Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12541


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Full Text
ANNO XLVII. NUMERO 290




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I
>.,
FABA A CAPITAL I LUGAUS OIDI IAO II PACA fOBTI.
tdinudui
Por aeia dito i^no
Por o anua idaa..
Cada
rala,
1000
lOOO
it#oeo
390
**
OUARTA FEIRA 20 DE DEZEMBRO OE 1871.
PA1A DimO I P01A DA PB0Y1IC1A,
Por trea meiaa adiantadoa
Por aeis ditot idem.
Por nove ditoi idem
Por on auno dem
ilUOO
MHIo
I7J000

DIARIO DE PEMAMBUCO.
Propriedade de Manoel Figueira de Faria & Filhos,


Oa Ira. Gerardo Antonio Atoa 4 Filbos, no Para ; Goncalvea & Pinto, no Maranhlo ; Joaquim Jos de Oliveira & Fho, no Cear ; Antonio de Lemoi Braf a, no Aracatj ; Jlo Mara Julio Chavea, no Aaa ; Antonio Marqnaa da Suva, no Natai; Jdf JnUtt
Pereira d'AImeida, em Mamangnape ;Felippe EalreUa d C, na Parahyba; Antonio Joa Gomea, na Tilla da Penha; Balarmino doa Santoa Baldo, em Santo Antio; Draninjoa Jote da CoaU Braga,

em Naxareth ; Antonio Ferreira de Agoiar, em Goyanna; Francino Tavarea da Coata, em Alagoaa; Dr. Joa Martina Airea, na Bahia; e Leite, Serqoinbo C. no Rio de Janeiro.
PARTE OFFICIAL.
overao da provincia.
N. 1705.i." seccio. Secretaria de polica
de Pernamboco, 16 de dezembro de 1871.lllm.
e Exro. Sr.Paso a mos de V. Exc. como me
compre o cilicio junio por copia, e mais papis
que em dala de 26 le outubro ultimo dirigio-me
o delegado de polica do dislrieto de Panellas, a
qaera euvi sobre o que publicoa o peridico Libe-
ral de 10 daquelle m z.Daus guarda a V.
ExcIlla e Exm. Sr. conselbeiro Joio Jas de
Oliveira Jnnqueira presidente da provincia. O
chefe de polica Htrmagenes Sgfrates Tavaret de
Vasconcellos.
Villa de Panadas, 26 de outubro de 1871.(;l Sr.Accuso a recepco do maito boaroso offlcio
di V. S. tob data de 20 i > crreme, com o qual
acompaobou o fieriodico Liberal de 10 tambem do
corrate, a!i n de que eu responder sobre o faci
de que sou acusido di mesmo Libeial, cajo noti-
ciario diz: que m nouta de23 do mez p usado,
esU villa fjj lrausformaia em praca damas,
teudo hivido (o |ue de reunir, e tea Jo os soldados
por ordem minha invadido os cercados albeius
para agtrrareiii eavalios e as 11 horas dessa mes-
en i ayate, foi v.urjida a casa de Paulino de Til,
moralor no Si to-Novo, d'oade oi arrancado a
essa mesilla hura urna moca, que all eslava depo
rilada, e ciaco dias depois foi entregue ao pai
-Francisco Cavalcante, de quera resebi a quantia
de 100*.
Admira pircarlo a aciliJade con que neste
tugar se invrrtem os relos, e se inf ini a reputa-
cao alheia.
Era ali>faco as pessnis, que rae nao conhecem
vrtu chamar a re-raonsabilida te o autor da lodica-
i! a ootica, e cumpriudo a ordem do lllm Se Dr.
chefe de polica, pelo presente, vou explicar o (ac-
to oeeorrido.
No dia 2.i do mez passado Francisco Cavalcante
apresentou-me ura requerlraeoto em que pedia
busca e apprehenso em joias de onro e 500J em
dioheiro que thha desapparecido de sua ca-a, sen
Jo anior do crime Buroardino Ferreira da Silva,
que tambera seduzio sua lilha de oome Hara, e
ambos se tinhim evadido, e contUva estarera oc-
cultos em ca>a de Paulino de Tal morador do
Sitio -Novo.
CuraprinJo oitar que sobre o indicado Ber-
oardioo pesam graves aceusacSes de furto de
cavallos, e demais criminoso pelo ficto
da soltara, de um preso pronunciado era crirae de
tentativa de morle.
Depon das solemuidales legies, alten Ji ao re-
querido o dirig me ao indicado lugar suspeito, e
as 6 horas da inanhia di lia 26, pude apprehea-
Qer os objeetos subtrahidos, menos o draheiro ; e
a supradita Maria arrxn pendida do passo qoe dera,
supplieou-me que nao a abandooasse, e que em-
pregis-e os meus esforc >s para que o p.ii a acei
tasse, o que consegu nao com dilQculdade, depois
de estar ella em minha casa.
i'.reio lar feito urna aecao louvavel e applaudida
por lodos que presare os sentimenios do justo e
e altamente raoleela-rae diier-se
Art. 48 as margena dos rios a que se refera
esta lei, pertencentes ao goveroo nacional por esta-
rem situadas em trras incultas, qualquer pessoa
tem o diretto da establecer, visto ser lvre
a exploradlo dos bosques nacionaes, cortea
e depasitos de leona para o consumo dos vapores
ou para qualqaar ontre uso.
Art. 49. E' prohibida aos que abaterem nos
margens dos d toa rios para establecer cortes ou
depo-itos de leohi, oa para fazer plintacois eu
construir casas, atirar s suas aguas as arvoras
que derribaren). Os que iofringirem esta dispo-
sicao pagar; ao thesouro nacional urna multa de
dez pesos.
Art. 50. Qaal jaer navio estrangeiro que tenha
de empregar-se nesse carcter na navegacao dos
rios, lagihs a canaes de Colombia, uecessilarii
para isso de liceuca do poder executivo da Uaio,
sera a qual nao poder arvorar pivilho estran-
geiro nem gosar das isencoes que a este corres-
pondan), segundo os tratados pblicos.
Art. 51. Para alcancar esta lieeng ser preciso
-iu- o proprietario ou proprietarioi do navio, ou
quera suas vezes faga, requeira ao secretario do
interior e relacoes exteriores, jurando qoe o navio
mercante, que s se empregar em commercio
pennittido pelas leis do paiz, que prestar ao poder
executivo da Uuio os servidos que elle exigir,
quaesqoer que forera, mediante urna indemniaacao
equitativa que se estipular previamente, e enten-
dendi-se que o valor do navio ser pagp pela
constante da apolice do seguro, e quando nao o te-
nli-i, pelo que resulte da avaliaco teita por peri-
tos, nomeados conforma se pralica para segurar,
pois a nagao se constitue seguradora qaando o dito
navio se inutillise ou destrua por causa do ser-
v;) que Iba presta; que nao servir a nenbum
governo ou a nenhuma outra eotidade estrangeia
para empregar militares ou quaesquer outros usos
contrarios a sobarania e independencia da naci ;
e flaalmente, que tinto os navios como as tripola-
res serio sujeitos s leis e autoridades do paiz
do mesmo moda que os nacionaes. A' esta re-
luisicio acorapanbar : 1* a cerlidio do agente
diplomtico ou do consal da naci a que peneuea
o requerente de que o navio da mesraa naciona-
lidade ; 2 a certido do empreg^do do porto da
procedencia do navio, no caso de vir armado ou j
construido, de que se acba em estado de oavegar.
Art. 52. Verificad is a justica e boa f da acqui-
sicao, se lngara a liceoca em papel sellado para
esse ijo, deveodo coa-lar dalla lodos os antece-
dentes de que tratara os arts. 55 e 56. E-ti liceo-
gi ser assigaadt pelo secretario do interior e re-
la(d]S exteriores e sellada cora o sello da mesraa
secretaria. Publicar-se ha inmediatamente um
annunrio da coneesso no peridico oCQeial e sa
entregara a liceo ja a) propietario ou propneta-
rios do navio ou a quera os represente, deixando
copia della no ministerio.
Art. 53. Qaalquer navio empregado na navega-
cao interior que arvorar bandeira estrangeira,
sera a liceuca proscripta, pagar urna multa de
500,000 petos, a qual ssr dobrada em caso de
reincidencia.
Art. 55. As autoridades do territorio colombiano
deven todas ex^rcer vigilancia para o estricto cum-
primeoto <1mi part *t prinie le, eocarrg especialmeote aos chales dos estados c;rao agen
nem pelos mencinalos i fesser publico primarlo de Aguas-Bailas, lvo Pioto
de Miranda.
hooesL), e altamente raoleeu-me diter-so que
i--iin proced pela pigi de 10r>j.
O mea carcter repelle sementante alronia, e lfS UaoMdiatoi do poJer executivo nacional,
todos qus me conhecem me p6e a salvo de serae-
i liante calurania.
Os atlestados e documentos juntos orovara exu
oerantemente, l* que filso o citado alarma, e
pega de cavaiio;; 2* que nao foi varejada a casa
\ie PauliM as 11 horas da noute; 3* lioalmente,
.|ue nada recebi de Francisco Cavalcante, nem
mesmo o pooeo importe das custas.
E' o que submetto a consideracao de V 3. para
levar ao conhecimenlo do honrado Sr. Dr. chele
de polica.Deus guarde a V. S.lllm. Sr. capi-
tal Isidoro Ferreira Bolelh > digno delegado de
polica na villa de Paoellas.tutano Jos da
Hosla Battm. Coafirme.Luiz Salasar Motcoso
in Veiga Pessoa.
EXTERIOR.
O OTIHll
.URATODA I.EI DE iO DE JU.M10 DE 1881,
CO.YTENDO AS DIs'POSICES DE POLICA FLU-
VIAL QUE DEVEM SEH OBSERVADAS NOS 11108
F. COBCORRENTES DE AGUAS EM QUE EXERCE
lUMSMCiO A REPBLICA.
CAPITULO H.
DA POLICA FLUVIAL.
Art. 39. A polica lluvial consiste na applicacao
Jas seguintes dispoti^oes desta lei, relativas aos
ros quebanham o territorio de mais de ara esta-
do ou que atravessara o de urna naci limilrophe
psra facilitar a navegado dos mesraus, desemba-
rj;anJo-os de tudo o que eatofvaria o trauco qua
per elles se fzesse e tambera para a seguranza
da- embarcacoes que os navegara e das pessoas,
mercadorias estrangeiras e productos nacionaes
que por elles se transportara.
Art. 40. A jurisdicao nacional sobre os ditos
rios estendese a lodos os arroios, lagoa e canaes
forraadoa pelas aguas dos mesmos.
Ari. 41. Os navios, de qualquer classe que sejam
que se empregara oa navegado dos rios sujeitos
a jurisdigao nacioaal, tee a o de ver de prestar ao
governo da Uniao os servicos qua este exigir-Ihe-,
mediaoM a indeinaisajo que fr previamente esti-
pulada.*
Art. 42. S ao goveroo oaci< oal compete a di
recalo e administradlo Jos rios que banbam o
territorio de mais de ura estado ou que passam
ao de urna nacao liraitropbe. Por consequencia,
; milla a irapoicao de contribuicoes, a coneesso
de privilegios ou monopolios que emanera de outras
aatoridades era referencia ao aso e navegacao dos
ditos nos.
Art. 43. E' eemmura a todas as embareaedes
que naveguem dos ros, a que se refere esta e,
o de ver de ae auxiliaren) nos desastres que Ibes
acontejam, como naufragio, incendio, encalbo, ex-
plo-o de caldeiras, ttc, sempre que a preatago
do aoxmo Ibes seja possivel sera graves perigos
tara ellas.
Art. 44. Os comraan Jaaies de vapores e os pa-
ltes das demais embarcacoes que naveguem dos
ditoa nos cuidario, raui (-specialmente os primei-
ros, em evitar qce seaa oavios abalroem, rocera
ou damnifiqaem de algum outro modo as embar-
i'si-Gea que eoconlrem em seu camioho ou que
ejt'ejam ancoradas oos portes.
Art. 45. A avaria que um navio causa a outro
ser iodemoisada pelo respectivo dono, excepto
oos casos fortuito, nao se considerando como
taes o dofuocciooar mal o leme nem o impulso com
munieado pela k achina de vapor oa devido ao
effeito das correles oa a outras cansas semelban-
les.
Art. 46. Os eommaodaotes de vapores, qaando
tsobara de chegar a um porto em qoe estiverem
.lacradas outras embarcares, o aonanciarao por
raeio de um assobio de vaper, aflm de' que as em-
liarcacSes do porto se aeautelem de qaalquer pe-
rigo.
Art. 47. Os comraandaates oa proprietarios dos
navios de vapor Dio sao respon-aveis pelas avariaa
causadas s ombarcaedes menores pelos vagalhSet
prodazidos pela marcha dos ditos navios ; porm,
_t^-----*----na iii ni tlrn n**a o sao pelea que caosaraa passaodo pela proa da
quellas embarca(5es, qoaao isto oceorra por ne-
gligencia oa impericia' 9a eommaolaote oa do
prattea.
Art. 56. Qaalquer navio empregado na oevega-
gao doa rios, eaoaes e lagoas oaciooaes, que nao
estejam corapreheodidos oas disposicoes dos arts.
55, 56, 57 e 58 desta lei se coosideraro Colombia
oos, sem que para isso obste o que perteo^a oo
todo ou era parte a algum estrangeiro ou a va-
rios.
Art. 57. Reooliec-f-te era todo cidado colom-
biano e era lodo cidalai ou sublito enraogeiro o
direito de empregar livreraente naviis nos rios,
lagoas e canaes nacionaes, 'na-, se os navios forera
de vapor, antes de' entraren) era servico, sero
examinados por um engeuheiro ou Inspector de
marrana, de quem obtero uraa certiao era que
conste que se acham era estado de servir e prvi-
dos de todo o neossario para navegar cora segu-
ranza.
% I.' O propietario ou proprietarios de qual-
quer vapor, que navegue sera ter obliJo essa cer;
lido, pagar urna multa de 100 pesos que, ser
tornada effectiva pelo primeiro luoccionario nacio-
aal que lie pela .lta.
2. A sobrediti certido e o exame do vapor,
que deve proceder a eolrega da mesraa. sero re-
covados todos os annos.
Art. 58. Os navios colombianos como lodas as
propriedales de raz, movis eu semoveoles, que
existem oo territorio colombiaoo e sob a jarisdic-
cao de suas leis e autoridades, sao sojeitos a seren
utilisados pelo governo em pleoa propriedade ou
para seu raeio uso, conforme o disposto noj caso?
previstos pelas leis.
Art. 59. Qaalquer vapor colombiano ou e.-trau-
geiro empregado na navegacao dos rios, lagoas e
canaes nacionaes, deveri esiar prvido de quaBlos
pertences addicionaes e accessorios forera ecas-
sarios para o bom governo e seguranza do navio.
Estes pertenets e accessorios sero collocados na-
quella parte do oavio qus fr mais adequada, de
modo que osofflciaes e iripjla^ao possam dirigir e
governar o vapor, uo caso em que o piloto e timo-
oeiros teohara sido compellidos a abandonar o seu
posto por causa da iaceadio.
Art. 60. O eommaudaote de cada vapor levar
sempre a bordo e em bom estado ama bomba de
apagar incendio- provida de todos os pertences
necessaros quelle fim. O cemmandante que fil-
ie a esta disposicao pagar urna mulla de 300
pesos.
Art. 61. Qaalquer vapor de rio que navegue de
tioole levar urna on mais iazes o nascer do sol
at o cahir da noute. O commandanie do vapor
que nao cumprir esta disposicao pagar por cada
iafracQo 200 pesos de multa.
Arl. 62. Para que os vapores destinados a con-
duzir passageiros possam empregar-se ao me.-mo
tempo na eonducco de polv.ra, azote e lerebn
tbina, acido sulfrico, pbospboros oa outros cor-
pas combastivbis oa explosivos ou qae se iucea-
deiem por raeio de friccao, ser preciso qae este-
jam prvidos de areia e caixas metallicas proprias
para esse (ira e que teobam um oa mais corapar
[meatos convenientemente resguardados da acc.5 >
do (ogo e premunidos contra o incendio, em cajo
.aso os voumes de substaocias combostveis e ex-
plosiveis irlo fechados com segaraoca e separados
ara dos oatros, bem como de qualquer outra das
se de artigos, levando cada volume ama marca
que indique o oome e classo das materiaes nelles
comidos. Aquello qae infringir qualquer deslas
disposicoes ser multado de 200 p. por cada in-
fraccao.
Art. 63. Qaalqaer comraaadante, eogenheiro,
piloto, oa outra possoa empregada a bordo de
qaalqaer vapor, por caja m conducta, negligen-
cia dos respectivos deveres, perca a vida qaalquer
pessoa qae veoha a bordo, ser considerado culpa-
da do homicidio como ocurso no art. 641 do c-
digo peoal. _
Art. 64. Em todos oa joito' e acedes eiveis to-
teotadas cootra proprietarios de vapores por dam-
oos caasados pessoa oa i propriedade em conse-
quencia de exploso de alguma caldeira, oa da
raptara oa avaria de algara canudo de chamin,
ou por escaparse o vapor causando damoo, o fac-
i dessa exploso, ruptura ou faga de vapor ser
considerado como prova plena suficiente para as-
foi commettida por elle
individuos.
Art 65. Quando por causa de escinda), nebli-
na, ou outro motivo, o piloto de vigja da um vapor
de roseja de opinilo qae a navegacao ni) sega-
ra, oa quando, por algum accidente ou desarraojo
oeeorrido na machina do navio, o eageoheiri viga
fr da di mesraa opioiio, o vapor dar fundo tix
depressa quioto pradeaiemente possa fazer-se E
-e aquella qoe tiver o eommaodo do vapor resol-
ver seguir a viagem depois de ha ver sido advert
do por algum dos dous mencinalos empreados,
tanto elle, como os proprietarios do navio sero
respoosaveis por todos os Jaranos qae resultem
aos passageiros a s suas propiedades existentes
a bordo, sem que o cuidado e as diligencias por
elle3 erapregadas, por maiores que sejam, possam
ser tomados em conta oa impedir a sua responsa-
bllidade. .
Art 66. 0 commandanie oa dono de qualquer
vapor collocar e cooservar em logar visivel oo
oavio a certido do eogenheiro ou inspector da
raarinha, da qaal conste o bom eatade, ordem e
tnxregabilidade do oavio. Os que iofrigirem esta
disposicao pagarlo por cada nfrae$io 100 pasos
de malta.
Art. 67. A bordo de cada vapor se cooserva-ao
afOxadas em lagar gue esteja vis.a dos pissa-
geiroa as disposicee de-te capitulo. O comraao-
date qae oao comprr esta recommendago paga-
r urna multa de 20 pesos cada vez que acorra
em omisso.
Art. 68. Crearse-ha o lugar ia inspector de
raarinha, o qual reeahir sempre sobre pessoas
instruidas oa oavejaco, cootfroccao e equipa-
meato de oavios.
Art. 69. Havr iospeetere3 de marioba ooraea-
dos pelo poder executivo oos portos de rios em
que se julgue conveniente estabelece-lci, e de;em-
penharao as fanejoes que se Ibes incumbe por es-
ta lei e as que posteriormente se Ihes commetter.
Art. 70. O vencimento de qpe devem gozar e o
dislrieto em que devera funeciooar os inspectores
de marioba sero posteriormente regalados.
Art. 71. O inspectores de marraba exarainaro
o reqoerimeoto escripto do proprietario ou pro-
prietarios, ou do eapitao de cada oavio de vapor,
o casco de cada oavio destinado a cooduzir passa-
geiros, perteoceole ao sea respectivo dislrieto, e
se certiticario de que o oavio snbraetlido ao seu
exame de conveniente estructura oara o servico
em que se emprega; qus tem as suficientes cora-
modidades para a tripolcao e passageiros, e que
est am tal estada que offerece seguranza s vidas,
por achar-se muid) dos boles, bomba?, bjias,
apparelhos de salvaco e outras eousss oecessaras
em relacao ao oavio, por estarem bem feitas as
caldeiras, de materias boas e adeqaadas, e ter lo-
dos os requisitos indispensaveis para evitar de-
sastres e perdas, por serem as vlvulas de sega-
ranea de cooveoieotes dimansdes, em numero suf-
fieiente e bem reguladas, por ter nuowo sufi-
ciente de torneiras de registro cooveoieotemente
collocadas, e eralim, por ter completos, bem dis
postos e em bom p, todos os perleoces e pe^as de
que deve manir ae o oavio para navegar com se-
guranza. Satisidilaa tolas estas circumstaocias,
mandarlo segnir o navio, amprfando-w o mj-
vico para qae tenha sido construido, e expedrao
em cada caso ama certido jurada, qoe entrega-
rao ao solicitante ou solictame!, na qaal cerifica-
rlo o bom eHado do navio. Se pelo contrario na
satisflierem aquellas condicSes, os iospectores o
declararo por escriplo aos ioteressado?, expoodo
asrazoas em que se fuodaa sua oao approvag\
e impedmdo qae o oavio cootioue a empregar se
oo servido publico emquaoto oao tenha silo devi-
Jmente cooceriado.
Art. 72. Os inspectores de raarinha faro um
assentamento das certidas de njpecjo de navios,
e em Janeiro de cada anao transraittiro secreta-
ria do interior e relacoas exteriores ama copia
fiel dos assentamentos durante o ultimo auno de-
corrido.
Art. 73. No caso en que alguma enbarcacao
teoha ido a piqoe causando damno ao leito das
aguas ou do porto, oa se varar, causando estorvo
ao3 demais navios, e seus donos nao tomaren) me-
did s para evitar estes males, o respectivo inyec-
tor de marinha avisar sen demora autoridide
executivi superior da adrainistraco de oolicia do
lugar mais perto, com o flm de dar ella as pro-
videncias oecessaras para a sua remogo ou des
encalbe, sendo os gastos desta operacao por conta
do proprietario ou consignatario do navio.
Art. 74. Os eogeoheiros, pilotos e atesores de ca-
da navio sero obrigados a prestar o sea auxilio
ao respectivo inspector de mariaha oo exame do
navio, era cajo servigo esto erapregalos, indican-
do-ibes todos os defeitos ou iraperfeico^ '|i 'suba
o casco e os quo teoham os apparelhos a vapor,
bem como assigaalaodo-lhes todas as pecas de
erabarcaco que se tem de examinar.
Art. 75. Sodo o inspector de marioha que, com
m f, certifique falsamente em qualquer dos ca-
sos apontados nesta lei, soffrer as penas corres
ponientes a esse crime establecidas pelo cdigo
peoal, e pagar alm disso ama multa nao menor
de 200 nem maior de 500 pasos segundo fr o
grao de culpabilidad.
Art. 76. O inpeclorde raarinha que, sob qual-
quer pretexto, receba alguma gratifleago ou re-
compensa particular pelos servicos que preste era
obsdieocia asta lei, perder o seu lugar e pagar
urna multa nao menor de 200 era excdeme de
500 pesos, segundo o grao de colpabilidade.
Art 77. Nos casos de avaria ou de nautragio
de navios a vapor oa outros oos rios defjqae traa
esti lei, os eommaodaotes, mestre?, _e embregados
superiores dos ditos oavios assumirio o carcter
de agentes de polica para impelir os atteatados e
roubos que se commettam com o motivo oa pre-
texto do salvameoto, e para praticar as deligeo-
cas summarias at qae eheguem as autoridades
do dislrieto ou povoaqo mais immadiatas, as qaaes
serlo obrgadasa trasladarse, assim que teohara
coobeciraeoto do succasso, ao lagar da avaria ou
do naufragio com a necesaria torca de polica pa-
ra segaraoca das pessoas e dos ioteresses.
Art. 78. Revogam se os decretos de 30 de julho,
27 de novembro e 12 de dezembro de 1861 e o de
13 de maio de 1863, expedidos pelo goveroo pro-
visorio dos Estados-Uoidos de Colombia, e as dis-
posicoes em contrario prosete lei.
Dada em Bogot, aos 31 de maio de 1871
0 presidente do senado de plenipotenciarios,-4ou-
tin Nunet.
O presidente da cimara de representantes.i-
M. Qutjano W.
O secretario do senado de plenipotenciarios.Ju-
lio E. Pire.
O secretario da cmara dos represeotaotes.
Vctor Mallartno.
Bogot, lOdejooho de 1871.
Publique-se e execote-ae.
(L. S.) Eslorgio Salgar.
O secretario de fazeoda e fomeoto.Salvador
Camocho Roldas.
VILLA DJ raiMPHO.-Por portara d* presi-
dencia da provincia, de 18 do correte, fot appro-
vada proviioriaaeote a eleicao de vareadores- para
a cmara do municipio A) Triumpho (utr'ora
Baixa-Verda). a qaa se pncadou a 20 da agos
ultimo, dt conformidad* ora a lei n. 387 de f9
de agjsto de 184S mi 118, atlra de poder ser ia*
tallada a cmara muaicipal respectiva.
INSTITUTO ABCUEOLOICO E6E06RAPHIC0.
Hontem, pela orna e meia hora da tarde, re-
linios- na respectiva secretaria, no e invento do
Carrao, a comraissaa do ia-ntuto e a oramis medtea, pare o exame do crneo que se presume
ser do padre Joio Kibeiro Pesada, e, depois de
algumas conferencias e exames, caram os traba-
Ibos adiados para o dia 21 do correnta urna hora
da urd*. .. -.-
A commwio do Ii-toto convida para assistirem
essa nova reonio a todas aa pessoas qoe conhece-
ram o referido padre icio Ribeiro Passda de Mello
Montenegro, airn do ministraren! algnmas infor-
raacoes qae possam dar luz sobre o tacto da ideo-
tidade do referido crneo; tirando a mencionada
commissai por este servico assaz grata essas
raesmas pessois.
EXPLOSO.loformam-nos que ama das qaajre
fabricas de fogos artifieiaes existentes em Abr-u
de l'na ardeu completaraeote. era consequencia de
urna exploso produzida pelo incendio de porc.ii
de pul rnra que eslava sendo pilada Ardeu toda
a casa, fijando gravemente qaeimad > o trabalbador
<|ue pilava a plvora. O nosso loforraanto nos pe-
de p ua.lerabrar cmara maaicipal respectiva a
cnoveoieeia de serem arredadas do centro popu-
loso as outras fabricas de fogos artliciaes, alia de
se evitarem aovas desgracas.
THESOUBAIUA PROVINCIAL.Reassamio an-
te-hontem o exercicio do cargo de ajanante do
procurador li cal j'e.sa tbesoararia o Sr. Dr. Mi-
guel Jos de Almeida Pernambnco, que eslava oo
goso de ama liceoca.
JIZ \DO MUNICIPAL. Teno o Sr. Dr. Ao-
gustu Carlos Vaz de Oliveira deixado o exercicio
interino do cargo de ajud*ole do procuralor fis-
cal da ihesourana provincial, assomio aote hoo-
tem o exercicio interino da 2* vara municipal
d'esta cidade, por se aehar nc goso de liceoga o
respectivo juiz, o Sr. Dr. Armioio Coriolano Ta-
vares da Silva.
CIDADE DE OLINDA. A sociedade Soccorro
aos Desvalidos instituida naquella cidade, parece
que vae atliegindo o caridoso lira a qae se pro-
poa.
No dia 10 do correte lera lugar a primeira
reuiio convoca Ja depois da de iustallico. O
digno presidente, Exm Sr. vigario capitular, de-
pois de poucas, porm eloquentes palavras, cora
que exhortou e animou aos asociados, possuiose
de verdadeiro jubilo dando-Ibes conheciraento, en-
tre outras oceurrencias, de que foro soccorridas
no prximo Rodo mez de novembro, viole e cinco
fundas pobres, sendo louvavel o zelo cora que fez
esse irabalbo o respectivo mordumu Dr. Paes Bar-
rulo, e ni-) mjiios louvivis os servidos prestados
pe Exraa. soeia D. nmri>OnMf ><-
Tratan 11-.- da esculber um lagar mais apro-
priado para render o devido culto a Padroeira da
sociedade, f,i accedo com geral agrado o olTereci-
iiift. que o Exm. vigario capitular fez da ca-
pen dos Milagree, e como a Padroeira desta ca-
paila a Vtrgem das Dores, icou-o tambem sendo
da sociedade. Ao offereciraenio da capella uni o
mesmo Exra Sr. vigario capitular o do consistorio
para nelle ter lugar as reunias da sociedade, o
que foi igualmente aceito, assentando se que a se-
grala reunio, que foi marcada para o da 1* de
janeiro vradouro s 5 horas da larde aflm de si
approvar os estatuios, lera lugar all, precedendo
aos irabalhos urna ladainha a Padroeira com Ben-
gao do SS. Sacramento, sendo ludo a caoto-cbo,
pelos socios e sodas presentes.
TRILHOS URBANOS PARA OLINDA E BEBE-
RIBE.Do de jaoeiro eodiaote as assignaturas
de viagens s-ri tomadas por um mez ioteiro, e
aos assigoaotes compete o direito de viajarem nos
dias santificados sem augmento dos precos estipu-
lados para os dias uteis. Al o dia 5 de cada mez
sero entregues es canoas de assiguaiura s pes-
soas que tiverem previamente pago, fieando nesse
dia encerrada e destribnida pelos conductores a
lista dos assignantes do mez.
AFERICO.Termina no dia 30 do correte o
praso para serem ateridos os objeclos sugeitos a
este mposlo.
DECLARACO NECSSSA8IA-0 Sr. Dr. Rufino
d'Almeida nos enva o seguiote :
t No obituario do dia 17 do corrate, publicado
oeste Diario, e no Jornal do Reafe, se l :
Luiz, escravo, preto, frica, 60 annos, solteiro,
Santo Antonio, Casa de Detencao; castigos inmo-
derados.
t Nao exacto ter este escravo fallec-ido em
consequeacia de castigos immodarados.
c Attribuo essa deciaraeji) a ura engao ou qui
proquo, a parte de quera forneceu as notas para
o obituario, corao pa3so expr :
i Luiz, o escravo de que se trata, foi recoihido
a Detengo era 3 de agosto paseado, por ordem do
Dr. delegado do 1 dislrieto, acompanhado do se
guite oficio :
t lllm. Sr.Vai ser recoihido, de miaa ordem o
preto, Luiz, que diz ser escravo de Jo.- de Barros,
por castigo immoJerado, qae recebeu do referido
senhor.
c O delegado de polica Antonio Gongalves Fer-
reira. >
Apenas entregue na priso, leve baixa para a
enfermara, a tira de ser tratado econtuzo s por
castigos -, segundo a nota do Dr. Joo Maria Sa-
ve, medico desta casa.
i Em 18 de ago*lo apresentou symptomas do
estar atacado de varilas, e, desenvolvendo-se
estas, foi em 23 removido para o hospital de cari-
dade, d'onde regressou em 20 de novembro, sof-
frendo de bronebites; pelo que foi immediata-
menie recoihido a enfermara. En 23 do mesmo
mez diagaosticou o medico, ascite: e continuando
em tratamento falleceu no dia 16 do corrate, pas-
sando o mesmo medico o segainte attestado.
i Fallecen de ascite na enfermara da Ca a de
Detencao, Laiz, eicravo de Jos de Barros, hoje 16
de dezembro de 1871 Dr. Joo Mana Seve.
t Este atlesiado foi remettido a secretaria da
PERNAMBUCO.
E VIST A DIABLA.
PROFESSOR PUBLICO.Por portara da presi-
dencia da pravioeia, de 18 da crreme, foi jubila-
cusrde egigeocr ao emandado oa aos iodivi-Ido, a sea pedido, por irapossibilidade physlca, com
daos que estejam ao servico do navio, at que o o ordenado correspoodeute ao lampo que efecliva-
mesmo demandado prove qae esta negligencia nao I mente servio, e que inferior i JO anus, o pro-1
polica, levando abaixo a seguinte nota:
Luiz, preto, solteiro, natural d'frica, i Jale
de 60 annos, escravo de Jos de Barros, proflssio
ganbalor, filbo de pas incgnitos, estatura 4 ps
e 6 pollegadas, cabellos rarapiohos masclados de
pretos e brancea, rosto coraprido, olhos pretos,
nariz chato, bocea regular, com falta de denles oa
frente, pooca barba, aleijado da perna esquerda,
anal pbabeto.Recoihido oo dia 3 de agosta de
1871 a ordem do delegado da capital, por castigo
immoderado, qae recelru do sea seahoc. Em 3
de agosto leve baixa para a enfermara; em 23 do
mesmo mez leva alia para ser remolido para o
hospital Pedro II, afim de ser tratado de vari-
las regressou em 20 de novembro e oeste mesmo
dia teve baixa para a enfermar ta. Casa de De-
tencao, 16 de dezembro de 187 i. O escrivi) Vi
cents Ferreira Nobre Pelinca..
Este attestado e nota te.ndo oo alto o visto do
Sr. Dr. chefe de policia, foi. eoviado ao pracorador
da cmara municipal para este dar a guia que
devia acompanhar o Cadver do preto Luiz ao ce-
mi te rio.
nota, que figura no obituario, de ter fallecido o
escravo de eaatigos immoderados, copiando-se o
motivo da prisao, em vez da declarado do medico
qua diz, fallecido de ascite (bydropesia do ven-
Ire).
O exame oVveriacacao de idenliJaie de pes-
soa, e do motivo da morte, foi feito no dia t&, a
tarde, pelo Dr. delegado de policia (ta capital.
O tinado foi em tempo contestado e ungido
pelo reverendo padre Estima, digno cadjutor da
freguazia de Santo Aotonio. *
No hospital Pedro II existem as notas do
diagnostico, e tratamento feitos ao mencionado es-
cravo pelo medico daqnelle estabalecimento.
En face do expendido me parees que bem
claro- tica ter havido engao da parta de quera
forne ;eu nota para o obituario do escravo Lu-,
fallecido de ascite, e oao* de castigo immodera-
dos.
t Casa de Detencao, 19 de dezembro de
1871. O administrador, toifino Augusto de-M-
mtida. r
EXAMES. Na escola de iostruccao primaria
da povt-acao de Santo Amaro de Serinhiem, regi-
da pelo professor Francisco Silverio de Parias Ju-
olor, ilzerais exames os alumnos seguimos : Ma-
noel Telesphoro de Sant'Anna, Jos Luiz do Nasci-
mento, Manrique Augusto L'ras Wanderley, Manoel
da (Jama Romeiro Jnior, Jos Alves de Carvalho,
Amaro de Gama Romeiro de Goava e Domicio
Frumencio de Parias. O primeiro dos referidos
alumnos fii approvado com distioccaoe todos os
outros ipjrovados plenamente.
CARUARU'. Bscrevem-nas d'esta cidade era
15 do crrante :
Nj da. 2 priocipiaram as novenas de Ncssa-
Seobora das Dores, cuja festa celebrou-se domingo.
Coocorreo immenso povo, teode havido atarle
ama procissao bem decente, eea vista dos reearso
do lagar. O acto torooo se mais solemne, por
ter se installado na matriz o Santissimo Sacramen-
to, qae eslava na igreja da Conceicao. Aquelle
templo, muito parecido com a matriz de S-. Jos
d'essa cidade, j est bem adianiado em sua cons-
traeco, achando-se a sua capella-mr doarada, e
o eorpo em brauco Todo este servico qaasi que
tem sido feito a casta do povo e por esforcos de
nosso digno vigario.
t No dia da festa den -se am milagro : ten io ca-
bido de ama altara de doos andares, pooeo mais
oa menos, am bomem sobre o l?dnlho de am do
corredores da igreja, invoeou a proteecao de Nossa
Ssnbora. Al esia data nao tem ella maior perigo,
e soflre nicamente contosdes ni braco e na na-
dega do lado direito.
c A segunda sesaao do jnry tfeale termo leve
principio no dia 2, e s honlea (indo i por ter sido
interrompida algans dia. por falta de jurados.
Nelia fnram sabmettidos a jalgameoto 7 procesaos,
coranrehn le ndo 8 reos, dos qaaes forana absolv-
dos 6 e condemnados 2. Dos reos absolvidos coa-
tara-se 3 appellados em aessSes anteriores, sendo
qae oa preseae sesso s huave ama appellago
do Dr promotor, que reeaoio sobre o julgameoto
de am d'esses appellados.,
LOTERA.A qae se acba a venda a 219 a
beneficio da Santa Casa de Miserieorlia do Recife,
i |ual corre uu Ola 13.
LEILOHoje (20) elfdcta o agente Pinto o
lelio de movis, louca e vidros da casa que servia
de residencia ao Sr. Joaquim Baptista Nogueira, o
qual retira-se para a Europa, sendo que o leilo
principiar as 10 e meia horas da manha no !
audar do sobrado n. 17 da ra do Imperador, em
frente ao convento de S. Francisco.
CAS.* DS DETENCAO.Movimento do dia 18 de
lezembro de 1871:
Existan) (presos) 329, entraram 3, axistem 332.
A saber :
Nacionaes 245. raulberes 6, e3lrangeiros 37, es-
cravos 40, escravas 3.
Alimentados a custa dos cofres pblicos 269.
Mov memo da enfermara, do dia 18 de dezem-
bro de 1871 :
Teve baixa :
Francisco Xavier de Jesu3, bronebite.
Teve alta :
Jos do Nascimento dos Anjos.
PASSAGEIROS.Vierara de S. Migael na barca
portugueza Arabella :
Francisca de Jess Mara de Jess, Antonio Jos
de Medeiros, Joio Raposo, Antonio Pires, Antonio
Rodrigues Casqnilho, Jos dos Santos. Jos de
Souzl Reg, D. Maria Isabel do Reg, D. Maria da
Conceicao, D. Anna, Antonio Joaquim Teixeira,
Jos da Costa Feio, Geralda de Jess, Amonio Joea
do Amaral, Maria da Conceicao Teixeira, Maria da
ConceiSao, Jos Jacntho Tnomaz, Jalia Carolina,
Manoel Jos da Costa, Silvano Augusta e dous fi-
Ihos, Manoel de Rezende, Maria dos Aojos Ferreira.
los Muu'Z, Antonio Pacheco, Manoel Furtado da
Silva, Julio Morisson de Faria, D. Rosa Augusta
Borges de Faria, D. Mara Augusta Borges de Fa-
ria, D. Araelia B.>rges de Faria, Escholastica Tin-
reza de Jess, Jos Morissoo de Faria, Maooel de
Rezeode, Elvira de Jesos.Maoael Ja Silva Oliveira,
los Bernardo, BoaveDtura Tavares Aigarvio, D.
Jaciotba Mereociaoa, Manoel Alves, Julia do Cora-
cao de Je3us, Antonio AlTonso Moreira, Antooio
Affioso Moreira Jaoor, Jos Canudo da Gusmao
Moreira, Jaciaiba Carolioa, Isabel de Jess, Luiz
da Costa Affooso, Aotoaio Diogo de Mello, Aotonio
Carreiro, Joio Jacntho Pacheco Jnior, Manoel
Pereira Guilherme, Maooel Furtado Raposo, Auto-
ara de Souza Ramos, Maooel Rodrigues e Jacntho
Rodrigues.
CEM1TERI0 PUBLICO.Obituario do da 18 do
trrenle : .,
Adelade, parda, Pernambuco, I anoo, neciw ;
ioterite. .
Generosa, parda, Pernambuco, 35 annos, solteira,
Boavista ; purpure hemorrnagica.
Jos, pardo, Pernambuco, 1 mez, Santo Antonio,
casa dos expostos ; dyarrhea.
Rila Pa, branca, Pernambuco, 2 e meio annos,
Sanio Antonio, casa dos exposiis ; feore coa-
t nua.
Francisco, preto, Pernambuco, 9 mezes, Boa-
vista ; anemia.
Theodora, preta, Peroambuco, 30 dias, Recife ;
bexigas.
Antonio, escravo, pardo. Pernambuco, 40 annos,
solteiro, Santo Antonio ; laterita coronice.
Urna mulher cujo oome ignorase, Boavista,
hospital Pedro 11 ; ioterite chrooica.
Innocencio, escravo, preto, Peroambuco. 19 an-
cos, solteiro, Santo Aolooo ; tuBerculo pulmonar.
Francisca Catharina do Nascimeoto, branca,
Peroambuco, 75 aonos, viuva, Sauto Antonio ; ve-
Ihice.
Manoel, preto, Peroambuco, 5 mezes, S. Jos ;
varilas.
Joaquim Felippe de Saoliago Pioheiro, braneo,
Pernambaeo, 19 annos, solteiro, Recife febre
adynamica.
Acredito que, por cnga-io, d'alli maodou a | sessao.
* tHROMt V JLDHiARH.
TRIBUNAL DA RBLAOAO
SESSAO EM 19 DE DEZEMBRO DE 87i
FBKS1DRNCU DO EXM. SR. COHSRLHKIRO CAETAMO
SaNTIAOO.
Secretari Dr. Virgilio Coelho.
As 10 horas da manhaa, presentes os Srs. desem-
bargadores Gitirana, Guerra, procurador da co-
roa, Louranco Saoliago, Almeida Albuquerqae,
Mona, Doria, Doraiogaes da Silva, Regueira, Costa
e Soaxa Leo, falundo com caasa os Srs. desem-
bargadores Uchoa Cavalcanta, Asj, abm-se a
Passados os feitos deram-se os jolgaraeotos se'
i ai es:
AGGRAVOS DE rKTICtO.
Aggravaote, Bario de Barafica; aggravado, o
joizo dos kilo-. Juizes os Srs. desembargadores
Lourenf) Santiago, AlratiJa Aibuqaarque e Doria.
Derm proviment).
Aggravaote, Jos Lourengo Goocalves; aggra-
va4o,'o Joizo de paz do Recife.Juizes os Srs. des-
embargaderes Guerra, Souza Leio e Gitirana.
Negaram provinsento.
Aggravaote, Jos Joaquim Alves ; aggravado, o
juizo. Juizes os Srs. desembargadores Gitirana.
Souza Leo e Regneira Costa.Nao toniaram cc-
nhecimeoto.
Ar-pEix.\goKS crimes.
!> jury do Crato.Appallante, o juizo ; appel-
lauos, Joaqwiralos Valeolm e outros.Improce-
dente.
Do jury di Floresta.Appellanle, o juito ; ap-
pellado, Jos* Clemente de Souza.^-Improcedente.
Do juizo de direite-de S. Malhens.Appellante,
Francisco de Abreu Barros ; appellados, Jos Pe-
dro da- Soaz e outros.Improcedente.
Do jnry da Salgueiro.Appellante, o juizo ; a -
pellado, Jos Barbosa de Oliveira.Improcedente.
Do jury de Ingajeira.Appellante, o juizo ; ap-
pellado, Cyriaco Mendes de Queirez. A' nov
joiy.
Do juizo de direito da Floresta. Appellante, n
juizo ;. appellado, Jaciutbo, escravo de Pedro los
de Barros.Nao loma rara conhecimento.
APPlLtAgOUS CITIS.
Do jttlao dos f-iios do Recife. Appellaotas. a'
facenda e oe herdeiros do coronel Jos Peris C >ra
pello ; appellados. os herdeiros do brigadeiro Ga
par da Menezes Vaseoncetlos da Drummt nd e a (a
zenda.Receberam os embargo-.
Do juizo municipal de Campia. Appellames,
Joo de Coato Silva & outros ; appellados, Jeriray
ma Jos Barbosa e outros.Receberam os mbar
gos para confirmara seotenca appellada.
Do juizo municipal! da Granja.Appellames, D.
Angela Maria da Concedi e outr s ; appellado,
Antonio Flix da Cunba.Confrmala a senten;a.
Do joizo municipal do Recife.Appellante, D.
Francisca Grego Guimaras; appellado, Jos Ahe-
da Silva Gaimares.Reformada a seoteoca.
Do juico municipal do Reofe.Appellaote, Ma-
noel Alves Barbosa Sobrinbo ; appellada, D. The-
reta Gonealveide Jasas Azevedo.Receberam os
embargos.
Do joizo municipal do Sobral. Appellante, D.
Francisca das Gbag-a Bandeira da Mello ; appel-
lado, Antonio Joaquim Goocalves.Desprezados os
embargos.
Do jaizo municipal do Recife. Appellaote.
Francisco Goocalves Neilo ; appellado, Manoel Je?-
quim Baptista.Desprezados os embargos.
Appellaote, Joo Duwsley Jnior; appellado, Joa-
quim Fraocisco de Albuquerqae Saoliago.Refor-
mada a seoteoea.
Appellaote, a preta Mara ; appellado, Amaocio
Fraocisco Mendes.Receberam os embargos.
Do julio municipal de Caruai. Appellanle.
Jos Aotouio Valeolm ; appellado, Antonio Meo-
des de Barros.Reformada a seoteoca.
Do iu zo muoicinal do Araca v. Anpellante,
lzaias i Rodrigues Braga; appellado, Maooel do
Nascimeoto Rodrigues Braga. Desprezados us
embargos.
De juizo monieipal de Caraar. Appellante.
Jos Antonio Gomes; appellado, Manoel Alves 1'
reir.Receberam es embargos.
M8SAABNS.
Do Sr. deserabargador Gitirana ao Sr. desera-
cargador Lourenco Santiago :
Do jury do Granito.-Appellaote, Jos Feroan
des da Cuoha ; appellada, a justiQa. Do jury da
Imperairiz.Appellante, Amonio Ferreira Gomen
Serrle ; appellada, a justica.
Do Sr. desembargador Guerra ao Sr. deserabar
-ador Lourenco Santiago :
Do juizo municipal do Recife.Appellante, Tran
cisco Gon^alves Nelto, como tutor do i.rphio Ar-
tbnr ; appellaJo, Manoel Joaquim Baptista.
Do Sr. desembargador Lourenco Santiago, a >
Sr. desembargador Almeida Albuquerque :
Do juizo municipal do Recife. Embargante.
Galdino dos Santos Nunes de Oliveira ; embarga
do, Manoel da Azevedo Andrade. lo juizo muni-
cipal de Alagoas.Embargante, Macano da CoaU
Moraes ; embargado. Rodrigo Antonio Brasileo
Macei. Do juizo municipal do Penedo.Appel-
lante, Jos Ludovico Soares; appellado, Manoel Jo-
s Ferreira Los.
Do Sr. desembargador Almeida Albuquerque a.
Sr. desembargador Motta:
Do jurv do Salgueiro.Appellanle, o juizo ; ac
pallados,'Jis Domiogues da Costa e outro. L>>
jury do Teixeira.Appellanle, o juizo ; appellad
Paschoal Vieira Lopes Saquarema. Do jury da
Imperairiz. -Appellante, Irmeo Pompilio Gomes,
appellada, a justica. Appellaote, Jos Gomes Tei-
xeira ; appellado, o juizo.
Do Sr. desembargador Molta ao Sr. desembarga
dor Assis:
Do jury do Salgueiro.Appellante, Jos Gome
da Costa ; appellada, a jusilla. Do juizo raume
pal do Recife. Appellante, Antonio de Squeir..
Cavalcante ; appellado Antonio Carlos Pereira d.i
Burgos Punce de Len.
Ao Sr. desembargador Doria :
Do juizo municipal de Goyanna. Appellante.
Jos Felippe Bezerrade Menezes ; appellado, An-
dr Peris Visgueiro de Albuquerque^
Do Sr. desembargador Souza Leo ao Sr. des
embargada Uchoa Cavalcaote :
AppellacSes crimes.Appellaotes, Jos Floren
ci da Costa e outro ; appellada, a justica. Ap
pallaote, o )uizo ; appellado, Jos Barbosa da U..
veira.
DEL1GENCIA CRIME.
Ao Sr. desembargador promotor da juslca :
Do jury da Areia. Appellaote, Jos Joaqumi
Flonaoo ; appellada, a justica.
Appellante, o juizo ; appellado, Antonio Soar:i
da Rocha. .
Appellante, o juizo ; appellado, Estevao e Bar
ros Pimeotel.
DESTRIBUIClo.
Recursos crimes :
Ao Sr. desembargador Assis:
Recrrante, o juizo de direito da laperatriz; re-
corrido, Jos Severino Gomes.
Ao Sr. desembargador Doria :
Recorrente, o joizo de direito de Bananeiras; re
corrido, Cypriano Jos Feroaodes.
Ao Sr. desembargador Domiogues da Silva :
Recrreme, o joizo de direito de Ptanc ; rece:
rdo, Melcbisedec Gomes Pereira de Vascoocellos.
Ao Sr. desembargador Regueira Costa :
Recorreote, o juizo de direito de Palmares ; re-
corrido, Fraocisco Theodoro.
AGGRAVO DE PETIC.ui.
Ao Sr. desembargador Almeoa Albuquerque:
Aggravaote, Dr. Joaquim Antonio Carneiro da,
Cuoha Miranda ; aggravado, o jairo.
AfPKLLACOES CRIMES.
Ao Sr. desembargador Domiogues da Silva :
Do jury de Tamboril.Appellaote, o juiao. ; ap
pellado, Silverio Xavier de Sampayo.
Ao Sr. desembargador Regueira Costa ;
Do jury de Plane.Appellante, Antonio Too
max de Aranjo Aqaino appellada, a jusl:ca.
Ao Sr. desembargador Soaxa Leo :
Do jury da Victoria.-Appellaote. o joizo; aa
pellado, Estevio de Barros Pimeotel.
Ao Sr. desembargador Uchoa Cavalcante:
Do ioiio de direito do Recife.Appellantes, An-
tonio Feitos de Mello e outros; appellalo, o j'jjau.




fciartt dt rfnmfcaot Ruarla fera 20 dt DeZiiibfO cU 1871
^.^M-MMW VW-
-"- t'l niW
Z-.
ePBio.
1871. I
..VSKLHHW NfcLMi
RTTI.
ArfKLLAgBia cmts.
>n Sr. desembargador Aj-sis: ,
Do juio municipal di Recife. Sppenan-?, a
Sania MU Misericordia; appeliaios, Symphro
nio Olveaete da Qoei.oga e oairo?.
Ao Sr. deteatbargtdor Doria :
Do joroflWttiei|l Peuedo.Appeltol*, Ah-
ionio Josd dt ledeiros Bitteacoart; appellajl), Jo-
s Mari Goocalves Pereira.
As t horas encern
Tribunal d
ACTA DA SESSAO AI)
DECT!
MttStBKNCIA DO fl
numcnco ..
As 10 horas te. manhjB, unidos daln. epn
adoecreuriollhndate*l, MiutuMise Ai-
rara de Almeida, ltitondoom rtiolptcao Sr.
diputado Caadtdo McgtMn*. mms^Kr. cease-
Ibeiro presidente declaTou abena a sessao.
Foi tida e approvada a acia da ses.-o de 14.
KTPBD'SnTB.
ofll mo do presidente e secretario da janta d eorrelores, rtmettendo as calacee* offlciaes da sc-
acao* de fl a 1 do enfrente.Par o archivo.
Ofltt.'.io d presiient, secretario e thesonreiro
4a meroa junta, manifestando o agradeeimeoto
mi expressoes que Ihes fortn consagradas no olDcin
de 7 do correte. Man lnn-*e para o artuivj.
Offleio missio do cargo de pre-idente da unta, que ha
de unecionar do 1.* de Janeiro al o Qm de de-
sabro n r-< prximo rrdoaro. O iribowil
resolveu a.ue se re*poodesse diz*ndo que en lem-
po opponono se tomata en consideracio o seu pe-
dido.
. O livre de registro di e^rrespondeocja cfli:il
achoQ se regularmente escripturado at o n. 28o.
Potara dvtrrbaidos os eguiutes livroi :
Daro e Copiador i* M-ules 4 uarvallio, Diari
de Ferreira Mon.lr.iro 4 ., Copiador do Euglisii
Bank o Rio de Janeiro, limited.
tribunal resolv u qnt houve=se sessao admi-
nistrativa qnlntaf^ia 21 do eorrwiie, vito a af-
flueaeia do servic*. .
DESPACHO*.
Rrauertmento do Lap* Primo?, Sttbmrtt ra^o x
registro aoomeacSo de sen caueiro Franci.-co lie
gis da LarRegistre-*.
De David W'nliam Buwunna, subraeltcndo tara-
bem 1 rf ginro a de sens eaixeiros Fraueio Ao-
tonio de Aluieida e joaquim Anastacio da Cuaha.
Sim.
De Rosa Adeur, para se llie dar pur ceruaio
matrieata de -i cxxeirj, jae uvera lugar em
dVxeoAro de I8/0. -D-an-ihi'.
De JtTonym:. da Co ta Lima, pira se mandar
tornar de nenhuun effeitu a nomearo de sen fx-
caixeiro Jos Leonard.o Radicha, e m-crever-se no
registro a que. dra a> sea actu Augusto Ferreira de Novaa*.Sa forma reque-
rida.
De J"5o ChrysotortB Gracalves Rom, para se
Ihe eilBear s era 1869 (orara ln,*cripla toaw
fens caixeiros Antonio do It-'go Biebca Janiur e
Jos Fortunato Aves.C De Pacho;) 4 Prato, requereodo o registro da
nomeaco de seu caixeiro Jo^ Joaquim lbeiro.
Seja rogistrada.
Da Rocha Pm'o k C, re-invren-k no mes-.n<
seado, qtisDto que deram a Fc*aci?cj CaoJido
das Cnagas, para caixpio de sea rn.ttl ra do
B-irii i* Victoria u. 48Com> oilem.
t*e UrabeliOA Risa i Lima Pinto, .tanibm re-
qncreu 1.1 o regi-iro d nomeo^io de sen i>ix Floreturo Biptuta de Oiivetra Jaoiv. (orina
yedlia.
Da Manoel Ttixeira de Andrade, reqnerendii
igualiceni: o registre da dos seus uixeirtt) Aom-
uio Paria de Audrade e VictoritO Fana de An)ia-
de D (rilo.
Di Li.lii) Toleu'.ino Gvalj.inti de Albuqu*"!--
qo*, padindo por cei lidio o reg-tro da nomeaqio
de sea eaixciro Luiz Rodrigues de Oveira.
Como pede.
De Jos Bom 4 Silva, fz->ndo igual podiJo eni
rolacao ao seu eaixeir Mi noel E teves Varze.v
Lrma reqaerila
De Luiz Clemei'.tino Carneiro de Lyra, dem,
quinto ao seu caix-.iro Manuel Das de Micdo.
Oflique-SH.
De Joo Ignacio Avila, idem, respectivamente a
Maaoai Matques Avila.Do se a certia reque-
rida.
De Antonio Teixeira Mello, idem, relativamente
a Jos Zeferino da Silva Jnior. Certifique se.
l)d Alexaodre Amrica de Caldas Branlio, cer-
lidao d) ih.-or da inaincala de setu csixoiro?.
D se a certidao pedida.
De Antonio Fernn les Velloso 4 Sobnnbo, idem
de ter sido, entre os ueracioj de 18C6 a li"0, re-
gistraaa a comeacao de sea caixeiro, e qual seja o
seu oome.Certifique se.
De Antonio Jos da Costa Cabral, dem de achsr-
se registrada a Maetf/M de seu caixeiro, que
urabeoj e tildo, Tnomaz da Aquino da Costa Ca-
bral. -se a ctrtidao pedida.
De Manoel Partir Magailes Jnior, sabmetten-
do a registro a noraeacao de eu caixeiro Baraar-
dino de Senna Vitira Lima.-Registre-se.-
De Antonio Jos Braga, suhnettenJo igualmente
a registro a de seu caixeiro Francisco Sergio Pa-
rtir.Seja registrada.
Da Joo Baptista da Morae*, do mesmo sentido
Vieira Jnior, em tabsMic^o a Felippe Coriotaoo
e Araujo, que retirou se de seu estabeleeimeto
lleude 4 do crreme.-Sim.
Da Joaquim AuIodo da CoMa Ferreira, idi-m,
chamndose o caixeiro coja rascrip5o pede, Ma-
ooel Antn o da Silv..Registre-se.
Do Reg 4 Ir nao. Mein, sendo de nome Letpol-
dino de Lemos Duarte, o caixtiro que pede a-ja
lascripto.Como peder.
De Heitor 4 Simpiyo, idem, relativa mente a
Joo RodriguesQjaresmaComo requeren.
De Joaquim da Silva CotU, idem, rslerindo-se a
ii7njeac.ao a Harmi o Gomes de Freitas e Silva e
- luira de Soaza Baptta. -Daferido.
De Francisco de Assis Brito, ideo), sendo de
nemes Pedro Laio Rodrigues e Joao Baptista
Uerbster os caixeiros que pede sejam inscriptos.
Como requer.
De Va mente a Araphitochi Climaco Pcreira e Soma.
S:m.
Do Minoel Duarte Vieira e Francisco Cardozo
de Cimas, reg-tro de seu contrato socialVista
ao Sr. desembargador fiscal
De Jos da Silva Araujo e David da Silva Maia,
idem idem.Hvja vi-u ao Sr. desembargador
fiscal.
De Domingos Joaquim Ferreira Crnz, Joaquim
Baptista Nogueira e JoaqGiui Ferreira Volente,
dem de sen cuairato social.Vista ao Sr. desem
Joargador liscal.
Do Sr. Dr. tleial-.naior, declarando pareeer-ihe
nao se adiar completamente inutilisada a estampi-
Jba na peti^ao que juma da viuva Basto, despa-
thada em sessao de (i d) correte.Procede a
duvida da secretaria, devendo ser presente re-
cebedoria a peiico ju na.
COMOPiRaCEtt FISCAL.
De Giac mo Bonanni e Francisco de Assis Fer-
nandos Vianna, distrito social.Archive-e na
forma do decreto.
De Jos da Silva Loyo Jamar, contrato social da
firma de Antonio Manoel da Sarapayo & CRe-
gistrase, na (ornu do leer'.) n. U9i.
Nada mais havendo a despachar, o Exra. Sr.
eonselbeiro presidente eneerroa a seso is 11
iwras e 3/a do da.
BESSiO JUDICIArHA, EM 18 DE DEZEMBfcO
DE 1871.
ISD5BHCIA DO SXM. SB. RONSH.Hgr0 A. f. PK
wnn.
Scrvindo de secretario, o ofliaal Innocencio An-
tuiut de Partas Torres.
Ao meto dia declamase abara a sessao,
estaudo_ reunidos os Srs. desembargadores Sil 7a
Gdimar>, Res e Silva e Aecloli, e os Srs. depu-
ajos MiraBda Leal, Onto Bastos e Alvaro de
Almeida, ditaulo ora participado o Sr. Candi
do Aleobrado.
Lida, foi approvada a acta da sessao passada.
Foi lido o oicio do Sr. eonselbeiro presidente
do triounal da relito, intiraado S. Exc. o Sr.
eonselbeiro presidente d'aste, de haver desigaado
o Sr. deembargador Ucba Cavaeanti para sap
prira falta de um da juizes no eito entre parles,
embargante Salvador d Siqueira Cavalcanli e
embargado Joaqaim Salvador Pessoa de Siqueira
Cavaeanti.
Prasentes os livros em que sao registrados os
protestos de letra* a cargo dos e3envae o'este
tribiaal, verideoo se ter o n. 2i86 e a data de 14
do correte o ultimo protesto lavrado pelo esen-
vao Albc ..rqde, e 25C3 e a data de 12 o que o
f;'a pelo acrivo Alves de Brito.
Awordo aesgoado, que (ora proferido em ses-
a>de 7, e lavrado pelo Sr. desembargador Ac-
rcii.
Appeilante appellado Antonio Valenlim da Silva
Barroca ; anpellado appelli'.te o
ia<,ai#l|de$:b*tiao.
JULC."
AppelUwe Manoel Marques de ftivitr, apneatv
dooWrao de Campo-Verde, ees*ion*no iocoo-
cordaurib Joaqnim Francisco do K Sorteados os Srs. denotados Miranda Leal e Al
?tro de Almeida, fui por ora dos ditos seohores
pedido adiamanto, o que houve por bem deferir
o Exm. Sr. coasrlheiro prsidenlf^^^
Aftie.Uaies latas *>rg'.-s, eessiooara* de
Upes Bnga ; appatUdo Vrancise* Mo de Cr-
afa.Sortalos 01 mataos Srs. esputad o?, lu
m^oposto o adiatMto rmiwr o Etm. Sr. eseltiatro presoi-.nte.
ir nao wtar fresen Sr. depata do Candido
Ateoforado, deitaran de ter propostos os aeguin
tetfeitm:
Aii Apnelrfeaies os adatinisIMbres da ma!?a fallida
da Aotouio fos 'de Frgtretredo, rpr^etuio los
Alves de Aguiar.
Aliado da sessao de 14 :
Appellaotes Correa 4 C e oairo*, tppeltade
Henrique Mirns Saldiotu.
Cun da assifoado tmje :
Apellantes Aodrade 4 Reg, appl!ala B. Anna
Josepba Pereira dos Santos.
Por nao ter comparecido o Sr. desembargador
D)Ha : Embargante appeltado Francisco los de
Oii reir Junid*, embargados appellaates os admi-
iii-ir.uiores da massa fillila de Antonio Josa de
Pigotiredd.
PASSACCKS.
Di Sr. desembargador SWa GuiMraes ao Sr.
deserubargsdor Reis e Silva : appeanle embar-
gante Feliciana Mara (Mymp'a, appellados embar-
gados viova e herdeiros do bacharel Juvencio Al-
ves Uibeiro
Do Sr desembargador Reis e Silva, a Sr. des-
erabaigador Accin : appallante o administrador
di reassa fal ida de Sebastiii Jos da Silva, ap
pellados Faidtl P.nto 4 C. em liquidico ; ap*pel-
lante Joao de Azevedo Ramos, appellado Antonio
CjocaTo Ferreira Caseao; appallante Antonio
J .ifuini de Vascoacellos, liquidatario da llrma de
Vdsaoncellos 4 Malta, appellados os caradores fis
caes da massa fallida de Joo Ferreira da Costa
Soares, fenje os administradores de Jos Pereira
d i lastro Pioto.
Do Sr. desembargador Aecto ao Sr. desembar-
gador Silv Gaimarea.Revista co nmercial da
corle : recrreme Joo Vicente Ferreira, recorri-
do Amaro da Silva Guimarae?.
Ao Sr. deputado Miranda Leal forara com vista,
paca di/er no prazo de 15 dias sobre a ;n*pe cao
que Ihe (ora oppou, os aoto de appellaco entre
parte-, fppellante Joaquim de S Cavalcanli, a'p
pellado Joao Holrigues C-rdeir.i.
Senil) ama hora depoif do meio dia, o Exm
Sr. eenselheiro presidente er.cerrou a sessio, de-
arando que ficavara dadas as ferias.
1 r-jr
draiaistrad. r da I (erfsse oh o rico 1 rdtnle dntjo dg _ttr prwprk-
jllVB. f'H'fO.
S > nao poacoi pensa .jfe d, a-tirdn que *
rendir tm eneros sej rtaWiida peta renta em
inkiiw, < que nao CACtimos, altendMdt a que
por essa forma a no* sa principal lavoara, corla-
ra da caoni, viria a perecer em pones annoe. E.
qaando a expsrieucia vies-o aoonselnar essatraos-
(orma(o, ainJa assim, pensamos, seria ella incon-
da cultura
TKtmt l'i'l l.WIK.II
viniaute
elevaflo.
viesse a
navtpa
subaft
uilh
ixiionaiago pelo sys
"f%rio.
te certa da cultura ta panto
,e etst tran.formacio da reoda **,. .
pedjtm lustros, alada atis > ,<-pital.
adii qoaado a cultura da caana Tosse
!a cultora do saf, o cacao, dabiu-
ori-enliora euiflw.
r qoe seta : ohtla a reforma driaaor-
ssdo de ioms tergos do productos em
'abrimdo mam o mano, e a do outro
preprietario, aereditaaaos vingar a
a parearia ao aorta do ira
II
Eaqoaato ao 2*. sy-tema de colooiiar.oo ai-
deA ou MaslrM, ce assim' o qururem, vira eata
como auxiliar daquela, logo que os colonos do 1*
-rstema-se fitrem estabelecendo proprletarios em
terreos para isso determinados, o a as eeraania
das povoacoas agrcolas ou indu-triaes existentes,
ou quando meaos aas prsximidades*dos cettros de
roats avallada povoacio.
Se o i systema tira a tua inicial!va a impulse
do inters?e peculiar dos fateodelro* ; este aystema
baaea-se no iaterecae peculiar do estado, porque
para o sen resultado prospero nao precisa o go-
verao feoao im&T ojio de metos fndrractos.ina-
tari ilmeute considerados, como : 1* de communi-
eacoes de rrlagem na aeeeleradas; 2*, exposicio
de terrenos venda devidamente deinarcadds; 3',
absieiioao de certa dtreitos a rtaehioas oa utensis
dos colonos; 4*. auxilios pecuniarios para pasta-
gens oa traasportei, apenas como adiantamentot
a* (oreas d-i cowoos.
Fe no isso, e refirmadas ama ferie de leit
coaipressoras das ImenUdej e conscieneia publicas,
pensamos que em breves airaos nao teremoa qne
invejar o progresso- immenso da Anstralia e dos
Eslados-Uaidos.
Rec.fe, 10 de dezembro de 1871.
M.P.
P8UCAC0ES k PEBIP.
Colonisajao.
1
Prestes, e convite de S. Exc. o Sr. presidente
da provincia, se dever reall'ar ama nuoio l b-
deni a pru.nover a coloai>acao nesta e em oulras
prjviici^ ao norte do imperio. Bm que ainda
igioreraos quaes os capitaes e as oazes_dessa em-
prexa ingenie e auspiciosa, com ludo nao servirn
taes empec los de escusa a um silencio obstinado
seao da calcuhda absteocao, quando falla o inte-
ressse puMicc redaatande auxilio de todas as
ideas e systemas, de todas as ventades e iiiieliig^o-
cias, alim de qae, da disco -o e seas embales
sarjara luzes fuignrantes nessa raiga qnesto de
vita e futuro nacional agrcola e industrial.
Preseiudiodo, por ora, das magm'i eales don
aiam polticas e atoraos, varaones occapar espe-
cialmente das con eoes necessarias para qoe en
trenos se passa reatiatr esse d sileratuiu agrcola
a m iu irial ao n rte do imperio.
Q le saioamos, dous systeraas co'onlaes se 00
offerecern como primipaes e mais proveilosos a
natnreza e clma do orle do int:>erio : o sgstema
dn parara e o sgstema que denominaremos
aliifi-io. i) i* tende a auxiliar a eolonisaco indi
gena nos engenaos e fazendas: o leode a au-
xiliar a col'ra sagio indgena das aldeiai, povoa-
cOS, villas e cidades. A colonisica > por piroeria,
sendo composta em sua geaeralidale da pbpalacn
misera, sen*) indigente dos campos entre as oa
c5es coolensadas e pauprrimas, nao so peder
curtamente transportar e otras plagas sem o au-
xilio do editor do eagenho oa d 1 fazenleiro : era
ipianto iueaeoloDisa{"io alderi1, coroposia de cul-
liTalores mais ou meoiwh4dnf, orii-tn- t Ii-
bricaole?, nio seri impossivel atirarse s p!a;as
longraquas confiada em seus proprios recrsos.
Qaer de ama, quer de ontra cil)niss?5o recla-
man) as provincias So torta do imperio em seo
estado de despovoscao qnasi genrica. O l* sys-
terna, bascando se no interesse especial fazeodeiro
ou do senhor do engenho, pfende-se concessoe?
a conveniencias nimiamente circunscriptas aos
particulares; eraquaot) o 2 systema, otilisaado
poderosamente ac estado, depara oeste a sna via-
ii la !-i capital.
Para qualquer dos dms sys'ernas, porrn, se-
gundo a xptriencia e a sla rno de aceordo com
a natareza da cultura, e clima ix^eprioiai, o es-
tado de civilisaco, o adiantamento das vias de
communieacao, maito nos falta era preparativos
coaveniantemtn'.e aieqaado?, justos e irr.prescen-
diveit.
Cora tado, nao ser sobre modo desolador ese
.uad-o, se porventura os particulares e o estado,
compenetrados do presente forera enrgicos na as-
piracaodo faturo.
Entretanto, pira que a colonismo por pirzeria
vingue, como enmpre, ao norte rto irabeno, temos,
dever de titear pela base a constituicao predial
indgena, aflra de qie esta dilatando-se do sna es-
phera moibidae tacaoba, venha proporcionar as
relarSes natoraes e convenientes coloniss^ao es-
tr^ngeira.
E, por certo, o systerm de parceria aetnal, usa
do palos fazendeiros, pelo qnal estes eoneorrem
eom a trra, a casa, o cerciio e a tnoagen das
caimas ou do caf ; e recebsm a titulo de arren
damento a metade da colheita do colono ; nao pode
subsistir, sob pena de qne, qoalquer qne seja a
eolonisacio, desacreditar se oeystama inutihs8n-
do os capitaes empregados.
Pensern maduramente a tal respeio os fu'aros
asoeiados ds coloniaco, e mxime S Exc. o Sr.
presidente da provincia que pretende iniciar ao or
te do imperio esse'magno desidertum do-oossopor-
rir agrcola e indo'tnal.
Pansem acuradamente todos os nossos financei-
ros e agrieaRore*. e convencer-se-ho de qoe ; te
certo qne interesse partie-ahr os move e deter
iniaa a empresa da colonisarjao pir parcela, sveo-
turando os Vapiraes e as 'trras; nao foos eer-
lo qce, tambeaa o interesse seri o motor natural
e capital do colono qae abandonando es lares pa-
trios, a familia, os usos e costme' inveterados vai
s plagas long;apat buscarimelfiorameBt'js ao sea
presente e ao seu pervir.
Ora, pelo systeaiaactual da parceria todigena
nao ignora niugasu quo diffl -il, sena impossivel
ser a quslquer colono constituirse proprietarlo;
j nao diremos dos engenhos e fazendas ; mas do*
arredores das grandes povosces, villas e cidades,
E entretaBto, o dlreito de propiedad**, a sua
acquiqico, tai f )i, fl ser o verdadeiro e tico
motor de toda c ibuisacao Das cinco partee du
globo.
Se pois, os fizendeiras do norte do imperio pre-
tenden) realhaT a colonisacao, e a?sim o augmen-
to progresivo do valor predial, da callura e da
povoacao, principiem por abrir mo de anliqnados
previlegicrs Blhos de ama civihsacao menos pensa-
da ; e, eraqoanto a nteresses pecufrtanos. princi-
piem por abrir mo do uso da renda lirada da
metade do proiucto colindo em bruto cu benefi-
ciado.
Urna sernelhante reforma aennselhada pela ex-
periencia e pelo boro iroso, nio ser impossivel
era improfl jua, se atiendermos a qoe, se ver-
dade qae o propietario venhapareoteioentensu-
fru.r apenas um terco da colbeita de cada colono;
ess? lereo vira em poneos aonos eqaivaler um
triplo de valor anteriormente pretabeleddo pelo
interesse vinculado nos esforcos do cowoo, pelo
progresso da culturarlo angmooto da povoaeo,
pela acqaltieio de ntivos colonos, pio valor Iteati-
vo das latendas, pela saperabaadaacia, productos, da vida, di ri jaeza publica e parti-
cular.
Suppondo se, porat, qne um tirco do prodnclo
fabricado, (domo o assear), seja iaaDl:ionto m-
demnisaclo di ron Ja predial que empele ao pro
pneia 10, attendando-se ao encareeimeato progres-
sivo do fabrico; era de rnaij Justo neste caso do
qae a concurrencia o colono ao mesmo faJ/rlte,
j em dinheiro, j em trabalho pes-ol, e j pelo
estabslesimeDlo de qaanlia certa e estipulada, eom
Unto qae ao coloco jamis 89 apague aquella mo-
tor qae o encamina ou plagas estranbas;o n-
.*.' ntorfe da Itirjoreae Lanra, fl
Iha do iliu *ir. cnente-coro-
nel S'.'rnesto Hachada Freir
Frreir da silva c da i<:\m i.
ira. D ffannaria Koujean Pe-
reira da Mira.
ACRSTICO.
t" indo archaojo, i D Xi primavera da vida ;
Pelo co trocaste os brincos
. Da tua infucia querida.
> oda eslavas oa idade
Dos innocentes folguedos,
E ingenua nao coobecias
O mundo cora seas segredos
" niado todas at gracas
Que Deas plantara em tea rosto,
Morre-te sem qne sentisses
A sombra de mu so desgosto.
* isonba, ten. o, ditosa
M mo do* pais, qae eamavam
Cercavam-te mil carinhot,
HI iKu*9es te cercavam.
> tora, qoe estaos no eropyreo
E ao lado deDsus falcaras.
Recebe os bymao< qae a trra
Eavia a ti ata altaras.
10 de dez moro de 1871.
fOKJl%
M. M.
OFFGnfiUlDA AO Sn. THEOTOMO, POR OCCASIO
DA SBNTIDA MORTE DE SEU PRESADO FII.HJ
ARCE.NIO FREDERICO DA CsTA MONTEIRO.
Foi como a rosa qoe penden na hast
E emmorehed la fei rolar no chao,
Oa como o cy.io que durou apenas
Un brve in.-'tante cora gentil claro.
Areeni t, porque tost tao depressa
Da Ierra que aleutivas crm Knwt
q,< m quB to tuaocnon as atas candidas
E te f a caneca ao etilo pender ?
Q ipm foi q-?e de teas lsb:os o sorriso
i:-liu Da primavera de leas annos 1
Qoem a laz de teas ornis siatilantet
Apag iu to cruel causando damaos t
Qaem foi qne a palliez pz em tea rosto ;
Tua fil'a tirn, tirando a viia ?
Com mao frrea, qaem f >i que te apartoa
De la boa mi terna e querida ?
A morte, essa tyrauua e implacavel
Que nos ronba sem d o bem amado ;
Tu celeste ao impulso seu gibante
E deixas-te tea pai to coasteroado 1
Chorai, chorai o anjo qae adejando
Apartoa se d> trra ao cu chegou
Chorai qae o vosso pranlo tao sentido
E' a Viva expressao que vos arnoa.
Mas nao, suslai o pranlo amargo e santo,
Qoe dos olhos vos deseem sem cessar.
Arcenio, o a ajo para o cu corren
E junto ao grande Deas se foi sentar.
Monte Pi Sarita Oruz,
Teve lagar era 10 do correte a festividsde da
iris'.all'.eS'i do Monte Pi Sama Crnz, associario
que tem sido olbada duvidosa e erradamente por
aguns qae entender qoe as desigualdades de na-
cionalidades de vera ser a bise da igualdale. le-
liz nenie, o Monta Pi Santa Cruz, prevou eom a
sua festa de nstailacao qne foi a mais explendida
p >- -iv{, que procura abracar a tolos pela cari
dade, nao adrriiiindo em seu seio discus.sdes -.er-
es de religio, poltica on naciooalidade.
Em seus estatutos estipolou, que o mais leve
exordio relativamente ultima, Dastante para a
presidencia iluminar o socio qae o originar.
O Monte Pi Santa Crnz deve-se ufanar de ha-
ver tradnzido completamente a qoesto humanita-
riao soccorro ao seu socioao alcance de snas
(oreas, porm respeitando as leis divinas e oivis,
teno sempre era vista a consideraco a qae tem
direito todo aqaelle qne se porta dignamente na
sociedade.
Loavores ao Monte Pi Santa Cruz e a sua di-
rectora, e Deas de ceno os animar, pois que, o
sea lino alera de ju-to sauto. Qae marchem na1
senda qae teem trilbado, e a viuva e o orpbo des-
validos, terao sempre o zelador ineanvel, que
vira supprir a falta do ente que Iba proporciona-
va os rneios de subsistencia com dignidade.
Louvoret, pois, a tio denodados tibelas e que
sejam fe!izes no camiobo a qae tao corajosamente
se dedicaran.
Um convidado.
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?r\Aa> DO REC1KE 19 BE DEZEUUl.O.
UB87L
aa 3 1/1 oeas ta raaroi.
e eotaedes.
a. G. steppie,
Presidenta.
P. /. Pinte,
Secrettrle.

ALPANDEOA
endtaaeaio do da 1 a 18. .
dem do dia 19. ,
Hovlznronlo
V^lomes entrados com
cun
712:9231050
WMiiiU
753:2o7#i73
coropraceraoi os snp(dicaoiet [i-tr sea pruara-
dor B-ornardiho de Sem Oas, e. por este foi que reJuiia a termo o coattio de sua pclico
Inicial que offerecia como parte dette em qae de
pois de lido assignoa as lesterauobas iufra : ao
Ernesto Machado Freir Pereira da Silva, escrivo
eserevi, Bernardlno de Senna Das, Francisco Xa
vier de Souza Ramos, e Aotoaio Soares da Mala.
E nada mais se continba em dito termo de pro-
testo em virtode do qooi eaerivao que este su o-
ereven fea fassar o prtaaaie edita! eom> pra-o
de 30 das, pelo qaal eae* theor, ehanae, cilo e
hei por citad > ao suppliealo a uzete cima decla-
rado part todo contelo na peliefo e termo de
protesto a'.ima transcripto. Pelo qae toda e qual
quer pessoa, parete, aatigo ou eoatiecidos do re-
ferido -uppcailo aczente loe podera fazer scienle
da tolo o expeadido.
E para qne ebegne ao contieeimento de lodot
mandei passar o presente qae seri publicado pela
mprensa e afflxado nos lugares do cosame.
Dado e paseado nesta cidade do Hecife de Per-
oambaeo aos 18 dias do mez de novembro de
71.
Eu, Ernesto Machado Freir Pereira da Silva,
esctivSo snbscrevi.
Sebastio do Reg Barros de Lacerda.
Ao sello 300 reisV. S. S. ex causa.Barros
de Lacerda.
da airndola.
Volamos
sabidos
coro
eom
fazendas
genero*
fazendas
generot
5r8
1,138
------ 1,75%
IM
591
------73
Descarregam hoje 80 de di zembro.
Vapor inglezt7(fidi'i//irvarios gneros.
Barca inginarAz/'/ipiiiif-varios generes.
fiarea tapen Witch u\ the Teign vanos ge-
eros.
Patacho americano Rachell Caney ~ varios ge-
nero.
Srigue portuguecUniSodem.
Barca ingleza Willage Quem earvo.
Barca ioglezaGlenfaltichbaealhao.
Eseuaa inglezaMareteidem.
Despachos ie exportafo no dia 18 de
dezembro.
Para 01 oortos do exterior.
Na barea inglesa Boomerang, para o Canal,
earregram : Rabe Schametiau & C. 200 saccas
eom 1, 186 kilos de algodio.
o brigue ioglez Rmr. para Liverpoo1, cr
regaram : Mills Latban C. 13 taeca on
i,352 kilos de algodao.
Na barea fraoctzi Cobgny, para o Havre.
earregram : Ttsset freres dt C. 670 ?accas com
."13,160 kilos de algodo.
Na barca (raneeza Veri/liana, para o Hivre,
carregea : Belarmioo de Barros Correia 35 sa:-
cas com 2,427 kilos de algodao.
No navio bespanhol Jos Mara, part Bar-
celona, carrsgou : Joaquim Jos Coactivas Bel
trac 170 saccas eom 11,900 kilos de aigodo.
Na barca hespanhola Avelina, para Barce-
lona, earregou : P. M. Maury 533 saccas com
25,838 kilos de algodo.
Na sumaca haspanh >!a Carme, para o Rio
da Prata, carr btrrieas eom 86,411 kilos de assncar braaco.
No patacho nacional Perseverante, para o Rio
da Prata, earregou : A. de Oliveira 450 bar icas
com 52 160 kilos de assacar branco.
No aavw portoguez Jote, para o Rio da Pra-
ta, earregou : Joaqaim Jos Gon^tlves BattrSo
250 barricas eom 25.373 kilos de assacar braaco
No brigue nacional Therezinha, para o Rio
da Prata, earregram : Joi da Silva Loyo h Fi
hos 444 barricas eom 48.384 kilos de algodo.
a barca iogleza Liselte, para Liverpool, ear-
regram : Mills Lathaa & C. 1,300 saceos com
97,50:1 kos de assuear raasc^Vado.
Na barca fraoceza Ester, para Marseille, ear-
regram : Keiler & C. 800 saceos com 80,104
kilos de a.-.-ucar mascavado.
o brigoe portoguez Sbenme, para Lisboa,
earregram : E. H. Rabello & C. 3d0 saceos cora
37,500 ki os de assacar mascavado.
.No navio americano Ceprera, para Hamnten
Aoad, earregram : Jos da Silva Loyo 6\ Filh.
100 saceos eom 15,000 kilo- de assacar ma-ca-
vado.
?ara os portos do interior.
Na barcaea Boaviagem, para Mamangnape.
earrogoa : Jos Barbosa de Camino 2 raehs bar-
ricas com 147 kilos de assoortoraoco.
Na barcaea Boa Etptranca, para Maman-
gtape, earregram : 8ilva Irmabs A C, 3 pip?
eom 2,400 litros de agurdente.
HECEBEDORIA E RENDAS INTERNAS
GERAES DE PEBNAMBOCO.
ftendimento do dia I a 18. 37:444/399
dem do dia 19...... 689J>:349
38:133* 7 iS
CONSULADO PROVINCIAL.
Condimento do dia I
dem do dia 19. .
a 18.
l02:f>60Mor
7.821*208
110.68U664
MOVIMENTO 00 PORTO.
Naoto entrado no dia 19.
I.ln de S. Migoel 2o dias, barea portugu--t.
Arabella de 137 toneladas, capillo Macoe! Ca-
simiro Pacheco, equipagem 15, carga varios ge-
oeneros; a Ferreira, Almeida 4 C.
Navio sahtdo no mismo dia.
Mamjmguape Vapor brazileiro Curar pe, com-
mandaote Jos Henrique da Silva, carga varios
gneros.
EDITAES
Perante a cmara municipal desta eidade es-
tar novaraente em hasta publica no dia 21 do
crreme com o abale da quarta parte o imposto
de 60 rs. por cada p ds coqaeiro de prodcelo
pela quana de 870J. O pretndeutes dever>
comparecer no referido dia eom sens fiadores com-
petentemente habilitados na frrma da lei.
Pago da cmara muaieipal de Olinda 14 de de-
zembro de 1871.
Manoel Antonio dos Passos e Silva,
Pro presidente.
Marcolino Dias de Araujo,
Secretario.
0 Dr. Sebastio do Reg Barros de Lacer-
da, jeiz de direito especial do cotnmer-
cio desta cidade do Recife da Per-
nambaco por S. M. a quem Oens guar-
de etc.
Fa?o saber pelo presente que os administrado-
res da massa fallida de Marques Barros & C. por
seas procaradores rae dengiram a peticao de thoor
siguite :
lilm Sr. Dr. juiz especial do commercio. 0
zem es administradores da massa fallida de Mar-
ques Barres & C, que tendo de preserever no dia
29 do correle a letra por elles saccada e aceita
por Joaqaim C Bsterra, na importancia de om
cont e quinheutos mil ri-, requeren) a V. S.
que mande cita-lo por editos para o dito fim como
permite a lei.Pede V. S. deferiraeato.E, n.
M.-
Estava sllala cora o sello de estampilla na
importancia de 200 rs. inutilisada.
Reeife, 6 de novembro de 1871.-O procarador,
Cernardino de Senna Dias.
E nesta peticao dei o despacho seguinte :
Come reqner. Reeife, 6 de novembro de 1871.
Barros de Lacerda.
E nada mais se eootinha em dito raen despacho
por forea do qual -o contador fez a destribuicin
ao escrivo deste otea jaizo Ernesto Machado
Freir Pereira da Silva, Je seis do oae prodazra
do os aapptieaates saas testemunhas que depoze-
ram conveoientemente aceres da anzeneia do
sappliC3do o respectivo escrivo farendo sellare
prouarar 03 aulos roe m fez cooclus&s e oeiles
dei a seuteuca do tlkiar teguiate :
Hei p o- Ja8iiilcada a aateuoia do aopplicado,
lavrado o tmpetetivo protesto se ihe intime por
editaes eom 30 dras de praso potrlieados afflxa-
doa.Custaa ex-caasa.
Recife, 15 de novembro de 1871. Barr.03 de
Lacerda.
nada mais se contiaba em dita seoteoca, em
virtuae da mesmt fra feito o termo de protesto
dotbeor seguinte: j
Tettno de protesto. Aos 17 de novembro de
1871, avista cidade do Recife, em mea cartork)
OEQLARACOES.
Nao be teodo declarado no annuccio de
9 'lo correte qual o fien da reomao extra-
ordinaria di assembla geral dos accionis
tas desta corflpanhl, como dispe o artigo
2i dos estatutos, sio novamenle convidados
os Srs. aechis:as para a reuniao d'assem-
b a geral, qae ter logar no dia 21 ao
me o dia para o fiuu de se deliberar sobre
om pequeo emprestimo que precisa contra
hir e-ta compaohia, preveriindo se aos Srs.
aocioDrslss, qne de confo-miJade cora a se-
guDda parle do artig 23 dos mesmos es-
taiutos reunio ter effjctividade com o
Harnero dos Srs. accionistas que aellacom-
parecerem.
Escriptorio da companhia 18 de dezembro
de 1871.
O secretario.
Jos Honorio Bezerra de Menezes.
A cuinpauhia de operarios militares do Ar-
sear-.l de guerra contrata para o rancho das pra-
cas, no priraeiro semestra do anno de 1872, es
gneros seguales: tnaear refinado de segunda
sorte, Arroz plalo, az. te doce, bacalbo, caf
raoilo, carne verde, carue seeca, firinha de man
dioca da provincia, fefjo molaiinho ou preto, le
nha, manleiga franceza, paos de 6 e 4 oneas, lou-
cinho, e vinagre.
As pessoas que qniterem fornecer os ditos g-
neros de priraeira qmlidadp, aprsente suas pro-
postas f ixadas oa secretaria da rnesma eorapa
ulna as 11 horas do dia 22 do carrete rnrz.
Joaquim Maooel da Silva e S,
tenen'.e commandante.
O coDseltto eonnmici do batalho de infantina
0. 9 contraa no dia 22 do corrente mez os geoe
ros alimenticios seguiotes, e para o que convida
aos senhores negociantes a compareeerem eom
suas propostas, as qaaes devero entregar na se
erelaria pelas 10 horas da manha do indicado
dia, sendo esjes gjneros de priraeira qoalidrde.
Arroz.
Assuear branco e miscavo refinado.
Areite do;e.
B.-larhis.
Baealbo.
Cha.
Caf em caroeo e moido.
Ciroe verde.
"aroe secca.
D lee de guiaba.
F;ir:nha Aa mi-idioo*.
Dita de ararata.
Fejao mulatinho.
Salitoai.
Lenha.
Lei te.
Mauleiga iogleza e franeeza.
Marmellada.
Ovo?.
Pies de 6|0.
Pes de 4jO.
Sai '
Toucinbo.
V'iuho do Porto.
Vinagre.
Ooartel no Hospicio em Pernambueo 18 de de
zerabro de 1871.
Francisco Aotonlo de Si Barreto Janior,
Tenente-secretario.
Consulado provincial
Por esta repartico corneja a receber se no dia
1 de dezembro vtdonro o imposto da dcima ur-
bana e o de 5 0o sobre as rendas dos bens de cor-
poracoes de mo inort-, rea.vos ao priraeiro se-
mestre do presente anoo Qnanceiro de 1871 a 72,
arrend d'ahi o praso de 30 dias para esse paga-
mento sem dependencia de malta.
Consalado provincial, 21 de novembro de 1871.
O administrador,
A. Corneiro Machado Rios.
De ordeno do lllm. Sr. conselneiro inspe:or
da thesoararia de fazeada desta provincia se faz
publico qne tem de ser c ntratado perante a junta
da mesroa thesoararia, por quem por menos fizer,
o forneclmento de medicamentos enfermara mi-
litar desta capital no semestrs de Janeiro a jnnbo
proxiao vindouro.
Os pretndanles devero dirigir suas propostas
era carias fechadas ao mesmo lllm. Sr. coaseiteiro
iaspector at as 10 horas do dia 27 do corrente
mez e ser-lhes-Jia franqueado na secretaria da
mesma ihesoarart o novo formuario qae contm
os medicamentos preparados e os seas precos,
atim de que possam regularse as respectivas pro-
postas.
Secretaria da th?sooraria de ta?enda de Per-
nambueo 16 de dezembro de 1871.
Servindo de ofDcial maior,
Manoel Jos Pinto.
Fiscasa^ao da freguezia oa Boa-Vista 18
de dezembro de 1871,
Por esta ti-calisaclo se faz publico qne se acba
depositado um boi manso, tpprebeodido pelo Sr.
Epiphanto Carvalho da Costa, destrabado suas la
vouras : qaem se jalgar com direito ao mesmo,
comparec, qae satisfazeno o disposto no art. 16
do til. 7 das posturas munieipaes de 30 de jaobo
de 1849 Iha ser eutregue.
0 fiscal,
Jeronymo Jos Ferreira.
CORREIO GERAL
Relami dos objectos registra-
dos existentes an admiaistra-
eo do crrelo desta provin-
cia, para as pessoas abalxo
declaradas :
Antonio Augusto Ferreira Lima, Belirrira Mara
da Cooceico Uliveira, Basilio Antonio Garneiro,
Eduardo /os Carrol I, Francisco de S e Albuqoer-
qae, Praniisco de Paula Santos, FreJerico Chaves,
Jodquira Vieira de Mello Pinta, Joaquina Maria da
Coneeicio Asis, Joaquim Jos-de Carvamo Cer-
queira Varejio, Joaqcim Jos Godinbo Jnior,
Jos Narciso da Silva, Jos Marqoes dos Santos
Carregal, Joo Duarte Garneiro Monteiro (2) Lnd
gero Teixeira Lope, Maibilles mbelioa do Car-
ino, Mara Carolina tomes de Mello, Manoel Fran-
cisco, Manoel Cardoio de Souza & C, Pedro Fer-
reira Brandio (i), Sebastio de Arroda, Fraucisco
de Viceozo, Bernard Scbreds, Vild Iraprold.
Adminislracto do eorfeio d Pernambueo f de
dezembro de 1871.
O enearregado do rtgbtro,
A. Gomes da Silva Ramos.
TUOTRO
QUARTA-FEiRA 20 DO CORRENTE.
nwOeitl do pon
Jos B. Correa de Barros
9 Logo que t orchestra boaver execatado ama
bnlhante symphonra, subir i scena a nnito lia-
da e applaudida comedia era 5 actos ornada ife
mostea
JE

oa qual lema parte toda a eompanhia.
No flm do drama
na qual o priraeiro numero qno sahir ser premia-
do com om bilhete inteiro da Meria do Rio oe
Janeiro, fieando a pessoa, uo tiver,habilitada a ti-
rar a sorte de
20:000^000
O segando numero qae for extrahido recebe ero
premio um bilhete ioteiro garantido da provincia,
com o qual un igualmente habilitada a ttrar
a sorte de
5:000^000
Dar fim ao espectculo urna das nuInores cc-
meitlas do reperiorio.
T dos* os bhtes nne se venierera tee direito
a tato numero da tambla.
Depois do esperuenlu haver trem at Apipa-
eos locando em todos os pontos.
O resto dos bilhetes achara ?e em mi do bene-
ficiado ra da I h% do Carvalho, aotiga Bella o.
11, e ao da lo especia-alo no esiriptorio do ibea-
iro.
Principiar s 8 l|t.
THEATRO
GYJimSIO DRAMtTKft
NO
CAMPO DAS PRLNCEZAS
Bcneflclo da joven actriz
IIE1IQIETA E GASTIO LEAO
Hcorad.) rom a presenca de S. Exc. o Sr. pre-
sidente da provincia
Quinta Ieir 21 de dezembro
Depois da execocid de urna eavriura, subir
scena pela prio:eira vea, o bellssimo drama ori-
ginal porlnguez, era 3 actos, do Sr. Cezar de La-
cerda
T.jmam parle todos os artistas da compaohia.
Terminando o espectculo com a primeira re-
preseiitarSo da espirituosa comedia em um acto,
origioal poi tugue/.
Os beneficiados envidarlo todos os meio* para
qae o espectculo que offerecern em sen proveilo
seja digno do lastrado publico desta cidade, de
quem esperara proteccao, assegaraaJo ihd qae ja-
mis olvidaro to sabido obsequio.
Principiara s 8 I|2.
AVISOS MARTIMOS.
CO.VIPAXHIA
DE
Navegado Brasileira
Al o dia 22 do correle, i
rado dos portos do sol o va-
por /'.i'i/k, r.rr,mandante Gar-
ca, o qaal depois da demo-
ra do costume seguir para oa
portos do norte.
Desde j recebera-fe passageirps e engaja-se a
carga qae o vapor poder eonduzr, a qaal devera
ser embarcada no dia de sua chogadi, encom-
nendas e dinheiro a frete al ao m< io dia de sna
sahida.
Nao se recebem como encommendas seuo ob-
j setos de pequeo valor, e qae nao excedam a S
arrobas de peso ou oilo palmos cbicos de medi-
i;o. Tudo que passar destes limites dever ser
embarcado como carga.
Previne-se aos senhores passageiros flne soas
passagens s se recebem na agencia, roa do Com-
mercio n. 8.
Para o Porto
egtur com a maior brevid.de, a barca portu-
oea Clandina, por j ter a maior parte da car-
at engajada, .pira o res o qne. Ibe falta, e passa-
geiros, trata-se com os co asignatarios Cacha, Ir-
ii,a s i C. na ra da Madre de Dos n. '3i, cu
com o opitSo na praca._____________^______
RIO DE JANEIRO
Para o pono cima spgue nestes dote lias o
brigue nacional I-abel, tem parte do seu carrega-
mento engajado : para o resto que Ibe f.-.lta ira-
ta-se com ns consignatarios Antonio Luiz de Oli-
veira Azevedo & C, ra do Bom Jess n. 57, 1*
andar.
Par o Porto
Vai sabir com brevidade a barea portuguesa
Firmeza, capito Jostioo Rodrigues Cardozo, por
ter a maior parte da carga prompta : para carga
e passageiros, para os quaes tem excedentes c. m-
modos, trata se com E. R. Rabello A C, roa do
Commercio n. 48, on cora o capitio.
Para Lisboa
vai sahir breve por tr a maior parte da carga o
brigoe portuguez t Soberano >, capito itngignn-
ga : para carga trata-se cora E. R. Rabello A C.
roa do Corn-ncrcio o. 48, ou cora o capitn.
COMPANHIA PERNAMBUGANA
DE
favegaco costelra por vapor*
Porto de Galnhas, Rio Formoso e
Tamandar.
O vapor nacional Parahy-
fia.seguir paraos porte-:ci-
ma no dia 20 do correte
meia noote.
Recebe carga, eocommen-
das, passageiros e ditheiro a
frete : no escriptorio do Ferie do Muttoso. 12.
RIO DE JANEIRO
Para o indicado porto o patacho Cassilhas, qoerc
nelle quizer earregar, dever tratar a ra do VI-
gario n. 14, escriptorio de Jos Lopes Davim.
Sahe em poueos diaa para esle porto o hiats na-
cional Sabralense, por ter a maior paria da carga
prompta. Para o resto trata se com I. Carrere,
roa di Croz n. 34.
Rio de Janeiro
esperado todos os das da Babia a lin-
da e vo'eira barca porlugueza Claudia, na-
vio de escolenle constroocSo e primeira
classe e depois de pouca demora sagir
para o indicado porto por ter a mtior .parle
do sen urregatBeoteeagajatJo. epaTa e^oe
(be falta trata-se com o consignatario foe-
ihn Jos Gorrclv Baftrto ; i roa' He
Commercio o. 5.
1

-


?



I
darit de Pefiiambac Qaart. eir 20 de Dzembffi d* 1871.
9
Mosior
Gal diMitoraaegde no i 10 do corrente bar-
caen lYfempAa ato fleaafV. B?ir# Jbio Uaptisia
La; par* carta mus rnt 4 Vigario n,
34 M la )< da Cuofc. faagw, ou com Frau-
ftmmmm de Araorim no rira^m escrlptorio, ou
m 6M*dhlh da lOfaHd^ga. _________________
Maca
Em direitara sefa* no dia JO do crreme a
barcada S. Bnicf, roaatr Anteare barbosa de
Jkarirade : para carga irata s na roa do Vijario
a. 3} con Joao Jos da Ciuttu Lages, cu com
Francisco Martn* da Amorfa no mesino escripto-
ria, oa oa escadinba di alfandega.
LEILOES.
ofQcina de lanoeiro di roa da Lapa n. 2.
1IOJTE-
10 eerfente
V O afcnte Msrttes fM leilSo, por antorisacSo
dos ro, de barrio*, ameritas grandes e pequea?,
baldes, rneias pipa, pipas, tinas, banco, f-jrraraen-
U t< atis ulenc los e faaeoda da offkiua do dito
Anafe.
A' I i hor do- di* cima, roa da Lapa n. 2.
. DE
24 caixaa com excelentes trtalas
HOJE
0 agente Pestaa far leilao, por cunta e risco
de quem periewoer, de 2i eaixas com excellente?
batatas, as qut '.io vendidas em i lote para
fechar erratas, baje no Anoes, is i i lia horas da
manhaa.
Leilao
DC
em calda
irxscoes p*ra faindas, i grandes rnez* gWa h-
zenda*, 2 grandes armarios forrados de biela por
dentro, e urna balanza deeioai.
Um sof, 1 mata redonda de Jacaranda, 1 relo-
gio, S cadeiras de bitenc.0, 1 apparador, 3 com-
modas, marqoBac, (MiaV, cadeira, lavatorios;
eastic.aej, mappas e amitos otitis objectos de es-'
criptorio:
Quinta-feira- 21 Ja corrale.
As 11 hora ai ponto.
Schapheitliod & G, tendo liquidado sua casa eoro-
meTeial, fara leilao por intervencio do agente Pinto
o Ido cajelos cima deseripte?, existentes eo
*u eseripiorirt a roa da Crnz n. 42, 1* andar.
Leil
ao
DO
Sitio na Possagcm da Magdalena, qoe faz
parte da massa fallida de Marques Bar-
ro C.
QUINTA-FRUA 21 DO CORRERTE
Porordem das admini.irad >res da naesmn mas-
sa, o agente Peotana far leUie do sitio cima men-
cionado, o qual tera pavimento terreo, 1* andar e
soln com eucaoamerjlo d'agua e gat, lodo edifl-
cado de novo, eom exceNeate* eomaaodo para
Santo familia, em chaos proprios. e flea defronle
s.tio do Sr. commendador Maaoel da Silva Sao-
tos.
Os Srs. pretndeme* podera examina lo, poo
leilao lera lugar no dia quinta-feira 21 do corroo-
te aomeio dia, no escriptorio do agente, ruado
Vigario n. 15,1* andar._____________ .
Leiiao
DE
Tres machinas egypcias para descarocar al
g'd ).
Quinta-feira %i do corrente
A'S 10 HORAS EM PONTO.
O agente Pestaa far leil i por conta e risco
de quera pertencer, de 3 machinai para descaro-
car alg<>dao, no da cima quinta-feira 21 do cor-
rete, no armazem do Sr. Beltrao ra do Viga
no n. 9, onle podero ser examinadas.________
LEILAO
DE
Castepr* alagar.
Itaprlw para eonore* mpregados no em-
merel>, o 3* e4* andares do predio n. IV na prt-
oa Jt Cominera, a Recife, eom ex-cetlente vis1
par o mor. Prectsa-se a-logar am criado : a Katar Da
r na do L i vr amento n. 36, 3* and ir.
2 Mar Lavergoe tea a honra de
0 scieniincar as Etroas Sras. que encon- jm
trarao em sen saJo de eaDellreiro roa nt
Primeiro de Mareo n. 14, oa I ndo sor- r*
9 tmenlo de coques, Unto de tranca coma A
de cachos, e por precos muit > comato-
^, dos; assim como nm variado e bello sor-
S timento de perfumaras fraoeezas e ipgla
C zas dos melbores fabritantes. OITerece
3J tan. be o as Etma*. Sras. os segniote* ^
Q| ebjeelos que..lhes sao iodispeDsaveur Ha- WL
me dos espartilhos a doqueza, obra oanito A
2 bem acabada, propria* para noiva, e ni- r**
9 timamente chegados ; dito* ma inferi- 5J
res, ditos para menina; bonitas ligas da 0
seda e de algodao ; lindos pentes a Ira- H
fie peratriz, tan** a> WUfag-come a mi- ^
tajae para ornatos de perneado?, ofcje;- A
Stos de ultima moda de Parizros mais bo- /*
Ditos e moderos leqQei de jsso, imita Q
cao de marnm, pestes de alisar, ditos mt
para tirar p6fh<% tasouras Anas para 2
dnhas, e
fjf bonitas boUinha* para meoinasrmagoi9- -
K coa bouquets S ramos' de flores artifl-
tSO barricas com arenques
HOJfi-
O agente Pestaa, fnr* leilao-per coma e risco
de quem penen:er, de 150 barricas com arenques
em cald3, muto frescos e bem acondicionados,
desembarcados liostem e sarao vendidos em 1 ou
mais lote*, boje ia 11 horaa da maaha, no Annes
defroote da alfai.dega.
LBO
de moteh
LUOGAS B CHYsTAE
CooeUndo de :
L'm piano de armario, 1 mobilia de Jacaranda, 1
dita de aioareMe, 1 candelabro, 2 serpentinas,
candieiros a gat, 4 jarros, tapetes, castices e
mangas.
Urna cama franceza, 1 eiaamoda, 1 toilet, 1 Iavato
rio, 2 guardas.mupa, 1 cama para soltelro, cabi-
de*) CiJairas e 2 ca Jairas de btUnr.),
Urna mesa elastea, I guarialouga, 2 apparado-
res, sof, li cadeiras, copos, clices, garrafas,
muita louca para cha e jantar, campoteiras e
maiU'S outres bjecios de casa de familia ; 2
vanezianas, 3 volnmes dos miseraseis.
Qiiarta-feira 20 do correle
No Io andar do sobrado da roa do Impera-
dor o. 17, em frente ao convento deS.
Francisco.
Joaquim Biptiita Xogneira, tendo de ir Euro
pa com sua familia, far leilj por intervenjo do
agente Pinto dos movis e mais cbjectos cima
descriptos, existente* no 1' andar do sobrado da
ra do Imperador o. 17.
Principiar s 10 horas em pontx______^^^
AC^dES
Qiiinu-feira 21 de dezembro
O agente Oveira far leilao, por interveDci de
seu preposto Pmhu B >rges, e por ordm dos Srs
administradores da massa f.iilida de Marques Bar-
ros & C, de 15 actes de valor nominal de lOOj
cada urna, do primeiro ampreslimo, e 107 citas de
valor nominal de o0< cana urna, do el'llcio que
foi theatro do Apollo, onde actualmente se acba
collocada a macbina bydranlica a vapor, de enfar-
dar algod".
O leilao d'esias ac^os ?era etTectna lo no mes-
mo edificio, log-> depois de concluida a arremata-
dlo de dita machina e mais objectos pertenceotes
a massa ftllila de James Ryder & C. : quinta rei-
r 21 do corrale, no supraciitdo predio, roa do
Apollo._______.____________
*m
t- ciaes, grvalas de seda e de cambras;
m mallo li<>nita, (ovas de pellica, de seda JM
Ni e de fio de Escocia, brancas, de eOrM-e *g
Sff prelas ( lambem tem para bomem ) jg
B lindos boioes para punh< s, ramos de Hj- jgf
19. res pra vestido, enfeites de palba para ^*"
M^ cotjes. s*patoT charlot, ditos avelndados, Q
ditos de iran5a,*b6t!tias-prelas para me w
W nina por barato preco, brinqoedos para >V?
If meninos, e una inlinidade de objectos g
25 que omitie para se nao tonar enfaoonho. q
S Para mais eommodtdade de sQa*vExmaJ. J*
clie.-i'-s, tem preparado urna saii que s g
vS i' rao ingresso nella as senhoras qoe se
* quizerem pentear era sea estabelecimen-
to sos estarem exposlas aa vistae doa-
oals concorr8i e r- Bonne*-
f9l quera se encarregar do trabaao de pen-
& loar. 9
^%
Preiase de ama ama pa-
ta lavar, cozinhar e comprar
para cwi de familia de anas
pmoili preferft-.se es?rava : a tratar na travessa
da Madre de Dos n. 1'*, armazem.
Ne deposiio da ra de Samo Amaro o, 6.
precisa-se de nm eaixeiro de 12 a f$ aunoi>', com
pratiea on sem ella.
Precisa-sede urna ama pera oozinhar e com
prar em casa de piuca familia : da ra da Cm-
boa do Carmo n. U ; prefere-se eer*va..
Precisa-se de nina ama pa-
ra o servico de urna casa de
pouca familia : oa roa Aa
I
gusta a 22.
Oewrivo do commetcm Manoel Mara rao-
don a oa residencia para a roa do Hn'pWo n
46, continuando a ter o cartorio na na Duqae de'
Caxias ____________ ____________
Aloga e nm escravo que aerve para com-
pras, mandados e qualquer servico leve : na ra
Direita n. 137, da* 6 a* 9 da maaha._____
Aluga-se
ama excellente caa eom grandes aceomnrdacdea
e bem perto do rio, no Poco da Panilla : a tratar
na ra do LivrameaW n. 30.________________
U*t p-ira ahi/rtf.
Na rna do Marqmx de Olinds, amiga da Cadefr,
n. 4, 3' andar.____________________________
Para Daobos do mar.
A'uga-se ama grande e exsetlente casa na Boa
viagem, caiada e piolada de novo : para tratar,
rna larga do Botarlo a 34, botica. _______
Precua-e alagar uraaja'ma torra : na roa
do Cabug a 2 B.
I
Per'eu-se na estaco das ofllcinas da compa-
nbia dos triiho* urbano* do Recife i:jxana,
bonlem a- 6 1|2 horas da, tarde um embrulho de
papel pardo emolan io alguas docameoios eaerip-
ios em ioglez e nada serve-senao ao annuaciante.
Gratificase a quem o aehou, a entregar na, mes-
ma estadio, ou em qualquer ontra._________
NMIO
AttenpaS
LEILAO
Sexta-feira 22 do corrente.
DE
Um cof e de ferre prova de fogo, cbaratcs finos
dos mdhores e mais acredtalos fabricantes,
caixai com fsforos de cera, meias para bomem,
earreteis de linha (Alexandte), pecas de fita de
linho, ricos leques, ab.ttoaduras para colete,
agulhss, reqnilifes, escovas para drntes, ditas
para chapeos, thesouras, caoivetes fios, sabo-
netes e multas ontras perfumara*, que serlo
vendidas para liquidagao e pelo maior prec.):
A' ra da Imperatriz n. 14
0 agente Martins far lera) do cofre, charutos
e miudezas cima, existente* na lija da roa da
Imperatriz n. 14, s 11 horas do dia cima para
liquidaco final.
VISOS DIVERSOS
Micbioa Hydraulica vapor com todos os
seus accessorios, pertencentes massa
(aluda de Jamos Ryder & C.
Quinta-feira 21 do corrente.
Por mandado di Ifim. Sr. Dr. juii de dlreito e
especial do commercra desta cidade, o agente OU-
veira por intervengo do seo preposto Pmho Bor-
ges, proceder uovo jeilao da machina hydrau-
lica vapor com todo? os seus accessorios, e as-
stm mais dos firdos de estopa e todos os outros
artigo*, ludo pertencen'.e massa fallida de James
Ryder & G, quinta-fsira 21 do corrente :
As 12 horas da manhla no lugar onde se acha
cillosado dita prenca, uo edilicio que loi theatro
do Apollo, ra do mesmo nome.______________
Alaga-se ou vndese a ca-
sa e sitio da estrada dos Af-
iliaos n. 22, o qu*l tem 200
palmos de frente e cerca de
1,300 de fondo, com cacimba, fructeiras,
etc, assim como vendem-se terrenos aos
lados do mesmo, tendo as f.entes e os fun-
dofl murados, sendo na verade excellente
acquisiao para edificagv), nao f por ser
bem perto da cidale, como por pausar pola
frente a via frrea do Arraial: a tratar com
Antonio Jos Rodrigues de _ou.a na thesoo-
raria das loteras ou com Carlos da Silva
Araojo na ra do Bota Jess n. 23, artua-
zem.
O Sr. Jo5o Alves Mendes da Silva, nao. ple
vender. hypoihfc>r nem, f^zer negocio slgum .oon
os escravos s guintes : Tbomat, Juao e atinas
por ser doa;io feila a sua raoiher, como consta
da escriptura punliea lanzada Das notas do tabel-
lia-i Port (]arreiro.
Aos 5:000*
Billietes garantidos.
i roa Primeiro de Marco (ootr'ora roa do
Crespo) n. 23 e casas do costme.
O abaixo assignado, tendo vendido ao* seos U
Ues betes dous meios a. 304 com 5:000*000
am meio n. 2868 codi 100AIXX), ontras sortea
Js iOO e 2()iOOO da ioteria qoe se acabos
de extrahir (218*), convida aos posinidores a v4-
rem reeeber oa conjormidada. deeostuot sem
descosto algum.
Acham-u venda os blhetes garantidos da
10.' parta da lotera, a beneicio da Santa Ca-a de
Misericordia do Recif (219'), qne se extranira
sabbado 23 do corralo utez.
PHEGOS.
biihete iuteiro .O
Meio bilhete 3u0
Qaarto 1*500
Em porco de lOO^HO para cima.
Bilhete ialW 8**
MtiO Liihate l*7v
Qaarto 1JS7S
Manoel Martins Fioxa.
zios 5:000^000.
llllhrtr gara vbMt
Ena do B!ao da
Victoria,
Outr'Qrarua Nova n. 63 e emm
do costiuma.
O abaixo assignado acaba da vender aire o
isas mnilo. talizes bilbetes a sorte de 300*000
em am mnete inleiro de n. 2740, alm de outru.
serle* menores de 40*000 e 20*000 d_ leterA.qu
se acabon d axicahir (218), poendo seo* possai
dorat virem recaber, qu promptamoata sarao
pagos.
O meam? abaixo asonado convida, ao r_pe-
HHSl putiieo para virera ao seu eslabeieciaiauu
:omprar os felizes bhetes garantidos, qa* a
leixard* tirar qualquer premia com* prova peloi
a8aao HWMMh
Acham-se venda o* maito telixes. bilbetes g
rastidos da 10* parte das loteras, eui beneficio da
santa casa da misericordia, qoa sera eztrahida
ao dia sabbado 23 do eorreaie raer.
PRECOS.
tetaba. 6 meios 3*000
Qoartos 1*800
De t00000 para cima.
Inteiro *5O0
Meios 2*750
Quartos 1*375
Joao Joaquina da Gosu LeiU
APROVEITE
CAMISAS FRINCEZ4S



Ra do Baro da Victoria 48
AMTIGft RUS NOVA
i ARTIGA FABRICA DE CHAPEOS BE SO!*
DA
VBIVA FAf*tf I K
A1
Ra Primeiro de Marpo-
Acaba de reeeber pelo ultimo vapor om explendido sortimento de chapeos de sol: de la
japoneza, forrados de >l* azul 10* cada um ; de alpaca, forrados de sJa azuP, a 7 ; de brim,
forrados de azul e encarnado, a 4* ; para senhoras, proprios para o campo, a 4* ; de brim, eom
narras de cores, a 2*500; e nm completo sortimento de chapeos cora cabos de rtarfin, de merino,
alpaca, brim branco, aaaarelO e pardo, de panno, com bastes de baleia, a 2*. Tambera receben um
lindo sartimenio de bengalas e chicotes, os qoaes ven'ie por presos mais baratos do qua em onlra
qualquer parte. Coneena-se todo e qualquer chapeo cu bengala, e cobre-se as armares 7elhas, de
toda a qualidade de hzenda.
Precisase de um ca leiro cora pratiea de
taberna : na raa dn Ftangel n. 10.______^__
armago, generse peitences da taberna da
roa Imperial o. 150.
0 agente Martins fir leilao, competentemente
antorisado da armaclo, gneros e pertences da
taberna acune, era 1 ou mais rotes vontade dos
compradores, a qual se acha maito bem afregue-
Zada e propria para qualquor principiante.
Quinta-feira 21 do corrente
A's 11 horas do dia na mesma taberna.
LEIIAO
esappareceu no dia 10 para o dia 11 dous
bois de carroca, ura liso com as galbas de vacca,
no meio das galhas com signai de besta e urna pin-
ta branca no lado do braco esquerdo ; e o outro
boi do mesmo tamanho ja velho com as pontas fei-
chadas ja um pouco gasia, quem trouxer no Vivei-
d:> Muniz ser bem reeompsn-.id'.'.____________
Precisa se de urna mulber par..
tratar de urna menina de 2 aanos, e
douco servico de ama casa : a ira-
__lf Jo. 3_ tar na raa dos Guararapes n. 2.
$m&mk& 0 *****
m Medico operador e par- 0
2 telro. *
3 Dr. Francisco Jacintho Pereira da Mot- CE
jr, ta, a qualquer hora do dia ou da norte, 9.
fn. 5, 1* andar, prara do Conde d'Eu,
onir'ora da Boa-Vista. S
CONSULTAS GRATIS AOS POBRES.
S**ft*** ****
Precisa-se alugar urna negnnha para o ser
vico de menino : na roa da Saudade n. 3a.
Veneravel coafraria da San-
ta Bit* de Cassia,
De ordem do cooselba administrativo convido a
todos os nossos irrnioa para a reuniao do eollegio
represoDtativo no dia 22 do correte, pnlas 6 hj-
ras da larde, aflm de sa eteger o nosso fl*L
Secrelsria de Sania Rita de Cassia 18 de dezem-
bro de 1871.
O secretario,
Franci-co Lopes da Silva.
Casa em Oliaia.
Ainla el para alugar a cas terrea n. 3 da
Ladeira da Misericordia, com 3 salla?, cinco quar-
tos, ttrico na (reate e atraz, cozinha ra e bom
quintal, muito fresca, excellente vista pela frente,
e para o mar pela parte de traz. moito eommoda
para os banhos salgad >s, por ncr ao p da ra
do Botnia em direceo aos mesmos : tratar na
ra do Cabag n 16. 2' andar.
mmm&
mmm
DE
Um rico apparelho para cha, 1 guambio para
toilet, 1 porta-licor, 1 meio apparelho para jan-
tar, 2 duzias de copos, 2 duzias de clices, 1
bom relogio de parede, 4 campoteiras e & gar-
fas. ,. .
Um guarda-roupa, 1 commoda de Jacaranda, z
cadeiras de braco?, 1 guarda louca, 1 cabi Je,
4 duzias de facas cora cabos de marfim, 1 jar-
ra fina, 4 frascos, 3 resfriadeiras, 1 cefre com
gaveta.
Loa espada e banda, 1 par de perneira?, 1 rico
cortinado para cama, 2 pares de tronhas borda
das de cambraia de linho, metas, cadeiras e ou-
tros objectos.
QUINTA PEIRA 21 DO CORRENTE.
A'S 10 HORAS
No 2" andar do sobrado da roa da Croz
n. 42.
o agente Pinto levar leilao por coma de ama
pessea qoe mudou de residencia os objectos ci-
ma mencionados, existentes no 2* andar do sobra-
do da rna da Cruz n. 42, em que morou o Dr.
Teixeira. _______.
m-
Iil^OES
de X. *. da Coaeeico dos
litares.
Nij se leudo reunido numero legal de mesarlos
para era mesa grral eleger se a futura mesa rega-
dora, manda o irraao presidente convocar nova-
raento mesa geral para o dia 21 do corrente mez
as 4 1|2 horas da tarde, no respectivo consistorio,
e pode encarecidamente a lodos os irmos desta
irmaud.1 Je sea comparecimento.
O secretario,
Franvi-co Antonio de S Brrelo Jnior.
diiB do mm\m
REUNIAO FAMILIAR
23 do correte haver trem para a
DE
Philosopliia elementar
racional e moral.
Pelo Sr. Dr. Jo- Soriano de S:uza. 1 vol 8 de
cerca de 600 pag, ntidamente io-presso e enea-
dernsdoem Paris. 1871. 7*000
Ensato medico legal.
Obra especialmente destinada s autoridades
criminaes, e em geral todos os juizes e advoga
dos, e principalmente aos novos hachareis. 1 vol.
8* ntidamente Impre&so e eacaderoado em Paris
7*000.
Livrarias.
Industrial o acadmica, ra de Baro da Victo
ra n. 12 e raa do Imperador o- 79. ______
Sabbado
volta.
O emprezario,
P. J. Lavrae.
AMA
numero 33.
Precisa se da ama que cozrahe
com perfeicio para casa de ho-
rnera s -Iteirc : raa do Amorim
LEILAO
DE
FAZENDAS
AVARIADAS.
Constando de :
Madapoles, algodeu e chitas
Quinta-feira 21 d corrente
AO MEIO DA
No armazem da ra da Cruz o. 42.
Par occasiio do leilao de movis e objectos
ascriptorio da casa dos Sr. Scnauaeiltim & C.
raa da Crox n. 41_________________
i'recisa-jcj de urna ama pa-
ra casa de pouca fimia es-
_ traogeira : roa da Camba
do Carmo 19,1 andar. ________
^^^
AMA DE LEITE
Na roa da Penha n. 2o, 1* andar, se dir quem
preeisa de nma urna que tenha bom e abundante
ieite.
LEILAO
movis e okjectoi t acrtptorio
CONSTANDO DE
Urna grande searetarta eoaa armario, 1 estante
a Jacaraad aviracada ceas secretaria, arma-
no* eoo partitoira, i dito cesa eaixu i papelio'
1 bartio, boa* carteiras para 1 e S pessoas, 1 bar-
ra prova de fgo. i prensa para aperur paaos, t
Precisa-se de um ama para
X cazinhar, na roa do Duque d*
EQ Caxiu n. 50,1'andar.
5 Confraria de Nossa Senhora da
I Soledada da Boa-vista 18 de de-
zembro de 1871.
Tendj nossa charissirna irmSa aExraa.
5 Sra. D Isahel Ignacia de Gusroo Viiel'a,
K esposa la nossj irmo luw. imu **
ruael Joio Valemim Vile.la, agenciado
5 entre diversas irraas, devoto* e devotas
da Sechora da Soledade, esmolas no valor
I de mais do 600*. cuja qnantia fii empro-
S gada na compra de alvas, loalha e mais
m r-upa pertencente ao servico da igreja,
bem como na de urna tnica de seda
a branca bordada a ouro e do mais orna-
m tos da meima Senhora da Soledade, na
B encarnato e mais adornos do Menino
S Jess, em fl ires, velas, castiqae* e jarro
8 para os altares do baptisterio, de N. S. das
m Djrese da Paz. pretende mandar celebrar
. n^ sabbado 23 do corrate, pelas 7 horaa
81 da uianha, na referida igreja, ama missa
ffi por todos quantos concorreram para esse |
S acto de verdadeiro fervor religioso, o que eg
I commuoico a todos os nossos irmos me-
I sarios e mais confrades, para que se dig- |
S nem comparecer competentemente para- ^i
al mentados, adin da assisiirem a menciona-
S di missa ; e em nome da mesraa no?sa fg
a charissirna irm_ convido a lodos os de- tw
I votos e devoUs, que to generosa e espon- g
taneaiienta contribniram para a realisa- g|
5 cao de sua nobre e louvavel empreza. ata
O eserivo,
Manoel Barbosa (e Aranjo.
mmmmm wmm-mmmm*
Nest. typographia se
dir quem precisa alugar
um peto de mja idade.
Aluga-se
O segundo andar do sobrado da ra do Vigaro
n. 20 : tratar na roa do Amorim n. 37^______
E' am producto que se otteq di carne do gndo vaccam, da qoal st; tra toda m
pelles, teniSes, ossos etc. Elle tem tO'ios os principios nutritivos d* carne sem coater
gelatina, ou fibrina, gordura. N'um pequeo voluma epeso dado contra 32 vene*
mais substancia alimenticia qne outro igual de carne despida de omo, ptlles etc., por
aso por pouco que se tome deile se obtem uraa forte alimenia^So, que mmodiatameola
produz effeito como tem sido observada em pessoas debis, porqaalqvr causa o
exanges como succedeo a um homem ferido que do.ts outro? trouxeram p' armscia do
Sr. Firmiano Antonio da Araujo ( Porto Alegre ) onde recebeo o primeiro cuialiv.., es-
tando tao fraco que n3o poda voltar para casa; mas logo que kraou duasoitavas da
estraciam piecaminhar sem adjuterio.
Tal a forca alimenticia qne anda mais se revella com o que saeei-deo no escraw
do Sr. capitao 'p Cezar de Oliveira acommeltido de thetanos, cora- thriraus lio forte
que ne fot possivel empregr-se medicacao interna, podendo o d Ble tomar, intro-
Rjzindo-e com muita de extractum carpa por dia, cebando os sympiomas nervosos i o &m de 22 das, acba-
vase odoente em bom estado de vigor, restabelec^ndo-se logo. 0e um alimento
juen' cansa 03 orgos proprios da digesto, se conbece pelo que aoonteeo ao Sr.
commenda-ior Antonio Falcao, que soffrendo de urna gastro intente nk> tolerava nem
a agua de frango ou d'arroz. Homem do mais de 70 annos com perla tao abundantes
como tioba e sem aumentarse exlava condemnado; sendo improficuo todos os remedios
intentados; o Exm. Dr. Flores empregou o extralum qie o doents omoo eom repug-
nancia, porm que desde logo sentioura bem estar que u5o linha, e pouco a pouco maia
vigor, ficando restabe'.ecido em pouco dias. obrigando-o a sua gratido a dirigir ao Dr.
Ubatuba um atteslado dgsse beneficio ( diz elle) para que outros pode.-sem gozal-o. e a
falla de conhecimento n3o obstaste a vulgarisacSo que era conveniente que tivesse cm
producto to necessario. Nos casos qoe preciso diminuir a produecao excremeaticia
anus artificial, stulasanaes, attaques bemorr_>1arii>s etc. um valente recurso. O sr-
I 0. Castro n'um intensissimo attaque bemorrboidal qud o levon cama durante me-
zea s obteve cura alimcntando-se coai o extractum. Urna familia (d-> Sr. Joaquim
Mara) dbil e nervosa, sofra horrivelmente, comecou a uzar do extraclum e lo:u
resUbeleceo-se, e o Sr. Joaqoim Mara agradecendoao Dr. Ubatuba disse-lhe :Dr. V.
*urreo-me com as doeocas de casa. Taes tem sido os resultados dt seo embrego que o*
principaes mdicos o acon>elb3o, eo consammo tem quadiuplicado em ti da a parle. Nao
somente applicado comodieta aos enfermos, mas como meio alimen icio o mesmo como
propno para vigorar os alimentos, e dar-lh^s sabor mais agrdate!. Ja multas boibM
preferem uzal-o aouie.subsiituindo o cha, e tem encontrado nelle o recurso de pj-
Jerem rpidamente augmentarein nos casos de necessidade as refeices pa. a mater nu-
mero de pessoas do que contava, ou darem alimentago p-ompta quando seja prenso
nao haver demora. As pessoas debis, velb,as que necessiio tomar Iguma altmentacao
1 ao intervallo das horas destinadas para a refeicao, tem no extracto- um meio prompto
^tiefoa*reBv eeafr neeoeeidede, meibor e eom ma-a proveito do que oMbum ostro.
Ki mocas que nos dias de baile se abstem de amei.tagao para conservaren? a be.leza
do talba prejndicando muito a saude, qzau j do exlractum que satisfaz sem prejuizo
esse fim. E' ess producto indispensavel a todos, especialmente as pessoas qje viajara
e s que moram fra da cidade. A saa incorruptibiliJade, peso, volume, a soa gran-
de forca alimenti ia, e sua barateza, e o sea agradavel sabor, quaado bem preparado.
dSo-lbe tal superioridde que s se faz myter ser conhecido para pod=r ser apn.veita-
da a utilidade que elle prest. Como alimeatj para as criabas tem pro luzdos os
melhores resaltados e at boje n5o se conbece outro para substituir o aleitsmento. Nao
o extractum por si um alimento que canse o est mago, que o tenha cheio, porem
um alimento que dforgas e prtenche o fimd e levar a ecooMni os elementos ani-
maes qne ella necesita, e para substituir o qoe Ihe falla esse p?so o que e cerW-
mente necessario ao estomago do bomem detrabalbo pelo habito que teni, encontra-se
fcilmente por baix > preco as substancias vegetaes que ex.stem em qualquer parte
comosejam as raizas, batatas, legumes, g5os, fariobas, que como extractum. m fax
ptima e bella alitnentago. ,, .,
Um homem que tome 6/8 de extractum por da, que cusa 188 rs.. tera uzaao oe
toda a substancia de 1 i/i lib. de carne fresca sem osso, pees etc., o q ie por sem
dovidaalm do qoe'se fax necessario principalmente e ajunt-r-se-lue qu.esquer
massas, legumes, farinhis, graos, batatas etc., e en. pouco oe gordura, cm o qoe,
quando gaste mais 100 rs. lera urna alimentacSj saborosa. commoda, fcil, muiio aygi-
anica e muito reparadora por 290 rs. .
UZA-SE COMO CHA Meia colherinha n'ama chicara d agua, com sal sutlicienle e
COMO SOPA De urna colherinha a duasem sufflciente agua, gordura, temneiros
" Aluga-se um sitio na e-trada do Bosarinho
n. 7: qu^m pretender dirija-se ao paleo de S.
jse b. Ek__________________________
Precisa-se de urna preta de meia
i ladfi qe ?aiba cozinhar e comprar :
n rna Velba n. 116. ^^^^^^
AMA
a noaesquer massas, fariobas, Dtalas, gr3osetc.
ARROZPrepara-secomo denzo, diasolvando a porcao do extractara oa agua
une se deita nelle para cosel-o. ... ..
OS LEGUMES As camas salgadas recupero com elle a forca alimenticia indis-
pensavel. _
Deposito Pharmacie Amsricane, deFerreira Maia il.
57 Ra Duque de Caxias 57.
Precisa-se de urna ama livre oq escrava pa-
ra o servico de urna ca?a de pouca familia : na
ra do Mrquez do Herval, anllga ra da Concor-
dia obrado de um andar ctniiguo a urna pada-
ria!! Nao se du o numero porque a ra nao esia
numerada._________________-_____________
Aluguet de sobrado
Alagase nm sobrado de nm andar e sollo eom
cmnmodu.para giaude familia, lera pori* de co-
xeira, lugar para carro, boa estribara e grande
quintal, situado na roa da Concordia n,
""i Na ra Direiia d. 1J7, entrada a direita ha
orna escrava para *e- alegar que engoram* con-
Qba e faz toda servico de casa.
34.RUA LARCA 00 ROSARIO.3
" Precisa-se de um eaixeiro : na taberna da
roa da Soledade n. 46.
Casa em Olinda
Alaga-se, at o flm de mareo de 1872, o sobra-
do e loja n. 41, da raa de S. Bento, cam bastantes J
commodo, e pela qnantia de duzentos mil ris:
trata-** na ra de S. Francisco n. 72, Collegio da
Conceicio. .........
fltSrl!5ri,*SrSa^a^?2
ia aos seo* cliaates qoe, tendo regressa-
do da ilha de Fernando de Noronba para
onde tinha seguido em eommisso pela
presidencia desta provincia estabeleceu
o sen consultorio medico-cirurgico na raa
do Rosario n. 10, andar, por eima da
botiea dp tallecido. Pinto, onde ple ser -
procurado qualquer bora do dia oa da I
noute.
__ Consultas du 10 so meio dia.
WChamados por eaeripto, M
_I-l___-_l_l_l_f tk
ltlOOfcgOOO
No dia 15 do corrente perdeu-se om embru-
lho com a qnantia de 1:100*000, pede se a quem
| o acbou queira resiitui-lo derija-se roa Duque
de Caxias n. 81, que ae dar o valor da cada no-
ta qne o dito embrulho conlinha, como signai e
te gratificar generosamente a pessoa que o
achou.
a
Cozinheiro
No botsl Central.precisa*& de nm bem eozi-
nheiro, paga-sa bem, mereeenda : ra largado
Rosario n. 37. ,,api_____
COZINHEIRA
Na raa da Cadeia n. 51, leja, praeiM-te de ama
boa eoiinbeira, paga*a* bao.____
Criado.
Precisa se da utn ejiado par too strtittdjl
pequea familia : oa lra.vsjsa da 3. iota n. 25,
casa forrada de azulejo, parto a* (l-
Apreciadores do bom bocado
Veonam noile de testa da natal > cunfeitaria da
raa de Santo Amaro n. 40, que encontrarlo os
apreciaveis p*teis de toda sa quaJidade,. apra-
ciavtis podras, bolnhos, doces oristalisados, bou-
nhos para cha, iorja.da* mejhores. marca, lan-
che, sorvete ; lambem se recebe qualquer eneom-
medas para assadoa;' prepwara-se bandejas de
bolinho* para casamentos ou bailes; lambem acha-
rao o apreclavel caf todo com praejpttdlo a aceto
e presos mair ntoafeado qoe ea ontra parte.
Feitor ou eado
Offerecase am portngaex para feltor de almm
Sitio dentro oa tora da provincia, o masmo olftre-
ca-ae para criado no caso qne nao ae arrape, eo-
tna feltor : tratar na raa da Crates n. 1.
Rol costnotmoi procurar atieindoi para aertdiUt
prpr Jo, dixamof qoe i ai tpplicaci* ruiludoi ebtidot pelii peisoasqa* s disirim tcctiU-
S*i, Ihti dMU endit* voga ; porqo* **o semprt ei
ilUttidM eomidmdo intuito, t 4tlle> que lu;a
alo berlitiDiaao; bu b qawaad* offcmler i pu-
MMqiowBUQtaa9eat doi offeretttmi, o que biio
it* iraasflriptM, otfawaoK pnblie* rMif"""lo-!h
WH iraiiilie pU aMccio. tpano* q eikkav
lUii correbonr e eecctilo, e cc*Ut*e qat la mew
ti* bosm xirop. BaUholotM k C.
trrnTiSM.
Dias. Sn. Birtholomeo t C S coa ( Btis tbid
atiataclo qa* dscltro r ur&p* imuicaco de isa
iHeacia itrordinari, pois qne ofrrniio ha d'U di
ubi tos**, ponto de *i poder dormir a soite a
leipeilo mesmo u medicameMos qne tomii, a elle
morri n terceir*>oiaer tai Hituo. d lod dk
itio boj* restabelecido coa oto loaente de qttii
aeio frasco: grato pois hh resultado manlitst i
tv, S. mea reconhecimenio. D* Vf. Ss. imito,
ridr t Qbrigtde. M*n*.l Autoaio ViegM liuior.
- Su cu* '20 de abril d le.
Illa. Srs. Bartbolomco I C. PenhoradiMimo com
- ''*r aa* me Sieram CASA CAUYIH A2SR
Cede-te para pw-ar feata por mdica quan.
lia uve e*m aaaila freaoa ooa i ala, 5 qaaoto?.
aoiinba, aopi e cacimba,* SMM'aaoa: a traui
otarto o Pataiio-n, M.. aadatv_______,
Criado
Precl*a-aa alocar om eaoteq* *
auno: na r7tWali*
idadt dnlSa
Vjetal Americano, ce_piic*, qn_-ir _
acba bulante doeote de aau coBstipaci, <
torno* completamaou ronce qi* tronx* md *r%>
loase, me impossibililoo de esmprir o* cea di
de culor da mprexa lvrie, ve* agradecar-lha b*
completo n-Uleciment, qa* obtTa esa '*'
do nuiae xaropa, depon de baier recomes a aatta
trtan;n'.oa. l>KeTi <;* 9i~ "'a* w r*rTT**
o mi uropa para rea alunde d* tao tem**
iacoameds, tia fatal pan. Cam atier tennis
rielo contieno er da 7. S. lleite, T**cradr >
obrigtdo. l.iii Crtmea*. S*eif* SS teuaat*
dalSfi*.
lllm Srs Baitholome*4tC. -O luop Veja.al ta
riuno que Vt. Ss. tem apollo t vteda da toda aJt-
eacia para o enrativo aTaalbmi, caalorm oburrai ae-
pllcando-o a mes nlio Joaqiia. menor do jmCp
anno*; liclim d'eaa flsgaHo. quoal* aUopw ospot
eicedonte a dons iu baila rasiatido a oalraa xarofs
de grande nomeada. Quairam pois 'v. Sa. aeeoMar >
aipreisio altamente sincera de as* reeonboi-iaesrt*
marilorio nico q* Ibe proaiaram eaa u ia4i*aj
xarope, acfeditanoa* pan unipro da V. f a. ena*
atiento e obrigod... Amerito tv*Uo e Mudw**. -
Raoito 9 da eulnbeo Poara_cutieo privi'ogioKla
fsucoewsor >
NOVAS E3PE41ALI0ACES A. MARIUIER
Jtfreanta'as a AcaJeaia. o* Seitatia t ao UMMBI do MWK
.Uirrnin Sab forma de Pastilla, deredida e dOKajla para
\H iltr iLA ''*" de momento niua sotocao
tr55l ciath to aUSTlAS OOUTAtttOAo.
____^_ aiinumA11* Tolaaie *Wl*WllTM iJPVSASBt
Com
a towia, do vola
cotkxdo mi>a
?> de Parle Mora
nir.uiJt.vm
ESTOJOS
COLLYRIO Ctnlra aa a9eccoia das palpebrar
preparado aok a awsaja (ama.
BARTH010K0 t C TttZiZS&ZE**--
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p
f
fiario do Pnrnnmbacn ~~ Quarla Inru 20 a* Dezembro i* 1871
RU i DO BRM N. 52
(Passando o chafariz)
O engenheiro Alberto tendo voltado da Europa roga -
quelles senhores que o tem procurado queiram apparecer nal
escriptorie para entendercm-se cera elle sobre seus negocios.
Igualmente avisa aos clientes que ha diversos machinismos
a chegar breve, merecendo urna visita de exame.
FORMAS PARA ASSCAR
Aquellcs propiietarios quequizerem formas podeni desde
j fazer suas encommendas, pois a casatni eni viagem e car-
regando numero suficiente para suprir a todos quautos queiram.
A FLOR DE 0UR0
N. 24 A Ra larga do Rosario N. 24 Aj
BEYJAMO & IRMAO
E' sem contestadlo, um doi bem montado eslabelecimento de jotas da cidade
do Recife, e. sendo seas proprietariot 8is caprichosos na esculla dos objeetos qae
expfom a venda, lembram ao respeiiavei pu'ucu qoe aproximando-so i t, Lao V
ram indiferentes, mandando vir de conta propria, da Europa um variadistimo scrlimcs-
to que pelo bom costo e primoroso trabalbo impcrtam elegantes presentes para a fIba
idolatatrada, a aniada querida, a consorte fiel, a mai extremosa, a amiga dedieada e;
finalmente a te do aqnelle ou aqaalla que se qaeira mimosear pela Testa do natal.
Nao sendo enfadonho, respeitaveis leitores, presta! altenco at o final deste
annancio qae encontrareis, eom certexa.
Para o bello sexo
Pares de brincos de pbantasia a 8j, 95. 10 e 12|, ditos de coral a 3/ e 4J,
ditos para loto a 6i e 8/, meios derecos moderncs com brincos e alfinetes a ll>l,
rozetinbas de diversos gostos a 54, tij e 8i o par, pulceirinhas de coral a 71000, vol-
tiobas de dito cora crozes de ouro a 5 j, cazoletas com inscripces (obra chiqae) a 51
e 81, figas d coral a 2i, eruzes de ooro e coral a 3, 44, 6 e 84, ditas de esmeral-
da, perolas e rabias 121, 144,164 e I84, aaneis eom bonitas pedras a 44 para crian-
(a a 34SO0, ditos de pedras finas a 64 e broxes para retratos a I64 e 204.
Aos senhores cavalheiros
E' .-(Hlenle na Flor de Ouro que se vende joias de gosto e por ponco dinheiro
como sejam : guirnicoes com tres botdes para abertura 44, pares de ditos e de df-
ferenles gostos a 54, ditas a 34, ditas para punhos a 84- cadeias moilo chiques a 204,
ditas a 64500 a oitava. pencinez de prata dourada a 44, 44500 e 54, medalhoes para
cadeias a 124, medalhas com leras a 84; alm de um grande sortimento de obras de
brilhantes, brincos, braceletes, alfinetes, derecos completos, meios ditos de pedras fi-
nas e coral, medalhoes, voltas e trancellios, anneis com letras e de diversos modelos,
oculos, pencinez de ooro, relogios de ouro e prata douraoo e de afamados fabricantes,
assim como grande sortimento de obras de pratado Porto, tanto para o servico do-
^o roestico, como para igrejas, e garantimos ser ludo lei.
A Fior de Ouro contina a estar aberta at as
8 horas da noute
nico estabelecimento neste genero
31 Ra do Bar.. 5 da Victoria 31
(ANTIGA RA NOVA.)
Acaba de ebegar a este eslabelecimento pelo ultimo vapor nm grande e lindo sor-
timento de chapeos para senboras, o que ba de mais no vida Je, pruprios para a festa.
Lindas chapellinas de palba de Italia, forma inteinmente moderna. Ditas pretas para
tucto. Chapeos de palba de Italia para senhor-F, ricamente enditados. Ditas de palba
para meninas de 2 a 10 annos. Chapeos de vellido preto c cor de caf, formas inteira-
mente novas e enfeites de milito gosto; em Gm, recebemos um completo sortimento de
chapeos para Stnhoras, qae estamos persuadidos que o qae ba demelhor neste ge-
nero.
Por tanto rogamos s Exmas. Sras., que haam de visitar nosso estabelecimento,
onde encotraro cm grande sortimento de chapeos de todas as qualidades.
k\\
I
19 Ra Primeiro de Marco 19
Tendo renovado completamente a loja do predio, em que teem o seo es-
tabelecimento,
19=-A ra Primeiro de arqo19
com aquello asseio e elegancia desejavet, acham-se a.^ora prvidos do mais
esplendido sortimento de fazendas finas e modernas da
SEDA, LAA, LINHO E ALGODAO
todas do altimo gosto, e continuam a ter como sempre, diversos
ART1G0S ESPECIAES DE SUAgCASA
Garantem, com toda
a sin:eridade, vender
por menos qne qual-
quer ontro, porque
recebera em direitura
a maior parte de snas
fazendas.
19RA1.DE MARCO 19
(Amiga na do Crespo).
Cozinheira
Precisa-se alagar ama eozinheira, preferindo-se
escrava, e se d bom ordenado, agradando: a ira
tar na raa larga do Rosario n. 34. botica.
Companhia Allianpa
leguros martimos esUbelecids
na Baha em 15 de Janeiro
de 1870.
CAPITAL..Rs. 5,000:000*000.
Toma seguro de moreadorai dinbeiro a ra
nariumo em navios da Telia e vapores para den-
* fra do Imperio, Agencia ra do Com-
norcio n 8. escriptorie de Joaquina Josa Gon-
jalvea Beltrio.
AOS 5:0004000
lati Tanda os felizes bilhetes da lotera da
labia, na casafelii do arco da Coneeico, toja da
orives no Recite.
Oonserta-se machinas para
costura,
de qualquer autor por on machiaista nor-
te-americano ba pooco chegado em
Casa deChapmau
Ra do Imperador n. 46.
Os Srs. Jos Franc'fco Ribeiro de Sou-
u e Dr. Francici Jos Rabello, o 1 pro-
prietario do collegio de Santo Amaro e o
2o proptietario de om ontro colegio, sao
rogados a mandarem a esta typographia a
negocio de interesso.____________
cozimimu
Na ra Ho Pires, sobr^ i Sr^;.w
de nma boa cozlnheifa, e de boa conduca, forra
ou escrava. .
Precisa-se de ama ama para coiinbar em
casa de ponea familia : a tratar na roa das Cro-
les n. 19, armazem de movis.
Dcdaracao emtempo
A primelra confeitaria, pastelaria e culinaria ;
acha-se estabelecida na raa do Imperador n. 24
Em sna frente acha-se collorado nm lampeio eom
o segrate letreiro : CONFEITARIA DO CAMPOS.
Os propietarios daqaelle estabelecimento teem
caprichado em fazer dalll nm centro do bom e
agradavel ao paladar .
Todos os dias encontra-se alli, grande sortimen-
to de pastelaria para lanches, sobremesas e me-
rendas
Re:eberam tambem de sua eneommenda, nm
variadsimo sortimento de caxinbas e cestinbas
ricamente enfeitadas, proprias para os presentes
de testas do natal.
E se p5em davida no qne cima esta dito, qne
digam os que alli se tem snprido do qne oecessi-
tam, no que perence a estabelecimentos de tal na-
torea.
Fiambres, leudes, pirs, patos, galinhas, pu-
dings, bolos, pasteldes, etnpadas, tortas, bolinhos
para eba e doees em calda, seceo e ebristalisado,
nacionaes e estrangeiros indo alli se encontra com
limpeza.
S na confeitaria da Campos, rna do Impera-
dor n. Si.
AM4
Precisa-se de urna ama para cozi-
nhar em casa de ponca familia :
ra Velha n. 28, sobrado.
Joaquim Jos Gonpal-
ves Beltrao
Roa do Trapiche n, 5, Io andar.
Sacca por lodos os paquetes sobre o banco de
faino, em Braga, sobre os seguintes 'rifare? a
Portugal :
Lisboa.
Porto.
Valeuca.
tui maraes.
Coimbra.
Chaves.
Visco.
Villa do Conde.
Arcos de Val de Ve*.
Vianna do Castalio.
Ponte do Lima.
Villa Real.
Villa-Nova de Famelcao.
Lamego.
Lanos.
Covilhaa.
Vascal (Valpasso).
Mirandella.
Beja.
Barcellos.
AM A Precisa-se de nma ama
u-a- S. Francisco n. oi, casa
mina.
: na rna de
re pouca fa-
Na ra estrena do Rosario n 3o (sobrade)
fornece comodonas para fra com aceio e promp-
tidao mandando-se levar em casa dos issignantes
almoco das 7 as 9, e jantar de 2 as 3, ou a hora
que se convencionar, a pregos commodcs e vare-
dade as comidas.
Attenqo nova bolachinba americana nao in-
ferior a ingiera: na pad^ria da ra dos Pires n.
45. Na mesma fabrica ?e pao e bolacha o melbur
possivel, de farinha especial, para mtlhor agradar
a seus fregueies.
AVISO.
Portugueza
Para casa do nm bomem sclteiro, qae se trata
eom aaseio, precisa-se de nma aennora portugue-
za de meta idade, e com baatante capacidad, pa-
ra lomar a tea cargo todo o arranjo domestico;
eoiinhando e engommanJo com perfeieo. Fazem-
se todas as vantagens, qne merecer mu bom
eomnortamento: no Bazar da Moda, rna Nsva
n. 80, so dir com qnem a trata.
Empreza do gaz
Pernambuco.
Esta empreza tem nm lindo sortimento de can-
dieiros, arandelas, pendentes, etc., tanto em vidro
(erystal) como em metal, e ama Tariedade de glo-
bos dos padroes mais modernos e por precos m-
dicos. As amostras podem ser vistas no escripto-
rio n. 31 i rna do Imperador. Bieoa para gaz do
melher feitio a 60 rs. cada nm. As encommen-
das podem ser feitas por eseripto, na rna do Im-
perador junto a secretaria da polica, ou dirigidas
ao abaixo assignado na fabrica.S. Jos, qae serio
promptamente attendidas.
Tbos. Newbigging,
Gerente.
O abaixo assignado, tendo da acabar eom o sen
jtegocio, roga aos seus moites e nnmerosoa fre-
gnezes qne Iba estio devendo em sua loja de cal-
cado raadalmperatriz n. 10, de vir au mandar-
me pagar sen debito al o flm de dezembro do
correte anco, pots do contrario ver-se-ha obriga-
do, e bem contra ana vontade, i entregar as con-
las a san procurador, para elle reeeber amiga vel
oa judicialmente, o qae o abaixo assignado etpera
dos seas boas fregaezes isso nao ser necessarlo.
Recife 31 de onlobro de 1871.
Antonio Rodrigues Pinto.
Casa no Poco da Panella.
Aluga-ie por 600* ama excellente easa na rna
do Rio n. 35 daqaelle povoado, com 2 salas, 4
qoartos, cozinha, cocheira, qnartos para criados,
estribara, e mais duas meia* aguas separadas : a
tratar com o eommendador Tasao.
i ir i n Precisa-se de duas amas para
\ IVI \ \ 5frviC Interno de pequea fami-
niTJLflkJ lia : i roa Imperial n. 199, por
cima da renacio.
MOFINA
Koga-sa ao Illm. Sr. Ignacio V.eira da Mallo,
erivio na cidade de Nazareth desta provincia.
favor de Tir a rna do Imperador n. 18 a condol
aquelle negocio que V. S. se compromettea reali-
sar, pela terceira chamada deste jornal, em fin
de dezembro prximo passado, e depoia para <
neiro, passon a tevereiro e abril, e na'da cumpri
s por este motivo de novo chamado para dte
Sm ; pois V. S. se deve lembrar que asta negocie
de mais de oito annos, qaanao o snior un
Bho se aebava no es nesta cidade
Precisa-se de costnreiras na loja do Bom
Pastor roa da Imperatriz n. 3.________
Precisa-se alugar um escravo de 14 a 18 an-
nos para servico de casa de familia : a tratar com
Antonio Jos Rodrigues de Sonza na thesouraria
das loteras, ou em sea sitio no Monteiro.
Um moco nacional se offerece para fazer al-
gumas viageos ao sul on norte do Imperio como
capitio de Bandeira : quera precisar annancie
por este Diario.
CASA. DA FORTUNA
RA 1 DE MARCO OUTR'ORA DO
CRESPO N 23.
Aos 20:000>000.
O abaixo assignado tem sempre exposto ven-
ia os felizes bilhetes do Rio de Janeiro, pagando
oromptamente, como costuma, qualquer premio.
PREgOS.
Inteiro 24*000
Meio 12*009.
Qaarto 6*000-
________________Manoel Martins Finza._______
j\ Qj^v z^, Precisa se de nma ama pa-
%\ x^\^^\ ra t0(*0 serv'5 dB nma ca
V \W) y sa de duas pessoas : tratar
no largo do Arsenal de Guerra n. 3
ATTENCAO
D. Lilia na Emilia Cesar de Aibuquerque, vi uva
do major Joaquim de Albuqnerqae Mello, pede a
lodos as pessoas que tivessem iran.'acgoes eom o
sea fallecido marido, de nada fazerem relativo s
mesmas transaecoes, sem eom ella se entenderem
Recife, 9 de dezembrq de 1871.
IIOZIMIEIRO
Precisa-se de am bom cozinbeiro cozi-
nheiro, no Caes do Apollo n. 69, paga-se
bem.
AMA
Precisa-se 4e urna ama para casa
de pouca familia : a tratar na ra da
Saudade o. 35.
O abaixo assignaJo previne ao pnblico e ao com-
merciu, que desta data em dlante faz ponto no sen
estabelecimento da raa de S. Berilo na venda de
todos os gneros do referido esiabeleeiooeoto. Olin-
da 18 de dezembro de 1871.
______ Manoel Marques de Saoliigo.
A TURA DE ODIO
E 0PR0GRESS0
SILOES DE CMELLEIREIM
* no ih i.n i: r xi,is sr. <
E
. Primeiro de Marco n. 7 A primeiro andar.
DELSUC, cabelleirelro de Pari, participa aos seos inoomeros frecuezes e ao do-
hlicoem geraj, qoe acaba de contratar peritos officiaes francezes para todas as eapecta-
Mades; sendo nestea doas estabelecimentos cima onde o respeitavel publico poder
encontrar a delicadeza e ligaren qae oeste genero de trabaibo tanto se exigrtn Pa-
-j-?LSC njdl tm. PDPado Para aigaiiuao a sua benevolencia, continu a freqaentar oa sena SALOES MODELO, ficando
certo o mesmo pob ico que nelles encontrar agrado e pereicao.
Empregados dos saldes
12 officiaes para barbear.
6 ditos para cortar cabello!.
3 ditos para o poslico.
Del uc para o pontead do bello seoo.
AMA
andar.
l-'recisa-se de nma ama : na ra
de Hortas n. 66, sobrado de um
Aluga-se o primeiro e segUDdu andar da ca-
sa n. 3, na ra da Lingoeta com urna sala e dous
qnartos cada andar : a tratar oa ra do Crespo
loja do Passo.
Terrenos no sitio Fun-
dao. em Beberibe
de Baixo
A viuva de Antonio Botelbo Pinio de Mesquita
tendo concloi'lo o inventario de sen casal, vende o
resto dos terrenos que anda existem no melbor
lugar peno du rio B:benbe : as pessoas qne os
preteaderem dirijara-se rna do Baro do Tnum-
pho, ou'.r'ora do Brum, fundicao n. 100. ou em
Olioda ra de Maihias Ferreira n. 8. utro sim
pede aquellas pessoas que compraram terrenos a
seu fallecido m.ir.i e anda os nao pagaram^de
o virem fazer uestes 30 dias, do contrario tratara
de tomar sonta de ditos terrenos para seu paga-
mento.
Aos Srs. Cibeilei ei os
As afamadas teiouras Pelleray para corlar
cabellos, veridem se na ra Duque de Cixia- n
113.
Aos Srs Dentistas
QuttaPercha, borracha para vuleanele, massa
para chumbar denles, e ouiros artigos, para den-
tistas, vendein-se na rna Duque de Csxias n. 115.
Aos Srs. ourives o latoeiros.
Bancos para tornear obras e oulras ferramen-
tas para ourives : na ra Duque de Canas nu-
mero 115
i II" i Precisa-se de nma ama para easaf
\ M k de poaea familia, sem fimo: a tratar |
l.LUil. na rna do Catinga n i. loja de -.oro.
Ra travessa da na
Crazes n, 2, pri-
meiro andar, da-se di-
nheiro sobre penhores
de ovo, prata e brilhan-
tes, soja qoal for a qnan-
tia. Na mesma easa com-
pram-se os mesnos me-
taos e pedras.
wtmmtmm mbm wmmi
N0BILI4S
pequeas, obra de multo gosto, preprias para o
passatempo da festa, por ser era muito leves para
transportar para os arrabaldea : no armazem de
Tasso Irmaos & C, caes do Apollo.
t v
m

Mlle. Marie Lavergne, modista em
cabellos, recentemente chegada de Pa-
rs, tendo comprado ao Sr. Joao Godo-
fredo Piolo, o sen estabelecimento de
cabellereiro a rna Primeiro de Marco
n. II (antiga do Crespo) offerece os
seus servicos s Ex mas. Sras. desta
bella cidade para os misteres de soa
arte ; o seu estabelecimento est prvi-
do de habis artistas para a boa exe-
cocao de qualquer obra e corle de
cabellos. Faz os perneados em seu
estabelecimento por metade do preco
do que est estipulado para quando
for chamada a residencia das xmas.
senhoras.
O respeitavel publico encontrar em
seu referido estabelecin ento um bello
sortimento de perfumaras francezas
e inglezas dos mais acreditados fabri-
cantes, assim como flores artificiaos,
objeetos de pbantasia, modas, etc. etc.
e vende ludo por precos commodos,
pois recebe directamente da Europa.
O en estabelecimento acha-se aberto
das 6 horas da manhaa as 9 da noute.
- Monteiro
Por 300,000 ris.
Alnga-se nma casa na povoacao do Monteiro: a
tratar na taberna do Sr. Nicolao Machado Freir,
no mesmo logar

2
(TU.
O deposito do verdadeiro cemento de Portland e
agora ce armazem da bola amarella no oito da
secretaria da polica, garante-se qoe mnguem
pode vender por menos qne nesle armazem
quem comprar de cinco barricas para cima ter
grande batimento, tambem se vende a retalbo.
Ignacio da Silva Deir avisa a seus fregu-
zes e a quera mais possa inttressar qoe segu pa-
ra Pernambuco com boa tropa de barros e qae
passar pelos lusares seguintes : Pilar, Castanha
Grande, Porto Calvu e E-cada : qnem pois qniser
fazer compras pode' encontra-lo ou avisa-lo. Pe-
uedo 3 de dezniiibro de 1871.
Aferipo
Vende-se on d-se soeiedade no hotel Loso
Brasleiro, sito no Varadonro em Olinda, o pri-
meiro junto da esta fio dos trilitos urbanos :
tratar} no mesmo qne se faz todo negocio.
Companhia
Santa Thereza.
Aos senhores proprletarios de
terrenos entre olinda e Be-
nerlbe.
Devendo comejar por estes das o servico da
canalisacao para abastecimento d'agua aos babi
Untes da cidade de Olinda, a companhia Santa
Thereza jolga ter obtido permisiao de lodos os se-
nhores propietarios dos terrenos por onde tem de
passar aqnelle encanamenlo, mas podendo snece-
der qne se tenha detxado de fallar a algnm, pde-
se o obsequio de entenderse eom o abaixo as-ig-
nado, on mandar declarar ana residencia para
ser procurado.
Recife 13 oe dezembro de 1871.
O gerente,
Justino J. de 8. Campos.
0 abaixo assignado participa aos Srs. negocian-
lerdos estabelecimentos, sugeitcs a este imposto,
que anda nao aferiram, qne o praso para a dita
afencao flnda-se no da 30 do correle.
Recife, 18 de dezembro de 1871.
O arrematante,
Miguel dos Santos Costa Jnior.
4C
.MJI
DYVETOT
nica ca^a neste genero
1--Koa Estrella do Hosario--M
Compra e vende roupa feita
nova e velha, objeetos de
cosinha e de mesa, e
- tudo que perten-
IM0T4S
Troca-se notas do banco do Brasil e de mu
flliaes na roa do Bario da Victoria a. 6;i, muga
roa Nova, loja de Joao Joaqnim da C'.ia Leite.
ilaWaWkW BB avMM
nsultorio nomeopa-]
thico
DO DR. SANTOS MELLO.
Rna do Bario 4a Victoria n. 43.
VACCINA.
Todos os domingos e quintas fe i ras, pe*
las 9 horas is 10 da raanbaa vaeclna-se
por preco mdico, para qne ha muito
bom nuz vaccinieo.
Reebem-se chamad; s para vaceinar em
qualquer casa.
Consullas medicas todos os dias pela
manhia.
Chamados a qualquer hora do dia e da
noute.
Gratis a parle medica aos pobres.
Attencao.
Ai pessoas que tinbam negocios forenses eom o
fallecido procurador major Joaqnim de Albnqner-
que Mallo, knbatn a bondade de se dirigirtm ao
abaixo assignado, que presentemtnte se acha
d'elles encarregado, na ra do Imperador n. l.
Recife. 9 de novembro de 1871.
______________Jeio B. Pinheiro Corte-Real.
SEGUROS
MARTIMOS
E
CONTRI FOCO
A companhia Indemuisadora, establendf
itUi pryi, tOGaa seguros maritimos v. bre
avios e sena carregamentoa e contra toga
im edificios, mercadoras e mobtlias : na
rna do Vigario n. 4, pavimento terreo.
Euffommadeir.i
Paga-se 305000 por mez a nma boa ea-
gommadeira, e qne frea alguos eosaboados
em casa de pequea familia, prefere sa es-
era va : na entrada da Ponte de Uiha, casa
n. 2, antes da igreja de S. Jos.
Precisa-se de urna ama em Bebe-
ribe, na povoacao : a tratar na roa
do Vigario n. 36. 1* andar.
AMA
COMPANHIA
DOS
TRILHOS URBANOS
do Recife a Olinda e Be-
beribe
Do 1.* de Janeiro em diante as assigmtaras se-
rio tomadas por nm mez inteiro, e aos asignantes
(lea concedido o direito de viajarem nes dias san-
tificados sem augmento dos precos estipulados para
os dias nteis.
At o dia 5 de cada mez serio entrego-s os car-
loes de assignalura as pessoas qne tiverem pago,
mas nessa data rica encerrada e distribuida pelos
condnciores a li-ta dos as-ignantes do mez.
Recife, 16 de dezembro de 1871.
O gerente,
!. R. C
ampello.
na raa Bella n. 3.
Precisa-se de urna ama pa-
ra o servico de nma familia
de tres pessoas, paga-se bem :
Aluga-se o audar terreo do sobrado n. 5 da
rna Imperial : a tratar no mesmo andar.
S"
D rsula Cordolina da Rocha Alnieida,
vendo publicado no Diario de hoje oan-
nun:io do seu ex-associado Jos do Reg
Borges, communica ao publico qoe em
vista do balando organisado por elle, era-
Ibe impossivel a aceitarlo do meio propos-
to, visto que esse balaran, devendo ter por
base esencial os lucros da enliga soeieda-
de, que Uvera Borges com seu finado ma-
rido; cojog lacros f rmavam e sen capital
commanditano conformemente ao contrato
social, abslrabio d'isto o Sr. Borges, e for-
mn um balaneo, em que a aonancianle
ainda era devedora. alm do capital, da
qnantia de ris 3:1134972 e isto depois de
oppr-se exhibigo dos livn>s para liqui-
dagao d'aquella extiocta soeiedade com seu
marido, da qual ficara elle encarregado, e
sam que mostrasse havercampriio as clau-
sulas do sen contracto com o finado marido
da aonunciante.
Quaoto a eearregar-se da liquidado da
soeiedade. a annm:iante passa a requerer
em joizo o que for a bem seu e de seus
filhos.
Recife, 16 de dezembro de 1871.
0
3
*
*
*
0
0
*
D. Mariana Carolina Lobo
Corte Real.
Travessa da roa da Palba n. 205,
2o andar.
(USA PARTICULAR)
PJe admitur em sua casa, a qual of-
ferece as melhores coudicoes de confor-
tavel hospedagem, por preco mdico, al-
gunas pessoas ou familias do Imperio,
que prelendam demorar se em L'sba,
a passeio, ou por mole-lia : para infer-
macoes, queiram derigir sea ra Primei-
ro de marg i, ( antiga do Crespo ) n. 19,
leja de fazeodaj dos Srs. Jos dos Ssnt s
Neves *
*
*
I
*
&
Quem precisar de um sacerdote para cele-
brar as missas de Natal at o dia dos Santos Res,
distante desta cidade qnatru a seis leguas, dirja-
se a ra da Gloria n. 82, que achara com quem
iratar.
AMA
Na pra(a da Independencia os. 1 e 3
precisa sede urna ama para eozinbar.
Aluga-se nm escravo, mo?o de boa figura e
padeiro : i tratar na ra do Imperador n. 150, 3
andar.
Boa nova
Pergunu-f e ao Sr. arrematante do aceio das
roas da fregnezia de Santo Antonio:
i. Se no contrato -6 para agnar (cora agua
salgada) as roas do Imperador e ?rimeiro de Marco?
i So o contrato foi para varrer, e alomar o
cisco das ras de S. Francisco, liba do Camino
ele., etc., e s earregar depois de 3 dias.
3.* Finalmente, i foi no contrato eoniervar na
frente da es taca o do Largo do Capim deposito de
lno pelo publico o eropregado da mejma re-
guezia.
Goro a sua respoau saberemos qnem o
do de tantos abusos.
O tifia 4a ctmara.
Deposito de pao ede
cestas.
Ra larga do Rosarlo n. 3tt.
Froctoso Martina Gomes convida a todos
qne lerem este annuocio, venbio por gosto
ou precisio monirem-se das muito desoja-
das cestiobas de palhas finas qne em Fran-
ca servem de adorno as senhoras e as me-
ninas de escola, Ootro sortimento de obras
de yime recebemos de Lisboa. Coasa boa
s e sao os acfatea compridos e redon-
dos muito precisas para condcelo de pre-
sentes volrnosos, de fastas. Bergos gran-
des e pequeos para os recem-nascidos
al a idade de doos annos. Balaios de to-
dos os formatos, prestaveis a todos os mys-
teres de casa de familia. Bolo de cera
branca para com elle acso levar-se a luz
s velias collocadas m posicoes altas. P2o
ADVOGADO
Dr. Joaquim Corba de Arajo
67Ra do Imperador67
30,000 RS.
Na rna estreila do Rosario n. 35, primeiro an-
dar, caotinua-se a forue;er almoco e jantar para
fra, com asseio e promptidio, sendo para tres on
qoatro pessoas reunidas, a 30/ por pessoa, e sen-
do para urna s por 40j, mand.ndo-.se levar em
casa dos assignanlts s turas que os mesmos de-
terminarem.
Sitio
alugar
, preparado
ca,'', nosso mer
com as melhores (arinbas do
mercado, e igna mente bolacha, bo-
Jlachinbag, biicoitai e fatias/
para
Aluga-se um bom sitio na Oponga na rna das
Perosmbocanas a. 66, dos nerdiros do fallecido
Santos Coelh", com gradoamento e jardim na fren-
te, boa e grande casa de vivenda com 3 salas, 6
qnartos, couoha fra, easa para feitor e pretos,
galinbeiro, tanques para banba, e Uvagem de rou-
pa, cacimba com bomba, lodo murado e muito bem
plantado.de excellente* frneteiras: a tratar na
roa do Marques ce Oiioda, armasen) n. 61.
Precisa se de urna roa para comprar e co-
zinbar, paga se bem), na ra de Hortis n. 1.
Aluna* se por anno on festa um bom si-
lo noa Apipucos, com 90 pea de laraogeiras bem
carrejadas, coqueirot e mnilu ooiras rucias,
macaxeira,-mandioca, e boa easa : a tratar no
Hospicio n. 10. _______'
Massa fallida de MagalhSes Irmios.
Os administradores desta massa fallida polo
presente convidara os credores a apresentarem no
praso de oito das os seas ttulos para a' clarifi-
ca cao de que trau o an. 859 do cod. do eom
Recife, 18 da dezembro de 1871.
y^ *'ui-^ vx niunj, ttu iviuuiuuw< "^au'
ATTENCAO
o
Vende se por barato pre^i urna propriedade a
margena da camba dos /remedios, fazeodo-se
loda vantagem ao comprador, recebendo-se parto
em dinheiro e parte em letras on objeetos de
prorapta venda ; cuja propriedade contera nma
grande olaria de pedra e cal que lastra 16,0(r
lijlos de alvecaria grossa e forno qne comporta
15,000, com mais um fon e lastro para fazer-se
lelbas, ladrilhoo, canos o lonca, eom excellente
barro para qualquer obra, com dous excedentes.
viveiros de peixe e com casa de vvenla para
grande familia, toma-se recomraendavel por pas-
sar peno a linba dos boods : aa pessoas que pif-
ien lerem dirijam-se dita propriedade a entender-
capitio Delflm Los Cavalcante Pessoa.
se eom o

Chegaram pelo ultimo vapor viudo da Europa*
os coques grandes da moda enfeitados o lisos, eai-
xinbas com perfumaras preprias para te fazer
prsenle?, ditas eom espetos muito bonitas para
costura, e uniros mallos objeetos do gosto o da
moda, por presos mdicos : ao Basar do Recife,
ruada Cadeia n. 11.
Precisa-se
De um bomem forro oa escravo para earregar
6io e bolacha na padana a rna da Mrquez do
rval u. 9, e taraboa precisa -so de om menina
para nm dos memores esiabelecimeows em Santo
Amaro de Jabwiio : i iratar aa roa de S. Fran-
cisco n. 76.

-------


D aro d Pernambuc Quarla feira 20 de Dezembro dt 1871.

0 MEO ELEGANTE
N. 1 Ba estreia do Rosario n. 1
ALTANOVIDADE
Recebidas pelo vapor francez Qironde
Lindas chapel!mas de seda para sentaras, chapeos de palba de Italia e de seda,
consa moderna, ricos enfeites de blond e flores para checa, pentes moderaos para co-
que, riqnisimas goarni(5es de fuulard da China para cabeca e peito das senhoras,
bellas gravafrabaa para senhoras coasa mais lioda possivel, completo sortimento de
Itndissimas flores, sipi de flores de larangeira para eofeite de vestidos, ricas grinaldas
com veos para casamento, leqnes finos de osso, sndalo e madeira, Tos de blond para
BOivas, esplendido sortimento de gd9o de seda, franja, fita de selim, de veludo e de
groedepaple de sedas e de todas as cores, bicos de blond braoco e preto, elegantes
sparttlbos de orna s peca, aspas de ac/ para os mesmos, bonito chapeo de sol de
seda pretos e de cores para senhoras. luvas de pellica de todas as cores e da melh >r
pelerinas de 12a e seda, c uia propria p ra as pesioai que estao nos arrabaldei, voltas
pretas a beooiton com cassoleta e craz, ultima moda.
Perfumaras
O Moteo Elegante acba-se prvido de grande sortimento de perfumaras, inglezas
e francezas. o recommmenda aos apreciadores deste artigo o apreciavel perfume GRAN-
DE DUQUEZA FENO I!
Botinas para crianpas
No Mozeo Elegaute vende-se botinas para enancas i 35000 o par, fazenda que
em outra qoalquer parte vendem por 45COO.
Foupar dinheiro
No Mazeo Elegante esti se vendendo camisas de linho para horneas, de 60<$000
por 47)1000 e de 705000 por 555000. a ellas antes que se acabara, chapeos de
slde seda paragon cousa moderna 144000. 165000 e 185000. bengalas de
cana com castio de marfim, bengalas de baleia e ontras muias por presos baratissimos.
Ouro a imitapo para passar a festa.
Os amantes da oleaseis eCOn'.r^r'O no Muzeo Elegante modernas cadeias de
ouro a imitadlo pelo prego de 25, 35 e 45.
Grande Enconomia
Oaem for amante da economa apareja no Mozeo Elegante, pois e; ti vendendo
talberes finos de balanco com um cravo no cabo 45800, ditas melbores 55000 fa-
zenda esta qae niogaem pode vender por menos de 65 65500 a doza, temos de
bandeijas finas 155000 rs., ditas marchetadas de madreperola 185000 e outros
muitos artigos qae os proprietarios do Mozeo Elegante estao r esolvidos a vender bara-
to por ser im de anno.
Ra estreita do Rozario n. 1.
DE
FERREIRA MARTINS & C.
.. Os abaixo assignados previnem ao reapeitavel
corpo eoamereial, qae dissolveram amif avelmente
i sociedade qae yra\a eob a Arma social de G 00-
Sves di C em ama fabrica de cigarros sita a roa
rga do Rosarioa. II, flcaodo lodo o activo e pa-
aivo a cargo do socio Antonio Joaqaim de Si.
COMPRAS.
Compra-se
Feijao em mi estado, oa variado : na travs-
sa do Ouvidor, oxeira, esquina da roa das Cra-
sa!'.
Comprare urna rotula de amarello em oom
estado : quero tiver annuneie.
Compra-se
ura cabriole! americano com qaatro rodas, qaatro
asientos, para dous cava I los e em bom estado: a
tratar na ra do Brom n. 96.________________
Ompra-w urna carroca e arelos para ata
eavallo, lodo em bom estado : oa roa da Senzalla
Nova n. 30.
V1NDAS.
Vende-se ura sobrado acabado ba pooeo
lempo, qae anda niogaem moroa nelle, qual
tem bastantes commodos, na roa de S. Jco, qae
para pagamento dos herdeiros : quem o preten-
der dirjase a casa junto do mearon sobrado.
Leqnes.
Eneontra-se no Bazar Victoria um completo
sortimento de leques de todas as,qualidades, sen-
do raadrepercla, osso, marfim, sndalo e roadeir?,
garame-se a qualidade e apurado gosto : na rna
do Bario da victoria n. i.
Incendio de Pars.
No Baxar Victoria vende se steleoseopios com
Importantes vistas do incendio dos edificio* mais
notaveis de Pars e de diversas cidades da Euro-
pa, o que ba de mair nolavel : na ra do Baro da
Victoria n. 2.

LEONARDO KHN



Primeiro introductor dos pocos tu-
bulares da Abyssinia em Per-
nambuco.
Acaba-se de receber, a presos mullo re
duzidos, nova remessa desses execelleotes e ele-
gantes p: eos, cojas vastagens j bem conbecidas pe-
la prompta e abundante quantidade d'agna qae do,
fazem-se recommendav'eis aos Srs. empreiteiros de
obras, para os eslabelecimentos fabris, iodostriaes e
ou'ros, pella f como fora dos edificios. E les se preslam igual-
mente nos quartos e casas de banhos pela commo-
didade do seu assentamento e pouco espado qae oc-
cupam, e grande economa da despeza que se teria,
pelo encannauento e coosumo, com a companhia de
Beberibe.
Estes poqos tambem substituem
completamente as bombas dentro Uas
cacimbas j feitas, distiiiguindo-se del-
las pela su.i elegancia, solidez e quan-
tidade dagua que fornecem,
So se recebe o pagamento de-
pois de collocados e que ftmccionem
a contento dos compradores.
Para encommendas e mais esc!&re-
cimentos trata-se na loja do senhor r.
j: germann, rita Nova n. 21, e na
oficina de metaes do senhor paulo
JOS DA SILVA FRF.IRE, no \TVO da
Concordia n. 7.

m
5L
3"
w
i
Q-

i
o
+.
Sustento restaurativo da
saude
PELA VERDADEIRA FARINHA
A, Da Barry d'Araba
Osabaixo asssignados fazem sciente a seas fre
gueies, qae pelo vapor inglez La-Plata recetaran:
Jeguoda remessa d'essa excellenie farioha, cajo
uso muito se reeommenda para as crianzas, pes-
soas debis e convalescentes, appiicada com reco-
nbecida vantagem as eonstipacoes, diarrbeas.
oausea do estomago, tosse, escarro de sangae.
phthysic, etc. etc. Preferida ainda pele agradavel
jabor.Uniricoa outra qualqner.
Machinas de costura.
Chegaram ao Bazar Universal da ra
Nova n. 22, am sortimento dej machinas
Pra costora, das melbores qualidades que
existe na america, das qoaes maitas J sao
Mi conbecidas pelos seas autores, [como
sejam : Weller & Wilson, Grover & Boka,
Silenciosas, Weed e Imperiaes e ontras
muitas qae com a vista deverao agradar aos
compradores.
Estas machinas tem a vantagem de azer
trabalho que trinta costareiras podem
fazer diariamente e cozem com tanta per-
eicio como as mais pereitas costareiras.
Garante-se a sua boa qualidade e ensina-se
a trabalhar com perfeicSo em menos de urna
hora, e es precos s5o t5o commodos qae
devem agradar aos pretendentes.
(JomoDublicoenigeal.
Obyectos para lato 1 1
Brinco?, pulceiras, broches, roeir adereces
eruzes, caasolelas e moldes inteiramente novo.
acaba de receber Nova Esperanca a rna Duqa
de Caxias n. 63... a elles......
E* sempre assim
A Nova Esperan?... jamis acaba de reeeb.
novidadea agora mesmo, recebe tantas qne nao
sabe dellas qoal annuncie I porra sempre deca
ra as segnintes para seiencia de algaen.
Medalhdes de madreperola para voltas, crozea
P*ra o mesmo lira, bonitas caiiinhas vszias de
papelio, moderno* adereco* de madreperola, de-
licadas correntea de plaqu, lindos enenovaes para
baptisados e chapensinbos para o mesmo tim, bem
como deste ulnmo artigo recebeu coma muito es-
pecial de seda copa alta, ou velludo para seoboras
leecrever mais massante....
A revalesciere du Barry de
Londres
Toda a daenca cede a Revalesciere da Barry
que d sade, energa, appetite, digesiao e des
canso. Ella cura as dispepsias, gastrites, humo-
res, acidez pituita, flato, enjps, vmitos depoit
da comida e gravidez, con-tipa$5es,t>.'" asthma,
anectoea pulmonares, bexiga, flga' -erebro e
sangae ; 60,000 caras, incluindo muitas dellas no
Brasil
A revalesciere chocolatada dn Barry
em p,
Delicioso alimento para aimoco e ceia, mnitc
outritivo, fortificando os ervos do estomago sen
cansar o menor peso nem dr de cabeca, nem ir
ritacao.
nico deposito para o Brasil em Pernamhn
na pbarmacia americana de Ferreira Miia & C.
rna do Duque de-Caxias n. 57. (Todo cuidadi
com as falsi Acaches.)
JOIAS
Coques
CAMBRAIA
A 3.000 rs, a peci.
Cambraia transparente com 10 jardas a 34000
a pee, a, pechincha : na rna do Crespo n. 20, Iota
de Guilherme Carneiro da Cunha.
Vende se orna cama franceza em meb uo
e urna mesa redonda : na ra do Jardim n. (6.
CEMENTO
0 verdadeiro Portland : s se vende na
rna da Madre Deas n. 22, armazem de Joao
Martins de Barros.
- O Bazar Victoria vende metas de laa brancas
e de cores para homem e senhora, ceroolas de
(lancha, cami aj de flanella brancas e de cores e
de mela de la : na ra do Bario da Victoria nu-
mero 2.
DE .
VARIEDADES
PANA 0 ANNO DE 1872.
Cinteado :
kalendario adoptado diocese de Pernambnco-
tabella dos emolumentos que sao cobrados
pe'aj secre arias dos tribunae do commercio.
pre;os e horas das partidas dos trens das estra-
das d^ f^rro e das compaohias de navegago pro-
viaciaes nacional ou estrangeiras.
le da exmelo de elemento servil.
lista dos novus nomes das ra; desla cidade.
A 400 rs. na livrarn Universal.
Cunha Irmaos & C. em sea armazem na ra da
Madre de Dos n, 34, teem para vender, de mar-
ca acreditada.--, e por precos commodos :
Vioho do Porto de Pasto ea barris de quinto e
dcimo.
Dito dito fioo en: barr? de dito dito.
D! dito tino era aocoretis enc.ipadas.
Dit i dito de todas as qu^hdades em caixas de
duzia.
ESPECiALIDADE
Chrgnu urna pequea remessa de vinho do Por-
to em caixas de duiia, proprio para mimos ou
pessoas doentes.
I
Vende se gaz DevSes, latas com torncira a 7&,
e 369 rs. a garrsfa : na rna do Rangel n 37.
= Vndese .. bem conhecida e afreguezada u
berna na ra Imperial n. 130, por se achar o do-
no doente e pretende hir para o matto tratar de
ua sati'ie, trata-ss o negocio na mesma casa.
Vende-sn tima taberna com poucos fundos,
em Olinda, no Vradouro, ao correr da padarla,
casa araarella, tsndo commodos para morada de
familia : a tratar na msrra.
Livros inglezes
Vende se por commodo pre{o, na ra do Com
mercio n. 9, um excellenie jogo de livros, com
posto de diario e razio.
LIQUIMCAO
Para acabar.
AVISO AS FAMILIAS
0 dono do grande estabelecimento de (aienda*
sito rna da Imperatriz n. 2 quer liquidar todas
a* fjzeojas de sua loja per barato prego, sendo
vestidos de Monde, capellas com veos, sedas, po-
pelinas, alpacas, laa-, cretones, percalle*. nanzok,
J-twosdenaple, selins, eainhuiar, basquinas, chapeo?
e muitai qualidades de erntas linas e grossas al-
godd-s madapoloes, bros linos e ordinario, nm
grande sortimento de roupa feita de todas as'qua-
lidades, eamisas para bomem bordadas e lisas,
ditas para senhora, saias, baldes, anquinbas e ou-
tras muitas f^zendas, que tudo se vende com gran-
de abate de pre$ i, e tambem se faz negocio cora a
armacao: qnem pretender dirija-se ao mesmo
estabelecimento que achara com quem tratar.
Bom negocio.
\ ende-se a taberna da ra Thom de Sauz*,
antiga ra da Lingoeta n. 1, bastante afregnezada
para a mrra e martimos: a tratar na raesma.
A 44000
Cortee de nansne a 4f000 rs. pechincha : na
rna do Crespo n. 20, loja de Gnilherme Carneiro
da Cunha.
- No eseiip'.orio de Vicente Ferreira da Osla
junto ae arco da Conceicao, vende-se o seguinte :
caixas com vidro <1m grossnra dupla I5|l3, 16|IL
17)15, 19,14 e 23)15, camas de Ierro com eslradli
de palhinba, de 5 palmos de largura, de godo mo-
derno, lavatorios de ferro com espellie baldes e
reeadorw.
Na roa do Vi cuftde de Snauna, entr'ora rna
e Hortas n. 5, precia-se de ama ama para co
xinhar, prefere te e*crm.
Pelo custo para li-
quidar
Vende se pelo costo, para fechar contas, pape
Pintado e dourado com primorosos deseohos de
differentes quahdades e gostos, proprios para for-
rar salas, gabinetes capellas, etc. Agora pode
qaalquer pessoa ornar as paredes de soa casa,
certos de qne a Importancia a despeoder ser igual
a qne se gastara mandando-a simplesmente calar-
a travesa da Madre de Dos n. 14, armazem do
Candido Alberto Sodr da Molla & C
, 4VARI4D0.
Chitas finas escaras cora toque de avaria a 6*
e 7 J rs. a peca ou 200 rs. o eovado : na ra |
da Marco n. 20, loja de Guilherme Carneiro da
Cunha.
PARA N0IVAII08.
Bonitos ports baqaets.
Lindissimos leqnes de madreperola moldes in-
teiramente oovos.
Cortinados bordados.
Camisas bordadas para homem,
Finas meias de seda para senhora,
A Nova Esperacca anem tem I I I
DESAPPARECAM AS SARDAS
A Nova Esperanca a roa do Duque de Caxias
n. 3, cha de receber o bem conhecido leite
de rosa branca, e tarabear.ieiie virginal, os quae?
fazem desapparecer a3 sardas on pannos.
MACHINAS
DE
COSTURA
DO
Systema Singer
Vende-se pelo baratissirao prefo de
60O00 cada orna : ra do Baro da Vic-
toria n. 28.
Cal nova
ebegada recentemenle de Lisboa no patacho
portogaez Jos ; tem para vender Joa-
quina Jos Goncalves Beltr3o, no seu es-
cripiorio ra do Commercio n. 5.
Para eobertas de carros
Vende se vaquetas de lustro e couros grandes
de lastro para guarda lamas : na ra do Bario
da Victoria n. t por menos do que em outra
qualqner parle,
J lo sediQo o costume que ha entre todos
os qae qaerem fazer conbecer de seas estabele-
cimentos por meio de pomposos annuncios, qne
com bastante razao se arredam os leitores das
massadas com que nos mimoseara os taes annua-
ciaptes.
0 Campos da ra do Imperador nnmero 28,
se qnizesse seguir essa rotina antiga de fazer es-
lampar nos jornaes mais lidos, annuncios bombas-
ticos precedidos de ttulos garrafaes para melhor
chamar a attencao do respeitavel publico ; muito
tena qne dizer a respeito de sea bem conhecido
armazem de vveres sito ra do Imperador n.
28. Dira por exemplo: que no sen armazem
tem constantemente, presuntos para fiambre e pa-
ra paoella, salames de Lion, qneijos de diversas
jualidides, lingai$as e cbooricas, ovas de camu-
rupim, conservas inglezas e francezas, vinhos do
Porio e da Figueira superior, licores finos, bola-
chinhas, cha superior verde e preto e outros mui-
tos artigos qoe sao proprios para mesa, dispensa e
eozinha. Mas nao.
O Campos s e somonte avisa ao respjiavel pu-
blico desta cidade e seas suburbios, que em raso
de se aproximar o lempo dos Rega-bofes tem
elle feilo do sea armazem ura centro de tudo que
nos grato ao paladar e para qae niogaem do
vide do que aima se tem dito
Pede-so nma visita a ra do Imperador n. 28,
armazem do Campos.
Novidades para a
festa
Cheganra loja de miudezas e calcado, deno-
minadao Mercurio-roa da Imperatriz n. 86,
um completo sortimento de grinaldas de flores,
luvas de pellica de J ravin. franjas e galdes de seda
de lindos goMo?, meias inglezas paa senhoras,
ditas para hnmeus e meninos, grande sortimento
de perfumarlas e f:os francezes de todos os ta
manhos para rrenioos e outros mnitos objectos
que se vende por menos do qne em ontra parte.
1 \f. vaatta m.. m-AA. \'A&
t M< iohos par.i raoer caf
41 e H- na rna do Crespo n.
m
Azeitonas
Vende-s ilii anc-oreu : na ra do Amoriai
0. 54.
O Bazar Victoria vende eoqnes os ma* moder-
nos e bem acabados que tem viuda ao mercado,
bem como riqaissimos bournus e sahidas de baile,
e meias brancas bordadas pzra senhora tambem
de mnito gosto : na ra do Baro da Victoria
numero 2. -
Pereira da Cunha Irmaos
Ra da Cadeia do Recife N. 21
VENDEM:
Vaqaelas para carros.
Bezerros de lostre e graixa.
Ac da Suecia.
FJhas dfl>zinco para latoeiros.
Cimento Portland.
Potassa da Rssia.
Alcatrao da Saecta.
Pixe dito.
Jos de Sonza Soa res C, vendem eia tea Ra-
sar ra do Baro da Victoria n. 50, u,n t*ptB<
ortimtnto de joiai de ouro pjr resnmido* prtcm.
Heenmmrn lamo-las *o bnllo^sexo pernaffktaK-aon.
PAIU IHNH*
Vende-se camisa 1 roprias para batibM, e **-
rulos de lod.s as marra do conhecido ahrieirMa
Gustavo Albeifo Schnoibu-eh, e fumo pan ca-
chimbos inglez e ira ucea : no Bazar Vietoria, ra
do Bario Victoria n. 2, antiga rna Nova.
for um cauto ae ris
Vende-se urna caa reedificada de novo, tom m
terreno que tem 200 pairara de frente t 300 U
fundo com alguns arvoredos, .- o terreno vate*
oreco porquauto se vende na estrada de Atoa-
Fra : tratir na ra larga do Rosario, ferica
de eiirarros n. 14.
Chapeos para Senhora
O Bazar Victoria, rna dn Baro da Victoria -
2, antiga ra Nova, re. beu pelo ultimo vapt*
nm rico sirtimento de capeos e chapeams do
seda de velludo e de crep, eufeitados con gt-u
para lenhora. Ditos de seda, velodo e feitre. um-
bem enfilados para meninos e meninas beo co-
mo um vtriado sortimento de leqne de totas as
quahdades, so, maifim, inadeira, sndalo e
madreperola.
Ogandys
O que tem appirtridn de melhor, ebecaraa
para 6,'i a rna do Hnqoe de Caxia.
Fu'ar
FazcnJas de l pialatintias, pmprias para ver-
tidos e pelo diminuto pr-co de 400 rs. o corad \
por quanlu vende o 63 ra do Duroe de
Caxias. ^
Toalhas
11 M.LM. IlUlll
No Muzo Elegante vende-se tinta rxa extra-
fina, a melhor que tem apparerido at hoje, a
U200 a botija ; a ella, antes que se acabe : na
rna estreita do Rosario n. 1.
A' rna do Cbmmerjio. V esenpto-
rio de Jos Joaquim da Costa Maia, en-
eontra-se para vonder por commodos
precos :
Azulejos hespanhes.
Folnas de ferro galvanizado para telha-
do de diversos tamanhos.
Ditas de dito dito lizas.
Bicas de ferro galvanizado.
Cumieiras dito.
Portadas completas para cantara.
Ladnlhos.
E0
Vende-se
;BHa O
por prege commodo urna victiria quasi nova, com
urna linda e gorda narelha de cavallos nmestrados
no carro, tambem se vende os cavallos separados
da victoria : a tratar no pateo do Carmo n. 9, 2o
andar.
FOLHINHAS
PARA
0 \\M DE 1872
As feslividales sao indicadas para o bispado de
IVrn iibuco. As horas das mares, o nascer do
sol, eclipces, etc. (60 pag.), sao eyartarcenle cal-
culadas para Pernambuco : Indica^oes estas, qoe
nao se encontram as folhinha impressas no-*"' ""
de laneim.
O PRECO E' DE 400 RS. CADA
Comtara das segninles variedades :
ANEDOT1CA
Consta de eincoenta ancdotas inditas, Ilustra-
das com numerosa estampas.
COMMERCIAL
GUERRA FRANCO PRUSSIANA
GUERRA DO PARAGUAY
RELIGIOSA
FOLHIBHADE PORTA
Rs. 160
Urna folha coalendo a folhinha o kalendario.
II
Oa memento diario para 1872.
Um bonito volme encadernado peU mdico
preco de
Rs. 2&000
Cora meia folha em branco pira cada dia do
anno.
I.lrrarla franceza
A 16#(X)0 cada um
Bornous para senhora, os mais moderos que
em vindn a esta pra;a, alrc de nutras fazenda
proprias para a festa, como sejam as segnintes :
Madapolo francez fino, cambraias Victoria e com
barra, percales, cretones, chitas finas, Ra reges,
lias, fusloes, casemiras, brins brancos e da cures
de linho e de algr.dao, e ontras muitas fazendas
que se ven le barato, s com a vicia : na ra Di
reito o. 53.
Vende se duas casas de pedra e cal, bem
conitrnidas sern ter concert a fzfr, sita na
Boa Hora em Olinda : tratar no sobrado E" jateo
de S. Pedro Ap stolo, sobrado n. I.


m
9
NanH do Crespo d. 25
MADAPOLO FRANCEZ coa) 22 me-
tros a 7 a paca.
PARA PRESENTES:
LENCOS de cambraia de linho aba-
ntados a 4^500, 5f, 6| e 74 a duzia I
s a caixa vale o dinbeiro que se d I
VERBUriNA preu a 900 rs. o eo-
vado.
CAMBRAIAS transparentes a 2/600
3J e 312.10 a peca.
ALGODAO superior co:n 20 vjras a
FITAS branca? de diversas larguras
a 600 rs. a du2ia.
R'ia do Crespo d. 2
LOJA DE
MANOEL L'IAS XAVIER
Camisas inglezas
A loja dos Arcos a roa Primeiro de Marco, on-
tr'ora do Crespo n. 10 A, vende as segnintes pe-
chinchas.
Camisas inglezas de setenta mil ris a duzia a
40JOCO.
Lias com mescia de seda a 500.
Dito de quadros a 160.
Cambraia branca fina de 6j a 3J
Dimasc* de lii cam 9 ptlmos de largar: a
l|800
brancas dada 8, porquanto vende o <3 a roa
do Dnque de Caxtw.
AO (5
Ra do Duqie de Cixias
Lradas poupelinas de t |ielo diminuto preea it
600 rs. o c( vado.
Brins
de algodio a 400 rs. s o 65 a ra do Duqoe de
Caxias.
AO 65
Ra do Duque lo Ca&las
Bins brancos de bnlio por presos que admira,
rende-se a vara a 15*00. I 600 e mais prec> :
(o muito finos) e grande sortimento de camisa'.
M.
Sao muito finas e padroes que agradara; v*-
de-se o corte a 4*500 e o eovado a2<500.
Sse encootra no fio a rna do Djqae de Cas*
PECHINCHA
Ra Buque de Caxias
Aeaba de ehecar para este estabelecimeot?
grande sortimento dn percales a 320 ris o cora-
do, ditas com barra a 300 lis, e bem assim grac
de sortimento de inadapolSe, o que ludo se vat'
por probos ras.virpj4
Rival i^oii
Etna Ruque Je
Caxias a. f
Jos de Azeselo Mata eSilva, em Ba lo-
j ade midea* C'ticna a v por baratos i rffos que torios admira :
Libia Oe ta para rjoriar a mciuor
qne ha. COC
Gaixas com superiores fr.uopos fran-
cezes a iOc
Duzias de f:i as e garios de tiro e
dous botoes a 4<4(K^
Talh'Tes p^r m'-ninos a 240 c iO
Libras donba novelio, a roflbor
possivt'. if,"(>.
Dnzia de lercos de ean?a com baira. tjifyii
Caixas de li. lias i (m S nbveilos a -X".
Vara d franja -r rw.i i *z t'.altias i-
Dozas de i; cnis- ;uUi l-ai a S.S'.v-
Dozias lie tu ias (JC^S > era ie'-bc-
ras -a 4#GJ
NTa-nltH< (oiiitii lirjs. psra (a7.e.r a
birba a i^X
Oaixas com pinnas de ac com lo-
que a :<.:
Caixas iv,-m \a :tas de Perry azeo*
da fina a 8jd
Ditas de dla rJi'n v^rdadeira? a l-JO"
Caixas com 20 cademos papel ami-
z^de a "i PeCaS de fitas para iz c-m 40
varas a 50G
Pecas de tranra lisa de todas aa
cftrcs a Vi
Dozias de liuha frooxa para bordar
a 400 e 5CO
Parca de sapatos de tranca a i(&8Cv
Dtiias de baraihos muito faos a
2*400 e 258C-C
Ditas de a>;uibas para machioa a f^HX
Resmas d papel almajo 'operii r a 'i&$QK
Ditas de dito pautado o melhor a i^OO-j
Carr teis de liaba A exandre a iOG
Gravatas de cores mnito finas a 500
Ditas prelas pontas bordadas a 60C
(irosas de botoes de madrvperola
para camisa a SOI
Novelice delinha branca, 400 jardas 6
Dnzia de cartes de linha branca c
preta e de cores a {^
Thesouras muito finas para ochas
e costura z 500
Caixas redondas para botar rap a (>'j.
Caixas com pos para limpar denles
fizenda fina a 203
Livro das raissoes abreviadas a 1^500
Macos de pallitoi para detates o
melbor qae ha a
m
TV
RA DO MRQUEZ DE OLINDA N 49
K. A. De ouebe acaba 4e receber oa
grande sortimento de ocales pinceuez i
todas as quVidades, e videos de todas i
numeracQes.
Ni raesma casa ten grande s.rlimenH.
le relogios de toJas as quahd?d<*a qae veo-
dem-se muito baratos.
Sitio com casa nova.
Na estridi uova de B-bribe v-nd-^e um sitia
com 8tW pilmes de frente e I,ISO de fundn, un
una ca 4"a e ci cariiMn d*' >K'';* dcbtl-r;
acha-se de". 'o.a:-JuV, p-r i--o m;:i o put-akr,
!ir:ja-re rea !W|a Uj H.-viO n. tt.
i
i
um


Oiaiio de Periami>ii<* Qtiarla feira 20 Je Dezenibro ?e 1871.

GRANOE REDUCCAO EDI PRECOS DE
FAZENDAS
CYSNE
DE
Yio ha nal cabello branco.
Tuto japones.
36 i nica approvad pea a academias d
ciencia, racoohecia superior a toda que tem ap-
jawcido atf boj* Deposito principal a roa
'adia do Radie 8. M, anar, em todas as bo-
(cu aeaa* da aWlaireir*____________.
FIGIEIREDO
$4 Hit
a LOPES.
4TRIZ \ 64
C8 proprictarios da loja do CYSNE convidara ao respeavel publico para viren
prever se do ntais cmpli-to sorlimento de lazen.la3 finas a preces redazidos, adver-
ando qoe estes presos so sero a dinheiro. A imperiosa necessidadd que temo em
satiifazer nossos c mpromissot. nos obrigaro a semelbanlea redueles. Avisamos .aos
fregnexe* do malta q:ie costumam comprar em menor/.escala, qae nesti casa enco-
irarlo slneridade e maior comraodidads nos pregos.
LAS cora trtte* IMoJ padiSai a 320 PENTEADORES bordados para senhora
rs. o ovado, pecuincha. I pelo barato preco de 44500.
DITAS, baref*. lindas c6resa3i0 js. GOLXAS de fustao de cor, mmto gran
o covado, peeniacha. | des pelo baratissimo prego de 55000 para
ALPAGAS lisas com lindas cores e lar-, acar?r;
gas a 440 rs. o covado, pechincb*.
MERINOS lisos cores diversas e largos a
410 rs. o covado, pechiucba.
ALPACAS LWRADAS moito modernas
6 finas a 700 rs. o co^do, pecb'ucha.
DITAS DITVS muito modernas e finas a
900 rs. o covado.
LAAS COM SEDA, lindos padroes qne
seas precos foram de 10200, hoje vendemos
por 8C0 rs. o covado para aesbar.
CAMBRAIAS transparentes finas a 3J5C0
a pega c ira 8 1/2 varas, pecbincha. Di-
tas Victorias a 440 ,0, 4500. 55000.....
CAMISAS para liomens a 24000. Ditas
a 23500 at 43500. Ditas bordadas para
homons a 63000 85000 e 103000 cada
orna.
CAMBBAIA com salpicos a 55500, pe-
chincha.
CAMISAS para men:nr>s de todas as
idades.
CHALES chinezes com modernos padies
raailo pr.-prios para seunoras hones-
tas. Dlt-s de merino lisos a 23500. Di-
tos ditos estampidos muito finas a 53000.
Ditos de metim a 45 00.
LUYAS D2 PELLICA frescas de Jovin a
para
para
55590 e 73000 com 8 1/2 varas. Ditas 3.5
transparentes com done c res ci 17 varas LAAS finas com tecido de brege
pur II5T00. Dit s da c liis a i'">), 50.) e 560 rs. orne- BOLSAS para via^rns a 43500.
" J TAPETES de diverso tamantns
SAI AS BORDADAS a 43800, JoOO, 85 grmc4o de sala.
IO30OO. Ditas com pregas muiio fi.as PARA LUTO.
a 33500. Alpacas, merinos. cantSes, priacetas,
BALDES DE ARCOS a 14000 para acabar (a!Ubraias, chitas e muitas outras azen-
pcCiUi ba Ditos C'rtB saiji e babado bor- jaSj
dado n ii o i aduaa 6J000. PARA HOMENS.
KILO de ii preto e branco desoperior CASEMIRAS fioas com bonitos pidios
qnali tade. ; a 93000, 03500 e 45800 o corte.
ATOCHADOS Rc beaos ultimamen-( ROUPA FEITA
le atoa hados d> linho muito superior por j por baratissimo preco inclusive soperio-
res sobrecaaacos de panno fino a 203000.
pecb.nha.
Ditos
13800
mD'-s que em out.-a qualquer parte,
de aUodo c^m bonitos desenos a
3 vara.
TOALHAS felplas muito superiores a
a duzia.
ItlCO CORTES de vestos de fil
Tambera temos um excelltnte alfaiate qae
se encarrega de fazer qualquer pega de
obra ao gosto do freguez.
POUPELINAS.Temos um completo sor
C;? boJj^**ifcanlMPrePriosPara Par" tmenlo tanlo'em xadrez como com palmi-
~rvo 1. i a -, k k nbas e por baratissimos precos.
VES1 IDOS brincos bordados com baba-, .,.. a
dos pira acabar, liquidase por .35000, seu' GROSDENAPLES tanto preto como de
prco foi de 105000. Ditos brancos com .core, temos um grande sortimento e por
babdoa b).d,dos pelo b.rato precodemenos qae moatra qualquer casa.
73'K). Ditos braceos com palniinbas de j MUSSELINAS brancas lavradas muito fi-
I3a de cr muito lindos peo barato prego as a 400 rs. o covado.
de 55000 Ditos man linos a 85000. BRILHANTINAS brancas lavradas a 500
CRETONES lisos de ;resdiveisas pelo rs. 0 covado.
barato [.reg do55O00. LENCOS brancos abainbados a 25200,
Dt-s cora pir.tis <1e cores, azendi su- pechincba.
penor a 440 rs. o covado. BABADOS bordados finos de liados pa-
.">! \\ riLHAS a brasi etra ao nio ae sea uroes.
pelo barato preco de !'*U00. Gravatas, collarinhos, ponho3 e moitoa
CAMISAS BORDADAS para senbora por ontros artigas qoe SO se encontra na leja do
meaos que em octra qualquer parte. CA'SNE
Roa 'Ja Imperatriz n. 64.
di TH\I1llr1IiA
taiviaaMoa-arBiwH, lmijoilio
.rumd. sen negocio rMrii&o |utoia, gue
fSo por pregM ma nAduos qnt a oa-
n malqaer par:
FRfAS d plnho almoMtfM.
PORTBIKAS de ferro par carca.
SALITRE {ftglet. k ^
STBUUS daTndia para cama ? forrar sata*.
CANOS de barre francex pan eagoto.
aSSSO soperior em porefla* o a eaolanw.
OMENTO do toda a qnattdidas.
CHINAS de dwtaroar aadlo.
AS e brinx5s da Roatia.
00 americanot pal Un* diWHi,
ES americanos muito bou -eowmkoa,
VINHO daBordeaux. __
COWAC sapertor te GantorFMwj,
fAXBLLQ m saceos grandaa a SfaBO.
MOA florida legitima.
BAXANCAS dMimwx
CaDbIRAS americanas.
RHUM da Jamaba.
AZULEJOS de LUboa.________.._
Xarope sedativo
DE
ijasca de laranjas URumm
COM
BROMORETO DE PQTASSIU*
DE
Eeu novo preparado aprovado pela academia
apara! da medicina, muito se reoomroeadafeia
lerroso, o bromurato de poUssinm, nao deixa de
Ur os mais certos resaludos as diversas aff--
>e do organismo e principalmente na molestias
lo coracaa das vias- digest da respiraco, das
riai genito-nrinarias, na epilepsia^ na molestias
ervosas da prenhez, na insomni das crianzas
turante o neodo da deniiga*.etc. etc.
Yende-s na (harmacia- e drogara
d*
Barthotoaen A|.,
34BOA LAR3A DOROSABtO34
RIVAL SEffl SEGUNDO
RA DUQUE DE CAXIAS N; 9i.
Jos Bigpdiaho, com lo ja de miodezu,
jvisa a todos us os eus freguezas qn9 est
torrando todo pelo preep, a vista da fazeo-
da, para todos admirar, a saber:
Thesouras grandes e pequeas o
mais fino qoe ha a 15000 e
Pecas de tranca de 13a e algodao as
mais modernas.
Frascos com agaa de colonia mnita
isa a 406 o
Frascos com agna de colonia ver-
dadera a 800 rs. e
Chapeos brancos para baptisadog o
melhor qae ha a 15000 e
Duzias de botoes cobertos de seda
para vestidos por todo o preco 6
para acabar.
Libra, de arela preta a
Grosas de botoes de lonca'branca a
Caixas com 100 envelopes fazeoda
fina a 500, 6C0 e
spelhos de moldara donrada a
800 e
Pentes pretos volteados para me-
ninas a
Timeiros com tinta preta a 80 e
Pegas de fi'.a elstica muito fina a
Latas com superior banba 60,100 e
Latas grandes com superior banba a
Fraseos com oleo d Pbiocoa* a
500e
Frascos com macaes | Pe rula a
Frascos com agaa de Colonia verda*
deira a
Ditos com oleo de ba >osa soderior a
Carriteis de retroz preto com 2
oitavas a
Caixas com agolbas francesas a 160
60
Pecas de tiras bor Jadas a 500, 600
800 e
Garrafas com a verJadeire agua
florida a
Cartiibas da Doctrina CbristSa as
mais modernas a
Escovas muito finas para limpar os
den tes a
10Bw *o Crespo10
Pecas de algalia con 10 jardas a 4/, 4*300
Ditas de madapolao a 44, S#, 51800, 64,
Ditas de dito infestado, trances superior a
104000.
Chita francesas de todas as qualidade a J40,
180, 300, 3*0 e 3*0 o eovedo.
Cambraias de cores a 240 180 rs. o covado.
Dita lisa de cor a 320 rs. o cot do.
DJate pretw para- loto a 640 rs. a vara.
Pe^as de caoibraia \a trampatente a 34.34801
e 54OOO.
Ditas de dita tapada Victoria, a 44, 44500, 54
Ditas de dita transparente, suissa muito fina
com 17 varas, 144- .
Dnaw* dita bordada con 10 jardas a 74 e
94300.
Organdy branosAIIM'a>9iJD rSi a vara.
o
1/WOO
160
500
13500
5,5000
460
420
800
45OO0
240
toe
20c
200
320
800
240
4.JO00
320
600
240
4^000
1*300
400
a___
Brilnaat'ina branca infestada a 440 e 500 rs.
ovad.'
BretaaM de linho coa 25 varas a 204000 e
282006.
Dita da dito'infestada com 30 varas a 274.
Brabante de linbo coa 10 palmos de largura a
IToTHTa vara.
Dito de algodao a 14800 a vara.
Atoalbado de dito e de liuho com 10 palmos de
largura a 14800 e 34.
Toalha* altoca-oada? para rosto a 74 a duna.
Ditas de linho do Purto felpudas a 104000 a
daiis.
Guardsnapos de linho a 34 e 44 a dalia.
Cbertas de chita a U e 2#600.
Drts de chita adamascada turradas, 44, 4*300
e 34000.
Colchas de damasco de cures a 44 04-
Ditas de fusto alcochoadas a 54.
Cbertas de la escuras a 24-
Ditas de algodao brancas a 14400.
Cotleiriuho de linho a 500 rs.
Chalaa de nerhi lisos pfetos e de edres 24000
6 3400.
Ditos estampado de meia easemira a 24 e
24500.
Damascos de cores a 640 rs.
Lencos brancos do cassa atas 24, 24500 e 34
a dazia.
Ditos ditos e de cor abinhado largo a 34 e
34500 a dnsia.
Ditos ditos de cambrai: ii linho finos a 4 a
duzia.
Ditos de esgnilo de lile 1 a 44, 44500, 84 e 64
a duna.
Brim Angola a 610. ROO tSOOO o covado.
Brins de linho de cdfes a 30.1 rs. o covado.
Cortes de meia easemira para calca a 14200 e
14400. "
Dito de easemira pura calca a 34300, 44300
54500
Casemiras de cores de duaa larguras, 24, 2450
e 34 o covado.
Ditas pretas, duas largura a 24500 o covado.
Pao fino preto e azul a 14, z4o00, 3000
34500.
Dito dito muito uno superior a 54, 64 e 74
covado.
Lns e alpacas de cores para vestidos a 400
300, 600, 700, 800 e 14 o covado.
Toaibas com labyriotos para bandejas e para
rosto a 84,104 o 154-
Camisas de fl^nelia branca, e de cores 24,
24500, 34, 34500 e 443CO.
Grosdenapoles preto e de cores 24, 34 e 44 o
covado.
DSo-ss amostras com penhor.
Vende-se tambem grande qaantidade de ronpa
feita e por medida por preco mnito reduzidos.
ERNESTO ft IEOPOLDO
N 2 D Ra do Cabug N. 2 &
Acha-se moblado de forma tal esta est belecimento de jotas qoo poda
vender aos seus nnmeroos fregoezes em grosso a retalbo e por presos
mui. resomidos visto que recebe de conta propria por todos os vapores de
Europa. O gosto de desenbo de soaa joias e o mais lindo do pais, das
modas, ouo de lei, brilhantes verdaderos, esmeraldas, robifis, parolas,
turqoezas, sapbiras, coral rosa etc. etc. Obras de prata do porto unto
para igreja como para servico domestico. Convidamos as Exmas. familia"
a visitarem o dito estabelecimento lodos os dias at 9 horas da noil
Coropra.se ooro, prata e pedras preciosas em obras velnas.

-Ra do Mrquez de Olinda
ontr'ora roa da Cadeia.
LOJA DAS MACHINAS
Sendo este anligo estabelecimento assaz conbecido como principal recoma**
dado pelos grandes depsitos e bons sorlimentos com qne sempre prima ero ter das
melhoras, mais acreditadas e verdadeiras anachlaas anaerleanas para alg
(153, desde 10 60 sorras, e ha vendo em todos os lmannos diversidades de sys*
mas e melboramentos para perfeito e rpido descarecamento; tornam-se dignas o
serem vistas e apreciadas pelos Srs. agricultores; os quaes, alem disto, encontrar>
tambem mais:
240
RA DUQUE DE.CAXIAS N.29
Os proprielarios deste grande e bem montado estabelecimento scientificam ao
respetavel publico detta provincia qaa se achara com um variad) e completo scr-
ment de movis, tanto nacionaes como eslrangdiro3, sando estes escohidos por nm dos
sosios q c se acba actualmentn na Enropa. O me?mo tem contractado com os melhores
fabrcmtes daquelltcootinente as remessas das mats ricas mobilia3 feitis alli.
Na officina tem os mais habis artistas deste genero, e por isso pedem qn ve*
nham visittr o estabeiec ment, aonde enontraro a mandado do que acabara de expr,
qu3 -e podo examinar; ricas e completas mobiKas de Jacaranda, mogno, fdia, carvalbo, a-
mare 1 etc, ricas e elegantes camas deja caranda, pao tetim, amarello, etc., etc., guarda
vestido de amireil, guarda lou^a de nogueira e de amarello com lampo de pedra, apa-
rado: es de dio d.la, peti to.lettes especialmente para fazer a barba, toilettes de jaca-
randa, amara lo, pjr., s^crela ia. ilo Jacaranda e mogno:usturciras ae mogno, san-
tuario3, tlrars para bordar, b;rgoi, lavatorios com espetho; da pedra marmore e seas
pertences, cadeiras privadas, bids; etc., etc., e muitos ontros artigos que deisamos de
mencionar por se temar enfadonbo
OLEO PURO DS FjGAaOO Dfi BACVLHAO
TEftftA rfOVA
DE ^
n; LAC03W.
Este cleo que to boa aAieda^ra tem *lerSimo, _
muito -e recommean por >zt -o mais puricado lsa tempre nm completo sorlimento de todos o
que at buje tito v'indo, e ainda pelo boni paladar,
uperior a ntro quaiiuer : vende-se no dM>ait*
especial de B^rUiiJiomett di C.: ra Largn do Ro-
era 34.
Superiores cigarros do Rio
de Janeiro.
Domingo? Alves Matheos, onico agente nests
Kovincia da fabrica imperial de cigarros de S
ae de Nilherohy, estabel acida no Rio da Janeiro,
Vende-se
Urna boa casa situada na Oponga, com 5
qoartos, 2 salas, cozioha, cacimba e om
grau-le quintal plantado : a tratar na ra
Io de *d\rco n. 7 1 andar.
Vende-se om sobrado de nm andar n. 49, sito
a ra ImperUI, canto da travesea do Lima, em lo-
cal pnprio para lrausacc3c<8 commerelaes. Os
pretndeme* podrm dirigir se ao proprietario das
6 as 9 da oaahi?, e las 3 as 6 da urde.
cigarros, fumo picado e en latas. Tem ignalmenti
o afamados cigarros Conde d'Ep, feitos com mag
nifleo papel de palha de milbo e fumo superior
Para governo de seus fregoezes, qne tem estabele-
cido depsitos fillaes, na casas dos Srs. Thomai
Francisco de Salles R >sa e Manoel de Sooza Cor-
deiro SimSes Jnior, no balrro do Recife, e todo
Snaato for vendido em outras casas com a firma
e Sonsa Novaes 4 C sao falsificados.
AOS PADRES
A Nova Esperanca, ra Duque de Calas n.'
63, quera vende as melh res meias de laia : a
quautidade pequeaa, portaoto ellas antea que
se aeabem.
Cabriolet
Vende-se um excallente cabriolet de quatro ro-
das por preco commodo: na raa da Florentina a.
4t,a casdo Gurjo.
irevencilo necessa a
Qnando moitas lujas procuran) adquirir grandes
lucros nao compadecendo-sa das boleas alhema,
a Nova Esperanza busca consegni-los sem que de
forma algnma ventesiea-las; porque segu sem-
pre o seu atrtign e santo systenra vender bara-
to para vender muito i chegar assim ao fim dse-
jado.
A Nova E-peraaea nao almeja somente o lacro
pecuniario, suas asp>ra;5es sao mais benvolas,
em quanto ao interesse material, eoutenta-se eom
a mediocredade, em qoanto pjrm ao moral, ou
emio ao csseneial que ella joJga nomeadasen-
te orna vasta ambicao, qoe detesta e fu toda a
guerra ao costume macarrnico da caresta.
A soa preveneao neeessaria, consiste em avisar
ao respeitavet publico e especialmente ao bello
sexo, qne ella est sempre provida do que ba de
meibir e mais elegante no mundo das modas, e
enlao neeessano nio deixarem a Nova Espe-
ranca para preferiris oalro qualquer estabeleci-
mento, porque aqu, o typo da caresta, e alH,
(na Nova Esperanca) o epyloge de todo quanto
bom e barato.
No Forte do Matos, es-
criptorio por cima do trapiche
Dantas, ha para vender carvo
das quididades seguintes:
SUPERIOR NEVVEAOSTTE,
t COK.
FERREIRO.
Vende-se em porc2o e a retalbo por pre-
co muito commodo.
Vende-se dnas casas era chaos proprios, no lar-
go da Soledade os. 18 e 20 : a tratar na ra da
Cruz n. 46,1* andar.
MUDANCA
Manoel Tavares da Costa Ribeiro, tendo modado
seu estabelecimentos da raa do Visconde de
lahauma, angi do Raogel n. 39 e 41, par a
mesma raa n. 37, e toado feito completa reforma
em seu aovo estaelecimenlo, avisa a seos fregoe-
zes e ao publico qoe tem lomada a resoloco de
vender barato para vender muito, cojos pre<
sao o seguintes: aiueodoas da casca mole a 8
rs. a libra, aveias a 320 a libras, a de 8 libra para
cima tem graad abaiiaanta, vinao da Bcrdeaux a
61000 a dozia e 560 a garrafa, eerveja Bass, dita
Noruega, vinboa Figusira, Lisboa e Porte, dalo
Smiado, queijos do nltimo vapar, daca de
ba, passas, figos, notes e ootros multes gene-
ras qoe se deixs de mencionar, tudo por frua
commodo ; na roa da Rafia, 37.
aBILvO CBSAft feRG*. "
Resumo da graaanuuca porligaaza, t vol. cari
ijooe.
EPITOME DA GRAMMATICA FRANCEZA.
1 voL caru JiOOO.
Linaria franeaza.
Cura rpida e radical dos
callos
pela pomada Galopau
Essa pomada que tao bons resultados tem colhi-
di> a pessoas que delta tem feito oso ataba de
chegar para o seu deposito especial..
NA
Pharmacia e drogara
DF.
Bartholomeo 4 C. ra larga do Rosario nu-
mero 34-_______________
J. 0. U. Diyle tem em seu
armazem para yeader
O SEGUINTE :
COGNAK HENNESS.
VIMHO XEItEZ.
DITO DE LISBOA,
FILTRADE1RAS.
B1TTER
A' roa do Commercio n. 38.
Apurados vapores locomoveis, de forca
de 3 4 4 cavallos, e pertences.
Machinas para lavar roopa.
Arados americanos para varzea e la-
deira.
Carros de mSo para atierros.
Tinas de madeira.
Baldes de dita.
Ditos de ferro estanbado.
Ditos com vlvula para lavatorios.
Ditos de madeira para compras.
Apparelhos para jardins.
Guardas* comidas.
Tampas para cobrir pratos.
Tarracbas para fazer parafusos de ferro.
Ditas dita ditos de madeira.
Trens para cozinha.
Temos de bandeijas finas.
Gorrentes para arrastar madeira.
Cylindros americanos para padaria.
Pertences avnlaoa para machinas.
Salitre refinado.
Bren superior.
Moinhos de diversos fabricantes pan
mimo e caf.
Debnlhadores paca milbo.
Azeite de spermacete. para machina.
Camas de fesro.
Bombas de ||pvfc
Ditas americana.
Cofres de ferro patate.
Canos de ferro maltedoa,
Ditos de dito esiatihaV).
Ditos de ctuuubo-.
Ditos dW rwrractfv.
Folies para ferreiros.
Emfim moitos ontros artigos, qoe
examinados.
s avista e cesto esinbdleciatMKo poderlo a*v
FABRICA
DE
s
CHAPEOS
DE
Todas s qualidades
N, M ra larga do Rosa-
rio n. 2i l, andar
Se o desejo dos proprietarios desta fa-
brica fosse ooicamente Iludir a f pu-
blica, ha multo que teriam annanciado
os seos productos, mas para correspoo-
derem mais digoamoate confianza nui-
les depositada, eiperaram recebar os
objectos e pusscal, que acabam'de che-
gar-Ibes.
Hije, pois, qne a sua fabrica se acba
montada com as mais aperfeicoadas ma-
chinas, eom os memores petrechos e ser-
vida dos mais peritos offlciaes europeos,
podem os seos numerosos fregueses e
o publico em gerai encontrar desde ja.
Chapeos de seda da ultima moda, sen-
do altos e baixos.
Ditos de castor de todas a cores, em
formatos ingletes a amburguexes.
Ditos de feltro da todas as qualidades
e feitios, tanto para bouwm como para
criancas.
Dito de velludo para seobora.
Ditos para ecclesiasticos, redoudos, tri-
angulares e a romaoa.
Ditos armados para militares.
Ditos de pasta.
Concerta-se toda j especie de chapeos
quer de homem quer de senhora, com a
maior pericia e mais barato qoeem qual-
quer outra parte, assia como se rece-
bem encommendxs tanto para a provin-
cia como para fra.
mmmm
MACHINAS
PARA raiOCll AtGQDAO
De 10 a 40 serras.
VAPOR
para mover as machinas.
Em casa dos i.MPonTADOEsJRua do Bom-Jesos n. 4
Siiaw Hawkes

8
taisOTii mmmmmm*
Formas para pdias e can-
gica.
A loja de looga da rua.Primeiro de Marco n.
16, de Bernardino Duarle Campos & C, cega-
nm as multo desojadas formas de loopa para po-
dins e cangica, as qaaes se vendem por mdico
pre?o.
VNDESE
orna boa casa situada aa Capuoga. com 5 qoar-
tos, 2 salas, cozinha, cacimba e nm grande quin-
tal plantado : a tratar na ra 1* de Marco n. 9,
1* andar.
Libras st^rlioas.
Vende-se no armasem de fatendas de Angosto
f. a Olivara A C, a roa lo Commercio n. ftl
Xarope peitoral de James
nico deposito na pnarmacia americana da Fer-
jtim Mata A C, 87 roa do Deque de Casia o-
mero 7. _____________.
Attencao
Vecde-se urna taberna cita a ra da Moeda
19, com poneos fondos; tratar na mesma.
ROUPA FEITA
NA
Ba do Crespo n. 20.
Tendo resolvido n5o continuar a ter grande deposito de roupa eita, ofierece a i
resDeitavel publico, e aos negociantes de fra, om grande sorlimento, por precos bara-
tissimos para acabar.
Ditas ditas preta de 54300 a 9*300.
Ditas de brim branco de linho de 24000
a 4<$000.
Ditas de brim branco de algodao a.....
14200.
Ditas de brim de c6r de 14600 a 34000.
Dilas de castor do 14000 a 24300.
Ditas de brim pardo de 14000 a 2450C
Camisas de flanella, grandes a 35000.
Dilas de algod3o, mnito bas a 24000.
Ditas de linho muito boas a 34500.
Cern las de bramante a 14600.
Cbertas de chita a 14500.
Lencos de linho abainbados a 44000.
Palitts sobrecasacos de panno fino de
124 a 304000.
Ditos saceos e refranqoeados de casimira
de cor de 54506 a 94000.
Ditos, ditos e ditos de panno preto de 54
a 124000.
Ditos, ditos e ditos de alpaca preta de
4500 a 54000.
Ditos, ditos e dito) de alpaca branca e
de cftr a 24500.
Ditos, ditos e ditos de bramante de linho
i 24500.
Ditos, ditos e ditos de bramante pardo a
24500.
Calcas de easemira de cor de 54500 a 94.
E octros muitos artigos por precos
Carne ir o da Cunha.
baratissimo para acabar, na loja de Guilherme
UQUIDACftO DE FIM DE ANNO
AO 65
RA DO DUQUE DE CAXIAS
(Ontr'ora do Queimado)
Este estabelecimento acaba de receber um importante aortimenlo de diversas, fa-
zendaa proprias para teatidos, sendo poupelraaa da seda, sedas, lias, percales, dita com
barra proprias para babados, lindas cambraias crox, e em fim urna infinidade d'arti-
gos de moda, todo proprio para a festa, o que todo vender por precos ioteiramente
razoveig, em conseqoencia de estamos prestes ao fim do anno, o 65 n3o quer ter
grande trabalho com o seu balanco, preferindo tomar dinheiro a azendas, convida-se
portante ao reapeitvel publico a virem sortir-se na loja do 65 aonde comprarlo por pro-
Coa que nio obterto em ootro qualquer estabelecimento | emfim ver para crer.
ROA DO DUQUE DE CAXIAS
(Outr'ora do Queimado)
r..
'- ; ''


Bifcr di l'wuamboM Quarla tetar*) d ozeuibro d 1871.




^

?'
I
ADMIR IVEi LIQUIDADO
5?ilf LIMITES
1U
LO JA ARMAZEM

FLIX PEREIBA DA SILVA ftd
HA RA DA IMPERATRIZ N. 60-
S a dinheiro vista
Os propietarios teste estabelecimento tendo grande necessidade de dimiuoir o im
meato deposito que tem de fazendas e grande urgencia de apnrareio dinheiro, tem re-
volvido fuer orna verdadeira liquidadlo com grandes batimentos nos presos de todoi
os seos artigas: para o que convidam ao respeitavel publico deata capital a vir sortir-M
pois lbe garantem que em parte algoma poderao encontrar tio grande ^ortimeotoe mei
nao nio comprarlo pelos presos que se lhes pode vender, na leja de PavSo; porm ad
virtindo-se pie s se vende a dinheiro vista. Os mesmos proprietarios deste estabe
iecimento'rogam a todos oj sens devedorea desta prafa o favor de vreo) saldar seos d-
bitos, e todo* aquelies qae estiverem devendo contas antigs e o nio flzerem terlo di
Mr encommodados judicialmente.
L*inhas barafat do PavSo.o
Alsacianas com liadas listras de seda a
t#000 a ovado.
Ditas lisas com moito brilho a l| o cevado
Allantas, fazenda de moito gosto tecida
eom seda a 720 rs. o covado.
Ditas com qoadros de seda e cores muito
delicadas a 6iO.
Poil de chvre, d'uma s cor com muito
brilho a 500 rs. o covido.
Merinos escosswes fnr.enda de muito gosto
para vestidos bornus e roupas de menino
a 640 rs. o covado.
Gorgorito moito bonito, tendo de todas
as cores a 400 rs. o covado.
Liasmhas aodernas com differentes gus-
to* a 400 e 500 rs. o covado.
Ditas ditas a 280 e 320 rs. o covado.
Bareges transparentes com differentes co-
res a 160 rs. o covado. # r
Alpacas de cores lisas e lavradas fazenda
de moito gosto a 500 e 800 rs. o covado.
Cassas do Paulo.
Gassas inglezas com bonitos gostos a 200
240 rs. o covado.
Ditas finissimas a 300 rs. o covado.
Ditas francesas de muita pbanUsia a 400
rs. o covado.
Cortes de cassas com 7 varas fazenda
moito fina e bonita a 2o00 e 30000.
Ditas d'organdy braceo e de cores a
20500.
CORTES D'ORGANDY A 4,5000.
O Pavo tem cortes de orgaody branco
eom 8 i/2 varas qae vende pelo barato pre-
co de 4^000, assim como finissimo organdy
branco com listrinbas e qoadrinbos o me-
Ibor que tem viudo ao mercado e vende
pelo barato prego de 720 rs. a vara.
Papelinas de aeda a 9000.
O Pa3o tem um elegante lortimento de
poupelinas de seda tamo lisas como lavra-
das ai mais modernas que tem vindo ao
mercado e vende a 2000 o covado.
CAMBRAIAS LARGAS A 800 RS. A VARA.
O Pava" i tem cambraia branca transpa-
rente de boa qoalidade, com 8 palmos de
largara, que apenas precisa 4 varas para
um vestido e vende a 800 rs. a vara, dita
nissima da Escossia tendo a mesma largu-
ra, que vende a IjoOO.
CAMBRAIAS BRANCAS A 45000 E 4300
O Pavo tem pegas de cambraia branca
transparentes com 8 i/2 varas qne vende
1I0 barato prego do 45000 e 45500, ten-
o tambem muito finas de 55000 at
105000.
Ditas tapadas ou Victorias tendo de 35500
a pega al a mais fina que vea ao mer-
cado.
iroadenaples preto e de eores.
O Pavo tem um grande sortimento de
grosdena'p!.-.s e gurgorao preto para vestidos
tendo de 15600 o covado al ao mais su
perior qne costoma vir ao mercado, assim
como um grande sortimento de ditos de
todas as cores e branco e om bonito sorti-
mento de setins branco e de cores que ven-
de por precos muito em conta.
CASAQUINHOS A 155, i 85 E 205000.
O Pav5o tem um grande sortimento de
"icos casaqninbos de seda preta moito be m
enfeitados e modernos que vende a 155,
185 e 205000, sendo fazenda de moito
mais valor, assim como ricos bales pretos
bordados com franjas largas de retroz a
105 e 125000.
CORTINADOS PARA CAMAS E JANELLAS.
a 85, 105, 125 e 165000.
O Pav5o tem om grande sortimento de
cortinados ricamente bordados, proprios
para camas e janellas qae vende de 85 al
165000 o par.
Pegas de cambraia adamascada com 20
varas a 105000. crochet ricamente bordado
para cortinados a 15500 o metro. Assim como
ricos damascos com 6 e 8 palmos de larga-
ra proprios para colchas de camas e tam-
bem ricas colchas de damasco a imilago de
teda e ditas de crochet as mais lindas que
tem vindo ao mercado.
MUSSELfNAS DE CORES A 400 RS. O
COVADO.
O Pavo tem um bonito sortimento de
musselinas de cores, padroes inteiramente
qovos e cores fixas, que vende a 400 rs. o
covado. Ditas brancas muito finas a 400
e 500 rs. Melim branco da India moito fino
para vestidos e roopas de meninos a 720 rs.
o covado. Crotones de cores moito encor-
pados para vestidos a 600 rs. o covado.
Metralliadoras!
Chegou para a l.*ja do Pavao nm nwgnifho sor-
mento de corles de teslMos de cambraia com
sbados braocos e de cores, denominados a rae-
tralhadora, sendo esta faxenda a mais moderna e
le melbor gosto que tem vindo esie juno para a
testa : assim como receben tambem nm lindo
wrtimf nto de cortes de cambraia om palminhas
ordadV a la, fazenda-de malta Boautaiia, e ven-
de-se todo muito mais barato do qae em oatra
qaalqaer parte : ni ra da I .iperatnz o. 60, toja
e armatem de Perefra da Silva & C.
Popelinas de seda
A 15600 rs.
Na loja do Pavii vende-se nm elegante sorti-
mento das melbores e mais modernas popelinas
de teda, qae se liquida pelo baratissimo prego de
1*600 rs. o covado, grande peehincha : a roa
da laperatriz n. 60, loja de Pereira da Silva 4
C
Loja do Pavo
SAIAS BRANC\S BARATAS
a 25500 e 35000.
O Pavo vende cortas de boa azeod;
branca com bonitas barras de pregas, pele
baratis.imo prego de 25500 e 35000 cad
urna, grande peehincha na ra da Impera
triz n. 60, loja do Pavo.
MODERNAS HARENES COM LISTRAS DE
SEDA E FRANJA AO LADO,
a 800 rs o covado.
Cbegou para a loja do Pava.', ra di
Imperatriz n. (30, um elegante sortimento
das mais lindas bareges modernas e tende
ao lado bonitas listras asselinadas e franjac
para os enftites. as quaes s-e ven.lem pele
baralis imo prego de 800 rs. o covado, per
baver um graoae sortimento desta nova fa-
zenda ; assim como delicadsimas baregei
com lindas listras de seda, sendo fazenda d(
muita phantasia a 040 rs. grande peehin-
cha, no armazem do Pavo.
Fazeiada para luto.
O Pavo tem um grande sortimento di
fazendas pretas para luto, como sejam:
Merino preto com 6 palmos de largan
para vestidos a 25000 e 25500 o covado
Merinos pretos e de cordo para todoi
os pregos e differentes qualidades.
Bombasinbas para todos os pregos.
Cantes e alpacas pretas. Lasinhas pre-
tas ou cassas de la de 360 at 500 rs. c
covado.
Cassas pretas francezas e inglezas de to
das as qualidades.
Chitas pretas francezas e ing'ezas de 20(
rs. para cima.
Crppe preto para veos.
CASEMIRAS PARA CALCAS A 45, 55, 65
75 E 85000.
O Pavao tem em grande sortimento d<
cortes de casemiras de cures para caigas
sendo os mais modernos que tem vindo a<
mercado e vende-se de 45 at 105000 (
corte, ditas em pegas francezas e inglezai
para caigas, palitots e colletes qne vende d<
15800 at 65000 o covado, ditas escuras a
prova d'.igoa qae vende a 55 o corle ou i
35 o covado, sendo estas casemiras muitt
proprias para meninos de escola por seren
escuras e de muita durago.
NOVOS VESTIDOS A 55000.
O Pavo tem lindos cortes de vestido de
finissimas cambraias com bonitos bordado!
de cores e tambem iodos bordados brana
que vende pelo baratissimo prego de 5500
cada corte, grande peehincha.
PANNOS DE CROCH PARA CAE1RAS I
SOFHS.
O Pavo tem um grande ortimento dt
pannos de croch proprios para encost d<
cadeiras e de sphs, assim como um rice
sortimento de tapetes de todos os tamanho;
proprios para salas.
MADAPOLAO BARATO A 45, 45500 E 55
O Pavo tem pegas de madapolo con: 24
jardas ou 20 varas que vende a 45 e 4550
a pega, dito moito fino e largo de H par:
cima, dito francez do melhnr que tem vinde
ao mercado, assim como dito finissimo en
pegas de 40 jardas.
Corles de chlas.
a 15600, 25000 e 25800.
O Pavo tem cortes de chitas francezai
com 10 covado, que vende pelo barato pre
go de 15600 e 25000, ditas qoe vende
160, 200 e 280 rs. o covado, tambem tea
um grande sortimento de ditas finas clarai
e escuras que vende a 280 e 320 rs. o co
fado e finissimas percales mindinhas propri
as para camisas, vestidos 6 roopas para me
nios que se vende a 360 e 400 rs.
LENCOS BRANCOS.
O Pavo tem engos brsncos abanhadoi
quo se vende a 25400 e 35. a duzia, ditoi
grandos de murim sem ser abanbados a
35200 rs. a duzia ; assim como bonitos en-
gos bordados para raaos.
ROPA PARA HOMENS.
Sobrecasacos de panno preto fino 6end
muito bem feitos de 125 at 405000.
Palitos de panno preto fraques e sacc
de 85 at 125000.
Ditos de casemira de cor de 65 at 125.
Ditos de alpaca preta fina de 45 a 65000.
Ditos de dita branca e de cores 65000
Ditos de brim de linho trangado a 65000.
Calcas de casemira preta de 65000 art
125000.
Ditas de brim branco de linho de 4500C
at 85000.
Ditas de brim de linho de cor para todos
os pregos e qualidades.
Camisas francezas e inglezas com peitot
d'algodSo de 15600 at 55, em duzia ven
de-se mais barato.
Ditas de meia de 800 rs. para cima.
Ceroolas de linbo e algodo, francezas e
feitas na Ierra.
Collarinbos de papel, algodo e linhc
que se vende muito barato para liquidar.
Para noivas.
O Pavo tem rico gurgorao de seda, bran
co. Grosdenaple branco moito encorpado
Agraciannas brancas com listras de seda.
Poopelinas brancas de seda lisas e lavra-
das. Sedas brancas. Imadas e lisas. Ca-
pellas com palma de flor de laranga con
ricos veos bordados, qoe todo se vende maif
barato do que em outra qualqoer parte.
i
O irnsrcHi do vapor
Frauvez. roa do
Bar-i da Tf<*t>rla
(oolr'ora ra Xa-
Va) m. *.
Acaha de meefter ovas facturas.
anltazeai do
vapor
o
ario da victoria
(ontr'ora rna No-
val f.
Calcado
m$*** de SnrT e lk, p*a hMiw.rort'-
pletu *!. rn-ii!o paralelos (--je>li< v^itafle
dos compraditf.
Botas e perneJra para mootaTla.
Botinas ptia -i-i ii i,i. e intniij;.s.
Abotinados para meninoi e meninas.
SapaiCes branco para (Mein.
Sapai..j de l'iftf ;. Hadados de",'h.rl '. 'ase
nirs ?r-ta irania p iiogoeies.
Spalos de -aqneu do vernir com *e!a de ma-
ira proprios, para banhos.
F difamaras
Fines eitr'-:o*, b?.ntia. msOMtir.i-, iHos, opia
las. poses, c
dunda, deotifrice. lavando, gua de loik-i, tintar
para barba e cabello, pos de arroz, jabonetes.
efe.; todo isto de primeira qoalidade dos bem co-
ohecides fabricantes, l'ivr e Coudray.
Presos.
Quinquilharias
le poantisu e lox-, eomo ej m : e^penVis, Iotm,
i"ia d- oiif, i-, ir. ote de p'aqn*. ricas carteih-
ohas para iin h-m, ca xrnhas de cestnra com
mnsicas, estrrioscopo de 50 vistas con marica,
'nicai. He sed4 e eestiohas diversas para kraco de
.euh ras e de meninas, oculos, pencenei eom vi
iros rte cAres, fbicotionoi e ba|alia, tndo teto
de difTerentea modellos e qualidades em grande
ncmero daetei artigos de qiiramilharias linas de
""*'o que nao se pode bem meseiaar.
Brinqnedos
O maior sortimento qae se pode oesejar de toda
sorte de brinqindos fahrieados em diverso paizes
la Enrop para en'reieniirn>nw d^* crianfas
Carrinhos
8 barcos de vimes para crianc*, "de novos diffe-
rentes modelos precos commodoe,
Em virtuda das novas factaras e ordena dos fabricantes, vende-ae agora ludo preco?
baraiissimos : no armazem do vapor fraoc z, roa do Barao da Victoria, catr'ra ra Nova Da-
mero 7.
LOJA D
Ba da Imperatriz n. 40
Os proprie'arios desle bem eohectdo, e acreditado estabelecimento, resolveram
fazer urna liquidado das fazendas existentes, e pelo maior preco que poderem obter,
nao engeitaDdo preco algom at o finado anno; portanto previnem aorespeitavel publico,
para approveitar a occasiJo de comprar bom e barato.
k loja do Pavo acba-se constantemenOe aborta das 6 horas da manbaa at as
loras da nojte, 4 roa ^oeralr b. o.
Lencos brancos grrndes de esguia) j
abainliados-a 3^200 a duzia.
Ditos ditos de algodo, e com abainbado
largo e pintado.
Custumes de alpaca de cores enfeitados
de seda e 13a para meninos.
Palitots de alpaca de cores para bomens a
3^000.
Capellas e veos para noivas, ludo junto,
preco muito barato.
Ditos adamascados para camas e janellas,
j recortados.
Grande sortimento de bareges, liasinbas
e alpacas pretas e de cores, lavradas e lisas
para prec/>s muito em conta.
Grande variedade de chitas de 210 at
400 rs. o covado.
Cassas de cores, e cembraias listadas para
diversos precos.
Um compiti sonimenU de roupas
feitas para h mens e meninos.
Casimiras pretas e de cores, pannos fiaos
azues e pretos.
Fu torts de cores para ve-1idos, padroes
iniudiohos a 400 rs. o covado.
Cambraias brancas bordadas para vesti-
dos a 86'jOO a peca.
ROUPAS FEITAS E OFFICINA DE ALFAIATE
Urna grande quantidade de palitots, calcas,
[ colletes de pannos, casemiras e brins para
| lodos os precos.
Camisas de 12a, ditas de meia, ditas de
linho, francezas e inglezas, collarinbos de
linbo e de papel, sortimento de mantas e
grvalas de seda preta c de cor, boornus e
ontras muas fazendas, cimo sej m:
Bramante de linho e de algodo atoaba-
do trancado e adamascado, esguiao, meias
para hoiaens, senboras e meninos, ceberto-
' res, colchas e outras mnitas fazendas qoe
nao descrevemos parao annoncio se nio tor-
| nar enfadonho. A dinheiro.
i Pelo preco qne se vende j a dinheiro.
40 MIGAN
'NA
Ra da Imperatriz n
DE
40.
MENDES & CARVALH0
Aanca se vio nm processo[mais perfeito e qae at*
3'a da tal forma a satisfazer as exigencias mais
vana da eneriptoracao.
A saa rir 6 lindissima e nao precisa de cuila-
o aifum para se conservar no tinteiro sempre
:m a mesma cor, sem borra, crdsta, bolr ou sem
vji estas mazellas inherentes todas as tintas
; afora coobecidas, anda mesmo dos melhores
ares e?trangeiros.
Sflbretudo, este estimavel producto nao ataca as
sais de ac, antes pelo contrario, a penna
"'re nm esmalte donrado qne, sendo inleres-
e asss proveitoso.
tinta, nao sendo especialmente para copiar,
tndo dnas, tres, on mais copias nm ,8ez
de escripia ; preciso, porm, deixar-lbe
bem molhado sem o enxngar com o mata-
i. porqne nao ha o risco de borrar. Para se
-ir mais de ama copia, nio se agglomenm tan-
as tomas qaantas copias se qaerem tirar, mas
n-sa eom o original tirar i ama tantas qaantas
iaejam, sem qoe o original fique prejudlcado
idas sxtracSes.
Ccccrre aqai dizer qne, pan copiar importa
ts inttlligeDcia e babilidade, em e qne a om-
>or tinta nio satisfaz, e o detrito recae sempre
obre a tinta, qoe mnitas veces qnem menos
ipa Um.
i dupla qnaHdade desta tinta extremamente
ppaveJ, pois qoe evte ja eia qmaiqoar -
nptorio naja mais do qne ama tinta para oa di*
nos misteres.
Taquanto sna darablfldade. cao ba a oppor
jHuaordsvies poisqwwi ttm t^idN-
cripta soffre o choque de cidos fortissiraos, sem
se wcompoT; ora, se os cidos nio tem aceio so-
bre ella, muito menos a accio do tompo a pode
destruir; isto piansivel.
Nio s ao commercio qne este meu producto
veio ser nl; os profe9ores dos collegios, Investi-
gando todos os meios para o adianlamento dos
seas discpulos, tem approveiudo eeta tinta, qne
com razio a acbaram apta para desenvolver o
Sosto nos educandos, em consequeneia da beleza
a cor e facllidade de correr na pequea pela sna
liqeidez. Ha exemplos de enancas qae havis
mnito tempo tinbam nma repugnancia extrema
para a escripia, logo qae foi admitlida esta tinta
no coliegio, apoderoa-se dellas a corosidade e o
gosto, e poneo tempo depois o sen adiantamento
era manitesto.
Esu tinu, i par de tantas vantagins, tem nm
anieo inconveniente, detoriora-se ao contacto de
ostra qnalqner; cnvm pois te-la em tinteiro
isentos ao meffor vislumbre de outra tinta, e evi-
tar eserever eom a penna soja de non preparacao
*fferente a tnoompativel; verificando isto, nao ha
raiio para se osar de tinta que nao seia a VIO-
LETAMTRA-FIA DE atuNTElRO.
Observado.
Diversas fahieaooas semeihaacas tem appa-
recido, cuja durabilidada 6 duvidosa. Os Srs.
compradores podem rriur o engao dirifindo-se
i casas circumspecU3,i> padindo a tinu qne an
fabrico .
1. C Montero.
Cofres de ferro de MiIaer8 e onlros
"rencas pnr3 ropar arias.
Balari(?as de pesar, Decim3egi hmuMt elc.
Tachas de ferro, C8tanhaao.
Arados Americanos
UTatieS, para agricultura.
% Carrinhos de mao.
Machinas a Vapor
LaCimaS de descarocar algodio, de 10 al 40 serras.
trnapaS a6 ierrO gaivanisadas para cobrir casas etc.,
Estes artigos vendem-se em
casa dos importadores.
Shaw, Hawkes dr C,
N. 4 RA DO BOM JESS.
(OUTB^OBA RA DA CCZ )
!
DE
Singer lanubetaring C.
9(I(HI0 Machtoas P-ra fornidas
POiOOO Mcbin;.s Para Paolfas
90*000 Machinas Para Familias
00X000 MdCbina^ Para F-rnilias
lUfO 0 Ditas Cum Taii*
100*000 Ditas Cura Th,!'..
100*000 Di;as Com Tami -
100*000 Ditas Com Tan! a
toaxooo Brasileiras Toda Co?tora
103*000 Urasileiras Toda Costura
lOiOOO 15: a-ili ira: Toda Costara
!05000 Brssileiras Toda Cislnra
lOOAOt vuehinas de Y .iiiv*, *
1 100*000 Machinas de Manivfa
400*000 Marhlnas de Maniv"! *
100*000 Machinas de Maoivei.
iloXOOO Machinas Para Alfaiaies
113*000 Machinas Para Aifaiaies
13*000 Machinas Para Alfdates
113*000 Machinas Para Al (sities
113*000
115*000
115*000
115*000
Machinas
Machinas
Machinas
Machinas
Para
Para
Para
Para
Sapattins
Sapaleires
Sspsielr
Spateir..-
145*000
lio*000
145*000
145*000
Machinas
Machinas
Machinas
Machinas
ioh- a de
mesa de
mesa de
mesa de
Kxieocio
Extendi
Enteofao
Exteoeao
130*000
130*000
130*000
130*000
Machinas
Machinas
Mechinas
Machina*
Para
Para
Para
Para
Cbapelinros
Chapellelr s
Chapelleirc
Chipelleir
(
Note-se bem
ao numero
nico gente
) W. H. Chapman.
(
Ntese Un
ao D'imero .
45 RA DO IMPERADOR 45
GRANDE REDUCTO EM PRE(?OS
PARA A FETA
NA
LOJA DE PAULO GUIMARAES
Palitots de meia casemira de diversas cores de 2iJW0O a 3#0t0.
Ditos de casemira bonitos padrees de 40000 a 5^000.
Ditos de alpaca de cor de 25500 a 34000.
Ditos de brim branco de 2>000 a 300.
Ditos Calcas de brim de cor para acabar a 500 rs.
Cortes de brim de cor para acabar de !5600 a 2)5000.
Brim da Angola, doas cores de i500 a 1^800 a vara.
O'gandys orticos com listras a 600 rs. a vara.
Lia para vestido de esmerado gosto de 400 rs. a i#000 o covado.
Cbilas claras e escaras de 320 a 360 rs. o covado.
Cretone para vestidos a 360 rs. o covado.
Cambraias de cores fixas de 400 a 500 rs. a vara.
Grande sortimento de roup;s feitas de todas as qualidades, assim como de h-
zendas proprias para vestuario de bomens, e tu lo sendo por precos baralissimes i
para apurar dinheiro.
48 RA DA IMPERATRIZ 48
Junto a padaria franceza
*

JOAQIM i
LOPES I
MACHADO ft C.
Travessa do Corpo-Santo n. 25
ARTIGOS AMERICANOS
..- v
Cylindros para padaria.
Carros de mSo para conduzir fazendas.
Machinas para descarocar aigodio.
Polias de diversos tamanbos.
Canos de ferro galvanizados para enca-
lamento d'agoa.
OBJECTOS PARA GAMO
Oleado preto para guarda-ebuva de earre.
Dito de cores para ferro de dito.
Chicotes para dito.
Ponas de langa.
Galbe8 de seda pare o forro de dito, =8$-
treitos e largos.
Pregos de cabeca de marfim.
Ecovas pare dar graxa.
i
i
1 afina
t *


Diario VARIEDDE
i

EXr'OSigODE CORDVVV
No r-ioo mnienl offerece a eipo ig>
oosas curiosas. Figurara raineraes, ro-
chas e productos raetaliurgicos, das diver-
sas provincias oasis vi inhas, dos Andes
principalmente. Ha lindsimas amostras
de qnartao, d amathistas, de cryslal de
rocha, de pra, de cobre; ele. Do Chile
sobresihem g am strasdo cobra das mia-
de Copia p.
Ha algcraas rechas ignaes, opealmente
da provincia de CaUnarca Na provincia
deS. Joio pstii undsdas algumas empre
tas deexploraclo le minas, qae mandram
amostras qe seus productos. Ha dessa
provincia oaro. prata, e cobre (nativos).
A exposic-3o em Cordova n3o tem
lido ate agora mais de 6,130 visitantes.
A imprensa de Boenos-Ayres tem levan-
tado orna celeoma atroa lora contra a loca-
Sida de escolhida, po*qoe nao podem aqui
ser vendidos os ohjectos expos'.os, falt*
An vjit mev Esse assumpto tem desper-
tado orna rendida polmica na imprensa re-
publicana.
Os jornaes das provincias attribuem a
Boenos-Ayres o despeito, em razo das
ideas eentralsadoras daqif.lla p-oviacia.
Com efieilo parece qu a escolha do leca
fiM antes orna horaenagera prestada ao
principio d- descent'alisa cao do que mira
de lucros Aexposg n3o f'i realiza 11
com iotni'os rarcaalis Foi apenas urna
avtisia eral do> recursos das provincias e
dos productos eslr-rag^iros, feita em orna
prownci renla! da Repblica Argentina.
At caito p>nto hoove r>zio o escoiha.
A cidale de Cordova capital di provinc'n
do meso o nome (que confina om as da
Buenos-Ayrr<3, S. Luis. Rioja, Catamarca,
Sanl'I gi eSt'ili F ), olTerecia assim mais
facilidade para recebar dessas provincias
lodos os Sus productos, e das mais lon-
gmqos, como Tucuman, Sala e Jnj .y.
lordova est encravida no corsgo da re-
pnbli.a, por assiffl dizer. O ferro carril
inaugurado em maio do anno passado pe
esta ciade cm fcil o immediala corara i-
aieaco com o Rosario, onde desembarcan
es ohjectos, de Corrientes e de Entre-
Bies.
A e^co'ha, pois, r'o lugar foi bem inspi
rada, desdo que nao tomamos em linba de
conta a qoestode dinheiro, de lucros a aa
ferir pilo governo nacional ou por pirlicu-,
lares em orna exposie). Era demais um
cortejo feti provincias, que s) sempre
ciosas da supremaca de Bnenas-Ayres, qoe,
.orno nico porto viziaho ao oce no, con-
irabia lodo o progresso e toda a riqueza na
repblica Argentina.
Uraaexposigo n5o umi feira, em que
se poem os ohjectos veada. Tem Bis
mais alt's, teu maior alcance, tem bori-
looles mais vastos, que s no futuro apro
sentara seas resultados fecundos e reaes.
Este culto ao pensamento descentralisador
igradou em geral s pronuncias, que anco-
samente desrjam ver a capital da repblica
fra de Boenos-Ayres.
Em todo o caso a discusso havida na
mprensa pde tambem em expsito a luta
das paixdes que domioam sempro na rep-
blica, e que deram nome aos dous grandes
partidosunitarios e federaes.
Um estudo accondo de todas as Iotas
que tem eosangnentado esta repblica, me
tem levado cooricoio do que, o qua tova
sxislido sempre inspirado por doas ideas
centralisacao em Buenos-Ayres ontra
descentralisaco ou franquezas provin-
ciaes e vice-vtrsa.
O que certo que a exposicao em Cor-
dova coiacidrado com o acto presidencial
posto mudanca da capital para Villa Ma-
na j votada pelo congresso foi, a mea ver,
ama vlvula de seguranga em favor da paz.
da prosperidade di repblica. A le
dessa razo poltica e da topograpbica, a
qoe cima alludo, foi ura cuito s tradigoes
scientificas e littenrias da raaioridade da re-
pblica Argentina, qoe vio urna uoiversida-
deque fo raou doutore?, qaefoi o bercoda
rastrnego superior destes povos, em tempo
estimado o achar pouco concorrido o palaz
ci, porque assim estudo melbor.
Demais, nao era a exposigi argentina,
apenas a amustia de productos nacioaaes
e estrangeiros postos venda, reoito. Ao
ado do ensino da industria manufactura, a
repblica faz os ensaio3 da agricultura pra-
tica, t das machinas agrcolas, como pro-
vam a e xposigo do Rio Segundo e a quinta
de Santa Anua, de que me hei de oceupar
as seguimos correspondencias.
O que certo que os jornaes de Cordo-
va da ultima semana pnblicam com anima-
doras expressoes o projecto do estabeleci-
mento de urna escola normal theorica e pra-
tiea de agricultura na provincia de Cordo-
va. A companhia para esta escola, que
comed a ioiciar-se deve ter capital de
4l,000 pesos fortes dividido em 800 ac-
edes de 500 pesos fortes cada orna. A
empreza cstabeiece qoe para formar este
estabelecimento se necessitam pelo manos
400 quadras de terreno as seguintes condi-
Sops :
Proximidade de um rio ; irrigado fcil,
em estar, sem embargo, exposta a inun-
daedes.
A distancia de nove leguas pelo mais, e
pelo menos quatro.
A proximidade, a maior que for possivel,
de ama estrada de ferro em bom estado de
labilidade.
A divtso do capital ser ;
AcquisicjSo do terreno, construccoes, ma-
diinas, animaos de rica, pessoal da admi-
nistrajo, lacros das acedes, seguro, im-
posto?, eventualidades.
Alm do director, e sub-director a esco-
ta ter dez professores das ciencias em
raboto com a agricaltura, jardineiros, ma-
conistas, etc.
A escola deve recebar 40 alomaos, qoe
sero substituidos de tres em tres anuos.
Como se v, esse pensamento encarnado,
j em am plano, qoe corre impresso com
os clculos apropriados, com os venc mea-
tos dos empregados, etc., demoostra oa
repblica a tendencia para o melborameoto
de sua agricuura, a que cima me re-
tiro.
HORRIVEL. Urna carta de S. Fran-
cisco, da California, para am jornal inglez
oticia o segoioie fado, que teve lagar aa
oidade de Los Angeles:
H uve ama riza no ba*rro chinez. O
offris! de polica Rilderaod qoiz prender
om cbim qoe linha morto outro ; o assas-
sino resista, BilJeran chamou em sea aa-
li'io am cidadio cbamido Thompson ; nes-
teaimeto alguns cbins, collocalos ais
d-ias extremidades da roa, qoe era estreiti.
dteraa fugo mortifero Toompson cabio,
toado recebido urna bala no pjito. e mor-
rdu logo. Bilderan foi ferido no hombro,
maa coasegaio montar cavalio e (agir
immediatamente. Umi crianza mexicana,
chamada Mandara, ficou farida n'ama
pena.
c A multi J3j depressa se jantoj e atacou
o biirro chiaez. Os cbinezes responderam
ao auqud com tiros; qaiabenlos homens
irmaJos cercaram ento o sitio onde ellas
esta am e cortaram-!bes a retirada. Daze*
seis cbins forana apanbadoj a logo enforca-
os pe i mu.tidSe, qua largoa fogois ca-
sas, mai as cbsmmas foram lego apagadas.
A ex .lta?3o, dos habitantes era muito
grande.
< as nove b;ras di muta, as lutoridadas
conseguiram reitabalecer a ordera. Uas
cincoenia cbins foram presjs. A miltidao
quera leva los para fra da cidale. Antas
de os enf irearem atiravara-lhe tiros dos
tobados das casas. A multido compunhi-
i6 quasi toda do californiauos a da rale do
povo.
f Tolos os cbins que foram enforcados
aprese..lavara am espectculo horroroso, to
maltratados tioham sido pela multido an-
tes de execugo. Und'elles era ama crian-
c'-i de 8 a 9 anuos. Sobre os dezeses que
foram! enforcados deve-sn contar mais Jous
h;mens e urna molher que foram encon-
gados morios, a um outro, q ie foi encon-
trado completamente desfallecido ni pri-
so.
Um dos ecforcados era nm do> que
linba feito fogo sobre o otlkLl de polica.
Julga-se quo os ojtros estavam innocentes.
E' fra da duvida que os verdadeiros cul-
pados fugiram. logo que a mullidlo assal-
lou o bairro chinez. Estabel ceu-se polica
rigorosa, para obstar, tanto quaoto for pos
sivel, que so repitam novos acontecimen-
los.
GRANDIOSO PROJECTO. Ventilando se!
a unio do mar Caspio ao mar de Azofi, diz'
a Gazctade Anjsburgo o seguint-:
t O eogenieiros 1a3 aiai joi estad s'
europ us eos sabios gelogos qae tem
percorrido as margeos do mar Caspio a ex-1
plorado as vast ? planicies situadas entre '
este grande lago salgado, o mar Negro, e o;
lago d'Aral, sao accorJes em dizer que estes'
tres mares estavam out/ora reanidos em
um grande a nico mai interi r, e qua a
sua separaeo data do fim dos per oos
geolgicos, pouct ant's, a mesmo prova-
vd iue depois di appari;So do bomem na
trra.
Taro-se fsito varas experiencias para
se saber om certeza se havia entre o mar
Rispio a o mar Negro alguna communici-
<;o subterransa, e para se exp'icar a diffe
renca do nivel de agua qua existe 'entre
ellos, o do mar Caspio sendo mais baixo
que o do mar Negro.
Reconbeceu-se com exactidSo que o
mar Cispioest completamente sola lo dos
outruS mares, e que a dillerenp do nivel
bsix) do mar Caspio provm nicamente
di ev.ip raoiio activa, que tem lugar durante
os calores tropicaes do ferio n'aqaelles
paizes.
t\ superficie do mar Caspio de 16,850
leguas quadradas. A profuodidade varia de
iOO a 450 pos. Banba a Tartaria a leste,
a Russia ao oeste e norte, e a Persia ao
sal. Este grande lago salgado era conde-
cido polos anligos debaixo do nome de mar
de Hyrcana. Recebe as aguas do Volga,
do Kour do Ooral, do Terek, do Aklai, do
Siraoor, do Svido ira j de outro?. Alguos
geographos eiam de parecer que nma pas-
sagem subterrnea una o mar Caspio ao
ocano. Esta parecer era fondado sobre a
semelhan{a que existe entre o gesto e a cor
das agoas Este parecer foi combatido pe-
las experiencias recentes.
( Os hablantes das margena do mar
Caspio, indo encontrado aiguns ramos de
salgueiros boiaodo superficie, e esta ar-
vire nao crescendo as co:-tas do lago Hy-
carnium, julgaram pur esse motivo que
aquellas ramos erm cooduzidos por um
canal subterrneo do mar de Ma more, onda
os sa'gueiros vegetam com abundancia.
Este erro foi depressa reconhecido. Os
numerosos rios quo desembocara no mar
Gispio levam para alli tola a especie de
restos de plantas e muito provavelmente
as folhas de salgueiros.
A empreza para reunir 33 bacias do
Caspio e do n ar Negro ser de urna impor-
tancia to consideravel, como a do isthmo
de Suez.
Tratase de abrir nm canal de 250 le-
guas de exlenso, em um valle cujo centro
foi j ocenpado pelas aguas antes das revolu-
C5es terrestres.
E' este um dos projectos grandiosos
do seculo actual; o stbmo ae Suez, o tun-
nel dos Alpes, o isthmo de Panam, o ton-
oel ou ponte no canal da Mincha, o tunnel
de Saint Githard, e ontros muitos, que cau
iam assombro.
MADRID. Tendo se espalbad) pelas
ras de Madrid urna folb'a avolso, a qual se
referia despachos que o geoeral Sickles,
ministro americano, dirigir ao seo governo
aiguns drilles relativos a am convite cele-
brado ha doas annos em casa do Sr. Rivera
assistindo varios personagens de differentes
opinides, o Sr. Rivero e-crevoa ao repre-
sentante dos Estados-Unidos, a seguinto
carta :
t Sr. D. Daniel E. Sickles Meu a tima-
do amigo.Acabo de receber o incluso pa-
pel, no qual sa d conta dos desp-chos te-
legrapuicos mndalos por V. ao sea go-
verno.
i Desojo saber daas coasas com urgen-
cia : prmeira, se s3o exactos os despachos;
segundo, se algumi vez ouvo V. da minha
bocea a menor especie de que Cooa se fi-
zesse independer da Hespanba.
t V, recordar certameate as oossas dif-
irenos conversas sobre este assumpto, e
como o mea constante desejo era : que se
acabasse a guerra quaato antes, auxiliando
para esse fim o governo dos Estados-Uni-
dos com quanto fosse dado fazer, que era
muito, e sobretodo desvanacendo aos in-
larfetM toda a esperanca de auxilio da'
parte da Uniao ; qne ama vez terminada a'
iasurreico se fizase jastica aos cubanos,';
estendeodo aquella provincia as institu oes'
democrticas do Hespanba, oos termos que
estabelece a uossa wnstituicao de 1869.
c Desculpe-me V. que o iocommode,
mas como a caumnia e a impostara se
apresentam boje contra os meus amigos e
contra mim n'esta quaslao, aecassito do:
testemonho de V. para acrisolar o seo pro-
cedimeato e o mea.
Teabo por esta occasio ogosto de re
por-lbe os saotimealos de afecta e mais
disuada considericSo coa que soo, sao af-
fectoosissimo amigo, a seguro servidor. Q.
B. S. M- Nicolao Mu-ii Rivero. >
O general Sickles rtepeodea imm-sdisia
mele a esta carta oos seguimos termos :
t LegacJo dos Eilados-Uoidos.-Milril
!6 de novembro de, t^71 Maito seobor
meu. Acabo da recbdr a sua carta da
boje, oa qual ma pe ganta se a publicarlo
que me enva. ;orresponde com exact d5o
aos despachos a s communicaedos a que
se refera.
Em risposti, tonbo a honra de dizer
Ihe que a publicaco nao merece complet i
cofianc, por isso qoe s reproduz extrac-
tos imperfeitos dos despachos cujo conieu-
do somanta se p la apreciar lendo-ostal
qaal foram escriptos.
c Para que V. tenha em seu poder o
texto ofQ.'ial exacto ds rostaegdes domen
governo, assim como do> despachos relati-
vos a Cuba, envio-lbe copia official de todos
os documentos publicados pelo congress
dos Estados UuiJos em 20 de dezembro de
1869, commentaiis dapos pelos peridicos
de I glaterra, Franca, Allem-r.hj. e Esta-
dos-Unilus, a igualmente pela poca de
Madrid, do hi ans do um auno
As nutras pergnntas qne V. mo dirige,
devo responder-I .a o segainte :
A que diz respeito a ter eu ouvido al
guma vez da sua bocea a menor ind:cac31
acerca la possibilid do da Cilu si saparar
da ilespanha, qne nunca.
f Parmitta-mi acc encantar, que se s-
refere ao relaioriu q le da nossa co^versa-
co em novembro de 1839, fiz ao meu go-
verno, no despacho de 17 'aquella mesmo
mez e anno, encontrar qie esse rol itorio
6 a reutaco mais completa de semelhauta
supposicSo.
E devo depurar, fazen lo justfa a V-
ao S\ Mirtos, a> 5r. Becerra, e a memoria
do iufel z geuoral Piim, qe as seguranzas
qoe eu:5o sa ma deram do desejo e do pro
p-iili em qie e-tavam 03 homsos de eta-
do da revoluto, de fazer justici a Cuba,
tritando-a como provincia hespijlioia, ojo
iguaes direilos 3 p.ivlegios que as demais,
e com relacio a coaslituigio he.panhola de
1869, contribuir o, meis do qua neohnm
outro dos argumentos allegados pela He.-
panha, para que o governo dos Estados-
Unidos se maalivesse na aitituda da nao
intervengo.
Da V. affectuosissimo etc. (assignado)
SicklesIIjurado Sr.D. Nicolao Bliria Ri-
vero
NAPOLION'STAS. Lomos no Echo do
Parlamento Belga :
< Uuia depuuco de quinze pessois, en-
tre as quaes muitas seuboras, f ji a Cimden
House no dii 15 de uovembro, e apresen-
tou ao imperador, para ser entregue a con-
dessa de rierref,ads um esplendido rama-
lhete com um rico al om de armas impo-
naos, e contendo 25,000 asssigoatur s de
iudustriies, de negociamos e da banqueiros
de Paris.
< Outro ramalbete foi offerecido em no-
mo dos ofliciaes da guarda imperial.
Eis o texto da mensagem escripia no
lbum :
c Sire. -Trazemo-vos as saudades da pa-
tria, de que somos o echo fiel. Que sua
magestide se digae da fazer aceil*r por
su 1 magostado a imparatriz na survolta de
Hespanba. Agradavel aos teria sido o con-
templar -a f.;"^3 da uossa muilo amada
soberana, mas j que a sorte decidi de
outro modo, esperaremos, para ver sua
magestade, que Deus determine o da. Es-
per iremos'at l, fazendo votos pela feici-
dado e prxima volta a Franca da familia
imperial.
Viva o imperador 1
c Viva a imperatriz I
< Viva o prmeipe imperial I >
Napoleo III, que pareca bastante cora-
movido responden :
< Muito me enternece este passo, e agra-
deci, em nomo da imperatriz e em meu
nome, aos subscriptores que offerecem es-
t-s flores e este albam. Agradeco-lhes
tambem os seus benvolos desejos. Adeusd
At a visU. *
c Soliaram-se vivas em honra da familia
imperial, o retirou-se depois a depulago.
< Como a imperatriz est em Ilespanha.
encarregoa-se o imperador de Ihe transmit-
ir as bomena^eni dos seus partidarios.
Segundo orna correspondencia ingleza;
as seguintes palavras foram dirigidas ao
principe imperial :
Monsenhor !A nova geraco aqai re-
presentada vem trazer a V. M, I. a segu-
ranza, no presente a no futuro, da conli-
nuago enrgica da sympathia e da dedi-
cado sem limites quo os pais votaram ao
pai e qoe os filaos jaram ao lilao.
Acjrescenta a mesma correspondencia
qoe em seguida foram oflarecidos aiguns
refrescos deputago, a que Napoleo, ao
retirarse, apresentou seu filho aa'gumas
pessoas, dizendo : Agora est quasi um bo-
mem.
SUISSA.Publicamos em seguida os ar-
tigos 19 e 20 da constituigo federal votada
pelo cooselno federal nacional, depois de
uaa discussao que durou quatro das, o
que con^enlram completamente na confede-
rarlo a orgsnisaco militar:
c Art. 19 O exercito feleral ha de com-
por se, com relagao ao que dispe a legis-
I gao confederada, de l dos os bornens
aptos para o servigo militar. No caso de
perigo, a coofederaco pode dispor dos ho-
rneas que nao pertencam ao exercito fede-
ral, a de todas as torgas dos canides. Os
commandam as forgas militares do seu ter-
ritorio, emquaato a coafederago nao dis-
pozar dellas por meio de decretos legaes.
c Art. 20 A orgaoisago do exercito fe-
deral compete a legislatura confederada.
Sa considerares m liares o nao imped-
rem, far-s*-bo oos corpos das divisdes,
sub divisdes, e commaados pelas tropas do
mesmo cantao. As despezas de nsirucgo,
da armamento, de equipa meo lo a de vestua
rio ficam a cargo da confederlo. O ma-
terial de guerra dos cantdes proscriptos
pelas leis existentes, pas'sa a ser proprie-
dade do governo federal. A confederago
Oca autorisada para tomar conta d'ele me-
diante iQdemni?ag3e, j como propriedade,
j a ti tul; de deposito, se o2o fr saa pro-
priedade, comprebeodeado os navios, e os
arseoaes destinados ao servigo militar. A
execugo da lei militar compete as autorida-
des dos cantdes aos limites, proscriptos
pela legislatura confederada. >
UTTERATDItA.

INSTRUCQAO PUBLICA NA BLGICA,
EXKOS|(;.\0 KEll'A PELO MI.MSTII0 BB.VSII.KIBO
Klf BRUXKIXAS AO VIMSItllIO UOS ESTRAN-
GEIROS Ni) RIO DE JANEIRO.
Broxellas, 6 de agosto de 187i.I.Ira.
e Exm. Sr. conselheiro Maaoel Francisco
Correa. Teobo a honra de remetter a V.
Exc. as leis o regu amentos do ensioo pri-
mario oeste reino, que V. Exc. se servio
encarregar-me de enviar- ha, e pego ii ren-
ga para acomoanhar a remessa desses im-
pressosde aiguns e claracimento-, qua tai-
vez nao paregam a V. Ex:, inteiramenle
inuteis.
No espirito da conslitu;5o balga a inter-
venga j no.Estado no que se refere e prende
ao ausino primari) so devora ter lagar ao
caso da manifesta insufliciencia da iniciativa
particular.
A constituido de 1831. Logo em 1832
0 goveroo, ou pir ter realmente reconheci-
do a existencia dessa insuficiencia, ou pre-
ferir organisar um easino primario oflLial e
uniforme, procuroa intervir. Mas nem en-
to, oem depois em 1833, quanlo renovou
a mesma pretengSo, conseguio coasa al-
guma.
Oppunham-se a realisago do seo projec-
to dous dos mais imp>rtant)s principios do
rgimen poltico recentemente adoplado : a
iodependeuca da igreja e a liberdade com-
munal.
De feito, a lei o.'ganica da communa, que
ao senlo o resumo das tradiges dos 3U-
ligjs com uun'iros belgas, combio>dos com
h Ideas mode'iiii e preceitos da coostitui-
5j, recoobecia ni communa o direito de
crear escolis com approvagj da deputago
permanente do coiselho provincial, e o de
jiwe las dos necissariis musirs, confian-
do ao co legio do b ugomustre e vareadores
a aImin3.rago e inspecgo dallas; oque
equiva ia a entregar communa e pro-
vincia nesla ma'eria autori lade qnsi abso
lula. 1); outro la h a ig .ja, que goza de
grande liberdade ci-i', e hivii sua cu la
estabalecido j nu nerois escolas, snsienta-
va, nlo s coatn a commooa, que as dis-
posiges desta lei estavam bem longd de
olTerecer serias garantas para um bom ea-
sino religioso, e pretenda da certo molo
usorpir o direito commuoal, oa ao menos,
parliihar lelle, tornan lo necessario que os
mestres, alm da nomeago da communa.
recebessem do clero um Jipi mi de sua ap-
t 13 > religiosa. ma3 tambem combata enr-
gicamente a pretengo do goveino, oppoa-
do se ao que ella cbamava racionalismo do
Estado, e sustentando qoe a iniciativa pri-
vativa bastava para a diffuso da instruego,
que a constituigo entender confiar-ihe
quasi exclusivamente. Nem communa,
pois nem igreja podiam convir os planos
do governo. Esta conflicto, acompanhado
de urna polmica rdante, durou at 1811,
poca em que, subindo a) poder o partido
catholico, el-rei confiou ao baro de No*
thomb a orgaaisago do novo ministerio.
Esta estadista resolveu compor a desaven-
ga, e logo em principios de I8i2 para esse
fia) propoz a lei que remeti a V. Exc. e
a que regula anda boje o ensino na Bl-
gica, e Ihe d a vasta organisago qoe tem.
Nascida em meio do conflicto, de que apon-
lei as causas, essi lei se deve considerar
como urna intelligente transaeg* entre as
exigencias contrarias dos dous partidos qoe
enti disputavam e anda boje disputara o
governo do paiz. Dando boas garantas
instrocgo religiosa, combina a liberdade do
ensino, que adopta como principio com a
independencia commanal, que respeita como
base de sua organisago.
Determina que cada communa tenba ao
menos urna escola, mas p Trame qae a com-
muna, na qual baja escola particular que
baste para o ens no, poupe os gatos do
estabelecimento de ootra e autorisa mesmo
o melhor amalgama dos dous principias, fa
cuitando a commuaa o adoptar mediante al-
guna subsidio, como escola commanal, a
escola particular qua esteja em condges
de o ser.
Sob o rgimen desta lei de necessidaoe
que em cada communa baja ao menos ou
urna escola communal ou urna escola parti-
cular adoptada, ou urna escola particular
livre.
A escola communal, costeada e adminis-
trada pela communa, est sugeita a inspec
gao organizada pelo governo.
A escola particular adoptada e subsidia-
da pela communa, che sob o mesmo rgi-
men, ao passo que a escola particular livre
est isenta de toda a inspecgo official, A
existencia de urna escola particular livre que
admita gratuitamente 03 meninos pobres da
communa, pode tambem bastar para liber-
tar a communa do onus concernente ao en-
sino, mas esta escola, posto que particular
e livre, tem de ser inspeccionada urna vez
por anuo, para que a autoridade possa eei-
tificar-se de que contina a acbar-se as
condigdes necessarias. A nica differenga
q;.e noto entre as escolas que se intitulam
particulares inspeccionadas de que acabo de
tratar, a as escolas particulares adoptadas,
consiste em que as primeiras dispensam
absolutamente a escola communal, poupam
todos os gastos e tsera urna s inspecgo
annual, emquaato que as unirs tornam-se
escolas commonaes, percebem subsidio da
commuDa, gozam de aiguns outros favores,
mas eslo sugeitas ao rgimen ordinario da
inspecgo.
Dizendo quA escola particular adoptada
percebe um subsidio da communa, talvez
me tenba menos precisamente expressado.
Amigamente assim realmente era. Hoje,
porm, o qoe se d pagar simplesmente
a communa a taes escolas tanto por cada
menino pobre qua por ellas recebido gra-
tuitamente. Nem mesmo isso, eomo disse,
recebe a escola particular inspeccionada. Es-
tas quatro catbegorias de escolas primarias
correspondem genaiaamente as combioa-
gdes das leis fundamentaos com relago a
materia.
A escola primaria de quaiqaer das ca-
tbegorias que acabo do' mencionar pode
ser:
1, escola primaria propriamente dita;
2, escola de guarda;
3, escola de adultos;
4 escola de aprend '.agera oa offleina de
csridade.
Deixo de mencionar as escolas das pri-
sdes. as escolas de reforma, etc., qae de-
pendem do ministerio da justiga.
Darei a V. Exc. algumas oformaedes
acerca de cada ama daqaellas especies.
Antes disso, parece-me porm, conveniente
fazer algumas consideragdes sobre o modo
e condigoes com que se exerca, no que
1 se refere ao ensino, a intervanco do
Estado, que o protege e considera?elmeme
subsidia.
Os me si res das escolas communaei sao
nomeados pelo conseibo commanal qae os
tira d'entre os can lid tos com provas de
baveram fraqaentado com praveilo e, ao
menos doradle doas annos, os caraos de
ama das escolas oormaes do Estado, os
cursos aonexos pelo governo a algumas da,
escolas primarias superiores, 00 de ama
escola normal particular, qae tenba ha mais
de dous annos annos aceito o rgimen de
m;pecgao etabelecido pela lei.
O governo pode, porm autorisar a no-
meago da CiOdidato sem diploma destes es
todos, ama vez qoe sa sageite ao exame
delta peranta 03 inspectoras da iastrocgo
publica.
O cooselho poda suspender os professu-
res, conservaud; ou tirando Ibes o ordena
do, mais nunc pir mais de tres mezes. S,
porm, ao governo compele definitivameo
te a conservago oa demoso do professor
suspen-o, que ser ouvido conjuradamente
com is inspectores a o cooselno. (j jando,
por qualquer causa, vaga urna cadeira de
mestro, o conseibo deve provfi li dentro de
40 das, so o governo nao autorisar a pro-
rogago desle prazo.
Depois dos 40 das, ou do prazo proro-
gado, nao bavendo nomeago do conseibo,
o governo procede ex-jfflcio ao provimento
do logar. A lei communal confia a inspec-
go e superiotendencia immediata das es-
colas primarias pobcas s commuoas e a
inspecgo e bupepintendeucia medala as
autoridades provinciaes. A lei de 22 de
Sjtembro de 1812 porm, reserva adirtc
gao geral da iostrucgSo primaria publica ao
Estad), representadj pelo ministro do im-
peri >.
A cgo do astado se exerce regularmen-
te: por urna commisjo central da iostruc
gao primaria nomeda pelo re, por in>pec
toros provinciaes e por inspa.iores canto
naes.
Em cida proviacii ha um inspcctir do
ensino primario publico; nomeado pelo
rei, deve visitar ao menos umi vez por an-
no lo las as escolas publicas da sua pro-
vincia ; vence carca de 1:8005 anouaes e
tem mais uns 8J0 para despeza do expe-
diente.
Sj Ihe pi^os todos os gastos de via-
gem.
Todos os annos os inspectores provin-
ciaes se reunem, sob a presidencia do mi-
li stro do interior, em urna commisso cen-
tral, juai os bispos e os consistorios dos
cultos relribuidos.pelo Estado podem m ra-
dar delegados, qoe s tem voto consultivo,
Em relago ao ensiao primario, as nove
provincias da Blgica se dividem em 57
districtes, compostos de um ou ue aiguns
cantos. Em cada um de-tes districtos ha
um inspector cantonal, que nomeado por
tres annos (e domissivel) pelo goveroo
com informago da deputago permanente
do cooselho provincial. Nos ltimos rotato-
rios li que difficil encontrar pessoal para
esta inspecgo, e qne se attribue modici-
dade do ordenado eao cuito prazo do em-
prego. Ni entanto vejo que estes faccio-
narios percebem uns 800o annoaes, e tem
as mesmas iodemoisagdes dos inspectores
provinciaes, o que tudo Ibes pago pelos
cofres da proviacia.
Na sua ultima sesso annual a commisso
central de instrocgo primaria propoz a re-
viso do art. 13 di lei, que o que se refe-
re a estes empregados, juigando convenien-
te que se torne definitiva a sua nomeago
e que o seo ordenado seja pago pelo Es-
tado. Os inspectores cantonaos devem vi-
sitar as escolas ao meos duas vezes
por anno; sao subordinados aos inpecs-
tores da provincia. Ao menos urna vez
po; trimestre devem reunir em conferencia,
a que presidem, todos os professores do
districlo. O inspector, provincial deve pre-
sidir todos os annos a alguma destas con-
ferencias.
Em relago ao ensino e administrago, o
texto da Iti orgnica da iustrucgo primara
iguala a inspecgo attnbuida ao cooselho
communal a que* iucumbe aos inspectores
do Estado com a differenga de poder o
conseibo comear delegados que por elle a
exergo,
Passarei agora s differentes especiaos de
escolas primarias, O que fi;a exposto dei-
xa pouco a accresceatar em relago esco-
la primaria propriamente dita. O art. 6o
Ja lei ordena que Delta se ensinem religiao.
moral, ler. escrever, o sy;tema legal de
pesse medid-s, os elementos do calculo e
os da lingua franceza, flamenga 01: allema.
Parece porm que a disposigo deste artigo
nao limitativa, pois dizem qoe a este pro
gramma podem os professores ajuntar o
ensino de outras materias, havendo moitas
escolas pablicas, as quaes, alm das ma-
terias, pre-criptas, ensina-se geographia,
historia ( aogdes ), desenho linear, escrip-
tuiago mercantil, mnsica vocal, gymnasti-
ca, horticultura e arboricultora. Na mor par-
te das escolas de meninas ensinam-se todos
os trabalhos de agulba. Ao programma
qoe indiquei refere se o regulamento de 15
de agosto da 1846.
Tratando dos mestres e discpulos com-
pletare! as iuformages qae a este respeito
anda me resta a fazar.
O art. 25 da lei de setembro de 1842
determina que urna parte do subsidio votado
annualmeate pera corpo legislativo para o
easino primario, seja especialmente appli-
cada: creago de alas de asylo(icoles
gardiennes), principalmente as cidades
populosas e nos centros manufactureiros ;
ao estabelecimento e cooservago das es-
colas da noute e do domingo, o organi-
sag3o das que se intitulam escolas de apren-
dizagera ou oflicioas de caridade. O go-
verno, diz a lei, procurar obter o concur-
so das communas e das provincias para a
realisago do fim a que se destina esta
parte do subsidio. > Em urna circular de
9 de abril de 1843 o baro de Notbomb
refere-se a esta disposigo da lei, e a de-
senvolve.
Pego licenga para traoscraver os seguin-
tes trechos, que enceiram as explicagdes
qoe oos bastara, tratando-se das escolas
qae meaos podem ser oos otis.
As salas de asylo oa escolas de guarda
sao de certo modo, a base do ensino oa
antes da educago popular. As escolas de
adultos sao particularmente destinadas aos
obre iros, que desejam conservar ou aug-
mentar a intruego que adquriram na es
cola primaria, oa qae, a9o tendo gozado
deste beneficio, desejam possoir conheci-
mentos que sao adispeasaveis a todas as
profissdes. Tendem, por lauto, a melnorar
a condigo do povo, mesmo sob o ponto
de visia material. Assim para qae o bene-
ficio da instraccSQ ciegue realmente, s po-
polacdM laboriosas i Blgica, para qae
e.le se torne verdaderamente eflkaz e te-
nba ama influencia moral, salolar e dura-
doora, nao ba tari que as communas teabam
as escolas qae prseme o art, 6* da lej
de 22 de setembro de 1842. as grandes
cidades, principalmente oos centros manu-
factureiros, onde se acham agglomeradas
numerosas familias applicadas dos trabalhos
da industria, a nstrucgo primaria em seu
estado normal, dever offerecer infancia.
a sala de asylo e a escola primaria propria-
mente dita ; aos adultos, que no trabalbo
empregam os dial, a escola da noute e do
dumingo. Para urna inteligente organisa-
g'o destes tres grios da educago popular
qae devem convergir todos os esfbrgos da
administrago oesta materia.
as cidades populosas, nos grandes cea-
tros industriaes, onde a procara d llicil do
pao de cada dia absorve a attengo e todo
o trabalbo mesmo das molberes, 6 fra de
duvida que as salas de asylo, a qae as
ruis, qae vo trabalhar, confiara os filaos,
doj qaaes nao poderiam cuidar, sao esta-
belecimomos tutelares. No Brasil, onde
assim nao snecede, poder-se-bio el as es-
tabalece com sario proveilo ?
As escolas da adultos, do maior conve-
niencia e mais fcil applicagio entre eos,
nao sao oa Blgica seao verdadeiras esco-
las primarias. Para mim teoho qoe, orga-
nisados ou entendidas como lio aqui, mais
sarvem para moralisar do que para instruir.
O mug, que nao soabe aproveitar a escola
primaria propriamente dita, diflicilmente
recuperar o tempo ou o estudo perdido,
freqaeulando as escolas da noile. E das
estatificas vejo que assim .
As cacoias-officinas, que combinara a ns-
trucgo cora a a prend.-agt ra de um oflicio
e a ob-engo de um salario, um na Blgica
a organisago que Ihes di os anilles roij-
aux de 26 de Janeiro da 1847 e 10 de ft-
vereiro de 1801. No sao admiltidos mo-
gos ou mogas da menos de 11 annos. O
ensino de dous aono. mas nidiamente in-
completo eirregular. Nao raerec.ra quasi
o nome da escola:; muitas ha eu qae s
se consagra iustrucgo ama meia hora
por dia. Parece, diz um relatorio, que
a rapacidade dos pas torna imp^ssivel qual-
quer reduego do lempo de trabalbo. > A
i'speculacao* mata o pensamento generoso
desta creago.
Muitos s esperara remedio da alguma
le que regule o trabalbo das criangas as
fabricas. A fund.go de umi escola-officina.
diz o Sr. Lebeau, s pode ser obra social
particular; t pode e deve ser orna boa
aego. O estado, a quem muitos coolestam
o direito de ensinar, fra de duvida um
pessimo industrial. Para dar com a mes-
ma mo, no mesmo local, rasirucgo e sa-
lario, sao de misler virtudes que o estado
nao pode possuir.
Nao haveodo caridade a instruego ser
sempre sacrificada ao lacro.
Ha tempo exisiiam na Blgica, para rapa-
zas, em algumas provincias, escolas modelos
ofliciaes, astira chamadas porque nellas o
ensino era mais completo do qua as esco-
las roraes, e deviam servir de typo s es-
colas primarias viziobas. Em 1842 a lei,
querendo geoeralisar o principio destas ios-
tituigdes, ordenou que o governo. com o
concurso das communas, estabelecesse, ao
menos, urna escola primaria superior em
cada districto. Esta disposigo pirm,
nunca teve execugo, talvez em razo do
grande numero destas escolas livres. Em
1850 a aova lei do ensino medio snbtrahiu
as escolas primarias superiores ao rgimen
de inspecgo e direcgo estabel-cido fel lei
do ensino primario, o as transformou em
escolas medias, pretendendo-se, nao sem
razo, que o seu programma de estados era
mais da aleada do eosino medio. Esto,
pois, fra do mea qoadro. Diri. no em-
tanto, qne o goveroo considerando qoe
as mogas da burguazia, de familias nao abas-
tadas, s podiam receber a instrocgo dada
pelas escolas primarias, arada quando de-
.-ejavam mais completos e extensos conhe-
cimeotos pensou seriamente emajudar
as communas a fundar, para meninas, es-
colas superiores e extrnalos. Um decreto
d* 25 de oulubro de 1861 organisoa mesmo
certos cursos novos destinados formago
de mestres capazos da direcgo dessas es-
colas. Nao creio: porm, que semelhante
decreto tenba execugo Parece-me que
ficou t certo ponto prejudicado pela lei da
29 de maio de 1866, que organisoa as no-
vas escolas normaes.
Al 1842 s hoove ensino pedaggico re-
gular em algumas escolas privadas, dirigi-
das e administradas pelo clero. O art. 3a
da lei de 23 de setembro desse anuo com
o fim de estimular o progresso dos metho-
dos ordenou que fossera creadas imme-
diatamente dnas escolas cormass para o ec-
sin) primario, urna as provincias flamen-
gas, outra as wallonas, o que em cada prc-
vincia pudesse o governo annexar corsos
normaes a algumas das escolas medias. At
1866 o estado s te' e escolas normaes p.-ra
borneas. A lei de 29 da maio dessa anuo,
dobrando o nomero das escolas normaes
creadas pela lei de 1842, que creoo tam-
bem duas escolas desta cathegoria paramu-
Iberas, collocandoas todas sob o regimea
daquella lei. As razdes desta medida, de
augmentar o numero destas escolas, esto
coasignadas em um dosielatorios trieanaes,
que diz o seguinto : < Os servigos quo prs-
tate as escolas oormaes adoptadas (agres)
pelo estado sao iocontestaveis; mas, ema-
nando da iniciativa privada podem desappa-
recer por effeito da mesma vontade que as
creou; nao offerecem, pois, ss garantas
desejaveis de estabilidale. As escolas
decretadas pela lei qae ltimamente citei
(29 do maio de 1866; d3o foram anda or-
ganisa dase estabelecidas.
A creago de corsos oormaes, ou secgdes
normaes, que assim tambem se cbamam, ao-
nexos a escolas medias, soffreu viva opposi-
go, sobretodo da parte das autoridades
ecelesiaslicas. c Nem a Franca disse, o
cardeal Sterckx, oem a ailemaoba tem que-
rido adoptar taes inoovagdes ; oa autores
qoe com mais autoridade tem tscripto so-
bre a edocaco de perceptores, concordara
todos em que o seo ensino deve dorar an-
uos e fizer-se excesivamente em intrnalos
que admittam poneos discpulos. E a
opinio prevalecen; porquanio boje, segn*
do me informam, todas as secgdes normaes
do estado sao sojeitas, nomo as aoas esco-
las normaes a am regimea de interaato
completo,
(ilonliaiar se-ha).
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