Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12544


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Full Text

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ANNO XLVI!. NUMERC 293
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PAIA A CAPITAL E LUGARES 03DE AO SI PICA IOBTE.
Por,Ir* mere* adjantadoi .
Por Mis dito idvn .
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C*A* mnmtro ivqm .

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SABBADO 23 DE DEZEMBRO DE 187!.
PAJA DIITBO I rOBA DA fhotocia.
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nor doto ditos dem ...........

Por troi meies adiantadoi
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Por om anuo ideai
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Propriedade de Hanoel Figneira de Faria & Filhos.


Di Sri. Gerardo Antonio Alvee & Filhos, no Pari ;
Pereira d'Almeida, em
em Nazareth ;
:
A ACBMTBW:
Gonjalves & Pinto, no Maranhlo ; Joaqnim Jos de Oiiveira & Filho, no Cear ; Antonio de Lemos Braga, no Aracatj ; Joio Mara Jolio Chaves, no Asa ; Antonio Marqaes da Suva) no NataJ; Joto Jafifc
Mamangnape ;Felippe Estrella A C, na Parahjba ; Antonio Jos Gomes, na Villa da Penha; fielarmino dos Santos Bnlcio, em Santo Antio; Domingos Jos da Costa Braga,
Antonio Ferreira de Agniar, em Goyanna; Francno Tavares da Costa, em Alagoas ; Dr. Jos Martina Alves, na Baha; e Leite, Serqninho A C. no Rio de Janeiro.

PARTE OmCIAl.
Ministerio da agricultura.
DEcaicTo ir. 1,813 de 1 de dezembro de 1871.
Approca o regula/nenio pura a matricula rtpecial
dos escravos e dos flKns llores de mallier es-
cruta.
Para execuco do disposto ua arl. 8.* da lei o.
2,0i0 da 28 de etembn den-? anuo, sua alteza
iraperia: a repinte, em no ne de sai magostada o
imperador o Sr. D. Pedro II, ha por bem approva
o regulndolo para a matrcula e.-pecial dos es-
cravos existeoles no imperio, e dos tl.hos de ma-
llier escrava, considerados de coaJicao livre pela
mencionada le, o qnal cora esta baixi, assignaio
por Tneodoro Mchalo Freir Jerera da Silva, do
conseibo de sua rasgesiade o Imperador, roius
iro e secretario de estado dos negocios da agreGl-
tura, coramercio e obras publicas, que a.-sim o te-
nh entendido e faca executar.
Pil.i-ii) do (Si. >?e Janeiro, em t Je dezembro do
1871, o).* da idlepeidlacia e do imperio Ph.n
csza Impeuial Urgente.Teodoro Machado Fre-
re Pereira da Silva.
neGOLianrro \ ouf. se refere o decreto n. 4,835
DKSTA DATA, PARA EXKCL'CAO Di ARTIGO 8. DA
LEI N. 2,0i0 DE 28 DE SETEMBItO DE 1871.
| CAPITULO 1. C,N
DA MATRICl'l.l DOS ESCRAVOS.
Art. I. A matricula do tados os escravos exis-
teoles contera as seguintes dectaracoas :
I.* O Dome por iateiro e o lugar da residencia
do senhor do matriculando ;
2.* O numero de orlara do matriculando oa ma-
tricula dosescravo> do municipio e as relace-
de que trata o art. 2. deste regulamento ;
3." O ii...11-, >exo, cor, idade, estado, lacio (se
for conhecida), aptidio para o trabilbo e protissai
do matriculando ;
4.* A daja da matricula ;
5. AverbacoiS.
Art. 2 A natricula dos escravos ser feita no
municipio em que alies residirem, vista de rea-
cSjs, em duplcita, contendj as' daclaracSes exigi-
das oj art l.'en-. le 3.
Paragraplio nico As relaco's dos escravos de-
vero ser datadas e aisigoa'das pelas pessoas a
quem incumbe a obriga(o de d-los matricula,
se essas pessoas nao soubercm oa nao paderem
escrever.
Art. 3.* Incumbe a obrigaejb da dar matri-
cula :
1.* Aos senhores n possuidores dos escravos,
p, no impedimento dastes, a
Virilmente.
i.' Aos tutores e curadores, a respeilo
cravos de sus tutelados e earatelados.
3.* A os de(rosiiarios judiciaes, a respeito dos es-
cravos depositados em seo polar.
4.* Aos syndicos, procuradores oa oatros repre-
> mantas de orden* e corporales religiosas, a
respeito dos ei:ravo's dessas ordens e corporages.
rialmente cnits aos parochos de todas as fregue-
zias do municipio, ailm de que estes, em todos os
domiDgos e dias santos, at o fim do mea de ju-
cho, aonuociem a feas fregaezes, a estaco da
ii-.-.! coi.v ni.ui, a abertura da matricula, o da
do "iic Trmenlo e a commioa^ao do art. 8.*, 2.*
di le.
Art. 12. As s>breditas eslacoes Qscaes estario
abenas, em todos oh dias otis, desde o dia 1 de
abril al o da 30 de setembro, das 9 horas da
quem os representar
dos es-
5.* Aos gerentes, directores oa ouffos repre-
sentantes de sociedades, companbias e ontras
quaesquT asaocuc,5e,'a respeito dos escravos des -
ya associaces.
CAPITULO II.
DA MATRICULA DOS FILHOS LIVIIE3 DE MlTIIETl ES-
CRAVA.
Art. 4 A matricula dos filhos livres de mulher
escrava, nascides desde o dU 28 de setembro do
corrale anno, ser feita no municipio em que se
acnarem com suas mis, e contera as seguines de-
ca rac.es_ :
1 O orne por inleiro e o lagar da residencia
do senhor da mi do matriculando.
2.a O numen de ordem do malricnlando na ma-
tricula dos filhos livres de mulher escrava.
3." O nome, sexo, cor, dia, ciez e anno do n*<-
cimeoio, naturalidad- e iliac.ao do matriculando.
I." A dai. da mairieula ;
5.* Averbac.oes.
Arl. 5 as declarac,o3S concercentis flliafio
natural oa legitima d)s tilbos livres de mulher es-
crava, ind car-se-hiu os nmeros de ordem que
as mis (se a iliacao f r natural ) ou os pais e as
mis (se a Hliacao for legitima ) tiverera na ma-
iricula dos a.-cravo; do municipio e as relacoes
de que trata art. 2.
Se os matriculandos nao esliverem ainda bapll-
ad % declarar-se-bao os nomes que tiverera de
r cebar.
Art. 6." A' vista de relacSes, e.n duplcala, que
i m-nhain tolas as declarares exigidas ns ns.
e 3 do arl. 4 na forma do modelo D lavrar-
sa-ha a msiricula.
Paragrapho nico. Estas relacoes deverao ser
datadas e assisnadas pelas pessoas a quem iocura-
ce a obrigagao de dar matricula os Albos livres
A mulher escrava, i.u por alguem a seu rog\ nos
U-rmos do paragrapho nico 6o arl. 2.*
A.rt. 7. Incumbe a obiiga$o de dar matri-
cula :
l." As mesmas pessoas designadas no arl. 3., a
quem cumple mair.cular as escravas mis dos
ic aores.
2* Aos curadores geraes de orphaos, aos pro-
motores poblico e seos adjunto?, e aos juizes de
erphios, quando Ihes constar que alguns desses ti-
i 9 livres de mulher escrava deixarara de ser da-
do: matricula deuiro do prazo mateado oeste re-
Sulsmenlo. A oatricoli, ncsie ca requisiijo do juiz de orphos, piecedenlo audien-
e.a do senhor da mai do malricnlando.
CAPITULO III.
DAS PESSOAS ENGARREGADAS DA MATRCULA E DOS
LIVROS C0.NCER.NENTE3 A ESTA.
Art. 8.* Aos collectores, administradores de me-
sas de rendas e de recebedorias de rendas geraes
inlernas, e inspectores das alfandegas nos munici-
pios onde nao houver aquellas estacoes liaes,
compete fazer a matricula. Para cada ama das
duas classes de matriculandos, de que tratara ns
capitulo* e 2.\ lerio um livro especial, aberio,
numerado, rubricado e encerrado pela) inspector
di the;oararf de fazenda, as provincias e pelo
director ge.-al das reas publicas, na do Rio de
Janeiro e municipio neutro, ou pelas funecioaarios
a quero estes commetterem es se en car g).
Art. 9.* Tambem|tero us ditos empregados, e
do mesmo molo anlhenticados, dous inJ.ces al-
i'tiabeticis, am dos nomes dos senhores dos escra-
voi matriculados, outro dos nomes dost senhores
de escravos, cojos filhos livres tenham sido dados
* m tincla.
Paragrapho onico. A desiieza com esses livros
todas as mais qne se lizerem com o servico da
matricula correrao por eonta dos cofres geraes,
sendo a ellas applieada a parte dos emolumentos
da matricula que para isso for tixada pelo minis-
terio da agricultura, commtrcio e obras publicas.
CAPITULO IV.
DO TKMPO E DO MODO DE PROCEDER MATRICULA DOS
ESCRAVOS.
Art. 10. Os fancelonarlos eocarregados da ma-
tricula, em conformidade do art. 8.*, logo que por
eoramaoicacio da antoridade superior, ou pelo
Diario Ofjkial tiverem conhecimento da publica-
ci deste regulamento, mandarlo annunciar pela
iarprensa, e por editaei afflxadcs nos lagares mais
pblicos do municipio qns a matricula dos escra-
ves, ordenada pelo art. 8 da lei n. 2,040 de 28 de
setembro do correte anoo, achar-se-ha aberta,
na respectiva reparlico fiscal, desde o dia I de
abril at 30 de setembro de 1872, devendo ir in
serta oes anooocios e edtaes a integra da !.* do
citado art. 8.
Art. 11. Dos aonancios a editas* enviarlo offl-
manha at s 4 da tarde, para o iraballu das
matricula.-, que seraj feitas pela ordem era que
forera sendo apresentada es relar-Ses dos escra
vos.
Art. 13. Concluidas as matricula* de cada rea-
fio, o chefa da reparticio com o empregado qne
liver f-tito a in*r,ripcao, nolaro em ambos os
exemplares os nmeros de ordem gob os qaaes
foiem inscriptgs os escravos na matricula do mu-
nicipio, datarao e as.-igniraj, e archivando um dos
exemplares, entregarao o outro a [pessoa que os
tiver apresentado.
Arl. 14. Ilaverao em cada dia all aencia l da
matriculas, que nao possam todas Ucar concluidas
at a hora da fechar-se a reparticio, os tanecio-
irii U qaem trata o artigo antecedente, rece-
beud < t* relaeO 's que Ibes foram apresentadas, as
rubricara.) e lli -s jorao os num tos que Ibes de-
vam corresponder na matricula ; e passaro aos
aprosentantee, recibos datados e assigoados que
dedarem sases oumens.
Neste ea llies bio os exemplares das ditas relaces, qne
Ihes davem ser devolvidas, dapois que tiverem
concluido a -ai inscripfio na matricula.
Art. 15. X) dia 30 de setembro de 1872, s 4
horas da tarde, em preseuca do presidenta da c-
mara municipal e do promotor publico ou de seu
adjunto, quaserii convocados polos encarregaios
da matricula, com a necessana antecedencia, se
lavrarao nos livros da matricula d>s e-cravoj, t-r-
m>s de eojerramento, que serio assignados pelos
mesuios encarregados da matricula e pelos fuuc-
eionarios cinvocados para esse acto.
1 ii al aquella dia nao flearem inscriptas
todas as relacoss apresentadas, lavrar se-ha em
separado om termo, no qaal se mensionem o ulti-
mo nnmero das retardas escripias e os das que
restarem por inscrever, sendo esse termo assigoa-
do na firma cima prescripta.
2* Dentro do prazo de 30 dias subsecuentes,
estario hncada- todas as relajeas recebidas at
30 de setembro, e encerrar-se-ba o livro da ma-
tricula do modo ja indicado.
Art. 16. Dspois de expirado o prazo fixado no
art. 10 e de encerrada a matricula, como determi-
na o artigo antecedente, poder-se-hio admittir ain-
da, durante um auno novas matriculas, que ferio
escripturadas nos mesmos livros e da mesini for-
ma, em seguida ao termo de encerramento.
Art 17. Em tndo se observar a respeito deslas
novas mat'icolas o que ficoii determinado para as
que sio feitas no prazo d > art. 10.
Art. 18 No da 30 de. setembro de 1873, s 4
horas da tarde, leona ou nao havido novas matri-
culas no prazo complementar do art. 1S, serio la-
vrados, nos litros raspectiTos, novos lermo3 de
encerramento com ai mesmas formalidades e com
a asistencfi do3 mesmos f jnecionarios mencicna-
dos no art.15.
Art. 19. Os escravos que, por culpa ou omis io
dos interessadis, ni) forero dados matricula al
o dia 30 de setembro de 1873, serio por este faeto
considerados libertos, salvo aos mesmos interessa-
dos o meio de provarem em acci> ordinaria,
core citaco e auliancia dos libertos e de seos cu-
radores :
I.* O domioio qua t n sobre -lie; ;
!.* Qie nao houve culpaajiajomissao de sua par-
te em nao serem dados matricula dentro dos
pmiSilos arts. 10 e 16.
Art. 20. No decurso do mez de outubro de 1872,
es chefes das respartiedes encarregados da matri-
cula remetiera? a direcloria geral de estatistica,
na corte, directamente e oas provincias, pelo in-
termedio das thes mrarias de fazenda, nm resumo
gerai do escravos matriculados, com as especifl-
cacoes relativas ao na ero de cada sexo, idade,
estado, piolssio e residencia urbaua oa rur".!.
O mesmo se far, dos 15 priraeiros dias d) m?z
de ouinhro de 1873 com relacio 3 matriculas
realizidas bo prazo da art. 16.
CAPITULO V
DAS* AVEHBACOEJ NA MATRICULADOS BSCRAVOS.
Arl. II. Osencarregadjs da matricula averbaro
no livro desta as manumis-oas, mudanzas de resi-
dencia para fra do municipio, transferencias de
dominio e otitos'dis escravos matriculados no mu-
nicipio vista das declaracoes, era duplcala, que
dentro de iras raeies ubseqaenies a oceurrencia
de.-ses fados, sao obrigadas a fazer as pessoas de-
signadas no art. 3*.
Estas declraac5'3 conlerio as espeedicacos
mencionadas na respectiva matricula e as relati-
vas aos filhos livres que a:ompaoharem as escra-
vas ah libertas, nes termos dos %% 4* a 7 do art.
I- da lei n. 2010 de 28 de seteabro do corrente
anno
5 A raodanca de residencia dos escravos para
ora do municipio, onde realizcu-se a matricula,
ubrlga acuellas pessoas nao s a declararem n'a,
orai prescreve este artigo, na e.-taclo da mesmo
rauDicipin, como na do municipio de sua nova
residencia, onde ser averbada em livro especial.
% %'. Do mesmo modo, quando h ja trau-f sren-
cia de dominio de escravos para lora do munici-
pio, a dita ofcrigacio 6 applicavel ao vendedor e
aocoranrador ; quelles para que aprsente as de-
claracoes so nenie no municipio onde celebrar-se
a transfereacia, e a este para que o faga no muni-
cipio da nova residencia dos escravos.
Art. 22. Feitas as averbacoes, os encarregados
da matricula as annotario ou farao annotar as
d-claracoes de que trata o art. 21, datario e as-
signarlo ; e archivando nm dos exemplares en-
tregarla o outro aos inleressados ou seu3 pro-
postos.
Arl. 23. Para fiscalisacio e complemento da
obrigacio prescrip a no art. 21, serio remettidas
iahrmacoes aos encarregados da matricula al os
dias 31 de jaoeiro e iejulho de cadi ano;
1. Palos tabelljies, e-crivies, testamenteiros, cu
radoresgeraes.de rrphios, promotores pblicos,
seos adjuntos e juizes da orphaos, acarea da mu-
danga de condicao e transferencia de dominio dos
escravos, assim como pelos juizes que intervierem
ou conhteerem de qne*t5es de liberdade, cu em
basta publica aceitarem Unc em favor della ;
2.a Peloi parochos e administradores oa cucar
regados de cemiterios, sobre o numero e nomes
dos escravos fallecidos, logar de sea fallecimeato e
nomes de seas senhores.
Art. 24. Em vista desta inforuacoss, oa encar-
regados da matricula oportunamente completa-
rlo as averbacSss e ioscripcSes de que trata o art.
21, multando as pessoas indicadas no arl. 3', se
tiverem sido omissas.
Art. 25. Tambem cumpre aas encarregados da
matricula organisar remoller, nos mezss de abril
e outubro, reparticio de estatistica o quadro das
alterareis, de que trata o arl. 21, dos escravos re-
sideotes no municipio, com espeeiflcacao do Da-
mero dos libertados, dos que tiverem modado de
residencia e dos fallecidos no semestre anterior, a
contar do mez de julho de cada anno.
CAPITULO VI.
DO TEMP0 T. DO MODO DI PROCEDER MATRICULA
DOS FILHOS I.IVKV.S DE MULHER ESCRAVA.
Art. 26. Serlo dados i matricula respectiva, no
mez de maio de 1872, ledos os filhos livres de mu-
lher escrava, naseidos desde o di 28 de setembro
at 31 de dezembro de 1871; e de eolio em diante
adentro do prazo de tres mezes, contados da dala
do nasclmsnto. Os senlnres das escravas decla-
rarlo, oas relaces qne devem epresentar, quaes
oa menores livres que tenham fallecido antes de
serem dados matricula.
Arl. 27. Qaaodo forera simultneamente dados
matricula os Qlhos livres e as mes escravas, es-
tas serio matriculadas em primoiro logar no livro
con p.-tenie, afim de se poder cumprir, com rea-
cao matricula dos filhova disposicio do art. 5*.
- Ar' 28. As disposicoas dos arts. 13 e 14, a res-
peito aa matricula dos escravos, sao extensivas
dos .ilhus livres de mulher escrava, no qua Ihes
for applicavel.
Art. 29. Os funcionarios encarregados da ma
trcala remetlerio trimensalmente direcloria ge-
ral de estatistica, pelo meio proscripto no art. 20,
e ao juiz de orpbaas do logar, orna relacia dos fi-
lhos livres da mulher escrava, matriiulados no tri-
mestre anterior, contendo lodas as doclara^oas do"
art. 4*.
As relacoes dos matriculados no mez de maio
de 1872 serio enviadas at o ultimo de setem-
bro.
Ar. 10. A matricula das filhos livres de mulher
escrava estar sempra aberta. para ser falta no
lempo e do modo proscripto nesle regulamento,
eraquaoto nio for de todo extincta a escravidio no
imperio.
CAPITULO VIL
DAS AVERBAC5ES NA MATRICULA DOS FILHOS LIVRES
DE MULHiR ESCRAVA.
Art. SI. No caso de fallecimento dos menores
livres naseidos de mulheres escravas, e que j es
(ivessem matriculados, proceder-se-ha averba-
cio dessa oceurrencu na respectiva matricula do
modo prsscripto no- arts. 21,22 e n. 2 do arl. 23.
Art. 32. Os encarregados da matricula tambem
organisario e remetterao directora garal de es
latistica 3 ao juiz de orphaos do lottar, nos mesmos
periodos de que falla o art. 25, um quadro nomi-
nal dos ditos menores livres que |tiverem fallecido
no municipio, em iodicacao do numero de ordem
de cada um.
CAPITULO VIII.
DAS MULTAS B DAS l'ENAS.
Art 33. As pessoas a quem incumbe dar 'ma-
tricola filhos livres de mulher escrava, nao o fa-
zeodo no lempo e do modo eslabelectdo, iocorrerio
se por mera negligencia, na multa de 100 a 200 j
tantas vazes repetida quanlo (orem os individuos
omittidos na matricula ; se por frauda, oas penas
do art. 17 J do coiUo criminal.
Incorrerao na multa de 10i a 305, se forem
omissas em cummooicar o fallecimanio dos mea-
mos lilho; livres de mulher escrava.
Art. 34 Na multa de 50* a IOj incorreri a
pessoa que lizer intencioaalmsnte declararos
inexactas ; a se essas daelaraedes tiverem sido
f-itas no intuito de serem matriculadas como es-
cravas cianeas naseidas no dia 28 de setembro
do correle anno no posteriormente, soffrer, alera
disso, as penas do art. 179 do cdigo en ninai.
Arl. 3o. A pe.va i| io celebrar qualquer con-
trato des mencionados no art. 45, sena exhibir as
relacoes oa certiddes das respectivas matriculas;
a que areiiar as estipulacSes dos ditos contratos
sera exigir a apreseotacio de lgum desses docu-
mentos ; a que nao commuoicar estaca a campe
teme a nudanca de residencia para fra do mu-
nicipio, transferencia de dominio ou o fallecimen-
to de escravos, ou de menores livres naseidos de
mulher escrava, conforme prescreve este regula
ment ; o oficial publico qae lavrar termo, auto
ou escrptnra de traosfereocia de domioio ou de
penhor, hypotheca oa de servico de escravos, sem
i>s for ir alidadas proscriptas no citado arl. 45 ; o
que dr passaporle a escravos, sem exigir a apre-
seotacio das relacSos oa certiddes de matricula ;
e o qua nao participar aos funecionarios incumbi-
dos da matricula as manumiss5es que houver lao
cado ras suas notas, incorrerio na multa ds20
a 501000.
Art. 36. O empregado a quem incumbe fizer
a mat'icala e que nao a tiver escripturado em
da, na devida frmae segando as disposicoas des-
te regulamento ; e o qua deixar da organisar ou
de reinetter, era tempo, as relacoas, notas, qua-
dros ti iDformagoes, de que tratam os arts. 20, 23,
2o, 31 e 3i, incorrerio ua multa de 20 pela pn-
meir; vez, e oo duplo pela reincidencia, alera do
processo por criuae da respaasabilidade em que
possa ter iocorrido.
An. 37. Os funecionarios convocados, no3 ter-
mos do arl. 15, para assislirem aos actos do pri-
ineiro e segundo encerramento das matriculas, e
que nao comparecerem, sem causa justificada e
couimunicada com antecedencia, afim de serem
substituidos, incorrerio, cada um na mulla de
59|000.
Art. 38. Os parochos qu, tetdo recebilo as
copias de que traa o art. 11, nao ennuiiGiarem a
seus freguezes a abertura eo lia dj enci-rrameD-
lo da matricula, no lempo e do modo pre-cripto
no referido artigo, incorrerio na multa de 10000
tantas vezes repetida qaantos forem os domin-
gos o dias santos em qua deixarem de fazer o an-
nuncio.
Arl. 39. O juiz ou autoridad que admittir que
perante elle se levante litigio sobre o dominio ou
possa de escravos, sem que sejam logo exhibidas
asrolacois ou cenidSes da matricula, incorrer
na nulta da 20*000 a 100000.
Art. 40. Sao competentes :
i. Os chefes das repartios encarregaias da
matricula, para imporem mullas a3 pessoas de que
tratam os arts. 33, 34 e 35, se o motivo fr veri-
dea io por autondade administrativa ; e os juizes e
trbunaes cive s e erirainaes, para imporem a9
mu las e penas de qne tratara os mesmos anigos,
se es motivos forem verificados em joizo.
2 Os inspectores das thesourarias de fazenda
e na municipio neutro e na proviucia da Rio de
Janeiro, o director geral das reodas publicas, pa-
ra .mporem as multas de que tratam os arts. 35.
37 e 38 aos funecionarias pblicos nelles desig-
nados.
( 3.* O juiz ou tribunal a quem forem presen-
tes os contratos, a qae se refere o art. 35, para
im >r as-mullas ah estabelecidas.
( 4." O juiz oa tribunal superior, qne era re-
curso de aggravo, de appellacio ou da revista, ti-
ve da coobecer d j litigio de qae trata o art. 39
para impor a multa abi estabelecida.
A mesma competencia tem o juiz de direito em
correicao. ,
Art. 41. O ministro e secretario de estado dos
utgocios da agricultura, commarcio e obras pu-
blicas, oo municipio neutro, e os presidentes, as
provincias, imporio a mulla de 50 j a 100 s au-
toridades indicadas na artigo antecedente, que fo-
rera omissas na imposicao das multas da sua com-
potencia.
Arl. 42 O mesmo ministre, oo municipio neu-
tro, e os presidentes, oas provincias, nomeario,
sumpre que Ibes parecer conveniente, pesadas que
nxaminem os livros da eseriptoracio das matricu-
las e informem cirenrastanciadamente sobre o mo
do porque esse servica feito., afim de se torna-
rem effectlvas, contra os empregados omissos oo
cegligeotes, as penas e mallas cima eommioadas.
Ar. 43. Da imposicao da malla havera re-
torso :
Para os presidentes, as provincias, quando Ta-
rea) impostas pelas autoridades administrativas e
jadiciarias da mesma provincia :
Para o ministro, quiodo impostas pelos presi-
dentes de provincia oa director geral das realas
lublicas :
Para o conselho de estado oa forma d > art. 4ff
do remlatneoto n. 124 de 5 da fevareiro da 1842,
qoandi) impostas palo ministro.
.Art. 44. As multt) seria cobradas exeeutiva-
mente, remeltendo-se para esse fim as competen
tes cerUdoes s repartieses fiscaes.
CAPITULO IX.
DTSPOSIQJES GER\E8.
Art. 4-1 Dapois do dia 30 de setembro de 1872
nao se lavrar enripiara de. cootrato de alieoacao,
traosmissao, peohor, bypolbeca ou servico de es-
cravos, sem que ao oficial publico, qaa tiver de
lavrar a.escriptufV, sejam presentas as relacoes
das matriculas ou certidia dallas devenlo ser in-
cluidos oo iu-trumento o amaros da crdens das
natriculados, a dita e o municipio em que sa fez
a matricula, assim como os mines e mais decla-
racSes dos filhos livres de mulheres escravas, que
as acompanharem nos larra as do art. Io } 5o o
" da lei o. 2,OlO de 28 de setembro do Correte
aventario oa par-tilha
que comprebander es
anno.
Tambera se na i dar passtportea escravos, sem
que sejam presentes autorilade qua o houver de
dar o docmeoto da matricula, cojos nmeros de
ordem, data e lugar em que foi feita sarao men-
cionados oo passapoite ; e se forem acompanha-
dos por seos filhos livres, devem os passaporlaa
conter os oomes e mais declaracoes relativas a
esles.
Assim lambam neobora
entre berdairos ou socios,
cravos, e nenhom litigi ', que versar. sobre o do-
mioio oa a posse do escravos, ser adraittido em
juito, senio for desde logo exhibido o documento
da matricula.
Art. 46. Aos en-anegados das matriculas ser
arbitrada, pelo ministerio da agricultura, com-
mercio e obras publicas urna tratificacio corre3-
poodeDte ao accres:ima da trabilla > que pa-sam
a ler.
Art 47. Pela matricula da cada escravo, (sita
no prazo marcado no art. 10, pagar o senhor oa
quem suas vezes lizer, a qaantia de 500 rs. ; e
H sefor feita depois desse prazo.
Nio se cobrar emolumento pela matricula dos
filhos livres da mulher escrava.
Art- 48. Pelas certidoes da matricula da escra
vos e de filhos livres de mulher escrava, cobrar-
se-ha o emolumento qne marca a tabella anne-
xa do regaiamento o. 4,350 da 24 da abril de
1869.
Serio, porm, exirahidas grata lamente quando
forem requisitadas pelos juizes. caradores geraes
de orphios, promotores pblicos, seos adjuntos,
ou pelos caradores particulares dos matriculados
para a defeza dos direitos lestes.
Art. 49. Os emolumeotos fixados oo art. 47, as-
sim como as maltas eommioadas por este regola-
ment, f i rao parte do fundo de emaocipacio.
Palacio do Rio de Janeiro, em 1 de dezembro
de 1871. Theodoro Machado Freir Pereira da
Silva.
MODELO D.
(ART. 6* DO REGULAMENTO.)
Nota ti. 1.
Jos Francisco da Cunta, resid-mia ne cvttio, declara que no da 28 de setembro de 187.1
na.-ceram de soa, escrava, soltera, fe nome I-a-
bei, parda, ngimraadeira, qae se ajba matricu-
lada com us ns. 7 da matricula geral do munici-
pio e 2 da ralaco apresentada pelo mesmo Caoba,
duas criaocas gemeas, nina do sexo masculino,
baptisada ci.ra o nome de Jalo, mitra do sexo fe-
nainino, baptisada c ,-m o nome de Maris, o ambas
pardas.
Corte, em 3 de marco de 1872.
Jos Francisca da Cunha.
Apresentado* matricula e matricu-
lados, Joio com o n. 1 e Mara com o
n. 2 da matricula geral, em 3 de mar-
co de 1873.
O administrador Oescrivio
Vielra Pinto. Silca.
t ouiui uni superior.
QUARTEL DO GOMMANDO SUPERIOR D.\ GUARDA
NACIONAL DO MUNICIPIO DO RECIPE, l DK
DEZE.MliaO DE 1871.
Ordem do da n. 49.
O lllm. Sr. coronel commandante superior man-
da declarar aos carpos sola ,-eu commando, que no
dia 16 do carrate mez, na conformidade da lei,
presiou juramento e loniou posse do commando do
2* bitalhao do servico da reserva, o Sr. Jerunymo
de Souza Lalo, para o qual fra nomeado lenenie-
coronel commaniante por decreto imperial de 2
de noveoibro do corrente auno, em substituicia ao
Sr unente-coronel Dr. Joio Francisco Xavier Paes
Brrelo, que fra reformado no mesmo posto.
Manda mais dar sciencia aos mesmos corpos,
que por portara da presidencia de 16 do corrente
mez foi t -ao-ferila do 4" balalho de infantaria
para a 3*orapanbu do 6'batalhaa da mesma
ar ua, o Sr. ten-me J i^ Elesbio Barges Ucha.
Rodolpho Joaa Bafata de Almeida,
Coronel chefe interino do oslado-maior.
INTERIOR.
mente com o grao 5, Agoslinho Coelho da S Iva,
Alcioo Jos Chavantes, Antonio Gamas Salr, Ma-
ximino Taixeira Maa,Theaphilo ilenedicto da Vas-
c incalas, Luiz Affan^o Braga, Faroaodo Palmeiro
Pereira da Cunha, Alberto Balmonte da Aguiar,
Joio Hamos da Queroz, Alvaro Pimplos Nsbar
d3 Ponceca, Francisco Severaoo Braga Torre,
Dionisio da Costa e Silva e Uaynuodo de Miranla
Osorio; com e grao 4, Francisca Carlos da Costa
lt vi I, e com o grao 3, Diogo da Cunha Moreira.
Deixaram de comparecer prova oral dous.
Fjlleceu no dia 5 do corrente. na venarave.l or-
dem terceira do Carmo, o subdito portuguez Ma-
me! da Miranda Perdigao, traba.h ador das descar-
gas da navios. Era homem honrado e laboriosa.
Na celsbre crise bancaria do 1864, perdau Mi-
randa cerca de 14:000 de suas economas, pre-
juizo este que lite transtoroou as faculiades intel-
lecluaes. Muitas vezes o vimos d.-fronte o edifi-
cio da praca do comraercio desabafar a sua dr em
qui'ixas contra os causadores das suas pardas.
Resobrando animo, ai.ron-se o iotelii de novo
ao trabalho, apezar de sea* sofriraentos physicos
o moraes, e lodo o frncto das suas fadig3 ia de-
oositanda em casa do Sr. cooselheiro Joio Jo.- dos
Res, qua Iba converta era apolices da divida pu-
blira.
Ha cerca da um anno fez Miranda o seu le raerlo, legando urna apolice do l:>)>. val o .lera terceira do Carmo, nutra Sociadade
Portugueza de Baneflc->ncia, p. aioia nutra real
coofraria d i Senhor Uam-Jdsus de Mattoziohos,
em Portugal.
Os remaoeceotes da sua mdica fortuna, que se
companha de dez apatices e 1:000 em dnbeiro,
deixoa-os a dnas irmias qaa residem em Bellas,
suburbio de Lisbaa, de onde era filho. Norneon
seu lastameiiteiro o Sr. conselheiro Joao Jos dos
(tais, sea constante amigo e protector.
9
O Sr. Antonio Caetano de Carvalbo, vice-consal
de Portugal na cidade de Angra dos Res, libertou
no dia 30 do prximo passado mez, anniversano
do nascimaoto da sna senhora e segunda de seu
caaameoto, e saa escrava Lala, crioula, atteodeo-
do aos bops serviros prestados por esta saa fa-
milia.
lllf> DU JIVKHO
8 DE DEZEMBRO DE 1871.
O resultado dos exames de houtem, na Faculda-
de da Malicina, foi o seguinte :
1 aona mlico. Francisco Simoas Correa J-
nior, Lysurgo de Castro Saltos, approvados coro
distraerlo; Felizardo di Assumpcio Cavalheiro e
Silva, Carlos Pereira de S Fortes, Manuel Ferrei-
ra de Figueiredo Jnior, Jaaqura Mauricio de
Abreu, approvados plenamente.
3 anno medica. Hraoro da Cunha e Souza,
Antonio da Tarra Pareira, Joao Laaden Corroa do
Reg, Francisco Jos Colho de Moura, Octavio
Ellane, approvados plenamente.
6 anno (clnica).Antonio Gabriel de Paula Fon
ceca Filho, approvado cora distioegio ; Franci co
Antonio da Barros Heurique, Luiz Aolooio da Foo-
ceca Va'concellos, Maooel de Assis Vieira Baeao,
Francisco Nagaeira Carioso, approvados pleoa-
meole.
Conferio-so hontem oa Escola Central o grao de
bacharel em scieocias melhemalicas e physicas aos
seguiotes alumoos: Agostioho Luiz da Gama Ja-
nior, Maaoel Piolo Torres Neves Jooior, Hanriqae
Christino da Silva Guerra, Joaquina Silveno de
Castro Barbosa, Alfonso Cirneiro de Oiiveira Soa-
res, Hanriqae Brralo Galvao, Joao Cancio Ferrei-
ra da Silva, Joio Taixeira Soares, Jos Francisco
Martios Guimaries Filbo, Luiz Carlos Barbosa de
Oiiveira, Luiz Raphael Vieira Sonto, Jeronymo
Francisco Ribeiro, Hanriqae Mara Leoni, Jos Fe-
liciano de Norooba Faital, Jos Basilio Magno do
Carvalbe, Joio Paulo Das Carneiro e Nipoleae
Augusto Muniz Freir.
O resaludo dos exames da 2\cadeira do 4* an-
no (ootaoiea e zoologa) foi o seguinte :
Approvados plenamente com o grao 9, Feliciano
Antonio Benjamn, Carlos Maximiaoo Pimeota de
Laet, Franciseo Aotonio Carneiro da Cunha e Ma-
noel Peixoto Curaino de Amarante ; com o grao 8,
Pairo Betim Paes Lame e Carlos Eduardo Saul-
mier de Pierretova ; com o grao 7, Maooel de
Mendonca Guimaries, Aotonio Jos Ribeiro da Croz
Raogel, Jos Tneodor do. Souu Lobo, Napoleio
Augusto Muniz Freir, Aristides Armtnio Guaran,
Francisco Jos de Mallo Sauza Janior e Candido
Ribeiro da Souza Mendoaca, e coto o grao 6, Gal-
4iqo A'vei W,Qqt9''ro. ) RiCirilO M)r?tr4 9 Bar-
ros, Alberto Maeedo de Azambtija, J)ao Gonealves (los Max,maoo Pmenta de Laet. Carlos Amusio
de Aranjo, Emygoto Cava!:ante de Mello, Armloio jCarvalli de AzambDja, Pedro HWiro Paes Lame,
de Figueiredo, Joaqom Jos da Silva Nogntelra.lTheophilo Benedicto de Vasconcelos, Francisco
Juliano Jos da Araorim Gimes e Cesara deAl- inj tfe Mello Souza Jnior e Tobiss Rabello Leite
i\ Appro-vados siinplas- Jnior, do Rio de Janeiro ; Galdino Alves Montero
e Jos Ricardo Moreira de Barros, Oa S. Paulo;
Fernando Palmeiro Pereira da Cunha, Alberb
Belmonle de Aguiar e Jos TbeoJano" de Soocv
Lobo, do Rio-Grande do Sul ; Antonio Jos Ri-
beiro da Cruz Rangel, de Minaes-Geraes ; Manoe
Peixolo Curaioo da Amarante, de Mate-Grosso.
O Sr. Aotonio Jos Nuces, residente na S-
ledode de Itajub, tendo de relirar-se brevemente'
para a Europa,.e querendo dar urna prova de sua.
gratidfo ao Brasil, concedeu, em dala de 16 o-
pawado, libenade ao seu escravo Raymuodo, par-
do, de 16 annos da idade. A respectiva oarla fot
registrada oo livro de notas da cartorio da fregue-
zia da Soledade da Itajub.
O Sr. Dr. Francisco Mendes Salgado, den,
no dia 8 do correte, liDerdi-de aos seus escra-
vos Ado, Antonio, Mara e Thereza, maiores de
3* annos, Dellina de 9 e Adelina de 7 annos.
O Sr. Francisco de Paula llibero de Almeida.
em bomenagem ao dia era que a igreja solemni.-a
a Coaceifio de Nossa Senhora, libertou tres a^
suas escravas de nomes Marceliina, Mara e Feli-
cia, sam condi(5es ; anterinrmnta o i;-.esma se-
nhor libertara 1 escrava e 4 escravos.
17
Do relalorio ltimamente apresentado peto
secretario da ordem terceirado Carao, extralii-
m>s os seguintes dados e informales:
Entraram para a ordem no anuo administrativo
lindo 722 Irmios, grabas aos esfor^os dos irmi?-
mestre e me.-ira de novicos.
A recelta proveniente do patrimonio da ordrm
foi de I"23:539*831 e a despez* da 122:223*292 ;
a receila do patrimonio do hospiul foi de ... .
121:826*309 e a despeza de 119 972*003.
Mostram estes algarismos, comparados com os
de annos anteriores, qae aagmeotaram os soccor-
ros e tambem consideravelmeDte o custeio do hos-
pital ; pagaram-se as despezas rom as obras con-
cluidas no anno a pode abater se najlivida a
quantia de 20:000*000.
O patrimonio da ordem eonsta do ceoii^rio, de
14 predios e 191 apohees ia divida publio ; o do
hospital consta de 49 predios alm daqudle em
que se acha estabeleciJo o hospital, 56 apolices *.
24 accos do Banco do Brasil.
Pizeram-se durante o anno diversas obras ov
cernilerio e organuoa se a tabella dos presos dos
jazigos
O b)sptal acha se no predio da ra do Ria-
chuelo n. 19, qne rena as condicoes necesarias
em taes casos.
Os irmaos soccorridos com esraolas mensaes fa
ram em numero de 3S7 e os que as tiveram por
urna s vez de 25, elevando-se o algarismo das
esmolas a 44:500*000.
O tratameoto dos irmios enfermos m hispir.I
importou era 28:778*210.
Forana eitas tambem varias esmolas em enm-
pri ment de legados a dotara ni sa duas orpbaas.
Forara leilos ordena importamos donativos a
legados.
A snbscripcaa para as f>i>r< do honital no au-
no tiud elevoa-se a 12:150*
As seis subscripfoa. promovidas entre a- admi
nistraes presididas palo innio prior jubi'ad-.
cammendador Aotonio Das Guimani-s soir.mam
em 75:570*700 concorreuo art.- senil .r por --'J..
parte com 15:00J<000.
O Sr. comraendador Dias Guimaries terniiuoa >
6* anno do seu priorato propon io a libarlago Ai*
tres uniecs escravos que o hospital pi-"uiat pi 0-
posta que foi unaninaeraeote icolhida ^euln a. car-
tas de liberdade entregues no dia 14 de 1 u"ubo
uliimo.
Cummuoicamnos o seguate :
t Aos 22 do niez prximo passado, na i.i 11 1
da Gironda, propriedade do Sr. commendador J
Eaeoio T. Leite, deu-.-e nm tacto que ms apr 1
saraos em parlicipar-hes, afim de que chaniero a
atlooo do poder comptanla para a falta aL->'.
ta de torca publica oestes lugans e para qr-' '
trate pelos meios convenientes de garant rol-
ceg e bem-estar dos fazeodeiros, que actaa'.raeu
te estn senio amea^ados cm suas propriedad-
por grandes hardas da calhambolas q ia infera;:
as suas fazenda*, ass< lando suas Uvouras a insu-
bordinando suas escravaturas
Na madrugada di da cima mencin id ,
apparecc-u arro niiado um dos moinbos daquel
fazenda, notaod 1 se vestigios da roubo, logo 1
Sr. eommendador Jos Eugenio suspeitou serem
escravo fgido os autores do arrombamsnt-a e rou'.o:
immediatamente maudou qoatro dos seus escra'.
O > eucaijo da las. Acom..auhando esles as pegadas
fori' at urna matia prxima e ah dtscutiriram
a existencia de um grupn de negros fogdos, ?
como estjs erio em grande numero, 0s quar >
tiveram de recuare procurar auxilio de gente ent >
aiguns trabalhador^s piTtuguezas, que esli ir;
balhaulo em una estrada prxima. Com oa
qoatro destes vollram ao lugar e encoutraram u
dos calhambolas que logo prenderam a levara a
para a fazenda ; tentaram segunda vez ir no eo-
encalco dos outroa e de faci entraram dous es-
cravos do Sr. eommendador, Rique e Joia, e nti)
dos trabalhadoras, e a poueoi pasos enconra
ram doos preos, ura dos quaes lugio e f i p?r-
seguido pelo portuguez, o outro foi preso por Joioi
Roque, mas quando este pncurava aaoarra-lo com
uma corda que trazia o preso puxoii pela fac
que Roque tinha na cima e cravou Ib'a cerlelra
no coracio, fazeodo o logo cadver : em segu:
ferio gravemente pelas costas ao companheiro Joa>
e fogio.
f O cadver e o ferdo foram transportado*
para a fazenda, oude a autondade iumedii-
laraente avisada tomou conhecimento do faci
faz o competente auto de corpo de delicio.
c O calhambola que foi preso dedarou chamar-
se Valentina e ser escravo de Franciseo Rodri-
gues Milagres, fazendeiro era Caniagallo ; dec'a-
rou mais sar crimioo30 por ler leotado matar coai
um tiro a seo seohor. Disse tambem qne o a -
Sissioo do escravo Roqua cbama-se Narciso 1
tambera escravo de Milagres, em Caniagallo.
E' com o maior prater qae registramos a se-
guate carta, que oos foi houtem dirigida p-1
Rvd. visitador apostlico, inonsaoher Flix Mara
de Freitas Albuqaerqoe:
O abaixo assigoado, visitador apostlico' da
provincia carmelitana fl aminanse, tem o prazer da
commuoicar redaccio do Jornal do Cotnmercio,
que os religiosos carmelitanos libertaram todos os
escravos de sua ordem, excepcio daquelles cujos
servidos esia sujeitos a contrat-ts ameriormenle
feita. Rio. 8 de dezembro de 1871. Monsenhor
Flix Mana de Freitas Albuquerqu!, visitador
apostlico. >
10
Pelo vapor Caldern recebemos folbas da Porw-
Alegre at 25 do passado, do Rio-Grande do Sul
at 4 e do Desterro at 7 do corrente.
No Ri a Grande bavia noticias da capital at
2 do corrente, que nada adiantam s que demos
ltimamente.
Reumram-se naquella cidade os accionistas da
Coropanha Fidelidade, aprosentauio a directora o
seu balango. Procedera-se tl-icio de directores,
e linham sido reeleilo- os Srs. Miguel Tito de Sa,
Antonio Jos Soares Via ana e Virgolmo Jjs da
Porciuncula.
A representacio da Associac^o Comraercial con-
tra o prejudicial contrabando e proeedimenio da
actual administra;oo da alfandega havia sido ti-
voravelraeole reeebila pela pre.iden ia da pro-
vincia.
Da S. Gabriel escreviam o seguinte ao Jornal do
Commercio de Pelotas :
Cheguei do Algrete a 21, e sigo amanilla para
D. Pedrito. Taoto oaqueila, como n sta localidade
o couaiuerci est inteiraraente paralysado, a nota-
se uma desanimarlo geral. O escandaloso con-
trabando a causa principal desse precario e
triste estado de cousas.
< K-: iin.ito adiantada a ponte de alvenaria e
madeira sobre o magestoso rio Jberapuitam, pr-
ximo Algrete, Con.-truida -ob a direec.au do dis-
tinelo engenheiro rio grandense Sr. Francisco Nu-
nes de M.randa. E' uma obra soberba, que mol
to hanra a quem a dirige e rauilissimo til ser
proviocia.
E' geral o engorde dos gados. Para os meiados
de dezembrt deve afflair labiada dahi grande
quantidade da lezas.
Em Bag manifestavam-se quaxas vehementes
contra a maana arbitraria por que era all feito
o recrutamento.
No dia 20 do passado fra victima de um acci-
dente fatal uma meoioa lie 12 annos, tilhi do Sr.
Anoibal Radngues Candiota. Achando-3a de pas-
seio em uma ca3a, um dos hospedes da mesma
quizara assusta-la ameacando-a c ra uma arma de
fogo ; mas esta, mal tacada, disparara, indo toda
a carga de chumbo empregar-se no eolio da in-
feliz menina.
Fallecer no Rio-Grande o major de artilharia
Jos Thoraaz Theodosio Goofalves.
Fallecer em Santo Amaro de Cubaiao (pro-
vincia de Sania Carnario), o fazeodeiro Jos
Duarte Silva.
L se na Regenera t Na semana passada ura navio que aqui ven
descarregar earvio garrou no Eslreime o ferro
pegn o cabo telegraphico submarino ; ni a poden-
do desenveocilnar-se, o capillo mandou suspender
o ferro, e quando se alcancou o cabo mandau-w
corlar, largando depois baria-fra para o norte.
c Assim interroropida a commuoicao com a
ierra firma, a estacio passou ura empregado para
o outro lado do Estrello, de onde boje parlera es
telegrammas, com prejuizo do servico, alm do
damuo nao pequeo causado pela perda do cabo. >
O re-ultado dos exames de hontem oa Facolda
de de Mqdiciaa, foi o seguiote .
1* aouo medico. Joaqaim Goaealves Ferreira
Jumur, Joao Ribeiro de Azevedo, Jos Serrano Mo-
reira da Silva, Antonio Silurnino Games de Frei-
tas, approvados plenamente ; Antonio Alfonso
Faustino, approvado simplesmeote ; houve um re-
provado.
6* aono (dioica).Jorga Rodrigues Moreira da
Cunha, approvado com distioc~i) : Bernardo A1-
ves Pereira, Augusto Cesar de Paula Costa, Joio
Das de Andrade Ribeiro, Lalz Paaliao Soares de
Souza, approvados pleoamente.
Tarmioaram o curso de eogeoheiro geographo
os Srs. Feliciano Antonio Benjamin e Arsenio de
Figuairedo, naturaes do Para ; Juliano Jos de
Amorira Gomes e Carlos Eduardo Salnnier de Pi-
errelev do Maranhlo; Jerenymo Portado da
Mendonfa e Francisco Severiano Braga Torres, do
Cear ; Francisco Antonio Carneiro da Caoba, da
Parahyba do Norte ; Maooel Meodooca Guimaries,
de Alof,as ; Aristisdes Armioio Guaran e Al:mo
Jos Chavantes, de Ssrgipe ; Cesario de Almeida
Nobre de Gasmio, de Pernimbaco ; Eraygdi Ca-
valoante de Mello, Napoleio Augusto Muniz Frei-
r e Joio Ramos de Qaeiroz, da Baha ; Anloaio
Gomes Sadr, da Bsptrilo.Sante ; Francisco Car- "vados plenamente
lo* U G-MU H.ii, Augustq Cae'.na 4 3'lva, Car-'do sjmplimnte.
O resultado doa exames de hontem na Faculda-
de de Medicina foi o seguinte :
i* aono medico.Joaqnim Jos Torres Colrm.
approvaio pleoamente ; Francisco BernardesSla-
res de Gouva, Firmino Rodrigues da Silva Jonior.
Joaquim de Almeida Viial Juoior, approvado*
simpa smenle
Houve dous reproradas.
3. aono pharmaceulico.Constante da Silva.
Jardim, Joaquim de Freitas Noronba, approvados
coro disiinccio ; Joao Heariques Feroandas m
Veiga, Manuel Jos do Aroaral, Mariano Nones
Taixeira de Mello e Joaqaim Francisco Pires, ap-
provados simplesmenle.
6.* anno (clnica)-Diogo Cesar Garcez Palha.
approvado coa distioccio ; Maooel da Racha Fer-
nandos Lalo. Cesario da Silva Colho Rangel, ap -
prvidos pleaameole; Deocleciauo Alves de Soota,
Jo> Caelaoo da Oiiveira Guimaries Jonior, appro-
vados simplestnente.
13
O resultado dos exames de hontem aa Facu'da'
de de Medicina foi o seguinte :
!. aoao madioo.Joaquim Marcelino de Brito
Nato, Antonio Marqaei Pereira da Silva, appa-i-
Arthur; dxeeahalgh, approv^.
-




V
*


________^______ ,*fo
Diario- Frnambae% L- Sabbado 25 da Dezembro dt 1871
Hoot dons re prvidos.
3* nao pharmieeutico.Liiz Felippe Freir de
Aguiar e Aoloaio AlexaoJrc Fortes de rhistirtiante
Sa, approva** plenamente ; Minoel 6>rna< Ki-
heiro, Jeroayrao Pinto do Giavca e Cirios Pereira
Rg>\ apprnvados siroplesmeate.
. anno (ilioie) Jj i Manins Teixeira, A o io-
nio Joa jiiiui da Alva Leao, Carlos Auguilo Flores,
Jos Bernardo Gomes Guimaries e Felipas Frede-
rico M-yer, approvaios pleniroeule.
-
Communieam-nos i.
Domingo, (0 do corrale, lew lugar era Si-
therohy, freguezia 4* S. Juo BapliMa, o acto de
baptsm > do ingenuo, em virtudo da le da 28
Ce m le 11 lir-i
Filha da preu Z -fcrioa, escrava Oe Jos da
llosa Pereira da Silva, a i.aplisand da cor parda,
nasera a 26 d> novembro ul no, t receben sa
pia o Dome da Mara,
Administros Ihe oaerado Saerame.nl* o lUm
/gario Antonio de Mello Moniz )i o sacrislao da matriz o Sr. Antonio Idilio. > Sames,
que rivalisa em sentimentas abolicionistas com o
s-eu digno pa rocho.
O Sr. Pedro Antonio Tilles brrelo de Moe-
zes, por ucc'aio a tata qua rostoina celebrar na
apella de sua f.zeoia, na (reguezia ae S.
Joao e M tiiv, raandou baptisar como livre urna
'a sua, nasa da um mez aates de votada a Ui de
28 de setemfero. Kecebeu a nancate a noraa de
Mara da Coueeicio.

O ministerio da man K compren a fazenda de
S. Salvador, na ubi do (ovetuador, para creae-io
i um asylo de Invalidus e casa de ocnvalescentes.
U pesrioto ai-jimeoto que tiohan as (iraQaaiova
lila- di marrana, de tu muito exig t urna provi-
dencia que raelhorasse a *orte d'eiie.s servidores
la patria. Por nutro lado graod-'s incoavenieaie.it
a Huilln recooliecido na pratica d transportar
convallescente de molestias grave.", Jirectaio-nir-
do hospital pira bordo dos navios, nu de deixi-lo<
largo t-,n,i i en acaoluJo rtcinlo a respirar o
ciesmo ar dos doentes.
Frlizmeoie ambas estas necesidades vo ser at
tendidas.
Fallecen a 5 J > carrale, na eidade da Cimpa-
rana, provjicia da Vinas, o i)r. Antonio Mximo
llib'iro da Luz, juiz de direilo di comarca d% Rio
Verde. Era men.bro afluente do pitido liberal e
(i-ramenle resp ila-Jo como magistrado e cbef de
familia templar.
Veriflconse boje, pelas 5 (taras da tarde, a ce-
remonia da heuro e coil-.caco da pedra funda-
l'-ntal do ay.j de mendicidad^, sub a avocarlo
de S. Pedro de Alcntara.
S. A. Imperial, seu augu.-to esposo, a ira. bar1-
neza da Gnropy, supenora geral da cragregac/i
<1- Santa Thereza de Jess e o Sr. vereadur Dr.
Abren coodiuiram a padiola qae susieDtava a pe-
er*, a jua S. Ex-. Rvma. o Sr. bispo, capello-
mor, previamente benzra, segundo o text> do r
tual romano.
.Nai obstante o tempo piuco propicio, numeroso
foi o cjncrsu nao do publico, coma tambero de
nijit'S di jli notos conviJalos.
Bandas l" musir da sociedades particulares, em
rb-equio i Cuxa Municipal de Bem i enca, -x*i-
i j.aram, rturaute a ceremonia, diversas p-cas da
msica.
- 14 -
O resultado do eximes de, noule.u ua Faculda-
de de Medicina foi e seguinte :
{.' aono inrJico. -Luiz Amonio da S'lva Sanios.
Marnao Alvares da Silva, Jacinthi ALVarea Fi-r-
rjira Ja Si.va .) J;- Jujuim Je O.iveira Teixeira
approviJos plenamenie.
3. aon; pharmaceutico.HercolMO Jo.- d-
..-;ro, approrado implesmenia ; Fernando Pinto
irrea, Frederico Augasto dos santos X.vier
f Frroanlo Macnadi d Sima-, approvados pl=na-
iii'iite.
i" anao.Farlunato da Pnoeaea Duarte, Fran-
cisc i M Trira de Sampafo, .Aliaos. Pe-eira da Sil-
va, J s Bazlea Neves Gniaga, HonorioBodrigiei
.tle Ara'ij i Libero e D. Jos de S.'Ut da Silveira,
apuro/ados plenamente.
ti.* auno (liona).Julio Mario da Serra Freir
i AugttsUt de Oliveira Pinto, approvados com dis-
i nci;aa ; Francisco Manliaes Piraenta Brrelo, Se-
D; Mij Jos de Maura e Alluuso (darlos Moreira,
; pruvadoa pieuaiiiente.
levemos a un no *i::iiTi!ej iof irmaqoes :
Sr. Tiburcu Alves de Siuza Pereira, pro-
fe>or publico dVia freguezia, deu no dia 9 do
correte roez, libar Jade gratuita a seu escravo Ni-
colaa, d.'.j aran is e dale, lili) legitimo de seos
escravos Misael e Marcarida : e no mesmo da
in.niuii uapusarooiro crionlmno m o njme de
Joao, ti i ti legiiino d'n me-inos p.ais, declaraado o
.aniii-m forra par wr nascido un dia dfiois ds
ei de 28 de setembro. O nome do Sr. Tiburcio
''.'' a Ai Sonta Pereira, ja de.ve ser bem couhcci-
ilj tin tofo o imperio, muito principalmente na
provincia e curie do Bu de Janeiro, onde lena
prestado relevantes servifoi educagio e a buma-
u .!ale solftedra.
lleinaldo Barbo-a Lima, soltairo, de 2'i annos
i!' ilade, pouco mais ou menos, fallecido em julo
c : auno, deixau forros d'.us escravos, que
i. --:.'.'* por berancn paterna, de noiaes Liopoldlno
e J-i.aqulna.
Jos Francisco do Oliveira, fallecido em outu-
tiro ultimo, lamban denou forro, em seu lesla-
-n'o, a Ventura, uuico escravo que possuia, com
digao, porm, de serir a viuva emqnantu
' ; o que pouco ple durar, victo que ella j
igea idade de ICO annos.
Pela inspectora do trafego da estrada de fsrro
ile Pedro II, nos foram commnn'cadas as srgoinies
e rcumslancias sobre o encontr de dous treos,
iie leve lugar anle-honteiu, jumo esUiaj dos
Mondes :
Beu-se hontem (12) entre as bjMcSm dos Men
' > e Rodeio, um encontr entre um irem da serra
' o mixto (M 3), dando em resultado algumas con-
5es e ligeiros ferimenks nos paasageiros do
enda serra, em consepnen.'ia di prompiido
iin quo faram tomadas as'uece-carias precaugoes
-j'eos machinists dos dous trens.
< 0 ircro da Serra vinh* hora competente e
i'fc.ia ser esperado pelo mixto no llodeio, por sso
;ui' esse trera j se achava nesia estaco atrazado
'i minutos ; contando, porm, o agente do Rodeio
fazer cheiar o M i a tempo de pariir das Mendes
;iem da S-rra, e achauJo-se inlerrompidas as
- nimunicates tel<:rplii;a?, por causa da tro-
voaia que bavia juella hora na S. rra, expedio
;)m ttTeito aquelle irem sem a compleme hceuQd.
I):!U isto lugar a que >e eocontrassem os dous
eos, pela partida regular do trera da Serra, que
:>ervou as iiistrucgo^s relativas ao movimeo-
(i do irens por occasio de interrupcjs telegra-
phicas.
Ao sangue fri e pericia com que se houve,
principalmente o machinista Antonio Joaquina Fer-
nandos, do trera da Serra, dev-*e o pooca que
-ollreu e.-te trem, leudo milito menos solrido o
mixto, pela natnrezade sua composicao.
Seguiram para o lugar do sinistro dons treos
especiaes de soccorro, e para Rodeio expedio-sa de
'lm um ir- .n cora carro de passageiros, alien de
effeetaar se a baldeagao, caso fosse precisa.
A's 9 horis da naiie eslava nleiraraeote des-
impedida a liaba, partindodos Mandes as 11 horas
a 0 minutos o trem da Serra, que trouxe a inaicr
iirte dos passageiros, preferiudo alguas flear nos
Mendes, atlendenJo hora adiantada em que che-
jrariam corle.
Foram graciosamente prestados todos os ?oc-
r irros mdicos aos foridos na estacao dos Meude-
lo Ir. Luiz Antonio Chaves.
f trem chegou i corte as 2 horas e 23 minu-
tos da madrugada
- 15 -
Consta nos que fioalmente vai a utilissima ins-
i :un;io do Lyceu de Artes e Hit icios ter casa pro
uno da terreno que flea junto ra da Guarda-Ve-
'ha, e proprio nacieaal, vai construirse um edi-
ficio com accommojacoes precisas para as aulas
nocturnas que sustenta o lyceu.
Ai.- n disto informarn-nos que leociona o Sr. mi
ni'lro do imperio alargar a espbera de aceao d'asla
instituigao, tornando a ao nesrao lempo recolhi-
ment de menores que mais tarde se rao restitui-
dos sociedade eonto habis artzaos. Para este
fleilo anoexar-se-nao ao lyceu diversas oficinas
'o que os menores appliquera praticameate o que
as aulas forera aprndanlo servindo tambera o
producto d'esle trabalho para custeio do estbele-
cimento.
E' seguramente nma bella idea, promeitedora de
cedientes resultados em qua por inluiiva escu-
-amos insistir mais largamente, o edificio deve
ser construido entre o Iheatro D. Pedro (leo lar-
t; i da Carioca, expropriando-se algunas edlficagSes
particulares de penco valor qun all existem, e
alando-se ao mesmo tempo matar largura ra da
aarJa-Yelba-
O rebultado dos Mames de bontein na Faculdad
le Me licioa I. ega'uia :
I.*na3 faelhco.Ilonva ma rr-finmcix
i* anno.Eduardo Henriquo Pereira. le Mullo,
Eduardo Otympio Teixeira, Lu' Augusto Correa do
Azovtide, ls Rodrigues dos Santos Junior. Jos
llolrlgae Peixoto, Caetaao Ignacio da Silva, ap-
provtdes plenamente.
Clnica (6* anno). -Joao lose dos Santos Ferrei-
ra, approvado plenamaate; Manonl das Chipa i
Andrade, Uaaoei Alves da %\r& e Sa, Joa Ricar a>
Pires de Almeida, Joaqun Jos da Amorlm Car-
va'.h >, approvaJos simniesnaate.
L* aono phariiuconticaAntonio Jos Duari,
Roldo Carlas Corroa Fernandas, approvados pie*
na na en le.
1" aono.Joio Jos Prestas Pimental, approvn-
do plenamente; Joio Siares de Almeida, Pedro
Rodrigues Hurta, Joio Juliao Manso Sayo eLaiz
Antonio Murunlio, approvados siraplesmente.
O Liberal Campmnhense, folha da Campaaha da
Prmceza, em Minas, pubJicea a seguinte coannuni-
cagao que I he fera dirigila da povuagao do ;ia
chado :
t So di a 1$ lo prximo passado mez, as 5 horas
da larde,andaaa um tal Leaadro, italiano, adora
dor de Bacho, desesperado pelas ras d'eaia po-
voace, correado, com um purhal, atrae das pes-
soss que Iba aptareciam; chegando a casa do
honrado a pacifico francei 1 ao Baptista Juliard
(mais condecido palo nome Henrique), pretenden
esia desarma-la, mas recebeuuipa puuhalada.
u Veodo-se mortal mente ferido, Henrique eorre
p.na casa de um viswho. poiencabe enhaust) a
porta da ra. Apenas d record de si, manda
chamar a Rvd. Jos Aatoum Martm', apresMita-te
este imuisdiataineiiie, e II nrique faz-1 he entrega
de lodos os seus heos. Declara que catholico
romana, mas qu uo conlessa-se porque a sua
cinsolencia nao o aecusa i; pescado alguna, e que
deixa a um sen irinao padre por u.rre Pedra Lam
bert, morador ta Franga, na eidade d Brdeos,
f>.n,ii qua se achara no Baaca do Brasil
< O Rvj. M-irtins chama eniio o tabrliao para
lomar nota d'estas declarages, porm apenas U-
ni o ferido dito algaiuas palavras, eairegou a
alonan Creador, depois de urna hora de lenivei*
dores.
Deixiu un escravo, sete aniuiae, grande
quanlidade de pegas de ouro, rauio.s oulros objec-
los, etc.
assassino foi preso mmediatamen'.e.
ilABIO DE PEBNAflBUCn
RECIFE, n DE DEZEMBrlO DE 1871.
Wotleias .Vnanhecen hontea no nosso porto o vs-por
lirasileiro Paran, trasen 1o datas : do Rio
de Janetn 15, da Baaia 19 e de Macei l
docorrenl<*.
Sb as rub icas Parfe O/jicial e Interior
'limos por extenso as n -licias dignas disso,
i ex segu.', i as restantes.
OVAZ.
It-'i'be'nos i Hiiaes da capital al 4 de
noveujbro.
L6-se na Provincia de Goyaz do
dia 3 :
S Exc. Rvma. chegou de Leopoldina,
s-.xta-feira ila semana passada (27)trazendu
em sua compachia o c piao Laiz Jardiro,
ex-commau'laute de J.irupeaseQ. O capitao
cheK'Hi em extremo i rostrado pelas lebrel
pesfrienciaes proprias daquellas regin Ve i
tambetn em oorapaatiia de S. Exc. Rvma. o
Hevd. capello de Jurupenseo ; pelo mesmo
motivo das feores de que tem sido mttilo
perseguido, o Rvd., abaadoua a capellana,
o muda-s para G .yaz.
i En pou;o lempo se tem modado k
Leopoldina as principaes pesoas, dss qje
para al se baviam tentado de estabeU-
cer.
O Sr. Felicis?mo do Espirito Santo,
nao pode alli persistir, edeixoo e rogar otide
exercia um rendoso empreg teudo perdido
sna consorte urna escrava. O Sr. Antonio
Fleory Curado, fegundo nos consta, ijsl
tambem demoda. A cantinuar as.-im
Bcar Leop ld:na babitada s pelas i'WSoas
do cor, que lera, dizem, a particularida.le
de ser menos susceptiveis e mais d iras
par;i as febres.
O Correio O/Jicial de Goyaz, em dita
de 21 de outobro noticia as sojuintes ma-
nomissoes:
O Hevd. vigario da eidade da Meia pon
te. padre Jos Jiaqoim do Niscimento, deo
liberdade a seus escravos D-lrina, paria, e
Pedro lilho da raesma. tambem parda, de
idade de 1\ annos.
< A Sra. D Libania da Luz, digna irmld
daquelle distincto sacerdote, i^ualmenU dea
liberdade a seus escravos Esther, de ii
annos de idade, e a um fillio desta de nome
Joaquina, o qual foi baptizado livre.
O Sr. coroiel Jo5o Lu i Teixeira Itrao-
dao fez linertar na pia baptismal aun seu
escravinbo.
MINAS OERAES.
Recebemos o Pharol, do Juiz de Fra,
do 12 do correte, do qual enrabiaos j se-
guinte :
Escreve-nos um amigo, que se acha em
Poaso-Aito, relativamente ao celebre crimi
noso que noticiamos ha das ter sido niorto
na carapanba em acto de resistencia, e que
era conhecido pelo nome de Paraguayo.
Manoel Pacca era nm-asaEsioo qut va
gava pela estrada do Garmo, espalbaaJoo
terror por aquella redoodeza.
* Essa fra, depois de baver commettido
quatro assassinstos, matou a urna paiire mu-
llier grvida, e abrindo-me o veoire dabi
exirahio a crianza que picou faca ; logo
em sguida encontrando se com um bomem
que pedia esraola para o Eptri'.o Santo ma
toi-o tambem, e tomando a bandeira per-
corria os arraiaes e povoagOes impune-
mente.
Era um bomem baixo, liaba pooca bar-
ba, um braco seccj e urna cicatriz na testa ;
e dizem que usa va de collete de aram;s.
Da Januaria dizem .que indo J)o da
Concic5> Araujo a apaziguar urai cuestSo
travada entre on seu famolo e varias muihe
re?, foi por aqueje assassinadocom duas e-
tocada?, e qoe, chegando um irm3o da >ic-
tima, de nome Felippe, dea urna cacetada na
cabeca d.j assassino, qua por sua vez tam-
bem cahio morto.
c Ni fazenda da Capivara foi presa o ce-
lebre facinora Cleto Martios, pronunciado em
Ouro Preto como autur detre norte.
t No dia 27 do mez passado, em Matiaa
Barbosa, duas pretas livres, de nomes Mara
B biana e Mara Gamund, tendo uiu.i briga,
esta poz fogo em roupas daquella.
< Send j Bibiana mais forte que Gamund
fe-la sentar-se s >bre as roupas inceodiadas,
resaltando disso flear a infelzhorrive. mente
queimadd.
Tendo o delegado de polica, oS\ Aa-
toaio Laiz de Miranda Ribeiro, conhecimento
do l'acto no da 9 deste, foi no, dii 10 ao
logar, acompanbado de peritos, procedeu a
auto de corpo de delicio em Mara Circun-
da, que se acha gravemente ferida, e pren-
deu a Mara Bibiana, que se acba na adea
desta eidade. *
S. l'AUl.O.
Tenoj Libas da capital de Santos at 12
do corrate.
Fra designado, pela congregacSo da]
facaldade, o dia 13 do correte, para nellej
cimecarom os exames dos, estallantes das
aulas raaioros..
Km Campias, na casa dos Srs, Mar-
toa e Laae, houve orna reunio convocada
por esses senbores. sendo acolhida i idea
por eltes apreseatada de crear se em Cam-
pias um coliegio de iostrncejo primaria e
secundaria.
Noticia o Correin Peuititam que en
Atibaia j dn instaurado processo aos au-
tores de Kiaa violencia fita ao Sr. Antonio
Bento da Squza e Castro, jofc municipal do
termo: foMm prinundados <\ advogado
provsionado C. Alves da Cruz e em indi
vi do que atirra aobre aquelle juiz.
Soicidara-se em Santos o Sr. Antonio
Daniel de Croz.
O numero de passageiros e o peso de
mercaduras traospriadis durante o uez
de novembro (indo foi o seguinte :
Numero de passageiros. 6,214
C f em toneladas mtricas. 3,75
Algodao, dem dem. 910
Sal, ideo idem. 1,473
Assucar, idem idem 795
Gneros, idem dem. 2 203
Total era peao. 9,170
Total em ris. 232:0C05 -00
E>crevem de Xiririca :
c No dia 18 do correte (novembro ),
chegou a esta villa., v ndo do sitio de Miguel
Antonio Jorge, aclutl delega j| de polica o
juiz municipal substituto em exercicio, u
cadver que dizem ser de Ip.o Ramalbo,
nato/al da eidade de Campia*, aesassiaado
3 facail.is do lagar ducado Caiaianga, na
casa e presenca do sobre.lito Miguel Anta
nio Jorge, que interrogado pela aotorijade
policial disst que Ramalbo morre*a de col-
tica, e nao de urna facada, como consta do
corpo da delicio ; que era verdad ter sido
Joao Ramalbo ferido i,a lua que teve por
occasio da captura de um escravo que fra
alli Duscar, mas que sendo os feriraenxos
apenas arranhes, curou, o, e era- poucos
das $rtro elln perfeitamente.
O Sr. J iaqaim Guilberme Schimid!
presentara ao cumpra-se da presidencia da
p^>v ncia o ereqmtur eoicedido pelo go
veno imperial soa nomea^o para cnsul
do imperio da Allemanha na cidide de
Santos.
Segundo noticia o Correio Paulistano,
houve coogreg gao dos lentes da faculdade
no dia 7, licando assentado que fizes-eui
acto os acadmicos qae o reqaeressem de-
clarando nao lerera tomado parte nos dis-
turbios qae se deram oa academia.
Fra concedida ao bacharel Miguel
Jorge Montenegro exonerado do cargo de
promotor puilico da comarca de Braganca.
Ante-hontem cahio t rde, diz o Cor-
reio Paulistino de 7, impetuosa trovoada
sobre esia capital, e com urna singular idade:
oa parte do bairro da Luz, que pende pr?
a margem, do Te, houve tal abundancia
de pe.iras, que rauila gente U% sorvetes ;
entretanto que no resto da eidade nao boa-
ve ped as, ou se hoov foram tao diminu-
as, que passarain sem reparo.
Na estatfo do Rio Grande fallecer,
no dia 6, Faao Bernardo, de 17 a 18 annos
de idade, que alli chegara vindo dos lados
de Mx>y das Cruzes, onde fra ferido com
um tiro, ao que diziam .asnalmente.
~- Neskit a Revista Commercial que s
acbam adiantados os trabamos do gaj( me-
tro desta cid3de, bem asin o servico para
canalisac5o de agua. O edificio da fabrica
de gaz, segundo a mesma folha, est eito
coro. Udo o coi lado, segttraoca e elegancia.
E' de suppr que nos primelros mezes
do anno estejam realisados esses melbora-
meotos.
Em Campias a sociedade allemaa de
instrutc5o e leitora creara sea custa urna
escola, que era (requemada por 25 alum
nos. A mesma sociedade resolveu ltima-
mente convocar todos os allemSes, sussos
e em geral os qae fallam a lingua allemaa,
para urna reuaio qu i se effectaar no da
20 do correte e na qual se tratar de dar
desauvolvjmento escola.
Escrcvem de S. Roque, provincia do
S. Paulo, em data de 10 do corrente :
A 8 do correte, o Sr. commendador
Antonio Joaquim da Rosa lihertoo as seus
escravos Beoedicto Mirim da Rosa, pardo,
de 27 annos; Rufina, alva, de 30 annos;
Evaristo, alvo, de Ir annos; Maria, alva,
de 12 annos ; Francelina, alva, de II an-
nos; Cherabina, Berso, de 9 ancos; An
tooia, alva, de 40 annos ; Joaquim de La-
martine Ro-a, preto. de 9 annos ,* Francis-
ca, parda, de 32 annos; Gabriel, alvo, de
3 annos ; e Isidro, de cor in liatica, de
annos.
A 9, -S. Exc. fez casar seu pagem fiel
Benedicto Mirim, e deu nm esplendido
baile.
t O Sr. commendador Antonio Joaqaim
da Rosa, deputado geral pelo l. districto
desta provincia, o tendd votado pela pro-
uosta sobre o elemento servil, jantou agora
o exempfo palavra.
Comraunicaram o segyinte ao Diario
de S. Paulo:
Fui a Santa Rita em companbia do de
licado fazendeiro lente Manoel Cyrino
Alves e uo Rvd Tigario do logar ver na fa-
zenda do Sr. M. Goulart o jequitib moos-
tro, de que tanto se falla; e, realmente,
era preseoca delle fiquei sobremodo mara-
vilhado. KsH arvore est cortada a 10 ps
mais ou menos da superficie da trra, em
razio de ser mais abaixc muito dillicil o
seu atoramento.
* O loro ainda est em p, porm orno
a arvore eslava cada e qnasi toda podre
na parte central, o fogo a consumi abi, li-
cando em p brmenle s cisca e mais urna
parte lateral de om palmo de grossura. Por
urna grande abertura feita pelo fogo entra*
raos dentro do respetavel jequitib medi-
mos o seo dimetro, que de 33 palmos,
o que quer dizer que elle tem por dentro
99 palmos da circumferencia e por fra
muito mais do qae isso, por causa da gros-
sura da casca e da saliencia das raizes.
Calecamos sem exageraco que den-
tro da rea formada pelo jequitib poda
dar-se um pequeo soire, com boa mu
sica, duas mesas de doces e orna roda de
20 pares a dan?ar. Calcoamos, emfim,
que dentro da referida rea podam estar
1!0 pessoas sem se iocommodarem.
Qoando n3o seja orna maravilha da na-
tureza, serve esta arvore para attestar a
forca productora das trras de Santa Rita;
sendo que o3o este om fado singalar,
pois que na fazenda do lente Cyrioo a
muitis arvores de dimensJo extraordinaria,
sendo notavel um coqosiro qae tem urna
grossura exorbilaale em sua especie, o qual
por falta de tempo nio med
RIO DE JAKROSO.
Pelo ministerio do imperta, em S do corre-
te, declare u-se aos preiJeol'M as provincias do
Para e do RioGranJe di Norli qae foram appro-
ad.n o sepaintes erediloa : de 2:000, aberto
pelo priinciro, na., t para pagamentu dan desbe-
zas fitP e por facer para tratarneotu doi indigen-
te*, da eonarea da RmVe, aom.oettid* de febres
fidemica ; e de 1251820, pelo safadlo, para
pagamento Ce rteipezis feita*. com a compra de
medicameatos) remettidos para a eidade do Prn-
cipe, onde manifestaram-3) bbres de mo carc-
ter.
Ao prneaote da praflncia do Oar, am ret-
an oSJUro ae 20 de agonto ultimo, que bi
vad a ele icio de eradaras effectaada era
n ornete aooo sa njlla do Acarase, cum-
pcindo nao os eidadaos eleites entran) sea demo-
ra b xerciein de seus cargos.
Peln minijierio da iust,i ;a, sortaria de 7 do
cerrente, daoaroa-se deVoabua effeit.i, a.i con-
formidada do. art. 16 do iacreto a k.'Mi lie 23 de
dezembro da 1868, o dacKl" oa 18 da abril do
corrente armo, qae recorimiito o bacharel Joarjalm
Jos Teixeira no logar de juiz municipal e de or-
pb"$ do laroto de S. Laiz Goaiaga, o provincia
do Marale, per sio ter sooitado o respectiva
litnlo dorante o praso marcado.
Em doehimB e ao presidite do Gear, em
resp.isia o ollcio de 21 de oulnbro ultimo, qu*-,
de aceordo com o aviso de 23 de agosto do anno
safado, a eeaigancao feita palos presidentes da
provincia, em viude do } 2, art, 7 do decre'o
n. 3,453 de 2C de abril de 1865, lera o carcter da
provisoria, nio depende de appsevaco do gover-
no, e ple ter eassada por motivos da s.c{vi(o pu-
bnea.
Uw Ince impetial e parecer da seeea de jus-
lir;a do conselho de estado, obre o reeprso Inter-
p >sto da decirio do trilmnal do eommerolo da pro-
vincia da Babia, ooneadendo rehabilita^*) ao com
roarciaiiteCirlosCoelhi Messeder
Se.el .r.Vfaadou V. M. Imperia>, por avisa de
7 di corrente, a seceso de jutiQa docogselho de
e< do que .tnnsallasse co seu parecer, obre o
ircia fiscal do trihnaal doeommereio da Bahh,il> ac-
cor*lo que ffontedeu arehabilitacaoao fallido Car-
io* Cnelho IwVsaeder ; fundando--e i dilo recurso
em iine:
I.* Seado convocados o credores em dala de
16 de julho, a 2-2 leve lugar a rsaoiao para a
prealacao das amias, e foi dada a qottaclo ao fal-
lido revelia dos credores resideuies fora do
paiz, o* quaes, em to enro praso, oao poderiam
ter noticia.
2* A onvocacao deveria ter ido feita por eii-
laes e cirlas circulares do escrivo, conforma o
dipesto no? arls. 132 e 133 do regulaineolo n.
738, applicaveis e>pecie.
A aeceo de jnsiija du conselho de estado, vis-
tos estes setos, e vistos os arls. 890 e 833 do co-
jifi) commercial ;
Considerando :
i.' Quo orno, resulta da acta da reaman dos
rredore* a fl. 11, comparsda com o documento
tt. 5, mais de dous treos dos credores em uame-
ro, e feppesentaodo mais de d..us hyeaa da divi-
da, coocederam plena quitacc.ao fallido.
1. Qi'i. ao deraais, s dous ere-'. I ares ausentes,
uro de ilSft e ouire le 3 S3$p, dixuamde
assistir a reuoiu ou mandar proenracio, sen i..
iosignlficante tal "juauia em rehilo a importao-
cia da massa fallida (233:009Ui) ;
3. Qae assf> oreenchidat as di.*posi(5es essen-
ciaes do art. 870 do cdigo, Uto o numero pre-
3 iso dos credores, ei* quantum preciso das di vi
as, seria a summum jus summn injuria que f.is-
se annolrada a vonlade da quasi un dos credores, representando a quasi lotalidade dos
credti'is, ( porque falur.im certas firmalrl.ales
exigidas para a convoca.;io dos crodores, os quaes
alias comparecern) e com seu comparecirseoto
sanarara os dcfeiUs ti coravocacao ;
i.* Qae % disposKjio Jo rt. 893 cmnexa com
a do an. 870, e nhuda a quitacao na forma deste
artigo, nao ple ser negada a reh.biia;o que
ajulle artigo emeede.
Jui seclo de jostiaja do conselho de estado
que o recurso interposjo Jeve ser indeferido, -uh-
si.'.indo a reliahilitacio concedida pelo accordo
ll M v., eco viriude da honrosa quitacjb ti. 13.
Vossa nugesuJe imperial mandar o que fr
raais jusio.
Sala das conferencias da scelo de jastica do
conselho de estado era 27 de Janeiro de 1870. -
Jos Thonaz Nvbuso deAraii)).Doinictanu Leac
Ribeim.
fosolucfio.Como parece. Paco, 30 de novera
oro de 1871. Prmceza Imperial Regente.
Francisco de Paula dt Negmro Soi/io Lobato.
Em 12 remetten-se ao presidente do Pianhy co-
pias do offkio do secretario da cmara dos de-
pu'ados de 29 de novembro (iodo, e do pare:er da
rtspeciiv eommissio de justifa civil, acerca do
requerimeoto era qae o tnbeilio do termo das
larra, lo- Francisco ^Villa Nova pedio quatro
annos de llanca ; e recommeodoa se ao mesmo
presidente que verifique a imposibilidad^ era que
poi-vea'ura s,e ache esse erventuario para conii
uuar m exercfcio de saas fancefes, e proceden-
do-'e a e*te respeito na confirraidate dos arls. 2,
3, i* 3* do decrelo n. 1.291 de 1C de dezembn
de 1833 e 8| 1 e 2 do de n.. 4,683 de 27 de ji
neiro de 1871.
Pelo ministerio da fazenda, por ttulos de 12
do corrate, foram nomeados :
3* estripturario da affandega de Pernambuco o
3 dito ira thesouraria da me.-ma proviocia, Vasco
la Gima Lobo.
3 oscnptnrario da thesouraria deS. Pe 1ro do
Ria GranJ do Sal o praticante Joao do Oliveira
Gui maraes.
Praiicante da thesoararia do Espirito Sinto, Cy
rillo Pinto Pereira de Azevedo e Chrisliwo Au-
gusto iXogaeira da Gama.
Pelo ministerio da agricultura, por portara
de 6 do crreme mez foram concedidos seis mezes
de licenca sem vencimenlos ao Dr. Manoel Buar-
qusde Micedo, engenheiro flscal da estrada de
ferro de Pernambuco.
Por ontra de I i, foi nomeado Joao Lopes Vello-
so para o lugar de thesoureiro da adminislragio
do Correio da provincia da Babia, com os venc-
mentos que Ihe competirem.
Fallecen, no dia li do corrente, o msjor de
engenheiros Dr. Jos Maria Jacinlbs Rabello, pro-
fessor da academia de Bellaa-Artes da Escola
Cenirl, mordomo de S. A. Imperial a princeza
regente e secretario de S. A. real o Sr. conde
dEu.
Eis a9 noticias commerciaes da ultima data :
No Io da corrente abri o mercado de cambio
sobre Londres cora peqoenas transacoes a i\ d. papel bancario, 24 3/s e 24 v-, d. papel particu-
lar.
No dia 12 negoiiou-se algum particular a 24
Yti d. II >ntem e h ja pi.--.u--.: papel do London
ui't Brazilian Bank a 24 J/g d. As taxis do pi-
pil particular conservaram-te as mesraas.
Sobre Portugal regula o cambio a 126 % de
premia vista papel bancario.
A; apolice9 de 6 % conservaram-se parau-
sadas. Das d j emprestuno de 18G8 fizoram-se
vendas a 9 do correnta a 1:120j ; depois disso
nada mais se tem feito.
Os soberanos lem tido algum moviraeoto, fe
cbando hoje o mercado a 0I80.
< II i algumas difflcnldades no mercado de des-
contos, cojas taxas dcam de 9 a 12 por canto.
< As taxas do banco do Brasil continuara som
alteracao.
A alfandega renden de 1 a 14 do corrente
932 9221410 res.
Sahiram para Pernambuco : a 7, barcas io-
glezas Bai;bad5es n Insigne ; a 8. a barca ?llema
A batress ; a 9, o bngae sueco Heleni; a 10, bri-
ga inglet Hebe ; a 12, galera portuguesa Aria ;
a 13 lugar i igl:z Pega; e a 14, barc nurue^un
se Brasileira.
baha.
Foram Horneados promotores pblicos : da co-
marca de Monte Santo, o Dr. Antonio Francisco
de S-nzi Braga ; e da de Maracas, o Dr. Manoel
Joaquim Cardoso Baha.
a 9ubscripcao promovida era favor do papa,
pelo Exm. arcebispo, elevava e a 23:4453030.
Falleceram : o Dr. Luiz Felippe do Sampayo
Vianni, juiz de dir?ito do Lagarto ; e o padre
Francisco Jos de Oliveira Fonceca, vigario de
Villa Vieosa.
A alfarrfJega renden de 1 a 18 do corrente
391:5014154.
O cambio ref ulava sobre Londres 24 3/4 a
24 7/8 d.
Sahiram para Pernambnco : a 9, barca in-
gleza .lcoca ; a 12 hiate brastleiro Garibatdi, bar-
ia portagneza Claudia, e barca ingleza Fling
Qlovi : a 15, patacho hespanbol Helena ; e a 16,
Brigue brasileiro Feliz Americano.
- Lemos no Jornal :
a Tere rara orirrranttsmo a festa da collac.ao do
grao de doatoros em medicina aos jovens que ter-
minaran) sea curso, no corrente anno.
< A's 10 hars da rnanhaa de humera (16) rea-
nidos os doutoraados e muitai antras passoas e fa-
milias ia Piedade, celtbron-se com o maior es-
plendor a miesa do eostame.
Desla ver, cumpre dizelo lave essa ceremonia
un novo realce : cantou-ie ama nova missa, eom-
posicao do nosja talenloso cornarovinclauo Ale-
le no do Nascfnaento, uin-igne violinhia qo* to-
do.- ciulieoea e apreciara. A curiosidad era a
mais viva; em breve converteu-te na mais sin-
cera admirado pela belleza e correeras artstica
da nova compoiieao.
< Pioda a missa, fez se ouvir na tribuna sagra-
da o Rvd. Sr. padre Finta : para resumir o jeizo
que fazemos de sna oraca, diremos apenas que
caras vezes temos envido casa, tanto praaor a af>
tao profunda improssao o cnlebrn orador, q.i"
alia semnra ouvido por lodos con lamaolio m
leresse.
c D'poisda ceremonia religiosa dirigiram-se
os doutorandos e c jo vitad js para a facuidada.
c Era mi espectculo curksis.-imo e aovo a
passagem dessa aiuitido de carros, que .ie.-ta vez
constituiram am prestito de prazer ede folieidade.
Maguera que o visse deixaria de sentir pirpitar
Ibe o eoracao por um movinento de syrapathia.
< Entretaato o saino de honra e o araphilhea-
tr.> da faculjade achavam-se j li.leralmenle chelos
de convidada e e-pectadores, notndose e2tre
quelles graude numero de ssnhoras.
c A uma hora da tarde, presentas as principaes
autoridades, cornac indo a ceremonia da colla^So
do grao, a qual segoio-se o juramento dos jovens
que tambera tormioaram no corrento anno o corso
pbarmaceutice.
Erara 53 os doutorandos e 13 os pharraaceu-
ticos.
Terminou a festa pela recitaco dos discur-
sos de eMylo pelo Sr. conselbeiro Magalhaes, vice
director da fanldadr, e pelo Dr. Eoiychio Sale-
dade, orador eleiio pelos collegas.
ALA0AS.
Apenas enjoniramos o seguate no Jornal das
Alagos :
i Foi baptisada, no dia 17 do corrate, 3 pr-
vula Maria, serai branca, li ha naiural de Maria,
escrava do negacianie Jos An'onio dos Sanios
Andrade, nascida a 15 de novembro do correnie
anno, sendo seus pidnoh is, per ddvocaa N. S. e a
coavite Francisco Jos Duarte da Sdva Braga.
Baptisante o Kvm, contgo vigario.
Noticias do norte lo Imperio
Bontem > hegnu tmbem o vapor brasileiro po-
laca, trazenl > dalas : do O-ara 13, do Hlo Gran-
de 30 e da P.;rahyba 21 do corrente.
QCAB,
Depois de alguns diasde eaiada na capital, vol
tra para S. B roardo das Russas, lugar de sua
residencia, o Exm. Sr. D. Lino Deodato Rodri-
gues de Camino, bipo eleito de S. Paulo.
O vapor S, Jacintho, cm viajen) para o
norte do imperio, tociu ao porlo da Fortaleza no
dia 12 do errante.
Dz o Cearnse que foi transferido aos Srs.
Henry Forsler 4 0. o privilegio para o e cnnenio de bonds na cilal e. arrabaldes da For-
taleza, mediante 40:00000.
Leicos no Urajeme :
N > dia 2 do corrente foram manumettidos por
conta da provincia, ne?ta capital, 3.1 reanijas. '
O Rvd. Jo-i Baptista Alves Mih, vigano do
Riacno do Saogui, por occimo da publicar a le
de 28 de setamoro sobre a emancipara', deelarou
livres .luis es-ravos que possuia
a O Sr. Josa Aquino de Smza maadou bapti-
zar como livre uma sua escravinha.
No lugar Saeco do Rale, termo de Maraogua
pe, falleceu o cidado Jao Lsite de Oliveira, dei-
xando Ihres os seus escravos Pedro e Manoel, este
de 19 o aquelle de 21 ano is de idade. >
Dos 31 escravos alforiados no uia 2 do cor-
rete, no palacio do governo, somante 32 foram
por conta da provincia, os oulros 3 foram maou-
iBettidos um pelo Sr. Francisco Lopes da Cosa,
uutro pelo Sr. Antonio da Silva Alba no. D-s 5
libertos, sai 2t> do sexa femenino e 9 do masco-
lian.
t Bxisteui oeste bispado 166 sacerdotes, inclu-
siva os professores do seminario, a diocese divde-
se em 36 freguezias, 3 das quaea ain la nao foram
cannicamente instituidas ; Mecejana. Cocoey.
Qunelo, Brejo Seeoo e Marrecas, e o nnir pejn
Sr. Miooel F.'aiar. rocbos, apenas 17 rao collados e 34 encommtnda-
dos.
De 1861 >an c temse ordenado neste his-
pido 104 alumnos, a saber : cm 1861-4, 1862
i, 1863-9, 1864-2, 1863-3,1866-1, 1867-
27, 1868-7, ISC9-8, 1870-19 e 1871-21, sen-
do desta diosese 36, da de Pernambuco 44, da da
Babia I, da do Rio ds Janeiro 2, da da Marian-
na I.
De 1861 a 1871 fal!e:eram 28 sacerdotes.
PERNAMBUCO.
REVISTA DJABIA.
NOTE DE NATAL. A igreja commemora
amautia a mais augusta das s as festas, e a mais
predilecta dos cor tuos, o nascimento de Jess
Cbristo, o Redemptor da fraraaoidade.
Para celebrar la.ibera por nossa parte essa im
portante festa, damos em seguida a Iraduefio de
um bello artigo francez, concluindo com uma bella
poesa do Sr. L M. Pecegueiro .
t U na alegra pura e um piedoso sentirnento de
amor, comuaove a ludos os nristos ; mais agra-
daveis sj hija os oomes de amiga e de irrao, e
mais qa.fidji e sea>iveis os Ucos do sangue e da
affeicao.
A atmosphera das almas parifica se; urna
necessidaJe pariicular di ternura e de amor fra-
ternal nos impela para os nossos semelhanles; e
nesla reuma i da seotimenlos mais ternes, ne-ta
troca mais amigavel de votes e de cuidados, que
nos desvia dos prazeres terrestres, busca in-
juieta do til, apieciamos melaor a vida a a reli-
iuo; que se apresenlam revestidas de um novj
espleador. O proprio mundo visivel, como trans-
figurada pelo amor, torna-se para nos mais ra-
dame.
t Oh! inmaventarada festa de Natal I T *
a mais augu*:a do :hristianismo, e a mais vene-
rada e predilecta dos christaos I
t (Juem ha que nao sade com grande regosijo
a la viuda solemne I A creancinha commovida
presta loJa a alteneo para cuvir as narracoes
que l inspiras avziolia, juem sabe sa pela
ultima vez, e estas repe'.icoes sempre as mesrnas
e serapre novas, agradara tambera aos ouvidos do
pai, que, apenando lerdamente seu lilho contra o
peito, coralempla com piedosa affeicao as respeita-
veis c.ans da av, o recordarse ao mesmo lempo da
sua propria ibfineia e da rnocidaJe d'asti mi
querida.
i 0 hornera ras ti jo que tem a sua cazinha si-
luadi n'um cume desert ou no interior de uma
lliresta selvagem, reuae a sua familia em vulta da
lareira, e Ma desta festa divina, tran-poriado de
amor e de jahiln, al qae am som alegre disper-
tando harmoaiosamente os echos da nonte, como
a voz que oulr'ora onviraio os bomaventuraios
pastores, vera animar todos os caraponeze?. O
campo, arada ha pouco desera e oceulto sob a
nev, vai animando se e reverdeceodo pauco
peuco; vij-se ao longe na escurido grande quan
tidale do lamera-, ircbot-s, e ouvem-se gritos de
grande alegra
A apparicao de novas lazes atravfz os bos-
ques e pelos cimiobos tortuosos, saudada de
(unge por alegres ac.2lamar.rjes. Bons desejos e
cuidados acoicpanhados de umi cortezia rustca,
se minifos;am nos camponezes como um affac-
luoso preludio da festa da frateroidade universal.
O ar e3i frigidissimo, e os caminhos intransitaveis
por eausa da nevo que o vento levanta era turbi-
Ihes... mas. a i alegre langer dos sinos, quera nao
ha de enontrar o caminho.
Os raios de luz, penetrando atravez as vidra-
cas do velbo templo, alamiam os cyprestes do ce
milano e o arvoredo da cerca.
f A ranltiiao dos pastores reune-se em volla do
presepio I A siianga eacootra alli tradicco ainda um pouco confusas, mas j preciosas, o
aucio, as castas recordacoes da innocencia e os
sontios dourados da tnociddf. A soa voz trmu-
la faz coro s acclamar^oes do povo, repelindo com
os sacerdote): Gloria Deus! Gloria Deus nos
Cos I Gloria Deas. I responde o orga harmonio
so ; e, ao alegre tingar dos sinos Gloria Deus!
repelen) os echjs da ierra que vai allumiar a au-
rora mais radiante, saudada de um 1 ostro polo
pelo grandioso iynao da redempejb 1
< as grandes cidadns e as capilaes, dorante
a noute santa ludo niovimenfo, regesijo e ani-
ma^o. Os fiis eoncorrera aos templos muito
antes da hora, e abi, silenciosa e cora o mais pro-
fundo respeito esperara qae ehegae o momenio
solemne e abancoad. O aliar est adornado de
mimosas llores e ryaiiliante da rail lazes; ocan-
tos ecboara e os sacerdotes apprcxnam-sa. D
meia aoutef e ao meio do alegre oneerto de todos
os sinos, o uve-se o troar do ranho aanaociando
aterra o naseimento do seu Redemptor I.....
Um secreto ectremecimeolo cofre em tolas as
veas, o aensameot da nm povo int*iro se eo-
caminha para proscenio do Meaioo Je-u4.
A mi clinsua, cura os olhos baohidas em
pranto, ajoelba com seus linos dianle do Dena
feito boinem. E e pobre povo, que ente quando
necessiia d'EIle, corre presnroao ao templo
contemplar cora autor respeia o Re:em-Nas-
cido.
t as provincias de Franca ainda cosame
prepararle a ea volt* da festa. A familia e
os amig s sentnvae com o maior regosijo. Ao
son. dos cunos alegres (Miera com os os*os ons
nos oairos, e a enancas rrpeiem : Natal f Natal t
Sira, queridas Ubis, repitain era coro: Natal f
Natal I Qae ceras lacio nio se sent ao pensar
qae o mundo iateiro quasi qae partilha hoje da
nossa alegra, >iue desde a mus humilde checa at
ao mais suint^rsi palacio, por toda a parle onde
ae atiende o pacifico imperio da Cruz ara bymno
de alegra a oa' seniimento de paro amor nos
une fraternalmente Deus I
t Que eslrjamos prximos ou distantes, poueo
importa, estendamos as mos amigavelmenle ;
grandes e pequeos, ricos ou pobres, tejamos hoje,
pelo manas todos, irmios.
O Filho Divino esia deilado sobre s palhin-
bas ; desomos da cadeira do nesso orgnlho, e
que diante d'esle berco desappareQam todas as
des'.incc5es soclaes ; que o rice se lembre ;om
cari iade e amor do seu aitrilralado irmao, e qae
o pobre possa aencoar a riqueza beneflcenle.
Qae o sino, que do mais alto campanario cha-
ma para a adoracao lo Messias as inbus errante*
dos paizes selvagens, seja ouvido com lamo con-
tntame t> lo como os amigos bronzes das cidades,
suspenso* prio genio ehrisio nos elevidos cam-
panarios, como syinb lo e tstemunbo de sua- es-
peranca*. '.omi a voz das gera^fles passadas cf.-
mand noi dio nome de nossos paes.
t Que o a'tar rustico, levantado ni meio do de-
serto, ornado singellimenie com nm rata de idus-
go e do flores selvagens e apenas enreqnecido com
ama reliqaia e uma eraz; este aliar do missio-
nario nao d-?ve attrahir menos as pessoas devjtas
do que os lemp'.os augustos.
Q e seja o presepio o ponto de reuma.. o
centro o'onde irradiam e convergen! todas 3 nos-
sa s aleigries I
Possa o facho laminoso, qae atravez a folha-
gem e o mugo, esparge hoje a sua luz na gruta
de Btliieo, illuioinar tarabea) a nossa existencia,
ou pelo menos, cora um raio bco.iico do astro
OOClnrBO, scyirtillar Um dia no meio das trovas
para ;.lumiar novamente a nossa' vida. O cauto
bu^de dos oastores fortalecer a nossa alma
com a harmona rel'giosa, e lalvez, resoar ao
nossos ouvidos para .lispirtar era nossos eorajes
o desejo elil,:az de urna alegra mais pura e mais
serena.
Oh 1 bellas figuras do presepio I Que de re-
enrdares e affeicoaj. era vos nao se acerra f
Deque a.legria edequaoias vivas e perpelnas
commo^es nao sois origein rrystica e sania.
Salve nauta de Naial 1 A tua vm.la o signa!
de ama nova colhea de beocos para a ierra.
0< povos, guiados pela^tua estrella mysteriosa, ca-
ui:r !i ni .-.'inpre pelo cimaho do bem. Os asiros
raemiresoi podem n'um momento perder u povos
por caus da soa falsa luz e desvia-los do verda-
deiro caminho, mas bem depressa todos lornarao
a seguir te, porque s lu os alumias verdadera-
mente, pbarol infiliivoi dos pobres c rabalJEies-
resgatados por Cbristo.
L
O sol seu bri'ho eslendia
Dos horisontes no minio,
K quasi as portas do um dia
Fechava cheio de eucanto ;
Qaando uma linda menina,
Da forrafwnra divina,
Saudosa, abafando os ais.
No puro amor em que arde,
Un hymno de amor larde
Mandava ao Deus da seas pii.
Kis aqai, Seohor, a escrava,
Que pobre e bumilde se embala !
So a micha voz nao te agrava,
E pes cuvir-me falla 1...
Eu sou a serva das servas,
A quem constante observa*,
E \ qm le sou fiel;
Di que eu veja inda algum dia
Brilhar a doce alegra
No cora cao de Israel I
Falla, Senhor, a grandeza
Do tea poder manifesta ;
Nao s a natureza
Que a tua existencia atiesta ;
Sao essas fallas, sao essas
Brilhantes, firmes promessas
Em que toda creoca esta ;
E' essa elria sem matas.
Que lodoso. teus propbitas
lem promeltido a Juda !...
II.
Cak'U-se a Virgem, e no seio
Da prece o fervor acalma,
Seolindo n'um doce enleio
De amor prendar-se a sua alma.
Mudando a cor de seu ge-lo,
Abaixa um ciliar mode:lo,
E treme toda em pudor,
Vendo n'um vivo Inzeiro
Gabriel o mensageiro,
Maodadj pelo Senh >r.
Ave I Ihe diz o enviad1,
Maria, rheia de graea !
Do eterno o verbo creado,
Meu Senhor, por ti se fac> !
Salve I Virgem, cuja dita
Te faz ser a mais bemdila
Das obras que Deus formiu ;
Que entre todas escolbida.
Sers mii oa lur, da vida,
Que em leu venire se gerou I
III.
J d.de entao se ecculira
Do co o astro bnlhan'e,
Que alli outro comeara
A Uizir naquelle instante.
Era nonte ; e a Virgem pura
Diva gracas ventura
Que Ihe descera d. s cos :
as trevas o mando envolto,
Mal cuidava estara solt,
F. ter no seu seio un Deus r
Mysterio Sanio, divin)
Que devia n'um menino
Mudar a face ao destino.
Da morte a vida tirar I
Mysterio imraenso, supremo
Que desta v:da no extremo,
A's nossas almas postremo
Valor uos vinha olleriar t
Mysterio grande, infinito,
Qae predsava uai delicio,
Para fazer que bemdito
Nos fosse o mando era Jess
Mysttrio, que a hamanidade
Nao sabe a necessidatle
Porque a raao da atrocidade
Lhe havia erguer uma cruz f
Mas chega o dia aprazado,
Era que deve eniao ser nada
Do S.ranor o lilho amado
Para todo o nosso bem ;
Vai raiaro graade dia,
Jess, tllho de Maria,
Vai nascer como devia
Na lapinba de Belem I
IV.
E' meia noate ; as lucidas estrellas
Scyntl Im'es do co brilhaado eslo,
Era vigilia os pastores se revezara,
E alli aesplende a gloria, a luz do mundo,
A nossa redempco f
Mas enmprio-se a promessa, els o vagido.
Que indica desta vida a morte, a dor ,
Nasceu Jess, e aos cantos que resoara,
Arem-se os cos, eos anjos aanunciam
Domando o Salvador t
Gloria aos cos Deas, na trra ios booiens
Paz para seropre nesse qae nasceu I
O Cbristo do Seahor salve o povo,
E o seu dia aos traga sempre glorias
Da gloria qae nos dea I...
VIAGENS DE INSTRUCC-V}. llalliI li
apromptando oa corte ae eorvelas Nitluroy e i-
tal de Oliveira para viagens de instrnecao, aquel-
la dos guaras raarinbas e esta dos aspirantes*.
DINHEIltO.O vapor Paran irou.xe as seguui-
tes iiuaoiias para:
Loadon and Brasiliao Bank lOO.-OOOjOOCO
P. M. Maury. .UbOOOOOO
Augasto F. de Oliveira & C. 13:0004080
Hweroat & C. 10:300^U*H
Manoel Teixeira Bastos W:000|*WO
Keller & C 4:570/000
IIEGVEL
J.-



nW
T--
4,-8 W* *


Manoel Martia ?iua.
Carvilhfl _Nagj^.
3js* Rodrigues e Saaia.


H3,
3:
3:200100.)
2:3il)*000
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l:68i*Q00
1:*3!1_00
l:JOf090
939*000
939100J
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UJ0*0ti)
6O0#000
defo_y.no Cnnrtnc) de Arauj-. 150*000
O **or a>e/luca tronx para o Sr*.:
Latir Antevi a tioMira. 1:422*009
iifta_C. BP|5
^druio Castrp k C .
n Lufa Gan$i1vei Ferreira & G.
atouio Ca.-rea de Vaseeneellas 4 C.
Alberio de Souza Agqlat & C.
liz Jos de Costa Amarro.
Brdigio, Olivara C
Caraeiro & N'aguei/a.
goati-ko F. da Silva Lal & C
Bita A Aives. '
fij Ferreira Pinto de Kagalhisj.
Manael da Suva Poo'.es.
ooeI AWe*.
Frdg i & Rocha.
Antjnw da II xira Ralim.
fiaaa Ramos.
MM_Jr_sW
js Ferreira de Miranda,
[aunque Saraiva A. UelU.
Viro, Oliveira 4 C
rcehno Gtato ttabeiro.
itjuio 6. Pire A C.
l>r. Alvaro Camauha Tavares di Silva.
ESTRADA DE FEAR DE BATURIT O
accionistas desta oopaunia el"g-?r_:n, na capital
do Ciar, a sua direcliria d< seguate forma:
presidente. senaior Tumaz Pomp'u de Sauz
H fas II; ihe Dr. J-i-6 'Pompen d.e Albaquerqaa '^raleante; di-
reciore Joaquina da Gatiha Freire.u Jaio Mi-
ckee.
ROVO PARCEL.-O ir. riee-cooiul da Hespa-
titi.i ooj eointmi-ics a *-quiote parucipacao que
recebeu do coniininlinie da sumaca hespanbola
Pocca :
c Sr. vice-e n?ul.0 abata a asigna Ja, cipi.io
da sumaca he^panhoU Paca, da pra<,'i de U .rea-
l-ana, vena peraaie V. S. aer a scguiu.e da? ara-
gao : que, ao dia 19 da uoviubro ultima, era va-
g-m d* Mantrvila para Peroaoabuc'o, com o veo-
10 N. O., co e horizontes cbenos, e teuJ) eia
eon'a, s.'gundo o pauto duno, que pela mura di
bombordo deviamrs ter o viga de Meleiros, Ja-
ma* com tola* as precancoai qua o caso exiga,
qaando > _3 lora-1, de cia- do c mello de pr,
vi'oj aun lint vari amarefc, qua se estiO'lia
de .\. S. 0.. toman Jo urua extousa de 3 a i
cabla* (360 a fcS.) orapis) de eampriiucnlo, e mui-
to pauc.i largura ; qga seguid amento viramos de
bordo, tacando a urna distancia com de 2 ab.et
(240 braja.-), qae lomada a ouira vol, Timos
que perto du i-xtremo N. E baviaua maactus pre
Us, urna dcliaa grande e de forma ci; culac A
iirsfindidade, nao pademoa apreciar, pui, se bem
verdade, qae pareca mnito poura, o mar agi-
tado que cavia, fet-aoa cror o courario, por ver
qun do r impa. Pur wtar o co enzoberlo, bc
pjJouio' fazer uli-ervayio e ."iluarmoa o baixo ppf
f-'.'ina em I. it, 2o 37' S. Loog. do chrouometro
estimada 38 37 O. d S. F.-rnando.
c PJa ter-se por Certa sua exiilencia, e sua si
tuajo se nao verdaeira, rauito aproximada. I'er-
narabaco, 16 de Jczemhro de 1871.Flix Orla y
Millet.
TR1LH03 URBANOS PARA CAXAMG.-Co-
m-i,M hoja o ir.-ili'.^djjle passageiros a carga no
ram.I entre o Maigoiobo e o Arraial, regulauJo a
tabella do h arao n'ontra pjrte publicada.
Ni lala geni do Rjcife Cacaog tam-
tan>tiam e uneca a vigorar a nova tabella do ho-
rario que hjv publicamos.
ACRBATAS RUS303. Aohi-se entre nos o
dUtineto arti'ta, Freienco Arec e aua mulber
misa Nellie Forrester qua segundo anounoiaram
o< jorusA* d*5 diversai cidaios e p^.i-s p Jr onde
(>*! ii t'xi) di os seas admiraveis (raba!hjs, p ide-
ni >> tam'aem. .p i.al < na opiniao di- coilagas as
severir que sao ambos i s uiai* perfnito> na arle
que al i je tem sido vistos no continente sul ame-
ricano.
CLUB D 1 MONTEIHO.-A reunao familiar, au
nan-iad para hoja, em con-e|uencu da rliutv
bavida, iica transferida para a dia 30 da corren.e.
FFSTA RELIGIOSA. Atirmam-n a* que a ir-
mandade do senhar Bom lesus das Portas, tencio
na fi/.er tsle'anno s sua f.--tividaJe com loda a
pompa, principiandi no dia io di c-irrent-1, o se-
tenario do mamo senhor na igreja da Madre de
beus.
FILICIDIO. Dionisio Antonia da Silva, na
ivrino de Tacarat. a o do eoriento, assassinou a
menor -ai propna fi'ba, de norte Rtiedicla, lo-
grando evadir se. A polica traa d: captara-lo.
TRANSFERENCIA.-A illamloacao da cidaie
de Goyaooa, bem como a dos farros velboi Jesta
cidade, foi transferida pura o da 26 do carrenle.
t,ARAPIOS.Na noule de liontem deram esses
iodostriosos no armazem dos Srs. Jos Marcelino
da Rosa 4 Filho, e mndaram Ihe 10 barris de
manteiga, I caixa de cha e 1 sacea de arroz.
Na tale da Viciara, na nante de 10 para
11 do eorrentfl, tambem o uros collegas do ofTkio
roubarara deferentes obras de ouro e prata e n
dinheiro que emvautraraua em casa de J nnn i
O'ympia B rges. Racabiodo suspeitas sobre Ma-
uoel Fr.anci.-C) das Santos, que a'li conhecido
por Manoel Paraguaya, foi pela polica eneootm-
da em poder do mesmo muito- das ditas obj*eto*.
ni mi as o iliyli -ir-i, pelo que o f-i immediatamente
reeolber a priso.
LOTERA.A que se acha a venda a 219 a
baando da Sota Casa de Hisericorlia do Recie,
a qual corra hnje 23.
CASA DE DETENCAO.Sovimenlo do dia 21 de
aez*mbro de 1871:
xisliam (presos) 336, entraratn i, sahiram3,
exi?tem 333.
A ;aber :
Nacionaes 2'i7, roulheres 8, esirangeiros 38, es-
cravos 38, escravas 4.
Alimentado* cusa dos cofres pblicos 261.
Mavimento da enfermara, do da 21 de dezetn-
1(3 de 1871 :
Tiverara baixa :
Paulo Schimet. Febre.
aniel L\udesson Syphalalgia.
lose \lves Barbosa.Rronchite.
Theotona da Silva WanderleylaJigesto.
Tiverarn alta :
Manoel Luiz Cavalcante.
losd Joaquina de Oliveira.
Jaaquim Leocadio Cortih.
Jos Salvador dos Santos.
Francisco Xavier de Jeja?.
Jos Antonio da Silva.
PA3S4GEIR05.Vinlos do Rio de Janeiro, no
vapor Paran :
Manoel Nonato N-ves de_Seixa a sua seobora
D. Isabel, Vlanael Tavares ie Aquino Juuior, Dr.
Jos Marjues da Silva Bastos, Joaquina Farreara da
Silva, Cazarlo de Almeida Nabre Gu'mao, Antonia
Maiques Perera da Silva e 1 chalo, Luiz Mana
da Souia Haatt. LuizGon^aivas Qaiulaoo, Jovi
mano de Souza Mafra, soa mulher o 3 liltios, Joao
Jo? da Silva, Joaquim I-rael de Cisoeiro, Dr.
Alfia-o A, Cisoeiro de Albujuerque, Dr. Bernardo
Tolentino Cisneiro da Costa, Jos Netto de Siqneira,
Dr. Francisco G de Aorada Lima, Dr. Joy de
Miranda Curia, toa senhora, 1 liha, e 1 criada,
Jeronvmo Miniz Ferrao da Aragao e 1 eseravo,
Francisco Das de Arruda Falcao, Antonio Da-
de Arrala Fateao, H Siduey Sherrea, Mrs. F. S. Sberreia' J. P. Witeon,
C. Rr au lu) ler, Jos Dantas Ilapecnn Amorico
Carvallta do Paseo, Saturnino Ferreira de Carva-
!ho, Igaacio Bihri-a, I. J. C, Silva Lt'too, Jo9<
Joaquim da Palma, Manoel Tnonoaz Pereira do
flaga, JaSij Autoaio Fernaudei Novaes, Caetano
utureugo da Seifas, Dr. Servitnod Farta C8-
iro, Dr. C*elaia da Faria Castro, Hyglna Maria. da
Conceicio, Benedicto, leiv-Un JoQues, Mafia da
Gloria Res, Nicolao Bomiella e 2 lilaos, Jas Joa
-qiira Ponies Guiroaraas e 2 sobriohos, Joe Bpi-
(ahania de Almeida Durio e 1 oriado, Joiquiro dai
Virgens Lima e 1 eseravo, Joaquim Fcanewco dos
San'os Maia, Antonio Fernandes Puno, Manoel Joa-
quim Silva Leao, Antonia Machado dos San-
ios, Flaviaao Maoteiro Machado, Manoel Homero
de Larvalbo, Domingoi J. Machado, Manoel Ver-
gntino d > Souza Vianna, 1 desertor, 4 criminoso
cora 3 Brabas de polica, 4 pcacas da marraba, 2
-drUs e 1 ex dita do exercito.
Vmdas de Granja e porto iatertaedio, no
fapor /poyucd:
Dr. Domingos Jos Pareira Pacheco a sua faaai-
atiba, Dr. Jas IMreira da SiWi Maraes e cria-
do, D. Guillermina, Francisca Antonio Martina de
Miranda, Jos Gomes de Amorim, padre Galdioo
Jos Soare Pimental, Franklin Jos A Poggi e I
oriadi r. Paulo da Oliveira, Dr, Alfredo Ernesto
Vai de Olireira, 1 criado e I eatraVos en-
irefar
CBMiTERIO PUBLICO.-Obituario da dia 20 do
crrante :
Anna da Maia, branca, Portugal, 75 anuos, srN
tetra, Racife; diarrha.
Joaqoim Antaaaio da SriW, Mfdj, P: larabucoi
06 anuos,- cas^fn, Boarii:a; aTidraeira.
Uro parvulolft fenflu Ba Cabang
Pernambuco, a. Joa.
ptii
Mana, parla, Pefnamliteo, 15 das, Gtaga; es*
pasmo. r l i
Mara Paula, paria, Parnambuc), 2 a anos e
mexes, Santo Antonio, casa dos xpostos; bexigas..
Aatooo Fix de Oliveira, preto, Paraliyba, 3f
anuo, aolteiro, Santo Antonio ; nhitiysica pal
raopar.
Francisco Rodrigues de Figueiredo, branco, Por-
tugal, 47 annos, aplteiro, Boavista, Hosp tal Por-
tuguez; bepatite.
HomualJa Maria de Ol .vira, carda. Pernambu-
co, 55 aopos, soltira, Boavjsta, Hospital Ptdro II;
hepatite enronica.
Manoel Ferreira do Minie, pardo, Pernambuco,
38 anao', casado, Boavista, losptal PuJrj 11, in
terite chr.nica.
Mara Vi llanta Lape1, branca, Peruambnc1, 40
annos, s"lt-ira. Recita ; (istro iateril*.
Francisca Maria dos Santos, branca, Pjmaaa-
bnco, 70 anotas, viiira, S Jos: bepatite cbrmici.
=

PRAGA DO KEUFK 22 DE DEZSMBR'i.
DE 107!. "
AS 3 1/1 HORAS DA 7AB0B.
Colafoes officiaes.
Cambia sobre Lmires a 90 div. 23 d., e io
banca 21 7,8 d. por U00O.
ii. G. Stepple,
Presidenta.
P. J. Pinto,
Secretario.
ALFANDEGA
ftendimenio do dia 1 a 21. .
Idsm do du 22 ....
819:6231141
21:6 51592
81i:3 81933
Hovimealo da alfaadega.
Volurues sanidos cora tazendas 133
com genero 343
478
Descarregam hoja 23 de dtzembiv.
Barca inglezaGleiifaUtch carvo.
Barca ingleza Plulippina varus genero..
Barca portugueza Despique //vanos joeros.
Patacho americanoHackell Coney varas ge-
nero5,
arca irag'ezaWHnh o{ tke Tein ferro brutof
Barca ingleza Willage Qtum carvaa.
Despachos ie expartafo no dia 21 de
dezembro.
Para og portes do extorior.
Nobrigue norte-allerao Pilme, para o Rio
da Prata, aarruearam : Pereia Caraeiro 4 C. 50
pipas com 24,003 litros de agurdente cacha;a.
No navio norte-allemao Avance, para Ham
burgo, Cirregaram : Kelier4C. 430 uceas COi
30,ltii kilo* de algodAo.
Na vapar ingiez Gladiator, para Liverp'ol,
carregaram : Sauoders Brothsrs 4 C. 150 lardos
com 29,731 kilos de algodao ; P. M. Mauy 90
dito. cam 5,570 ditos de dito.
Nabares fanceza Coligny, para o Havre:
carregaram : Tisset freres 4 C. 67 saecas Jcoru
4,786 kilos do algodo.
No navio hespapaol Jos Mura, para Bar-
celona, carregati : Joaquim Jos Gancalvas Bel-
trao 38 saecas com 2,158 kilos de aigodio.
Na brigue pirtogaez Soberana, para Li'boa,
carregitram : E. R. .Habello 4 C. 250 saceos com
18,750 ki o.< de assucar masca vado.
= No patacho norte-allemio Mana, para p Rio
da Prat.a, earregaram : lv.reira Caraeiro 4 C. 230
barricas com :,068 kilos de ssucar masca va lo.
Para os portes do interior.
Na br.gue nacional AanfiO, para o Rio Graa
de do S.il. carregon : Januario J i- da Costa 410
barricas com 33,000 kilos de assucar branco
R'iCEREUhIA DE RENDAS INTERNIS
GERAES DE PERNAMBOCO.
endimanto do dia I a 21. 39:9021577
dem do dia 22...... 1:I5C>723
guezia da S. Aotea.,. |)Vo im da G(K'f
pro presidewe. itrD?* btWr* Garndro
Em cumprimeftto do referid* ofRctotM
Vi do os elflilores rtto s desta freguezia 0
S. Antonio, como os jos d $. Pedro God
calvas, S. Josa, Alogado, Varzea, S Ama-
ro Jibtatao, Moribea, S lMttt$o da Mal
u, Po^o .da Paaelia e da Boa-Vista, lodos
da comuca do llecife ana eeijsiHt o refe-
rido collgo, aflm ae qoe todo3 cUmpare-
i.'iu na greja miria de Salto' Antonio no
r.'forillo dia 11 da evereiro pioxiino futuro
pelas 9 horas da naanliaa, para qaa proce
dam a organi$a(3o da mesa e mais actos re-
laiivos a elaicia da atsemtala coporaae as
iei< en aigor.
E para qoe chagae ao cochecimeiito de
todos mande! passar o presepte edita! que
ser allixadrj dos lagares mais poD/tos da
freguezia e publical-o pela impreusa,
Recie, 1 de dtztoilir.a di 1871.
Eo, Joaqaim da S}y| R^go, escriv3o que
o eicrivi.
________jntonio 4SrVl0 4fl Fpnseca.
O inspector da a] Un Jefa las publico our
quarta fein 27 do cor-rente, depois do meio dia,
a porta d mesma repiriicio, serio lvalos a bas-
ta publica livre d > daraitoi ao arrematante 9,550
k-logrammos peso liouidb legal de ceblas a lo
r<. o k:hrammo, lo'.al 43^300, as quaes vieram
de Lisboa no wpor iogle GUialtr, entrad a em
18 o crreme, eontidas em 50 caixa da merca
M I O e abandonadas ao< direts por Thoraaz de
Aquino Ponseca 4 Sacces^ores.
Alfanlfg de Pernambuco 82 de dezembro de
1871.
Emilio Xavier Sobreara de Mello.
Principiara s 8 tu ras.
t bilbetes aernm-ie i randa no eicrptorio do
tbeatro.
.Dep lis do eaflafjagiil* asyer trem para o Re-
ti.
Heje
O agente Pestaa farielo, por man lado do
Bini. Dr. juiz do aoinmercio e requeriinento
da Tasso Irnaios 4 C, da armaeao e mais genero'
e utensilios existente* na taberna cima, .sita a ra
e Santa C-cilt, e sera' lulo vendido em um ou
rdais lotes na mesma taberna no dia sabbado 23
e arrale, as 11 aeras da manba.
S bbado 23 jo eorrente
rite-vespirra dd testa
ellas
Mascaras
DE
9 sem
Ultima na present estarlo.
Oirector da msica, Sr. Peixoto.
Director do baile. S. Correia.
Mestre-sa), $r. L Anlrade.
Principiar as 9 lioalisa as
tllo
221 barricas de farinha de iri^o, avariada.
Qoarta-fe'irfl i7 do coriente
0 agente Pwtana /;'r leiio por conu e fisc?
Ja qiwm perleneer, ne 2! barricas com ferinos
de trigo a variada, desamturadas do patacho ame
rieana Cupiera, juaes serio veudas em um
ou mais lotej.'oo da quartafeira 27 do e >rrente,
ai 11 horas da aanhaa, do armazeu do Sr. Jos
Daarta das Naae, ara Caes do Apollo.
Leilo
ft
CECLARACOES
4I:03'1300
CONSULADO PROVINCIAL.
Sendi ment) do dia 1
[dem do dia 22
a 21.
125:621,1793
6.681038
132:3081831
O^asulado proviaeial
Por esta repartigan comefia a receber se no dia
Ia da dezembro vidooro o impelo da decima -ur-
bana e o dea 0(0 sobre as renda.-* dos beas do cor-
poratjoes de mi naort-i, rea jvos ao priujeiro se-
me.-ire do presente auno Hnancefro de 187! a 7,
eorreodo d'aoi o praso de 30 das para esse paga-
mento sera dependencia de mura.
Consalado provincial, 21 de novetobro de 1871.
O administrador,
A. Corneiro Machad) Ros.
THEATRO
DR.4H \TIC0
GRANDE
Magnifico
N0V1DADE I
espectculo
bJSUNGO 2V P0 CORRENTE.
A's 5 3|i da tarde.
Repre entar-se-ha o excellente e eropre applan-
dido drama m 4 actos, original portuguez, mi
tulado :
DO
Sitio oa Passsgeai da Maaddlpna. qae (a
parta da massa >allida de Maiqus Rar-
roi & C.
Qunta-feira 28 do correnip.
A'S 11 HORAS DA MAIZA.
Porordem dos admixi^tradores da mesma mas-
sa,_e por interveocao do agente Pestaa ha vera
leilo do sitio na Passagem da Magdalena com
pavimento terreo, andar e sota. ludo edificado
de novo, go.-lo moderno, com excellentes eoromo-
dos para grande familia, eocauameoto de gaz, e
agua, b^olieiroa etc., aua cha> propri.s, e tica de-
fronte do sitio da Sr. commeudadur ilaooel da Sil-
va Santos.
Os Srs. pretndeme* podem examnalo, pois o
leilo ter lugar no da quinta-feira ii do eorren-
te as II horas, no escriptorio do geme, ra do
Vigario n. 13, audi-r.
Pela societaria da desta-provincia, ge faz publico que no dia 23 Jo
crrente me?, a< duas horas da urda irao a pra-
(ji para serem arrernaudua pur qoeaa por menos
ii/.-r os repiros de aae precisa o edificio em que
fnneoiona a alfanjega, oreados em 53510O ; aos
pretenlentes sera franqueado na mesma secreta-
ria o respectivo orcaroeato.
Secretaria da thesouraria de fazenda de Per-
nambuco, 20 de dezembro de 1871
Servindo de offlcial maior,
Manoel Jo- Pinto.
Deposito especial de InstriacSo.
Tendo de contratarse o (ornecimaoto de capini.
farello, niel e nibo para a cavalhada do mesmo
deposito in 1 semestre de Janeiro a junho do
anno vindonro, convido aos senbores que quize
rem se propor a l"oraecer os gneros cima inli
cados, cooaparecerem na secretaria do referido
deposito no dia 23. as 10 h >ras da manbaa coa>
suas propastas fechadas ; advertindo que o eapim
ser pe a prego de eada kilogramo, o milu f-
rello e m.-l de cada lar .
Quartel no Campa das Priacezas 21 de dezeia-
bro de 1871.
J ir J-aaiaim Coalbo,
Capilio commaodantA
Por oreiB du lllin. r. IV. pruvedof ai ca-
pailas faz-se publica a qu-.m o onhaeinjeaba dad-
le pertencer, que foi designado o dia 27 do corren
te para proceder-se a eteicao da mesa regedora
que lem de administrar o patrimonio da igrtja de
N. S. do Rosario d freguezia da Baa-viaai, r*qi*>-
rida por J.-ao -Silvestre Pralicisoo de Mello, em
virtude do que este publicado pela imprenta por
tres veze?, atlm de que compareeam no consisto-
rio da dita irmandads as 10 horas da manba do
indicado da. S bicrevo e assigno.
Recite 22 de dezembro de 1071.
O escrivlo Inierino,
Theophilo Alves da Silva.
MOVIMIENTO DO PORTO.
Navios entrados no dia 22
Portos do sol 7 dias, vapor nacional Pa-
ran, de 850 teseladas, ommaadante
Garcia, equipagem 43, carga dii-rente>
gneros ; lleary Forster & C.
BahaG dias, brigue na i anal Feli.: Ame-
ricano, de 281 toneladas, epitao Antonio
Mirtios deAlmeila, eqaipagem 11, carga
varios gneros; Francisco Ribeiro Pin-
to Guimares.
Bahia8 dias, hiate brasileiro Garibaldi,
de 109 toneladas, capitSo Castodio Jos
Vianna, equipagem 8, carga dillerenles
gneros ; Tasso IrraSo & C.
Ba!iia9 dias, barca ingirza Flinj Cloui,
de 343 t osladas, capilo Wes', eqat-
pagem 10, em lastro ; Johnstjo Pder
de G.
Bahia13 dias, bar:a ingleza Avoca, de
308 toneladas, capito Calvr, eqaipagm
lt), era lastro ; Sauoders Broth )rs C,
Terra-Nova3 dias, pa.acho inglez Aza-
lia, de 191 toneladas, capito Havery,
eqoipagem 9, carga 2,995 barricas com
bacaluo; Jjbastou Pater & C.
Terra-Nova20 dias, brigae inglez James
Stexart, de 189 toneladas, capillo Mi-
tcbell, equipagem 12, carga 2494 barricas
cjtn bacalho ; Sauaders Brothers dr C
Granja e portos iuteruiedioi8 dias, vapor
nacional pojitca de 360 tonelada, com-
mandante Moura, equipagem 30, carga
algoJo e utros gneros ; cotnpanbia
Pernambuc-ina.
Navios sahidos no mesmo da.
AlarseilleBarca fraoceza Etther, cipi-io
Brendgao, carga assucar. -
Aracaty Hiate brasiieiro Maria Amelia,
capito Francisco Tbomaz de Asis, carga
varios gneros.
Hampton Roads Patacho amerit ano Ca-
prera, capit a Biaucbard, carga assucar.
Toma parte toda a companhia.
Terminar espectculo, com a graciosa come
dia em 1 acta
Viva a Uberdade do tabico!
Os bilhei*s achamae ao eaeripKri-a 4o tbeatro.
P. ineipiai} a* 5 3|fc horas da lar te.
~~m% haiitimosT
COMPANHIA PERKAAlBUCAaNA
M
VaTeacio coslelra por vapor
Panhyba, Natal, Maco, Mossor, Ara-
caty, Ccari, Mandaba, Acarac a
G/aaja.
O vapor Ipojuca, commandamt
Moura, seguir para os por
toe acama no dia 30 -lo corrern
as 5 horas da tarde. Recebe car
ga at e di.. 29, encommeeda?.
aassageiros e dinheiro a frote al 2 horas di
:.ri6 do dia da saluda : escriptorio no Porte de
tfattos n. 12.
COMPANHIA FEHNAMBUGANA
DE
Naveya^do costeira por vapor
Mamanguape.
O vaper Corwipt, coso
mandante Silva, segnir;
para o porto cima nc
lia 29 do corrento as '
horas da tarde.
Recebe earga, aucoua-
mendas, pasaageiros e dinheiro a frote at as i
horas da tar-le do dia je saa sabida : ascriptoru
no F.irie d-iM-attos n.12.
Miaras militares
A 29 do correute ter lugar na repartirla de
obras militares a arrematadlo dos concerus pre
cisos na cozulu da fortaleza do Rrum, oreados em
1 inisiii : as pessuas que se quizer-m encarre-
gar de carta fechada no referido dia, as 11 horas da ma-
nha. O orgameato *ehV:e i ra do r5o de
S. B aria n. 39. Peniampneo fl de deze-maro de
1871.
O engenheiro,
__________Chry-solito P. de Castro Chaves.
O consetno economio do 2* tnialho de in- ,
fantaria leuda de contratar o foraecimeato dos ge hrasiletras, pregado e frralo de cobre, ca-
ali neoticios,
COMl'AINHIA PERaNAMBCANA
DR
VaTegaco costeira por vapor.
Goyanna.'
O vap-ar Parahyba seguir pa
ra o porto acims no da f<> do
correute as 9 hora* da uouie.
Recebo carga, encomienda:
passageros e dinheiro a frete at
as 2 hora! da tarde : n: escriotorio do Forle do
Mattos n.12.____________________________
Para o Aracaty, segu con toda a brevida-
de o hiat uaeioaaJ Maria Amelia, capital a or-
tico F.-aopuco T >maz de Asis, ja tem alguma
carga enejada : quepa no mesmo quizar earre-
gar ple eotenler-se com Antonio Alberto de
Saoza Agliar. a ftaa #o Amorim n, W, ou com o
capiao a borde.
Venda d'um navio.
Vende-se um de lote de 186 toneladas
VISOS DIVERSOS
Alnga-se o segando andar 'ia ra da Padre
Floriano n. 71 : tratar na ia HorUs n. 9V.
Na unute de 18 do correute ( das 8 f2~as"li
horas) perdeu-se na estaco dos trillaos urbanos
para Olinda ra da Aurora, um cazurro lodo
preto com a trente e mos de cor amare!lo escu-
ro, cosluma acudir, chamando o mimoso :
T.e.Ti o tiv/-,r achado e guardad-i, querendo resti-
iui-Io ao seu dooo, que por isso o gratificar
tenha abundada Je m-ndar leva-lo, ou parucioar
para que possa ser procurado a ra do Impera-
dor n. 20
ossa Senhor a da Laz
Previee-se a tolas as pessoas que licara.n com
bilbeles de smala para a festa Ja mesma Senho-
ra uue por oaouvos asios nao poje ter execucao
com a nltinia loteaii do preseute mez, como e'sta
nos mesmos bilbetes, e sim cun a segn la lotera
do mez du. janairo.
Recite. 20 de lezi-inhro re 1871.____________
Boa caza no Porto da Vladeifi
em Beberibe
Ainga-se urna .a* me'borea casas uo armado
porio da Maleira. e>m 2 .-alas, ti quartos, gabi-
nete, Ci zinha, bom quintal, com excelleot* banho
no fuodo, caiada e pinta la : trata se no larga do
Paraso h. li, venda, pelo tumpo o prei;a que >e
eonveneiooar.
eros ali nentictos, abaiio declarados, para as
pracas arranchadas ao priaieir.i semestre de Ja-
neiro a juoho.do anuo vindmrode 1872, e para
dito lina convila aos senhores negociantes que a
issa se quizerem propor, a apresentarem suas
propostas em cartas (echadas na secretaria do ba-
talhono dia 27 do correte, pelas 10 huras da
manba. certos os meamos senhores de que os
gneros devem ser de 1* qualidade, torneados
pelos pesos e medidas do amigo syslema e poslos
no quartel por cunta do contraante. Previue-se
mais que se n_a admitte razao alguma para ter a
preferencia ao foroecimento, a nao, ser a obriga-
;ao de apreseotar ganaros de superior qualidaoa
e que nao serla aceitas as propostas que viere
com clausulas contrarias io regulamento :
Arroz pila lo, abocar mascaviuho retinado, azei
te doce, ba_lha, caf em earoco e moido, carne
secca, carne verde, farinha de mandioca da trra,
feijo mii.-'iiao o preto, manteiga irjgleza e f an-
ee ya, erva-matte, pies de 4 e 6 oncas, toucioho de
Lisboa, vinagre de Lisboa, e bem assim lenba em
acbas.
Quartel do 2 batalbao de infamara as Cinco
Ponas em Pernambuco 23 de dezembro de 1871.
O teneota-secretario,
Manoel A. P. Guimares.
ando carregado 15 palmos d'agoacim todo
o seu apparelho sobresalentes e pertences
protnptos a navegar. A pessoa que o pre-
tender dirija-se a esta typographia ondo se
Iba dir cejm qnem se deve entender.
J
ara o Porto
eguir a>m a maior brevidde, a barca porlu-
uera Cftndina, por ja ter a matar parta da car-
ia engajada, para o raso que toe falla, e pas:a-
gero, irat-se com os coasignatarios Cucha, Ir.
ina.-ij de C. na ra da Madre de _eus n. 3a, ou
com o capillo na praea. ____
O -jbaixo assignado :- pelo amor de sua reputa-
cao, que muilo preza, passa a dar urna ligt-ira
regosta ao annnneio que em letras garrafaes, a
Bra, D. rsula Gordolina da Hocha Almeida lena
feiio publicar oeMe Diario.
Diz a Sra. D. rsula que no balanco que orga-
nlse prescind dos lucros da snciedade h^vida
com o sm lloado marido. Jamis ti ve sociedade
com o tioaao, e os lucros do lempo por que ad-
luinistre o es lab leci ment rom aotorisacao da
Sra, O. l.'r.-u a e de mais herdeiros flteram par-
le do capital com que a me.-nia seobora entrou
para a sceiedade que celebrou comigo. O ooaso
contrato de sociedado e us nossos Iivros desmen-
tem essa infundada argirn de ter en prescin-
dido de taes lucros.
Quauto a exhibico dos iivros nunca os reeu-
sei Sra. D. rsula, em quein sempre recooheei
o direito de os ver e caminar; recu-e-o sim a
quem me pareceu nao ter a isso direito. Emita
nao me soheja o tempo pora polmicas, e declaro
Sra. 1). rsula, ou a nuem quer que de seu
ooiiie se serve, qna se tem justas reclamacfies a
(aier ola a imprensa o lugar proprio para as
liquidar, ah temos os Uibuoaes para fazercm |us-
tica a nos ambos. Heeife 21 de dezembro da 1871.
Jos do Reg Borges.
Aluga-se ou vende-se a ca-
sa e sitio da estrada dos Af-
flictos n. 2_, o q palmos de frente e cerca de
1,300 de fondo, com cacimba, fructeiras,
etc assim como vendem-^e terrenos aos
lados do mesmo, tendo as I. entes e os fun-
d-s murados, atildo na verdade excellente
acqoisiclo para edificao, nao s por ser
bem perto da cida ie, como por passar pela
frente a va frrea do Arraial: a tratar com
Antonio Jos Rodrigues de Souia na thesou-
raria das loteras ou com Carlos da Silva
Araojo na roa do Bom Jess n. 23, arma-
zem.
EDITAES.
0 cidadSo Amonio Augusto da Fcnseca, ca-
valbeiro da Qrd ja n08a, ij juiz do
pai da freguezia do Santissimo Sacramen-
to do bairro de S. Antonio da cidade do
Recie de Pernambuco e presidente me-
rio docollogioeleitoral, em virtode d
lei etc.
Fago saber que me foi reaaettilo pela c-
mara municipal o oilicio seguinte :
Pago da enmara municipal da Recie 16
de dezembro de 1871.
Illa. Sr, Tendo o Exm. Sr. presdeme
da provincia resol vido a i liar par; o dia 11
de fevereiro fu tu o, a elei^lo marcada para
21 da Janeiro prximo vfndoaro, aflm de
preancher a vaga que por este diitricto dei-
toa na cmara dos Srs. deputdos o Dr.
Francisco d,o Rogo Barros Barret, que lo-
niai isaeoto.no senado, visto qte aquaile
dil detignado pela Wi pr a runnijo das
UQtas da qualificac3o de votantes cujQs tra-
balbos s3o incompativeis com os da eleifao ;
esta cmara assim o commanica a V. S. para
AMIMSrUACAO DOS LOIIKEIOS U_ l'ER
NAMOUCO 23 DE DSZEMBHO DE (871.
Malas pelo vapor Paran da Campanliia Bra-
silaira.
A correspondencia qae tem de ser expelida
hoja (23) pejlo vapor cima mencionado para os
portos do norte, ser recetada pela manera se-
guate :
Mar; as de jornae?, mpressos de qiaalquer uaiu-
reza, e carias a registrar at as 2 horas da lana,
eartas ordinarias at 3 horas, e estas at 3 1[2
paganda porte duplo.
O administrador,
Alfonso do Reg Barros.
TREATRO
DO
RIO DE JANEIRO
Para o porto cima segu oestes doze das o
brigue nacianal babel, tem parte da seu carrega-
mento engajado : rara o resto que Ibe (alta Ira-
ta-se com os consignatarios Antonio Luiz de Oli-
veira Azevedo & C, roa do Bom Jssus n. 57, !
andar._____________ _________________.
Para o Porto
Vai saiiT com brevidade a barca portugueza
Frmesi, capito Justieo Rodrigues Cardezo, por
ter a maln parte da carga prom'pta : para earga
e pas-:ig?ir j, para os quaes tem excellentes com
otados, trab se cam E. R. Habello C, roa do
Commerciojn. 48. ou com o canitao. -___________
para Lisboa
vai sabir breve por lar a maior paila da carga o
brigue partgnez Soberano >, capito Buggan-
ga : para dlrga trata-sn com E. R. Rabello C.
raa do CaiS Hile. Marie Lavergne tem a honra de 2
scientificar as Exmas Sras. que eneoo-
trarao em seu salto de rabellereiro ra la_>
l'rimeiro de Mafjo n. li. um I ndo sor- S
lmenlo de coqses, tanta de trauma coma <&>
de cachas, e por precos mnito commo- ajac
dos; assim comi um variado e bello sor- ^
tmenla de permmarias fraocezas e ingla- W
zas dos melhore* fabricantes. OfTerece S
tan bem as Exbis. Sras. os seguotes Jf
fcbjeclos que Ihes sao indispensaveis, lin- jf
dos espariiihuj a duq'ieza, ubra mnto ^_,
bem acbada, pr; prias para oovas, e ni- *
lmaoaente Chegad>.s ; ditos mais inferi- ^
res, ditos para ienla_ : bonitas ligas de jaw
^ seda e de algodao ; lindo p?ntes a Ira- ~J
peralm, Unto de Url>ruga COflSO fl lni- &
tajlo para rnalos dos perneado?, ol je?- i>"<
los de ultima moda de Parir,os mais bo-
nitos e moderno leques de aso, a invita
fco de marfim, p_les de alis.ir, diJ
para tirar p;oJhs, le.-onras liu.s para
l unlia?, eco*as pera denles e para nnhas,
bonitas bolsiolaas para meninas, magrli-
eos bouqueb a ramos de flores arcfl-
[ ciaes. grvalas do seda e de cmbrala
muilo bonitas, luv>s de p laica, de seda
e de _o de Eseooia, brancas, da cre a
reas ( tambem tem para homem )
ndos botoas para poohi s, tmrius de fo-
' ros para vestido, enfeites de palha para
i roques, sapatos charlo!, ditos aveludados,
ditos de tranca, botinas preta para me
nina* por barato preco, l.r.n |i i.-ir.i
aeninos, e ama iruiuiiiaJ-i de ciji-ctos A^-
qne omitte para se niio tonar e_faiii.i_o. 2
Para mais ecwmodidade desuaslsm.n. W
clientes, lera preparado urna sala lero ingresso celia as senhoras que se ^
quizerem pentear em sen e.iat>elecimea-
tu s^in ealarem exoosus as vistas d-s
mais concorrente?, e sera auniii:ciante v
quem se eocarregardo iralaalho d- p^-n- Jw.
tear. l
Alienar
PerJeu-se na estadio Ja< iIRcinas da compa-
nhia d.>s trilli .< urbanos do Rente a Caxanga,
hontem G l| huras l>apel pardo enrolaalo algn- docum-utos escrip-
ia em inglrz e uaia serv renn ao amiiinciaiiie.
Gratilica-se a quem o achou, a entregar na me>-
ma estacio, ou em qualquer nutra.
*
s
AttenpaS
O Sr. Joo Alves Meodes da Silva, cao polo
vender, hypothfcar nem faz-T negocio ^Igurn con-.
os escravos seguintes : Tliomaz, Jbio e Mathia*
por ser doa(ao ffia a ana mullier. como causti
da e-criptura publica laucada as Dotas do ubei-
liin Porto Carreiro.
0
CASA DA FRTtlHA
Aos 5:0005
Bilhetes garantidos.
4 roa Primeiro de Marco (outr'ora roa
Crespo) n. 23 e casas do coe&m*.
O abaixo assignado, tendo vendido nos seus la
lizas bilhetes dous meios n. 301 com :: aaa meio a. 28C8 tem 100*000, a oauras tortea
da iO^OOl) e -04(100 da lotera que w acabo i
de extrahir (218'), convida aos posui-iores a ;
rem reeeber na conform.dade dcco*-*m( sem
descont algum.
Acbam-s* a vonda -> bHhetea n'raotidos aa
10.' parlada lotera, a ben-"icio da S.DtCa-a i
Misericordia do Recife (it'.l'), que sa oxiraa.u
sabt>ado i- do correte mez.
PRESOS.
Bilbeta iateiro
Meio bilhete
Quarto
Ca aor^ao da 100*000 para
Bilbeie inteiro
Meio bilhete
Quarto
Ro**)
3*1-^1'
14500
cima.
5150Q
11*73
Maco! Martina Pwiu
Preeisa-se de um ca lew cmi pratica Jo
taberna : na roa do llangel d. 10.
Precisase alugar uoia oegnnba para u ttf-
vifo de. menino : na rui da Sm i.vl" n. '!'..
Venerave eouiranu d^ ST-
ta Rit* de Oassia,
De ordem do eonsettto admfnistraaiv c-n*i.lo a
todus os nosso^ irmu? Bara a n-uuia> dn eolieg >
representativo no dia 25 do correte, i> .us ho-
ras da larde, aflm do >e eipger o no-- li '.
St-eretaria de Santa Rita-de Catsia is Je dez ro-
bra de 1871.
O seereiario,
________________Franci-co L-afes -i Sil^a.
Preci:a-se de trabalbadores ni retina^o da
ra Direita n. 10.
Precisa-se da um eseravo que seja riel para
entregar pao a a'guims pessoas : a tratar na pa-
dzria da ra do Range) n. 9.
2" batalho de infautaria,
Hoga-se a um senhor sargento deste batalbao o
favor vir a ra do Ci-eo, taberna, a saldar nm ne
goci que tem. _______
ATEN^O
Perdeu-se um retogao de ouro patente ioglez,
cora parte da correte de oaro e urna lita preta,
deu-se por falta delle ao passar a igreja de S.
Pedro Novo em Olioda. o nome do fabricante E.
S. Yates, Liverpool : qe_ o achar i ale leva-lo
a ra da Aurora n. 52, que ser generalmente
gratificado._______________
Moleqae.
MONTIS
i u
COMPANHIA
DO
GVMSASIO DRAMTICO
8abb :^o 23 to corente
Primeira reprerela^io do imporiante dfma
em 3 aetos, original por tu gttez
rio de Janeiro
Para olnaicaiii porto o patacha Cassilhas, qoem
oeila quitef earregar, dever tnfar a rna do Vi-
gario n. li, e-ertptorira de Jas Lopes Davim.
Eio de Janeiro
tt^co.todoB os das da B_ii a ln
da e veilra bavea portugueza Claudia, na-
vio de.ejjcellole construcr,o e primeira
classe TJdepjjfis de pouca denuira senoiri
para o _qiCa* P0^10 Por fer a m,,ior Parte
do setRirregamentoengajtado,apara o.qae
Ihe falta lnta-|e om o consignatario Joa-
qoim Jote Gonc.4ves Bdrttrao; i roa do
Commerb n. 5.
------1f
Toma parte toda companW.t-
Segu se, pelo Sr. Peosale, a cena cammicA de
sua compsaicio
Precisa-se alagar um raoleque bom :
ga do Rosario n. 4t.___________^
na roa lar-
H.Hrll""
de ."%'. W. da Coaeeivo *_ i> Mi-
Nao se lendo reunido nnrun- legal oV me?ar. h
para era me?a grral eiegeyse a futura r esa ;
dora, manda o irmo presidente convocar n- *. -
mente mesa g?ral para o Jia 21 do cotrente n et
as 4 1|_ horas da tarde, ao re*pectivo*c n-i-tm .
e pele encarecidamente a'tplaes oa \rn-i >s ,-:t-
irmandade seu cumparec&eaiio.
0 secretario,
Fran?i-co Ant>-.nio .e S Brreha Jnior.
AMA
numero 33.
Prtci.-a se de orna que cozm'ie
com parei^ao, para ca?a de b:-
mem sJteiro : ra o Axorini
1:100^000
BAHA
Sabe e_pencos dias para este porte o hiate na-
cional Sobrtiensc, poiiler am_or jarte dacaaa
prompu : ra o res>o traU se com J- Carrert,
ra da Crii D. 34
Terminar o espectculo com % agripa CO'
I DA
Armacio b mais gneros existentei pa U
b&rriita rol de Santa Cecjtia, tym*
te aToaqoio* da Costa Amorim,
Di clarado em tempo
A primeira conleiuria, pastelera e culinaria ;
acha-aa eatabelecida na rna do Imperador n. 24
Em sua frente acha se collocado um tampeao coro
o seguinie letreiro : CONFEII'ARIA DO CAMPOS.
Os proprietatios daquelie astabelecimenlo teeni
iaprichado em faser dalli am i ceniro do bom e
agradavel ao paladar _^
Todos os diaseacontra-se all, arande sonnaaen-
to das pastelaria para lanches, sobremesas e me-
rendas
Receberam tambem de sua encommanda, um
variadissimo aortltfiwn de caxinhas. e ceslinhas
ricamente eBeitodas, proprias parvos presentes
de festas do natal.
E se p5em duvida no qua aoiro* esU dito, que
digam os que alli se tem suprido do que necessi-
tam, no qae perieace a estatlacnnentos de tal aa-
tnreza. __
Fnnbres, lertea. pirtxs. patos, galinfias, pu-
dings, .bolos, pasteldes, ropadae, tofUs, boltohos
para c- doces em eaWa, secco a christalisado,
nacloiue e e*n_agaiTOS tudo alli sa aneoatra com
ITatMa.
S aa oonfeitaria da Campos, i roa do Impera-
dor n. 2_ _____________,___________^
Copeiro
Precisase de um coJ> airo : _a roa larga do Ro-
gario n. 41._______ '
-PreaiVa-ao 4e wa eaieiro qua saiba lar, es-
CTCTer e contar, par_ Maei, une tonha de 10 a
12 annos de dae a tratar na raa da lima nu-
mero SO,
No dia 15 do correala perdeu se um t al-n. -
Iho com a quantia de 1:K0_000, vede se _qu.m
o ar.hou e quera Testitui-lo denja-se ra, 3u na-
de Caxias n. 82, que sa dar o valor fle da tin-
ta que o dito enibroiho rontinha, como signa, a,
se gratificar geuersmente a peseoa que
achou.
Oozinheiro
No hotel Centsil prefasa-se de tara bem eozi-
oheiro, pagase nem, mereceodo : rija larga d^
Rosario n. 37>__________________________________
Eu8IH>
Dous mocos habilitados oela. Facullade de 1).
reilo a ensinar em algum engenho, lingu* nacio-
nal, franees, latim, arithmeltca e prinoiaios d*
raiano ; q-uem pretender darija-se a rna Direit:.
n. 3, bonea. _.____
_.M1
Precisa-se de urna ama : na roa
trela do Rosario n. 32, 3* andar.
:
vende-se ou d-se eociedade no hottl Ln>
Br_ilero, sito no Yaradonro em OJiada, o pri-
meiro juato da esUio das urilhos urbanas : a
tratar} no meetto qae se fas lodo negocio.
Club do Monteiro
Eo coweqoenci da chova nS^ tem iocar
a feofto familiar annaociada para beje,
oap.do Iranslarida para 30 do correle.
O emprezario.
p. J. Layme.
precisa-se de um ama pan
catiobar, na roa do Duqi.: J-i
%Hi%
Caxnsp, 5), l-awlai.
ILEGiVEL
s-
.-----------__.


-i73i *irk j, feriiinlHio Sabbad**i-' HeMmbWUU 1871
TABELLA que provisoriamente regular
a partida dos trens no ramal do
Arraial da estrada de ferro do
Becife a Caxang' do dia 24 de
Dezembro de 1871 m diante.
a-
IDA.


Roa do Sol...................
Ra Formosa.................
Oficinas......................
Soledade..
DAS DE TRABALHO.
AMIA*.
6.0
t. i
Caminbo Novo................6.7
Manguioho.....
Entrada dos Aflictos...........
preja dos A111.co-.............
amarineira.................
Maogabeira..................
Casa Araarella................
Monteiro.....................
VOLTA.
Monteiro.....i...............
Casa Amarelia................
Maogabeira ... >..............
Tamarineira..................
Igreja dos Alllictos.............
Entrada dos Afflictos...........
Mangninho...
Caimnbo No o................
Soledade...
Oficinas.. .
Ua Formosa.................
Hua do Sol...................
Recife........................
6.10
6.12
6.45
6.51
6.53
6.56
7.0
7.3
7.6
7.8
2.28 4.25!5.25
6.14 7.10
6.18 7.14
6.22 7.18
6.26 7.22
6.30 7.26
1.3414.31
2.364.33
2.39.4.36
2.43 4.40
2.46,4.43
1.494.46
2.514.48
1.53 4.50
2.57 i.51
3.1 4.58
3.5 5.2
5.50
6.54
ti. 58
7.2
7.6
7.8
7.10
7.13
7.16
7.20
7.23
7-25
7.31
8.23
3.2o
8.31
TAI10I.
3.9
7.50
7.54
7.58
8.2
8.6
8.8
8.10
8.13
8.16
8.20 3.45
3.15
3.19
3.23
3.27
3.31
3.33
3.35
3.38
3.41
3.48
3.50
3.56
5.6
5.30
5.34
5.38
5.4
5.46
5.48
5.50
5.53
5.56
6.0
6.3
6.5
.31
5.33
5.36
5.40
5.43
5.46
5.48
5.50
5.54
5.58
6.2
6.6
7.25
7.31
7.33
7.36
7.40
7.43
7.46
7.48
7.50
7.54
7.58
8.2
8.6
0.35
6.39
6.43
6.47
6.51
6.53
6 55
6.58
7.1
7.5
7.8
7.10
8.35
8.39
8.43
8.47
8.51
8.53
8.55
8.58
9.1
9.5
9.8
9.10
DOMINGOS E DAS SANTiFl-
CADOS.
MANHAA.
6.58
7.4
7.6
7.9
7.13
7.16
7.19
7.21
7.23
7.27
7.31
7.35
7.39
7.40
7.44
7.48
7.52
TARDE.
8.25
8.31
8.33
8.36
8.401
8.43
8.46
8.48
8.50
8.54
8.581
9.2
9.6
12.55
1.1
1.3
1.6
1.10
1.13
1.16 3.19
1.18 3.21
1.20 3.23
1.24 3.27
2.58
3.4
3.6
3.9
3.13
3.16
1.28
1.32
1.36
3.31
3.35
3.3'J
9.50
9.54
9.56 2.13 4.8
2.5
2.9
4.0
4.4
6.11 7.16 9.16
10.2
7.56 10.6
7.58 10.8
8.0 10.1C
8.3 10.13
8.6 10.16!
8.10 10.
8.13 10.2o
8.15 10.25
8.21 10.31
4.50
4.56
4.51
3.1
5.5
5.8
5.11
5.13
5.15
5.19
5.21
5.25
1.29
6.0
6.4
6:8
7.55
8. i
8.3
i.6
8.10
I!.13
M6
f .48
8.
I
8.28
8.32
8.36
I
2.17 4.12 6.12
2.214.16 6.16
2.23 4.18 6.18
2.25 4.20 6.20
2.28 4.23 6.23
2.31 4.26 6.26
2.35 4.30 6.30
2.38 4.316.3+
2.40 4.35 6.35
2.46 4.41 6.41
9.0
9 4
9.8
9.12
9.16
9.18
9.20
9.23
9.26
9.30
9.32
9.35
9.41
W. Rawlinson,
GERENTE.
I
Railway '0Mnparty \Limited
VISO
No dia 24 o cortete principiar a vigo-
rar ".Sil tabella nava de partidas de trena,
; qual pode ser procurada Das estampes do
Recife e Oficinas, ueste mesmo dia ser
aberto ao transito publico o ramal desta
estrada qae partindo do Maoguinbo val ter-
minar na povoago do Monteiro, sendo os
trens regulados pela tabella publicada boje,
pudendo os Srs. passageiros procralas
avulsas as estacos cima mencionadas.
A lm dos trens da tabella bavero na
noite do dia 24 do correte, trena extraor-
dinarios, qoe partirlo s horas abaixo de-
clarada!.
Do lUcie (arco) para o Monteiro al
H30. 1.220 304.0.
Do Recife (arco) para o Caxang 1.0
3.0.
Do Recife (arco) pelo ramal 1.53.5 mi-
nutos.
Do Caxang para o Recife 11.30 2.0
3.0.
Do Monteiro pela liaba principal 12.15,
2.0-4.0. .
Do Monteiro pelo'ramal 2 54.5
Os trens extraordinarios Caxang e vice
versa passarao pela estrada dos Afilelos e
so tocarSo nos pontos de Ofllcioas, Monteiro
e as estaedes entre este e Caxang.
Os trena do dia 25 serio regulados pela
tabella nova, e a companbia esforcar-se ba
para prover todas as accommodaejo pos-
(ivtl aos Srs. passageiros a fim de evitar
agglomeracao.
Recife, 22 de dezembro de 1871.
William Rawlinson.
Gerente.
Portugueza
Para casa de um borneo solteiro, que se trata
com asseio, precisa-se de orna senora portngne-
za de meia idade, e com bastante eapacidade, pa-
ra lomar a sea cargo todo o arraojo domestico;
eoziohando e eogommando com perfeioao. Pazem-
te todas as vantagena, qae merecer sea bcra
eomporumento: no Baxar da Moda, roa Nsra
n. 50, se dir com quem se trata. _____
. r*
CASA CASJVIBS f-JKSft
Pharmaceutico privilegiado
fsucceseor
Sebastopol, 53 PARS-
NOVAS ESPECIALIDADES
ApftSCiitltUs a Actfufmu de Silencias
A. MARINIER
e ao Instituto dt Franft,
15* ICrPfl ^ a 'orml Pastilla, devedida e (foseada para
SCvunU lser de mnmeoto ama soluecao
Pretentiva a ratita das MOLESTIAS COHTASIOSAg.
IXJECIOH-fOIlTRO
ESTOJOS Com
do volume <'e um relngio, senindo di
1 II11.1 lio e SERINGA sciu os
pavea Incareitantai da rragilliada.
Empreza do gaz
Pernambuco.
Esta empreza tem nm lindo sortimemo de can-
dieiro, arandelas, pendente, etc., tanto em vidro
(crysial) como em metal, e ama variedade de glo-
bos dos padtoes mais modernos e por precos m-
dicos. As amostras podem ser vistas no escripto-
rio n. 31 rna do Imperador. II i eos pira gax do
melhor feitio a 60 rs. cada um. As encommen-
das podem ser (eilas por escripto, na rna do Im-
perador junio a secretaria da polica, ou dirigidas
ao abaixo assignado na fabrica S. Jos, qae serio
promptamente atlendidas.
Ttaos, Newbigging,
___________________Gerente.
Casa no Poqo da faiiella.
Aloga-te por 600/ ama excediente casa na roa
do Rio n. 35 daqaelle povoado, com 2 alas, 4
juarto*. cozinha, cocheira, quartos para criados,
estribara, e mais doas meias aguas separadas: a
tratar com o eomroendador Tasso.
-
1
0 abaixo assignado, tendo de acabar com o seo
negocio, roga aos seas moites e numerosos fre-
guezes que Ihe estio deveno em sna toja de cal-
cado ra da Imperatriz n. 10, de vir oa mandar-
me pagar sea debito at o lim de dezembro do
corrate auno, pois do contrario ver-se ha obrga-
do, e bem contra sna vontade, entregar as coa-
las a sea procurador, para elle receber amigavel
oa judicialmente, o qae o abaixo assignado espera
dos seas boas freguezes isso nao ser necessarlo.
Recife 31 de outut.ro de 1871.
...... Antonio Rodrigues glnto.
SHff K9HM 901*H mmmm
MOFINA
Roga-se ao Illm. Sr. Ignacio V.eira de Mello,
jrivao na cidade de Nazareth desta provincia.
favor de vir a roa do Imperador n. 18 a concluir
aquello negocio que V. S. se comprometteu reali-
sar, pela terceira chamada deste jornal, em fim
de dezembro prximo passado, e depois para ja-
aeiro, passoa a fevereiro e abril, e naia cumprio
s por este motivo de novo chamado para dito
9m ; pois V. S. se deve lembrar qae este negocie
de mais de oito anuos, e quando o senhor mi
Sho se acbava no es nesla cidade
a forma, e de vnlnme de m Portc-Moeda
COTBNDO IODO TXTUBSTO.
COLLYBIO Contra as arTcrcois das palpebra
preparado sob a mesma forma.
BARTHOLOMEO C
Depositarios geral para e BttASIL e l'OKTLttAaL
34, ra larga do Rosario. PERNAMBUCO.
Proeede-se a inventario dos bens de meas fal-
lecidos tos major Macoel do Nascimenlo da Cos-
ta Monteiro e D Antonia Vieira da Cunha, e por-
que tenba de dar execncao como testamenteiro s
disposic5ea de sen testamento, deixando legados
a todos os seos afllbados, me dirijo a todos ellas,
solicitando que me apreseotem com a brevidade
possivel as certidoes de baptismo, para em tempo
competente receberem o qoe Ihes foi doado.
Antera Vieira da Cunta.
Arrenda-se por anno o 2 andar do sobrado
o. 34 A, tito rna larga do osario: quera o
pretender compareca perante a jnnta da santa casa
da misericordia do l-'ecife, manido de carta de
ti anca oa acompanhado de fiador.
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Trem mixto tocando em todos os pontos.
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O to iC es '-
eol*-exex
.
V:
soaocpcoseosoooooooo
:-tSi>SaDtSEiSS!!>xe)

Na (ravessa da rna
Grazes n, 2, pri-
meiro andar, da-se di-
nhclro sobre penhores
de onro. prata e brilhan-
les, seja qual for a qaan-
4ia. Na mesma casa com-
pram-se os mesnos me-
taes e pedras.
NOTAS
Troca-se notas do banco do Brasil e de inai
tlliaes na ra do Bario da Victoria n. 63, antiga
roa Nova, loja de Joo Joaqnim da Cosa Leite.
nsultorio homeopa- I
thico
DO DR. SANTOS MELLO.
Roa do Bario da Victoria n. 43.
VACCINA.
Todos os domingos e quintas-feiras, pe-
las 9 horas as 10 da manbia vaccina-se
por preco mdico, para o qoe ha muito
bom paz vaccinieo.
Recebem-se chamades para vacclnar em
qnalqaer casa.
Coasaltas medicas todos os dias pela
manua.
Chamados a qaalqaer hora do dia e da
noute.
Gratis a parte medica aos pobres.
I anin m*wm*m
Attencflo.
As pessoas qae tinbam negocios forenses com o
fallecido procurador major Joaqaim de Albnqaer-
qae Mello, ttnbam a bondade de fe dirigirm ao
abaixo assignado, qae presentemente se aeba
d'elles enearregado, na roa do Imperador n. H.
Reeife. 9 de novembro de 1871.
Jeio B. Pinheiro Corte-Real.
Precisa-se de ama ama em Bebe-
ribe, na povoaco : a tratar na ra
do Vigario n. 6. 1* andar.______
AMA
Precisa-se alagar nm escravo de 14 a 18 an-
nos para servleo de casa de familia : a tratar com
Antonio Jo: Rodrigues de Souza na thesoararia
das loteras, ou em seu sitio no Monteiro.
Um moco nacional se offerece para fater al'
gamas viagens ao sal oa norte do Imperio como
capillo de Bandeira : qaem precisar aaouncie
por este Diario.________________________
CASI. DA FORTUNA
RA 1 DE MARCO OUTR'ORA DO
CRESPO N 23.
los 20:000^000.
0 abaixo asfipado tem sempre exposto vea-
la os felizes bilhetes do Rio de Janeiro, pagandt
promptamente, como costuma, aualqner premio.
PRESOS.
Inleiro 24/000
Meio 121009.
. Quarto 6*000..
Manoel Martins Finza.
Monteiro
Por 300,000jis.
Alaga-se ama casa na povoaclo do Monteiro: a
tratar na taberna do Sr. Nicolao Machado Freir,
no mesmo lugar
_,
Precisa se de urna ama pa-
ra todo o ser vico de ama ca
sa de doas pessoas : tratar
no largo do Arsenal de Guerra n. 3__________
^
O deposito do verdadeiro cemento de Porlland e
agora no armazem da bola amarella no oito da
secretaria da polica, garante-se que ntnguem
pode vender por menos que neste armazem :
qaem comprar de cinco barricas para cima ter
grande batimento, tambem se vende a retalho.
Ignacio da Silva Deir avisa a seus fregue-
zes e a quem mais possa interessar que segu pa-
ra Pernarabaco com boa tropa de burros e que
passar pelos lasares segatntes : Pilar, Castanha
Grande, Porto Calvo e E-cada : qaem pois qoiser
fazer compras peder eucontra-lo oa avisa-lo. Pe-
nedo 3 de dezembro de 1871.
ATTENCAO
D. Libania Emilia Cesar de Ai'Smquerqae, viava
do major Joaqaim de Albaqaerqae Meilo, pede i
todos as pes^oa; que tivessem tranjac^oes cora o
seu fallecido mando, de nada fazerem relativo as
mesnas traasacedes, sem com ella se enten derero
Reeife, 9 de dezembro de 1871.
AMA
Precisa-se de ama ama para casa
de pouea familia : a tratar oa roa da
Saudade n. 3o.
Aos Srs. cabellei eiros
As afamadas tezouras Pelleray para cortar
cabellos, vendem-se na ra Duque do Caxias n
115.
Aos Srs Dentistas
QuitaPercha, borracha para volcanete, massa
para chumbar dentes, e outros artigo?, para den-
tistas, veodem-se na roa Duque de Caxias n. lio.
Aos Srs. ourives o latotiros.
Bancos para tornear obras e outras ferramen-
tas para ourives : na ra Uujue de Caxias nu-
mero 115
AU
Aferipao
0 abaixo assignado partecipa aos Srs. negocian-
tes dos estabeleeimentos, sogeiles a este imposto,
qae anda nao aferiram, qne o praso para a dita
aferi-ao Qnda-se no da 30.do correte.
Recife, 18 de dezembro de 1871.
0 arrematante.
Miguel dos Santos Cosa Jnior.
Na praca da Iudependencia ns. I e 3
precisa se de ama ama para coziohir.
AMA
Alaga-se nm escravo, moco de boa figura e
padero : tratar na rna do Imperador n. 30, 3o
andar. .
Br.0r.&08 00 00000
0 Medico operador e par- Q
telro.
Dr. Francisco Jacrntho Pereira da Mot- 5J
la, a qualquer hora do dia ou da noite, fjx
n. 5, 1* andar, praca do Conde d'Ea, )Q
^ oalr'ora da Boa-Vista. T
9 CONSULTAS GRATIS AOS POBRES. 0
000 3000 *&0 0000
AMA DE LEITE.
Na rna da Penha o. 25,-1 andar, se dir quem
precisa de ama ama que tenba bom e abundante
leite.
um i op
Aos 5:00000O.
Bllhete* garaatidos da pro-
?inela.
Rna do Bamo da
Victoria,
Outr'ora ra Nova n. 63 e casat
do costume.
6 abaixo assignado acaba de vender entre o
seas muito felizes bilhetes a sirte de 300400G
em nm bilbete inteiro de n. 2740, alm de outras
sortes menores de 40JOO0 e 204000 da latera que
se acabou de extrahir (218), podeodo seos possui-
doras virern receber, que promptamente sero
O mesmo abaixo assignado convida ao respei-
-vel publico para virem ao seu estabelecimenh
iomprar os felizes bilhetes garantidos, que ni
deixar de tirar qualquer premio como prova peloi
naesmos annuncios.
Acham-se venda os maito felizes bilhetes ga
raatidos da 10a parte das loterias em beneficio da
santa casa da misericordia, que ser extrahida
o dia sabbado 23 do eorrenie mez.
PR-COS.^
Inteiro 6<000
raeios 3^000
Qaartoe 14 500
De iOOiOOO para cima.
Inteiro 54500
([ Mens 24750
Quartos 14375
Joo Joaqaim da Costa Leu.
Na roa eslreita do Rosario n 35 (-obrado)
torneee eotsedorias para (ora com aceio e promp-
aMie mandando-se levar em casa dos assignanles
Imoco dae 7 as t, jamar de 2 as 3, a a hora
qae se eonv* ncionar, a precos coaamodos e vare
dado as cernidas.
F-itor ou eriado
Offerecese um swrtugaei para feiter de a'pnm
sitio dentro oa (ira da provincia, o mesmo oftere-
ee-^e para criado no caso qae nao se arrome co-
mo feitor : A Iritar na ra das Crhrc? n. I.
- O Sr .Luir E. Sebmalz tem nm a caria para
ser-Ihe entregue em mo propria : na ra dV.Mar-
qDet de Ofenda, outr'ora da Cadea do Recife, loJ
n. ti.
TJnica casa neste genero
14-Roa Eslreita do Rosario-14
Compra e vende roupa feita
nova e velha, objectos de
cosinha e de mesa, e
tudo que perten-
JXtOJki
Rffi^n*!lS t^^t
COMPANHIA
DOS
TRILHOS URBANOS
do Recife a Olinda e Be-
beribe
Do i.* de Janeiro em diante as assignaturas se-
ro tomadas por um mez inteiro, e aos assigoantes
tica concedido o direito de *iajarem nos dias san-
tificados sem augmento dos precos estipulados para
os dias atis.
At o dia 5 de cada mez serio entregues os car-
loes de assignatura as pessoas qos tiverem pago,
mas nessa data Oca encerrada e distribuida pelos
conductores a li-ta dos assignames do mez.
Recife, 16 de dezembro de 1871.
O gerente,
G. R. Campillo.
Gompanliia dos trilitos urbanos do Recife
a Olioda e Beberibe.
Trens extraordinarios.
Na linha frrea de Olinda havero os seguinles
trens extrardinarios :
Dia 2i 11 e 12 horas da larde.
Dia 25 1, 2, 3, i e 5 horas da manha.
10, He 12 horas da tarde.
No ramal d Beberibe bavero tambem irens
extraordinarios em igual numen.
Os passageiros que qaizerem ter ingresso nos
ireos nos dias 24 e 25 devero manir se de bilhe-
tes para moslra-los ao eropregado, que se achar
oa porta da sahida oa sala de espera na estaca
do Itecife e na de Olioda.
Recife, 20 de dezembro de (871.
O gerente,
G. 11. Campello.
Aluga-se o andar terreo do sobradj
ra Imperial : a tralar no mesmo andar.
n. o
o da
s
ADV0GAD0
Dr. Joaquim Correa de Araujo g
67Roa do Imperador67
30,000 RS.
Na ra estreita do Rosario n. 35, primeiro an
dar, continua-se a fornecer almoco e jantar para
fra, com asseio e prompti lo, sendo para tres oo
quatro pes do para urna r por 40J, mandando-so levar em
casa do9 assignanles s hjras qae os raesmos Je
lerminareip._____________________________
Sitio para alugar
Alagase um bom -iiio na Capnngana rna oas
Pernan^biu-anas a. 66, dos hentiros do fallecido
Sanio* Coelh etm gradeamento e jardim na fren-
te, boa e grande casa de vvenda com 3 salas 6
quartos, cozinha lora, casa para feitor e pretos,
galinbeiro, tanques para banho, e lavagem de roa-
pa, cacimba com bomba, todo murado e muilo bem
plantado.de excellentes fructeiras: a tratar ua
ra do Mrquez fe Olinda, --rmazem n. C2.
Massa fallida de Magalh5es Irmos.
O administradores desta massa fallida pelo
presente convidara os credores a apresentarem no
praso de oito dias os seus talos para a classili-
cacao de que trata o an. 859 do cod. do com
Recife, 15 de dezembro de 1871. ______
Precisa-se
lw um hornera forro ou escravo para carregar
pao e bolacha na padana a ra da Mrquez do
Herval o. 9, e tambera precisa so de nm menin <
para um dos me inores estabelecimentos em Satto
Amaro de Jabaato : tralar na ra de S. Fran-
cisco o. 76.
Atlenco nova bolachinha americana nao in-
terior a inglesa: na padaria da ra dos Pires o
45. Na mesma fabricase pao e bolacha o melhur
possivel, de farinha especial, para mtlhor agradar
a seas fregaeie?._______^____________
AMA
andar.
Frecisa-se de ama ama : na rna
de Hurtas n. 66, sobrado de um
AMA
Prtcisa-se de ama muiher par*
tratar da urna menina de 2 annos, e
pooco servico de ama casa : a tra-
lar iiaruaiosGuar-rapj^sjLJL
Precisa-se de ama ama para cozi-
nhar em casa de poaca familia :
rna Velha n. 28, sobrado.
jg_ Precisa-se de urna ama livre ou escrava pa-
ra u servico de ama casa de poaca familia : na
roa do Mrquez do Herval, antiga ra da Concor-
dia, sobrado de um andar contiguo a nma pada-
ria. Nao se diz o numero porque a roa nao est
numerada.
Precisa-se1 alngr uma.ama trra
do Cabog n. S B.
na ras
Caa em Olinda.
Anla est para alugar a casa terrea n. 3 da
Ladeira da Misericordia, com 3 sallas, cmeo quar-
tos, lerraco na frente e atrax, cosinha fra e bom
quintal, muito fresca, excelleote visia pela frente,
e para o mar peU parte de trat, maito commoda
para os baoho< salgados, por Uear ao p da ra
do Bomlru em direccio aos mesroos : i tralar na
rna do Cabog o. 16, 2* andar.
COZI-VHEIKA
Na roa da Cadeia n. 51, loja, precisa-se de nma
fcoa cogfnbeir, pa?a-?e bem.
Nj principio da estrada dos A-l-c-
ios, sitio n. 33, precsa-se de urna
Of Iher qne engomoie eom perfrlfio,
> e paga-se bem.
AMA
Do l'de janeircem diante o preco dos trens
especiaes ser regulado como autorisa o arligo 37
do regulamenio do governo de 21 de jnnho de
1870. As pessoas qae quizerem alugar trens es-
peciaes devero fazer a reqnisico na estacao d"
Recife, das 6 horas da manha at as 6 da tarde, e
sempre cora antecedencia de 2 horas pelo menos.
0 preco de um trem especial:
Do Becife a Olinda ou Beberibe-365000.
Do Recife Eocrujlhada26*000
Sendo a partida das 8 horas da nolld at as 5
da maobaa os precos sero :
Para Olinda ou Beberibe-444000.
Para a Enernzilhada-294000.
Recife 22 de dezembro de 1971.
O gerente,
Q. R. Campello.
D rsula Cordolina da Rocba Almeida,
vend) publicado no Diario de boje o an-
noD.'io do seu ex-associado Jos do Reg
Borges. commumea ao publico que em
vi-ta rio balanfo organisado por elle, era-
Ihe iropossivel a aceitadlo do meio propos-
to, \isto que esse balando, deveodo ter por
base e-sencial os locros da dDtiga socieda-
de, que ti vera Borges com eu finado ma-
rido, cujng lucros f' rmavam o seu capital
commanditano conlormemente ao contrati
social, abstrabio d'isto o Sr. Borges, e for-
mn um balanfo, em que a annunciantt)
ainda era devedora, alm do capital, da
quantia de ri 3:11U 972 e isto depois do
oppor-se t-xbibtc-o dos livroa para liqui-
dafo d'a'iuella extiaela sociedade com seu
marido, da qual acara elle eocarregado, e
sam que mostrasse haver cumpri lo as clau-
sulas do seu contracto com o tinado marido
da annnnciante.
Qaamo a encarregar-se da liqnidar;3o da
socielade. a annon iante pasaa a requerer
em jnizo o que for a hem seu e de eus
01 boa.
Recife, 16 de dezembro de 1871.
0
D.
I
Mariana Carolina i.oho
Corte Real.
Travessa da rna da Palba o. 205,
2o indi-r.
(USA PARTICULAR)
P le admitur em sna casa, a qaal ol*
ferece as melbores condiedes de confor-
M tavel bospedagem, por preco mdico, al-
'J aamas oessoas oa
^
0
gamas pessoa
qne prelendam demorar se em Lsba,
a passeio, oa por mole-lia : para in< r
mandes, qneiram dertgirse roa Primei
ro de marg >, ( antiga do Crespo ) n. 19,
loja de fazenda* dos Srs. los dos Siot s
Neves & Irmo, em Pernarabaco.


i
0
M
ATTENCAO
?ende-se por barato preco nma propriedade a
-argem da eamba dos llemedios, fazendo-se
oda vaotsgem ao comprador, recebende-se parte
sm dinhetro e parte em letras ou objectos de
i rompa venda ; coja propriedade conim urna
grande olaria de peora e cal que tutra 16,000
ti jlos de al venara grossa e (orno qne comporta
25,000, com mais nm forno e lastro para fazer-se
telhas, ladrilhos. canos e tonca, cora exeelleme
barro para qnalqner obra, eom doas excellentes
iveiros de peixe e cora casa de rifen la par
grande familia, torna-se reccmicendavel pnr pas-
aar perto a linha dos bonds : as pessoas que pre-
tenderem drjara-se dita propriedade a eotender-
e com o car-itio Delflm Lia Cavalcante Pessi-a.
Pede-se ao Sr, Hesriques Das ao Freas
que i psgar os alague da caa em que raorou,
sita roa dos Coelrws n. 8.
Alaga-se a casa o. 23 Ja rna do Conde da
Boa-Visu, outr'ora Formasa, sendo o pavimento
terrpf, I* andar e ?ot>, tudo com muito ons
commodos: qaem pretender dirija-* pra^a do
Corno Santo n. 6.________.________________
Prcisa-se de nm oom cniinher j : no Res-
anrant Santa Isabel, ra da Florentina o. i

*,
~


{"H j Icario dt Periuunbaco Sabbado 23 de Dozembro d 1871.
r

ELEGANTE
Ra estreita do Rosario n. 1
ALTA NOVIDADE
Recebidas pelo vapor francez Gironde
Liadas chapellinas de seda para senhoras, chapeos de palha de Iulia e do seda,
coosa moderna, ricos eneites de blond e flores para c-befa, pentes modreos pira co-
que, riquiiimas gaaroi(5di de fuulard da China para cabeca e peito das senhoras,
bellas gravatmhas para senhoras cousa mais lioda possivel, completo sortimeato de
lindissiam flores, sipos de flores de larangeira para eofeite de vestidos, ricas grioaldas
coa veos para casamento, leques Gaos de osso, sndalo o madeira, veos de bien; para
noivas, esplendido sortimenlo de galS de seda, franja, fita de setim, de veludo e de
grosdenaple de sedas e de todas as cores, bicos de blond branc e preto, elear\tes
aspartilhos de ama s peca, aspas de ac/> para os mesmos, bonitos chapeos de S)l de
feda pretos e de cores para seoiioras, lavas de pellica de todas as cores e da melh >r
qne tem vindo ao mercado, fivelas de madreperola para cabeca e pulseiras, boarnon e
pelerinas de laa e seda, c ata propria p ra as pessoaa que esto nos arrabal Je?, voltas
pretas a bencitou c >m cassoleta e cruz, nltima moda.
Perfumaras
O Moxeo Elegante acha-se prvido de grande sortimeato de perfumaras, inglezas
6 francezas. e recommmenJa aos apreciadores deste artigo o aprecia ve! perfume GRAN-
DE DUQUEZA FENO II
Botinas para crianzas
No Muzeo Elegaute vende-se botinas para cranos 3/IOOO o par, fazenda qne
em oulra qoalquer parte vendem por 4$000.
Foupar dinheiro
No Mazeo Elegante esti se vendendo camisas de linho para horaeos, de 00W00
por 47^000 e de 700000 por 555000. a ellas antes qne se acaben, chapeos de
sold seda piragon consa moderna 14(5000. 160000 e 180000. bngalas de
cana com castSo de marfim, bengalas de baleia e ontras mui'as por precos baratissimos.
Ouro a imitapo para pasear a festa.
Os amantes da elegancia encontrarlo no Mnzeo Elegante modernas cadeias de
ouro a imitacao pelo preco de i$, 35 e W.
Grande Enconomia
Qoem for amanta da economa apareja no Mozeo Elegante, pois est vandendo
talberes finos- de balanco com um cravo no cabo 40300, ditas melbores 5iJ0OO fa-
zenda esta qne niDgoem pode vender por menos de 60 60300 a dazia, temo de
bandeijas finas 150000 rs., ditas marchetadas de madreperola 180000 e outros
maitos artigos qne os proprielarios do Mozeo Elegante esto r esolvidos a vender bara-
to por ser fim de anno.
Ra estreita do Rozario n. 1.
DE
___________FERREIRfl MaRTINS & C.___________
LEONARDO KifHN
Primeiro introductor dos pocos tu-
bulares da Abyssinia em Per-
nambuco.
Acaba-se de receber, a presos milito re-
duzidos, nova remessa desses execellenUs e ele-
gantes petos, cujas vantagens j bem conbecidas pe-
la prompta e abundante quaniidade d'agna qne dio,
fazem-se recommendaveis aos Srs. empreiteiroa de
obras, para os estabelecimentos fabris, iodostriaes e
ou!ros, pella fcil collocac5o e remocho, Unto dentro
como fora dos edificio?. E les se prestara igual-
mente nos quattos e casas de banhos pela cmate-
didade do sm asentamento e pouco espado qae oc-
cnpam, e grande economa da despeza que se teria,
pelo oncannameiito e consumo, com a companhia d
Beberibe.
Es.es po(;os tambem hubstttuem
completamente as bombas dentro das
av'J
53 na roa logotU, ojo-
Aluga-se casa
derna, com com modos para familia : a tratar na
ra do Mondego, sitio do poni o. 63, as H horai
da mantea e as 5 da tarie,_______.
Aluga se n andar e sotio da casa n. 7 i
roa de Lomas Valentinas, amiga roa de Aguas-
Verde, pintada e forrada a papel: a tratar na
roa Duque de Caxias n. 53. _________ .
Cdese para pastar festa por mdica qoan-
tia ama casa muito frese com 1 salsa, 5 qoartos.
eozinha, copia e cacimba; em Sanl'Aona : a tratar
no largo do Panizo n. ti, 8* andar.
Aluga-se o segundo andar de sobrado sito
roa Duque de Caxias n. 9, i tratar na praca
da Independencia n. 19 e II, loja de chapeos.
Joaquim Jos Gonpal-
ves Beltrao
Roa do Trapiche n, 5, I* andar.
Saeca por lodos os paquetes sobre o banco di
luho, em Braga, sobre os segnintea lagares
ortngal
Lisboa. Porto. u i.
Valeuca. -_ taimara*!, Goimbra. Chaves.
Viseo.
Villa do Conde.
Arcos de Val de Vea, Vianua do Castello.
Ponte do Lima.
Villa Real.
Villa-Nova de Famlica...
Umego.
LmSoC -
Covilhla.
Vascal (Valpasso).
Mirandeila.
Beja.
Rareello*.
Mudanza
Antonio S cuodino do Monte participa aos seas
numerosos amigos e fregoezes qne mndoo o sen
estabelecimento'de cabelleireiro e barbeiro, sito
rur estreita do Rosario n. 10, para o primeiro an-
dar n 4 da mesma roa. Espera merecer dos
mesmos seus amigos e fregoezes a sos valiosa
coadjn vacio.
Couserta-se m&chioas para
costura,
de qualquer autor por um machiaista nor-
te-americano ba pouco ebegado em
Casa deChapman
Ra do Imperador n. 45.

Os Srs. Jos Francisco Ribeiro de Sou-
za e Dr. Francisco J#s Rabello, o 1 pro-
prietario do collegio de Santo Amaro e o
2o propr ielario de um oniro col egio, s3o
rogados a mandarem a esta typographia a
negocio de interesse.
Companhia Peniambucana.
Os credores bem como os devedores desta em-
preza sao rogados a vir aeldar sua, contas at o
di 31 do corrate.
Pamambaco Si de deierabro de 1874.
O gerenteF. P Borges.

Thomu J. de Gusroo e Pedro C. Beltrao oonvi
Branflao Jnior para onvirem algamas missas que,
por soa alma, mandam eelebrar no dia 46 do an-
dante, as 7 boras da manhia, na igreja do Ampa-
ro de Olila.
Attenpo
Chaves Filho 4 C. e o Viseoode de Gandarinba e
Pinto Leite S ibriobos, de Londres, liquidaram
ainigavelincnte as contas que tinbam entre si por
c inveneno a signad h^je.{K de aeeordo com ella
os segundos se dio per pages e satlsfeitos de lo-
dos os dbitos dos prmeiros e assigoaram a pre-
sente declararlo eonjnnctamente com estes, para
elles poderem fuer o aso della qae Ihes convier.
Babia 4 de dezembro de 1871.Como procura-
dor do Visconde de Gandarmha e de Pinto Leite &
Sotiriohos.Aurelio Pinto Leite, Chaves Filho &
Companhia.
moF m Precisa-se de um ama que faja
imlTM/m todo o servico : na roa da Madre
de Dos n. 34
Precisa so alogar dons escravos, assim como
tambem preeisa-se de um carroceiro : a tratar na
Boa-vista, roa do Socego n. 27, ou na livraria Uni-
versaL_____________________________________
Precisa-se de ora caixeiro que tenha 14 an-
nos de ilade e d fiador de sua conducta, para ta-
berna : na ra do Bangel n. 53.
COMPRAS.
Compra-se ama earroca e arreios para um
cavallo, todo em bom estado : na roa da Senzalla
Nova o. 30.
VrNDAS.
Vende-se um terreno aterrado e com vivei-
ro, com 150 palmos de frente, na estrada velba de
Saoto Amaro das Salinas : a tratar no mesmo la-
gar com Ricardo da Silva.___________________
Companhia Allianpa
DE
seguros maritimos estabelecida
na Baha em 15 de Janeiro
de 1870.
CAPfTAL..Rs. 5,000:000*000.
Toma segaro da mercadohas e dinheiro a risa
narkimo coi navios de velia e vapores para den-
tu e fon do imperto. Agencia a roa do Com-
^"2io n 5, escritorio Je Joaqnim los Gon-
:a!vs Rel'rao.
~i- X Precisa-se de ama ama pa-
\^5k\^bX ra lavar, cozinhar e comprar
u \SL\ \Ba,' para casa de familia de daas
pesioas, prelere-se escrava : a tratar na travessa
da aladre de Dos _n.lt, armazem._____________
No deposito da ra de Santo Amaro o, 6.
Cacimbas fetas, distinguilldo-se del-brec.'5ase de m "ixeiro de 12 a lo annos, com
J 1-1 pratica ou s^m ella.
las pela sua elegancia, solidez e quan-
tidade dagua que fornecem,
So se recebe o pagamento de-
pois de collocados e que fuaccionem
a comento des compradores.
Para encommendas e iaais esci&re-
cimentos trata-se na loja do senhof f.
X Germnn, ra Nova n. 21, e na
officina de metaes do seuhor paulo
jos da silva freir, no largo da
Concordia n. 7.
Precisa se de moa ama para cozinhar e com-
prar em casa le putea familia : na ra da Cam-
bija do Carrrn n. 11 ; prefere-se e-crava.
gusta 2.
1'. i-,1-~e de urna ama pa
ra t' cervieo de urna casa de
potica familia : na ra Au
Com o publico em ge al
Objectos para lato I t
Brinco?, polcerss, broches, meios adere?o!
cruzes, cassoletas e moldes inteiramente novo?
acaba de recebtr Nova Espennca a ra Daqu
de Caxias o. 63... a elles....
E' sempre assim
A Nova Esperanza... jamis acaba de recebe,
novidades I agora mesmo, recebe tantas qne nao
sabe dellas qual aonnneie I porm empre deela
ra as segointes para scicncia de algoe.
Medaihoes de madreperola para voltas, cmzei
pa o mesmo fim, bonitas eaixiobas v azi as de
papelan, modernos adarecns de madreperola, de-
licadas correntes de plaqn, lindos enchovses para
baptisados e cbapeusinbos para e mesmo lim, bem
como deste nltimo artigo receben cousa muito es-
pecial de seda copa alia, uu velludo para seubcras,
leserever mais massame....
A. revalesciere du Barry de
Londres
Toda doenca cede a Revalesciere du Barry
qae d sade, energa, appctite, digestao e des
canso. Ella cura as dispepsias, gastrites, humo-
res, acidez pituita, flato, enjps, vmitos depois
da comida e gravidez, con tipa^Ses.t) astlima,
affec(5es pulmonares, bexiga, flga/ erebro e
sangae ; 60,000 caras, inclaiado raunas dellas nc
Brasil.
A revalesciere chocolatada da Barry
em p,
Delicioso alimento para almoQo e ceia, mnitc
nutritivo, fortificando os ervos do estomago sen
causar o menor peso nem dor de cabeca, nem ir
ritacao.
nico deposito para o Brasil era Pernambnct
na pharmacia americana e t'erreira M.iia & C
ra do Duque de Caxias u. 37. (TodotJ*d(
tom as falsificacdes.)
Pereira da Cunta Irmitos
Ra da Cadeia do Recife N. 21
VENDEM:
Vaquetas para carros.
Bezerros de lustre e graixa.
Ago da Suecia.
F..|has de;zinco para latoeiro?.
Cimento Ponan!.
Potassa da Rassia.
Alcatrao da Suecia.
Pixe dito.
No Muzo Elegante veude-se tinta rxa extra-
Ona, a mellur que tem apparecido at hoje, a
l200 a botija ; a ella, antes que se acabe : na
ra estreita do Itosano n. I.
A ra do Commer:io n. 10, escripto- ^
rio de Jos Joaqairn da Costa Mnia, en- '
contra-se para vender por commods p
pregos : iij
Azulejos hespanhes.
Folhas de ferro galvanizado para telha- Si
do de diversos tamanhos.
Ditas de dito dito lizas.
Bicas de trro galvanizado. H
Cumieiras dito. A
Portadas completas para cantara.
Ladnlhos. 'M
mmmmwmmmm^
.101LS
Jos do Sonza Soares A i:., vendem em en Ka-
tar ra do D iro da Victoria n. 30, um especial
lortimtnto de jolas de ouro p ir resumido preco?.
Reeomoieniama-las o bfllo sexo pernambneano.
ror um coato de ris
Vende-se urna casa reedili^ada de novo, com o
:erreno que tem 2<'0 palm s de frente e 300 de
ronde com alpons |rvwrius, -6 o terreno vale o
unco prrqoanto se vpode na entrada de Agoa-
Pria : tratar na ra larga do Rosario, fabrica
de cigarros o. 14. &
!
FOLHINHAS
PAUA
0 AM\0 DE 1872
Aluja ;e utn escravo qu-j serva para com-
pras, mandados e qualquer ssrvl-e leve -. na roa
Direita n. i57, das 6 a* 9 da manhaa.__________
A luga*-se
utRa Tcelente casa com grandes accommodacoes
e*tem per4o do rio, no Poco dafan'lla : a tratar
na rita do Livraraento n. 30.
Machinas de costara.
Ohegaram ao Bazar Universal da roa
Nova n. '2-1, um sortimeato dej machinas
para costara, das melbores qaahdades que
existe Da america, das quae muitas ja sao
bem coDhecidvs pelos seus autores. Peora'1
sejaoi: Weller & Wilson, Grover & Boka,
Silenciosas, Weed e Impenaes e oulras
muitas que cem a vista de ve rao agradar aos
compradores.
Estas machinas tem a vantagem de fazer
o trar.alho que triuta costureiras podara
fazer diariamente e cozem com tama per-
fricSo como a< mats pereitas costoreiras.
Garanle-se a sua boa qualidade e ensina-se
a trabalhar com perftifaoem meaos de urna
hora, e < s presos so to commodos qu
deven apradar aos preteodentes,
As festividales sao indicadas para o bispado de
Pernavrbuco. As horas das mares, o nascer do
sol, eclipce?, etc. (60 pap.), fio exa'-tsmenle cal-
coladas para Pernambuco : lndicai;oes estas, que
nao se encontrara as folninbaj impressas no>' >
de laneiro.
O PKEgO E' DE 400 RS. CADA
CoQilam das segointes variedades .
ANEDOTICA
Consta de cincoenta ancdotas inditas, (Ilustra
das com numerosas estampas.
COMMEHCIAL
GUERRA !'R\NCO-I'RSSIANA
GUERRA DO PARAGUAY
RELIGIOSA
FOLHIilHA DE
Rs. 160
Urna folha conteni a Mhicuai o kalendario.
Kival yem .^egundo
Ra Duque rfe Caxias n. 91
Jos iie Aze^eln Maia eSilva, em sua lo*
j ade miode'at colica a vender todo
por baratos frec's qae? todos admira :
Libra de I3a para bordar a melbor
qne ha. 6|J000
Gaixas com superiores grarnpos rau-
cezes a
Duzias de facas e garios de um e
dous boiSes a
Talberes pare meninos a 210 e
Libras de linba de nove lio, a melbor
possivel.
Duzia de lencos de car.?a com barra.
Caixas de lionas com 'O oovellos a
Vara de franja brinca para toalbas
Donas de me as cruas muito oas a
Duzias tle mtias linas para senho-
ras a
Na >albas muito fin.s, para fazer a
barba a
Caixas com peonas te ac cem to-
que a
Cadias com peanas de Perry fazen-
da fina a
Ditas de dita dito verdadeirat a
Caixas com caderaos pa,el ami-
zade a
Pecas de fita psra coz cm 10
varas a
Pegas de tranca lisa de todas as
cores a
Duzias de liaba fronxa (iara bordar
a 400 e
Pares de sapatos de tranca a
Duzias de baralbos muitu finos a
2,5400 e
Ditar; de ag'has para machina a
Resmas de pape! alcr-aco superii r a
Ditas de dito panado o mtlhcr a
Carrleis de Mola Aexaodre ?
Gravitas do cores moilu fi:as a
Ditas pretas puntas bordadas a
Grosas para camisa a
NovelW deliRhs br?ma, 00 jardas
Duzia de carines -.'e llnha branca c
preta t de cores a
Thesouras muito ticas para urhas
e costura a
Caixas redondas para bctai rap a
Caixas com pos para lianar denles
f.-zeuda iiM a
Livro das mtssoes abreviadas a
Macos de paitos para denles o
melbor que ha a
160
45000
400
1*500
1)9000
500
160
36500
40000
15000
320
800
15200
709
500
40
500
158CO
2.SO0
25000
35600
?5C00
ICO
SCO
600
500
6S
120
5<*
I5i00
200
15500
160
iVa
h1U/=|I
I
id
s
X
o

P'il'H
Na rna do Mrquez de Olinda, antipa da Cadfia,
9. 4, S*9ir.
Nest i typographia s.e
dir quem precisa aluga r
um preto de -raHa idade.
Ahiga-se
O segando andir do sobrado da rna do ?ario
n. O : tratar na roa do Amorim n. 37.
Pre;i>a-se de ama preta de mtia
i iade que saiba cozinhar e comprar :
na ra Velha n. 416.
AMA
'Jeree* se daas amas com bom e abundan-
te lu. : na na da Corriuina b. 21, taberna.
riado
Preiiseae da um criado
xia* n. O, I" inrk'.r.
'&a ra Duque do Ca-
v%v
PreciM-se de urna amafia
ra casa de ronca (amida : a
irxiar na ra da Palma n. 4.
AVISO.
CAMIM1A
A &000 r^apee.
Cambraia tr?n?parente com 10 jardas a 3000
a peca, pecMocba : na rna do Crespo a. 90, toja
de Guiftierme Carneiro da Cunha.
AVAR14D0.
Caitas finas escuras com toque de a-varia a 6
e 11 rs. a peca ou SOd rs. o covado : na raa 1*
de Marco n. 20, loja de Gutlherme Carneiro da
Cuna*.
Ou memento diario para 1872.
Um bonito volume encadernado pe* nu-dicc
pre^o de
Rs. 2^000
O.m mcia folha em branco pira cada d Jo
anno.
Livraria frauceza
UM DO MRQUEZ DE OLINDA N49
E. A. De'otiche acaba de recebtr um
grande sortmenlo de o<;ulos e pincenfz di
ludas as quadades, e viuros de todas
uumeracoes.
Ni mesma ca?a tem graude snt mente-
de relogios de todas asquald;des que ven-
deco-se muito baratos.__________________
_ ;j,., e-ciin..ri-i >i- \' e Cerreira da i; -:a
unto ao arco di C i ce fio. vnde-se o seguinte :
v i* ,'!::< \ i ] -i.- ;: --'i: ilni U IS|t3, lt'|IV,
!7|l.'i, 19,li '. 23,15, camas 'te frrro c<-iu esiradi
de pahiu'ba. de \.Am* .*< hrgura.de gf^to ino-
derno, lavr.t ri-a .!e : rro i-.nu e*flho bldese
rezailor"._________
Azeitonas
Vende-
o. 54.
a t a ancorea : ua ra do Amorim
PAR4 \0lV4DirS.
Besitos porta buquets.
Lmlissiraos ieques de madreperola motees in-
leiraawnte aovos.
Cortinados bordados.
Camisas bordadas para hornero,
Ftsas meias de seda para sentara,
A Nova frperap^a quem tem I I 1
&ESAPPAkBtM AS SARDAS
A Kova Eaperanca a ra do Cuque de Caxias
n. 63, acaba de recetar o'bem conhecido lene
de roaa branca, e lamben*leite virginal, os quaes
fatem desaupurecer as sardas on nannos._______
Ual nova
chegada recetitemente de Lisboa no patacho
portngoez Jos ; tem pan vender Joa
A caaa4a ra Aus a, anauneiad para <*
alUKad.aao t.-ro a o. 53 >ii o de 177 : a tr?--
taraiu.doM.nd^o. suij do portio u. <3 .^.quim Ja^^uc-lves lelaSp, no sen es-
11 tora** mnu e as 5 da tM-de. --.-.j-. I r-iim., n i
li
i esi
.Na ra 4o Cibuga n. o,
..iilar, per Hma da leja de
cera, precisa se de urna ama
'ara anlar com urna crianc*.
^%'^
Attenpo.
JSa ra Dieu n. 3:1, preciia-se fallar ao Sr.
iMjum Fraseiiico da -Silva Pinhn, t negocio qae
ae i he deve er sirantw.
<}uem preotear de un admini-^rador p*ra
eogenho, ou de am profeMor de primeiras letras
parafrada eidata, indique por carta nena ty-
pograpltia derifida a Joan Mirioln Palcln n Inga'
e hora era que poder Ser pracorado pelo anoun-
ciante, (toe d fiador i mi caoducta.
cripliTtn rna do Corantercio o. 5
"Noridadec para a
festa
Oegaram leja de miudeus e encado, deoo-
mHudao Mercurio rna da Imperatriz n. 86,
uoompleto sortknento de grioaldas de flore.',
t'waa de pellica de J >uvin. franjise gaidee de seda
1 de lindos so-iop, neias iogleia para seoboras,
difae aara horneas e meninos, grande sortnenio
de peramarM e fteoa franeezee de todos os ta-
matios para ireninoo e antros oitos obfecto;
mo se vende por meaos do qne ooira parle.
-j
OVfHIFOGO.
A cciflpanbia Indemnisadora, etabdi<
iesta DWi*, toma seguros martimos sobrf
ia< ios e sfcuf carregamentoa e o
eriificHi, uj readori* a mobilia*: n
raa lo Vidri n. Vpavimenw terreo.
Manoel Timares da Costa ftiheirg, tendo rondado
seos esiabeleciawQlos da raa do Viseonde de
iahauma ( amiga do Rangel u 39 e 41 ) para a
mesma ra a. 37, e tendo fc*to completa reforma
a t4 ntvn tsutatocimeati', a^rsafc seus fre-
guezes a ao palico qae tem toioado a resol utao
Je vender b?rato par vender muito sujos prec/s
sai) os seguinte' : ami-odoae de casca molla a 500
ris a libra, avelis a UO, de 8 libca# para cima
tem greod batimento, vinlio de B.irdeaux a 6
a duzia e .160 r*. a garraf.'. *ervej4 Lia, dita No-
ruega, viohos Figacira, Li.-i'ia Porto, djto en-
_ asrraiad'1, qunijos do ultimo va.ior. doce de goia-
'v-v.* I .' 6a, pasi'a, figos, bozj ontio .nntos gfneros
que ge fleixa J m-nafinar, ^''., W." Proea ^m-
l'Al 03 r<43 Camisas inglezas
A leja dos Arcos a ra Primeiro de Mareo, ou-
tr'ora do Crespo n. 20 A, vende as segaintes pe-
chioehas.
Camisas inglezas de setenta mil rs a duzia
WJ0C0.
Laas com meseta de seda a iOO.
Dito de cuadros a 160.
Cambraia ranea fina de 6 a 3*.
Damasco de la com 9 palmos de largura a
um____________
4
A
Cortee de nansne a 4#000 ra. pe;hio'-ha : na
rtu do Greepu n. 30, loja de Guilherme Ctceirc
da Cunha.__________________________________
Para cobertas de carros
Wode-se *a<|netas da laftro e ciuros grandes
de tnstro para guarda lamas: ua ra do Pari
da Victoria n. 1 por menos do que eia jui.'a
qua+qoer paKf. ____________ ___
4O0O
B' vira es moinos
A Nova ESsp-raoca a ra Doqm de Caxias o.
63, acaba di rect-ber os engragaiios boa'eos di
borracha, a Um linio presente
A Nova Eppranea rui Daina de Cuias n
63, receben n'in liad i sorluneato de objertos intei-
ramente nevos pr.'pri-'s para prtsi-ntes._________
(Juerem asfest^s ?
A N va E-perac.a a ra Duque de G-.x;as o.
63, est nsolvida a dar as festas aos seus fregue-
zeselanbem a. s <'Je nao fio a lim de se alis-
tar m, p.le que nao deixem tod>s tara o
dia par uo ..aver atropello, quem n> o/i.Te'a
as etis dadas pela Nova Esperan, i a ra Duque
de Csxias n. 63 I I
Apuarecara para terem nma dillirecci no? pre-
eos de 20'()|0 e isla 'era o c.impriuiento da pro-
linean acuna, nao se cancero, a Nova E9peraE$i
generosa I I_____________________________-
sitkngoo.
Vende se urna casa terrea rna d) Viscond-1 db
floyanoa,hapotre reedificada: a iralar na. roa
do tvatpu i. 16, in^nr.
' Veude-se un sitio no Arraial junio -. la ri;;
Hairec-nia. cnmras^ : tratar n<> iiipwk.
Veno-.e toas ierras na estrada iu Fundao
com foiohentos palmos de lando, trra d" barro.
boa jura planla^ues, peno de oaahn e da esta
cao : i tratar com Jos Machado cifrador no mes-
mo IrJgw.
az.
Vende-ee ga. lata* com irtrneira- a 7_.000 e
360 rs. a garraia : na rna do Kaflget o. 37.
_ fj Nov. tfival a ra Direiia n. H6 ae receber limlos aderecos encarnado ioutaado a co-
ral, proprios para o tem o presente
Amendoua-
Para partida?, J><.i!es. s jire?, e
para assistir a casa man-
tos, ele,
Os mais lindos vestidos de grenadine de seda ou
gasa de sed< com stras as.etioada>. fazenda su-
perior e do melhor gosto, e qne tan Rio de Janein
tem a primasia a quilqu jr < '.ira fazenda para o
.in- cima inuieados.
O'Hiilos t bem preparados corte? de vertidos de
Wcode de iedi bjrdado.ecom todos os pariateri
para noivas.
Lindas colchas grandes de seda e la malisalar,
o floe pie haver de melhor gost
Bellas fronhas de lahynntbo j promps, em
temos de quatro frooh.s do diur taraaob}'.
Estaa e oatras rqttlt* fizendas se vendem a
procos commodos : na Fragua Amazonas.
Venia ae urna taberna com poneos laidos
propr;* ,jra prineipiaute, ra do Soseg no-
mer^SJ ^ -_________________
Vcr'p.se u/nTi"tr>ao cjd 34 palmo* fie
fren! e p_ SM de f^d-1 ^ado e liiopo, oo
P..|t>d,. Madeira, c Ortfib? : Q_ fQ. do r--c-
eretri ( i
Vende-se amcudoas da Ci fuuie a 440 .> li-
bra, e avelae? *.' ]'.b' : i\ ru* do Hangel
mum
Ja ir.o sedi^o o c os qne qnertiii f.zer conhecer do sus estabele-
..en!. por rnein f pnmpon innuneio?. que
com i.-*tiio raaio re arred-m tu Mlerel das
massadas com que nos mimoseam os taes snnun-
ciantes.
O Campos da raa do Imperador numero 28,
se qoizesse seguir essa retina antiga de fazer es-
tampar n-s jornas mais li o*. annuncios bombas-
ticos pre:edid s de ttulos garrafaes para melbor
chamara atteatifftte respelia7el publico; rruito
tena que auer a re.-peito de sen bem c arnazem de vveres uto rus do ImperadcT n.
8. Diria por exeinpio: m n) sen aimzer_
tem eonslaatemente. presamos para Hambre e oa-
ra paoeila, raiames de Lion, qneijes de divorsas
aslidides, lingn^.ts e chouricas, ovas de cama-
rupim, conservas ingieras e fraoceza?, vlnhos c!d '
Porto e da Figueira inprrnr, licores tino, bol-'
cbi-iha.', cha oparl r vf rde e preto e entro mui*
ios ar.igos que o preprios p;ra mw, dispensa e
co.inha. Has Lo.
0 Campos so e sor_ente avia ao resp.avel pu-
blico desta cidade e seui subnrbios, qae em raso
de e"e feito do seu armazem ura centro de lude que
nos grato ao paladar e para qae ninguem dn-
vide do qne iima >e tem dito
Pede-se ama visita a roa do Imperador a. 28,
arma cero do Campos.
Venie-se
..
0 ": v I da Passagim. fronte do Sr. rroio
tar ni raa D reita o. 35, taberna.

atra-


TH1rtkit de Petflmwito. Silbado^W'B&eftM^ 1871.
BRINDE REO'JCCO EM PRECOS DE
FAZKNDAS
NA
LOJA DO GYSNE
DE
FIGUEIREDO ft LOPES.
4 ii!.t m \mumi \ u
fcpropriptarios di l fw*ef*f dt mais emplea soi timento de lazeaJaj finas a precos redazidos, adver-
tt **tJtzj.r tiesos c mprinisso, ms obrigaro a semelbiates reduccoes. Avisamos aos
ftarasies lo mtto q le costniumi comprar em menorwcala, qje naata ctsa eocoo-
trir scern ule e maior coroiuodidade nos precos.
LilScom safa* lindo3 padio a S20 PENTEAD0RE3 bordados pitra seahora
ra. cura k>. aebiaoha. pelo barato preeo de 4500.
OiTiS, barer**, liiuhs cores a 3-0 rs. COLXA5 di fostfo de cor, moito gran
e*ii, pechioclu. das pelo baratissimo prego do 5*000 para
acacar.
CAMISAS para horneas a 20300. Ditas
a 2-5300 al 40500. D.tas bordadas para
borne.is a 6(5000 8j000 e 40*000 cada
ama.
CAMBBAIA com salptcos a 5500, pe-
chincha.
CAMISAS para mentios de todas as
dales.
CHALES cbinezes com modernos padi5es
rnuito pr-prios para senborai hones-
tas. Dil-is de merino lisos a 2^500. Di-
tos ditos estampidos moito finas a 5*000.
-Ditos ilemetia) al* OQ.
*#3W, 5*000..... LUVAS D3 pgLLICA frescas (!e Jovin a
8 1/z varas. Ditas 3.^
LAS finas com tecido de hr&ga para
acabar 3t>0 rs. o covado.
BOLSAS para viag^ns a **500
TAPETES de diversos tamauliTS para
gnaraiclo de sala.
PARA LUTO.
Alpacas, merinos, cantSes. princetas,
camhraias, chitas e muitis cetras fazen-
>1as.
PARA HOMESS
CASEMIBAS finas com bonitos oadroes
a 90000, 00500 e 4*800o corte.
ROUPA FEITA
Por baratsimo prego inclusive
e lar-
ALPACAS lisas coso lindas cores
g< IMrs. o covado; pectiincha.
MKR!\> bss cores diversas e largos a
4W r. o envadf). pecbincha.
ALPACAS L\ Vil ADAS muito modernas
e fian a 700 rs. o covado, pch n'ha.
DITAS IMITAS moito modernas e finas a
fcX rs.o Covado.
L\S COM SEDA, lindos padies qne
stm ortf-is foram i 1*200, hoje vendemos
por 8U> rs. o covado para acabar.
CAMSIUIAS -transparentes finas a 3 J500
& pee* enuti 1/2 varas, pechincha. D-
t Virim* a 40 0,
Si-W e 7f000 com
trpir.vitr's com dons c rtes un 17 varas (
p- ((*i"G. Uii s decoros muito lili-
l.** ftt'i a 4'tJ, 500 e 560 rs. o UJt-
tfrt. '
sjfcUft B0!Kr)VDVS a 4&30'). fiJOO.S
6 UJjst. UiUS ckj.pregas taulo ti as
3 3J8llI I
MLdKS UK \RCOS a \ !iOB para acabar
' i> c-.iik !ii I) : i: un .ai.* n babado b.ir-
ti*l> << 11 I ,. ] )S UoOI.
Ff) le ti U i. to e bramo de superior
quitiaiJe.
ATO LilADUS Uso beatos uliianmen-,
l-t Mus hados (1) Ifdbu mnito supe.-ior por
nt'.'rt' ^uoftn oiil a qu:ilijiir parle.
<\* xUoln e.m bootto despulios a
avara.
Ditos
sipeno-
|res sobrecasacos da panno fino a 200000.
! IS
10800 pechnlia.
Tambem temos um exce'l nte alfai; te qee
se eucarrega de fazer qnalqner peca de
! obra ao gosto do fregnez.
para par- !.. POPELINAS.-Temos o ai completo sor
* tmenlo tanto era xadrez como com palmi-
nhas e por baratissimos prego?.
TOALHAS fdfii
'JtJl a iltiia.
iGO CORTES
ramio supen es a
de vest los
f,U<, a ?,r;v o.
VcSrjDOS brincos bordados rom baba-
dr litKO, seu
i.r.g.i ^i << {0500(1. Ditos bramos cora
fratt<4<. li-ii, os ..-i.) b-irato prego de
7S *.; Okos bw eos com palmi.'ihas de
\* d* 6- iKUtic liudosT8 o barato prego
de B#8 W Dil' 5 mi fiaos-a 80000.
CSSTONES iicDS de cores diyersas pelo
!*-*;> j u<; 1 aVr>;;0r>).
f>l h <'fi pmt-8 j>*y r a 4 'l rs. o ceryto.
M'VflLHA- a bnsi eir de fil de seda
prt'i hir^to prPCwde 145000.
CAMISAS BORDADAS para senhora por
meats <-.o esa ontra qnalqner parte.
llua 41 *T
GROSORVAPLES tanto preto como de
cores temos um prande sortroieato e por
menos >iQarm ootra qimlquer casa.
MUSSEL1NAS brancas lavradas moito fi-
nas a 400 rs. o pondo.
BB1LHANTINAS brancas lavradas a 500
rs. o covado.
LENCOS brancos ibainhados 20200,
pechinclia.
BABADOS bordados finos de lindos pa-
droes.
Grvalas,- collari.ohos, ponhos e moitos
onlros aitig)s que se encontra na loja do
CYSNE
n.
64.
i
V


ARMASEN DOS LEOES
RIJA DUQUE DE CAXIASN. 29
)< propiieiarios tiesta grande e bem mentado eslabeleciraento scienlificam ao
rrspe'tavd piblio d?sta provincia qai so acharo cora utn variad e completo scrli-
meao de movis, tanto naciona. s como estrangeiros, vendo estes escoloidos por nm dos
sosi q ie so acha zcinalitenlj na Earopa. O mesmo teaa contracta do com os melhores
(Mireantes Na olfidna temos mais habis artistas deste-geaero. e por isso pedem m ve-
nriaia visr o estabeecmento, aoode eaoontraro a r qu se pode exauvnar; ricas e completanuob lias re jacaraod, mogao, faia, carvalfco, a^
ntaretl>s etc, ricas e etegantes camas deja caran, pao .setira, amrello, etc.', etc., guarda
Mudo de atnareHo, goarda louga da nogt.eira e de amarello com tampo de pedra, api-
n*t< 'edto da, peti to.leties epecialmente para fazer a birba, toilettis de jaca-
rat4, aaaireio, pedra, secretaria; da jacaraod e ttogno;os ture iras oe mjgno, san-
ta?rwi, tlnars pira bordar, burgos lavatorios com espelho, da pedra marmore e seus
perieacfi, caliiras privadas, liides; etc., etc., e muito ontros artigos qae deisamos de
muavtv por se temar tnadonho
Mo ka aials eabcUA toaavoa
Tintura japoma.
14 OBica appret* (las aa aeatoiu <
icioncia, recfiohecida superior a ** que tan aa>-
-areeido at boje. Dipito-irfcillJa rw a
idaia te Reele b. *t, t* aafar, a todas u bo-
ifu asa da
TASSO HOS & C,
, os seguintes, qa
owdieo QM mi ou-
Iwb i venda
irtioa de sao pi
raaea aor traaos
onoiotaar oferte:
PORTAS t> pioho atmoadadaa.
POWEWtAS de ferro para ereaa.
SALfTKE laafet.
ZSTEIRAS da ludia para cama e
CAROS 4a barre fraace* >m *^.
OBSSO suparior W pctfsCaa f- a contento.
CEMENTO da aaa u qoaaidade.
de desearocax alfodao.
e briaies da Russia.
iS aisericaaos para forro de cario,
americaaoa muito bou a econmico.
de Bordeaux.
C superior de Gaoiier Frer-
' am aaccos grandes .a
trida legitima.
AS deae..
CADEittAS americanas.
ftnjH da Jamaica.
AZULEJOS de LI-boa.__________^
Xarope sedatito
DE
Oase de laramj awar^afc
BROMURETO DE POTASSIUM
Este novo preparado aprovado pola academ a
mpial-de,iaeliciua, janito ^ MOmUBBAtfie a
aertoso, o bropuf etp iss poUMium, nao deixa i e
lar os mais eerteis resullidik as diversas affec-
5es do organismo e principalmente naY" molestias
o eora^ao, das tm digwtwaa da respirado, daj
ie* fenito-orinaria, na epilepsia, as molestias
nervosas da prenhez, na insomnia das crianzas
Uioate o peiifttort*ieajfi*j,et.^ig.
Tende-se jia ibarojacia e drogara
BarltHAomen A C.
34 -RA LARSA DOROSARTO-34
^pU pomada Galopeau
lata pomada qne t5o bons resultados tera eottu-
dw ar pessoas que dalla tem falto oso acaba da
kafar para o seu depoaito eapraaL
HA
Phrmaeia e drogaria
DE
ns, aim de outro Jiarlhokinifia & C. roa larga do Rosario bq-
Ciiramtife-'Tadi
ical dos
mero 34-
'^0. (. Doy le tem em seu
imazom para vender
o&GurNrE
COONAK
VIMIIO XE
RlTTfl
A'roa do Cooomercio a. 38.
3
ERNESTO & LEOPOLDO
N 2 D Ra do Cabug N. 2 J)
Acha-se montado de forma tal este est.belecimenio de jolas aac pode
vender aos seos nomerosos freguezes em grosso e a relalho e por precos
mu rosaoiidos visto que recabe de cowa propria por todos s vaporea da
Europa. O goslo de desecho de soas joias o mais lindo do paiz dai
modas, euro de lei, brilbantes verdadeiros, esmeraldas, rabias, perolai,
torqoezas, sapbiras, coral rosa etc. etc. Obras de prala do porto tanto
para igreja como para servico domestico. Convidamos as Exmas. familia*
visitarem o dito estabelecimento lodos os dias ata 9 horas da nuil .
Ccmpra.se ooro, prata e pedras preciosas em obras vclbas.
190
500
RIVAL SM SfittlD9
RA DUQUE .DE CAX1AS 5. C
Jos Bigodobo, com loja de mitrdexat,
ivisa a todos os os seos freguezes qaa est
torrando todo pelo oreco, a vista da fazea-
da, para todos admirar, a saber:
Thesouras granles e pequeas o
mais fino qoe ua a 1 <$000 e 1 &
Pegas de tranca de Ha e algodo as
mais modernas a
Frascos com agna de colonia muita
fina a 400 e
Frascos com agaa de colonia ver-
dadeira a 800 rs. e 1^530
Chapeos brancos para baplisados o
melhor que ha a 3,0000 e 000
Dazias de botoes cobertos de ada
para, vestidos por todo o preco
para acabar.
Libra de areia preta a (60
Grosas de boies de looca branca a 120
Caixas cora 100 eovelopes faienda
fina a 500, 600 e 00
spelbes de moldara doarada a
8Me i^ooo
Peales pretos roltoados para me-
Dtnas a 2i0
Tioteiros com tinta preta a 80 a 100
Cecas de fila elstica moito fina a 20C
Laus com superior baoba 60,100 e 2C0
Latss grandes com superior banha a 320
Frascos com oleo de Pbi locme a
800e 800
Frascos com macassa | Perota a 240
Fraseos om agua de Colonia verda-
dera a l^OOO
Oitos com oleo de ba josa suderior a 320
Carritels de retroz preto coati*
oilavas a 000
Caixas com agalhas francezas a 160
460 240
Pecaa deliras borladas a 500, 600
800 e #,5000
Garrafas com a verdadeire agaa
florida a 10300
Cartilhas da Doatrna CbristJa as
mais modernas a 400
Escovas muito finas para impar os
den tes a j^io
Se o desejo dos propietarios de?ta fa-
brica fosse nicamente illudir a f pu-
blica, ha muito que ter am annunciado
os seus pruductos, mas para correspon-
derem mais dignamente confiaoca nel-
les depositada, e;peraram roceber os
objectos e passoal, que acabam de che-
garbines.
II >je, qo!, que a .-na fabri.-a se acha
montada com as mais spereicoadas ma-
chinas, om os mdbures pairecs e ser
vida dos mais peritus ofBciaes europeos,
podan os . o publico em gerai eiic.nirar desde j.
Chapeos da sel* di n.uma mola, sen-,
do altos e baixos.
Ditos de aatAr d-* t das as cores, em
formatos iogjezes e airthorgnezes.
Ditos de fellro de >4** as qualidades
e feitios, tanto para h eriancas.
Ditos de velludo p.n senhora.
Ditos para ecclesia.-t angulares e a reman*
DiUs armadas para mires.
_ Ditos de pasta.
Concerta-se toda a especie de chapeos
5QQ j quor de hortem qner rt-; ssnbora, com a
maior pericia e mais h .ralo quo era qoal-
quer oDUja parte, a-.-im cimo se rece-
bi-ra.tacmmeodas tanto para a provin-
cia comu para (ora.
FlIlItICA
DE
CHAPEOS
DE
Todas ss qualidades
Nf U ra larga do Rosa- j
rio h. 241.'
Formas para pdins e can-
gica.
A loja de lonca da ra Primeiro de Marco n.
t6, de Bernardino Daarte Campos & C, chega-
ram as mu'i desejadas firma* de louga para po-
das e cangicj, as quaes se vendem por mdico
VEWDESE
ama boa casa situada na Cajiaogs. com o qaar-
tos, 2 salas, cozinba, cacimba e um grande quin-
tal plantado : a tratar na ra 1* de Margo n. 9,
l* andar.
Libras stnli as.
Vende-se no armaiem de tazendas da Augustc
9. de Oliveira A (1. a ra lo Coanmerci d. 45.
FOLIHMiTS
DE
PARAO.AN.NO DE 1872.
Ciiendo :
kalkndamo adoptado diocese de Peroambuco-
tabella dos prrelumenti s que sao c lr,d >.-
pela secre arias d is I ib uta. s do eommereio.
rasgos e horas das part s dos trens da) estra-
das de farro e das companhias de uavegago pro-
vineiaea eatiooa-s ou estranpeiras.
le da extingo dt elemento suvil.
lista dos novo! ii! raes das ras desta eidade.
A 400 rs; na livrana Universal.
56 ARa do Mrquez de Olinda-684
oitrta rm da Cadeia.
LOJA DAS MACHINAS
Seado este aoligo estabelec:meoto assaz coahecido como priacipal e reoommep-
lado pelos graades depsitos e boas sortimeatos com qne sempre prima em ter &u
ti.eihoras, mais acreditadas e verdadeiras machlaias aiuericauaa para alata-
d5?, desde-40 fO erras, e havendo em todos os Umashos dwaraidades de syita-
mas e melhoramenios para perfeito e rpido descaregameato; tornamse digaas di
serem vistas e apreciabas pelos Sra. agricultores; os qoaes, alm disto, eacoatrarl
tambem mais:

Aparados vapohks lohomoveis, de forga
de 3 4 cay.au.os, e perteoces.
Machinas para lavar roopa.
Arados aowricaaos para varzea e la-
deira.
Carros de mo para atterros.
Tiaas de madeira.
Baldes de dita.
Ditos de ferro estanhado.
Ditos com vlvula para lavatorios.
Dites de madeira para compras.
Apparelbos para jardios.
Guardas-comidas.
Tampas para cubrir pratos.
Tarracaas para fazer parafusos de ferro.
Ditas dita ditos de madeira.
Treus para cozioha.
Temos de bandeijas finas.
Emfim mu i los ootros artigos, qae
examinados.
iaMafi.
Correotes para arrastar madeira.
Cylinilros americanos para padariaa.
Perteaces avulsos para machiaas.
Salitre refinado.
II re ti soperjor.
Moinhos de diyeraos fabricaban par
milho e caf.
Debulbadorej'jftaa milho.
Azeite de speraiacale para machioa.
Camas da-ferro.
Bombas de Jagv.
Ditas ame"'
Cofres de]
Caaos de^
Ditos de d*k) ataj
Ditos de cliapjsjtan.
Di toe de boraaesn.
Folies para.ferreirip.
so avista e oeste estabelajamento poderlo ia

MACHINAS

8SSS
De 10 a 40 serras.
VAPOR
para mover as machinas.
W
1
Y revendo neoessaia
Qnando muitas Injas procurara adquirir grandes
lacros nao eompadecendo-se das boleas alhaas,
a Nov Esperanza busca consegui-los sera que de
firma alguma va entesiei-la; porque segu sem-
pre o ten antigo e santo systenu de vender bara-
to para tender muito e chegir assim ao fin alu-
jado.
A Nova E^peraoga nao almeja smente o lucro
pecuniario, anas asp;rac,3es ato mais benvolas,
em quanio ao interesse material, contenia-se cera
a mediocre4ade, era quanto porm ao moral, on
eito ao tssencial que ella julga nonaada-rsen
te urna vaa ambicio, que detesta e fax toda a
guerra ao cotume macarrnico da caresta.
A sua prevencay neeeassrii, consiste em avisar
ao respeitivel publico e espeeMneulb ao bello
sexo, que elh est sempre provida do qae ha de
moltnr e mais elegante no mundo das mtdat, e
emao necessario nio deizarera a Hova'Espe-
ranga para prefrirem oulro qualquar sUbelci-
mnto, porque aqui, o typo da careatia, e ll,
(na Nova Esperanca) o epylogo de lado auanto
e bom e barato.
Vmde-se dnas flasas em chaos proprios, no lar-
go d;. Soledade as. 18 e 20 : a tratar na roa da
Cruz n. 46, Ia andar.

OLBfi JURO DE FIGADO DE BACALHAO
DA
TfcltBA NOVA
DE
H. LACOMBE
Bate ra jae to boa aceeiucao tenrmereeido,
*n*aH se-txuwniPfrJa p qt a4 tw^'. if m vindo, t anda peto ton paladar,
oitaiMr a < iro qaaafner : vende-sa no deposito
MfneMA > iurtboioioea & C. : ma Larga do Ro-
Vende-se
Lama ba casa situada o a Caponga. com 5
qaavtos. 2 salas, cozioha, cacimba e am
gT4e quintal plantido: a tratar Da roa
I* de >rcon.7 andar.
Attacao
Vemk-a tana tabtmi cita a ra da Hoeda
t. **m OM|e*< funi : tratar na mesma.
n.
Livros inglezes
A*?** o *' eomroodo prego, na roa do Coto.
*** *. am excetiente jojo ds livro, com.
s uiaxio e aaaio.
Superiores cigarros do Kio
de Janeiro.
Domingo A Ivs Matbeu, nico agente neata
provincia da fabrica imperial de cigarros de 8
Joo de Nherohy, es tabal acida no Rio de Janeiro,
tem sempre um completo sortimento de todos ot
ci jarros, fomo picado e en latas. Tem igaalmentt
os afamados cigarros Conde d'Eu, feitos com mag
nlBco papel d palba de milbo e faino superior
Para governo de ien> freguezes. qne tem esUbela-
cido depsitos fillaes, as casas dos Sra. Thomai
Francisco de Salles Risa e Sanoel de Sonta Cor-
doiro Siraoes Jnnior, no bairro do Recife, e todo
iiuanto for vendido em-outras casas eom a firma
de Soni Novaes A C. sao raisilteidos.
AOS PADRES
A Nova Esperanga, roa Duque de Caxias o'
63, quera vende as nielh res meias de laia : s
qnanlidade pequea, portanto ellas antes que
se aeabem.
.Ittenco
Na roa do Vlsecnde de Soassnna, autr'ora roa
de Hartas n. 5, praefsa-se de urna am* para co
xinhar/prefere te escrava.
MDANCA
Manoel Tavares da Costa Ribeiro, leudo mudado
seus estabaleeimentos da roa do VMconde de
lnhaoma, aotig do Rangel d. 3) e 4t, para a
rae3ma ra n. 37, teado feito completa reforma
em fiiu novo eslaeeleeimemo, avisa a sens fregue-
xes e ao publico que tem tomado a resologao de
vendt r barato para vender muito, cajos prego*
s o o seguintes : ameodoa de casca mole a 500
rs. a abra, avallas a 320 a libras, e de 8 libra para
cima tem grande abatimento, vinho de B rdeaux a
6*00) a duaia e 60 a garrafa, oerveia Baae, dita
Noruiga, vinbos Figaeira, Lisboa e Port fairaiado, queijot do ultime vapor, dee* de
goiaba, passaa, figoi, notes e ontros muitos gane-
roa qaa ae deixa de mencionar, todo por preco
comeodo : aa ruado Rangeln; 87.
' AfAiO EAK MRES.--------------
ianoi0m0 da T-Dra*tlC* Porto EPTOME DA GRAMMATIGA FRAN2EZI
l "ol. cart. timo.
Livrarta franew.
LIQU1DACA0
Para acabar.
AVISO AS FAMILIAS
O dono do grande estabelecimento de lazendas
sita ra da Imperatriz n. 2 quer liquidar todas
as fazeoias de sna loja per barato preeo;- sendo
vestidos.de tilonde, capella.- um veos, aeda^, >
pelioa*, alpacas, la-, crelones. percalle?, naozok,
greadenaple, setins, eamhraia.% baiauinas, chapeo?
e mujtai qualidades de ebitas finas e grossas, al-
K!'does madapoloes, brins faos e ordinarios, om
grande sortimento de roupa feita de todas as qua-
lidades camisas para nomem bordadas e lsa>,
ditas para sennora, saias, baldes, aoqumhas e ou-
tras muitas f>zendas, que ludo se vende com gran-
de abate de prs >, e tambem ss faz negocio cora a
irmacio: quem pretender dirija-se ao mesmo
estabelecimento que aebar eom quem tratar.
BOUPA FEITA
NA

Cunha Irmaos & C. em seu armazera na roa da
Madre de Dos n, 34, tcem para vender, de mar-
ca? acreditadas, e por precos commodos :
Vinbo do Porto de Pasto en brris de quinto e
dcimo.
Dito dito nao em barris de o dito.
Dito dito floo era ancoretas encapadas.
Dito dito de todas as qualidades em caixas de
duzia.
ESPCfALlBAOE
Chegcn orna pequea remessa de vinho do Por-
to era caixas de dara, proprio para mimos ou
pessoas doentes.
= Vende-se a bem conheeida e afregnezada ta
berna na roa Imperial n. 150, por ejaehr o do-
no doente e pretende hir par o rokflo tcalar de
sua gaudf, trata-sa o negocio na mesraa casa.
Ba do Crespo n. 20.
Teado resolvide a5o coatiouar a ter grande deposito de roupa feita, offerece ao
resDeitavel pobteo, e aos negociantes de fra, om grande sornmeato, por precos tara-
lissitoos para acabar.
0 verdadeiro Portlaod : so n venda, na
roa da Madre Daoan. 22, armazem-de Jo3o
Marlias de Barros.
- yonde-se na .BUg roa Direita.Jota tar-
cdio Diai n. 99, qnelios do rehw dos ltimos ebe-
gad* a tU0, tftOOt a 1*800, farinha de mi-
mo Je todas as qaalidatbs e abacaxis njoilo na-
dar )s e doces.
'Sustento restMiir^tivo da
saue
PELA VERDADEIRA FARI.VHA
A, Da Barry d'Arabia
Os abaizo asssignados lazem seleote a seus (re
guezes, que pelo vapor ioglez La-Plaifl receberam
eguada. remessa d assa exeellento farinha, cuje
uto moito se recoaamenda para as eriancas, pes-
soas debis e convalescentes, applicada eom reo-
nbecida vantagem naa constipactes, diarrhea?
do estomago, tosse, esearro de sangna.
_etada. Preferida anda pelo agradavei
'.Unirico oWra qualquer.
Teode w fraa cama truena em tneii Uso
e ama masa redonda: na roa do Jardim o-16.
Palilts sobrecasacos de panno fino de
m a 304000.
Ditos saceos e retranqueados de casimira
de cor de WQ a 8*)00..
Ditos, ditos e ditos de panno preto de 55
H2JO0O.
Ditos, ditos e ditos de alpaca preta de
05OO a 5,5000.
Ditos, ditos e ditos de alpaca branca e
de cor .a 25500.
Ditos, ditos e ditos de bramante de linho
i 2*500.
Ditos, ditos e ditos de bramante pardo a
500.
Calcas de casemira de cor de 5500 a 9(?.
E ootros moitos artigos por precos
Carneiro da Cooha.
Ditas ditas preta de 5,^500 a 95000-
Ditas de brim braaco de liabo de 200
a 4*000.
Ditas de brim braaco de algodo a.....
1*200.
Ditas de brim de cor de 1*600 a 3*000.
Ditas de castor de 1*000 a 2*500.
Ditas de brim pardo da i*000 a 2*500
Camisas de laaella, grandes a 3*000.
Ditas de algodo, moito boas a 2*000.
Ditas de liabo muito boas a 3*500.
Ceroolas do bramante a 1*600.
Cobertas de chita a 1*500.
Lencos de linho abainhados a 4*000.
baratissimo para acabar, a loja de Oollherme
Incendio de Pars.
No Bazar Victoria vende-, steleoseopic-s com
Importantes vistas do incendio dos edificios mais
notavftit d Paria e da diverus oidades da Euro-
pa, o que ba de joair notavei: na roa do Bario da
S-' Yende*se am sobrado acabado ba poiico
MspA que aiada niazuem morn nelle, e qoal
tem bulantes commodos, na ra de S. Jlo, que
para pagamento dos herdeiros : quem o preteo
der dirija se a ca jauto do mesmo sobrai
LIQUIDADO DE FIM DE ANNO
AO 65
v
DO DUQUE DE CAXIAS I
(Outr'ora do Queimado) I
Este eslabelecimeato acaba de recebar im Jmocrtanlo softimdnto da divuaas
fa-
zeadas propnaa para vesrido3, seado poopelm*S de 'seda, fdss, ISas, percales, Utas com
barras proprias para babados, liadas Cml>ris crox, e em fim ama infinidade d'arli-
gos de moda, ludo proprio para a festa^ij n0e tudo vender por precos inteirameote
razoavels, em conseqoencia de estarov^ prestas ao fjm do anno, 6 o 65 nSo quer ter
graooo trabalbo-com o seo balando,, preferiodo tomar dinheiro a faxeudas, convida-se
pottaato ao resaeitvtl publico a \rem sortlrse na loja do 65 aoode comprarlo por pro.
coi qo nao/fcwrto im oot:0 qnalqner estabelecimento; em fim 6 ver pan crer
RA DO DUQUE DE CAXIAS
^***J (Outr'ora d5 (^wmHdo)


Biar dt Ptfhat^uc sl. SabBaUo 23 Wktt*l 1871.
*
1 *
.

.'
IDMIBAVKIi MQITID AAO
SJSW LIMITES
11*

LUJA E ARMAZEM
PAVAO
armurrm do vapor
Francer, i-na do
BarSo da victoria
(outVora roa Wo-
?a) a. t.
Acaba de rcccber novata facturas.
araaazeaa do vaoor
Ftnncet, na 4o
itarSo da Tletoi-la
( ontrora r ao-
va) ai. .
Calcado
BB

FLIX PEREIBA DA SILVA ftC.
NA EUA DA IKPERATEIZ N. ?
a dinheiro vista
O propneUnos deste estabelecimento tendo grande r.ecessidade de dicafertro im
menso deporto qae ten de aaendas e grande urgencia d apurare dinhtro. tem re-
solttdo lawr urna verdadetra UqaifccXo eom grandes abatrmentos nos procos -de todoi
os sen artigo: pm a qae ooovidam ao reapeitavel publico desta capital a vir sortir-s
poia lbe garanten qae tm parte alguna poderad encontrar ttegnnde -sortweBtoe me<
mo nao comprar* pelos preces que se Ibes pode vender na lora de Pav5o; porra ad
irtia*- qae s se vende a (toheiro i vista. Os meamos proprietarios dest estabe
teciaeoto rogam a todos os seos devedores desta prac* o favor de virem settar seos de-
Hitos, e todos aqaelles que esuverem devenlo contaa nligw e o nloficerem terao dt
ser encommodada* judicialmente.
avias! shas fearataa do aParSeva
Alsacianas cea linJas listras de seda a
(4000 o eevaao.
Ditas lisas eam muito bnihe Ido covado
Atlanta?, facenda de moite gosto tecida
com seda a 720 rs. o covado.
Ditas co9 quadros de seda ecores muito
delicadas a 40.
Poil de cfevre, d'oma so cor com muito
brilbo a 809 rs. o covade.
Merins-escossezes fazenda de muMo gosto
para vestaos bornus e roupas de menino
a 6i0 rs. o covado.
GurgurSo muito besito, tendo de todas
as cores -a 400 rs. o oavado.
L3asir.bas nodernes com differentes gos-5
* os a 400 e 500 rs. d covado.
Ditas ditas a 280 o 320 rs. e covado.
Loja do Favo
SAJAS BRANCAS BARATAS
a 2500 e 3*000.
O PavSo'veude cortas de boa favendi
braaca com bonitas barras de pregas, pele
baracis imo preco de 2$o00 e 30000 caife
ooo, graede pechincfca na ra da Impere
trie n. 60, loja do Pavfo.
M&DERNAS BAREGES COM LISTRAS HE
SEDA E FRANf A AO LADO,
a 800 rs o covado.
Chegou para a loja -do Pavao, mperatK'z n. 60, ue elegante sorliaientc
das mais rindas harems modernas e teodc
ao lado bonitas listras assetinadaa e franja.'
oara os eofeites, as quaes se vendem pele
baraiissimo preco deSOO rs. o covado, por
Bareges transparestes com diferentes co- haver am grande sortimento desta-nova fa-
ral tSO rs. o covado.
Alpacas de cores lisas e lavredas fazenda
se multo gosto a 500 e 800 rs. o covado.
Cassas do Paveo.
Cseas inglezas com bonitos gostos a 200
t 240 rs. o covado.
Ditas finissimae a 300 rs. a covado.
Hites francezas de muita pbanUsia a 400
r. o covado.
Cortes de cassas cora 7 varas fazeoda
malte fina e boaita a 2*ol*2 e 3,9000.
Ditas d'organdy branco -o de corea a
CORTES ^ORGAND A 45000.
O Pavo tem cortes de orgaody branco
eom-S 1/2 varas que vende pelo barato pre-
co de 40000, acsim como nissimo oigandy
braceo com listrinhas e qoadrinbos o me-
kbor que tena -vindo ao mercado e vende
pete barato prao de 720 rs. a vara.
Poaapeliuao de seda a Mooe
O Pav3o tem nm elegante sortimeato de
poopelinas de -seda tanto lisas como lavra-
das as mais modernas qae tem viado ao
morcado e vende a 2.$oV o cova .A&BHAIAS LARGAS A 800 RS. A VARA.
O Pava i tem cambraia branca transpa-
rente de boa qaalidade, com 8 palmos de
argura, que apenas precisa 4 varas para
om vestido e vende a 800 rs. a vara, dita
niseima da E&:ossia tendo a mesma largo-
ra, que vende a 1600.
CAMBRAIAS BRANCAS A 4000 E 4|00
O Pavao tem pecas de cambraia branca
transparentes com 8 1/2 varas que vende
pelo barato preco de 45000 e 4,5300, ten-
do tambem muito finas de 50009 ate
i 04000.
Ditas tapada* ou Victorias tendo de 3^00
a peca at a mais fina que vem ao mer-
;ado.
Vrocdeoapfes streto e de cores.
O Pavo tem uta grande sortimeato de
grosdeeapks e gorgur3o preto para vestidos
iendo de 1GOO o covado at ao mais su
perior que costoma vir ao mercado, assim
jmo um grande sortioento de ditos de
odas as cores e branco e um bonito sorti-
mento de setios branco e de cores que ven-
de por procos amito em conta.
CASAQINHOS A 15,J4180 E 200000.
O Pavio tem um grande sortimeato de
'icos casaquinbos de seda preta moo bem
^afeitados e modernos que vende a 150,
480 e 200000, senda fazenda de muito
mais valor, assim como ricos chales pretos
oordados com franjas largas de retroz a
100 e 120000.
COUTINADOS PARA CAMAS E JAXELLAS.
a 80, 10*. 120 e 180000.
O Pavao tem um grande sortimento de
ortmados ricameote bordados, proprios
para camas e janellasjme vende de 80 al
160000'o par. <*^J
Pecas de cambraia aoamascada com 20
^aras a 100000. crochet ricamente bordado
para cortinados a 10500 o metre. Assim como
ricos damascos com 6 e 8 palmos de largu-
ra proprios para colchas de camas e tam-
nem ricas colchas de damasco a imitacio de
seda e ditas de crochet as mais lindas que
'em vindo ao mercado.
Rotio\s 4 Sni-*r e Ae Potak, par hornero, cois-
2Mo f jrtimHiio pira totfo os ftrrtos vontdi
* comprador??.
Betas e pemeir:s pri raontii.
Botinas dra seuhori e meoioiu.
Abotioados para meniaoi e minina?.
SapatSes de W*erro, vernit, ccirdavao. de tiiro
branco para troivern.
Sapa'oi 4et|*eie avilladados de uirk^eise
mra preta e ntnja portofaese*.
Sapatos de raqneu de terth com sola e m-
'!ra proprtef. para baAefl.
Perfumaras
Pmw eUraeiej, bar*a, ennfUe% rteo; np*-
u, poses, agua de ob^ne, agua *va, agaa
il'irid. dnillrice, la*Dde, sgua de toilel, tiaiari'
pura :bt.ha e cabeMo, pos da arree, sabonales.
m;. ;l*do Jsto de prmeira qaalldaie.d03 beta o-
ntiecides rabricances, Pivjr e CosdiWjr.
Quinqnilhtrias
i'te pnantasia e.liixr, como ejam : epelhos, tovas,
joits de obro, o'mot de plaqa, ricas caTtirt-
par* dinlro, eaixtotei de casiura eoa
maMeaa, esierioseope de 50 visu om.oraste,
!iolc de seda ccaiiobu diversas para braco de
eobrraa e le aaainoas. oculos, pencene com'vi
.tro? de cores, -cWcDimto t ben|all, do foto
4e difTereotes aMdeUos e qoaiidades em grande
aomero desles artime de qoin^oilharias (toas de
oslo qae nio m poda beiu aienciunar.
Brinquedos
Em
bari8ioao
mito 7.
O m-tor sorlimento que se pode desejar de toda
arte de fcrinqoedo fabricados em diverso paires
taEsropa para 'ntretenimento das tancas
Carrinhos
* berj de rimes para crianzas, de novos difle-
Tertes modeios preco eommodos,
Traaos.
vetada das noves toetnraa ordeas dw fabrica***, 'vende-se agora tado i preoos
' armazem do tapot franoex, r** do Bario U Victoria, ontr'ora ra Ko*a aa-
Boa da Imperatrz n. 40
proprieterios -deate bata ceuhecido, e acreditado estabelecimento, resolveram
fazer urna liqoidaoo-das fazendaa wsstentes, e pelo maor preco o,ne poderem obter,
no ogeitando prece algum al o fita do anno; portento previnem asrespeitavel publico,
pan: approveitar e oooasi5o de comprar bom e bawto.
dSSELINAS DE CORES A 400 BS. 0
COVADO.
0 Pavao tem om bonito sortimento de
musseiioas de cores, gadres inteiramente
oovos e cores fixas, que vende a 400 rs. o
ovado. Ditas brancas muito finas a 400
e 500 rs. Metim branco da India muito fino
para vestidos e n/jpas de meninos a 720 rs.
) covado. Cretones de cores muito encor-
dados para vestidos a 600 rs. o covado.
Metralhadoras!
Cbegoa para a luja do Pavo om magnifho sor-
menta de cortes da vestidos de cambraia cora
abados branco' e de coras, denominados a me-
..-alhadora, sendo esta faienda a mais moderna e
de melher gosto qae tem vindo este anno para a
'esta : assim eomo receben tambem ara lindo
oortiOMito d* cortes de cambraia com palmiohas
(tardadas a lia, fazenda de mnita pbantaiia, e ven-
de-se lado muito mais barat) do que em cutra
raalqner parte : na ra da I noeratriz n. 60, loja
e armaiem da Pereira da Si Ka A C.
Popelinas de seda
A 10600 rs,
Ni loja do Pavfo vndese um elegante sorti-
meato das melkorae e mais modernas popelinas
de seda, que ae liquida pelo baraUssimo prefo de
J600 rs. o aovado, grande oecbincba : ra
da Imperatriz n. UO, loja da Pereira da Silva &
C-
.enda; assim como deiieadissimas
com liadas listras de seda, sendo faxendadt
muita phantasia a to r.. grande pecbin-
cha, ao armazem do Pavao.
Fazeoda para lato.
i O Pavo tem um grande sortioento dt
fazeedas pretas pera luto, como-sojam:
Merino preto rem 6 palmos de largan
para vestidos a 20000 e 20500 o covado
Cerins pretos e de cordao para todoi
es presos e differentes qualidadec.
ombasinbas psra todos os procos.
CiDioes e alpacas pretas. Lasirihas pre-
tas ou cassas de .a de 3G0atto00 rs. c
colado.
Cassas pretas 'francezas e inglezas de-te-1
das as quadades.
Chitas pretas frificezas e ingieras de 20C
rs. para cima.
Crppe preto para veos.
CASEMIRAS PARA CALCAS A U, 5$, 60
70 E 80'JOO.
0 Pavo tem om grande sortimento dt
rrtes de casemiras de cores para calcas,
sendo os mais moderos que tem viodo ac
mercado e vende-se de 40 at 100000 c
corte, ditas em pecas francezas e inglezai.
para caicas, palitete e colletes que vende dt
10800 al 60000 o covado, ditas escuras:
prova d'agoa que vende a 50 o corle ou ;
30 o covado, sendo estas casemiras muitc
proprias para meninos de escola por serene
es:nras e de mnita duraco.
NOVOS VESTIDOS A 50000.
0 Pavo tem liados cortes de vestido dr
tloissimas cambrais com bonitos bordadot
de cores e tambem lodos bordados i trance
que vende pelo baratissimo preco e 30OO
cada corte, grande pechiucna.
PANNOS DE CROCH PARA CA0E1RASI
60PHS.
0 Pavfo tem nm grande sortimento dt
pannos de croch proprios para encost dt
cadeiras e de spbs, assim como um rice
sortimento de tapetes de lodos os tamanbei
proprios para salas.
madapolo barato a t, 40500 e 50
O I'jvo tem pecas de madapolo core 21
jardas ou 20 varas que vende a 40 e 405OC
a peca, dito muito fino e largo de 60 par:
cima, dito rancez do. melbor que tem viodc
ao mercado, assim como dito finissimo en
pecas de 40 jardas.
Cortea de cbltaa.
a 10600,20000 6 20800.
0 Pavo tem cortes de chitas fraocezat
com 10 covado, qu9 vende pelo barato pre-
co de 10600 e 20000, ditas que vende s
160, 200 e 280 rs o covado, tambem tea
um grande sortimento de ditas finas clarai
e ecuras que veude a 280 e 320 r3. o co
vado e finissimas percales miodinbas propri-
as para camisas, vestidos 6 roopas para me
nios que se vende a 360 o 400 rs.
LENCOS BRANCOS.
' 0 Pavo tem lencos brsncos abanbadot
quo se vende a 20400 e 30. a duzia, diloi
grandos de murim sam ser abanbados 2
30200 rs. a duzia; assim como bonitos lea-
eos bordados para mos.
ROUPAPARA HOMENS.
S^brecasacos de panno preto fino sead
muito bem feitos de 120 at 400000.
Palitos de panno preto fraques e sacc
de 80 al 120000.
Ditos de casemira de cor de 60 at 120.
Ditos de alpaca preta fina de 40 a 6/>G0u.
Ditos de dita branca e de cores 6,1000,
Ditos de brim de linho trancado a 6fj000.
Calcas de casemira preta da 60000 at
120000.
Ditas de brim branco de linho de 40000
at 80000.
Ditas de brim de linho de cor para todoi
os pregos e qualidades.
Camisas francezas e inglezas com jeitos
d'algodao de 10600 ale 50, em duzu ven
de-se mais barato.
Ditas de meia de 800 rs. para cimi.
Ceroulas de linho e algodo, francezas t
feitas na trra.
Coilariobos de papel, algodo e linhc
que se vende muito barato para liquidar.
Para noivas.
L;ncos brancos ^rrndes de esguS) ja
abaiahados-a Z&iQQ a duzia.
lira completo sortanento de roupas
feitas para bemens e meninos.
Casimiras pretas e de cores, pannos finos
itos ditos deelgedo, e com abambadoi ^^ epretos.
largo e pintado.
padres
Costumes de alpaca de cores ornados
de s.ida e lia para meniaes.
Palitots dealpaeG'de coras para-fcomens a
600(10,
C pellas e veos psra noivas. lude junto,
prec3 omito barate.
vest-
F toes de cores para vertidos,
taiudiobos a 400 rs. o ovado.
Cambrais brancas bordadas para
dos a 80500 a peca.
ROOPAS FEITAS fi OPHQEXA BE ALPAJATE
t.'ma grande quantidadede palitots, calcas,
colletes de pannos, casemiras e brins para
todos os precos.
I Camisas de la, ditas de meia, ditas de
Ditos adamascadas para camas -c^anellas, liaba, francesas e ingiezs, collarinbos de
Cofres de ferro de Miteers e wro,
x renpas para fopar ca/ta8>
Balanpas de pesar, DeciB3e8) Romana, ^
Tachas de ferro, 8laDhrj0.
Arados Americanos
IJiaUcS} para agricultura.
Carrinhos de maa
Maehinas a Vapor
iU.CCII111 aS de descarocar algodo, de 10 al 40 serras.
VapaS UO ierrO gaivanisadas para cobrir casas e*..
Estes artigos vendem-se em
casa dos importadores.
Shaw, Hawkes d C,
h. 4 ra do bom iesc*.
(ootr'ora roa da Crbz )
Wmmmw&EmmwBsmw mwmmm m
GRANDE REDUCgO EM PRESOS

P18 % A PBSTA
NA
LOJA DE PaLO GUIKIARalES
fatots de meia r.'surira de diversas c< 'le 20000 a 3- O.
D.los de casemir.i manioi iirdin-i dn ::'",!;i 50 CO.
u
i r.r
;t0OCu
;,- -O&j :;v;0!'.
sacos de 2000(1 a 3*000'
ara acabar a 500 rs
l .i acabar '<* lWl a :'000:
.ores ile t 0 a 1080? a vara,
lislr a a 600 rs. a v ih.
t-s .ido gosto d- iOJ i-, a 1.0000
i
0 covado-.
U.tos de ali ac d
Ditos de br.m bi.i;
Ditos de alpac su
Calcas de brim d
Curtes de brim di;
Brim da Angola, <
O gaody bratices >
La para vestido >
abitas claras e estoi...- do 320 a 360s. o covado.
Cretone para vesti<:< s -a 360 rs. o co*::o.
Cambrais d> cores t.-x^s de 400 a 500 rs. a vata.
Cr?ode iuri.mtiitn de rp s ieitas c indas as quadades, assim como ds-
zendas proprias para vestuario ii Uomeus, u tu u s, I > por presos birat>>hz*c3 *t
para apurar diobeiro.
48 RA DA IMPERATRIZ 48
Juato a piduria franceza
i recortados.
Grande sortimsnto de bareges, '.asinhas
O alpacas pretas e ci cores, lavradas e lisas
para precos muito-em conta.
RGrande variedada de cbitas de 240 al
400 rs. o covado.
linho e de papel, sortimento de rn3ntas e
gravitas de seda preta e de cor, bournus e
outras muitas fazendas, eomo sej.m:
Bramante de linho e de algodo atoalha*
do trancado e adamascado, esguio, meias
para borneas, senboras e meninos, coberlo-
rea, Cassas de cores,-cambraas listadas paral Da descreamos parao annancio se u3o tor-
diversos prec'JS- nar eofadonbo. A dinheiro.
I Pelo preco que se vendei a dinbeiro.
40 PMfiilfl
NA
Ra da Imperairz a
DE
40.
LOPES
MACHADO 8; C.
Travessa do Corpo-Santo n. 25
ARTIGOS AMERICANOS
Cilindros para padaria.
Cirros de m2o para conduzir fazendas.
Machina? para descansar algodo.
Po'.ias de diversos tamanhos.
Canos de ferro galvanisalos para enca-
amento d'agoa.
OIUECTOS PARA CABRO
Oleado preto para gu?rda-chuva dt carra.
Diio de cores para forro de dito.
Chicotes para flltf.
Pontas de lanca.
Ga!5es de sela p::ra treitos e lardos.
Pregos de esbeca de marfim.
Escovas para dar grasa.
MENDES & CARVALHO
0 Pav3o tem rico gnrgnrSo de seda, bran
co. Grosdenaple branco muito encoi.-pado
Agraciannas brancas com listras de seda.
Poopelinas brancas de seda lisas e lavra-
das. Sedas brancas, Favradas e lisas. Ca-
pellas eom palma de flor de lraDga com
ricos veos bordados, qae tado se vende mai
barato do qne em ontra qnalqaer pirto.
A IqU do Pavio acha-se constantemeote berta das 6 horas da manhla nt ai 9
toras da noite, i roa da/oeralr a. 60.
acca se vio nm processojmais perfeilo e qae ai-
.9; da tal forma a satisfazer as exigencias coais
varaa da escriptoracio.
A ua cor lindissima e nao preda* de cuid-
is aifnm para se conservar no Umeiro sempre
a mesma efir, sem borra, cresta, bolr on sem
odas estas mazellas inherentes todas as tintas
.t afora cochecidas, anda mesmo dos memores
ctores estrangeiros.
Sobretodo, este estlmavel prodacto nao ataca as
idquire nm esmalte donrado que, sendo interes-
utt, asss proveitoso.
I*u tinla, nao sendo especialmente para copiar,
A comtado dpas, tres, ou mais copias aa uiei
lapois de escripia ; preciao, porm, deixar-lhe
parjaj bem molhado sem o Mingar cora o roaia-
>rrao, porgue nao ha o meo de borrar. Para se
irar mais de urna copia, nao so aggfomeram tan-
as tolbas quaotas copias se qnerena tirar, mas
aa-M com o original tirar urna taatt* qaanus
isdasejam, sem qae o original flqos prejadicado
itlu *xtra?5e#. r' r^
Oecorre aqai direr que, paa copiar importa
Kia inteltigencia e babilidade, sera o qae a me-
UdU nao satisfaz, e o de.'eKo rea** seapre
ctr a Unta, a* maiiaa veces qoeu mto*
Ti tan.
dopl* qaalidade desta tinta extremamente
racMmi, pois qne evita qae era qsalqaar e-L?**0' ** (ujaiilidad* dtnsdaa*.
irtaaori* baja mais do qae ama Unu pan oa >
loa suiteret.
lj'qnanto i so* dorabilidade, nao ha a oppr A&Hw
jmaortavMa poUqne* tina dipcii da
cripta sc-ffre o choque de cidos fortissimos^ sem
se decompor; ora, se os cidos nao tem accao so-
bre ella, muita meos a accao do tompo a podo
delrnir; isto plauaivel.
Nao ao commercio qae esta mea prodacto
veio ser til; 03 profdsgores dos collegios, investi-
gando todoi os meios para o adiantameoto dos
ceas discipaloe, tem approveitado esta tmta, qne
eom rato a acharam apta para desenvolver o
osto nos edneandos, em conseqoencia da beleza
a cor e facilidade de correr na pequea pela sna
liquidez. Ha exemplos de cr.incas qne bavis
maito tempo tiBham ama repognania extrema
para a escripia, logo qae foi admittida esta tinta
no coliegio, apoderou-se dallas a curiosidaie o
gosto, e poseo tempo depoia o sea adiantamento
ara niaaitesto.
Esta tinta, i par de tantas vanageus, tem am
anieo incoBveaieate, *teriora.se o coaucto ds
oatra qualquer; cnvm pata t*-la em tinteiro
isQBtos do menor vislumbre de oatra tiatt, evi-
tar escrever cora a peona soja de ama preparaco
diferente e incompativet; verificando isto, nao ha
mo para se asar de tinta qae nio seja a VIO-
LETA EXTOA-FLNA D MoNTEIRO.
Observapao.
Brtvjnas falslflcaeSes> a semelhancas ten app*-
huaklidAd* duvtdaaa. Oa Sr*.
pod>m vitar o eiaat dirifinao-*
rcwnpecU8,t pedtndo atiaU qiaaa
A. C. Menteiro,
E' um producto que se obtem di carno do gado vaccom. da qu.-:l se i.ra todi a.
pelles, tendoes, os?os ele. Elle tem todos os principios nutritivos da carne sem ;-ir
gelatina, ou fibrina, gordura. N'um pequeo velume e peso dado conttm 3i vraea
mais substancia alimenticia qne outro igual de carne despida de osso?, pelles etc., ^r
isso por pouco que se tome deile se obtem urna forte amentago, qoe immediatameMi
produz eTeito como tc-m sido observado em pes;oas debei?, por qualqac-r eacaa en
exanges eomosuccedeo a um homem ferido que docs outros Irouxeram pbarmtcia rt*
Sr. Firmiaoo Antonio de Araujo ( Porto Alegre ) onde recebeo o primeiro cura ti v 1 --
lando to yco qne n5o podia voliar para casa; mas logo que k-mou duasoria a> de
estractum poJe caminhar sem adjuiorio,
Tal a forc alimenticia qne anda mais se revella cara o que succedeo no esen1
do Sr. capiUo Joo Cezar de Oliveira acommettido de thetanus, com tbrismus iao f rte
que n5e foi possivel empregar-se medicacSo interna, podendo o deente tomar, iutro-
duzindo-se com muita diDculJade pela abertura que havia pela falta de um de ni 8 l ti
de estractum carris por da, censando os symp'.oraas nervosos ro fim de i-2 dias.sct.fr-
va se odoen'e em bom estado da vigor, restabelecendo-se logo. Qne um Ykcho
que n5> cansa os orgos proprios da digestSo. se conbecs pelo que aconteceo no Sr.
comm6nda1or Antonio Falc3o, que soffrendo deumagastro intente notolerav.i n m
agua de (rango ou d'arroz. Homem de mais de 70 annos cora per Jas lao abuul. s
como tinba e sem alimentarse estava condemnado; senio improficno todos oa remedios
intentados; o Exm. Dr. Flores empregoa o exlratum qne odoente tomou com repug-
nancia, porm que desde logo sentioum bem estar que no tinba, e pouco a ponco mais
vigor, ficanlorestabelecidoem.pouco dias, obrigando-o a sua grtdao a dirigir ao Dr.
Ubatuba um attestado desse beneficio ( diz elle) para que cutros podessera gozal-o, t s
falta de ccnhecimenlo n5o obstaste a vulgarisacSo que era conveniente que t ves se om
producto t5o necessario. Nos casos que preciso diminuir a produego excreme&tif a
anus artificial, fistola sanaes, attaques hemorrhodarics etc. um valenle recurso. O Sr.
I. 0. Castro n'um intensissimo altaque hemorrhoidal que o levou cama durante mo-
zes s obte?e cura alimentando-se com o extractum. Urna Emilia (do Sr. Jocqn'ra
Maria) dbil e nervosa, soffria horrivelmente, comegou a uzar do extractum e
restabekceo-se, e o Sr. Joaquim Mara agradecendoao Dr. Ubatuba disse-lhe :Dr. V.
correo-me com as doencas de casa. Taes tem sido os resultados de seu empregoqnp ps
principaes meoicos o aconselh5o, eo consummo lem quadruplicado em teda a parte. Nao
somente applicado cemodieta aos enfermos, mas como meio alimenucio e mesmo com ;
propno para vigorar os alimentos, e dar-Ihes sabor m'is agradavel. J muitas fau illas
prefeiem uzal-o aouie, snbstituindo o cha, e tem encontrado nelle o recurso dp-
derem rpidamente augnentarem nos casos de necessidade as refeices para maicr r.li-
mero depessoas do que contava, oudarem amentago prompta quando seja preciso
nao haver demora. As pessoas debis, velbas que necessil5o tomar lguma aumentaos i
no intervallo das horas destinadas para a refeigao, tem no extractum um meio proa pto
de satisfazerem essa necessidade, melbor e com mais proveito do que nenhem entro.
As mocas que nos dias de baile se abstem de alimeLtagao para conservaren) a bellea
do talhe prejodicando muito a saude, uz5o j do extractum quo satisfaz sem prejuizo
este fim. E' esse producto iodispensavel a todos, especialmente s pessoas que viaj&ai
e is qae moram fra da cidade. A sna incorruptibilidadp, peso, volurae, a sna gnn-
de forga alimenti ia, e sua barateza, e o sea agradavel sabor, quaado bem preparado,
dSo-lbe tal saperioridade que s se faz myster ser conhecido para poder ser sproveila-
da a Qlidade que elle presta. Como alimento para as criarlas tem pro luzidos o
melbore8 resaltados e at boje n5o se conbece outro para subtiluir oaleitcmento. No
o extractum por si um alimento que canse o estomago, qne o tenba ebeio, poim e
am alimento que di forcas e preenche o fimd e levar a econemia os elementos aa-
maes qpe ella necessita, e para substitair o qae Ibe falta esse peso o que certa-
mente necessario ao estomago do homem detrabalho pelo habito qne tem, eocontra-sa
fcilmente por baixo preco as substancias vegetaes que existem em qualquer parta
como sejm as nizes, batatas, leguraes, gr5o, farinbas, que comoex-iadum se fca
ptima e bella alimentaco.
Um bornem que tome 6/8 de extractum por dia, que custa.ISH rs.. t.'r.i osa 1o da
toda a substancia de i Mi lib. de carne fresca sem ossos, pelles en o q.e por sesa
dovids a!m do que se fax necessario principalmente se ajoatar-se-lha ipi :tsqofr
massas, legumes, farinbas, gr5os, batatas etc., e nm penco de gordura, o rn o croe,
quando gaste mais 100 rs. lera urna alimentaco saborosa, commoda, fcil, muito afgj-
enica a muito reparadora por 290 rs.
UZA-SE COMO CHA Meia colberinha n'uma chicara d'agua, com sal sufficentc, a
am aromtico (salsa).
COMO SOPA De urna colberinha a duasem suficiente agua, gordura, tempeiraa
e qoaesqoer massas, farinbas, batatas, graos etc.
ARROZ Prepara-se como deozo, dissolvendo a porcio do extractum na
qae se deita nelle para cosel-o.
OS LEGUMESAs camas salgadas recaderJo com elle a forga alimenticia irvji
penaavel.
Deposito Pharmacie Ameiicane, de Ferreira Maia dr C.
57 Ra Duque deCexias 57.
r~iBi~]

i. .


;
Diario d Fernambuco S.ibbado 23 de Dezembro de 1871
!
UTTERATUR.

A 1413.
Ao Sr. Dr. Manoel Pigueiroa de Faria,
em testemanlio de sincera estima e cn-
.% sidera Oh loa da miaba patria I
Paluda flor dos m mis soabcs .
Oh luz dos vergais redabas
Do meo querida Brasil !
Eu, te saJo formo.-,
Como a virgain luminosa,
Que mais brilba exp;endiiroia,
No firmamanto de ail.!
Qaaado pareces dorrtindo <
A par de nuvens sombras,
Qae te orvalhio da ambrosias
Sor vendo o suspiros leus...
Oh t como bello, morena.
Contemplar-te a face amena.
Medrosa, gentil, serena,
Surgndo alravz dos cos ?!..
Quer dispontes radiante
Do seio io)aien-:o dos mares,
Argentando os palmares
Nj praia deberla e ni,
Q.er escondas tiPspetada,
No co a face nevada
Pelo sol eclipsada,
t* seuipre forraosa, oh lu !
Qur surjas pallid. e triste
Atiavz as serranas.
Do lliroiio das ,.i,-ir.i>nas
Eovrata em canillo veo,
Q.r das encesta dos m rales
Bordando as agaas das fontes,
Qjantos bellos barisoules
Provm de om .-o: riso tu 1...
Ou quando em noute sombra
Veos-te ergutudo docemeute
Como a doncella innocente
Do sen leitj na cortina,
Oo chores qo cao perdida
Qnal cr-aar.ga adormecida
Por sarpentes perseguida,
s mais que bella I s divina!
Qur banhes de loa os rochedos,
Qur brilbea s. bre as colimas,
Qur orvalbes as campias
Coca teu p.-anto seductor ;
Nao ba no co uu3 estrella,
Nem flor, uem aojo, ou doazelia,
QaQ como tu s^ja bella
Ideal do Creador !...
Qu'imporlam as tuas lagrimas
Li nos deserios dos cos ?
Quando at o proprio Deus
Mira leu rosto geniil ?!...
E s o astro adorado,
Que mais responde encantado
No firmamento azulado
Do meo querido Brasil'?!...
Oh la da mioha patria !
Paluda flor dos moas senhos...
Oh I loz do verges risonbos -
Dos vastos campos dos cos !
Eo przo tua grandaze,
Porqae amo a naloreza;
Porque adoro a belleza
Que parte das mSos de Deas !
Desde 1852 o goveroo imperial se es-
..... c rafiou ai oatras pas'.as a borneasj forcava por chegar a um accordo coa o
novos, mas qae se haviam distingiido no Paraguay sobra a questio da navegaclo
parlamento e aa adminutraclo, queme fluvial, que tanlo Diereis va, ou maisexac
Iraz'am o poderoso auxl o de suas iotpt-
gencas, e qae, livres de compromisos, po-
diam aceitar le-tmenle o pensamento da
nova pulitica.
Eu quizara l onde vagneias
Contemplar as campias formosa3,
Onde coibes, correudo e sorrrado
Lyrios, cravos, boninas e rosas ;
Qu'essas llores do mondo que habitas
S5o mais bellas, gentis, graciosas.
Que as flornhas n scdas na trra
os bafejos das brisas eberosas!
Eu qoizera l onde' vagueias
Cont iplar as cimpinisformosas I..
Ah leulo ds floreras divinas
Eu ira aprender os caminhos,
Oade cmtam suaves endechas
Os celestes, geots passariobos ;
Qo'esses aojos que os bo>ques da trra
Euchem temos de doces catinhos,
NSo encerram a grafa divina
Que no co guarda a ave era seu3 mohos
Ah eutao das florista < divinas
Eu ira aprender os caminaos!
Eu ira tambera nesses sitios
Li em lardes de esto serenas,
Onde linda appareces corada
De saudades, jusmins, aguceuas;
A libar o melzinho das Ares,
Rocala das auras amenas,
Escutando das virgens uiviuas
Descnidosa, infanlis cantilenas !
Eo iria tambera nesses sitios
L era lardes de eslo serenas ?...
Eu i" a tambem nos palacios
Onde vives risonba brincando,
Dos arclianjos do co rodea 2a
O semblante de Deas contemplando ;
Qa'esses lautos palacios da Ierra
Onde vivera monarchas reioanjo ;
Nao encerrara a dita daquelles
Onde vivera os anjos cantando !
Eu ira tambera nos palacios
Onde vives risonha brincando !...
Ab ira tambera em tau leito
Circuradado de estrellas luzentes,
Escutar os segredos melfluos
Dos leas sonbos virgneos, olales ;
Qu'essas virgens que nascem oa trra
Cojas crelas (se diz) innocentes,
NSo encerram em si o perfume
Dos leus soohos de flores vrenles I
Ah ira tambera em ten leito
Circuradado de estrellas luzentesI...
Mas, eu vejo que morro, qaerida,
Sem go/ar de lio doces encantos;
Porque a sorte persegne-me ingrata,
Porqae vivo orvalhado de prantos /
Mas, ao menos acolbe emteu seio,
' Como acolbes a Dos e aos santos,
Os suspiros de um ten namorado
Qae te enva saudoso estes cantos 1
Mas eo vejo qoe morro, querida,
Sem gozar de tan doces encantos I...
Gvmnasio Peraambucaoo, 21 de dezem-
bro de 1871.
Pelino Quedes.
Os ttssos partais, forc ti confessa-lo,
nunca ticeram principios bem pronuncia-
dos ; e naguatle lempo, miis do que nunca,
cer os dogmas de um eoulro lado pareciam
sen3o proscriptos ao menos esquec los ou
modificados ; osnomes enm os nicos sym-
bolos dasdins opinioss que por muito lem-
po dividiram o paiz.
A autoriJade e a Uengio do raestre que
acaba de fallar dispensar-nos-ham de rein-
cidir as qoest ;s odiosas qoe a brilbante
fortuna do visconde do Ria-Braoco tem des-
gragadameote provocado, se, cora a trans-
cripcSo do segainte artigo do Novo lempo,
publicado sob n. 4 em 26 de fevereiro de
1844, ni) julga s-mos prestar um sanaco
aos qoe teera ouvido dizer qoe o visconde
do Rio-8ranco fui na-sua uaocidade nm li-
beral exalt do o i tolerante.
l.eiim :
Q -eris a prosperdade fia naci ? ...
Derrita)*! o balsamo da conciliaco ; por
vossos arlos ins^i/ai ao paiz a maior con
6anCa pos ivel no seu futuro: franqueza e
justig para todas as oploies, apar defor-
lalr/.a piracom o delirio das faccs ; alar-
gai a epbera d >s cladaos que potljm lo-
mar parte nos negocios do Estado ; pros-
(revei o exclusi israo, que rnanda dar s-
men'.e importancia a um limitado numero
da pessuas; nssi da cleraaicia para cora
os vencidos; economisai o suor da naci ;
^tendoi afoi'.ameote a espnda d justiga
al os logares onde empregados delapida-
lores e.-tragam a rjueza publica ; fjzei
cun, qae :is cara.ras sejara realmente a ex-
presso do paiz inloin, e nSo commisres
de caitas potestad.s.
* A s:m conservareis cori todo o seo
brilho e mage.lade, a con-titu!r;5o dtfixar
de er urna chiraera, a vertigem dos revo-
lucionarios d sapparecer, tomo as nevias
da madrugada aoprimeiro claro do oriente.
Queris a desgraca do paiz ? Pos bam:
extreei a par.'ialiddde e a injaslig par
cora aqnedes cujas opmioes forem diversas;
ioncentrai todo o vo-so poder nesses ami
goi que vos aeomp nbarao nos das de f-
hcidade, que vos darlo o ultimo empurro
para o abysmo no da da desgrana: sola
dea.idados com 03 vene dos, condemna
foue, miseria e m >rt9 os que se aio
jungirem ao vojso carro ; bternisai as di-
seo oes civis; e a vossa obra estar cora
plea com o d-smantelamento do impario.
a o aaiquilamento da lulo quinto tem da
mais caro a naejo.
Assim escrevia o energmeno liberal aos
io annos, na idade das paixoes. Vejim a
moderado com qoe fallava. dirigindo se aos
seas corraligion-ros no poder, dias depois
da victoria, e se as ideas que sustentava
nao es'o de acord com a que fempre
manifestou, e manifasta.
A aova poltica, a nibre idea da concilia-
rio foi acJhila com eothusiasmo pelo paiz
mteiro, porque linba pur fi:n dar tregoss e
aca'oar'cora as lulas odenlas o ensangos-
tadas dos velaos partidos, f, ora o apoio
dos bomens de tilo to e boa vonttda de am-
bos os ladas cridar doi grandes o moitos
aialhoramentos moraes e matarais que o
paiz redamava.
Porcado a demorar-so ere Montevideo, o
viscoode do Ro Uranco s pode tomar co i
ta da pas'.a da ui?rinha era 14 de dezembro
de 1833.
Ministro e secretario de estado dos ne-
goeJS da marnha (galera dos homens il-
lustrcs), foi honrado pelos eleitores flirai-
nenses com umi brilbante reeleicl'), e elle,
por su' parte, na cmara c n i gabinete mi-
nisterial, confirmm o seu bem estabe^ecido
crdito de homem laboros), e revelou ap-
tidSRs proprias do alto posto era que o ha-
viam col'ocado a confianga da corda, a jos-
tir;a e estima da seu Ilustre amigo (o mar-
quez de l'aran)
i C)rao ministro da mar.nha, desde 14
de dezembro de 1853 at os primaros dias
de juaho de 1855, os seos relatorios, que
foram I mvados al pelos mais extremos
adversarios do gabinete a que partencia,
a'.testara o? conbecimantos pro^sionaes que
adqairra em sua primeira carreira, um pro-
fundo estudo das necesidades dessa ramo
da publica administrado, e um tacto raro
em dascobrir Ih so verdadeiro remedio.
O projeclo de promoras que apre-
seoton na cmara dos dcpuiados, as cedi-
das qo> solictoo e obleve d) corpo legisla-
tivo, os varios regulamenlos que promul-
gou, e nlo poneos projeics que passou ja
muito adivinados a seu uc.essor, compro-
vara a figura proeminenle (|ue representou
na direcSo do ministerio a marinha.
Entre os regolam nt03 a que cima al-
ludimos, citaremos os que crearam cimpa-
nhias de aprendizes marinheiros no Para e
to, que era questio de vida oa de norte
para a provincia de Atatt Gross.'
O goveroo parajguay> raaginafldo qae o
Brasil artara se nq caso do aiafrago, que
das, oja-se da maor parte da rupa para
salvar-se a nado nlo quera separar a
que to de limites, da questio Ja navegaclo
fluvial, e como nm accordo sobre a q estS
de liraiies segundo as snas pre*.eor;()3s, era
impossivel, esta vamos privdis da exerccio
do direilo ao transito fluvial, implic la e
vrtoalmente estipulado no art. 3* do t ata-
do de 25 de dezembro de 1850.
D. Jos Bargas, discpulo da escola je -
soitica, manida a barajo cotello nos do-
minios da sorabria dictadura de D. Cirl s
Antonio Lpez, era o plenipotenciario pa-
raguayo quo viera em missa 03pecial ao
Rio de Janeiro, atim de tratar' d'esta quas-
lio.
Os prolocollos dessa negoca;5o fora u
publicadis em um volurae. que a; mp:i ia
em avalso o relatorio do minsteria de ex-
irang^iros de 1857. O mel p rqoe o
viscoode do Ri i Branco honva-se n'e-sa la
oono3a o earedala discussSo mareceu o
elogio dos proprios adversa ios: c qoeoPara/uay st prestasse a separar as
las ques 5 s, e ven:ei corno o Horacio da
ant gjidade, qm saparou os eas tres iJ-
m gos pira vence lo u n apoz outr.
O sead r D. Miooel Ua Assis Mscar-
naas, qua fazia urna oppa.sjc.i. desabr lj
ao gabinate, lave a lailda o*' de con'e^sar,
fizenlo justiga ao san adversa io, que o
direilo do Brasil na qoesio de limites si
hira venced >r, e fio.-a pleniramte p-ovalo
laz dos dbalas havidos uas C9nfe ejocis
que precedarara ceiebra^So do tral.do de
navegaco.
A qujsi) da limilis, porio, bilhan'e-
tenlo esclarec la, ficou adiada. O Bravia-
do paraguay > nao quiz c^der por foro
algara i de suas exageradas pretencOas.
Aqaelle adiamanto despertou, e pode
aiala despertar, os raparos das raras vezas
fatigad-, mas nunc sacada, c-.nsura po-
li ici O visconde do Ri > Braici, coaae-
guindo qie o plenipotenciario paraguayo
dscuiisse a questio de limites, obteva umi
grande vanlagam, porqte geralmente se
acra iitava q ia o imperio, por ser uraa na-
ci forte em relilo ao Paraguay, nlo tinha
razio na sia coatenda sobre limite*, e a
discussi) deixou bem pitete como concia
itos prolocollos dalla, a sem razai do go-
verno paraguayo. Nlo licito duvdar do
grande passo que foi dado para ura a eco do
definitivo.
Inlerpellado pelo fallecido sanador vis
conde.da Jaquitnhonha, que pareca nao
estar lembrado das circnmslan;ias qna se
abnl de 1836, o viscoole do Rio Branco
dissa o seguinte no sealo em a sesslo de
-28 de junho de 1805 :
Do que se iratava em 1865 cora a
Repblica "do Paraguay? Trativase de
resolver a qaesto de limites ? Nlo. V.
Exc. Sr. presidente (viscoode da Abael),
sabe que nao foi mais do qae continuar a
poltica que V Exc. tinha seguido. A qoes-
io de limites nlo estava eatlo na ordem
do da : desartos eos separavam e saparam
do Paraguay. A questio vital era a nave-
garfio, e nio poMiraos pedir o exarcicio da
navegaclo Repblica do Paraguay senio
nos term s do nosso dreito ; nlo podamos
exigir a libar Jada do transito sena sob
condicoes mais ou menos favoraves, da-
pendntes do assentiraenn do Paraguay ;
porquanlo pelo g yerno imperial liaba sido
sempre sustentado o principio de qae o
ribeirinbo inferior poda negar o transito ao
ribeirinbo soperior desde qae este se nio
conforme s clausalas que o prneiro jul-
ua necessaras sua segaranji. O Pa
ragaay possue a soberana da embocadura
d'aqoelle rio : nio podamos d-dnr de ne-
gociar cora elle as condicas do livre tran-
sito, e estas condicoes depindiam do sea
esp mianeo assentiment i, porque, assra
como nlo quereriaaos qneo EsialosUai-
dos oa qua qaer outra naQlo nos dsse a
lei oo Amazonas, assim lambem nlo qua
riamos dar a lei m rio Paraguay. Eis a
explicarlo do tratado de 6 de abril.
Nio foi essa a ODica questio qoe o preoc-
cupou : leve tambera de ligar o seu nome
cora o do visconde da Abiete no tratado
de 7 de margo de 1856, que assentou era
no-as e solidas bases as reheoes entre o
Brasil e a Confederado Argentina.
Era urna das mais porfiadas discassas
que tivemos da sustentar n'aqoelle tempo
com a arrogante legarlo ingleza, discos-
803S motivadas pelo trafico de escravos,
qoe j eolio era coniemoado moralmente e
perseguido sem tregua pelo povo brasileiro
e suas autoridades civts e militares, em
todos 03 pontos da costa do Brasil, onde
os navios negreiros poderiam tentar o des-
embarque de sua mercadura humana, cou-
be ao visconde do R'O Branco consigoar
oa Babia; os queraar.-ara os prazos deser-'em sua nota, dirigida legado britannica
vqo, accessos, sidos e ootras vantagens era 6 de abril de 1856, um enrgico pro-
das classes dos imperaes mariabeiros e j tasto conlra os actos arbitrarios e violentos
figura como possivel, o honrado Sr. Jermin-
gham julga conveniente contestar os esfor
Co do governo imperial, exprobrar-lhe
frouxido, e ameacal-a em nome do gover-
no de S M Britannica com a execugio do
bil de 8 da agosto de 1845 I
A ameaca que lio injusta e acremente
se faz ao governo imperial poder servir
para despertar a lembrano-i de que a Gr-
Bretaoha orna afio mais forte do qio o
B azil e pira significar que nao duvidar usar
anda sem motivo legitimo, do seu grande
poder material; mas poder nem eacorabrir
a sam razo de ura semalh ante procedimen-
to, nem abalar a traa iuI lado qua ao go-
verno imperiil iuspra a conscencia de sua
dignidade ,e da iateireza de saos actos.
Coube anda ao visconde do Rio-Branco,
nessa ministerio (1857), adherir aos qualro
principiosBda declarar) final do coagresso
de Pars, de 16 de abril de 1856, e prin-
cipalmMle aos da abo! qo immediiia do
corso.
Aceitan lo esses principios, minifa3tou o
daiej) de ver proclamada a aboliclo do di-
r9'ne"de captura da propriedado privada- no
mar. Eugene de Couchy era sua bra-
le Droit Mar it i me Internacional (Paris.
1862, 2 col.) citi o trecho de sua nota de
18 de marco da 1857 qua se refere a esta
queslio, e o seguinte : A humanidade
ta justiga devera cenamente ao congresso
Paris um grande melh trmenlo feito
le commura das nices; mis, ura ame
dos mesmaa pfiocipios, -to ainda pedir
s patencias signatarias do tratado de 30
de raa to da 1855, como cojardemento de
sua obra de paze da civilisago, um con-
seqoencia salularqi e seconimnis maxi-
m-s que ellas pro^iamaram. Esla conse-
quencia que tola a propriedade particu-
lar inolTensiva, sem eueplo dos mvos
mrcanos, deve ficsr ao abrigo do dreito
martimo conlra os ataques dos cruzadores
de guerra.
No seio do nosso pariamoolo e da nossa
mareosa, que devem ser os thermomatros
da opinlo publica algumas \ai-s deixirara
ouvir censoras contra o ministerio que
adherir quees principios de direilo ma-
rtimo, proclamad >i pelo coagresso de Pa-
ris. Dizem qae o Brazil de vera seguir a
opnio dos Estados-Unidos, que, segoado
o pensar delles, queriam a conservarlo do
dreito de corso, porque julgavam o corso
urna madda muita licita, um raeio, de
guerra conveniente.
Os Estados-Unidos, porm, nlo presta-
ran) sua adbesio s novas mximas estipula-
das pelo congresso de Paris, porque qoe
nam qae o principio de iaviolabilidade da
propriedade particular de um dos belige-
rantes no alto mar fosse posto ao abrigo
do direilo martimo contra os crozadores de
guerra. Os Estados-Un los nlo sustenta-
ran) que o corso seja ura recorso proprio
da civilUaclo actaal, ou que nlo lenha o
carcter de orna piratera organizada e
legal.
Segundo as estipalaces das potencias
signatarias do tratado de Paris, os quatro
principios deviam ser considerados iasepa-
raveis; nio se adraitia urna adbesl) par-
cial, e sim ma adbe3io integral; a poien-
ra-se forcaJo a romp;r as negociac5es O
Brasil, por sua parte, preparou-se para a
guerra, camqaanto nio a quizesse.
O gabinete presidid) pe'o marqnei de
Olinda. e no qaal era ministro de estran-
geiros o visconde de Mar aguape, depois
de reiteradas instancias, :onseguio do vis-
conde do Rio-Branco aceitar missl) espe
cial da ir s repub cas do Prata ^. do Pa-
raguay para resolver asdilBcuIdades pen-
dentes. Foi urna escojba acertada, porque
ain^uem cmbecia malbor estas questoes do
que aquelle que, como ministro do3 neg
c)s estrngeiro!, nago iara o tratado de 6 de
abril da 856, oasiguaai) as respectiva
promcolos os principios e as razjs en que
se fualaram es estipula;oas que elle onsa-
K"- .
O principal objecto da misso do vuconda
do Rioa5tanco era acabar cora os regula-
m9ntos fluviaes qae o governo paraguayo
tinha promulgado a despeito das tratado
vigentes, e resguardar a observancia do tra-
tado da 185i, sa mais nia fosse possivel
conseguir amigavelmante a respeito do raa-
sita fluvial.
Depois de algumas confareacias com o
presideate do Paraga y D. Garlos Antonio
Lpez*, e c>ra o ministro-das relapoas ex.e-
riores D. Francisco Solano Lop-iz, ssignou
com'este a oavin^io da 12 da favareiro
de 1853, onie fiooa estabelecida a verd)
daira intelligencia o pratica do tratado de
185. Os reglamenos qoa cavia expa-
dido o goveru i paraguayo foram todos re-
vogaios, olilendo o representante do Brasil
uo s a fcil observancia daqielle tratado."
COJQO at novas e imprtanles concass5i3.
Oro Paraguay ficou aban i a todas as ban-
deiras, e esse triuraphi inesperado valed ao
viscoole d) Ri; Beauco o mais cordial ac-
ibiaiento ni provincia de Ma t) Gross), qie
foi visitar, e urna rec-pQio brilbante na ca-
pital do imparto. Seus serv$js forara re
cornpansa Jos pela munificencia imperial com
a dgnitaria da ordem do Cruzeiro, e os sea>
comprovinciano; da Babia, por mo da ama
sabsvrpcio popular, offarlaram-lbe as insig-
nias d'aqoella ordem, rica e arli ticamente
trabalbadas.
Refer,ndo-se a esta misslo, diz o Dr. Pe-
reir Pinto, no seas Apontamentos para o
Direilo Internacional, o seguinte:
Para plenipotenciario dessa missio foi,j
marinheiros avulsos; finalmente aquella por
qae boje slo feitos os altstamentos de vo-
luntarios e recrulas para asequipagens de
guerra.
dos cruzadores ioglezes. Algons membros
da cmara dos lords, enlre elles o lord
Malmesbury, com honrosas e nobres pala-
vras, apreciaram o propesto do ministro dos
Em 14 de juoho 1855 hoave recomposi negocios estraogeiros do Brasil contra as
5lo ministerial. O visconde de Abael ret amear;as de qae tinha sido orgioo encarre-
rou-s"|do gabinet) para ir ao rio da Prata em' gado da S. M. Britannica William Jermin-
missio especial, e ao visconde do Rio-jgham. Esse protesto, ebeio dedigoidade,
Branca coube substitoil o na pasta dos ne- modera5io e nobreza, qae profligava a asar-
gocios estraogeiros. I paeao de nossos direitos de soberana e
c As crcomatancias em qoe essa ma-' independencia, foi redigido qaando aos
danta teve lugar (diz a mesraa biographia) | albos dos brasileiros ainda fumegavam as
tornaram a posicio do novo ministro dos! ruinas da fortaleza de Paranagu.i, desman-
aegoos estrangeiros summamente difficil.' lellada pelos canhos dos cruzadores bri-
0 Sr. Paranbos, porm, soobe sabir tri- nnnicos.
amphante d'essa nova experiencia, e desde' Depois de manifestar a sorpresa com que
entlo, dentro e fra do imperio, conside- receben a nota do ministro inglez, datada
rado coa o am vardadeiro bomem de es- de 6 de marco, o visconde do Rio-Branco
tado. 'occnpou-secom a tentativa de desembarque
c Aquelle qoe como ministro da mirioba' de africanos em Sernhlem, e passando s
havia, sem o menor estrepio, e com o'ameacM da legislado britannica demoas-
maor zelo e acert possivel, preparado urna!troa qae a aboliclo do trafico no Brazil
luzda expedidlo naval para apoiar a missio nlo se devia atlribair vigilancia dos era-
diplomtica enviada em 1854 Repblica zadores inglezet, insufficientes para o'ex-
do Paraguay, como ministro dos negocios' tenso permetro das nosas costas, e muito
estraogeiros teve de procurar urna solacio' menos ao ac do parlamento britannico de
pacifica e honrosa- das qoestas pendentes 1815, qae apenas autoriiou violencias exe-
com esse estado, e logrn o sen erapeobo catadas do liltoral.nos portos e ros do im-
por modo moito distincto. O tratado de' perio; qoe a consolidaQlo da paz e ordem
aniada, navegaclo e commercio de 6 de constitucional no imperio, e a lei de 4 de
abril de 1856, e os prolocollos dessa longa setembro de 1850, qae ampliou e dea nova
e porfiada negoeisclo, serlo t todo o tea- forca de 7 de novembro de 1831, impri-
po nm titulo de gloria para o ileoipotencia- mirara reprsalo do trafico ama efficacia
ca qoe se nao prestasse a esse accordo fl-
cava privada da sua applicaglo.
O visconde do Rio-Braaco disse na c-
mara dos deputados o seguiute :
Se nlo adherissemos aos principios
proclamados pelo congresso de Paris, dada
urna guerra em qoe fosse parte aignma das
potencias signatarias do tratado de 30 de
margo da 1850, ou algumas das outras que
lem adherido aos mesmo: principios, as
mercadorias brazileiras seriara boa presa
sob o pavi'hlo inmigo, as mercidorias
inioigas nio seriam protegidas, nao fica-
riara isentas sob o pavilhao brazleiro.
Ora; deviamos us sacrificaras van-
tagens da paz a um recurso de guer
n ? Esta poltica sera a que esovinba ao
imperio, que em lodas as suas relacas ex-
teriores tem por base a justiga e a modera-
Ci ? Cftiviria este procedimento ao im-
perio, que tem urna marinha mercante
ainda muito limitada, e cuja exportaglo se
faz quasi toda em navios estraogeiros ?
Creio que nio. (Apoiadr.s.)
c Senbores, os vapores reiuzam a mu
pouc i os servigas que hoje podera prestar
os corsarios. E aj'oacSes que lem una
grande forca martima lem lambam urna
marnha mercante nuraerosa; se ellas qui-
zerem usar desse recurso, levar) de cario
vantagem s nac53S mais iracas sob o ponto
de vista da forga naval, (\p)iados.)
J entlo, e desde o passamsoto do i lus-
tre marqoez da Paran, que se verifigou
no dia 3 de setembro de 1855, era o gt-
binele presidido pelo duque de Caxias. O
visconde do Ri) Branco regia interinamente
a pasta da marinha, havendo o bario da Co-
tegipe passado para a da fazenda, qua esla-
va a cargo do finado marqoez.
Nessa curta interinidade (galena dos
homens illustrei), sobrecarregado com os
graves assumptos di po'itica externa, leve
entretanto tempo para levar a efeto o ira-
portante projeclo da conclaso do dique da
Iba das Cabras, formular a reforma do
corpo de sande da armada e dos officiaes
de fazenda, e dar orgaoisacio s classe<
dos artistas dos vapores de guerra; traba-
Ibas que foram honrados com a aceiacio
do sea Ilustrado aoccessor, e por este con
cluidos e promulga ios. >
Oissolvido o prmeiro ministerio da coa
ciliaclo em 4 de maio de 1857, o vise inda
do Rio-Branco, entlo depulado pelo 2o cir-
culo da corte, estava sempre na tribuna para
defender os.actos da aIministracio deque
havia feito parte, e o crdito de seas colle-
gas como o proprio. Hicoraraendimos a
leitora do discurso qae proaancioa na sos-
al) de 15 de janho de 1857 par occasio
da discussio da falla dothrono.
VII
Entretanto novas e serias difli uldades
sargiam entre 9 Brasil e o Paraguay. O
governo de Assnmpclo anoollou de fado o
tratado de 6 de abril, sabmeltendo a nave
gagio commum a regulamenlos, qae eram
a negagio do qae havia sido estipulado, e
qae tornaram impossivel o commercio ex-
terno com a provincia de Matto-Grosso. Pa-
reca inmanente a guerra. O dictador pa-
raguayo. D, Cirios Antonio Lpez aagmen-
lava o numero de suas tropas e fazia exe-
cotar grandes trabalhos de defesa' por ha-
bis engenh iros contratados na Europa. A
primeira missio mandada ao Paragoay, a
cargo do almirante Pedro Ferreira de Ol-
veira, fra mal saccedida, e o conselbeiro
Jos Mara do Amaral, enviado depois, vi-
5 im o melaor fuadamento, escolhido o con
selheiro Paranbos, negociador do tratado de
6 de abril, e pirtanto genuino interprete do
espirito qua dictara os precaitos diquella
convengao. No meio de nossos infortunios
com o Paraguay desenha-se cora fi(Jb e bri-
'hantismo a phase que gerou o ajuste in
tarnacional commettido a as talentos do con-
selbeiro Paranbos.
t.....aceitando o honroso encarga para
qae havii sido eleiio, o conselhe>ro Para
nbos ara'anhon com summa prudencia o ter-
reno, antes de invest-o temerariamente,
Invas erara as varadas; varios negociado-
res tinhara errado o trilln ; elle mesmo em
1856 palpara o pergo dos atalhos; s se
pode, pois, louvar o acert com que bus-
coo encaminhar a negociagaa de forma que,
quando langassa ancora em Assompclo, as
prevences estvessem, se nlo desvanecidas,
ao menos assaz modificadas. Sa o conse-
lbeiro Paranbos, sem procurar a adhesio
ou as sympalhias dos estados platinos nos-
sa causa, velejasse direilo ao porto da ca-
pital do Paraguay, nossa j uzo que a
sua missio filharia. Aquelle foi o segredo
de sua poltica, e essa poltica dea sazona-
dos tractos.
Tenlou-se fazer acreditar que a attilude
bellica tomada eotio palo gibinete irapa-
rial concorrra principalmente para f.c.li-
tar o favoravel exita da convrncio de 12 de
fevereiro de 1868; mas, como bem dsse
o envalo brasileiro uo magistral discurso
proferido na sesslo da II de julbl de
1862, na cmara dos daputados.quando
urna negociacio vem acompanbada de for-
Ca, esta um meio auxi iar qm nio dis-
pensa trabalhos e esforgos da inielligeucia
para a solugo amigav^l; e nos acrescen-
taremos, se por esses esforgos alcanga-se
um des solace pacfi:o, grande elogio cabe
ao diplomata que por lal forma evita a seu
paiz a huanaaiJale as calamidades da
guerra.
Ni poca que as referimos as rea -
g5es" do gabieta imperial cam o govtrno
argenliuo, ou antas cora o general Ur-
quiza, qua tioham esfrado em consecuen-
cia de nossas desiotelagencias cora o Esta-
do Oriental por causa da aceitagio dos tra-
tados, s exigencias do caja Estado o refe-
rido general mais se racimara, e ltenla a
poigio neutral que o Brasil tomara em
suas desavengas com a provincia Je Buenos-
Ayres, ha viam melhorado, mandando o
mesmo general a asta corte um agenta con
fidencial, cora o qnal travaram se as abi-
taras para a celebragio do tratado da cam
marcio e oavegagao, qui cora effoito foi fir-
ma io pela missio brasileira em 7 da mar-
go de 1856.
Aproveitando discretamente este estado
de benevolencia en'.re os dous paizes, o
conselbeiro Prannos, como preliminar da
negociagio com o Paragqay, julgou acerta-
do concertar previ amante com a confedera-
Co Argantioa algura ajuste sobre a nave-
gagio fluvial corao carapleraeoto dos trata-
dos de 1831 e 1856, e do ajerdo qae so-
bre idntico objecto haviamas ajustado com
o governo oriental em 15 de setembro de
1857.
c Nesse empenho foi o plenipotenciario
brasileiro bem succedido, consegurado que
em 20 de no/embro de 1857 se subscre-
yesse por arabas as partes urna convenci
fluvial, pela qual os trechos dos afilaentes
do Prata de orr e outro Estado ficavam
abarlos s bandeiras de tolas as nacoes sob
os principios dos regalamen'.os mais libe-
raes.
c Esse resoltado, ista o recoaheci-
raento pelo lado dos ribi'nnlios platinos
d'aqaelles principios, desenvencilhoo o ca-
raiobo para o Paragoay de muilos obstacu
los e fra segura base para tratar com esta
Repblica.
Aportando a Assumpgo, exhibi o con-
selbeiro Paranbos como molde do projecta-
do tratado as mesmas estipulaces que ac-
cordra com o governo argentino, apresen-
lando essa proposia pela nota de 14 de Ja-
neiro.
c Dararam os debates da negociacio des-
de 10 de Janeiro at 1J de fevereiro, e ten-
do-se delles arredado a questio p-eliminar
dos regulamenlos da Repblica, visto ter o
governo paraguaya considerado cimo ponto
de partida de um novo accordo a conven-
ci fluvial ajustada com a Coalederagao Ar-
gentina, menos difficil tornou-se a oltima-
Co do tratado.
A convenci da 12 de fevereiro resal-
veo, satisfactoriamente todas aa qoestas
controvertidas, decretando a*s seguales es-
tipulaces.
' (O Sr. Pereira Pinto trnseme aqu as es-
tipalaces de'Se accordo.)
r.....Increpou-se ao negociador da
convenci de 1858 (contina o Sr. Pereira
Pinto) por nlo baver deslindado a queslio
de limites.
c Tal censura, porm, nio resiste mais
ligeira analyse, primo nlo era esse o objec-
to especial da sua missio, secundo porqae,
tendo o tratado da 6 de abril de 1656 adia-
do esta qoestao para tempo ainda entlo dis-
tante, ni i se poda exhibir razio fundada
pira aemelhautt reclamaeio. e.finalmente
porque, levantando-sa era tal occasio esse
debate incandescente, se prejudicaria o fim
primordiil daqoeila missio, que nlo era
outro senlo desimpedr-se o camiabo flu-
vial para .Matto-Grosso.
< .....Em remate diremos qae a con-
venc) de 12 de fevereiro, consegrando a
revognga > dos regulamenlos paraguayos, a
sua substitniclo por medidas qae garant ira
nossos direitos, completando e deseovol-
vendo o tratado de 6 de abril de 1856 na
parte relativa a navegaclo fluvial, por m^io
de clausulas e estipulaces permanentes, e
abrind a raesma navegagl) ao commercio
de todas as nagas, honra as paginas da
nossa lii;toria diplomtica.
(Juem quizer esladar mais a fuado esses
aconteJmentos deve ler o discurso do Rio-
Branco. pronunciado era 11 de julho da
I8G2 aa cmara das deputados (citado pelo
L)r. Pereira Piolo), assim corao o que pro-
ferio na raesma caraira, ao imitar do Para-
guay, em 4 de agosto de 1838. Referindo-
se a esse discurso, disse enlio o miaislro
de esrang.ros visconde de Maranguape:
Quinto aos negocios do Paraguay, o
nobre deputa la qui honiem oncelou o de-
bale subre o orga nenio da estrangeir s deu
j as precsai txpbcages; creio que satis-
Uzerara cmara. (Apoiados.)
Se alguraa gloria tenao do acert cora
qua coacorri pira qio esse digno ministro
plenip)teuc-ario f-.ssa escallndi para seme-
I ha ate missio.....
O Sr. conselbeiro Praobos bam merecen
nia s do governo coma da lodo o Brasil.
(Apoiados. Mu lo berra.)
Na discassao qua entia hauve, recabeu
o visconle do Rio-Branco os maiares lou-
vores, al mesmo dea versaras.
depulado Brandio elogiou-) e foi viva-
mate apoiado.
Uvroa-nos da nacassidade de umi
guarra, disse em aparte o conselheiro Oo-
taviano.
Cam effeito o qua acabavamos de conse-
guir, &em o recurso sampre laraentavel das
armas, tinha um alcance immanso.
Nao era s o livre transito para Mato-
Grosso o que tiobamos obiido, coocessio a
qae tanto resistir o governo paraguayo,
concesso demagna importancia para aquella
nossa provincia, cuja vida exterior depende
da livre circolagio da sua arteria fluvial.
O visconde do Rio-Branco consegaira
mais do que ra recommandado e se es-
perava: o rio Paraguay ti:ava aberto a li-
vre navegagio da tolas as bandeiras.
E' pira lamentar que esta missio espa-
cial, depais dos arduo3 trabalhos que pis-
8oa, cora o fim de cimentar duradouras re-
iagoas enlre o Brasil e o Paragoay, o qoe
plenamente copsegnio, lacrando para seu
ebefe h mi roso e grande nome. fosse sabs-
tituili p>r missoes ordinarias, deseogana-
dim rale incapazes de conservar ao menos
a obra feita custa de tanta ntelligencia, a
poder de tantos sacrificios.
O visconde do Ro Branco havia sido
tambera encarregado de dillerentes nego-
ciares junto aos governos da Confederaglo
Argentina e da Repblica Oriental, deven-
do tambera entender-se com tiles acerca da
questio fluvial.
Antes de drigr-se ao Paraguay, n^go-
ciau, pois, cara o giverno do general Uf-
quizi a convengao 1867, assigriaia na ddade do Paran, con-
venci que completava as estipulagoas do
t-atado de 7 de marco de 1836, regulan-
do a navegaclo dos rios Uruguay, Paran
e Paraguay dentro dos omites Co dos dous paizes, e a 14 de dezembro
assig oa out'os dous ajustes igualmente
importantes, um rec< nncendo os limites
dos dous paizes entre es rios Uruguay e
Paran, e outro regulando a extradrgio da
criminosos oa devolopo deescravos fgidos
Aproveitando as lices da expariencia, o
representante do Brasil consifnoa nesse
tratado algaraas dsposicoes que nlo ti-
nhara sido compreheodidas no que celebra-
ra s cora o Estado Oriental.
Sobre o tratado de limites entre o Im-
perio e a Cmfadaragia Argentina, e o tra-
tado de extradcio que o viscoode do Rio-
Branca assignoa ni cidade do Paran em
14 de de.embro de 1857, e qoe ratificados
pelo Brasil, nio o foram pelo governo ar-
gentino, diz o Sr. Pereira Pinto.
Pela orgauisacio poltica daquelles Es-
tados, as convencas acordadas por seus
chefes com as potencia txiraDgeiras teem
da passar pelo cadinbo das duas cmaras,
sendo afinal sanecionadas pelos presidentes:
largo campo, pois, tica aberto a lodas as
chicanas para se as iuutilisar, quando assim
entra nos calcules ss mesmas cmaras ou
de seus governanies.
Em 1827 Buenos-Ayres enva ao Brasil
a missio Garca para fazer a paz; firma-se
o tratado de 24 de maic, de a:cordo com
as mstruccoes dadas aquelle plenipotea ia-
rio, como elle proprie atfirmou em sna de-
fesa, mas nlo foi approvado.
< Em 18&3 Rosas excita por meio do sea
ministro Gnido urna allianga com o Impe-
rio ; conclue-se a convengao de 24 de
margo de 1843, a qnal Dio ratificada
palo mesmo dictador t
fim 1857 o Estado Oriental provoca a
revisio fio tratado de 1851 ; celebra-se a
convenci de 4 de setembro, a que se an-
nesou na mesma data o tratado de permu-
ta de territorios na fronteira. Ambos ca-
ram sem effeito p) os embaracos do gover-
no e das cmaras da repblica.
Em 1859 ajustase com as ditas rep-
blicas o tratado de 2 de Janeiro (negociado-
res os viscondes do Rio-Branco e do Ura-
Suay), complementar da convenci d paz
e 1828 : tem a mesma sorte dos anterio-
res l Aos de que ora nos occopamos igual-
mente recasada a oltima saneelo. Violan-
do por am modo tio frivolo solemnes com-
proraissos, deixando de fazer honra i firma
de seus plenipotenciarios, nlo se aventuran)
aquellas paizes aos azares de serios coni-
promer.imentos com as potencias extran-
goiras ? > (Continoar-se-ha)
TYf. )0 DUUI- UUUQUB Di CAJU4
^




t
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1
V

ILEGVEL
A
*"" .....

JJ


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