livramento n. 30.
Nesti typographia se
dir quem precisa alugar
um preto de m^ia idade.
Aluga-se
O segundo andar do sobrado da roa do Vigark)
n. 20 : tratar na ra do Amorim n. 37.
Offerece-se duas amas cura bom e abundar-
le leite : na rna da Conquista b. 21, taberna.
riado
Precisa-e de um criado : na ra Duque de Ca-
aias n. 0, 1* andar._______________________
Precisa-se de tima ama pi-
ra casa de pouea familia : a
tratar ni ra da Palma n. >
i Ai 4 Precisase de urna ama : na roa e^-
ailLl treiu do Rosario n. 32, 3* andar.
V^V
COMPRAS.
Compra-se uraa carroca a arreios para na
cavailo, tndo em bom estado : na roa da Seozalla
Nova n. 30.
VrNDAS.
33.
Vende-se nm terreno aterrado e eom vivei*
ro, eom 150 palmos de frente, na estrada velba d*
Saato Amaro das Salinas : a tratar no mesmo le-
gar com Ricardo i Silva.
6 Ndvo Rival a ra Direua n. 86 acaba de
receber lindos derecos encarnado imitando a eo-
ral,.'proprios para o tem: o presente
Multo. ~~
J Vndese na ra lo MAriaez de O ina o. 21

' .
**


ftt; Dar dt Pernauubuco Domingo 24 de Dezembro d 1871.
ADJUIRAVEIi 1 IOMIIA VA4D
SEM LIMITES
N*
S*-v

LOJ E ARMAZEM
DO
PAYAO

DE
f
i
FLIX PEREIBA DA SILVA ft C.
NA BA DA IMPERATRIZ N. 60-
8 a dinheiro vista
Os proprieUrios deste estabelecimento tendo grande necessidade de diminuir o im
menso deposito que tem de fazendas e grande urgencia de apuraren! dinheiro, tem re-
solvido fazer urna verdadeira liquidadlo com grandes abatimentoa nos presos de todos
os seas artigos: para o que convidara ao respeitavel publico desta capital a vir sortir-s
pois loe garantem que em parte algama poderlo encontrar tio grande sortimentoe mei
mo nJo comprarlo pelos procos qne se Ibes pode vender na loja de Pavio; porm ad-
virtindo-se qne so se vende a dinheiro vista. Os niesmos proprietaros dtste estabe-
lecimento rogam a todos os sena devedores desta praca o favor de virem saldar seos d-
bitos, e todos aquellos que esliverem deveodo coatas antigs e o nio fizereu terio de
lr eacommodados judicialmente.
PsitIo.o
de seda a
L&asluhas barata* do
Alsacianas com lindas listras
44000 o covado.
Ditas lisas com maito brilho a tf o covado
Atlantas, fazenda de maito gsto tecida
com seda a 720 rs. o covado.
Ditas com qoadros de seda e cores maito
delicadas a 640.
Poil de chvre, d'ama s edr com maito
britbo a 500 rs. o covado.
Merinos escossezes fazenda de muito gosto
para vestidos bomas e roapas de menino
a 640 rs. o covado.
Gargario maito bonito, tendo de todas
as cores a 400 rs. o covado.
LSasinhas modernas com diferentes gos-
tot a 400 e 500 rs. o covado.
Ditas ditas a 280 e 320 rs. o covado.
Bareges transparentes com differentes c6-
*es a 100 rs. o covado.
Alpacas de cores lisas e lavradas fazenda
de maito gosto a 500 e 800 rs. o covado.
Cassas do Pav&o.
Cassas inglezas com bonitos gostos a 200
i 240 rs. o covado.
Ditas flnissimas a 300 rs. o covado.
Ditas francezas de milita phanUsia a 400
rs. o covado.
Cortes de cassas com 7 varas fazenda
maito tina e bonita a 20500 e 30000.
Ditas d'organdv branco e de cores a
24500.
CORTES D'ORGANDY A 4(5000.
O PavSo tem cortes de orgaody branco
eom 8 i/2 varas que vende pelo barato pro-
co de 4^000, assim como finissimo organdy
branco com listrinhas e qaadrinbos o me-
Ibor qne tem vindo ao mercado e vende
pelo barato preco de 720 rs. a vara.
Ponpelloaa de seda a tOOO
O Pavio tem um elegante sortimento de
poupelinas de s da tanto lisas como lavra-
das as mais modernas qae tem vindo ao
mercado e vende a 2|}000 covado.
CAMBRAIAS LARGAS A 800 RS. AVARA.
O Pavio tem cambraia branca transpa-
rente de boa qualidade, com 8 palmos de
largura, que apenas precisa 4 varas para
am vestido e vende a 800 rs. a vara, dita
finissima da Escossia tendo a mesma larga-
ra, que vende a 10600.
CAMBRAIVS BRANCAS A 40000 E 40500
O Pavio tem pecas de cambraia branca
transparentes com 8 1/2 varas que vende
pelo barato pr;co de 45000 e 40500, ten-
do tambera muito finas de 50000 at
100000.
Ditas tapadas ou Victorias tendo de 30500
a peca at a mais fina qae ven?, ao mer-
cado.
(rosrlenaples preto e de cores.
O Pavio tem um grande sortimento de
grosdeoaplos e gorgorao preto para vestidos
tendo de 10600 o covado at ao mais su
perior que costuma vir ao mercado, assim
v'invj um grande sortimento de ditos de
todas as cores e branco e um bonito sorti-
mento de setins branco e de coree qae ven-
de por precos muito em coots.
CASAQl'INHOS A 150,180 E 200000.
O Pavio tem um grande sortimento de
'icos casaquinbos de seda preta moiio bem
enfeitados e modernos que vende a 150,
180 e 200000, sendo fazenda de rauilo
mais valor, assim como ricos chales pretos
cordados com franjas largas de relroz a
100 e 420000.
CORTINADOS PARA CAMAS E JANELLAS.
a 80, 100, 120 e 10OOO.
O Pavio tem um grande sortimento de
cortinados ricamente bordados, proprios
ara camas e janellas que vende de 80 at
i 65000 o par.
Pecas de cambraia adamascada com 20
aras a 100000. crochet ricamente bordado
para cortinados a 10500 o metro. Assimcomo
rices damascos com 6 e 8 palmos de largu-
ra proprios para colchas de camas tam-
bem ricas colchas de damasco a imi'aco de
eda e ditas de crochet as mais lindas qae
m vindo ao mercado.
USSELINAS DE CORES A 400 RS. O
COVADO.
O Pavio tem um bonito sortimento de
mnsseiinas de cores, padroes inteiramente
aoves e cores fitas, que vende a 400 rs. o
covado. Ditas brancas muito finas a 400
500 rs. Metim branco da India muito fino
para vestidos e roapas de meninos a 720 rs.
> covao. Crotones de cores maito encor-
pados para vestidos a 600 rs. o covado.
Metralhadoras!
Oaegou para a loja do Pari am magnifico sor-
unteato de ores de vestidos de cambraia eom
tobados braoeo* e de coras, deooaiaados a me-
trasladara, sendo esta fazenda a mais moderna e
de aicitwr go?to qae tem vindo este anno para a
e*u : attim como receben tambera am lindo
tortimento de cortes de cambraia eom palmmbas
cardadas a lia, fazenda de mnita pbantazia, e ven-
de-se lodo muito mais barato do qae em outra
qoalquer parte : na rna da I aperatnz o. 60, lija
armaiem de Pereira da Silva & C
Popelinas de seda
A 10600 rs.
Na loja do Pava? vende-se nm elegante aorti-
mntu da melhore e mais modernas popelinas
de teda, qae se liquida pelo baraussimo preco de
HVjO rs. o covado, grande peehiocba : a ra
da IajnerMnz o. 60, loja de Pereira da Silva A
C-
NOVOS SORTIMENTOS
O armazrni do vapor
Fraueez, roa do
Baro da victoria
(ontr'ora ra \o-
. ?) m. f.
vapor
a do
Acaba de receber ova facturas.
do
Francez. ra
alario da victoria
( ontr'ora ra No-
?a) n. f.
Calcado
Botinas de Sazer e de Polak, para horaem, con-
leto sortimento para todos os gostos vontade
os compradores
Botas e perneiras para montara.
Bolinas para senhoras e meninas.
Abotinados para meninos e meninas.
Sapatoes de blzerro, verniz, cordavio, e de biim
branco para horaem.
Sapatos de tapete avelladados de charlo!, case-
mira preta e tranca portngneces.
Sapatos de vaqueta de verniz eom sola de ma-
leira proprios, para banhos.
Perfumaras
Fines extractos, banhas, cosmtico?,' leos, opia-
tas, poses, agua de cologne, agua divina, agna
florida, dentfrico, lavande, agua de toilet, tintara
para barba e cabello, pos de arroz, sabonetes,
ate.; tudo uto de primeira qualidade dos bem co-
ndecidos fabricantes, Pivar e Coudray.
Preqos.
virtnde das novas faetnras e ordena dos fabricantes, vende-se
Quinquilhrias
d poantasia e Inxo, como sejam : espelhos, lavas,
joias da ouro, correte de plaqu, ricas carteiri-
ntaaa para dinheiro, caixinhas de costura eom
moaicaa, esterioseopo de SO vistas eom msica,
boleas de soda e eeatinbas diversas para braco de
senhoras a de meninas, oenlos, paneenez eom vi-
dros da cores, ebieotinbos e bengallas, toda) isto
de differentes modellos e qualidades em grande
numero dastei artigos de quiniuilharias lioas de
oeto qae nao ae pode bem mencionar.
Brinquedos

O maior sortimento qae se pode desejar de toda
sorte de brinquedos fabricado* em diversos paizes
da Europa para entretenimento das eriancaa.
Carrinhos
Em
baratissimos
mero 7.
6 bercos de rimes para crianzas, de novos diffe-
rentes modelos i procos commodos,
ton todo precos
age
no armazem do vapor francs, roa do Bario da Victoria, outr ora ra Nova na-
Loja do Pav&o
SAIAS BRANCAS BARATAS
a m00 e 35000.
O Pavo:vende cortes de boa fazenda
branca com bonitas barras de pregas, pelo
baratsimo preco de 23500 e 35000 cada
ama, grande pechincha na roa da Impera-
triz n. 60, loja do Pavio.
MODERNAS BAREGES COM LISTRAS DE
SEDA E FRANJA AO LADO.
a 800 rs. o covado.
Chegou para a loja do Pav5o, ra da
Imperatriz n. 60, am elegante sortimento
das mais lindas bareges modernas e tende
ao lado bonitas listras assetinadas e franjas
para os enfeites, as quaes so vendem pelo
baratissimo preco de 800 rs. o covado, poi
haver am grande sortimento desta nova fa-
zenda ; assim como delicadsimas baregei
com lindas listras de seda, sendo fazenda d<
maita pbantasia a 640 rs. e grande pechin-
cha, no armazem do PavSo.
Fazenda para lato.
O Pavo tem am grande sortimento d(
fazeadas pretas para lato, como sejam:
Merino preto com 6 palmos de largan
para vestidos a 2)5000 e 20500 o covado.
Merinos pretos e de cordao para todoi
os precos e differentes finalidades.
Bombasinbas para todos os precos.
Cant5es e alpacas pretas. LSasinhas pre-
tas oo cassas de la de 360 at 500 rs. c
covado.
Cassas pretas francezas e inglezas de to
das as qualidades.
Chitas pretas francezas e inglezas de 20(
rs. para cima.
Crep preto para veos.
CASEMIKAS PARA CALCAS A 4, 50, 60
70 E 80UOO.
O Pavo tem om grande sortimento di
cortes de casemiras de cores para calcas,
sendo os mais modernos que tem vindo ac
mercado e vende-se de 40 at 100000 (
corte, ditas em pecas francezas e inglezas
para caicas, palitots e cohetes qae vende d(
10800 at 60000 o covado, ditas escoras
prova d'agoa que vende a 50 o corte ou :
30 o covado, sendo estf.s casemiras maitc
proprias para meninos de escola por seren
es'uras e de maita duracSo.
NOVOS VESTIDOS A 50000.
O PavSo tem lindos cortes de vestido di
flnissimas cambra as com bonitos hordadoi
de cores e tambera iodos bardados brana
que vende pelo baratissimo preco de 50OO(
cada corte, grande pichincha.
PANNOS DE CaO.HE PARA CADEIRAS I
SOPHS.
O Pavio tem um grande sortimento di
pannos de troch proprios para eucosto d(
cadeiras e de sphs, assim como um ri
sortimento de tapetes de todos os tamanhoi
proprios para salas.
MADAPOLO BARATO A 40, 4$oOO E 50
O Pavio tem pecas de madapolao core
jardas ou 20 varas qte vende a 40 e 405OC
a peca, dito muito fro e largo de 60 par;
cima, dilo raDcei do melhur que tem vind(
ao mercado, assim como dito finissimo en
pecas de 40 jardas.
Cortes de etiias. *
a 10600, 25000e 0800.
O Pavio tem cortes de chitas francezat
com 10 covado, trae vende pelo barato pre-
CO de 10600 e 2OD0, ditas que vende i
160, 2*00 e 280 rs. o covado, tambera tea
um grande sortimento de ditas finas clarat
e escuras que venda a 280 e 320 r. o co
vado e flnissimas percales miodinhas propri
as para camisas, vestidos 6 ronpas para me
nios que se vende a 360 e 400 rs.
LENCOS BRANCOS.
O PavSo tem lencos brancos absnhadoi
quo se vende a 20400 e 30. a dozia, ditos
grandos de murim sem ser abanbados
30200 rs. a duzia ; assim como bonitos len-
cos bordados para ranos.
ROUPA PARA HOMENS.
Sobrecasacos de pann<> preto tino send
maito bem feitos de 120 at 400000.
Palitos de pann.1 preto fraques e scc
de 80 at 120000.
Ditos de casemira de cor d-e 60 at 120.
Ditos de alpaea prda fina de 40 a 60000.
Ditos de dita branca ede cores 60000,
Ditos de bnm de liobo trancado a 60000.
Caltas de casecaira preta de 60000 at
120000.
Ditas de bnm branco de linho de 40OOC
at 80000.
Ditas de brim de liobo de cor para todot
os precos e qnalidiides.
Camisas (ranee?as e inglezas com peiloc
d'algodio da 106CO at 50, em dozia ven-
de-se mais barato.
Ditas de coeia de 800 rs. para cima.
Ceroulas de Itabo e algodao, francezas f
feitaj na trra.
Collariobos de papel, algod3o e linhc
qae se vende muito barato para liquidar.
Para noivas.
O Pavio tem rico gargario de seda, bran-
co. Orrmdenaple branco maito eneorpado.
Agraciannas brancas com listras de seda.
Poopelinas brancas de seda lisas e lavra-
das. Sedas brancas, lavradas e usas. Ca-
pel las eom palma de flor de la ranga com
ricos veos bordadon, qne todo se venda mais
barato do que em outra qualqner parle.
A loja do PaVSo acha-se constaiKtmett* berta das 6 b?ras da mtobla at* ?* J
liras da Doite. i ro ce -,T,,epair n. 60.
NA.
LOJA DO PAPAGAIO
Rna da Imperatriz n. 40
Os proprielaiios deste bem conhecido, 6 acreditado estabelecimento, resolveram
fazer urna liquidaclo das fazendas existentes, e pelo maior preco qae poderem obter,
nao engeitaodo preco algum at o fira do anno; portaato previnem aorespeitavel publico,
para approveitar a occasio de comprar bom e barato.
Lencos brancos grrndes de esgaiS) ja
abiliads''a 30200 a dozia.
Ditos ditos de algodlo, e com abainbado
largo e pintado.
Cus turnes de alpaca de cores enfeitados
de seda e 13a para meninos.
Palitots de alpaca de cores para horneas a
30000.
Capellas e veos para ooivas, ludo junto,
preco maito barato.
Um completo sortimento de roapas
feitas para bomens e meninos.
Casimiras pretas e de cores, pannos finos
azues e pretos.
Fu-toes de cores para vertidos, padres
mindinhos a 400 rs. o covado.
Cambraias brancas bordadas para vesti-
dos a 80500 a peca.
ROUPAS FEITAS E OFFICINA DE ALFAIATE
Urna grande qaantidade de palitots, calcas,
colletes de pannos, casemiras e brins para
todos os precos.
Camisas de lia, ditas de meia, ditas de
Ditos adamascados para camas e janellas, linho, francezas e inglezas, collarinhos de
j recortado?.
Grande sortimento de bareges, lasinbas
e alpacas pretas e de cores, lavradas e lisas
para precos muito em conta.
Graode variedade de chitas de 240 at
400 rs. o covado.
Cassas de cores, e cambraias listadas para
diversos precos.
AO PAPAGAIO
linbo e de papel, sortimento de mantas e
grvalas de seda preta e de cor, bournus e
ootras muias fazeodas, cerno sejam:
Bramante de linbo e de algodlo atoalha-
do trancado e adamascado, esgailo, meias
para bomens, senhoras e meninos, coberto-
res, colchas e ootras mentas fazendas qae
alo descrevemos parao annuncio se alo tor-
nar eofadonho. A dinheiro.
Pelo preco qae se vende s a dinheiro.
NA
Ra da Imperatriz
DB
n
40.
MENDES & CARVALHO


Cofres de ferro de Milier8 e ootro8
rencas para f0par carUI>
Balanzas de pesar, Decmaes. Romanas, eic
Tachas de ferro, MtoBlttd0.
Arados Americanos
UTatteSa para agricollara.
Carrinhos de mao.
Hachinas a Vapor
JUaCninaS ^ descarocar algodlo, de 10 at 40 serras.
l/apaS Q6 ieiTO gaivanisadas para cobrir casas etc.,
Estes artigos vendem-se em
casa dos importadores.
Shaw, Hawkks & C,
*. 4 ROA DO BOM JESS.
(outh'ora RA da Crcz )
GRANDE REDCCiO EM PREqOS
P.liil A FBSTA
LOJA DE PAULO GUIMARAES
Palitots de meia casemira de diversas cores de 20000 a 300(0.
Ditos de casemira bonitos padrees de 40000 a 50000.
Ditos de alpaca de cor de 20500 a 30000.
Ditos de brim branco de 20000 a 30000.
Ditos de alpaca sobrecasacos de 20000 a 30000.
Calcas de brim de cor para acabar a 500 rs.
Cortes de brim de cor para acabar de 10600 a 20000.
Brim da Angola, duas cores de 105OO a 15800 a vara.
O'gandys brapcos com listras a 600 rs. a vara.
L5a para vestido de esmerado gosto de 400 rs. a 1000 o covado.
Chitas claras e escaras de 320 a 360 rs. o covado.
Crelooe para vestidos a 360 rs. o covado.
Cambraias de cores fixas de 400 a 500 rs. a vara.
Grande sorlimento de roop. s feitas de todas as qualidades, assim cotao de fa-
zendas proprias para vestuario de bomens, e lulo sendo por prego* baratissimts s
para apurar dinheiro.
48 RA DA IMPERATRIZ 48
Junto a padaria franceza
JOAQUM
LOPES
MACHADO a C.
Travessa do Corpo-Santo n. 25
ARTIGOS AMERICANOS
Cylindros para padaria.
Carros de m5o para conduzir fazendas.
Mchica? para descarocar algodo.
Polias de diversos tamaohos.
Caaos de ferro galvanisados para enca-
umento d'agoa.
OBJECTOS PARA CARRO
Oleado preto para guarda-chova de carro.
Dilo de cores para forro de dito.
Chicotes para dito.
Pontas de lanca.
Gales de seda para o forro de dito, es-
treitos e tarcos.
Pregos de cabeca de mariu*.
Escovas para dar grasa.
Maca m to nra processofmais perfeito e qae at-
ibu d ul forma a sati.-fr.ier as exigencias mais
raj da ccripluraeao.
a toa edr liDdissima e nao precisa de caida-
o ajgum para se servar ao (Inteiro sempre
n mesma edr, sera borra, crdeta, boldr oa feai
?aa u tfotz contieeida.o, anda mastao dos melhora*
A'.Ttea flstraneeiros.
>oiretudo, este eitimavei producto ao auca as
i4jus de ac, antes pelo contrario, a peona
>4qoira no esmalte dourado que, sendo interes-
adla, asae proveitoso.
gsli tinta, can aeado especialmente para copiar.
* eximmdo dtus, trea, oa mais copias am rcoi
utoa de escripta ; preciso, poram, deiiar-ihe
:v wal bem itioUtado sem o enzupar rom o mau-
^rro, porque nao ha o rieeo de borrar. Para se
irar oais da ama copa, nao se aglomerara un-
t' c-fca quanus copias t* qaerem tirar, mas
- aa eocn o origiaal tirar urna tantas qatotas
fUaiam, s^ra qae o original nqnt prejndieado
Oc-wre aqu dizer qae, para copiar importa
atuu lOteilnreoeia babiiidade, sem e qae a ma-
ior JnU ao satitfar, e o deleito recae sempre
otr a unu, qat mu'us vete* qaem menos
vtpa ttto.
i dupla goalidade de;U tinta extra tiamente
ciavel, pois que eviu qa am ?aalqcar es-
,-* citeres.
jku^vno a rna durabilidade, nao na a ofpr jw-'i-'O
:'*5t KT^a po;s qu t-V-x vh'a japcii d e&r 1
cripu aoffre o choque de cidos fortissimosL sem
se decompdr ; ora, se o cidos nao tem accao so-
bre ella, muite menos a aeco do tompo a poaa
destruir; sto plaasivel.
Nao s ao commereio que estt mea producto
veio ser til; as profeaeores dos collegios, investi-
gando todos oa meios para o adiamntenlo dos
Mbj di?eimilc, tem approveido esta Unta, que
com raco a aeharam apta para desenvolver o
costo nos educandos, em consequencia da beleza
da cor e acilidade de correr na pequea pela sua
liquidez. Ha exentlos de enancas que havia
muito lempo tinham urna repugnancia extrema
para a escripU, logo qae loi admittida esta tinu
oo coliegio, apoderou-se deilas a curiosidade e o
gosto, e poaco lempo dapoia o sel adiantamento
era manftesto.
Esu tinta, i par de tantas vanUgens, ten um
nnico inconveniente, deteriora'ae ao cooueto de
outra qualqner; eovm pois te-la em nteiro
isentos do menor vislumbre de outra tinta, e evi-
tar escrever eom a peona saja da ama preparadlo
arente e ncompativel; verificado isto, nao ha
razio para te usar de tinu qae nio taja a VIO-
LETA EXTRA-FINA DE IoNTEIROl
Observa9ao.
Diversas alsiac:cde e semelbancaj tem appa-
recido, cuja dqrabiiia'ade duvidosa. Os Sr?
coo/r'adores podem avilar o eegano drigindo-se
ct3> rircumsoeeiM,;.? padinde a linu que eo
i. d IfclUfrr?:
E' am producto que se obten di carne do gado vaceum. da qoal se lira todas as
es, tendtes, ossos etc. Elle tem todos os principios nutritivos da carne sem conter
,tna nn fihrin arrtnra. N'nm neuueno volme e pes:i dado conum '12 vezes
gelatina, ou fibrina, gerdora. N'um pequeo volme e pesn dado ennum -i2 vezes
mais substancia alimenticia que outro igual de carne des: ida de ossos, p lies 61c., por
isso por pouco qae se tomedelle se ubtem urna forte alimenlacio, que immdtdiameale
produz effeito como tem sido observado em pescas debis, por qualqvr cansa oo
exaDguea comosuccedeo a umbemem feridoque dons outros trouxeram prarraacia do
Sr. Firmiaoo Antonio de Araujo ( Porto Alegre ) onde recebeo o primeira curativo, es-
tando to fraco que nao podia voltar para casa; mas logo que t.mou doa-i o)!a\as dO
estractam pdecaminhar sera adjutorio.
Tal a torea alimenticia que anda mais se revella c:m o que oeecder. ao eecravo
do Sr. capitn Julo Cezar de Oliveira acommettido de Metanos, com ibruai is o for'a
que n5e foi possivel empregar-se medicacao interna, podendo o denH tinar, intrc-
duziodo-se com moita difficuldade pela abertura que bavia pela falta de o o dMite 6/9
de extraetnm carris por dia, cessando os sympioma nervosos i o m de ?2 'ias.acba-
va-so odoente em bom estado de-vigor, restabelecendo-se logo. Que 6 jui Mmenlo
qaen5-cansa os orgos proprios da digestao, se condece pelo que aonteceo ao Sr.
commendador Antonio Falcao, que solrendo de oa astro interite nao toirava oem
a agua de frango ou d'arroz. Hornera de mais de 70 annos com perdas iao abundantes
como tinha e sera alimentarse eslava condemna lo; sendo improficoo todos os remedios
intentados; o Exm. Dr. Flores empregou oextratum qne odoerli tomoa com repug-
nancia, porm que desde logo senlioum bem estar que nCo tinha, e pouco a pouco mais
vigor, fkando restabelecido em pouco dias. obrigando-o a soa gratidSo a dirigir ao Dr.
Ubatuba am attestado desse beneficio ( diz elle) para qne ontros podeftem ;al-o, e a
falta de conhecimento n5o obstaste a vnlgarisacio que era conveniente que tivesse om
producto (5o necessario. Nos ca.'os que precise diminnir a produecSo exoremooticia
aaas artificial, fistula sanaes, attaqoes hemorrhodaru-s etc. um valcnte recurso. O Sr.
I. 0. Castro n'um inlensissimo attaque heraorrboidal que o levou cama durante ne-
na aa obteve cora ahmentando-se com o extractum. Urna familia (do Sr. Joaqun:
Maria) dbil e nervosa, soffria horrivelmente, comefou a nz?.r do extracioK e logo
restabeleceo-se, e o Sr. Joaquim Maria agradecendoao Dr. Ubatuba dsse-lbo :Dr. V.
correo-me com as doeofas de casa. Taes tem sido os resollados de seo empreo que t*
principaes mdicos o aconselh5o, e o consummo tem quadraplicado em teda a oarte. Nao
somente applicado ermodieta aos enfermos, mas como meio abroen.icio e mesmo como
propno para vigorar os alimento?, e dar-lhes sabor mais agradavel. J.1 muila familias,
preferem azal-o aoate, sobsiitoindo o cha, e tem encontrado nelle o recurso de po-
derem rpidamente angmentajrera nos ca:\)s de necessidade as refeicf s para maior no-
mero depessoas do qoe contava, cudarem alimentaco prompta quanlo soja preciso
n5o bawr demora. As pessoas debis, velhas qoe necessi!3o tomar ;lguma .ilimentaco
oo intervailo das horas destinadas para a refeico, tem no extraetnm um meo prempto
de satisfazerem essa necessidade, melbor e com mais proveito do que nenhem oatro.
As mocas que nos dias de baile se abstem de alimertago para conservaren1 a belleza
do talhe prejndicando muito a saude, u/.5o j do extractum que satisfaz seo prejHizo
este flm. E1 ess* producto indispensavel a todos, especialmente s pessoas qne viajara
e s que morara fra da cdade. A saa incorroptibilidaoV, peso, volume, t sua gran-
de torca alimenti ia, e soa barateta, e o sea agradavel sabor, quasdo bem preparado,
d5o-lbe tal saperioridade qoe s se faz myster ser conbecido para poder ser aproveita-
da a ulilidade que elle preits. Como alimeato para as criancas tem pro-uuzidos os
melbores resoltados e al hoje n3o seconhece ootro para sustituir g aleitmento. Nio
o extractum por si um alimetto que canse o est mago, qoe o teuha cheio, porm
om alimento que d torgas e prcenche o fimd e levar a econ mia os elementos ani-
maes qne ella necessita, epara substituir o qae Iba fa'ta asa peso o qae certa-
mente necessario ao estomago do homem detrabalho pelo habito qoe tem, encontra-se
fcilmente por baixo prego as substancias tegetaes que existen) em qalquer parte
como sejam as raizas, btalas, legumes, grSo', fariahas, que com o extractan se fez
ptima e bella alimentario.
Um homem que tome C/8 de extrsclom por dia, que cusfa I88 rs.. ter ozado de
toda a substancia de i i/i lib. de carne fresca sem ossos, pelles etc., o qoe por sem
Jovida aim do que se faz necessa.-io priacipalmenle se ajuntirse-lhe ouraesqtter
massas, legumes, farinbas, grSos, batata etc e om pooco de gorJnra, cne-qoe,-
qoandogvste maislOOrs. terl urnaalimenlacSo sabo o a, comaJ-, fcil, D^'lo Jr/gi
eoica e maito reparadora por 290 rs.
UZA SE COMO CHA Meia col-'.erinba n'uma chicara d'agua, com sal soSoienta, a
am aromtico (salsa).
COMO SOPA De tima colherioba a duasem officieate agna, gordora, empeoi
8 quaeyqfler massas, fariohas, batata?, graos etc.
ARBOZPfpara-secoiBO d^uao, diisolvendo a po'go do ext^aclaro aaagoa
qae se deita nelle para cosel-o.
OS IAGMES As carnes saldadasrecuperSa wm elle a forja almeiU'da india-
pensavel.
Deposito Pharfeacie Americano, deferreira Maia fiC.
57 Ra Duque deGxias 57.
-
k


IfB Oiaiip 4* JPWhuddiumi *~ Domingo 24 Je Deembro U 1871.
CUNDE REDUCTO EDI PRECOS Di
F A Z E N D A-,"'
Gio ha ate r irwUt hrnaoo*
I FIGUEIBEDO a LOPES.
U M DA IHB4TRIZ lY U
.* propr-ietorios da laja do CYSNE convidara ao respeitavel publico para virem
P'!w a do mais c-tripleto sortimenlo Je azenJas finas a precos riidazidos, alver-
afe>qw &tes pnC'js so sora a dinlieiro. A imperiosa necessiJada que tornos em
as&Soer nossos c mprjroissos, nos obrigaro a semeltiaotes reduccSes. Avisamos aos
ftafoondo matto qie costumara comprares! menor escala, qie ne.sta casa encou-
fcarausiBceridida e maior comraodidade nos presos.
LAS ci xihvz lindo* padias a 320
*. o1, pechincba.
MAS, barejjis lindas cores a 320 rs.
*w*t> pecniocha.
PENTEADORES bordados para senhora
pelo barato preco de 150).
COLXAS de fastao decir, milito gran>
das pelo baratsimo preec de 5^000 para
ALPACAS lisas com lindas cores e lar-,ac3ljar
fas a- \$Q rs. o ovado, pechincba.
SK&lXS lisos cores diversas e largos a
ik r* o covado, pac'oincha.
ALfAf.AS LWRADAS muito modernas
* fe* a 700 n. o covado, pech neba.
IHTASWrV muito modernas e 5nas a
HK) is. covado.
LAS COM SEDA, lindos padroes que
s-ara presos foram de 15-200, hoje vendemos
yar 8DOrs. o covado para acabar.
CtfSiUIAS traasparentes inasa3-M~
ape$> e>2Q 8 1/ varas, pcchincba. Di-
C.VMISAS para I omens a 2#000. Ditas
a )5500 al 45500. Ditas bordadas para
bome,.s a 60000 8000 e 10000 cada
urna.
'CAMBBAIA com salpicos a 50500, pe-
chincha.
CAMISAS para men:nos de todas as
idades.
CHALES chinezes com mcdernos padies
muito pr-prios para aoras boaes-
tas. Dit-.s de merino lisos a 2)5500. Di-
tos ditos estampidos muito finas a 5?000.
Ditos de mlico a lf> 00.
eu Victorias a 450X), V5500, 5000.....i '[VAS DE PELUCA frescas de Jovin a
5H)0 e ioOO com 8 i/2 varas. Ditas '33
MHpwestes cora doos c rtes fu 17 varas
jpt 113000. Ditas de cores muito Ua-
.ta* s &>_* a '5), 500 e 5 rs. o mt-;
tea i
$aii*OftVDAS a 4030-3. 6Jn00. 80
t tOgtXXk. Ddas com pregas muito ti as
JO. i
HALES DE A.n.COS a I 000 para acabar
vv'.:;a.ba Dttoa oiu sa#s e babada a -r-
hi fc> rm o udos a 65000.
FIL de s'!a preto e branco de superior j
fBriktaa.
AHMtJlAO:i ftec hemos ltimamen-
te alwn hartes -ds-tiobo muito superior per
'isaarf (toe e;a outra >jua!iuer paite. Ditos
-4 aigatiao cota benitos desechos a
IMLrttS felpudas
>'jfj80 aduzia.
RKO* CORTES de vestidos de fil
t bu'Kobas bnlbantes proprios pira par-
eja."*! #09.
"'lO's bnocos bordados com baba-
ir fh.n zcabar, liquidase per l^OO, sea
-*?? ki fie Of^OOO. Ditos brancos com
LAS finas cora tecido de barege para
acabar 360 rs. o covado.
BOLSAS para viagtns a i(500.
TAPETES de diversos tamanhos para
guarnicio de sala.
PARA LUTO.
Alpacas, merinos, cantoes, princetas,
cambraias, chitas e muit s ostras (azeo-
das.
PARA HOMESS.
CASEMfRAS finas cora bonitos padres
a 9^000, 65500 e 45800 o corte.
ROL'PA FEITA
Por baratissimo preco iuclosive snperio-
res sobrecasaops de y asno fino a 20.5000.
15800 pech.nha.
I l';jm uin tema mn excalKata al/aials que
muito supen.res a se encarrega de fazer ^ual^aer p^a de
1 obra ao gusto o-fregeez.
P0UPELINA8. Temofl empeT ser
timrnto tanto em xadrez como com palmi-
nhas e por baratissimos precoz.
GROSDENAPLES tanto preto como de
core?, temos om grande sortimenlo e por
tt**s iJ'Mrdados pelo b.rato preco de menos jueem outra qualquer casa.
. Ditos bra'-eos cora palrainhas de| MUSSELLNAS brancas lavradas muito fi-
;: er w&ui'o lindos peo barato prego as a 400 rs. o covado.
t 5$t. biU'i ruis finos a 8^000.
TtNES lisos de vres diversas pelo
***io i?frt>j d-.:;.;ooo.
i.t : >>o pintos i.'e cre, fazenda su-
xfe? a 140 rs. o covado.
'.iSftLiiA a brasi eir de fil de seda
-*k. h:-o- prP(ode t4-XK).
SAS uOI !),'.!jAS para seubora por
saams }.e em outra qcalquer parte.
Ra ninir,
Urna
BRILIIANTINAS brancas lavradas a 500
r3. o covado.
LENCOS brancos abainhados a 2J200,
pcchincba.
BASADOS bordados finos de lindos pa-
dr5es.
Gravatas, collarinhos, ponhes e rauitos
outros arligos que s se encontra na loja do
CYSNE
Imperatriz n. 64.
k

)S LEOES
RA DOTE DE CAXIAS N. 29
liaras dcste grande e bem montado estabelecimento scientificam ao
Brajatevc) pabcj d.:ti provincia qua se acham com um variada e completo sorti-
aaate de uwvtis, tauto nacional s como cstra'goiro3, sendo esle escuLidos por n.a dos
a^as ^ ":i' cli;-kentt na Europa. 0 mesmo tea contractado com os roelbores
*&r.antes daqowl conUoeQte as remessas'das mais ricas mobilias feitas all.
Na officiaa t' m os ca'is habis artistas desle genero, e por isso pedera qu ve'
akmst isitir o es'.abeec ment, aonde enocntrarSo a r?lidade do que acab^m de erpr,
asa Mpode examinar; ricas e completa mob.lias de Jacaranda, megno, faia, carvalbo, a-
awa'l-, -c, riau t eUgantes camas deja caranda, pao setira, ^m mbSo de amarello, guarda louga de Logueira e de amirello com tampo de pedra, apa
aiaes ctedto dita, poli toilettes especialmente para fazer a barba, toilettes de jaca-
sata> a&anj'.lo, pedra, secreta ia> do jacaraad e moguo:us turtiras oe magno, san
iaBi, \hati pra itordar, brcoli lavatorios cora espelho, de pcdra marraore e seus
-mi*oi, cal tiras privadas, bids; etc., tic, e muitos entres artigos que deixamo* de
-j*acear por se temar eufadonho
Superiores cigarros do Ric
de J:;nei^o.
Tiptra Pfoaa.
S nica iipfciTad. pa* ts aaadeartu
de
-.nci. reeonhucida sapenor atoda qne tem ap-
)&mmtf-at aHk -
Mi do IVacie n. 51, 1 _
ioaa e casa de cabeileireiro.
ra d
f, em todas u bo
U
Cto
rpida ^ lafcal dos
caI!o
2L20 PORO DE FGADO DE BACALI1A0
DA
TEIRA NOVA
DE
H. LACOMBE
SNrstw^ae to boa acceitacotem merecido,
mattf* /futBmeala por fer o maU purificado
qma*ki}--. ksn vinio, e anda pelo boa paladar,
xft x arr naalquer : veade-se no deposito
t+mn ie Barteoloajea & C?: ra Larga do Ro-
Tio i vanda em hu armazena, alea de outro
irligos i sa negoio ragalar, os Mfaiates, que
ranclem por pre;os mas mdicos que m ou-
'ra qoalquer prte :
PORTAS de pinho almofadadai.
RORTKIRAS de ferro para cereai.
SALITRE iBclez.
BSTEiRAS da India para cama e forrar saiaa.
CANOS do barro (raneas para esgoto.
SESSO snperior em porches o a conteni.
(BUBrtTO do totes as qulidadea.
MACHiNAS de dssearo^ar algodo.
LONAS brinzoes da Rusaia.
OLEADOS americanos para forro do carros.
FCGES aaoricanos muito bou econmico.
V1NHO de Bordeaax. "** *^*
COGNAC superior de Gautior Freros.
RARBLLO em saccoa grandes a 3^50a
AGUA torida Itgima.
BAl.ANr,AS decimae.-.
CADEIKAS merleanafl. \*., RtII'M da Jamaica.
AZULEJOS de Lkboa. _____________
Xarope sedativo
DE
Gasea de laranjas margas
COM
3R0MURET0 DE POIASSIM
OE
I AHOZ I
Esta nono preparado aprolo pela acadensia
mperial d# medicina, omito ao reccmmenda pija
na acelo tedativa e calmante, sobre o systema
aerroso, o bromnreto de potassiam, nao deixa Ao
lar os buis cerios rsuliados as diversas aSec-
s5os d orgaotsmo o priucipalmente na orrikjatiaa
lo eoraeap, das vias lgestiTa.' da respirar.), das
fias geaito-arictr^s, na epilepsia, nao aa^lestias
aiTvo-aa da preobez, na issomnia das wiau^s
loranta o periodo da deotife etc. etc.
Vende-so na farmacia e drogara
de
Barthnlomeu. & C.
U-rua laii:;a dorosario-.t
pela poiuatla Galopau
Esta pomada, ye lio bons rasallads Mea colhi-
tv ao poema qua dell* Um feito oso aba de
lugar para o sea deposito especial..
RA
Pharmacia o drecara < -
'O -ra DE
Bartholomea d C. roa larga do Rosario na-
_____________WWQ8-_____________
J. 0. C. Dt yle tem em seu
armazem para yenaer
O SEGINTE :
COGNAK IIENNESS.
VIMHO XEREZ.
DIJO DE LISBOA,
E1LTR>VDE1RAS.
BtTTSR
A' roa do Commercio o. 3S.
ERNESTO & LEOPOLDO
N. 2 B Ba do aboga *. 2 D
Acha-se mootado deforma tal esta est belecimeirto da ioias nuo pode
vender aos seas numerosos freguesas em grosso e a retalio e por precos
mui resumidos visto qne recebe de conta propria por todos s vapores de
Europa. O gosto de desenbo de aaas joias o mais lindo do paiz das
modas, ouro de le. briihantes verdaderos, ettaerajdas, rubes, per#lai,
tnrquezas, lapbirai, coral rosa etc. etc. Dbfasdt prala do prto tanto
para fgreja como para servico domestico. Convidamos as Exmas. familia
a virilarm o ruto estabflecinient todos os diaa at 9 horas da noii .
Ccmpra.se ooro, prata e pedrss precirsas em obr \elbas.
RIVAL SEffl SEGUNDO
RA DUQUE DE CAXIAS N. 91.
Jos Migodinbo, com loja de mindezas,
avisa a todos os os seus fregueses que esta
torrando tndo pelo preco, a vista da fazen-
da, para todos admirar, a saber:
Thesouras grandes e pequeas o
mais fino que ha a 1*000 e 1,5500
Pecas de tranca de 13a e algodao as
mais modernas a 160
Frascos com agua de colonia nanita
fina a 400 e 500
Frascos com as^ra de colonia ver-
dadera a 800 rs. e
Chapeos brancos para Inptisados o
OMtbor que ba a -34009 e 5000
Dazias de b o toes cobertos de seda
para vestidos por todo o preco
para acabar.
Libra de areia preta a 160
rosas de botoes de louca branca a 120
Caixas cmn 100 eovelopes fazenda
fina a 500, 600 e 800
spelbos de moldura donrada a
800 e 15000
Pentes pretos fulleados para me-
ninas a 210
rinteiros com tinta preta a 80 e IO
Pecas de fita elstica muito fina a 20t
Latas com superior banba 60,100 e 200
Latas grandes com snperior banha a 326
Frascos com oleo de Phocome a
500e 800
Frascos com macass \ Perata a SM
Frascos com agua de Colonia ferda-
deira a I 000
Ditos con oleo de ba )oea soderor a 320
Carritels de retroz preto com 2
oitavas a 600
Caigas com aguibas fnncezas a 160
160 240
Pepas de tiras bordadas a 500, 600
800 e 10000
Garrafas com a verdadeirc agua
florida a 1*9300
Carlilhas da Doutrioa Cbristia as
mais modernas a 400
Escovas muito finas para limpar os
den esa 240
rrevencilo necessa ia
0 ando umitas lujas procuran) adquirir grandes
lucros nao compadecendo-se das boleas alhetas,
a Nova Esperaoca busca consegni-los sem que de
forma alguraa va eniesica-las; porque segoe sem-
pre o seu antigo e santo systema de vender bara-
to para vender muito t chegar assim ao fim ane-
jado.
A Nova E^peranca n3b almeja somente o lucro
pecuniario, mas aspiracSas sao mais benvolas,
em quanlo ao interesse material, cnntenia-se com
a mediocredade, em qnanto porm ao moral, ou
eolio ao tsseocial que ella julga Borneadasen-
t ama va-la ambicio, qae delecta e fai toda a
guerra ao coslume macarrnico da caresta.
A sua prevengo necessaria, consiste em avisar
ao respeitavel publico e especialmente ao bello
sexo, qae ella est sempre prvida do qne ba de
melh >r e mais elegante no mundo das modas, e
eolio necessano nao doizarem a Nova Espe-
rar. para preferirem outro qualquer estabeleci-
mento, porque aqu, o typo da caresta, e all,
(na Nova Esperanca) o epylogo de tudo auanto
bnm e barato.
Vende-se daas casas em chaos proprios, no lar-
go da Soledade as. i8 e 20 : a tiatar na ruada
Cruz n. 46, i* andar.
sanas*
FABRICA a
chapeos!
DE ^?
Todas squalidades
X ti na larga do Rosa- g
rio n. 24,1/ andar
Se o desejo dos proprielarios desta h- H|
rica fosfe onieamettie fllcdir a pu- S
lica, ha muito qua terara anpoaciado j
I os seus productos, mas para correspon- gg
erem mais dignaroiante a copflanca nel- !
Ie3 depositada, esperaran) receber os |
objectos e pessoal, que acabam de che- fia
gar-lhes. S
Hjjo. pois, que a sua fabrica se acha *]
moataa com as mais aperfeicoadas ma- 19
chiaas, eom os rr.p'.hores pearechos eser- ^5
vida dos mais peritas ofBciaes europeos, aa
podem os seus numerocos fregtacies o gs
o publico em goral Chapeos de reda da ultima moda, sen- m
do altos e baixos. fitt
Ditos de ea-t->r d (das as cores, em JJ
formatos inglezes e aiuburguexes.
Biios de feltro d i.id^s as qualidades tgt
e foitios, tanto para hotaera como para ^
crianzas.
Ditos de velludo i Ditos para eeteeia.-Ueos, redoudos, tri- -
angulares e a romana. {3
Dil-js armados para militares. rg3
Ditos de pasta.
Concerta-se toda a especia de chapeos ta
quer de homem quer de .senhora, cora a fg
; maior pericia e mais barato queem qu.il- S
\ quer outra parte, asun como se rece- ^
bem encommendas lano para a provin- M
; cia como para fra.
Formas para podas e can-
gica.
A loja de louca da ra Primeiro de Marc^ n.
16, de Bercardino Duarte Campos & C, chega-
ram as mu>to desejadas forman de loui;a para lu-
dios e cangica, as quaes se vendtm por mdico
preco.
56 ARa do Mrquez de Olinda56A
outi 'ora ra da Cadeia.
LOJA MS MACHINAS
Sendo este antigo estabelecimento assaz conhecido como principal e recommea-
dado pelos grandes depsitos e bons sorlimentos com Que sempre prima em ter dat
melhoras, mais acreditadas e verdadeiras saaachlasus americana para alga-
d, desde 10 60 serras, e havendo em todos os tamanhos diversidades de siste-
mas e mclboramenlos para perfeito e rpido descaro cemento; toraam sa dignas d
serem vistas e apreciadas pelos Srs. agricultores; os quaes, alem disto, encontrar!
jambera mais:
VNDESE
nma boa casa situada na Capuoga, com 5 quar-
tos, 2 salas, cozinha, cacimba eom grande quin-
tal plantado : a tratar na ra 1* de Marco n. 9,
! andar.
Libras sterli as.
Tende-se no armazem de fazendas da Anguslc
f. de Oliven & C, ra lo (!ommercio n. 42.
mimm
DE
PAA O AN.NO DE 1871
Coatendo :
kalendario adoptado diocese de Pernambuco-
tabella dos emulunienUs que sao c brados
pe as secre arias d >? tnbunaes do commercio.
presos e horas das partidas dos trens das estra-
das de ferro e dis eomparihias de navegafio pro-
vinciaes nacioca-s ou tsirangeiras.
le da extlnco d^ elemenM servil
lista dos nov;s nnmes das ras desta cidade.
A 400 rs. na livrana Universa!.
Para acabar.
AVISO AS FAMILIAS
O dono do grande eMabelecimen'.o de lazenda?
silo ra da Imperatriz n. 2 qaer liquidar todas
as fazeajas de sua loja por barato prego, sendo
vestidos de blondo, capellas com veos, sedas, po-
pelinas, alpacas, laa-\ crotones, percaltes, nauzuk,
grosdenaple, setins, eamhraiaf, basquinas, chapeos
e multas qual.dades gudods madapoles, brins liaos e ordinarios, um
grande sortimenlo de roupa feita de todas as qua-
lidades, camisas para homem bordadas e lisas,
ditas para senhora, ssias, baldes, aoqninh:? e ou-
tras muitas f.zendas, que tudo se vende com gran-
de abate de pr>;', e tambem se faz negocio com a
armacao: quem pretender dirija-se ao mesmo
estabelecimento que achara com quem tratar.
Apurados vapores LoeoMOvras, de forga
de 3 4 cavallos, e pertences.
Machinas para lavar roopa.
Arados americanos para varzea e ta-
deira.
Carros de mo para atierros.
Tinas da madeira.
Baldes de dita.
Ditos de ferro estanhado.
Ditos com vlvula para lavatorios.
Ditos de madeira para compras.
Apparelhos para jardins.
Guardas-comidas.
Tampas para cobrir pratos.
Tarrachas para fazer parafusos de (erro.
Ditas dita ditos de madeira.
Trens para cozinha.
Temos de bandeijas finas.
Eai fim mnitos outros artigos, qne
examinados.
Correntes para arrastar madeira.
Cylindros americanos para padariaa.
Pertences avulsoa para machinas.
Salitre refinado.
Bren superior.
Moinhos de diversos fabricantes pa?>
milho e caf.
Deburbadore8 para milho.
Azeite de spermacete para machinaa.
Camas de ferro.
Bombas de Japy.
Ditas americanas.
Cofres de ferro patente.
Canos de ferro esmaltados.
Ditos de dito estanhado.
Ditos de chombo.
Ditos de borracha.
Folies para ferreiros.
s avista e neste estabelecimento poderlo mv
su?
m

MACHINAS
PARA mocil
De 10 a 40 serras.
VAPOR
para mover as machinas.
Em c.vsa dos iMPOiiTADons I Ra do Bora-Jesus n. 4
Siiaw Hawkes C. j oulr'ora Cruz.
Vende-se
Ma casa situada na Capanga, com 5
2 salas, cozioha, cacimba e um
ijomtal plantado: a tratar na ra
*e*-n;oD. 7 Io andar.
Domingos Alves Matheus, nico agente nists
provincia da fabrica imperial de cigarros de 3
Joao de Nilheruby, estabelacida no Rio de Janeiro.
tem sempre um completo sortimenlo de todos) o?
I cwarros, fumo picado e em latas. Tem igualmmtc
I os afamados cigarros Conde d'Eu, feitos esm mag
: nieo papel de palha de milho e fumo supeiiot
Para governo de sen* fregnezes, que tem estabtle
eido depsitos filiaes, as casas dos Srs. Thoriai
Francisco de Salles Rosa e Maooel de Soma Cor
leiro SimSes Jnior, no balrro do Recife, e todt
oanto for vendido em ootras casas com a firma
e Soma Novaes & C. sao falsificados.
Atl>DClO
^B-48 xa taberna cita a roa da Moeda o.
*P.qn pi.-aaH fgnd- : tratar na mesma.
Ivros inglezes
jy*i> por eommodo preco, na ra do Com-
ri S, um excelienle jogo de livros, com-
diario e razio.
AOS PADRES
A Nova Esperanca, ra Duque de Cazias u[
63, quero vende as melh res meias de laia : a
qnantidade pequea, portanto ellas antes qie
se acabem.
lttenco
. Na ra do Visconde de flaassuoa, oulr'ora roa
ae Hortas n. 5, preeiu-se de ama ama para co
unhar, prefere se escrava.
MUDANCA
Manoel Tavsres da Costa Ribeiro, tendo mudado
seus estabelecimentos da ra do Visconde de
lnbauma, antig do Rangel n. 39 e 41, para a
mesma ra n. 37, e tendo foito completa reforma
em ?eu novo estacelecimento, avisa a seus fregu-
zes e ao publico que tem lomada a resolucao de
vender barato para vender muito, eujos precos
sao os seguintes: auieodoas de casca mole a 500
rs. a libra, avelias a 320 a libras, e de 8 libra para
cima tem grande abatimento, vinbo de B rdeaux a
6O0O a duzia e 3fi0 a garrafa, cerveja Bass, dita
Noruega, vinhos Figueira, Lisboa e Porto, dito
engarrafado, queijos do nltimo vapor, doce de
goiaba, passas, figo?, nozes e outros muitos gene-
ros que se deixi de mencionar, tudo por preco
eommodo : na ra do Rangel n, 37.
ABILIO CESAR BRGES.
Resomo da grammatica portogneza, i vo!. carL
EPTOME DA GRAMMATICA FRANCEZ\
1 vol. cari. 2*000.
Linaria francezs.
CEMENTfT
O verdadeiro Portland : s se vende ca
roa da Madre Dos n. 22, armazem de JoSo
Martina de Barros.
Vonde-se na amiga raa Direita, boje Mar-
cilio Das n. 99, qaejjj do reino dos oltimns che-
gados a UiOO, 2|M0 e a U800, farinha de mi-
lho de todas as qualidades o abacaxis muito ma-
duros e doces.
Cucha Irmaos & C. em sen armazem na ra da
Madre de Dos n, 34, teera para vender, de mar-
ca? acreditadas o p.r trecos commodos :
Vinho do Porto de Pasto es barris de quinto e
dcimo.
Dito dito Gao err barris de dito dito.
Dito dito fino em ancoreta* encapadas.
Dito dito de todas as qualidades em caixas de
duzia.
ESPBC/ALIDADE
Cbegou urna pequea remessa de vinbo do Por-
to em caixas de duzia, proprio para mimos ou
pessoas doeules.
= Vende se a bem conbecida e afreguezada ta
berna na ra Imperial n. 150, por se achar o do-
no doente e pretende hir para o matto tra'.ar de
saa sale, trata-? o negocio na mesma casa.
ROUPA FEITA
NA
Ra do Crespo n. 20.
Tendo resolvido n3o continuar a ter grande deposito de roopa feita, offerece ao
respeitavel pubiieo, e aos nogociantes de fra, um grande sortimenlo, por precos bara-
tissimos para acabar.
Palitts sobrecasacos de panno fino de
iU a 300000.
Ditos saceos e refranqueados de casimira
de cor de 5S50t a 900O.
Ditos, ditos e ditos de panno preto de 5#
a 120000.
Ditos, ditos e ditos de alpaca preta de
0500 a 50000.
Ditos, ditos e dito) de alpaca branca e
de cor a 20500.
Ditos, ditos e ditos de bramante de lioho
i 20500.
Ditos, ditos e ditos de bramante pardo a
20500.
Calcas de casemira de edr de 50500 a 90.
E outros muitos artigos por precos
Carneiro da Cooha.
Ditas d.tas preta de 50500 a 90000.
Ditas de brim braoco de linho de 20000
a 40GOO.
Ditas de brim branco de algodo a.....
10200.
Ditas de brim deedrde 10600 a 30000.
Ditas de castor de 10000 a 20500.
Ditas de brim pardo de 10000 a 20500
C uuisas de flanella, grandes a 3000.
Dilas de algoJo, muito boas a 20000.
Ditas de lioho muito boas a 30500.
Ceroolas de bramante a 10600.
Cobertas de chita a 10500.
Lencos de linho abainhados a 40000.
baratissimo para acabar, na loja de Guilberme
Sustento restaurativo da
saude
PEU VERDADEIRA FARINHA
A, DuBarry d'Arabia
Os abaixo asssignados fazem sciente a seus fre
guezes, que pelo vapor inglez La-Plata receberatr
egunda remessa d essa expeliente farinha, enje
uso muito se recommend para as criancas, pes-
soas debis e convaleseeotes, applicada com reeo-
nbecida vantagem as conslipaedes, diarrheas
nausea do estomago, tosse, escarro de sangue,
phthysic, etc. etc. Preferida ainda pelo agradave
sabor.Uoiricoa outra qualquer.
Vende t* orna cama franerza em meh uso
e urna mesa redonda: na ra do Jardim n. 16.
Incendio de Pars.
No Bazar Victoria vende-se steleoscopios com
Importantes vistas do incendio dos edificios mais
octavis de Pars e de diversas cidades da Euro-
pa, o que ba de mair ootavel: na ra do Bario da
Victoria n. 2.
IllfilM
Vende-se un sobrado acabado ba pouco
lempo, que ainda ninguem morn nella, qual
tem bastantes commodos, na' ra de S. Joio, que
para pagamento dos herdeiros : quem o preten-
der dirija se a easa junto do mesmo sobrado.

LIQUIIMCSO DE FIM DE ANNO
AO 65
RA DO DUQUE DE CAXUS
(Ontr'ora do Qneimado)
Este estabelecimento acaba de recebar nm importante sortimento de diversas fa-
zendas proprias para vestidos, sendo poupelmas da seda, sedas, lias, percales, ditas com
barras proprias para babados, lindas cambraias crox, e em fim urna infinidade d'arti-
gos de moda, tudo proprio para a festa, o que tudo vender por precos ioterameote
razoaveia, em consecuencia de estarmos prestes ao fia de anno, e o 65 nao quer ter
grande trabalho com o seo ba'anco, proferiedo tomar dinheiro a fazendas, convida-se
portanto ao respeitvel publico a virem sortirse na loja do 65 aonde comprarao por pre-
cos qae n3o obterSo em outro qualquer estabelecimento; em fim ver para crer

RA DO DQE DE CAXIAS
(Outr'ora do Queimado)


j&iario do ELEGANTE




I
N. 1 Bm estreita do Rosario n. 1
ALTA NOVIADE
Recebidas pelo vapor fancez Gironde
Lindas chapellinas do seda para senhoras, chapeos de palba de Italia e de seda,
coa moderna, nocs enfeitas de blood e flores para cibega, pentes modernos para co-
qoe, nqaiuimas goaroifSes de fuulard da China para cibeca e peito das senhoras,
bellas gravafiohas para senboras coosa ma3 linda possivel, completo sortimento de
lindiMimas flores, sipos de flores de larangeira par eufeite de vestidos, ricas grinallas
con veos para camemento, leqaes fiaos de osso, sndalo e maYira, veos de blon 1 para
coivas, esplendido soriimenlo de galio de seda, franja, fita de setim, de velado e de
grosdeaa^le de tedas e de todas u coras, b eos de blon i branca e preto, elegantes
espartlhos de ama s peca, aspas de ac> para os mesmos, bonit Q chapot de 3)1 de
seda pretos e de cores para eniioras, luvas de peWica de todas as cores e da melh >r
quetem viodi so mrcalo, fivelai de madre^erola para cabera e pulseras, bournon e
pelerinas de 13a e sda, c aia propria p ra as pss'oas que estJo nos arrabddep, voltas
pretas a benoiton c m cassoleta e cruz, ultima moda.
Perfumaras
O M^zeo Elegante acba-se prvido de grande ttfleafc de perfumaras, Ingieran
e f-anesaas. e recommmeoa ac*s apreciadores deste artigo o preciare! perfume GRAN-
DE DUQUEZA. FSNOll
Botinas para crianpas
No Muico Ete&aute veode-se botinas para crianess 35000 o par, fazenda trae
em ootra qaalquer parte veodea por 4$000.
Poupar dinfceiro
No lll Elefante est? se vendendo camisa? de Rnho para home:is, de 60$000
por 47(5000 e da 70JOO por 554000. a ellas antes qne se aerbus, chapeos de
slde seJa p>r>g.a'coia modwna 110000. ISflOO1. e 185000. b ngalas de
cana com cist'io de rnarflm, bengalas de balota e ot.tras malas por precos baratsimos.
Ouro a imitapao para passar a festa.
Os amantes elegancia encentrarlo no Mzo Eleg.mte modernas cadeias de
ouro a Muelo pelo prego de Ift, 3,5 e 40.
Grande Enccnomia
Qoem Uft am-nte da ecn-mia apsrrri no Momo Ehgatrte, pois et vend mdo
talberes finos de bilmco ora nm cravo n > cabo 4,5300., ditas mehores 30000 fa-
zenda esta que ni nena pode vender por menos de 60 60500 a duza, temos de
bandeijas fioas a 15-5000 rs., ditas marebetadas moitos artigas que o* proprietarios do MoMO Elegante estfo r esolvidos a vender bara-
to poner tira de aneo.
Eua estreita do Eozario n. 1.
DE
FERREIRA MARTINS & C.
-



Primeiro introductor dos pocos tu-
bulares da Alyssinia em Per-
nambuco.
Acaba-se de receber, a presos multo re
duzidos. nova remessa desses execellentes e ele-
gantes p gos, cujas vantagens j bem conheciclas pe-
la prompta e abundante quantidade d'agna que dio,
fzem-se recommendaveis aos Srs. empreiteiroi de
obras, para os estabelecimentos fabris, iodaslriaes e
ou'ros, pella Lcil collocac3o e remojo, tinto dentro
como fora dos edificios. E les se prestam igual-
mente nos quartos e casas de banhos pela comm -
didade do seu assentamento e pouco espago que oc-
cnpan, e grande economa da despeza que fe teria,
pelo encann.-n.cc.to e coosamo, com a companhia de
Beberibe.
Estes poc,os tambem tubstituem
completamente as bembas dentro das
cacimbas j feitas, las pela sua elegancia, solidez e quan-
tidade dagua que foriicct-m,
So se recebe o pagamento de-
pois de collocados e que funecionem
a contento des compraiores.
Para encommendas e mais escl&re-
cimentos trata-se na loja do senhor r.
j: germann, ra Nova n. 21, e na
oflicina de metaes do senhor paulo
jos da silva freir, no largo da
Concordia n. 7.
achinas de costara.
Chegaratn ao B^zar Universal da roa
Nova n. 2, um sortimento del machinas
r.vr : costara, das melbores qnal dades que
existe na america, d,-s qoaes inuias ] s3o
bem conhecid.s pelos seus autores, [como
sejacn : Weller & WilOn, Grover & Boka,
S lenciosas, Weei e Impenaes e oatras
muitas qae erm a vista deverao agradar aos
compradores.
Estas machinas tcm a vantagem de fazer
o trabalho que trinta costureiras podem
fazor diariamen'e e eczem com tanta per-
i;3o como as mais pereitas costareiras.
Garntese a sua boa qaaliJade e ensina-se
a trsbalhar com perfeig5o em menos de urna
hora, e (s prefos slo t5o commodos que
devem agradar aos pretendentes,
Kival sem ^egundo
Roa Duqne de Caxias n. 91
Jos de Azevedo Maia e Suva, em sea lo-
j ade miude^a* continua a vender tadr
por baratos precns que z todos admira :
Libra de 13a para bordar a me'bor
qae ha. 6(JOO0
Gaixas com superiores grampos fran-
cezes a 160
Duzias de facas e garfos de um e
dous botSes a 45000
Talberes pare meninos a 210 e 400
Libras de liaba de novello, a melhor
possivel. 1*500
Dnzia de lencos de cas?a com barra. 1^000
Gaixas de lionas com 30 novellos a SOC
Vara de franja hfjnca para toalbas 160
Duzias de me^as cruas maito boas a 34500
Dnzias de meias finas para senho-
ras a 44000
Na barba a 14000
Caixas com pennas de ac com to-
que a 320
Caixas com pennas de Perry fazen-
da fina a 80o
Ditas de dita dito verdadeiras a 14*00
Caixas com 20 cadernos papel ami-
zade a 70f
Pecas de fitas para coz com 10
varas a 500
Pecas de tranca lisa de todas as
cores a 40
Duzias de Huta frouia para bordar
a 400 e 800
Pares de sapatos de tranga a 1480C
Dutias do baralbos maito finos a
24400 e 2480C
Ditas de agoihas para machina a 24000
Resmas de papel almaco saperior a 34600
Ditas de dito pautado o melbor a 4-5 00
Carrteis de linba A'exaodre a 100
Gravatas de cores moito fiaas a 500
Ditas preta -pontas bordadas a 600
Grosas de bolees de madrvperola
para camisa a 50C
Novello* de linba branca, 400 jardas 60
Dnzia de cartees de linba branca e
preta e de cores a 120
Thesoum muito finas para o; has
e costara a 500
Caixas redondas para botar rap a 14200
Caixas cem pos para limpar dentes
fizenda fina a 20G
Livro das misses abreviadas a 14500
Macos de pallitos para dentes o
melhor qae ba a 160
Vende-se um sitio uo Arrala! junio a ra da
Harmona, com ca^a : iralar no mesmo.
CAMBRAIA
A 3.000 rs, a pee-.
Cambfaia trasparente com 10 jardas a 3JO00
a pega, pechlnetu : u* ra do Crespo a. 10, loja
de Gu;inerme Garneiro da Coha.
f AR4 N0IV4D0S.
Bonitos porta bufets.
Lindsimos leones di Bkdreperola mol les in-
teiramente novo.
Cortinados bordado.
Camisas bordadas para bomem,
Finas mrtas de seda para senbora,
A Nova Esperare > auem tem I t t
DESAPPABECAM AS SARDAS
A Nova E;pefMca > ma do Dnqae de Caria?
n. 63, acaba de receber o bem eonbecido lene
de ro9a branca, e tambem lee virginal, os quaes
fazm desapparecer as fardas oa p&t)nos.
(Jal nova
chegada recentemente de Lisboa no patacho
portupoez t Jos : tem para vender Joa-
quim J"S Goncalves Belir5o, no seu es-
criplorio roa do Commercio n. 5
d\
!A DO MRQUEZ DEOLIND N
E. A. De'.oache acaba de receber nm
grande sortimento de ocelos e pincenez de
todas m qualidades, e vidros de todas
numeracoes.
Na mesraa casa tcm grande sortimento
de relogios de todas as qualidades que ven
dem-se moito baratos._______________
" lio esciiptorio de Vicente Ferreira da Costa
junto ao arco da G)nce:o, vende-se o seguinle :
caixas enm vidro de grossura dupla 15|I3, 16|li,
I7|I5, 19|t4 e 53jlo, camas de frro coro estrado
de palhinha, de S palmos de largura, de gesto mo-
derno, lavatorios de (Tro com espelho baldes e
regadores._______________
FOLHINHAS
PARA
Novidades para a
festa
Chegaram loja de mindezas e calcado, deno-
minadao Mercurio-ra da Imperairir n. 86,
um completo sortimento de grinaldas de ti >re?,
luvas de pellica de Jjuvia. franjas e gal5es de seda
de lindos posto*, meias icgleus paa sephoras,
ditas para bomens e meninos, grande sortimento
de perfumaras e fojos franceies de todes os ta
manhus para irenlnos e cntros muitos objecto^
que se vende por menos do qne em ootra parte.
Vndese nm le.'reno 0d_ 134 palmos de
frente e qnasi 800 de fundo cercado e limpo, no
Porta da Madeira, em Debcribe : na rna do Pro-
gresso (Sjledade) n. 7.
Com o publico em ge al
Objectos para uto! t
Brinco., pulceiras, breches, mei-s adfr?e- =
cruzas, cassolelas e mol-Jes inteiramn#te nuvoj
acaba de rec>-ber Nova Esperanza a ra Duqu
de Caxias n. 63... a files....
E' sempre assim
A Novp Esperanca... jamis acaba de recele,
novidades I agora mesroo, recebe tantas que nao
sabe deltas qnal annuncie t porm fempre deca
ra as seguintes para sciencia de algaem.
Medalhoes de madreperola para voltas, ernzes
pira o mesmo flm, benitas caixinhas V3zias de
papelao, modernos aderegos de madreperola, de- i
licadas correntes de plaqu, lindos enchovaes para
baptisados e chapensinhos para o mesmo fim, bem
como deste ultimo artigo receben causa muito es-
pecial de seda copa alta, uu velludo para senhoras,
lescrever mais massante....________________
A revalesciere du Barry de
Londres
Toda a daenca cede a Revalesciere dn Barry
que d sade, energa, appette, dige-tto e des
canso. Ella cura as dispepsias, gastriles, humo-
res, acidez pituita, flato, enjdps, vmitos depoi
da comida e gravidez, con tuac5es,t) asthma,
affeccSes pulmonares, bexiga, gi/ -erebro e
sangue ; 60,000 curas, incluiado mimas deltas no
Brasil.
A revalesciere chocolatada da Barry
em p,
Delicioso alimento para almo^o e ceia, m-iitc
nutritivo, fortifleando os ervos do estomago sen
cansar o menor peso nem dr de c&beca, era ir
rita cao.
nico deposito para o Brasil em Pernambuct
na pharroacia americana ie Ferreira Maia dt C.
ra do Duque de Caxias n. 57. (Todo cuidadi
com as falsincacoes.)_____^____^_^^_
Pereira da Ounha IrrnUos
Ra da Cadeia do Recife N. 2i
VEiNDEM:
Vaquetas para carros.
Bezerros de Instre e graixa.
Ac da Sneeia
F Ihas de.zinco para latoeiros.
Cimento Portland.
Potassa da Russia.
Alcatrlo da Suecla.
Pixe dito.
&lii__!l_f M M\ MWSSU&
A ra do (,ommer:io n. 10, esenpto- I
_ rio de Jos Joaquim da Costa Maia, en- S
I contra-se para vender por commodos 1
!M precos :
55 Azulejos hespanhes.
|ej| Folln de ferro galvanizado para telba-
do de diversos tamanbos.
9 Ditas de dito dito lizas.
y| Bicas de ferro galvanizado.
aCumieiras dito.
Portadas completas para esetaria.
g[ Ladnlhcs.
mmmmn
Para cobertas de carros
Vende se vaquetas de lustra e coaros grandes
de Instro para guarda lamas : na ra do Baro
da Victoria n. 1 por menos do qoe em ou'.ra
qualqner parte,
As fesiividales sao indicadas para o bispado e
Perna iboto. As horas 1as mar', o nascer d-
sol, eclipces, etc. (60 pag.), lad exM-taraente cal
culadas para.Pernambncn : lnl!ca(;oes estas, qoe
ni se enconram as fulbir.hai impressas no>'
de laneim.
O PKECO E' DE iOl l!=. CADA
C'jnsiam das segintes validades .
ANEDOTtCA
Consta de cinroenta ancdotas u,"l la, illutra
das com uumtro-ai- estampas
COMMEHCIAL
GUERRA l-'R\NCO-PRl'>S!\NA
GUERHA DO PARAGL'.Y
IiELICiOSA
E' com os meiiiaog
A Nova Esperan? a rna Do^ne <4
63, acaba da receber o engatada km
borracha, a eMes...
-*
Ura lindo presente
A Nova Espranos rna Duqne 4a Cib*
63, receben um liod) sortimento de ii^ramim
ramente novos SfogWBj para prese*._________
aerenibsfest-ig?
A N va Esperabca a roa Duqx* 6cG*bsa l
63, est resolvida a dar as festas kh *fi^ie^-
zes e tac bem aos qne nSo sao afine se ai*-
tapm, pede que nao dextn uAm m
dia para nao haver ropello, qnem o> 9>Mat
as fe-tas dadas pela fiwa EsperaDji artaBa^aa
de Caxias n. 63 I I
Apparecam para lerem nma ifT;rfC?iMN p~-
cos de 20 0|0 t isla sera o cumprireftla a s*-
inessa cima, nao se caocem, a No\a ft^ericz-i
generosa I I
Amepdoas
Vende-se anvndoas da casca mofle aiH- B-
bra, e aveles a O a libra : na roa d Sap-i
n. 37
a
IHADS
Rs. 160
Bffll
TA
Urna foiha cootendo a ulliiubai o kiiendario.
memorial mm\ m
Ou memento diario psra ls<.
Um bonno v.ilnme enc^diinad peU mi-Jic-
preco de
Rs. 2^000
Cora aieia folha em branco pira cada dia do
anuo.
ferrarla fraace?a
Camisas iaglezas
A l.ji do< Arcos a ra Primeiro de Marco, ou-
Ir'i ra dj Crepj n. 20 A, vende as segaintes pe-
chio.-bas.
C?m;as mglezas e selrnta mil ris a duza a
40iV 0.
Lia-; com msela de seda a 500.
D.io -le qnadfos a 160.
Cambraia branca fina d 64 a 3.
Dmaso de faa com 0 p?lrajs de largura a
11500.
J tao se.Sitp o cosime que ta *atfe *5
os qne querem f^zer conbecer dt seos cAese
ciraentos por meio le pomposos anatneM^ ^ek
com bastante ra;> se arredam os kibmtnua
macadas c- m qu- nos mimoeam g? aes msucsl-
cian:fs.
O Campos df- ra do Imperador -eca Sf.,
se q'iy.'s>e seguir e-sa rotin. antig d-? ser
lampar n>-8 j'iraaes mi ldo', annuncie huaiiT
iic s preredidus dt (talos gaira{aw p^'^ vitH:?
chamar a altenfSn do respeave! pufti.to; bx^t
tena que dizer a rfspeHo de sen i*m mtanfa*
lazem de virerss sito a ra do mp* u.
28. Diri.i ;"r ex^mplo: une no se arnut3t
' me ct-'.i tnsente, presuntos para Bvtkn* k-
ra psnflla, 'al.ir.es dj Lion, queij^s (" di9PeS'5
qn.li-.lios, llnpoicas e cacaricas, ovas d* .nas-
m, cuns-rvas Ingieras e traoeezas, eixln* *
Pirto e da Figueira iupfnor, heorw fia*, Ma-
fhiha, rha .->', ri r verde e preto e otr.rus ra^
li's sriig que -S-i proprios para mesa, cif?Ki *
: zinli i las Pn.
O Cimpos s* somonte avisa ao ressnuK;.-
blico dsu cd.'di e s-;u* suburbios qo^ <" de se aproximar o lempo d'.s t Huga-ferfij wav
ee ff-o d/> ei urnazem arr. centro te. Htb??:*
nos grato ao paladar e para que aic^a-ses -
vil' (I quo a.-iiiia se tem dito
Pidc-se urna v ?ita a ra do imperador c. S,
rn -' m do Can .i-.
Vi'i:e-:0 bas ierras na estrada do FdMtk
c. m quitihcnios palmos de furdo, trra tt i>*3r.
Utas pira plaotacSes, peno do canto ea*- '
vo : i tratar com Jote Machado roeradar Cr-
ino luiar.
j4tt Vende se nma caa terrea rna d > Vweeefa 6
Goyanna,ha pouo reedificada: a tratar rv
do Crespo n. tG, Io andar.
A 4^000
Cortes de nansuc a 4 jOOO rs. pectiinrha : na
ra do Crespo n. 2t>, loja de Gnilherme Carneiro
da Cunba.
JOIAS
%0V *_^ i r-+^
Jos de Sooza Soares & C, vendem em seu Ba-
tar ra do Baro da Victoria n. 30, um especia
rcrtimtnto de joias de ouro pir resumido^ precos.
Recommeclamo-las ao bello sexo pernarabucauo.
t'or u-n cont de ris
Vene-se urna casa reedificada de novo, cora o
terrino qe tem 200 palmes de frente e 300 de
fundj com alguns arvoredos, s o terreno vale o
nree.1 porquanlo se vende na estrada de Agua-
Fra : tratar na ra larga do Rosario, fabrica
de cigarros n. II. _____
\mm
JL _ll 1 l llUil.il
No Mazo Elegante veuda-se tinta ixa extra-
flna mo!h:ir una Ipm annaraciiti at hnift. a
1
.>0 luUit ciegiiuie >cuu3-sc iiuia ium taii
a, a melhor que tem apparecido at hoje,
.WO a b< tija ; a ella, antes que se acabe :
ra estreita do Rosario n. I.
tfaz.
Vende-se gaz, latas com torneira? a 7000 e
330 rs. a garrafa : na ra do Rangel n. 37.
Venie-se
c bote] da Passagem, d^fronte doSr. Pinto : a tra-
tar na ra Direita n. 33, taberna.
>
Vende-se por barato prec/i orna pro?rac> a
margem da camba dos Remedios, U3_fe-s;
.oda vantag^ra ao comprador, rc:ebet*>-f pa**
em dinheiro e parte era i-tris ou ofcjt <#
rompa venia ; cuja propriedade cj^k cem
grande olaris de podra e csl qne lastra Kj3:
lijlos de alveoaria L-rrssa e forno qoe t9t#*fsi
io.OOO, cora mais um fcrno e la-!ro para tiw *
telhas, ladrilhos. canos e tou^a, lera eseefica
b:.rro para qualqner obra, com dous exaeti-'K**
tiveiros ce peixe e cwai casa de vivs:
graude familia, torna-se recmuroendavei .;<- --
sar perto a linba d.is b'.;nds : as pessoas ce- :
tenderom dirijam-se dita propriedao* a of-wi.-
se com o capio D^fira Lin< Cavalcaute P.....
Hu m mmmmm m^
IHARMACIA
m Especial niinccpahea s
I DA Ti$
VIUVA DO DR.
Sabino 0. L Pinho.
*$.
m 43Ra d-j Baro da VictoriaU $?
i Para este astigo estabelecimento a.'x. ^
2 de chegar no ultimo paqoete, da casa le 5
5 Jsme Epps A (1, de Londres, um exc-fi- 5
y lente sortimento de carteiras e caixa- c- jjjf
I todos os tamanbos, qur para globu..-, gz
_ qur para Unturas; aseim como raedkA- S
| mentos em tritura ^o e em tintura, clona- ^
I los, etc.; o que todo se vender por pW- ijjh
- c,os ku razoaveis. v
Thesouro hmeopalhico do Dr. &ba: g
G. L. Pinho.
3" edicao.
Muito mtlhoradae augmentada cs 3_ g^
app-ndice. ;^
Acha-se venda na pharmacia hoseo* WtL
patbica da antiga rn Nova n. 43.
As preparcoes desta pharmacia conti- ^
nuam a ser feius sob as v>tas immea-
tas do medico do consultorio, o Sr. Dr. jjj
Jezuine A. dos Santos Mello.
10.
DOS PREMIOS DA lU. PARTE DAS LOTERAS CONCEDIDA POR LE PROVINCIAL N. 946, A BENEFICIO DA SANIA CASA DA MISERICORDIA DO RECIFE, EXTRAHIDA EM 23 DE DEZEMBRO DEI87I.

NS. PREMS. N". P3EMS NS. Pl 1EMS NS. F
3 6* 186 0 5 38o G* 59o
9 . 93 400 _ 98
17 205 4 609
n 7 10JS 8 13
56 12 6J i 30
33 13 15 41
36 16 - 16 IOJ 51
10 22 - 21 <"* 54
41 30 - 22 69 61 64 67 72 79 80
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til 6/ 32 - 39
n 33 - 44
70 36 - 47
K 39 50
79 O 45 68
91 U 48 - 69 81
9* _ & - 70 95
97 62 r 86 705
n __ 63 88 IOJ 14
w __ 66 - 96 6* 16
_ 77 500 MI 27
g 80 82 II 20 28 42
18 io* 84 35 51
31 e* 89 38 52
i HM 302 -r 40 N 57
37 u 6 41 64
40 8 44 _ 81
44 40 49 83
48 11 - 52 89
59 16 - 57 ~ 97
60 ai 28 64 9
0 67 805
77 32 - 74 6
n 40 77 11
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93 71 - 94 - SI
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rilKlHLLl


Diario % Femambuc Domingo 24 da Dezembro da 1871
MTTEMTRA.
prcgador eef .
(Bata poeeta. original allega! de Kosegarten,
6 tradazida de ama tradaccio ingieza do
Hvhl C. T. Broockes.)
Ceg j pela idade, o Santo Monga
Jjmais, coro todo, de pregar deixava,
E de precooisar do co as novas
Novas d'alla alegra.
De cidade em cidade, e as aldeias,
Ei-lo, o pi Ancio co'om vero goia I
Ei-lo, cois todo o ardor da juventude !
locessante clamando!
Levando-o om dia um sitio pedregoso
E obstruido, o seo mentor leviaoo
Mais por discriglo que por maldade
Ento alii falln lbe.
c Eis-aqoi. dase, Reverendo Padre,
Eis aqu anciosa e reunido
Numeroso concorso de pessoas
Que vos ouvir anbelam.
Tio acorvado j pelos janeiros...
O bom e santo velho para logo
Ergne-se, escolhe um ihema, e o applicando
Aclimar principia.
E exhorta, e admoesta, e exprobra, e anim,
E com tal zelo e devoco, que em breve
Copiosas as lagrimas jorrando
Vo pelas brancas barbas.
Quando elle ao concluir, como costme,
Hezava o Padre Nosso, e alto dizia :
< Pe-rtencf -te, Senbor, o reino e a gloria
Por toda a eternidade :
Eis qoe, cboando aquello sitio todo,
Mil retumbantes vozes clamorosas
Assim saja, meu Deus f repercutir m
Assim seja I Assim seja I
""ornado de pavor e de remoraos
hoido cabrodo em si, ento sorpreso
Co'os joeibos em trra o moco atiricio
Coofessa a sua culpa.
Filbo I o Ancio lbe disse, fallam pedras
Qaando os homens sao sardos. Nao o leste *
Da palavra de Deas nao zombes, filh?,
Ob 1 nunca mais, ob I nanea.
Viva e poderosissima e corlante
Gomo um gladio aliado de dous gumes,
Tal esta palavra, eternamente
Mysteriosa, excelsa.
Ah I Quando o coraco de carne feito
Tornar-se doro e rijo, como as pedras,
Ho de as pedras em ti criar de carne
Um coraco que sinta.
To'ero fui eu por certo
Que nao petisei no qae flz
MoralidmSe.

-'.
1868.
Fraucino Cismontano.
% quinta eiu concurso
Fbula.
Certo homem em Portugal
Urna quinta possuia,
E para zombar dos oulros
Esta idea leve um dia :
No porto mandou pregar,
Para ser por lodos visto,
Um letreiro que dizia
Pobco mais ou menos isto :
< Esta quinta ser dada,
u ento o seu importe,
A quem provar que se acha
Contente com a sua sorte.
sco8ado vos dizer
Que mais de nm to!o corra
A fazer-se possoidor
Do qoe nao lbe perlencia.
Mas a cada um que vinba
A tomar posse da quinta,
Despedia-o logo o uono
Com esta parase saccinta:
* Meu caro, pode ir-se embora.
Se bem que razo lbe veja,
Quem est contente com a sorte,
Por certo mais nao deseja. *
Moralidade.
Cada qual, pois se contente
Com o peceo que Deus Ihe deu,
Nao procure ambicionar
O que nao pode ser seu !
Dinheiro premio.
Fbula.
Dinheiro chama dinheiro !...
Disse um pobre admirado ;
Pois quero certificar-me
Se verdadeiro o ditado.
Cbega a um cofre que avistara
E deit.u lbe dous vintens,
Vejamos, exclama elle,
Se tanto poder tu leus t
Espern immenso tempo,
T qoe emom desesperou,
Qaando algoem qoe all passava
Deste modo o interrogou :
Ola, amigo, qoe fazes
Junto desse cofre, assim I?
O qoe faco ? disse o pobre,
So eu sei, triste de mm I ..
Poz aqai meas doas vinteas
Para ver se verdadeiro
O velho rifo que diz:
Dinheiro chama dinheiro I
Pois anda tu duvidas
Da verdado do rifao ?
Tornos aquello ; nao vs
Que o ootro maior porclo ?...
Como qneres qoe o tea cobre
Chamo o ootro qoe abi esta,
Se alie foi pelo contrario
Qaem chamoa o tea p'ra l ?!..
E' terdade, disse o pobre,
Creio agora no qoe diz;
Quem com pooco a mallo arrisca,
B ira nts mostra esta verdade;
Pelo muito perde o pooco,
E cabe n neeessidade.
O piator c o quadro

Fbula.

Um pintor exp>z m quadro
i'erf iumenu acabado ;
Era um iodo pe de trigo,
E n'baste um pardal poosado.
Por baixo bavia um letreiro,
Pelo p;ntor tambara feito,
Que d.zia ser o quadro
De quem mostrasse o defeito.
O pintor junto do qoadro
Esperava o seu juiz,
Quando cbega de repente
Um sujeito que assim diz:
O quadro est primoroso,
Tudo uelle est bem feito ;
Porm apezar de todo.
Encontr um grande defeito.
Acode logo o pintor,
E diz-lhequal amigo ?
Toroou-lhe o ootro ;E' que acbo
l'm o sei que neste trigo.
Que emprego tem vosmec ?
Lbe diz de novo o pintor.
Sou alfaiate...Alfaiate !!
V-se embora, faz favor f
Veio outro, e o seu defeito
Passoa a mostrar ligeiro ;
Pergunti logo o pintor :
Sju empr.-go ? Sou pedreiro.
Mau caro, quem pedreiro
Nao emende de pintura ;
V-se emb. ra, ne esse
O defeito aa moldura.
Outra diz'a : verdad*,
O defeito ei-lo abi est ;
Um pardal tai grande assim.
Curtamente que nao ba I...
Que oficio tem vosmec ?
Jnterrogou-lhe o piutor;
Sou ferreiro, lbe diz aquello,
Porqoe pergoala o seohor ?
Porque, meu caro, um ferr&iro
Nao pode di te entender ;
O defeito deste qoadro
O senbor nao pode ver.
Vejo eudiz iogo outro,
Qae paroi de admirado ;
Como qne n'baste to fina
Pode um passare star poasado tt.
E um pardal 1 urna ave destas
Sem quebrar o p de trigo I...
Acode logo o piutor :
Seu emprego, meu amigo ?
Sou lavrador, todo o dia
Vejo trigos e pardaes...
=- Siui, senbor, o quadro seu
Nao precisa dizer mais.
Moralidade.
Quem nao sabe nao se meta
Por onde nao foi chamado,
P'ra fazer figura triste
O meibor estar calado.
Digo maiis cinco borai
Fique certo qae estarc
Com o favor j conced!,
E fra 4a ac?3o da Ui !...
r
Sim, senbor, pode estar certo,
Tornou-lhe eato o marqaez,
Si tal fizar que eu nio veja,
Replolhe, inda ama vez,
Se provar que o contnbando
Passar a meus o!bos fez,
Est ser vid j no qae pade,
A f que sou Portogu^z I...
,i i i
>..*>
I
Mrquez de Pombal e o pre-
tendente.
Fbula.
No tempo do grande homem,
D'esse Mrquez de Pomba!.
Que tanto com suas lozes
EagraQdeceu Portugal,
Fa7.e-;do do rei e p-vo
Com elle um vulto immoria! ;
l)z-ie que alguem be pedir
Cousa nao muito legal.
Nao posso, disse o marqaez,
E' contra a tei t il favor ;
Pague os direilos devidos
A el rei, uosso senbor:
Defeii-lo em ta! despacto
Nao teria cu mais valor,
Eu que sou da lei ministro,
Seu priraeiro defensor.
Pois que relorquio lbe o homem,
Vossa excellencia assim diz,
Como se eu fra smente
Neste despacbo o feliz !
Quem nao v, quem nao conbece
Que este pedido que z
Assenta lodo na praxe
Seguida neste paiz !?...
Quantas vezos mesmo aos olbos
Da vossa exieilencia alguem
N5o ter (prdoe me a phrase)
O embalado, e muito bem ?
E porventura punido
J vossa excellencia os tem f
S a mm, porque sou franco,
N5o quer, ou n5o lbe convm !. .
Aos meus olbos !?. possivel 11..
Pois algoera disso capaz ?
No tino administrativo
Eu que seu to perspicaz 1
Onde vio o senhor isso ?
Qaem o fez, ou quem o faz,
Que assim da mo da jus'.ia
Logra amia estar em paz !?
Pois se alguem em tal peosasse,
E um contrabando sequer,
Por moi pequeo qoe fosse,
C'msegtiisse-o assim fazer...
Eo o digono qae pede
N5o o posso boje atiende:,
Mas se o senbor o fizesse,
Eo o ha va conceder ..
Entilo, senhor, deferido
Com certeza boje serei ;
Pera oto vossa excellencia
Aqai logo ea passarei;
A tarde poz-se jaoella
O ministro ltenlo a ver
Se entre a gente qae passava
Poda o tal coonecer,
Ou alguem que procuraste
AlguuiJ cousa esconder,
Qae por sospeitas pudesse
C airaban lo parecer.
Porm nada, at que noute,
Retirando se d'alli,
Diz comsigo : muito bem,
Isso mesmo eu logo vi,
Qoe o tal b -mem nio poda
Passar contrabando aqu,
Acbando me eu janella,
De onde jamis sabi I...
Porm na manbSi segoinle
Novamenle eis o judeu,
Que vem buscar o despacho
Que o raarquez Ihe promelteo.
Como assim ? diz -Ihe o ministro.
Quando foi que tal s dea t
Eu sempre estivo janella !.. .
Ento onde eslava eu ?!...
Nao sei ; m is vossa excellencia
NSo vio urn enterro passar r
No nixo eu nao podia
Um contrabando occolt'.r .'...
Tem r zio, d z-lhe o marquez,
E nem ha qne admirar.
Que paltia todos a comein
O ponto e sabi la dar '....
Moralidade
Queres mais moralidade
Do que esta, ateo leitor 1...
E quando f .i que o valbaco
Deixou de raz5;soppor
Para illodir a justica,
Fugir da le ao rigor ?l...
Mas o certo que elle sane
Quasi sempre vencedor !ll
,. M. Pecegueiro.
Apontamentos para a historia.
O VISCONDE DO RIO-BRANCO.
(Conlinuacjo.)
VIH
Voltando ao Brasil, depois de concluida
a sua ardua missao, o viscoode do Rio-
Branco foi nimeado presidente da provincia
do Rio de Janeiro, lugar que exerceu at
12 de dezembro de 1853, da em que, re
tirando-se do gabinete o marquez de Olinda,
acetou a pasta de extrangeiros no ministe-
rio presidido pelo vsconde de Abaet, seu
ant'go collega no ministerio Paran.
Antes de ir mais atm, compro declarar
que ao ebegar do Rio da Prati fra o vis-
conde do Rio-Bran:o oomeado, notamente
com o fallecido vsconde do Uroguay, mi-
nistro plenipotenciario, atim de ajustar com
os representantes da Confederacio Argenti-
na D. Luiz Jj; de la Pena, e da repblica
Oriental D. Andrs Lamas, o tratado deb
nilivo de paz, qae substitaisse o aecrdo
preliminar de 27 de agosto de 1828. Abri-
se a negociaejio em 6 de n vembro de 1853,
e depos de largas conferencias assignaram
os dous diplimatas brasileiros e o argenti-
no e o oriental o tratado de 2 de Janeiro
de 1850, tratad) que entretanto nao foi ra
lificado pelo governa da confederadlo e o
do Estado Oriental.
Foi nesie ministerio qae o vsconde do
Rio Branco levou a cfJeito a reforma da se-
cretaria de estado dos negocios extraDgei-
ros, reforma qne anda boje sablista, e que
leve de defender no senado, onde ella ser-
vio de thema aos vilenlos ataquas de al-
guns opposicionistas.
Com a organhagai do gabinete de 12 de
dezembro terminou o dominio da politi:a
denominada da conciluco, to mal enten-
dida e desvirtuada pelo nvnisteri Olinda.
O gabinete Abaet apoiou-se no lado
conservador, e teve de susteotar urna das
lutas mais rentadas de que tem sido ibea-
tro o nosso parlamento.
A questo hincara era entSo a questo
do dia e agitava todos os espiritos. O vis-
conde do Rio-Branco, Undo chegado do
Rio da Prata nos ltimos dias da sesso de
1858, nao teve occasio de manifestar-se na
tribuna sobre esse grave e melindroso as-
sumpto. Se o tivesse podido fazer, teria
combatido as medidas nanceiras do mi-
nisterio, inteirameote oppostas s do gabi-
te de que fizera parte, como declaroa no
seo discurso de 20 de janho de 1859, na
cmara dos deputados.
A discusso do projecto bancario ( no es-
pirito do acto de Sir Robert Peel), apresen*
tado pelo ministro da fazenda, o conse-
lheiro Salles Torres Homem, augmentoa as
fileiras da opposico, e depois de algumas
sess5es tempestuosas, verificando o minis-
terio qae tinha apenas urna fraca maiora
de 10 votos, retirou-se em 10 de agosto,
succedendo-lbe o gabinete presidido pelo
conselheiro Ferraz, depois barao da Uro-
guayaos.
As dicusses do nosso parlamento, nes-
sa pocba, res-ntram-se da agitado qae
reinava nos espiritos.
De um lado as questo banc aria, do
outro arcicumstancia de se apresenlar, de-
pois das treguas di conciliario, om minis-
terio qae se apoiava francamente no partido
conservador, irritaram o partido liberal e
urna parte do commercio.
Contra o vsconde do Ro Branco, quer
na cmara dos depatados, quer no senado,
qaando ah foi discatir o orcamento de ex-
trangeiros, dirigiram se por vezes as setas
hervadas de adversarios intolerantes, pela
razo muito simples de qae a inveja, simi-
hante s tempestades alpestres, qae saco-
dem a coma dos cedros e deixam tranquil-
las as ervas rasteiras da penedia, sempre
d rebate contra as imagmadas imperfei-
(3es dos talentos eminentes. Mas elle bou-
ve-se sempre com a calma a a digaidada
que a sua posigo e o sea carcter lbe im-
pinham.
O eaergico e brilbaale discurso qae pro-
ferio no sealo em 23 de jalho desse aono
foi um digno protesto contra as inju^ticas
de cue sa (ez cuo o seaador D. M noel ii
Asis Mascarenbis.
Os desaffectos do vsconde do Rio-Brano
nao podiem perdoar-lbo o fado de ahar-se
elle entlo as fileiras do partido conserva-
dor. Eo abono da verdade deve-se dizer
qne a mudanga qae se operou no vsconde
do Rio-Branco nao fji as ideas, e sim
aqaella que a coa;iliaci:> operou nos par-
tidos. Lentimente acbou-sa entre os ami-
tos homens poltico: que trabara sacrifica-
dos os velaos odios ao e=p rito de modera
rac) qae caraterisava ento o estado da
sociedade; e nao podia ser outro o resul-
tado desde que a poltica de conciliaco,
approximanio os partidos, pz em eslraito
contacto adversarios que at 1849 se ba-
viam batido com lamanno ardor.
Depois de tantos annos de treguas, as
duas parcialidades polticas se descrimina-
ram d novo, mas j os dous paridos nao
erara os mesrms.
A linba divisoria qae os separava, que
parece separa-los anda, era ent), como
boje, quasi imperceptivel.
A lula djs velbos panidos era menos por
ideas do que por nomes proprios.
Querem, porm, alguns que o homem
publico seja o marco immovel do camnho,
e que morra pronunciando as musmas pa-
lavras que balbuciou as escolas, e incen-
sando os mesmos ido!o3 que venerou na
infancia.
Se tal doatriiia fosse a verdaieira, e se
procedessem siaiibanles censuras, ellas
iriam ferir qoasi todos os graides estadis-
tas d ) rau.ido, porqae o verdadeiro homem
de Estado nao pode ticar immovel.
Esse mesmos qu por excepclo nunca
mudaram, e qae, agarrados s ruinas do
passado, parecem querer desmentir a mxi-
ma fatal de Galuleu : E piir se muove,
sao como o viajante que, dando as costas
locomotiva que o arrebata sobre ocaminho,
nao desprega a yuta do siiio qoo deixou
para sempre.
Si as transformares que o tempo e as
circunstancias operara as ideas teem ra-
zo de ser, que diremos de-ss modadas
de nome, que sgoificam apenas u:n* mu
danr;a de adiados e nao urna apostisia po-
ltica ?
Essas censaras iriam fer.r Umbaui qua-
si lodos os actuaes ebefes dj partido li-
beral.
O senador Souza Franco deu os leus pr
meiros passos na vida publica como con-
servador, e foi na cmara om estrenuo de-
fensor do regente \ranjo L'ma.
Os senadores Zicarias, N buco, Sarava
e Paranagu outros tantos Domes Ilustres
desse partido, nao ba muitos annos tinbam
um lugar conspicoo as fileiras conserva-
doras,
O senador Silveira da Motta, hoje re-
presentante das ideas radicaes, era anda
em 186i om conservador extremado.
Entre os qoe j desappareceram da lista
dos vivos, citaremos outros nomes que os
liberaos e conservadores venerara, porque
ambos os partidos Ibes deveram assigoala-
dos servicos.
AraujoLima, depois raanjoez de Olinda,
o regente de f837, o ministro de 1848, foi
quem asseguroa ea 1862 o triumpbo do
partido liberal.
D. Manoel de Mistaren has, o conserva-
dor da caara dos depulado, foi na tribu-
na do serado um dos mais valentes cam-
peo3S do partido opposlo.
Ferraz, baro da Urugoajana, acaboo
seus dias tambera eotre os adversarios da
vespera.
Desses, e de amitos oulros exemplos,
esquecera-se algor* dos inimigos e desaf-
fectos do vsconde do Rio-Branco, quando
se referem po.sii.au que tomou ehe em
nossa arena poltica.
O vsconde do Rio Branco e, e t m sido
sempre, o mesmo liberal de outras eras,
embora milito as fileiras do partido que
se intitula conserva ior. E' liberaf como
sao os liberaes todos os verdadeiros con-
servadores do Brasil, todos os que acceitam
a nossa coostitoico poltica. Dalle pde-
se dizer o que um historiador escreveu de
Robert Peel o mais conservador entre
os liberaos, o mais liberal en.re os con-
serve dores, e em um e outro campo o mais
hbil de todos elles.
relacSo aos homens moderados de um e oo-
tro lado.
i Ssobores, ovejo a sorte daquelles que
teem pod lo apparecer a desapparecer da
scena poltica sempre entra os mesmos ai-
liados ; mas tambera sei que a immalabi-
lidade de alguns a immutabilidade do fa-
quir indiano ; qae a coherencia oio pai-
xo ou o emperramento; qoe a conscienca
e a dignidade pessoal obrigam os bomens
a mudar de opiaioes e da alliancas.
Essa separaco me tem costado mul-
tas invectivas e calumnias, nao da parte dos
verdadeiros representantes do partido libe-
ra1, mais de inimigos gratuitos que nao sa-
bem nem podem manejar outras armas.
(Muitos apoiados.)
Nao podero, porm, os meus desaffectos
provar que eu chegue a poscio em que
estou por meio deshonestos (muitos apoia-
dos) ; e por isso senhores, que os odios
que de certo lado parlera contra mm sao
asss compensados pela estima e cons;dera-
c3o de que gozo entre os bomens com
quem estou ligado. ( Apoiados ; muito
bem.)
Querem os meas adversarios qae eu
Ibes diga quaes sao os meos principios 1
Eu satisfar! a sua pergunta, servindo-rae
das palavras de orna autoridade insuspeita
e muito superior s mediocridades, como
eu sou.
Eis o que disse Cinniog, whig distinc-
verdade,
homens em-
to.to liberal como devem ser os conserva-
dores do Brasil.rospondendo igual accosa-
Co. Ci-)
Respondo a meus adversarme que o
dever do bomem de Estado consiste em
rnaater-se entre os extremos, evitar assim
as aberraces do despotismo, como a licen-
ca de urna lberdade sem freio ; conciliar o
poder com a lberdade ; nio enlregar-se a
experiencias afoitas ou a tbeorias nebulo-
sas, mas esclarecerle na direceo dos ne-
gocios cora todas as lozes uteis e salutares,
e adoptar lodo principio generoso e libtrai
cora sabedoria o circumpecr;o. *
IX
O gabinete de 12 de agosto, presidido
pelo baro da Uroguayaoa, teve de arcar
cora a liga constitucional, composta de libe-
raes e conservadores moderados.
Veric em Janeiro de 18I.
O viscoode do Rio-Branco apresentou-se
pel-j distrcto eleitoral da corte, mas nao
conseguio fizer-se eleger.
Urna seria de causas bem conhecidas de-
ram em resoltado a derrota dos candidatos
conservadores.
As recentes medidas do governo, entre
as quaes citaremos apenas o regolamento
do sello, as demis-es em massa, de ope-
rarios eempregados subalternos, indispuse
ram o commercio eas classes inferiores
com o governo.
O vsconde do Rio-Branco era tido por
candidato do governo, embora fosse mo>to
conbecida a pooca cordialidade, e at aoti-
patbia antiga, qoe exista, e existi sem-
pre, entre o baro da Uroguayaoa e elle.
A liga constitucional aproveitoa hbil-
mente todas as armas que lbe foneeeram
os erros do gabinete, e o resultado foi se
rem sopplantados os eOBdidalos conserva
dores.
Mais tarde, porm a provincia de Sergi-
pe, onde vagoa am lugar de depotado por
ter sido escoltado senador o baro de Mi-
roim, envioa cmara o vsconde do Rio-
Braaeo, por orna votacao brilbant.
O gabinete Ferraz retirou-se antes da
abertura das cmaras : o resultado da elei-
;ao annunciava-lhe orna maioru fraca e
pouco dedicada, accrescendo que as divisoes
que lavravam em sea seio apressaram a cri-
se ti nal.
As aggressoes que por tal motivo lbe fo
ram dirigidas respondeu, urna vez por to-
das, do seguinte modo, na sesso da ca-
man dos daputados em 20 de junbo de
1859:
.... Senhores, tem-3e por vexes allu-
dido de um modo desfavoravel no principio
de miaba vida poltica. Devo ama vez por
todas responder a essas allusoes com que
se pretende nodoar o nieta carcter e a mi-
nha rputaco. Nao costumo oceupar o
precioso tempo da cmara em defezas que
nos sejara pessoaes, mas quando se trata
de reivindicar o meu crdito creio que a
defeza licita e necessaria. (Apoiados.)
E' certo, seabores, que appareci na
scena poltica as fileiras do partido denomi-
nado liberal, mas nunca foi o bomem vio
lento e exaltado de que se nos tem fallado.
Desde o principio de miuha carreira
poltica merec a estima e considerado de
alguns dos meus mais respeitaveis adversa-
rios.
t Occorre-me neste momento qus em
1848 um iiustre depotado pela provincia
do Rio Grande do Sul, bojj senador pela
raesma proviocia (o Sr. baro da Qmra-
him) assignalava-me como exemplo de mo-
derarlo e urbanidade, posto estivessemos
em lados oppostos.
i Quantro an jos de haver tomado algu-
n a parte em nossos negocios pblicos, so-
brevienta os tristes acontecimentos da pro-
vincia de Pernambuco. Nao abandone), se-
nhores, a causa do infortuoio; prestei lbe
os pequeos servicos qae eslavam a meu
alcance; mas nao aceitei a responsabilida-
de de seus actos.
c Em 1850 retirei me da scena poltica,
a que s voltei em 1853. Desde ento mi
nbas relac5es polticas com as influencias
do partido liberal Acarara cortadas, posto
qoe conserve reheoes pessoaes com algu-
mas, relac5as que muito prezo e que dse
jare sempre conservar. I-to que se deu
commigo, e qae se me tem laucado em ros-
to, tem-se dado com a maior parte dos
nossos homens polticos, o que se v
tambem em outros paizes, a se assim acon-
tece am outros paizes, quaoto mais entre
nos, onde (como bem dissa o nobre sena-
dor pela proviocia da Babia o Sr. viscoode
de Albuqucrque) nada bavia to parecido
com am saqaarema como om iuza; pro-
posifo ncontestivelmente verdadeira em
O duque, ento marquez de Caxias, k
eacarregado da nova organisar/ao ministe-
rial, que rea!isou-se no dia 2 de marco de
18G1, sendo o viscoode do Rio-Branco in-
cumbido da pasta da fazenda.
O aulor do folbeto Os nosso homens, re-
ferindo-se a es^e penlo da vida poltica
do viscoode do Rio Branco, diz :
O Sr. Paranhos nunca bavia oceupado
essa pasta, nem mesmo tinha no parlamen-
to interessado o seu talento as rentadas
discossoes sobre a especialidade fluaKcera.
t Pouco importava isso. O talento do
Sr. Paraobos ara talento real. Seu amor
ao estu-lo, sua rara applieaco ao trabalbo
triurapbam das maiores difliculdades.
A sua vootade enrgica, desenvolvida ou
instigada pia sua grande ambifo, crase-
guio de ha muito tyrannisar brilbantemente
as suas faculdades, e com algumas hons
de esludo o Sr. Paranbos babilila-se para
tratar <1' quaiuuer queslo....
De feito, era no parlamento o leader do
ministerio de 2 de marco.
Fcil em improvisar (diz o mesmo fo-
lbeto), babil uo manejo dos recursos parla-
mentares, impertubavel em meios dos con-
flictos e traquejado em todos os assumptos
de administraco, sua resposta sempre
prompta e bem dirigida. Ao espectador
que ebegava galera da cmara a primara
tgura que naluralaienle>ttrataa a saa al
tenco era a do Sr. Paranbos. Seu porte
notavel; sua physionomia sympalhica;
sua presenta distincta : seus ademanes cor
tezes e moderados. Sua fronte larga e ex-
pressiva, calva e bem contornada, derrama
sobre sua pbysionomia urna rndaco sere-
na. Seus olhos gazeos e pequeos, despe-
dem raios frouxos, mas frequentes. Sen
sorriso estudadamente jovial, tem urna ex-
presso constante de ironia que cbega s
vezes a tornar-se impertinente. Cnidaloso
em barmonisar seus gestos com a ndole de
excessiva e calculada moderado que aflecta,
guarda sempre as appareucias da dignidade.
E nem lbe falta certo ar de nobreza que
bem condiz com o todo de sua figura-----
Tenaz no estudo e nfatigavel no trabalho,
quando ministro e s ministro. Nao se
distrabe am momento das suas funches, e
d'abi vem qae nenhum dos ebefes o dispen-
sa, porque alliva-lbes o peso dos cuidados.
Pensa e pratica por todos elles : 6 ai c-
mara o interprete e o sustentador acrrimo
das medidas dos seus collegas. Habituado
ao papel de mentor, assumio finalmente urna
certa soparioridade sobre elles e conseguio
fazer-se estimado palo san presumo. Tem
o talento de affagar a vaidada de todos el-
les, tornando-so duplamente estimavel pela
modestia com que smala acreditar-se o ul-
timo entre os seus.
Nestas palavras evidentemente ecriptas
com a intenco de produzir effeito, a clara-
mente calculadas com a milicia de malquis-
tar o visconde do Rio Branco com os seus
CQllegM do gabinete de 2 de, margo de 1861,
aoda o erro da eovolta coa
como o joio com o trigo.
Nao aos compre classificar
nemes, mas dizendo qae o visconde do
Rio-Branco om doa nosaos primeirot fi-
uauceiro, nao externamos seno ama coa
vcci3 que todos qainhoario recorreodo
aos saos lumioosos parecers as questes
doste ramo importante dos conbecimentos
humanos.
Do estado atorado que o visconde do
Rio-Branco fez daa nossas financas nesse
lempo, pro>^a o sem namero de providen-
cias que tomou, e que se encontrara na col-
lecca j de leis, esforcando-se por conciliar
os interesses do Estado com os dos contri-
buales e os do commercio. Conseguio acal-
mar, pela inteligencia razoavel qae deu
le de 20 de agosto de 1860, a exacerbaco
do commercio qoe comecara com a publi-
cado das medidas e regulamentos fiscaes
do ministro Ferraz, seu antecessor. Na c-
mara e no senado teve de empeobar-se em
ardentes e calorosas diieussoes.
Gracas a umi sorpreza de seos adversa*
ros, vio-se o minisierio Caxias toreado a
retirar diante de urna vutaco da cmara
em 24 de maode 1862.
O gabinete que loe soccedeu, presidido
pelo couselbeiro Zacaras de Ges e Vas-
concellos, dorou apenas dias; derrotado
por sua vez, foi substituido em 30 de maio
pelo do marqotz de Olinda, que preparoa
o terreno para o inompbo definitivo do par-
tido qoe se dooomioava prograssista, for-
mado, romo j dissemos, pela onio dos
liberaos ora urna fraccao de conservadores
dissidentes.
Por essa ocba, quand) se operava a
mudanca poltica com o ministerio de 30 de
maio, o viscond do Rio-Branco eslava em
urna lista trplice de senador pela provin-
cia de Matto-Crosso, e foi escolbido em 26
de novembro de 1862. Era o mais volado,
e s perdeu nm voto nos collegios eleite-
raes da provincia.
Depois da dissoliQao da cmara, tempo-
raria em 1863, alistoa-se na opposico, c
quando em 1864 reabri se o parlamento,
as prmeiras palavras que proferto na tribu-
na do senado luram ura protesto contra a
situadlo, fazendo-se interprete das queixas
dos seus alliados poltico.
Entretanto, ro-smu na opposico, foi,
como sempre, moderado e cortez nas suas
proposites.
Chamamos a attenc3o para o discarso qae
proounciou, nesse aono, sobre os deveres e
servi?os do corpo diploma tic-'1.
Este discurso fot, de ordem do entao mi-
nistro dos negocios estrangeiros, mpresao
e distribuido em fjlbeto.
Pde-se dizer qoe um manual, rseom-
mendavel por moitas preciosidades- que
coniem para os que puzerem peito em bem
servir o seu paiz no estrangeiro, e qoe far i
com os exclusivos e esseneialidadea, quer da
sciencia em que estas-propriamenie residem,
quer do talento supes ior qna> as assignala,
muito bom sustento para jovens e ineape-
rieetes diplmalas.
Lamartine, no sea projeeto de reforma
do corpo diplomtico fraosez, disse :>
Quando um sacerdote coodaz a imagem de
Deus, quaado um general enpooha a espa-
da do paiz, apparecem vestidos com igni-
dade e esplendor: quando se traz sobre
si esculpido o nome da Fwnca, mister
apresental-o decentemente, se nao poder
aer com magnificencia.
1 Entre nos, para reahsar esta desidertum,
compre que a igualdade das. ioteliigencias
nao seja sophismada perane o podes, que
o patronato nao paralyse a evolugo dos.ta-
lentos, que a supremaca da opioio publica
prevaleca na escoma dos altos funciona-
rios, e que finalmente, o verdadeiro mrito,
a verdadeira superioridade intelectual, nao
fique prejudicada nem esqaecida, tributan-
do-se incapacidade as recompensas qoe
dimana, contra os principios do .ystbema.
que nos rege, dos favores e caprichos mi-
nisleraes.
Compre qoe assim seja, para quera-
mos de memoria om notavel publicista) s
nao revele desassombradamente, como a
deficiencia das instituices, q,ue meibor
tradnzam e deixem respirar as aspira^oes
da opinio publica, auxilia a poderosa pro-
paganda, qoe se insina boje em todas as
classes da nossa sociedade com os benefi-
cios da publicidade e da discusso ampia e
livre.
XI
Em dias de novembro de iS\, estaado
imminente a guerra com o Estado OreBtai
do Uruguay, foi o visconde do R o-BraBco
convidado pelo ministro dos negocios es-
traogeiros, o senador Joo Pedro Dias Vi-
eir, para ir ao Rio da Prata em raisso es-
pecial.
Os sete artigos do ultimtum, intimado
pelo cjnselheiro Jos Antonio Saraiva, mi-
nistro plenipotenciario do Brasil, tinham
sido repellidos pelo governo de Montevideo,
o que dera lugar ao cometo das represalias.
A situaco eia gravissima, era quasi o de
estado de guerra.
Os blaticos, apezar de nao terein podido
affastar da campanba o general Flores, quo
emeabecava i revoluto, e que Sj manti-
nha com as armas na mo desde 1862,
mostravam-se decididos a resistir s justas
reclamacoes do Brasil, e encoatravam al-
gum apoio no corpo diplomtico extrangeiro.
O Paraguay tinha nos atirado, como um
gaaote de desafio, a nota ameagadora de
30 de agosto.
O governo imperial recorrou ao vsconde
do Rio-Branco, nao o istaute ser e le um
dos ebefes da opposico parlamentar, mili-
tando as fileiras do partido constitucional
oa conservador, qae desde 1862 se acha va
fra do poder.
A experiencia que o nobre vsconde tinba
dos negocios do Rio da Prata, adquirida
no desempenho de tres commiss5es diplo-
mticas jtmto a esses paizes, aconselbaram
o ministro a dar esse passo.
O visconde do Rio-Branco, nao podia, na
posigo social que oceupa, e mais do que
todo, no foro intimo de sua conscienca,
aceitar um mandato, cojos preceitus fossem
contrarios s suas coaviccBes. Ouvio a ex-
psito do ministro de extrangeiros sobre
o estado da nossa questo com a Banda
Oriental, e essa exposigo nao alteroo o
juizo qae formava.
O exame da correspondencia reservada
confirmou o sea primeiro juizo. k vista
dos documentos que examiooa deu ao mi-
nistro o seo parecer sobre a poltica a se-
goir-se, e acharan^se de aecrdo.
( Contrnuar-se-ha )'
TYP, DO DUaiO-ttU, LU Ul'QQB Di CiiU.

y


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